Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12422


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Full Text
l

I)
ANNO XLVII. NUMERO 146
fiU A CAPITAL LUGARES ODE VA/) S PASA ?01TJ.
Por tres aezes tdwoiados................ 6J900
l'rtr seis ditos kkm .................. 124000
f'or nm anoo idem*..........#.......... i4000
tada aminoro avuiao ................., 3S0
Propriedade de Manoel

QUINTA F
" "'
ma
Por trea mezen adiantadoe .
forte* fe L. / .
Por i Ib .
Por od no idem .
JUMO DE 1171.

I rOBA DA PIOTItOA.


1*000
SOJtttn
17#000
de Faria & Flhos.

Oe Srt. Gerardo Antonio Atas A Filos, no Par ; GonfaJvea d Pinto, no Maralo ; Joaqnim Josa de Oliftira A Filho, no Otra
Perein d'AhnokU, em Mamangnape ;Felippe Estrella A C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da
reto ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Coala, em Alagte
\
DIARIO DEf ERNAM8UC0
REC1FE, 29 DE JUNHO DE 1871.
Ylafeaa de SS. II. II
Os Augustos I ni corantes do Bra-if chegaran
Jisboa do dia 12 do corrate, indo fazer quaren-
lena ao Lazareto.
A' esse respailo escreve nosso correspondente
de Lisboa:
< Cnegou hoje o paqaete inglez Douro, da car-
reir do Brasil e Buenos-Ayres, pelas o b'>ras e 45
minutos da manha, era 7 das, e com 302 passa
gringo -13 malas.
c Enere os passageiros vieran) SS. MM. o Impe
rador e Imperatriz do Brasil eom 27 pessoas de
comitiva, S. M. 1. viaja com o nouie de Pedro de
Alcntara.
Eis o como se passaram a chegada e desem
barque de SS. MM. 11.:
c Eslava tudo preparado para urna condigna
recepto dos augustos viajantes. Para qae a qua-
renten* Ihei fosse menos incoinmoia, o governo
havia-lhes destinado na corveta Estephania, es
plendidos e coofortaveis aposentos.
< Lgo qae o Douro undeoa dirigio-se all o
Br. viee-alinirante visconde de Soares Franco,
coatiuandanto geral da armada, aiira de compri-
mentar SS. MM. e de levar ao sen Conhecmento
as dispasjges do governo. Ao mesmo. tempo o
capllo de mar e guerra Jos Baplista de Andrade,
coa man Jante da Estephania, apresentou- se aSS.
MM. para receber as suas orden-.
t imperador patenieando com as mais ama
veis exprss-Jes o seu reesnhecimento pelas atien-
des que o governo portugnez ln- dispensava e
imperatriz soa espesa, disse qae nao Ibe era nada
iocommoda a ida para o Lazareto e que sujeilan-
dcse ambos da melhcr vuntade s sis de sate e
portante a quarentena, que sua sam'da do impe-
rio aabiam ja que linbam de wlTrer em Lisb-a,
Ibes era mais agradavel seguir o destino dos seas
eompaaheros de viagera do que separarem- driles.
Logo era seguida SS. MM. os Srs. D. Fernando,
I) Luiz. a rainha e S. a. o infante D. Augusto, e
S. A. o duque de Saxe, apreseotaram-se a respei-
usa distancia do Douro para comprimenlarem os
saus augustos prenles. 0< Srs. D. Luiz e D. Fer-
nando instaram com o Imperador e a Imperatriz
para passarera para a Estephania, mas nada Ibes
fot possivel conseguir. Com a maior amabilidade
o imperador repetio o que havia dito aos Srs. vis-
conde de Soares Franco e conselbeiro Jos Baplista
d'Aadrade, reiterando as expresses da sua grati-
rio pelos obsequios e aileocdes que haviam mere-
cido na sua ebegada a Portugal.
c Depois os augustos viajantes vindo para o
raeio daescada do portlo, conversarais por algum
lempo com el-rei o Sr. D. Fernando e el-re o Sr.

de Lobos Braga, ao Anatj ; Jlo Mara Jnlio .Outoi, no Aas ; Antonio Mirones da Sita, no Natal; Joo
Penha; Belamaso doe Santos finido, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. Jos Maltas Afros, na Babia ; e Leite, Serqoinbo A C. no Rio de Janeiro.

O. Luir. Jaiparadiir ftiit:r IK-v -]"n /* 'rv rart C/ialoriQ da Crrewcmdeocin ^e Portuj"1 utittsse e Imperatriz toda a liberdade completa Felippe deCarvalho 4 Filho ao caes do~5odr es-
MM. declararam tambem que comeriam
hospedarla, que s aceitavara a agua especial
que li foroecida.
i Quaml.) S. M. oi para o Lazareto levava a
mala na mo como qnalquer viajante.
Conversando com S. M. o Sr. D. Luiz sen aa-
asto tio deelarou qfe teneionav demorar-se os
oiln dias da quarentena, e que depois apenas se
conservara em Lisboa 36 horas, sahlulo no cami-
nho de ferro ter;a-feira 20 as 10 hora) da noute
era viagem para o norte da Europa. Ao regres-
sar visitara Braga, Coirabra, Porto e Lisboa para
se demorar 30 dias em Lisboa, qnerendo passar o
ultimo tempo da sua viagem Europa entre os
Portuguezes.
E' esta a versao que parece ter mais fun la-
mento. .
Hontem (12) das 8 s 11 da nmte realisou-se
a annanciada serenata no Tejo. A' hora marca-
da nos avisos eslava j na ponte dos vapores o
Lusitano todo embanderado e com grande nume-
ro de lanternas com vidros, de vanas cores e
muios bal5es tambem iluminados. Pouco depois
estalavam no ar muilos foguetes, e a bordo bom
bas de grande fitr.CS. Largou s 8 1/2 o vapor e
ponco a pouco se* nos foi desenrolando a ste a
vista, (diz o Jornal do Commercio) o lindo pano-
rama que a cidade illuminada apresentava, at
qae chegamos a Belra, onde maiS nu nerosa e
sorprendente era a mesma, por forma que de
boa vontade all permaneceramos aioda mais
tempo se nos nao fosse necessario aproximar do
Lazareto.
K corveta Estephania, ancorada em frente
de Belra, eslava igualmente Iluminada e nes-
sa passagem lancna ao ar varios foguetes.
A bordo do Lusitano tocava a banda de m-
sica alumnos de Eutei-pe, quer tanto durante a |
viagem como em todo o tempo que estivem >s em
frente do vapor, exeirutou rauitas percas de msi-
ca, e entre ellas alguns hyranos portuguezes e
brasileiros.
Em frente do Lazareto se demorou o Lusita-
no mais de urna hora, lan;ando-se sempre de bor-
do foguees e tambas em grande quandade.
a Quando o vapor virou, pode aproximar-se
mais da trra, e ent> de bordo se levantaram
vivas aos imperador e imperatriz, e laj perto es-
tavamos, (continua a mesma folha) que se distin-
guan) prfeitamente os sons da msica do o* de
cardadores, que tocava no Lazareto, onde as sa-
las bem Iluminadas se distinguan) prfeitamente
as pessoas que assumavam s janellas.
