Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12426


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Full Text


"'
r/
)
-
I
.
ANNO XLVII. NUMERO 150
UBA A CAPITAL LUGARES ODE VAO SK' fAfi PORTE.
Por trea mezes adiantado*
Por seis ditos dem .
f'rtr nm armo idum.. .
Cada momero avulso. .'
6J01?
12^000
24*000
220

Si
OMRTJl F1RA 5 DE JULHO DE 1871.
*
PARA DIITHO E JOBA DA ffi'JVICIA.
Por trag mciee adiantadoi ........... ,
Por mi ditos idem.................
Por nove ditos idem................
Por nm auno idem..............
y *

W7I0
131500
20448o
274000
Propriedade de Manoel Figueiroa de Faria & Filhos.
*
AO AtiMXTUm:
O Si*. Gerardo Antonio Alve 4 Filhos, no Para ; Gonpdve 4 Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Joa de Oliveira F5U, no Cear ; Antonfe de Lemos Braga, no Ario* ; Joio Mara Jnlio Chavas, no Am ; Antonio Afargue da Sita, no tala]; Jote Joatt
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;Felippe Estrella & C, oa Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vfei da Peona; Belarmino dos Santoi Bttlcio, em Santo AntJo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; ir. Jos Martins Aires, na Babia ; e Leite, Serqninho dY C. no Rio de Janeiro.
PARTE OITICIAL
da proviacia.
do oa 27 i>r junho DE l87t-
overno
nnumi
Act' :
O vice-presideole da provincia, attendendo
a que Ihe repesentou a directora do Imperial Ios-
'taio Peruambucaao de Agricultura, resolve de
aguar, na forma do arl. 8o do- respectivos estatu-
ios, os cidatos: commendador Jos Pires Ferrei-
ra, Luiz lonc. ilv.'i, da Silva, e lulo Luiz Goncal-
ves Ferreira para membros interinos da mesma
directora, servindo o primeiro o cargo de iheson-
reiro.
0 vice-presidenie da provincia, aliendendo
ao que requereu Francisco Pacheco Soares, teen-
le da 7' eompanhia do 3a batalho da infamara da
guarda nacional deste municipio, e a vista do pare-
car da junta de sadejf d<- offlcio e nurmaoo do
coMmandante superior de 18 do c -rrente sob o. 98
retel ve, de conformidad" com o art. 69 da lei n. 602
de 19 'te selembro de 1830, tran vico da reserva, tieaodo aggregil) ao i' batalho
$U>. .
0 vice-presidente da provincia, atteniendo
ao que requereu o alferes da 6* companhia do ba-
ulba i n. 31 da guarda nacional do muaicpio de
{Jaique, Loiz Cavalcante de Albuquerque Mello, e
a vista do que infonwu n commaniante superior
respeclivo em offlcio n. 28 13 do mez prximo
nado, resolve de conformidede com o di-posto no
art. 5* da lei n. 602, de 19 de setembro de 1830,
transfer-lo para a 2" compartira do batalbao n. 30
do uiesmo municipio.
O vice-presideble da .provincia, resolve de
canforiuidade com o disposto no art. 65 s 1 da lei
d. 602 de 19 de setembro de 18o0, privar Nuoo
Campello de Albuquerque do posto de alferes ia i'
coaipai !,a do batalho 30 da guarda nacional do
municipio de liuique, visto na ter tirado patente
u *ri'o da lei,
O vice-presidente da provincia, atteniendo
ao que requereu o alfares addido ao o* batalbao da
Krda nacional do muaicipio de Maranguape da
anyBa. Joo Francisco da Silva Mendonca, e a
vitlt do olBcio d>) commandante superior da do
Reeife de 23 do crrante, sob n. 107, resolve de
caniertnidade com o art. 45 do decreto n. 1130 de
11 de barco de 1853, mandar que seja aggregado
aof* batalho de infanlana d> ultimo dos referidos
municipios. Expedirn)-se as necessarias commu-
akaeoes.
Odiaos :
A) desembargad r chefe de polica interino
duendo ficar inteirado de quanto communeou,
oa relami ao incendio bavido na noute de 23 do
correte no estabeleciraonto de Carneiro Vianna a
ru* do laro da Victoria; louvando-o pela diligen-
cia enipregada de sua parte, e providencias acerta-
das que tomn, alim de ser dominado o incendio e
garantida a propriedade; recommendaodo que
tambern louve da parte da presidencia ao subdele-
gado do 1* districto e mais autoridades policiaes,
qa* se apreseolaram e presiaram seus servicos
atusa oiieasiao, e finalmente declarando quaoto as
de&agradaveis occurrencias, dadas da parte das
pracas de artbces, que guarneciara a bomba do
arsenal de guerra, que nesta dala se providencia
deaaod de erem ellas punidas.Olficiou-se neste
ientid) ao coronel commandante ias armas, e ao
mspecl'irdo arsenal demarinba louvou-se e agra-
imn-se os servidos prestadas naquelle incen-
dio.
Ad provedor interino da Santa Gasa de Mi-
sericordia para que providencie no sentido de ser
receido e tratado no bospital dos alienados em
Olinda o louco Domingos Camello da Cunha Aze-
vedo, que se acha gravemente doen'.e.Cottoiuni-
. u- -.- ao cfiefe de polica interino.
Ac coronel commandante das armas interino,
mandando pr em liberdade o recruta Antonio
i'rancisco Lourenco de Souza.
Ao mesrao, mandando igualmente por em li-
uerdadt- o guarda nacional do 'r batalho de nfan-
taria, Manoel Joaquim Xavier, que como recruta
!hefo apresentado.Communicou-se ao comman-
dante superior deste municipio.
Ao raesrao, accusando a resepeio do ofcio
em que participou haver contratado o Rvd. padre
Francisco Alves de branles para servir de capel-
lia ao i." batalbao de infaotaria de linha, e decla-
rando em resposta que remetta a presiden :ia copia
desse contrato.
Ao inspector da thesouraria de fazenda re-
(Mmmeadando que fa^a ajustar contas e passar
ituia de soccorrimentj ao tenente graduado Felippe
Bazern. Cavalcante, que vai seguir para a curte
do vapor Artnos, alim de reunir- s ao 8 batalho
ue infintaria, que pertence.Otliciou-se aos
agente- da companhia brasileira de Paquetes a Va-
por para darera tran^pjrte a ejse offic:al, e com-
inuoicou-se ao coronel commandante das ar-
mas.
Ao mesmo. remetiendo em sa:isiac,ao a sua
'equUi-,a'>. o or ;a:uent i na importancia de.......
1:1274650, orgaoisado pulo eog9uheiro encarrega-
dn das obras geraes, e relativo aos concertos ur-
gentes de que oecessita o telbado do editicio em
que funcciona a alfandega desta capital.
Ao mesmo, remetiendo, para ter a devida
execuac. na parte que Ine toe ir, copia do aviso
circular de l't do corrente, em que o Exra. Sr. mi-
nistro da guerra declara conveniente, que as com-
pras de fardamenio, ou de sua materia prima, nao
seiam autonsadas sem preceder o cerauetente or-
namento, que ser sujeito ao governo imperial,
'.aso nao haja as thesourarias crditos para as
rtespezas.
Ao inspector da thesouraria provincial, para
mandar pagar os venciraento-* das pravas da guar-
da nacional destacadas na villa de Sennhem, du-
rante os mezes de abril e maio deste anno.Com-
uiunicou-se ao respectivo commandante supe-
rior.
Ao Dr. director geral interino da intruegao
nublica designando aprofessora publica da fregu-
*.ia do Reeife, Claudina Nativa do O' Suatos, e na
ua falla a qualquer outra da mesaa ireguezia,
alim ae examinar em trabalhos de agulhi no exa-
me de veritlcagao de capacidaae para o magisterio
primario do sexo feminino, a que se esta proce-
deodo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de ltamb declarando que, visto
nao ter descriminado a forga qualittcada em cada
um dos dous batalbdes sob sea comraando supe-
rior, no rappa que remetteu em dezembro do anno
pasado. e exigir o Exm. Sr. ministro da justioa
<';sa lecriminai;ao, convm que com urgencia sa-
tisbeH Qae ^ W ordenado em ofllcio de i de
maio ultimo-
Ao capitao do porto, para mandar por em
iberdade o recruta de marinha, Vicente de Paula
Jnior, que provou ser casado.
o commandante do corpo de polica, duen-
do em resposta ao seu offlcio, que prosiga nos lar*
Mi do conselho de investigado, inMaurado ao
sflfMO Jos Francisco Correa.
Ao director do arsenal de guerra, recom-
raeadando, qne mande fornecer ao tenenie-q^uar-
tel-naestre do 8 batalho de infamara, a guarda
nacional deste municipio, os objeCS eonstanie da
rela^i-j junta por copwre pes precvis mencionados
uo orgamenio que remello, sendo a importancia
deiles paga pela ibesouraia de fazenda.^-Expedi-
ram-se'as necessarias communicaedes.
Ao promotor publico da comarca de Carua-
rii, para empregar as diligencias legres, alim de
aerem capturados Valdivino de Hollauda e Honorio
de Hollanda, que a \ do corrente feriram mortal-
mente no districto de Canhotinho a Agostioho Ber-
nardo, e dar o devido andamento ao respectivo
processo.
Ao da comarca de Flores, chamando a sua
altencao sobre o facto de lerem a 28 de abril ulti-
mo, niHugar Jerusalm, districto de Belmonie, Joo
Borboleta, e Joaquim Borboleta espancado cruel-
mente a Manoel Delgado, e recommendando em-
pregue as diligencias legaes. alim de ler andamen-
to o processo, e seren capturados aquelles inoivi-
duos.
Portaras :
Ao conseibo de compras do arsenal de mari-
nha. aporovando os contratos celebrados com di-
versas pessoas para o foroecimento, durante, o tri-
mestre de julho setembro desle anno, de vveres,
dietas e outros gneros de consumo, e bem assim
de pecas de fardamento aos navios da armada e
estabelecimenlos de raarinba : e por tempo de um
aono, a lindar era junbo de 1872, de servig s de
barbero a enfermara de marinha, lavagem de
roupa da mesma e de f irnecimento de ambulancia
os navios da armada.Communicou-se a ihesou-
rana de fatenda.
Despachos :
Dr. Caeano Xavier Pereira de Brito. Depois
de assgnado pelo supplicante o termo de medico
do terreno de que trata ser attendido.
Candido da Souza e Mello.Informe o Sr. coro-
nel commandante das armas.
Fehcissima de Az^vedo e MelloHelnforme o Sr.
inspector oa thesouraria provincial.
Francisco Pedro da Cruz N'eves.Informe o Sr.
conego regedor do gyranasio provincial.
Francisca de Salles Juliana. Informe o Exm.
Sr. desembargador chefe de polica.
Fraocisco Jos Vianna.Informe o Sr. coronel
commandante superior.
Fernandina Palatina da Silva. Informe o Sr.
Dr. director geral interino da instrucejio pu-
blica,
Henriqne de Castro Suiraaraes.Passe portara
concedendo a liceoca requerida.
Irmandade de Nossa Senhora da Soledade eree
la na igreja do Livramento.Indeferido vista da
informarlo.
Joo Fraocisco da Silva Mendooc*.Paise por-
tara aggregando o supplicante ao 3* batalho de
infamara da guarda nacional desle municipio.
Justino Rodrigues d Silveira. Passe portara
concedendo a liceuca requerida com vencimentos
ua forma da lei.
Jos Francco Lourenco de Souza.Seja posto
em iberdade.
Joaquina Benedicta Veira da Silva. Junte a
supplicante a planta do terreno de que trata, nos
termos do decreto b. 4105 de 22 de fevereiro de
1868, para ser attendida.
Severna Mara da Conceico.Informe o Sr. co-
nego regedor do gymnasio.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OQicios '
Ao desembargador chefe de polica interino, ac-
ensando de ordem da presidencia a recepeo do
officio, em que participou ter exonerado a seu pe-
dido Jos Mariano de Barros Cavalcante do lugar
de guarda da casa de deteoeao, e uoraeado para o
substituir a Sebastio Liiz de Brito VasconceU
los.Communicou-se a thesouraria provincial.
Ao juiz de direilo da comarca de Garaohuns
dizendo que a presidencia Gca inteirada do con-
tedlo do utlici '. em que deu coota dos trabalhos
da 1' sesso do jury daquelle termo.
Jos Joaquim da Costa Maia, solicitando privilegio
para construir casas de mercado publico e- mala-
donro para o gado de consumo desta ctdadB;
tendo em vista a informago deifavoravel da c-
mara municipal do Reeife; e atteniendo qne
convm qun os servidos que se propoz fazer o pe-
ticionario, sejam feilos pela referida municipalida-
de, para o que j tem ella autori9acao d'esta M-
sembla ; de parecer que seja indeferda dita
petico. Sala das commissoes, 12 de maio de 1*71.
Felippe de Figuetra.Antonio Paulino.
Projectos :
Sao julgados objecto de deliberacao os segnin-
tes:
A commisso de ordenados, quem foi presen-
te a petico do bacharel Aureliano Augusto Pereira
de Carvalho, secretario da iwtrocco publica, em
que pede augmento de seus veocimentos,por Ihe le-
rem sido tirados pelo art. 30 da le n. 963 de 25 de
junho de 1870, os emolumesloi que arrecadava
naquella reparticao por foret da lei n. 500 de 29
de maio de 1861, e aliendendo que tendo a lei ci-
tada de 25 de junho do anno passdo considerado
como renda da provincia os emolumentos das re-
parlicoe- provinciaes ; iodemnison osempregados
da secretaria do governo augraentando-lhes os
vencimentos, e como a favor do supplicante con-
corre a mesma razo, de parecer que se defira a
petico e que se adopte o segunie projecto de
lei:
A asamblea legislativa provincial de Per-
nambnco resolve :
< Art. aoico. A gratificaco que ora percebe o
secretario da reparlicao da instrueco publica
fica augmentada com a quanlia de 3004 annuaes,
como compensado dos emolumentos que deixou
de perceber em virtude do art. 30 da lei n. 963 de
25 de julho de 1870. ReVogadas as disposiedes
era contrario. Sala das commis.soes. 12 de maio
de 1871.Pinto Jnior.Toleniino de Carvalho.'
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSO DE 12 DE MAIO. ,
PRESIDENCIA DO SR. DR. ACUIAR.
Ao meio da, feta a chamada, acharam-se pre-
sentes os Sr-. Goes Cavalcanti, Araaral,- Antonio
Paulino, Bats e Silva, rl de Almeida, Pedro Affon-
so, J. de Mello llego, Rtliuo de Almeida, Tolentino
de Carvalho, Felippe de Figueira, Aguiar, Ernes-
to Veira, Pernambuco Fillio, Gusmo Lobo, Barros
Reg, Correa de Araujo, Pinlo Jnior, Firmioo de
Novaes, Teixeira de Sa, Oliveira Andrade, Oliveira
Fonseca, l'aes Brrelo, Cunha Cavalcanti, Ignacio
Joaqun, Hillanda Cavalcanti e G. de Drum-
mond
Abre-=e a sessj, iida e approvada a acta da
anterior.
O Sr. I* secretario d conta doseguinte
EXPEDIENTE.
Olcios :
o secretario do governo da provincia, trans-
mittindo os authographos das resoluQdas da a
sembla de ns. 973 a 982 sanecionadas no corrente
anno.A archivar.
Do mesmo, transmittindo os authographos das
resoluges de ns. 913 a 948, de 950'a 953 e de 955
a 966, deixauJo, porra, de acompanhar as de ns.
949 a 954, por s lerem sido remettidas urna de
cada urna.A archivar.
Do mesmo, remetiendo por copia o offlcio e mais
papis aunexos emque a cmara municipal da ci-
dade da Victoria insta pela creaco de um ter-
ceiro districto de paz.A' commisso de esta-
listica. t
Do mesmo, transmiuindo por copia as informa-
(das mo stralas pela cmara municipal desta el-
ude, acerca do requerlraento de Miguel Candido
de Medeiros Pinto.A' commisso de peticoes.
Petigoes :
De Francisco Antonio de Oliveira, pedindo para
ser seu nome eliminado do quadro dos devedores
thesouraria provincial.A' commisso de Justina
civil e criminal.
De diversos moradores dos districtos de S. Jos
e S. Pedro da villla de Iogazeira, pedindo a crea-
cao de urna nova freguezia.A' commisso de
estatistica.
Pareceres :
Sao lidos e approvados os segnintes :
c A commisso de legislacao, attentamente exa-
miuada a petico com que Jos Pedro das Neves,
scal da cobraui;* do imposto de 8 por cento sobre
o valor dos bilhetes de loteras de outras provin-
cias, importados nesta, reclama contra a inteUi-
gencia que se conveio dar disposigo do 9." do
arl. 19 da lei de orcamento vigente, e de que re-
sulla nao caber ao peticionario seoo 1/2 por cento
do valor da arrecadaco do mesrao imposto ;
t Considerando : *
t Qae nao podia ser a iotenejio do legislador
que ao peticionario fosse devida como remnn
cao a servicos prestados em um exercioio
i
vilegio oas Ibe fdra Concedido
em 29< de atril passado.
VewDi poftonto, os nobres deputadbs qne j nao
ba maie foatnenio para ser impugoadb o projec
em discussio, como contrario ao previlegio conce-
dido a Abre Porto.
(lia ara asarte).
O Sr. Roimo de ALMEiDftLi o prineirodes-
pacho do- presideute determinando que Abreu
Porto preatatse orna flanea : li a repliea do
mesmo, e despacho dispeusaado a flanea, mas
marcando prazo para conslrsccjio di ponte no
Caldeireir.
Este praao jfiniou, sem que o contraanle
di'sie principio nova obra, nen requeresse eou-
sa lguma : enlendo, pois, que o favor da lei ca-
ducou, e qoe n-t nao temps motivos para escru-
pulisar na coneesso do mesmo favor a o uro,
privando nos assim de um grande melhiraraeoto,
como este de qne ora nos oceupamoe, e que ae-
nhum onus trar aos- cofres pblicos.
Voto, poVlanto, peto projecto por coniidera-lo de
grande utilldade para os moradores- do Caldeire:ro
e Estrada Nova.
O SR. A. PERNAMBUCO responde ao prece-
dente orador.
O SR. OLIVEIRA FONCECV manifestase >
favor do projecto, e contra o adiamento.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requer-
ment :.
esteprazo expirooimes Pereira, lexandrno Das Guimaraes. Anto-
fnio Pereira de Castro, Antonio Anselmo Perreira
Gualberto.
IRMANDADE BE S. PEDRO DOS LLBB1GOS.
Deve boje proceder-se eieico do novo provedor
d irmandade de- 9. Pedro da ijreja di>* derigos,
por desigoacSo do- Rvro provedor acin. Para
esse rtmsao convidados l dos os raaos, que deve-
rao comparecer s 5' horas da lardi no eoneistorio
respectivo.
BNSTITUTO ARCHEOLOG1CO. Renoe-ea.roa-
nta ao meio dia, em' seasao ordinavla, no logar
do eostume
VAPORES PRANCE/d!S.Da Euro?a epera-s
de 9 a 18 do corrente o Ammzone, e d sul 5o- im-
perio de 11 a 12 o Girsnt. ____
COMPANHIA DO BEBEBIBE-No se lando
reunido no dea 26 do passad nnmero suffieente
de oceienistas, loi convocada- para sabeado (8" do
corrente) a assembla geral, afimdeapprovar a
coota do anno flndo e eleger a nova directora
AS-SOCIaCAO A0RIC3KA. Amanha, s SO1
oras do da, deve realizar se > assemblta geral
dos accionistas da Assoclacio Agrcola, alim de
se proceder a teitura do relatorio do anno listo
elei^o da nova directora.
RA DAS-CAKROCAS. Mbractoras desta-ru
se nos qaeix-am do montura que aJ ha, ccm'.ao'
Requeiro quesobre o projecto seja oavida a *rave detrimento publico- que, se nao losserr
que- existem em me*> da rui(
reparlicao das obras publicas.A. Pernambuco. I ura*s travs
Encerrada a discuesao, o requeriraento appro- |se nao P1
da
Chamamos
para sso
quantia
nferior aqulla que despenden para obter o ti-
tulo de sua nomearo ;
t Que a lei deve ser hbilmente entendida por
modo a evitar urna concluso absurda ;
Que a discusso prolongada, que mereceu o
assumpto na sesso legislativa do ultimo anno,
deixou claro que a porceniagem de 1/2 por cento,
attribuida ao scal da cobranga do imposto, deve
ser deduzida. nao sobre o. valor total da arreeaua-
cao mas sobre o valor da mercadona tributada ;
5 ff de parecer que, atlendida a reclamado,
seja encaminhada a petico commisso de fazen-
da e orcamento para propr a decretacao da ver-
ba correspondente ao que devido ao petieio-1
Sala das oommiss5es, 12 de maio d3 1871.
Gusmoo lobOf-Pernambuco Fillw.
A comtflsso de agricultura, cotnmercio
obra* publicas, a quera, foi pre9en A commisso de obras publicas em vista da pe-
tico informada de Joo Cantoso de Aranjo e Wil-
liara James l.indsey.que solicitaran desta assembla
um privilegio por 50 annos para eonetruirem urna
linba frrea qne partindo de um ponto intermedio
da va frrea do Reeife ao S. Francisco, entre as
e.-tacoes de Agua Preta e Una, vi terminar no no-
voado Bebedor; attendendo que osnham incon-
veniente e antes innmeras vanlagens traz a pro-
vincia esse meiboramento ; attendendo que elle
de nenhura modo prejudica, e pelo contrario ser
um forte auxiliar para a estrada do Reeife S.
Francisco; aliendendo finalmente que o futuro
da nossa agricultura est dependente em grande
parte da facilidade dos transportes, faclidade que
sempre obtida pelas vas frreas construidas per
mdicos pregos; de parecer que seja deferida
dita pelic) com o seguinte projecto de lei, que
otterece :
A assembla legislativa de Pernambuco re-
solve :
t Art. !. Fiea o presidente da prwrmcia auto-
risado a contratar com Joo Cardeso de Araujo e
William James Lindsey, ou com quem mais vaota-
gens oflerecer urna estrada de ferro que. partindo
de um dos pontos intermedios da estrada da ferro
do Reeife S. Francisco, entre as esc5es de
Agna-Preta e Una, va terminar no povoado Be-
bedor. '
t g !. Privilegio por 30 anno3 contados da data
da assigoatnra do contrato.
i 2* Comes das obras no praso improrogavel
de dous annos e completa lerminacio no de 4 an-
nos, contados da mesma assignatura.
< S 3.* Obrigaco de serem apresentados os pla-
nos detalbados de todas as obras no praso de 6
mezes da referida assignatura, podendo o presiden-
te altera-los conforme julgar necessario e flxaado
a hitla e peso dos trilhos, as dimensoes ias obras
d'arte e todas as mais condicoes para seguranca e
boa execuco da estrada.
4. Fiscalisaco da construecao da estrada
e bem assim de todo o seu servido depois de abor-
ta ao transito, por meio de um tiscat de nomeaco
da presidencia e pago pelo contratante.
t 5." Tarifas que nao excedam do duplo dos
preces actuaes da estrada do S. Francisco, deven-
do porm serem revistas de 5 em 5 annos, quan-
do os lucros excederem a 12 por cento ao anno,
para o que todos os livros da empresa em pocas
deierrainadas serio examinados pelo fiscal.
i Arl. 3.* O contraante ter o direito de des-
apropiar na forma da lei, os terrenos necessarios
para o leito da via frrea, armazeus, estacoes e
mais dependencias, gosando tarabem por espaco
de 10 annos de ismQo de quaesquer impostos
provinciaes ou municipaes para tudo o que per-
tencer referida estrada de ferro.
t Art. 4. O contrato fica dependente da appro-
vaco desta asserobli, e urna vez appiovado, nao
soffrera alieracao que tragam onos a provincia.
Kevogadas as disposigoes em contrario.
Sala das commissSes 12 de maio de 1871
F. de Figueira.A. Paulino.
ORDEM DO DA.
1" discusso do projecto n. 110 deste anno, de
terminando que metade da quantia votada para
manumisso de escravas seja applicada em auxilio
ao asyio de libertandos, que se pretende ios-
tituir.
O SR. PEDRO AFFONSO faz algumas conside-
races.
O SR. GUSMAO LOBO fazendo reparo em que o
projecto nao corresponde plenamente s vistas da
assoclaca emancipadora, largamente exprimidas
no memorial remettido commisso de fazenda,
aguarda a 2" discusso para o emendar no sentido
indicado por aquella generosa associago, que ,
credora de graiido publica pelos eminentes servi-
cos prestados a causa da emancipacio._
Emancipar, accrescenla o orador, nao tudo,
bem que seja um acto dns mais mentor,o.*. Eman-
cipar e educar : sao ideas que se associam e se
completara.
Fazer que a educaco ande de par com a eman-
cipado, um grande designio, um intuito dos
mais elevados ; emancipar duas veaes.
Depois de breves reflexoes, conclue o orador por
assegurar o seu voto ao projecto.
Encerrada a discusso, o projecto approvado e
dispensado o intersticio a requeriraento do Sr Ru-
lino de Almeida. ,
1* discusso do projecto n. 95 deste anno, auto-
risando o presidente da provincia a contratar com
Antonio Valentn da Silva Barroca, o eslabeleci-
raento de urna ou mais fabricas, de lecidos de al-
godo.E' approvado.
1* discusso do projecto n. 31 desle anno, au*
lorisando o presidente da provincia a contratar a
construecao de urna ponte sobre o Rio Capibaribe
no lugar denominado Caldereiro.
O SR. PEDRO AFFONSO faz algumas conside-
rares.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA.Em 1868, se
me nao falha a memoria, concedeu esta assembla,
a Andr de Abreu Porto, o favor de poder cons
truir duas pontes de madeira ou ferro, sobre o
Capibaribe, nos pontos denominado- Torre e Cal
deireiro, cobrando por um cerlo tempo ura pe-
dagio.
No contrato, que, para execuco5 desta lei, celo-
ii*. iu a presidencia da provincia com o dito Acoren
Porto, designou-se,um praso para a factura
vado.
1' discusso do projecto n. 99 do acoo passado,
regulando o excercicio dos offlcio i de justix* do
termo de Cimbres.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA pede informa-
les acerca d projecto.
O SR. JOiO VHS1RA d as inrormacoes pe-
didas. -
Fica a discusso adiada pela hora, para se pas-
sar ordem do dia.
Contnaa a discusso dos artlgos addilivos offe-
recidos as disposicoes geraes do ornamento pro-
vincial.
Sao lidos e apoiados os seguimos :
t Art^ifis additivos:
< Art Fica o presidente da provincia antonsada
a reformar a repartilo das obras publicas, re-
vendo o respectivo regulamento e tendo em visto
as seguiotos disposicoes :
l Crear um. Ingar de engenheiro para os
sendas. .
a { 2* Extinguir os lugares de pra'icantes, re-
ducir don* os locares de escrevante, erear um
lugar d amanuense e reduzir os lugares de agen-
te pagadnr a ara.
< 3 3 Dividir cada districto de obras publicas
em dous grandes termos de conservacao, cada
um dirigido por nm guarda, tendo s suae ordens
um grupo de trabajadores amoviveis.
i Crear nm Ingar de inspector da conser
vacao para cada districto, excepto do 1; onde
esse servico continuar como est, e do 6, onde
nao havera conservacao.
t { 5 Continuar o servido da conservacao por
admaiemco.
Att. 03 inspectores de que trata o artigo an-
tecedente, o que ser de nomeaco do diretior da
reparlicao, tero por misso inspeccionar o servico
da conservacao, de accordo com as instrncepes do
engenheiro do districto o as disposic5es do regola-
ment,
- Art. As tabellas aonexas ao actual regula-
mento serao substituidas pelas que vio cieno apn-
dice esta W.Felippe- de Figueiroa Faria.
Fica o presidente da provincia autorizado
reformar a seceo do contencioso, devendo esta
secgo compor-se de tres eseripturarios, um pra-
ficante e um carteiro.Pernambuco Fko.
Os lancadores do consulado provincial pode-
ro ser igualados era cathegoria e vencimentos
aos 1" esccriplurarios, sendo a poreentagem divi-
dida em 267 quotas e guardada a destribui^o ac-
tual, salvo quanto aos conferentes, cujas quotas
podero ficar reduzidas de 807, com o ordnalo
que percebesse de 560. -Paes Barreto.*^
Todos os impostos provinciaes sero arreca-
dadoj pelas respectivas colleciorias, excepto na
quelles municipios onde nao houver dita reparli-
cao. Ges Cavalcante Cunha Cavalcante.
O SR. F. DE FIGUEIRO V Taz observaQo em
justiricaco dos addinvos que offereceu.
0 SR. A. PERNAMBUCO justifica o seu addi-
,ivo- ,,-
Encerrada a discusso sao appprovados 03 audi-
tivos dos Srs. Paes Brreto, Almeida Pernambuco
e priraeira parte da d Sr, Figueiroa, regeitadas
as o til ras. partes.
(Contmuarseha).
a atiengo do Sr. fiscal respectivo.
MONTE". PI' PORTUGUS. lnforman>nos
qu" no brigue portuguez Umto segwio para Por*
lugal, ai:m-de tratar de sua saude bastante de-
lenorada, o subdito portuguez Josw-Goncalves-da
3ilva Vianna, correado a despeza da viagem por-]
conta do Monte Pi Portugoez
CHEFA1TJRA OK POLICA. TWo solicitide
exonerarlo do cargo de chefede policia interine,
para o qnal tinha sido noraeado o Sr.. desembar-
gador Joo- Antonio de Araujo Fr'eilae Benriques,
por penarle- de hoocem foi noraeado para o re%*
i ido cargo,, tamben interinamente, o Sr. Dr. Joo
Hircano Ahves Maciel.jniz dedireitc-daeomaraa
do-Buique, o q:ul hoolem mesmo presto jura-
mento e entrn em exercicio.
O-Sr. Dr. Jbo Hircano Alves Mactel, cumo de-
quelroei todo, e quanto fallaron dizer abromar
coasa ?ue posea preja'icar aiguero, neg-me re-
dondamente : dispon! de mira.
Levadb perante o general Flix Douai, err>
companhia de nm irmo e de fthorel, foi fnzila-
do inmediatamente. >
PHENOMBNONa embocadura do Porfhv na-
Keossla, observoo-se ufcimamenle urna miragem
A temperatura eaiava naturalmente qnenie, e pen-
co <;]> ii.s o> meio da tinr^. feto orna nevoa pesa-
da e densa.
C mar apresenfava quati a apparencia de nm
espeino, e os navios pareciam ter uaa reflexo du-
pla sobre o mar e oo fundo.
Naljtnmas occasise os raastros e o maseame-
pareoiam aluef ado qoairo o j cinco- vezes do seu
lmante natural, e dahi a algnm le apo erara 15
reduzidos que mal se viara.
N'oMras occaside, os navic* pareciom eMar na-
veganio- em duplicado, isio >'-. ara no mar e onlso
no ar. A ilha de Maio, igoattaente assniBio ap-
parencias extraordinarias, figerando levantar-se.
depeis cair, e apresencaoilo teda a s-rie dn for-
reas iiBayinavei:. Uina vezes pareca urna pare-
de perpendicular!evataoo-se '.altura-de tifam
p^s, e poueo depois apoarecia eompletararnie lisa
superEeie do mar. Hbdos os maia objaeto* den-
tro da refraeco aosiravant as oesmas appaieo-
oias.
Dnron esta illnsie por atenmas !wras.
FREDEKCK HAUIIA Austrn aeab>de-Ber-
'l-T ura do* seus poetas dramticos -ooais celere
be mais populares, ooaro Munc^-fieiliD.%bao9ea.
'mais conbecMlo pelo nome qoe serve de epigraph*
a esta noticia.
O celebre autor d ihdimdor di- Hacewm-mot-
jet na idae de 6% asnos.
En alguna apouuento biograpnicos deste no
tavei eseriplor :
Eligius Waneisco Jas, baro de Maaen-Bel
itogbausen, poeta e autor dramalicc aemao. mau
cenoeeido aeio pseudonvmo de Frederioo Helia,
oaeceu em Cracovn.nj ota 2 de a^rrt-de MM.
Era rilho de um magistrado, conselbstro de eetado
ao servigo da Aaslr.a. e Andestinad* carreira
poikica.
Estreou-se na jarreara literaria- ernn o dra-
ma (rtseldia, representado no Efeeatroreai d> Vicu-
a em 18.34, qne obieve un ealhusiasco aeot&i-
menlo. Escrsvmi dejis, tanto em prosa cora em
legado que foi longo lempo desta capital, deixoa verso, as segnintes prodncjoes drarnalieas, sem-
to-bellas tradiccoes da sua inteireza e hoorade;;,, pre fom aCo*idas : )>Gamo*t (188y-, ilmU
qoe licito esperar de S. S. urna admiotsiraco i jiamtertazzi (1839) ;. \kna boa maMff* (18*0*:
paulada pelas norma da Justina,- na dtfnisil ransso 5 O'/Wao do diserto (1042), que receben o metnor
de dirigir oa negocios da policio. misso q.ne S. S.
alias- tem largos meioe de deserapenhar, j pela-
tonga pratica adquirida, j por sua lustraoo re-
eoonecida.
(UILQAMENTO DA CIDADE.O da n Direi-
ta acha-s? abatido em muitos pomos, _e carece de
prompto concert. Compre qoe se ao deixe ag-
gravar o mal, para eoto prove-lo de remedio.
VIAGEM TIL.Com o ntoito de examinar as
ierras comprehendidas entre a estacio te-rainal da
estrada de ferro do S^ Francisco, em Bita, e a ex-
tracta colonia militar de Pimenteiras. o Exm. Sr.
Dr. Maooet Poriella, viee-presidoate da provincia,.
tencin* dingir-se amanha para aquellas ban-
das..
As trras de que fallamos, segundo"somne in-
formados, sao das mais feriis desta proiineia, e
aaqueHas segides bem se podoria fundar ama co-
lonia agrcola, que bem dirigida,e dispondu de f-
cil commnnicaco com a estarjo de Una, seria um
fortissimo auxiliar para a nossa agricultura.
Cremo? que S. Exc, o Sr. Dr. Portella, tem em
mente esse duplo tira ; a cosstruc^o de um ra-
mal de via-ferrea, do novo modelo (via estreita)
e a fuodaco de urna colonia agrcola,
creder de iodos
acolbimento e foi traduzido em qnasi todas e ta-
guas da Europa ; M'iia de Metina ttUfl). ioiU-
ro de ura drama lie-pannol, e o 3tita4* de
lln-eena (185t'vcujo brillante saccesso teroMOS
por trahir o aalor, que tinha procurad > at ah
guardar o aconymo. Alm destes escripte, fea
tambera diversas reproduccee das oferas prima*
dos iheatros sslrangeiioe, taeseorao c ^eofm-
tor de Lope de Vega ,- a Gymbeiina CV Soak^ea-
re (1841 KVJ;.
c Na tragedia classica festambem tn> teruva
como Sampwrt (1844^1 be veeebida. e s lie
de vidas tambera muitas comedias, ectr as inaes
figura Defeza* orden- (18*8), qe uaa das txias
produceda no meatro allemo.
a Ha tamben um kvro da tSesias Jalle, w
apreciado.
Nomeado conselbeiro do governo jib 1944^ (o
depois em 1845 graode eoneelbeir* de estado
primeiro conservador da bibliotheca imperial, hesi-
te cargo, oeoupou-se de estudos luteranos qce de-
ram em rebultado a pubbcaeao de ama obia Aj-
or as vena.* coltecries abi dramas hespente->
11852). Foi depois um dos membros mais latera-
les da academia imperial.
PELLES VERMELMASiUm cidaJ5o dt* E-ta-
I dos -Unidos deu ha tempe* orn baac,uet para
Bsse pensamento creder de iodos es enco-
mios ; e se S. Exc. conseguir leva lo a effeito pres-j ^S^SbTm cWe* da ti
tara a sua provincia n maior e melhor heneticio
que ella pode almejar, porque ser elle ai pode-
duas pontes. Cora effeito (orara ellas construidas:
a cheia de 1869, porm, levou ambas recopstrain-
do o concesionario apenas a ponte da Torra, de,s-
prezando a do Caldeireiro.
O Exm. vice-presidente que antis diriga a pro-
vincia, o Sr. Dr. Nascimento Portel^, marcou pra-
e I zo ao contratante para a reooar^rucQo daquella
REVISTA DIARIA.
GUARDA NACIONAL.Por portadas da, presi-
dencia da provincia, de 30 do passado e do r do
correle :
Foram nomeados :
Para o 6* batalho de infamara do municipio do
Reeife.Alferes secretario Manoel Pereira da Cu-
nha, alferes porta-estandarte o sargento Manoel
Rodrigues Nogueira Lima 3* companhiao alfe-
res Joo Chrysostomo de Albuquerque; 4a com-
panhiaalferes os guardas Antonio Menelio Cor-
deiro de Gusmo e Archiades Lindalpho da Silva
Mafra.
Para o 8 batalho de infamara do municipio
do Reeife.2" companhia, alferes os guardas Ma-
noel Jos Dantas Jnior e Felippe Domingos de
Souza Lea; 8' companhia, tenente o alferes Auto*
nio Alves de Oliveira Braga
Foi mandado aggregar ao 25 batalho da raan-
laria do municipio da Escada, o tenente Manoel
Goncalves Pereira Lima Jnior, da. provincia do
Rio Grande do Sal.
Foram traasfaridos para o servio da reserva,
a se pedido : o capitao da 7* companhia do 8
batalho de infantaria do municipio do Reeife,
Tertuliano da Cunha Albuquerque ; o 2* t8nente
da 6' companhia do 1" batalho de artilharia, do
municipio do Recite, Manoel Ferreira Rabello; o
alferes do 1* batalbao de infamara, do municipio
do RecTTe, Joo Leopold > do Reg. Villar, fcando
aggregado ao 3'da reserva.
PROFESSORES PU3LICOS,- Por portera da
presidencia da provincia de 30 de junho e 1 do
corrente:
Foi designada a cadeira da Alago* do Carro, na
comarca do Liraoeira, para nella ter exercicio o
professor Virgilio Viera da Costa Pinto.
Foi concedida a gratificaco de que traa o art.
21 da lei n 598 de 13 de raaio de W54, ao proes-
fessor publico Liberato Tiburlino do Miranda
Maciol.
SOCIEDADE DOUS DE JULHOA directora
da sociedade, patritica bahiana Dous de Julho,
para o anuo 1871, eleita era urna das ultimas ses-
ses corapoe-se do* Srs.:
Presidente, desembargador Joao Amonio de
Araaio Frenas Henriques.
Secretarios, Luiz de Almeida Araujo Cavalcante,
das e Saverioo dos Santos Vieira.
roso inceativo ao desenvolviraento agrcola de Per-
nambuco, provindo do trabalho liv-re.
SETTE DE SETEMBRO. A* commisses no-
meadas pela sociedade patziolica 3ette de-Seembro^
para agenciaren) subscrip^es-paira o j/cea de A'-
tes e Officios, teta trabalhado activamente, e cons-
ta nos j,ue em multas localidades, entro outras
em Pao d'Alho, valiosos donativos tem sido fe nos
para o monumento das artes, qne, iniciativa do
Sr. conselhero Dogo Vslho, vai ser erguido na
face sut do Campo das Princezas, prximo ao cees
da ra do Sol.
E' de esperar que esse genenoso e patritico mo-
vimento, despertado pele sociedade Selte de Setem-
bro, cootinoe raanifestar-ae dando logar que
seja digno da provincia e especialmente digne das
anes, essas nobres Albas do eo, e palacio que ha
de embelleaar o Campo das Pnncezas, e qua ha
de attestar s geraces futuras o amor da actual
pelo ensino profissional, segura base do desenvol-
vimento industrial.
COMMUNA.A Pettie Presse d as segnintes
noticias acerca de alguas membros da coromuoa :
t O malvado incendiario que diriga o fogo na
praca Vendme, sem respeito as pes;6as iuoffens-
vas o desarmadas, era o cidado Bruoel, coronel
federado.
Na manha de quarta-feira Brunel, que vivia
na praja Vendme, e se installara sem a menor
dltculdade em casa do Sr. Gustavo Fould, livrou-
se de cinco ou seis buscas seguidas. As nove da
noute, o Sr. Reinbardt, que logo se poz s ordens
do governo de Versailles, e foi por algum tempo
ajudante do general Sainet, dirigio-se a praca e
anouncioa que tinha mebs para se apoderar do
malvato era.quesio.
c O estado maior rscebeu basiante malltei-
nhardt j mas, em vista das suas reiteradas afllr-
malivas. acabou por Ihe emprestar urna escolta.
O cidado Bruoel foi achado entre um mon-
to de roupa suja, e abi raesmo Ihe lirou a vida
o Sr. Reinbardt, disnarando-lha quatro tiros de
revolver.
O Sr. P.enhardt nao ficou bstame satisfeito
com este primeiro resultado que obtiveram as
suas diligencias at eoto praticadas. O capito,
Sr. Gluet teve noticia de que o commandante Pain-
chaur, dos exploradores da communa, se tinha re-
fugiado oa porta de Saint-Denis.
O Sr. Reinbardt pedio para se incorporar
elle ; dirigio-se para ura posto de infamara e gri
ton : Seis horneas do bda vontade para agarrar
um da communa. >
Todos os soldados se levantaran); escolheu os
seis homous que procurava, e a peqaena columna
pz-se em marcha.
Ao extremo dos mercados, ra do Conssou-
nerie, Reinhardt e os que o acompanhavara subi-
rn) ao terceiro andar de urna casa, onde se jul-
gava que eslava Painchaur ; mas apenas encon-
pelles vermtfkas fi'eram a devida honra a> iauur
e coasa alguma veio .i.mesa de qae el es aaoen-
messem. Eslava, porm, sobre a snesa rm Hn
de garga!n largo, que coatintia uoa MM m..-
rellada. (K nlhos d..-s do:-*/>;/<. vereulb* jm.,s*
despregavam do tal vidro, e raosiravam *ia*^ de
impaceuoia, por sibere o que aMJMe Ha,
qne o mais novo decide se a pear nc-viro *
com ua:a c-.ilber tira urna ba d-e da tal mas*;,
que ;p.un'.;iaiame:iiH ongole, sen qne nm aMCo
msculo do rosto s* Ihe con ira rus ; mas ioMe-
diaiamonte as lagrimas Ibe cometan) a correr pe-
lo rosto abaixo. O oatm ptlle trmeta, adaira-
do do o ver chorar, pergunla-lhe o qoe elle imfea.
Responde-lhe o novo : lumbre -me de me* p*<,
que .umeu ha aifum lempo. Passado. alguna Me-
lantes, r> velbo, nao podendo resistir > sua enrio-
sidade, iraitta o seu patricio, 8 come elle eople
urna bda colherada da mesma massa ; mas, aae-
na o uuha feto, sallara Ihe lamben a laf rieaas
peles olhos fra Vendo ilo o outro pelle rerme-
Ihti, a sea turno Ibe pergnnta o motivo porque cho-
ra', a ; ao que o velbo responde : Ltmbrei-iu i*e
foi' pena vocf nao ter norria qaa*do wmrrm *e*
yai.
HOSPITAL PEDRO II.O moviaento deswe es-
tabelecimento de 26 a 2 de julho de 1371 toa
de 210 existente*, entraran 37, sahiram 3i. falle-
ceram 7, existen 239. sendo IV" homeos e i4 mu-
Iberes.
Advenencia.
visitadas as enfermaras estes das a
1/2,6 1/!. 6 i 2. 6 1/2,6 1, i, pelo Dr.
as 10 1/2, 12,12 1/2, pelo Dr.
Foram
6 1/2,6
Ramos ;
ment.
Sar-,
Fallecidos.
Francisco Beltro de Mello ; bexifas.
Caetano Bispo ; bexigas.
Antoaia Mara da Silva ; eongesto cerebral.
Jos Ferreira dos Santos ; bexigas.
.loa mina Mari* do O'-; nterite chroaica.
Miguel Joo Goraes ; tubrculos pulmonares.
Maneel Francisco da Costa ; fehre maligna.
LOTERA. A qae se acha i venda l**'*
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nba, a qual corre no dia 13.
PASSaGEIROS.Sabidos para o sal no vopor
Mrquez de Caxias :
Jos Lopes de Oliveira, G. Veira Otc. Fran-
cisco Alves Vieira Netlo, Antonio Pedro d BMh>.
CEMJTERIO PUBLICO.-Obitnano do dia t d*
julho:
Quintilia, parda, Fernambuco, 3 mena, S. Joa.
espasmo.
Luiz La Prestes, branco, Snissa, 40 annos. SSt*
teiro. Boa-vista ; encephalite.
Joo (recem-nascido), Pernambuco, S. Jos ; en-
pasmo, _
Maria. branca, Pernambuco, 2 mezes, SaMo>
Antonio ; menegite. __
Francisco da Costa, eaboclo, Pernambuco. 31
anno, solleiro. Roa-vista ; febre maligna.
pet'nio de I ponte, oh pena de ficar d,s ivfanw effeit o pre-1 JoSo ios Res de bouza pamas
Thesoureiro, Joaquim Gilseno de Mosquita.
Directores, Pedro Ozono de Cerqueira, Joao
Paulino Marques, Joo Vctor Matbeus, Manoel
pfnto de souza Dantas F.lho, Jos de Oliveira Cam-
pos a Joaquim Jos dos MaPuto.
P procuradores, Felippe Naboa de Araujo, Joau
de Castl* Rebello, Luiz Accioli Pereira Franco,
Filho. Gabriel Go-
trarara urna raalher, que eniregou silenciosa e! io Pinheiro Salgado, branco, Pernambuco, 7
cautelosamente um papel Reinhardt, no qual se' annos, casado, S. Jos devotera,
liam estas patarras : Sao tres escondidos no sex-
to andar. Desconflaes de mim t >
c Os .toldados subiram cora Reinhardt. Este met-
teo a bayoneta de ora chassepot na techadora,
mas naquelle mesrao insuma abri Painchaur a
porta.
Ao encoatrar-sa com aquella visita inespera-
da, recuou sem fechar a porta, e perguntando :
Que me querem t
CBROMCA JllUIARIV.
Iltllll \ \l, DA RBLAVit.
SESSaO EM 4 DE JULH) DE 1871
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COKSIUnmO CABTA5W
SANTIAGO.
Screorio JJr. Virgilio Coelh*.
As 10 horas da manha, presentes os Sr. i
i Primeiro que se entregue, e depois que nos bargadores Gilirana, Loujmco Santiago,
dina onde eslo lodo3 os seus papis, Ihe respon- Albuquerque, Domingoda Silva, Refuelrai
d'fjm l e Souza Leo, faltando com cansa os Sr. *"
t Emiego-rae i, responden, mas noseripos- bargadores Guerra^ procorador da corta, W".
sivel'nu^'eu luo'dAum nico papel, porque os abrio-se a sessao.

