Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12427


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Full Text
*


ANNO XLVII. NUMERO 151
?ARA A CAPITA1 t LGA1ZS OIDE RAO SE PASA POBTL
Por tres metes adiantailos...... ...........
J*or seis ditos iem...................
^or un auno nlem.............t........
d aiuinero avuiso. ,........... V
t90O0
12)1000
244000
320
0UCRTA FEIM 6 DE JULHO DE 1871.
.^-------------------*-----------------------------------,-------------------------------------
PA1A DUnO E JORA DA PROVDCIA.
Por tres mezes adianttdos L................
Por mi ditos ideo....................
Por novo ditos idea ,................,
Por orn auno dem...................
tuno
tomo
271000

Propriedade de Manoel Fijjueira de Fara & Filhos.
AO A4.KSTBM:


O Srs. Gerardo Antonio AI ves d Filhos, no Para ; Goncaivea & Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Oliveira & Filbo, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Araeatj ; Jlo Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Naui; Jos Jostu
Pereira d'Almeida, em Mamangaape ;FeIippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,


em Nazareth ; Antonio Ferreira de ARoiar, em Goyanna; Francino Tavare da Costa, em Alagos ; Dr. Jos Martins Abes, na Babia ; e Leite, Serqainbo C. no Rio de Janeiro.
;
t
i
parte ornciAL.
.overo da provincia.
EXPEDU-NTE DO D\ 28 DE JUNHO DE 1871.
Act*s :
O va--presidente da provincia resol ve no-
mear o 3* scripturario di consulado provincial
Abdas I!!) ano da Cunha 8ale> pira 9 lugar ra-
no de i" escriturario do mearon consolado, e pa-
ra o de 3o o bacharal Caetauo M.irii ds Farias
Nev*.
O vic-presidente da provincia resol ve, de
oouformidale com o art. 7 ? i" do regula ment
de 21 de miluliro de lf*69, Dufflear Js d Barros
Correa Setta mordomo do asylo tie mendicidad*.
O vice-presidenle d:i provincia, ailendendo
an que requeren Julio lzic, re*olve conceder-
I he autoris;r_io para contiuuar com a casi de
eraprestitm sobre peahores, qoe tiuha nesia cilia-
da Nalhau Dtiih'ier, da eonformidade com o dis-
posto no art. 2 no decreto n. 269] de ti de n>-
vemiro de 1860, fenlo aojado a tolas as ohri-
gago; impostas p)r dito decreti.
O vicepresidente da provincia, attendendo
ao qu re'|Dareii n hacharel Tiburcio ftoymnndo
da Silva Tavares, proimlor publico da comarca
de Tacaran,, r* liceng* con ordenado, na forma da lei, para tra-
tar de sua saude nest.i capital. Expedirau-se
as necessafas eomraunicagoes.
Otile i os :
Ao Ekti. presidente da provincia da Bahia
aecusand 1 receliidos os dous ex mpl res, que re-
metteu, do rHatorio sobre a in-lruccio publica
dessa provincia.
Ao provednr da santa cisa de misericordia
declarando em resposla ao otli ;io, qu veio an-
oexa copia do parecer, dado pelo mordomo de
inez no colegid das orphas; sobre a nao alnis-
ae da u cuor Maria, fiiha de Venartiniana Maria
da' Coneeiro, que, estando provado pelo altes
taJo do respectivo parocho ser a mil da referida
menor pobra e desvalida, mande inscrever om-
ina dessa menor no respectivo quadro, para ser
aJmittida sem prejuizo das ou:ras na primeira
vaga que houver.
Ao inspector di thasouraria proviancal au-
rorisaodo-u a contratar com o bactiarelJoio Lins
/.'ivalcaote de Albnouerque, nos termos do officio
la presidios de 28 de abril ultimo, a execugao
das obras da estrada de Goyanna a Pedras de
FfO.
Ai mesmo para que, em vista do incluso
'erlificado, mande pagar a Jos Augusto de Aran-
jo a quaniia de 3.930272 rs. que leu direito,
proveniente da 1" preetacao d?>s reparos da pon-
a do An; .
Ao vice-cooanl de Hespaulu dizendo licar
loieirado Ce haver desiguado o Sr. D. E-arique
Modrigues y Cao para encarregar-se das func-
<;6 desse vice-;oosulado, duraute a sua au-
eucia.
Ao engenheiro eucarregado das obras geraes
recorameodanlo que contrate, de conforraidade
imiu o orcaiii mo, que remeiteu, as obras de que
amda precisa n edificio em que fanceiona a a-
.uldade da direito desta eidade. Fiz^ram-se as
necessarias corarunnicaedes.
Ao p-omotor publico da comarca de Palma-
res chamaido a sua attencao sobre o fa^to que
iiarticipou o desembargadr chefe de polica, de
ier silopraticado um roub) na e*tacao de Una
p4lo reso8Cvo vigia noeluroo e outros, e recom-
inendand) as diligencias legaes, alin dn ter an-
lameato o processo, que pelo subdelegado do dis-
;rieto dos Montes vai ser instaurado, e serem pu-
nidos o> delinquentes.
Portarlas :
Ao conoplho de compras do arsenal de ma-
ruma, app*ovando a compra que ellectuou, de
nijecios Ce material da armada, necessarios ao
f.irnecimeino do respeclivo almoxarifido, e cana-
[antes dj lermo. que remetteu por copia. Corn-
uiuniou-se a thesouraria de fazenda.
Ao gerente da companhia pernambucaoa pa-
ra mandar transportar at o Rio Grande do or-
|h eni um dos lugares destnalos a passageiros
Ue estado a re do vaoor, que vai seguir pira o
nurte, a AILoso de Paula de Alouqaerque Mara-
u!i5j, empregado na alfandega daquella capital
Reparti^o da polica.
2* seccioSecretaria da polica de Pernambu-
co, dejulbo de 1871.
.N. 901.Illm e Exra. Sr.Levo ao conheci-
nieato de V. Exc que,segundo constadas partiei-
liaros rebebidas hoje u'esta reparti^ao, foram hoo-
lem recolhidos a ca individas :
A' orden do subdelegado de S. Jos, Mana e?-
urava de Hara Bernarda de Jjsus, por emnria-
:\:e7..
A' ordera do da Boa'V'ista, Roberto, escravo do
dirSo de Livramento. por fgido; e Manoel Pinto
{'beir por suspeito de ser desertor da armada,
r Sibino de Oliveira Farias por disturbios.
A" orden do da Magdalena, Manoel do Nasci-
mjBlo Cruz Jnior por crime de furto de cavallos.
Iiius guarde a V. Exclllra. e Exm- Sr. Dr
atinoel d> Nasrimanto Mchalo Ponella, vice-
ii-esiJenie da provincia.O ebefe de polica inte-
rino. Joto) Hurao Alces Uaciel.
PEBNAMBUCO.
nenies regular afarrecaila^Jo e, algamas ve-es, o
modo de realrsar a despeza.
Revendo a legitlacao provincial at a sua data
iian apartada, nao se encomra urna f lei de or-
namento em que as medidas inlicadas nao flgu-
rem titulo de di'posicues geraes.
Mas o que de muito recente crearlo, datando
de 1870, eo novo titulo que se iascreve arrogan-
temente c'om o nome de DisposigoEs perm.wentks..
Alguina deve ser a disu^ao sntre dispu9ic6ea4
graei e permanentes para que a nobre comeis
<> tenha adoptado ambas as rubricas. Si podes
se esperar da nobre coinmissao que se lirasse do
-eu silencio habitual, pedir-lhe-hia o orador que
pozesse limp 1 essa disiinccao.
O que se v do pr Jeclo q\i* medidas de igual
natureza esto comprehendidas sob um e outro t-
tulo. Nao se devendo suppr que os dons titulos
estej ici ah indifferentemente, cumpre deixar acia-
radu o pensameuto que os dictou.
Nao v;i nislo ama questao de palabras. Abrir
espaej em naga lei de effeito annuo para disposi-
cdsa de etT-ito permanente, permiltir que ve-
nhain de tropel para o orearamto t>dos os as-
-uni|ii i? legislativos sen iseocao de Deohum.
Esta nova doutrina contravera a urna clara dis-
posir.io do regiment, que nao permitte no orn-
memo madiJas de carcter permanente.
Anda ha pouco, o nobre Sr. presidente seotio-
se no dever de uao recebar urna emenda por con-
ter disposirao de semelhante natureza, explicando
a caso com o regiment que o cooselheiro in'se-
paravel de suas disposcoes.
O que nao l n permittido um membro da a-
sembia respeito de urna despreteuciosa emenda,
nao ple se-lo nobre commis>ao respeito de
urna serie de actos que ella tem a nobre franque-
za de chamar parmanentes.
I" anda de observar que a tbeoria encerra um
grave inconveniente ; e este o de obrigar em
algum caso a auminislracao sanceionar no orfi-
memo o que nao sanecionaria era projecto sepa-
rado.
Com estas rtfl-xoes, exlensaraeute expostas, o
orador justili:a a emenda que manda a mesa.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
< Supprima se o titulo-disposiroes permanen-
tes.
O SR. PRESIDENTE :Eu nao podia deixar de
aceitar o ornamento com as disposcoes que abi
vieram, mesmo porque entendo que nao sao con
trarias ao regiment. Eu lerei o artigo do regi-
ment (i).
Ja se v, portaoto que toda a emenda que dis-
ser respeito a disposicao permanente inadmiss-
vl na dicussj do ornamento. Mis veja bem o
nobre deputado que aqu so trata de emendas, e
nao de urna disposicao j existente no projecto' do
orcameoto.
Um Sa. Pidtado : V. Exc nao podia deixar
de aceitar o projecto da commissao.
O Sr. Presidente : E' o que quero que flqae
demonstrado.
O SU. J MELLO REG :-Sr. presidente, nao
sera desagrado que venln tomar parte neste deba-
te. O discurso que acaba de proferir o nobre de-
putado foi para roim urna verdadeira sorpreza ;
nao esperara que, depois dos dous outros longos
pronunciados fias dnas ultimas sessoes, anda boje
se revelasse animado de estranha m vontade
ommissao de ore 1 ment I
O Sr. Gosmao Lobo :oenhum modo.
O Sr. Mello Reoo : Apezar das injuslicas e
das expreisois saturadas de roma com que na-
quelles dtcurso analysou acooitnissao; esta guar
dou o mais absoluto e proposita! silencio Reco-
nhecendo o superior talento do nobre deputado, e
a sua competencia para notar os defeitos do pro-
j-tcioera discussao e indicar oraelhor meio de cor-
rigi-los ; quiz tanbem deixir-lhe bvre o exercico
do desabafj, que porvenlura pretendesse tomar.
E' cert que eu e os meus nobres collegas de
commissao dasconhecerass os motivos que Iba
deein azo a desabafos, porque nao temos coscien-
cia de hiver acorrido era desattenroes para com
nenlium dos nossos di-tinctos collegas; mas o no-
bre deputado, para ? pronunciar, orno se pro
nunciou, devera ter oa seus motivjs, e nos os qui
temos respeitar.
Alera de que, os discursos do nobre deputado
versavam sobre o artigo da receita. a partj raais
importante do projecto de orcamento ; e nos pare-
ceuju-toque com suas luzes vie.-se auxiliar a ca-
sa na votai-ao-
A receita que se tem de crear para a provincia,
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO DE 12 DE MAIO
(Conclusao.J
< fcrt. 2^. O presidente i?a provincia Ika aulo-
roado a supprimir o pagamento da subvengao
1 tedida companhia de vapores de reboquei se
eutendei ser lito conveniente.
1 SU. GU5MO LOBO : Por mais ratenso de-
"i > que teoha de economisar lempo, nao pode ca-
lar is niQexoea que Ihe suscita a rubricadispo-
-1 ..-' ns perhankmtksem urna lei anona, le de
iiiios, que por sua natureza nao deve comer se-
na) disposiroes applicaveis no exercicic para que
o decretada.
Sent estar motivando mais de utna conlrarie-
dade com as suas repelidas observarles sobre o
urguntOM. Mas ser-lhe-ha levado em conta que
0 orcaroento 6 ou deve ser a lei mais estuJada,
mus digna de exame e dheOMia.
|J orador comprcheode que possa a lei do orca-
uteoto conter dispusieos geraes, pois que no in
1 -n.'.-se de urna boa e efflcaz arrecadago da recei-
1,1 uodem ser precisas providencias e medidas que
-ria muilas vezjs impraticavel consagrar em leis
iiuinctas. Elias prjviden;ia< podum entender
i-un a organisagc das repartieses, com a dislri-
Ijjqo do sen pessoal, com a applica^io imme-
'Jla do produelo de um cerlo imposto, com to-
1 is as materias que, prxima ou renotameole, se
I iteren] aos ns do orcameoto.
bjqiii vera a longa pratica de abrir-se no orcv
Bieata a conheeida rubrica de Disposigoas geraes
mi ue podem cabjr todas as medilis desta naiu-
rata.
'-ir mais abusos que, sombra (leste titulo, te-
nhara silo commettidos em annos anteriores, ven-
II i-te. figurar na lei de matos providucias ioieira-
mente albeias ao seu natural assumplo, cempre-
i-iu ie-se sem esforc. > que seria inconveniente nao
a i:ii tuirgem no orearaenlo med las geraes alli.
sem duvida digna da maior aite&i;ao des!a as-
semb'.a. Desde que* se trata de tirar do cidado
pequeas parcellas do seu trabalbo para forraar
assun urna somma bastante ser applicada com
proveito de todos ; cumpre que isto se faca com
o deviio criterio e a mais possivel igualdade.
Em acto nenhum esta assembla exerce funegao
mais importan;e do que o da decrelacao dos im-
posto.
Assim, a despeilo do que era desapreg) ao tra-
balbo da commissao, disse o nobre depniado, eu
por mioha parle applaudi os seus luminoso- e,
posso diz'los, noUveis disoursos: gostet at de
uuvi-lo erguer sua vos autorisada em bem da
agricultura, que vai entre nos correndo urna surte
a mais contingente ; gostei e repito, oovi-lo elo-
quentemeole demoastrar o defitihamenlo em que
vai a cultura do nosso algodo. e assignalar as
cousas ,ue o tem determinado.
Sou representante de um districto em que a sua
raais poderosa fonte de produeco o algodo, e
quizara que este genero podesse alcangar todos os
recursos e meios de ser vantajo-amente cultiva
do ; e na> deixo de recnohecer que sabr elle re-
caheu impostos avultados e capazes de enlraque-
cer a sua produegio.
Entretanto, como membro da commissao enten-
d nao devaj; na presente sessao propr a reduc-
gao dos impostos provraciaes, e fuodei-me em que
sendo demasiadamente criticas as circunstancias
Hnanceiras da provincia, nao tendo essa reduegao
um effeito immedjiato, e era acredilaado que des-
de ja fosse ella prdVeitosa ao3 agricultores; rae-
Ibor seria adiafse esie beneficio para a sessao do
auno segniut.
Entend tambem que nao a imposigao a cau-
;a principal do delineamento da produegao do al-
godo : para isto concorrem causas mais podero-
sas que assentam na iraperleic 1 do systema alop
lado anda no fabrico deste genero, na falta de
vias de commuaicajoes e na irregularidade das
e tagoes.
Me parecen, poi?, de melhor aviso c nservar o
imposto existente, como meio de tornar mais aval-
lar ns* recursos da provincia iio exercico futuro,
afim de jioder-se abrir e prolongar as vias de
communicago para o serlo, e construir agudes
que a meu ver, devera produzr o beneflcio de le-
vrar a huraidadeaquelle slo, ressiquido 6 faluo
de florestas.
Apezar destas consideragoas, fallando o nobre
deputado com tanto inleresse pela agricultura, co-
mo de feito falln nao s nao me atrev a estor-
va-lo com as minbas contestagoss, como at esti-
mei e applanoi os seus discursos.
A commissao, pois, prestando ao nobre deputa-
do, a considerago pejsoal de que digno, e con-
vencida da niengio n bre que o.dirigia, absteve-
se da discuss), poni at de parte a ma impre-
^o que Ihe causn as ironas de que foi alvo.
Acreditav asiira que o nobre deputado secn-
tentasse c:>m as inju=tigas que Ihe fez nos referi-
dos dous discursos, e por i->tb nao jiodia eu boje
esperar que mostrasse insistencia e proposito do
fri-lo.
Dalii vea a minha sorpreza, o tambem desagra-
do e al pezar por me ver na indielinavel necessi-
dade de sabir do silencio para articular urna res-
posta.
Alm de julgar-me fraco para desentir cora o no-
bre deputado, porque a mioha falta de habilitigoos
toma-se Unto maior quinto grandes sao os sens
talentos e iliostrago ; trabo tambora a attender
a circunstancia de sar do nobre depntado rauito
aun o, e vour-lhe a mxima considerago.
Deseutn, com imm a qoenrse voiverdadetra-J
estima, no terreno em que pos o nobre deputado a
discussao, sem duvida cousa desagradavel.
Peco, portanto, ao nobre deputado epego muilo
que nao duvida da amisade que Ihe consagro, nem
a supponha neste momento em vaclacao, se de al
guma energa, que pro orare evitar, me tomar
neste debate; meu desejo dar-lhe ama prova de
amisade retribuindo o seu calor e azedome com a
calma e dogora.
Querera ainda esta vez flear em silencio, e dei-
xar ao nobre depatado todas as glorias da aggres-
sao, e intactos lodos os seas trephos da discussao;
mas nao posso ter-rae era mim ante a irona pun-
gente qoe tem langado a ommissao!
O Sr. ii'sm \ i Lobo : Irona pngante ? Onde
est ella ?
O Sr. Mello Reg :O nobre depatado permit-
a rae que Ihe diga, lem-se mostrado de um rigor
e ustendade demasiada em relaoio commissao.
O nobre deputado proenrou, o quanto p te. atra-
hlro redicnlo commissao, e at o odioso da clas-
se aurcula ; e para chegar a este li n foi que ima-
ginon conferencias e Incubragoes, e fillon no si-
lencio profundo e absoluto que recommendoa a
secretaria, para nao ser interrompida em seus tra-
balhos.
A parte as suas palavras de imaginario e effei-
to, na de o nobre deputado reconbecer que a com-
missao, (endo recebidos os relatnos e balangos da
thesouraria provincial, quando sessao j ia mai-
to adiantada, nao dispoz de mais de nma semana
para confeccionar o seu trabalbo, e que neste cur-
to espaco nao podia fazel-o profundamente estada-
-'.o, e nem de atenuadas locubragdes.
Entretanto, em vez de ser elle o que disse o no-
bre deputado, urna accumnlagio de cifras, e copia
de disposig 's de leis velhas, apanhadas a esmo ;
incontestavelmenle nm dos projecto* de org-
mento que nesta assembla tam sido apresenlado
contendo maior numero de providencias relativas
despeza e arrecadago das rendas, e, em que esta
preveni Jo o nico modo possivel de supnr o dficit
que se annuncia avoltado-
J v, po:s, que nao o projeet) destituido de
todo.o merecimenle e que nao forana bem apro-
piada a commissao critica do nobre depaialo,
qoe se delta fosse membro, apezar do seu saber,
acredito, poaco mais fazia do que Qzemos nos.
Tambem nao adamara maito sobre o artigo de
receita Nao se innova sensatamente a bico de peo-
na em materia tio transcendente : carece estudo
serio, dados estatisticos, e exame sobre o estado e
prosperidade das industrias, para que se faca urna
tabella de impostos equitativa e com mais ou me-
nos igualdade.
A commissao nao dispoz de lempo nem de da-
dos para tanto, e fazer trabalbo para peiorar as
cousas, andou acertada em deixar o que eslava,
com pequeos retoques.
Um Sr. Deputado :Est desculindo a receita
que j foi votada.
O Sr. Mello Reg : Nao eslou descutin Jo a
receita, apenas trato de explicar 0 procedimento da
commissao, que ainda hoje foi argaida por snp-
postos deffeitos de lodo o projecto ; mas se isto Ibe
desagrada, nao fallare mais sobre a receita...
O Sn. Presidente : -E' bom que se reflra s ao
artigo que est em discussao.
O Sr. Mello Reg: Qjeira eu dedozir do
quanto tenho dilo, que os referidos dous discur
sos do nobre deputado, versando sobre assumplo
de importancia e digno de estudo; forara tomados
era attengo pela commissao para revelar-lhe a
irona que coutinha, e ac;eital-as come arronbos e
calor derivados do empenho com que o seo autor
se manifestava luuvavelmeole em bem da agricul-
tura; mas vnltar boje a tribnna para oceupar-se
de assumplo frivolo, e conservar-se.ou adiantar-se,
na atilude de increpagOes em que se havia prece-
dentemente coilocado: nao fez mais do que dar
inanifesta prova de mnito m vontade a commis-
sao I
O Sr. Gosmao Lobo: O assorapo frivolo?
Ento Ihe pareco que nao tenho estudado as ques-
tes importantes ?
O Sn. Mello Reg :Nao me parece tal, ao
contrario, e at j declarei que na discussao da re-
ceita, que reclamava estados, ouvi o nobre depu-
tado com atteng), eslranhando-lhe smente as
manifestages da m vontade que dea a commis-
sao. O assumplo frivolo de que fallo o de hoje,
que cerlamente nj valia o discurso estengo e bo-
nito que proferio, e que rae pareee s ter por flm
magoar a commiss e que fago .mraereei lame.it"
parle. (Xao apoiados).
E nao obstante esta queixa que ine icou do no-
bre deputado, n) posso recursar-me a confessar
que sobre assumpto banal e estril fiz um discur-
so tanto de feito, que ebegou a conquistar o apoio
do nobre deputado pelo 5 districto.
For o nobre deputado quera qualiflcou da car-
taz o titulodisposiroes permanentes,e crcio que
as questo*s de enriases sao sem duvida esteris.
O Sr. Gusmao Lobo : Eu nao acho que seja
que-tao de cartaz.
O Sr. Mello Reg :Fot o nobre deputado quem
a qualiflcoude cartaz,e foi tambem por isto
que fez a conquista do nobrs deputado a que me
retiro.
O Sr. Oliveira Fosseca : 0 nobre deputado
satisfa'-me com a suppressao do titulo, e eu nao
me satisfago, j v que nao estou de aceordo.
0 Sr. Mello Reg:-Esta distinegao faz agora
o nobre deputado', sem duvida para nao confessar
que foi conquistado (riso); no correr do discurso
do nobre deputado deu mostras de concordar com
elle em totum.
E ea applaudi este'resultado, por ver J urna vez
de aceordo os nobres depnlados, que em todas as
discusses des.a casa andavam divergentes.
0 Sr. Gusmao Lobo : Enlao o nobre deputado
algum ente asqueroso cora que nao se possa es-
tar em contacto ?
O Sr. Mello Reg : E do que en digo plese
coocluir tal ? Ao contraro, eu eslimo e applanJo
a cordiahdade, at mesmo porque desejo muilo qoe
a harmona reina aqnl entre ndos nos.
Mas, Sr. presidente, desagradou-me, eu o con-
fesso, o modo porque o nobre diputado se pro-
nunciou hoje em referencia a commissao, tanto
mas quanto s esto presentes dous dos seus mera-
bros, eu e o Sr. Pedro Alfonso, a quem concedeu
esiusas e indulgencias por ser novo nos trabalhos
nosso cargo.
Trazendo at a discussao a innocencia da sor-
te, que fez um membro da commiss >, atirou-se a
sensura viva, e enrgica de modo a fazer-me crer
que era eu o ponto principal sobre que reeabiam
as saas arguiges. I
O Sb. Gusmao Lobo : Eu sinto que o nobre de-
putado toaba loma Jo a m parte as minhas pa-
lavras.
O Sr. Mello Reoo :Nao espera va que assim
procedesse o nobre deputado, e nao dssimoo
a coDtrariedade que me cansn o modo de descu-
tir empregado pelo nobre depatado. Parecia-me
que em ama queslo puramente de palavras nao
precisara fazer um discurso to extenso e vehe-
mente.
Me pareca tambem que a materia nSo exiga
da nobre deputado o estado que fez, nsra que s
de ao trabalho qu leve de foliar a legislara 1
provincial e tomar notas do qae encontrn, o que
prova haver liga Jo a essa questao ama importan-
cia qoe ella em si nao lem. .
Eairetanto nao vejo fundamento em dizer o no-
bre deputado que, pelo simplescartaz sobre
3ue versa a qoe-tao, a commissao nao exnorbitou
e suas attrboigdes.
O Sn. Gusmao Lobo : O primeiro culpado o
Sr: pPfwffiTl*;"
OSr. Mello Reg :Me esforgarei por mostrar
ao nobre deputado que nio lem razonas suas ob-
jecge?. A commissao .le orgaraenlo, consignan-
do disposigo m permanentes no projecto, nao fez
mais do que asar de um direito que o regiment
Ihe confere.
O regiment diz apenasbio serlo admilt Jas
na discussao do- acmenlo emendas consignando
disoosigoes permanentes.
_E' visto, portanto, que a restriego em rela-
glo s emendas, nio se estenda ao prjecto da
commissao, projecto que esta, como tolos os ou-
tros, -iij-ito tres discusses.
O Su. Gosmao Lobo :Esta distiocgo realmenie
digna...
Mello Reoo :De qae ?
Sb. Gusmao Lobo :De ser tomada era sepa-
rado.
O Sb. Mello Reg : Eotio, faga isto... E ea
he de ver raais ama anabilidade.
O projecto da commissao .' est subordina 11
i' parte do artigo qoe me reSro, e nao pri-
meira qoe traa das emendas.
O Sr. GusmXo Lobo :Neste caso a.cpnunisso
podia fazer todo quanto qaizesse.
O Sr. Mello Reg : Nao me interrompa, de-
xe-me produzir a minha argumenta gao.
O Sr. Gusmao Lobo : Estou no, mea dirsilo.
OSr. Mello Rbgo :Ni) est no seu direito,
desde qoe me corta o fio das idas.
O Sr Rufino na Almeida d om aparte.
O Sr. Mello Sbgo (rindo) :Tambem me qner
interromper T Peci. ao Sr. presidente que come-
aba o nobre depatado (risadas).
Como dizia, o projecto de orgamaatp est cora-
prehendido na regra estabelecida par*'os domis
projectos; passa per tres discassdes. Nos termos
do regiment o qtte se quiz evitar, foi qae as ma-
terias de efleilo permanente nio fossera decretadas
seno pelos meios ordinarios, iato correado por
tres discassdes, e nao por meios de emendas no
projecto do organismo, sement com dnas vota-
c6es.
E isto nio quer dizer que a lei do orcamento
nio possa ter diaaRsigijes permanente-, ao contra-
rio o regiment as permute at por emendas sem-
pre qae se tratar de medidas de arrecadago e S'-
calmacao das emendas.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Millo Rbgo : A eommissio, pois, cao-
signando no projecto disposigoes permanentes, nem
excedeu s anas attribaigdss, nem infringi o re-
giment, que de eerto nio podia colloca-la em
condicoei inferiores de qnalquer diputado. Si
cada om des memtros ifesia eaaa licito apresen-
!ar projeMos do ettitos ptnoanents-s, como podia
a eommissio d.8 remenlo, no exercico de ara
mandato de conlaliga, estar tolhida de taze-lo 7
Negar-lhs este direito seria um absurdo, seria
pretender qae a eooGinga d'esta casa significassa
restriego de atiribuiges.
E que posigo sena a dacomnissio deorga-
mento, desde que eaiendesse ser, era bem dos in-
tereses flseaes, necessaria a adopgo de urna pro-
videncia permaneme na lei confiada sua elabo-
rago, e nao livessa o direito de iodica-la ?
Emendo, e sea duvida entendo bem, qt exi-
gindo o regiment que todos os projectos estejam
sujeitos a tres discu-soes ; esta disposigo nio tica
sophisraada pelo fado de cqnter a le do orgas
ment, embora a sua natureza anana, disposigoe-
permaneates, reguladoras dos servigos por ella
creados, nraa vez que siga em sua votago a or-
lera regular, isto passa por tres discusses.
D'esla ordem de considerages qua vedho de
fazer, tica evidente que as objecgoss do nobre de-
putado repotlsaram sobra um fundamento falso.
Demats o regiment previdenie, a todos os res-
peiiijs, concede a qualquer depatado o direito de,
em bem da arrecada g> e scalisago das rendas,
apresentar emendas contendo d:sposig5e< perma-
nentes, s tendo estas emendas duis discusses...
O Sr. Gusmao Lobo : Porque ? ,
O Sr. Mello Reg :Porque necassarjo fae
litar as providencias tendentes arrecadago.
Ora, o nebre deputado nao pode querer que
aqullo que permittido a ura depuladu, por meio
de emendas sujeitas s daas discusses, nio o pos-
sa fazer a eommissio em seu proj;cto, que corre
a sorte de ires volacoes.
Demonstrado, como fica, que o projecto de or-
garaenlo pode ter disposigoes permanentes, nio
sei que boa razio possa assistir ao nobre depatado
para combater e estraohar a distinegao que fez a
commissao entre dispasiges geraes e permanentes,
com o lira de reunir estas em um capitulo, que vi-
gora, como lei effectiva, e independenie dos outros
captulos, de natureza anna.
Argumenta o nobre deputado com o dizer que
percorreu toda a legislagao provincial, e nao en
controu em lei alguma de*orgamento semelhante
distinegao. Mostrar-lhe-hei que o sen exame de
legislagao ni) foi completo, e que parte a ques-
lo de cartaz, os precedentes veera era abono
d'esta distinegao, e com a propria legislagao pro-
vincial qae o consegnrei fazer. x
Foliando casualmente nma collecgs de leis, sem
Inteogo de fazer cabedal para esta discussao, e
sim para resolver nma duvida de um Sr. deputa-
do, deparei com a lei de orgamento de 183 que
faz distinegao entre disposigoes geraes e transi-
torias.
O Sb. Gusmao Lobo :Disposigoes geraes tra-
zara todas as leis.
O Sr. Mello Reg :J v o nobre deputado
que se fez estudo da legislagao, o seu estudo nao
foi completo, e pouco Ihe adiantou para esta gran-
de questao do titulos de leis.
Alm d'est lei que citei ha ontra, orna de orga
menlo municipal que contera dous ttulos, um de
disposigoes geraes e outro de disposigoes perma-
nentes. .,. ,
Cito smeote estas duas leis, prescradindo da do
orgamenlo de 1870.
O Sn. Gusmao Lobo: Tratase do orgamento
provincial e nao municipal.
O Sr. Mello Rbgo r-Ooobre deputado disse
em geral que as leis do orgamento nao pdem con-
tar disposigoes permaoenles : o orgmenlo muni-
cipal urna le annua, urna le de recursos como
a provincial, e est sem duvida as condgoes
d'esta. .... ,
Recorra o nobre deputado legislagao geral, e
l ha da encontrar leis de orgamenlos com a dis-
tioegio de que traa.
O Sr'Gusmao Lobo :Isso outra consa.
O Sr. Mello Reoo :E o nobn deputado nao
3uer que o orgimento provincial eslea era con-
igoes iguaes ao geral ? E' nma lei de recursos
perfeumenie idetica a do orgamento geral, e pela
circumstancia de ter estalproporges mais vastas,
lio dixa de ser urna lei de receita e despeza.
Se o nobre deputado v discussao entre urna e
ontra lei, eu nao a Vejo cerlamente.
(Ha um aparte.) .
Su. Mello Reg :A commissao, nortanto,
procedeu mai regularmente e de mao convenien-
te, consignando no projecto o titulodisposigas
parmanentes, enio ple ser-lhe attribiida a ia-
tencio de crear urna novidade. O sea fim foi evi-
tar que a le do orgio^a'.o, depois d anno deeua
durago.ficasse comjdisposigoes vigorando intercal-
ladas m outras sera eifeiio ; o titulo que tanto
deu as vistas ao nobre deputado, fiuar sendo lei
permanente, e os outros transitorios e de duragie
apenas de um anno.
O Sr. Gusmao Lobo d um aparte.
O Sr. Mello Reg .Fazer um bonilo Seja
mais justo para com a eommissio....
O Sr. Gusmao Loro : Em todo >aso o titulo
desnecessario.
O Sr. Mello Reg : Admiti qae o nobre de-
putado achaise e.W titulo desnecessari >, e propo-
zesse a sna suppress) ; mas, a proposito d'elle.
tomar hora e meia quasi cora ura discurso... isto
qoe era desnecessario.
O Sr. Gusmao Lobi :Porque, a questao envolve
ura serio interes-e.
O Sn. Mello Reg .Nio posso compreheader
a importancia de semelhante que O Sr. Gusmao Lobo : Pde-se fazer urna violen-
cia a eommissio.
0 Sr. Mello Reg : Nio pense nisto, ni) ha
adrawistragao alguma que snffra violencia em ca-
sos taes, a menos que nio seja inepta.
E demais, as diapoaieSaa permanentes contidas
no projecto, nio tem outro flm sabia auxiliar a
ad ni ii-irag\ e em caso nanhura pilera) fazer-
Ihe violencia.
Sr.Gusmao Lobo :Refiro me ai principio.
O Sr Mei.i.o Reg : Bem, eolio condemnasse
o principi) e ni) careca dar tanto elasterio a um
assumpto sera importancia, que fez crer que a
sua iaiengio era principalmente combater a com-
missao nio o principio.
Em lim, limilo-me a estas observagas, que a
casa tomar na considerago que merecer; a mira
indiffereoie que conserve .ou nao o titulo dispo-
sigoes permanentes. O trabalho da commissao
nio impe obrigagio nenhama casa, elle ape-
nas urna base para a discus-o, que a commissao
obrigada a apresentar, e este sugeito a todas as
emendas e alterages que entender codveniente
fazer.
Ao nobre deputado pego qae se algama exprs
sio me eseapou, qae o podesse desagradar a le-
ona como nio dita ; nao esteve em mea desejo
faltar-Ibe com as eooiiderages de amigo.
Tendo dado a hor fica a discussao ad liada.
O SR. GUSMAO LOBO faz largas considera-oes
sobre a materia.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
evanta a sessao.
. (Continuar-sena).
REVISTA DIARIA.
PRESIDENCIA DA PROVINCIA. Durante o
lempo que ae demorar S. Exc. o Sr. vice-presiden-
te da provincia fra da capital, fi-a eucarre-
gado do expediente da respectiva secretara o Sr.
Dr. Adqlpbo Lamenha Los, secretario interino.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOsOPHlCO.-
(teune-se hoje s 10 horas da manhia esta aecie-
dade, era sessao ordinaria, no logar do costme,
aflm de ouvir urna discussao de these pelos Srs.
Barros, Mathias e Goava, bem como a proceder
eteigo da directora nos mezes de julbo ou
tubro.
TRILH03 URBANOS PARA OLINDA. D'ora
avante, nos domingos e dias santificados a tabella
do horario de partid v dos trens para Beberibe se
r o mesmo do dos de Olinda, largando aquellas
em seguida a estes da estaca) de Santa Isabel.
GIDADEDE OLINDA.No domingo (16) celebra-
se a festa de N. S. do Carino, no convenio da eida-
de de Olinda, orando ao Evangelho e ao T-Dum
o Rvm. Leonardo Joio Grego.
Logo depois da fasta, ha ver a bengo papal pa-
ra ledos osfleis.com indulgencia plenaria concedida
pelo summo pomihe Benedicto XIV para aquel-
les que, confessados e commangados, visltarem a
igreja respectiva.
ESTRADA DE FERRO DE S. FRANCISCO.
Tendo obtido hontem dous metes de liceng 1 o Sr.
engenheiro fiscal das estradas de ferro do S. Fran-
cisco e de Apipuco?, Dr. Manoel Buarque de Mace-
do, sera vencimeotos, foi designado o seu ajudanie,
o Sr. Dr. Felippe de Figueira Faria para o substi-
tuir em ambos os lugares.
DESJOBERTA D'Ud CRIMINOSO. Ha triuta
annos, diz o Times, fui um polier roorto em Han-
lingdoo, sem que at hoje se polessem descobrir
os assassinos.
Ha poucos dias, um individuo, por nome John
Negus, foi declarar peraale a autordade respecti-
va, que vira ha trinla annos tres homens condu-
zindo o cadver do citado polica, de urna taberna
pa'a a ponte de onde o deitarara para o rio. e que
este tacto o tinha de tal modo irapressionado, que
at hoje nio Uvera um momento de socego de es-
pirito I
Um do3 homens que elle denunciou ainda est
vivo, e derara se as providencias para ser preso.
PROCESSO IMPORTANTENos jornaes ingle-
ses encontramos ha amitos dias urna narrativa so-
bre um processo qua levantou grande celeuma em
Inglaterra.
As propriedades cajo seahorio se pleiieia sao em
Hamspbire, baronalo de Tiohborne, e renda an-
nual de 24,000 libras esterlinas, ou cerca de 2i0
contos de ris.
Lord Fichborne, senhor de uraa grande fortu-
na e easado cora uraa senbora franceza ou educa-
da em Franga, teve quatro filhos, dous delles me-
ninas e os outros dous vares.
Rogar, o mais velho, depois de servir como
official na cavallaria ingleza, quiz viajar, e aos 22
annos dirigise para o Chili. D'aUi, depois de vi-
sitar as eardilheiras dos Aades e o lia/. I. erabar-
coa-se a Dordo do Bella para os Estados-Unidos
em 1851. O navio naufragon, e desd* ento os
[i es do joven nao tornaran) mais a saber noticias
delle. As anas duas irmas liahara morrido era
creangas, e pelo f illecimento de seu pai em 1865
herdou a sua fortuna o nico lilao que sobrevive-
ra, Alfredo. Este casou em 1866 com urna se-
ahora da Ilustre familia dos condes de Arandel,
nio sem que a viuva do lord advertase a familia
da noiva de qoe tinha o presenlimenlo de que
seu lili) mais velbo viva, e que, se se apreseu-
tasse algum da sena elle o possuidor do rico pa-
triaionio.
Alfredo Fichborne morreu tambem um anno
depois de 'casado, mas deste onsorcio veio um
menino que agora tem cinco annos e o possni-
dor da grande fortuna de seus avi. Neste esta-
do de cou-as, n i anno da 186S, o que pretende
ser agora Koger Fichborne escreveu da Australia
a sua mi, dizendo-lhe pela primeira vez que vi
via, que soubera da m irte de seu pai, e que ape
zar do horror que o mar Ibe inspirava depois do
naufragio, desejava voltar Europa, para o que
pedia recursos. Manda los estes pela mii, o tiln
perdido chegou a Frang, anda doente, e ao que
parece foi reconhecido por sua mii, que assim o
dudar ou desde logo, eoubolando-se d'ab um plei-
to cootra a ora e o tio, como tutores do meniuo,
hoja senhor da grande herang*. Era 1870, quan-
do a creanra traba quatro annos, tambem mor-
reu a mii, o que veio complicar muilo o pleito.
Eis a situago em que este processo se acha :
de ura lado est o testemunho da mii e de um
criado qae o oflklal Roger teva das annos ao
seu servigo, declarando tambem. outras diversas
passoas ser este o verdadeiroiord Fichborne. Este
explica a sua vida, demonstrando que fora para a
America por desgastas de familia ; que so salvou
com-mais oito tripolantes, alguos j fallecidos, em
urna barca que arriboo a Australia ; qae alli.
por motivos que nao declara, occnlton o s.ra no-
me, e para vi ver teve de fazer-ae picador de c-
vanos e at de caroiceiro, passando alfana mete*,
s, nos montes ; qne nsava aili do appelhd di
Castro, por ser rauito amigo de ama familia h-s-
pauhila assim chamada, qae viva no Chili e qu
tambem o reennhece ; qne em 1864 casou se cora
urna miilher do pnvo, motivo qna o obrig >u a vi-
ver incommunicavel com sua familia, e qoe s
por occasio da morte de sea pai e qae resolveu
regressar a Inglaterra. Tem mostrado conbecer
perfeitamenle todos os pormenores da sua ujoci-
dade.
< Por outro lado os seas contrarios avraon-iram
que excepto a rai, nenbom de seos illnsirea nu
meroso parales o reconbecem ; qne dnrante do
ze annos, nio s nio deu signaes de vida, mis
lambrai qne estando pobre ni) dispoz de mil li-
bras, que tinha em casa de om banqaeim de Loo
dres ; e finalmente que tendo recebido nma eda-
cago esmerada escreiSa presentemente com maitos
erros e falla detestavelmenle o inglez.
< Os juizes e jurados veero-se debalidos pela.
raais encontradas influencias, porque a qnestio
inleressa a toda a aristocracia ingleza. cora quera
esta familia est apparenlada. A maior parte do*
peridicos qualificam o processo de verdadeiro ro
mane.
LOUCURAS COMMUNISTAS.-0 Franc.aU pu-
blica o seguinte curioso documento qne d a co-
nbecer o prograraioa social da communa :
Cidadios.Considerando que os tres dogmas d
nossa amada revolngio : liberdaie, igualdad*
fralermdade, nio devem ser palavras vas ;
( Considerando que a nossa mmlo presad com-
muna deve conquistar as sympalbias bniversaes
por meio de actos viris ;
Considerando qne a amiga autoridad* qae se
derroca eslava regida por dnas qaalidades moraes
a moral natural e a moral convencional, qoe se
ama a* salvaguarda da liberdade individual, a
outra nio (em sido mais do qoe um entrave lyrao-
nico imposto por iostitoiges carcomidas ao des
envolviraento da huraanidade as suas'mai*legi-
timas aspiraedes ;
1 Considerando finalmente qoe i similhanea de
todos os entes da creagio, o homem pode e deve
na ordem natural, reprodozir-se sem outra lei niau
do que a da decencia publica.
1 Pedimos pela presente :'
< 1.* O eslabelecimento do divorcio.
2.* A suppressao dos casameoios religiosos, e
por coaseguiute, a das dispensas para alliancas
entre prenles.
< 3.* A aboligao da familia como privilegio so-
cial.
< 4.* Finalmente, a liberdade de coniranir casa-
mento entre mi e filbo, pai e Alba, irmio e ir-
mia, o qae estava prohibido pela moral conven-
cional mencionada mais por um supposto interes-
se de mistaras de ragas, do qae n um intuito ex-
clusivamente moral.
< Chamamos a attencao dos cidadoe membro*
da communa para estas qneaOes vitaes e urgen-
tes, por mais revolucionarias que sejam, indispen-
saveis ao progresso rpido da nova sociedade mo-
derna.
Viva a communa I Viva a repblica 1
< Hesolvido em sessio de 30 germinal, aono 79.
Mercier'Pitlevesse.Raquin.
LOTERA. A que se acha venda 199.* a
beneficio da nova igreja de Nossa Senbora da Pe-
nha, a qual corre no da 13.
LE1LAO.O de movis, louga. vid ros etc. el;,
por nter vengiio do agente Pinto, i ra preter velmen-
le ser effectaado hoje, ainda mesmo qua chova.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do da 3 do
correte :
Antonio Jos Martins dos Santos, preto, Pernam-
Duco, 50 annos, casado, Recife ; molestia no cora-
gio.
Balhina Amelia de Sonsa, parda, Pernarabuco,
32 annos casada, Baa-t'ista ; congestao cerebral.
Guerio, branco, Franga, 50 annos, casado, Re-
cife ; dyarrba.
Candida Rosa Maria Coelho, branca, Peroambu-
co. 38 annos.casado, Graga ; ttano.
Emilia Maria dos Prazeres, prela, frica, 48
annos, sodeira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Mari da Annunciagi), prela, Pernambuco, 54
annos, solteira S. Jos : grangrena.
Launa Ja, parda, Pernambuco, 5 mexes, S. Jo-
s : liepauu cbjonico.
CRROMCA JlDM'l.iKl.i.
rmiivrvtL do commercio
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 3
DE JULHO DE 1871.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manba, rennidos os Sr.
epatados Miranda Leal, Olinto Bastos, Candido
Alcoforado e Alvaro, o Exm. Sr. conselbeiro pre-
sidente abri a sessao.
Foi lida, e approvada a acia da sessao de 30
do prximo pascado.
EXPEDIENTE.
Officio da junta de correctores acompanhaio
da nltima cotagio dos pregos cirreales da pra-
ga.Mandou-se archivar.
Mappas demonstralivos do movimeoto havdo
nos seguintes trapiches, comrelagio ao 2* semes-
tre de 1870 a 1871. Bario do Livramento ao
Caes do Apollo n. 45, ra do Brum n. 2.Com-
panhia Pernambucana, armasem alfandegado n.
18.Conferidos com os precedentes archivera, se
nao havendo duvida.
Foram mandados,rubricar os livrosDiario e
copiador de Souza Junjueira 4 C, diario de Joa
quim Rodrigues Tavaraa de Mallo, dito de Ferrei-
ra Maia & C, copiador e diario de Freitas &
Mattos.
Presente o Iivro de registro da corresponden-
cia official, foi encontrado em da e escrplo com
regularidade at n. 191.
DESPACHOS.
Requer ment de Rodrigues Pinto Morara, cr
tido de ter sida registrada em o anno de 1869
a nomeaco de seu caixeiro Miguel Moreira Pin-
to. -Certifiqese.
De Manoel da Costa Azevedo Napoleao, igual
certido respeito de Fortunato da Costa Morei-
ra Maia em 1870.Como requer.
De Mendes & C, tambem igaal certidio res-
peciivaraante ao seu caixeiro cuja nomeaco de
1869.-Certifiiue-se.
Da Jos Joaquina de Lima Bairio, no mesmo
sentido quanto ao seu caixeiro cajo nome pede
se declare.Como pede.
De Francisco Pires Licate. tambem n > mesmo
sentido quanto ao seu caixeiro Antonio Lopes de
Oliveira.Deferido.
De Pinto da Silva & Cas cao, registro da nomea-
gio da seu caixeiro Joan CardasuAyres em subs
ntuijao de Jola Baptisla Fernandas Po'voas, cuja
elimiaago pedem.Depois de reeoohecida a ti.--1
ma da nomeaco seja esta registrada.
De Francisco Antonio de Assis Ges, commer-
cianie matriculado, submettendo i registro a no-
meagio de seu caixeiro Antonio Pereira Leite.
Registre se.
De Feliciano Jos Gomes, submettendo igual-
mente i registro a procuraco bastante, que jnn-
ta.Seja registrada. *
Da Josa Joo ds Amorim, registro tambem da


