Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12423


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Full Text
i.'
ASNO XLVII. NUMERO 147
Por Itm mezes adiantadc ................ Cor seis dito* dem ............... 42)1000
*'nr ata atino detn.. ... .......... .. 840000
vGaia muawo avauo................. / 320

v


5ABBAD0 i DE JULHO DE 1871.
FABA DUTBO S JOBA DA PH07HCIA.

tre.fflMeMdiat^o|.. ,...............* 6f7M
^It"^................... |3*
_ ve ditos dem .
auno dem '.
*:

Propriedade de Manoel Figueira de Fa
'" --------"
'


A A4.KWE* :
Goo?a!ves & Pinto, no MaraahSo ; Joaqaim Jos de Oveira d Fillio, no Cear ; Antonio de Lemos Braga; uo araeatj ; Joao Mana
Ol Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para
Pereira d'Almeida, em Mamangaape Felippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bak&>, em Santo Antlo;


PARTE OmCIAL.
(.overno da proviacia.
, no Ass ; Antonio Margues da Silva, no Natal; Jote
Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Affniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em AJagoai; Dr. Jos Martina Alws, na Baha; e Leite, Serqdinho i C. no Rio dJaneiro.

""V
ae
EXPEDIENTE DO DA 12 DE JU.NHO Di: 1871.
Acto :
O vice-presidente da provincia, attendendo ao
que Ihe requeren Franci-eo Amancio da Silva,
profesar publico de instrueco primaria da po-
voacao da Lapa do termo de (tamb e tendo em
vista a informado do direct>r g*ral interino da
instrueco publica, msolve de c informidad* ooo>
o art. 25 da lei o. .'98 do 17 d>; maio de 1864, re-
raove-lo daquella cadeira par*a a do I:ir >r denumi-
ud > do J iDa, creada pela le D '.<'> J de 22 de
oiio do correte anno.Expedirn) se as osees-
sartas eomraunicacdes.
Offleios :
Ao presidente do tribunal do coramsrcio
transmiti 11, em observancia do aviso d minis-
terio di j.i'iii;' de 14 do correle, copia r.enda de 31 do maio1 ultimo, que resoive a duvi-
daopposta por esse tribunal acerca do sello pro-
porcional en exemplares de contratos e disiratos
de sociedades "comnierciaes.
A coroo-1 eoramaodante da arma, diz^n-
d) que, para k presidencia poder dar execucao ao
dispoto oo avis do miaisterio da guerra de 13 do
correute, faz-se preciso, qne indique as necesa-
rias medidas para a organsado eom urgeocia, de
conformidad* com o decreto o. 4572, de 12 de
agosto de 1870, doscorpos e companhias de guar-
nido-
Ao inspector da thesouraria de l'azen la au-
^risanio o nos termos de sua informado, a man-
daVadianlar ao :apit:io di corpo de engentieiros,
ullimaraeote promovido, Chrisoluo Ferreira de Cas-
tro Ulive, tres mezes de sold para ser-Ihe des-
cuntido pela 5' par" nos termos da lei a. 314, de
28 de outubr > de 1848.
Ao mesmo, commuuicaodo, para os flns con-
venientes, haver o consol da confederac Norto-
Alleral*, W. olio, declarado qae encarregara da
gereneia do mesmo consulado, durante a yiagem
que vai fazer a Europa, a Pedro Borstelmans. vi-
inunicaces.
Ao mesmo inteirandoo d qae pelo juiz de
direito da comarca de Santo. Abj, tora condem-
uado o carcereiro da adeia da cidade da iclo-
ria, Antonia Baptista Correia Nunes, no mnimo
Jas penas do art. 125, 2* parte, combinado com
0$ arts. 549 e 154 do cdigo penal.
Ao mesmo designando os professores Anto-
nio Rufino de Andrade Luna, Simplicio da Croz
Ritoeiro e padre Francisco Joao de Azevedo, para
examinaren) no concurso que se vai proceder
bo dia 26 do torrente, para preenchimcn'.o das va-
gas de praticantes des.-a thesouraria e da alfaode-
ga, sendo o primeiro em leiturae aoalysergrammv
tieal, o 2* em ortigraphia, e o 3o em aritheroetica.
Communicou-se ao director geral interino da
instrueco publica para fazer coDstar aos profes-
ar es.
Ao da thesouraria provincial, para mandar
adiantar quatro datas de sold, a contar de 21
ieste mez, a 13 pravas d) cirpo do polica, inclu-
sive ura sargento, que seguetu para 5 term> do
Bonito conduzindo criminosos que vao alli res-
ponder ao jnry.Coininunicou-se ao commandan-
te do corpo.
Ao t)r. ebefe de polica, afim de que mfjrme
o que coastar, relativamente a Fioripes Ferreira
de Jess, que se acha preso na ca9a de deten
sao.
Ao inspector da alfindega. recomendando
a expedicao das onvenient''S ordeos, para qu*, de
acord com o capiiaj do porto, sejam deiembar-
cados da barca ingleza Salterbeck, que acaba de
cheg.tr, os materaes de am pharol, desiioado a
provincia do llio Grand-1 do Norie.Offlciou-se nes-
ut sentid > ao capito do porto.
Ao inpeei >r do arsenal de marioha decla-
ran It.qu.-, segundo cousta de aviso do ministerio
da marmha de !) do correte, o goveroo imperial
,i provideociou acerca di subitiiaijao do machi-
Dista, incumbid i de apparelhar as dragas, que se
acham ne*se arsenal, viadas da lioropa, e breve-
i o Hile res il vera sobre o emprego las mesmas.
Ai engeoh'tro llstal da es'.rada, de ferro do
ItdClfa a Caxanp, aecu-ando a rec-'pga? do offlcfb
em que participen haver utor provisoria no da 24 do correnl- da par!' dn juet-
11 t>trada entre Aplpuco* o Caxaoga, eo na solici-
loa o respectivo gerente, e declarando era respai-
la que ple entregar ao transito publico essa par-
te da estrada, logo que receber a competente cero-
inuoicacao do gerente.
Ao juiz municipal da prime.ra varaMtrans-
miUindO oara os fin convenientes, a guia d;.sen-
tenciado Joao Gonc.alv.-s de Oliveira, qae se acha
A i toque de fogo, lado pelas grejas na forma
das instruccoes em vigor, os referidos corpos
formaco inmediatamente em suas paradas, e ahi
cada am fazendo marchar um piquete de 25 pra-
cas, sob o commaodo de um oliial para o lugar
do locadio a aprsentar-se a autoridade policial,
que se achar presente, e de qu-.n receber as pre-
ouis ordens; se conservarao formadas mandando
ros ajudantes secretaria do commando superior
dar parje do que houver occorrido, e receber as
ordens qu por ventura tenhara de Ihes ser (rans-
raittida*.
Apenas as mesmas igrejas derem o signa) de
acabituento do inceodio, se nao tiverem os senbo-
res commandaote recebid ordem em contrario
poderao debandar.
Ao Sr. ajadante de orlens de semana compete
t as paradas dos corpos, e dar parte ao comman
dante superior do que as mesmas encontrar.
Rodolpho Jodo Barata de lmelia,
Coronel chele interino do eslado-maior.
^gXOStOJS^i^JS^^^i'Vsriss s
Has-Ger*es.
Portaras :
Coucedendo licenca a Pacas l C para re-
metterem com destino ao presidio de Fernando de
N ironha no primeiro vapor da ompauhia Per-
nambucana que para alli seguir, os geoeros cons-
umes da inclusa relacji. Iga! miUalis mitn-
dis, acerca de Matheus Peroaadea Pereira.
Aos ageote da companhia brasil-ira de pa-
quetes mandando dar transporte oara o Para, por
e 'Uta do ministerio da guerra no vapor Arinos,
a menor, li ha 'do brigadeiro Manoel da Cuuha
Wanderley Lin?,eommanda!ite das armas daquel-
.a provincia.
Aos mesmo? para darera transportes at a
provincia do Para, ao lente reformado do exer-
dto Jjs Vieira de Souza Guede*, que sendo pas-
sageiro do Cruzeiro -4^ Su, deixou de seguir o
neu destino por desarraojo do mesmo vapor.
Despachos.
Fernandi na "Palatina da Silva.Entregae-se me-
diante recibo.
Francisco Amanlo da Silva.Passe portara re-
movendo o suppltcaato para a cadeira do lugar
denominado Jang, creada pslale n. 990 de 2 de
maio do crreme aooo.
Ignez de Sonza Ferreira de Lacerda.Concedo
o praso de 20 diasT
Jos Gon^alves de Oliveira. D-se por cei-
dlo.
Manoel Dial de Toledo Jnior.Entregese o
documento, rnente mediante recibo.
Vicente Umbelino Cavalcante de Albaqaerque.
Batregae-se, passanlo recibo.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OffiCiOS :
' Ao capito do porto declarando, Dar os los
vwcvenientes, haver a presidencia, por despacho
oeaia tlata concedido ao recrata Uanoel Jos de
Souza o prazo de 20 das para provar isencao.
Aos agentes da companhia Brasileira de pa-
quetes, dizendo que podem fazer seguir para os
partos do norte o vapor Alios, aounbia a hora
mdieada em sen offlcio.
t'oatmando superior.
UARTEL 00 COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIPE, 30 DE
II.'NHO DE 1874.
Ordem do dia n. 23.
O lllm. Sr. cocoael eommandante superior, mai-
ds declranos senbores eommaodantes dos corpos
| da artilharia, 4*. 2* 3* de infamara, qae em
occasio
Uinte i
PERNAMBCO.
ASSEMBLSA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 10 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO Sil. DR. AGUIA.R.
Vi iHia da feita a chamada acham-se presen-
tes os Srs. Antonio Paulino, Gss Cavalcante, Cu-
nta Cavalcante, Joaquim de Mello Reg, H. Ma-
m*de, Felippe de Pigueira, Pedro Alfonso, Ratis
e Silva, Vieira de Aranjo, Barros Reg >, Tolentioo
de Carvalbo, Ernesto Vieira, Ribeiro Vianna, Fer-
reira de Aguiar, Teixeira de S, Peroambuco Fi-
lboOiveira Andrade, Cohha e Pigueiredo, Bar-
ros Wanderiev, G. de Drqmmond, Correa de Afau-
jo, Oliveira Fonseca, Pinto Jnior, Firmino de No-
vaes, Eduardo de Oliveira, Rufino de Almeida,
Ignacio. Joaquim, Gusmao Lobo e Paes Brrelo,
Abre-se a sessao, lila e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. 1* secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE ',
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia commu-
nicando que o Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia por portara desta data resolvea prorogar
at o dia 20 do correte a preseute sesso da as-
sembla Inteirada.
Peticoes:
De Sebastiao Jos da C isla- Trigueiio, escrivo
da collectona provincial de Goyanna, pedindo que
na lea do orcamento se eleve a 8 por cento a sua
porcentagea. A' commisso de fazenda e orna-
mento.
Da sociedado Amor Beneficencia dos Taja-
dores de Carne* Verdes, pedindo ama providen-
cia j-.ontra o exercicio'de escravos naquella pro-
lissx A' commisso de legislaco.
Parecer :
E' li jo e approvado o seguinte
A commisso de negedos de cmaras niuoi-
cipaes para dar seu parecer sobre a petico dos
proprietarioi de padarias e refiuarias existente
esta cidade, requer que pelos cauaes competen-
tes saja ouvida a cmara municipal desta cidade
sobre o requerido pelos supplicantes. Sala das
Gommissoes 9 de maio de 1871 Pinto jnior.
Antonio Paulino.Huiros Wanderley.
Projectos :
Sfu julgadoj objectos de deliberacao e maulla-
dos imprimir os seguinles :
t A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Artigo uni. Ficam approvadas as postu-
ras da cmara municipal da tilla do Petrolina.
Saladas ciramis.-ois era 10 de maio de 1871.
i4nfont'o Paulino Pinto Jnior.
t A assembla legislativa provincial de l'ernam-
buco resolve :
t Artigo uuico.Ficam apprjvadas as postura?
da cmara maoicip il da villa de S. Bento. Sala
das comraisjoes em 10 de m^io de 1871. Anfoiio
Paulino.Pinto Jnior.
o A commisso de agrcultura, coramercio e
obras publicas, quera foi presente a pe'.ico de
Sbmili? & C*. que solicitou a conessao de ura
privilegio pir 10 annas para elles usarera e
applicarem un novo systeraa de assentamenta de
laxas e c 'nstruci^o d firualhas para engennos Je
asiu:ar. syste'ua por *-!ias ioventulo ; conside-
rando qu a Cmnitiicji) do Imwrio garante pri-
vilegio aos inventores e introductores de melh>
ramentos uteis era qualqaer ramo de industria,
caso om que se acham js peticionarios ; e atten-
dendo que o invento dos referidos peticionarios
de muito alcance e econmico para a industria
fahnl do assucar, que elle sem duvda vai dar
aotavel incremento ;- de parecer que seja deferi-
!$i
qu
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Artigo nico.Fica concedido ura privilegio,
pelo espaco de 10 annos Shmaltz 4 C'., para s
elles po.lerera uar e assentar um systema de ta-
xas para engeahos de assucar, de. soa inven'Qo,
nesta provincias Revogadas a- di contrario. Sala das commjssoes, 10 de maio de
1871.Felippe de Figueiroa FanaAntonio Pau-
lino.
A assesbla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Artigo unico. Metade da qnota votada por
esta assembla por forri da lei n. 885 de J869
para a liberiaco de crangas, ser applicada a
ereacao do institua de edu-andps qae se preten-
de estabeleeer nesta cidade. Revogadas as d*po-
sigdes era contrario. P. A/Jonso.J. de Mello
Reg.
Requerimento
E' approvado o seguinte :
c Requeremos que esta assembla nomei urna
commisso permanente de tres raembros para dar
parecer, durante o intervallc da sesso, acercada
conveniencia e po>sibiiidade do estabelecimento
de novas bases para a dstribnicio dos impostos
provnCiaes e a/recadacao dos mesmo*.P. Alfon-
so.J. de Mello Rego.l. J. de Sousa Leao. '
Posto votos o requerimento approvado.
O SR. PEDRO AFFONSO propoe que a noraea-
cao da commisso seja commettida ao Sr. presi-
dente, o qual approvado.
ORDEM DO DIA.
2* discusso das emendas offerecidas ao pro-
Seto n. 81 deste anno tornando extensiva aos pro-
ssores de instrueco secundaria a di-posicao da
lei que manda dar ama gralifieaco aos professo-
res de instruyelo primaria que tendo completado
o lempo de servico coanaarem no magisterio.
Sio approvadas as emendas.
2' discaiso das emendas offerecidas em '!' ao
projeeto n* 37 deste anno que antorisa o presi-
dente da provincia a conceder licencia com ven-
cimentos a diversos empregados. Depois de al-
gamas consideraoSes do Srs. Gorrl de Araujo
e F. de Figaeirda, sao as rnenlas approvadas.
3a dUcassio do projeeto n. 54 deste aaao con-
cedendo ama lotera de canto e vinte contos a
a'soclacao Minte-pia Popular Peraambucano.E'
approvado.
Contin?. a 2* discassSo-da art. 18 do orcamen-
to provincial.
Q SR. GSMO LOBO 1* fjererio); Sr.
'(>residente, nao tive o prazer, e neokmra dos no-
de fazenda o sea impenetravel pensamento sobre
as verdadeiras mulilacoes qne ameacam amas
desigarar, e oatras j desflguraram o projeeto do
orcamento. Este injustificavel silencio sobre as-
-impos importantes, nao o potso eu tradazir si-
nao como o resultado da conviccao levada ao
animo da nobre commisso da necssidade de
abandonar o sea trabilho aos graves reparos que.
o exame de seu systema acmselha.
Nem se pode suppor que, fustamente possaida
da importancia de sai mrsso, deserte a nobre
commisso o sea posto de honra e 4a confjenca no
momento em que se revelan) claras tendencias de
retocar profundamente -tJrUP^t ' que ella julgou de bom%vrotlnjStkr dqe l-
timos orcamentos para o actual projeeto.
Propondo a reduccao de 3 ,/ sobre a laxa, de
5 V com qae a nobre commisso pretende tri*"-
laroalgodao exportado, nao tronxe para "
umbideia minha. Si a gura mrito tein as ^mi^
nb observares, que ellas tradozera nm*w-
dajieira aspiraco das elasses prximamente in-
Bsadas no movimento da produccao.
Muito antes de ser olTerecido o projeeto o or-
ea uenlo, urna corporacio por manos titalos res-
peitavel se hava dirigido ao poder legislativo pro-
vincial para reclamar, em nome 'dos mais graves
interesses da lavoura e do commeroio, contra o
systema oppressor das laxas de exportacao. Lar-
gamente motivada, esta represen'.a gao foi manda-
da nobre commissa para a attender naqaillo
qae podesse de nos depender; entretanto a no-
bre commissa guardn-a em sua pasta, como
c 'usa intil e indifferenle falo apoiados).
O qae certo, qae nennuma das providencias
reclamadas pela soilicita associa^o commercial
benefiesnie nos foi proposta.
Foi una dellas a reduccao doa diretos. Mas,
a nobre eoramissa manteve-os inalterados, desat-
tendendo por'este modo ao justo reclamo de ama
ootavel eorporaco qne legitimo interprete dos
interesses commerciaes. Eis aqu, Sr. presidenta,
ama das razdes pelas qaaes o espirito de asso*
ciac i to pouco se presta em nosso paiz ajudar
a accao dos poderes pblicos.
Urna benemrita associacao qae, .tantas vetes,
se tem collocado a frente de nobres movimentos,
e que est muito as coniieoes de ser um pode-
roso auxiliar da accao governamental, reclama por
medidas que Ihe parecem iadispsosaveis pro-
dcelo, e por toda resposta tem am silencio at
descortez (nao apoiados);
Ponho de parte outros assamptos de qae trata a
pipreseniacu para, anda, oceupar-me da redc-
elo dos direitos.
Peuso que, as actuaos crcumsunciai da agri-
cultura, esta ama medida qae nao pode ser
adiada.
Sei, Sr. presidente, q ie nao por ama simples
redcelo da taxa provincial sobre a exportacao
que podemos preparar a industria agrcola ura
futuro desassoinbfado. Sei qne outros e mais
onerosos encargos a tributam; e talvez o raaior
dalles a falta de estradas (muitos apoiados), que
permitan) ao prodaetor nao ver desapreciado em
qnasi metade peto oreen da conduceio o valor d >s
seu s productos. (Muito bemi.
Mas, isto urna razo para que o Imposto seja
raaolido inalteravel? Nao seria accumalar urna
a outras difflculdades ? E' sobre productos j de-
preciados pelo casto do frete, depreciados em me-
tade u quasi metade do seu velor, qae compre
laucar duras Imposicfes ?
Este systema oppressor, iniquo. Que nos
importa urna boa receita si a vamos pedir bolea
de cootribuintes que a nao podem pagar sem sa
crlcio ? Quaoto menas fdr diminuido o capital
agrcola, menos se prodazir e menos se arreca-
dar em annos vindouros.
O orcamento deve ter vistas largas, estender as
suas previsoes alm do exercicio para que decreta
os meios (apoiados). Si o plano da actual prujec
lo a voluntar cora qualquer casto a receita, sem
atteneo aos iuteresses que pode comprometter,
na la mais fcil do que chegar a nm mentiroso
equilibrio pela exagerafo dos impostos.
Um Sr. Deputado :Quem quer istof
O Sn. Gusmao Lobo :Querera-no todoj aqaelles
qbe nao medem o alcance da imposico ; que o
decretam hoje no mesmo grao em que a decreta
rara quandoo producto obtinhi precos, tres e qna
tro vezes superiores aos da cotacao aclnal.
Oas^rvei hdntem que, por urna verdadeira ano-
mala, por um erro que qualiico de grosseiro, o
algodaoo mais trioutado dos nossos productos. Em
quanto respeito de todos os outros oscilla a im-
posico de 3 4 %, est o algodao sujeto urna
taxa quasi aproximada 6 %.
E', entreunto, este ramo da lavoura o que est
sabidamente em condicoes mais desvaniajosas. Alm
de atravessar neste momento urna verdadeira crise,
vendo descer bruscameute os seus productos a
precos nfimos, as distancia e a falta de transpor-
tes sao para urna grande parle da zona algodoeira
da provincia um foroi:davel obstculo este ramo
de grande agricultura.
Sabe-3e que o algolo emgrande parte culti-
vado tongas distancias da capital. Era alguna
ugares, estou informado que se d am fardo de
algodao por oatro qae se coaduza ao mercado,
viudo por este modo o producto ficar depreciado
em 50 % de seu valor.
Mas, oo quero ser havMo por exagerado, toman-
do por base esta proporco.
Avahado em 6*500 o prego de uma arroba de
algodao, produz urna carga de 10 arrobas. 48*000
Deduzindo o frete que eslimo em..... -255000
vidade
dobrou
tara coi
5>s
Temos am saldo de rs 40*000
para o agricultor.
Sobre o producto bruto de 65*, o actual systema
de impostos geraes e provfnciaes extrahe 9*836. Isto
verfiea-se pela seguinte demonstrado :
Direitos geraes.
9 /. obre 65*..................... 5*850
Direitos provinciaes.
5 /o sobre 654..................... 3*250
3 % sobre 3*250 com applicacao ao
asylo de mendicidade............. 96
320 rs. por sacca.................. 940
Rs.
9*836
de signal de incendio se observe o se-1 tres autores das emendas qne foram mandada-
O que equivale 24X % sobre 40*, pois esta
qnantia a que toca ao productor, salvo o caito da
condcelo.-
Ora, nao mais qae doloroso, nao urna Verda-
deira iniquidade que o estado e a provincia raco-
Ihara aos seus cofres cerca de 10,1 por Utf que
obtem o productor do algodao? Qual A> aminores,
a industria assim tributada
Em outro lempo, quando a tarifa dos precos ex
ceuia em muito s esperanzas do productor, e o
sea trabalho poda ser altamente remunerado, esta
proporco do imposto era toleravel sem sacrifi-
cio. O qae hoje se vende a preco medio de 6*500,
7*,ou pouciTmais, obtoba entio 18*, 19* e 20*,
e mais do que isto em alguns mezes.
Ento, poda o prodaetor supportar todos os en-
cargos. Mesmo era justo que o imposto nao flcasse
estacionario perante ama semelhaote alca dos pre-
cos. Mas hoje, qae a cotacao toca ao sea estado
normal, hoje qae os precos mal podem bastar para
remunerar parcamente o trabalho, nenhuma ra-
zio pode aconselbar este cruel systema de laxa
de exportacao (apoiados).
Vem ponto advertir qae nenhuma fundad', es-
peranea preaonuncia memores precos do algo-
dao. As causas qae podaron, eleva-los ros ulti-
ram de aduar sobre os mercados europeas, onde
o nosso Jhgpdao, devtdameote apreciado pela- soa
qualidade, seffre a competencia de productos simi-
lares do mundo iuieiro. .
Kstaa-ijnsas sao eonbecidas era si e em seas
effeitoi. ^A saspensio do trabalho ao sol dos Es-
tados-Unidos e a depreciarlo dinossamoeda ll-
duciariwbram os dous factos econmicos qae
produiipa.alca imprevista dos precos do algo-
(Jnao diversa- sao as eondiepes de hoje? A acli-
"Ticola 4 repoWiea norte-americana re-
energa*; os campos qne a guerra devis-
m-se de producto*; os niihdes de bra-
gados da lavoura votver"-se para o
ra impacienai'febril; as communica-
lecera-se; o* carainios de ferro multi-
tud a ama vida nova resurge do mon-
de rubus qne a' guerra accumula-
eu> 4.500,000'balas de algodao, a co-
_ dhs Esud-jwdas excede todas as
previsoes. < Eis aqu como una robojta orgaoisa-
Cl> sosial sabe tirai-se das ditliculdad.
Por notfa parte, rehabUila-se o vHor da nossa
moeda cnrti o movimento ascendente do cambio. Os-
cllando ajare 24 23 d. por 1*, a rai*da brasilei-
ra vale pouco menos para as pracas nropsas qne
o sea valor fiduciario.
Neunuma razo pode fazer sperar qae estas
con Jiroej se modifiqem. Is'em o devemos dse-
jar. (Apelados).
Insisto em um ponto qae bontem deixei deraons
irado. E qne o nosso algodao, tributado como es-
la, lutaado a braco com a difficuldade dos traas-
portes, nao ple supporlar a competencia qae nos
grandes marcados Ihe offerecem productos*simila-
res de oulras procedencias.
Un Su. Diputado :Mas nao aponloa anda a
verdadeira causa.
O Sn. Gcsji.ui LnBQtjrRecordei que os Esta -
dos- Uaidoi, grandevprodactor de algodao, nao o
tributam de nenhujf modo. E entretanto, a act-
yidade agrcola ten alli os mais abundantes meios
soa disposieo; instrumentos aperfeieoados, ma-
chinas, abundancia de bracos, dinheiro pequeo
jaro, e robre tado isto, e pnmeira das vaotagens,
extrema facilidade nos transportes, transporte
preco resumidsimo.
A casa, tara guardado em memoria a demonstra
cao qne copiei de um importante trabalho sobre
este assampto com fldelidade .-rnenle comparavel
aquella com qae a nobre commisso copiou o
orcamento votado no ultimo aooo.
Um Sr. Diputado : Mas colorio maitooqua-
dro.
O Sr. Gusmao Lobo :Evitaulo repetir essa de-
monstrado, espero' qae ella teaha merecido a
mais seria alinelo da honrada commisso de fa-,
zenda, qae sappoaho sinceramente interessada peta
prospendade da provincia.
OS. Isnacio Joaquim :Sappe hoje.
O Sr. Gusmao Lobo : N.i i o supponho hoje;
sempre acreditei que em cada um dos membros da
uebra eommisalo tear*>pro*vineia um dedicado re-
presentante Je seas joteresses. O sincero ipoio qae
'or vezes, tenho prestado nobre commisso, es-
nado sempre seo lado por bem da rednec) das
despezas, revela a coofianca, qao 8S saas lazes me
inspirara. Em nenhuma de mlnbas palavras ple
ser vista a intenco de prejudicar os elevados cr-
ditos da honrada commisso de fazenda.
Mas o muito respeito que consagr aos Ilustres
autores do projeeto nao pode oppdr-se i que me
declare irreconciliavelmeote apartado de suas vis-
las, tocante ao seu systema de imposcoes.
Esta explicado dada, Sr. presilente,, seja-me
perrailtido continuar no qne me parece ser a de-
feza dos mais importantes interesses da lavoura e
comraercio.
Eu procurava demiaslrar que numerosas can-
sas collocam o prod -ctor americano era coodicas
superiores as {o prodaetor brasileiro. Deixaodo de
parte todas as outras, lembro anda urna vez que
nao se c rahecen) mais nos Estados-Unidos as la-
xas de exportacao.
Pois quando o nos^o temeroso competidor assim
procede, sentando de direitos a sua opulenta agri-
cultura, que devemos vitar una simples reduc-
cao para um ramo da nossa'lavoara que desfalle-
ce a olhos vistos, oberala de encargos, privada de
meios, condeinnada a viver de renovados sacrifi-
cios?
E" nobre commisso que quero encaminhar as
minbas observares. Peco-Ihe com a mais viva
instancia que nao seja iaiifferents sorte de urna
fecunda industria, de que tanto proveito ple o
paiz esperar.
O Sr. Ignacio'Joaquim .Deve pedir assem-
bla e nao cmmi>sa.
0 Sr. GfSMo'Loiio: A assembla julgar em
ultima in-tancia; mas o concurso da nobre com-
misso poderia ler muito til idea, seria mesmo
decisivo.
Um Sr. Deputado : Depols de fazer as pazes ?
O.Sa. GusmO Lobo : Ests estaofeitas; nem
a iotenco de uterromper os respeitos
de qae a sobre commisso ere-
dora.
O Sr. Olivbba Fonseca : -Quera legisla, nao
a commisso.
O-Sr. Gusmao Lobo :Pensei que legislava; (ico
sabendo agora qae oi legisla.
O Sr. Olivehu Fonseca : Pensoa mal, nem
ser a anica eoasa em que se ingane.
O Sr. Gusmo'Lobo :Espero agora que, pazes
fe i tas, nao i-nha escrpulo a nobrj commisso de
acolher benignamente a idea da redcelo, qae a
emenda consagra. Ella prestara assim um rele-
vante servico que a far justamente credora da
gratido puohea. .
Ficam nisto as minbas esperaneas, as minhas
mais lisongeiras asperangas. A pahvra da nobre
commisso tem e deve ter merecida influencia em
assnrapto to de soa competencia.
Mas em quaoto a honrada commisso nao se
pronuncia, nao me ser levado mal que insista
em minhas instancias.
Nao smenie da America do Norte qne nos
vem uma esmacadora competencia. A India en-
trecortada por caminbos de ferro que'lhe permit-
tem a mas prompta circulad dos seas productos.
E assim qae os mereados enropeus veem alar-
gar-se a classe dos seus cootriburates, graras ao
impulso qae por toda -parte volve para a callara
do algodao a mais impaciente actividade.
O deposito do algodao era Liverpool era em 21
de abril ultimo de 923,590 balas contra 483,730 na
mesraa data em 1870. O algodao em viagem ac-
tualmente de 517,000 balas contra 327,000 em
igual periodo do anno passado.
Estes dados convencen) que a prodoedo do al-
godao eresce dia por dia. Ora, sabendo-se que
a demanda do genero qae motiva a alca dos pro-
cos, nada faa esperar qae a actual colado possa
meihorar oara o productor.
Estas tantas razdes, Sr. presidente, por mais
desalineadas que tenhimsldo expostas, devera ca-
lar no animo da honrada commisso pira que re-
considere uesta parte o plano do orcamento.
Nao leve mal qne Ibe indique estes dados. q|e
ella mostra nao ter consonado.
desta diseasso que oo soa seno o orgam ineor-1 |0gramo de assucar braneo e de 2*400 por on^
recto (nao apoiados) de ideas que nao sao minhas-, tro9 tao,os 6 assucar mascavadot
de iemonstracoes qae andaram na imprensa... (Ha am aparte)
O Sr. OiivBiRA Pmsbc* :-Os eelndos estavam, 0 Sk. Gusmao LoBft^-AttendHfc esta divers-
teitos; tinham vindo a casa om a representado dadt de preC09 qut eOTrespondetv i qaalidadw
da Assocucao Commercial. do gero, injusto qw um s e o OMMano imposto
if Sr. bosMAO Lobo :O que que o nobre de- i-eeaM sobre ella
Pn_ud.-^er"? Ptn9a 1Qe a9P'ro a noDr* de am!' I Bar Sr. Datado :-Pruna o mesmo pan o
iftvenjio.?
NoVme tenho feito reno o interprete de ura
verdadeiro clamor das elasses inieressadas no mo-
aljoSo qoe tem diversas sortes.
0: Sr. 6usm1> Lobo :-0 algodc paga S por
cellp sobre o valor ; ni tributado segando a
viniente da prodoceao, clamor qoe lera por orgara. qBiidad Nao assim o as,ocar que paga se-
respeuavel urna eorporaco altamente coltoeada saoa a ^^n^,, imputada a taxa de ris
O Sn. Outeiba Fonseca :-Hontem nao falln por kiiograramo. V eontra esla nniformidade du
muito neste ponto.
OS. Gusmao Lobo: Honiem mesmo,
o disse.
Imposto que reclamo, pareeendo-me que moiie
mai conveniente seria laucar a imposicio sobre o
Nestas ISatenas, sao as pessoas competentes que ] vtior e no sokre a ,,,^49 (apoiados).
live nunca
e attenQoe^
caoem a palavra. E ningaem mais competente
do qne a associacao qae representa o coramercio
"O'Bn Olvmu Fonseca :Para qae diz entaol
que a nobre commisso no leve conhecimento
Me informara- qoe honve em certo lempo o> pen-
samento de, por este meio, convidar o prodaetor a
fabricar de preferencia assucar da primen sorte
ou qualidade, abaoMdo sensiveknente no merca-
desses dados, dessas bases que devta estudar tan- do 0 de segunda sorte oa caihegora inferior, em
to como cada am de nos ?
O Sr. Gusmao Lobo : Anda o afflrmo porque,
aqu est o seu projeeto de orcamento revelar a
ausencia de inf irmacei que muito fcilmente po-
derla ter recolhido.
Ella manteve inalterado o systema de imao-i-
coes, renovando-as ama por ama ; nem os 320 rs.
por sacca, imposto sen plansvel justificado, tea-
toa o projeeto sapprimir I
' E' assim de intuieo que os illastres autores do
projeeto, oa oo fizeram proviso de estados, oa
jalgaram que o actual systema de taxas pode ser
tolerado sem prejoizo das frates de produccao.
Quando houver de explicar se, si aioda o fizer,
dir nos-ha-a nobre commisso quaes foram as ra-
ides qae poderam motivar o sea jaizo.
Dir-se-hia qae o nobre deputado quer por em
clara exhibido o formal desaprec) da nobre com-
misso de fazenda s reclamaces da importante
associado do comraercio.
O Sr. Oliveira Fonseca :Quera Ih6 disse isto?
Estou pondo era exhibido a rajastica de V. Exc.
O Sr Gusmao Lobo : Onde est a njnstica que
commetto ? No affirmsi oem afflrmo qae a nobre
commisso visse eom desapreco a represeotaco;
tenho dito cousa diversa, muito diversa, e qae,
oa a honrada commisso no vio o assumpto eom
a attenco qoe elle sascla, ou cerroa olhos e oa-
vidos a materia da representaco> Da a julgando
digna de ser attendida.
O Sr. Ignacio Joaquim :Ha injustica da parte
do nobre deputado, porque essa representad9, ;i
que tanto se tem referido, veio depois de, apresen-
lado o projeeto da commisso. Portanto, a que
vem dizer que a commisso cerrn olhos e ouvi-
dos?
O Sr. Gusmao Lobo : Aceito a informado ;
mas, ti a nobre commisso jnlgou atlendivel a ma-
teria da representado no que se refere a reduccao
dos direitos, nada a-hnpedia qae, por nraa emen-
da, relocasse nesta parte o projeeto. No o tendes
feitos, senhores, em assumptos de muito menos
importancia ? Que mait era que, trataodo-se da
sorte da grande uvonra lio em estado-dp inspi-
rar-nos as mais vivas e internecidas sympathias,
proenrasse a honrada eommisslo retocar o sea
projeeto naqaillo qae se mostra digno de reto-
que?
J que ella oao o quiz fazer por si, acolha ao
meaos com benevolencia a emenda que consigna
a reduecio. Ter assim a eommiso em corrigir
o sea proprio trabalho a melbor occasio de pres-
tar provincia nm relevante servico.
Si .estas sao as vistas da nobre commisso ; si
est resolvida a votar pela reduece proposta,
eoncorrendo por este modo para saiisfazer o qoe
uma verdadeira aspirado da lavoura e do com-
mercio ; si ella promette faz I >, temos feito as
pazes Em todas as ontras partes do seu projee-
to, nao Ihe sera difficl obter o mea voto.
O Sr. Ignacio Joaquim :Com essa imposico,
no.
0 Sn. Gusmao Lobo :Eis o que responde^ a com-
misso, depois de tanto esforco intil,: Nao. ppde
diminuir a imposjfae 1 '
Pois que, senhores I
O Sb. TaNACto JoAQL'rM : No ; o que disse,
que no aceito a impo?ido para fzer as pazes.
O Sn. Gusmao Lobo:Nem em ta| eu podia
peoar. Impr 'oobre commisso I Nao faco se-
no pedir-lhe que volte a sua attenco para um
assumpto digno d'ella ; que, ex.ircitando a sua le-
gitima e merecida influencia, que ple ser deci
siva para os destinos da quest), e resolv em bem
da nossa empobrecida lavoura
Oatro alcance nSo levara as minhas palavra) ;
oo as tome a illustre ommisso m parle, mas
sempre no hora sentido qae encerrara.
Term nando, Sr. presidente, as miains observa-
Coes sobre a imposico proposta no $ 1.' do arl.
16, permuta a nobre commisso que toque de pas-
sagen em outros assumptos.
Um Sr. Deputado :E' melhor que se dirija
assembla e nao commisso.
O Sr. Gusmao Lobo :No me oceuparej das
virias emendas mandadas ao projeeto, antes que
a oobre commisso exorima o seu jaizo sobre o
mrito de cada urna. Corre-lhe tauto mais o de- u
ver de o nwer, quanto a nobre commisso tem di- r
reito a dlzVsobre ella a ultima palavra.
Ella, a nobre commisso, no permitlir que se
esteja a fazer impunemente inassantes retoques ao
seu trabalho. Ura orcamento 6 oor deve serum
todo, deve ter ura pensamento capital, ideas a
realisir ; as uai varias disposicioes prendem-se
naturalmente. A receita e a despeza tem afinida-
des ; ligam-se .por uma relaco intima que no
ple' ser despedagada.
quanto o de pnmeira qualidade eses?eava>. Sera
assegurar a exactido d'esta informado, parece-
me que este mew traz ioeonvenientes.
O imposto no deve tolher nem excluir a tiber-
dade de- ama importante indnstria, que foi em
grande parte a riqueza da provincia. O prodae-
tor, primeiro ioieressado em obter a mais alta re-
munerado de sen trabalho, tem na enlacie doa
precos em que serio estimados os seos prodneaos
o mais poderoso e convidativo estimulo (apoiados)
Si o seu producto fcjr de pnmeira qualidade, ,w-
o pre^o campensa-lo do esmero que houver era
pregado era fabrica lo.
Esperando da nobre commisso que nos venha
explicar qual pensamento presidio ao i 1 para.
tributar de am mesmo modo om genero qae -offre
classificacees, e consequenlemnte sensivel diversj -
j dade nos precos; reclamo anda a sua atlencaa
Nao pode, pois, a Ilustre commisso dormir
sobre o sen trabalho, justamente desvanecida de o
baver acatado. Mais que ounca, agora ene o
sen zelo pelos interesses publicas deve estar alerta.
Si a Ilustre commisso entrega o projeeto s
impressSes qae eada am tira do debate,** do seu
modo de ver as cousas, e no acode sUirigir a
vatado, a esclarece-la, anenearainha-la ; no sa-
bara d'aqui um loe ser tanto mais faafHpMo a nobre commissa
|em gente as suas ordedlTe ea eom ella a acora-
paoha-la em tado qaaato entender com o pablico
ioeresse, cora o deseovolvimento das fbntes da
prbdaedo, com a discreta applicaolo das rendas.
D a nobre commisso as vozes d*ommando,
qne aqu estou e morios comigo promptos a bater
a rota que nos ella indicar. Mas si, em vez de to-
nar jaJIonrosa attitude, fet)a-se a nobre cora-
UUD silencio.inquebravel, quasi egosta ;
pir por apartes, no deiaDdo traaspa-
reier'-SfB ncoraplalo e mutilado o sea pensa-
mento ; no ter soldados disciplinados.
Eraquantaa oomi3slo nao alnndom o systema
em que se tranceo, ir-me-ha ouvindo objervacas,
I ppr importunas qnsparecam.
O i. do artigo qne se discuto, merece am
grave reparo.
Um Sr. Drputado :*-Tambem o | %
O Sr. Gmsmao Lobo- -.Quasi todos. O qae sin-
to, que aos falte o lempo. Estarnos em ama pro-
^ cao ; e mnita nos falta aino\a a fazer.
para o 13.
Tributa o 13 cora 118 res cada gramma da>
ouro exportado em obras asadas oa fundidas
com 38 ris a de praia, com 26 reis o kilogramraa
de cobre e latao e 17$ris o de chumbo.
Um Sr. Deputado :E' am imposto qae nada
tem produzido.
O Sn. Gusmao Lobo :Tem sido e iroprodac
tivo. Nio minha a idea de sua sappresso, ma-
do inspector da thesouraria provincial que a pro
poz em sea relatorio.
Nao podendo esta cjrenmstaocia ser ignorada.
da nobre commisso, lao pratica cora > a reconheco
n'estas materias, algoma razo teve ella para facer
figurar em sea-projeeto de orc*mento uma impo-
sico caduca, que em annos successivos nada tem
produzido.
No ful certamente o desejo de avohimar a lisu
das imposcoes. Ella quiz sem duvda mancef o
imposto,, pela razio de sua natareza prohibitiva.
Nem oatro foi, desde o pnmtfro anno em qae
foi decretada, o pensamento di to exaggerada.
imoosico. "
Um Sr. Dephtado: Ella de ereacao mo---
derna.
o 8r. Guswfo Lobo :Pode ser, mas,tem ja.
alguns annos de improdaelva existencia. Em to-
do caso, inconveniente que contine ser man-
tido...
Um Sr. Deputado : Quaes sao os inconve-
nientes ?
O Sr. Gusmao Lobo :la mesmo aponalos. C
que desejava antes de ludo, era que a nobre eom-
misslo nos declaras.'e si renovou a imposido por
confiar alguma cousa de sea carcter prohibitivo,
anda mesmo improductivo para a renda.
O ooro e a prats, mercaduras como qaaesquer
outrasVsvem ter livre circulado. Tolnel-a com
o pensamento, pois no ple ser outro, de evitar a
exportado, uma medida de nenhum resultado
e inconveniente s permutas.
Esta ideia de guardar no paiz o ouro e a prata.
si este o pensamento da commisso, uma ideia
velha. Em que pode ser til a provincia que_o
ouro e a prata em obras usadas ou fundidas nc
pos-mi ser exportadas ?
E' primeiramente uma restriedo, o que com
isto se faz, eaatr'a a liberaade do coramerca; e
toda restrieco de sua naturesa odiosa. Em se-
gundo lugar, elle no aproveita a ningaem; mas
prejudica alguns.
A arte nac nal em nada aproveita desta medi-
da. Os^upssos artistas sempre liveram trabalbc
antes d'ssa ijxagerada imposico ; nunca Ihes fal-
11 u materia prima.
Ma por oorro lado, traz a medida seus iocon-
venientes. Um d'elles que os particulares nD
encontraran) difflculdade na venda si um tal im-
posto nao tolhesse a exportacao (apoiados); outr;
que os importadores e vendedores reta.ho de
obras de ourivesaria no podem dar o ouro e
prata usadas em iroco dos artefactos que recebeut
do estrangeiro.
Um Sr. Deputado :E aqu naa se trabalha em
ouro?
O Sn. Gusmao Lobo :Trabalha-s* como sem-
pre se irabalbou.
Um Sr. Deputado :E o ouro a)o tem sempre
o mesmo valor?
O Sr, Gusmao Lobo :No ; porque...
Um Sr. Deputado :Por causa do imposto f
O Sr. Gusmao Lobo -.Desde que a exportacao
e prohibida, pois qoe o imposto de 418 rs. por
gramma importa uma prohibida natural que
os commercautes do genero Ihe rapontiam um
preco inferior.
Em todo caso, reconhecdo que o imposto nada
ten produado, figurando improductivamente na
receita, pens que a sppresso bem aconse-
lhada.
Ha mesmo um inconveniente muito grave em
mantelo, E animar a fraude, o contraando; o
qae sempre de mo effeito.
Mais o cansaco do qae a falta de materia, Sr.
presidente, obriga-me parar aqui A nobre
commisso far-se-ha sem duvida ouvir por algura
de sew orgos muito competente*; e nao ser en-
o mpossivel que volte tribuna. (Mnito bem).
O SR. RUFINO DE ALMEIDA faz ligeiras con-
sderacSes em justificado da emanda, que offere-
ceu ao*| S3, do art. 16, mandando^ que seja res-
tabelecido o imposto que existe no'orcamento em
vigor, regeitando-se o proposto no projeeto do or-
camento em discusso.
O SR. A. PERNAMBUCO faz largas considera-
e9es sobre a materia.
Encerrada a discusso sao approvados o artigo',
e as emendas seguinles'.
f Aoart. 16,5 Em veI de 5 *' dlga'
se: a / sobre o algodao exportado. Gusmaa
Le- t.
t No IV oode se l 12 risdiga-se 8ris.-fc.
de Araujo.
! i mesa o teve, da ouvir da tiw\i*> commisso l moa annos, eram trinitarias, e, como W,s, deixa
Qaeira-o a aebre commissflj e tomar peraol ImpSa o 1* 6 ris por kilogrammo d assucar
assembla e perante a pronoia uma altitud abortado, qualquer qua seja a sua qualidade. Esta
'erdaeiramsote patritica.. *,i mniformidade da imposido rae parece lijusta, poii
O Su. Isasao Ioaquim i -A^Smmisso perdnmn ny tributa com imposta do mesmo valor genero*
occislo qafolKnohre thpni|da ancontrou. arfados a diversos valoras.
. O Sr. GsfifKo Lobo ;fotn M honras dadls- Sbese bem qu* a, assuoar soffre no mercado
eusOp e d a** ficp.rao inteirgyMa nonrs eom- etassificacas que wm alierara sensivelraente os
miji1naaequoira rni] Proenlo. Quan- presos. Estou info/lnado que o termo medio -dos
lo i'raira, tenho, por vezevWfrsado. no correr oreos, obtidos na,.U|t|ma safra,-fot de 44 por ki-
(