* *
ILEGlm

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"l-."!'-"
|>ittri a I riimnb^cr.
unrla 'eir 5 de Julho ' /
L
'Paspados os feitos leram-se os julgameatos,
g ainies:
RECURSOS CRlMES.
Recurrente, o julio de lireilo da Mossor ; re-
corrido, JoSo* Ribeiro da Rocha Bastos.Juies os
Srs. desembargadoi es Gi'.iraoa, Liurenjo Santiago,
Souza itio e Almeida Albuquerque. Improce
Recurrente, o juizo de direito do Bonito ; recor-
rido, Thomaz los de Siqueira Perei'.a.Juizes os
Srs. desembargadores, Soaia Leao, Loarerrgo San-
tiago, Gitiraaa e Regueira Costa.Deraoi provl-
metilo.
API'ELLA Do jury do Recife.Appellanie, o joiio ; appel-
Iad, Flix Jos de Lima.Nao turnaran coobeci-
OMDtO. .
lio juizo de direito o Recite. AppeRanta. Jos
Fernandos da Silva-ira Daltro ; appellados, Vicente
fiamos IVrwra da S Do jury do Aaaraeu..Apnellaate, Joo Mende*
^a Silva ; appellada, a jasti^a. improcedente. I
lo jury de loj'aonraha. Appeilante. ojoizo;
apfiettado, ManoelAntonio Gome*.A* novo jury.
MLrGKNCIA OMME.
Ao Sr. desembargador promotor da jutiga :
Do jury de llamb Apnellaate, Joo Francisco
Alves ; appella Ja, a ju*liga.
D i jary da Impera trie.Appeilante, o promotor;
appaUado, Jos Carneiro do Souza.
Dejjury da Anadia. Appelaote, o juito; ap-
pellai i Manoel Joo di> Naseiraento.
De jury dh Agua-Prela.Appeilante, o juizo ;
appellado, Fclix Antonio Mereira. .
Aaip-llante, Laurenlino A,ve* da Sitva ; appella-
da, a i (i- ii.-t-.
Appeilaute, o juizo; apellado, Jos Antonio Bap-
Stl
AppellasKe, o jnto ; appellado, Manoel Joaquim
da silva,
Aupelhnte, Julin Ferreira de Stv.ua ; appella -
de, Francisco de Oliveira Frtitas.
0!:.-.. i;><.u CIVRL.
Ao Dr. curador geral: f
Do juico muiwcioal de Jos de Angico.Ap
fteilante, Mifuel francisco a\ Coala Machado; ap-
pellada, D. Anoa Joaquina Sfovief de Caslro.
Asugaou-se dia para julgameiiio dos segrales
feitjs :
AWRU.AQOES 01VEIS.
T'o juizo municipal da Fortaleza. Appellaoh.
Uan Anglica da Silva; appellado, Jacob Gouh.
p> juiz) municipal do liecife. Embargante,
JoaiLaiz Fenvira Ribeiro ; embargado, Justino
Pereira de Barias.
pa-ssagens.
DoSr. deseiabergador Gitiraaa ao Sr. desembar-
gad or Guerra :
iBj juio municipal de Serinhem.Appeilante,
Custodio Pereira da Costa ; appellado. los Teisei-
. ra Mina.
Ao Sr. desenvbargador Loureng Santiago:
Do jury da Faratiyba. Appellant'', o (alto ; ap-
pellado, oberio Ja Silva Pinto. D) juizo munici-
pal de :anipina Grande. Appellautes, Joo de
C ato Silva e outros ; appellados, Jeronymo Jdsi;
(Barbosa e outro*.
Do Sr. deseiiibargador Loufengo Santiago, ai
Sr. Jesembarajtdor Almeida Albuquerque :
Do juizo ile (linio de ViaAaogape.Appellan
te, Joaquim Ferrera Serrano Sobrinho ; appella-
da, a jusuca. Do jury da TViha.App'llaie, -Cus
rae Perreira di- Oliveira; app>-liados, B-rnardo 6o-
mes da Silva e outro*. De jury do Recite.Ap
pellan-, o juizo ; appelladn, Joaquim Jo* de San-
ta Anua. Di jury de S i"o dn Principe.Appa>-
Jante, o juizoj appelladi,Jo> Vieira Borge. Do
jpiZO de orpblos de Guyanna. Appeilante, Joo
Gomes Feneita; appellada,Lucinda Maria da Con
ceicao. Do jaito municipal do Reeih.Aopeilan-
le, Me Antocio de Brito Bastos ; appellada, o te-
nente-comne! Manoel Joaqciffl do llego Albcqoer-
que. Appeilante, Heoriquea Elisa Bank ; appi-1-
lado, Jos Luiz da Silva Perreira.
Do Sr. desftrnhargador Aimrida Albuquer^ue ac
Sr. desetnbaigador Duna :
Appellada i crune.Appeilante, Milhns Jos da
Siiv.i ; apllala, a Justina.
Di Sr. desembargador Bomingues da Sil-va ao
Sr. Jesembartador Regueira Costa :
Do jury de Sermhiflm.Appeilante, o jtnz<; ap
peliudo, j..;io Goinss da Silva. I juizo municipal
da Aritia.Appeilante, Alecandre Gnedes Alcofa-
rad .; appellaio, Franci-C'i Anii-nin de Ajbs. D'i
jnize municipal da Victoria.Appeilante, a preta
i'Vaocisca.; appeilado,. loio Martn* de Mello.
Do Sr. de*emhargador Rcgueira Costa ao Sr.
lese nbargador Souza Leao :
t> i juizo dos faltos Ja razenda.Appeilante, Clan-
dio Dubeux.; appellado, o jnizo. Do juizo muni-
cipal do Recife.Appellame, os herdeirns da Con
de de Roa-Vista ; appellado, Manoel Martina de
Araujo Castra Do juizo municipal de Agna-Pre-
li.Appeilante*. Jos AlT.n-.;n Ferreira e Ma mu-
Iber ; appelladus, Antonio Gomes de Macedo e sua
ntalber.
Do Sr. deseojliargador -go-jza Leao ao Sr. des-
mbargador Gitiraua :
Ampollaran crime.Appeilante, o juizo ; appel-
'ladn, Vicente Francisco Ferreira.
Au mcio dia encerrou-*e a ses.'o.
timo, dado no Tqttcrmento de Jorge Vctor Fer-
reira Lopes indis indo a lefia, qfe oonir.i o mes-
mo se promove. Ao procurador para pagar j
proceder aos embargos indicados pelo advpgado..
Um reqerimento da viuva Perpetua Maria ie
Jesns, queixando-je. de Taita de PxecuQai noeam-
primento das leis municipat, e pedilo providen
cias contra os possuidores de gado vaceum e ca-
brnm, cajo gado invade diariamente sua proptie-
dade na roa de S. Miguel da freguezia dos Altoga-
dos.Ao nscal para porera em exeeo^ao as Ms
inimicipaee.
Bous pareceres da commissao do matadoaro,
oerca Jas prepostas a presentadas ai Exm. vice-
presidente da provincia, atina de ser contratado o
previlegio per 10 annos de que trata a let n. 977
de S de abril do correte aano, is qnaes forana
remettidas esta cmara peto meiraa Exm. Sr.
para que sbre ellas informe.
i. A coinmissau do matadouro publico deita
cWade, a quem foram preseeles as sei proponas
remettidas pelo Exm. Sr. vico-presidente da pro-
vincia, sobre a preleacao do cootraio da coniufii
das carnes verdes, cujo previlegio (ot autorisai
pela l-i n. 977 de 25 de abril do correte anno,
teodo s examinado tna devida aUoui'i, paasa
a dar seu parecw senre as vaniagens que cada
urna deltas offerece:
1.* Proposta :
Flavio Ferreira Catao, ofrereee fater a ondn-
cao das carnes por prego de 600 r*. para os acou-
gues da fregueiia de S. Jos e ni para etma at
i00, para os lugares mais remlos.
< O termo medio purtanto de 1*050 per cada
boL
Nao offerece vantaRem aljama para a cmara,
era estabelece a condicaa de poder vender oa
tra*pa.*sar o previtegio. >
2.* Pro posta :
t Maunel Jos de Agniar, offerece fazer a condu-
elo por 90 rs. per 15 kiiogvarainos de. carne, seu
do o termo mo do peo d^s bois I3S tciloicram-
mos. sgue-se que se ly de pagar 1080 por
cada hoi.
N> offerece vantagem algumapara a cmara
e estabelece a coodicau de poder traspassaro pre-
vilegio.
3.' Proposta :
Domingos Correa de Araujo, que nao sabe
ler netn escrever, olfer^.'e far.era coitduecS a 100
rs. por 10 kiogrammos de caroe <>u IJ150, ter-
mo medio por cada boi.
0 sen prece sem crunparacan miior jue to-
dos os ouiios, e as vanlagens que olT-rt-ce a ama-
ra redzem-e ai abatiiueoto de 10 0|0 no valor
do material qu>- houver do eotregar no tim do
contracto, vaulageio e*sa que pie fictr redolida
a consa neahuma a vista da avallarn d >* objectos.
Tambem qusr a faculdade de traspassar o
previleg'o. -
4." Propo* la :
Adriano Uamrro de Albu.iuerqu, propo-i-se a
fazer a eoeduco das carnes, tormo miiu a 810
rs. por boi.
t Acceita o previlegio por 8 ann-is, fi id s os
qnaes eniri-ga o material a cannra sem mdemoi-
saco, caua cun-
ta eselusivaniente. No' caso contrario por tanto a
cmara nao lucra n'da.
Alm d*so, qur a coodicao de poder traspa-
sar o previlegio.
5." Proposia :
i Belarmino Alves de Archa, offerece faz conducao por 6t9 r*. por cada rez, e dar pro-
vincia a terca parte oo v.lnr do material, se ao
lempo em que a cmara houver de chamar a si o
previlegio ja se honver-m passado os 10 anuo
truecan do vehicolque deveser*iidebase ancou-1 De feito, a nomeacaj do virtuoso joa frei Vi-
irae, e qoe acha aas condlfijes de ser approtrado
o desenlio a presentado.
Paco da cmara municipal do Ueoife 14 de ja-
nhi de iWL
"Rtf Ldnrebflo Bizerra Ciroeifo da Cunna, secan-
tao o mbscrevi. w*
Ignacio Jtifuim de Sohzci Ltaoi pr*>preidente.
frl') Enrique* dn Siteo. Dr. fraxen Go-
mes 4e Sorna Ptanga.tiento Jot ia Obtla.
Caetafr Cyrtf da Cotffl UHltnM,los tem -
FretiJGiiurtf.Dr.
C09.
tai Mara de Pernarann para hispo flosta, dioonse
um desses (actos em que se J ostLcivamente a
voitjde de Deas.
O Omnipotente qae o escolheu para principe da
igreja pernambucana n iltuminpra aSm de (aier a
fdicidade do rebaoho qae aacioso espora a bengao
de sen pastor.
.Pedras de Fogo se ostenu garbosa, pela sabia
e*coiha imperial, que collocnu o virtposo sabio D
Vital no soleo episcopal, a*e lilb* prestiraoso qae
ft'" t Mh'imte Lobo Jfcs-ifplas suas virtudes vai flipuobar o bculo per-
nambucaeo.
a. ,
e nlo( foi para servir de veehame ao pa-
marcados pelahi b. 5)77.
CMARA MUNICIPAL.
KESSAO EXTRAORDINARIA AOS H BE JKHO
K 1871.
PRKSIPENCIA DO S. DI. BENTO COSTA.
Presentes os Srs. Gameiro, Casta Moreira, Ps-
oa da S.lva, Dr. Pitanga, e llennques da Silva ;
abrio-se a esso e foi lida e approvada a acli da
antecedente.
Leu-se o seguinto
expediente :
m rfflcio do Exm. vice-presilente da provin-
nia, ordenando quo esta cunara reuietta o orcames-
lo da consifuceao de um novo cemiterio, para
inhumaco de cadveres que nao codein ter sepul-
tura i-clesiastica, aura de que tenna os dados pre-
cisj para conceiter a approvaco que pedio a
mesma cmara, do contrato feito coin Norberto
Paulino Fraacisco dae Cbagas, para a consirocgo
do mencionado cemiterio.Que se officie, obser-
vando que em suas atiribuigoes nao esa a cmara
obrigada a fornecer esses dados.
Outro do inesmo, pedrado nos mesraos temos o
orcamento da constraceo de 41 pares de catacum-
bas no cemiterio publico desta cidade. Qae se
orlicie no mesmo sentido.
O Jiro do mesmo, communicando que S. M. o Im-
perador, asando do consentimento oathorgado pela
assembla geral, parti ao dia 25 de raaio uu.no
para a Europa com S. M. a Imperatrz ; a>surain
do a regeacia do imperio .Sua Alteza imperial z
Sra. D. babel.iIweirada.
Outro do mesmo, convidando esta cmara para
prestar sua valiosa coadjuvacaa, na acquisicao de
esmalas para os mfelizes argentinos feriaos da hor-
rorosa calamidade que hora os assola. Q.t se
offi-ie, dando as razes, porqje juiga a cmara im-
protieuo todo estorgo de sua parte.
Outro do delegada de polica do 2 dislricto,
commuoicando ter assuundo o exercicio do seu
cargo. -Inteirada.
Outro da commissao daFestt Popular ii Tra-
naloo,iostituida na capital do Maranho, com o
fim de desenvolver os ^roductes nacionaes da-
quella provincia e de outras q je para ella quize-
rem concorrer, remetiendo o programla de sua
instituigio, e pediodo a remessa de producto* kjui
fabricados por nacionaes ou estrangeiros. aflm de
seren expostos no dia da festa, a aual ter lugar
todos os anuos sete de setembro.-Que se offleie
todas as cmaras para se obler a remessa de
prodactos, e qae 'se aonuneie convidando a todos
os niaaicipes a concorrerem com sens productos
a ama instituieao de tao grande milidada.
Outro do subdelegado 1 supplerite da freguezia
de S. Frei Pedro Googalve-, ommunicando ter
otrado no exercicio de"seu cargo Inteirado.
Outro do engenbelro cordealor, informando fa-
roravelmente o reqnerimeoto de Jos Joaquim Pe
reir de Oliveira.Qae se offlsie i presidencia de
eonformidade com o parecer do eugenheiro.
O.Kro do mesmo, favoravel ao reqaeriaeoto de
Jos Barbosa de Mello.Concede-se.
Outro do mesmo, favoravel ao requerira^nlo de
Antonio de Paiva Ferreira.Concedea-se.
Outro do mesmo, favoravel ao requeriraento de
Panlo Guateer.Concedeu-se.
Outro do mesmo, favoravel ao re ineriraeoto de
Francisco Ignacio de Olivelra e Jos de Assump-
fio Oliveira.Concedeu se.
Oratro do fiscal da freguwia de S. Fre Pedro
Goocalves, remetiendo um termo de infraegio, la-
brado contra Jos Joaquim da Costa Maia. Ao
procurador.
Outro do me*mo, eommaaicando havsr multado
Belarmin do llego Barros e outros, e que ba-
eado-se elle conformado com a multa reeolhe-
rass saa importancia aos cofres muaicipaes.In-
terrada. '
Outro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, eom-
aoaieaodo baver multado como infractor dos arts.
2 e .1 combinado copa o art. 17 das postaras de 2
da sraio de 1868, e rm-tiendo o termo o procu-
rader para dar aadaownto a accao de demolico
m parecer do adrogado desta cmara, refenn
os:) ao parecer da eoatadora de 26 de malo al-
l claro que a cmara nada lucra cpm esse
contrato, e a provincia ter de receber-a lerga
parte do valor do material .xi-tenle ao liui de 10
annos : poie-se desde j prever o que poderu
valer laes objectos, depois do uso de dez auuos.
6' Propo.-ta :
Mitoniu da Cvta e S, prooue faier a con-
duegao *Uf carues, reot-beudo 80i) r*. p*r cada
rez, para osacauguoa da cidade e 1 000 para os
dos suburbios, sendo o termo medio 900 rs.; se
coosidoranaos que sement a quarta parte d*
rezes |ue vai para os suhurbuis, lerein^s un
orino medio dos8i3rs, oftVece alm dis-o...'..'
lOjii 1.1 i 1 anuo caiaj renda para a cmara ;
como o capital reude, segu-se quo ao fm dos 10
snnos a cmara ter lucrado inuilo mai* de cinco
canto* de rcis, o que nao tem-coioparagao cam o
jue offerecem o, outros proponente* ; e como
a renda da cmara municipal tola applicada era
benollcio do municipio, segue-se que em favor dos
seus municipes reverter esse lucra que a cmara
tirara, do contrato.
A vista do exposto, a commissao da parecer
que se informe ao Exm. vlea-presideote da pro
lacia, que acha mais vantsjosa a proposta de An-
tonio da Costa e Sa.
^ Quanio ao requeriraento de Flavio Ferreira
Cato a commissao entendeo nada ter rjue dizer a
sen respeiio, porque nao sendo da mastua data do
oficio do Exm. Sr. vice-presidente, indica que elle
fm posterior as propostas e s a presidencia com-
pete decidir sobre elle.
Pago da cmara municipal do Recife I i de jn-
nho de 1871.Dr. Lobo Moscoso. Approvado,
votandi cooira o Sr. Dr. Panga.
2* O aoaixo assignado, membro da commis-
sao do matadouro, descorda do parecer do outro
Ilustrado inembro o Dr. Moscoso, acerca das pro
postas para o utiiralo do privilegio de conduego
de carnes verdes, no segrale ponto.
< Se a proposta de Antonio da Costa e S, pri-
ma sobre todas em offerecer a renda de ()ii an-
imal para a cmara municipal, Oca inferior a ou-
tras quanto ao prego da conduegao, a que raais
barato faz a conduegao, a de Bellarraioo Alves
Aroeba, que conduz cada boi pelo prego de 600
ris.
Entende o abaixo assignado qae se deve ter
muito em consideragao o menor prego da conduc-
ca, que a raaior vantagem do contrato, e que
ramio deve pesar na cjncessao do privilegio.
Cooiparados os prrgos das conduegrjes de Al-
ves de Aroeba e Costa e S v-se, que calculando
o termo medio deste o prego da conduegao 825
rs., viudo a ter o accrescuoo sohre a do Alves de
Aroeba 225, accrescimo que d o mltiplo da
quantia offerecida por Costa e S para a cinara
municipal.
I-." poli o abaixo assignado de parecer que se
informe ao Exm. Sr. vicepresilente, qae das pro-
poslas apresentadas as mais vaniaj-.-a- sao as de
Bellarmino Alves de Amelia, por fazer a ceodu-
<; mais barata, e de Antonio da Costa e S por
offere:er para a cmara a annuidade de 5JO000.
rtecife (3 de jando de 1871. Angelo Henriques
da Silva. Prejudicado, reqnerendo o presidente
desta cmara que *ja nao obstante reme tido ao
Eira, vice-presidente, cujo requenmenlo foi ap-
provado, volando contra o Sr. vereador Gameiro e
Dr. Pitaoga, o mesmo Sr. Dr. PiUDga, motivan o
sea voto da msneira segrate :
Voto conira os pareceres por entender que
nao compete a cmara emittir juiz 1 acarea da con-
veniencia das condigoes do contrato que per lei
foi auiurisado que lo.' pelo presidente effectuado,
e que a elle s compele emittir seu juizj e por-
que tenho por lira inanter Ilesa a integra da pos
tura que motivou o privilegio
> J'..i- > da cmara muuicipal do Recife 14 de
junho de 1871.Dr. Ptianga, depois do que fez a
segrate proposta :
Propoobo que se responda a presidencia que
dos pareceres da commissao, que s) enviados por
copia, a cmara entende que s deve emittir sen
voto acerca da coosiruegao do vehculo que deve
servir de base ao contracto, e que acha as con-
di ;es de ser approvada o desenno spreseutado.
Pago da cmara municipal do Recife, 14 de
junbo de 1871.Dr. Pitanga.Prejudicado. votan-
jo a favor o Sr. Gameiro.
O Sr. Dr. Joaquim de Aqulno Foneeea, eommn-
nicou a cmara por intermedio do Sr. vereador
Caetaao Cyriaco da Costa Moreira, qae se retirara
para a Europa.
O Sr. Dr. Moscoso, chegando no m da sessio,
stomou parle qa diseussao em relagio aos pire-
ceres da commissao de matadoaro de que fez
parte.
Despacharan! se as petigoes de : Antonio do
'.armo Ferreira. Ant->oio Maria da Silva, Antonio
Moreira de Msndonga. Antonio de Paiva Ferreira,
Bel'annino do Il-go Barros, Beato Monteiro da Sil-
va. Claudio Dubeux, Eluardn Feotn, Francisco
de Paula Machado. Frederico de Castro Carvalbo,
Galdino Ferreira Tavare, D. [sabe! Egidia Pogge
de Figueiredo, Jos Martin* Alves, Jas Luiz Alves
Vilella, Jos Barbosa de Mello, Jo Joaquim de
Sanl'Anna, Justino Jos de Soaza Campos, Jos An
loaio Barbosa, Joaquim Jos Leitao, Jos Alves
Barbosa, Luz (Jaetano Borge*/ Luiz Jos Pe reir
Simdes. Manoel de Araujo Alves da Faacoca, Ma
noel Fraacisco Teixeira. Miguel Arctiaujo da Cruz
Maniz, Paulo Cartier. Paulino Hercalaao de Fi-
gueiredo (i) e Pedro Marryr Maary ; e levaotoa-
seasesso. 1
Iteclaro era lempo que a proposta do Sr. verea-
dor Pitarua (Concebida n-! ;s termos :
Proponho qas se responda a presidencia, qae al
commissio s dore emittir sea roto acerca da ean
ilii.%r APEiENTA)0 EM I K AfKl. DE 1871
uiiiEcroniv da ooMt'AMirx nos tkuhos
LI,...,.VOS DOJtEOmt' OURB.vt BF.BBMBE,
PEM SUPEIINtTEtrtfeNCI4, *ET1VAENTE
AOS TRABACHOS E DESPEZAS ABITAS POII
ESTA, NO'HEX m MAIt^O DE 1871.
Por e-te meu refalnrlo dti mez d8 margo pr-
ximo paseado, verao Vv. Ss. os actos de minha
admraistraco e as desperas feitas cari a hnha de
Beben be, constenegao das obras ponte e bamba,
estados grapbicos, estaquiamefttos, srvigos fra
d'Horas, rec*ose oaotas pagas das semana* se-
guinto* ai o dia 1" de abril; as*ira como, !Tl<-i
uss, fabrico do ra Harnelo pafa*-<|sagao de.
OiinJa, con*ervagao ora .1 tiesma linha d^Onnda,
coocerb) decarrus-e venecianas ensatas de ma-
deira forradas de panno e a (untura dos carro*
de z* classe para o invern, compra de tnaderra*,
cal, azeite de coco para as machina*, pre'eamd"
o invern, pe* ha falta este liquido nesia e*ia-
gio dlv aonn, e para istn estoa eoosie^vando oro
deposito, bera "que peqaeno por sai eaconirar
.nais so mercado para comprar.
Qaanto ponte de Agua fra e*t.^mraota, por
isso lie passar o pessoai J.- carpiiiaSMRtra a esta-
gao deOIrada, por ter autorisagio la' dlreeto/ia
para realizar aqaella obra, e julgande de argente
BeCessidade apioveitar o outotio para ha forga do
Invern nao soltrer o atterro feito Befa cumpa
ama. Outro sim, o pesml de pedreTro licou na
enernzllhada faeendo a homba que deve dar ex
goto as aguas da esirada iransversal para nao
arruinar o nosso atterto, e logo qae flode o
lempo que deve ter Ando os cirpioas o .estaqni-
mento, gradiamento da ponte do Varadouro, pa
ra o* pedreiros levantarem o alicoree deoiro do
mesmo gradiamento, e estaqaiaroenio d" pao
planche lindo os quaes senurei os portes e gra-
diamento de ferro da ealacSo que ja se a.iham
promptos, e sentar o ladrilho da mesma estagan
visio i|ue est comprado o* tijollo* e dentro da
estagio, tanto os de ladrilho como os de alveoi-
na crossa, e os se.oos de pedra para chumbar o
gradiamento de ferro da mesma estagao, e exis-
lindn (odo o material para-as obras que cima
menciono, jnlgo ser melhor acaba-las de urna ve
do que deixar de fzer; pois do contrare tea-
mos de soffrer grandes prejoobs nos atierros na
forga do invern do quo sena impossivel acba-
los : loda* estas obras, tiran a cargo do fiscal ia
linha ob-ervanJo a plan'.a o urgameoto.
Pii* alm da grande iioantidJe de barro qae
tenho botado no alasimnento da lmln, preciso
ana 1 muiw mais, mais fcil tira-lo com aj a
quina, doque ricar a maquina na estaco, os
carro* serreon tocados a brago, com isto umaper-
da para os capita^s da eompaobia de 13 a 20 por
cento no valor do mesmo la>tro 0u afierro, es-
lindo approvada pelo governo a planta da ponte
oara passageo* dos treus para o puteo do' Carmo,
com abura suffl diente para passageus d cauoa*
por naixu deIJa, e nao podemos permanecer de
maneira que estamos em visia do conir't->. <>a
tro sim, tomo a linerdade dV lembrar para qu- a
oobre directora tome em consideragao augim n-
tar a receta da eompanhia por mekv de ur-m 0-
'.-s de testase djv|>rti'nenloa nos arrabardes por
onde passa e fluda a linba'; se nao contiuoi a
promover as mesmas festas fai em virtude do pa
recer da nob're commissao ia exame de comas
aue me censurou uor ter feio ; assim como, jnl-
go de gran le ioterbsse para a emoreza a abertura
provis.ir ti* parle.da buba de teberibe j feita ;
pois, com a ua abertura neai s se cooervario
o* moradores acluaes, como mdttos outros ir*'
assisiir 110 lug r da povnago, visto o exgellenie
banno, e o ar puro do lugar
E teodo reclamado geralmeote ara grande nn-
nvro de moradores, e proprietarios di estrada
Bota, a mesma aberiura assim aguardo as ins
'.rucgoei da nobre directora, para melhor gover-
no desta superintendencia.
Dispezas da semana
Semana de 6 a (I de margo
Mera de 13 a 18 >
dem de 20'a 15 >
I -ni de 27 a 1 de abril
Oompanhia do trillas ur-
baiios.
H ntem a tarde, eu e alais tres cc>mna|beiroe,
todos conductores da corrtpisrhia dis trilho'Brba-
nos do Recife a Caxang, fomos sorprendidos por
uml caria dirigida pelo geraste daquoiU coftjpa-
ntia, na qualdispensava-n, uomo* setveAfc-
Pelo qne [oca a minha humilde pesada, tenho a
diser o *e*ninte
Sp a dispensa dos mea* servigos fosse apenas
fllha de nma medida econmica, nadaeoteriaa
dizer; mas como sobe que fui' immedialmente
substituido por ontr inlividuo. e qnHra alfasiar
desse juiz soberano,que se chamapuolicoqual
rn-r ioa desfavorsvel a meu respetto; venbo
un prensa para em pouca paiavras fazsr urna ma-
ifestafao dos meus actos durante ti lempo qae
uaquella c imiaiihia e.-nv^ empr^g^do.
tit* e um ios mais antigos empregados da-
quella eomiantria. Fui conductor de primeira
ciasen, antes de ser creada a segunda. Exarci in-
terinamente por espaco de seis a sete mezas o la
gar da chele da estagao do Reeil'j, onde reoebia o
importe dos mneles ventldos, dando empre res-
ir-ias motas, e fazeod a pajaaienio das folhas
ao trabalhadores, sem i|ue durante esse lempo
dsse motivo psra qae a eompanhia retirasse de
mita a confianza qae sempre dopositou.
Frsctare imi brago em serwc > da eompanhia,
sem que durante periodo dos meus padecimeo-
los recebesse da mesma eompanhia oasra coasa
senio o meu exiguo ordenado, e is empregado Manoel Bruno dos Sautos Gouva. Pa-
reee-me qne se nao fossera os b ms ofltcios desse
empregado, en finar ad-lr ieto aos soccorros qne
me foram prestado* peta W imx Po Popular Per-
nambacano do qual son socio.
Anda no eamorimeuti dos mea* deveres esca-
pei de-ser assa-sinado par am trabalhador da men-
ina eompanhia. porque receben lo eu ordein para
exigir pis*e"dos trahalhadores da eompanhia, nm
delies querendo resistir ao mea jasio pedido, de-
pois de maltratar-me verhalmenie, descarregou so-
bre mim o golpe mortifon, do qual por inilagra
eseapt- de ser vintima.
Sao estes os ttulos que adquir durante o lempo
em qne estive empregauo na eompanhia dos tri-
llij* urbanos do Recite a i^axang. A minha cons-
cienc a de nada me aceasa. '
Se a eompanhia qnisesee resumir o fea pessoal,
nada mais justo do que despidir-me ; mas subs-
tituir o empregado anwgn. e qne sempreu MMil
eo-*e no camprimetMo ds *s devores, por ou-
tro que anda tem de dar pruvas d-1 si, ou a mai-
requioiada iograiidao, ou repentina retirada le
iinfiaoga da pesnu da eoipregndo subs;ilido. Se
foi mgratidao, Den* qae toni.- Jk-o coobecimeMo,
se foi renntda de confianza, o publico qne roejnl-
gne em vista da ranina publicaeao.
Recite, 4d Julbo de 1871.
Jo* Bernardo JViuM de Figueiredo.
2:380|;0o0
2:3498770
8-.371JJI0
S:0r)7J|675
Empregadnsr do mez
Ia qninzeoa l:0o2670
t' dita 1:44.1*000
Trato do cavallo do su-
perintendenie 30*000
10:3'i6*705
2:o27670
12:874*373
Estudos graphicos
Cimpreheodem o eng.-nheiro riscal da linha,
traio do eavallo e gente como vero pelas filbas
rubricadas pelo engenbeiro.
Bilhetes que receb durante o
mez de margo 10:091*600
Trbulo de graeleeliaicaLtat. .
SoPfrendo ha mais de tres annos, Je eaiaracta* em
aitdios os olbos. o qae chegnn a determinar ama
dorwpleta cegnelr, Um a felieidade de ser radical-
mente curado dest grave enf-rmidade pelo muit"
lamelo medico M'iii-n. o Sr. Dr. Cosme de Sa
Preira, qne para tal Hni proeeden operaei- ne
cessaiia. no da i do rtnwnte, cora a maior mes-
ira, promntidao n ?ffoctno^a delicadez 1, na pre-
senca dos Sr. Drs Brita, Velloso, Villas-Boas, Joo
Honorio e Seve e mais algtTBS aarigos. Cor este
fado eston prefundamenl agradecido ao mesmo
Sr. Dr. S Pereira ; e a pira manibstir-lhe, por
to elevado molivn, os entunemos do met cora-
ea que veoho impfensa. onde mais expansiva-
mente dado a qualquer traduzir as suas intimas
impre-soos.
Hoje, restituido ao goso da vista no -eio de mi>
nha familia; c illustrado medico, a qn* me retiro, ti que tudo
fez em prl de minha sude, a raais solemne pri-
va do rfRanfo Ihe devo ; e e*ton certo de qne elle
com pre Hender o que dest* lugar Ihe signilico, em
toda a elfusSo do reeonhecimeoioi
Recile, 30 de juoho da llTt.
Jos Mana Seve.
boa f,
blico..
A bem pesar-mea, son lvalo estas corJside-
ragies, e o qne mais devo sentir que ellas se-
jara em opposigao ao que disse V. S., a quem nao
nao desejo molestar, sentindo ao meamo lempo
qaie a compaohia nao teoha um advogado que em
occasio dess prodozisse sua defeza, 011 daquel-
les que oeste paiz tatetn suas \zes, seja sempre
V. S. quem ppUos descuherlos procura defender
os erros de q*ern qoer, que, por sua eonti o ris
co faz e desfat na estrada de ferro, ora a titulo
de economa, ora a ttulo de conveniencia etc.,
etc.; o certo A jue, o-pabeo soffre e soffre mnito,
J iraposigdds pesada, prejaizos, e at exlor-
goes, e tudo se deve soffrer em obediencia a nm
inRlez que nos vendendo sen* servtgjs por duas
mil libras esterlinas, nunca procura satisfazer*ao
publico naquillo em que o eamprimenio de sens
fleveres o aevi obrigar : presumo que na> estou
fazendo iucrepacoes sera fdndamen'o. Haja vista
para o seguate:
DepacijjT a eompanhia mercadorias de 1* das
, coma fatendas, estas sao atiradas em carros
que rom as mesmas fazendas cooduz carne de
enarque, a qual pertence a 3* elasse ; resaltando
disto que as fazendas sao consideradas 1 elasse
para obter manir vantagem a eompanhia, e nao
sendo amesraa eompanhia obligada a dar melhor
eondugao nao obstante haver fecebido melhor
pasa ?
E como este facto sao ontms, os qaaes me es-
capaos memoria de presente. Como sempra
seja, V. S. o deffensor perpetuo desta eompanhia,
habilitado prtanlo produiir *ua defeza. mesmo
assim desta vez nao deslruio o meu principal pon-
to dn aecusago o qual ( a lesrawia estravagaote
qae de nm dia para a n.mie operou o brago co-
tdador do Comitti de 75 por cento, en nma verba
de receita da mesma etrada, e que sera duvida
de horai avante de-era desappareser pelas razes
cima expjstas; felizmente V. S. n'este ponto
Do se diirnon contestar, limitndose apenas em
dizer : que so infundados os clamores.
<*. S. ja sabedor que a eompanhia tem ura
guindaste, o qual serve para carregar e descarre-
gar os volumes d-i grande pezo, acontece que es-
te mesmo guindaste a 3 mezes est sem dar o
menor servigo tal o seu estado, reduzida esta
miseria que os exportadores de m ideiras se que
rem carrejar, por carro paga I0*q00, antes cus-
a va 4*fl<)0
Ja v V. S, que, manifest, por parte da
eompanhia, o e>ejo de servir mal ao publico, a
qnera a mesma inipe sempre que Ihe approve
ludo quanto sonha.
Qual a seguranga que off-recera alguna arma-
zeas da eompanhia f e entre elles apontare -o de
Una, sendo coran ^Uma estagao importante ? on-
de ha pnuco nm viga roubava o publico escan-
dalosamente, sement deviio a nao ter a segu-
ranga necessana dito armazn : nlretanto o pu-
blico soffrendo porque, quando ver (tea va sen
prejuizo jeratarJe para reclamar. E, como po-
da ler lugar tal KeiarRacao quanlo seus vidu-
nres eram mdbadoB por meii de escrupulosa
operagao I ? Em taes circumstancias do que val-
lera os taes eonQecimentos que o publico os guar-
da com lauto cuidado *
0 arrhazem de Una ni tem seguranga e por
tanto ha grande deleixo de pane de alguem em
consentir e*te Rilado de-cou'as.
Portanto Sr. Dr. B%arque, meu fim chegar
para com o Exm. Sr. presidente da provincia a
quera me dirigi. Ja evidencia de factos de ordem
tal, qae, j a S. Exc. compele dar providencias ;
este o meu principal de*ji e uda mai*.
Minies, lde julho de 1871.
O Justo.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Lon.ion A Glob
Insurance Compaoy.
Ajenies :
1 Saunders Brothers 6 C
HCorpu Saalo11.
Seguros conln-fogo
C0MPANH1A
NORTHERN.
Capital........SO.0OO:0OOj0O
Pando de reserva .... 8,000:000*000
Agentes.
hllsbitlian C.
BA DA CBUZ 21. 38
fKA^A DO HECIKK 4 DE JULHO
DE 1871.
AS 3 1/3 HORAS DA TABOR.
.Cotacoea ofiBciaea.
Algodo de Maraanguape sem inspecgo $17 ra.
por kilo (tontera).
Algodb borle502 r*. por kilo (boje).
Cambio sobre Lonlres 90 div *3 7i8
U000.
il. G. Stepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Seereiario.
'.i
d. por
j
ALFANDEGA
Renliraeoto do da 1 a 3 .
dem ao da 4.....

