Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12430


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Full Text


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UNO XLVII. NUMERG 154
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?UA A CANTAl E LUGARES OIDE IAO SE fAfiA POBTL
or ira mazas adiaoudoi.................
IWoin anno dem...........+ .-.'.......i *WQO
Cada montero aval*,................... jo
DIARIO DE

FEIRA 10 DE JULHO DE II.
IABA DlinO I FORA DA PHQVUClL
ortree tawet adiantados .................
Jar nova dito dem...................
181600
KMMo
171000
MAMBCO.


Propriedade de Manoel Figueira de Faria Se Filhos.

AO ACUBS: '
Joaqnim Joa da Oliveira Filho, no Ceari }*jptonio da Lamo* Braga, no Aracatj ; Joio Mara Jnlio Cnaree, no Aseo ; Antonio Maraen da Silva, no NalaJ; Jos Jostin
Oa fin. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalvea A Pinto, no Maranhio
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella d- C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino doa Santos Bnlcio, em Santo Anta; Domingos Joa da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Baha; e Leite, Serqainho A C no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO M* 3 DK JULHO DE 1871.
Acto :
O viee-presidite da provincia, tomando em
eonsideraco o que expoz o inspector da ihesou-
raria de fazenda em officio de baje, u. 12i, resol-
ve autorisar sob a responsabl4ade da presidencia
dos termos do decreto o. 1884, do t de fevereiro
de (862, um crdito oa importancia de -j:00l)009
para o pagamento das ferias da capitana da alian
dega desta dapital no corrente mez, at que che-
gue a ordem do lliesouro nacional, destribuindo os
crditos para as despezas da mesma provincia no
actual exereieio.Fizeram-se as necesarias cora-
munieacoes.
Oicios :
Ao desembargador chefe de polica interino,
declarando em resposta ao seu officio, que cam
expedidas as conveniente? orden*, no seolido de
-i-re:.i cooduzidos amauba as 3 horas da larde
ptra Pordo do vapor da companhia Pernambuca
na, enn destino ao presidio de Fenando de Noro-
nha o-i satenta e quatro deteotos, que se acham
na casa de detenro, atacados de beriberi. ou
esta molestia predispostos OfQciou-se ao gerente
tar os doenies, bein como os objectos a elles des-
uados ; ao coronel commandante das arma* para
prestar a torca qoe os deve esjoltar ; ao inspec-
tor do arsenai de marinba para fornecer os meio<
de transporte para bordo do vapor, ao director do
arsenal de guerra para comprar mais os objectos
itouslaotes da relaco jnnia, e communcou-se ao
eoinmaodante do presidio e a thesouraria de fa-
zeoda, declarando-se esta que, nao rt a despeza
mu os objectos comprados pelo arsenal de guerra
para os doentes, mas tambem o frete do vapor, na
importancia de 2:0001000 devem correr por conta
do crdito de 0:000*000, autorisado pela presi-
dencia, com applicaco soccorros aos desvalidos
atacados da febre amarella.
Ao inspector da tbesouraria de fazenda, au-
torisando-o a proceder de confonnidade com o pa
recer da respectiva coniadoria, a na informacao de 22 do correte, sob n. 40i,
acerca do pagamento que no incluso reqoerimento
pede Justino Apa, de sea sold, na qualidade de
praca reformada do exercito,
Ao da tbesouraria provincial, mandando abo-
nar dous mezes de veoetmentos ao tenante do cor-
ito de polica Manoel Francisco de Paula, qne se-
gu era doligenuia para a villa de Salgneiro, e
bem assim a quaotia de 140*000 como ajuda de
costo de ida e volta.Commumcou-se aocomman-
iiiiute do eorpo.
Ao mesmo para qoe nos termos de sua in-
tormacio, mande restituir a Joaqnim Antonio de
Paria tarboza a quanlia de 1:010*00, uede mais
oagou na qualidade de testamenteiro di uado ge>
nral Jos Ignacio de Areu e Lima, do sello de
heraaca do espolu por este deixado.
Ao mesmo autorisando-o, nos termos de sua
ofonnaeao, a mandar pagar aos empregados da-
quella tbesouraria o augmento, qne tiveram em
seos vencimenlos pela hi, n. 983 de 12 de maio ul-
l uno, a contar da data da mesma le.
Ao inspector do arsenal de marinha, decla-
raudo em resposta ao sea officio, que pode man-
dar entregar ao consol de Fraoca nesta capital, o
.espolio deixado pelo fallecid > operario Guerin, ura
de nova de Forges Cbautiers de la Mediterrane,
para mootar as duas dragas, que se destinan) a
escavano do porto.Commumcou-se ao cnsul.
Ao commandante do corpo de polica, auto-
rizando o engajamento do paisano Joao Evangelis-
ta da Silva, se for idneo.
Ao commaodaute do presidio de Fernando de
.\oruoha, recommendando que enve para esta ca-
pital, a ser entregue ao cnsul de Portugal, o ex-
polio do subdito portuguez Trnmaz Vicente de
Carvalbo ahi fa!lcido.Commuoicou-se ao cnsul
c ao juiz de orphos deste termo.
Ao juiz de direito da comarca de Caruar,
para informar acerca de ludo quanto occorrer na
-Tganisaca) da irmandade de Nossa Senbora da-
Dorea desta cidade, e sua extioccao, bem como
ioti o destino, jue teve o respectivo patrimonio ;
em que consista este, e finalmente se anda func-
ciona o hospital moatsdo por aquella rmaudade,
devendo indicar quaes as medidas, que cumpre
adoptar no sentido de evitar que se nallittque essa
til iosiituico.Iguaes mulatts mutaniis ao juiz
municipal, ao promotor publico, ao vigaro e a c-
mara municipal.
Ao engeoheiro encarregado das obras milita -
re, remett-idjpara os lias convenientes, espiado
lili -j em que o coronel commandante das armas,
fai sentir a reclamaco do eommandaote do 9 ba-
alh de infamara, acerca do reparo urgente de
que precia o registro do gaz uo quartei daquelle
ualalbio.
Ao director do arsenal de guerra, approvan
lo os cootrato-'celebrados com Joaquim Alves da
Silva Santos, Manuel Antonio de Jess e Manoel
: ncjuim Ferreira Estoves, para o foroecimento de
-eneros alimeoticios companhia de educandos
sftembro deste anno Commuoicou-se a thesou-
raria de fazeoda.
Portaras
A' companhia do Beb9ribe, recommendando
qae provieencie de modo a nao se reproluzir o
?acto, a quealludeo chefe de policia.no officio
junto por copia, motivado pela falta d'agua de que
se resente o ebafariz da povoaeo dos Afogados.
Ao conselho de compra do arsenal de inari -
nha. approvando o contrato que effejtuou para o
rnpleto dos fornecimentos de fardameulos, vive-
ral, die^ias e onlro objectos de consamo aos na-
vios da armada e estabelecimentos de marinba, no
nmestre de julbo a setemhro deste anno.Cora-
inuaicoo-se a tbesouraria de fazenda.
Ao conseibo de compras do arsenal de guer-
ra, autorisando-o a promover a compra dos ob-
eclos necessarios a escripturacao e supprmentos
ios armazens do almoxarifado desse arsenal, e
i-onstanies dos pedidos que devolv e.
Ao gerente da companhia Pernambncana,
liara fazer iraospo'tar ao. presidio de Fernando de
Noronha, por conta do ministerio da guerra, tres
:aixoes, conteodo chapeos destinados aos presos
n'aquella ilha.Commnnicoa-se ao do arsenal de
unerra".
Despachos:
Bazilio Jos da Hora.Ao Sr. inspector da tbe-
souraria geral para ser anido ao ouiro reqoe-
rimento qae Ibe foi remettido para informar.
llennilia Lydia Alcoforado.J esta provida a
cadeira de qne trata a supplicanta.
Irmandade da ordem 3' de Nossa Senbora do
i lar mu desta cidade.Informe o Sr. inspector da
inesouraria provincial.
isabel Mari BrandaAo Sr. vice-provedor da
Santa Casa de Misericordia para attenJer, se esti-
ver ao caso disto.
Justino Apa.A' thesooraria de fazenda <:om of-
ticio desta data.
joaquim Antonio de Faria Barona. ~A ihe-
souraria provincial com officio deeta data.
Manoel Joaqnim MachadoInforme o Sr. ins-
pector da tbeseuraria geTa. '
KXPBDIENTE DO SEClKTARIO.
flicios :
Ao desembargador chefe de polica acen-
sando, de ordem da presidencia, a reeepcio do o-
lirio, com qae rsmetteti o mappa estttistico, sob
a. 9.
1
Ao leneole-coronel Jos dos Santos e Silva,
declarando Bear a presidencia imeirada do conten
do do olfieio, em que deu conta dos trabalbjs do
conselho da reviso da quaiifieacao da guarda na-
cional da paroehia de Panellas.
Ao capito Antonio Maooel Pereira Vianna,
communicando, de ordem da presideocia, litar es-
ta inieirada de haverem-se terminado os trabalhos
da reviso da qnaliflcacao da gaarda nacional da
parochia de Grvala.Igual mutatis mutandis, a
junta de qualificacao da guarda nacional da p. cliia do Uonito.
Ao gerente da companhia Pernambucana,
declarando para os lins convenientes, que o' vapor
que lem de conduzir para o presidio de Fernando
de Noronha os presos atacados do beriberi na ca-
sa de deteoco, dever seguir amanba asas 6 bor
da tarde.Igual coraraunicacao fez-se as repart-
coes competentes.
OIARIO DFPEBNAMBUCO
KECIFE, 10 DE JULHO DE 1871.
Noticias da Europa.
Hontem ao roeio dia fundeou no lamarao o va-
por francez Amazone, com datas de Lisboa at 27
de junho. Eis o que colhemos das cartas e jor-
naes recebidos.
RAUCA.
Na sessao do parlamento de 14 de junho ex-
poz o general Trochu o sen plano de campanha,
que era sahr por Chatn e levar para Kouen o
cenlro das operacoes, mas Gambetla bavia desap-
provadj este plano. Louva o patriotismo de Gam-
betla, mas censara o seu espirito de partido e a
illuso em que estava de que urna multido indis-
ciplinada podia combater contra um exweito or-
ganisado. Em seguida victoria de Coulmier a
opinio publica exigi infelizmente qae se mudas-
se o plano, cojo xito feliz eslava prximo, e qne
se sabisse- pelo Marne. Trocho recorda os seus
esforcos matis para obrigar os prussianos a com-
bater com.infantaria, e nao nicamente com arti-
llara ; e condemnou severamente o bombardea-
mento de Par?.
Acredita que metade dos morios e feridos fran-
cezes na batalha de 19 de Janeiro foram victimas
da inexperiencia dos guardas nacionaes, o qne elle
pela sua parte, sempre tinha receado, e aceres-
cenia que foi (salmele demittido pelo governo.
V a origem da Insnrreicao na composico da
guarda nacional, onde bavia 25 mil horaens que
ji tioha empridj sentenca conlemnatoria, e
grande numero de sectarios que recebendo armas
e obedecendo a ordens do exterior foram os prin-
cipaes iostigadores. Censurou a cumplicidade dos
sectarios insurgentes com os prussianos, e disse
que causara grande admirago que o Sr. de Bis-
raark fillasse na commuua sein a condemnar.
Por occasio da discussao da preposta de no-
mear urna commiss para rever os decretos do
governo de defeza nacional, o Sr. Arago lembroa
que elle e os seus collegas haviam pedido a ur-
gencia, e disse que eslava certo de que do exame
ho de sahir com a estima de tolos os horaens de
bem, e protestou contra os incessantes ataques e
calumnias de que sao objectops membros o go-
verno da defeza nacional.
O Sr. Julio Simn.protesten igualmente e disse
que quena um inquerito publico lo promplo e
completo quanio fosse possirel.
Terminado este incidente a assembla approvon
a proposu de nonear urna commiss de ioqueri-
to so are as causas da iosurreicao de Pars. O Sr.
Haenljens atacou vivamente a esquerda, lncando-
Ihe em rosto ter combatido todos os governos
monarchicos, e o haver assim auxiliado o espirit
revolucionario, e leu o manifest publicado pelos
jornaes de Pars.
O Sr. Tolain prometleu apresentar no inquerito,
com provas e documentos na mao a historia ver-
dadeira da Internacional, e fez notar que os ora-
dores passam systhematicamante em silencio este
faci de que os funja lores e delegados francezes
sao operarios.
O Sr. Baze propoz que a assembla continu
o sen mandato por dous annos, e que sejam pro-
rogados os poderes >. Thiers em quanto durar a
assembla actual. Propoz tambem que se eleja
urna commiss encarregada de elaborar um pro-
jeeio de nmstituicao do governo.
O manifiesto da internacional de Pars declara
que a lula da commun honesta, que contra o
despotismo e com o fim de esmagar o capitalista e
o monopolista.
Em varios sitios de Par3 appareceram pasquins
communisias declarando que anda na acabou a
insurreico e que a obra de incendiar os edificios
de Paris continuar.
Formou-se urna nova commiss central da
guarda nacional de Pars.
Calcula se que cera rail coramnnistas teen sido
mortos, feridos e capturados.
Em Paris continuara a fazer-se numerosas pn-
soes, e por em quanto o governo recusa alterar o
estado de sitio em que se acba a cidade. A as-
sembla encarregou ama commiss para exami-
nar os decretos das delegacoes de Tours e de Bor-
den.
l'ablicou-se o manifest da extrema esquer-
da da assembla, insislindo cora o povo para se op-
pr ao restabelecimento de nm governo monar-
chico e dizendo que necessario manter a rep-
blica ; a abstencao de censura communa de Pa-
rs eausou m impressao.
O seneral Dona! com o sen corpo de exer'cito
sabio de Paris para Lyon com ordem de desarmar
todas as guardas nacieaaes desde Lyon at Mar-
seiba.
As principaes cdades da Franca vao mandar
gnarnicoes importantes para Pars. .
Foram adiados os processos dos conselhos de
guerra aos coramnnistas presos.
Dizem de Berln que o governo prussiano ti-
oha suspendido o regresso das suas tropas porque
se receavara novas desordens em Franga, mas pa-
rece que esta noticia nao tem fundamento.
A revista das tropas vencedoras em Paris
foi addiada em coosequencia dos allemaes terem
representado que o numero de soldados que bavia
de tomar parte na parada, exeedia muito o nume-
ro estipulado no tratado de paz.'
Foi votada a lei acerca do direito de perdoar
aos condemnados.
Nos casos relativos insnrreicao, o chefe do po-
der execulivo ouvir a commiss de quioze mem-
bros eleita pela assembla, e se nao bonver accor-
do entre elle e a commiss, execaiar-se-ha a sen-
tenca.
Nos outros casos o direito de perdoar pertence
ao ebefe do poder execntivo.
A assembla de Verstiles concordou em res
ubelecer a lei regalando o fabrico e venda das
armas.
O jornal offlcial de Paris publica as condi-
fes do novo emprestimo; o preco da commiss
le 82,50 francos rom jaros desde o 1. de julbo ;
a eraisso ser nicamente de dous mil milboes
de francos em ttulos de 5 por cento. Dusentos mi-
IbSes ho de ser reservados annaalmente, como
fondo de amortisacio. i
A discussao comecou no dia 21, sendo approva-
do logo o primeiro artigo. A commissio iatroduzio
nm artigo suturada qae os depositantes da eaixa
econmica possam receber ttulos do emprestimo
com aa condicSes estipuladas no valor correapon
dente aos neos depsitos. Estes artlgos e oa rea-
tantes foram tambem approvados.
O Sr. Peyrier declarou na discussao que a com-
miss de fazenda eslava disposta a rejeilar sem-
pre a enisso de papelmoeda.
O discurso do Sr. Thiers sabr a questio de fa-
zeoda produzo excellente impressao.
O ebefe do poder executivo francez declamo
que as despezas de 1870 tinhsm sido de 3:474
milhoes sendo 1:811 a de desoezas ordinarias e
1:663 de gestos de gaan, 70 mlhSes antes de
4 d seterabro e 963 de ento at 31 de dezembro.
Dos 3:474 milhdes devem deduzir-se 92 mitades
3ue passam aos crditos do anno segrate, e assim
ca a despeza de 1870 sendo de 1:382 mili:s. a
qual se occorreu cora 1:8I1. milhdes de receita pre-
vista que veio a ser de 1:326 milnoas por desfal-
que no*-irapostos, e cora 1.207 milhdes de receita
extrasrdmaria em que figuram 800 milhoes do
emprestimo contrahido pelo Sr. Magoe, e 210 le-
vantados pela delegaco de Toara. A receita foi,
pois, de 2:733 milhoes, e perianto o dficit 649
milhoes.
Calcula o Sr. Thiers era 2:647 milhSes as des-
pezas de 1871, sendo 930 milhoes para a guerra e
a receita em 1:660 milhoes. O dficit pois, de
987 milboes, os quaes reunidos aos 649 do anno
anterior, completara a somma de 1:636 milhds,
para os quaes o Banco de Fraoca erapre ton 1:330
milhoes, e o resto obteve-se pela divida flucluante,
a qual era s da 650 milboes, cifra inferior a toda
a divida fluctuante freoeeza em cada nm dos l-
timos -uta annos decorndos.
Agora o governo tem a pagar a indemnisaco
de guerra em duas porcoes ; a primera de 2:000
milhoes j, para que os allemaes saiam da Fran
(a ; a segunda em 3 annos, segando o tratado.
Dos 2:000'milhoes ha a deduzir 125 j pagos, e 325
do cammno de ferro de Inste na Lorena e na Al-
sacia. Ha, pois, s a pagar 1:350 milhoes. Fcam
430 milhdes para despezas internas, e como o Ban-
co empresta mais 200 milhoes, ter o governo
sua dispesico 650 milboes.
Assim, diz o Ilustre economista G. de Molinari,
realisa-se a liquidacao do passado e assegura-se o
futuro, principalmente com os novos irapostos e
com a dimiouico das despezas.
Os encargos extraordinarios sao de 30 milhdes
para o emprestimo Magoe, 15 para o de Tours, 10
de novas pensdes militares, 10 de juros ao Banco,
16 de annuidades aos caminaos de ferro, 120 do
jaro de 6 por cento do novo emprestimo, 150 do
juro de 5 por cento dos 3:000 milhdes de indem-
nisago de guerra que se nao paga ja, e 200 para
a amortisaco do Banco. Total 556 milhdes, de
que se pdera deduzir os 120 milhdes em que o Sr.
Thiers calcla as redaecdes possiveis. Os novos
impostes tem de produzir, pois, 436 milhdes, sem
se recorrer ao imposto sobre a renda qae o Sr
Thiers em nenham caso admitle.
Este o estado actual da fazenda publica da
Franca.
Diz a Independencia Belga qne o emprestimo
francez ser recebido favoravelmente. A Bttrella
Belga e o Boletim da Bolsa diseta qne o empresti-
mo muito procurado e que apezar de nio estar
emiltido j se d nm por cento de premio.
Agita-se de novo a questo do vencimento
das letras, e diz-se qne ser resolvida pelo Banco,
que se encarregar de as renovar, recebendo pa-
gamentos era prestaedes.
O governo francez tem recebido noticias
muito favoraveis com respeito ao andamento das
eleifoes.
O Daily News diz que os imperialistas exagerara
as suas torcas e que o goveroo ha de provavel-
mente cbter 90 das 113 cadeiras que eslo vagas.
Os principes de Orleans nao renunciaran), como
se dizia, as suas cadeiras na assembla ; pelo con-
trario o principe de Joioville eleito por dous cir-
cuios, optou por ura d'elles, e mandou o dizer
assembla.
O coode de Pars esperado em Fraoca. O du-
que de Auraale desembarcou em Calais no dia 22
e va: residir em Chantilly, que os allemaes j dei-
xaram.
O conde de Chambord publicou um manifest,
oo qual elogia muito o marechal Mac Manon, e o
comportamenlo das tropas de Versaiiles.
Vctor Hugo quando ehegou ao Luxemburgo
publicou urna carta a Independencia Belga, notan-
do-se que no dia 26 de maio o governo belga dis-
sera que nao admitria os refugiados de Paris, que
no mesmo dia protestara elle offerecendo a sua
casa para asylo, que na noite de 27 bavia a sua
casa sido aggredida pela populaca : que no dia
29 recebara ordem de expulso ; mas qae no dia
31 havia o governo belga declarado no parlamento
qae antes de entregar os refugiados, bavia de exa-
minar as circunstancias particulares de cada um.
Em concluso, accrescenta o Ilustre poeta, o
governo belga abrio-lhes a frooteira depois do
i meu protesto. Perdi o asylo para mira, e ga-
a nhei-o para os outros. Betn satsfeilo I
Os pastores protestantes escreveram ao cabido
de Pars urna carta de pezames pela merte do ar-
eebispo, e dirigirn) ao governo ama snpphca para
.jue attendesse ao maior numero de prisioneiros
que era gente mais Iludida e desvairada do que
realmente criminosa.
BLGICA.
Tem bavido em Bruxellas motins em que se
achara envolvidos alguns membros do partilo cle-
rical, os guardas civis tiveram de dispersar os
grupos bayoneta, ficandd feridas algumas pes-
soas; esto presos mais de 60 individuos com-
promettidos nesses motins.
Esperavam-se em Verviers e outros pontos da
Blgica demonstrado js da sociedadt internacional.
O governo tem tomado as providencias necessa-
rias e chamado as armas a guarda civil. No dia
aprasado nao se verificaran) as demoastraedes
havendo se ceg.
ITALIA E BOMA.
Alm da desordena qne houve em Bruxellas e
em Madrid, por occasio da celebraco do ani-
versario da elevacao de Po IX. ao pontificado,
tambem honve desordens porta do Vaticano,
apezar de se nao celebrar solemnidade alguma fes-
tejando aqoelle dia 1 Sao lamentavis estas de-
monstrares de Intolerancia e de irreverencia.
O areebispo de Cambrii e o bispo de Arras
dirigirn) representares assembla pedindo que
a Franca torne a reassumir o protect irado de
Roma.
Oexemplo destes venerandos sacerdotes tem si-
do seguido pela maior parte dos bispos fran-
cezes.
O governo anstriaeo j responden aos seas bis-
pos qae haviam representado nesse sentido, qne a
Austria nao entrara nessa qnestio. A imprensa
franceza recordando esta declaraco nota que, sen-
tando se no tbrono da Hespanha nm filho de Vie
tor Manoel. este se nao declarar contra seu n>i;
qne a Blgica pela natnreza da sua constituico
est impedida de collaborar em qualquer assampto
de poltica externa, e qae nio sendo possivel ob-
ter a intervencao dos governos sebismaticos, nao
ter o Sr. Thiers com quem se alliar para camprir
os desejos dos prelados francezes.
' E' completamente destituido de fundamento
o boato de ter o governo italiano pedido ao gover-
no francez que relirasse de Roma o Sr. conde de
Harcourt.
Diz a Oaxeta da ItaHa qne no dia M de
maio eslava concluido, mas anda ni assignado o
tratado deallianca offenaivo e defensivo eoutra
qualquer potencia qae qaixeeae intervir nea nego-
cios internos da Italia, tentando rtslabetecer o po-
der temporal do Papa.
4 cmara de Florenca approvon a lei para a
reorgaaisaca) do exercito.
Annunciam varios jornaes que o general La
Cecilia (Ora preso nos montes Calvados.
No tnnnel do Monte'Genis, ba falta d'ar respira-
vel. J siorrerara dona engeoheiros.
A extensan do toonel de 12 kilmetros. O
calor^cbeg a 32 graos. Estada-se este.assumpto,
6 mandaram-se vir de Inglaterra machinas fami-
veras.
AIXEVANIIA.
Foi magestosa a entrada das tropas e do impe-
rador era Berlira, as festividades foram brilbantes,
o enthusiasmo immenso. O cortejo triumphal era
precedido por 81 bandeiras e estaudartes tomado
aos francezes.
Abriain a marcha todos os offlciaes nao mobili-
sados, levan jo'a freute o velho marechal Wrangel.
A pequea distancia, seguiam os chefes e commao-
dantes superiores do exercilo, Podbiecbi, Blnmen-
tbal, Stosck e Strehle ; depois os offlciaes do mi-
nisterio da guerra, do estado maior e do quartei
general, os ajudaotes, governadores e inspectores.
Caminhavam apoz o grao-duque de Mecklemburg,
o principe real da Sixonia, o feld-marecbal Stem-
metz e os generaos Mauleuffel, Werder, Vonder
Tann e Goeben. A mais alguma distancia, se-
guiam o principe de Bismark, o ministro da guer-
ra lloon, o conde de Molike, qae foram recebidos
com entbusiasiicos applaus'is.
Atraz de-te grupo via-se o imperador, muito di-
reito, montando o sen cavado de batalha, segaido
do principe real da Prussia, do priocipe Carlos e
d'um numeroso grupo de oulros principes, irajan-
do brilbantes uniformes.
Seguiam depois os porta bandeiras das diversas
nacionalidades allemos com os seus tropbeus,
aguias e Dandeiras, e liaalmente a tropa.
As msicas locavara, mas os gritos e os vivas da
multido abafavam as harmonas das msicas re-
gimentaes.
O imperador percorren a frente da parada a
cavalio, acorapanhado da imperatriz, da princeza
real, dos prncipes, e segaido por oito carruagens
que transportavara as damas de sangue real e
as princezas convidadas para assistirem aqoelle
acto.
O imperador felicilou o principe Augusto de
Wuriemberg que estava a frente do sen exercito.
A saudaco real de boa vioda foi acompanbada de
tres salvas de applausos dirigidas pelo principe
AUg'lSlO.
Nesse dia foi inaugurada a estatua do re Frede-
rico Guilberme III pal do imperador. Quando a
estatua foi deseo berta, foi sauiada com urna salva
de 101 tiros.
Quando se descobrio a estatua pronancioa o im-
perador o seguinle discurso :
Realisaraos hoja nm projecto formado qnando
reinava a mais completa paz. Esta estatna qne
esperavamos inaugurar no meio de ama paz pro-
funda, a cominemoraco de urna das mais san-
grentas guerras dos tempos modernos. Se o mo -
oarcha a quera erigimos este monumento nos po
desse agora var. licaria saiUfeito do sen povo e do
seu exercito. Oala que a paz que conquistamos
custa de tantos sacrificios seja eterna! Pela
nossa parte, assim o esperamos. Deus o queira. >
Houve um jamar de 700 talbers no qual o re
brindou a memoria de seu pai chamando-lbe re
heroico e a prosperidade da Allemanba, e de todos
os principes allemaes presentes e ausentes.
O imperador conceden numerosas gracas. Roon
foi elevado dignidade de eonde, e o general Mol-
ike, a de feld-marechal, que a maior graduaco
da hierarchia militar da Allemanba.
O parlamento allemo encerrou os seus traba-
lhos, pronunciando o imperador1 o seguinte dis-
curso :
Honrados senhores.Quando ha tres
mezes vos saudava ueste mesmo lugar, di-
zia que o bonroso dever do primeiro rei-
cbitag ailema t era cicatrizar tanto quanto
possivel as feridas causadas pela guerra, e
exprimir o recoabecimento da patria para
com os que pagaram a victoria com a sua
vida. Cumpristes este dever segundo os
desejo3 do povo allemo. Com mo gene
rosa concedestd aosguerreirosaffectados na
sua sade e s familias dos morios tudo o
qae a patria reconhecida pode substituir.
< Collocastes os governos alliados em si-
tuaejio de diminuir os prejuizos qae a guerra
causou industria de muitos cidados.
Para compensar os prejaizos que sofre-
ra;n os habitantes das nossas antigs fronlei-
ras, e os que alL-clarara a navegaco e os
nossos compatriotas expulsos de Franca,
prestastes-nos'o vossosolicito concurso.-
< pe accordo com os governos alliados
coliocastes-me em situaejo de exprimir o.
reconhecimento da patria aos homens que
educaram o exercilo, que o guiaram de
victoria em victoria e que asseguraram os
gloriosos resultados da guerra. Obedezo a
urna necessidade do meu corago, exprimin-
do-vos em meu nome eno do exercito alle-
mo o meu imperial reconhecimento.
< A nova redacto da constituico deu
s relacoes polticas da Allemanha a forma
exigida pelos tratados, e as retacees finan-
ceiras dos estados confederados com o im-
perio f jram reguladas no ornamento sopple-
meniar de 1871. A maior parte da legisla-
Cao da confederado da Allemanha do Norte
tornoa-se a legislarlo do imperio e esta ul-
tima comecou a dar provas da sua commum
actividade determinando de um modo em
primeiro logar favoravel aos invlidos do
trabalbo a responsabilidade dos directores
de emprezas industriaos.
c Esto assentes as bases legaes das ins-
tituic5es a crear oa Alsacia-Lorena. As dis-
cussoes que houve sobre o assampto nesta
casa convenceram oa habitantes desses ter-
ritorios que os governos e o povo allemo,
por divergentes qoe sejam as suas vistas
sobre nego;ios particulares, team ana von-
tade e urna idea communs, qoe fazer dos
paizes reconquistados, respeiuado as suas
lS?.6?^' e'r?re8SaDdo 308 TOSSOS .aodos festejos do aniversario da coroaco do
ares sod a impressao desta festa naetonal, i summoponbtice. a populaca pedrejn as vidra-
levareis a satisfatoria eerteza de qoe a de- ?as ca8as onde "bavia luminarias, com grandes
dicacjfo patritica da represeotaco nacional 2KLL m'is ,arae.ioterv'e'0 Polleia aue' *
a^^ve.. hi^ss ?0 aa: ^ b aasas bb rs
aesenvolvimento da patria e no bnlhO da aaJ de barbeiro, co bastante dinheiro, cuja pro-
festa da victoria.
Possa ser doravel a paz de qne goma-
mos Teoho a esperanza de qua o sera.
cedeneia parece bstanle luvidosa e suspeita.
O ministerio bespanhol depois da votaco na
cmara da resposta ao discurso da cor, pedio
tua demisso. O re D. Ama-leu negou-se a
grabas s relacoes novamente eslabelecidas aceitar demisso do gabinete. O gabinete apre--
pelo imperio allemo com todas as potencias j ?en,ar em reunio de maioria as cansas de des-
estrangeiras. | jnjeliigeneas entre os^diversos membros dogover-
O imperador da Russia e o principe Alexir
estiveram_em Berlira no dia 8, e foram depois para
Nao assistirara entrada triumphal.
Ems.
O imperador da Al'emanha vai para o Hanover
no dia 30 de junho para assistir entrada trium-
phal das tropas do Hanover e do Brunswick.
A Nooa Gazeta Prussiana diz que o gover-
no notificou officialmente corle de Roma a atli-
tude do partido catholico no parlamento allemo, e
o cardeal Antoneili negon partecipaeo alguma e
at mesmo o coohecimenlo desse proceder, da ma-
oeira mais enrgica. <
Encerrouse com toda a solemnidade a pr-
meira sessao do partimento allemo.
O discurso do imperador foi repetidas vezes in-
terrumpido pelos applausos. No discurso o impe-
rador agradecen as disposicoes do parlameoto que
Ibe permittem galanlo convenientemente' os ser-
vicos relevantes prestados dorante a ultima guer-
ra, e rf parar as perdas e daranos ocecasionados
pelos ultimes acontecimentos, e depois de pastar
em revista os trabalhos constitutivos do parlamen-
to, termina fazendo votos para que a paz seja da-
radoura.
INGLATERRA.
03 r^eetings inglezes a favor da communa teem
contra si todos os operarios e todos os irlandezes
que, sendo catholicos ficaram desesperados com a
morte do areebispo.
Mr. VThite nterpello o governo acerca da
denuncia do tratado de commercio com a Franca.
Lord Eofield respondeu qae o governo nao bavia
recebido commnnicaco alguma offlcial a semelban-
te respeito.
Parece, porm, que em conversaco particular
com o erabaixador mglez os membros do go-
verno francez allndiram eventualidade da denun-
cia desse tratado.'
Urna deputacao de comraerciantes proeurou
o ministro do interior Mr. Bruce para se queixar
do carcter oppressivo dos processos instaurados
por infraccoes do preceilo de guardar o domingo,
que urna das disposicoes da acta do rei Carlos
II, e pedindo que se suspendesse a execuco da
lei em quanto o parlamento estatua sobre este as-
sumpto.
O ministro recordando-Ibes que o poder execn-
tivo, nao pode proceder dessa man 'ira. mostron-
e disposto a apoiar os esforcos de Mr. Tayior que
vae pedir oo parlameoto a annallaco da acta de
Carlos II em algumas das snas dl'posicSes.
O Sr. Tayior j declarou na cmara que tencio-
nava pedir ao governo a apresentaco de nm bil
da snspensio da acta de Carlos II.
As dnas casas do parlamento oceuparam-se
do tratado de Washington. Mr. Gladstone expli-
con qne segundo o tratado as aguas e os portos
neutros nao,sao prohibidos ao commercio "de arti-
gos de guerra destinados exportaco, mas que
para qae esta disposiro surta todo o effeito, nao
basta que se applique exclusivamente s duas
partes contratantes, mas indispensavel que seja
subraettida tal coocesio approvaco de todas as
potencias, e para evitar qualquer falsa interpreta-
cao, os governos de Londres e de Washington se
encarregavam de explicar claramente a seu al-
cance.
O conde Rufrell, desenvolveu urna raoco que
bavia apreentado, demonstrando que s a Ingla-
terra havia feito concessoes, e aceitado obriga-
coes e restriegues para o futuro, que nao pensara
em observar durante a guerra franoprassiana.
Lord Rufrell tsrmiaou pediado que a Inglaterra
atteqdes^e legislaco anterior guerra da suc-
cesso, anda mesmo quando fasse custa da ami-
zade da America.
A cmara dos eommnns nomeou uraa com-
miss. para rever o assumpto das eommunicacois
pelo caminho de ferro entre o Mediterrneo e o
golpho da Persia.
Chamou-se a atteoco dos deputados ao pro-
jecto de caminho pelo valle do rio Euphrale3, que
pouparia mil milhas na distancia, urna semana no
.lempo, e 60.000 libras sterlinas annuaes na despe-
za de transmisso das malas para a India.
ORIENTE.
O gvarno ottomano contrahio um novo em-
prestimo de .r 700 mil libras sterlinas.
A Sublime Porta recusou aceitar Tricoupi,
como ministro grego em Coasiantraopla por elle
ter sido ministro dos negocios estrangeiros duran-
te a insurreico da ilba de Creta.
O governo grego mandou inmediatamente reti-
rar Raugabe, sea actual ministro em Constanii-
nopla.
O rei da 3recia parti para Trieste e nao dei-
xar de visitar a sua patria a Bmamarca, antes da
sua partida prestou a rainba o juramento consti-
tucional na qualidade de regente.
O governo grego, antes do encerramento das c-
maras declarou ao paiz que a guerrilbagem tioha
desapparecido quas> completamente para o que
muito havia contribuido o governo ottomano que
empregnu as suas fronteiras a mais activa e se-
vera vigilancia.
As nltimas eleicoes na Roumania deram ao
governo urna grande maioria as cmaras; na
resposta ao discurso d > throno a cmara associas-
se sem restriccoes a poltica conservadora do go-
verno, e proclama a necessidade de que o paiz tem
de consolidar a dymaaslia reinante, e de dar um
concurso leal e enrgico ao gabinete para tornar
as instituicdes estaveis, e dar ao paiz a seguranca
e a ordem de que tanto carece, e ao mesmo tempo
apenar os tacos qne unem a Roumania, a poten-
cia Sozerana a Turqua.
Sao horriveis as noticias da Persia. Em
Yezd to grande a (orne, que a povoacao ma-
hometana matou e devoron em poneos das 50
creaocas.
Em algumas povoaedes, depois de esgotados to-
dos os recursos, comem quantos animaos encon-
trara mo.
O ministro americano em Pekn, participou ao
sea goveroo, que no mex ds abril houve na pro
vncia de Battaang um grande tremor de trra qae
daroa desde o dia ti ate o dia 16.
Abateram 2,411 casas e 8 templos, cabiram
insttiuifoes, uraa administrado indulgente, muitos montee e levantaram-se outros. Observa
e, gracas a um desnvolvimento liberal da
sua legislado, am membro da nossa grande
patria, tao eslreitamente ligado a ella como
os outros.
c Durante a vossa sessao concluio-se de-
finitivamente a pax com a Franca.. Esta
cooclas3o a o restabelecimento dos poderes
iegaea em Franca permittiram-me (azar re-
gress'ar ama pane do exofeilo soa patria.
O Qm da vossa sessao coincida com a en-
trada das tropas victoriosa da todos oa cor-
ParecTane pnmeira idea M *> ntmiatro Ra- # *> WCitO aUemao oa miaba capital.
lianoemBeriim. (Seris, bonradoa aaottores, testemnolm
rara se nesie terremoto phenomenoe muito singa
lares.
Para maior desgraca maoifestoa-se am vasto
incendio qne consumi as minas os .feridos
que nao poderam escapar. Morreram 2,898 pes-
soa*.
Diz a Ultima hora, jornal de Madrid, qae, segan-
do noticias da China, est prximo ouiro conieci-
ment desagradavel como o do Tiensin. Segnndo
correspondencia de Shanghai, anudas de 19 de
abril, o raneor contra os missionarios cbrinos
devido a maita influencia qae esle aicancaram
em differentes provioeias. (ji chios pedem ao go-
verno qae boa desappareoer as missoes europea?
se qaiier vtr e paii tranqoilro.
MSA45KA-
em Uadrid tefis desordens por occa