0>
> >
"
o Art 16 g 18 onde se dizdevendo porm pa-
ar proporcionalmlno imposto quando a venda
w do partes-diga-ae, davendo porm pagar-se
3 /. do respectivo valor qoando a veuda for da
parles.P. Ae Mello.
S 8' em vez de 318 ris-diga-srtWk
H em vea de 31 risdlga-se 35.
14 em vez de 73 risdiga_se 60.
5 36. Supprima-se as pawas e U por
aquelle que for empregado emsflrvipo domestic-
os particular.Fijurio.
5 18. Em vez da palavras exceptuadas a
erancaaexceptuido onlaeoores de 5 aunoa.
0. Fbuxca. 1 .
JO. Supprlraa-se as palavrasquer reconiie-
crlos om tesuroentoquerp3terornBea>e.-5-0. rmr
tea.
V"
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iiii 1 1


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<: ,
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20. 9ottftaara-e as palavris dentro di
> graodigas dentro do 3 gri pagara 10 '.
G. Drummond.
g *). Accresoenle-so10 / sobre doacoes
de qualquer especie exceptuadas a inferiores a
*KU e6 <|e-forera feius assetaeSi** para
emancipacdes de esoravos.-J. de Helio Reg.
Souza FMH.~Et < M: Acer8Sceote-'-!afaTo tambera o im-
postu de 100$, s tabernas dest cidal qae ven-
derem raiudezas e quinqo.H1uras.-- Pbjo /miior.
Tolentino de Camaina.
t a emenda que offereet ao SJ 12 do srt. 11,
onde se diz 93 rii-dina-seO.-F/juira.
8n3prima-se o 39 dn art. 16 Petnambuco
FUko.~Gusmio Leb.-T. itS.*
g SI Substitaa-se pelo segrate : 3""/ dos
premios de loteras malores de 400f,_3:000i per
cada casa que vender bilhetes que nio forera da
~
sr:

Sobado 1 le .JulLo d 1871
V
3C
-eSIflHr.Uriiin-,J' D-po^tos x>'
al-:uotta di tbiu<- ->aiba tA onJe e
rlga cora dnas cab mis tambera conlecida la
tul de daos cnevfas. E' urna rapariga da-cor
amulatada", de 19 anuos, de. dad, nasuda n'unw
cabana de oseravos na Carolina' (Ratadrs-Umdos).
Tam -las caberas e dom bunios perfeifamenM
(orinados, cora inividnalidade's tnMIectuaes ratei-
tament separadas, lera so ura dorso, uniudo-se
as espiabas dor3ies "am poaoo abaixo das esp-
daas. t6m coratudo daas ordenas de orgos di-
gestivos e quatro pernas. Ella ou ellas, ou para
raethor dizet, a combinario MiMie-Chrisiine, canta
dnefos coa muRo gosto, e danca maxuikas e
acheta.
t Mostrara-sel tintamente oom este pUcnomeno
dois gigantea Ora miss Swao, ara rapariga na
raral de ov.t Senta, de 23 Utos de idade, e
outto capitao Bates, uataral da Rentockyy tendo
cada nm delles mals de 8 ps ingleses de altara.
provincia e CfJfl&l por casa de garanta de buhe igaal ara poueo raais de 2 metros o 70 canil
tes da provincia.Figneira.
Tendo ilaio a hora, > Sr. presidente designa
onlein do dia e levanta a seasao.
REVISTA DIARIA.
ADMXrSTRACiO DO COItP.ElO.-Por poruas
do ministerio da agricultura de 19 e iO de Jiroho
uHirao, foram' nomeadjs: pira agente do correio
em Agua Preta Ult-se* Tnemisiodes da Costa;
para agente a> Ouricary Augusto Pereira da
Caoba; pira agente era Taca raiM noel Fran-
cisco Cavalcante. a ajudante desteManoel Anlo-
io da Costa Gancho.
ASYLO PE SfBXOICraADK. -* ?or portarla da
presidencia da provincia, de 28 do passado, toi
Horneado mordomn' do Asylo da mendicidade Jos
de Barros Correa Selt.
IMPERIAL INSIITCI'O DR AGRICULTURA.
Por pertaria Ja presnfon :ia' >I provincia, de 27 do
passado foram no'ni'ados membrc interinos deste
InttituU oa Srs.: l.w Pir.'a Ferreira, Loiz Gon-
caIvs da Silva, e loS> Luiz Gonalves fsrreira,
devendo o prlirn'iro servir de thesoareim,
CASA UE DiTFXJa.Tendo sido exonerado
Joa" Slariaooo de Barros de guarda da cwia de d
tencao foi nomeado para o substituir Sebaslo
Lniz de Brito Viiicooceilos.
CONSUMADO PrtOV'lCIAL. Por jnrtaria da
presidencia d provincia de 28 do pwwadn, foram
MOMtdos: *-escri|)tnrario o iercfiirr' Afilias Bi-
biano da Canh.'i Salea; e terceiro e Or. Caetaoo
Harta d Paria Nevee.
GUARDA NACIONALPor ^Ptarsas 1a preai
dencia da provincia de 27 e 28 do paaaado :
Foi uiacidatlo agjjregar ao 3* bnta tina do manicio du Recife, o alfere> do 3* bata-
Ihao do mocicipio i!e Mamafuape na provincia
da Paraliyba, Joan Francisco da Silva Mnrt'>nri.
Foi privado du posto, por nao ter tirad > pa no praso 4igal, n alf.re* da uoaipanhia do 30
batalh.io d^ iimnicipto de fhiique, Nunu Campelln
de Albnqn^rque.
Obtev paasagem da 6' companhia do 3t tinta
lbao para a 2' do 3rt, ambos do naoicipio de lui-
qae, o atieres Litis Cavutcante de Albuo,urqut
Mello.
Foi transferido oara o arvicoda reserva, flcan-
do a} ao %2 li.nialho, tmeme da 7-' eohi-
panhia do 3" hatalhao do iafantaria, arabos do
munuipio 1o lt-ife Francisco Pacheco Soares.
CASA DE PENHORES.Per portara da pre>-
dencia da provincia, de 28 do pascado, f>i autori-
aado Julio l-aac (-araCintinnar com a casa de pe-
nhnrei. da N'ath.o Danheisor, sita travessa ilas
Cruzas n. 2, de canforinidade com art. 2* do de-
creto n. 6'3 do li de dezembro de 1800.
'D'IUs H-. JULHO Amandas celebra a socieda-
de patritica ntliuna D ms de Jnlbo, o aaniversi-
rio da proclara.ini> da indeoeudencia do Bra-il
oa respectiva provincia, raaendn entbosrnina ini*-
a solemne e abrilnantaudu, coran de cosame, e acto com a concedan de ctrias de librdade a di-
versas crianija-, qu' iivcra-i a de.-dita de nasce-
rera si'b os lugos du sapiiveiro.
Alias urna festa -ajra'1a, uin hymno do D-ms de
misericor li i. con nina (cs*a dn liherdacie, pensa-
mento to raiide, lo elevad >, ie sublime, qne
certamente nanea nos faltaremos de elogia lo.
Receba, pi*is, ainla desia voz, a aociedade pa
trioca Dott^ de faino os sinceros tributos, i|ue em
nome d<: Praambuc-i Ibe rendemos pe >s b-oefi
sio que tem e^palado em bein escravos ue>ta^iroviucia, aulamlo oeli anni-
versarij e.n n-'\i grito da emaneipacio poltica
do Brasil r"o-f rtio->e fias amena, pitorescas e
gloriosas plagas da proviecin >ta Babia.
DaiLOS e;n segajih algoaias trallas ^ue nos en-
viarain por parte da nonmd.i directora da aocie-
dade patritica D us' deJutfto, as quaes se en^
verra um de.licado convite para, a dupla festa de
que fallamos :
A directora 'ta -o o-ilade convida pelo pre-
sente a todas as cor pora o:sl literarias existeutes.
nes cidade, e inais peasdas que por desCflidooe
por ignorar-se onde murara, nao recelierain c.m-
vite especial, psra ;i :artas de lib rdaJe, que -ostuma a mesoaa S'cie-
dade eoDCcder no dia 2 de julho ; actos eates que
terao lii^ar amanhaa na igreja do Espirito.Santo
pelas 10 borai do dia, e por est fa;!a invivlunta
ra, pede as mermas pessasque llie queiram dea-
culpar.
t Igualmente pe<> a lodos acuelles que. quizo-
rem pronuuciar d ir coraos ou preaia-, que se dig
nem de virem inscrever os seua nomos, emenden-
do-se para isto ci.m o secretarle Ja socieade.
Esta medica exigida pela boa ordera e di-
receo do festeja
FE5TIVIDADE.Amaohaa ceietra a selo.sa ir-
mandade do Senhir Bo.n Jess das ^iaras, erecta
na igreja do Paraizo, a festa do"sea psdroeirn,
era aquella solemojdade e edrlcacao religiosa, di-
que tera dado prova irrefragravel.
E* orador ao Evan^e)h,> o l'.vd. F'i Augusto da
immaulada nonceira-i Alves, eao Te-De.umo Rvd.
Jos Eateves Viann-i.
Haver masa di inadrnjada.
JOGOS PROHIBIDOS. Chamamos a atleacSo
dos Srs. sub-lelegadjs das fregueziaa d Santo An-
tonio e da loi-Vista para doos grupos de meni-
nos, brauco e de cor, que passaui -vida a j'rgar
com dados, no ca?s entre a ponte de Pedro lien
entaclo des trhos de" Aptpoeo, e na ra da
Uaio noa diversos terreos se.m dilicaco. E'
urna esmoa que fazen aos pais e sensores dessas
enancas, que sao logradas por dous ou tres es-
pertes.
MISSAS FNEBRES.Dep-'is do amanha ce
iebram-se urna mi-sa, na urreja do Livramento s
7 horas, e oam as S, na matriz da fregnezia dos
Montes, pir alma do tallecido eonegu Francisco
Jos Tavares da Gama.
DIARIO DE PERNAl5:0.-Se ehegar hoje o
vapor SomA Amrica, distribuiremos amanha
nosao numero de segunda-fir.t.
MOR TE CASUAL.-Xo dia 20 do passado, s 9
e meia horas da tarje, na fregue/ia da Capnnga, a
crioulmba Lourenca, lilha de Manoel Jos Fran-
cisco dos'Santos, pre ipitoa-s dentro de urna ea-
cimba, uiorrenio ins:iutanearneol de asphycia.
ASSASSINATO Era ierra* do engenbo As-
anmpciio, do termo de Agua-Preta, Thfotonio da
Sijva Waoderley asaassraoa com nina facada
Manoel Bento, sendo preso em flagrante.
LARGO DE S J03JE.Morador reste Infar
se nos qneixam do man procedimento de um gru-
po qae ah se reuoe a omite, insnltaudo aquellas
familias que nao priirn cora seus .1-"mandos.
Chamamos para Isso a aitenco do Sr. subdelega-
do da fregnezia de S. Jo'.
' ILLUSTRAC.iO HESPANROLAPe > vapor La-
Plata vieram'oa ns. )3 e 16 do importante jornal
de Madrid Ilustrarlo Hetpankola, oraada de
grande quantiilade de'lradas gravaras repre'aen-
tando fictos notaveis da guerra civil francesa, so-
resahindoo ioce-din rto pataeio das Tuiherias,
a tomada da praca Vemlrae pelo exercito de Ver-
salhea, urna se-s) da ommuna ao hotel de Ville,
e a sessao da aasembla nactraal para ractificacao
do tratado de paz.
Anda ama vez r-c tramen iamos este peridico
bera como a Moda Uti$tr%i& os qaaes se a-sig-
aara roa do Bora Jess n. 5, aos nosso> leitore-,
CUR103IDADES.-Le-noa no Jonia do Com
mero, de Lisli&a:
-Esta a-tuatmeote em Londres, esposto a ca-
riosidade publica, um phenomeno. a que alcunba-
ram a rainta dos Liputianos. E'urna rapariga
de 9 ajinos do idade, que ln 18 pollegadai de
altara o poja f.H arralis. E' perfeitamedt-; con-
formada em miniatura, e ao.tando de todas as fa-
culdades a attrbntos propxio da n.ureza. As
feioSei teera o lypi j\iaiM. tosi "que seja filha
da alde5es da Pro vence. Falla o frnwi com
aaravilbo-a verbosidade, e tera o syslema nervoso
omito aeosjvel, especialmente ouvindo msica;
entao mostra a mais extraordinaria agilafo.-
Oe paes d'lla sao de eslatnrf, regular, e bem
assira um irmio e au ir.uii di oelebrida ra
una. i
Tambera wexpssia em Londres arat rapa-

