Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12431


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Full Text
V

1NN0 XLVII. NUMERO 155
?AIA A CAPITAL E LD6ABES QIDE IAO SE PACA POETE.
Por u-m matos adiantados ...............JOOO
Por mm ditos idtsin................... JOOO
Por km auno kjeni............ ......... 240000
Ciili aiuiiMro a valso................. 320


TERCA FEIRA II DE JULHO DE 1871.
PARA DEITBO E F01A DA PBOVIICIA.
Por tres mezes adiando ................. 6#7M
Por seii dito dem.................... U#BOO
Por nove ditoi dem................... 10#So
Por nm anno dem.................... 17JW00
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Flhos.
r
SAO ACffiMTJ
Ot Srs. Gerardo Antonio Alves A Filbos, no Para ; Gonfalves d P;oto, no Maranhao ; Joaqnim Jos de Oliveira & Filho, no Cear ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracatj ; Jlo Maria Jniio Chave, no Ass ; Antonio Marque da Suva, no NataJ; JoU Jnei
Pereira d'Almeida, era Mamangoape ;Pelippe Estrella 4 C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santo Buido, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
L *
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Asmar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Leite, Serquinbo d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OITICIAL.
Coautuaudo superior.
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RF.CIFE, 8 DE
JULHO DE 187i.
Ordem do dia n. 2->.
O lllm. Sr. coronel comraandiinie superior faz
cousiar aos carpos sob sua jurisdogo que por
portaras de -W do mez de junho prximo paga-
do e 1* d> correte S. Exc. o Sr. vicepresidente
dn provincia mandou tran-forir para o sprvgo dn
reserva licando aggregado ao "!' natalhao, o Sr.
inferes do l- batalho de infatuara, Joo Leopol-
do do Reg Villar ; ao o Sr. capilao do 8' ha
talno Tertuliano da Cunta Albuquerque, e 2
lenaole do 1 batalho de artilbaria Manoel Fer-
reira Habello.
Que por portara?, tambem do i" do correte,
ikmieou o me.-mo Exm. Sr. os oftkiaes segrales
para o bataibo o. G do rafaolam.
E.stado-maior
Alferes secretario o guardaManoel Pereira da
Caoba.
Atieres porta baodeira o sargentoMaDoel Ro-
drigues i\\.guc:ra Lima.
3.' companhia
Alfores o guardaJoo Chrisostomo de Albu-
querque.
4.a companhia
Alferes o guardaAntonio Meoelio Cordeiro de
(usmo.
6J companhia
Alfjres o guarda Arduas Lindoipho da Silva
Mafia.
E para o 8' da mesma arras, os seguales :
2.a compacta*
Alteres o guardaManoel Jos Dantas Jnior.
4.* companbia
Alferes o guardaFc-hppe Domingos ds Souza
Leso.
8.4 companbia
ToMftte o alferesAntonio Al ves de Oliveira
liraga.
Mjinfa igualmente publicar paraos devidos dos.
o resultado Ja inspecco de saude procedida hon-
Um na s;cretana do mesmo commaoJo superior,
nos tegiotes Srs. ofilciaes *
i* bataibo de iofaotaria
Capilao Henniuo Ferreira da Silva,incapaz do
ski vico activo.
Teuente Francisc i Geraldo da Silva Barroso,
incapaz do servido activo.
2 batalbao de infamara
Teut-nle Vicente Ferreira Pinto,pfromplo.
3o naialho de infaotaria
Capito Jos Mariano de Albuquerjue,prom-
eto.
Alfares Galio,i Jos Baptista,pnmpto.
8u batalho de iofaotaria
Alfares Juo Fe.rreira Mandes Gaimares,
pro m po.
Alteres Joaqoitn Jos Baptista,mcapaz do ser-
vif.i activo.
Alfares Antonio de Albnqaerqae Paes Barre-
lo,prompto.
Rodolpho Joao Barrita de Almeida,
Coronel chufe iolerino do estado-maior.
Alm deslas embareagoes, ainda seguiam dos
lados gran'lo oumero do escal res do arsenal, dos
DOMoa navio* de guerra, coro os commandautej e
ofUciaes de marraba, e ero duas alas os barcos de
vapor, completa mela cbeios de curiosos, oo roeio
dos quaes sobresaiam as damas, que abrilhanta-
varo ni.ii- a festa.
Chagon o cortijo ao raes das Colurooas depois
das ooze o mti, teodo Suas Magestades sido vic-
toriados em todo o transito e eouiprimeiitados por
tudas ai fortalezas, inclusive a de Alcntara, e por
todos os navios de guerra.
O vapor Lusitano, que tinha a bordo quatro
morteiros, den urna salva de 21 bombas e langou
ao ar muitcs foguetes.
Ao passar defroote do palacio de S. M. a Im-
peratriz, o Imperador sahio do camarim do ber-
ginlim e curaprimentou com o lengo sua illustre
madrasta.
O espectculo que se (iff?reca vista no se-
guimeoto de Belm para Lisboa era realmeote tua-
ravillioso.
O bergantim i.i oa frente, logo atrs as tres
cada lado os vapores part
de botes, todos cotn sigoaes
Repartico da polica.
2.* secr-ao Secretaria da pohcia de Pernambu-
!-o, 8 de j'uHio de 1871.
N. 91!i.lllm e Exm. Sr.Levo ao cooheci-
!ii"iito de V. Bxc. que, segundo consta dis partici-
lia^es recibidas Deje u'esta repartido, foram
ii aiivii recibidos casa de deten^o os seguales
mdividabs :
A' minha ordem, Claudino Antonio do Nasci-
ment, como -uspeito de ser desertar, e Pedro Jos
de Sonta, para recruta.
A' ordin do subdelegado da Boavista, Valde-
vino Jos de Arajo, como recruta.
K' ordem do da B.m'iagem, Francisco Benigno
'empello e Joaqnim Alves ie Mendonca, por crime
df furto.
Meas guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. Dr
Miiel di Nascimento Mchalo I'uriella, vice-
iiresi lente da provinaia. chele de polica inie-
i'Kio, Jcuu Mi cano Alies Maciel.
DIARIO DE PEMUMBUCO
RECIPE, 10 DE JULHO DE 1871.
tiagein de Hitas Magestades lin-
perlaes.
A' hora adauada om qu' recebemos nossos jor
naca da Europa, a circnmstancia de-ser domingo
.. dia da chegada do vapor da Europa, e a falu
de operarios sullcientei, inhibiram ao* de publi-
car Lontem a descripgao dos festejjs havidos em
Lisboa por occasifu da demora aln de SS. MM. os
i .iterantes do Brasil ; o qae vimos agora fazer.
G Jornal do Commercio diz o seguiote obre o
desembargue :
< Correram com muita fehcidade e alegria todos
os augustos ho>pedes.
A recepcao foi dicna e como todos desejava-
nnsque fosse.
> Embarcamos ?8 oras da manha a bordo
do vapor Lusifnno, que estava embandeirado e que
>vaa urna philarmonica. Alguns minutos antes
d i hora marcaba para a partida abriram-se as
trorias da ponte, o vapor eBcheu-se logo, e s
oiio horas em pooto largou, lancandi ao ar algnns
iguetes e tocando a philarmonica o hvrano por
luguez.
c O vaQor cbegon em frente de Belm s 8 e
taeia, j I viam os bergantios a as galeotas reaes,
<\i estavam espera de SS. MM., o mais alguns
<->caleres em servico da corte. Para passar o lem-
po foi o vapor dando voltas al defroote do lazare-
to, e passando ao p da corveta Estephania, fez o
devido compnmenio, que foi correspoodido.
< J enlo appareciam mais escaleras e mais va-
pores, tanto do Sr Burnay como de diversos con-
signatarios de paquetes.
i Chegarara SS. MM. que foram para bordo do
liergaDlun n'ura escaier pequeo, por nao poder
atracar o bergantim ao caes, e esle poz-se em mo-
vimeoto em direccao ao lazareto, e seguido de to-
das as galeotas reaes, escaleres, vapores e botes
.'minados de gente.
a Apearam-se SS. MM., e dabi a pouco voliaram
a embarcar em companbia de SS. MM. os Impera-
dores do Brasil, que foram fazer urna visita cor-
veta Estephania, onde se demoraran) cousa de
tneia hora. ^ .....
c Da corveta aegnio o cortejo no cima, indo na
trente o bergantim com Suas Magestades os Impe-
radores, o Sr. D. Loiz, o Sr. D. Fernando, damas
da corte o Imperador e ofilciaes s ordens de
Suas Magestades, qne se conservaram sempre de
li porta do camarim.
< Era seguida ao bsrganlim a o escaler do mi-
nistro da marinha cero todo o ministerio, e alguns
.-.ooselueiros de eslado, e Jando a direita ao Impe-
rador ia galeota grande com os offlciaes-mores
da casa real, o Sr. ministro do Brasil, e algnns
ofilciaes generaes do exercilo.
Ao lado do eacater des ministros ia a galeota
pequea, condoiindo pessas da comitiva de
Kua Magesiade o Imperador, e seguia atraM do mi-
nisterio um esealer verde com oa ofilciaes gene-11
rxt de marioba, e outro azul de esudo. .
galeotas reaes c de
culares e militares
festivos.
> as praias e nos caes havia urna multido
consideravel, que ia augmentando sempre, me
dida que se apreximava do Terreiro do Pago a
real comitiva e o sen squito.
No lazareto eslava tudo mui li;m preparado,
com innumeraveis bandeiras, e as ras aiapeta-
d.is com ara vermelha.
No caes eslava formado o destacamento de
caladores n, o, fazendo a guarda de honra.
Ao passo que .pelo Tejo so preseuceava um
dos espectculos mais bellos, em ierra se prepara
va ludo convenientemente para a recepcao aqai.
c As tropas comecirara a marchar para as alas
antes das 10 furas ta manha, comparecendo em
parada nao j toda a guarnir > de linha, seno
tambara a guarda municipal.
O regiment de arliiharia n. i (incompleto) e
a batera de montanha, aquartelida em Campoli-
de, formaram na Praga do Commercio, com a fren-
te pan o Tejo.
regiment de lanceiros n. 2 do lado occi-
dental da mesma praca ; e depois principiava a ala
direita da primeira brigada, formando em linha
pela ra do Ouro (e uo pela roa Augusta! como
pnmeiro se dissera), e assim se foram esteodendo
as alas, formadas pelos diversos corpos, dando vol-
ta completa em redor da Praga de D. Pedro, onde
tambem se encontrava um esquadro de caval-
lara da guarda municipal, com o seu estan-
darte.
O asseio e o asnelo- marcial dos corpos era
excellente, e por certo que foi urna das cousas
que oauguslo hospede gustara muito de ver.
Na caes das columnas, onde o desembarque
leve logar, se reuniram com bastante anteceden-
cia alguns ofOsiaes-generacs, tanto das armas
scienuricas como de infamara e cavallaria ; aju-
danles de campo de el-rei o ofBciaes s suas or-
den < ; ofilciaes do estado-maior de eogenbaria e
de artilbaria ; varios dignitarios, entrs alies o Sr.
marquez d'AviLa e de Bolaina, que nao fura ao mar.
t Atracando o bergantim ao caes e as galeotas
que o seguiam, ahi fez S. M. el-rei apiv-eolago ao
Imperador de vatios cavalheiros all presentes.
Seis carruagens da casa real, nao das mais
ricas, por assim o desejar o augusto hospede, se
foram aproximando e recebendo as pessoasque
deviam transportar.
Na Ia carruagem tomarara lugar dous aju-
dantes de campo de el-rei D. Lniz ; na 2', tres
pessas da comitiva do Imperador e um camaris-
ta de el-rei ; na 3' e 4% damas brasileiras, com os
Srs. marquez e con le de Ficalho ; na ."i", el-rei o
Sr. D. Fernando, o Sr. infante D. Augusto e dous
ajudantes ; na 6", o Imperador, dando a direita a
Imperairiz, e nos lugares da fren'.e, el-rei D. Luiz,
dando a esquerda a sua alteza o duque de Saxe.
Ao lado desta carruagem lomara lugar a caval-
lo o general da divisio, seguido do seu estado-
maior.
Seguam-se depois as carruagens dos minis-
tros e vanos dignitarios.
O imperador trajava pnizana, canaca, collete
e caiga pela, levando urna gra-cruz e urna com-
menda. S. M. a Imperatriz vesta igualmente de
preto, assim como todas as pess5ss da sua comi-
tiva.
SS. MM. o Sr. D. Luiz e o Sr. D.Fernando le-
vavam o Angosto o de general de brigada.
O cortej} poz-se a caminho, recebendo as
continenciis devidas, e sendo levantados vivas ao
Imperador, ao subir para a carruagem qae Ibe
eslava destinada.
As manifestagoes do publico, descobrindo-se
todos na passagem de Suas Magestades, corr'espon-
diara amavelmeule lauto o Imperador como a Ira-
rairiz.
t as carruagens seguiram a passo mui vaga-
roso.
Ao chegar entrada da praga de D. Pedro, o
Imperador poz-se de p, descobrio-se e, sem pre-
ferir palavra, cravou os olhos na estatua do seu
augusto pai e ua direccJo della estendeu o brago
direito, como se houver de pedir-lbe que da sua
immorialidade o abeng >asse,
O imperador parecen commovido nesse mo-
mento, a ua oiultido que della nao tirava os
olhos causou impresso aquello movimento do Ira
parador.
< Sua Migestade apenas se tornou a sentar e co-
brir-se ao chegar prximo rna daBitesga, quer
dizer, que em quasi toda a volta pelo Roco se
conservou de p e descoberlo.
t Depois seguio toda a comitiva pela ra nova
do Carino, ra do Cbiado, largo das Duas Igrejas,
ra do Alecrim, caes do Sodr, em direttura s
Janellas Verdes, onde o palacio da residencia
da S. M. I. a Sra. duqueza de Braganga, viuva de
D. Pedro IV.
Feita esta primeira visita, foi logo o Imperador
S. Vicente de Fra.
t Priaieiro qu.z ver o sarcophago de seu pai.
Tomou do hysope e por tres vezas o aspergi.
Ajoelhou, e com recolhimento, rc-oa algum
tempo.
Depois pedio Ihe iodicassem onde estava sua
irma, a Sra. D. Maria II, o Sr. D. Pedro V e
d Sr. infante D. Joo. Dante de cada um dos
fretros que encerrara os restos mortaes d'estes
personagens,se demorn algum tempo.
Terminada a visita S. Vicente, segnio direc-
tamente para o pag > da Ajuda, onde algum tempo
ae deraorou com SS. MM.
t Ento veio ao pago das Necessidaies e d'alli
volloo Belm, casa pia, estando em frente do
edificio formados militarmente os alamnos. Obser-
vou alternamente aquelle magesfoso monumento,
tanto externa como internamente.
c Em todas estas visitas consumiram os augus-
tos viajaste todo o dia, de forma que s chega-
rara ao hjtel de Braganca s 7 e tneia da tarde.
Para a rna do Thesouro Velho tinha ido o re-
Smenlo de infantaria n. 16, quaodo a diviso des-
loo a quarteis, de forma que bastantes bjras
all estiveram os soldados sem comer, pois quan-
do ehegaram ao quaatel se aproximava das nove
horas da noite.
c A' noite nma grande parte dos moradores das
principaes roas da cidade illuminaratn as fronta-
rias das *snas casas.
i O Sr. Ponfos, na sua casa de S. Pedro ae Al-
cntara, tinha orna vistosa illuminacao a gaz em
lodo o andar nobre, com nma estrella no centro
l da varanda : produzia ptimo effito.
O Sr. visconde de Ougulla illurainou con
renques de Ijimes de gaz os corrimSes das varan-
das dos tres andares da aui casa.
a Mme. Alie tinha duas estrellas a gaz.
< No Roci, a assembla philarmonica illu-
minou a gaz a varanda, sobre o arco, com es-
trellas.
O theatro de D. Maria II tambera tinha a fron-
tal ia iluminada a gaz.
a ll.ivia oulras illuminagoes a gaz na ra do
Ouro, e por outras partes, e a cidade apresentava
um aspecto festivo.
As principaes ras estiveram cheias de povo
de todas as classes para ver as luminarias ; mas
nos arredores ao passeio agglomeraram-se mais de
10,000 pessas, porque o emprezario da Ilumina-
gao annuncira que S. M. I. Ine prometiera ir ao
Passeio.
a Depois das 10 horas, urna gyrandola de fo-
guetes e urna salva de morteiros annunciavam a
entrada do Sr. D. Pedro II, que se effectuou na
meio de muitos vivas, correndo toda a gente ao en
contro de S. M.
O Sr. Cardim, regente da orchestra, foi receber
o menarcba e offerecer-lbe cadeira para se sentar.
S. M. responden : nao me sent porque nao estou
cansado, demoro-me no passeio e quero ver tudo
e ouvir os seus cora. V tratar da su* vida,
que eu me senUre depois era qualquer parle.
S. M. percorreu todo o passeio e subi ao mi-
rante, onde esteve gosando a bella vista que d'alli
se desfructa.
Apenas passou em frente do coreto, rompen o
hymno brasileiro magistralmente desempenhado
pela banda da ohnleria 7. Depois o Sr. Cardim
fez execular os coros acompanbados pela banda
de Saxe, que foram muito applaudidos e bisados.
Apioximando-se S. M. do coreto, oSr. Cardim
mandou novameote tocar o hymno qne o impera
dor ouvio, conservando o chapeo oa mo. No lirn
houve muitos vivas e cantou-se em seguida o coro
da Joanna do Arco. O Sr. Cardim mandou esten-
der um tapete em frente do coreto, onde foram col-
loe idas algumas cadeiras. S. M-, o Sr. duque de
Saxe, e as pessas que o acorapanhavam, senta-
ram-se. Executaram-sa mais alguns coros, e
quaodo se tocou a walsa bespanhola, as crian-
gas qne se agrnpavam all e que rodeiavam o Im-
perador, querendo beijar-lhe a mo, comegaram a
dangar. Como algumas das meninas evitassem o
passar por cima do tapete, S. M. chamon-as perto
de si, afagou-as carioho3amentP, e disse-lbei que
dancassem sua vonlade. Acabado o program-
ma dos coros, repetio-se o nyrano que foi corres-
pondido cora entusisticos vivas, retirando se em
seguida o Imperador, consegnindo abrir caminho
muito cu-: i.
< A' sabida lllnminou-se o passeio a fogo de
bengala.
< Na cscala ao fundo, via-se a inicial P. II,
cercada de palmas e festoes, coro lomes de gax.
No dia segrale ao da chegada a Lisboa, os im-
peradores jauaiMn no pago d'Ajuda.
Eis a descripgao do jaotar dada pelo Diario de
Noticias :
O rei e toda a familia real empenharam-se
em dar aos seus i.nperiaes hospedes tolas as de-
rao astragoes de affecto compativeis com a exeessi-
va modestia imposta pelos angostos viajantes a to-
das as maoifestagSes. Sua Magestade Imperial fui-
tou-se a lodos os obsequios, e o mesmojantar de
familia a que assi?tio no Pago d'Ajuda, to foi sem
instancias que o aceitn. s seis e meia da tarde
comegaram a cuncorrer es convidados, entrando
pelo salo'que d para o atrio do palacio e que
de todos o mais magestoso. O salo, escada e
corredor que conduz sala de marmore, e ainda
esta sala, pareciam ao mesmo tempo floresta e jar-
Jim, pela quMidade de arbustos em vasos_e pela
profuso de llores que os ornavam. No salo ha
va dous lauques em forma circular, symetrica-
mente collocados. ornados em volta com flores e
hera. A sala azul e aposentos particulares do rei,
que conduzem sala do conselho, onde se deu o
jantar. e assim denominada por ser exclusivamente
destinada acs conseJhos de estado e de ministros,,
estavam rica e aiiparatosaraente ornadas com la-
idas do Japo, abundancia de flores e grande
qaantidade de luzes. A sala do conseibo tem no
tecto a primitiva pintura, que no centro, a figura
da justica e em roda dilTerentis figuras allegorcas
da fbula ; as paredei sao vestidas cotnts me-
Ihores panuos de raz que pcssue a casa reaf, re-
jiresentando todos el les batalhas da anliguidade ;
ii -obrado moderno e de parquet.
No centro da casa via-se a mesa cheia de vasos
de prata com flire-, serpentinas, o c-lebre certa-
men ou plateau), com figuras de prata do tamanho
aproximado de 30 centmetro;, douradas ; quatro
aparadores, dous por banda, conlendo as pegas
mais ricas da baixella, e mais quatro aparadores
para os criados tnnenarem. Ornavam igualmente
a sala tres bastos de marmore de Carrara, nm da
rainha a Sra. D. Maria Pa, outro do Sr. D. Pedro
V, e o terceiro de el-rei Victor Emmanuel. Penda
do tecto um magnifico lustre, e pelas paredes ha-
- a diversas placas de cinco velas, o que mais fa-
zia brilhar as vivas coros dos pannos de raz. O
jantar foi dos mais finos, o servico dos melnores e
lo lo feito coma baixella da casa de Braganga.
As pessas que assistirara ao jantar foram as se'
guintes : suas magestades imperiaes, suas mages
tades el re o Sr. D. Luis, a rainha e o Sr. D. Fer-
nando, suas altezas o Sr. infante D. Augusto e o
duque de Saxe, tres damas da imperatriz, os cama-
ristas do Imperador, as Sras. condessa de Souza,
e de Villa Real, viscondtssa de Asseca,'D Ga
brella de Souza Coutinho, D. Mara Thereza de
Mascarenhas, ministro do Brasil e esposa, os Srs.
marquezes de Ficalho e de Pombal, condes de Fica-
Iho, de Mafra e da Ponte, generaes Caula e Gro-
micho Couceiro, Luiz Folque, Teixeira de Carva-
Iho, o medico de servigo, Dr. May Figueira, os oCD-
ciaes da guarda do pago e o presidente do conselho
e esposa. Como simples janur de familia em urna
sala, nao grande, nao era possivel haver mais con-
vidados.
O Sr. duque de Loul, um dos convidados, nao
foi por doente.
O Jornal da Noite diz o seguinle sobre a par-
tida de SS. MM. para a Hospanba :
< Depois das 7 horas e meia da manh, chega-
rara starao do caminho de (erro SS. MM. II.,
o Sr. duque de Saxe e as pessas da comitiva.
< J all os esperava el-rei o Sr. D. Fernando e
Sua Alteza o Sr. Infante D. Augusto, chegando
momentos depois el rei o Sr. D. Luiz.
c SS. MM. entraram no salo real da gare, e ali
receberam os comprimentos do ministerio, cma-
ra municipal, corporacSes, conselheiros d'estado,
pares do reino, ex depulidos da nago, ofilciaes
da armada, e d'um grande numero de pessas de
distineco, tanto qaciooaes corno brasileiras. Es-
perava m tambera SS. MM. varias damas e cava-
lheiros que tinham acompanhado os angostos via-
jantes a bordo do vapor Dotiro e no Lazareto, e
de quem os imperadores se despediram com a
mais delicada amabilidad*.
i A's 8 horas em ponto, subiram os imperado-
res para o irem real, tendo-se despedido dos seus
augustos parantes abragando-se affectuosamente.
< Acsmpanharam SS. MM. na viagem, a lega-
cao do Brasil e os directores da companhia dos
caminos de ferro.
O bataibo de cagadores n. S fez a guarda
de honra entrada da gare.
< O concurso de povo tanto dentro como fra
da estaco era immeoso.
o Snas magestades os imperadores do Brasil fo-
ram comprimenudos hontem no hotel de Bragan-
ga por grande numero de pessoal
Os corpos gerentes do Gremio Popular, repre-
sentados pelos Srs. Siiva e Aibuquerqae, Googal-
ves Macida e Francisco Duarie, acompanhados de
6 creanciobas da escola, felicitaran! os augustos
viajantes, eijtregandolhes urna raen-agern. Suas
magestades receberam com affabilidada a com-
missao e affagaram as creangas com a maior be-
nevolencia ealTecto.
o Receberam,tambem a corporagio dos corre-
tores ajuraraentados, que levava sua freote o
presidente da cmara syndical o Sr. commeodador
Lama rao. ... .
Foi para o mesmo fira ao hotel de Braganga
a commissao 1 de Dezembro, que ebegou depois
da hora aprazada ; como nao enconirasse j o*
imperador, os membros que a compunham, ins-
creveram os seus aomes no livro destinado a esse
Ora, deixando tic ir a folicilacao que levavam es-
cripta. Entre esses cavalheiros liguravam os Srs.
Innocencio da Silva, Ayres de S, Mendooga e
commenJador Fonceca.
< Pela urna hora da tarde dirigiram-se qaelle
hotel os Sn ministro da guerra, conde de Cas-
(ello Braoco, general de diviso, generaes de bri-
gada e offloiaes superiores dos corpos da guar-
nico de Lisboa.
Tambis ali compareceram el-rei D. Fernan-
do e sua esposa a Sra. condessa d'Edla, mas suas
magestades tinham sabido j do hotel.
A commissao dos veteranos da liberdade re-
cebeu hontem o abrago proraettdo pelo impera-
dor no Lazireo.
< Suas magestades durante osles dois dias rece-
beram paito da 400 pescas, outro tanto numero
de cartas e bilhetes, e 66 raemoriaes para diver-
sos tins.
Suas magestades sahindo do hotel de Bragan-
ga s 11 horas da manh, dirigiram-se n'am ca-
leche de aluguel ao palacio da viuva do Sr. D.
Pedro IV. Na volta, seguiram para o hotel dos
erabaixadores onde ficou a imperatriz.
< S. M. foi passar ali alguns instantes era com-
panbia da Sra. viscoodassa de Campos, sogra do
fallecido ministro de Portugal no Brasil, o Sr. Jo-
s de Vaseooeellos.
A Sra. viscondessa apresenton a S. M. os Srs.
Pedro Velloso Rebebo, baro de Matosinhos e o
bacbarel Manoel Anrelio Piolo. O Sr. cnsul do
Brasil apreseotou tambem imperatriz o Sr. Ma-
nuel Antonio da Fonseca, professor da academia
de Belfos Arles.
< A Sra. viscondessa de Campos a quem sua
magestade honra ha muitos annos com a sua ami-
sade, convidon a imperatriz a tomar nma refeigo,
que ella aceiten, pedndo Sra. viscondessa pa-
ra convidar todas as pessas que Ihe foram apr-
senla las a participar daqnelle offerecimento.
Sua magestade tratou os seus patricios e demais
pessas coro a maior amabilidade, desprendida de
todas as etiquetas da realeza.
Assisriram a este improvisado banquete a fi-
Iba da Sra. viscondessa, seus netos e outras pes-
sas de suas relagoes, que t nham ido receber sua
magestade ao desear da carruagem, com ramos de
flores oas raaos.
Os'donos4o hotel flzerara logo igar nos mas-
iros das janellas as bandeiras brasileira e portu-
uezs. '
Em quisto S. M. a imperatriz ficou no hotel
dos erabaixadores, seguio o imperador em com-
panhia do duque de Saxe para a escola polytech-
nica, aura de visitar aquelle esiabslecimento, on-
de se demorn ?perto de 4 horas. El rei D. Lnz
acompanhado do seu camarista o Sr. marquez de
Fi :alho. e do corpo decente, esperava ali seu au-
gusto lio.
S. M. o imperador voltou ao hotel dos embai-
xadores e seguio d'ali com a imperatriz para o
hotel da Braganga.
a Pelas 5 horas da tarde receberam nos seus
aposentos a visita de S. M a rainha e dos prnci-
pes, que ara acompanhados das damas D. Gabriel-
la e condessa de Souza Coutinho e pelo camaris-
ta vi-conde da Linela.
t Por essa occasio receberam tambem suas
magestades imperiaes os comprimentos do Sr.
cardeal patriarcha, ministros do reino e das obras
publicas.
i Depois das 6 horas da tarde, entraram os au-
gustos viajantes para o seu caleelie, dirigndo-se
ao pago d'Ajuda, onde foram jantar.
noticias da Europa.
Completando a serie de noticias trasidas pelo
vapor francez Amazone, damos em setiuida al-
gumas que enconiramos nos jornaes n'uma se
guida reviso.
FRANQA
Do discurso de Mr. Tbiers, pronunciado na
sesso da assembla nacional, no dia 8 do junho,
sobre o projecto de revogaco das leis que des-
terra vara da Franga os principes de Orleans, tra-
duziraos os seguales trechos mais importantes :
Priocipioa ponderando as difUculdades da sua
posigo e a suprema perplexdade que Ihe tolhia
o animo em presenga do projecto de lei de revo-
gagao, porque conserva viva a recordago dos
lagos que o ligam a principes a quem professa ho-
je como d'antes uai profundo affecto, um affecto
ao qual nao quera faltar, como to pouco aos
grandes e penosos deveres que hoje pesam sobre
elle, era observancia dos quaes se mamfeston a
principio adverso ao levantamento do desterro,
porque via dessa medida, nao s a expresso de
um senlimento generoso, seno tambera urna
medida poltica dt summa transcendencia. Pelo
menos o paiz oo leixaria de o considerar assim,
em vista da situago era que se encontra e que
o orador expoe nestes termos :
Acabamos de terminar urna grande guerra ci-
vil, segundo creio, orna das maiores qne podem
afligir uma nago. Tivemos de comttsjer urna das
mais terriveis insurreigSas que a histana recorda,
e permttam-me esta expresso, estiremos erlren-
t dos mais odiosos malvados que jamis promo
veram uma guerra civil n'ura grande piiz. Eram
numerosos e tinham armas como nenhuma insur-
reigo as teve; as esquinas de Paris estavam co
bertas com as suas calumnias, porque vos calum-
niavara e me calumniavam.
c Gragas a abnegago e ao bom senso do exer-
cito, gragas a habilidade dos seus cheles, gragas a
vos oatros, vencemos. Digo-o com orgulho, nao
por mira, mas pela minha patria; aleangamos nma
grande victoria, a victoria da ordem social (muito
oem I muito bera I) e a Europa, que nao se mos-
trou para comvosco muito affectuosa, se assim po-
de dizer-se, hoje faz-nos jusliga e agradece-nos,
pois considero que as felicitagSes que tenho rece-
bioo sao dirigidas ao paiz.'
c Esta victoria, nao s nos salvou da aoarchia,
mas at levanton a nossa situago. Todava, nao
nos devemos Iludir.
, as paixoes que nbamos decombater esto
desarmadas. Arraneamos das raaos dos insurgen-
tes 300,000 espingardas e 2,600 pegas de arliiha-
ria ; mas se as paixoes com que luamos esio des-
armaras, nao esli apaziguadas.
c Qual portanto, o remedio que hoje devemos
applicar? Dons ba, senbores, que aprudencia
aconselha. O priroeiro nao dar a esaas paixoes
neohum motivo verdadeiro, inspirando-lhes novos
sobresaltos; o segando consiste em fazer reoascer
0 i-abalbo, que a mais poderosa disiracgo que
podem ter as paixoes, boas ou ms. (Muito bera I
omito bem I)
a Qae pretexto invocara os grandes criminosos
quera combatamos ? Diziam que a repblica
eslava em perigo, e eu diiia-lhes qne nao era ver-
dade. Na situago actual mportanlissimo nao
dar o menor pretexto, e por oniro lado, para re-ii-
mir ao trabalho e.-ses homens extraviados, mis-
ter que tenbam conlianga na nossa prudencia, na
nossa unio.
O trabalho est prximo a renascer. A Euro-
pa, que nao ple presera4ir dos oosse recursos, e
que durante umanno careceu delles, aguarda que
se abraro as nosgas ofQcinas, que as oossas manu-
facturas tornera actividade. Os pedidos afUuem
a todas as nossas grandes cilades manufacture!-
ras. Qne falto para que os emprezarios e chelas
da indjstria acitein sem vacillar os nejocios que
se apresentara? Apeaas conlianga. Todos leem
os olhos filos em nos todos pergnniam se entre nos
existe a paz que o paiz deve ao exercilo. Tenham
alies conlianga na nossa unio, na nossa pruden-
cia, e logo a prodigiosa fecundi Jade do nosso solo
se desenvolver, e teremos meios de sitisfazer to
das as nossas obrigagoe. Acredilai-me, pois, se-
nhores : nao demos neohum novo motivo de exci-
tago as paixdes que tivemos de vencer.
Alm disto, a Franga tem sobre si encargos
ramensjs, que urgente alliviar, aflm de que se
verifique quanto antos a evacuago do paiz peias
tropas estrangeira, das qaaes resta anda um con-
tingente de 500,060 humen, que o governo frao
cez lera de alimentar todos os dias, para evitar a
vexago bumilhaote das requisigoes; preciso fa-
zer um empresumo gigantesco, cujo banqueira ha
de ser o rauado inteiro, p->rque nao ha companbia
bstanle rica para se encarregar delle; de modo
que a Franga precisa de appellar para o crdito,-,
para o ter, ha de fazer previamente a ordem, sem
a qual oo o acbaria.
Mas eu nao quiz f umr o paiz na perturbago
que occasionaria uraa mudanga do poder as pre-
sentes eircum taima-. Nesta occasio nao se que-
rerla fazer um acto poltico, mas sim um acto de
generosidade para com essa nobre casa de Bour-
Don, cujo destino tem andado senpre unido aos
destinos da Franga, excepto nos ullimos tres quar-
tos de seculo. (Muito bem I)
Nao hesito em pronunciar o nome da casa de
Bourbon, era oinguem poderla hesitar; porque
nao equivale de certo modo a pronunciar o nome
de Franga ? (Muito bem I muilo bem). Vos oo
queris fazer um acto poltico, mas sim um acto
generoso. Mas, sem querer, fazeis ontra cousa.
c Diz-se que se quer fazer cassar as leis de
proscrpgo, e que, se algum governo deve adhe-
rir a isto o republicano. Eu sempre cbamei s
leis de proscrpgo leis de preeaucao, e oeste sen-
tido as tenho considerado. Effeclivameete, ira-
possivel que dous governos coexistaui no mesmo
paiz, todos os governos que se. teera succedido
recorren) a essas medidas previsoras, que eu ap-
provo. A repblica o nnieo que, esquecendo os
meus conselhos, desatienden essas precauco -. E
a quem approvetou semelhante imprudencia 1 A'
familia Itonaparle.
Qnando Luiz Napoled voltou ao solo francez,
nm dos seus antigos amigos, que, depois de ser um
leal republicano, se dedicou com igual lesldade, a
servir o que mais tarde foi Napoleo III, pedio-me
autorisagao para me apresentar a Luiz Bonapar-
le. Eu disse ao principe: Monsenhor, eslaes
aqu apesar meu; os ijnprndentas que vas chama
ram nao sabera o que fazem; podis ser sea arao,
mas nunca o seris meu.
a Posto isto, perguntei a mira mesmo se cum-
pna com o raeu dever submeitendo-me a pare-
cer dos meus amigos e associando-me ao voto
para derrogar as leis de desierro. So s tivesse
ouvido os meus affectos pessoaes, nao teria vacil-
lado um instante; bem o sabera os principes de
rleles. Tenho sido e contiouarei a ser seu ami-
go; ma3 existe para mim uma considerarlo supe-
rior a ludo, e a da patria. (Graudes applau-
sos).
Aleangamos uraa victoria material; nossa
prudencia compele agora alcangar a victoria mo-
ral.
E agora, senhores, vejo-me obrigado a lera-
brar o pacto chamado de Bordeus, explicando-vos
porque motivo hoje o comprebjndo do'mesmo mo-
do que a iros mezes; isto necessario para saber
se nos entendemos. Creio qne estamos de accordo,
assim o desejo; mas nao pos o aceitar a vossa
conlianga at que nos teuhamos entendido.
i Faz depois o processo da delegago de Bor-
deus, qae nao secundou eflicazraente o esforgo com
que Pars resisti aos prnssiaoos, e diz que o voto
Ujs comicios' significa s nente o de-ejo que a na-
go linha de arrancar o governo aos ceg?, aos
ni.: i- republicanos; mas uo a vonlade de abolir a
iepublica.
t Nao esquegamos o passado. Enconlramo-nos
cora um governo de faci, cora a repblica ; re-
cebemos tambem a missao de re:tabelecer a or-
dem, por a adminislragu do paiz era mos mais
dignas, refazer um exercilo, porque nao havia
mais tropas do que a guarda movel, e fizamos o
que podemos : uias sendo eu o mais responsavel
de todos, 'levo cuidar da lealdade da minha con-
ducta e nao me deixar arraslar por neahuma des-
sas illuses, que com demasiada frequencia nos eu-
ganam.
Diariamente pergunlo a mim mesmo se o meu
procedimento resular, se legal, se leal, pois
ainda que, conbecendo o fundo do mu corago,
na posso duvidar da minha lealdade, posso sim
ter desconlianga das nmlia^ luzes. Assim me
pergunto se nao saio do pacto que aceitei em Bor-
deus.
Qaanio a repblica, haveis aceitado o fado, re-
servndolos o futuro. Eis aqu> o fuudo. Pen-
sae, pois, conjuro-vos a isso, no dever que isto im-
pon aos que somos sol a vossa inspeegao os depo-
sitarios do poder. E estes cargos aceitei-os dis-
correndo, como vou dizer-vos, porque eu nao mu-
dei, o ides ver que especie de republicano sou :
toda a minha vida tenho pensado no governo que
o meu paiz podia desejar; e se em mira tivesse
estado o dar-lh'o, ter-lhe-hia dado aquelle com que
sonho e pelo qual trabalho ha quarenta annos, a
forma coasliluciooal do governo de Inglaterra.
(Applausos na direita). Pens que se lvreem
Washington e que se fazem all grandes cousas;
roas, na minha opinio, ba mais liberdade em Lon-
dres, porque o governo est to distante das pai-
xoes de cima como das de baixx Alm disso, em
nenhuma parte esteve jamis o governo collocado
n'uma regio em que a razo seja mais preponde-
rante.
E' mister que os principes folerera os conselhos,
porque se querem altrahir-se o poder, esto leva
comsigo a responsabilidade. Nem todos os prin
cipes teera comprehendido a celebre mxima que
eu adoplei desde a minha jnventude : < E' pre-
ciso qne os principes se dignera de recoohecer que
a mooarchia, as endicas modernas, nao pode
ser no fundo mais do qus o governe do paiz pelo
paiz, isto uma repblica cujo presidente he-
reditario. (Applausos prolongados).
Per isso dm sss"inU annos : < Se nao
querem passar cornnosep o canal da Mancha, ver-
se-bao obrigados a passar o Atlntico. >
Os ihronos, segundo o Sr. Tbiers, teem cabido
tres vezes era Franga por cnlpa dos seus proprios
erros; smeme as duas primelras cablram elles
ssinho, e a terceira cahio a naci tambem. Por
isso tem procurado governar o melhor possirel,
crear um exercilo sem preferencia por nenhuma
idea, isabalba, erafim, pelo paiz, sem clcalo al-
gum preconcebido, qne em toes circamstancias
teria sido pouco patritico.
< Em mim acharis um amigo verdadeiro do
exercilo, como um pai que amigo de sea filho...
Qnando pens nesses homens estranhos I todas as
nossas paixdes, mas obedientes voz do dever,
sinto-me commovido no mais profundo da alma a
busco era toda a parte meios de melhorar a sorle
do soldado. A nenhum delles perguntei qual era
a sua opinio. Ninguem me poden aecusar do
contrario.
Recebi a repblica, guardei-a e podena dizer
em verdade mais alguma cousa : salvei-a.
Vi-me diants de grande numero de deputages
das provincias e de Paris. Accasavamlajassem-
bla de querer destruir a repblica. Respond:
Nao verdade ; todos os partidos concordaram
em que se uoiucasse chefe da repblica frau-
ceza.
As provincias consarvaram-se snbraissas e im-
moveis ante a< suas promessas, comprehendendo
que elle nao faria nada que fosse capaz de accen-
der a fogueira da guerra civil ; e gragas a isto,
houve uma iregoa, que seria convenienie prolon-
gar, porque -e a mouarchia deve surgir de novo
sobre as ruinas da repnbhca, sera bom constar
que foi leal o ensaio desta forma de governo, e
que, se nunca foi salislatoria em mos dos repu-
blicanos, nao da tao pouco melhores resultados
as dos monarchicos.
Entro agora directamente na questo, objeclo
do debate : eu perguntei a mim mesmo se pode-
na, sem faltar aos meu? comproraissos, abrir as
portas de Franga aos principes desterrados. Con-
fesso que me ioclinava psra crr que lal acto se-
ria uma imprudencia. Nao calumnio os princi-
pe-, mas a Providencu enlagou con ejles nma si-
tuago fatal e invencivel, que implica graves diffi
culdades, e perguntei tambem se poderia adoptar
a deciso de que se trata sem comprometter a se-
guranga do paiz. Nao esquegamos, por ontro la-
do, que ha mais de uma familia de prineipes des-
terrados, e que nao convm fazer excepgoas. Di-
zia eu tambem entre mim qne o suffragi/) uni-
versal, iofallivel e tudo mais, pode comraelter
erros.
Apresentei commissao todos os meus escr-
pulos; fallei-ihe mais como administrador da for-
tuna, ou para melhor dizer do infortunio pnblico,
do que como chefe do governo. Finalmente, ac-
ceitei as concluses da commissao, cora a condigan
de que mais tarde viria apreseotar-vos o que fiz
por conservar a paz publica.
O patriotismo des principes veio em meu auxi-
lio. Encarregaram algumas pessas notaveis, cu-
jas palavras fazem f, de me dizerera qne nao ten-
lavam por obstculos, qne nao entraran) na as-
sembla e que uo dariara logar a nenhum dos
recelos que me tinha feito conceber a proposta.
Aceitei esse penoso sacrificio.
Defensor da paz publica, encarregado da conser-
vado da ordem. nao s da ordem material, seno
tambem da ordem,moral, res-rvei-me o direito de
proceder, se julgasse a Franga ameagada no seu
futuro ou as suas 'instituigoes, aceitando o com
promisso de yir ao lira de poneos dias dar vos
coma das minhas resolugdes.
Ouvistes-rae; fallei-vos com ama franqueza qne
nao julgarei excesiva, e que espero nao tenha ul-
irapassado os limites da paciencia a bondad? que
me revelaes. Aerediia: nao o desojo de me
conservar no poder o que rae dirigi. Todos so-
mos aqui victimas das grandes desgragas da pa-
tria. Eu o sou como va; como Vos sou escravo
dessas desgragas. E quando ongo a voz da pa-
tria, detenho^me, pois sei que Ihe devo toda a mi-
nha aboegago. Acreditai-me, supplico-vos qne
me acreditis ; necessito de vos para chegar a um
termo feliz: Deces-ito da vossa conlianga, e do
vusso apoio. Se me conservo aqui porque jul-
go cumprir com um dever. Termino, dizendo-
vos e repetiodo-vos que nao enganarei a nin-
guem.
Applausos prolongados, que partiam tanto da
esquerda como da direita da cmara, e gritos de :
votos 1 votos I que interrompiam vanos deputa-
dos que qmz?ram fallar, puzerara fira ao debato,
procedendo se volacao, cojo resultado 003 ante-
cipoa o telegrapha ha ires das.
PEMAMBUCO.
EVISTA DI4SI&-
VIAGEM Di) EXM. SR. PRESIDENTE A EX-
TINI'.TA COLOMNIA DE PIMENTEIRAS.0 Exm.
Sr. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
adiando difjuldades em resolver diversas ques-
l5;s relativas < trras e predios da extinea co-
li mnia militar de Piinenteiras, a nao e-lando com-
pletamente em harmona as varas nformagdes
que obleve de diversas procedencias, resolveu ir
pessoalmente verificar o que ainda resta ao e.-tado
dquella colomnia p:ra poder deliberar o qae con-
vera fazer e dar solugao a algumas ptopostas qae
Ihe tem sido feitas. <
A estago invernosa, que alravessamos, os ca-
miuhos, quasi iatransitaveis, entre o povoado de
Una e a Colonia, e a chuva, que cahia era abun-
dancia i,o dia 6, designado para a partida, uo im-
pedir.un S. Exc. do fazer a viagem, acompanha-
do do director das obra-* publicas do engenheiro
do districto, dos engmboiros Drs. Gervasio Cam-
pello e Silva e mais algnns amigos.
E' sem duvida credor de encomios o zelo cora
que S. Exc. olha pelo eraprego productivo dos di
nheiros pblicos, e disso acaba S. Exc. di dar ura
solemne lestemunho eraprehendendo uma viagem
diflkil e trabalhosa, por pessiraos camrahos, com o
lito de bera aproveitar os capitaes representados
pelas propriedades que lem o estado as regies
por S. Exc. visitadas.
O inleresse que S. Exc. tomou pelo desenvolvi-
mento dquella loealidade, de uma liberdade ad-
mira vel, mas de continuo menos-presada, pois,
repelirao-lo, credor de muitos elogios, sobando
em um tempo em que cura-se quasi exclusivamen-
te de melhoramentos para a capital, esqueceudo- e
e al despresau.io-.-c os magnos me. es-e- da la-
voura, que esto esseocialmente ligados um bom
systema de viago publica.
O Exm. Ar. Dr. Maooel Portella o primeiro pre-
sidente da provincia de Pernarabuco, que visitou a
Colonia de Pimenteiras e pode assim apreciar as
imroensas difficuldades de transporte com que hi-
taran) e lutaro sempre os colonos, e at o peri-
go de vida, em alguns lugares, onde s com mnita
precaugo se pode passar sem cabir em preci-
picios.
Entretanto, to ubrrimo o solo, que quasi todo
.o valle do rio Pirangy at a Colonia est cultivado.
E' verdade que os baoqaotes pouco lucrara e nao
podem cultivar certas plantas, por que as despexas
de transpone absorvem todo o prego de yenda ;
mas observa-se qne por toda parte ha animaco
no trabalho, e nota-so com prazer a boa ndole dos
habitantes.
S. Exc. oo querendo, qne sua viagem dsse lu-
gar a preparas, sempre com sacrificios pessoaes,
para recepgdes offlciaes, nao se fez preceder da
nolicia de sua viagem, e chegava sempre aos la-
gares, por onde (aba de passar, poucas horas de-
pois de seas habitantes saberem qne tinha resolvdo
e eslava executando o seu projecto de viagem ; e,
emquanto dnrava a hesitaco em- acreditar-se a
noticia, S. Exc. chegava e recebia sempre o mais
amistoso e respeitoso acolhimento.
Nao sendo possivel, pelo pessimo eslado dos ca-
rniohos, fazer a viagem toda em nm dia. S. Exc.
e as pessas qae o acompanhavam receberam boa-
pedagem em casa do nosso disiincto amigo o Sr.
Dr. Pedro Alfonso Ferreira, qae muilo os obse-
quian com aquella distiocgao de maneiras e ex-
cellente tratamento, om que costama penhorar *