A's 10 horas voltaraos a Lisboa, onde ebega-
raos. s 1 i, continuando anda a admirar o effei-
to da Iluminaran, que se tornava agora anda
mais sensve! pelo claro de muitas fogueiras, que
em muilos pontos existiam.
o A' nonte houve muitas illumnagoes na cida-
de nao s em casas de pessoas brasileiras, mas
entre minias outr.as distnguia-se a fachada do es-
Alecrim, para onde ltimamente
iseoco de etiquetas, porque na sua digresso pela
Europa nao erar mais ao que dous simples via-
jantes.E's em toda a parte o Imperador do Brasil,
disse-Ihe o Sr. D. Fernando.Nada, nada, alodio
0 Imperador, fra do Imperio nao son seno Pedro
d'Alcntara e a rainha mulher, Th;reza Christi-
na ; nem tu BM trate d'ou'.ra forma que seria isso
furtar-nos ao prazer que queremos gosar, da liber-
dade e isences da vi da particular. Foi isto dito
com tamann franqueza e agrad qaa capiivou a
svmpatbia das mixtas pessoas que em escaleres e
botes cercavam o Douro.
t Disse o Imperador que a sae di Imperatriz,
tornava necessario que segussem Bem demora
para a Allemaoha, para aproveitar a estac,o de
\imas aguas que S. M. tinha de fazer uso. mas que
antes de seguir quera ter o gosto de ver os ami-
gos de seu pai, referiado por essa ocesso os no-
ises dos Srs. duque de Loal, marqaez de S, de
Ficaiho e Joaqaim Antonio d'Aguiar.
O Sr. marqaez de Ficalhj eslava presente e
1 >go agrad'-ceu ao Imperador a lembran^a que teve
do seu nome.
c O Sr. marqaez de Fica'bo, nn dos camaristas
de el-rei. estav destinado para ar as ordena do
i:np?rad r.
5. M. i. ao sal>er isl), pedio ao nobre e vene-
ra'ii) marquez qu t na n:>;.i o > lasse Res
poadea o marqaez iu> obedeca porque assim
iiuhi fei'j sempre que recebera ordens do duque
de Bragaoca.Moda o caso (le figura, meu caro
rnarquer., disse eom ar ris >ahj o Imperador ; isto
nao sao ordens, um simples p?-lo para o pon-
par a locommodos e para nao privar a sua familia
i o ver em quinto dar a qujrenteri-.
t O Itnpsrador langando a vista par o grande
numero de pessoas qae eslava diadte delle, coohe-
ceu o eonselleiro Goncalves Cardoso, e dirigio-
ao-!ha a p.ilavra felicitoa-o por o ver b;m dispos-
t). hmbranJo-lhe o lempo en que.o honrado ve-
terano da liberdade purtugueza. es ti vera no Rio
de Jaaeiru, cuino com mandante ij urna cirveta.
< Gomo o sol estive.'Se bastante forte e todos se
ackassem desiobertos, o Imperador p>dio amavel-'
mmte que se cobrissem.Nao me l'iz o sol mal
l- rque estou acustumado a elle, disse S. M., mas
pJe Dio fazer bem a alguia e entao nada le ce-
remonias que possara ser uojivas sale.
c Niognem tinha vontade de sair d'alli. A pre-
senta do Imperado e da Imperatriz capibara a
todos, e o moJo franco e Ihano do Imperador en-
.utava. fazenlo lembrar aos que conheceram o
Sr. D. Pedro IV, que forara aqjiieiles mesmos dotes
qieo flzeram to amalo e presado do povo.
i A Imperatriz conversou muito tempo com a
rainha. .
< Acabados os cumpnmenlo?, os imperadores
seguirn) para o Lzar-to n'um escalor real. Alli
tornoa s pedir o Imperador que uai quera excep-
cSss era distincgSes, e recomm-n Joi qua a sua
mesa fuese a mesma dos outros passageiros.
t Grande foi o alvoroQo com que a populacao
de Lisboa soobe da chegada de SS. MM. Tera pro-
duztdo a mais respelosa seosaco o desprend-
ment cora qae os aagustos viajantes collocado-se
as condirois communs de qualquer passagero,
tem recusado as recepcoes osrentosas qae Ibes es-
tavam preparadas, por especial recommendacao
d-* sea augusto sobnnho o re de Portugal.
a Fui hontem (13) assignada a carta rega con-
ceendo a S. M. o Imperador do Brasil a baoda
das tres ordens militares de Christo, Avis e Sao
8.M., como Ihes disse, manifestou o desejo de
se nao separar dos seus compaoheiros de viagem e a
todo o momento tem declarado que deseja conser-
var o sea incgnito, dispensando todo o cerimo-
nul e recusando os ofTereciraentos de sea augusto
obrinho. Parece qae at recasa ir para o paco
de Belra, qae estava especialmente preparado
para hospedar os Ilustres vUjaotes; tencionando
permanecer os doas dias qae ficar em Lisboa
acabada qae seja a uuarentena.no hotel de Bragan-
ca, oode slagaram todo um andar s para si e sua
comitiva.
Ao conial do Brasil ia cidade do Porto que
veio qni d proposito para receber a^ ordens do
sea monarchi, signifirm S. M. que a cidale do
Porto nao dexaria por motivo algum de a r visi-
tar, qnerendo alladir a estar al.i guardado como
reliquia o coracio de sea pai o Sr. D.'edro IV.
i Da casa real forara mandados pata o Lazareto
oio s eosloneiros, como todos os anigos necessa-.
ros para a cosinha de SS. MM. Como, porm,
foisem recasados os artistas culinarios e os manti-
rneutos, mandoa-se bascar a lancha. Osmanii- .
meatos nio voHsram e parece que serian) dlstri [no foito moderno mobiha frrala de seda azul,
batios pelos pobres. assim eoroo armac&es de janellas e repostetros;
quina da ra do
se mudou.
i As folhas do Porto vem cheias de notieias
"tos prepirtivos dos festejos par solemnisar a
visita imperial. O arco da ra do Aliada ser
uminado com 4 mil bicos de gaz.
O arco da ra das Flores no estylo do
convento da Batalha. O risco do pavilbio que de-
ve ser levantado no largo de S. Bmto, de mul-
to gosto.
No Porlo tem-se mandado levantar arcos tr-
amphaes, sepdo o mais notavel entrada da ra
das Flores, junto Misericordia. E' de estylo ma-
nuelino, todo em relevos e custosas obras de ta-
Iha e pintura. A colonia brasileira -do Porto, e
os muilos portuguezes que trras de Santa Cruz
tem ido buscar fortuna e sabem quania hospita-
lidade e agasalh) rjeverar aos brasileiros, tem
rivalisado entre si por demonstrar a sua grali-
dao, na s ao soberano constitucional de urna
naro amiga e de ongern commn mas lam-
be m propri i naoao represntala por S.. M. o
Imperad r. Braga, que tambera esperava a vi
sita de SS. MM.'lI. activava preparativos para
urna condigna recepQo.