*

MI
l
#,


-------------------------------------

ssF"l iw.i

QuinU ira ."Julho da 1871
*

^

o Tfktr D. rajrit Candida >Mbre de G*wt4o, appeiladd
Ma aoel'Pires Fnn-eira.
i ftaeerroo-se-n-ejo 20 rmswios-e** de raeM
! dia.
ama proi'/nfij tusmte. Piarse
pedida.
De Flanees fime da Silva, idem datjsst'ip.
turaran dedele que lhe flieram sens sogros ^la-
noellos \**mas> e sua raulher.-Ssja regrtrada.
*s Marttnko dB.Oliveira Borge\ moMraWdo !m-i RESUM* T)0 RALANCGTE M WECBITJt1
-wrcmnpriflo o oltimo despacho proferido dos aa-1 R gGSPEZA Q\ C4MVRA MUNICIPAL
tos de sua Tenbjlta<;I'> commercial.Jaato-sej
osamos, que IraScoin vista ao Sr. esembaiga
or fie loo Jos de Cnamo Moraes, juntando a
duplcala do distrato social de Pies de Mello &
C corno se lhe ixigio por ddtpa.tio de 19 de ja-
oho.Visla ae Sr. desemhirgMJr fiscal.
Os Joo Rodrigues de Monra < um eoiamaodi-
tan, vindn satisfeito o parecer liscal.-Reglttre-
ae o contralto.
Do bario e'Bemftca, c-im-aerciante raatrieuli-
do, Mibtnettendo registro aaomeacan de eos
carxeiros Jos de Oliveira Castro s Antevio da
Oliveira Caslro.Sim.
Oe Frenas A-Mattos, apresenUodo a registro
o sea contrato social.Vi;ta ao Sr. deserabarga-
dor fiscal.
e ao Antonio dos Rei?, eertido de se achar
ou oao registrada a nomeaca da seu eaixcir.
Antonio Pioriano dos Res.Passe-se a cerudj
requerida.
tte Joaquim Bernardo dos Reis, no mesmo sen-
tido quaoJo.a*! eos caixeiros Autonio Luiz da
Coaio requer.
Oe 'is Nicolat Ferreir, no mearon sentido
respectivamente a Mainel Flix do Souza Pome*
Cfinstovo de HiUiili Cavalcanie. Csrlitl-
qte-ee.
Oe Gregorio Yhaomaturgo
e pre*rrsdji na-ama, 'Hrmetten-se, r rgimen
dess* mejcamwltrt. 'i** que deyois de ler
toHfudn ama s-dse d* seis pilulas, uo da se-
Baita
DO rtEClf NO MfiZ OE OUWBW*
DE 18I.
exkrciciod 18*9 A IW# -
Rtcea.
Saldo do met de setembro pr-
ximo findo.:..........,. 4&34604(
Receita arrecadada no mez de
oulubro................ 7:O95">I20]
iciiite Qeou admirado de se ver quaei nao.
fllter une n.u grande ministro, eomo a fini
lia rala aconta* desde logo aspimas de liad
way>eoRM poto de perseverar a sande. >
Qs nicas depo'<, das verdaderas em Pernam-
bhco'ma'do Djqoe deC*xias, Pljanr.acia
Arnericaa, n
y
-
47:041-5583 xo asignado,
va'a
Despesa.
Importancia despendida no
mez de outubro.......... 8:9315854
Saldo que passa para o mez
seguinte................ 38:7095731

47:GU#i8o
Cmara mnnicipal do Recife, 3 de julbo
de 1871.
O procurad'-K
Jos Simplicio de S Esteces.
de S L*iio, regis-
tre da noineaco de sen caixelro Oano Gomes de' pv/-r rao R1NK fg RIO
SLei*o.-Regi?tre-st. B,u I IMITR-n
COM PARKCKn DO SU. DRSRMIIAR!l FISCAL | IjMI r.u.
De Joan Manuel d. Veiga h Se-xas i: Manoel Cipilal dn Bmco ei O0:()00
Tixe ra Bacellar, distrato social.S^ja registra-i aCCOOS de cada urna
/ Sumario orocedido contra o corretor fettkfli ***' 2alisad "'......
Adiado aflm de ser nvidado o Sr. deseinhr- h m^0 (*e resef va........
gador fiscal para 'as-isiir u julpimento, teudo 'le.- i
liberado o tribunal iMe Asae leito n convite para
a limxima >e?ao de <|mnta-f-ira 6 do currente.
Nada mais havendo a tratar se o Exm. Sr.
OMM heiro presidente cncerrou a ses.-o as 11
boras e inea do .lia.
DE JANEIRO
l.0r0 00u
5XI.0H.
i-iO.50S
SESSO JUDICIAHIA, EM 3 DE JULIIO
DE 1871.
NMMMCU DO BXM. SR. COXSELHF.mO a. r. PB-
RKTTI.
Secretario, Julio Guimatiies.
Ao rneio da declaren se aberu a se^sao,
fletando reunidos os Srs. desembargadores Sil-
va Gaimares, Keis e Silva, e os 8x deputadus
Miranda Leal, Candido Aleoforad-', Olioto Bi'tos
Alvaro, faltando cou pariiciparao Sr. tlesembar-
g;ador Accisli.
Lida. foi approv.ida a acta da seseao .pas-
sada.
O escrivo Albnquerqne reeistrou o ultimo'pro
eslo di! letra a M do mez lindo s.-b o. i\\l;
o es.rivao Alvt-s de Bnio a i do dito mez aob
aamero 2326.
ACCORDOS A^SIOSADOS.
App!lante Luiz Jos huta da Costa, appeilalo
Theodoro Just ; ao-eilante Pranci^co Batatn Je
Andra le, appe.Udo Mannei FTiniao Fjrreira.
/ULOAMSNIOS.
Os Srs. Candido Alco'.mido e Alvaro nao apre-
sen'.aiv.m os feitos mltados n? se*-So paada, en-
tre partas, appellanie* Audrade & Reg", appelada
D. Auna Josepha Pereira dos Santos : appeilante
BALAXCO DA CAIXA FILIAL EM PMWAMMffQi EM
30 DE JONBO DE 1071.
Activo.
Letras descontada*............. 8l:Sii180
Empresmos e cuntas Cuciouadaa I9:5b5JI|M)
j Letras a^ectber............... 6H:**i'4J0
(iaranlias e valores depositados... D7'*:87l970
M'ibilia etc. do banco........... IfcWtiilO
I)ive.r>is comas................ 60l:i4an"70
Cana......"................... 514; J67J380
Rs. ,i:94il30
Passico.
tontas cor rentes -im-
ples............
Deposito a praso rix)
com aviso e pur
letras...........
37i:i3oj280
1,261:289*360
I."tras pagar......
Ttulos em cmco e
Diversas coulas.....
ilepoMio....
1,633:321*810
187*3 .174:871 (l7U
392:236*1)10
Rs. 2 402:910*320
S. B. O.
I'i-niambuc- 3 de jnlhn'de 1871.
./. f. lilnrluiin, manager.
L Hender son, accoulanl.
TABELLAD*) RENDIMENTO DA AU-'ANDEGA DE PERXAMBUCO DO MEZ DE JNH DO
COR RENTE ANUO FLNANCE1HO, COMPARADO COM O DE 1GAES MEZES DOS DOUS
MX( S LTIMOS.