aa... .
m
no e pedir solucao da crise.
O imposio de consumo deve comecar em Ma-
drid no principio d julbo prximo.
Dix o NewYork Dn/y fribune, jornal de
Nova-Tork que, seguodo Ihe afflrmaram, as au-
toridades hespanhoias de Madrid, sabem perfeia-
mente quero sao os assassinos do general Prim,
mas que nao se atrevem a prende -los # proces-
sa.los por oceuparem posicao secial muito ele-
vada.
11tmws telegrammas.
Londres 25 de junho, s 4 horas da tarde.
Em Pars coniinuam a fazer-se numerosas prisdes
e por emqaanto o governo recusa alterar o esta-
do de sitio em qae se ach a cidade. A assem-
bla encarregou ama commissio para examinar
os decretos das delegacoes de Tours o Bordeus.
Na cmara dos eommuos em Inglaterra nomeou-
se urna commiss para rever o assumpio das
eomraunicacoes pelo caminho e ferro entre o
Mediterrneo e o golpho da Persia. Cbaroou se
a atteoco dos deputados ao proposio caminho
pelo valle do rio Euphrates o qual caminho pon-
pana 1,000 milbas. na distancia, ama semana no
tempo, e 60,000 libras na depeza da transmisso
das malas para a India, lornal Oficial de Pa-
ris, publica as condiedes do novo emprestimo, e o
preco da commiss de 82 fr. e 50 .. com joros
desde o dia 1 de julbo. A assigoatnra foi aber-
ta na lerca-feira, e o emprestimo foi logo cotado a.
1 por cento de premio. Hoie esperase em Ver
viers urna demonstrado da sociedade Internacio-
nal e o governo belga tem chamado s armas a
guarda civil. O imperador da Allemanha vai para
Hanover no dia 30 de junho, para assistir en-
trada triumphal das tropas do Hanover e Bruns-
wick.
< Londres 26 de junho, urna bora da larde:
O governo francez tem recebido noticias muito fa-
voraveis com respeito ao aodamento dos eleicoes.
Adiaram-se em Versailles os processos das com-
raissSes de guerra. As demonstrares da socie-
dade Internacional que eram esperados na Bl-
gica nao tiveram lugar, e ne houve distur-
bios, i
c Paris 26, s 9 b. 45 m. da m.O jornal effi-
cial publica urna determinar > do ministro da fa-
zenda, facultando que as subscripcoes pagas na
caixa centrel do tbesonro publico sejam feitas
com os valores iodicados no art. >t do tratado
em relaco indemnisaco de guerra. Estes va-
lores nao devem exceder de 90 das de prazo, e
sero depositados a 6 por cento. o ministro da
fazeoda reserva paro se apreciar o valor da firma.
Todas Soperacoes sero reguladas ao cambio i-
xo de 25,30 por libra sterlina. Caira determina-
cao do mesmo ministro e>t.belece em Londres a
agencia financial franceza para o servico do em-
prestimo e pagamento dos coupons pelo cam-
bio indicado.!
Madrid, 26, as o b. 5 m. da t.Os ministros
pediram de novo a demiso. O rei respondeu
que nao admitte crises seoo por effeito de vota-
c5es no parlamento e pedio a Serrano que se apr-
sente s crles.i
PORTUCAL
Nosso correspondente do Lisboa escreve o
seguinte era 26" dt junho :
A visita de S. M. o Imperador do Brasil Lis-
boa foi um verdadeiro acontecimenlo. Lisboa sa-
hio da sua habitual monotona e Jemun-triu quan-
to Ihe era grata a presenca do filho de D. Pedro IV,
do soberano constitucional que lem podido servir
de modelo como ebefe de um estado monarchi -
co-representativo, eque pela leallae e abnegaco
do seu carcter sabe attrahir sebre a sua pessoa
as mais sinceras sympalhias.
Lisboa vio representada no primeiro magistra-
do de um paiz amigo, e oriundo do mesmo tronco,
regido quasi pelos mesmos cdigos, e identificado
as mesmas venerandas tradicoes de gloria,- a pro-
pna naco brasileira, a sua franca bospialidade
sempre renovada, a docura dos seus costumes, a
amenidade cavalheirosa do seu trato, a confrater-
nidade de interesse que mutuamente nos ligam,
esses mil nadas de suprema importaucia que tor-
aam quasi gmeas as aspir.icoes de dous povos,
um envelhecido mas ainda crete oo futuro, outro
apenas chegado idade virii das nacoes mas ja
enaobrecido tambem por seus Castos, e nao menos
pela sensatez com que aproveita e dirige os vas
tissirao recursos com que a Providencia approuve-
dotar-lhe o ampio territorio.
a Este ampiexo inlernaciocat de duas familias
da mesma raca-eongem d-se todas os das, e re-
vela-se pela affinidade dos nossos costumes e ben-
volas relaedes de que uns e outros nos presamos
reciprocamente; foi porm, syaobolisado no affecto
jubiloso com que a veiba Lisboa, que jamis se
agita, ainda mesmo que as ccnvnlsoes da sociedade-
enropa_ sejam espantosas, proeurou pantenlear-a
satisfaco com que saudava este acontecimenlo
feliz.
t Nao foram s offlciaes as decionstracoes. Des
sas, recusou a natural modestia e desprenlimento
do Imperador do Brasil a maior parte. Como par-
ticular viajava; como particular quiz espontanea-
mente suhmeuer-se oito dias incommunicavet
siluaco dos quarentenarws seus companbeiros de
viagam, a cuja mesa no Lazareto qnz sempre que
o servissem. Como simples particular se recolheu
a ama hospedara qaando deserabarcon em Lisboa,
evitando com as mais cortejes e csrinhosas recu-
sas, a pompa e fausto realengo com qne seus au-
gustos sobrinbos Ihe haviam preparado para a
quarentena as cmaras da crvela Estephania,
para depois do seu desembarque o formoso pala-
cio de Belm. E quanto mais S. M. Inperial-recu-
sava estas homenagens principescas, mais orescia
aos olhos da popnlacao a idea qae de tradieao fa-
zia do Sr. a Pedro II.
c Teoho visto muias recepcoes aqoi em Lisboa
dos personagens mais importantes da Europa; te-
oho visto execntar com rigorosa etiqueta os mais
acensados programmas em que a pragmtica offl-
cial se predigalisa em paulados periodos de imper-
tigado affecto palaciano; o qne ainda nao tinha
visto, porque Lisboa muito avara de aeclamacoa
estrondosas, eram oe vivas, as saudacoes presuro-
sas, a saodar cerno n'um continuado triumpho,
personagem alguna dos que tenham passado por
esta cipiaal. E' qae alm de todas as circums-
taneias que tornavam excepcional esta reeepco
ao Imperador do Brasil e a soa augusta espesa,
pareca mais que SS. MM. visitavam o pavo porta-
guez, do que apenas seus re*es paralos, embora
oa unam os mais estreitos vnculos de Emilia.
SS. MM. chegaram no vapor Douri 11 do
crtenle as 5 1/2 horas da manba; desembarca*
ranf no territorio do Paco & K, as 2 horas da tar.
de, e parliram pelo caminho, de ferro de leste para
a fronielra po dia 22 s ; aeras da mairaa, pro-
metiendo, depois da ao^digressae ao norte da Ka*
Xvolur a Portn ^ e eomecar a pureorraJo
Miobo e D^uro, dieo4o-H em Orafa, **^

&~*


'
MB
3
':. .
tl Ptruamb&c* ^ "Segunda felfa 10 d Juno da 1871


em
utvex mi a maio e m Lis-
-
?orto,
M,
< A' 24 chegou Madrii oade recebe.* visita
4o rei Amadeo, boje (26) cbegoa i Bayjiw.
Em LittaK \>r causa da demora. qU leve no
Lazareto, ipnaai leve tempo de vi ..ur Sus Ma-
geslade Imperial, a Sra. duque.* de Bragan-
$a vuva de zVPfcdro IV.-foi or?.* ame as emzas
de seo augttrto pal, do jaaigo jr.oiViarln de S. V-
tente de f\ara, visitando tam^eo,, esathaes da
Sra. D. Mara II, do Sr. Q. fifdro V e d seus mal-
aventurados irmoj. r
Fui ai paro d'AjuB '.fleee' a seos obr-
nos lio cordeaes deojofdtriipis *a alTediaosa de-
dicae*o, e como o luetiy lhe al* permtUisee appa-
recer era nenhura doVtheaaros, dirigio-se s 10
oras da noule ao p-fbflco^ppBico, mida mais de
Me mil pessea de t>jiiaa as liases soeae tM***"
dina com todas as d'onietwt'nfeoes de jubilo a a
preseoca.
' Fui esta a ate aeewYo de Liaboa; mais de
duas oras 1II1V1 demoren', daoJo mmtas provas
cainiraitavel*P*bitidade com qua deixara fienhu-
Tadas todo* paantos tinham tido a no Laza-
reto a honra 0e n coras rimen'ar, ou no Hotel de
liragauea, onoe ^eraoato'i depois d seu esem-
laarqae.
Beaequizer desorever-lbes todo desde a sere-
nata a* Tejo i beira do Lazareto da T,.rre-Velha,
om o sea canuco das gndolas das Vesperas de
Verdate ^tosa-regata em que lodos os Bergantn
avaras e galeotas de el-rei, usuradas, Uamioe-
jaotas representan* cada urna o seu reinadis al-
vcjando-lh>ss osvpemeiros ou algavei'^ne movtain
eoaapassatfamenie centenas de remoi escarales
sotare o aeul esplendido das agua* do T-jo, onde
*e reflecta o mni* deslumbrante sol de j un lio; de
e}av*. contar -Mies minuciosamedte as gatas lo
|Mtvo, a-garrid ice marcial das im; as, a corainocao
con qoa o-Imperador ao entrar peta ra urea
na prega do "Socio se p-.iaep-edescuorio *o
-avistar o monumento en qne vu,u a estalna de
toroof- du U>kfiador, cironmdanto a praca na
racima respeitosa p^sicao. As teyrimas de sauda-
de filial que siiuio (toe aljatraram a barba venera-
re!, eram retas em sileoote pe, multido desco-
Jaerta o trean* ceminovida umw-.ni.
t]uerer:a, eiutn, cicar-the- o uomes de todos
quenio^gf-aades por aaseiineota, grandes pelo ta
da tenham de comraum com a commeiM neta ten-ttat ; aboliram-ln'a antes da Mpuri'VtefUa-la.
11 gue
I i i muen
ca, do mal propos, que de todos os lefertos
erigen que padem iogaiacar qoal nacional | gueui lalloa mais em wKnnta \onsa, ti
era a existencia de um h^rnem un, qua/'
propos, que de todos os deferios de com a illostrwio deraentralniala, que ~
redem iogaiacar qnalqtwf- te.o ajaii irremediaval. Oii.li Kfflkd'aJdMlrei a svnlhese da.aua obA.
i Parece qne o govemo loit\ sid\p sollcitaifatoaj taft. '-A^sfpajia da T*Jlitica apagn-Ibe os
fa cohibir ou mesmo prohibir as ditas eooieiea'
oias, e por conseqtfencta os extractos' e fynnflreS
dolas, que sem asr precauteles oratorias dos dis-
eurjidores, tra/aw # (a^etrij^ajavtaiipren!
a M ris aaasero9 deseatadavcal qne a
iigo do estado sabftetuda ao sdniHo do
ctonalisino. O govena dia-sa qud tam tom
CArtaa medidaa poliofMs apenas pira garantid
boa ordem, a eguranca paasnal, a, tacar respai-
lar as prescripjoes do cdigo civil a penal.
" >"*G3EEBJ.
UMI
JB
'- *
los- soif''MPa tizer urna pock&de bem tran
Wta', crma pB Jemmts para
atinun-lbe bonqueis
-Mas se passar d'aa,ai
Se der aquetle cni-
co phi'osophico litierario as honra. da pama-
KUirao?... Batas que em lugar 4*um cdSddo
a luz do gaz, com a gnarda m'uaiaipal a porta,
polem surdir s escaras ou morlica ox as
intctagies mil cassioos em que o pamphleto qua-
si iaojcente da choje mesmo pelo desconcert das
afirmativas e claran da pubtictdade, s converta
em surda machinaoio que pof ftm de coalas far
desgastar o operario das suas dorias TArrotos, da
sua roa dos Grades, da asaociaco fraternal, a do
carolismo.para o lancar Deus sabs m que ma-
res nanea i'antas navegados pelo ePAciat mecajai-
co desta nossa toa trra porta gueza I
< As Mkas esseociatotanie religioaas dsdn fu-
riosas cem as conferencias e at ir fallaram em
quo "ra poblicar-se iwr cansa dallas ama pasto-
ral do ovo patriaren de Lisboa, < que niagaem
ere pas o bom sonso pede mais eeerva. A fo-
Ihas imparciaes do coas^lhos aos operarios e p
pellam ipara os esemplos de ric-a sordara qua o
tena disiiogqido aw> aqni, o que a meu ver ja
principio da adotafa a urna ceva potancia. A
opiaiao de rouia geate- que o operario nao le
araig slongr-s. nao ou*.' longos discursos oile
n i*o se tira de seas fcnbitos sem urna prft*aea-
cao grande. Ora de'todas as provocacoes anaaior
para lie, a ana lhe entra pela bolsa ; e tvt elle parante nma trovoad* (Pa impo-tos e um
chuveiro de saecnras e desperdicios com que
linda geme o ercameato T 6 mais que (ai usar
^aTin-^imeute do direito deip-ticao e representar
inaut
againra na
ver atona
A' ro
te-se aqu
cimdesst
si no di4,
trueca ; k
do -jllu^ird-'
O
queate.
o theatro da Tria
da. primefra ordeto, e
mh pajartraajMneitt a prro*ira
iema Ja* scfafnias, te l nao
a 4e cMterafL'triJles
a iraodMperd*. : oi a
rilesj caawlg-
Ira. ti
stilla, a attana Haas chama* pura
este co. z. Era tami de rara i-
nipanheira insepamrel de 12 aooos
;o fol mata a- testaanenho alo-
a mawcedora
lento ou pesitao tQciat, onbaoidos e desceoheci-H s Wieg inegM0 um? 0 desavoivimenco cm qae
dos qua*.eravessaram orto para visitar nfanpn.! os'ferreiros do Porto marwNaram ha poneos cne-
peradur 'em sita recMua snoiuru; aspalavras 7X3 no projeoio de contripcicao indusiriat, dor.
S. M. ihm disse, o amor de conaerraneo e coiupa-
triota qae atoasis lineraksou.; aadoa impreusa ar'
chivou preetosameoie^ urna a mais columnas de
aodos os jorunes eram -oonsagtdas a >se da poneos mas raeoierave das; Lisboa nao re
reconnacia a si raesma-a poltaica abro iregoas; M
iracaoes rives deiKarain da se uuatar-; s r*a-
diao&es do eslyllo sumiram-se de envem? jnhada*^
esu*a-se exi ptaua'furveacn eleitat l e ningnerq
dava por iss, peto meaos ein Lisboa que victoria'
va o'trasi! ai.pessoa do-nou Impcr-elsr, nena na
Porto que U vana-v -o oroavn anda os-seos trinnapnaes a -especa que antes da viagem -Atle-
manha por passaese umbem, nem em Coimbra;
do os seu> disourso acadmicos e oWcittcoes \"-\
Carlos Ikata, piadada daqnelles mesires a propria cmara dos
pares e solare tudo a lista civil !
r Ficaram-se por ani porque o eterokio 'libr-
rimo do direito de peticiacar, de faltar, o-- esniv-
lver p de se reunir, lira o operario o principal
incentivo 4o aboso desee* direita*. Fecbem-se
acuellas vlvulas verao em quautes mil esiiHia-
eos nao arrebeuia a max.iiina !
Oofira coincidencia infeliz, que Dtrece agua-
dentar as conferencias do cusma, fui a i>abkca-
"ao lo M foiheto em Coi m I ira de um certa es-
ldante oa oppositor r. Falcae, faunlo a apo-
loga da nmmima. E? tal o escndalo por ter
aanido aqueHe ,op tanta d M propries prelos d*
impreesadalUaiversidade. que o governo para:
polares Q3oi o ibatejo iqeedesertou em pes,para|| ar ama atisfaco ao averoo francezea opi
a capital.
Na iinposbilid?de de toes extratar todas estas
cousas, nie, p-uooas isntadameiMe, -tena uiua'Uiu
~Signilcaco iKeruar:iooa( para dous paces que *<
estimam, procurara, conforme a lempo me auii
Jiar. fazer um appeuso -a-esta carca, com o qne por
ordeiu cbr'nolugioa se di-e na i-fnpreusa -r. prip -sito d_a w-ssagem de-SS.SK1I. II. por Lisboa.
Nopoeso taasr ontio tanto ao muitoe nvins
para se guardaT e reterytjue, em satigus de redac-
<{o se escreveu .nos peridicos de todas as cores
. polticas. Tuda isso Uria nm ilirro-; masiiaro
para nos. l'ara os Brasileros, que tem-fedo ai for-
i tona de conbeear da parto um pmneipe o hj?m
de alleico como bomeio publico, e to rei^ei^a-
vei como abofe de fadkiife, (al livrn 'trazem-ao tres
gravado-ein seU't)oraco-e (ora daoaecessarw.
Dito isio proseguir) na ordreni-cosiumada.
Tem proseguido as confereaoias detnoerncas
no Catino JUlHmnuejaio ao Chiadc. Tem do
protectores os dka. Aaibero do <@uinial, sobre as
causas da decadencia -da Pernoo^la.; oromeebo
sobre a litterauux peninsular; Adolpbo Coalho
eusiu i pulilico ti r-i> .-j -\;ieir-.vr., nao me recor-
d tiem du auauapto. ittuje uiia or. iBaangi.
Diga-se a-wrdac, a o^ioiio putonca nao vai rrci-
beado bem as coutrencass. E' % primeiro .peno
do de tudo que- aovueioito lisnogaia a vptuio
gerai, os prccoa primeiro (ite, o-i uiieresses creados, a prepria
apathia at>: i,t"ki dos tais initlTireiiies portia-
tiitj e educaoW, mas a queiu convm que se
crea lili"' elle cr-'-m nacuma -cousa m.is do
que as sua* ipnwtaiHiat pessoas.
Yai seguir-hs o seg&udo pertado, que c da
descunliao^-x potaciai, iuo>.'ida paJos <&izsc,.pelos
lemr-an e .Ia'uI.ii-sc-io eti* acilidade com qut. em
logar de m di-cu-i.r 4iu bater pelumpronsa as
assjrcoe.saw'.iitur*;s esmo audases tfue all
ao lein avanzado cm matena moral, critica, 'Lite-
raria, bistorica > rttimioja.. -.e venia praca -ctamar
que fulanas a Mcnaaa* sao orgos de agentes da
ntermucioiut., Jessa tremoBda e azjsloriosa inter-
nacional, que (em w.il beapes como o Briarou da
mytbologia, ou nitiares de radicular absorventes
a asphixiaies curati a hedionda e cclossal fittlon
dos TruvaitMus Ae.i'-t. iiter de Vieloc IBugo.'!
As conferencia* do. i'm.-'md na muelo ote en-
cano, ou nao passim por ot* de uuia rematada,
nao dir, louoara, au ino^ortunidade.
Qcaodo as ciuiaCens*nguentadM de Paris
qnasi arrasada pelo meaos u. sua parte man im-
portante e mouumeifUil aiuda estao pedindo^pu-
jilica eiecr.K>o do Jcnndo ioteiro para os deli-
rios sancuiuarios da*'3 das da Coimmna, a ac-
cusaode o no mena-', sanguinario dolirio legal dos
fuzilamentos e metraihacoes etB massa sem -jebra-
menio suminario;ao ceos pn forma, ftanao laes
devastaeies qu farum da l'ruiea urna naceo de
tercena ou quarta orden, se fugo sagrado do
, genio e os recursos rwluraes Tesse piz nao Kie
prometiesen anda para um futuro mass ou me-
-nos breve nao direi absoluta primasia preemi-
nencia iotelleccal, mas um logar as-ipEaladona
vanguarda da okilisaeiQ, uo -t quanita os ni-
mos idokntes do rneiudia, e a lujeiresa de racio-
cinio com que as racas latinas cortam as jiues-
'tes de mais profunda -estudo -e medita^uo por
urna cuarelada de improviso, nrferinaVi dar no-
.nies aos lacios e as possoas a-esiudar-tbes a
causas e os porqus, nao erta a hora mate
propicia digo para vir fazer propaganda do scien-,
tas sociaesi( digamos assirr. que mais cmeums-i
peeta a phrase) para o cora^o de ama capital
onde o elemento operario nao e q-ietia das e&plo-
ramtt do capital, e onde o capitai nao se caoca a
exploraroeleaieuto operario, porque latera a go-
Vcrnoda na^ii, de q&em e agiota encartado, e'i que
as saas peridicas e multiplicadas penurias he
bate aporta, o olIicita,o alfada o li-ongeia, loe da
costoso os tantos por ceios que Ihe pede, e at
.as vezes o adula chamando-o a cooselbo. fazento-
o arbitro e sensor de bararo cutello das siiua-
^oes, e da propnia g)vernaco do pat
Em Portofai, e sobre ludo em Lisboa, os ope-
rarios aseociados ubrrimamente, tratam dos seas
ioteresses coraravuis. djto-se as anuos, alteara os
salarios a seu bsl-prazor tam facer:u greoet. tem
nos fondos de suas propriai economas capialisa-
daso c t o subsidio'na falta de traualho e na invalidez.
O operario vota eomo quor, era (}uea quer.as
vezes mesmo pelo piano que qaer, (que nao re-
4fra geral fater vewagado sufTrajio; mas ma-
guera o de-pe.ie se foi votar no a iversarao do ca-
pitalista que anima aasplora a industria respec-
tiva.
> Ha minia gente da juizo e experiencia qae
afflrma nao lar o menor recis das ramUieaedes
da nWrtutciuuji nesta larra, embora em Londres,
na Ht Igic, na visinha Hespanha, e na Uai A-
mencaua a Internacional sejk urna potencia oc-
calta, mas temivel, a verdad^ira-/5rn<-miQonaria
da ultima meta la do secuto X \% Horqoa o oosso
-aperario na i desordeiro, nao a amigo da inoo
vacoes heterodoxas, foi edueado na raltgiao velba,
supersticiosas e de volutas eostameira?, mas nin
gueui teme arrancar-lh'as com sermes de caf
concert por janotas do Marrare ou do Martinka.
Est cosiuroaJo ao padre quo o.bapiitoo, j
igreja em que se foi receber, ao -campanario qae^
lia de dobrar por elle, s> da Idei-i, qaand i fr
para a trra da verdade, gusta da* procisce* a
ri-se da quem ihe diz ao uvido |ue dtlguuas
lidias sao aaacbnmica*. Se passa ds operario ou
casia de urna induairaa qualqusr, por mais limi-
tada qae seja a sua rea, faz-so irmao da sua
fregntzia, pavonea se de opa vermeQu nos dias
dplex, ou (rasa lriumpb.alraeote.do* lugares pri-
vilegiados do templo toda a semana santa para
a aaa nuraensa f.-milu.
c familia f ontra iostaico santa que a strX-
a-nova ali poder jabais abalar nos seas lun-
. denlos ssenciaes. E a \, do i s -i : propnedaie, leUyt'u-' familia I E a, in-
ternaeioml, dit*o qoa geroJ! conunwm, e a
eonfareaeia da casino, era LIjRh.H H0* **Iveg na-
uiao puWica, demitte oa Uwiversidade) do-ecrgo de director da iinprea-i
sa da mesma Dniversidale. lia qoem desappro-
ve esta puaicoo, .porque nos regula memos respec-
tivo* o onso era omisso, e o que a lei nao prohi-
be, nao- dado ao executor da lei prohibidla. Mas
era iodo o caso O'Mpnta *"ra de tal ordem i(di-
zem os q-ie oleram. que mais acertado seria o
Or. Serpa ter dado de nio ao autor e sem'mais
formalidades evitar este escndale uuiversatorio,
qua nao serta airse para n governo porluguez.
l- todo, esies-oleineulos aumaadoa,' saguw-se-
ha um terceiro periodo para as couferancias_ <
cooerentos, que receberem, inesmo sem razio,
o (itrio gratuito de factores das ideas conmums-
las, guando alo passam talvez de uns rapazes
que dosejam /ser icarreira pela va mais para-
tola e menos opponuna.
Entretwe-lhes demasiadamente a aKenco em
esie objectu, porque no estado acedume ew
que se vai estando de da para dia con asuati-
lioar-i-isdaoradas daquella trihnna contra o eostr
no, contra a gerai inepcia (sicj de to lo o alto e
me^o e mais humilde professorado, contra a Ik
leraoira toda, contra os no sos paela anligose
coaiempoiaaeos, c mira o catliolicismo, eouira tu-
do e niiiu que existe na sociedade portugueza
actual e pelo mode que exisle, neste estado irri-
tante, diga^ nao admirar que as /"
degenerem e lenkam tambera a sua historia es-
pecial.
< < iiitro acontecimento destes ltimos das a
pparieao do t'fascculo das Farpas puliltcaraj
raensal ara foloeto dos Srs. Ramalho tig-j e
E?a de (yuairoz, os mesmos que e dno es MiitteriotSm Estrada di Cintra., que sa-
mrarn no aun i passado era toliietius do Dic.no
de XoticiHc
c Os ornaes tem deitado ceios de girndolas
encomia.ttjcas nova publicaco. Realmente est
bem escripia, um ver ce, sera personalidades, sera
invectivas, sem Togalhos de Lanternn, sem de-
claracoes--------Mas Gca-lbe bem o tiiutor? Nao
creto : Este primeiro numero de qoa falto urna
reseoba de.'Consolativa (perdao para o reologisrao)
qu pinta a sociedad portagueza ubedejendo
fatalmente a ara elemeato debterio que se respi-
ra era tolis os arabieules saciaos, desle o *tjjj
Ufe at Moza anata enfarruscada, desde a de-
vocao mais coqueie at ao indiferentismo mais
...lourero.
Aquelle thema velho de que t isto est po-
dre lera ao | numero das Farpis a sua de-
monstrafao, qne por fehcidade nos*a e do nossos
liihos nao me parece completamente satisfat )ria
luz da razao, dos'factoi e de un estudo profun-
do (I- nosso modo d ser.
As Farpas annnneiaram-se para rir ; mas ziaio chorar, se os dleraclitos lossem permittidos
ou siioplesmeate tolerados nesta epoclia. A no-
va poesa lyri-a, a nossa I literatura dramtica,
uo dizer dos elegantes autores daquella melan-
clico pamphleto, esto no mesmo nivei em que
ora ou mais -I -s coefereotes do Casino os tiohara
colloeado / E' ludo mau, tudo chocho, ludo abai-
xo da critica, tudo apenas urna revelacao de
decadeaca e dessoramento ocial e moral I
< Triste sympRonia par) a opera que nos pro-
mettein '1 i Aqui alera,' as conferencias a no
falbeto a qae me retiro ha verdades incontro-
versas. Mas ser este o cirainno da resurreicao
iaiellectaal ? Sungeet embala E' a esperang,
a restituieo la vida, a promessa e a f ar-
denle nos elementos da propna vitalidade. As
Farpas e as conferweias tem sido por ora o pn-
vtseses; a riagem inexoravel da falla de conlian-
<^a, ua seiba d i nae.v.i, nos recursos do progres-
ao, nos eementos de paz era que o uaiz se con-
aerva. at que um impulso enrgico o despert.
< Callo aqui as miabas opinioes pessoaes par-
que as juigo pouco auionsadas por isso que sao
minhas.
< Isto vai mal; poda ir peior, di'.eraos esta-
oiouarios, osortiros de todos os (eitios e pro
cadencias; mas tarabem podia e poder ir melhor.
A therapeutica outra a meu ver ; o irataraeoto
moral que os nossos clnicos esli applicando a
este velno enfermo, parece-rae que errado.
' Mas se alguem fallar a serio em regenerar o
paiz pela escola primaria, pfie-se ell"s todos a
rir, que ura gasto ve-Ios 1 Vejam carao nao
foi tortorado Cistilbo, quanio Ca-niho fazia pro
pagaoda de a bc\ Deiton-se depois de parte a
nacionalisar Moliere que diverte, a vilgarisar a
Arte de Amar, e os Ameres aVOoidw que nao eoa-
vertem, a bardar a matriz naquelia sublime ta-
lagarta de Gjtbe restindo o Dr. Fausl) & por-
tugueza sem Ihe tirar urna nica fecao allerai,
a a enr quecer as tiradas do MtphislopkeUs com
as mais abundantes opulencias d'anaexins a ex
prassdes vernculas, eis o nosso mundo Iliterario
que at alli prestava ao nosso grande poeta de-
votsimas horaengens, a applaadi-lo dobrado olboaiasmo.
< A coroacia do velho poeta Quinlsna ib Ma-
drid bo foi mata inorapbal a acalorada qua a
ovaeao que o nosso poeta aieaneou na tertulia d;
0. ngel Feruan Jes de as Ros na emtiaixad i
he.'panii ,la ha dous mezas ? E quem di.-sa ai
ama palavra dos trabalhas longos da apa, de
apostolado, de raariyrio mesmo durante os mis-
varoais quinze aooot de sua vida para libertar
os tlhos do povo di.escravidao de todas oa espe-
culadores possiveis, qua sobr a ca ignorancia
edifica toda assa ordem de cousas de que boje
16 tornou carpidara esta phalange de rapazea no-
vos que o-talenloj distingue,-mas de que anda
lia muita o publico mal conbace os Doraos I
c Quem tan o livro da u. Antonio da Costa so-
bre a rasirucoo? Ah temos ouiro obreiro da
reoaperacao moral da nossa ierra pela escola po-
pular. A obra leve apenas succs d'etUm e nada
mais; ninguera a comprou; poucos a leram em
prestada; foi o au'.ir ministro da ostrueoio pu-
blica iriota a tantos djar a rabio do gabinete; de-
rtolirara-lbe a paf'a; Slgaram-lh'a mino; eorno
aa fazia aoa ierraaoi oade se ergatara as casas
dos conspiradores de lasa magestde. Dsixou oaaa
speilo pubhco da que era
aquella qne tac, cerno boa ntai e cariakosa esposa,
a lelicinade domestica da randa escriptar. Nuo-
. pr^ron a*tr lttt dina^iaje l>i4*jra eiagas
frhma sentida comtueraerac.ao tque nao fbase o
reflexo da loria de seu aaarido. Era o ,anJo da
abnegacio. A mora niaTez mais ds qd ompres-
tar-lbe as aras com qae voou ao empyrMt. Cam-
prazo-nw em citar Pmneiro Chigas,morqas am
hqspa viu qoella eiecttento sanbora nasoar para-
as letras a balhuoiar as oossas primeiras tanta
lina. 'fioanda n niada vesta alas, diz ai^
para receher o san'imperial havpede, o poeta, qne
urna das glorian mais britnantes da ot>ssa patria,
vasaa o loto da vutvat, e banbada da lagrimas a
loma anda mal carradn daqneMa cuja mio-apra
eneootrra apartando a sua, -no iriumpbo e na
angustia^ cuja vwi o.coostav. das amargars e
das de-1Uu.os, ciijo vulto suave senta sempre ao
seu lado na sombra em que a Providencia o en-
rolvera. como nos sumimos i venes, na penum-
bra mvstenosa dos sonhos, o vago palpitar das
azas de aojo da gnarda. >
'Jse maij poder i a aceres ce otar ao que to
bem exprime o 1 -ntimeuto peral com que todos
que ve presan Uastiih i souberaat coinprabeader a inmensa dor
que 3o(Treu l
,< Oa velba guarda niagaem faltoa; dos nevos
eserplores, maiies, qunsi todos rodeavam aquella
fretro qua se fechava sobre a bondosa compa-
oheira do poeta, e quem-sabe se tambera sobre os
seas derradeiros devanetos.
E qu* o cerari.i por lira faz-sa marmore
forra de sentir o gio dos qae nos vio esperar 1
< Vaiiooga e rauto esta certa; posnivel qae'
que peio Ottmti que .leve sahir a 3 de juila > Ihei
escreva ouira mais exteasa anda, porra mais oo-
ticiosa.
Novidades, alera das que j citei, nao h>uvp.
sto de eleides facto tia vulgar eutre nos que j
o!.m ila que tallar.
Cinco JtesolucSes era 3 aooos para de--
erar... ate mesmo do ayslma, qaanto mais dos
.poltico?.
0 25* aaoiversano do pontificada* de sua san
dade f.n celebrado em Lisboa cora pompa desusa-
da. Era Rraga com ura enihnsiasrao delirante.
< 0 novo patnarena de Lisboa, 0. (gnacio de
Moraes Carioso tornou posse cora graude solera-
nidade. ,
< proposito da pastoral que tanto ronim
produzio, em a impreca o visconde de Faro
(general Frederico e /ao Cabreira) attastar os
seuiimantos qraeraes do oovo prelado lisbonense e
amiga bispo do Algarre.
TeiB-se Tallado vagamante na vinda do conde
dThomar na possibilidade de entrar para o
ministerio. Ninguera d crdito ao boato. 0 con-
de de Thoir.ar e um horaem de estado de pnraeira
plana; naa* fes o seutsmpo.
Tambem >e rep-tio ba das o mesmo a res-
peiio do duque de Saldanha. Creio que tambem
lecbou a pprta com o (9 de maio de 1470.
< Forini b ja ios qne nao coos^guiram distrahr
o publico do assumpto do dia. E este, como Ihes
disse, eram oe imperiaes hospedes.
Em C, accrescenta nosso correspondente de
l Lisboa :
(i Entran no terceiro periodo as conferencias
democrticas do Cassino a Lisbonense. A luva
esta lancada. Por ama portara do ministerio do
reino forauz prohibidas as conferencias democr-
tica?. 0 fundamento da portara que nessas
conferencias se ataca a re i uiao do Estado e certos
pi incigios que as tais garaotem. 0 proprietario
do Chuiw recebeu as o oras.da tarde de noniem
a respectiva couira-le cora i intimara i do com-
mssariad da 2* diviso. A's 8 I/i da noute
aohavam-se reunidas mais de S00 pessois porta
do Casino, ecbaoa por ordem da a atonda de. 0-
promoioras das cooferencias resolveram lavrar o
seguinie protesto, e acorapaubados de eonsideravel
numero de pessoas foram leva-lo ao Jornal do
Commercio e era seguida a todua os outros joroaes
da capital. 0 Jornal do Commercio e o Diario
Popular adherem ao protesto.
0 Diario Be Noticias publica-o simples-
mate :
< Era Dome da liberdade de pensaraealo, da II-
berdaje da palavra, da liberdade de reunio, ba-
ses de tolo o direito publico, nicas garantas da
jaslica social, protestamos anda mais contristados
do que iodigoados contra a portarla que man Ion
arbitrariamente fechar a sala das' conferencias
democrticas. AppeJIaraos para a opnio publica,
para a cooseieocia liberal do paiz, reservndo-
nos a plena liberdade de responder a este acto de
brut-il violencia, como nos manda nosia cou-
scieucia de hoeiens e de oidados.
Lisboa, i6 de junho de 1871.Adolpho Cee-
Iho.Amhero do Qnental.Jayroe Batalha Res.
Salomao Saraga.Eca de Qaeiroz
c Adberiraui a este protesto os seguales cida-
daos: (Seguem 9 oomes).
< Carao se previa, a baadeira fai deifraldada;
as adherencias teriio de continuar em numerosas
precisadas de aomes, os campos vio definir-se, o
proprio pirlaraento, que brevemente se reunir,
nao poder deixar de ser eftranha questo, e
renovar-se-hao naioralraente as dissencpjs entre
ultra liberaos e reaccionarios, como era I0">8, a
proposito de enaioo feito pelas irraas de candade,
e dirigido pelos padres lazaristas de Franca.
Faria mal o governo em prohibir ? E qna
havia de fazer o governo ou o marquez d'Avila,
quaodo na carta declara ser a religio do estado
caiholiea romana ? O problema era diflkil de re-
solver.
Qual o programma do prelecfor de Salomao
Saraga qne honlem devia discursar, e o nao che-
gpu a fazer, deduz-se bem d'e9te protesto parcial.
Amigo e Sr. redactor.Como V. sabe,
devia boje fazer a miaba confereicia no ca-
sino. 0 assiimptj era.: Os historiadores
crticos de Jess. Se liaba escolhido esse
assumpto de preferencia a oatro, era sim-
plesmente por ser aquelle a qae tenbo mais
pai ijlaraieot'e applicado os meus estudos.
Nenliiima oatra razio me leva-va atrata-lo.
1}ae era da critica considerada como cien-
cia, da soa applicaco especial historia de
Jess, e ao movimeoto de qae elle foi p
iniciador que en ia fallar, era j publico ha-
via algumas semanas. 0 que porto se nao
sabia era o dia determinado em qae esta
materia havia de ser apresentada publica-
mente. Os jornaes no entretaoto noticiaram
ba i ou 5 das que boje me pertencia ser
o eonferente, sea se esqaeeerem de apon-
tar a materia a tratar. Desde ento tolos
os qae se dizem meas amigos (com poucas
excepcoesl, e outros que se dizem inters-
sados no meu bem-estar julgaratn que era
do sen de ver asar de quantos meios a ima-
ginaco m5 iiggera para me demovarem
do mea proposito. N5j mes sendo possivel
desviaiem-me do meu atento, por meio de
argumentos, os guaes coofeeso eran de ne-
nbura vaf.ir, passarara a asar de ameacas,
eutre as qtiaes apparecia, em primeira plana,
.jue muitos estav ira dispostos a asar de pu-
gilato como ultimo argumento, se ea insis-
tiese. Por quem esta guerra era especial-
mente movida, nSo o pode saber. Um jor-
nal falln das mas dispo8ic<5es dos jadeus a
meu respeito. Bu, porm, que julgo t5o
nimigos das deas cbrisias os juilttus como
os catiiolicos /anaikos. alo sei a quffn al-.
tribut-U. N*> pifiante lo tudo, coouooa-
va a ser opwio aioba e 4 deJrod amigos qua devia ectpr o atiaba
cooferriijiat o resallado das meus estud >'.
com Uuuiflnais razio qaiolo pac essa foro
en nao flua, fita ds estucos (^nina pra*
dOaoilK.
iitya oestas dispojirs" preprenlo
a a conferencia, qianJo vi bj| de
opia de urna portara sabida. 4o mi-
do rein i, a qoal prohib conti-
) das conferencias. Se, 6 Intuito do
abtor da ponaris evitar qae ea coasiga
propagar as ideas. gae teobo s^bre Jesas e
o ebristianismo, posso assdgurar-lhe que o
nao onssjwt. Nao oooiisaMM porqoe me
resa aitidi a imprenta, o jornal e o livro.
Aa* ideas que tmba de expor-ajli sumnnru-
aaaote, deitro dos acanbtdog limites conSnreo la form*^ae mais adequad* mp parecer.
Mas su aprobarnos qae a scieucia que tem
occpadiPiritos taes com8traass, Reuss,
Soherer.-faeherot, Renao, Baasan, Rehile*
e outros, n3o posja ler a sua livre marti-
fetacio entre nos, e que ea seja obrifado
#ela impoSicSo da forr;a a ca!ar-me ; qae
mod) atis eloqoente haver para demons-
trar qua as conferencias tinbam a sua razao
de ser ? 0 que fallir para provar que a li-
berdade de consetencia e a liberdade de
imprensa sSo palavra vas entre nos, e que
ese esitdo de cansas nao deve continuar ?
Sasaeiem e rolaam depois. Lisboa, 6
de junoo de 1871. Saoiito Saragga.
Veremos porlanto se sa realisa a que fcil
de prnphetisar.
C linazam. pois, as conferencias, como na mi-
nha de honlem Ibes dala, a ter a sua historia,
como tem em toda a parle qaaluuer movimeniu
oo maoife-ilacio mais pronunciada entre os dous
extremos da opnio.
i Ha das dizia o Diaria de Noticias oue certa
dama (uajo mame nao descabria) liona ido ao Pac-a
fazer revelacoes a proposii^ de um trama uu pro-
jectada couspiracao contra a sexuranca pessoal
das pessoas reae*. Nao me record bem oas pa-
lavras textnaes, mis dencaapn esu irapresso lei-
tura da noticia que se lia no artigo principal da
mencionada fol ha.
> Ao mesmo lempo dava se nella a entender
que essas revelacies cantead 5 nidos da operarios para os sitos da Alcntara.
t O Jornal do, Canwjiercioeatrauhou'CorH aspe
reza oue um jornal que se diz incolor estivesse
compromtanlo con msinaaces graves jnelles
opranos e fazeolo denuncias de tal ordem e im-
portancia.
Huje o mesmo litarto de Noticuu sem ter dado
raspol ao commercio nem ao cha Sr. Alolpho Caelho (um dos confereutes do Casi-
no, iruiao do proprteuno do mesmo jornal), co-
mer assim o seu artigo principal:
Diiem-oos que varios cavalleiros teem ido ao
Paco fazer revlaces no mesmo entido que a se
n.'iora, de S. Pedro em Alcntara, a que nos refe-
rimos, e que teem assigoado essas deciaracoes. A
ser assim, a revelacao da allndida dama lena ca-
rcter de gravidWe e seria o vestigio de am ira-
nia singular. O assumpto largamente discutido
e coiniueutado nos crculos aristocrticos.0
< Os ares anclara turvos, bem se v.
< E' possivel, pois, que mais tarde oo mais
cedo venba a reabsar se o que de uro extracto de
am livro bespanbol muito recente, de Calvo Aveo
co, addido legaco de Hespanha em Lisboa, alli
ae taz prever. Trata o livro exclusivamente de
Portugal e das cousas porluguezas. Qaanto
< vida poltica neste paiz, relere o mencionado
< extracto, parece-ibe completamente atrophiado.
< sem a aspiracao das paixes, o combate das
ideas, a es&ioclia gcouslaote de-novas aspira
roas. Na sabe como exolicar este pheooav-
uo, lendo ns tido um passado to glor.oso, e
c alguos anuos de vida constitucin! tao activa,
. o suppa qua alyuma cfiusa grave deve em tempo
a nao mu remolo succeder a esta naro, que
lalvez e.u silencio se prepara para ura i radica-
dissima irans(arma(o. >
No paquete Amasune, de Brdeos, qne pane
h 'j para o Kio de Janeiro, vai com a sua fami-
lia o sr. conselbeiro Antonio de Almeida Campos,
consii! geral de Portugal naquella edade.
Il-iuve no dia um incendio roedonho em
Aveiro, Ikando reduzidas cinzas a casa do vis-
conde de Almdinha.
< Actaam se carga oeste porto para Pernam-
Duco : barca Huriu l.uizu e bngue Encantador.
Sahiram : de LisboaLinda a 15 para o
Para. Lisbonense i v

