Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12424


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Full Text
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ANNO XLVII. NUMERO 148
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PABA A CAPITAL E 1UCARIS OKDE IAO SE PAGA P0HT5.
Por tres mezes adiautadus................. tifjOOO
Pur Por nm anno idem..................... 24)5000
Cada mumero avulso............... 32o
~>*
"T* **
DOMINGO 2 DE JLHO DE 1871.
PARA DEITBO E FOSA DA PROVTICIA.
Por tres mezes adiwtados ....... ......... W7io
Por seis ditos idem................., 134500
Por nove ditos idem .......... '*....... 2Of20o
Por wb auno idem...........,....... 17|000

Propriedade de Manoel Kguejpa de Faria & Flhos.
AO Al
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gongaives & Pinto, no Maranhio ; Joaqoim Jos de Olivara & Filbo, no Cear ;
Pereira d'AImeida, em Mamanguape ;F6lippe Estrella d C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa
em Nazareth : Antonio Ferreira de Aoiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alaj
o de Lemoi Braga, no Aracatj ; Joao Maria Jolio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos JostJa
ha; Belarmino dos Santos B&loao, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. Jos Martina Alves, na Babia; e Leite, Serqninho VC. no Rio de Janeiro.

parte ornciAL
Governo da proviucla.
KSPKDIE.NTE DO DA 23 DE JUNHO DE |871.
Oflcios :
Ai desembargador chefe de polieii interino,
recommendauio a expedico de suas orden*, as
autoridades policiaes, para que, como solicita o
vico provedir da Santa Casa de Misericordia, nao
continuera a remctter loncos para o respectivo hos-
picio, na i s p>n|ae aquelie estabeleeiroento nao
pede ni.ii.- accouimodar maior numero du que all
iwa apreseotaco de altestado medico e documen-
to que prove estado de pobria.Cumrauoicouse
ao vice-provedor.
Ao coronel commandante da* armas, para
que- mande apresentar ao delegado de polica do
pnmsiro districto desta capital, s 6 horas da lar-
de de h ije e amanhaa, ciocoenta pravas de 1' li-
aba, afira de seren divididas em pitrulhas pelas
ras da cidade.Gommunicou-se ao chefe de po-
lica interino.
Ao mesmo, mandando postar boje as l horas
.ta tarde jumo a rampa da ponte de Santa Isabel,
urna guarda, yara fazer as honras devidas ao pre-
ndante n iraeado para a provincia do Cear, o
fixm. toar) de Ttquary, que segu para all no'
vapor Ariiitu.
-Ai iusp ectorida thesouraria de fazenda, trans-
miltodo para o* os convenientes, as melosas or-
dena, sendo 10 do ihesouro nacional, sob ns. 93 a
datadas de 7 e ti do carente, e ama em dupl-
cala, sob n. 766, expedida pela repartico do aju-
ncte genera!, bem como um oficio do ministerio
da gaerra, d itado de 7 desta mez Igual tnatatts
mulandis, tran>iriiitindo o ltalo, pelo qual fui Ho-
rneada o ofliciai da secretaria da thesooraria de
fazenda da provincia do E-pirito Sano, Joo Zafe-
na Rangel de S. Pi, para o lagar de 3 escrip-
torario da contadora da de Pernambuco.
Ao mesmo, declarando em resposta ao sea
o#S:io, que visto achar-se o conselheiro Pedro Au-
trao da Multa e Albaqaerqae, exerceodo imeri
kimente as funec-ies de director da Faculdade de
Direito desta cidade, compete-lhe por esse-exerci-
co, a gratificacao qae deixa de receber o respec-
tivo proprielario durante o impedimeoto deste.
Ao mesmo, remetiendo para os devidos (ios,
copia do aviso de 3 de abril altimo, em que o Exm.
Sr. ministro da fazenda declara haver sido defe-
rilo requerimeato de Jeronymo da Costa Lima,
solicitando a continuacao do alfande^amento do
trapiche denominado Cuoha, sito ra da M>eda
o*. I e 3, aliin d poder receber nelle os gneros
mencionados na tabella n. 7 do regulacnento de
9 de setembro de 1860.
Ao mesmo, mandando pagar ao caplao Joa-
quim Sil veno de Souza, os vencimentos do oficial
6 Bracas da guarda nacional destacadas na villa
de Gtraahuns, sendo os do offlcial relativos aos
meaos de fevereiro a maio deste aun, e as das
pracas de abril e maio ja citado.Commanicou se
ao commandaute superior respectivo.
Ao da thesouraria provincial, para que me-
diante flanea id:nea, mande entregar ao thesou-
reiro da commisso administrativa da imperial ca-
pella de Nossa S-.rahora da Assumpcao las Fron-
ic ns da Estancia, Gibriel Pelippe jacmlho, a im-
portancia que se acha depositada no cofre dessa
ttoesouraTia, proveniente do beneficio da parte de
lotera, ltimamente extrahida a favor das obras
dan ulla igreja.
Ao mesmo, acensando a recepcao do rfflcio,
em que participon haver o bacharel Joaquina Jos
Ferreira da Rocha Jnior arrematado, com o aba
le do 3 por cento nos presos da respectiva tabella,
i) fornecimento dos presos pobres da casa ie de-
tsnjio, e declarando em resposta qu, para poder
resolver acerca dessa arrera.itai;o, faz-se preciso
que informe por t rdem de quem foi elevado a seis
mezes o prazo d'esse furnecimeDio, qaando devia
,'ier de tres, segundo o disposlo no ari. l da lei
|)-i\in:ial de 11 de jonho de 1861, e remi-tta urna
copia da mencionada tabella.
Por essa thesooraria mandou se pagar :
A' Casimiro di de 4:31'i100 ris, que se a'ha era deposito, por
'..i dos j':*J7"'i.' r qie se Ihe esta a dever
proveniente de fardameo:o forneciio ao corpo de
jolicia.
Ao cjmtjienia;l >r Aatonio Joaquim de Mello, a
quaa'.ia .'i que tiver elle direito, em viati do seu
contrato, como encarregado de co,lecconar as
obras do tinado fre Joa mira do Amor Divico Ca-
nica.
Ao juiz municipal di termo del:ar.b, re
i alendando qae enve ao juiz municipal da?e-
gu:iii vara d'esia capital as juias dos senteacia-
d '9 Pedro Jo.- Rodrigues e Candido Jos Alves
Continuo, qne sem ellas foram remettidos para
est cidadi, e estao cumprindo senteuga na casa
da det80cao.
Despacnos:
Commendador Antonio Joaquim de Mello.A'
thesouraria provincial com officio d'esta data.
Antonio Agostinbo de Atevedo Carvalho da Si-
qiiiira Yarejao.Nao est vago o lagar que re-
ga^r o supplicante.
Henrqie Carnero de Almeida.Informa o Sr.
director das obras publicas.
Jos Fraacisco dos Passos.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marr.jha.
Maria Barbosa, da Silva.Informe o Sr inspec-
tor da tbesouraria de fazenda.
Conselbeiro Pedro Aatran da Matta Albuquer-
(|'j.Dirija se Ihescuraria de fazenda.
ouimaQdo superior.
OV'ARTEI. DO. C0MMAND0 SUPERIOR DA GUARO!
NACI?:AJL DO MUNICIPIO DO RECIPE, i DE
JL'LHO DE 1871.
Ordem do dia n. 24.
O lllm. Sr. coronel commandante3uperior mav
4a faier publieo, para os devidos fins, qno S. Exc.
i Sr. vice presiJente da provincia, por portaras
de 20 e 27 do mez de junho prximo pa9ado,
traoserio para o 3 batalhao de reserva o Sr. capi-
tn, que exercia as ancc5es de major do 6 bata-
lhao da aeliva Manoel Gomes de S, e para o 2o,
tmbeos da reserva, o Sr. lente do 3* Francisco
Pacheco Soares; mandando aggregar este bata-
lhao o Sr. alferes do 5 da guarda nacional de
Mamanguape, provincia da Parahyba Jo3o Francis-
co da Silva Mendon^a.
Igualmente faz publico, qae, por despacho de
2o" do referido mex, concedeu quatro mezes de li-
enca, na forroA da lei, so Sr. capito do 8o bata-
lhao de infaP.laria Francisco Antonio de Sonza
".e), para tratar dentro de seus interesses dentro
$% proviaca.
Rodolpho Joao Barata de Almeida,
Coronel ebefe interino do estado-maior.
EXTERIOR.
Montevideo. 15 de junho de
1891.
!)eix a-nos o Otuida com urna esperanza anima
4ora, em sltuacao mu importante para o fatu
ro destino deste paiz, e para as relacoes com
Trata se nada menos do que realisar a paz, o
congracamento da familia oriental, e qaem intenta
empreza de to diffleil e emmaranhada solarlo
nm brasileiro distincto, respeitado em sua patria,
e estimado aqui pelos doos partidos belligerantes ;
o general Osario", o bravo marquez do Herval.
Depois de ter sido annunciada sua vinda tantas
veies, apeou-se elle por fim de seu carro, na tarde
de 10 do correte, parta do escriptorio dos Srs.
ConceicSo 4 C, procurando pela residencia do Sr.
Antonio Fernandes Braga, seu compatriota, e sojIo
daquella respetavel casa, onde ia bospedar-se.
Desde a vespera se dizia que o Ilustre general
brasileiro se achava prximo capital, mas as
chavas abundantes qae reiaavam, alagando todos
os caminhos, e enchendo todos os arroios, deixava
presumir que >ua viagem seria mais demorada, e
que s na manhaa seguate poderia ter lugar a
suachegada.
Foi, pois, urna verdadera surpresa para todos,
prucipalmente para mnitos estrangeiros e na;io-
oaes sinceramente aaciosos pela. reahsa;o de seu
nobre projecto, que pretendiam fazer-lhe urna re-
cepcao estrondosa.
A noticia correu logo com velocidade, e ja
ooule era o campeo da paz visitado pelos mais
ntimos de seus amigos, vidos de ouvirem de
sua boca as probabilidades de xito com qae con-
tava.
i N'o dia seguinte, memoravel para a nacao bra-
silera pelo seo- esplendido trinmpho naval de Ria-
chuelo, foi o general comprimentado, de Ordem do
presidente, por urna banda de mu-ica, que tocou
primeiro o bymoo nacional em seguida o oriental,
e depois algumas escolhidas pe?as. Qaasi ao mes-
mo lempo os ministros e os primeiros faacciona-
rios do paiz o foram visitar.
Nesse dia, que n< aqu nanea esqnecemos, foi
tambem o bravo baro de Amazonas alvo de ama
manifestado patritica de apreso, que muito com-
moveu o venerando anco
O babil pintor de marranas Eduardo de Marlioo,
que ora se acha nessa corte, exhibindo algnns de
sens primorosos trabalbos, havia feito om grande
quaJro a oleo representando o importante episodio
dajuelle combate, na oecasiao em que o Amazo-
nas invesle e metie a pique algnns vapores "kiimi-
gos, e decide com este accoramettimento, rasgo de
audacia e inspirarlo do invicto Barroso do xito
desta accao, que tanta intlueneia exerceu na guer-
ra, a nosso favor.
Este quadro, encaixado em ama rica moldura,
foi comprado e offereciio pela, maior parte dos
brasileiros aqui residentes quelle almirante. O
nosso ministro, sea secretarlo o Sr Vasconcellos,
o nosso cnsul e vahos compatriotas, foram reuni-
dos, apresentar-lhe o mimo, e nesta oecasiao o Sr.
Gndim disse algumas palavras felizes sobre o as-
sumpto.
O Sr. baro de Amaz as, qae contina qaasi
cago, possuido da maior emocao, agradecen a of-
ferta valiosa que pela segunda vet reeebia da co-
lonia brasileira residente em Mon'.e video, e con vi-
don os seus amigos para um copo d'afua, onde
reinou um espirito elevado de patriotismo, alimen-
tado nao s pela presenta do bravo almirante,
como da de alguns de seus compaohefros de glo-
ria nesta jornada, qual Abren, Mearira, Costa e
PzewJouski. Estes jovens officiaes porfiavam em
manifestar sua profunda admiracao ao velho ma-
rinheiro que tao bem os dirigi em urna circums-
laacia tao difficil, mas elle cora sua modestia ha-
bitual, s Ihe respooda que o pouco que tinha fei-
to depenJera do concurso que achara nos seus
commandados.
Terminou-se esta reunio cora um brinde en-
tusistico S. M. o Imperador.
No da 13 o peoeral Osorio drigio-se easa do
governo a visitar o presidente Balite, e com elle
teve ama longa entrevista, na presenta do minis-
tro de estrangeiros, que o Sr. Harreras y Obes.
Fcil conjecinrar que largamente -e trtou da
paz nes-a conferencia. Entretanto nao transpirou
nada que satisfizes-o ajusta curosidade publica e
a maior reserva contin i a manter-sc nesla deli-
cala negociaco.
lira dos joroaes da t.ar!e, qmrendo antecipar
noticias, publicou que o j.vu-ral apresentara as se-
guimos proposifons dos blancos, que forara bem
acolhidas pelo prndente.
I." Reconhecimonto o governo e das autorida-
des cj-titaidas.
2." Desariiinraent das forjas revolucionarias,
que se acolherj ao indulto sanecionado pelas c-
maras.
3.' Rec'.nhecimento p"Io governo dos graos^mi-
litares qne os chees tinham antes da revoln^ao.
4. Sulragio universal livre e garantido.
\ Tribuna, em sua revista para o exterior,
julga antes que estas bases sao a3 que o governo
indica para pacili ;aeao <11 paiz, e eu pens que es-
te jornal teve nzo. Era sua opinio os chefes
blancos querem primiro o reconhecimento das
despezas e p^ejuizos de guerra avallados em dou3
ou ires milhes de palacoes, depois o reconheci-
mento de todos os graos militares conferidos du-
rante, a revolncao, alm das condi^oes polticas de
amnista e eleigo lvre garantida.
Sei bem que'oo ponto de vista da moral das na-
ees estas exigencias sao inslitas, e nao me es-
(juego de que. anda ha pouco o meu collega de
Londres, com sua illustraco e criterio, conderana-
va as columnas deste mesmo jornal toda a trans-
accao com ellas ; considerando sua aceitara.) um
mal, porque tornava permanente a aoarebia no
paiz, desde qne os que proraoviam e sustentavam
as evoluQoes, nao s nao erara punidos, como at
eram premiados, adquirindo a legilmidade de urna
posicao de origem coodemnavel.
Era u Tj estado bem organisado, forte pelas suas
insttnicoes, pela moralizado de seus governos, pe-
la perfei^ao de snas leis, p6de-se sustentar com
vigor a verdadera doutrina, e applica la sem re-
ceio de maiores males. Mas aaui o que teraps ?
Um p?.iz era que a admini3tracio ara chaos, em
qae a Improbilade o typo, em que as nnanpas
se acbam em descalabro, ruina em toda a parte,
as fonjas dissidenles em equilibrio. Nestas coodi-
coas, como pretender o respeito autoridade ?
Sao ha remedio seno transigir sempre, procu-
rar a paz, coste o que costar ; porque com a paz
renasce a ordem, a conflanca e a riqueza, e na
paz se podar melhor preparar urna nova geracao
para dirigir os destinos do paiz. -
E aqui a maioria boje esl pela paz. Os mais
elevados interesses pblicos e particulares se acham
compromettidos com a prolonganio da gaerra,
que, em ultima analyse, nao promette resolver este
grave problema, e sim nicamente augmentar os
destroces j espalhados por toda a repblica.
A prova est da manifestarlo espontanea qae
no dia 13 noule lizeram mais de quinhentos na-
cionaes e estrangeiros da melhor classe, apresen-
tando-se em frente casa em qae se acha hospe-
dado o gene/al, com as bandeiras brasileiras e ori-
ental em punho, e pedndo em altas vozes aquello
bem snpremo.
O Dr. Carlos Ramiros, hbil redactor da fan-
deira Radical, qae passava na oecasiao desta ova-
cao, instado pelo povo para fallar, disse ao general
Osorio qual o fim daquella reoniio, e pedio-lhe
qne respondesse com alguma palavra de animacao
aos desejos vehementes do povo. O general, que
bavia mandado entrar a todos que couberam no
vasto salo em qae se acbava, prounucioa com
firmeza, ainda qae em vozbaixa, por causa d)seu
ferimento na face, nm discurso conveniente, de-
clarando qne coofim sa iliostracjlo e patriotismo
dedica va nago oriental, e pelo desejo de ser Ihe
til.
Muitos vivas expressivos e Msongeiros foram
ento levantados, e ainda s 10 horas da noite,
apezar do fro que fazia, rauilos grupos se comer-
varam em frente casa entretendo-se a respeito
do assampto.
As negociares proseguem e ha toda a proba-
bilidad" de xito. Todava nutro algumas descon-
li:.neis a respeito da lealdade do governo e do cir-
culo que o cerca. Pode'ser, e estimar ii muito que
sejam infundadas, mas ha ama forca superior que
me induz a crer nesta falla de lealdade. O lempo
mostrar se estou em erro.
Hornera j o Telegrapho Martimo disse estar in-
formado de que se reunira na Unio urna com-
misso, presidida pelo general, e composta da i oas
membrus designad 's j pelo governo, qae eram os
Srs. D. Tilomas Gomensoro e D. Jo Klutrry, a de
oulros, dous que seriam indicados pelos chefes
blancos, dos quae9 j tinha-se mandado um emis-
sario para prevenir deste aecerdo. Parece qne
esta noticia tem algum fundamento.
Um ponto para mira difJBcilimo da solucao o da
garanta para as eleiedes. Este appello nacao
vai ser a base de toda a nova organisacao poltica,
a legitimacao da tedos os poderes.
Os blancos mostrara ter completa confianza em
seu resultado, se a manifestacao for livre. Como
se ba de conseguir a pureza das ornas t Na cara-
pacha qnasi toda dominara, os blancos Quera
presidir s eleicoes nos departamentos ? As au-
toridades de fado t O resultado ser snspeilo. As
de direito ? D-se o mesmo. Nos departamentos
prximos capital, no Salto, em Paysandii, e aqui
mesmo, como correrlo as eleiedes ?
Como cooseguir o desarmameoto dos dssdentes
sem o arranjo desta magna questao ?
Ja se v que nao to fcil a tarefa de que se
encarregoa o general brasileiro, e qne feliz e mui-
to feliz ser se ganhar esta grande balalha.
Os que lucrara com a continuacao da gaerra,
por que sempre tomara para si a maior parte dos
eseassos recursos qne se arrecadam; os qae por
um exaltado espirito de partido nem querem ouvir
fallar em conciliacao com os blancos ; os qne nen-
hum bem acceitam qaando Ins venha por mi,
ou com intervencao de brasileiros a do Brasil,
essesjotriogam, cabafam, agitam-se, panqu a
mi3sao de paz fracasse.
Para este lira insinuara qae a misso d > gene-
ral nao offlciosa, mas sim official, que atraz delta
est a intervencao armada do imperio. A propria
Tribuna, que advogon tanto a idea da paz antes da
ebegada do general, j a qae levanta este alar-
ma infundado, noticiando at qne vira carta de
um offlcial de marraba nosso, assegurando que
breve estara combatendo ao lado dos blancos con-
tra os collorados ; qae j tinhamos um exereito de
10,000 bomens na fronieira, e qae a esqaadra se
reuna parte em Santa-Camarina, e parte no Rio
Grande. Com estes boatos trata-se ae iofUmmar
o espirito publico, e de aeutralisar ot ester^rda"!
missioneiro de paz.
Outrs querem qae o general Mitre venha tomar
parte as negociares, para qae as glorias nao se-
jam somente do ebefe brasileiro, qae ea vi que
procede de accordo com o presidente Sarmiento,
e que por tanto teve a boa f e poltica de nao
prescradir da influencia argentina neste negocio.
Retir i o que se passa aqui, para que os leilores
possam fazer o seu juizo indepeadente daquelle
que emitto.
O Siglo advoga iraniamente a paz, e promette
por a disposicao dos negociadores todo o seu apoio
moral. Mas o .SiV^o opposicionista, e nenhuma in-
fluencia tem no circulo do governo.
Est approvalo o projecto de emprestmo de 4
milbes, e diz-se que j ha quem se proponha con-
tratado. Se for verdade, um embaraco para a
paz. Os homens da situacao nao tero animo de
resignar o poder diante da* perspectiva de terem a
sua disposigo dous ou tres mlhoes. E' ama ter-
rival teataco para rnuita gente, e com esta som
ma muitos negocios se p viera liquidar.
O contador do thesouro, o Sr. Villana fez urna
temive descripeo do estado dessa repartico, dos
abusos praticad'os constantemente pelos ministros,
de desordena e ladroeira que lavra por toda a par-
le, que faz desapparecer as rendas publicas de urna
maneira que euvergonha.
Este documento, que por sua extensao nao pas-
so a transcrever, pinta bem ao vivo a triste situa-
cao a que ch'gou este paiz, e o que desconsola
ainda mais ouvir om senador de-eul|>ar o pre-
sente, assegurando que ludo agora se faz como no
passado, desde a admraistraco de Gabriel Pereira,
como que querendo in-inuar que assim se de va
continuar no futuro! Desgranada Repblica Orien
tal ; onde esto os leus homens de estado ; onde
se acham sumidas as virtudes civis, a vinlidade
republicana, o pudor emfini de tua socedade ?
E' de mais 1
Ultima hora.A idea de formar duas commis-
soes de homens moderados, e respeitados de um e
mitro lado poltico, para tratar da paz, sob a pre-
sidencia do general Osorio verdadera. Nao ha,
pnrm. al agora nomes acceitos, como afflrmou o
Telegapho,e eu referi cima.
Cada vez recebe o general Osorio ma3 vehe-
mentes provas do desejo do povo em ver realisada
a paz.
na,)
aT
no a
ios, une
do sol,
nphe
observa!
Coraos
ca i do
oceasiap i
seus leii
bem teve I
ni umuau unsic paiz, e para as ib',uv. -- -..-..-1a-------------
merciaes que elle manlm com diversos estados do governo do paiz para chegar ao resultado oe
o globo. Isaa misso, que acceitara peh)s sympathias que
ISueno.s-Ayres. 14 de junho de
1891.
Amigamente, e nao preciso remontar muito
longe, um dia de eleicao nesta bella capital do
Prata offerecia um interesse palpitante para um po-
bre mortal condemnaao a satisfazer peridicamen-
te a curosidade dos leitores de um jornal tao in-
teressafjie, em geral, como o seu.
Qaalquer potentado administrativo, qual juer se-
nhor feudal da trra, dispanham de um verdadei-
ro exercit para fazer triumphar parante as ornas
populares a vontade do povo soberano por meio de
alguns argumentos irresistiveis, nos quaes entra-
vara como representantes a faca, opunhal, o re-
volver, esta obra prima d)sinvenc5es norte-ame-
ricanas.
No dia seguinte levavam-se alguns cadveres ao
cemiterio ; ouvism-se solucos em algumas casas,
ficavam alguns grupos de orpbos, algumas mu-
lleres defljradas, qne tinham que pedir pao e
abrigo ao prximo, mas em compensacao triam-
phava, i uidusamente a razo......do mais forte.
Nesse tempo a poca de ama eleicao era ama
festa para seas chronistas; era um campo em qae,
em lugar de respigar, podamos colher a bracos,
e admirar o mundo com os prodigios do nosso es
tylo ttrico e simstrameute matisado como um oa
ptalo de Auna Radcliffe.
Mas ai de nos I
Hoje tudo ist modou e nem se qaer o pedemos
attnbuir a influencias do seclo, por qae nunca
n'outras partes do mundo, a furia sangrenta es-
teve mais dsposta qae agora,
Qaem sabe se se deve tstn a urna perfeicao po-
ltica tal, que j nio ha nada que melhorar, e que
por conseguinte os patriotas nao esto mais ani-
mados do louvavel intuito de sacrificar tudo, mes-
mo a vida do prximo, em proveito di maior glo-
ria da patria ?
Seja como for, a eleicao do domingo passado
correu tao pacificamente, que nem valia a pena
sahir a roa o altimo dos amigos da novidudes.
E entretanto tratou-se de eleger nada menos da
4 senadores e 12 daputados, qae de f^oto foram
eleit09, com tal affluencia as upnas, qae. as
roehias da cathedral, qn sio as mi rmtra|g;
apsnas bouve 3i votante^ I v V pu
que em S. Christoval, que o all-
ovo dos com ni icios entrarara 147 vo
io qae se parece nm tanto com os
be i.mhm vemos mais ardor na pe-
uanto qas as manchas escaras s se
centro.
ornes dos individuos eleitos, excep-
Eduardo Wilde, tao eonbecido por
peste, nao poden ter interesse para os
, passo a outro acto popuU.r, que lm-
ar no mesmo domingo na praca da
Victoria, 4 ue conssio em um Te Deum, canta-
do em lodfv do Senhor dos C-s, por ter acaba-
do a febrt narella.
Nao crea entretanto, qua a grande concarren-
ci-i deste ac > religioso lenna prejudicado o outro
acto politice produzldo a vazaote de que Ihe
fallei. <
Foram o ii p >ucos os liis que solemnisaram
com sua pn anca o canto laudatorio da igreja, que
realmente e no canto, na palavra chistosa de um
conmista,s ludia fazer as delicias de surdos.
Ah lomos ios decretado offlcial e religiosamen-
te o lerme d peste.
A fatlaija erdade, parece- me que a febre per-
niciosa alo iz mais do qae cahir n'um somno de
invern, abr ido de qnanio em qaando os olhos e
piscande-os 4 alegra, por ver a preciosa i na c cao
da inuoicipalBade, que, santilieada pelo Te-Deum,
parece agora t descanso do justo.
Pens que en Montevideo opinam do mesmo mo-
do, porque anda nio quizeram abrir o porto,
apesar das anpveis dores de cabera que esta in-
terceptacio debommunicaQoes d ao commercio
em geral, e a ckda am em particular. Creio que
sao all de prever que j ik<-.s hasta a peste das
bexigas, que caga a despachar n'um dia 15 mor-
laes, n'um estam pouco recommendavel.para com-
parecer na reuno dos Seraphins, e a ouira epide-
mia, nao menos expeditiva, fomentada por Apari-
cio, Medias 4 C. e contra a qual lodos os medi-
cameotos energas do Suarez nenbum poder elli-
caz pode ter. i
Creio tiais, qve se nao abrem ainda o porto
ais poF medo jua 'aqui ibes mandem um ac-
creseimo da epidtmia dos blancos, do que pelo
reeeio da araarelU e se fr assim, andam nm tanto
acertadamente, porque aqui nao deve fallar qnem
tenha vontaae de fizer alguma expedicio para o
campo dos blancos, ja qae por emquaoto o artigo
armas lem pouca demanda nesta repblica em
qae al aa invasSes de indios escassam, visto que
passou orna semana inteira, sem que se mencio-
ua-se na* nica.
Vivemos, pois, em urna paz Octaviana, quanto a
re tos da amas e a peste offlcial.
Nao asan no campo diplomtico, como vai ver,
no qnal amaca-no* na la menos qae ana seria
complicarle com o imperad ir Guilh-.rrae da Alle-
manna, o em quanto se deve aquilatar esta, all
est a pobre Franca para ndica-!o.
Mas paaa Uts desta qoestao magna, necessito
abrir ira gio : A tout seigneur, toul Aowneiir '
No dia 7 deste me preseotou suas credenciaes,
como miaistro rendente do novo imperio germni-
co, o Sr. Lemaistre, antigo ministro da Confedera-
cao allema do norte.
Nessa oecasiao S. Exc. leu o seguinte discurso
que transcrevo, no como um modelo de estylo di-
plomtico, mas para melhor enteadimento do que
lera de seguir-se.
Disse o Sr. ministro do imperio germnico, re-
nascido no anno de graca da 1870.
Exm. Sr. presidente.U.n perigo coramum e
a necessidade de urna defeza commum, trouxeram
corasgo a realisacjn do pensamento da reuoio de
todas as racas allemes, que pernoto tempo e to
ardentemeiiie anhelava tooa a nago.
t Depois de ama lula, cujos esforcos e cojos
xitos se apresa niara nicos na historia, os victo-
riosos povos allemes estenderam-se as raaos ex-
pontaneamente para urna nova e firme aliianca, e
S. M. o re da Prussia, accedendo ao desejo de
seus alliados, cojos exercitos, com o auxilio de
Deus, conduzio a lo gloriosa victoria, aceitando
a dignidale imperial, assumio para s e para seus
successores o governo da Allemanha novamente
unida.
O antgo e secular imperio germnico, cuja
memorii permaneca radelevel no coraco do povo
allemo, se levanta boje para urna vida nova. Fa-
ca necupando agora e lugar que llie corresponde
entre as grandes potencias europeas, o que faz com
a plena con-ciencia de sua firme voniadj e de seu
poder para defender es seus direiios e prolc)er seus
subi'tos ainda as mais remotas regMes do orbe.
t Entretanto, a mais formosa e elevada misso
que reconhece o novo imperio a d paz. Assim
como elle mesmo foi cralo na senda tranquilla
das lvres conveniencias, assim como seu primeiro
acto fui a coucluso de urna paz e pacficos sinos
celebram seu nascimento, assim tambem a3 pr-
meiras palavras sabidas do throno imperial annur.-
ciaram de urna maneira inconirastavel, que a su-
blime tarefa a que, ante3 de tudo se dedicara a
Allemanha unida, seria a organsago paciflia, in-
terior, da recuperada unidade nacional, a conser-
vado da boa harmona entre os povos do mundo
e a cummumeaco pacifica cora as outras na-
c/oes.
S. M. o rei e imperador, meo augusto sobe-
rano, me ordenou que tran-milta timbera aqni a
expressa mensagem de paz e amisade ao en:arre-
gar-me de entregar a V. Exc. as credenciaes que
roe acreditam como ministro residente do imperio
allemo junto ao governo de V. Exc. Nellas en-
contrar V. Exc. reiteradas a* seguridades do vivo
interesse quS. M. sempre abrigar pela prosper-
dade e psogresso da repblica Argentina, como
tambera as expressoes de seus mais sinceros votos
para qae as boas relacoes, que existera entre am-
bos os paizes, se estreitem sempre ma9N
i Emqaaoto minna pessoa, e felicito-me, Sr.
presideBt, de ser o interprete de ideas que to
intimamente corresponden), aos meus proprios sen
timemos.
c Urna longa residencia neste paiz ensinoo-me a
apreeia-lo e a confiar no sea porvr. Debaixo do
Ilustre governo de V. Exc. vi-o em pouco tempo
adr'uur-se rpidamente, no eamiono da cultura e
do progresso inlelleclual e material: assim, po3,
adquir a convccao de que o melhor que pcs;o
desejar a repblica Argentina que o Co asse
gure, no porvir, o xito mais lavoravel s inlenges
e esforcos de y. g^o, e do sea governo.
Aoimado por to sinceras sympalhias para
oom a repblica argentina e seu governo, ser-me-ha
fcil preeneher o cargo que me foi cooferido,
sempre que V. Exc. se digne conservar para
eoraigo a boa vontade qae at agora, em todas as
occasiSas, me tem demonstrado, e cuja continuacao
hoje, de povo, com instancia, solicito. >
Ao lar este discurso, qae tal vez peque por al-
guma redundancia, e se oceupe demasiado da
pessoa do Sr. miaistro residente, ningaem deseo-
brir entretanto o menor pensamento que possa,
mesmo de longo, offender os seqtiweqlos mam me-
lindrosos dos brios internaoionaes.
Ser porque ero, no a hora senso imperial,
nem n. tolerancia que se assistr-nps a nos ou-
trs que temos, a, fortuna de abrigar-nos sombra
da urna co;o^, naso* a suaeeptibilidade que assiste
aos cqj^c^o Uaiperadoa aos raios d,o mais pufq
reouMcaoJar^
no ?* ^'^ Da8la Ia9. ttm PeQsaraent0 qaalqaef
5* .aja naseido debaixo do gorro phrlgio, para
dspertar-lhes despreso, compaixio ou ira, eousa
, I que bastantes vezes temos experimentado, qaando
I tazados os oossos mais sinceros seniimeotos de
falsos, perniciosos e despresiveis. A-ssim locoa
hoje ao ministro do imperio germnico, na pessoa
do seu ministro.
A Nation levanta urna cruzada contra eMe, ar-
mada com todos os raios olympicos.
Descobrio qae o Sr. ministro allemo insullou
todas as outras nacoes da Europa, porque ptk em
evidencia os mritos do novo imperador e do im-
perio.
Acto SO oSodida pelo tpico que se refere
proteceo promettida a todos os subditos allemes,
raesroo as mais remolas reg5es do orbe, como se
a repblica Argentina devesse contar-se entru
estas remotas regioes.
Nao quero gaiar-me na minha apreciaco de-te
tpico pela opinio de muitos, que pensara ver ais-
lo urna alluso a um assaesinaio brbaro de um
capito de barco allemo, qne teve lugar ha 15
dia*. porque bem sei que os tribnnaes do paiz sa-
bero fazer justicj, condemnando o oriminoso ao
presidio em Babia Branca, onde cumprir sua jus-
ta sentenca, se... nao sa escapar como tantos ou-
trs. Mas nao fazendo isto, nao sei'realmente a
que attriboir o furor da Nacin, perqu, para
aquelles que sabem eumprir com os seus deveres,
uao existem ameagas, por consegrante.- nSo ha mo-
tivo de offender-se. Isto lgica comesinha, qae
j se aprendea nos bancos-escolaras. Pode ser,
entretanto que S. M. o Imperador Guilberme, as
disposgoes pacificas em que se acha, eomo o atim-
c;a o seu ministro, nao considere o artigo da iVn-
cion como easus belli, o que nos privar por em-
quaoto de oavir retumbar nestas aguas a voz po-
derosa dos Krupps, era resposta a esta nova ligo
dada a um imperio pela vergasta austera da rep-
blica. Assim, mal dos outros, pode vir a ser con-
solo nosso.
K-te incidente uo pode, comtado, prejpdicar os
crditos pblicos da repblica Argentina, porque o
seu governo acaba de negociar com a casa banca-
na desta praca de Wauklyn 4 C. a emisso de seis
milhes de patacoes de fundos pblicos ao cambie
de 70 0)0, o qae pro van que nao smente vale a
palavra de rei, mas tambem a de presidente de
repblica obriga, visto que no anno passado o go-
verno prometteu ao commercio, assustado de nao
negociar a emisso com menos de 70 0|O. Acredita
ao mesmo tempo urna casa particular, que nao
confessa mais fundo que seiscentos mil patacoes,
e reahsa nma transaccao de seis milhes, tendo a
praca apenas atravessado urna crise horrivel eomo
a da febre, e deve ao mesmo tempo tranquillisar
um pouco os pessimistas^j que viam a bancarola
por todas as esquinas. ^
Bem seria que um maon to beue&co cahsse
as arcas dmunicipahdade, para livra-la de hitar
com os serenos amotinados, que hontem, em mee-
ting, se reunirn na praca da Victoria, clamando
pelo pagamento de tres mezes de sold, depois ter privado por duas noutes a cidade de seus ser-
vicos, em ar de argumento maior.
Raras vezes vi urna reunio mais caractersada,
que esta dos dignos filhos da Gattua. transformados
em serene* folgmoes.
Nao duvido de sua honradez proverbial... mas
estas caras...
Confesso-lbe ingenuamente que antes me senta
muito seguro e tranquillo, a altas horas da noute,
e em ra remota, quando entrevia a figura de um
sereno com sua lanterna furia fogo.
Mas agora... depois de ter-lhes visto luz do
sol as caras... creio qne passarei de largo, lera-
brando-me da cara do Ruprecht das legendas alle-
mes.
Comtado p-ie ser que s sejam tao fe'os em-
quanto a municipalidade nao os paga.
Se assim for, fago mais votos ainda para que
esta respetavel corporaco tenha sempre o que
hoje Ihe falta.
No senado trata-se em 3' discusso do crdito1
para a estrada de D. Pedro II, e em V da re r-
ma judiciana. Aquelledave votar-se naturalmen-
te no primeiro dia de sesso. A segunda ter dis-
cusso larga} alm da que j tem tido. apezar do
Sr. Nabuco ter declarado, como orgao dos hDe-
raes, que a opposlco se absteria de disentir. Pro-
veio tal declaradlo de nao ter o Sr. Siyo Loba-
to, ministro da justca, querido aceitar nfnbums
das emendas apresentadas per aquelle senador, o
qual sendo membro da eommssao de jnsliea, ti-
nha dado voto era separado, divergrado dos om-
tros dous collegas, os Srs. S. Lourenco e baro
de Tres Barras, os quaes adberiram s emenda.'
do mesmo Sr. Sayo.
Na discusso offareceu o Sr. Nabuco nma tran-
saccao, isto que urna vez que o ministro nao
quera aceitar nenhuma das emendas da opposi-
cao, renunciasse s suas, e fleasse o projecto tal
qual tinha ido da cmara dos deputados, que a op-
sicao o votara at por aeclamacio.
Nao concordou o Sr. Sayo era semelbante alvi-
tre, e insisti pela adopeo de snas emendas. Vol-
tou ento o Sr. Nabuco novamente tribuna, para.
justificar as suas emendas e mostrar que as da Sr.
ministro erara menos liberaos do que o pensamen-
to geral que dorainava no pr> jecto ido da cma-
ra, coacluindo por declarar que, vista da insis-
tencia do Sr. S i\ f.i, perda toda a esperanca de
ama reforma liberal, e em tal caso deixava qae a
tal reforma corresse por c:nla do governo, renun-
ciando elle e seus amigos inlervirem na sua
adopcao.
Consta, entretanto, que rfo primeiro dia de ses-
so o Sr. baro de Muritiba se pronunciar enr-
gicamente contra as emendas do Sr. Sayo, o qo^
era de esperar, visto ter sido S. Exc. o ministro
que dirigi a reforma na cmara dos deputados.
DIARIO DE'PERNAMBUCG
INTERIOR.
RECIFE, 2 DE JULHO DE 1871.
noticias do aml do Imperio.
Amanheceu hontem no iamaro o vapor ame-
ricano South America, trazendo jornaes do Rio de
Janeiro de i\ e 2o, e da Baha de 27 a 29 do cor-
rente.
RO DK JANEIRO.
Sob a rubrica interior publicamos a caria-
do nosso correspondente na corte, para a qual
chamamos a attejieo dos leilores.
Pelo decreto D.,4743 de l?de junho foi rea-
nido o termo da lima) ao de Campo-roaor, na
provincia do Piauhy.
Por carta mperial'de 21 do correte mez foi
naluralisado o subdito portuguez Henrique Jos
de Jess, piaritimo e residente na cidade de P -
ranagu.
Por decretos da mesma data :
Foram concedidas as seguintes penses :
AO Capillo do exereito reformado ll-nriqn>
Christiano Benedicto Ottoni, a de 30fi mensaes,
equivalente metade do sold de sua reforma.
A D. Maria Amalia dos Santos Amaral, viuvado
alferes do exereito e teDente ea commisso, Fe-
lippe Marques dos Santos a de 2't J mensaes, seo
prejuizo do meio sold que percebe.
Foi declarado :
Que a penso concedida por decreto de 7 de de-
lembro de 1870, a D. Francisca Rosa de Alvira
Paraguas-, viuva do capito de voluntarios da
patria Antonio ta Mascarenhas Ferreira Para-
guass, deve estender se que de 60 mensaes,
equivalente no sold da patente daquell<* i.flicial,
e nao de 3C mensaes sem prejuizo de meio sol-
do. como consta do referido decreto.
Que a qne foi concedida por decreto da mesma
data, a D. Joanna Murculna Sampaio, mi do aV
teres de voluntarios da patria, Gustavo FraneiSeo
Sampaio, deve entender-seque de 365 merwae?,
equivalenie ao sold da patente daquelle offlcial.
de
*
Correspontlenc^a do Diario
Pernambuco.
RIO DE JANEIRO
CORTE, l\ DE JUN '0.
Pouco ou nada ha de novo digno de mencao. 0-
negoci s polticos permanecen! no mesmo p em
que se achavam quando Ihe escrevi a iassada. Na
cmara dos deputados foi votada era efunda dis-
cusso a lei de flxaco de forjas de trra, o dis-
cuie-se agora a de forcas navaes. Nesta, como
ouquelh, as qaestoes foliticas lem sido o maior
alimento da discusso. O elemento ou estado ser-
vil ah tem entrado, como eotrar em todas as dis
cossoes, como assurr.pto obrigalorio do debate Os
negocios do Rio Grane do Sul tambem tem oceu-
pado ugar importante : os Srs. Joo Sayo e Joa-
quim Mendonca teera lido largo ajuste de contas.
Hontem nao huuve sesso nem na cmara, nem
uo senado : a manba estava ara tanto hmida, e.
alm disto muilos dos honrados membros de am-
bas as cmaras foram pelo trem das seis horas
para Juiz de Fra, onde ha nao sei que func-
ci ; de modo que poneos forara os que comparece-
rn) as casas respectivas.
Hoje da de S. Joo, amanhaa domingo : eis
alu, pois, tres das perdidos, e islo quando j nos
achamos no fim do segundo mez de sesso, e ain-
da se nao entrou na discusso da lei do orcamen-
lo, e nem se qaer anda foi apresettado o parecer
da respectiva commisso. Outr'ora havia urna com-
misso de orcamento composla de tres membros
para cada ministerio, e cada urna aprf sentava o seu
trabalho independente da outra. No fim da ses-
so passada reformou-se o regiment, e s ha
urna commisso de nove membros por lodos
os ministerios. No principio do presente anno,
elegendo-se essa commisso na imprevidencia da
dissidencia que depois manifestou-sp, ftcou ella
composta em sua maioria de deputados'qne, ou
sao dissidenles declarados, ou tendem a s-lo, de
modo qae nao mostram interesse em adiantar os
trabalbos; e por isso que o parecer contendo os
ornamentos das despezas de todos os ministerios
ainda nao foi apresentado. Diz-se que se-lo-ha,
segunda ou terca-feira.
Parece que os taes dissidentes, desanimados com
o resallado da votaran da emenda apresentada pe-
lo Sr. Paulino ao voto de gragas, pretendem re-
corter ao systema das protelacoes e morosidades.
E' por isso qae nenhuma medida governamental,
por mais simples que seja, passar sem que haja
longo e minucioso debate. Por esse meio os quatro
mezes da sesso mal chegaro para as leis an-
nuat. }
Diz-se, porm, que o governo e9t resolvido a
oppr essa ama outra tctica, que coosiste em
fazer discutir simultneamente as leis ananas e a
do estado servil, oceupando aquellas a primeira
parte da ordem do dia, e esta a segunda, levando
assim a questao por diaote. O i trabalbos por esta
forma tornar-se-ho fatigantissimos : dous mezes
de sessoss diarias de 5 horas ser cousa diffleil de
conseguir-se. Se tal acontecer bem possivel que
os disidentes, por tatica deixem de comparecer,
e enlao nao haver numere. Seja como fr, o res-
to da sesso promette ser muito ioteressaote.
Consta qae o trabalho da commisso espacial
estado servil j se acba terminado, e
e nao de 18. sem prejuizo de meio sold, eomo
consta do referido decreto.
Foram aceitas e confirmadas as seguintes re-
nuncias :
Da igreja parochial de S. Sebastian de Haba
poana, do bispado do Rio de Janeiro, fela pelo pa
dre Guilherme Teixeira de Castro.
Da de Jess Mana e Jos do P de Banco, do-
arcebispado da Baha, pelo paire Francisco Mo
niz de Mello.
Da de Nossa Senhora de Nazareth da Cachoei-
ra do Campo, do bispado de Mar auna e provin
cia de Mioas-Geraes, pelo padre Francisco Xa-
vier de Souzt.
Forara oomeados :
Para servir interinamente o lagar de porteiro
da imperial cmara e guarda-joias, o conselbeiro
Antonio Henriques de Miranda Rege, durante a
ausencia no conselheiro Nicolao Antonio Nogueira
Valle da Gama.
Cavalltro da ordem da Rosa, Joaquim Pedro da.
Rocha, cnsul geral era Rueos-Ayres.
Cavalleiro da de Christo, o teente Francisco
Joaquim Pereira Caldas, por nao poder verificar-
se a merc do habito da Rosa que Ihe foi confe-
rido por decreto de 6 de setembro de 1870, viste,
j ter esta condecorarlo.
Para o tugar deesenvo do exteraato do im-
perial collegio de Pedro II, vago pelo fallec:men
lo de Francisco Bernardo da Brito, Joo Bernardo
de Brito, com os vencimentos que Ihe competi-
rem.
Lente de clnica externa da faculdade de medi-
cina da corte, o oppostor da seceo eirurgica da
mesma faculdade, Dr. Vicente Candido Figueira
de Sa/ooia.
Foi coueedida a exoueracao que pedio o Dr.
Marcos Antonio Ribeiro Monleiro de Barros do
cargo de dalegado da inspectora geral da instruc-
co primaria e secundaria na freguezia de Santa
Rila.
Foi expedida a carta de conselho ao desembar-
gador Venancio Jos Lisboa, aposentado com as
honras de ministro do supremo tribunal de jus-
tica.
Em data de 16 do correte conce !eu-se a
Francisco Candido Rodrigues a exoneracao que
pedir do lugar de porteiro do extrnalo da esca-
la de rrarinha, e nomeou-se em substituiso a Jo-
s Antonio de Carvalha Jonrdan.
A alfandega arrecadou de 1 a 14 de junho
2,749:88**220 ris.
Eis as notioias enmmerciaes da nltima data:
Effectuaram-se transaecfies insignificantes ea
cambio sobre Londres a 24 1/4 d. papel parti-
cular.
c Negociaran) se hoja pequeos lotes de sobe-
ranos a 104200 e 10*120 a dinheiro.
No mercado da acc5es houve mo violento re-
gular para as do banee do Brasil, que obtiveratu
1914 a dinheiro e 188* ex dividendo para 15 de.
julbo. e para as da nova companhiade navegaco
brasileira fportos do norte, a 28JJ e 30* da premio
a dinheiro, e pequeo para as, d eompanbia de>
carrls de ferro de S. Lu- do Maranho^a U a
8*500 de premio, e '.ara as de S. paulo a Itti
18* dito. A Vransaec d, accSes da estrada de
ferro de cantagaflp que hontem noticiamos n\
';tda a 183* a djobeiro. "
Hoje Ozeram-se venda? man o me, -
ogulares
/
acerca do estado servil j se
est sendo pas?ado liqpo pw s?r aPrsei>taao era caf,
por foq* a lemana prxima vMoors. Boresse i Cercada 400/
mesmo lempo se espera qae venbam os or?amen-{de primeira ti*-" dos de algodio de S. Paulo
los dos diversos mmsierios, que entraro soeces- pono; flaU*- -udade, forara vendidos boje a 8*y
sivamente em discasso, logo que sejam yqtaq>s, >~ -o a Franca.
em terceira discasso a leis de forcas jg lff' fciieciuaram-se tambem vendas importantes
e m,r -^ "" '" i assncar branco de Macei e Pernambuco pe
l gir ecos anteriores.
^
*JH,
, llisti