Jmportarao
Otarios de consumo......................
Dito de augmento de io /,................
Dito de dil" de 30 /.......................
Ditos addicionaes de 5 %.................
Expediente de 3 "/ dos genero- livres de di-
reiUN de consumo......................
Armazenagcm.................... ......
Despacito martimo
Ancoragera..............................
E.rportualo
Direitos de 13 % 'I" pao brasil.............
Ditos de 9 % de exportadlo...............
Ditos de 2 1/2 / idem
Ditos de 1 1/2 o do o uro em baiT.i.
Ditos de I % dos diamantes...............
Expediente das capauzias................
Interior
Jlenda da typographia nacional............
proporcional por verba..
SeUo de papel < feo......................
(adhesivo..................
Emolumentos...........................
Imposto de transmissao de pruprieJade, a sa-
h-r : de 3 o/* da renda de embarcaeio...
Dito de 1% da arremata cao de bens movis.
Extraordinaria
Receita e eventual.......................
Depsitos
Depsitos de diversas nrigens...........
Dizimo la provincia das Alagas........
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Rio brande do Norte.
Contribuicao para casa de caridade.....'
JS70 1%71
2H:217388
9i:5!)7j3G3
2i778
49:999*111'
2:73?316
10:238*213
3.843*330
67:326*002
772*332
f 1:110
2*000
913*800
4039
1"*000
2*252h
861*073
327:939*931
Alfandegade Pernanibuco, 3 dejuihode 1871. .
318:821*863
403*318
2:0io* 3:376*179
MJM-I
1:03*H53
18M 1810
48i:7**i63
17ii:36:lllK
3.488*'i77
89:791*637
4:380*937
0:730*936
3:233*500
107:0813206
o03*639
2*000
71*840
1:061 2H)
llti36^
22*000
1.007*891
18(18 1869
876:369*774
2:053*521
9:098*441
614* 31
820:037*211
108:312*913
8705803
i:3TO968
2:618*320
163:820*374
580*380
100*000
lOiiOO
732*jOO
71*170
338*730
1:381*328
abaijto
ra e cr
Mello, apt
lhe dirigi
tenlo as
l.Q
37, e roa do Imperador 0. 22.
monlrad
de 1869.
ble Mil acce
D, rio
ote ansiiocq
est su "
lelrt q
eaa- subida conta.a
<1o Sr. JoSo Pedro de
aocntviteque S. S.
i" 3 da corrate, fa-
es
a eMre S. S. e o abal-
'pieot* ^rdvada e de-
ceitou ero 21 de agosto
. Se o* Bao estivera. s# aquel I \ letra nao livesse
na rtfem. ta|l. liefta coafesjavel, cumo
aceitara S. S. que tanto presi a sua honra e ere-
dito commercial ?
Acaso pretende affistar-se esses principios de
que faz praca e tanta osteort^ao para fjrtar-se ao
pagameot'dss letras? Sera porm. uto, momen-
to de xartaco dn imfiaackit ? Mas con-iden-
S. S. qne as consiqueocia- nao sao boas em qaal
qoer itoa casos.
2. Se fora um l'errador qne flzesse tal pergunu
nao admirara: mu S. S. honrado e> acredita i >
negociante, espintar-se p->r|ue 110 dia do venc-
manto pedio refirma da letra que coif-s-a ler ao
ceitado e nessa refarma, em lugar d'uma aoeiluu
duas letras!!!
Em summa___diga-se sempre. que nao tendo
> pago a letra que aceitou em 21 ae agosto de
1869, e pedlndo r-:'>riaa da merina para, de futu
ro lhe facilitaro pacaineot", f"i dividida a letra em
du*, para diversos veueimentns.
E' isto ta 1 cuino um no eominercio, que /admi-
ra realmente com > S. S. o eslrauha.
3. S. S. ou nao sabe ler iii quiz (nysulcar o
publico.
' D a letra q e aceitn em 21 d agosto de 1869.
a examinar a al^uem que lea uu veja meihor, e.
est o abaixo at*maa>lu certissim que se sabera
qoal o valor por S. S. reeebttM qaanlo a acei-
tn.
4. S. S. foi accionado, somonte pela importancia
d'uma letra, porque ao tempo di^citacii ajienaa
urna eslava vencida.
3. Aguarde S. S. o depoiraento do abaixo asig-
nado.
Se fosse licito d riglr nina pergftnta a S S.. de-
teja va o abaix-i a que presa a sua honra e crelito cnmmercial,
aceaodo urna lefa, coafesando publicamente
pie a aceitou e que esse aceite se reprodmio em
duas nutras letras, pode hmje-Uuiente recu-'ar-^
ao pagamento delles no veocimento ?
Assim juiga o -l liX'i asignado ter sati-f-ito ai
en pedido, aguirdaoiki o resultado da acgo que
(em em juiz ItecJe, 5 de julho de S71.
Antonio Aires de C'iroJio Vrras.
888:367*971
1,101:990*719
6:236*743
6:311*311
1 617*695
1:116:136*499
Servindo de chefe da 2" seccao
Anselmo Jos Pinto de Souza.
-----------^---------------------------:-------
COMMUNICADOS.
O eferiptor do artigo edictorial do Efteral d
b'je parees ter prestado > \f alteneao an expe-
diente do governo da provincia, publicado ipar-
te offlcial desie jornal, se assim nao fosse, terii
encontrado nelle a raspnsta s saas p-rgunta* com
relacao a molestia (at buje desc herida) qne
com carcter epidmico rema na casa de de-
tescio.
Tana visto no expediente, ja publicado, qne ape-
nas cheguu ao eonhecimeato-^do Exm. vice-pre-i-
dente da provincia, per coumunicacao doDr. pro-
vedor Ja tatile que na dleoi;o tmha apparecilo
orna enfermidade nova co Sua Exc. immedu'.amente nom.'ou urna commi-sao
de sete mdicos dos mata dbtiuctoa d-?u capital,
para esludar as causas do mal, e propr as medi-
das aecessarias para sana-I 1 ; e ao mesmo tempo
designou dous ouiros ntedieos para coa-tjuvarem
o Dr. Joao Mirla Sev, rnediej da prisa", no tra-
tamento' dos enfermes.
feria coahecimento de umitas oulras providen-
cias tomadas por S. Exc. em virtude de propjslas
da referila commisso.
Foi em virtude di proposta da ommissan,^ (que
reconheeea ser o mal remante na detengo a
Bertberi i qne S. Exc. or-lenou a rem >;i.> tempo-
raria para a ilha de Fernn lo ds p-e-os MTCla
dos do mal, como meio therapeuRco ; pois a seiB-
ca niedi'-a acojseiha a vi igem de iiia', e mnlaa-
de ares como, quasi, nico mei de cura para
gemelhante enfermidade.
Nao devia S. Exc. exitar em satisfazer esta ex-
gencia da commisso, na > a bem dos meamos
enfermos, eomo por amor da nossa paBUla{ao. Se
ra perigoso destribnir or varios pontos da cida-
de, e al por casas de familias doentes de urna
eofermilade cruel, desconh-cida na provincia, e
qe reina com carcter epidmico.
A commisso, eos medico; que coaljimm o
aenltativo da detenro ji procedea* a todos os
xames possiveis, quer no edificio, e quer na ali-
mentac.1 dosdetentos, prestan Jo atietita i tudas
as bistoriaj e apBraneo^fa, q i em casos laes,
conliouam apparecer. e na lescobrirajncousaal
gama que possa er'arlbuloo o mil,
A historia do envenena nenio, roJaz di pela
?mbira do caroat, nao tem ra/. 1 de s-r. Havia
40 aonos que esta va em uso ent embira, sem
nunca prodazir enconun lo algum. Alm disto
amitos dos detento, accini.-neiti.los do mal,
se alimentavam da callera, em que s) usava da
embira do ciroat, sm pequea quaatldad>.
: do syslema esfi 9mH=o ha 14 aonos, setn ter dado
' lugar ao mal que h'ije reina na |iie!la prUlo. Nao
I queremos con Ist) zer, que nao deve ser aceito
' u melhorameuto lemhrado pela cmara muni-
cipal
A commissi) medica conlinut en sm es-
tu Jos e em breve apresentar o sen relatono.
Sao portanto, sem fundamento a* censuras, qne,
parece, quer a redaecin do Liberal fazer a presi-
dencia da provincia com relaeo a fallada eofer^
midade reinante oa detenro.
S. Exc. tem sido soicito e zeloso as providen-
cias para acculiraos enfermos, e remover as cau-
sas desse mal. Leia-se o expediente, ja publicado,
e conveacer-se-ha a nobre redaego do Liberal da
sua injustica para com 5. Exc.
Sr?. redirfnres. Deuaraal" hoje com urna
correspondencia do Sr. Maximino da Silva Gus-
nao, inserta no seu acreditado jornal, tlqiiei sor-
preheoido, qnando este Sr. advera: que re
c illieudo-se a sua' 'tasa na companbia do porlei-
ro dos auditorios, fui por mun aipeacado com a
ilha de Fernando f.. .Foi verdad*, ter en a tifeli-
cidade de ae encontrar com o Sr. Gusmo, po-
rm segua mu cainmbo, quaodd por elle tai
chamado, a enjo chamado nifli respond, nem li-
goei a mnima importancia, por nao ter com este
Sr. negocio a*gnm tratar.
E' esta a verdade.
Siuto que meu nome sirva de instrumento de
viiiganca, que o Sr. Ga*mo qur tirar t mea
irmo que ha poucos das s .iT-eu despej> na casa
n. II sita ra de Marcilio Das, de cuja casa,
o Sr. Guarni resspeUnbelissiino arrematante, mas
que pur ignorancia >ua fui eu citado, e para mini
tirado o inaodado de despejo ; o Sr. Gnsqjjh sabe
rauito bem que a |. ja pao me pertsncia, e sim a
meu irmo, em nome do qoal tertrS. S. passado
os reciboi de arrendainento.
Retire nois o Sr. Maximino da Silva Gasmo as
aspen.oes que inj >stamente me dirige, e que inci-
to o caractensain.
Fique o Sr. Gusmo ceno de que nao quero
lesmeoti-lo. sai que verdadeiro. e jnlgo nao se
r prciso abonar lhe sua coiduota por mel da
impren-a.
Recife, 5 de julpo de 1871.
Diogo AjQust
N. 418- UM\ IMPORTANTE
03 DOENTE'. E-ia qnestao vi
a saude e bem estar de milhares
pessoas, vai ser sahmettida lod
de dyspepsia, prilBA de ventre, febres bilhosas,
debmdade geral, ou qualquer ama outraenfermi-
dade procedida do estomago, do dgalo ou dos in-
testinos. Quer-is por ventora presi-tir em asar
de purgantes drsticos mineraes, os quaes s fa-
zem enfraqueeer, atormentar e destruir o sjatema
inteiro ; ou qnereis antes aceitar um allivio certn,
seguro e permioems pelo feliz intermedio das pi
lulas asme iradas do Bristoi, um ealhartico vege-
tal, o qual subjuga a molestia se n rediuir a forca
physica, absolulameote branloe suavissimo na
sua operacao. e que actualmente ponpa a nece--
sidade d'uma continuada purgar 1 ; em quanto
qne a rae-ais produzida e aggravada ti r meio
desdes porgantes violentos e evacuantes r Se que-
ris pois gosar da ventura d'am bom. appetite,
urna robasta dige-to, um ligado sao, evacnacoss
regulares, e a paz do espirito resallante dcsta re-
umao le -ilatil-r h eondiedes, as plalas assuca-
radas de Bristol realisaro o vosso desej.>. Ex-
perimental-as e podis Bear ceno que nao vos ha-
veis ds arr'pander. O exilente acondiciona-
mente das pilulas deutro de vidrinhos garante a
sua durabibiliade em tolos os clima*. Em todos
casos aggravados na provenientes de impureza do
sangtie a Silsaparrilha de Bristol deve de s-;r u-
sada cnnjnnctamante com as piltila*.
ios- Res.
E5TOPARA
I, que iiiv.iv.-
e milhares de
s qne soffrem
ALFANDEGA
ReBiitqeoig do da 1 a 4 .
id*m da dia 5 .
105:964*734
29:383*944
135:318*678
Tforlmento da alfndega.
Volnmes entrados com lazendis
com gneros 81
VjJsjlBfcS
-
asAidos
com fatendas
com gtsleros
-81
123
363
------- 486
Dwearrepram Ir je 6 da julho.
Patucho italiano--Margante--varios gneros.
I'tacho nacional Jahoato dem.
Patacho irig>aiVFrrplvora,
darea ingwaWttnr/Wnn canos da ferro.
Bara ingiauna Sjlterbeck carvao.
Despachos de exportaeo no dia 4 de
ju/o. '
No hrigne ingle Amia Maa, para o Canal,
sarregaram : Keller-& (1 2d3 saccas com 16,479
kilos de algodao.
Na escoria ingleza lli/diantka, para Liverpool
earregara'rii: Jos da Silva Loyo A Fiiho 590
saceos com 44,230 kilos de assucar mascavadn.
- Na barca Traoceza Coligny, para o Havre,
earregaram : Tisset-freres A C. 818 coaros seicos
com 9 859 kilos. '
No bngue pcrtnguez Motete, para Liverpool
earregaram : Pascas A C. 24 barricas com 2,160
kilos de lamilla de mandioca, .
RECEBEDORIA
GER.VES
lien lmenlo do da
dem du da 3 .
DE RENDAS INTERNAS
DE PEHNAMHJGO.
1 a > 4:320*189
..... 2:100*001
6:420*195
CONSULADO PROVINCIAL.
Reo lmenlo do dia I a 1
dem d> dia, 3
31:701*669
12:393*893
PUBLICACOES PEDIDO.
CU DOCUMENTO IMPORTANTSIMO.
O seguinte documento um extiac'.o da Memo
na que, para satisfacer o governo do reino da
Prnssia, redigo o coilegio medid da ciJade Je
Breslan. Contm elle o exame chymieo analyttoo
das Plalas reguladoras do Dr. Ra-hoaij, e esta
Armado pelos professore* do mesma conegip.
Pirece que a grande reputaco qa-> tem ad
quirido as plalas em todas as partes da .tllema-
iih-t, como um medicameoto operativo, aotibi so
e alterativo, tem provocado a oveja e a malicia
dos pharmacuu'eos, os qnaes tm espaHiado a ea
lumnia de que essas pimas contm ingredientes
prejudiciaes. Em consequencia, d-n->e ordem
para nomear urna commis-ao scientilica com o
lim de dar a cinhecer a ntnreza d->ssas pilul.is,
isio para declarar as materias de que eram
:omposta, e as propriedides desta. O resollado
do exime analytico foi urna manifestacio triara-
phante das graules e admiraveis virtudes das dilas
pilulas.
A 'acuidad* do coilegio dnjlara na sua me-
moria, qne, depms de um exame cududaso e
minucioso, leu a honra de declarar que as pillas
nao s nao possnem nenhuma substancia prejudi-
cial ou perniciosa sade, como que sao compos-
tas exclusivamente de substancias e elemento)
que aroraovem dgesto, ao msmo tempo que
operara eo n certeza e do modo mais favoravel so-
bre o system nervoso, etc. Dsclaram tamhem e
eertiUam que a* calamoias propgalas pele-
phannaeeuticoa nasceram de um sentimento de
nao oveja, commercial muito vil e baixo, engendrado
pela eelehiitade bem merecida dss ditas piulas e
J se I adquerida em breve tempo.
Ijzerara experiencias sobro o cemento dessa fai-1 Asignado em nome do coilegio. o Dr. Phil
Uda embira, que uso cont n veneno lo natureza Thebaldo Warner! director da repartir-..!') poiitecb
alguraa
O doente, que sendo ab*olvido pelo jury, nao foi
logo posto em liberdade. morreu vintn quatro ho-
ras depos do julgamenlo, e nao poiia ser im-
media tammte solt, por ser criminoso de morte.
As alieracSes lembralas pela commisso daea-
mara in.;ui:ipal no ?y-te ni da lalrin.s usado aa
dteoslo, nao podem =er feita de momeato : de-
fender da estados i respeto e de grandes obras,
qaenJS'pMera de prosipto "
realisar. 0 refer-
nica.0 Dr. Hei*3, primeirosupeiioteod'nte.
Esta Memoria eansou urna atisfac,i) uni-
versal em toda a Allemanha, da qoal resal-
sultou tintos pedidos de pilulas naquella parte da
Burjpa que promptamenle se consumi a grande
quamidade de que se acharara sortidas a- agencias
do Dr. Ralway. Dizem, e ha razo de crer, sendo
fundada a noticia em lestemuatias fidedigna*, gas
o eonde de Brsouik, primeiro ministro do estado
do rei da Pru*sia, adiando se gravemente enfermo
SOMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Fire Assurance Company estabelecida
em I82't. Capiul 5,000,000
Os agentes desta companha tnmam segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqu prejuizos devidamente provados.
Rabe Scbov-ttau A >
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL
Corapanhia de seguros contra
foo;o.
AGENTES
S. P. JOHXSTOX & C;
Ra da Meazala-aova a. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool Lonioa & Glob
losurance CompaDy.
Agentes :'
Saunders Brotbers dr C.
IICorpo Saotoil.
a>
Segaros eonra-fogo
COMPANHA
NORTHERN.
Capital.
Fundo de
reserva
. 20,000:000*000
. 8,000:000*000
Agentes,
MilU Lathan & C.
RA DA CRUZ N. 38.
i*ACA DO fiEClf 5 DE JULHO .
DE 1871.
S J 1,1 ROBAS DA TABDB.
Cota<;5es officiaes.
Acgoes da Corapanhia de seguros Phenix Pernam-
bucana40 0(0 de premm, ou 280* cada ama.
Cambio sobre Lanares 90 d/v 4 d. por 1*000
(hontem).
Dito sobre dito 90 div 23 7i8 d. por 1*000
(bale).
Cambio sobre Portugal 60 d/v 123 0/0 de pre-
mio (hontem).
H. G. Stpple.
Presidente.
P. /. Piafo,
8ecretario.
41:098*562
MOVIMENTC DO PORTO.
Navio entrado na din o. ,
A*sii 10 das, hiate nasional Adelina dos Anjos,
de 84 toneladas, capito Manoel Francisco Mon-
teiro, equipagem 5 cargaaigoiao, sal e oulros
genros ; a Jos Lopes Davim.
New-Yo'k 42 das, patacho brasibiro Jttboato,
de 283 i-mna-Ias, capito Dupr, eqmpagem K.
carga 400 barricas com farinba de trigo e uu
tros genero ; a llenry Forster A C
Ro de Janeiro 28 lias, patacho inglez Trae de
218 toneladas, capilao William Hore, equipag-m
8. tm lastro, a Eduardo Fe"ntoo ; veio receber
ordens e seguid para Mice
Rio de Janeiro ?- 13 das, escuna nglezi Willeng,
de 99 toneladas, capitn G. J. Cantell, equioa-
gem 6, carga 1282 linas com bicalan; a Sawu-
ders 3rothers A C.
Barcelona 45 das, bncue lie^paniijl Rosa de
170 toneladas, capito Mariano Rotg, equipagem
14, carga vinlio e oulros gneros; a Rabe Scba-
mettau A C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Havre barca francesa Cctogny, capito Ballha-
zar, carga couros e ouiio genero.
Barcelona patachi hespanhol 'iliemotheo 2, ca
uitao Ezequiel Pag--s, carga algodo.
Ilha de Fernn loVapor brasleiro Giqui, com-
mandante Macedo.
1
ECITAES.
O Dr. Minoel Antonio dos Passos Silva, jun mu-
nicipal e. provedor supplente, em -xercicio do
ti-rmo de Otinia, em virtude di lei, e c.
Fco saber aos que este v.rem, qne por este
juizo da pro vedor ia se ha de arrematar em praca
publica, lindos os das da lei, a quein mais der,
por foramento perpetuo emphitheotco e prazo
em terrenos pertencenie a irmaodad do Rti;aro
dos homens pretos desta eidale, entio o engenho
Timb e a estrada do norte, cu o terreno se acha
contratado por aforamento acuna dito com o ca-
pito Firmimf Theotonio da Cmara Santiago e a
rae-irm irmandade pelo preco e qutmtia de 90*,
conforme foi avallado, e enjo terreno se acha be-
neficiado pelo mesmo capila, e ser l'eito o afora-
mento de conformidade com a le.
E para que chegue a noticia a todos, mandei
pas-ar o presente que ser afflxado nos lugares
do costume e publicado pelo Diario de Pernam
buco.
Dado e passado nesta cidade de Olinda sob o
meu sigoal e se.lo aos .*i das do mee de juuho de
1871
E eu bacharel Francisco Lias Caldas, escrivo
o escrevi, Manoel Antonio, dos Passos Si,va J-
nior.
Ao sello 300 rs V. 5. S. ex-causa Passos fu-
olor.N. 17.liis 200 Pagou 200 rs. de sello
de verba por n;io existir estampilhaa de igual va-
ior.
Olinda, 3 de junlio de 1871. Rotelho. Paiva
Viaona.Subscrev e assigno.
O escrivo da provedoria.
Bicharel Francisco l.ns Caldas.
A cmara municipal do Recile, leudo de Coas
truir um mercado publico, de cofoimidade com
a planta e ornamento approvado, o para o qual
es autorisada a contrahir um empre-timo de
300:0 fcil a acquisico desle
capital, convida a qaera se qaizer encarregar da
pita construeca, mediante as condiijoes abaixo
edclaradas, a apresentar a sua psoposa no peno
do de triota das.
Condiceoes para a edilicaca do mercado publico.
1." O* mercad i pnhlCo ser construido de cou-
tormidade com a planta e orQimenlo approvado,
s.ib a inspec^jo do engenheiro da cmara, e no
lagar para isto destinado.
2.* Esta consiraoj') sr feita a cu-ta do con-
tratante al a entrega dilllnitiva.
3.* A cmara sei obrigada a fazer os paga-
ments na razo de dez por cealo do contrato com
os juros compitentes, .tendo romeco estes paga-
mentos no fin do primeiro semestre depois da en-
trega il.lliu.'.iv.t e de (pillecar a funeciooar o re
ferido edificio, sendo taes tiagame-los seiestraes
4.* O contraanla ter direl-o aos juros de seu
capital na prnporco do ea eraprego, ou por urna
convenga' nao escedeodo elle de nove por cedto
c^rao est estipulado na lei n. 938 do corrente
exercicio.
5.' O contratante receber como garanta de seu
capital o edificio construio e suas rendas at com
pelo embolc-i de seu contrato.
6.* O contratante'ser oongido a tima multa de
20:000* *e se ffa-t ir da censiruccio do que hou
ver contratado, assim como llavera da cmara dita
quantia se por causa della houver reciso do con
trato.
Paco da cmara municipal do Recile, 7 de ja
nho de 1871.
Bento Jos da Costa,
Pr-presideute.
Loureoco Bezerra Cameiro da Cunha.
Secretario.
A cmara municipal du rtecile acnaudo-se au-
torisada pela le provincial o. 938 de 18 de jnnho
de 1870, a contrabir um empresiimo de 300:000*,
vencendo o juro convencional da 9 0\0, convida
quem convier fazsr dito empresttmo a apresentar
suas propdstas, pudendo o mesmo empresiimo ser
elTeetuad& em lies presuces com intervallo de
seis mez-s de urna a ontra ; devendo a amirtsa
cao d.'sie capital ser feua na, razo de 10 0)0 e
juros correspondente*, tendo comeco seis mezes
depois que principiar a funccionar o mercado
publico, para caja construeco destinado o mes
mo empresiimo. Da 30 das para a precselo das
proposus.
Paco da cmara municipal do Recife 7 de ju
nho de 1871.
Bento Jos da Costa,
, Pro-presidenie.
LourenQo Btzerra Cameiro da Cunba,
Seoretarnv
2* see$o. Secresta Oa pr nambuco 1" de jnlhi e 1871. Elital Por esta
secretaria se faz publico para o conhecimento de
quem ioteressar po-sa, o ediial abaixo transcrip
to do |uiz municipal do termo de Ajua-prea,
pondo em concurso a serventa vitalicia dosof
Rcios de partidor e conlador e destruidor do di-
to, termo. Os pretendemos dereri apresentar
suas peticoes, instruidas na forma da le do pra
so de sessenta das a contar desta data :
EDITAL
O Dootor Manoel Annes Jacorae Pires, jais ma
oieipal do termo dje Agua-preta comarca de Pal
maret da proviacia de Pernambaao por Sua Ma-
gealade'i Imperador quem Deus guarde. Fa-
co saber, que por este juiz) acha-se aberto o pra-
so de se*senta dias para o* exames dos concur-
rentes aos logares vagos de partidor e seas an-
nexos desle termo, aflm de serem preenchidpa ha
forma da lei .n. 504 de 20 de maio. de 1861.
Os pretendentes iostruiro suas petic,5es Com os
di enmentos exigidos por lei. E para que chepue
a noticia de todos, mandei passar o pre.^nt,
qne ser alhajo oos lugares mais paMiro*" de
rostume. Villa de Agua-preta 2 de maio de
1871 Eu Custodio Floro da Silva Fragoso, es-
nvo o e-crevi, Mano*l Anoes Jacome Pires
Adolpho Lawunha Lint, secrelario interino.
DECLARACOES.
O cnnselho econmico do batalho de lofan-
taria n. 9, contrata no dia 11 do correte mez,
pelas 10 liaras da manas o fornecimeote de san-
guezugas para os doentes-em tralameolo na en-
fermara militar no crrente semestre e para isto
recebe propostas as mesmas horas na secre-
taria do mencionado bataiho.
Quartel no Hospicio em Peroambucs, 5 de julho
de 1871.
Prancisco Antonio de S B.rreto Jonior.
Secretario.
DO
BEBERIBE
N3o se tendo reunido numero legal dos
Srs, accionistas desla cotnpatihia para as-
semb'a geral convocada para o dia -2( do
mez tirnio, s-i novamente coavidados para
se reuniretn no dia 8 do corren e mez ao
meio dia no escriptorio da referida com
panbia ra do Cabug /i. 16, para em con
formrdade de seos estaiuios deliberar sobre
as contas do anno (indo, approvar o orna-
mento vind uro, e eleger a nova adminis-
tracao : duvendo-se preveuir qne de ron
conformidade com a segunda parte do arti-
go 23 dos referidos estatutos, a leuniSo se-
r effectuada cora o numero dos Srs. ac-
cionistas qoe sea.barem presedes.
Escriptorio da companha do Beberibe,
3'de jolhu de 1871.
0 secretario.
Dr. Prxedes G. dr Soitza Pitanga.
.Nao se teudo elfeeiuado -a arrumataco das
casas : rila Velha ns. 14 e 16, ra do Itngel n.
51, ma da Praia ns. ftO e o ; no dia 3 do cor-
rente vio novamente pra^a no dia 6 do correte,
linda a audiencia do Sr. Dr, jniz de orphos.
Aciiam-se de i>-iiadas pelo unzo de paz da
freguezia da loa Vista, doas novedholas que foram
apprehendilas por se acharem vagando no cern-
lerio publico d'esta citado : a pessoa. que se jul-
gar com direito s mesma*. comparecB perante o
mesmo jnixo, qne provando o seu direito 6 pagan-
do a multa,Ja municipalidade. lhe sero eulregues.
Recife, 4 de julho de 1871.0 jniz de paz do
2." districtn*
Manoei do Niscm''nto Silva Bastos.
UonsuUdo da Suissa
Conformen art. 9 di convenQi consular entre
o.Brasil, e a Suissa, o cnsul dessa naca faz pu-
biieo que falleceu o cidado suisso Luz Schlup-
pnzi de Arbon.
O consnlF. Linden.
.No da ti do Mu/, correle, de ca do Sr. Dr. juiz di orphos, ir praija de ven-
da em presenta do dito jai'., e na casa da ra lar
ga do Rosario n. 10 junto ao quartel, no Io andar,
os moveisdcivi'lus pelo tinado Joaquim de Al-
meida Pinto.
ijuiuia-feira 6 do curieute iiio Uopms da
audiencia do litio. Sr. Dr. jz de orphos tem
de ir em pra;a para serem vendidos os bens se-
guinfs.
Urna olaria, no luzar dos Coelhos, freguezia da
Boa-vista, a margetn do rio Capibartbe, sob pila
res, com sesenta e oito palmos de vu ; e 120 de
fund : nm torreo ao lado, abbobada, 4 quarios
njqUenos, um tanque, 1 ruis onde, se trabalha,
em >h) fjreiro ; em mo estado, avahada em
2:000*00!), tendo ao 'ado dous rr-mes que per-
teucein a oia olaria : mais dnas candas, sendo a
maior avahada |ior 200*000 e a men r por 100*
e na falla, de licitantes, pela avaliacao, a arrema
i o-t.i ser Teita com o abate da lei, conforme foi
ordenado pelo juizo, cojos bens vo a pra;.i a re-
querimento de Vicente de Paja Oliveira Villas-
Roas, e ontros interessados dos bens que flearam
por fallecimenlo de Manoel Duarte Pereira e sua
mu'her.
Qinata-leiia li de julho, depois de linda a
aulieucia do (llm. Sr. Dr. juiz dos fettos da fazeu-
da, ii a praca por venda a casa terrea de pedra
e cal na ra do Paco da Patria n. 18, com urna
porta e duas janellaf. teudo de frente 29 palmos e
67 de fund >, com 2 salas, 1 quartos, cozinha,
quintal murado, cacimba iudependente, ludo em
bom estado, sendo o solo.foreieo marinha, ava-
ha.-.a em 1:000*, e pertencenie ao espolio da fina-
da Mara Antooia da Luz. Essa arn-malaco tem
lugar a requerimento do testamenleirn e inventa-
rame do espolio pira o llm de se psgar o seHc de
heranca e desjiezas do inventario.
Santa <. asa tif Misericordia
do PiPCrfQ.
Perante a tilma, junta administrativa da santa
casa da misericordia do Recife, ua sala de suas
sesses, pelas 3 horas da tarde do dia 13 do cor-
ren'e tem, de ser arrematado por quem por menor
preco lizer o forneciraenlo de medicamentos bo
tica do hospital Pedro II no trimestre de julho a
setembro desle anno.
Os pretndeme* deverao apresentar suas pro-
pistas em cartas fechadas al as 2 horas do da
cima indicado, podendo para issp consultaTem
nesta secretarja o receituario com os respectivos
preco?.
Secretara da Santa Cssa da Misericordia do Re-
cife 3 de julho de 1871.
O E'cnvo,
Pedro RndrigMrS de Sonsa
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A Illra. junta administranva 1a Santa Casa do
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sesses, uo dia 6 do mez de julho
pelas 3 horas da larde, t*m de ser ai remtalo-
a que^n mais vantagms ullerecer, pelo lempo de
um a tres nm-, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTARELECIMENTOS DE CARIDADE.
Itua do Prdre Floriannr.
Casa terrea n. 15...... 1805000
Casa ierre? n. 63...... 203*000
tecco das Carvalbas.
Casa terrea n. 5.......< 120*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea o. 31 0 a ... 1325000
lina do Senhor Bom Jess das Croiila*.
Cafa terrea n. 8.....o 211*000
Ra do Calabouro,-
dem n. 18 320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26 302*000
Ra do Pilar.
Casa terrea u. 73......211*000
Ra da Clona.
Casa terrea d. 61 '......210*000
Becco do Abren.
Sobrado de 2 andares n. i. 400*000
Ra do Bom Fim em Olinda.
Casa terrean. 11......-96*000
dem n. 2........ 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 36. 400*000
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 26 367*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 < andares n, 14 1:200*000
Ra oa Sanzala velha.
Casa terrea n. 18.....241*000
dem o. 1. 6.......208*000
Ra do Pilar.
Casa terrea o. 101.....ft>3*000
dem dem n. 100. 204*000
Idtnn. UO ...:.... 2O5*0.i0
Idemn. 104.......501*000
dem o. 9......... 360*000
Roa do Burgos,
n. 19 .

Casa terrea n. 19.....150*000
dem o. 21........ 151*008
Ra larga do Rosario
Sobrado, !. andar n, 21 402*000
Sobrado primeiro andar, n. 21 A. 900*000
L 'ja do sobrado n. l......1:807*000
Frnneiro n''ar, do dil ... o- 402*000
Os pretendentes devero apreseutar no acto da
orrematacao as suas llancas, ou comparecerem
u-iiinpsnliados dos respectivos Madores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 26 de junbo it 18Tfe
O escrivo.
Pfro Rodiifines ir, Souza.
mm gerai,
RelacSo das carias registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
reparticao do correio desta cidade.
Anua Rosa de Bairos, Antonio Cerbmo, Antonio
Francisco da Silva, Antonio Luiz de "liveira Aze-
vedo A C, Caetano Pinto de Veras, Fortunato Au-
gusto da Silva, Fabricio Gomes d Andrade Lima,
Francisco Odelon Yavares Lmia, Francisco Malinas
Pereira Denz, Francisco M. de Amorim, Oabrial
$. Raposo da Cmara (2), Herculano parques In-
Slczd Sooza. Jerooymo Pereira Mahses, Joaquim
os dos Sanio; Araujn, Joaquim Mana Providen-
cia, Jo- Herculano pereira Lisboa. Jos Pires
Ferreira, Jos Gabriel RapliMa. Joao Lopes Braga,
Joo Mumz Pereia Jnior. Luiz Florencio, Hono-
rato Pereira Braga, Mchele Masullo, Nicola Ca-
labria.
Admirn-mco do correio de Peruamb.uco i* de
julho de 1871.
O encarregado do reg-tro.
Amaro Gomes da Si>va Ramos.
THEATRO
ttVMILl FIMCffl
Sociedade dos artistas
HOJE
Quinta-feira 6 de julo.
3 RECITA DA ASSIGNATRA
Prograinsua.
^o>id8dc!
Primeira repr*tnia<;3o da linda opera bufa
Le Joueur de ute
(Mt-.ica de Herv)
Personagens.
Dyaehilnm, tocador de flauta... Mr. Marthard.
Ccurbtus, senador romano___ Mr. Ilalbleib.
Duilliu-, cnsul e general...... Mr llnrbain.
Tulipi, miiiher do cucurbitus.. M ne. Poiicelel
Busa, criada de Tulipia ...... Mine. Louse.
A sena passa-se em Roma, no palacio de cu-
crbitas, no dia do tnumpho d cou-ul Duillius.
A' pedido de muitos -enhores as-ignauie1 re-
petirse-ha a muito applaudida 'era em 1 acto.
Un monsieur qui preud la
mouche
Terminar o espectculo com
M'ssieu Landry
Oprela em 1 acto, de J. Orupaio. Iipresenla-
da por Mr-. Marchaud e Maris e Mmes. Ponce.let c
Louise.'
Principiar as 8 horas.
AVISO
Os blhetes dos Srs. assignantes entregam-se.no
escriptorio do theairo, em todos os dias de espec-
tculo, mediante a apreseotacao do respectivo re-
cibo.
CAMPO DAS PR1HCEZAS
IIIII'IMIII BBSILEIR4
Kqiiestre. gyiiimsllci. acroba*
tit c eqiiililM'ixtu
PilPRIEARIO
Primeiro artista equestre.
Antonio t> los do Carino,
DIRECTOR
Augusto EL Juarte.
HOJE
QUINTA-FEIRA d DO CORRENTE
Ter lugar o
Pe^uliirno espectculo f
Pois a companha tem de se retirar desta capi-
tal na prxima semana.
O programla de.hoje maravilhrso I
O artista Alberto exeetitar pea primeira veza
scena equestre intitulada :
O SOLDADO EM APUROS I
O primeiro equilibrista pernatobucano, Joo
Tertuliano, execotat difllceis trabalhos. '
Os mais artistas esfircar-seho por agradar.
\ Sra. D. Clemenja Freir, daserapenhara um
dilllcil traftalho arri'.
O palhaco Augusto nao deixat d9 agradar as
illnstres familias e a rapaziada amanielica.
O espectculo princijia s 7 horas (se o tempo
permitlir).
As encommondas dns bilhetes s seentrpgam.
at 3 3 horas da tarde.
Os bilhetes esto venda das 10 horas da ma-
nila i em dianle, na Ia casa em frente ao circo.
A bandrira nacional no tope do mastro o sig-
oal de ha ver espectculo.
AVISOS MARTIMOS.
BAHA
A seguir com rauila brevidade, logo que aqui
chegar de Antuerpia, o navio Alphonse <& Mane,
toma carga a (rete : a tratar Ba ra da Cruz uu-
mero 55.
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperado
al o dia II do cnente o vapor
Armos, commandante o 1 tf-
nente Jos Candido Buarie, o
qual depois da demora do cos-
tume segnir para os do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qual devera
ser embarcada no da de sua chegada, oneom-
nendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarda
de sua sabida.
Xo se recebem como encommendas seno ob-
jactos de pequeo valor, e que nao excedam a t
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
co. Tudo (fue passar destes limites deveri ser
embarcado como carga.
Prevne--e aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se. recebem oa agencia, roa da Croa
o. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo A C.
PARA O
ARACATY
Segne eom brevidade o hiate /Voso InteneiM
para cargas e passagens trau-se ra do Vifir
n. l" andar, escriptorio de Jos Lopes Daii



M





F
wt

.
i *
Jinoito Peroambe* Quinto /ra Je Jtitotfr ll*7l
r-f
n
me pon
i ha? SOlll
psrie da eafg*
se com 01 eoosi
do Commercio
II
Gofa,
f*
omoa aymsjor
flatts irah*
* CVm
.*
mipartencef, f t-!
os em l tf-tna1
entj, fe II hotasl
gl.JtOliHOO AoSCs.'
O ffctteho oiH'HKmfti tUlhild, tegue para o
por*, casia, retriit arg* a fr*W> sommodo? a tri-
ar eo id Jnaqaim Gerardo de Bastos a roa do Vi-
* a. 115. pTimirn andar. e'*criiitorio.
Hio Grande do Snl.
Para o scalo, porto seguir com brevidade o
hiate nacional Rosita, por ter- a raaior parle de
nacarg engajada : e para o resto qus '.he falta,
traase c >m o tea congnalario JoaruisvJo
ltr5o. fia rna n Commercio n. 5.
Para a Balda
r*eebe *arga a rais eommodo o patacho italiano
Mmwrrte : quem selle quitar arrogar ple di-
rigir-as ao escriptorio de K. A. Burle 4 1. ra da
eb.*.
_
COM A Vil JL
, DAS
Mea*efcqjtfes martimas.
At o da H do crtenle mez espsra-sn da Es-
ropa o vapor franeez Amazona, o qual depon da
demora do Kb*tam* seguir para Bueni tocando na Bania, Rio do Janeiro e Montevideo.
Para frote* e passagens, trala-se com os agen-
toa Henry Forsler & C, ra do Commercio b. 9.
No di 15 rio corrente mez esiwra-se dos por-
to do sol o, vapor francez Gironde, commandante
Soroer, o qual depois da demora do co'tumt
segsir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
4 Lisboa.
Para fretes e passagens, trata-so na agencia,
rna do Commercio n. 9.
=*
LEILOES.
*
K MOVIS
LOC.Y, CRY3TAES PIANOS, ESPELHOS E
VIXHOS.
Orno sejam :
UtB piano forte di Erard. 1 dilo-iglez, urna
ovibilia a Lnz XV (nova) 1 dita quasi nova, 1
dita de mjgno, 1 dita de amarello, cadeiras de ba-
taneo, J serpentinas "Je crvslal, espelhos grandes,
ricos quadros com 'Boas gravuras, 4 figuras, can-
dieiroa a g; do mesa, tapetes, oleadas eesleirs inteiras (forros
de salas e qoartos, lancas pata cortinados e ca-
deiras espreguicadeiras.e tapetes.
Urna mesa de jamar, i escullentc gnrda-Iouca,
1 apparador com pedra, 2 mesas, i sof, 12 ca-
deiras de faia, 42 ditas de Jacaranda, 1 sof esta-
fado, 1 lirapador de facas, 2 apparellus, louri para
jantar, lo'uga para cb, copos, clices, garrafas, e
1 guarda-comida.
Urna cama fanceza, i guarda-ronpa. t guarda-
vestidos, t marquezao, tapetes para sofs e portas,
< lavatorio e muitos outros outros objectos de casa
de familia existentes
Na casa da Una dos Ratos, em frente ponts de
Saula Isabel, junto estrada de ferro
do Recife Oiinda.
fl"je.
O agente E'into levar a leilio, por conla de di-
versos, os movis e roais objectos cima deserip-
tos, existentes na casa supra mencionada, em
coja jaiidla achar-se ha nraa bandeira com o ds-
ticoLeilae.
Principiar s ID horas em ponto, por serem
rouitos us luies.
LELAO
DE
DIVIDAS
Na importancia de 28:5II37o-
O agen;- Puntual* vender em leilio, por man-
dado do Jim. Sr. (ir. juiz especial do commercio
a requernnecto da administrarlo da ma de Aiuieida Borges & C, as dividas pertencentes
a BMima masas, constante de Irttras e couta de,
livro lia importancia de 28:511 375.
HOJE
No armazem a rna do Imperador n. 16.
s II horas.
LEILAO
DE
(TO latas com liogoicis de 4 libras.
HOJE.
O 3g"ii'.e Pen.ma fir leilo por conla e risco
de quem pertooeor, de 120 latas com linguicjs
com libras cada una.
Quinta fr-ira G do correte s II horas da raa-
olia no armazem da Anhe?.
(jiMiide
E
Importante
LEILAO
DE
Movis, lou^a e crystaes,
sexta feira 7 do corrente
NO
Armazem da ra do Imperador
n 16.
S-ndo de mobilias de j icarand, mogno e ama-
relio, guarda luuuas, commc das, guarda vestidos,
mesas para jintar, aparadores, meias commodas,
guarda ruupa, camas para casal. Dietas para es-
cripia, mari|ueoe>. consolos, soffies, lavatorios,
eaderaa avalizas, marquezas, cabidos, quar
tiaheira?. mesas redondas, apparelnos para al-
nioc'', ditos para j miar, garrafas, copos, coiu-
poteiras, CaMeaM de viJr'o com lanternas, can-
delibro-, 40 rfuzias d garrafas com vinho do
Pono, 8't pires de apparelho de plaqu, um relo-
gio de uro pite.jte com corda para 15 dias e mui-
tos outros objectos.
Pelo ag*aie Puntual.
* 11 h ira* em ponto.
LEILAO
DE
dividas, m importancia de
I0:691500.
O agente P^nluM vender em leilao, por manda-
do do jllm. Sr. Dr. juiz do commercio, e reque-
rimeoto d w curadores fiicaes da massa fallida de
Jos Antonio da Gjtt Valente, as dividas perten-
centes din mas-a,' na importancia de.........
W:fi91#5l)0 :
Sabbado 8 do corrente
noarmfzem da ra do Imperador n. 16. s 11
ora*. ______ -________
de O baris com manteiga in-

leza
10 do eorreote.
dous bons engeuhos
A do corrate.
Por ulterior despacho do Mu Jr.Hr.Joiz de
dirlo especial do commercio d'esta eidade, 're-
qnerimento dos administradores da roassa fallida
de Siqueira de Pereira, o agente Ohveira expor
nevamente a Jeilio publico, os oem ceohecido eo
gentos denominados Jus$ra e Monte fOuri,
ambos sitos no termo de Ipujoea d'esta provisei,
os quaes foram peohorados por execucao do dito*
administradores viuva e herdeiros do Dr. Igna-
cio Nery da Fonieea o adjudicados indicada
massa :
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia era ponto, no escriptorio do referido
afete, a roa da Crst s. 53, primeiro aoiar,
o dar previas inforinacoe*.

VISOS DIVERSOS
--------- ------- i m tm
IXSTITlT0ARv:HE)LOiICO ICS06RAPHI-
CO PERiVAIBOCAO
Haver sess3o or linaria quiatt-feira, 6
do corrente, jolho pelas U bons da ra-
ohaa.
ORDHM O OA. V
Pareceres e mais trabaihos de corumis-
s5es.
Secretaria do Instituto, 3 de julho de
1871.
J. Soares (TAzevedo .
_________________Secretario perpetuo.
casa a Ym
Aos 000I
Bilhetes garantidos.
v ra Primeiro de Marco (oatr'ora roa
Crespo) n. 23 e caas do costuae.
O abaixo asiignado, tendo vendido nos seas fe
lizesbilbafetdjus tercos n. 3750 com 900400, um
terco n. 995 com 200*iOO, um inteiro n. 2413 cem
ISO^OOO e o n. 642 com 100, sendo um da dous
tercos e um de um terco, e outras sortea de 404
e 20J" da lotera que se acabou de extrahir (198*;,
convida aos possui dores a vi rom reeeber nacbn-
ormidade do cosmrae sem descont algura.
Acham-ae a venda oa bilhetes garantidos d
7.a oarte das loteras, a beneficio da nova igreja
de N >s.-a Sen hora da Penha (199.*), qoe so extra-
hir qointa-feira 13 do corrente mez.
PREQOS.
Bilhete inteiro 64000
Dous tercos 4*000
Um terco 2*000
Em porco de luo#003 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Dous tercos 3*C W
Um tere* 1*800
Manoel Martins Finta
PORTUGAL.
Ao Illm. Sr, Dr. juiz de d,reta da 5* vara
da eidade de Lisboa.
Honorio Rodrigues Freir, fallecido em Lisooa,
era casado com Clemencia Williams Freir, ac-
tualm-nte residente no Recife, provincia de Per-
nambuco, oude tambera reside Alberto Williams
Frre, h^rdeiro legatario, e portanto a heranca
daquelle Honorio nao ple ser devolvida sua
irrna D. Mana da Conceicao Duarte. Recife 5 de
julho de 1871 Por Clemencia W.lliams Freir,
Hjrpolito Rodrigues Freir.
Alberto Williams Freir.
esappareceu no du 4 de julho de 1871, da
casa de barbeiro da ra do Baro de S. Horja n.
13, um menino de 11 a 12 aonos, que lot entre-
gue pelo Dr. juiz de orpoos Beneiicto das Cha-
gas Coelho, morador na ra Velha n. 119, na fre-
gaezia da Boa-vista, o qual pardo claro, levoa
camisa ue chita, calcas de algodo riscadinho, cha
peo de maca de c ja baixa, chamada Henriques
de Souza : portanto, roga se as autoridades po-
liciaes gue o appreheoderem remellara para as
parles referidas do que se Ihes flcar grato.
Com paitlna phenix pernam-
bucana.
Os senhore* accionistas sao convidados a com-
parecerem no escriptorio da compaohia no dia 13
do corrente a 1 hora da tarde, para em assembla
geral, ser resolvido o que onvier avista do relato-
rio das apuraedes realzadas no periodo (indo em
30 de juoho pioximo lindo.
Recife 5 de iuoh) de 1871.
Pela companhia Phenix Pernambucana,
J. EL Trindade.
F. F. Borges.
L. Antonio Siqueira.
Leonardo de Siqueira
Cavalcante
chamado ra d > Mrquez de O! n la n. 4o.
Pede-se ao Sr. Pedro Cnrisostomo, Casseto
de vir em Nazarelh do Cabo realisar o negocio
que nao ignora ; e para iaformacao no largo do
Terc n. 23.
Una mulber sstrangeira, boa cuzuiieira, u
ferece-se como tal ou para qaalquer trrico para
casa de familia ou hornera sulteiro ; a informar-
se na ra de Joio Fernandes V
TRILHOS URBMOS
DO
aECIFE A* OjLIWDA
e Beberibe.
Este ramal de tora avante nos domin-
gos e vesperas de santicados a sua tabella
igual a de Oiinda, observando que s-
mente partir depois da partida dos trens
de O.inda.
Escriptorio da coaipanhia 5 de julho de
1871.
O superintendente,
A. de Abreu Porto.
Vantagem para os pi de
familia.
Urna senhora de boa moral prop5e-se a ensinar
a fdzer flores com perfeicao, e bordados de tape-
caria, bem como outros de todas as qulidades, a
f.zer croch e todas as qnaliJades de traialhos de
la, tudo com delicadeza e Rosto pelo diminulo
prec) de 3* mensaes ; tambem recebe alguma
menina, meca ou mucama que queira fi.car Pen-
siunis:a. Na mesma casa tambem ensina-se piano
a alguma dessas meninas que queira aprender
pois ha piano e bom mestre : trta-se no 1* andar
do sobradj do pateo do Paraizo por cima da toja
de alfaiateon. 20. tirando a escada uo bec
L'uagem
Trocase urna imagem de Menino Dos mnito
pe flita, obra feita em Lisboa : ua ra do Cabug
o. 2 C. loj > de miuo>zs.
da roa de Ilutas o.
61 : a tratar na rna Duque de C'Xlas n 53.
Aluga-so a ca.-a terrea
rna 3 importante fabrica de ch
_ dono flaquelte estabeleoimento resolveu-se
eos Mguibte :
Cbapos deso de seda para seohoras e meninii a......................
pitos de ditos a bal3o a............................................
Ditos, ditos e ditos nos a..........................................
Ditia. ditos e ditos, de marfim....,...-------,........................
Ditos, ditos e ditos, para homem.....,. ..........................
Ditos, ditos e ditos...........,...............................,.r.
Ditos, ditos e ditos do paiagoa......;................. .,...........
D.toj, ditos, ditos de ditos........................................
Ditos, ditos e ditos %*>o de marfimf^......,.....,# Ditos, ditos, dito* edito........>:YM.":...... .Y..TJHE'..:......
Di tos de alpaea maito supirior....................... ...............
Ditos de merino.......<*.........................
-Sitos d'esguiSo....................................
DUos d'algodao para homens e senhoras.....s...... ..
imperioRua do Baraoda Victofiii'si.'tS
epressa eaa ander os productos da sua fabrka pelos pre
os

50000 em dtza ieaconto de 15
O i
WOOO
wooo
10*000
KV$000
IldOO
wooo
474000
480000
45000
60000
60000
20000
i lleta idea.
dem dem.
idem idem.
dem idem..
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
-idem idex.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem 25 /,