Amazona* i5iutu, e Anglica 21 para o Ma-
ranbao.
Chegaram : /.isboa Relmpago e Bella
Figueirense a 13 de Pernarabuco, laianhense (va-
por) a li do Cear, Soberano a 19 de Pernam
buco.
noticia* dea norte do Imperio.
Ponco depois de meio dia de hontem fundeon f ra
nosso porto o vapor Pirapama, procedente do Para
e escalas, leudo d'ali -anulo a 25 de juoho.
AJIAIONA*.
Alcanzara a 3 de jnuno as noticias Ja capi-
tal.
No da 21 de maio foi installala a assnciaco
commercial daquella provincia, >ob a presidencia
do Sr. Miranda Ceao, e procedeodo-se a eleicaa
para urna directora provisoria, deu o segrate re-
sultado :
PresidenteJo*e Teixeira de Sou^a.
Secretario!Jio Jos de Freitas Guimarei e
Jos Antonio da Costa.
No mesmo dia foi lido e pasto em discussao o
projecto de estatuto* da raema associacao, sendo
approvado com pequeas modiicacoes.
Este trabalho ia ser levado ao goveroo da pro-
viqcia para dar sua approvacao.
No dia 23 de maio senlio-se un tremor de
trra na parte esquerda do Amazonas, sobre o
qual diz o Catechista o seguinte :
i No dia 23 seotio-se um tremor de trra na
parte esquerda do Amazonas, entre Serpa e esta
capital. Os moradores do Amaratv, Jotuarana e
outros lugares dao noUcias do faci. Foi rpido o
osciliar da ierra, e nao consta que tenha bavido
de-graca on prejuizo algum I as aguas manie?
lou-se o phenoraeao pela revolucao sbita que
causou, pelo augmento instantneo do volume e
decrescimenio immediato I >
PARA.
Era extraordinario o pr^co da carne verde,
qae se retalhava de 500 a 800 res o kilngramma.
A presidencia raandou comprar gado a Maraj pa
ra fazer rea har ao povo.
O Sr. Carlos Seidl promova a installacao de
ama sociedade, 9ob a enomiaacao Onze de Julho,
com o lim de fundar na capital escolas nocturnas
gratuitas para adultos. Para esse flm j tinba elle
agenciado donativos no valor de 62i|000, alm de
contribuicoes diversas annuaes de 4J000 e 6000.
O Exm. e Bvm. diocesano fez entoar, no da
16 de junho, aonivemario do pontificado de Po
IX, um solemne Te-Deum em accao de ragas, ao
qual a-sistio am crescido numero de fiis.
Tendo-se desenvolvido em Breves febres de
mo carcter, a presidencia da proviucia fez para
ali seguir um medico e nma ambulancia.
Padecen o juiz de paz da capital los Leoca-
dio do Amaral Brasil, raembro dislincto do part
do conservador.
Leraos no Diario de Beln :
< Hontem (19) ao meio dia reaniram-se no con-
sulado de Portugal, por appallo do respectivo Sr.
consol, os chefas das associacoes portuguesa-, aqu
rasidentes.e varios commarciaatee coasiguataiios de
navios, afi,n de deliberarem sobre os matos de ac-
cudirem com soceorros aos seas compatriotas in-
digentes e a todas as pessoas pobres iodislincta
mente, que fossera attaealas da epidemia, que le-
raos entre nos, se esta se generalisasse como de
esperar.
Entendern) qoa era daver de lodos secundar
as boas providencias, temadas pelo Exm. Sr. pre-
sidenta da provincia. Depois de larga discussao,
e ncordaram em que sa elegesse uau commissao
central, promotora da soceorros, e que esta, con
angulado am cerlo capital por subscripta oa ou-
tros meios, aomeasse outras commiflsois liliae>,
para serem destrjbuida por cada aistricto.
A mesa para os trabalho da oeeasio foi as-
sm composta :
t Presidente.Sr.aonsnl de Portugal.
l." secretario.Sr. Dr- Hanriquo R. Rodri-
gues.
2. aenretano.Sr. D. C Sanches de Fras.
Procedeodo-se a eleicio da commissao cen-
tral caaaio a isolha nos ananan* a coosidnrader
negociantes, oa 8r.i, comajaniador lUooel Joa-
qoim de Faria, EJ.as Jos Nanee da Silva e Poriu
nato Al es ds Soaza.
Homm anda algunas eonsidaragOes, depois
ns quaes ae lavrou ama acta doa trabajaos, sen-
do iatmadiaiaaienie assigaada por todos oa sent-
r? qae estavim presentes.
Terminoa esta importanie essao as 2 boras
da tarde. j
Voltara do Cear a enrveta brasileira Hag.
Apparecera aBoal o negociaste Antonio Si-
raoes de Almeida, do rio Madeira, e qual se tinha
perdido na floresta, e qae se sappanha haver i-
do devorado pelas feras. Embrenbara-se na fl i-
resta a ptocara de cipos, e transviando-se andou
18 das sem atinar com o camioho, levando urna
amarga existencia-
Esparava-se ao corrate mez aa locomotivas
Thompson que, na forma do previlegio concedido
pela assembla provincial respectiva, tem de fazer
o servica de eondaccio de passageiros e carga na
capital e suburbios.
Seguir am viagem episcopal, fregueza de
S. Jos do Acara o Exm. diocesano.
A alfsnnnga renden de 1 a 2i de junbo....
385:32636.
< Vimos mencionar o qae receben no mez no-
te anos primeiro* di do correte o museu pa-
rense.
,0 Sr.^Mancebo, primeiro teoente da raari-
dlta- imperial, e que um dos directores do Mu
ierro, procedente das cacnoeiras do Tocanlins, ni-
Ihe lendo sido possivel obter outros esclarecimen-
tos acerca do lugar oode foi achado este minera
vel.
O .Sr. Dr. J. B. Steere. naturalista americano
que ora faz colleccoes de prodcelos nataraes
nesta provincia para o Masen da Universidade de
Mi migan, orTereceu ama boa quaotidade de con-
chas (algnmas quasi miero-copicas)) que encon-
trn em Maraj, nos districtos de Soure e Cacho-
eira.
Offereceu tambem nm niuho de Jap tirado
da urna arvore em Maraj. Este ninbo. sem-lhan-
te ao do Japlim, mas de muito maior dimenso,
na occasiao em que foi lirado da arvore eslava
ocoupado, nao pela ave qae o constraio, mas por
ama communisla, chamada .Mucura, que, como
distincia discipula da escola socialista, usurpoa
esta propriedale alheia; fez anda mais: eomeu
os lilhus ou ovos iio Jap e provavelmente o mas-
mo Jap. e la se deixou licar como seohora da
casa com um Qlbo que deu luz p .ra honra do
grande p-rtido a qae perlence.
< O Sr. Paulo Mara Perdigao mimoseon o mu-
seo com vanos objectos ioleressantes, sendo :
9 pequeas serpentes, cada urna de especie
differente.
8 insectos, havendo enire elle nm saturnio e
outros, como e*ie, da familia das Bombicides, muito
estmalos por sua utilidade na industria.
Todos estes productos foram remettidos em
vidros com alcool.
O Sr. major Baena qoe j havia contribuido
com urna boa coileccao de objectos para a instal-
lacao do museu, offereceu mais :
I puraque em alcool.
< 12 pequeas conchas flaviateis.
1 artefacto de laminas de palraeira, fechado
de todos os lados e encerrando ementes, de Tu-
cuman.
Os Srs. Jos e Goncalo da Costa Cabral, estu
danles do Lyccu, aos quaes em outra occasiao al-
ludimos com" merecido elogio, offereceram :
< 1 quadro envidrando contendo cerca de 40
aapecitnaaa de lindis-imas borboletas entre as
quaes duas ou tres muito raras.
I casal de cotimboyas que faram apanhadas
na occasiao do sea euiparelhameoto.
I lindo ninbo da ave denominada Maria -
dia,ludo feito do musgo e de outras plantas de-
licadas e forrado de peonas.
0 Sr. major B. A. da Gama e Costa offereceu
os dous segnintes canosos objectos que trouxe do
Paraguay :
1 (iuayea, especie de cinta de cauro que
serv, ao inesmo lempo, de bolsa para moeda me-
tlica.
I Chirip encarnado, banda militar de lia
osada pelos offlciaes de Lupez.
Esies objectos perteacoram a nm capitSo pa-
raguayo, Saldado, que fu morlo h'um combate ao
p do lorie Curuz, em 3 de seterobro de 1866;
combate em que o Sr. major Gama distinguio-se,
como em todos os oulros em que entrn, por sua
coragem e bravura que Ibe valeram a patente qae
tfi'je tem.
O Sr. Dr. Canto, um dos directores do mu-
seu,para o qual, j desde a vespea da installa-
cao, tem contribuido com urna boa somma de pro-
ductos, offereceu mais :
7 dillVreutes especies de serpenles.
1 Centopa (sevlo pundra).
1 Jacarrana.
< i Bairaciuano do genero Hyla, cujo norae
vulgar nao conhecerao'.
Diversos insectos.
Todos estes productos est a conservados em
aicool.
' O Sr. Multa, eslodante do Lyceu Paraense,
offereceu urna garrafa contendo em alcool um caj
que cresceu e araadureceu dentro delta. Offere-
ceu lamben) um ov de gallinha, de firma um
pouco differente do ordinario, por ser muito longo
e ae pouca grossura.
' t O Sr. capillo Agapito remetleu um ovo de
pintas naturaes rubro-escuras. Ignora-se a que
passaro oa reptil perlence.
MARANHAO
. Alesneam ao Io do correte os jornaes desta
provincia.
Nj dia lt de junho foi solemnemente instal-
lada, no palacio da presidencia da provincia, a so-
ciedade Maranhense Promotora da Colooisjfo,
com assistencia de 'ii socios.
O Pin: diz o segrate acerca disso :
Itecolhidas "ii listas para directores, supplen-
tesdestese conmisso scal, deram este resul-
tado :
Direcloria.
Martinas Hoyar
Lanrindo de Oliveira
Jo.- Moreira da Silva
J. J. ae Azevedo Almeida
J. Marques Rodrigues
Jos J. Alves dos Santos
Supplenies.
< Manool S. da Silva Couto
Joaquira Luiz Ferreira
< Ignacio Nina e Silva
Joo Coelho de Miranda
Custodio G. Belcbor
Jos F. de B. Pereira
. Commissao fiscal.
JoaoBento de Birros
' Joo J. Feroandes Silva
Joaquira lt. Villar
Concluida a eleico, o Exm. Sr. vice-presiden-
te da provincia, na qualidade de presidente da so-
ciedade, passou a presidir a sesso, e convidou os
directores eleitos a oceupar os seus lugares, decla-
rando em seguida S. Exc. que nomeava vice-pre-
sidente da sociedade o Sr. deaembargador Cerquei
ra Pinto, e propunha para agente da mesma o Sr.
Martious, para secretario o sr. Laurndo, que pe-
dio dispensa, sendo substituido pelo Sr. Alves dos
Santos, e para Ibesoureiro o Sr. Joaquira Mar-
ques
Leu em seguida S. Exc. um discurso era qae
manil'esuv* toda a Doa vootade jue o anima a fa-
vor desta sociedade, pala qual ser sempre desve-
lado, no governo ou fra delle, porque est con-
vencido que a provincia ha de colher della os mais
preciosos frustos.
O Sr. Dr. Toeophilo logo depois que S. Exc.
concluio o sea discurso, propoz que ao Sr. |Dr.
Josa da Silva Maia fosse dado um voto de louvor
pela creaco desta associacao to promettedora dos
mais vaatajosos resultados; o que foi unnime-
mente aprovado.
Eram 2 1/2 horas da tarde e ao som da banda
de msica dos educandos artfices, que saudava a
instailacao desta nova instituico, foule dt traba-
Ibo e riqueza, qnando levaolou-se a .-esso. >
* Foi saoccionada pela presidencia da provin-
cia a lei da assembla provincial aulorisando o dis-
pendio de 10:00 aum a alf^rria de escravos.
Suleidra-se Jos Francisco Cesar de Cam-
pos, empregados no commercio lomando porcao
da sin elimina.
- Faileceram, na capital, Jos Gjncalves Nina
o Jos Eraacisco Belfbrt Leal.
-r- Lemos no Paiz :
o As 10 boras e 19. minutos danoute de 14 de
jaubo sentio-se nesta cidade um tremor de ierra
acompaobado da am som como um irovo ao. Ion-
ge, e accresceoUm algumas pessoas que tarabjm
de ur claro, na direceo do sudoeste para nor-
deste.
< Se foi verdaderamente tremor de trra ouagi-
taco do ar pela passagem de alguma grandepedra
raeteonca (u que parece indicar fi e>umpidn e a
Inz que illuminou a atmospbera) o qae nao se
pode dizer, mas o que est averiguado qae oas
casas altas foi o mu vimento mais sensivel, e que al-
gamas pessoas que anda vam pelas ras nada sen-
32
SI
:,i)
U
M
U
51
90
50
19
U
48
51
48
46
votos
Ihe erapregon na pona da costella mnima nm
caroco da cbumfco, paaf traumento do qual de-
clamara os peritos, qae proce leram eorpo de
delicio, ser neeessario o praao 4e 60 da.
O reo acha-sa preso e aaia aandapiocessado.
< No dia 14 de junho foi estuprada nesta ca-
pital a menor de 13 annos de idade Eleatberia
Itoaa de Oliveira qntnora eai'toropiania de tna
lia Daolioda Maria de Jesas.
eosta qoe, palas Irrijrnaiajaj tinn tea pro-
cedido oSr. lr befe empoll*}; ta vehementes
mliciei de ser o autor asase erra* o altere? Joa-
qmm Aiexandriao Paas,-, destaapdc actualmente
uo corpo proviaoro.
A'8 de janho fol fostaladV a comarca de
S. Batato palo respectivo Jai: da SSJaeito Dr Adri-
ano Manoel Soaras, sendo par saeta oomeado o
Sr. Antonio Rodrigue*,*^ Mella? para servir de
promot r publico at qaa seja prvido o logar.
cicah.
No dia 28 dejuntioassumiraas rdeai
da admioistra(;o da provincia o Exm. barao
de Taquary,
0 1" vice-presidenle.da provincia^ co-
ronel Joaqaim Freir, offerecera a qoantia
de 4:33j)333 rs. importancia de seus enci-
tnentos como presideole da provincia, para
ser applicada alforria de escravos.
- Nos das 2 e 3 de juibo cabiram cho-
vas lorrenciaes sobre a capital, acompanba-
das de tnnits.
Instalion-se do dia 4 de julho a as-
sembla provincial, procedeBdo-s Dessa
occisio eoirega das carias de liberdade
s crianzas aifurriadas com o donativo do-
coronel Freir.
0 vapor Jaguaribe sabio para o nosso
porto e escalas no dia 4.
A alfaoJega da Fortaleza raudal no
mez de junbo 13:I581(50.
RIO Gtn.NDKDO MONTE.
Escrevenos do Natal em 7 do cor-
rente o seguinte o nosso correspondente :
t No dia 27 de junbo o Exm, Sr. Dr. Sil-
vino Elvidio Carneiro da Cunna deixou a
administracao da provincia, passando-a, na
falta do i, 2o e 3o, ao 4o vice presidente
Dr. Jeronymo Cabral Raposo da Cmara,
por ter sido removido para a provincia das
Alagas por carta imperial de 7 do mesmo
mez.
< Os homens imparciaes, os que se nao
levam pur pequeas paixes partidarias,
aquellos que desejam sinceramente o engran-
de imento e prosperidade de sua ierra, con-
fessain que S. Exc. durante o periodo de
sua admmistracao, p.estou importantes ser-
vicos, querem relajo ao congra$amento da
familia conservadora, aqui em tanto divida,
depois das tropelas do seu antecessor o Sr.
Pedro de Barros, quer sobre os melbora-
mentos materiaes e moraes, de que tanto
precisavamos.
Enumerar um a um esses relevantes
servidos, por certo trabalho, que n5o est
nos estreitos limites de orna" miseria ; mas
ahi esto os tres luminoso* relatnos apo-
sentados por S. Exc. em dilerentes dalas,
peios quaes bem se pode avaiiar a impor-
tancia ue taes servidos, a Ilustrarlo, o pa-
triotisma, o tino e prudencia com que tio
dislincto administrador sempre se bouve na
gestao dos pblicos negocios.
Os amigos de S. Exc. offereceram-lhe
em despedida no dia 2 do correte um baile
nos sales do AtbeDeu Rio-Grandense.
O Exm. vice-prasidente, por sua vez,
tambem offereceu S, Exc. no dia 6 um
baile, que, como o do dia 2, estere esplen-
dido, bastante concorrido e animado.
No distrioto da Barregoda fai brbara-
mente assassinado ponhaladas o infeliz
Veriat) de tal por Andr Ferreira da Silva
e seusj companheiros Francisco Curioso t
Justino de tal. ,
0 facto deu-se no dia 7 do mez passado,
e no dia 9 foi que ebegou ao conhecimento
do respectivo delegado, Bernardo Eugenio
Fexoto, o qual, diiigmdose aquelle logar,
j encontrou sepultado o cadver, a cuja
exbumaco proceder, bem como bs neces-
sarias diligsncias para a instaoracSo do pro-
cesso e captura dos assassioos. Estes, se-
gundo corre, evadiram-se para Catle do
Bocha, provincia da Parahyba.
Acaba de ser reclibido cadaia desla
cidade o desnaturado Aotauio Braz, esse
monsiro moral, que deflorou soa propria
ti I ti a Mara, menor de 12 anuos.
Elle j se acba devidamente pron-in-
ciado no districto de Vera-Cruz, e sua cap-
tura ioi realisada pelo subdelegado de Ma-
cahiba. > ,
PARAHYBA.
Nada occorreu digno de men<;5o.
PERMMBUCO.
Um fasto idntico deu-se aqui no dia K de
ouvembro de IStai s 2 boras da manhaa. >
.No dia 13 de junbo. na lenco do Goroai,
Mauoei aspar o\w San,cs, fuior da azcnda,Sa
Joia, de Bayuodo (k.spuza Qayoso, desfecnaa
sobre Francisen Antuvio dos Santos, um tiro, aja
REVISTA DTABIA.
INCENDIO.No dia 18 de maio incendion se no
canal lolez o vapor William 11, perlencente a
corapanhia de navegacao a vapor dos Paizes Bai-
xos.
Tinha sido construido em Glasgow havia pouco
temoo ; era do lote de 3:000 tonelada, e da forca
de 400 challo, trabalhando a hlice.
Tmha sahido de Nieuvt D.eppe oo dia anterior
com destino a Batavia com earregatnento comple-
to, conduzindo tambem 89 passageiros, 125 solda-
dos e alguns cfflcia9s, afora a tnpulacao, que se
'ompunha de 80 a 90 homens. Correrara logo ao
logar do sioistro os barcos de pilotos e alguns va- >
pores de reboque, coweguindo-se salvar toda a
gente.
O vapor foi encalhao. mas nada se salvou ; os
passageiros e a tripolaso apenas Bcaram com o
tacto que vestiam.
FUNDOS BRASILEIROS.Eram assim cotado
na praca de Londres :
5 0/0 de 1866: 93 i/i a 9 1/1
a 0/0 de 1871. 1 a 1/4
4 1/i 0/0 de 1863. 80 a 8.
OLINDA.Eite vapor da nha de Liverpool
era esperado em Lisboa, em viagem para aosse
porto de 2 a 4 do Trente.
TELEGRAMMA COMMERCIAL.E' o seguinie
o dos Srs. Kaowles & Fo>ter., de Loncres em 26
de junho s 4 h. da tarde :
Algodo.Mercado calmo. O da Baha e Per-
nambuco 1/8 abaixo das nossas cotacoes do dia
22 (vejam-se os nossng precos correntes par est
pajuete). As cotac5es das outras procedencias
sustentam-se apenas.
Assacar. Muito poncas transac^es.
As cotacoes a que os Srs. Kaowles A Foster se
referem, sao as seguintes ;
Algodo de Pernambnco,
Firts.
dem idem Seeonds.
dem rola.
Da Parahiba Firsts.
dem Seeonds.
De Maeei Fi^ats roda,
dem idem maquina.
dem Seeonds.
Do Maraobo .maquina Firts.
dem idem Seeonds.
dem roda.
Do Rio Grande, maquina
Firsu.
dem Idem Secbnds, ^j/
Idem roda.
Do Cear.
Assucar d. Brast
Braneo....... M
Mascavado.....|0*
Caf do Rk). : 4
Lavado......J
ando Par.....4*
ladoPira .... L
ros do Brasil
.8 l/fc
7 3/4
10
8 3/8
n
0
o
A.
1%
ao
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08
89
I
a
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I____!HPl




)kiiii de Fejrnambuo Remanda iutf. 10 de Jvdko e IL


Seceos salgad os
26 tb. .
Seceos de 8 a
Verdes de 38
Do Rio de Janeiro
Verde de 48 a 72 Ib
Do Rio Grande:
Verdes de 73 a 80 Ib
63 75 t
ttiM.
fiascos. 18 a* c
..
5 3/4