metroa.
SORTE DE UM HOMEW N0TA7EL. -Diz urna
corresponleocia de Vieona d'Att^tria ndepe
denota Belga, une morrea naqn-Ua capital, na
maahaa do dia W do met nio, com a idade de
63 annos.obarao de Maacb Belliighansen.-coie-
b're poeta conbecido pelo nome Freieriee Hilm.
E" o antpr do GladMie-r de fiaofvtni, tragedia que
tao applaadida tera sido actualmente no mea tro de
D. Mana [I.
POPULAQAO DS LONDREv Pelo recensea-
mento ultuament- elaborado vise que a pona-
jacio de Londre- eleva-se. actnalraentn a (Ltfii;9fii
habitantes, ocenpando ura ^paco de crjrc de 1 *.2
ajHbas qoairadas, o que d em resultad, termo
medio, 2, TE DEf IMPERIAL. Fredric Schneidor,
Ilustra comaositor e ine-tr d capell do duque
de Nassau, fallecido em I8SS, dixoa itre ouira*1
obras um Te-0/ pupba qne o municipio dedicasse esse Tc-Deiam ao
rei 'liPrussia qnando elkiTosse aedamad impe-
rador.
O Te-Denm de Schaeider foi ha das solemne-
mente aoresentadi ao imperador da Allemanh e
rei da Prussia, erao o illuatre wr;.*//- tinha dis-
pisto.
PAfflZ INCENDIADO. Os jnrnses francezes
publicara a seguinte rei^cao circumstanciada dos
eJilicios pblicos n particulares incendiados ua
qaella capital :
Ra RivoliA casa Dulard. qne tem o n. 79,
ameaca desabar a cada momento e por medida ie
precanciie foi nter-., piado o transito por meio de
sordas eollocadRs nos rzveraoa di ra ^ lucen-
diad.s as lojas-de Piginaon. A casa Cali, que
lera o n, 91, esta minio arruinada. Destruidas
completamente as casas us. 80, 8i, 82, 80, 39,
37 e 33.
B-ralevard Mal !shrbesAs casas ns. 7,17, 18,
19, 20 e 21 esli mnio deterioradas pelas bombas.
U pirteiroda do n.7. rceosadu de ter occullado
aiguus insurgentes, foi Tintado. A casa que faz
esquina para a roa de Arcade, onde havia urna es-
lacao telegraph.c?. f^i qaaci tola destruida.
Roa da "lile l'EvequeAs ca.-as ns. 5 e i da
roa da Arcade, bomba ideadas.
Palacio Real.Incendiada a parte do palacio
propriameote dita. Salvas aa galenas.
Ministerio da fazendaIncendiado.
hua RealIneeti'tiadas algumas casas d:>s n
paroa, e todas as dos impafes entre a rna Saint-Ho-
Boi e a Magdalena.
Palacio d-s Tolherias incendiado, bem cu
dio as galeras contiguas, at a grade do pateo da
honra.
iLoovreSalvo, excepto a blblimhe-ca ; a fachi
da da columnata recebeu aigurnas b minas.
Praca deS. Gjrmaoo ,'Anxerr.iisIncendiada a
gran Je casa enne a m-iiriee a ra Rivoli. A m'ii-
ru e a igreja ni;o-!s-
Rua Caumarlin Urna I- ja da casa n. fi comple-
tamente detrada por >w\.t bomba.
Calcada o'Antin Todas as casas desde on. '
al ao o. 10 deterioradas.
Rna Lmz o Gr.ode.A casa n. 32 destruida.
Bncritzilhada da r.ro Ihada ine-n'lia'.i.i. A parte da ra T.iranne i;ue d
para a dos Sarau-Pres;- ITreU inulto com o bom-
bardea raen Ui.
Porta Saut-Martin0 monumento destruido pe-
las balas de, espingarda e depe.i. O loeatro
incendiado. 0 restaurante Defflen destruido, bem
como as casas qne se llie seguiam at ao therftro.
Roa Sarat-Martin De^tfuidas as caas ns. 10
12 e l'i.
Bnalevard SehastoprIDestruidas as casas ns.
9, II, 13 e 13. rt's'2 horas ouve-se o bmbardea-
mento : >o os in^urgeutes que arreinessam so-
l:.' Paria bombas incendiarias Je Belleville, Vm-
:ennes e o Pero Lchaire. Aignraas bombas caem
no xqtude oa jarJon -la, Torr Saiot-Jacques. ,
l'-ua rnrbigueNa encruzilhada com brale-
vard elevam--e barricadas ; toda as casas teem
vestigios de lulas e bombas.
Encruzilhada ReaumurOraesraoaspecto i-bar-
ricadas, mas nao ha simaes de incendio.
Eucrnziltiada dos boulevards Seba-lopol e Saint-
DenisCasas deteriralas e vestigios de Uta.
Porta Saint-Denis Um estatua do monumento,
a do Rheno, tem ura braco e ura jueibo quebrados
por nina bla.
Praca da Cbateau d'Eau O grande armazero
do Pobre Jacqaet. entrada da raa do Templo, es-
t ardeodu. Todo o quarteiro de casas, coropre-J
hendido entre a ra do Templo, o boulevard a
rna lieraoser at ao theatro Dejazet parece estar
completa ment destruido. A ca-a a esquina na
ra Mulay, queiinada. Os Armazens R'.unidos
muito deteriorados.
Avenida Victoria Destruidas as casas ns. 2 e
3. A reja S.-.int-Leu mui;o deteriorada. A parte
do tioulevard de Sebastopol, que atravessaeste
bairro, lera profundos ve>tigios do eucaroicado
combate'que all houve.
Tribunal du Comraercio ".ompletamente-quei-
raado.
Casa da cmara e seua annexjs da praca, in
cendiados; o quartel por detraz da mairie, sal
vo ; lia aluas estragos na torre da igreja inme-
diata.
Theatro I fricoIneeoMada a parte poslertoT*.
Theatro do ChaleletIntacto.
Ra da TacherieIncendiada a casa n. 1.
Ru.i da CoutellerieOs eddiiioi annexo.- iasa
da cmara sao uiomoolft de deatrogoa.
Palacio da'juanea Este edificio, conjnncto de
tantas constrai-cen, algumas das quaes remontan)
remotas epocs, ura montio de ruinas. Desa
baram a vasta e antiga sala dos Pasaos Perdidos
ou de conferencias, e todas s salas de audiencia
que dilo para ella, isto as cinco safas do tribu-
nal civil e tudas as secretarias e dependencias. O
autigo e histrico sali, onde actualmente eUava
a sala criminal o tribunal de cassaco, e que era
a grande sala do parlamento dePaiis, nao ornis
do qne um montao de crazas- Os nos>os edicios
que compleuivam o servido do tribunal de casa-
cao e que tiohamsido construidos solida e espln-
didamente, nao poderam resistir ao f>?o. A ala
occiiental do palacio da josiica, isto toda a par-
te que olha para a punte nova, desabra corr a
tai fachada mouume.ntal. Ficou tambera destrui-
da toda a parte do edificio qu segu pela rna da
Sama Capella. onde eslava e>tabelectdo o tr banal
correccional, b;:ti como toda a ala,que se estende
parallela at a antiga ra da Banllerie. Resta par-
te estavam instaUados os promotores liscaea e os
jnizes instructores. As dua* -alas do julgamento
correccional, no andar inferior, eatao qaasi intac
tas. O centro deste vasto qaadrilaiero salvoa se,
|J)em como as sala* priraeira, terceira e quana da
audiencia e a inMioibeca dos advogados. A San-
ta Capella, raaraviluosamenta conservada, anda
eleva sua elegante cpula no meio deste iramonso
momio de ruinas e de cintas fumegantes. Os ar
chicos, que contrahara todas as senten^is Ja jas
tica civil e criminal, e todos os registos di estado
civil, ikaram destruidos tendo sido tambera os re
gistos judiciaes, ou o grande livro dos raalfeitores,
qaeiraado na prefeitura de pocia. Se 'les Ulti-
in >s anuos tinham-se gasto vinto anill:s de Trau-
cos para terminar o palacio da justica.
Prefeitura da policaincendiada.
Nossa Senhora de Paris Fui salva da deetrui-
cao. Ja arj.am algtraas madeiras amontoadas,
luando os empreados da pharmacia do Hotel-
ieu arromliarara a porta dadireita e tirramos
objectos mllammados.
Hua VavjaEsta ra est qnail l da destruida
peta expieso do paiol do Luzemborgo. A mai ir
parte das asas desabon, laorrendo urna porcSo
dos sena inqnilimos.
PatheocSe.vo.
Bibliotlieca de Santa GenovevaCahio urna n'om-
ba n'uraa estante de livro..
GobfiMos li. cendiados, ai) te poden Jo -sal-
var senio os qauTjs destinados aservirem de mo-
delos.
MuseU-Rjspeilado-
Archivrtnaeijoaes- -Algoas arcanbos nalttM
da ra de Chauna. L" o nico eslanelecimemo
onde a bandeira tricolor perraaQeceu al 13 de
raaio O sao director, o Sr. Maarf, conserve-se
-e-npre 0) seu pojto. '
Conserv-torio das artes Crlram dais bombas
as galeras.
is tn/vandiados, sera que se
!n lea o logo oa seu? etrs .
BihliobV Maiarioo Algans lijlo quebra-
dos ; os barns da petrleo estavam ]a prepara-
403, mas os raarrrmAlros nao derara lempo aos in-
sorgentes de ihea-ifcMfcrem o fogo.
Cas* da moeita-Q-ebrados os, vidros.
Mu>eu Carnavalet T+letacto.
Tribnaal de contta'e seas aTchivos Incen-
diados. T
Xlonse'.hn ?est4o-Ianfado.
Ch'ancellaria lajtegtio de Heiru Incendiada.
Ministerio dos negocios estrangeiros Estragos
na fachada.
Deposito de appas b objeetos de marihha.
Salvo, mas desappareceram os telescopios e chro-
nometros. J
Roa do aiTodas a* casa desde o molhe at
% nj* de tille, pelos doii lados da roa, destruidos
pelo incendio.
PASSAr,siROS-3ahidos'.p*ra aEar9pa.no va-
por O ne i di:
Williara Qtlo, Dr. Antonio V. C d.e Albaqar-
que. sua molher, eunha,la e urna criada, Jo Dias
da Cnnha Band-ira, soa mulhe.r, dua tiilia<
urna erial?, T. Whrrte, ia Evangelista de S,
Manoel da S;|v Lopes, Antonio Ferreira da Cu
nha, W. \V. Phinps, Clarke, Starr e quatro me-
ninos, Comber, um moaino e urna criada, Bazin
Martina, os menores Joo Matheu-. Joseph Bandei-
ra e Albert Rand-ira e D >m ligo Paz
sahidos para oa portos do sal no vapor La
Plata :
John G. Julias-, Fr'ancis.;o Sal.'nciiro.* Antonio
Carlos do Carmo, io-lunacio Hibeiro Roma, Dr.
Gaspar de BaXes Vascohcellos de DruoiTiond.
Manoel Mariano da Costa, Marieta Malossi, G-orge
Golber, Antonio Fran-.i.'o Rih-iro. Jos Antonio
de Castn Porto, i ir. G A. Walbaam, Pedro da
Cosa, W. de Larra Tupper, Jos Bertini e Joio
Bertini, P.iiricio da Costa, sete homens, tres mulhe
res e quatro criancas (italianos nufragos).
LOTERl.V. A que se actta venda 198."
beneficio do h>sptal da ordera 3." do Carino du
Ifecife, a <(ul orra no dia i de jnlbo prximo.
CEMfTERIO PCBLICO.Obiiuano do dia 27 de
junho:
Foitanato Alve de Farias, branco, Portugal, 17
annos, Kl|eff, Santo Antonia ; febre smarelia.
Maria, branca, Pernambuco, 1 anno.S. Jos;
denticao.
Bernardina Maria da Silva, hranca, Pernambu-
co, 23 ann, casada, S. J s; phiy-ica pulraonal.
Delmira, escrava, parda, Gear, 36 annos, sol-
teira, Santo Amonte ; bexigas confloente.
Honorio Fiel do Nascimeiilo Feilosa, pardo, Per-
nambuco, 4-0 abaos, s-dtein, Grae ; morpha.
Caetati" Rispo, pardo, Pernambuco, 3 ahnos.
soliiro, Ba-Vi-ta ; hexigas. Hospital Peilr" H.
Francisco Berlro de Mello, pardo, Pernambuco.
2* airaos, soliiro, Boa'-Vista ; bexigas. Hospital
Pedro H
Cie ge Francisco Jos Tavares 4a Gama, bran-
co, Portugal, 10 annos, Recife : coli.
- 28 -
Pellejan, preta, Pernambuco, 90 annos, soltei
ra. S. Jur ; amoieeimento cerebral.
lulo Saraiva Araojo Galvao, branco, Pernam-
buco, 63 annoa, ca'sado Santo Antonio; aneu-
risma.
Maria Antora da Silva, parda, Pernambaeo, 23
anuos, soHeira, Boa-Vista ; congestio cerebral
Hospital Pedro H.
Jos Pereira dos Sinto?; pardo, 21 annos, soltei-
ro, Roa Vista bexigas.
Mainel, pardo, Pernambuco, lidias, S. Jos;
ttano.
Francelin Amelia co. 3 annos, casada', B.-a Vista ; hemnrrhagia.
Esequiel, branco, Pernambuco, 3 mezes, Reci-
fe ; conva^Ses.
Th'maz d Aqnino Chaves, branco, Pernambu-'
PRACA DO RECIPE 30 D JUNHO
DE lb71.
as 3 i/3 BOBAS Di TARO.
CotacSes officiaef*
Cambio sobre Loolres *- 90 Jtv 34 l[i d.
banco 34 (LportSOOO.
edo
do-se carta edital para ser o supplicado por ella Jjj
//. Slepple,
Vrsidente.
P. 1. Pinto,
Secretario.
ALSANOEGa
Rendimento do da 1 a 38. .
dem do dia 30. .' .
80i:92O;967
13:903898
318:821*865
Movlmento da alfadega.
Volumes entrados
Volumes sahidos
com fazendu
com gneros
cora fazendas
cora gneros
123
455
70
550
578
620
Desearregram hoje 1* de jnlho.
Urea ingleaSo/cr6 Placbo iulianoMorouriivarios gneros.
Patacho hollandez Willenidem.
Barca ingieza Delphim trilhos de ferro.
Despachos de exportac'io no da 28 de ju-
nto.'
Xo vapor, inglet Talismn, para Liverpool,
esrregort : Antonio Jos liouies I9 fardos cora
3,672 kilos de algoda
N* barca franceza Cligriy, para Havre,
carrgaram : Tisset-freres de C 32 saccas com
4,447 kilos de algoda.
RECEBEDORI.\ DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMH'JGO
Rendimento do dia 1 a 27. 5l:"12292
dem do dia 28. 6:3074919
57:UOt;il
M0VIMEN70 DO PORTO.
iV'ivio entrado no dia 30.
MoDtvido30 dias, barca brasileira Amizaie,
de 332 loneladas, capno Jos Ferreira Pinto,
eqopagem 10, carga 4.000 quintaes hespanhes
de carne; a Bailar Olivera Navios sahidos no mesmo dia.
Granja e portos intermedios, vapor nacional Ipo-
juca, conraandaote Moara, carga differemes g-
neros.
Aracaj e portos IntermediosVapor brasileiro
Mamanguape. commandante Julio Gomes da
Siiveira, carga varios gneros.
Rio Formoso e portos intermedios, vapor na-
cional Parahyba, comraaudante O iveira, era
lastro,
Observacao.
No dia 29 nao houveram entradas era aba-
das.
c. 52 mino-, soiteiro, B>a-Vista ; pa-tro Hterite.
Mirto, nreto, Pernambuco, ltf annos, solt?iro..
Boa Vista ; l'elire pernvi >sa.
Maximian, branca1, Pernairrbuco, 8 mezes, San-
to Antonio : espamo.
PUBLICAGOES A PEDIDO.
Cautela com elle !
Ha o foro desta cidade ura-advogado bacharel
q:e, dando-sfl iniporiaucia, que nao lera, e si-
mulando intimidado cra certos e determinados
juizes, co-iuma extorquir das partes quantias para
aatisfazer pedidos desaea juizes, allm de serem
favoraveis uos jnlgtmeatos, e tambem para si
titulo de emprestimo para remir vecbaraes cus
com pro nes-sa de pronbto pagamento* e atinal os
jufites votara ciratra, fiAinde a cauce de qual-
quer miope a tractiolice do tal bacharel.
Ora, como nioguem est para ser assim bigo-
deado, snecede qoe os que se deixaram Iludir
proeurein ba^er do dito bacharel as qnactiaa da-
das, m^s inutilmeote, porque o homem tqrna-se
ameceador e valento, e, assira que pretende lv
hir so do difflculdales lili
Mea charo bacnarel, o lempo das bravatas j
paaaou, oa V. S. paga ou eu leyo-o aos tribunaes,
e ah mostrarei as suas carimba.....amatorias,
e mandarei publicar um nomezinlw nos jornaes
mais lidos d>sia idadV, atlra de qae Oque V. S.
conbecid, como a oitava maraviiba do Blando.
EnlenJe ?___
Au retoir.
Sciol
A' i. de 4.
Cuidado, moco I esconde as costas taas
Qae too o mundo o jogo teu descubre
Ser eataveoto no amor, indica
Um coraco eebrrSpado e pobre.
Asairt vaidoso. conrruistaolo a tantas
O qae pretendes ? Descubrir nao p;)sso ;
Ser beiji-flor? s muito grossoe grande
sir borboleta? s muito grande grosso.
Einbora o amigo da torre exhiba
As tuas rimas, lindas e bem feitas
A*> mocas fogern, debicando, rindo,
Dessa urrafa que chorando dsitas.
Ellas ji sabein que esses cantos falsos.
Que toas falla? de Ungido amor
(J'u'e esta paixao de am coracab botica
Sao panaceas jomo orei da dr I
Sabes o fim do galanteio estril ,
Esetite, mneo e gdarde sta liga
Ou ter raussua por collega nico
Ou por esposaama mumerdragio.
.4. M.
EDITAES.
COMMERCiO.
THE ALLIANCE BRITISH A FOREIGN.
Life and Fire Assnrance Company estabelecida
em 1824. Capital 4 5,000,000
i 04 agentes desta enmoanhia toraam seguros
contra foco sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqai'prejtiizos devidiraente provado?.
Rabe Schmettaa k G
Corpo Santo o. 15.
, IMPERIAL
'Companhia de seguros contra
fo2o.
AGENTES
S. P. JOHXSTOS 4 O,
Rna da Seazala-nova a. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Lon/ion Glob
Insarance Company. -
Agentes :
Saunrjerg Brotbers & C.
iCorpo Santo11.
Seguros conlra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital...... MJOprOMfOOO
Fondo de reserva ..... ^NOtOMjQOO
Agettes,
-,., UiUs UthM C
RDA'DA CRUZN 38.
De ordera do Dlm." Sr. conselheiro inspector
da Ihesoffrana d fazenda desta proviucia se faz
publico para conh*cimtmtn de todos a cir:nlar do
tribunal do thesouro n. 13, de 13 de fia*) ultimo
abaixo transcripta.
Secretaria da thesmiraria" de fszenda de Per-
nambuco, 28 djuuho do 1871.
Servi>'do dofflcal rnater,
Manoel Jos Pinto.
Circular n. 13.Ministerio doA negocios d> fazen-
da.Rio de Janeiro, em 13 d malo de 1871.
O visconde do Rio Branco, prcsidnte interino
do tribunal do tbesour* nacional, declara aos-Srs.
iuspectores das tbesourarias de fazenda, para os
fins convenientes, que o prazo marcado pila cir-
cular n. 23 de 11 de ju'ho nltimo para a snb<;i
tuicao sem descont das notas le 23000 da 3.* es-
tampa fica prorogado at o dia 31 de dezembro
do correte anno ; devendo do de Janeiro do
1872 em diaflie coinecar o descont de 10 /
ni' n-si's no valor das notas, que nao tiverem sito
substituidas at aquelle dia. Visconde fo Rio
Bronco.____________________________________
O Dr. SebastiSo do Reg Barros de Lacer-
ta, jeiz ue direito especu^ do coinmcr-
cio desta cidade do Recife d- Per-
nambuco por S. M. a qoem Deus goar-
de etc.
Facp saber aos qne o presente edital virem, que
Joao da Silfa Regadas, por seu advocado ir diri
gio a p3t>;ao oo iheor ^egninie : Illin. Sr. Dr. jui
de direito especial do coinmercio. Diz Joio da
Silva Regadas, que havendo ohifcf a feotemja
juntada importrtela de 12:9tJCi-")ii0 ri*. contra
a massa fallida da firma social Marques Barros &
C. Antonio de Oliveira Ramos Thiorg e Francis-
co Joo de Barros, fi-z o supplicante intimar dita
st-ntenca ao curador fiscal da dita massa nao po
d. i i-i porm do mesmo modo proceder para com
os outros snpplicantes por nao se acbarera elles
no termo desta capital.
Assim, pois, requer o supplicante a V. S. se dig
ne qua.nto ao supplicado Antonio de Oliveira (ta-
raos Thiorga, mandar passar carta precalona para
as justicas commerciaes do ierran de Mamangua-
pe provincia da Paradina onde morador, ajiui de
Ihe ser all iatmado a obredita senteitca, e qoan-
to ao supplicado Francisc Joio de Barros, auzen-
te em lugar nao sabido e Ingerto ordemnar qu-
seja aquella infimag feita por'edilaes na fnna
da lei, sendo entretanto ao supplicante dispensada
a previa justiflcacaa, visto J a ter produzido na
proposetura da accio, d'onde inianon a sen tenca
d que se trata.
esle termos pede a V. S. differiioento. Espe-
ja receber msre. (Eslava sellada com iim. es
taropilha do valor de 00 ris). Recife 2t> de ju-
nbo de 1871.O advogado Senna Dias. E ne-ta
petiro dei o despacho do theor seuuinte : Como
requer. Recife 26 de jnnbo de 1871.Barros de
Lace.rda.
E nada mais so eontinha em dito despacho, aqui
Oelraente copiado depois do que ma-se sentenc
que trata a-petico supra ser do the.r se-
guinto :
Vistos estes autos nada tendo allegado era defeza
aos ios Antonio de Oliveira Ramos Thiorga, Fran-
cisco Joao do Barros e Marques Birros 4.C, firma
fallida representada p>r seu huradur fl-cal, os
condemno a pagar ao autor Joao da Silva Rega-
das, a importancia'da letra de foi has tres, cora os
juros estipulados e cmtas. Recife 5 de juubo d'^
1871.Seba:io do Reg Barros de Lacerdi.
E nada mais se cootraha em dita sentenca, aqu
fielmente copiada em virtude dai|ual, tendo o sup-
plicante requerido que fo*se a mesma seotenra in-
timada a w supplicado^ cima mencionados. Em
virtude do qo' o respectivo escrivao que este suhs
creveu fez passar o presento wlital peloalieor, do
qual intimo a referida senieuca e het por intimado
ao supplicado auznte Francisco Joao de Barros
para todo cooterjdo cima declarado.
Portanto, toda e qualquer possoa, prenles, ami-
gos ou eonhecidos do referido suiplicado poder-
Ihe-hn fazer scieme^de todo o expendido.
E para que chegue ao conbecnueoto de todos,
mandei fazer o presente edital, que ser affisado
uos lugares do cosame/e publicado peta un
prensa.
Dado e pasado ne*ta cidade do Recife de Per
uambuc, aos 30 das do mez de juuho de
1871.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escri Li:erda.
Ao sello 300 reis.V. S. S. ex-causa.Barros
de Laeerda. .________
noikado ; cora o praso da lei, na forraa 'rejue
rida e para o Um exposto.Pede a V. S. detri-
mento.E, R. M.
Via-se a estampilha de 200 rs. datada e asig-
nada pelo precarador Luiz Francisco de Mello la-
vares.
Na qual peticSo dei o despacho sega inte : Como
requer.
Recife, 16 de junho de 1871.Quiateiro. ,
Em virtude do- qual despacho, se procedea a
inquiricao das testemuohas que depozeram sob o
juramento dos Santos Evangelhos a re-peito da
auzencia e incerteza do lugar da residencia do
justificado Antonio- Manoel do Nascimento ; e sen
do ludo autoado e preparado me vieram os autos
conclusos e por mira lidos, nelles profer a sen-
tenca do tfceor seguinte:
Visto nrovar-se pelo depouneoto das testemu-
nhas de folhas e folhas, que Q justgicado Antonio
Manoel do Naseimento se acba anzente em lugar
incerlo e nao sabido, hei por jusiilicada a sua au-
zencia e o escrivao passe os editaes do estillo cora
o pfaso detrinta dias ; paguem os justificantes as
castas. j
Fregnezia de Sauto Antonio do Reicif'*, 27 de
junho de 1871 Antonio Bernardo Qjinteirn.
Nada mais se eontinha em dita sentenca da-
da uos aatos por bem 1a qual se passou aos jus-
tificantes o presente edital com o praso do 30 das
pelo qual se chama e cita o justifcalo Antonio
Manoel do Naseimento, para que dentro do 30 dias
compareca ou por sea bastante pncuraior par>
se proceder "os termos de conciliario na forn.a
da peticao, e a qualquer outra pessoa para qu"
se Ihe faca saber desta mesrai citaco afim de
que elle nao fi |ae indefeso
i 0 porteiro deste juizo publicar este no- luea-
res mais pblicos desta freguezia e o atusara
passando certWio em forma.
Dado e pasudo Desta fregnezia do Sauto Anto-
nio do Recife, em Pernambuco, 27 de junho de
187!. '
Eu, Joaquim da Silva Reg, esc-ivo que o es-
crevi.
Antonio Bernardo Quinteiro.
Ao sello, 300 r<. VS. ex cauz.Qurateiro.
Nada mais se eontinha em dito origiuai a que
me reporto dou f.
Recife, 57 de junho do 1871.Subscrevo o as-
signo. '
Recife, 27 de jnnbo de 1871. Era f de ver-
dade,
O escrivao,
Joaquim da Silva Rigo.
A cmara rauutcipal do Recife aunando-?e au-
torisada p&la le provinci.;l n. 938 do 18 de junho
de 1870, a contrahir ura emprestimo de 300:0005,
voncendo o juro convencional de !)0O, convida a
qnem convler faz^r dito emprestimo a aresentar
sas propostas, poienoo > mesmo emprestimo -er
e.lT:ietuad6 era i es presiacdes com iotervallo d"
seis mezes de urna a outra ; devendo a amirtisa
ci d,-te capital ser feita na razio de 10 00 e
juros correspondentes, tendo cometo seis mezes
depois que principiar a funccionar o mercad"'
publico, para cuja constraccao & destinado o m -s-
rao emprestimo. Da 30 dias para a. yreciar.ao da-
propostas.
Paco da cmara municipal do Recife 7 de ju-
nho lo 1871.
Bento Jos da Cpsta,
Pro-presidente.
Lonrenco Bezerra Carneiro da Cunha,
Secretario.
A enmara municipal do Iteeife, tendo de. cons-
truir ura mercado publico, de cooiormidade com
a planta e rc.mento ppprovado, o p1** o ll,,a'
es' autorisada a contrahir um empre-timo de
30i):0(K)3000, e nio sendo fcil a acqaisicao deste
capital, couda a quem se quizer eucarregar da
pita coustrtecao, mediante as condicoes abalxo
dclaradas, a apresentar a sua proposj no perio-
do do trinia dias.
Con'lii'coes para a eSiflcaca do marcado publico.
! o mercad > pnblieo ser construido de eoa-
tormidade eom a planta e racamento approvado,
*ob a taspccao do engenbeiro da amara, e no
lupar para isto destinado.
2.a Esta cnnstrucci ser feita a cu-ta do con-
tratante at a entrega difflniliva.
3." A cmara -ei nhngaila a fazer os pi)a-
meo.tos ua razio il-e deZ por C'-nto do contrato com
os juros complenles, tendo co-neco estes paga-
raen tos no lira do primeiro semestre depois da en-
trega difflniliva e de roncear a funecionsr o re-
fenoo edificio, sendo tais pgame itoS sen estraes.
i.j 0 contratante ter direito aos juros de seu
capital na nrnporco do 'eu eraprego, on por urna
invsucii) nao excedendo elle de nove por cunt
c-trap e'si estipulado na lei n. 938 do correte
Xerctclo..
5.* O contratante recehe.r como garanta de seu
capital o edificio construrai e suas lendas at com-
pleto emboles de seu contrato.
ti." O contratante ser onngado a uina multa de
20:0003 se so lTa-tar da constraccao do que bou-
ver contratado, assim como haverada Minara dito
rjaantia se por cansa della boQver reciso do con-
trato.
Paco i).i cmara municipal do Recife, 7 de ju-
uho Je 1K7I.
Bento Jos da Costa,
Pi-presidente.
Lonrenc.o Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
zao s.ue foram apprehendid!)? pv sa*p.i de se-
ren fuados, quem pois se julg.tr com'direito a
elles se apresentem oeste juizo dentro do praso de
30 dias,' raunid is de seai docaraentos que Ibes
serio onlregnes.
Sublelegacia" do 1" dhlrieto .dos Afogados, 26
de janbo de 1871.
. O subdelegado,
Joao Clirlseslorao de Alourpcqo.'.
l
THEATRO
f
Sacie dade dos artistas
Sibbaio 1. de julho
1.a RECITA DA ASSIGNATURA
Subir s-ena a pedido de muitas pessoas, a
muito applau lida opera bulTi. do maestro OrTsm-
bacli,
La Grrand Dachesse
de Gerolstein
Principiar s 8 bi-ias.
AVISO
0^ bilhetes dos Srs. asignantes entre(fam-se n"
es'Tiptorio do theatro, em lod"s im dias de ese-
tcalo, mediante a apresentacao do resjeet"'
cibo.
CAMPO DAS MNCEZAS
MPAXilU BKSILEti
Eqnestre. syinn-isttcs, icrotoa-
tiea c c(iiil!brista
PUOPRIETARlO
Antonio Os'ly doGarmo,
Primeiro artista equestre. .
DIRECTOR
Augusto I. marte.
Doealc''! 3 de jnlh il I 8? ti.
Exiracifinari tspeciaculu ,
em beoeflcH do muito conhecido ariwtti
Alberto Frei'e
0 programla maravilhoso Prepara-e nm
perigMr*imo trihalbo a :io jae muito deve agra-
dar ao respoitauel pnnlico. ^
Prmcipiar s 6 horas. -
As encomm radas de bilhetes podera sW rVilas
desde ja.
Companhia americana c hrasit-
ra k paquetes a vapor.
Xo (lia l" de ju li i esnerado dos portos do
o vapor americano Siutih America, o quT
nois da demora do costme seguir pira
e.....ra do costme seguir para New-
fork tocando no Para e S. Thoraaz.
Para fretc e passagens, lra'a-se com os agen-
i tlenrv Fortir &("... rna do Comnvrfkil. 8.
PretS-sn par:; > Rio ne J-.nairo ira recefre
carga para n mesmo porto a fr-te commoJo o pa-
tacho, portnguez I'///- Fiar ; a tratar com o eapl-
tio a bordo, ou cora Francisco Jos da Casta
Aranp. rni rt-j Aoollo. armazem n. :',fi
O major Antobio Bernardo Quiuleiro, .ni -i,.i da
rosa e juit de paz em ejercicio da freguezia do
S. S. bairro de Sanie Antonio da eidade do ite-
eife provincia de Pernambuco, era virtude i
le etc.
Paco saber aos qne a presente carta de editos
virem oa delta noticia tiverem. que por parte de
Jm Onilfeerme Guimaiaes &C me Joi feita a pe
tico dor theor segaiole : -^
Illastrissira Sr. juiz de patDizem Jos Gui-
Iherme GOimaraes i C qae elles preten lfm tazer
noiiticar a Antonio Mancel do Naseimento^ para
amigavelmente pagar aos snpplicantes a quaotia
de 7oi00 rs. e seus juros, importancia de urna
letra mercantil j vencida e o supplicado nao pa-
goo ; re^aerem V. S. se digne mandar fazer a
.lotifi.'acao para o fim do exposto cun a pena da
rt^eli* ; e porque consta aos supplicintes que o
snpolicado se acha auzente, era lagar incerto e
nao .vbida, xequerem os supplicaaies a V. S. se
digne AdmitO-los Justiicar a auzencia do supp-
cado, o 'joe eito se julgoe por setoenja passaa-
Segunda feira -i de julbo, Anda a audiencia
do fl!m_. Sr. Dr. juiz de orphos a requerimento
do ioventarianUalos beflis deixadospelo commen-
dador Tiiomaz dri Aqtuno Fouseca com annuencia
de todos os herdeir.'S serio arrematadas quatro
moradas de casas j snnaneiadas por edital do
juizo cima pub.icaoo ueste jornal de 47 do cor-
rent'. a saber : ra Velha n. li, rea do llangel
n. o. ra da Praia n. oi e oi,' nis quaes tem a
Dr. J. de Aquinn FnQSeea tns stimas parles que
tambem serio vendidas ; vendendo-se assim n.>
todo o-, predios cima.
L. Pinto de Abreu,
Solicitador.
/Qiisufcuiu provincial
mez de janho prximo comeca a correr
dias para o pagamento voluntar
Era o
o praso de .'10
nesta reparticio da contrihincao da decima
baa, do o Of) sobre o rendimento dos predios de
corporacoes de mo mona e de 75 rs por litro
de agurdente, relativamente ao 5* serne^re do
anuo tinanceiro de 1870 a 71 ; o qae faz-se scien-
te aos respectivos contribuintes que nao sati.-fa
zendo dentro desse praso, encorrem na multa de
o i)|0 at eocerramehto do exercicio.
Consulado provincial z~2 de maio de 1871.
O administrador.
Antonio Carneiro Machado Rio. .
O administrador da recebedona de rendas in-
ternas Reraes, faz sciente que neste mez do junho
que tem do ser paga sem multa a dedma^ddiciooal,
relativa ao 2o semestre do ejercicio c rrente de
187071 que esli sujeilas as corporales de
man mora, as coutpanhias e sociedades anonymas
e as asociac5es pias, benelicentes e religiosa?, e
qne lindo o referido mez, ser paga com a multa
Je C /
l'.ecebedoria de Pernambuco, 6 de Junho de
1871.
Manoel Carneiro d> Smiza Laeerda.
SANTA CASA DA MISEKI.ORDIA DO
RECIFE.
Pela secretoria da santa casa de misericordia do
IV'Cil" oonvidam-se as senhoras D. Francisca Ale-
jandrina Caraargo Muir, e Damiana Maria dos
Pnzerrs, para quo coudnzara ao collegio das or-
pbias suas lllhas as menores Oihelia, Columba e
Maria, afim de sebera all admittidas como ordena-
ra a presidencia;
Secretaria da santa casa de misericordia do Re
cife i7 do junho de 871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonza.
nspecqo
do arsenal
rinha.
de
na-
Faz-se. publico que a commissao d perito*
examinando na nna determinada no regnlamente
nnexo ao ^decreto n. 1321 de S do f"vereiro df
1831rrT5^a3C3J, machina caldairas, apparelhos,
ra.i"tr>aro2s, relames, amarras e ancoras .dos va
pores lpojusa e Parahyba da companhia Pernam-
bucana de navegacio costira, achou todos esses
objectos era estado de poderem os vapores na-
vegar.
Inspeecio do arsenal de marinha do Pernam-
buco 27 de ja ano de 1871.
O inspector,
Francisco Romn i Stepp'e da S;lva
-- Pela subieiegac d.i 1" d.stnclo dos Afuga
ios se declara qtie se- achara legaimente deposw
uaos tres cavados; sendo doas russes e um alv
BAHA
PAKl O
ARACATY


mmm vmm
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperad
at o dia II do corrale o vapor
Annos. commandantfi o \* (e-
Dt-nle Jos Candido Daarte, o
qual de|K>is da demora 00 cos-
tume seguir para o do sul.
Dcde j recebem se passageiros e engaja-s* a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada, ecorfl-
nendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de ana sabida.
Nao se recebera como >nci>mraendas senJo ob-
jactos de pequeo valor, e que nao excVatn a 2
arrobas w peso na oito palmos cbicos de raedi-
Caa Todo que pastar destes limites dever .e
embarcado corno c.irga.
Previoe-se aos Srs. passageiros que uas pa*sa-
gens xi se rcebem na agncia, ra da Cruz
n. T7, eseriptorio do .^:uni.r Lurl de Oliveira Ath
vedo A C
Para Lisboa
o bripue portujtuez dtete, capillo J. J. da Costa,
vai sabir com brevidade por ter prnnpta a roaror
parte da carga : para o resto quo Ihe falta trafa-
s.e com os consignatario* E. R. Rabello A C, fna
do Commercio n. \\ oor-com o cajiao.
Para o po"t-j cima segae cora muita bi eviOattP,
ogo qie aqai chegar de Antaerpia, o navtb M-
phonse & Marie, toma carga a frete : a tratar ta
;na da Cruz n. 5a.
Segne com brevidade o hiate Novo Inveneive :
para cargas e pas^atrens trata-se rna do Vtg.-ino
n. 1%, Io andar, eserip'.orio de Jos Lopes D*tra.
PiKA.
O patacho nnrte-allemlo Mathild, jegue para o
porL. cima, reeebe carga a frete commdp: a tra-
ar cora Joaquim'Gerarlo de Basto.*, a rna db Vi-
ario u. 16, primeiro andar, escjptorm.
, i, y ...-.
tiio Grande do Su!.
Para o indicado porto seguir com b.e*idade o
hiate nacional Rosita, por lar a maior
saa cargi engajada : el ara o isto que ihe I
tiata-se om o sea consignatario Joaqun) Jo-e
GonQalves Bkrao. ni -'o Commercio r. 8. _, .
Bli'aade do 8ul
Segu wm brevidade para o porto cima 'OVfi-
gue nacional Amelia, tem prompta a maior frite
do sen carregamento, para o resto que Ihe fajtatfa-
ta-ce com os consignatarios Antonio ,Lniz ie"6l-
veira Azevedo A C : roa da' flrai o. 57.

i
LEILOES.
de 40 caixas com q^eijos fla
mengos e 40 HOJE
' O agente Pestaa fari leilid fhff eonta e r*M
de quem perlencer, de 40 caitas com dJbeijM -
mengos e40 qneijos prafc),^ deseabarcados do^K
timo vapor,' s sabir da alfandega, e per as o
roats frescos qne existera oeste mercado, 09 q**a*
serio Tendidos em toles vonude, oo efn;*,*
I I^HB Wkm


Mario de Peraambueo Sabbado. 1 de Julfao i71.
crr:
.****=
irr;
5S=
-c-j.
lote. hoj, i II horas A. antiia, na.poro o ai
mazein .lo Arme
LEILAO
DIVIDAS

J *'
I
i.
M importancia de Rs. 28Ji 11 ;9375.
0 asete Poninal vender em ieil), por man*
Me olllm. Sr. Dr. jaiz do comnjercio. a reque-
TTlIiraino do a Iminisirador da msssa "fallida de Al-
moa Borges & C.. as dividas a mesoia massa,;
ooiUates de letras e eoetus de Itvros
Hoje
*b %rftiz'.'a
loras.
. DE JIO.
da ra do Imperador
JUSKCA-FEHU
I. Lftw levar
4 DO (JRRENTE.
a leiHo, porjintervencSo do
lente Pinto, ora completo e variado sortmentc
de firnlas franceza*,snissas e allcrnaas, existen-
tes em 9-u armazem, roa da Crin n. 68.
Principiar as 10 horas.
.
'

LELA
DR
dous bons engenhos
A *8 do correaje.
Por oherior despache do IIIm. Sr. Dr. jaiz de
Siretto especial do caramera.) d'esta cidade, re-
jnerirnento dos administradores da massa fallida
de Siqneira & Pereira. o aieote Oliveira expor
Aovamente a leilao publico, os Dem conhecidos en-
gento! denominados Justara e Atonte d'Ouro,
imtoi sitos no termo de Ipojuea d'esta provincia,
os qtties forJra peohorados por execucao de ditos
.idmiois(raJore.< viuva e herdeifos do Dr. Igna-
cio Nery da Funseca, e adjudicados indicada
massa ;
Sexta-feira 28 de julho
ao (neiodia e:n ponto, no eseriptorio do referido
agente, ra da Cruz n. 53, primeiio andar, onde
se dar previas infurmacoes.
VISOS DIVERSOS
Sxtupla essencia do amor.
Ka ra que nao vellia,
Ao publico se faz sciente,
Que um celebre conferente
Provincial.
Na amolaco sern igual,
Traz toda a ra assombrada,
i' a bella rap:iziada
Iuquiela.
Em frente da predilecta
D fra mais bjia as mangas
iod'c melnor as mongsuga-
Que o macaco.
Mas se r; rebollo tao fraco
Oom tanta forra elle amla.
Era breve estar da bola
Perdido.
Na ra est conheeido
Por todos os moradores,
PerfeitoORumJ cupido
ln'.re crnicas de amores
Mas se o Orubu' na morado
lT.go do do am:r aliga,
'orna-se o amorOrubu"
OjudoviraCrnica.
______________O lato apaixonado. _______
Preeisa-se de um cuiinlieiru : a ra op
Crespo n. 12, i* andar.
Folograpliia imperial
E
4i il.KRIA DE PIXTITK %
DE
J. Ferreir Trllela
Desde o dia 7 de abril pastado acha-se aberu> c
iovo estabelecimento photographico sito ra de
Saboga n. 18, esquina do pateo da matriz. Gatraha-
ihos que desde ento, tem sabido de nossa -offldna
ii geralmente agradado, eendo recebidos por
ugnns com admfracao pelo extraordinario pro
.resso que ltimamente teto tVtto a photcgraphfa.
i por outros coto alegra, por verem a provincia
n. 16. s H iotada cora um estabelecimento digno dem, e in-
onteslavelmente o primeiro que ness genere
naje possue : tambem nao nos poupamos em eousa
itfuma para moma-lo no pe em que se acha, es-
aerando que o publico de Pernambuco saberi
preciar nossos esforz e recompensar nossos sa
:riflcios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
i estrangeiras que gostam das artes, ou tirerem
lecessidade de trabaluos de photographia a visi-
tarem o nosso estabelecimento, que Sitar sempre
iberio e saa dijposicao todos os dias desde ais *
loras da madhia at ?s Jda tarde.
Para os trabarnos de photographia possnimof^ia
zersas machmas dosmelhores autores francotes-
nglezes e allmemes, como seiam : Lerebcurs 6t
Secretan, Herniagis, Thomaz Ross, Voigtlander e:
ionh e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
uachinasi sendo ama dallas propria para tomar'
robre ojmesmo vidro 4 on 8 iinagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas e
gualmente soladas, de sorte que no caso dt
jrande concurrencia poderemes retratar sobre
ima nnica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
las para cartfies de visita, assim era menas del
m quarto de hora despacharmos 3 differentes
jes-oas qhe pseam cada urna, urnaduzia de cartees
Dais ou menos, com os seus retratos smente, oc
im grupo com outras.
Encarregaraos-nos exclusivamente da direc;ac
feltura dos trabalhos de photographia dei-
tando pericia e talentos do distracto piutor
llemao, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabalhos de pintura, a aquareia, a oleo, e a
)astel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publicare at o presente tem-st
lesvellado na execu^io de seus trabalhos.
No nosso estabelecimento acham-se expostos ou-
xos trabalhos imiwrtanb s do Sr. Roth, tanto en
aiiniaturas aquarella como oleo, reiratos i
leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at t
amnho natural, assim como de quadros sacros
jara ornamentacao de igreias ou capellas. Tam-
ben aceitamos encommendas de quadros histori-
as.
Assegnramos que os precos dos diversos tra-
lalbos da nossa casa sao mu rasoaveis.
1ARTOES DE YISITA NAO COLORIDOS 10f500 1
DCZU
oart5es DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL l6000 A DDZIA
Retrates em miniatura oleo on aquarella de
(6 20000 cada um, indo convenientemente en-
aixilhado em moldura dourada e regulando c
justo da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
do o qnadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarlo os presos cima para
larmos idea da barate?a dos trabalhos do nosse
istablecimento, quanto sua perfeicao cada urr
'enha jnlgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarm retratos no
iosso estabelecimento s5o das 8 horas da manbaa
1 da tarde; entreunto de urna hora s $ da tarde
un casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
iner pessoa.
Nos dias de chnva, ou por tempo sombro po-
iemos retratar, e asseguramos que esses dias sae
>s mais favoraveis aos trabalhos de photographi;:
jela docura e persistencia da luz, e por termos c
loan terraco construido com taes proporcoes e
nelhoramentos, que !imda cnovendo jorros ne-
ihnra inconveniente ha para fazer-se bello re-
ratos.
CAFE PURGATIVO
A' SCAMQNEA
.De B,N Barral
' .ir -^>j>.
Fhiffc?aeeutIco-c Imlce
' A Qtuiato J"*rotes Diojtoffre demon
trajo aigam i a pt.e3crpcao dftria qoe dalles
fazamoamadiOM e o w anda mais freqnent
feiao pelo pobllaa tio pro**? irWrafa tanto
como a quantidade jimucoeravel deste genero. Se
falta aperfeicear cada ye mais ojtoodo de admi
nistracao, de maneira qtw cons^rfiraao a sua ac-
cao, eile possain ser tetaado seo repngnancia
uera asco e *)bretudo sern" jeceio/tem perigo.
Muios porgantes afamado^, *-' dhvm este bote
xito ao sen elleito intenso e c*xtessivo. D'ahi c
pengo, porque irritaefles de esfcJbaf> inflamma-
r de ntranias sao inev}tavelMiBte o resolta-
do seo emprego. Nada disso tem-se de reeear
com o caf purgativo.
Todos oofaecem per experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiraraente tnico e excitante de
caf. Elle o melhor auxiliar dos purgantes dos
qaatfs disfarca o cheiro o sabor e ajada a aecac
sollicitaodo vaganuamente es moVinentos peris-
tlticos de intestino, e preveninde o sea effeitc
maito intenso sobre o estomago. Ifistarado com
seamonea, facilita as evacaaedes eom-pronptidc
e sem clicas, e torna-m nm purgante brando.
ceno, fcil a tomar e prferrrel a fos os outros
safao una indicapao especial da qal o medico t
a nnioo jnk. .
A innneuldade lo caf purgativo permtte de
emprega-lo em todos es case simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
5o "este, dstroe a dureza de venlre, as vento-
sidades, as flatuosldades e excita o appetite. Era-
pregado mais a miudo, conven^nte para eva-
caar com vagar a bilis e os borne*, es viscosos e
e faz dessa maneira desappareeer a enxaqneca,
as dores de caneca e prev os ataques de sngoe
oas pessoas que a estes sao predisponas.
MODO DE EMPREGO.
E' tao simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, pur on mistnrado com urr
pouco de ieite fri assncarado, ob ayua assnca
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria pan
um adulto ; duas oalhires de caf bstate pan
as senhoras e para Inda e qualquer pissoa que se
por fcilmente.
. ara as criancas de 8 10 annos, a metae do
vidro suficiente ; de 5 a 8 annos, nma eother
de caf, e a qnarta parte do vidro te/pente abai-
xo desta idade contra a gosma.
E' por isso d'uma administracao, .muilo mais
fcil do que es biseontos, chocolates on bolos
purgativos.
Da-se immediatamente depois Ieite .quente as-
jucarado on caldo leve, e duas ou trefe ehavenas
Je eb preto ou de lia. ,:
nico deposito na pharmacia e drogara de
flartholomeo & C : rna larga do Rosario n. 34.
Bartholomeu & C,
MUSEO ELEGANTE
N. I BA ESTREITA DO BDSARIO !N. I
AO OiUTOM
Novidaded do Bluseu
Musen Elegante
acua-ee "brovfdo de um lindissiDoo sortimen-
to de Dabadiohos e ntremelos tapado e
Na roa da Cruz n. 33 (hoje Bom Jaso?), pre-
cisa se de urna ama para cozrahar o diario de urna
casa de pnuca familia.
TTENCAO
Atten(?ao
i
Quem quizer dar a juros de i li2 0,0 3:0004
com JljrpoUieca era beus movis, annuncie por
para ser procurado.
este Diario
Offarece-je urna pessoa competeatements ha-
bilitada para ensinar as primeiras letras, msica e
[nano em qaatqier logar, poleodo ser procurado
na roa do Maityrios n. 2. 2* andar.
Precisase de urna ama ou de urna
a para cozinhar e engommar pa-
ouca familia : na rna da Soledade
ou ra da Cadfia do Recifa nn
Antonio Pereira de Oiiveira Maia tem para ven-
der em seu estabelecimento a roa da Seala -no-
va n. 1, (4 superiores tamanos e chinellas do
Pert'i, mandados vir por soa conta propria, em
grosso e a retalbo ; aproveitem, antes que se
acabem.
Q ,ni precisar de um eqcinbeiro portuguez
cheguo lia pouco do Porto, pode dirigr*se rna
do Rangwl n. 41.
FUNDAS
.-
j
A pharmacia americana de Ferreir Maia & C
acaba de receber pelo ultimo vapor um grande
sortimen'.o de fundas, e entre ellas algumas de
goman elstica, as mjis recommeodadas pelo9
medico? para a cura -las hermas : ra Daque de
Caxial n. 57, outr'ora Queimado.
Papagaio fagio
do largo c!a matriz, photographia alleraaa : lovon
corasi^o um ou dous po legaias de corrente solda-
da de laio : tjuem o pejur e levar dita pho-
thogr.-.phia. sera l>em gratificado.
O ai.aixu assiguaJo relira-se para a Earopa
a tratar O sua sade, e pela rapidez de sua via-
gen e gravidaJe de soa molesia, nao se pode des-
pedir dos seas amigos, pede descnlpa e oflerece o
sen p-queao pres-i no aonrte se achar. Dexa por
seus precuradores era toa os seus negocius, em
primeiro lugar ae sen m.no Dernardino da Silva
Lopes, em segundo lagar Joaquim Goccilves d"
Andrade. em tercero Francisco Jos de Arauio.
Recife, 28 de jucho de 1871.
__________________Manel da Silva Lopes.
AMAS
Nova casa n. 22.
i'ie isa-se ue duas amas, urna
que engorante e onira que cozinhe
com perfeijao : a tratar na ru
Precisa- e de urna ama forra ou e-crava que
saiba bera cozinhar; na ra Duque de Caxias
(outr'ora das Cruzcs) n. 65, segunio andar.
Caixeiro
Precisase de um caixero portnguez que tenha
pratica de taberna e afnaoie sua conducta : ni
pateo da ribeira n. 13.
Mi


