Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12425


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Full Text
MMi
i

*****
ANNO XLVII. NUMERO 149
?A1A A CAPITAL E LDCABIS OiDE IAO SE PASA POSTE.
*cr irm metes adiautados................. 6,5000
i'of ditos dem................... iS000
Por am anno idem..................... 240OUO
Cada mumero avulso................., 320
*?
TERCA FEIRA 4 DE JULHO DE (871.
**
PARA DEITRO E TOBA DA PBOVIKCIA.
Por tres mezei adiantadoi ........... .
Por seis ditos idem.................
Por nove ditos idem -...........
Por om tono idem................
6*710
13*800
Oio
17*000
Propriedade de Hanoel Fijjnera de Paria & Filhos.
______________i____________
NAO AETfe:
O Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gon?a!ves 4 Pinto, no Maranho ; Joagnim Jos de Oliveira & Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Bra^a, no-Aracaty ; Jlo Maa Julio Chaves, no Ass ; Antcnio Marques da Silva, no Natal; Jos Jasta
, Pereira d'Almeida, em Mamangaape jFelippe Estrella A C, oa Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Anlao; Domingos Jos da fiosta Braga,
i
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqainbo C. no Rio de Jaceiro.


PARTE OFFICIAL
Celestino Gomes, Avelino Snares de Almeida, Fran" I O SR. G. DE DRUMMOND tambera justifica a
'

\
.

J
i ,
i
Goveruo da provincia.
KKPCDIEXTK 00 DA 23 DE JU.NI10 DE l87I.
Actos :
O viee-presiJeute da provincia, usando da
aitribuirlo que Ion confere o art. 18 do regula-
ment de -i te oulubro de 1809, resolv uomear
capello interino do asylo de luenJiciJade o padre
Joao Cyrillo de Lima.
(i vice-presidente da provincia, attendendu
so que requereu Joaqun) Jos de atoara, profes-
sor publico comeado para a cadeira de Cachooira
4o Rjbtrto, e leudo eiu vi.-ta a informarlo do di-
lA'Uir geral interino da iustrucclo publica, sob n.
236, de 19 do correte, resol ve de eonformidade
rejiove-lo para a cadeira de S. Jj; de Boa-Es-
peranea da freguezia da Escada, ltimamente
creada.
O vice-presideute da provincia, atteudendo
ao que requereu Joaquim Jos de Moura, profes-
sor publico da Cachoeira do Roberto, resolve pro-
regar por mais dous mezes, o prazo que Ihe foi
marcado para entrar no exercicio de sua ca-
deira.
O vico-presi lente da provincia, attendendo
tu que requereu Francisco Manoel Bezerra de
Vasconcelos, professor publico de primeiras le-
tras da villa de Pao d' libo, e teDdo em vista a io-
oruxc&o do l)r. director geral Inleriuo da ins-
truceao publica, sob n 231, de 15 do corrente, re-
.mlve prurogar pur viole da*, a lieeo^a que Ihe
fo* coocedida para tratar de >ua saude,
O vicc-presidente da provincia, altendendo
ao que requereu Mara Cleobina de M- lio Olloni,
pro/easora publica do Cralo da S de Oliuda, re-
aoj.ve prorogar por 30 dias a lieeuca aue Ibe f)i
CAcedida para tralar de sua sade.Expediraro-
a as n-cesjanas commuuicaroes.
Offlcios : ,
Ao Exm. presdeme da provincia de :>. Pau-
to, dizendo licar inteirado da baver prlstado jura-
uwalo e entrado no exercicio do cargo de presi-
dente dessa provincia, para o qual foi uomeado
m- carta imperial de & de abril ultimo.
Ao Exm. presideute do Rio Grande do Sul,
usando a re:eucao do offlcio, em que partici-
pe a fcaver prestado jurameuto do cargo de Io vi-
ee-presidente, para o qual foi nomeado por carta
(aerial de lo de abril ultimo e assumido logo a
administrarlo dessa provincia, por ter ido tomar
asnete na cmara dos Srs. deputados o Exm. con-
eeJneiro Francisco Xavier Praio Lima.
Ao desembargador chete de poiicia. appro-
vaado a deliberaclo que tomou o subdelegado do
diunclo dos Montes, de alugar urna outra casa
para quariel dw respectivo destacamento, visto ha-
ver desabado a que d'autes se prestava aesse fim.
Ooranmoieou-se a Ibesonrana provincial.
Ao coronel commandante das armas permt-
anlo, em vista de soa informacao, que seja inclu
do oo deposito de recratas o alteres honorario do
exorcilo lamias Carlos de Araujo Maciel, atim de
aiii (aier o servig corapativet com o ,seu es'a-
do uhysico. Communicou-se a thesouraria de fa-
M"_ Ao mesmo dizendo que, para poder dar cum-
nriment ao disposto no aviso do ministerio da
uiierra de 13 do corrente, faz-se preciso que ia-
fjrine acerca do estalo das e-.colas regimenlaes
dos corpos existentes n-sta provincia, e qual o
cuidado que teem merecido dos respectivos cora-
iiKiQdaoies aquella til insiituio.
._ Ao mesmo para mandar postar em frente da
iereia do Espirilo-Samto, s 10 horas da manhaa
do ata 2 d Julbo viudouro, urna guarda para fa-
-r as honras devidas a fesla que a sociedade dous
de lulho lem de mandar celebrar na^uella igreja.
Ao mesmo concedendo, em vista de sua in-
fortnacao, a lleenca que pede o soldado do 9- bata-
Jhiio de infantaria, Tlieodoro Rodrigues Ayo, para
ire*perar no termo de AgUS-lella, onde lem fa-
in lia pela deiiiio do governo imperial sobre sua
haixa.ou reforma. ,
Ao iu^p ;ctor da thesouraria de fazenda trans-
m uin'do pira es i"ms cohvenfenle, o titulo no-
meaiido baro do Uuiuue o coronel Francisco Al
ve9 Cavalcante Camboim, o que concede ara anno
dt l.ceuc,a ao vigario Manoel Joaquim Xavier So-
nreir, e iaalmeuie o do agente do crreio da
villa do Li:noeiro e o do ajudante do da villa de
Ao mesmo ioieirando-o de haver o bacarel
Arminio Coriolano Tavares dos Sanios, reassumido
boje o exerci:io das funcroas de juiz municipal da
" vara desta capital.
_ Ao mesmo d.zendo que com o oflicio, junio
n r copia, do engeulieiro eocarregado das obras
erses, do qual consta as condicOes, cora que con-
tratou Ruliiu Manoel da Cruz Cousselro a execu-
cao das obras do lazn--. do Pina, parece ncar sa-
tsfeito o st'U pedido, constante de ullico de 22 dj
corren'.e, sob u. 406, visto nao existir no archivo
d:t secretaria da presidencia ornamento propria-
mente dito de ttes obras. f
Ao mesmo declarando que, segundo consta
de aviso do miuisierio da agricaliara d-: 9 do cor-
reala, solxilou-se do da fozeoda augmento de
crditos ra importancia de 16:144^711 para as
d-spezisnesta provincia, sendo 15.689f*>83 para
a verba-correiogerale 455^171 para a relativa
n-obras publicas geraes e auxilio as provinciaes
no crreme exercicio.
Ao mesmo remetiendo para os tras conve-
nieutes copia do aviso de 14 do corrente, em que
o Exm. Sr, ministro do imperio distribue as ver-
bas de despezas nesta provincia, a carg) oa-
qaelle ministerio para o exercicio de 1871 a
iST
Ao mesmo recommendando a expedirlo de
MUS oreos, para que ao teiiente Pedro Paulo dos
gastos sejara pagos os vencunenios relativos ao
Diez de abril ultimo do olflcial e praua da guarda
nacional destacadas oa villa de Fesqueira.Lom-
manicou-se ao commandante superar do munici-
pio do Brejo.
_ Ao inspector da thesouraria provincial, de-
clarando em res posta ao seu ollicio, que por des-
barbo de 9 do corrente, concedeu-?e ao collector
de rendas provinciaes ue liamb, Antonio Goncal-
ves de Oliveira tois 60 das para prestar a neces-
aria flanea, e por isso cumpre que, depois de ter-
minado esse novo prazo, communque a presiden-
ta se o referido collector conctuio ou nao o pro
36UO de semelhanle banca, anra de que se delibe-
re a este respem como for ruis conveniente.
Ao mesmo mandando pagar ao Dr. Jos So-
riaao de Souza, os seus vencimentos, na qualila-
de de profess r de philosopliia do g)mnasio pro-
vincial. contar de 1 a 16 de marco ultimo, em
loa esteve servindo no tribunal do jury.
_ Ao capitao do porto para mandar apresentir
x d33embargador chefe de polica, adra de dar-
he c conveniente destino, Antonio Manoal AfTooso,
.ue foi D09to a sua dispo^icao como desertor da
armida, pois que, alera do essa condiego, a;ha-se accomraetudo de alie-
naclo tnentaL Commumcouse ao desembarga-
L ao director do arsenal de guerra, afim de
que mande ferro-pear o reo detereeira dasercao
imples ex-praca do 9 baUlhao de infamara,
Vmente Ferreira Franca, que Ihe sera presentado
por parte do commandante toquelle batalha.-.
Comraunicou-se ao coronel commandante aas ar-
ao commandante do corpo de polica, *Qt-
f isaadio o eogijamento dos paisanos Manoel Simao
cisco Antonio da Gama e Jos Vctor de Siqueira
se forem aptos.
Ao juiz municipal da Ia vara d'esta capital,
remetiendo, para os los convenientes, a uia do
reo Joaquim Jo; de Freilas, conhecido por Joa
quim Pequeniuo, e que se acba recollndo casa
ue deiencao.
Portara :
Ao conselho de compras do arsenal de
marinna, approvando os contratos que celebron
Cora diversa* pessoas para forueceram os objecios
do material da armada, necessarios ao alraoxari-
fado do mesmo arsenal.Commuoicou-se a the-
souraria de'fazenda.
O presidente da provincia, attendendo : 1, o
que requereu o gerente da empreza da illumioa-
cao a gaz nesta cidade em 23 de marco do cor-
rele auno, sobre n prolongaraento da iiluminacao
do ponto da Jaqueira at o alto da povoacao de
Apipucos e a informacao prestada pelo engeoheiro
ebefe da repartirlo a's obras publicas em oflicio
sob o. 103 de i do abril; 2o, a mformacao presta-
da pelo mesmo eugeobeiro por offlcio n. 178 de 9
do corrente, em resposta ao que, em data de 5,
ihe fra dirigido por esta presidencia, e a copia d i
oflicio que, em 23 de agosto do anno passado, dito
eugenbeiro, por ordein da presidencia, dirigi ao
gerente da referida empreza; 3o, a informaglo
que, em 16 do crreme, presiou o doutor secreta
rio dessa presideucia, em comprimeolo portara
do mesmo, dirigida em 15 tambera do corrente an-
uo ; e atleodenuo que, por ordein, posto que verbal,
da presidencia da provincia, fra o engeoheiro
chefe da repartir i das obras publicas autonsado
a lazer cmi a empreza da illuminacao a gaz o coo
trato do prolongameuto da illuminacle do ponto
da Jaqueira at o alto de Apipucos, medame as
condices e clausulas mencionadasno offlcio, com
queein 23 de agosto de 1870 dito engenheiro aulori-
sou o referido gerente a dar comeep aos trabalhos;
atteodeodo larabem ter o gerente da empreza ja
feto a caoalisacao, faltando apenas a collocacao
dos lampeoes, em cuja occasiao foi que appareceu
a duvida entre a empreza e o eDgeobeiro sobre o
numero de combusiores, dizendo aquella serem
100 e este apenas 91; considerando que assim o
contrato perleito, acabado e era exeuuclo so est
depenleute de ser reduzdo a esenpto, como fra
promeiiido por amos os contratantes e coovindo
que o seja para evitar duvidas futuras, ja que
cumpre respeitar o contratado e a boa !.' com que
nos seus termos foram feilos os trabalhos, resolve
que seja reduzdo a escripto, c^mo fra accorda-
jo, dito contrato, para o que manda que todos os
papis cima referidos sejam remetiidos por copia
ao doutor procurador fiscal da thesouraria provin-
cial, alim de que seja reduzdo escripto o con-
trato elTactuado em 1870, entre a presidencia e a
empreza da Iluminara) gaz, com toda as clau-
sulas e condices mencionadas oos offlcios do en-
geoneiro chute da repartirlo' das obras publicas
de 23 de agosto de 1870 e de 9 do correte mez,
fazeodo transcrever oo termo que lavrar todo os
rflndo reiju-Timen'.s, ollicio e portara, e rase-
rindo Miis as segrales-claasulas, alera das que
forem de direuo, Io, que o contrato rostricto a
91 combusiores, abriodo o gerente da empreza
mo da preleuco de collocar 100, e declarando
que nao tora a empreza direito a fazer reclamadlo
alguma a tal respeilo, 2", que tica entendido que
o coutraio especial assim celebrado uo -poder
uunca ser invocado pela empreza nem como pre-
cedente para outros contratos, e nem como modi-
licalivo do contrato com ella celebrado em 26 de
abril de 1858, pois contina o goveruo da provin-
cia no bso do direito que Ihe'confere dito contra-
to, e 'a emprcz.i na obngacao que por forca d'elle
conlrahio.
Despachos :
Amonio Francisco Martins de Miranda.Nao
leiu lugar o que requer, em vista da informarlo.
Autuuio Romero.Ao senbor commandante do
presidio de Fernando para aiicndar o supplicanle.
se uo houver inconveniente.
Abaixu assignados, directores da scciedade pa-
triotica bahiana Dous de Ju ho.Expedio-se ordem
o Cuinmandatite das armas.
Basilio Jos da Hora Remetlido ao Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda, para juntar a peti-
ro do supplicante.
beueJicia Juveaal do E-pirilo Santo.Informe
o Exm. Sr. Dr. chefe de polica
Casimiro Res Gomes da Silva.Dirija-se the
souraria provincial.
Major Enygdio Camello Passoa de Siqueira Ca-
valcante.Ao Sr. juiz de direito da comarca para
informar.
Francisco Mathias Pereira Diaiz.-Em vista da
informarlo, uao tt.n lugar o que requer.
Dr. Graciliauo de Paula Baptista.Certifique.
Jovina Mana da Luz.Informe o Exm.- Sr. des-
embargador chefe de poiicia.
Dr. Jos Soriano de Souza.A' thesouraria pro-
vincial, com oflicio desta data.
Padre Joaquim da Cunha Cavalcante.Informe
o Sr. inspector da tbesourarii provincia!.
Joaquim Jos de Maura, Passe portara, remo-
vendo o supplicante para a cadeira de S. Jos da
Roa Eiperanra na freguezia da Escada.
Manoel Pereira Lemos.-XA' th^ouraria de fa-
zenda para man>lar pas*ar ao supplicanie o titulo
do terreno de que se trata.
Manoel Gomes do Nascimento.Informe o Exm.
Sr. de-embargadar chefe de polica.
EXPEDIENTE DO SECRSTARtO.
OfllciOS:
Ao doutor director geral interino da instruccao
publica, declarando, de ordam da presiaenca, nao
se poder conceder a licenc, qoe requereu o pro-
fessor da 3" escola publica da freguezia de Santo
Antonio desta cidade, para abrir na mesm casa,
em que funcciona a sua escola, urna aula particu-
lar uocturna de primeiras letras, por quanto, seodo,
como um professor publico, quera, a'ra dos
vencitnentos, concele a presidencia quantia para
aluguel da casa, movis, ele, nao ple, sem haver
lei que o permita, autorisarse o mencionado pro
fessor usar da mesma casa e movis para o en
sino particular, retribuido muito embora pela obri-
gaclo do ensioo que offarece para dez alumnos
poDres.
Ao coramenlador Jos da Silva Loyo, re-
mettendo, de ordem da presidencia, a carta impe-
rial, pela qual foi nomeado commendaor da or-
dem da Roa. Igual, mutais mutanits, Jos
Heorique* Trinlade, enviando a carta imperial
que o nomeou cavalheiro daquella ordem.
PERNAMBUCO.
ASSEMBA PROVINCIAL.
SESSO DE 11 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
(ConclusoJ
t Supprima-se o-art. 17.
Eocerraiaadiscusso approvado o artigo, e
regeitada a emenda.
f Art. 18. 0 saldo vericadonas contasdo exer-
cicio correte fir parte da renda cobrada por ef-
feito desta Ji.
E' approvado.
t Art. 19. Continan) em vigor os arts. 19 Io,
20 e 21 da lei o. 963.
O SR. OLIVEIRA ANDRADE faz algumas con-
sideraces em justificarlo da segrate emenda :
a Fica em vigor a ultima parte do 10 do art.
47 da le n. 867.
seguate emenda
Accresceoie-.seo art. 27 da le o. 963 do an-
no passado.
Encerrada a discussao. approvado o artigo com
as emendas.
Entra em dismssao o art. 20 :
O SR. GUSMO LOBO (! secretario): Sr.
presidente, o ari. 20 corresponde a urna oeces3i-
dade verdaderamente seatida, autonsando a mo-
dificarlo ou renovarlo do contrato celebrado cora
a conipaobia Pernarabucaoa para a navegacao en-
tre os portos de Tamaodar e Goyaoaa.
Infelizmente de ura contrato que se trata, so-
lemnemente feto e acabado, que faz lei entre as
partes.
(IIi um aparte).
U Sr. Gusmao Lobo :E' s por accordo com
a directora da empreza, e islo mesmo recoohece
o projecto, que possivel urna novarlo. Nada se-
ria, entretanto, m lis til do que rever esse contra-
to, anda quando nao podesse ser diminuida a lar-
a subvenco com que a provincia auxilia os ser-
vicos da comoauhia.
Um Sr. Deputato .Mas o projecto aconselha
a dimiouirio
O Sr. Gusmao Lobo : Assim possa a adminis-
trarao consegu-lo. No pleno e incootestado goso
de um contrato, duvido Dem que a empreza se re
sigoe cooperar por am acto que della depende
para poupar sacrificios provincia. Seria um lou
vavel desrateresse com que nao se pode contar.
Arada que, debaixo desta relarlo, me purera in-
fructuosa a autorisacao decretada no art. 20, sou o
primeiro a applaulir esta tentativa. Neuhum ser-
vir.) mais relevante podera prestar-nos a adminis-
tradlo do que promover a revslo desse contrato
por maoeira recolher dasubvenclo maiores fa-
cilidades ao comraercio.
Juigue-se ou olo desproporcionada a sobveocao
de 60:000^000 ananaes ao serviep, que presta a
compannia, ineootestavel que cumpre rever era
bem da lavoura e do commercio a tarifa das vla-
geos a que obrigada a compaohia. Ella frequen-
la pequeos portos que podem dispensar sem ne
nbum prejuizo a visita de vapores. A suppresso
destas viagens I portos de oeohuma importancia
podera ser compeosada por maior numero de via-
gens a outros portos. Gaoharia cora isto o com-
mercio quando nao podesse ser obtida a reduccao
da subvnco (apoiados).
Heconbecido como que a navegacao vapor
olo pode prescindir de subvengao e que a com-
paohia Pernambucana lem direito nave-la no
quantum lixado pelo sea contrato ; cumpre em-
prear esforcos em ordem colber deste sacrificio
as mais extensas vaolageos.
Teoho ouvido reclamaes contra o modo pelo
qual x compannia cumpre as clausulas do seu
contrato (apoiados); tenho ouvido aqu mesmo,
ouvt do uiumo anno de pessa bem informada, que
os vapores da compaohia.os te demorara em ni-
guas portos o terapoproscripto pelocootralo.epao
offerecem asaccommodaedes ex ig i veis de am trans-
porte 5 todo islo ple ser verdade, mas tambera
ver Jado que a irapontualidade da empreza no cum-
primento dosjdeveres que se obrigou corre em
grande parte por coota daquelles que devem velar
pela execuclo do contrato.
Um Sr. Dkputado :L islo verdade.
O Sr. GusMao Lobo :O que certo. que a
subvencao tem sido paga sera interrnpcao e sem
oenhura impugnarlo.
Na ausencia de" informaces que motivera urna
convicyao segura, contento-me em reclamar para
ah as vistas do goveruo. A subvencao nao foi vo-
tada pala provincia titulo meramente gracioso,
mas sim em troco de servicos a que se ohrigou a
compannia. Si ella nao preenche ou preeoche ir-
reguiarraente as clausulas do *eu cootralo, cum-
pre acautelar os legtimosioteresses da provincia.
Como um meio de chegar a esie resultado, evi-
tando abusos e possiveis infacQoas do contracto,
lembro a conveniencia da creacode um fiscal que
por parte do governo, vele na execuclo do con-
trato.
Esfa providencia foi adoptada pela ultima ad-'
ministraeao cora relacao a varias eraprezas, que
nao sao "alias subvencionadas. Ella pode obler
qua, por este modo, tenham os contratos a escru-
pulosa execuclo que ao interesse publico tanto
convin.
Este systema lem reconhecidas vantageos. S
emprezas nao subvencionadas prestem-se de boa
vontade a iospeceo de um agente do governo, as
salariando-o I sa cusa, uenhuma razio se oppos
que o mesmo se procure oater de urna compa-
ohia largamente subvencionada pelo governo ge-
ral e provincial.
Poi- que se autorisa a novaclo do contrato, jul-
go conveniente dispertar esta idea.
Tal o pensamento di emenda que sugeito
deliberarlo da assembla.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Aecrescenls-.-e : t poiendo ser nomeado um fis-
cal que vele na execuclo do contrato, pago pela
empreza.
Encerrada a discusslo, approvado o artigo
com a emenda.
Art. 21. A flanea de que trata o art. 26 da le-
n. 963 fi:a reluzida'a 6:000fi.
E' approvado.
t Art. 22. No art. 27 da lei o. 963 fieam tambera
comprehendidos os joalheiros.
E' approvado.
Art. 23. O presidente da provincia fiea autori-
sado a supprimir o pagamento da subvenclo con
cedida companhia de vapores de reboques se
entender s r isto convenieoe. >
O SR. GUSMAO LOBO:Sr. presidente, oao
far> nrnhuma insistencia sobre o adiamento que
propuz. Ainda que me parees existir entre o art.
5* e art. 23 urna relaclo tao intima que conviria
discut los siraiiltaneainenle ; julgo opportuno dar
desd-s j as razas pelas quaes me declaro contra
a autorisacao comida oo art. 23.
Alm de que a disposiclo ah con ida rae pare
ce contraria irrecusaveis principios de direilo
autoriMndo suppresso de uraa subveocao que
nlo pode deixar de ser decretada por virtude de
urna lei da pro'ocia, e do quasi-contrato que
della proveio, encerra o art. 23 -ma perigosa dou-
trina qual a de amorisar a admioislracao sus-
pender de seu puro arbitrio oseffeilos de urna lei.
Si entende a nobre commusao que o subsidio I
companhia Vigilante olo votado era razie do ef-
feto obngatorio do art. 45 da lei de 1869, mas sim
como auxilio urna empreza?que a merece ; o art.
23 nao tem plausivel jusiificaclo, pois, rastitue a
adminislraclo como juiz do acto da assembla,
deferindo-lhe o conhecimenlo de ura assumpto que
podemos e devenios resolver. Si, ao contrario,
pensa a commissao que esse subsidio pode e deve
desapparecer do orcamento provincial, sao inuteis
e prejodciaes seus flus assim o art. 5" com o
art. 23.
Escolha a commissao a bypotbese que mais con-
veniente Ihe parecer. Ella deve ter as suas vis-
tas resolvidas, a sua oplniao feita ; deve lar neste
assumpto como em todos os outros um juizo for-
mado, qaalquer que elle seja.
O Sr. Pedro Afkonso : O nobre depulado of
fereca alguma emenda.
O Sr. Gusmao Lobo :Coraeca aqui o mea em-
barazo. P.erante duas disposices virlualmente in-
conciliavei-, sinto que a questao nao pie ser re-
solvda convenientemente sem auxilio das luzes e
dos dado? da nobre commissao
, O Sr. Ignacio Leao :Nao foram nenhuns.
O Sa. Gusmao Lobo :Fxemos antes de ludo o
poolo de partida. O projecto, decretando os raeios
para o pagament > de ama subveoce de 6:0t>000
a compaobia Vigilante, autorisa a presidencia
suopriOM-la, ai o entender conveniente
uas1 divdrsas iuielligencias podem d'aqui inle-
rir-s>v a priineira que a nobre commissao, pun-
co informada ou mal informada da uulidade da
subveocao, vota os meios de paga-la, deixaode
presidencia a (aeuldade de a supprimir.
Podendo ser este o meio mais fcil de conciliar
as duas citadas di.sposir.5es, esta todava a sola-
cio mais infeliz que pJe ter a queslo.
Alera de que estas delegacoes do poder legisla-
tivo i!i s mais das vezas inconvenientes ( alo
apoiados). trata-se de am tal assumpto que, aqu
mesmo, pode ncar definitivamente resolvido. Nao
sou iufenso s autorisaepes quando ellas versara
sobre materias que dependen) de esludos de ama
certa natureza, da apreciacao de fados e cireuras-
lancias que podem escapar a o poder que legisla
Mas, em tratan i.i se de um assumpto multe
simples e sobre u qual possui nos lodos as mais
exactas nores, oao sei que vsotagem baveria em
decretar a .-ubvenco de par com a autorisacao
para supprimi-la.
Julga-se ou ale necessara a subeacao. No
primeiro caso, seria iacohereote vota-la com o pe-
rigo de ser suppnmida ; a suppresso esiorvarja
o peosameolo legislativo. _No segundo caso, nao
ha que decretar a subvenclo.
( Ha um aparte.)
O Su. Gusmao Lobo : S este foi o peosameolo
da oobre commissao, preciso que ella o externe
semindecisao. Compeie-lhe esiabelecer pelo me-
os os termos da questao, expor as davidas que
ibe ioinaraiii o espirito.
Si ella aceita a queso oos termos indicados, si
da uulidade oa iaatilldade de ama sobveocao a
empreza de reboques que se trata, posso asse-
gurar honrada commissao que as classes prxi-
mamente lateressadas no niovimeuto do nosso por-
to vem nesta subvencao concedida eompaobia
Vigilante, ou a quem quer que esteja subrogado
em seus direilos, o meio de acariciar e alentar um
injusiilicavel e inconveniente monopolio ( apoia-
dos ).
( Trocam-se varios apartes.)
u Sr. Gusmao Lobo :Neobuma razio de pu
bhca oiilidade aconselharia que se subveociooasse
coinjknnia Vigilante, que lem aonos de dura,lo,
deixaodn-se de auoveociooar a emprezas de igual
oatureza e emprezas que apenas comecam.
Um Sr. Deputado :O uobre depaiado que
est em contradicro com o que ja susleotoa aqu.
O Sr. Gusmao Lobo .Vera que oao me estou
coolradizeodo. O que sasteotei ha alguna dias, e
anda boje sustento que cumpre decretar a sub-
veocao ou os raeios de m Jemuisa-U. uao como au-
xilio devido a empreza, mas em cumprimenio de
uuia.>>bigaciiiwoutrabtda pe provincia pela lei
deTW9.
D'isto dizer gae a sobvencao reclamada pe-
los mieresses da(navegacao. vai algmna distancia
que oao tran-puz nem tenho a intencl) de trans-
pon >
( Trocam-se varios apartes. )
0 Sr. Gusmao Lobo : Nao estou emprestando
iniences commissao. Combino as disposicpes
do sea projecto para, por ellas, descortinar o sea
pensamento, tao Inviolavelmente guardado. E' a
idea da commissao que lento apanhar por entre as
dobras do orcamento.
Isto nlo pode ser urna offensa s justas suscep-
tibilidades dos honrados autores do projecto. J
disse d'esle mesmo lugar que, impressionado pelo
decresciment da renda no exercicio corrente, es-
perei rauito da illustre commissao. Vi-a tantas
vezes reunida era successivas conferencias, to ro-
deiadade relatnos, halndose iraoressos de todo
genero, to preoecupada das coa as do orcamento
que me felicilei de haver concorrido com o meu
voto para comoo-la como esta.
( Ha ura aparte.)
U Sr. Gusmao Lobo :Ao nobre deputalo que
me honra com um aparte, vi muita vez sobragan-
do uraa enorme pasta em que puz mudas espe-
raucas....
( Ha ura aparte.)
O Sn. Gusmao Lobo :Isto nao em quebra da
considerarlo que rae tenho habituado a prescr-
ibe.
A't agradecida ma deve ser a nolwe ccramis-
so___
Uma Voz :Muito.
Sr. Gosao Lobo :Cont en seu saio um
excellante amigo, espirito dos mais competentes
na materia que corre a centa da commissao. Ea
lodos os Ilustres autores do projecto, reconhejo
elevados caracteres e espinlos muito bem orgam-
sados.
A gratidlo em que me deve estar a commissao,
vem do voto que Iha prestei sera nenhuma inter-
ruocao ua parle da despezar
Eslive enllo do bom lado.....
Uma Voz :Entlo est agora do tno lado.
OSr. Gusmao Lobo :Arrasta-rae o dever, rais
cora verdadeiro pezar que m sinto distanciado
das vistas da u bre comraisslo.
Era quanto se votou a despeza, a nobre cemmis-
slo teve-rae disciplinado. Deplorando com elle a
decadencia verificada na receila que actualmente
se arrecada
( Ha ura aparte.)
O Sr. Gusmao Lobo :To longe nao rae deixo
ir. A receil) do actual exercicio, ore ida em pou-
co mais de 2,000:000^000, atliogir provaveiraen-
te mais de 1,800.000*000.
Nao ha tama razio para que se aparare a nobre
commissao rom a despeza votada.
Um Sr- Deputado :Pelo menos hade conceder
que a commissao saba tanto couiar coma o nobre
deputadJ.
O Sr. Gusm.o Lgbo :Mas atienda a que sou
dos mais infelizes asommar. Sommarcomo eu a
ore commissao !
Como subsidio aos services da eupreza, posso
assegurar coo pleoa segaraoca que infructuosa-
mente applicada a verba do art. 5. O movimen-
to do nosso porto je-basHanle para omoeDsar
a ama empreza d'esia ordem o ciaprego o\> seu
pequeo capital' (apoiados,!
'sie momeato em que uma respeitavel casa
commercial tem-estabelecido. semi>mnuma id-
venci, am ser oro de igual natureza ; baveria
ama certa injusiiya em que se auxilias)! a ama
empreza e nlo outra (apoiados). Si arabas gao
igualmente uteis a navegacao ao eommeroo,
nao ha razio para que se cuilcme rraM em p>-
slcao de offerecer i ouir.i uma esmagadora com-
petencia.
E' um ramo de negocio este cm que a concur-
rencia pode dar os melhores resultado ; e seria
contravir
veto resolvido pela sr.-.
a art. 23- tenbo o meo
suppres'lo.
Encerrada a discassoregeHadoo reqaerimen-
lodoSr GusmloRobo.
Taii mesa e apoia-se o seguinte artigo snbstrtu
Uve:
Substitua se o vf. 23 pelo seguale: Ffca
revogado o art. 60 d* lei n. 390 de 15 de foake
de 1869. -Pinto Junw.
Depois de algumas consideraepes pela ordem
dos Srs. Pinto Jnior, 9iiveira Fonceca. e Gasrao
Lobo, o arl. substiluJivo regekado e- approvado
o do projeclo.
Art. 24. O presidenre da provincia, daeeerdo
com o cootrataole, poderj no exareicio- desta lei.
suspender oservico do calcaraenio das raas desta
cidade. ou a manda lo ejecutar em uojjortancia
concurrenoia o esiabelecer para uma i nfrrior a consiDaclo vroiada.
001
Nao me arenem imraodeslia que nlo tenho.
Sou e me confesso eslranho materia de financas,
em quanto que a nobre commis-ao tem sabida-
mente profundos conhecimentos do assumpto. Dos
dous ilustres membros que j a loram da commis-
sao de fazenda de 1870, sel eu que tem uma apti-
do verificada ; e do hourado deputado pelo ter-
ceiro districio que faz este aono a sua estrea na
sommissao, sei que tem amor pelo assumpto, e j
o re velo i- na discussao do ultimo aono. Nem ou-
tro foi o titulo de sua promoro----
UmSr. Deputado :P-is aqui ha promoeao?
0 Sr Gusmao Lobo :E, nao havia at descala-
bro oo auno que passou ?
Um Sr. Deputado : Entlo o nobre deputado
quer lambem ser prjraovido.
0 Sr. Gusmao Lobo;Ha varios raeios de che-
gar ; e9te p la se' nra d'elles.
U* Sr. Deputado :O nobre deputado ha de
chegar ; qne9iao de tempo.
O Sa. Gusmao Lobo :Pois? fleo esperancado.
Reato, Sr. presidente, as minhas obsarvacoes
coastantitmesfe interrumpidas.
fjMA Voz :0 nobre deputado faz o mesmo.
0 Sr. Presidente :0 quo nao posso permittir,
que a discu->sao ande tao distante do assumpto.
0 Sr. Gusmao Lobo :Vinha dizeado, Sr. presi-
dente, que a nobre commissao precisa esplicar-nos
r
qasl peasauen'.o presidio as disposicoes do sen
prrjecl.
N'esia parie'maisjfc que
ella precisa, externar TB
escrever o art. 23.
i
empreza coodiQdes de superioridade a K^peilo de
outra igual natureza.
Si este o peasaraento da commissao,. o art. 23
nao lem possivel juelilieagio. Bis como elle se
exprime:
< O presidente da provincia fica autorieado
supprimir o pagamento da subvenoao coucedi-
da compaohia de vapores de reboque si emen-
der ser isto conveniente. -
Ora, uraa deve ser a. verdade. Ou u auxilio
proposto julgado indispeosavel existencia da
e.npreza, e til aos lias da navaga^o, ou nlo. No
primeiro caso, oao ba que defefir ao presidente da
provincia a solucao da difflculdade; no segundo
caso, o auxilio oao deve ser decretado ^apoiados).
O que se preleode com esta disposiclo, subor-
dinar o poder legislativo provincial ao poder ad-
ministrativo (apoiad)s- e-nao apoiados}. Posto em
voga este fatal systema, a administrar! > ticar in-
vestida de ama faculdade que Ihe nlo compete
por nenhum mulo, qual o dispdr por seu arbi-
trio das rendas da provincia. E contra esta sub-
serviencia administrarlo que protesto...
Um Sr. Deputado : Subservienle ser a as-
sembla si volar a subvenrao.
O Su. Gusmao Loso : Dizendo que protesto
comra a subservieucia do poder legislativo provin-
cial ao presidente da provincia, quera quer que
elle seja, nao attribuo este pensamento nobre
commissao. Estou caneado de repetir que sou
dos que raais respeitam Ilustre commissao...
O Sr. Ignagio Leo : E.' uraa alinelo que
agradeco.
O Sr. Gusm.o Lobo :0 art. 23- traluz ura es-
tado de duvida; elle trabe os sentimeotos e as
vistas da nobre commissao.
Um Sr. Deputado : O que ha n'isso de mais t
A commissao nao poda ter duvidas sobre um
pooio .'
O So. Gusmao Lobo :Nao ba alguma cousa de
mais ; mas ba alsaua cousa de meos. Esta
alguma cousa de meuos o esludo atiento e re-
il-'ctido das neeessidades da provincia, do melhor
modo de appbcar a sua receila.
Avallo que a commissao honvesse sido salteada
pelas duvidas mais serias. Todo o seu projecto
esta revelando incerteza e iodeciso as vistas que
o inspiraran]. Mas, cc dente da provincia nao o juiz dos nossos actos
para que se Ihe altribua a faculdade de exprimir
por uma portara a appiicaclo de uma verba de-
cretada no orraineuto 1
Posia a questao neste terreno, o art 23 injus-
iilicavel. Nao o menos si car resolvido que a
subveocia a companhia Vigilante deve ser con-
cedida em obediencia le que a autorisou em
lo'.i por espado de 6 anuos,mediante clausulas e
coudiroes a que se sujeiiou a empreza,
Um Sr Deputado ;Eu o estava advmhando !
O Sr. Gusm.o Lobo :Advinhava ? Si voto por
esta subvenrao, nao o fa(o smlo depois de ha-
verdado as razes que o fundamentan), ei-as
d'aqui extensamente, sera nenhuma reserva, leu-
do a coragem de Oeteuder o meu vol e a rainha
opiuilo. uobre deputado lera tanta, raas nlo
lem mais independencia nem m.us desiuteresse em
seu voto do que o orador que oceupa a tribuna.
O Mesmo 6B. Deputado :o que me dlae nlo
ha oliensa. '
O Su. Gusm.o Lobo :0 nobre deputado vive
crcalo de respeitos, a que lem certameule direi-
lo. A sua idade, as suas extensas relacoas, a sua
longa experiencia dos negocios, os seus servijos
ou aqumo <|ue se convelo ella,n ir os seus longos
serviros, S40 ouiros lanos ttulos a esses respei-
tos...
O Sr. Ignacio Le.o d um aparte.
O Sr. Gusmao Lobo :Nao loi em segredo dei as razojs do meu voto. Si ao uobre deputado
lhepareeerain ou Iba parecen) improcedentes, ve-
nba a iribuua defauler as suas convicroes. Nlo
le reeouner,o ueiibum direilo a que se" instaure...
Um Su. Deputado d um aparte.
O Sr. Gusmao Louo(coniiuuanJo) ... como juiz
de .otos alheios.
Si o.nobre deputado acba assim descabida a
subvencao, vendo n'ella uma applicacao meuos
escrupulosa das rendas da provincia, como assig-
uou o projecto que a decreta no art. o." ? E' o seu
proprio aclu que protesta contra o seu juizo.
O arl. 23 e altamente injusiilicavel, senbores.
A commissao de orc,ameuto uo fez reparo le de
1869, na>a vio talvez...
O Sit. Ignacio Le.o :No a comprehendeu.
O Sr. Gusm.o Lobo :Ou nao a comprehendeu.
O Sr. Mello Hkgo:Digo quo a leu e compre-
beudeu.
O Sr. Gusm.o Lobo:O qua ulga, pois, a com
misslo dos efLitoa da le f Tem eiu elfsito per
maueute ou transitorio.
O Sr. F. de Fiuueiroa :Transitorio.
O Sr. Gusm.o Lobo N'este pso, cumpre regei-
tar com o arl. 5." do projecio o ari. 23. S a pro-
vincia nlo obrigada a subvenclo, para qua de-
creta la, quando se reconhece qm ella pie ser
dispeusada pela empreza que a percebera ?
Interrogo debalda a nobre commissao. Quero-
lue uma palavra someule; pode ella dizer-me se
juiga permanente ou aunual a disposiclo da lei de
1869?
O Sr. Gusm.o Lobo :(depois d pequea pau-
sa). V-se que a uobre corarais.-ao hesita era res-
pouder ; nlo o quer fazer, nao o pode fazer. Os
filustres autores do projecto conterapiara-sa um ao
ouiro; nenaura quer lomar a responsabil.dadedo
uma declaraclo.
Admiti, pois, que a nobre commissao nao te-
nha insenao n projecto o art. 5', que fixa a ver-
ba de 6:00i) para pagamenlo da subvenclo s'"*0
porque reconhece que a lei da 1869 tem enalte,
ubrigaiono dentro do praso que prestabeleceO-
Sendo assim, o arl. 23 de todo ponto dispensa
vel na le do futuro orcamento.
Ou a empreza tem direito ou nlo. Si a jnlaa-
inos com direiio a subvenclo em virtnde do quasi-
contrato que in-e-u da le de 1869...
Um Sr. Deputado : Esse quasi eXrjIica o
arl. 23 "
O Su. Gusm.o Lobo : Como explica ? Do
quasl-contrato pnyui obrigacSes e direilos per-
leitos como de um c mralo.
Si existe quasi-contralo, resultante do facto de
haver a empreza aeceitado s clausulas e obriga-
raies prelixadas na le de 1869; nlo h 1 o que re-
solver.
Em iodo caso, Sr. presideaie, o art. 23 fica sen-
illumi-
alt-ra-
name-
0 art
E' a v pro vado!
Arl. 25. O contrato cete-brado para a>
cacao da cidade de Oliotfu, poder! ser
do pela presidencia na parte re aliva ao
r dos lampeoes, de conlsroidade com
7 18.
E*_ approvado.
Vo mesae .ipoiam-se c*seguimes arr* adi-
tivos :
Para ser eoifoeado entrft as disposcoss geraes
oode coovier. Qualquer modificacao oa Dovaelo
qaeseja feita em vinude da autorisacao do >rt.
20, tica dependente de approvaeao da' as3erabli
provincial.Barros Wandrlrj:
mandar pagar ao professor jubilado Jo -Candido
da 3ilva Braga, o que se Ihe esladever se for
devidaraeute liquidado da gratifeacao por mais
de 12 anuos de serviros, devendo ser contado desde
a dala em que os corapletou atao dia em qoe-se
nz*r aliqudacao.-G. de DrumMunii
Tendo dado a hra fica a discusslo adiada.
03R. PRESIDENTE designi a ordem do da *
levanta a sessao.
do urna desneces Nao perd aiuda a esperanza de que a nobre
em nenbama oulra,: cooiii^aj se '-^'J/UU' sobre esta v ouiras qaes-
motivos que a iaduiiram. toes. l'-aiqojMI Srftafc>aiiaajaeguir con-
iveucer-m. ja lvai3^m/f'mWl^> cj(ida
REVISTA DIAIIIA.
ANNIVERS ARIO.-Domingo 2 do crreme ce-
lebro a Sociedad* PalrioUca B&hkma Dous* de
Jullto, o anniversariu da declaraclo da indepen-
dencia do imperio oa provincia da Babia.
I'o uma festa brilhaole e ainda mais brilhante
pela idea humanitaria que a Sociedade procura
realisar concorreudo com todos os seus esfcroot
para a exliocco da escavatura, por meio de ma-
numissdes concedidas a crianzas do sexo (etue-
nino.
O da em que a Bihia, hvre do-regimea eofo-
nial, entrou no goso da liberdade, contiuoar a
marcar uesta provincia a entrada, 00 templo sa-
grado, da liberdade de alguns enles- coademnados
a morte da escravidao. Este anco oaze foram- as
criancas resgaiadas do captiveiro, e dr> que a
Sociedade toraou ete oobre encargo, j ton raa-
numettido 52 criancas, numero osle qoe indica
qual a boa vontade e cunslancia empregadas pela
Sociedade para realisar a sua idea.
Prosiga a Sociedade o seu nobre empenho, que
as heneaos de um poro agradecido serlo a soa re-
c mipeusa, se recompensa ple baver para actos
to sublimes.
Como estava aununciaio, leve lugar na igreja
do Erairto Santo a raissa solemne, olflciaoio o
Rvm. Sr. vigario de Santo Antonio., sendo a or-
chestra dirigida pelo professor Golas. Oeeupou 1
tribuna sagrada o Hvm. frei Joao de Santa There-
za de Jess, que prouuucou ura sermlo ioquen-
te e appropriado ao acto, e em seguida fura 11 pelo
mesmo llvra. Sr. vigario baptisadas o criancas
Comparecern) ao acto o Exm. Sr. vice presi-
dente da provincia, chefe de polica, commandante
das armas, inspector do arsenal de mariuba, com-
maudanle do corpo de polica,, director do A-yio
de Mendir.idade e outras autoridades civis e mili-
tares, graude numero de convidados, senh"ias '
pessoas do povo, que espontneamente all 1:1.1111 \
igreja para assistirem a solemnidade.
Erados os actos religiosos, reunio--e a Sociedale
Patritica 1)009 de Julho em sessao magna e pela
directora foi offerecida a cadeira da presidencia
ao Exm. Sr. Dr. Manuel do lasamente Uacnado
Portella, vice-presldeme da provincia, o qual to-
mando asseuto, leve sua direita o presidente da
Sociedade o Sr. Dr. Ignacio Alcibiades Velloso e
a eaqu-rda o Kxra. Sr. desembargador Jlo Anto-
nio de Araujo Freilas Henriques, chefe de polica
interino.
Ab.rta a sessao, foram distribuidas 11 cartas-
de liberdade, e em seguida pediram a palavra os
Srs. Pedro Paulo d is Santos, por parte da socieda-
de uos Artistas .Mchameos o Liberaes ; Eduardo
Mutilen, da Unio Ueneficente ; Antonio Clodoal-
do de Souza, do Club Popular ; e Aquilina Porto,
do Monte Pw Popular ; o* quaes todos em dircur-
sos bem elaborados o eloqueotes felicitar am a So-
ciedade Dous de Julho pelo seu feliz anniversario,
e anda pela maueira de solemnisa-lo. Fallaran)
depMN por parte da Sociedade os,socios L'-iivigildo
Goaralves, Candido C'sar da Silva Leao, Luiz An-
nio Pereira Franco, Luiz Cavacant, Ca-tro Ra-
bello Juuior, e o orador da Sociedade Francisco
Honcorvo Lima e Silva, que em um b^llo discurso,
agraleceu as demonstrarles de aprec> e cmside-
raraj-s, tributados Sociedade Dous de Julho pelas
sociedades mencionadas e oradores que o prece-
dern). O Exm. Sr. vicepresidente da provmca
lomando entlo a palavra, compnraentou a Socie-
dade e levamou a sessao.
Durante os aclos religiosos e cvis, duas bandas
de msica tocaram pegas escolbidas, e uma guar-
da do 9. batalhao de linha fez as honras doesiylo.
Em seguida damos varios extractos da acta para
conhecimenlo dos nossos letores.
t Acta da solemnidade havidd na igreja do Espi-
rito Santo, por parte da Sociedade Patritica
Dous d; Julho.
Aos i dus do mez -de julho, do anno do nas-
cimeuto de Nosso Senbor Jess Christojnesta cida-
de do Recite, capital da provincia de Pernambaco.
a Sociedade Patritica Dous de Julho, era corame-
moraclo a este da, mandan dizer uma missa so-
lemne com pratica anloga pelo Rvm. Fr. Joao de
Santa Thereza de Jess, fiada a qual entregou car-
tas de liberdade s segrales crianca :
1 Mara, de 8 mezas de 1 la.I \ 'lia de Luzia es-
crava de Jos Joaquim Ferreira de Oliveira, rece-
beu o bapiismo no acto da entrega, sendo padri-
nbo o Exm. Sr. vice presidente da provincia-Dr.
Manoel do Nascimento Machado Portella
f Hermelinda, 1 mez deilade, filhade Francisca
escrava de Jos Feliciano de Nazaretb, sendo pa-
drinhi o Exm. Sr. desembargador Joao Antonio ds
Araujo Freilas Henriqaes.
MaYia, de 7 mezes, filha de Constanca, escrav
de Jos Cecilio Carneiro Mrateiro ; foi padrinho o
Sr. capillo de fragata Francisco Romano da Silva
Siepple.
t Eleulera, filha de lgnez, e=crava de D. babel
Augusta Pires FigueireJf Lamarg; foi padrinho
o Lira Sr. Floriano Cora de Brfc.
Virginia, de 10 mezes, filha fle Maria, escrara
de Aprigio Jos da Silva ; foi padrinho o Illm. Sr.
Dr. Flix de Figueira Faria.
. Clin-tina, idade de 2 aooos, filha de Gerraioia,
c crava de Mariano de S e Albnquerque.
c Mara, de 13 mezes, filha de Josepba, escrava
do conego vigario Jlo Jos da C ista Ribeiro.
< Antonia, idade de 5 aonos, filha de Fraoeai-
oa, "escrava de D. Anglica Francisca Chaves.
t Joaona, idade 8 aooos, tilna de Antonia, es-
cr?'.i do Jos Caetano da Silva.