i m *
m
^' **
litan tl Peruambup


AHIJU
Fot mineado raesira de ceremonias honora-
ta do solio primacial Rvm. Juliana Joe de Mi-
nada.
Foi concedido o aso de anel, solideo e facha
preta ao Rvm Joc Alves Martina Loretio, lente
substituto do seminario de .ciencias ecclesias-
tieas.
Leraos no Diario :
Capitana do porto da Baha 26 de junho de
1871.ililm.^^xm. Sr. Tenho a nonra de par-
ticipar a V. 5k. que e pairo-mr sabido d'aqui
no dia'9 do correte para soccorr-r ao .brigue
Adelaiie naufrado na Barra falsa, aqui chegou de
"ilta na madrugada do da 23 para 21, tengo con-
seguido salvar grande parte do carregaraento de
rae e graxa, alm do patino e raaitos outros
bjeelos de navios.
r Volton por ter perdido a esperaora de salvar
navio, em razo de j se achar azendo mnia
agua, e de apezar de mnito aliviado de carga, nao
poder desencalhar. Deus guarde a V. Exc
IIIok e Exm. Sr. Dr. Franci-co Jw da Bocha,
vice-presidente desia pvvueia. Augusto Wen-
cesttt da Silva Lisboa, capitao do pono p
Hornera (28) percorreu as ras da uidade o
bando da Muir municipal anounciador dos fes-
lejos do Dous de Julno no correle anno.
Era ara piquete do 14" de linha, commanda-
do por um offl :ial, eam a msica do me^mo ba-
amo.
as equinas das ras e largos foi alixado o
segrate edual :
A cmara municipal desta leal e valoTOM ci-
dade do Salva Jor'Baha de Toles os Santos, aun
seas manicipes:
llmanos I O lia histrico da patria, pela
consagradlo da nossa in lependenca, vera da no-
va alvortcer sobre nossa leal e valoro cidade.
Opulento de tradicoes gloriosas que aviven-
tara o patriotismo as geracots qus se*succedem,
dia Dous do Julho de soBre a cupola do mages-
tnso monumento que surgir* das margens do
Ypyranga voz da libertado, contempla rsie co-
lusso de poder, que no vendaval das uto..as que
o circnmlam agitando normes ambicias, se os-
tenta lirme e in.ibalavel pelos elemeulos de orden)
rom que a sabedoria e fidelidade dos nossos maio
rts o soaberam fortalecer na harmona de nossa-
insutuicoes primitivas cora a marcha progressiva
da bumaniiatle.
c Bahianos I Sempre no anniversario deste da
de nossas gl ras a conquista de um feit-i gran-
dioso vera ennobrecor os fastos do imperio.
t Montera era o valor heroico de nossos bravos
desaUrontando a honra e dignilade nacin es, que
davam s nacoes provectas sublimes -x-mplos de
Civili^acao e hnmanidade, coofrat-roisaudo na
guerra o veacedor com o vencido ao pronun-
ciarse no ardimento do prelio a palavra conci-
liadora da vi loria.
II je um direito que herdamos firmado em
leis de que nao somos responsaves, que i-ITere-
eemos em holocausto ao chrisiianismo com grande
sacrificio de prupriedade e de rapiantes tule
resses ociaos.
Sempre a ordem guiando a I berdade na mar-
cha do progresso o alto Jestino da poltica ora-
sileira na ascnsa i gradual peffectibilidade
qne tole altingir o ser humano.
Do seij do inlinit). ondea-^enta o throno do
Supremo Arbitro das Naces, baixa visivel a pro-
leccao sobre os destinos do imperio.
Reunamo-nos, pois, na igreja calhedral, onde
esta provincia agradecida Celebra o anniversario
da gloriosa entra la do exercito pacificador com
Te-Dewn solemne, e ahi elevemos nossos votos
ao throno do Deas Omnipotente, implorando a
contiuuacao.de sua grac,a na proteccao de noSsa
patria.
Viva a nossa santa religio !
Viva S. M. o Imperador constitucional e de-
fensor perpetuo do Brasil !
Viva a Gonstiiuicao poltica do imperio f
Viva o da Dous de Julho I
Viva o povo bahiano I
Paco da munieipalidade da Dahia, 26 de ja-
Dho de 1871. Jos de Burros Rgis, presidente
Francisco Jone. Vertir de Albuquerque.Fortuna-
to Jos dn Cunta Filko. Antonio Dios de Maga-
tltiifs.r. Francisco de Axoedo Monteiro.Bl-
p d n da SUva Burauna,Dr. Antonio Emiliano
de i'.es Tourinho.
fERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM II DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR DR. AGUIAR.
Ao meio dia feila a chamada acharam-se pre-
sentes os Sr*. Itenrique Mame le, Ralis e Silva,
Aotunio Paulino, Birros Wanderley, Felippe de
Figneira, Amaral, Fumino de Novaea, Tolentino
de Carvalho, Gusmao Lobo, Pernambnco Filho.
Paes Brrelo, Aguiar, Ernesto V'ieira, Pedro A lijo-
so. Ruino de Aimeida, Vieira de Arauj^, Oliveira
Andrade, Cunha dvalcante, Goes Gavalcanie,
Eduardo de Oliveira, Pinlo Jnior, Oliveira Fooce-
ca. (J. de Drum noo I, J Mello Reg, J. Joaquina,
e Augusto Costa.
Abre se a sessao, lida e apanvada a acta da
-antecedente.
O Sr. secretario di conta do seguinte
KXPEDIKNTK.
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia transmu-
tado pir copia as informaedes ministradas pela
thesouraria provii^ial cerc'a do furoecimento dos
presos pobres da c,isa de delencao.A' quera fez a
requisiejio.
)o mesmo, declarando que j forana remettidas
as iaformacSes-soliettadas em offlcios de I e 9 deste
taet. -Inteirado.
PeligSs:
De diversos commereian!c3 estabelecidos nesta
cidade, pedindo moililicaco do imposto sobre a
agurdente. A' ommisso do fazenda e orea-
meato.
J)a"redae?ao da Gazeta Republicana pedindn urna
sabvencao aonual de 10:00ii para su-teotar-a) da
pnbliea?o da refjrida gazeta. A' eommis-o de
fazenda e ircamento.
Projeetos :
Sao lidiis e mandados imprimir ^s seguintes:
A assemblca egislativa de Pc-marabuco re-
solve:
Art. nico. O diploma a que tem d reto A-
delo Publij de Moraea Carvalho, por ter comole-
Udo os estudos do curso commercial Pernmbu-
cano Ihe ser passaJo com a- asrignaiaras do di
rector geral da instruccio publica e do respectivo
secretario.Revogadas" as disposico-'s em con
trario.
t Sala das enmmi^^oe^, II de maio de 1871.
V. Functea.I. Capiilcunt*.
A assembli le;is ativa de Pernambuco re-
solve :
Art nnico. O presidente da provincia tica au-
torisa 11 a jubilar coro o ordenado por iuteiro a
roes?ora publica de nstraoeio primaria Joanni
astin de Siqueira Varejo.Revogadas as dispj-
aicoes em coBtrario.
Sala das corainisses, 11 de maio de 1871.
O. Ponceca.l. Cavakante.
A assembla legislativa de Pernambuco de
creta.
t Art. nnico. Ficam approvadas as postaras al
dicion es da caraara municipal da villa do Brejo,
qte aliante se seeaem, eim exil sii dis disposi
eos dos arts 3, 8, O e 11.Revogadas as duspo-
sic3e em contrario.
S la das commistSes, 8 de maio de 1871.
A. Paulino.Burros Wanderley.
Pareceres :
Sao approva-los os seguiotes:
f*S A comrnisso de legislaban para interpor pa-
fecer s>jbre a pelieo com que Ignacio Vieira de
Mello, escrivo de orphos da co:narca de aza-
ceth. pede revogacio da le n. 526 que suparimio
offlcio de 1" tabllio de notas da referida eo-
oarca; precisa que iafarad sobre a materia da
nesma pe icio o juiz direilo respectivo. O que
tem como requerido.
m Sala das eommtso>4,11 de maio de 1871.
usmo Lobo.Pernambuco Filho.Barros Wan-
derleg.
A commissao de legislacao, atlm de interpor
parecer sobre a petico enm que Saunders Bro-
Ihers & C, Adamson Haw h c. J. P. Jo bostn &
C, Simpsoo de C. e Patn Nash & C, reclamara
contra urna certa intelligencia Me qne potle ger sus
ceptivel o- 27 do art, 10 d* lei prnvincil n. 3fi3
4e> 15 de junho de 1870; precisa na, s-ja ouvtda
cota urgencia sobre o assumpto a theouraria pro
vincial.
Sala das comrnissdes, 11 de maio de 1871.__
Atsmao Labo.Pernambuco Filho.Danos Wan-
Jal*. .
ORDEM DO DA,
1" dissassio do prujeeto n. 9J deste anno crean-
no termo di Bjnito mais ara lugar de escrivo
4e orphos.
O SR. BATS E SILVA :Sr. preiideoie, en-
ao
ao
as
a i
tendo que nenhom projecto de lei se deve apre
sentar nesta casa se qne se mostr a sua utilida
do, sera ella nos nao devoraos confeccin ir le al
gama. Desconheco a atilidade deste projecto, por
i?so desjava que os raeus nobres collegas qne
foram autores delle se eschrecesse n, mostrando
a otilidade do projeo para que possa ser elle
adoptado..
Aguardo essas e^clareiimentos para ao depois
fazer s considera^'s que entenier .onveniente
fazer.
Encerrada a discassao o projecto posto a vo-
tos e approvado.
2* discus*ao do projecto o. 63 deste anno man-
dando contar na aposnntadoria do bedel do gym
nasio, Hermenegildo Hircelino de Miranda, o lem-
po em que estove fra do exer:icio p>r ter sido
demiiiido.
Vai mesa e apoia-se a seguinte orneada :
Igual favor e conceda ao lente reformado
do corpo de polica Jw Canegan le* da Silva.
Encerrada a discussj approvado o project
cora a emeada, e dispensado c! > intersticio
querimento do Sr. ttatis e Silva.
2* discussao das emendas cffdrecidas em 3
projecto n. deste anno que concede lotera
Monte Pi Ponular Pe^nambucano e a nutras
sociacoes.Sao approvadas as onen las.
2'discussao das emendas nfferesidaa em 3'
projecto n. 108 de 1870 qu autoria a con-truegao
de urna estrada de ferro de G<>yaniu a l'edras de
Fogo.Sao approvadas as emendas.
2* discussao do projecto n o de 1869 di_pen
sando de direitnsVIe exportac&o o oleo de recio
fabricad) na provincia.B' aonrovado.
1* dlscus^^o do projecto n. 97 deste anno man-
dando admittir ni gy.nnasio provincial diversos
menores como alumnos gratuitos.E' approvado e
dispensado o jtersti:io. j
Contina a 2" discussao do nretmento prd-
vincial. .
Art. 17.O producto dos 3 /. addicionaes d"
qiH trata a lei o. 777, sero arrecadados pelas
re;iartices llcaes, nao sendo considerado o seu
prodoqlo renda da provincia por ter a applicacu
especial.
O SR. OLIVEIRA POXCECA manfesta as da-
vidas a que d lugar o molo por que < acha re-
digilo o artigo em discussao ; coja prnneira par-
te contem tima redundancia, emquani<> a segunda
precisa de xpiieagao. p deve ser modificada.
O SR. GUSM.'VO LOBO (1 secretario): Sr
presidente, o art. 17 do projecto nao letn razio
que o jusiilique. Eis como elle dispGe :
Art. 17.O producto dos 3 / addicionaes de
que trata a lei n, "77, ser anecadado pelas re
partieres lisca^s, nao sendo considerado o seu
produelo reoda da prtwincia por ter applicaco
especial.
A le n. 777 havia creado ama imoosicao addi-
cional de^3 0/0 sobre o valor da renda provincial
coin applieavo especial ao A-y'o de Meodicilade.
Nao coiisi{(naiid > o art. 17 nonhuma idea nova,
quer sobre a natureza d'esia iraposiijo, quer so-
bre a sua arrecadco, quer sobre Otflin para
qne foi creada; tenho que inteiramenie de-ne
cessario.
Propon lo a suppressao do citado artigo, nao
posso deixar le exprimir duvilas que me suscita
a sua leitura.
,Ou o pensamento da nohre commissSo Bcoo ah
GONCE igO DOS MILirARES.-A nesa rege-
dora da irmtna Je de Nossa Snior: Concei-
{j dos Militares, desojando concli *,t doar-
menlo da capella-mr da sua igreja, oto o po-
dendn fazer s com os seus recurso 'pede os
seus uos e aos levotos da Virgetn lantissima.
se digoem coadjuva-l com a esmola .que cada
um ixtderdispr, entregando-a ao r*s >ctivo the-
sourero ra do Baro da Victoria o
t^m
'*
Domingo 2 d Julho t\% 1871