i4-139*4.>
l(io:9di<734
Hoviiiiento da atlfaadega.
Volumes entrados cora fazendis
coro geueros
Volumes sabidos
com
com
fazendas
gneros
153
104
365
D-carregram h'je 5 de julho.
Patacho ItalianoJtoffntevarios geueros.
Patacho inglpzFrrplvora.
3arca iuglezaHanrisotha cano* de ferro.
Barca inglezaSoUerbeck Garfio.
153
l*
Dioheiro entregue por bilhetes
Assignataras
Extraordinarios
Carga al 4 de abril
8:389 800
254o00
100*010
470*940
9:215*240
O superintendente,
A. de Abren Porto.
A commissao de exame de contas apresentou
em 13 de maio, o parecer notando varias difieren-
gas, das quaes resulta um saldo a favor da su-
perintendencia de : 950* pelo que de parecer
que se Ihe credite rs. 12:875*325 e approvadas
as sobreditas coalas. Quanto a receita monta a
rs. 10:372*170 e nao a rs. 9:215*240 como se
v do relatorio etc.; o que foi approvado, de-
pois de ser ouvida a superintendencia, em sesso
de 15 de julho da 1871.
Escriptnrio da jompanh'a dos Irllhos urbanos
do R;cife a Olinda e Beberibe, 3 de julho de 1871.
Joo Joaquim Alves,
1 secretario.
Senhores redactores.Toado silo hoje, pelaB 4
horas da tarde, quando para minh casa me enca-
rainhava em eompanhia do portei'ro dos audito
nos Francisco Manoel de Almenda, ameagado pelo
portnguez Diogo Augusto do* Ksis, que deppi* de
me haver lefio parar, disse-me que /mera- de obri
gar-me a it para a lina de Fernando, sem qae
posss aRennar a razo do proceder desse portu-
guez, e s julgaodo que esse motivo fosse o des
pejo nae contri o mesmo mov, conforme me esta-
va garantido pela lei, por ter nbtido deste a res-
posta de tqae a casa nio Ihe servia e que eu pro-
curasse os oieios que a le me facultava, vejo-me
hoje censtrangrdo a recorrer s columnas desle
Diario, para #edir ao respeilavet publico suspenda
o seu juizo sobre esses Cacto*, por poucos das,
al que en volte demonstrar tudo quanto ha
decorrido desde dezembro do anno prximo passa-
do al boje, que est legalraeote provaio que o
despejo foi feito conforme a le.
Kecife 4 de julho de 1871.
Maximino da Silva Gusino.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Itamb.
A familia para o estalo e para igreja (diz o
abbade Gaume), o que a raiz para a arvora. a
fonte para o rio, abase para o edliclo ; das raaos
da familia recebe o primero seus cidados, a se-
gunda seus lilho*.
Foi sob o regago de urna virtuosa estremecida
mi; entre os bragos de ara desvelado pai, que o
bispo eleito para esla proviucia D. Vital, recelreo
os primeiros bafejos da saa moral, a porporgao que
se iam desdobrando seas das infantis, seus virioo-,
sos pas irraliaVam era sea corago as d jguras, da
rel'gio do homem Deus.
Tocando a puberdade, nao pode abalar o divino
fogo em qas se abraxava seu corago, preparado
era humanidades e desejo so de cultivar sen espi-
rito, e s que seos pas o maadaram para a Europ
com o fim de ordenarem-o e l se dontorasse em
caones. ,
Quando toda a familia espe.ava abragar-o novo
Levita, es que recebe urna carta, em a qnal fazia
ver seos pas, qae ia tomar o habito capuenjobo,
noticia essa que fez correr as lagrimas aquellos
que Ihe trabara dado o ser, porque ss viam sepa
rados de um ilh j a qaem ama va estrechamente,
era o qual esperavam a coosolacao era sua veihica,
e jamis houveram coa*iJerago:s bu-naoas, qae o
fizBSsem arralar desse proposito ; o sea anglico
corago estm ebeio do amor de Deas, e es o jo-
veo brasileiro. trocando o nime de Antonio rece-
bido no bapiismo' pelo o de Vital ao alislar-e
como operario da vi o ha do Senhor e venido do
spero burel oapuchinbo, dessa ao-iora ordem re-
formada era 1525, por Mstheas Basci.
Assumiodo ao presbyterado foi mandado para
S. Paulo ; tocando a Pernambaco correa premu-
roso a Pedras de Fogo, sua ierra natal, abracar
seus pas, os poucos das qae aqu esteve foran
da* de alegria|iara es seas e para esla trra I
Quem peder explicar os effeilos maravilbosos
do amor de Deas, em o corago de ara servo fiel
as suas Ms.
Ei* aqu tradazido no precian vario os effeilos
dessa amor snWime e verkadas as nromessas d"
Jess Christo. Ominis qui reliquit dimum, iet
fralres, ot srores, an patrtm tnt mitren* ce-
a inplixn aiapiet et vum mlernam porn/Hei (S,
i Maibens C. 19).
BREVE RESPOSTA AO SR. DR. BUARQUS DE MACEDO
DIGNO BNGBNHEIRO FISCAL DA ESTRADA DE FERRO
DE S. FRANCISCO.
Permita o distincto pernambucaao, que sua
resposla seja merecedora de urna nutra da mioba
parte, alim de que a verdale dos factos cheguem
a devida altura da propna verdade.
Disse o Sr. Dr. Baarque, que, o prer.o do (rete
de cada tonelada o mesmo que sempre regulou
desde a adopedo das atuaes tare fas. E, coono pe-
de ser assi c f quaado urna, parelha de carro*
para a condaego de madeira* sem are cusiou
40*640 e hoje cusa 60* at 73*000 1 1
Disse ea no meu artigo ultimo, que custava es-
tos prego*, mas o carregamento nai era o mes-
mo em peso, o que disse repito e conugo exis-
ten! multas victimas, com as quaes bem posso
provar o que tenho dito ; mas para qae r quan-
do sabido que pregar ao deserto. Disse o
Sr. Dr. Buirq ia Esla forma de proceder mais
regular e conforme os interesses do tkesouro pu-
Midocom isto qaer dizer qae Ihe nao escapava
o modo de fazer subir a receita da estrada de
ro : bem o sei que seja este o sea principal
ejo ; mas desde j possivel que Ibe passa
aflrniar que ella tem de diminuir, com relago a
eslago de Uaa e outras que tiverem tramito por
agua, porque o publico nao est de elhos venda-
dos, qoa sempre e sempre esteja recebando un
P' signes da e-trada da ferro, sem ebusa algama
dizer; pois Oque sabeodo, qae desta vez ser ma-
logrado os seua desejos, visto a facilidade de qae
tem os exportadores de madeiras em fazerem des
cer pelo no Una, verileando urna economa de
15* por duzia de taboas.
Foi minha inteaoo chamar a attengo do go
verno para o proce-Jimento dos senbores que ze
Iam og iniercssas da eompanhia e do governo,
porque, vi n'isto am grande inconveniente, e a
effeuo de enorme differeaca qaer na quaaiia,
quer em peso ; e ver-se operar essas diffireogas
estando regulando a mesma tarifa? o que an-
da para mais admirago, (apesar de me persuadir
qua hanvsse de espera o governo approvado
aiguma outra tarifa), mas assim nao foi, segundo
me afirma a respasu do Sr. Dr. Baarque.
Diz mais -V. S. que, sao infundados os clamo
res a etevacao da tarifa das madeirae. 01 I
Nao. Nao, mil vezes nao nuuca peasei, (o
corrugo o bora soaso) que ama impoe^io de im
prvido surada ao publico cae 75 0 0 e cima de
sua anterior estabeldade nao fosse digo:, de ama
rtclamag respeitasa I; por cerlo sao sempre-
infuodadss (na optm d Sr. Dr. Butrqw) os
clamores dos habite o tes da zona da estrada de S.
Francisco ; poraae ? quando o fazeru dbpois de
sdno sotfnmenj; depois de graves >>xtoro9e*
ou prejuos, sarba disto o Sr. Dr. Baarque mais
asta vea.
O Sr. Dr. Boarqae, sabe que a estrada de (erre
urna ra de cammunicagao qae no* legoa o
a^ogresto' dos nossos lempos, afimde fadlUar as
communicagoes e'azer baratear es pro: untos do
9W- Urs, nao deve coaeedar a missio de de-
clarar-iHe, qup a pa qBamdo rettoeu em sea
seioesin jrielhoramanto, eRstaodeaosseus fcabi.
UDls 7 ayo de,icpi, foi na meJbor imeneao e
+'
fia fa-tog, qrje nao devem licar em olvido, prin
cipalmente quando elles lera por fim o bera es-
tar dos novo*.
Faaia j algnm tirapo, que nao iamos a villa
do <;at><, e qnando ultima-ieole l foraos, arha-
m i* aquelle lorro bem dilTerenle do que era ou-
Ir'ora.
As roas estao todas aterradas e ben conser-
vadas, nao *e vendo inais o lamagal immundn.
qae dilllcultava o transito publico; servigo este
devido ao telo da illastrissjma cmara munici-
pal, a coja frente se acha o *ou incansavel pre-
sidente-o film. "ir. major Umhelmo de Paula Sou-
za Leao. 0 cemiterio se nao est no ponto em
que era do desejar; tem toiavia si ffrrdo seus re-
piros bem spnsiveis at*im cjmo outras obras qae
se profeca faz r por parte da mesma cmara.
H mra pois aos digno* raerabros da actual c-
mara I I
J que falla'mos na rorpeitavel pessoa do Illm.
Sr. raaior Umbelino, nao polemos fuarnos a
dizer afguraa eoosa em sea ahooo, tilhi solien-
te da eodrtecio e verdade.
O major Umbeliao tem silo o mai* conspicuo
f-membrb do partido conservador nessa villa ; dis-
pnndo de algama fortuna tem gasto excesiva-
mente em prol da caa*a politiea, que adoptara e
que to brilhantemente defende. ao passo que ou-
tros apenas conenrrem simplesm- nie com seu vo
to : tem feito enormes sacrificios, lutando forte e
conslaatenMMMe por seus siuc ros e verdadeiros
amigos. Como particular o major Umbelino o
amparo do Bnfcre, ie orpho e da viuva ; o des-
velado caiholie*. o amigo since.o e inalmeote
um dos h"raen* mais populares de s-u termo.
Cm vista de lanos ululo-, que o recoiumendam
a eslima pobliea e de tantos servigos prestad is
ao paiz, o governo at ento anda nao se dignou
em dar urna prova de reconhecimeoio a seus ser-
vigos, quaodo oatros sem nenham ment real tem
sido recompensado.
Beclfe, 9 de julho de 1871.
0 amigo do mrito.
Despachos de ecportac'w no dia 3 d*
ju\ho.
No navio hespanhol Grielijen van Bothney.
nara o Ui(i da Prata, carregon : Joaquim Jos
Gragalves Beltra 50 pipas rom 24,000 iiiros 4%
cachaga.
Ni vapor ineloz Talismn, para LiverpooC
carregaram : Satn ler* Brothers A C. 502'scese
com 43.950 kilos de .Igod" ; los Pereira Mouti-
nbo 242 ditas com 20.853 diles de dito; James
llyd de dito,
No vapor inzlez Crijsolite. nara Liverpool,
carregaram : Samuel P. J. & C. 134 saccas cota
11,713 l|2 kilos de algodo.
No navio h.panh*l Catalua, para Barcel-
ona, eanvgou ; Jos Goncalves Beltro 412 saee
com 50,624 kilos de a goio.
No brigue p miguez Catete, para Lisboa,
carrpgaram : B. B. Ilabello t C.4,850 saceos co
138 750 kilos le assucar rMSearaa.
No brigue portngnei Adelina, para n porfc,
carregoi : Francisco Ju- da C. Araujo 50 coros
seceos cora 500 kilos.
RECEBEDOHIA
GERAES
Renlimenio do da
dem do da 4
LDE RENDAS INTERNAS
S DE PEH.NAMR'JCO.
I a 3
m
. 4:320*189.
CONSULADO PROVINCIAL;-'
Itendimento do da I a3 2l:t70<115
dem di da 4......' 10:43i*364
-.--------M-e>
:: l:7i 14*66*
Monte Tio Portuguez
Com destino cidade do Porto foi de passageiro
no brigue finido sahido em 2 do oerrente, o indi-
gente assocado Jo.- Gongalves Ferreira da Silva
Viauna, alim de ver se eoosegue obler a sale
que pelo lofortuuio a oerdeu.
Tran>p )rtado aos lares patrios custa dos co-
fres desta humanitaria associago, informara-nos
que a illuslre directora presidida pelo integro e
honesto carcter do illm. Sr. Gregorio Paes do
Araaral, nada se exhimio, com tanto que fosse
prodigasaJo aqaelld iraumenio que reauer o es-
tado da molestia.
Ninguem na, pensamos nos. que ignore o* rele-
vaotes servir;is qne tem prestado a sociedade
Monte Pi Portuguez santa causa da humaoidade
desvalida. Ningdem, pois, de Portugal, nssta lia.-
iiitaleaa e bella provincia, pensanos tambem, qa'
deveria recusar coniribuir para esta associago,
ali a de que ella continu a marchar toponete
como se tem mostrado em seus magnnimos Bns.
Um admirador das grandes ideas.
MOVIMENTO DO PORTO.
Si i
* Savias entrados no dia 4
L mdres36 das, patacho ingles fre, d 1*6 te>-
neladas, capio Ceorge Vardon. eqaipage 8>
carga 900 b.rris com plvora e outros gneros ;
a Sawnders Brolhers A C.
Ass10 das, rriate nacional Flor do Re Granito,
de 69 tonelada*, capio Miguel A. dos Aojos,
equipagem 5 carga sal, ao mesmo capio.
Savias sahidns no mesmo dia.
Baha -Vapor nacional .Mrquez de Caxias. com-
raandante Jos .Mara Ferreira. era lastro.
LiverpiolVapor raglez Talismn, oommafldaole
H. C. Paul, carga algodo.
Olmrvarao.
Susoendeu do laraaro para o canal o lugsr ia-
glez Union, capio Bruce, com a mesma carga
que trouxe de Macei.
Apparece a leste urna embaresgo.

EDITAES.
N. 392.-CJEM DIFFF.RENTES IM1TACOES DO
FIGADO DEBASALHO, se vende como hgiti-
raos. Milbares de doenles sao deste modo illudi-
dos, e o melhor remedio que al hjje se lem des-
coberto para as affecgoes pulmonares perJe a saa
reputagao.
O melhor meo de se evitar smlhantes imposi-
goes, nao comprar-se o artigo, uraa vez que nao
se ache elle garantido por ama casa re-uritavel,
e isenta de toda a tuspela, que pode engaar. O
oleo puro medicinal de fijado de baoalbao de Lan-
raan & Kemp, tanto branco como preti, gosa de
urna reputagao de superioridada em todo o herois-
pherio occidental, na Australia e na Europa. Na
sua omposigo s se faz uso dos ligados do peixu
fresco, e ooJe-se conservar por ura tempo in lefl-
nito em todos os climas do mundo. A perfeita
pureza da prepararn, a fiue o torna to admi-
ra vt-1, e noif irineineoie etli'.az nos casos mais gra-
ves de heraorrhagia dos pulmoas, bronchio;, pneu-
mona, lysica incipiente, congest*), e a consum
gao do bofe, magreza e decadencia corporal ;
e para todas as molestias dos orgos da respira-
gao e da garganta, complicadas com affecgose es-
crofulosas.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRIT1SH dr FOREIGN.
Life and Fire Assnrance Cotnpany estabelecida
era 1824. Capital 3,000,000
Os agentes desta eompanhia tomara, segaros
contra fogo sobre predios, generes e fazendas e
pagam aqu prejaizos devidamente provados.
> Rabe SchmetUa 4 C
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL .
Conspanhia de seguros contra
foao.
AGEVTR3
S. P. JOHNSTQH fi.
Ba da euzala-nova a. 4*.
0 Dr. Sebst5o Jo Reg) Barros da Lacer-
da, jeiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Rdcife de Per-
nambnco por S. M. a quera Deus guar-
de etc.
Fago saber aos que o presente edital virero qoa
por parte de Jos da Cooceigo Je Oliveira e Fi-
gueiredo, me foi dirigida a peligo do theor se-
guinte:
Illm. Sr. Dr juiz do commercio. Diz Jos da
Cooceigo Oliveira e Figueiredo, que seodo pjs-
suidor de dez leiras>quasi prestes a prescreverem-
se por lapso de tempo. a saber: 6 na quantia de
li.'iiiiuo cada uraa. serenante Rodolpho Gomes
d Silva, 1 de 1:876*780 rs acceila por Jos An-
tonio da Costa, outra de 246*420 rs. por Fran-
cisca Eugenio Maniz, ootra de 717*740 rs. por
Enfrazio da Foaceca Galvo, e finaimehe a de
.18*920 rs, por Jos Ferreira Barros ; vera pro-
testar pela seu direito para que este Ihe ligue sal-
vo, de haver os respectivos pagamentos, visto Ibe
pertencerem ditas letras, das quaes fra arcadora
a firma Azevedo A Flores, e reqner que lavrado
o lermo de protesto sejam mimados os ditos ae-
ceitantes por editos, visto ignorar o supplicaote a
moradia dos mesmos, sendo para tal effeiio dada
jjslificago da auzeuciaPede a V. S. defsrimen-
to.-E, R. M.
Eslava sellada com e sello de estampilha na iro-
portancia de duzenlps rs., legalraeote inutiMsada
da forma segainte :
Recife, 6 de janhode 1871Pereira de Mefro.
Na qual dei o despacho segainte : Desmbuida
juaianJo procurago tome se o protesto o justifi-
que, se a auzencta
Recife, 6 de junhj de 1871.Jarros de Lieenh.
Lm vii tu Je deste meu de.-pacho fra a mes-
ma peligo destribuida ao eicrivo deste juizo
Maooel Mara Rodrigues do Nascimento o qaa fcl
lavrar o termo de protesto do tbeor seguinte; ter-
mo de protesto.
Aos 14 de junbo de 1871, em mea cariorlosa-
pareceu o supplicante por seu bastante procesa-
dor o solicitador Joao Caoddo Gomes da Silva e
disse perante mim e as lestemuobas infra asslg-
nadas que reduzia a ir. testo o contilo de sua
peligo retro ; a qual oTerecia como pirte do pre-
sente que li a seodo, e de corno assim o disse e
protsico lavre este termo, no qual depois de lido
se flrmou com as ditas (estemunhas : en Secnodi-
oo Heleodoro da Cnnha escrevente juramentar o
eserev, eu lanoel Maria Rodrigues do asciBieB-
te esenvo o subscrevi, Joo Caoeio Gumes da
Silva, Antonio Augusto da Frota Maoezes e .rt
Carlas Brando.
E tendo o sapplieanie produi do snas testerao-
nhas sellados e preparados os autos subirn e
mira conclusos, e nelles dei a i anteaga segniate .
Procede a jusi.ikago, pelo que maade se a-
me o protesto de folhas 15 ao* supplicad aa-
zentes, por meo de editaes com 10 das de praao,
afflxados e publicados pelos joraaes. Casias-ji-
causa.
Recife, 21 deianbo de 1871.Sebartiio do-Re-
g Barros de Lacerda.
Por forga desu seoieoga o escrivio (ex paseaa>
presente, pelo qnal chamo, cito e hei por intfaaa
dos os supplicados, para que ompareoam aeate
jHro emto do dito praso afim de arlegsrera 'a
que f >r de fustiga.
B nara qae ebegue ao conbertmeam de ledne,