-
1 'n



mm
Diario d rruamfeac* Terca feira lid* Julho d 1871
^tartos, que frequentam a su casa, sempre .pos-
i euro a maior franqueza a disposicAo de seus
amigos.
Em Barra de Panellas.>5Kc. pernoitou em easa
4o di>tin.:to Breprietario alteres Jeronymo Alberto
Maia muito eonhecido por todas as pessoa, que
traisitam aiquellas estradas, pela eordeal e franca
ho'pitalidade. que a todos d sem di-mieras de
etasae*. S. Ene. regosijou-se de ver como o alfa-
res Maia pode conseguir fazer grande* plantacas
trabalhaado snenle cam gente livre, e tirando
linas lucros, que lite tem permittdo melhorar a
sua propriedide.
De Barra de f mellas parti S. Ex. no da 7
pela maobia em direcejii Colonia, e,era camraho
recebeu as fecitacoes do Sr. Maooel Joaqaiin da
Cunda, subdelegado do distrieto da Colonia, que
veio ao seu encontr, acompauhado de grande
parte das pessoa* mais gradas da loeaIidadt),*e
ais aiaote encontrn-so S. Etc. tarobem eom o
Sr. Joaquim Cordeiro Ribeiro de Campos, juiz de
paz em ejercicio, o outros eavalheiro*, e depois
de felicilarem eom inequvocas provas de regosijo
pel^s (lite* resultado*, que esperavaro obter d%
viagera d S. Ex;., dirigiram se. para a casa d>
caminando da Colonia, oude o Sr. Campos desve-
lou-se em obsequiar a todos o melhor que lile fui
po Dj volta da Colonia, S. Ex*, aceeitou um bem
prparado aimoc que Ihe off-receu o distincto
proprieiario Felippe Caes de Oliveira em seu eo-
peutio Calende, captivando todos pela mais cor
leal recepcao e cavalheirisrao.
Cremos, cremo-lo sinceramente, que da viagem
o Exm. Sr. Dr. Poriella "loma de Pimenlei-
ras, tuuitos beneficios nao de vir aquellas fertei*
regies, especialmente idea de urna estrada de ferro de Una Pimeo.ei-
r*, eom a qual muito lera de lucrar as propie-
dades particulares e a do estado al b )> pouco
valiosas pelas numeras diflculdades do trans-
porte.
Nao abandone S. Exf. a feliz idea que coneeb ra
des** via de coramuni'itacao e nem to poueo se
4eixe vencer pelos emnaracos que por ventura >e
Hie antolhem em executar o seu proj^clo de col -
nisacao, que esrtamruie prestara a (lia provincia.
eom esses deus niel hora mentos, o utelD<-r e maior
Denetieio qne ella pode desejar.
IK\f A.N'DADE DO SE.NHR BOM JESS DAS
CHAGAS.- Reun >a .nte-hontem em mesa geral
procedeu esta irmandade eleifo da nova mesi
retadora, sendo pleitos os Srs. : Bernardin > de
Senna Ribeiro, provednr ; Manuel lo*d de Souz.i,
secretario; Rodolpho Mained* do Amaral, procu-
rador geral ; Guilbermino Celestino do Cara**,
thesoureiro; Candido Paschod Lea1 e L-turrado de
Paula Alves Lima, proesradores ; Joo Bautista oa
Silva, Simplicio da Silva Barbosa, Luiz Francisco
de Albuquerque Mello, Ignacio Francisco das Cha-
na*. Augusto Jos Teixeira, Joaquim Francisco
Collares, Francisco Luiz do Carino Rneiro. Justi-
no Franciseo de a.ssis, J is lavares de Meleiros,
Ricardo los de Santiago, Domingos da Csta Han-
teiro e Manoel Cyriaco de Figueiredo, definidores;
a finalmente Manoel Alexandrino Gjticalves dos
Santos, talador.
PERSAMRUCO STIIEET RAYLWAY. O modo
por que esta empre/,a v*i repon 10 u ealcameuto
das ras onde lem agentado os seu* iriihos por
dentis carecedor de serio reparo. Parece que os
eal-eteiros da emorezi nunca exerceram essa pro-
tivsao.visio i|ue a m collocacao das pedras.os grao-
des intersticios deixados entre ellas, e as inume-
ras sobras que resultam pela col ooacao de doas
ord^nsde trhos, sao outros tanto* indicios vehe-
mentes de que nao ha serio empenho em deixar
as ras no astado em que estavam antes do a<-
sentamento dos ditos iriihos, romo deterniina o
contrato da empreza, e por tsso nao se fez seleccao
de operario* para exeeaUr os trabalhos diversos
dessa liolia frrea.
Chamamos para isso a aitenca> de quem crun-
petir,em quanto lempo, alio deque o silencio
prolongado oo parega ae juiescencia a esse .des-
regrado meio de cumitrir contratos.
FRE3UEZIA DEGAMELLEIftA.- P)i noroeado
vigirn encoiiioienlaJo destas freguezia o Rvm.
Christovo d > llego Barros.
IRMAJOADE L>0 BJM C0N3ELH0.Q'ainU,
feira (13) de ve reumr-se em assembia gei*l a ir-
maodade de Nosaa Sennora do Bom Conselho. as
10 horas e meia da inauliaa, no edii:io daFacul-
tiade de Dire.to.
MONTE l'IO PORTUGEZ.Boje s 7 horas .la
nnute deve reutur-e o conseiiio fiscal do Monte
Po PortugU"/., no edificio dj Gabinete Portngoiz
de Leitora.
PRONUNCIA.Pela snbdnlegacia de polica da
freguezia da It mvista firam pronunciados as
penas dos art-. *t)i IH3, conbinados eom o art
3! do rodig criminal, Liberato Jos Moreno e
Manool Jos dos Anjos.
COMPAN'IKA DO BEBERIBE.Nos communica
o sehoi* diiejtor di Ciitn^anhia de Beberibe que
as comas ipreaentadM na reunio de nbbatlo nao
faram examinadas, co-oo dissemos em nossa fe-
o'iIh le hootem, sera) na prunora reuniao d.i
as-iuoici geral dos accioni*tas da mesma cumpa-
nina, que lera lugar nesses pnximos das.
DINIIEIItOOs vapores Pirapama e Cuna/pe
tronxeram .:_ -iin! > quautas para o< Srs. :
L. Antomo Siqueira I3:7ti26'i0
Jo< Bom II. de Oliveira 3:350*1)00
F. Joao de Barros Jnior 2:30j100
Lutz Goncalves da Silva A Piolo 2;'KWiWOO
Silva & Alves l.lf)7000
Fernandes A Irmao 1:(XH>00
Gmcalves A Irmao t-.OiHiiOOO
Manoel da Silva Pon tes l.OOOOdO
LyraAVianna 880 on)
Jo:.quim Gerardo de Bastos 82V0()0
A. K. da Silva Leal A C KYl05 Jof Rodrigues de Souza 7811000
Albino, Amorim A C. tWOiSiO
T.ooco A Viiella 62-0()!l
Joao Francisco de Souza oliiOO!)
Monteiro, Torres A C. oOOOTO
Cunha A Manta 4t>0000
Jes Antonio de Freitas 4lfil00
Joaqnim Jos Goncalves Beltrao 37!)000
L^ilhacar A C. 3(00
P->reira Vianna C. 2005000
Cirios E. A. Peixolo UOOOO
O vapor francez.lm Para a Baha 40:000.v00
Para o Rio de Janeiro 30:030*000
ROUBO.Amanheceu hontem roubado o arma-
zem de gneros do Sr. Joao Gomes Jardim, silo
ra do Coramercio, levando os lalres urna mesa,
alpum dinheiro, portjao de caixdes eom doce, di
versos livros e papis, arrombando para isso urna
das portas do armazem,
RIO GRANDE DO NORTB,\pezar de termos
quasi certeza de cao sermos alten lidos pela direc-
tora geral dos correios, cujo zelo pelo bom anda-
mento do servico postal liuuia-se at e-ia provincia,
proseguimos na-tarefa de clamar contra o-|MMfmo
MFfKjo feito na provincia do Rio Grande do .Norte
pela administrarlo do correio do Natal.
E' raro o vapor em que deixamos de receber
qneixa de um ou outre resignante de fra da ca-
pital, sendo que pelo ultimo se nos queixaram os
Srs. Francisco Jos da Cunha Saropaio e lente-
coronel Sobral, ambos da capi'.al, e Dr. Joao de
Albuquerque Maranho, da villa de Goyanninha,
aos quaes fallara sempre os nmeros do Diario
em qu se publicara noticias do sol ou da Eu-
ropa.
"Dando conta desses escndalos, chamamos para
lies a atle.nc.io do Exm. Sr. ministro da agricul-
tura, visto nenhum remedio termos podido ob'.er
da directora geral respectiva.
ESCOLA PUBLICA.Acha-se funecionando.
rna do Mrquez do Herval o. 126 (aotiga da Con-
cordia) a escola publica de insirucco primaria da
freguezia de S. Jos desta cidade, creada pela lei
provincial n. 1002 d este son.
-MATRIZ DE S. JOS A mesa regedora desta
matriz, deiiberou qae as missas as qninta-feira
de cada semana as 7 horas sejam cantada*, para a
qual convida a todos os irmos a comparecer a bo
ra indicada.
GENERO DE ESTIVA.0 vapor francez Ama-
zone trooxe o- segaio'es para nossa praca : 12o
volumes manteiga a M. Fernandes da Costa A C,
50 a J. L da Osta, 1050 a Tisset freres, 85 a Kel-
lerA C, 10a Monhard MetHer A C, 50 a J. Soa-
res do Amara), 6t) a Manoel Duarte Rodrigues,
300 a E. A. Burle A C.; 50 volumes 83rdinhas a
A. L. "e Oliveira Azevedo A (1,50 a Keller. A C
45 a J. da Silva Paria A Irmao ; 21 volumes truc
tas seccas a J. F. de Paula Ramos, 35 a i. da S.
Paria A Irmao; d05 volumes qneijos a ordem, 18
a J. I da Costa, 21 a Corga Irma)?. 5 a Antonio G
Pires A C, 5 a J. J. Alves, 1$ a Soaza Bastos
C, i$ a J. Seares do Amaral.
PERIMENTO GRAVE.-Na nonte de 9 para 10
de correte, tendo Luiz do* Santos Baodeira ido ao
batel da rna do B n,>el de que proprieiario o,
nespaobol Cypriaoo Visque", e pedido um copo de
vinho, e depois reeeitado urna parte e pedido que
roeasse por genebra, ao que, nao eonviado Vas-
que*, trwaram se de agfcmas razo s, resnlundn
que, mandido deTasqnes, qae iifi* ao seu
criado tose Martioiano da Silva MataKe negro, e
tendo sahido armadas, este de um ccele e aquel le
de ma tranca dffTerro : feriram Isndelra mor-
talmente no alto da ca'beca.
Os criminosos oram hontem presos porque ?
constou a polica o crime na mesma hora em qne
e*ectuou-se a prisao.
Procedeu-se ao competente eorpo d_e delicio, e
do interrogatorio confes-ou Mu lioiaoo ser autor
no feriineotu, que foi considerado mortal.
NOVA PU1LICAQA0 MUSICAL. Di lithogra
phia do Sr. A. J. de Ateveds, ra do Baro da
Victoria o. II, acaba de sabir luz a grande
Walsa Brujame, do maestro Ketierer, mostea
belU e agradave, digna douipreuo da* nossas le
lora*, quem recommendamo-la.
ILLSTRACO HESPASHOLVVeio domingo
da Europa o numero 17 da Uustragit hespnnho-
iu r. americana, publioac > qud cada vez se torna
mais recotnmendavel nao s pelas bellas e iiio
mentosas gravura como pelos variados e instruc
livo* escriplo* que traz.
Na-- gravnras do n. 17 sobresaliera a naugura-
i*io jos lionds em Madrid, a profanaco e saque
ja igreja de S. Felippe em Paris, os retratos de
alguns memoro* da comrouoa, e o inceadio da
casa do ministerio da fizeuda em Pars.
BOUPA APPREIISNDIOV-Pelo activo snr.de
legado 1 supplenie da freguez.a da Bia-VisU
fu apprehendido no domingo a don* individuos
um bah de folha Me Flandrs, cometido 3 tra-
vesseiros, 1 coberta, i leiiQ 's, I cooerlor de Iiia,
ludo marcado eom as ledras E. A. S. Quem fui"
seu dono appareca.
COLONISACAO.Do t'aiz, do Naranho, trans-
crevemo* o seguinie pUoo, organissdo pelo Sr.
Dr. Alexandre Tneophilo d > Carvalho Leal, para a
fundar > de urna colonia de lavradores escoceze
nessa provmjia, precedido de urna carta Ai Sr
W. Youle:
< Amigo e seshor.Subnetto ao exame illn*-
irad j de V. S. o plano da colonia Lincoln para cuja
realisaco querV. S., nao tamo em obsequio a
miin, sena) por eoihusiasmo pela idea, cooperar
generosamente eom o seu valiosissimo auxilio.
Nem as condicpjs de*te contrato, oem cju*a al-
guma do mundo, eu o shi mea a igo, serio capa-
zos de fazer apagar no eoraci) di lumen o son-
limento vivissimo da pairia que deixou, c eio po-
rm, lirmemeute que o principio de independen-
cia e de propriedile em que se funda a nossa co
loaia dar vida e vigor ao trabadn do colono ; e
qsun :o na resulte d'ahi o mieresse maurial do
lucra que espero, nem por i*so ser meuo- csrto
e real o meu intimo ontentameoto por haver eon
Dado, anda raesrao em que-ia > desta ordem, na
eili.-;-,M.i da libenlade.
Depois da sua approvaci>, quetra sob'e o as-
sumpio escr^iver para Inglaterra, e sendo acitas
as nossas coodir,iJ3S, cou-inta que eu Ihe dirija o
pedido de oito a dez familias escoeza* por inter-
medio da socieJade Maranhen^e Promotora da Co
lonisaconao s porque d'ahi repula o favor da.
pissagens gratuitas para o no-sos cjlonos, ciiino
porque um lever graiissitnj para mun, c irao
maranhense, dar ao novo amigo Dr. Jos da Silva
M ta esta pequenina prova de agr^decimea'o por
esa sua obra de patriotismo, dainada creamen-
te a preparare armar a provincia do Maranho pa
ra a I uta res non verba.
* Oeogenho Lincoln est situado, como V. S.
sabe, a margem do Igarao Ipyxuuas-u e duas
leguas p >r ierra leame da estaeo do no Mea-
rim aonde chegam e tem armazem os barcos da
companhia de navegado fluvial a vapor do Mara-
nho : as trras, wi de primeira fertilidade pa
ra arroz e milho, a pira a caima, |ue a princi-
pal cultura do endeudo e realoieute a mais rendo
*a da provincia.
Pelo que respeita aos ren1iment>* provaves
dos colonos, reporto mea gazeta Paiz que re-
mello a V. S.artigoA coloinsacao uo Maranho.
E oo suppoutu ser exagerado o calculo, quand
sabido que nos grandes eogenhos de Cuba viole caixas ou cerca de 266 arrobas d-i atoUOar o
product i de cala ioiiviJuo exi^ieote. no en^enho.
cnmprebeniulos os Ctlluti de- mais de 00 aunos e
as ayancas ae inenot, de Vi.
E' para este resultad" que nevemos trabalhar,
e o alcaue. iremos, eu cunli i, pelo trabalho livre do
colono escocez e pelo auxilio sempre seguro da
maquiua e da industria.
Parece escusado para V. S. que me conhece,
e meu amigo, declarar-Ihe de autemo r|Ue hy-
potheco todos os ineus efdWreos e loda a tniulia boa
vootade para o bom exuo da nossa colonia.
* Di siierarvio perfeia estima.S. C em Maranho,
7 dejuho de 1871. Di V. S. Amiiro muiiu ai
lento venerador creado.Alexandre Tneophilo
ile Careulko Isat.
Art, A colonia Lincoln constar soraente
de familias agrcolas escolbtdas eom o maior esme-
ro nos districtos puramente agrcolas da Escocia :
ctuj;ris paribtt*, *o preferidas as familias de me-
nor numero de lilhos de 2 at 3 lilhos quau-
do muito.
i Art. 2.-0 lim des'.a colonia estabelecer jun-
to do eogeobo Liucoln um ncleo de populaco u-
vre, composto le familias de pe lueoos propieta-
rios lavradores.
* Art. 3." Sao concedidos a cala familia, devi-
damente demarcados, e a sua esculla dentro da
zona do terreno reservado para esla colontsaco,
e. mediante o foro anuual de qutnhenlos res
moeda do Brasilpor acre (uu acre igual a
40.i" ares) Io, 2i acres das melhores trras de
lavoura do etigenhoi", 2 acres para casa, quintal
e liona no lugar da povoaco da colonia.
Art. 4." E' comiletamente livre e in lepen
denle a lavoura dos colotio- quer quanto a sua e.\-
leoso, quer quanio aos. gneros de cultura : se
cultivaren) a canoa de assucar. que a lavoura
mais rendosa do paiz, a inoagem ser feita no tn-
aenho do proprieiario, que se obrtga a moer tod i
a canna que o colono conduzir para o salo do en
geoho e oeste caso o colono recebera sua es
colha, uu a meUde do assucar, uue suas canoas
produzirem, ou em- dinheiro o valor ajustado de
cada carrada de canna, segundo sua q ulidade e
peso. Fica emendido que na partiiha do assucar
s se cumpreheode o assucar de primeiro lanc>.
i-to o que provm diretameuie da garapa da
canoa.
Art. 5." Pelo que toca ao systema de cultu-
ra somente sero permutlos ola lia e o ma-
chado (usados no paiz) para principiar a por as
ierras em culiura ; mas as lavourps subiequen-
tes no nesmo terreno se (ario pelo arroteamento
a p, a enchada ou eom io arado.
* Art. 6o Por nao eslarem no primeiro aono fa-
miliiansados os coloaos eom o nosso systema de
lavoura o proprieiario emprestar -ua genie para
os ensillar a rogar e derrubar e preparar a* pn
rneiras rojas, recebenuV em compe-wacao dos co-
lonos igu .1 numero de das !e servico. O proprie-
iario fornece gratuitamente e Dor urna v>-z semen-
tes, foices machad >*, pase enchada*, o por em-
presumo arados e grai*es, emquanto o colono nao
os tiver de sua propriedade.
a Art. 7." Pagas integralmente as divid*, e lo-
go que o colono tiver destocados, desbravados *
era cultura regular ir* acres das suas terna de
lavoura. cossa o foro de que trata o art. 3o e pas-
sa-se ao respectivo colono o litum legal de pos*-
e propriedade de todas as trra-, que Ihi foram
coocedidas, sem mais onus, nem ourigac5;s para
eom o proprieiario.
Art. 8o O colono pode crear gados e snimae;
e tem o direito de os fazer paitar livremente nos
campos e nos retiros do proprieiario ; norm as
ierras de lavoura do eogenho formalmente pro
hibida a pastagem sola, deveudo ser recolhidos e
tratad js todos os animaos pelo systema de es'.abo-
laco.
Art. 9 Sempre q'ie houver necessidade de
trabalhadores para o eogenho serlo preferidos os
colonos ; e duraote as safras o proprieiario ga-
rante aos colonos trabalho constante e regular -
eu.de lavoura on de moatrem mediante salario,
ou por emoreitada de aniemo ajustada.
* Art. 10. O proprietano empreta sem juros
aos colonos as quaniias que forem precisasIo
para seu engajamento, arranjos de embarque, fre-
te e transporte al o eogenho. 2* para a cons-
rueco das suas casas.3* para sua aiim-niac >
al a primeira colheita de gneros alimenticios.
Ser em beneSeio dos colonos todo o anxilio e fa-
vor que cora relaco colooisacao o proprieiario
receber da si>ciedade Maranhen Colooisacao, como passagens aratuitas etc.
Art. II. O pagamento deste emnrestimo ser
feito em prestaces anouaes de 20 0/0 da quantia
adianta-^a a cada familia, tendo logar a primeira
prestacio no m do segando aono da colonia, e na
falti de pagamento no devido tempo coniec presta?o relativa a vencer joros ienaes aos*juros
Si- bneos da praca do Miraohao. Dave-seentender
p>r primeiro aono do colon] codo o lempo que de
correr desde a soi chegada ao eogenho at dezem
bro inmediatamente posterior ao primeiro Janeiro
que o colono pas*ar na colonia ; o 2" aono e os
mais serio contados de Janeiro a dezerabro.
* Art. 12. A alimentario p-ie variar dentro de
certos "(imites .vontade do colomt-p-o (iroprletario
porra obriga-se a foroeeer a cada familia d< 4 a
5 nembros, ou a qoantia de i5 mensaesmoe-
da do Brasiliu o seu equivaleote em gneros,
ponco mais ou menos como segne--por m :
4 Alqnero* de arroz em casca 89 litros
- 4 alqueires de farioha sea 189 |
3 arrobas de carne fresca ii.054 kilo.
< l|2 arroba de caf 7,3424
* 8 libras da Ufcinho 3,ri2-
l| arroba de a**aoar ffl\n
el alqneire da sal 43,2o litros.
1 garrafa de azeite doce 0,7
t 2 garrafas de vinagre | i
2 frascoAe agurdenle 3\53
alm do producto di noria lo colono e do leite de
urna vaeea do paiz.
* Art W. Dado o titolo de pone obrigado o
colono a encerrar a* suas ierras oo por meio
de cercas permanentes, ou por meio de vallados e
sebes.
Art. 14. Estando cultivad1 a Ierra completa
pode o colono, se preci-ar,' okter 4o proprieiario
mais trras mediante arreodamento prazos lon-
gos e uulras coudcoes ajustadas conforme coove-
uham ao colono.
* Art. 15. Se a colnol prosperar estabelecer
*e-ba nella urna escela de instruccio primaria, se-
gundo o syst* fessora, licanda a carg da familia a instruccao re-
ligiosa.
i O proprieiario concorre eom a metade das
despezis annuaes da escola, mas tem ipso facto o
direito de fazer adraitiir nella meniuos e menina~
brazileiras. >
MODaS. "Lmos no Jornal io Commercio de
Lisboa acerca deste assmnpto. que volia a preoc-
cupar as attences da socieJade elegante era Pj-
ris o seguinie :
i Ante de ocenpar-nos do traje para veri), te-
mos primeiro que declarar que se acha absoluta-
mente abandonada a crinolina ; aeontecimento que
ha muito en previ. 'Digo eom franqueza que te-
ndo saudade* de t> innocente alivio, que j se
achava reduzido ultima expressao, mas que ain
da diva urna eerta graca ao vestuario.
* As saias usam-*e tocando ligeiramenle no
chao pelo lado de iraz, e mais curtas aliante ; bu
todas inteiramente curtas.
O* vieze.*, que ja estavam em voga. durante
a primavera, sai agora prefenve* qualqoer ea-
feite. porque mui'oconvem *<)% toilettes de luto ; e
desgracadameo'e ponea* familras ha em Pars que
nao tenham a lamentar a perda de algnm d*s
seu*. Um largo filno em michos, ou fransido.
oo mesmoteodi largas pregas, eom que orilma
ntrarante se fnm a barra, ou a gurni;io da
primeira saia ; e pdese por cima alguns viezes,
rriah ou menos largo* ; eolheam se unidos ou se-
parado? por um patsepoit, ttra de velludo, v ez es-
tallo de pioMi! de sda, ou finalmente por um li-
geiro passamine. Tambera se u-am sobrepo*to*.
mas eiu i sao de daas cores ou de dous es-
tofos.
' E precisj notar que as saias o panno de
dame e o primeiro de cada lado, sio corlados em
viez.
As tnicas sao mai? comphdas e meos am
pas do que as do anoo passado ; poetn-se-lnes
guartit/es ideoticas as das satas, mas muito me-
nos torgas ; cercara-se cora orna franja ou corda i
de lia oa seda, e da-se-lh-'.* o gettd e a forma qne
mai* agradar ou esttver em relacao altura e nu-
tricia da pessoa que as usar.
Os grandes annazen* de fazenlas brancas fi
teto o* trajos p ira vero; cora o* cuerpos do* ves
lulos decota los era quadntdo e mangas bertas, 0
trajo felizinenti eotra a adquirir a fuma mais
propria para o bello sex) ; a alta >so:iedade vai
abanlonandu t.talmeole as mangas justas e cmn-
pndas, e esses ve-iido* permanentemente aliga-
dos, que divam seuhoias um certo aspect) mas-
olio.i, sobreludo quan 1o erara acompinhado* pelo
desengranado colcass e graval'nha, atada ipa
ne.ra como usavam uS canalhocrfita* dos bonle-
vttrds, ou os ueaominalos pdits cr'v-1.
O* corpos dos vestido* l.n abas, e, para pa.-
seio subsiituem h >je os paletots.
t Tambera tendera a djstpprecef os trajo* t>-
dos de urna s cor ; o vestidos vio endn enfei-
Uidos eom diver-a* cores, vivas e destacada* ; e
al eom o fact i preto se usa chapeo de palha de
cor, enfeitado* cora llores e fita*, o que far des-
apparecer essa uuiformidale montona do trajo,
que reinara em todas as reunies publicas do an
uo passado.
As fazendas mais em voga para eoslnnus des-
tinados aos das frescos, para os pas'seios nou-
te sao cachemiras e o wo/iotr de todas as core*.
Alera das seda* lisa", taes como- o glac o
pnult de soie. e o setira, usam-sa mrftto os vesti-
dos de glac brochado, ou ale fisea- de setim; o
rvp k o poalt de soie preto, bero'com* a cache
mira empregamse em oal^tots para as nootes ; e
d i moUeton, do ni d'abeille e da II in illa fazerase
manteleies.
_ O* manteletes guarnecen)-se ^om'franjas de
lia ou de seda, sobrepujada^ por um oo por mu-
tos viezes de setim, e BBM rom^iras e capuzes de
varias lirmas : quadrados, ponteagudos, eom vi-
vados, a Watteau, etc. Usam se grandes o peque-
os ; estes unimos parecera-se ora os que as nos-
sas avs levavam missa * Filas de velludo, viezes, passamanes, frau-
jas, rendas, ludo emlira hoje admitlido come en-
leite.
* Os chapeos vio-se usando constantemente bem
ne alto da catieei ; a* formas, sempre pequea-
eufeilam-se por detra'z. A aba dj diante, guar
necida eom urna ruche de tulle, de renda, "ou de
gaze, cozida por debaixo da passe, pe-se qna
chato na cabeca. Plumas, oouitfonne'j, lajos e flo-
res enf.otam a" copa por detraz, d'onde cahem pa-
ra liante, cobrindo as mais das vezes a maior par-
te do chapeo. A forma dos chapeos fechados, en
a cara, comppda eos lados, e provida de tri-
da ou titas de atar por baixo da barba qoo se
prendera por fra ou por dentro da aba.
HOSPITAL PEDRO II.0 movimento desse es
tabelecimento de 3 a 9 de julho de 1871 foi
de 219 existentes, entraran 55, sahiram 23. falle-
cern) 12, existen) 259. sendo 160 horneas e 99 mu-
Iheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes das a<
8 1/2, 8,8. 7, 8, 7 1/2, pelo Dr. Ramos ; as 1
1/2, 2 1/2, 1 1/2, 2 1/2, 1 1/, pelo Dr. Sarment.
Fallecidos.
Emilia Mara dos Prazeres; tubrculos pulmo-
nares.
Isabel da Conceico ; tubrculos pulmonare.'.
Daniel da Silva R beiro ; e-crophulas.