k._....



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Vitar* d PtTYtATnW *- Ter^a Vira 4 le Julho ,! %ItV7i

pessoas.
800*009
800 WO
7 70 W)
liOOiWH)
4i0*U0
iV00Oll
236#lKW
111 *Joo
Jttncarrthhn, 8 roeies.mtia He loviu, escrava
de Aotoaio Alfonso Ferrara.
Mara Victoria, Jarte 8 anuos, fllha de I-a-
bel. escrava do Dr. Abiiio Jo.- lavares da Silva.
< A Sociedae agradece cordialme ule o acto phi-
laotropico do seu (listiicto soco o Sr. Aprigio Jo-
da Si.va, e da sua Exma. se-obora era conceder gra-
tuitamente a carta de liberdade sua escrava Vir-
ginia.
t Agradece igualmente as nuneiras attonciosas
cora que se tem prestado a mesa do Divino Espi-
rito Sanio, e ao Sr. Mauoel Googalves Agr palos
servicos que prestou como armador da tgrcja.
-ta cu foi assigaada por diversas pe;
prsenles festividade.
BISPO DE UKMIA.No ullimo vapor chegado
da Kur Cuieiaga, natural e morador na cidade de Urmia,
ua Perita, com idade de 38 annos, educado earu-
ligiao nestrtaua, oude, segurado a carreira cleri-
cal, erdeuou-se de pretbyiero no rilo chaldaico,
suhkiJo depois arcediagn e bispo daTefenda ci
dade de rmia, Km 1863, abjurando os enros da
seita de NesiuTio, eonver;eu-sa ao calihohctsrao,
c>tn nu.in 11 a si-s'uir o rito chaldaico. Grande
4;r.-ej;uir.ij -o free du goveruo tu -U imetano e do
Itatriarena d* Mesopuibamia, por causa da sua
IWWflIn. a ponto de solrer castigos corporaes,
staudo por eupaao de arcere e rom os ps alados, |>elaf eaiholica,
foi lancadc (rtdn -na t^reja.
Con, tcenla do arcetnspo taelrnp litan > D. Gui-
vergotse Augm un is II n -iiuii, da .provincia de A-
turlwgeaueKSi--, administrador eurO?d, na Persia,
seguio a |j ue agosto de 18G9 pira a Europa, no
proposito de agenciar estillas dos liis ctiristaos
cora o Ota de edilicar uaia igpeja para os seos
Me, assim cuino d'aquelles beregos que tambera
abjuraran seus erros, cujos liih--- lee n tieees.-i-
dade de ser instruidos as lettvis chrisas ; o
fflesmo metropolitano a recoiKNienJa canda.le
dos liis percorreu .toia a Euwpa coia bstanle
traba* e lueomuiodiM, om grande virlude
constancia para cou?eguir a coti.-truecSo da dita
igreja.
ludo Roma, Sua Saulidade Po IX absolveu-o
de ledas as (Masaras e peaas eccie.ia-ucas em
que runa incurrido era sua twita, das irregulan-
a.et; cutieeJeu-Ae a''acaldado de cimtiuuar a
celebrar o sauto sacrificio da musa e de asar de
todas as suas orden* com o ce asenso dos ordina-
rios, O que consta de un documento aSsignado
pelo cardeaL Baruab, preteito da sgrala conyre-
gagio de Pro'tynn4a Fies, de 2n ue agosto de
Un, leudo o -n.io da menina sagraua mngregapao
e as armas do inesmo preeilo.
O sanio paira Po IX, em altencao M sobVi-
-meatos de Lzaro, agracioa-o coia (, titulo de seu
prelado domestico.
DINHEIK.O vapor Giquia trouxe para os
Srs. :
Jos Rodrigues de Souza
Amonio Inuios Ai.'
Joaqunu Jos Gnnealvea Beltrao
Justino J. iIh S xu 'hampos
Beltrao, uitveira C
Maiimh > Osar Jh-. Garcez
Jos Oilz Brrelo
Mauoel a. Cordero Guaran
Manuel V. Je Barros Lene Sampaio
FERNANDO DE NOR.NHA.-Segue hije as 5
'horas Ja tarde, tirando mala ao correw nara o pre
sidio de Fernaodn, vapor '/'/'i/, eondudude
preso da ca-.i de dett-ncio aftcUdos de benb^ri.
LARGO DO PAli-MZ'S com a vista se pedo
apreciar o miado ae fmmundicia em que esia o
Itrgo do Paratz, devido a (aierem aln os mora-
dores d*ie largo e das casas alijrenles despajo
de quinto cisco e.n em casa, e nao se dignar u
Sr. riscal mu apparecer para f..zr remover o
mauturo.
PAS5AUENTO.Hootem fa leceu, vi tima do
feore amareili, Mr. Guerin, un dos iu.i:Uinisias
vi jilo- de Franca ;nr i moutar as dragas pira u
melhoramento do porto.
CURATO DA S DE OLINDA.- Em casa do Sr.
Dr. BUOdelegade respectivo ache recolbido mu
mepiuo, cabuclo, de II anuos, ciumado Mauoel ; o
ajtal, leodo sido eucuoirado a mcia uoute de do-
iiiingo no largo do Carino, em Oirada, deciarou -er
liii Je Fr.uici-co Gomes, morador lo, de oii se evadiu na tarjo d'aquelle da.
Q i auto antes deve ser esse menino raclautado,
l/ara evilar que lenlia o desituu Ja le.
OBRAS PUBLICAS.-Pessoa que acaba de tran-
sitar pele estrada de Pao d'Altio uos informa que
os Uncos corapiebendidus euire- a uoute Je S. Joan
S. Luurencu la Malta, e os eugeflbos Tiintn e
Ca.naragiiie, acUain ss no ruis deploravel estado
senilu que parece que lia beiu le.u > Sobre ellos
nao obra a couserva^ao oe^essana. Pedimos para
issi. a attettcio do Sr. airectur (ks obras publicas,
visto como quer nos parecer que S. S. ignora esse
triste estado d'aquella estrada.
RA DE IOO DO REG.Nio ser pn-sive!
prohibir os desmandos e disturbios <\ riameate praticam os moradores rfe uto cortico,
xistea'.e na raa de loo do Reeo, prximo do
theatro Santo Antonio ? Gremos que -im. e para
isso chamam is a attencao do Sr. subdtlegado da
freguezia de Sauto Antonio.
SERGIPE.Recebemos jornaes do Aracaj at
25 de junho.
Achavasfl no exereicio interino de chefe de
polica o Dr. Alexandre Piulo Loba i, juiz de di-
reito da capital.
A nova directora !o cabinet? literario ser-
{.-:;miio ficou assiin organizada : pretidente Dr.
Penno Nobre ; orador Dr. Sancho Pimeniel ; di-
rector Domingos de Aievedo ; secretarios Alfic-
do Montes e Aleib ades Villas-Bom.
Ao norte da barra do Arac-ju naufracon n
brigue bra.Mlriro Auna, procedeuie da Babia,.em
las.ro ; salvando se apenas a tripulai-ao.
Lemos no Jemal do Aracaj ; s
No districto de Sanio Amaro denominado
ArelaJis Joaquim da Silva, tenlou assas.-ioar a
mulber. Na noute de 16 de junho o criminoso
foi ao quarto onde dorm;a a mulher e d>-u-lhe
ta horrive fa-ada que penetrando a polpa de um
brajo produzo ainda um grande ferimento Do
seio. Nao levou ao cabo o seu malvado intento.
porque a infeliz que Smiia com um ti Ti > de 17
airaos, este chamou por soccorro e o asfassmo fu-
gio. O subdelega lo fez corpo de delicio e vai ins-
taurar o pr icesso.
c No districto dos Pintos, Franci'co Munti dn
Silva foi accommeitiJ.) na noale'de 10 por ires hi-
mens desconheeidos s brbaramente espaucado.
Alm das grandes contu oes, o paciente apresen
tou dous golpe* profundos no rosto.
Est no dominio do publico, que levando ad-
ministracio d) correio no lia 27 do mez pausado o
Dr. juiz d-t direitc. de Maroim Francisco Gjncaivvs
Martin*, uns autos civeis entre partesE-pinheira
& C., e o eammendador Luiz Barboza de Madu-
reir, autos que nnham enderezo offlcial para <
esenva do jury do Santo Amaro e que deviam
seguir na mala de o do corrent, forara elles snb-
trahidos, recebeidoo escrivao um involucro com
indi -ios de i?r sido violado, comando 0 caderuos
de pan'I em braneo.
t 0H;ianlo o e-erivi destinatario aojoiz de di
reito em questao, este narrou o facto ao presidente
ds provincia.
S. Exc. tomando na devida considerado um
facto de tanu gravidade, de accordo com o Sr. Dr
chefe de palieia, delibernu que as primeiras dili-
gencias fossetn fetas na villa de S. Amaro, e para
la parti ni dia 12 o Sr. Dr. Libio, actualmente
em exercicio de tal cargo. S. S. voltou no dia 13,
consta n^is que o escrivo e agentH proeurafam
dar .arovas de nao terem respon-abilidado no^ eso
< S. S. prnsegue em senas diligencias. No di
5 ouvio aos empregados da admiuistrarjao do cr-
relo, eno empenho que leva, com o .lino e pro
deoeia que lera doenvo'vi :o. ha de sem duvida.
descobrir a verdado e levar evidencia um faci
descommnnal, que altera a inviolabllidade das
enrnmuaicacoes, e lem causado geral indigna-
c^o.
ALAGOAS.Fii nom8adi administrador doce
miterio publico Maooel Antonio Lopes da Silva
Mnriliba.
Foi sanceionada a leida assembla provincial,
antorisando a presidencia a subvencionar com ..
30 OT0 a liaba tslegraphica entre a corte e Per-
Bambuco.
Lemos no Jornal das Alatpas :
i Teve lagar, como j noticiamos, a eacorpora-
fio do tramway que folda companhia bahiaua,
estrada de fecro cen'.rsjda Imperairit.
< No dia SI do corrtbie, reuaido na es'aco
doLivramcnto o Eim. Sr. pre-idente'da provin-
cia, c'iversos membros da assembla provincial e
dacamaiamunicip.il desta cidade, os Srs. Us
ebeje- de polica desta provincia e da Baha, vice-
cnsul portuguez e multas pes-oas gradas -egui-
am todos nos wagoasqoe se achavarB embandei
ralos e floridos at o trapiche da Barra, donde vol-
taram estaeao de Jiragu.
t Jibi esuva postada a musica do eorp provi-
torio, que receben o convidada do Sr. Hugh
WJson, ewpreiario uM estrada de /erro da f rope-
ratriz, com urna linda marcl- 4 aarcial, soltando-se
multas girandols de logue' jt%
c Assim ioaugarada a M?erfoa$ae do tram-
wmj ab Jaragua a Mace'A a '(atura eswada ua Im-
pera.riz, coaudou o Sr./Wtlseaas pessoas presen-
tes para um coiu i'ar^n^ que Ihcs i4Fercia no ho-
tel Satoftoi; o qual jt chava decralo'com mu
13 gosto.
c Km urna esp.- casu mesa de 130 talberos, re-
cheiada de iguaria e vinlios tinos, lomou a--
sent em ama Jas. c&teeeiras o Exm. presidente
da provincia e n'at.ira-o Ekim. Sr. vice-pre: idele
da assembla pru\ iact*l,
i Abrio-se o fesaw com ua brinde do 3i". Wil-
sou ao corpa tegisiaiKo da provincia, all repre-
seutado por murtob ue seus uiembror.
O Sr. Urdido tioura, t* vice -presidente agra-
deceu em'\10me da ass-embia, fazendo vylos para
que o Sr. WiIsau -se esfopcase em corresponder
as ejp.-xaac.is de toda a provincia, decujo pro-
gressn se cuustderou um iijvu Messias, coucloio
dirigaido utu rinde ao Sr. eagenbeiro tlugb Wil-
sou,
y.zcram se mais es segaintes briades :
Ui Sr. Wtl.-ou ao Exm. Sr. Dr. ios Bento da
Cotilla FigueweJo Juuior.
Do Sr, Dr. chele de policio, Dr. Delphino A.
C de Alnuquerque, ao Sr. engeuneiro Frederico
Mery, como iniellig^ute execumr dos pnucipae
1-jouaios celebrad pete Sr. Wil-ou.
< Di >r. Dr. Araujo a loaos os eslraugeirus
atuaues Do Sr Dr. Magaibaes Baaios au* superinten-
denies das eompaiiBias coslsiras de naveg(jao
lialii.ma e peruambucaua.
OSr. coinmeudador Mauoel de Vasconcellos
agradeceu como esiraugeiro, amigo da prospen-
d.ui J .-la provincia, o briuJe que Ihe lora diri-
gido (telo Sr. r. Araujo, e como agente da -lom-
pauhi.t peruambucaua o (eilo peio Sr. Dr. Maga-
Ibes ao gerente da mesina companhia, Sr. V.
K. JJorges.
O Sr. Dr. Dias de Moura, pretextando nao -er
dotado do doiii dapantvra, pedio becuna para ler
um briode que diriga ao povo loglez ; e o ei uos
-egufules termos :
Setioxires. Eu quizara poder erguer bam al-
io, euteslylo graul.aco e fljndo, um lutdMUW
Oriude a sobetaua dvs luares, a ranilla da utous-
tfia, t lerrclassica da libetdade, a poderosa
AI0o.it, emporio do comiisercio do uiuudu ; a ua
nueza, porm, mesquiuii* para lumi, neguu-iue
o u '.u da eloqQeucia, os dotes da oratoria, o eslo
das vale*.
< Mu illu-ires e disunctus cavalleiros, que to
diguameaie represeuiais aqu a tuui caita a po le
rosa tr-Brelauna !
Que poderla eu dtzer neste recinto para real-
zar a recouhecida e iuconira.-tavel graudeza, bri
manlisitio o valor de vossa gloriosa patria !
u Falum-me phrases eloquetiles, facundia, flo-
res de ilti-tirica e poesa ; ua delic.encta dclus,
recebe! em liuguagem tosca e rudo os sinceros e
cordiaes Volus que fazeinos pela me s.-aue pros-
pendade de voaso opuleu o e poderoso paiz.
i Para u-cer ajsus loavores recoiteco-tue impo-
lenie; perinitti(^or n que, tomando poreuipies-
liuio us lunuiiaveis versos de um de voseos tuais
-ublimes poetas, o iinmoi tal lames Tiumson, eu
rX.Uine :
llappy Britaunia where the queen of ar'.s,
< luspiimg vigor, L beriV abr tad
W.iks, uncoutlued, eveu 10 tby farihest cois,
( Aud scatlers pleniy wuii uns parmg batid.
Viva o valuiitj, illusitado e tuiustrioso povo
inglez!
God save ihe Queen of Great Dritain I
O Sr. WucneTer, vice-wmsul lugle, agrade-
'-u o brinde, expresMndu seus o itis desi-jo- pela
r,liz viag'mi de SS. MM. II-, e pela sua vo,u au
Brasil, vi-10 serem atuUos para os brasieiros ca-
ros penhores de sua felicidade.
D1 Sr. Dr. Das de Moura ao Sr. \V. Wii-
cherer.
Do Sr. teiente coronel Paulo Tilles aoExm.
Sr. seuad, r OannaFiueired".
Do Sr. Dr. Das de Moura ao Ex n. Sr. coin-
meudador Jos Benio Jnior, que como presidente
desta provincia nao tiuba si lo reactor, e sini jas-
ticeiro ; e que aproveitava aquella ncca-ii so-
lemne para declarar, cono representante da op-
posteto, que S. Exc tiuha-se turnado credor da
gratido dos alagoanos por diversos melbora-
inenios com que os tinha dotado, os quaes me-
Ihor serian apreciados pela posteridade, que teria
de euuttir seu juizo despido Je patxao
Do Sr. Dr. Candido Moura ao Sr. Dr. Dellino,
chefe de polica, ao qual addttoU oSr. Dr Dias de
Moura-qu-e tambera como representante da oppo-
-ico doclarava que S. S tinha sido companbeiro
da reciido e espirito de justica da admiutsira-
io Cunha Figueiredo.
Do Sr. Dr. chele de polica aos alagoanos que
iao bospitaleiros sao.
O Sr. Dr. Flortano de M randa agradeceu este
brinde, a pedido do Sr. Dr. Moura, elevando ou-
tro aos-peruarabueanos, representados pelos Srs.
Drs. Deitno e Jos Beuio Juoior.
t Do Sr. Dr. chefe de p licia ao Sr. C. ener,
agente da companhia bahiana. .
t Do Sr. Dr. Araujo ao Sr. Dr. Aurelio hspi
nbera, cUefe de polica da ortvincia da Baha
1 Uo Sr. Dr. Oiympio ao Exm. Sr. senador Ja-
cioiho Paes de Mondse*,
Do Sr. Dr. Das de Moura ae Sr. Mooleiro, v-
ce cnsul de Portugal.
. Di Sr. HuKh Wilson imprensada provincia,
representada naquella occasiao pelo Sr. Dr. Ma-
galhies.
t 0 Sr. Dr. Magalhaes agradecen em nome de
seus eollega?, garaniindo que a impreosa aiagoa-
na animara sempre as emprezas que contribus-
sem para a prospendade desta provincia.
a Do Sr. major Jos Virginio ao Sr. Dr. Da<
de Moura.
Do Sr. Dr Magalhaes ao Sr Dr. Bernardo de
MdOdooca, presidente da as-embla provincial.
Do ir. Dr. Deilino ao Sr. nr. Carvalho Mrei-
rH, inspector di the-ouraria provincial, ao qual
adhtou o Sr.'Dr. Da* de Moura crutro ao Exm.
baro do ppoedo.
. Do Sr. Dr. Araujo ao Sr. Dr. Rozendo de
Gpj, vice-presi'dente da provincia e da assembla
provincial.
Do Sr. majal* Jos Virginio a armada nacio-
nal, dignarasnie ..representad* pelo Sr. canitao de
trgala Francisco muhio de Oiiveira, capuao do
porto desta provincia.
0 Sr. capui) do porto agradeceu em sea no-
me e no da armada nacional.
c Encerrou-se o banqueta com o briode de h"n-
r-. elevado pelo Exm. Sr. presidente da p'oviucii
S. M. o Imperad .rea t Todos os brindes foram calorosamente cor-
respondidos, tocando a mu.-ica marcial cada um
lelles.
A's 3 horas da tarde tomando t >do* os con-
vidados lugares nos vfagoas seguiram de novo
para o Trapiche di Barra, visitando o vapor Ala-
goano, onde ainda se tmesram expresases de con-
lentamento e de esperanzas.
A's l horas da larde, d vMta a Macei, aeom-
panharam todis S. Exc. ai palacio,
ANNIVERSARIO.-oomploiam-seriojel07annns
que se ojerou a independencia dos Estados-Unidos
da America do Nprte.
COLONIA PENITENCIARIA. A'guns diaiios
francezes acoaselham ogiveiuo fraucez a dester-
rar todos os insurgentes pnsir neiros para a N-.va
Caledonia, fuudanto com eiles nma cologia peni-
tenciaria, emum ponto da.coMa, affastado da nutra
colonia penitenciaria que os Franeeies j estabele-
cerarn naqnellas longiquas ierras para os crni
nisns coBdemnadosa desterro.
Parece queogoverno fraucez trata effeciivamen-
le, de estudar esta qnestio.
HESPANHA.-A rainha Maria Victoria de Hes
panba eonceben o pensamento de fazer construir,
por ernta da dotac.o do principe, um pavilhn ou
hospicio na r.beira de Manzanares, onde as lavan-
deiras rjfelizes possam dojxar seas flihos, quando
se entregam aos misteres da vida.
As enancas serio all cuidadas e alimentadas
por pessoas devidamente habilitadas.
A rainha ja tem visitado o Ijcal escolhido para
o edilicio.
A rainha foi muito vietorlada, O pavilhao ter o
Ijiome de Casa do Principe.
" As obras vo emprehender-se
mente.
liaver tambera nra aposento para soccorrer as
lavanV ras que adoeo-rem repentinamente.
A EXE'.UCAO DE DE LOCHE.Ld-se o segainte
no Progresso de l.yo:
i Deloche foi ex---litado na manlia do dia ti
de maio em Riom, para onde fra condnzido depois
do movimenlo insurreccional do mee de marco.
c Mostrava-se resignado, depors de ter procura-
do tudos os meiosjje lUe ser commutadi a pena e
dizia :tEn mereco o castigo; o qne mais me
cu*ta deixar rniaha mulher em resperas de ser
mi
Q -ando Deloche chegon ao lugar da exeeucio
o Sr Python, escrivao deelaracio:
Em neare do |iovo soberano'.
O t.' eenselho de guerra, iustalladd em Lyao,
na sua sesso de 21 de marco, uondumnou Ciins-
lopBe Ikaloche pcua de morte pelo enrae te
assttssi'uatu na pessoa 00 comtuandajite Amaui.
Esw Seuleuca vai receber immediautmetiie *
sua plepa c coinutela execucao. >
.-tules de uio. re, etocho ped perdis i
Deus e aos nomeu do as=a-sinalo Cu lufelii Ar-
uaud, e ca.o por terr* airave-sadu por doce toa-
as.
INTERNACIONAL.-Um corres-wucUute de Pa-
rs diz o seguiuic:
< O* iiisurgeuuss nao podei aia levar ceasigo o
archivo* secieos d* LiUernucio**l. Keram eucou-
irados ua escola miniar o esiuo em poder 0e
Mac-Mauou. atrt eile> oa dwcumeutus que com-
prouietieiii pessoas que au se julgava tivecsem
reuyes coiu a oummuna.
t Ui-se etu vuz baixa qne Luiz Blaoc e Vicior
Hugo so acua* luvolviuus uos uegociOt da Jner-
liuciumii. propito Julio Siuiou uio esirauttu
aquilla assoct\;ao Mac-M..iion, uo quiz enire-
gar aqueites documeuios a Tbiers. Os tuternaciu-
oa lisias presos uo recelara que aquelles papis
cauu uas tuios uo goveruo porque, dizem ells,
us yropriot ministros te tacaneyar*m de eteun-
de-lui.
Assrj/ura-se, que se fossein publicados a ja el-
les arenos uaviam ue c.\piic*r-.-o muas cousas
que ale agora pareueut uiysien..s.
t Tillis, Juno b'avie e ouiius persouageas que
passaoi por pairioia seiiaui cumanos a puoiica
.,au, para que a tiurepa ignore que uo uia 4 ue
.cic.ujio uau peusaVam si) em saivar fFrauca,
mas wmUtu etu se asseuboteareiii Jo poder.
txpUo-so ajjora, ccresceuia o coirespoodeu
te, u empell] i de l'niers wui salvar uwle>, o ccfe
UoS ouuoidos que aaUJJMt* aiti us Buubeiros Ua
VUelle. .
CONSERVATORIO DE SUSICA.-Chamava-se
Saivadur u 11.as.co que por decrelu da comtuuua
saOsiuuio o musir uuesiro Auuer na ireccau du
couscrvalorio ue msica; por piuco lempo exer-
ctu as funcede* du seu cargo, poique lu fnziUdu
ua ra Jac jo, deputs ua Uiiuata ua carneada da
ra liouepaiie Hauita.a urna pequea casa de
ouJe fot disparado utu liro, que uiaiou um dos
t.ai oiiieiius que marctiavam freule ua Cotuuiua
de ala-jue. Prucedeu-se a unu busca, e eucun-
iiuu se salvador, c.j 1 espingarda aiUJa eslava
qo.-ulc.
L-.aram-u'o para junto das barricadas, com
Utu dos seus amigos, e ah foi fuzlado. Cot) a
luuea uu uiito, e um etnbiuih... debaixu do bracu
ioiaui estas as suas ultimas paavras:
Ionio a iespuusal)>lidade de ludo quanto s
teui pr.ticadu uu lj baulnu.
As-mi ualtsou esta pequea celebridade musi-
cal, qte se assij-oava ein poltica denaixo du uotne
de V-lllalll.
Ico, bw.oo, Pernambuco, W dias, Boa-vista
icienc-ia,
leopardo, Pernambuco, 2 annos. Boa-vista ;
erilu aguda.
ttigwd, pardo, Pernambuco, 92 annos, solteiro;
S. Jos; de repente. ''
I* do correte :
Veriato Antonio, preto, Peroambuio, 30 annos,
solteiro, S. Jos ; Bexigas.
Manoel do Nascimento, preto, Peraambuco, 36
annos, casado, S. Jos ; thysic-s pulmonar.
Anua, branca, Pernambuco, 3 anuos, Boa vis-
ta ; vermes intesunaes.
Manoel Jos Bistos, braneo, Portugal, 64 auno-,
viuvo, Recife ; hepalite mterite.
Manoel da Costa Ventura, braneo, Portugal, 49
annos, casado, S. Jn< ; hydropes a.
Querina Maria da Cooceieio, urea, Pernambu-
co, 40 annos, viuva, Boa-vista; l.-xigas.
Brazilino M. do Livramenlo, preto, Peroamioco,
18 annos, solteiro, S. Jos ; erizipela recolhida.
COMMUNICADOS.
desde j, e activa-
TEMl'LARIOS.-Diz o correspondente de Nova
Yotk ao jotuai mgUz Stnminid, qne urna compa-
uhia de cavalleiros Templarios, fe P tisburgb, na
Peosylvania, vo pantr de Nova Yotk uo da 3 do
correte, para fazerem urna digiesso pela Euro-
pa. Toma rain passageiu a bordo do vapor Octa-
Me* e autes do sua partida havia de ter logar urna
guarda da orden. U.na escolia de cavalleiros de
Washington e Philadelphia 1a companha-los al
Nova York, e urna gratule llot.lha de yatchs e va
purs acompanba-lus-ia a salda da babia
PERSIA.-0 Sevant Berald diz que a fume n
Persia contina a ser ftorrorosa. Na propria capi-
tal morrem us individuos ni ra, de fome. Em
Khorassan, os paes vendem m seu filhos aos Itir-
c imnos, nicamente para que nao perecato. Em
Ispahau teem-e visto individuos desenterraremos
-a-tavere* para alimcntaretn suas f.inilias e-fnnea
das. E'tt Snirag Hermn e Ytads, os halmantes
alimeriiam-se cutir todas as bervas e raites que
po-lftu encontrar, e por cunsequencia natural a
peste muito depressaeegotr se-ha afume. Metade
do remo da Persia esta seodu rap'dameiMe despo-
voado. 1
0 CHEFE DOS INSURGENTES DA ARCE
LIA Uin diario hespannoi pulnic osegninti-ac-T-
oa da unirte de Mokhrant. chefe da insurreicao dos
kalulas :
t general Cites, n'oma carta datada de 7 de
otaio em etonnes, da noii-ia da morte dchele da
tosarrei^o katnla na Argelia, M'-khran.
1 O general dra ordem a do as companlvas
para mcendiaretn urna aldct^e os insurgenies,
protegidos por nm barranco, foram-se aproximan-
do da sua esquerda para impedir^ a operaclo. O
general mandou um batalhao, sob o commando do
captto Odun, para tomar a postean e proteger a
retirada das Jua- companhias destinadas a aldeia
qu- devia ser incendiada, e que eslavain cercadas
muito de perto.
i Entre os k.bilas eslava M-hhrani, a p, de
traje mu Jado para njo ser conhtido pela avura
do que ordinariamente eostnma trater.
a 0< zuavos romperam o fugo por pelotoes con-
tra os kabtlas, e, por occasiao de urna das desoi-
gas, M khraai recebeu urna bala no meto du tes-
ta. A sua gente lirou-o o'alli cora grende risco,
arraslando-o pelos ps, e ci-se que o cadver te-
ubi sido transprtalo para Kalak dos Beni-Abbs,
oud" reside a familia daquelle chefe.
HORROR I Diz ara correspondente de Versa-
Ibes que no da 22 de maio deviam ser queiraadas
publicamente em Paris as ossadas de Napoleo I,
bera comu todas as insgalas perienceotes a outros
monareba* celebres e que estavam encerradas oa
galena dos soberanos no Loavre.
PROCLAMAS.Foram lidos no domingo 2, na
matriz da freguezta de Santo Antonio os proclamas
segrales: u
1.' dennnciaco.
Clemotino Lopes Gaimares, com Caodtda Ma-
ria da C:nceie,ao.
Argemiro Joaqun Vieira, com Prima Maria da
Conceitjo
Adolfo Luciano da Silva, cora Ciar. Mara dos
Praieres.
Francisco de Paula Carneiro Uchoa, com Anto-
nia Maria da Silva.
Je Mana da Cunha Dantas, com Francisca Isa-
bel de Jesns.
Joaquim Francisco Junqueir*. com Thereza Maria
de Jess.
Jui Bernardino Ferreira, com Catharna Rodri-
gues Borroso.
3.' denunciaco.
Luiz Eloy de Miranda D'jiao, com Maria Rosa
das Neves.
LOTERA. A que se acha venda 198."
beneficio do hospital da ordem 3.' do Carmo do
Recife, 1 qual corre boje.
LEILAO.- Boje faz leilao H. Leger, em sen w-
raazem da ra da Croz n. 68, e por tntervencae
do a'geme Pinto, de um sortimeoto de fazendas
fram-tz*., suissas e allemaas, devendo principiar
dito leilao s 10 boras,
PASSAGEIROS.Sabidos para os portes do
sul no vapor Gequi :
Francisco Peres Carneir Balthazar Jos de.
Magalhaes, Manoel Amono Ferreira Guimaraes
A-gi-lo Jos F.. N. H., Carlos Marqnes Bapti-ta, D
Fehcidade do Sacramento, Jos M. de Araujo.
Vmdos de Macei no vapor Mrquez de Ca-
xias :
Dr. Jos Bento da Cunha Figuetredo Jnior, ca-
pitn Jos A. Barros Correia, e I IIi ha menor, F.
Gomes A. Ferraz, Manoel Rodrigues I., Frauda-
co P. B. Amr.rini, Man>el A. S, Charles H. P. e
sua sauhora, Z. Merey, Joao Pinto de Barros, al-
feres Galdino T., G M. M., Frederico P, capilo
Joao fbtO., alferes Jos Manoel B., irijor For-
tunato B. L. Vasconcellos, major Manoel M de
Miranda, e 2 pracas.
S'.hi.'os para o Porto no brigue portuguez
Umo: *
Jos G. F. da Suva 7ianna e l lilbo menor, F.
Ribeiro Barros, Manoel Jorge da Silva. Fortunato
A uti.nio M Gabriel de S M., Josepha Ferreira
Dias e I fllho menor.
CEMITERIO PUBLICO.-Obitaano do dia 30 de
junho:
Manoel, pardo, Pernambuco, l mez, Recife ;
spasmo.
Fernando Rico, branen, Hespanha, 26 annos.
sojteirn, Boi-visia ; febre amarella.
Domingos Jos Ptnira Campos, braneo, Portu-
gal. 26 annns, solteiro, Bou-lista; Beriberi.
Antonio Pacheco, braneo, Portugal, 26 annos,
soneiro, Boa-vista: pulmona.
Jos Fbiloneno Ribeiro, parJo, Pernadjjboeo, 36
annos, solteiro, Grac ; hydropesia.
Manoel, pardo, Pernambuco, f da* S. Jos ;
spamo.
Miguel Joao Gomes, pardo, Portugal, 21 annos,
solteiro, Boa-vista, hospicio Pedro II; tubrculo
pulmooar.* ,
Jos de Amorim Silva, pardo, Pernambuco, 23
annos, solteiro, S. Jos ; ttano traumtico.
Jos da Recua Carneiro, brapio, Pernambacc,
62 anuos, casado, Boa-lina ; liepalite.
Maria, branca, Pernarntraeo, 1 annos. s. Jos;
dearrbea.
A dlssldencia.
A discussu travada da imprensa e havida na
cmara temporaria tem assaz patenieado os inten-
tos da oppusco, que procura erguer-se contra o
imneierio de 7 a> marco.
Esia oppustc.i cotnpoe-se de dous elementos: o
i.i-IVdual e o publico.
Cuusliluetu o elemento individual aquelles que
idennticaram-se com a lavoura e seus rateresses,
alias mal comprehendidos; forma o elemento p li-
neo o grupo dos descontentes do goVerno,H|ue no
i ule re.-se alheio buscam acnar vigorosa alavanca de
deinoticp du poder que inieoiaai substituir.
Ainl/u us lados bao elarattlcu'.e desenliado n seu
pensamniu na aprectaco da proposia do governu
relativa n refurma do estado servil.
Uns a impugnam, porque se persuadem ser pos
sivel o relardameulo da emancipacao; ouiru a
eorolxilem, porque, candidatos au poder, preten-
ileui derribar o gabinete de 7 de marco.
Di-c irrem com ac rio uus e outros .'
Nao : e erra os dotniua e desenla. Uus e ou-
tros protnovera perigo-a aguacao no paiz.
Oucara a voz da razo, e mudar-, de norte.
Com eleito, se os ioiuulados defensores dos in-
teresses da lavoura mediiassem calmameute, ciu-
vencer se biain que sao os peiores servidures da
causa que pietieam.
A retlexo tuostra que os interesses dos pro-
pnetanos s pudem salvar se tnediaue aecurdu
geral ua reforma do estado servil, e, desde que
esse accordo desapparecer, a quesiai tendera a
urna .-o,ui;o vilenla, e pur consegutuie prejudi-
cial aos pussuidores de escravos e aus loteresses
suctaes.
Para que a concordia se tnaalenba, cumple uo
levantar uppusicau proposiul eulte os represtu-
uuies do povo e o governo. incumbidos de con-
correr na sHlucao do pivb.eraa.
Mas, luuge uu aceitado peu-amenl) da harmo-
na, levanta se-a dissideucta no se 10 do parlamen-
to pata embaraara maicba regular da reforma,
pondo iruptCus ao governu.
A reforma impieseiudivel; o paiz o exige e o
goveruu, repre.-euuuie Jo peusamento naeional,
uao pode car veuctdo. Puraato, bem servir ao
paiz nao obstar a reforma, mas sim cunlnbuir
para u seu DUU xito.
Convjtit lixar dous pontos na actual situacao das
couss :
l." Que a exciUcio dos auimaes crea bices
reforma, torua a tca emancipadora nuts exigen-
te, e as.-im mais precaria a Cuudi^ao da iavuura.
2. Que as diicuidades opposias ao governo po-
deru toser a uecesstdade ue alieracao na ordem
p.oitica e es-a alterado s deve ser au sentido ue
malar tafea a soiuca: do prublellta.
Vejara, pots, us issiJuuies para que rumo se di
rigen..
A idea emancipadora cada da mais se robuste-
ce ; vires acquirit cundo.
Ufa seguita placida, o chegar ao seu termo
sem eslruudu, uein rumas, se the de-eiupedirmos
o camiubo; se, purtu, Ibe aniepuzermo^ obstcu-
lo, eila qual lurreule desoda ua moniaulia, que
eugiussa e galga ptectpictus e uarreiras, abtiudo
livre curso ao seu impelo, ludo vencer sem em-
bargo e preeouciiu., erros e verdades.
Ets a catastro;.he que'us dtssideuies em sua im-
providencia uus preparara.
Cutiuqueiu os tavradores a quesiao em sua ver-
dadeira ase, a dus seos razoavets luieretses, o co-
tiecero quanio os pude prejudicar o plauo dos
ae cuuveiiem a causa de urna cia-ae tao digna
de atieuco em rastrume'.o de eufezada poltuca.
Os dissidetiics, no tutuiio de graugear sequella
oo s desperiam nos lavitUjres exagerados temo*
res, mas tan.ii ui levauatii preveur;es polticas.
ertos da c.uiiauQ.i que ao paiz tuspira o gabi-
nete de 7 arrojo declarara es>e gabinete deseriur da causa
conservadora, nao duvuuuJ> appeludar de tnlicis
ao graude partido nacioual os uuores e benemri-
tas visCoUde do Riu Urlico e Conseillello Sayo
Lobato, caracteres pruvaJos por loaga couslaucia,
e uo interrump la serie de relevamissimos servi-
cos a essa causa e ao paiz.
Mas quera o os que assim ousam pronun-
ciar-so ?
Sao mocos de hontem.lainda nao aulcrisadus uu
crisol das empiezas difliceis e dos servicos assig-
ua lados.
Sim ; sao mocos, alguns dos quaes pela primei-
ra vez yutram uo patlamenio, e agora euceiam a
vida activa da publica.
E' natnral a impaciencia e o desvio nrs que eo-
mec.ain; por is.-o venus a inconsideratju, com
que oa cmara temporaria o grupo disstdente no
calor de mal dirigido enlhusiasuio arvora o farra-
po da escravocrucia sob o falso prego de bau-
deira conservadora.
Os que arrogara a si o exclusivismo la doutrina
conservadora arada uo lera litulos para fallar
assim em nome do partido de que fatalmente se
destacara.
Nao lera autoridade propria; nao tem a autori-
dade dos chefes; nao lera a autoridade da dou-
Irma.
Naj tem autoridale propria, porque os graode-
e proficuos servicos aiuJa nao cousagrarara o seu
nenio e valor publico.
Nao i,u a autoridade dos chele-, porque oo
se v eutre os dissidentes um nome sequer desses
a quera o partido eonsevador cenliou a guarda do
seu estandarte, depois de expirimeutados em longa
vida de sacrificios e abnegae.es.
Nao lm a autoridale da doutrina, porque o
partido conservador nunca entre os seus dogmas
eunmerou a permanencia da servidn.
. Os dissideutes intitulam-se genuinos defensores
da idea conserv dora, porque persuadem-se sus
tentar os rateresses da lavoura na qnestio servil.
d?or toda a parte o erro os acompanha, e a inex-
'periencia os desvair.
Na questo da rt forma 4c estado servil, nao s
os dissidentes prejulicam esses rateresses, mas
allasiam se da idea de qaa se constituern prologo-
ntstas e paladinos, negando o seu apoio ao actual
ministerio.
Excellente criterio da verdsde nesie ponto a
avenguaco do pensamento dos chefes do par-
tido.
Na questao verlente o ministerio de 7 de marco
est cora os chefes conservadores; e sao os dis-
sidentes os arredios e desertores da grande causa.
Na verdade o visconde Je Iiaborahy, o vi de Sapucahy, o visconde de S. Vicente, o baro
do Bnn Retiro, o baro de Cotegipe, o bario das
Tres-Barras e outros nolaveis luminares do partido
conservador julgam aceitavel a proposta do gover
no, se nao tal qual, com raodillcacoes, para a rea-
bsago do pensameuto emancipador no psiz.
Se, pois, estes nomes nao bastan para tranquil-
lsirio partido conservador em relaco sn proce-
dimento do gabinete, como bastaro para o des-
conceitoar na opinio desse partido vozos ainda
toal eonhecidas, ou nao autorisadas pelo baslo do
commando?
Os dissidentes da cmara temporaria, que er-!
guem-se s alturas do puritanismo conservador,
ao percebem a palmar contradico das suas pa-
avras e do seu prucedimento.
Levantam-seorno sustentculos da idea conser
vadora, e desacatam os nobres e magnnimos
sentimentos'do monarcha, que deviam estar fra
de qnesto.
Levantam-se como mantenedores do principio
conservador, desprestigiara a autoridade I
E nao feja Hciio dovitar de taes a:erlo.
Foram elles que em pleno parlamento procla-
maran), que a proposia do guverno sobre o ele-
mento servil era o passaporte, com que o Impff-
rador do Brasil'quiz apreeeutar-se na Enropal
Foram elles que em solemne diicnsso 'npregoa-
ram que o governo computihase de uro ponhado
de bomeos sub-ervientes ao raiuimo aceoo da,s r
gias determioaedes I
Foram elles qne em face da propria cmara in-
tolerantes soltaran] o improperios da venalidade das
conseienclas contra a maiona parlamentar I -K
como quorem assim arvorar-se em juizes de um
grande pleito, e fazer-se interpretes de um par-
tido ? r
Nao; interpretes do erro, nio podem fallar em
nome de um partido, cujos dogmas desconbecera
era sua allueinacan.
O espirito conservador argumenta para conven-
cer, mas nao doesta para molestar : pede arma*
razio, e nao apodos injuria e ao* desvarios da
demagogia.
Fallaremos ainda nestes assumptos.
O Brasetro.
(Di Jornal do Comitiercio.)
PUBLICACOES A PEDIDO.
III111 Srs. redactor** da itcviv
Diaria- (1).
Nao levo a mal que M. S. denuncien, qualquer
falta occorrida no servico da companhia que arada
dirijo ; mas desejaiia que fossera mais cautelosos
em acceitar qualquer mformacao relativa a com
panhia do Bebente, e ainda que destribuissem sua
severidade com mais equidade.
Para a cotnpanbia do Bebertbe, organizada sem
subvengo alguuia da pruviuia, e que no lim do
seu privilegio teta de eutregar totas as suas obras
ao governo, sao Vv. Ss. severos al aib-unarera o
actu de vandalismo praticado na noute do da 30
de junho no cbafariz da prat^a de Nossa Senhora
da Paz ; ao patee que para oraras compaubias que
recebem largas subvenges da provincia e outros
favores, su Vv. Ss. beuevolos.
Sere grato a Vv. Ss. sempre que denunciaren]
qualquer nutissla occorrida no servico desta
companhia ; xias periniliam-me que reclame
sempre que, levados por i o forma (oes inexactas, v.
Ss. expozerem taes occuirencias -un a fldelidade
desejavel.
E' verdade que o chafaiij da praca de N"ssa
Senhora da Paz nao Cornela agua cora sufcien-
ca necessaria a populado daquella lucalidade,
mas fcil que a trecco da companhia do Bebe-
nbe houvesse negbceticiado acerca dos meios a
eraoregar em ordem a remover essas taitas, e ain-
da falso que os moradores daquella local ida le
fossera os autores do arrombamenio do encaita-
tceti o, ailtti de uhterera a agua necessaria s suas
mcessidades.
Forara sim os autores desse atlenladi, segundo
a iuformacao e-cripta do arrematante dos chafa-
rizes da freguezia dos Arrogados, um boticario
daiu, auxiliado por alguns poneos individuos.
Dessa occorreucia acabo de dar conhecimenu ao
digoo chefe de polica, reclamando as providen
cas necessanas. Ceno de que Vv. Ss. acredita-
retn nesias iuformacoes, siigmattsaro o acto de
vandalismo pralicade no chafaaiz dos Affogadps.
peco a Vv. Ss. que acrediietn nos bous desej i que
animara a directoria da companhia do Beberibe
em promover todo- os meih. ramenlos possiveis
com relirio aos empenbus comrahidos pela mes
ma companhia.
Rerne :5 de julho O director da compaubia do Beberibe.
Ur. Simpltronio Coutinho.
Ramal dos Afllictos
E' injusta a ar no Jornal do Recife de boje oco'corrente
mijstifkado pelo facto de ter o Sr coose-
llieiro DiogO Veltio 'concedido compantiia
da estrada de ferro do Caxang o ramal dos
a Abetos. Essa concesso fez-se regalmente
e uio se preteiio urna s das formalidades
necessarias para garanta dos interesses pu
blicos.
Nao foi por fon;a da le de 28 de abri
de 1871 que o governo julgoo-se auto isa-
do a Ui'it esse enn racio, pois ao tempo em
que este foi celebrado tal lei nao exista
anda ; foi sim em virtade do seguinte ar-
lign da 'ei u. 518 de l de junbo de 1861.
que concedeu a estrada de ferio de Apt-
pncos:
Art. 9. O presidente da provincia fica
aotorisudo a conceder enm iguaes condices
p; ivilegio pelo mesm 1 lempo, pira outros
[)i utos dos arr.haldes desla cidade.
Livntre as condices impostas est,
crto a de l'zer-se o conlracto com quera
meihores vantagens offerecer, e por tanto
a necessidade da concorrencia ; mas esta
era impossivel 110 caso do ramal dos Alllic-
tos. Effectvamenie todo esle ramal, que
parte do Manguinho e vai at n Monieiro,
passando pelo Arraial. est dentro da zona
pririNgiada da companhia de Apipucos, que
vai ainda muito alm. Corno, pois, podia
o presidente da pn viacia mandar abrir co-
co rencia para urna estr da que s podia
conceder a c mpanhia de Apipucos ? E:
nbvi'i que ainda quando raelhtres vanta-
gens 0iT0reces.se ontra etipreza, imposs.vel
era ao governo fazer etfectivi a concossio.
Assim 011 a estrada dos Afllictos nao po
deria ser contractada, salvo a ser indemni-
sada a empreza de Apipucos, ua a esta cania
a concesso p> r forga do seu privilegio. O
Sr. conselheiro Diogo aceitn o segando
alvitre, attendendo assim o interesse da
provincia que contat por esta forma mais
um melhoramento
(I) Devenios nao deixar passar sera trainediala
resimsia s linhas cima mi Sr. Dr. Symphroni'-
Cesar Coutinho, director da companhia do Bebe
ribo.
S S. acha qne temos sl^o severos para com a
empreza que dirige, que alias nao tem nenhuina
subvencao da provincia, ao passo que somos be-
nvolos para outras emprezas subvencionadas.
Pedimos lieenca S. S. para contesta-lo, *e fa-
zemo-bi solicitando.ihe o obsequio de ler os nos-
ses Diarios, nao s desle, mas de annos anterio-
res. X'elles vtr S. S. qu-1, so elogiamos lhjUUM
empreza, fazemo-lo quando ella o merece, a pas-
so qne nio se nos toihe a pena quando temos de
ensurar qualquer urna.
As emprezas subvencionadas pela provincia sao:
a Companhia Pernambncana de navegado, a de
reboque, e a estrada de ferro do Recife ao S.
Francisco, que jro"3 da fraraniia dos juros de 2 %
pelo capital de l:200:0C0 '. A qualquer d'e-tas
emprezas temos 'eilo ceu.-uras, sera que nos te-
nhamos d'ellas arr^pendido, porque procuramos
sempre n] nos alTaslarraos dorect) caminho da
justica.
J v 5. S. que foi infeliz na sua assercao.
A' companhia do Beberibe mais de urna vez to-
mos teciJo encomios, e tece-los hemos qnandn
ella o merecer ; mas no caso que se referi o
Sr. Dr. Symphronio uenhuma ratio Ihe assiste
pira exlrai.har que tenhamos censurado a empre-
za, nma vez qne S. S. o proprio a ennfes-ar
que o chafariz do largo da Paz nao fornecia agua
suffieiente oara os moradores d'aquelle locaL
S. S. allirma ser falso ter a companhia ngli-
gmciado os meios empregar para reunir aqneila
difflcuMade. Parmitta, porm, S. S. que Ihe di-
gamos qne as repeiilas reclamares que flzemos
sobre isso, por solicita;5es de habitantes do largo
da Paz, dizem que, se nao houve negligencia,
hruve pouca actividade em remediar o mal, e em
materia de falta oVagua todas as delongas sao
pr^judiciaes.
Quinto ao qne diz S. S. sobre os autores do
arrombamento do cano, de que fallamos em noss.-
Ileotsta. poniramos a S. S. que ha contradic
i;io entre as dnas a (Tirina n vas dos parurauhos
quarto e quinto do seu artigo. Se foi uro botica
rio e mais algn? iodividuos moradores na fre-
guezia do Afogados os autores do arromhamentn,
com afilrma, como diz S. 5. que falso ter
sido esse arrombamenlo praticado por moradores
dalli?
Fique o Sr Dr. Symphronio certo de que nao
tlvemos, nem temos, nenhum erapenhi em atenuar
o acto une S. S. qnalifleou de vandalismo. Qoan-
do o ref rimos, nao o comentamos, e do que dis
sernos nao M pode rasoavelmeote inferir qne qni-
zessemos attenua-lr.
Hremos nes bons desejos da fjompanha de Be-
beribe, e por crer anda nelles; que uos apres
samos sempre em chamar a atieucio da respecti-
va directora para as fallas qne nos sao aponladas
e de qne resultara inconvenientes publico.
Eis oque nos cumpria dizer, em resposta ao
artigo do 8r. Dr. Cezar Cootmbo.
3 de julho ds 1871.
A Reiaccao.
Tambern nio se supponba qoe a empreza
de Apipucos oio tara a estrada dos \fflic-
tos ; pelo contrario disto cuida seriamente,
segundo estamos informad s. E' pruvt de
que brevemente estar construida a Dova
liona o facto de est trem teitos os estndos
para a execucSo, os quais nos dizem estao
j em i odr do engeoheiro fiscal ; e logo
que por este forera approvado se dar co-
meco as obras.
Bem v o publico que em vez Je marear
a reputarlo doSr. conselheiro Diogo, temo
pretendeu o mystificado a concesso
do novo ramal fji uo acto de justifti eom-
seryjco prowncia. .
Recife, 3 de julho de 1871.
N. 193-AGUA DE FLORIDA DE MURB.AY E
LANMAN.M verdade eousa mais que agrada-
vei o pdennos contribuir, ou achar um novo e
delicado meio de deleitave prazer par o gentil e
bello sexo. Lanman e K-mp por sem dnvida al-
guraa, consegnlram esse uVwjadn fim introddiin-
do t agua de florida de Morny e Lanman, (enje-
artigo ha ritis de vinte anuos 1 na sido o constan-
te favorito para o tuucador em toda America Hes-
liannol) ao Cdohecimento das senhoras duele pai.z
Nao fu pois, as senhoras que se seittem veonbe-
ctdas e i brigadas para com aquella firma empre-
hendedor, pois que, su o artigo era quertio ouiar-
ga e d au lenco de (loa camorai unta fragrancia
deliciosa e sn-mmamente refrigerante, e as faces
urna a|vura doce e juvenil, ella' igualmente pos-
suea rara rlBccia e virtode de fuer remover a
ardencia causada depois do fazer da barba, assim
como dtsaipa o mao gosto depois de se haver go-
sado as bellas fumagas de um barato. Dissolvida
em agua, serve ella de graude proveito para a con-
servado dos denles e gengives, dando ao paladar
um gusto suave e agradavel. Aliin pois de se po-
der conseguir o ili-frncte de todas estas vantagens,
indispen-avel e toma o possuir-se a re? I epreeio-
sa agua de fl trida de Murray e Lanman, e Ue-
nhuma nutra mais.
C0MMERC1Q.
THE ALLIANCE BR1TISH & F0REIGH.
Life and Fim Assnrance Company eslabeleeida
em 18JV. Capital C 3,000,000
Os agentes desta compauhia lemam seguros
contra logo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqui prejuizos devidamente provados.
It.-lie Schmettao & C
Corpo Sauto n. 15.
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Fundo (de reserva .... 8,(jVjt):(KJOaoi)
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Mills Lntlfin & C.
RA DA CHUZ N. 38.
fitACA DO RECIFK 3 DE Jl'LHO
DE Ib71.
AS 3 1/2 lldllAS DA TARDR.
Cotages offieyes.
Cambio sobre Lonlres 90 div 24 d. p:r 11000.
P. J. Pinio,
Pelo presidente,
Bernardo de Vascoocello?,
Pelo secretario.
ALFANDEGA
Rendimento do da 1 ... ,
dem o dia 3.....
4G: 13*072
:).i. D.i)i.
81:8*7C
HoTiment da alfaude^a.
Voluntes entradus cora fazendas
com gneros
Volumes sabidos com fozeudas
com gneros
131
231
S3
183
------166
Descarregram Irje i de julho.
Patacho italiano Margantemercaderas.
15area inglezaSolterbcckcarvao.
.larca iuglezaDelplminlbos de ferro.
de-
Despaclios de exportaco no dia Io
julho.
No brigue inglez Anm Mana, para o Canal,
earregaram : Keller & t 237 sac-as com 14,790-
k.los le algodo.
No paiacho americano Kemebeck, para o Ca-
nil, earregaram : Rabe Schimettau 4 C. 486 sac-
cas com 38,140 kilos de algo Jio.
No vapor inglez Talismn, para Liverpool,
earregaram : Roben Ly bebooo 23 aeras com
2,280 kilos do i Igodo; S Leitao Irmos 281 ditas
cm 25,228 ditas de dito ; Tbomaz J.fferies l.
90 -litas cora 7,909 d.ios de dito ; James Ryder dt
C. 2farcas e 10 fardos co 1. 95,811 ditos ue-dilo;
Manoel Fernandes da Cosu 177 sacras com 12,15
ditos de dito ; Corga Irmos 79 sacras com 5,912
ditos.de dito ; Alfonso E. M. Pereira 400 saceos
com 19.6X0 Kilos de sement de algod .
No patacho hespanbol Themoteo II, para Bar-
celloua, earregaram : E..A. Burle 4 C. 40 aac-
cas com 2,904 kilos de aigodo.
,\j vapor americano Soutk America, para
N.w York, earregaram : Tasso Irmos 1 caua.
rom 9 kilos de doce de goiaba.
No vapor inglez Crysolile, para Liverpool
carretz.iram : Samuel P. J. 4 i. 580 saceas com
50.480 kilos de a Igodo.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 2.546M802
dem do dia 3...... 1:211*081
1 3:757*973
CONSULADO PROVINCIAL,
Rendimento do dia 1
dem il j da 3 .
8:781*07*
12:489*043
21:270*H.*
MOVIMENTO DO PORTO.
Naci entrado no da 1:
Araeaj e porios intermedios5 dias, vaporea-'
eion.il Giqni. de 223 toneladas, eommaadaute
Joaquim Candido de Maeedo. equipagem 24, car-
ga varios gneros ; a eompanbia Pernanibu-
cana.
jVom'o entrados no dia U.
Rio Grande do Sul32 das, patada portuguez
Ar, de 238 toneladas, capillo Dommeos Viajas
dos Santos, equipagem W, carga 8,:t8i arrabas
de carne e outros tMoeros ; a BaJiar Oclui-
r 4 C.
Navios sakidos no mesmo da.
PortoBrigue portafuez Unido, raoMo Anloaio
Jos Pereira, carg assucar e outros genero.
S. ThomazRr*oe dinamarquez Chruan, capi-
tn M. iN. Wwther, era lastro.
Rio Grande do SulBrigue brasileiro Arneiiam-
pjto *s 1. de Mello, carga aasucar e otroe
gneros.
Dio Glande do SolPatacho brasi|piro F,tulin,
eapitio Carlos E. Merry, carga assucar

f
i
S

'