r*
i
i<
liiario de Pernambfco Qwta foin 5' *
raandei fazer o presen* dital, que ser afilad j' Roa de Mioa Jos.Mirtm
do costis e publicado pelaim
os lugares
prensa.
Recite, 22 de joebo de 1871.
Ea, Maooel alaria Rodrigues do N'ascimento,
tti-ivao, subrerevLSebastiao do Reg Birros de
Lacerda.
do sello 300reis.V. 8. S. excausa.-BarroH
!*hLaeerda._________________________________
V seccao. Secretaria da presideocia de Per-
ambuco Io de julh) de 1871. E iilal Por esta
secretaria so (at pubHco para o conhecimento do
JOera interesar 0oa,-o editat abaito transrtp-
todo juiz municipal do teruie ee Agua-preU,
pondo em concurso a serve$lia vitalicia dos af'
fictos de partidora contador e destribuidor d-u di-
to-tormo. Os pretndanles deverij apresttfjtar
aaas petcSes, instruidas ua forma da lei no pra-
de sesseula das a contar deata data :
E1TAL
O Ooutor Maooel Aunes Jacome Pires, juiz mu-1|
aicipal do termo le Agua-prea omarca de Pal-
eaares di provincia de Pernambueo por Sua Ma
festide o Imperador quem Deas guarde. Fa-
ao de se**ent dias para oj exames dos concur-
rentes aos lugares vagos de partidor e seos an'
exos desie termo, allm de serrn preenchidps na
forma da lei n. .101 de S9 de mai de 1861.
O pretndeme* lustruiro sujs, peticoes coro os
.documentos eavgido- por lei. E para quachegue
* noiicia de toda, nandei pi'sar o presente,
rrtuine. Villa #e AgSa-preM 2 de malo de
<187S 'Eu Gnstoo Woro da Silva Fragoso, es-
crivao o e>crev, Manel Annes Jacome Pires
Aiolpko Lamenha Lms, secietario interino.
DECURACOES.
Consulado de Franco
em Pernambueo
Quarta feira 5 do corrento mez, pelas i 1
da maoba, proceder-se-ba nesle consulado,
com queui mais der a ajndicaco do c intrato
a risco marimo, necessano para pagamen-
to dos irabalhos de reparado e outros pre-
cisos a execular a bordo dp navio francez
S.lmz para cojo tm offerece oSr. Corduan,
capito. como garanta, cas o, qqilha m
Same, apparelhos e deptodenrias do dito
navio que elle commanda, e feitas as repara-
res deveseguir para ilbas do Cabo Verde;
atim de tomar um carregamento de sal, qqe
depois do completo partir para um dos dois
portos-Rio de Janeiro ou Santos.
A soturna precisa pouco a ais ou me-
nos de 12:000$, conforme o ornamento apo-
sentarlo pelos tres profissionaes encarrega-
dos da vista <1n dito navjo.
COMPANHA
BEBERIBE
Nao se tendo reunido numero legal dos
Srs, accionistas. desta companbia para as-
semlilr i geral convacada para o da 26 do
mez findo, sao novamente coavidados para
se reuoirem no dia 8 do corren'e mez ao
meio dia no escriptorio da referida com-
panbia ra do Cabug n. 16, para em con-
formidade de seos estatutos deliberar sobre
as contas do anno fiado, approvar o orea-
monto v ir! uro, e eleger a nova adminis-
tracSo : deendo-se preveoir que de con-
conformidade com a segunda parte do arti-
go 2:1 dos referidos estatutos, a reuniao se-
r efectuada com o numero dos Srs. ac-
cionistas que se a ;barem presentes.
Escriptorio da companbia do Beberibe,
:i de jolho de 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes G. de Souza Pitonga.
Nao se teodo efectuado a arremataoo das
casas : ra Velha ns. IV e 16, ra do Rangel n.
51, ra da Praia ns. 50 e 52 ; no dia 3 do cor-
rente vo novatnente praca no dia 6 do crreme,
finia a audiencia do Sr. Dr. jniz de orinis.
Adnin-je depositadas pelo juizo de paz da
freguezia da 3oa-Vista, doas novelhotas que foram
apnreaendilas por se acharem vagando no cemi-
terio publico d'esta cidade : a pessoa que se jul-
f ar Ciirn direito mesmas, comparega perante o
uesni i jai; i, qne provaado o seu direito e pagan-
do a multa Ja municipalidad?, le sero entregues.
Reif;, l de julho de 1871.O juiz de paz do
S." districto'
Mano 'i do Nascra,'nto Silva Bisto3.
Consulado da 8uissa
looformeo art. 9 da convenca) consular entre
o Brasil e a Suissa, o cnsul dessa naci faz pu-
blico que alleceu o cidado suisso Luiz Scblop-
prizi de Arbon.
________O consnlF. Linden.
No da ti do mez correte, deoois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz d? orphios, ir pra^i de ven-
da etn oresenca do di tu jai!, e na casa da roa-lar-
ga do li isario n. 10 junto ao quariel, no Io andar,
r- movis deixados pelo tinado Joaquim de Al-
meida Pinto. ,
Uum.a-teira 6 do corrente mez depois da
audiencia do Illm. Sr. Dr. jeiz de orphaos tem
de ir em praga para serem vendidos os bens se-
guintis.
Urna olaria, no lu?:ir dos Coelhos, freguezia da
Boa-vista, a margem do rio Ca^ibaribe, s>ob "pila
res, com sessenla e oito palmos de vo; e 120 de
fundo : ura torreao aj lado, abbobada, 4 quartos
p 'qaenos, um tanque, 4 roas onde se trabalha,
em solo fireiro ; em rao estado, avallada em
2:030,3000, tendo ao lado dous terrem s que per-
tencem a dita olaria ; mais duas candis, sendo a
maior avahada por 2002000 e a raemr por 100i
e oa falti de licitantes, pela avaliagio, a arrema-
tado ser feita com o abate da lei, conforme foi
ordenado pelo juizo, cojos bens vo a praca a re-
querimealo de Vicente de Paula Oliveifa Villas-
Boas, e oolros interessados dos heos que ficaram
por fallecimeato de Manoel Duarto Pereira e sua
mulher.
Qujola-feira ti de juiho, depois de linda a
audiencia no lilm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazen-
da, ir a praca por venda a casa terrea de pedra
e cal na ra do Paco da Patria n. 18, com urna
porta e duas janellae, tendo de frente 29 palmos e
67 de fundo, com 2 salas, 4 quarto., -cozinba,
quintal inralo, cacimba iodependente, tudo em
ti ni eitado, sendo o solo forfiro marinha, ava-
llada (o 4:300i,.e pertencente ao es'poo da fina-
da Miria Antonia'da Luz. Essa arrematado tem
lugar i. requerimeuto do testamenteiro e inventa-
rio jte do-e.-poii) para-o li n de se pagar o sello de
Seranea e despezas da inventario.
f revine-se aos donos Je estabeieetmentos da
roa do B >m Jesos, de Domingos Jos Hartins e
de D. Mariri Cesa/ de que foram colleetados para
uagarera no eiordcio de 1871 a 1872 o imposto
-fire iniuatrias proS^soes.
Ra do Buii Jesos.
26 Dr. Uilaquias Antonio Goocal-
v,tis, medico 200000
30 S> na 4: Almeiia, funileiros coco
estabelecimento 900000
40 Dr. Jo i lUununio Pereira da
Silva, medico 150^000
42 Dr. Manoel Francisco Teixeira,
msdiee 2O0IO00
27 Ramos A Temporal, empregados
de esci-iotorios do.cooamlsMea 300*000
51 Eduardo Moraes res por groaso dii leciJos 600000
Aotonii Ci'inaco Morsira Temporal,
irios de escriptorio de
Ml5i 300*000
53 V Gimes de Oliveira,
no de leiliies 400*000
Gosiavo L'ziauo Furtado de Men-
d' Ua, empresario de eserripto- '
rin d > i- .Vi igniijao de ejeravos 200*000
l\ Mii'i > t'mto, empresario
itaru 500*000
33 .'if Jo-i da Silva, dem de
escriptorio Aj coJimia.oM 200*000
t:M>lM
SOOfMO
!* ,.
3504000
500*000
106 e 106 MatbeuftAptOlC., mer
calores por- groen m faxeadas
118 Won Scbsloo & C, dem de fer-
ragens
138 Hercolaao de Hollanda Caval-
eaate, dem de algodio
Jjs Joaquim da Silva Gomes, em-
presario de eseravos e cm-
raissjfles
Roa de 0. Mara Cesar.
39 Antonio Jos Ferreira, marcineiro
eom estabelecimento.
Recebedoria,*3 de jolbo de 1871.
o lancadar,
^ ____________lone>Theoaoro|l Se#a.
. Prevme-se" aos iuoraiiorel da tu.'do'Boa)
Jesos, de uoiowgos Jos} Mariins (oatr'ora Sen-
zaJa VeHu) e de D. jMara de Sonta (oatr'ora
Seozal Nova) de qne actum-se eollectaiis patl
pajarera o imposto pessoal no exercicio de 1871
a 1872.
Boa do Bom Jesos.
4 Joao Joaquim Alves
6 Baro do Uua
8 Jlo Fran ;isco de Carvalho
10 Catulioo Goocalves Lessa
Aurora Francisca Cavalcante Lima
20 Joaquim Jos Rodrigues da Costa
26 Dr. Malaquias Antonio Goocalves
32 Autooio Rodriguesxle Lona
: Jos Antonio da Costa e Silva "
40 Dr. J -o RaymuQdo Pereira da Silva
42 Dr. Maoeel Francisco Teixeira
50 Jos Joaquim Fernandos <
54 Jo? Rodrigues Pereira
56 Padre Francisco J. lavares da Gama
Raa de Domine;os Jos Martina.
130 Jos Mara Barbosa
144 Jos Francisco Marties Cabra!
Raa de D. Mara Cesar.
7 Jos Fernandos Ferreira
Recife, 3 de juiho de 1871.
O lancador
Jos Taeodorode Seoa.
RITIMOS.
mm
600*000
600*000
300*000
300*000.
20*000
600*000
500*000
300*000
OWO
m
300ff000
400*000
360*00
240*000
250*000
de jcara, 1 iota tato-
a,2 appatHhos, loofi para
4bf*,. clices, garra te, e
(mvmjta, brevidade. .rogo qne ad.ni
ifjerpia, o navio AlpHonU a miar la ra da Grox nu-
Ad

DE


Pre*ioe-*e aos moradores da roa de Thom
de Sooza, ootr'ora da Lmgoeta, e do Bom Jess
outr'ora da Cruz, de qne foram comprehendidos
no lanrameato do imposto pessoal pertencente ao
exercicio de 18711872 para pagarem o respecti-
vo imposto.
Roa de Tnom de Sooza.
3 Carolina Leopoldina de Mello 500*000
6 Jos Das Leilo 200*000
12 Antonio Henriques da Costa 19*000
14 Maooel Francisco de Souza 216*000
Ra du Bom Jesos.
7 Pranci-co Lniz de O Azevedo 264*0(0
Antonio Pereira Santo 300*000
9 Etelvina Floresbella da Silva 480*000
II Antonio Sampain do Niscimento 350*000
13 Antonio Migoel Leite 300*000
Domingos Ferreira Mala 180*000
19 Andr Mara Pmbeiro 300*000
21 Samuel Val 240*000
Maooel Marcelino Monteiro 202*000
27 Maooel de Araujo Lima 500*000
31 Joo Ferreira Baptista 3005000
37 Olvmpia Severiana de Versozes 240*000
51 Jo? Ksteve Vianna 50-*OO
53 Gastavo Liziazeoo F. de Mendonc.a 250*000
Carlos Scbulle 200*000
23 Domingos Jos da Silva 400*000
25 Carlos Raatier 360*000
55 Keler & C. 480*000
59 Alfredo Cardoso Pereira 400*000
63 Antonio Jos Alves da Fonceca 500*000
RecebeJoria, 3 de juiho de 18"l.
O lancador
Jos Theodoro de Senna.
Correio gerai,
RelacSo das cartas registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, exigientes na
repartirlo do correio desta cidade.
Anna Rosa de Barros, Antonio Cerbino, Antonio
Francisco da Silva, Antonio Luiz datllveira Aze-
vedo & C, Caetano Pinto de Veras, Fortunato Au-
gusto da Silva, Fabricio Gomes de Andrade Lima,
Francisco Odelon Tavares Lima, Francisco Mathias
Pereira Deniz, Francisco M. de Amoro, Gabrial
i. Raposo da Cmara (i), Hercnlaoo Marques lo-
glez de Souza, Jerooymo Pereira Marises, Joaqnim
Jos dos Saotos Araujo, Joaquim Mara Provideo-
cia, Jos Hercolaoo Pereira Lisboa, Jos Pires
Ferreira, Joan Gabriel Baptista, Joo Lopes Braga,
Joo Muoiz Pereira Jnior, Luiz Florencio, Hono-
rato Pereira Braga, Mchele Masulio, Nicola Ca-
labria.
Administrado do correio de Pernambueo Io de
jolho de 1871.
O eocarregado do registro,
Amaro Gomes da Silva Ramos.
THEATRO
Paquetes a Vapt>r
^^ Do- portos do norte esperad*
. al o dia 14 do cerrante e vapor
Apnos: commandante o 1* te
oeote Jos Candido Duarte, o
qual depois da demora do cos-
tume 9egoira para es do sul.
Desde j reaibera-se passageiros e engaja-se i
sarga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
ser embarcada no dia de sua ebegada, encom-
nendas e dinbeiro i frete at s 2 horas da urde
de sua sabida. ._ ,.
Mi e raeebem como encommendas sanio ob-
actos de pequeo ralor, e qne nao exaedam at
rsoba de pesn ou oito palmos cbicos de medi-
Cio. Todo qne paasar destea umitas dtveii ser
ambareado ome carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que saas passa-
geas so se recebei a agencia, roa da Cruz
n. |7, ejrrlniorio-de Aofooio Loizde Oliveira Aie-
vedo h%l
de fsa, tt
li rapador de
otar, lonca para ~
iMaoVaemlda.
Urna Tama fraaceza, 1 guarda -roopi. 1 guara-
vestido, 1 marqoezin, tapete* safa so&s e portas,
1 lvtario e mu ros ontro oaw uatertos de casa
de familia iitMjtfS
Na casa da \m d# atesj snj he ponts de
OtiftWa-etra i i correle
0 agent Ptftto levara fdltto, p* ;oa(fe di-
versos, os moVer e mais oajeclos *c*na deserrp-
to>, existentes na casa Suata menclomda, e,m
cuja juerts aehar-?e ha ama baodeira eom o>ds-
ticoLeila.
Principiara as horas en poeto, per serem
maitns os Iww.
Fnrto

Para Lisboa
o brigoe poriuaaz Celelt, capillo J. X da Costa,
*ai sabir com brevidade-por ter prerupia a.maior
parte da carga : para o resto que Ihe falla trata-
se eom os consignatarios E. R. Rabelto & C, roa
do Commercio n. 48, ou com o raan.
ARACATY
Sefue coa brevidade o hiato Novo Inreneivel :
para carga e pas o. 14. l'iwfjlarj esrriDtnrio de Jos Lenes -Davim:
paa.
O patacho norte-allemo Mathitd, segu para o
porlv cima, recebe carga a frete commodo: a tra-
ar com Jeaquim Gerardo de Bastos, a roa do Vi-
aria u. 16, primeiro aodar. escriptorio.
Sociedade dos artistas
Qiiirita-feira 6. de juiho.
3.1 RECITA DA ASSIGNATURA
Programla.
No\idade!
Primeira represenla^o da lida opera bufa
Le Joueu de flte
(Masica de Herv)
Personagens.
Dyacbilum, tocador de flauta... Mr. Marchand.
Cucurbitus, senador romano.... Mr. Halbletb.
Duillios, coosul e geoeral...... Mr. Hurbaio.
Tulipia, mulher do cucurbitus.. Mme. Poncelet
'.j-a. criada de Tulipia >...... Mme. Looise.
A scena passa-se em Roma, no palacio de co-
corbitos, no dia do triumpbo do conjnl Doillius.
La consigne cst de ronfler
Pe;a.em 1 acto, desempenhada por Mrs. Hur
bain e Maris e Mme Zlia e Faoco.
M'ssieu Lanry
Opereta em 1 acta, de J. Drupato. Representa-
da por Mrs. Marchand e Maris e Mmes. Poncelet e
Looise.
Principiar as 8 horas.
Ordem d > espectculo.
Io La consigne est de ronfler.
2 Le Joueurde fate.
3 M'ssieu Laodry.
AVISO
Os burieles dos Srs. assignanles entregamse no
escriptorio do theatro, em tolos os das de espec
(aculo, mediante a apresenlaco do respectivo re-
cibo.
CAMPO DAS PR1NGEZAS
CIDIPAMIIt BRS1LE1RA
Equestre, gymnsca, acrob-
tica e equilibrista
PROPBIETARIO
Primeiro artista equeslre.
Antonio Carlos do Carmo,
DIRECTOR
Augusto K. Uuarte. ,
Esta compaohia tendo de retiiar-se muilo breve
desta capital, por is?o d amanha
Quinta feira 6 de julho#
O penltimo espectculo.
Principiar s 7 horas.
O programma excedente. Pea primaira vez
a seena eqoenre pelo Sr. Alberto, intitllda :
O SOLDADO KM APUROS I
Recebe-n encommendas de camaMes e eadei-
ras desde j.
tio Grande do Snl.
Para o indicado porto seguir cora brevidade o
hiate nacional tb$i(a, por tr a maior parte de
sua carga engajada : e para 6 resto que Itie falta,
tratase com o seu consignatario Joaquim Jo-
Goocalves B*Jtri<). na ra dp Commorcio n. S.
Para a Baha
recebe carga a frete commodo o patacho italiano
Marferttt : quera oellequizer carregar pode di-
rigir-se ao escriptorio de E. A. Burle & ra da
Cruz n. 48.
tEILAfl
DE
DIVIDAS
Na importancia de 28:511|373-
O afsote Pontual, vender em leitao, por man-
cado da Illm. 6r. Dr. juiz especial do ooearoerero
requarimeoto da adaiioistracao da masa taluda
de Almeida Borges & C, as dividas perteeeeotes
a me.-roa massa, conuoe de letiras e conta de,
livre na importancia de I^J1U37S.
Qutnta-feira 6 rio correte.
No armaieui rn do Imperador n. 16.
s 11 horas.
No sabbado, l" d coreantes acias 7 horss da
noite desapparecen da casi da roa de Salto Ama'
ro a. 30 um relogio americano anda aovo, do mo
dello de tres pirmides, dentro da cala* existe*nm
bilhete manuscripto, ensinando a maoeira de atra-
sar ooadiantar o mesrao, dentro da perta tambero
existe ama peqoena cidade da amenes pintada :
roga-sea pessoa qoe o descobrir oa levar ames-
maeasa ser beta recompensada.
---------------------w-
k
Oabaixo asslgoado declara qoe sew eaixeiro
Luciano Maoveroe relirou-se de sua casa no dia
16 do mez proxim passadu sem previo- aviso e
sem ter prestado as devidas contas, pelo que nao o
considera mais teu eaixeiro e uem se responsabi-
lis porqoafquer debite ou traasaeco que elle
por ventura t*nha-fit em mme do nesmo abai
x assignado, oqual pagava-ltie raeasalmente seos
ordenados, sebdo qoe eile rocebeo relativamente
aoraez ultimo mais do que havia vencido. Recile
I de juiho de 1871.
Laiz Jos Pereira Siujoes.
Precisa-se de ama ama para
o servie i de ama casa de
pouea familia : a tratar oa
na da Praia o. 53, 2o andar.
Precisa se de urna ama forra ou escrava
para ama casa de pouea familia : na rae do Ba-
rio da Victoria, antlga roa Nova, n. 02, primeiro
aodar.
Cozinhpiro.
Precisa de um eoziiJro : na roa larga do
|toari(n. |4J I
- Aioga-se a-vasa o. 2 na travessa das Barret-
ras, coa graodes eommodos : a tratar na estrada
de Joao de Barros, sitio n. 24.
Preciaa-se de orna ama para cuzmbar a la-
var : a iraur na roa da Cadeia-nova n. 1& Na
rrtesma casa trata-se sobre o alagoel da casad*
ra Imperial a. 215, a qual precisa de algaos
concert*.
Baliza.
LEIL40
%itiv
Aluna se um mulato de 18 anuos de idaile
a tratar oa ra da Paz n. 24.
Precisa-se de um eaixeiro qoe tenha pratica
de taberna na ra da Aurora n 5*
Lerobra-se ao Sr. J. A. C a ceoveoieocia de
saldar certa conta no armaiem dt> Bala,. raa do
Livramento 0. 38, pois assim se abriga do riesen*-
to qoe sem duvida ibe causar a puftkaeao esttn-<*
sa ae seu neme e o da re-pertave) seniiora, e
cujo ewao se servio.
DE
fffO latas com linguic^s de 4 libras.
Quinta feira 6 do corrente.
O agente Pestaa/ara leilaojior octa e risco
ile quera pertncer, de l0. latas eom lingnicis
com 4 libras cada urna.
Qointa-f-ira 6 do corrente s 11 beras da ma-
nha.no armazemde Anties.
(jfaudb
COifEPAWHI^
DAS
Messegeries maritimes.
At o dja II do correte mez esperase da Eu-
ropa o vapor francez Amazone, o qual depois da
demora do costme seguir para Buenos-Ayres,
locando na Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para frotes e passageus, trata-se com os agen-
tes Henry Forster i C, roa do Commercio b. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
tos do snl o vapor francez Girtnde, commandante
Somer, o qual depois da demora do costme
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
a Lisboa.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia,
roa do Commercio n. 9.
O vapor nacional J/argue; de
Caxias, commandante Jos Maria
Ferreira, segoe hoje4 do corren-
te, as 5 horas da tarle, para a
Babia com escala pelos portos in-
termediarios.
Recebe carga, encommendas e passageiros, (para
os quaes tem exeellenteg cotnmodos) somente para
a Baha.
Devendo estar a bordo, a carga, etc.. at meio
dia, e os passageiros at 4 horas: agentes WilaoDS
Hetl-, Praca do Commercio n. 14.
COMPANHA PERNAMBCANA
DE
Navegando costeirapor vapor
Goyanna.
O vapor Mamangitape, seguir
para, o porto cima no dia 6 d<
corrente as 9 horas da noute.
Recebe carga, en com me no1 a-
passageiros e dinheiro a frete o,
escriptorio do Porte do Mattos n. 12.
LEILOES.
dos gneros aoaixo mencionadas, perten
ceotes massa fallida de Fonceca
Santos.
HOJE
6 do corrate
A reqoenmenio dos curadores fiscaes da massa
fallida de Fonceca & Santos, e por despacho do
Illm. Sr. Dr. jniz especial do commercio e por in-
tervencao do ag nte Pestaua baver leitao des g-
neros baixo mencionados, pertencentes mesma
massa, a saber :
558 massos de phospboros, 106 aneoretas de
azeitonas, 4 fardos e 1 barrica com alfazema, 50
barr eomchouricas, de 1 arroba cada um, 5 ca-
nastras com alaos, 6 caixas com chooricas em la-
tas, 4 fardos com caminos, 10 barris com touci-
nho de Santos, e todo ser vendido em lotes, quar-
ta-feira 5 do corrente, s 11 horas da raanha. oo
armazem dos ntesmos, na ra do Amorim n. 39.
LEIL10
DE
OUARTA-FEIR\ 5 DO CORRENTE.
H. Leger cootiaaa'ra a levar leilao, por ioter-
veD^) do agente Pioto, om completo e variado
sortimeoto de fazendas inglezas, francezas e atle-
roai, existentes em seu armazem, roa da Cruz
n. 68.
PrincipiarTs 10 horas em ponto.
DE MOVIS
LOUCA, CRYSTAES PUOS. ESPELHOS E
VLNHOS
Como sejam :
Um piano tyrte de Erard. 1 dito iiglez,. urna
mobilia a Luiz XV (nova) 1 dita quasi nova, 1
dita de m igno, 1 dita de amarello, cadeiras de ba-
lanco, 2 serpentinas ?de crystal, espelhos grandes,
ricos quadros com Haas gravaras, 4 flgoras, cao-
dieiro8 a gaz, jarros e vasos para flores, retogios
Je mesa, tapetes, oleados eesleirs intiras (forros
de salas a quartos, tancas para cortinados e ca-
deiras ospreguicadeiras e tapetes.
Urna mesa de jamar, 1 exeellente gorda-looc,
1 apparador com pedra, 2 mesas, 1 oa, 12 cu-
SU
Importante
LEILAO
DE
Movis, lon^a e crystaes,
sexta feira 7 do correte
NO
Armazem da raa do Imperador
n lo.
S-odo de mebilias de Jacaranda, roogno e ama-
relia, guarda lougas, commtdas, guarda vestidos,
mesas para jantar, apparadore-, meias c.ommodas,
guarda rnoiia, camas para casal, mesas para es-
cripta, marqoetoe-. consolos, sqBaes, lavatorios,
cadeiras avol-as, marquezas, cabidos, quar
tinlieiras. mesas redondas, apparelrtos para al-
raoijit, ditos para jantar, garrafas, copos, com-
poteiras, casti^aas de viJro com lant'ernas, can-
delbros, 40 dnzias de garrafas com vinho do
Porto, 84 pares de apparelho de plaan, ura relo-
gio de ooro patate com corda para lo das e mu-
tos outros objectos.
Pelo agente Pontual.
___________s U h'ras em ponto.
LEILAO^
dous bous engdnhos
a 3CW do corrate.
Por ulterior despacho do Illm Sr. Dr. juiz de
direito especial do commercio d'esta cidade, re-
querimeoto dos admioistradores da massa fallida
d Siqoeira 4 Pereira, o ageote Oliveira expor
oovaraente a leilao publico, os oem coonecido en-
genhos denominados Jtissra e Mon'e d'Ouro,
ambos sitos no termo de Ipujuca d'esta provioei.i,
os quaes foram peaboradus por execueio de ditos
administradores viuva e herdeiros do Dr. Igna-
cio Nery da Fonseca, e adjodicades indicada
massa :
Sexta-feira 28 de juibo
ao meio dia em ponto, oo escriptorio do referido
agente, a roa da Cruz o. 53, primeirc andar, onde
se dar previas inforraaedes.
VISOS DIVERSOS
STITCTOARCOEDLOGICO B GEORAPHI-
' CO PERXAKBCCA^O
Haver ses'sao or linaria quiota-feira, 8
do corrente, juiho pelas M horas da ma-
nha.
OnDEM DO DIA.
Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes.
Secretaria do Instituto, 3 de juiho de
1871.
J. Soares d"Azevedo
Secretario perpetuo.
Precisa-se de um
Crespo n. 12, aodar.
cuzuheiro : a ra de
Offerece-se urna pessoa competentemente ha-
bilitada para ensinar.as primeiras letras, msica e
piano ern qualquer lugar, pnlendo .ser procurado
ama dos Martvrios n. 2. 2 andar.
CRIADO
ao-
ser-
No caf chinez, ra do Rosario a 31, I"
dar, oecessita-se de um criado para todo o
vico.
Precisa se de urna qoe nao
, seja' moca para casa de tres
ajrapazes stlleiro*, qoe saiba
lavar e*ogoramar com perfeicae, paga-se bem :
a traur na roa da C'deia n. 15.
americana roa dos Pires n. 45, ccntl.itia a fazer
pao e bolacha de farinha especial de 1' sorte para
aelhor agradar a seos freguezes._______________
Precisa-se de cm cnado para um sitio : a
tratar na roa Nova, Lija n. 7.
Neces-ita-se contratar um sacerdote de bons
costumes para eoca.regar-se da educarlo de tres
meninos menores.' deveodo camelar pelo portu-
guez, masica, latim e francez, ou pelo menos os
rudimentos das tres primeiras malinas, e ao me-
mo tempe ser capello de om eogeoho que dista
apeoas meia legoa da estaco de Olinda. L s
bom ordenad : a enteeder-se cora o Rvm. Dr.
Antonio da Cunha Figneiredo, oo too escrlptosjo
ra do Imperad t o. 57.
Na rin ds S. Bom Jess das dioulas
n. 42, lava-se e engomma-se com asseio e
perfeioSo; miis barato do que em outra
qualqoer parte._______________________
ATTENCAO"
Perdeo-se na estacao de Olioda, na ra da Au-
rora, om embrolho cootendo ordeos de pidre, orna dmiissoria, ama proviso
passada a 13 de dazembr j do anno prximo pas-
sad i, um requer ment* mais papis, pertencendo
estes ao padre Domingos Jo? Manas Pereira, no
dia 4 de jolho d-- 1871 : qoem os liver echado
leve-03 ra da Pedro AfTooso, amiga da Praia, n.
10, qoe ser recompensado.____________________
Offerece-se um cotloheire para casa le ho-
mem solteiro e d iJor de sua c.nducta; tra
tar na ra Icpenl n. X______________________
Preci-a-se ds orna pessoa habilita Ja, para
fachina : na padaria da ra do Raagel a. 9.
Aa^usio (J*'i')sdos Ki8
Marcelino Jos (oorjalves da Fonte roga aos sens
amigos e aos do tina lo Augu-to Ctrlos dos Res,
fallecido em Mocambiqae, o obseqaio de assisti-
rem a ama raissa que por alma do mesmo mana
celebrar oa matriz do Coroo Saeto as 8 horas da
manha dodia,quint.i-feira "ido correte ; e desde
j agredece a todos os senbores que coocorrerem
a este acto de caridade.
\ Reformas de cau-
K telas* i
O gerente da casa de penhores tra- I
I vessa da ra das Crozes o. 2, avisa a lo- M
i da-i s pessoas qoe teem cautelas venci- ~
| das, cujos premios nao teem sido pagos, |
I que no pfaso de 20 das venham refor- H
i ma-las, sob pena de serem seus penhores ,
{vendidos em leilo.
Gabinete portuguez
de leitura.
(CONSELHO DELIBERATIVO.)
De ordem doJilm. Sr, presidente convido aos
senhores conselheiros para a sessao ordinaria que
deve ter lugar no dia 3 do vigente, pelas 6 1;
horas da tarde.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernambueo 1 de julhc
de 1871.
A. J. Borges Costa,
2* secretaaio.
A directora do Mate Po Portuguez, era obser-
vaocia da ultima parte do art. 60 dos estatotos,
maola celebrar orra raissa do stimo dia, qointa-
feira 6 de jolho, oa ordem terceira do Carmo, as 7
furas da raaofia, por alma do'socio Domingcs
Jos Pereira Campos.
M. S. Pinheiro,
_____________ 1" secretario._______
Aloga-se o 2o aodar e soto do sobrado da
roa das Crozes n. 9 : a tratar oa ra atraz da
matriz de Samo Antonio n. 28, loja.
Precisa-se de ama ama.para o servico de nina
casa de pouea farr ilia ; a tratar na ra da Cruz o.
18 3o andar.
Aluga se a casa n. 36 da ra de S. Joo
com duas salas, ^uarto, cosinha, quintal, preQo
de 144000 rs. meosal : no mesrao logar, ou a ra
estreita do Rosario o. 17, i aodar das 10 as 2 ho-
ras da tarde.
Al^am-se duas meiaguas com sala e quar-
to oa ra de S. Joo 10a meosal : uo mesmo
logar ou a ra estreita do Rosario o. 17, 1 andar
das 10 as 2 horas da tarde
Aluga >e a casa terrea n. 3 .do becco da
matriz : na ihesouraria das loteras.
i H'I A Precisare de urna ama que cozmhe
A VI \ com oer'e'cao e !eJa "e hoz conducta:
il.lTxfl.oa roa do Vigario o.-5.
O abaixo assignado declara que> sendo de
de urna letra da quantia de 2:000* ao Sr. Vicaaie
Joaquim Pereira Mayor, vencida a 30 de maio do-
corrente aaato, e nao Ibe teado skIo asreseaud*
no dia do seo vencimeiMn para ser pa*. nsaaaa
seo correspoodeote do Recife, o Sr. Dr. Launa"
de Moraes Plrjneiro, e Ibe constando qne tal letra
se aclia em letigio entre o referido Sr. Vicente Jba-
quim Per''ira Mayor e o Sr. Antonio MeoeJio ft>r-
deiro de finsmao, tende aqaeile seatier Uta naa-
dado intimar para nao paga-la. >enao a-elle, decla-
ra a quem quer que seja o possutdor da referida
letra, e protesta pelo presente aoauncio que nao
se respoosabilisa pelos jaros decorndos do vnnet-
mi-uto do dita letra em diaote, vhter eemo ate-
mora de, seo pagameot nao tem deueadido. do
abaixo assignado, o sim do letigio em ana se acta
aquettes seobores a respeito da dita letra, pois que
desde anlee do seu veneimento lem auiorwade a
seu enrrespoodeote o Dr. Laurino de Memas -
nheiro a paga-la ao Sr. Vicente Joaquim Pereira
Mayor ou i pessoa competeete e leglmpoie afito-
risda por elle. Enaenho Boa vista 20 dejanbu
de 1871.
Francisco Xavier de Andrade.
Precisa-SH de om criado para servico do ho-
tel : na ra de Saota Rita n. 1 junto a nbeira da
peixe._____________________________________
Asaociaco coinunercial aercola
fe Pernambnco.
Por parte da directora (a?o sciente aos seobores
socios, qoe quiota feia 6 de juiho, pela* 10 horas
da manha, lera lugar na sala da associajcio a
leitura do relatorio da actnal administrara, e
eleico da commisso de contas e da direcca'o snc-
cessora.
Barbasa Jnior,
Secretario.
O atiaixo assignado a bem de -ui hoora e
crdito commercial cuovida ao Sr Antonio Alves
de Carvalho Veras a declarar por este jornal o se-
guinte '
1* Qual a traii.-accfi'i que jamis hoove entre
S. S. e o abaixo assigaado, e oo caso negativo co-
mo S. S. explica a origem da letra qoe condicio-
nalmen e oabaixo assigaado aceitoo ua importan-
cia de 3:300 a 21 de agosto de 1869 com dez
mezes de praso.
2 Qual o motivo por que no da do vencrento
desta letra foi ella reforro*da,e aceitando obaixo
assignado em vez de orna duas letras daquella
importancia.
3* Porque razo oa primitiva letra de 3:500*
S. S. nao declaroa qual a especie do valor recebi-
do pelo abaixo assigaado ?
4 Porque motivo havendo S. S. aceiooado o
abaixo assigoado por urna das letras substitutiva
da 1\ nao fez o mesmo a respeito da 2a, qoe ja
se acha veocida.
5o Fioairaeote se S. S. por cujo deprimente o
abaixo assignado ja protest >u em juizo, est dis-
posto a jurar aos Saotos Evaoge hos como neces-
sariameote o lia de fazer, que credor do abaixo
assigaado por traosaeco licita e coofessavel.
Joo Pedro de Mello.
Aluga-se o 3o andar do sobrado da ra Au-
gusta n. 67 : a tratar no 2J andar do mesmo.
ATTENQA0 ~
Quem se julgar credor de Aotonio Lu;z Dias^di
com taberna no pateo do Paraizo, venta enien-
der-se travessa da Madre de Deas o. 5, no prazo
de oitc das. _______
Precisase aiugar urna escrava que cozmh
e engomrae para pouea familia : a tratar na ra
daCadeia do Fecife n. 11.
Offerece-se urna ama
becco do Aqoino n. 29.
para engommar no
Irmandade de Nossa Seoho-
ra da Conceiclto dos Mi-
litares.
Tendo o Illm. Sr. Dr. juiz de capellas ordenado
fosse convocada outra mesa geral que deliberasse
se deviam ou nao ser convertidos em apolices da
divida publica com a devida authorisacao do go-
verno, os predios do patrimonio de Nossa Senhora
e os do de Sant'Anna, manda por isto o nosso ir-
mo presidente convidar a todos os irmos desta
irmandade para que se digoem, comparecer no
consistorio da respectiva igreja no da 9 do ca-
rente mez pelas 10 horas da manha nao so para
tal flm, como para autorisar a meza regedora so-
bre nutras medidas que nessa eccasiao Ibes serao
propostas.
Recife, 4 de juiho de 1871.
Francisco Antonio de S Brrelo Jnior.
Missa fnebre do 7 -. da : por alma de Anto-
nio Odn de Souza Bircello* -J- .. Convida-se a
famiia e os amigos {-. -j-. f. para as 7 horas do
dia 5 do correte na igreja de Nossa Senhora do
Livram:nto +. + +.
N. 786 f.-.
Bichas de Hamburgo
Na pharmacia da CnnCci(o, a coa do Marqoez
de Oinda (Cadeia n. 61) receberam-se as verda-
deiri sanguisugas b'amburguezas pelo vapor La-
Plata, que vendem-se em grandes e pequeas por-
c5es a'prego1 commodo.
Franciseo Caouto da Boa-
Vlagrm.
D. Geralda Francisca da B>a Viagem e sens fi-
Ihos, mandam rezar, na igreja de Nossa Senhora
do Carmo, urna missa, por alma de seu sempre
chorado marido e pai Francisco Cannto da Boa-
Viagem, pelas 7 1|2 horas da, manha do dia 7
deste mez, anniversario de seu passamento.. Ro-
gara ao sens prenles e amigos o obsequio de as-
sistirem a.este acto de religio e caridade, ptlo
que Ihes sert eternamente gratos.
'M.1.LT.'
'jg'. >'"i
Caixeiro
Precisase de ura lixeiro portnguez que tenha
pratica de uberna e afflance sua conduela : di
paleo da nbeira o. 13,
tes Dativo d s Passos Bastos, Maria la An-
ooociaco Bastos Villac, Maria Francisca de Al-
meida Bastos e Manoel dos Sintos ViHac, lilbos,
oora e genro do fallecido Manoel Jos de Bastos,
agradecem a todas as pessoas qae o acompanha- '
raro ao seu ultimo jazigo e de novo convidim as
mesmas pessoas e todo- os seus amigos e do fal-
lecido assistirem as missas qoe se bao de ce-
lebrar no dia 7 do corrente s 6 l|2 horas da
manha stimo dia de sea fallecimenio, no con-
vento de S. Francisco desta cidade ; pelo qae se
confessam eternamente gratos.
< MHtmitaailll'Uii IHB'l iun I ~-
Precisa-se alagar om moleqo para o servi-
co de hotel : na roa estreita do Rosario o. 23.
AO PUBLICO
O abaixo assigoado scieoliQca ao Sr. sen pai
Joo Flix Nepomoceoo que, suas duas letras ac-
ceitas pelo Sr, Antonio Ferro Castalio Branco da
quanlia de 4:U00j>000 cada urna, que estavam em
poder do Sr. Joaquim Rodrigues Tavares de Mello,
foram entregues ao Sr. Jo- Zeferino de Barros:
faz o prestte atim de evitar qoestdes futuras.
Recife, 4 de juiho de 1871.
J.id Flix Xenomoeeno Jnninr.
| Precisa se de urna icuther que d liadur a
sua conducta e saiba ler para tomar conta de 2
meninas no lugar Agua-Preta: tratar na ra
da Croz o. 32, Io andar.
, Precisa se alugar um, sitio em um dos ar-
rabaldes desta cidade : tratar na ra da Cadeia
n. 36, armazem.
AVISO
Os abaixo assignados tendo cmpralo o espo-
lio do fallecido subdito portuguez Virginio Freire>
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
n. 4, constan>o dito espolio na sua maior tctaiida-
de de divida? activas nesta praca e lora della,
veto pelo presente pedir a todos os devedoies ao
dito espolio que quanto antes ventara aju-iar e
saldar as suas contas, afim de evitar Incomiuodos
e despezas. Recife 19 de junho de 1871.
Gama & Silva Brito.
, Aluga-se o sedo do sonrado n. 5i da roa do
Rngel, o qual tem eommodos para urna pequea
familia : a tratar na ru' da Praia ti. 34. armazem.
Na ra larga do Rosario o. 21, i ji oe esl-
edo, precisa-se de urna ama que saiba comprar
e cotinhar._________________________________
Deseja-se saber aonde est o Sr. Jayme
Basto, vindo ha poucos dias de Lisboa.-_________
Aluga-se urna casa uo Urgo da povoii,o
de Apipucos, propria para taberna, por j ter tido
o inesuio negocio alguns aune- : a tratar na ra
larga io Rosario n. 3i. loja de harutos.
*" ~------
_ Precisare alugar urna ama forra, ou escra-
va para casa dehimem solteiro : a tratar na riu
do Qaeimndo ti- 111.
(Na ra do Caes de Ca
pibaribe. casa n. 26, pre-
cisa-se alugar urna escra-
va que connhe e engom-
me, para diminuta fami-
lia, e tambein precisa-se
AMA
de um mi leqne.
Precisa-se de duas pessoas qu* d fiador a
sua conducta, para vender pao, urna com um prej
to e entra com cavallo, se for portuguez s*ri
melbor : quera qoiier dirija se a padana da Fia-
resta em uda.
K-,