FKEGUEZIA DE S. JO>.-Teado o parte de
doente o juii de paz do terceiru anno freguez a
de 5. Jos, o Sr. Antonio Moreira 4 Mendonca,
acha-se em exercieio o do quarto ano o Sr. Joao
>do Reg Pacheco, o qaal dar audle ia nos das
segundas e qnartas-feiras de cada sen ui, na ra
Augusta n. 07 segundo andar ; de leando em
qualqaer lagar os papis de urgencia.
IRMANDADE ACADMICAA mu regedora
da irmandade acadmica de Nossa lenhora do
Bora Cooselhn toavoca para quii feira (6 do
corrente), s 10 horas do dia, ama re tiSo da as-
ri', <>>"')l,i geral dos irmos para se trai da trasla-
diriu da imagem da sua pdroeira ara o coa-
vento de S. Francisco.
ECLIPSE.Ha aoje ectlpse da le, invisivel
para Pernambuco.
CONSULADO PORTUGUEZ.-Beixoi sexla-feiri
ultima o e\ Tf.rio inl-nuo do cargo d ehanceller
do consula lo portugus nesta cidade o Srr Joa-
qun] Feroandes do Sonto, sendo snb iioido pelo
Sr. Djio igos Mana Goocalves, uitn unento no
me^do para esse cargo pelo goveruo i S. M Fi-
delissima.
DECLARACO NECE3SARIA.-N5 dn Sr.
v.nlr'ii ro Aluno de Araujn a rxiesij que, sob o
Ma\o Desejos, e asignatura de A de'A. publiei
,v/u v Jirn^ltncoit Ufl liooio 'mtriiiflnrt* riv"t mu
cdmpromeitido por um r.daccio infiel, ou ella
qail fazer urna creaco verdadeiramate original e
excntrica.
Com elfeito, dispde o artigo que o producto da
imposicao addiconal de 3 "/> t'-ndo especial ap-
plicaco, nao ser ronsiieraio renda da provincia
mas sera arrecadado pelas repartieoes-tiscaes
Nao sei que pensamenio se occulia nesta exira-
nha dsposico. Si a imposicio addiconal nao
tica sendo renda da provincia, o que enta^i' Si
nao renda, como incumbir a arrecadaco s re-
pani\;oes Aseses?
Nao Sr. presidente, cousa nova urna imposi-
cao decretada com um rim especial. A instrueco
publica, por exempln, mantida em varios paize
por imposicao especial; e assun outros runos itu
servico publico. O contribuale paga de muito
nelhar vontade o imposto qaando sabe qaal o lira
inmediato queter applicaco.
Mas o que nunca se entendeu, que imposied>i
de tal naiureza nao constituem remla do Estado,
provincia ou municipio, segundo o poder que as
decreta.
O imposto, por ser addiconal, nao perde a na-
iureza de imposto. E se nao o a que titulo vai
ser obrado?
Bem ple ser que o art. 17 traga em mente al-
guia boa idea. Mas a verdade que ella ttcou
rigorosamente oceulta as dobras de urna redaccao
que pecca contra as boas regras de construc-
co.
Ignorando o que quer a nobre commissao, pro-
ponno, e lenho como justificada, a suppreso do
artig).
mh
poes
o ; p*/'
e.-ia me
L-se na
mmnna de
mos na nossa 8.* pagina no mez de
que ss nao emende cora es-e seoh ir
sahio em no-no numero de -atibado.
PRECIOSIDADES NUMIASMTICA
Independencia Belga :
Ha aignns das um pastor da
Weisw impach (uro-ducado de Lnxeimurgo), an
dando a cavar n'um campo, fez um oeeio-o asma
do. Debaixo de orna pedra enlt salmente oo solo e pmfundidade de erlo de mei>
metro, encontrn am thesouro hi>tot !o comporto
de 378 moedas romanas todas de pr xeep
cao l\ urna d'elias que Je onro e e urna nutra
de cobre. Estas meda'has estao e n:n perfeito
estado de conservaeo, e teem as gies dos im-
pera lo'es e mperainzes Vespaziam Domiciano,
Nerva, Trajano, Alriano, Antonio I t. Anreliano,
Ommolo, Divo Vero, Deocleciaoo, va Fau-tini,
Diva Augusta, Chrispma Augnsla, M etc.
REVISTA DIARIA.
ASYLO DE MENDICIDADE.-Por portara da
presidencia da provincia, de 26 de junho, io Hu-
meado o Rvm. Julo Cyrillo de Lima para servir
de capello interino do Asylo de Mendiculade.
PR0FE5S0R PUBLICO.- Por portara da presi-
dencia da provnca, de 26 de junho, foi removido
da cadeira da Cachoeira do Roberto para a de S
Jos da Boa Esperanza, na freguezia da Escada,
Joaquim Jos de Moura.
LIBERDADE.A loja maconica Segredo e Amol-
da Oitlein, sita ra do Baro da Victoria n. 52,
no da 2i de junho, em comniemoracan da posse
da nova adminislracao e da entrada de alguns no-
vos socios, alforriou urna crianca serai-branca, e
coacorreu para a liberlacan de uraa escrava de
rnaior ida de ; e nessa occasiao alguns socios des^a
huraanilana inslitaicSo declararam livres os ven-
res de. suas escravaj.
A' nonte foi apresentada s Exmas. Sras. pre-
sente.-, visita da casa a idea da fundacao d'uraa
sociedide, soh a denominarlo de Humanitaria de
S. Joo Baptistu, por eiiasorganisada e dirigida.
idea que foi recebida com applauso, sendo incum-
bidos os chefes das familias ah presentes de or-
ganisarem ira pn-jecto de estatutos.
COMPANHIA BISASILEIRA DE PAQUETE
VAPOR.Achava-se na curte, sahla do Soutb
America, o vapor brasileiro S. Jacinlho, que deve
inangarar provisoriamente o novo servico postal e,
de passageiros e carga entre esse pora e o do
Para, pelas escallas do imperio. Anda se nfn sa-
bia se sahiria -lie ni 1 do corrente, por depender
isjo de deliberaban do g averno imperial; dizia se,
porm, que o dia de partida sena o do crrente.
Na sexla-feira ()0), ao escurecer, passoa
para o sul um vapor grande, que de suppdr seja
um dos que esta companhia imodou consiru r em
Inglaterra.
Sio agentes ne-ta provincia os Sr?. II Fors-
ter & C, roa do Commercio n. 8.
FREGUEZIA M)0S AFFOGADOS. Nenhuma
providencia se teud i dado para o abastecimento
snIBciente d'agua potavel povoajo dos AlT,ga
dos, apetar dos continuados reclamos da impren-a
desta cidade, informara nos que honien amanhe-
eeu arrombaio o encanaraento da companhia do
Bebfinbe, frando d'ahi os moradore.-. do logar a
agua de que precisan), e que abundante.
RA DO LIVUMESTO.Aehaodo-se em repa
ros o predio o. I da roa do Livramento, que faz
esquina p ra a do Visconde de lohama, lerabra-
raos a conveniencia de ser o seu propnetario obri-
gado a fjzer recuar a frente que deit para esta
ultima ra, de conformidade coro a planta da ci-
dade, e para melhor aperfeicoamento.
JNSTRUCCAO PURLICA.-Das senhoras que ul
timamente prestaratn exame de habilitacao para
obterem titulo de capacidade profe;si)nal, na for-
ma da lei da iostrueco pub ica forara ja'gadas
aptas as. seguales : D. Amalia Mara dos Santos
Ramo. D. Mara Fraocspa Bezerra Cavalcante, D.
Mara Emigdia de Aimeida Monteiro, D. Francisca
Amelia di Albaiuerque, D. Anna Francelina do
Reg Barros, D. Francisca Mara Lnmachy Mi-
guis D. Paulina Genuina da Silva MonHre, D.
Anna Carolina Cezar de Mello, D. Maria Florentina
de G5es Cavalcante.
INSTRUCCO PRIMARIA.-Acha seaberU.des-
de 27 de junno, a e-cola publica de instruccio
primaria dos Remedios.
INSPECCO DE SAUDE.-ProsegQe amanha
a inspecQo de sade, perante o conselho de qaa-
lilieacao da guarda nacional da fregaezia de S. Jo-
s, no consistorio da respectiva matriz, para as pra-
vas que requereram passagem para a reserva.
VAPOR OLIXDA Devia sahlr de Liverpool pa-
ra o nsso porto a 28 de jTjoho.
FERIMENTO GRAVE.No dia 29 de junho/na
fregaezia de Munbeca, Joo Francisco das Chagas
ferio gravemente com urna bayooetaaa a Jo^ Tai-
moteo, sendo preso em 0.grante.
DEZESETS DE JANEIRO.-A sMiedada cea
r jnse de benelioecia Dtzesete ds Janeiro faz ama-
oba, s 6 horas da tarde, no lugar do costme,
umareunio do eonselho director, para a qaal
convida os t^^^v merabros.
a alguos metros do lugar onde istavan estas
moedas, descobria se tarabem ara :erlo numero
de urnas e um peqneno vaso de arro de urna
forma elpginte.
Infeiizitieot o alvii) rednzio a pertacoi as
referidas urnas e duas Acarara m melhor es
lado,
O pos-nidor d'este thesonro b Sr. Bernard,
ahbade de Wilverdingen (grao-ducaio do Luxera-
burgo.)
PAYEN.-Acaba de fallecer emt Paris na ida-
de de .:it:i e seis anuos, o emuente chyraieo
Payen.
Dedicou-se sempre industria e elle se de-
vem importantes transaos sobrwa fabricacao do
assucar e da cervej, sobre a iimiea applicada
is arts e agricultara, e sobre a| substancias ali-
menticias.
Em 1831 foi atacado de nmi grave molestia
para a qual a sciencia dos medid)* nao encontrn-
remedio ; sendo abandonado poj^lgumas nolabif
lidades medicas, deu-se i aroptio nm trata-
ment qne o tatvou e que Ihe fe: alcangar urna
completa victoria sobre os escullios seus contem'
ptTaneoS.
Fui cora o auxilio da albmina qae elle conse-
gran este milagro.
Payen deixou um grande nunero de oirs mni-
to apreciadas. Era ufficial di Leglio de II >nra.
foi memhro do codselho da Esola da ano* e ma
nufaciuras. en'rou em I8i2 para a Academia das
Seieocias (seccio de economa rural) em snb-ti
traga i de Aud rain, e'era socio correspondente de
muitas ocielade- c academia*.
DEGUERRY.Ki< alguns traaos bgr*ph:o<
do at.ii ote da Magdalena, fucilado petos comnra-
nisias de Pars :
Gaspar D'guerry nascea era Lyjo em 1797.
Filhd de utna familia'originaria daSuissa, estreou-
se como prgadur em 1824. Nomeado conego ue
Notre Dame em 18i, pa^soii noianflo seguinte
a ser abbade de Santo f?n- Magdalena, lugar que actualmente fnda occu
pava.
Em 1861 o imperador nomeou-o hispo de Mar
selha, mas elle recusou esse cargo.
Em 1868 fra encarregado da educarlo reli-
giosa do princioe imperial.
COLUMNA VENDME.No espado de setenta
annis, a columna Vendme proporcionoa aos
parisieus* cinco comraocoes distnctas, 'i saber
ISIO.Inauguraijo. Estatua do imperador em
trago 'dexrte.
iSli-Eq'.rada dos alliado?. E' substituidas es-
tatua por urna bandeira branca.
1833 Estatua do imperador com o trage legen-
dario d'Ansterlitz, sobrecasaca curta ecHapo pe-
queo ; esta estatua foi fundida com os caahe.-
conquistados em Argel.
18o0e tanto.Estatua dj imperador romano e
cabeca descoherta.
1871. Destruicao.
CAUSA CELEBRE.No dia 30 de maio ullimo
julgou--e em Edimburgo ama causa de diffaraa-
co, sendo qraixoso Mr. C. Craig, ajudanie de
elasse do professor Christison, e aecusada mss
Jex Blake, a principal iniciadora da dea para
a aimisso de senhoras Bas classes medieis da
universidade, e as classes clnicas das enfer-
mar'as.
0 motivo da queixa era o seguinte No prin-
cipio do anno bou ve duas tentativas de alguns es-
tudantes, alim de impelir que as senh iras fre
quentassem as aulas de medicina; miss Jex-Blike
fez um discurso nesta occasiao, declarando ter
sido Mr. Crag_ o iniciador da pnmeira tentativa,
estando elleentao em estado de embriaeuft.
Mr. Craig exigi da r Ib. 1:000 (1:500*) por
damnos e perdas, por diffamaco. O jury condem-
nou a r em um farthing, quisi 5 ris, por dam-
nos para oqueixeso. /
Durante o processo o tribunal esteve completa-
mente cheio, sendo a maior parle de senhoras.
QUE TAL ICoota am jornal ingles que ba
das, em urna villa ae Inglaterra, serrando-se urna
pedra de granito, enconirou se no meio cinco in-
sectos vivos, os quaes morrerara logo que foram
expostos ao ar livre O que ha de mais extraordi-
nario que nao exista commuoieacio algoraa
com o exterior do local onde elles forara encon-
rados.
PARS.Esta cidade est si o mais severo re-
gimen militar. A pro va a segrale ordem do dia
do marechal Mac-Manon :
i." Prohibe-se o prego era voz alta de peri-
dicos na va publica. O contraventor ser perse-
guido militarmente.
2." Todo o theatro que queira aonr as suas
portas deve solicitar licenca do marechal geoeral
era chee. O prograraraa deve submetter-se
censara do estado-tuaior na vespera. O theatro que
conmvier sera fechado.
3. Prohibe-se a venda de toda a materia la-
flamroavel, tal como petrleo. Os armazenistss de-
vero enviar ama declara^ao das quanlidades
o'esias materias que possuem, no espaco de viole
e quatro hora', e responierao por qualquer di-
mrauieo que possa uoiar-se nessa, existencias.
O contraventor ser julgado em conselho de
guerra.
Os moradores de toda a casa de onde
se dispare um tiro, serio sammariamenu praees-
sados.
5. Delermina-se a entrega de toda a elasse
de armas e ordenam-se visas domiciliarias para
se verificar se e-la ordem foi execaiada. Os con-
traventores sero presos e persegaidos.
6. Prohbese o uso de gaz no interior das
casas para evitar explosdes.
7.* Ordena-se que os cidadaos derribero as
barricadas e varram as ras, cada qual no espaco
defronie da PROCLAMAClO.Quodo a lata jtavaraais
renhida as ras prmcipaes de Pars, a uata de
salvacao publi:a affixou a seguote prociamaco :
GidadosA tralc,5o abno as portas ao mi-
migo ; elle est em Paris, borabarda-oos, mata
as nossas malberes e os no*sos Albos.
Cidadaos.Sooo a hora suprema da rinde
Ammhaj esta noute, o proletariado lera
Nada de comp.-.ixo I Fuzilai aquelles que
podttao tstenier-llies a moa. -e foss-ris derrota-
dos, nao vos ponpariam, Desgracados d'aqaelles
que forem denunciados a rao soldados de direito I
Morte aos que tiverem plvora nos dedts ou fumo
no rosto I
t Fogo I fogo L
Reuni-vos erartorno da bandeira vermelha Das
barricadas, era torno da Junta de SalvajSo publi-
ca Ella nao vos abandonara.
< Nos tambera vos nao abandonaremos. Bter-
nos-hemos comvosco at ao ultimo cariucho, por
deiraz da ultima pedra
Viva a repblica I viva a eomrauoa I viva a
juota de alvago publica.
NOVO COMETA.Na seci;a) de aslmnoraia do
jornal inglez lllustrated London News l-se a se-
guinte noticia :
< Um pequeo cometa telescpico foi deseo-
berto por Mr. Winnecke, em CarUrube, em 7 de
abril ultimo.
a Tem urna peqoena cauda, o cometa mejmo
mal se distingue, e foi vist i com um telescopio de
refrarro de 4 1/2 pollegadas de abertura.
Ebj 29 de inaia esuva situado em ascencao
directa 5 !i, 20', e em declinacan norte 19, i.'.
Estiva |>ortanto na constellacao Tauros e rauto
prximo a Zea Tauri. A sua passagem mais
peno do sol ter lugar em II do corrente junho.
t Parece-nos ser este o mesrao cometa que o
astrnomo italiano Dorna ja observon, e nolicin
o conforme ha j di is aqui ooticimoe.>
LOTERA. A que se acha venda 198.a
beneficio do hospital da ordem 3." do Carino do
Recife, a qual corre no da 4 de jalho prximo.
PASSAGEIROS.-----Saludos para o sul no vapor
Mandah: .
Man-'el Francisco Moreira, Jos Sartins da Sil-
va, Flix Navarro da Cuoha Un; Manuel da Silva
Cardoso, Iones, Manoel.Jv Fernandos Noguera,
Joaquim Francisco Santos Maia, John Dohly, John
Ohrem, J. G. Dickenson, Manoel Cleraeniino L'ges
Vianna, Jo< Mana Garca, Nicomedes Mara Frei-
r e 1 criado, Francisco J/s Pires, Francisco Mel-
quia 'es de Cerqueira, Manoel dos Santos Barrito,
Jo-^ da Silva Rodrigues Tertuliano Fortunato di
Silva, Manoel Verissimo Costa Moreira, Pedro An-
tonio Silvestre, Antooio> Jos Figaeiredo e 1 fiiho
menor.
Sihidos para o norte no vapor americano South
America:
Juno. Mo e Margarita.
Sahidos para o norte no vapor Ipojuca :
Juan Busnn, Jo;^ Antonio Carvalho, Francisco
Goncalves Valente, Mnoel Januario de Arruda
los de Cistro Monteiro, Fabri io Gomes Pedrosa
Netto, Manoel Joaquim de Arruda, Clemen'.ino,
Luiz Soares Raposo da Cmara, Jos Nicolao Tj-
lentino de arvalho e I criado, Francisco Antonio
Lanzada, Manosl Rocha P.nto, Camilo Baptisla de
Meneas, Florentino Barbosa le Soma Ferraz, Ma-
noel los d> Medeiros, Luiz los de Medeiros, Ma-
noel Anchieta Gondim, baro de Mecejana e 1
criado
Viudos Jos portos do sul no paquete americano
Sbutn America :
William Jackson, Isaac A. Steves, Jos Pereira
Dativo, John Antonv Beuing.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 29 de
junho:
Manoel, hraneo, Pernsmbuco, li metes, Santo
Antonio ; bexigas.
Mana Joaquina do O', pard i, Pernambu-o, 3'i
aunos, viuva, Boa-vista, hospital Pedro II; rale-
riie chronica.
Lourenca, parda, Pernambu:o, 18 raezes, Gra-
na ; aspbixia por snbmersio.
Manoel. braoco, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos ;
intente.
Manoel, escravo, parJo, Pernambuco, 1 hnra,
S. Jos ; apbplexia.
Mara, escrava, parda, Pernamburo, 20 anno?,
solteira, S. Jos ; eclampus parispener.
Maria (recera-nasci la), parda, Pernambuco, Boa-
vista ,- anazsrc?.
Mariaoo Jos da Cruz, pardo, Pernambuco^ 40
annos, vinvo, Santo Antonio, casa de delencao ;
gas tro intente.
Amalia, parda, Pernambuco, 20 anuos, solteira,
S. Jos ; vmitos.
Antonio Oden de Sooza Banvllos, branen, Per-
nambuco, 26 annos soltero, S. Jos ; b-ribei i.
Mara, branca, Pernambuco, 3 annos, S. Jos ;
gasiro iriterite.
Valentina, escrav?, prtaf Pernambuco, 26 an'
nos, solteira. Boa-vista ; hepatite penomite.
Antonia SeverinaFerreira, parda, Pernambuco
22 ateos; solteira, Poco ; febre maligna.
CBRONICAJDWURIJL
luta.
recahido sob o joga, oa estar livre para sempre.
Se Ttiiers flear vencedor, se a assembla mura-
phar, sabis a vida qne vos pera : o tnb'albo
sem resaltado, a miseria sera ttegan.
f Nem faturo I ne n esperanzas t Vossos fl-
Ihos qae baveis soohado livres flearo eaeravos;
os padres vo ratomar o sm predominio as
vossas (linas qne bavieis visto bellas e caitas 'vSo'
cahir faadas nos bracos d'esses bandidos.
- AS arma$ I t arnsm I
TRIItUVlI, OA RELAMI.
SESSaO EM I." DE JULH ) DE 1871
PRESIDENCIA DO EXM. SR.. C0XSELHEIRI) CRAMO
SAXTMGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha. presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Guerra, procurador da enra,
Lourenco Santiago, Aimeida Albnquerque, Doria,
Doiniagues da silva, Regueira Cota e Sonza Lec,
abno--se a sessao.
Passados os feitos derara-se os julgamentos se-
guintes :
AGGRAVOS DE PETICVO.
Aggravante, D. Francisca Secundina de Mello
Montarroyos; aggravado, o juz.Julgarara que
o tribunal nao poda admittir embargos de decla-
ra cao ao accordo proferido no aggravo.
Aggravante, Jo.- Alexandre Alves; aggravado.
ojuizo.Juizes os Srs. desemb-rgadures Guerra,
Gilirana e Diria.Negaram provimenlo.
Aggravaale, Manoel Maria de Gnsmo ; aggra
vado, o juizo. Juizes os Srs. desembargadores,
Lourenco Santiago, Souza Leo e Regueira Costa.
Derara provimenlo.
Aggravantes, os curadores fiscaes da inassa fal-
lida de Marques Birros A.C. ; aegravado, o juizo.
Juizes os Srs. desembargadores Aimeida Albu-
querqae, Lourenco Santiago e Souta Leo.Ne-
garam provimenlo.
ABEAS COBP03.
Negarara^soltura a*ftrancisco Antonio de M dio.
ah-e^jrjSes CIVEIS.
Do nizo municipal do ReciiSAppellante, Jos
Jacorne Tisso ; appelladJ, a ir:nandade de S. Pe-
dro. Coutirmada a sentenca.
Appellante, Joaquim Francisco de Albuqaerqaj
santiago; appellada, D. Francisca Thomazia da
Craceicao da Cunha.D-spresaram os embargos.
Appellantes e juntamente ; appjllados, o by:ha-
re Joaqnim Fraocsc de Miranda e D. Gertrudes
Anglica Joaquma.Confirmada a sentenca.
Appellante, Fraucisco Antonio Aives Mascare-
nhas ; appellado, Joo Alhanasio Botelho.Confir-
ma ia a sentenca.
Appellante, Francisco Ignacio da Silva ; apoel-
lado, Sebastlao Aciioly Santiago Ramos. ^afir-
mada a sentenca.
Appellante, Joo Martns de Barros; appellado,
Antonio Jjs da Silva do Brasil.Despresarara os
embargos
Appellante, D. Cesara Candida Nobre de Gas-
mo ; appeliado, o major Antonio da Silva Gus
mi.Receberara os embargos.
Appellaate, a preta Mara ; appellado, Amaocio
Fraocisco Lopes.Confirmada a sentenga.
Do juizo municipal ua Fortaleza.Appellante,
Jos Jeronymo de Albuquerque ; appellado, Fran-
cisco ue (Jliveira Lima.Despresarara os emoar-
gos.
Do juizo municipal do Cear-merim. Appel-
les, Pedro Jos Autunes da Miranda e outros ; ap-
pellados, Dr. Vicente Ignacio Pereira e outros__
Oespresados os embargos.
Do juizo dos feitos da fazenda.Appellante?, o
juizo e o coronel Jos Peres Campello ; appellado?,
o juizo e os herdeiros do brigadeiro Gaspar Dru-
raood.Julgou-se a habilitarn.
Do juizo municipal de S. Jo de Angicos.-Ap-
pellant, Miguel Francisco da Costa Machado ; ap-
pellada, D. Anflt Joaquina Xavier da Castro.Ao
Dr. carador geral.
Do juizo inunicip.il de Baturil. Appellante,
Francisco Ruoo le Souza ; appellado, Ignacio Al-
ves Barrtira.Reformada a seotenca.
Do juizo muuicipal do Aracaty.Appellante, An-
tonio Corroa de Sooza ; appellado. Aotonio Bap-
tisla Barbosa.Confirmada a sentenca.
APPBIXACOBS Cltl.Ml--.-s.
Do juizo do ehefe de polica da Fortaleza.-Ap-
pellante, Simio Cprdeiro dos Santos; appelladi,
maior Chrisanto Pinheiro de Aimeida e Mello.
Reformada a sentenca.
Dj juizo da Tena.Appellante, o juito, appella
dos, Jos Ferreira Lima e outros.A' novo jury
os appellados Jos Ferreira Lima e Maooel Ferrei-
ra Lima e improcedente quanio a Manoel J is de
Araujo.
Dijaryda Carnarti.Appellante, ojnito ; ap-
pellado ; Jos Alexandre Gamboa.Improcedente.
PASSAOENS.
. Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
bargado r Lourenco Santiago :
t Do jury do Liimwov-AppeHante, o juizo ; ap-
pellado?, Joaquim Jos de Santa Aona e outros
Conflicto de jurisdicco entre os juizes de direito
da primeira e segunda vara desta cidade.
Do Sr. desembargador Aimeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Doria :
Do juizo municipal do Recife.Appellante,.o ba-
charel Chrisiovo Xavier Lopes ; appellado, Amo-
nio Francisco de Assjs. Appellante, Antonio de
Siqueira Cavalcante; appellado, Antonio Carlos Pe ,
reir de Burgos Ponce de Leo.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Hen-
riqueta Elisa Baoks de Miranda ; appellado, Jos
Luiz da Silva Ferreira. Appellante, Jos Antonio
de Brito Bastos ; appellado, o tenente-coronel Ma-
noel Joaquim do Reg Albuquerque. Dojnizo mu-
nicipal do Litnoeiro.Appellante, Jo; Gomes Fer
reir ; appellada, Lociuda Maria da Silva. Do jai-
so municipal de Caruar.Appellante, Luiz Mar-
ques de Lima ; appellado. Ignacio Manoel Saraiva.
Appellanie, Joo Ribeiro Campo Pires; appellado,
Antonio Jos de Souza.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do joizo municipal Quixeiramubra.Appellan
t", Ernesto Brasil de Mallos ; appellados, os her
deiros de Miguel Alves de Me lo.
D i Sr. desembargador Domingnes da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Coste:
Do juizo municipal de Agua-Preta.Appellante,
Jos Alfonso Ferreira e sua mnlher; appellado,
Antonio Gomes de Macedo. Do juizo municipal de
S Joo.Appellanies, o padre Paulino Villar dos
Sautos Barbosa e outros ; appell'ados, os libertos
Joaquim, Mara, Lydia e ontros. Di juizo muui
eipal de Barreiros.Appellante, Paulo de Amorim
Salgado ; apoellados, Fraocisco Cavalcante de Al
buquerque Mello e outros. Do juiy municipal do
Recife. Appellantes, o< herdeiros do Conde de
Boa-Vista ; appellado, Maooel Martina de Araujo
Castro. Do juizo dos feitos da fazenda. Appel
lante' Claudio Dubeanx ; appellado, O jalao.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Dia de apparecer.Do juizo municipal de Santa
Luzia do Norte.Appellante e appellados, Manoel
Alves da Silva e outros. Appellantes, Maria Fran-
cisca da Paixo e outros. Do juizo municipal da
Areia.Appellante, Alexandre Guedes Alcoforado;
appellados, Francisco Antonio de Assis e sua mu-
Iher. Do juizo municipal do Brejo.Appellantes,
Francisco Xavier da Fonceca e outros ; appella-
do, Antonio Goncalves de Oliveira Guerra. Do jui-
zo .municipal da Victoria. Appellante, a preta
Franclla ; appellado, Joo Marlins de Mello.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do juizo dos feitos da fazenda.Appellante, o
Visconde Loires; appellada, a fazenda.
Do Sr. desembargador Rugueira Costa ao Sr
iesembargador Souza Leo:
Do juizo de direito do Recife.Appellante. Jo-
Ferreira da Silvera Dalles; appellados, Vicente
(-Santos Pereira da Silva e ontros.Do jury do Bo-
nito. Appellante, o juizo ; appellado, Joo Men-
des da Suva. Do jury do Recife.Appellante, o
juizo ; appejlado. Febx Jos de Lima.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Gitirana: -
Appellacao Civel.Appellante, Custodio Pereira
da Costa ; appellado, Jos Teixeira Lima.
DELtr.BNCIA CIVEL.
Ao Dr. curador geral e ao Sr. desembargador e
procurador da coroa :
Do juizo municipal do Recife Appellantes, os
religiosos do Camio ; appellados, Manoel Pereira
Magalbes.
DELIOENCIA GRIliB.
Ao Sr. 'iesembargador promotor da justica :
Do jury de Papari.Appellante, Jos Bernardo;
appellado, o juizo.
Appellante, o juizo; appellado, Victalino Barbo
sa do as imenlo.
Assiguou-se dia para julgaraento dos seguintes
feitos :
APPELLACOES CRtMES.
Do jury de Itamh.Appellaute, o juizo ; ap-
pellado, Cosme Ignacio de Araujo Mima e outro.
DEST1UBUICOE.
Ai'i'i-:i.i.vi:oi.:s CRI.MES.
Ao Sr. desembargador Gilirana :
Dj jury Je Papari.Appellante, Joo Bernardo ;
appellada, a justica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do jury da Iraperatriz.Appellante, o promotor;
appellado, Jos Carneiro de Sonza.
Do jury de Itamb,Appellante, Joo Francisco
Alves; appellada, a jaslica.
Ao Sr. desembargador lmeida Albuquerque:
Do jury de PombalAppellante, Juio Pereira
de Souza j appellada, Francisco de Oliveira Frei-
tas.
Do jury de Itamb.Appellante, o juizo ; appel
lado, Manoel Joaquim da Silva.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do jury de Bananeiras.Appellante, o juizo ;
appellado, Jos Gomes Barbosa.
Do jury de Macei.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Joaquim Antonio Carvalho Saldanha.
Ao Sr. desembargador Domingnes da Silva :
Da jury de Agua Preta.Appellante, o juizo ;
appellado, Flix Antonio M reir.
Do jury da Anadia.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Maooel Joo do Nisciracato,
Ao Sr\ desembargador Regneira Costa:
Do jury de Bananeiras,Appellante, Liurentino
Alves da Silva ; appellada, a justica.
Ao Sr. desembargador Souza Leo:
Do jury do P.imbal.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Jos Antmio Baptisla.
Snbathacdes crimes:
Ao -r. desembargador Souza Leo :
Do jury do Sobra'.Appellante. o juizo ; appel-
lsuo, Vicente Francisco Ferreira.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do jury de Pao d'Alho.Appellante, Luiz Mar-
tina da Silva ; appellada, a justica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Do jury da Telha-Appelante, Cosme Ferreira
de Oliveira ; appellado, Bernardino Gomes da
Silva.
Encerruu-se a ses-so una hora e meia da
tarde.
flUBU.Vtl' EKCOmiERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 30
DE JUNHO DE 1871.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CU.NSEI.IIKIUO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs.
Jeputados, secretario Miranda Leal, Olinto Bastos,
Candido Alcoforado e Alvaro, o Exm. Sr. coose-
Iheiro presidente abri a sesso.
Foi lida, e approvada a acta da sessao de 26
EXPED ENTB.
Ofkio ao Exm. Sr. vice-presi lente da provincia,
enviando por copia o aviso exped i i pelo minis-
terio da fazenda em 31 do mez prximo passado.
Mandou-se para o archivo estando o tribunal j
nt"irado do contedo do aviso que aoapanhou o
referido offlcio.
Officio da junta dos corretores, aecusando achar
se de posse da commissao de ter sido levantada a
suspensa i imposta ao corrector Augusta Pinto de
Leraos O tribunal fieou inteirado.
Distribuirara-se os seguintes livros:Diario e
copiador de Antonio Marlins Leite e C
DESPACHOS.
P.equerimento de Fabncio Gomes Pedrosa, pe-
dindo que seja annulada a moratoria concedida a
Joa. 3ereira Miuiinho.Vista ao Sr. desembar-
gador fi-cal.
De Manoel Ribeiro Bastos, para se Ihe registrar
um documento no qual estipula condic^es cem
qus continua a ser seu caixeiro Antonio Ferreira
Pinto Magalbaes. Vist;}ao Sr. desembargador
fiscal.
De A. Caor.% para registro de urna procuracao
bastante.Na forma requerida.
De Domingos Teixeira Basto, exclusive liquidan
e da extioct firma de Domingos Teixeira Basto &
C, para permittir-se-lbe continuar a respectiva
escrpiuracao nos livro3 diario e copiador qae per-
tenceram a firma social.-Como requerem, em
termos
De Francisco Jos da Silva Braga, offerecendo
registro a nomeago de sen caixeiro Eugenio An-J,
tonio da Silva,Regislre-se.
De Joaquim Pereira de Azevedo Ramo', no
mesrao sentido quaoto a de seu caixeiro Joo Bap-
tisla da Silva.Sim, reconhecida a firma da no-
mezco,
De Pedro da Hora Saatago, pedindo, qae se Ihe
certiflqao n registro da oomeaco de seu eaixeiro
Belar.mino Ferreira dos Santos. Certifique se.
De Domingos Alves Malheus. sulunettendo a
registro a nome. rli de seu caixeiro Jos Joaquim
Ramos da Silva.Seja registrada.
Ds Domingos Teixeira Basto, submettendo re-
gistro o distrato da firma Domingos Teixeira Basto
dt CVista ao Sr. desembargador fiscal.
De ionocencio Antones de Parias Torre?, para
notas era sua matricula conforme o disposto no art.
53 do regulamento n. 738.Deferido.
Do mesmo, para se Ihe pasar ceidlo das no-
tas de sua matricula e do tbeor do documento que
servio de base a consulta para Ihe ser abonada
a 2* gratificaco estatuida no art. 44 do citado re-

gulamento, alira de ser todo snbraettido a ulterior
appreciacao do goveroa imperial.Como requer
COM PARECER DO SR. DKSRMBARGADOR RISCAL
Autos de rehabilitaco de Marirabo de Oliveira
Borges.Satisfaca-se o parecer fiscal quinto ao
creor Maooel Porfirio de Castro Araujo.
Papis de Antonio Barbosa de Moraes Cabral.
Expecam se as ordens para satisfacao do parecer
li- ral, deveodo o sopplicado Fortunato Itenjamim
Lras de Vasconcellos dar a sua resposta dentro de
13 dias cootados d'aqunlle era que os papis Ihe
foram re me tt idos pelo Dr. conservador do com-
mercio da cidade de Macei.
Dada a hora (11 1/2 da manha), o Exm. Sr.
eonselheiro presidente encerrou a sesso.
SESSO JUDICJARIA, EM 30 DE JU.HHO
DE 1871.
FRMMMCU DO EXM. SB. COXSELHEIRO A. 1. H"
RETTl.
Secretario, Julio Gumares.
Ao meio dia declarou se aberta a sessao,
estando reunidos os Srs. desembargadores Sil-
va Guimares, Reis e Silva, Accioli e Aimeida Al-
huqnerqae, e os Srs. depotados Miranda Leal,
Cainlido Alcoforado, Olinto Bastos eAlvaro.
Lida, foi approvada a acia da sesso pas-
tada.
ACCORDO ASSIGXADO.
Embargante o administrador da massa fallida
de Mano| do Amparo Caj, appellados os hefdei-
ros de Miguel Archanjode Figueiredo.
JULGAMENTOS.
Jaizo especial do commercio : appelhuW reo
Francisco Botelho de Andrade appellado autor
Manol Firmino Ferreha ; juizes os Srs. Reis e
Silva, Aceiuly, Olinto Bastos e Miranda Leal. Foi
confirmada a sentenca' appellada.
Juizo municipal e do commercio de Goyanna :
embargante appellante" reo Jos Joaquim da Silva
Brrelo, embargado appetlado autor Ivo Antonio
de Andrada Lana ; juizes os Srs. Silva Guimares
Accioli, Miranda Leal e Olinto Bastos. Foram re-
cebidos os embargos com o voto do Exm. Srt eon-
selheiro presidente, senJo votos vencidos os Srs.
Olinto e Leal.
Juizo especial do commercio : appellante autor
Luiz Jos Pinto da jita, appellado reo Theodora
Just; juizes os Srs. R,.j e Silva, Accioli, Alvaro e
Candido Alciforado. Foi reformada a sentenca
apellada, sendo voto vencido o Sr. Candido Alca-
forado.
Appellante D. Cosaria Candida Nobre de Gus-
mao, appellado Manoel Pires Ferreira ; appellantes
Andrade Reg, [.pelada D. Aona Josepha Pe-
reira dos Sanios. Addados a pedido dos irs._di-
putados.
Retirando-se o Sr. desembargador Reis' 0 Silva
da sala das conferencias entrn o julgamento da
appellacao inlerposta do juizo especial do com-
mercio, entre partes, appeifante autor o brigadei-
ro Joaquim'Bernardo de Figueiredo, appellado reo
o Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunha Miran-
da ; juizf s os Srs. Silva Gumares, Accioli, foi
reformada a sentenca appellada, Sendo vencido o
Sr. Candido Alcoforado.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ae Sr.
desembargador Reise Silva: appellante Manoel
Dnarte Rodrigues, appellados os curadores fiscaes
da massa fallida do Antonio Jass Gomes.
agora vos.
O Exm. Sr. conselneiro presidente n?gou pr*-
vimenio aos tres aggravos segrales, interpostoe
do jaizo especial do commerc entre parles,
aggravante Joo Evangelista de S, aggravado Joe
Fernandes Gomes ; aggravaato D. Maria Francisca
de Azevedo Carvalho, aggravado Viciorioo Domin-
gues Alves Maia.
Encerrou-se a sesso 1 hora e 1/4 da tarde.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
3ALANCETE DO NOVO BANCO DE PERNAMBUCO OO
DACAO, EM 30 DE JUNHO DE 1871.
Activo.
Letras protestadas........ 149.470)5879
Despezas geraes......... iO:5#8#WfJ
Caixa.Pelos seguintes valores :
Em ouro amoedado. 709080
Em notas do thesouro
e da Caixa Filial do
Banco do Brasil 16:3325000 ,
Em prata e cobre. 161*136 17:2|21
Ris. 177:iil#36
PasstM.
Capital............. 66:S1*00*
Emisso............ 7:400*000
Fundo d reserva........ 101:444*%98
Massas fallidas a cargo do Banco 638,1787
Dividendos........... 460*%
Lucros e perdas......... 49ll*-7i#
Ris. 177:I91*39
DEMONSTRACAO DA EMISSO
23 notas do valor de OOOOO 4:608*000
20 ditas > de 100*000 :000*00t
16 ditas de 50*000 800*060
Ris. 7:400*000
S. E. e 0.
O guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
PUBLICACOES A PEDIDO.
OH? 1,V
A9 A. M
Cuidado moro l qne co'as rimas tuas,
O teu eogano sem pensar descobres.
Ser instrumento do citime alheio
Indica ura'alma e corago bem pobres.
Cedendo assim a veleidades tantas
O que pretendes ? Descobrir nao posso.
Que te agradecani um favor lo grande t
Nao creias nisso, meu fanad) moco.
Embnra s mojas p'ra agradar exhibas
Contra os meus versos tuas rimas feits
Ellas te fogem debicando e rindo
Papel queimado, que s cinzas deitas.
Rem sabera ella, que teas cantos falsi
Tradnzem quixas de um estraoho amor
Pois em teu peito que j foi ooico
Nao resta naje, nem ore da dr.
Vive portanto a tua vida ex'.erd
Nao mais le lerabres do passado, nio.
As mocas fogem de quem casado
Como se foge d'um cru'-'l draoMo.
A. de A.
'
to alter-ego-do A, ML
MOITE.
Quando se tem quareol'annos
Querer amar ser tolo.
GLOSA.
A pesar des mil engaos .
Das pomadas e posticos,
D'amor se perde os feiticos
Quando se tem quarent'atimr
Nao ha peuos tso humanos
Nem crneos to sem milo
Qae se esmaguem n'm reboro
D'amolar calvo e ceg.
Portanto, velho, outro emprego :
Quei er amar ser tolo.
ar. a.
A
Quarentao alto e magrico
Qu'inda quer ser narnorado
E apesar da careea
Traz cabello penieado;
Que^ao despresa partida
Ou qualqaor outra funeco.
Smente pelo goslinbo
De fazer amolacao;
ne a quantas mocas conheco-
,uer a fonja brtff^ .....
Muito embora **as,calara ;.
Porque to pbSemipegar ;
tto
Que amolla por xoslume,
To stra'fdo e lo forte,
Que amolar etrlamente
At mesmo a pr pria morte;
Que tendo mais de qaarenta
Quer anda ser creanca,
E da um quarto ao diabo
Para entrar em eontradanca ;