*
-



/
.
aiiario de Periiaoibu&v Teri^ leira 4 Je Julbcr de 12T7I
iV>icio* entradas no dia 3
Mc-il oras, vapor nacional Mrquez de Ca-
sias. 4 761 toneladas, ci'naaQlanu Jos Ma-
rta Ferrar, equipagein 2i, ero lastro ; a Wil-
UUij Tlir.hii-i--:' Dtusle Gttardi, de
*I6 toncadas, capitio Manoel C. da Cuta, equi
a e outroi gneros ; a
Bartholomeu Lireo{o.
Macei -2 da?, lugar iog'ez Union, de 433 tonela-
das, capilao Bruca. eqn.ip.gera 9, carga asol-
ear i a Am-iriin Ir mi & C
Lrm~l -39 das bi'rea inglez Henriella, de
tti toneladas, capitn E. E. Bren, epuipagera
M,ear,a diferentes geueros : a Sauoders Bro-
lir* & '
JVur/o soA/do no mesmo diu.
*?*i Hiate portuguez oco Protegido, capitn J ia-
%ui EDITAES.
Do ordo n do I lio. Sr. eonselheiro inspector
da thesourana de fazenda desia provincia se faz
ptWieo para conhecimento oe iodos a circular do
irifcaoal do inesoure n. 13, ds 13 Je raaio ullimo
abati transcripta..
Sortiaria da ibesountia de fazenda de IVr-
naofcueo, 28 de j iuho de. <87l.
Serviml i de ollkial maior,
Ka noel Jos Pialo.
Ciretl ir n.'l3.Ministerio da< neg -cios da fazen-
da.IV > de jaaniro, am 13 do inaio de 1871.
O viscoale do llio Braaeo, presidente ioterioo
do tribunal do thesoun nacional, declara aos Sr.-.
inspectores das thesourahas d f izeada, para os
in- cunvenientes que o prazo marcado pela cir-
cular 23 de II de julho ultimo para a snbsti-
tuicio seni deseonlo das notas le 2X000 da 3.* es-
taropa Oca prorogado at o dia 31 de dezembro
do- enfrente asno ; devendo do 1 de Janeiro de
1*72 em diante comegar o de*:unto de 10 /
neensaes no valor da notas, que nao tiverem sido
snbsiituiis at aquello dia. Visconde do Rio
Hranco.
De ordein do lilin. Sr. corouel cummandaule
siperior fac,o publico que tu dia 7 do crreme,
pelas 10 horas da manhia. hatera nesta secreta-
ria reunan da junta medica ; deveudo portaoto
iodos os Srs. oflkiaes, que rejuererain serein ins-
paecioaadcs, apreseutarem-se di indicado dia e
d Secretaria do enramando superior da guarda na
cmnal d' municipio do Recite, 1 de julho de 1871.
Salvador Henrique de Albuquerque,
Slajnr secretario interino.
A cmara municipal do Reeife, leudo de coas-
iruif um mercado publico, de cnofnrmidade coro
a planta e ornamento ppnvado, c para o qua!
est autorisada a contrahir um empre-timo de
30D:OOOAOOO, e nao sendo fcil a acqoisicio desle
capital, convida a quero se quizer encarregar da
pila eonslrucci\ mediante as cundices abaixo
edelaradas, a apresenlar a sua propos.a no perio-
do de trila dias.
Coodiecoes para a eliflcaga do marcado publico.
1.* O mercad > pntilico seri construido de eou-
tormidade com a planta e orcamento approvado,
oh a inspeccio do eogenbeiro da cmara, e no
-tugar para isto destinado.
2.* Esta construeco ser feita a cu^ta do con-
traante ato a entrega difllaitiva.
" 3.* A cmara sei abrigada a fazer os paga-
mentas na razio de dez por cento do contrato com
os jaros competentes, tendo romeen estes paga-
mentos no fim do primeiro semestre depois da en-
trega diffiailiva e de comecar a funecionar o re-
ferido edificio, sendo taes pagamentos seiiestraes.
2* seceo. Secretaria da presidencia de Ptr'
Bambuco Io de juth de 1871. Eiital Por esta
secretaria se faz publico para o conheemento de
quem ioteressar possa, o edital abaixo transcrip-
to do j n/. municipal do termo de Agua-prela,
pondo em concurso a serventa vitalicia dos of
ficios de panidor e contador e destrihuidor dodi-
Kl termo. Os pretendate* Jeverio apreseotar
suas pelico :s, instruidas na forma da lei no pra-
so de sesseota dias a cootar desla data :
EDITAL
0 Ooutor Manoel Anoes Jacome Pires, juiz mu-
nicipal dn termo de Agua-preta c imarca de Pal-
mare-! da provincia de Pernambuco por Sua Ma-
jestad* O Imperador quem Deus guarde.Fa-
co saber, que por e-te juiz) acha-se aherto o pra
io Je sissenla dias para o* exames dos concur-
rentes aos lugares vagos de partidor e seus an-
nexas desle termo, alim de serein preenchilps na
forma cb lei n. 501 de 29 de mai de 1861.
Os pretendentes instruirao sus petiqoes com os
documentos exigido? por lei. E para que cheRue'
a noticia de todos, inandei passar o present?,
qne ser alixado nos lugares mals pblicos e de
eoatame. Villa de Agua-prela 2 de maio de
1871 Eu Custodio Floro da Silva Fragoso, es-
crivo o escrevi, Manoel Aones Jicome Pires
dolpho Lamenha Uns, secretario interino.
4.* O contratante lera direito aos juros de sen
capital na proporcao do eu emprego, ou por urna
convenci nao excedendo elle de n >ve por cento
cerno est estipulado na lei n. 1)38 do correte
exercicio.
5.' O contratante receber como garanta de seu
capital o edificio construido e suas rendas at com-
pleto embolen de seu comrato.
6." O contratante ser oDri^ado a urna multa de
20:000 se se ffastar da construceo do que hou-
ver contratado, assiin como bavera da cmara dita
quantia se por causa delta bouver reciso do con-
trato. .
Par,/ da cmara municipal do Reeife, 7 de ju-
abo de 1871.
Bento J is da Costa,
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
Admiiiistrai'o dos correosde Peraainbuco
4 de jnlho de 4871.
Mala pelo vapor Talismn da cumpanbia de
Liverpool.
A correspondencia que lem de ser expedida
boje (4) pelo vapor cima mencionado para a
Europa, ser recebida nesta adroiuistracao al 2
1|2 horas da larde.
U administrador,
AHonso do Reg Barros
t crumnbiii'o 4 de julho de
1891.
Mala pelo vapor Gtqui da Campanilla Pernam-
bacana. .
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(4) pela vapor cima mencionado para Fernando
de Norooha, sera recebida ptla maneira segninte :
Macos de jornaes, impresso3 de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar at as 2 horas da tarde.
carias ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1(2
pagando porte duplo. .
O administrador,
_________________Affnnso do Bego Barros.
Correio gerai.
Relajo das cartas registradas, procedente.'
do sul e norte do imperio, existentes m
repartirlo do correio desta ci iade.
_ Anua Kosa de Barros, Aotonio Cerbino, Antonia
Francisco da Silva, Antonio Luir, de O'eira Aze-
vedo & d. Caetano Pinto de Veras, Fortnalo Au-
gusto da Silva, Fabricio G mies de Andrade Lima,
Francisco Odelon Tavares Lima, Francisco Matb.as
Pereira Deniz, Franeisco M. de Amorim, Gabriel
i Raposo da Cmara (z), llerculaoo Marques In-
gle/ de Souza, Jeronynio Pereira Marises, Joaquim
Jos dos Sanios Araujo, Joaquim Maria Providen-
cia, Jos Herculino Pereira Lisboa, Jos Pires
Ferreir, Joan Gabriel Baptista, Joao Lopes Braga,
Joao Muniz Pereita Jnior, Luiz Florenrio, Hono-
rato Pereira Braga, Metiele Masullo, Nicola Ca-
labria.
Administrar^ao do correio de Pernambuco 1 de
julho de 1871.
O encarregado do regi-tro,
Amaro Gomes da Silva Ramos.
Admioistrafao dos correios de feroambuco
i de jnoho de 1871.
Malas para Macei, Aracaj e Bahia.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(4) pelo vapor Mrquez de Cuxias da companhia
H recebida pela maneira seguinte :
M.ic i- de jornaes, impressos de qualqner natu
reza e cartas a registrar at 1 hora, cartas ordina-
rias al as 2 horas da larde.
O administrador,
Aff mso do Reg Barros.
No da 6 do mez correle, depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz de orphaos, ir pract de ven-
da em nresenca do dito jai, e na casa da ra lar-
ga do l Mario o. 10 junto ai qnartel, no 1 andar,
o- movis deixados pelo finado Joaquim de Al-
meida Pinto.
1* BEHESB)AgAO DE
Un raonsieur qt^i preid Jft
mouche
Peca ero 1 acto, ornada de canto.
Per*noageos.
liaudeduit Mr. Marchaod. +
Bcaamel. Mr. Hijbleib.
Jorancon. Mr Maris.
Doruinique Mr. Raynaud.
Cypnen.. Mr. Hurbaln.
Ccile Mne. Louise.
.3- PATE
Reprise do granel succs
Ea classe meademoisslles!
Phantasia em 1 acto rnala de msica e danca.
Pri>an igens.
BmUpl'at... Mr. Marchan!.
Pwrrut..... VLr. llurb lio.
Gesir...... Mr. Maris
Patouill.it... Mr. Raynaol
i'aiis' ni.... Mroe. Poneelet.
Boutr.rd.... Mne. Zlia.
Liiuison___ Mme Lnusc
'Catherine... Mne. Pdico.
AVISO
Os hiUtetea dos Srs. assiznanlea enlregaro-se no
eseriptono dn iheatr.-, em lados os dias de espec-
Ucul >, medanle a apreseu'.acao do respectivo re-
oibo.
AVISOS MARTIMOS.
Freta-se para o Rio de Janeiro on recebe
carga para o roesmn porto a frele coramodo o pa-
tacho poituguez Villa Flor : a tratar com o cap
lie a bordo, ou coro Francisco Jos da Costa
Araujo, roa do Apollo, arraazem n^36.
^3 A
BAHA
A seguir com milita brevidade. logo que aqui
chegar de Antuerpia, o navio Alphonse & Marte,
toma carga a freie : a tratar na ra da Cruz uu
mero 55.
i
Quinta-leira (i do curenle mez aepuis da
audiencia do lllro. Sr. Dr. juiz de orphaos tem
de ir em pra$a para serem vendidos os bens se-
guintss.
Urna olaria, no lugar dos Coelhos, freguezia da
Boa-vista, a margem do rio Capibaribe, sob pila
res, com sessenta e oito palmos de vao ; e 120 de
fundo : um torrean ai lado, abbobada, 4 quartos
oequenos, um tanque, 4 ras onde se trabalha,
em slo foreiro ; em mo estado, avahada em
2:000000, tendo ao !ado dous tsrrenrs que per-
leocem a dita olaria ; inais duas canoas, sendo a
maior avahada por 200J000 e a meo r por 100a
o na falta de licitantes, pela avaliacao, a arrema-
lacio ser feita com o abate da lei, conforme foi
ordenado pelo juizo, cujos bens vio a praca a re-
querimento de Vicente de Paula Oliveira Villas-
Boas, e oulros interessados dos bens que Acarara
por fallecimento de Manoel Duarte Pereira e sua
mulher.
Quinta-feira ti de julho, depois de linda a
auliencia do Illm. Sr. Dr. juiz dos fetos da fazen-
da, ir a praca por venda a casa terrea de pedra
e cal na ra do Paco da Patria o. 18, com urna
porta e duas janellas, tendo de frente 29 palmos e
67 de fundo, com 2 salas, 4 quartos, cozinha,
quintal murado, cacimba independente, ludo em
bom estado, sendo o solo foreiro marinha, ava-
liana era 4:000, e perlencente ao espolio da fina-
da Maria Antonia da Luz. Essa arrematacao tem
lugar a requerimento do tesiamnteiro e inventa-
rame do espolio para o fitn de se pagar o sello de
heranca e despezas do inventario. ____________
A cmara municipal do Kecife aciiando-se au-
torisada pela le provincial n. 938 de 18 de junho
de 1870, a conlrahir um emprestimo de 30O:000,
vencendo o juro convencional de 9 0(0, convida a
qum eonvier faz-jr dito emprestimo a apresentar
suas propostas, podendo o mesmo emprestimo ser
effeeiuada em tes prestaeos com intervallo de
seis mezw de urna a out.-a ; de vendo a amnrtisa
qo desle capital ser feita na razio de 10 0|0 e
juros correspondentes, tendo comeen seis mezes
deptis que principiar a funecionar o mercado
publico, para cuja construeco destinado o mes-
mo emprestimo. D 301 dias para a preciacSo da?
DfOOMttS.
Paco da cmara municipal do Becife 7 de ju-
abo de 1871.
Rento Jos da Costa,
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha,
Secretarlo.
DE
Paquetes a Vapor
-Dos portos do norte esmeradt
at o dia II do correte o vapor
Armos. commandante o te-
nenie Jos Candido Dnarte, o
quat depois da demora ao cos-
ame seguir para us do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que. o vapor poder conduzir, a qnal deveri
ser embarcada- no da de sua chegada, encom-
nendas e dinheiro a frete at as 2 horas da larde
de sua sabida.
Nao se reoebem como eocommendas senao ob-
j actos de pequeo valor, e qne nao excedam a 2
arrobas de peso on oito palmos cbicos de medi-
e io. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia, rna da Cruz
n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C
Para Lisboa
o brigue portuguez Clete, capillo I. J. da Costa,
vai sahir com brevidade por ter prompia a maior
parle da carga : para o resto que Ihe falla trata-
se com os consignatarios E. B. Babello & C, ra
do Commercio n. 48, ou com o car.itio.
BAHA
DECLARACOES.
SANTA CAS \ DA MISEB.ICOKDIA DO
REGIFE.
Pela secretaria da santa casa de misericordia do
lleciie convidam-se as senhoras D. Francisca Ale-
xandrina Camargo Muniz e Darciana Maria dos
Prazeres, pira que conduzam ao collegio das or-
|ihassu-s fins as menores Othelia, Columba e
Maria, afirn de serem l admittidas cOio ordena-
ra a presidencia.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
eife 27 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Por esta secreiaria ?e faz publico que das
senil iras que se apreientaram a exa ne de habili-
Ufio nos das 20 a 26 do crreme, turara julga-
das tiabilJaia< j- seguintes :
D. Amalia Maria Santos Ramo3.
I). Mir.a Franci.-ca Bezerra Cavalcante.
D. Varia Emigdia de Albuquerque Monteiro.
D. Miri: Florentina Goc CavalcantJ.
D. Ann Carolina Cesar de Mello.
D Paulina Genuina da Silva M mfiro.
. francisca Marii Lumachy Miguis.
1>. Anna Franco ina di Bego Barro'.
D.'Frarcisca Amelia de Aloaqaerque.
Secretaria da inuruceo publica de Pernambu
c.o 'M de jucho de 18?1.
O secretario,
Aureliano A. P. de Carvalho.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Becife manda fazer publico que
na sala de snas sessoes, no dia 6 do mez de julho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser ai rematados
a quem mais vantagros ollerecer, pelo tempo de
um a tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CABIDADE.
Ba do Prdre Florianuc.
Casa terrea n. 45.......1805000
Casa ierre? o. 03.......20o000
Becco das Carvalbas.
Casa terrea n. 5........ t200no
Ba das Calcada?.
Casa terrea u. 3. 0 a 1325000
Ba do Senhor Bom Jess das Crioulas.
Casa terrea n. 8.....o 241SOO0
Ba do Calabouco.
dem n. 18........32^000
Ba do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26 ... 302*000
Ba do Pilar.
Casa terrea n.-73......211*000
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 61......2i0000
Becco do Abreu.
Sobrado de 2 andares o. 1. 4005000
Ba do Bom F.m em Olinda.
Casa terrea n. 11...... '.161000
dem n. 12........ 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
[ Ra do Bangel.
Casa terrea n. 56. Z 400*000
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 26 367*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 i andares n, 14 1:200*000
Ra ua Sanzla velba.
Casa terrea n." 18 ..." 241*000
dem n. 1. 6 .......208*000
Ba do Pilar.
Casa terrea n. 101.....205*000
dem n. 110........206*000
Ideran. 104........201*000
dem n. 99...... 360*000
Ba do Burgos.
Casa terrea n. 19.....150*000
Ioeran. 21........151*008
Ba larga do Rosario
Sobrado, !. andar n. 24 402*000
Sobrado primeiro andar, n. 21 A. 900*000
L ija do sobrado n. 24. 1:807*000
Primeiro ro'lar do dil .o 402*000
Os pretendentes deverao apreientar no acto -da
orrematacao as suas flaneas, ou comparecerea
icorapanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Be
;ife, 26 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
THEATRO
Para o porto cima segu com muita brevidade,
logo que aqu chegar de Antuerpid, o navio .1/-
phonse & Marie, toma carga a frete : a tratar oa
tua da Cruz n. 55.
PARA O
ARACATY
Segu com brevidade o biate Nove Inveneivel :
para cargas e passageas trata-se ra do Vigario
n. li, 1" andar, escriptorio de Jos Lopes Davira.
QARTA-FEIRA
* d frente
k reaneriroeoio dos curadore* Jiscaes da roas1?*
fallida de Foaceca di Santos, e por despacho do
lUm. Sr. Dr, jotz especial do commercio e por in-
larvenco di agente Pestaa bavera letlio dos g-
neros abaixo mencionado*, pertencentes mesma
raassa, a saber ;
558 massas de pho^boros. 06 ancoretas de
azeitonas, 4 lardos e I barriea evm alfazema, 50
barris comenouricas. d- I arroba cada um, 5 ea-
nutras ciim alho, 0 caixas com ch, uncs em la-
las, 4 fardos com caminos, 10 barris cora touci-
nbo de Sanios, e lado r veudide em toles, quar-
ta-feira 5 do crreme, s 11 horas da roanhaa. no
trmazam das mfimo<, m roa do Amorim-n. M.
DE MOVEIK
LOUCA, JR?MAE PIANOS, ESPKLUOi E
VIXHOS
Cerno sejam :
Uro piano forte de Erard. 1 dito iiglez, urna
tnntulia a Luiz XV (aova) 1 dita quasi nova, 1
dita de mogno, 1 dita de amirello, cadeiras de ba-
laaco, 2 serpentinas Me crystal, espelbos grandes,
ricos quadros com finas gravoras, 4 figuras, can-
dieiros a gaz, jarros e vasos para flores, lelogios
de mesa, tapetes, oleados e esleirs inleiras (forros
de salas e quartos, tancas pata cortinados e ca-
deiras espreguicadejra* e tpeles.
Urna mesa de jaoiai, 1 excellenle gurda-louea,
I apparador com pedra, 2 mesas, 1 cofa, 12 ca-
deiras de toa, li ditas de Jacaranda, 1 sof est-
falo, 1 lirapador de lacas, 2 apparellios, loufa para
jantar, looca para cb, copos, clices, garrafas, e
I guarda-comida.
Urna cama f.-ancez, 1 guarda-roupa. I guarda
vestidos, I raarqaezao, tapetes para sotas e portas,
{ lavatorio e muitos nutro- outros objaeto* de casa
de familia exiMentes
Na easa da Ilha dos Ralos, em frente ponts de
Santa I.-abe|, junt.i a astrada <)e ferro
di i Refile a i) iiiJ.
Qiiiiila-I'cira 5 d> currenln
O agente Pinto levar leilo, por cont de di-
versos, os movis e mais objectus cima descrip-
tns. existentes na casa supra mencionada, em
cuja janellt aehar-se ba ama bandeira emu o ds-
ticoLeilo..
Principiar s 10 horas em ponto, por serem
muitos na lotes.
dous bons enganhos
A 8 de corrate.
Por ulterior despacho do illm Sr. Dr. juiz de
direito especial do commercio desta cidade, re-
querimento dos administradores da raassa fallida
de Siqueira & Pereira, o agente Oliveira expor
novamente a leilao publico, os oem co-ibecidm en-
geohos denominados Jussra e Monte d'Ottro,
ambos sitos no termo de Ipojuca 'esia provincia,
os quaes foram penhorados- por execucao de ditos
administradores a viuva e herdeiios do Dr. Igna-
cio Nery da Fooseca, e adjudicados udicada
massa :
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia em ponto, no escriptorio do referido
agente, ra da Cruz n. 53, primeiro an lar, onde
se dar previas informacoes.
LEILAO
DE
TERCA FEIRA
H. Leiger levar
PAKA.
O patacho norte-allemao Mathild, segu p3ra o
portv cima, recebe carga a frete coramodo: a ira-
ar com Joaqaim Gerardo de Bastos, a ra do Vi-
ario u. i, primeiro andar, e-criptorio.
Hio Grande do Snl.
Para o indcalo porto seguir cora btvida.de o
hiate nacional Rosita, por ter a maior parte de
sua carga engajada : e para o resto qua i-he falta,
tratase com o seu consignatario Joaquim Jo-
GnnQalves Beltrio, na ra ^o Commercio n. 5.
Rio G raude do Sul
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia, tem prompta a maior parte
do seu carregamento, para o resto que Ibe falla tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C. : ra da Cruz n. 57.
Para a Baha
recebe carga a frete coromodo o patachi italiano
Margante : quera nellequizer carrejar pole di-
rigir-se ao escriptorio de E. A. Burle & 1. ra da
Cruz n. 48.
4 DO CORRATE.
leilao, por inurvencio do
ageole Piolo, uro completo e variado 9ortimenlc
de fazrola?francesa-,stiissas e allemaas, existen-
tes em seu armazetu, ra da Cruz n. 68.
Principiar s 10 horas.
FURTO Q IMK7PA
Furtaram no dia !. de>crreme, da taberna da
esquina da ra de Sanio Amaro, qne d para a
praja do. Capiai, ama irooxa de roapa Iavad3,
que naquella taber.ia bavia deixado urna lavad-i-
ra, da pane de fra *> balco. emquaolo la en-
tregar nutras, enja rosp-a de uso da familia do
abaixo assignado e est quasr teda marcida com
os seguintes nomes : Juveneio A. Cesar, Mria A.
Marinho Casar e Marlobo : qmD descubrir ser
recompeoyado no Jornal dn Kecife.
Juveneio Auretiaoo da Cnoba Osar.
Farto
N i sabbado, Io do crreme, pelas 7 boras da
nona deaappareceu da casa da rao de Saoso Ama-
ro n. 30 um relogio americano ; dello de tres pirmides, dentro da ca xa existe um
bilhete minuseripto, ensinando a ronneira de atra-
sar ou adiantar o mesmo, dentro da pona lambem
existe urna pequea citado da america pintada :
roga-se a pessqa que o descobrir ou levar mes-
macasa ser bem recompensada.
LOJA .
00
GALLO VIGILANTE
Roa do Crespo n. 7
Os propnetarios deste bem conbecido estabele-
cimento, alm dos muitos objeclos que tinham ex-
postos a apreciaca> do respeitavel publico, man-
darara vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
linas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
li resolvidos a vender, como de-seu unslume
por pncis muito baralinhos e conimMlos para lo
Jo-, com tanto que o gallo...
Muito superiores luvas de pelica, pretas. broa-
cas e de mui lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinhas e punho) par.
senhora, neste genero o qne ba de mais moderao.
Superiores peines de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para caber; k aas
Exmas. Sras.
Superiores trancas prelas e de cores com vldri-
Ihos e sem elles ; esta fazenda o que ple haver
da melhor e mais bonito.
Superiores bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e dsso, sendo aquelles brncos,
com lindos desenhos, e estes pretns.
Muito superiores meias f> de Escrssia para se-
nhoras, as >|uaes seropre se vendsram por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendimos por 2d*,
alm destas, temos umbem grande sortimeuto de
otras qualidades, entre as quaes algnroas muito
flns.
Boas bengallas de superior canna da India e
caslio de raarti n com lindas e encantadora? figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor
se ple desejar; alm destas temos tambem gran-
de quautidade de outras qualidades, como sejam,
uia i- ira, baleia, sso, borracha, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos ehicotinbos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as aeias.
Bia meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marri n e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boa-, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por no.-sa vez tam
bem assegura'nos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
( Superiores agulhas para machina e para cror*",l
Liona multo boa de peso, frouxa, para ene r
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voliarete, assim
como os teios para o mesmo lim.
Grande e variado sortimenlo das melhores per-
fumarias, dos melbores e mais coobecidos fa
bricantes.
COLABES DE BOYR.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitara a denticio das innocentes crianzas. So-
mos desde muito recehedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-tos por todos os
vapores, afira de que nunca Ulero no mercado
comoj lem acontecido,assim cuino pois, podero
aquelles que delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrarao destes
verdadeiros ci llares, e os quaes attenendo-se ao
fim para que sao applicados, se vtuderio com um
mu diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objeclos que deixa-
mos declarados, aos oossos tregeles e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis a leja
do gallo vigilante, ra do Crespo n 7._________
Por esta repaitlcio (jonr.dado o Sr. Miguel
Accioli Waoderley morador na engenho Caetioeirs
de-la provjncia, a vir trabar na mesma repartiio
da enirega de seu eseravo Joaquim, que, tendo
sido preso no termo do Porto da Folha da pro-
viocia de Sergipe, declarou all estar fgido ha-
cerca de 10 annos.
Secretaria di polica de Pernambuco 3 de ia-
Ibo de 1871.
O Secretario,
Eduardo de Barros Falcan de Lacerda.
COMPANHIA
BEBERIBE
Nao se leudo reunido numero legal di)
Srs, accionistas desta ccwpauliia para as-
sembla geral convocada para o dia 2r>do
mez findo, s5o novamente convidados para-
se reunirem no dia 8 do crrenle mez ao
meio da no escriptorio da referida comr
panhia ra do Cabug n. It>, para em coo-
formidade de seus estatutos deliberar sobre
as contas do anno lindo, approvar o orca-
rnentn vindi-oro, e eleger a iwva adminis-
trado : devendo-se preveair que de cqa-
coniformidade com a segunda parte do arti-
go 23 dos referidos estatutos, a reunan se-
r effectuada com o numero dos Srs. ac-
cionistas que se a harem presente.
Escriptorio da compaobia do Beberibe,
3 de julho de 1*71.
O secretario.
Dr. Praredc G. de Souza Pitonga.
Aluga se a easa n. 36 da ra de S. Joao
com duas salas, qoarlo, cosinha, quintal, refQ;
Je li*)00 rs. mensal : no m*smo lntar, do a rna
estrena dn Rosario n. 17,1 andar das 10 as 2 ho-
ras da tarde.
Aluiiam-se duas meiaguas com sala e qnar-
to na rna de S. Joan 10* mensal : no mesmo
lugar ou a ra estreita do Rosario n. 17, 1* andar
das 1'' as 2 horas da tarde
Aluga se a casa terrea o. 3 do becco da
matriz na ilie-ouraria das loteras.
O padre Julio Mosca, devmdo mirarle
seu pedilo para a America Central, e nao podendo
visitar seus amigos pes-oalmeote, Ihet pede des-
cnlpa e Ihes off-rece sen* fracos i>rpimns
.jlug-se
a sala da frente, aleova mais algn quartos do
3 andar do sobrado n. 28, ra do Queimado : i
tratar na loji.
Precisa-se de una ama que cozobv
com oerfeigio e seja de boa conducta:
na ra do Vinario n. 5.
\MA
Ollerece-se una ama
neceo do Aquino n. 29
para tngommar no
DIVIDAS
Na importancia de 28:511*375
O agente Pontual, vendar em leilo, por man-
dado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio
requerimento da alinini-tragao da ru.i-s.i taluda
de Almeida Borge* 6x C, as dividas perteacenles
a me -ma massa, constante de lettras e conta de,
livro na importancia de ?8:511*375.
Quinta-feira 6 do correte.
No armazein a rna do Imperador n. 16.
s 11 horas.
1
martimas.
on^elao On qiialili;acao da freguezia de
Smto Antinio. .
No dia 3 de julho pn x ni o f turo deverio s
pragas do 1 tutalhan de infamara que requere-
ram este conselbo passagem para a reserva,
se acnaren no coniistorio da matriz ao meio da,
ahm le serem inpecjiona-las. i
Sala das sessoes do consellio de qaalificaco da
fregn^zia J Santo Antonio 28 de junho de 1871.
i v M. i Ferrara d.. Cunha Filbo,
Alteres secretario.
Socieade dos artistas
2.a RECITA DA ASSIGNATURA
HOJ
Terci-feira 4 de julho.
PROGRAMMA
! PAKTfi
A linda opera cmica em ura acto, msica do
maestro Flottow
La Veuve Grapin
Personagens.
Le rnafqai de Brescieux Mr. Marchan;!
Vieeot...... Mr. Hirban.
Georg3le...... Mme.. Poncelet
COMPj
DAS
Mes^egeries
At o dia II do correte mez esperase da Eu-
ropa o vapor fraocez Amazone, o qual depois da
demora do costura* seguir para Buenos-Ayre-,
tocando na Bahia, llio de Janeiro e Montevideo.
Para f retes e passagens, trata-se com os agen-
tes Ilenry Forster & C, rna do Commercio u. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o va por francez Gironde, commandante
Somer, o qual depois da demora do cosfume
eguir para Brdeos, tacando em Dakar (Gare)
e Lisboa.
Para fretes e passagins, trata-se na agencia,
ra da Commercio n. 9.
O vapor nacional Marques de
Caxias, commandante Jos Maria
F,:rreira, segas hnje4 do erren
te, as 5 horas da tarde, para a
Babia com escala pelos porjo io-
termeJiarios.
Recebe carga, encomraendas e passageiros, (para
os quaes lem exiellentes comraodo.-) sement para
a Baha.
Devendo estar a bordo, a carga, etc.. a' meio
da, e os passageiros at i hora*: agentes W.lsons
Helt, Prag do Commercio n. 14.
COMPANHIA PERNAM BUCANA
DE
Navegando costara por vapor
Goyanna.
O vapor Mamanguape, seguir
para o porto cima no dia 6 di
corrente as 9 horas da noute.
Recebe carga, cr.eommendas
passageiros e dinheiro a frete o i
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
(jMIldt
E
Importante
LEILAO
DE
Movis, loa(?a e crystaes,
sexta feira 7 do crrente
NO
Armazein da rna do Imperador
n 1.
S-ndo de ruobilias de Jacaranda, raogno e ama-
relio, guarda loucas, commi das, guarda vestidos,
mesas para jantar, apparadore^. meias commodas,
guarda roupa, camas para casal, mesas para es-
cripta, mariiuetoe.-. con-' dos, suffj.es, lavatorios,
cadeiras avul-as, marquetas, cabidos, quar
tinheiras. mesas redondas, apparelnos para al-
moco; ditos para jiotar, garrafas, copos, com-
poieiras, casticaas e vi lro com lanlernas, can-
delabros, 40 duzias de garrafas com vinbo do
Porto, 84 pares de apparelho de plaqu, um relo-
gio de ouro patete cjin corda para 15 dias e mui-
tos outros objeclos.
Pelo agente Poiiiu-.l.
As 11 horas em ponto.
Continuarlo do leilao.
DE
Queijos fhmeugos e prato.
Hoje
As II turas do da n> armazem di Ames, pelo
agente Pestaa
Via-ferrea de Oliuda.
Alguos apreciadores da velha CIDADE DE 0-
LIXDa pedem ao digno superiDieodeote que aug-
mente dos domingo. e dias santificados mais um
Irem as 10 horas da ooile, tacto do Reeife como
de Olioda ; pe tilo este que o mu digoo superin-
tendente nie deixar de attender.
Precisa-se de urna ama para o servir;) nter
uo e externo de casa de pouca familia : na ra
estreita do Rosario n. 38, 1* andar.

Reformas de cau-
m telas.
9 0 gerente da casa de penhores tra- |
Sft vessa da ra das Cruzes n. 2, avisa a to- BB
5 da- s pessoas que teem cautelas venc- ??
51 das, cojos premios nao teem sido pagos, |
33j que no praso de 20 dias venham r-for- H
'Zs ma-las, sob pena de serem seus penhores *~
Bvendidos em leilao.
Gabinete portuguez
de leitura.
(CONSELHO DELIBERATIVO.)
De ordem do Illm. Sr, presidente convido aos
senhores conselheiros para a sessio ordinaria que
deve ter lugar no dia 5 do vigente, pelas 6 1|2
horas da tarde.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernambuco Io de julho
de 1871.
A. J. Borges Costa,
2 secretaaio.
ms&
Irnian'lade de Nossa Senho-
ra da Conceieiio dos Mi-
litares.
Tendo o Illm. Sr. Dr. juiz de capellas ordeoado
fosse convocada outra me *e deviam ou nao ser convertidos em apolices da
divida publica com a devida aulhorisai-ao do go-
veroo, os predios do patrimonio de Nos^a Senhora.
e os do de Sinl'Anna, manda por isto o nosso ir-
mao presidente convidar a todos os innios desta.
irroandade para que se. dignetn comparecer no
consistorio da resoectiva ij:reja no dia 9 do cor-
rente mez pelas 10 horas da manhia nao s para
tal 8m, como para aulorisar a meza regeora so-
bra nutras medidas que uessa iccaslo lhes serio
prnposias.
Recite, 4 de julho de 1871.
Francisco Antonio de S Brrelo Jnior.
Mi nio Odn de Souza Bireello* f .-. Convida-se a
fami ia e os amigos j. f. j. para as 7 horas do
dia 5 do correte na igreja de Nossa Seohcra do
Livramrolo + T t-
N. 786-;-
Bichas de Hamburgo
Na pharmacia da ConccicSo, a ra do Mrqoez
de Olinda (Cadeia n. CI) reetberam-se as verda-
deirs sanguisugas hanburguezas pelo vapor La-
Plata, que vendem-se em grandes e pequenas por-
Coes a preco commodo.
^........^mwwa
Francisco Caunt da Boa-
Vagrm.
D. GeralJa Francisca da Boa-Viagem e seus -
llios, mandara rezar, oa igreja de Nossa Senhora
dn Carmo, urna missa, por alma de seu sempre
chorado marido e pai Fraocisco Caouto da Boa-
Yiagem, pelas 7 1|2 horas da maotiia do dia 7
desle mez, anoiversario de seu passamento. Ro-
gara aos seus parentes e amigos o obsequio de as-
Msrirera a este acto de ruligiao e caridade, pela
que lhes serai eterna'nlnt,* gratos.
'.fty *- '""* "' '* **
LEILOES.
LEILAO
A directora do M- vaocia da ultima parte do art. 60 dos esta'.utos,
manda celebrar una missa dn stimo dia, quinta-
feira 6 de julho, na ordem lerceira do Carmo, a> 7
li -r.'is da manhia, por alma do socio Domingts
Jos Pereira Campos.
M. S. Pinheiro1
1" secretario.
DE
(TO latas com linRUieis de 4 libras.
Odila leira 6 dn corrente.
O agente Pestaa Tu laitio por conta e risco
de quem pertencer, de 120 latas com liaguicis
com i libras cala urna.
Qiiola fjira 6 do cirrente s 11 horas di ma-
nlia oo armazem do Anhes.
VISOS DIVERSOS
Precisase d uro cozinhelro : ra de
Crespo o. 12. l'afcr. ____________.__________
pj.i ra da Cruz u. Il (ouje Bom Jess), pie
cisa-se d urna ama para cozmbar o diario de urna
casa de ponca familia.
dos geoeros aoaixo mencionad"!', perteo
cenes
Sanios.
rentes massa fallida de Fgceca d
Offerece-se urna pessoa corapet-niementana
bililada para ensinar as primeiras letras, msica 6
piano em qua'.qw lugar, podendo ser procurado
na ra dos Martyrios n. 2, 2 andar,___________'
CRIADO
0o riosai
cadJ ;
No caf chines, rua^o Rosario n. H, 1* an
dar, necesslta-se de um cJUdJ para todo o ser-
vico.
Joaquim Elias de Moura ijoodim, Joaquim Ores-
tes de Moura Gondim, Manoel Accioly de M-iora
GooJiro, Francisco Ignacio de Moura Gonlim, Join
Godofredo de Moura Gdodim. Mara Juvma de
Moura Tavares, Amaro Ferreira Tavares,' Antonia
Maria Padilha Goodim, pai, ira ais, cuntalo e
cunhala de Antonio Accioly.de Moura Gond^n
fallecido ba pouco na cidade do Rio Formoso, con-
vidam aos seus parentes e amigos para assistiren
algumas mitsas que por alma do finado se tem de
celebrar no lia 4, pelas 7 horas da manhia, na
igrej. matriz de Sauto Antonio. ______
Alugs-se o 2 andar e soto do sobrado da
ra das Cruzes n. 9 : a tratar na ra atraz da
matriz de Santo Antonio n. 28, toja.
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia ; a tratar na ra da Cruz n.
18 3' andar.
British hospital
The Treasorer would thaok the merc.haots ll-
dingfees belonging ti lis in-ututioa to seud sa<
1 me te n. 38, ra do commercio.
Precisa-se de unta ama
11 i ra ou captiva) para o
servico ioieroo de urna
casa de duas pessoas : a
ra do Vigario n. i, 3*
odar, sobrado amarello.
quasi na praca do Corpo Santo.
Roupa a lavar e en-
gommar
Precisa-se de urna familia conhecida e capaz,
que se encarregue de tratar com toda a perfeiciu
e cuidado a roana de um homem : dirija-se i
ra Bella n. 37. sobra l > de dous Midare-.
British cemitery
Trie Treasurer would feel ob'iged if Vir. Theodo-
re Just would cali upon him a 38 ra do Com-
mercio.
PROTESTO
O abaixo assignado declara que sendo devedor
de uina letra da quantia de 2:000* ao Sr. Vicente
Joaquim Pereira Miyor. vencida a 30 de maio do
corrente anno, e ni i Ihe tendo sido apresentada
no dia do seu venciinento para ser paga, nem ao
seu correspondente no Reeife, o Sr. Dr. Laurino
de Moraes Praheiro, e Ihe constando qiie tal letra
se ach em letico entre o referido Sr. Viente Joa-
quim Pereira Mfvor e o Sr. Aotoiiio Menelio Cor-
deiro de Gusmio, leude aquella senhor Ihe man-
dado intimar para nao paga-la senao a elle, decla-
ra a quem qaer que sej% o pos?idor da referida
leira, e protest, pelo presente annuneio que nao
se responsabilisa pelos juros decorridos do venci-
mento da dita letra era Cianle, visto como a de-
mora de seu pagament nao tem dependido do
abaiio assignado, e sim do leligio em qoeseacham
aquelles senh ir* a respeilo da dita letra, pois qut
desde antes do seu vencimento tem autorisado ao
seu correspondente o Dr. Laurino de Moris Pi-
nheiro a paga-la ao Sr. .Vicente joaquim Pereira
Mayor ou a pessoa competente e legatmeote auto-
risada por elle. Engenho Boa-vista 20 de junho
de 1871.
Francisco Xavier de Andrade.
Precisa-s- de um criado para servico do ho-#
tel: na ra de Sania Rila n. 1 junto a nbeira do
peixe.
Caixeiro
Precisase de nm caixeiro porluguezTjae tenha
pralica de taberna e aQince sua conducta : at
pateo da ribeira n, 13.
*