r
I
D&k &6 Feluiuboa Qiii't eira 5 de Julh<\ Jt ift-, 1
i-
2^
* >
A '
D. W. BOWMAN
Engenfeeiro com
FUNDIQ&O
5 RA DO BftVlI 5*
PASSAWDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de engenno e outros agricultores, e empregadorea de ma-
tbmUmo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para .verem o novo sortimento
completo ue ahi tem; pois sendo tudo muito mais barato em preco do ae jamis te-
1 sha vendido, est ainda superior em qualidade e fortidSo; o que com a speccSo pes-
aoal pode se verificar. ___
PEDE ESPECIAL ATTENQO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA TONDICO
'Tn*t~/vA a rnloe A'aoi-ia dos mais modernos systemas, e em
W aporco e TU litt-D U cas ciroi instancias dos sentares proprietarios.
Moendas de eanna ? -*",s "*" m """
JKOflftS U6I1UU&>S para animaes, agua e vapor
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
1fAMiliViiamta Par* ma8dioca e 'odSci Podeodo todos
ULoASIllIllolliVo e para serrar madeira \ ser movidos a mao
Rnmhaq por ,gua* vapor'
JDUlUUoo de patente garantidas......-...------Jou ananaes.
XOOaS aS SiaCmUa>S e pegas o> que se cosiuma precisar.
FaZ (JlialCJUer COnCertO <& mactiiBf3mo a proco mui resmaido.
"Formas de ferro me,b0rei e "ais barala8 *****" *er"
17nnAiniAti<1aa Incumt>e-se de mandar i ir qoalquer mactainismo von-
XiUOnimeUUaS ,ade dos clientes, leubrando-lbes a vantagen de fa-
jtmm ioascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qualqoer necessida-
. de pode Ibes prestar auxilio._________________________________________________
llllIBlllSi
ADVOCADO
Dtl. JOAQUUI CotflA DE AftAtUO
67Roa do Imperador67
iiiimiiiinri
MOFIHA
Roea-so ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, ,
crino m cidade de Nazarelh desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a roncluir
aquello negocio que V. S. e compromettea reali-
sar, pela tereetre chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depoii para ja-
Miro, passon a fevereiro e abriL e na la cnmprio,
e por este motivo 4 de novo chamado para di'*
flm ; pois V. S. se dere lembrar que este negr^
de mais de oito anncs, e e/undo. o senhor WD
flho se achavanoes pasta eijjjade ^____
i Da importante f \sm coobecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Bario da Victoria, esquina daCamboa do Carmo.
0 fl0' 40 quelle estabelecimento, qoerendo acabar com elle at o fim de corrente anno, convida aos seqs numerse*
freguezes a apr ^ftirefe I tircumstancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos frjMfa todas as qualidades, tamanbos e feiiios, tecidos, armacSes e mais aviamentos para os mesnxs, armas de
fogo, entilar ^ Vngalas, chicotes, e urna infinidade de outros objectos, entre os qoaes os afamados afiadores para navalba de i*
Pradinei, Mtjmtedos as exwsrcBoS de Pernaabuco, Londres e Paris.
AOS 5.000)1000
Ksto venda os feKaas bilhetei 'da loteria da
-uhia. na casa (elii do arco da Craico, loja d*
mrives no Recate.
A luga-te
m sitio aa Torre, com exltente casa de vi venda
e featmo frente Gesta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar a roa do Pires
MANUEL C.
Tem a satisfaco de participar aos seos numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
establecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, boje ra do Mrquez de Olinda,
onde acuario os pretandentes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commods do que comporta o nosso mercado : convidan) especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macoes as fatendas que a demora da fabricacSo e bem diminuta.
PECHINCHA
Chegoo '-para a loja do PaDagaio nm grande e bonko sortimento de -sedas lavrada
de urna so cor; as cores s5o as mais modernas, e mais debeadas que *em i-indo 3
^sste ameredo, e vendem-se por preco muo barato: porque a porc3o muito grande, na
oja do Papagaio, ra da ".Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros._________
A' AGUIA BRANCA
V

EUA DUQUE DE CAITAS N. 50
(Outr ora Queimado n. 8.)
acaba de receher de ioglaterra om bello sortimen- Asnunciar fco to de uftjeeiiw. (jue alera de setnpre necesarios! objectos esses que se achara era qoalqaer parte,
boje te (ornara essencialmente precisos a vi u da'. t-ern fastidioso, porm assim nao acontece porque
<*r,> que a Agaia Branca acaba de receber sao
de ama nova e superior qualidade. A Agnia Bran
bow
(alta que dHes ha no mercado, seado :
Fitas de velado pretas, ontras com relas bran-
das, e ontras-de diversas >e lindas cores, c todas
com diferentes larguras e superior qualidade.
Franjas, trancas e galoes de seta de modernos
dosenbos e gostoa, e igualMnte sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e galoes de lia, tam-
be m sortidosm largaras, cores e moldes, e to
proprios fiar: vestidos como para roupiabas de
crianzas.
Trancas brancas de algodao cota nova fcrrna em
caraces angelares, teodoaesse genero muitas e
diversas larderas ; ostras nosmasmos gotos po-
rm meacladas ; outras traneiohas brancas de
caricoes miados e bonitas, as quaes por saa*
estreitesas leem coostanteaiente merecido geral
agrado.
Babadinhos frisados e outros preparados para
frisar se vootade.
Ura bollo sortimento dfifialoes^retos ds la com
dillerentes moldes e largura-, proprios para vesti-
dos de iuui.
Botoes finos Ae madreperola pera camisas, ou-
tros pretos e de cores para vestidos.
I-so Meto do constane sortimento de enfeites de
da, 1,1:. e almadio, de que sempre se acta prvi-
da a loja da Aguia Branca.
brancas, bordadas e outras com
babadoe.
Na loja da rida branca veod-se bonitas saias
brancas com lardos e delicados bordados, e ou-
iras com bordados de pregas pospontadas, obras
modernas o de gofios.
Fil de f*da, brando e pro cem salpicas.
Dito de godo, liso com salpiccs e floras mia-
das.
LIVaiNHOS COM DESENHOS
para croctici, marca etc.
FOLHAS DE PAPES COM DESENHOS
<-m po ntoairmer paa os mesmos fine.
ca-arua Duque de Caxias n. recebeu bicos e
rendas de larA'rolbo, que por sua amostra vieram
fmrfeitamente emitando a tecidos de grades ebeios
feitosno paz, mostrando at o alto relevo que
se conhece as outras, tsso alem da novidade e
bom gosto dos desenhos.
iambem reoebeu outras bicos e rendas estreitas
.pri'pnas para roupas de-senhoras e meninas.
Recebea igualmente nm bello sortimento de
rendas e bicos de crochet de fina qualidade e agra-
daveis lavoures. Assim,pois, ospretendeotes serio
bem servidos,tanto nospre^is como as quali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INSLEZAS
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumaras iDglezas, sendo extractos concen-
trados de agradareis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assirx
como finas escovas ing':ezas, e opiata pan
dentes. Tambera receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendendr
baratamente.
Caixinhas com 3 eabonetes arnmaicos ;
li. ditas com 3 dites transparentes a f
&U00 e 2^000.
Enebovaes para naptisados,
A loja d'Agnia Branca ra Duque de Caxias
n. .">.'. acaba de receber lindos eochovaes de diffe-
reates gestos e presos para baptisados, assim co-
mo bonitos cbapeosinhos de fosto primorosamen-
te enfeitadni para o mesmo fim, no mesmo pas-
eeio. Tambem recebeu .modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com pui.ln- para senboras,
golinhas com punhbs e sera e les, '.anto de renda
como de camfcraia, bicos de seda bramos com
wdfilbos.
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SITIO
Vende-se ira sitio no Arraial, no becco do Bar-
rbelomeu, casa nova, toda envdramela, com e^sr
de bariho, cacimba cora muito boa agua e bomba,
tem qainbettos e unta ps de arvoredos nevos,
laudas de maraenja-as^, o terreno proprio e
lorna-se recommendavel por ser.perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
'aes do Ramos n. 4, das 10 hora* da manhaa as
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
Grande hotel central
a raa larga do Rosarlo nume-
ro Sf.
Neste muito contiendo hotel se eneontram ex-
celentes quartos salas para alogar, que offere-
cem commrdes para familias, onde se encontra
nao s o maior nsseiu e limpeza,como bom servico,
banhos fros e qnentes e todas as commodidades
indispensaveis vida' todo por mdico preco. O
lugar central em que este estobelecimento est
collocado alucente recommendacio para ser
concurrido.
Alnga-se o primeiro andar do sobrado o. 3
da roa Imperial : tratar no andar terreo, T an-
dar.
Engorumaeira
No becco do Sarapatel n. 6, iava-se e engom<
ma-se com asseio e promptido._______________
Precisa-se alugar nm sitio que tenba baixa
de capim para 3 ou 4 vaecas de kite e casa de
morada, sendo na estrada de Joao de Barros, ira
vessa da estrada nova : a tratar no largo do Pa
raizo n. 14.
Antonio Marques de Oliver tem nesia data
admettido para seu socio na taberna siU ra
Imperial n. 47 a sen irmo Jos Marques deOlivei-
ra, o qual era caixeiro ca mesma uberna, sendo a
firma social desde esta data Marques & Irmao. Re-
cife 30 de junho de 1871.
Na roa ao B.rao aa Victoria, autiga ra
Nova, n. 40,2* andar, ha para ser alagada ama
excedente ama escrava com bastante pratica de
lodo servico de casa de familia, unto nacional
como estrangeira.
Mudanza.
J. 0. C Djjle faz publico queimudou o sen ar-
mazem de fazeodas da roa do Commercio n. 48
ara a mesma roa a, 38.
Qaem precisar de um cozinheiro portuguez
chegado ha p meo do Porto, poje dirigirse roa
do Rangel n. 41.
Joao Antonio Monteiro aeclara ao respeila-
vel publico, que desde o da 21 do torrente, dei-
xoa de ser eropregado da casa commercal, do
Sr. Jos Augusto de Araujo.
Pedro Goucalves Torres,
Europa tratar de sua sande.
retira-se para a
Comedori a s
Continua-se a fornecer c >medora para fora, na
ra estrena do Rosario n. 35, sobrado, mandndo-
se levar almoco de 7 a 9 horas da manhaa. e jan
tar de 1 a 3 horas da tarde, conforme a vontade
do assignanf.
AMA Precisa-se de urna ama para cosinbar
m*-n- e comprar : na roa Nova n. 61.
Na ra de Ho tas n. 1 precisa-se de
nm rapaz para caixeiro, prefere-se sendo
natural dus arrabaldes.
AMAS
Nova casa n. H.
Precisase de dua? amas, orna
que engorme e outra que cozinhe
com perfeicao : atraiar na ru
41 lili DO SARAO D.\ VICTORIA- 41
irmium tAin nm DE ABSDQ Como
Neste novo armaxem tem nm
rarado sortimento de fazendas
francezaj, ingleas, aliemias e to-
las todas se vender por precos
mdicos, afirn de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
,'rancezas, de todas as
letalidades, brins de
ires e brancos, colei-
rinbos modernos, cha-
peos de sol de seda,
anos.
.
RA
ARRUDA IRMAOS.
Bario da Victoria
antis, a na
NOVA
N. 41.
Assim como tem nm* grande
oficina de aifaiate, montada com
todos os preparas trae ba de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sna promptidlo e perfeicao
nada deixam a desejar.
Ronpa de todos os
amanbospara bomen*
meninos.
Por todos os paqtis
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiraa qne ha
na Europa.
RA
DW
Bario da'Tletor la
antiga re
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as entonv
mendas, finalmente em tudo afina de melbor servir oa sena numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas. para
lio se tornar massante
FILULAS VEGETIS CATHARTICAS
Precisa-tt dd urna
mero 31.
ama ua ra Bella
Preci-a-se de urna ama
ra estreiu do Rosario n. 14.
para tvzmhar : na
Nao banecessidademais
geral em todos os paizes
do que a de um purgante
que sja ao mesmo lempo
innocente, eficaz e digno
de toda a confianza-
As pilulas que ora ofere-
cemos ao publico preen-
chem estas condicoes; pois
podem ser tomadas pelas
pessoas mais iracas sem
perigo algum, nao tendo
em sua composiejio mer-
curio nem outro ingredien-
te nocivo sade, mas
sendo composto de agentes vegetaes mui
fortes, sao bastante eficientes e activos
para purificar rs corpos mais rcb'Jstos.
Qaantos s3o os males que, se no seo
. j principio fossem combatidos energicameeie
| com um simples purgativo, nao seriam de
Grande
DO
DR. AYER
qoe podemos recommendar ao publico sSo
as PILULAS DE AYER que exploram e pu-
rificam toda a extens3o do canal alimenti-
cio, e do vigor a todas as partes do orga-
nismo, corrigindo sua acc3o viciada e fa-
zendo recuperar sua vitalidade. E' um re-
medio inestimavel contra dr de cabera
nervosa, enxagueca, prisao do ventre, he-
morrhoidas, molestias do figado, febre gas-
tro heptica, e todas as molestias biliosas
que teem sua origem no entorpecimento do
figado que causa a escassez da bilis na in-
fldmmaco deste orgo que produz derra-
mamento da bilis no estomago ou em um
desarranjo gera! dos orgaos digestivos.
Um moco para criado.
Precisase de'um rapaz para criado grave : no
Io andar do sobrado n. 4 roa das Trincheiras,
achara com quera se tratar
urna vez vencidos ? Grande numero das
molestias qoe estamos sujeitcs se deve a
um estado sujo e irregular do estomago,
figaio ou vtntre.
hor purgativo que conhecemos e
'sg
re s
O Sr. J. J. jy tenha a bondade de mandar
pagar preta Luiza o- i-"i que Irte ;i.coa devendo,
islo a mais de um anno; se o nao :i. r publicar-
se-ho as (utras iniciaes que faltam. a tambem o
titulo que tem.
O insigne tocador de rallo.
Eser&va ou iiVie.
Na Capunga. peno do Jacobina, sitio n. 66, pre-
cisa se alagar urna escrava que saiba eozinhar o
diario de urna casa de familia, e na falta desta
urna ama livre as mesmas condites._________
Aiuga--c um ,-eguudu andar na ra da Sen-
zala-velha n. 138. cora muitos Commodos para
grande familia, tem 2 sals e6 grandes qaartos.
Para prevenir qu^stoes
Oabaixo assignado vem protestar pela imprensa |~"
contra qoalqaer transaccio qae se pretenda fa:er 3-1
coro a p-opriedade Liberdade sita na commr- & 5 3.
ca do Bonito, a qnal Ibe pertence por titnlo qne Sg-*
apreaentar no devido lempo. Esta deelaracao faz; a"
para nullifkar qoalqaer transaccao realisada ou ', P s
a realisar pelo tenente-coronel Vicente Ferreira I Hia
Padilba Calumbi. i ?" *
~3 es
Su
_M i
^g =
-C si
o
T -a
re2 _.
por; ai t
R?ra'|
Precisa-se fallar com o Sr. francisco Bezerra! > B
Cavalcante, e como nao se >aiba a saa residencia I -rs;5-
pede se a quem souber que informe ao agente de i? 2
leiles F. J. Pinto, roa da Cruz n. 38, escriptono
A ICTERICIA e produzida pela ab Cao dd bilis ni, sangoe, dando pellefe aos
olbos tima cor amarellenta; n5 i e somente
dolorosa por si. pi rom conduj aos mais se-
rios soffrimenlos. Para crala toma-se de
urna a ciuco pilulas todas as manhas, isto
.bastante para mover o ventre suavemenle
al que se recupere, a accJo sa do sys-
tema.
A dyspesia ou iiidigestao, tem sido tan-
Vende-se em t >d<,$ as h -ticas e drogarasJdo imperio
W. R. Cassels & C.
Agentes geraes.
tas vezes curada com est
duvidamos em dizer que
dio para este incommod
vermes, vejam o que diz o II
st'or de Nova-York: as pila
Ayer temos adiado um dos melhorc
dios para os vermes, bichas e lombr.f
Nao pocemos ennumerar aqoi todos os.
sos em que sao vantajosas estas pilulai,
tantas silo as molestias que se podem com'
bater com o emprego de um bom porgat'-
o como sao elias.
Em falla de appetite, sao excellentes
comodigesti.o para a comida, nao ha consa
melhor. Nao se tem poupado trabalbr
nem despeza para levar estas pilulas a uro
grao de perfeigo tal, que nada dei.ia a
desejar ; sao o resultado de annos de estl-
elos laboriosos e constantes. Para alcanzar
tolas as vantacens que resoltam de oso de
cathmicos, tem-se combinado someiite as
virtudes curativas das plantas qoe sao eru-
pregadas na confeso das pilulas. Sua
composic, tal, que as enfermidadescue
esto ao alcance de sua acc5o. raras ve.es-
podem resist-las ou evad las.
.-- < n -i
O >pS'
1 =aJ!

c- =
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BSS*Sax5
." 2. o -* 2^2- g
i? SKI! =.* >u
1 ? S D =
Na praga da lodepeudeccia n. 33 se d di-
nheiro sobre penhores de oaro. prata e pedras
preciosas, seja qual for a qaanlia ; e oa mesma
casa se compra e vende objectos de oaro e prata ;
igualmente se hz toda e qualquer obra de ea-
commenda, todo e qoalqaer concert tendente a
. mesma arte.
Easino em casas pan leu ares
Um sacerdote leeciona meninos e meninas
: nesia cidade e em seus arrebaldes. Pode ser pro-
! carado na eslacao da Torre e no escriptoro do
! Sr. Dr. Manoelet'.o na ra largado Rosario n. 24,
; segando andar.
dveite. cit
* "* o-o. o 3 5 c
Pr.S-1
Sizenaodo Sergio dos Santos.
Precisa-se de ama ama de leite : na roa
Gaararapes o. 1, ou na fabrica do sabao.
Je
Attenpo
Qaem quizer dar a juros de I 1|2 0|0'3:000
com hypjtti' i-a era beos movis, annaacie
es.te Diaria para ser procurada.
Quem precisar de urna boa armacao
taberna ou entro qualqoer esta ti-leci memo, dirja-
se a ra das Crazes n. 36, que encontrar com
qaem tratar.
-. a>
tu 5 a.- X Z
-2 -S-^ 3T-o
iSlss
.3o""-5-o
7! S ^mJl 3 =r
IWU
5 2. o 3
o .o R
5- 0-0 2.2-
'
AVISO.
1
i
a
Precisa-se de am meuino para caixeiro de
taberna, com pratica oa sen ella : na ra do Ran-
gel n. 73.
m ESCOLA PARTICULAR. JjK
19.---------Boa oa Pkkha.---------1.
j$ft Anna Senhonnha Monieiro Pessoa.
MZ Materias de ensino.Todas as que com- SAS
^g preheodem a iustruccau primaria.To- ^
W os trabalhos de aguJha, inclusive bordado
ig de ouro.Flores etc. S|js
Preco do ensino.. 5*000.
^ Tambem recebem-se alumnas internas. -t
** $&$*$* 0SBSQ
Precisa- e d urna ama forra oa escrava qae
saiba bem eozinhar : na ra Duque de Caxias
(oatr'ora das Cruzes) n. 65. segundo andar.
Precisa-*" de urna 'ama ou de urna
e^:rava para eozinhar e engommar pa-
ra poner, familia : na ra da Soledade
n. 35, ou roa da Cadeia do Recife ou*
mero II, loja.
Antoui Pereira de*Oliveira Maia lem para ven-
der emstu e.'tabelecimento a roa da Senzalano-1
va n. 1, i s .uperiore* lamansos e ciiinellas do
Port-i, mandados vir por sna conta propria, em
grosso e a retalho ; aproveitem, antes que se
acabem.
Irmandade acadmica
DE
N. S. do Bom Consellio.
A pessoa, na casa de quem se achar -ccnlia -v
escrava de nome Felesmina, cabra, que em algti-
mas partes se intitula de forra, e mais conhe'.idr-
por Bioa, principalmente no Monteiro e em Bebe -
ribe, onde costumava lavar roupa, tenba a bonda-
de de manda-la entregar np 3a andar do si^rado
n. 36 da ra das Crazes; protestndole, p*lo
presente, a se pr^eder com todo rigor da lei con-
tra qualquer individuo qae a tver sob sua gnar-
da, como j fez o rxsenbor de dita escrava com
corta pessoa avesada a lwo,
Precisa-seJaetioO a juro-, duou-se garanta
com vanta;em que ninguem deixara de aceitar ;
ouem quizer aunuocie p^ra ser procurada.
Alnga-se ama escrava cozmheira, engomu--
deira e lava bem de sabao : para ver na raa da
Cadeia n. 6r>, loja.
COMPRAS.
n,
:0MPKA-SE
frascos vasios da tintura jponexa, e paga se a 80-
rs. cada um : roa Duque de Caxias n. 50, 0
Mrquez de Olinda n. 51.
Comprase dons bilbares
a tratar na roa Nova o. 20.
que sejam Dons
V:MDAS.
Por ordem da me-a admioisl'aliva da irmanJa-
, de-de Nosm Senhora do Bom Conselhi
A Na roa D;rta d 133, loja de cera, ha orna es- '< W(,o os irmo- para compaiecrtm em uitta ge
erva para se alngar com ama de Mte. ral. na facnldade.de direito, no da 6 do crreme
-------d, ,;...,.> ^aT.-----------T~Z1--------r quinta-feira), as 10 boras da manhaa, alhn de tra-
rh^ :l Uma ama Pila C011' urmos da irasladacao da divina padroeira para o
tnl TfA,,^" "? t S,UC* w" de S- Francisco.
familia a tratar na raa 1" de Marco,
AMA
n. 18, Jard-r.
M
Preci-a-se de ama ama para wroprar '
e otinf ?r : n.i ra do AragSo c. 'JO.
Secteiaria da Irmandade Acadmica de .W?a
Seuhnra do Bom Gonselho 1 de julho de 187
0 secretario, |na
Custodio Jos Al ves >uimaraes, nico socio ge-
rente da cas commercal de fiumaraes, Pootes
& C, desta praca, previne, a quem inieressar pos-
*a, que eta prumoveodo a dissofncao da mesma
drma, e entrara ero seguida na respectiva liqui-
dacao ; sendo que nao ha letras pelas qoaes esteja
a Jirma respunsavel, e nem o annuociante as pre-
tende tirraar duranie a mesma dissolocao e liqai-
daco.______________________________________
Prei,:-e de i:.' nemiio para caixeiro de
liben .1 que i< i desu negocio : tra-
tar aa trave^^a Je -'.. :.'. !. taberna._____
_, as proposta? pjr a nw-pra d>.s eacr.-ivos do
casal fto .iiuad.' somroeudador Toomaz d-' Aqu- parador n. 16
no Fiioeaa podem yr --niregues ao Ulm. r. r.\------------------
Pao de milho
Na padaria da raa do Camaro n. 13.
Vende-se velas sVenn*i oe superinr i|aan-
de. de i e o em masso, a 500 rdls cada ura, em
caixas de fima^-os : na na do Amorira n. 66.
Vndese um baicio di amwello em foa.V
bom estado, ua rua o Piare Flariano i>. 50 a tra-
tar na mesma.
Vende se uma carro?*
rua Nova, loja n. 7.
A'-magilo
V>nde-se ama armacao qae serve para taberr.*
ou ou:ro qualquer n'gocio, por preco commodo :
tratar com o Sr. Pootual Jnior, roa do lm-
Uearique Leal.
jjmz de orpti3p; ai o a ''! i crreme po qae!
- {' andj*rc.a co jii;n.dfpois desse di, rio ida I
jaberta toda na f-rma da le.
Cervcja ooiif;a
qtnlidade : vude -e em porr-j e a WttloJ
i
>
't
e boi : a fraur n.> ^
loo artrazeu: da raa do Commercio n. 4.