! -
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I

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Jk,


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3
'-**r*
Oano de Periianibu.Lv Domingo de Jub < 1117 i.
a
Merece como enligo
Ser por todos pateado
Com fritos sios, assovios
ara rafe bem tocado.
B..
N.S18. -ERPCOSS IXFLAMMVTORIAS. -
Hm poucas sio as molestias da pelle, que nao
io saguidas por symptomas coostitucionaes.
que sc-jam i.ii perigosas carao as erysipellas. O
sea assento ua epiderroe ou -pelle exterior, e
dorante a saa existeacia o< vasos su 'erficiae-
acham m subearregados d'ura virasinfictante.
o eataalo ella cede cora urna rapidez e promp-
tidio quasi incrivel s qualidades depurativas e
cootrairri tintes da salsaparrilba de Bristol. To-
toflas as erupcSes exteriores, taes como herpes,
empollas, borbaloas, espinhis, empigens humiias,
e see:s, rubor imfhratnatorio, eobreiro ou her
!ies miliares, lupus, prurido, lioha escamosa ou
arfaren, rupia etc. etc. todis estas enfermidades
sio promptaraente extiroada-' mediante o aso des-
te ineomparavel especifico vegetal.
O vacare dever conservarse hvree desembara-
Kdo, para cuj > Qra u>e-se ds plalas assucaradas
Bristol. pois o melhor e o mais seguro de
todos os purgantes at boj* eonhecidos, e nada
ha, que cora ellas se p >ssa comparar.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
late ia i Fire Assnraece Company estabelecida
em 1821. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomara seguros
contra logo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqai prejuizos devidaraeote provados.
Rabe Schraettau t C
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL
seguros
Companhia de
fogo.
AGENTES
S. P. JOHiSTON & C;
Ra da Senzala-nova n
contra
49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Lonion & Glob
Insurance Company.
Agentes :
Saunders Brothers & C.
H Corpo SantoII.
Seguros contra-logo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital........50,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lalhan & C.
RA DA CRUZ N. 38.
t'KACA DO RECIPE DE JULHO
DE 1871.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDK.
Cotacoes officiaes.
Algodio Ia sorte592 rs. por kilo (hontem).
Algodo da Parahyba l sorte 580 rs. por kilo
poso a bordo a frete de 3i d. e 5 OjO (hontem),
Accoes da companhia Brasilian Street Railwav Le-
mited 10 0|0 de premio, nova emisso (hon-
tem).
Cambio sobre Lonires 90 div 24 1|8 d. 24 d.
e do banco 23 7|8 J. por U000.
t. Stepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANEGA
Itanaentododia 1 .... 46:2!i072
Movimeat da alfaudega.
Volumes entrados com fazendas
cora gneros 123
----- 123
Voluraes sabidos com fazendas 111
com gneros 500
-----611
Descarregram hnje 3 de julbo.
Patacho italiano Margante varios genero3.
Patacho hollandez Willemidem.
Barca inglezaSolterbeck carvao.
Barca iogieza Delphim trilhos de ferro.
Despachos de exportaco no dia 30 de ju-
nho.
No vapor inglez Talismn, para Liverpool,
carregaram : Goncalves Irmos 114 saccas e 5J
fardos cem 29,301 kilos de algodo.
No patacho nespanhol Themoteo II, para Bar-
celloaa, carregaram : E. A. Burle & C. 50 sac-
cas com 3,608 kilos de algodo.
No brigue poriuguez Aielino, para o Porto,
carregaram : Baltar 4 Oliveira 176 couros seceos
com 1,190 kilos.
ABELLA dos prkcos dos gneros sujeitos a d-
BBITO DE EXPORTAgAO. SEMANA DE 3 A 8 DE
DE JULHO DE 1871.
Mercaduras: Unidades. Valores.
Abanos......... duzia 300
Algcdo em caroco..... ^tilog. 238
dem em rama ou era la. 478
Garneiros vivos....... um 4000
Porcos idem......... 2*000
Arroz com casca. .... kilog. 68
Idea descascado ou pilado 177
Ass'icar branco...... 250
Idera mascavado...... 120
dem relinado....... 436
Gallinhas........ ama 1*000
Papagaios....... 5*000
Azeite de amendoim ou men-
obim......... litro 937
fdem de coco ....'. 675
dem de mamona...... 525
Batatas alimenticias. .... kilog. 102
Baunilha....... 5*450
Bebidas espirituosas efarmentadas:
Agurdente cachaca. ..... litr. 137
dem de canna...... 300
dem genebra...... 330
dem restilada...... 300
dem alcool....... 337
dem cerveja ....*. 600
dem vinagre....... 300
dem vinho de caj...... 660
Bolacha fina, comprehendidos os
bscoitos........ kilog. 476
dem ordinaria, propria para
embarque........ JJjj
Caf bom....... W6
dem escolha oa restolho ... *2
dem torrado ou moide. ... "59
Cal branca........ 3
dem preta........ *
Carne secca (xarqne ). 2o8
Carvao vegetal....... J***
Cera amarella....... 442
dem de carnauba em bruto. # 436
dem idem em velas, .... 763
Cha.......... 4*360
Cm seceos....... cento 4*000
Coila..... .... kilog. 1*438
Coaros de boi, seceos salgados. 479
dem idera espichados. ... 640
dem idem verdes..... 260
dem de cabras cortidos um 350
Idemdeonca........ 10*000
Doces em calda..... kilog. 1*133
dem em gela ou massa. i 784
dem seceos....... 2*180
Espanadores de pennas grndes dozia. 48*000
dem pequeos...... 2i*OO0
lera de palha '...... 12*000
Esleirs de carnauba .... cento 16*000
dem propria para forro ou estiva
de navio........ 12*000
Estopa nacional...... kilog. 136
Farnha de araruta..... 681
Id.;m de mandioca..... 92
Feijo de qdalquer quadade. 172
Fumo charutos...... centro 3*000
Idam cigarros...... 320
Idsmemfoluabora kilog, 1*090
Idsm em folha, ordinario ou re3-
, to'ho ........ i 613
dem em rolo e em latas bom 631
dem, erdiuarioou restolho. 643
Gomma de mandioca, (polvilho). 170
Ipecacuanha ( raz )...... 1*703
Angico (toros)...... dada 60*300
Caibros......1 um 360
Enxams......... 1*500
Frechaes........ > 5*000
Jacaranda (coucoeiras) duzia 95*000
Lenha em achas......cento 3*000
Idem em toros...... > 12*000
Linhas e esteios......um 6*000
Lour s (pranch5es)..... 10*000
Pao Brasil........kilog. 103
dem de jangada......um 5*000
Quiris ......duzia 6*000
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimetros de grossura. um
dem pranchSes de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura..........
dem taboado de menos de 25
millimetros de grossura duzia
Taboado divarso.......
Tatajuba :.......kilog.
rraves.........urna
Varas para pescar.....duzia
Idem para aguilhadas ... *
dem para canoas.....ama
Cavernas de sucapira(em obra)
Eixos de cicupira para carro. par
Melajo........kilog.
Mel de abelha.......
Milho..........
Osss .... i
Palha de carnauba.....molhos
Pechury........kilog.
Pedras de amolar .....
dem de filtrar......
Idem de rebollo :
Pennas de ema. ...*..
Piassava.........molhos
Pontas ou chifres de novilho ou
vacca.........cento
Sabo.........kilog.
3al...........
Salsaparrilha....... i
Sapatos de couro branco... par
Sebo ou graxa emrama kilog.
dem em velas. ."....
Sola e \uquela.....,
Tapioca.........
Uuhas de boi.......cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava..... >
dem de imb. j
Alfandeg ae Pernarabuco, 1 de julho de 1871.
O {. conferenteMauo$l P. da Silva.
O 2.# conferenteJoaquim I. de C. Mendonga.
Approvo. Alfandega, 1 de julho de 4871.
Paes de Andrade.
Conforme.Joaquim Tertuliano de Medeiros.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMUJCO.
Rendimento do da 1 2:546*892
16*000
20*000
1442000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
35
3J
68
l
1*000
817,
31'
18,
34
4*796
160
2*800
348
10
2*043
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
960
4." O contratante tera direito aos juros de sen
capital as prapcrao do iu emprego, oa por ama
eoeveafSo nio-e*cedejJo He de mve por cento
cerno est estipulado na lei n. 938 do co/rente
e xercicio.
8.* O contratante receber cono-garanta desea
capital o edificio oonstruu> e suas readas at com-
pleto embole > le nea contrato.
6.a O contratante ser oongado a urna malta de
20:000* se se tTa>t ir da oeostraccio do que hou-
ver contratado, asim como navera da cmara dita
qnaatia se por causa della hoaver reciso do con-
trato.
Paco da cmara municipal do Recife, 7 de ja-
nho ae 1871.
i Bentn Ji>s da Costa,
Pr-prcsident.
Lourenco Bezerra Carneiro da Caoba.
Secretario.
A cmara muuicip.il do Recife acnaudo-se au-
torisaia pela le provincial n. 938 de 18 de jucho
de 1870, a contrahir um emprestimo de 300:000*.
venceodo o jaro convencional de 9 0|0, con vid i a
quera couvier fazr diiu emprestimo a apresentar
suas propostas, pouenao o mesmo emprertimo ser
efTdetuade era t>es prestac.oes com nter vallo de,
seis mezas de urna a oatra ; derendo a amiriis
cao dste capital ser taita na razao de 10 0|0 e.
jaros correspondentes, teado comego seis mezes,
depois que principiar a funccionar o mercado
publico, para cuja coostraccao destinado o mes-!
mo emprestimo. D 30 das para a preciacio das!
pronos tas.
Utas di cmara municipal do Recife 7 de ju-
nho ae 1871.
Bento Jos da Costa,
Pro-presidente.
LoareoQj Btzerra Carneiro da Cunha,
Secretarlo.
DECLARACOES.
PRACA DO RECIFE
EM 1." DE II Lllo DE 1871 AS 3 HORAS DA TARDE.
REVISTA *li.tlA Vil..
Cambios.Sobre Londres bouveram transacQoes
feitas al a subida do vapor Oneida, de 24 1/2 a 24
5/8 d., e de eotao para c se realizaran pequeas
traosaross ; pelo banco a 24 d. e por particulares
a 24 1/2 d. Sendo o total tas conduzidas pelo
referido vapor e 125,000.
Algodao Vendeu-se o de Pernambuco escolhido 1
a regalar de 7*200 a 8*600 por arroba.
Arroz.0 pilado da India vendeu-se a 2*500
por arroba.
Azeite-doce0 de Lisboa venden se a 2*600
por galao.
Batatas.Vendeu-se a 11 a arroba
Bolachinhas.dem a 1*000 a barriquinha de
22 libras.
Caf.dem de 5*500 a 6*400 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*600 a libra.
Cerveja.dem de 4*000 a 8*300 a duzia de
botijas ou garrafas.
Kerosene.Vendeu-se a 6*500 a lata de 5
galoes.
LougAVendeu-se a ingleza ordinaria a 260
por cento de premio sobre a factura.
Manteiga. A ingleza vendeu-se a 750 rs. a
libra e a franceza a 640 rs.
Massas. Venderam-se de 4*200 a 7*5')0 a
caixa. |
Oleo de li.vhaca.dem a 2*200 o galao.
Passas.dem a 4* a caixa.
Presuntos.dem a 16* a arroba.
Qeijos.Os flamengos venderam-se a 2*400
cada um e o prato a 750 rs. a libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do injjiez.
Toucinho. Vendeu-se o de Lisboa a 12*000
a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 100$ a
110* pipa.
Vinhos__Os de Lisboa venderam-se de 190* a
220* e os de outros paize- de 190* a 217* a
pipa.
Velas.As de composicao venderam-se de 520
a 560 rs. o pacote de 6 velas em libra.
Descont.O rebate de letras regulou de 10 a
12 por cento ao anno.
FuetesDo algodo, carregando neste para o
porto de Liverpool a 1/2 d. por libra e 5 %; para
o Canal e ordens para o Reino-Unido a 9/16 3/4 d.
e 5 %; para o Continente a 5/8 e 7/8 d. e 5 %; e
para Cronstadt a 3/4 e d. e 5 %
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no da 1.'.
Rio de Janeiro e Baha 5 dias, vapor araerica-
South America de 2050 toneladas, commandan-
te Temklepmgh, eqoipagem 76, carga varios
gneros ; H;nry Forster & C. *
Navios sahidos no mesmo dia.
New-York e portos intermedios Vapor ameri-
cano Sowlh America, commandante Tenklepan-
gh, con a mesraa carga que trouxe dos portos
do sul.
liba de Cabo Vrde Barca portugueza Corea,
capito Antonio Jos Lucas do Sobral ; em las-
tro;
EDITAES.
De orde;n do Iilra. Sr. conselbeiro iaspector
da thesouraria de fazenda desta provincia se faz
publico para conhecimento de todos a circular do
tribunal do thesouro n. 13, de 13 de maio ultimo
abaixo transcripta.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 28 dejando de 1871.
Servindo de offlcialmaior,
Manoel Jos Pinto.
Circular n. 13.Ministerio dos negocios da fazen-
da.Rio de janeiro, em 13 de maio de 1871.
O visconle do Rio Branco, presidente interino
do tribunal do thesouro nacional, declara aos Sr-.
inspectores das thssourarias da fazenda, para os
fios convenientes, que o prazo (marcado pela cir-
cular n. 23 de 11 de julho ultimo para a substi
tuicao sem descont das notas le 2*000 da 3.a es-
tampa tica prorogado at o dia 31 da dezembro
do corrente anno ; devendo do Io de Janeiro de
1872 em diante comecar o destonto de 10 '/
raensaes no valor das notas, que au tiverein sido
substitu Jas at aquelle dia. Visconde do Uto
Branco.
De orden) do lllm. Sr. coronel commanUaute
superior f*c> publico que no dia 7 do corrente,
pelas 10 horas da manha, haver nesta secreta-
ria reunio da junta medica; deveodo portado
todos os Srs. offlciaes, que requererara serem ins-
peccionados, apresentaretii-se m indicado dia e
hora.
Secretaria do commando superior da guarda na
cional do municipio do Recife, 1 de julho de 1871.
Salvador Henriqae de Aiba^aerque,
Maj)r secretario interino.
A cmara municipal do Recife, tendo de cons-
truir um mercado publico, de confortnidade com
a planta e re une-uto approvado, o para o qual
esi autorizada a contrahir um empre-timo de
300:0)0*000, e nao sendo fcil a acqqisicjio deo
capital, convida a quera se quizer encarregar da
pila conslrucuo, mediante as condicoes abaixo
edclaradas, a apresentar a sua proposa no perio-
do de trinta dias.
Comliccoes para a eliflcacS) do mercado publico.
1.* O mercad > publico ser construido de cou-
lormidade com a planta e ornamento approvado,
sob a inspsecao do engenheiro da cmara, c no
lagar para isto destinado.
2.' Esta construegio ser feita a cu-ta do con-
tratante al a entrega difDaitiva.
3* A cmara ser obrigada a fazer os piga-
mantos na razao de dez por cante do contrato com
os jaros competentes, leudo eotneco estes pigv
mentos no fin do priraeiro, semestre depois da eo-
trega difUnitiva e de constelar a funecionar o re-
ferido odicio, sendo taea pagameiloj seaestra&s.
Segunda feira 3 de julho, finda a audiencia
do lllm. Sr. Dr jmz de orphos a reqnerimento
do inventarame dos bens deixados pelo commen-
dador Thomaz de Aquitn Fonseca com annuencia
de todos os herdeir.'s sero arrematadas qoatro
moradas de casas j aonunciadas por edita.1 do
juizo cima pubicado neste jornal de 27 do cor-
rente, a saber : ra Vaina n. 14, ra do Rangel
n. 51, ra da Praia n. 50 e 52, as quaes tem o
Dr. J. de Aquioo Fonseca tres stimas parles que
tambera sero vendidas ; vendendo-se assim no
todo os predios cima.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da santa casa de misericordia do
Recite convidara-se as senhoras D. Francisca Ale-
xandrina Camargo Muoiz e Damiana Hara dos
Prazeres, para que coaduzam ao cotlegio das or-
phassuas lunas as menores Oihelia, Columba e
Mara, afira de serem al,i admitlidas como ordena-
ra a presidencia.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 27dejunho de 1871.
O escrivao,*
_____________Pedro Rodrigaes de Souza.
Por este secretaria se faz publico que das
senhoras que se apreseotaram a exane de habili-
taco uos das 20 a 26 do corrente, foram julga-
das habilitadas as seguintes :
D. Amalia Mara Santos Ramos.
D. Hara Francisca Bezerra Cavalcante.
D. Mara Emgdia de AlDuquerque Hunteiro.
D. Hara Florentina Goes Cavalcant;.
1). Anna Carolina Cesar de Helio.
D. Paulina Genuraa da Silva Honteiro.
D. Francisca Mara Lumacby Miguis,
. Anna Francolina do Reg Barro.
D. Francisca Ameba v Alouquerque.
Secretaria da imtroccao publica de Pernambu
co 30 de jucho de 1871.
O secretario,
__________Aureliano A. P. de Carvalho.
Cu.-elo de qualilkagao da fregoezia de
Santo Antonio.
No da 3 de julho prximo futuro devero as
prae.is do 1 batalho de infantaria que requere-
ram a este conselho passagem para a reserva,
se acharem no consistorio da matriz ao meio da,
aliin de serem inspeceionadas.
Sala das sess3es do conselho de qualificarao da
fregnezia de Santo Antonio 28 de jacho de 1871.
Jos Mara Ferreira da Canha Filbo,
Alfares secretario.
(jniata-feira 6 do corrente mez depois da
audiencia do lllm Sr. Dr. jeiz de orphos tem
de ir em praea para serem vendidos os bees se-
gualas.
Urna olara, no lugar dos Coelhos, fregnezia da
Boa-vista, a margem do rio Ca,ibarbe, sob pila
res, com sessenla e oito pal nos de vo ; e 120 de
fundo : nm trrelo ao lado, abbobada, 4 quartos
oeqnenos, um tanqne, 4 mas onde se trabalha,
em slo foreiro ; em mo estado, avahada em
2:000*000, tendo ao lado dous terrenos que per-
tencem a dita olara ; mais duas candas, sendo a
maior avahada por 200*000 e a raen >r por 100*
e na falta de licitantes, pela avahado, a arrema-
tado ser feita cora o abate da lei, conforme foi
ordenado pelo juizo, cujos bens vo a praca a re-
querimenlo de Vicente de Paula Oliveira Villas-
Boas, e outros ioteressados dos bens que ficaram
por fallecimeuto de Hanoel Duarte Pereira e sua
mulber.
Quinta-feira 6 de julho, depois de finda a
audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazen-
da, ir a praca por venda a casa terrea de pedra
e cal na ra do Paco da Patria n. 18, com nma
porta e duas jaucila.-, tendo de frente 29 palmos e
67 de fundj, com 2 salas, 4 quartos, cozinha,
quintal murado, cacimba indep adeate, tudo em
bom estado, sendo o solo foreiru marinha, ava-
hada em 4:000*, e pertencente ao espolio da fina-
da Hara Antonia da Luz. Essa arrematadlo tem
lugar a requeriraento do tettacoenteiro e inventa-
rame do espolio p ira o fim de se psgar o sello de
heranca e despszas do inventaro.
SAMA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A lllm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordis do Recife manda fazer publico que
na sala de suas^sessoes, no dia 6 do mez de julbo
pelas 3 horas da larde, tem de ser atiematados
a quera mais vamagios offerecer, pelo tempo de
um a tres annos. as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do i'- tu- Floriannc.
Ca3a terrea n. 45.......1805000
Casa terre? n. 63.......205*000
Hcc.-o das Carvalhas.
Casa terrea n. 5........120*GOQ
Ra larga do Rosario
Sobrado, 1. andar u. 24 .
Sobrado prmeiro andar, n. 24 A. .
L ja do sobrado n. 24. .
Prmeiro andar do dit .o
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 32. .. 0 a .
Boa do ei.i ii Bam Jess das Crioulas.
Casa terrea n. 8 o 241*000
ilua do CaUbouco.
Uem n. 18........ 320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26
Raa do Pilar.
Casa terrea n. 73 .
Ra da Gloria.
Casa terrea a." 61 .
Becco do Abren.
Sobrado de 2
Rna
Casa terrea
dem n. 12
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
" Ra do Rangel.
Casa terrea n. 56. 2
lieucd das Boias.
Sobrada de 2 andares n. 26 .
Roa do Burgos.
Casa terrea n. 19.....
dem n. 21........ 151*000
Raa do Encantamento.
Sobrado de 2.. andares n, 14 1:200*000
Ra ua Sanzala velha.
Cisa terrea n. 18.....241*000
Idem n. 1. 6.......208*000
Ba do, pilar.
Casa terrea n. 101.....205*000
dem n. 110........205*O>0
dem n. 104.......201*000
dem n 99 -...... 360*000
Os pretendentes averio apreentar no acto da
irremataeao as srxas flaneas, ou comparecerem
icompanbades dof, respectivos fiadores.
Socreiaria da ranla Casa de Misericordia do Re
Jifa, 26 de jun*io de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodnguei it Souia.
Becco do Abren.
i andires a: i. v .
loa do iii.u Fim en Olinda.
n. 11 \ .
402*000
900*000
1:807*000
402*000
1325000
302*000
211*000
2i0*000
400*000
96*000
96*000
183*000
367*000
150*000
CAMPO DAS PR1RCEZAS
GtmnilIA IISILEIR.4
EqnMtre. gimnstica, acrob-
tica e e^Mitlbriata
PROPRIETARIO
Primeiro artista eqaestre.
Antonio C trio* do Oarmo,
DIRECTOR
Augusto R. >#uarte.
lili JE
Domingo de julho de 199i.
Extraordinario speclaculo
em beneficio do omito coanecido artista
Alberto Freir
O benefitado e o Sr. Teixeira execntar i um
arriscad ssino trabalho aerio ( pela primera vez)
intitulado
Os homens endiabrados
O benefl laido nao tem ooupado despezai aflm
de apresenkr um espectculo maravilhoso, por
isso espera i proteerio do generoso e illa-irado
pnblico deiti capital e deede j se confessa sum-
mmente agradecido.
Principiar s 6 horas.
As encomnurjdii dos blhetes s se entregam
at s 3 boras da tarde.
O resto dos bilbetes eslao dsposicao do re-
peiavel publico em frente ao circu, no lagar do
costame, das.10 horas da manha em diante.
A bandtira |tacwnal no tope do maslro o sg
nal de bver espectculo.
castras com albos, 6 eaixas eom chourieas em la-
tas, 4 tardos com cominos, 10 barris com touci-
nho de Santos, e lado era vendido em lotos, quar
ta-feira 5 do corrente, s ti horas da manhaa. no
rmazem dos mesmos, na rna do Amorim n. 39.
AVISOS MARTIMOS.
Frea-se para 0 Rio de Janeiro ou recebe
carga para o nj'?nn> porto a frea commodo o pa-
tucho por tugue) Villa Flor a tratar com o capi-
to a bordo, oa cora Francisco Jos da Costa
Araujo, rna do (Vpolln. aramem n. 36.
BAHA
A seguir eom m*ilta brevidadn. logo que aqni
chegar de Antuerpia, o navio Alphonse & Marte,
toma carga a frate : a tratar na roa da Cruz uu-
mero 85.
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperack
al o da II do crrante o vapor
Armoi, commandante o 1* t-
ente los Candido Duarte, o
qual depois da demora ao cos-
tume seguir para os do sul.
Desde j recebera se passageiros e engaja-se i
carga qoe o vapor poder eonduzir, a qual deven.
ser embarcada no da de sua chegada, encom-
nendas e dioneiro a frete at s 2 horas da tardt
de sua sahida.
Nao se recebara como encommendas seno ob-
j 3cto3 de pequeo valor, e que nao excedam a 2
urrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
c o. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
* Previae-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia, ra da Cruz
n. 57, e3criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo de C.
Para Lisboa
o brigue portnguez Ctete, capitio J. J. da Costa,
vai sabir com brevdade por ter prompia a maior
parte da carga-: para o resto qoe Ihe fatta trata-
se cora os consignatarios E. R. Rabello & C, rna
do Coromercio n. 48, ou com o capillo.
BAHA
Para o porto cima segaa cora maita brevdade,
logo que aqui chegar de Antuerpia, o navio Al-
phonse & Marte, toma carga a frete : a tratar na
raa da Cruz n. 55.
PARA O
ARACATY
Segu com brevdade o hiate Novo Inveneivel :
para cargas e pas-ageos trata se ra do Vigario
n. 14.1* andar, eschptorio de Jos Lopes Davim.
PAMA.
O patacho norie-allemao Mathild, segu para o
portu cima, reeebe carga a frete commudo: a ira-
ar eom Joaquim Gerardo de Bastos, a ra do Vi-
arie u. 16. prmeiro andar, escriplorio. ___.
Kio Grande do Sn4.
Para o indicado porto seguir com brevdade o
hiate nacional Rosita, por ter a maior parte de
sua carga engajada : e para o resto qu9 ihe taita,
trata-se cora o sen consignatario Joaquim Jo-
Goncalves Belirao. na ra -'o Giraraercio n. 5.
Rio Grande do Sal
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia, tem prompta a maier parte
do seu carregamento. para o resto que Ihe falta tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C. : ra da Cruz n. 57.________
Para a Babia
recebe carga a frete commodo o patacho italiano
Margante : quem nelle quizer carregar pode d-
rigir-se ao escriplorio de E. A. Borle & C ra da
Cruz n. 48.
LEILOES.
L\ ^
de queijos flamengos e prato.
HOJE"
Em razao de nao terem podido sahir a teaapo da
alfaudega, ue se pode eftVctuar o leilo anauneia-
do, e lera logar h'je. no armazem do Anues, as
ll'horas da manba.
LEILlO
DE
TERCA-FEHU
H. Leger levara 4
4 DO CORRENTE.
lelio, por intervenclo do
agente Pinto, um completo' e variado sortimentc
de fazendas franceza-.suissas e allemaas, existen-
tes em sea armazem, raa da Cruz n. 68.
Principiar s 10 horas.
fe
dos gneros
ceotes
Suatos.
aoaix mencionadis, perten
massa fallida de Fooceca 4
QUARTA-FEIRA.
do corrate
A reouerimeato dos caradores fiscaes da massa
fallida de Foncaca ft Santos, e por despacho do
lllm. Sr^Dr. joiz especial do commeroio e por in-
tervoocao do agente Pstaua baver leilao dos ge-
neres abaixo mencionados, perteawu.es mesma
massa, a saber :
558 massos de phosrjhojos, 106 ancoreus de
tei tonas, 4 tardos e I tornea com alfazema, 50
barris com cb.ouric.as, 1 arroba cada um, 5 ca-
DE] IflOVKf
LOCA, CRYSTAES PHN03, ESPELH03 E
VINHOS
Cerno sejam : ,
Um piano forte de Erard. 1 dilo inglez, orna
mobilia a Luiz XV (nova) 1 dita quasi nova, 1
dita da mjgoo, 1 dita'de amarello, cadeiras de ba-
lanfo, 2 serpentinas ?de crystl, espelhos grandes,
ricos quadros cora finas gravaras, 4 figuras, can-
dieros a t*i, jarros e vasos para flores, elogios
de mesa, lapeies, oleados eesleirs inteiras (fiaros
de sala* e quarios, lancas paia cortieados e ca-
deiras espreguicadeiras e tapetes.
Cma mesa de j m ir. 1 axcellente gurda-lonQa,
1 apparador com pedra, 2 mesas, 1 cc-f, 12 ca-
deiras de fjja, 12 ditas de Jacaranda, 1 sof est-
falo, 1 limpador de facas, 2 apparelbos, loufi para
janlar, louca para cb, copos, clices, garrafas, e
1 gaarda-comida.
I" o i cama franeeza, 1 guarda-roupa. 1 guarda-
vestidos, i marquezao, tpeles para sofs e portas,
1 l?vatoro e muitos outros outros objectos de casa
d familia existente?
Na casa da Ilha dos Ratos, em frente pon de
Santa Isabel, junto estrada de ferro
do Recife Olinda.
Qtiinta-feira 5 do correle
O agente Pinto levar leilao, por cunta de di-
versos, os movis e mais objecios cima descri-
los, existeutes na casa supra mencionada, em
cuja jaoella achar-se-ba ama bandeira com o ds-
ticoLeilo.
Principiar as 10 horas em ponto, por serem
muitos os lotiw.
LEILAO
SE
dous bons engenbos
A tS do frrenle
Por ulterior despacho do Illrn Sr. Dr. jmz de
direilo especial do comraercio d'esta cidade, re-
queriraento dos administradores da massa fallida
le Siqueira k Pereira, o agente Oliveira expor
novamente a leilao publico, os oem cooneeido en-
genhos denominados Jussra e Monte Ouro,
ambos silos no termo de lpojuca d'esta provioci.i,
os quaes foram peohorados por exucuco de ditos
administradores viuva e herdeiros do Dr. Igna-
cio Nery da Fonseca, e adjudicados radicada
massa :
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia em ponto, no escriplorio do referido
agente, roa da Cruz n. 53, primeiro au lar, onde
se dar previas informacoes.
VISOS DIVERSOS
Precisa-se de um cozinheiro :
Crespn-o. 12, 1" andar.
ra de
Na ra da Cruz n. 33 (boje Rom Jess), pre
oisa-se da urna ama para cozrahar o diario de urna
casa de pouca familia.
Attencao
Quem quizer dar a juros de 1 1|2 0,0 3:000j
com hypotheca era bens movis, annuncie por
este Diario para ser procurado.
Offerece-e urna pessoa competentemente ha-
bilitada para ensinar as primeiras letras, msica e
piano em qualquer lugar, podeodo ser procurado
na ra dos Marlyrios n. 2. 2 andar.
FUNDAS
A pharmacia americana de Ferreira Maia & C.
acaba de receber pelo ultimo vapor nm grande
sorhmeuto de fundas, e entre ellas algumas de
gomma elstica, as mais recommendadas pelos
mdicos para a cura das hermias : raa Djque de
Caxias n. 57, outr'ora Queimado.
O abaixo assigoado retira se para a Europa
a tratar de sua sade, e pela rapidez de sua via-
gem e gravidade de sua molestia, nao se pode des-
pedir dos seus amigos, pede desculpa e offerece o
sea peqaeno presumo aonde se achar. Deixa por
seus procaradores era lodos o* seas negocios, em
onmeiro lugar ao seu mano Bernardino da Silva
Lopes, em segundo limar Joaquim Goncalves de
Andrade, em terceiro Francisco Jos de Araujo.
Recife, 28 de junho de 1871.
Manoel da Silva Lopes.
Precisa-se de urna ama para todo o
serv,; i de casa de pouca familia : na
ra da Imperatriz n. 40, l ja, se dir
quem precisa.
Perdeu-se o bilbele de dous tercos da lote-
ra 198" beneficio do hospital da Ordem Tercei-
ra do Carmo, n. 1839, peds-se ao seahor thesou-
reiro que nao pague a sorte que nelle sabir seno
ao abaixo assignauo que joga com esse numero a
6 annos.
Recife, 30 da junho de 1871.
Jlo Pedro Baotista.
Desappareceu no da 21 do crreme um
cabocolioho pequeo de idade de 11 a 12 anno-,
consta que est para as bandas de Belem, pois foi
visto hontem (29) oa travessa deste nome : quem
o encontrar mande entregar na ra Imperial .
233 a sen padrinho Manoel do Amparo Caj.
ATTENCAO
o
Pergunta se ao Sr. Crovo de \lmeida qual foi
o motivo de nao se dar a partida por Se Pedro ?
tendo-se marcado ama quota para ella ? Respon-
da-me Sr. Crovo.
CRIADO
No caf chinez, ra do Rosario n. 31, 1* an-
dar, neceseiia-se de nm criado para tedo o ser-
vico.
Precisa-se de urna ama
(forra ou captiva) para o
servir interno de urna
casa de daas pessoas :
ra do Vigario n. !, 3o
andar, sobrado amarello,
quasi na praca do Corpn Santo.
AMA
Roupa a lavar e en-
gommar
Precisa-se de urna familia conbecida e capaz,
que se encarregue de tratar com toda a perfeicao
e cuidado a rouoa de um hornera : dirija-se a
ra Bell n. 37. sobrad) de dous andares.
Bridsh cemitery
The Treasurer would feel obged if Mr. Tneodo
re J'.ist would cali upon him a 38 ra do Cora
merco.
British hospital
The Treasurer would thank tbe raerebants hol
ding fees belonging t> this instiiution to send sa
me to n. 38, roa do comraercio.
20$ de gratificado
Na qointa-faira das 4 para 5 horas da tarde
fugio nm papagaio que levou duas a tres polega-
das de correle de lato com sida de estanbo,
elle falla poueo, mas se estima porque a voz imita
a de urna pessoa : quera o ackou jueira restituir
na photographa alie.na, largo'da matriz de San-
to Antonio, que receber a quantia cima.
FURTO aE ROUPA
Farlarara no dia I.' do corrente, da taberna da
esquina da rna de Samo Amaro, que d para a
praca do Capim, urna tronxa de roupa lavada,
que naquella taberna havia deixado ama lavadei
ra, da parte de fra do balcao. emquaulo ia en-
tregar ou:ras. cuja roupa de aso da familia do
abaixo assignado e est qaasi toda mrcala com
os seguintes nome : Jnvenci A. Cesar, Mara A.
Marinho tesar e Marinha.
iuvenciu Aureliano a Cucha Cesar.'
liJA
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo o. 9
Os propietarios deste bem condecido eStabeJe-
cimento, alm dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciac) do respeitavel publico, man-
daram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
ioa- e mu delicadas especialidades, as quaes es-
to revolvidos a vender, como de seo costame,
por prtcis mu i lo baratiobos e c w modos para to-
do-', com tanto que o gallo...
Muito superiores lavas de pelica, pretas. broa-
cas e de mol lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinnas e ptraho? onrx
seDhora, neste genero o qoe Da de mais modera.
Superiores pentes de iar;aruga para coques.
Lindos a riquissimos enteites para caber da
Exmas. Sras.
Superiores traricas pretas e de cores com viri-
Ihos e sem alies; esta fazenda o qua pie ha ver
da melhor e mais bonito.
Superiores .e bonitos leques de madreperola,
raarfira, sndalo e sso, sendo juello* brancos,
com lindos desenos, e estes pretns.
Muito superiores meras t> de Escossa para se-
oboras, as quaes sempre se venderam por 30*006
a duzia, eulretanto que nos as vendemos por 20/,
alm dess, temos umbem grande sor lmenlo de
mira.- quatidades, entre as quaes algumas muito
fims.
Boas bengallas de superior eaona da India e
casto de marli.o com lindas e encantadoras liga-
ras do mesmo, neste genero o que de raelmr
se pie desejar ; alm desias temos lambem gran-
de quaotidade de outras qualidades, como sejaa
madeira, baleia, dsso, borracha, ele. etc.
Finos, bonito e airosos chieotiohos de cadeia a
de outras qualidades.
Lindas e 'superiores ligas de seda e borrad
para segurar as meias.
Bjas meias de seda para senhora e para-aieii-
ns da 1 a 12 annos de idade.
N'avalhas cabo de marli.n e tartarnga para facer
barba ; sao muito boa', e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bero asse^uramos sua qealidade e delicadeza.
Lindas e bellas capelias para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para crochel.
Lraha muito bea de peso, fruaxa, para eneher
labyrintho.
Bons baralbo? de cartas para vollarete, assim
como os teios para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumarias, dos melhores e mais eonhecidos fa-
bricantes.
COLARES DE ROTA.
Elctricos magnticos contra as convalides, e>
facilitara a dentic,o das innocentes mancas. So-
mos desde muito recehedores. destes prodigiosos
cellares, e continuamos a recebe-los por todos o
vapores, adra de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim como pois, poderao
aquellas que delles precisaren!, vir ao deposito do-
gallo vigilante, aonde sempre encontraro destes
verdadeiros ci llares, e os quaes aitendendo-se ao>
fim para que sao applicados, se vendero cora onv
mu diminu i lucro.
Bogamos, pois, avista dos objectos que deixa-
mos declarados, aos oossos freguezes e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis a teja-
do gallo vigilaste, ra do C'espo n 7.
Via-ferrea de Olinda.
Alguos apreciadores da velba CIDADE DE 0-
LINDa pedem ao digno superintendente qae aag-
menie nos domingos e dias saniillcados mais nm
(rem as 10 boras da noile, lano do Becife con
de Olinda ; pelido este que o mui digno superin-
tendente nao deixar de aitander.
Precisa-se de urna ama para o servico inter-
no e externo de casa de poaca familia : na ra-
estreita do Rosario n. 38, 1 andar.
S Reformas de can-
telas.
O gerente da casa de penhores tra-
| vessa da ra das Crnzes n. 2, avisa a lo-
! das s pessoas que leem cautelas venci-
| das, cujos premios nao leem sido pagos,
| que no praso de 20 dias venham refor-
| ma-las, sob pena de serem seus penhores
{vendidos ere leilo.
s
Gabinete portuguez
de leitura.
(CONSELHO DELIBERATIVO.)
De ordem do lllm. Sr, presidente convido aos
senhores conselheiros para a sessao ordinaria que
deve ter lugar no dia 5 do vigente, pelas 6 1|2
boras da tarde.
Secretaria do conseibo deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernambuco 1* de julho
de 1871.
A. i. Borges Costa,
2* secretaaio.
A directora do Monte Po Portnguez, em obser-
vancia da ultima parte do art. 60 dos estatutos,
manda celebrar una missa do stimo dia, quinta-
feira 6 de julho, na ordem tereeira do Carmo, as 7
h ras da manba, por alma do socio Domingcs
Jos Pereira Campos.
M. S. Pioheiro,
1" secretario.
MwnTiTTrir r<
Joaquim Elias de Moura tiondim, Joaquim Ores-
tes de Moura Gondiro, Manoel Accioljr de M->ora
Gondim, Francisco Ignacio de Moura Gon lim, Joao
Godofredo de Honra Gondiro. Maria Juvma de
Moura Tavares, Amaro Ferreira Tavares, Antonia
Maria Padilha Gondim, Glho, irais, cunhado u
cunhada de Antonio Accioly de Moura Condn,
fallecido ha ponco na cidade do Rio Formoso, con-
vidan) aos seas prenles e amigos para assislirem
algumas missas que por alma do finado se tem de
celebrat,no lia 4, pelas 7 horas da manha, na
igreja matriz de Sanio Antonio.
PROTESTO
O capito Laurentino Gomes da Cunha Pereira
Beltro, ronbado no sea engenho Santos Meadas;
na noile de 28 do mez de dezembro pascado por
Jezuioo Batalha em quanlia superior 23 6005.
como j fez publico para a captura da criminoso,
tem neeessidade de recorrer ainda a itprensa
para dizer que este aud -i criminoso logq depois
docrime dirigio-se Alaga Grande, na povoacao
da Gloria, e aiii coniralou com Joo Paulo de San-
i'Anna a compra de urna casa pela quanlia de
5005 qae entrecou ao vendedor antes da escriptu-
ra nao celebrada pela precipitada fuga de balalha.
Joao Paulo tendo conhecimento do roubo, ficou
com o dinheiro que roe prtence, e madou se para
o mogeiro, provincia da Parahiba, dizeudo ter by-
pothecado seus bens.
Veoho protestar conlra qualquer meio de que
tenha usada Joo Paulo para evilar-se a obriga-
co de restituir o que receben de balalha, fazendo
aviso aosbemens honetos para qae nao te pres-
tem ao ardil para ortjudiear-me.
Santos Mendes 26 de junho de 1871.
Laurentino G. da Cunha Pereira Bcliro.
Ja teulo sido entregue ao comraendador lbin*
Jos da Silva os recibos de joias e mensalidades
da sociedade Emancipadora, esquecidos no wagn,
e de que se tratou hont?m uesle jornal ; porlanlo
pede-se aos senh>res socios e subscriptores qae
se dnnm pagar ao porialor que osaoresenur.
Aluga-^e o 2* andar e soto do sobrado da.
raa das Cruzas o. 9 : a tratar ni raa atraz da.
matriz de 9an;o Antonio a. 28, loja.