Lisboa, a indolente Lisboa nao se descuda-
va. Os theatros, di-nuaham todos elle*, espect-
culos de gala para solemni-ar tao fausta visita;
a errpreza de S. Carlos, ensaiava j um grande
concert)de artistas e amadores cora o raesmo
Qm. Alguraas assocac5as pbilaotropieas em Lis-
boa e do Porlo destina vari) dar muitas esmola e
bedos aos presos dis cideias publicas para so-
^eranisar a chegada do Sr. D. II. A mprensa
poltica projeetava nom'ar urna depulaco para
ir cumprimentar S. M. Imperial. El-rei dera or-
djui para se preparar urna costosa carada em
Villa Vicosa Asseohorasda primeira siciedade
ensaiavam eOros para (no caso de SS. MM. fa-
zTem a quarentena a bordo da corveta jEstepha-
na, darem passeios nocturnos em dtr'edor di
corven, em escaleres ou pequen-w barcos de va-
por, Iluminados veneziana. Creio que" todas
ou quasi todas estas serenatas falharam por le-
rem ido os imperiaes viajantes para o edificio do
lazareto.
O pao.) real de Belra estava esplndidamen-
te disposto para recebar a S*. JIM. se desembar-
cassera agora e residissem algum tempo. As
cmaras da corveta Estephania que o Sr. D. Luiz
I tinha ido antes de hontem examinar, depois das
luxuosas disposicoes que se baviam tmalo para
ahi Qearcm de quarentena seas augustos tos,
dizem que estavam de ura gosto inex-.edivel.
Eis a discripcao que na pooMa dias no- dava
o Dturio Popular do estado em que se achava o
paco de Belra para recebor os irapenaes hospe-
des :
n A sala de entrada, chamada das bicas, tem o
tecto pintado a oleo, representando as quatro es-
ac.ies do anno e differentes fructos, um mages-
toso lustre Iluminado a (taz, reposteiros verdes e
encarnados e vas,os de flores.
i A 1* sala, denominada encarnada, tem um
rico teclo de obra de talha e relevo doirado ; um
lindo lustre de melal doirado e cristaes ; com-
petentes serpentinas .era diversos logares ; for-
rada de papel encarnado e oiro alcatifa encarnada
imitando moire, mobilia de mog^no forrada de se-
da encornada ; cortinados das janellas da mesma
cor ; galeras doiradas com obra de talha ; coo-
sollos e espelhos dorados.
t A I* sala, denominada de D. Joao VI, tem o
tecto de estuque cora pinturas, representando a
viagem de D. Joo VI ao Brasil; as paredes for-
ra-las de papel azul e oiro; lustre, placas, um
grande retracto era marmore de el-rei D. Jos,
alcatifa azul; reposteiros e armacSes das janellas
da mesma cor, mas de seda ; galenas douradas
com obra de talha ; consollos doarados, e jarras
prelas do Jipo ; mobilia, aparador, mesa elsti-
ca e eadeiras, tudo do mogno ; ura rico biombo
de charlo, representando chineses. Esta sala
a da refeiclo.
c A 3.* sala a da recepcao das visitas parti-
culares do imperador. Tem o tecto de estuque
branco com obra de relevo ; lastre e placas ; as
paredes forradas de papel encarnado e ooro ; es-
pelho e consollo doarados, urna grande peixeira
de louca da India; mobilia de pao santo, forrada
de seda encarnada e ouro ; alcatifa e armaefies
das janellas da mesma cor ; galeras douradas
eom obra de talha ; e um bonito fogo ao centro.
A 4* tala a camira do Imperador; forrada
de papel cimento e ooro, eom lindas cercadu-
ras ; tecto de estuque branco com baixo relevo,
galeras de pao santo ; ama grande capola do
raesmo pao, com obra de talha, donde pe'ndem ar-
macao de seda azul, cortinas bordadas e mosqne-
leiro branco ; urna rica cama de mogno com obra
de talha ; um fogao pequeo, espelbo e consollos
dourados com obra de talha ; competentes plaas
de metal doarado cora cryslaes; e alcatifa eom as
m 'smas cores da mobilia.
ii A 5' sala o quarto de toilette para o Impe-
rador, que tem o teclo estacado de branco em bai-
xo relevo ; espelnd de vestir ; paredes forjadas de
papel verde e ooro ; mobilia forrada de seda ver-
de ; repodriros e ar macos das janellas de seda
verde ; galeras dourada* lizas ; um bonito lava-
torio : alcatifa de papel.
A 6* sala a de baile. Tem o tecto doorado
com obra de talha, representando instrumentos,
papel de msica, etc., as paredes forradas em pai-
neis de papel branco e ooro ;. arraaeoes das janel-
las de ssda da mesma cor; galeras de melal ama-
relio ; mobilia de mogno forrada de seda encar-
nada ; competentes placas de metal com cryslaes;
alcatifa da cor do papel ; dous consollos grandes
com pedra de Italia. Esta sala serve boje para a
Imperatri' receber suas visitas.
t A 7' s .la a cmara para a Imperatriz. Tem
o tecto estucado de branco, com relevos ; paredes
forradas de papel verde e ooro ; a mobilia donra-
da e forrada de araarello ; nma rica cpula doo-
rada com obra de talha ; ricos cortinados borda-
dos ; msqueteiro ; una primorosa cama com
obra de metal doorado e obra de talha era mog-
no ; dous candelabros; um relogio de metal ama-
relio ; alcatifa da Russia ; um bonito fogo; ar-
macoes de janellas da mesma seda; galeras don
radas; e dous ricos resposteros de damasco bor-
dado.
A 8* sala o quarto de toilette da Imperatriz
Tem o teclo de estuque branco ; paredes forradas
de setim verde e branco ; arraaeoes das janellas e
reposteiros da mesma cor cora galeras douradas ;
a mobilia forrada com setim da mesma cor; um
lindo espelho de vestir ; competentes candelabros
de crysial; doas grandes jarras de Svres e alca
lifi verde.
< A 9a sala a antecmara da Imperatriz. Tem
o tecto de estuque branco; um pequeo lustre
de metal e cryslaes; pareJes torradas de papel
branco e ouro ; mobilia de pao santo eom obra de
talha, forrada de seda amarella ; cortinados e
reposteiros da mesma cor; aleatifa no mesmo
gosto.
< A 10* sala o guarda- roupa. Vea tres guar-
da-veslidos. Os qaartos qae fieam ao poeote, cha-
mados da arrabida, se para as pessoas de primei-
ra ordeno que acompanharem o Imperadores. Os
quartos per cima do picadeiro sio para as pes-
soas que el re D Luiz noraeoo para o servico dos
Imperadores; a saber : marqaez Ficalho, Caula,
Gromicbo Couceiro e condes de Penamaeor.
< E" possivel que depois da retirada dos irape-
riaes hos
t ."vao
tres dias estavrn corve EsifpMma os crea-
dos da casa real e mais empregados que S. M.
el re mandara por ao servico de Suas Mtgestades
Imperiaes, de vendo a eom pan liar os angostos hos-
pedes na saa digresso a Europa, se fosse preciso.
S. M. Imperial dispensoo esta comitiva, como dei-
xo dito.
f Chegoo hontem a Lisboa o Sr. Manoel Jos Ra-
beilo, cnsul brasileiro na cidade do Porto. Veio
para receber Suas Magestades Imperiaes.
t Cbegou tambera o Sr. Duque de Saxe, genro
do Imperador. Hospedou-se na legago brasi-
leira.