' .......... "i',! y
>"*-
Diario de Peruambuc Tcr ^ feira 4 d Julho de t8".l
D.
W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDiC&O
XS RA O BttUM 5*
PASSAHDO 0 CHAFARE ^ d
Peto ios senhores de engenho e ootros agricaltores, e empreg*tores de bmterao favor de urna visita a seu stabelecimento, para verera o novo sortiento
competo nta wDdido, est ainda superior em qualidade e fortido; o que com a raspelo pes-
"^IfioVESPESAt ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIDO
tt .A4n 1'nmm dos mais modernos systemas, e em
V&pOFeS 6 iO UtUS U. agUd taBMhos convenientes para as diver-
sa* ircumstancias -ios senhores propietarios. .
Tt ~JAM A* A.Jno de todos os tamanhos as melhores que aqu
jffoendas de caima existem.
JtO ClaS ulltaCiaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MachSnismOS e^ri serrar maJeira
JJOJnOaS de patente garantidas.............
TodaS aS madlinS e pec^s de que se cosioma precisar
Faz qualquer concert
Formas de ierro
Eneommendas
ADVOCADO
8DB. JOAQOIM OOMA DE AAUJQ
67Roa do Imperador67
lllllllll
Es m
lAJQ. i
67
tmma
M0FIN&
Rof-seoiitaLSr.IMCJoy.tkrA atollo,
crlvio na ** eeNazarelb. tosu arovwcla.
favor de vir a nu do Imperador Lftt concluir
aquelle necoc que V. 8. se comproaiettea reali-
sar, pela teroewa chamada deste jornal, em fin
de deMnbra prximo pascado, 4epoii para Ja-
neiro, pasMQ a tevereiro e abril, e nala cumprio,
e por es*e olivo de doto chamado para dito
flm : pois V. S. se deve levbrar aue este negocio
de mais de oito annos; e qaaido o senhor mu
flho ee achava no es nesta eidade ______
LiauD ic iii
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Bario da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
O dono daquelle estabtlecimento, querendo acabar com elle t o fim do torrente anno, convida aos sens numerse*
fregueses a aproveitarem a circumsUncia para munirem-se por barato preco de todo os objectos existentes no mesmo, constan
de chapeos de sol de todas as qoalidades, tamanhos e feitios, tec.dos, armacoes e mais aviamentos para os mesovs, armas ee
tom>, cotilaria, bengalas, chicotes, e urna iofinidade de ootros objectos, entre os qoaes os afamados afladores para navaina ae i.
dies, premiados as exposic&es de Pernarrbuco, Londres e Paris.
mssi
AOS 5:000^000
Ss*o a venda os feliies bilhetes da lotera da
iahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja dt
>urivs no Recife.
A luga se
?m sitio na Torre, com excellente casa de vivenda
e*banho i frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para eslrangeiro : a tratar na roa do Prea
29. _______
Poder-do todos
ser movidos a mSo
por agua, vapor,
oc animaes.
SITIO
de machiaismo a preco mui resumido,
tem as mel bores e mais baratas existentea no mer-
cado.
Vende-se um sitio no Arraial, no becco do Bar-
Ihelomen, casa aova, toda envidracada, com c??
de banbo, cacimba com moito boa agua e bomba,
tem qumbentos e tantos ps de arvoredos novos,
latadas de maraeuja-as<, o terreno proprio e
ioma-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
raes do Ramos n. 4, das 10 horas la manhaa
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
MANUEL & C.
..7t?. a ,.;;. ano nnmorncna frpanp7PR. nne em vista de ser-Ibes mais
Tem a sausfacio de participar aos seos numerosos fregueses, que-mf vista de.se r-lbes mai" commodo, ten
esUbelecido orna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recite n 9 boje ra do Marnde Olmda,
onde acharao os pretendentes, mui.o avoltado sortimento de chapeos de so de todos os P^J^"!^*
eos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidara especialmente aos Srs compradores Pg_
darem, sendo possivel sus encomiendas, pois poderSo assim serem ma.s bem servidos, visto poderem escolher as sr-
macOes as lazendas que a demora da fabricacSo bem diminuta, ^^
Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo on-
"tade dos clientes, smbranlo-lhes a vantagem de fa-
zereni soascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio. ______________________________________
PECHINCHA .
-Cbegou para a loja do PaDagaio nm grande e bonito sortimento de sedas lamas
de ama s cor; as cores s5o as mais modernas, e mais delicadas que tem vindo 3
este ameredo, e veodeta-se por preco moito barato : porque a porcao muito graude, na
oa do Papagaio, ra da lmperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.________^
A' AGUU BRANCA
RUA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Ootr'ora Queimado n. 8.)
liaba de receber de inglaterra nm bello sortimen-
10 de objectos, que alem de sempre necesarios
heje se tornara essencialmente precisos avilada
falta que delles ha no -mercado, sendo :
Pitas de velndo pretas, outras com relas bran-
eas, e outras de diversas e lindas cores, e todas
Mjmdifferentes larguras e superior qualidade.
Franjas, trancas e gatees de seda de modernos
dosenhes e gostos, e igualmente sortidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e galoes de lia, tam-
bera sortidos em larguras, cores e moldes, e to
prophoe para vestidos como para roupinbas de
crianras.
Trancas brancas de algodao com nova forma era
caraces angulares, teodo nesse genero multas e
diversas larguras ; entras nos mesmos go?tos po-
rm mesclada ; ootras traneinhas brancas de
eanees miados e bonitas, a> quaes por suas
estreiiesas teem constantemente merecido geral
agradi.
Baladinhrs frisados e outros preparados para
irisar se a vootade.
Um bello sortimento d? aloes pretos de lia com
drlerentes moldes e larguras, proprios para vesti-
iks J-' luto.
Botoes linos de raalrej-erola para camisas, ou-
w-y* pretos e de cores para vestidos.
Isso alem do constante sortimento de enfeites de
-da, 15a e algodo, de que sempre se acha prvi-
da a loja PIMAS 0A1
brancas, bordadas e outras com
babados.
Na loja da aguia branca vende-se bonitas saias
brancas com largos e delicados bordaaos, e ou-
tras com bordados de pregas posponiadas, obras
modernas e de go?tos.
Fil de seda, branco e preto com salpico*.
Dito de algodo, liso com salpiccs e flores miu-
L1VR1NH0SC0M DESENHOS
para crochet, marca etc.
.FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fias.
Annunciar boje bicos e rendas de labyrintho,
objectos esses que se achara em qualquer parte,
seria fastidioso, porm assim nao acontece porque
esses que a Agnia Branca acaba de receber sao
de urna nova e superior qualidade. A Agnia Bran-
ca a ra Duqoe de Caxias n. 52 recebeu bicos e
rendas de labyrintbo, que por sua amostra vieran
perfeitamente emitando a tecidos de grades cheios
e feitos no paiz, mostrando at o alto relevo que
se conbece as outras, isso alem da novidade e
bom gosto dos desenhos.
Tambera receben outros bicos e rendas eslreitas
proprias para roupas de senboras e meninas.
Itecebeu Igualinciio um bello sortimento de
rendas e bicos de crochet de lina qualidade e agra-
daveis lavonres. Assim, pois, os pretendent.es sero
bem servidos tanto nos precos como as quali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agut
da colonia, dita de lavander etc. etc. assin
como finas escovas inglezas, e opiata pan
denles. Tambem receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendeRdr
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticos
II. ditas com 3 ditos transparentes a i
iJoSOO e 2)5000.
Enchovaes para naptisados.
A loja d'Agoia Branca ra Duque de Caxias
n. 52, acaba ie receber lindos enchovaes de diffe-
rentes gostos e predas para baptisados, assim co-
mo bonitos chapeosmbos de fusto primorosamen-
te enfeitadot para o mesmo fim, no mesmo pas-
seio. Tambem recebeu modernas e bonitas ca-
misinhas Bordadas com punhos para senhoras,
golinhas com pnohos e sem ele-, lanto de renda
como de cambraia, bicos de seda brancos com
vidrilhos.
Grande hotel central
I ra larga do Rosarlo nume-
ro 39.
Neste muito conheeido hotel se encontrara ex-
celentes qnartos e salas para alagar, qne oflere-
cem commedes para familias, onde se encontra
nao s o maior asseio e limpeza,corao bom servicp,
baohos fros e quintes e todas as commodidades
indispensaveis vida' tudo por mdico preco. O
lugar central em qne este estobelecimenlo est
collocado suficiente recommendacao para ser
concorrtdo.
41-RIJA DO BMO DA VICTORIA 41
,ro,am tam nm db Assim como
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
franceza i, inglesas, allemlas e to-
las todas se vendem por precos
aaodicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, brins de
;6res e brancos, colei-
rinho8 modernos, cha-
peos de sol de seda,
Inos.
RUA ,
ARRUDA IRMAOS.
Alnga-se o pnmeiro andar do sobrado n. 5
da roa Imperial : tratar no andar terreo, f an-
dar.
EDgommueira
'To becco do Sarapatel n. t, lava-se e engom-
ma-se com asseio e promplidao. __________
C4SA LIA fKTlJU
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
K. ra Primeiro de Marco (outr'ora ra d<
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abarxo assigoado, tendo vendido nos sens fe
.iieslbilhetes dius tercos n. 2851 com 200^400, um
terco n. 1399 com iOU/000, nm inteiro n. 771 com
tcOOOO e outras sones de 404 e 204 da lotera
qne se acabon de extrahir (J97*), convida aos pos-
suidores a virem receber na conformidade do eos-
rame sem descont algnm.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
7.* parte das loteras, a beneficio do hospital da
ordem terceira do Carmo do Becife (iS8.')( qne se
eztrabir terca-feira 4 do mez viodouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Bous tercos i*000
Um terco 2*000
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
D ras tercos 3*600
Um terco 1*860
Vanoel Martins Fraxa.
nmiu
Na travessa da roa |
das Crozes n, 2, pri- i
rneiro andar, da-se di- |
nhelro sobre penhores i
de onro, prata e brhan- g
tes, seja qaal for a qcan- 1
ta. uta mesma casa coa-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
O profes&or publico Joo .ande-
I lii o Dorne las Cmara contina as
SI horas vag^s (ires da tarde em lian- J^S
ffi le) a leccionar particularmente pri- $&
js meiras lettras, grammatica porto- fA
gueza, arilhmetica, Relativamente s senhoras, a cu- *
I jo ensino se tem dedicado, propoe-1
| se a habilita-las para o concurso
m ao magisterio primario, prorxetten- gg
i do-Ibes empregar todo o zelo, es- m
Kforco e assiduidade a seu alcarjee. 9
Os interessados podem entender- |
se com o mesmo ra do Rangel. Si
SI n- 4. m
&mmm-mwwmmMm-m*
Cdmedorias
Continua-se a fornecer eomedoria? para fora, na
ra estreita do Rosario a 35, sobrado, mandndo-
se levar almoco de 7 a 9 horas da manhaa. e jan-
tar de 1 a 3 horas da tarde, confjrme a vontade
do assignante.
AMA Precisa-se ae uoia ama para cosibar
iil e comprar : n rna Nova n. 61.
Precisa-se de urna ama para o ser-
vico de urna casa de pouca familia :
tratar oa ra da Cruz n. 18, ter-
ceiro andar.
- Aluira-se por 30* mensa*" nma preta que
AMA?
coznha, engunima e lava, ludo com perfeicao
qnem precisar procure na ra do Apollo n. 3i, 2
andar.
Na roa de Ho tas n. 1 precisa-se de
um rapaz para caixeiro. prefere-se sendo
natural dos urabaldes.
i 11 i fl Precisa-se oe duas amas, nma
\ vUi \ V que engomme e onira qne cozinhe
Nova casa d. 2
com rJetfejcin
a tratar na
rno
iSfiTO ARCBBOLOfiPJ GEOGBAPHi-
CO PEBNB M
Haver sess5o oMiaaria qointa-feira, ^
do correte, julho pelas 11 boras d ma-
nhaa.
OH DEM BO DA.
Pareceres e mais trabalhosv'-de commis-
soes.
Secretaria do Instituto, 3 de jalbo de
1871. -
i. fgam 'Ascwo
Secreiario (>wpett<.
Bario da Tletorla
antga ra
IVOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparos croe ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e perfeicao
nada deixam a desojar.
Roupa de todos os
amaDbospara homeui
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qne ba
na Europa.
RUA
BarSo da Vctor la
intiga roa
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontualidade as eneom-
mendas, finalmente em tudo afim de melbor servir os sens numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as azenrJae, para
lio se tornar massante
REMEDIO INFALL1VEL
Para as sezoe-. febres intermitiente?, remitientes e biliosas
DESCORERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIM1C0
DR.J.C.AYER
a causa do
Nesta poderosa e mpagavel preparaco,
nao entra qnina, arsnico e nem bisraolho.
Este maravilboso remedio nicamente
composto de nm s producto vegetal, e
esse mesmo desconbecido at boje scien-
cia cbimica.
As sezoes, febres intermitientes, remit-
ientes, biliosas e perniciosa infJammatoria,
todas tendo sua origem na mesma causa,e
produzindo os mesmos effeitos, porm em
grao differente de intensidade, necessitam
do mesmo tratamento. A causa acha-se
nos effluvios contagiosos que se despreu-
dem da vpgetac5o corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' ura ve-
neno subtiiissirno e insidioso que se absor-
ve pelos pi'lmoes e penetra no sangue, de
sorteque a molestia s vezes accuraula se
por muito tempo no systema antes da a
zer sentir se.
Este veneno effluvial, que o sangue re-
cebe pelos polmoes, opera as sezs i *
maneira seguinte : sua intensa irritai;3o no
systema faz eicerrar todo o sangae no
corpo nos exntanos internos,) figlo.
os rins, o pncreas, o ba?o, o est miago a
os puluoes,sgaos d>s qaaas ou todos
elles sao amontoado3 do sangue retirad)
da superficie do corpo ; eis
periodo fri.
A febre caucada pela reaccJo, qoando
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'um outro
esforco violento para expulsar o veneno
atravz do outro excretorio chamado pelle;
to pouco consegue a natoreza neste se-
gundo esforco como no primeiro. Depois
segoe o desmaio e prostragao que natural-
mente succede s grandes agitagoes, e o
instincto do nosso organismo o fz abando-
nar a tentativa at que, recobradas as for-
eas, renova no ontro dia a luta desespera-
da. Succede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, anchados, terriveis dores de
cabera, oppresso e latidos as fontes,
pulso cheio e t >rte, ourina muito corada e
sle htensa: ''is o period) di calor. Dj-
pois da 'i;1: :i t upo (pie va*ia g^ralnei-
te i das a vno horas), urna transir-
g,3o copiosa pircorre por tod> o corp".
Estis syroplp:ais violentis pissam e dei-
xam som'Ote umi sensago de prostragS)
completa, se pa o ataju^ nao tem fe'to
aliu n m>l orgnico. Se no se to nar al-
gnm remedio alequado para curara ma-
o. -- a 2
-i n -^ c a*
Vende-se em todas as primicias e drogaras do imperio
lestia, os accessos continoam a repetir-se
com urna regularidade correspondente ao
seu lypo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se Ihe opponha. E' evidente, pois,
que qualquer remedio destinado a curar
esta molestia, deve destrnir este veneno no
sangue, ou arroja-lo fra delle. Cora
grandes e pomposos annuncios tem-se o&V
recido muitos remedios para a cura dess
molestias, porm oo nao tem sido bas'ante
efficazes ou teem produzilo effeitos prejo-
diciaes sade em geral. A qoina, ainda
que seja o grande recurso, em que o po?o
quasi em geral maior confianza tem, pro-
doz militas vezes efieilos desastrosos, e to-
mada em grande quantidad-i sempre pre-
judiciosa saie geral. A preparago qie
aqu olere-emos aipabco. nao contento
era si nn'iumt dessai substancias injurio-
sas, por ser nicamente veje'al. pome-tt',
se fr empragala segando .as direccOes na
liii'jm pirt't'jueza, qua acoaapan'ia cada
frasco : estimular os grandes excretorios
htrnoiofigitdo, o baco e os rins a h-
panr do sangae o veneao offinsivo e ar-
roja-lo do corpo.
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ii'i IHi
Ma pr.K. da Independencia n. 33 se d di-
nheru sobre"penhores de ouro, prata e pedras
precaos-as, st-ja qual for a qnantia; e oa mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata ;
igualmente se fsz toda e qualquer obra de en-
commenda, tedo e qualquer concert teniente a
mesma arte.
i:asiin> em casas pareicntares
I Ura sacerdote lecciona meninos e meninas
nesla eidade e em seas arrebalde?. Pode ser pro-
curado na esucao da Torro e no escriptorio do
Sr. r. ManoelNetto na ra lirga do Rosario n. 24, [en(je rjrraar durante a mesma dis.olucao e iiqa
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontea
4 C, desta praca, previne quem interessar p-
sa, que est promovendo a dissolacao da mesma
'irma, e entrara em seguida Ba respectiva liqni-
daeao ; sendo que nao ba letras pelas qnaes esteja
a firma responsavel, e era o annancianie as pre-
seguodo andar.
da gao.
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' D. Paula TBere:a da Paz Galvo, Pergamino Sa-
, raiva de Aranj Galvo (ausente), Franklim Sarai-
va de Araujo Galvo, Ansies Saraiva de Araujo
Galvo, Antonio Miltrarges Saraiva Galvo, Gracin-
da Gandida Saraiva Galvo, Elvira Saraiva Galvo,
I Anna Adelina Saraiva Galvo, Ignacio Ferreira dos
: Santo, viuva, lilhos e genro do tinado Joo Sa-
raiva de Araujo Galvo, do intimo d'alma agrade-
! cem a todas as pessoas que o visitaram dorante a
: molestia e aquellas que acompanbaram-no ao ul-
l timo jazigf; e de novo convidam as mesmas pes-
I soas e todos os seas amigos e pareles para assis-
! lirera as missas que se bao de celebrar no da 4
I de jalao, as 6 horas e meia da manhaa, seiimo dia
: do sea passainenlo, na matriz de Santo Antonio,
1 pelo qne s confessam elurnamente gratos.
Companhia Allianpa
DE
< puliros
martimos estabeleciila
a Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..R. 2,000:000*000-
Totna seguro de mercadonas e dinneiro a mu
a:aritirao em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Ageocii ra do Coro-
raercio n 3, escriptoro de Joaqnim Jos Gob-
calves Bfltro.
Um moco para criado.
Precisa-se de am rapaz para criado grave : no
1 andar do sobrado n. 48 roa das Trincbeiras,
achara com qaero se tratar.
Preuisa-se de ara menino para caixeiro de
1 taberna, com pratica oa sem ella : na ra do Ran-
I gel n. 73.
STTENCAOi
A' roa do Hespido n. 28, andar terreo, se dir A
quera d at 4:000* a premio sobre hypuheca em
beos de raiz, de manhaa at 10 horas, tarde das
3 em dianie.___________________
frecis.i-sn Jo um OulmOM a>- 1^ a il* ******
com pratica je tiberna, qne Cdiihe-nmcnto d<
sua eoodaeta : a tratar na ru di MMWirdM no-
meri 95.
__________;________________i_
PreciM-w de urna
mero SI,
ESCOLA PARTICULAR.
49.---------Re A DA PKNIIA.---------
Anna Senhorinha Monieiro Pes=a.
19.
Materias de ensino.Todas as que com-
preheadem a instrucqo primaria.To-
oa traballios de agulha, inclusive bordado
ii ouro.Flores ele.
rrefo do ensino.. 5*000.
Tambem recebem-se alumnas internas. JR
ama u.i ra Bila nu-
i'recisa-se de urna ama
r etrtii* "lo R^win n. 14.
para eozJbr : na
I'recisa- d una ana t^rra uue-crava que
saiba b-im oazinhar : ni ra Duque do Caxias
(outr'ora das Cnit) n. 65, segundo andar.
l'reci>a-se de urna ama ou de urna
es..rava para cozmtiar e engommar pa-
ra i-::,i fa;oilia ; na rna o ^ -ledade
il la Cil'-ra. do Bscife nuf
n">) i! l"j
Consulado de France
em Fernambuco
Quarta feira 5 do corrento mez, pelas 11
da tu?nb5a, proceder-se-ha nesle consolado,
com qnem mais der a ajudicaQ5o do cntralo-
a risco martimo, necessario para pagamen-
to dos irabalbos de reparatSto e ootros pre-
cisos a ejecutar a bordo do navio frano*.
S. Luiz para cojo lim offerece o Sr. Cordwiv
capitao, como garant, clsfo, qoilba, m-
came, apparelhos dependencias do dito
navio qneee comtDn Ces deve seguir para ihas do Cabo-Verd,e;
afim to lom4Tum carregimento de sal, que
depois do completo partir para ora dos dois
nortosR'O de Janeir0 00 S018-
' A sopuna precisa pouco nais ou me*
ooi de 13:000(5. conforme o orcamento ap?e-
ntado pelos tr's pmrtsMnnaes encarrepa-
d-?t da 5Wa d-, dito natfo,
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D no ufe Pernanibuco Tcrcaleira 4 de Jglho de 1871.
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f 5o fmalmento chegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparace*
do Dr. Radwat A C. de New-York.
Depois de algaos annos, em que as falsificaces de Hamburgo e mesmo de .New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitado-se do bem merecido cooceito qoe
estes remedios bavam alcanzado por seas maravilbosos effeitos conseguiram introduzir
se, illadindo o publico incauto, com urna red ucea o de prego, nollificando o verdadein
mrito destas admiraveis preparares, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-a com seos millos effeitos, lembrou-se o autor da fazer a declmelo abano, e ;
dar diplomas aos que yenderem os seos legtimos preparados.
l'revina-se o respeitavel publico de que as verdadeiras prepararles do Dr. Ra-
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo igual ao destf
annoncio.
Nos abaizo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymando Carlos Le-
te & Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agente;
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto-
gal. Noticiamos ao publico, qoe nao se podem obter os remedios do Dr. Radwat A C.
(e qoe sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), senao das pessoas que podem prodozir a presente certificacSo e attes
taco e que a prodozem, subscripta e assigaada do Dr. Radwat Ce dos Srs. Ray
mundo Carlos Leite 4 Irmao como ao pe. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dwat de C. s5o acompanbados de cdulas semelhantes as que parecem ao p desta cer-
tificacJo.
lixamine-se bem a assignatnra da firma do Dr. Radwat & C. ao p da presente
sertificacao e compare-se com o fac-simile as cdulas com todos os frascos e caixinBas.
Radwat dr C.
Ama de leite.
Na ra Direita a. 133, toja de cera, ha orna es
crava para se alugar como ama de leite.
iir i Precisa-se de ama ama para cozi-
\ VI \ nhar e comprar para casa de pouca
lY\' llA. familia : a tratar Da ra 1 de Marco
D. 18, 2 ard-ir.
Massa fallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos i'G.
timo dividendo
Pag.vse o stimo dividendo razao de 2 0|0, to-
das a:i quiutas-feiras das ti horas da maoha a i
da tarde, no escriptorio da roa do Vigario n. 13,
1* andar.
* lf A Preci.-a-se de ama ama para comprar
AJu.il e coiiohar : na ra do Arago d. 30.
SEGUROS
MARTIMOS
E
o vnt % FOQO
A companbia Indemnisadora, estabelecidi
esta pra?a, toma seguros martimos sobr*
aavios e seus carregameDtos e contra fogc
em edificios, m rcadori; s. e mobilias : ns
ruado Vieario n. 4. pavimento terreo.
Racambole
^dicao popular 300 rs. o volme I
Lvraria franceza.
AIT
DYVET
nica ca-a neste gnero
-Ra Eslreila do Rosario14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Joaquim Jos Gon ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 5, I* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
atmho, em Braga, e sobre os seguales lugares a
Portugal :
Lisboa.
Porto.
* Valeoca.
Caimanea.
Coirabra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vei.
Viaona do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhia.
Vascal (Valpasso).___________________
O artista Jos Goncalves aa Silva declara que
'ora em diaote se as ignara por Jos Goncalves
da Silva Freir, vino como outro existe de_ igual
nome, e que foi recolbido csa de detendo por
orime de farto, como consta >ia par:e policial viu-
da do iprnaes d j da ZO de juuho iie-te anno. (te-
>;fe l'dejulho de 1871.
Jos Goncalves da Silva Freir.
Ra do Baro da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e Casas
do costume.
Bllhetes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre o:
sen: muito felizes bilbetes a sorte de 3:000*000 em
um terco de bilhele de n. 253, a sorte de 100* em
dous tercas de n. 1399, a sorte de I00 em um
terco de n. 2627, e um tergo de o. 506 cora a sor-
te de 100a, alm de ouiras sones menores de
10*000 e 20/000 da lotera que se ac;ibou de ex-
trabir (197), podendo seus possuidorea virem rece-
ber, que promptamente serio pagos.
O mesma aba;xu assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sea estabeiecimenu
comprar os felizes bhetes garantidos, que nai
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo;
mesmo? annuncios.
Acham-se venda os muito felizes bilbetes ga-
rantidos da 7" parte das loteras em beneficio do
hospital da irdera ttreeira do Carino do Recife,
que ser extrabida no da 4 de julho de 1871.
PiECOS.
Inteiro 6/000
Duus tercos i000
Um lercJ 2000
De IOOiJOOO para cima.