Oag.. .a; por coala e nsce | mero 11.
E^c/ipturaqao Qicrcantil
Urna pfSOa habilitada e que dispon de lempo,
prot5;-?e a fazer alguraas escripias ccmmerciae?,
prometiendo asseio, exactidao e poniualidade ;
quem de seu presumo se quizer ulilisar queiu
dirigirse a roa do Apollo n SI, pavimento te.tttfL '
ond achara com quem tratar.
recisa se de urna ama pira comprar e co-
Izinhar para duas pessoas :ua ua do Lima nu

VIGOR DO CABELLO
._____m CELEBRE E FESTEJADO dllCO
DR. A1BR.
GRANDE PiTODMIO E EMPERR DA POCA
Nao ta parte alguna o corpo de que mais depaDda da SO belleza, do que
uta cabello bonito. Sejam as' nossas -\fei$oes li^eiras, mas tenbamos u caballo Uooito,
ets-nos coa um rico encinto ; pelo contrario, seja o cabello roco e spero, eis qoe
toda nossa phyio'nomta, por mais sympatbica e expressiva que seja, poj si s, esmo-
rece, e assnme ora aspecto sem ioteresse.
Neste sentido desejamos moi refalosarftente htesr a espetial attericS) das
soahoras e cavaloeiros de bota gosto para a delicada rJre^ar(3o cima mencionada.
O Vt emprebendidi>s pelo mcansav*! cbimico Dr. Ayer, auxiliado por outros profesores emi-
neaites, com o rim de descoiirirem urna sjva preparado para oa caballos, que, sem
coater as propriedades bocv'h que se encontram nessas ootras. qae mais tar* cca-
sionam a perda dos cabellos, fdase realmente efficaz para conseguir ontros eeftos de
ba tnuito desejados.
O mgor do GakBUo, uo ama tintura, nem conlm substancia alfnaia inju-
riosa. NHo suja as maoa, neta a cabfa, e nem a cambraia maii fina. 0 Vigor pro-
mette :
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formac2o da caspa. Evitar e curar a qoeda dos cabellos, e restau-
rar a cor natural. Torna os cabellos macios. sedosos e brilhantes. perrofnaodo-os
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos orgos vitaes de que depende o
crescimento do cabello, fazendo-o crascer abundante e viceso. Com h uso quotidiano
do Vigor, as calvices sero neatralisadas, caso as glandes calillares nao se achem cor-
rompidas.
Senhoras e homens que antes da idade se vem cheios de cabellos brancos, e
qoe tem perdido a esperanca de ver restituida a sua belleza natural, este bello orna-
mento phyaico, regosijar se-h5o qaando tiren os effeitos que pde-m conseguir com c
oso do vigor. Paraos toilettes em geral. n3o se poder encontrar perfume mais agr-
davel e delicioso do que o Vigor de Ayer.
Yende-se em todas as drogari s, pkarmacias e
armarinhos do mundo.
W. R. CASSELS tt C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA O UPERIO DO BRASIIL.
b'o de Janeiro
MMLIDR
1^000 CADA HS
com cabos de faia, sendo os macaados de ac muito bom, proprios para carpina
ou engenhos : vende-se ra Nova n. H.
Cadeiras americanas i
com bracos e asseotos de'pallioba : rna Nova, armazem n. 41.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: ra Nova, armazem
n. 11.
Taxas americanas
cabeca redpnda de 5/8 de comprimento, proprias para tamaoqueiros, oa outro qualquer
mister, com toque de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra,' ou 8)5 a caira com 150
macos: ra Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 20$ cada um. & de graca, mandando-os vir
custau 150(5 cada um : ?ende-se ra Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo de madeira, proprios para prender a roupa que se bota a seccar em cordas, a
240 rs. a duzia cu H a caixa com 36 duzias. E' dar, nao vender: ra Nov
n. 11.
PARA EXCtEX1IO
um recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se quizer, ecouomisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvez o nico que existe
nesta provincia: vende-se muito barato, Srua Nova n. 11.
ATTENCAO
Perdftu-se na estacao de Oiinda, da roa da Au-
rora, um emlirulho ctintendu quatro carias de
ordens de p%dre, um dimissoria, nma proviso
passada 13 de dezernbru do anno prximo pas
sadj, nm requerimento e mais sapeis, pertencendo
este ao padre-Domingos Jos Martins Pereira, no
dia 4 de julho de 1871 : quem os tiver achado
lete-os rna de Pedro ARinse, amiga da Prala, n.
10, que ser recompensado. ,
Offereee-se um coilnbeiro para oa*a de ho-
mem aolleiro e d listar de sua c .nducu ; tra-
tar na ra Inpen.l n. 3.
Preci-H-s de urna pesi-oa lialiilita Ja. para
fachina : na padaria da ra do Bangel n. 9.
Offflrece-se urna pessoa compet-nteineuiaha-
bititada para ensinar as primeiras letras msica e
piano em qualqier lugar, podendo ser procurado
Da ma dos Marlyrios n. 2. 2 andar.
*!**
Precisa-se de duas pessoas que d fiador a
sua conducta, para>endr pi, urna com ampre-
to e entra cjm esvallo, se for oorlofaez sera
raelhor : quem qtizer dirjase a nadara da Flo-
resta em Onda. i
Cigarros espe- *
* ciaes e famo pica- g
m do para cigarros m
e cachimbos o me-
Hjlhor possivel, fa-|
ibricado no Paran
"por Jos Julio|
| Sampaio P i r e s.
m nnico deposito em h
Pernambu g?ad 3 Independen-1
m cia n. 39. lola de B
| Porto & Bastos. |
':^.^. jpj .^nmu.YHr)Wli'1
/V
1CATBA0
LICOR CONC^NTnAOO E TITCLADO
i
O Srtr f.uyot chegou a tirar ao alcarrao a
sua acrimuiiiaeoscu amargor insup|iorlavcis,
o (]ik? o loma inais ?>o!iivcl. Apruvciiando e>sa
feii ai'..-col:vrta, Me prepara um licor cu-
cciitriii de nicatrao.o qual, sol um pequeo
volunte, conioai urna grande pro|>orcao de
pi'!iitt.ios activos.
O IxuirSo !r Cnyo (Ctuidron (le
Cuyo) pauo par conseutieacis todas a#van-
tageus da ajrua de aicatrtaordinaria,aemter
os ilicoiiveiii.-i:!.'.. Basta deilar d'ee U:ua
coi.ir de caf u'siii le.' Itin CO|W 'I'' e\. -.!. Ii
twt\ guste i.'-.i_i.i 11>4,
'tiO III.UK" !' M--,-... ..r
Clri 4' 111 ell.i : i
fiCOtj -i..... til- I'-!:!;.". I -.,!
e e*i iint"-j.":i".'!--~i.i
I! !l.-i.:r-.. ...- .,
\ :.. -.,!' I':''l l.vll
l I .i"- (!' ..
liMie, c. irii -.
;i(u,i (je alcaUMii
'J !-" l|i.' li i'i'If
-II-. aun i ilr al-
i, .. .| m- ..!".!.'
i
llralfA E:l CI.E:'J'j. Vina cMerde cafe i,:ru >* > .j .. '.j... .. cuihere* dt
$o-u/ara Mina ijuiafii :
BRCtiCKttCS
CA7ARRHO D UCXiC*
EFLUOS
TOSSE PSNITAS '
ir:r.)TA^.?o sl peno
TGSSE COf.VULSA
AFFEC5ZS DA PELLE* f
e*aticHL!
aiOt.STIA 00 CCfiO CASt-L'nO
ES IiiC>0S. ~~ Unnparutde lure FLUXOS A.'ITIGCS CU KLCt-NTS
CATARaH DA CiX^A
O AlcsifrL Se Chiyo( fot e.Teriwen:nd rom um vmlailcir.o xito tUH
yrimimes hwtftue* d- l'rancu, ta ttfhjictf e ih ": reetmhetUa
ut, /ara o Umifiox de talut; rll c-u*\o.r.c a h/lth u w.t hijijicnuti, e so-
oretttdo durante a t;tn/i de tpidem <* cu aaeutnjmttha rada vidro.
Y&de-se na pharmacia e drogara de P, Mau-
itr&comp., ra Barrio da Victoria n, 17
AVISO
Tendo fallecido os propietarios da pharmacia
estabellecida nesta eidade, roa do Baro da Victo-
ria n. 25, sob a firma de P. Maurer & C, e estando
a proceder-se ao inventario dos espolios dos fila-
dos peranle o consulado da Franga a que per: li-
ria um delles, e o da Suissa a que pertencia o ou-
tro, faz-se publico para conhecimeato dos interes-
sados qae com o dito fallecimeoto cessou a pro-
curaca) que tinha o Sr. Adolpho Rigord, o qual por
isso deixcu a admiaistragai do estabelecunenlo,
desde o dia 3 do corrente mez.
Outro sim, faz-se publico que o Sr. J. Kirchho-
fer. f malo em pharmacia pela faculdade da 3a-
hia, tica encarregado da admininracao interina do
estabelecimento, e o Sr. Leonardo Kunn lica en-
carregado das cobranzas.
Ao mesmo lempo roga-se aos rJevedores da dita
pharmacia querain quanto antes saldar seus d-
bitos.
Pernambueo. 5 de junho de 1871.
ATTENCAO
Faz-se sciente a um Sr. bacharel, que dizem ser
advagado nesta praca, infelizmen e, teoha a booda-
de de entregar treseotos e cncoenia mil ris de
um preto escravo, visio que o mesmo escravo er-
tregou na mo do mesmo bacharel a quaolia de
selecealos mil res, como fiel depositario para o
mesmo bacharel promover a sua liberdade, mas
assim n5o aconteceu, eando com a quantia cima
indicada, querendn assim engnlir tre-entns e cin-
coenta mil ris de um pobre cap.ivj. Recommen-
da-se ao rcesmo senhor que nao se engasgue,
quejra-a entregar o quanto ante?, do contrario
sero publicados os documentos por este Diario.
Be Bra Barral
Pharanceutico-C hale*
- A ulidade dos purgantes nao soffre dea
irajio alguma ; prescripcao diaria que
toemos medieoa e o uo anda mala fratases*
tjtto f>lo lillo M ^ovas irrefraaaTei laato
i-omo a qUanudade jonumeravel deste genere. S
fattaapsrfec^r cafa ve' mais o modo de adon-
nistrao, He manara que conservando a sas> ac-
gao, ellet possam ser lomados sem repngnaocu
nem asco e sobretodo sem receio nem perigo.
Muitos porgantes afamados's devem este boa
rxito ao sea elfeilo intenso e eireslvo. D'ahi o
perigo, porque irritaces de essoinaf o, inflsnma-
edes de eniranlias sao toe^Uaveiraeoie o resulta-
do do seu emprego.' Nada diaso lea-ee de recesa
som o caf purgativo.
Tedo soDheewi par eMe/ieoci* e ardma su-
* e caf Elle o melhor auxiliar do porgaates do
quaes disfarca o cheiro o sabor e ajadas seca*
soloitando TagaroMmenU' s *etHMotos peris-
tlticos de ratesttno,- e preveWfflle' o sea effeit
muito intenso sobre o estomago. MisMUlo eos
ascamoasa, (teilita as evataac** eonl prwaptiSM
a sem clicas, e torna-se nm porgante Brando,
certo, fcil a tomar e prelerisel a >dos os ontros
salvo nma indicacSo especial da qnal o medico *
o nnico juiz.
A tmnoioade Uo eaf jM>Sh>a pemiHe d
emprega-lo em todos es "casos sitnfiles. Desper-
tando a atonta do intestiao eaevando a Recre-
ci deste, destroe a dureza De Vntre,' as Vento-
sidades, as flataosidades e excita aiipete. Em-
pregado mais a miodo, eoares4Me pan eva-
cuar com vagar a bilis e os homo, es viscosos
8 to deesa aaneira desaspareoer a etuaqneea,
as dQres de cabeca e prev os ataques de asopis
as pessoas que a estes sao predi-postas.
MOiX) DE EalPtBOO.
' fio simples como fcil. O cat pnrganvo
deve ser tomado fri, poro eo. mu tarado com nm
poneo de ltte fri assocaraOo, ou ajra assnca-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria par
um adulto ; duas colimes da caf bastan para
as senhoras e para toda e qualquer pessoa que s
por fcilmente.
. ara as enancas de 8 10 apnos, a metade do
vidro e suficiente ; de I a 8 annos, orna comer
de caf, e a guana parte do vidro somonte abai-
xo desta idade contra a gosma.
E' por taso d'uraa administraco muito mais
fcil do que es biscoutos, chocolates oa bolos
patgativos.
Da-se i m media lamen te depoi9 leite quente as-
sucarado ou caldo leve, e duas oa tres chaveoss
de cb preto on de lilla. *
nico deposito na pharmacia e drogara da
qartholomen A C. : rna Urea do It.mno n. li.
."M A Precias-se de urna arxapara co-
AiUA zinhar em casa de rapaz solteiro :
na ra do Crespo n. 20.
Precisase de urna que nao
. eja moca para casa de tres
k; rapazes silteiro-, que saiba
lavar e engommar com perfeice, paga-se bem :
a tratar ua ra da Cadeia n. 15.
Alagase a casa terrea ti. 3 do bceo da
matriz : na thesouraria das loteras.
Precisa-se d um caixeiro qu-i tenba pratic
de taberna : na ra da Aurora n. b'1-.
Na roa larga do Ro9aro~72l, leja o cal-
5do, precisa-se de urna ama que saiba comprar
e cozinbar.
Deseja-se saber a
Basto, viudo ha poucos di
esta o br.
Lisboa.
Ja\me
Aluna se uiua ca-a no rgu da puvu.ica
de Apipucjs, propria para taberna, por ja ter (ido
o mesmo negocio alguns annns : a tratar na ra
larga do Rosario n. 'i, laja de 'harutos.
Precisa-e alugar urna ama forra ou escra-
va para casa de horem solteiro : a tratar na ra
do Queimado n- 111.
AMA
de um mcleque.
.Na ra do Caes de Ca
pibaribe. casa n. 26, pre
ci-ase alugar urna escra-
va que cotinhd e engom
me, para diminuta fami-
lia, e tambem precisase
, Lava-se e engomase co.u perfeicao : na ra
do Fogo n. 16.
Alaga-sea caa n. 8 c
tratar na ra da Aurora o
ib iu
50.
a do JaMBim : a
Precisase de urna ama
para casa de homem solteiro:
ra ca Praia n. 58.
y**
n. 4.
frecisa-se de ama para o
sfrvici de urna casa de pou-
ca familia : na ra Formosa
u. 1.
Preciase de uuuama,que
saina otinhar e engommar,
-Ticnte para casa de duas
t-atvse bem. N> Recife becio da Bola
^j^
Nutrimento
MEDICINA!
Preparados por
L;iriman Kemp
para tsica e toda
qualidanta dedo-
eneas, quer seja
na garganta, pei-
lo ou bofes.
Express a-
mente escolbido
dos melbores li-
gados dos quaes
se extrabe o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
nii cal mente, e
tuas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamea-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a' um exama
muitosevero, pelos cbimicos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORgAO D'IODIaNA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
10DIN0 E'M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalbo,
e naquelle no qual contm a maior porco
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, ROFES.FIGADO,
Tsica, bronebites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas alTeccxies das____________
Ounha Manta, vendem a
ra do Maiquez de Oiin-
da n, 40, o segninte :
VIXHO XEREZ superior, em caixas.
COGNAC MARTELL idem.
VINHO ROREFAUX, i em.
AZKITE DOCE REFINADO, idem.
VINAGRE BRAN O, idem.
CAF DO CEAR, SSCQSS.
Charutos de Schnorbusch
Regala britnica.Regala imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de um milheiro
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DN RIO DE NO-
VAES E LIZAUR, de diveYsas qualidades, vnde-
se em barricas., __________ _,
Bartholomeu & C,
VlNHO, PlLULAS, XaHOPK t TlNTUIUk
DS JuRUEfiSA SLMPLES K rERRUOlNOeOf
Oleo, Pomadas Emplastro da mksm*
planta pkkparados por
6Af.TH0L.GMEQ & CA
PHARMACSUTICOS-DROaUIBTAS
rEILfAMBLCO
A Jarabeba : esu pUou boj* neonhaeiSi
como o bmii pvdcroso tnico, oso o nMlbf
aob8trucoie,e como ul ppl'ctd no padaciDNBu
do CgaJo e buco, bepatiiet. doreui, lomorM inl*r-
nos e especiaimenU do n\ero, hydropesii, tnm-
pellas, etc.; a aasoclada ao farro aul aa> pallia*
corea, ehloroaca a talla de menalrnaca, deaarra-
joa do eatomago, ale., a o qaa diaesto* alMaak
ioDameru caras im|>rtautei ob'dat oa I
praparadoa ja bem conbecido* a aaadoa pala*
Sial
diaacloa njadicoa do pan a HorU|al. Ea
oaaoa dapoaitoa dialribaimoa *rau> Mbatoa
albor faaam eoabaeax i lussisa
atffUcaflty
UbetMS
raaiiM.i'
.-



da teruaaaibuco Quinta fekn tle Julho d mi
D. W. BOWMAN
Engenheiro eom
FUNDIDO
*& RIJA DO BHV9I 5*
PASSAITOO 0 CHAFARE
Pede aos aenhores de engenho e outros agricultores, e empregadores de a-
cbinifmo o favor de oma visita a seu estabelecimento, para vereca o novo eertanento
completo qoe abi tem; pois sendo iu'Io muito mais barato em preco do que lais te*
nha vendido, esti anda superior em qoalidade e fortidio; o qne com a inapeccSo pea-
aoal pode se verificar.
PEDE ESPECIA! ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VinnrPfl A rndflit d'a 011A dos n,ai moderaos ayate, o em
Vcipxoo O iUno u Orgua tamaobosconvenientes paran Mf circuoutancias dos senhores proprietarios.
Moendas de oanna ]?os umtahos ,s me,borM ",qo
BrOdaS u6IltadaS para animaes, agua e vapor.
Taizas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
Machlnismosrp^r^mad^odr
iSOmOaS e patente garantidas...............
X OQaS aS maCninaS e peCaS de que se cosiuma precisar.
Je 8>Z qUaiqUer COnCertO TV yitioa lia foi*f*A tm as me'DOrM e ma'8 Dara',s existente! do mer-
TrnAAmmanilaa__ Incumbe-se de mandar vir qoalquer machinismo von-
JJlL/llilllttIlU.aO ta(je dos clientes, Ismbrando-lhes a vantagem de fa-
Mrem soascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qoalquer necessida-
da pode Ibes prestar aoiilio. __________^^__________________________
PECHINCHA
Cbegou para a loja do Papagaio om grande e bonito sortimento de sedas avrada
de orna so cor; as cores sao as mais modernas, e mais delicadas que tem vindo 3
este amercdo, e vendem-se por preco muito barato : porque a porcSo muito grande, na
oja do Papagaio, ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.
A' AGUIA BRANCA-
RA MJUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
Poderdo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou auimas.
Rof-M o Illn. 8r. tfMcio V.eira de Mello,
crivao na cidade JoNanreA deeta provincia,
favor d vir a roa o imperador a. (8 a < oocuir
aquella nefocio qoa V. 8. se comprometteu reali-
sar, pela terceln chamada deite jornal, em tina
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a tevereiro e abril e naia compilo,
por te motivo i de novo cbamadp para dito
flm ; pola V. S. se deve lembrar que esto negocio
4 de mala de oito annot, e quando o aenhor *
flho se achara no es nesta cidade
cata de receber de ioglaterra um bello sortiroen-
lo de objectos, qae alem de sempre necessarios
boje se tornara essencialmente precisos vi.u da
(alia que dalles ha no mercado, sendo :
Pitas de veludo p retas, outras com relas ran-
os, e outras de diversas e lindas cores, e todas
om ditTerentes larguras e superior qoalidade.
Franjas, trancas e galdes de seda de modernos
dosenhcs e gostos, e igualmente sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e ga'.oes de laa, tam-
bem sonidos em largaras, cores entoldes, e lo
proprios para vestidos como para roupinbas de
criancas. %
Trancas brancas de algodo com nova forma em
caraees angulares, teodo nesse genero multas e
diversas larguras ; outras nos mesmos gostos po-
rra mescladas ; outras trancinhas brancas de
aricos miud >s e bonitas, as quaes por soas
treitesis teem constantemente merecido geral
aerado.
Eabadinhos frisados e outros preparados para
Ir'sir se a vonlade.
Um bello sortimento do galoes pretos de la com
ditTerentes moldes e larguras, proprios para vesti-
das de luto.
to'.oes baos de madreperola para camisas, ou-
i >s pretos e de cores para vestidos.
lo alem do constante sortimento de enfeites de
Ha, 13a e algodo,' de que sempre se acha prvi-
da a loja Ca Agaia Branca.
brancas, bordadas e outras com
babados.
Na 'oja da aguia branca vende-se bonitas satas
nraucas com largos e delicados bordados, e oa-
ira* eom bordados de pregas pospontadas, obras
modernas e de go^os.
Fil de seda, branco e preto com salpico*.
D.io de algodao, liso com salpiccs e flores miu-
L1VRINH0S COM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fins.
Annunciar hoje bieos e rendas de labyrintbo,
objectos esses que se acham em qualquer parte,
seru fastidioso, porrn assiin oo acontece porque
esses qae a Agaia Branca acaba de receber sao
de ama oova e superior qualidade. A Agaia Bran
ca a ra Duque de Caxias d. 52 receben bicos'e
rendas de labyrintbo, que por sua amostra vieran:
perfeitamente emitando a tecidos de grades eheios
e feitos no paiz, mostrando at o alto relevo qne
se coobece as outra?, isso alem da novidade e
bom gosto dos desenhos.
Tambem receben outros bicose rendas estreitas
proprias para roupas de senhoras e meninas.
Receben igualmente um bello sortimento de
rendas e bicos de crochet de fina qoalidade e agr-
daveis lav ures. Assim, pois, os pretendentes serao
bem servidos tanto nos prreos como as quali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agaia Branca tem recebido finas per-
fumaras inglezas, senil1 > estrados concen-
trados de agradaveis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, aguj
da colonia, dita de lavander etc. etc. assin
cerno finas escovas inglezas, e opiata par:
entes. Tambem receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendeedr
baratamente.
Caixinhas com 3 salmonetes aromticos ;
H, ditas com 3 ditos transparentes a 15
,55,500 e 2,5000.
Enchovaes para baptisados.
A loja d'Aguia Branca roa Duque de Caxias
n. 52, acaba de receber lindos enchovaes de ditTe-
rentes gostos e preces para baptisado, assim co-
mo bonitos chapeosinhos de fastao primorosamen-
te enfeitadnj para o mesmo flm, no mamo pas-
seio. Tambem receben modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com puchos para senhoras.
gonhas com punhos e sem e le?, tanto de renda
como de cambraia, bicos de seda bran os com
vidrhos.
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2 P
3- CA
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P 0 p- ?p
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AOS 6KM)04000
Esto i venda os felixes bilhetes da lotera da
labia, na casafelir do arco da Conceicio, loja d
rarives no Recife.
Alugc
a se
um sitio na Torre, eom rxeeilente casa de vi venda
e banbo i frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estranfeiro : a tratar na roa do Pires
n.29.
SITIO
aue novo arauxem tem om
rariado sortimento da faiendaa
Fraocecai, inglezas, allemlai to-
laa tedas se vendem por procos
oaodioos, afim de acreditar a esta
aovo armazem.
Caaemiraa ingleui, -
franceas, de todas aa
validadas, brna da
sores a brincos, cole-'
rnbos modernos, cha-
oaoa da sol de seda,
anos.
\ DO BARAO DA VICTOI
DE
ARRUDA IRMAOS.
Veo de-se um Htio do Amia I, no becco do Bar-
thelomeu, cas nova, toda envidracada, coa c-e
de banbo, caotmba eom mnito boa agua e bomba,
tero quinhf nii> e tanto* ps de arvoredos novo?,
laudas de auraeojn-a*d, o lerreoo proprio e
torna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
nal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manhaa as
3ida (arde, on no tnenrinnido sitio.
Grande hotel central
ra larga do Rosarlo Batane-
ro a j.
Xesie mnito conhecido hotel se encontrara ex-
eellentes quartos e salas para alagar, que offere-
cem commrdes para familias, onde se eocontra
nao j o maior asseio e limpeza,como bnm servico,
banbos fri* e qamtes e todas as commodidades
iodispensaveis vida' todo par mdico preco. O
lugar central em qne este estobelecimento est
collocado sofflciente reeommendacio para ser
concorrida
RA
Bario 4a Victoria
uUia raa
IV OVA
N. 41.
Assim como tem orna
oficina da alfaiate, montada com
todos os prepares qne ha de meihoY,
dirigida por habis artistas, qne
pela soa promptidlo a perfeicio
nada deixam a desejar.
Roopa da todoa os
amanbos para boment
meninos.
Por todos oa paqna
tea recebem-se as me-
Ibores e mais moder-
nas casemiras qne b
na Eoropa.
RA
Parlo da Vctor la
aatiga raa
NOVA
K. 41.
Alnga-se o primeiro andar do sobrado o. 5
da roa Imperial: tratar no andar terreo, i* an-
dar_________________________^_^___
Precisa-se alugar nm sitio que lenna baixa
de capim para 3 on 4 vaceas de Inte e casa de
morada, sendo na estrada de Joao de Barros, tra-
vs da estrada aova : a tratar no largo do Pa-
nizo n. 14.
Esta estabelecimento acaba de soffrer oma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontnalidade as encom-
mendas, finalmente am todo afim de melbor servir os seos numerosos fregoezes deixa-se de annnnciar toda as fazendaa, para
io se tornar massanta
A VERDADEIRA E GENUINA
SALSA-PARRILHA DE AYER
EM ACqAo
Antonio Marque? de Oliveira tem nesia data
admettido para sen socio na taberna sita na
Imperial n. 47 a sen irmao Jo- Marques de Olivei-
ra, o qnal era caixeiro na mesma taberna, sendo a
Arma -oei.il desde esta data Marques & Irmao. Re-
cife 30 de jonho de 1871._____________________
Na ra do Baro oa Victoria, antig ra
Nova, n. 40,2' andar, ha para ser alogada urna
excellente ama escrava com bastante pratica de
todo servico de casa de familia, tanto nacional
como estranneira.
Pedro Gonqalves Torres, relira-te para a
Europa tratar de Ma saode.
Comedorias
Continua-se a foroecer comedorias para fora, na
ra estreita do Rosario n. 35, sobrade, mandndo-
se levar almoco de 7 a 9 horas da manhaa, e jan-
tar de 1 a 3 horas da tarde, conforme a vontade
do assignante.
Na toa de Ho tas n. I precisa-se de
nm rapaz para caixeiro, prefere-se sendo
natural dos 8rrabaldes.
Precisa-ue de urna' adtf na ra Bela na-
uiero 31.
A molestia ou inleccao propriamente co-
nbecida pelo nome deESCROPHULAe
um dos males mais prevalecemos e oniver-
saes qoe ba em toda a extensa lista das en-
fermidades de qne soffre o genero huma-
no : disse am celebre escriptor da medi-
cina qne mais de urna terca parte de io-
dos aqnelles qne morrem antes da velbice
s5o victimas, ou directa ou indirectamente
da escrophula: por si d3o t3o distrui-
liva, porrn a principal causa de mnitas
outras enfermidades que nao Ibe sao geral-
mente attribuidas.
urna causa directa da pblysica pulmo-
nar, das molestias do Ggado, do estomago
e affeccoes do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas acbam-se os seguid-
les : falta de apetite, o temblante paludoe
as vezes incbado, s vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarillento
so redor da bocea: fraqueza e moleza nos
msculo?, digestao fraca e apetite irregular,
falta de energa, ventre inchado e evacua-
dlo irregular;quando o mal tem seu as-
sento sobre os pulmes, urna cor azulada
mostra-se em roda dos olhos ; quando ata-
ca os orgaos digestivos, os olhos tornam-se
avermelhados, o balito ftido, a l-nua car-
regada, dores de cabefa, lonleiras, ele.
as pessoas de disposico escrophulosa
apparecem frequentemecte erupcSes na
pille da cabeca e ouiras partes do corpo,
sao predispostas s alfeccoes dos pulmoes,
do flgado, dos rins e dos ergios digestivos
c uterinas.Portanto, nlo somente, aquel-
les que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escrophula qne necessi-
tam de protecelo contra os seus estragos ;
mas sim todos aqnelles em cojo sangue
existe o virus latente deste terrivel llagello
(e s vezes hereditario) esto expostos
tambem a soffrer das enfermidades que
elle causa, que i5o:A phlysica, olcera-
i;es do figado, d( estomago e dos rins;
erupces e enfermidades eruptivas da ra-
lis ; rosa ou erysipela; borbulhas, postu-
las, nascidas, tumores, ulceras e chagas,
rbeumatismos, dores nos ossos, as costas
e na cabera, debilidades femininas, flores
brancas causadas pela ulceradlo interior, e
enfermidades uterinas, bydropesia, indiges-
to, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pulmes a escrophula produz tober-
colos e finalmenteconsumpelo pulmonar:
as glndulas ella prodoz incbacoes e
tornam-se ulceras: nos orglos digestivos
causa desarrarjos que produzem indigestan,
dispepsia molestias de flgado e dos rins :
na pelle prodoz erupcSes e affeccoes cut-
neas.
Todos estes males, Undo a tnectna on-
gem, carecer do mesmo remedio, a saber:
purificar e fortalecer o szngue.
A SALSA-PARRILHA DE AYER
Um mo^o para criadOc
Precisa-se de am rapaz para criado grave : no
1 andar do sobrado n. 48 roa das Trincheiras,
achara com quem se tratar.
Precisa-se de urna ama de leile : na ra
Guararapes o. 1, cu na fabrica do sabio.
1,0
Precisase fallar com o Sr. Francisco Bezerra i
Cavalcaote, e como nao se saiba a sua residencia i
pde-se a quem sonber que informe ao agente de
leiles F. J. Pinto, roa da Cruz n. 38, escriptono
AVISO.
E' composta dos antdotos mais etficazes
que a sciencia medica tem podido desco-
bi ir para esta molestia assoladora e para a
cura de todos os males provecientes delta,
contm virtudes verdaderamente extraordi-
narias e est provado incon.estavelmenie
pelas curas notaseis e bem conhecidas que
tem feito detumores, erupces cutneas,
erysipelas, borbulhas, nascidas, cbagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
quando causada por depsitos tuberculosos
nos pulmes. Debilidade ger .1, indigestlo,
svphiiis constitucional, e m lestias mercu-
riaes, molestias das mnlheres, ulceracoesda
otero, a nevralgia e ccnvuUes epilpticas,
e em summa, toda a serie de enfermidades
qoe nascem da impureza do sangue. Vede
as rerlidoes ao almanak e manual de sade
do Dr. Ayer que' se disiriboe gratuita-
mente.
Antonio Pereira de Oliveira Maia tem para ven-,
der em seu estabelecimento a ra da Senzala no-:
va n. 1, oa superiores tamancos e chinellas do,
Port', mandados vir por soa coma propri, em'
grosso e a retaiho ; aproveitem, autes que se
ac bem.
i Precisa-se de uina ama p;.ra coz:-
X ll \ ctiar e comPrar (,ara ansa de pouea
ri.lTl.il. familia : a tratar na ra 1 de Margo
n. 18, 2 andar.
4 M A Preeta-se de oma ama para eomprax
1H ri e cozinhar : na roa Irmandade de Nossa 8e" ho-
ra da Concei(?fio dos Mi-
litares.
Tendo o H.'ro. Sr. Dr. juiz de captilas ordenado
fosse Ciu.vocada outra me-a geral que deliberasse
se deviam on rao str cnvi-rJin em apoccs di
divida publica ciin a debida autboiisacao do go-
verno, os predios do patrimonio Je N'i^h Senhurn
e os do de Sant'Anoa, manda por isto o nosso ir-
mao presidente convidar a todos os irmaos desta
irmandade para que se dignem comparecer no
consistorio da respectiva icreja no dia 9 do c r-
rente mez pelas 10 horas da manhaa nao s para
tal m, como cara autorisar a meta regedora so-
bre outras medidas que nessa ccca^iao Ihes serao
proposias.
Recife. 4 de jnlho de 1871.
Francisco Antonio de 5 Barreto Jnior.