I
' II Ull'M


Daro ue Pernamimuo Uuarta eirt 5 de Julho de 1871.
t

'>
~

LOJA
CYSNE

64 RU4 DA IMPER4TRIZ \ 64
DE
FIGUEIREDO & LOPES. ,
-0. propietarios desie novo esttbelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo.colbimenlo favoravel que tem recebido de seus freguees; sinceramente Ihe
agradecemos lo expooUoea^como grata coadjnvaco. Certos est mos que de vemos
continaar a recebar este favor porque o nosso programma ser belmente cumprido
que vender barato e baver sioceridade nos tratos.
Convidamos portanio as Exmas. familias e aos mascates a virem ao nosso estaoe-
Jecimenlo oa mandar buscar as amostras das fazendas que recebemos ltimamente,
pois temos fazendas da mais apurado goslo e do melhor que vem ao nosso mercado.
Grosdnaples
Temos o melhor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que onlra qual-
quer casa.
Ditos de cores.
O Cysne tem o mais lindo sortimento e
de superior qnalidade que vendemos por
5500 e 21800 rs.
SET1NS DE CORES.
Vestuarios para baplisadbs.
0 Cysne tem vestuarios para baptisados
muitolindos e vende por menos do que em
outra qualquer parte.
* CRETONES.
Recebemos cretones de cores escuras e
-claras proprias para vestidos de senboras
que vendemos por 440 rs.
LENCOS.
0 Cysne tem lencos de esgoilo de 55
Temos de todas as qualidades e precos at 90000, ditos de cambraia de linbo em
mais baratos que outro qualquer. : canas de duzia a 7,5000. ditos brancos,
E' PECHINCHA de cassa muilo unos a 20500 rs., ditos de
Alpaca lavrada com cordSo a 560 rs. o cores fixas proprios para rap a 40000 a
covado, dita com flores elistras a 640, 700, duzia.
900, 10000 e 10200 rs., estas ultimas s3o Tapetes para guaraicio de salas, de todos
tSo finas que ninguem dir que 12a, sao os tamanbos e por menos preco do que em
ooito largas. ontra qualquer casa.
Lias Saboya Bretanbas de superior qualidade a 10,
Recebemos ornas lias cum seda, azenda 10200 e 10400 rs. a vara,
mleiramente nova no mareado, tem um bri- FLANELLAS.
Ibo qoe as torna recommendavel.
Pechincha
Poil-de-Cbevre fino e com muito brilb
a 560 rs. para acabar.'
Curtes a Minerva
E' ama fazenda de laa com listras de seda
de cor que faz urna vista extraordinaria com
49 e 20 covados por 220000.
Cortinados
Temos completo sortimento e vendemos orna senhora bonetta.
.Temos de todas as qualidades, tanto de
cores como brancas e por meos do que
em outra qualquer parte.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Cbales de merino.
Temos de 20300, 40, 50500 e 60500 rs.
ditos cbinezes a 140000, estes ltimos tem
seda e sao muito lindos e proprios para
COFRES DE FERRO
Estes artigos acham-se a venda
en casa dos importadores
Shaw, Hawkks A C,
I roa da Choz n. 4.
HVDROLEO UTlOTIirTKO
por menos que outro qualquer.
Cambraia para certioados de superior
qualidade com 20 varas a 110000 a peca.
CHITAS
O Cysne tem o melbor sortimento de
chitas tinas desde 280 at 440 rs., pode-
mos afiian<,'"" seren core* fixas.
MADAPOLES
Temos madapoles desde 40000 at
16000., porm esta qualidade tem 40 jar-
das ou 32 varas muito largo e eocorpa-
do. Dito francez com 24 jardas a 80 e
110000.
Cambraias Victorias finas desde 40500
at 80000 rs.
Ditas transparentes finas de 30500 at
140000, porm stas sao largas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 70000.
ORGANDYS BRANCO
Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
cos, dito preto liso e com salpicos.
Colxas brancas de fustao a 20700 rs.,
ditas de cores a 20800 e 6000 rs., ditas
mito grandes com bonitos desenbos a
120000.
Atoalbado.
Temos atoalbados de linho 'muito largo,
dito de algodo adamascado.
Bramante de linho com 10 palmos de
largura, dito de algodo a 10800 rs. O
metro.
Brius pantos e de cores para todos os
precos, dito lona branco proprio para
roopa de hornera fazenda de superior qua-
lidade.
Para lato.
O Cysne tem chitas prelas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
^.JStenTiiM.,*-aa^:BSJI,U7L
dito de cor a 70000 a peca.
Cambraia de cor
Temos cambraias de cores com barras a
ji50 rs. o metro, ditas miudinbas a 500 rs.
d finas e cores fixas.
Meias para h>mens, ditas pa a senhoras,
vende por barato preco.
Algodo eufesiado com 9 palmos de lar-
gura proprio para lences, toaihas e outros
misteres, qoe vendemos pelo barato prego
de 900 rs. a vara,
Completo sortimento de casemiras de
ditas para meninos e meninas, de todos os'cores, ditas pretas para todos os precos,
precos s qualidades. pannos finos para todos os precos. Tam-
Espartiihos bem temos um boro alfaiate e nos encar-
Temos espartilbos de diversos tamanbos regamos de mandar fazer qu.lquerpeca de
t precos. obrt que ficar a gosto do frpgn>z. _
%VII KHDl niTICO E OTTO0
ESSENC1ALMENTE EFFICAZ E INFALLIVEL EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SUA FORMACO
Guiados pelas iodicacesde mnitos abalisados cumeos, e medico* distinctos, que
se deram ao estado e averigoacio das causas que prodazem os padecimentos de rheu-
matismo, gotta, areias dos rkins, Dexiga, ligado, e d'outras visceras; e aos ensaios dos
meios proprios para cural-os, chegamus a obter um remedio, que nunca desdisse a sua
actividade contra os ditos padecimentos.
Nao nicamente baseado em tbeorias que tanto avancamos, mas sim nes satis
factorios resultados obtidos da sua apphcaco, as innmeras experieticm, que com elle
fizemos; e deste modo, seguros de sens beneficios effeitos, afouumetvte o recommenda-
moss pessoas qoe soffram algumas das molestias cima ditas, oo de algans outros pa-
decimentos do apparelho urinario, taes como o diabtico, glycosorico albuminuria)
etc.
Escusado seria observar que se nao pode designar um numero determinado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos qoe padegara da mesma molestia ;
pois qoe a cura est dependente de diversas circunstancias, inherentes disposicSo na-
tural oo compleico, de cada um delles; mas comtudo, certo que o hydrleo latho-
triptico and rheumatico e gottoso produz sempre a cura desejada, qundo se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-l; devendo ter-se em vista que quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicago do remedio.
Podemos tambera affiancar que, por mais continuado qoe seja, o uso deste reme-
dio nao cansa desarranjo algum as vias digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestes
e, nao poucas vezes, tem feito desapparecer diarrbea, que eram entretidas pela debili-
dade geral do apparelho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomara-se do hydrleo lythotriptico, nos primeiros quatro ou cinco dias, duas co-
Iberes de sopa, em agua assucarad, leite, cha ou caf com leite, e mesmo sem mistu-
ra alguma, na occasiao do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e se?ointes, tomam-se do mesmo mododit), tres coiheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porco de areias ; s as dores
nephrilicae, rbeumaticas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-ho quatro coin'es de cada vez, ou tres vezes no dia, a tres coiheres
de cada orna. ?
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydrleo lilhotriptico vo sendo mais raros o apparecimento das areias,
s dores nephrilicas, rbeumaticas e gottosas at quede todo desapparecem: neste ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, como preventivo, lomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita aliraentacao, deve ella ser regulada de modo que nao sobrecar-
regee o estomago, e era quandadd tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sena duvida, a agua pura, mas tambem se pode usar de Vraho
simples ou poseo alenolico. De cerveja e vjubos fortes, poucas vezes.
Sobre ludo o que muito recommendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
elle muito contriboe para a rapidez da cura.
N. B. Depbis de tirar-se do frasco a porcio que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arruinar immediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia d C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
tica do Qneimado.)
......- .........-------- 1-------------------------------
IMPORTANTE | LIQUIDAQAO
.NO
BAZ/VR DA MODA
De lim grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricantes de
ParsE. C-odrayEd. PinaudL. LegraodVioletGell Freres--MompeisBleu-
se-Hadanc-urtCottancee do rooiio acreditadoG. Rieger de Francfort.
Recebido todo directamente dos mnsmos perfumistas, e vende-se pelos admi-
raveis precos seguintes:
FAZENDAS BARATAS
NA
LO JA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatrz n. 40, esquina o becco
dos Ferreiros '
DE
MENDES ft CARVALBO
Os novos proprietarics deste bem connecido estabeleciraento, avigam aos seos
numerosos tYegoezes e com especialidade s excellentissimas familia?, que acaban-, de
receber um novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado goatn, de sed?, 15a,
linbo e algodo, qoe vendero mais barato que qualquer antro estabelecmento ; assim
como vendero as j existentes pelo maior preco que encon.lrarem, para nao accomula-
rem as antigs com as modernas. Portanto, previnem s exc?llenti?simas familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasiao de, cora pequeo dispendio, pode-
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisen.
Declaramos es precos de algumas fazendas, para provar o que ditemos.
Madapoles de l, 5, 6, 7 e al 100000 a peca.
Algodozinho de 20500 a 80000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a 10600.
Mazinbas de differentes qualidades de 320 a 500 rs o covado.
Cortes de percalas cora 14 covados a 50000.
Dit\i de cassas, padrees miudinbos, a 20500.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrto, de cor fixa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 50500. '
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 60000.
Bales de laa de cores modernas a k 000.
Lencos chioezes brancos e de cores a 30 a duzia.
Ditos brancos de cassa a 20 a duzia.
Cbales de merm lisos e estampados de 20500 a 5000".
Colchas de fusto, grandes, brancas, a 20800 e 40000.
Bramante de linbo de 20500 a 20000 o metro.
Algodo enftsiado liso e trancado de 10 a 10400.
Colchas de fusto de cor de 20500 at 60000.
Brins de linho de cor de 500 at 800 rs.
Cassas de cores de padroYs midos e grados.
Batas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas do cores a 640 rs. o covado. ,
Para luto
Princetas pretas a 640. 800 e 10000.
Laazinbas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o co\;:do.
Alpacas pretas a 500, 600 e SCO rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a lSo e !08uOo covado.
Merii s tracados e de corrio para diligentes p ecos.
Outras muitas fazendas, como stjam : atoalbados de linho e algodo, |uardana-
pos pardos e brancos, algodo entestado ii-o e trancado, bramantes de linho e algoJH
para lences, cortinados bordados para jandias, flanellas e damascos de t idas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Pa;agaio
Alm de baver um grande sortimento de roopa teita de todas as qualidades, tanto
de brins como de casemiras, calcas, coileies e plitots, ha um bonito sortimento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estaco, e cortes de gorgoro ti'-;
colletes.
Panos finos pretos e azues.
Ca-emiras prelas muito finas.
Brins brancos ie linho de todas as qr.alidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linbo e algodo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pregas, com collarinb > e sem e'le.
Ditas de meia de diiferentes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas nglezas para meninos.
Chapeos deso de seda paia 8, 10 at 186000.
Collarinhos e punbos de linho.
Grande sortimento de grvalas, mantas de seria pr< tas e de cores, c urn espetS!
sortimento de popelinas de cores, dos padrees mais modtrnos que tiriii \\a> ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou mandara se levar pelos raixeiroe.
ATTENQAO
Nunca se vio um procesjo'niais pTfeii'. nne ai-
jinja de tal forma a mtitCuer a *-xig"i"-iaj mais
everaf da (eriplorseib.
A soa cor lindissima e nao precisa de coida-
oatgnm para se conservar do linteiW) sempre
wm a ne?:na cr, sm hoir.i. cr-ta boir < n sem
wd8 estas maiellas inhereut-* iot as lilas
;.i agra ronhei-idaa, ainda m*rno o mrlhcres
autores eslraopeirs.
Sobretodo, este eMimavel prodocte do ataca a*
-ooas de aijo, antes pelo conirari a peona
dqnire nro e'iuslte dourado que, sendo iniero-
-aD(e, as-s provfJtoso.
cripta sclTre o chaqu de acido* orliMBBO. sen
se decnmrr; -ira, se os ac'i.l's ca lem ac^ac sn-
bre ella, :iuitn nienos a ateo de toDipo a pds
destruir ; luto pJaBfiveL
Nio so a eommerefo' que esie mea producto
wio ser til ; os profesores dos cullegi )S, lDest
gnnd-i indo os metal para o adisoinmenio dos
seus di-cipulos, lem approviMtado esta tinta que
cum razan a acharam ajiia para desenvolver o
gosto ns educando?, em cnoseqneucia da beleza
da cor e facilidade Ce corr-r Da pe'u<:na pela Mfc
lijuilez. Hi ex^miilo- da crianzas qoe tia
muito ifRip" tinliaio ama reiiuun^ocia exlttiu-
Esta tinta, nu sendo especialmente i ara copiar. para a e.-enpta, logo qae foi admif.ida- esw Wcta
i comtad duas, tres, ou mai? copas un o ez jno coliegio, apoaeu-se dellas a c.nosidade e o
Jepo de escripia ; preciso, porm, dafcw-lne | g' to, e podco tempo dppds o seu adiaobioeato
i papel bem moihado sem o enxupar com n mais- i era nnniesio.
tnrrlo, porque nao ha ori-Co de borrar. Parase E-"a tini.i. par de in:s vaougeo, tem um
tirar aaf< vP ums r'oia, ja se afgiMneraiD tan-j nnico inconveniente, deteriorase ao contact de
: f'lhss totattf romas se q.etem tirar, mas; outra qualquer; c-avrn poisK-U em linft'iro
ae se como origina? nrar a urna (aulas qnantiis lntos do menor viMambre d ontra tinta, eevi-
,-e dfejam, scoi que o origina! fique pr'jodicado
pelas extrae-.
Oceorre aqu dizi-r qn?, pata copiar itnp >rta
.nuila intel igeu'ia e hahi'idade, serh a qn a ini'-
hor tiata nao satisfa?, e o tU>io recaj sempre
obre a tinta, que multa" W* qneiri menos
otoa tem. .
A dupla qualidile dr-sta lala extremamente
-or^ciavel. pji- que evm qn em qua'qner es-
onnrio faja mais do qu o^J na' F-V1 o di-
"erffismi-iere.
Er.iqaanw sua duratjSy'J'-, oio < a a oppiir
. mfDor iivida, po:s n-. 'a 3p"i3 Je ei-
lerescrever cttr, a penna su;a d? tirria prepsar;ao
diferente e incomp^tivel; fariOcando to, cao ha
razio para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE Mi NTEIRO.
Observado.
Diversa? falsificare? e seraeisanjs tfm apa-
recido, coja dnrabidade duvidosa. O- Srs.
eimpr-'d-ir--- po'eio evitar o engao dirtpado-sc
c.:a cir;majf-eca<, e pedindn a tinta que eo
fibri-.-o ,
A C. tonteiro.
Pomadas finas de i: Coiirfray
Em lindos vasos de porcelana
sonidos doza 0(5000
Dita milanesa..... 0000
Dila flor de laraogeira. 8)5000
Dita transparente .... 9|?600
Dita scbic-schic..... IQJKkiO
Dita de viagero..... O/IOOO
Dita cosmetiques >upe.rSnos a
2;50, j.000 eA 74500
Dita cold creara para o rosto
duzia....... I1JCO0
DE G. RIEGEIt.
Dita moella <3e Boi. 11)5000
Dita genimia..... mk Ou
Dita philooome gandes. 14jO(i
Dita dita pequeos. 05000
DilaDuqueza..... 24K)00
Dita cbintza para os b'god8. 66000
Dita cosmetio'.ies duzia 7^300,
110000 e 14,50(0
DE MOELPMS
Dita surna duzia .... 96500
Dita de urso idem. 116000
Dita cosmeiique fino 76000
DE BLEUSE-HADaNCOURT
Dila da Exposico duzia 24:000
Ditaespecial do Bazar da
.Moda...... 96000
! COITACE
Dita manJorir.j em latas doz'a. 800
Dita menages idem. 16200
Dita universal idem .' 1680)
DE VluLET
Difo esld-cream para o rosio
duzia....... H6000
leos superiores
DE E. COUDRAY
Oleo superfino duzia 56800.
6800 e...... 6800
Dito E. Coudray duzia 56800 e 9630-
Dito ph'docome idem.. 9J500
DE G. RIEGER
Oleo pt cofce doiia ... \i&(*)
DE QTTaNCE
Oleo philcome duzia 9600U
ti'tias para DE E. CiHli)RAT
col -iia foperior dniia 56300
106500, 1^6 00. I? j30 i.
20"^\ 235, 566500 c .
DE G. RIEGER
Agua dentrificc duzia i 15000
DE L. LEGRAND
Agua de flores de Orisa duzia 206000
Agua dentrifice Elixir idem. 186000
Extractos superiores
E. COUDRAY
Ex ti acto de sndalo duzia 136000
Bouquet dos Alpes 3O60OO
Diversos finos dozia 45500 e.. 56500
DE E. RIEGER
Essencia de rosas duzia. 205OG
Triple extraxto 146000
dem........ 2I000
dem........ H 65011
Man........ 216000
dem sonidos..... 20600P
Bouqoet do Reino .... 4060QJ
DE MOMPELS
Das bonitas damas duzia ,. 185100
DE ED. PINAUD
BouquetJardim da Italia duzia 2350G0
Essencia de v oletas idem 2351'00
Jockei-Club idem .... 10*090
Pos fiaos
DE E. COUDRAY
Cbinezes para os dentes duzia ?6600
Dentrificios idem 86000
De arroz em ricos vasos de por-
celana dourada duzia. 32.>5O0
Enl pacotes duzia 45 75000
DE G. RIEGER
Pos dinlricios superiores dozia 175000
DE MOMPELS
Lindas caixas cora pos de arroz
duzia 145 e.....206000
abneles
DE E. COUDRAY
Violetas do Bo.-que dutia 96000
DE G. RIEGER
Transparentes finos duzia 66500,
95500 e
DE ED PINAUD
Transparente fina duzia.
DE VIOLET
Fkr de arroz duzia. d.
DE GELLER FRE!ES'
FLO
Forte mama de annun^ ar! vive o Di rio de Pcrnnmbucn cheio de attence-, ven-
de-se isto, vende-se aquill. e urna iofinidade de enusas ^ para massarem a attencSi >
respeitsvel pub ico! no entantn, us proprietrios do novo hem niint.-idn esiabelecimenl-i de
joias, intituladoFLOR DE 0U30silo rna do Rosario-larga n. 2t A teodo oreparado con.
toda a elegancia e go>to nd v-cii para o Cunceituad'- Dinri di' Pernambuco apregdar qu*
tem as melhores joias deouro. prata, brilhanies e mais pedras pr "ci->>:i<, ludo da ulima
moda, e que vende ma> baratu que em tunlquer outra pirte, ^e elle qnizessem seguir e.-ta
rotina de annuneiar, dinam que esia-" coiii.iletanifnle sortidos de b>-llos aderemos, cadeia
para relogips, aunis braceletes e urna ioilnidade iIh artigos j|uu sera Holadntiho meorinnar
e que > com vista podfria re>peiisv(>l publico e com epeeialuiadn as Exmas, aras, lit-
quenlando dito estabelerimenio, ,i -na vootade apreciar-tn.
m

9
m&mwmwm
Sua da Imperatrz n. 58
A F.OJA K XOVA
Graufie pechich i
Cbjtas escuras muilo bonita?, cores Ikas e bom panno a 240 r?. o covado
Chitas precale debeadissimos padres e muito tinas a 3t0 rs. o covado
Cambraia branca transparente o que ha de mais tino com um ailado lindissimo,
muito propria para vestido de baile a 6-yJOO, s na Rosa Branca ra da laopuratr.;
n. 58.
Cambraia de cor miudmhas com dilicadia padres e cores garantidas, as melhores
e mais modernas a 320 h. o covado.
iMadapolao fino a 55000 a peca com 20 varas s na R<>sa Branra. Vende-se coai-
tas ootras fazendas por preco muito tm ronta, d3o-se amostras, e mandase levar em
casa, na
ROSA HAnCA
Ra II650
I6J0O0
75500
355C0
15500
Em forma de rosa..
J DE com.NOE
0460(10 Bresiliennes duzia .
AVISO
I Vende-se pdr aleado em duzias desconla-se 10 0/0 quem comprar e f.fgai
vista (JMotia topetior a 1006000.
-los rte S)liz' SOa^es & 0.
Hita \ot b. S-O (Iroje do Ksro da Victoria) esquina da
aato tmaro, 'V
fc
XAROPE SEDATIVO
de cascos de Laranjas amargas do
BROMURETi; DE P0TASS!0H
De J.P.' LAKOKE, r des Lioni nint e*ru1, Parts.
Todoi os Mdicos concordio em que o Bromnrc^ de Potassium puro tem sobre o
sistema nervoso, urna aceao d*ti calman.. Reunido io Xarope Laroze de
Laranja amarga, cuja aecio regenera as fuo^oes do estomago e dos intestinos,
umversalmente appreciaJo. Sem receio d'ar.idenie se pode dar as pessoas adultas,
qnando SOffrem de molaatiai do aoriieno, iai dignti*ai, oa i.roui m gval,
assim que para as aaoletat ttomi i a preabw. Para as cranlas, par* liar
fif |ao, inaoatniai, tone dar anta dantieM.
Deposite em Rio de Janeiro, 9. Chavlos; em Pernambuco, V. Kaaro C*;
em Maceto, raleo IKaa; em Pe/Aat, Aataro !<;; em Baha, Ba moaaa; em
Parto Alegre, 4o*i ello; em Karanhao, Ferreira o C; em Ouro Preto, 'Wi"
CASACAUVIIM a. marinier, p""rm.ss.r"^j*
,^*^*'"^ %*^W W I Bonlevard Sebastopol, 55. PARIR
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
AprrtwnUdis AcaAemia de Scieaciis e ao hisiilulo ie Franca.
IM ICnPft Snb forma df Piilla. devfrtirta e .f NlIuUUn momento urna sol* rao PHEVEHTIV* E C0KATIV1 Oo
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volme de um relogio, servind
Sebikga sem os
Ora ves inconvenientes de tragiliaade.
" ETOR-PKLTROd d s,S
trt'T''^ ir\e> Cou (orna, c d< Tolonr dr um Porte-Koeia eBataaS
KO I UJUO TOBO JUATWIKNTO.
j~y<~t]f J'.Vli S T> fl'ip.ira :>s 'ffcccois j ras, proparado sob a nusma forma.
' Cai>rHAl Afflvft 0 t** L'fposimio* oral pya o liiilSll, e IH>BTliAL
MU aULV/itlljiP flt (l "' k roa torta' do Bosario/- PERNTANCBUOO. *


-. -.:***+>


"V-
L
Ulan* de J^eriamDucs Quarla (eir i ^e Julho le 1871.
VEHDE-SE
Joaquina .los Hamos, na ra da Cruz o. 8, 1
pretns anciano n. 3 c |. ,
aao ha al cabello braucov
tintnra japone a.
So i; nica agpYovad pela as academias 4e
ciencia, rei;ontiwida superior a toda que tetn ap-
parecido atij boje. Deposito principal ra da
hadis, do Hecile n. 81. andar, em todas as no
tiras o cast. de cabelleireira
LIQWM<
./
i
ti
[I

NA RA DA IKERATEIZ 60
i
DE
Memore a Xsi Usperanca!!
AO BELL J SEXO.
Esta toja, bem eonheeida pela soa elegancia e
snneriorictade ds seu* objeeti.caba de receber
muKos arirgos para o ijue respetosamente convida
ao helio sexo a vmla-la, aflm qacompraren) aquil
lo que precisarem para preparos de vestidos toi-
^^^S^^^^^ fazenda, e tendo continuado a
FLIX PEREffiA DA SILTA & t
Os proprietanos deste grande e>taaetaciBeato tendo ser ana Modada porcia
ranga licarao satHeitos, j pela qnalidade e pre-
sts rasoavois, e mesmu |r que a Nova Esperan-
za ufaua-se em oo se impacientar era dar a es-
solher os ot jectos, (>re cm que co tu a receher a todos, afim de que
saibam con o firme proposito de voltarem on
tnandarem a mesma toja,, logo que precisem de
qiialmer anign por pfqueno que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeuis ci Lisboa a Nova Esperanza para
iwinen, sennora e meninos, sendo brancas e de
NO VID A DE.
3ico de quipure preto com brapco, a Nova Es-
psrauQ:1 s quem tem I I I
Caixas para joias.
\ Nova Esperanza recebeu boas caixas .de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de muitas qualidades a Nova Espe-
rance
Pan extinguir panos oa sardas.
A Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para tiugir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
flis.
Para refrescar a peHe e aformozia-la.
A Nova E'peranQa ra Duque de Caxias n. 63,
'u.!'/ vi-rJa l'iira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhurHS, e do mais conhecido fabricante,
,-,!i, frauce? como inglez, estao expostas venda
a ra Duijiie de Caxias n. 63, na Nova Espe-
aica.
Sxtractos, hanha, oleo, sabonete?, ag03s de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
uuii, de superior qualid.- le : vende-se na Nova
Esperanca ra Duque de Caxias n. 63.
! !