J. 0. C. D >v!e faz publieo que mndoa o .en ar-
mazem d> fazellas da ra do Girnmereio n. 48
para a mesroa rna n, 39.
19. Ra DA Pewha. 19.
Anna Sanbritiha Monteiro P.
Materias de ensino.-T idas as qje corn-
preheadem a instfncco primaria.To- w
os trabalhos dcagullia, inclusive bordado $
da curo^-Fpres etc. jljf
U
\
Pr< uno.. SS00O.
nbem r*c**m-u alumuas internas. 5S
Pelo pre.'enle sao convidados todos os rmaos
da irmandade da Santa Crnz dos Canoeiros para
no dia 9 de julho, e em virtude de ordera do jniz
de capellas proceder-se a respectiva eleicao da
nova mesa._______
Precisa-se de urna ama para todo o
servio,) de casa de pouca familia : na
ra da Imperatriz n. 40, K ja, se dir
quem precisa.
^--------------------jU_______________
Sociedae Luso'-Brasileiro
liaver sesso ordinaria as
M
Domingo 2 de julho
10 oras do dia.
O secretario,
Joao W.
Perdeu-se o bdhete de dous tercos da lote-
ra 198' beneficio do hospital da Ordem Terce-
ra do Carroo. n. 1839, peda-se ao senhor theson-
reiro qoe nao pague a sorte que nelle sehir seno
ao ahaixoassignaao que joga com esse numero a
C annos.
Recife, 30 de junho de 1871.
_______________ Joao Pedro Raptistaj
Desappareceu no da 21 do crreme um
cabocolinbo pequeo de idade de 11 a 12 annon,
consta que est para as pandas de Belem, pois foi
visto hontem (29) na travesa deste nome : quem
o encontrar mande entregar na ra Imperial .
233 a seo padrinho Manoel do Amparo Caj
i
VTTENCAO
BJ
VlWHO, PlLULAS, XaROPE B T.KTUIU
DZ J-rnUB-UBA SIMPLES E PERRUDXN80
Ot.r.o, Pomadae Emplastro DA 0BMJ
UA PREPARADOS POR
^RTHQLQMEO & Cv
pHARMACSUTICOS-DROQUItTA
I'EHIAMUI.'CO
A Jnmbflbii : mu planta huje rteOtltKidi
:'...(. .i oais \i9!ruSi> tuuico. eoaiu o nMlU*
i .tl-y.'.'ieett, cuuo la i apj Hcada ' do Sgirlo '. b>(0, hepawi, durmaa, tnmfcre iBl
i.'t :Ji".;:*liaeni do otero, hydropeiaa, rrai
oails, etc.; e aasociida ao ferro nl na pallii.
cores, chloroaei bita da meoatraacao, doeama
,-> do esiuaiago, te., O qaa ililiaWl atauta,
'.naumeraa coral imporuotaa oblidaa toa aOMoi
rapando j baca coohecidea iiadoa palea ix
diitinctof mdicos do au a PorUfal. En tedba oa
loiaoi dapoaitoa dntribauBo grttii feMtN fie
albor faiaaa coihtcor JrabiM eaoa ratvhU
anolicacio.
Via-ferrea de Olni.
Algnns apreciadores da velba CIDADE DE 0-
LINDa pedem ao digno snperinlendente qhe an-
mente nos domingos e dias santificados mais nm
trera as 10 horas da noite, tanta do. Rectfe como
de Olinda ; pedido este qne o moi digno superin-
tendente nlo deixar de attender.
Precisa-se de urna ama para o ?ervi(o inter-
no e externo de casa de pouca familia : na ra
estreita do Rosario n. 38, I* andar.
JLOJA
no

Pergunla se ao Sr. Crovo de Almeida qual foi
o motivo de nao se dar a partida por S. Pedro 9
tendo-se marcad > urna qoota para ella ? Respon-
da-me Sr. Crovo.
CRIADO
No caf chinez, ra do Ro5aro n 31, an-
dar, necesslta-se de um criado para todo o ser-
vigo.__________
Precisa-se de urna ama
(forra ou captiva) para o
serviC) iuieroo de urna
casa de duas pessoas :
ra do Vigario n. 1, 3o
landar, sobrado amarello,
qnasi na praga do Corp Santo.
Prevenpo.
. Previne-se aos moradores da roa do Imperador
e especialmente a alguns ebefes de familia, para
que nao percam de vista, um amolador escandalo-
so-que ah percorre todos os dias, e chapeleiro
na mesraa rna.
O adversario.da estupidez.
Roupa a lavar e en-
gommar
Precisa-se de ama familia conhecida e capaz,
que se encirregue de.tratar com toda a perfeicjlo
e cuidado a roupa de am hornera : dirija-se
ra Bella n. 37, sobrado de dous andar;.
Capas e peroeiras de borracha, ftzenda
superior por" preco baratsimo, lapels ave-
ludados multo lindos para sof e ponas, ^aDsparenies, e de ricos e modernos espar-
panos de crochet para-so f* e caders/gran-tibos de a W fa(,a om.
S;*'m'tmi>m'-- Musen Elegante
E WUITO BARATO.
Camisas iogezas com peito de linbo moito
fines % 0ir5 e SStOOO a duzia, ditas bor-
dadas fazenda de aparado gosto a \ !Gf5 a
dozra, as mais floas camisas imitando as de
liniw pw 330000 a dnzra, ceronlas de li-
obo a 34(J0O0 a duzia, ditas superiores in-
glezas a 44 000.
As mlis de familia,
Encontrarao no Museo Elegante o com-
plet sorlimento de roopiabas para reeem-
nascido, corpinbos de /osto e de caabraia
bordada a 800 e ijJOOO, vstMo para enan-
ca ifr, 35 e 4,5000, coitaririhos bordados
com bico para seaboras a 3>0,5O0, rs. col*
leirinbos e punbos para eobors a 640,
800 rs. o par, coHer*bo8 efohfcos frisados
e bordados a trOCO e l?500o -par,fazenda
que sempre se venden a 3 e 4^000,
muito ricas e modernas- gollenhas para se-
nhoras, as mais modernas'grvalas de fil
bordado a 10090 e ($000 cada ama.
LalSyrintho.
0 Mozeo Elegante vende toalhas grandes
todas de labyrinthe,. fazenda que sempre
venden-se a 14*5 e i53000, por 8*5500
fronhas de labyrintho a 640 rs-. as peqoenas,
as turare* a i-SOO; bicos rendas todo por
preco baraltnho.
recebe por todos os vapores lavas de pelli-
ca da primeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm." familias Deste impor-
tante estabelecimento um grande sorlimento
de ar'gos para casamento, como sejam ri-
cas, grinaldas, nuissimas meias brancas de
seda, ligas, luvas brancas, Ieques finos,
franja branca de seda, fazenda soperior,
trancas, gales, bol5es. bicos de blond, fi-
tas de grosdenaples e de setim de n. i a
80, ditas de veWodo. bicos de crochet bran*
co e preto, verdadeiro bico valeDcienne, ba-
feias para vestidos, cambra franceza preta
branca para forro.
Cntilaria do Musen
Elegante
Navalhas muito finas, cabo fe tartaruga,
marfim e bfalo, do aflamado febrionte
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, tartaruga, marfim, tesouras
finas para unbas, costura e cabello, talberes
para mesa e para doce, de diversos precos
e quididades, ditos muito finos com cabo de
marfim, superiores garfos de metal branco,
grande sorlimento de comeres para cha,
e sope de nvtal muito fino, trinchantes com
cabo db marfim por barato prefo.
bornese e-
Lubin. Con-
Talberes Anos, don? botdes, cebo braneo, a S>
ditos, finos, cabo de balaneo, a 9000 a dn
aa, eolhere9 finas electro-piale a 6' a dua'a, ditas
para sopa a lOt a dnra, para liquidar qoeti
vende por estes dimfnn'os precos : no Hteu Ele- -
gante, roa estreita do Koeario u. 1, de Perreira
Martin? 4 C.
o Museu Elegante
encontrar) as pessoas falta* de vista nm
completo sorlimento de oeutos de aro do
tartaruga, bfalo e ac, e tambem pendaez
de tartaruga, bfalo, ac
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a muito acreditada tintura ingieza
(a qnal mostra o seu ttom effeito pouco #Je-
pois de applkada) e o sublifue liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigeDioRi-
gaod) que em monos de oito dias d aos ca-
bellos a sua cor e brilbe primitivo, e (Upis
deste tempo s bastar osar de oito em atto
dias para conserrar o matiz adoptado.
Vende-se camisas ingleza* de linbo muito fina*
de 60*000' a dnzia por 481000, para fcixar cos-
ta : na ra estreita do Resano n i.
O Musen Elegante, rna estreita do Hcsario n. <
receben tabolas e'copos de marlim, ecu-a de apa-
rado gosto e tambem >erfei)s dados de marfim,
sendo tres era usa caixnha proaria para os apre-
ciadores da___
O Mosen Elegante vende perfumaras do acreditado fabricante ir.gez J. & E. Atkinson, e previne
gosto, que os artigos vendidas ne&ta casa sao por precos-rasoaves e de primeira qoalidade.
aos ataartes^k) boa

N.
NO MSE ELEGANTE
1Ra Estreita do Rosario N- 1.
DE
FERREIR... M.TON $ .
------------------------------------------------------------- n.i i .----------------------
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
BS. CHAS. DE GRATE .
ELCTRICO
OF PAIZtf O RE BA DOR
PARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOXaERA E CHOLERA
DitrraM, fiaxe de Miifn*. a um dia.
Dtr da MtMta, dore da ouvido a
traa minntoa.
Dar da dente, na m minuto.
jTtungia, a cinoo nisntot.
Daaloeacoea, em Tinta minutoa.
OargantaJ inehiiaa, m des minntoa.
Colies eonmlaoes, am cinc minuto.
Khenmatiamo, B nm di.
Fabr ftbr intrmitnte, m um di.
British cemitery
The Treasurer would feel obliged if Mr. Tbeodo-
rt lust ^ould cali upon Jiim a 38 ra do Com-
mercio.
""British hospital
The Treasurer would thank tha merchants bol-
ding fees belonging to this iustiluloo to sead sa-
me i* n. 38, roa dfl coaraereie.
%Q$ de gratificat?ao
Na qniuta-felra das 4- para 5 horas da Urde
fucio u papagio que lavtto duas a tres pebra-
das de crreme de latao com ~iolda de estanho,
He falla rooco-tQas 8B C5,il*)ai li^r^ue a voz imita
a de orna Vh. 'sua 1uern aenoa 4i6ra restituir
' allenaa, largo da matriz de S.' p.-
JtVrfV v'*rw**M/v*/ ^,('1, s na nhni.-orinh ^ auemaa, tarpu ua luawiz i
%M SB98HI M WB^UaO;C K-JB a quau.a cima.
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem coniocjdo estabeW-
cimente, alm dos moitos objectos que tioham ei-
postos a apreciacao do respeitavel publico, mas-
daram vir e acabam de receber pelo uitijno vapo?
da Europa um completo e vanado sortmieato
finas e mu delicadas especialidades, as qoaes e#-
tao resolvidos a vender, como de seu costnsa.
por precoz muito baratinbes e commodos para
dos, com tanto que o Galio....
^uito superiores luvas de pellica, pretas, br-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e pannos para s-
nhora, neste genero o que ha de mais moderas.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e rqnissimos eneites pan caberas da*
Exmas. senhoras. -
Superiores trancas pretas e de cores Com vin-
ihos e sem ellos; esta fazenda o que pode hava
d8 melhor e mais benito.
Superiores e bonitos Jeques de madreperola
marm, sndalo e os.-1, sendo aqoelles brsocoi
com lindo3 desenhos, e estes preto.
Muito superiores moias fio de Escossla para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30#00(
if duza, entretanto qne as as vendemos por 201
alm destas, temos tambem grande so**limeato d
ou.raj qaalidades, cutre as quacs algumas muite
finas.
Boas bengalas de superior c anna da India
castio de marfim com lindas e encama/loras figo
ras do mesmo, nee\te genero o- que de melhor s*
pode desejar ; alm destas temos taaiieci grana,
quantidade de outras qaalidades, como.5eji.ci, ma
asir, baieia, osso, borracha, etc. etc. dtc.
Finos, bonitos e airosos ehieetinhos'\Ie cadeia
de ontras qaalidades.
Lindas e superiores lijas de sed o borraeh
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora para meai
as de 4 a 18 annos de idade. .
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fax--
barba; sao muito boas,e de mais a ais ao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por rioksa vea tan
bem asseguzamtis saa qnaHdae e deficadeza,
Lindas e bellas capettas para noiva.
Superiores agulhas para machina va para cron
Linha muito boa de peso, frouxa! par enchr
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assis
como os tentos para o mesmo fira.
Grande e variado sortimento daalIBelhores p*
[amaras a dos melhores e mais eakhecidos per
famistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra |ecu,T3!35es,
facililam a dedti^io das innocentes, crianzas. S-o
mos desde, muito recebedores destes prodigioso:
collares, e continuamos receba-lol por todos o:
vapores, afina de que nanea fatteet no mercado
como ja tem acontecido, assim pois iodarSo aquel-
les que deltas precisaran, vir ao dwcsito do gaik
vigilante, Monde sempre eucoutraiaa destes vers-
deiros eollares. o os qaaes attenAido-ss ao fin
nafaqueso arpiados, se venderlo com un me
diminuto lucro.
Rogamos, pote, avista dosobjut03 que deixmi
declarados, aos bmos freguores e amigos a viren
comprar por preco muito razoaran loja do gali
?igan!e, roa do Crespa n. 7.
MORBTJS,
OOT UM COlUl MI ldM, *m lia aa>
nutei.
Toases perigoaas a refriado, a u flk>
Pleoreiia, em na dia.
Burder. aathma.
Hemorrhoidaa e bronehitU
Inflamaac&o no rima,
Dyapepaia, eryaipelaa.
Molestia de flgado.
Palpitadlo d coraoa*.
i, .. >
-
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS 90ERCAS SE APBESESTAM, (UAiDO MEROS SE ESPERAM.
OLKO ELCTRICO O "SINO OF PAIN (O ral da dor) aquieta e positivamente dlsslpamaUda
asolestlaa e dores, e allivl mala oe toffrlmen toa e produx nn mal perfeito equlUbrlo no syi tema humano, nm i
p6de effeetuar no mesmo tempo, com qualquer outro remedio medeclnal.
Este multo popular remedio esta agora osando-ee geralmente, peto raiao qne mllaaref. de peeioai Um gont
rratli coa o dito remedio pelo Dr. Orate. eatree mala.
Elta Importante remedio nao se oSerece pura curar todas as doenfas, pona tao sement para-aquella eitlptlatt
m nossa dlreef bes.
Esta operando noe principios da eblmtea e da eleetricldade e por lsso, eet applMttTel para o enramen to paTaV4.
reetanraoo da ao9ao natural dos orgaos que aoffrem da irregular crreula^a doa flnxos do principa* nrvea. Ole
elctrico O "Kinit of Pala" opera directamente noe abeorventoe, faiendo deeappareeer aalacaaaoea daaglndulas aW
em nm tempo incrivel, breve sem perigo do seo aso debalxo de qnalquer olrcamstancla.
O remedio, nma medeeina para o uso externo e Interno, com posto dos eleeaent os ereratlTOf, raisee, taervas, a rM
taes, como ae tem usado doa nossos antepassados, e da quaes tem grande ezlstoneta no mande, para curar todasgaj-
molesttas, rnente sahendo-ae quaes ella sao.
Foi osa grande e especial desejo da facnMade de medeeina durante muMo annosde experlane! para apraadaaraf^
aaelkoree modoe qne ae deviam adoptar para curar aa aegnlnto doenoaa, e que propor^ee de medeeina ae derla i
^SSkk
UKTICO
EM PERHAMBUCO
NA PHARMACIA E DROGARA
BARTHOLOMEO & C
r.=34 Ra sarga do Rosario. IV. 34.
Cuidado com as falsificares
<

i
TTEN^A.0
FLOR
Forte msnia re aDunncar I vive o Diario de Pernambu; cheio de MtencoS, ven-
de-ve sto, vende se aquitto, e urna iotioiade de congas s para massarem a aii<:';: i eo
respeitavel pubiieo no entanto, os proprietarios do novo e bem mnntdo et:.beleclment3 de
joias, intituladoFLOR DS OIIOsito ra do Rosario larga n. 84 A tendo preparado com
toda a elegaocia e so(..o au van, para o conceitoado Dian de Pernambuco aprepoar que
tem moda, e qg ver.J- mais barato que em qualquer outra parte; se elles quizessem segjiir e retina de aunonciar, diriam que esto completamente sprtidos de bellos aderemos, cadeias
para relogios, anne3 braceletes e urna nfiuidade de artigos que ser eafadonho mencionar
e que cem vista poderia o respeitavel publico com e3pecaldade as Exx.as, Sras, fre-
quentando dito estabelecimento, a sua vontade apreciarem.

r
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Francia. Bussia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal LaTecteur a antho-
rizado, he mui superior aos jaropes de cuisinier, de Larrey e de salseparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, ao alalo, elle cura radicalmente tem mercurial as
anecies da pelle, lapplgena. lporcun. tamoret, ulcera*, sarna def e-
nrrada. -arorlmio, e os accidentes provendos dos partos, da idale critica, a dancri-
monia hereditaria dos humores.
O arrobe he especialmente recommendada centra as doencas sypriliticas recente:!, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do outer GHUDEAU DE
SAINT-GERVA1S, ra Rieter, 1S, Para.
I i'S
--
-----
Em tempos modernos nenhum descobri-
mento operou maior revolufo no modo d
corar anteriormente em voga do que o
PElTOnVL DE AWIIUTA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROl'O,
ASTHIIA, THISICA,
ROL'QaVAO, RESFWAMENTOS.
BRONGHITKS,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPECTURACO DE SANGE.
Como em toda a grande serie de enfermi-
dades da gatiganta, do peito e dos orgao
da hespiracAo, que tanto alormentam e fa-
zemsurera humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na app-
cac5o de vesicatofis, sangrias,sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, nao faziam eno enfraque-
cer e diminuir as forjas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma manein
mais fcil e certa para a enfermidade ais*
truic5o inevltavel de sua viclima l <3uem. di-
jerente poisto o effei admiravel do
PE1T0RAL DE ANACAHUITA I *
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAZAI
INAUDITOS SOFFMMENTS AO DOENTE,
CALMA, MODffICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRMTACAO
DESEMVOLVE *) E.NTENDIMENTO,
FORTIFICA e COBPO
e faz com que o pystema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. O
melhores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactase verdadeiras estas
leaces analgicas, ou al m disso'a experi-
encia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes Corara curadas com
este maravilboso remedio, slo mais que
sufficientes para sustentarem a opinio do '
PEITORAL DE ANACAHUITA!
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm.
alguns d'estes ltimos, e particubmente
aqueltes que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocanico, fbntam a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaa a credulidad do pu-
blico. A Composico ilc Anacahniia Peito-
a acha-se linda e curiusarnj|^garpfadas
m frascos da m- dida de i^erca d meios
quartilho cada um, etcomo a dose que se to-
ma so d*(rm ollitr pequea: basta ge-
ralmente a applicacao d'um ou dous frascos
effectaafiSopara a d qualquer cura.
A' venda nos esbeleoimento* de A.
Caors, J. da C* Bravo & C, P. Maurer 4
C, A., A. Barhoza, Bartholomeo & e na df
Ferreir Maia iC. ra do Queimado^n. 57
Reformas dft cau-
i telas
'-, O^gertmte da casa de perinres tra-
2L vessa da ra das Crur." n. 1, a-isa a to-
J da*) s petacas au.uem c: telas venej-
1k| ds?, i'uj.'s preaos nao teera m'.o"pagij
23 qne ne pfaso de '! os vi>r! m
roa-l na d.ierwi hu- prnhores
'
i
vmd

wi* e*wtoK^fe..


1
I
t
\
K
Diario d PiiUiubuoo Sabbado 1 de Julho de 1811
=SSF
D. W. BOWMAN
Engenheiro com /
'.FMDItfO
*5 RUADO BRCM 59
PASSAHDO 0 GHiFRIZ d
Pede aos senhores de enpenhp". e oatros agricnltores, e empregadores de ma-
thini?mo o favor de orna visita a sea stabelecimento, para verera o novo sortimento
completo que ahi fcm; pois sendo indo muito mais barato em prego do que jamis te-
oba vendido, est ainda soperior em qualidade e fortid5o; o que com a inspeccSo pes-
soal pode se verificar. .,...,'wT<-
PEDE ESPECIAL ATTENCJlO Ao NUMERO E LtAR DE SUA FUNDICAO
TT~ a Aloa rTnrr no dos mais moderaos systemas, eto
YapOreS 8 rOtiaS U agUa tamanbos convenientes para as diver-
sas circumstancias dos senhores propietarios.
Moendas da eanna *S.m tt"uh08 m M ,ne **
ivOQaS QGntaaaS para 3Dmaes, agua e vapor.
Tafeas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
VAAllInllllAfi para man,i'l()ca.e a,B0(J30' j Poderdo todos
mana
Db. Joac
ADVOQADO
... JOAQDIM COMA DE ArAOJO
07Ra do Imperador67
LIQODACAO
MOFINA
Roga-seaoDlm.Sr. Ignacio V.eira , s
crivo na cidade de Nazarelb dest?, fero^eta,
favor de vir a roa do imperador ^ fe cmna
aqoelle negocio que V. S. se r jmpwnftXm real-
sar, pela terceira chamada f^^ famt^ em fins
de derembro prximo pas?-|-|0> e aep08 ^n ja.
neiro, passoa a tevereiro ajjfli e nal* enmprio,
e por este motivo d% t^vo chamado para dito
fina ; pois V. S. se de; de mais de oito annos, e quando o senhor san
fiho se aebava ao es nesta cidade
___________________________________________
Di Importante e bem coDhecida V0;a e fabrica de chpeos de sol da ra do Bario da Victoria, esquina da Cambia do Carmo.
0 dono daqoelle "J.sbelecimento, querendo acabar com elle t o nm do correte anno, convida aos seus numerosas
freguezes a aproyeitarem a circumstancja para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no merab, constando
de chapeos de sol de to fogo, entilara, beo?1^,, CDcotes, e urna infinidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afiadores* para navalna de J.
Pradines, pceraia-ios as exposicoes de Pernaubuco, Londres e Pars.
Bombas
e para serrar madeira

!ser movidos a mo
por agua, vapor,
ou auimaes.
J.OG&S aS maCDinaS e peg83 rje que se costoma precisar
ib aZ qUaiqUer COnCerlO de raachiaisnio a preco mni resamido.
T?Aitvioa Ho fpi*l*fi tem as me!Lores e mais baratas existentea no mer-
PiAAMiinATi<1oe_____tacumbe-se de mandar vir qualqoer macbmismo von-
JMloUllllllWllUttS tede dos ciieotes, lembran Jo-lhes a vantagem de fa-
zerem soascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qoalqoer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
AOS 5:0004000
Estio i venda os feliies bilbetes da lotera -da
labia, na casa feliz do arco da Conceicao, luja d<
inrives no Recite._____ ______
A luya se
um sitio na Torre, com expeliente casa de vivsnda
e banho frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na rna do Pires
n.29.
MANUEL & C.
ser-Ibes mais commodo, tem
PECHINGHA
Cbegou para a loja do Papagaio om grande e bonito sortimento de sedas lavrada
de tma s cor; as cores f^o as mais modernas, e mais delicadas qoe tem viodo 3
oja do Papagaio, ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.
A' AGUIA BRMGA"
RLA DUUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
acaba de receber de Inglaterra ara bello sortimen-
to de objectos, que alem de sempre necessarios
boje .-e tornara esseDcialn.ente precisos avistada
falta que deilest ha no mercado, sendo :
Fitas de velado pretas, ontras com relas bran-
cas, e ontras de diversas e lindas cores, e todas
cem differentes larguras e superior qualidade.
Franjas, trancas e galoes de seda de modernos
dosenbes e gostos, e igualmente sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e galoes de 15a, tam-
be m sortidos em larguras, cores e moldes, e tac
proprius para vestidos como para roupinhas d
crian cas.
Trancas brancas de algodo com nova forma eoa
caraces angulares, teado nesse genero maltas e
diversas larguras ; entras nos mesmos gostos pn -
rm meda ;.s ; oulras tra&einhas brancas d>e
cances miad>s e bonitas, as quaes por suas
estreitesss teem constantemente merecido gen I
agrado.
Babadinhi s frisados e outros preparados para
frisar se a vonlade.
Um bello sortimento de galoes pretos de laa com
differentes moldes e larguras, proprios para vesti -
dos de loto.
Botoes finos de madreperola para camisas, oa -
iros pretos e de cores para vestidos.
Isao alem do constante sortimento de enfeites d e
seda, lia e algodao, de que sempre se acha prvi-
da a loja da Aguia Branca.
il
brancas, bordadas e outras com
babados.
Ka loja da aguia branca vende-se bonitas saia s
brancas com largos e delicados bordan.).*, e ou -
tras com bordados de pregas pospootadas, obra s
modernas e de gostos.
Fil de seda, branco e preto com salpico-.
Dito de algodao, lt&o com salpiccs e llores mi -
das.
LIVRINHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAl'EIS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fins.
Annunciar hoje bicos e rendas de labyrintbo,
objectos esses que se achatn em qaalqiter parte,
seria fastidioso, porm assim nao acontece porque
esses que a Agnia Branca acaba de receber sao
de ama aova-e superior qualidade. A Agnia Bran-
ca a ra Duque de Caxias n. 52 receben bicos e
rendas de labyrintbo, qoe perfeitamente emitando a tecidos de grades ebeios
e feitosno paiz, mostrando at o alto relevo que
se conbece as outras, isso alem da novidade e
bom gosto dos desenhos.
Tarabem receben oatros bicos e rendas estrtitas
proprias para roupas desenboras e meninas.
Ilecrb-u igual ne .te um bello sortimento de
rendas e bicos de crochet defina qualidade eagra-
daveis lavonres. Asskn.pois, os pretendentes serlo
bem servidos tanto nos.prceos come as quali
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agnia Branca tem recebido finas per-
fumarias ingle zas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis cheiros, pomadas fi-
nas entre as quses -se nota a d'alpaca, agoj
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas ingiezas, e opiata pan
dentes. Tambera receben variado sorti-
mento de sabocetes, que os est vendesdt
baratamente.
Caixinhas com 5 sebonetes aromticos
41, ditas com 3 ditos transparentes a 15
4X$QG e 25O0O.
Enchovaes para baptisados.
A loja d'Agnia Branca ra Duque de Caxias
n. 52, acaba de receberlindos eochovaes de diffe-
rentes.gostos e presos para baptisados, assim co-
mo bonitos chapeosinhos de fusto primorosamen-
te enfeitados para o mesmo fim, no roesmo pas-
seio. Tambera receben modernas e bonitas ca-
misrahas bordadas com puebo. para senboras,
j golinbas com pnnhos e sera e les. tanto de renda
como de cambraia, bicos de seda bracios com
virrthoa.
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Vende-se nm sitio no Arraial, no becco do Bar-
thelomea, casa nova, toda envidracada, com c-.s?
de banho, cacimba com muito boa agaa e bomba,
tem qninhentos e tantos ps de arvoredos novos,
atadas de maracuja-ass, terreno proprio e
torna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mestno Arraial: tratar no trapiche do
caes do Hamos n. 4, das 10 horas da manha s
3 da tarde, on no mencionado sitio.
41 IDA DO BARIO M VICTORIA 41
rm,,a, om nm DE ASSm COmO