Este remedio o fructo de longas e la-
boriosas experiencias, e ha abundantes pro-
vas das suas virtudes, posto que cffere-
cido ao publico sob o nome deSalsa-par-
rilha, ctmposto de diversas plantas, al-
Vende-RC! em todas as boticas e drogaras do mundo.
W. R. Cassek & O.
Agentes geraes.
gumas das quaes sao superiores a mclhor
saisa-parrilba no seu poder alti-.ranie.
Aviso.As prepararas fo Dr. Ayer
slo preparadas com aapeca' U rao ao
clima dos trpicos e tem modifimrOes im-
portantes sobre as que slo feu* |.m.i ou-
tros paizes. Portante, o pubhc. iiatei
notar, e com cuidado, para que han s-ja
iliudido, que os remedios de Ayer, pn pa-
rados exclusivamente, para o Brasil Imam
rtulos e envoltorios com a descripeo
micuciosa para a sua applica^lo na liogna
porlugueza, e nlo oa ingieza.
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araerieanA a raa do Pires n. 45, contina a Tazer
pao e bola^ud le fariniu especial de 1" sorte para
melhor afrailar a <- fregoezes.
Precisa-su le nm criado para um sitio : a
tratar ua raa Nova, loja n. 7.
Nece*-iia>e cantraiar um sacerd'-in de bous
postuines par:- fii.a.regar-se da eduetco de Tes
' meninos menores, diveodo cornear pelo potu-
guez; msica, I :n e francez, ou pelo menos os
rodimeoio< d.ij .res primeiras materias, e ao mer-
mo lempo >~i capell) de nm engenho que- di^ta
apenas meta legoa da eUrao de Olmda. D se
hom ordenad', a eoteeder-se com o Itvm. Dr.
l'Antonioda Gunha Figueiredo, no sen escrlptorio
1 a ra do Imperador o. 57.
Missa fnebre do 7 dia : por alma de Anto-1
nio Odn de Souza Barcellot f .-. Convida-se a
familia e os amigos f. f. f. para as 7 horas do
dia 5 do correrte na igreja de Nossa Senhora do
Livramtcio f.f {.
N. 786 +
Caixeiro
Pre:isase de um caixeiro portuguez que tenha
pratioa de taberna e alance sua conduela : n/
paleo da ribeira n. 13.
" i
Na roa de S. Bom Jess da O tolas
n. ki, lava-se e engomma-se com asseio e
perfeicio; mais barato do que em outra
qualquer parte.
O abaixo asignado decora que seu caixeiro
Luciano Mauv>rce retirod-se de sua casa no dia
16 do mez protinv passado sem previo avio e
sem ter prestado as devidas comas, pelo que ni o
considera mais fen caixeiro e mra te re.^ponsah:-
lii por '|oalqu :r debito ou tran.aecao que elle
por ventura teiiba frito em n>me do mesmo abai-
xo ass'gnado, o qnal pagava-lhe mensalm^nte seus
ordenados, nentlo que eile recebeu n-lativamente
ao mei uiiirao mais do que havia vencido. Re:iM
3 de jolho .le 187!.
IjOiz Jo- E'ereire SiuSp?.
Custodio Jos Alves Guimares, nico socio ge-
rente da caa commercial de Guimares, Pontes
k C, desla praca, previne quem interes>ar pos-
sa, que est promovendo a dissolucao da meema
Arma, e entrar .era seguida na respectiva liqui-
daco ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
a Arma responsavel, e era o annnnciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolucao e liqui-
daeao. _____
Jos Dativo d:s Pa-sos Bastos, Mara da An-
nunciagao Bass Villana. Maria Francisca de Al-
raeida BaMol e Manoel doa Sjntos Villae*, filhos,
ora e genro do falle:ido Manoel los de Bastos,
agradecen a todas as pessoas que o acompanha-
ram ao seu ullirao iaz:go e. de novo convidan as
mesmas pessoas e todo. os sen* amigos e do fal-
lecido as-istirem as n issas que se hao de ce-
lebrar no dia 7 do corrent-1 u 6 !|2 h'iras da
manhaa setmo Jia de seu fallecimento, no con-
vento de S. Francisco desta cidade ; pelo qae se
confessara eternamente gratos.
Precisa-se alugar um, sitio em um dos ar-
rabales desta cidade : tratar na ra da Cadeia
n. 36. armazem.
Preisa-se de urna ama para cozhar e la-
var : a tratar na ra da Cadeia- nova n. tS. Na
mesma casa trata se sobre o alaguel da casada
ra Imperial a. 2(5, a qual precisa de alguns
concert*._______________
Precisa-- d-j nm criado para servido do li-
te! : na ra de Santa Rila n. I junio a ribeira do
peixe.______________________________________
Assoclaco commercial agrcola
de i'eroamboco.
Por parte da directora fa;o srieme aos fenhoirs
socio, que quinta Mi a 6 da julho, pelas 10 huras
da maulia, tera lugar ua sala Ca associ co a
leitura do relatorio da actual adunoctir^rji,
eleico da corrmisso de contas e da dJre.'CU snc-
cessora.
Barbosa Jnior,
Secretario.
Precisa-se de oma ama oa d urna
escrava para cotiohar e engjoimar pa-
ra posea familia : na roa da ^oledade
n. 32, ou ra da Cadeia do Beife cal
mero H, luja.
Alaga-su o f aoar e sutau Jo sufifMhl fi
ra das Cruzes o. 9 : a tratar na ra aira* da
matriz de Sanio Antonio n. 18. loja.
AlUUSiO d< 1 >S 'IOS Kw18
Marclino Jos Gonijilvos d> Fontros:i ao-< seus
amigos e aos do fn lo Augu-to Carlas dos Res,
fallecido em M rimbique, o ob>oquii de as-i-ti-
rem a urna missa que i)')r alma do mesmo mtmte
celebrar oa ma'.rz do Corpo Saeto as. 8 horas da
manhaa do dia. qnml i-feira 'i do ewrTrttte ; e desde
j agredece a todos us senhores que concorreruio
a este acto de caridade.
As propostas para a compra do- escravus do
casal do finado coinmendador Thomaz de Aqui-
no Fnncera podem ser entregues ao Illm. Sr. Dr.
jU'Z de orpbos at o dia 13 do corrate po que
na, Ia audiencia do juizo depois desse dia, serao
hnn! e se far a venda na forma da lei.
^x in, l'recisa-se da urna ama ^ara
VWiW fervi? dQ oma casa de
^> \"A) ^ pouca familia : a trata? na
na da Praia n. 53, V andar.
Precisa se de um ama forra ou escrava
pnram -asa de pooca familia : na ra do Ba-
i y curia, antiga roa Sov, n. 52, primeiro
nadar. _____________ .
Aluiut se jra mulato ds J^onv oe idade :
% irtir: ta roa da Pz n. 34.
Na pra(a oa luOepeueiicia n. 33 se oa di-
nheiro sobre penhores de ouro, pn-ta o pedrcs
preciosas, seja qual or a quantia ; e na mesma
casa se compra e vende objectos de onro e prata ;
igualmente so t,z toda qnalqner obra de en-
commenda, todo e qualquer coniertu teniente a
mema arie.__________________
Precisa- e de uuia ama f ra oa es era va que
saina bem cozinhar : ua rne Daqu uatr". ra das Cruzes) o. 6S. segqn ti andar.
t'recisa-.-j de Bisa ama j;uo cttiobo
m com oeiriMro e *?ja de noa.eo.odL'cU:
*B3 .rua.iii yigari*a. S.
O al>.i\) assignado a bem de soa honra e
crdito commercial convida ao Sr. Antonio Alves
de Carvaliio Vera; a declarar por este jornal o se-
grate .
Io Qual a transacQao que jmiis bouve entre
S. S. e o abaixo assigaado, e no caso negativo co-
mo S. S. explica a origem da letra que condicio-
nalmente o abaixo a-signado aceitn na importan-
cia de 3:3005 a 21 da agesto de 1869 cera dez
mezes de praso.
2* Qual o motivo por que no dia do venciroento
desla letra foi ella reformada, e aceitando o abaixo
assigoado em v*i de ana duas letras daquella
importancia.
3* Porque rajo na primitiva letra de 3:300*
S. S. nao derlafoa qnal a especie do valor recebi-
do pelo abaixo assiguado T
4* Porque motivo fu vendo S. S. accionado o
abaixo assgnado por u.iia das lonas substitutiva
da 1", nao ftz > mesmo a respeito da 2', que j
se acha venc la.
5 Finalmente se S. S. por cujo depoimento o
abaixo assigns^o j> protesten erajnixo, est dls-
posto a jurar aos Sanios Evaoge hos como neces-
sa'iament* o hi d faer, qi ereinf do abaixo
assigoado nar irai!-a i o confeasave!.
i-a SVilro ile MkIIo.
Precisa-si alocar ,r;i m-ifequH para o serv-
50 de hoil: na roa es'.rvjia 'I Hosarlo n ->3.
Pre^i-a -a sua qoaducta :\ 10 nar corita ^H
menion* da l-uta, li, l*aci
Reformas de cau- i
telas*
O gerente da casa de peohores Ira- |
I vessa da ra das Cruzes o. 2, a s,i a lo- SU
5 da- s pessoas que teem cautelas venc- **
f da?, cu jos premios nao teem -ido pago, i
I que nu praso de 20 dias venoam r->r- M
! ma-las, sob pena de serera seus penhores
Ivendidos ets leilo.
a
n
Os abaixo alienados tendo cmpralo o eso-
lio 1o fallecido subdito portoguez Virginio freir
Je Oliveira, establecido na praca de Santa Cruz
n. 4, consumo dita espolio na "-na maior lofalMa*
de de dividas activad ncsla praca e (ora d*lla,
vero pelo presente pedir a todos os devedores o
di:o espolio que qoanl) antes venham ajamar
saldar as suas cenias, afim de evitar incomraodn.
e despezas. Recite 19 de junho de 1871.
(lama & Silva Brito.
Preeisa-w } ama it* pan ,iina
cii de pouca familia ; 'Ji'.ir na ."uJa \\
13 > filiar.
>

^^.^





-.'.
O crio de PeniMiubuco Quinta eir_ 6 de Julho de 1871.

fe
i:

Pilolas assucaradas de Bristol.
NiO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHUM
Ol'TRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de ora ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
amito que tem sido sentida, tanto pelo po
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, innito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confiancaeseguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna exceilente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao compesto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, s_o preparadas com a
mais finas e superiores qualidades de raizes
medlcinaes, hervas e plantas, depis de se
haver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porcoes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor \ alu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dophgtiin, a qual segundo a experiencia
mra demonstrado, possue um poder o mais
^jaravilhoso possivel sobre as regioes do
figado, assim como sobre todas as secre-
c5es biliosas. Isto de combinacSo com o
leptandrin, e mais* alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradat
de Bristol, achar-se-h5o sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Dspepsia, ou indi-
gestao,
dAstringencia, ou..
prisao do ventre
habitual,
Azia do estomago e
flat ilion ca,
Perda de apetite,
Edtomago sujo,
AffeccSes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam i
ua origem da massa do sangue: a salsa
parrilka de Bristol esse melhor de todot
os purificaderos deve ser tomado conjun
taante com as pilulas, pois que estas
mis medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
cora a outra, quando fielmente assim.se faz,
r5o nos resta a menor duvida em dizer,
nue no maior numero dos casos, podemos
affiancar nlosum grande alivio, como
tambem urna cura prompt* e radical, isto
est bem visto, quando o doente nSo se]
acbe n'um estado muito alm dos recursos
buraanos.
Acha-se a venda nos estafoelecimentos de
\. Caors,J. da C. Bravo, C..P. Maurer
A C, A. A. Barboza, Bartholomeu 4C, 5
Pharmacia americana roa do Ooei.uado n.
e_icio popular 500 rs. o volme I !
Livrarii franreza.
OtTerece-*e um ama para eugninmar no
neceo do Aqiiinn n. 29.
"^tLTO ,..
Hova resotajo
O Campos e st venden do os
seguintes gneros
E por que prepo ?
Todo tao barato qu* admira.
lanle:?;! ni IUS de um kilo por 30(W).
Carne sec;a (de caroesr) a 240 a ibr3 e 6*,
arriba.
Cebollas tm resteas 1*300 o rento.
l.ngaas escaladas 200 r.-. eada um.
Dita- aflararada-, toda* as nanas e sabbados.
Carne e queij..< du teitio.
Lingnas em Imoura.
Ameodoas eonfelladaa e descascad*?.
F Tinta purpurina a I 000 rs. a farrafi.
dementes de bortalica muito novas.
Charutos em gros^o e a realbo.
O Campo* vera solemoeroente garantir a todos
os habitantes des:a capital e seus suburbios que
o eo armazm um
Centro especial de novidades, no que diz res-
pelt a
b

*
Fotographia imperial
E
CALERA de pistura
DE
J. Feretra Vtihla
Desde o dia 7 de abril passado echa-se aberto i
iovo estabeleeimento photographieo sito ra de
Cabnj o. 18, equraa do pateo da matriz. Oslraba-
Ihot que desde antlo, tem sahido de nossa offlcim
tara feralmente agradado, tendo reeebdos pof
ilguns com adrairacao pelo extraordinario pro
jresso que ltimamente tem lido a phoU graphia
i por oatros com alegra, por verem a provincia
otada com um estabeleeimento digr.o d ella, e it-
jontestavelmente o primeiro que nesse genen
tioje pcssue : tambem nao nos poapamos em cousa
ilguma para monta-lo no p em que se aeha, es
peraodo que o publico de Pernamhnco saberj
preciar nosso esorcos e recompensar nosso sa
.riflcios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionae
i estrangeiras que costara das artes, ou tiveren
necessidade de trabaihos de photograpbia a visi-
tarem o nosso estabeleeimento, qae estar sempre.
ibero e sua disposico todos os das desde as *
>oras da manhaa .ate as da tarde.
Para os trabaihos de pbotographia pjssuim-rai
rersas machinas dosmelhores autores francezes
nglezes e allraemies, como seism : Lerebcars el
Secretan, Herroagis, Thomaz Ross, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres nova;
nachinasi sendo urna deltas propria para tomai
sobre omesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoladas, e ontra de 6 a 12 imagens diversas e
gualracnte isoladas, de sorte qae no caso dt
rande concurrencia poderenws retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas eisola-
las para cartues de visita, e assim em men-s de
im qaarto de hora despacharmos 8 difieren es
pessoas que pecam cada ama, nma duzia de cartoes
nais oo menos, com os seas retratos smente, od
am grupo com nutras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccac
i feitura dos trabaihos de photographia dei-
cando pericia e talentos do distincto pintor
tilomio, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabaihos de pintura, a aquarela, a oleo, t a
astel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa poi
ima escriptura publica, e at o presente tem-se
iesvellado na execuclo de seus trabaihos.
No nosso estabeleeimento acham-e expostos oa-
tros trabaihos inuiortanics do Sr. Roth, tanto em
niniataras aquareila como oleo, retratos i
leo, qnadros sacros e diversos outros trabaihos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at.c
amnho natural, assim como de qnadros sacros
para ornamentacao de igreias oa capellas. Tam-
bera aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Assegaramos que os precos dos diversos ira-
Dalhos da nossa casa sao mni rasoaveis.
SARTOfS DE VISITA NAO COLORIDOS A 10500 A
DCZ1A
CARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL 16(J0O0 A DZIA
Retrates em miniatura oleo oa aquareila de
16 20/000 cada um, indo convenientemente en-
;aixtlhado em moldara dourada e regalando c
msto da pessoa retratada de 3 i pollegadas e
'odo o quadm palmo e meio de tamanho.
iulgamos que basaran os precos cima parn
larmos idea da baratesa dos trabaihos do nosse
tstablecimento. qnanto sua perfeicao cada un
enha jalgar por seas proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos m
msso estabelecimeeto sao das 8 horas da manhaa a
I da tarde; entretanto de ama hora s 5 da tarde
em casos especiaes pode-se tambem retratar qual
raer pessoa.
Nos dias de chava, oa por tempo sombro po-
temos retratar, e assegaramos que esses dias sao
js mais favuravt'is aos trabaihos de photograpbii
pela docara e persistencia da luz, e per termos c
iosso terraco construido com taes proporcoes t
nelhoramentos, qae 3ioda chovendo jorros ne-
hum inconveniente ha para azer-se bellos re
ratos.
Massa fallida
DE
Amoro Fragoso. Sanios & C.
Ketimo divScIeado
Paga-se o stimo dividendo raz.o da i Ofl, to-
das as quiota^-feiras das II horas da maohaa a I
da tarde, no escriptorio da roa do Vicario c. 13,
Io andar.
IiOeJA
GALLO VIGILANTE
tta4 Crespo n. 9
O proprltitario deste bem conhecido estabele-
eimento, a!m doa amitos objectos que tinham ex-
postos a apreelaelo 4o respeitavel publico, man-
daran vlr e aeabua de reeeber pelo ultimo vapor
da Europa, im. completo e variado sortimenio de
finas i mui delicada* especialidades, as quies es-
tao resolviilcs a vender, como 4e sea eoitame
por pn cis nano bxratinhos e comnodoi para to-
dos com tanto qae o gallo...
MuiD sopeiiores lavas de pelict, pretas. brna-
cas e de mol lindas cores.
Muito boa:i e bonitas guillabas e pannos pan
senhora, nes, e genero o qne da de mais moderio.
Superiores peo tes de tartaroga pera eoqaes.
Lindo? e rqaisslmos enfeites pan cabect das
Exma's. Srai.
Superiores trancas eretts e de coree "com vfdri-
Ihos e sera el les; esta facenda o qae pJe haver
de melhor e mais Bonito.
superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo e Asso, sendo aquelles brancos,
com lindos d wenhos, e estes pretes.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
ohoras, as quaes sempre se vendern) por 30*000
a duzia, entretanto qne nos as vendemos por 204,
alm distas, temos umbem grande sortimento de
notras qualidades, entre as quaes alguraas muito
fins.
Boas bengallas de superior canoa da India e
ca-io de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ne-te genero o qae de melhor
se pode desejar ; alm dess temos tambem gran-
de qaantidado de outras qualidades, comd sejam,
madeira, baleia, osso, borracha, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotiohos de cadeia e
de outras qulidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as ireias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sio mailo-boa*. e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegnra'nos sna qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para croe1* u
Linha muito boa de peso, froaxa, para en4 r
labyrinlho.
Rons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tent? para e mesmo Um.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras, dos melhores e mais conhecidos fa-
bricante?.
COLARES DE ROYR.
Elctricos rragaelieos contra as convnlsoes, e
fecilitam a dentieo das innocentes crancas. So-
mos desde muito recehedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapore*, atim de que nunca fallera no mercado
como j tem acontecido, assim como pois, podero
aquelles que delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrar*) destes
verdadeiros ci llares, e os quaes attendendo-se ao
lim para que sao applicados, se venderlo com um
mui diminuto lucro.
lloramos, pois, avista dos objectos que deixa-
mos declarados, aos nossos fregueses e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis a l do gallo vigilante, ra do Crespo n 7.
Advertencia
A pdseoa, na ea& dt ojien se adiar nceulta a
escrava de nome MewiH, cabra, qae em algu-
mas partes se muala, de forra, e e mais conheeida
por Bina, pnhcipalmenie no Mjoleiro e em Bebe-
ribe, onde costomava lavar roopa, tenha a bonda-
de de manda-la entregar na andar do sobrado
o. 36 da rus das Cruzes; protetaBde-se, pelo
presente, a se preceder eom todo rigor da lei con-
tra qualquer individuo qae a tiver sob sua guar-
da, como j fez o ex-senhor de dita escrava < eom
certa pessoa avesada a isso. ___________
f>fcii.se de ama ama li-
vra oa escrava, qne cozinhe
bem e lave : tratar na
da Palma n. 34.
i na

Attenpao.
Na ra eslreita do Rosario o. 12,1 andar, co-
zinba-se para fra eom asseto e promptidio ; tam-
bem recebem se encommendas de flores arlifi
ciaes. -..,.:
0 Sr. Antonio Lopes An;o, natural da fre-
Suezia do Aojo em Portugal, queira vir em casa
e Joaquim Jos Gomes na-roa estreita do Rosa-
rio n. 41 i quera veio recoinrrendado, que muito
se interessa saber sna residencia para dar noti-
cias snas sna familia.______________________
0 llvin. padre Domingos Jos Martin* Perei-
ra, retira-se para a Europa iratar de sua sa-
de.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintara japonez'a, e paga se a 80
rs- cada um : roa Duque de Caxias n. 30, e
Mrquez de Ollnda n. 51.
Compra-se dous buhares qae sejam boas
a tratar na roa Nova n. 20.
Chateaubriand Les
Martyrs.
Precisa se comprar em bom aso
Direita n. 45, ioja.
a ra
RIVAL SEM SEGUNDO
i.ifJA DQUB DE CAXIAS N. 49.
Jote Bigortirfbo, com li ja e ftiuieza.
avisa a todos os os heos fregaezes qae est
torrando todo pelo jreco, a vista da uzea-
da, para todos admirar, a saber:
GroiaaVe boi5es de louca branca a
Caixas com 100 euvelopes fazeoda
fina a 500, 6C0 e
Espelhos de moldura dourada a
WOe
Pentes prttos Telteados para me-
DtDM a
Tmteiros com tiola preta a SO e
Peca de flia elstica muito fina a
Latll com superior banda 60, 1 tiO e
Latas grandei com snp etior banha a
Frascos com oleo de Pbocome a
500 e
Frasees com macass Perula a
Cairas com l szb netes mto
Cnos a
Frascos eom agua de Colonia vera-
deirj a
Ditos com oleo de ba )osa soderior a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agalhas francezas a 160
160
Pecas de liras bor Jadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
C-rtilhis da Doulrir.a Cbriitaa as
mais n odernas a
Livro das missoes abreviadas a
Copos grandes com supe, tor banba
Macos de pallitos para dentes o
melhor qne ha a
Pacotes com 3 saboneies inglezes
fazenda fina a
Escovas muito finas para limpar os
demes a
120
800
1*5000
240
100
200
2(0
320
SCO
24u
I 000
10000
320
600
240
15000
1*300
400
1.J5C0
10500
160
600
240
V1NBAS.
in
Na travessa di roa
das Cmes n, 2 prl-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de oafvj, prala e brilban-
tc s, seja qoal for a qaan-
tia. Na nesma casa com-
pran-se os mesos me-
laes epedras.
OVKHA FOGO
A compyebia Indemnisariora. estabelecidi
aesta praca, toma segaros martimos wbrt
navios e eos carregameotos e :oatra fogc
?m edifirios, m ircailorus mobibas : u<
roa do Vicario n. 4,.pavimento wreo.
En qnanio aos prei;o< porque tem resolvido
vc'.r tcdo< os -sus eneros, r com
A vista-
Echo de Koma
orceffo aono.
Assignatura-COOO.
Livraria franreza.
Jcaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Rna do Trapiche D. 3, Io andar.
Saeea por tmk os paquetes s*>bre e baucc de
limbo, em On^a, o sobre os segs 'artagal :
Lisnea,
Porto.
tValeoca.
Guinuraes.
Coimhra,
Cbaves.
Vi-eo.
Villa do Gonce.
reos d-- Val de Vei.
Vianda J Cacieilv.
Ponte do Lima.
Villa RsaL
Villa-Nova de fatf.*;caf).
Lamego.
La nos.
Covilhaa.
Vasca! IVatpasso).
Mirandella.
Beja.
Bareellos.
r. abaixoassigoado declara quo sendo levedor
de i)ma letra da qtiantia de 2:000 ao Sr. Vicente
Joplala Pttreira M'yor. vencida a -'10 de naif) do
Brrenos anno, n nio Ihe leudo sido aprsenla la
di lia do sen vencimenm para >er paca, nem ao
t-eo correspoo'ienie no IWife, o Sr. Ur. Laotino
de'Mora-s Pmneiro, e Ihe constando que tal letra
se acha em httigta entre o referido Sr. Vicente, Jjd-
qoim Per eir M-yor e o Sr. Antonio Mwll i Cor*
d!rn de Gu*m;ii-". teodc ai(iiellt senrior Ihe raaa-
dat'.o intimar paratwo paga-la mmuio j elle, decla-
ra i quem qaw i\tu seja o pos?oidor da referida
letra, e protesu p lo presente annnnci > ;ne na"
fe "e'poosabillsa pelos Joros deeomdos do venci-
nienla.da d.'.i. letra en Ctante, vi lo c-imo a de-
mora de acia pagamente uo Ion depend !o de
ahatxe assignado, e fim do letigio em qne e acham
aiuelles seah.'re- r^speito da dita letra, pois que
dede jnte.s >' '"' vendownto Ira aii'xriado ao
sec eorrespoiidec'< ^ Dr. ^Laurino de Moraes Pi-
nheiro a paga -i) -' Sr. Vsente Joaqun) Pereira
May>r oa A psima eompeten n leg^lnvriie auto-
risa la por el Engoaho Doaiisfa Q de junho
de 1871. >r .
Francisco Xavier oe Andraje.
Baliza.
'.mbra-e 10 Sr. J. A. C. a conven.eoria de
-m lar certa cr.nia im armaiem do Baliw, roade
L"f!T^oto r. >, P'iis ai* ** ^"'z* a ****
tr, ,;" sen Juvida ihe eaiiari
iif. T', pe
Sua do Baro da
Victcria,
Outrornrua Nota n. 63 c**s
r/.o cosume.
KKhctett garanlidos datpr-
v.ucia.
O i-feaixo assignado acaba de vender entre o-
sen inailo feliz- bilhetes a orte de 5:00**000 o
um rufeete interro de n. TB9, a sorte eSOOS-oai
ato um tere den. 3730 e um terco de n. Soo com
a si-Tte de CtV; alm de outras serte* menores
de hSOOh 204OO da li extrarur (f06), pudendo seas nossaidores virem
recebev, qae promptamerxe sero pago-.
O mesm abatico assignado convida ao respei-
tavel publico para virera ao sea etablecimentc
comprar o fehres bilheiea garantidos, que ak
dexar4e tirar qualquer premio como oren (toiv
ansmiis dOnaocios.
Acham-sea veuda,os raoito felizes btlnstesga
raaiidr s da 7* parte das loteras era beneficio d
nova igaeja del!. S. da Ptc-ia, que sra Ktranida
no di* i'sm'.a-i'eira 13 ooarrenie.
PREQQS.
inteiro SfOOO
,B a terco 2000
De 100KXO;para cima,
(nteiro Srt(^
)ou< tercos -'I600
lerQo I 800
Joao j.i.-iquim da C)sta [.-y.*.
Despensa econmica
No armazem do Marmore junto a typographia
d Diario, na antiga ra das Cruzes, tem para ven-
dor o segninte :
Queijes do ultimo vapor a ll'J'.
Doce de goiaba de 800 rs. a 1J300.
Minteiga ingleu muito lina.
Dita franceta a 800 rs.
Carne do sertao, o melhor que se pode desejar.
Lingaacas a mais saboro:a possivel.
Qaeijos do seriao.
Dito prato.
Diversas massa para sopa.
Vi tinos do Porto, Figneira e Lisboa..
Cha o melhor qae vea ao mercado.
E oatros muKos gneros que recotnmenda os-
eespensa economua._____________________^_
3tt>
ii
Cimento
Torthande de primaira qi alidade. barricas ooea
13 a IV arrobas por I0J00O, kT no armazesa do
Candido Alberto S-di da Mota & C. a Iranesso
da Midro de Dos n. 14.
, Papis paw cigaTO
De todas au qaaliJade<. e por menos pree* d
qae m mura qnalquer parte, dinheiro a rta,
o no armaiem de r.atidido Alberto Sodr da Hata
4 C i travessa da Madre de Dos n. 14.
Pacis d' urados e piutad<
proprios para forros de ca-as, ca(iellas e erato-
rios, c m guarniefie* para os mesaos e pelo me-
nos preco possivel, oo iirmasem de Candido A iber-
io Sodr da Mota Jj G. travessa da Madre Dea*
n. 14
AO 65.
Ra do Duque de Caxias
Popelinas de laa, paoroes lindissimos, e cu'.cs-
es vado 560.
AO 65
Ru do Duque de Caxias
Acaba de chegar a e^re estatelecimento na 'io-
do tortimento do cassas crficli.da-se amosiraK.
AO 65
Popelinas de seda
Roa do Duqoe de Caxias
Acaba de reeeber um completo seitiaxoto des-
tas lindas fazendas^para vestidos, e promette veo-
de-las por precos'qae oingtiem podoro compe-
tir I I Ao 65.
H e U
Vende-se velas1 slearinas de superior qualt-
de, de 4 e 5 em masso, a 900 rls cada ara, em
caixas de iS massos : oa roa do Amorim o. 6d.
Vende-se um balco de amarello em muito
bom estado, oa ra do Padre Floriano n. 20 a ira-
lar oa mesma. ___________________________
Vende se urna carroca e bol : a tratar na
roa Nova, Ioja n. 7.
Armacjio
Vende-se anta armaco qae serve para taberna
oa oatro qualquer negocio, por preco eommodo :
a tratar com Sr. Pontual Jnior, a roa do Im-
perador n. 1$.___________________________
' c*rvr|a aorategai
da i' qnalidade : vende-se em por^o e a retalho
no armazem da ra do Commercio n. 4.
Farinia de milho
Vende-se farinha de milho mo.'da a vapor, dia-
riamente, pelos precos segointes : grossa para
ang. pintos e psesannhos a (09 rs., para cangre
e pao de provenoa a 120 rs., e para cuscus a 1(0
rs., em arrobas e mais barato : na ra do Coto-
vello o. 25._________________________________
Vende-se a casa terrea n. tt. Ma a ra d i
Oitao do Amparo, em Olinda : ual-r roa do
Mrquez de Olinda n. 40.
Cutileria de&uima-
res
Na l(*;a de ferr.*gens roa a Cadeia n. ii, de
Tbomacfernanles da Cunha AC, ebrgada nova
rensessa da- mais bem acreditadas faas e garfos
de cabo de ac, assim coino da cabo de osso de 1
e 2 botdes, de cabo de balaaco e a emitaoo ;
igualmente um comoleto sortimento de todas as
lerragea?, e que tado se vende por preeo rpaito
c iiiiJiiir.ii.
Quem qaizer muirse de movis'por precos
comraodos, nao tem mais que fazer urna visita ao
grande armazem de obras de marceneria, a roa
do Imperador n. 47, cojo dono acaba de reeeber
do eslraogeiro, nm completo sortimentD de raobi-
lias de gosto, tendo tomado a segrate
Resolorao :
Vender barato para vender muito.
AVARADO
Lenpos de esguio.
Finissimos lencos de espolio de lnho com pe-
queo toque de avaria a 36C00, 3*500 e 4000,
limpos a 3O0O, 4*000, 4*500 e 3*000 a duzia,
pechincha : na ra do Crespo n. 20, Ioja de Gol-
Iherme Csrneiro da Cunh.
NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vlnbo verde de
ova para em caixas de (2 garrafas e o acreditado
vinho especialissmo pasto em decimos de pipa ;
o vendedor nico recebedor destes vinhos aeha-se
autorisa-lo a garantir a especialdade dos mesrros;
ra do Vigano c. 14, Io andar, escrptorio de
Jos Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
um deposito de vinho do Porto ( o melhor qae
tea viudo a este mercado) em vigessimos da p.p.:
e em caixas de 12 gairafas, que se veode por me-
nos preco do qae em qualquer oulr parte.
Attenpo
Venderse o j acredialo medicamento contra os
calos : na rna Primeiro de Margo o. 3 (antiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinda n. 50 A
(antiga da Cadeia).
O corte de cazemire, s o 63, roa do Luqat
de Caxias. sao padrfi-s noves.
Merinos de cor a 440
E' por qnante vende o 65 ra do Duqoe de
Caxias.
Grande raducoao em
precos
O 65 a ra do nque de Oxias.
Tendo feito nina compra real, de diversos a-
dapoloes, promette vende los muito barato, pMe
que pede a aitenco do lllu>tre povoipernambuia-
no, rogando Ihes "queiram visitar seu estabeiec-
mento.
A 8^000
ru- 00
&
oses
ffill PABaCBLAR
CALCADOS
para criaiwjas
Granse sortimento de aleados para crianca,
dos melhores qne tem vindo a esta prar-a : na
Ioja de calcado da ra do Bom Jess o, 21, Ioja do
ii.h'.ido amarello.
Veua se urna mobllia de duiarsilo a Luiz
XV, de bom gosto, e mais per'eoces da mesma :
na Ii ia do sobradoola ra de H r'as n. 30._____
Vende >e duas casas arruinaoas muito em
I onta, oa ra do Socego n. 3 e 7 : i traiar na
ua dos Praztres o. 50._______________________
Vende-se a taberna do pateo do fereo c. C8:
a tratar na mesma.____________^___________
Veo ie-se barato um piano d- um dus mais
afamadosabricantes : a tratar na ra do Com-
inercio n. 38._______________________________
Calca dos
Botinas te brim e duraqae braceo bordados.d*
o'im a 6* o par : na ra do G. a: Jess
loa.
Roa do Baro da Victoria
N.2,
nica casi ueste genero
H.--itua Eslrea do Hosario-M
Compra e vende roapa fea
nova e i elha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tado que perten-
^ompanhia Allianpa
* DE
setruros martimos estabelecidf
na Babia em 15 de Janeiro
, de 1870.
CAPITAL.. Bs. 2,000 030*000.
Toma seguro de mereadonas e di-bOiro a rist
naritmo po navios de vella e vapores para d^n
troe ova do imtirria Hixeti roa doGonv
Kercio u 5. t-i.. ''O
0 Br_fiiaor piibiicu J6)o Lande- 1
Ki.o Doroe Im Cmara cr.riiina as
horas (gastares da tarde em diao-
ir) a lecconar parlicnlariiienie pn- fl
meiras lOttrag, graflMSitka portu- rs
J '.ieza. iriibaielica, tic etc.
Relaiivamtintc s senaras, a cu-
jo eoeiBosa tem dedicado, propSe- 9
^e a liatii!iia-i6 para o concurso _
ao tn?g .-lerio primario, priitoetlen- 9|
do-lhed enapregar todo ii telo, es- i
frirr/i e assidoidade a seu alcacce.
()< inttressados podero enimder-
se com o mesmo ra do Baii^itl. i
SI o- 40. 1
IllA t'DE MAKCO tJTIt'OllA DO
CHISSW N. iJ.
Aoi 20:000^000.
0 abaix1 ar-ipniio tem compre <*|tpOto aven
.;a Qetfetizfi1 bilheles'do 'lio d Janeiro, pactad'
irCKnDiaawn'.P, cuow citumn, qaal.|Ui'furemio.
1 PRECOS.
I | i.ieiro iiOOO
Meio IJOOfl.
Qnarto riOKL
Manoel Marllns Kinza,
~~OTEMOlO
,Q_''ii R3 julg.ir crelor di' AiMni Lin. Diis,
'..> pateo do Pin:!i, tfpnha enten-
a 'a Madre de Deas o. 5. no praiu
Jde
c. 21.
A pharmaeia americana de Fe*rreira Maia C
acafca de rroaber pelo ultimo vapor um grande
sortimento de fundas, -e entre ellae afumas de
jjoraiaa elstica, as mais rfcommendadas pelos,
mdicos para a cura -1as hermias : ra Djque de
Oxias n. 57, wtr'ora Qaeimado______________
Bichas de famhurg
.
Na poarmacia da Cnneeif;5i, i ru.i do M-rqoei
de Olinda (Cadeia 61) reetberatn-se as voroa-
teir;s -anguisugas ha-nburgoezas pelo rapor La-
Plata, nue vendem-se om raodes e pequeas yor-;
cfie> a r.rfi;o commorlo.____________________^
7 Grande
LIQUIDACAO
Fcuptlinas de seda
p-rap'Moas te srda de lindos pajroes mai?
moderno que ha chegado noultirri) vapor, a UoOO
o covsdo, na ros i Crespo o. 20, Ioja de -3uilher-
ine C-rneiro da Ciinh:).
Vende-ss
duas carreasen) bom estadr, tenia nmajiori boi
e outra [wra caval'). 'ende-?- :amhem os res-
p.etvos b#' e cavail i : a iratar nos Remedios, si-
tio de Seraprim ite forira. '_____________
. 197.
Graxi eni boioe?.
Vende-3a verdsd'iri (traxa ingina em boies
Jo l'.r ricante D.yand M-rtm : no ann? A. Mortira D.as raa a Cruz a. 3 Antiga ra Nova.
Amaral Nabnco C,troprietario deste grand-
estabelecimenu* participara aos seus amigos e Ir-
guezes que acabara de reeeber om gr.inJe sorti-
mento de diversos objectos e vendem por precos
mais mdicos do qoe era outra qoalqoer parle :
a sher:
Poietots, caigas e coletes de case.-ira ingleza li-
na para hon,em.
Camisas de linha ioglezas e francezas lisas e
bordadas do n. :t a 47.
Ditas do flatiella e. de meii.
Seroulas di> linho p de algodio.
Chapeos de feltre liuo.
Ritos de sol de seda inglezes para homens e se-
nhoras.
Ohapelinas de seda e veludo para senhora.
Camisas bordadas para se_hora.
Peitos bordados para camisas da senhora.
Tiehus de cambraia bordados.
Siotos do seda de core-, fazenda J_ muito gosto.
Baloes brancos de cores,
Saias de laa-e de cambraia bordada.
Cisaquinhos com g da e manguitos bordados.
Vestuarios de cambraia enfestada para bapti-
zado.
Cfcapos de seda e de merino para meninos.
Lavas de pellca pretas, brancas e de cores para
hornera e senhora.
Indispensaveis de couro da Piussia para te
D-OHU
Aibuns cem msico para retrato1.
Insignias mafeoicas de diversos grao?,
Chralos da" Baha e do Bio de jaosiro e fumo
ioglez pira cachimbo
A duzia de toalhas felpudas, o43
Duque de Caxias.________________
i val .seii secundo
Ra Eicique de Caxias r. 9
Jos de Aze^edo Maia e Silva, em sua te-
j ade tritide/as c- ntinua a vender tudc
pur baratos prec's que todos admira :
Libra de 15a para ord^r a melhor
que ha.
Caixas com superiores grampos fra_-
cezes a
Du2ias de facas e garfos de a
dous botoes a
Talheres'pare meninos a tG e
Libras de linha de novello, a mtlhnr
possiveL
Duzia de lencos de C2r,;a com bai ra.
Cixas de lin-has cota SO ooveHoa a
Vara de franja branca para t.albas
Duzas de me-as cnis muito toos a
Dozias Oe mias finas [ara fecho-
ras a
Duiias de facas e ga fos gravadas a
Duzia de palitos seguracca a J_0,
_i0, 3_0 e
Na-alhas muito finas, pars'azet a
barba a
Caixas com punts-i3 ico com to-
que a
Caixas c na. pecoas de Pe ry 'aztn-
da i-.i.. a
Ditas de dita di'o nrdodeitai a
Caixas com 0 cadentes papel ttti-
ladft a
Pecas de fitas para ct z c- m 10
varas
Pecas >^e tranca lisa ne to-ias as
cures a
Du;;. s de iiuba ir, uxa [i?ra tardar
a -.O e
Pares de sapitos de irai^a a
l)u i>s baralhos muitu '-ii-.s a
_M>(|
Ditas de a{ru>bas para r_acb>na a
Libra re pregos Tronce es a
tteninas a pape! aimaco >uper- r a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas ci m iabooetes frucia a 720e
i^rrteis -te lona Acxaodre a
Grbalas decores muito fiaas a
Ditas pretas pr Joaqim Jos Goncaivvs Ueltro tem f.ara
vender no seu escrptorio ra do Cimmeriio n.
I, os gneros abaixo notados, que vende mais b >-
rato-do qne em ontra qnalquer parte :
Azeon-s em ancerelas.
Araendoas tin barricas.
Cafe muido em massos de 1 libra.
Oalos do Chile do boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxa4as
Parintia de mao4icca de Santa Calbarina, sac-
eos te 3 e alqaeires.
Dita da Baha em saceos brancos..
Oua de dita era barrica*, proprias para asas
parlicularev
Fio de algodo da Babia em novello*.
oqeoa.
Masados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel preprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palito* para demes.
Pregos surtidos.
Pauno de algodn da fabrica de Todos os Saalo?
de Pedrwij na Baha.
Rolha.
ap popular da Baha.
BnUn em fardo.
Itetroz dos melhores fabricantes do Parto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco si;onte da Baha.
Verniz copal.
Vinbo-o Porto eupar.ra fado, eaixa Je lugar-
rafa?.
Dito de dito em'barris, prnorio para engarrafar.
io mufcaiel, verdadeiru de Setubafe
Dito Bordeaux em caixas de urna uzia.
Do de caj em caixas de urna du2.
6500G
IW
4,5000
400
150C
>00
\ 60
3r>t
4SOm
yon
500
i001
m
!4SO0
701
5CG
50G
(so:
2800
2(5008
240.
?,"?
ICO