. .


'V"
T
Diario d t'wwtiubuc Domingo 2 de Jnlho de 1811
D.
W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIQ&O
5 RA 1IO BaiJlI 5fc
PASSANDO 0 CHAFARE
Pede aos senhores de engenho e outros agricultores, e empregtfdores de ma-
ebinUmo o favor de orna visita a. seu estabelecimento, para verem o ovo sortimento
completo que it tem; pois sendo todo muito mais barato em preco do que jamis te-
nha vendido, est ainda superior em qualidade e fortidao; o que com a inspeccSo pes-
eoal pode se verificar. ___m.
PEDE ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
T7<->^^n, a /\4o0 rTorrno dos mais moderaos.,systemas, em
Vapores e roas a agua ta*wHwwenittipi8w
tu circamstancias dos senhores preprietarios.
Moendas de canna jyos tmaohos ,s m "*"
JlVOQaS Q6Illa.QclS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
JDLaCIllminios e para serrar madeira
iSOmDaS ae patente garantidas......---------
J.OaS aS maCninaS e pecas FEZ qiialqner COnGertO d9 macbinismo a preco mui resamido.
1?A1*Iflfla Ha forPO tem ** melD0res e mais baralas existentea no mer-
ITtiAMMmaiiiloa Incumb-se de mandarmt qualquer macbinismo von-
XiHUOmmDliaiio ta zereni eoascompras por intermedio de pessoa entendida e qoe em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio*. ___________^______________
_{{] H|H|
ADVOGADO
8 De. 9AQI>im Correa de Araujo jpj
67'Roa do Imperador67
HIOFINA
Roga-se ao Ulm. Sr. Ignacio V.eira deMelio,
criTio na cidnde de Naiareth desU provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a ronctuir
aquella nefecio que V. S. se comprometen reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal era fin
de nezembro prximo ptssado, e depon para ja-
ueiro, passon a (evereire e abril, e naii cnmprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que eNe negocio
de mais de oito aunes, e quando o senbor md
fiho se aebava no es nesta cidade
Podeodo todos
ser movidos a mo
por agua, vapor,
oo animaes.
AOS 5:000$000
fisto venda es felizes bilhetes da lotera da
lahia, na casa feliz do arco da Couceio, loja d
lanves no Recife.
A luga se i
um sitio na Torre, com excellente casi de civenda
e banbo frente desta no rio, senda ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na na do Pires
n. 29.
SITIO
i
PECHINCHA
Cbegou para a loja do Paoagaio om grande e bonito sortimento de sedas lavrada
de di s cor; as cores sao as mais modernas, e mais delicadas qoe tem vindo 3
este amercdo, e vendem-se por preco muito barato : porque a porco muito grande, aa
A' AGUIA BRANCA^
RA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Ontr'ora Queimado n. 8.)
actele receber de .(aterra um bello sortimen-
.odeflSjec'vos, que alera de sempre necessarios
bejeue tornara essencialmente prcisos villa da
(alta qoe delles ta no mercado, sendo :
Fitas de velado pretas, outras com relas bran-
cas, e ootras de drversas e lindas cores, e todas
coroifferentes larguras e superior qualidade.
Franjas, trancas e gaioes de seda de modernos
dosenfccs e gostos, e igualmente sonidos em cores
e larguras.
Novas e bonitas trancas e gaioes de Isa, tam-
bera surtidos em larguras, cores e moldes, e lao
propms para vestidos como para roupinbas de
crianocs.
Traecas brancas 4o algodo com nova forma em
Annunciar hoie bicos e rendas de labyrintho,
objectos esses que se acbam em qualquer parte,
seria fastidioso, porra assim nao acontece porqne
esses que a Aguia Branca acaba de receber sao
de urna nova e superior qualidade. A Agnia Bran-
ca a ra Duque de Caxias n. 52 receben bicos e
rendas de labyrintho, qoe por sua amostra vieram
perfeitameate emitando a tecidos de grades ebeios
e feitos no paiz, mostrando' at o alto relevo que
se conbece as outras, isso alera da novidade e
bom gosto dos desenbos.
Tambero receben outros bicos e reodas estrellas
proprias para roupas de senhoras e meninas.
Recebeu igualmente um bello sortimento de
rendas e bicos de crochet defina qualidade e agra-
Vende-se nm sitio no Arraial, no becco do Bar-
thelomen, casa nova, toda envidraeada, com casa
de banbo, cacimba com muito toa agua e bomba,
tem qnrahenlos e untos ps de arvoredos nevos,
latadas de ruaraouja-as-, o lerreio proprio e
torna-se reconmendavel por ser parto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: a tratar do trapiche do
raes do Ramos n. 4, das 10 hora da manhaa s
3 da urde, on no mencionado sitie.
LiauDiiciAo
En importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Bar3o da Victoria, esquina da Camba do Carao.
O dono daquee estabelecimento, querendo acabar com elle at o fim do corrente anno, convida aos seus numerosos
freguezes a aproveitarem a circumstancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanbos e feitos, tecidos, armacGes e mais aviamentos para os mesmos, armas de
fogo, cutilaria, bengalas, chicotes, e urna iunidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afladores para navalba de i.
Pradioes, premiados as exposic^es de Pernarxbuco, Londres e Paris.
MANUEL & C.
Tem a sausfacSo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, heje ra do Mrquez de Olinda,
onde achario os pretendentes, moilo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
w) mafes as tazend'as que a demora da fabricado 6 bem diminuta.
Grande hotel central
; roa larga do Rosario nume-
ro SV.
Neste muito conheeido hotel se encontrara ex-
celentes qnartos e salas para aligar, que offere-
cera commodes para familias, a>de se encentra
nao s o maior asseio e lmpeza,como bom servico,
banhos fros e qaentes e todas ts commodidades
indispensaveis vida' tono por mdico preco. O
lugar central em que este estobelecimento est
collocado sufficiente recommendacao para ser
concorrido.
Alnga-se o primeiro andar do sobrado n. 5
da ra Imperial : a tratar no andar terreo, 2 an-
dar.
Engonmiudeira
No becco do Sarapatel n. i, tava-se e engotn
ma-se com asseio e promptido.
caraoces angulares, teodo nesse genero muitas e 1 diveraas largaras ; outras nos mesmos gestos po-
rm mascladas; entras traneiobas brancas de
artaes miados e boniUs, as quaes por suas
streiitsss teem oonslantemente merecido geral
agrado.
Babadinhos frisados e outros preparados para
frisar-se a vonude.
Um bello ?ortiraento da gaioes pretos de Ha com
difTerentes moldes e iargoras, proprios para vesti-
dlos de Into.
Bolees tinos de madreperola para camisas, ou-
tros pretos e de cores para vestidos.
Isso alem do constante sortimento de enfeites da
.seda, la e algodo, de que sempre se acba pruvi-
: a loja da Agnia Branca.
brancas, bordadas e outras oom
babados.
Ka loja da aguia branca vende-se bonitas saias
.(raneas cem largos e delicados bordado?, e cu-
tras com bordados de pregas pospontadas, obras
modernas e de gestos
Fil de seda, braceo e preto com salpico?.
Dito de algodo, liso com salpicas e flores min-
LIVSINHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fins.
bem servidos tanto nos precos como as qaali
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido linas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradareis ebeiros, pomadas fi-
nas eotre as quaes se nota a d'alpaca, aguj
da colooia, dita de lavander etc. etc. assim
como unas escovas inglezas, e opiata pan
dentes. Tambem receben variado sorti-
mento de saboDetes, que os est \endendc
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticos i
41, ditas com 3 ditos transparentes a 1
mOO e 20000.
Eachovaes para baptisados.
A loja d'Aguia Branca ra Duque de Caxias
n. 32, acaba de receber lindos eachovaes de difTe-
rentes gestos e precos para baptizados, assim co-
mo bonitos chapeosinhos de fuslao primorosamen-
te enfeiudo; para o mesmo fim, no mesmo pas-
seio. Tambem recebeu moderoas e boniUs ca-
misinhas bordadas com punhos para senhoras,
golinhas com ponhos e sem e les, unto de renda
como de cambraia, bicos de seda braceos com
vidrilkos.
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CASA DA FORTUNA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
i rna Primeiro de Marco (outr'ora rna di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abano assignado, tendo vendido nos seus f
lizes|bilbetesdous tercos n. 285i com.20O40O, nm
terco n. 1399 com 100*000, um inteiro n. 77i com
ICOJOOO e ontras sones de 40* e 20* da lotera
que se acabou de extrahir (197a), convida aos pos-
snidores a virem receber na conformidade do cos-
tme sem descont algtun.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
7.* parte das loteras, a beneficio do hospital da
ordem terceira do Carmo do Recife (198.*), que s
extrahir;! terca-feira 4 do mez vindouro.
PRESOS.
Bilhete inteiro 6*000
Dous tercos 4*000
Um ter^o 2*000
Em porcao de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
D jus tercos 3*600
Um terca 1*860
Hanoel Hartins Finia.
s
Na travessa da rna
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a qoan-
tia. Na mesma casa cora-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
41 RA DO litiliO DA VICTORIA 41
arma7Am tm nm DE Assim COffiO
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, allemias e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
.'rancezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
3no.
ARUJDA IRMAOS.
RA
Baro da victoria
antiga ra
NOVA
N. 41.
Assim como tem ama grande
oficina de allaiate, montada com
todos os preparas que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidSo e perfeio
nada deixam a desejar.
Ronpa de toaos os
amanaos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Enropa.
RA
Bario da'VIetorla
aatiga mi
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontnalidade as encom-
iendas, finalmente em tndo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
lao se tornar massante
REMEDIO INFALLIVEL
Para as sezoee, febres intermitteDtee, remitientes e biliosas
DESCOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIMICO
DR. J. C. AYER
do corpo ; eis a causa do
s
iinin wm wemw
O professor publico Joao Lande-
lico Dome las Cmara contina as
horas vagas (Ires da tarde em dian-
te) a leccionar particularmenie pri-
meiras letlras, grammatica portu-
gueza, arithmetica, etc. etc.
Relativamente s senhoras, a cu-
jo ensino se tem dedicado, propoe
se a habilita-las para o concurso
ao magisterio primario, prometten-
do-lhes empregar todo o zelo, es-
forz e assidmdade a seu alcance.
Os interessados podem entender-
se com o mesmo ra do Rangel.
o- 40.
Nesta poderosa e impagavel prepararlo,
nao entra quina, arsnico e nem bismutbo.
Este maravilboso remedio nicamente
composto de om s producto vegetal, e
esse mesmo desconhecido at boje scien-
cia cbimica.
As sezSes, febres intermitientes, remit-
ientes, biliosas e perniciosa ioQammatoria,
todas lendo sua origem na mesma cansa, e
prodoziudo os mesmos effeitos, porm em
grao differente de intensidade, necessitam
do mesmo tratamento. A cansa acba-se
nos effluvios contagiosos que se despren-
dem da vegetaco corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
neno subtilissimo e insidioso que se absor-
ve pelos pulmoes e penetra no saogoe, de
sorte que a molestia s vezes accumula se
por muito tempo no systema antes de fa-
zer sentir se.
Este veneno effluvial, que o san?ue re-
cebe pelos pulmes, opera as sezoes da
maneira segniote: sua intensa irritado no
systema faz oicerrar todo o sangae no
corpo nos excretarlos internos,o ligado,
os rins, o pncreas, o bago, o estomago e
os pulmoes,alguas dos quaes ou todos
elles sao amontoados do saugue retirado
da superficie do corpo ; eis
periodo fri.
A febre causada pela reaeco, quando
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'um outro
esforco violento para expulsar o veneno
atravz do outro excretorio chamado pelle;
t5o pouco consegue a natoreza neste se-
gundo esforco como no primeiro. Depois
segu o desmaio e prostrago que natural-
mente succede s grandes agitacoes, e o
instincto do nosso^rganismo o faz abando-
nar a tentativa at qoe, recobradas as for-
cas, renova no outro dia a lata desespera-
da. Soccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, incbados, terriveis dores de
cabeca, oppresso e latidos as fontes,
pulso clieio e forte, ourina muito corada e
sede intensa; eis o periodo de calor. De-
pois da algn tnpo (jae varia gilmen-
te de duis a cin:o horas), urna transpira-
Cao copiosa pircorre por todo o corpo.
Estes symptomis violentos pissam e dei-
xam sommte urna sensacSo de prostracSe
oompleta, se qua o atajua nao lem.fe'to
algn md orgnico. Se nao se tomar al-
gum remedio adequado para curar a mo-
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
lestia, os accessos continoam a repetir-se
com urna regularrdade correspondente ao
seu typo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se lhe opponha. E' evidente, pois.
que qualquer remedio destinado acorar
esta molestia, deve destruir este veneno no
sangue, ou arroja-lo fra delle. Com
grandes e pomposos annuncios tem-se offti-
recido muito* remedios para a cura destas
molestias, porm oo bao tem sido bastante
efDcazes ou teem produziio effeitos preju-
diciaes sade em geral. A quina, ainda
que seja o grande recurso, em que o povo
quasi em geral maior confiaoca tem, pro-
duz muitas vezes effeitos desastrosos, e lo-
mada em grande quantidade sempre pre-
judiciosa sade geral. A preparado qae
aqui olTerecemos ao publico, n5o contento
em si n^nhuraa dessas substancias injurio-
sas, por ser nicamente vegetal, p-omeile,
se fr empragada segando as direc^es na
lingna portugueza, qua acompanba cada
frasco: estimular os grandes excretorios
internoso figado, o baco e os rinsa se-
parar do sangue o veneno offansivo e ar-
roja-lo do corpo.
s
Comedorias
Continaa-se a fornecer conedoria* para (ora, na
rna estreita do Rosario n. 35, sobrado, mandndo-
se lavar almoco de 7 a 9 horas da maohaa. e jan-
tar de 1 a 3 horas da tarde, conforme a vontade
do assignante.
Precisa-se de ama ama para cosinbar
e comprar : na roa Nova d. 61.
AMA
AMA
eeiro andar.
Precisa-se de urna ama para o ser-
vico de ama casa de pooea familia :
a tratar na ra da Cruz n. 18, ter-
i |

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l Na praca da Independeccia n. 33 se d di-
| nhe:ro sobre penhores de ooro, prata e pedras
' preciosas, seja qual for a qnantia ; e na mesma
' casa se compra e vende objectos de onro e prata ;
' igualmente se tu toda e qualquer obra de en-
j commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
D. Miqnelina Candida llosa da Gama cordial-
mente agradece a todas as pessoas que se digna-
ram acompanbar ao ceraiterio os reatos .nortaes
do seu sempie chorado irroi) e padrinho o Rvm.
cenego da capeIJa imperial Francisco Jos Tavares
da Gama ; e de novo as convida para onvirem a
missa e memento do stimo dia qae tem de cele-
brarse na matriz do Corpo Santo, na segunda-
feira 3 de jnlho, pelas 7 horas da manha.
Alnga-se por 30* mensaes nina preta que
cozinha, engomma e lava, tudo com perfetcao :
quem precUar procure na roa do Apollo n. 3i, 2
andar.
Na ra de Ho tas n. i precisase de
um rapaz para caixeiro, prefere-se sendo
-si
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I -s
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2.
t-tTafk^l
x.Hi: a.' = o -i
igSilis
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~2 B S'S-Q.
flS S'oS
5|fw-2||
S7-T3.0
Ensino em casas parilcoiares
Um sacerdote lecciona meninos e meninas
nesta cidade e em seus arrebalde3. Pode ser pro-
| curado na estaco da Torre e no escriptorio do
Sr. Dr. ManoelNetto na roa larga do Rosario n. 24,
segando andar.
5 S^=
8ri
s> b a
natural dos arrabaldes.
AMAS
Nova c??a r. ii.
Preeisa-se de anas amas, orna
qneengorame e ontra que cozinha
com perfeijao : tratar na ru
STTECi
A' rna do Hsspicio n. 28, andar terreo, se dir
quem d at i:000* a premio sobr hypoiheu em
bens de raiz,demanhivat 10 horas, urde das
3 em diant<\
Precisa-se e um canteiru Je '* W '"'O11,
com pratica de tiborna, qui' toiihecimento de
sua conducta : a tratar na rita da Concordia nu-
mer 95.
Precisa- mero 11.
ama f.' ra BeiU ua-
Precisa -se de urna ama
ra estreita do Rosario n. 14.
parfc' coinWr : na

D. Paula Thereza da Paz Galvo, Pergamino Sa-
raiva de Araujo Galvo (ausente), Franklim Sarai-
va de Aranjo Galvo, Aristes Saraiva _de Araujo
Galvo, Antonio Milborges Saraiva Galvo, Gracia-
da Candida Saraiva Galvo, Elvira Saraiva Galvio,
Anna Adelina Saraiva Galvo, Ignacio Ferreira dos
Santo?, viuva, fllhos e genro do finado Joo Sa-
raiva de Aranjo Galvo, do intimo d'alma agrade-
cen) a todas as'pessoas que o visitaran) daraote a
molestia e aquellas qae acompanharam-no ao ai-
timo jazigo ; e de novo convidam as raesmas pes-
soas e todos os seas amigos e prenles para assis-
tirem as missas qoe se ho de celebrar no da 4
de jnlho, as 6 horas e meia da manhaa, stimo dia
do sea passamsnto, na matriz de Santo Antonio,
pelo que se confessam eternamente gratos.
Precisa-so de um menino para caixeiro de
taberna, com pratica ou sem ella : na ra do Ran-
*$!& $&&$8$$$*
M ESCOLA PARTICULAR. 2
19.-------Roa da Pknha.-------19.
Anna Senhorinba Monteiro Pesa.
Materias de ensino.Todas as qne com- SttS
preheadem a instrueco primaria.To- S
os trabalhos de agnlha, inclusive bordado $
de ouro.Flores etc. |K
Preco do ensino.. 5#000.
f Tambem recebem-se alumnas internas. J
Mudanza.
.1. O C Dovle faz publico que mndoa o 'eu ar-
mazem ds fazendas da ra do Cominerc i n. 48
para a mesma .fua o, 38. ____
Custodio Jos Al ves Gui maraes,.nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontea
St C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que esta promovendo a dissolacao da mesma
firma, e entrar em seguida na respectiva liqni-
daco ; sendo que nao ba letras pelas quaes esteja
a firma responsavel, e nem o annnnciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissoluco e liqni-
daco.
Companhia Allianpa
DE
ep-uros mafmos estabeleci(ia
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. ifiOO.OMfOOO.
Toma seguro de mercaderas e dinbeiro a r. -s
martimo em navios da vella e vapores para den-
tro e ra do Imperio. Agencii rna do Coro-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
eahrw Beltro.
Precis^-e de Sa ama t.irra ou ocrava qae
saiba bem cotiohar : o* ra Duque de Caxias
( i'-'-ra Cas CruK) n. 6o, sogunlo andar.
Um moco para criado.
Precisa-se de nm rapaz para criado grave : no
1* andar do sobrado n. 48 rna das Trincheiras,
achara com quem se tratar. ___________
A'ra Duque de Caxias n. 42 precisa-se com
muita instancia fallar-se aos senhores abah
declarados:
Francisco de Paula Mello Barreta.
Joaquim Teixeira Peixoto Filho.
Manoel Thomaz do Nascimento.
Francisco de Paula Burgo?.
Jos Gomes de Barros.
Jos Luiz de Franca Torre5.
Francisco da Costa Cimlho.
Sebastiao Jos de Barros Barreto.
Estevo Jos Ferreira.
Csrlos Jos Dfas da Silva.
Joo de Barros Netto.
Carlos Jos de Souza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Carvallo Cabreir.
Antonio Correia de Brro?.
Andr de S Al<>n Antoi.io Jorge Monteiro.
Isiderio de Tanca Barro.
Pedro Jof o Soaza.
Padre Francisco Vinssimo Banneira._________
Preci^a-se de urna ama ou de orna
e'crava para cozinhar e engommar pa-
ra ponca familia : na ra da SoledaJ*
n. 32, a rna da Cadeia do Ke?ife n -
mero i t, Jrju.
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Dao ae Perii&amco Domingo 2 de Julho Ue 1871.
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SUo finalmente chegadas a esta praga pela segunda vez as verdadeiras prepafaceS?
do Dr. Radway 4 C. de New-York.
Depois de algaos annos, era que as falsificares de Hambargo e mesmo de New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitaDdo-se do bem merecido conceito qot
estes remedios haviam alcatifado por seus. maravilbosos effeitos conseguirn! introduzir-
86, ladiodo o publico incaato, cora ama reducco de preco, nullificando o verdadeirc
mrito destas admiraveis preparaces, imitando as verdaderas; porm desacreditan-
do-as com seus nullos effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declararlo abaixo, e i
dar diplomas aos que venderem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de qne as verdadeiras preparaces do Dr. Ra-
dway 30 se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotlo igual ao destt
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymundo Carlos Lei-
te A IrmSo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Rrasil, sao os nossos agentes
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Portu-
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radway & C.
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), senlo das pessoas que podem prodnzir a presente certificado e attes
tacSo e que a produzem, subscripta e assigaada do Dr. Radway C. e dos Srs. Ray
mundo Garlos Leite & Irmo como ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dway & G. s5o acompanbados de cdulas smelbantes as que parecem ao p desta cer-
tificacSo.
Examine-se bem a assignatora da firma do Dr. Radway & C. ao p da present
sertificacSo e compare-se com o facsmile as cdalas cora todos os frascos e caixinbas.
Radway & C.
Ama de leite.
Na ra Direita n. 133, loja de cera, ha urna es -
erava para se alagar como ama de leite.
AMA
Precisa-se de ama ama para cozi-
nhar e comprar para casa de poaca
familia : a tratar na ra l de Marco
n. 18, i* andar. ________________________
Quem precisar de urna boa armaco para
taberna oa oatro qualqaer estabeleciment, dirija-
Be a ru. das Crazes n. 36, qu8 encontrar com
qnem tratar.____________________________
Massa fallida
DE
Aniorim, Fragoso, Santos & C.
timo dividendo
Paga-se o stimo dividendo razio de 2 0,0, to-
das as qaintas-feiras das 11 horas da maobaa a 1
da tarde, no escripterio da roa do Vigario n. 13,
1 andar______________________
Precisa-se de ama ama para comprar
e cozinbar : na roa do Arago n. 30.
AMA
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRI FOGO
A companbia Indemnisadora, estabelecid
esta pra?a, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregameDtos e contra fogc
em edificios, m-'rcadorias e mobilias: n
roa do Vieario n. 4. pavimento terreo.
Rocambole
'-dirlo popular 500 r?. o volume I
Lwraria francesa.
AU
.IMDM[
DTVET
nica casa neste genero
(4-Roa Estrella do Rosario4
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Joaqnim Jos Gon$al-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, o, 1* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco Itinbo, em Braga,.e sobre os seguintes lagares an
Fortugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde. ""
Arcos de Val de Vex.
Viaona do Castello.
Ponte do Lima.
Villa ReaL
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Govilhaa.
Vascal (Valpasso)._____________
JAROPE
PURATI
IMEMBRO da AGADEMAdeMEDICINA
Preparado por DESUURlERS.PH-f
S/c<2 de BOUTJGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clpy Papis
O Xaj'op) depurativo iothtrto do Dou-
tor Gibert oflVrece, no seu emprcgo, um
resultado bom, certo e constante na cura
asimpigetxi. escrfula, tnolestiasdajpelle,
vicio do snmjue, obttr ttccc* lymphatica.;
molestias contigiosos (syp/nUticos), leves
*u inveteradas, e de todos os accidentes que
d'el las den>m4em.
A receita deste Xarope foi approvada
Sla Academia imperial de Medicina de
.ris.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
em Pernambiico: Mavreb e C"*; Joaoci
BIabtisho da Croz Correia : Joao da Coh-
cEigxo Bravo | Cu ; Augusto Caors ;
Bartiiuomeo e Cu; Ai^xandre Ribeiro;
Abreu RiDEiita; Joao da S* Faria elBUlo.
Ra do Bai'o da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casas
do costume.
Bllhetes garantidos da pro-
TSncia.
O abaixo assignado acaba de vender entre ot
sea; muito felizcs bilhetes a sorte de oiOOO^OOO em
um terco de bilbete de n. 253, a sorte de 100* em
dous tercos de n. 1399, a surte de JOOj em um
terc.0 de n. 2627, e um terco de n. 506 com a sor-
te de iO0, alem de oatras sones menores de
40*000 e 20*000 da lotera que se acabca de ex-
traiiir (197), podendo sens possuidores virem rece-
bar, que promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seu estabelecimentc
comprar os fetizes bilbetes garantidos, que nac
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo?
mesmos annuncios.
Acbam-se venda os muito elizes bilhetes ga
rantidos da 7' parte das loteras em beneBcio do
hospital da crdem terceira do Carino-do Recife,
que ser extrahida no dia 4 de julho de 1871.
"PRECOS.
Iweiro 6000
Dous tergos 4*000
Um terco 2*000
De 1001000 para cima.
Inteiro 5*400
Dous tergns 3*600
Um_terQo 1*800
Joao Joaauim da Costa LeiU.
AVISO"
Antonio Pereira de Oveira Maia tm para ven-
der em seu estabelecimento a ra da Senzalano-
va n. I, oa superiores tamangos e rhinellas do
Porte, mandados vir per sua conta propria, em
grosso e a realho ; aproveitura, antes que se
acabem.
Quem prensar ue um cczinheiro ponuguez
chegaao ha pouco do Porto, pode dingir-se ra
do Itangel n. 41. ,
ALTO LA',..
Nova resoluto
O Campos est vendendo os
seguintes gneros
E por que pre Tudo tao barato que admira.
Maoteiga em latas de um kilo por 3*000.
Carne secca (de carneiro) a 240 a libra e 6*
a arroba. .
Cebollas em resteas a 1*500 o eento.
Linguas escaladas a 200 rs. cada ama.
.Ditas a fiambradas, todas as qnartas e sabbados.
Carne e qaeijos do rertab.
Linguas em salmoma.
Amendoas confeitadas e descascadas.
Fogos para as noutes jle S. Joao e S. Pedro.
Tinta purpurina a 1,1000 rs. a garrafa.
Sementes de hortalica muito novas.
Charutos em grosso e a retalho.
O Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desta capital e seas suburbios qae
o sea armazm um
Centro especial de novidades, do qne diz res-
peito a
ACEPIPES
Em qnarwo aos precos porque tem resolvide
vender lodos os seus gneros, so com
A vista.
Attenpo
Vende*se o ji acreditado medicamento eontra os
calos : na roa Primeiro de Margo n. 3 (antiga do
Crespo), e na rna do Mrquez de Olmda n. 50 A
(antiga da Cadeia).
Irmandade acadmica
DE
N. S. do BomConsellio.
Por ordem da mesa administrativa da irmanda-
de de Nos9a Senhora do Bom Conselhe convido a
todos os irmaos para comparecerem em mesa ge
ral, na faculdade de direito, no dia 6 do crreme
(quinta-feira), as 10 horas da maobaa, aftm de tra-
annos da trasladagao da divina padroeira para o
convento de S. Francisco.
Secretaria da Irmandade Acadmica de Nossa
Senhora do Bom Conselho i* de jalho de 1871.
O secretario,
_________Henriqne Leal.______
O Sr. J. J. ff teoha a bondade de mandar
pagar preta Luiza os 45* que Ihe flcou devendo,
isio a mais de um anno ; se o nao fizer* pnbllear-
se-bao as outras iniciaes que faltan), e tambem o
:itnlo qne tem.
O insigne locador de violao.
Escrava ou liyre.
Na Capunga, perto do Jacobina, sitio n. 66, pre-
cisa se alugar urna escrava que saiba cozinhar o
diario de urna casa de familia, e na falta destt
urna ama livre as mesmas condiroes.________
Aluga-se um segundo andar na ra da Sen-
zala-velha n. 138. com muitos commodos para
grande familia, tem 2 sals e6 grandes qnartos.
anta easa
O Sr. Ventura de Medeiros Barbosa tenha a bon-
dade de comparecer secretaria da santa casa da
misericordia do Becife, oa roa de Hortas n. 85
a negocio de seu interesse. __________
; Para prevenir questoes
* O abaixo assignado vem protestar pela imprensa
contra qualquer transacgio que se pretenda fa:er
com a propriedade Liberdade sita na commr-
ca do Bonito, a qual Ib pertence por titulo que
apresentar no devido tempo. Esta declaragao faz
para nullificar qualqaer transaegao realisada oa
a realisar pelo tenente-coronel Vicente Ferreira
Padilha C.lumbi.
Sizenando Sergio dos Santos.
AVISO
Os abaixo assignados tendo comprado o espo-
lio do fallecido subdito porlaguez Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
n. 4, constando dito espolio na sua maior totalida-
e de dividas activas ncsta praga e fra della,
vem pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio que quanto antes venbam aju-tar e
saldar as suas conlas, aOm de evitar inconmodos
e despezas. Becife 19 de junho de 1871.
Gama & Silva Brito.
Aluga-se o soiao do soorado n. 54 da ra do
Rangel, o qual tem commodos para urna pequea
familia : a tratar na ra da Praia n. 34, armazem.
Echo de Homa
terceiro anno.
Assignatura-C*00O.
Livraria fraoceza.
Caixeiro
io Antonio Monteiro acetara au respeita-
vel publico, que desde o dia 21 do forrete, dei-
;ou de ser ropregado da casa commercial, do
ar. Jos Augusto de Araujo.
Joaguim Jos Gongalves Beltrao tea para
vender no sea escriptorio i roa do Cjmmereio n.
5, os gneros abaixo notados, qne vende mais bi-
rato do que em-ootra qualquer parte :
Azeitonas em atcoretts.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farioba de mandioca de Santa Catharina, sac-
eos de 3 e 1 alqaeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprtas para casas
particulares.
Fio de algodao da Babia em novellos.
Fonces.
Mazados.
Nozes.
Obns de palhetas.
Papel propiio para cigarros.
Dito aznl para botica.
Palitos para denles.
Pregcs sonidos.
Panto de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedreso na Babia.
Boinas.
Rap popular da Baha.
Bolita em lardos.
Retroz do* memores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Babia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeiux em caixas|de urna dnzia.
Dito de caj em caixas de orna dnzia._______
RIVAL SEM SEGUNDO
RU* DUQUE DE CAXIAS N. 49.
Jos Bigodinbo, com loja de miuJezis,
avisa a lodos os os seas fregaezes qao est
torrando tudo pelo preco, a vista da fazeo-
da, para todos admirar, a saber:
Grosas de boloes de loura branca a
Capachos muito bonitos a 600 e
Caixas com 100 envelepes fazenda
fina a 500, 600 e
Pares de sapatoa de 15a para me-
nios a
Espelbos de moldara doarada a
800 e
l'entes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior han ha 60, i 00 e
Latas grandes com superior han ha a
Frascos com oleo de Pbilocome a
500e
Frascos com macass Peraia a
Caixas com 12 sabooetes muito
finos a
Frascos com agua de Colonia verda-
deira a
Ditos com oleo de babosa suderior a
Syllabario porlugoez livro muito
bom para crianzas a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Ricas touquinhas de fil para me-
ninos a
Caixas com agnlbas francezas a i'60
160
Pecas de tiras Domadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Crtilhas da Doatrna ChristSa as
mais modernas a
Livro das missoes abreviadas a
Copras gcaades com saoe; ior banba
Majos dT'pilitos para dentes o
melbor que ba a
Pacoies com 3 sabocetes inglezes
fazenda fina a
Estovas muito finas para limpar os
demes a
120
700
800
320
10000
240
100
200
200
320
800
240
1^000
1)9000
320
400
600
200
240
1,5000
10300
400
10500
10500
160
600
Vndese na rna do Baro da Victoria, on-
tr'ora rna Nova n. 49, o amarzem de lauca lina e
ordinaria, a qualquer pessoa que se qnizer esta-
belecer, a dinheiro, en com algom prasq com ga-
rante a vootade do pr prietario ; no mesmo ar-
mazem, vende-se a dinheiro vista, apparelbos
para cb de porcelana, dourados e de frisos li-
cores, ditos de porcelana branca, apparelbos pa-
ra jontar de porcelana branca, ditos para jantar
de friso verde e aznl. inglezes, ditos para cb, va
sos de porcelana para flores, compoteiras, garra-
fas, copos para agua, clices para v.nho e chara-
paobe, de chryslal e lapidado* finos; e outras
roailas pecas que ser enfadonho mencionar por
extenco, que se vende por menos do que em ou-
ira qualquer parte de 5 a 10 por cpnio, por ttr
o dono de acabar com o e taoelecimento.
Mariapolao para forro
a 2JOO0 a peca : na ra do Crespo nu-
mero 2o.
Farinha de milho
Vende-se farioba de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos precos seguintes : grossa para
ang, pintos e passanobos a 100 rs., para cangici
e pao de provenga a 120 rs., e para cuscus a 140
rs., em arrobas e mais barato : na ra do Coto-
vello n. 28.
Calcados
Botinas de brim e duraqne branco bordados d,
seiira a $J o par : na ra do B-m Jess n. 21,
loja.
A ljrj,280 o par.
Vende se sapatos de tranca para senhora pelo
diminuto prego de 1280 ; venbam a elles aotes
2ue se acabem na bem conhecida loja de miu-
ezas da ra da Cadeia n. 50 A, b>>je Mrquez de
Olinda. ________________________^^
Dados e gamo.
O muzeu elegante, ra sstreita do Bosario n. 1,
recebeu tabulas e copos de marfim, cousa de apu-
rado gosto, e tambem perteitos dados de marlim,
sendo tres em urna caixinha proprios para os
apreciadores da......
Uemento Portland
Em barricas de 13 arrobas preco mais com-
modo do que em outra qualquer parte, vende-se
oos armazens de Tasso lrmaos & C.
Cutileria de Guima-
raes
Na loja de ferragens rna da Cadeia n. 'ti, de
Tbomaz Fernandes da Cunha & C, ebegada nova
remessa das mais bem acreditadas facas o garfos
de cabo de ac, assim como de cabo de osso de 1
e 2 botdes, de cabo de bataneo e emtacao ;
igualmente nm completo sortiraento de todas as
lerrigens, e que tudo se vende por prego muito
comroodo.
Vende-se a casa terrea n. 13, ra dos Gua-
rarapes : a tratar ra do Mrquez de Olinda n.
40.
DAMASCO DE LAA com 8 palmos de largu-
ra a 25 o covado.
CHALES DE TABLATANA bordados a Ifi-VOO
cada nm.
SAIAS BORDADAS para senhora a 45.
CAMISAS paraseobcra a 25O0.
LENCOS de algedo a 1*200 a duzia.
CORTES de organdy com 10 jardas a 31.
a loja de Antonio de Moura Rolim de C. roa
Duque de Caxias n. 73, antiga dn Queimado.
ESTABTO MJ^ELECIEM 1832
Salsaparilha de Bristol.
LEGITIMA E ORIGINAL
EM FRASCOS GRANDES ,
Ounha $ Manta, vendem a
ra do Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEBEZ superior, em caixas.
COGNAC MARTELL idera.
VINHO BOREFAUX. i em.
AZKITE DOCE REFINADO, idem.
VINAGRE BRAN "O, idem.
CAF DO CEAB, saceos.
Charutos de Schnorbusch
Begalia britnica.Regala imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de um milheiro
para cima.
CIGARBOS DAS FABRICAS DN RIO DE XO-
VAES E LIZAUR, de diversas qualidades, vnde-
se em barricas.
240
4.ltVMi:
Precisa-se de um caixeiro portuguez que tenha
pratica de taberna e alflance sua conducta : n'
pateo da ribeira n. 13.
GASA DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO.OTlfORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000|>000.
O abaixo asfignado tem sempre exposto ven
da os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, psgande
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PREgOS.
Inteiro 24*000
Meio 12a009.
Quarto 600O.
Manoel Martins Fiuza.
Preeisa-se fallar cum o Sr. b'ranciico Bczerra
Cavalcante, e como ro se saiba a suaresilencia
pede-se a quem souber que informe ao agente de
leiles F. J. Pinto, roa da Cruz n. 38, psenptono
O artista Jos Gongalves da Silva flecara que
d'ora em diante se ass.'gnar por Jos Gongalves
da Silva Freir, visto como outro existe da_ igual
nome, e que foi recolhido Cisa de delercao por
crime de furto, como concia da pane polieul vin-
da nos jornaes dj dia 0 de janho de:te anno. Re-
cife Io de julho de 187!.
Jos GjDgalves da Silva Freir.
COMPRAS.
COMPRA-SE
frasco; vasios da tintura japoneza, e paga se a 80
rs. cada um : ra Duque de Caxias n. 30, e
Mrquez de Olinda n. 51.
Na ra do Crespn. 20.
Chitas de urna s cor propria para a praga, cor
de cinza e cor de ganga, muito lindas a 260 e 360
rs. o covado : na loja de Guilherme Carneiro da
Cunha.
CoBpra-se dous bilhares
tratar na ra Nova n. 2t).
que J.U11 bons
Casas para vender
Vende-se;a casa terrea da ra do Pillar n. 114
em que est um ajoogue, que rende iO raensaes
e tem urna mei-agna nu fundo que renae mais 8
mensaes. e outra ao lado que rnnije mais .'000
mensaes, e quintal com fundo at a roa dos Gua-
rarapes Ouira casa tarrea na ra do Gjarra
pes n. 63, com 2 salas, 2 quarto-, cuzinha fra e
quintal murado : os preteudentes d rijam-^e
roa do Brnm ns. 100 .-i ttli, fundigo de Cardoso
A Irraao, ou na mesua ra n. 20.
Preci-a-se de uui ineumo par* caixeiro de
taberna que tenha pratica deste negocio : tra-
tar na travessa de S. Jos n. 22. taberna.
As propostas para a compra d<)r. escravos do
casal do uado commendador Taomaz de Aqui-
no Fonceca podem ser entregues ao IIIcd. Sr. Dr.
jniz de orpfco at d dia 13 o nrreBte po-que
na 1* audiencia do jaizo Arpow desje dia, serao
abertas e ^e far a venda na l.irma da lei.
Cczinheiro.
Precisa se de um cczinheiro : na roa larpa do
Roario n. H.
VIKDAS.
AO 65.
Ra do Duque de Oxiis
aa, padroes liudissimos, e costa o
Perelin* de
cevado 560.
AO 65
U
Aluga-se > casa u. 2 na travessa das Barrei-
ras, coro grandes co-nraodos : a tratar na estrada
de Joan de Barros, ..i'i:> n. i%:_____
Precisa-se de aia ama para cozinhar e la
var : a tratar na rna da Cadeia-nova d. 15. Na
mesma casa trata s sobre o alnguel da easi da
roa Imperial n. 21o, a qual precisa de algaos
concert*.
Baliza.
Lemlra-se ao Sr. J. A. C. a convemen^a de
taldar certa er.nta ao armazem do Baliza, ra do
Livrao-.ecto a. 38, pois assim se abriga do_ descos-
te que tem du^a ibe c:usar a pnblicagao e-njen
sa de sec neme e o '!& re'peitavsl seobora, de
cujo entio se- *rv?o.
Ra do Duque de Caxias
Acaba de cheg.ir a e-te estabelecimenlo um lin-
do tormento de cassas croch.da-se amostras.
AO "
Popelinas de seda
Roa do nqne de Caxias
A*aha d* r^ceber um enmpieto sortimenio des-
tas lindas fazndas para vestidos, e promelle ven-
de-as por precos que ningoem poder compe-
tir 1 I Ao 63.'
54 e
0 corte de razemira, s o 63, ra do Dn,qoe
de Caxias. sao padros novo.
Merinos de cor a 440
E por quaato vende a 65 roa do Duqoe de
Caxias.
Grande r3ducoao em
precos
O G"> a rau fio Duque de Caxias.
Teodo feo ama eontra real, de diversos roa-
dapolO;s, promtUe veude lo* moiW barato, pelo
que pede a atteutf do tlln<:re po*o pernainbuca-
n", Togaod-lhes quairam viiar seu eslabeieo-
mtBto.
BOA CASIAO
Quem quizer manir se de movis por precos
commodos, nao tem mais que fazer urna visita ao
grande armazem de obras de marceneria, rna
do Imperador n. 47, cojo dono acaba de receber
do estrangeiro, nm completo soriimento de mobi-
lias de gosto, tendo tomado a seguiote
ResoInrSo :
Vender barato para vender muito.
A 8^000
A duzia <1 toalha. Mpoaai,
Duque de Ols-'
s o 65 ra dd
Fj ebriedades emOondft
Vende-se ou arreada-*1 a janHm botnico, am
obrado novo na c; do B.imfiri), orna >*asa terrea
ne--^ mesma NM e r.atra prxima aos Qjatro
Cantos" : tratar-'eeom-o ::cneg> Trawiaflluo 'Ja-
bral lavares d? ViWConwW, :wrior na mesma
jcHd.
AVARIADO
Lencos de esgniao.
Finissimos lencos de esgniao de linho com pe-
queo toque de avaria a 3i000, 50C e i*000,
limpos a 3#000, '.000, 41500 e OOO a dnzia,
pechincba : na roa do Crespo n. 20, loja de Gui-
lherme Carneiro da Conha.
NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinhi verde de
ova para em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vioho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
) vendedor nico recebedor destes vinbos acha-se
antorisado a garantir a especialidade dos mesmos;
rna do Vigario n. 14, l' andar, escriptorio de
Jos Lapes Davim ; onde sempre se encontrar
um deposito de vioho do Porto ( o melbor qne
tem vmdo a este mercado) em vigeasimos da pipa
e em caixas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos preco do que em qualqaer outr parte.
Veode-se a casa terrea n. 11, Ma a ra di
Oito do Amparo, em Olinda : tratar ra do
Marqnez de Olinda n. 40.
Vende-se um terreno na travessa ila rna d"
Principe, com 150 palmos de frente e 141 de filu-
do e 100 caibros de mangue : a tratsr na ra do
Socego da Roa-vista n. 33.
nm terreno na roa da Hora, estrada de Joao de
Barros, com ICO palmos de frente e 410 a 450 de
fundo, com algamas arvores de froco. por mdico
sree. i : a tratar oa rna do Vigario n. 14, 1* an-
nar escriptorio.
Bom emp'W) para capital,
Vende-so apolices provinciaes ven-eno o Jufo
de nito por cerno pagos em seme^ir' a iratar
com Jos Augusto de Aranjo. das 7 rora? a? V da
maohaa, na na da Aurora, em Santo Amar% n.
18. e eess.i hora era diante BO ilHOfn de Santa
babel, ou em sen escriptorio na tra essa do Ca-
-ioca o ?, caes dj R'mo*. ,
Farto
No sabbado, 1* da crreme, pela oras da
neite desaparecen da casa da .-a.-i.de Santo Ama-
ro o. 30 uin relogio americano ain:a novo, do mo-
dello de tres pirmides, dentro da rjai:rt <^:te um
bi.hete minuscrpfc\ entinando a manara de atra-
sar ou adlantir o mesmo, dentro da porta tambem
existe urna pequea cilade da amerisa palada :
roga-se a pessoa que o desobrir ou levar a mes-
raa casa ser bem recompensad.
Kival seai r efundo
Ra Duque do Caxias n. 49
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
j ade miodevas conttDua a vender todo
por baratos pre^.s que e todos admira :
Duzias de facas e garfos de um e
dous boioes a 4,-JOOO
Talheres pare meninos a 400
Libras de liona de novello, a roelhor
possivel. 15500
Duzia de lencos de cas3a com barra. 10000
Caixas de liobas com 30 novellos a 500
Vara de fraDJa branca para toalbas 160
Dozas de me-:as cruas muito boas a 35500
Duzias de meias finas para senho-
ras a 4-5000
Duzias de facas e garfos cravadas a 3000
Duzia de palitos seguranza a 120,
240, 3*0-6 500
Na albas muito finas, para fazer a
barba a 15000
Caixas com pennas de ac com to-
que a 320
Caixas com pe-o as de Perry fazen-
da fina a 800
Ditas de dita dito verdadeiras a N*S2C0
Caixas com 20 caderoos papel ami-
zadea 70
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada urna 15500
Pe^as de fitas para coz com 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a 40
Duzias de liuba frouxa para bordar
a 400 e 500
Pares de sapatos de tranca a 15800
Ditos de ditos de tapete muito
tinos a 280
Duzias de baralbos .muito finos a
25400 e 280<
Ditas de ago'bas para mchica a 250^0
Libra de pregos france-es a 240
Resmas de papel alruaco superior a 3600
Ditas de dito pautado o mc-lhor a 45000
Caixas com sabouetes fructa a 720 e 15000
Libra de 15a para bo dados a 75'00
Carrteis de ilub Aexaudre a ICO
Grvalas de cores muito fioas a 500
Ditas pretas ponas bordadas a 600
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a 50''
Novellos delmba branca, 400 jardas 60
Duzia de can oes de linha bn-n a e
preta e de cores a 120
Thesouras muito fioas para unbas
e costara a 30 Baralhos francezes muito 6n5 a
200 e 24G
Caixas redondas para botar rap a 152C0
Caixas evo pos para limear dente?
f zenda fiaa a___________________200
. Pao de miio
Na padana da roa do Livramento x. 13.
OGRANDE PUR1FICAD0R DO SANGUEI
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifi-
ca $or Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instrueco profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composrcSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quas teem sede
ou essento, no ,sangue ou nos humores ;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparac.ao, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composicao da Salsa-
parriiha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
oo encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella ioteiramente
diversa de todas essas mais preparaces,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitda em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionam sua preparaco em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
uossa ttalsaparrilha Se Bristol
oonteem a messa quanlidade igual por?o
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue anda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cosgrandes- proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de BrEstoE nao possue a
menor virtude; porm quao eflectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
oamos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILUA DE BRISTOL.
A vtmtagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvello .12
minuciosa escolha; e o que assegura e pa-
rante unifonnidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nSo
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afin de alcancarmos o melhor
l nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua compos-
Co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianca; que pe-
demos aloutamente dizer aos doentes de lu-
das as nacoes, e de todos os paizes, que na
alsaparrilha de Bristol. possuem
um remedio mais eficaz e seguro ; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mal lograr vossas expectativas, na pronipts
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha.
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrcu-
losos,
Irregularidadesdo
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sezes
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupces,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado eperfeito curativo de todas aquel-
as enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa punas
vegetaes assucaradas de Bristol,
tomadas em doses moderadas em connec-
;'o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e lile-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo uso 3a Salsaparrilha: a
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operaces funecionaes,
tu-
raa
Uervrja em harnl, de
perior qu .lidade
Vende-se em casa de S. P. John?!cn 4 C,
da s.'ii, ;ii,i nova n. 'ti.
Leudos com toque de avaria
A loja dos arcos vend-t lengos de esgniao c
to.;u<; i" avaria a .') a dnzia, cassas de core* a
2i0 e SO rs. o covado, chitas cretones com bar-
ras 400 r<. o evado, alpacas muito finas o de
lindos padroes 300 rs. o covado : na roa 1 de
Marcr ouii'urado Crespo, n.20, e.-quina da ra
Jas Crina,______________
_ CALCADOS
para crianqas*
Grande Poiiimeoto de calados pan criapcf,
domeho:es que tem vmdo a esta praga :"r.
loja de e lea de da ra do Bim Jesu- u, SI, loja fia
obrado .imarelh. v
Vndese moa mobilia de ujari-ilo a Luiz
X '. de iMn zost), e mais oerleoce* d:i mn< :
1 do -obrtMoa rna "?- H r'a
Viie-e iti:s caa# arromada* moit -ni
coou, na ra do Socego n 3 e 7 a tratar na
-a los Prarrre* 1. 30.