Seria larefa diffleil extrahir de todos 03 jor-
naes as diversas noticias aos preparativos com que
-raoi esperados o Imperador e a Imperatriz do
Brasil ; confundan) os arlgos de redaccao do
Jornal do Commercio de Lisboa, do Partido Cons-
tituale, do Diario Popular, di Revoluto de Se-
tembro, etc., respeito do acatamento qae um
paiz esseucialmente liberal, como este nosso, deve
ao chefe de um estado onde a liberdade tambera
nao urna palavra va, de ura paiz emftm cu i as
usttuices protegen) e dao solidas garan'.ias dos
qae a sombra dellss se acolhem exercendo a sua
aclividade, como tem succedide a to crescido nu-
mero de portuguezes, sera fallar do respeito que
por stu carcter pessoa! inspira o Sr. D. Pedro II.
A rapidez com que escripta urna simples
correspondencia que tem de fazer a rezeaha de
fados de mui diversa natureza, nao da lugar a
transcripcoes qae seriara alias muito gratas, por-
que em todos esses trechos dictados pelos mais
notaveis jornalistas do3 diversos grupos polticos
do gremio liberal, se observa perfeito accordo em
prestar homemgem a qualidades raoraes e predi-
cados polticos que a Ejropa unnime respeita e
recoshpce no Imperador do Brasil.
dos os goeraos eoropeus concordaran)
ceder ao* sectarios da commona de
seria de emigrados-polticos. A Bel-
nha,.a Soissa e a Hespanha ja ae
a este respeito.
iretexlo de qae ladroVs, assassiaas e a-
s alo sao boraens polticos, prometiera
a extradiecao.
Vctor Hugo escreveu urna caria n otave! In-
dependencia Belga, prote-tando contra a declara-
cao do governo belga, e offerecendo o asylo de
sua casa, aos fugitivos justica de Franca.
Eis a carta -
Ao Sr. redactor da Independencia Belga :
< Broxeilas, 26 de maio de 1871. Senhor.
Protesto contra a declarado do governo belga re-
lativa aos vencidos de Pars.
Se iiomens polticos, por mais que se diga, e
por mais que se faca. .
< Nao estava com elles.
< Aceito o principio da commuaa, nao aceito os
horneas.
Protestei contra os seas actos, lei dos refens,
represalias, prisoes arbitrarias, violaco das liber-
dades, suppressao dos jomaos, expoliaces, coU-
flseacoes, demolicoes, dastraigo da columna, ata-
ques conira o direito, ataques contra o oovo.
Iadignaram me as suas violencias, como me
indigaariara hoje as violencias do partido contra-
rio.
_A deslruigo da columoa um acto de lesa-
naci. A destroicao do Louvre sera um crime de
lesa-civilisaco.
a Parara os actos de selvageria nao podera ser
repotados actos de malvadez quando pralieados
inconscientemente. A demencia urna enfermo
dada e nao um crime. O crime dos ignorantes
nao a ignorancia.
Foi para a Franca ama hora triste a columna
destruida ; o Loovre destruido seria um luc i
eterno para todos os povos.
c Porm a columna ha Me ser levantada, e o
Loovre est salvo.
< Pars foi reconquistado. A assembla vencen
a communa. Qaem fez o 18 de marco ? Qual
a verdadelra culpada, a assembla oo a commu-
aa ? A listona o dir.
< E' nm (acto monstru jso e incendio de Pars;
mas qoaatos sao os incendiarios, nao sao doas ?
Esperemos para julgar.
c Nunca comprehendi Bllioray, a Riganlt levoo
o meo espanto at a indignaco; .mas fotilar Bl-
lioray um crime ; mas mular Rigaull outro
crime.
< Sao criminosos os da commona, Johanoard e
La Cecilia, quando mandara fuzilar ama eriaoca
de qo'ose aunas ; criminosos sao os da assembla
mandando fuzilar Jales Valles, Bosquet, Parisel,
Araoorosx, Lefraacas, Brunet e Dombrowshy.
c Nao facimos verter a indignaco s d'am la-
do. Aqui o crime tanto esta na assembla como
"t fT""IBBll 11 n Qrje_e vidente. .
~ f, Uai J uviinftiL'ns uiniij-
dos a Befo de morte e abominare! ; em segando
ae commnnicoa nenhara auto, nem eu assignei
coosa alguma. O bnrgomestre, o Sr. Auspaeh, re-
ferindo-se a narraco publicada por meu (i ho,
disse : urna fbula. E 4a narraco pora e
siasplesmenle a verdade ; mas a verdade atenua-
da m> asjtsavaates. --^^sssjBBjB^rC*
O Sr. Aaspach nao deve ignora-la !if como
aonoociei o facto aos empregados
se apresentaram em minba casa
lagar, a execacao sem julgaraeoto infame. Urna
nao est oo direito, outra nunca l esteve.
c Jolgap prmeiro, e coodemoaeexecotae depois.
Podsrei censurar, mas nao estygmatisarei. Estaes
na lei.
< Matando sem ju'gamenio, assassinaes.
Volto ao governo belga
' Faz mal em negar asylo.
* Permitle-lhe a lei essa recusa, o direito pro-
hibe-ln'a.
< Eu, qae escrevo estas linhas. tooho ama m-
xima : Pro jure contra legem.
O asylo am direito antiqaissimo. E' o sagra-
do direito dos desgranados.
Na idade media, a igreja at conceda asylo
aos parricida?.
Pela minha parte, declaro o segointe :
O asylo qae o governo belga rejusa aos ven-
cidos, offerego-o eu.
f Onde t Na Blgica.
Paco Blgica esta honra.
OffereQO asylo em Broxeilas.
Oflsrego asylo na praga das Barricada? nume-
ro 4.
Se ara vencido de!Pars, se um hornera da
reuno chmala communa, para que Pars nao
deu muitos votos e que pela minha parte nunca
approve, se um desses homens, anda que seja
raen iaimigo pessoil, e especialmente se o fr, vier
bater-me porta, he d- abrir-lh'a. Est na mi-
nha casa. E inviolavel.
f Seria eu por acaso na Blgica ura estrangei-
ro ? Nao cre). Snto-me irmo de todos os ho-
mens e hospede de tolos os povo3.
Em todo o caso, um fugitivo da communa era
minha caj" ser um vencid em casa d'um pros-
cripto ; u vencido de hoje era casa do proscripto
de h nlem.
t Duas cousas veneraveis, nao hesito era di-
ze-lo.
Urna fraqueza protegendo outra fraqueza.
Se ba algum hornera qae esteja fra da le,
entre etse hornera em rainha casa. Desafio quera
quer qae seja a vir arrncar-ra'o.
i Fallo dos horaens polticos.
< Se vieren) a rainha casa buscar um fugitivo
da communa, ho de prender- me a mim. Se o le -
vareiu, bei de segu-lo. Sentar-rae-bei com elle
no banco dos r>s. E ho de ver, defendendo o
direito, as lado do hornera da coraraaaa, qae o
vencido da assembla. o hornera da repblica, que
foi o proscripto de Bonapar te.
s Hei de fazer o meu dever. Antes de lado os
principios.
a Urna palavra an la.
0 que pode afflrmar-se qae a Inglaterra nao
entrojar os .refugiados da communa.
t Por que se ba de por a Beleica abaixo da ln-
c V gloria da Blgica este paiz 3er asylo. Nio
Ibe tiremos essa glora.