para cornisa a 503
Novelas deiinba branca, 400 jardas .6
Dazia de cotiDes ce lint.a branca e
preta e de cores a 12C
Tbcsonras mullo tilias para ucbas
e costara a 500
Caixas redondas para botar r.-'p a IfafSi
Caixas coto pos para lim ar dentes
f.zenda fina a 20C
w
zendus barates.
E^M icakido
*';: na do Crespo -ai, Ha.
Lojado Xavier.
MADAPOLAO a -i, 35C0, ij, o|, l^jfOO, Sj
e 6o(X) |i"-::.
AlGODAOZtNHO a 3#, 3i300,4 $, 4*300, SA
5*SO0 a CAHBRAtA B^NCA a 2*800, 3/00. .4000,
o'iCO. C*oi!0, O.38OU a p.....
CAMBRAIA DE CORSS Boas a _W rtso to-
va do.
C.1MBRAIAS BOltD iDAS brsc-cas e -ce corf
para eorlinado a 320 rs o corado.
(OLXA8 iidamascdas brancas 0 de citan a 3,
Mi'. 5J e t'.3.
tilt'i>!ilO.\Al-'LE "cran:o a 1/ o covado p supe-
rior a I ,v-(0.
SMlA.s'T QCE preto bojo, bom a 2*300 r-.
i5oac'i I...
Dao *' amostras com ppnhr.
n
perior qu licLdo
u-
Mhtei-:. fina ugteza
m latas d I, 2. 4, 7. ti e 28 librss cada urna :
ao :ramem de Tasso Ir.nos & C, roa dj \m,
ritn n. 31.
Cemonro l^thind
barfi* >i 13 arrobas a ".-jo toan com-
too.o do qae em ouira qualquer par!", veode-se
cas araaaeo de T:?'0 Irma os & C
Ja
hutie-ti :.n e*a Je >- P- Johnften A C, rj\.,
Penzal^ r'-va n.42. 1
Ve
Lencos com toque d.ftfnwa
vcud lencos do esguao cora
A ($ dos a:r.;3
:ia a
c*vaia 3 3* J do; a, cassas de coces a
SIO rs. o cavad chitas i-rettines cora bar-
ras a 400 rs. o ci_yo. rtpicas uiuito fmas e d
neaos padrees a 30Pr. o covado : na ra lr
av>, anTopado Crespo, 0. 20, e;quina da'ou
das >i
Nao
q i~-i'c_olranem
rbie am.aella
1. 0. C. Dcyla ha ora sonimenU.de
lilradorfs pelo melhor systen'a, p i qnefli usar
1 rtnf elle'Mear liv.- ; t'n-
* nsBt-
_i: dsjpjd.j vrtod^ <_ub
a ro, do Commereio _. 38. .



m ^n^H
iano ce fernambucu Quinta Jeini 6 Je Julho e 1871
I
-**
< :--.-:.
\ ,
VNDESE
JatqaiiVJOfl Ranos, aa ra da Cruz n. 8, I'
andar, vende atgodAo atol americanos verdadeiro
> preto* ainyrimnn o. 3 \._____________
fc ha mat cabeiiw branco
Tintura japone a.
S e nnica apprrada pela as academias de
setenea, reconheeida superior a toda qne tam ap-
paxeeido al hoje. Deposito principal ra d;>
o^dea do Recite n. 51, I* andar, era todas as bo
lira e casa de cabelleireiro.
4
LOJI E MMMZEM
BO
ifjr*
Hen&pre a Nova Esperanca!!
AO BIX1.0 9KXO.
Esta loja ben) eonhctdi pela sua elegancia e
superiori4ade de ens ohjecti, acaba de receber
muitos ardgos para o que reapeilosamentu convida
ao bello sexo a vizKa-la.aftro de compraren) aquil
lo que precisaren) para preparo* de vestidos trl-
lete ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
faier algtim Brcxente...(oois que s) na Nova Epe-
ranca lioiro sati>feitos, J pela q'iiadade e pre-
cos razoavets, a mesmo por que a Nova Esperan-
ce ufana-so en nao se impacientar era dar a es-
colher os objetos, prestando-se com o agrado
cm que co*tu a receber a todos, aflm de que
sainara com o Arme proposito de voltarem on
mandaren) a mesma loja, logo que precisem de
qual juer artigo por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperanca para
aomenb, sen hora e meninos, sendo brancas e de
NOVIDADE.
Bieo de qnipore preto com branco, a Nova Es-
peranca qnem tern t 11
Caixas par* joias.
Nova Espf ran?a receben boas caixas de sn-
dalo par* guardar joias.
FfWs largas para cintos.
Receben as de mailas qualidades a Nova Espe-
ranga.
Para extinguir panos on sardas. ,
A Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para fingir cabello!).
Tem a Nova Esperanza a vurdadeira tinta in-
fleza.
Para refrescar a pelle e aformozia-la. .
A Nova Es|*>ranca ra Duque de Carias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mar contiendo fabricante-,
ant francez como ioglez, eslo exposta- venda
a ra Duque de Caxias n. 63. na Nova E anca.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, i? laranja, florida e d- lavande, etc., ele,
tildo de superior ifBalldrde : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
t f f
Bonitas fazendas
PARA AS TESTAS
DE
A
ffora sim .
A No vi Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
6'}, recesen um lindo soimento do la para bor.
dar, vindo a,s cores mais procuradas, branca, pre-
la. escarate *>t'". fita a "Ha ames que se a^abe !
0 verdadeiro portland. S se ver.de na
raa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Jei Marlins de Barros.
Vende-se suecos com farinlia de mandioca, rae-
d'iidii 18 ;uia, pelo tinraii-simo preside o5 cada
sueco ; ta ra uu Mrquez de Oliuda n. 40, es-
critorio.
Libras sterli las.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F de Oliveira A C. na lo Commercin n. 42.

T;u venda em scus armazens, alm de outros
uli os d sea neg io regular, os se?uintes, que
fza ita por precos mais mdicos que em ou
u qnalquer parte :
PORTAS'da uinbo almofadadas.
1 >RT >IR \S de ferro para cerca?.
SALITRE raglez.
ESTEiRAS da fndi para C3rna e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
I SSO supen ir i m purcoes e a contento.
EMENTO de todas as qualidades.
USAS de rJoscar-icar algodo.
.' SAS e briuzo'.:-da Russia.
JDOS americanos para forro de carros.
POGOSS americauos muito bons e econmico?.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior do Gautier Freres.
^AfAELL era saceos grandes a 35300.
V&A florida legitima.
l'AUA. PADAKIA.
Veode-se cestos : na ra do Domingos Joi
iMrtin< a. 8'i (Senzala-Vellia).
QBAHUI2
Pura os .sen'hircs de engenbo
Terem.
Cbila, fazeoda beit conheeida pela sua fortidao,
mais largas quacbits, para roupas d escravos a
200 rs. o* corado : na ra do Crespo n. 20, loja do
Guilticrtre.
69 por 48
No muztu elegante.
Vende-e camisrs ing'ezaa muito finas de 605
s djz's, por 48, saias Boas bordada i a 10J cada
ur.3, rara fecbr contas : na ra estrena do
ttjsaii i n. 1.
TERRENOS
r>
m

Voode-te em frandeJ ou pequea? porroes, o
grande l rreno que foi do Sr. Machado, si'io deno-
niia i! i J. pieira, distan'o d.i estat;ao do Fon Jo
era passo', com fr>nte pira a estrada do mesmo
nome, com mnias aivores de frueto. E-te terr no
preprio, e por ser de barro presia-se para qua>-
qner pLntacSo, e muito se torna recommendado
Bear per) do rio e da e-l.i^ao. O preco
lito id >dico : a tratar na ra Hova n. 48. no ar
mazem d N ra, ou ennr o Sr. Trtstio F. Torres,
qne !' I s os doming >s e di i? s intillcados c acha
:' i di v1'1 ii.TTir.
nm terreno na ra ta Hora, estrada de Joio de
barrns, con 1 0 pa1mo de fren;.' p '* i0 a 430 de
fondo, om a'gnm is rvoha d frocto, por mdico
.-e$> : a tratar na ra do Vicario n. I't. i* au-
nar escript' rio.__________________
B'^ro emr ro para (pital,
Vende se a !t si|iae^ eneeado o Jaro
de oito |oi ceato pag 9 ffn semestre : a tratar
m i tugnsto de Aracj i. d.i< 7 horas a< da
aoaaa, na ra da An-or...' em Santo Anrar>, n.
18. e de-s;i hura en Hante no ttieatro da Santa
haba), ou en na travessa do Ca-
riea u i, eas d > Ramt<.
I T V'n1''F' pm terreno na estrada rnva de B-
baritte, c 'i i 5iG palmos de frente e 8i;n de fut Jo,
;i e-Uicao d* e-tiada de f-no :
>r dirija-te ra larga do Rosa-
fia, loja n. 38.
SAITO i\TO\IO
e a Jo*)
1 CHEGAKAM PARA A LOJA
DO -^
PAVAO
ALSACIAN$S A l.)2(X)
Chegaram as mau lindas alaacianas sen-
do orna. nova e elegante f-iaoda de la
com brilbantes listas de seda e ba tante
larga,' para vestidos, sendo n'este genero
o qne est-i anno tem vind de m is gosto
'o nw.a<1o, e v>ndj-se (200 covaro
CRANADINASJAPOEEZAS-'A^OO RS. 0 COVaDO
Cbegou para a loja do Pavaj esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
sas, sendo nrna boni a fazenda de lia com
bonitos qnadros de sed, p-opria pwa ves-
tidos, tendode todas as cores, e vende-se
a 8t-0 rs o covado.
ATLANTAS LAVRADaS A 800 RS. .0 COVADO
Chegoa e>ta nova fazenda c >m o nome
de a'.laaU, sendo nrna delicada farenda de
laa, pra vestidos, q vende-se pelo bara
t) preco de 80) rs. o covado.
NO/AS POUPELINAS DE SEDA
Chegou para a leja do PavSo um grande
sortime to das mais lindas e modernas
poupelinas de seda, com os mais delicados
uadres e da muito phantasia, que vende-se
por preco mnil> barato.
CAMBRAIaS BRANCAS LAVRADAS A 4*
Veode-se cortas para vestidos de caro-
brjia branca labrada, sendo fazenda muilo
fina, pelo barato preco de i& cada corte,
asim como am grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparentes, que venle-se
por meco? do que em outra qnalquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a ioja do Pavo um grande
sortimento de camisas escaras enoorpadas,
a prova d'agua, sendo prop ias para a es-
tacao do invern, e vende-se por precos
em conta.
TOALH AS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*300
0 Pav5i> vende toalbss brancas de fuslao
alcocboadas, propnas para mesas, sendo
bastante granHes pe'o barato preco de
3^500, diias eeorpadas muito grand-s 7?j.
CHALES DE MERINO' A 2500
O PavSo vende chales de merino muito
grandes e encorpaJos 295* >0. ditos
imitfco de cbinezei 2(5500, ditos pietos
de i coda com 4 pomas 2$000.
CHALES PUEVOS BORDADOS
O Pa\o vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos cora largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qualqner parte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende nin grande sortimento das
meihures camisas iogleas e francezas edJB
peiloi da linbo para todos ot presos e qua-
liades, assim como ditas de dito- de
algodo para todos os presos e tamanhos,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estubelecimente tambem se vende ceroulas
de liuho e algodo, tendo para lodos os
i>it os, assim como meias croas inglezas
para homens e meninos, que tudo se veade
por prefo muito licitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavo tem o nstantemente um grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ja.e!las, que vende-se de
8i5UOO at ao mais rico que -'ostama a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tan o lapadas como transpa-
reites, proprias para o mesmo Ou, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-. LAAS1NHAS BARATAS
0 Pa^o tem um gande sortiaento das
mais bonitas lasinbas para vest ;os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
jri'icip ando da 200 rs. rara cima; porm
to grjnde a qo.anti.lade qae seria enfa-
jonha especificar qijaliJade por qaalidale.
> a vis!a do fregatz e das amostras se Ibe
vendero por precos to cmodos que
oengue'n deixir oe fazer um vestido de
la p>r to ponco dinheiro.
ALPACAS DE C0R00 A 640 B8,
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
D
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C,
Os propietarios deste grande eitattelMaeMo todo am ser ama avultada poirclo i*
fazenda, e teodo continuado a recentr eor todo os vapores e navios Hnaeosa porco
das mismas, tem rewlvido Taer ama GRANOS LIQtJIDAC'AO, affaa de deminair o gran-
de deposito e aporar DINHEIRO. De todas as faseodas qa se vende baraiissinao ge dio
as amostras, ficando penbor ou te mandam levar em ctsa d.i CTxmvs. familias, assim como
as pe-soas qoe negoctam et menor escala, n'este esta lecimeitbse podero sor .ir em
pequeas percoes pelos mesmos pre^vg qne wmpram as eaias exportadoras.
que se eircarreg m Wwattr qualquer en-
commenda da sua arte vootade do fre-
gu:, e o proorieurio d'esie grande estn-
oelecmen'o promerte servir bem a todos
os fregrjeaft* qne Irte fronrarem a soa casa.
*LGOOOSINHO A 31500 A PECA
O Pavo vende pecas d'algodosinho de
muito boa qaalidale, teode20 jardaa eada
p io urge e eoeorpado 65000, dito o me-
Ihor que tora vi^ m mercado, muito en
corpado e largo para l#n(oes. pelo barato
preco de 63&0, grande psebincha.
MADAPOLXO A 4)9000 41500
0 Pavo vende pecas de madapo:ao com
24 jardas, sendo f izeada muito superior
pelo barato preci de 45500, di as com as
mes-as jardas a 4O00, ditas fioissimas a
55500, 65000 tfbO 85000. pechincha.
MADAPOLA0 FRANCEZ A (05
O PavSo vende pecas de 6ofBSimomada-
poln verdaderamente franeez, tendo 22
metros oo 20 varas, pelo baralissiao preco
de 405000 peca, sendo fazenda que sem,-
pre se veodeu 145000, e liqai la-se por
este barato prego por estar algjma cousa
enchuvalhada na pona de (ora.
ALGODAOSINHO ENFESTADO A 15 15280
0 PavSo vende verdadeiro algidiosinbo
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes
75000 a vara, dito da mesma largura sen-J
do trancado e muito encorpado 52v0.
BRAMANTES PARA LENCOES A 2JIO0 2*8003
O PavSo vente o verdadeiro branante de
lindo tendo 10 palmos de largura, que ape.
as precisa para umlencol urna vara erma
qOMta. pelo barato preco de 25400 vara,
dito melbor de 258 Oe 35000, ten lo at
do melhor que vem ao mercado 35506
e 45000, assim como cretones fortes para
lencoes, sendo urna encorpada fazeoda fran-
ceza com 10 palmos de largura 2(X rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 45500 E 65000
O Pv3o vende graade peciocba em saias
;brancasricamente bordadas, teodo cada urna
4 pannos, e veode pelo barato preco de...
45500 e 6 5000, aendo fazenda qae sempre
vpndeu-se por 85 e 105000.
Fazendas para saias a 15'00. 15280 11550o
O Pa So vende superiur fazenda bordada
ageom pregas proprias para saias, 15200,
15280 e 155fOa vara, sendo preciso para
urna saia apecas 3 varas ou 3 1 2.
Aos 3000 corles de cani'.raia a 25590
O' Pav5o vende urna grande porc3o de
corles de cambra|a organdys; tanto brancas
como de creB, sendo com listrinbas de
cores tassidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo baraio preco de 25500, cada corte,
fjenla que vale muito mais.
Aos 20D0 cortes de cambraias bordadas a 5500t
O Pavao vende urna g-ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenos mais
lindos e mais vistosos que ten viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
aonaes, e c.m muia fazenda para um ves-
tido, e liqaida-se pelo baratissiau prerw de
55000, sendo fazenda de mulo maior va-
lor, grande pechincha.
CAMRRAIAS
O Pavo veode grande quantidade de pe-
;as de cambraiis brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 35 a peca at mais
una qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende-chitas largas com bonitos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de lro. o covado, grande pechincha.
LAASINHAA 160 RS. 0 gozad:)
0 Pavo vende bonitas lasinhas transpa-
rentes pelo btrato preco de i O rs o cova-
do, pa chincha na ra da Im leratriz n. 60
CURTES DE CASSA A 25500
0 PavSj vende bonitos cortes de cassa
francesa viudo cada um em seu papel, pelo
(jarato preco de 2-5500 o corte, ditos muito
Rodas 35000, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. 0 COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas finissimas com os desenhos
mon modernos que'tem vmdo ao mercado,
pelo barat> preco de 500 ts.
CRETONES
O Pa'o vende tnissimos cretones esco-
bos matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covado, ditos de fl roes, proprios pira co-
GRANDE ATtMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COJBffiBQAL
15Kn* da Imperatrlz15
ULYSSES & 1RMA0
Neste grande estabelecimenio encontrar o respeitavel publico um pouro de
todo, qoe vendemos por precos muito resumidos por ser o sjatema que adoptamos
vender barato para vender mnito, e tirar mos apenas lo 7, de lacro do descont qoe
temos das casas importadoras; e garantimos aos nossos (reguezea que podemos fazer as
mesmas vaotagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas que nos hon-
raren) com sua fregoezia encontrarlo em nossos tratos empre a fealdade e constancia
dMsi deste estabelecimento. Chamarnos aitenco do respeitavel poblrco para a grande
vari, dade de artigos de que se compoe este sumptuoso estabelecimento, como" abaixo
se segoe :
C'rytares e vldros.Grande
MACHIAS PAR4
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra Nova
n. 2z, am sortimento de machinas para cos-
tara, das melhores qualidades que existe na
America, dais quaes muitas j sao bem co-
ohecidas pelos seas autores, como sejam:
Weller dt Wdsoo, Grover & Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outra9 muiws
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o traSalbo que 30 costareiras podem faz r
diariamente e cosem com tantt perfeico
como as mais perfeitas costareiras. Garn-
tese a sna b >a qoalidadee eosiaa-se a tra-
balbar com perfeicSo em menos de urna
hora, e os precos sao 130 resumidos que de-
vem agradar aos pretend"ntes.

nico legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NtCO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.J
34Ra larga do Rosario34.
FIO"
Para saceos e fogueteiros.
stecos
PARA ASSl'CAR ,
CERVEJA DE MABCA
IB?
Engarrafada especialmenie para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazom o< nmeros eslampados
os pe^as e nao Das etiquetas.
Vndem-se
Ern casa de.
tR T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gummereto 46
iBRINS OE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca nm buhe-
te com o nome
. D0S
nicos imparta dores
T. JEFFERIES & C.
Grinde
LIQUIDACAO.
Na ruado crespo 11. 20.
O Pvao vende as man lio jas alpacaa de'>erta- sendo fazenda muifo encorpada pelo
cordao rara vestidos e roupas de criancas }}Q preC" de8i0r8- covado.
oelo t.arato preco de 6i0 rs. o covado, I SBsqHio cu casaquinhos a 2Ufi e 25 i
ditai'fiaissimascomos maisliodos lavoree M ^vio vende b.squnas on casaqoinhos
imitacude asra.-ianas KtOr. o covado, ?e seda Prttos ricamente enfeitadoSi pelo
bonitos glaci com delicadas crese lus- baratiSMmo prt? ide 205 eSOOO, sendo
troiaj como se la. 15000 o covado, e ou-
iras muita-. fazendas de go.io e luso para
resudo, na ra da Imperatriz n. 60.
POUPELINAS
O I'avo recebeo as mais delicadas e me-
hores poupelinis de seda para vestidos,
com os mais molernos lofores, e outaa? h-
as c m as cores mai< navas que tem v.n to,
e vende-Si- 23U00 cada covado, assim
como .del cadas sedas de listinhas, tanto
para vest ios de senioras como de meninas,
q vende-se 23000 cada covado.
ROUPAS PARA HOMENS
O PavSo i':ra constantemente om grande
sortimento de roapa, tanto de pann) como
de briog br neo e daedres, de case-
mira<, para todos os precos e qualidades,
* tambem se manda fazer qiwlquer peca de oitas mais eucorpadas, ten lo de uma' e da
obra cm t do aceto e proaplido, para o duas larguras, que se veode o mais barato
que se tem um perito IpossiveL na ra da linperatrii n. j.
muilo moderaos, assim cono ditos de cro-
chet e redas pretas que se vendem muito
em coma, na ra da Imperatriz q. gO.
Coilas eatranf i(!as paraeobertas a 360 rg. corado
O PavSo vente chitas entraadas com
delicados desenhos para cobertas on corti-
nas de cores fixas, sendo fazen la mnito en-
corpada pe'o barato prego e 360 o cooadO.
ESP1RTIUIOS A 4550O
O Pavln vende os mais modernos e m-
Ihores esparlilhos, ten io de iodos os ta-
manhos, pelo barato prego de 45O0
CASEMIRAS
O PavSo veide um elegatte sortimento
de delicadas casemiras iun'rtis, sendo to-
das de 13a e limito levesiohas, tin>tj pro-
prias para horneo 3 como para criancas, e
Loja de Cnilherme.
Laa9 de cores miadas a 80 rs <> covado.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2300vara. *
Chilas claras e escaras a 160, 200 e i0 o co-
vado,
Bitas meados pruaiatus a 280 o condo.
Dilas chinezas para coDerta a 240 o colado.
Cambraias, orgaodys miedas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bi8(io li Duas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Hussnlina branca, a 400 rs. o covjdo.
Madapolo francez, a 6j a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. 5*, 6*
e 7* a peca.
Algodosintw a 3*, 3*500 e 4* a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dita branea, com flores miadas m'.isadas a
500 rs. o covado.
Dita preta coa fl;r bran:a, o 500 r. o co-
vado.
Duas de cores padroes miudos e modernos a 360
r.% o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linho erobainhados a 4* a duzia.
Chita, fazenda bera couhecida pe? sua l.irtidio,
mais larga qie cima para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta snperior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*000, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1**00.
Casiaet* preta e de cr, a 500 rs. cr covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 360 rs. o.
vado.
Algodo iargo merca T a 5* a p'ca:
D-se amostras com peobor.
sorti-
mento de lindas garrafas para vioho, de
vi 1ro Bacarat a 65. 75 e 85000 par, bo-
nitas compoteiras de diversos gostos e pre-
gos, tacas da chrytal para cbmpagie ; c-
lices de vidro verde fino< para vioho do
Rheno a 25300 r, a duzia, ditos de dito
rouxo para vinho B >rdeaux a 258' 0 rs.
a duzia clices fidos para licor a 3$50 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 45500, 5^00 e b000 rs. a dnzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 35500 e 45 e
par, g ande sornmento de globos de vidro
para candieiros, cbamins para cundiein s a
205 e 245000 o canto, e a 240, 320 e 400
rs. cada orna, pralinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. om.
Perfumarlas. Sabonetes fiaos e
grandes a 15500, 15800 e 25400 a duzia,
d>los inglezes o qoe ba de melbor a 25 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 0:0
rs. a duzia, latinba; de banha de familia a
80 e 120 rs. uma, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com baoha a 640, 80a e
15000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a 15000
rs. o Lasco, dito de babosa a 50 e 600 rs.
o fiasco grande sotimento de agna de co-
lonia, agua Divina, agna Florida, agua fian-
ga, tnico Oriental, extractos finos inglezes
e francezes, pos para dentes, pomadas ex-
posigSo, copos grandes a 25500 rs. cosm-
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. om, bone as pan pos de arroz a
400 ^
Chapeos.Chapeos de seda preta e
de castor branco forma Vctor, para bomen
a 115 e 125C00, ditos de palha ventilado-
res a 35200 rs., ditos pretos de feltro copa
redonda a 35500 rs ditos brancos a
352 0. ditos de merino e de seda preta de
53 a 7 000 um, ditos de palba para crian-
ga de 25 a 25500 rs. um, bonets de panno
preto enfeiados para meninos a 35e 355JO
rs. um, chapelinas de seda enfeiladas para
baptisado de crianga a 35 e 35500 rs. um
bonitas cbapelinas de fil de teda branca
enfeitadas para senboras e meninas a (>>
a 750O0 orna, chapis de sol da seda com
cabo de marm a 95500, 195. 145 e
17500J rs. um, ditos com cabo imitagSo de
unicornio a 95 e muitas ootras qualidades
tanto para hornees como para senboras e
criangas, sendo de percale 15300,155^0
e 25000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percale de barra com figurinos a 75000
com 14 co vados, bonitos corles de* seda
com 21 covadospor 285000, corles de cam
braia branca Qna com babadinbos, borda-
dos proprios para partidas a 75000; tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, cortes de la escosseza com
15 covados a 135000, finissimas e moder-
nas cambraias braicas com listras a Impe-
ratriz pega de 10 jardas 95000 dilas mar
ca bispo e Victori de 45 a 05600 rs. pega,
cambraia branca para forro pegas oe 1
jardas a 25iOO rs., bonitos cortes de laa
com 16 covados a 55500 rs., ditos de
chaly a 55000, pegas de cambraia branca
de salpicos com 8 1|2 varas a 55500, bo-
nitas las de listras a 560 rs. o covado,
grande pechincha de lias finas de bonitos
padroes a 260 rs o ovado, fazenda que
vale 400 rs., bonitas e finas chitas france-
zas de orna s cor a 300 o covado, perca-
les mnito finas e de delicados padroes a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
francesa clara a 340 r.-\ o covado, chitas
escuras francesa finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
dr5es a 360 rs. o covado, bramante
de linho com 10 palmos de largura a
25400 rs. a vara, esguiSo de linho finissi-
mo a 250jO a vara, bonitas alpacas de uma
s cor para vestidos a SCO rs. ocovaJ,
setiai de algodSo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e ron .a
de crianga o 500 rs. o covado, riscadinbos
finos de cores a 280 rs. o covado. chita
preta fin a 280 rs. o covado, guardar.apos
de linho para almogo ou cha a 25600 e
35600 rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a ^5 a duzia.
servem para toalbas de mSos, toalhas de
linho grosso a500rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
do com barra e franjas, grandes a 45900
rs., ditas brancas e de cores de 25700 a
45500 rs. cada uma, bonitos cobenores de
la de lindos padroes a 85 e 135000, ditos
de pe.o de lontra cim duas vistas a 145.
camisinbas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 25303 e 35000 rs. cada uma, viti
dinbos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criangas a 6J e 125000 om, cami-
sas bordadas para senboras a 55500 rs.
Gangas de linho para roupa de Criangas
a 420 rs. o covado, bfim de IMio branco
trancado moilo aopenor e a 15300 e
15700 rs. a vara, dito pardo 320 e 600 rs. o corado, aefoolfos france-
zas de cretone e de linho t#600 e 45500
r ama. E ootras moitaa fazendas que
vendemos por pregos raxoaveil.
Porcelanas loncas.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
85 a duzia, ditas de ditas com.(risosde
cor i 64 a dnzia, canecas de porcelana bran-
ca para creme a 35510 a duzia, copinos
de porcelana branco para ovo f f 100
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo i 500 rs. ditas grandes parafariuba
a 15, bnitos aparelhos de loga ogleza
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20 dozias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos com lam-
pa, 4 molheiras, 16 pratos travessos por
1205. ditos completas para aknogo da mes-
ma leuga 115. grande sortimento de lou-
ga avolsa, constando de pratos ce m tampa
sopeiras, molheiras. pratos travessos, pra-
ti'S avusos com frisos de diversos tama-
nhos, pratos com coras 25700 a duzia,
ditos pagode C!- inez. grande quantidade de
tigellas pintadas de diversos tamanhos,
bules, Lacia*-, que se vende por mdicos
precos.
Quf nquilbarias Ricos candieiros
para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
ro, 145 e 165 cada um, ditos de vidro
de cores 6>, lamparillas, grande sorti-
mento de vidros de metal para dependurar,
para cima de mesa e para parede, l600
1580025 e 25500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamanhos e gostos
de r 205 o par.cssticaesde vidro de cor
para vela 35 o par, lindos praiibos de len-
ca esmaliado cora tampa para sardinhas e
ootras 25 25500 cada um. lindes boles de
louga da Cli na 25500 35 e 35500 cada
um, sextiubas de vidro de cores com azas
para car toes 15500 25 cada orna, bonitas
quartinhas hamburguezas de'45 55 o par,
copos de barro, bonitos temos de bandejas
ovaes 115, ditos quadrados 75. grande
sortimento de bandejas avulsas de 15300 aM
25600 cada uma, ditas parafarinba 15200
uma, talberes de facas com cabo de me -t
fino 125 a duzia, ditos de ditas cabo de
os-o finas de 55500 105 a dnzia, colbe-
res de metal fino para sopa 55 a duzia,
ditas de dito para cha 25400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de lato 500 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 15200,
15500, 25, 35 e 45 cada um, gal he te i ras
de 3 e 4 vidros.
Calcado.Botinas de bezerro para
homem 65 o par. ditas gaspiadas para
senhora 35 e 35200 o par, dilas de ditas
para crianga a 25 o par, sapatos de tapete
e de tranga para homem e senhora, de
15500 15800 o par, ditos de tapete a\e-
ludados para criangas 15 o par.
Mlndeaas.Duzia de carriteis de li-
nha de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 novellos de liuba branca i
680 rs., la muito fina para bordar bonitas
cores 65400 a libra, duzias de caixinbas
de grarapas 400 rs., duzia de caixinbas
de alhnetes pretos e brancos 4 l30u, Je-
ques de papel para o theatro 200 rs., di-
tos de madeira emitago de sndalo, muito
bonitos 25, thesouras finas de ponta tor-
ta para unhas 65 a duzia, pentes trans
parentes finos para alizar 25 a duzia, ca-
li ren de linbo de diversas larguras branco
360 rs a duzia de pecas, tranga de la 9
fina de cores para debrum 240 e 400 rs.
a pega, tranga branca de caracol 560 rss
a duzia de pegas, trangasde la de cre-
de caracol 600 rs. a duzia de pegas, su.
tase branco de algodo 280 rs. a duzia de
pegas, caixas deagulbas francezas 4 papis
por 2JU 24i rs. o miiheiro, agulbas pars
en chel, toncas de la francezas moMo boa
nitinbas para criangas 800 rs. uma, ca-
xas de superior papel amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores i 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel almago
pautado dito de peso, dito para forro de
casa, meias cruas para criancas 35500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 45500 55500 a du-
zia, meias pira meninas de todas as idades
35500 a duzia, dilas inglezas sem costu-
ra para homem 55500, e muito finas
65500 a duzia, ditas c m p de cor 85 e
85500 -a duzia. superiores meias inglezas
para senhore 65. 85, 105 e 165, Ji-vas
de fio da Esc ssia finas brancas e de cores
para senhorn 35 a duzia, superiores lu-
ma, pentiadores de nanzuk bordado para j vas de pellicas brancas, pretas e de cores
senboras 45500 rs, um. caixinhas com uma para homem e senhora. grande sortimento
co-
Aproveitem
Tatheres fiao. doas botoes, cabo branco. a 5*
a duiia, colberes Roas electrc-plate a 6* a duzia,
duas para arro:, dilas para urrin, ditos para
mostarda, ditas para sal, ditas para sopa a 10* a
duzia, para liquidar que *se vende por tes di-
minutos precos : no muzeuelegante, ruaesireila
do Rosario n. 1, de Ferreira, Maruus & C
duzia de lengos de linho finos abainhados
por 65000, lengos de cassa finos com bo-
nitas estampas a 35600 rs. a duzia, dit s
grandes de cambraia com cercaduras a
5400 rs. a d-.zia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenhos a 15200 rs. a duzia.
bonitos lencosde cambraias bordadas a 15
cfm, .cobertas feitas grandes de chita fran-
ceza a 25iOO uma, cobertores brancos de
laa coa barra a 25500 e 35000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
ca finas a 560 rs. o covado, dita prea de
de 440 a 800 rs. o covado, seda peta a
500 rs. o covado. grosdenaples branco com
loque de mofo a 640 rs. o covado, japfio
de seda encarnada a 90 rs o covado finis-
sima brilhanlma de listras brancas e par-
das a 640 rs. o covado.
Este estabelecimento acha -se aber
de bengallas, espingardas para cianeas,
brincos e alfinetes de burraeba para loto, e
correntes para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 25500 cada uma, graode sortimento
de botoes e goarnigoes para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 25 cada orna, bot5es de
ma.treperola grande e para colletes, grande
sortimento de abotuaduras para copetes, e
dilas de os-o para palilots e colletes. groza
de botoes de osso para caiga 240 rs.,
pegas de fita de sarja de cores sem beira de
o. 1 700. duas de dita de setim estreita
e 1 rgas e 240 500 rs. pegas de fitas
de venido estreita preta 640 rs. ditas
largas, e muitas entras miudezas que dei-
xamos de mencionar por se tornar enfado-
nho. .
o de.de as 6 horas da manha as 9 da noite.
15 frua da Imperatriz15
EMPORIO COMMKRCIAI
ULYSSES & IRIYIO.