Grande, hotel central
i ra larga do Rosario nume-
ro 89.
Neste muito conbecido hotel se encontram ex-
celentes quartos e salas para alagar, que offere-
cem commedos para familias, onde se encontra
nao s o maior asseio e limpeza,como bom servico,
banhos fros e quintes e todas as commodidades
indispensaveis a vida' tudo por mdico preco. O
logar central em qoe este estobelecimento est
collocado sufiieiente recommendacao para ser
concorrido.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 5
da ra Imperial : tratar no andar terreo, 2o in-
dar.
Engommaieira
No becco do Sarapatel n. 6, lava-se e engom-
ma-se com asseio e promptido.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
i rea. Primeiro de Marco (ontr'ora roa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas le
nes|Liilhete; d jUs tercos n. 283i com 20iO, nm
terco n. 1399 com iOjOOO, nm inteiro n. 774 com
lOjOOO e ontras sortes de 40* e 20* da lotera
qoe se acaboa de extrabir (197'), convida aos pos
oidores a virem receber na conformidade do eos
turne sem descont algn.
Acbam-se a venda os bilbetes garantidos da
7.* parte das loteras, a beneficio do hospital da
ordem terceira do Carmo do Recife (198.*), que se
extrabir terca-feira i do mez vlndouro.
PRBGOS.
Bilhete inteiro 6*000
Dous tercos 4*000
Um terco 2*060
Em porcao de 100*080 para cima.
Bilhete inteiro S*40
Dons tercos 3*600
Um terco 1*860
Manuel Martins Pinn.
Na travessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ocro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a qnan-
tia. Na nesma casa com-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
mmm
O professor publico Jc5o Lantk-
lico Dome las Cmara continiia oas
horas vagps (tres-da tarde em ilian-
te) a leccionar parlicolarmente pri-
meiras lettras, grammatica porto-
.gneza, arilbmetioa, etc. etc.
Relativamente s -senboras, a ca-
jo ensino se tem dedicado, prope-
se a habiltalas para o concurso
ao magisterio primario, prometten-
do-lhes empregar todo o zelo, es-
ferco e assidaidade a seu alcance.
Os interessados podem entender*
se com o mestno roa do 'Rango!,
n- 40.
Oomedorias
Contiana-se a fornecer comedorias para Tara, na
roa es'.reita do Rosario n. 35, sobrado, mandndo-
se levar alraoco de 7 a 0 boras da manhaa, e jan-
tar de 1 a 3 boras da urde, conforme a vontade
do assignaote.
AMA Preeisa-se de urna ama para cosinhar
^*-l f e comprar : na ra Nova n. 61.
- Precisase de um caixeiro com pratica de
taberna, de 14 a 20 annos, qae d fiador a sua
conducta : na ra de S. Jorge, ontr'ora do Pillar,
n. 135.
3

AMA DE LEITE.
Precisa-se de urna ama de leite sem Albo
rna do Imperador n. 17,2o andar.
na
Neste novo armazem tem nm
variado sortimento de fazendas
rancezai, ingiezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
Tiodicos, afim de acreditar a este
j- vo armazem.
Casemiras ingiezas,
francezas, de todas as
qnalidades, brns de
;ores e brancos, colei-
riuhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos.
RA
ARRUM IRMAOS.
Sarao da victoria
utiga ru
MOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande "
officina de alfaiate, montada com -
todos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qne
pela sna promptido e perfei?5o
nada deixam a desejar.
Ronpa de todos os
amanhospara homen
meninos. '
Por todos os paqne
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras qne ha
na Enropa.
RA
D
BarSo da'v letor la
utiga ru
NOVA
N. 41.
/
r
Este estabelecimento acaba de sofirer urna reforma radical em acceio, artistas ecommodos, e m pontoahdade as encom-
aMndas, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as meneas, par
Aa se tornar massame

REMEDIO INFALL1VEL
Para as sezoe?, febres intermitiente?, remitientes e biliosas
DESCOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIM1C0
DR. J. C. AYER
do corpo ; eis a causa do
Nesta poderosa e impagavel preparaco,
nao entra quina, arsnico e nem bismotbo.
KsU maravilhoso remedio nicamente
comaosto de om s producto vegetal, e
esse mesmo d-esconhecido at boje scien-
cia cbimica.
As sez5es, febres intermitientes, remit-
tentes, biliosas e perniciosa indammatoria,
todas tendo ana origem na mesma causa, e
prodozindo os mesmos effeitos, porm em
grao diferente de intensidade, necessitam
do mesmo tratamento. A cansa acha-se
nos effluvios contagiosos que se despren-
da superficie
periodo fri.
A febre caucada pela reacio, quando
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'um outro
esforco violento para expulsar o veneno
atravz do ootro excretorio chamado pelle;
to pouco consegoe a natoreza neste se-
gundo esforco como no primeiro. Depois
s'egne o desmaio e prostracao que natural-
mente succede s grandes agitages, e o
insiincto do nosso organismo o faz abando-
nar a tentativa at qne, recobradas as for-
deta da vegetaco corrompidaj dos panta- i cas, rennva no ontro dia a luta desespra-
nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
neno subtiitssimo e insidioso que se absor-
ve petos prdmoes e penetra no saogae, de
sorte qoe a molestia s vezes accumula se
por muito lempo no systema antes de fa-
zer sentir se.
Este veneao diluvial, que o sanano re-
cebe pelos pulmoes, opera as sezss da
maaeira segninte : sua intensa irrita>) no
systema faz eacerrar todo o sangua no
! da. Snccede depois o desassocego, grande
calor na'superficie do corpo, a pelle e o
semblante, incitados, terriveis dores de
cabei;a. oppn'SsSo e latidos as fontes,
puls ebeio e i rte, ourina muito corada e
sle intensa; eis o periodo de calor. Da-
p)is di lg'-iTi t'.'.oo (pie varia giralinea-
t de du-'S a -'.injo liora). uma transpira-
cSi conjosa i acorre por todjocorpo.
E^:-'^ synpto:ns violentos passam e dej-
corpo nos excrtarios internos,o ligado, ( xan somente uma sensa?o de prostracao
os rins, o pncreas, o bajo, o estimaga e j crnipicta. se jn? o ataque nao tem fe-to
os pulmoes,alguos
elle* sSo amentoados
dos quaas oa todos
do saogue retirado
algtiT m."orgnico. Se nSo se tonar al-
?tim remedio a tequado para curara mo-
AMA
ceiro andar.
Precisa-sede uma ama para o ser-
vico de ama casa de ponca familia :
a tratar na ra da Cruz n. 18, ter-

D. Miquena Candida Rosa da Gama cordial-
mente agradece toda* as pessoas qne se digna-
ran) acorananhr.r ao cemiterja os resto, .nortaes
do seu semp'o chorarlo irmao''padrinho o Hvm.
eenego da capella imperial Francisco Jos Tavares
da Gama ; e de novo as Convida para oovirem a
mlssa e inmenti do stimo dia qne tem de Cele-
brar-se na matriz do Corpo Santo, na segunda-
ffira 3 d9 jolhr', pelas 7 huras da raanha.
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Vnde-se em todas as pharm-iCias e drogaras do imperio
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lestia, os accessos continuam a repetir-se
com orna regularidade correspondente ao
seq lypo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se lhe opponha. E' evidente, pois,
que qualquer remedio destinado a corar
esta molestia, deve destruir este veneno ao
sangue, ou arroja-lo fra delle. Com
grandes e pomposos annuncios tem-se offe-
recido muitos remedios para a cura fiestas
molestias, porm ou n3o tem sido basiante
elBcazes on teem produziio effeitos preju-
diciaes sade em geral. A qoina, aind^t
que seja o grande reonrso, em que o povo
quasi em geral maior confianca tem, pro-
duz moitas vezes effeitos desastrosos, e t-
mala em grande quaatidade sempre pre-
judiciosa sade gera!. A preparaco que
aqui olTere:emo5 a) publico, n3) conten.)
em si n-nhum dessa? substancias injurio-
sas, por ser nicamente vegetal, proaeite,
se fr emprega la segundo as dlreccoas na
lingna portuguesa, qiB acompao^a cada
frasco : estimular os grandes excretorios
ntimos ofigado, o baco e os rins a se-
parar do sangue o veneno offensivo e ar-
roja-lo do corpo.
3
-3
' re
llhm
-. I. &
{? .o 00 ^ a
&& S>aooS
li8li||g|
i1 3 a
m r-*^3 2> 3 tr
msd. particular.
Antonio Cardoso de Agaiar, professor provlsio-
nado pelo Exm. presidente da provincia, achaodo-
se presentemente no povoado dos Montes, por in-
commodos de saude, propoe-se a abrir dous cur-
sos, sendo um das liognasportugueza, latina,
francesa e ingleza, e oatro de philosophia, geo-
graphia, rhetorica, geometra e arilhmettica, mate-
rias 9obre as qaaes tem feito serios estodos.
O abaixo assignado alm da vocacao especial e
habilitacGes, que tem para o magisterio, offerece
'aos Srs. pies de familias, que quierem se utilisar
de sen presumo, as necessanas garantas para
boa edncaco de seus fillns, afianzando lbes_todo
I cuidado e zelo possivel; nao s em relacao ao
1 aprnveitamento intellectual, mas tambem em rela-
! ^io a conducta civil, moral e religiosa dos mes-
' mos,
Recife, 27 de jnnho do 1871.
Antonio Cardoso de Agniar.
t) -+
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M -
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O -* O-
O
Q. C -1 -n
a 2 a
o
Na praca da Independencia n. 33 se d di-
nbeiro sobro penhores de ouro. prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata;
igualmente se f;z toda e qualquer obra de en-
coaimenda, todo e qualquer conseno tendente a
mesma arte.
Eoslno em casas parilcatares
Um. sacerdote lecciona meninos e meninas
ne9fa cidade-e em seus arrebaldes. Pode ser pro-
carado na esiacao da Torre e no escriptorio do
Sr. Dr. MaDoel 'etto na rna larga do Rosario n. 24,
segando andar.
uro
93 re
AJaja-se por 30 mensae nma preta qae
rpzinfc), enfosma e lava, tarfo com perfeiflo :
ijuem prec'ar t>ro:ore na ra do Apollo n. 3i, i"
andar.
D. Paca Tbereza da Paz Galvo, Pergamino Sa-
raiva de Arauj" Galvo (aumente), Franklim Sarai-
va df Aranjo Galvo, Aristes Saraiva de Aranjo
Galvo, Anltmio Milbrges Saraiva Galvo^ Gracia-
' da Candi4> Saraiva Galvo, Elvira Saraiva Galvo,
j Anna Adelina Saraiva <3avao, Ignacio Ferreirados
Santo?, viuva, ilhos e genro do finado Joo Sa-
A* roa do Hespido n. 28, andar terreo, se dir.j "ve ae Awufo Galvo, do inurao fl'-alma agrade-
quero d at'4:000* a premio sobre hvpotheca em. e* .>? pessna bens e rail de manha at 10 horas,' tarde das moi^t.a e iujue'las qne acompaobaram-no ao nl-
3 em ifianif? ttmo jazigo ; e On ttovo convidam as raesmas pes-
_!_:--------^,------------.-------------------- vis' < 'dns 0= (c< 'inigs p prente. par assis-
I'reasarjw a um caixeiro iie 14 a 18 anu->>,.,,,,.. ,,. ...:.s.^ ,;1(, ^ ^ ,. oe|Pbrar nu da4
com pratica e taberna, que J conhoeimento oe
sua conducta
mero t>.
a tratar na ra ib i^oicrdia no
"} de j&.Ou, s 6 noca? 8 i*ta da manha, stimo dia
Precisa-se de uma
IDOi'O -11. a \
ma'.riz de Santo Afjtonio,
-ler'iame'nle grato.
ama na rna Bella na-
Precisa-sede- uma ama
ra L'?:'1!!:! Jo Rosario n. fi-
nara cozmbar : Da
de se p-i'ameikj, n.i
iae -e con'.e*am
m
'T!.:v. --! i'.irn /neiiin > para i'/jxeiro de
latiere cefb pralea. a Sem tJla : a?, i'ua. doRan-
f- t. :
Custodio Jos Alves Guimares, nico so;io ge-
rente da casa comraeroial de Gnimaraes, Pontea
* C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que est promovendo a dissolnclo da mesma
firma, e entrar em seguida na respectiva liqul-
daco ; sendo qne nao ha letras pelas quaes estoja
a firma responsavel, e nem o annonciante % pre-
tende firmar durante a mesma dissolrjjo e liqui-
da cao.________________
HDAME A.NTOINETTE, modista franctia, nl-
timamente chegada a esta cidade, tem a honra de
levar ao conhecimento do rspeitavej publico, e
cora especialidade da9 Exmas. senhoras e familias,
jue est habilitada para fazer qualquer trabar
de costara, como enchovaes pala casamento e bap-
lisado, roupa brama de senhora, vestidos para
soirs, bailes, ets., etc.' Garante as ultimas modas
por quanto rebe os melhore jornaes qne Ihns
dizera respeito, assim como aflanea qae *m no-
nhuraa outra parte se ha de ncon'.rar mais esme-
ro, bom gosto e promptido nos rabalhos de sea
genero, pe longa pratioa qne tem de sua arte por
te-la exereido com vantagem as cidades de Lyon
e Paris. ,
LUTO EM 24 HORAS
Pre'cos mdicos.
N*. 2Rna Duque de Caxias 2o andar?.
(oatr'ora do Queimado).
Foi esquecido n'um dos wag5es da e-trad de
Apipucos para e;'.a capital, no rem das 9 1,2, nm
ernbrulho conter.do varios recibos da sociedad
Emancipad*, de oias a mentalidades a-signadas
pelo thesourelro o comraendador Albino- httr da
Silva, e de ns. 106 a 201, pede-se a pessoa qne os
apanino obsequio de-restituir ao raesmo seobor
thesoureiro, no largo Pwlro II, escriptortfi do Dr.
Jaiobina, ou r-.ia da Cadeia do Recife, escriptprn.
n. 4 do Sr. commendador Barroca ; solicitase ais
socios e subscriptores que roo pagoem os raobos
assim numerados a ontrsro que o mesmo coma? ap-
eador e thesareir .
(m
Um raoco para c iu
Precia-se d" n,'i rap'z pira
1 andar do sopr
a:har*com jaero'se n;.tr.!
cfnv* : no-


Di* rio d& Pcrnambuco
ado 1 M Jullio VIGOR DO CABELLO
DO CLEBRE E FESTEJADO CHIMICQ*.
djhl ^lwmsm.
GRAHBE PRODIGIO E EMPENHO DA POCA
ba parte alguma do corpo de que mais dep na da sua belleza, do qae
h8 feicoes ligeiras, mas- lenhamos o cabello bonito,
e spero, eis que
por si s, esrao-
um cabello bonito. Sejam as nossa
ew-aes eom um rico eacanto ; pelo contrario, saja, o cabello ruco
toda nossa physioaomia, por taiis tympathka. 'e expressiva que seja,
rece, a assume om aspecto sem interesse.
' Neste sentido desejamos rnui respetosamente chamar a especial atten.c3o da
seahoras e cavalneiros de bcyn gosto para a delicada preparado cima mencionada
. O Vigor do Cabello o resoltado de urna longa serie de estudos profundos,
emprebendidos pe|p incansaval cbimico Dr. Ayer, auxiliado por outros professores emi-
nentes, com o. fim de descobrirem urna nova preparacao para os cabellos, que, sem
conter as propriedades nocivas que se encontram ne.^as outras, qoe mais tarde occa-
siooam a perda dos cabellos, fossa realmente efficaz para ponsegtf outros effeitos dt
ba nnito desojados.
O Vigor do Cabello, nao urna tintura, nem.contera substancia alguma inju-
riosa. Nfio soja asmaos, nem a cabera, e oem a cambrai;? mai> tina. O \rigor pro-
mette :
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formac3o da caspa. Evitar e corar a queda dos cabellos, restau-
rar a cir natural. Torna os cabellos raacios. sedosos e brilhantes, perfumando-os
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos orgaos vitaes de que depende o
crescimento do cabello, fazendo-o crescer abundante e vqcso. Com o uso qaotidiano
do Vigor, as calvices sero neutralisadas, caso as flandes calillares nao t$ achem cor-
rompidas.
Senboras e bomens que antes da idade se vem cbeios de cabellos brancos, e
qne tem perdido a esperanga de ver reslitoid a sua belleza natural, este bello orna-
mento physico, regosijar se-ho quando vir?m os effeitos qoe pdem conseguir com o
oso do Vigor. Para os toilettes em geral. nao se po'der encontrar perfome mais agra-
da vel a delicioso do que o Vigor de ^Ayer.
Vende-se em todas as drogari s, pharmacias e
armarrohos do inundo.
W. R. CASSELS 8: C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA O IMPERIO DO BRAS1IL.
Ato de Janeiro
PARA LIQUIDAR
KA.CEACS AMEB.ICMTCS '.
1,0000 CADA UM
com cabos de faia, sendo os macnados de ac mnito bom, proprios para carpioa>
oc engenhos: vende-se ra Nova n. II.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioba: ra Nova, armazem n. 41.
Fregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: ra Nova, armaceo
n. 11.
Taxas americanas
cabega redonda de 5/8 de corapriraento, proprias para tamanqueiros. on outro qualquet
mister, com toque deferragem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 80 a caixa com I5u
magos: a ra Nova, armazem n. II.
VELOCIPEDES
com deas rodas, proprios para bomem, a 20# cada um. c- de graga, mandando-os vir
custam 4504 cada om: vende-se ra Nova, armazem n. II.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roupa que se bota a seccar em cordas, a
240 rs. a dnzia on 6 a caixa com 36 dorias. E' dar, nao vender: rna Nov
n. 11.
PARA MGEIHO
um recebedor e Conductor de bagaco da raoeoda, levando por si o bagaco na distancia
qne se qoizer, economizando o trabalbo de duas pessoas. E' tatvez o nico que existe
nesta provincia: vende-se mnito barato, i rna Nova n. 11.
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i-ALTO LL.
Swa resolufo
O Campos est venden Jo os
seguintes gneros
E por que prego?
Tado to barato que admira. ,>'
Mameiga em latas de um kfio por 3*000.
Garne'sccn"(afi' Garoeiro) a Iw aTrorr^ u
i arroba.
Cebollas em resteas a 1*300 o eento.
Liogaas escaladas a 200 rs. cada urna.
Ditas aflambrada?, todas as qaartaa e sabbados
1 Carne e qaeijos do f ertao.
Lingaas em salmoura. 1 t
Ameodoas confeitadas e descascadas. -
Fgos para as noutes de S. Joao e S. Pedro.
Tinta ptKpnrina a UOOO rs. a garrafa.
Semeotes de hsrtalica muito novas.
Charutos em grosio e a retalho.
O Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desu capital e sens suburbios que
o sea armara) um
Centro especial de novidades, no que diz rei-
peito a
ACEPIPES
Em quaKo aos precos purgue tm resolvio
vender todos os seas seeros, 10 eom
A vista.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Roa do Trapiche n, 5, V andar.
Saeca por todos os paquetes sobre o banco de
inho, em Braga, e sobre os seguintes lagares en
Portugal:
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Suimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ver.
Y i arma do Castello.
Ponte do Lima.
, Villa Real. .
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Ba do BarSo da
Victoria, mfi
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
Bilhetes garaattldos da pro-
do acaba d
O abaixa assignado acaba de vender entre o
mqb mufto felizcs bilhetes 1 sorte% 5:000*000 em
um terc;o de biibete de n. 253, a sorte de 100* em
dous tercos de n. 1399, a sorte de 100* em um
terco de n. %W, e um terco de o. 506 com a sor-
te de 100*, alm de outras sortes menores de
40*000 e 20*000 da lotera que se acabou de ex-
trahir (197), podendo seos possoidores vlrem rece-
ber, que promptamente serio pagos.
O mesme abaixo assignado convida ao reepei-
tavel publico para virem ao sea estbelecimentt
comprar os feliies bilhetes garantidos, qne nac
deixar dt tirar qaalqaer premio como prora pelo.'
meemos annoncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetjs ga
rantidos da 7' parte das loteras em beneficio do
hospital da crdem terceira do Carmo do llecie,
que ser extrahida no dia 4 de jolho de 1871. '
PREQOS.
Inteiro 6*000
Dous lerdos 4*000
Um terco 3*000
De 100*000 para cima.
Inteiro 5*400
Dous tersos 3*600
Um terco 1*800
Joao Joaquim da Costa Leiu.
Vascal rValpasso).,
Mirandetla.
Beja.
Barcellos.


Aluga-se o soio do sobrado n. 54 da ra do
Ranget, o qual tem commodos para urna pequea
familia : a tratar na ra da Praia n. 34, armazem.
Echo de Roma
tereeiro anoo.
Assgoatur-a-6*e00.
Livraria francesa.
Joao Antonio Monteiro declara ao respeita-
v.-l publico, qne desde o dia 21 do correte, dei-
xoa de ser ropregado da casa commercial, A>
Sr. Jos Augusto de Araojo.
A directora do Monte Po Portugnez em obser-
vancia da ultima parte do art. 00 dos eslalatos,
manda celebrar ama missa do stimo dia, sabbado
1* de julho, as 7 horas da manbaa, na ordem ter*
ceira do Carmo, pelo eterno repooso da alma do
socio' Jos Caetano Hartins Marqaes.
M. L. Pinheiro,
- -]___________________1 secretario.________
Ao corpo do coinmercio
O abaixo assignado, socio gerente e nico res-
ponsavel da firma de Dora ngos Teixeira Bastos <
C, communica ao respeitavel corpo do commer-
cio qne, da data de 31 de mato prximo paesado,
dissolveu a sociedade eom os socios Belmiro Go-
mes de O'iveira e Jos Teixeira Leite Basto; licam
estes exonerados de qualquer onas e pagos do sea
capital e lacros, 1 o abaixo assignado responsavel
pelo activo e passivo daqaella firma. Recife 26 de
juntio de 1871.
Domingos Teixeira Basto.
Manoel Jos da Silva Filgueiras reura-se
tiara Portugal temporariamente a tratar de sua
saade, e durante sua ausencia delxa por procara-
dores em 1* logar o Sr. Antonio Ignacio Pereira
Coelbo, em 2 o Sr. Antonio do Carmo Ferreira, e
em 3" o Sr. Joaquim Ferreira da Silva.
Na ra de Ho tas n. I precisase de
om rapaz para caixeiro, prefere-se sendo
natural dos ambaldes.
MARTIMOS
E
OWRi FOCO.
A companb.ia Indemnisadora, estabeiecidi
aesa prai;a, toma seguros martimos sobre
aavios e eos carregamentos e conb*a foge
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Hucimboie
' ra Duque de Caxias n. 42 prcisa-se com
[ muita instancia fallar-se aos senhores abaixo
I declarados:
waocisco de Paula Mello Barreto.
Jtequim Teixeira Peixoto Fflho.
inoel Thomaz do Nascimento. '
icisco de Paula Borges.
Gomes de Barros.
Luiz de Franca Turre-.
ncisco da Cost Carvamo.
astiao los de Barros Barreto.
Eievo Jos Ferreira.
los Jos Das da Silva.
de Barros Netto.
los Jos de Souza.
dro Dias dos Santos,
iquim Jos de Carvalho Cabreira.
.
Vende-se na rna do Bario da Victoria, oa-
ir ora rna Nova n. 49,-n amarzem d louca fina e
ordinaria, a qualquer ^essoa qoe so quizer esta-
belecer, a din he i ro, cu com algom y raso com ga-
rante a voutade do prrBrietrio ; 110 mosmo ar-
mazem, vende-se a dihneiro vista, apparelb; s
para cha de porcelana, dourados e de (risos d
cores, ditos de porcelana branca, apparelhos pa-
ra jdHtar de porc*lana branea ditos para jaotar
de friso verdece azul, iogiezes, ditoa para cb, va
sos de porcelana para flores, compotetras, garra-
fas, copos para agua, clices para vinbo.e chara-
panhe, de ehrysial e lapidados fiucs'jve outras
mnitas pecas que ser enfadonho menc^on^i' pdf
extenleo, que te vende por menos do que em 0^
Ira qaalqaer parl de 8 a 10 poz^ ^emdjupr ter
o dono de acabar com o e tabelecihento.
e
Ma^apfjlo para forro
I a 2*000 a pefa : na ra do Crespo na-
I mero 25!
KMM-ttWHMS3U*
Fiiinha Vende-se farioha de mlho moida a vapor, dia-
riamente, pelos pngos seguintes : grbssa para
aog, pintos e passannhos a 100 rs., para cangicn
e pao de provenga a 120 rs., e para cuscus a 140
rs., em arrobas e mais barato : na ra do Coto-
vello B.-93.
-*
(Jaldados
Botinas de brira e daraque branco bordados de
setim a 6* o par : na ra do Bum'Jess n. 21,
loja.
A 1*5280 o
par.
Vende se sapatos de tranca para senhora pelo
diminnto prec/) de 1*280 ; veuham a elle* antes
que se acabem na bep eonhecida loja de mia-
dezas da ra da Cadaia'n. 50 A, boje Mrquez de
Olinda.____________________________'
Dados e gamao.
O muzeu elegante, rna oslreita do Rosario n. 1,
recebeu tabolas e copos de marfim, cnusa de apu-
rado gosto, e tambera perteilos dados de martim,
sendo tres em urna caixinha proprios para os
apreciadores 4a
Cemento Portland
Em barricas.de 13 arrobas preco mais com-
modo do qne em outra qualquer parte, vende-se
aos armazens de Tasso lrmaos A C.
Cutileria d Guima-
raes
Na loja da ferragens roa da Cadeia n. 44, de
Tbomaz Fernandas da Cunha & C, ebegada nova
remessa das mais bem acreditadas deas e garios
de cabo de ac, assim como de cabo de o?so de I
e 2 botoes, de cabo de bataneo e emitacao ;
igualmente um comoleto sortimento de todas as
terragens, e qae tado se vende por prego muito
commodo._________________
Vende-se a casa terrea n. 13, rna dos Gua-
rarapes : a tratar ra do Mrquez de Olinda n.
40.
Pitolas assucaradas de Brislol.
^O COTWEM NEM CALOMELANOS NEM NENHM
* OUTRO MINERAL.
A grande necessidade falb da um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito me jera sido sentida, tanto pelo po-
vo, comOjjmesmo- por mel da faculdade
medica; e^or \%to, infinito 0 gosto e
prazer qne sentimos, em pedermos com
toda a confianza e ^furidade, recommendar
as punas vegetaes mmcaradas de Bristol,
lomo urna excellente medioina purgativa, a
j^ual encerra em si todas as partes e mais
agredientes essenciaes, tornando-se em um
(jerl'eito. seguro e tgradavel cathartico de
famil^Er'.'Este remedio nao compest
dessaw5lrogas ordinariamente usadas na
^composicao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais mas e superiores qualidadesxle raizes
medicinaes, hervas e plantas, dep'rjs de se
naver chimbamente extrahido e separado,,
os principios activos, ou aquellas partes
que. contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porfes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
jaravillioso possivel sobre as regies do
fyadoj assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinago com c
leptandi^n, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e form*m urna pilla purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesme
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As punas vegetaes assucaradas
ie Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, eguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
ou indi-
edicao popular 500 r?. o volme I !
Livraria franceza.
S5o fioetoente chegadas a esta praca pela seguoia vez as erdadeiras preprameos
^0 Dr. Radwat & C. de New-York.
Depois de alguns anuos, era que as falsicaces e Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada oeste mercado, aproveitando-se do bem iserecido ceuceito que
estes remedios haviam alcancadopor seus maravilbosos effeitos consegmram iotrorjozir-
se. illudindo o publico ocauto, com uio rednego de prego, nulificando o vrdadeirc
mrito destas admiraveis preparaos, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos millos efeitos, lombrou-se o aator de fazer a iedaraco abaix:), e
dar diplomas aos qne venierem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras prepa-races do Dr. Ra-
dwat s se vtr.dem nos depsitos cima declarados e tc3zem um rtulo igual ao desu
aonencio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymundo Carlos Lei-
te & Irmo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentes
geraes. pela venca de nosses remedios, tanto to dito imperio como.no reino de furto-
flL Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radway 4 C.
Estados-Unidos), ser.ao das pessias que podem produzir a presente oertificago e .ates
I taco e qoe a produzem, subscripta e assignada uo Dr. Rasway & C. e dos 6rs. Ray
; manducarlos Leite / cwat cV G. 82o acocapanbados de cedrias semelhantes as que parecem ao p desta cer-
tificaco.
Examine-se bem a assignatura da firma do Dr. Radwat & C. ao p da presente
,sertificaco e compare-se com o facsmile as cdulas com todos os frascos e caismbas.
RAnwAY & C.
".j -P-/MI
w

.i
saMHnBppni
m
34RUA LARCA DO R0SAR19.34.
J*ol fOMBmimo procnrr atlMtido* par* acreditar
Ww jiteparado, e (iiauuia qoe ana appicacio e M
moltadoi obtidos pels peaaoasque ar dignaj-amaccer-
im, Ibei dea edite eeega ; porqua sao aempre oe
^Ittesude* conai Ao cbariajaoMioo; mu ni qnerendo offeBder a* pe -
MUqi>tepontaatamfnt* oes offereceram, os qae abaixo
tfotaMoripios. os fitenoe publicar aaireaundo-lbes
** siatulio pela atiricio, aspereado qne Teobam
>tte corroborar e coiceilo, e aOcitaclo qaw (en taere-
U miso zarepe. Barikotomtt C.
arnsTatee.
IlloM. Srs. Banholomeo kCt tata a man tbida
ttafeflo qae declaro ser'o xarope Americano de ama
iiMimiU eitraordiaaria, pois qae sodrendo ha diee de
Mensa lesee, ponto de nao poder dora.ir a noila a
4*cpeiu> neno de atediciEenlos qne Umava, a rile
Mcorri a a* aabo boje re -Ub^ecido coto / uso sement de qaaii
e-9 fmcor gra pas i es?e resellado irani/eso a
T. Ss. aieo ~cot.i.cB!pn!-. Pe Y. S. ainice, e-
rfrd.*r "o!ir,-Ja>. Manoet jlnlrtjio Vnaas rtiar
- eiia rasa if>..'e aj|iri!ik H\#
*F '.. '" ; -(-; nn
4 .s a m;a h* xt k m Js un*
Vegeta4 Americano, de na compositlo, qaaade je
acheta bastante doente 4a cma constipadlo, eee m>
tornon completamente rooeo e qoe trouie ama ferie
tosse, e ate impossibiliton de eamprr os meas devares
de cantor da empreii Ivriea, von agradecer-lbea mei
completo restabelecimento, que obtive can om se vidra
do mesmo xarope, depois de harer recorrido miile*
traumentoe. Desejarei qne ontros como ea recorra
ao sen xaropa para se wem aliviados da Uo territei
iacommodo, Uo bul neste paix. Com malor eonaida-
raeao eontiio a ser de Tv. Ss. atiento, venerador
obripdo. Lu Ciemcna. Reeife 15 de caUmbN
de im.
Illms Srs Bartheiomea ACO xarope Vegetal ime-
rieaao. qae V. Ss. tm ex^osto A renda de toda fJ-
eacia para o cnratiTo d'astma, canfonne observar f'
pcafldo-o t ca lilho Joa^nim, menor da eialr*
anoo; lietiBa d'esse flsgello. >;ne at enttopor aspeo
excedente a decf annns havia resistido a ontros xarapa
de graa(e cciead. Oneiram j>ois Ye. Ss. accenar i
express* a|tci,-.-n*.* ""*r de ren recoahecimaate ac
meritorio een-r\ cu ,' e prostarai) com o 'ndicaV
-ir jii. 6 *nnr# de V, ^. en*-
i1*'" /n.rw '\TaM it tl'!*M|, -
AU
DYVETO
Unka ca-a neste gener,
(4-Kua Estrella do Rosario--]
Compra e vene roupa feit
nova e velha, objectos de
cosinha e tudo que-perten-
GASA DA FORTWA
RA 1 DE MARCO ONVORA DO
CRESfd N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo a.f ijraido' tero seaipre xpoeto 4a-
da o felices bilbetes do Rio de Janeiro, pagado
prompta*ceote,-cnio costama, qualquenpremi
PRECOR.
nietro 24*000
Meio (2*009.
Quarto *000-
Manoel Martins Finia.

Prcisa-se tallar com o Sr. Francisco Be
Gavalcanle, e como nao se saiba a sua reeid icia
pde-90 a qaem soaber qae informe ao afeo de
te*5es F. J. Pinto, ra da Cruz n. 38, escrip no-
AVISO
rra
de S Albnqnerqae.
Antonio Jorge Monteiro.
((dorio de Franca Barro.
Pedro Jos de Souza.
Pidre Francisco Virisuno Baodeira.