< Defendendo a Franca, defendo a Blgica.
Ha de ser contra mira o governo belga, mas o
povo balga ha de ser por mim.
< Em todo o caso, earei com a consciencia
linpa.
c Reeeba, senhor, a certsza dos meus preclaros
stnlimentos. Vctor Hugo.*
A resposla do governo belga a este protesto
di Vctor Hago foi expalsa-lodo territorio da Bel-
gjca.
Foi ama consecuencia necessana do seto impo-
ltico do hospede, que se poz em controposicao com
ai leis do paiz qae Ihe tem lado asylo.
0 qae porm nao consecuencia logiea do
aaontecimento foi a assuada, e assalto nocturno
feto casa do venerando eidado do mundo, para
Ih demonstrar qae o povo belga nao era tambem
pa- elle. O tumulto e aggressao feita inpunemen-
tan'uraa das roas mais freqoeotadis da capital,
sin que a poli -ia leoha comparecido oo local, pro-
vi em demasa, que tal insulto era mesmo promo-
vi pela polieia.
Eis a carta com que Vctor Hago se despede da
Blgica :
t Broxeilas, 1 de junho de 1871. Seohor :
cabo de ler a sesso da cmara.Agradeco aos
)mens eloquentes que defeoderam, nao a miro,
ae nada sou, mas a verdade, que todo. Em
uanto ao acto ministerial que me diz respeito
[atea queria guardar silencio. Um expulso, deve
er indulgente. Entreunto, devo responder a
noticias da Europa.
O vapor inglez La Plata, que hontem araanhe-
ceufondeado no lamaro,foi portador de jornaes de
Lisboa at 13 do crreme, dos quaes extrahimos o
que segu.
nanea
Terrainou finalmente no dia 28 de maio a resis-
tencia de Paris.
A lucta foi terrivel, os comraunistas defende
ara-se at 03 ltimos entrincheiraraentos al as
ultimas barricadas.
A cidade achava-se minada em grande exten-
so ; deve-se rapidez dos movimentos das tropas
do governo, e a ter sido denunciada a existencia
das minas, o ter-se evitado aquella tremenda ca-
tastropbe.
Eotre os bombeiros que forara chamados das
provincia? para apagaren) os incendios descobn-
ram-se algumas companhas n> f.." b***.1"1***
qafllancavm poir.ieo as bombas para activaren)
os incendios. Foram presos e imraediamente fuzil-
lados.
Infelizmente confirmoo-se a noticia do fuzilla-
ment do arcebispo de Pars e da maior parte dos
refens.
Foram grandes as atrocidades commettidas pe-
los da communa, mas as represalias tem sido ler-
riveis.
Desde a entrada das tropas francezas em Pars
a 26 de maio at o dia 4 de junho, fuzillaram as
tropas todos os prisioneros que Ibe cahiram as
mos sob pretexto de serem membros da commu
na, sem ao menos se lhes instaurar um processo
summario.
Os ltimos fuzillameotos sem processo liveram
lugar no dia 4 no cemiterio do Pre Lachaise jun-
to davala abena para receber os cadveres.
Depois da tomada da barricada vinham os car-
ros do hospital e recolbendo indistintamente mor
tos e fendos os lancavam em nma valla, qae co-
bnara de trra insuficiente para fazer callar os
normis gritos que se ouviam durante a noule at
se xtinguirem
Desviemos os olhos destas seenas de selvageria,
qae a naco qae se dizia mais civilisada est dan-
do ao mondo.
Caleola-se em 45 mil o numero de insurgentes
morto3 e mais de 40 mil prisioneiros.
Comecou a insta urar-se o processo a Roehefort
qae se acha preso em Varsailles cora os demais
membros da communa que anda nao foram fu-
tillados.
Tem havido grandes receios de peste em conse- as palavras proferidas, ama pelo ministro,outra
quencia dos Innmeros cadveres sepultados >elo bnrgomestre.
flor da trra, e sem as devidas precauces ; mas as a O ministro, o Sr. de Aneihin, segando o ex-
autoridades tem mandado proceder transa- racto.qne teobo vista, fez leitura da auto d
ds?So. ims cotversacio assignado por mim. Nem se
ama casa, a minha, habitada por quatro mulberes
e doas criaocas foi violentamente atacada por urna
mullido que sollava gritos de morra e parta os
vidros i pedrada, tentando escalar o maro e ar
rombar a porta
< O assalto comecou meia noute e meta hora,
e araboa as quatro e um quarto da manha, hora
em que amaoheeeu. Isto via-se ha sessenta anuos
na Floresta Negra e v-se boje era Bruxellas.
c Este faci um crime qaalificado. s seis
da manha, de va estar em minha casa o procura-
dor regio; a occorrencia devla constar ju licial-
mente; as inforraagss da justica deviam come-
car ; deviam ser ouvidas iramediatameuie 5 teste-
moohas ; os tres creados, madame Carolina Hago
e ea. Nada disto se fez. Nao appareceu oenhura
magistrado instructor nem se fizeram mais averi-
guado :s legaes era interrogatorios. Araanha te-
rao j desapparecido os vestigios e as testemunhas
ter-se-ho dispersado. A intenco de nao querer
ver consa alguma evidente.
c Demais, a polica surda e a justica cega.
Nao sa tomou judicialmente nenhuma declaraco,
e a testemunba principal que devia ser chamada
aates de tudo expulsa.
Dito isto parto.Vctor Hugo.
0 filho do filustre poeta Francisco Victor Hugo,
narra em ama extensa caria inserta na Indepen-
dencia Belga com bastantes pormenores o insulto
feito a seu pai:
' Vctor Hugo tinha estado a trabalhar e ac-
bava de apagar a luz para adormecer, seria meia
noute e nm qaarto, quando ouvio tocar a campai-
nha muiio de rijo. Chegando a janela, ouvio urna
voz dixer : Dombrowski. Lembra-se qne naqaella
mesma manha ofleretera asylo aos refugiados da
communa, pensa que pode muito bem ser qae
Dombrow-ki nao teora sido fuzlado e Ihe venha
pedir asylo, e volta para dentro, a (ira de descer e
ir abrir a porta. Mas oeste momento sent um
pedregulhi bater na paredeao lado da janella, de-
bruca-se para fra, e afflrmando-se na escurido
noute, descobre um grupo de homens postados
diante da casa delle. Levanta a voz e diz : Sois
uns acelerados I > E fecha a janella.
c Comecam porm a ehover podras sobre ja-
nella, e, quebrados os vidros, algumas vo parar ao
meio da casa. De vez em quando oavera-se ira
precaaces romo estas : Morra Victor Hugo I
Abaixo Victor Hugo I Abaixo Joao Valijean !
Abaixo lord Clancliarlte Abaixo o salteador !
A forca com elle I Para Cayenna Para Ma-
zas 1 ArroMbemoflke a torta !
hwuui'uu ic u atfeietei, sfrn qrw
cesse um s agente da polica. Afinal quando co
mecava a despontar a manha, enienderam os
raalfeitores qae o melhor era irem-se para nao
cahirem as mos da polica que, mais instante
menos instante, havia de apparecer.
c Victor Hago estava em casa de saa ora, ma
dame Charles Hago, com os seus doas nelos, um
dos quaes estava doeote. Imaginera que atroz
noute e que afQiccoes naquella casa.