mHTl
. 1 ii. 1 1-'


1UF '"
>
.--
......' '*" '
iano oe f'eruauDuco Domingo 2 de Julhc ie 1871.
VNDESE
Joaquim Jos Ramo?, na rua da Crui d. 8, l'
*ndar, vende algodo azul americanos verdadeiro
* preso* americano n. .1 e t.
JMo toa iuuis cabello Irauco*.
Tintura japone a.
S a nJiica approvada pelas as academias de
sciencia.Teconhecida superior a toda que lem ap-
parecido at boje. Deposito principal rua da
adeia do Recife n. 51, 4* andar, em todas as bo
tiras e casa de cabelleireiro.
i
Ll
LIQUIDACAO
Wk
LOJA E ARMAZEM
BO
Sempre a Mwi Hsperanca! t
AO B^..G SEXO.
Esta loja bem conhEcda pela soa elegancia e
superioridaiie de seus objeclos. acaba de receber
muitos ai ijus para o que re. ao bello sexo a vizita-la, afim de comprarem aqnil
lo que precisaren] para preparos de vestidos tl-
lete outocadores, e mesuio qualquer objecto para
faxer al,um prezente...(tiois que si na Nova Espe-
ranza (carao sati-eitos, j pela qualidade e pro-
cos razoaveis, e inesiuo por que a Nova Esperan-
za ufaaa-se em nao se impacientar era dar a es-
colher o objectos, prestando-se com o agrado
cm que costa a receber a todos, alim de que
saibam com o firme proposito de voltarem ou
mandarein a mesma lija, logo que prccisem de
quaiquer artigo por piquen que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperanza para
oomen, senora e meniuos, sendo brancas e de
NO VID A DE.
Bico de quipure prato com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I I I
Caixas para joias.
Nova Esperanza recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de umitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Pan extinguir panos oo sardas.
A Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para tiugir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelleeaformozia-Ia.
A Nova Esperanza rua Duque de Gaxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais eorthecido fabricante,
sato trance* como inglez, esto expostas venda
a rua Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
anca.
Extractos, banha, oleo, jabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tildo de superior qualid.-de : vende-se na Nova
Esperanca rua Duque de Caxias n. 63.
Bonitas tondas
PARAASFESTAS
DE
SAHTO AATOMIO
E S. Joao
CEEGARAM PARA A LOJA
DO
srora sim
a
f f t

A Nova Bperauca, a rua Duque de Caxias n-
63, recebeu um lido sortimento de laa para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarlata etc. etc. a ella antes que se acabe !
B!
O verdadeiro portland. S se vende na
rua da .Madre de Deus n. 22, armazem de
Jt) Mariios de Harro*.
A
Vende-se siccos com i'ariuha de mandioca, me-
3i:' i 18 cuias, pelo baratsimo prejode .* cada
sac:o ; na rua do Mrquez de Olmda u. 40, es-
criidorio.
Libras st^rli aas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F. de Ouveira & C, rua lo Commercio n. 42.
. "da em seus armazens, a!m de otitros
- ... sen nfioo io regular, os seguintes. que
. rx por presos mais mdicos que em ou-
::< malquer parte :
ORTAS de pinho almofadadas.
tMMT.iHAS de ferro paia cerras.
SALITRE mgli-z. .
:':.,.\S us india txira cama e forrar salas.
iS de barro franret para esgoto.
j ''SSO superior em purgues e a contento.
> tudas ;is quadades.
'. CHINAS l lvcarocar algodao.
7 e brinzoVs ;a Rassia.
>O amencauos para forro de carros.
r'CCOES americanos rauito bons e econmico?.
i le R-.rdeaux.
GNAC superior de Gaatier Freres.
-. ...,,L eu saceos fraudes a 35300.
vGUA oriia legitima.
I'AKA PAAHiA.
V mde-se cestos : na na do Domingos
iMrt n-1. 84, (Senzala-Velba).
J. > -"'-
Seruphiitas ou harmnicos
Atibara de chegar a rna do Mrquez de Olin la
n. li, ptimas scraphmas de Nogueira, com ex-
(ellenti'S vmzs, e se venden! por pree > commodo.
MA
Para os sensores de engenho
Terein.
Coila, fczrnda bem conhecida pela sua fortidao,
mais Inrg.s que chitas, para ronpas d-i esclavos a
200 rs. i. evado : na rua dj Crespo n. 20, loja do
Gnilherme.
60 por 48
No muzeu elegante.
Vende-se camisas inglezas tnailo finas de 605
a duza, per 48f, -ai:.j Quas bordada* a 10i cada
aais, i para fechar conUs : na rua estrella do
Kosatio n. I.
& 11* lITO
Rua dalmperitriz n. 63.
Neste bem sortido estabelecimento encuntrarau
is consumidores os melhores charutos de Havana
de diversK marcas e preeos, nlti mente ehega-
d.>s da crje, e bem assim rharut s naciosae- do
hin, cigarros da* melhores qualidadts, de
palha, ceda e linho, pooteiras de variados gotos
h irutog e cigarro1, b 1q p, ctr, etc., o que
lado vende por preeos inuilo rejemidus.
TERRENOS
ft 11E11
Veode-se em grandes ou p-quenas purroes, o
graiid< terreno que foi do Si". Machado, siio deno-
minado Jaqneira. distante da estaca dj Funio
cem pasos, com frente par.: i estrada do mesmo
noaie, Co-n niuitas veres de fraeM E.-te terreno
proprio. e por ser de barro y sta-ie para quai-
quer ptaotagOi e DOito s- turii.i recjinraenddo
por ri.ar perlo du rio e da e-laeio. O prego
muit> mod o : a tratar na rn Y ti. 48. no .ir
nmeir. da N>ma, ou com o ir. [Visti I-'. Torrea,
que lod >s os doming t di \t y, nlifi .os o ada
rao res se Injf'1^-__________________
TPI
Vende-so um guincha de ferro. aovo%e do me-
Ihor nator : a Hataje a raa do Livrameato, loja
B.6.
PAVAO
NA RUA DA IKERATRIZ 60*
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA a .
Os propietarios deste grande esla-.ieteci cuento teodo em ser ama avallada ptelo de
fazenda, e ten das mjsnicS, tem revolvido f.zer ama GRANDE LIQUIDACAO, alim de demtooir o gran-
de deposito e ap irar DINHEIKU. De todas as fazeadas que se vende baratissimo ae d3o
as amostras, ficando pennor ou se mandato levar em casa das Etmia. fami i is. assia como
as pe-soas qae neRi-ciam em meoor escala, n'este esta elecimeatose podero sorir em
pequenjs porges pelos mesmos preces que compram as casas exportadoras.
ALFA IATE
que se encarreg) de execotar qualquer en-
commenda di sua arte vontade do fre-
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimento e promette servir bem a todos
os fregoeze.s que ilie ttoorarem a aaa casa.
ALGODOSINHO A 39500 PEg\
O Pavao ven ie pegas d'alftodosinbo de
muito boa qualida'.e, teodo 20 jardia cada
ptoa, pelo barato prer;o da 3(5500, dito mui-
to largo e eocorpado 65000, dito o me-
Ihor que tem vi,do ao mercado, muito en
corpado e largo para lencnes, pelo barato
prec/- de 65500, grande pechincba.
MADAPOLXO A 4/1000 E 4*500
O l'avao vende pegas de madapoo com
24 jardas, sendo f.izeada muito superior
pelo barato preco de 450, di as com as
mesmas jardas a 45000, ditas finissimas a
50500, 65000. 75500 e 85000, pecbincha.
MADAPOLO FRANCEZ A 10
O Pavao vende efas de fioissimomada-
polo verdadeirameote francez, tendo 22
metros oo 20 varas, pelo baratissimo prego
de tOjJOOO pega, sendo fazeoda que sem-
pre se venden li000, e liqui la-se por
este barato prego por estar algjtna cousa
encbuvalhada na pon'a de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 15 280
O Pav3o veode verdadeiro algodiosinbo
americano, tendo 7 palmos de largura
muito eocorpado, proprio para leogoes
75H00 a vara, dito da mesma largura seo-
do trangado e muito encornado i-'O.
BRAMANTES PARA LENQ0ES A 2i00 280034
O Pav5o vende o verdadeiro braaaaote de
linbo tendo 10 palmos de largura, que ape.
as precisa para umlengol urna vara erma
quarla, pelo barato prego de 25400 vara,
diti melhor de 25H- O e 35000, tendo at
do melbor que vem ao mercado 35-500
e 45000, assim como cretones fortes para
lengo3s, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura 200 rs.
o metro, e bramante d'algodao com a mes
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 40500 E 65008
O Pd\o vende graade pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, teodo cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o prego de...
45500 e 65000, sendo fazenda que sempre
vendeu-sfl por 85 e lOiJOOO.
Fazendas para saias a 15200, 15280 e 1550o
O Pa /ao vende superior fazenda bordada
a|com pregas proprias para saias, 15200,
15280 e 155(0 a vara, sendo preciso para
urna saia apenas 3 varas ou 3 1|2.
Ans 3000 cortes de cambraia a 2->>0O
O P^vo vende urna grande porgo de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato prego de 25500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2000 cortes de cambraias bordadas a 550OC
O Pavao vende urna g-ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e in. s vistosos que teji vindo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e c.ni mima fazenda para nm ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimo prego de
55000, sendo fazenda de muito maior \a-
lor, grandd pecbincba.
CAMBRAIAS
O Pavao veade grande quantidade de pe-
gas, de cambraias brancas tapadas e trans
prenles, teado de 35 a pega at mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
0 Pavao vende chitas largas com bonitos
desenbos e cores Qxas, pelo barato prego
de 1(50. ocovado, grande pechincba.
LAASINHAA 160 RS. O CO/AD3
O Pavao vende bonitas laasinhas transpa-
rentes pelo barato prego del60 rs. o cova-
do, pajhincba na rua da Imperatriz 0. 60
CURTES DE CASSA A 25500
O Pava vende bonitos cortes de cassa
francesa viado eda um em seu papel, pelo
barato prego de 25500 > corte, ditos muito
lindas 35000, pechiacha.
CASSAS FRANGEZAS A 20U RS. O COVADO
O Pavao veede bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato prego de 200 rs.
ocovado ditas finissimas com os desenhos
mois modernos que'tm v.ndo ao mercado,
palo barato prego de 500 rs.
CRETONES
0 Pa*ao veadf finissimos cretoaes escu-
ras matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
ditos^de fl roes, proprios pira
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL
15Rna da Imperatriz15
ULYSSES & IRMO
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico um poueo de
tudo, que vendemos por pregos muito resumidos por ser o systema que adoptamos
vender barato para vender mqato, tirar-mos apenas 10 % de lucro do descont qae
temos das casas importadoras; e garantimos aos nossos freguezes qae podemos famas
mesmas vantagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas que nos heo-
rarem com sua freguezia encontrarlo em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisa deste estabelecimento. Chamamos aitengo do respeitavel publico para a grande
var'udade de artigos de que se comjie este sumptuoso estabelecimento, como afcaixo
se segu :
PAVAO
ALSACIANAS A 1*200
Chegaram as mais lindas alsacianas sen*
do urna nova e elegante fazenda de laa
com bnlbantes listas de seda e btante
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o que este anno tem viudo de m is gosto
o mercado, e vendase 15200 o covado.
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Chegou para a loja do Pavo esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de laa com
bonitos quadros de seda, propria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8i'0rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. ,.0 COVDO
Cbegotr eta nova fazenda com o nome
re allanta, sencio urna delicada fa?enda de
laa, para vestidos, q ie vende-se pelo bara-
to prego de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chegou para a U ja do Pavo um grande
sortime lo das mais lindas e modernas
poapelioas de seda, com os mais delicados
oadres e d^ muito phantasia, que vende-se
oor prego moito barato.
'CAMBRAIAS BRANCAS L.\VRAD\SA4#
Veode-se cortes para vestidos de cam-
bra branca la rada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato prego de 45 cada corte,
assim como um grande sorttmeoto de ditas
lisas, tapadas e transparentes, que vende-se
por merjos do que em ootra qualquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimenio de camisas escoras encorpadas,
a prova d'agua, sendo prop ias para a es-
tagao do invern, e vende-se pDr pregos
em conta.
TOAL1IAS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*300
O Pavo vende toalhss brancas de fusto
alcocboadas, proprias para mesas, sendo
bastante grandes pe!o barato prego de
3550, ditas encorpadas muito grandes 75-
CHALES DE MERINO' A 25500
O Pavo vende chales de merio moito
grandes e encornados 25<)0, ditos
imiUgSo de chinezei 25500, ditos pelos
de renda com 4 pomas 25000.
CHALES PULIOS BORDADOS
O Pa\o vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos Cora largas franjas de retroz, e vende
por cienos CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortiraento das
melhores camisas ioglezas e francezas com
peitos de linbo para todos o pregos e qua-
liades, assim como ditas de ditos de
algodo rara todus os pregos e tamaubos,
tendo tambem para criangas, e no mesmo
estabelecimene tambem se vende ceroulas
de liho e algodao, tendo para todoc os
pie os, assim como meias croas ioglezas
para homens e meninos, que tudo se veade
por prego muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavar) tem constantemente um grande
sortuuecto dos melhores cortinados Dorda-
dos para camas e jai.ela, que vede-so de
85000 at ao mais rico que 'ostuma a vir
n'este genero, assim cemoboaitas cambraias
adamascadas, tan o tapadas como transpa-
rejies, proprias para o mesmo fin, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vender no Bazar co Pavo.
LAASINHAS BARATAS
O Pavo lem um gande sortitrento das
mais bonitas laasinhas para vest ios, tendo
de todos os preeos cores e quadades.
orincipiando d3 200 rs. para cima; porm
to grande a quantidade que seria enfa-
don&a especificar qualidade por qualidaie.
^ a vista <.o regaez e das amostras se Ihe
vendero por pregos to cmodos que
Dengue a deixar oe fazer um vestido de
la p ; to pooco diuheiro.
ALPACAS DE CORDO 640 R8, covado, aitos^oe ti roes, proprios pira co-
0 P^vo vende as mais lindas alpacas de!berta'sendo fe^nda niuifo encorpada pelo
cordio para vestidos e roupas de criangas barato prego de 8-0 rs. o covado.
oelo barato prego de 6i0 rs. o covado,!* BBaspm n casaquinhos a 20 e 25 3
ditas finsimas com os mais lmd >s lavoree l*va veDde basquioas ou casaqamhos
imitaco de aaraciaoaa i StO rs. o covado, de seda frttas ricamente enfeitados, pelo
bomtos glacs com delicadas crese las baratiSMiuo preg de 20,5 e 25s5O0O, sendo
trosas como seia IfliOO o covado, e ou-'rau,l md;>s, assim coao ditos de ero-
tras muitas fazendas de goto e luso para cbel e reudas Pretas Qae se vendem muito
vestido, na roa da Imperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O Pavso recebeo as mais delicadas e me-
bores poupelinis de seda para vestidos,
com os mais molernos lovores, e outaas li-
zas c,m as corfs mais novas croe tem v.nlo,
e vertde-g 25000 cada covado, assim
como del cadas sedas de lisiinhas, tanto
para vest los de seonoras como de meninas,
q vende-se 25000 cada covado.
ROPAS PARA HOMhNS
O pjvo tem c msta-'.e-itpre um grande
sortimento de roupa, tanto de pono como
de briis br neo e decores, de case-
rnir3s, pin todoa 03 prege^ e qaalidades,
e'totbam se manda fazer qualquer peca de artas mais e.ocorpadas, ten lo de urna" e da
abra C'tn tjdo aceio epioaiuudo, parao'duas larguras, que se vende o mais barato
que se tem um perito i possiveL, na rua da Imperatriz a. J.
em conta, na rua da Imperatriz n. qO.
Caitas riitranfjdas paracobertas a 3C0 rs. o corado
O Pavo van le chitas encangadas coa
delicados desenhos para cobertas ou cirti-
nasde cores fixas, sendo fazenda muito en-
corpada pelo barato prego d 360 o cooadO.
ESP.iRTILHOS A 4350O
O PavSO vende os mai modernos e m.a-
Ihores espartilhos, ten lo de lodos os la-
minos, pelo barato prego de 4j$500
CASEMIRAS
O Pavo ve jde um elegante sortimento
de delicadas- casamiras iniezis, sendo to-
das de la e muito levesinbas, tinto pro-
prias para bomens como para criangas, e
liCIIIMS P.MH
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da rua N)va
n. 22, um sortimento de machinas para cos-
tura, das melhores quadades que existe na
America, das quaes murtas j sao bem co-
nhecidas petos seus autores, como sejam :
Weller A Wdson, Grover & Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o tralialho que 30 costureiras podem fazr
diariamente e cosem com tanti perfeigo
como as mais pereitas costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensina se a tra-
balbar com perfeigo em menos de orna
hora, e os preeos sao to resumidos que de-
vem agradar aos pretendemos.