. ^. i- c.
._



fi
;
*
I
\
>
...
l-
pp

----------Sff-----i--------

iar-o ti fVrnamiauc
DO
64
CYSNE
MU DA HKIATIIZ N. 64
DE
FIGUEIREDO 8: LOPES.
Os propnetarios deste novo estabelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acolbimentn favoravel que tera reeebido de seos fregoezes; sinceramente Ihe
agradecomos to espontanea como grata coadjuvacao. Gertos est mos que devemos
continuar a receber este favor porque o ncsso programla ser fielmente cumprido !
que vender barato e baver sincendade nos traios.
Convidamos poi tamo as Exmas. familias e aos mscales a virem ao nosso estaoe-
lecimento ou mandar buscar as amostran das fazendas que recebimos ltimamente,
pois temos fazendas da mais aparado gusto" e do melhor que vem ao nosso mercado.
GrosdDaplfs
Temos o melhor soriimento deste arti-
go e vendemos por menos que outra qoal-
quer casa.
Ditos d* cores.
O Cysne tem o mais lmio. sortimento e
de superior qualidado que vendtmos ior|que vendemos
25500 e 21800 rs. i
SETINS DE CORES.
Temos de Mas as qualidades e
mais baratos que outro qualquer.
E' PECHINCIIV
Alpaca lavrada com cordio a .100 rs. o
covado, dita com flores e listras a 610, 700,
900, ItfOO e 15200 rs.. estas ultimas saj
to finas que ninguem dir que lia, sao
muito largas.
L3as ;'i S.ilii ya
Recetamos urnas las c m seda, azenda
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que ero
outra qualquer parle.
CRETOXES.
Recebemos cretjnes de cores escaras e
ciaras pnprias para vestidos de senhoras
rnteir-mente nova no mercado, itm um bri-
Ibo que as torna re ommendavel.
Fechiiicha
P-">il-de-Cbevre fino e com muilo brilti
a .'iti rs. para acabar.
C>'nes a M'nerva
E' urna fazenda de l.la com listras de seda
de cor que faz urna vi!a extraordinaria ccm
19 e 2U co vados por DO.
por 4*0 rs.
LENCOS.
O Cvsne tem lencos de esguio de 56
preces at ftj&N), titos de cambraia de linbo em
ca.xas de duzia a 7000. ditos brancs,
de cassa muilo finos a 20500 rs., uitos de
cores fixas proprios para rap a i000 a
duzia.
Tapetes para guarnicao de salas, de todos
os tamanhos e por un nos preco do que em
outra qnalqoer casa.
|{iTt,mhas de superior qnalidade a l,
i200 e 10*00ra. a vara.
FLANELLAS.
Temos de todas as qualidades, tanto de
cores como brancas e por roei o* do'que
em outra qoalqoer parle.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
rell.i, e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 2500, 40, 50500 e 60500 rs.
ditos cbinezes a 140000, estes ltimos tem
seda e sii j muito lindos e proprios para
largo,
Corlinaaos
Temos cmplelo sortimento e vendemos urna senhora honetia.
por menos que outro qualquer. Fi| bordado, liso fino, dito com salpi-
Cambraia para c rimados de su :erior eos, dito preto liso e com salpicos.
qualidade com 20 varas a 11 000 a ieca.
QUITAS
O Cysne tem o melhor sortimento de
chitas finas desde 280 al \W rs., pode-
mos alDancar serem cre fixas.
MADAPOLES
Temos madapoloes desde -5'dOO at
16000., porm esla qualidade ten 40 jar-
das ou 32 vaias m*ito largo e encorpa-
dc. Dito trancez com 24 jardas a 80 e
H0OCO.
Cambraias Victorias finas desde 40303
at 8000 ra.
Ditas transnaretes fin-s de 35300 al
i 40000, porm stas slo largas.
Cortes de cambraia brama com 8 varas
com flores bordadas muilo lindas a 7000.
ORGANDYS RRANCO
Temos organdys hraoco fino de (0 e 85,
dito de cor a 70000 a peca.
Cambraia de cor
Colxas brancas de ftisiao a 27C0 rs..
ditas de cores a 28t'0 e 66000 rs.', ditas
muilo grandes com boi.itos deseiibos a
I20C0.
Atoalhado.
Temos atoalhados de linbo muito
dtio da algodo adamascado.
Bramante de linbo com 10 palmos de
largura, cito de algodo a I800 rs. o
metro.
Brius pardos e de cores para todos r>
precos, dito lona branco propro para
roopa de hornero fazenda de superior qua-
lidade.
Para luto.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
alpacas para todos os precos, caniao supe-
rior, merino vero e princezas ; ludo se
vende por barato preco.
Algoaao enfesiado com 9 palmos de lar-
gura proprio para Ipnces, tontas e outros
barato preco
Temos cambraias de cores com barres a
?>60 rs. o metro, ditas miudinhas a 300 rs. misteres, que tendemos pelo
w3o finas e cores fixas. de 900 is. a vara,
Meias para h -uuvns, ditas pa a senhoras, I Completo sortimento de casemiras de
ditas para meninos e meninas, ce todus os core, ditas pretas para todos os presos,
precos s qualidades. pannos finos para todos os precos. Tain-
Esparti hos bera temos um bom alfaiate e nos encar-
Temos espartilhos de diversos tarnaohos repamos de mandar fazer qu-lquerpeca de
e pregos. obra que ficar a* oslo do fregn-z.
1
COFRES DE
i
Estes artigos acbam-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkes & C,
RCA DA Cfil'Z N. 4.
1
HYDIOLEO LITHOTRIITO
A1YTI ailllH\iKO E COTTOSO
ESSENOIALMENTE EEFICAZ E LNFALLIVEL EM hESTRUFR AS AREMS E
EVITAR A SIM FOR.MACO
Guiados pelas indicacoes Je mnitos abalisados chimicos. e medico* distinctos, qqe
se dera'm ao estudo e averipuacn das causas que produzcm o p dec mentes de rtirit-
matisnw, golla, areinsd s rhiiis, bexiga, fgado, e d'outros cscelas; e aos ertsaios d >s
meios pn prios para cural-os, chepamos a obter um rtmeuio, que nunca desdase a .ua
aciividade contra os duos paderimentos.
Nao nicamente bajeado em theorias que t^nto avancamos, mas tim nos satis
factor.os resollados ohtidos ila su a applicaio, as innmeras eiperiew\s, qo com !!-
lizetims ; e deste modo, spguros de seos beneficios-lTeitoS, afoularoeole o lecommenda-
mos s pessoas q e soffratn algumas das molestias cima ditS^no de algons outrus pa-
decimuitos do apparelho urinario, taes como o diabtico,, glycosutico albumiporico
etc.
Escudado seria observar que se nao pd- designar um numero determi^do de dses
de um medioamento para curar lodos os individuos que padecam da mekma molestia ;
pois que a tura est dependente de diversas circumslancias, inherentes d'po>ic5o jia-
ti ral ou corapleico, de cada um delfes ; mas comtado, certo que o htjdroleo klho
triplico avti theunuiiko endioso produz sempre a cura desojada, qundo Se penisla rm
loma lo o lempo preciso para nbte-la; devendo ler-se em vista que quanlo mais invele
rado est o mal mais se deve insistir na applicaco do remedio.
Podemos tambero liancar que, por mais continuado que- stja, o uso deste reme-
dio n5o cansa de.-?.rr lemente tnica, que tambero possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digesioes
e, d9u p;>ucas vezes, tem feiio desapparecer diarrhea, que eram entretidas pela dibili-
dade gcial ao app;relho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-re do bijiroleo lytliotfiptico, nos primeiros quatro ou cinco das, duas co-
Iheres de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou cal cjm leite, mesmo Mu mistu
ra algumr, ra occasiao do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e seijuintes, tomam-se do mesmo raododit), tres coiheres
de cada vit.
Se as ourinas da pessoa doentfl depositara grande por^So de areias; se as dores
nephrilicas, rheumaticas ou gottosas slo constantes; em tim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-sebo quajro coloe.es de cada vez,ou t-es vezes lo dia, a tres colhsje>
de cada tima.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tero diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do llydroko liihotripiko vo sendo mais raros o apparecimtnto das areias,
js dores nephrilicas, rheumaticas e gollosas al que de todo dqsapparecem : oeste ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, comj preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita aliroentago, ceve ella ser regu'ada de modo que nao sobrecar-
rrgoe o estomago, e em quaniidada tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem do vida, a agua pura, mas tambero se pode usar de Moho
simples ou pouco alcoolico. De ceneja e viobos fones, poucas vezes.
Sobre ludo o que mui'.o recommendamos, graude exercicio, sem fadiga, pois que
elle muilo contribue para a rapidez da cura. -
N. B. Depois de tirar-ce do frasco a porfi que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arroihar imroedialameute.
nico deposito em Pernambuco
Pbnrmacia americana de Ferreira Maia 4 C, ra do Duq,ue de Caxias n 57, (an-
tiga do Qceimado:)
FAZENDAS BARATAS
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LOJA DO PAPAGAIO
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Nanea se vio ara processo'nwij perfeito e que at- cripta si (Trp o choque de cidos foriissimo9,_ ser
Dj de tal forma a Mtifazer a< exigencias mais' se decomfor; ora, se os acidns nao tera acelo so-
severa da (.cripturacao. : bre ella, muilo menos a accao do tompo apoda
A sua cor lindissima e nad precisa de cnida-. destruir ; isto plaiisivel.
do algura para se conservar si tinreiro sempre Nao %6 ao cornroercio que este mea producto
om a mpma cor, sr m borra, ersta, bolr "n sem veio ser til ; os professhres do< collegios, invest
todas estas ;naip|las inherentes todas as tintas ganda.todos os meios par o adiamntenlo dos
t agora coobecida", anda mesmo dos melhores! sens di-cipo!os, lera approvertado esta tinta, que
amores eslraogeiros. j com razao a acharara apta para desenvolver o
Sobreludo, e'-ie p^ilmavel producto nao ataca as I gosto nos educandos, era consequencii da beleza
peonas de .ico, tatos pelo contrario, a pt-nna da rr e facilidade de correr na pequea pela sua
adquire um csmslle delirado que, sendo inters- liquidez. Ha exemplos de crian?as que havis
sante, as.is provd|pao. Imnitoiempo tinham nma repugnancia extrema
Esta tinta, nao sendo especialmente j>ara copiar, par a e?cripta, logo que foi admiltida esta tinta
d comtado duas, ir*? ou mais copias um n.ei no coliegio, apderou-se dellas a ccriosidade eo
epois de esuripta ; preciao, porm, deixar-lbe j go- to, e ponco teropo depois o sen adiantamento
papel bem moihaco ?em o enxugar com o mata-1 era matitealo.
teorrio, porque nao ha o rico de horrir. Par se
tirar mais de orna copia, nao se aggiutnerara tan-
tas folhas quantas copias se qnerem tirar, mas
vae-se como originil lirar tima tantas rjaaMM
se deeja-m, sem que o original lique prejuaicado
pela extra^5es.
Oecorre aqu dizr que, para copiar importa
muila intlligenjia e habilidade, 9em o que a me-
ibor Unta nao satisfaz, e o defeito recae seropre
Mbre a tinta, que muius vezes quem meaos
ulpa tero.
A dapla qualidade desta tinta extrerrjamente,
apreciavet, pois que evita qne em qualquer es-
nptorio liaj mais do que ama bota para os d-
enos mistares.
Bmquaoto su* daralMlidtdc, nao ha a oppdr
a menor slaJ4a, pou qae esta tinta, depoia, (Je. t%%
Esla trata, par de tantas vantagens, teru um
onico inconveniente, deteriorase ao contacto de
ontra qualquer; e i.entos do menor vislumbre de outra lints, e evi-
tar escrever com a' penna su ja de urna preparacao
diferente e incompativel; verificando isto, nao ha
razan para se osar de tinta que naoseja a VIO-r
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observa^o.
Diversas falsificac,3es e seroelhan^as tm appa-
recido, coja durabilidade duvidosa. Os Srs.
compradores podera evitar o engao dirig ndo-ae
casas ircoaipectas/ e pediodo a tinta que eo
fabrico
4. C. itluuem.
S5o finalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparace.
do Dr. Radway i C. de New-York.
Depois de alguos annos, em que as falsificacoes de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entcada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido cocceito qot
estes remedios baviam alcanzado por seus raaravilhosos effeitos consegutram introduzir
se, illudindo o publico incauto, com orna reducc3o de preco, nollificando o verdadeirt
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nullos effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declarado abaixo, e
dar diplomas aos que vemlerem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
dway s se vender nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual ao destt
annancio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymundo Carlos Lei-
te de Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Rrasil, s3o os dossos agente;
ijeraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto
.1:1. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Ra wat dC
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York no;
Estados-Unidos), s?n5o das pess-as que podem produzir a presente certificado e attes
ucao e que a prodozem, subscripta e assigsada do Dr. Radway A C. e dos Srs. Ray
mondo Carlos Leite Irmao coroo ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dway dr C. sao acompanbados de cdulas smelhantes as que parecem ao pe desta cer-
tifica rao.
Examine-se bem a assignatura da firma do Dr. Radway dt C. ao p da present
sertificaco a compare-se com o facsmile as cdulas com todoa os frascos e caixiohaa.
Radway dr G.
A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
Dfi
MENDES 8: CARV1LH0
! Os oovos ppip i.iari> s deste bem connecido estabelecimento, avisam aos Sfos
numerosos fieguezr-s e com especiadade s excellenlissimas familia, que acabam de
receber um rx vo sortimento de fazendas modernas u de esmerodo , de sedr, lia,
linbo e alfodao. que \vniier3o mais tvarato qne qualquer outro estabdecimento ; assim
como venderiki as Ja existentes pelo maior preco que encontraren), para n3o accumula-
rern as antigs o n, as modernas. Portanto, pievinem s excellentissimas familias amigas
da economa doroestica que aproveitem a accasiSo de, com pequeo dispendio, poue-
rem refazer-se lequalquer fazenda que precisem.
Declaramos rs precos de algumas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapoloes de i, 5, 6, 7 e at 105000 a peca.
Alg^tl. mdio de 20300 a 8*000 a peca. '
Chita a ItiO rs. o covado.
CiWs de hit para vestidos a l600.
I. a/.ii.h:ts de ilT-rentfS qualidades de 320 a 500 rs. o cevado.
(/irles de pnalas c- tn I i covados a 55000.
Un* de cass-s, padroes miodinhos, a 25500. '
A'pacos coro flores de. todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor Bxa, a 360 rs. O covado.
Cuite ila tiiisat ow silpiccs de cor a 555(0.
DUJM de e^mb-^ia branca ho>dados e de salpicos a 65000.

Ha.oes de !3a ile cores modernas a 45000.
duzia.
Lencos c.i.i h /.es brancos e de cores a 35 a
Drtos rir?i:ins de cassa a 25 a duzia.
CbaU-s d?, m< r n lisU e estampados de 25500 a 500f>.
CuUfeas > fsia lliiHi.i.le dr, liidi. de. 25'.0O a 25000 o metro.
Algiido *-rilrsi.,.iii im> e trancado de 15 a I54r;0.
Ciilobas de fu-iao de cor de 25500 al 6^1.00.
Hrins oe lo lio de cir de 500 ai 800 rs.
Osas de uttes de padres mnjdts e grades.
IU4i** de ( das .s cores a 600 rs. o cova lo.
Haiellas dr ni es a OU) rs. o covado. ^*
Para luto
Princelas pretas a 640, 800 e 15000.
Lazinhas pretas a 4iO e 500 rs. o covado.
Cassas pr> las a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5i O, 600 e 800 rs. e covado.
Rombazinas, lisa e trancada, a U200 e l8i O o rovado.
Meri. s trabados e de cor>iao para differentes pecos.
Ot tras mnitas fazendas, o.mo stjam : atoa hados de linbo o algod3o, goarJ.;na
pos paros e bramos, algodo eofestado liso e trancado, bramantes de linbo e algocao
para leoges, terlinados bordados p^ra janellas, flanellas e damascos de tidas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Pa^agaio
Almda baver um grande sortimento de roopa feita de todas as qualidades, t:.r o
de brins como de casemiras, caicas, coiletes e pahtots, ha um bonito soitimemo mo-
derno .de CASEMIRAS de cores, proprias para a estaco, e cortes do gorguro pai;
coiletes.
Panos finos pretos e azues.
Ca.-emiras pretas muito linas.
Rrins francos de linho de lodas as qualidades.
Duos pard< s trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qu^lidades.
Seroulas framezas de linho e algod3o.
Camisas franeexas e inflezas, bordadas, com pregas, com collarinos, o sem elle.
Ditas .de meia de diferentes precos.
Ditas rte flanella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapos de sol de seda para 8, 10 al I8000.
Collarinbos e punhos de linho.
Grande soriimento de grvalas, mantas de seda pretas e de cores, e oro especia:
sortimento de popelinas de cores, dos padtes mais modernos (pie tem viudo ac mer-
cado.
Fornecem-se amostras on mandarose lev*r pe'rs raixairos.
ATTENCAO
FLOR DE OURO |
Forte mam de annunc'ar I vivo o Diario de Pernambuco cheio de sttencoes ven- 9
de-se llo, vende i*e aquilli', e utna inlinidade de cousas mj pnra ma^sarem a atteoco doH
tespeilavel pubeo so entan. os proprielrios do novo e bem mmlado ubclecirneuto do W
joias, intituladoFLOIt DE OUdOsito ra do Rosario larga a. 24 A temi preparado com }
toda a elegancia e go tem as melhores oas de ouro, prata, briihantes e mais pedras preciosa-;, tudo da aliii-a G&
moda, e que vends mais barato que em qualquer outra parte, e elles quiessem seguir e"ta |
rotina de aononciar, diriam que esto cotiijiletattiente sonidos de bellos aderecos, cadeias Mg
para relopios, anneis bracelete* e urna inflaidade lie amigos que ser efadotiio mencionar|
e que > com vista poderia o respeitavel publico e com especiadade as Exmas, Sras, fre- ?
quentando dito estabelecimento, a soa vontade apreciarem.

o covdo
covado
Ale
Vende se na rna do Baro da Victoria, ou-
ir'ora ra Nova n. 40, o amarzem de iouca Ona e
ordinaria, a qualquer pessoa qae se qaiteresta-
belecer, a dinheiro, cu com algum praso com ga-
raote a vontade o prfprittario ; no mesmo ar-
mazera, vende-se a dinheiro vista, ajparelhrs
para cha de porcelana, dourados e de frisos de
cores, ditos de porcelana branca, aoparelhos pa-
ra jnlar de pcrc-!a branca, ditos para jaour
de triso verde a azul, injrleze?, ditos para cb, va-
sos de porcelana p*ra flores, con)poteira, garra-
fas, copos para agua, clices par>a v.nho e cbam-
panhe, de chryslal i lapidados linos ; e outras
muitas pe^as qne ser enfadonbo mencionar por
extengo, qae se vende cor menos do que em ou-
tra qualquer parte de 5 a 10 per cento, por ter
o dono de acabar om o % lanelcciraento.
Dados e gamo.
O muzeu elegante, ra aetfeita do Rosario o, t
receben talas a copos de marfim, cousa de apu-
rado goslo, e tambem perteitos dados de raarBm
sendo tres em urna caixinh proprios para
apreciaiwe di......
Casas para vender
Venda-se a casa terrea da ra do Pil'ar. o. lia
em qae est um acoogne, qu rende JOJ aieniaas,
e tem nma mei-agua no fnod) que renre mais 84
mensaes, e ontra ao lado que rende mais 6*001)
nifnsaes, e quintal, com fnd al a ra dos l>ua-
rarapes Outra casa terrea na. roa do i Guarara-
pes n. 63, com 2 salas, 3 qaartes,. eetiuba fra e
quintal meado : os pretendente* di ijarn-so
ra do Brnra ns. 100 a 104, funlicio & Irmao, oa aa mestra ra o. SO.
GBAXDE
N& ra do Crespp jl 20,
ir Chitas, da anta ; cor prepria. para a pa, er
n, da ehiza e c/*- de ganga, muijo liadaa a J60 e 3tHfc
os rs> o- covAk: na leja de Gnilherme C iraeiro da
C0"*fc
Ba da Imperatriz n.
A I.OJ.l K MOVA
Grande pechitichu
Chitas escaras muilo bonitas, cores fixas e bom panno a 240 rs.
Chitas precale delicadissimos padroes e muito finas a 3ti0 rs.' o
Cambraia branca transparente o que ha de mais fino com um ailado lindsimo,
muito propria para vestido de baile a G^OOO, so na Rosa Branca ra da Imperatriz
n. 58a
Cambraia de cor'miudinhas com ddiicadja padres e cores garantidas, as melhores
e mais modernss a -ilO rs. o covado.
Madapolo lino a 55000 a peca com 20 varas s na Rosa Branca. Vende-se mui-
tas outras fazendas por preco muito tm conta, do-se amostras, e manda-se levar em.
casa, na
rosa wm
Ra da Imperatriz n 5 8.


f
XAROPE SEDATIVO
de cascat de Laranjas amargas do
BROMURETE DE POTASSIOM
De JT.-P. LAKOXi:, nw *em Linm Saint-Paul,
Todos os Mdicos coDcordao em qae o Bromar* de Poiassium puro tem sobre o
sistema nenoso, ama aeco .fd.tT alman.. Reunido ao Xarope Laroxe de
Laranja amarga, coja accao regenera as fuo \6es do estomago e dos intestinos,
oniversalmente apprecit jo. Sem receio d'ar.idenie se pode dar as pesaoas adultas,
quando soffrem de aoWtiaa do oorto, jm viaa dijeiti, oa Qroi. em feral,
assim que para u aaolccUai MnmM l* preahaa. Para as creaocas, para <
agitacao, Moaanias, toaaa dvraat* dantifao.
Depoaiio m Rio de Janeiro, Ohavolot; era Pernambuco, V. Knrw C;
asa Mace, Talco Diaa; em Pe/jlat, Amtcro livaa; em Baha, 9a Boaha, em
kfaifa legre, jD.i ello; em Karanhio, Fomim o O; em Ouro Preto, Walano.
9
CASA CAUVIN I
Pharmacoutlco priviUsiaJi
aucces^or a
Sebastopol, RB, PAIU8.
Bouletmrd
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apreentads a Academia de Scieieias e aa hutitulo de Prasfa,
INJECCAO
MOLESTIAS
Sob forma de Pastilla, devedida e doseaajara taser da
mom.nto nma soluci,-o PBETEIITIVA X OBUT.IM daf
CONTAGIOSAS
do volume de um relogiq, servindi
de PhiltbA e Sebi.nca sem oa
Tenientes de fragiUaade.
C!OLLYpiO
BAaTHOLOMEO 4 C
WTOR-PHILTBO
Oraves
rTA lAfi Cu a forma, e do rolme de um Porte-Xoeda i
EoTOJOS TOBO TRATAHENTO.
Contra as arTeccois das palpebraa, preparado sob a meama fonam.
Depositarios gentl para o BRASIL e PORTUGAL
*34, ra larga do Bosario.'- PEWA**jB7CK> '


.