Realmente o destino tem caprichos cruelmente
extravagantes. Vict >r Hugo insultado e apodado
na saa velhice depois de encher a Franca e o
mando com o sea genio e a fami, ha de dar que
pensar a posteridade.
O enterro do arcebispo e mais ecclesiastcos,
foi feito com grande pompa por couta do g overno.
O Sr. Julio Simn appresentoa assembla
nacional, um projecto motivado pelos acontecimen-
tos de Pars:
A insurreiclo que termina amea^rado todos
os monumentos, destruio um que records as me-
morias horoicas da Franc inteira. Proponh) vos
que seja novamente levantado, danlose-lhe um
carcter nacional, (applausos).
a Ura outro monumento erigido pela pedade
dos oossos concidados memoria de Luiz XVI,
foi destruido era parte. Proponho vos que se de-
clare a immediata reparagao (longos e vivos ap-
plausos).
1 Diste modo, ho de desapparecer das nossas
ras os vestigios desta guerra selvagem, esperan-
do que conseguiremos reparar as perdas inevita-
ves f -rea de sacriQcos.
Eis as disposicoes do decreto :
c Art. 1. Ser reconstruida a columna da pra-
ca Vendom, (muito bem).
a Art. 2.- Ser-lhe-ha collocada no topo urna
estatua representando a Franca (Applausos).
a Urna inscripeo indicar a data da derao-
licao do mouuraent) e a data da sua reconstruc-
cao.
1 Art. 3." 0 monumento expiatorio consagrado
memoria de Luiz XVI ser immediatamente re-
parado. (Applausos prolongados).
Esta proposta foi admittida quasi por unanimi-
dade excepeo de dous ou tres votos contrarios
da extrema esquerda.
A assembla decretou a reedificacao da casa do
Sr. Thiers custa da naco, observando no relato-
rio qae o attentado contra a propriedade do chefe
do estado devia ser inmediatamente reparado, e
que a communa tioha envolvido na me-ma con-
demnaco a colaraoa da prac> de Vendme e a
casa do historiador do prmeiro imperio.
Discnuo-se e approvoa-se a lei revogando as
leis do exilio dos principes. O Sr. Tniers disse na
assembla que a principio era contrario revoga-
cto das leis do exilio porque pensava, e anda
pensa que ama cousa perigosa e qae pode cau-
sar desordens no paiz, onde a guerra civil est
acabada, mas onde nao esto accalmadas as pai-
xdes ; que adherir depois a ideas da eommisso
em vista da promessa formal dos principes de Or-
leaos do nao tomarem assento na cmara, e de nao
jastiflearera os receios qae inspirara. ,
O Sr. Thiers por esse evidencia a necessidade
que ha no interesse da ordem e do crdito de ad-
diar as qaesloes irritantes, e disse : Receb a
repblica em deposito e nao a trahrei.
Coneluio dizendo : Nao enganarei ninguem.
A revogaco das leis do exilio foi approvada por
484 votos contra 103. As eleiedes do duque de
Aumale e do principe de Joinville foram approva-
das por 448 votos contra 113.
O Sr. Julio Favre publicou urna circular na jor-
nal oficial sobre as cansas da insurreicao pari-
siense,' notando como priocipaes a accumuUco de
309 mil operarios attrahidos Paris pelos traba-
Ibos do imperio as intrigas dos agitadores iacobi-
oos vencidos era 22 e 31 de outubro, e finalmente
a aeco da associa^o de operariosa tntema'o-
nal, cujas perigosas dootrinas expSa s circo'.ar.
Est addiada por algum tempo a qveslo da
organisaco politici da Franca.
O prmeiro pretndeme o conde, de Chambord,
duque de Brdeos, filho da duque da Bery; tem 51
aooos, passa por ser exoeente hoo\em, de carc-
ter extremaiueote pac'.flco, dido a praticas devotas,
da intelligeucia mQd;,oere, snas cultivada com al-
guma instrueco, a sea partida, chamado legiti-
mista nao tem ad-,hereniies no exercito, nem entre
os altos funecioranos, nem no commercio e indus
tria. Os seus '^lidano'i sao os fidalgos da antiga
corte, e algn'1 outros Aa Bratanaa e outras pro-
vincias ; b jmens raspeitaveis e paeifieos, mas
pouco ousad (3, e na'.uralmenla egostas. E' ama
raifto/ia, esc Veeida e honrada, mu inctpu de se
apoderar do governo. Tem eonlrs si os reerios
at os preconceitos da maioria dos fraoceze.
O segundo pretndeme o conde de Parto, Luir
Felippe de Orleans, fllho primognito do dnqoe de>
Orleans. ^^
Tem 33 anuos, mancebo esclarecido honra
do, de hbitos pacficos ponco ambicilo, e admi-
de polica que:rador dos costumes inglozes e americanos. E"bo-
a nouls I mem liberal;coola numerosos amigos no ejer-
cito, enire os funcionarios, no com nercio e na in-
dustria, mas falta-lbe a sympathia do povoqae ,
pelo re de direito on pela religio, ou pelas tra-
diges gaerreiras de Napoleo oo pela repobea.
As sympathias orleanislas nao tera anasade,
por qae se acham divididas peto duque de Aa-
raale, duque de Cbartres e eonde de Paris.
Esta falta de unidade fez resolver os orleanistn
a congraearera-se escolhendo para seu campeio a
Henriqueconde de Chambordteodo soceesso-
re8 e accessores o conde de Paris e os outros
prncipes de Orleans.
O terceiro pretndeme o o principe imperial fi-
lho de Napoleo III, e que coala 15 annos. Pesara
sobre elle 33 desgracas da Franca. Os boDapartis-
tas sao numeosos, mas acbam-se abatidos e des-
moralisados.
O qaarto pretendente o partido republicano,
que tera a seu favor adhe oes imporlaotisstmas,
adquiridas pelos erros da monarebia, mas tena con-
tra si os erros da communa, pelos quaes o fazem
responsavel.
Eis o estado poltico em que se acha a Franca,
concordando todos em addiar a solucao poltica,
para nao provocar ama nova guerra civil.
O corpo diplomtico vai voltar brevemente
para Paris.
A gendarmera de Paris foi elevada a seis mil
horneas e a gaarda republicana ser elevada a
doze mil borneas.'
A folha oficial publica a deraisso de Picard,
de goveruador do Banco de Franca.
Waldersec foi nomeado encarragado dos nego-
cios da Prossia oa Franca.
Ha 112 eadeiras vagas na assembla, vai se Bre-
vemente proceder s eleiees para o preenehi-
mento das vagaturas. Os bonapartistas mostrara
aclividade eleitoral.
Diz-se qae os jesutas prometteram ao Sr.
Tniers, qne se eocarregariam de pagar a contri-
buico de guerra aos allemes e de 03 fazer sabir
com toda a brevidade do territorio ocrapado, se o
goveroo francez, em eompensaco, se obngar a
invadir a Italia e a ocupar Boma, e a desfazer to-
da a obra da unidade italiana.
ltimos teleg aminas.
Versailles 11 s 10 horas e 15 minutos da ma-
nha.A folha offleial publica a demisso de Pi-
card, de governador do banco. Valdarsec foi no-
meado encarregad) de negocios prussianos em
Franca. Os principes de Orleans aioda nao satu-
rara de Versailles. Era contrario asserco de
nao pjuvayil 4ua o con abita rXouraioe.