Inteiro 5/400
Dous terc,i9 3*600
Um ten; 1/800
Joan Joaquim da Costa Leiu.
'ALTO LA,..
Nova rcsolnfo
O Campos est vendendp os
seguin1.es gneros
E por que pre Tudo lio barato que admira.'
Manteiga em latas de um kilo por 3/000.
Carne eecca (de caroeiro) a 240 a libra e 6/
a arroba.
Cebollas em restis a 1/500 o eeato.
Lioguas escaladas a 200 rs. cada ama.
Ditas alfombrada*, todas as qnartas e sabbados.
Carne e queijos do ?erto.
Lioguas em salmonra.
Amendoas confeitadas e descascadas.
Fgos para as noutes de S. Joo e S. Pedro.
Tinta purpurina a 1/000 rs. a garrafa.
Sementes de hortaiiea muito aovas.
Charutos em grosso e a retalho.
O Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desis capital e seos suburbios qoe
o sea armazm om
Centro especial de novidades, no que diz res-
peito a
ACEPIPES
Em quarno aos precos porque tera resolvide
vender ledos ot seos teneros, s com
A vista.
Irmandade acadmica
DE
N. S. do Bom Conselho.
Por ordem da mesa administrativa da irmanda-
de de Nossa Senhora do Bom Conseibo convido a
todos os irmaos para eomparecerem em mesa ge
ral. na faculdade de direito, no da 6 do crreme
(quinta-feira), as 10 boras da raanhaa, aflm de tra-
annos da irasladacao da divina padroeira para o
convenio de S. Francisco.
Secreiaria da Irmandade Acadmica de Nossa
Senbora do Bom Conselho 1* de julho de 1871.
O secretario,
____________ Henrique Leal.______
O Sr. J. J. tt ltIlha a bondade de mandar
pagar prea Luiza os 45/ que Ihe flcou devendo,
isto a mais de um anno ; se o nao fizt r publiear-
se-bo as outras iniciaes que faltara, e tambera o
.nulo que tea).
O insigne tocador de violio.
COMPRASE
frascos vasios da tintura jtpooeza, e paga se a 80
rs, cada om : i roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda n. 61.
Comara-se dous buhares
a tratar na ra Nova n. 20.
que sejao feons
VP:HDAS.
Attenpa
Venderse o j acreditado medicamento contra os
calos : na roa Primeiro de Marco n. 3 (antiga do
Crespo), e na roa do Mrquez de Oliniia n. 50 A
(anliga da Cada).
Eserava ou livre.
Na Capaoga, perto do Jacobina, sitio n. 66, pTe-
eisa se alugar urna eserava que saba cozinhar o
diario de urna casa de familia, e na falla desta
urna ama livre as mesinas condic5es.
1
Antonio Pereira de Oiiveira Maia lem para ven-
der era seu f?tabelecnnento a ra da Senzala-no-
va n. 1, es snperiorei (amneos e chieellas do
Porte, mandados vir por soa conla propna, era
grosso e a retalbo ; aproveilem, autes que se
acabem.
GASA DA FORTUNA
RA 1* DE MABCO OUTlt'ORA DO
CRESKl N. 23.
Aos 20:000^000. ;
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven
Ja os felizes biihetes do Rio de Janeiro, pagande
aromptameute, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24/000
Meio 12/009.
Quarto 6/000
M;uin.O Martins Fiuza.
Precisa-se fallar ciin o Sr. l'rauci Cavalcante, e como nao se saiha a sua rei lencia
pede-se a quein souber que informe ao .ipenle de
leiles F. J. Pinto, ru* da Cruz n. 38, esonptori
Casis para vender
Vende-se a casa terrea da na do Pillar n. 114
em que esi um acoogui1. que rende 10 mensae1,
e tem urna mei-aguano fundo que rende mais 8/
mensaes. e outra ao iado que rende mais 5/000
mensaes, e quintal cora fundo at a ra dos Gna-
rarapes. Ouira casa terrea na ra dos Goarara-
pes n. 63, com 2slIs, 2 quarto-, c-zinha fra e
quintal murado : os pretendentes d nam-?e
rna do Brara ns. tOO .-i 104, fundicao de Cardse
& Irmo, ou na mesma ra n. 20.*
Preci-a-se de um menino para caixeiro de
taberna que tenha pra'-ica deste negoci : tra-
lar na trafaga de S. J- n. 21 taberna.
As proponas para a compra dos escravos do
casal do nado commendador T^omaz de Aqui-
no Fonceca podem ser entregues ao Illa?. Sr. Dr.
jaiz de orpbao al o da 13 do corren'.e po que
na 1* audiencia do Jaiao J- i.i- desse dia, serao
abertas e ?e fura a \enda na firma da le.
Aluga-se um -eguutta audar na ra da Sen
zala-velha n 138. com muitos commodos para
grande farajlia, tem 2 sahs e6 grandes quartos.
anta easa
O Sr. Ventura de Medeiros Barbosa tenha a bon-
dade de comparecer secretaria da santa casa da
misericordia do Recife, ou roa de Hortas n. 85
a negocio de sen interesse.
- Para prevenir qutstoes
O abaixo assignado vem protestar pela imprensa
contra qualquer tran.-accao que se pretenda faier
com a propriedode Liberdade sita na coramr-
ca do Bcmlo, a qoal Ibe pertence por titulo que
apresentar no devido lempo. Esta declaracao faz
para nullificar qualquer Iransaecao reaiisada ou
a realisar pelo tenenie-coronel Vicente Ferreira
Padilha Cilurabi.
Sizenando Sergio dos Santos.
AVISO
Os abaixo assignados tendo cmpralo o espo-
lio lo fallecido subdito portuguez Virginio Freir
de Oiiveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
n. 4, constan io dito espolio na sua raaior toialida-
de de divid.is activas nesta praca e lora della,
vea pelo presente pedir a todos us devedores do
di:o espolio que quanto antes vendara ajanar e
saldar as sua contas, aflm de evitar ncommodos
e despezas. Recife 19 de junho de 1871.
Gama & Silva Brito.
Aluga-se o -i.o do sobrado n. ai da ra do
Range), o qual lem commodos para urna pequea
familia : a tratar na ru da Praia h. 34, arraazem.
Echo de Roma
terceiro anno.
Assignatura-6/000.
Livraria franceza.
J.iD Auluuli) Mouieiro -itciara ao respeita-
vel publico, que desde o dia 21 do forrante, dei
xou dfl ?pr ^ropregado da ca>a ci>mmercial, do
Sr. Jos Augusto de Araojo. _____________
Precisare alugar urna ama forra ou esera-
va para caa de hornera solteiro : a tratar na ra
do Queimado c- III.
Perdeu-s-1 > hilhete de dous ter^ns da lote-
ra 198' a beneficio do hospital da Ordem Tercei-
ra !> Carmo. n. 1839, peO>-se ao seahor thesou-
reiro que dSo pague a sorte que nelle sahr senao
aj abaixo ass.ignado que joga com esse numero a
6 sn:)!".
Recife, 30 de jaDho de 1871.
Julo Pedro Baptista,
Mudenca,
J. O. C Dovle faz publico quejmndou o seu ar-
mazem Je lazcodas da ra do Cuminercio n. 48
ara a mesma ra n, 38.
O CH RUTH
DE
::illl.
Ra da Imi'.er tri/ n. 63.
Neste bem smtido esfabeleeimento encontrarao
:jt coosumidorpx os melhorts charutos de I la vana
je diversa- marcas a precos, nltimamente chega-
'h da rr'e, e bem assim charutos nacionaes sVi
Rio e Babia, ciarn* das melbores qualidades, de
pslha, seda e linho, ponteiras de variados gWto*
para charutos e cigarro?, bolea?, etc, etc., o que
tu lo vende por preeus muito resumidos.
Seraphiuas ou harnioiiicos
Acabara de ehegar a ra do Mrquez de Olin la
n. 14, ptimas seraphinas de Nt-gqeira, com ex-
cellentes vozes, e se vendem por preco commodn.
Attenpo
Quera quizer dar a juns de i 1)2 0,0 3:000/
com hypotneea era bens movis, aununcie por
ete Diario r-nr.i er prnenrado. _________
Quein precisar de um b taberna ou outro qnalqopr estab lerinv it dinja*
se ama das Cnue c. 36, qae enc>D'rr com
quera trattr.
Cozinheiro.
Precisa se de um ci zinlieiro : na ra larga do
Rosario d. 44.
Aluga-se a caa u. 2 na travessa -lai barre
ras, com grandes eoflMaodon : a tralar 113 esirada
de Joao de Barros, sitio n. ti.
Precisa-se de um.i ama para cozinhar e la-
var : a tratar na ra da Cadeia-nova n. lo. Un
mesma casa trata se sobre o alngael da ca
ra Imperial u. 215, a qual precisa de algn*
concert.
Baliza.
Lembra-s" ao Sr. J. A. C. a eoaveoiencia de
saldar certa conta no armazem do Baliza, ra do
Livraraento n. 38, p i? a'jim se abriga do desges
te que sem duvda Ihe causar a publieacao esten-
sa &e sea neme e o da respeitavel seuhora, de
cojo entao se servio.________________________
Despeos mrnomica
"No armazem de Marmore junto a typographa
do Diario, na anga r.a das Cruzes, tem para ven-
der o seguate :
Queijos do ullim > vanor a 2/20.
Doce de goiaba de 800 rs. a 1/5C0.
Manteiga ingl:za muito lina.
Dita franceza a 800 rs.
Caro* d'jserijo, ) meihor qne w.p-le.desejar.
Lingu?5as a rnai saboro a pjSive.
Queijus do sera'.
Dito pratn.
Diversas massas para 'opa.
Vinhos do P..rto, Figaeira e LL-bo.i.
<".ha o meihor jue vem ao mercado.
B antro' inultos gneros jue recoramen Ja-se
despeos ecocomra.
Quera precisar de um coziuheiro portuguez
ObesadO ha punco do Pono, pode dirigir-se ra
do R ngel n. 41.______________
dverte- cit
A pesso?. na e.isa d-* queai se achar occulla a
eserava le uome Felesmina, cabra, que em algu-
mas partes se intitula de forra, e mais conhecida
por Bina, principalmente no Monteiro e em Bebe-
ribe, onde castumava lavar roupa, tenha a bonda-
de de manda-la entregar no 3* andar do sobrado
n. 36 da roa das i'ru;es; protestando-se, pelo
presente, a se prjeeder com iodo rigor da lei con-
tra qualquer individuo q-ie a tiver sob sua guar
da, como j fez o x seuhor de dita eserava com
certa pe-'soa avisada a iso.
- l'r-cija-vi aiugar mu sitio que teuba baixa
de capim para 3 ou 4 vacc:s de biie e ca>a de
morada, sendo na estrada de Juo de Barros, ua-
m>- i da estrada nova : a tratar uo largo do Pa-
raiao n. 14.
Joaquim Jos Goncalves Beltrao lem para
vender no sea escriptoro i roa do Cimmereio o.
S, os gneros abaixo notados, qoe vende mais ba-
rato do qne em outra qualquer parle :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf mado era raassos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marte! frres.
Eoxadas.
Farinha de mandioca de Santa Catharina, sac-
eos de 3 e 2 alqucires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Po de algodo da Babia em novellos.
Fouces.
Maxados.
N'ozes.
Obras de palbeUs.
Papel propro para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para dente.
Pregos sortido.
Panno de algodlo da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
-Rolha.
Rap popular da Baha.
Bolim em fardos.
Retroz dos melbores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simoole da Babia.
Veroiz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, propro para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de SetubaI.
Dito Bordeaux em caixasjde ama dozia.
Dito de caj em caixas de ama duzia.
Vndese na rna do Bario da Victoria, on-
tr'ora rna Nova n. 49, o amarzem de looca Boa e
ordioaru, a qualquer peasoa que se quizer arta-
baieeer, a dnheiro, cu cora algum praso com ga-
rante a vuuiade do pr- prietario ; no mesmo ar-
mazem, vende-se a dinheiro vista, appareibos
para eb de porcelao, dourados e de frisos d-
cOres, dito de porcelana branca, apparelhos pa-
ra jaotar de porcelana branca, ditos par jaotar
de friso verde azul inglezer, ditos para cb, va
sos de porcelana para fines, compoleiras, grra-
fae, copos para agua, clices para v.uho e chara-
panbe, de cbrystal e lapidado- Anos; e nutras
ranilas pecas que ser enfadonho mencionar por
extenco, que se vende or menos do que em ou-
tra qualquer parte de 5 a 10 po'r cerno, por ttr
o dono de acabar e m o e isnelecimen'o.
mnm
Matfapol&o para forro
na ra do Crespo nu
a 2/000 a peca
mero 25.
Farinha ae milho
Vende-se farinha de milbo moid a vapor, dia-
riamente, pelos presos seguinles : grossa para
ang, pintos e passaimhos a 100 rs., para cangica
e pao de provenca a 120 rs., e para cuscus a 140
rs., em arrobas e mais barato : na ra do Coto-
vello n. 25.
(jaleados
Botinas de brim e daraque branco bordados d*
setim a 6/ o par : na ra do Bum Jess n. 21,
loja.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 49.
Jos Bigodiobo, com loja de miudezas,
avisa a todos os os seas fregaezes qaa esta
torraodo todo pelo preco, a vista da fazen-
Grosas de botOes de lonca branca a 120
Capachos muito bonitos a 600 e "uo
Caixas com 100 eovelopes fazeoda '
fina a 500, 600 e 800
Pares de sapatos de 13a para me-
ninos a 320
Espelhos de moldara doorada a
800 e 5000
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 240
Timeiros com tinta preta a 80 e 100
Pegas de' fita elstica muito fina a 200
Latas com superior banha 60,100 e 2C0
Latas grandes com superior banha a 320
Frascos com oleo de Pbilocome a
500 e 800
Frascos com macass Perata a 240
Caixas com 12 sab.oetes moito
tinosa 1000
Frascos eom agoa de Colonia verda-
deira a 1500(1
Dito coofee-4e-i*a )osa suderior a 320
Syllatrario porlugttez livro muito
bom para crianr;as a 400
Carrittis de retroz preto com 2
oitavas a 600
Ri-:as toaqninhas de fil para me-
ninos a 200
Caixas com agalbas fraocezas a 160
160 240
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800 e lQOO
Garrafas con a verdadeire agua
florida a 10300
C-rt lh>s 3a Poutrioa Christa as
mais o oderoas a 400
Livro das mtssdes abreviadas a 15500
Copos grandes com supe ior bahba 15500
Macos de pallitos para deotes o
melbor qoe ba a 160
Paco es com 3 sa booeies inglezes
fazeoda fina a 600
Escotas muito finas para limpar os
demes a 240
Na ra do Crespo n, 20.
Chitas de urna s cor propria para a praca, cor
de cinza e cor de ganga, muito lindas a 260 e 360
rs. o covado : na loja de Guilberme Carneiro da
Cunha.
ftfc~
Anurai i Marques de Oiiveira lem ue-i data
admetiido'p: ra ffU socio na Liberna sita roa
Imperial n. 47 a ceu irmao Jo- Marques de Oiivei-
ra, o qual era ca x-iro na me-ma tatierna, sendo a
firma -oeisl nenie sta data Marques 6: Irmao. Re-
cife 30 dn jnnho Ati 1871.
_ .Na rna iio Barao ua Victoria, autiK ra
Nova, n. 40,2' andar, ha para ser Mugada nina
rXcrUeots aiba eserava coto nastaute urlica de
todo servico de c.isa de familia, tanto nacional
como e Parteira.
tima seoh.ora de id.nle. ,i qoal tem de na pro-
ti.-'i a jratica de 40 wnii, i ITerece o* seus ser-
vi-_-1* a qaalquer hora d da on oa Boiie, nao s
para a cidtd enmn para o centr.>, mandando po-
rm a DDBdDf*o, .juer teja :rro ou ravsllo. A
mema i tem un neu ^udVrdin>realej ;.ite-t.i-< dj<
mdicos 'h-tacidalo < da M:il|ia, oriJe tevn prifl
t\M es '-"M* 'niOl: .i tr*ur com a mesma n*
ra* -ir'i'a o Bori n. 12. Io 'ndr.
Pn;cisi--e tlelHi/ ;i juro iUMu-m gaiaoii,.
ecora vapta.em qne ningiifm deixar de aceitaf ;
o e>- qt-'Z'T ?Ofi'iiie pr sfr |irmrdi
Aiug.'i -? ma 6'itsm Ci7ifinira,'eng^mni-
deira e lava berr de .bl : par .ver na ra da
Cadeia n. l-, "j^- _________
iNau ^a/: ra Veilia us 14 e 16. iji dj R-mgel u.
l, roa di Fr.'.ia ns. :Q e !ii ; no da .1 do cor"
reuie ia novaniente praca nu dia 6 Jo eorecute.
Uo ja a audiencia dy Sr. Dr juiz i i.rplii.
Quem quizer manir se de movis por presos
commodos, nao tem mais qde fazer ama visita ao
grande armazem de otras de marceneria, ra
do Imperador n. 47, cojo dono acaba de receber
do estrangeiro, nm completo sortiraenu de mobi-
lias de gosto, tendo tomado a seguate
Resolnco :
Vender barato Dar vender muito.
Prec sa-se de ama ama de leite : na ra co
finararapes n. i, on na fabrici do sahao.
AVARIADO
Lenpos de esguio.
Finssimos lengos de esgoiao de linho com pe-
queo toqne de avaria a 3000, \i:m e 4J00Q,
hmpos l300, 4>00, 4300 e SOOO a dazia.
pee-hincha : na ra do Crespo o. 20, loja de Gai-
Iherme Carneiro da Cnnha._____________
VIDDr
Acaba de ehegar o verdadeiro vinho verde de
uva pora era caixas de 12 garrafas o o acreditad"
vinho e-pecialissimo pasto em decimos de pipa ;
. vendedor nico reo hedor destes viDhos acba se
autorifaln a garantir a'especialidade dos mesmos:
rn do Vigario c. 14, Io andar, escriptoro de
Jos L-ove* Davim ; nde sempre se encootr;ra
nm deposito de vmho do Furto ( o roelbor qu-
l^in viudo a e-te lercadn) em vigsimos de pipa
f em cana de 12 gairafas, que se vende o*rjae-
nos precti do que em qualquer uu'.r. parte.
FUNDAS
* i --------
A pharmacia americana de Ferreira Maia & C
acab de receber- pelo ultimo wpor nm prand*
sortiiaento Je fundas, e entr; ellas algomas de
gummi elstica, as msis ncommendadas pelo
raedicoi para a cora -las bernas : ra Duque de
Qaxia o. 57, nntr'ora Queiraaib._______________
{ Vwide-se a uberua do pao do TerV'o e. OH:
a tratar aa mesma.
A ljrj280 o par.
Vende-se sapalos de tranca Dar sedhora pelo
diminulo prego de 1*280 ; venham a elles antes
3ue se acabem na bem conhecida loja de mu-
eras da raa da Cadeia n. 50 A, hoje Mrquez de
Olinda._________________________
Dados e gamo.
O mozeo elegante, ra astreita do Rosario n. I,
recebea tabolas e copos de marfm, coasa de apu-
rado gosto, e tambera perIBilos dados de mar&m,
sendo tres em ama caixinha proprios para os
apreciadores da......
Demento Portland
Em barrica de 13 arrobas preco mais com-
modo do qne em outra qualquer parte, vende-se
nos armazens de Tasso Irmaos & C.
Cutileria de Guima-
res
Na loja de ferragens ra da Cadea n. 44, de
Tbomaz FernanJes da Cunha 4 C, chgada nova
remessa das mais bem acreditadas facas garfos
de cabo de ac, assim como de cabo de ossn de 1
e 2 botoes, de cabo de bataneo e emita<*o ;
igualmente um couraleto sortiraento de todas as
lerragens, e que tudo se vende por preco muito
commodo.
Vende-se a casa terrea n. 13, ra dos Gua-
rarapes : a tratar ra do Mrquez de Olinda n.
40.
DAMASCO DE LAA com 8 palmos de largu-
ra a 23 o covado.
CHALES DE TARLATANA bordados a 1*300
cada um.
SAIAS BORDADAS para senhora a 45. ?
CAMISAS parasenhira a 2o00.
LENCOS de algodo a 1*200 a dnzia.
CORiESde'organdy com 10 jardas a 35.
Na loja de Antonio de Honra Rolim t C. jrua
Duque de Caxias n. 73, antiga do Queimado.
Dunha -v Manta, vendara a
ra do Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEREZ superior, era caixas.
COGNAC HARTBLL idem.
VINHO BOREFAUX. i em.
AZBITE DOCE REFINADO, idem.
VINAGRE BRAN O, dem.
CAF DO CE ARA, saceos.
Charutos de Schnorbusch
Regala britnica.Regala imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de um miihiro
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DN RIO DE NO-
VA ES E LIZAUR, de diversas qualidades, vende
se em barricas.
Vende-se a casa terrea n. 11, >ta a ra d i
Oitao do Amparo, em Olinda : tral.-.r ra do
Mrquez de Olinda n. 40.
Vende-se um terreno na travessa da ra do
Principe, com 130 palmos de frente e 141 de fun-
do e 100 caibros de mangue : a tratar na ra do
Socego da Rna vista n. 33.
iiival sem dimito
Rna Dnqiie de Caxfas q. 49
Jos de Azeedn Maia e Silva, era sua lo-
j ade nmide?as ci'ntioua a venner tudi-
por baratos pree/is qne torios aitmra :
Duias de facas e garfos de nm e
dous boioes a )000
Talberes pare meninos a tt)0
Libras de liaba da novello, a ro^lbor
possivel. 15500
Duzia de lengos de cas?a com barra. !Ki00
Caixas de linuas com 30 novellos a 500
Vara d* franja tranca para toalbas 160
Duztas de me as cruas muito boas a 3500
Dozias de meias finas para senbo-
ras a 44000
Duiias de facas e garfos cravadas a .jOOO
Dazia de palitos seguranza a 120,
240, 320 e 500
Na'albas muito Bos, para fazer a
barba a 13000
Caixas com pennas de ac com to-
que a 320
Caixas com peonas de Perry fazeo-
da fina a 800
Ditas de dita dito verdadeiras a ItfCO
Caixas com 0 cadernos papel ami-
zade a "00
fecas.de tiras bordadas 12 metros
cada urna 15500
Pecas de fitas para coz com 10
varas a SCO
Pecas de tranca lisa de todaa aa
cores a 40
Dozias de liuha frouxa para bor.br
a 400 e 500
Pares de sapalos de trares a 1)5800
Ditos de tintos de tapete muito
tinos a I 280
Diras de baralbos muito fines a
2400 e 2/80i
D ta de ago'has para machina a 20t0
Libra de pregos fraoce es a 20
Hermas de papel almago soperii r a 3ri00
Ditas de lito pautado o melhir a 51 00
Caixas c m f abocetes fructa a 70 e v<5000
Libra" de lia para bo dados a 7' 00
Carrteis.de Moba ,A exandre a |U<
Grvalas de cores mnito fias a 5< <
Ditas prttas pontas bordadas a 6oo
Croyas de betes de madrv;prola
para camia a SO
Novellos delmba br^n'a, iOO jardas t><'
Duzia de cardes de lintia branca e
preta e de cores a 2o
Thesouras moito tinas para nr,has %
e cusinra a O<
Baralbos fracezes muito finoa a
200 e 2it
Caixas redondas para botar rap a l5te('
Caixas c? tu pos para lim ar denles
zenda fina a
200
Pao de milho
^a padana da rea do Camaraa n. 13.
P-oprieda'es emOnda ./
Vende s- on arrenda-se o j irdim botnico, um
obrado novo th ra do Bomlim, urna casa ierre- '
nessa mesma tu* e i utra prxima aos Qualra
Cantos : fatar- hral Tavares de Vascjnellos, morado na mtsro
cidade.
JMao n- rniis cholera nem
frbre auiirella
E-ja casa da J. 0. C. Dyle ha um sortimentoe
filtradores pelo melbor systema, p is quem usar
a agua passida imr elles ticara livre de tao terri-
ves molestias. Tambem receten j bm cmheci-
do e desejado vinho sherry, e esta tudo veada era
sen aam.'zem rna do C<>mmeinio n. 38.
K-nrek fina uigleza
era latas de 1, 2 i 7. li e 28 libras cada urna :
no armazem de Tasso Irmos & C, ra J. Am .
rim n. 31.
T r eno.
Vndese nm terreno na estradi nova de Be-
beribe, com 20 palmos de frente e 800 de fundo,
mnito perto da e.-lacao da estrada de ferro :
quem o pretender dirija-se ra larga do Rosa-
rio, loja n. 38.
Vende-se barato um piano de um dn ma'S
afamados fabricantes: a tralar na ra do Com-
mtelo n. 38.
Ul 65.
Ra do Duque de C xi s
Popelinas de laa, paaroes lindissimos, e cjius.<
cavado 360.
AO 65
Ra do Duque de Caxias
Acaba de ehegar a e*te estabelecimento nm lin-
do forlimento de casas croch.da-se amostras.
AO b5
Popelinas de seda
Roa do Dnqne da Caxias
Acalia de recebiT nm completo sonummio del-
tas linda" fazendas para vetido*, o promette ven-
de-la por piceos que oingnem p->dera compe-
lr I Ao o. '
5jrj> e 6$
tzemir
padrS*
Merinos de cor a 449
K' por quanto vendtt o 63 rna do Duqu- de
Caxias.
Grande raduccao em
0 corte de cazemir, s o 6-", rna do Duj,ue
de Caxias. san padroas novo?.
presos
O G.*i a rna do Duque de Caxias.
Tendo felto urna compra real, de diversos tta-
dapoloe?, piomette vende-lai muito barato, pele
que pede a ailenco do illn-tre povo pernambnca-
ni, rogandolhes queirain visitar seu esiabeieci-
mtnto.
8^000
A dazia de toalhas felpuaas, f o 63 ru do
Duque de Caxias.
Fazendas baratas.
E^t hcabando
Xa rea do Crespo n, 2.
Loja do Xavier.
MADAPOLAO a U, 3*300,4*. 35, 55500, C Gi'illll a |"ca.
ALGO0A0ZINH0 a U, 3300, 'i.J, 45300, 5*,
55300 e 03 a peca.
CAMBHAlA BK iXCA a 25800, 35200, 450(10,
35300, 65500, oi-00 a peca.
CAMBHAlA OE CORES linas a 240 ris o cj-
vado.
CiiMBRAIAS BORD vDAS brancas e de eres
\)2f* nriinado a .'!(l rs o eovad.
fGOLXAS adamascadas lun :aa \ de cores a !5.
45300, 3 5 e (i i
GROSUE.N'AfLE bran.M a 1.5 o co^aJ > e supe-
rior a 1*800
MOHIaM.QUE pre'.e muito Lora a 25-"(M) r o
covado!...
Dio-se amostras enm penh'>r.
Cimento
Porthaade de prmeira qualidade. bairicas .un
13 a 14 arrnbaa nr I0*0tl0, > do armazem d*
',.i:l.(i Alliert.i S rtr da Hita k C. tra;.-
da Midro de Den* n. 14.
Papis par i Qiga-ro
De toda* as qmliiade*, e por meoo prej.'i do
qne em -.t!r:i qualquer parte, dinheiro a \]-:.
so nn arina'em i)^ i',n(lid<> Albe'lo S "Ir ila Bola
k C. a tr.ve-si da Madic i!o Deus n. 14.
Pap s ti unidos t pitad proprus para forros de eaas, ra.iella e orato-
rios, c'm .'iiarni^oes para os me-nus e pelo me-
nos preco posivel, no armiZ'mi d Candido Alber-
to Sodr la M ta G. travessa da Madre Deas
n. 14
IMI.MBR0 DA AC:\EML\deMEDICI!VA |
Preparado por DESUURIERS.PH.
S/e?" DE BOUTICNY-DUHAMEL
31 Ra de Clry Papis
O Xarojie depurativo iodu rado do Dou-
tor Gibert offerece, no seu einprego. um
resultado bem, certo t constnite na cun
aBiSimpigcns, escrfulas, moleftiitsdapelk,
POT to sangne, nbstr veriles iymphalicR.-,
ino/estins contagiosas (syphii/ticas), leves
ou invetn-adns, ede todos os accidentes que
d':Ihs dependem.
A receila deste Xarope foi approvada
peia Aciidemia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito as principnes pbainiaciasdo
Brasil.
ctk Pernambucn : Mai'RER e Cu; lOApCIH
Martisbo da Cklz Correia ; Joo da Con-
ceioao Bravo e Cu; Aigisto Caors ;
Bart!io!.omeo e C1*; Alexamire Ribeiro;
Abreh Riiieiro ; Joao da S* Faria e Irmao.
Uerveja em barril, d^ ^u-
' penorqn-.lid.-ide
Vftnde-e em casa de S. P. John'ten dt C, fija
da Senzal* nova n. 4i.
Lencos com rojuw denva'-w
A loja dos arcos vend- lencos d-i es(tui3o enm
toque de pvaria a 35 a (uz;a, cassi de cores a
240 e -290 rs. 0 c>vad'i, chitas crebnes com bar-
ra" a illO rs. <> covado. alpacas muito finas e de
lindos padrdes a 300 rs. o rovadn : na roa I" de
Marr-i, ou i'ora do Crespo, ti. 20, qnin da ra
d> Cruzes._______
CALCADOS
para crianqas
Grande snrtimenlo de calcados p-ira erial
des melhnres que lem vindu a e-ia praca : na
h>ja d ejloado da raa do Bim Jesn n. H .
rliri-li .iTi-vre't'*
Vdodu se una moiaia Ue amareilo a Lu:
XV, 4e bom a oslo, e man peneocti da mesma :
na loja do sobrado da ru de Hi-Pits n. 30. -
:.."". ~i~~