Catharina ; tubrculo* pilmooares.
Pedro; anemia. %
Jos ; tuhrculos pulmonares.
Geraldo Manoel de Lyra ; anemia,
Jos Felippe de Mello ; interite chronica.
Joao Hilario ; gangrena.
Manoel Goncalves dos Santos ; febre maligna,
francisco da* Chagas ; interne chronica
Narciso do Naconento ; inieriie ebromca.
LOTERA. A qne se acha venda 199.'
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nda, a um: corre no da 13.
PA5SAGEIROS.Sahidos para os portos do sul
an vapor Amazone:
Baro de Bemllca, Dr. Buarqne de Macedo,
Christophe Moller, Jean Shrair, Joao Francisco Fer-
reira Cassiann, Joaquim Martms.
CEM1TERIO PUBLICO.-Obtiuano do da 6 do
corrente :
Pedro, preto, Afriea, 4o annos, solteiro, Boavis-
la, Hospital Pedro II; anemia.
Jos, pardo. Baha, 17 aooos, solteiro, Boavista,
Hjspital Pedro II; tubrculos pulmonares.
Mara, parda, Pernambueo, 3 mezes, Santo An-
tonio ; espasmo.
Neonizia, escrava, parda, Pernambueo, 3 mezes,
S. Jo- ; gastro intente.
Francisco braneo, Pernambueo, 10 mezes, Afo-
sados ; interite.
Joaquim, escravo, preto, Pernambaco, 30 aonos,
solteiro, Boavista; hepaiite chronica.
Aotooto Alvaro Ferreira da Silva, braneo, Per-
nambueo, 33 aonos, solteiro, Poco ; inflammaco
do ligado.
Manoel, braneo, Pernambueo, Recife ; ao as-
ee r.
7
Alexandre, preto, frica, 48 aonos, solteiro
Boavista; hepatite.
Cosma, branca, Pernambueo, 1 mez, Santo An-
tonio ; anemia.
Joanna. parda, Pernambueo, 12 das, Santo An-
tonio ; espasrho.
^ Joaquim do Reg, preto, frica, 60 anuos, sol-,
teira, Boavista; phty-ica pulmonar.
Jos Felippe de Mello, braneo, Pernambueo, 46
annos, casado, Boavista, Hospital Pedro II; intente
ehronica.
Gerardo Manoel de Lyra, pardo, Parahvba, 31
annos, solteiro, Boavista, Hospital Pedro M ; ane-
mia.
Pedro, proa, ammbaco, 8 da, Graea; a-i
pasmo.
Auiaa Florencia Meodes Teixeira, parda, Per-
namMtco, 30 aunes, solteira, Boavista ; tubrculos
pulmonares.
Leopoldina Alexandrina dos Reis Costa, branca.
Perntrubuco, 41 aonos, casada, Reeife; clam-
pb*a.
Vicente, braneo, Pernambueo, 1 anno, Recife ;
coovulses.
8 -
Jos, braneo, Pernambueo, 7 dias, S. Jos; es-
4 espasmo.
Elisio, pardo, Pernambueo, 4 anuos, Boavista ;
anugesto cerebral.
Anua Francisca da Concecio, parda, Pernam-
bueo, 20 aonos, solteira, Boavista ; padecimenlo-
sypbiltiieo*.
Joao Hilario, preto, Rahia, 45 aono.*, solteiro,
Boavista, Hospital Pedro II; ulceras syphliticas,
Manoel Goncalves dos Santos, pardo, Pernam-
bueo, 23 aneo*, solteiro, Boavista, Hospital Pedro
II; febre maligna.
Maria, preja, Pernambueo, 8 dias, Becife; t-
tano.
Rayraundo, preto, Pejnambuco, escrava, 8 rae
zes; tubrculos miseniirico*.
Rosa Maria da Conceico, preta, Pernambueo,
28 annos, solteiro, boavista ; gasirite.
Benedicta, preta, Pernambueo, escrava, 6 annos;
Recife; hydrope-ia.
Lnzia, parda, Pernambueo, 1 mez, S. Jos; es-
pasmo.
Anenco, braneo, Pernambueo, 3 e meio annos,
Sanio Antonio; brxigas.
RESUMO O BALANCETt DA RECEITA
E DE5PEZA DA CaM\\R\ MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE FEVEREIRO
DE 1870.
exercicio dk 1869 A (870.
Receita.
Saldo do mez de Janeiro pr-
ximo lindo.............. 3*8005949
Receita arrecadda no mez de
fevereiro............... 3:94751*1
37:748^103
DO
Despez.
Importancia defendida
mez de fevereiro......
Saldo que passa para o mez
seguinte................ 31:428-5160
6 3195934
37:7485103
de
Cmara municipal do Recife, 3 de juibo
1871.
0 procarador,
Jos Simplicio de S Esteces.
PUBLICACOES A PEDIDO.
D. Joao Teuorio e a polica ii>
Uabo.
Qu9 me importa nrnit instrumentos
Que se polem ao oro vergar f!
Traii;oeiros roptis peconhentns
Qae despreso... nao quero esmoijar.
Safa I Que escriplor de mo cheia 1... Sem
cousa uue uuvida faca, rta raca das canacas I !
.... E' o 2 lomo ae O' Pestaa........Leiam!
leiam os arUgos do ht>eral de 21 a 23 do prxi-
mo passado mer, sobre o titulo Polica ilo Cabo.
(lhe quo preciso tr f llego de gato, ou trazer
a maos. duias de nimias e virgulas; para eolio
car, onde a extravagante ortographu do compndo
e longo I) Joo Tenorio, uo s<> digm u dispr.)
Assez bien
Ali I grandelet escriptor de borra !.. E'tari o
pnolico uisposto a mandar le passar b-ilos, pilo
mestre pedreiro ?
K ponjue nan ? chame-o
ao bolo mestre ; vamos: aarre a este analfabeto
Sr. Pai-xoco. paxe-lhe a mo Sr. Varegeira...
O que fazem ?!.. Esperam pelo juizo Jo Figurn
de (Jera f Ora vamos, nao unham pena deste D.
Joao Tenorio.....
A'i___i... ai,.. Nao Ihe perdiera, fogo I...
i... ai.. fj descuido, foi... foi.. os.. os.. lepo-
graphos........ Qual 1\... Ah mestre, u> le
nha d ; d-lue como o regio Victorio o" nos po-
bres discpulos.... Qae n6as gentes ? !. Dsus
os f o diabo os ajuntou. Ba*ta : cavallo ve.lho
nao toma an lar, e nao eslou t par ensinar a
burres... Va D. Joao Tenorio ao limo.Ao limo?!
Ora esta ; >im !... arrastem a este mono... Va-
mos Srs. Curuinliins......
Enln advogado das causas perdidas, eslellio-
naturio preciso ser preso em flagrante delic-
io 11I Este pobre diabo < mais ou-- ana fabelo,
um sandeu, qual, um....... imbcil.
A autortdade deprecada pude tomar conheci-
mento dos fuodamenios de urna caria prccaioria
expelida por AUTORtoADF. LBOtrnu be^cmptapob
bxm ; para a pnso d>- um kstki.lion \taiuo e
apreneosode seu* bens ?l!.. miado; um ver-
dadeiro cgo no fr ; veja ou pessa a alguem para
ver, o art 10 da le da Kef. e outras disposicois
do cod. do'processo. A di*cusso desta materia,
nao devera ser ni juizo deprecante?!!. Este D.
Joao Tenorio e seu espoletas teera boas batatar?
E chamam aos outros rbulas e analfabeto ? !...
Poore besta......
Rbula c auallabeto o e'topido bncharel, (por
um tris) que chama a conciliamo a urna pessoa,
para negocio, que na audiencia Ihe dir, e pede
que seja coodemnado a sua revelia. Safa !! Ahi
que nao estou !. ura bollas 1 Eoto me-tre, que
tal os bollinhos ?!___Qae tres ?!.. A vossa da-
ba, o juizo do Figormo de Cera, e a canaca de D.
Joo Tenorio, sao os tre* pecados raortaes desta
pobre villa___ Bravo I... Nova deseobena ;
muito bem II... J virm aju-tar a defeza de um
Ructsso crime, por grande honorario se conse-
guir a reforma oa pronuncia, e por pequeo se
fr confirmada, e levado ao jury V.'.... Menos ser-
vico mais dinheiro, mais servido menos dinheiro,
e dinheiro I E dinheiro I... E esta ?! Ah I).
Joo Tmorio I Ah I juizo do Figurino de Cera !
Oh le da responsabildade !-----Onde estaes ?!
... Onde a tua realidade ?! Oh tmpora I Oh !
mores I___
E' pregar no deserto ; vamos ao que nos serye.
Candido de Godoy, foi preso por predatoria vin-
da da villa do Passo de Camaragibe por crime de
estellionato.
(A precat'na foi espedida pelo delegado de
polica e escripia pelo Exm., a lequ-Timauto do
queixoso, que jura va o delegad.) Godoy as ira
preso poda discutir os fundamentos da precatoriu
e de sua pnso no juizo deprecado ?!!... Eis a
que-t.io, respoodam os que eoieutlem da lei e do
direiio ; e D. Joo Tenorio procure outre vie ; e
de o airo modo faca juz aos 33, que recebeu |Kir
conta ; e o mais ser tolo___01 I l mestre
pedreiro pods propr-se accao sumrnaria em des
pejo de predios rsticos TNao. Pon D. Joo
Tenorio nao propot ?l A seoienca ? J se sabe
Ser milla K ja vio propr urna accao (que se
intitulou execuliva) fazendo-se penhora em bens
de raz, sera citar-se a mulher do I! ?! E' oulla.
E a aeco da Estada ? I Pefdeu por nulla. Po-
bres ccusiiiuintes?!... Os aggravos ? II perda.
0- Jo i Tenorio est louco, est furioso, il est au
iesespoir ; eoitado : Qaando o ourub est infe-
liz nao ha pao que o agazalhe. >
-O. Jjao Tenorio, fas juz to soraente a teus ho-
norarios, as acedes, e precessos nullos e perdidos;
olha o juizo severo da sociedade, qne nos ha de
julgir ; e lembra-te que o co/umniodor ou o mal-
dizeute anda peor, que aqueile que na estrada
roubi a bolsa de seos semeihautos: este rouba
aqutilo que era de seu semelhante, hoje delle,
eananha de quem aera til O calumniador rouba
a Honra e a probidade ; roube aqunio que nunca
peder malar a sua inveja e cobica ; s eom o
miseravel go*o de atirar ao lamacar inmundo em
qne vive o nome honrado de ama fami ia III....
Miserias da humanidade I___Estes libiraes sao
communislat. Os Srs. Laeerda e B. Campello,
sao cidadog honestos, amigos dedicados e fiis de-
positarios da autoridade e da lei; detestara aos rai-
seraveis que nao sabern respeitar a innocencia das
familia*, dte tan aquelles que procuras) com-o
sorriso nos labios,devM*ar os sagrados segredos das
familias; fazendo depois lemas de seus lupanares;
tingiodo-os eom as negra* cores da calumnia ;
desprezirn estes vampiros, qne se alimentara eom
a desgraca da sociedade, e os males dos seus se-
melhanles.
Os Srs. B. Campello e Laeerda. esto muito al
loa, nao Iba toca a vossa peconheoia baba, e per
amor de um Deus Crucificado, per rao as rajaras
eealomnias ; que vos outros loncos e imbecais
inavtem Mirado ; e eom orgulho dteos amigos
repetera a seguinte quadra :
Tenho livre aconsciencia :delestS
Misera veis.... tenues coracoes I
E no alta'r da virtudeprotesto
Prestar contas das minbas accoes.
Cabo, 8 de julho de 1871.
OForasteiro.
r. S.-Ainda voltaremos, e daremos resposta ao
aranzel do Liberal de 8 do torrente, e os que se
seguirn); vamos indagar os fados : eshrare.jem
covardes que hei de plantarte nu face o ferrete
da ignominia.
0 Firasteiro.
Para o Exra. Sr. ministro da
justiqa ver e o publico em ge-
ral.
Pretende ser reconduzido no fugar de juiz mu-
nicipal e de erphos do termo do Cibo, o hacha-
re Joo Gonzaga Bacellar ; pelo que tatemo Ihes
as perguntas seguintes:
Pode jamis um ministro da cora imperial, re-
cnndozlr a ura juiz prevardor ?!! CeY'ameote
que nao. E' prevaricador o juiz, que aconseiha
as partes pira nao tomar a Pedro por advoiado,
por ser este sen inimigo, sm, que tome a Paulo
por ser seu amigo ?!.. E' ou nao prevaricador *
juiz, que despacha contra o direito; pr r ser o
advgado da causa seu inimigo ?l E' ou nao pre
varicadoro juiz, que passa das em casa das par-
tes que litgam peranle elle ; eque recebe pre-
santes destas e anda em c wallos e carros deltas?!
E' ou nao prevaricador o juiz, que manda o por-
teiro do juiro asMgnar actos jndiciaes a que nao
esleve presente? E'ou nao prevaricador o juiz.
que liC)
o qti* se l no Correio Pernambucano de 17 de.
noverabro de 1869, e de 27 de Janeiro de 1871,
sobre a epigrapheperguntas innocentes, e ,.u-
blicaco a pedido ; en* chama respoosabilida-
de aqueile jornal ?ll .i. E' on nao prevaricador
o juiz, que uo despacha os fetos que os tem em
cooelusao por 2 e mais anno*; istoem cansas de
interdictos pocessorins ?!! E' ou nao prevarica
dor o juiz, que as partes vera despachar suas pe
tic5es, e elle se aeha fra da comarca, sem licen-
cia, outras vezes est dorraindo, e outra* est em
ajadas e em ojudas ?!!
Ilespondam os homens entendidos, e se houver
autoridade de qualquer naturezi na comarca do
Cabo, que nos conteste ou negu os fastos cima e
outros, qne seria um nunca acabar se fo-s-nios
descreve-los, diramos que taes autoridades sao
prevaricadoras como o juiz Bacellar. e se por sa
ber chame nos a responsabilidade, que provaremos
ludo quanto flea dito.
Nao esperarnrs do mu circurnspecto Exm. Sr.
ministro da justica, que seja reconduzido seme-
lhante flagello dos balotantes do Cabo, ou antes
de todo"; que tem a nfelicidade de recorrer a
jastica civil, deste infeliz termo, digno de melhor
sorle.
Villa do Cabo, 10 da julhn de 1871.
O Figurino de Cera.
Frauelseo Ceclo Hau<,o e o
aanymo do Jornal do Re-
elfc.
F.m attene.ao ao publico, cujo juizo respeile
sempre, son f.iri;alo a dizer alguma* nalSvra-*
^obre um aoonymo publicado no Jornal do Recife
de 22 de maio passado, em que o s-u auir, (o
bem eoGheei! n celebrrimo Dr. Marcos Tullio
dos Re* Lima) me aprsenla' como flagello d
foro, e me aeusa de ser h qe juiz em causas de
inri portogoez de nome Jos Martios Letto quan
do jj em ouira causa do mesn individuo me
havia averbadn de suspeito.
Antes de. ocupar-rne des'.a acusaca< qne a pri-
meira v3ta parecer procedente, dre que sou
victimados rancores gratuitos do Dr. Marcos Tnllio
qae corro a orla que ja enrreram Dr". Jos
Quintino, Landro, Jesuno, Catanho, Joao Vieira,
Itamaln, Villarin, e outros, victimas da lingua e
da peona deste d mtor eelenre em vituperios e
calumnia a esmo atiradas sobre quem nesta trra
gosa de ba fma.
Como advogado de Martn* L-iao entendeu o
Dr. Shrcos Tallio fazr servico lucrativo insultan-
do-me sub o anonynio, sem que para isto tivesse
eo dado motivos.
Inverteu eadnlterou o* factos para ver se assm
me feria a sea got; inganou se, norm. porqoe
por mainres que sejam i s seus esforcos, nao con-
seguir occuKar a verdade, e nem trar-me o
pre>t'gto da que po*sa eu gosar entre os ineus
concidados.
Averbei-me de suspeito, verdade, em urna
que>ln de remoco de deposito de urna escrava
em que erarn parles Mantos Leito e outros, r.
que j linlia rido despachada pelo coronel Leonar
do como juiz supplenie. Mas os motivos que m
Icvarnra a dar-mede suspeito n'aquella queslo,
nenhuma relacao unham eom a pessoa de Marlins
Leii, para me mnossibilitarem de ser seu ulz
em outros pleitos, em que fose' elle reo ou autor.
A cansa, de qire hoje se' trata, ; diversa; de
assiguac dodej da* para pagamento de urna
letra, muito dilTereme da d remoco de deposito,
e em que somente apparere Mamas Leitao, sendo
oulros os requerente-. Nao tinha portante moti-
vo par sverbar me de susin-ito.
Publique o alvig.ido de Lailn (o Dr. Marcos
Tull) a* prtices de que fallou eiuseu anonymo.
e ver-se-ba que lancei o despacho que lown
juiz que se presa, deve laucar em urna petir),
somente composta de palavras injuriosas e desres-
peitadras du alirequeira em termo*.
Repito, publiqnem-sa a* peti^des de Leito, ex-
ginlo que en mu averbe de suspeit), e o publico
vera ai oade chega o atrevimeuto do advogai
do peticionario.
Nao sou formado, oo sou bacharel em direito.
e apenas um agricultor, leigo no foro: mas, oceu-
pando cargos pblicos nunca fui responsabilisado,
e nem conira mira queixa alguina recebeu o juiz
de direito, como se evidencia do documento que
offerego a c-rasideracao d publico : nuuca fui
dcsrespti'.ado, anem* publicamente insultado.
Poder dizer o mesido quem sendo juiz na co-
marca do l,imeiro, soffreu nove procesaos de
responsabilidad, sendo ohrigado a restituir cu*tas
recebida* indevidamenle?
Poder dizer o mesmo quem publicamente
insultado em tabernas como pode atleslar Je s de
Parias.
O Dr. Marcos TiiUp. denomina-me em seu aoo-
nimo de flagello do j&ro mu nao sera capaz de
o provar.
Lembre-se S. S. d qHe a seu respeito se publi-
cou oo Liberal de 26 de Abril de 1862 n. il em
que esta quablicaco Ihe foi applicada, e em que
se narraram faclus por S. S. pratieados como juiz
entre outros. o da letra e 2 lirados de urna ga-
veta, oa occaso de urna busca, o' da perseguico
atrz de Joaquim ltams e seu pai, ele etc.
Aquella publicaco licou sem contestago seria,
e o seu autor nao foi chamado a responsabiliaade,
como cumpria ao offjn>lido fazer.
Quanto a aposlrophe dirigida ao Exm. Sr. Dr.
Portella, direi, que desejo de coraco que S. Rxc.
mande syndicar dos ineus actos, para enti julgir
quem nesie termo merece ser considerado flagello
deste foro, se eu, ou o celebrrimo Dr. Marc s
Tullio. o homem que hoje mais inimigos e dos.
feicoados tem, pelo sea genio nxoso, maneiras
grosseiras e linguagem ferina
Ao publico peco desculpa de qualquer expres-
sao grosseira que me lenba escapado nesie tosco
esc ri uto.
Pesqueira, 17 de de Juoho de 1871.
Francisco Cecilio Manco.
DOCUMENTO-
Illm. Sr. Dr. juiz de direito da comarca do Bre-
jo.Diz Francisco Cecilio Manco, que abem de
seu direiio necessita que V. S. debaixo do Jura-
mento de seu nobre cargo de juiz de direito di
comarca, e em aoono da verd ido atteste, se j ap
pareceu contra o supplicaole na qualidade de juiz
municipal 3* snnplenle do termo de Pesqueira, al
guma queixa ou denuncia por crime de prevari-
carlo ou qualquer onlro, e no caso afirmativo
quem fui o denunciante ou queixoso, e em quem
foi aprsentela, e bem assim se o mesmo suppli
cante no exercicio e desempenho de seus deveres
se tem sido vilenlo, ou antes tem desempennado
tanto quanto ihe possivel suaa obrigacSes ; fi-
nalmente ludo quanio a V. S. constar relativa-
mente a conduca civil e moral do snpplicaote: as-
sim pde.diferimento.E, R. M.Francisco Ceci-
lio Manco.
Alteatado. Atiesto que nesta comarca desde
qne exerco o cargo de juiz de direito (desde 1862)
at o presente uenbuma denuncia ou qnixa por
crime de qualquer especie foi presentaua contra
o snpplicantn ; e nem consta, que ex-olcio loe
fosse instaurado qualquer processo ; e que o sup-
plicante no desempenho de seu caigo de juiz mu-
nicipal se lem sempre portado cun moderacao
em seus actos, mostrando nelles a melhor ioteo-
co de justica, sem exeessos ou violencias, e fi-
nalmente, que o snpplicRoie gusa de melhor coa-
ceito por sua boa conduela civil e moral, quer
como cidado, qner como -chee de familia. 0
que tudo a (Broto sob jaramente, oa f de meo
cargo, e por conhecer o supplicinte a vinte e dove
aonos.
Villa de Pesqoeira, 22 de joobo de (871.
Lourenco Fram;i*co de Almeida Catanho.
N. 199.-AGUA DE FLORIDA DE MRRAY &
LANMAN.Se o simples preco d'um genero qual-
quer, fosse sempre reputado como a medida de
seu exacto valor; dos f tipporiamos que este ex-
qaeaito e delicado perfume e cosmtico era inr-
nr i algomas perfumaras estrangeiras. as quaes
sao vendidas por ura preco quatro veze* mai
daquelle outro, em quacio qne, sua qnanlidade
nao chega a prefazer urna quaria parle co-
udo n'uma das garrafa* de agua de Florida.
Porm felizmeate como pos su i mes una manei-
ra livre e mdependenie de formar juizos produ-
zidos das evidencias dos nossos proprios sentidos ;
a nossa coclu^o pois neste parlicular, urna
inteiramente mu dilTerenle.
Temospor varias formas examinado esta rara
preparaca, e stm o mais leve escrupul) on he-
sitacao, pronunciamos a sua fragrancia nao S inex-
tiguivel, como tambem fresca e suave como a das
propria* flores, e em todos os respeitos lai agrada-
ve em seu delicado aroma com qualquer m<*
essencia que jamis nos tenba sido fornecido, qner
da Colonia, l'aris ou Londres.
Esta pois a senteoca passada por toda A rae ri-
ca despatillla, e nos de lodo o bom grado a con-
firmamos.
<
COMMERCIO.
THE ALLIANGE BRITJSH & FOREIGN.
Life and Fire Assnrauce Company estabelecida
em 1821. Capital 5,000,00t> _____
Os agentes desta companhia tomam segfSM
contra fogo sttbre predios, genero,* e fazendas a
pagam aqu prejnizos devidamente provados.
Rabe Scbmeltan & C
Corpo Santo o. 15.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fogo.
AGENTE^
S. P. J0HHS70N & C;
Ra da Keuzala-nova n. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool A London & Glob
Insurance Cotnpaoy.
Agentes :|
Saunders Brolbers 4 C
IICorpo SaotoH.
Seguros conlra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital.....' 2O,OO0:00O#fliD
Fundo de reserva .... 8,0O0:000#00O
Agentes,
Mills Luthan & C.
RA DA CHUZ N. 38.
frtCA DO RECIFE 10 DE JULHO
DE 1871.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDI.
Cotacoes officiaes.
Algodao l sorte813 rs. por kilo
.amoio soDre Londres 90 d/v 24 d. por 140tt>
do banco.
Cambio sobre Portugal avista 130 O/U de pH>
mi do banco.
Di.o sobre dito 60 div 125 0|0 de premio,
ti. G. Sleppie.
Presidente.
i P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDBGA
Renlimento do dia 1 a 8 .
dem do da-10......
197:115*7*;
13:5131817
2IO:l>?9eo:,.
Hoiiraeofo da alfantlega.
2031
Volumes entrados eom fazendis 136
> eoiu gneros 18'.'7
Volumes sabidos eom fazendas 60
> > cora gneros 391
------4{1
Descarrenram h je II dh julbo.
Brgue poriagueiBemvindovarios generos.|B
Patacho italiano- Man/antevarios gneros.
Patacho inglezFreeidern.
Patacho ingiezAcuntefrrinha de trigo.
Paiacho hespanhol -Themoteo /balatn.
Hrigne inglez WyileffecT .larca nglezaWear//Aa varios gneros.
Sumaca hespanholaGim^tf/Mp varios gneros,
Birca ioglezaSilere Strtanidem.
Paiacho portuguezMichaelense idem.
Brgue hespanhol Rosadem.
Brgue inglez.4*frOfarioba de trigo.
Despachos de exportaco no dia 6 de
julho.
Para os portos do-exteiior.
No hrigne inglez .-luna Mana, para o Canal,
sanegarara Keller 4 C. 1,193 saccas eom 38,581
11 kilos de algodao.
No patacho americano Kennebeck, para o Ca-
nal, carregaram : Rabe Schametiau \ C. 344 lac-
eas eom 21,559 kilos de aigolio.
No brigue inglez Danlha. para Liverpool,
carregaram : Thomaz Jelferies & C. saccas eotn
343 kilos de algodao.
Na escuna in^leza Hgdiantha, para Liverpool
carregaram : Corga Irraaos 22 saccas eom 2,002
kilos de algodao.
No patacho hollandez Willem, para Barcello-
na, carregou : P. M. Maury 313 saccas eom 22,62!)
kilos de algodao.
No brigne portoguez Adelina, para o Pono,
carregaram : Ferreira Goimaraes 4 C. 20 saccas
eom 1,413 kilos de algodao ; Bailar Oliveira & C.
100 saceos eom 7,000 kilos de assucar roascavado,
No patacho inglez Htnriette, para Liverpool,
carregaram : Saunders Brothers 4 C. 150 saceos
eom 11,250 kilos de assucar mascavado.
iNo navio hespanhol Grielijen Wanblebus,
nara o Rio da Prala, carregou : Joaquim Jos
Goncalves Beltrao 200 barricas eom 23,790 kilos
de assncar braneo a 100 ditas eom 12,239 ditos de
dito mascavado.
No brigne portuguez Colete, para Lisboa
carregaram: Pereira Carneiro & C. fO conroa
seceos espichados eom 420 kilos; Joaquim Jos
Gmcalves Beltrao 270 meios de sola cora 480.
kilos.
. Para os portos do interior.
Na barcaca Santa Candida, para a Paraby-
ba. carregou : Jos AnasUcio de Albuquerque
3,000 kilos de carne secca.
Na barcaca Umbelina, para a Parahvba, car-
regou : Joo lavares Cordeiro 30 caixas eom 630
kilos de sabo.
Na barcaca Flor da Penfia, para Porlo Calvo
carregaram : Beolo de Frena Guimaraes 1 bar-
rica eom 32 litros de genebra 10 caixas eom SjO
kilos de sabo; Braga Gomes 5 caixas eom 115
kilos de sabo e 2 saceos eom 150 kilos de caf ;
Corga Irmos 6 saceos cora 400 kilos de caf.
Na barcaca Tentadora, para a villa da fa-
una, carregaram : Ricardo Pereira de Sani'Anna.
I sacaeom 75 kilos de caf; Benlo de Praita
Guimaraes 1 barril de 5* eom 93 litros de agur-
denle.
Na barcaca Bemfici, para Gamella, cat*-
gou: Joaquim Augusto de Queiroz 1 sacoo coa
103 bilos de arroz, 6 caixas eom 132 litros da sa-
bo e 4 saccoa eom 292 kilos de caf.
ABELLA dos prbcos dos gneros sunrros A &R
BKITO DE EXPORTACO. SEMANA DI 10 A 15 DS
JULHO DE 1871.
Mercadorias: Unidades.
Abanos......... duiia
Algodao em carolo..... "Nto-
dem em rama ou em lia. *
Carneiros vivos....... m
Porcos idem. ..-
Arroz cora casca. Mf-
Ideiu descascado ou pilado
Assuca brinco ....*:.
Idem masaayado. ..... ,-
fdem reflaaio .......
Salliunas........ mai