ii,
12
28
6
61/2
i/2
61/4
101A
13/4
$
O
Wl-llSTIlACAf) DO COARTIO.-frt repar-
(eio atrecadou do mez da jouho 4:3201910 ris.
mVWK EXCONTfUDOS. A encana maleza
fmtmt, abega* de ftaHimere, fatloa oto os se
uintei mww :+A da crrante, na lat. S. 3. e
long. 0. d Greeowich cora a galera americana ;
i 6, na tal. S. 8 e ton*. 0. 34 com pataoho
iiftat Ininstri/, e na IM. 8.- 7 50' e long. O. 34
ua (uacho ioRiez fVora, parteocenie oraos
4 Salcoojlie. Nao po k entreunto saber d'ooJr
lias vichara e para onde ara.
RA DO MRQUEZ DE QLINDA.- Parece-nos
incrvel qae anda se cousetTem no mesmo estado
a* ruina < des sobrados ieeendiados desta raa,
apezar de pergo que ameacara, sobre lado o pre-
ndi de tres andares n. 27, para os eoncertos do
qual nos consta (er o proprielario envidada- iddo,
encentrando obstculos por parte da cmara mu
iMctptl, que tmda nao jalgou conveniente a aber
tota da travana abi pmjecla la, e de extraordi-
naria vaoutjmu publica. Porque razao nao m apro-
vetta a boa vontade do proprietarm em reparar o
eea predio bastante damnificado, attendendo-se ao
fomao lempo a grande vantapwm e urgencia da
aJMStora da raa nese porto ? Chamantes para
taso a attenco da auiondaJe eompeieaie.
TRAVBSSA DB PEDRJ i. Moradores desta
travassa, em Fra de Portas, se nos qaeixaro da
imraandicia e lamagal que ah se ola, especial
mete depois que certos predios passaram a (er
caaos de esgoto para a raa. 0 Sr. fiscal 4a fre-
Juezia de S. Fre Pedro Goncalves laria beai se
ste sor abi um aasseio.
COMPaNHIA DQ BEBERIBE. Reuniese no
sabbado a assembla gerat dos accionistas dssia
oeatpaaMa, e approvou as corita do armo Ando,
ftoeeaado era seguida a efeicjio dadireitona para
o aano vmdouro, a qual flceu assim cxnposta :
Director, De. Symphruaio Cezar Coutioho.
Vi ce-director, Dr. Prxedes Gomes de Souza Pi
Unga.
Caisa, Gorbiaiaao d Aquino Fooceca.
Secretaro, Dr.jJoa Honorio Bezerra de Menazs.
Adjunto.Dr. Ignacio Joaquim de Soasa Leao,
Jos Jeronyi' Monleiro, Jos Dorpingne* do ar-
rao e Silva, Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina
e Joaqun) Ferreira Ramos.
Co umi.o de tontas- Joo Ignacio do Reg
Maanros, Jos Joie de Amonen, Dr. Francisco de
Reg Barres Brrelo.
AGUIA BRANCA.-A" esta loja, da ra' Duque
4e Canas a. 82 (ontr'ora 0 mimado 8 ), acaba de
chgar urn bello sortiaieato de Illas largas de cha-
mitote, brancas cora orla preta, proprias para os
eoofrades do Carme. .
BERIBERI.A proposito da noticia qtte demos,
ha dias, obr- a remessa de no vos individuos, ata-
cados da beriberi. na Casa da deteneio, para a ilha
de Fernando da Noronha remetteu-nos o Sr. Dr.
Caroliao Fran isco de Lima Santos as liohas abai-
zo, que publicamos sob sua nica e exclusiva
responsabilidade, e sem que dessa public-cao se
possa inferir que nos queirarnos envulver na pol-
mica que porvenlura se possa travar respeilo da
uualiiieaco da eolermidade reinante na casa de
deteneio.
Eis as linhas referidas:
t Srs. redadorts da Revista Diaria.loando do
AhMO VV. SS. proenram sempre euoxerir a ver-
dade em suas columoas. e que, paranlo, por
o serern medios,a noticiaren as ocenrrencias
relativas ualurezi. marcha, persistencia ou nao,
e mortalidade da fallada epidemia da casa de dr-
tencu) nao se dariam a compulsar Andral, Bou-
chut, Durruux, Lissis, Gintrac e outros sobre
quanlas epidemias lem reinado no globo, para d'abi
lgicamente inferir a respeito dessa ; e era to
pouco a Lessoo, Pruner, Vao-Leeot, Robinow, Guy
a Hoogeven, quanto s molestias das Indias Orien-
taos, guiando-se antes por informacoes, snpposlas
verdica*, e de passoas aulorisadasvisto qua
nao I.'v irn a mal qualquer um reparo, que tenha
por Sin reslabelecer os fastos concernente* his-
toria de urna enfermidade qne lano tern dado que
fazer urna eomraisso de sele medico*e isto j
lepis de baver ella sido to precoce em seu juio
a presidenciae alguns descorcoado ao ponto de
por fra andarem a diagnosticardilatacao do co-
racio, aoazarca, rayadle, bepatite, hydrotborax
ele.,por beriberi.
Pelo que, teoho f que VV. SS., longe de qual-
quer resentimento, darme-ho sempre algara es-
a;o todas as vezes que, munido eu de razao, te-
lina de apresentar se nao urna conirariedade com
o lira de converter, ao meaos um protesto para um
dever no futuro, qua era toda caso sera cumprido,
depois que a coramisso syndicadora ao beriberi
tenha derrmalo toda a luz de seu espirito em
tantos crneos anda obscurecidos pela ignorancia.
Assim, encontrando eu na Revista de 4 do cr-
rante a seguate noticia : Fernando de Noronha.
Segu hjje, s o horas da tarde, tiraado mala
x no correio para o presidio de Fernando o vapor
Gimi, condtizindo presos da casa de detenido
' aflectados do beriberi; coatr o iaforraaute
d'ella, que protesto hoje alto e bora som, e de
modo que em lampo algum possara os tho-
riferarios de alricourt, presagiadores e solicita-
dores do beriberi, tirar proveito do meu si-
lencio.
Purquanlo, alm de, estampada assim a noticia,
dar largas supposico de que todos os detento*
que embarcaram, e que nao furara pouaos (creio
que raais de 40 ou 50) e*tavara affectados do
beriberi, faz presumirque, era ves de qaasi ex-
uuegaj do mal na detenido, tem elle feito mais do
que recrudescer, isto tem continuado de raais a
mais, e sempre implacavel.
E como qur que o contrario se tenha dado na-
iiu-le asiabjieciiiii-.it i, desda maiadj de maio pr-
ximo passado, em que comeepu a diminuir o nu-
mero d^s afaotadiis e dos Bollos, ao ponto de ser
o ultimo esdaver disseccado o de Manoel Marques
Dias, que j dapois de mullos dias de molesto en-
trara para a enfermara, ana 2:> de majo proxira>i
oassa-lo, onde por forca deveria fallecer (em 15 de
juoho) para que seus restos mortaes all servi-.sem
da prova continuar.&o do aspirado mal; e como
qur que apeoas S9te presos, d'eotre q grande nu-
mero dos que embarcarara, erara os nicos que
exisliam ca ealermaria, considera Jos pelo proprio
Dr. Save, medico da deteneiocorno affectados do
beriberi; sendo que um d'enire esses sete, de nonie
Joo Jos dos Sanios, pardo, de 2 annos de idade,
natural de Naiaretb, ja tioha pelido alta, por se
considerar reslabalecido, como asseveron-me elle,
estando presente o Sr. Citle, empregado na casa,
nao posso deixar de protestar contra a informa-
?o que servio do base a dita noticia de 4 do cr-
ranle.
E se assim proceda por ler, alm da*
repetidas visitas feas aos enfermos detento.*, ido
ca-^a de deteoco, pones* horas antes do erabar
qne ; colhido todas as informacoes que julgaei ne-
cessarias; examina!-) todos os doenies ; lomado
acia da saaa enfann <1ade> ^e por iin verillcado
que da totalidad?, sete apenas uus dous ou ires
inclusive Jos Priso de Soazi Dias (afilhado de
Marques Dia> podiam em rigor W cons'd-rados
accommeitidos da epidemia ; mas- sendo affectados,
como foi Prisco, ames do da 13 de junho prximo
a s sado.
E ondej se vio urna epidemia lavrar, conslan-
tamsCta', p*r espa?-) da quatro mezes, com os ca-
racteres qie t n procurado dar a essa em questn
05 agitaJures do beriberi, sempre de mais a mais,
de mal a peiorleixando dfazer um s cadver,
ao correr de quisi um mez ?
A procelh que rpida pissa. vomitando a morte
cora a eatsridde dosraio, quasi o t'ypo das epi
demias. Assim fui a de 172.' naltussia,Polonia, AHe-
manba, Suecia, Dinamarca, Franca, Inglaterra, Hes-
panha e Italia ; de qae seocoupar Sloll na \i-
teoianha, em 1775, Vaodarmonde na Franca, Prin-
gle na laglaterraa cnaiaada influenza e depois
grippe.
A peste de Alhena, bem descripta por Thucidi-
de, oue lavrou na Grecia depois de lar. passado
por Libva, Egypto, Persia, Trola, ata as ilhas do
archipfago e ai Alhena-, uo foi diversa quaoio
rapidez e marcha do cholera-morbus em loila
as parles da tena, inclusive o Brasil, e da tebre
amarella aqu e allj.
o beriberi na detfticio, como se eslvosecom
ii1" fHB"i^gifl4, h .unga:
olam *, patas est
iimUoiM98tro i
ttdo Caso o te
ta a razio, 6*p
e, coasas estas qae nam eedem ao numero
as paixoes pdem aniquilar.
Sop, |rft-dacres'de VV..S|. itopto venera-
dor, ab|inp>l e iado
'arifiaajpyanci Mnk Santos.
Raci
na tesirtsa?*'
eWholiaiSM.)
o dedo a marear as victimas de sua tyrannia, ha toguez Michaelense
qaatro mezes seguramente nao tem dado rtela
qae mere*caa peni-ser publicada, ao menos como
mediia sanitaria 1 Sempre cruel, raedooho, a ar-.
reganhar o* denles constantemente 4ra todos os
seutidos, a iufunJir terror e dest'ane preparar no
f*s vicaas, tem sido sea existir
EmUm, al
Joo da Silva, Bacbara Anglica, Antonio de
Med i, Felisberlo Jos, Augusto de Couto, Aul nio
da Silva, Mara Clara, Leoooldina,. Antonio Bar-
bosa, Francisca de Jess Vieira 1 Hhos. Rosa
Bernarda Luzia, Joaqaim do Amaral, Maa;ei de
Fonies.
BELLEZAS MUNiaPAES.- No oroamento mu-
nicipal vigente figura urna verba de imposto, de
300 ris por eada pavimaau de casa, com appca-
co ao servc-) ds limpeza das ras e caes da cida-
de. Desde o comego desle aooo est sendo arre-
cadado o referido impo*10 entretanto mal, psi-
mamente, vai sendo exeeutada a precoosttda litn-
pea das ras caes I Dos eaes arada sa nao ti-
rou urna carrada sequer do eotulha nauzeabundo
qae os orna ; quanto s mas peior corre a
limpeza do que quando estava era vigor tima pos-
tara ranuicipal qae obrigava o* moradores JJe cada
predio varrerea ereraoverein o lixo das tostadas
de saas casas I
A .-amara municipal desigoou certos e inmuta-
veis dta da semaos pan o-traBae* das carrooas
da limpeza pelas roas, aflrn de aparjharem o Disco
posto palos habitantes a porta. Oa por que este
servico saja feito sem regularidade oa deficiente-
mente, ou por que os hbil mies da cidade ntd
enraprem exsciarBeote as prtscripfr)es da dilia-
de ; tj tacto qu as vezes esses atcrescitlns1 ae*
lixo e emulno passam ddks man dias afumo-
seando as roas, e, quando ca um aguaceiro, nio
s sao levados era parte pelas aguas e servem para
entupir os canos de esgolo, mu tambera enfbara-
cam o asooamento das aguas pelas sergalas ou
lithns d'agua, a es pal bando-se pelo pavimente das.
raas, olferecem ao espectador um quadro que tai-
ves nio saja vi&ivel senio as villas pauprrimas
do interior!
Entreunto compre qae observemos que a ver-
ba do imposto cima dito eteva-e quarenu a
tantos cnotos de ris annaalmeota I !...
E' (orcoao que o iervico da limpeza publica seja
raelhor feilo, ou entio que se suspenda a cubranci
de um imposto que nao tem a applieacio real que
a le Ibe dea. Para ter ante os olhoe de continuo
0 nojenio espectculo que temos descripto, nio foi
certameote que a asserbla provincial, sob pro
posta da Iilma. cmara, ereoa o imposto ; pis
indispensavel qne' se Ihe do plena e intelra appli-
eacio sem os inconvenientes referidos.
Estamos certos de que em grande parle sao cul-
pados desse estado triste, de que temo fallado, os
habitante* pouco escrupulosos em .enmprir as
prescripedes da edilidade; mas na mxima parle
culpada a (lima, cmara municipal que tem
descurado o servico da limpeza, deixaodo correr
assim revelia os interesses da salubridade publi-
ca n'um temyo em que se acensa urna enfermida-
de nova na cidade.
PROCLAMAS Foram lidos no domingo 9, na
matriz da fregueua de Santo Antonio os proclamas
*f arates:
1." denunciaoao.
Manoel Jos da Cosa Pareira, quer se incatrir
livre e desempedido.
Antonio Teixeira dos Santos Jnior, com Rita de
Mello Accioli.
Jos Basilki de Farra, com Rosa da Cuaba Ma-
Ciel.
Francisco Castao Duarte, com Gilherraina
Leopol lina de Mello Albuquerque.
Antonio Manoel Constancio de Oliveira, com
Agripina Candida Mara de Paula.
Francisco Baptista dos Santos, com Lutza Mara
da Conceicao.
Guilberme Patricio Bezerra Cavalcanie, cora
Deolinda da Silva Maleira.
2.* denunciacao.
Clementino Lopes Gaimaries, com Candida Ma-
ra da Conceicio.
Argemiro Joaqui n Vieira, com Prima Mara da
Conceicao
Adolfo Luciano da Silva, cora Clara Mara dos
Pintaras.
Francisco de Paula Carneiro Uchoa, com Anto-
nia Mara da Silva.
Jos Mara da Cunha Dantas, com Francisca Isa-
bel de Jess.
Joaquim Fraqcisco Junqaeira, cora Thereza Mara
de Jesas.
Joio Bernardino Ferreira, com Calharina Rodri-
gues Borroso.
ESTABELECIME.NTO DE CARIDADE. Movi-
miento do hospital de ossa'Senhora da Conceicao
dos Lazaros, do Io ao ultimo de junho de 1871.
Existiam 12 borneas e 12 mulheres, entraram
1 hornera e 2 mulheres, existem era tratamento 13
horaens e 14 mulheres.Total 27.
Foi visitado o estabelecimento pelo respectivo
medico deste o Illra. Sr. Dr. Tarquino Silvio Vil-
las-Boas nos dias: I, 7, 12, 17, 20, 25 e 29 do
mez lindo.
Advertencia.
Existem empregados neste estabelecimento 8,
a saber: capellio 1, medico 1, regente 1, dita i. bar-
beiro 1, coznheiro 1, serventes 2.
O regente interino,
Jos Paulino da Silva.
O mordomo do mez,
Jorge Daniel I as ibeiro Pessoa.
O EXERCITO DA COMMCNA.O exercito dos
insargentes era assim composto : 30 ou 40 mil cri-
minosos, perdoados ou evadidos da* prisoas; 18
mil garibaldinos italianos; 6 mil inglezes e irlan-
deses, fenianos ; 50 mil guardas nacionaes de Bel-
leville, Montmartre, Villete e arrabaldes, e 20 mil
cidadios obrigados a bater-se com araeaca de
marte; total 150 mil homens entre oe quaes havia
40 ral es trange ros.
MATERIAL DE GUERRA OA COMMUNA. A
communu traha em seu poder mais de 2:500 pe-
gas de artilhana, que vio todas para Versailles,
para o Monte Valeriano e ontros pontos da pro-
vincia. As armas entregues at agora andam por
5c0 rail, sendo 60 mil chassepots e 200 mil espo-
cardas transformadas para o systema modero).
O resto sao de percassao e refles'. A colleccio de
armas de Viacennes onde estavara amostras de
qaanias armas de fogo tem haviao em Franca, foi
completamente roubada.
ORDEM PaRA O INCENDIO GERAL DE PA-
RS.0 cdadn Midiere frente de 150 foguetei-
ros incendiar as casas suspeitas e os monumentos
pblicos da margem esquerda.
O cidadio Dereure cora 100 fogueteiros dea en-
carregado dos incendios no 1* e 2o districtos.
O cidadio Billioray com 100 horaens fica encar-
regado do 9, 10* e 20 districtos.
O cidadio v"siner com 50 horneas especial-
mente encarregado dos boulevards desde a Ma-
gdalena at a astilha.
Estes cidadios devem entenderse cora os che-
fes das barricadas para assegurar a execucio
destas ordens.
Paris 3 prairial anno 79.Delesclaze, Regre,
Rauvier, Jolannard, Vesinier, Brunel, Dombro-
wski.
Foi encontrada esta ordem na algb;ira de De-
les el oze.
PROTESTOS DE LETTRAS O escrivao dos pro-
testos, Jos Mariano, est da semana ra da S.
Francisco em frente da ra Duque de Csxias,
oulr'ora das Cruzes.
LOTERA. A que se acha a venda 199.'
b meflcio da nova igreja de Nossa Sanhora da Pe-
ona, a qual corre no dia 12.
PAS5AGEIROS.Vinlos do Para e escalas, no
vapor Pirapama:
Dr. Herraigenes Scrates Tivares de Vascon-
celos, sua senhora, 1 criado e 2escrafas, ngel
Carracedo, Joio Marmatto y Lorenzo, ventura Pe-
res. Miguel Peres Gomes, J s Joaquim da Silva
Maia, Joaquim Francisco de Aranio Canje e 1
criado Francisco S, de Sonza, Jos Francisco de
Jess, Sebastiana Mara da Conceicao, Beuto Ger-
vaii) Freir do Reg, Francisco Tavares Pessoa A.
Jnior. Francisco T. da R. Bezsrra.-Franci-co Jos
da Cuoha Sampaio, Joajuira Francisco Barbalho,
Luiz Gomes de Araujo, Lourenco Ferreira da Sil-
va, Maaoel Angelo da Silva, Joaquim Francisco
Rozendo, Manoel Francisco de Mello, Jo- Fran-
ci-co de Mel, Maniel Joaqaim Barbosa Bed
Anioaio Idalino de VaseonceHos, Guilherme Def-
fien.
vindos ^a Europa, no vapor rancez Ama
zone :
M m. Zambrotto e 1 6II10, Arasterai, G. dos San-
tos, J. Martin* reas, Mme. Adour, Benoit Block,
Railacaso, Cresceogo, Joselli, ^paella, Pucci Nico-
lao, Gerreli icntl Augelo, Migael Cardoso Looes
Ferreira, Boaveotura de Castro Maia, Jayme il'Or-
oallas ittencourt e sua senhara, Joaquim Xavier
Seira Lago, Jlo Manoel da Luz Silva, Bernardi-
Corri de Rezende Rago, G. Alleva.
- Vindos da ilha de Fernando no patacho por-
ano
CHROMCAI
TRIBUNAL DA
SESSaO EM 8 Di JCLH )
rncsiDtNcu roo eui. sa. oohulhi
ANTqa). r
S*crttorit> Dr. VirgOio Cotlho.
As 10 horas da inariha, presentes os Srs. deseas-
aaiad-e* Gitirana, Loureoeo Santiago, Almekla
Albuqueraae, Doria, Doiningues da Silva, Reguek-
ra Costa, Souza Leao e PreU*s Tfcrariques, filiando
tora (teosa o\ Sr. desembargarJor Guerra, procu-
rador da cora, atrio-se a seeaao.
Passadoa os feilo derara-se os iulgamenloi se-
gUintes:
r*..i :
lis* 1
wrmr
>Nio,*arse mokisa alfjraa o estado bilioso
qne stJAiqn^kiWa^r eferoaieo que ella oio
core. As ptlwrae awucaradas de Brisco!, o grartde
Por soaajinsaao aa-ftv iaaaaibarisaior Alesete raaMdia asaratvir para todas as ermidatie* I :- m.mMmtm mt onajo^iogada r iajeinos, dawro er osadas
aaj dosis modsMd (oajdnctaraeate com -.a .salsa
WH W ^' da se facilite e cestera
(malqner um* edra. ..
saaak-aai
Dojur
tedo, Pra
AffSr.
Eolrao
zo;apaat
RECURSOS CBfSttS.
.i
Recrreme, a juizo de diris o BooHo; reeor-
rido, Jos C/fJriaoo Bezerra da Mov-Jaiiaa os
Srs desamb ra Costa, Almeida Albuquerque e Dofte.--Impro*'
CMente.
Hecortente,o.ljsr^detliwltoaVilQaBdeSlfbii;
recorrido, Ignacio Leopate e Awiimt|aa Mara-
onio,Juizas os Srs. deambaxgaoorBS Aiawida
Albuquerque, Domingues da Silva, Souza Leao e
Fre tas Manriques.-Improcedente.
AOGBAVO DI PKTICO.
Aofravanle, Mariano Francisco Belem Cavalcan-
ie ; aggravado, o jateo:-Jaita as Srs. desetnbar-
gadoresGitiraua, Domingues da Silva e Doria.
Deram pfbvimento.
apracLAcOas cMaaa.
Do jury d Peaqawra.gyajg lasea, Domingos
Gomes de Aguiar ; appellada, a jusucs.Impro-
cedente.
Do jory o fleeife.Appefianw, o Jnizo ; appel-
lado, Joo Joaqaim de Sacra Aaoa e ontros.Sao
tomaram caneoiaiento da appeitecao e manda-
ra ra adverar o asen vio.
Do jury do Cralo.Appellante, o iuizo ; appel
lado, oio Vieante de Oliveira.A' novo Jary.
Do Jory de Bacel*.Appellaiite, o Julzo ; appel-
lado, David Ai ves da Casta Laite.Improcedeote.
( Do jury de Itamb. Appoilaaie, ojttizo ; amel-
lado, Manoel Mauricio Vieira.A' novo jury.
Do jury do Reeife.AppaTlainte, o jtrizo ; appel-
lado, Joo Josa de Aranjo.A' novo jury.
Do jury da Tamboril.Appellaote, o }uio ; ap-
pellada, Joio Pereir de Oliveira.A' aova jury.
Do jary da Malla G^abdaAppellanie, o mo;
appe/laJo, -Antonio Maaoel da Guerra. A aovo
jury.
Dj jury de Pao dos Ferros.Appetlaote, o joizo;
appelladus, Deocleoiano Nguwa de Carvalbo a
outros.a' novo jury e mauJaram responsabilisar
o escrivio.
,1 o de er-
RESSfO DO BAL.
E Dfirtr Ka'
E DA RECKIT.
. -c^cm m iiwAftA TIINICIPAL
axaaciGio na 186 4870.
SMtrthmM de^eembroato-
MouMtaarecaatsala uo aaot da
*W.*V 8M8^783
JAKUJ/X 8 DE, JHi.HA
as-W tiaia.
.
jaaanp;;........
- r
"daa
no
7990615
33:8600049
PASSAQSXS.
Do Sr. desembargador Gitiraoi ao Sr. desem-
bargador Lourenco Santiago :
Do iuizo de direito de Paj d'Alho.Appellante,
l.uiz Martms de Souza ; aapellaio, o juno. Do
jury do Sobral.-Appellante, oinize ; appellado,
vjnie Francisco Ferreira. Do raizo mame,pal do
llaWVfe.Kuabargaotes, os lierdairus de dabastiio
Aolouio Paes Brrelo ; embargado, o viscoode de
Snassnna.
Dp Sr. aesembargaAor Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Do jury da Parahyaa.Appellanie, o juizo; ap-
pellado, Uoberto da Silva Pinto. Do jury da Impe-
ratriz.Appellante, Antonio Jos Bezerra ; appel
lada, a justica. Do jary da Victoria. Appellan-
te, o juizo ;' appellados, Manoel Goncalves do N'is-
cimento e outro. Do jury de Pao d'Alho.-J-Appel-
ante, o juizo ; a p pe la lo, Vicente Ferreira Goncal
vjs. Do jury da Granja.Appellante, o juito; ap-
pellado, Miguel Jos Alberto. Appellanie, o juiz>);
appellado, Domingos Juo Evangelista. Do juizo
municipal de Campia.Appellantes, Joio de Cou-
to e Silva e outros ; appellados, Jeronyrao Jos
Barbosa e outros
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Dona :
Appellaces crmes.Appellante, o jnizo ; ap-
pellado, Jos Vieira Borges. Appellante, o juizo;
appellada, Mara Ferreira da onceicao. Appel
lanle, o juizo ; appellado, Francia :o Marinbo Espi-
nla. Appellante, Ignacio Ferreira Serrano Sobri-
nbo ; appellado, o juizo. Appellante, o juizo; ap-
pellado, Jos Francisco do Nascimeoto. Appellan
te, o juizo ; appellado, Joaquina Mara da Concei-
cao. Appellacdes civais.-*-Appallanla, Joio Bap-
tista Gomes; appellado, Autouio Jos de Oliveira.
Appellantes, Mara da Silva Barbosa a outra ; ap-
pellados, Mara Tbereza de Jess e seus fllhos.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Do jury de S. Francisco. Appellante, Damiao
Francisco dos Sanios ; appellado, o juizo. Do ju-
ry do Reeife. Appellanie, o promotor ; appellado,
Canuto Candido Ramos. Do jary do Inga.Ap-
pellante, Antonio Rodrigues Correia ; appellada, a
juslica. Do juizo de direilo de Caruar.Appel-
lante, Jos Paulino de Messias ; appellado, o juizo.
Do juizo municipal de Barreiros.Appellante, Ma-
ra Moreira da Silva ; appellado, Maaoel Vicente
Pereira de Mello. Do juizo municipal do Reeife.
Appellante, Francisco Pereira Meirelle ; appella-
do, Miguel Francisco de Souza Reg. Do juizo
municipal do Araca'y.Appellante, a cmara mu-
nicipal ; appellado, ndr Ferreira dos Sanios C-
mara. Do juizo municipal do Reeife.Appellante,
dernardino Jos Leilio ; appellado, Manoel Gon-
calves Ferreira.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa :
Do juizo de orpbios da Paranyba.Appellante,
Salustiaao Gomes da Silveira; appeilados, os herdei-
ros de Joaqaim Gomes da Silva. Do juizo mnni
cipa! do Brejo da Madrs de Deus. Appellante,
Francisco .Xavier da Fonceca ; appellado, Antonio
Goncalves de Oliveira Guerra. Da de apparecer.
Do juizo municipal de Santa Luzia do Norte.
Appellado, Manoel Alves de Oliveira e Silva ; ap-
pellantes, Marra Francisca da Paixio e outros.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
lesembargador Souza Leao:
Appellaces crimes.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Joao Gomes da Silva. Appellante, o jui-
zo appellado, Jos Rutno Pere a. Appellacao
civei.Appellantes, Auna Francisca do Monte e
oatros ; appellado, Francisco Anaslacio de Mara.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gilirana:
Appellaopes civeis.Appellantes, Joio Vicente
de Lima Freir e sua mulber; appellado, padre
Amero Estanislao Henrique de Vasconcallos. Ap-
pellantes, Jos Alfonso Ferreira e sua mulher; ap-
pellados, Antonio Gomes tie Macedo e sua mulner.
Embargantes, Macario da Costa Moraes e sua mu
Iher ; embargado, Rodrigo Amonio Brasil^o Ma-
cei.
REVISTA CIVF.L.
Ao Sr. desembargador Frailas Henriques:
Recrreme, a preta Eugenia, por seu curador ;
reeorridos, Manoel Lopes de Mendonca e outro.
APPELLACjAO CHIME.
Appellante, o juizo ; appellado, Luiz de Souza.
DBLIGBNCIA CRIMK.
Ao Sr. desembargador promotor da juslica :
Do jury do Bananeiras.Appellante, o juizo ;
appellado, Jos Gomes Barbosa.
Do jary de Macei.Appellante, o Jaizo ; appel-
lados, Joaquim Aotooio Carneiro Saldanha.
Ao Dr. curador geral:
Do jury de Mana Pereira.Appellante, o jazo ;
appellado, Jo; Francisco de Araujo.
BELIGENCIA CIVEL.
Ao Sr. desembargador procurador da cora :
Di jmz) municipal do Cabo.Appellante, a c-
mara municipal ; appellado, Panialeo de Siquei-
ra Cavalcanie.
As!ignou-se dia para jnliamento dos seguate?
feilos :
Af-PELLACOKS CIVEIS.
Do juizo dos feilos du Reeife.Appellante, Clau-
dio Dubeux; appellada, afazenda.
Do juizo rauoicipal da vilia do Passo de Cama-
ragibe.Appeliaate, Luiz Marques da Lima ; ap-
pellado, Ignacio Manoel S>raiva.
Appetlaule, Jo- Biaer,. Campos e Peres ; ap-
pellados, Antonio Jos de Souza e sua mulber.
Do juizo municipal de Qaixeiramobim.Appel-
lantes, Ernesto ra?il de Mallos e outros ; appella-
dos. os herdeiras de Miguel Alves de Mallo.
O conflicto de junsdiccio entre os juizes de di-
reilo da prime.ra e segunda vara desta cidade do
Reeife.
DESTRIBUigAO.
Recursos crimes :
Ao Sr. desembargador Doria :
Recrrante, o juizo de direito da Irnperatriz; re-
corrido, Manoel Barbosa dos Sanios.
4 APPELLAgAO CHIME.
Ao Sr. desembarga ior ttegueira Costa ;
Do jary da trauja.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Jos RaymanJo Ja Cunba.
APPKLLAQA) CIVEL.
Ao Sr. desembargador Freitas Henriques :
Do jaizo municipal de Caruard. Appellantas,
Jo; Antonio Va entitn e outros ; appellados, An-
ioaio Mandes de Barros.
Ao Sr. desembargador Gilirana:
W59*#74
i"."-/ 'V: Onajw*.
P9MMN despendida
fflta'd*. janeirft.... i.....
SaftTo qtte paisa para o mez
segurle...............
k te ni I----l__------_
U/l! i'lj4^594^74
Cmara municipal do Reeife, 3 de jalao'
4e 1871-
0 procarador,
Jn Sivtpicit> S Esteces.
i ir 11 ni 11 la .....mi
r. G. Stepple.
f (ll t: Presidente.
? P. 9. Pinto,
Sea/otario.
Rendimesuo
Uem debata* .
ttfV'
.
Prime Ibes sao drtiaarii da aas. letras 4a ira*
portanci de MladMa, ^aajawaaai aten dot
juros estipulados deeacaUea aeade aatettesen
waiciaientos, a aakacc 1 asa tetra da a>nat>ia de
i*?*"V, sacada a-1 mmkro Tanet de
1805, cora o prase 4* aV*,saaae* ft-jafw da OiD
ao rnaa ; orara mmm^.M fcJWif, sacad*
t 4 da rjotembra da m* isnaa aoaTaaraso
de dez mezes, e jaros de i M .se mes ; asabas
sabada na extiacte nM-IMaeiro Lopes C,
e patas ptos suppltcawe, proyentente da merca-
donas, "fe porone pao l#? ?id0 pa*a. ei^r-
lima-se a poca de sua presCTipcJo qaerero 09
supaheantes em reSalV|l| sea dreiios interrrwH
per a.prescripcio daameso^.jaor atejo de pr>-
ontra a mesn
?docodi|o do
eqoerem a V.
sen prote.-lo,
por raeio>
ajenles, era
arovar, mar-
freo> T. S.
ostampilba de
. .
Vol
faawdas
gneros
Volswee stfidos- -con testadas
com* (-efleYM
a> alCasdesa
7
183
-- 3

PBLICACOES A PEDIDO.
Hanial m AfOirl*.s
Depois da resposu cabal dada oa Jornal a Dia-
rio ao concurrrtU* mgttifotx, que to dia aoie-
nor havia apparecido nauaella folha, telvec nao
coaviesse oeeupar a auencio do publico, eutre-
teodo polmica no mesmo sentido com qaem S
quer ter direilo, ponjne lobrigava na empresa
contratada lucro* speculacio.
O delema do ctmeuirtmte mysiifiecufo iaatil
para a queslio, urna vez qae uio reorca a* ra-
zo ,'s da censura lio indigna como os suspeitosos
ertffflentos que a dictaran), e elle raesrno'rsico-
nhece J\q o 'Sr.eeotwllfpiro Diogo Vewo fez o
contra*' do ramal do?vAflicto aatorlsa lo pels
disposicio do art. 9 da lei n. 518 de 21 de jonho
de 1861.
Nada, porra, mais simples, salvo para esse
concurrente desopilado sem motivo, e qae tem a
ingenuidad oa displante de duer que recorrer
aos tribunaes.
Auton-ado peta lei citada, cnoiratou o Sr. con-
selbeiro Dugo Velho com a^rapreza ds Apipocos
o ramal dos Afileles, e sa saaecionoa a lei n. 980,
foi porque esta nao poda ser negada a sanceio,
nos termos legaes.
Nio Insistiremos sobre a irapossibilidade da
abertnra da concurrencia para o lio desejado
eootrato, qnando devia elle versar sobre a oens-
tru(.ao de um ramal eomprehsndido na zona da
entrada de ferro de Apipueos, prevUegada, segn-
gundo o contrato com ella celebrado anteriormen-
te, e que hoja lei, como a de n. 980 de 28 de
abril do corrente anno.
O Sr. conselhe ro Diogo Velho, qae nio precisa:
ser defendido de bates da maledicencia, atirados
por traficantes vulgares, nio poda ter era vista
annular a lei da assembla qae tornoa intil por
forca de circamslancias muiio naturaes a legi-
timas.
Se ao tempo em qae se discatlio a lai, a assem-
bla tivesse base para apreciar a oJrearastancia
de ser previlegiada a zona da linha projeetada,
nio a teria otado oa o faria, emendando a sua
resol ucio.
S. Exe. mesmo, sempre escrupuloso, veio i con-
vencerse da jostica do pedido da empresa de Api-
pucos, qaaodo asa Ihe apresentou o sea requer-
ment, e planta do tragado de sua linha e zona
respectiva.
: "A* que se redaz, poi?, a dedamaao do desinte-
ressado concurrante, de ter sido resolvida a ques-
lio pelo peior modo, quando o fabuco lacrara em
vantagens, se o contrato fbsse celebrado com ou-
tro, qne nio a empreza preferida por aquello mo-
tivo?
Nio merecera mencio as eoncessoes taitas pela
empreza de Apipueos ao Sr. oonselbeiro Diego Ve-
lho acerca da fisealisagio do servico que boje
regalar, baixa nos precos de transportes etc. f
Fique ceno, portentoso concurrente mystilieado
que smente mysuBcar os que nao procuraren)
indagar dos motivos do acto doillustre conselheiro
que, tanto como a assembla, curou do bem pu-
blico e nio fez mais do que reconhecer um direilo
liquido e indispntavel, praticando assim ara aelo
da mais rigorosa jostica.
Reeife 8 de julbo de 1871.
N.
Despachos de expomtf m dia
Para os portos do exterior.
* No vapor jnglez Talismn, para Liverpool
carregaram : Ro*rt Ly4habone & G. 140 coaros
seceos com 1,680 kilos.
No brigue portugus Adrli.no, para o Prorto-,
carregoq : Bailar Oliveira 65v couros saceos es-
pichados cora 41(6 kilos.
Paidj'os fatloa" dV> inierior.
Na bareaea Flauta, para o Rio Grande do
Norte, carrTou : Minoel do Reg Amaral 5 bar-
ricas cora 480 litros de adate tte eoco, 1 barrica
com 32 ditos de cerveja, 1 barril com 96 ditos da
vinagre, 1 rolo com 50 kilos de fumo, 1 caixa vi
nho do Porto, 1 barril baoh-a, tO caixis cora 25f>
kilos de sabio e 2 saceos e ira 148 klr de caf.
Na bafcaca Umbelina, paraa Parahyba, car-
regaram : Btimar A Oliveira 8dO arrobas carne
de sol.
Na barcia Gruzeiro do Sul, para Macei.
carregaram : Seixas & Borges 6 caixas com 48
litros de geoebra.
Na bareaea Tentadora, para a villa da Pu-
nas, eamgoa : Ferreira Chaves I saeeo com 75
kilos de caf, i dito com 75 kilos de assacar e 60
arrobas de carne do Rio Grande.
Na barcaca Domj Atooos, para Macelo, car-
regaram : Cuaba Irmos 3 pipas cora i,4i0 litro
cachaca.
Na barcaca Espardate, para Mamanguape,
earregou : Manoel Ferreira Pootes 10 pipas cora
4,000 litros de aguardeote ; Corga Irmios 20 sac-
eos com 1,466 kilos de caf.
RECEBEDORtA DE RENDAS INTERNAS
GER.\*S DE PERA:1IBaC0.
CSoyanaa.
Os abaixos assignados, vendo poblicada
no supplemento n. 48 do jornal Mercantil
desta cidade datado de 24 do corrate mez,
ama representado de alguns dos habitan-
tes desta freguezia de Goyanna, ao Esm. e
Rvdm. Sr. vigario capitular, em favor Jdo
Rvd. vigario o virtaoso Sr. padre Antonio
Dias da Costa, concebida em termos desres-
peitosos ao mesmo Exm. e Rvdm. Sr., e
offeBsivos dos Srs. major Antonio Pinbeiro
de Mendonca e Rvd. padre Manoel Caval-
cante de Assis Bizerra de Menezes, e tendo
assignado essa representado sem a terem
lido, confiados oa pessoa qae para isso Ihes
aprsenlo, dizendo ser em favor d'aquelle
virtaoso Rvd. vigario, e nao qaerendo os
abano assignados riscar seus nomes dessa
represenlacio. como ootros fizeram, pelo
preseate vem declarar qae retiram suas as-
signaturas na parte que offende a outros,
urna vez que se presiaram nicamente em
favor, do dito Rvd. Sr._ vigario, e nunca em
sentido offeasivo a terceiras pessoas.
Roga-se aos Srs. redactara* do Diario de
Pernambno a publicado da presente de-
clarado a que se negou a redaccao do
Mercantil desta cidade.
Goyanna 26 de junho de 1871.
Jos da Silva Oliveira.Ernesto Moreira
Soma Ribeiro.-Manoel d.'Almeida Silva.
Joaquim Cardoso de Almeida.Jos Ferrsi-
ra Campos. Jos Ferreira Braga,J. Joa-
quim Barbozs.Maaoel Damingoes Baptista.
Antonio. Julio de Senaa.Jos Goncalves
da Silva.Manoel Vieira da* Costa.Joa-
quim Antonio de Miranda.Agnello C. de
Medeiros.Eustaquio Jos da Fonseca.
Francisco Gomes d'Araojo Vasconcellos.
Jos Gomes d'Araojo Vasconcellos.Joa-
quim Gomes di Albuquerque.A. Jos da
Silva Barreto.D imingos Tertuliano Soares.
Cetano P Soares. Estovo Candido da
Silva.Bartholomeu Gomes de Albuquer-
que.Francisco A. de Souza.Joaquim
Jos da Cista Leite.Francisco Jos da
Costa.Caciaono Hypoliio da Puridcafo.
Francelino Ferreira Crespo.
Dasaarregram boje
Escuna inglesa Wtlenf,- b
Barca ingiesaSifitre Sr.
Patacho mglet-Fr#-(iem.
tarca inglezahenrtrtbmvtrkm genero.
Bheoe be: panhol-*a viobo.
Brigoe inflex ^fe^earfio.
Patacho aejonaI Jabtmt*>jpu.
Samaca bespanholaGmteitipeerarios generes.
6 a>
eid tom efteclrrameale,
praseripeao nos termos do
coraraereio. Assin par Ti
S- ai|J>-e mandar re,duzjf: a
eOdo o mesmo iniirondo os 1
de edilos,vLio esrem byupplicidos
lagar ncer'lo e nao aaj
canda T. 9. para isso.,
172:727*648 deletimenlnE. *. V.
24:388*1101 Jrs. e .*> a anal eslava o segrjinte-leejle 27
de Jonho de 1871.Joio CaetaDo o> Jtfrea, tro-
197:115*736 carador. .Na qnal dei. a auniote dasnacbo : dis-
tribuida, tome-*e por tertfl-'o protesto, e Jnaiif-
quem os >npplicanles a aosdneia dos annik do*
guando Jhe coovier. fteeije 27 de>junto Un
Barres de Laeerda. Em virlode do nal tora
300 mesmapeliei distribuid,ao escrivio destejar
Manoel Mar Rodrigues do ase i mena, o qnal
fes lavrar o termo de protesto 4o theor segnime :
Termo de protesto.Aos trila das e- raer de
junho de IWl em meu cartorw apparaceram o
"* 'W|^HWwaT*t)iyg8B,^wiwwwr 'JpWBBfaitna y luli
citidor >oy^aetnne o> Abren, ?.'sseram paran-
te mira a n tasieafMisas inlra anafnadas que re-
duzara a protest o remiendo de soa petieao-retro,,
a qual o#s.reiam> como parte do jareaente que 9c*
seado, a dVnomn aatim 9 dbsevii e *nmUntw
lavrei este-termo-, bo qaa depfs aVfnM'nrliaa)
com as di|afriesenraatas : r %nnnj|lnoJfclee-
loro da Coab*. eScreTBoas jlr%dal# Bec/evi.
Bu Manoel' Mara Rodrigues do Nasomento, escri-
vio o subscrviloan Cete na de Mbtt, Frmrao
Francisco de Britn, Prancfseo Joaquim Pereira. E
lando os sovplcantas produaidoaun tostamunba.
senados e preparados o* autos subiram a tnnha
condu'5o 'e nelles ctei a segrate seislenca : fre-
cede justcbcao, pelo qn, mando ernerdi-
tal.cam :I0 mande praso aISandns aonasgarea de-
cosame e publicado pelos jornee, aos nappttca-
dos aasenies se iotime-o protesto de tobase cos-
tas. Recite S-de julbo de afffi. Sebastllo do
ftego Barros de La,eerda. Por fe>ea da anal o
escrivio fez psssar o- presente edltal, pato 00al
chamo, sito e bei por intimados os sopplicadas
para que comparecam neste joizo dentro o dito
praso aflrn de allpgarera o qae for de josiici. B-
cife 7 de julbo de 18?.
Eu Manoel Mara Rodrignes do Nascimntto.es-
erivo o sobcrev Recils 7 da jalbn de 1871.
Sebastiao do Ktyo Borros de Laeera.
Rendimento (lo da 1 a 7
dem do dia 8 .
9:74U7!3
1:149*939
10:8*4*662
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 7 57:534*735
dem do dia 8...... 6:400*768

63:935*503
PRACA DO RECIFE
KM 1* Al JULHO DE 1871 AS 3 HORAS DA TARDE.
REVISTA HKn\AI..
Anoz.i*# pilado da India vendeu-se a 2*500
por arroba.
Azbite-dockO de Lisboa vendeu-se a 2*600
por galo.
BacalhoVendeu-se em atacado a 18S a e
retalho da 14* a 18* por barrica.
Batatas.Vendeu-se a 2* a arroba
BoLAcmxHAs.dem a 4*000 a barriquinha de
22 libras.
Gaf.dem de 5*500 a 6*200 a arroba.
Cha.dem de 220O a 2*600 a libra.
Ckrvbja.dem de 4*000 a 8*800 a duzia de
botijas ou garrafas.
Kerosene.Veadeu-se a 6*400 a lata de 5
piona.
LoucaVendeu-se a ingleza ordinaria a 280
por cento de premio sobre a factura.
Manteiga. A ingleza vendeu-se a 880 rs. a
libra e a franceza a 700 rs,
Massas.Venderara-se de 4*200 a 7*5 caixa.
Oleo de linhaqa.dem a 2*200 o galao.
Passas dem de 4* a 4*500 a caixa.
Prbsontos.dem a 16* a arroba.
Qubuos.Os flamengos venderam-se a 2*300
cada um.
Sarao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
Toctfmo. Vendeu-se o de Lisboa de 11*500
12* a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 100$ a
115* pipa.
Vinhos__Os de Lisboa venderara-se de 194* a
210* e os de outros paizes de 189* a 217* a
pipa.
Velas.As de compostcao venderam-se de 560
a 560 rs. o pacole de 6 velas em libra.
MOVIMENTO 00 PORTO.
N. 513. O FLAGELLO OOS PAIZES TRPI-
COS- Eafermidades oa afteccSes do flgado, de-
bati de qualquer urna lrma, qaasi que uni-
versal nos climas quemes. Na parle tropia da
America, prior a introdcelo da salsa-parrilha de
Brist'd, parali-ava as energas, arrainava as cons-
tituicoes, e encurtava as vidas de milbares de
centenares de militares da arabos os sexo?.
Porra uma grande revolnco sanilar acha-se
presentemente em progre'so all. As capsulas ou
plalas azues, o ferro, e outros inuilos anliquados
meios d'i curar lera geralmente cahido em desuso
e lem siqo inieiramente ab.tadonidos para dar
um iisliocio lugar este poderoso alterativo ve-
' loaeo e demoliceaie, alliviando os padeci-
mentos, re vando a- vidas de uma mul'.ido sea numero de
doeaies. desvallidos desamparados.
iVaciM entrados no dia 8.
Ilha de S. Miguel32 dias, patacho porto
gaez Michaelense, de 144 toneladas, ca-
pito Francisco Sodt de Medeiros, eqni-
pagem 9, carga varios gneros; a ordem.
Rio Grande ,do Sul38 das, patacho bra-
sileir.0 Garibaldi. de 220 toneladas, ca-
pito Manoel Jos Prestello. equipagem
li, carga 11:380 arrobas de carne; a
K 'zende & C.
Montevideo 32 dias. polaca hespanhola
Floresta, de 178 toneladas, capitn Eleo
or Mellet, equipagem 12, carga em las-
tro, a P. Marty Maory.
bscrvacdo.
N5o houve sahidas.
Navios entrados no dia 9.
Montevideo18 dias, patacoo -hespanhol
Beluario, de 170 toneladas, capitao Al-
sioa, equipagem 12, carga 4.4CO qointaes
hespanbes de carne; a Juaquim J. G.
Beltro.
Para e portos intermedios13 dias, vapor
nariooal Pirvpama, de 312 toneladas.
cummanianie Joaquim Custodio Duarte
de Azevedo, equipagem 30, carga varios
gneros ; a companbia Pernambucana.
Bordeaos e portos intermedios15 dias,
vapor francez Amazone, de 1987 tonela-
das, comraandan,te Joret, equipagem 131,
carga diferentes ^eneros; a Tisset Frere.
Navio sabido no mesmo dia
Rio da Prata e portos intermedios Vapor
francez Amazone, cotnmandante Jore,
carga parte da qae irouxe dos portos da
Europa.
E3ITAES
0 Dr. Sebanio do Reg Barros de Laeerda, juii
de direito especial do commarcio nesta cidade
do Reeife de Pernarabaco por S. M. I. etc.
Fajo saber aos que o nfesente eJital virem, qne
por parte de Monteiro dflrmlo em liquidacJo, ate
foi dirig'ida t peticao do theor segaintj:
IUm. Sr. Dr. jat do coraraereio.dizam Montei- .
ro & Irmo em liqmdacao, qae a firma Monteiro & raandet passar a presenta, minha jarla de edictos
O lenle-coronel Jbaquiui Lucio Monteiro da
Franca, subdelegado do dlstricto dos Montes,
termo de Agua Preta, comarca de Palmares,
ate. etc.
Paco saber aos que o prsenle edal virem e
delle c inbeeimento tiverem, qaa, em coaaeqaen-
eia da subtraeao havida de am fardo de bzendas
nesta estago de Una, ero 18 de junho nllrtno, a
empregadas a miigeaeias e peaqaizaa % lal res-
peilo sob miabas ordena e Deasoat inspeceao, re-
sullou a apprebensao em uma eoraao de (azoadas
constando ae pecas, retalhos e oatros obyectos.
E para que se jara dewdamente reclamadas ditas
fasendas por quera legalmente apresentar titulo e
direilo ella, de modo a nao deixar a menor da-
vida, mandei afflxar o presente edital nos lugares
mais coocorridos deste povoado, e inserido no jor-
nal mais publico desta provieeia, que correr
pelo tempo de 30 dias, a copiar desta data, Ando
o qual praso nao ter raais lugar reclamacdes.
era vista do desuo qae deverao ter as mesmaa
fazandas na brnia da lei.
Povoado dos Montes 5 de julho de 1871. En
Francisca Seraphico de Asis Vasconcellos, eacn-
vao qae o eserevi.
____________Joaquim II M. ih Franca.
Perante a cmara municipal desta cidade,
estar em praca nos das 10, 11 e 12 do corrente.
para ser arrematada a obra da conslroccao de 1
telbeiro para servir de matadouro da fragoezia
da Poco da Penella avaliada em 2:8823000. As
pessoa qub pretenderen) arrematar comparecam
no paco da cmara municipal em os referidos das
munidos de llanca.
Pac vda cmara municipal do Reeife, 8 de julho
de 1871.
Ignacio Jnncmim de Soaza Leao,
Pro-presidente.
Lourenco Cezerra Carneiro da Canha,
Secretario.
Gymna io provincial.
Momea dos aloaipoa externo
que faltaram de auaa respec-
tivas aulas no mez de junho
prximo indo
Joo Eduardo Leite, 8 tallas em liagua nacio-
nal.
Henrique de Hollanda Chacn, 20 faltas ; 5 era
lingua nacional, 7 em latim e 7 em francez.
Eduardo Layn, 10 faltas em liagpa nacional.
Jos da Fonceca e Silva, 38 faltas; 20 em lin-
gua nacional e 18 em inglez.
Leocadio Leopoldmo da Silva, 15 fallas era lingua
nacional.
Jos Maria de Pavo de Carvalho, 4 faltas em
lingua nacional.
Josa Januario da Costa, 4 faltas em latim.
.Xisto Xavier da Cruz, 7 faltas era Istra.
Luiz Mana da Silva Oliveira, 11 faltas ; 4 em
latim e 7 em francez.
Luiz Alfonso de Oliveira Jardim, 11 faltas ; 6 em
latim e 6 ero francez.
Antonio Ceciliano Machado Ros, 17 faltas ; 8
em latim e 9 em francez.
Jo- Goncalves dos Santos, 9 faltas; 4 em fran-
cez e 5 era arithmetica.
Barxilides Getulio de Luro e Silva, 18 faltas em
francez.
Leodegario Rabeilo Padilha, 11 fallas era fran-
cez.
Leao de Abreu Manaya, 15 faltas em inglez.
Jos Franciso do Reg Rangel, 10 faltas era
arithmetica.
Dmamerino do liego Rangel, 10 faltas em arith-
metica.
Leopoldmo da Silva, 4 faltas em arithmetica.
Omiliano Correa de Lyra, 13 faltas em arith-
metica.
Ermino Miranda Curvillo, 10 faltas em arith-
metica.
Algeairo Alves Aroxa, 11 faUas em philosc-
phia. *
Primeiras lettras.
Manoel Goncalves dos Sanies, 5 faltas.
Alexaodra da Silva Cabral, 5 fallas.
Antonio Maria da Silva Oliveira, 8 /altas.
Sabino a Silva Guimare?, 12 fallas.
Bruno Marlins Dias, 9 fallas.
Braz Virginio dos Santos Reis, 3 faltas. <
Samnel Pinto, 4 fallas.
Gymnasio, 4 de julho de 1871.
O bedel,
Hermenegildo Marcellino de Miranda.
2" seceo."Secretaria da presencia de Per-
uambuco 5 de julho de 1871. Elital Por esta
secretaria se faz publico para os devidos ns o
edital abaixo transcripto do juiz municipal do
termo deGaranhuns deconformi'ladeim o decre-
to a. 2433 de 15 de junbo de 1359.O secretario
interina Adolpho Lamenba Los.
O.Dr. Manoel Lnp?s da Cuoha Maciel, jnz muni-
cipal e'de orphaos do termo dGaranhuns, pro-
viucia de Pernambuco, por f. M. o Imperador
o Sr. D. Pedro II, a qaem Deus guarde ele.
Faco saber que neste jaizo de anzenles se pro-
cedeu a inventaro por falle:imento de Ferraz
Alecrim ca-ado que foi com 'ertudes Dias de
Araujo morador no sino Burg) desta freguezia.
falleeeodo sera fllhos deixou somenta /:omo her-
deiros seus pas Jeronyrao de S i iza Ferraz e Ma-
ria d'Assumpcio atizantes em lugar nao sabido.
K teade subido os autos respectivos a minha con-
clusio, em data de 13 de feverero do crreme
auno, pruferi o meu despacho d theor seguiote :
Nao tendo-se observado o dsoosio no Tru 32
do decreto n. 2433 de.15 de junifo de 1859, man-
da qae se afflxe editaes nos logajts mais pblicos
deste lermo e pnblique-se ires vies nos jornaes
da capital desta provincia, chimando-"* os h delros successores dos auzentes e ioao que il.oi-
to lenbaro na sua heraoca para v rera habilitar so
no praso de 30 dias, da data da pubiicacao dos
adilaes.
Garanbans, 9 de marco de 1871. Cunha Ma-
ciel.
E como teaba deeorndo 18 annos sera appa-
recerem, ea. herdairos beraoca ,
*