T*>
>.
Diario ae JferiianiDuco Ter;a eira 4 ce Julho le 1871.
VENDE-SE
Joaqaira Jos* Kmo*, na roa da Crux n. 8, 1*
odar, vende algoda atol americanos verdadeiro
* pri> *o lia mal cabello ftraacu.
Tiniura japooe a.
S e nica approvada pelas as academia de
ciencia, reconbecida superior a toda que tem ap-
parecido al boje. Deposito principal ra da
3adeia do Recife n. 51, I andar, em todas as bo-
ticas e casa de caMIeirairo.
ilfflfi
Kll
LIQUIDACAO
NA
LOJA E ARMAZEM
M
II
Memore a Sfo**) Esperaaca !
AOBP^'JSEXd.
Esta loja bem cnnheud.1 pela sna elepancia e
uperiorinade de seus objflCtQ". acaba de receber
muitos a nipos para o que re*peiu>samenie ton-ida
ao bello sexo a vmta-la.aflm de compraren* aquil
lo que precisarem para preparos de vestidos toi-
leie cu tocadores, e mesmo qualquer objecto para
faier alpum preente...|iiis que si na Nova Espe-
ranza Mario saii-feitos, j pela qoalidade e pre-
^is razoaveis, e mesmo por qaa a Nova Esperan-
za ufana-se em nao se impacientar em dar a es-
colher os objectos, prWDdo-M com o agrado
etm ijue costu a recebar a todo, atim de que
?aibara cum o firme proposito de voltarem ou
mandaren) a mesma li>ja. logo que precisem de
aualquer artigo por ptqueim que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Li-bna a Nova Esperanza para
numeus, senfiora e meoinos. sendo brancas e de
NOVIDADE.
Bico de qnipure preto com lranco, a Nova Es-
peranza s qnem tem I 1
Caixas para joias.
Nova E dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de muitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
Nova Esperanza tem leitede rosas brancas.
Para tiugir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
giexa.
Para ref/escar a pefle e aformozu-la.
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
anto fraucez como inglez, esli exposta* venda
a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
anca.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
nido de superior qualid.'de : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanza, a ra Duque de Caxizs n-
63, recebeu ara lindo portiraeoto de l para bor.
dar, viado as cores mais p'ocuradas, branca, pre-
la. escarate etc. etc. a "lia ?nte< one se acane t
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft-C
Os propietarios deste gr.ode eiaeteciment temi em ser ama avultada por?So de
fazenda. e tetHo continuado a recebar por todos os vaporese navios immeosa porcSo
las mismas, tem retolvido f.zer ama GRANDE LIQUIDACO, fia de demiooir o grao-
de deposito e p irar DINHEIRO. De todas as faze idas que se vende barassitao se dio
as amostras, ficande periDor ou se maadam levar em c isa dsExans. familias, assim como
as pesoas que negocian em meoor escala, n'este esta e'ecimentose podero sor ir em
pequenis pcrces pelos mesmos preces que compram as caas exportadoras.
ALFAIATE
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL
15Ra da Imperatriz15
de'
LYSSES &
Bonitas tondas
PARA AS FESTAS
DE
SANTO ANTONIO
E S. too
GDEGARAM PAB4 A LOJA
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se vende na
rea da Madre de Deus n. 22. armazem de
J.'il i Martins (!< Barro*.
Vende- sccos com lannlia de mandioca, me-
dindo IS ciiia, pelo baratsimo precode .* cada
sacca; na ra au Manjtiez de (linda u. 50, es-
crintorio.
Libran sr- li las.
Vende se no arniai-m de fazendas de Anposto
P. de Oveira A C... i ra

3U
i :1U
1 :. ;. oda em sena armazens, alm de outro
Lf.w- 'le sen negocio regalar, os segaintes. qfle
'OLiera por precos oais mdicos que em od-
:' ijual 'ORTaS de piolio aimufadadas.
i' >!:T'-".iH.\S de ('no p. SALITl'.E m?' 7.
. ,.\S o i la-lia pira cama e forrar salas.
;,.'(': te barro francs para esgoto.
jrSSO ape-.' em purcos e a cimiento.
XIE.NTO Je I-da< as quadades.
-.: kCHINAS de 1 i;ar"i;ar algodo.
..'..-' briuzoesda Russia.
1 i3 americanos para forro de carros.
?0G0E5 americar.es tuuito bous e econmico?.
7INH0 de lordeaux.
COGNAC -.'. or de Gantier Freres
aHELLO eu) s.>i -is urandes a 5W)
florida legitima.
PAUA
Vtnde-se cpstos : na ra sMrtn-i ti. 8i. (Senzala-Vellia).
PADAKIA.
Domingos
Jo
C^KANOE
Parn os senhores de engenho
vercm.
Chita, far.nda bem conhecida pela sua fortidio,
mais largas qu chitas, para rmipas de e?cravos a
S'"0 rs. i' covado : na ra du Crespo n. 20, luja do
Goilberme,
60 por 48
Ao muz-iu elegante.
Vendc-se camisas ing'ezas muito finas de G0
a dozii, por 4**, a i :> fiii?s bordadas a Irt cada
nxa, \ para fechar Cuntas : na ra eslreita do
Kosatio fi I.
i- < ii (ii quenas porcoes, o
prande terreno que f'>i do Sr. Machadu, sitio deno-
minad > laqneira. distante da e>taci do Funiao
cem passns, oro frente par a estrada do mesmo
nome, com n nilas si vores de frueto. I-t" terreno
t- propno, i! :">r ser de barril presta-e para quai-
qner plantacio, e oioito se loma recoromendado
por ti.ar perto do rio e da e muiln : a tratar na ina Nova u. 48. no nr
maietii il N ira, ou com o Sr. Tristio F. Torres
que tod is os I iraing > e >li is santdlisados o ncha
rao nease ngar.
Vende-so um guioch
I i i'.t- r : a tratar a
ii. 6.
GUINCHO
ferro, novo e do
rui d Livramento,
me-
loja

r.rn terreno nn na da H>ra. e-trada Barres, em 1* 0 p.iluios de frente e 'i'iO a i$h de
i .i;.! ., e n i ) poma arvorea de frueb, mi mdico
ure^.i .s iraiar Ha ra .1 j Vgario r. 14, l an-
o.ar escp t r o.
Bwm enip'efco para capital,
Vende se ai lice provindaoj veneeuo o Juro
de oitu por ts i pag-u em semeMre : a tratar
cjm i l gl Ar; uj >. d is 7 horas- a* S da
manha, i .u.wae Santo Amaro, n.
jg, .. tttro de S I
[ib. I, 'rio na travesea do Ca-
rioca c". 3, caes d; Hamos.
I
DO jy
PAVAO
ALSACIANAS A t*0
Chegaram as mais liadas alsacianas sen-
do urna nova e elegante fazeoda de laa
cotn lir libantes listas de seda e btame
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o que este auno tem viod i de m is gosto
o mercado, e verjd>'-se 4A200 o covado
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou para a loja do Pavo esta nova
fa/eoda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de la com
bonitos qnadros de seda, p'opria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8i0rs o coado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. ,.0 COVADO
Gbegoa e.-ta nova fazenda cjm o nome
de a.lanta, sen.lo urna delicada fa?enda de
la, para vestidos, q te venrle-se pelo bara
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPEL1NAS DE SEDA
Qiegou para a U ja do Pavlo um grande
sortime lo das mais lindas e modernas
ponpelinas de Sda, com os mais delicados
uadres e dj. muito phantasia, que vende-se
porreen moit" barato.
CAMBRAlAS BRANCAS LAVRAD\SA4*
Veode-se cortes para vestidos de cam-
bnia branca Jarrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 4$ cada corte,
assim como am grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparettes. que vende-se
por meros do que em oatra qnalquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavao um grande
sortimento de camisas escoras encorpadas,
a prova d'agoa, sendo propias para a es-
tato do invern, e vende-se por pregos
em conta.
T0AL1USALC0CH0ADAS PARA MESA A 3*500
0 Pavo vende toalbss brancas de fusto
alcochnadas, prop ias para mesas, sendo
nastante eran des pelo barato prego de
:j-5)0u, ditas encorpadas muito grandes 7 CHALES DE .MERINO- A 2550
O Pavao vende chales de merm moito
grandes e encornados 25i>0. ditos
imiueo de chinezei 25300, ditos pretos
de renda com 4 pomas 25000.
CHALES PRETOS BORDADOS
0 Pavo vende os m?iores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos C'.m largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em otitra qnalquer parle.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
melhores camisas inglezas e francesas com
peitos de linho para todos os pregas e qua-
liades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os pregos e tamanbos,
tendo tambem para criangas, e no mesmo
estabelecimen'.e tambem se vende ceronlas
de linho e algodo, tendo para todos os
prejos, assim com meias croas inglezas
para homens e meoinos, que ludo se veade
por prego muito limitado.
CORTINADOS I10RDAD0S
0 Pavo tem c< nstantemente um g'ande
sortimeDto dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jar ella?, que vende-so de
85000 at ao mais no que -osluma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vender no Bazar ao Pavao.
LAS1NHAS BARATAS
0 Pavo tem um gande sortimento das
mais bonitas lasinbas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
/ricipando da'200 rs. rara cima; porm
b lo grande a quanti-iade qae seria enfa-
'n a especificar qualiJadn por qaalidale.
s a vista do reguez e das amostras se lne
vendero por pregos to cmodos qne
engue ti deixar ae fazer um vestido de
13a par to pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO 640 R8,
O Pavo vende as mais lindas alpacas de berla-sendo fazenda mui0 encorpada pelo
nordso para vestidos e roupas de criangas Darat0 DreC" de 8'.Or. o covado. *
D6I0 barato freg de 640 rs. o covado,! Bsquinjs ou casaqumhos a 205 e 28J
ditas flnissiroas cornos mais liod s Iavoree i pav3 Vtnde basquinas nn casaquinhos
imitago de sgrarianai a 8(0 r.s. o-covado, de seda Prttos ricamente enfeitados, pilo
b-nitus giacs com'delicadas cores e lus baratiSMmo prcg dd 20^ e 25^000, genio
trosas como seda 16000 o covado, e ou- muil miraos, assim co no ditos de ero-
tras muitas fazendas de go-to e luxo para caete redaS Pretas Q se veidem muito
^lido, na ra da Imperatriz n. to. em coQla' D* rua da Imperatriz n. ^O.
POUPELINAS Caitas e atrancadas para tuberas a 360 rs. o covado
O Pavo recebe) as mais delicadas e me- Pav3 venle cbitas enl;a"Ci,das com
cornos mais molernos lofores, a ontaas l l^^^i*J***** en-
,as c ,m as cores mais novas que tem v;D lo, corPada P!SS?hKC a 8&S Cad-
B vende-8J 2&J00 cada ovado, assim' E3PvRTlLH0S A 580O
como del cadas sedas ae listinhat, tanto! O PavO vende psmais modernose m-
para veslilos desen'mrascomo de menipas, 'Ihores espartilhos, tenio de lodos 03 ta-
q vende-se 25000 cada covado. Imanhos, pelo barato preco de 45800
ROUPAS PARA OMcNS CASEMIRAS *
O Pavo tem constante T)ene um grande O Pav5o veide um elegante sortimento
sortimento de ronpa, tanto de panno como i de delicadas casemiras iogiezts, sendo to-
da brins br-n:o e decores, d case-,das de 13ae muito levesinbas, tint p^-o-
raira<, y?n todos os pregos e qaalidadei, pnas para homens como para crianajs, e
tambem se manda fazer qnalqoer pega de 'uitas mais encorpadas, ten lo d uun e da
ohra cjm tjdo aceio e proaplidao, para o duas larguras, que se vende o mais barato
que se tem um. perito 1 possivel, na rua da Imperatr u. J.
qne se encarreg de executar qnalquer en-
commtmda d ana arle vonude do fre-
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimen'o e promette servir bem a todos
os fregaezes que Ihe honrarem a sai casa.
ALGODAOSINHO A3JS00 A'PEQA
O Pavo vende pegas d'algodosinho de
Quito boa qnalidate, tendo 20 jardsa eada
ptga, pelo barato prego de 35500. dilo min-
io largo e eocorpado 6000, dito o me-
Ihor que tem v ido ao mercado, muito en
corpado e largo para lengoes, pelo barato
preg^ de 65800, grande pechincha.
MADAPOLAO A 45OOO E 45800
O Pavao vende pegas de madapoln com
24 jardas, sendo f -zenda muito mperior
pelo barato prego de 45800, di as com as
mesnas jardas a 46000, ditas fioissimas a
85800,65000 75800 e 85000. pechincha.
MADAPOLOFRANCEZA 105
O Pavao'vende pegas de firmsimomada-
polo verdaderamente francez, tendo 22
metros 00 20 varas, pelo baratissimo prego
de 105000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vendeu 145000, e liqoila-se por
este barato prego por estar alg^ma cousa
enebuvalhada na pono de fra.
ALGODAOSINHO ENFESTADO A 15 15280
O Pavo vende verdadeiro algidlosinho
americano, tendo 7 palca >j de largara e
muito encorpado, proprio para leogoes
75OOO a vara, dito da mesma largura sen-
do trangado e multo encornado 52*<0.
BRAMANTES PARA LENCOES A 2*109 2580035
O Pavo vende o verdadeiro brauat- de
linho tendo 10 palmos de largara, que ape.
as precisa para umlengol urna vara erma
quarta, pelo barato prego de 25400 vara,
dito melhor de 258 O e 35000, tendo at.
do melhor que vem ao mercado 35300*1
e 45000, assim como crotones fortes para
lengoes, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura JOo rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 45500 E 65000
O Pavo vende graade pecincba em saias
brancas rica nenie bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o prego de...
45800 e 65000, sendo fazenda qne sempre
venden-se pnr 85 e 105000.
Fazendas para saias a 15200, 15280 e 1580o
O Pa/o vende superior fazenda bordada
aScora prega* proprias para saias, d 15200,
15280 e 158(0 a vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
Ans 3000 cortes de cambraia a 2550O
O Pavo vende urna grande porg5o de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo bara;o prego de 25803, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2000 cortes de cambraias bordadas a S500
O Pavo vende urna g-ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que tem viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
onaes, e com muita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissiom prego de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, graoda pechincha.
CAMBRAlAS
O Pavao veade grande quantidade de.pe-
gas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 35 a pega at mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
0 Pavo vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato prego
de 160, o covado, grande pechincha.
LASINHAA 160 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas lasinbas transpa-
rentes pelo barato prega de lO rs. o cova-
do, paihincha na rua da Imoeratriz 0. 60
CORTES DE CASSA A 25800
O Pavlj vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada .nra em seu papel, pelo
barato prego de 25800 o corte, ditos muito
lindas 35000, pechincha.
CASSAS FRANCEZ AS A 20 RS. 0 COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato prego de 200 rs.
o covado ditas fioissimas com os desenhos
mois modernos que'tem fiado ao meicado,
pelo barato prego de 800 rs.
CRETONES
O Pa*5o veodt finissimos crotones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato prejo de640rs. o
covado, ditos de fl roes, propriuspira* co-
MACHINAS mk
COSTURA
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico um pouco de
ludo, que vendemos por pregos muito resumidos por ser o systema que adoptamos
vender barato para vender muito, e tirar-mos apenas lo % de lucro do descont que
temos das casas importadoras; e garanlimos aos nossos freguezes qne podemos faxer as
mesmas vantagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas qoe nos hon-
rarem com sua freguezia encontraro em nossos iratos sempre a lialdade e constancia
divisa deste estabelecimento. Chamamos aitengo do respeitavel poblico para a grande
variedade de artigos de que se compe este sumptuoso estabelecimento, como abaixo
se segu :
Cryfacs e vldlros.Grande
Chegaram ao Bazar Universal da roa N iva
n. 22, um sortimento de machinas para cos-
tura, das melhores qualidades qne existe na
America, das quaes muitas j sao bem co-
ndecidas pelos sens autores, como sejam :
Weller & Wilson, GroverA Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e ootras muitas
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vmtagem de fazer
o tra'ialho que 30costureiras podem faz r
diariamente e cosem com tantt perfeigo
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a suab>a qnalidadee ensioa se a tra-
bajar com perfeigo em menos de urna
hora, e os pregos sao to resumidos que de-
vem aeradar aos oretendntes.