9
_
D ario da Pe/nambco /Quinta eira 6 Je Julhc de 1871

ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS EPTAJOS
Heaposta falla do throuo.
(Cobtinuaclo).
0 Sr-. Visconde do Ro Branco (presi-
dente do conselho): ... h?i de'" seguir o
urso dri roinhas ideas; n3o posso recebo .
a imposta ti,) nobre depuiado (Apoia
dos, muilo beui I)
O nobres deputados o) nos diz am quie.;
sao as sois ideas, e todio publico e-la no
coobecment di que os nobres depuHdos
je achara de accordo entre si. quena.) leu
ainda ideas assdiiladas sobre esta materi;;
e ooobre deputado pelo 4 distrito, que
96 apresenta como orgo mais autorlsado e
genuino do pensamento, qoe dxtou a emen-
da ao voto de gracas, em todo o sen dis-
curso reveloa-se contrario a qaalqner idea
de emancipar0- S. Eic. disse-nos qu<
esta idea nao eslava no sentimento pubc >,
nem era urna verdadeira necessidade, mas
apenes uma mposcSo qua nos ha fletrazor
grandes males. Acorocoando dest'arte qoan
lo pede a resistencia d >s propietarios agr-
colas, procurando exagerar os effeitos d
medida pura ncutir os maiores terrores,
ehegou S, E&c. a) ponto de dizer-nos qie
para chegsnmosaeraancipaco mssttoqoe
sbalar pelas nossas instiluiejos joe tem a sua
mais forte columna or>s proprietiriosagril-
las ; e aceras-conloo que a soluco que se
procurav\i dar a osla qoestao liaha partido
de inspiracao irosciJa de- regioes inacceisi-
veis censara.
Mas, Sr. presi ie >!e, dizendo que a pro
posta do guveroo nao serve, os nobres im-
putados declaran) qua lncousa muito rm-
!bor ns algb.ira. Entretanto porque nao
apparecc as-se-'.rabalho,-porque recusara n -s
ese prazen f l'o que negarnos a satisfago
de abracarrm nos com SS. Exc, e dizer : n
Brasil est feliz, porque os nobres deputailos
sem ler os auxiliares qoe tem o governo,
Sescobriram a verdadeira soluco- deste
grande problema ??
Loogo disto, o nobre disputado salla por
todo* os 3geotes re^ponsaveis e vai procu-
rar uma. origeui inaccessivel ~" discussii >.
(Anoiado.)t
O Sr Andhade Fioceira d um aparte.
O Su. Evangelista .Lobato-:A pessoa
de lajperaoor iuviolavel e sagrada e nao
pde-sor trezid) para a discusso. Protes-
to cm nomo tos apocados)
O Si. Visconde do Rio'Brango (presi
aento docouselbo):Sr. presidenta as-al-
nses do nobre depuiado sao injustas (apoia-
dos); e se-ellas fossem verdaderas, lauca
ram. o des-c-'edito sobre aqaelles que tt-oi
sido ministros da cora e tra sustentado
O Sr Vis"onde-do Rio B ia\co (presiden-
ta d ch ruados a esta discossj com Unta
soflYeguido, >em que ao menos se nos
dsse lempo par decidir se a questo
devia ou nao ser tratada em sessao
secreta, porm os nossos prudentsi-
mos amigis. que querein a uniio do parti-
do c nservador, oflereceram nos este con-
flicto...
No discurso, a que mu refer, o nobre
diputado por Minas-Geraes discuta e pro-
corava demonstrar a illegalidade *a pro-
priedade coastituida sobre o escravo.
O Su. PerdigIo Malheiro :No direito
absoluto.
O Sn. Visconde do Rio Branco ( presiden-
te d > conse;bo ) :=Quem ennunci.i e sus-
tenta tbese como esta no Brazil, no, nao
pode ser adversario da proposla d i-flover-
no. Eu tentio aqu o< seos projectos, e o
filustre depulado ln.de chegar por forcj a
um accordo comnnsco, porque nesses pro-
jectos estabelece que, depois da lei, nasce-
r;n livresos fi h s das escravas; constilue
o peculio do escravo, e Ibe d o direito de
alforria mediante mdeui'iisac > ao senlior.
O Sr. Perdigo Malheiro d um aparte.
O Su. Visco.nde do RioNBiiancj ( presi-
dente do conselho): O liebre deputado,
qnando apresentoii essas ideas, qa sao as
capitaes oeta qnestSo...
Sn. PerdioSo Maliikiho d um aparte.
O Sr Visco.nde do Rio Branco ( presi
'lente do conselbo ) :Mas quem niz que
o5o pode sero projecto modilicado?...
Sr presidente, os nobre3 deputados ol-
losaram-se em terreno falso e bdofo. Para
se manterem jis*a posico 5o obligados
a lanzar sobre o sen partido a pecba de
iniflRu da emancipaco. A cmara ouvro
o nobre deputado pelo I* districto dizer...
OSr. Asdiiade Figceirv d um aparte.
O Sn. Yisoonoe do RB>iiWP (presi
dente do conseibo):... ouviaos Iba di-
zer que a idri da eina[icJpai;a<> d^o do
partido conservador, mas de lioerat, que a
gloria da iniciaffva perlence a este.
Sr. presidente, preciso repetMo bem
alio : A gloria Dio compete e*clwa>men-
le a nenbum dos c\>os partidTes, coin-ne-
ubnm delles respensavel pe nosea inac-
fo a ease respeito.
A iitea da emancipado dominaba1 ha eauito
ooe seatmientos de iodos os brasileiro*. e
!o* apre^oeda at rnexi) antes de oosea
independencia poltica, quando ne-existiam
am&t os- partidos actu. S^ desse te'
po como se arroga o nofcre dej'etae'o o- dV
reno _________A-_ ____ :________ .. iMA.l II C.
r^jeitada in limim; oj nobres depRtados
team o poler de f>z-lo, mas oloMem o
direito, porque para lar o direilo selia pre-
ci) qie pudessem convencer o pai/ de qua
este s-u pr.iceiiliento prudente, je do qae
a proposta do geverno nao contih soluclo
que possa ser lomada am con-idet-acJo.
1 para demonstrar quanio prematura
essa coodinnac5o sem exame e *em debate
eu quero antepr s opioies dos nobres
dcpniados opioies de autoridades, que elles
n3i) podem deixar de reconbecer como mu-
lo illu.-tradas, e nuil o dignas do apoio de
todo o Brasil.
Senbures, o projecto da commissiSo espe-
cial da cmara conbecido ; db.lde levan-
ta rain-se aqni voies di'.ando (pa esse pro-
jecto moito diverso. A seo lempo, qnan-
do o confrontarme com a proposta do go
verno, vrr-se-ba que esiao ambos quasi ue
int-'iro accordo.
' O men bonrad) collega Sr ministro da
jusiica, leu j o parecer do sempre lembra
do Euz bio de Q teiroz sobre a idea capital
desle projeclo. No conselb i de estado vo-
uram ambdra por esta idea homans da im-
portancia dos Srs. Abaet, Nabuco, Salles
Torres ihiuem. visconde de Sapucaby. vis
conde de S. Vicente, viscwid-i de Jquiiinbo-
nha, Eozebio de Qoeiroz, visconde de Ita-
boraby, e a btimiid* pessoa qua tem a hon-
ra de dirigir-se a cmara nes>e momento.
0 Su. AsiwwaR Figueiha : O Sr. ba-
ra i de Bom Retiro, com restrieces.
(lia oulros apartes.)
U Sn. VajcoNSB ao Rio Biiajco" (presi-
dente do conseibo); Sr. presideivie, nao
me incommoda que os nobres deputados
digam que votei ueste oo naquello senliio
do conselho de estado, e V. Exc. ve1 como
elles ae irntam s- porque citamos duae au-
toridades a que SS1 EEx. nao podem dei-
xar de curvar a cabeca, os Srs Eozehio de
duelroz e visconde de Itiborahy.
O 9. Paii.im> de Sogia : V. Exc.
autorto-nos a ler,lodos os pareceres ?
O S. Viscjnde 0' Rio BH.\?co (presi1
dente do eonselbo):Quando os nobres e-
pstad me pedir canselbo ; por cosseguinte. a
este re .-pe >?i>. aconsel^emse comsigo mes-
inus (Apoiados e bilaridade):
O Sr^ Av'fADK FiGUBffiA :E Vv. Excs.
pediran eonselbo para presentaren a pro-
posia ? Atiraram aqu essa bomba sem
ouvirema ninguem.
O Sfi aomhu de Souxa> : N6 n5o te-
mos dever de pedir cooselbos para apresen-
lar idae. e o go verno deve consonar s
fqoerem, com elleito, cnegar a umi soluc3o
satisfactoria, digna de.-te pi, ou si o pro
cedimenlo qua teem tido cora o tim de
entregar este gravsimo assumpto i mare
de aconteciineulos qie ninguem p le pre-
ver. Toaban, pon, os uojres deputados
paciencia para ouvir, respondan, contes-
lem, mas nao dem apartes qoe possam
azedar o debate, e nao procuren) a todo o
momento inlerromper os oradores que sus-
tentan) esta causa, qoe a causa da justica,
e que, a despeito de todos os esforcos de
sciu antagonistas, ha de iriumpbar, esiejam
disso certos os nobres deputados. (Apoia-
dos geraes).
Ouco sempre cora prazer os aparies que
podem elucidar a qoestao ; apartes, porm,
como os que se lera dado, teamente nio
i s desejo ouvir. E sobretodo o que eu te-
mo, Sr. presidente, essa excitarlo qoe
appareo em nossos debates, porque este
publico que nos observa e que sabe que
esta cmara unnime de conservadores,
n5o poder deixar de perguntar :Como
pode orna tda tu generosa produzir essa
discordia entre amibos f (Apoiados).
E quem j a condemnoo quer outra Me-
dida qneposaa substituir a esta?
Sr. presidente, j mostre que uma pro-
p)Sta ddsta nslureza nao |)de ser recebJa
as pomas de bayonetas, ser condemnada
in limim; digna da considerara) da c-
mara 0 de una debite refleciidv. J mostrer
8r ministro da juslicaf'B > rentido 4e ofifi-
recer aos propriet ros agrcolas do Brasil
conselbos mais prudentes e Balotares do
que aqoelles que Ibes dea o nobre diputado
pelo 4" districto do Bio -de Janeiro!
Ningoem preienda pw em perig a sorte
da lavoura no Brasil; n3o ln Insensato qoe
nao reconbeca quanto tem de sagrado e res*
peitavel essa propriedade ; mas lirabem t >
dos reconhecem qne n3o possivel manter-
se o siiiiu quo. que est no intarese da
propria lavoura nao oppr-se 'essa idea;
que preciso conciliar os inieresses bem
entendidos da propriedade agrcola com os
de todas as, ou tras c'asses da sociedade.
(Aooiados).
O nobre depulado fallou-nos em medidas
preparatorias, em meios roalriaes de exe-
co|3o ; citou-nos lamben o parecer do du-
qoe de Broglie.
Q-iandi), porm, assim se exprime o no-
bre depulado perde sempre de vista este
poni capital: o duque de Broghe, como
aquellas que o acompanhara nasta mate-
ria, ni qoeria a soluco que (he d a pro-
posia do governo: nao quena- a emancipa
c3o lenta e gradoal, quera abolicao si-
multanea e imm-diata.
O Sn. Andkave Figueiha : Nao a
poiado.
O Sr. VbconM! no Rio-BRAfWO1 (presi-
dente do ionselbo):0 nobre depulado
ooriga-me a trazar para aqni os liaros e a
Has
tambera que o nobre deputado- pe o Rio de ; ler... mas de (pie serve tamben ler ? Nao
l'\n.t.'.. A .m-nin .. i* .....<% ,1 L' ,\ > rv (\ r> l t \ .1 O ull .Lf % 1 _..... A fu 1 _. '_ _*>..
coosen-ador e ven dizer-no que a idea
naaeee do-partid-) liberal ?' Ato estio os-fac
tos oura provar o contranio!
Neu' pepients: nena ao partido- eonserwdor,
nem ao lilwraiu causa (ftiemaaeipa<:i,> per-
estas aiesrc s id.H (apoiados): preciso J tenca verdadeiraniente a todos- os Draailei-
Sr. presidenW), fechar os olhos ou nao abrir roa (apoiados)- e meracen- laswna e moita
as pazioas- da nossa historia contemporarwa-l 'astiaa- o oartido- conserwwlor, se ioaere-
para dizer e>ue a idea da emanciparn as-1 vsse na soa bandeira nio queresni a
ecu bontem por uma inspiracSo irrespoosav i enuncipaco(ftpowdos) ooquerecaos-
adia-la par* as italendas gregas ^o que- e-
r'-a- o aesmo, (^Mbitoti apoiadas.)x
9r. presidente, qoando em^Vat>oi mu*tt>
menibros- da coaoisoo ospaciai nomeaa
sado, quando eramos ainda colonia de P\)p-! Par dar parecer-respitode materia ideo-
*el e arbitraria I (Moitos-apaiados.)
O Sr. AndraeFeiEiRAd um aparte.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselac>:i-Di)sde o seculo p-a*-
tugal, ji se reconhecia a necessidade flVp*". concernento- aa oetofljM framwzas, im-
pensar oa soluco desta problema. QatsJvW-WMi soto.?5odBda m proposU
nao sabe qoe os fundadores da nossa. ip.de.innaioriav.qoe opioav pela maiiipaoio ie
pendenciaprocararamatir.screverna co-.;fr-j,nediata- siraalteaeat. o> naia iHmgendo
'.ituicSo do imperio dispesices- a esse rearPtla rnori dieaidefttw foi que so contera
jeito? (na-proposta dr>nivenw biwsileirev E to
OSn.CoELrjoRoDRiotEs:Apoisdo. ^e} ponderaaos- pareeeraat i>ropria> maiorie
art. 254 do projecto da .coDSlitointe. *SS6S votos-dissidentes. querella o^apresen^
O S. VisCOtnc do KioBram (presid.>n-|tou em segoooV pfsjecto. como icialiva.
t^ do conselboN. iSera ocioso estar eu d-|4*M de-ser apraciada e qaf-preferida.
zeado cmara o qaeelll sabe-, mas ncm4 Bol ns obm proposa, analegay urna-
ffili
O Sr. Visco.vsje do RwBhANCO- (presi-
Idente du-conselbo):Tenbam picieacia os
r)bres deputadoa> esta questo nc-pde
sor leva la p-r este nodo ; exige muila >bm muia olerano. (Apoiados).
Vou ler a opno qoe entinto o S,- ts-
caode de Elaborab :
o Assimy.pens qoe o maso- qoe temos
de-abolir a escravii no Brasil desretar
a Itberd id-j do venir, a contar de uro prazo
qu d- ao gvernr>'lempo de prover o-mo-
do de executar esta medida. A emaneipa-
cao- se ar lenta e gradualnsaete, mi*- de
uid* uaneira efBcaz a infalliv), e Batisfera
s aspiraces-dos qua desejan. ver a ra$a
sora^a recuperar os Jireitos qa Ibd da o
Creador, sem ser costa do aoiqailamaolo
idos seos sen dores, ftao acredito, todava,
que tal rnedili mesma seja isecia de pan-
gos. -
(i Sr, A>>kadk FiUeira>:: Ls< o
|reaux
O- S. Pavuro de Swak Sim, lea. at
a o fim.
i O' Se. A.m'iv.de Figoeira :O'Contrario-
-delnaudar o pensameato alheio. Lea.al
Janeiro dormio o somno de Epimenides
quando nos dissa qoe esta idea da emanci-
padlo-surgi ineaperadameh, qoe nao es
lava no sentimento- pubtico e nio tinha con-
quistad os espirito ; que os grandes pen-
>adores desle paz uugavain aiixia muilo
lotige da actualidad^.
AgorarSr. presidente,devo consirieraras
proposicea do nobre diputado a respeito
do partido- conservad 7.
O nobrt- deputa lo eef-ircou se por de-
monst ar qse a idea da. emaocipac" dos
liberaes. q>ie o suu partido- nunca a inscre-
vra em su^bandeira
Eu espera* que. segando a-cno>eqnen-
cia lgica, dos seus principio*, reconhece
fi dissess tainbem que so-09 libertes '.pe
devem real isa? esta idea ; na a lgica do
'nobre deputado nao o le vou a essa soluclo,
e eolio S. Exc.,. detinrado-eos o carcter e
a raissao de cada ara do doos partido,
disae: o partido* conservador de resisten-
cia, o liberal de iniciativa, 'wque explo*
ra'os lerrems eseoobecido.
Qoerer, Sr. presidente, o patiido con-
servador de 1871*aceitar a rxMsao, que Ibe-
il o oobre deputado pelo 4" distriet-i? Es-
tarielle privado do iniciativa t Nao ser
mala qoe a remora, do partido 'Iberai ? (A-
poiado).
Epor sua paneqoerer o partido libe-
ral aceitar tambera nisso qie lv den o
est ahi o vi>tn de grabas ? Todos nos Do
entendemos tomo iooftroaivo das mten-es
dea sobres denotado a respeito da- pro-
posi? De qne serva traer tesiemuniias?
Oaobre depulado' contesta seupre o-que
digo. Pois a cmara nao- sabe que o dvj^iw
de lroglie ollereceu- um projecto que uba
por Sin a abolicao- sirnulianea e immsdiuta
da escravido ? i*Ap.;iado>.
Es-desafio o no&ro-depotado que contes-
te iso-r
O Sv Andradc Figi'Ik*:Em dixi
projestos; segundo as circum>tancias.
O Si> Vbcondb ao- Rio-BivAnco (pres*-
dente do conseibo) ;O nobre depulado
cepcional, decretada para bpwi em que
perigos se darn ?
O perigos, pois, o3o sao ot m ismos.
nao sao lio graves ; o qua cuinpre., e isso
qua eu paco caara, o que compre,
considerar que perigos a perigos moito
grandes podem e bao da trazer as preten-
des daqualles qoe joigam possivel impe-
dir esta reforma. (Apoiados.)
Sr. presidente, nao imitarei o Ilustre
denotado conservador, .que nos ameacoo
com orna revolac3 >, se acaso houvesse
adiamento da cmara, alias facold-ide dada
pela contituigo do Imperio ao poder mo-
derador, oio, nio cabirei em l3e excessos,
ma devo e posso dizer ao oobre depotado,
que essas saas idaa absoluta, a a lenaci-
dade qua-mostra e com qoe pretende ar-
rastar o partido conservador sero- fenestaa
aos pretorios interesse de que ella se jolga
o meiber ralerpreie o o mais esclarecido
advogado,
Eu espero1 qoe os proprielarios agrcolas.
e lodos ageites que leas- a perder, porqog
mesmo aquelle qne n3o possuem riqueza,
oem escravo esto interessados en> que
esta qubstoseresolva do ntodo o mai pa-
cMsco e regular ; eu espero que todo r
l!,'/ii ji'i se deixe levar pelo pnico qu
se Ibe est intuimdo ; espero qne s [>ro-
oritriarios agrcolas, n'io ceoVaio a SiDe-
Ihante pres>or cuntiem nos poderes to-
Eila-to, porque atinal bao de reconbecer,
que melhor consultem os verdadeiros inte-
resses- da proprieetode territorial desie pa>z
os que querem prever o futuro.iratoodo desta
reforma quando as- eircomstaocia sajp tran-
quillas, do que aqoeltes que prefiadem que
nao se focara reformas desta uniera seno
em caso de forca laaior. (Apoiados.)
E' o cue querem os illoslres depotados.
Nao resolvamos isto- agora, dsixemos a
onda ir crascend >, o apando j nao-bouver
meios de evita-la, entio sejamos- amata-
dos I
Esta poltica de ioeroa, de laister {aire
ka-ser pas&r, qne os illnstres depiados
querem inscrever .como- emblema do par-
tido conservador, j tem sido prejudicial.
confunde o projecto da amena da corami*- ;em a|guns pwiodoa da nossa vida poliaica,
sa Iranceza eom o da minoria, de que bal ao n,e8mo partido e seria do caso acta.I
pouco felle, qoe era d emancrpaeaj leD^HiBealisaima nao > aos lavradores do-!l*a
e gradual;: o do duqoe-de Broglfe era paralU mas a lodl>9 os inte538S aabohcao imrnediala. kla^o. (Muitca apoiados,-.
Su. Atvowade Figcrira :-.Mas o rola- 0 ||uslre depotado nos disse qne aeno
tori-t era commnm. era da maoria.
O SR-V*cofwe do Re* Bnemni (presiden
te do csnaelbo) : O aparte quo me deu
o nobre deputado foi oovido peto cmara.
Qnando eu-alratava que o duque de Bro-
igliequeraa emancipacio immedlala, ou
_Dre depaab dase-: !S5-apoiad)o.
. Explico- as- ceo yia dito : o- nobre deputado- concorda neste
poo>o mas-salta para outro-e diz-.: o rula-
torio era commom Que importa isio'
nobae Uepotado, de k explorar o wsconhe- .porm ?
cdoi-e, qoand) tiver feto algum deseo- !* k> Sr. Aowradc FiGCEraAC E appro-
berta cbamar entao- partido cooeert-ador wado por todos os membros da commisso.
d ird que na lei df O de outat.ro de 4Si propoata> que est apoiada aas-pareseres fr^ao. bna,
j se reeonmeadava aos presidentes ttUmlUkm de aMaOo, e noa trabaabos ela- i O-Sa. \iscams.* ^** KOviocias|pKieneassem^aNtiesa^|^Mdea-p^ do conseibo) :-Sr. presidente o
osarios para, i ea^ncipacao dos escravo,fcamara. encontn, essa ex.steMa calculad* qpe sa ve neste per.odo.e que debalde lee,
N3o es.avam. pea, estas ideas no corado o* e cerra os oavidaoa a lote *anam obscurecer os nobres deputado*:.e
.....'- .-*-.-s-*j~ que o Sr. visconde de Ilaboraby votoo pla
da todos os Eraeileires, no coracao de teda
a humanidade^desde a noss) iodependenvia,
e at mesmo auiUo antes della Apoia-
dos.)
Guando, Sr, presiaente, o iliostre vi^n-
de do Urogua; veio- nesta casa defend-ir-sij
Jos dissaboreo por que passou a nacao bra
uleira quando os cruzeiros oglezes aflron-
lavam a nossa. bandeira, elle nos disse que
foratnos mprnvidentes narspressSo do :
fico de Afric i^es,, csnrewnados por trata-
dos, p )r tod c o mondo civilisado, pela mo-
ral e pela i e-giao qu<4 nao poda esse
cndalo co.[miar no Brazil, e que 3 im-
.previdencia l;var^nes.-a olvidar as medidas
n8cessarias pora nao. nassarmo por transes
como aquellts.
Qaem nao 'cabe, senhores, qrie en*a nos
a completa ettmeajio do trafico pro4ozio
os mesmo e::tos que as estonias fance-
zas e logtexas e nos, Estadas-Unidos-?
Quem nao sabe que esta medida s por
si foi o golf*mais profundo que se desfe-
cbou na intKoico que nos de e urna
bandeira ?
qoe fecba os olt>o* e cerra os ouvidbe a lo
a discoisBo !' 'lo ovir lata 'intolerancia e
lio exagerados raceios,. rt-rordo-me das pa-
lavras o nobre deputado pala.prouiaicia de
Minas no discorde- a que j alludK e coo>
ellas me alent :
Mha impOGshel que- no seclo XIX. 3*4
cousas- continoera do mesnaomedo por totou
o correr dos sectalos.
Vozes gederosas se te>m levantado P01'
toda a parle;, as- oacoes 6bristas-.mais ci-
usadas conve?5Eem. em -iuia id* e a te
espalhado e fto fructificar.
Essa idav q"t na rurdem mo tica se torna caractertica do seculo em
qua temos a fticidade de vivar, a aloli-
eSo
"ii-
ata escriwidiao.
o Parece-me estar oavindo um susurro,
e o echo repetir : Soi&- abolicionista; c^f-
rtis conjlagar o.paiz destruir a lavettra,
ju, tao acabnmliadcu; estancar uma das
[untes da riqueza publica e privada ; fnal
me/Ue. destruir a propriedade constrtmda
iobre os tseravoi.
A samalhante censaras direi, como
n;io. j Themistccles a Eurybiades: Dai, mas-otmi.
E' o que nos es-t acntacendo, e os no-
mancha em nossa bandeira 7 tnem
sabe Quj-aextincce completa o tranco b o que
Soduxio urna grande transforciaco es i bies deputados ru segaea ci conselho do
nossos esUbeleciaiBBtes agriculas, as rea- 'lloslre orador rio instilte da ortfem dos
"_..----- ,n ,....o,.,--^ advogasios; elles do
3S nao e aSo querem ouvir,
Sr. presidente / (Apoiados.)
O Sb. Andusde .Figueiha :Era um
emaccipador convencido, e nao desses im-
provisados. ..
O Sn. PERDaoAo ttautnao: Hei de ca-
plicar tudo isso a seu tempo. Quanto ao
lim, esloa de accordo; quanto aos meios
cU proposta, discord.
O -Su. Vssconde 90 Ro BaaMGO (presideo-
\d do conse'ho): Mas o que eu nao es-
perava do nobre deputado aquillo que
elle tanto receina em 18S3, aquellas ex-
probraoes----- Nao espera va dalle que,
como disse. tem ideas idnticas ou, pelo
manos, muito prximas s' nossas, que
viesse levantar esta queslo, e condemnar
a proposta sem ^xame e sem debate. Este
! procedimento que eu nao esperava do
deviam ata dis merecerla attenco dos | nobre deputado; ese elle votar pela emeb-
estadistas desta pa z? Seria preciso que da, nSo hav^r jan imparci I no Brasil que
ama vontade irresponsavel, uma entidadeio absolva. (Apoiados.) (Oh, oh,-diversos
ue est inaccessivel cansara, Ibes disses-( apartes.)
Be:- E'"tempo de cuidar deste assumpto
cees Jos senhores para com es escrasos
(Apoiados.)
O qua e.a isso seno o iriimpbo lento
mas seguro da grande idea da emancip.)-
cao, como ara daquellas que esto grava
das, nio digo s no coraco dos bomens
generosos, mas no da ,humanidade inleira 1
(Maitobem: apoiados.)
Veio a gaerra dos Estados-Unidos, e.
dorante essa Iota colcssal, qual fot o pen-
sador brazileiro. que, vendo desappareczr
o ultimo exemplo que poda servir de con-
solo e de apoio moral ao nosso atraso m
manotencao do trabalho servil, nao com-
prehendeu que era preciso pansa; no que
devia ser de ento em
o Brazil ?
Nao foi este o sentimento gera
diante a escravido
E nao
iiberdade do veotre. Era o qae-eu pretee-
dia mostrar. A> conlaiiua^o do que est
oeste irapresso, o-nobre ex-mioisiro do-m-
porio o-possue ;. la-o elle, se qutzer ;.essa
publidade nao ha de correr por uinha
conta r (Muito bem, ob! oh !>
O Se. Ammde Fkueiha ::E' pouca
lealdadd.
O S. escome do* Rio-BaANCO: (Oresi-
deote-do conselho):Sr. presidente, peco
a V. Sc. que convide o oobre depulado
pelo- 4? districto- do Rio de Janeiro a res-
peitar-me, para.que au o respeile tambem !
(Moatos apoiados)( O nobre depulado nao
poete dizer que ha deslealdade no meo pro-
cedimenio, qpando leio osa. periodo que
cont&n uma idea completa, e que atti-
neute ao met lim que provar qoe e?se
iliostre estadista votou pela liberdade do
ventre (Apoiados.; muito bem)*. Nao al-
go necessano por minha coala lere darpo-
blicidade a todas as consideracoes que elle
fea em ama sessao secreta do. eonselbo de
estado. Oe nobres deputados- qae as leiam
e tirem d'ahi o partido, que quizerem em
favor de sua cansa ; mas nao podem dizo-r
qpe sou desleal, porque nao quero tomar a
responsabiiidade de tado quaato all se di-s-
.se. (\luito bem I)
O que importa saber e se foi aceito o
principio da liberdade do ventre. Que esta
soluco, como qualquer outra, tem incon-
venientes, Sr. presidente, sabe-o todo o
mundo, e nao ignoramos nos. (Apoiados).
Quem nao sab-que na soluco dos negocios
humanos nao se pode conseguir cerrar a
porta a todos os males e inconvenientes,
par ijoe Ihe v lenta*- e privilegie dtinven-
cao, e eocarregarse de leva-la-a. eSeito ?
(Risadas e apoiadoe).
Pea- o partido conservador, seobores,
est eondemnado iinereia. ina cuid* dos .ctos saaiao? Nao pansa do fu-
turo deste paiz ? Nio. pede ter iaiciativa ?
E' preciso que es)a trario-f E o lado liberal, para qpe esta
theoriav ewinenteioeoie eominocs para o
partido conservador, seja orna realidade,
presciadara das vaau^eB da suaiiawonco.
deixandoone esta sejo. anrovaHada>e ejecu-
tada pelo partido aonseavador ?
Sr. preaidenle, ao esta a misso do
partee eonservaderv nao o tena sido.
(Apoiedee)
O partido conservador tambera, ten ini-
ciativa, tambera :dhi. pevis5o (apoiados) ;
nio so- rom partid de resistenora ereac-
co, y-o tftm proswdo.awslas vezas. (Apoia-
dos).
.Quem promovao, na ordem dos me-hora-
mentos naateriaes os carainhos e ferro no
Brasili?' Ijuem deu desenvolvtsnento sui
navegacio fluvia>l O Sr. VioeoNoai do BaawBaaMen (res-
deme do conselho): Cpntinha a soluco
a grave e extrema que offarecia a. maioria
te commissSo: Eco erara precisas essas
medidas preparatorias, perqpe dizia o du-
que de Brogdie : preciso preparar aquel-
los qoe vamo3-desfajar a smacondicaa no-
va^ pai a qae posaam enlar nessa coadi-
55)-.
Sr. presidente, eu proeoro it>por-me
cesta materia-toda as limitacoes possiveis;
ne discuto com plena liberdade, posto que
os nobres de^etad^s tenbam>provocaido este
de-bate antes mesoao qae acamara, como
observei, pudesse tratar da praliminar,
so- eviamos diecolir o prej&cto em sesso
secreta.
As medida* preparatoria,. S-r. presiden-
te-, d5o sao oeste caso necesarias. Rero-
me todas acueba> que indicavo o duque
de Broglie, perqu de ha moito lempo tr-
aaos- tomado al guatas medidaa preparat-rias
indirectas; ani est em nossa egisiaco
tudo quamo ad tem feito-vura mtiliiorar a
Gondii;o do oapliveiro, e espedir a escra-
vido das ciliados e leva-la- para os esta-
do africanos? Quena tomou s:>br si a Delecimeutos agrcolas.
grasde responsabilidad de arres'-ar os pre-
concsiiio desse peder, i com que tanto nos
assustooS. ExJ-,,.0 poder que d os diplo-
mas de deputado?' Qoen fez a eleipo por
circu-o ?... O-partido conservador: a ini-
ciativa Ihe pertence.
.'vgora mesmo-eslaraos inicianjD reformas
Medidas, eeroentos materiaes. para a
eaecocJo, meios, diz o nobre depotado de
monter a ordem publica, a'seguranza iu-
iividna!, disso que precisamos* E' este
o pensament* de S. Exc.
de. O Ilustra-ex.-ministro do imperio nao-
se-mestrou ixn.coaservador do progresso,
iniciaodo tantas reformas ? Como pois,
que o nobre depulado, empenhado em de-
l-r-oos os passos aesia queso, em impe-
dir que se faca algoma co6a a bem da
emancipaco dos escravos, ckega ao ponto
hde negar iniciativa aosea partido, comiera.
nando-o a um. papel to triste, e impondo
ao mesmo. tempo ao par.ido contrario, a
pena de Tntalo, pois queaoapproximar-se
do poder ter q renunciado para que se-
jam as saas ido Usadas pelo partido conservador ?
IHo,, Sr. presidente, nao esta a nassao
do partido liberal, nem o parlido conserva-
dor est reduzido ao nico papel de por
calces as rodas do carro do prograsso di-
rigido pelos liberaes, qpando veja que elle
vai eahir no precipicio. (Apoiados ; muilo
ben).
E qaem d5o v, Sr. presidente, que o
oobre deputado, deprimindo assim a mis-
sao do sea prop io partido, est em terre-
no falso, advoga uma causa que nao pode
mas evitir o mal maior, nio o de orna cas- ter os votos naciooaes: quem nao v qu o
se somente, porm o de todas asclasses da-nobre deputado quer interessar o seu part-
Estes meios. senhoresv me parecen) suf-
ik'ieni s, e o sea ap^rfeicoaaiento nao es-
de-accordo com o.ioe diz o oebre depota-1' lI%, .' / '* .
eapou a previsao do gabinete actual. A
reforma judiciana e a o suarda nacional
sociedade ?
Venba a soiugao que
os nobres deputa-
dos esto elaboran lo, e varemos se ella re- (Maito bem !)
do em favor de ama idea que contraria
opimo universal no Biasil e fra delle ?
Sr. presidente, se esta alluso fosse ver-
dadeira, nao importara orna censura, po-
rm o mais esplendido elogio ao poder ir-
responsavel (.apoiados). e ao mesmo tem-
po a mais grave acensarlo aos estadistas dj
Brazil; ( Apoiados).
br presidente,
esl a prudencia
bam se v de qae lado
e o espirito conciliador,
que deve trazer a um so gremio esta fami-
lia conservadora V. Exc. n te qoe nos ou-
irnos immoveis e silenciosos os nobres de-
putados quando discorrem e censaran) des-
de a cupola social at s ultimas carnadas;
as'cmaras, qa impreca, em discursos, ninsuem os interrompe. (Apoiados) Os no
como aqoelle qae o "nobre deputado pela
provincia de Minas o Sr. Dr. Perdigo Ma-
lheiro recitou pjrante o instituto da ordem
dos advogados, foi este assumpto moito
bem tratado; recordo-me qae o nobre de
potado tomara ento por titulo de um de
seas discursos.
O Sr. Pkmoig30 Malheiro da um aparte
bes deputados (rindo-se)^ exemplos de
prudencia, os apostlos da unio do parlido
conservador, nao nos poiem onvir sem in-
t?rromper, quando queremos mostrar pa-
rante todo o Brasil que n3o tem motivo
plausivel para a apresentaoo desta emenda
e que preciso dar-lhe algum outro I
move todos os inconvenientes que olTerece
a soluco desta grave qoesto 1
O Sr. Presidente :Eu nio ouvi que o
nobre depulado pelo- Rio de Janeiro tivesse
proferido palavra alloma qae fosse offensiva
ao carcter de V. Exc.; se ouvisse mms-
diatamenle pedira que a retirasse.
O Sn. Andrade Figueira : Nao profe
ri .nenboma. Isso recurso de rhetorica.
O Sr. Visco.nde do Rio-Branco (presi-
dente do cooselbo):Ora, Sr. presidente,
O nobre deputado, que coodemnou o parti-
do conservador a ser escravocrata, ji quer
lambem agora condemnar at a rhetorica,
entretanto que elle hontem usou da rheto-
rica com a maior liberdade. (Hilaridade)
Os qaadros sombros que S. Exc. aqu nos
descreveu, essas regios a qne remonloo-
se, regioas inaccessiveis, todo isto o que foi
seno rhetorica, a bem de sua causa ?
Portante, tenba o nobre deputado toleran-
cia ; o publico nos observa, o paiz ha de
ler-nos e ha de dizer de que lado est a pru
Sr. presdante esta materia nao pode ser[deocia, ba de ver se os nobres diputados
/
Sr. presidente, nao desprezemos essa
opioiao publica estrangeira, em que ba pou-
co com tanta razo fallava o meu nobre
amigo Sr. ministro da justica. Ella tem,
quer o queiramos quer nao, uma grande
influencia sobre nossos sentimenlos, nossos
costumes e nossas ideas. Hoje os povos
esto em comraunhaco mais [requeme en-
tres!, do que baannos esta vara as difleren-
tas fraccos de uma mesma naciooalidade.
Nao podemos encerrar-nos dentro dos mu-
ros da China, e dizer : Nao nos importa a
opimo estrangeira; prevalecam por toda a
parte a mor?l, a rehgiao, as verdades das
scieucias poltica e econmica: os exemplos
do mondo ci- usado nao podem influir so-
bre nos, nao nos devenios importar com
elles I I
Nao, meus senhores, esta idea, nao ees-
sarei de repeti-lo, penetrou no espirito na-
ciodal do Brasil, e nao pode deixar de Gcar
victoriosa t (Muitos apoiados; muito bem).
Eu nada poderei accrescentar, Sr. presi-
dente, ao que disse o meu Ilustre amigo
sao os meios com que melhor pederemos
previuir os abusos da aulori lado, os vexa-
mes do cidadSo, e tornar mae eflicazes 03
esforcos de todos para defeaa da proprie-
dade e da seguranza individual.
E. porgante aos nobres deputados qne
nos fallan em riscos, qoe esta medida pode
trazer : no presente nao ba tambera peri-
gos ? IVo se lembram os nobres depota-
dos de lempos nao ainda muito remotos ?
E com qoe meios desflzeraos esses perigos?
N5o esobeceis a bietoria da lei de 10- de
junho de 1835 ? O projecto actual offe-
rece os mesmos perigos ? Nao ; ah est
o nobre deputado por Mnas-Geraes, o Sr.
Perdigo Malheiro, qae responde por miro
nesta parle, quando vio to poucos perigos
nesta reforma, que propunha a revogaco
da lei de iu de junho de183.
O Sn. Andrade Figueira : E' melhor
revogi-la do que sacntica-la na execucio.
O Sr Peodko Malheiro : V. Exc.
tenba a bondade de tero que eu propuz e
ver que o que propSe o Sr. ministro da
agricultura muilo mais adiaotado.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden
te do conseibo) : A vista tiestas dene-
gares nao ha remedio seno ler o que
propoz o Ilustre deputado (risadis) para
ser inserto em meu discurso :
Art. 1 Ficam revogados o art. 60 do
cdigo cnmipal, a le de 10 de junho de
1835, salvo o disposlo no art. 2o e o art.
80 da lei de 3 de dezembro de 1841. '
Repntar-se-ha comprehendida na dis-
posico do art. 16, 7o do cdigo criminal
a tircumstancia de ser o oflend'ido alguna
das pessoas referidas no art. Io da mencio-
nada le de 1835.
nico. A pena de acoites imposta
pelo art. 113 do cdigo criminal fica subs-
tituida pela de priso com trabalho por 10
a 20 annos.
< Por cabeca entende-se o principal tra-
tador.
Nao est aqui revogada a le de 10 de
junho de 1835? (Apoiados.) Ese fossem
reaes todos os perigos qae se auguraran)
na imaginaco do Ilustre depotado pelo 4"
districto do Rio de Janeiro, o Ilustre depu-
tado pela provincia de Minas proporia ao
mesmo tempo a revogaco daqaelia lei ex
a. poltica do.gabinete de *6 de judio, e ae-
oresceotou que esse gaoineie oas fallas- do
'.hrottode 1869e 1870 oio inserto a idea
-.ia emancipacc<
Seobores, acaso isto prova que o Ilus-
trado Sr. visconde de Haborahy, chafe
asee gabinete,, qoe havia tratado de to
niehttdroso assonpto no cooselbo de esta*
i,, qoe abi havia dado sobre elle um voiov
se Uvesae ioteiraaente olvidado desta ma>
tera e ao recoeawcesse qaoe alia devia ter
orna opportonidade ? Elle nao qoiz iiniUr
o pibiiKste de 1867 annunciaodo uma pro-
poeta, quando na* traba ainda uma soluco
formuiaoa. nem era opportooo suscitar este
debate, porque a guerra doaava, ou apenas
acabava de cessar; mas o il'.aatrado Sr vis-
ceede de Ilaboraby de ceno cogitou e
OMMic> oeste aasoapto, e a .prova est nos-
factes ulteriores qee o illuetre depulado.
passou. en ilenci.
NSo- eoohecemaa- lodo a- procedimento
que leve o gabinete de 16- d julbo nesta.
camana a proposita da qoestao do elemento
servil > Hecordei-to ante-bootem : ser
preciso- qoe o repila, boje ?' Nao se sabe
quo esta materia- foi estodndia por orna.
cocMoisso especia*, que na representava
somente a opimo- de um lado, mas a
opioio de toda a cmara ?' Nj se sabe-
que o-miaisterio de 16 dejjalho, pelo or-
go-de seos membros- no senado, declaroo
que este anuo apresentaria a soluco do-
problema de que ora trtanos ? (Muilos-
apoados.) Como, pois, oiliustre uepoti-
do-nos diz qae aqpelle gabioete nao qoen:
tratar da reforma do estado servil ?!
Se alia eslava aenunciad desde o auno-
passado, e considerando o goveoo como-
eoudade moral, direi mesmo que desde
I67 ^ se na falla do Ihroao deste anno-
Oia ella lambem annunciada ; onde a causa
dasorpreza, onde o fundamento dos rep.v
ros do (Ilustre diputado ?!
Eu oo estranbaria as dtssid -ncias ne.-le
assumpto. Sei bem quaolo elle grave,
conbeco que do maior aleaoce. porquanto
tria-se de um problema complexo. S*i
qpe,.se era quesves raaU simples e uarre-
importantes as dissideocias sao natnaes.
menos ba que estranban, e mpossivel
evita-la, sobre materia desta uaiurezv Mas
eu perganto aos Ilustres deputados :- S.-
vos entendis que esta queslo nao deve ser
entregue ao amor proprio, aocapri ho, -
ambcoes e anda- menos s animosidades
de parlido ; se vs enteoJeis que deve ser
considerada, nao como uma lide de pani-
dos. mas sim como uma queslo social ; e
aindamis, se. entendis qoe para a sol a-
cao desle problema, o mais importante da
sociedade brazileira neste momelo, ne-
cassario o concurso de todos :'para queas-
seslam os Mostees deputados suas bateras
contra nos e nos repeliera do seu seio ?
Para que oos dizem desde j, antes de
toda discusso, que nao ba accordo possi
vel, qoe os votos eslo contados e o minis-
terio fique sabenda qee nao ten oatra sabi-
da seno a de entregar-Ibes o poder ?!
Qual era a poltica do ministerio nesti
questo, oos perguotou mais de orna vez o
alastre deputado pelo 4o districto do Rio
de Janeiro. Temos sido maato francos o
muito explcitos.
Sr. presidente, pergoniar a um ministe-
rio que ollereceu considerado da cmara
uma proposla, sefaz dessa proposta ques-
lo governamenta^ por em duvda o que
est manifest, suscitar quesloes iaop-
portunas. (ApoiadosJ
Qaando o go verno aprsenla orna propos-
ta, est convencido de sua otilidade. Em
quanto nao-ror convencido do contrario nao
pode dizer que abandona as seas ideas.
(Apoiados.) Como querem,- poij, es i.lus-
tres deputados, que nao corraram aiada a
sua cortina, que ainda nao disseram a sua
opioiao, que o goveroo declaro j se sus-
tenta o projecto tal qual esta", oo se o aban
dona ? Nao se v nestas inlerpellacoes
intempestivas que os illastres deputados
sentem alguma anciedade, mas qoe nao a
querem manifestar ? Nao se v que vem
(orear-nos a dizer aquillo que faremos,
quando nao se trata do debate sobre a pro-
posta, sendo preciso para nos reconciliar-
raoscom o i Ilustres depotadou, ou para
que SS. EExc. nos coicedam o seu ipoio.
que abandonemos a proposta, oo qne ento
desde j nos retiremos ?
(Continuar-se-hm.
\

*
P
^m.


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