COMPRAS.
COMPRASE
frascos vastos da tintara japoneza, e paga se a 80
r cada um : ra Duque de Caxias n. 50, e
Marques (fe Olinda n. 51.
DAMASCO DE L\A com 8 palmus de largu-
ra a 25 o covado.
CHALES DE TARLATANA bordados a ia^OO
cada um.
SAIAS BORDADAS para senhora a 4 j.
CAMISAS parasenhera a 2*500.
LENCOS de algodao a 1|200 a dnzia.^
CORTES de organdy com 10 jardas a 5*.
Na loja de Antonio de M na Rolim C. rna
Duque de Caxias n. 73, anliga do Queiroado.
Cunha S Manta, veudHm a
ra d'> Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEREZ suoerior, em caixas.
COGNAC MARTELL idem.
VINHO BOREFAUX, i em.
AZU1TE DOCE REFINADO, idem.
VINAGRE BRAN O, idem.
CAF DO CEAB, saceos.
Charutos de Schnorbusch
Regala briUnica.Regala imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de um milheiro
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS D.\" RIO DE NO-
VAES E LIZAUR, de diversas qualidadc-s, vende
se em barricas.___________________________
Vende-se a casa terrea n. H, sita a ra di
Oitao do Amparo, em Olinda : traUr ra do
Mrquez de Olinda n. 40.
Dspepsia,
gesto,
Astringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago e
tlatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago'sujo,
Compra-se dous bilbares que sejam bons :
a tratar na roa Nova n. 20.
VrNDAS.
Vende-se duas easas arruinadas mnito em
conta, na rna do Socego n. 5 e 7 : tratar na
rna dos Praitre* n. 50.
Bom -empreo para capital,
Vende se apolices provinciae3 venoendo o Jaro
de oito por com Jos Augusto de Araojo, das 7 horas as 9 da
raaoba, na ra da Aurora, em Santo Amaro, n.
18. e dessa ora em diante no ineatro de Santa
Isabel, ou em seu escriptorio na travessa do Ca-
rioca n 2, caes do Hamos.
Attenc^ao
Vende'se o ja acreditado medicamento contra os
calos. : na ra Prime.ro de Marco n. 3 (aotiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinda n. 50 A
Cantiga da Cadeia)-_________________________
CALCADOS
para enancas
-Grande sortimento de calcados para enancas,
dos meibores qae tem vindo a esta praca : na
loja de calcado da roa do Bom Jesui n, 21, loja do
sobrado amarello.
Vende-se a taberna do pateo do Terco n 68:
a tratar na mesma.
Os abaixo asignados iondo comprado o ir-po-
lio do fallecido subdito ,portnguez Virginio reir
de Oliveira, establecido na praca de Santa Crnz
n. 4, constan
de de .Uvid.it activas cita praca e traj
vem pulo presente pedir a lodo9 os devedo -s do
dito espolia que quanto aoJes veaham ajuar e
saldar ss sua? comas, aiin de evitar iocom iodos
e dsspezaa. Recife 19 de jenho de 1871.
Gama & Silva Brito.
lida-
leli.:.
O ab.tixn assigualo leuda do segu para
Europa do vapor Oneida, delxa por seus I stan-
tes pr;nrades niwia cidade aos Srs. itonio
Marqns da Co*U 5onv#, Jo dos SantnNeves
e H. rf. Swifr. Recife 23 de junho de 187
Jovino Baodeira.
A'uga-se um segando-andar na ra Sen
zal?.-ve>'ha n 138. com minios commodo para
grande familia, fin 2 sals e6 grandes quitos
Al asa-se o andar e otao o sobfcdo da
ra das Crazes o. 9 : a tratar na ra afaz da
mairi Mr. ota casa
O Sr, Y; niara (\t> Mi-deir> BarbOM terili ,a bon
dade d*'..t''mpan r.-i- i rfcreiana da sariti asa da
ordia do Riife, ou ra de Hort i u Si
a nernfio de en 1ntefe*e.
Ao publico
O al-s-o assignado previr.- .-\-) pibs* qoe nSi\
faea n.'^uci j alpun i o>;n urna cata terrea de pedra
e cal na ra delta -dn nove a lo dosMontes, termo
de4aua-Preu, qne Irje tertenee ^ Jji JoMjuim
Dia I'arod'!-. v-p que teno-f.^ oropra
mesmo sbsLio assignad >. as*ienaio fm* impor-
tancia daas leins, *i. pel^ que nao
pode iraofer e-a proprU-d-par lae*
\~y, Brt.fe 2J de, junh" de 871.
Autopio Batirla Nogceira.
Vende se ama momia de amarello a Luiz
XV, de bom gosto, e mais perteoces da mesma :
najlnja do sobrado da rna de H as n. 30.
a
VERDADEIRO LE ROT
da sifiHSiiT, DocUnr-lllli*i
Ra Am Soine, SI, aV PARS.
cada garrafa, val, catre a ralba o papel aral
ya* leva o mea liaete, um rotulo lmpresao em aana-
Sb o Sillo lavaiaj. co Umn rxnctt
S ir..-Remet-
r i,, trnrfiTirnirilrHra
/ ots&itrlC-C* i, soo franco ao-
6r#Pari,acdt*Ter
a rite l> viilr
ai)aiaJi!Bj''"-M .
( "-
Bltorvaaca 1U
. Vende-se um terreno na travessa da rna do
Principe, com 150 palmos de frente e lil de fun-
do e 100 caibros de mangue : a tratar na ra do
Socego da Boa-vista n. 33.
Kival seai > atrondo
Rna lluque de Caxias a. 49
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua li>-
j ade rrinde'/as continua a vender tu-li
por baratos preces que c todos admira :
Duzias de facas e garfos de am e
dous bolSes a
Talberes pare meninos a
Libras de liaba de novello, a melbor
possi\e>.
Duza de lencos de casaa com bai ra.
Caixas de lionas com 30 nove!los a
Vara de franja branca pata toabas
Duzias de me-.at croas muito boas a
Dazias de meias finas para senbo-
ras i
Dnzias de facas e garfos cravadas a
Dnzia de palitos seguranza a 120,
240, 320 e
Na'albas muito fiqss, para fazer a
barba a
Caixas com peonas de ac com to-
que a
Caixas com peanas de Perry tazen*
da fina a
Ditas de. dita dito verdadeiras a
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zade a
Pecas de tiras bordadas {2 metros
cada orna
Pecas de fitas para coz c-, m 10
varas a
Pecas de trama lisa de todas as
cores a
Duzias de liaba fr.uxa para bordar
a 400 e
Pares de sapaios de mno a
Ditos de ditos de tapete muito
Bdos a
Dutias de baralbos muito finos a
2*400 e
Ditas de agM'has para machina a
Libra de pregos franco-es a '
Resmas d* papel almaco >areri> r a
Ditas de di!o psrKado o melhor a
Caixas com abocetes fructa a-720e
Libia de lia para bo dados a
Carrteis de loba A exaodre a
Grvalas- decore*' muito fioas a
Di:as pretas pontas bordad?,- a,
Grosas da botes de madrvperola*
para camisa a
No^eikuBlinhabrant'3, 400 jaras
uria de carioes rte liaha branca e
preta t de cores a
Tbesouras muito finas para onhas
e cosinr; a
Baralbos franceses muito finos a
200 "
Gaixa redolidas pan botar rar
Caixas ooni pspara litarar .Jmiv-
f-z o i $000
400
13TO0
1,5000
500
160
3500
4^000
odOOO
500
15000
3
SO
U2C0
700
i 500
500
40
v500
4*800
i 280
'.rV-
2*01)0
540
3t00
45CO0
i acto
7^"O0
too
500
BOA
50
120
m,
24G
1*200
t

'' ilho
Na pal-ir-a da rua q.
11
Hyilropesia dos mem-
bros ou doi corpo,
AITectjoes do figado,
Icteticia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexc
femenino,
Dores de cabefa.
Em todas as molestias que derivam t
sua origem da massa do sangae: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo?,
os purificadores deve ser tomado conjun
tamente com as pillas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para ebrarem de harmona urna
eom a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer.
que no maior numero dos casos, podemo;
affiangar niosam grande alivio, como
tamhem urna cura prompta. e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos,
liumanos.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
?\. Caors. J. da C. Bravo, C, P. Maurer
i C, A. A. Barboza, Bartholomeu 4.C- 5
pharmacia anuricana roa (loQoBi.fladon.'
Ri.fti. SM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS. N. 49.
Jote "rrodinho, c m !('ja ce n>iacezia,
a^i>3 a i-.-<\' s ts s tfns frrguez?s qr.a ost
trrrar.do todo ptlo prfC-o, a 'iftada fazeo-
da, para todos admirar, a saber:
Srogas i'e oo's de louca branca a 120
Capachas mito b nios a ri(0 e 70C
Caixas co.m 100 env. h pesfajeoda
fina a 800, 6 0 e 800 ,
Pares t'e sapatoa de '"t para me-
nint ? a m
Bspelhos -e m:.ldor? doo'ada a
FOOe 4,5000
Pentes presos Toltead"* para mc- -
nincs a 240
Tinteircs cora tir. [r. la a 80 e 100
Pegas de fi.'a elutica 'anulo fina a 20>
Latas com superior -anlia 60, 100 e 2(0
Latas grandes com superiorbanba a 320
Frascos cora oleo de Pliilocome a
500 e 8C0
Frascos cem macass Peruia a 240
Caixps Cdm 12 seb neles miito
rnos a 14000 j
Frascos eom agua de Colonia verda-
deira a i ,$000
Ditos rom oleo do-ba )Dsa suderior a 320
Syllahario p^riugnez Iivro muito
bom para criancas a 400 1
Carrileis da retro'Z preto com 2 .
oitavas a 600
Iti.as toaquinhss de fi' p.ira me-
ninos a 20/">
Caixas cor agullias francezas a 100
160 24C
PeCss delira? bordadas a 50', 600
800 e l;-000 '
Garrafas com a verdadeirt agua
florida a I 530C
C-irtilfi-s aa Doctrina Christaa js
mais noderoa, a Livro -das misslss abrevalas a 400
t#S00
COpos granu'es coro su^e ion banha 1^500
Macos d- paitos. para dentes o
BtelVr une ha a 160
Paco.fs com 3 sa'jone'es in^jezes fa7nnda Br.a a
600
Esoov.s rxuilo fir.as para linpar os
deoiesa 2t0
hU
roa
Oervi'ja em harriJ, de.
penorqu.lidiide
Wndfi-sc em na de S. P: Johnitcn di C,
da Senzala nova n. 4iT
---------------------,:-------------------------------
Aproveitem
Tsihers fino1, dous botoe?, cabo branco, a V>1
a ouri::. colherP unas, elctre-ptate a 6j a duna,
di tas para arror, ditas pan t*rrio ditas para
larda, ditas para s.ii, ditas pan wpa a 10 a
ilib, 6 para liquidar quo be vende por titei di-
oinuMS'ura** : df,nnjian elegante, luaesu-ita
d-j [(osario n. I, de Forrara, Martin; & C.
Lenco > cm toquOt^v
A I ion(ot (I
toque ,)o varia a 3
ltl > 2Wr-. o c.'vaj-, ,-hH .
Ihtj, n i'ora
das uit'.



I
.
Diaito de Fernamonoo SaLbado 1 d Jijlho le lSTI.
VENDES
Joaquim Jus Ramos, xa tuf *fo Cruz o. 8, I
?indar, vende alfodao ml -ttofcricaos voradairp
^ prego, annricw n. 3 i.
% Ao ka jhsIs eatoeiln* bruneo
* Tintora japene .
S e nica approvada ficta? as academias de
ciencia, reconhecida saperiar a (oda que tem ap-
parecnij at boje. DaposHo principal roa d;
jideia do Reeie d. *H. andar, etn todas as c-
licas e casa de caheHeJrro.
AIWU BHbm
Sccipre a Nova ISeperanca T!
_^ AO BELLO SEXO.
EstjjBTBm conheetta pela ma elegancia e
flnpemrnade de seus ohjoea*. acaba de recebar
vulo* artigo- para o que repei lusamente convida
ao bello sexo a.vxta-l, am de coroprarem aqull
-to que precisaren) para preparos de vestidos toi-
leie ou tocadores, e mesuro uualqae'r objocto para
facer algum >reiente..Ifpois que si na Nora Espe-
. ranea Gcaro satbfeilos, ja pela qaalidade e pre-
eos wtzoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za nfaaa-s era nao se impacientar era dar a es-
eolher os objectos, prestaodo-se com o agrado
e&m que rostu a receber a todos, aflm de qt?
eaibain cora o firme proposito de vultanm ou
mandaren) a niessia Iota, logo que precisem de
qualqtir artigo por pequeo qoe-seja.
LVAS DE PELLICA.
Receben-as do IMnt a Nova Esperanza para
r>.tijo:. gestan e meninos, sendo brancas e de

NOYIDADE.
Bit do quinare preto com branco, a Nova Es-
-perauca s quem tem 11!
Caixas para jotas.
Nova Esperanca recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Filas largas para cintos.
Recebeu as de mnilas dualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir Danos oa sardas.
Nova Ejpnanca ten leite de rosas brancas.
Para liugir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
fleza. *
Para refrescar a pelie o aformozia-la.
A Nova Esperanza ra Duque de Caitas n. 63,
eadt vordadeira alliua branca de Lais.
Perfumaras
As meihores, e domis conhecido fabricante,
tnto franc i como inglez, estio expostas venda
> roa Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
anca.
Extractos, hanha, oieo, sabonete?, agoas de co-
lonia, laranja, florida e tudo de superior qualid.-de : vende-se na Non
Esperanca a ra Duque de dxias n. 63.
Agora sim !
A Kova Esperanca, a ra Duque de Caxtes n-
3, receben um lindo sortimento de l para bor.
dar, viudo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, carate etc. etc. a ella antes que se acabe I
Mt\
MENT.
O verdadeiro portland. S se vende D3
roa da Madre de Deas n. 22, armazem de
J-5 > Martina de Barro?.
NA
>
LOJA E ARMAZEM
DO
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
DE
PAVAO
NA RA DA IMEEATEIZ 60-
4 DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C. ,
Os proprietarios dest) grande esiaaelaciajeato tendo em ser ama avultada porco da
fazenda, e teodo continuado a receber por todos os vaprese navios inmensa porcSo
das mismas, tem revivido fjier ama GRANDE 'LIQUIDADO, aflm de demionir ofraa-
de deposito e ap irar DINHEIRU. De todas as fazes as que se vende bsratisjimo se dao
as amostras, (cando penhor os se mandan .levar am. casa las Exm*s. familias, assim como
as pe'soas que negociam en menor escala, n'esteeata leetmeatose podero sor ir ea
oequenas porcoes pelos mesmot prec-s que comprara as caas exportadoras.
ALFAIATE
qoe se encirreg. de eieatar qualquer ei-
commenda sua arte vontade do fie
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimento e promelte servir bem a todii
os fregoezes que ihe boorarem a saa cata.
ALGODAOSINHO A 31500 A M$.\
O Pavao vende pecas d'algodlosinbo de
muito boa qtmlidaie, tendo20 jardaa caja
peca, pelo barato preco da 3(5500, dito m ai-
ro largo e eoco-pado 64000, dito o me-
Ihor que tem vi-^do ao mercado, muito en
Curp'ado largo para lencoes, palo barato
prec > d 6JB00, .grande peebiocba.
MADAPOLlO A 44000 E 45500
O Pavao vende pecas de madapoiao com
24 jardas, sendo fazeada muito superior
pelo barato prec i de 45500, di as com as
mesmas jardas a 45000, ditas floissimas-a
55500,65000, 75500e 84000. pechincha.
MADAPOLO FRANCEZ A 104
0 Pavao vende pecas de fiaissimomada-
polao verdadeira mente francez, teodo. 33
Hwtros oo 40 varas, pelo baratissimo preco
de 105000 peca, sendo fazenda qoe sen-
pre te veodeu 15000, e liquia-se pot-
aste boato preco por estar algjma cousa
enchuta I liada na pona de fra.
ALG0D0SINHOENFESTAD0 A 1515280
O Pavo veode verdadeiro algodiosiljo.
americano, teodo 7 palmoa de largara' ie
\
AUTO AMTOMIO
E S. Mo
CSEGARA1I PARA A LOJA
no
m
\ ende-se sceos con tarinha de mandioca, roe-
diodo 18 cuias, pilo baratsimo preco de 55 cada
mi i' i; na ra ao Manjuez de Olmda n. 40, es-
cripfori".
Lvbras st- li as.
_ Vende-se no arUazem de farendas de Aupaste
!' d. Olivei ;i & C.. n>a lo Cumroerr.i.i u. 42.
ti i nuic.
leui a venda em sene armazens, alera de ontros
t.-.if-. 3 .... go io regular, os seguintes, qne
endem por preeps man modiciis que.em ou-
;ra qualquer p?rte :
ptF-T^s pinb" ilmofadadas.
l'OI.T-jtiAS de ferro para cerca?.
SALITItE inglez.
EibiAti da ndi i para cama e forrar salas.
CA".'.'iS (ie barro fraucr-r para esgoto.
1 speror em porefies e a contento.
TO de vea* as qualidade*.
"' lS de descansar aliioco.
l.nazOesda Hi.-sia.
'. americanos para forro de carros.
: S anericanos muito bous e econmico".
le Bordeaax.
superior de Gautier Freres.
i'ELLO em wcecg grandes a 35o(
Honda legitima.
PAItA PADAHIA.
Vende -se cestos : na rna do Domingos Jo<
n. 84, (Senzals-Velba).
35^00.
.^eranhiiias ou harmnicos
A-ab*m de chegar ra do Mrquez de Olinla
n. -I, ptimas seraplunas de Nogueira, com ex-
c". .:< vizt-. ese vendem por preco commodo.
[i^a.a os senbores de engento
vercm.
Chib, f zenda bem cjnheciJa pela sna fortidao,
mais largis que chitan, para ronpas de escravos a
200 r.-. o covado : na ra do Crespo n. 20, loia do
Guiliii'irf.e.
Nn
69 por 48
v. muz'u cleganle.
V. n ---o ca-ni-as in^ezas muito'fias de 60
'.8rsai.is Oaaa lardadas a iO cada
eMreita do
3. t^Z
oir.a, 6 pa-a lechar cantas : oa
I '..-..ti o n 1.
ra
ea
Ra I" rr ,'oitido r-tabelectrento cncnntrai-ao
c: c n'umidores os melhirel ch?rulos de Hiv.ina
de diPersM marras e precns, ltimamente chega-i
A i la rdrj>, e bem -m charutos nacionaes do
i Bahft, cifrarr>s da* melhore< qKalidadcs, de
pdba,.-.' ia e hnho, pooteira de variados gofios
para cbarnl e cip,irroi,.JMtr)"s ele, etc., o qn-
UJi, v. : :c (..ir |> .. ... mttwT'R^fnvdoa.
PAVAO
ALSACIANAS A iaSOO
Cltegaram as maU liadas alsacianas sen-
do orna' nova e e'eginte fazenda de lia
com bnlbantes listas de seda e ba>taoie
larga, para vestidos, sendo n'esie genero
o que este nno tem viud > de m is gosto
'o mercado, e vende-se 15200 o covado'
CKANADI.>'AS JAPOEEZAS A 800 RS. O GOVaDO
Cbegou. para a loja do Pav5o esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de la a com
bonitos qdadros de seda, popriapara vefr-
tidos, tentjo de todas as cores, e vend6s
a 8l-0rs. o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. .0 COVADO
Chegoo esta nova fazenda om o nome
de a.laDta, sendo orna delicada faienda de
15a, para vestidos, q ie vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Cbegou para a lija do Pavao um grande
sortime lo das mais lindas e modernas
ponpelinas de seda, com os mais delicados
padroes e do muito phantasia, que vende-se
>or preco muit barato.
CAHBRAUS BRANCAS LAVRADVS A 4/
Vende-se cortes para vestidos de, cam-
braia branca tarrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 45 cada curte,
asiin como um grande sortimento de ditas
lisas, tapadaje transparentes, que Venie-se
por meos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA INvERN
Cbegou para a loja do Pavo um grande
sortimento de camisas escoras encorpadas,
a prova d'agua, sendo propiias para a es-
tao do invern, e vende-se por precos
em coma.
TOALHAS ALC0CH0ADAS PARA MESA A 3i$Bb
0 Pavao veude toalnss brancas de fuslao
a'cochoadas, propriai para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
35500, ditas eucorpadas muito grandes 75-
CHALES DE MERINO' A 25500*^
O Pav3o vende chales de merino muito
grandes e encorpdos 2J500. ditos
tmitco de cbinezej 25500, ditos pretos
do reDda cea 4 pontas 25000.
CHALES PRETOS BORDADOS
0 Pavo vende os maiores e meihores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
mvitares camisas ioglezas e francezas com
peilos de linho para todos 03 precos e qua-
li ades, assim como ditas de ditos de
algodao para tedos os precos e tamanhos,
endo tambem para enancas, e no' mesmo
estibelectmenle tambem se vende ctoujs
de li.jho e algodno, teodo para todos os
prc.;os, assim como metas croas inglezas
para horneas e menino?, que tudo se vende
por prego muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem constantemente um grande
sortimento dos meihores cortinados borda-
dos para casas e ja,.e:iap, que vende-so de
85oOO al ao mais neo qoe costuma a vir
n'este genero, assim cemoboBitas cambraias
adamascadas, tan'.o tapadas como transpa-
rejtes, proprias para o mesmo Gb, eceoas
da crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vender no Bazar ao Pav5o.
LAASINHAS BARATAS
O Pavo tem um g'ande sortittento das
mais bonitas lasinhas para vasli ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principiando dj 200 rs. rara cima; porm
tio grande a quantidade que Seria enfa-
Jont,a especificar qaalidade por qoalidale,
i a vista do fregmz e da3 amostras se Ihe
vendero por precos to cmodos que
n.n, ue n teixar ce fazer um vestido de
la pjr tao pocco dubeiro.
GRANDE ARMAZEM DE VASIEDADES
EMPIMO rj
15
Rna da Imperatriz15
LYSSES & IRMAO
Neste-grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico um pouco de
todo, que vendemos por precos muito resumidos por ser o systema que adoptamos
vender barato para vender maito. e tirar-mos apenas O % de Tuero do descont que
temos das casas importadoras; e garantimos aos nossos fregezes qne podemos faier as
mesmas vantagens qu as casas acreditadas em vender barato. As pessoas qoe nos hon-
ra rem com sua freguezia encontrado em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisai deste establecimento. Chamamos attencio do respeitavel pubico para a grande
varRdade de artigos de que se compe este sumptuoso cstabelecimento, como ibaixo
se segu :
MACHIMAS tm
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da ra Nova
41. "22, um sortimento de machinas para cos-
tara, das meihores qualidades que existe na
America, das quaes muitas j sao bem co-
ndecidas pelos, seas autores, como sejam :
Weller & Wdaon, Grover & Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperies e outras muitas
qoe com a Vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vanUgem de fazer
o trabalho que 30 costureiras podem faz r
diariamente e cose'm com tanti perfeigo
como as mais peifeitas costureiras. Garan-
te se a saa boa qaalidade e ensiaase a tra-
balhar com perfeico em menos de urna
hora, e os prec.os s3o to rosomidos que de-
vem agradar aos preteod-ntes.

muito eocorpada, proprio pera leneoes
75000 a vara, dito da mesmatargora sei-
do trancado e maito eocorpado i t5280.
BRAMANTES PARA LENEOES A 2*400-2*800
0 Pav5o vende/o verdadeiro bramante f
linho tendo 10-palmos de largara, que apis
as precisa^para um lencol urna ara e o*
quarta, pelo barato preco de 25400 i va
dit) melhor de 258.0 e 35000, teodo /14
do melhor que vem ao mercado 3
e 45000, assim como crotones fortes ufan
lencoss, sendo urna encorpada fazenda f an'
ceza com 10 palmos de largura 200 rt.
o metro, e bramante d'algodo com a 1 es-
ma largura 15800.
SAJAS BORDADAS A 45500 E 65X I
O Pavo vende graade pecincha em tas
brancas ricamente bordadas, tendo cada ma
4 pannos, e vende pelo barafo preco d< >.
45500 e- 63000, sendo fazenda que sea pre
vondeu-se por 85 e 104000. T
FaxeJMU* p*ia saias a 10100, 15280 tlROt)
O Pa /3o vende superior fazenda bortdt
3com pregas proprias para saias, 152001
15280 e 15500 a vara', sendo' preciso par)
urna saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 cortes de eambraia a 25590
O P.vo vende orna grande porco
corles de eambraia organdys; tanto branc
como de cores, sendo com listrinhas
c6res tessidas e nao estampadas, e liqoid
se pelo baraio preco de 25500, cada cort
fazenda que vale muito mais.
Aos 2000 cortes de cambraias bordadas a o^OO'J
O Pavo vende urna g-ande quantidade]
de cortes da cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os de enhos mais
liados e mais vistosos qoe tea viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gooaes, e om muita fazenda para um ves-
tido, eliqaida-se pelo baratissimj pre50 de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, granda pechincha.
CAMBRAIAS
O Pavao veade grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 34 a pega at mais
boa que vem ao mercado.
CHITA A 460 RS.
0 Pavao vende chitas largas cam bonitos
desenhos e cores fixas. pelo barato preco
de IfiO, o covado, grande pechincha.
LAiSINrIAA 160 RS. O COVAD3
O Pavo vende bonitas lasinhas transpa-
rentes pelo barato preco de loO rs. o cova-
do, pajhinoha na ra da Impentriz 0. 60
CORTES DE CASSA A 25500
O Pav3 vende bonitos cortes de cassa
franceza viado cada um em sen papel, pelo
barato preco de 255O0 1 corte, ditos muito
bodas 35003, pechincha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas fiaissimas com os desenhos
muis mode.Tios qae'tem v.ndo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Pa*ao veode flnwfimos cretones escu-
res matizados, proprlos para vestidos e
chambres, pelo barato pret*o de 640 rs. o
covao, ditos de fl roes, proprispira co-
^



%
%s.
*mx
<% ?
Crytaes e vldlros.Grande sorti-
mento de lindas garrafas para vinho, de
vi 1ro Bacarat a 65. 75 e 85000 par, bo-
nitas compoleiras de diversos gostos e pre-
pia, tacas de cbrytal para chmpagae ; c-
lices de vidro verde finos para vinho do
Rheno a 25*00 rn, a duzia, ditos d* dito
rouxo para vinho B rdeaux a 258' O rs.
a duzia clices fidos para licor a 35500 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 45300, 5800 e 55000 rs. a duzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 35500 e 45 e
par, g ande sortimento de globos de vidro
para candieiros, chamins para c^ndieiros a
205 e 245000 o cento, e a 240, 320 e 400
rs. cada urna, praliuhos de vidro para copos
a 400 e 5 )0 rs. om.
Perfumarlas. Sabonetes finos e
grandes a 15500, 15800 e 25400 a duzia,
ditos ingiezes o que ha de melhor a 25 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 600
rs. a duzia, latinba; de banha de iamilia a
80 e lO rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com bauha a 640, 80a e
15000 rs. oleo de Puilocome a 800 a 15000
rs. o fiasco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o fiasco, grande sotimento de agua de co-
lonia, agua Divina, agua Florida, agua fran-
ca, tnico Oriental, extractos finos inglezes
e francezes, pos para dentes, pomadas ex-
posicSo, copos grandes a 25500 rs. cosm-
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. am, bonesas par pos de arroz a
400 -s.
Para
nico legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU d- C.J
34Rna larga do Rosario34.
saceos e fogneielros.
$tecos
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABC\
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeirag traiem os nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
iR T. JEFFERIES l C.
10 Jiua do Cvmmercio 46
iBfilNS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada paca am bllhe-
te com o nome
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
de
Grmde
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
0 Pavo vende as mais lindas alpacas de1**61,13'Sflri(*0 Metida muio* encorpada peo
cord2o para vestidos e roupas de enancas
pe'o barato preco de 640 rs. o covado,
di;: fiaissimas cornos mais lindos lavoree
imitaco de agr anas 8( 0 rs. o covado,
barato preco de 80O rs. o covado.
pasquinas on eastquinhas a 20 e 255
O Patio vende tosqaioas on casaqainhos
de seda prtos ricamente enfeitados, pelo
bonitos glacs com delicadas corese las' jbaratissiino PrfCde 205 e255030, sendo
trosas como seia 15000 o covado, e ou- moito moderaos, assim cono ditos de cro-
ira3 muitas azendas de'go.-lo e luxo para,0^16 renJas pretas que se vendem muito
vestido, na ra da Imperatriz n. 60. en> cont3 na ra da Imperatriz n. gO.
'i- rm grai'drj cojiequma)1 porjOes, o
rrr: ft 1 "rene, que foi do S.. ?:.u.ii(t.>, rio dt>no-
iriti.idi JajHira, dista do Fun'ao
enm p3so, cira frente para -a entrada do me*tno
nomo, com muirs arvoMf de frocto. E-te terfi no
i prupno, iir, ser de bsrro presta-fe para qual-
froer n|.nac3o, e muitu sa torna recimmondado
por ficar perto do rio e da-e-'.'tao. O prc-go
moM 111, il ha : a tratar na rn.i Nov; p. 48 no sr
i-iv'.-t .1- H r u, nQ fom o Sr. TrislS 1 P. Jorres,
os i t Dgoa e das antifi ados o aclia-
V,
ihof
B 6.
GUINCHO
novo e 1
POUPELINAS
0 Pavo recebeu as nais delicadas e me-
Lores,poofM:!njs de seda para vestides,
Cvm os mais modernos loores, e outsas li-
zas cum as cores maib novas que tem v;n lo,
e veode-sa 25X10 cada covado, assim
p< mo del cadas stoas de. lisiinbas, tanto
pr.ra v'esti lis deseobofascomo de meninas,
q vende-se 25000 Cd-la oTado.
RCUPAS PARA IIOMNS,
O Pavo temciii ; ,'.e.i e-/e um grande
n ;i .. de jpa, laatn de pannj.como
bfi s br-t.co e decores, da case-
miras [>tvi ledos os prece- e qualidades,
ibem se tuanda faer qaalquer peca de
1 hr 1 c un. t ido aceto eproaptidSo, para o
qua Ee.leBum erito

Caitas entraadas paracabertas a 3fi0 rs. o corado
O Pavo vende chitas ent.an;adas com
delicados desenhos para cobertas ou c.rti-
,nas de c5res fixas, sendo fazenda mnt en-
corpada pelo barato precede 360 o copado.
E5PARTILHOS A 45500 \_
O Pa\i: vende os mais modernos e me-
Ihorea espartilbos, ten 1o de lodos 01 ta-
annos, pelo barato prego de 45500
CASEMIRA3
O Pavao veade um elegante sortiiiep,
de delicadas casjiniras inRlezJS, sendd to-
das de '5a e moho levesinhas, tmtopro-
pr como para cranos
itas, mais enagfpada.s Un lo de om
- 5
ir
Loja de Onllherme.
Lias de cores miuda3 a 80 rs c covado.
'Bramante de linho com 10 palmos de largura a
f 500 vara.
'Chitas claras e escuras a 160, 200 e 210 o co-
\o,
Ditas riscados prussianos 280 o covado.
Ditas chinezas para conerta a 210 o covado.
ambraias, organdj>3 miudas a 240 e 280 o co-
0.
tos bordadas brancas e de cores para cortl-
os, a 320 o covado.
tas bispo lisas flna3 a 3 a pega,
itas brancas com 10 varjs, a 3000 c 3J300
a ca.
ila Victoria, a > a peca.
us.-ulioa branca, a 400 rs. o covido.
adapolo francez, a G a peca.
' Xo inglez de bom a espeeial, a 4^000, 5, 65
7 a peca.
' godosiaho a 3f, 3o00 e 4J a pefa.
i paca de cor com listas, fazenda superior a
Joi- s. o covado.
I i braoca, com flores miudas matisadas
500 s. o covado.
Da preta coa fl >r bran.-a, o 300 rs. o co-
vado
Des de cores padroes miudos e modernos a 360
t>. ovado..
U gos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada im.
Di s de linho embainhados a 4 a duzia.
Cd a, fazenda bem conhecida pe? mait larga qae chita para roupa de escravos, a
200 t. o covado.
Caimira preta snperior, a 1*500 o covado
Coijes de casemira de cor, 3!>00, t e 5.
Cortes 4e mia caieruira, a lOO.
Caskrpreta e de c5r, a 500 rs. o covado.
Garita amarelia lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vadj. 1
Algodio tarto merca T a jf a peca.
D-sa anwetras esm penhor.
- tranca para homem e senhora,
jardas a 25iOO rs., bonitos cortes de la 15500 15800o par, ditos de tapete a\e-
com 16 covados a 55500 rs., ditos de ludados para criancas 15 o par.
chaly a 55000, pecas de cambraia branca' Hiudezas.Duzia de carriteis de li-
de salptcos com 8 1(2 varas a 55500; bo-;nha de Alexandre 200 jardas 920 rs.
nitas las de listras a 360 rs. o covado, caisa com 50 novellos de liuha branca i
grande pechincha de las fin^s de bonitos 680 rs., la muilo fina para bordar bonitas
padr5es a 260 rs.o covado, fazenda que cores 640O a libra, duzias de caixinbas
vale 400 rs.., bonitas e finas cuitas france-:de grampas 400 rs., duzia de caixinbaa
zas de urna s cor a 300 o covada, perca-de alhnetes pretos e brancos 1A300, le-
les^mojto^ finas e de delicados padroes a ques de papel .para o tbeatro 200 rs., di-
320 e 360 rs. 6 covado, finissima chita
franceza clara a 340 r*. o covado, chitas
escuras francesa finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
droes a 360 rs. o covado, bramante
tos de madeira emitacao de sndalo, muito
bonitos 25, thesouras finas de ponta tor-
ta para unhas 65 a duzia, pentes Irans
prenles finos para alizar 25 a dozia, ca-
d reo de linho de lioho com 10 palmos de largura a 360 rs a duzia de pecas, tranca de lia a
25400 rs. a vara, esguio de linho bnissi- "
mo a 250:0 a vara, bonitas aloacas de urna
s cor para vestidos a 5( O rs. o covaJo,
setiai de algodo de diversas cores, bonita
faz-rnda para vestido de senhora e roopa
de crianca o 500 rs. o capado, riscadinbos
tinos de cores a 280 rs, o covado, chita
fina de cores para debrum 240 e -400 rs.
a pe^a, tranca branca de caracol 60 rss
a duzia de peras, trancas de la de core-
de crracol 600 rs. a duzia de pecas, su.
tase branco de algodo 280.rs. a doria de
peca?, caixas de: gulhas fiancezas 4 papis
prr 2 0 240 rs. o miiheiro, agolbaspars
preta fina a 280 rs. o covado, guarda: apos crochet, toucas de la francezas maito boa
di.as largura* que se vaide o
possivct,iaroada Impentriz
e
de
is brato
0.
Vende-se por junto ou a retalho um terreno
core 231 pal nos de largura, na roa do Desuno,
retuerta do Bja-tistA, o qu;il presta-se beoa p;ra
se edificar urna casa na centro, su para tne-aguas:
no :{ anda? do sobrado n. 35 ih ra dis Cruzes, .
de linho para almoco ou cha a 25600 e
35SOO rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a 85 a duzia,
servem para toalbas de mos, toalhas de
linho grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
do om b-rra e franjas, grandes a 4590O
rs., ditas brancas e de cores de 25700 a
4-5500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
la de lindos padroes a 85 e 135000, ditos
de pello de luntra com duas vistas a 145.
camisinhas de cambraia bordada e endi-
tadas a 25500 e 3J000 rs. cada urna, u-ti
dinbos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criancas a 65 e 125010 um, cami-
sas bordadas para senhoras a 55500 rs.
urna, pentiadores de nanzuk bordado para
senboras 45500 rs, om. caixinbas com urna
duzia de lencos de linho finos ab3nhados
por 65000, lencos de cassa finos com bo-
nits estampas a 35600 rs. a duzia, dit; s
grandes de cambraia com cercaduras a
5400 rs. a d*zia,.ditos pequeos de cassa
com diversos desenhos a 15200 rs. a duzia,
bjnitos lencos de cambraias bordadas a 15
um, cobertas feitas grandes de chila fran-
ceza a 25"00 urna, coberiores bramos de
la com barra a 25500 e 35000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita brau-
ca finas a 60 rs. o covado, dita prea de
de 440 a 800 rs. o covado, seda preta a
500 rs. o covado. grosdenaples branco com
toque de mofo a 640 rs. q covado, japo
d* seda encarnada a 90) rs o covado, finis-
sima hrilhantna de listras brancas e par-
das a 640 rs. o covado.
nho.
Este estabelecimento aoha-se aborto desde as 6 horas da manha as 9danoite.
. 15Ra da Imperatriz15
EMPORIO COMMKICCIAIi
LYSSES & IRMAO.
C

Gangas de linho para roupa de enancas
a 42Q rs. o covado, brim de Itabo branco
trancado multo superior e a 15300 e
1570-. rs. a vara, dito pardo de fiflbo a
32Q 500 rs. o ovado, serooMn fnwre-
zis de cretone e de linho 15800 e 45500
r urna. E outras muitas fazendas que
vendemos por precos razoaveva.
Porcelanas e loncas.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
85 a duzia, ditas de ditas com frisos de
cor 65 a duzia, canecas de porcelana bran-
ca para jeme a 35510 a duzia, copinbos
de porcelana branco para ovos I500
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farinha
a 15. beitos aparelhos de louca ingleza
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20 duzias de pratos diversos,
2 sopetras, 1 saladeira, 8 pratos com tam-
pa, 4 molheiras, 16 pratos travessos por
1205, ditos completas para almoco da mes-
ma louca H 5, grande sortimento de lou-
ca avulsa, constando de pratos cem lampa
sopeiras, molheiras, pratos travessos, pra-
b s atuisos com frisos de -diversos tama-
nhos, pratos com coras 2)5700 a duzia,
ditos pagode Chinez, grande quantidade de
tigellas pintadas de diversos tamanhos,
bules, bacia, que se vende pmdicos
precos.
4|n?nqnilliarlas Ricos candieiros
\

para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
Chapos Chapeos de seda preta ero, 145 e 165 c;ida um, diios de vidro
de castor Oranco forma Vctor, par; homen'de cores 6), lamparinas, grande sorli-
a 115 e 125COO, ditos de palha ventilado-i ment de vidros de metal para deiendurar,
res a 35200 rs., ditos pretos de feltro copa V*T cima de mesa e para parede, 15600
redonda a 35500 rs., ditos brancos a 1580025 e 25500, eum grande sortimen-
352 0, ditos de merino e de seda preta de to de jarrss de diversos lamanbos e gostos
55 a 75000 um, ditos de palha para crian- j de 5^ 205 o par, castices de vidro de cor
C de 25 a 25500 rs. um, bonets de panno para vela 35 o par, lindos praiihos de Iou-
preto enfeilados para meninos a 35e 3550O C* esmaltado com tampa para sardinbas e
rs. um, ch; pelmas de seda enfeitadas para outras 25 25500 cada um, lindos bules de
baptisado de crianca a 35 e 35500 rs. um lona da .Cnina 2*500 H e 35500 cada
bonitas chapelinas de fil de seda branca om, sextinhas de vidro de cores com azas
enfeitadas para senhoras e meninas a 65 Para cartees 15500 25 cada orna, bonitas
a 75000 orna, chapeas de sol da seda com qoartinhas hamborguezas de'45 55o par,
cabo de marfim a 95500, 115.145 e copos de b 17500J rs. um, ditos com cabo imitado de ovaes 115, ditos qoadrados 7&, grande
unicornio a 95 e muitas outras qualidades sortimento de bandejas avahas de 15300 l
tanto para hornees como para senhoras e 25G00 cada nma, ditas para farinha 15200
criancas, sendo de percaie 1#300,155J0 ama, talberes de facas com cabo de me-t
e 25000 rs. | fino 125 a duzia, ditos de ditas cabo de
Fazendas Lindos e modernos cortes'os':0 finas de 5^500 ,0^ a daria. colbe-
de percaie de barra crm figarinos a 75000 res de melal fio Para soP8 55 a duzia,
com 14 covados, bonitos cor.es de seda'dltas de dil Para clia a 2^i0 a dzi.
com 21 covados por 285000, corlas de cam conxas Para S0Pa e Para assucar, port-braa
brai| branca fina com babadinhos, borda- ;zas de lal3 500 rs- m' lindos'palitei-
dos proprtos para partidas a 75000; tendo rol 9 Prcelana branca fipa 15200,
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas ,^30() 2^>. M e 45 cada um, galheteiras
de babados, cortes de la escosseza com de 3 e 4 vidros-
15 covados a 135000, finissimas emoder-! Cateadlo Botinas de bezerro para
as cambraias braicas com listras a Impe-' bomem 65 o par, ditas gaspiadas para
ratnz peca de 10 jardas 95000 ditas mar senhora 35 e 35200 o par, ditas de ditas
ca bispo e Victoria de 45 a 65600 rs. peca,'para crianca a 25 o par, sapatos de tapete
cambraia branca para forro pecas aeluie de tranca oara homem e senhora. de.