Londres 11 de junho s 10 horas da noite.Os
jornaes de Paris fazem reparos sobre os acontec-
mentes na assembla nacional, e mostrara a gran-
de importancia das eleiees sapplemeotares On-
das para o dia 2 de julbo, as quaes, dizem elles,
podera inteiramente mudar a sitnacao actual dos
partidos na assembla. Os jornaes legiliioisia9
parecem convencidos da prxima realisaco das
suas esperancas. Os j ornaes republicanos est >
menos animados, mas Jo grande importancia
manutenco dos poderes executivos as raaos de
Mr. Tniers.
Londres 12 de junho s 11 horas da manha.
As prises em Paris continuam. Os bonapartistas
mostrara aclividade a respeito das eleiees e espe
rara que s> rao eleilos alguns dos seus candidatos.
Ha 112 eadeiras vagas na assembla. Picard re-
toraou oosse da sua pasta. O governador do baa
co de Franca, o prncipe de Joiuville e o duque de
Aumale, demittiram-se das suas eadeiras com i
membro? da assembla. O governo italiano an-
nuncia a transferencia offleial da capital para Ro-
ma no 1. de Janeiro prximo.
Versailles 12 as 11 horas e 18 minutos da ma-
nha.Os joraaes dizem que o Sr. Poyer-Quar-
tier, oa eommisso do orcament. propoz 450 rai-
Ihoes de novos imposto?, sent 60 sobre o regis-
tro do sello. 90 sobre as bebidas, 50 sobre os assu-
eares e cafs, 200 produzdus pela elevaco dos
direito- da alfandega sobre a? materias primas, co-
mo gneros coloniaes, raadeira e petrleo e 50 de
impostes diversos. O duque de Chartres eheg'U
hontem. O duque de Aumale volta hoje para lu-
glaterra. Os eonselhos de guerra anda nao esto
formados. Nao funeconaro provavelmente antes
da semana prxima. A idea de reconduzir para
Pans a sede do governo, e a assembla parece
ganliar terreno entre os deputados.
Versaille 12 s 7 horas e 30 minutos da tarde.
-*-Na assembla leu hoje o presidente urna carta
do principe de Joinville, que tendo sido eleito pela
Mancha e Alto Marne. opta pur este ultimo cireo-
lo. Poyer Quartier apresentou um projecto crean-
do 463 milhes de novos impostes, conforme as
ndcacoes que esta manha telegraphamjs. Af-
guns membros pedem que o projecto seja confiado
a urna eommisso especial. Thiers propc que
seja remeltido eommisso do ornamento, compe-
tente para conhecer d'estes assumptes D'este mo-
do se evitar perda de lempo. A assembla en-
viou o projecto eommisso do orcamento. Thiers
prope, qne para dar ura testemunho de satisfa-
ci ao exercito, a assembla assista a ama revis-
ta, que dsve realisar-se no domingo era Pas, em
frente da escola militar.
ALLEMANHA.

As tropas allemes j comee arara a abando-
nar o territorio do Sena. .
As retacos diplomticas da Franca com a Alle-
maoha vo em breve ser restabelecidas.
No parlamento allemo foi a presentado ura pro-
jecto para a iocorporaco da Alsaca.
Discote-se um projecto de lei acerca das pen-
sos militares.
Os oficiaos feridos receberam nm augmento de
um olavo sempre que o sold nao exceda a 900
Hulera.
Os sargentos e soldados invlidos sao ciassihca-
dos em 5 classes, conforme gravidade dos feri-
mentos. O relaiorio oficial suppe qae a guerra,
de Fraraca poz fra de combate 5,000 oficiaos e
120,(00 sargentos e soldados,' o qae ocoasiona uta
augmento da despeta de 13,288 mil tbalers.
A sesso do reichstag devia-se fechar no dia 14.
Espera-se com anoiedade o discurso da corda.
ProMra-se para os das 16 a 20 de juoho a so-
leraniuade da entrada das tropas victoriosas em
Berlim. '
Ei? como ara jornal faz o programa desta
f9SU : w
i Nos das 16 a 20,. aniversario tambem da Da-
talbu de Waterloo, devem verificar-se as fastas,
com qae Berlm vai celebrar a entrada das bos-
tas vencedoras da Franja, e creadoras do impena,
germnico.
< Depois das magnificas exequias pelos qaa
morreram nos campos de balalha e qne se faro
no da 16, as tropas reunir-se-bo no dia 17 no-
grande campo de manobras entre Kreuzberg
Tempelhoff.
f Entrando pela porta de Hallsche e pela rna
chamada da Bella Allianca em memoria da qanu
que tomaram em Waterloo, Welligion e Blacoer e
qae decidi a victoria, acamparlo n'am Iramens
circulo, adornado com estataas emblemticas da
guerra, com arcos e flores. Junto dos. quaes toe*}
rio numerosas msicas.

i
i. lU
-
'


r '
.
De^se mmenso circulo as tropas taarcbarao
pela roa. de Kuenisgpa-iz, recordad} lambem da
Crie victoria de Sadowa, at p--.ru de Braado-
go, o grande arco, copia do de Prpyea.
< Ootro inmenso circulo, que dep-.is servir de
sali de baile, sera construido no-r amado Squa
re de Paris, onde se far a recepto do*exerciw
trinmphal pelo imperador a pelos grandes corpos
do estado.
Dalli principia a grande via-sncra de Rerlim,
Tuter den Linde, que tem milha e meia de lar-
gura.
Toda esta immenaa-e magnifica avenida, cheia
de edificio no estylo romano, estar adornad,
alm de toda a clafg de bandeiras e trophens,
como numero incrivel de 1,000 cauces de Ud09
os calibres tomados petos alterases em Franca.
Arcos triaraphaes levantados por todo o commer-
cio ver-e-ho nesta atenida, de distancia em dis-
tancia, cora grande profoso. Mala de 100 bap-
deiras itrio escripias s nomes do. todas as bata-
lhas e victorias, hasteidas em masaros de ama al-
tara mensa, representando como que a historia
chroneloeiea da guerra, pois que nesses estandar-
tes estario estampados o leiegraannas olflciaes
dos referidos tnompho.
_ Aajante alas da* tilias que oram a avenida {
estn adorna Jas com fbres, e os seos magnficos
edificios terao ie da helissimas deoaracdes,
cute resptanlaemo p_or meio de brilhaotes illa-
Kiaa{Oes a gas. Estara all representados tedns
oas da prosperidad) e da paz. Ser como qne
ama expwsirjao brllh: r:il--n:i:: em gianJn encala,
com tribunas dispostas para cOros da ser&oraa e
artistas, no mi ao das ijaae* se elevar > tribuna
em qne estar a (Mperuriz rodeada das amas al-
lamias que mais a ajndarara no aux4to dea fe-
ndo*.
depois do ejercito tnuinpli.H pas-ar pola aca-
demia das artvs, pula uoiversidadc, *a seal, o
patacie imperial, a grande opera e o patocio do
principe herdeiw, entrar na belis-imt praga Lust-
rartea, cheia defrnpos artsticos de awinore, ende
cabem mfjbares e tmlhares de pessoas, a rodeada
pelo auligo pilteio,pela cailiedrai e pelo grande ma
sea de Rerlim, um dos primeir a lo inundo. All as
lopoes triuiupnantes das uatlias -sarao receidas
por ama estatua collossal da AUeraanha protese-
do o Rbeou. Qom urna das tMoe ampara e reeo-
tlhe as suas duas fillias ordi tas, a (sacia t. a !.
rena, a qaem ueste inomente o partametf > ger-
mnico concede grandes vantt$rns para favorecer
-i sua i-mc.'Ji-trt moral, depois de realisuda a sua
conquista material.