__.
-
^^

Diar da feruaiubuoo Segunda eira 10 dt Julho da 18*1
"------------------------------,..: .---------1____________!------1------------;___________
* m i is pata ''''-1 HOJR
Tonymo de Soaia Ferrat sua mulher Mura da I
Aisampcio,. M Ate atase, eob pana de
4e todo* raaadei
Atepe
parecam JWB
e pr*ee*er a aaa n
E tara que cnaga* a aeiieia
pwvi m...... jaree*paMtead Kw*m
osjoraaea da asata sa acodada.
TUdeeot, MdeMio de 1871.
So, Jwaaa Ostra te afeN mil, escrtvio ln-
> o esueft.
. Coa** Kaelel.
terioo
Segiindafeira lft
as 7 horas da note.
Os bilheles vendidos para sAfcatte miago
**> os que asma para baje. *. B. Id' eitesapo
ida aoje Dio der hitar, Bear* para amanta, oa
pira o dia qae lea a^om lampo das 3 horas em
diante (em eonseqaeaea da lavara).
fifuaiii i a fcaatltfr------Vr~' "r* itn
o "o sifMl.
da de tO.adlW. a mala uvero* latraa qa*
nao se acham eempreaeaoVaas no mandado :
TrfeiraU do torrate
ao iraiKis da roa do Injeridor n. 16. a 11
BvTlB.
I" I 'l'l I )'' I Jl I I I
O ftr.Vtaa^taea* Ornato 9orts BraMU.jau
deorpfcaose aaseates aeeU dae do Recife da
Pernanbnco a san letaii, por S. M.1 e C", a
uem Deas coarta esc, '
ac uber peta presea**, qoe no dia 10 de ja-
ho, lepois da andfaacU teste jalao, ira a proa
de tenda a casa terrea da roa do Padre Florlaoo
orna jaaella Mironas, vaste palmos de *aa, m-
rema de (ando, teas sallas, don* gaaitos, eoslnha
interna, .oroul Bando, eactoba meirfra, chaos
barel Angela Mates ta Silra, carador da he-
ranea jacente de Ortott Maria de Oliveira Sal-
E para eoaatar maodei passar o presente que
-ser anteado aologar do cosame e pablicado pela
Ciliada da -Meeife de Peruambueo, 12 de janho
te 187.
0 escrivio interiio,
Theophilo Aires da Silva.
Asagnao.Francisco de Cnamo Soaru Bnm-
dao.
tro
da maahaa eoiltttl^V^asa eos (rente a
circo. ,
AVISOS MARTIMOS.
pabia
BAHA
A egair eom mniu brevidade. tofo on aa.ni
ehegar te Antuerpia, o navio Alphotue Marte,
joma carga a (rete : a tratar na roa da Cruz un*
da soot> norte allemaa
Courier
A 13 do corren te.
6 -aajeata Oibraira far Mlio porordam de E.
naraMbeim, eapitio e proprieurio da asco na nor-
te-alleroia C**ter, lotaco de 116 toncadas oo
eerea ta 11,000 arroba* de arta, da qaal sao
PECTORAL DE CEREJA

DR. AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
qdes, toases, bronchites, defluxos, rouquidao, coqueluche, angina, etc.
Este tarop patoral o reiuldo de
loogos annos de estudo por um dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
experiencias minaciosas nos princpaes boa-
KCLARACOES.
Consolado de France
em Penambuco
Quarta (aira 5 do corren te mez, pelas 11
da manbaa, proceder-se-ba neste consolado,
com qoem mais der a ajodicacao do contrato
a risco maritimo, necessario para pagamen-
to dos trabamos de reparado e ootros pre-
cisos a eiecntar a bordo do navio francez
S. Luiz para cojo fim offerece o Sr. Gordnan,
capitao, como garanta, casco, quilha m-
came, apparelbos e dependencias do dito
navio qoe elle commanda, e feitas as repara-
coes de ve seguir para ilhas do Cabo-Verde;
.afJm de tomar om carregamento de sal, qoe
depoisdo completo partir para um dosdois
portosRio de Janeiro on Santos.
A somraa precisa pouco mais ou me-
nos de 12:000)5, conforme o orcameoto apre-
sentado pelos tres proBssionaes encarrega-
dos da vista do dito navio.
Por nao ter apparecido concurrentes no
Jia cima allodieo, ficoo transferida seme-
lbante ajodicacao para segunda-fera 10 do
-correnle pelas 14 horas da manhSa.______
Paquetes a Vapor
Sefanaa-feira 10' do corrate mez depois da
aadiencu do 111 m. Sr. Dr. jeiz de orpbos tem
de ir em praea para serem vendidos os bens se-
gaintas.
Urna olaria, uo lagar dos Coelhos, fregaeiia da
Boa-vista, a margem do rio Capibaribe, sob pila
res, com sessenta e oito palmos de vo ; e 120 de
fundo : um torreio ao lado, abbobaaa, 4 quartos
pequeos, um tanque, i roas onde se trabalha,
em lo foreiro ; em mi estado, avallada em
^rOOOOOO, tendo ap lado dous terrenos que per-
encem a mu olaria ; mais duas canoas, sendo a
maior avaliada por 2005000 e a men >r por 100
e na falta de licitantes, pela avaliacao, a arrema-
tadlo ser feita com o abate da lei, conforme foi
ordenado pelo juizo, cujos bens vao a praea a re-
querimento de Vicente de Pau'a Oliveua Villas-
Boas, e ootros interessado* dos beDs que ficaram
por fallecidiento de Manoel Duarte Pereira e sna
mnlber.________________________________;__
Quinla-feira 13 de jnlbo, depois de finda a
audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz dos (eitos da azen-
da, ir a praea por venda a casa terrea de pedra
e cal na ra do Paco da Patria n. 18, c*im urna
porta e duas janelia', tendo de frente 29 palmos e
67 de fund3, com 2 salas, i quartos, eozinha,
quintal murado, cacimba io.lependente^ tudo em
bom estado, sendo o solo foreiro marintaa, ava-
iiaoa em 4:000, e pertencente ao espolio da fina-
da Mara Antonia da Luz. Essa arre.mataclo tem
ingara requerimeoto do testamenteiro a inventa-
rame do espolio para o fim de se pagar o sello de
fornea e dsper.as do inventario.
Dos portos do norte esperado
atA o dia 11 do crrante o vapor
.trino*, commanaanta t* h>
ueste Jos Gandido Duarte, o
qaal depois da demora o cos-
tme sefnir pava os ta sul.
Desde j recebem-se paeaageirea a entaja-se i
carga que o vapor poder eondozir, a qaal tere
ser embarcada no dia te sua chacana, eocom-
mendas e dinheiro a (rete at as 2 hora* ta tartt
de sua sahida.
Nao se recebem como encorameadas sastlo ob-
jectos de pequeo valor, e qoe nao e-.cedam a 2
arrobas de peso on oito palmos cbicos de medi-
cao. Todo qoe passar destes limites deven ser
embarcado como carta.
Previoe-se aos Srs. pasageiros que soas passa-
geos s se recebem oa agencia, roa da Crox
n. 57, escrptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aie-
vedo A C
eonaigaatario. Hear, Fatster a, m presen^ PiUM do undV 'eceita &< **&;
doTwosnl da Ali.manba, nxa cidade, poVicot wws dtsUnctos do seclo actoal e
coala risco de qoem pertencer, da dita escuna, digno de toda a coooaDCa i* por ser efi-
cort tota sua niastmca, velrne eo*fo. anco- -------'
ras e crreme*, lancha e Iwte aut perttaea*
tai qnal e aeha no aacoradouro d'esto aarto, onde
aporton en 11 do mez prximo pasaaiq arribada
eora ana aberta no prosegoimento te sos viagem
do Rosar de Sania F eom desuno Barcelona :
Quinta-feira
ao meio dia em ponto, no lugar da Assoeuclo
Commereial fasta praea, poAeodo > preteoteaies
examinar com antecedencia a escuna no logar
onde se acba, como b respectivo inventaro em
mo d referido agente.
Segunda-feira, 10 do torrente mez, serao
vendidas em praea, finda a audiencia do Sr. Dr.
juz de orphaos, as ca-as seguales : ra Velba
na, li e 16, Rangel n. 51, Praia' ns. 50 e 52 ; a
liima pra^-a. __________^___________
De ordem do Illm. Sr. co'nselbeiro raspee-
tor da thesouraria de fazenda desta provincia, se
iaz publico a quera interessar, que areanhaa co-
metario na ref-rida thesouraria os pagamentos
dos juros das apoiiees da divida publica, vencidos
no segundo semestre do exercicio de 1870-71.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Per-
nambuiro, 7 de julho de 1871.
Servindo de official-maior.
Manoel Jos Pinto.
SANTA G.\S.\ DA MISEKIuORDIA DO
RECIFE.
Perante a lima. ..unta administrativa <1 a santa
:asa da misericordia do Recife, na sala das suas
-i'-i-oi's, pe!as 3 horas da larde do dia 13 do cor-
rente, tem de ser arrematado por quein por menos
prefj fizer o fornecmento de medicamentos bo-
nica do hospital Pedro II. no trimestre de julho a
etembro deste anuo Os pretendentes podem pa-
ra isso consultar nesta secretaria o receituario
coro os respectivos presos.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 3 de julho de 1871.
0 escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
THEATRO
Segunda-feira 10
DESPEDIDA DOS ARTISTAS
G. Marchand e L. Tschaberl
I !tma representaco
DA
Opera em qoatro actos.
La grande duchesse
de Gerolstein.
Principiar s 8 horas.
NO
CAMPO DAS PR1NGEZAS
IIMIIA BRS1LII1A
Eqneetre. gynanntstlea, eroba-
t'Ica e rqnllibrlata
PR0PRIETAR10
Primeiro artista equestre.
Antonio Cirios do Carmo,
DIRECTOR
Augusto R. Ruarte.
O espectculo que devia ter lugar no sabbado 8
do correnie fieoa II (per causa do mo
tempj- pir-: d ntem jj-jo res-
ino njui.. --'r.'J? para
PARA O
ARACATY
.
LEILAO
dous bons engenhos
Jk 18 aia> arrate.
Por ultorior taapaobu do Illm. Sr. Dr. juic de
direito especial do cotomeraio d'esta cidade, re-
Sneriraento tos administradores da massa fallida
Siqueira & Pereira, o ageotf Oliveira expor
nevameote a leilao publico, os bem conhecido* en-
genhos deaommidos Justara e Monte Ouro,
ambos sitos no lersao t Ipojoea desta provincia,
os quaes forara penhorados por exeeucio de ditos
administradores viava e herdeiros do Dr. Igna-
cio Nery da Fooseea, e adjudicados indicada
caz, alcanzando com urna certeza infallivel
0 assento da molestia; 2*, por ser inno-
cente e appHcavel a qmlquer pessoa de
qualquer idade oo sexo, ao bomem robosto
oo I crianca da mais tenra idade, e nao ter
perigoso ie' for tomado, por acaso, em
grande qaanlidade ; e 3 por nao ser se-
creto, po8 qoalqner medico pode obter a
frmala de sua composifo, dirigindo-se
pessoalmente, oo por carta, aos agentes
geraes, roa do Viscoode de Inbaoma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama qoe tem grangeado este
remedio, devido s adtniraveis coras da
phtysica pulmonar, molestia esta t3o penosa
e fatal em sua consequencas qoe aquelles
que s5o atacados dos priraeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo poasivei, e
o primeiro remedio qoe appliqne, dever
ippin
d(
ser eflicaz, pois nJo ha lempo de fazere-m
se experiencias. As pessoas atacadas da
phtysica geralmente azem ponco eaao de
se mal, al qoe sja Urde para cora-la ;.
nesta, mais do qoe em qarqoer ontra
cousa, tem su* origem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia qoe mosto a os
seas estragos- com innmeros a assoaabro-
sos casos na eslatistica dt mortandada.
Milbares de casos de molestias polmonarea
qoe tiham zombado de todos os recorso
da sciencia, tea sido curados radicalmente
com o aso do
Segu com brevidade o rate Novo Inveneive :
para cargas e passageos tratase roa do Vigano
n. la, < andar, escrptorio de Jos Lopes Davim.
PARA'
i
Para o indicado porto pretenda seguir com bre-
vidade o patacho portoguez GaribaUi por ter a
maior parte de seu carregamento, e para o resto
qoe I be falta, qoe recebe a frete commodo. trata-
se com o consignatario Joaquim Jos Goocalves
Beltrio ra rin Commercio n. o_____________
Para Lisboa
o brigne portuguez Ctele, eapitio J. J. da Costa,
vai sabir com brevidade por ter prompta a maior
parte da carga : para o resto que Ihe falta trata-
se com os consignatarios E. li. Rabello & C, rna
do Commercio o. 48, on cora o capitao.
" PIBA.
O patacho norte-allemao Mathild, segu para o
portu cima, reeebe carga a frete commodo: a tra-
ar com Joaquim Gerardo de Bastos, a ra do Vi-
ario u. 16, primeiro andar, escrptorio.
COJIIVtAIIIA
DAS
Messegeries maritimes.
At o dia il do eorrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor fraucez Amazone, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Babia, Rio do Janeiro e Montevideo.
Para fretes e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C., rna do Commercio u. 9.
No dia 12 do correte mez espera-se dos por
tos do sul o vapor francez Gironde, eommandantt
Somer, o qual depois da demora do costme:
leguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
Lisboa.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 9.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
JavegacSo eosteira por vapor
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Mamanguape, seguir
para os portos cima no dia
10 do eorrente a meia noule.
Rucebe carga, encomraen-
das, passageiros e dinheiro a
rete : no escnptr.rio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegando eosteira por vapor
Mamanguape.
O vapor Coruripe, com-
mapdante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 12 do eorrente as 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dio
11, encommendas, passageiros e dinheiro a freta
at o dia de sna sabida : escrptorio do Forte de
Mattos n. 12.
companhia pernambcana
;de
%*avega?5o eosteira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acaracrj e
Granja.
O vapor Pirapama commandin
te Azevedo, seguir para os por-
tos cima no dia 15 do eorrente
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o da 1 i, eneommenjia,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas di
tarde do dia da sahida : escrptorio no Forte di
altos n> 12.
LEILOES.
\M&*
manteiga m-
de 20 baris com
gleza
HOJE .
O agente Pestaa far leilao por conia e nsce
de quem pertencer, de 20 barr- com superior
manteiga ingluza, desembarcadosgdo ultimo vapor,
e sero vendidos em i ou mais lotes, segunda-
feira 10 do eorrente, s i 1 horas da manbaa, no
largo da alfandega, porta do .4nne?.
LEliO
DE
dividas, na importancia de
10:9613500.
O agente Pontual levar i leilao pela segunda
ver, por mandado do Illm. 8r. Dr. jaz do *om-
mercio, a re>iuermenw.dos curadores lcaes da
massa filuda tt J3>e Aunnio da Costa V'alenle.
a Ji.-ila pertnsojas u ditn>mas
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia em ponto, no escrptorio do referido
agente, roa da Crox n. 53, primeiro andar, onde
te dar previas informacSes.
Comtndo dever de todos combater esu
terrivel molestia no sen principio, bem
como todos os males qoe podem coodnzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defluxos,
dr de garganta e bronebites; qnalqaer
rouqnidao deve ser tratada immedutamen-
te. A experiencia mostrarnos qne o Ptito-
ral de cereja de Ayer cara todos estes pa-
decimentos, quasi sem excepcSo, e raro
o logar nos paites onde conhecido, qne
oto tenba numerosos exemplos de caras
feitas por elle. Se se pode prestar f ao
qoe borneas de todas as classes afirmara
do qoe elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, quando
vemos as pergosas affeccoes do pnlmo
cederem a elle; se podemos crer no teste-
monho de intelligentes facultativos, coja
obrigac^o conservar os fados; e Acal-
que
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
vidro deste xarope mao; pois nos ataques
repentinos de angina, de crtup e nos pa-
roxismos da coqueluche a qne esli sojeitas
as crianras, nao ba tempo de cbamar om
medico, nem de fuer remedios, e este xa
ropeailivia immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
AVINO.As preparates do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attenrjo ao
VISOS DIVERSOS
Luz e progresso.
Com este ltalo sabir o mais brevemente pos-
sivel om jornal, do frmalo do Comi Pernam-
bucano e provisoriamente urna vez por semana,
cojo tira promover especialmente os ioieresses
do commercio e d'agriooilnra, das industrias e das
artes, e todo qoanlo possa interessar ao melbora-
mento do pas, menos a poltica que nao ter io-
gresso em soas columnas.
A falta de am jornal desta ordem se tem torna-
do bastante sensivel provincia, e presumimos
qne, todos aquelles que concorrerem com o pres-
tigio de suas lozes e de soas assigoatnras para
sua sustentacao e maior brilhantismo, prestarlo
ora relevante servico ao paiz, as circunstancias
em qoe elle se acba.
Sobscreve-se nos esenptorios das associa(5es
Commereial Beneficente. Commereial Agrcola, da
Sociedad* dos Artistas Mchameos e Liberaes, em
todas as livraras desta cidade, as papelarias dos
Srs. Paula Uonteiro e Cerdoso Ayres, e na typo-
graphia Mercantil, ra do Torres n. 10, razao
de :ij por trimestre, pagos adiantados a entrega
do primeiro numero de cada trimestre.
Campanho & Guimaraes, avisara ao respeita-
vel corpo commereial que julgando uada deverem
nesta praea oem fra della, por i|so partecipam
a quem se julgar credor dos mesmos a apresentar
seos documentos no praso de 3 das para serem
pagos ; assim como qualquer transaeco partieu
lar com Antonio M mente, se permitido acreditar em coosa
aK'uma, est incontestavelmente provado,
qne este remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas melhor do qoe
todos aquelles at boje conbecidos. Bas-
tara nicamente as suas virtudes intrnsecas,
e o incontestavel bem qne tem feito mi-
lbares de doentes, para que surgisse e se
sustentasse a reputado de qne goza. Em-
quanto que muitos ootros remedios inferio-
res a este, e qoe foram acolbidos pelo
vulgo, faluaram e foram depois abandona-
dos ; este, tem ganbo amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios qne tem prodi-
galisado aos afllietos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderlo esquecer as ma-
ravillosas caras obtidas, porque sSo nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nboma pasa de familia deve estar sem om
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W. R. Cassels $ C.
Agentes geraes.
clima dos trpicos, e tem modi/itaedes im-
portantes sobre as que s5o feitas para os-
tros paizes. i
Portante, o publico dever notar, e com
cnidado, para qne nao seja srdidamente
engaado, qoe os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, traiem
rtulos e envoltorios com a descripcSo mi-
nuciosa para a sua applicafao na lingoe
portagneza.

Precisa-se de urna
mero 31.
ama na raa Bella iiu-
AVISO.
Antonio Pereira de Oliveira Maia tem para ven-
der em seu estabelecimento a roa da Senzala-no-
va n. 1, os superiores tamaocos e ehioellas do
Porto, mandados vir por soa coma propria, em
grosso e a retalbo ; aproveitem, antes que se
sea bem.
Caixeiro
'Precisa-se de um caixeiro portuguez que tenha
pratica de taberna e afflance sua conducta : m
pateo da ribeira n. 13.
Aluga-se o 2* andar e s o do sobrado da
ra das .rnzes n. 9 : a tratar na ra atraz da
matriz de Sanio Antonio n. 28, loja.
mPrecisa-se de urna ama que cuzmbe
cora perfeigo e seja de boa conducta:
Lna ra do Vigario n. 5.
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3-9s-
3 3
n ti
5.0 o-
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commereial de Guimaraes, Pontea
k C, desta praea, previne quem interessar pos-
sa, qne est promovendo a dissolugao da mesma
Srma, e entrar em seguida na respectiva liqai-
dacao ; sondo qne nao ba letras pelas qnaes esteja
a Arma nsponsavel, e era o annunciante as pre-
tende firmar durante a mesraa dissolncao e liqui-
laclo.
Cozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro : quem e?ti-
ver as coadicOes, dirjja-se ao bnM do Uoiverse,
praea do Comnurcio n. 2, paga se bem._____
Preci^a-be de ama ama para cozohar em
casa de pouca familia : traiar na ra Dnqoe de
Caxias n 3i, 2o andar, antiaa roa das Cruzes, oo
no armazam os movis o. 29._______^_________
Preei*.vae de um-caixrif-o para taberna, de
li a 15 annii?, com pratica : uo pateo da S^nta
'>nt, na Bol-vista, o. 2.
41 RA DO BABiO DA VICTORIA 41
______am tom nm DE Assim COtOO
Neste novo armazem tem um
variado sorttmento de fazendas
francezaj, ingleas, aUemias e to-
das todas se vendem por preces
mdicos, afim de acrediUr a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
odres e brancos, colet-
rinbos modernos, cha-
peos de sol de seda,
tnos.
RA
ARRUA IRMAOS.
Bsurio da Victoria
aiitiga raa
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
officina de aifaiate, montada com
todos os prepares qne ha de melbor,
dirigida por habis artistas, qoe
pela soa prompudao e perfeicao
nada deixam a desojar.
Ronpa de todos o
a machos para homei
meninos.
Por todos os pacte
tes recebem-se as me-
lhor es e mais moder-
nas casemiras qrje ba
na Enropa.
RA
Bario da .-<-i*.rr
mtiji ra
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de sofirer orna reforma radical em acceio, artistas ecommodos, e m pontoaiidade as enconv
aiendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seos numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
to se tornar massante
qos
Oa mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resblveo-se para acabar" mais depressa em vender os productos da sua fabrica pelos pro-
seguiotes : kmtvvi
Chapeos de sol de seda para senbors e meninas a.........*............ oiJOOO
Ditos de ditos a bailo a.......... ..............1.................. 155000
Ditos, ditos e ditos finos a-----...................................... 85000
Ditas, ditos e ditos, de marm..................................... 100000
Ditos, ditos e ditos, para hoaem.. ................................ !?e!5
Ditos, dilose ditos............................................... Inri
Ditos, ditos e ditos de paragon...................................... ESSl
Ditos, ditos, ditos de ditos......................................... SJnnn
Ditos, ditos e ditos cabo de marfim.....................----........ ,onnn
Ditos, ditos, ditis e ditos......................................... l**5
Ditos de alpaca muito superior...................................... t/irwl
Ditos de merino.................................................. cnn
Ditos d'esgoiSo..............'....................................
aV
em duzia descont de i' '/
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem dem,
idem idem.
idem dem,
idem idem.
Ditos d'algodSo para homens esennoras.
25000
idem 25 /
AVISO
Os abaixo assgnados tendo comprado o espo-
lio do fallecido subdito portoguez Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praea de Santa Cruz
n. i, constan io dito espolio na sua maior totada-
de de dividas activas nesta praea e tora della,
vera pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio qoe quanto antes venaam aju-tar e
saldar as suas contas, afim de evitar incommodo1*
e despezas. Recife 19 de junbo de 1871.
Gama & Silva Brito.
MU PARARA
americana roa dos Pires n. 4o, contina a fazer
pao e bolacna de farinba especial de 1" serte para
melhor agradar a seus fregnezes._______________
Precisa-se de um criado
tratar na ra Nova, loia n. 7.
para um sitio : a
Precisa-se de orna ama ou de urna
eferava para cozinbar e engommar pa-
ra pouca familia : na r.ua da Soledade
il n. 32,ou ra da Cadeia do Recife nu-
mero H, l"ja.
Deappareceu no dia de julho do 1871, da
casa de barbeirodarua do Baro de S. Borja n.
13, om menino de 11 a 12 annos, qne (o emre-
gue pelo Dr. juiz de orpbos a Benedicto das Wi.->-
gas Coelho, morador na ra Velha n. 1W, na fr;-
gaezia da Boa-vista, o qual pardo claro, levoa
camisa de chita, calcas de algodao riscadrano, cha-
peo de ma^ade cja baixa, chamadt Henriquts
de Sooza : portanto, roga se as autoridades po-
liciaca que o apprebenderem remellara para as
partes referidas do que se Ins (ara grato.
pernam-
Jos Ribeiro de VaScoQcellos, sua mulber e seus
lilhos mandara rezar no convenio de N. S. do Car-
mo, desta cidade, orna missa por alma de seu
senpre chorado pai, sogro e. av Jos Ribeiro de
Vasqoncellos, pelas 7 I [2 horas da manha do dia
11 do eorrente, segnqdo anniversario de seu pas-
samento. Roga aos seus prente} e amigos o ob-
sequio de asslstirera a este acti de relig'o e ca-
ndado pelo que Ihe serao eternamente grato*.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado o. S
da roa Imperial : tratar no andar terreo, i" an-
dar.
Oomedonas
i
m
m
i
Reformas de cau-
telas.
0 gerente da casa de peohores tra-
vessa da rna das Cruzes n. 2, avisa a to-
das s pessoas qoe teem cautelas venei- j
das, cujos premios nao teem sido pagos, ]
qoe no praso de 20 dias venbam refor-
ma-las, sob pena de serem seus peohores j
vendidos era leilao.
lnga-se um mulato de 18 annos de idade
a tratar na rna da Paz n. 24.
Conlinua-se a foroecer comedn0 para f ?ra, na
ra estreado Rosario n. 35, sobrado, mayJ.
se levar alraoco de 7 a 9 horas da manila, e jan-
tar de 1 a 3 horas da tarde, conforme a vontade
do assignante.______________
Bul i ISH HUSPITAL.
Tbe Treasurer woold thank ihe mercliants bol-
dng fees belooging to tais iustituiiou lo send aroe
fo n. 38, ra do Commercio.
Desappareceu
No dia 6 do correte mez desappareceu a por-
ta do armazem do Sr. Bernardina da Silva Costa
Campos, na ra do Imperadorn. 28, una besta
rusja, com cangalha, suja, cauda aparada, ferro
triangular, e urna roctura. pela qnal bem CO;
"Bbetids: qoem apprehenie-la pode levar ao eaje-
Bho Cordei ro que s*ra bem recomnensad ->.
Companhia ph enix
bu cana.
Os senhores accionistas sao convidados a com-
parecerem no escrptorio da sompanbia no dia 13
do eorrente a 1 hora da tarde, para em assembla
geral, ser resolvido o qoe convier vmia do relato-
rio das apuracoes realisadas no periodo lindo ero
30 de junho prximo liodo.
Recife 5 de iunho de 1871.
Pela companhia Phenix Terna tuba cana,
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
L. Antonio S.qneira.
O Se. Antonio Lopes Anjo, na oral da ff-
guezia do Anjo em Portugal, queira .ir o1-
ae Joaquim Jos Gomes na ra evtreiu do Rosaa
rio n. 11 quem veio recomroendadn, que.moito
se intaressa saber sua residencia otra dar noti-
cias anas sua familia.
MuddUQa
J. O. C. l>-iyle faz pubhfo que mudou o sao ar-
inaicrn de fazendas da ra do Commercio n. 48,
jara u mesma roa n. 38.
Grande hotel centra!
raa larga d> Haasari* nume-
ro 3
Nesie muito conhecido hotel se er ootran: ex-
cellentes quartos e salas para alugar, qoe offere-
cemcommrdes para familias oode se encentra
nao s o maior asse.o e limpeta.como tnm servico,
hanhni fros e o'Btes e toda- a-, conmoddades
mdSaaa5to''W*,wfi' r->r mod,. o preCo. 0
luaar cDfral fin que este ^tobeln-ment esta
collocado soHcienle v:irraetid^' pan ser
concorrldo* >
;
7*s


M






D .rio de Pernambuco Sguuda ffeira 10 de Julho de 1871.

*
hWHse
Urna cas no beco do Fundi d. 5, entrad pe
roa da Gloria o. 45, boje roa lo Mrquez de Aj-
buquerque : tratar a roa la fcaferitr, arml-
um.i. '__________
Ptteit-M de eJolaTe fcart b ten*
Co da fabrica i vapor de Mearon A C. na
roa do Viscout de Goianna a. 157,
de Goianaa n. 157.
Al DELEITE
Precua-se de ana ama sem Bino, na roa dn
Duque de Caxias, outr'ora da Grates o. ti, 1*
andar.____________________________^
Alogvse
a sala da frente, aleova e mais alfnns qnartos do
tereeiro andar do sobrado n. 18, ra do Qoeima-
dfl : tratar na loja.
KA Maesa fallida
DE
Amorim. Fragoso, Santos ^ C.
etWdrt#4
Paga-se 0 timo dividendo raoWe \ OO, to-
da* a> quintas-fciras das II boras da manba a 1
da tarde, no eacriptorio d ra do Vicario n. Vi,
t* aadar.
Precisa-te de ama mulber da idade, para
torjMr coat no orUo, e cuidar do aervico
iallrr de doat ioas : tratar najbrica* A ^ m em d ^em w Mhw occa|(t,
de rap d Meoroa C, roa do VUconde escrava de oome Alesmfcaa, cabra, qne em alga
dvoftpLGi*
A'lf i Precisa-se de umi ama para coziuhar:
W* ama do Cabag n. 10
AVISO
Tendo fallecido oa proprietario da pharmacia
subellecida nesta eidada, ra do Bario da Victo-
ria n. 25, sob a firma de P. Maqrer tO,e estando
a proceder-se ao inventario dos espolio dos (toa-
dos perante o consulado da Franca a que pertea-
cia ura delles. e o da Suissa a que perleneia o ou-
tro, faz-se publico para conheciroeato dos interea-
sados que cora o dito fallec ment cessou a pro-
curadlo que tinha o Sr. Adolpho Rigord, o qaal por
isso deixoa a admintsiracSo do estabelecimento,
desde o da 3 4o correle mez.
Outro sim, az-se publico que o Sr. /. Kirchho-
fer, formado em pharmacia pela facnldade da Ba-
ha, fica encarregado da adrainistracao interina do
estabelecimento, e o Sr. Leonardo Kahn fica en-
carrefido das cobranca.
Ao aMmo lempo rog-se ao devedores da dita
pharmacia queram quinte antes saldar seus de-
bito.
Pernambuco, 5 de janho de 1871.
mas partea se intrtt*Ja d Zorra, e mal coohecida
pV Bina, principalmente no Hdutefro e em Bebe-
ribe, onde costumava lavar roopa, tenha a hunda-
de d manda-la entregar ao 3* andar do sobrado
n. 36 da ra da Cruzes; protestaodo-se, pelo
presente, a se proceder eom todo rigor da lei con-
tra qualquer individuo que a tivef sob ana guar-
da, como ji fe o tx-senbor de dita escrava cora
certa pesso avetada aliso.
da Palma n. 34.
Precisa-se de orna ama li-
vre ou escrav, que cozinbe
bem e lave : a tratar na ma
BA. Da ^. Precisase de ama ama
m^. ^ Ba\^a\ 'orra ou caP''va Para 9 !er"
V|] \BjnJ w vico de nma casa de pouea
familia : a tratar na ra do Bario da Victoria Da-
mero 13.
Olaria,
a mar a Precisa-se de urna ama para co-
AuIEia dnhar em casa de rapaz solteiro :
na ra do Crespo n. SO.
Alaga-so orna casa no largo da- povoacao
de Apipucos, propra para taberna, por ja ter ndo
o mesmo negocio abran ann#s : a tratar na roa
larga do Rosario n. 31, toja de i-harolos.
PALACETE
MU .UIKM.
A ra Direita do Afosados, contiguo a ponte,
acaba de ser construido um lindo predio todo a
moderna, ornado de figuras e a frente guarnecida
de azulejos, est todo murado, tendo um grande
portao de ferro ao lado e gradiameoto por cima do
muro, tendo mais um portao que da para a esta-
dio da lioha frrea ; alera dessas eommodidades
tem mais ura grande terreno com 180 palmos de
compriraento e 100 de largo, todo murado par
um excedente jardra, e ao fondo um caes que
deita para a liona frrea. As eommodidades in-
ternas do andar terreo, alm de ser toda canalisa-
da a gaz sio as seg arates : 3 grandes salas, 2
grandes alcovas e 1 quarto, cozinha fra, sala para
engommar, quarto para criado, cocheira para um
carro ; no andar, aim do soto, 4 salas, 1 ga-
binete, 2 alcovas, c quarto para despensa -e 1
grande terraco com 80 palmos de compriraento,
todo cercado de grade de ferro que traz toda ci-
dade do Recife re mar de baixo de vista, a casa
toda cercada de janellas e portas envidracadas
que contam-se 20 ao todo, ficando o caes a borda
da camboa qne devide com a estrada de ferro, on
de se toma baobos salgados e ebegam canoas : a
tratar na loja de joias, Coracao de Ouro, roa do
Cabana.
ATTENCAQ
Perdeu-se urna caixa de tartaruga branca, apa-
relhada de onro com as iniciaes I B. L. quera a
tiver achado, derija-se ra Direita n. 21, pri-
mero andar.
Aluga-se ou arrenda-se urna na fregaezia da
Boa-vista, no estado de logo se trabalbar, tambem
tem barrelra para mandar-se tirar barro, caso
agrade, e contrata-se : qaem pretender dirija -se
casa de escultura em marmore roa do Impera-
dor n. 10.______________________________
Precisa-se de ura meniao para oaixeiro do
taberna : na roa do Rangel o. 67.
Na estrada de Joao Fe Bandos Vieira n. I
precisa-se alagar um moleque oo ura pretu velho.
Para casa de familia.
Qnem se qnizer prover de ricos oratorios de ja-
earauda, obra do Porto, muito bem feita, e com
imagens, sendo o preco razoavel : na ra do Vi-
gario n. 27, escriptorio.___________________
Attencao
A' roa do Hospicio n. 28, andar terreo, se dir
qaem d algara dinheiro a premio sobre hypotbe-
ca : de manilla at 10 horas, a tarde das 3 em
diante.
Precisa-se de um caixeiro : na padana da
roa do^angel n. 9._______________________
Offerece-se ama ama de leite sem Hlho a
tratar no oitao da matriz de Santo Antonio n. 18,
r*.andar.
Precisa-se de alguns retlaadores : na ra da
Senzala-nova n. 30.
Entornillado.
Engomma-se com perfeicao e promptidao por
preco coramodo : na raa dn'lardim n 1.
Monte-pio portuguez.
CONSELHO FISCAL.
Sao convidados os senbores membros ueste con-
seibo a se rennirem em sesso ordinaria no salae
do Gabinete Portuguez de Leitura no dia ten;a-
feira 11 do correte, as 7 horas da tarde.
Secretaria do Monte-pio-portuguez em Pernam
buco 8 dejuiho de 1871.
A. B. Nogueira,
i* secretario do conselhn fiscal.
RECIFE 13 DE ILHO DE 1871.
Sotiedaie BBB
Continuando i recalcitar algnus individuos,
contraventores na celebraco do Divino Sacrificio,
sem estarem aevidaraente paramentado', poster-
gando d'est'arte a pastoral, exarada no Diaria dt
Pirnnmhuco de 22 de maio, e Comi Pernambi-
~anoD mesmo dia, e onnucios inseridos nos re-
feridos jornaes no dia 28 do referido mez, odi
raos a quem competir queira evitar semelhante
escndalo, dado com tanta publicidade. Permita
Deus que a nossa tentativa nao seja baldada.
^_______Ura tatholico assistente.
Declarapo.
Tendo o lllms. Srs, Ballhar, Oliveira & C. de-
pois de minuciosas indagacoes feito o obsequio
de incumbir-se de urna execuco do innnnciante.
para pagar seu rtininuto dehilo a pra;a, e rever-
ter-lbe o excedente logo que recebara, obvio
achar-se o d-clarante raites com a raesma ; rita
de Pedro Aflora o n. do* da ciiade do Becife 8 de
julho de 1871.
_____________Antonio Joaqoira salgado.
Na praca da Independencia o. 33 se oa di-
nheiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, arja qual for a qnantia ; e na inesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata ;
igualmente se f;z toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
raesma arte.
ATTENCAO
Precisa-se alugar urna saa cora aote-ala no
bairre da B&a-Vista, nn de Santo Antonio, que
sirva par reunios* de urna ociedade, uando-se
preferencia ora andar superior; a tratar cora
I. B. oa ettaeio dos tnihos urbanos na Dfiaca do
^apim.
Precisa-se de uiua ama :
cero 31.
na ra Bella du-
Olferece-se a aiuguel uina mulata asenta
acostumada ao aervieo interno de tas de farnlia :
a tratar na da Cadeia n. 33.
Caxorrinho
CASA DA FORTUNA
A os 5:0005
Bilhetes garantidos.
\ raa Prmeiro de Marco (oatr'ora raa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.-
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe
zes bilhetes doas tercos n. 3730 com 0OO40O, um
terc.0 0.U93 cora 200^.00, ura inw:ro c. 2413 eom
lOOOOO e o n. 642 cora luna, sendo ura de dous
tercos e um de um ler$o, e outras sones de 40jt
e 20jl da lotera que se acabou de extrahir (1S8"),
convida aos possui dores a virem receber nacon-
formidade do cosame sem descoolo algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
7.* Fiarte das loteras, a beneficio da nova igreja
de Nossa -Senhora da Fenha' (199.'), le se extra-
hira quiota-leira 13 do correte mez.
PRECOS.
Bhete inteiro 6*000
Doas tercori 4*000
Cra ter^o' 230U0
Km portao de IuoOOO para cima.
Bilbete inteiro 3*400
Doas tercos :i|60O
Um ten;' 1^8C0
_______ Manoel Martins Kiaxa. ____
Leonardo de Siqueira
Cavalcante
chamad.-1 rn.-> di lar.iiiez d-Olinfa n. i5.
GALLO VIGILANTE
Mi fe Creav* m. f
Oa praprieurio dee pera conhecido esUbele-
cimento, alea do* tatito* objectos que tinham x-
postes a apreehKfc'de respeitavel publico, ron-
daram vir e acabam receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
Qoas e mui delicadas e*eiltdade, as qaaes es-
to rsolTdo a vender, corno da tea eeatnme,
por pncos mallo baraUnbo e comaaedea para lo-
do, eom tanto que o gario.
Muito superiores luva fie pelica, pretas. broa-
ca e de mui linda cera,
Muito boa e bonita {joNinbas e panhos par
eahor, neMe genero o qne na de mai moderao.
Snperiore pentes de tartarnfa para coques.
Lindos e riqusimos afeites para cabeca das
Bxma. Sras. ?
Superiores trancas atetas e de cores com vidri-
Ihos e tm\ elle ; esta faseoda o que pele haver
de melbor e mais bonito. ,'
Snperiore -e bonito leques de madreparola,
raarflm, sndalo e osto, eeodo aquelles braaoos,
com lindos desecho, e esM pretos.
Muito superiores rneia fio de Eaeosaia para se-
nlioras, as qaaes sempre e venderam por 304000
a duzia, entretanto qne nos a veoderno por 20*,
alm destas, temos tamben grande sortimento de
outras qualidades, entre as qaaes algumas muito
aaj.
Bofes bengalla de superior cauna da India e
castao de marlim cora liadas e encantadora figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melbor
se pode desojar ; alera destas temo tambem gran-
de qaantidade de outras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, osso, borracha, ele etc.
Finos, bonito e airosos cbicotinho de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores liga de seda e borracha
para segurar as ceias. '
Boas meias de seda para seobora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para fazer
barba ; sio mallo boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos saa qnalidade e delicadeza.
Lindas e bellas eapelas para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para crorr-M.
Linha muito boa de peso, frooxa, para en er
labyriutho.
Boos baralbos de cartas para volurete, assim
como os tent para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento da melhores per-
fumarias, dos melhores e mai conbeeidos fa-
bricantes.
COLARES DE ROYR.
E(ectrieos magntico* contra a convulsoes, e
fBcilitam a dentieao das innocentes criamos. So-
mos desde muito recenedores destes prodigioso
cellares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, abra de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim como ppis, poderlo
aquelles que delles precisaren!, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontraran dettes
verdadeiros a llares, e os quaes atteadendo-se ao
lim para que sio applicados, se vendereo cora um
mui diminuto lucro.
Rogamos, pois. avista dos objectos que deixa-
mos declarados, aos oossos fregaezes e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis a loja
do gallo vigilante, ra do Crespo n 7.
(M 00 010
fina do Baiuo da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e caas
do costume.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre o;
seus muito felizes bilhetes a serte de 5:000*600 em
um birhete inteiro de n. 789, -ason de 900* em
em um terco de n. 3730 e ara terco de n. 955 com
a son de 200* 4 alm de outras sortes menores
de 40*900 e 20*030 da lotera que se acaboa de
extrahir (198), podendo seus possoidores virem
receber, que promptamente sorio pagos.
O mssrao abaixo assignado convida ao respei-
tavel .publico para virem ao sea estabeiecimeab
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nac
deixara de tirar qualquer preo como prova peloi
meemos annunaas.
Acham-ee a venda os muitc felizes bilhetes ga
rantidos da 7* parte das loteras em basefico da
nova igreja de. S. da Penan, que ser extrahida
no dia quiuta-feira 13 do crreme.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Bous terc/M 4*000
Um terco 3*000
De lOOdOOO para cima.
Inteiro 5*400
Dou9 tercos 3*600
m ter^o 1*800
Joo Joaquim da Costa Leita.
Gabine
dieiiurief 1 siys
ASSBMBLEA GERAL.
Em consequencia de ter a directora do Gabine-
te participado nio poder aprotastar a niMBAa
eseripturacao por motivos de mokstia de n-
pregado, no praso marcado nos estatutos, sio pelo
presente avisados os seohere socio de nao poder
ter lugar a primeira reuniio de assembla gerl
no dia determinado, e ficar adiada > logo que
a directora tenha apresealado as eoHap de sua
admiaiatracio. -v
Secretaria do Gabinete Pprtuguei de Leilura
em Pernambuco 6 de jalho de 1871.
Jos Peres da Cruz,
Fre liVnte.
A. J. Borge Costa,
_________ ,t 2* aecretaaio._________
(Jozinheira
Precisa^sf de unu epzioheira que taioa cum-
xha ^t^^1^'^: ",rua t*** C*
i. _________I________.____
Soctedade liberal Uniflo Be-
iteflcetite.
Por ordem superior sao convidados os senbore
aoeida hutalladore eeffectivos a eompareeerem
na Dow lde sedal aa 6 t|2 borat da Urde do dia
12 do corrente, para, em assembla extraordina-
ria, tratar-se de materia importantes. Este convi-
te refere-se : aos faitea e nao quites.
A ordem da discussao a segrate : jurameo-
tos de ocios approvdos, se comparecerem ; dis-
cussao sobre os qne s achtm iniciados as penas
do art. 20 do estatutos. Decretando a mesma as-
sembla, se ante nao atiaficerem e preeeHo de
seus compromisos:suas penas.
Secretaria da sociedade Liberal Uniao Benefl-
eente em 7 de jalho de 1871. ^
O V sed^ario,
__________ Theophilo Pedro do Rosarlo.
Antonio Caors tendo de fazer ama viagem
para Europa, deixa por seos procuradores os Srs.
Carlos Leclre e Damasio Rouquayrel.
Alugam-se deas casas, sendo urna casa ter-
rea atraz da matriz de. Santo Antonio n. 12, e um
segundo aadar na roa de Lomba Valentina n.
86 : a tratar atraz da matriz de Santo Antonio n.
26, sobrado.
COMPRAS.