I




diario de PernaHibucv Terca eira l i de Julfeo de HT71

am
kilg.
i
>
duzia.
cento
20i
476
442
939
39
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258
168
442
436
763
4 360
4OO0
1*438
479
640
260
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
Papagatas........ i 5*001
Azeite de amendoim ou men-
dobim.........litro 937
(dan de cuco ...,*. 675
Mem de mamona. 52*
Batatas alimenticias. .... kilog. 101
Bauntlha ........ 5*4*0
Bebidas espirituosas efarmentadas:
Agurdente cachaca. .... litr. 137
lema de canna....... 300
Mea genebra ....... 33fl
Memrestilada ;..... 300
J*ajcool........ 337
. cerveja....... 600
iTinagre 308
Mem vinho de caj...... 660
lalaeha fina, comprehendidos os
MhMitos........ kilog. 476
Mam ordinaria, propria para
embarque.........
Gafe bom.......
i earolha ou restolho ...
j torrado ou moide. ... t
branca........
__preta........
Cama secca ( xarque y.
Cnrv vegetal. ...... *
Cera amarella.......
Idea de carnauba em bruto. >
tem klem em velas, ....
Cha..........
dona seceos.......cento
Coila.........kilog.
Cou/os de boi, seceos salgados.
i&en dem espichados.....
Me dem verdes......
dem de cabras cortidos .
dem-de onca......
Doces em calda ....
Idea- em gela ou massa. .
dem seceos......
Baftaoadores de pennas grades
dem pequeos......
iem de palha....... >
Esleirs de carnauba.....
dem propria para forro ou estiva
denavio........ 12*000
Estopa nacional......kilog. 136
Farinha de araruta..... > 681
dem de mandioca..... 92
Ptaa de quaiquer qualidade. > 272
FlWW charutos......centro 3*000
dem cigarros...... > 320
Ida em folha bom kilog, 1*090
Mam em folha, ordinario ou res-
tolho ......... 613
dem em rolo e ent latas bom > 681
dem, ordinario ou restolho. 845
Rap > 2*180
Goinma de mandioca, (polvilho). > 170
tpecacuanha (raz)..... > 1*703
Angico (toros). ..... duzia 60*000
Cataros ........um 360
Enxams........ 1*500
Prachaes........ 5*000
Jacaranda (coucoeiras) duzia 95*000
Lama, em achas......cento 3*000
dem em toros....... 12*000
Liabas e esteios......um 6*000
Lour s (pranchoes)..... 10*000
Pao Brasil........kilog. 103
dem de jangada......um 5*000
Quiris ......duzia 6*000
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimetros de grossura. um 16*000
dem pranches de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura ......... i
dem taboado de menos de 25
millimetros de grossura duzia
Taboado diverso.......
Tatajuba........kilog.
Travs.........urna
Varas para pescar. .... duzia
dem para aguilhadaa ... c
dem para canoas.....urna
Cavernas de sucupira(em obra) >
Eixos da cicupira para carro. par
Mslaco........kilog.
Mel deabelha.......
Milho.......... t
0 Palha de carnauba.....molhos
Pechury........kilog.
Pedras de amolar
dem de filtrar.......
dem de rebollo
Pennas de ema. ...*.. >
Piassava.........molhos
Pontas ou chifres de novilho ou
vacca.........cento
Sabo.........kilog.
Sal.........
Salsaparrilha
mentos no flm do priraeiro semestre depois da eu-
^irega dffioiuva e de cotnecar a funecionar o re-
ferido ediliek), sendo laet pagameitos semestraea.
4.a O contratante ter direito ao*juros de seu
Capital na proporeo do -eu etnprego, oa por urna
onvenco nao excedente elle de nof/e por cento^
esmo est estipulado na le n. 9)6 do correte
exercicio.
5.' O contratante receber como garanta de'seu
capital o edificio construa) e snas rendas at com-
pleto embolen de seu contrato.
6.* 0 contratante ser oorittado a urna multa de
20:000* se se aflamar da coustruc'clo do que hou-
ver contratado, assim como havera da cmara dita
quanlia se por causa dalla houver reeiso do con-
trato.
Paco da cmara municipal do Recita, 7 de ju-
nho de 1871.
Bnto Jos da Costa,
Pr-presidente.
Loureuco Bezerra Caroeiro da Cunha.
Secretario.
20*000
144JO00
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
3*
3J
68
II
1*000
817
31
48
34
4*796
160
2*800
348
10
2*043
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
960
Sapalos de couro branco par
Sebo ou graxa emrama kilog.
dem em velas. ......
Sola e vsquela.....,
Tapioca.........
Unhas de boi.......cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava.....
dem de imb. i
Alfandeg ae Pernambuco, 8 de julho d( 1871.
O l.'cenferenteMauoel C. Cintra.
O 2." conferente Jos T. de A P. Ferreira.
Approvo. Alfandega, 8 de julho de 1871.
Paet de Andrade.
Goaforme.Joaquim Tertuliano de Medeiros.
RECEBED0RIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES de pernambjco.
Hendimento do da 1 a 8 10:894*662
dem do dia 10...... 1:113*344
17:008*006
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimento
dem d dia
do dia 1 a 8
10. .
63:958*657
47:014*710
110:973367
M0VIMENT0 DO PORTO.
Navios entrados no dia 10. 'Su
Mamamgaape 15 horas, vapor nacional Curu
npe de 222 toneladas, cotnmandante J. H. da
Silva. -quip.ige:n 19, carga algodo e lastro ; a
corapanhia Pernambucana.
Sanios 26 dias biate nacional D. Lniza. de 159
toae'aias, ripito Minoel de Carvalbo Pessoa,
'l'iipagem 8, em lastro de areia; a Gomes de
Mattus & Ir alo.
Navio sahiio no mesmo dia
Rin-G-ande do Sal Palbabote nicionil Rozita,
i Scapitao Theotonio Alves Ferreira. carga sa!.
Araeaty Barca ngleza Sotlerbock, eapito Bill,
em lastro de araia.
EDITAES.
A cmara municipal do Recife achando-se au-
tertsada pela le provincial n. 938 de 18 de juoho
de 1870, a contrahir um einprestimo de 300:000*,
vancendo o juro convencional de 9 0|0, convida a
quem coovier fazer dito empreslmo a apfesenlar
suas propostas, podenao o mesmo emprectimo ser
effectuado em tres prestarles com iotervallo de
seis mezss de nma a outra ; devendo a amirlisa-
cao d< -te capital ser feita na razio de 10 00 e
juros correspondentes, tendo cometo seis mezes
depois que principiar a funecionar o mercado
publico, para cuja construcQao destinado o mus-
ino emprestimo. D 30 dias para a preciadlo da-
propostas.
Pac) da cmara municipal do Recife 7 de ju-
tibo de 1871.
Bento Jos da Costa,
Pro-presidente.
LourenQo Bezerra Carneiro da Cunha,
Secretarlo.
A cmara municipal do Recite, tendo de cons-
tru*1 um mercado publico, de conformidade com
a planta e ornamento approvado, e para o qual
est autoruada a contrahir um empre*limo de
300:000*000, e na seqdo fcil a acqaisicao deste
capital, convida a quem se quizar ene arregar da
pita construecn, mediante as condices abalxo
eddaradas, a aprejentar a sua proposia no perio-
do de trinta das.
Condiccoes para a edifieaeji i do mercado publico.
1.* O mercad) pnblico ser construido de cou-
lormidade'eom a planta e o/jaroento approvadn,
f-ob a inspec^o do engenheiro da samara, e no
lugar para isto destinado.
I.' E-ta eonstruccio ser feita a cuita do con-
trataaie at a entrega dffloiliva.
3' \ cmara ser obngada a fazer os paga-
ment^ i ca razo de dez por cento 8o contrato com
o juros competentes, leudo comee,) este paga-
O I)r. Sebastio do -Reg Barros da Lacerda, juiz
de direito especial do commercio nesta cidade
do Recife de Pernambuco por S. M. I. etc.
Fco saber aos que o presente elital virem, que
por parte de Hooteiro & Irmao em liqnidacSo, me
(o dirigida % petico do Ibeor seguinte :
Illa. S.\ Dr. jaiz do commercio.dzem (luntei-
ro 4 Irmio em liquidara i, que a li-ma Mlveira &
Primo Ibes sao levadores do diia letras da im
portancia de 2:58i38i6, de principal alem dos
juros estipulados decorridos desde o da de sens
vencmentos,.a saber : urna letra da quanlia de
l:292*4H, sacada a 4 da novembro do anoo de
1865, com o praso de dez mezes, e jiros de 2 0|0
ao mez ; ou ra da qnantia de 1.294*442, sacada
em 4 de novembro de 18'io, timbera com o praso
de dez mezas, e juros de 2 0|0 ao mez; ambas
sacadas pela extracta firma- Momeiro Lopes & C.,
e pasas pelos supplioantes, proveniente de merca-
dorias. K porque nao leoba sido pagas, e apprj-
xima-se a poca de sua prescripcao querera os
supplicantes em resalva de seus direitos interroji-
per a prescripcao das mesm-as por mel de pro-
testo eomo eitectivameate fazem contra a raesma
presen pea j nos termos do artigo 453 do cdigo do
commercio. Assim para di ti flm requeren) a V.
S- digne-se mandar reduzir a termo sao prteito,
sendo o mesmo intimado aos supplicados por meio
de edilos, visto estarem os supplicados ausentes, em
lugar incerto e nao sabido, o que provar. mar-
cando V. S. para isso dia e hora. Pede V. S.
delerimeoioE. II. M. Eslava a estampirha de
200 rs. e seb a qual estava o segrateRecite 27
de juoho de 1871.Joo Caelaoo de Abreu, pro-
curador. Na qual dei o segrate despacho : dis-
tribuida, tmese por termo o protesto, e "justifi-
quen! os supplicantes a ausencia dos snpplic dos
quando Ihe conver. Recife 27 de junho de 1871
Barros de Lacerda. Em rirtude do qual fora a
mesma petico distribuida ao escrivao deste juizo
M ni i-I Mara Rodrigues do Nascimenlo, o qual
fez lavrar o termo de protesto do theor segaiote :
Termo de protesto.Aos trinta dias do mez de
junho de 1871 em meu cartorio appareceram os
supplicantes por seu bastante procurador o sol
citidor Joo Caetano de Abreu, e disseram peran-
te mim e as testemunhas infra assignadas que re-
duziam a protesto o cootedo de sua petico retro,
a qual offdreciara como parte do presente que Sea
sendo, e de como assim o disseram e protestaran)
lavrei este termo, no qual depois de lido se firmn
com as ditas testemunhas : eu Secundino Heleo-
loro da Cunha, escrevente juramentado escrevi.
Eu Manoel Mana RodriRues do Nascimento, escri-
vao o subscrevJoao Caetano da Abren, Firminc
Francisco de Brilo, Francisco Joaquina Pereira. E
tendo os supplicantes produzido suas testemunhas,
sellados e preparados os autos subiram minha
c-nclu'') e nelles dei segrate sentenca : Pro-
cede justifica^o, pelo que, mando que por edi-
ta! com 30 das de praso allixados nos lugares do
costume e publicados pelos jornaes, aos supplica-
dos ausentes se intime o protesto de f jlhas e cus-
as. Recife 5 de julho de 1871. Sebastio do
Reg Barros de Lacerda. Por fo^a da qual o
escrivao fez passar o presente edital, pelo qual
chamo, silo e hei por intimados os supplicados
para que compareeim oeste juizo dentro do dito
praso afim de allegaren) o que for de justiri. Re
cife 7 de julho de 1871.
Eu Manoel Mara Rodrigues do' Nascimento, es-
crivao o subscrev. Recife 7 de julho de 1871.
Qebastia do Reg Barros de Lacerda.
O leneote-coronel Joaqna Lucio Monteiro da
Franca, subdelegado do districlo dos Montes,
termo de Agua Preta, comarca de Palmares,
etc. ete.
Fago saber aos que o presente edita! virem e
delle eonhecimento tiverem, que, em consequen-
cia dsubtraco havda de um fardo de fazendas
nesta estaco de Una, em 18 de junho ultimo, e
empregadas as diligencias e pesquizas a tal res-
peiio sob minhas ordens e pessoal inspeceo, re-
sultou a apprehensao em urna porclo de fazendas
constando de pegas, retalhos e outros objectos.
E para qne sjara devidamente reclamadas ditas
faseodas por quem legalmeote apresenlar titulo e
direito ellas, de modo a nao deixar a menor du-
vida, mandei afllx-ir o presente edita! nos lugares
mais concon-idos deste povoado, e inserido no jor-
nal mais pnblico desta provincia, que correr
pelo tempo de 30 dias, a contar desta data, findo
o qual praso nao ter mais lugar reclamacdes,
em vista do destiuo que devero ter as mesmas
fazendas na forma da iei.
Povoado dos Montes 5 de julho de 1871. Eu
Francisco Seraphijo de Assis Vasconcellos, escri-
vao que o escrevi.
__________ Joaquitn L. M. da Franca.
Peranie a cmara municipal desta cidade.
estar em pra^a nos dias 10, 11 e 12 do correte,
para ser arrematada a obra da conslrncco de 1
tclheiro para servir de raatadeuro da freguezia
do 1' co da Penella avahada em 2:882*0X0. As
pessoas qub pretenderen) arrematar comparecan)
no paco da cmara municipal em os referidos das
munidos de funga.
Pago da cmara municipal do Recife, 8 de julho
de 1871.
Ignacio Joaquim de Souza Lelo,
Pr-presidente.
LourenQo Cezerra Carneiro da Cunha,
Secretario.
O eapito Joo Francisco Aotunes, juiz de paz em
exercicio do primeiro districlo da freguesia do
Santissimo Sacramento do bairro da Boa-Vista
da cidade do Recife, provincia de Pernambuco,
em virtude da lei, ele.
Fago saber aos que a presente cartadrditos
virem cu d'ella noticia tiverem, que por parte de
Luiz Amavel Dubourc, tutor de seu cunbado Dio-
go da Silva, Affonso Ferreira Martins Ribeiro, D.
Mara Antonia Ferreira Martins D. Margarida Au
gusta Martins Ribeiro, D. Adelaida Carolina Fer-
reira Martins, me foi feita a petico do iber se-
grate ;
Petico.
Illm. Sr. juiz de paz Dizem Luiz Amavel Du-
bourcq, tutor de seus ennbados Aotoaio Diogo da
Silva, Affonso Ferreira Martins Ribeiro. D. Mara
Antonia Ferreira Manas, D. Margarida Augusta
Martins Ribeiro e D. Adelaida Carolina Ferreira
Martins, que querem fazer citar a Manoei Jos
Cuedes de Magalhes, para se conciliar com os
supplicantes acerca da obra nova que se e*t fa-
zendo era um dos quinjaes da casa do sobrado n.
38 da ra da Imperatriz, perlencenle aos suppli-
cantes, bem como da porta que no fondo da casa
do becco dos Ferreiros, perteucente ao supplicado,
abri para o mesmo quintal, afim de am;gavel
mente detnolir a sobredita obra que se acha em-
bargada, e fechar a predia porta, repondo tudo
em seu antigo estado, e indemnisando aos snppli-
cantes de todas 'as perdas e dsranos queoccasio-
nou ; e porque o supplicado se acha au'ente, era
lugar incerto e nao sabido, requerem os suppli
cantes a V. S. sirva-se mandar que para dito fia)
seja elle citado per carta de edtos com o prazo de
30 dias, sob pena de revea, justificada previa-
mente a ausencia do supplicado.
Pede a V. S. deferimento. Espera receber
merc.
Vi-se a estampilba de2C0 ris, datada e assig-
nada pelo advogado Martins Ribeiro.
Na qual petico dei o despacho seguinte :
Justifijue. Boa-Vista, 3 de julho de 1871.An-
tones.
Emvirtude do qual despacho se proceden a in-
quirico de testemnnlfas que depozeram sdb o ju
ramelo dos Santos Evangelhos a respeito da au-
spneia e incerteza do logar da residencia do jus-
tificado Manoel Jos Guedes de Magalhes. e sendo
tudo autoado e preparado, me vieram os autos
conclusos, e por mim lidos nelles profer a senleoca
do theor seguinte :
Oeatmea.
Jnlgo por sentenga a presente justificago avista
do depoiment.i das testemunhas da folha- e folhas,
que o justificado Manoel Jp- Quedes Migalbss-
acha-se ausente d'esta provincia em lugar incerto
e nao sabido, bei por justificada a sua ausenta ;
o escrivao pass03 editaes do estylo com o prazo
de 30 dias, pagas a* castas pelos justificantes.
Primeiro districlo da Boa-Visia, 3 dtrjuiho de 181.
Joo Francisco Autunes.
Nada mais se cnntinha tm dita itnteoca dada
nos.autos, por bem da qual se foseen api justitl
cantea o presente dual com o prfzn do>30 dias,
pej qual se .chajfe e cita ao refafido iiHliflcado
Mno#l. J> Guales, de MagaWw, par que deo -
tro de (nota dia-* comparece pol si uwfKf asu
bastaute procurador, para se fMtttt aos termos
de ccnciliagao na forma da petrejh, e a quaiquer
outra pessoa para que Ihe faca saber d'esta nova
citago, afim de que elle nao fi jue iodefezo. O
porteiro d'este juizo publicar est nos lugares
mais pblicos d'esta freguezia e o affixar passan
di eartdo em f Dada e passoda nasta freguezia da Boa-Vista.
em Pernambuco de 1871, aos 3 dias do mez de ju-
lho do dito anno.
Estava sellado o presente edttal om a estara-
pijba de quatrocenios ris, raoiilisaa qelo escri
vo do juizu.
Eu, Joaquim Mileto Maris, escrivao que o fiz e
escrevi.Joo Francisco Antones.
Ao sello 300 ris. Vaina sem sello ex-eausa.
Aatunes. .
Nada mais se s.ontinha ei) dito- signaes a que
me reporto e don f. Recite, 3 de julho de 1871.
Subscrevo e assigno.Em f de verdade o es-
crivao interino, Joaquim Mileto Matiz.
OECLARACOES.
Quinta-feira 13 de julho, depois de linda a
audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz dos feilos da (alen-
da, ir a praea por venda a casa terrea de pedra
e cal na ra do Paco da Patria o. 18, com urna
porta o duas janellas. tendo de frente 29 palmos e
67 de fundo, com 2 salas, 4 quartos, cozioha,
quintal murado, cacimba inJependente, tudo era
bom estado, sendo o solo foreiro marnba, av-
hala em 4:000*, e pertencente ao espolio da Boa-
da Mara Antonia da Luz. Easa arrematado tem
logar a requerimeoto do testamonteiro o inventar
rante do eupolio para o fim da se pagar o sello de
heranca e despexas do inventarlo. \
La
duchesse
graade
) Jerolstein.
de

PrMpiaea m 8 horas.
i
5P
Avms martimos.
3SSS
2 pares de
ainirello,
Corapanhia americana e krasiiei-
ri de paquetes a vapor.
At o da 15 do currante esperado de New-
York por S. Thoaiaz e Para o vapor ame-
ricano North America o qua! depois da demora do
costume seguir para os porto* do sul.
Para frates e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C, roa do Commercio ... 8.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Peraote a ll-ma. junta administrativa da santa
casa da misericordia do Recife, na sala das snas
sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 13 do cor-
rente, tm do ser arrematado por quem por meos
prec, i fizer o fornecimeolo de medicamentos bo-
tica do hospital Pedro II. no trimestre da julho a
setembro deste anuo Os pretndeme* podem pa-
ra isso consultar nesta secretaria o recetuario
com os respeevos precos.
Secretaria da sania casa de misericordia do Re-
cife 3 de julho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rnrtrienes de Souza.
BAHA
A segoir com muita brevidada. logo que aqu
ebegar de Antuerpia, o navio Alphonse Marie,
toma carga a fraie : a tratar na roa da Cruz un
mero Si
DE
Cadeiras, consolos, espelhos grandes,
jarros, bacas de porcelana, cabidos
frascos grandes, thear. para traneac caballos, eabe-
cas de madeira, tezora lina, escotas,'' penl-s, 4
duzias de toalbas, 9 capachos, 6 pentiidore*. e-to-
jo de oa vidas emuito< ootros panences da casa
de cabelleireiro a ra do Baro da Victoria*. 18
primeuo andar :
QARTA-FEIRA 12'DO CORRENTE.
cO agente Martina far leilo dos objectos cima
e mais pertences da casa de cabelleireiro da ra
do Baro da Victoria n. 18, s II horas do da.
Crij|rfo-
Na roa aUreia do Ro*ario n. H\ hotel precisa-
se de, ni qriado t '
Coziuheira. ,
Precisa-sede urna ama para cozinbar a fazer
aa compras : ra da Florentina a. 20, fabrica de
cerveja. .
Roga-re ao Sr. Francisco da Cunha Cardoso
a favor de vir a ra do Duque de Caxias n. a
negocio que aa ignora.
LEILAO
o
da escuna norte aliema
Courier
A 13 do corrente.
agente Oliveira far leilo porordem de E.
IM roa do Sol u. 33, 2o auuar, precisa-.- a
aiujfr um creado, forro ou captivo de 12 a 14as-
nos ite idafle.
DE
sata Casa de Misericordia uo
Reelfe.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife se faz sciente que no du 18 do correte
pelas 9 horas da roanha, no sali da casa dos
expostos o Illm. Sr. thesoureiro interino major
Laurendoo Jos de Miranda far pagamento do
trimesxe vencido de abril a junho, s amas que se
apresentarem conduzindo as crianzas que Ibes fo-
ram confiadas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cife, 10 de junho de 1871.
0 escrivao,
______________Pedro Rodrigues da Sonza.
Santa casa de misericordia de
Recife.
A tilma, junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife tendo de fazer as obras de
que precisan) os predios n. 37 da roa da Moeda e
2 a 13 da roa do3 Burgos, pertencentes aos esta-
belecimentos de earidade, contraa taes obras c >m
quem por menos preg> se quizer encarregar de
effeclna-las mediante certas condicSes, para o que
devero os preteodentes dirigir suas propostas
mesma juota afim de terem apreciadas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 10 de junho de 1871.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
No oa 16 do cr rente fiada a audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de orpbos tem de ser arrema-
tados os dominios director dos terrenos, na ra
Nova freguezia de Santo Antonio, pertencentes ao
casal do finado commendador Thomaz de Aqino
Fonceca, a requermento do inventarame com
anuencia de todos os inleressados, os pretenden-
tes dirijam-se ao porteiro do juizo para verera as
avaliacoes.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misarjcordis do Recife manda fazer pnblico que
na sala de suas sessoes, no dia 13 do mez de julho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quem mais vaniagaos ollerecer, pelo tempo de
um a tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Prdre Floriannc.
Casa terrea n. 45.......1805000
Casa terre? n. 63.......205*000
Becco das Carvalhas.
Casa terrea n. 5........120*000
Ra das Calgadas.
Casa terrea u. 3t 0 a 1325000
Ra do Senhor Bjra Jess das Crioulas.
Casa terrea n. 8.....o 241*000
Ra do Calabouco.
dem n. 18........320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares a 26 ... 302*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73 ...... 211*000
Ra da Gloria.
Casa terrea n." 61.....240*000
Becco do Abreu.
Sobrado de 2 andares n. 1. 400*000
Ra do Bom Fim em Olinda.
CMft terrea n. 11...... 96*000
dem n. 12........ 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
r Ra do Rangel.
Casa terrea n. 56. 3 400*000
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 26 367*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 21 andares n, 14 1:200*000
Ra oa Sanzala velha.
Ca terrea n. 18.....241*000
dem n. i. 6 '. 208*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n." 101.....203*000
dem idem n. 100.......204*000
dem n. 110........20o*0(K)
dem n. 104.......201*000
dem n. 99........360*000
Ra do Burgos.
Casa terrea n. 19.....150*000
laem n. 21........151*008
Ra larga do Rosario
Sobrado, 1. andar n. 24 .... 402*000
Sobrado primeiro andar, n. 24 A. 900*1)00
Lija do sobrado n. 24...... 1:807*000
Primeiro an-lar do dit .o 402*000
Os preteodentes devero apreentar no acto da
jrremataco as suas Bancas, ou comparecerem
icompauhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
:f, 26 de junho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperado
al o dia II do corrente o vapor
Armo, commandante o 1 l-
ente Jos Candido Duarte, o
qual depois da demora do cos-
tume seguir para os do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se i
carga que o vapor poder conduzir, a qual deven
ser embarcada o da de ana chegada, encom-
nendas a dinheiro a frete at s 2 horas da tardt
de sua sabida.
Nao se recebem como eocommtndas sano ob-
j setos de pequeo valor, e 'que nao e-ieedam ai
arrobas de peso ou oilo palmos cbicos de medi-
co. Todo que. passar Oestes limites devei ser
embarcado como carga.
Previoe-se aos Srs. pass'ageiros que snas passa-
gens s se recebem na agencia, roa da Cruz
n. 57, escripiorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C
PARA O
ARACATY
Segu com brevidada o biate A'oeo fnveneivel:
para cargas e passagens trata se ra do Vigano
o. 14. I* andar, esciiptono da Jos Lopes Davim.
O eapito E. HeDrsheim do navio norl* alie-
rao Courrier precisa fretar um navio de 1* cas-
se ou praca neuessaria em quaiquer outro ; afira
de poder reembarcar 6 KM) conros seceos pouco
mais ou menos, 4000 cbifees e 11 fardos eom reta-
lhos dos mesmos, tudo procedente do Rosario com
destn ja Barcellona em di rn tura. Olleras em car-
las feixadas subscripladas ao capilo, devendo po-
rm serem entregues at o dia 13 do crlente no
c instilado allemo.
Para a Baha
recebe carga a frete commodo o patacho italiano
Margante : quem nelleqoizer carregar pode di-
rigir-se ao escripiorio de E. A. Burle & C. ra da
Cruz n. 48.
PARA'
Para o indicado porto pretende seguir com bre-
vidade o patacho portuguez Garibaldi por ter a
maior parte de seu carregamento, e para o resto
que Ibe falta, que recebe a frele commodo. trata
se com o consignatario Joaquim Jos Goocalves
Bellro ra de Commercio o. 5
Para Lisboa
o brigue portuguez Cotete, capillo 1. i. da Costa,
vai sabir eom brevidade por ter prompta a maior
parte da carga : para o resto qne Ihe falta trata-
se com os consignatarios E. R. Rabello & C, ra
do Commercio n. 48, on com o eapito.
PAR.la
O patacho oorte-allemo Mathild, segu para '
oorly cima, recebe carga a frete commodo: a traf
ar c om Joaquim Gerardo de Bastos, a ra do Vi-
aria u. 16, primeiro andar, escripiorio.
com AIHI %
DAS
Mes^egeries maritimes.
No da 12 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Gironde, commandante
Somer, o qual depois da demora do costume
seguir para Bordos, tocando em Dakar (Gore)
Lisboa.
Para frates e passagens, trata-se ua agencia,
ra do Commercio n. 9.
THEATRO
Sociedade dos artistas
Terca-feira 1] de julho
Me nao chegar o Tapor francez
qne se espera dos portos do
sul, lera lugar a pedido
de multas pessoas,
mais urna representaco
DA
Opera em quatro actos.
COMPANH1A FERInAJIBCANA
DE
Navegando costea por vapor
MamaDguape.
O vaper Corurtpe, com-
mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 12 do corrente as 5
boras da tarde.
Recebe carga at o dio
II, encommendas, passageiros e dinheiro a frea
at o dia de sua sabida : escripiorio no Forte de
Mattos n. 12.
cmpanh1a pernambucana
:de
Vavegaco costeira por vapor.
Parahyba, Nata!, Maco, Mossor, Ara-
eaty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapima commanfen
te Azevedo, seguir para os por-
tos cima no dia lo do corren
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 14, encoininenda-.
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas di
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte di
Mauos n. 12.
LEILOES.
LEILAO
DE
dividas, na importancia de
,0:961#500.
O agente Puntual levar leilo pela segunda
vez, por mandado do Illm. Sr. Dr. joiz do com-
n ercio, a requerimeoto dos curadores fiscaes da
masa -fallida de Jos Antonio da Costa Valente,
as dividas pertencentes dita massa na importad-
ca de 10:?*!J500, e mais diversas letras que
nao se aeham comprehendrdas no mandado :
HOJE
ao armazem da. ra do Imperador a. 16, s 11
horas.
Hermsbeim. eapito e proprietario da escuna nor-
te-allema Courw, lotaco de 116 toneladas ou
cerca de 14,000 arrobas de carga, e da qual sao
coosigoatarios Uenry Forsier & C, em i'resenca
do Sr. cnsul da Allemanha, nesta cidade, e por
conta e risco de quem pertencer, da dita escuna,
com toda sua masireaco, veame completo, anco-
ras e rorreles, lancha e bjle e mais pertences
al qual se acha no ancoradooro d'este porto, onde
aportou em 11 do mez.prximo pastado arribada
com agua aberla no proseguimento de sua viagem
do Rosarlo de Sania F com destino Barcelona :
Quinta-feira
a meio dia em ponto, no. lugar da Associacao
Commercial d'esta pra^, podendo .- pretendeoles
examinar com antecedencia a escuna no lugar
onde se acha, como o respectivo inventario emj
mo de referido agente.
LEILAO
Constando qne o Sr. Johnston Pater & C tinbaiu
requerido fallencia aos Srs. Marques Santos & i;.,
perguota se, qual ser o Incro qne lera os Srs
Johnston Pater & C t s para tazpr mal aos ou-
tros credores ? em tempo oppwrtono o Sr. Pater
ha de ter a resposta, e ss arrepender da requerer
fallencia. Todos s negociantes (testa praca.sabem
perfeitamente que com fallencia nada se lea da
lucrar, e'sim tudo a perder. Constando mais ser
os Srs. Pater C. credores de nina diminuta
quantia, eis a razan, pela qnal, requerem falleaeia,
s com o lim de daram grandes prejuizos aos mais
credores, e que alguns leem grandes e avnUadas
qnantias. A Infdlieidade desta prar, i nao ter ne-
gociantes qua apreciem a crise p >r que temos pau-
sado e estamos passaodo ; e no meio da tantas
calamidades quer o Sr. Pater fazer o que Iba con-
ven), e nao tendo em vista os inters) dos vais
credores. Nao se engae, qne bole cote muitas
pedras.
Os abaixo assignadu* declarara ao respeita-
vel pnblico, e com especialidad? ao orno do com-
mercio, que nesta dala dissolveram a sociedade
que linbara na taberna sita a roa Direita o. 36,
sob a firma de Goocalves & Oliveira, foando o ac-
tivo e passivo cargo do socio Oliveira.
Recife, 8 de julho de 1871.
Jos Mara Gonrihn Ptrtira.
Joaquim Jos de Oliveira.
IK MOVEI*
LOUCA, CRYSTAES. OBAS DE PIUTA, OBRAS
DE OORO E RELOGIOS
A SABER :
Um piano forte, urna mohilia a Luiz XV, urna
dita de Jacaranda com I sof, 2 consolos com pe-
dra, 2 eadeiras de bracos e 12 de guarnirlo, qua-
dros, cadeiras de balance, 2 bancas de ioge; 2 *
pelhos dourados, candieiros a gaz, jarros para flo-
res, bracas para cortinados, tapetes de salas,
cama fraoceza, 1 toilele de Jacaranda, 1 lavat-r i
com pedra, 1 commoda. 1 lavattrio, 2 marquezas
e 2 cabides.
Urna mesa elstica, 1 guarda-I mea. 1 aparador,
1 sof, 12 cadeiras, 1 apparelh de lourja para
cha, 1 dito para jantar, copos, clices, garrafas, 2
duzias de facas cabos de marlim, 2 relogios de
mesa. 2 cadeiras de abrir, 11 ditas de guarnicao,
1 mobilia de aroarello e rauitos outros objectos
sexta fe ira 14 do corrente
Na ilha dos Ratos, casa junto estaco dos trilhos
Urbanos do Recife Olinda.
u agente Pinto Uvar a leilo por conta e risco
de quem pertencer, os objectos ocima menciona-
dos, os quaes sero transportados para a casa su-
pra mencin ida, a qual est para alugar-ie. O
leilo ter lugar no da sexta-feira 14 do corrente,"
devendo ter enrueco as 10 horas.
DE
Urna grande bandeja de prata, salva? e co-
lheres lambem de prata, relogi is de ouro
e prata para homens e seDboras, adere-
eos de coral, ditos de ouro com pedras
finas, perolas, cazoletas de ouro e ami-
tos outros objectos
Sexta-feira 14 _do corrente ao meio dia em ponto,
e em eontinuaco ao leilo de movis que deve
terlngar na casa da iba dos R.tos, por interven-
co do agente Pinto.__________
LEILAO
DE
dous bons engenhos
A 38 do corrente.
Por ulterior despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de
direito especial dn commercio d'esta cidade, re-
quermento dos administradores da massa fallida
de Siqueira & Pereira, o agente Oliveira expor
nevamente a leilo publico, os bem coohecidos eu-
genhos denominados Jussra e ilon'e SOuro,
ambos sitos no termo de Ipojuca d'esta provincia,
os quaes foram penhorados por execn^o de ditos
administradores viuva e herdeiios do Dr. Igna-
cio Nery da Fonseca, e adjudicados indicada
massa :
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia em ponto, no esenptorio do referido
agente, ra da Cruz n. 53, primeiro andar, onde
se dar previas informacoes.
VISOS DIVERSOS
Luz e progresso.
Com este titulo sal ira o mais Brevemente pos-
sivl um jornal, no formato do Correi Pernam-
bueano e provisoriamente urna vez por semana,
cojo fim promover especialmente os inieresses
do commercio e d'agricultura, das industrias e das
artes, e tudo quanto possa interessar ao melhora-
mento do paiz, menos a poltica que nao ter in-
gresso em suas coluanas.
A falta de am jornal desta-ordem se tem torna-
do bastante sensivel provincia, e presumimos
que, todos aquelles que concorrerem com o pres-
tigio de suas luzes e de suas assignaluras para
sua sustentaco e maior brilhaniismo, prestaro
um relevante servico ao paiz, as circunstancias
em que elle se acha.
Subscreve-se nos escrmtonos das associagdes
Commercial Beneficente. Commercial Agrcola, da
Sociedade dos Artistas Mechaniccs e Liberaos, em
todas as livrarias desta cidade, as papelarias dos
Srs. Paula Uonteiro e Cerdoso Ayres, e na typo-
graphia Mercantil, ra do Torrean. 10, razo
de 3j por trimestre, pagos adiantados entrega
do primeiro numero de cada trimestre.
Campanho & Guimares, avisam ao respeta-
vel corpo commercial que julgando nada deverem
nesta praca nem fra della, por i3?o partecipam
a quem se julgar credor dos mesmos a apresenlar
seus documentos no praso de 3 dias gara cerera
pagos assim como quaiquer transaeco particu-
lar com Antonio M riius Cam.anho.
9

Jezuino Ferreira da Silva, Francisco de Paula e
Silva, Hermino Ferreira da Silva, Jos Ferreira da
Silva, Manuel, do Nascimento Silva, Olyropo Silva,
Ovidio Ferreira da Silra, Americo Ferreira da
Silva, Leopoldmo Ferreira da Silva, Vicente Silva,
D. Francisca Hermogenes Lins Siriana, D. Eota-
lia Candida de Souza Peixe, Mirandolina Amalia
da Silva Guimares e Seus cunhados Jlo Car-
neiro Lins Suriano, Jos Bernardino de Souza Pei-
xe, Joaquim da Silva Guimares, convidan a seus
parentes e amigos para onvirem a missa do sti-
mo dia na' matrt da Boa-visu, por alma do seu
maito presado irmo Antonio Alvaro Ferreira da
Silva no da de quarta-feira 12 do correte pelas
7 horas da manha.
tHMRj
Farpas
?
Chronica mensal publicada em Lisboa, por
Ramalho Ortigao Eca de Queiroz.
O numero de maio acaba de ch?gar Acha-se
venda por IjGOO rs. na Livraria Pranceza.
jt Precisase de urna ama forra ou escrava
para urna casa de ponca familia : na ra do Ba-
ro da Victoria, antigi ra Novan. 52, primeiro
andar.
Sociedade C U C.
Permuta se oa freguezia de Santo Antonio
urna expeliente casa terrea com bons eommodoi,
quintal agua do Prata, por um sobrado da um
s andar, ou pelo 1* andar, com tanto que seja en
boa ra : a tratar na praca da Boa Vista a. :>.
t' andar. __________________
Na ra Augusta n. 43 precisase de ama
ama de meia idade para ir para o mato em com-
panhiade um hornero solieiro.
Caixeiro
Quem precisar de um menino com alguma or-
tica para caixeiro de taberna, dirija se a ra Im-
perial o. 5, 2 andar.
Os abaixo assigoados pelo presente declarara
ao respeitavel corpo do commercio, que dissolve-
ram amigavelmenle a saciedade que existia oa
loj i de miudezas sita roa da Imperatriz n. 86,
debaixo da firma social Dias & Molla, (cando o
socio Jos Bernardo da Mjtta com e activo e abr-
gado pelo passivo da extincia firma, e deionerado-
de toda e quaiquer respoosibilidade o ex-tocio
Manoel Joaquim Das. Recifd 7 de julho de 1871.
Maooel Joaquim Das.
Jos Bernardo da Molla.
O abaixo assiguado declara ao pubuco e priu-
cpalmente ao corpo do commercio, qne deixon da
ser caixeiro do Sr. Antonio Fernandez Ramos da
Oliveira; assim como, lambem declara qne fica
sem effeiio urna procuraban que o mesrao senhor
me passou para tratar da cobrancas e tudo o mais
que conttnha na dita procnraQo; out-osini, mulo
agradeco ao mesmo seobor o bom tratamento que
deu-me durante o lempo em que eslive em sua
casa.
Recife, 8 de julho de 171.
Joo Goncalves Rodrigues Franca Sobrinho.
Grande reducci5 depregos..
O abaixo assiguado estabelecido com casa
de peonares travessa da ra das Crozes
n. i, resolved reformar a tabella dos jaros
das transaecos efectuadas em seta casa,
desta dala em diante, assegurando a todas
as pessoas, que alm da garanta que offere-
ce seu estabelecimeato, acredita, qoe todos
Scaro contentes com o mdico premio qne
pagaro, sem terem eai risco suas prociooi-
dades dadas as vez"S,|a agiotas semalados,
qoe as vendem oo (im do prazo ajustado,
sem mais formalidade alguma.
Aioda mais as pessoas que tiverem cete-
las vencidas a quizerem evitar que seus ob-
jectos sejam vendidos em leilo, venban re-
formabas quanto antes, que aproveitarao
tamnem da reducen o des precos da data da
reforma em vante.
Recile 10 de julho de 1871.
Julio Isaac.
Precisa-se de
mero 31.
urna ama ua ra Beila nu-
AVISO.
Antonio Pereira de Oveira Maia tem para ven-
der em seu estabelecimento a ra da SenzaJa-no-
va u. 1, os superiores tamancos e chioellaa da
Porto, mandados vir por sna conta propria, eoi
grosso e a retalbo ; aprovetem, antes que sa
acabem.
Caixeiro
Precisase de nm caixeiro portuguez que tenba
pratca de taberna e affiance sua conducta : n/
pateo da ribeira n. 13.
ft.
8WTALT0IA
Nova resoluto
O Campos e.st vendendo os
seguintes gneros
E por que prepo?
Tudo to barato que admira.
. Manteiga em latas de nm kilo por 3JO00.
Carne secca (de carneiro) a 240 a libra e <
arroba.
Cebollas em resteas a 1*500 o cento.
Linguas escaladas a 200 rs. cada urna.
Ditas afiarabradas, todas as quartas e sabbados.
Carne e queijos do serto.
Linguas em salmoura.
Amendoas confeitadas e descascadas.
Fgos para as noutes de S. Joo e S. Pedjro. "
Tinla purpurina a 1*000 rs. a garrafa.
Simientes de hortaliza muito novas.
Charutos era grosso e a retalho.
O Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desta capital e seus suburbios que
o seu armazm um
Centro especial de novidades, no que diz res-
peito a
ACEPIPES
aos precos porque
i seus seeros, s ct
A vista.
Em quanto aos precos porque lera resolvido
vender todos os seus seeros, s com
. Vaatagem para os puis de
familia.
Urna senhora de boa moral prope-se a ensinar
a fazer flores com perfeicao, e bordados de tape-
tara, bem como outros de todas as quididades,
tzer croch e todas as qnalidades de trabalhos da
la, tudo cora delicadeza e goslo pelo dlmionto
prfci de ; EQnsaes ; tsmhem ecebe aigom
menina, moca ot mucama ijue queira lioar ^.n-
sionista. Na mesma casa tambero ensina-se piano
a alguma dessas meninas que queira apreader*
pois ha piano e bom mestre : trta-se ao 1* mr
do sobrado do pateo do Paraizi por cima-da toja
de alfaiate n. 29. tleando a escada oo becco.
Aloga-se o 2o andar es o dj sobrado da
ra das Crozes n. 9 : a tratar na ra ateas da
aatru de Santo Antonio n. 28, luja.
t