[

.
1 nitiuias para criancas 800 rs. urna cai-
xas de superior papel rnizade TOO rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 r*., papel almaeo
pautado, dito" de peso, dito para forro de
casa, meias croas para criancas a 35500 a
duzia, e ioglezas muito finas sem costara
de numero 2 8 de 45500 55500 a dn-
zia, meias para meninas de todas as idades
35500 a duzia, ditas inglezas seni costa-
ra para homem 55500, e maito finas
65500 a duzia, ditas c m p de cr 85 e
85500 a dozia. superiores meias inglezas
para senhora a 65. 85, 105 e 165, levas 1
de fio da Esc ssia finas brancas e de cores)
para senhorn 35 a duzia, superiores 16-1
vas de pellicas brancas, pretas e de cores V
para homem e senhora, grande 'Sortimeato, V
de bengallas. espingardas para criancas,,
brincos e alfinetes de burracba para loto, 6
correles para relogios 800 rs., jogos de
vispora a20 rs., gravatas de seda de 200
rs. 25300 cada urna, grande sortimento
de boles e guarnices para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 25 cada urna, boioes de
marireperola grande e para colletes, grande
sortimento de abotuaduras para collefcs, e
ditas de os o para palitots e colletes, groza
de boi5es de osso para calca 240 rs.,
pecas de fita de sarja de cores sem beira de
n. 1 700, ditas de dita de setim estreita
e l.rg'as e 240 500 rs. pecas de fitas
de veludo estreita preta 640 rs. ditas
larpas, o ffuitas outras mindezas que dei-
xamos de mencionar por se tornar enfada*
,


II
Diario d* Pernamboo Subido l da Julho -ia 1871.
I
=?:
DO
YSNE
DA HHIATIIZ \ U
DTS
FIGIIEIREDO 8: LOPES.
Os proprietarios (leste novo estabejecimeoto, gratos para rom o respeitavel pu-
blico peto acolhimento favoravel que tem recebido de seus fregoezes; sinceramente Ihe
agradecemos t5o expontanca como grata coadjuvaclo. Certos est idos qoe devenios
caofmaar a receber este favor porque o ncsso programma ser fielmente cumprido !
que vender barato o haver sinceridade nos ira'.os.
Convidamos por'tanto as Expas. familias e aos mascates a virem ao nosso estaoe-
ieciwentb ou mandar buscar as amostras das fazendas qce recebimos ltimamente,
pois temos fzendas da mais apurado gosto e do melhor que vem ao nosso mercado.
Vestuarios para baplisados.
O Cysc e tem vestuarios para baplisados
milito lindas e vende por menos do que em
outra qua'quer parle.
RETOES.
Recebemos cretraes de cores escaras e
claras pr'pnas para vestidos de senboras
Grrisdnaplps
Temos o mehor sortimento deste arti-
go, e veqdemos por menos que outra qual-
quer casa.
Ditos ]?. cores.
O Cysne tem o mais litigo sortimento e
de superior ijoalidade
25500 e 4#80O rs.
SETINS DE COHES.
Temos de todas as qualidades e preces
mais baratos que ontro qiralquer.
E' PECHINCH1
Alpaca lavrada com corilo a fiO rs. o
covado, dita com flores e listras a 640, 700,
que vcnrt.mos j.or que vendemos por 140 rs.
LENCOS.
O Cysne tem lencos de esguio de 5
at 95O0O, 'utos de cambraia de liuho em
caixas de duzia a 7*3000, ditos branc. s,
de cassa tnui:o finos a 2S500 rs., uitos de
cores fixas proprios para rap a 45000 a
duzia.
-
COFRES DE FERRO
Estes artigos acham-se a venda
em casa dos importadores
ShaW, Hawkes* df C,
rda da Cruz ', 4.
If DMHJft LITHOTRIPTICO
900, I 000 e 13230 rs.. estas ultimas s5o Tapetes para guarnicSo de salas, de to los I meios pr. prios ps
s que nmguem dir que ia, sao os tamandoa e por minos preco do que em activdade*contra
muito largas. 0tr!1 qoalqdtf casa.
' ^5as *"* Saboya Bretanhas Receimos timas Mas c m seda, fazenda 1500 e 15400 rs. a vara.
U,
rateirmente nova no mercado, tera um bri
Ibo que as turna rororamendavel.
l^eehincha
Poil-de-Chere fino e com muito brilo
a 560 rs. para acabar.
C.'nes a Mtarva
E' urna fazenda de Ia com listras de seda i
de efir qoe Uz orna vista extraordinaria com
59 e 20 cuvados por i^OOO.
Coi tinados
Temos completo sortimento e ven lentos
por menos que outro qnalquer.
Cambraia para c rtinados de suprior
qualidade com 20 varas a H5000 a peca.
CHITAS
O Cysne tem o melbor sortimento de
, bitas finas desde 280 at-440 rs., pde-
los affiancar seren core"! fixas. i
MADAPOLOES
FLANELLAS.
Temos de todas as qualidades, tanta de
cSrea cocO brar.cas e por me. o> do que
em outra qualqaer psrte.
j Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Cbles de merino.
Temos de 2oOO, 45, 55300 e 65300 rs,
ditos cninezes a 145000, estes ltimos tem
seda e sao muito lindos e proprios para
urna senhora boneita.
Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
cos, lito preto liso e com salpicos.
Colxas brancas de fusio a 27C0 rs.,
ditas de core* a 25800 e 64000 rs., das
muito grandes com bonitos desenhos a
125000.
Atalbado.
-Temos atoalbidos de linho muito
Temos madapotoes desde 45000 at
Fdas on 3 varas mwiio largo e cncorpa- Bramante de linho com 10 palmos
-do. Ditofrancez cura 24 jardas a 85 e ,ar^ara' Clt0 de al8odao a '^0 rs. o
I50C0. 1"etro-
Cambraias Victorias finas desde 4 303 Brins pardos e de cores para todos os
at 85000 rs. precos, dito lona branco propro para
Ditas transnareotes fln?s de 35500 at ES1. de bcraem fazenda de superior qtia-
145000, porm stas sao largas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 751)00.
ORGANDYS BRANCO
Temos orga-ndys branco fino de f>5 e 85,
dfto de edr a 75000 a peca. -
Cambraia de cor
Temes cambraMs de coros cem barrat a
lidade.
Para luto.
O Cysne tem chitas prets
qualidade, cassas pretas e com sapicos,
alpacas para todos os precos, caoio supe-
rior, merino veriio e piincczas ; todo se
vende por barato preco.
Algodo enfestado com 9 palmos de lar-
gura proprio para lences, toaibas e outros
060 rs. o metro, ditas miodinhas a 500 rs. mistares, qce vendemos pelo barato preco
sao finas cores 6x*. 'de 900 rs. a vara, -
Metas p"ra hmens, ditos pa a senboras, Completo sortimento de casemiras de
ditas para men-nos e meninas, de todos os core?, ditas pretas para todos os precos,
preces s qnalidades. pannos finos para todos os precos. Tam-
Espartilhos bem temos um boa alfniato e nos encar-
Temos espartilbos de diversos tamachos regaes de mandar frzer qolquerpeca de
e preces'. ^ obra que ficar ar gosto do fregn>z.
&3TTI RHE1TMATICO E OTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E INFALMVEL EM DESTRUIR AS AP.EIAS E
EVITAR A SUA FORMACO
Guiados pelas indicaces de moitos abalisados chimicos, e mdicos distinctos, que
se deram ao estudo e averiguaco das causas que prod'irem os p.tdecimenlos de reu-
matismo, jolta, areias dos rhins, Oexiga, (lijado, e d'outras visceras; e aos enaios ds
iara cural-os, ebegamos a obter um remeuio, que nunca desdase a sui
os ditos padecimentos.
Nao nicamente bascado em theorias que tanto avancamos, mas bhn dcs satis
factorios.resoltados obtidos da suaapplica^o, as innmeras experieop\ss, que com -lie
filemos; e deste modo, Sf guros de teus beneficios effeilus, afuuiametiie orecommenda-
mos pessoas q: e soffram algumas das molestias ;cima ditas,ou de alguns outros pa-
decimuitos do apparelho urinario, taes como o diabtico, glycosorico- albuminurico
etc.
Escusado seria observar que se tr3o pode designar um numero determktdo de dses
de um medicamento para corar todos os individuos qoe padecam da inesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes disponco na-
tural ou comoleicao, de cada um delles i ra. s comtudo, certo qne o hydroLeo luiho-
triplico anti rheumatico e go'ttoso produz swnpre a cura desejada, qundo se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; devendo ter-se em vista que qoauto mais invete
raijo est p mal mais se deve ii.-istir na applicacjio do remedio.
Podemos tambera affiancar que, por mais continuado que seja, o oso deste reme-
dio nao cmisi desarr^njo algcm as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lambis possu, fortifica o estomago, torna mais facis as digestes
e, nao ripeas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, que eram entretidas pela dtbili-
dade geral do. apparelho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam Iheres de sopa, em agua assucarad, leite, cb ou caf-com leite, e msmo &q< misto
ra algom, r a occasio do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quiiiio cu* sexto dia e se^ointes, tomam-se da mesmo raododit), tres coiberes
de cada vez.
Se as ourinas'da pessoa doente depositam grande porco de areias; se as dores
nepbriticss, rbeumaticas ou gottosas sao emtanles; em (im, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-no qoatro coiberes de cada vez, ou ties veaes no dia, a tres coiberes
de cada urna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s priraeiras
dses. '/
Pe'o uso do Hydroleo lithotriptico v5o sendo mais raros o apparecira nto das areias.
s drjs nepbriticas, rbeumaticas e gottosas al quede todo desapparecem : neste p'mto
B 5^^? ""0^ dispensar-se o remedio: til, porm, comu preventifo, tomar cada semana urna
ou duas dses deile.
Pelo que respeita almentaco, deve ella ser regu'aila de modo que nao sobrecar-
regee o estomago..e emquantidade Ul que possa ser fcilmente digerida.
A raelhor bebida sem duvid, a agua pura, mas tambera se pode usar de Ninbo
simples ou pouco alcooco. De eereja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre tudo o qoe muito recommendamos, grande exercicio.se/ fadiga, pois que
elle muito contribue para a rapidez da cura.
r N. B.^*nFpolTfl~G?r-:e lirfFasco a porcoqoe sa'vai lomar, develiaver o maior
cuidado em o arruinar immediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia & C'raa do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Queimado.)
argo,
de
ESTA VENDENDO 0 RESTO DE SAS PECHINCHA8
NA RDA DA IMPERATMZ R 72
A SABER
LASINHA A IBO RS. O COVADO
| Vende-se ISsinnaa para vestidos de^en-
lloras e mef;niv, pelo barato preco de 160,
.200 400 rs. o tovado.
(HITAS LARGAS A rt0 RS. O COVAD
Vene-'e caitas france*spara vestido de
easa, 200, 240, 280,3i0 e 380 rs. o co-
vado.
CASSAS FRANCFZAS A 2S0 RS O COVADO
Verue-se assas francezas para vettidos
240, V80, SOO e 440 rs o covado.
ALPACAS riE CORES A 300 RS. O COVADO
Vende-fl' alpacas de cores para vestido
de" seoboras ;i o O e 640 rs, covado.
ALPACAS PRETAS A 5"0 RS.
Veride-se Ipacas pretas 500, 640 e 800
re, diUs de listas assetiralas boa, para i
>c*tiiir.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO |
Veoile-se algo'lo de lista para rtopa
de etcrac, i>0 rs. o >crvu>.
BR1M I ONA A 5 O R-i O .V1ETP0
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 2*
Vende-se chales de merm eetampades
i 25000 e 25500 para lkj.eid;r-?e.
CNRTES DE fiA^aa^BariiRAg A 800 RS.
Yende-se curtes d^iaga para ialca de
hemem 800 rs*., para liquidar-se.
BRILHAMI.NA BftAN TA A 500 RS. O COVAB
Veuoe-sbh|iUiantiiia bianca 500 rs. %
corado -
FUSTO DE CORES A 360 RS.O COVADO
Vende si fu 15o e cores para vesiidoa a
360 rs. o covado.
BKAMANTE DE LINHO A 2,5800 O METRO
Vende se bramarte de linho cea 10 pal-
mos de largura propria para kar es
2J1800 o metro.
COMVM LER
Precisa-s' f^'lar c a os SRgcintes Srs a:
negocio que Ihe fliz respeito a >ecs inters*
\eti p.v*o para calcas de
quem trabatha y& si-r irito forte, ,- 500' ses, na ruada Im-mliun. 72.
C1LVLC- "if Cassa A -*iOo RS. BalnfarMarqora lo wlivrira. ,
Veo^e-*e'ctiit decassa'brancaa 300 rs. Jo. Tbom;z co'Nascment
uva mi. Manoe! da flrsta Tr;v-sos
LINCOS Bit ANCOS A' OCO Sebaslio An'onio de Albuqr.erqre.
" ende so feii.,os i-rarcos i l&VOQ duz'a, Adelino da Silva Pinto,
vara araMi Jco Isidoro da Cosa Jf.rnbozciro Jubior.
COHKIiTi )RES DR AL ;OI)AO A \U< O Jgna o Fratc'sco Con es.
rnt?e-:e aibertores de algodO {^400 Jos Roberto do Na.-cimer.to.
pr> aci.b.r Feliciano da Cuoha -'. de Alhoqrerque.
IIPORTANTE | LIQIDAgAO
so
BAZAR DA MODA
De um grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricantes de
ParsE. C< udrayEd. PinaudL. LegrandVioletGell FreresMompelsBleu-
se-HadancrurtCottancet-e do muito acreditadoG. Rieger de Francfort
Recebido todo directamente dos musmos perfumistas, e vende-se pelos admi-
raveis precos seguinles :
Pomadas finas de E. Coindry
A- ra da Imperatriz n. 40, esquina do boceo
dos Ferreiros
DE
MENDES 8: CARV1LH0
Os noves prop, irtari'S deste bem conhecido estabelecimenti', avisan aos seo3
numerosos freguezes e com especialidade s excellentissimas familia-, que acabara de
receber um novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado goaln, de s.d?, la,-
linho e alpodo, qne vendero rais barato.que qualquer outio estalK'lecimen.o ; assim
como veodero as J existentes pelo maior prreo que enconlrarem, para no accomaja-'
rem as antigs cojm as modernas. Portanto, previnera s eyceentusimas fam lias amigas
da economa domestica qoe aproveitem a occasio de, com pequeo dispendio, po-ls-
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisem. /
Declaramos ts precos de algumas fazendas, para provar o que uizemo.
Madapoloes de 4, 5, 8, 7 e at IO5000 a peca.
Algodai-zinho de #500 a 8)5000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de (hila para vestidos a I$600.
L'azinhas de ifferentes qnalidades de 320 a 300 rs. o c.'v.id...
Cdrtes de percalas com 14 covados a 55000.
, Ditos de cassas, padres miudinbos, a 25800.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor flxa, a 360 rs. o covado.
Cdrtes de cassas com salpicos de cor a fi-JoiO.
Ditos de cambraia branca bordados e de" salpicos a UfOOO.
Baoes de 13a de cores modernas a 4,->000.
Lencos cbitzes braocos e de cores a 3.i duzia.
DHos brancos de "cassa a 2# a duzia.
Chales de nu-m lisos e estampados de 2^500 a o00;.
Colchas de fusio, grandes, brancas, a 280 e 4^000.
Bramante de linho de 2^300 a 000 o metro.
Algodo enfestado liso e trancado de l| a I04CO.
Colchas de fastSo de cor de 2-3500 at 03000.
Rrins de liuho de cor de 500 al 800 rs.
Cassas de cores de padres midos e grados.
Bafitas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas de cores a. 640 rs. o covado.
Nunca te vio ora procesa/imis p?rfeiio e que ai-' cripta si ffre o chnqne de ridos JortssimosL sem
as exigencias mais
de tal forma a satifazer
af da feriptara^ao.
A soa c3r k tindis-ima e rilo preetsa de eoida-
doalgam para se conservar no tlnteiro nempre
aun a nfma cor, tria hurra, crta, bolr ou sem
'odas estas materias inherentes todas as tintas
at agora conhecidas, anda mesmo dos melhores
amores etrangeiros.
Sobreindo, este estlmavel prodneto nilo ataca as
paonas de ae/i, antes pelo contrario, a penna
anVjaire om e?mlte inurado qoe, sendo nteres-
sante, as-s proveitoso.
Eata lila, nao sendo especialmente para copiar,
o* eootnd<) duas, ires, ou mais copias nra .n-ez
se di'compr; ora, se os cidos nao tem aecao so
bre ella, mnito meos a ac^So do tompo a poda
destrnir; isto plansivet.
frito ?6 ao eommereio qne este mea pndacto
veio ser ntil ; os professores dos collegio?, investi-
gando todos os meios para o ndiantnmnto dos
sens discipnlos, tem approveitado esta tinta, que
eon rszao a aeharam apta para desenvolver o
gosto dos educandos, em cnseqaeneia da beleza
da rr e fariiidade de correr na peqnena pela sna
liquidez. Ha exemplos de enancas qoe havij
moito tempo tinham orna repugnancia extrems
para escripta, logo qoe foi admittida esta lints
no coliegib, apederon-se dellas a enriosidade e o
depoia de '-scripta ; preciso, porm, deixar-lbo go^to, e pnneo tempo depois o seo adiaotamento
o papel nem moihado sem o enxntrar com o mata- i era maoitesto.
W*, porque nao ha o rcode borrar. Para se
tirar mais de urna copia, nao se aggiomeram tan-
ta folnas guantas copia. se queiewi tirar, mas
'ae-se Cvrs o original tirir urna taotae qnaotas
n te)tm, ero qns o orginal fique flrejndieado
pelu axtrai;des.
OetHrr mp$ dizer ataHa iotetigeoeia e habiliaade, sen e que a me-
hjr ttata nao satutaz, a o deleito recae sempre
asir a (hita, qoe muitas vezas auem menos
aaapawi
A dupla qnalidade desta tinta extremamente
apreciavel, pois que e'viia qne em qualquer es-
nptorio hjja mais do cnie ama tinta para os di-
vanos mi-teres.
Bntquaais- mn dnrbitidde, ni*- na oppor1
a menor dcvida,jcis qne eeta tinu depafe dea*-1
Esta tinta, i par de tantas vantagens, tem nm
nico iaeonveniente, deteriora-se ao contaeto de
ntra qualquer; csnvm pnts re-la em tintairo
isenlos do menor visin ore de outra tinta, e vi-
tar escrever cem a peona suja de urna prepararas
dilTerente e ineompative); verifleando isto, nao ha
raxSo para se nsar de tinta qne nao s}a a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MNTEIRO.
Obsrva^o,
Diversu falsiflcacffes e semelhancas tem appa-
recido, caja durabilidade duvidosa. ,Os Srs.
omprednrt po1m evitar o engao dirgndo-se
easas circomspctas, e pediodo a tinta que en
fabrico
A, C. Mowleir:
Em lindos vasos de porcelana,
sortidos duzia ....
fiita mil-cesa.....
Dila floree larangera. .
Dita transparente ....
Dita schic-Echic.....
Dita de vi?gem.....
Dita cosmetiqoes superfinos a
2,500, 53000 e. .
Dita cold cream para o rosto
duzia. '. .
DE G. RIEGER.
Dita muerta de Bpi. .
Dita germina.....
Dita philocome granda. .
Dita dita pequeos. .
Dita Duqueza.....
Dita chine za para os bigodes.
Dita cosmetiqoes duzia 73000,
4(3000 e .....
* DE MOELPMAS
Dita surfina duzia....
Dita de urso dem. .
Dita cosraetiqoe fino .
DE BLESE-HADANCOURT
Dita da Exposicao dozia .
Ditaespecial do Bazar da
Moda.......
DE COTTANCE
Dita,mandarina em latas duzia.
Dita menages idem. .
Dita universal idem .
DE VIOLET
Dito csldcrem para o rosto
duzia.......
leos superiores
DE E. COUDRAY
Oleo superfino dozia 53800,
43800 e......
Dito E. Coudray duzia 53800 e
Dito philocome idem.....
DE O. RIEGEK
Oleo pbilocone dozia .
DB COTTANCS
Oleo pbilocome dozia ,'
Aguas para toilettes
DE' E. COUDRAY
colunia superior duzia 53300
' 403500, i34kOO, 153500,
203500, 233, 563500 .
203C0O
2030CO
83000
93600
103800
203000
75O0
H3C00
113000
123(00
143000
93000
243000
630C0
1430CO
93500
113000
73000
24:000
93000
800
13200
13800
113000
23800
93500
93600
113000
93000
DE G. RIEGER
Agua dentrifice duzia ... 113000
DE L. LEGRAND
Agua de flores de Orisa duzia 203000
Agua dentrifice Elixir idem. 83000
Eitraetos superiores
E. COUDRAY
Extracto de sndalo duzia
Douquet des Alpes
I33O0O
303000
5350C
$43000
Diversos fiaos dozia 43500 e..
DE E. RIEGER
Essencia de rosas duzia. .
Triple extraxtb .....
dem. .......
dem. ......
dem. .....
dem sortidos .
Bouqoet do Reino ....
DE MOMPELS
Das bonitas damas dozia .
DE ED. PINAUD
BonquetJardim da Italia dozia
Essencia de violetas idem
JocksiClob idem .....
Pos Saos
DE E. COTORAY
Chinezes para os dentes duzia .
Dentrificios idem .
De arroz em ricos vasos de por-
celana doorada duzia. .
Em pacotes duzia 43 e. .
DE G. RIEGER
Pos dentrificios superiores dozia
DE JOMPELAS
Linda* caixas com pos da arroz
duzia 143 e ..... 201000
abnete*
DE E. COWUY
Violetas do Bo?qne duzia .
DE G. RIBBEft
Transparentes finos duzia W300,
93500 a .
DE ED PINAUD
Transparente fina dozia.*. .
DE VIOLET
Ror de arroz duta. .
DE GELLER FRESES
Em forma da roas.....
DE CfifTAdifl:
2O.KO0
14f|000
21,5000
H35CX"
213000
203000
403000
183C00
233060
233OC0
103096
54600
83000
35!500
73000
173000
Para luto
Princetas pretas a 640, 800 e 13000.
Laazinbas pret?s a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 500, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 1(5200 e 13800 o covado.
Merii s tracados e de coroao para differeritqs precos.
Outras muitas fazendas, como sejam : atoaihados d linho e algodo, pnar^ana-
|pps pardos e brancos, algodo enfestado liso e trancado, bramlos de linho e al^ode
para lences, cortinados bordados p:ja janeas, flanellas e damascos de tjdas as v.res.
Officina de. alfaiate na leja do Fa jsgaio
Almde haver um grande sortimento de ronpa f.'itade toda3 as qca!id3de?,tato
de brins coma de casemiras, calcas, coiletes ^patriota, ha um benito sUBtemo mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para" a estaco,- e cortes de gerg-rj para
collefes.
Paos finos pretos e azues.
Ca.-emiras pretas muito finas.
Brins brancos Je linbo de rodas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linho e algodo.
Camisas fraocezas e inglezas, bordadas, com pregas, com coilaiinho e sem elle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, para usar por biixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at 183000.
Collarinhos e punbos de linho.
Grande sortimento de gravatas, mantas de seda pretss e de cores, e um especial
sortimento de popelinas de cores, dos padies mais modernos qae tem vindo ao mer-
cado. *
Fernecem-se amostras on mandam-se levar pelos caixeiros.
---------,-----,--------------------------------_.----------------------__----------------------
93OC0
113509
3000
7lr30
33*00
1*500
Bresiliennes dozia
ATISO
Vende-se por atoado em floxias e desconta-se 10 0/0 auem comprar e pagar
vita fDantia aapeifor & 10030C0.
Jos de Soasn Soarefi & 0.
Uua .Iots y. &0 (Ho|e do Bario da Vlctorto) tr^fffNaJi da
Bario da
9 tasas.
N0V1DADE.
Acaba de ehegar o verdideiro viulio verde de
aa poraena caixas de 12 garrafas e o acreditado
riabo e^pecialissimo pasto em decimos de pipa ;
3 vtnitni Dflico recebedor-destes vnhes acba-se
autorizado a garantir a especialidade dos mesmos;
roa do Vigario o. 14, 1 andar, e.-cripiorio de
Jos Lope Bavim.; onde sempre se encontrarj
ais deposito de viuho do Porto ( o melbor que
tes vsuio a este mercado) em vigsimos da pipa
e em eaizas de 12 gatrafaa, qne se vende por me-
nos preco do que em qualquer ontM parte.
AVARIADO
Lencos de esguio.
Fintssimos lencos de feaguiao de linho corro-
queno toqae, deavaria a 3JC0O, 35CO e 41060,
iimpos a 3*000, tCQO, 4z300 e 51000 a duzia,
pe chincha : na ra do Crespo n. 20Qa de Gui-
Iherme Carneiro da Coalla.
mmmm
Chales de renda pretos !
g a 2000 i
Ru do Crespo n. 25. j
anu a j*s:nra 00
-HAl
j .
Na ra do Crespo n. 20.
Chis de urna so edr propria pira a pne*, or
de cinza e cor de ganga, muito lindas a t60 e dttt
rs. o covado : na leja de Guilherae Carneiroaa.
Cunha.
nm tarwsa ai ra da H
Barros, .acia ICO p*lrao3
fondo, com algumas arv
jcc/j : a tratar na ra
tu aaai Harta.
ssv
Quera qoizer manir se tfe movis por preoos
commndos, nao tem maia qtie^Tazer urna visita ao
grande armszem de otras de marceneria, a rsa
do In.perador n. 47, cujo Amo acaba de recabar
a"li a 50 de do e^trangeiro, um com>1e|j swtinwot? da Bal
r mdico I8 go*t. ^nJ; "
;ada de Joio de
SB
i' an-
Beso
tander *artto p.ra y,
.





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i]
t;
D-.ario de- Pernaml>uod ~r Sabbad 1 de Julfc de

ISfl
PM*------TTTTT* 1 7TICT 1M|
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1
I

*...