COMPRASE
frascos vastos da tintura japooeza, e pagase a 80
rs. cada um : i roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda n. 51.
TRIL90S
RECIFE
URBANOS
DO
e Beber be.
Este ramal de hora avante nos dornifl-
ges e vesperas de santificados a oa tabella
igual a de Olinda, observando qae s-
meote partir depois da partida dos treas
de Oiinda.
Escripicrto da companhia ii de julho de
1671.
O superintendente,
A. 'le Abren Porto.
Dwapp3rpcei! no dia 'i do torrete, pelas 10
hora? da manha ; da ra Aogusta o. 67, i an-
dar, Hra taxorrinho prelo de raca rateira, ps
marellos, cum o peituril braneo ; a pessoa que
entregar cu dr nolicia na raesma casa, ser ge-
nerosamente recompensado,
| Precisare de uina ama Jorra oo ecrava
para ama casa de poaca familia : oa ra do Ba-
rio da Victoria, antig ra Nova n. 52, prmeiro
andar.
MM
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Abacjo
67Ra do Imperador*7
AVISO
O abaixo a>ignado dee'ara qce sen caixeiro
Luciano Mauverne retirou-se de sua casa no dia
16 do mez prximo passado sem previo aviso e
sera ter prestado as devidas conta.-, pelo qae Bao a
considera mais teu caixiro e nern se responsabi-
lis: por qualquer debito ou transaccSo qne elle
por ventura tenba feito em n?me do mesmo abai
xo assignado, o qual pagava-Jhe rbensaimeote sen
ordenado, sendo que elle reeebea rellltvamente
aomez ultimo mais do que havia veneido. '
3 de jalbo le 1871.
.uiz Jos Pereira Si-jooes.
Roga-M ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, \
crivio na cidade de Xazaretb esta proviaoia,
favor e vir a ra do Imperador n. 18 % oneluir
acuelle ngocio que V. S. se compromwteu reaii-
sar, pela verceira chamada deste jornal, em fin
de dez^mbro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a evereiro abril, e nada cusiprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fita; pois V. S. se deve iembrar qae este negocio
ce. roais de oito annos, e quano o senhor sao
flhd se achava no es nesta cidade
AOS 5:000^000
3o venda o? felizes bilhetes da lotera da
tatiia. na casa feliz do arco da tarree* co Recife.
A luga se
um sitio es Torre, com excellente casa de vivenda
e baoho a frente deta no rio, sendo ptima mo-
rada para e>lrangeiro : a tratar na roa do Pires
0.29.
A oewaa em cr.ja casa estiver occulta a sera-
va Uarcelia, mulata ciara, de 30 annos de idade,
mais ca menos, cabellos pretos e longos, lta ma-
gra e imito caga : tenha a bondade do leva-la
a casa n. 8. a ma Jo Conde da Roa-vista, antiga-
mente roa Pormosa, qae ser bem gratificada ; do
contrarii protesta-sa proceder legalmente, contra
qualquer individuo que a tenha em sua corapa-
nhia, a titulo de ama livre, como consta que se
aeha em nma caa na fregaezia de S. Jos, desta
cidade, :?a -j dia i'l de juoho prosimameote
nado.
GASA. DA FORTUNA
ROA i DE MARCO OUTR'ORA DO
GRESPd t. 23.
Aos 20:00O>00Q.
O abaixo assignado tem sempre exporto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
prom|(Uraente, eomo costuma, qualquer^premio.
PRECOS.
Inteiro 24^000
Meio 12*009.
Quaato 6#000..
Manoel Martn Finz.
Chateaubriand Les
Martyrs.
Precisa se comprar em bom oso : raa
Direita n. io, loja.
Gompra-se ama taboleta para frente de es-
tabelecimento quera tiver e qnizer vender dirija-se
roa da Imperatriz n. 26, loja.
Piche
Compra-se piche em barr: no escriptorio; da
companhia pernambacana no Forte do Mato nu-
raero 12.
Porteo
Compra-se nm portao de ferro, sendo j usado,
tendo 10 palmos de largura : a tratar na ,rua da
imperatriz a. 60.
VENDAS.
Despeosa econmica
No armazem do Marmore junto a typographia
d Diario, na antiga ra das Cruzes, tem para ven-
dor o segainte :
Qaeijes do ultimo vapor a 24200.
Doce de goiaba de 800 rs. a 143C0.
Manteiga rngleza muito fina.
Dita franceza a 800 rs.
Carna do sertao, o raelhor que se pode desojar.
Lioguocas a mais saborosa possivel.
Queijos do serlao.
Dito prato.
Diversas massas para sopa.
Vinbos do Porto, Figneira e Lisboa.
Cha o melbor que vem ao mercado.
E oarros muitos gneros qne recomraenda os-
eespensa economi'..
Cerneja ueiuoga
da 1" qnalidade : vende-se em portao e a retalbo
no armazem da ra do Coraraercio n. i.________
Fariuha ae milbio
Vende-se larinha de milho moda a vapor, dia-
riamente, pelos pre-os segaintes : grossa para
ang, pintos e passarinhos a "WO rs., para cang'ca
e pao de provencaa 120 rs.,e para crjscus a lifc
rs., em arrobas e mai barato : na ra do Coto-
vello n.25.
SEGUNDO
CAXIAS N. 91.
om loja de niuaezis,
aviu a todos os oa seus fregaezes qae est
torrando lodo ptk> prefo, a vista da fazeo-
, para todos admirar, a saber:
yn *e fitas bordadas muito finas
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qae ha a l000e
Caixas com 20 quadernos de papel
Uso, amiaad a rs.
Pesa* de traiga de 13a e algod as
mais modernas a
Frasco* eom agua de colonia multa
fina iToO e
Fraseos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para baptsados o
(melhw que ba a 35000 e;
Dozisa de bolees cobertos'de seda'
para vestidos por todo o prego
para acaba r
Libra de arela preta a
GroiM de boloes de lonca branca a
Caixas com 100 eovelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e
Espelhos de moldara doorada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
Tmteiros com Nada preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banba a
Frascos com oleo de Pbilocome a
600 e
Frascos com macass | Perota a
Frascos com agua de Colonia verda-
'- deira a
Ditos com oleo de ba )osa saderior a
Carriteis de refroi preto com 2
oitavas a
Caixas com agalbas francezas a 1 (iO
160
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
C.rtilbas da Pootrina Christ3a as
mais modernas a
Livro das mtssoes abreviadas a
Copos grandes com superior banba
Macos de pallitos para dentes o
elbor qoe ba a
Pacotes com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Escovas muito finas para limpar os
dentes a
O500
1,5500
500
160
50t)
15500
55000
160
120
800
15000
240
100
200
200
320
800
240
15000
320
600
240
15000
15300
400
45500
15500
160
600
Cimento
Porthande de prmair qoalidade. barricas com
13 a li arribas por 10*000, ? no armazem de
Gandido Alberto Sodr da Mota & C. travesa
j Papis para cigarro
De tods as qualidade, e por men-js preco do
qu em otiira qualquer parte, dinheiro a vista,
so no armazem de Candido Alberto Sodr da Mota
A C. a travesea da Madre de Dos n. 11.
Papis delirados e piutados
proprios para forro de casas, cape lias e orato-
rios, com guarnieses para os mesmo e pelo rae-
nos preco possivel, no armazem de Candido Alber-
to Sodrii da Mota 4 G. travessa da Madre Deas
n. li
240
Ait>
Quem qaizer manir se de movis por precos
commodos, nao tem mais que fazer nma visita ao
grande armazem de obras de marceoeria, ra
do Imperador n. 47, cujo dono acaba de receber
do estrangeiro, um completo sortimento de mobi-
lias de gosto, tendo tomado a seguate
ResoIncSo :
Vender barato para vender muito.
NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadero vinho verde de
uva pnra em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
o vendedor onico reoebedor destes vinhos acha-se
antorisado a garantir a especialidade dos raesraos;
ra do Vigario c. 11, Io andar, escriptorio de
los Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
um deposito de vinho do Porto ( o roelhor que
tem vindo a este mercado) em vigessimos d? pipa
e em caixas de 12 garrafas, quetse vende por rae-
nos preco do que em qualquer outr parte.
Attenpo
Vende** o j acreditado medicamento contra os
calo : na raa Prmeiro de Marco n. 3 (antiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinda o. .'jO A
(antiga da Cadeia).
7ende se ama mobilia de
XV, de bom gosto, e mais pertences da mesma :
na Inja dt Mibrado da ma de finitas n. 30.
Pechincha
1 Precisa-se de urna ama para o servige de urna
casa despouca familia ; a tratar na raa da Cruz n.
18 :i andar.
ATTENCAO
Precisa-ee de !:20j000,.dando-sepor*eguran-
;a urna moiatinha com 7 annos, e urna -oria ; co-
mo tambem urna safra de iAO paes de assocar,
dando o hypo becario OOOOO logo ao passar a
escriptura, e o remaneeeoie se ir recebendo era.
ouantias pequeas cortforrae as precisdes, obri-
iaodn-e a remetter todo oassucar : quera qai-
aer fazer esse negocio, derija-se a Magdalena, ra
do'8'>mfim n. 3i A, padacia de Campn 4 Soreira
qne se dir o pretendente.
Borzeruin francezes para meninos a 2J000 e
2&-V90, OHos para homem a 65 s ditos dejbezerro
taixados a iSOO: na ra Direita n. 04.
Riia do Bsro da Victoria
N.2,
Antiga ra Nova.
Amaraj Jlabuco -4 C, 1 roprietario deste, grande
estabelecimento participara aos seus amigos e tre-
guezes que acabara de receber ura grande sorti-
mento de diversos objectos e vendem por precos
e :
a S5 fSasr?**08 d qUa eiD Ulra qUa'qaer par'
tival sezu ^ efundo
Ra liuque de Caxias 91
Jos de Aze^edo Mai a e Silva, em saa lo-
j ade miudezas contiooa a vender todo
por baratos preces que i lodos admira :
Libra de lia para bordar a melbor
que ha.
Caixas com superiores grampos fraD-
cezes a
Duzias de facas e garlos de nm e
dous botoes a
Talberes pare meninos a 240 e
Libras de liona de novello, a melbor
possivel.
Duzia de lencos de cas-a com barra.
Caixas de liebag com 30 oovetlQ a
Vara de franja branca para toalbas
Duzias de meas croas muito Doas a
Dozias de meias finas para senho-
ras a
Duzias de facas e garfos cravadas a
Duzia de palitos seguranca a 120,
240, 320 e
Na alnas muito Gnas, para fazer a
barba a
Caixas com pennas de ac com to-
que a
Caixas com peonas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita do verdndeiras a
Caixas com 20 caderoos papel ami-
zade a
Pecas de fitas para coz cim 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a
Duzias de liuha f(\uxa para lordar
a 400 e.
Pares de sapaios de tranca a
lluvias de baralbos muito nuts a
25400 e
Ditas de agu'bas para machina a
Libra de pregos franceses a
Resmas de papel almajo sopertr a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas com ^abneles fineta a 720e
'arrteis de ioba A exaodre a
Grvalas de cores muito fictas a
Ditas pretas prntas bordadas a
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a
Novellos de linha branca, 400 jardas
Duzia de carioes de liaba branca
preta e de cores a
Thesouras muito finas para ot;b;
e costura a
Caixas redondas para bolar rap a
Caixas com pos para lim, ar dentes
f-zenda fina a
65000
160
45000
400
15500
15000
500
160
35500
45000
35000
500
I5OOO
320
80O
152C0
700
500
10
500
15800
25000
24C
3560C
4JC86
15G0C
m)
6oc
50C
6C
120
500
152CC
200
hll-
Uerveja em barril, de
periorqu-liln de
P. Johnsvm A C, raa.
Vndese era casa de S.
da Senzala nova n. 4J.
Lencos con
1
de
avarn
loque
A loja dos arcos vend- lencos de esguiao cr^
toque de. avaria a .' a duzia, eassas ile cure' >.
10 e 80 rs. o covado, chitas cretones cum ba'-
ras a 400 x*. o covado. alpacas muito linas e de
lindos padries a otll) rs. o covado : na ra Io d-:
Marco, ouu'urado Crepo, o. O, e^quiua da ra
das Cruzes.
Nao im mms cholera nem
frbre ainnrella
Em ca?a de J. 0. C. cyle ha um sortm int.i Je
filtradores pelo melhor ystema, puis qo^.n mar
a agua passada or elles licar livre de tai lerri-
veis molestias. Tambera recebeu o hem condec
do o deaejado vinho sberry, e est tudo venda t;^
sen aaai>a*in a roa 'lo C< Vende-se a casa terrean. t. Ma a ra :,
Oitao dn Amparo, em 0 ioda : a tratar a ra do
Marones re (Umita n. 40.
MANTELETES
e casaquinbos de crochet pretos de
lindos gostos a 25 e 35 I
Roa do C espo n, 25
S
CRIADO
Qnem precisar-de um, coja conducta se alianca
queira dirigir se ma I da Marco n. 19, loja.
Aiuua-.-e nina excellenie caa concertada e
novo, ;om um pequeo sitio plantad i de diversos
arvoredu* e com commodos oara numerosa fami-
lia, na trav-ss das Barreira n. 2 : a tratar na
estrada de JoaVde Barros, sitio n. 24.
Loja ila estrella
Souza A Almeida aisam ao respeitavel corpo
eoromerciale a todos eeus freguexe?, que muda
rara seu estabeiecimento de funileiro e vidraceiro
da ma do Bom Jess n. 80, para a raa de D. Ma-
ra Cesar n. I-'!, antiga ra da Seuzaia nova,.
Alaga-se ran raoleqae de 18 annos de idade:
a tratar na rui da Paz. antifi do Cano. n. 34,
A Ds qu-' deseja lanar a Jayi,. Basio,
pode diriir-se ra do Crespo n. 7, leja do Gallo
Vigilante.
Companhia.
Precisare de urna ama de rneia
dade e seria para euiohar em cas
de rapase solteiro* : a tratar narua
da Madre de Dan n. 3i, 1- andar.
casa de Cunba, Irrous
Chales de renda pretos
a 2$Q00.
Raa
Crespo
Vende-se libras de canella pisada e peneira-
da em peoeira na esquina da Ponte-velha, u-
beraa n. 4-3, do Sr. Pedroso.
KM fl.\lil
Vinho Pavo
Vende-se este superior vinho cora a marca Pa-
vao, sendo puro e multo fraquinho, proprid para
usar s boras de comida, e vende-se por prego
muito em nonta, era barris de 5 e de 10*: na ra
da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Azeite de peixe
Veode-se azeite de peixe em barris: a tratar oa
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Vende-se o deposito da ra Augusta, defron-
te da taberna do Sr. Varejo, proprio para prin-
cipiante, por ter poneos fundos : a tratar no
mesmo.
Aluga-se o f e andar* da casa da ra
larga do Rosario n. 10 : trata-se no priraeiro a
qualquer hora do oa.
Quera precisar de urna ama para cuidar de
menino? e mais algum servir*) interno, dirija-se
praca da Independencia n. :), qne se dir.
Precia-se de rima ama para cozmhar
para cisa de .todci familia : oa ra di
Imperador n. 17. 3* andar.
AMA,
fa.il hauviu
Pra^a do Conde d'Uii o. 94
Vende-se urna muito boa machina de coiiuraa,
propria para c4x>tureira, alfaiate e sapateiro.
SITIO
Veode-;? ura sillo no Arraial, no becco do Bar-
tholor.ierj, casa nova, toda envidracada, com c.sj
de baahor ca cimba com muito boa agua e bomba,
lem qoinhentos e tanto" pe de arvoredos nevos,
latadas de maraenja-ass, o- terreno proprio e
tdrna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do ruesmo Arraial: ;'tratar no trapiche do
caes do Kami d. i, da 10 horas da manbaa .
3 da tard?, ca no .nencionad-o sitio.
Paletots, ealcas e coletss de C3semira ingleza li-
na para homem.
Camisas de linho inglezas e ranceas isas e
bordada de o. 36 a 42.
Ditas da flanella e de meia.
Seroulas de linho e de algedo.
Chapeos de feltro fioo.
Ditos de sol de seda inglezes para homen? e se-
toorae.
Chapelnas de sedae veludo para seobora.
Camisas'bordadas para senhora.
Beitos bordados para camisas de senhora,
Tichns de cambraia bordados.
Sintos de seda de cores, fazenda i< muito gos'.o.
Baldes brancos e de cores,
Saias de la e de cambraia bordada.
Casaquinhos com guita e manguitos bordados.
Vestuarios de cambraia enfoscada para bapti-
zado. y '
Chapeos de seda e de merino para meninos,
Luvas de pelica pretas, brancas e de cures para
bomem senhora.
Indispona veis de couro da Russta para se-
nhora.
AlbOM cm msico para retrato.
Insignias masnicas de diversos grao?,
Cborutos da Bahia e do Rio dejan-tiro e fumo
inglez pira cachimbo
(jaleados
Rutinas de brim e dnraqne branca bordados de
etim a 6 o par : na ra do B-ra Jess n. 21,
loja.
FUNDAS
A pharmacia americana de Ferreiri Maia & C.
acaba de receber pelo ultimo vapor um grande
sortimento de fundas, e entre ellas algumas c'y
gomma elstica, as mais recommendadas pel's
mdicos para a enra .las hermias : ra Duque ae
Caxias o. ."7. nntr'nra Qneinudo.
Joaquiai Joae Gwiijalves Beiiro tem {.ara
vender no seu escriptorio a ra do C)mmer:io n.
5, os gneros abaixo notadas, qoe vende ibais bi-
rato do que era ontra qualquer parte :
Azetonas em ancoreus.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de'boa qualidade.
Cognac marca marlel rdres.
Enxadas.
Farinba do mandirea de Santa Catbarim, sac-
eos de 3 e 2 ijaeires.
Dita da Barna em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Babia em novellos.
Fonces.
Maxados.
Noza.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palm para dente?.
Pregos sonidos.
Pauno de algodo da fabrica de ToJ a? Santas
de Pedreso na Baha.
Rolha?.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Pjrto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Bahia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de f2 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito mascuje!, verdadero de'Setubal.
Dito Bordeax ero caixas d uma du:a.
Dito <\ caj em caixa de Kna dn.'ia
Murei^a fina ingleza
em latas de I, 2. 4, 7.14 28 libras cada um? :
no .irraazem de Tasso Irraos &C, ra do Ara-
rim n. 31.
PECHIJN'CHA
220 RES
CHITAS ESCURAS E CLARAS, CORES
F'XAS E LlNniSSlMOS PADREES A 2i)
KIS O COVADO. SO A RA DA IMPERA-
TRIZ N. 26. VENHAM 4NTES QUE SE
ACABEM.
A 3:
PECAS DECAMBR4IA VICTORM COM
10 JARLAS A Um RIS. TORNA-SE RE-
COMMtNDAVE. PELA R A QUALIJADE,
SO A RA DA IMPERATRIZ N. 26.
Vende-se casa ttrrea roa da Floresta v.
2 etu Olinda a qual de pedra e cal, lera bastan-
t^s commodos pala familia, chaos proprios, gran-
de quintal bem plantado com as princpaes frue-
teiras, quem precisar pode derigir-se a mesma
casayiue lera enra quem tratar.
Vende $a urna carrora
raa Nova, loja n. 7.
Attentjao
Vendes; ama taberna c. m ponOi fundo, pro-
pria para principiante, bem afreguezada, sita a
roa da Senzala Nova n 2i : a tratar na mesma.
CALCADOS
para crianzas
Grande sortimento de caganos para crianza.*,
dos melhnres que tem vindo i esta praca : na
loja de. calcado da raa do Bira Jesos n, !, loja d
- t.nrf.i amirell'i.
Yi'U-ie-se barato um piano di um do un
e boi : a tratar na i afamados fabricantes: a tratar na ra do C
rnercio n. 38.
m



Oiauo de fetMfflDaoo Segunda eira 10 de Julho le 1871.
VNDESE
Juaquim Jos lltnM,i rna da Cruz n. 8, i*
*ndar, vende algodo aaul americanos verdadeiro
* pregn americano i. 3 e l.
Mi fea tala cabellos branco
Tipiara japonesa.
S e nica aparovada pelas as academias dt
sciencia, reconhecta superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principar ra da
adela do liecife n. 51, i* anda/, ea todas a* bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
empre a Mova Esperanza T!
AO BBLLO SEXO.
Esta toja bem conhecida peta sna elegancia e
aperioridade de seut ootactos. acaba de receber
rauitos arugos para o que respeitosament convida
ao bello sexo a viita-la, aflmdecomprarem aquil
lo que precisaren) para prepares de vestidos fol-
ete o tocadores, e mesmo qualqner objecto para
(azer algum prezeote..Jpoi que s) na Nova Espe-
ranca ncaro sa.-feitos, j pela qoalidade e pre-
eos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
:;a u/ana-se em nao se impacientar em dar a es-
colher os objeetos, prestando-* com o agrado
cam que cosiu a receber a todos, atim de que
saibam com o firme proposito de vottarem ou
mandarem a mesma loja, logo qoe precisem de
qualqner artigo por pequeo que seja.
LVAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperanca para
aomens, senhora e meninos, sendo brancas e de
KOVIDADE.
Bico de quipnre preto com branco, a Nova Es-
peranca s queso tem 11
Caixas para jotas.
Nova E-yeranca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de muitas qualidades a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos oa sardas.
Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
- 8'eza.
Para refrescar a petle e afnrmozia-la.
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhocido fabricante,
. anto francez como inglez, estso expostas venda
a ra Duque de Caxias u. 63, na Nova E-pe-
auca.
Extractos, banha, oleo, sabonete?, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavando, etc., etc.,
:udo de superior qualid?de : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu um lindo sortimonto de la para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
;a. esearlate etc. etc. a Ha antes oim se acabe I
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se vende na
ra da Madre de Deas n. 22, armazem de
Jeo Martins de Barros.
A
Vende-se siccos com iannha de mandioca, me-
diado 18 cuias, pelo baratsimo pre;o de 54 cada
ueeo; na ra do Mrquez de Oliuda n. 40, es-
criptorio.
Ubi-as stw linas.
Vende-se no armazem de (azoadas de Augnsto
de Oveira & C. ra m Omimercio n. 42.
Tara venda em sens armazens. alm de outros
trigos de sen neg io regular, os seguintes, qne
v.cun por precos mais mdicos que em ou-
a qualquer parte :
^RTAS de pinho almofadadas.
PORTKIRAS de ferro para cercas.
SALITRE inglez.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
GESSO superior em porcoes e a contento.
CEMENTO de 'odas as qaalidades.
MACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinioes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POGES americanos muilo bons e econmico?.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
FARELLO em saceos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.___________________
PARA PADABIA.
Vende-se cestos : oa ra do Domingos Joj
nMrtias n. 8i. (Senzala-Vellu).
LIOUIDACAO
Para os seabores de engenho-
vercin.
Chila, fazenda bem conbecida pela sua fortidao,
mais largts que chitas, para roopai de escravosa
Suts. o covado : na ra do Crespo n. 20, loja do
Guiiherme.
TRSENOS
Vende-se em grande nu pequeas porroes, o>
praade terreno que foi do Sr. Machado, .silio deno-
iiur.: -1 Jaqueira, distante da estacio do Fundao
cem pasaos, com frente para a estrada do mesmo
, nome, com muitas arvores de fructo. Este terreno
proprio, e por ser de barro presla-se para qual-
qner planlacio, e muito se torna recomraendado
por Bear perlo do rio e da e>laco. O prec.o
muito mdico : a tratar na rna Nova n. 48, no ar
muem da N->rma, ou com o Sr. Tristao F. Torres,
qie todos os domingos e dias santificados o acha-
nto nesso lugar.
nra terreno na na da Hora, e-traila de Joan de
Itarros, cun 1< 0 pasaos de frente e iiO a 450 de
fundo, com algumas arvores de fructo, por mdico
jreco : a tratar na ra dj Vigario u. 14, 1* an-
oar eseriptesao.
197.
Graxi em boioe?.,
. Yecde-se a verdad-ira graxa ingleza em bfio?
do fabricante Davand Martin : no armazem de J.
\. Sfnreira Das ra da Cruz d. 26.
Grande
LIOUIDACAO
rouptaus ce- seda
Poupelinas de seda de lindos padres o mais
mederno que ha ehegado no ultimo vapor, a I ."00
o covadr, na ra d Crespo n. 20, loja de Guiiher-
me Carneiro da Cutiha.
VeaJe-M urna cano< pequea para familia :
na ra do Jatmire a. 35, Boa-vista,
Jeid*!)

LOJA E ARMAZEM
Bonitas
PARA AS FESTAS
DE.
SAMTO l\TO\IO
E S. Mo
CDEARA PARA A LOJA


NA RA DA IMERATBIZ 60-
, DE
FLIX mmi DA SEVA C
Os propietarios dette granda eX>B4)tociiio taad ,-ea w.q|M>atfo!Ufa potgao te
fazenda, e taodo continuado fe recetar por tniot m aporte imm lfehroli porcao'
das mismas, tem resolrirro fneromi (HUNDE UQUIDAjCi^j^ demionir o grao.
de deposito e apurar DINDEfRO. De todas as faxeadas que e vwde baraiissimo je d3o
as amorras, fleando penhor otw n*ht levar em casa das Ktou. familias, assim como
as pe-soas qoe ne^ocram em TBeoqr escala, n'sl*esU'.leciiUe p*derto orar ea
pequeas porcoes peles Brastirytejtu m* wp oas tsxprtidoras,
5 *J
qoe seencamga de execoUr qualquer ei-
commeala da siu arte voaude do fre-
gt*ei. e.o proorMiario A'este graode sta-
SalMtaniwaw e ptvoMtte servir bam a todo*
os fregoezes qoe he bourarera a soa casa.
ALpODOSIIHO A 5 00 A PEQk
O MvA-vsod pecas d'algodosiobo de
oo boa qaalietade, sendo 20 jardaa cada
p*ca, pelo barato preco de 33500, ditomoi-
o largo e eoeofftrjo i r^OOO, dito o me-
Ihor que tem viado io mercado, muito en
oorpado e largo tom leotjoes. pelo barato
preco de 6500, grande pecbiocha.
MADAPOLAO A 4,5000 E 43500
O Pari vende pecas de madapolao com
114 jiwiM, n*ada feaexta vito soperior
pelo barato prec) de AbWOO, ditas comas
mes mas jarda* a 41600, ditas Qoissimas a
54500, 63000. 73500 e 83000. pecbincha.
MAOAPOUOFRANCtZA 103
0 PavSo vfioVt pt(ii de Qmssimomada-
polie verdaderamete francez, ten Jo ii
metros ou 30 varas, pelo baratissimo prego
de 103000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vendeu 143000, e liquUa-se por
este barato preco por estar algjma cousa
eocbuvalbada oa pona je fra.
ALGODOSWMOEWFESTADO A 13 13280
O Pavo veode verdadeiro algodosinho
americano, teado 7 palmos de largara 1
muito eocorpado, proprio para lencoes J
73000 a vara, dito da mesma largara seo
do trancado e muito eocorpado i3280.
BRAMANTES PARA LENCOES A 1*400 2*800 3
0 Paviu teude o verdadeiro bramante de
linbo tendo 10 palmos de largara, qoe ape.
oas preeisa para um lencol urna vara erma
quina, pelo barato preco de 25400 vara,
dito melbor de 238-0 e 33000, teado at
do melbor que vem ao mercado 33500
e 45000, assim como crotones fortes para
lencoos, sendo, urna encorpada fazenda fran-
cez a com 10 palmos de largara 20l rs.
a metro, e braaaete d'algodo com a mes-
ma largura 11800.
SAIAS BORDADAS A 43500 E 63000
O Pvao vende grajde pecincba em satas
brancas ricamente bordadas, tendo cada ama
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
45500 e 65000, sendo fazenda qoe sempre
vendeu-se por 83 e 103000.
Fazeudas para saias a 15200, 15280 e 1550o
O Pa /5o vende superior fazenda bordada
dgcom pregas proprias para saias, 15200,
15280 e 155(0 3 vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 cortes de cambraia a 25500
O Pavo vende urna grande porco de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de coros, sendo com listrinbas de
cores tessidas e n3o estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 25500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2080 cortes de cirabraias bordadas a 5>00(
O Pavo vende uina grande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos que tem vindo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
u'onaes, e c m muita fazenda para um ves
tido, e liquida-se pelo baratsimo preco de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, grande pecbincha.
CAMBRAIAS
O Pav3o vende graade-quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 35 a peca at mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O.Pavio vende chitas largas com bonitos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pecbincha.
LAASINHAA 160 RS. O COVADO
0 PavSo vende bonitas laasinbas transpa-
rentes pelo barato preco de loO rs. o cova-
do, pa bincha na ra da Imperatriz a. 60
CORTES DE CASSA A 25500
O Pav3a vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada nm em seo papel, pelo
barato preco de 23500 corte, dito muito
lindas ^3C00, pechiocha.
CASSAS FRANCEZ AS A 200 RS. O COVADO
O PavSo vende bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas finissimas com os desenhos
mois modernos que'tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
0 Pa3o veode finissimos cretooes escu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de640rs. o
covaio, ditos de fi r5es, proprios para co-
ALSACIANAS A 1*200
Cbegaram as mais lindas atsacianas sen-
do orna nova e elegante fazenda de la
com brilhantes listas de seda e bstanle
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o qoe esta anno tem vindo de mis goato
ao mercado, e vende-se 15200 o covado.
CRANADINAS JAPOEEZAS A 800*9. OOOVADO
Cbegou para a loja do Pav5o esta aova
fazenda com o oome de graoadtnas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de 15a com
bonitos qnadros de seda, propria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8oOrs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. wtt COVADO
Cbegou esta nova fazenda com o am
de allanta, sendo urna delicada faienda de
la, para vestidos, qae vende-se pelo bara
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Cbegou para a leja do Pavo um grande
sortinie to das mais lindas e modernas
ponpelinas de seda, com os mais delicados
padres e de muito pbantasia, qoe vende-se
por preco moitn barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADaS A 4*
Vende-se cortes para vestidos de cam-
bnia bracea labrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 45 cada corte,
assim como um grande sortimento de ditas
Usas, lapadas e transparentes, que vende-se
por meos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a oja do PavSo um grande
sortimento de camisas escaras eocorpadas,
a pruva d'agua, sendo prop ias para a es-
taco do invern, e vende-se por precos
em conta.
TOALHAS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500
O Pavao veade toalbss brancas de fusto
alcocboadas, propiias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
35500, ditas eocorpadas muito grandes 75-
CHALES DE MERINO' A 23500
O Pavo vende chales de merino muito
grandes e encornados 2*500. ditos
imiuco de chinezei 25500, ditos pretos
de renda com 4 pootas %5000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavao vende os maiores e melhores
cbales de me in pretos ricamenle borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalqoer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavo vende um grande sortimento das
melbores camisas ioglezas e francezas com
peitos de linbo para todos o precos e qna-
li'iades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os precos e tamanhos,
tendo tambem para criancas. e no mesmo
estabelecimente tan.bem se vende ceroulas
de linbo e algodo, tendo para todos os
pn'.os, assim como meias croas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se veade
por preco maito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem c nstantemente um grande
sortimento dos melbores cortinados corda-
dos para camas e jaiella?, que vende-so de
85000 at ao mais rico qoe costuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
reutes, proprias para o mesmo ti n, colchas
de croentt, dama seo para camas de noivas,
e cortinas, e vende-re no Bazar o Pavo.
LASINHAS BARATAS
0 Pavo tem om grande sortinento das
mais bonitas laasinbas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principiando da 200 rs. para cima ; porm
to grande a quantidade que seria enfa-
donba especificar qualidade por qoalidade,
s a vista t.u freguez e das amostras se Ibe
vendero por precos to cmodos qae
engue d deixar oe fazer om vestido de
la por to pooco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O PavSo veode as mai lindas alpacas de,berla- sendo fazenda muio en'corpada pelo
cordo para vestidos e roupas de criancas barat0 Preco dB 8i0rs. o covado.
Dlo barato preco de 610 frs. o covado, | Basquinas ou casaqninhos a 205 255
ditas finissimas cornos mais lindos lavarte Pavo vende basquinas oa casaqainhos
imitacSo de agracianas 8(0 rs. o covado, 'de seda Prttos ricamente enfeitados, plo
bonitos glacs com delicadas cores e lus- baratissimo pngide 205 d253O0O, sendo
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
COI
15 Rna da Imperatriz15
DE
ULYSSES &
i
um pooco de
qoe adoptamos
MACHINAS PARA
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa Nova
n. -i, om sortimento de machinas para eos-.
tora, das melhores qualidades qoe existe na
America, das quaes muitas j sao bem co-
nhecidas pelos seos autores, Como sejam :
WHer Wtlson, Grovar Boker Silen -
ciosas, Weed e laperiaes e otras muita*
qae com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalho qoe 30 eostureiras podem fazjr
diariamente cosem com tanta perfeico
como as mais perfeitas eostureiras. Garan-
te se a sna boa qoalidade e ensioa-se a tra-
balhar com perfeico em menos de ama
hora, e os precos sao to resumidos que de-
vem agradar aos preteod^ntes.
Neste grande estabelecimento encontrar* o respeitavel po
todo, que vendemos por precos muito resumidos por ser o sjstema
vender barato para vender muito. e tirar-mos apenas 40 '% de lacro do desceck* que
temos das casas importad/ras; e garantimos aos nossos freguezts que podemos fazer as
mesmas vantagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas qoe nos hon-
raren com sua freguezia encontraro em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisa deste esiabelecimento. Chamamos attenco do respeitavel,publico para a grande
ariedade de artigos de que se compe este sumptuoso esiabelecimento, copo abaixo
se segae':
' I 'y >
C'rytae e ridro.Grande sorti- Gangas de 1Jh> tarajoupa de criancas
a 420 t(L c#^o,mri# de linbo branco
trancada rmuito spenr e a 15300 e
1570C rs. a vara, dito pardo de linbo a
320 e 500 rs. o covado, serollas france-
zas decrelone e de linbo l|800 e 25500
r ama. outras mokas senos que
vendemos por precoe raoaveis.