9~W
Diario il F'eruawbueo Ter;j eira 11 de Julho da III1


D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDigO
*ft Bit nO JBROI &
PASSAKDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de engenho e ontros agricultores, e empregadores de aia-
cbinismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o nova sortimento
completo qae ahi lem ; pois sendo ludo muito mais barato em preco do que jamis te-
nha vendido, est aioda superior em qoalidade e forlidSo ; o que com a iospeccJo pe-8
goal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATfENCAO Ao NUMERO E LUGAR DE 8UA FUNDICO
VfinnrAA A rnfafi l'flOTia dos a,s modernos systemas,e em
V apUxOB V IU liad U ag Ua tamaohos convenientes para as diver-
sas circumstancias dos senbores proprietarios.
Moendas de canna os tamaQh0S as me,hores que aqui
XOClaS Q6Ilta(laS para animaos, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
TVTafVh'miCTrinc Para maDdioca e algodJo,] Podeodo todos
JMM.a>%jUlUXBUX\JB e para serrar madeira \ ser movidos a m5o
"Rnmhflq (,5or agl,a* vapor'
iJUiuuao e patente garantidas..................Jou animaes.
XOQaS aS maCmnaS e pCC3S ,je qUe se cosioma precisar.
JtaZ C[Ual(|U8r COnCertO ,je macninismo a preco mal resumido.
PnrmQfi Ha fftftfYI tem as me,lj0re3 e mais Daralas istentea no mer-
Pnnnmmnnfaa _Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo von-
J2iHCOIllinoIlQaS tade dos clientes, lembranlo-lbes a vantagem de fa-
zerem soascompras por iotermedio de pessoa entendida e que em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.____________________________________________
CHAPELLERIE DES DAMES
Acaba de.cbegar a esteestabele:iment um completo sortimento de chapeos para
senhora s. de grande pbantasia ; tornam-se recommendaveis pelas bonitas formas e en-
feites. Recebemos tambem chapeos de merino para lulo pesado, fazenda de muito
nosto ; portanto reccmmendamos s excellentissimas senhoras que se dignem visitar
aofso estarwlecimento, que actualmente o que se acha mais bem sonido destes
rtigos.
RA DO CABUGA N. 12, i ANDAR._________________
PICHINCHA
Cbegou para a loja do Papagaio om grande e bonito sortimento de sedas avrada
de urna so cor; as cores 3o as mais modernas, e mais delicadas qne tem vindo 3
este ameredo, e vendem-se por prego muito barato : porque a porgo muito grande, na
oja do Papagaio, ra da Imperalriz n. 40, esquina do becco dos Ferrciros.
AMA
Precisa-sede nmaama
para andar com urna
crianca e fazer algum
servido interno : na roa
da Aurora n. 8i, segan-
do andar
Ama de leite.
Precisa se de nma ama de leite : na ra do
Queiraado n. 28, andar, hoje Mrquez Ce Ca-
xm,
Cigarros espe-
g ciaes e fumop- *
do para cigarras
H e cachimbos o me-1
lhor possivel, fa-g
&bricado no Par
* por Jos Julio H
i Sampaio P i r e s. 1
m nico deposito em m
i PernambuQo, pra-1
H cia n. 39. loja de m
| Porto & Bastos.
E4RITIM0S
E
CONTRI FOCO
A companbia Indemnisadora, establecid;
oesta praca, toma seguros martimos soba
cavos e seus carregamentos e contra fogc
em edificios, m rcadori, s e mobilias : n
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
- hna do Trapiche n, 5, Io andar.
Saeca por todos os paquetes sobre o banco di
atrntio, era Braga, e sobre n matates lagares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Val enea.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Vieo.
Vila o Conde.
Arcos de Val de Ve:.
Vianna do Casteiio.
Ponte do Lima.
Villa Iteal.
Villa-Nova de Farnecic.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vasca! (Valpasso).
Mirandeila.
Beja.
Barcellos.
Cunlia Manta, vendem a
ra do Masquez de Olin-
da d, 40, o S'jguiute :
VIOTO XEREZ -uoerior, em caixae.
CONai: MARTELL dem.
VINHO DOREFAUX. i em.
AZMTB DOCE REFINADO.
^INAfiflE BRAN O, i;-
CAF DO CSA3.\, 'tKM.
m

A MU AFAMADA
AGA DE FLORIDA,
DE
IRRAl <2t I. V\W \\.
He o mais delicado e mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando anda na sua floretg
cenca e fragancia natural. Como ummeio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabera, nenosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias decidenteca s hystericos; de
summa efficacia e nao tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mis
agradavel e excellente, dando aos dentes.
aquella alvorae aperolada apparencia to
altamente apreciada e desejada pelas Se
nhoras.
orno um remedio conira o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua supe-
rioridades sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda i
qualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feicoes do bello sexo; devera-
se usal-am'um estado de dilluicSo, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feiges trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agca e Florida de Mrrat d
Lanman.
As imitaces que se tem feito na Franca.
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precaucSo
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
A Genuna
AGUA DE FLORIDA
DE
MURRAY & LAPtMAN,
A qual preparada smente pelos nicos
Proprietarios,
LANMANN 4 KEMP, DE OVA YJRK.
Acha-se venda nos estabelecimentos dt
P. Maurer & C., J. C Bravo 4C, A
Caors, B. M. Barboza, Bartnolomeo d C
Companhia Al lianpa
DE
seguros martimos estabelecids
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Re. 2,O0O0O#O00.
Toma seguro da mercadonas e dinieiro a risa
a)*rrtimo em navios de veil e vaporas para den^
:ru e lien do saperio,' Apen'i i ::. do Coro-
mereja i 5, Koptorio de J:;^..a -? fr.Th
taita CdtrSo.
Fotojraphia imperial
CALERA B P1WTLRA
DE
/. Ferrara Vltla
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
aovo estabeleciroento photofraphico sito ra do
Cabnfri n. 18, esquina do pateo da matriz. Ostraba-
Ibos qae desde entao, tem sabido de nossa officina
.em geralmente agradado, sendo reeebidos por
Uguns com admiracao pelo extraordinari i pro-
fresso qne ltimamente tem lido a pfaou grapbia,
t por outros com alegra, por verem a provincia
iotada com am esbeleeimento diguodella, e in- inrren t da xMe
wntesuvelmente o primeiro que nesse genero ai*8 aioeiie que morrem antes da veiDice
A VERDADEIRA E GENTJINA
SALSA-PARRILHA DE AYER
EM ACqO
A molestia ou iolecco propriamente co-
nhecida pelo nome deESCROPHULA
um dos males mais prevalientes e uoiver-
saes que ha em toda a extensa lista das en-
fermidades de que soffre o genero huma-
no : disse um celebre escrptor da medi-
cina qae < mais de urna terca parte de to-
tambem nao nos poupamos em consa, s5o victimas, oo directa ou indirectamente
da escrophula : por si oao lio distrui-
ftoje possne
ilguma para monta-lo no p em qne se cha, es-
perando qae o publico de Pernambaco siber
ipreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
:rificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacinnaet
e estrangeiras que gostam das artes, oa ttverem
aecessldade de traba Ihos de photographia a visi-
larem o nosso esbeleeimento, qae estar sempre
iberio e sua diiposicio todos os dias desde ai 7
bohas da manhaa ata as "da Urde.
Para os trabalhos de j-hotoprapbia possuimoraia
rersas machinas dosmelhores autores francetes-
nglezes e ailmeraaee, cerno sejam : Lerebcurs et
Secreun, Herma gis, Thomai Ross, Voigtlander et |
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres nova
machinasi sendo urna deltas propra para tomar
tobfe omesmo vidro 4 oa 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a II imagens diversas e
igualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia podereraos retratar sobre
ama nica cbapa at 8 pessoas diversas e sola-
das- pan candes de visita, e assim em menas de
: por
lira, porm a principal causa de mokas
outras enfermidades que nao Ihe sao geral-
mente attribuidas.
urna causa directa da putysica pulmo-
nar, das molestias do figado, do estomago
e affeccoes do cerebro:entre os seus
numerosos symptoraas acbam-se os seguin-
tes : falta de apetite, o semblante paludo e
as vezes ochado, s vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarellento
masclos, digestSo fraca e apetite irregolar,
falta de energa, ventre incbado e evacua-
do irregolar;qoando o mal tem seo as-
sento sobre os pulmes, urna cor azulada
mostra-se em roda dos olhos ; quando ata-
ca os orgios digestivos, os olhos tornam-se
avermelbados, 0 balito ftido, a imgua car-
regada, dores de cabera, tonteiras, etc.
as pessoas de disposigao escropbulosa
apparecem frequentemente erupces na
pelle da cabeca e ootras partes do corpo,
sao predispostas s affeccoes dos puimoes,
do figado, dos rios e dos orgios digestivos
e uterinos.Portanto, nao smente, aquel-
los que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escrophula que necessi-
tam de proteccSo contra os seus estragos;
mas sim todos aquelles em cojo saogue
existe o virus latente deste terrivel flagello
(e s vezes hereditario) esto expostos
tambem a soffrer das enfermidades que
ao redor da bocea: fraqueza e moleza nos
A SALSA-PARRILHA DE AYER
elle cansa, que sao:A phlysica, leer-
coes do figado, do estomago e dos ros;
eruptoes e enfermidades eruptivas da eu-
tis ; rosa oa erysipela ; b o r bu I has, pasta-
las, nascidas, tumores, ulceras e cbagas,
rheumatismo8, dores nos ossos, as costas
e na cabeca, debilidades feraininas, flores
brancas cansadas pela olceraco interior, e
enfermidades uterinas, bydropesia, indiges-
tan, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pulmes a escrophula prodoz tober-
cnlos e finalmenteconsampeo pulmonar:
as glndulas ella prodoz mcbaces e
tornam-se ulceras: nos orgaos digestivas
causa desarraDJos que prodozem indigestSo,-
dispeptia molestias de figado e dos rins :
na pelle prodoz erupces e affeccoes cuta-
oeas.
Todos estes males, un do a raesma or-
gem, carecem do mesmo remedio, a saber:
purificar e fortalecer o sangoe.
E' composta dos antdotos mais efficazes
que a ciencia medica tem podido deseo-
brir para esta molestia assoladora e para a
m quarto" deshora despacharmos^8 dirTeremes cara de todos OS males provenientes della,
pessoas que pecam cada urna, urna duzia de cartoe* contm virtudes verdadeiramente extraordi-
narias e est provado incootestavelmente
pelas curas notaveis e bem coobecidas que
sais oa menos, com os seus retratos smente, on
am grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
feitura dos trabalhos de photographia di- tom feito detumores, eropces cutneas,
lando pencia e talentos do distincto pintor
itlemo, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabalhos de pintura, a aquareia, a oleo, e a
pasteL
O Sr. Roth acba-se ligado a nossa empresa por
ima escriptura publica, e at o presente tem-se
lesvellado na execucio de seus trabalhos.
No nossoestabelecimer.to acham-se expostos on-
tros trabalhos imporzantt s do Sr. Roth, tanto em
niniaturas aquarella como oleo, retratos
)leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
amnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentado de igrejas oa capellas. Tam-
sem aceitamos encommendas de quadros histori-
OS.
Asseguramos que os preces dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui raseaveis.
1AKTES DE VISITA NAO COLORIDOS A IO(JOO A
DZU
CA.RT5ES de visita COM o colordo ao natu-
ral A16000 a dzu
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 201000 cada um, indo convenientemente en-
:aixilhado em moldura dourada e regulando o
justo da pessoa retratada de 3 & pollegadas e
do o quadro palmo e meio de tamanbo.
Julgamos que bastarlo os presos cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
tstablecimento, quanto sua perfeicio cada um
'enha julgar por sens proprios olhos.
As melbores horas para se tirarem retratos no
iosso estabelecimento sao das 8 horas da machia
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da urde
im casos especiaes pode-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chava, on por temp sombrio po-
temos retratar, e asseguramos que esses dias sao
_>s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela doenra e persistencia da luz, e j* r termos o
nosso terraco construido com taes proporcoes e
melhoramentns, qae anda chovenuo jorros ne-
hum inconveniente ba para fazer-se bellos re-
ratos.
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erysipelas, borbuihas, nascidas, cbagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
qoando causada por depsitos tuberculosos
nos palmees. Debilidade geni, iodigestao,
fypbiiis constitucional, e mdestias mercu-
riaes, molestias das molberes, ulceracSesdo
otero, a nevralgia e convulsoes epilpticas,
e em somma, toda a serie de enfermidades
qae nascem da impureza do sangue. Vede
as certides no almanak e manual de sade
do Dr. Ayer que se distribue gratuita-
mente.
Este remedio o fructo de loogas e la-
boriosas experiencias, e ba abundantes pro-
vas das sua} virtudes, posto qoe offere-
cido ao poblico sob o nome deSalsa-par-
rilha, composto de diversas plantas, al-
Vende-fe em todas as boticas e drogaras do mundo.
W. R. Casseh $ C.
Agentes geraes.
gumas das quaes sao superiores raeibor
salsa-parrilha no seu poder alterante.
Avisto.As preparacfos do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attencao ao
clima dos trpicos e tem modificaf&es im-
portantes sobre as que sao feitas para ou-
tros paizes. Portanto, o poblico dever
notar, e com cuidado, para que nao seja
Iludido, qoe os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil trazem
rtulos e envoltorios com a deseripc3o
minuciosa para a sua applicacao na lingua
portogueza, e nao na ingleza.
1IIWIII
41 BA DO IHIIO DA VICTORIA- 41
Neste novo armazem tem um
variado sortmiento de fazendas
francezaa, ingleas, allemSas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gatemiras inglezas,
francezas, de todas as
qnalidades, brins de
;res e brancos, colei-
rinhos modernos, cba-
ooa de sol de seda,
Snos.
AMUDA IRMAOS.
RA
Barfio da victoria
antiga raa
1VOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande
ofOcina de alfaiate, montada con>
todos os preparos qae ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qne
pela sua promptid'o e perleicao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos o&
amachos para bomen
meninos.
Por todos os paqne
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qne ba-
a Europa.
RA
D
Bario da Tin or
mlig rtn
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de sofirer nma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontualidade as encora-
nendas, finalmente em tudo afim de meibor servir os sens numerosos freguezes deixa-se de aununciar todas as fazendas, para
alo se tornar massante
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2-^2*


Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontes
& C, desta praca, previne quem interfssar pos-
M, que est promovendo a dissolu^ao da raesraa
ilrma, e entrar em -egnida Ba respectiva liqui-
dacao ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
firma reponsavel, e nem o annanciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissoluco e liqui-
daco.
Escripturaqo mercantil
Urna pessoa habilitada e que dispoe de tempo,
propoe-se a faier algumas escripias comraerciaes,
prometiendo asseio, exactidao e pontualidade :
3uem de seu prestimo se qaizer utilisar queira
irigir se a ra do Apollo n 51, pavimento terreo,
onde achara com quem tratar.
Na ra de S. Bom Jess das O lolas
n. t2, lava-se e engomma-se com asseio e
perfeicao; mais barato do que em outra
qualqner parte. _________
~ AlT
ROM
DYVETOT
>a mais importante fabrica de ch: pos deso do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resolveo se para acabar mais depressa em vender os productos da sua fabrica pelos pro-
cos seguintes: .
Chapeos de sol de seda para senboras e meninas a..'.................... 5^1000 era duzia descont de lo /
Ditos de ditos a baio a.........
Ditos, ditos e ditos finos a.......
Ditos,-ditos e ditos, de marim .
Ditos, ditos e ditos, para hornera
Ditos, ditos e ditos..
65000
8t5000
100000
100000
110000
Ditos, ditos e ditos de paragon...............................,...... 150000
Ditos, ditos, ditos de ditos......... ............................ 1G0OOO
Ditos, ditos e ditos cabo de marfira.........,........... ........... 170000
Ditos, ditos, ditos e ditos......... ....... ...................... -180000
Ditos de alpaca muito superior..................................... 40000
Ditos de merino.................................................. 60000
Ditos d'esgoiSo........................'........................... 6$ 00
Dit.is d'algodo para horaens e senhoras............................. 0000
dem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem..
idem idem
dem idem.
idem idem.
dem idem.
idem idem.
dem idem.
dem idem.
dem 5 %
AVISO
nprado o^spo-
gii
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
Os abaixo assignados lendo comprad!
lio do fallecido subdito portoguez Virginio Freir
MI PAMIIA
n. i, cooslanao dito espolio na sua maior totaiida-
de de dividas activas nesta praca e lora della,
vem pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio que quanto antes venham aju-iar e
saldar as suas comas, afim de evitar incommodos
e despezas. Recite 19 de junho de 1871.
Gama & Silva Brito.
americana a ra dos Pires n. 43, contina a fazer
pao e bolacna de farinha especial de l* sorte para
melhor agradar a seus freguezes.
Precisa-so de um criado
tratar na roa Nova, loja n. 7.
para um sitio : a
Preci^a-se de urna aiua ou d urna
escrava para cozinhar e engommar pa-
ra pouca familia : na ra da Snledade
n. 32, ou ra da Cadeia do Recite bu;
mero 11, loja
Jos Ribsiro de Vasconcellos, sua mulher e ?eu?
i'ilhos mandam rezar no convento de N. S. do Car-
eno, desta cidade, urna missa por alma de eeu
| sempre chorado pai, sogro e av Jos Ribeiro de
Vasconcellos. pelas 7 l\i horas da machia do dia
111 do correte, segundo anniversirio de seu pas-
9amento. Roga aos seus prente* e amigos o ob-
i sequo de assistirem a e>te acto de religio e ca-
ndada pelo qae Ihe serlo eternamente_gratos.
Reformas de cau-
telas.
0 gerente da casa de peohores tra-
| vessa da roa das Cruzas n. 2, avisa a to-
I da- as pessoas que teem outelas venc-
I das, cajos premias nao teem sido pagos, i
I qne no praso de 20 dias venlum refor-
! ma-las, sob pena de serem seus penhores ]
vendidos em leilao.
Companhia phenix pemam-
bucana.
Os senbores accionistas sao convidados a com-
parecerem no escriptofto da companhia no da 13
do crreme a 1 hora da tarde, para em assemb'a
geral, ser resolvido o que convier avista do relaio-
rio das apurares realisadas no periodo lindo ei
30 de junho prximo iindo.
Recite o de iunho de 1871.
Pela companhia Phenix PernambucaD.i,
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
L. Antonio Siqueira.
Grande hotel central
ra iargai do Rosario Dame-
ro 31.
Neste muito cnohecido hotel se encontrara ex-
cedientes quarlos e salas para alugar, que ofJere-
cein commedos para familias, onde se enconira
nao s o maior, asseio e limpa,ccmo bom servico,
banhos fros e quintes e ludas as commodidade
indispensaveis vida' tudo por mdico preco. O
lugar central ern que este tobelecimento esta
collicado suficiente recoinmeudacao para ser
coniMrrido.
genero
nica ca^a neste
l-Kna Estrella do Rosario-14
Compra e vende roupa feit
nova e velha, bject cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Mugase o primeiro andar do sobrado o. 5
da roa Imperial : tratar no aniar terreo, 5o an-
dar. ,
omedorias
Precise de tuna ama floe enzinhe
aa oerfeieo e "eia df
na raa do Vigario c. 5.
A VI \ eo oerfeieo e -eia de h?a paCdosta:
CoWBU-M a fornecer comdoria.' psra hra, ns
ra?. esire>ia do Rosario n. 35, mitrado, mandando-
se levar almoco de 7 a 9 horas da r:ianhaa. e jan-
tar de 1 a U hars da tarde, confjrme a vontade
do assignante.
Aluga se um mulato de 18 annos de idade
a tratar na na da Paz n. 24. ___________
Desappareceu
No dia 6 do correte mez desappareceu da por-
ta do armazem do Sr. Bernardino da Silva Costa
1 Campos,' ca ra do Imperador n. 28, una besta
! rus**, com eangalha, suja, cauda aparada, ferro
: triangular, e urna roctura, pela qual liem co-'
necdi: q nlio CufileifO une ser bem rmoen.
A luga se
um sitio na Torre, cora exilenle -casa de vvenda
e bar:bo frente-desta no no, sendo ptima mo-
rada" para estraoaeiro i a tratr na ra do
n.29.
Pires
Bnl.ISH HOSPITAL.
The Treat-urer would thank the merchants ol-
ding ees belongog to tbis iustitolca 10 send same
lo c 38, ra d? Commerco.
M i da uva
J. 0. C. IV.yle faz publica que mudou o seu ar-
mazem do fsienda? da "ra do Gommercio n. *,
para a mema raa t> 38.
1T\jdx pt-sso habilitada propoe-.-e a farer al-
umas .criptas commereiaes. prometiendo asseio.
exactidoe pontualidade : quem desea presiro>
o. qaiifl" iilisar, queira se dirigir ao becco do>
Torres, i'aodar n^ U._____________________^
Cozinheiro.
Precisa se dp um bom cozinheiro : qum >
ver as (v-odi^r.is. dirija io i
praea do Gdm'm-rJii o. 2, pagase bem.

4
1 I


1
P*>
*f*rr
Dao ae l'eruambuoo Ten;a {ir* 11 de Julho de 1871.

Alu^a-se
),
-
\
Urna cas no beco do Fundi o. 5, entrada pela
roa da Gloria n. 43, boje roa do Marqoei de Al-
tmqnerqat: (rala/ na rna da Ituperaint, arma-
lema. 8. '.
Precisa-se da oloere* para o servi-
roa do Visconde de Goianna n. 157.
da Palma n. 3t.
Precisa-se de ama ama li-
vre on escrava, ijae coiiobe
bem e lave : tratar na i na
Precisa-se de urna mulber do jdade, para
tomar conta do por lio, e cuidar do servico
interno de duas pessoas: tratar na fabrica
de rap de Mearon de C, roa do Visconde
de Goianna h. 157.______________________
Aluga-se
a sata da frente, aleova e mi* algons qoartoe do
terceiro andar do sobrado n. 28, rna do Queima-
do : tratar na loja.
AVISO
Precisase le urna ama
forra un captiva para e ser-
vico de ama casa de ponca
familia : a tratar na rna do Bario da Victoria nu-
mero VI
\*\>
OiarH,
Tendo fallecido o propietarios da pbarmacia
estabellecida nesta cidade, ra do Barao da Victo-
ria n. 85, sob a Arma de P. Maarer & C, e estando
a proceder-se ao inventario dos espulios dos fina-
dos perante o consalado da Franca a qae perten-
cia um delles, e o da Snissa a qoe pertencia o ou-
tro, faz-se publico para conbecimento dos interes-
sados que com o dito fallecimenlo cessou a pro-
enracao qne tinha o Sr. Adolpho Rigord, o qual por
isso defzou a administrara.) do estabelecimento,
desde o dia 3 do corrente mez.
Omro sim, faz-se publico qne o Se. J. Kirchho-
fer, formado em pbarmacia pela facnldade da Ba-
ha, tica enearregado da admnistracao interina do
estabelecimento, e o Sr. Leonardo Knbn fica en-
carregido das eobrancas.
Ao mesmo lempo ruga-so aos devedores da dita
pharmacia queram quante antes saldar seus d-
bitos.
Pernambuco, 5 de jnnbo de 1871.
ja iH m Precisa-se de ama ama para co-
imlwllm. zinbar em casa de rapaz solteiro :
na ra do Crespo n. 20.
Aluga-se ou arrenda.se urna na fregaezia da
Boa-vista, no estado de logo se irabalhar, tambem
tem barreira para maadar-se tirar barro, caso
grade, e cofttrata-se : quem pretender dirjase
casa de escoltara em marmrea ra do Impera -
dor n. 10.______________________________
Preeisa-se de um menino oara caixeiro do
taberna : na rna do Bangel n. 67.
Na estrada de Joi Femandes Vmira n. i
precisa-se alagar um moleque, ou om preto velho.
Para casa de familia.
Quera se qnizer prover de ricos oratorios de ja-
caranda, obra do Porto, mu ito bem ftita, e com
imagens, sendo o preco razoavel : na rna doVi-
gario n. 27, escriptorio._______________
Attentflo
A' roa do Hospicio n. 28, andar terreo, se dir
quem da algum dinheiro a premio sobre hypoihe-
ca : de manba at 10 horas, a tarde das 3 em
diante.
LOJTA
DO
Precisa-se d um
roa do Ringel n. 9.
r.icliiaaa : na padaria da
. Aluga-se urna casa no largo da povoacao
de Apipncos, propria para taberna, por j ter tido
o mesmo negocio alguos annos: a tratar na ra
larga do Rosario n. 32, loja de -baratos.
PALACETE
Offerece-se urna ama de leite sera lilho a
tratar no oitaoda matriz de Santo Antonio n. 18,
Ia andar.
Precisa-se de alguns refinadores
Senza la-nova n. 30.
na ra da
Engommado.
Engomroa-se com perfeicao e promplido por
preco commodo : na ra d Jardim n 1.
Monte-pio portuguez.
GONSELHO FISCAL.
Sao convidados os senhores membros ueste con-
selho a se reunirem era sesso ordinaria no salao
do Gabinete Portuguez de Leitura na dia terca-
feira 11 do correte, as 7 horas da tarde. '
Secretaria do Monte-pio-portuguez em Pernam-
buco 8 de julho de 1871.
A. B. Nogueira,
Io secretario do conelho fiscal.
A' ra Direita dos Afogados, contiguo a ponte,
acaba de ser construid) um lindo predio todo a
moderna, ornado de figuras e a frente gnarnecida
de azulejos, est todo murado, tendo um grande
portao de ferro ao lado e gradiaraento por cima do
muro, tendo mais um portao que d para a esta-
cao da linha frrea ; alm dessas commodidades
tem mais um grande terreno cora 400 palmos de
comprimento e 100 de largo, todo murado pan
um exoellente jardim, e ao fondo um caes que
deita para a linha frrea, as cemmodidades in-
ternas da andar terreo, alm de ser toda canalisa-
da a gaz sao as seguales : 3 grandes salas, 2
grandes alcovas e 1 quarto, cozinha fra, sala para
engommar, quarto para criado, cocheira para um
carro ; no 1* andar, aim do solo, 2 salas, 1 ga-
binete, 2 alcovas, 1 quarto para despensa? e 1
grande trraqo cora 80 palmos de comprimento,
lodo eercado de grade de ferro que traz toda ci-
dade do Recife e o mar de baixo de viso, a casa
tola cercada de janellas e portas envidracadas
que contam-se 20 ao todo, ficando o caes a borda
da camboa que de vi de cora a estrada de ferro, on-
de se toma baohos salgados e chegara canoas : a
tratar na loja de joias, Cora cao de Ouro, ra do
Saboga,
Boa recompensa
Perden-se urna caxa de tarturuga branca, apa-
relhada de ouro cora as iniciaes I B. L. quem a
liver achado, darija-se ra Direita n. 21. pri-
meiro andar.
Trar
Continuando a recalctar alguns individuos,
contraventores na celebra cao do Divino Sacrificio,
sera estarera aevidamente' paramentado', poster-
gando d'esl'arte a pastoral, exarada no Diaria de
Pernambuco de 22 de maio, e Correio Pernamhu-
:anou mesmo dia, e annnucios inseridos nos re-
feridos jornaes no dia 28 do referido mez, oedi
mos a quem competir queira evitar semelhante
escndalo, dado com tanta publicidade. Permita
Deas que a dosm tentativa na<. seja baldada,
lira cathnMco asistente.
Na praca da iudepeudeucu n. 33 se da di-
nheiro sobre penboree de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na raesma
casa se compra e vende objeeto* de ouro e prata ;
igualmente se i.i toda e qualquer obra de en-
:ororoenda, todo e qualquer con:erto tenanle a
mesma arte.
CRIADO
Quem precisar de um, cuja conducta se alianca
queira ding-r m a rna 1* de Marco n. 19, loja
Precua-se de una ama
mero 31.
na ra ii-Ha uu-
Offerece-se i aiuguel urna mulata escrava
acostumada ao servido interno de jasa de famlia :
a tratar ra da Cadeia n. 33.
Caxorrinho
Desappareceu no dia 3 do cerrente, pelas 10
horas da manha ; da ra Augusta n. 67, 2o an-
dar, um caxorrinbo preto de raca raleira, ps
amarello?. com o peiloril branco ; pessoa que
entregar ou ar noticia na me*ma casa, ser ge
nerosamente recompensado,
Antonio Caore tendo de lazer una viagem
para Europa, deixa por seus procuradores os Srs.
Carlos Leclre e Demasi Rouquayrel.
mmmmmm m wmmmm m
ADVOGADO 8
(| De. Joaquim Correa de Aravjo
67Ra do Imperador67
ai*^- iMii a^^v w^^*& ^"^#* ^^%^* a^^u xe^^v b^^m* fc*-*^** *^^p^ ** ^ wr^^m ^sbu
AVISO
O abaixo asignado dec'ara que seu caixeiro
Luciano Mauveroe retirou-se de sua casa v. dia
16 do mez proxim passado sem previo avian e
sera ter prestado as devidas contas, pelo que nao o
considera mais seu caixeiro e nem se respoasabi-
Ij; por qualquer debito ou transacc que elle
por ventura teuha felo em uxne &> mesmo abai
xo assignado, oqoal pagava-lhe mensalmente seus
ordenados, sendo que kiIh receben relativamente
ao mez nl.imo mais do que havia veocide. Recife
3 de julho de 1871.
,uiz J.is Pereira Siaioes.
Massa fallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos 4C.
fte(imo dividendo
Paga-se o seumn dividendo a razo de 2 OKI, to-
das as quiDlas-feiras das II horas da manha a 1
da tarde, no escriptorio da ra do Vigario d. 13,
J" andar.
Costuras e modas
As Exmas Sra. que quiierem irajarcom
gosto e moda, possoit vestidos cortados
segando as rearas '-'arle, cosidos cora per-
fe'c5o, e guarnecidos cora chiquismo e se-
goodo os modelos das modistas mais afla-
madas da Europa ; rtinjam-se roa do Ba-
rl da V.ctoria u. 67 no Io andar. D.
Urraca Canegal. Garntese moitapromp
lidio, e presos mais baratos do qne em
ontra parle.
RECIFE 13 DE JULHO DE 1871.
1 Sotiedaie.BBB g
C.4S1 DA FORTCRA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
\ roa Primeiro de Marco (outr'ora rna di
Crespo) n. 23 e casas do coslume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos le
lizes bilhetes djus leicos n. 37o0 com 900'i00, um
terco n. 99o corn 200i00, nm inteiro o. 2113 com
lrJOOOO e o n. 6 com 100, sendo um de dou
itcos e um de um terco, e oulras sortea de 404
e 204 da lotera que se acaboude extrahir (19S"),
convida aos possnidorea a virem receber nacon-
formidade do cog'.ume sera descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos O
7." Darte das loteras, a beneficio da nova igreja
deXossa Senhora da Penha (199.'), que se extra-
hir qnnta-feira 13 do corrente mez.
PRECOS.
Bilbete inteiro 64000
Dons tercos 4*000
Um terco 24000
Era porcao de 1004000 para cima.
Bilhete inteiro 54400
Das tercos 3460O
Um terco I48OO
^^^^^^^ Manoel Martins t'inxa.
Leonardo de Siqueira
Cavalcante
chamado 1 rna t Mrquez deOHnla n. i-'!.
TBLHOS
ttECIFE
DO
e Beberibe.
Este ramal de hora avante nos domin-
gos e vesperas de santificados a sua tabella
igual a de Olinda, observando qne s-
mente partir depois da partida dis trens
de Oinda.
Escriptorio da companhia de julho de
1871.
0 A. & Abren Porto.
fOFNA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, *
crivao na cidade de Nazaretb desia provincia,
favor de vir a ra do imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio qne V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira cnamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abril, e cala enmprio,
e por este motivo e de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e guaneo o senbor son
fiho se achava no es nesta cidade
AOS S.OOOjSOOO
sto venda os feliiea biihetes da lotera di
tama, na casa feliz do arco da Conceico, loja d>
ranves no Recife.
Aluga--e o segundo amlar c soiao na ra
Bweita u. 91: a ;rtar na loja de mesmo.
A pdatoa em coja casa estiver occulta a es;ra-
va Harcella, muala clara, de 30 annos de idade,
mais ou menos cabellos preos longa*, alta ma-
gra e mnito gaga ; tenha a hondade de leva-la
a casa n. 8. a ra do ly>nde rta Boa-vista, amiga-
mente roa Fortosa, qne ser bem gratificada ; do
contrario protestante proceder legalraente, contra
qualquer individuo que a Uoha em sua compa-
nhia, a titulo de ama iivre, com.i consia .ue se
acha era nma sata na fregaezia.de S. I >*", desta
cidade, desde o
lindo.
GALLO VIGILANTE
Roa do Crespo 1
Os proprielarios deste bem conherido estabele-
cimento, alm dos mnito* objectos qne tioham ex-
postos a apreclacio do respeitavel publico, man-
daran] vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa, nm completo e variado sortimenlo de
finas e mu delicadas especialidades, as qaaes es-
li resolvrdo* a vender, como de sen eos tu me
por priMs mnito baraimbos e commodos para to-
dos, com tanto que o gallo...
Muito superiores luvas de pelica, pretal, brna-
cas e de mni lindas cores. -
Muito boas e bonitas golllnhas e pannos para
senhora, oeste genero o qne ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coqnes.
Lindos e riqusimos enfeites para cabe;* das
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o qne pode haver
de raelhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marlim, sndalo e sso, sendo aquelk-s braneos,
com liados desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se
ohoras, as qaaes sempre se venderam por 304000
a dozia, entretanto qae nos as vendemos por 204,
alm destas, temos iimbem grande sortimento de
tuitras qualidades, entre as qaaes algamaa mnito
fiis.
Roas bengallas de superior canna da India e
casto de martina com liadas e encantadoras figu-
ras do mesmo, nesta genero o que de melbor
se pode desejar ; alm destas temos tambem gran-
de quantidade de outras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, sso, borracha, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbicotiohos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as treias.
Boas meias de seda para seniora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para faier
barba ; sio mnito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguraw sua qualidade edelicadeza.
Lindas e bellas capelias para uoiva.
Superiores agalhas para machioa e para croe"- -I.
Linha maito boa de peso, frouxa, para enw er
labyrintho.
Bons baralbos de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo lino.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras, dos melhores e mais coobecidos fa-
bricantes.
COLARES DE ROYR.
Elctricos magnticos contra as convalsoes, e
facilitara a deaticao das innocentes chancas. So-
mos desde muito recehedores destes prodigiosos
cellares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapore*, aflra de qoe nunca faltem do mercado
como j tem acontecido, assim como pois, poderao
aquelles que delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrarlo dale
verdadeiros cellares, e os quaes aitendendo-se ao
lira para que sao applicados, sejpendero com nm
mu diminuto lucro.
Rogamos, pois. avista dos objectos qae deixa-
roos declarados, aos oossos fregaezes e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis a loja
do gallo vigilante, ra do Crespo n 7.
UM IK) 1)10
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 ecasos
ro costuran.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre o-
seos muito felizes bilhetes a sorte de 3:0004000 em
um bilhete inteiro de n. 789, a sorte de 9004 em
em um terco de o. 3750 e um terco de n. 953 cora
a sorte de 2004 ; alm de outras surtes menores
de 404OOO e 2040OO da lotera qae se acabou de
extrahir (198)~ podendo seus noasuidores virem
receber, que promptamenie serao pagos.
O mesmu abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sea estabelecimenu
comprar os felizes bilhetes garantidos, qne nc
deixara de tirar qualquer premio como prova pelo;
mesmo annoncios.
Acham-se a venda os mnito felizes bilhetes ga
rantidos da 7* parte das loteras em beneficio da
nova igreja de N. S. da Penaa. qu sera exirabida
no dia quinta-feira 13 do corrente.
PREgOS.
Inieiro 64OOO
Dous tercos 44000
l'm terc^ 24000
De IOOiJOOO para cima.
Inteiro 54400
Dous tercos .I46OO
m t--r.;.i 14800
Joan joaquim da Costa Leita.
GASA DA FORTOSA _
RA i DE MARCO OUTU'ORA DO
CRESPO .N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptainente, corno cosluma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 244000
Meio 124009.
Quarto 64000-
vanf.el Martins Finza.
Cozinheira
Prec'sa-se de nma coz nketra qae uioa cub-
prjr com soas obrigaqSe r ba roa Daque de Ca-
xias n. 65.
Sociedade Liberal Uniao t-
neficentt.
Por ordem superior sao convidados os seohores
socios instaladores e effectivo a eomoarecerem
na nossa sede social as 6 1|2 horas da tarde do dia
12 do corrente, para, em assembla extraordina-
ria, tratar-se de materias imporiantes. Este convi-
te refere-se : aos quites e nao quites.
A ordem da discusso a legrante : juramen-
tos de socios approvados, se compareeerera ; dis-
cusso sobre os qne ss acbam iniciados gas penas
do art. SO d> 1 estatutos. Decretando a mesma as-
sembla, se antes nao satisuzerem o preceito de
sens compromisos:suas pena.
Secretaria da sociedde Liberal Uniao Benefi-
cente em 7 de julho de 1871.
O secretario,
Theophilo Pedro do Rosario.
Alogam-se duas casas, aendo ama casa ter-
rea atraz da matriz de Santo Antonio n. 12, e um
segando andar na rna de Lombas Valentinas n.
86 : a tratar atrat da matriz de Santo Antonio a.
28, sobrado.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasioi da tintura japoneza, e pagase a 80
rs cada nm : rna Duque de Caxias n. 30,
Mrquez de Olinda n. 51.
1,5500
10500
500
160
500
Piche
Compra-se piche em barra : no escriptorio:da
companhia pernambucana nj Forte do Matos Da-
mero 11
Porteo
Cemora-se nm portao de ferro, sendo j usado,
tendo 10 palmos de largara : a tratar na ,rua da
Imperatriz n. 60.
Precua-se de 1:2004000, dando-sepor segurao-
Qa urna molatinha com 17 anoos, e ama cria; co-
mo tambem urna afra de 400 pues de assucar,
dando o hypn becario 300000 logo ao passar a
esxriptuia, e o remaoecenie se ir recebendo em
quantias pequeas conforme as prfcsoes, obri-
-i.'.udn ?_e a rernetier todo o assucar : quem qni-
zer fazer e.sse negocio, derija-se a Magdalena, ra
do 1! imlim n. 31 A, |iadaria de Campos & Moreira
qne se dir 0 pretndeme.
Precisa-sede um caixeiro i>-ra taberna, de
14 a 13 annos, com pratiea : no pateo da Santa
Crur. na Bo-vi^ta, o. 2.
Precisarse de urna ama de raea
idade. e seria para ci zioiiar em.casa
de rapases soUro< : a tratar narua
da Madre de Dos n. 3i, Io andar,
casa de Cunta, Irmos
Companbia.
mw
das
meiro andar, da-se
nbeiro sobre penhores
deooro, prata ebrhan-
tes, seja qnai for a pan-
lia. M ffiesma casa com-
prara-se os mesaos me-
taes e pedras.'