'*,

\^
* v^/^
*?<
nico legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO 0EP0SIT0
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.j
34Rua larga do Rosario34.
Flor
Para saceos e fogueteiros.
S%COS
PARA ASSCCAR
CERVEJA DE MABCA
K
Engarrafada e Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os Dameros estampados
ais pegas e nao as etiquetas.
Vendam-se
Em casa de
T. JEFFERIES 4 C.
46 Rua do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca am bilhe-
.^, te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande
LIQUIDACA.
Na rua do crespo n. 20.
roja de Gnllherme.
Laas de cores miadas a 80 rs a covado.
Bramante de linho com 10 palmos de largara a
25300 vara.
Chitas clara? e escuras a 160, 200 e 210 o co-
vado,
Ditas riscados prussiams a 280 o'corado.
Ditas chineras para coberta a 2'i0 o cnvado.
Cambraias, organdys miedas a 210 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo li^as tina- a 3 a prn.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3o00
a peca.
Dita Victoria, a 4* a pega.
Mussulioa bnnu, a 400 rs. o covado.
Madapolo franjez, a 6i a peca.
Dito iaglez de bom a especial, a 4*000. 5, 6*
e 7* a peca.
Algodaoshbo a 3, 3500 e 45 a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
300 rs. o covado.
Dita branca, com flures miadas matisadas a
500 rs. covado.
Dita preta coa 11 ,r bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padrdes miudos e modernos a 360
r?. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de nbo embainhados a 4 a duzia. .
Chila, fazenda bem conhecida pe sua fortidao,
mais larga qe chita para roapa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*300, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1*200.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodo iargo merca T a 5* a peca.
B-sft amostras cjm penhor.
para corti-
Aproveitem
Talheres fino*, dons botoes, cabo branco, a 5*
a duzia, colherf-s finas elctro-plale a 6* a duzia,
ditas para arroi, ditas para terrina, .ditas rara
mostarda, ditas para sal, ditas para sopa a 10* a
duzia, para liquidar que te vende por estes di-
minutos pregos : nn muzeu elefante, rua eatreita
do Rosario n. i, de Ferreira. Martins & C.
sorti-
mento de liadas garrafas Dar vintio, de
vi 1ro Bacarat a 6, T'e 8^000 par, bo-
nitas compoteiras de diversos goslos e pre-
cos, tacis da chrytal para chmpagie ; c-
lices de vidro verde B001 para vinho do
Rbeno a -J->s( r, a duzia. ditos d-- dito
lonxo para vinho B rdeaux a 2d8' 0 rs.
a duzia clices fulos para licor a 3>50O rs.
a duzia, copos Snos lapidados para agua
a 45500, 4)5800 e 5000 rs. a duzia, escar-
radeiras de vidro de cores a :i.'KH) e h-> e
par, glande sortimento de globo; de vidro
para candieiros, cbamins para cndieiros a
205 e 24)5000 o cento, e a 240, 320 e 400
rs. cada urna, praiinbos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. om.
Perfumarlas. Sabonetes finos e
grandes a 14500, i soo e 200 a duzia,
daos ingiezes o qoe ha de melbor a 2 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6uO
rs. a duzia, latinbas de banha de familia a
80 e lO rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com bauha a 640, 80 e
i $000 rs. oleo de Ph i locme a 800 a 15000
rs. o fiasco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o basco, grande sotimento de agua de co-
lonia, agua Divina, agua Florida, agua fian-
za, tnico Oriental, extractos finos ingiezes
e francezes, pos para dentes, pomadas ex-
posico, copos grandes a 25500 rs. cosm-
tico uno, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. om, bonesas pan pos de arroz a
400 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e '
de castor branco forma Vctor, para homen
a 115 e 1250OO, ditos de palha ventilado-
res a 35200 rs., ditos pretos de feltro copa
redonda a 35500 rs., ditos brancos a
352 0. ditos de merino e de seda preta de
55 a 75000 um, ditos de palba para crian-
ca de 25 a 25500 rs. um, bonets de panno
preto enfeitados para meninos a 3-Je 355JO
rs. tim. cbapelinas de seda enfeiladas para
baptisado de crianza a 35 e 35500 rs. um
bonitas chapelinas de hl de seda branca
enfeitadas para senhoras e meninas a 65
a 75000 orna, chap, s de sol dd seda com
cabo de marfim a 95500, 115. 145 e
17500J rs. um, ditos com cabo imitacao de
UDicornio a 95 e muitas entras qualidades
tanto para homens como para senhoras e
criaocas, sendo de percate a 1#300,105JO
e 25000 rs.
Fazendas.Lindos e moderaos cortes
de percale de barra com figurinos a 75000
com 14 covados, bonitos cor es de seda
com 21 covados por 285000, cortes de cara
braia branca fina com babadinhos, borda
dos proprios para partidas a 75000 ; tendo
8 varas de fazenda para o corpo e 15 varas
de babados, cortes de laa escosseza com
15 covados a (31000 finissimas e moder-
nas cambraias brancas com listras a Impe-
ratriz peca de 10 jardas 95000 ditas mar
ca bispo e Victorii de 45 a 65600 rs. peca,
cambraia branca para forro pegas oe 1"
jardas a.25400 rs., bonitos cortes de laa
com 16 covados a 55500 rs, ditos de
chaly a 55000, pecas de cambraia branca
de salpicos com 8 1|2 varas a 55500, bo-
nitas laas de listras a 560 rs. o covado,
grande pechincha de las finas de bonitos
padres a 260 rs. o covado, fazenda que
vale 400 rs., bonitas e finas chitas fraftee-
zas de ama s cor a 300 o covad;, perca-
les muito finas e de delieados padres a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
franceza el ira a 340 rs, o covado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
dres a 360 rs. o covado. bramante
de linho com 10 palmos de largura a
25400 rs. a vara, esgoio de linho finissi-
mo a o o a vara, bonitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 500 rs. o cvalo,
setiu de algodo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roupa
de enanca o 500 rs. o covado, riscadinbos
finos de cores a 280 rs. o covado, chita
preta fina a 280 rs. o covado, guardar.apos
de linho para almoco ou cha a 25600 e
35600 rs. a duzia, ditos de dilo muito fi-
nos e grandes para jantar a 85 a duzia,
servem para toalbas de m5os, toalbas de
linho grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
do com barra e franjas, grandes a 45900
rs., ditas brancas e de cores de 25700 a
45500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
laa de lindos padres a 85 e 135000, ditos
de pello de lontra om duas vistas a 145.
camisinbas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 25500 e 35000 rs. cada otas, visti
dinhos de cambraia bordados para baptisa-
dos de crianzas a 65 e 1250LO om, cami-
sas bordadas para senhoras a 55500 rs.
urna, pentiadores de nanzuk bordado para
senhoras 45500 rs, um. caixinhas com urna
duzia de lencos de linho finos abainhados
por 65000, lencos de cassa finos com bo-
nitas estampas a 35600 rs. a duzia, dil s
grandes de cambraia com cercaduras a
*5'*0O rs. a dwzia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenhos a 15200 r>. a duzia,
bonitos lencos de cambraias bordadas a 15
um, cobertas feitas grandes de chita fran-
ceza a 25-00 urna, cobenores bramos de
la com barra a 25500 e 35000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado* dita bran-
ca finas a 560 rs. o covado, dita pre'.a de
de 440 a 800 rs. o covado, seda preta a
500 rs. o covado, grosdenaples branco com
loque, de mof a 640 rs. o covado, japao
de seda encarnada a 903 rs o covado: finis-
sima brilhantma de listras brancas e par-
das a 640 rs. o covado.
Gangas de Unbo para roupa de criaocas
a 420 rs. o covado, brim de linho branco
trancado muito superior e a 15300 e
1670C rs. a vara, dito pardo de linho a
320 e 500 rs. o covado, seroulUs france-
zs de cretone e de linho 15^00 e 25500
r urna. E outras muitas fazendas que
vendemos por precos razoaveis.
Porcelanas e lencasDelicadas
canecas de porcelana esmaltadas para cafc
85 a duzia, ditas de ditas com frisos de
cor 65a duzia, canecas de porcelana fran-
ca para creme a 355U) a duzia, copiohos
de porcelana branco para ovos i 15iOO
dazia, tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farioha
a 15. bfiitos aparelhos de louca inglesa
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20 duzias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos com lam-
pa, 4 molheiras, 16 pratos travessos por
1205, ditos completas para almoco da mes-
ma louca 115, grande sortimento de lou-
ca avulsa, constando de pratos com tampa
sopeiras, molheiras, pratos travessos, pra-
tos avulsos com frisos de diversos tama-
nbos, pratos com coras 25700 a duzia,
ditos pagode Chinez, grande quantidade de
tigellas pintadas de diversos tamanbos,
bules, bacias, que se vende por mdicos
precos.
I H11 fnqulllarlas Ricos candieiros
I para gaz de vidro e porcelana, (eitio dejar-
145 e 165 cada una, diios de vidro
de cores 6>, lamparinas, grande sorti-
mento de vidros de metal para desodorar,
para cima de mesa e para parede, 16600
1580O25 e 25500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamangos e gostos
de 55 205 o par.castieaesde vidro de cor
para vela 3A o par, lindos praiihos de ton-
ca esmaltado cora tampa para sardinbas e
outras 25 25500 cada um. lindos bules de
louca da ('.lina 25o0 35 e 35500 cada
um, sextinhas de vidro de cores com azas
para cartes 15500 25 cada urna, bonitas
quartinhas hamburguezas de4 55 o par,
copos (de barro, bonitos temos de bandejas
ovaes 115, ditos quadrados' 7$, grande
sortimento de bandejas avolsasde 15300 l
25C00 cada urna, ditas para farinha 15200
urna, lalberes de facas com cabo deme-t
fino 125 a duzia, ditos de ditas cabo de
os-'o finas de 55500 105 a duzia, colbe-
res de metal fino para sopa 55 a duzia,
ditas de dito para cha 25400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de latao 500 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 15200,
15500, 25, 35 e 45 cada um, galheteiras
de 3 e 4 vidros.
CaI?ao.Bolinas de bezerro para
bomem 65 o par. ditas gaspiadas para
senhora 35 e 35200 o par, ditas de ditas
para crianri a 25 o par, sapatos de tapete
e de tranca para hornera e senhora, de
15500 15800 o par, ditos de tapete ave-
hulados para criancas 15 o par.
Mindezas.Duzia de carriteis de Ii-
nha de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 novellos de lii.ha branca a
680 rs., la muito fina para bordar bonitas
cores 65400 a libra, duzias de caixinhas
de grampas 400 rs., duzia de caixinhas
de alneles pretos brancos 15300, lo-
ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
tos de madeira emitaco de sndalo, muito
bonitos 25, thesouras finas de ponta tor-
ta para unuas 65 a duzia, pentes trans
parentes finos para alizar 25 a duzia, ca-
d .reo de linho de diversas largoras branco
360 rs a duzia de .pecas, tranca de la 9
fina de cores para debrum 240 e 400 rs.
a peca, tranca branca de caracol 560 rss
a duzia de pecas, trancas de la de cre-
de caracol 600 rs. a duzia oe peras, so.
tase branco de algodo 280 rs. a duzia de
pecas, caixas deagtilbas fiancezas 4 papeist
por 220 24o rs. o miiheiro, agulhas pars
crochet, toncas de la francezas muito boa
nilinbas para criancas 800 rs. nma, cai-
xas de superior pap^-l amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., caixas de
100 envelopes a 500 rs., papel almaco
pautado dito de peso, dito para forro de
casa, meias cruas para criancas 35500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 45500 55500 a da-
zia," meias p3ra meninas de todas as idades
35500 a duzia, ditas inglezas sem costu-
ra para homem 55500, e muilo finas
65500 a duzia, ditas c m p de cor 85 e
85500 a duzia. superiores meias inglezas
para senhora 65. 85, 105 e 165, b-vas
de fio da Esc ssia finas brancas e de, cores
para senborn 35 a duzia, superiores to-
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para homem e senhora, grande sortimento
de bengallas, espingardas para cianeas,
brincos e alfinetes de burracha para loto, e
correntes para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 25500 cada urna, grande sortimento
de botoes e goarniges para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 25 cada orna, botoes de
madreperola grande e para cotleles, grande
sortimento de abotuaduras para colletes, e
ditas de os-o para palitols e colletes. groza
de boles de osso para calca 240 rs.,
pecas de fita de sarja de cores sem beira de
n. 1 700, ditas de dita de setim estreita
e 1 rgas e 240 500 rs. pecas de fitas
de veludo estreita preta 6i0 rs. ditas
largas,'e muitas outra miudezas que dei-
xamos de mencionar p<"" *e tornar enfado*
nho.
Este estabelecimento acha-se abarlo de-de as 6 horas manha as 9danoite.
15Rua da Imperatriz-lo
EMPORIO COM-GRCIAIi
ULYSSES1 & IRMQ.
*-.
_


I
K
1
r
\
DO
CYSNE
64 IIIA DA IIHI.ITIIZ \ U
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
Os proprietarios (leste novo estabeleciment, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acolhimento favoravel que tea recebido de seus reguezes; siucerameDte Ihe
agradecemos to expontanea como grata coadjuvaco. Certos est mos qne devenios
ojDtinaar a receber este favor porque o nosso programma ser fielmente cumpndo f
que vender barato e haver sinceridade nos ira:os.
Convidamos portamo as Exmas. familias e aos mascates a virem ao nosso estaoe-
lecimento oa mandar buscar as amostras das fazendas que recebamos ltimamente,
pois temos, fazendas da mais apurado gosto e do melbor que vera ao nos.*o mercado.
G'osd0inpl-s
Temos o me'hor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que outra qual-
quer casa.
Ditos d?i cores.
O Cysne tem o mais lindo sortimento e
de superior qualidado que vend.mos |.or que vendemos
1500 e 21800 rs. .i
SETIISS DE CORES.
Temos de tudas as qnalidades e precos
mais baratos que outro qualquer.
E' PECIINCIIA
Alpaca lavrada com cordao a S60 rs. o
covado, dita com flores e lisuras a 640, 700,
900, I4000we 13200 rs.. estas ultimas sj
to finas qoe ninguem dir que laa, sSo
mtiito largas.
Las Saboya
Recebemos urnas Mas O m seda, fazenda
mteiftmente nova no morcado, tem um bri-
lbo que as torna recommeudavel.
I"*echiicha
Poil-de-Chevre fino e com muito brilb
a ;ti) rs. para acabar.
Cnes a MVrva
I" urna fazenda de laa com listras de seda
de cor que h urna vista extraordinaria cen
19 e O covados por iifrm.
Cortinados
Temos compleio sortimento e vendemos uma senhora bone-ta.
por menos que outro qualquer. Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
Cambraia para cortinados de suprior cos dil Pre, ^ com salpicos.
qualidade com 20 varas a ll^OOOapeca. Golxas brancas de fusio a 30700 rs.,
CHITAS ditas de cores a 30860 e OOOO rs., ditas
O Cysne tem o melhor sonimento de miii'o grandes com botos desenbos a'
chitas finas desde 280 al i 10 rs., pode- I20OCO.
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios pa-a baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qua'quer parte.
RETOES.
Recebemos cretjnes de cores escaras e
claras pn pnas para vestidos de seuhoras
por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem teneos de esgoio de 5d
at 9(5010, litos de cambraia de linho em
caixas de duzia a 7000. Hitos brano s,
de casa mui'.o finos a 25?i00 rs., itos df
cores lixas proprios para rap a 4(5000 a
duzia.
Tapetes para guarnicio de sa'as, de todos
os tamanhos e por romos proco do que em
outra qualquer casa.
Bretanbas de superior qualidade a I;',
1*200 e 10400 rs. a vara.
FLANELLAS.
Temos de todas as qualidades, tanto de
cores como brancas e por mei os do que
em outra qualqner psrte.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Cbales de merino.
Temos de 2#500, 10, B03OO e 6*500 rs.
ditos cbiaezes a 14^000, estes nliimos tem
seda e sao muito lindos e proprios para
mos affiancar rerem cre fixas.
MADAPOLOES
Temos madapoloes desde 4*000 at
16*00 porm esta qualidade tem 40 jar-
das ou 32 varas maito largo e eocorpa-
do. Dito franee/, com 21 jardas a 8* e
II0OCO.
Cambraias Victorias finas desde 4*00
at 8*000 rs.
Ditas transparentes fins de 3*300 al
14*000, porm stas sao largas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 7*000.
ORGANDYS BRANCO
Temos nrgandys branco fino de O* e 8*,
dito de cor a 7*000 a peca.
Cambraia de cor
Atoalbado.
Temos atoalbados de linbo muito largo,
dito de algoil" adamascado.
Bramante de linbo com 10 palmos de
largura, dito de algodo a 1*800 rs. o
metro.
Brins pardos e de cores para todos o
procos, dito lona branco propro para
ronpa de homem fazenda de superior qua-
lidade.
Para loto.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
alpacas para todos os presos, canio supe-
rior, merino verao e princezas ; tudo se
vende por barato prego.
Algodo enfesiado com 9 palmos de lar-
gura proprio para lences, toaibas e outros
barato prego
Temos cambraias de cores com barras a
960 rs. o metro, ditas miudinbas a OO rs. misteres, qoe vendemos pelo
sao linas e cores fixas. de 900 is. a vara.
Hatea para hnmens, ditas paa senhoras, I Completo sortimento de casemiras de
ditas para meivnos e meninas, de todos os core?, ditas pretas para todos os precos,
procos s qualidudes. pannos finos para todos os precos. Tam-
Esparthos bem temos urn boro alfaiate e nos encar-
Temos espartilbos do diversos tamanhos regamos de mandar fazer qualquer pega de
e progos. obra que ficar ar gosto do fregu.
COFRES DE FERRO



Estes artigos acham-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkes i C,
rda da Cruz n. 4.
IIYMOLEO LITHOTRIPTICO
i:VTI HEUMTICO E GOTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALLIVEL EM OBSTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SUA FORMACO
Guiados pelas iodicatoes de moitos abalisados cbimicos. e medico*, dist'mctos, que
se deram ao estudo e averiguaco das causas que prodizem os p.dec.menlus de rkeu-
mutismo, gotla, arelas ios rhins, oexiga, figado, e d'outras visceras; e aosiensaio d s
meios pnpriospara cural-os, cheiramis a obler um remedio, que nunca desdisse a roa
actividade contra os ditos padecimentos.
N5o nnicamtnte baseado em theorias que tinto avangamos, mas im nes satis
facterios resultados ohtidos da sua applicaco, as innmeras experieoss, que com tile
Oxeaos ; e desie modo, seguros de teus beneficios tffeitus, afautamewte o recommenda-
mos< pessoas q e soffratn algutnas das molestias cima dits,ou de alguns outros pa-
decimentos do apparelho urinario, laes como o diabtico, glycosorico albuminuricu
etc.
Escobado seria observar que se n5o pode deaignar um numero determinado de (foses
de om medicamento para curar todos os individuos que padegam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes dp tural ou comiileigao. de cada om delles; mas comtado. certo que o hydroleo htho-
trptico anti rhewnatico e goltoso prodez sempre acora desojada, qundo se persista ero
toma lo o tempo preciso para obte-la; devendo ler-se em vista que qoanto mais iovete
rado est o mal mais se deve insistir na applicagao do remedio.
Podemos tambern affiancar qoe, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio nao causa desarrnjo algcm as vias digestivas, mas antas, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digesies
e, nao poncas vezes, tem feito desapparecer diarrbea, que erain entretidas pela dtbili-
dade geial do appsreltio digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-fedo hydroleo lylliotriptico, nos primeiros qaatro oa cinco das, duas co-
Iheres de s6pa, tm agua assucarada, leite, cha ou caf com leite, e mesmo sem misto
ra alguma, ia occasiao do almogo, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto da e se^uintes, tomam-se do mesmo mododiti, tres coiheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositam grande porgo de areias ; se as dores
nepbriticas, rheumaticas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos 3o
fortes, tumar-se-bao qualro colne-es de cada vez, oa ti es vezes no dia, a tres liberes
de cada orna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithoiriptico vo sendo mais raros o apparecim nto das areias,
es dores nephriticas, rheumaticase gottosas at quede todo desapparecem : neste punto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, corou preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentag5o, ve ella ser re'gu'ada de modo que nao sobrecar-
regne o estomago, e em quaotidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem duvida, a agua pura, mas tambem se pode osar de \inho
simples ou poued alcoolic. De cerveja e vinbos fortes, poacas vezes.
Sobre ludo o que muito recomraendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
elle muito contrihue para a rapidez da cura.
N. B. Depois de tirar-se do frasco a porgo qne se vai tomar, deve haver o maior
cuidado em o arrolhar immedialamente.
nico deposito em Fernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C, ra do Duque de Caxias n. 57, (ao-
tiga do Queimado.)
IMPOSTANTE ILIQU1DACA0
NO
BAZAR DA MODA
. De um grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricantes de
ParisE. Coadray Ed. PinaudL. LegrandVioletGell FreresMompelsBleu-
se-HadancnurtCottancee do muito acreditadoG. Rieger de Francfoit.
Recebido tudo directamente dos mnsmos perfumistas, e vende-se pelos admi
raveis pregos seguintes:
Nunca 8e vio um processo'nui perfeilo e que ai-
*>j te tal forma a satisfacer as exigencias mais
severa? da tscripiuragao.
A su. cor Iindi9f>ima e nao precisa de cnida-
*) algara para s cooservar oo tinieiro sempre
a mema rr, sem borra, croata, boWr a sem
toas estas maiellas inherentes lodas 'as timas
al agora condecidas, anda mesmo dos methores
autores osiracgeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca a
peiinas de ac, aules pelo contrario, a penna
adqnire nm esmalte darado que, sendo interes-
saote, asss pruveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
da eootudo duas, tres, ou mais epia um *tm
depois de escripia ; preciso, porm, deixar-ln
o papel Ijem molhado sera o enxugar com o mata-
Barito, jorque nao ha o rico de borrar. Para se
tirar rosis de urna copia, nao se agglomeram tan-
tas folhas quactas copias se querem tirar, mas
vaese como original tirar urna lautas quintas
e detejitm, sem que o original fique prejudicadu
lelas extracoes.
Occorre aqu dizer que, para copiar importa
paila imolli|;oQcia e habilidade, sem o que a me-
Jbor tinu nao satisfaz, e o defeito rM3^.^apr
obre a linta, que muitas vezes quem witfi-
Mlpa tem.
A dupU qualidade desta tinta extremamente
apreciavel, pois que evita qoe em qualquer es-
eriptorio, baja mais do que urna tinta para os di-
versos mi-teres.
Enguanto sua durabilidade, nao ha a oppdr
a menor duvida, pois que esta tinta deptfi de es-
cripia scITre o choque de cidos forssimos, sem
se decomjr; ora, se os acido nao tem aeco so-
bre ella, muito menos a aegio do tompo a pds
destruir ; isto plaasivel.
Nao s ao commercio que este meu producto
vmo ser til ; os professore* dos collegios, invest
gando todos osmeios para adiantamento dos
seos discpulos, tem approveitado esta tinta que
m razao a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da heleza
da rr e facilidade de correr na pequea pe sua
tiquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito lempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admitlida esta tinta
oo colrgio, apoderon-se dellas a curiosidade e o
go lo, e ponco tempo depois o sen adiantamento
era manifest.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nen
nico inconveniente, deteriora-se ao contacta de
outra qaalquer; cftnvm pois te- la em tir ten
isentos do menor visluoibre de nutra tinta,, p vi-
tar esereTOr coma penna saja de urna pre^taracao
di trente e incompativel; verificando isi,i, no ha
razao pan se usar de linta qne nao jeja a VIO-
LETA EXfRA-FLNA DE Mu.NTEljtf.
Observado.
2"K'if}ac5es
Pomadas flna de E. Condray
Em lindos vasos de porcelana
sortidos dozia .... 2O0COO
Dita milanesa..... 20#000
Dita flor de larangeira. 8(5000
Dita Iransparenle .... 90600
Dita schic-schic..... 0#8G0
Dita de viagem..... 200000
Dita cosmetiqoes superfinos a
2*500, 50OCOe. t 7,5500
Dita cold creara para o rosto
duzia....... H#fOO
DE G. RIEGER.
Dita moe I la de Bu. 110000
Dita genuina..... -120; 00
Dita pbilocome grandes. 40OCO
Dita dita pequeos. 90000
DitaDuqueza..... 240000
Dita cbineza para os bigodes. 60OCO
Dita cosmi tiques duzia 70000,
110000 e..... 4400(0
DE MOELPMS
Dita surflna duzia..... 90500
Dila de urso idem. H0OOO
Dita cosmelique fino 70000
DE BLEUSE-HADANCORT
Dita da Exposigao duzia 24:000
Ditaespecial do Bazar da
Moda....... 90000
- DE COTTANCE
Dita mandarina em latas duzia. 800
Dita menages idem. 10200
Dita universal idem 10800
DE VIOLET
Dio esld-cream para o rosto
duzia....... 110000
leos superiores
DE COUDRAY
Oleo superfino duzia 50800,
40800 e...... 20800
Dito E. Coudray duzia 50800 e 90500
Dito philocome idem.. 90500
DE G. RIEGER
Oleo pbilcorre duzia 110COO
DE COTTANCE
Oleo pbilocome duzia 90000
Aguas para toilettes
DE E. COUDRAY
colonia superior duzia 50300
100500, 130iOO. 150500,
200500, 230, 560500 e 640000
Di
recido,
compradores
casas circumspi
fabrico
emelbaeas tem tippa-
-r.uade TOvldosa. Os Srs.
m evitar o engaao dirig nio-ee
------ que en
110000
200000
180000
i:i#)00
300000
50500
DE G. RIEGER
Agua dentriflco duzia .
DE L. LEGRAND
Agua de flores de Orisa dnzia
Agua dentrifice Elixir idem.
Extractos superiores
E. CUDRAY
Extracto de sndalo duzia .
Bouquet dos Alpes .
Diversos finos dnzia 40500 e..
DE E.- RIEGER
Essencia de rosas dnzia. 2O0COC
Triple extraxto.....140000
dem........2IO00
dem. ........H05OO
dem........210000
dem sortidos.....2O0O(K
Bouquet do Reino .... 400000
DE. MOMPELS
Das bonitas damas duzia 180(00
DE ED. PINAUD
BouquetJardim da Italia duzia 230060
Essencia de violetas idem ." 230000
Jockei-Clnb idem .... 100090
Pos fios
DE E. COUDRAY ^
Chinezes para os dentes dnzia ."0600
Dentrificios idem .... 80000
De arroz em ricos vasos de por
celana doorada dozia. 320500
Em pacotes duzia 40 e." 70000
DE G. RIEGER
Pos dentrificios soperiores dozia 170000
DE MOMPELS
Lindas caixas com pos de arroz
dozia 140 e 200000
Sabonetcs
DE E. COUDRAY
Violetas do Bosque dnzia 90000
DE G. RIEGER
Transparentes finos duzia 60500,
90500 e ....t. 110500
DE ED PINAUD
Transparente fina dozia. 160000
DE VWLET
Flor de arroz duzia.... 70500
DE GELLER FRERES
Em foAa de ron..... 30500
DE COTTANCE
Bresiliennes duzia
. AVISO
Vende-se por aleado em duzias e desconta-se 10 O/i em comprar e parar
vista quantia sopeiior 1OO0OCO.
Jos de Soazi Soares & f).
io. 50 (hoje do Bario da victoria) esquina da
aao Amaro,

FAZEAD.4N UI.4T.1S
LOJA DO PAPAGAIO

A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
MENDES a CARVALHO
Os novos prop'it-tariis desto bem contiecido estabelecimento, avis::m aos seus
numerosos f eguez's e com cspeciadade .1s excellentissimas familias que acabara de
receber nm ni vo sor limen tn de fazendas modernas e de esmerado gost". de sed,', I5a,
linho e alporiio, que venoeao mais harato que qualquer outro estabelecimenio ; assim
como vender5o a< J existentes pelo maior prer;o que enconirarem, para n5o acctiraula-
rem as antigs cm as modernas. Portanto, previnem s excelletlti^sirnas familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasi5o de, com pequeo di.-pendto, poiie-
rem refazer-se te qualquer fazenda que precisen).
Declararnos rs precos de algumas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapoloes de 4, 5, fi, 7 e at 100000 a pefa.
Aigodanzinho de 20500 a 80000 a pega.
Cinta a 100 rs. o covadn.
Cuites de .hila para vestidos a 10600.
Lazinhas de ilT rentes qnalidades de 320 a 500 rs o ce vade.
Cortes de percalas cin 14 covados a 50000.
Dit* de cassas, padioes modinhns, a 2:J.">(Mi.
A'pair.is rom flores de lodas as cores a 400 rs. o covado.
(bitas fxas cor de lyri'i, de cor lisa, a 360 rs. o covaio.
Coitos de cassas com salpicos de cor a 505' 0.
Diios de iHtubfinia branca no dados e de salpicos a 60000.
lia oes > lia de core* mdenlas a 4-jOOO.
Lrncos %ci.i u-zfs br.-ncos e de cores a 30 a duzia.
Dr!i IwWos de cassa a 2-J'a dozia.
Ciial.s de (-i no lis. s e estampados de 205O a 5000.'.
Ci!c,lu>i 'i!c (insiri, \ nil-', hrancas, a 208n e 4OtK.
10i.: thf. de lir.li de ;'0-'OO a 20000 o metro.
Alg'Mlao fiil'siailn uso c trancado de, I.) a I04OO.
.,tJ*iiH, ,lf fn-io de cor .'e 0500 ate H0OOO.
Itrios oe liijio de cor de TiOO at 800 rs.
<;.-s-as de (ri'svfle padro.s midos e grados.
foWh de t- das as on-s i 000 rs. o covaJu.
Klaiiollas ds iu.es a 640 rs. o covado.
Para luto
Princetas pretas a 640. 800 e 10000.
Lazmhas pretas a liO e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas prelas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5( 0, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a !2Oe 10800 o rovado.
Merii s tragados e de cor.lo para dilerentes pregos.
Ootras muitas fazendas, como sejam : atoa1 hados de linho e algoi'ilo. goardana*
pos pardos e branros, algodo enfestado h-o e trancado, bramantes de hnho e algodiio
para lences, cortinados bordados para jantllas, flanellas e damascos de tulas as cr?s.
Officina de alfaiate na loja do Faoagaio
Alm de haver um grande sortimento de ronpa feita de lodas as qualidades, tanto
de brins como de casemiras, caigas, colleies e palilots, ha um liniito soitimeo mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a eslacao, e cotes de gorgoreo par;
collefes.
Panos,finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito linas.
Brins brancos Je linho de odas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de lodas as qualidades.*
Seroulas francezas de linho e algodo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pegas, com collarir.hi e sem elle.
Ditas de meia de dilerentes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos deso de seda para S, 10 al 180000.
Collarinbos e punbos de linho.
Grande sortimento de gravatas, mantas de seda pret;s e de unes. < nm especial
sortimento de popelinas de cores, dos padioes mais mudemos qoe bu >irnl.i ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras oo mandamse lev^r pelos caixeiro-h
ATTENQAO
13*.:,
s

Forte msma di> nonunc:ar! vivo o Diirio de Pernambuea cheio 6 ttpncoe', ven-
de-se i>!o, fode ?e a(|inlln. e urna mnidade de coui respeitsvel publico no entantn, es proprietarios do novo e bem mentado eu1)elfcimenlo de
{Otas, intituladaFLOR DE OUitOsilo a rna do Rosario larga n. St A lenrt preparado com CT
toda a elegancia e go-io nao vem para o coneeiiuado Diario de Ptmambuco apregoar qu .
tem asjnehores jotas de.ouro, pr^ta, brilhauem e mais pedras preciosa-;, indo da ullima BJ
moda, e que vende mais barato que em qualquer outra parte, se elle* quizessem seguir esta ~
rotina de annunciar, diriam que esli eoiiipletamente sortidos de bellos aderan*, eadelas
para reloj-ios, anneis braceletes o urna infinidade de artigos qne ser eufadonho mencionar n
e que > com vista poderia o respeitavel publico e com especialidade.as Exmas, Sra?, re-.-S
qupntaodo dito estabelecimento, a 0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
BR. CHAS. DE GBATH .
EING OF PAUV O RE OA DOR
JPARA. USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA CHOLERA MORBUS,
DUrrliM, luo dt sanja, em nm di*.
SOr de Mbs, e dore de oavido ib
trti minatoi.
Dor da dente, era nm minuto.
Jfeuralgi, em cinco minuto.
Docac.oe, em Tinte minatoi.
OergenU intuid, em dea minuto.
Colie e eonmlioei, em cinc minuto.
liumtimo, em nm din.
Jetee e febre intermitente, em nm di*.
Dor as eoitai e noi ladea, iiinal
utos.
Tone perigoua e reMadoi, Plenresia, em nm din.
Surdex e ltame,
Hemorrhoida e bronchitia.
Inflammai; io nos ria,
Dy spepii, ry lipelas.
Molestias de figedo.
Palpitac&o de coracle.
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIa
AS DOENCS SE APRESEST.VJI, QUAKDO HEKOS SE ESPERA*.
OLEO ELCTRICO O "KINQ OF PAIN" (O M da dor) a BMleslla dores, e alllTia mala os offrlmentos e produs nm mala perfelto equilibrio no systuma humano, o qne suasall
pdde effeotnar no mesmo tempo, com qn.ilqoer outro remedio medeelnal.
EU multo popular remedio eet* agora asndose gcralmente, pela raao que mllhane de pesaoaa n tm,t{jafc
(ratls com o dito remedio pelo Dr. Orath e ontroa mala. iwTj
Eate Importante remedio nao se otterece para curar toda is doencas, porem tao smente para aqnella estMKflg
M noeaaa dlrec^oes. "
Est* operando nos principios da ehlmloa e da eleetrloldade e por luo, esti appllearel pera o enrmente e pl/fc g
netaara^o da Mf ao natural doa orgaoa que aollrem da Irregular clrcula?ao doa Buxos dea prrnclpaea nerroa. Ote]
loctrlco O Klng or Paln opera directamente nos absorrentes, miondo deaapparecer aa lnohayoes das claadnlaaaJt
ten nm tempo lnorlrel, breve sem perigo ilo sea aso debeino de qualquer ciroumstancla.
O remedio, t amaV''i'-lii p-rn > rrtemn : toleran, eompoetodos i-Iem. xtlroe, r^lsf ber ecs^qi
toes, eomo se tem usado dos nosios antepassatk*, e di quaes tem grande existencia no mando, pan curar teabsMB
molestia, jmente eehendo-ae quaes ellas sao.
Fol nm grande e especial desejo da raculdede de modeelna Onrante mu tos annos de experiencia par ap___
modos qne>se devlam adoptar para ourar aa seguintes doen9as, e que propor^oes de m.d.oln* se derla, i
EM PERNAMBUCO
NA PHARMACIA E DBOGrABIA O
BARTHOLOMEO & C
H.-34 Ra Larga do Rosario. -B 9%