A Nova Bsperanea, a ra Duque de Caxizs n-
83, eeieu um lido -ortunento de laa para bor.
dar. vfndo ,^ cores raais procuradas, branca, pre-
.: I.ile etc. etc. '? "lia antes une se acabe I
Bonitas Tazendas
paras festas
DE
SAWTO A\TOYIO
E 8. Jto
GIGAuAM PARA A LOJ \
DO
^ora sim
CEuil
O verdadeiro portland.
ra da .Madre de Deus n.
Jeao M.iriins de Barro?.
S se vende na
22, armazem de
AS
en
1..... ceos cora iarioha di' mandioca, roe-
dmi ; i-nias, pelo baratsimo pre^o de S cada
sai-.co ; na ra ao Mrquez de Olinda n. 40, es-
t pie rio.
Libra* st^li uis.
V. n le-se do armaz-m <1<- fazendas de Angosto
i i Oiveir; A C-. a roa 'o Commerein n. 42.
llV
llllx
n ". er seu." armazens. alm de ostros
seu oeifO' io regular, os segrales, que
-ii por preces mais mdicos que em ou-
-1 :.- urte :
- df pDho alraoadadas.
:' IltAS e ferro py> ^ cercas.
.. inglez.
ESI. VS iia India para cama e forrar salas.
;\.Si barro rancez para esgoto.
SSS tupen < em puredea e a contento.
JSMENTO d.- totas as qualidades.
MACHINAS e. d near .ar algodo.
''.- la Russia.
, OLALOS americanos para forro da carros.
' aroer canos milito bons e econmico?.
: irdeanx.
COGNAC saperiorde Gaatier Freres.
:..:.!.' t-m sii',.'.os grandes a 35*W.
vil.'A dorida legitima. __________
PAKA pAAItlA.
Vende-se restos : na roa do Domingos Joi
: i. 8i, (Senzala-Velha).
GRJLM1IE
Para oa scuhores de engenho
?eren.
Cnila, f.zeada bem conbpciJa pela sna fortidao,
ma s largiS qneebitas, para roupas de e>cravos a
2i ) ,-s. o covado : na ra do Crespo n. 20, loja do
Gnilnerme.
60 por 48
elegante.
N<> rnuzfu
V nd.; e camisas Ing'ezas muiio finas de 60J
:i '.?>, -r 'S, -aia-, 'i.iis bordada^ a iC' cada
u cara fecnar c^nus :
:-' tio n !.
na ra estrena do
TERRENOS
KM
em (.rano.* ou p<-quenas porroes, o
sriiiic leireao que l>i Jo Sr. Machado, sitio deno-
r.madi Jaqneira, distante da estac.ao do FunJao
i- dd [i D frente para a estrada do mesmo
norte, eo i mitas ifvore* de frueto. E-te terreno
i- proprio. e pjif ser de barr pre^ta-se para qaai-
qner pLn:acai, e niuilo se v>rna reccmmendado
por Bear peno do rio edaeMacSo; O prego
m idieo a tratar na rna Nova n. 48. no ar
matetn u Nordaa, ou com o Sr.Jriatio F. Torres,
nijfi [od is ls d ning' e diaa santificados o acha
ueste ogar. ___________________
das. mismas, tem revivido f-iernma GR1NDE LIQUID.\(;0, am^e demioatr o gran-
de deposito e apirar DINHEIK. De todas as faxeadas qae M wnde barajsimo m dSo
as amostras, fleando petinor oaie maodamtevarein casa das Ex.mis. famils, assim como
as pe-soas que negnciam em meoor escala, 'este esta eieeiawato s poderlo soriif .em
pequeas perces pelos mesmos erecos que compram as catas exportadoras.
?h j Aumm
qne se encarreg d' execotar qualquer ea-
comraenda da su a arte vontade do Tre-
geez, e o proorietario d'este grande esu-
\ 4>e4ecimea,o e promette servir eem i todos
os fregaete ave ibe boorarem a saa casa.
AWODAOSINHO A 3I5U0 A PEQA
O Pava vende pecas d'algodiotiotao de
muito boa qnalidade, tendo 20 jirdia cada
p* C. pelo barato preco de 30500. dito mili-
to largo a 6000.1)3110 64000, dito o me-
Ihor que tem viudo ao mercado, muito en
corpado e largo para Jeofoes. pelo barato
prec de 64500, grande, p ech i nena.
MADAPOLiO A 4,5000 E 45500
0 Pav3o vende pecas de madapolao com
zi jardas, sendo uzeada muito superior
pelo barato prego de 45500, di as com as
mesnas jardas a 45000. ditas finissimas a
35500, 65000. 75500 e 85000. pechincha.
MADAPOLO FRANCEZ A 10
0 Pavao vende tecas de fiaissimomada-
polo verdadeirameote fraocez, tendo 22
metros oo 20 varas, pelo baratissimo preco
de 105000 peca, sendo fazeoda que sem-
pre se vendeu 144000, e liqui la-s por
este barato preco por estar alg^ma cousa
enebuvalhada ha pon'a de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A.5 15280
0 Pavio veode verdadeiro algodiosinbo
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes
75000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito encorpado 1 (5:2-0.
BRAMANTES PAItA LENCOES A 2W 2JX0035
O Pavlo vende o verdadeiro brabante de
linbo tendo 10 palmos de largura, que ape.
as precisa para um lencol urna vara e r ma
quarta, pelo barato preco de 25400 vara,
dito melhor de 258 0 e 35000, tendo at
do melbor que vera ao mercado 35500
e 45000, assim como cretobes fortes para
lencoss, sendo urna encorpada fazenda f.-an-
ceza com 10 palmos de largura 2O1 rs.
o metro, e bramante d'algodao com a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 45500 E 6*009
0 Pav3o vende graude pecincba em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo barao preco de...
45500 e 63000, sendo fazenda que sempre
vendeu-se per 85 e 1Q5000.
Fazendas para saias a 15200, 15280 e 1550o
0 Pa ilo vende superior fazenda bordada
9jCom pregas proprias para saias, 15200,
15280 e 155T0a vara, sendo preciso para
urna saia apenas 3 varas ou 3 1|2.
As 3000 corles de eambraia a 255C0
O Pv3o vende urna grande porc" .de
cortes de eambraia organdys ; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinhas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida
se pelo barato preco de 25500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2000 cortes de cambraias bordadas a 5500.
O Pavao vende uma g'ande quantidade
de cortes de, cambraias braceas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos tois
lindos e mais vistosos que tem vindo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e com muita fazenda para um ves
Udo, e liquida-se pelo baratissimi preco de
55000, sendo fazenda de muito maior. va-
lor, grande pecbincha.
CAMBRAIAS
0 Pavao veode grande quanlidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 35 a peca at i mais
tina qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende chitas largas com bonitos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de lfiO. o covado, grande pecbincha.
LAASIrteA A 160 R3. O CO/AD3
O Pavo vende bonitas lasinbas transpa-
rentes pelo barafcrt preco delbO rs. o cova-
do, fjachincha na ra da Imoeratriz n. 60,
CORTES DE CASSA 25600
O Pasaj vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu oapel, pelo
barato preco de 25500 1 corte, ditos muito
lindas 35000, pecbincha:
CASSAS FftANCEZAS A 20U RS. O COVADO
O Pavao vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs
o covado ditas iaissimas com os desenbos
mois modernos qae'iem v.ndo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
0 Pa*So vende fioissimos cretooes oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covado, ditos de fl ros, proprios pira co-
GRANDE AEMAZEM PE VARIEDADES
EMPORIO G01MERCIAL
15Boa dajftiperltriz^-
DW
UL7SSES &
Neste grande estabelecimepto encontrar o resptate! publico um pouco de
todo, qoe vendemos por precos muito resumidos por ser o; systema que adoptamos
vender barato para vender mnito. e tirar-mos apenas 10 "J0 de lucro do deseonto qoe
temos das casas importaderas; e garantimos aos nossos freguezes qoe podemos facers
mesmas vantagens qoe as casas acreditadas em vender barato. As pesaoas qoe nos hen-
rarem com sua frtijjnczia encontrar3o em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisa deste estabelecimento. Chamamos ait?nc3o do Tespeilavel publico para a graede
'variedade de artigos de que se compe este sumptooso estabelecimento, como abaixo
PAVAO
ALSACIANAS A I20
Cbegaram as mais lindas alsacianas sen-
do uma nova e elegante fazenda de laa
com 1 minantes listas de seda e btame
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o que este anno tem viod > de m is gosto
ao mercado, e vende-se 15200 o covado
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 BS, O COVADO
Cbegou para a loja do Pavao esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japooe-
zas, sendo nma boni a fazenda de laa com
bonitos quadros de seda, propria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8t0rs o covado.
ATLANTAS UVRADAS 800 BS. ,.0 COVADO
Chegou esta nova fazenda com o nome
de allanta, sendo orna delicada fa76nda de
lia, para vestidos, qne vende-se pelo baraj
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Cbegou para a U ja do Pavo um grande
sortime lo das mais lindas e modernas
poupelinas de seda, com os mais delicados
padroes e de muito phantasia, que vende-se
por prec muito barato. ,
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRAD.lS A 4*
Vende-se cortas para vestidos de cam-
bnia branca labrada, saod<> fazenda muito
fina, pelo barato preco de 45 cada corte,
assim como am grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparettes. que vende-se
por menos do que em ootra qualquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento de camisas escoras encorpadas,
a prova d'agua, sendo propiias-para a es-
taco do invern, e vende-se por precos
em conta.
TOALIUS ALCOCHOADAS PARA MESA A'3500
0 Pavo veude toalhss brancas de fustao
a'cochoadas, propiias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
35500, ditas encorpadas muito grandes 75-
CHALES DE MERINO' A 25500
O Pavo vende chales de meriu moito
grandes e encornados 8*500, ditos
imiuco de chinezei 25500, ditos pelos
de renda com 4 ponas 25000.
CUALES PRETOS BORDADOS
O Pavo vende os m?ires e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e veode
por menos do que em odtra qoalquer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um granfle sortimento das
meihores camisas inglezas e francezas com
peitos de linho para todos 01 precos e qua-
lades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os precos e lmannos,
tendo tambera para criancas, e no mesmo
estabelecimente tambera se vende ceroalas
de linho e algodao, tendo para todos os
pre;os, assim como meias cruas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem constantemente um grande
sortimento dos melhores cortinados corda-
dos para camas e jaue'la?, qne vende-so de
85000' al ao mais rico qae ostuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanlo tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo ti n. colchas
dd crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-fe no Bazar co Pavo.
LAASC1HAS BARATAS
0 Pavo tem um gande sortirxento das
mais bonRas lasinhas para vest tos, tendo
de todos -os precos cores e qnalidades.
orincip;ando da 200 rs. Dar cima; porm
to grande a quantidade que seria enfa-
donna especificar qualidade por qualidae,
s a vista o freguez ,e das amostras se lbe
vendero por precos to cmodos que
engue n deixar ae fazer um vestido de
la por to pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO 640 R8,
O Pavo vende al mait lindas alpacas de'berta-sendo fdzen,la muito encorpada pelo
cordo para vestidos e roupas de criadeas barato preco de 800 rs. o covado.
oeio barato preco de 640 rs. o covado/ Rl "Jg1 a 20 e 25.\
ditas finiysimascomos ma.s liod.s lavoree J ^vao vende basquinas oa casaqamhos
imilacode agracianas 8t0 rs. o covado,^8 s,eda. Pr bt.mlos glacs com dtlicadas cores e !... baratsimo P0 de 205 e2o50.0, sendo
trosas como se la 15<^00 o covado, e ou- 0110" moderaos, assim cono ditos de ero-
tras muitas fazendas de gouo e luso para cbel e wtos pretas que se yendem muito
JIACHIMS PAR
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da rna Niva
o. 2$, um sortimento de machinas para cos-
tara, d>s melbores qnalidades qoe existe na
America, das o>iaee mokas j sio bem co-
onecidas pelos seos aulores, como sejam :
Weller 4 Wilsoa, Grover A Boker Silen-
ciosas, Weed e Inaperiaes e outras muitas
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalho que 30eestureiras podem faz-r
diariamente.e oosem com tanti perfeico
como as mais perfeitus costureiras. Garan-
te se a saabia qualidade e ensiaasea tra-
balbar com perfeico em menos de uma
hora, e os precos sao to resomidos que de-
vem agradar aos pralendantes.
, terrono na rus d;i Hora, ..-'trada de Joao de
s, r. ni t'O>lmo* de frente e \'.0 a 450 de
fnndu, cun ilfnmi arvores de frncto, por mdico
s-fij. : a ir%tar n3 ra do Vigark) n. 14, 1* au-
nar eeeriptnnn,
'-o para i^pital,
Vend.1 ;r 'inciea vencen i > o Juro
deotlop >-6-* 'u<-eme>ice : a tratar
com J .-. "."horas ai (t da
i.iuha, 1 n San;n Amare, n.
18. e de* I 'l-tro de Sania
;.. '.-i-,;ip;. r:, aa travesa do Ga-
djR^oni^_____________________
Bom enif>
Tirreno,
Vndese nin li rreno na estrada nova de Be-
beribe, con '>( p linos Je frente e 800 de fund,
muito port d\ e. .11 o prek nler Urlja-M ra larga do Roa-
rio, toja a. 38.
vestido, na ra da Im eratriz n. 60.
POUPELINAS
O Pavo receben as mais delicadas e me-
lhores poupelinas de seda para vestidos,
c^m os mais modernos lofores, e outaas li-
zas c >m as cores mais'novas i}ae tem vin lo,
>ende-s3 25UOO c^d-i covado, assim
pqbdo del cadas sedas de listinbas, tanto
para' vest ios de senioras como de meninas,
q vende-se 25000 cada covado.
ROUPAS PARA tfMisNS,
O Pavo tem constante a jnfe um grande
-'ortimento de roupa, tamo de panno como
de bros br neo e decores, de case-
mira<, p?ri todos os preces e qualidades,
e tambero, se manda (azer qaalquer peca de
ohra c im tjdo aceio e pronptido, para o
que se tem um perito
em conta, na rna da Imperatriz n. gO.
Caitas e itranfadas paraeobertas a 360 rs. o covado
0 Pavo venle chitas entraadas com
delicados desenbos para cobertas cu corti-
nas de cores fixas, sendo' fazen la moito en-
corpada pelo barato preco de 360 o couadO.
ESPAKTILHOS A 4550O
. O Pavio Vende os mais modernos e mf-
ihrres espartilhos, ten lo de lodos os ta-
annos, pelo barato preco de 45500
CASEMIRAS
0 Pavo veode um elegante sortimento
de delicadas casemiras ingiee/s, sendo to-
das de 12a e.moito ievesinhas, ttmo pro-
prias para homens como para criancas, e
ditis mais encorpadas, ten io oVutna e da
duas larguras, que se vende o mais barato
posivel, narua da Imperatriz a. J.
nico legalmente autorisado e approvado
pelo cooselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.|
34Ra larga dfj Rosario34.
FIO
Para saceos e fognetelros.
SACCOS
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pegas e nao na? etiquetas.
Vendem-se
Em i.m-;i de
T. JEFFERIES l C.
46 Ra do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca am bilhe-
te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande
LIQUIDACA.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gullherme.
Laas de cores mindas a 80 rs e covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largara a
2500 vara.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e HO o co-
vado,
Ditas meados prnssianos 280 o covado.
Ditas chinezas para coberia a 210 o colado.
Cambraias, organdys mindas a 240 e 280 c co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cures par corti-
nados, a 1120 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 33 a peri.
Ditas brancas com 10 varas, a 3O0O e Zi'M
a peca.
Dita Victoria, a 4/ a peca.
Hussnlina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo francez, a 6 a pega.
D:to inglez de bom a especial, a 4 JUGO, 5, 6 j
e 7f a peja.
Algodosiabo a 35, 3/500'e 4/ a peca.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covaflo.
Dita braica, com flures miadas matisadas a
500 rs. o covado.
Dita preta coa flr bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroes miudos e modernos a 360
r. o covado.
Lencos da cassa com barra de cor, a 120. rs.
cada um.
Ditos de linho embainhados a 4/ a duzia.
Chila, fazenda bem conhecidapela sua fortida^
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1/500 o covado
Cortes-de casemira de cor, 3/500, 4/ e 5/.
Cortes de meia casemira, a 1/SOO.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga air.arella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodao iargo merca T a 5/ a peca.
Dase amostras cora penhor.
se segu :
C'ryaes e vidros.Grande sorti-
mento de lindas garrafas Oara vinho, de
vi 1ro Bacarat a 6. 70 e 8)5000-par, bo-
nitas compoteiras de diversos gostos e pre-
cos, tacas d cbrytal para cbmpagte ;t ca-
tires de vidro verde Snos para vinho do
Rbeno a 25800 r, a duzia, ditos do dito
rouxo para vinho B a duzia clices fidos para licor a 34500 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 45500, 4^800 e 50000 rs. a duzia, eficar-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40 e
par, gande sor omento de globos de vidro
para candieiros, cbamins para candieiros a
00 e 240000 o cento, e a 240,320 e 400
rs. cada orna, pratinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. om. t
Perfumarlas. Sabonetas Caos e
grandes a 10500, 1.0800 e 20400 a duzia,
ddos inglezes o que ba de melbor a 20. a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6uO
rs. a duzia, laurinas de banba de familia a
80 e 110 rs. uma, 900 e 1200 rs. a dozia,
frascos graudes com baoha a 640, 80a e
10000 rs. oleo de Philocome a 800 a 10000
rs. o fiasco, dito de babosa a 501) e 600 rs.
o basco grande sotimento de agna de CO'
liinid, agua Divina, agua Florida, agua fran-
ca, tnico Oriental, extractos finos inglezes
e francezes, pos para dentes, pomadas ex-
psito, copos grandes a 20500 rs. cosm-
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. um, bonecas pan pos de arroz a
400 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e
de castor branco forma Victor, para bomen
a 110 e 120COO, ditos de palba ventilado-
res a 30200 rs., ditos prelos de feltro copa
redonda, a 30500 rs., ditos brancos a
302 0. ditos de merino e de seda preta de
55 a 70000 um,'ditos d palba para crian-
?a de 20 a 20500 rs. um, bonets de panno
preto enfeitados para meninos a 34 e 305JO
rs. um, chapelinas de seda enfeitadas para
baptisado de crianga a 30 e 30500 rs. om
bonitas chapelinas de nlu de seda branca
enfeitadas para senhoras e meninas a 60
a 70000 uma, chapeos de sol de seda com
cabo de marfim a 90500, 110.140 e
170OOJ rs. um, ditos com cabo imitaco de
unicornio a 90 e muitas outras qualidades
tanto para homens como para senhoras e
enancas, sendo de percale 10300,105JO
e 20000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percale de barra com figurinos a 70000
com 14 covados, boriios cr.es de seda
com 21 covados por 280000, corles de cam
braia branca Gna com babadinbos, borda-
dos, proprios para partidas a 70000 ; tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, cortes de laa escosseza com
15 covados a 30OOO, finissimas e moder-
nas cambraias brancas com listras a Impe-
ratriz peca de 10 jardas 90000 ditas mar
ca bispo e Victorit de 40 a 60600 rs. peca,
cambraia branca para forro pegas ae !'-
jardas a 20400 rs., bonitos cortes de laa
com 16 covados a 50500 rs, ditos de
chaly a 50000,' pecas de cambraia branca
de salpicos com 8 1|2 varas a 50500, bo-
nitas las de listras a 560 rs. o covado,
grande pechincha de las. finas de bonitos
padroes a 260 rs.o covado, fazenda que
vale 400 rs., bonitas e finas chitas france-
zas de uma s cor a 300 o covad >, perca-
les muito finas e de delicados padroes a
320 e 360 rs. o covado, finissma chita
franceza el ira a 340 rs, o covado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
droes a 360 rs. o covado, bramante
Aproveitem
Ta'heres fino-, {loas bot5es, cabo branco, a 5/
a duzia, colhres finas electro-pate a 6/aduca,
ditas para arroz, ditas para trrin, ditas para
motarda, ditas para sal. ditas para sopa a 10} a
duzia, para liquidar qne re vende por estes di-
minutos preces : no muzeu elegante, ra ealruita
do Rosario n. 1, de Ferreira, liarnos & C.
de linho com 10 palmos de largara a
20400 rs. a vara, esguio de linho finsi-
mo a 200.0 a vara, bonitas alpacas de uma
s cor para vestidos a 500 rs. o covado,
seii u de algodSo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roupa
de enanca o 500 rs. o covado, riscadinbos
finos de cores a 280 rs. o covado, chita
preta fina a 280 rs. o covado, guarda apos
de linho para almoco ou cha a 20600 e
30500 rs. a duzia, d-it"s de dilo muito fi-
no; e grandes para jantar a -0 a duzia.
servem para toalbas de maos, toalhas de
linho grosso a500rs. cada uma, ditas fel-
pudas a 800 rs., eolxas brancas de algo-
dao com barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas brancas e de cores de 20700 a
40500 rs. cada uma, bonitos cobenores de
la de lindo3 padroes a 80 e 130000, ditos
de pello de lontra com duas vistas a 140.
camisinbas de cmbrala bordada e enfei-
tadas a 20500 e 30000 rs. cada uma, visti
diobos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criancas a 6? e 120000 om, cami-|
sas bordadas para senhoras a 50500 rs.
urna, pentiadpros de nanzuk bordado para
senhoras 405O rs, um. caixinhas com uma
duzia de lencos de linho finos abainhados
por 60000, lencos de cassa finos com bo-
nitas estampas a 30600 rs. a duzia, dit. s
grandes de cambraia com cercaduras a
20400 rs. a dt zia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenbos a 10200 rs. a duzia,
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
um, cobertas feitas grandes de chita fran-
ceza a 20300 uma, cobertores branros de
la com barra a 20500 e 30000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
ca finas a 560 rs. o covado, dita preta de
de 440 a 800 rs. o covado, seda preta a
500 rs. o covado, grosdenaples branco com
loque de mofo a 640 rs. o covado, japo
de seda encarnada a 900 rs o covado, fins-
sima brilhantna de 'listras brancas e par-
das a 640 rs. o covado.
Gangas de linho para roupa de criaofas
a 420 rs. o covado, trta de linho branco
trancado muito superior e a 11300 e
I07OC' rs. a vara, dilo pardo de Moho a
320 e 500 rs. o covado, sern!* frse-
zs de cretone e de lite 10800 e 20500
r urna. E outras mwtae (aseadas que
vendemos por precos razo&veis.
Porcelana ]Hcas.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
80 a duzia, ditas de ditas com frisos de
cor 60 a duzia, canecas de porcelana bran-
ca para creme a 3051' 0 a .duzia, copinos
de porcelana branco para ovos '{200
duzia, tifeellas de porcelana branca, para
caldo 500 rs. ditas grandes parafarioha
a 10. luidos aparelhos de louca ingleza
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20 duzias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pralos com lam-
pa, 4 molheiras, 16 pratos travessos.por
1200, ditos completas para almoco da mes-
ma leuca 110, grande sortimento de loo-
Ca avulsa, constando de pratos com tampa
sopeiras, molheiras, pratos tra*essos, pra-
tos avui80s eom frisos de diversos tama-
nhos, pratos com cortas a 20700 a dozia,
ditos pagode Chinez, grande quantidade de
tigellas pintadas de diversos tamanhos,
bules, bacia, que se vende por mdicos
precos.
Qnlnqnllharlas Ricos candieiros
para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
ro, 140 e 160 cada um, ditos de vidro
de cores 6i, lamparinas, grande sorti-
mento de vidros de metal para dependurar,
para cima de mesa e para parede, 10600
1080020 e 20500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamanhos e gostos
de 50 200 o par, casticaes de vidro de cor
para vela 30 o par," lindos pratihos de lou-
Ca esmaltado com tampa para sardinhas e
ontras 20 20500 cada um. lindos bules de
louga da China 20500 30 e 30500 cada
nm, sextinhas de vidro de cores com azas
para cartees 10500 20 cada nma, bonitas
quartinhas hamburguezas d;i0 50 o par,
copos de barro, bonitos terns de bandejas
ovaes 110, ditos quadrados 70. grande
sortimento de bandejas avulsas de 10300 H
20600 cada uma, ditas para farinha 10200
uma, talheres de facas com cabo de me -t
fino 120 a dozia, ditos de ditas cabo de
osso finas de 50500 100 a duzia, colhe-
res de metal fino para sopa 50 a dnzia,
ditas de dito para cha 20400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de latao 500 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 10200,
10500, 20, 30 e -40 cada um, galhetetras
de 3 e 4 vidros.
CaleadoBolinas de bezerro para
homem 60 o par. ditas gaspiadas para
senhora 30 e 30200 o par, dilas de ditas
para enanca a 20 o par, sapatos de tapete
e de tranca para homem e senhora, de
10500 10800 o par, ditos de tapete ave-
ludados para criancas 10 o par.
Miudezas.Duzia de carriteis de li-
nha de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caiza com 50 novellos de liuha branca i
680 rs., la muito fina para bordar bonitas
cores 63400 a libra, duzias de caixinhas
de grampas 400 rs., duzia de caixinhas
de alfinetes pretos e brancos 10300, lo-
ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
tos de madeira emitaelo de sndalo, moito
bonitos, 20, thesouras finas de ponta tor-
ta para unhas 60 a duzia, pentes trans
parentes finos para alizar 20 a dnzia, ca-
dirco de linbo de diversas larguras branco
360 rs. a duzia de pecas, tranca de la o
fina de cores para debrum 240 e 400 rs.
a pega, tranca branca de caracol 560 rss
a duzia de pecas, trangas de la de cre-
de caracol 000 rs. -a duzia de pegas, su.
laxe branco de algodo 280 rs. a duzia de
pegas, caixas de agulbas francezas 4 papis
por 220 240 rs. .o mheiro, agulbas pars
crochet, toncas de la francezas muito boa
nitinbas para criancas 800 rs. nma, cai-
xas de superior papel amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores i 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel almaco
pautado dito^ de peso, dito para forro de
casa, meias cruas para enancas 30500 a
duzia, e inglezas. muito finas sem costura
de numero 2 8 de 40500 50500 a du-
zia, meias para meninas de todas as idades
30500 a dozia, ditas inglezas sem costu-
ra para homem 50500, e muito finas
60500 a dazia, ditas c< m p de cora *0 e
80500 a duzia. superiores meias inglezas
para senbora 60, 80, 100 e,160, levas
de fio da Esc issia finas brancas e d,e cores
para senboro 30 a duzia, superiores la-
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para bomem e senhora, grande sortimento
de bengallas, espingardas para criancas,
brincos e alfinetes de borracha para loto, e
correntes para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 20500 cada uma, grande sortimento
de botes e gnarniges para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 20 cada uma, botes de
madreperola grande e para colletes, grande
sortimento de abotuaduras para colletes, e
ditas de os^o para palitots e colletes. groza
de botes de osso para caiga 240 rs.,
pecas de fita de sarja de cores sem beira de
o. 1 700, ditas de dita de setim estreita
e hrgas e 240 500 rs. pecas de fitas
de veludo estreita preta 640 rs. dilas
largas, e muitas outras miudezas que dei-
xamos de mencionar por se tornar eofado-
nho.
Este estabelecimento acha-seaberio desde as 6 horas da manha as 9 danoite.
15Ra da Imperatriz15
EMPORIO COMMEBCIAIj
ULYSSES & IBMAO.
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Diario de Pernambuco Quarta eira 5 de Julho d 1871.
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S finalmente chegadas a esta prafa pela segunda vez as verdadeiras preprateos
do Dr. Radway & C. de New-Yorfc.
D-jpbis de alguus annos, em que as falsificares de Hamburgo e mesmo (Je New-
Torktiveram entrada oeste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qa*
estes remedios baviam alcanzado por ses maravilhosos effeitos consegwram ntrodozir
m, tfladiodo o pobteo incauto, com urna reduccSo de prego, nollificando o verdadein
mrito destas admiraveis prepararles, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seu* nullos effeitos, lembrou-se p autor de fazer a declarado abano, e i
dar diplomas a os q:ie venderer os seus legtimos preparados.
Previna-se o re*peitavel pblico de que as verdadeiras prepararles do Dr. Ra-
dwat se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual ao destt
annancio.
Nos abaixo aasignados, declaramos e certifinos, que os Srs. Raymondo Carlos Le-
te A lrmao, da cidade do Hio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agente
geraes. pela venda de nessos remedios, tanteno dito imperio como no reino de Porto-
g*i. Noticiamos o publico, que nao se podern obter os remedios do Dr. Radway VC
(e qoe sio preparados o laboratorio do mesmo dootor na cidade de New-York nos
Estados-aidos). sena.i das pess"as que podem produztr a presente ceriificacjio e altes
tafSo e que a produzem, subscripta e assigsada do Dr., Radway & C. e dos Srs. Ray
mondo Carlos Leite & Irmo como ao p. Todos e cada nm dos remedios do Dr. Ra-
dway A C. s5o acompanhados de cdulas semelhantes as que parecem ao p desia cer-
tificarlo.
E*amine-se bem a assignatnra da firma do Dr. Radway & C. ao p da presente
sertifictvVio e compare-se com o facsmile as Cdulas com todos os frascos e calimbas.
N Radway & C.
Joaquina Jos Goncalves Beltrao tem para
vender no m'ii eseriptorio ra do Ciramercio n.
5, os gneros abaixo notados, ralo do que .mu outra qualquer parle :
Azeiton:>s eui aneoretas.
Amendoas em barricas.
Caf maido em ma*so!* de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
6 Cognac marca mariH frres.
Enxadas.
|6 Farnlia de mandioca de Saota Catharraa, ?ac
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em .kcoh crascos.
Dita de dita em barricas proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Sahia em neveilos.
Fonces.
Maxaos.
Nozes.
Obras de palbeta*.
Papel proprio para cigarro?.
Dito azol para botica.
Palitos para \JeoVs.
Prego; sortidos.
PaDno de algodao da fabrica de Tedos os Santos
de Pedrcso na Babia.
Rolhas.
Rap ppala r da Baha.
Btim em fardos.
Retror do* melhores fabricantes 4o Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco smente da Bahia.
Veroiz copal.
Viobo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito errt barris, proprio para engarrafar.
Dito mascatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas'de nma datia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Vende se na na do Baro da Victoria, ou-
tr'ora rna Nova n. 4!), o aniarzem de louga lina e
ordinaria, a qoalqaer peaso que ?e quizer esta-
Delecer, a ifobei'o, en com algum prasn com ga-
rante a vontade do pr priiurit ; uu mesmo ar-
mazem, vende-se a dinbeiro vista, at.par6lhns
para cha de porcelana, dourados e cores, ditos' de porcelana branca, apparelhos pa-
ra juntar de porc-lana branca, ditos para jamar
de fiiso verde e azul inglezes, ti i i > paia cha, va-
sos de porcelana p.ira dores, compoteiras, garra-
fas, copos para agua, clices para v.nho e cham-
pan be, de chrystal e lapidado- finos; e outras
muilas pe^as que ser enl'adonho mencionar por
extenco, %'ie se vende for menos do que em ou-
tra qualquer parte de 5 a 10 por cento, por ttr
o dono de acabar com o e taheleeimeoto.
Casas para vwuier*
Vende-se a casa terrea da ra do Pillar n. lli
em que esl um acougn, que rende 0 mensaes
e tem urna roei-egua uo fundo que rende mais 8
mensaes. e outra ao lado que rende mais 5*000
mfnsaes, e quintal com fundo it a ra dos Gul-
rarapes Outra casa terrea na ra dos Gastara-
pes n. 63, com i salas, 2 quartos, cozinha fra e
quintal murado : os pretendentes d.rijam-se
roa do Brum ns. 100 a IOS, fundicao de Cardoso
& Irmo, ou oa mesma ra o. 20.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 49.
'Jote Bigodinbo, com lija de aiuxezat,
avisa a tod^s os os t-eos fregneze qu est
torrando tndo ptlq -reco, a vista da fazeo-
da, para todo-, adn.inr. a saber :
Grosas f*e ooffie e lonca branca a <*0'
Capachos roo'to-n nif a hle 7U0
Caixas com 10o envlopes fazeuda
fina a 500, 6C0 e 800
Pares de sapatos d 15a para me-
ninos a 320
Espelbos de moldura doorada a
800 e U0O0
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 240
TiDieiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de fila elstica muito fina a 200
Latas com superior han ha 60, l(>0 e 2( 0
Latas grandes com soperiorbanba a 320
Frascos com oleo de Philocome a
500 e 800
Frascos cem macass Peruta a 240
Caixas com 12 sabnetes mtito
unos a liJOOO
Frascos eom agua de Colonia verda-
dein a 1(5000
Ditos com oleo de ba >osa suderior a 320
Syllabario pirtugaez livro minio
bom para mangas a 400
Carritels. de retroz preto com 2
oilavas a 600
Ri as touquinhas de fi para me-
ninos a 200
Caixas cora agolhasfrancezas a 100
100 240
Pecas de tiras borladas a 500, 600
800 e i000
(.inaf-s o florida a 16300
C rilb>* da Dr.utrina CbrislSa as
mais ii oderoas a 400
Livro das mtssoes. abreviadas a 15500
tJopi-s grandes cum su.e tor bauba Io00
Macos drt palillos para deutes o
ro H .r qoe ba a 160
Pacotes com 3" saoonetes inglezes
fazenda fina a 600
Escovas muilo finas para lijj[>ar os
domes a i 240
Madaptjlo para forro
Na ra do Crespo h. 20.
Chitas de urna so cor propria para a praga, cor
(te cmza e cor de ganga, muilo lindas a 260 e :tio
rs. o i'uv.ii : na loja de Guilherme Carneiro da
Cunha.
a 2J000 a peca
mero 25.
na roa do Crespo bu-
Calcados
Botinas de brim e duraque branco bordados de
e;a a 6/ o par : na ra do Bom Jess n. .!,
loja.
Qnem quizer muir se de movis por presos
commodos, i.;". > tem mais qbe. fazer urna visita ao
grande armazem de ooras de mareen na. rna
do Imperador n. 17, cojo dono acaba de receber
do estraogeiro, um completo sortimento de mobi-
lias de gosto, ten I .turnado a seguinte
Resolnro :
Vender barato parayender inuito.
AVARIAj%
Lenpos de esguiao.
Firtissimos lencos de esguiao de linho com pe-
queo toque de avaria i lOOO, 35500 e 4000,
hmpos a 300, 4fi000, 4#o00 e 5*000 a duzia,
pechincha*: na ra do Crespo n. 20, leja de Gui-
lherme Cunieiio da Cnnhu.
iMIDAIIE.
Araba de chegar o verdadeiro vinho verde de
uva pura em caixas de 12 garrafas e o acreditado
viuho e-pecialissimo pasto em decimos de pipi ;
i yendednr nico recebedor destes viDhos acha-se
autorisado a garantir a especialidade dos mesmos;
rna do Vigario n. 14, Io.andar, escriptorio de
Jos Lopes li.uiMi ; onde sempre se encontrar
um deposito de vinho do Porto ( o melhor que
tem viudo a este mercado) em vigessimos 6? pipa
e em caixas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos pre.co do que em qualquer outr parte.
Attenpo
Vender o j acreditado medicamento contra os
calos : na ra Primeiro de Marco n. 3 (antiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinda n. 50 A
(antiga da Cadeia)<
Km! sem -ejrondo
Rna llH^ne de Casias m. M.%
Jos de Arevedo Maia e Suva, em sua lo-
j ade miodZM continua a vender todo
por baratos prados que t todos admira :
Duiia de facas garfos de um e
dous botdea a 4-000
Talheres pare nenios a 400
Libras de linba de novello, a melbor -
posaivel. 1*500'
Duzia de Iodcos de casia cora barra. i^OOO.
Caixas de liobas com 30 oovellos a 500
Vara franja tranca para toalbas 160
Duzas de me-a? croas muito boas a 3500
Dozias de meias finas para senho-
m a 4*000
Duzias de facas e garfos cravadas a '^OOO
Dazia de palitos segurases a 120,
240, 320 e 500
Na-albas muilo Gbss, para fazer a
barba a 1*000
Caixas eom peonas de ac com to-
que a 32
Caixas com peonas de.Perry fazen-
da fina a 800
Ditas de dita di'o verdadeiras a 12C0
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zade a 700
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada uma 1*500
Pecas de fita para coz c m 10
varas a 5C0
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a 40
Duzias de liuha frooxa para tindar
a 400 e 500
Pares de sapatos de tranca a 10800
Ditos de untos de tapete muito
finos a 128:'
Duiias de baralhos muito finas a
26400 e 2/80<
D.tas de ago'has para machina a 26000
Libra depregos frar.ee es a 240
KesoiHS de papel al maco >nperi< r a 3bD
Ditas de dito pautado o melhor a 4500
Caixas com sabonetes frucla a 720 e, 16000
Libra de 12a para bo dados a "6 O.
Carrteis de liaba Aexandre a 100
Grvalas decores muito fictas a 5CC
Ditas pretas pintas bordadas a 600
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a 50
Novellr-s delinhabrama, 400 jardas 60
Duzia de canoes de liaba branca e
preta e de cores a 120
Tbesouras muito tinas para nohas
e costara a 500
Baraihos fraocezes muito finos a
200 e 24G
Caixas redondas para botar rap a 16z00
Caixas com pos para limaar deutes
fzenda fina a 200
Fazendas baratas.
E^t acabando
Va na Loja do Xavier.
MADAPOLAO a 2*. 3#300, H, o, 5300, 6
e 65300 a peta.
ALGODAOZINHO a 3/, 3*300, U, 4*500, 3*.
5o00 e OS a pev-a.
CAMBItAlA BR iNCA a 2*800, 3**00, 4*000,
5*o00. 6*500, 6*800 a peoa.
CAMIili.UA DK CORttS finas a 240 ris o co-
vado.
C.-vMIlllAIAS BORDADAS brancas e de cores
para cortinado a 320 rs o covadi.
UOLXAS adamascadas brancas e de cures a .1.5,
4*500, 5* e 6*.
GROSDENAPLE branco a 1* o covaJo e supe-
rior a 1*800.
MORIaNTiQUE prete muilo bom a 2*500 rs. o
covado I...
Dao-se amostras com penhor.
Cerveja em harrl, de u-
perior qualidade
Vende-se em casa de S. P. Johnstrn & C, ra
da Senzala nova n. 42.
Cimento
Porthande de primeira qnalidade. barricas com
13 a i4 arrobar por 10*000, s no armazem de
Candido Alberto Sodr da Mota 4 C. travessa
da Madre de Deus n. 14.
Papis para, cigarro
De todas j* qaaioUde, e por ineno prego do
que era outra qualquer parte, dinheiro a vista,
so no armaz-m de Candido Alberto Sodr da Mota
k C travesa da Madre de Deus n. 14.
Papis dourados e pintados
proprios para forros de caas, ca pellas e orato-
rio?, com guaroicSes para <>s mesmos e pelo me-
nos preco poMivel, <> armaz^oi ;ie Candido Alber-
10 Sodr da Muta & 6. mvessa da Madre Deus
<4_________________________________
Pi opriedu es em 0 md
Vende-se. 011 arrenda-re o jardrm botnico, um
-ohrado novo na ra do B nnflm, nma ca9a terre-
a essa mesma rea e < otra prxima aos Quatra
Cantos : tratar**e eom oconego Trarquilloo Oa
bral Tavares de Vasc.'cello?, morado ua mesm
eidade. _
JSaG hi iii-is cholera nem
frb e amiirella
Em casa de J. 0. .. D.yle ha um sortimentode
filtradores pelo mellior eviterna, p.is qoem usar
a airoa passda or elles licar livro de tao terri-
veis molestias. Tamben receben i bem conheci-
do e desejadu vinhosheny, e esia tud.i venda em
sen MHUSmn a ra do C< M nreigd fin iigieza
em latas d- I, 2 4 7. 14 e 28 libras cala ama :
no i rtna/.m de tAsiw Irmios A C, ra di Amr
rirn n. 31.
Ve'sn bar.....n puno lie mudos mais
afamados fabricanie? : a tratar na ra do Cum-
illeri-in n. 38.
\0 65.
Ru;: do Duque it J xis
Pitpai>*a< de lia, pao toes Imdisfimos, e cutnsf
do vado "tiO.
AO 65
Ra do Duque de Caxias
Acaba de chegar a este estahelecimento um lin-
do orlimento de cassas croch.dase amostra.
AO 65
Popelinas de seda
Kua do Duqne de Caxias
Acaba de receber um completo sorlunrnto des-
tas liadas'fazendas para vestidos, e promette ven-
de-las por precos que oingiiem poder compe-
tir I /um
5$ e 6^
b de cajemira, f o 65,
s. sao padroes n \,,-.
Merinos de cor a 440
. E' por quanto vende o 63 ra do Duque de
Caxias.
Grande raduccao em
O corte de ca?emira, ? o 65, a ruado Duque
de Caxias. sao padroes n \,,-.
Farfolla Vende-se farinba de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos orejas **guiotes : grossa para
ang. pinto e passariirtio a 100 is., para cangica
e pao de provenca a liO rs., e para cuscus a 140
rs.v ein arroba* max b*rato : na. ra do Coto-
vello n. 25.
A 1^280 o par.
Vndese sapatos de nan^a para aenhora pelo
diminuto prego de I*20 ; venham a elles antes
que se acabem na-bem conhecida loja de min-
dezas da ra da Cadia n. 50 A, no]e Mrquez de
Olinda.________.____________________________
Dados e gamao.
O muzeu elegaute, rna sstreita do Rosario n. 1,
recebeu tabolas e copos de marfm, coasa de apu-
r.-do gosto, e tambem perteilos dados de marflm,
sendo tres em uma cannha proprios para os
apreciadores da......
Cemento Prtland
Em barricas de 13 arrobas pregp jnais ana-
mudo do que em outra qoalquer parte, vende-se
nos armazens de Tasso Irmaos h C.
Cunha -v Manta, vtuudt*m a
ra do Ma quez de Olin-
da n, 40, o Srguinte :
VINIIQ XEREZ -uperior, em canas.
COGNAC MARTELL idero.
VIMI BOItEKAl'X. i em.
AZKITE DOCE RKHNADO, idera.
VINAGRE BRAN O, dem.
CAF DO CEAR, seceos.
iharut"S de Schnorbusch
Regaba britnica.Repalia imperial,
Operas, Conchas. Trabucos, de um milneiro
para cima.
CIGARROS D\S FABRICAS DN RIO DE NO-
VAES E MZAUR, de diversas qualidades, vnde-
se em barro-;.s.
Vende-se a casa terrea n. 1!, >ia a ra il i
Oitao do Ampare, em Olinda : tratar ru.. rto
Mrquez de Olinda n. 40.
i V"oode,-se o u terreno oa travessa ru:' (fj
Piineipe. cum 150 palmas de frente e iil de fon-
| do e 100 cataros de mangue : a tratar ua iu do
S^eecu da Boa vl*la n. 33.
Cutileria de Guima-
raes
Na loja de ferrr.jens ra da Cadeia n. 45, de
Thomaz Fernn 1e da Cunha 4 (*,., chtgada nova
remessa rUn mais bem acreditadas facas e garrn
de cabo de ac.o, asslmcomo d cabo de o-so de i
e 2 betoes, de cabo de balanc. e emityao ;
igualmente um cmplelo sortimento d: todas m
terragens, e que ludo se vende por pre^'o muito
comoi odo.
DAMASCO DE LA A c-m 8 palmos de largu-
ra a 25 0 covado.
CHALES DE TAl'.LATANA bordados a l; W
cada uro.
SAIAS BORDADAS para s.nhora a -y.
CAMISAS parastnhira a 3J5O0.
LENCOS de algodiu a 1*2110 a duzia.
CORE5 de organdy com 10 jardas a 5*.
Na lja de Antonio de Honra Rolim A i',. rna
Duque de Caxias a. 73. Mitiga do Qoeimadu.
. E- por quanto vende o 65 ra do Duque de LeilCl'IS OVA T0T|U dt nVW
Caxias.
prepos
0 69 a rea do Duque de Caxias.
Tendo feita urna compra real, de diversos ma-
dapules, prometa vende los muito barato, pelo
que peda a :m-ncio do illustre povo nernambuca-
no, rogando-lhes.queiram visitar seu estabeleci-
menio.
A 8^000
A duzta de' toalhas felpudas, s o 65 ra do
Duqne de Caxias.
'i
A loja dos arcos veod* lencos de esguiao 'aun
toque de avaria a 35 a duzia, oassas de cor a
210 e 2S0 rs. o covado, i-bitas cretones com bar-
I ras a 40O rs. o covado, alpacas muito lina; e ue
lindos padroes a 500 rs. 0 covado : na ra 1" de
Harc>, ou't'ora do Ciespo, n. 20, e-quina da ru.i
' das Cuines.
CALCADOS
para crianzas
i Grande sorumenio de eal$a para crian
j dos melhores que ten vindo a r>u pr:.<;i;"n\
loja de calcado da ra do Bnu Jesu- n. 21, luja du
sobrado am.relio.
i
FUNDAS
A pbarmacia americana de Ferreira Maia & C.
acaba de receber palo ultimo vapor um grande
sortimento de fundas, e entre ellas algumas de
gomma elstica, as mais recommeadadas pelos
mdicos para a cara .tas hermias : ra Daque de
Caxias n. 57, outr'ora Queimado.
' V'rime .-e urna inobltia Ue aiareliu a buiz
XV, de bom gosto, e mais per'ences da mesma :
na li ja do sobrado da ra de H r'a- n. 30.
Vende-^e duas ca onta, na ra do Socego n. 3 e 7 : ;i tratar u
ua dos Prazrres n. 50.

Vende-se a taberna do pateo Uo terco rj.
a tratar na mesma.
rj%


1
DOS PREMIOS DA
1
GERAL
a
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 330, A^BENEFICIO DO HOSPITAL DA 0RDEM TEHCEIRA DO CARM0 DO RECIFE, EXTRAIIIDA EM 4 DE JULHO DE 187-I
JHS. PREHS. US. PREMS. "NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. .VS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. Mi. PREMS. NS. PREDS. NS. PREMS. ES. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
1 6* 263 6* 520 0* 766 10* 1000 6* 1242 6* 1544 100* 1784 6* 2024 6* 2217 6* 2431 6* 2728 6* 2958 6* 3161 6* 3368 6* 35'.'5 6*
3 72 23 1 67 6* 6 53 46 6* 94 i 27 18 39 31 61 62 78 97
3 82 24 68 19 , 58 54 97 ' 32 24 _ 40 33 67 68 85 3603 .
8 84 34 75 10* 23 __ 60 62 1800 40 28 , 43 35 69 69 _ 89 4 40*
8 89 '.1 76 6* 31 __ 80 6 i 3 42 32 49 __ 40 73 71 92 5 6*
?5 96 43 79 34 __ 86 88 II 43 34 __ 56 __ 45 40* 80 73 93 6
16- . 99 53 80 a:; 80 20* 89 12 _ 50* 40* 36 _ 69 _ 47 6* 83 74 3402 17
N 300 36 83 36 _ 96 6* n 15 52 6* 37 81 49 89 79 10 22
19 i 63 89 5:000* 37 1306 99 18 57 42 10* 82 60 91 82 _ 12 27
W H 66 92 6* 38 7 1600 20* 19 61 43 6* 87 73 94 87 .^ 14 35
?n 17 68 94 41 9 3 6* 23 62 46 88 73 96 89 ^_ 16 42
J 19 69 806 - 52 i 6 24 __ 74 52 10* 95 78 99 92 __ 18 43
II M 81 16 - 53 19 7 27 - 76 53 e* 2502 __ 79 3000 93 __ 23 44
m 42 20* 82 21 54 28 9 32 . 79 54 19 ^ 87 2 3206 _ il 48
7t 45 6* 85 27 61 32 13 34 _ 82 35 22 H 93 3 7 ^_ 33 50
7| 46 87 29 76 36 15 -- 42 40* 84 56 27 _ 2803 4 14 wmm 34 51
m 49 SO 30 77 48 17 47 6* 87 _ 70 31 _ 12 9 16 0m 35 53
n 53 92 ; 37 79 50 10* 18 51 88 73 . 34 _ 20 18 24 __ 41 55
M 55 601 46 - 94 55 6* 22 54 89 _ 78 36 _ 23 19 ~ 37 __ 43 58
91 57 8 47 - 1109 64 23 55 97 83 38 _ 29 20 mm 45' 45 - 60 *)<
f 63 - 16 48 - 14 - 70 76 26 59" _ 2101 84 46 __ 30 26 ^ 47 --- 46 71 6*
tK 68 20 49 20* 18 10* 27 60 _ 2 85 50 __ 33 27 98 55 47 77
t 74 22 59 6* 24 6* 78 31 63 3 86 _. 58 10* 39 "~~ 58 32 80
1* 88 26 71 26 80 36 10* 67 10* 15 90 68 6* 46 29 10* 59 65 88'
38 90 32 73 - 28 84 45 (>* 71 6* 17 20* 2300 70 . 48 31 60 66 __ 94
94 ?34 76 10* 30 85 51 72 19 64 3 H 71 36 37 6* 61 --- 67 _ 95
M 96 39 78 6* 32 89 58 82 24 8 77 62 43 . "" 73 71 _ 99
M 98 46 82 - 37 98 61 83 ^^. 29 _ 11 _ 78 _ 68 44 ^~ 75 75 __ 3702
m 405 42 100* 84 - 43 1402 70 83 _ 30 __ 16 __ 83 _ 67 45 77" 10* 77 6
51 . 9 s 45 65 87 52 8 74 , 99 32 28 _ 85 72 46 78 6* 83 10 mm
5* 67 &9 - 53 29 75 1903 ^. 33 39 3601 73 10* 49 88 109* 90 :io* 11
5o 71 96 60 33 76 8 _ 37 40 m 5 77 6* 53 " 89 6* 96 6* 13
W 39 -- 93 SOO 61 35 84 _ 11 - 41 . 45 _ 27 87 56 92 97 19
n 3* "* 95 1 62 39 "-"- 85 13 . 43 -* 48 _^ 30 99 . 59 3305 99 29
.78 37 701 0 63 43 87 __ 16 __ 48 64 . 42 ' 93 62 ' 7 3501 33
i * 43 45 13 17 13 21 70 74 ^ 47 53 88 89 < 19 21 49 50 71 78 46 49 99 -3901 _ 8 11 ' 7 13 ^_ 27 29
11 57 400* 19 29 75 55 -- 91 26 M| 52 83 40* 39 4 *. 76 13 _ 19 29
92 63 6* * 23 _ 38 82 56 1702 _ 29 ^^ .1 87 6* 0 10 91 16 _* 22 36
R 4 . 26 45 92 65 5 __ 31 ^ 58 98 30* 68 W 93 17 _ 26 39
66 27 20* 35 290*400 96 79 '10 _ 38 __ 63 90 6* 0 - 13 94 26 37 40
m 6T 10* 30 6* 57 6* 97 87 14 39 . 63 99 74 14 97 29 _ 39 50 900*
m 71 6* 33 . 61 - 1202 - 94 ~ 20 m 41 67 2401 . 71 11 99 30 44 59 6*
m 78 39 63 5 101 28 6* 43 _ 70 9 ^ 83 2 3100 31 69 61
17 iOJ 90 , 40 _ 75 - 6 3 29 47 _ 81 8 _ 4 38: M 14 32 79 64
90 6# 93 41 _ 78 - 7 10 40* 31 53 99 10 10 99 S 33' 38 17 43 76 65
ti 503 43 79 12 15 6* 33 59 . h* 93 11 6* 9703 18 45 79 71
43 10* 4 43 80 18 / 18 39 26 2201 13 109 4. i 38 20 31 83 80 73 ~"
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Diario de Pernambuco Quarta feira 5 de Julho de 1871
UTTERATURA.