nico legalmente autorisado e approvado
pelo cooselho de sade.
CNICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.J
34Rua larga do Rosario34.
Para saceos c foguetelros.
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
Engarrafada epecialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pegas e nao na? etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES 4 C.
46 Rua do Gommercio 46
.BRINS OE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca um bllhe-
te com o nome
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande
LIQUIDACAO.
Na rua do crespo n. 20.
Loja de Gnilherme.
Laas de cores ujiudas a 80 rs b cavado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
HoOO vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Bitas rucados prussianos a 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 210 o covado.
Cambraias, organdys miedas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo li.-as Quas a .i peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3300
a pega.
Dita Victoria, a 4f a pega.
Mussulina branca, a 400 rs. o covade.
Madapolo frantez, a 6 a peca.
Dito inglez de bora a especial, a 4*000. 5, 6
e 7* a pega.
Algodosnbo a 3, 3*500 e 4* a pefa.
Alpaca de cor com listas, feznda superior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisaas a
500 rs. o covado.
Dita preta coa fljr branca, o 500 rs. o .co-
vado.
Dias de cores padroes miudos e moderaos a 360
ti. o covado. <
Lengos de eassa com barra de c5r, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo embainhados a 4* a duzja.
Cbila, fazenda bem conhecida pel> sua fortidao,
mais larga q ie chita para roupa de escravos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 1*300 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1*200.
Casineta preta e de cor, a 500 r?. o covada.
Ganga ainarella lisa e de lista, a 360 r.i. o co-
vado.
Algodao iargo msrea T a 5* a pega.
D-se amostras om penhor.
Gangas de liobo para roopa de criaogas
a 420 rs. covado, brim de linto branco
trancado muito superior e a 4^00 e
I670C rs. a vara, dito pardo de linbo a
3f0 e 500 rs. o covado, seroulUs france-
zas de cretone e de liobo 4980O e 24600
r orna. E ootras muitas fazendas que
vendemos por preeos razoaveis.
Porcelanas e tontas.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para ca
8(5 a duzia, ditas de ditas com fri06de
cor 6 a dazia, canecas de porcelana bran-
ca para creme a 305U) a duzia, copinos
de porcelana branco para ovos liO0 a
duzia, tigellas 4e porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farinaa
a Id. IHitos aparelbos de lom;a inglesa
com froiso de cor completo para jantar,
constando de 20duziasde pratos diversos,
2 sopeiras, i saladeira, 8 pratos com tam-
pa, 4 molheiras, 16 pratos travessos por
I20n5, ditos completas para almoco da mes-
ma leuca U,j, grande sortimento de 1 ti-
ca avulsa, constando de pratos cem tampa
sopeiras, molheiras, pratos travessos, pra-
tos avolsos com frisos de diversos tama-
nhos, pratos com coras 24>700 a duzia,
' ditos pagode Chinez, grande quantidade de
e francezes, pos para denles, pomadas ex- t'gfllas Piadas de diversos tamanbos,
posico, copos grandes a 2,5500 rs. cosme- bules> bacias' 1ue se vende Pjr ^oiMi
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400, Pre?os-
600 rs. um, bonecas pan pos de arroz al Qnlnqullharlas Ricos candieiros
400 rs. para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
Chapos.Chapeos de seda preta e ro, 14 e 164 cada um, ditos de vidro
de castor branco forma Victor, para homen'de cores 6i, lamparinas, grande sorti-
a 11^ e 125C00, ditos de palha ventilado- j ment de vidros de metal para dependurar,
res a 34200 rs., ditos pretos de feltro copa P^a cima de mesa e para parede, l600
redonda a 35500 rs., ditos brancos a i 1480025 e 24300, eum grande sortimen-
352i 0. ditos de merino e de seda preta de w de jarrss de diversos tamanbos e gostos
55 a 74000 um, ditos de palha para crian-de 55 204 o par,cascaesde vidro de cor
frylaes e Tldros.Grande sorti-
mento de lindas garrafas para vinho, de
vidro Bacarat a 65, 75 e 85000 par, bo-
nitas compoleiras de diversos gostos e pre-
Cos, tacas de cbrytal para chmpage ; c-
lices de vidro verde finos para vinho do
Kheno a 2:>S0() r, a duzia, ditos d-i dito
rouxo para vinbo B rdeaux a 248i O rs.
a duzia clices fulos para licor a 35300 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 45500, 45800 e 55O00 rs. a duzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 34500 e 45 e
par, grande sortimento de globo? de vidro
para candieiros, cbamins para cndieirosa
205 e 245000 o cento, e a 240,320 e 400
rs. cada urna, pratinbos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. om.
Perfumarlas Sabonetes fiaos e
grandes a 15500, 15800 e 2.a00 a duzia,
ditos inglezes o que ba de melhor a 24 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6u0
rs. a duzia, latinha? de banba de familia a
80 e 120 rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com bauha a 640, 80a e
15000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a 15000
rs. o fiasco, dito de babosa a 30i) e 600 rs.
o fiasco grande solimento de agua de co-
lonia, agua Divina, agua Florida, agua fran
Ca, tnico Oriental, extractos finos inglezes
ca de 25 a 25500 rs. um, bonets de panno
preto eneitados para meninos a 33e 355JO
rs. um, chapelinas de seda enfeitadas para
baptisado de crianza a 35 e 35500 rs.-um
bonitas chapelinas de tilo de seda branca
enfeitadas para senhoras e meuinas a 64
a 75000 orna, chapus de sol da seda com
cabo de marfim a 95500, 114. 145 e
174OO0 rs. um, ditos com cabo imitaco de
unicornio a 94 e moitas outras quadades
tanto para bornees como para senhoras e
criancas, sendo de percate 1|300,155JO
e 25000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percale de barra com figorinos a 75000
com 14 covados, bonitos cortes de seda
com 21 covados por 284000, cortes de cam
braia branca fina com babadinbos, borda-
dos proprios para partidas a 75000: tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, cortes de laa escosseza com
15 covados a 13500O, finissimas e moder-
nas cambraias braocas com listras a Impe-
ratriz peca de 10 jardas 950O0 ditas mar
ca bispo e Victori 1 de 45 a 64600 rs. peca,
cambraia branca para forro pecas ce iu
jardas a 25100 rs., bonitos cortes de la
com 16 covados a 54500 rs., ditos de
chaly a 55000, pecas de cambraia branca
de salpicos com 8 1(2 varas a 55500, bo-
nitas las de listras a 560 rs. o covado,
grande pecbincha de las finas de bonitos 680 rs., la muitfl fina para bordar bonitas
padroes a 260 rs. o covado, fazenda que cores 65400 a libra, duzias de caixinhas
para vela 35 o par, lindos pratibos de loa-
ra esmaltado com tampa para sardinbas e
outras 24 25500 cada um, lindos bules de
louca da Cima 25500 34 e 35500 cada
um, sextinhas de vidro de cores com azas
para cartes 15500 25 cada urna, bonitas
quartinuas hamburguezas dejtf i 55 o par,
copos de barro, bonitos temos de bandejas
ovaes 115, ditos quadrados 75, grande
sortimento de bandejas avulsas de 15300 l
24600 cada urna, ditas para farinba 15200
urna, talberes de facas com cabo de me -t
fino 125 a duzia, ditos de ditas cabo de
osso finas de 55500 104 a duzia, colhe-
res de metal fino para sopa 55 a dazia,
ditas de dito para cha 25400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de latao 500 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 15200,
15500, 25, 34 e 44 cada um, galheteiras
de 3 e 4 vidros.
Calcado.-Bolinas de bezerro para
homem 65 o par. ditas gaspiadas para
senhora 35 e 35200 o par, ditas de ditas
para crianga a 25 o par, sapatos de tapete
e de tranca para homem e senhora, de
15500 15800o par, ditos de tapete ave-
ludados para crianzas 15 o par.
Miudezas.Duzia de carriteis de li-
nha de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 novellos de licba branca
vale 400 rs., bonitas e finas cbitas france-
zas de nma s cor a 300 o covad 1, perca-
les muito finas e de delicados padroes a
320 e 360 rs. o covado, finissima cbita
franceza clara a 340 rs. o cjvado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
Aproveitem
Talheres fino?, dons botSes, cabo branco, a 5*
a duzia, comeres finas electro-pate a 6* a duzia,
ditas para arroz, ditas para terrin, ditas para
mostarda, ditas para sal, ditas para sopa a 10* a
duzia, para liquidar qae se vende por este* di-
minutos preeos : nn muzsu elegante, roa estreita
do Rosario n. 1, de Fetreira, Martins & C
dres a 360 rs. o covado, bramante
de linho com 10 palmos de largura a
25400 rs. a vara, esguiao de linho finissi-
mo a 250JO a vara, bonitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 5(0 rs. ocovalo,
setin de algodo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roai>a
de criases o 500 rs. o covado, riscadinhos
finos de cores a 280 rs. o covado, chita
preta lina a 280 rs. o covado, guardacapos
de linho para almoco ou cha a 25600 e
35600 rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a t\5 a duzia,
servem para toalbas de mos, toalbas de
linho grosso a 500 rs. cad3 urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., co'xas brancas de algo-
do cora barra e franjas, grandes a 45900
rs., ditas brancas e de cores de 257UO a
44500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
la de lindos padroes a 85 e 135000, ditos
de pello de loiitra com duas vistas a 145.
camisinbas de cunbraia bordada e enfei-
tadas a 24500 e 34000 rs. cada urna, visti'
dinbo; de cambraia bordados para baptisa-
dos de criancas a 65 e 12501,0 om, cami-
sas bordadas para, senhoras a 55500 rs".
urna, pentiadores de nanzuk bordado para
senhoras 45300 rs, um. caixinhas com urna
dezia de lencos de linho finos abainhados
por 65000, lencos de cassa finos com bo-
nitas eslampas a 35600 rs. a duzia, dit s
grandes de cambraia com cercaduras a
25400 rs. a duzia, ditos peqaenos de cassa
com diversos desenhos a 14200 rs. a duzia.
bonitos lencos d cambraias bordadas a 15
um, cobertas feitas grandes de cbita fian-
ceza a 25'iOO nma, cobertores bramos de
la coa barra a 25500 e 35000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
ca finas a 56fj rs. o covado, dita prea de
de 440 a 800 rs. o covado, seda p:eta a
500 rs. o covado, grosdeoaples branco com
loque de mofo a 640 rs. o covado, japo
de seda encarnada a 90u rs o covado: fins-
sima brilhantma de listras brancas e par-
das a 640 rs. o covado.
de grampas 400 rs., duzia de caixinhas
de albnetes pretos e brancos 14300, lo-
ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
tos de madeira emitaco de sndalo, muito
bonitos 25, thesouras finas de ponta tor-
ta para unhas 65 a duzia, pentes trans
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-' parentes finos para alizar 24 a duzia, ca


dirco de linho de diversas largaras branco
360 rs. a duzia de pecas, tranca de la 9
fina de cores para debrum 240 e 400 rs".
a peca, tranca branca de caracol 560 rss
a duzia de pecas, trancas de la de core- i
de caracol 600 rs. a duzia de pecas, su.
taxe branco de algodo 280 rs. a duzia de
pecas, caixas de agulbas francezas 4 papis
por 220 24 rs. o miiheiro, agulhas pars
crochet, toucas de la francezas muito boa
nilinbas para criancas 800 rs. uma, cai-
xas de superior pap-1 amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel almaco
pautado dito de peso, dito para forro de
casa, meias croas para criancas 35500 a
duzia, e ioglezas muito finas sera costura
de numero 2 8 de 45560 555 a du-
zia, meias para meninas de todas as idades
35500 a duzia, ditas inglezas sem costa-
ra para homem 55500, e muito finas
65500 a duzia, ditas c< m pe de cor 85 e
5500 a duzia. superiores meias inglezas
para senhora 65, 85, 105 e 164, leras
de fio da EsC' ssia finas brancas e de cores
para scnborn 35 a duzia, superiores lu-
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para bomem e senhora, grande sortimento
de bengallas, espingardas para ciancas,
brincos e alfinetes de burracba para lato, e
correntes para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 25300 cada uma, grande sortimento
de botoes e guarnirles para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 25 cada uma, botoes de
madreperola grande e para colletes, grande
sortimeuto de abotuaduras para colletes, e
ditas de os.-o para palitots e colletes. groza
de botoes de osso para calca 240 rs.,
pecas de Gta de sarja de cores sem beira de
n. 1 700, dias de dita de setim estreita
e 1 ,rgas e 240 500 rs. pecas de fitas
de veludo estreita preta i 640 rs. ditas
largas, e muitas outras miudezas que dei-
xamos de mencionar por se tornar enfado-
,
nho.
Este estabelecimento acha-seaberto de-de as 6 horas da manha as 9danoite.
15Rua da Imperatriz15
EMPORIO COHJJIKttCIAJL

ULYSSES & IRMO.

?

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*
Diario d Prnarabuc Domingo 2 de Julho da 1871.
r
.
I

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u
C Y S N E
KIJA DA NKMTMZ N, 64
DE
FIGUEIREDO a* LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimeQto.'gratos para t;om o respeitavel pu-
blico pelo acolhimento favoravel que tem recebido de seus fregoezes ; sinceramente Ihe
agradecemos to espontanea como grata coadjuvaciSo. Certos est mos qne (levemos
continuar a receber este favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido
que vender barato e haver sinceridade nos ira;os.
Convidamos porlanio as Exmas. familias e aos rnascates a viren ao nosso estaoe-
lecjmento oa mandar buscar as amostras das fazendas que recebtmos ltimamente,
pes temos fazendas da mais apurado gosto e do melhor que vera ao nosso mercado.
GrosdOnaplfs'
Temo# o meibor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que outra quar-
quer casa.
Ditos d? c&res.
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qua'quer Darle.
CRETOXES.
Recebemos cretones de cores escaras e
O Cysnetem o mais lindo sorUmenlo ajelaras prrpnas para vestidos de senboras
de superior rjualidade que veod mos por que vendemos por 440 rs.
2*500 e 2|800 rs.
SETINS DE CORES.
Temos de todas as qnadades e precos
ma.s baratos que outro qualquer.
E' PECHINCHA
Alpaca lavrada cwm cordo a 560 rs. o
covado, dita com flores e listras a 610, 700,
900,. I0OO e 15200 rs.. estas ultimas sao
to finas qoe ninguem dir que 13a, sao
muito largas.
Las Saboya
Recebemos urnas las c> m seda, fazenda
mteiri- mente nova no mercado, tem nm bri-
Ho que as turna reeommendavel.
fechincha
Poil-de-Cbevre fino e com muilo brilb
a 560 rs. para acabar.
C'nes a Afnerva
E' urna fazenda de laa com listras de seda
de cor que faz urna visla extraordinaria com'
19 e 20 covados por :>2000.
Cortinados
00
Temos completo sortimento e vendemos urna senbora honena.
LENCOS.
O Cysne tem lencos Je esguio
at 90000; ditos de cambraia de linho em
caixas de duzia a 7$000. ditos branets,
de cassa muilo finos a 2$o00 rs., itos de
cores (xas proprios para rap a 4(5000 a
duzia.
Tapetes para guarnido de salas, de todos
os tainanhos e por trunos pre^o do que em
outra qualquer casa.
Bretanhas de suoerior qualidade a lt?,
13-200 e .400rs.'a vara.
FLANELLAS.
Temos de tod^s as qualidades, tanto de
cores como brancas e por mecos do que
! em outra qualquer parte.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 2500, 40, 5t50 e 6*500 rs.
ditos cbinezes a 14^000, estes oltimos tem
seda e slo muito lindos e proprios para
por menos que outro. qualquer.
Cambraia para c< rtinaoos de superior
qualidade com 20 varas a 1I5000 a'peca.
CHITAS
O Cysne tem o melhor sortimento de
chitas finas desde 280 at 440 rs., pode-
mos affiancaf erem cre fixas.
MADAPOLES
Temos madapoies desde 4*000 at
16<500(, porm esta qualidade tem 40 -,
das oq 32 varas maito largo e eocorpa
do. Dito francez com 2 i jardas a 8* e
11*000.
Cambraias Victorias finas desde 4*500!
at 8*000 rs.
Ditas transparentes fin^s de 3*500 al
14*CC0, porm stas s3o largas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 7*000.
ORGANDYS BRANCO
Temos organdys branco fino de 6* e 8*,
dito (Je cor a 7*000 a pega.
Cambraia de cor
Temos cambraias de cores com barras a
560 rs. o metro, ditas miudinhas a 500 rs..
So finas e cores fixas. ,
Meias pan homens, ditas paa senhoras,!
ditas para meninos e meninas, de todos os
preces s qualidades.
Esparlilbos
Temo9 espartilhos de diversos
e precos.
Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
cos, dito preto liso e com salpicos.
Colxas brancas de fuslo a 2|>7C0 is.,
ditas de cores a 2*8(i0 e 64000 rs., ditas
muito grandes com bonitos desenhos a
I20C0.
Atoalbado.
Temos atochados de linbo muito largo,
dito de algodao adamascado.
Bramante de linho com 10 palmos de
largura, cito de algodSo a 1*800 rs. o
metro*
Brins pardos e de cores para todos o
precos, dito lona branco proprio para
roopa de bomem fazenda de superior qua-
Ijdadt.
Para luto.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
alpacas para todos os precos, canto supe-
rior, merino vero e princezas ; tudo se
vende por barato preco.
Algodao enfestado com 9 palmos .de lar-
gura proprio para lenges, toaihas e outros
misteres, qoe vendemos pelo barato preco
de 900 r*. a vara.
Completo sortimento de casemiras de
core?, ditas pretas para todos os precos,
pannos finos para lodos os precos. Tam-
bera temos um bom alfaiate e nos eocar-
tamanhos regamos de mandar frzer qualquer peca de
obra que ficar ar gosto do fregn>z.
COFRES DE FERRO
Estes artigos acbam-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkes de C,
rda da Cruz n. 4.
HYDROLEO LITHOTRIPTICO
JLNTI KIIEUJff TICO E GOTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALLIVEL EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SUA FORfoACO
Guiados pelas indicaedes de moitos abalisados cbimicos. e mdicos distracto?, que
se deram ao esludo e averiguarlo das causas que prodnzem os padecimentos de rheu-
matismo, gotla, areiasdus rhins, Oeociga, figado, e d'outrosvisceras; e aos ensaios d'S
meios proprios para cural-os*. ebegamos a obter um remedio, que nunca desdisse a so*
actividade contra os ditos padecimeoios.
Nao nicamente baseado em toconas que tanto avancemos, mas tira nos satis
factorios resultados ohtidos da sua applieacao, as innmeras experiencias, que com elle
fizemos T*e deste jnodo, seguros de eos behecioseffeitus, afoutameule o recommenda-
moss pessoas q e soflram algumas das molestias cima ditai, ou de algnns outros pa-
decimetitos do apparelho urinario, laes como o diabtico, glycosorico albuminuria)
etc.
Escusado seria observar que se nao pode designar um numero determinado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padecam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstaocias, inherentes di>poMC5o na-
tural ou conMeico, de cada om delles ; mas comtudo, ceno qne o hydroleo lutko-
trptico anti rheumalico e gottoso produz sempre a cura desejada, qundo se persista em
toma lo o tempo preciso para nbte-la; devendo ter-se em vista que quanto mais mete
rado est o mal mais se deve insistir na applieacao do remedio.
Podemos tambera -alDancar qoe, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio nao cilla desarranjo algem as vias digestivas, mas antes1, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lamben possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, nao poocas vezes, tem IViio desapparecer diarrhea, que erara entretidas pela debili-
dade geral do apparelbo digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-fe do hydroleo lytliotriptico, nos primeiros quatfo ou cinco dias, duas co-
Iheres de sopa, em agua as.sucarada, leite, cha ou cal com leile, e mesmo sera misto
ra a|gnma, na occasiao do almoco, e outras ao principiar a potar.
No quinto ou sexto dia e se^uiotes, tomam-se do mesmo modo dit), tres coiheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porcJSo de areias; se as ddres
nephriticas, rheumalicas ou gottosas ?o constantes; em Um, se os padecimentos s3o
fortes, tomar-se-do quatro col he; es de cada vez, oa tres vezes uo dia, a tres coiheres
de cada orna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se is prrmeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithotriptico vo sendo mais raros o apparecimento das areias.
M dores nephriticas, rheumalicas e gottosas at que de todo desappaiecem : ueste punto
pode dispensar-stt o remedio : mil, porm, como preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentaco, eve ella ser regu'ada de modo que n3o sobrecar-
regee o estomago, e em quantidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebid, seTBthivrda, aagna pura, mas tambem se pode osar de Mnho
simples ou pouco alcoolico. De cerveja e Mohos fortes, poucas vezes.
Sobre tudo o qoe muito rei-ommendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
elle muito contriboe para a rapidez da cura.
N. B. Depois de tirarle do frasco a porcao que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolbar immediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia & C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Qaeimado.)
FZEi\DA8 BARATAS
NA
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
des Ferreiros
DE
ft CARVAIHO
IMPORTANTE ILIQUIDACAO
NO
BAZAR DA MODA
De om grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricantes de
ParisE. Coodray Ed. PinaudL. LegrandVioletGell FreresMompelsBleu-
se-HadaocourtCottance*e do moito acreditadoG. Rieger de Francfort.
Recebido tudo directamente dos mnsmos perfumistas, e vende-se pelos admi-
raveis precos seguintes:
Pomadas finas de i.'. Condray
de porcelana
'*
Nnn:a so vio ora processo^raais perreito e'qne ai-
toj de tal forma a jatisfzer as exigencias mais
etera? da f scriplora^o.
A stia cor lindissima e nao precisa de cuida-
do algum para se conservar no linteiro sempre
eom a mesma cor, sem borra, croata, bolr m sem
todas estas matellas inherentes todas as tintas
at agora conhecidas, ainda mesmo dos melhores
Mtorei estrangeiros.
Sobretudo, este cstimavel producto nao ataca as
peonas de ci, antes pelo contrario, a penna
tqaire um esmalte donrado que, sendo interes-
aaste, > as-s proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
d con ludu duas, tres, oa mais copias nm juei.
depois de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
o papel bem molhado sera o enxogar cora o mata-
borrio, porque nao ba o ri^co de borrar. Para se
tirar mais de urna copia, nao se agglomeram, tan-
tas foltias quaotas copias se qnerem tirar, mas
tae-se cm o original tirar urna tantas quantns
M desejam, sem qne o original fique prejadicado
petaa e itraedes.
Occorre aqai dizer que, para copiar importa
maita intxlligeucia e habilidade, sem oqueame-
feor tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
obre a tinta, qae murtas veies quem meaos
colpa lem.
A dupla qnalidade desta tinta extremamente
apreeii.vel, pois que evita que em qaalquer es-
aipsjfio tiajs mais do que urna tinta para os di-
versos misteres.
Bsstiuaato sna darabilidade, ralo ba aoppr
a menor dnvMa, pois qoe esta tinta depois de es-
cripta soffre o choqne de cidos fortissimos, sem
se decompdr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muito menos a acc,o do tompo a poda
destruir; isto plaasivel.
Nao j ao commercio que este meu producto
veio ser til ; os professores dos collegics, invest
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulo?, tem approveitado esta tinta, que
cem razo a acharam apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqaencia da beleza
da rr e faeilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinham ama repugnancia' extrema
para a escripia, logo qoe foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderoa-se dellas a curiosidade e o
gorto, e ponco tempo depois o seu adiantamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas van!gen, tem um
nnico inconveniente, deteriora-se ao coniacto de
outra qualquer; ivnvm pois te- ta era tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar eserever eom a penna suja de ama preparaejio
difireme e iocompativel; verificamlo isto, nao ha
razifo para se usar de tinta qne riso seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observapo.
Diversas falsIflcacSes e semelhancas tem appa-
recido, caja dumbiidade davidosa. Os Srs.
compradores podem evhar o engaao dirig ndo-se
casas cireumspectas, e pedindo a Unta qoe en
fabrico
A. C. Montiro.
Em lindos vasos
sortidos dozia
Dita milanesa.....
Dila flor de larangeira. .
Dita transparente ....
Dita schic-schic.....
Dita de viagem.....
Dita cosmetiques superfinos a
2500, 5,JOOO e. .
Pita cold creara para o rosto
duzia.......
DE G. RD2GER.
Dita moella de Boi. .
Dita genoina.....
Dita pbilocome grandes. .
Dita dita pequeos.
DitaDuqaeza.....
Dita cbineza para os bigodes.
Dita cosmetiques duzia 70000,
HiJOOO e.....
DE MOELPMS
Dita snrfina duzia ...
Dila de urso idem. ,
Dila cosmetique fino .
DE BLEUSE-HADANCOURT
Dita da Exposiro duzia .
Ditaespecial do Bazar da
Moda.......
DE COTTANCE
Dita mandarina em latas dozia.
Dita mertages idem. .
Dita universal idem .
. DE VIOLET
Dio esld-cream para o rosto
duzia.......
leos superiores
DE E. COUDRAY
Oleo superfino duzia W800,
4,5800 e......
Dito E. Coudray duzia 5800 e
Dito pbilocome idem.. .
DE G. RIEGER
Oleo pbilocooce dozia .
DE COTTANCE
Oleo philocome dozia .
Aguas para toilettes
DE E. COUDRAY
colonia operior duzia 5(5300
400500, 3*00. 15,5500,
20*500, 23/5, 56*500 e .
20,5C00
20,5000
85000
95600
I058C0
205000
7,5500
ii5coo
U5000
125t 00
141060
95000
245000
65000
1450(0
95500
115000
75000
24:000
95000
800
15200
15800
H5O0O
25800
95KM'
95500
DE G. RIEGER
Agua dentrifice duzia .
DE L. LEGRAND
Agoa de flores de Orisa duzia
Agua dentrifice Elixir idem.
Extractos superiores
E. COUDRAY
Extracto de sndalo duzia .
Bouquet dos Alpes ....
Diversos finos dozia 4^500 e..
DE E. RIEGER
Essencia de rosas duzia. .
Triple extraxto.....145000
dem........21000
1I550H
215000
2O5OO0
405000
II5OOO
205000
185000
135000
305000
55500
205c00
645000
AVISO
Vende-se por atado em duzias e descontare 10 OyO i qwn co
vista qaana supeiior 400J0CO.
Jos de SoBa^SorS *^.
Ra Nova n. 5 (hoje do Bario da ltor|a) esquina
ato Aaisro,
dem........
dem.......
dem sortidos ....
Bouquet do Beino .
DE MOMPELS
Das bonitas damas dozia 185(00
DE ED. PINAUD
BouquetJardn da Italia duzia 235060
Essencia de violetas idem 235000
JockeiClub idem 105090
Pos Baos
DE E. COUDRAY
Cbinezes para os dentes duzia-. ?5600
Dentnfkio.s idem .... 85000
De arroz, em ricos vasos de por-
celana doorada duzia. 325500
Em pacotes duzia 45 e. 75000
DE G. RIEGER
Pos dentrificios superiores duzia 175000
DE MOMPELS
Lindas caixas com pos de arroz
dnzia lije 205000
Maboaetes
DE E. COUDRAY
Violetas do Bosque dozia '. 950G0
DE G. RIEGER
Transparentes finos duzia 65500,
95500* s* 115500
DB D WNAUD
Transparente flna dozia. 165000
DE VIOLET
Flcr de arroz duzia. 75500
DE GELLER FRERES
Em forma de rosa..... 35500
DE COTTANCE
BresiHeones duzia 1)5500
pagar
da
Os novos pnipiit-tanVs deste bem contiecido estabelecimento, avisan aos seus
numerosos Tegoezes e com especiadade s excellentissim38 familias, que acabara de
receber um utavo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed?, 15a,
linho e algodao. que vendero mais barato que qualquer nutro estabelecimento ; assim
como vender3o as J existentes pelo msior preco que encontrarem, para n3o accomula
rem as antigs cmb as modernas. Portanto, previfiem s excellentissimiis familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasi5o de, com pequeo dispendio, poda-
ren refazer- Declaramos (S precos de algumas fazendas, para provar o que dizernos.
Madapoliies de 4, 5, 6, 7 e al 105000 a peca.
Algodaozinho de 25500 a 85000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos i 15600.
L azinhas de differentes qnadades de 320 a OO rs o covado.
, Corle/ de percalas coro 14 covados a 55000.
Dit-s ^e cassas, padroOs miudinhos, a 25500.
lpicas rom lloros de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas' 1 oxas cor de lyrir, de cor tixa, a 360 rs. o co?ao!o.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 555'0.
Ditos de cimbraia branca bordados e de salpicos a 65000.
Ila.ofs i1e la.i de cores modernas a 4;>000.
Lencos ciii i tes brancos e.de cores a 35 a duzia.
Ortos hrancos de cassa a 25 a duzia.
CtialfS de. (ti. r n lisi s e lampados de 25OO a 55OO0.
Colchas de (usio, gr-ml-s', brancas, a 258oO e 45000. .
Rraftite de nh le -,)*pO a 25000 o melro.
Algodao enfrstado liso e. triaocado de 15 a 15100.
Colchas de lii-lo de cAr Ae 25500 al 65000.
Rrins oe linho de cor du 500 at 800 rs.
Ossas de cores de padifir's midos e grados.
BaU de todas .as cores al 600 rs. o colado.
Flauellas de cotes a 640 ft, o covado.
^
Para luto
Princetas pretas a 640. 8(0 e 15000.
Lazinbas pretas a 440 e bOO rs. o covado.
Cassas pretas a 640- rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5c'0, G00 e 800 rs. e covadn.
Bnmbazinas, lisa e trancada, a 16200 e 15800o .ovado.
^ Merh os tragados e de cordo para differentes pregos.
Ootras muitas fazendas, como sejam : atoalhados de linho e algoilo, gnardana-
pos pardos e brancos, aigod5o enfestado liso e trancado, bramantes de linho e algodao
para lences, cortinados bordados para jmilas, flanellas e damascos de todas as cores.
Ofeina de alfaiate na loja do Fapagaio
Almde baver um grande sortimento de ronpa feita de todas as quadades, tanto
de brins como de casemiras, calcas, colleies e palilots, ha um bonito sortimento mo-
derno de.CASE.MIOAS de cores, proprias para a estaco, e cortes de gorgurSo part-
colletes.
Panos finos pretos e azues.
Cajemiras pretas muito tinas.
Brins trancos Je inbo de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditosde cores de tedas as qnadades.
Seroulas francezas de linho e algodao.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pregas, com collaiit.b e sem elle
Ditas de meia de differeutes precos.
DiUs de flanella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at lh'5000.
Collarinhiis e punbos de linho.
Grande sortimento de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, e nm especia!
sortimento de popelinas de cores, dos padtes mais mudemos que km vindu ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou mandam-se Ievr pe'os caixeiros.
ATTEWCAO
1215
m
i FLOR DE
I Forte msnia dfi annunc ar I vto o Diario di- Pernnmbuo cheio de stteni;oes ven- S
i de-se isio, vndese ai|uilli', e urna innidadade copsas para massarsm a atienco do B
* respeitavel publico no entant". as proprietarios do'novo e bem mentado etabelecimento de *
I joias, intituladoFLOR DE_ OUROsilo roa do Rosario larga n. 1% A tendo prtparado com 5?
toda a elegancia e go-lo nao vern para o conceituado Dinrio de P;rnambuco apregoar que *
I tem as melhores joias de ouro. prata, brilhantes e mais pudras preciosa?, tudo da ul'.i:na s
I moda, e [ rotina de anntin;iar, diran que eMao coiiipletameota sortidos de bellos adoremos, eadeias &
( para relogios, anneis braceletes e urna ioilnidade de artigos que ser eiifadouho mencionar
e que m eom vista poderia o respeitavel publico e com especialidad^ as Exmas, Sras, fre- 5
[ quentando dito eslalielecimimto, a sua vontade apreciarem. II
o^lfRWilTcfslrTfEwiTDFo"i3os
DB. CHAS. DE GRATK .

KIZVTG OF PAIN O RE DA DOR
PAR.A. USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
DJiiThe, flnxo i B%ngn, em na dia.
Dar d* eab;a, doral da ouvido aa
trtl minutot.
Dor da danta, am om mnate.
Kanrilgi, am cinco minutot.
Daalocacflai, em Tinte minutot.
Oargaataf inehadat, em dex minutot.
Colies convnlsoei, em cinco minuto.
Bliaomatitmo, aa na da.
TafaM febie intermitente, em nm dia.
Sor as cottas e nos ladee, em dea i
uto.
Toases perigosas e refriados, ul
Pleuresa, aa na dia.
Burder e asthaa.
Hemorrhoidaa e bronchitia
Inflammac.o nos ria
Dyspepsia, erysipelaa,
Molestiat de figado.
Palpitagio de ooracia
RESEEVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOEXCAS SE APRESENTAX, QUA5DO HENOS SE ESPERAJL
OLEO ELECTH1CO O EINO OF PAIN (O ral da dor) aquieta a positivamente dleUpa mal da lUtreram
Boleetlai e dore, e alllvi mal oa Foflrlinento e prodo nm mala perfelto equilibrio no ayatema haaaao, o qu aiajfjj
pode effeetuar no mesmo tempo. eom qualquer outro remedio medecln.il.
Eate multo popalar remedio est agora esando-se oralmente, pela rateo que mllharetd peaeoaa ee tea evqfl
giatla eom o dito remedio pelo Dr. Grata a outros mal.
Eate Importante remedio nao se uacrece para curar toda as doanoaetporem to tomante para aquella eetlpala0|
aaenoea dlrecfbaa. f
reta operaado noa principio da ehlmlea a da eleotrlcldade a por lo, aat appUoaral para o enramento e i
reetauracio da aeoo natural do orgao que aonrem da Irregular olrculaoo do Huios do prlaolpaea ervo.
eteetrlco O Klng or Paln opera dlreotamente noa abeorventee, retando detapparecer a lncba^ioea da glande
em um tempo lnorlvel. breve aem perlgo do sea uso debelxo de qualquer elroamatanala.
Oremedlo.'aaamodeclnaparao r.ni.xt-rnpe'Ti'-rri.. .npottoiloaelenionloscuiatlToa.ralie.he" TX'm
taae, como ea tem usado do nostoa antepasados, e quaes tem grande existencia no mundo, para curar tedateea
moleetla, somante aahendo-se quaes ellas sao.
Fot n grande e eapeelai deeejo da faculdade da medealne derant* multo annos de erperleaeia para eprea
elnore modo qae ee derlam adoptar para curar a wgute doen$as, e qoe propor95ee de aodeolna ta darla i
dalaae|
EM PERIVAMBUCO
NA PHARMACIA E I> ROG All A DB
BARTHOLOMEO & Q
HT.-34 Ra. Larga do Rosario. IB", ^f.
* 9
.