m
m
s
1
ai
i
O profes^or publico J so Lande- '
lir. Doroe las Cmara contina Das 88
huras ^agas vlres da urde em diac- g
\e)i leccionar partictilarmeoie pri- jg
meiras letiras, grammaiioa porto* sgg
gaza. arilhmelica, tic. etc.
Relaiivamentc s senhoras, a ca- 5
jo eosino se tem dedicado, prope- So
se a hahita-las par* o COOCOno @|
00 magisterio primario, prometten- jtt
iio-lties .mpregar too o teto, es- m
otQti e assidoidade sea aleante. 9
Os intrsssados poriem entftuler I
se com o mtsmu roa do Kangel. m
n- 4".
*cHavaRiBi
Irmandaile de Sama Cecilia, da igreja de
N. S. to LivMOjnlo.
Por ordem da me os irinoi de- goral ou lia 13 do corrate, s 10 horas em poBr
to, para tratar de segucio tendente a irmaudade.
Consistorio em mesa, U de julho de 1871.
.los" i'Vlix da Trindade,
secretario.
Pteoisa-so de urna aroi para e^zinhar. com-
prar liogoatmar para CMuJt pouea fam lia.
p'efc.'intlo-e werar ; ira .afeita typegrapbia-
VENDAS.
Despensa econmica
No armazem do Marraore jnnto a typographia
d Diario.na antiga ra das Cruzes, tem paraven-
dor o segointe :
gaeijes do ultimo vapor a 2( 11.
oee de goiaba de 800 rs. a 1J5T0.
Manteiga ingleza maito fina.
Dita franceza a 800 rs.
Carne do sertao, o raelhor que se pode desejar.
Lragnacas a mais saboro:a possivel.
Queijos do sertao.
Dito prato.
Diversas massas para sopa.
Vinhos do Porto, Fgneira e Liiboa.
Cha o melbor qae vem ao mercado.
E onlros amitos gneros qae recommenda as -
eespeosa economi .__________________
Cerveja noruega
da 1* qnalidade : vende-se em porcao e a retalbo
no arraazem da rna do Commereio n. 4.
Vende se urna mobilia de amarello a Luiz
XV, de bom gosto, e mais periences da raesma :
na loja do sobrado da ra de H<>r Pechincha
Borzegains francezes para meninos a 2000 e
2500, ditos para homem a 6J s ditos debezerro
taixados a i500 : na rna Direita n. O'i.
i
e ca.-aijuinhos de crochet pretos de
lindos gostos a 20 e 3)5!
Rna do Oespo d, 25
S
Vende-se libras de canella pisada e peneira-
ba em peneira na esqniba da Ponte-velha, ta-
derna n. 43, do Sr. Pedroso.
Illll Pili
Vinho Pavo
Vende-se este superior vinho com a marca Pa-
vao, sendo puro e muito fraquinho, propno para
usar s horas de comida, e vende-se por precio
muito em conta, em barris de 5o e de lf> : na.rua
da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Azeite de peixe
Vende-se azeite de peixe em barris: a tratar na
ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Vende se o deposito da ra Augusta, defron-
te da taberna do Sr. Varejo, propno para prin-
cipiante, por ter poneos fundos : a tratar no
mesmo.
Paul Chaavio
Praca do Conde d'lu n. 94
Vende-se urna muito boa machina de costurar,
propria para cos'ureira. alfaiate e 'anateiro.
SITIO
Vndese um sitio no Arraial, no becco do Bar-
tholomeo, casa nova, toda envidracada, com chs2
de banho, cacimba com muito boa agua e bomba,
tem quinhentos e tantos ps de arvoredos novo?,
latadas de maracaja-ass, o terreno proprio e
torna-se recoramendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manha s
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
RIVAL SEM- SEGUNDO
. RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jte BigorijiRo, com J avisa a todos os os feas fregaezes qire est
torrando turto pelo ureco, a vista da fazeo-
da, para todos admirar, a saber :
Pecas de fitas bordadas muito finas
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qne ba a l-5'HMie
Caixas com 20 qgaderoos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de 13a e algodao as
mais modernas a
Frascos com agna de colonia moita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos braneos para bapiisados o
melbor que ba a 3:>000 e
Dozias de boloes cobertos de s la
para vestidos por todo o preco
para acab Libra de arria preta a
Grosas de bolrjes de louca branca a
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e
Espelbos de moldora donrada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tioia preta a 80 e
Pecas de fila elstica muito boa a
Laias com superior hanha 60,100 e
Latas grandes com superior bao ha a
Frascos com oleo de Philocome a
500 e
Frasees com macass Perno a
Frascos eom agna de Colonia verda-
dera a
Dos com oleo de ba mi suderior a
Carriteis de retroz preto com *
oilavas a_
Caiins com agull>as francezas a 160
160
Pecas de liras bor Jadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
C-rtillus da Doutrioa Cbrist3a as
mais modernas a
Livro das missoes abreviadas a
Copos grandes com supe ior bauba
Macos de pailitas para dentes o
melbor qoe ba a *
Pacotes com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Escvas muito finas para impar os
demes a
Cimento
10500
50000
160
120
800
1,5000
240
loo
200
2(0
320
80
24u
1,500(1
320
600
240
15000
10300
400
10500
10500
160
600
Porihande de primeira qoalidade. barricas com
13 a \\ arrobas por 10|000, .- no armazem d
(.andido Alberto Sodr da Mota 4 C. travessa
da Midro de Dos n.,14. .
Papis parj cigarro
De todas as qualidades, e por menos prego do
qne em outri qnalqtter parte, dinheiro a vista,
so no armazem de Candido Alberto Sodr da Mo
& C. travessa da Madic de Deus n. 11.
fapeis dourados e piutados
proprics para forros de casas, capelias e orato-
rios, cera gaarnci)"S para os meamos e pelo me-
nos preco possivel, oo armazem de Candido Alber-
to Sndrefla'Muta & G. travessa da Madre Deas
n. ii
210
mt~
Quem qalzer muir se de movis por precos
commodos, nao tem mais qae fazer urna visita ao
grande arraazem de obras de marceoeria, a ra
do Imperador n. 47, eujo dono acaba de receher
do estraogero, nm corap.leio sortimenlo d< mobi-
lias de gosto, leudo tomado a segrate
Resolorao :
Vender barato para vender muo.
NOVIADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinho verde de
uva pora em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
o vendedor nnico recebedor destes vmhos adiase
anlorsado a garantir a especialtdade dos mesraos:
ra do Vigario n. Ii, Io andar, escriptorio de
Jos Lopes Davira ; onde sempre te encontrar
um deposito de vinho do Porto ( o melhur que
tem vindo a este mercado) em vigessimos da pipa
e era caixas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos preco do que em qualquer nutn parte.
Attenqo
Venderse o j acreditado medicamento contra os
calos : na ra Primeiro de Marco o. :i (antiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinoa n. .'>0 A
(antiga da Cadeia).
VNDESE
Urna mobilia de amarello contendo as seguimes
pecas, 1 sof, 2 coosollos, 12 cadeiras de guarui-
Cao, 2 de bracos e 1 cama franceza : tratar na
rna Velha n. 87 S* andar.
Vende-se o deposito da ra Augura, detroo-
te da taberna do Sr. Varejo, propria para princi
piante, por ter poneos fundos': a tratar no mes-
mo.
Orno baratoIH
Botinas enfeitadas para seohoras a i o par :
vndese na ra da Imperatri: o. 33, loja do ba-
rateiro.
VENUE-SE
Quatro bois especiaes e 4 carros coai todos os
seus pertsoces por preco razoavel ; porque a
pessoa deseja retirar se para fura do Imperio :
Quem precisar dirij-se a ra de Santa Rita, no
correr da igreja n. 99, que achara com quem
tratar.
Para a testa
Vfndc-se um excellente sitio com ca-a Je pedra
e cal cora rail o tantos palmus de freute, com oraa
boa casa e. cacimba, na estrada nova de Beberib-
jun'o a encruzilbada : a tratar ua ra larga do
liosario n. 20.
VediW-M a taberna do pateo do Terc n. 3H :
a tratar na Bimio.
Vende-se um tsleilaOte cofre a prova de
fog> : na ra Duque de Caxias n. 29, oo'.i'ora
Qqeiiiiado.____________________________
ATTENCAO
Vende-se a taoerna da ra de Santa Ritan. 3,
bem afreguezada, propria para principiante por
ser commoda uo precj : para ver e tratar na
mesma encontrarn com qnem tratar.
Vende-re urna boa casa cora commodos p;Ta
grande familia por ter 5 quarto?, 2 salas e 1 ga-
binete, ce m qointal e confah fra : a trv.ar na
raa Direita d. o.
Rna do Bardo da Victoria
N. 2,
Antiga ra Nova.
Amaral Nabuco & C, i ropretario deste grande
estabelecimento participam aos seus amigos e fre-
gaezes que acabam de receber um grande sorti-
mento de diversos objectos e vendem por preces
mais mdicos do que era outra qualquer parte :
a saber:
Paletots, caigas e coletas de caseraira ingleza li-
na para bemem.
Camisas de linho inglezas e fraueezas lisas e
bordadas de n. 36 a 47.
Ditas da flanella e de meia.
Seroulas de Moho e de algedo.
Chapeos de feltro fino.
Ditos de sol de seda inglezes para homens e se-
nboras.
Chapelinas de seda e velado para senhora.
Camisas bordadas para senhora.
Peitos bordados para camisas de senhora,
Tichus de cambraia bordados. ,
Sintos de seda de cores, fazenda de muito gosto.
Bales braneos e de cores.
Sajas de la e de cambraia bordada.
Casaquinhos com golla e mangado* bordados.
Vestuarios de cambraia eufesiada para bapti-
zado.
Chapeos de seda e de merino para meninos,
Luvas de pelica pretas, braneas e de cores para
homem e senhora.
Indispensaveis de couro da Russia para se-
nhora.
Aibtins cem mnsico para retratos.
Insignias masnicas de diversos graos,
Churutos da Bahia e do Rio de jauero e fumo
inglez pira cachimbo
Joaquim Jo?e Gooeaivt-- Beiiro tem ara
vender no Seu escriptorio a ra do Ctmmer'io n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais bi-
rato do qne em ontra qnalqaer parte :
Az-ilonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cafe muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinha de mandioca de Santa Catharina, sac
:os de o e 3 alqneires.
Dita da Babia em saceos braneos.
Dita de dita era barrica^ propria? para casas
particulares.
Fio de algodo da Bahia era noveilos.
Fouces.
Mazados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palisos para denles.
Pregos sortidos.
Patino de algodo da f,ibrica de Todos os Santos
de Pedroso na Bahia.
Holba-.
Rap popular da Babia.
Boiim m fardoi.
Retroz dos melhores fabrica mes do Porto-
Tapioca doMaranho.
Tabaco simonte da Bahia.
Verniz conak
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Diio de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito mnscatel, verda1"iro ile Setubal.
lino Hordeanx'era caixas de usa dniia.
D'io lo eajdein caita" de i.ma dniia.
Vende se urna carroca e bei : a iraur na
ra Nova, loja D. 7.
Kival bisiix remand
Rna Daque de Caxias n. 91
Jos i|e Atento Mata e Silva, era sua lo-
j ade roindezas continua a vender tudo
por baratos pregos que z todos admira :
Libra de Isa para bordar a melbor
qne ha. 60000
Caixas com superiores grampos fran-
cezes a 169
Duzias de facas e garios de um e
dous boi5es a irJOOO
Tslheres pare meninos a iO e iuO
Libras de liaba de novello, a oielhor
possivel. 15500
Dnzia de leDcbs de cassa cem barra. I(ju00
Caixas de lit has rom 30 nevellos a SOO
Vara de franja tranca para loalhas 160
Dozias de me as croas muito coas a 3(5500
Dnzias de meias finas pera senho-
ras a 40(0
Duzias do facas e garfos cravadas a ASOCIO
Duzia de palitos seguranga a lO,
2iO, 320 e 500
ra-albas muito (loas, para fazer a
^ barba a 15003
Caixas com peonas de ac cem to-
que a 320
Caixas c-im peonas de Perry fazen-
da fina a P -0
Ditas de dia di'o erriadei'ai a 4f~ o
aixas rom 20 cadernos pa'ipl atni-
zade a 700
Pegas de Glas p?ra coz c varas a 5(0
Pegas de tranca lisa de todas ai
cores a 40
Duzias de liuha fnnia psr? lordar
a 400 e BOO
I Pares i!e sapalo* de (rango a l^sO
1 Duzias le baralbos muiu. finos a
2400 e 280O
Ditas de a^n'bas para machina a i'0(0
Libra de pregos france.es a 2*0
Resmas de papel aloac.0 i-operii r a 35600
Dilas de dito paulado o melhor a 45r00
Caixas c( m ^abneles rticta a 720 e 1(JC00
arriis le iota Aexandre a ibO
Grvalas de cores mnito fioas a 500
Ditas pretal puntas bordadas a 600
Grosas de betoes de madrvperola
para camisa a 59C
fovelloj de linha branra, 400 jardas 60
Duzia de can oes i'e liaba branca e
preta e de cores a 520
Thesouras muito finas para unbas
e costura a 500
Caixas redundas, para botar rap a 152(0
Caixas com pos para lim ar di mes
f/zenda fina a 00
Uerveja em harnl, de s;
periorqu.lirl do
Vende-fe em casa de S. P. Johnsten & C, r,,\u
da Seoiala nova n. 42.
Lencos com ioiju denvin-i
A loja dos arcos verdj lencon de e?guiao or
toqui ilo ,-ivaria a .'! a dnzi.i, cassss de cor;
iiti t. 280 r*. a covado, cintas tretooes com bar-
ras a 400 r<. o covado, alpacas muflo finas e de
lind is padrdes a olio rs. o covado : na ru:i ^ de
Mairi, on'i'ora do Crespo, n. 50, e.-quina da ra
das tirun>*.
Nao hi mais cholera nem
frbre amar el la
Em caa s- J. o. C. Dcyle ba um sortimento de
filtradores pHo melhor nystema, pas qu>-m osar
a agna passada por elles ricar livre de iao lern-
veis molf-stias. Taiobi-m rrceheu o bem Conheci-
oo e desejado vinho sherry, e et tudo venda om
sin aaui : i -on rto Commereio n. .'18.
Vni(i., ca>a i-1 rea n. I!, ?;ia a iu^ n i
Oilaj d Arnisrn, em Olinda : ;; traur ra to
Mar.:w ili.!:i n. W.
(jaleados
Botinas i" brim e doraqup hrauco bi.rdados de
etim 0 v par : na ra do D.m Jess 0. l,
loja.
FUNDAS
A rharmacia americana de Ferreir Maia A C
acaoa de receber pelo ultimo vapor um j.ranue
sortimento de fundas, e entre ellas algunas de
gomen i elstica, as mais recommendaiias pelos
mdicos para a cura .las hermias : ra Duque de
Caxias n. i", nntr'ora Queimado.
Mnteit:a fina ingleza
em latas de 1, 2. i, 7. I i e 28 libras cada orna
no smiazem de Tasso Irmos A C., ra do Am<
rlra n. 31.
^>0 RES
CHITAS ESCUBAS E CLARAS, CORES
FIXAS ,E I.INPISSIMS PADBOES A 2:0
RES 0 COVADO. SO A RIJA DA IMPERA
TRIZ N. G. VENflAU \NTES QS SE
ACABSM.
PEklAS DKCAMBBMA VICTORKO.Vl
10 JARDAS A -IdSOO RIS. TORNA-SE RE-
COMMrNDAV, PELA BU QUALIDADE,
SO A RIJA QA IMPERATRIZ N. 26.
V-ii,:-->e a casa l-rroa ro da PhMeU u.
2 em Olinda a qual de pedra e cal, tem bas'au-
te* commoJol para lamilla, chaos propios, gran-
ie quintal bem plantado rom as pnoripaes fruc-
teira*, quem precisar pode derigir-se a meraa
casa ';n' 'r com quem tratar.
Attenco
Vendes urna taberna com poneos fundos,pro-
pria para priuripiante, b-m afreguezada, sita a
na da Senzaia Nova n ti : X tratar m mesma.
CALCfiDT"
para crianzas
Grande sorurnenio de aleados psra crianrss,
.1 pnelnores que tfm virio" a fita prnca :"na
loja Je rslcado da ra do Pmj Jeso.' n,3K, loja do
i ni;iare!|(i.
mercii
m o..- mais
na ra de i.ru
-*
^mhh^bmMAii



:! I I

"

Omito oe feViittniDuw Terqa fetra II Je Julho le 1*871.
VNDESE
Joaquira Jos Hamos, ua ra da Cruz o. 8, 1
andar, vende algodao azul americanos verdadeiro
* tiremos americano o. 3 e 4.
Ao liu mais cabellas lirauco
Tintura japone a.
So e nica approvad pelas as academias de
sciencia, reconbecida superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principal ra da
.ladeia do Recite n. 51.1* andar, em todas as bo
ticas e casa de cab*lleireiro.
Sempre a Nova Imperan?a!!
AO BELLO SEXO.
Esta luja bem conhec.di pela soa elegancia e
superioridad* de seus objectos. acaba de receber
muitos artigo para o que respetosamente convida
an bello sexo a vziu-la, afim de comprarem aquil
lo que precisaren! para preparos de vestidos toi-
lete ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
fazer algum prezente.^pois que s j ua Nova Espe-
ranza ficaro sati.-feitos, j pela qualidade e pre-
sos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se em nao se impacientar em dar a es--
colher os objectos, prestando-se com o agrado
cftm que co-uu a receber a todos, atim de que
saibam com o firme proposito de voltarem ou
mandarera a mesraa loja, logo que precisem de
qualquer artigo por pequeo queseja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperanza para
oomens, senhora e meninos, sendo brancas e de
NOVIDADE.
Bico de qaipre preto com branco, a Nova Es-
perauca s quem tea 1 1 I
Caias para joias.
Nova Esperanza recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de muitas qualidades a Nova Espe-
ranga.
Para extinguir panos oa sardas.
A Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
anto (rancez como inglez, estao expostas venda
a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova E-pe-
anca.
Extractos, Danha, oleo, sabonete?, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
cudo de superior qualid?de : veude-se na Nova
Esperanca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu um lido sortimento de l para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ca. escarate ele. etc. a lia antes nni se acabe 1
LIQUIDACAO
CEMENTO.
0 verdadeiro portland. S se veade na
na da Madre de Deas n. 22, armazem de
if'i Martina de Barros.
.1
Vende-se s ceos coni farinba de mandioca, me-
dindo iH cuias, pelo baratsimo precode o cada
sacco ; ua ra do Mrquez de Olinda' o. 40, es-
criptoro.
Libras stminas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F. de Oveira A C... a ra tn Commerao n. 42.
Uli
Teci a venda em seus armazens. alm de ontros
ir.igos de seu uegO'io regular, os seguintes, que
.'itiur. por precos mais mdicos que em ou-
tf ualquer parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
POBTSIRAS de ferro para cercas.
SALITRE inglez.
ESYE1RAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro rancez para esgoto.
GSSSO superior em pon;oes e a contento.
GEMFNTO do todas as qualidades.
ACHINaS de descantear algodao.
LONAS e briazoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POCES americanos muito bons e econmico?.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
r AHELLO em saceos grandes a 34500.
AGUA florida legitima.
PAKA PA DARA.
Vende-se cestos : na ra do Domingos Jos
aMiiins u. 8i. (Senzala-Velha).
LTOUIDACAO
Para es senbores de engenho
vercin.
Chila, fazenda bem conhecida pela sua fortidao,
mais largas que chitas, para roupas d escravos a
200 rs. o covado : na rna do Crespo n. 20, loja do
i'iiiiiherme.
TERSEMOS
EM
TI
porros
Vende-se em grandes ou pequea
grande terreno que foi do Sr. Machado, si.io'deno-
tninad i Jaqueira. disfame da estaca dj FaodSo
cem passos, com frente para a estrada do mesmo
Dome, cora mailas arvores de rocto. Ete terreno
proprio, e por ser de barro presta-se para qaal-
quer plantaeao, e muito se torna recnmmendado
por kar perto do rio e da amafio. O prego
muito m-d:co : a tratar ni rna Nova n. 48. no ar
omero da Norma, ou co:r. o Sr. Tristao F. Torres,
que tod >s u.- domingus e das santificados o acha-
ran nesse lugar.

Ni
LOJA E ARMAZEM
DO
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
DE
nm rr-no na ruada Hora, estrada de Joan de
Barros, e m i u palmos de freolo e iiO a 450 de
fjO'i, com algomaa arvores de fVncfo, por mdico
r51 : a tratar ua roa do Vtgario u. 14, i* an
oar eaeriptono.
PAVAO
NA RA DA IMERATRZZ 60-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
Os proprielarios deste grande esUneleciment tendo ota ser ama avultada porfo de
fazenda, e tendo continuado a recetor por todos os vapores e navios immeosa porclo
Jas masmas, tem revolvido f.zer ama GRANDE LIQUIDACAO, afimde deminair o gran-
de deposito e apurar DINHEIKO. De todas as fajeadas que ss vende baraiissinw se dio
as amostras, ficande penoor oose mandam levar em em dasExam. familias, assim como
as pe-soas que neeoeiam em menor escala, n'este e>ta e'ecimeatose poderSo sor.ir em
pequeas porcSes pelos mesmos preces.qoe compram oas caas exportadoras.
ALFAIATE
que se encarroa de executir qaalqoer en-
commenda da soa arte voutade do fre*
guez, e e proorietario d'este grande esta-
beteeimento e promette servir bem a todos
os fregoeztt que ibe bonrarem a soa casa.
ALGOD0SJNH0 A 3S5D0 A PEGA
O Pava *eode pecas d'aigodosioho de
muito boa qaalida-ie, teodo20 jardaai cada
peca, pelo barato preco de 3*600, dito mui-
i* largo e eacorpado 6j|OO0, dito o me-
Ihor qae tem iado ao mercado, muito en
corpado e largo para lentes, pelo barato
fpreco de 65500, grandw pecbincba:
MADAPOLO A 4($000 E 455O0
6 Parlo rende pecas de madapoiio com
24 jardas, sendo fazeada muito superior
pelo barato prep de 4*500, das com as
mesnas jardas a 45000, ditas fioissimas a
5,5500,6*000, 74500 e 8*000. pechincha.
MADAPOLO FRANCEZ A 10*
0 Pavo vende pe^as de fiaissimomada-
poilo rerdadeirameote francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baraiissimopreco
de 10*000 pega, sendo fazenda qae sem-
pre se venden 14*000, e HqaMa-se por
este barato preco por estar algjma cousa
enebuvalhada na pon'a de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 1* 1*280
O Pavo vende verdadeiro algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largara
muito encorpado, proprio para lencoes
7*000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito eocorpatfo ifc!*0.
BRAMANTES PARA LENCOES A 2*10G 3*8003*
0 PavJo veide o verdadeiro bramaote de
linbo teodo 10 palmos de largara, que ape.
oas precisa para umlencol ama vara erma
quana, pelo barato prefo de 23400 vara,
dito melbor de 2*8.0 e 3*0C0, teodo al
do melhor qoe vem ao mercado 3*500
e 4*000, assim como crotones fortes para
lenco3s, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura 20b rs.
o metro, e bramaote d'algodao com a mes-
ma largura 1*800.
SAIAS BORDADAS A 4*500 E 6*009
O Pavio vende grande peciocba em saias
brancas ricamente bordadas, teodo cada ama
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
4*500 e 6*000, sendo fazenda que sempre
venden-se por 8* e 10*000.
Fazendas para saias a 1*200, 1*280 r l*50o
0*Pa/So vende superior fazenda bordada
djcom pregaj proprias para saias, 1*200,
1*280 e l*5C0a vara, sendo preciso para
urna saia apocas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 cortes de camkraia a 2*500
O Pavao vende nma grande porco da
corles de cambraia rganoys; tanto brancas
como de cores, sendo com listriobas de
cores tessidas e n3o estampadas, e liquida-
re pelo barato preco de 2*500, cada corte,
fazenda qae vale mnito mais.
Aos 2000 cortes de caoibraias bordadas a 5*00(
O Pavao vende urna grande quantidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos que tem viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
conaes, e cim muita fazenda para um ves
tido, e liquida-se pelo baratissimj preco de
5^000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, grande pecbincba.
CAMBRAIAS
O PavSo veade graade quantidade de pe-
Cas de cambraias brancas lapadas e trans-
parentes, teado de 3* a peca at mais
fina qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende cbitas largas com bonitos
desenbos e cores fixas. pelo barato preco
de 160, o covado, grande pecbincba.
LAASINHAA 160 R3. 0 CO/ADO
O PavSo vende bonitas laasinhas transpa-
rentes pelo barato preco deleO rs. o cova-
do, pachincba na ra da Imperatriz o. 60
CORTES DE CASSA A 2*500
O Peda vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 23500 i corte, ditos muito
imdas 3*000, pechincha.
CASSAS FRANCEZ AS A 20 RS. O COVADO
O Pavo vende bonilas cassas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas fioissimas com os desenhos
mois mode.-oos que'tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
0 Pa^ao vendt finissimos cretones escu-
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL
15Rna da Imperatriz15
DE
ULYSSES
ttAffTO VYTOYIO
E S. Joo
CHEGARAH PARA A LOJA
DO ^^
PAVAO
ALSACIANAS A 1*200
Cbegaram as mais liadas alsacianae sen-
do urna nova e elegante fazenda de lia
com bnlbantes listas de seda e btante
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o qae este anno tem vind de m is gosto
ao mercado, e vende-se 1*200 o covado.
CRANADI.MAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou para a loja do Pavo esta nova
fazenda nm o nome de gracadraas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de lia com
bonitos quadros de seda, p-opriapara ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8o0rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. Jt COVADO
Cbegoa esta nova fazenda com o nome
de allanta, sendo orna delicada fatenda de
la, para vestidos, qoe vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Cbegou para a luja do Pavo ua grande
sortime to das mais lindas e modernas
poapelinas de seda, com os mais delicados
padrbes e de muito pbantasia, qne vende-se
por preco-moh" barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADAS A 4*
Vende-se cortas para vellidos de cam-
braia branca lacrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 4* cada corte,
assim como um grande sortimeoto de ditas
lisas, lapadas e transparentes, que vende-se
por meos do que em oulra qnalquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a loja do Pavio um grande
sortimenlo de camisas escaras eamirpadas,
a prova d'agua, sendo propiiae para a es-
taco do invern, e vende-se por procos
em conta.
TOALHASALC0CH0ADAS PARA MESA A 3*500
0 Pavo veude toalbss brancas de fusto
alcocboadas, proprias para mesas, sendo
bstanle grandes pelo barato preco de
3*500, ditas encorpadas muito grandes 7*.
CHALES DE MERINO* A 2*500
O Pavao vende chales de meria muito
grandes e encorpados 295O0, ditos
imiuco de cbinezei 2*500, ditos pretos
do renda com 4 pootas 2*000.
CHALES PRETOS BORDADOS
0 Pavo vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de ret oz, e vende
por menos do que em oulra qoalqoer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortimenlo das
melbores camisas ingluzas e francezas com
peitos de linbo para todos o prec, s e qua-
liiiades, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os prefos e tamauhos,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroalasj
de lioho e algodao, teodo para todos os
pre;os, assim como meias croas ioglezas
para bomens e meninos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavo 'tem constantemente um grande
sortimeoto dos melhores cortinados norda-
dos para camas e janellas, que vende-so de
8*000 al ao mais rico que costuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, taa'.o lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, coiebas
de crochet, dama seo para camas de noivas,
e cortinas, e vende-e no Bazar ao Pavao.
LAASINHAS BAHATAS
' 0 Pavo tem um grande sortimento das
mais bonitas laasinhas para vas ti ios, tendo
de todos os precos edres e qualidades.
orincipiando da 200 rs. rara cima ; porm
to grande a quantidade que seria enfa-
donba especificar qaalidade por qaalidaie,
s a vista do freguez e das amostras se ibe
venderlo por precos to cmodos que
oenuen deixar oe fazer am vestido de
la por to pouco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 60 R8,
MACHINAS PAR4
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra Nova
n. 22, am sortimenlo de machinas para cos-
tura, das melbores qualidades que existe na
America, das quaes muitas j sao bem co-
ndecidas petos seos autores, coao-sejam :
Weller >Trfrtson, Grover & Beker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e oairas muitas
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantager de fazer
o trahalbo que. 30 costureiras podem fazar
diariamente e cosem com tanta perleifo
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sua bia qualidade e ensioa-se a tra-
balbar com perfeicao em menos de ama
hora, e os precos sao 12o resumidos que de-
vem agradar aos pretendentes.
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico um pooco de
todo, que vendemos por precos muilo resumidos por ser o systema que adoptamos
vender barato para vender muito, e tirar-mos apenas 10 "/ de lucro do descont que
lemos das casas importad'ras; e garantimos aos nossos freguezes que podemos fazer as
mesmas vaotagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas que nos hon-
raren] com sua freguezia encontrarlo em nossos tratos sempre a lealdade constancia
divisa deste estabelecimento. Chamamos aitenco do respeitavel publico para a grande
variedade de artigos de qae se compe este samptuoso estabelecimento, como abaixo
se segu :