nico
legalmente aatorisado e approvado
pelo conseibo de sade.
NICO DEPOSITO.
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.J
34Ra larga do Rosario34.
trosas como se la lt 00 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de go-.to e luxo para
vestido, na ra da Imperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O Pavo recebea as mais delicadas e me-
ibores ponpelinas de seda para vestidos,
com os mais modernos lovores, e outaas li-
zas cum as cores mais novas que tem v.n 'o,
e vende-sa 25000 cada covado, assim.
como del cadas sedas de listinbas, tanto
para vest los de senboras como de meninas,'
q vende-se 25000 cada 'covado.
ROUPAS PARA HOMbNS
O Pavo tem constantemente am grande
sortimento de roepa, tanto de panno como
de bros br neo e decores, de case-
miras, para todos os precos e qaalidades,
e tambem se manda fazer qualquer peca de ni tas mais eocorpadas, ten lo de ama' e de
obra c m tido aceio e prouptido, para o. duas larguras, qne se veode o mais barato
que se tem cm perito possivel, na ra da Imperatriz n. J.
muito modernos, assim como ditos de cro-
chet e rendas pretas qoe se vendem muito
em conta, oa ra da Imperatriz n. ou-
Cuitas entran;atlas paraeobertas a 3(0 rs. o covado
O Pavo vende cbilas entraadas com
delicados desenbos para cobertas ou corti-
nas de cores fixas, sendo fazenda amito eo-
corpada pelo barato prefode 360 o cooadO.
ESPVRTILHOSA 4550O
O Pavo vende os mais modernos e me-
lhores espartilhos, tendo de todos os ta-
manhos, pelo barato preco .de 45500
CASEMIRAS
O Pavo veade um elegante sortimento
de delicadas casemiras mena, sendo to-
das de 13a e muito levesinhas, ttnio pro-
prias para homeos como para criancas e
Para saceos e fogueteiros.
SACCOS
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pecas e nao oas etiqnetas.
Vendera-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gommercio 46
tBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca nm bihe-
te eom o nome
. DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Coja de Guiiherme.
Laas de cores raiudas a 80 rs covado.
Bramante de lioho com 10 palmos de largura a
2J500 vara.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 210 o co-
vado,
Ditas riseados prnssianos a 280 o covado.
Ditas chinezas para coberla a 2i0 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 2iQ e 280 o co-
vado.
.Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo li>as finas a 3 a pe?a.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a pega.
Dita Victoria, a 4J a peca..
Mussnlina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo francex, a 6i a pega.
Dito inglez de bom a espeeial, a 45000. 5$, 6i
e 7* a peca.
Algodosiabo a 3t, 3*500 e 4* a pe$a.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covado. *
-J?'u branca' com flores miadas matisadas a
oOO is. o covado.
Dita preta coa ir bran:a, o 300 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroe3 miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lencos de c vssa com barra de cor, a 120 rs.
cada Um.
Ditos de linho embainhados a 4* a dnzia.
Chila, fazenda beoa conhecida pela sna fortidao,
mais larga gaa chita para roupa de esefavos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, ,a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1*J00.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o eovado.
Ganga amartilla lisa e de lista, a 360 rs. 8 co-
vado. >
Algodo iargo merca T a 5* a pega.
D-se amostras com penhor.
ment de lindas garrafas para vlnho, de
vi 1ro Bacarat a 60. 70 e 85000 par, bo-
nitas compoleiras de diversos gostos e pre-
cos, tacas de- drrytal para chmpage ; c-
lices de vidro verde finos para vinho do
Rheno a 20800 r*. a duzia, ditos de dito
romo para vinho B.rdeaux a 20cV 0 rs
a doiia clices fldos para licor a 35C0 rs.
a dozia, copos finos lapidados para agua
a 40500, 0800 e 00000 rs. a dozia, escar-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40*
par, grande sortimento de globos de vidro
para candieiros, conmines para candieiros a
200 e 240000 o cento, e a 240,320 e 400
rs. cada orna, pratinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. nm.
Perfumarlas. Sabonetes finos e
grandes a 40500, 10800 e 20400 a dnzia,
ditos ingleses o qne ba de melbor a 20 a
dozia, ditos pequeos transparentes a tit 0
rs. a duzia, lalinha de banba rj familia a
80 e I 0 rs. nma, 900 e 1200 rs. a dozia,
frascos graudes com banha a 640, 80 e
10000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a I0OOO
rs. o fi asco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o fjasco. grande sotimento de.agna de co-
lonia, agua Divina, agoa Florida, agua fran-
ca, tnico Oriental, extractos finos inglezes
e francezes, pos para dentes, pomadas ex-
posico, copos grandes a 20500 rs. cosm-
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. am, bonec as para pos de arroz a
400 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e
de castor branco forma Vctor, para homen
a 110 e 120COO, ditos de palha ventilado-
res a 30200 rs., dites pretos de fe Uro copa
redonda a 30500 rs., ditos bramos a
302t 0, ditos de merino e de seda preta de
5 a 75000 om, ditos de palha para crian-
Ca de 20 a 20500 rs. um, bonets de panno
preto enfeitados para meninos a 35 e 30300
rs. om, chapelinasde seda enfeiladas para
baptisado de crianca a 3:$ e 3$500 rs. nm
bonitas cbapelinas de fil de seda branca
enfeitadas para senboras e meninas a 60
a 70000 orna, chapis de sol de seda com
cabo de marfim a 90500, 110, 140 e
170000 rs. nm, ditos com cabo imitacao de
unicornio a 90 e muitas ootras qualidades
tanto para bomens como para senboras e
criaocas, sendo de percate 10300,105DO
e 20000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percate de barra com Dgurinos a 70000
com 14 covados, bonitos cor es de seda
com 21 covados por 280000, cortes de cam
braia branca fina com babadinbos, borda-
dos proprios para partidas a 70000; tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, cortes de 13a escosseza com
15 covados a 130000, finissimas e moder-
nas cambraias brancas com listras a Impe-
ratriz peca de 10 jardas 90000 ditas mar
ca bispo e Victoria de 40 a 60600 rs. peca,
cambraia branca para .forro pecas oe lo
jardas a 20400 rs., bonitos cortes de laa
com 16 covados a 50500 rs., ditos de
chaly a 50000, pecas de cambraia branca
de salpicos com 8 1|2 varas a 50500, bo-
nitas las de listras a 560 rs. o covado,
grande pecbincha de las finas de bonitos
padres a 260 rs. o covado, fazenda que
vale 400 rs., bonitas e finas chitas france-
zas de ama s cor a 300 o covado, perca-
les maito finas e de delicados padres a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
franceza clara a 340 r?, o covado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
dres a 360 rs. o covado, bramante
de linbo com 10 palmos de largura a
20400 rs. a vara, esguiao de linho finissi-
mo a 20OCO a vara, benitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 5CO rs. o covado,
setiorj de algodo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roui a
de crianca o 500 rs. o covado, riscadinhos
finos; de cores a 280 rs. o covado, chita
preta Gna a 280 rs. o covado, guardacapos
de linho para almoco oa cha a 20600 e
30600 rs. a duzia, ditos 'de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a 80 a duzia,
servem para toalbas de mos, toalhas de
linho grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
do com barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas brancas e de cores de 20700 a
40500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
la de lindos padres a 80 e 130000, ditos
de pello de lontra com duas vistas a 140.
camisinbas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 20500 e 30000 rs. cada ama, visti-
roreelanas e lo****.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
80 a dozia, ditas de ditas com frisos de
cor 60 a duzia,-cantea*dsaoreelaaa bran-
ca para creme a 305CO a duzia, copinos
de porcelana branco para ovos 10200
dozia, tjgellas de porcelana branca para
cado a 500 rs. ditas grandes para farioba
a 40, biitos aparelhos de tenca ingleza
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20 duztas de .pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos com lam-
pa, 4 molheiras, 46 pratos tra*asso6 por
1200, ditos completas para alpnoco da mes-
ma lauca 110, grande sortimento de ton-
ca avulsa, coaslando de pratos cem lampa
sopeiras, molheiras, pratos travesos, pra-
tos avolsos Com frisos de diversos tama-
itos, pratos com coras 20700 a docia,
ditos pagode Cbinez, grande quantidade de
tigelhas 'pintadas de diversos tamanhos,
bules, barias, que se vende por mdicos
preeos.
)ufqullharlas. Micos candieiros
par gaz'de vidro e poreelana, feitio de jar-
ro, 140 e r0(5 cada uro, ditos de vidro
de cores a 6}, lamparinas, grande sorti-
mento de vidros de metal para dependurar,
para cima de mesa e para parede, 10600
1080020 e 20500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamanhos e gostos
de 50 200 o par, casiicaes de vidro de cor
para vela 30 o par, lindos pralibos de lon-
ca esmaltado com iampa para sardiunas e
ootras 2120500 cada om, lindos bules de
louca da China 2500 30 e 30500 cada
nm, sexlinhas de vidro de cores.com azas
para cartes 10500 20 cada orna, bonitas
qaartinhas bambnrguezas de;'0 50o par,
copos de barro, bonitos temos de bandejas
ovaes 110, ditos quadrados 70, grande
sortimento de bandejas avolsasde 10300 l
20600 cada nma, ditas para farinba 10200
urna, talberes de facas com cabo de me -t
fino 120 a duzia, ditos de ditas cabo de
osso finas de 5)5500 100 a dozia, colhe-
res de metal fino para sopa 50 a dozia,
ditas de dito para cha 20400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de lato 500 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 10200,
10500, 20, 30 e 40 cada am, galbeteiras
de 3 e 4 vidros.
Calcado.Botinas de bezerro para
hornera a 60 o par, ditas gaspiadas para
senhora 30 e 30200 o par, ditas de ditas
para crianca a 20 o par, sapatos de tapete
e de tranca para homem e senhora, de
10500 10800o par, ditos de tapete a\e-
ludados para criancas 10 o par.
niudezasDozia de carriteis de li-
nba de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 novellos de linba branca
680 rs., la muito fina para bordar bonitas
cores 6540o a libra, duzias de caixinhas
de grampas 400 rs., dozia de caixinhas
de alhnetes pretos e brancos 1300, le*
ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
tos de madeira emitaco de sndalo, maito
bonitos 2)9, thesouras finas de ponta tor-
ta para unbas 60 a duzia, pentes trans-
parentes finos para alizar 20 duzia, Ca-
dirco de linbo tle diversas larguras branco
360 rs. a duzia de pecas, tranca de 13a a
fina de cores para debrom 240 e 400 rs.
a peca, tranca branca de caracol 560 rss
a duzia de pecas, trancas de la de cure-
de caracol 600 rs. a dnzia de pecas, su.
tase branco de algodo 280 rs. a dozia de
pecas, caixas de; gulhas francezas 4 papis
por 220 240 rs. o mheiro, agolhas pars
crochet, toncas de la francezas muito boa
nitinbas para criancas 800 rs. nma, cai-
xas de superior papel amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel alraaco
pautado, dito de peso, dito para forro de
casa, meias croas para criancas 30500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 40500 50500 a du-
zia, meias para meninas de todas as idades
30500 a duzia, ditas inglezas sem costu-
ra para homem 50500, e muito finas
60500 a duzia, ditas c< m p de cor 80 e
80500 a dozia. superiores meias inglezas
dinhos de cambraia bordados para baptisa-jpara senhora 60, 80, 100 e 160, lavas
dos de criancas a 60 e 120OCO om, cami-jde fio da Escossia finas brancas e de cores
sas bordadas para serrhoras a 50500 rs.! para senhorn 30 a duzia, superiores lu-
uma, pentiadores de nanzuk bordado-para
senboras 40500 rs, am. caixinhas com urna
dozia de lencos de linho finos abainhados
por 60000, lencos de cassa finos com bo-
nitas estampas a 30600 rs. a duzia, dit. s
grandes de cambraia com cercaduras' a
20400 rs. a di.zia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenbos a 10200 rs. a duzia.
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
nm, cobertas feitas grandes de chita fran-
ceza a 20300 urna, coberiores branros de
la com barra a 20500 e 30000 rs,, alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
Aproveitem
Talheres Anos, doas botoes, cabo branco, a 5*
a duzia, colheres finas electro-piale a 6* a dnzia,
ditas para arroz, ditas para t*rrin>, ditas para
mostarda, ditas para sal, ditas para sopa a 10 a
duzia, para liquidar qne se vende por estes di-
minutos precos : no muzeu elegante, ra esireita
do Rosario n. 1, de Ferreira, Martins & C
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para bomem e senhora, grande sortimento
de bengallas, espingardas para criaocas,
brincos e alfinetes de borracha para loto, e
correles para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. a 20500 cada urna, grande sortimento
de botes e guarnices para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 20. cada urna, botes de
madreperola grande e para colletes, grande
sortimento dp abotoaduras para colletes, e
ditas de "osso para palitots e colletes, grpza
de boles de os,so para calca 240 rs.,
ca finas a 560 rs. o covado, dita prela de ] pecas de fita de sarja "de cores sem beira da
de 440 a 800 rs. o covado, seda preta a J n. I 700, ditas de dita de setim estreita
500 rs. o covado. grosdenaples branco com ;e l.rgas e 240 500 rs. pecas de fitas
toque de mofo a 640 rs. o covado, japaojde velado estreita preta 640 rs. ditas
de seda encarnada a 900 rs o covado, finis-
sima 'brilhant.na de listras brancas e par-
das a 640 rs'. o covado.
largas, e muitas oatri miudezas que dei-
xamos de mencionar por se tornar enfado-
nbo.
Este estabelecimento acha-seaberlo desde as 6 horas da manha as ddanoite.
15Ra da Imperatriz15
EMPORIO OMMi:iU i%li
ULYSSES i IRMO.


")

i
Diario da Pernanibuco Seguuda feira 10 d Jaiho da 171
~V
64
CYSNE
RIJA D4IPERATRIZ \ U
DE
FlGUEIREDO & LOPES.
Os proprietariot deste novo estabelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo aeolhiaaento favoravel qoe ten recebido de seos freguezes; sinceramente Ibe
agradecemos t5o expontanea como grata coadjuvacSo. Cortos est mos qoe devemos
continuar a receber esta favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido :
qoe vender barato e haver sincerldade dos tratos.
Convidamos portamo as EXmas. familias e aos mscales a virem ao nosso estaoe-
ledmento oo mandar buscar as amostras das fazendas que recebamos ltimamente,
pois temos fazendas da mais apurado gosto e do melbor qoe vedi ao nosso mercado.
Grostoaples
Temos o melbor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que ootra qual-
quer casa.
Ditos da cores.
O Cysne tem o mais -liado sortimento e
de superior qaalidadc que vendemos por
2J500 e 21800 rs.
SETTNS DE CORES.
Temos de todas as qualidades e preces
mais baratos que ootro qualquer.
Vestuarios para baplisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qualquer parte.
CRETONES.
Recebemos cretones de cores escaras e
claras proprtas para vestidos de senboras
que vendemos por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem' lencos d esguio de 50
at 9000, ditos de cambraia de linbo em
canas de duzia a 7)5000. ditos brancos,
E' PECHINCHA \ de cassa muito finos a 20500 rs., ditos de
Alpaca Jarrada com cordao a 560 rs. o cores fixas proprios para rap a 45000 a
covado, dita com flores e listras a 640, 700, duzia.
900, 10000 e 15200 rs., estas ultimas sao. Tapetes para guarnico de salas, de todos
to finas qoe ninguem dir que lia, sao os tamanhos e por mtnos prego do que em
muito largas.
Lias Saboya
Recebemos urnas las o m seda, azenda
rateiramente nova no mercado, tem um bri-
Iho que as torna recommendavel.
Fechincha
Poil-de-Cbevre fino e com muito brilb
a 560 rs. para acabar.
CNta a Minerva
E' orna fazenda de laa com listras de seda
de cor que faz urna vista extraordinaria com
49 e 20 covado* por 220000.
outra qualquer casa.
Bretanbas de superior qualidade a 10,
10200 e 10400 rs. a vara.
FLANELLAS.
Temos de todas as qualidades, tanto de
cores como brancas e por meos do que
em outra qualquer psrte.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 2300, 45, 50500 e 60500 rs.
ditos cbinezes a 140000, estes ltimos tem
seda e sao muito lindos e proprios para
Cortinados
Temos completo sortimento e vendemos uma senhora honeita.
por menos que outro qualquer. i Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
Cambraia para cortinados de stiDerior eos, dito preto liso e com salpicos.
qualidade com 20 varas a -i10000 a peca. I Colxas brancas de fuslao a 207CO rs.,
CHITAS |ditas de cores a -08co e G5000 rs., ditas
O Cysne tem o melhor sortimento de muito grandes com bonitos desenos a
125000.

Atoalbado.
Temos atoalbados de linho muito largo,
'! dito de algodao adamascado.
Bramante de linbo com 10 palmos de
de algodo a 10800 rs. o
. metro.
chitas tinas desde 280 at 440 rs., pode-
mos amanear *erem core* fixas.
MADAPOLOES
Temos madapoloes desde 40GOO at
16000;, porm esta qualidade tem 40 jar
das ou 32 varas maito largo e eocorpa-..
do. Dito francez com 24 jardas a 80 e'
"SS'raiaa Victorias finas desde 405OO1 Brins ^^^f ^"S" "
at 8A000 rs precos, dito lona branco propno para
D.taTlransnareotes finas de 30500 al "JJ de homem fazenda de ^P^or qua-
140000, porm astas slo largas. "Jaae- p .
Cortes de cambraia branra com 8 varas i r,, ,._, ..*-. ',, a-------
vende por barato preco.
Algooao enfestado com 9 palmos de lar-
gura proprio para lenges, toaihas e outros
560 rs". o metro, ditas miudinbas a 500 rs. misteres, qoe vendemos pelo barato preco
sao finas e cores fixas. I de 900 ra. a vara,
Meias para hmens, ditas pa a senhoras, | Completo sortimento de casemiras de
ditas para meninos e meninas, de todos os core?, ditas pretas para todos os precos,
presos s qualidades. pannos finos para todos os precos. Tam-
Esparlilhos bem temos um bom alfaiate e nos encar-
Temos espartilbos de diversos tamanbos regamos de mandar fazer qualquer pega de
e precos. ^ra 1ue ficar a gosto do frpgn*z.
dito de cr^ a 70000 a pega.
Cambraia de cor
Temos cambraias de cores com barras
DE FERRO
Estes artigos acbam-se a venda
em casa dps importadores
ShW, Hawkks C
ROA DA CfcUZ N. 4.
HVDROIEO LITHOTRIPTIGO
JtitfTI IIIIKI "flATI O E GOTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALLIVEL EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SA FORMACAO
Guiados pelas indicages de morios abalisados cbimicos, e mdicos distinctos, que
se deram ao estudo e averignacao das causas que prodizem os pjdecimentos de rheu-
matismo, golla, areias dos rhins, oexiga, ftgaiio, e d'outrQ visceras ; e aos ensaios dos
meios proprios para cural-os, chepamos a obter um remedio, que nunca desdisse a sua
actividade contra os ditos padecimenlos.
Nao nnicamente baseado em tbeorias que tanto avangamos, mas sim nes satis
factorios resultados obtidos da sua applicago, as innmeras experiencias, que com file
(izeroos; e deste modo, seguros de seos beueticios effeilos, afuuiameoie o recommenda-
mos pessoas qoe soffram algumas das molestias cima ditas, ou de algons outros pa-
decimenlos do apparelbo urinario, laes como o diabtico, glycosorico albuminuria)
etc.
Escusado seria observar que se nao pode designar um numero determioado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padegam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes difpo-ig5o na-
tural ou compleigo, de cada um delles; mas comlndo, cerio qae o hydroleo lulho-
trptico anlirheumatico e tjoUoso produz sempre a cura desejada, quindo se persista em
toma lo o lempo preciso para obte-la ; devendo ter-se em vista qoe quanto mais invete
rado est o mal mais se de ve insistir na applicafo do remedio.
Podemos tambem afliangar que, por mais continuado que seja, o oso deste reme-
dio nao causa desarranjo algom as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lambem possoe, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, nao piucas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, que eram entretidas pela (Jebili-
dade gei'al do appielbo digestivo,
MODO DE USAR.
Tomamse do hydroleo lythotriplico, nos primeiros qaatro ou cinco das, duas co-
Iheres de sopa, em agua assucarada, leite, cb ou caf com leite, e mesmo sem misto
ra alguma, na occasio do almogo, e ontras ao principiar a jantar.
No qmnto ou sexto dia e seguintes, tomam-se do mesmo mododit), tres coiheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porgao de areias; se as dores
nepbrilicas, rheumalicas ou gotiosas sao constantes; em fim, se os padecimenlos sao
fortes, lomar-se-ho quatro coloeres de cada vez, oa tres vezes no dia, a tres coiheres
de cada urna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithotriptico vio sendo mais raros o apparecimento das areias,
as dores nepbrilicas, rheumalicas e goltosas at quede todo desapparecem : nesle ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, como preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentagao, deve ella ser regulada de modo que nao sobreear-
regue o estomago, e em quanlidadd tal que possa ser fcilmente digerida.
A melbor bebida sem duvida, a.agua pura, mas tambem se poda usar de vinho
simples ou pouco alcoolico. De ceneja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre ludo o que muito recommendamos, grande exercicio, mm fadiga, pois que
elle muito contribue para a rapidez' da cura.
N. B. Depois de tirar-se do frasco a porgo que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolbar immedialamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
tipa do Qoeimado.)
FAZEEVDAS BARVT4S
NA
LOJA DO PAPAGAIO
.
A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
MENDES a CARVALHO
Os tiaoos propridark.s deste bem,conhecido estabelecimento, avisam aos eos
lomerosos fregnezes e com especiadade s excellentissimas familias, qoe acabam de
receber nm novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed?, 13a,
linbo e algndSo, que venderlo mais barato que qualquer outro estabelecimento ; assim
como vendero as j existentes pelo maior prego qoe encontraren!, para nao accomula-
rem as amigas com as modernas. Portanto, previpem s excellentissimas familias amigas
da economa domestica que aproveilem a occasio de, com pequeo dispendio, pode-
tem refixer-je de qualquer fazenda que precisen).
Declaramos rs pregos de algumas fazendas, para provar o qoe dizemos.
Madapoloes de 4, 5, 6, 7 e al 100000 a pega.
Algodozinho de 20500 a 80000 a pega.
Chila a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a 10600.
L'azinbas de diferentes qualidades de 320 a 500 rs. o covado.
Corte* de percalas com 14 covados a 50000.
Dit is de cassas, padres miudinbos, a 20500".
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cr de Ivrio, de cor fixa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 555lO.
DHos de ctttbraia branca bordados e de salpicos a 60000.
Balees de la de cores modernas a 40000.
Lengos chhtzes braceos e de cores a 30 a duzia.
DKos brancos de cassa a 25 a duzia.
Chales de nvrn lisos e estampados de 20500 a 50000.
Colchas de fuslo, grande, brancas, a 208oO e 45000.
Bramante de linli de 20500 a 20000 o metro.
AlgodS enftstadn liso e trangado de 10 a 10400.
GwKBM de fu^to de cor de 20500 at 60000.
Bros oe hubo de cor de 500 al 800 rs.
Cs*W de cores de padr5>8 midos e grados.
Baila- de tudas as cores a GOO rs. O covado.
Flanelias di cores a 640 rs. o covado.
Para luto
Princetas pretas a 640. 800 e 10000.
Lazinbas pretas a 4i0 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5*,0, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trangada, a 1520Oe 10800 o covado.
Merinos tragados e de cordo para differentes pregos.
Outras muitas fazendas, como sejam : atoalhados de linho e algodao, guardana
pos pardos e brancos, algodo enfestado li.-o trangado, bramantes de linho e algodo
para lenges, cortinados bordados para janellas, flanellas e damascos de t .'das as cores.
Officin de alfaiate na loja do Paaagaio
Alm de baver um grande sortimento de roupa feita de todas as qualidades, tantc
de brins como de casemiras, caigas, colletes e palitots, ba um bonito sortimento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estacao, e cortes de gorguro par;
colletes.
Panos finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linbo de todas as qualidades.
Ditos pardos trangados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linbo e algodo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pregas, com collarinho e sem elle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos deso de seda para 8, 10 at 180000.
Collarinhos e punbos de linho.
Grande sortimento de grvalas, mantas de seda pretas e de cores, e um especial
sortimento de popelinas de cores, dos padres mais modernos qoe tem viudo ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou mandam-se levar pelos caixeiros.
mmmmmmmmmmmmm-m-mmmmmmmmmmmmmmm
| ATTENCAO
S FLOR DE OURO
Forle mama de annnncar I vive o Diario de Pernambuco cheio de allengoes, ven- j
0S de-se alo, vende se aquil". e urna infinidade de consas ( para maMarem a altelo do j
a respeilsvel public! no entanto, os proprielrios do novo e bem montad etabeteciroento de *
8 jias, intitulado FI.OU DE 0UA0sito roa do Rosario larga n. i\ A tead> preparada com ]
toda a elegancia e gosto nao vum para o cooeeituado Diarto de Pernambuco apregoar que
BHj tem as meinore9 joras de oaro, prara, brilhantes e mais pedras preciosas, tudo da uloia }
moda, e que veods mais barato que em qualquer outra parle, se elles quiiessera segoir esta j
rotina de annonciar, diriam que estao completamente sortidos de bellos aderer os, cadeia3 ]
| para relogios, anne9 bracelete* e urna iannidade de artigos que ser eofadonho mencionar j
25 e que .' com vista poderia o respeitavel publico e com especiadade as Exmas, Sras, fre-
S quentando dito estabelecimento, a -na vontade apreciarem.
bai'^ixiisa i ro^aii^ErwflcaJKiearEJsaKiBsaBii

Nanea se vio um proeesso mais perteito e que ai-
tinja de tal forma a salisfazer as exigencias mais
severas da f scrintnracao.
A sna cor Imdissima e nao precisa de cuida-
do algum para se conservar do tioteiro sempre
com a mesma cor, sem borra, crsta. bolor ou sem
todas estas amellas inherentes todas as tintas
at agora conhecidas, anda mesma dos melbores
autores estrangeiros.
Sobretodo, este esiimavel prodoc4o sao ataca as
peonas de ac, antes pelo contrario, a penna
adquire um esmalte dourado que, sendo toleres-
sanie, asss proyeitose.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
di comtudo doas, tres, ou mais copias um IMI
depois de escripia ; preciso, paren, deixar-lbe
o papel bem moihado sem o enxugar com o mata-
borrao, porque nao ha o ri-r,o de borrar. Para se
tirar mais de urna copia, nao se agglomeram lan-
as folbas aiiantas copias ge qu*rm tirar, roas
vae-se como original tirar uro* taotas quanus
se detejam, sem que o original que prejudicado
pelas extra^des.
Occorre aqui dizer que, para eopiar importa
muita intelligencia e habilidade, sen e que a me-
lhor tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
sobre a tinta, que muiiat eses qnem meaos
culpa tem.
A dupla qualidade desta tiaU Iremameate
aprecia ve), pois que eviU qae easeaalqoer es-
criptorio haja atis do que ama lela ra os di-
Tartos misteres.
Eraiaanto sm Aaobilidate, b a oppor
a oenor dtvda, poM^ot fisu> tiala iapou as-
cripta sotTre o choque de cidos foriis9imost
se deeompr; ora, se os cidos nao tem aeco so-
bre ella, muitfl menos a aeco do tompo a poda
destruir; isto plaasivel.
Nao s ao commercio que este mea producto
?eio ser mil ; os professores dos collegio9, invest
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
seos discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razao a acharam apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripia, logo qne fui admiuida esta tinta
no coliegio, apoderou-se deltas a coriosidade e o
go^.to, e ponco tempo depois o seu adiantamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vantageos, tem oro
nico inconveniente, deteriora-fe ao contacto de
outra qualquer; eenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de onlra lintt, e eyj
tar escreter coro a peona suja de urna prepararlo
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
razao para se usar de lint qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas falsificacoes e semelhaocas tem appa-
recido, caja durafilidade davidosa. Os Srs.
eompradores podem evitar o engao drigndo-se
easas cireooispeeta, e pedindo a tinta qne en
A. MMieiro.
S5o finalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparafeS
d,o Dr. Radway & C. de New-York.
Depois de alguos annos, em que as falsificacoes de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito que
dstes remedios baviam alcanzado por seos maravillosos effeilos conseptram introdazir-
se, illadiodo o publico incaalo, com orna redcelo de preco, nollifieando o verdadeirc
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nullos effeitos, Iembrou-se o autor de fazer a declaradlo abaixo, e >
dar diplomas aos que venderis os seos legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel poblico de qoe as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
owat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotlo ignal ao deste
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, qne os Srs. Raymundo Carlos Lei-
te d Irmo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentes
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Portu-
gal. Noticiamos ao publico, qoe nao se podem obter os remedios do Dr. Radway & C
e qoe sao preparados no laboratorio do mesmo dootor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), senio das pessnas que podorn prodnzir a presente certificago e attes
taQo e que a prodozem, subscripta e assignada do Dr. Raowat A C. e dos Srs. Ray
mondo Carlos Leite A Irmao como ao p. Todos e cada nm dos remedios do Dr. Ra-
dway & C. sao acompanhados de cdulas smelbantes as que parecem ao p desta* cer-
Uficac3o.
Examine-se bem a assignatnra da firma do Dr. Radway & C. ao p da presente
sertificacao e compare-se com o fac-simik as cdulas com todos os frascos e caixinhas.
Radway & C.
i__________________________________*m.
ROSA BRANCA
Sua da Imperatriz n. 58
A LOJ.1 MOVA
Grande pechincha
Cbias escuras mnilo bonitas, cores fixas e bom panno a 2i0 rs. o covado
Chitas precale delicadisshnos padrSes e muito finas a 360 rs. o covado
Cambraia branca transparente o que ha de mais fino com um ailado lindissimo,
moito propria para vestido de baile a 6I000, s na Rosa Branca roa da Imperatr*iz
n. 58.
Cambraia de cor miudinbas com dalicacba padres e cores garantidas, as melbores
e mais modernas a 320 rs. o covado.
Madapol5o fino a 50000 a peca com 20 varas s na Rosa Branca. Vende-se mui-
tas ontras fazendas por preco muito em conta, do-se amostras, e manda-se levar em
casa, na
ROSA BRANCA
Ra da Imperatriz n 5 8.
BAZ4R DA MODA
DE

- Vende-se na roa do Bario da Victoria, ou- f tr'ora roa Nova n. 49, o amanem de looca fia e
ordinaria, a qualquer pessoa que ?e quizer esla-
beleeer, a dinheiro, cu com algom praso com ga-
rante a vontade do prpritlario ; no mesmo ar-
maiem, vende-se a dinheiro vital apparelbos -%T
para cha de porcelana,.donrados e de frisos da JS& TUa QO vrCSDO II, \J.
efire-s daos de porcelana branca, apparelhos pa- ^^ de nfB j6 cor propria para a praea, tr
ra ntr de porc-lana branca, ditos para aotar Ha^3 c Arde eaoaa mnitoliudaja J60e300
de friso verde e asnl. inpleaes, ditos paa ohi, va-, Jga ""/^* H VcSheS? CaSeiro d!
sos de porcelana para Hores, compoteiras, garra- '8-h?
fas, copos para agua, clices para viobo e cham- -
panhe, de chrystal e lapidados Anos; e ontras
mailas pecas qne er enradoBho mencionar por
extenco, que se vende por Besos do qne em ou-
tra qoalquer parte de 5 a 10 por cento, por ler
o dono de acabar com o e tabelecimenio.
Bichas de Hamburgt)
Na pharmaeia da Concedi, a rna do Marqaex
de Olinda (Gadeia n. 61) reetberam-se ai v*r4a-
deir sanguisugas ha-nbargnezas pelo vapor La-.
Plata, ijne vendem-se em grandes e pequeaas por
CdeS i pWfO COMBOdO.
Cemento Portland
En barricas de 13 arrobas preco mais com-
modo do qae em outra qoalquer parte, reode-ae
nos armasen de Tasso lrmaos 4 C.
Vende-se velas slearinas de superior quall-
de, de 4 e S m masso, a 500 ris cada um, em
caixas de K massos : na roa do Ataorim n. 66.
Machinas
Vendem-se machinas de costara, em segunda
mi e em perfelto estado na roa Dirata n. 64.
JOS DE SOUZA SOARES k C.
Grande expositjo
Especial sortimento de fazendas de algodao, linbo, 19a, e seda, de todas as quali-
dades.
Artigos da moda elegante, tanto para senboras, como para homens e meninos.
Completo sortinfento de miudezas.finas.
Grande deposito de perfumaras dos mais aflamados perfumistas da Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros para missa com encadernacao de velludo, charao
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras^como para meninas.
Bello sortmciiio do lirias e. morenas joia de ouro, como sejam : Cdeias para
relogios, medalhBes, meios aderecos, brincos, broaioa, brcele :, ccSares, s abotoado-
ras para camisa.
Ricos e?pelbos grandes com moldura doorada a ouro fino.
Bollas panormicas brancas e de cores, proprias para jardios e cornijas de casas.
Assim como temos a venda orna bella e perfeita erabarcaco de guerra, symbolo
da corveta Sd da Bandeira, e nma caixa com rica msica de pente acompanbada de
timbres e mo, tocando com a maior perforo o bymno do Brasil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cb, Fausto, Pericholle, os Dragues de Villars, e Viage
China.
X. SORoa do Baro da victoriaV
(Esqaiaa da de << Avaro)
~7T