~r-
.......
D-ario di1 i'ernambnco Domingo 2 de Julhc de 1871

jISSEMBLA CERAL
CMARA DOS DEPUTAOOS
Resposta falla do throno.
(Contnuaco).
OSr. Andrade Figueira : O qoe eu
disse o sentiraento do disiricto qoe repre-
sento.
O Su- Texeira Jun.or :E eo,.. admit
tirti qoe me acontec o contrario coralanto
que p nobre debutado consinta que reate o
desenvolvimnlo do meo. discurso. ( Ri-
sadas. )
O que hei de fosar, Sr. presidente, ,
anda urna grande vantagem que o no-
bre deputado leu) sobre mino ; desenvolv
conu quiz o sea discurso sem nenuumt 11-
terrupco, ao passo que obriga-me a seguir
O inethodo desordenado que Ihe ap: (Risadas.)
Eu, porm, responderei em tempo op-
portuno a este ultimo aparte do noore de-
putado'; por agora na de permiltir q-n
volte ao auditivo aceito pelo presidente d-i
conselh do gabiaete da 10" de julbo. E'
assumpto muito grave para que eu poderse
obliterarme.
2 O escravo que, pjr mei) de seu
peculio, on por liberalidade de uutrem. mi
por contracto de prestacao di fulares ser-
vigas, obtiver meios p;ira indemnisacSo do
seu valor, tem direito perfeito sua alfar
ra, e esta sendo recusada pelo senhor, Ihe
ser oubrgada pela auloridadepublica. P <;o
do senado, 19 da siembro de 1870.
t\ssignado pel^s Ilustressenadores, cojos
QWBfc'PdWarei.
Aqui.t3l:'- Sr. presidente, o peculio in la-
pendente ('a voatade dos proprietirios. a
emancipac'. toreada sob a frmula m ais
adiaDUda, a iih,*r?enclfo da autondade as
retacees do escra^o os o senbor, o ger-
men de grande periurbacu no rgimen do
estado servil.
O Si. Andrade Figueira :O ministerio
nunca apresentou essas ideas.
O Su. Teixeira Jnior :Mas aceitou-as
pelo orgj autorisado do seu presidente do
conselho, que a!m desse elevado carcter,
um dos mais prestigiosos cbefes do par-
tido conservador.
(Ha diversos apartes)
Vamos ver agora se aceitou-as ou nao.
Peco aos nobres deputados que me inter-
rompem, que altendam ao que re?pondeu
o Ilustrado Sr. visconde de Itaborahy;
nessa respnsta nao ha nada a perder, pois
a opiniio do illostre cbefe invocada pelo
nobre depatado pelo Rio de Janeiro qae
iniciou a presente discussao.
Vozes :Oavimos com muito prazer.
O Sr. Teixeira Jcnior: Depois de um
discurso do Sr. conselbeiro Nabueo expli-
cando os dous paragrapbos do artigo addi-
tivo, tomou a palavra o Sr. viscoode de Ita-
borahy para respon ler-lhe e o fez pelo modo
segointe:
c Receio omito, disse S. Exc, que se ti-
varaos de emendar esta lei, nao baja tempo
de pasar a emenda na outra cmara; ve-
aba a faltar numero suficiente de deputa-
dos ^ara ^pprovar a lei. Se o nobre sena-
dor converiwse saa emenda em um projec-
to, eu o tcria duv.da era desde j votar
por ella.
V a cantara que a adbeso foi termi-
nante.
lM Sr. Deputado :Mas lea o resto.
O Sr. Teixeira Jnior :Eu vou satisfa-
cer o nobre deputado, mas previno que
nada adiaDtar contra esta asseveraco.
(Contina a 1er.) Demais, esta medida
apreseotada pelo nobre senador faz parle
de urn prcjecto que est na cmara dos de-
nulados; ora, ha neste projecto ideas qae
governo adopta (note ;> cmara), entre as
qoaes esta.) as comprehendidas no artigo do
nobre sQnadr.
. C-mqnanto paieca-me inconveniente,
acere- nt90 S. Exc, que estamos disu
i idas conlidas em um projecto que
^er enviado pela cmara dos de-
odavia eu tomo a dizer que (note
so o nobre sena lor apresentasse
iraenda, mas um projecto em se-
u Ihe daria meo voto ; como ernen-
.enlouo posso faza-lo.
aqu o qo-j respondeu o Ilustrado
pres; lente do conssluo do gabinete de 1>
d ilho
O Sr. Andrdi: fiuieusa : Referia-se ao
ai... i.
O Sr Teixeira Jnior:Perdoe-me o
nobre deput do. V. Exc nao o compe-
tente piradizer ao que o Sr. visconde de
Itaborahy se referia (risadas), quando aqaelle
estadista" c'aramente se referi a todo o ar-
tigo, isto e, aos seus diversos paragraDho*.
Am disso se duvida houvesse, ella desap-
parc-cia em face d argumeotacio a que deu
logar, este procedimento do Ilustrado pre-
sidente do conselho do gabiaete de 10 de
julbo. Foi nm fado notavel na nossa his-
toria poltica e qae ficou assignalado peio
prcnoncamento que em seguida Gzeram al-
guns dos mais distinctos talentos da Ilustra-
da opposico do senado.
Logo depuis daquella declar^co oceupa-
rsm a tribuna explicaran) e interpretaran!
es,te discurfo do Ilustre visconde deJtabo-
rshv, nao so os Srs. conselheiros Ociaviano,
Zicarias de Ges, Silveira da Motta, como
al o Sr conselbeiro Prannos, boje baro
di Rio Rranco, ento digno membro do ga-
binete de 16 de julho. Aquellos, sorpren-
didos pela facilidade com que o venerando
presidenta do coaselho do gabinete de 16
de julbo se compromettia a adoptar medidas
muito mais adiantadas do que Ihe haviam
pedido os seuj amigos e correligionarios
desta cmara, admiravam-se de semelhante
conducta I O Sr. viscoade do Rio Rranco,
entSo ministro de estrangeiros. corroborava
o compromisso do cbefe do seu gabinete e
as3egurava, em nome do ministerio, que
em maio deste aono apresentariam projecto
sobre a reforma do estado servil.
Eu n5o abnsarei, seahores, da *attencao
desta cmara reprodazindo os bnlbantes
argumentos qae a Ilustrada opposico do
senado soabe achar no procedimento do ga-
binete de 16 de julbo, aceitando tal additivo
depois de haver recasado conceder muito
menos aos seus amigos desta cmara
lindo
nos 1:
puta;
a ca:
nai
para:
da
venerando presidente do conselfio do gabi-
nete a que uelenceu, vir actualmente ini-
ciar o.presente debate contra o gibinate
de 7 de mir;o. porqae ua proposta apre
sentada sobre o estado servil figurara aquel
las ideas a qoe o presidente do conselho
do gabinete de 46 de julbo francameute
adherir !...
Um Sr. DEPirrAno : Taivet a historia
possa explicar isso am da.
O Sn. TeixciKa Jnior : A. vista de
lo Jos estes fados, eu nio posso compre-
hni 1er a exalticJo com qae o nobre de-
putado pretende qae o gabinete de 7 de
oiarco pruce'leu irreflectidameate suscitan-
do a refo-mi do estado sirvil, e que pro-
ceder com sorpr.'za Sorprender a quem?
A urna cmara que na s^sso passada oc-
cupou se largamente di necessida le desla
ref rma ; que nomeou una commissSo es-
pecial' cojo trahalho Ihe foi presente ; que
discuti a preferencia de projectos sobre
este assumpto ; que apoiava' o gabinete
que se comprometieo a apresentar em maio
deste inno a soiucjh da quesl3o: e que
finalmente presta o seu apoio ao gabinete
de 7 de marco, cojo presidente do con-
selho um dos Ilustrados membros da-
quelle outro gabinete f
O compromisso do actual Sr. presidente
do conselho foi moito solemne. No senado
pretendeu se qae a promessa feta enti
por S. Exc. em oome do ministerio eslava
em enntradicelo com as opinioes do nobre
deputado ex-ministro do imperio ; mas o
n ibre presidente do conselbo deelaroo que
era aijuella a delibaraco lomada peo gbi-
ne, e qm em conferencia fora assia re-
solvido com a acquiescencia do nobre depo-
tado, membn daquelle gabinete. Como,
pois, se pretende agora qoe o illaslrad i pre-
sidente do i.onselho do gabinete aciual pro
ceda pir modo contrario ao qae elle se
obrigou com accordo do proprio nobre de-
putado que iniciou eete debate ?. -
illa mullos apartes.)
Os nobres deputado* nao podem referir-
se a rnim, porque eu julgo que urna das-
coodices com qae o riomem poltico gran-
ga a coofianca dos seus correligionarios e
o respeito dos adversarios a coherencia)
do seu procedimeolo (muitos aooiados);
nunca sacriSqaei as miabas conviccoes a
nenhuma aspirafo politica, a nenbwna falsa
p ipularidade, a nes>liuma pretenfao ; nio
tenho receio de ser contestado. (Muito
bem.) Sirva isto do resposta a todas essas
suKgesioes. ameacas de impopularidade, e
ludo quanto quizerem lanc^r-me para arre-
dar-ma do proposito de seguir os- dictames
da minha consciencia...
(Ha diversos apartes que nao deiiam ott-
vir o orador.)
Disse o nobre deputado pelo 1" districto
do Rio de Janeiro, que era preciso que
aquellos que s isientam a necessida le da
reforma do estado servil se lembrassem
tambera que poda baver q em nao os
acompanhasse por nao ter a coragem de
arrostar o estigma de escravistai. Eo, po-
rm, responderei qae se fosse cena a im-
populajidade que os nobres diputados as-
ssveram existir para nos que queremos os
meios de garantir o valor, o crdito e a se-
guranca da propriedade agrcola, ento
hverii mais coragem em arrostar esta im-
populandade, que sendo fulm'mada por lodo
o paiz, nao ficaria niaguem para lancar o
estigma de escravistas aquellos qae pensam
como o nobre deputado.
(Crazam-se muitos apartes.)
Estas i iterrupcSes dis'trabem-me da ques-
to principal, e em nada 3proveitam illu-
cidacao do importante assumpto de que nos
oceupamos ; mas j estou resignado a ser
constantemente iaterrompido pelos nobres
deputados. -
(Gontinuam os apartes entrediversos Srs.
deputado.)
J hontem o nobre deputado empregou
algumas plirjses era relaco ao Ilustrado
Sr. presidente do conseibo que nao parece-
ram fillia da prudencia e da reflexo com
que o n bre deputado costuma a dirigir-se
reeleico nio imporuva a approvaco da ai-
gamas disposicoes do projecto de le apre-
sentado nesla cmara pela commisso espe-
cial de que en (ora relator, nem lambem a
algumas ideas miabas a respeito deste as-
sumpto ; mjs n3o meiadicaram qoaes erara
as dlvergeacias, e reservar am-se, para faze-
lo opportunamenle. {i digno" presidfcote
desta cansara m;lhor-do qoe os nobres de
putaos coobece todas as circumstancias
desse fact > qae, longe de desmerecer o
mea procedimento, eleva o no mau proprio
coaceito, porque sobrepujo as coosideracoes
de amizade e grat da j para comprir o meu
dever.
Permuta Sr. presidente qne a este pro-
posito eu invoque o seu testemumo. V.
Exc que, alm da aoi elevada posicSo.
um dos mestres que me eosinaram as
doulrinas do partido conservador ; V. Exc
a quem me ligan a mais cordial estima e
profundo recoueeiraeolo, tem njste assum
pto plena competencia, porque, alende
ser um dos raeus dignos constilointes como
eleitor d i 3' districto da provine do Rio
de Janeiro, justamente ama das influen-
cias legitimas do eollegio, a que se refer
ram os nobres deputados, do qoal recebi a
carta que designan) sob a tienoraioacifo de
protesto ; e poriawo Y. Exc. o mais
competente para aatorisar a explicacao que
acabo de dar sobre o procedimeolo dos
Jigaos eleitores qae comparecenam coltegio de Vlela, os qaes diriglod*.1.
a mi em termoos mais amistosos e como
cavalbeiros, longe de pretendere fazer-
me a menor descortesa, penhoraram-me
pela sua coafianca, e dera ovos tilulus-
ao meo r>ciiabecBeiito pea- volapw uoa-
n i m : com que me huir raa....
(O Sr. presidente faz
ment.)
to; negociantes e agricultores pretendan)
que a restriccao da facoldade de emiss3 >
era a ruina do commercio e da industria, a
desgrana da laroura, a muralha opposta ao
progresso do paiz!
Os m iis notaveis oradores e estadistas
sustentavam essas ideas sioistras.
O proprio Banco do Brasil, altamente in-
teressado neste assumpto, porque da saa
decis3o podia resoltar-lhe o privilegio da
emissao, sem o qual enteodiamos qae elle
nSo poderia funcciomr; o Banco do Brasil,
a quem mais aproveitava essa opini3o, veio
entretanto a esta cmara com urna repre
sentac3o assignada pela soa directora, na
qual repella aqnelle favor e declarava que
a elle se oppunba, porque seria uid funesto
presea te.
Eatretanto, senhores, mohda a s-iloaco
politica e elevados ao poder os nossos an-
tagonistas, el les proprios se incumbirn de
exagerar as kta qoe haviam coralmti to.
A nesma directora do Kaoco do Brasil
via-se eompellida a c>morjr pela elevada
quantia de 4,000:0003000 o direito de
emissao que tinham os Banco3 Hypotbecario
e Aercola, porque havia recoobecido a n
possi-bilidade de continuar a esercer as
funceftes1 do emssor soI> o pernicioso con-
curse-de ootros estabelecimenios.
E, finalmente, todo o commercio da pra-
Ca- do Rio de Janeiro, assm como os agri-
cultores, reconbeceram o 1864 qao salu-
dar era a prevideosia' do membros- desta
cmara^ que reclaroavam restric;3o desse
desregramentu de emisso. A crise, que
entiio acabruobou esti prac^ demonstrando
.ti falaes coBsequeneias do abaso de-crdi-
to, jiMtiticou intelizmente o acert (Ja abne-
acao oom que procederam aquellas que se
signa! de assenti- ;exyuzeram impopularidad do momento.
ste ex- nciplo, Sr. presidente, servrado
O S*. Andraw Fig,*e*v. : leve & para provar q uoanimidade de 10 on li eleiiores^os un- nioes aiheias por mais antorisadas que se-
alli foram s para vota ram era

lram. 20* que
c>s que
V. Exc.
U S*. Deputado :
compareceram.
O S. TeixjciRA JtfNioft: Fossem- 2oa mada pelos iateresses- viiaes da propria la-
$ somente, nem por iso en>lhs sea me- voura. (Apoiados e o apoiaos ; nterrup
nos grato, pelo sacrificio qne fiz&ram de ces.
jpm, serve lambem- para (emonsirar que
esa repugoancia nifesladh pelos nossos
agricultores, nao p-e importar a coodera-
naQ3o de umarefonaa urgeniemente recla-
0
aos seus collegas. Ag ra receio, a bem da
prudencia que os nobres deputados recom
mendam, que nao possamos discutir com a
calma necssara a soluca.) de lao importan-
i>i assumpto. Pela minlia parte declaro
que, se alguraa expresso rae escapar qu3
possa offender |a alguem, yrvi'imcnte dou
a devida satisfiClo. T;ho nicamente por
ria justiiicar o meu voto a nio molestar a
nioguem.
Su. Andrade Figueira : V. Ex;,
faz bem em jnstificar-se porque tem de
que.
Um Sr. Deputado : Com a lavonra
nao se pode justificar. Os lav adores que
respondam a V. Exc.
O Su. Teixeira Jnior : O desejo de
salisfazer aos meus constituimos nao pode
coagir me a faltar aos dictames da minha
consciencia, erabora isso Ihes seja desagra-
da ve!. Eu nao represento nesla casa ni-
camente um districto eleitiral : represento
o.; interesses do vasto Imperio do Brasil
desde o Amazonas at o Prata. (Muitos
apoiados.)
O Su. Andrade Figueira : Sem duvi-
da, V. Exc. nao representa o seu districto,
porque tendo elle mais de 500 eleitores,
V. Evc. apenas obleve pouco mais de 200
votos : e at ha urna representado dizendo
que V. Exc n3o representava as ideas do
districto.
O Su. Teixeira Jnior : Peco ao Sr.
tacbygrapho que toma nota deste aparte,
porque elle consagra a opinio do nobre de-
putado contra a intelligencia geralmepte ad-
mittida, e que me pareca racoutroversa,
sobre a disposigo da lei de eleicjies.
Ea oblive a quasi unanimidade dos elei-
tores que compareceram aos collegios do
districto qoe fez me a honra de reeleger-
rae e nao jolgo me menos legitimo represen-
tante da naco do qoe o nobre depotado,
pelo fado de n3o terem comparecido
eleic3o metade dos eleitores do districto.
O Sr. Andrade Figueira : N3o e este
o meu pensamento. O maior numero de
eleitores de proposito deixoa de compare
cer porqae V. Exc. n5o representava suas
ideas ; e at neste sentido Iba escreveram.
O Sr. Teixeira Jnior : O nobre de-
putado est mais adiaotado do que en sobre
os motivos que ioduziram a ausencia-de urna
paiz, porem, pode fcilmente consultar esse os motivos que raduzram a auseuua uo
SeLnte episodio da nossa vida politica grande parte dos.eleitores do *dutneto
recorrendo aos Aunaos do Senado, 4o volu
me de 1870 pag 232 e seguintes.
Quanto a mim, invoco o fado para de-
monstrar que O gabinete de 16 de julbo
aceitara solemaemeate algumas das ideas
qne os nobres deputados divergentes do
actual gabinete declarara o5o poder aceitar;
e para justificar a minha sorpreza vendo o
nobre ex-mioistro do imperio daqaelie ga-
bineti, que parecia-me ser solidario com o
da provincia do Rio de Janeiro, quando se
traton da mioha reeleico, pelo fado de ter
eu aceitado.o cargo de mioistro dos negocios
da agricultura.
Um Sr. Deputado : V. Exc. receben
nm protesto a este respeito.
O Sr. Tkix.eira Jnior : Recebi ama
carta conectiva dos eleitores que compare
ceram a um dos collegios do districto, na
qual me diziam qae a sua adbeso minha
comp'.recerein ao eollegio<>para me daren
os seus otos.
O Sr. Andrade Fhiueu^a r Neo-tinham
outro em' que votar.
O Sr. Teix-eiiwv. Jnior. :: N*> faca
essa injustiga nossa provincia..~
Usa S. Deputado.: Nao hawia ontro
caodilaio. f
O Sa. Teix.eika Jcnior r. Poi* eot3o
se n3o quizusseai prestar-me o sea apoto
nao compareceriam ao eollegio. como o
nobre deputado pelo i" districto assevera
terem procedido os outros eleitores...
O mam Se. Deputudo ; V. Exc. e?a
ministro.
O Sr. Itxxmm Jonio* : Pretndelo
agora os nobres deputados que eu fizesse a
menor presso sobre o corpo eleitoral ou
qoe me prevaleeesse da minba posicio ?
Pois saibam que sendo avisado de que se
bostilisava a minha reeleico, escrevi ao
presideote da provincia pedindo-lha qne
recommencbssd s autoridades locaes. e aos
amigos do governo eofftplela abstengo de.
qualquer intervencao amistosa na minha
elec3o.
O presidente da provincia era o aobre
deputado por Pornamboco, boje ministro
da agricultura.
Mas nao me limitei a esta pievencao ;
redigi a minba circular de modo qoe os
meus constituintes comprebendessem qoe
eu quera justica, 6 nesse Dtuilo pedi ape-
nas rigorosa jamfQ. Que colpa, p's, te-
uiio eu que os eleitores do -i' districto da
provincia do Rio de Janeiro entendessem
que o modo de fazerem-me justica era
reintegrar-me neste lagar e dar-me a 80-
bda honra de reassumir a elevada posic^o
de representante da nag3o ?... (Apoiados
e diffeientes apartes.)
O Su. Presidente : Atteoco !
O Su.' Teixeira Jnior : Eo vejo,
Sr. presidente, que os oobres deputados
tem o proposito de desviarem-me do as-
sumpto em discussao.
A minha eleiro foi approvada por esta
caraari ; se el'a nao legitima, os nobres
depuiados porque nao aimpognaram?...
O Su. Andrade Figueira : Legalmenie
V. Exc. depnhdo. Eu fallava em outro
sentido, V. I"x:. comprehendebera.
OSr. Teixeira Jnior:Eu peosava
que a le^iuii !ade da minha eleico s
podia ser atacada pelos argumentos que
empregoa o nobre deputado pelo districto
qoe represento (o Sr. Pereira da Silva),
quando uemonslrou que toda a cmara ti-
uha Mdo e!ejta pelo goeroo.
(Ha diversos apartes)
Quereriam 03 nobres deputados que eu
abdicasse a minha independencia para vir
aqui subordinar r,s minbas opinies s dos
eleitores do meu districto ? E onde est
essa opiniao ? Como a conheceram os
nobres deputados ? P^rventora a opinio
dealguns eleitores dj um doj collegios do
meu districto, ou mesmo de todo o dis-
tricto que ea t;nho a honra de represen-
tar, constiiue a opiniSo do Brazil ?...
(Muito bem : apoiados.) Qnando ea pro-
prio tenho ihtereise na lavoura, e at mes-
mo no districto que represento, hei de por
acaso deixar de votar nesta casa, como
mais coaveniente parecer-me a esses mes-
mos interesses s. porqae os meus eleito-
res peosara diversamente ?... Nao, se-
ahores ; eu renegara o meu passado : e
se essa foss a missSo do legislador do
Brazil, eu concordara com os nobres de-
putados, que ea n3o podia representar a
aaejio, porqaa n3o me curvara a semelhan-
te imposic5o 1... Os precedentes de mi-
nha vida protestam contra essa adorac3o
falsa popularidade.
Aqui mesmo, neste recinto, dei prova de
que sei arrostar a impopolaridade quaado
a consciencia me diz qae assim consallo
melhor os interesses do paiz. Refiro-me
questo bancaria que em 1859 tanto agitou
ambas as casas do parlamento, e qae foi
at resol vida por urna mudance de situaco
politica. (Apoiados). Entio tinba ea a ven-
tura de achar-me na maior harmona de
ideas com o meu nobre amigo o digoo
ex-ministro do imperio do gabinete de 16
de julbo, quando, com S. Exc. sostentava o
privilegio de emissSo concedido ao Banco
Coaprehendo, S?. presidente, que a la-
'voura hesite em annoir a algumas dae pro-
cidencias lembradas> porque ellas podem
perturbar as relacoes entre os oroprietanos
e esenvos. relacoes que cmeeae aiod*man-
ler;. mas-nao se daga q;)e a< lavoura nao
quer preparar-se para a sua- proprie rege-
neracao, qpe se op^oe a medidas que de-
vem restituir o crdito e a confiauca dos
ele vatio.'* capitaes empregadoeem taracos es-
gmvos.... (jApoiadcoe n3o apoiados).
posta n3o se compadece com a prudencia o
reflexo que os nobres deput-Jdos recora-
mendam ; e desde qoe o gabi..e;e decan
que a votaco da resposta falla do Ihro
no n9o importar a acceitacSo da so pro*
posta sobre o elemento servil, claro qae
o procedimento dos oobres deputados
urna hostilidad iuexplicavel para com o ga-
binete qae d zem apoiar.
(Ha um aparte).
Essa declarc3o foi moito terminante. O
nobre presidente do conselho a fez do se-
nado, e honiem repilio-a nest casa.
O Su. Visconde do Rk>-Brvnco (presi-
dente do conselho :Apoiado
O Sr. Teixeira Jnior:Eo proprio
que nao acompanbo todas as ideas da pro-
posta, e qoe terei ue votar contra algumas
das soas dispo-ico-ss, nao me jul^o contra-
dictorio vetando pela resposta ao di-curso
da cora (Apoiados e nao apoiados).
Nao era de esperar, Sr. presidente, j
nao divo de amigos d-dieadns, como alias
os nobres deputados protestara ser, mas
mesmo de adversarios declarados- que nao
acceitassem esl ruzoavel dstinecao-entre a
resposta tala do throno e a proposta do
governo sobre o estado servil.
Ijd urna questo grave e transcendente
como a do estado servil no nosso paiz,
indispensavel a maior prudencia na aprecia-
do de qualquer medida ; e os nobre de-
putados Goodemnara o governo por querer
esp-rar a dtscusso dos diversos artigos da
sua pruposU. por neo fazer qnesto de lo
grave aesum-pto j e iinraediasamente r Es-
taro o* nobres dr-pmados lo- repletos de
estados a este respeito qae possam autori-
sar a coodemnaco de todas as disposic5es
;da proposta ?' Estarlo todos os membros
-desta cmara habilitados a prenunciaren)-se
sobre o meresimenlo de cada um dos seu-
artigos e paragrapbos? Se aesim, senho-
res ento nao condemnem a proposta por
ser urna-sorpreza. por ser precipitada, pois
que a opinio sobre este assonapto j est
too amadurecida I ( Apoiados. muito benu )
(O orador nterrompido por mwlos
apartes.)
Debalde, Sr. presidente, eu me tenho es-
forcado para obter a indulgencia dos nobres
deputados na exposico do me pensmen-
t. Sou constantemente iaterrompido, e
lamento que o meu estado de saude nao
rae permita sustentar lo desagradavel lua.
Farei mt um esforcv para continuar.
Nao desejo protelar este debate cuja op-
portunidade est deslocada ( apoiados); e
nSo segoirei o nobre deputado pelo 4 o dis-
tricto em lodos os-argumentos que acaba de
produair. Julgo-me dispensado de faze-lo,
porque son una dos brasileiros que sobre
(lia diversos apartes que iotenrompera o este assumpto- tem-se maoifestado cora> a
orador).
Bssa divergencia o que adica
do Brasi', a estabilidade domeio circulante,
a reivinaicacao do direito de conceder a
emissJo de bilhetes i vista e ao portador,
qoe arbitrariamente exeroia o poder execu-
vo. Masentao, como agora, levantou se
um grande clamor contra o procedimento
daqaelles qae combatan) os abasos do cr-
dito. Representaces, gradde polmica na
imprensa, protestavam coatra o nosso inten-
a conve-
niencia de discutirse e apreciar-3e a pro-
posta do governo afm de ser emendada,
como o cwpo legislativo julgar conteniente.
Nem outra pie ser a conclusSo;: se ninr-
guem quer mantee o estado servil; se a
lavonra, assim como todas as classes da
nossa sociedades deseja que se trate desta
qnestSo; se os proprios nobres deputados
divesgentes queiem legislar sobre este as-
sumpto ; se a divergencia apeMS no mo-
do, enlo para q,ue condemnar antecipada-
mente a idea cuntida na proposte do gower-
do, sem discuss3oe sera aguardar o parecer
da commissSo. recentemente eleita por esta
augusta cmara ? Para que acorocoar a re-
sistencia dos inieressa Jos aceitacao de
medidas saiutares, e cujo bom resultado
depende essencialmente do accordo, an-
nuencia e concurso nao s de todos os io-
teressados como de todos os Brasileiros ?
(Apoiados; muito bom).
Admiron-se o nobre deputado pelo 4*
districto do Ro de Janeiro de qr to pe-
quena resistencia teuha apparecido pro-
posta do governo, e que se limi.asse ella
aos poucos orad iros qoe nesta casa se teem
pronunciado contra as medidas indicadas e
algumas representacoes da lavoura.
Mas eu nao comprehendi, sem duvjda, o
pensamento do nobre deputado. Que ^uira
resistencia quera S. Exc. ? E' verdade que
o nobre depatado nos disse : Em qualquer
outro paiz ter-se-hia levantado a opinio de
toda a naco para castigar to temerario ar-
rojo que ousa abalar esses grandes interes-
ses I O que quer islo dizer ?.
A proposta do governo foi apresenlada
no da 12 deste mez ; apaas algons diasi
sao decorridos e o nobre deputado quera
qoe a uaci se tivesse levantado como um
s homem para castigar quem? Os poderes
constituidos! O governo.e- os representantes
da naco ?... Nao ; eu nao posso nem e-
vo perscruar o pensamento do nobre depu-
tado. (Ap liados).
(Ha muitos apartes),
honrado presidente do conselho j da-
clarou que cesta discussao nao faz questo
da proposli sobre a reforma do estado ser-
vil...
O Sr. Andrade Figueira : J declarou
que faz ; e essa declarado que eu quero
ouvir.
O Sr. Teixeira Jijnwr: Se j ativesse
feito era intil repetida. Mas creio que o
nobre deputado est engalo.
Nao sei se comprehendi mal a declaracao
do honrado presidente do conselho, e nesse
caso peco a S Exc. que me advirla : pare-
ceu-me que disse nao poder deixar de fa-
zer questo da idea capital da proposta
quando se tratasse delta, mas que o voto
dado resposta do discurso da cora nio
importara um compromisso a respeito do
voto que cada um dos membros desta c-
mara tivesse de dar sobre a proposta.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi
denle do conselho) laz signa I allirmativo.
O Sr. Teixeira Jnior :Para que, pois,
essa impacieocia em condemnar a propos-
ta que nem ao menos anda tem a adbeso
da commissao a quem foi affeda ? O nobre
depatado nos disse que esperam-se nume-
rosas representaces, e que dentro de pou-
cos das aqui estaran)...
Q Sr. Andrade Figueira :Est3o ao-
ounciadas. .
O Sr. Teixeira Jnior :Para qae pre-
jnlgar a proposta que contm omitas medi-
das d'entre as quaes os proprios nobres
deputados teem de acceitar algumas ?
Nao ser mesmo ama descorlezia para
com a commissao nomeada e que tem de
dar o seu parecer sobre o merecimeoto
dessa proposta ? Os nobres Suputados di-
zem qoe nao ba estados suficientes sobre
este assumpto, que indispensavel ouvir-se
quelles que mais interessados sao em qual-
quer soluco, entretanto nem a o menos
qoerem esperar essas representares dos
agricultores, que aqui devera ser apresen-
tadas dentro de poucos das I. (Apoiados).
Esta impaciencia, em condemnar a pro-
maior franqueza e sineerida le (apoiados ) ;
a discussao vaga e indeterminada sobre me
didas- to complicadas, como as qae tere-
mos de apreciar qaando discutirmos a pro-
posta, d3o pode ter lugar no debate actual,
cujo carcter todo poltico ~ seria grave
erro e altamente inconveniente esse proce-
dimento. (Staitos (apoiados.)
Nao posso, porm, esquecer me, Sr.'pre-
sidenie, de alguos tpicos do-brilhante dis-
curso do nobre depatado,. porqae elles
vieram abalar as minhas crencas sobpe os
principios do partido conservador...
(O orador troca algans apartes oom o
Sr. Andrade Figueira.)
Alguns dos argumentos do meu illostre
amigo vieram abalar as minhas conviceftes
a respeito dos principios do partido conser-
vador, porque, se o partido conservador
am marco millonario a quem kd cabe a
misso de obstar as reformas e ao progres
so de nossas instituicoe-s, eu enlao estara
Iludido at lioje.
Ea estava convencido, senhores, de qoe
a misso do partido conservador era mais
nobre do que nos descreveu o (Ilustrado
deputado, e peco licen;a para appellar do
seu concedo, recorren lo opinio de um
venerando estadista, cujo nortH pertence
historia, o Sr. marquez de Paran, o pres-
tigioso cbefe desse mesmo partido. Ha 18
annos dizia elle, daquelle lugar (aponiando
para as cadeiras dos Srs. ministros ) : Nao
ha conservarlo sera progresso, nao na pro-
gresso sem melhoramento, ho ha partido
poltico estacionario.. Estas palavras erara
duigidas opposico que se levantava con-
tra o gabinete de que faziam parta dous I-
lustres estadistas que eu tenho o prazer de
ver nrste recinto-----
O Su. Andrade Figueira : Isto nao
oovidade.
O Sr. Teixeira Jnior : Se nao no-
vidade, como dizer-se que a misso do par
tido conservador resistir s reformas ?
O Sr. Andrade Figueira : E' reazir
as reformas opportunamente
O Sr. Teixeira Junijr : Mas a desig-
oaco dessa opporlumdade nao piivilegio
de ninguem.
Um Sr Deputado : A opportaoidada
nSo p le ser imposta pelo gabinete.
O Sr. Teixeira Jnior : Longe de ser
imposta pelo gabinete de 7 de marco, ella
foi reconhecida pelos ministerios que o pre-
cedern). N3o Ihe cabe a responsabilidade
nem o merecimonto de haver designado essa
opportuoidade. Foi um- legado do gabine-
te de 16 de Julho, pois que, como j de-
monstrei, tomou o compromisso de tratar
desta reforma oesta sesso, adherio aoaddi
tivo apresenlado pela opposico do senado...
O Sr. Andrade Figueira : Que cousa
raailo diversa .destajproposta.
O Sr. Teixeira jnior : E' diversa,
porque contm nicamente tres das medi-
das consideradas agora na proposta do go-
verno, mas aquellas medidas se encontram
oesta masma proposla.
O que nos disse o Ilustrado depotado
pelo 3." districto do Rio de Janeiro, que
falln depois do nobre depatado que ini-
ciou este debate ? < Nao podemos aceitar
a propesta do governo, dissenos S. Exc,
porqae regeitamos in limtnc os seguintes
pontos : liberdade para os nascidos desde a
data da lei, peculio sem previo consent-
meato dos propietarias, e a manumisso
forcada.
O que dizia o additivo apresentado no
senado, e ao qual adherio o venerando pre-
sideote do conselho do gabinete de 16 de
julho ? Dispunha que os escravos que por
meio do seu peculio ou por liberalidade de
outrem, ou por contrato de prestago de
futuros ser vicos obtivessem meios para io-
demnisar o seu valor teriam direito perfeito
saa alforria; e, como se nao bastasse o
reconhedmanto deste direito, ainda accres-
centava : E esta (alforria) sendo recusada
pelo senbor, lbe ser outorgada pela auto-
ridade publica.
E' evidente qoe nesta disposiejio esto
comprehendidos o pecnlio, iodependente do
consentimiento dos, proprielarios, e mou-
amsao forcada, ideas estas qne se achara
incluida* na proposta do goveroov Nestes
pontos, portarrto, Dio ha diHerenca ; a
mesma cousa quanto k maoumisso toreada..
O S. Andrade Fst/hra : Nao digo
oaira vea; restricto para cer tos caeos, e
nao to ampio como est na proposta.
O Sr. Ten eir Junkr : As restrieces
do nobre deputado podero achar apoio na
sua imaginario, mas nao na lettr* do addi-
tivo,
O 9. Anbrade FrocmRA: jDfr n-
mif non curaf pretor.
O Sp. Teixeira Jnior:Os nobres de-
putados divergentes que respondam a V.
Exc. porque que fazem questo da ma-
numisso forcada. Pela minha parte e
tambera nao a aceito actualmente seno-para
manter a ioterridade da famia-.
(Ha om aparte.) *
O Sr. conselbeiro Nabuco, autor do ad-
ditivo apresentado no1 senado, nm- dos ros-
sos mais distinctos jurisconsultos e abalsedo
estadista, ex-plicn iodo o alcance daquelle,
seu additivo, qne em verdade mais adiao-
tado do qoe o projecto da comraisso espe-
cial'do anno passado, no qual se faz depen-
dente do consentimento dos proprietarios,
ho s o pe julio como a manumisso. Nao
posso, pqjsr admittir qoe os nobres depo-
lajos pret-ndam explicar melbor essa dis-
posico do qpe 0 sen proprio autor.
Quaolo opportuoidade, nao foi s este
faci que ravelou o pensamento do gabinete
de 16 de jnlbo. foi especialmente a decla-
racao que lizt rain os seus membros de qae
em maio deste ana > se oceupariam de tal
questo.
OSi Aorase Figue-jba :O* gabinete
de 10 de julbo nao est em discassao.
O Sr. TeixeH!\ Jnior;:Trato de inda-
gar quem determinou a opportunidade desta
reforma ; e tendo o nobre deputado procu-
rado as opinies de divers-is membros desta
casa para combater essa opportuoidade, pa-
rece-me...
OSr. A.ndradb Figursra ::Fei procu-
rar as opinies dos ministros.
O Sn. Teixerva Ju.Niofc::... qne posso
lambem procurar as opinies de outros es-
tadistas, e especialmente a do gabinete a
que pertenceu O'honrado Sr. presidente do
conselho e o nobre depatado qne inicios
esta discussao.
A samara ouvio a demonstrarlo que fiz
a este respeito, e a analyse da couu ;ia que
leve o-gabinete d 16 de jolbo perante o
senado,, oode a Ilustre opposico prevale-
ceu-se desse notavel iocideote par a assigaa-
lar um dos seos melbores triomphos...
O Sr. Andraoe Fiueira :Ora, por
cerlo. A oppoeigao cortejava enlao, bavia
de ser um espectculo lindo.
O Sr. TEixea Jnior .Uta. outro ar-
gumento explorado por todos os nobres
depaiados que o estado est abalado em
todos os seus fundamentos; a propriedade
agrcola est sob a psesso do terror ; a
principal industria do qm, e om eta a ri-
queza publica,, ameacadas de completa rui-
na ; e tudo isso por causa da proposta apre-
senlada. pelo governo f
Longe, porm, de attribuir essa deplora-
ravel situaco proposta do governo, ea
attriboo incerteza em qoe se acham os le-
gtimos interesses da riquea publica desde-
que tornou-se convicco geral que a escra-
vido. apezar das suas profundas raizes na
sociedade brasileira, nm cancro que nrgt
extirpar porqae elle embaraca a prospen-
dade do paiz, o seu progresso moral e in-
dustrial. Admittida esta convice2o por to-
dos nos que somos interessados na pruden-
te soluco de to grave difflcullade, na-
tural que a lavoura, mais ainda do que* as
nutras classes da sociedade, receie qpe a
questo de emancipacaj possa tomar urna
marcha inconveniente e supplantar os gran-
des interesses que todos queremos .ncautelar,
se nao pdennos dirigir, regular e moderar
o seu desenvolvimnlo, de modo qne nao
tenhamos de soffrer as fataes consequencias
da inercia ou imprudencia. Ha nesses ex
iremos um meio termo, que nos indica
nico caminho possivel.
Debalde os nobres deputados ameacam
o paiz com terriveis desgracas derivadas da
proposta do governo. Respondem-lbes 03
exemplos alheios, demonstrando que malo-
res desgracas-iroduzio em todos os paizes
a inercia e o arnamehto de urna prudente a
opporluna deciso.
A;ora mesmo, o que estamos presencian-
do nesta cmara ?
Na sesso passada ama commissao apr-
sente um projecto, coja discussao nao foi
promovida,, porqae entendeu-se que as me-
didas que iniciou erara inopporlunas e de-
viam ser a-liad is; nesta sesso apresentar
se urna proposta do poder execolivo moito
mais adiaotada do que aqaelle projecto, e
em face de to significativo exemplo ainda
se pretende protelar este assumpto 1
A importante modificaco occorrida as
convieces dos membros desta cmara du-
rarle o curto periodo de oito mozes, prova
a urgencia de regular-se o desenvolv ment
desta idea, para que elle nao exceda os li-
mites que os interesses pblicos exigem.
Essa modificar 1 em nossas opinies, qoe
me* parecen pretenderse censurar, eo a ex-
plico pela gravidade do assumpto, pela sin-
cera dedicarlo e lealdade dos representan-
tes da naco, que nao podem nem devem
em urna qnesto desta natureza oppftr-se
influencia que sobre seu espirito exerce*o
estudo da nossa situaco. "
f

\



1

4




Nao nos Iludamos, senhores; com as
nossas palavras poderemos Iludir o paiz, e
isso ser um grande mal. Qualquer qne
seja o modo por qoe prepararmos a rege-
neradlo do nosso foturo, havemos de soffrer
maior on menor abalo, segundo a maior oa
menor efficacia das medidas que se adop-
taren).
Quando a sociedade se acbou tSo profun-
damente contaminada pelo cancro da escra-
vido que ha tres scalos corroe as suas
insiituicoes, identiQca-se com a riqueza pu-
blica e particular e vicia todas as relacoes;
nao possivel qne a grave e diflicil opera- .
cao da regenerac i social se realizo sem
qoe a sociedade se sujeite s dores de saa
cura
O phenomeno que se observa no corpo
humano o mesmo qae se observa 00 cor-
po social. Suscitai. senhores, as medidas
que o vosso patriotismo possa suggerir-vos :
nenhum remedio encontrareis, qae possa
ser agradavel, qae nao tenha inconvenientes
para os interesses da actaalidade.
(Continum^u-lm
I_____________________ 7
? Q 04f\fQ-nUA \te PUQV8 I wifJSf.
*

.
'


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