*
ASSEMBLA GERE
CMARA DOS UEPUTADOS
Hesposta falla do Ihrono.
(Continoaeio).
Infelices dos povos, dizia eu ento, cajos
govern >s nio tiverem a previdente cautella
de prepralos para recebaren as grandes
trausforrnacoas sociaes a que est sjeita
a buraanidade.
Nao era a philosophia q:ie me tona va
previdente, nem t) punco as inspiraeftes
da poesa, porque infelizmente a Divi.ia
Providencia n> rae coacedeu to apreciavel
dote (risadas) ; foi siin a necessidade da
pedir proteccio para aquellos interesas
comprorcellidos pela indifferenca e inercia
do gabinete de 16 de julbo (Murtas inlu
rupgoes; trocan se apartes entre o orador
e diversos Srs. deportados.) J
Eu odv, Sr. presidente, agenciosamente
os nobres depulados, e jnlgo-me com o
direitj de ser ouvido palo uiesino modo.
Os honrados deputados saben qne est iu
doente, q leudo de sustentar um dalo,'"
lo animado e iocessante. nao poderia diafir
nem a metade do qoe pretendo. Peco, pois,
que sejam mais indulgentes commigo.
Dizia eu, Sr. presidente, que nao. po-
dan) ser improvisados propagandista
aquellos qoe rec amaro a prudente dice-
Co de tao grave solucao. Reponsabilisj,-
se a inercia c m que o gabheie de 1G 'le
julbo deixou progredir a propaganda d s-
desjeg.oes officiaes ai a praca publica;
respwaphilise-.-.e a miera primeiro Irvanlou
waunatnentd essa auesio, suscitando
inopoi

a na falla do throno em I8S7 quando o
paiz se acliava eu difliceis circnmstancias e
Hnpoasibiliudo de occorrer a semelasute
necessidade; responsabilist-se amelles que
na imprensa e oa tribuna excitaran essa
aspiraco, embora abandonen agora a idea
que lauto exaltaram. e combatam a pruden-
cia que, aceitando essa sitnacio, pretende
prevenir as onsequencias da imoiciencia
de uns e da iner.ia de outros. Mis nao
responsabiliseu aos que interpellaram o ga-
binete de 10 de julbo, e que, como eo,
pedirn a attencao dos poderes d) E*t=>-
do...
O Sk. Anohade Fiougira :0 Sr. minis-
tro da agricultura respousabilisou a V-
Bxc.
Um Sr. Deihtado:Mis agora est
mais. adianlado do qua o nobre deputa lo.
Otko S. Depotado:-"eca conta disso
ao Sr. ministro da agricultura e nao a
nos.
( Ha outros apartes.)
O Sii Presidente :Eu peco aos nobres
deputadis que nao inierrompam ao ora-
dor.
O Sn. Teixera Jnior:Eu perguntei
ae gabinete de 10 de julbo qual o seu pen-
sameoto sobre a solucao da grave questo
do elemento servil, e se pretenda deixa
la abandonada s excitaces da impreo-a e
da praca publica. Sabis, senhores, qual a
decepfo que ento soffreraos. ouvindo o
venerando presidente do conselho daquelle
gabinete descrever como imprudente e te-
meraria qualquer iniciativa sobre lal as-
sumplo: iniciativa que allis era a conse-
cuencia lgica da opinio, que se revelava
era todas as classes da sociedade, embora
pouco depois esse mesmo Ilustrado estadis-
ta se comprometesse solemnemente a ini-
ciar em maio deste anno a solucao que
juigasse convenieute ; e tambein o noore
deputado que encetou este debate, o meo
nobre amigo e col lega pelo 3o disuicto da
provincia do Rio de Janeiro, enlo digno
mimstro do imperio daquelle gabinete,
promoverse nasta cunara na mesma oca-
sio a adopeo de um projecto no qual se
adm.ttiaiu providencias sobre ejse as-
sompto. ..
(Ha muilos ipartes que nao deixam ou-
vir o orador.)
Eu tenlio presente, senhores, o discur-
50 qae e;it> profer, ler alanos dos seus tpicos :
< O espi;\to publico, reconbeceudo-se
abandonado discripco da iniciativa part-
cula. seatB a necessidade de diflimllar ao
rneno-- urna solacio prec pilada; c, dirigido
oseta polos estmulos individaos
est operando urna revolnc > social que,
por certo, ifora ariamente os sentimentos
philantrooicos e ?uraaitaro< dos brazile-
ros, masque infelizmente para serem ei-
cazes prcito : urna prudente direccao,
:-jb pena cfltnaar ex; isto o paiz
propria comuiocao que Ij'Jos ci.jam evi-
tar"; as claridades inherentes a urna so-
lucSo tapida c seta transicSol...
Na > raa, porm, essas manifestacaa
promovid p nniemente pela pbilantropia e
caridade particolar. Ellas tiveram carcter
official e mallo solemne; e psra o provar
recorrerei qnslle mesmo discurso proferi-
do na BessSo da 14 de maio do anno pr-
ximo passado
FOLHETII
FILriO DO -CaLCEl A
POR
PIERRE ZAOCOXE
o>bKJ.\D.% PARTli
X
Epilogo.
'GontinaacSo do n. 146."1
Sinto profundamente, excallentissimo
senhor, responden Raymondo qaem agra-
dara a delicadeza do principe, sinto de-
voras que o tio Robin n3o esteja agora
comnosco, e o qae vou dizer-lbe espantar
talvez V. Esc. mas para mim absoluta-
mente imoossivel o dizer ao cerio onde po-
der ser encontrado. O tio Robin despe-
dio-se de nos aem dizer qae trra se
destioava.
Ob I No importa I disse o principe
con modos desprendidos. Essa quantia-
zita nao me era absolutamente necessaria.
e mais tarde ou mais cedo sempre se ba>
de liquidar.
Rayjiundo ia despedir-se do principe,
qaando entrn na sala o criado qae o tioba
recebido.
Qoe qne qaer, Ricardo ? perguntoo
o principe.
Ricardo disse-lhe algamas palavras
meia voz.
Urna ligeira alterado se noton as fei-
ebes 1o Sr. de Pantazzi, mas logo Ibe tor-
dou a babitqai presioca de espirito.
I'edi-lbe, meo amigo, responden elle
om benevolencia ao criado, que me tivesse
Allsndmos senhores, a esse movimento
que actulmeutc se observa em todo o ia*
peno. O que vemos ? 0 mais accelerado
progresso para a voragra do aby-mo qii9
nos compre evitar I... Dcste as assemb'.as
provinciaes at as sociedades industriaes!
Desde os presidentes da provincia at o ul-
timo agente policial I Desde o general com-
mandante em chefe das nossas torcas no
Paraguay al o ultimo funecionario I Dasdi
o opulento agricultor at o lavrador menos
favorecido da fortuna! Desde o abasiado
capitalista al o'molesto operario I Desde
a mociilade das acadamias at a infancia das
escolas primarias I Desde as mais de fami-
lia at as innocentes educandas da caridade
publica I... Todos pjrfiam para contribuir
a urna s ducSo prudente que possa evitar as
calamidades da preciprtaco.
< Admiravel certamen da generosidada e
philaatropia mas que deum momento para
outro pie esterilisar os proprioi sacrificios
a dedii.aco qne os estimula I Em todos
esses esforcos n3o ha oniformidade dos
indios e npregados, nao ha onidade de p6n
sanenlo quanlo s condicSes de generosida-
de, nao ba norma, n3o ha direefo. Eesti
questo, porsua naturez excepcional, exige
a m iis cautelosa unifurm; lade decondices.
O despeiio, a in-veja. a impaciencia e todas
as paixoe* propnas das classes menos Ilus-
tradas sao oecessanamente despertadas e
indiadas pala pret-ri^o que resulta da di-
versidade da co dieSo do captiveiro.
Quem se exurimia por este modo nio
poda certameute estar impressionado p;U>
espiritualismo da philosophia ou pelos de-
vaueios da poesia ; e ainda menos poderia
improvisar-se emancipador. (Muitos apoia-
UOS.)
O Sn. A.NDItADE Figceira : V. ElC.
tem urna imaginacao muilo vivaz.
Sr. Teixera Jumo : Nao sei qual
de nos a lera mais vivaz ; se eu qae nio
d-st-jo sojeitar esta grave questSo s paixes
polticas, se o nobre deputdo que coega a
censurar o sublime pensamento que tem
guiado o poder moderador na commolacao
da pena da raorte para dahi derivar o aco-
locoamento propaganda da emanciparlo I..
Nao sei onda ha-er maioreffeito de ima-
ginacao, se em mim, que attrlbuo a neces-
sidade de legislar-se sobre o estado servil
as excitaces que acabo de commemorar e
ao progresso da nossa propria civilisacSo,
ou se n pinto de fazer urna injnstica sua propria
Ilustrarlo e aos seus elevad >s sentimentos,
apresenlando-se sectario da pena de morte
no Brasil, onde o nobre deputado seria tal-
vez o nico que a sustenlasse.
Vozes : t' a le.
O Sn. Teixera Jnior : E' a lei; roas
a primeira das nossas leis, a constituirlo,
que outorga corda a at'ribuicSo de cpm-
mular as penas...
O Sr. Aoraos Figceira :Como syste-
ma, nao.
O Sr. Teixera Jnior :Eu vou dar ao
nobre depulado a satisfaco a que tem di-
reilo, e que explicar cmara a necessi-
dade rigorosa que *>u tinba de protestar
contra a asserci do illusirado deputado
pelo 4o dislricto da provincia do Rio de Ja-
neiro.
E' um episodio da minba vida publica,
alias sabido por aquelles que me coobecem
de longa data. Ha j bastante lempo, se-
nhores, e eu tinha enlo 23 annos ; era
promoior publico da comarca de Nitherohy
da provincia do Rio da Janeiro, e fnnecio-
nava o tribunal do jury no 'termo da villa
da Estrella. Como promotor da justica pu-
blica tinba de padr a pena de morte para
um aecusado. e ped-a no libeHo; mas,
sustentando a aecusaco nerante o tribunal,
eu destinui o dever di magistrado, da opi-
nio do jurisconsulto e do cidado, e tomei
o compromisso de pugnar pela abolicao de
tal pena, sempre que. para isso se ofereces-
se occasio.
Essa conducta vleosme a censura de um
dos orgos a publicidade, o Correio Mer-
cantil, qoe enlo combata a situaco poli -
tica ; e interpretando o meu procedimenlo,
e-tranhoiique o promotor dajastica fosse,
como cidado, adversario de urna pena es
labelecid pelo cdigo criminal, cuja execu-
^o tinba o dever de promover. A consa-
gracSo desti censura, porm, servio-me
;igora para provar ao meu illuslre ami?o
qoalo nobre estimulo que me induz a pro-
lestar contra as as patarras a respeito do
modo pelo qaal o poder moderador tem
procedido na commataco da pena de
mora..
(Diversos aparte- fazem com que o ora-
dor na i s;ja ouvido).
Um Sr. Deputado : E' o W do art. 101
da conslituicOo.
O Sr. Teixera Jnior :Mas ah nao se
estipula regra ou condico para a commu-
hco das penas; e, pois, naj ba desres-
peili loi quando o exercicio de urna attri -
baigo to illimiada desemoenhado com
prompto para as nossas excursoes um bora
trem Execulou as minbas ordens.
Sim, i6u amo.
Tem ludo arranjaio ?
Est esperando a carruagam.
Bem.
E voitando-se para Riymundo.
Adeus, mea charo senbar, espero
que nos tomaremos a encontrar.
Vai-se de Niza ? interrompeu o don-
tor.
Oh I s por algons das... At
breve, e rogo-lne qae aprsente os meas
mais profondos respeitos a senhora Ray-
munrto. i
E sahio.
Um instante depois assistia Raymnndo
no pateo da hospedara partida do prin-
cipe.
O Sr. pantazzi era hospeda generoso.
Os criados da hospedara cercaran lhe o
trem, e todos elles receberam boa prova
da liberalidale do amo como do criado.
Ao sabir da porta, Ricardo sabio moi.to
ligeiro para a trazeira do trem. e debrn-
cando-se o ouvido do amo, declamou om
-verso de alguma tragedia amiga, do qual
Raymondo percebeu algomas palavras.
O doutor enlrou a suspeitar da realidade
e estremecen.
Singolar principe I marmaron elle.
Mas onde demonio vi ea este Ricardo, qae
lo bem c inbece os oossos classicos ?
la neste ponto das stns reflai5es, e j
se afastava daquelle sitio, qaando seotio
baterem-lbe no^ombro
Voltoa-se e vo diante de si Castao.
O senlW por aqui ? disse-lhe elle
admirado.
E' verdfde, responden o moco, e
tao elevado criterio que at acorre na cen
sara da urna moderado inspirada pelos
mais eievatfos sentimentos!... (Apoiados v
apartes a que o orador responde).
Qaixarei, porm, Sr. presidente, este in-
cidente para voltar qnestio de que me
apartaram os nobres deplados.
Nio eram pbilosopbos, poetas e propa-
gandistas que reclamavam emmaio do anno
passado nma prudeote direccao ao espirito
publico ; e nem foi aob as inspiricoes da
poesa que esla augusta cmara nomeou
ama coaimissj especial para iniciar as me
dida que ossem ne essarias soluci das
dlculdades qne ella reconbecia offerecer o
estado servil do imperio.
Fbn da mentando entjo a minba convieco
a este respeito, eu me exprima deste
modo :
< As assuciacotfs que se formam por to-
di a parte, as exciUces da imprensa, as
reunioes popDlares, as ideas qne se susci-
tan as pracas publicas, graves symptomas
de insubordinaco... slo verddeiras ad-
vertencias para os poderes do estado, assim
como sao motivos de serias apprehenses
para a principal industria do paiz, flagellada
pela imprudente incerteza eanxiedide em
que a coilocon o gabinete de 3 de agosto.
' Ella pade valor para a sna propriedade,
crdito para as suas operacBes, qne se res-
liiua-lbe a conOanca dos seus credores, a
possibi dade de liquidar os seus compro-
missos; e qoan lo assim clama, rasponde-
se-lbe : Ainda n5j chegada a opportuni-
dada !...
Vozes :Muito bem. .
O Sr. Teixera Jnior :Que importa,
senbore>, que o venerando presidente' do
coHselho do gabioete de 16 de julbo decla-
rassa uesta casa qne nao julgava opportuna
a ocaasio, se pouco depois brigava-se a
tratar delta em maio deste auno, isto .
a .ira justamente quando o gabinete da 7
de marca, ac-taodo aquelle legado, nos
aprsenla a proposta que se pretende pre-
julgar sem urna discosso calma e reflectida,
mas simplesmente por orna condemnaQo
que a laxa de preciViUda, guando os pre
cedentes que acabo de recordar tornavam
obrigatoria a conducta do gabinete de 7 de
marco, a menos que d2o pretendesse rene-
gar us curapromissos dos seus correligiona-
rios os ministros de 16 de ulho...
(Muilos apartes ioterrompem o orador).
Oh 1 senhores I Isto nao se compadece
com a prudencia que os nobres depotados
recommendam f Nao possivel qae ea guar-
de o indispensavel nexo na exposicJo das
minbas ideas I Nao possivel attendr a
tantos oradores.
O Sr. Presidente :AtteneJo!
O Sr. Teixera Jnior :u oovi o no-
bre deputado com toda a atteugo e nao-dei
um s- aparte : nao o inierrompi. ,
Disse o honrado depatad pelo V is-
tricto do Rio de Janeiro, e disse o mea I-
lustre amigo o digno ex-ministr.i do imperio
do gabinete de 16 de julho, que a aspira-
cao do joiz n3o se manifastSra senlo por
alguns actos de caridade cojo carcter par-
ticular nao justifica va urna reforma to im
portante como a qoe fra oBerecida pelo
gabinete; e para a qual era preciso qae
precedessem raaDifestacoes offeiaes, repre-
seniacoes e exigencias dos proprios inleres-
sados, etc.
En perguntei ae nobres deputados, e es-
pecialmente ao ilhslre ex-ministro do im-
perio do gabinete de 16 de julho, quaes as
maoifestaces. rapresentaces e exigean:ias
dos interessados qoe aotorisarara os presi-
dentes da provincias, as assemblas provin-
ciaes, e at o general em chefe do nosso
exercito em operacoos no Paraguay, a pro-
moverem enthosiasiicamente a emancipa-
fo ?...
O Sr. Andrade Figueira rEra para
resi Iver pelos seus meios.
O Sr. Teixera Jnior :Est claro qne
nao seria para resolver palos meios alhsios.
(Risadas).
Quaes- as representares qoe induz'nm o
gabinete de 10 de julho a consentir em se-
melban'e excitara Mito da opinio, se elle
entenda que nao era opportuna a occasio
para assumir a direccao de seraelbmia ques-
to ? Eu demonstrarei mais larde a minha
orpreza, vendo eocatar este debate, e ini-
ciar a emenda ao voto de gracas o mea no
bre amigo ex-min'stro do imperio do gabi-
nete de 16 de ju ho qae to allantado se
apresentou nos ltimos dias ia sesso pas-
sada, n que boje protesta contra a conducta
do gabinete de 7 de marco por desempe-
nliar o comp -ornisso qne o seu antecessor
tomara peraote o senado, e que alias era a
nica explicaco da inercia do gabinete de
16 da julno em face do movimento accele-
rado da opinio! Se nao era opportunaen-
t3o a solucao desta questo, pira que con-
sentiram que os seus delegados iucitassem'
e promivessem as provincias a adopcSo
de medidas concernentes a emancipacao ?...
(Ha muitos apartes).
Helefo a cmara qae a este respeito en
reprodazi o que disse na sesslo de 1 i de
maio do a nao passado :
Se o geverno imparial pretendesse
abandonar ao espirito publico a solacio da
grave qaestSo de qae me oceupo, evdenta
qae os delegados de sua inmediata conflan-
ca, como s3o os presidentas de provincia,
nao teriam sanecionado e executado medidas
decretadas pelas respectivas assemblas
provinciaes para a roanunisso de captivos,
eomo acontece por exemplo as provincias
de S. Paolo, Minas, far, Pernambuco, e
outras.
E muito menos ainda o gabinete teria
consentido qne os proprios presidentes n-
citassam a assemblas provinciaes a tomar
medidas a respeito, e se esforcassem para
demonstrar Ihes a urgencia deste as-sumpto,
como por exerapl i acaba de acontecer na
provincia da Babia, cojo Ilustrado presi-
dente o Sr. baro da S. Lourenco, qae,
alm do elevado carg de conflanca que
exerce, tem o prestigio de seus servico3 e
dedicacSo ao partido conservador, e foi um
dos promotores mais esforgados da actual
si'uac3o, devendo, portanto, estar com eila
identificado.
Este illoslrado presidente, dirigindo se
assembla provincial em ama peca ofQcial
como o sen relatorio, fui anda muito
mais longe do qae taUez conviesse ; mas,
sendo obvio que em nma questo to im-
portante como a emancipacao, aqnelie
digno estadista nao procedera sem o ne-
cessario accordo com o goveroo imperial.
por isso ea invoco esse valioso dicuman o
como um testemunl/o aotbeoico qoe poda
rev ar o pensamento do mesmo governo.
Vejamos o tpico a que me refiro : "
Emanciparn.E' esta a mais grave
questo qde se aprsenla ao paiz neste mo-
mento, mas cuja solucao inevitavel, con
vindo, porlanto, encara la de frente.
As grandes diBcuMa les n3o se evitan
illudindo-!-e com o lempo ; o abandono ag-
gr?va as srtuaces q-ie aquellas dominam
afloal.
(JUiando a pedra tem rolado do alto da
montanba, e no sau curso precipitada tem
saltado os grandes vallados, n5o se deve
esperar que pare ber* de um pepeno
regato
A emancipacao inwilavel; boje nos
pertence escofter o modo, o caraintio e a
marcha; amaohSa tudo nos pode ser im-
posto. O' estadista deve ter coragem para
resolver e vontede para executar o qoe as
;ircurastancias imperiosas- exigem, etc.
0 meu nobre amigo qoe me preceden na
tribuna o qpe se esforcou- para demonstrar
que a raisso do partido conservador nao
poda aceitar esta reforma, devia sorpren-
der-se com esta linguagem,. ofQcialmanta
empregada por um aos mais prestigiosos
membros do partido conservador! O nobre
deputado, entretanto, nao censurou esta
conducta, e comqnanto sostente qne a mis-
s3o do partido conservador embarazar
semelhante reforma, n3o negar de certo
quelle estadista o diploma de conserva-
dor. --
O Sr.. Andrade Figuehva :Nao aegs-a
ningaem ; nio tenbo chancella.
O Sr. Teixera Jnior.::Mas o legisla-
dor do nosso cdigo poltico. (Risadas).
vTrcam-se apartes entre o orador e al-
gnns Srs. departa ios)
S. Exc. defini quaes eram os principio,
do partido conservador, e declarou que a
emancipacao nao podia estar nelles compre-
hendida.
En, porm-, peco perd3o ao meu nobre
amigo, declinando do seu juzo para o do
Sr. baro de S. Lotwenco, cujas ideas
aprend a respailar como om dos meas me-
Ibores mestres em materia poltica.
A emancipac3o inevitavel; dizia o-Ilus-
trado presidente da Baba, boje nos penen-
ce escoLer o modo, o caminho e a marcha;
amanh5a lodo ns pode ser imposto. O es-
tadista dave ter coragem para resolver e
vonlade para executar o que as circunstan-
cias imperiosas exigera.
Quem assim faifa va n3o era um poeta ;
era um delegado da immediata confianca do
gabinUe de 1(5 de julho, que devia terini-
IraccSS do nobre deputado que encetou
esta ducassSo, o nobre ex-ministro do im-
pen daquelle gabinete
Eu pedi explicaco desle procedimanto e
nao me deram. Contentaram-se com de-
clarar qui o ajabinete n^o julgava opportu-
no tratar des.a questo, e pretenderam que
eu me resignasse ao conceito de impruden-
te Entretanto eu fui mais longa na minba
demonstrarlo.
(Lendo.) Mis, alem deslas actos, que
revelam a evidencia um pensamento director
a respeito da questo do elemmto servil,
aiada temos outro mciito significativo, qual
foi o procadimaotj admenle humanitario
que te va o Ilustre general commandante
am chefe das torcas brasileiras perante o
governo provisorio da Assumpco, pedindo
tinba todas as tecices de o ir visitar e da
llie apresentar senhora da Sarville.
Ento casou ?
Com a nossa mysterosa desconbe-
cida.
Com Paulina ?
Exacto ; ha ainda poucos dias.
Ab isso encantador, e Joaona ha
de (car bem contente em os vendo.
Caelano sorrio.
Mas como que venho encontrado
tiesta hospedara ? disse elle. Mora aqui ?
N3o, senbor, respondea Raymondo.
E conloa saxintamenie a visita que aca-
bava de fazer ao principe.
Arrugon-se a testa de Caetaoo.
O principe I disse vivamente. 0 prin-
cipe Pantazzi I... elle est aqui ?
Quero dizer, esteve c ha bocado.
Enlo fugio...
Qae diz ?
Nao ba duvida que fugio, mea amigo.
Ento nao o cooheceu ?
Pois como quera qae o conhecesse
se ea nanea o traba visto ?
E' isso, tem razio, o senbor estava
doente, arredou-se da sociedade qoe nos
frequentavaraos era Pars, e assim se expli-
ca a sha ignorancia.
Mas, finalmente, quem aquello ho-
raem ?
Se faz empenho em o saber .. dei-
xemo nos estar aqni mais algons instantes,
e ficar de todo o ponto bem informado.
Qoe qoer dizer ? ,* *
Olee l
Neste cmenos entraram na hospedara
algons homeos de cara suspeita, qae tinham
pergeniado pelo dono da hospedara.
Este ertimo appareceu logo.
Meti charo senhor, disse-lhe o yaVa-
em 12 de ontubro de 1869 aquella gov-rno
a concessJo da liberdade para os individua
que. se diziam escravos de outros, e que
as9m rompesse solemnemente com urna ins
tituipo que infelizmente fra legada a al
guns povos da litre America por seculos de
despotismo e de deploravel ignominia
t E' evidente, Sr presidente qoe esse il-
luslre general, S. A. R. o Sr. conde d'Ea,
cojo criterio e prudencia o Brasil admira,
acbando-se entao revestido da alta posico
olliaal, que to dignamente desempenliava,
nao teria,assim procedi.) ?e previamente
h3q fosse a isso autorisado pelo governo
imperial. E assim tambera o g iverno im-
perial por soa parte, representante e dele-
gado de um paiz onde a fortuna publica
reDresentada em soa mxima parle por
bragoe escravos, onde a solucao da questo
do elemento servil importa om? revoluclo
social, nao leria aconoelhado ou- aotorsad >
aquelle procedimeoto, se nao esirvesse dis
posto a iniciar no >m >roprio pare as medi-
das necessrias para ebegarmos lambem ao
mesmo multado, embora cora a demora e
prudencia exigidas pelas differerjeas das
con1ic5as sfleiaes que entra os dous parees
diversiricau> :onsideravela>!n'.e a qiesSo.
Os acoleenentos posteriores dent-ini-
trarara qoe o gaoinete de 16 de juluo- >
convencer di secessidade de dirigir o mo-
vimento gera!' da opiniSo, que segundo- a
qaalificaco dos nobres depurados divergnn-
tas nao passu le urna aspirado huraaniUi-
ra anda indefinida e inceria.-
Cibe-me a este proposito apreciar am
dos argomentos do nobre depurado que me
preceden, qual foi o de procurar as razes
e fundamentos da proposti apresentada pelo
governo tomando por base de soa invest
gacu as opinioes anteriores dos acluaes
memoro* do gabioeie.
Peco licenca ao noire deputadpara re-
correr a urna fonte mais segura, qaal a
opinio do gabinete de 16 de julbo, inesmo
p >rquer s-gundo se concloe da opinio sus
untada pelo meu nobre amigo d>p_otad
pelo X* dislricto da provincia de Rio de
Janeiro ( o Sr. Pereira- da Silva ). esta c-
mara feittira daqoelle gabinete, e nos so-
mos a soa crearlo segundo a tbeoria aqui
explicada por aquelle obre depotado quan-
do tratou. do nosso systema eleitoral..
( Ha muitos apartes.)
As opioias do gabioete de 16 de julbo,
portanto, devem ter grande forca ranoslo
conceito. pois que foi sob seas aospicios
que se elegeu esta cmara.
OSr. Awdrade Figubtoa : Eu fui pro-
curar a opinio dos actuaes Srs. ministros.
O Sr. Thjxeira Jnior : Eco too pro-
curar a dos seus antecessores, os creadores
da p-eservle situaco, da qual os actaaes
Srs. ministras sao conlmoadores. Sen a
isso obrigado pela propria argmneotacSo do
nobre deputado, que iniciou a emenda ao
voto de grasas, porque S. Exc. nos lea di-
versos tpicos dos discursos pronunciados
pelo venerando presidente do conseibo da-
quelle gabinete, assim como de outros pro-
feridos por elle proprio fiesta casa, afim*de
nrovar-nos a-sqa coherencia-na repulsa desta
reforma.
E' verdade, Sr. presidente, como lem-
brou o nobre deputado ex ministro do im-
perio do gabineta da i6 de>jalao, que o il-
lustrado presidente do conselho daquelle
gabinete repellio nesta casa toda a idea de
reforma directa do esiado servil, limitndo-
se apenas a prometter a sna coadjavaoao
para as medidas indirectas qae tendessero
a facilitar a solacio deste problema.
E' verdade que S. Exc. por occasio da
discusso do orgamento combateu um addi-
tivo que estabelecia urna medida indirecta,
alias nos limites promettido anteriormente.
( Hi um aparta.)
Refjro-rae ao artiga offerecido por dous
nbres deputados por S. Par;'o dispofldo
que o producto dos mpos'.os sobre os es-
c avos fosse destinado creac* de ora
fundo para auxiliar a manurasso'Volunta-
ria dos mesmos escravo3, preferindo-se os
do sexo femenino e de menor i-lade, aos
demais.
O Ilustrado presiient8 do conselho do
gabinete de 16 de julho n5o accatou este
artigo, ac ouo incoaveoieote. comqaaolo
elle nada mais contivesse do q'ia urna dis-
posico indirecta e a clausula da ser a mi-
nnmisso voluntaria, isio om annuoncia
ios propriatarios a quem pertancessem os
es:ravos.
Todo isto verdada, Sr. presdante ; mas
o que importa todo i>>, se essa mesmo
venerando estadista foi pooco depois pro-
metter aos seus alversirios polticos muito
mais do que ella proprio havia tao tenaz-
mente recasado aos seus amigos, aos seus
naturae.-: adiados ?...
(Trocamse muitos apartes que nao dei-
xam ouvir o orador.)
Nao ha contestaco possivel, senhores,
perante a verdade,
r930 interlocutor, fazendo ama cortezia,
soa agente da po'icia, e venho encarregado
de procurar as hospedaras de Niza um
cavalheiro de industria muito finorio, que,
segundo me disseram, reside por aqui ha
pooco? dias.
Um cavalheiro de industria na minha
hespedaria disse o dono da casa endirei-
tando-se todo. Oh I Isso impossvel. Ah
ba eogaoo por forca.
Nao digo que o patife esteja em sua
casa, mas tenbo a certeza de que reside
em Niza.
Mas nos aqni so temos hospedes da
mais athentica aristocracia.
Son dessa mesma opinio, redarguio
o agente ; mas tambera o que nos procura-
mos se esconde por traz de um nome Ilus-
tre, ao qoal accrascenta um elevado titulo.
Como eolio qoe se chama ?
O principa Plantaz?i ?
O dono da. hospedara deu umpulo.
O principe I repeli elle. O principe
Pantazzi I Mas esse um sogeito eocan-
tador, moco, amavel. delicado... que dei-
ta o dioheiro pelas janeliys fra... Abr
la por esse ia ea por as raaos no fogo.
Est-me dando as mesmas i n forma-
c5os que en lenho. e exactamente dasse
qae eu ando na pista.
Nada, nada, o senbor engana-sa ; in-
sisti o dono da casa.
O agente encaroo no hornera com fir-
meza, e disse-lhe com rudeza:
Qaeira cooduzir-nos inmediatamente
ao qaarto do principe.
E como o don da hospedara nao se
arredava dalli, o agente insisti :
Nao oavio ?
Oavl perfeitamente, mea charo, per-
Um S. Dtotaoo :-0 Sr. tseos* ab
Itaboraby naoca prometan tal coma.
0 Sr. Texeira Ji n.-oostraco, purque a verdade como a
substancia oleosa, que apparece tama
d'agn.a por mais vicleota qne faja a sn
immerso. Demonalrando-a, darai tanatea
cabal resposta ao anea Riostra aaago, ex-
iniostro do imperio (Saqoella gabiaete, ejne
nos perguntoo quaes as anifieliCrVw ab
opinio pablce e dos ialeraesadae qm au-
torisavam a reforma projectada. S. Exc.
ver qae sao as meamas qne leve o vene-
rando presidente do conselbo do gabanea*
de 16 de jalao, para :mnprooaeter-e lab
s por idea muito mais adiantada do aja
recusara nesta casa qaando te dacaan >
orcamento, como at para aaoito aaas loa-
ge, obrigaodo-se para com a illuslre oppo-
sico do sena lo a aceitar a idea da aaaao-
raissao forrada, qae anda honte reas
particular amigo, dep itado pelo T dtetric-
lo (o Sr. Pereira da Si'va ) apresaetja cs>
rao urna das causas qo,- impoisibiuvaai a
aceitacao da proposta do gabioete e 7 o>
marco!. ..
I.'m Sh. Diwtado :\ daanonslraijao ka
da ser curiosa.
O Sh. Texejua Jumo:O aaan obra
amigo, ex-ministro do imperio, qoe foa
prime
oio d* illoslrado Sr. visconde da lubeo-
hy, esqneceu-se sem divida ab proee
ment rime esse honrado eeladla lev pav
ranta o senado nos ullinae aba da sesean
do anno* passado.
Foi M sesso le I!) de seteanbro de
1870, tres mezes depois da peca em qoe
o Sr. visconde da Itaboraby proferir nesta
casa o discurso a qpe se referi nobre
deputado.
Discoiia-se o orcatnaito, a a ilroetrada
opjosicSo do senado con todo o apparato
do ua forca aprsenlo om additvo assig-
oado pe >s Srs. Naboco, Sonza Fraaoa-, Za-
caras de Ges. ParaM^oi' F- Orta^ieno.
Caasanco da Si urab, i Pichorro da Ga-
mavSilvaira da Molla e Dias de Carvaiho.
Nesse addilivu continbunse ideas mcito
adiautadas sobre a reforma do astado ser-
vil, como a cmara e o paiz jalgaro do
seu proprio contexto. Aqni esii o V -
lurae- dos Anncet do Se*ado. oui a pag.
S se l o segrate :
Artigo auditivo. Do saldo esaluote
da receta sobre a despez no exercicio dev
la lei, o governo autorisado a applicar a
quantia de 1,0(i0;06i)$ i alforria de es-
cravos
* 1. Sarao preferidas oa escravos 4>
sexo tem nio de 12 a 40 annos, e dentro
estes os de menor (dade.
Al aqu, Sr. presidente, com pee
dfferen?a a mesma providenoia que o jilos
trado presidenta do conselbo do gabioete
de 16 de julho recosra aos- saos aanigo*
desia ornara : m a materia do paragra-
pbo segrate muilo gra-e, a eo peco toda
a attenoo da cmara, porque na segrate
disposicao do additivo e*'.o incluidas atgn-
mas medidas qoe eo mesmo om dos -
[provisados emancipadles, no conceito do
nobre depotado pelo 4 rtistri ;to da minba
provincia, nao posso adm llir, e essas me-
didas sao o direito a peculio sean conseoii-
mento dos proprotarios, e a mannmiseo
fm; ula, isto sem audiencia dos mes-
mos. ..
O Sr. Andrade Fk.i lira :-J sei jne
nao admille a proposta do governo.
O Sa.. TatxBWA Jamos;T2al qoal est
elaborada nao certameute : o- re ator da
coraraisso especial desti angosta cmara
n .pode poremquanto .aceitar outras i leas
mais adianti las do que as qae foram pro-
postas pela mesma coimaisso..
0 Sr Andrade Figceira :Entao dev-;
votar contra a resoosta da falta do thror...
O Sr. Twxeira Jwhor: Nao se segoe se-
raelhante procedunento desde qo>- npUbr-
te declama qae nio pretende faz- q'iesta.
detodis as sposices da sna proposta e
deseja a dsc sso, nao jalgandn compr.;-
mettidos-a votarn iela pftjnMU tal qnal
se acba elaboada aqneti.-.s qu- voiaraaa pela
resposl falla do thr n >. ( Miins apoia-
dos, ) Nao posso v tar contar o gabinete
d pois desta declarac >, porque o nobre
presidente do conselho se acb sanio miis
approximado de mim d. qie i illus'.ra-
dos autores d emenda ai voto de graca.
O gabinete deseja prev iir as funestas con-
sequenc as da narria e la indecisa >. e os
nobres deputados m^nt-odo a incerteza, a
dasconanca, e a resistencia a urna refjrma
que eu considero urgente ame.ic ijj os ale-
resses que eu quero defender...
OSk. Andrade Figueira :E' effeio de
itnaginacio.
OSr. Tkxeiha Junur.;Pode ser; o
nobre dapuiado no qua diz qae expri-
me a realidade; nao est sujeilo aos ef-
feitos da sua imaginacao ..
(Contmuar-u ha.
feitamente... mas succede um pequeo
contra-tempo. -
Qual ?
O principe nao est e.
. Mas ha da voltar ?
Creio qne n3o.
Eot5o foi-se ?...
IIi apenas am qaarto de hora.
O agente sopeoa am gesto de raiva.
Fugio! bradou elle. Fugio, exacta-
mente na occasi3o em qna lhe iamos deitar
a mo I... Ab f isto ser muito infe-
liz.. E o criado... o tal Ricardo ?...
Foi com o amo.
Safaram-se amhos... Ab!... pois
o3o h5o de vencer-ma, e vou deitar em
poz delles todos os sabojos da polica...
O dono da hospedara abanou a cabeca e
respondeu :
Oh mea charo senhor, por mais
que faga, qoer-me parecer qae os nio al-
canea... levavam bons cavallo... j esli
longe... partirn toda a bride ; descon-
fiaran de alguma coasa, e havia da tomar
todas as precaocSas necessarias para fogi-
rem s suas pesquizas.
O agente nio. responden, ficra descoro-
Coado com o logro, e procurava maneira de
conseguir os seus fins.
Ms qoe qaer dizer tudo sto ? per-
gonlou Raymondo levando Catano pelo
braco.
Isto quer dizer, volveu Caetano, qae
o principe nio passa de um ladro de lavas
brancas, conhecido em Pars com o noma
de Elegante, e qae em qaanto preodiam
Beauregard e um dos seus conplices, o
visconde das Patetces, consegaio fagir
acompanbado por outro mariolio chamado
o P de Forno I...
0 qae Caelano acabava dk dizer ara ver
dale ni e er, e o moco referi dapois
Raymnndo todos os jwrmanores daqnella
diligencia policial, que tinha feto grande
barolho em Paris.
Baaaregard fra condemnado a trabalbos
toreados por loda a vida, e com elle o vis-
conde das Patetces.
Qaanto ao Elegante e ao Po de Forw
acabamos de ver como Iludan toda a '
gilancia, e como vhjavam no estrangeiro
esperando encontrar algamas extoraies fa-
cis e rendosas
Raymando e Caetano nunsa mas se
lembrarara dssses miseros.
Caetano tinha casado, conforme dissera
Raymondo. Contrahir.i os lacos do matri-
monio com Paulioa, que lhe levara ama ri-
queza consideravel, e melbor do que a ri-
queza, um coraclo che de amor e ded-
cacio. A .,
A felicidade familiartsa fcilmente.
As duas jovens esposas deram-se por
muito felites em se encontrarem, a em
breve as ligoo urna estreita e solida ami-
zade.
Os qoatro passaram ainda alguna lempo
em Niza, voltando depois a Paria, onde
encontraram Lelo e Brlense sempre uni-
dos I
Caetano, como era ricoi emprestoa no
anno segralo algum dinhairo Lelo, com
o que este ultimo coaseguio comprar o
estabelecimenlo i seas amos, qae ficou di-
rigido por elle e HorVne.
Ser preciso accresccntar qoeseialgam,
actualmente1 de todo o ponto feiizes t
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