Diario d Pfnambuco Segunda feira 10 de Julhc de 1871
I
JDMSPBDDEHGIA.
QESTAO DE D1REIT0.
No casamento putattoo fin
cmmunhfo is bens ?
E' queslio muito controvertida, se o ca-
samento putativo, isto aquelle que con-
irahido com as solemnidades legos precitas
para sea validade, mas com impedimento
oceulto e ignorado por am ou pur ambos
os conjuges, opera ou nao a communbo
dos bens entre elles.
O Ilustrado conselheiro Loureiro, de sau
dosa memoria, no' seu compendio de Direi
to Civil, vol. 1, 133, adverte: que
comquanio para a existencia da communbo
legal, necessario que o casamento seja
verdadeiro, cootrahido sem impedimento
entre os esposos, todava mqoanto dora a
boa f dos cootrabentes, ou de um deltes.
o casamento tem effeitos regulares, e um
delles a communbo dos bens entre os
conjuges; mas que depois de conhecido o
impedimento e de restituidas as cousas a
songo estado, como asentenca, que declara
nullo o matrimonio, se retrotrahe data da
sua celebrago, desapparece com os mais
elfeitos do casamento, a" excepeo da legili-
midade e suecessibiLdade dos filhos,'o ejfei-
tu da communho tambem.
Assentada a questo neste terreno, parece
que oao pode haver duvida, nao se conlr >-
verte que, emquanto nao se sabe se o casa-
mento nullo ou nao, e cooseguintemente.
quando se presume que elle foi contrabido
na forma je direito, o casamento produz os
seus effeitos :egulare, pois que at en'T.j
oenbuma duvida se suscito. Portanto em
ausencias de pactos, que exceptuam a com-
rnunho de bens, est visto que pela Ord.,
L. 4o, T. 46, prjnc, ao casamento contra-
bido por tal maneira devese ligar aquella
effeito.
A questo saber se o effeito da com-
munho de bens no casamento putativo, qe
presuniptivamente um casamento verda-
deiro, prevalece ou nao depois deconbecido
o vicio, que annuila o matrimonio, de modo
que, sepirados os conjuges, possa cada um
delles ficor com m^tade dos bens do casal,
como se na realidade se tivesse dissolvido
um casamento valido entre elles.
A exoosieo, que faz o conselheiro Lo-
reiro, niio solve a questo, e apenas pode,
aproveitar nota correspondente ao para-
grapbo, em que trata da materia, quando
diz que : os bens adquiridos pelo traba-
Iho, industria, e economa de ambos os
coojuges se communicam sempre no casa-
mento putativo.
A qocslo. como ja dissemos, altamente
controvertida.
Gama, uas D;c. 89, i76, 207, e 220, se-
gu, e refere julgado, que no casamento pu-
tativo communicam se os bens entre os
conjuges, as.-iin como se opera por este ca-
samente a legitimidade dos filhos.
Da mesma opinio Borges Carneiro,
vol. 2, 127 ; e ella se inclina Lobo.
atros autores, porm, como P. Barbosa,
Mello Freir, e grande numero de escri-
tores, dizem que do casamento putativo nao
decorrem aquelles effeitos, que se referem
propriedade, natureza, e substancia
do proprio matrimonio, ou que, excepeo
daquelles que se referem legitimidade e
aos intsresses dos filhos. todos os mais
effeitos do matrimonio devera, partir de um
matrimonio verdadeiro.
Poder se-ha sustentar a primeira opinio
dizeodo : Io qi9 assim como todos concor-
dara em qne os lucros adquiridos na cons-
tancia do matrimonio putativo se communi-
cam entre marido e mnlher, assim se de'-
vera edmmunicar os mais beus, porque, ob-
serva Gains, nao ha razo de differeDt.a,
nem so coraprehente porque motivo se com-
municam os lucros havidos na constancia
ce tal matrimonio, eno se ho de commo-
ir o* bens deontra natureza. 2o que o
C3samento putativo produz o eleilo da legi-
l.midade djs bos em razo da boa f dos
o Djoges. Mas se ha boa f dos'conjuges
para a legitimidade dos filos, porque nao
na de proluzir tambem a communbo dos
bens, e assim todos os mais effeitos de um
casamento regular? 3o que a Ord. do L.
4, T. 40, 2o so reqaer um casamento pie-
samptivo, <- t:j um casamento verdadeiro,
t.;.i i que diz: Ootrosim, scto meeiros,
provando qtu estiveram em rasa teda e
mantena, ou ea casa de seu pai, ou em
i '.:.). n publica voz e tama de marido e
mulher per Unto lempo, que segundo di-
reito baste para se presumir matrimonio en-
tre elles. pasto que se nao provena as pala-
vras de presente.
Ora, se do casamento presumptivo resulta
communbo de bens, e se o casamento pu-
tativo, por presurapeo, um casamento
valido, parece que delle (leve igualmente re-
sultar a communbo de bens.
Finalmente que neste sentido a pratica,
e que sendo as decises dos tribunaes. nos
pontos duvi-Josos, o melhor interprete das
leis, porque a jurisprudencia urna parte
do direito, na conformidade dos julgados se
deve estibelecer a doutrina.
Mas estes argumentos, que teem urna
cor de procedencia, entendo que se oppoem
oulros mais valiosos e fundameotaes.
Assim e que a lei deduz o effeito da com-
munho de bens do casamento celebrado
jurdicamente, e contrabido de modo va-
lido.
Qaando a lei, diz Gama, reconhece orna
causa qualquerpara os effeitos de que trata,
essa causa deve estar as proporges, em
que o legislador a constituio ; nao deve ser
urna causa falsa. Por consegointe se a le
exige um casamento valilo para a commo-
nho de beos, est visto que verificando-se
que o casamento nullo (subala cessat
efectos), nao se d a communbo de bens.
Pde-se dizer mais, e esta razo tam-
bem fundamental, qae todos os contratos
eitos com erro de alguma das partes sao
por direito nenbuns.
Se a convenci o accordo das partes,
desde que dase erro em parte substancial,
est visto que ao menos alguma das partes
nao consenlio no acto.
Ora os esposos, quando se casara, pensam
contrahtr um casamento valido, e teem em
vista a perpetua unio de seus corpos, de
sua vida, e de seu destino.
Se um delles cogitasse quo, casando-se
boje, no dia segointe o seo casamento se-
ria julgado sem effeito e nullo, est visto
que nao entrara com a sua fortuna para a
meiaco ao casal, o mais rico sobretudo n3o
qoereria sacrificar parte de seus bens, quan-
do o fari'em favor de urna pessoa que no
dia seguinte nao seria mais seu consorte.
Se pois da intengao das partes coutra-
I hirem um casamento valido, e liga/em-se
I perpetuamente, nao podendo isto acontecer
por erro de qualqwr deltas, nio #e ba de
deinzir do matrimon:o um effeito, que nao
estara na intenco dos contratantes, se pre-
vissem a nollidade do sel casamento.
Por afot se v a differeoga qae existe
entre o effeit> da communbo dos bs, e
o da legitimidade dos filhos. Os ooojuget,
pelo casamento procuram ligar-se em seus
corpos, em Soas almas, e em sua fazenda,
com a conflanca que tinbam na permaoencii
do lago jurdico e moral, qae instituiratn ;
nada mais natural, portanto, que os bens se
nao communiqnem desde que o fim, que
tiveram em vista, oao prehenchido.
Mas quan lo se trata de interesse dos fi-
lhos obvio qae nao pode ser da intenco
dos pas, que se considere a prole como il-
egitima em caso algum.
E se nenhum dos conjuges fica em desar
pelo erro, em que estavam; se a pudecicia
da esposa nao se perde ; se ella nao tica
prostituida pelo casamento putativo em razo
da kua boa f; porque os filhos serio con-
siderados procedentes de orna unio Ilcita,
elles que sao os menos culpados, ou para
melhor dizer innocentes, em que seus pas
contrabissem similhante unio ?
J se v portanto que o interesse dos
conjuges, e sobretudo o favor dos filhos faz
produzir o clleto da legitimado, entretanto
que o interesse das parles se oppoe mea-
c3o dos bens no casamento putativo.
i. corto 11 je a ord. satisfaz-se com um
casamento presumptivo para a communho
dos bens; mas compra tntenier o sentido
da lei.
Ella nao quer sem duvida acceitar um
casamento apparentemenle vlido, esubslan-
cialmente millo ; mas um casamento vlido,
que nao se po iesse provar de momelo
com as provas ordinarias, porque podiam
ter desapparecido.
Admittio que o casamento se podessu
provar por presumprao, porm nao deu ef-
feitos ao matrimonio provado uullo.
Na hypotbese a lei salisfez-se com a no-
loriedade, que existia do casamento contra-
bido, quando os conjugas se achavam em
publica coz e fama de casados, posto que
au se mostrasse que o foram por palacras
de prsenle (espeeh de prva differenie da-
quella cora que na maior parte dos casos
se devia provar o (acto); mas nao preten-
den por certo que o casamento apparente-
raene vlido, porm nullo em substancia,
tivesse os effeitos de um casameoto verda-
deiro.
S; os lucros havidos na'constancia do
matrimonio, por trabalbo, iadusiria, ou eco-
noma de ambos os conjuges, se commun
cim, porque no casamento putativo ba
urna sociedade de facto. e os lucros sao
produzidos pela activi tade de ambos os con-
juges, por consegointe nada de mais equi-
daiie do que repartir entre ambos o que
ambos gannaram.
Mas porque nesta sociedade de facto se
deva repartir igualmente os lucro entre os
socios, nao se segu que todos o bens de-
vam ser divididos tambem, aiada o/ie nao
adquiridos pela sociedade.
Finalmente se a pratica de julgar era no
sentido de se communicarem os bens- no ca-
sameuto putativo, todava cumpie nao estar
pela autoridade dos arestos com prejuktu do
direito Legibus non exempsjudmandum.
As opinioes se reformam, o direito pro-
gride, e a verdade da sciencia pode se de-
monstrar anda mesmo contra a aotoiidade
dos julgados.
Ora, quando ba tao valiosos argumentos
para sustentar-se que no casamento putativo
nao ha communbo de bens> parece que a
forra dos arestos nao deve ser reputada n-
veticivel.
Em concloso digo: no casamento puta-
tivo nao ha ommunho de bens.
Kecife, julho de 1871.
D. Ijiiz da Silveir-a.
I*
artelto ata WMfcaM>*4$
XXIV
-4 r -" ,.-
A ETI*GA DE 03TENDE
P- Gpnt)ssjaci 0* Aiad sabiram da Nova Troia for-
jorras fraQef divisos diexercBo:
laram pela praia oriental na direceo
Blankeobergbe,
qo*z Spinola e gran
pal que qtuzeram a
da a esta scena im
I) governador de
,do mar
Muas tro-
"e para*
teode, taJoYoso an
cii, que, como dissemos, (ir maullado
dula vezas dorante o cerco, montava um
catallo branco, magnficamente ajaezado :
LITTERATum
A Alberto W. Freir.
RECITADA N.V NOVTE DE SEU ME\Ef Vagam. arrojam-se as almas ^
Do bello nos esplendores:
E' a arle arrancando palmas,
Talento colhendo flores
Agoia. emballon-se o teu ninho
No amor, na brisa e cari&ho
Dis florestas do Brazil
Mergulha essa augusta frote
as purpuras desse borisoote
Que te acea senhoril.
D'ond- vens ?... de um mundo etbereo
A* grande enda a luztr,
Descornando o mysterio
Dos tbesouros do porvir :
Treme, palpita/) proscenio
Aos raios da luz do genio
Na febre do enlouquecer
E' que desponta o teu vulto
Impoudo respeito e culto,
Gomo um astro a alvorecer 1
E o povo quer no proscenio
Gumprr a dupla misso
Ai ara dos cultos ao genio
Ouer dar-te o abraco d'irmao ;
E os aojos formam d'estrellas
Mais fulgurantes, mais bellas
Urna c'rae do arrebol
Descem e (Valva plomagem
Tecem mais ama ramagem
Na tua fronte de Sol I -

Fulmina o proprio impossivel
Um raio de teu olhar
Porca, talento invencivel
Que faz o mundo pasmar!
E's das artes e do bello
O centro de luzo lo
Dessa esplendida victoria
Vasto peito de granito
Onde vagam do infinito
Os magos scnbos da gloria i

A gloria a amante ardente
Que legou-te o Creador,
O genio a stropbe mais qoente 4
Do poema do Senhor
E' o sol que vera das entranhas
Do mars altas montanbas
Despejando os raos seus
E' sublime soberano,
Como o rogir do Ocano,
Como os decretos de Deus t
Julho de 1871.
A. de Araujo.
iaJj. frente dos coronis e capiss da guar-
nilo. Oa espada erguida, ia com toda
digpidade a continencia ao vencedor; que
sewmmoveu perante. aquelles veneraveis
despojos do exercito nolladezn e Ihe retri-
buio a saudacJo com o rigoroso respeito
de vi do coragem mal succedida.
Em numero prximamente de qnalro mil,
marcbavam os sitiados pela ordera segointe:
prrmeiro os franeezes, depois os bollaodezes
e os oelgas, e por ultimo os inglezes e es-
cocezes. Levaram cento e sete bandeiras.
marchando; em bella- ordera militar : as'
fei?es crestadas pelo sol, (je tolos estes
intrpidosl militares; nao tmham o me-
nor aspecto de decadencia resultante das
diuturaas (adigas da guerra ; a saude pa-
reca completa ; os fardamentos estavam
aceadissimos, como se viessem de urna pa
rada; o seu todo era irreprebensivel.
Com apparencia toda castelbana e d; -
lincta cortezia, em que se ounifestava a
consideraco do Vencedor pero vencido,
Spinola, cujo generoso coraco eorap.-eheo-
dia o respoilo devido i lealdade e cora-
gem, mandara ergaer ao longo da praia'
grande numero de barracas, aprovisionadas
de carne, vinho e commestiveis de tolas as
qualidades, em obsequio aos vencidos.
Elle mesmo se encamrobou pira oes-go-
vernador de Ostende, fazendo-lbe o convite,
e o velho goveroador annuio delicadeza.
Os doos chefes t'5o grfodes, um no seu
iriumpbo e outro no sen infortunio, abra-
caram-se enternecidos frente dos doos
exercitos, que acaloradamente os victoria-
raro : resoou em toda a exienso da
praia um longo hurrah; os- doos partidos
pareceram por iostantes deporura os od os
polticos e religiosos para fraternisarem
cordialmeote.
En breve a commojo se trausmittio a
todas as fileiras e poneos olbos deixararo
de verter lagrimas. Os hespanbas, in-
citados- pelo exemplo do sen ebefe, offere-
ciam aos hollandezes dHiheiro, roupas, ca-
vallos e carros com que facilitasoem a sua
marcha.
Havia bastantes das qae o ocano ruga
furioso e- nem om s navio se aventura va
ao largo, porm na maobaa da sabida dos
sitiados cessara de soprar a ventana ; a um
co sombfio e cbavoso succeden esplen-
dido sol. 01 proprio mar pareca aesociar-
s' ao benvolo acolbimento que Spinola se
camprazia em fazer aos vencidos o mo-
vrmento regalar das ondas na praia denun
ciava que a tempestado paseara e que a
esquadra bollandeza podera em breve ap-
parelbar-se.
Feilas as despedidas reciprocamente, o
ex-governader de Ostende e os seos se-
guirn) marcha para Ecluse. A certa dis-
tancia da a tade ficaram sorprendidos ao
verem o principe Mauricio, qpe,os esperava
com todo o seu estado maior. O celebre
capito recebeu-os com todas as demons-
tracoes de respeto e dirigio-so de chapeo
na mo ao intrpido governador de (telende
cumprimenlando-o com toda-, a etoso do
-eo reconbecimenlo para com a dedicada
defeza da praca- e honrosa capitularlo que
se Ihe seguir.
Os cidadaos de Ostende, Seis causa
j dos confedralos, nao quizeram abandna-
los : com a primeira autoridade civil fren-
te, seguiram os vencidos at Ecluse. Se-
gundo referem os chronistae, nao se en-
contraram na cidade, depois da retirada dos
vencidos, mais. do que duas pseoas.
A 24 do mesmo mez Alberto e Izabel
foram visitar o inealro de tantos feitos
heroicos, de ISo cruentas victorias e to
honrosas derrotas. Em preseuca daquelles
lugares to profundamente desfigurados
pelo ferro, pelo ogo e pelas inouadagoes,
a archiduqueaa nao pode comer o pranio'
Acompanhados do marquez Spinola e mais
chfes que se haviam temado notaveis du-
rante o cerco, percorreram os principes, a
cavallo, com ocoraco compriaido e a alma
dolorosameote sarprehendida, aquelle vasto
cemiterio, onde amigos e mmigos tinbam a
mesma sepultura. Fizeram que se Ibes des-
crevessem todas as posicoes dos doos exer-
citos, as operacoes do crco'e os lugares
em que se haviam destinguido osFrazeguies,
Berlayraoot, Arenberg, Harbangon, Catritz,
Mendonza, Velasco e Mexia; os postos to-
mados com perigo de vida pelos Fily, Isen
ghieo e Monpleicbam. Tantas obras da arte
combinadas, tanto genio e invencio, lana
perseverancia e capricho, s tiveiam por fim
ruinas esteris.
Dias depois desta visita otljereceu o raar-
quez Spinola aos archiduques o espectculo
de um assalto simulado, tal qul o que li-
vera lugar na tomada dos differentes baluar-
tes de Ostende. Foram laucadas bombas e
granadas aos mdhares; fieram-se sallar mi-
nas, troon o canho como dorante o creo,
escalaram-se muros, combateu-se a ferro-
fro, todo to ao vivo, que suas altezas, col-
locadas na plata-forma do. Grande-gato, po-
deram bou vontade fazer idea de quanto
custara a tomada de Ostende. Em seguida
foi-lbes servida urna magnifica refeico oa
tenda ds guerra de Spinola, onde Alberto
distribuio numerosas recompensas a todos
os que se haviam destinguido corajosa e
dedicadamente naqueile creo para sempre
memoravel.
Na manhaa seguinte o archiduque e Iza-
bel foram em peregriaaco a Duoquerque
render gracas a Deus pelo successo-das suas
armas.
Assim terminou aquelle creo diuturno e
funest.
Cento e quarenta mil homeae sellaram
com o seo sangue aquelles lugares conquis-
tados por to pesado prego. Os bespanbes
perderam quinze generaos, sete coronis,
dezenove majores, quinhentos e sessenta e
cinco capites trezentos e vinte e dous por-
ta-baodeiras e mil seiscentos setenta e sete
tenentes; qoeimaram-se vinte e quatro mil
quintaos de plvora e a despeza do exercito
de Ostende elevou-se a mais de triota mi-
Ihoes de escudos.
A perda de vidas da parte dos sitiados
nio foi menos consideravel, como de erar,
visto qae s na classe de governadores ge-
raes da praca do Ostende morreram sote
durante o creo. Foram metidos a pique
trozamos dos saos aavioa; abriram- se de
um a outro Udo setenta minas.
XXV
I I >
CONCLl'SO
Ponco mais oo menos seis semanas de-
ptss da entrega da Ostende no da posto*
rior ao de'Todos os Santife de 1604, Pedrtf
o velho mortrao de Wildenborg, euirava
e sabia muito afa digado no sal3o do cas te I lo ;
ponba em ordem sobre urna meza todos os
utensilios aecessarios para se escrever, com
punba.o lame do foo, collocava symetri-
casaente a mobilia, e, apesar da rigorosa
boa ordera que reinara no interior da casa,
entilo allumiada pelos ephemeros raios do
sol de ootomno, anda assim o diligente
velho descobria a todos os momentos al-
guma nova alieracao a fazer, um laivo de
poeira a sacudir, urna ruga nos cortinados
a alizar, ama acba de leoba do fogo a con-
ebegar.
J dez horas e nao apparec nii>gnem i
resmungou elle, consultando um grande
relogio de prai.a que no bolso dos caicOoS.
depois de acommodado, fazia o volume da
mais corpulenta cenlaEstes tabellies di
lea fazem-se esperar como gran les se-
nbores/..Mas ani vem um prosegu.o
elle, cbsgando janella: E Schonepen, o
tabillio de Vyngine. -anto Deus, como o
pobre hornera vera alagado ero suor I Tam-
bem, com om abdomen daqoelles, nao podio
ser por menos 1
O rofdodo funecionario entrou ao mesmo
tempo na sala, bufaodo como um touro e
ventilandj a cabera com o chapu transfor-
mado em ieque, como se eslivesse ero pleno
esto. O queixo prorjunciado aosoMava ihe
sobre os bacalhaus de nivea camb aia e a
notavel s-aliencia abilomioal dilGcilmeute se
disfargava sob a ampia capa d dorante
preto, como usavam ento os da sua classe.
Assim era que o Sr. Schonepen, ma vez
assentido na sua c deira, ah hcava- collado,
nao se levantando seuo por absoluta ur-
gencia.
O tabellio de Vyngine, foi seguido de
perto por outro personagem da igual pro-
ttsso, mas de- diverso aspecto: era- o Sr.
Dierenkost, tabellio em Ruidervoorde-, the
soureiro da igre>a da sua aldea, recebedor
dos dizimos, vereador, uro pouco kttrado,
horoem interessero, ignooil ao aspecto, pou-
co delicado as maneiras e menos escrupu-
loso nos costumes.
Como vai o collega ? perguntou. elle
ao que o preceder, o qual ha um quarto
de- hora limpava o rosto banbado de soor e
anda ba pouco conseguir apenas recobrar
a normal respiraco.
J v que neo morro de magreza
resnondeu Schooopen, pondo sobre o ventre
ao duas rolicas mos, como que difflcmen-
le podena abranger o prodigioso andomen.
Ora, nao mo dir o Sr. Pedro pro-
seguio Dierenkost, dirigindo-se ao mordo-
nx'o motivo por que o senbor da Bonchar-
dene nos mandou assim chamar, munidos
de duas testemunbes ?
E* evidente, collega,acudi Schono-
peque se trata de um testamento publi-
co e autbentico, porque, emfiaa, o hornero
est, atliantado em -dade.
Estar, nao duvido,interrompeu o
mordomomas tem b6as pepnas e bom
olo- Restabelecido como se acha do fe-
rimento que recebeu no creo, espero em
Deus que gozar ainda bons anuos de vida.
Tenho c urna ideiapsoseguio o ta-
bellio de Vyngine com um sorri>o de for-
cado espertalhaoque se trata da ac juisi-
Co da propriedade denominada Grouthuse
Velte, com a qual (icaria completo o domi-
nio de Wildenborg-
Ora, collega, parece-lhe que para um
simples acto desses se exigira a presenta
de dous tabellies ?
Sim, para Ihe dar um Garacter mais
soleroae ; alm de que, exisle urna orde-
aac3o de 1589 que prescreve...
Que tilo eu sou Iiulerrompeu Die-
renkost, batendocom a mao na fronte-
Aposto que a filha do coronel que vai a-
sar-se e que somos aqu chamados para la-
vrar o contracto de nupcias ?
An seuli jres.disse o mordomoa
menina, depois que perdeu os seus dous
pretendentes n> assalto do Sandhil, renun-
ciou completamente s ideias de matrimo-
nio 1
Ento o Sr. Pedro nao suspeita a
cousa ?
Talvez tenhamos por ahi alguma doa-
co em favor de Josquin,disse o mordomo
pois ha algumas semanas, ou antes de-
po.s que elie esteve a poni de ser assassi-
nado e regressou aqu, tem adquirido tal
consideraco, que nao faz differen^a de um
albo da casa. Podem faztr urna ideia sa-
bendo que o rapazinho Come meza com
os senbores e que...
De repente ouvio-se ruido de passos; a
porta do fundo abrio-se e deu passagem ao
senbor da Boncbarderie, o qual, de braco
dado cora sua filha, caminhava vagarosamen-
te, como quem se erguera de urna convales
cenca. Na pallidez das feices de Mara e
na tristeza do sed olhar via se que ella sup
portara pungentes desgostos; sem embargo,
divisava-lne no formoso rosto o cuubo da
.mais seraphica resignaco, que Ihe faxia
realzar o todo de sympatbica belleza. Se-
guia-se-lhe um militar de tenra idade, com
uniforme de porta-bandeira de cavallaria do
regimeulo commandado pelo conde de Buc-
quoi: a elegancia com qae trajava e o des-
embarazo com que se apresentava fal o iam
passar por um militar experimentado, se
nao se denunciasse o contrario na frescura
das feices e na ausencia completa de buco.
O velho mordomo, qaando deparou com
o uniforme do joven militar, soltoa uma ex-
clamado e fez orna carantonba que seria
impossivel descrever-se.
Yzerbyt, qae acabara tambem.de chegar,
poz um dedo na bocea para impor silencio
ao velbo servo, que nao despregava os
olbos arregalados de sobre o porta-ban-
deira.
Fernando da Boncbarderie pareceu nao
ter reparado n'aquella pantomima expresi-
va : aquella physionomia austera, agora
como sempre respeitavel, conservou se im-
passivel. Asseotou-se na poltrona enlloca-
da em frente do centro da meza, offereceu
a direita a Mara, deu a esquerda ao mili-
tar e convidoo os dous tabellies a oceupa-
rem as cadeiras qae Ihe fica vara defronte:
o capellio, Yzerbyt e as testemunbas toma-
ra os seas competentes logares. Pedro
foi collocar-se no vo de uma janella, e atli,
silencioso, mas rebentando de curiosidade,
espern o desfecbo daqoella scena.
O senbor de Wildemborg, abrindo um
cofrezinbo. tirou de dentro alguns papis e
uma medalha, osquaes entregou ao tabel-
lio de Vyngine, dizendo-lhe :
E, vohando-at para Mara, proseguio :
Gomo pfmivel consentir em qae a
despjela do sen patrimonio em proveito
Sr. Schonepen, a sua presenc o
ta casa boje tem por objecto o acto de no-
tariedade publica e legitimo reconheoiment
por vrtude do sjaej o Sr. porta-bandira
aqu presente flcrTInvestido ta posse dos
bens qu Ibe pertencem por cabeca de sua
mi; e mioba vontade que isto se ja feito
em te^m5s, fega* pva'qe'de futoro seno
possa m a presentar du vidas. Qoeira 1er era
voz alia esses documentos, que tiz exirabif
era Hespauha. dos reipectivo originaos.
Primo,diss o tabellio de Vyngi-
ne, depois de assentar as enermes lunetas
sobre o nariz, cuja eontguracSo. quasi re-
dooda at base, o tornava incompativel
com as mesmasceidlo de casamento ce-
lebrado na cathedral de Valhadolid a 1$
de junbo de 15.. entre partes Matheus Joo
Peres, sargento no segimento de Velasco
nos Baizes-Baixos e Catharina Ghislaine
Wyts. da Bonchanderie, blba menor de
Joo...
Bastadisse o coronel.Passemos
ao documento immediato.
Segundo, certido de bapliesimo de
Jos Malheus Peres, albo de Matheus Joo
Peres e de Catharina Wyt>, que leve lugar
na cathedral de Valhadolid a 20 de abril de
15.. Tenia, decl iraco sob jararoeoto fei-
ta por Carlos Yzerbyl de baver recomido
em sua casa a & de novembro de 15..
uma roaiher e uma cranla que a acorapa-
nhava, ambos descoobecidos provando igual-
mente a norte daquella dias depois sem po-
der saber-.se a sua origem. e a conservaco
da creanca que creoo e educou sem- al ao
presente descubrir vestigios da sua natura-
hdade, sendo cerlo que se loe eacontrra
ao pescoco orna meialha com lettra- forma-
das de cabello.
A' medid que o tabellio relatava a ma-
teria dos documentos, a attengo dos cir-
cumstantes redibrava de curiosidade : todos
os olbares se lixavam sobre o joven militar,
o qual, palhdo-e como desvairado, esculava
ancioso aquelles extrasrdioarios promeuo-
res.
Aqui est o ultimo- docamentodisee^
o velbo coronela passaudo mos do ta-
bellio orna grande folba de papel, assigua-
da ero baixo com a firma Peres.
Quarto,proseguio o funecionario
declaraco recebida pelo reverendo patke
Boaveatora Haek, capelio de Wildenbofg,.
da bocea de Matheus oo Peres, e pelo
mesmo assignada na qual o roprio reco-
nhece que a creanca encontrla e raantida
por Carlos Yzerbyt e jeufilbo- leitimo, e
de sua esposa Catharina Ghislaine Wyts,
certificando que a medalha*referida enterra-
va as lettras iniciaes de seu-nome e de soa.
esposa, feita em cabello.
E'' possivel, Deus meu?exclamou o
joven militar, era quem devemos ter reco-
nhecido Josquin.
O coronel, depois-de o ter mandado bus-
car pousada onde o deixainos moribundo^
e de loe haver prodigalisado-todos os cui-
dados, empeobra-se, todaviay em conser-
val-o na mais rigorosa ignorancia sobre os
fados coocernentes- sua origem, com o
fim talvez de dar mais solemne importancia
ao acto comprovaUwde parentesco.
E' orivel que me ache perante um to
e prima to dignos,, eu que me suppunha
o mais desditoso or.pho ?
E, ergueud > se crecpitadamente, foi bei-
jar as mos do senhor da Boncbarderie.
Sun,respondeu estes meu sobri-
Dbo, filno de mioha infeliz irm, mora na-
miseria e na desgraca 1 Ha apenas algumas
semanas que este segredo me foi revelado :
quizera communicar-t'o ba mais lempo, po-
rm careca de obter em liespanba os do
cumentoo que acabas de ouvir para estar
bem corto de que nao exploravam a miaba
boa f.
E meu pai ?perguntou ancioso
militar.
Teu pai...redarguio o aocio com
ar severo e trisie a elle que deves a des-
graca de tua mi! Mas esta historia la-
meotavel deve envolver-se no esquecimento.
Teu pai arrependeu-se bora da' morte :
confessou-se ao padre Boaventura, exigindo
delle, sob juramento, que nao revelara a seu
filho a maneira pela qual chegou ao conhe-
cimento de que tu ainda existas nem os
erros da ultima pafHe do sua vida, para que
as suas ciuzas nao houvessem de s;r amai-
dicoadas por ti!
Nesse caso, ha motivo d infamia para
mim resultanta do procedimento de meu
pai ?redarguio o mancebo, tremendo com
taes reveiacoes.
* J te disse,replicou o velho intima-
tivamente ; -te de.feze sondar esse doloroso
mysterio. O marido de mioba irmaa irior-
reu; Deus Ibe perde o mal que. causou a
esta, se o seu arrependimento foi since-
ro !.... Da-me a tua moproseguio elle
commovdo.Tens demonstrado que pos-
sues coradlo nobre e coragem digna dos
Wyts!' E' por isso que nao hesito hoje
em dar-te teste.manbo da minha affeico e do
reconbecimenlo que todos devemos ao teu
distincio procedimento por occasio do ata-
que dos rebeldes ao castello de Wilden-
borg. Apesar da tua tenra id de, oblive-te
a graduco de porta-bandeira no regiment
do conde de Bucqoi, que vai continuar a
guerra contra os bollaodezes. Espero que
te tornes digno do nomo de leus .vos. Mas
ainda mais : quero assegurar-te a indepen-
da no futuro para que um dia possas oceu-
par a posico devida nobreza de qae des-
cendes. Sr. Schonepen, qaeira ler esse es-
criptodisse elle, voltaodo-se para o tabel-
lio e eotregando-lbe outro papel.
Quinto,proseguio o rotundo funecio-
nario com o espirito raetbodico que caracte-
risava todos os actos d sua vida escripia
ra em vrtude da qual Fernando Carlos
Wyts, senbor da Boncbaderie, reconhece por
seu legitimo sobrinbo Jos Matheus Peres,
filho de Matheus e de Catharina Wyts, decla-
rando mais que, oa falta absoluta de faerdei-
ro varo e desojando perpetuar o nome dos
Wyts, prestes a extinguirse com elle, trans-
mute os seos nomes, ttulos e qualidades
pessoa de Jos Matheus Peres, aqu presen-
te, para que os goze como se Ihe houvessem
sempre pertencido, transmissio esta que
Ihe faz para elle e seus legtimos berdeiros
tal qual a recebeu de seas aotepassados, e
tudo isto com o beneplcito de suas altezas
os archiduques, e por ultimo lega ao dito
Jos, depois da sua morte, todos os bens
feudaes e metade dos allodiaes que possue,
caja enumeraco se segu.
Tantos beneficios coAfundem-me I
exclamou o joven militar, soffocado em la-
grimasQue fia eo para merecer taes*gra
tul
mea ?
Nao faltemos nisso, Josquin... Jos,
aero dizer. Fui eo moma qae quiz ter
direito aou recetlecMQto.
. Os tabeples e as tttfanunha?, bem como
o senhor da Wildenborg, firmaram a escrip-
tnra com os seos signaos ;' em seguida o
Sr. Schonepen leu cetro documento, no
aual era constituida ama penso em lavor
o velho ondlander, Sudo o que foi levan-
tada a sessu.
Josquin, ou a otes Jos Wyts, parti oa
manbaa segainte a tomar parte as operacSes
do exercito. Nao tardoo em destingir-se-
na guerra por actos de bravnra, que Ibe
graogearam rpido accesso oa sua carreira.
Poucoe anooe depois era oomeado comman-
dante de um regiment a lemn, morrendo
em 1633 em combate contra Gustavo Adol-
pho.
C senbor da Boncbarderie, velbo, cansa-
do das fadigas militares, pouco lempo so-
breviven aos acootecimeBtos qae relatamos:
fallecen ama manhaa nos bracos de Mara o
do capelio, deixando um nome saudoso e
respeitado.
Mara Wyts, que deixara o servico da ar-
cbtduqiez* Izaoel para tratar de seu velbo
pai, chorou longos anuos aquelle qne doran-
te a vida sa enoobrecera pelas mais destrac-
tas virtudes domesticas e sociaes. Com o
corar/o macerado pela perda dos entes qae
amar mais Domando, resolveo nS, tornar
a apparecer na alta sociedade. Wildenborg
foi o refugio da sua escolba para d'alli pro-
digalizar a todos os que a cercavam ns the-
souros da sua inesgotavel bondade. Os seus
nicos cuidados de ento para sempre coo-
sistiram em consolar o infortunio, soccorren-
do a pobreza e sastentaudo do seu bolso a
raiseravel popqlacode ondlanders. visinha
do castello, at qae a final deixoo este mun-
do, onde o seu nome-tkiha sido econtinuou
a ser por largos anoos depois de morta ob-
jecto de sinceras heneaos, guardando todo
o Bulscampwelt preciosamente a recordaco
da Rosa daCharneca otto ondlander Yzar-
byt, que desempenhara at aos nltiraos mo-
mentos junto da filaa do senhor da Boncbar-
derie o cargo de aistribeidor de esmolas.
VARIEDADE
DADOS ESTATTICOS.
Conla actualmente o Brasil: 1 duque, -
marquezes, 9 condes e 1 condessa, 15 vis-
condes e 30 barbes com grandeza.
Sem grandexa : 4 viscondes e 118 ba-
ra>s.
Vinvas: 8 marquezes, eondessas, 14
viscondessas e 12 baronezes; e sem gran-
deza : 1 viscoadessa e 18 baronezas.
Desde 1822 at 1870 tm fallecido 31
nusquezes e 1 marqueza, 9>condese 3 eon-
dessas ; 46 viscondes e 1 viscondessa e 44
bares e 1 baroneza; e sem grandeza 5
viscondes e 1 viscondessa, o 82 bares e 3
baroBezas.
Ni casa imperial serve de- mordomo mor
nos actos da corte o camarista que sabio na
ultima semana, as damas em servico sao 4,
uma da Imperatriz, duas da princeza impe-
rial e uma dos filbos da fallecida princeza
D. Leopodina ; ha 10 damas sem exercicio,
das quaes uma se achava interinamente ao
servgo d'aquerk fallecida princeza, e 22.
ditas honorarias das quaes uma serve de
camareira mor de S. M. a Imperatriz viuva,
a Sra. marqueza de Cantagallo.
Ha mais 3 dems da cmara honorarias
e 3 acafatas sem exercicio.
A imperial cmara tem 15-g^ntis bomens.
0 imperador 3 ajudantes de campo, ha 28*
veadorfls e 4 ditos honorarios, \ capel o
mor e i vice-dito, 2 ofliciaes-mores honora-
rios, (est vago o lugar de confessor de SS.
MM> 50 fidalgos cavalheiros da casa impe-
r.al, 190 moco* fidalgos com exercicio, l>
mocos da guarda-roupa e 9 ditos honora-
rios, 13 medkos da imperial cmara e 4
ditos honorarios, 1 cirurgto da dita, 27
mocos di dita e 6 ditos honorarios. 7 otli-
ciaes menores da casa imperial, honorarios
e um mestre de msica da imperial c-
mara.
Na mordomia-mr serve no expediente o
mordomo da casa imperial e oa secretan*
dos filhameatos ha um escrivo e um ofli-
cial.
Na mordomia da casa imperial ha 1 mor
domo, guarda joas e porteiro da cmara
1 escrivo, 2 escriptararios, 1 archivista, 1
thesoureiro, 1 advogado, 1 procurador, 1
capel,o el cura.
,Na bibliolheca particular do imperador
ha 1 encarregado, ha outro dito no gabine-
te mineralgico, 1 pintor e 1 architecto ho-
norario.
Nos almoxarifados ba 1 chefe, 1 aluiox-
rife el escriptorario.
Na mantieriaiu 1 fiel, 3 mocos, 18 ditos
da praia e 9 ditos das caixas.
Na cozinba ba 1 mestre, 2 cozinheiros de
l.1 classe, 4 ditos de.m, 5de 3.a, 3 apreo-
dizes e 5 seiventos.
Na copa ha 1 oOklal 2 ajudantes e 1
aprendiz.
a arrecadaco ba 1 encarregado, I es-
crevente e 2 serventes.
No hospital ha 1 facultativo, 1 escripto-
rario, 1 cozinheire, 1 enfermeiro el ajo-
dante, 1 enfermeira, i lavadeira e 2 ser-
ventes.
Na quinta da Boa-Vista -ha 1 encarrega-
do, 1 escrivo, 1 escriturario, 1 director
dos parques, 1 hortelo e 4 porteiros.
as cocheiras ba 1 chefe, 1 escripturario,
1 escrevente, 1 cocheiro da pessoa, 1 en-
carregado, 4 fiis, 1 ajodante, 3 mooos, 7
cocheiros de 1.a classe, 9 de 2.a, 11 de 3.a,
7 mogos da estribeira, 24 ditos das cavaia-
rigas, 5 trintanarios, 10 mogos genes, 2
invlidos, 1 mestre ferrador e 1 porteiro.
Na msica ha 1 director, 1 mestre e 30
msicos.
. as obras da quinta ha 1 apootador e
fiel, 1 mestre carpmteiro e 1 dito pedreiro.
Na escola b. 1 professor.
Ha mais 8 criados particulares, e 2 ho-
norarios ; 2 retretas da imperatriz e 7 sem
exercicio; 1 porteiro da canoa ; 7 ropos-
teiros e 15 honorar.os; e i varredor ho-
norario.
A guarda de arebeiros composta de 1
escrivio, (mvar),-& argento 8 cabos, 2
tambores, pfanos, 40 bragas e 40 ditas
honorarias.
P- o DUHIO-RUA DU DQS DI GAX1A&
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