i


"my
8
D no de Pernambuco Terca felfa 4 de Julhc de 1871
ASSEMBLA GERAL
y

CMARA DOS DEPUTADOS
Resposta falla do throno.
(Continoacao).
Nao possivel, Sr. prndente, que se
tenha a pretenco de que as medidas, qui-
se de:retarem para preparar a regen ra.i
das fotutas goneT>:s. nossam. ser- para a
lavoara ontras tantas fonte mais produdi-
vas do que o trabalbo do arado sobre a
tena.
. Havimo de soffrer, poi- qua o aoflrime -
metito inherente cess.ico do mal ; ma\
se preciso esse saciificio. para que line-
nos de lega-lo a nossos filhos ? Para que
esse egosmo t Sofframos nos, e cada nm
conlribua coin sua dedicac) para o gran-
dioso futuro do nosso paiz, que exige mista
emergencia todo o civismo de seos filhos.
o ecaz concurso de todos os braaileirm
e de lo-lo* os partidos polticos. (Muitos
apoiados.)
O Su Tiieoooro da Silva (ministro da
agricultura):Isto que iodispensavel.
O Su. Diurte de Azevedo (minUtro da
manara): E' um grande dever de patrio-
tismo.
O Sr. Teixeira Jnior : Passarei agora,
Sr. presidente, a considerar um o.itro pe-
riodo do discurso ilo nobre a -pululo pido
4o districlo do Rio de Janeiro, cuja doutri-
Da exige reparo.
p.etendeu o nobre deputado que nao !i i-
via soluco possivel para o gabinete de 7
de murro, .eiij a sua retirada do po-
der. ..
O Sr. Andrade Figueira :Se preten-
dease fazer quesio.
Su. Teixeira Jnior: Declaron o do-
bre deputado qoe o gabinete nao poda con-
tar cora a fraeco do partido conservador
que apoia a emenda, e que haveado deca -
rado nao dissolver a cmara, >egoir-su-uia
que se fosse vencido na votaco, s teria o
recurso d retirar-se do poder, pois que
nem mesmo ao adiamento da assemhla ge-
ral poderia recorrer porque nada adiant:iria
esse expediente, e nem era prudente que
sob o governo provisorio da regencia se de-
cretarse es*a medida. Deste modo con-
cloio o nohro deputado, que s a retirada
do gabinete podena resclver a dillculdade,
sendo substituidos pelos mais prudentes e
men )S adiantados.
Mas o nonre deputado esqueceu-se de
que dada a subslitnigo, a mesuua scena se
deveria reprodozir. O que fariam os seus
antagonistas, isto a fraci;o vencida,
que nao menos respeitavel do que aquel-
la a que pertence S. Exc. ? ( Apoiados.)
Estara essa fraeco disposta a conceder
ao novo ministerio aquillo que os nobres
doputados recusara ao acuial gabinete ?
( &pnijd03 ;
(Trocam-se maitos apartes entre diver
sos Srs. depulados, e entre o Sr. presiden-
te do conseibo e o Sr. A. Figueira.) '
Eis abi o grave inconveniente que resul-
ta de confundir urna quesio social desta
ordera com as divergencias polticas. Ja na
sasso passada confundi se essa questo
quaudo requer a preferencia do projecto
a commissao especial.
O Su. Anhuade Figueira:Confundie-
se tanto como a querem confundir hoje,
fazendo questo de gabinete.
O Sr. Texeira Jnior .Requerida eo-
lio a preferencia da diseussao do projecto
da commissao especial, o nobre deputado
es-ministro do imperio provocou urna ques-
tlo de contaoca, fazendo que desse modo
osse a votaco desvirta.la.
O Sr. Paulino de Souza ;Eu pidi
apenas uma manifestarlo sobre aquello
ponto.
O Su Texeira Jnior :Depois que V.
Exc p-dm essa manifesiaco, que eu clia-
mo c1 ,;tao da confianza, levautou-se um
nobre pillado pela Babia, actualmente
lo Rio Grande do Sol, e ex-
pliuu no qoestao de gabinete a votaco
i qi .i proceder.
( \\ui.ino de Souza :E eu conies-
.ei -arte.
TtixEiiiA Jnior ;Embora V.
Exc. i- atcsiasse, o facto que a votaco
Leve .. melle carcter. A
O Sii. Paulino he Souza :Era uma rna-
nifeatitjao 'a cmara s bre a quesio ; nao
applhmos para o sentimento poltico.
O Su. ViuonDE do Ro-Ruanco t. presi-
dente do conselho):Nos queramos es-
tudar a quesio.
O Su. Teixeira Jnior:O facto que
depois de obtida essa manifestado de con-
anca. o Ilustrado presidente do conselho
do gabinete de l< de jullio cedia opposi-
530 do senado, e I i aceiiava :das oppos-
taa votacSo que aqu exigir dos seus
amigos.
O Su. Andrade Figueira :N5o aceita-
va seuo a discus-ao em ; rojecto sepa-
rado.
O S::. Texeira Jnior :Eu ja live oc-
de demonstrar o que aquella illastre
est lista aceiiava e orno aceitn.
(lia ura aparte.)
As palavras do Sr. viscoride de Itabora-
hy e os discursos dos membros da opposi-
Qo sororehenddos por essa condescenden-
cia, nada provam e nada valem ; o que
vale e prova ludo a asseveraco do
nobre diputado que nem ao menos l esla-
va !,... (Hilaridade.)
O Sr Andrade Figueira d um aparte.
O Sr. Texeira Jnior .Permita a Di-
vina Providencia que a asseveraco de V.
Exc. a respeto da resistencia que a lavoa-
ra vai fazer reforma do estado servil te-
nba o mismo grao de autoridade que tera
este seu acert.
O Sr. Andrade Figueira :Esa^ dos
factos. dos homen-, dos noraes proprios.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho ): Veremos isso.
OSr. Andrade Figueira : J pode j[er
em qnasi todo o paiz.
OSr Visconde do Rio-Rranco ( presi-
dente do conselho):Dos nos livre que
esses meios produzm seus effeitos.
Um Sr. Deputado:Querem impr ao
paiz a opinio-
( Ha outros apartes.)
O Sr. Texeira Jnior :Eu j declarei
que fafo votos para estar de accordo com
a opinio do districto eleitoral que confe-
rio-me a honra de tomar assento nesta ca-
sa, mas que alo me julgo adstricto a volar
aqui f.eno le conformidade com os dicta-
mes da minha consciencia: mesm > porqae
reoresento o Brazil e nao um districto
(Muito bem) ""
O Sr. Andrade Figueira : E tu re-
presento o mea districto.
O Sr: Visconde do Rio Branco (Preii*
denle do Oonsduo : Ah !
(Ha muits apartes)
O Sr. Teixeira Jnior : Ora, mens
senboies, para que lao grande insistencia
sobre a minha iinpopulandade no districto
que (ez-me a honra e eleger-me ?...
Pji bem ; tranquillisem-se os nobres de-
pulados, p npie o resultado desaa irupopu-
laridada s pode affectar a mi o, e eu es-
iou resignad a hacricar-me ao cumpii-
menio do me.i dever, s-ra seduzr-me pela
popularidade. (Apoiados.)
iNao se aiil j.iu c ni i-so. Se a miaba
condu fa nesta quesio queren previnaiu as fuue.-l s consequ^-ncus a que
nos expe 111 n i uutituifio que lodos con-
deuiuauoi, prumovendo a regeneraclo das
futuras gtracQes, anda mesrao costa dos
iiSus >aciiiicii)S, e preparando p.ra <
nossos descenaentes uma nova era mais
civilizadora, nuus prospera e cnais cbrisla
do que a que nos legaram nosso- anlepas-
sadu. podi acarretar-me a impopularidad*
d s raeus coucidados, iat>C/ar-Hie fura deste
reciuto, e assim constituir a mi ibi morla-
Iha poliii;a ; eu responder! aos nobres
depulados tanto uielbor I----- (Moitofl
apoiados ; rauito bjin !)
Sr. Viscont do Kio Branco (Presi
denie ilo Cjusc.j) : Muito bem N.
Ua mandilo imperativo, (\poiados )
Su. andrade Figueira : Eu procu-
rarei seuipre representar os interesses do
meo districto, e sera isso nao aceitarei
mandato.
O Su. Teixeira Jnior : Acaso nao
esloe eu representaado os luteresses do raeu
districto pelo modo porque julgo convenien-
te ? Preiendem os iioores deputados na
gar-me o Uireiio de ser ouvido na millo que
rae interessa taulo quanto pode interessar
a propria i.oo.na, tanto quaiuo pude inte-
ressar ao raeu disiiicto ?
Nao admiito, Sr. presidente, qu3 niuguem
represeute mais legtimamente os iaieresses
do ;{* districto, da provincia do Rio de Ja-
neiro, ao qual me acb<> vinculado de modo
a nao poUer-se duvidar de mmbas iulen-
g5S em favor da lavoura, anda quaudu
fosse possivel duvidar da iniulia dedicado
pela causa publica. Nesse raesmo districto
aclu-se u imporlaale eiabelecimento agr-
cola creado pelo Sr. marquez de Paran, e
a sua su:ie nao pule ser-me loditfereme ;
son alera dis^o um dos pequeos credures
da lavoura, quer direciaraeute, quer como
accionista d oanco do Itrazil e de outros
eslabeleciraenlos de crdito cujos capitaes
eslo Cjiu a lavoura. Como poisi poder-se-
na duvidar da legilimidade com que repre-
sento nesta casa o 3" districto do Rio de
Janeiro ?...
O Su. Peheira da Silva : Parece-me
que o nobre uepuLdo nao o uuico em
todas essa> circumjiaucias.
O Su. Teixeira Jnior : Para que
vera agora o uobre deputado com esse uui-
co .' Nesia importuna raterru^cu ha falta
de geoerosidade Esl.u delendeodo-rae
da argalo qoe me rizeram de nao repre-
sentar os interesses do 3 districto, lute-
resses essencialmente agrcolas ; para isso
deiuouslro que teulio lamera os mesmos
interesses que podem ter os meus cousli-
lumies. o e uesta occasio que o nobre de-
putado meite-se de permeio para dizer que
nao sou o uuico (Risadas.) Quera diz
o contrario ? ...
Su. PeueIra da Silva : Nao Ibe le
nbo dado apartes.
O Sr. Texeira Jnior : Mas deu-me
esse que vale por 50 : confundio-me. (Ri-
sadas.)
O Sr. Pereira da Silva : Porque o
nobre deputado lomou o exclusivo do 3o
disinctj, e nos sumos tres representantes.
O Su. Teixeira Jnior : V. Exc. nao
atienden a> que eu disse ; eu nao podia
por era duvnia a legilunidade de ninguem,
e arada meaos a dos meus collegas de dis-
tricto. Responda arguico do nobre de-
pulado pelo Io districto da uossa provincia,
raas nao pretend ser nico nem exclusivo
em cuiisa alguma.
O Su. Andrade Figueira : Eu respon-
da ao Sr. presidente do conseibo, que dizia
que nao lia mandato imperativo.
O Su. Teixeira Jnior : Repatirei,
pois, que iiaj.julgo a nuiguem cora mais
direito para kepresenlar os agricultores
do meu i.istricto. Admiti a superiori-
dde de habilitaQJS, rats uo de egitimi-
dade.
O Su. Andrade Figueira : Nao con-
testo.
O Sr. Teixeira Jnior : J v, pois,
o nobre depuiad > qoe Qu podia in-pirar-me
na philosophia, e anida menos na poesia.
O Sr. Andrade Figueira d um aparte.
O Sr. Teixeira Jnior : O nobre de
potado pode proclamar o seu patriotismo,
a sua independencia, a sua abnegac3o, asna
iilosira';5o : eu nada tenho com isso. Ad-
mtiret mesmo a mihha iofenoridade quaa-
lo ultima destas qualidades, mas quanto
asoutras nao re-;onh'CO superior.
O Su. Andrade Figueira : O que eu
digo que V. Exc. est em contradicho
cora os dignos collegas representantes do
3o districto.
O Sr. Teixeira Jnior : Quid indo ?
Nao tenho a obrigaco de pensar do mes-
mo mi-do ; e nisso procedo como elles e
como V. Exc. que tambera est em contra-
dieco com a maioria desta cmara.
O Sr. Andrade Figueira : E no caso
de dissoluco, uo ser reeleito.
O Sr. Visconde do Rio Branco (Presi-
dente do Conselho): *- Oh I J esl cas-
sando diplomas ?
O Sr. Andrade Figueira : V. Exc.
que pode cassar os nossos diplomas, e nos
sujeitarao-.ios decisSo do paiz.
(Ha outros aparies ; o Sr. presidente re
clama alinelo.)
O Sr Teixeira Jnior: Responderei
ao nobre deputado oque j repet diversas
vezes ; anda no caso de nao se/ reeleito
ticarei ora as minhas conviecas e quando
nao pjssa legar a meus filhos ontra he-
ranea, ao menos poderei legar-lhes a mi-
nha mortalha poltica 1 (Muito bem !)
Um Sr. Deputado : O Brazil mui-
to vasto.
O Sn. Teixeira Jnior : At mesmo
comprometto-me a ni procurar a minha
reelaicao por outro districto. Se me apre-
sentar candidato, ha de ser mesmo pelo
que ora represento, porque quero dar aos
meus constilonles o dirto do julgarem-
me, e de excluirem-rae, da represtrataco
nacional, se assim quizerem proceder...
Vozes : Muit) bem I muito bem I
* O Sr, Teixeira Jnior : Podem ficar
certas os nobres deputados que n5o pro-
curarei esquivar-me a essa sjatenca.
0 Sr. Visconde do Rio Branco\ (Presi-
dente do Conselho) : N3o deve ricis la.
OSr. Andrade Figueira : Pois nos ta-
remos melbor, nao nos a presentaremos
candidatos ; dissolva a cmara, e pela mi-
aba parle, declaro que me nao apresenta-
rei.
(Trocam-se moitos aparte*; o Sr presi
denle reclama aiteogo.)
O Sr. Teixeira Jnior : Anda apre-
ciare* uma outra proposita > do honrado d--
putado pelo 4 districto da provincia do
R o de Janeiro, quando prelenueu atlnbuir
a api eseniaco da proposla uo poder exe-
cativo uecessidade ds dar-se ao augusto
viajante uma carta de crdito peranie as
oa.-s esirangeiras !
Confesso, Sr. presi lente, q ie me sor-
prend ouvindo esta opinio do nobre de-
putado. Eosiaaraaniie os uossus mestres,
e u reconheci praticamente pelo testemu-
nho dos lacios, qui o partido conservador
tirina por base a manuiencjio das instilui-
goes monarchicas, o respeito devido ao
poder moderador, a necessidade de cercar
ac roa de tod> o prestigi necessario ir-
responsabilidade e inviolabilidad* que Ihe
sao outorgadas p>lo nosso pacto fundameo
.al, do qual esse partido o mais dedicado
defensor. Se estoo illudido, a colpa nio
miu'ia ; assi ou#i dos meus mestres, al
guus dos qnies me o uvera nes'e momento
e a.sim parece-me que deve ser.
Entretanto, o nobre deputado que se
proclama conservador genuino e de tonga
data, rauito mais anligo do que outros, se-
gundo nos asseverou... "
O Sn.f Andrade Figueia : -outros nao;
alguna.
O Sr. Teixeira Jnior :' Alguns on
oulios nao exprimir a mesma cousa ?
(Bisada-.)
O Sr. Andrade Figueira : Um oo
ouiro.
O Su. Teixeira Jnior : Um ou ou-
tro sao a'guns e alguns sao outros (Risa-
das.)
O nobre deputado conservador mais an-
ligo do que alguns ouiros (deixe passar a
phrase) n a hesilou em altribuir a proposta
oopoier exeeu.ivii necessidade de dar
urna carta de crdito ao augusto viajante.
O Sr. Andrade Figueira : E' a ma-
neira porque explico o acodameuio em
apreseatar-s to grave quesio sem eslu-
dos.
O Sr. Teixrira Jnior : Estou con-
vencido que nao comp ehendi o pensa-
mento do nobre deputado, assm como es-
tou ceitp de que nenbum conservador, ara-
da mesmo dos modernos, julgar que o
Imperador do Brazil precisa de carli de
crdito para apreseniar-se as cortes da
Europa. (Muitos apoiados.) Esta nao po-
dia ser a causa da ap.-ecntaco de uraa
pro jos'a cojo fundamento deriva se de nma
grande necessidade publica.
O Sr. Andrade Figueira :N5o fallei as
causas, procurei explicar o andamento,
porque cabio como urna bomba sem ser es-
perada.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):A falla do ihrono j a
anounciava.
O Sr. Teixeira Jnior :0 nijbre depu-
tado, louge de procurar as causas no movi-
mento da opinio, especialmente desde
I.sdT, longe de busca-las na uropria ndole
dos nossos concidados, oi procurar o
chele do estado para apresenta-lo como
general da idea, e isso porque assim o dis-
se o Sr. conselneiro Zacaras.
O Sr. Andrade Figueira :Para mos-
trar a imprudencia que ba nessa propa-
gauda.
O Sr. Teixeira Jonior : Mas eu espe-
rava que o nobre deputado, distincto conser-
vador, tendo apreciado a falsidade de seme-
Ibaute boato, procurasse demonstrar a sua
improcedencia, e arredar do chefo do esta-
do toda e qualquer irapulaco a semelbante
respeito.
(Trocam-se muitos apartes entr diversos
Srs depulados, e entre o orador e o Sr.
Andrade Figueira).
Eu peco Divina Providencia que o no-
bre deputado teoha tanta facilidade em res-
ponder a qualquer aecusaejio que se Ihe
faga, como eu teono de destruir a sugges-
lo do seu sybillino aparte.
Disse o noDre deputado que a interven-
i,o da cora sobre a reformido estado
servil j data do lempo em que eu tinha em
vista o raeu projecto.
O Sr. Andrade Figueira :Isto mui-
to publico e notorio : nao ba nada de sy-
bill.no.
O Sr. Teixeira Jumor : E' fcil, Sr. pre-
sidente, provar a improcedencia da sugges-
to do nobre deputado, pois que eu nao po-
da ler era vista projecto algum quando a
14 de mara do anno findo interpellei o ga-
binete de 1( dejulho acerca da questo do
elemento servil. Pedia apenas ao governo
que manifesta6se o seu pensamento, e que
tranquiilisasse o espirito publico assomindo
a direcgo do movimento accelerado e in-
conveniente que assignalei, 8 que ainda hoje
live occasio de demonstrar no principio do
meu discurso.
Se o veoeraado* presidente do conselho
daquelle gabinete fosse riis cauteloso na
resposta que dava a um dos amigos mais
dedicados da situaco, longe de declarar
que o gabinete oadafaria, teria rae satisfeito
prometiendo estudar o assumpto, ou asse-
gurando-rae que o governo se oceupara com
essa questo. Mas, longe de proceder as-
sim, aquelle Ilustre estadista respondeu-me
por modo tal que parecen collocar-me na
rigorosa obrigacSo de pedir a esta augusta
cmara que assumisse a iniciativa. Apezar
disso, uao.apreaentei projecto algum ; re-
quer, de accordo com moitos membros
desta cmara, que fosse' nomeada uma com-
missao especial para estudar e dar pirecer
sobre este assumpto. Este requerimenlo
foi approvado com os votos dos ministros
que entao estavam presentes, e, procedendo-
se eleigao da commissao, eu live a honra
de ser para ella eleito ; e, como fra o mais
votado, live de ser, segundo o estylo, seu
relator.
Eis como e porque fui levado a collabo-
rar com os ou ros Ilustrados membros da
commissao n'um projecto que foi aqui apre-
sentado o anno passado. Mas esse trabalbo
tanto meu como dos outros' membros da
commissao. Estudamos todas as medidas
qae haviam sido lembradas, discutimos em
varias conferencias at fue a maioria da
commissao accordou as ideas que offere-
cen considerarlo da cmara.
Releva ainda notar*qoe o proprio nobre
deputado pelo 4o districto do Rio de Janei-
ro, qoe a ;aba de levantar esta suggeslo,
era um do membros da commissao espe-
cial, sisisltoa quas todas as conferencias,
e muito nos auxiliou com as sus luzes e
competencia.
O Sr. Junqueira :Apoiado.
OSr. Teixeira Jnior:Se, portanto,
eu tivesse em vista um projecto determina-
do, seria preciso que a cmara fosse conni-
vente e os proprios membros daommisso
especial, quaudo pelo contrario o nobre de-
putado sube que por mudo lemp hesii,-
mos sobre a preferencia das medidas que
estudiamos.
Ss eu tivesse iniciado por meu liyre arbi-
trio algum projecto. cuno outros b/.eram,
apresentanoo-os at to adianiados quo a
commissao especial nao pode aceitar seno
parlH das ideas uelies cuntidas, euio pode-
ria o nobre diputado acbar algum funda-
mento para a nua suirgeslio. Mas eu ^
apreseulai o trabalbo de que esta augusta
cmara fez rae a honra de mcumbir, e para
o qual o nobre deputado coucorreu lauto
.como eu.
V, porlanto, o nobre deputado -quo in-
fundada e a sua asseveraco ; e para liaa-
lisar este incidente acabare como prmcipiei,
desojando que o Ilustrado representante do
4o districlo do Rio de Janeiro possa defen-
der se de qualquer aecusacio que sejllio
faca, como eu rae defend da sugL'esto que
me fez.
O Sr. Andrade Figueira : Pode faz-
lo que eu uo me deleuderei. E' j moilo
tarde e estou incoramodado ; peco licenct
ao uobre deputado para retirarme.
O Sr Teixeira Jnior : O nobre depu-
tado pelo 4" uislnctj do Rio de Janeiro ir-
rogou ainda uma censura ao chele do esta-
do, que nao rae parece fondada na recta
razo. Enlendeu que a maneira pela qual
o po ler moderador exerce a attriboic^ie de
ccamutar as penas lOrnava-se ura acoro*
goaraento propaganda, pois que systema-
caraoote commuiava sempre a pena de
morle. imposta aos escravos...
O Sr. i.oelho Rodrigues: Ashava bom
que nao tocasse nisto ; elle est ferido, foi
victima de um acontecimeato horrivel.
O Sr. Teixeira Jnior :Pois bem, nao
o Tarei para provar, uo s a minha docili-
dade observaco do nobre deputado,
como a minha considerarlo para cora o nos-
so collega ausente.
O Sr. Presidente : Devo declarar que
n5o ooyi essa expresso ; se a tivesse ouvi-
do, ter pedido ao nobre deputado que a
retiraste.
OSr. Guimares (4o secretario):V.
Exc. nessa eccasio nao estava presente ;
presidia a sesso o Sr. Io vice-presidenle.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi
dente do conselho):Tendo a paiavra he
de defender o poder moderador.
O Sn. Teixeira Jnior :E' lempo, Sr.
presidente, de concluir; e o farei agrade-
cendo cmara a benevolencia que se d nou dispensar me A hora est bastante
adiantada, e forcoso reservar-me para a
discusso da proposta; sarao entao oppor
tunas as considerarles que restim-me a
lazer.
Por agora, e j que tratamos do voto de
gracas, declaro que presio ao gabinete
conscieocioso apoio, porque era seu seio
vejo distinctos membros do partido conser-
vador, que pelo seu carcter, pela sua illus-
traco e pelo seu patriotismo, mer'cem o
mais subid aprefo dos seus correligiona-
rios.
Oxal, a sua coragem cvica e sua abne-
garlo possam obter uma prudente soloQo
para a mais grave questo social de nosso
paiz, a reforma do estado servil, que em
suas mltiplas relaces entende cora a prin-
cipal fonte da riqueza publica, a agricultura,
com a fortuna particular, com a propria se
guranr-a individual ; e por is^o nao pode
deixar de interessar a > ultimo dos habitan-
tes do Brasil que, ainda quando nada possa,
tem a propria vida para nao lesejar aven-
tura la ao imprudente abandono de to
grave quesio (Muito bem Muito bem !)
(O orador felicitado pelos Srs. ministros
e por muitos Srs. deputados).
O SR. SAYAO LOBATO (ministro da
Justina):Sr. presidente, sou obligaio a
tomar parte nesta diseussao, apezar do meu
estado de enferaudade, que me priva de
tratar desenvolvid-mente de assumpto lao
importante ; porra o imperioso dever de
minha posigo e a necessidade de explicar
actos que to mal interpretados t?em sido,
procurando-se encontrar incoherencia entre
o que outr'ura profer nesta cmara com o
procedirnento que hoje tenho corao minis-
tro, levara me a fazer ura esforc e a pedir
por algam tempo a aliento desta augusta
cmara.
Senhores, por mais de uma vez se tem
apontado esse meu passado, emquanto con
siderava a questo do estado servil, como
questo gravisaima que questo que nao
devia ser aventada e tratada seno era ses-
so secrea, pelo modo o mais discreto e
conveniente, para evitar as desastrosas con-
seqeneias quenecessaria nenie resultaran!
de uma publicidade temeraria e arriscada
E' certo, e eu mesmo reconheci, que essa
quesio nao podia ser resohida sem mu-
lissimos riscos e inconvenientes, e citara o
sabiasserto do fallecido venerando viscon-
de de Cayr, qnan lo ponderava qae nao
caba no engenbo humano acbar remedio
para tamanho mal e que s podia vir da
Divina Providencia. Entretanto hoje, como
membro do ministerio, sou solidario na
proposta apresentada, que acensada de
decidir.de chofre, precipitadamente, com
arrojo temerario, esla questo, com prejuizo
fatal da lavoura, provocando a maior dad
desgracas para o paiz.
Sr. presidente, quando proiestei coitra a
inopportunidade da ap esentago ao publico,
e pelo modo por que foi feita, da 'dea de
emancipado do elemento servil eram bem
notaveis as circunstancias do Brasil.
De sorpreza, sem a minima provocaco
era causa occasiinal conhecida, vio se a
indcaco desta idea na falla do throno, na
abertura da sesso do anuo de 1867. Es-
tovarnos no periodo mais arriscado da guer-
ra com o Paraguay;' o ihesouro publL'Ox j
exhausto de recorsos para as enormes ds-
pezas da guerra, nao tinha absolutamente
meios para s queserio necesarias, desde
que se empreb/ndesse seriamente a reso-
luto desta questo : o.grvame de impos-
tos para se acudir s necesidades do tb.e-
souro j era quasi insupportavel sicieda-
de brazileira, e recahiara elles principal-
mente na lavoura como base de toda a
produego. A lavoura yia-se por demas a
bracos com asi-fama-consiquencias da
crise bancada, com a irjuidaco toreada
dos capitalistas que rgiam os devedores
da lavoura. Eram essas as circumstancias
em que se achava o paiz, quando foi pro-f
proclamada com tamanha precipHaoo e im-
prudencia a necessidade de proscrever o
elemento servil. Eaio com razo proles-
lei contra a temeraria e ioopportuna indica-
1,5o, encarando as desastrosas conseqoencias
qoe necessariamente deviam provir. Pro-
iestei, de accordo com iodos os liberaos
que tioham assento nesta casa e que sem
diivnl i nao manifestavam por tal forma
quanto ao assumpto contradicho absoluta;
mas considerzvam a quesio relalivameole
qnadra, ao modo porque era aventada, e
us desastres que podiam resultar de to
extempornea provocago.
Hoje, porra, cotn o decurso de quatro
annos, que, p ueste >eculo e pela natureza piopria da ma-
teria e-paco mais do que bstanle para o
deseuvolvimento o.ue leve, chegando a ser
na sesso pas-ada grave object > de ponde-
racao uesia cmara ; boje, qae as circums-
tancias sao taes que requerem, impoera e
urgem o mais prompto desenlace e justa
deciso que pode e deve ter ; hoj-, em
circumstancias to diverjas, onde est a in-
coherencia com o que entao profer ? ond--
a contradieco ?
Senoores, quando a pedra arrncala
do alto da moulanha e rola pelo despenba-
deiro, nao ha forjas humanas qui se Ibe
possai oppor. A prudencia aconselba e o
mili ustincio ocoinprehende. s resta por
lodos os meios evitar Ihe o alcance fatal; e
ai dos que se Ihe oppem, que sero esraa-
gados! .Necessidade indeclinavel briga-nos
a considerar e resolver esta questo. Pro-
tela-la por certo de t idos os expedientes
o mais desastroso e funesto. (Apoiados).
Ainda boje reconbeco o mesmo conceito
e veidade as paUvras do venerando vis-
conde de Cayr : t S da Divina Providen-
cia nos poder vir remedio para tamanho
mal, porque no empeubo de homens nao
cabe acba-lo quando aspaixes tanto os des-
vairara, quando interesses da ordem supe-
rior e inferior se misluram para mais difli-
cultar-lhes esta dilliciliraa soluco. (\poia-
dos).
u Sr. Andrade Figueira :O ministerio
far o papel da Providencia.
O Sn. Ministro da Justica :O* nobre
deputado que me d o seu aparte entrou
na diseussao e largamente discorreu, ouvin-
do-o a cmara com toda a aitenoo, sera
que nunca fosse nter rom pido.. S. Exc.
como o orgo mais autorisado, ou pelo me-
nos o mais puritano, entendeu manifestar o
pensaraentq dj lado conservad r, protestan-
do peas tradicoes deste partido e contra a
prop >sla do governo, que, no seu dizer, era
absolutamente inaceitavel. Custava-lhe crer
que fosse apresentada por um ministerio
conservador, que evidentemente nao poda
ter o apoio do sen partido.
S. Exc. uma e nanitas vezes declarou:
manter os instrumentos do trabalbo, garan-
tir os interesses da lavoura, sem nunca cau-
sar Ihes a menor quebra, era mxima ne-
cessidade e empenho que devia ter e tioba
o partido conservador; desle ponto de par-
tida foi a saa argumentado contra o pro-
jecto, que encaros completamente como
desastroso fortuna da lavoura. Adoptado
elle, exclamou S. Exc, a lavoura flearia
arruinada, nao bavena mais esperaos de
salvaco ; nao admtte, pois, que o lado
conservador possa apoiar a idea capital
desse projecto.
Pois bem, senhores, nao me julgo com a
capacidade e prestigio necessario (nao apoia-
dos) para contrapr opiniSo do nobre de-
putado a minha ; mas protesto que sao bem
diversos o pensameato e as vistas que de
ha muito tempo tem o partido conservador,
em relaco a este importante assumpto.
Eu invoco e apresento uma autoridade,
que ninguem poder rejeitar, como a mais
competente para interpretar o pensameoto
do lado conservador: suscito, Sr. presi
dente, a autoridade de um grande horaem,
que foi meu amigo intimo, que ms deu a
boara de ser considerado no paiz pelo seu
primeiro amigo, e a quem a sorte quiz que
sunstituisse no senado ; eu a exhibo para
que de uma vez todos reconhecam que o
uobre deputado laborava era grande illusao
quaudo pareceu arrogar-se a interpretarlo
mais bel do voto do partido conservador no
tocante a esta .questo. ( Muito bem.)
E s-aqu o voto do Sr. Eazebio di Quei-
roz, no conselho de estado, sobn o as-
sumpto.
Depois de succiota esposcao, assim se
expressou:
Eu por isso entendo que conviria fixar
um da bem prximo, passado o qual todos
os que nascessem de e-cra.'as fossam livres,
raas cora o onus de prestarem servicos at
certa idads, como, p >r exemplo, at 21
annos, pjra iaieranisar as despazas da crea-
co, no que vo de accordo os interesses
dos proprios filhos das escravas. E' sabido
que nos primeiros dez annos de idade a
triaca i oferece nicamente despezas; mas
nos segrales baver umi indemnisaco, se
nao completa, ao menos tal ou qual. Ad-
mitido este meio, dentro de poucos annos
o numero reducido dos eecravos permittr
tratar seriamente de acabar a escravido ;
tanto mais quanto nada impede que, paral-
lelamente com esta grande medida, se em-
preguem os meios subsidiarios que apres-
sera o grande tico que desejamos.
Tal era o pare-.er do Sr. conselheiro Eu-
zebio no anno de 1867. em que pela pri-
meira vez em um documento solemne e of-
cial appare;eu a indcaco sobre o estado
servil.
Quatro annos tem decorrido, terapn bas-
tante para trazer a esta questo todo esse
desenvolvimento que obriga nos a uma
prompta deciso por indeclinavel necessida-
de....
O Sn. Andrade Figueira d um aparte.
O Sr. Ministro da Justica : O que
lodo o mundo reconhece, senhores, que
por ella claraam os erdadeiros interesses
da lavoura e os bem entendidos interesses
econmicos do paiz; por ella falla a civili-
saco deste secu'o, fallam os preceitos da
moral, da le evanglica; fallam os sedi-
mentos generosos do hornee civilisado; ella
tem apoio no restricto direilo.
E com tudo quanto ha de mais puro e
levado se misluram al as paisoes, ainda
aVyJa classe infima ; de sorte que ao re-
flecSido sentimento da gente mais superior,
a maVau''"*isada, se rene o brado instinc-
tivo da plebe, dos prolectarios que, consi-
derando oSassumpto com vistas diversas,
muilas vezes focados de paixo m, sao co &
* paixes ais exaltadas, mais tem veis, le
ba demande, se da parte da classe dos pro-
prietarios surge reluctancia, fazeodo opposi-
co em nome do seu direilo ou rateresses
ao exercici j das facilidades dos poderes d
Estado, para que nao se resol va questo
que de sua natureza exige orna solacee
prompta, eutao cresce a difliculdade ao pon-
to de impossibilidade ; o mal toma propor-
coes medonhas, e nao ha meio de corrigi-lo I
E para que seja corrigido como deve ser,
principalmente- attendendo-se ao ponto de
saa maior relevancia, para que se consiga
uma soluco satisfactoria quanto fr possi-
vel, em proleco lavoura, esse interesan
mximo dasociedade brasileira, nica indus-
tria que produz em grande escala, qoe en-
tende com as font s da vida da nossa so-
ciidade, raister uar de outra linguagem,
dar outra direceo ao espirito publico, Dem
ao contrario do que faz o nobre depuiad*
com tamanho esforco, inoculando oa convic-
io dos propietarios dos escravos que gra-
v'ssima iujurii Ihes irrogada pelo projec-
to ; que u governo trata de resolver esta
questo de modo inconveniente, temerario
e tyrannico, visto como propoe a liberiaco
das geraces futuras, descendentes das es-
cravas acluaes, e outras medidas accessorias;
isto realmente augmentar as difRculdades
da soluco desta quesio. (Apoiados.)
Senhores, o interesse natural dos senho-
res Je escravos por esta especie de propiie-
dadt os leva a lerem a maior repugnancia
a que se tornera medidas que Ihes coarctem
as prerogativas Ilimitadas ; nem mesmo as
considerares de ordem superior impem
ao vulgar dos senhores de escravos a con-
vierto dd que ibes necessaiio abrir m
d urna parle dos seus interess t, ainda
raesmo para resalvar a mxima parte delles.
Acc-.itaro essa soluco como medida im-
posta por necessidada indeclinavel, e ade-
quada o mais uossivel a minorar Ibes pre-
juizos irreraediaveis; mas, desde que bou-
ver voz auo.risada que Ihes inocule no es-
pirito que o seu intiresse devu ser res-
guardado de outro modo, que ha nos meios
prticos propokios verdadeiio exce-so, que
vai ser adoptado um complexo de medidas
desastrosas ; ento, Sr. presidente, como
possivel conseguir-se essa resigoaco, que,
pelo menos, necessaiia para que uma me-
dida de semelbante ordem possa ser toma-
da de modo mais conveniente e menos ar-
riscado ?
Ora, o nobre deputado fallou por modo
to positivo, to decido, contrariou por tal
forma as riisposices do projecto e damnou
as intences do governo, que realmente
muito concorre e empenbase para que no
animo dos nossos labradores cia este mo
fermento de descoofianca, e surja o de in-
dignado contra um acto alias de providente
resguardo dos respeilaveis interesses da la-
voura e determinado por necessidade impe-
riosa. (Apoiados.)
Entretauto, Sr. presidente, questo desta
ordem foi trazida emruma emenda para a
diseussao do voto de gracas, com declara-
rles de que nao questo poltica, de sua
natureza, que pode e s deve ser tratada e
resolvida em terreno neutro / Nos, conser-
vadores, dizem os nobres depotados, somos
adbesos ao ministerio, apoiemo-lo ; e, para
que nao baja dissideocias quanto a questo
do estado servil, aventada na falla da aber-
tura e proposta no projecto apresentado,
queremos liquida-la com a emenda, arre-
dando-a da controversia poltica t
Sr. presidente, realmente esta manifes-
taco, como a fez o uobre deputado que
encetou o debate, de sua natureza cabe de
per si, e para admirar que fosse assim for-
mulada perante esta augusta cmara.
Cada um dos nobre deputados bem sabe
como ella se elaborou, em que semindo e
por que meios se tem procurado ageitar
adberentes; cada um dos nobres deputa-
dos nao descoohece que, bem longe de
tratar de por a questo em terreno neu-
tro, pelo contrario, procurou-se aproveita-
la corao arma de guerra. (Apoiados.)
E, senhores, cabe em razao acrtditar
por ura s momento que uma emenda des-
ta ordem nao seja manifjstaco de opposi-
Co poltica; que ha mero proposito de oeu-
tratisar a quesio?
Era terreno neutro est ella apresenta-
da para ser discutida coavenientemente.
Ser, porra, trazida para o vol de graca
cora lamauba allerago do tpico respecti-
vo, quando pelas praticas parlamentares
de todos os paizes basta muitas vezes uma
simples mudanza de redaeco para signifi-
car voto de desconfianza, neutralisa-la"?
E' possivel que uma tal emenda, desenvol-
vida como foi e commentada corao vai sen-
do, tivesse esse alcance conciliador que ex-
pressou o nobre deputado ?
E' crivel que, pelo seatido, conceito, al-
cance e apparato que encerra e ostenta,
tivesse essa innocencia que pretende dar-lhe
o Ilustre proponente? E, como foi expli-
cado pelo orgo muito aulorisado do nobre
deputada pela provincia do Rio de Janeiro,
que com toda a franqueza deckrou que se o
ministerio recuasse ficava desmoralisado, e
desmoralisado nao podia lgicamente conti-
nuar na administraco ; se passasse, maior
ainda seria a desmoralisaco do governo ; e
finalmente se fosse rejeilada, e o governo
tivesse esse triumpbo apparente. nem por
isso lucrava o mesmo governo, visto ter
contra si todos aquelles que a tinham offere-
cido, e qae, havidos em conta de amigos,
passavam a ser adversarios declarados I
O nobre deputado fez realmente o com-
mentario o mais conforme moralidad* da
emenda apresentada com feiclo de-laco
fraternal sendo uma arma de guerra.
O Sr. Andrade Figueira:Nao pnecisa-
va de comraentarios.
O Sr. Ministro da Justica:Eu. assim o
entend
Sr. presidente, desta quesio, que per
sua natureza devia impor a maior reserva,
fazendo calar todos os resentinientos pes-
soaes, qoe devia ser tratada com a maior
circumspeccao. que demaniava toda a at-
tengo e o mais patritico empenho para.
que se podesse ebegar a uma soluce a
menas detrtmenlosa possivel, desta ques-
to tez-se demanda poltica. Procurou-se
de plano assentar o manejo de oppo^ao
em ama materia desta ordem, porque era
berji de ver que offerecia ella vantajosissi-
rTiO terreno e forte cidadella de refugio
pelo apoio decidido da lavourtf, da classe
importantsima do paiz que mais pode
ar f^eiirella a salvo ou o mais possivel
/
'i
ti
ira os proprietaros de escravos, e -i\,ilrJSIt^, ?precavidos se deviam julgar contra quaes-
tmento natu>al protgstam'.oii.ta^r^sa pre- "
rogativa de rftjfoza. Eras^, ;0(j0gf mais
ou menos, tomara parte n
E miando uma
^knV) tn.a,is
.a questo.
,.u tem or
jre e val
io**
por
e anda tem
quer eventualidades das lides polticas.
(Coni'nuor-M-Aa.
P DdDl^RlO-itA Uj UUQUU OS CiUifc
-I


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