nico
legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.J
34Ra larga do Rosario34.
11.
Graxi em boies.
Vende-se a vsrdadt-ira graxa mglcza ic beies
du ratirieanta Dayand Martin : nu armazem de J.
-A. lloreira Da.- ra da Cruz d. 26.
Gran
^i'e
LQUIDtA
roupoimas
de
seda
l'jnp'linas de sed1 de lindos paires o mais
mederno qae baenegada no ultimo vapor, a U300
o covado, na rus d Crespo n. 20, loja de Guilher-
me Carneiro da Cuuha.
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barto pre;o de 640 rs. o
covaJo, ditos de fl ros, proprios pira co-
0 Pavao vende as mais lindas alpacas de berla-sendo ^zenda muito encorpada pelo
cordao para vestidos e roupas de enancas barat0 Dreco de 80 r8 covado.
nelo barato preco de 610 rs. o covado,! Pasquinas ou easaquinhos a 20* e 25 i
diias uissimas com us mais liados lavoree Pav3 veode basquinas ou casaqoinhos
mitacSode agra.ianas 8(0 rs. o covado,'"6 seda Prttos ricamente enfeilados, pelo
b nitos glacs com delicadas edres e lus I baratissimo preg > da W& e 255030, sendo
muito modernos, assim coso ditos de cro-
chet e rendas pretas que se Venden muito
em conta, oa ra da Imperatriz n. g0.
VeoJe-se ama immo. pequea pira familia ^
na i ja do Jasiuis a. 35, Boa-vista.
trosas como se la I^jOO o covado, e ou-
tras muitas fazendas de goilo e luso para
estido, na ra da Imperatriz a. 6o.
POUPELINAS
0 Pavao recebeo as mais delicadas e me-
lbores poupelins de seda para vestidos,
cum os mais modernos lovores, e outaas li-
zas c .m.as cores mais novas qae tem v.n io,
e vende-se 2500 cida cavado, assim
coito ce! cadas sedas de listinbas, tanto
pura vesliios desenioras como de neninas,
q vende-se 25000 cada covado.
RUPAS PARA HOMuNS
O Pavao tem constanteaen/e um grande
rt'mento de roupa, tanto de panno como
de bri?s br.nco e d cores, da case-
miras, pan todos 03 precos e qualidades.
Coilas cntraneadas paracobertas a 360 rs. o corada
, 0 Pavao venie chitas entraocadas com
delicados desenbos para cobertas ou corti-
nas de corea fixas, sendo fazenda amito en-
corpada pelo barato precode 360 o cooadO.
ESP.4RTILH0S A 4,J500
O Pavo vende os mais modernos e me-
lhores espartilhos, tendo de lodos 03 ta-
mauhos, pelo barato preco de 40500
CASEMIRAS
O PavSo veade um elegante sortimento
de delicadas casemiras ineiezis, sendo to-
das de iSa e muito levesinbas, tinto pro-
prias para bomens como para enancas, e
Para saceos e fogueieiros.
saceos
PARA ASSICAR
CERVEJA DE MABC\
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros eslampados
naa pegas e nao as etiqaeUs.
Vendern-se
Em casa de
T. JEFFERIES C.
4b Jtua do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca nm Mne-
te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande1
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
Laas de cores anudas a 80 rs e covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
10880 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Ditas meados prussianos a 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 2i0 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo li^as fina? a 3 a pepa.
Duas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3i500
a pec.a.
Dua Victoria, a 4* a pepa.
Mussulioa branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo francez, a 63 a pepa.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. o 6*
e 74 a pepa.
Algodosiabo a 3*. 3*500 e 4* a pepa.
Alpaca de cor com listas, fazenda -%iperior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matizadas a
500 rs. o covado.
Dita preta com fbr bran:a, o 500
vado.
Crytaes e vldros Grande sorti-
mento de liadas garrafas para vinho, de
vi 1ro Racarat a 65. 7 e 80000 par, bo-
nilas cooipoteiras de diversos gostos e pre-
cos, tacas de chrytal para chmpag^e ; c-
lices de vMro verde fino* para vinho do
Rbeno a 25S00 re, a duzia, ditos da dito]
rooxo para vinho B rdeaux a 2t>> O rs.
a duzia clices fi Jos para licor a 33G0 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 4^300, *0SOO e )3000 rs. a dozia, escar-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40 e
par, grande sormento de globos de vidro
para candieiros, cbamins para candieiros a
200 e 240000 o cento, ea 240,320 e 400
rs. cada urna, pratinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. um.
Pet fumarlas. Sabonetes finos e
grandes a 10500, 10800 e 20400 a duzia,
ditos ingiezes o que ba de melbor a 20 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6U0
rs. a duzia, laiiubas de banha.de familia a
80 e 120 rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com baoha a 640, 80a e
10000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a 10000
rs. o frasco, dito de babosa a ."Ou e 600 rs.
o fiasco grande sotimento de agua de co-
lonia, agua Divina, agoa Florida, agua Trae-
ca, tnico Oriental, extractos finos ingiezes
e francezes, pos para dentes, pomadas ex-
psito, copos grandes a 20500 rs. cosme- joules, bacias
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400, precos
GO rs.'um, bonecas pan pos de arroz a
400 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e
de castor branco forma Vctor, para homen
a 110 e 120COO, ditos de palba ventilado-
res a 30200 rs., ditos pretos de feltro copa
redonda a 30500 rs., ditos brancos a
302 0. ditos de merino e de seda preta de
50 a 70000 um, ditos de palha para crian-
Ca de 20 a 20500 rs. um, bonets de panno
preto enfeilados para meninos a 3ae 305JO
rs. um, cbapelinasde seda enfeitadas para
baptisado de crianca a 30 e 30500 rs. um
bonitas cbapelinas de filo de seda branca
enfeitadas para senhoras e meninas a 60
a 70000 orna, chapes de sol da seda com
cabo de marfim a 90500, 110, 140 e
170OOJ rs. um, ditos com cabo milano de
unicornio a 90 e muitas ootras qualidades
tanto para hornees como para senhoras e
criaocas, sendo de percale 10300,105JO
e 20000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percale de barra com figurinos a 70000
com 14 covados, bonitos cnes de seda
com 21 covados por 280000, cortes de cam
braia branca boa com babadinhos, borda-
dos proprios para partidas a 70000; tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, corles de la escosseza com
15 covados a 130000, finissimas e moder-
nas cambraias braocas com listras a Impe-
ratriz peca de 10 jardas 90000 ditas mar
ca bispo e Victorh de 40 a 60600 rs. peca,
cambraia branca para forro pecas oe iu
jardas a 20100 rs., bonitos cortes de 13a
com 16 covados a 50500 rs., dilos de
chaly a 50000, pecas de cambraia branca
de salpicos com 8 1|2 varas a 50500, bo-
nitas las de listras a 560 rs. o covado,
grande pechincha de lias finas de bonitos
padres a 260 rs. o covado, fazenda que
vale 400 rs., bonilas e finas chitas france-
zas de ama s cor a 300 o covadj, perca
les mailo finas e de delicados padres a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
franceza el ira a 340 rs, o covado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa
droes a 360 rs. o covado, bramante
de lioho com 10 palmos de largura a
20400 rs. a vara, esguiao de linho finissi-
mo a 20OJO a vara, benitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 500 rs. o covado,
setiaa de algodSo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roupa
de crianca o 500 rs. o covado, riscadinhos
finos de cores a 280 rs. o covado. chila
preta fina a 280 rs. o covado, goardacapos
de linbo para almoco ou cha a 20600 e
Gangas de linbo para roupa de criaocas
a 420 rs. o covado, brim de lipbo branco
trancado muito superior e a 10300 e
107OC rs. a vara, dito pardo de lilo a
30 e 500 rs. o covado, seroulUs fnece-
zs de cretone e de linbo 10SOQ e 2,-oO
r urna. E outras muita fazendas que
vendemos por precos razoaveii.
Porcelanas e lonca*.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
80 a duzia, ditas de ditas com frisos de
cor 60 a duzia, canecas de porcelana bran-
ca para creme a 305CO a duzia, copinhos
de porcelana branco para ovos 10200
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farinba
a 10, bnitos aparelhos de lenca ingleza
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20 duzias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos cem lam-
pa, 4 molbeiras, 16 pratos travessos por
1200, dilos completas pora almoco da mes-
ma lauca 110, grande sorfiniento de lou-
ca avulsa, constando de pratos cesa tampa
sopeiras, molbeiras, pratos travessos, pra-
tos avoisos com frisos de diversas tama-
nhos, pratos com coras i 20700 a duzia,
ditos pagode Cbinez, grande qoantidade de
tigellas pintadas de diversos tamanbos,
que se vende por mdicos
liilnqullharlas -Ricos candieiros
para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
ro, 140 e 160 cada em, ditos de vidro
de cores ti), lamparinas, grande sorti-
mento de tidros de metal para dependurar,
para cima de mesa e para parede, 10600
1080020 e 20500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamanbos e gostos
para vela 30 o par, lindos pratinos de Ion-
es esmaltado com tampa para sardiobas e
outras 20 20500 cada um, lindos bules de
louca da Cima 2500 30 e 30500 cada
um, sextinbas de vidro de core com azas
para cartoes 10500 20 cada urna, bonitas
qoartinhas bamborguezas de-40 50o par,
copos de barro, bonitos lernos de bandejas
ovaes 110, ditos quadrados 70, grande
sortimento de bandejas avulsas de 10300 l
20600 cada urna, ditas para farinba 10200
urna, talberes de facas com cabo de me -t
fino 120 a dozia, ditos de ditas cabo de
osso finas de 50500 i 100 a duzia, come-
res de metal fino para sopa 50 a dozia,
ditas de dito para cha 20400 a duzia,
conxas para sopa e para assocar, port-braa
zas de lalao 500 rs. um, liados paiitei-
ros de porcelana branca fina i 10200,
10500, 20, 30 e 40 cada um, galheteiras
de 3 e 4 vidros.
rs. o co-
t tambem se manda fazer qualquer peca de.uitas mais eocorpadas, ten lo de orna e da
ohra c;m tjdo aceio eproaiplidao, para o duas largaras, qne s vende o mais barato
que se tem nm perito I possivel, na ra da Imperatriz n. j. |
Ditas de cores nadres miudos e modernos a 360
fe*, o covado. *
Lenpos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
Cada um. *
Ditos de linho embainhados a 4* a duzia.
Chila, fatenda bem conhecida pela sua fortidao,
mais larga que chita para roupa de escravos, a
100 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor. 3*500, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1* J00.
Casineta preta e de cor, a 500 r.vo covadf.
Gauga amorella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodao iargo mrca T a 5* a peca.
Dase amostras com peohor.
a Chales de renda pretos a
a 2$000.
Rna do Crespo n, 25.
mmmmmmmmmmmm
nos e grandes para jantar a b'0 a duzia,
servem para toalbas de m3os, toalhas de
linho grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
dao com barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas brancas e de cores de 20700 a
40500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
laa de lindos padres a 80 e 130000, ditos
de pello de lontra cjm duas vistas a 140,
camisinbas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 20509 e 30000 rs. cada orna, \isti
dinhos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criancas a 63 e 120000 om, cami-
sas bordadas para stnhoras a 50500 rs.
urna, penliadores de nanzuk bordado para
senhoras 40500 rs, om. caixinhas com urna
dnzia de-lencos de linho finos abainhados
por 60000, lencos de cassa finos com bo-
nilas estampas a 30600 rs. a duzia, dit, s
grandes de cambraia com cercaduras a
20100 rs. a duzia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenhos a 10200 rs. a duzia.
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
am, cobertas feitas grandes de chita fran-
ceza a 20:)OO urna, coberlores brancos de
ia corx barra a 20500 e 30000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
ca finas a S60 rs. o covado, dita prela de
de 440 a 800 rs. o covado, seda preta a
500 rs. o covado. grosdenaples branco com
Calca Jo.Botinas de bezerro para
bomem 60 o par. ditas gaspiadas para
senbora 30 e 30200 o par, ditas de ditas
para crianca a 20 o par, sapatos de tapete
e de tranca para homem e senbora, de
10500 10800 o par, ditos de tapete a\e-
ludados para criancas 10 o par.
miudezas.Duzia de carriteis de li-
nba de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 novellos de linba branca
680 rs., 13a muito fina para bordar bonitas %
cores 60400 a libra, duzias de caixinhas
de grampas 400 rs., dozia de caixinhas
de alneles pretos e brancos 1030^, lo-
ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
tos de madeira emitacao de sndalo, amito
bonitos i 20, thesouras finas de ponta .tor-
ta para unhas 60 a duzia, pentes trans
parentes finos para alizar 20 a dozia, ca-
d>rco de linho de diversas largaras branco
360 rs. a duzia de pecas, tranca de lia o
fina de cores para debrum 240 e 400 rs.
a peca, tranca branca de caracol 560 rss
a duzia de pecas, trancas de laa de cre-
d caracol 600 rs. a duzia de pegas, su.
taxe branco de algodao 280 rs. e duzia de
pecas, caixas de sgulbas francezas 4 papis
por 220 240 rs. o miiheiro, agolbaspars
crochet, toncas de la francezas muito boa
nitinbas para criancas 800 rs. urna, cai-
30600 rs. a^ duzia, ditos de dilo muito fi-. xas de superior papel amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores i 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel almaco
pautado, dito de peso, dito para forro de
casa, meias cruas para criancas 30800 a
duzia, e ioglezas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 40500 50500 a do-
zia, meias para meninas de todas as idades
30500 a duzia, ditas ioglezas sem costu-
ra para homem 50500, e muito finas
60500 a duzia, ditas O m p d cor 80 e
80500 a duzia. superiores meias inglezas
para senhora 60. 80, 100 e 160, levas
de fio da Escotis finas brancas e de.cores
para senhorn 30 a duzia, superiores Ite-
ras de pellicas brancas, pretas e de cores
para homem e senhora, grande sortimento
de bengallas. espingardas para criancas,
brincos e alfinetes de borracha para loto, e
correntes para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 20500 cada urna, graode sortimento
de botoes e guarnices para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 20 cada urna, botoes de
madreperola grande e para colletes, grande
sortimento de abotuadoras para colletes, e
ditas de os.-o para palitots e colletes. groza
de botoes de csso para calca 240 rs.,
pecas de fita de sarja de cores sem beira de
n. 1 700. ditas de dita de setim estreita
1 rgas e 240 500 rs. pecas de fitas
ditas
,-e dei-
sima bnlhantina de
das a 640 rs. o covado. Inho.
Este estabelecimento acha-seaberto desde as 6 horas da manh3a as 9 da norte.
loque de mofo a 640 rs. o covado, japao de veludo eslitita prela 640 rs.
J u e^caradaja 90 rs o covado, fins-.largas, e muitas outras miudezas q
listras brancas e par- xamos de mencionar por se tornar enfado',
do. Inho.
15Ra da Imperatriz15
EMPORIO (OTlUi:itCJAI,
ULYSSES i IRMAO.
r


Julho
187)
i
l
64
CYSNE
RIIA DA I1IPHATRI7. \ U
\
DE
FIGUEIREDO & LOPES.
Os propnetanos deste novo estabeleciment, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acoibiraento favoravel que tem recebido de seus fregoeze"s; sinceramente Ibe
agradecemos to espontanea como, grata coadjuvcao. Gertes est mos que de vemos
continuar a receber este favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido :
que vender barato e baver sinceridade nos traios.
Convidamos portamo as Exmas. familias e aos mscales a virem ao nosso estaoe-
leumeoto on mandar buscar as amostras das fazendas que recebtmos ltimamente,
pois temos fazendas da mais apurado gasto e do melhor qae vera ao nosso mercado.
GrosdODaplps
Temos o melhor sortimeoto deste arti-
go e vendemos por menos que outra qoal-
quer casa.
Ditos, d? cores.
O- Cysne tem o mais liado sortimento e
de superior qaatidad que vendemos ror
4500 e 21800 rs.
SETINS DE CORES.
Temos de todas as qnaliiiades e presos
mais baratos que outro qualquer.
E* PECBbNCHA.
Alpaca lavrada com cordo a 560 rs. o
oovado, dita com flores e listras a 640, 700,
900. 1,5000 e i00 rs.. estas ultimas alo
tp finas qoe oinguem dir que 13a, sao
moito largas.
Lilas .i Saboya
Recebemos urnas I Tus c m seda, fazenda
ratein mente nova no mercado, (> m um bri-
Uio que as turna recommendavd.
Pechincha
Pnil-d-Cbevre fino e com muito brilb
a 560 rs. para acabar.
Cries a M:nma
E' ama fazenda de la com listras de seda
de cor que fti urna vl-ta pxtraord.naria cem
19 e 20 covados por 2#000.
Cortinados
Temos completo sortimento e vendemos
por menos que outro qualquer.
Cambraia para c niatos de superior
qualidade com 20 varas a 11 1000 a pega.
CHITAS
O Cjrsoe tera o roethor sorlimento de
chitas finas desde 280 at 4'0 rs., pode-
mos afliancar rerem cdre MADAPOLOES
Temos madapoloes desde 43000 at
4600( porm esta qualidade tem 40 jar-
das oo 32 varas maito largo e eocorpa-
do. Dito francez com 24 jardas a So e
ttm.
Cambraias Victorias finas desde 45O0
at SOOO rs.
Vestuarios para baptisados.
O.Cysne tem vestuarios pa<-a baptisados
muito lindas e vend por meuos do que em
outra quaiquer parle.
CRETONES.
Recebemos cretones de cores escaras e
claras prepnas para vestidos de senboras
que vendemos por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem lencos de esgoio de 5
at 9(50CO, ditos de carobraia de linbo em
ca.xas de duzia a 7J000. ditos branecs,
de cassa muito finos a 20500 rs., ditos de
cores fixas proprios para rap a 45000 a
duzia.
Tapetes para guarnico de salas, de todos
os tamanhos e por mtnos preco do que em
outra qualquer casa. ,.
Bretanbas de superior qualidade a l,
15200 e ttfiOrs. a vara.
FLANELLAS.
Temos de todas as qualidades, tanto de
cores como brancas e por meros do que
em outra qualquer parle.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 2o00, 40, 33500 e 60500 rs.
ditos cbinezes a 143000, estes ltimos tem
seda e sao muito lindos e proprios para
urna sen hora honesta.
Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
cos, dito preto liso e com salpicos.
Colxas brancas de fusto a 267CO rs.,
ditas de cores a 23S0O e GOOO rs.. ditas
muito grandes com bonitos desenhos a
123000.
Atoalhado.
Temos atoalhados de linho muito largo,
dito de algodo adamascado.
Bramante de linbo com 10 palmos de
largura, dito de algodo a 10800 rs. o
metro.
Brins pardos e de cores para todos o
precoe, dito loDa branco propro para
Dttas transparentes fio>s de 33500 at "Ra de homem fazenda de suPerior **
i 40000, porm stas sao largas.
Cortes de cambraia brama com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 73000.
' ORGANDYS BRANCO
Temos organdys branco fino de 60 e 80,
dito de cor a 70000 a peca.
Cambraia de cor
Temos cambraias de cores com barras a
560 rs. o metro, ditas miudinhas a 500 rs.
sao finas e cores fixas.
Meias para h.mehs*, ditas pa a senhoras.
lidade.
Para luto.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
alpacas para todos os presos, canto supe-
rior, merino vero e princezas ; tudo se
vende por barato preco.
| Algodo eofestado com 9 palmos de lar-
gura proprio para lences, toaihas e outros
mistares, qoe vendemos pelo barato preco
d 900rs, a vgra,
Completo sortimento de casemiras de
ditas para menino* e meninas, de todos os core?, ditas pretas para lodos os precos,
precos s qualidades. pannos finos para todos os precos. Tam-
Esparthos bera temos um bom alfaiate e nos encar-
Temos espartilbos de diversos tamanhos repamos de mandar fazer qo>.lquer peca de
e precos. obra que ficar a? posto do fregn>z.
COFRES DE
BE FEM
Estes artigos acbam-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkes & C,
rca da Cruz n. .4.
HYDROlfO LITHOTRIPTICO
AMTI RMFl iH VTICO E OTTONO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALLIVEL EM DESTRUIR AS AREIAS B
EVITAR A SUA PORMACAO
Guiados pelas indicaces de moitos abalisados di imicos, e mdicos distinctos, que
se deram ao estodo e averiguaco das causas que prodizem. os p-decimentos de rheu-
malismo, golla, arelas dos rhiiis, Dexiga, figado, e d'oiitras tisceras; e aos ensaios ds
meios proprios para cural-os, chepamos a obter um remedio, que nunca desdisse a sua
actividade contra os ditos padecimentos.
Nao nicamente baseado em tbeorias qoe Unto avanzamos, mas sim oes satis
factorios resultados obtidos da sua applicaio, as iribiimeras experieoas, que com He
fizemos ; e deste modo, seguros de seos beneficioseffeilus, afoutaraeote o recommenda-
moss pessoas q e offram alguroas das molestias cima ditas, ou de algons ootros pa-
decimentos do apparelho armario, taes como o diabtico, glycosurico albominurico
ele.
Escudado seria observar que se n3o poda designar um numero determinado de dses
de um medicamento para corar todos os individuos que padegam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes difpostco na-
tural ou compleico. de cada nra delles ; mas eomtudo, certo qne o hydroleo htho-
triptico anli rheumalico e guttoso produz sempre a cura desejada, qundo se persista em
tona lo o lempo preciso para nbte-la; devendo ter-se em vista qoe quanto mais invete
rado est o mal mais se de ve insistir na applicaco do remedio.
Podemos tambera afliancar que, por, mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio n5o causa desamnjo algem as vias digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lamben possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, nao p;>ocas vezes, tem feiio desapparecer diarrbea, que eram entretidas pela dtbili-
dade geial do appe reino digestivo,
MODO DE USAR.
Toman re do hydroleo lyihotriptico, nos primeiros qualro ou cinco das, duas co-
Iberes de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou caf com leite, e mesmo seni mista
ra alpum, na occasio do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e seguintes, iomam-se do mesmo modo dit), tres coiheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porejo de areias; se as dores
nephrilicas, rheumaiicas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, lomar-se-bo quatro coloeres de cada vez.oa tres vezes no dia, a tres coiheres
de cada urna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo aso do Hydroleo liihotripiico vo sendo mais rarosoapparecimento das areias,
s dores nephrilicas, rheumaticas e gottosas at quede todo desapparecem : neste ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, como preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentacao, deve ella ser regulada de modo que nao sobrecar-
regne o estomago, e em quantidada tal qoe possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sera duvida, a agua pura, mas tamben se pode osar de vinho
simples ou pouco alcoolico. De cerveja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre tudo o que muito recommendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
ello muito conlribue para a rapidez da cura. _
"N. B. Depois d tirarle do frasco a porcto que se vai tomar, de ve uaver maior
cuidado em o arrolbar immedialamente.
nico deposito em Prnambueo
Pharmacia americana de Ferreira Maia d C, ra do Duque de Caxias >n. 57, (an-
tiga do Queimado.)
2 * i? 93 es 3 2 3 S" 2 3, O =T5-3 "O 2 O X -.. I O S O v-l O
ni ra- m o -i 00 09 a o 00 2 3 S t o c o O
"So -, u> < "> H. B3 -5 O rj SSt a. o o B 3 < ^ B 5f 3" a. B X BJ r. 1 o1 a> o 3 ? i a, S 0 -.i i s s ro t" os 3 o 3 -o -t n 09 O J o 03 c A SLfl 9 1 et O p P S
3 C -i fD 9 c h CIQ -. 3 o B' 1 O S 93 S -t g
ados pelo el publico a O i a.OQ Si S r. ~. n i a o' D % 5 ltf 03 5 g 7 X o X O
o r^^c. "^*. a
o f^ti)rhS^\rr^-
00 Sj^ WBL^X^^SSS "*^^
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3^"w5P;li SfcrpfiJ
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> ff^.*lf,rvO"T^Mt*' mmi
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0 Y% )l*Wr Jg* Fl
C
3 ^m^2 W^m m^W
cr
c= SSsri^R T s *iLi ^M
o ^~^S5^#S
o
Nnnea se vio om proeesso'mais perfpito e qtie at-
wja Ae tal forma a satisfazer as exigencias mito
wveraf da criptoracio.
A soa cor hndissima e nao precisa de cuuh-
doaignrn para se conservar do tinteini sempre
com a mema cor, sem borra, crsta, bolr ou som
*oMas eias -mawllas inherentes todas as tintas
at afora coDheeida, anda mesmo dos melbsres
atores estrangeiros.
Sobretodo, este estlnavel prodneto nao ataca as
pausas de x;n, antes pelo contrario, a pajina
adVplire nm esmalte donrado que, sendo inters-
santo, astas proveitoso.
Ee tinta, nao sendo especialmente ^ara copiar,
di contado doas, tres, on mais copias nm nei
Japoia de escripia ; preciso, porm, deixar-lt
o papel bem moihado sem o enxogar cora o mata-
borrao, porqae pi ha o rico de borrar. Para se
tirar mais de ama copia, nao se agglomeram tan-
tas folhas (joaatas capias se qaerem nrar, mas
vae-se como original tirar i ama tantas quanus
e desejam, sem qae o original fique prejadieado
polas eitracdes.
Oceorre aqbi iher qoe, par copiar importa
Ha iMefllgcaeia e habiltdade, sem e qne a me-
*er Mata nao sasfat, e o defefto recae sempre
re a Uau, qoe DaKas vezes qaem menos
sipa tem.
A dupla qualidade 4ea ota extremamente
aroaami pan qe -vita qne em qualquer es-
copierio baja mh o qae ama tinta para os di-
cortos nsteres.
Waqiam | im daTabiMad^ nao ha a oppdr
*mmr*M, par. qoe Ka tata tpois >-
FAZENDAS BARATAS
' NA
LO JA DO PAPAGAIO
na da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
MENDES ft CARVL10
Os covos propiiria/hs deste bem conbecido estabelecimento, avissm aos seus
nomerosos fiegoezes e dora especiadade s excellentissimas familias, que acaban de
receber Om novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed?, la,
linbo e algodo, qoe venrtero mais barato que qualquer outro estabelecimento ; assim
como vendero as J existentes pelo, maior preco que encontraren!, para niio accomula-
rem as antigs com as modernas. Portanto, pievinem s excellentifsimas familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasio de, com pequeo dispendio, pode-
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisen.
Declaramos es precos de algumas fazendas, para provar o qoe dizemos.
Madapoloes de i, 5, 6, 7 e at 100000 a pe?a.
Algod< zinho de 2)5500 a 8,5000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Coi tes de chita para vestidos a 1j>600.
L'azinhas de differentes qualidades de 320 a 500 rs o covado.
Cortes de percalas com 14 covados a 5^000.
Oit -s de cass?s, padres miudinhos, a 2^500.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, p cor fixa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas coro salpicos de cor a 508T0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 6000.
Baies de la de cores modernas a 4>000.
Lencos chin ees brancos e de cores a 33 a dozia.
Ditos Brincos de cassa a 2# a duzia.
Chales de m. r n lisos e estampados de 2^500 a 5(5000.
Colchas Bramante de liull'i de 2o300 a 2.^000 o melro.
Algodo enftstado liso e trancado de I i a 1(5400.
Colchas de fu-to de cor re 25500 al O/lUOO.
Brins oe linho de cor de 500 at 800 rs.
Cafen de coros de padrvs muidos e grados.
Bates de tudas as cores a 600 rs. 0 covado.
Flanetlas dt cores a GiO rs. o covado.
Para luto
Princetas pretas a 640. 800 e 1000.
LiSazinbas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5i 0, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 16200 e 1 #800 o covado.
Mritos trabados e de "cordo para differentes presos.
Outras muitas fazendas, como sejam : atoa'haos de linho e algodo, goarnana-
pos pardos e brancos, algodo eofestado liso e trancado, bramantes de linho e algodo
para lences, cortinados bordados para janellas, flaneilas e damascos de tidas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Faoagaio
Alm de baver um grande sorlimento de ronpa feita de todas as qualidades, tanto
de brins como de casemiras, caigas, colletes e palitots, ha um bonito sortimento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estaco, e cortes de gorguro pan
colletes.
Panos finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linho de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroolas francezas de linho. e algodo.
Camisas francezas e nuezas, bordadas, com pregas, com collarinbo e sem elle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flaoella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at 18(5000.
Collarinhos e ponbos de linho.
Grande soriimeBto de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, e um especial
sortimento de popelinas de cores, dos padres mais mudemos qne tem vindo ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou mandam-se levar pe'os caixeiros.
ATTENCAO i
S FLOR DE OURO I
f Forte mama de annnncar I vive o Diario de Prnambueo cheio de attenroe, vea- Si
de-se isio, vende se aquill. e urna intinidade de cousas .' para massarem a attenco do figj,
respeitavel publico no entaqto, os proprielrios do novo e bem montada eMabelecimenlo de
joias, intituladoFLOR DB OUSOsito ra do Rosario larga o. 21 A tendo preparado com jPJ
toda a elegancia e gosto nao vem para o conceituado Diarto de Prnambueo apregoar que ,
tem as melhores joias de ouro, prata, brilhanles e mais pedras preciosas, tudo da ullima jft
moda, e qae vende mais barato que em qualquer outra parte, se elles quiessem seguir esta gg
rotina de aonunciar, diriam que eslo completamente sortidos de bellos aderemos, cadeias
para relogios, anneis braceletes e. urna inflnidade de artigos que ser enfodonbo mencionar |
e que com vista poderii o respeitavel publico e com e3pecialidade as Exmas, Sras, fre-
queolando dilo estabelecimento, a soa vootade apreciarem.
mmmmmm-
cripta soffre o choque de cidos ortis8imos,_ sem
se deeompr; ora, se os cidos nio tem accio so-
bre ella, muito meos a accio do tompo a poda
destruir ; isto plaasivel.
Nao s ao commercio que este meo/ producto
veio ser un ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas dieipnlos, tem approveitado esta tinta, qae
com rszao a acharam apta para desenvolver o
gosto 009 educandos, em coDsequencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos de crjaneas qne havii
moito tempo tinham urna repognancia' extrema
para a escripia, logo qoe foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderoa-se dellas a enriosidade e o
gorto, e ponco terrpo depois oseu adiantamento
era manitesto.
Esta tinta, i par de tantas vantagens, tem um
nico inconveniente, deteriora se ao contaeto de
ootra qualquer; cenvm pois te-la em Uoteiro
isentos do menor vislumbre de ouira tinta, e evi-
tar escrever coma peona suja de nma prepararlo
difireme incompativel; verificando isto, nao ha
ra*ao para se osar de tinta qoe nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas falsicacoes e semelhancas tem appa-
resido, coja duratxlidade dovidosa. Os Srs.
compradores polem evilar o engao dirig ndo-se
catas cireamspeetas, e pedindo a tinta qne eo
Sao finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras prep3raceo?
do Dr. Raoway de C. de New-York.
Depois de alguns annos, em que as falsificacoes de Harobnrgo e mesmo de New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito que
estes remedios haviam alcanzado por seus maravilbosos effeitos consegairam introduzir
se, illudindo o publico incauto, com urna redueco de prego, nullificando o verdadeirc
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nnllos effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declararlo abaixo, e :
dar diplomas aos qne vemerem os seas legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
oway s se venden nos depsitos cima declarados e trazem nm rotulo igual ao deste
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, qne os Srs. Raymondo Carlos Lei-
te 4 Irmo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentes
geraes, pela venda de nosses remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto-
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radway A C
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), seno das pessnas qae podem prodozir a presente certificaco e attes
taco e que a produzem, subscripta e assigsada do Dr. Radway d C. e dos Srs. Ray
mando Carlos Leite & Irmo como ao p. Todos e cada ora dos remedios do Dr. Ra-
dway A C. sao acompanbados de cdalas smelhaotes as qoe parecen ao p desta cer
tificaco.
Examine-se bem a assignatura da firma do Dr. Radway di C. ao p da presenu
sertificaco e compare-se com o facsmile as cdalas com todos os frascos e caixinhaa.
Radway 6 C.
Vende- se na rna do Bario da Victoria, ou-
tr'ora roa Nova n. 49, o amarzem de iouea fina e
ordinaria, a qoalqaer pessoa qae se qnizer esta-
belecer, a dinheiro, ca com algom praso com ga-
rante a vontade do prrpritUrio ; oo mesmo ar-
maren), vende-se a dinheiro i vista, apparelhos
para cha de porcelana, dourados e de frisos de
cores, dito, de porcelana branca, apparelhos pa-
ra jaotar de pcrc-laaa branca, ditos para jantar
de friso verde e aiol. roglexes, ditos para cb, va-
so de porcelana para flores, compoteiras, garra-
fas, copos para agua, clices para v.obo e cbam-
panhe, d chrystal e lapidados tinos; e ostras
moitas pecas qae ser enfadoaho mencionar por
exteneo. qae se vende por meios do qoe em oa-
ira qoalqaer parte de 5 a 10 por eeoto, por ter
o dono de acabar com o e:taoelecimento.
i.lClMM.
i. C. ttottir.
Biclias de Hamburgo
Na pharmacia da CoBcaieSo, a raa da Marqoe:
de Olioda (Cadeia o. 61) reetberam-se u var,da>-
deirss sanguisugas haoiburgueas pefo vapor La-
Plato, que vendem-se en grandes e^eqoeoia por-
Na ra do Crespn, 20.
Chitas de ama s cor propria para a praca, cor
de cinza e cor de ganga, muito lindas a 260 e 300
rs. o covado : na loja de Guilherme Carneiro da
Cunha.
ROSA BRANCA
. Ba da Imperatriz u. 58
A IiO.1 i : IOTA
Grande pechicna
Chitas escaras muito bonitas, cores fixas e bom panno a iiO rs. o covado
Chitas precale delicadissim'os padres e muito finas a 3U0 rs. o covado
Cambraia branca transparente o que ha de mais fino com um ailado lindissimo,
muito propria para vestido de baile a 6000, s na Rosa Rranca raa da Imperatriz
n. 58.
Cambraia de cor miudinhas com delicadoa padres e cores garantidas, as melhores
e mais modernas a 320 rs. o covado.
Madapolo fino a 5(5000 a peca com 20 varas s na Rosa Rranca. Vende-se mul-
tas outras fazendas por preco moito em conta, do-se amostras, e manda-se levar em
casa, na
Ru
ROSA BRANCA
da Imper]atrizn 5 8.


BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOARESIC.
Cemento Portland
Em barrtcM de 13 arrobas i preco mais coa'-
modo do qae em outra qualquer parte, vende-se
nos arroazens de Tasso trmos & C
Vende-se velas stearioas de superior qoali-
de, de 4 e 5 em masso, a 800 reta eada om, em
eaias de l5 masas : na roa do Amorim n. M.
MachinaB
?an*flH mmn de eeturt
Mioveai perfetBMMdo. ur
n sffuoda
Grande expsito
Especial sorlimento de fazendas de algodo, Imbo, la, e seda, de todas as qoali-
sdes.
Artigos da moda elegante, tanto para senboras, como para borneas e meninos.
Completo sortimento de mludezas finas.
Grande dep sito de perfumaras dos nais aflamados perfumistas da Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros' para missa com encadernacao de velludo, charo
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como para meninas.
Bello sortimento de lindas e modernas joias de ouro, como sejam : cadeias para
relogios, medalnbes, meios aderecos, brincos, broches, braceetc, collares, 9 bptoadu-
ras para camisa.
Ricos espelbos grandes com moldura dourada a ouro fino.
Bodas panormicas brancas e de cores, proptias para jardins e cornijas de casas.
Assim cumo temos a venda ama bella e perfeita embarcaco de guerra, symbolo
da corteta $ da Bandeira, e urna caixa cora rica msica de pente acompanbada de
timbres e rufo, tocando com a maior perfeigao o bymno do Brasil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cb, Fausto, Pericholle, os Drages de Villars, e Viagem.a
Cfaioa.
M. 4i-Bna do Bario da Victoria-w. a
(Gsqnlna da de 9*mtm Aaiar),