Gginte misado
Do$ r. xos palios
!... despadci o ferros
dos tM.-iirdus teas.
Clorla e hnmaoldade
RECITADO NO DA 2 DE JLHO NA IGREJA 1)0
ESPIRITO SANTO.
1
Da fimbria dos horisontes
Noe descampados azues,
Erguem-se auroras brilbantes,
Jorram cascatas de luz :
E o sol rasgando,(sp!edente
As cortinas do oriente,
Que se mergulham no mar,
Do co as plagas extensas
Abre as palpebras iaamensas,
E na trra ta o olhar.
Levantara se os ocanos :
E as monrathas no Iudostio
Semelham bracos abertot
Para amparar a amplidio,'
E o veoto que passa aivando,
Pelas feudas.reboaudo
Da torre das calbedraes.
Nos Hincos das serranas
Erica as crina* bravias
Dos gigantes florestas.
Rangem poemas de bronze
Nos ab:oa dos rar u:es ;
Btbentam lavas de estrellas
Da crate-a dos volcos.
P*ra n !'.-lim da humaniiade
Accende-se a ioimensidade
Nas cbamas dos arreboes ;
E raargem dos continentes
De vagas rolara torrentes,
Como paalanges de beres.
E Deus nas larvas do insecto,
Ou nas azas do cndor ;
Nas espaduas do ocano,
Ou Das ptalas da Or,
Escreve estropbej divinas,
Desde as plautas pequeninas,
s grimpjs dos alcantis ;
E os eebos fogem vibrantes
Di trombea dos elephautes,
Ao bico dos colibris.
A festa immeosa: no espado
Chovem diluvios de luz ;
E as espheras cambiantes
Fluctuam da espuma flux.
Das pi astras do infinito
De repente pane ura grito,
Que vem na trra mi>rrer ;
E das grutas escalvadas
Das nuvens acamelladas
Surge um vulto de raulber.
E' a Liberdade que se ergae,
E apona para o porvir
De entre as dobras de seu manto
Bri im tbesouros do Ophir.
De pedrarias fulgente,
Traz na dextra omnipotente,
Como tiri jante phanal,
O igneo facbo que alomia
A apparicd da utopia,
Bealisandoo ideal.
Envolla eru roupagens de oiro,
J -..-.timbrante de ouropeis,
Em labaredas de gloria
Che ardem na fronte latiris.
A festa imaiensa : no espaco
toncum salvas sem compasso,
E os ventos em torbilhes,
Sopram dos ares as trompis,
E Dilata os rijos pulmes.
'a Deusa tando a trra,
Deixa os orbes em redor,
Einquanto beijam-lhe as plantas
Torvelinhos de esplendor.
E a pouco e pouco baixando,
Vem dn iofinito cantando
As gi'' is que ella sonbou ;
E do isceqio azulado
Erguid ore o tablado
Aus I ( s assim fallou :
t En ; o archanjo do povo,
D i >gresso a altiva irma :
Vi Misvar-vos comigo
Do futuro ao Canaaa.
S .i genio cosmopolita,
E trago na fronte escripta
A histeria dos fritos meus :
Soa Blha da ioimeosidade,
Caminho p'ra a eteraidadu,
a Nasci n s bracos de Deus.
e Si a trra vomitar sangue
A voz das revolucOes,
Em amibas azas immensas
AUriguem-se as geracs.
As luta> serio tremendas ;
* Mas dos sec'los as legendas
Aos vindouros contaro
Qo' a frente do povo bravo,
(Jo-bre os ferros do escravo,
f Bati-me como um leo.
E d'entre as novens brilhantes,
Onde fulgura um altar,
A Uberdaie preside
Ao banqueta secular.
Em grupos as populabas
Clamam vinganca nas pravas,
Contra o crime, contra o mal ;
E as naces, como convivas,
Erguem frneteos vivas
Ao futuro universal.
Expira o erro esmagado
No seio da escuridio,
O aburre procara os antros,
Quando a aguia rasga a amplidio.
Reflecte-se momentneo
O pensatuento no crneo,
N'alma a consciencia, a f :
No entinto os tbronos vacillam,
Os patbulos se aniquillam,
E a razao triampba em p.
II

E emquanto os povos se arramessam livres
Pelas portadas que o futuro abri ;
Emqnanto invadem do progresso o templo,
Santos romeiros que este scalo vio ;
luda em teus seios adormece o escravo,
Oode aleitaram-se os beres do Sal.
O' patria I... mil la geraces de Atlantes,
Que te ennodoas em fatal pal t
A escravidio o lamaral immando,
Onde te enlodas, infeliz Brasil :
Arc&aojo immeus f.. .bate as azas...va
Do chairo negro para o co de ail!
A scravdSo a noate escara, a sombra
m ler os raios que nos vem dos cos :
E o escravo ego a titear nas trovas
So acba <> vacuo a loe invadir as mos :
Fdho do crime no tea seio, patria,
A tyranni i procreou lhe ir mos.
Misera a siria, que empan ra-lbe ol aonhos,
Roubou-lbe as crenfis e deixou-o s 1
Sem liberdade. ni > tem alma 1... muruia,
Que deixa a vida resvalar no p.
Mas, ah! das plagis da montanba verde,
Do berco de oiro de M'eioa, em flor,
Snrgem os fihos, como *pololos santos,
Genios benditos pelo etern amor (...
Surgen os libo* .. e Anehietas novos
Dan losen alma q le o porvir nao v I..
Dao vida, crenc is, consaenc a. soohos,
Riso*, esperanca liberdade e f.
Nas galeras do museu di fama
Bustos de pedra se erguerio a vos :
Mocos, lempo f... libertai o escravo
Das bronzeas garras da oppresio feroz I
Sim !. ..ante os olhos da uaeo gigante
Basgai a s na, que ao porvir conduz I...
i) ahysmo inmenso!...> tremedal prolundot
Levai-i longe s regies da luz.
E breque as tumbas dos beres tem vida,
E o vento as cinta! do pastado traz ;
o da marcha para a etemidade ;
E os sec'l >s pa IfoJH que as tropas na Bha cantara
A independeocia que ihes dea tropbos;
Colhei mais loaros, libertando escravosl..
lEntoai bymnos Ibes abrindo os cos I
de jullio : Becife.
Castro Rebell) Jnior.
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPUTADOS
Resposta falla do throm.
(Contiuuago).
Mas, Sr. presidente, aquelles que aggri-
deni este projecto, e se osteutam os deffen-
sores da lavoura, vo certeiros e ttendem e
deffendem as verdadeiras necestidades e
iute-esses da lavoura? Nao, Sr. presiden-
te, porq e principalmente no inleresse da
lavoura com cumpre dicidir esta qnstio,
que o projecto procura, qnanto possivel,
aitender a este grande Um, precaveodo e
resguardando contra torcas superiores, que
mister dir.gir e conter para que nao ab
sorvam anda aqaillo qoe por to necessa-
rio nao pode perder, sem completa ruina.
O projeelo offerecido, como foi, consjde*
raco e sabedoria do corpo legislativo
materia sujeita sua discusso, e o nobre
presidente do conseibo muitas vezes tem
dito e repet do que requer da discusalo to-
dos o> melboramenios acceitaveis e conve-
nientes para que o projecto teoba em jusU
limite a devida eficacia. Opposico cega
ao que nao pode ser evitado tudo perder,
porque excitar arrebatadora reaeco.
Senbores, nas circoiastanciat de que nao
dado prescindir, empreza mais do que
temeraria, tentar o impossivul, procurar
perpetuar no Brazil a escravidio. Aquel-
es que iucutirem do animo dos nossos la
vradores a possibidade de um triumpbo
no sentido de resguardar intacto o tfatu
quo, a mantnca de seus escravos no {pre-
sente e no luturo, os precipitarao no abys-
mo de ruina, se, crdulos, forem levados
fazer a m demanda de disputar pelo cap-
venas das geraces futuras.
Quanlo escravaria existente e sua
propnedade legitima e necess*'ia, a nin-
guem c dado despoja-los sem trazar a raiua
do paiz.
Os escravos actuaes instrumentos do ira-
balbo de que precisa a lavoura e nao poda
ora perder sem completo aniquillamento,
s'i-llie garantidos e resguardados.
Mas. por Uso raesmo cumpre se attenda
para as geraces futuras, que ainda nao ca-
biram no captiveiro e nao podem e nein de-
vm inemissivelmente ser a ellecondemna-
das desde que este assumpio objecto da
activa deliberado do corpo legislativo. Nao
ba direitodo senhor, nem o mesmo interes-
se da lavoura que se Iba oppoona, e ludo,
ao contrario, recomienda, irape e obriga
que em um futuro mais ou menos prximo
se acabe com essa lepra que insulta a nos-
sa civilbaco... E' um impoasiv'el perpe-
tua-la.
E quando por toda a parte sem excepQo
desapparece a escravidao por incompativel
com a civilisaro do secuto, poder o Bra-
zil conservar-se eternamente ueste estado
anmalo ?
Quando marchamos a par com o velbo
mundo, nesie lempo em que a imprensa, o
vapor, o telegrapbo elctrico espallo por
toda a parte a faisca da civiiisaco, nesta
trra americana, no Brazil, calando em to-
dos os pontos, s-ndo fecunda a todos os
respeitos com a aopcfio immediata de lo-
dos vs progressos smente quanto liber-
tario de urna parle da sua populado ainda
no porvir,.que nao cousa possuida por
algue,m, qual o objecto da livre disposi-
fio do legislador, ha de ser impotente ?
O Sr. Andhade Figueira d um aparte.
OSb. SayAoLobato :Nao, nao pos-
sivel que as geraces futuras sejam con-
demnadas eterna escravidio, e que nesta
trra de liberdade baja urna raca a protes-
tar perpetuamente contra as verdadeiras
libertades da patria.
Ora, diz o nobre deputado que deca-
maco qual pois, a realidade, e por
que face enmp e considerar positivamente a
questio 1 No que deveras toca ao inte-
resse mximo da nossa lavoura, que 6 I fon
te da renda e a substaoiia da sociedade
brazileira, cumpre principalmente encarar a
questao e ivsolve-la; e oeste intuito ba mis-
ter aiteoder s exiaenas da civilisaco e o
tudo quanto arreda e^pn felo por toda
a parte desapparecer a escravaria e impe-
riosamente operar no Brazil.
E, portanto, ainda abstranindo da parte
declamatoria, se ha declamaQio em meo
cionar o que a verdadeira civilisaco exige,
a religiao ebrislia determina, o direilo dis-
pe e o inleresse econmico geral requer,
basta ponderar quaes serio os resallados
praticos da mamonea a lodo transe do siatu
quo.
Se o hteresse material, como encara o
nobre deputado, preponderar sobre tudo,
se fr travada a demanda da parte dos se-
nbores de escravos, se, dando estes ouvi-
dos aos conselnos do nobre deputado, re-
sisiirem, qual ser o resaltado ? E' possi-
vel que prevalece esse inleresse material
dos senhors escravoi contra -todas at
torcas que o reprovam e coadernaam ? E'
possivel que contra o direito sagrado hu-
mano, as exigencias da civihsclo e os bem
entendidos interesses econmicos sabiista
o faci de que tolas at geraces futuras
de certa raca. sejam condennadas a vira este
mondo para aoffrer o jago de cap'.iveiro ?
E' crivel qae possa sobre tbdi prevalecer
semelhante faci ; qun baja foreas que o
sustente! e.defendam nesta ierra america-
na, e com as instituidles livres que.nos re-
gem ?! Eu nao admiti a possibidade,
alo concebo que possa tab razi i, direito e conveniencia pubiica o re-
pellem ; e nao qu r e oio pode querer a
vontade nacional que saja perpetuada para
todo o sempre a escravidio eo Brasil.
O Sr. Andhade Figueiha*: Eo tambera
o5o quero. *
O Su. Ministro da JusricA: Nao quer
n jm p Je querer, po que seria o raesmo
que querer um impossivel, e porqu-1!. se
iiouver reluctancia, a reacQio ser temivel;
e abi est a tremenda licSo dos Estados
Unidos que, em cwtras coodices qoiz arcar
e fez m deman ia neste sentido, e os pro
p ieurios nao s perderio lodos os seus es
era vos", como tola sua riqueza.
O presidente Lincoln dzia : eu nao que-
ro, nem admiti, a emancipacio daescrava
lura d >s Estados do Sul, reqaeiro s que
se tornera medidas adequadas para modin-
ca la e lovenienteraenta e irazer no futuro
a cesaco. Os senbores de escravos re >el-
lirio urna justa composig) qae Ihes era
offerecida e fizeram a m dem ud, cajo re
sudado toi soffrerem completa ruina.
A mesma sorte teria a nossa lavoura, se
por ventura, o que Deus nao ha de p'ermit-
tir, houvcr reluctancia .Ja parte dos senbores
de escravos, se levan'.arem se e arcarera ce-
gameote. se porm. se forera bem dirigidos,
se ouvirem os c mselhos da prudenda, e se
couvencerem se de que nicessario aceitar
esia medida, *\$'o como impossivel evi-
ta-la ; qu; impossivel a perpetuado do
fado do captiveiro das geraces futuras, ir-
remessivelmente condemaado e que lem ne-
cessariamente de desapparecer por virtnde
de torc* maior contra a qual nao ha resis-
tencia possivel; se ouvirem estes verdtdei
ros co ose Ib os que por sua ndole ptcitia e
pe proprio tateresse. d^vmn aceitar: por
certo, sniores, que nao s nunca poderlo
ter a sorte cruel que liveram os propneta-
rios de escravos dos estados Unidos, como
nio soffrerio nos seus inte esses assim res-
guardados.
Mas, Sr. presidente, V. Exc. ouvio que o
nobre deputado pela provincia do Rio de
Janeiro, no seu discurso, conselbos muito
diversos dea aosnossos lavradores, lastiman-
do at que ellas se mostrassem tibios e es-
quecidot dos seos direito deixaodo de fa-
zer energi.-a explosaq de opiniao. S. Exc.
nao duvid >u cora que provocar revolta dos
senbores de escravos...
O Sn. Andrade Figwbira :Resistencia
no exerchio de um direito.
O. Sr. Ministro da Jostica : D resisten-
cia passa-te revolta.
(Ha varios apartes). ,
Eiiiao sera cootradixer a ninguem repito,
que o nobre deputado nao se limitou a acon-
selbar a resistencia dos senbores de escra-
vos, contra urna medida desta ordem, mas
foi mais avaote no seu proposito de bosliii
dad-i ao projecto.
S. Exc. avaneou que a origem delle era
a iniciativa de quem nio pode ser objecto
de discusso, qae nio pode sofTrer censuras,
visto que a sua pessoa sagrada e iaviola-
vel, e nio lhe recabe respoosabilidade. S.
Exc. ebegou a dizer que este projecto. que
estigmatisava. nao passava de urna carta de
crdito para o augusto viajante.
Ora, sennores, quando por til modo se
acoima o grande principio que a ancora
tutellar da nao do Estado, quando por oulro
lado se commove e provoca essa classe prin-
cipal do paz, a lavoura, qae o graude
elemento da ordem publica, directamente
fazer desta queslio, que devia ser tratada
em terreno neutro, com todo o eomedimen-
to, circumspeccio e com patritica e reflec-
tida reserva, uma questio poltica de peior
especie (apoiados), que a nada menos tende
do que despretigiar e altamente compromet-
ter o grande principio ad >ptado na nossa
constituirlo, e solapar pelas bazez a maior
ganmia de seguranca e de ordem publica,
provocndola excessos a c'asse que por soa
natureza e proprio inleresse sempre foi a
primeira segurauga da eedem no paiz.
Sr. presidente, se o Brasil,faz urna excep-
cao s turbulentas agitaces que tanto vexam
as repblicas que o circumdam, seguramen-
te isto se explica pela forma de nosso go-
verno adoptado a monarchia representativa,
e pela" industria principal qae professa a
nossa populacho. (Apoiados.)
Os proprietaros agnco'tores arregados
ao soto, naturalmente sio horneas avessos s
agitaces; seus ioteresses e a natureza de soa
industria os levam a hbitos oacilicos. ao
amor da ordem, e os arredam dessas corre-
ras decaadilbagem qae tanto perturbara as
-i ublicas vizinhas.
O grande principio mqoarchico, tempera-
do como est na nosSa constituida i, sem
dovda a principal das salva-guardas de to-
dos os direitos, da liberdade individual, da
ordem consorciada com a liberdade. (Apoa-
dos.) Se de tal arte forem sedozidas e cor-
rompidas'as classes agrcolas, fazendo seibos
acreditar que o sea inleresse principal nio
attendido, qae de plano contrariado e ar-
ruinado pelo proprio qae est na cupola do
poder ; que devendo ser o primeiro a zelar
e defendei o bem publico, a origem do
mal, isto, Sr. presidente, trar pessimo re-
sultado, a mais fatal commocao e desman-
tel'araento do paiz. (Apoiados).
E o raesmo nobre deputado que, ao
passo que por tal modo formula to tome-
raria e injusta aecusacao, faz notar que no
paiz j se observam grandes manifestaces
de opimes polticas cootranas s oossasins-
lituices, que ha clubs republicanos e folbas
que apregoam a repblica t E quando o
nobre deputado, tio jadiciosamente assim
observa esses mos symptomas, e essas se-
rias dificuldades, aenlo perigos imminentes,
que j se derivam das dissidencias de opi-
nies politicas, qae entende ser asada oc-
casiio para tratar da questao sujeita como
aprouve encarada por modo odiosssimo,
esf ircando-se por persuadir as classes agri
colas que ellas si) arruinadas por uma pro-
posta do governo, de ordem daqoelle qae
s deve querer o bem, e que ni verdade s
qper o bem ? (ApoiaduS.)
O Sr. Andrade Figueira : E' melbor
aconsebar do qae lisongear.
O Sr. Ministro |a Justina : E de
m^iis, Sr. presidente, orno ainda o nobre
deputa lo se manifeslou segurado o fio de
uas ideas ? Trooxe-nos o caso da pena
de norte nulliflcada pelo poder modera-
dor.
O Sr. Andrade Figueira : Systemali
caueoiu.
O Sr Ministro da Justica : Oosou le-
ar a sua censura at este ponto eminente
vaqoilto que mais essncial da privada
prerogatva do poder irreaponsavel ; toi
al a censura-io p rque tem commuiado
penas de morte, em gales perpetuas ; acei-
tando o couselho de seus conselnejros bo
meus da le, chamados a manifeslarem um
voto aulorisado, principalmeme em assura
pto serae hinte t!
Queria o nbre deputado que, nio obs-
tante o parecer da seccao do conselho de
estado, qoasi serap'e unnime aconseinar
ao poder mod.rador de modificar na
especie a crueldade da pena de morte,
elle inexoravel desprezassi Ibe o conseibo ?
Quando horneas competentes, provectos
lulgadores, tio especiaes para conhecerem
e apreciarem a moralidade dos julgamenles
em todas as suas eircnmstancias, por tal
modo se manifestara, era natural, concde-
se, Sr. presidente, que o monarcha 5o
dsse ouvidos ao conseibo djsses vaies
respjtaveis, oligos serviiores do Estado e
abalisados juriscunsullos com lamanba au-
toridade em tal assumpio ?
E' objecto de censura, porgue em taes
circumsincias nio maudasse executar a
pena de morte ?! E. em iodo o caso, Sr.
presidente, poda ser essa materia motivo
de censura e da censura que fez o nobre
aepuiad -, se reamiente nao tost arrebata-
do no prop-isilo em que est de contrariar
a todo o transe esle projecto que d por
inspirado pela entidade suprema ?
Seuaores, eu devia protestar, e eumpro
e-te dever que me impi a miaba posico,
os meus pn icipi sea coherencia de pro-
ceJimeulo couiia tamauho excesso, per-
initta-se-me a expreiso, que commeiteu o
nobre diputado.
Sr. presidente, pelo deploravel estado
de miuba saode uio posso continuar-
Devo coucl jir as minbas observages ac-
crescentaudo uraa em relujo o a acto meu,
isto quanto as reformas que indico no
meu relatorio, a respeito da le do processo
judiciario e da guar la nacional.
Ao nobre deputado pelo municipio neu-
tro pareceu poder lirar argumento dasle
complexo de proposus de reformas, para
coocluir pela conveniencia de se s >bre-es-
tar nesta, de que agora nos temos oceupa-
do, e que devia vir depois fle outras.
S. Exc. cumecoo, pela.refoima judiciaxia
e enleude que d ella tal elasierio s fran-
quezas iodividaaes, e coarcta. a accao da
polica, (ornando menos edicaz o seu vigor,
que realmente tica muito exposta a sorte
dos seunores de escravos, ameacados por
este projecto, e mais que nunca precisando
da guarda alterna e vigilante da autoridade ;
e assim pelo que diz respeito reforma da
guarda nacional, deduz a mingua de torca
activa para apoio da autoridade.
Sr. presidente, na reforma ju liciaria, co-
mo toi proposta, deliberada e volada nesta
augusta cmara, e como me perece que
pode ser modificada, nio se restringe a
aeco policial, nio se coarcta neuhuui raeio
de prover a seguranf-a individual e de pro.k
priedade.
A accao policial extremada da jurisdccio
de julgar, restituido o julgamento autori-
dade competente e mais capaz, nam por
isso a polica ca desarmada.
Os juramentos ganbara mais torca mo
ral, a autoridade policial collocada dentro
dos justos limites de suas aitribuices me-
lbor deve proceder ; e em todo o caso
(Doralisa-se a accjSo da autoridade. E mis-
te paiz, seobores, a torca moral sobre lado
que pode habilitar a autoridade para cum-
primento do seu dever.
Nas nossas circumsincias notorias, nesta
extensio iminensa do paiz. populacho es-
parsa, dilli ul la.le de commuuicaces, na >
e possivel qu haja torca poysica bastante
para por meios materiaes poder-se, em
mxima parle, fazer o serviQj de polica ;
esie servico melbor se alcancar moralisan-
do-se a aeco da autoridade, e o que se
procura com a relorma.
Agora quanto guarda nacional, se o
nobre deputado livesse alteutado para o
que exponbo quanto a esta reforma, vera
que a nao recommendo no sentido de aba-
ter e supprimir o servico da guarda nlcio-
ual privando .a aulondade desse meio au-
xiliar e oecessaro ; pelo contrario, a idea
que offereci sabedoria do corpo legislativo
6 que seja substituida no servico ordinario
por uma torca mais prompta, diligente,
mais vigilante e melbor distribuida, por
isso raesmo que retribuida, permanente
e escolbida para este mister.
Sr. presidente, limito me estas obser-
vacis.
(Muito bem, muito bem.)
O SR. VISCONDE DO RIO-BBANCO (pre-
sidente do conseibo). (Movimento geral de
attenco ; profundo silencio):Sr. presi-
dente, sio verdaderamente notaseis as duas
pbases que tem apresentado a emenda offe-
recida ao voto de gracas. Acaando-se nes-
sa emenda concentrada toda a importancia
do debate, que prende a attenco da cma-
ra dos Srs. depotados, ser sobre este pon-
to principalmente qae versar o meu dis
curso.
A principio o Ilustrado autor da emenda
nos disse como ba pouco O rerardou o meu
Ilustre collega, Sr. ministro' da justica :
< Nio nos move nenhum presentimento de
hostilidade ao gabinete ; pelo contrario, nos
esperamos estar de accordo nas questes
polticas, salvas as restrieces que mesmo
os amigos polticos neo podem deixar de
ler a respeito de certas queites. A nossa
intencao, que determinoa a apresentacio
desta emenda, foi evitar qae o nosso voto
(icasse comprometido na proposla do go
verno.
Desde logo respondemos em nome do
ministerio, e at em nome da commissio
do voto de gracas:nio, nio pode haver.
voto algura comprometido na resposta
falla do throno a favor da proposla do go-
verno. O voto de gracas iiao exprime se-
oio qae a cmara reconbece a necessidade
de prestar sua attenco a este assumpto, re-
coubecendo tambem que elle nio pode mais
ser ad ad >, e que exige resoiucio lio promp
ta e breve quanto le possa dar a sabedo-
ria da cmara.
Pareca que esta resposta devia ter posto
termo ao debate. (Apoiados).
O Sr. Andrade Figueira : Nao a-
poiado.
O Sr. ViscoiIde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):Se tivessemos diant
de nos adversarios radicaos, elles ficariam
por certo satisfeitos vista desta declaracid
tranca e explcita; mat-os Ilustres deputa-
dos, nossos correligionarios polticos, os
nobres depotados, que nio querem a divi-
rti do partido conservador, procederm
ilifferen temen te I Retiraraavse sob a ira-
preatio do debate qae ante-bontem leve
aqu logar, reuniram-se, toaaram couselbo
toda a noite, e, depois d decorridas i
horas, aqu se apresenlarara, sustentando a
emenda, nio j com o lim de salvaguardar o
seu voto a respeito do projecto, mas com
o proposito deliberado de intimar o minis-
terio a retirar se, wie a maioria que sear
regiiueuiava nesta cmara, e cuja existencia
era incompativel com a do gabinete (A-
poiados).
Esta segunda declaraco que est ex-
pressa no discurso do Ilustre deputado pelo
lii' de Janeiro, assim como, embora nio
lio francamente, no do Ilustre deputado
pelo municipio neutro, deve ser considerada
sob o ponto de vista dos principios, dos dic-
tamos da prudencia e das conveniencias po
litios.
O Ilustre deputado nos disse : A pro-
posta do goveruo eu rejeitada, est con
demuada. Qual foi, peruniarei eu, o tri-
bunal que a condemuou ? Onde uneciona
esse tribunal ? Vdltamos por ventura ao
lempo da inquisico ? Como que o nobre
deputado com tanto acodamenio nos vera
aununciar, que esi desde j conderanada
uma proposla sobre materia lio grave e
delicada, e proposla que aind i nao toi dada
para ordem do da ? E note a cmara que,
segundo o nobre depuiado, nao ha para o
ministerio mais sabida possivel, porqae S
Exc, lomando-nos i idas as avenidas, disse
alt,e bom som : Se aeeitaes outras ideas,
licais desmoralisados ; se nio aceitis, nio
ba tambera salvacio para vos !
O governo da regencia (contiui)a o Ilus-
tre deputado) nio pode mudar stuaces
poiticas, o adiamento seria uraa revoluto,
a dissoloco seria o nosso triumpho, por-
que os proprietaros agrcolas e.-eolherii
os votos dissideutes e nos voltaremos para
dar aqoi a le ao paiz sobre esta questio 1
E' sobre este procedimento que eu peco
aos meus nobres amigos e adiados (porque
os considero como taes. nio obstante suas
demonstrares de pronunciada opposicio),
sobre este procedimenio que ibes pee i
que medtera e raa indi juera ura exeraplo
em que se lenha decidido da sorte de um
ministerio por uma proposla, que nio pode
ser sustentada e defendida, porque ainda
nio est era discussio, e pelo mesmo mo-
tivo nio pode ser atacada; proposla que
versa sobre assumplo de tanta magnitude,
que nio pode ser considerado e reiofvido
em um lance d'olhos, em reunies miste-
riosas que o publico nio v, cujos debates
nio lhe permittido apreciar.
Sr. presidente, quando se levanta uma
opposicio para derribar o gabinete, quando
deste conflicto podem resultar eonseqaen-
cas que at importem a mudanca de uma
situaco poltica, ndispensavel que a opi-
niio publica conlieca quaes sio as cansas
que affastaram o gabinete de seus opposi-
lores, quaes os puntos de sua divergencia
Mas como poderemos nos esclarecer o paiz
sobre os verdadeiros motivos que aconse
Iharam uma parle desta cmara a exigir
que o ministerio retire-se, se a proposla
nio foi anda dada para a ordem do da, e
nio se acba em discussio ?
Quaes sio as vossas ideas a respeito da
proposta ? alguem por ventora as condece ?
(Muito bem). por esle modo que se
forma uma questao de gabinete ? assim
que se pretende torear o ministerio a aban-
donar a posicio que occopa ?
Era oecessaro, Sr. presidente, que se
estabelecesse a discussio sobre a materia
principal, e que os nobres deputa dos nos
dissessem quaes sio as suas ideas. (Apoia-
dos).
O gabinete foi assaz franco, e nio foi
franco por convenieaciagmas pelosentimen-
10 do sed dever, apresenlando a proposla,
sujeftando-a ao exame das cmaras, e decla-
rando que acompanbaria os debates, cuja
luz de bom grado aceitara; em uma paia-
vra, o gabinete annuncioa solemnemente
que, procurando convencer, estava igual
mente disposto a ser convencido. A isso
responden! os nobres deputados que Uio
preci-am convencer-nos, e, recusaudo-se a
tratar deste assumpto,. apenas desejam e
exigem que nos retiremos!
E quem ha de succeder-nos ? Neste seo
acodaraento era crear o conflicto, nao ha
outro recurso, seuo que os nobres deputa-
dos, cujas deas sobre o assumpto alias nao
sio conhecidas anda ; os nomes deputados
que se dizem de accordo comnosco a res-
peito das demais questes da actualidade,
nos subslituam. Mas seunores, se nos,
porque temos a desgraca de nio pensar
como vos nesia questio, nio nos podemos
conservar neste posto hoaroso, porin diffi-
cil e espinboso, dizei-me : se aquelles que
nio pensam como vos encontrara taes em-
baraces, acaso vos nio os encontrareis tam-
bem ? (Apoiados). Teudes em tio pouco
ppreco a todos nos, que oa nio importa a
nossa divergencia, ou acreditaes que de fac-
i o poder executivo lio prepotente, como
o disse o nobre deputado pelo municipio
neutro, que pode transformar as nossas
consciencias e jungir-nos ao vosso carro
triumpbal ? (Mono bem).
Nem entre adversarios assim se procede,
qoanlo mais entre amigos polticos I (A-
poiados).
O terreno do conflicto* se osmobres de-
potados o querem levantar, foi mal escolbi-
do ; nio se pode estabelecer conflicto sobre
orna emenda que nada significa contra a
proposta, que nada significa a Tespeito das
ideas, que por ventura se queira oppr a
essa proposta.
E' necessario que a opiniio publica saiba
se ba algura desaccordo eutre os nobres de-
putados de um lado e o gabinete e seus
sustentadores de outro lado, quaes sio os
pontos da disidencia, quaes as razes que
a produzem.
O Sr. Andrade Figueira : As nossas
ideas sio oonhecidas.
O Sn. Visconde do Bio-Branco (presi-
dente do conselho):O nobre deputado me
iuterrompe, 6 eu nio o interrompi quando
orou, mas aceito o seo aparte. O nobre
deputado, perant esta cmara, perante o
publico que nos estouvindo, assegura que
suas ideas sio conhecidas: se sio conheci-
das, entio devo crer que o nobre deputado
adversario radical da idea da eniancipacio
na quaira actual. (Apoiados).
O Sr. Andrade Figueira e outros Srs.
Deputados :Nio apoiado.
O Sr. Visconde do Rio-Branuo (presi-
dente do conselho):Entio devo crer que
(vos queris as ideas capitaes do projecto,
como as quera o nobre deputado por M'
nas-Geraes, o Sr. Perdigio Malbeiro, cojos
escriptos correm impressos.. -
O Sr. Psrdigo Malheiro :Em tempo
responderei.
O Sr. Andrade Figueira :As nosiaa
ideas sio as que V. Exc. Unhi no anua d
1867.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo):Sr presdeme, o no-
bre deputado pelo 4o dis'neto do Rio de
Janeiro diz que as suas ideas sio as que ea
tinha em 1867. S. Exc. neste sea aparte
al lude ao voto de gracas do senado naqueile
anno.
O Su. Andrade Figueira :E em 1808.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) .Mas que dzia este
voto de gracas ? Dizia simplemente que a
reforma era digna de serio exame e nio po-
da ser levada a effeito sem madura re fie
xo e muia prudencia. Exprima, porm.
aL'uma idea positiva a respeito do assump-
to ? Nio.
Como, pois, o nobre depotado, qne nio
nos defini ainda as suas ideas a respeito
desta queslio, apoolla para o voto de gra-
cas do senado em 1867 ? Sem du.ula
porque esse voto de gracas exprime voto
do obre deputado arada boje, enlendenlo
S. Exc. que nio se pode tratar da questio.
(Apoiados).
Sr. presidente, a cmara muito esclare-
cida, tem dado a este negocio a maior at-
lencsOj mas nao posso deixar de recordar o
que ella alias nio ignora.
Esta proposla, que alguns dos nobres
deputados receberam com tal estranbeza,
que a querem repellir pona de bayoneta,
antes de todo e qualquer exame, tilna de
mmio estudo, e resultado de ura exaoH
reflect do e aturado ; nio simpiesraente
o fructo da* elucobraces do mioisieri..
O Sr. Andrade Figueira :Ab obra
divina !
O Sh. Visconde do Bio-BnANCo (presi-
dente do conselho):... tem por si a
opraiio de muitas das primeiras illusirac ;s
deste paiz, cora as quaes o nobre deputado
pode comparar-.-e em l -lento e amor ao
paiz, mas nao em experiencia, nessa sabe-
doria que s os anoos podem dar. E aqu
m os se v toda a inconveniencia desta dis-
cussio prematura.
O Sr. Andrade Figueira : Recea a
res jonsabiliiiade sobre o ministerio.
O Sr. Visconde do Rio Branca (presiden-
te do conseibo): ... esse conflicto pro-
vocado sobre uma emenda que alias se di-
zia terreno neutro para que nos pudesse-
mos dar as mios e procurar meios de ebe-
gar a um accordo.
O Sr. Perdigo Malheiro : O periodo
da resposta om circulo de ferro, a emen-
da campo mais vasto.
O Sr.Visconde do Rio Rranco (presiden-
te do conaelbo) : Aceito o aparte dp
nob-e deputado. S. Etc. di ta vol de
gracas, que ba de ser (ido por todos que
sabein ler neste vasto Imperio a denomina-
Ci de um circulo de ferro, diz qut a
emenda campo largo onda M podara,
abrigar todas as opinies...
O Sr. Perdigo Malheiro : Sem do-
vida.
O Sr. Visgonde do Rio Rranco (presi-
dente do conaelbo): Ou ha nesta propo-
sigao o nobre deputado una irritio ao
nosso bom senso...
O Sr. Perdigo Mvlheiro : Nio
apoiado.
O Sr. Visconde do Rio Brinco (presiden-
te do conseibo) : ... oa o nobre depu-
tado est dominado por algoma paixio que
ueste momento offusca o sea espirito tio
lucido...
O Sr. Perdigo Malheiro : Hei da
demonstrar o contrario.
O Sr. Visconde do Bio Branco (presiden-
te do conseibo) : J demonstra qne a
resposta falla do throno idntica do
senado, que se manifestou no mesmo men-
tido. Porque nio aceitar a cmara essa
resposta ? Porque insisten! os nobres de-
putados pela sua emenda quando mis va-
mos nella ou uma correceo escisada oa
um pensamento poltico contrario?
O Sn. Andrade Figueira : O governo
que faz questio poltica.
O Sr. Perdigo Malheiro : E' um
collorario do que se disse no discurso da
cora.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conseloo): De sorte que, por esta
lgica de ferro, por esta jostica inexoravel,
nio baveria outro remedio senio trzer ja
para o voto de gracas a proposta do governo
discut-la e decidir da sua sorte Mas a
proposta do governo nio est em discussio
j o tenbo dito mais de uma vez.
O Sr. Perdigo Malheiro :Est impli-
citameote.
OSr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho :Quando a discusso
chega a este ponto, diz Thiers, deve ter
um termo, porque nio ha luz para qnem
fecha os olhos, nio ha convencer a quem
cerra os ouvidos razio. Eu, portanto,
passo adan te.
0 Sr. Andrade Figueira :Mas ques-
tio de gabinete ? Sim, ou nio ?
0 Sr. VisconDE do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo):Eu aceito a questio
nos termos em qae a estabelecem os nobres
depotados; mas, por minha vez, Ibes per-
gunto; quaes sio as vossas ideas a respeito
da emancipado ? qual o vosso projecto ?
apresentai-o, difini-vos...
O Sr. Andrade FiGUEiRA^d um aparte.
O Sr. Visconde do Bio-Branco (presi-
dente do conselho:Sr. presidente, os no-
bres deputados, levantando uma questao
desta ordem devera manifestar francamente
as suas ideas; mas SS. EEx. encerram-se
n'um denso mysterio...
O Sr. Andrade Figueira :Mysterio
a de V. Exc, que nio responde. (Ha outros
apartes.)
O Sr. Visconde do Rio Rranco (presiden-
te do conselho):Nunca chegarei a respon-
der, desde qae me interropem sem ces-
sar....
O Sr. Andrade Figueira :A resposta
simles, sim oa nio.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presdan-
te do.coDsethtjj:A dictadora do nobre
deputado pelo 4 districto nio ba de tracar
o fio do mea discurso I
Vozes :Muito bem I
O Sr. Andrade Fiooeira: Dictadora
a do governo.
-
r'Ctm/HMor-ai ka.
P- 00 OlAttl*-rtt*A Ou OUQUB 01 tUXiA '
afta

-
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nn
v* aafc*


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