8
D .atrio de Pernambuco *- Trc.a eira II de Julhc e 1871
VARIEDADE

DADOS ESTATISTICOS.
(Conclusao.)
A fazenda de Santa Cruz tm 15 empre-
gados e a de Petropols 4 dilos.
0 conselbo de estado corape-se do 2
membros extranumerarias (a princeza im-
perial e seu esposo),* 8 ditos ordinario.?, 7
ditos extraordinarios e 8 advogaios-.
O ministerio compe-se de set mem-
bros.
Desde 1822, poca da independencia,
at 1870 lem servido na. pasta dos Imperio
73 ministros, na da jostra 66, na do estran-
geiros 61, na da marinha 56, na da guerra'
62, na da fazenda 59 e na da agricultura
creada em 1861) llt.
Alm do arcebispado da Rahia. ha 11 bis
pados, dos quaes o de Pernambuco e de S
Paolo estilo vagos de diocesano.
A cathedral do Rio de Janeiro compoe s*
de 1 bispo, 6 monsenhores e3 honn.irios.
tSconegos. 8pregadores imperiaes, i uses-
tras de ceremonias e 3 honorarios, 14 ca-
pelles cmtores, 1 tbesoureiro. 1 raestre de
capella e 1 honorario, organistas, 7 can-
tores contratados, 9 instromemisUs e 1 ar-
mador da capella.
Na curia episcopal, alem do vjgario geral,
ha einpregados 2 monsenhores, 7 conego*.
2 vigarios e 5 padres.
No seminario episcopal ha eropragado 1
coDego, administrador do patrimonio ; 3 na-
dres-lazaristas. superior, vice-superiore pro-
curador dos estudos; 8ditos e i brasileos,
lentes das diversas caderas. S se reeebum
alumnos que queiram seguir a carreira ec-
clesiasii-'a.
A cidade do Rio de Janeiro divide-se em
l'fr*. 'oe'*8' as Qua,is tm 64 igrejas filia s,
aue con* 'am ^e ** cui*ol08, 8 ordeos ler
ceiras 9 o, ^1"'38 e 41 capellas e nellas
' monsenhor, 10 conegos, 4
s.
a
empregam-s?
fraoles e 69 p*K.
Ka miis orna igre,
/unda-Ja em 1890. coa
dita da communidade allet.
1827, com urna pastor e um
episcopal britsnn-ca,
nm capelio. e outra
>a, fundada em
lirec'.oria
diricila
ALEXNDRE DUMAS A carta
or este romancista francez ao Nouvt*
de Buo, e que tem prudazido grande ira- '
presso em toda a Franca, principia assim :
Le Puys, 8 de junho de 1871.
Coaro amigo.Pergunta-me o que na
miaba \olta de Verstiles pens da situa-
dlo, r deseja saber o que liz em Versad-
** .
Fui a Versaille para ver : ver e saoer,
saber prever. Esta verdade a-aba de ser
reconbeci ia e sagrada n'um hom9m : o Sr-
Tliiers. EHe vio, soobe, previo; e a lgi-
ca idmiravel que preside aos destinos bu-
manos p-lo a frente da Franca, na occa-
sio em que a Franca mais precisa de ver.
de saber e de prever.
Na minba pequea esphera de observa -
dor, fiz corno o Sr. Tbiers na sua grande
esphera de poltico, e os acontecimentos
que se teem dado ha um anno, commove-
ram-me talvez, mas nao me admicaram ; eu
tinha visto, liaba sabido, tinha previsto.
Encontro-me, depois como antes, um pou-
co mais velho, um pouco mais grave, nm
poaco mais firme as minhas coaviecas.
Sao essas convieces que o Sr. qner co-
nhecer e provavelmente dar a conhecer a
outros.
Julga certamente que chegada para to-
dos os que costumam ou tem a pretencao
de pensar, a occasio de dizerem o que
pensara, e suppoe que de to los esses
graos langad>s ao vento, poder germinar
algnma coosa; sej assim, se issono lizer
bem. leobo a certeza de que pelo menos
nao far mal.
* Acaso morrea Franca das suas derro.
tas o das suas insurreicoes? Bastantes nu-
tras lem ella visto, e contina -emnre oseo
mo vi ment para ir onde preciso que v.
Pode jolgar-se do sea podero, da sua \i-
talidade. do mj.do que inspira pelo nume-
ro dos seos
pregam.
inimigos e pelos meios que em
Fui p s. a Verstiles para ver. Ah !
nica amigo, no meh de urna mulido de
uutra3 coosas, vi na cidade resuscitada d Soled, tornada interinamente a cabeca do
mondo, vi a toce humana passear-se e
pavoncar-se oas extensas avenidas, como
nunc* o teria ousado fazer a magesiade de
Loiz XIV.
Nessa Cobldnza do direito e da egalida-
de, onde pareca qae o corago do paiz de-
va bater n'um s pensameuto, ir'uma s
esperanga, vi escotovelarem-se uns contra
outros, brntaes, cegos e impacientes, to-
dos os interesses, todos os clculos, to-
da as ambigoes dos partidos e dos indivi-
duos disputando entre si a Eranga como os
caes fazem com algum osso j meio rui-
do.
O notvel dramaturgo faz em seguida urna
extensissima apologa do Sr. Tbiers, e de-
pois contiua :
* O que por agora certo, que fumos
vencidos e espesinhados pela invaso, es-
magadose deshonrados pelo motim, que a
nacao perdeu duas das suas mais bellas pro-
vincias, que a melhor terca parte de Pars
esta em ruinas, que a capital do mundo ci-
vilisado provoo, era 1871 como em 1793,
que estava sempre dispunivel para o terror,'
e que o nosso povo tem urna cousa de com-
mum com os reis : a desgraca nao lhe en-
sina nada.
Desastres pblicos, desgracas privadas,
perdas irreparaveis de sangue, de intelli-
gencia, deaffeico, de esperance, de felici-
dade. de trabalho, de j$, divida externa
enorme, divida interna insensata, bomilha-
C5o, desalent, duvda, inquietacio por cima,
abalo no meio, trevas por baixo ; disper-
so das familias, divto dos partidos, des-
barate dos principios i por toda a parte
urna dupla necessidade instinciiva de repre-
salias e de socego, de vinganca e de re-
pooso, de odio e de amor, de morte e de
fecondidade : tal em poucas paiavras a
nossa sitoaclo actual.
(.......*
< Ha j qoareota anuos, ba setenta an-
uos talvez, ba vate anuos com certeza, que
nos vivemos s em tiegoes, em paiavras
que d5o comtem absolutamente nada, e a
pro va que desde o principio do secuto te-
mos discutido, atacado, derrabado todas as
nossas instituirles por moito solidas, por
moito firmes qae as tivessemos decla-
rado.
A liberdade I Qccio proclamada em 89,
uSocada em 1804.
A gloria militar! flecho que durou 20 an-
nos e que se desvanecen u'udi dia.
A carta! fiegao inaugurada por am re
espirituoso, viola la por um re devoto, fei-
ta pedagos pelos parisienses revo lados I
O governo parlamentario o contiiucional I
fiego que nem lodo o talento de Guizot
pode fazer durar e que foi morta pelo tiro
de pistolla de Lagraoge. ,
A re,'Ub.ica de 48! ficgSo qae a legenda
napolenica escamtela em seu proveiio
com estas cinco paiavras: o imperio a
paz, outra fiego que nos d a guerra da
Oimt, a guerra de Italia, os revezes do
Mxico e os desastres de Sedan.
O sulTragio universal! licc5o que consti-
tue a 3 ou 4 milhaes de individuos, sem
saberem ler nem escVevtr, o direito de vo-
tar por um candidato que n5o conbeccm,
recommendado por um prefeito ou acon-
sejado por um jornal, que d 8 miibSes
de Nulos ao seu soberano, que Ih'os contr-
ma ao cabo de 18 anuos, e que tres annos
depois deixa quebrar a sua vot*c3o e expul
sar o seu .-oberano por um orador de ta-
berna, o Ilustre .Gaudissarl da repblica,
amonioando todas as velhas pbrases do
Djute para dar peso sua mercadura.
A opposi;3o I fiegao regular e systemati-
ca, que diz contra, quando est de fra ;
que diz pro, quandu est de dentro; que
pede a entrada dos principes quando im-
peli a recusa, e que a recusa quaudosubi-
liluio o. impeiio.
A nagao franceza! fiego que subordina
trinta e sete milhas de individuo; a cenlo
e cincuenta mil parisienses sempre descon-
tentes, que mudam os governos em vinle e
quat o boras e que dizein provincia que
lem de submetler-se sua deciso, e tan-
to que um bello dia a provincia, caneada
da servidlo, craza os bragos e v quoimar
e bombardear Pans, dizendo : Discnve-
ciltia-te l conforme puderes.
A poltica, a diplomacia, as alliangas, a
Mmpathia dos povos, a malicia do impera-
dor, tiegoes. O Sr. de Bismark ri-se de
ludo sso ; as meiralbadora os chassepots,
os campos de Clialons, os grandes gene-
raes, o exercito nvenctvel a Berln I a
Marselhw, flccSes tudo O Sr. de Mol-
tl de anteraao.
As leis, ajustiga ea magistratura, fie
O Sr. Favre melle as leis na algi-
bb'.'ra, oSr. Gambeita pe os magistrados
na ra e o Sr. Cremieru poa os assassinos
em liberdade. -
Finalmente, a igualdade e a fraternjdade.
a mais grotesca e a mais terrivel de todas
as tiegoes. frocurem-uas por baxo das
ruinas do Hotel de Vil.e e eolrd os cada-
veres dos reens.
E' decididamente preciso que baja nm
Deus, urna moral, urna sociedad, urna fa-
milia, urna s.lidariedade humana, sim ou
nao ? O hornera deve trabalhar; saber,
progiedir ? A mulher deve ser respailada,
unida, associada? A verdade o fim? a
justca o meio ? o bem o absoluto ?
sim sim I mil vezes sim I
Os estados, as sociedades, os governos,
as familias, os individuos podetu, para se-
rem validos, duradoaros e fecuados, us-
sar sem aquelles elementos ?
N5o nao mil vezes nao I
Como o negociante probo, que se vio
fallar pela incuria ou pela m f de um as-
sociado, e preciso que a Franca viva de
privantes, que passe mal as ooutes, que
deixe de rir, que deixe de dangar, que
st-ja recolhida, modesta e paciente, que o
pai trabalhe; que a mi trabalbe, que os
tlhos trabalhem, que os servidores traba-
Ihem at que ella reconquiste a honra da
casa. E' preciso que quando se ouv r pelo
mundo o grande ruido regular e continuo
produzido por essj trabalbo universal, a
qnem perguntar:
Qae mido est<>;
Cada qual possa re-pon ler:
E* a Franca que te iberia e se trans-
forma.
Tenham este valor .J- dez annos ; e per-
teuci-'.hes aeternidade!
E' muito diilicil! E' muito extenso I
J nao stntem a vomada necessaria;
ostam mais de cantar anda com as abe-
Ibas ou com o gailo, com a aguia ou com
o lys.
to vira o diluvio, prcino-os e nos
que estamos na arca, s os veremos na-
dar,e morrer.Alexaiidre Dianas.
A (inmde. transcrevendo esta carta do
NouvelUste de Raao, precede-a d'algumas
liabas, e diz que a publica, vendo na cana
s a carta, e esquecendo que Alexandre
Dumas aulor robras qae particularmen-
te acceleraram a decumpoigo da socie-
dade franceza,
PONTFICES.A Epocha de Madrid,
p-ibca o seuinie, a proposito do aniver-
sario da exauago de Pi IX ao tbrono pon-
tificio :
DesJe S. Pedro nenhum pontifica vira
o vgessimo quinto aniversario de su3 exal-
tago. O principe dos apestlos governou
a nascente igreja, em Roma,, durante vinte
e cinco annos, dous raezes e sete das. O
poder das chaves recebera-o das mos de
Jess Cbristo e exerceuo em Antiocbia at
sua providencial trasladago para a capi-
tal do imperio.
Duzentos e cincoenta e cinco pontfices
registra a historia eutre S. Pedro e Pi IX;
s um completou 24 annos de governo
pontificio : Pi VI, que foi creado pont-
fice em fevereiro de 1775 e morrea em
agoto de 1799. O seuimmedialo succes-
sor, Po Vil, governou a igreja por espago
de vinte e tres annos e cinco mezes. O
seculo XVIII leve um s pontificado que
excedesse vinte annos: o de Clemente XI
fl700 a 1721). No XVII acbamos o de
Urbano VIH (1623 a 1644). Ao XII per-
tence Alexandre III, que sustentou-a tiara
durante vinte e um annos e ouze mezes ;
S. Leo HJ seotou-se tambera por mais de
vinte annos na cadeira pontificia (795 a
816). Adriano I, no seculo VIH. occopoa-a
por vinte e tres annos e de dez mezes. S.
Leo I, o Magno (secuto V), foi papa viule
e om anoos e am mez ; e no scalo. IV,
S. Silvestre I, o catbequista insigne de
Constantino, sobreviveu dez mezes ao XXIII
anniversario da sua elevacao cadeira de
S. Pedro.
Tendo sido marlyrisado S. Pedro em
Roma por ordem de ero no anno 67, re-
sulta entre a mnrte de Jess Cbristo e a do
primeiro dos papas amespago de 34 annos.
Portanto, a conhecida e popular obrase qoe
existe entre os romanos como ama profeca
tradicional: non viiebis annos Pdri, pode
interpretar-se de modo qae anda alUriam
oito annoi para que a prolongado da vida
do Soberano Ponlifke a flesmentisse.
< O actual pontifica 258.' na ordem dos
socceisores de 9. Pedro, nascea em Sim-
gaglia 13 de maio d- 1792, tomando na
pia baplismal o nome de Joto e acoresceo-
tando depois o de Mafia pola mui a devo-
gj que sua mi dedica va i Santissima Vir-
gem.
Seguio seus estudos com a regularida-
de ; ordeooo-se sacerdote, #xercendo di-
versos cargos e entre elies o de enviado da
Santa S n*i regides, do mundo, e a de
conego da Santa Mana t'n ra lacla. Vol-
tando a Italia fot em 17 de de'.embro de
1832 nomeado bispo de Imola, pasMbrio
depois a arcebispo de Spoleto em 21 de
maio d^ 1827, e o Santissimo padre Gr -
gorio XVI em 23 de dezembro de 1839
oomeou o ",ardeal eservado in pctore.d
sendo proclamado em 14 de dezembro de
1840. rea morte de Gregorio XVI o Sa-i
ero Collegio reunido em conclave elegeu-n
a 16 de junho de 1846 Siburarw Ponliflce
da Igreja, sendo coroado a 21 do mesmo
mez, e t mando posse aclemoe em 8 de
novembro d'esse mesmo anno.
Pela revolaco democrtica teve de
fugir da capital de seus estados era 21 de
novembro de 1848, refugiando se em Gaeta
onde esteve at qi>s o exercito francez o
trouxe a seu estados ea 12 de abril de
1850
* No exilio em Gaeta nao se esquecen
dos seus deveres de pas.or, e dirigi a
todos os bispos do mundo catboheo orna
eneyelica com o fim de ouvir a sua opini >
acerca de se declarar dogma de f a Con-
ceigio da Virgem, e teve o prazer de ver
reunidos em Roma em 8 de dezembro de
1854 os bispos de todo o mundo, que as-
si?tiram em assembla declarago dogaa-
tica da Inmaculada Conce gao de Mara.
Mais tarde em junbo de 1864 reunido outra
vez em Roma o episcopado, camrais >u di-
versos varoes dignos da venerago publica.
Em 29 de junho de 1867 celebran com
assistencia de um grande, numero de mem
bros de todo o episcopado catbolio de
todos os ritos, a fesia do centenario de S.
Pedro, canonisanlo ento d.versos varas
apostlicos, muitos delles martyres no JapSo
pela f de Cbristo, sendo alguns d'elles
portgoezes.
Assim nova eneyelica chamou a Roma
no dia 8 de dezembro de 1860 todos os
patriarebas, primazes, arcebispos, bispos e
mais sacerdotes que segundo o directo uso
da igreja tinbam assento no Concilio Ecu-
mnico.
< Reunido o concilio no Vaticano. Esta
aogesta assembla tratou com a proficien-
cia devida os assmptosque Ineforam sujei-
tos.cabendo-ibe a honra de definir o dogma
da inl'alibiiidade do Supremo Paslor da ido
assim autoaidade a um principio aceito
por toda a igreja.
< E de certo este grande bem, que
mostra a forga e a unidade da igreja; a
illostrada asamblea discutira e votara
muitas das oairas questoes necessarias ao
bom rgimen da Esposa Immacnlada.
< Mas as lurbages de que a Europa co-
mecoa a ser theatro sangrento, a invaso
nos estados temporaes inhibiram-oo de po-
der continuar do seio da cidade eterna, o
coogresso chrislo com aquella independen-
cia e liberdade, que pediam as delibera-
Coas tomadas pelo corpo militante da igreja
catholica As*im pouco tempo antes de
Korna ser invadida por im estado comlira,
o C ncilio do Vaticano foi susponso. Re-
colbido ao Vaticano o nosso padre, abi no
meio das difficuldades queocercam, nao se
esquece da igreja uuiversal, onde ha ago-
nas, dores ou lagrimas para enchngar, elle
l vai como pai carinboso que .
Tal o Pontfice a quera foi dado ver
os dias di Pedro, facto que se d a pri-
meira vez desde que o humilde oescador da
Galilea entrou as cidades dos Cezares afim
de trazer ao seio do imperio a liberdade e
a regenerar) da sociedade humana. >
de orna primaira batalba ganba, asta ahoa-
Ci se aclarar, dando lugar a algama hon-
rosa disposicao qae permittir ao go sabir e tirar-nos da coliso em qae nos
metteu ; do contrario, o imperio acabar
com esta trise e a nossa Franca ficar pro-
fandamente enfraqaecida. Deas a salve t
TESTAMENTO DE TROCHU.O Diario
Oficial de Par,s publica o testamento do
general Trucho, lido na sesso da assembla
de Versa lies de 15 de junho. Eis o seu
conthedo :
< Pego a Deus qne liaste do meu paiz
as dolorosas provag&es que o ameacara. Dif-
ferem pouco, quanto sua origem, das que
opprimiram o primeiro impeno. Em am-
bos os casos, a Franca e anda mais o seu
governo tel-as-ho merecido.
Se. ponnfelicidade,ja sorte nos fr con-
traria, se tivermos de cojubater o ioimigo
no nosso proprio territorio, ver-se-ha, como
oulr'ora, a opinio perder-se em aecusacoes
de recusa de concurso, de impericia e de
traigo contra os geaeraes. Haver Duponts,
MarmoQsts, Grouchys e Benedecks, sobre
os quaes o governo, segundo a lei destas
situages, nao deixar de fazer pesar a mais
grave parte que poder das suas propris
faltas, e a quera a opinio publica, guiada
por um violento calvinismo, nlo perdoar
os revezes da baodeira e as des*gragas do
paiz.
o Ha motivos para que eu seja um desses
geoeraes, a ajuizar pela desconfianca que o
poder mostra por mim ha vinte annos, e
para defender, no caso qae isso sacceda,
a minba memoria contra Djustas e doloro-
sas imputagoes, que, na presente exposigo,
eu descrevo de alguma forma a historia
moral da minba vida, e exprimo, antes dos
acontecimentos, as prevsoes qae me sugge-
rem o exame imparcial desses successos e
experiencia da minba carreira.
t Encarrego, por esse motivo, minba
mulher, meus irmos e irms, todos ontros
membros da mioha familia e todos os meus
seibos amigoi qoe presem .a honra da
minha memoria, de disentrem", se poder
ser, em am conseibo de familia, s opporlu-
nidade da pubcago do presente testamento,
e de fazerem essa pubcago, se a jolgarem
necessaria o o til.
< Escripto pelo meu proprio punbo em
Pars oo dia 21 de julbo de 1870 antes do
rompimento das hostilidades.
Appcndiceks imaginagoes inebriadas vo
arrefecer; nao lardar a ver-se o qae
esta guerra, peraote a Europa pela precipi-
lago e pela leviandade com que foi inaugu-
rada, e, peraote o inimigo, palos esforgos
e pelas enormes despazas qoe ser neces-
ario fazer-se no meio desta desordem para
realisar os preparativos qae sediziaestarem
completos, mas qae o nlo estavam. Per
turbar-se-bao com esta descoberta; vo
cerlificar-se que a Marselbeza, qoe as agita-
Ces guerreiras das ras, que os gritos : A
Berlinf! e que mesmo amentbusiasmo
sincero e generalisado, em nada modificara
o (ando desta situacjfo, poltica e militarmen
te ebeia de perigos. Espero qae,
EXECUCOt-Entre os insurgentes all
mmente fusilados em Paiis figura va o mem*
bro da communa Varlin, um dos instigado-
res do assassioato dos generaes Lecomte e
Clemente Thoraaz, aleivosame te fuzilados
na travessa de Rosires, em MoiUmartre.
Depois de preso, Varlin foi condozdo a
Montmarlre, onde precisamente celebrava
as suas sesses o conselbo de guerra da
commisso central da guarda nacional em
marco ultimo. Reconbecida a sua identida-
de e condemnado iramedialamente, foi en-
tregue ao offkial encarregido de levar a
cabo a execugo. Tinba-se dado ordem de
fuzilar Varlin n'uma travessa das imntedra
Cbes, porm a multidao. ao ter noticia desta
ordem, comegou a gritar; A' travessa de
Rosiies Que o levara a Rosires! Que o
fuzileou no quintal onde foram assassinados
os generaes 1 >
A turba obrigou o olficial e a forga encar-
regada da execugo a dirigr-se travessa
d Rosires. Mas havia all um corpa de
guarda e om olficial de etade-maior qae
nao permiliio que se fuzilasse Varlin uo
quintal. Conduzram-o pois oovament ao
sitio qoe se tinha designado e i>'.\\ loi p ssa-
do pelas armas.
LfiFRANCVctor Lefranc, nomeado re-
centemente pelo caefe do poder tiecuivo de
Franca para a pasla da agricultura e do com-
mer io. era antes de 1848 um -modesto ^d-
vogado de Mool-Marsa, no departamento
das Landes.
N'aqoella epocba foi eleto depredo as
sembla con>iuuinte e mais- tarde obleve
tambera urna cadeira na assembla legisla-
tiva.
Separado dos negocios pblicos pelo-gol-
pe de estado de 2 de dezembro, nunca per-,
doou ao terceiro imperio a violjgo- dds leis
e dos juramentos, e durante iO an-no* fez*
Ibe urna opposigo inflesiveL
Republicaoo convicto, Vctor Lefranc
um dos membros mis honrados e distinc-
tos da asseabla nacional..
nal, onde eicreveu alguns artiga* de> econo-
mia ffnaocefr e iambem fez aprrair al-
guns (ttscorsos proDonciados as atsembfas
de accionistas.
Sua Alba, Mana Mires, casou ean junbo
de 4860 com o principe Affonse- de P-
lignac.
iriCENDIOS.No 7 de ronbo- bwive
simolianeamene quatro incendios em Gbns-
taniinopla. Un era ValidTcberme, perto
do local onde prioeipirio o grande incen*
de 5 de juulio do anno pmsado : 100 casas-
forano presas das cbaraoMS. Ontro om Pe-
ra, o qual causn poocos prjoos por te
sido proiaptameofe apagado. O terceiro
rebentou em Gabla* no sitio chamado
Yujseck-Caadiru, sendo- descuidas 20' casas
e outros tastos, eslabelecimentos; e final-
mpnie o qnarto teve lugar era> Eijoub'Bano,
sendo 50 as casas devoradas- pela* cbam-
mas.
Dizia-se en Conslantinopla qpe-eses si
nistros eram obra de incendiarios Feliz
mewte, o vcnle-no er lUvoravet 'propaga-
gao d> incendio, do contrario as perdas se-
riara muito maiores.
OS GHI-FES- DA COMMUNA.De Pars
escrevem o seguinle-ao Jbrnal drGenebra:
O* pequeo trabalho estatistico- que e
segu fundado em prorosnores raui-los exac
los, dar urna idea dos antecedente* da cora-
mua. (Juasi todas as profissoes- eslavam
representadas oeste governo, que lo>caro
OUHtoO a Pars e a- Franca :
Mdicos e pbarmHceuticos Parise!,
|chefe d delegago scientifica, principal or-
gaoisador dos ifien dos ^ fillot;. Miol ve-
terano de Santa, Pelagia; Rastout e Re-
ge ro.
ArtistasCi>orbet e Panvier,. pintres ;
escnlptor ;. Arnold,. Potlier e Bil-
RATICE.Diz a Patr-Je que se estabele-
eeo em Pars, na ra du Bac n. 9, am cu-
rioso armazem onde se -cham todos os ob-
jeclos que foram derretidos ou calcinados,
ou que perdurara o feitio- no incendio das
casa,entre as>ruas de Lilto-e de Bac. Yem-
se all baixeUas de praia meio derretidas ;
reiogios, cojos ornameolos e machinas se
acham reduzidos meiade, a terga ooquar-
ta parte: raoedas de 5 francos de tal modo -e ; um. advoga4Jo, Proiot, (defensor de
Demay,
lioray.
* Jjraaiistas (auito numerosos)Deles-
cluz'e {fveil); P".scOal Grousset (Fg&ro,
Marseillaize, NmeU RpvMique); i. Vil
:s (Fiftam, La Ru, Le Or du peufk);
Vermorel (Courrier Franjis, e outros) ;
Flix Pyat (Veng0ur) ; Longuet e Visinrer.
(successivamente delegados ao Offtost) ;
Artbnr Arooul [Marseillaize); Courvel,
^idou, Antoine Arnaud, i. B. Ciernen i;
Allix, dsegado v&>mairie d':i 8 bairro.
OperariosAaaoroux, cbapelleiro ;.De-
seore, spaieiro e depois gerente da Mtor*e-
tieza ; Brauckel (dllemo) joalbeiro ; Aerial,
Assi e Eangevin, naecbanicos; Maln, ttu-
rtiro ; Varlin, eneadernador ;. Prndy e Du-
pout, marceneirus; SerraJlier, flonista ;
Durand,- sapateijo, todos- pertencentes a
Mern&tmnal.
Giras prcssoes Usa eogerjaeiro,
Vaillant, delegado da instructio pobca ;
profess'^r, Andrieu ; um perceptor; Verdu-
comnima. gravaa anda coi mais forca-r
E'mmora^r
Oofflcial nandoa procedV execocSoi
Amarraram a. victima, aae se-e>bitia eoer>
gicamen*. e poaer> depois- foi Ajzilado.
A' noite foi uKmdado o cadbver juou -
mente com- ootros pera jhsy, ende devi-
iffr enterradb.
O cabo de esquedra que coEsmandava
a escolta do-ftjnebre cortejo dizia a um do
meus amigos, apontano pira o cadver do
supposlo Billioray :
O'miseravel morrea-covardemeote ;
poz-se at de joelbos.
t Hoje, qoe o verrJarieiro Billioray foi
preso, recoDbece-se o triste engao, a pelo
papis encostrados ao- infeliz exeoutado
provou-se que elle se cbamava effectivamen-
ie- Gnstant, te era um cidado honesto.
>m bom pai de familia esUbelecido com
orna mercearia em Gros-Cloq e qoe fra
sempre esiranbosnossas latas poltica.
#> MINISTE5W0^ FRANCEZ: A poltica
franceza nao anda por mos de gente moca
a uImt pelos segnintes dados qoe copiamos
do Btguro de Pars:
Tbiers nasceu em---------- I7774 annos
DuHure..........----------178873
Baribeleiiy Saint-Hilaire.. 180071
Larcy.................... !85*-66
J. Iravre........----------- 180665
Vctor Lefranc.......... 180*62
General Ciss y____.....181259
Almirante Polheau-----.. 184457
J. Simn................ 18*636
Poyer Qnertier....._____ 184&54
Lanvbreteh..........____ 18453
Entre todos t>!)0nnos. Se, pois, os mi-
nistros de Franca nao acertarem, nao ser
porque os extravie o fogo da inoeidade e a
inesperiencia.
H
calcinadas q.ue parecem de assucsr;: pilhas
de pratos de porcelana da China apresentan-
do formas poaotasticas e extravagantes;
espingardas com metade-do cano derretido
fragmentos de vidros de Bohemia e de Ve-
neza; etc., etc.
PARS.Urna carta desta cidade publica
a seguate eslatislica, qoe diz ser exacta;
das armas tomadas a o* insurgentes e das
entregues pelos naciooaes.
Por esses algarismos se ver de qoe meios
poderossimos dispunha a iastureico :
Coasseoots, 285,O0O>; espingardas ata
batiere, 1K),000; de pistn. 78,000 -...
total 543,000 espingardas com suas bayo-
netas.
Cincoenta e seis mil sa'oree de cavalla-
ria.
Quatorze mil carabinas, fMSi todas do
systema Enfield.
Mgy), delegado da justiga; dous escodan-
tes, gsuoral Eudes e o feroz Raoul Rigault ;
dous caixeiros (de companhias de seguros),
O general Bergeret e LefrangaisAnligus
representantes (da constitniote de 4848) ;
Beslay, Gamboa, Maln, Tridon, Deteecluse
e Pyat.
< Ha ainda um grande numero de mem-
bros da communa, cujas- protissoes-nao sao
bem definidas-: Viard, inventor do esbromo
duro-pbane, condemnado em Lyon por bur-
la ; Jourde, delegado das mangas, qoe ti-
nha urna peqaena loja de algodos na ra
de Boissy-d'Anglas ; iobannard, ex em pre-
gado de coramercio do bairro de Sentier j
Combata, expulso, pelocrime de roubo, da
adrainistraco.do telegrapho, etc. Tambera
preciso nolar-se que iodos os iomens da
communa um pouco distractos, laes como
Adam, Loiseau-Piasoa, Ranc e outros, de-
xam a sua demisso logo no&^prmeiros
Tnnlae nove mil rewolvers(fallam 11,000 dias; aiguns, como RocheforL, nao cb-sga
para completar os 50,000 destributdds mi-
licia).
Dez mil armas diversas, taes como pu-
nhaes, pistolas, espadios, etc.
Quinze mil armas de luxo, caga, etc.
Mil e seteceotos caubes.
Trezeuta> metralbadoras.
j A insurreigo dispuoha pois, de 656,000
anuas portateis e 2,000 caobdas.
QUESTAO GRAVE.-Principia-se a agi-
t:r em Pars urna das graves questoes que
nascera dos acontecimentos daquella tapital;
a da indemnisago aos propneiarios cujas
casas foram queimadas. Cre-se que nao
ser possvel conceder esta indemnisago.
03 RAPAZES DE PARS.Segundo re-
fere um diario estrangero, entre os prisio-
neros j encarcerados as prisoes de Ver-
salhes acaa-se urna porgo de jovens cuja
idade nao excede a 16 annos. Entre os
rapazes mandados para Ruo est urna
crianga de 11 annos, chamada Leioux, de
quera Cleuseret dizia n'uma ordem do dia:
< Leroux, pelo que faz, um homem. >
Este precoce partidario baleu-se como
um here h foi a Versa'bes por diversas
vezes durante a lucia para espionar. Quan-
do parta para estas expedig5es, disfargar-
va-se, e, na occasio em que foi preso, este
gaiato vesta um un*forme militar com a
cruz da Legio de Honra, que dizia ter-lhe
sido concedida por Mac-Mahon em Reichs-
bollen.
Que esperteza I
ram mesmo a acceitar a nomeago.
NECROLOGA.Os jornaes-francezes dao
noticia da morie do Sr. Bullwr Snior, um
dos socios da Agencia Havas, LaCfile, Bul-
ler.
O Sr. Bullier morreu na idade de 36 ao-
nos, victima de orna longa e dolorosa doen-
ca. Prestara numerosos servigos impren-
sa e d'uisa bem justas saudades.
UM DICTO DE DUMAS, FILHO.Ale-
xandre Dumas, filbo, fallando da multidao
de estrangeiros que actualmente afiluem a
Pars para contemplar as ruinas, quaiifica
esta peregrinago de visita exposico uni-
versal da estupidez humana.
MIRES.Os diarios francezes do noticia
de ter morrido em Marselha o conbecido
banqueiro Mires.
Eis alguns apontamentos biograpbicos
deste banqueiro :
Julio Mires, banqueiro francez, fi!lio de
urna familia israelita, nasceu em Bordeus
em 1809 e em 1848 era ainda um simples
corrector. Depois da revolugo de feverei-
ro, fez-se gerente da companbi do gaz de
Arl rs e assoc ou-se com Millaud em diversas
emprezas. Fundaram ambos a caixa dos
caminhos de ferro, de qae tcou director,
elle s, em 1853, continuando depois asso-
ciados em numerosas especulagoes; mais
larde Iambem se associou com Solar, Blaise,
etc., entrando as grandes especulagSes dos
ltimos annos. tUma das suas grandes ope-
rares foi a negociago com o solto para
o emprestimo turco (dezembro de 1860).
Em setembro de 1860, quando Napolead
passon por Marselha, condecoroa-o com a
Legio de Honra, na occasio em qae elle
proceda aos trabalhos qae aquella cidade!
Ibe deve.
PASQU1NS. Segundo refere o Pars
Journal, teem sido ltimamente ;.lfixados
no boulevard Richard Lenoir, em paris,
pasquiis, coatendo ameagas contra o exer-
cito.
Eis o contedo :
Liberdade! Igualdade!
Em nome do progresso e da htimani-
dade protestamos com todas as nossas for-
Cas contra as atrocidades commettidas pelos
soldados.
* Declaramos que vingareraos, por todos
os meios, os nossos irmias assassinados.
Acommisso dos vingadores.
RDIFICACOS EM PAW&: Parece
que a reconstruego dos moodffientes io-
ceniatlos em Pari principiara' pelo Palais
Roya!, onde estava o ministerio da fazenda
e pelos arraazens geraes.
Ommisterio da fazenda coastruir-se-ha
sob u novo plaor>. Quanto a Tolherias*
casa da cam.n;! ainda nao se trata diss<<.
a menos que sejam exactas as propostas
qoe segundo o- Qamlez, apresentou ao go-
verno ama companbia norte-amerieaoa para
reedificar tudo o-qoe existe desteido Os
trabamos realar-se hiam em cinco annos,
e te-rminado esto- praio pagara o governo
as despezas en, rondas publicas ao typo da
actual cotago. Sea portan um jogo em
que a companbia costa com a alta que bao
de ter, no sea pensar, c fundos pu-
blkos.
& LISTA CIWL FRANCKZ.T-Pelo qe
dia-ooi diario-estraageiro, a lista civil ido
Fraoga desceu,.desde que sabio o imperio,
a 80,000 francos. D'antes- importavaello
est'fmrent&ercico. -nilhues*
Eqnivale portanto agora a om por cenia,
daquella qoaolia.
APOSTA GIJjaOSA. L-se no 7/aar--
Mil, de Madrid:
Em Irun foi oatorgada urna escriptura,
^erante um tabello, que a consequencia.
de urna aposta, taita entre-um carlista velbo
e om carlista novo. Esta sustenta que no
praso de om anno, a contar da data da es-
criptura, estar D. Carlos oceupando o tbro-
no de seus maiores, e o> primeiro,. coma
natural, completamente o contrario. A
aposta, feita ba tres dias, consista-em 6:fi00
Traucos (960000 re s), qae foram deposi-
tados n'uma casa comuercial de Bayona.
TRISTE ENGANO.-L-se o seguinte no
Sicle :
Corro se sabe, mullos jornaes annun-
ciaram a raorle de Billioray, membro da
communa, preso no da 26 de maio na ave-
nida La Bourdonnaye e fuzilado na Escola
Militar.
Ora, hoje notorio que Bloray nao
foi preso seuo no principio desta semana
e que est em Versalhes, onde espera a de-
ciso do tribunal que o ha de julgar.
Eis aqu, pois, os promenores sobre a
execuco do infeliz que foi victima de sua
semelhanca com Billioray, promenores que
nos foram ministrados e garantidos por am
medico militar que assistio execuco e
por um coronel de artlbaria que vio o ca-
dver :
No dia 26 de maio, pelas 2 horas da
tarde, um individuo bem vestido que passa-
va pela avenida La Bourdonnaye foi cercado
pela multidao. qoe gritava: E' Billioray,
membro da communa!
Urna patrulha do 6o de linha, quepas-
sava nessa occisid, prenden o pretendido
Billioray e condbzio-o Escola Militar.
< A multidao seguia-o, gritando sempre:
E' Billioray!
O infeliz tentava protestar contra a sua
prisio, mas a gritara abafava-lhe a voz.
O official peraote o qual foi condazido,
convencido da sua identidade por tantas e
to diversas testemunhas, ordenoo a sua
immediata execugo.
Mas juro-vos que nao sea Billioray
pro'.estava ainfeliz.Chamme Constant,
moro aqui bem perto, no Gros Calon ; po-
dis ir pergunta-lo aos vsnhos.
t Mente, o infame Ivocifarava o
povoE' Billioray; conhecemo lo perpeita-
mente.
t E um grande numero de individuos,
Fot qd dos proprietaros do Constitucio- i qoe nanea tinbam conbecido o membro da
ASSEMBLA NACSDNAL. Damos em
seguia o manifest da esquerda republica-
na da assembla nacional franceza :
o Aos eleitores. Charos- concid>d3os :
Chegoo a occasio de que lodo o. franc-z.
aJlkuie o qoe quer, o que pensa,. i> que er.
Abster-se as actuaes circumstan.ias re-
nunciar vida poltica. De qu >e i ata !
De refazer a Fraoga, de a regem;rar Ora
bem; a regeueraco ha de principiar por
vos, pelo voto que ides depositar as urnas.
Essh e o principio do nosso renasciaienlo!
o qual urna vez. mais est as voisas maos.
A monarebia arvorou de novo a su:,
baodeira. E' esta a occasio de levnntar-
mos a nossa. Nao vos deixeis adormecer
at ao dia em que despertis sbitamente
na monarchia. S esta conseguir conrtn-
zir-vos ao casarismo, e ocesarismo mo;t"
ioevitavel. Urna so saida teades para es-
capar a ella. A repblica a coosa nica
que vos separa do abysmo. Acolhei-vos
pois a esse uuico asylo, porque mais para
alera cai-se co vacuo sem fundo.' Achamo-
nos n'um d'esses momentos em que o povo
tem de optar entre a vida e a morte. Qual-
quer illuso sobre este assompto per. er-
vos hia sem remedio.
A morte vollar a am passado que
todo condemna, qaer se chame autigo re-
gimen, Napoleo, Carlos X, Laiz Pbilippd
oa Loiz Booaparle. Todos esses systemas
deixaiam urna recordaQo de bumilhagSss
e ruinas. Basta j dellas I Repjosemo-nos
no que vive, no que existe, no espirito mo-
derno ; o espirito moderno chama-se: Li-
berdade I Repblica Nao lutemos con-
tra a forga inesistivel qoe arrasta as
coasas monas: dymnast as, monarebias,
porque nos arrastaria para os seus t-
mulos. Aliiemo-nos com as coosas vivas,
que cararo as nossas cbagas, qae nos res-
tituiro a esperanca, que nos commonicaram
a sua forga, devolveodo Franca a sua eter-
na j aventado. Viva a repblica I >
Edgard Quinet, Scboelcher, Langlois,
Telain e Luiz Blanc, com mais 23, assignam
este'documento.
ARISTCRATA CONTRA VONTADE.
Diz am correspondente estrangeiro da Pall-
MallGazttte, qae Henriqae Rochefort ficou
actualmente seodo marqasz, em consequen-
cia da morte de seu pai, acontecida ha poa-
cos dias, na avancada idade de 81 anoos
Diz-se qae era um legtimista absoluto, e
ter morrido com bastante falta de meios.
Ha mais de 40 annos tinha casado com ama
pastelleira moito contienda, a mi Morel,
de qoem teve o actual marqaez e mus
duas filhas.
INCENDIO DE UM THEATRO.Nojici
um jornal francez qae o theatro de Breslau
foi presa das chamelas durante am espect-
culo e fi'.oa completamente redando a cio-
zas; Felizmente nao bou ve dasgraga al-
gama pesjoal, e foi salva a biWiotheca.
p 00 DIARIO-ttUA O DUQUB DE CllAa

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-?
j


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