O imperador da Riuacre o-sen fi'ho negaram
a Berlim no dia 9 de junho, pera assjstirem as fes-
tas que se deve celeorar. 6 imperador da Alie -
matrtia espera va o seu visitante na esiarjao do ca
cmara ; o nao n^DtevaV n e> digo, nio d
mus na a sobra s*JH*f;u, mis creio q6 u
muito oppaTtuRt vara i CAraaca manifestir a sym-
pathia que sen pela. FnMp^lem nos referirmos
a aenhuma forma de fo*eWo, e paco a tojios os
,meus collegas, naerestejam ou nao ua prm*]eio,i
qus aproverteni esta opportanidado1, sem dat
passaf o dia da hoje, para ejpressar a nnsfa epi-
niao unnime ds sympiilhia pala Pranea.
Bm fluida perguntoa Hr. Raillie Oocorana ao
giverno se tinha recebido alguns despacno* ofiU
ciaes acerca dosterrivels necessos que seestava,
pascando ni capital daFranga.
Mr. Gladsioae responden :
Ojiando o mea digas amigo me abanncioa
f'ancmhente esta manha a intencao em que esti-
va de me interrogar, sobre esta'iaetXo, ^esperara
ep, qse qo lempo que faltava para a sessao receba-
ra algam despacho otBcial ue trtHnilisasse a
andedade da cmara; mas Infelizmente nao pee
hemos telegramma algnm relativo ai desgracdos
e horrivejs succwsos 4"e se esto passando^m
Parts. Nao me causa, porm, isto estraohesa, p,or
que compreheudo qno os representante do f/o-
ferno ingle nao qtieperai mandar noiloias sobre
esses acontec metilos, emquanio tio puderem estar
seguros da su certeca :
Pelo quese ple julgar pelos telegrammis par-1
licores, nao ollciaes, existe anda urna wjperanga
de que hija exagerado nes detalhes, ainda quo
s9)a para .'eraer qae a catastrophe taaha ch'gado
ao sea maior extremo.
Polo qne respeita proposta aprosentada pelo
mea digno amigo, nao ealriohu, quer e Uj ou
nao nos usos parlam.Aurs, qu., soft \ topres'so
creada por snecesos sem precedente ni historia,
lenho manifestado a commooao qu experimenta
iMni anejamente com todos nos.
I'eia mioba parta, nao lentarei aalillcar, com
QpMfoto alfum, as jircumstancias que tem vkt-
gaOo parcialmenta ao nsso coahecimtnto, e creio
itsr boa* pujes para issn, pols qne comprebendo
da modo'algnm satist^zer os senhinentos, qite op-
pnmera o oiracao e a mete de todos os nomeii-'.
Nao creio qne nesle momento cenvenha cmara
manifestar a sua opiniat; mas e mente certo 4a que nt ha am nico membro
desta cmara, iue, se com a esprassSo do sea pa-
recer patease dar o mms ligeiro aliivio a franca
nestas circumsracias in extraordinarias, nao e--
tivesse di para mauiestar as suas symfiaitna-.
Assim termimidi o [rimeire ministro,sando mni-
to applaudtdo. O negocia nao uroseguia, deixando
i>r con f^ao a reapelta da proposta e sir Roben Peel.
Xa cmara dos cemmuc*, o ministro do inte-
rior Mr. 8rc dentaron qae, na Inglaterra, o-
minho de ferr. Tambem chesoii a Berlim e priu- les deentrgr os individuos qae cusegnisem
tima hnra-^xfr a lei dn mipos, iml
Pfeteuunles ib, dhx i)V t'r;i a srbV'.apent
do debate, a discuts^ni tt votasserntam Mea
sessao. H
Os.abaixo asignados, chamados W'ieade-
v conservar. Ktas as prerogativfa cmara
popular, cjnoede:m aogovprno ama l oitadaao-
torisacao oara a cobranc* dos importo e obliga-
ram o poder i eonvocar em breve pra o os novos
eleits da m^Su.
A' bw's efflcaz, tjlvrz a qoica
testa lejaimaute an povo contr os go
ores des seos fepos e immunidades,
eonceder oanegar ao poder executiv
"das ilei.-QtaiVp, os mcarios uecessario*
e a adminJSracao.
* O* abanto assE;nadns Bsarao\ d'estt dimito e
no meio d preverco dos principios li erees em
assnmplos de gavera, inlgaram ini! spenstvel
fflrmar raals ama vei os direitos da ran e reeor
dpe de Gorlselukrtlf qne fei logo visitada pele
principe de Bismark.
A Allemanha torna-se a occapar do ducado
do-Luxernburgo, nue deseca anuaxar. Por acora
procura am pretexto para se mostrar descontente
com aquella pequeo paiz, e toda a imprensa alks
maa aomeca dizet que as aeitacoes de hosriiia-
de contra a Allemanna tomain no Lcxemburgo
cada vez mahr incremento.
' Pensa tambem a Allemanha em adquirir o
Heligolande, para o qua se eiiUliolaraRi novaman
le oegociaeiesi o Sr. 'Sladstone nao rauite op-
posto a e^te prc jecto.
O reicbsraiti austraco adoptan a mensagem
dirigida ae imperador contra o iratrinete Bihen-
-wir.. A crise miiiisteial esta poli francamente
pronunciaba na Ansina.
Durante a tfiaeussia da mensecam noitos ora-
dores tomaram a paluvra, nos pifa a iwnibater.
ouiros para adelT'nderem. ^Os galitzianas recn-
saram, o sea poto aos cnnsli'ucionaes. l'm dos
seus depatadoH, u Sr. Oze-kawsfci chei-a raesmo
a propor a ordam do da pura e sirnp.1:;-*.
Depois de-nm debate muito ao'madn, a assm-
b'At rejeiton a proposta da ordem do depois q urna maiurin relativ:inienta con-nleraveL
nUA e rraaJM.
O sammo pontfice pablieoa urna eneyeliea de-
clarando qsa de nenham modo piJia acceilar >
eoodicies legisladas pelo parlamento-italiano para
a sua existenala ei Itom, e "fizando largas consi-
derares acerca qaaes a cldade (oi occnoad-e o papa fol privado
uo poder temporal. O papa convida a bi-posa
iraplorarem o soccorro a o auxilio d Deus para
se restab&lecer a paz na igreja, e para que os seus
iaimigos se convertam.
O governo italiano annr.acia entretanto a
transferencia ntrtcTTil 1;i -.;ii-.-i! pSra Toma no prt-
meiro de Janeiro de 1871
Diz-se que a maior parte do corpo diplomtico
residente em Plorenca ja recaben i>rden< dos sens
respectivis gevaruos para acormiauhar a curte
quandofsr transferida para llama.
A corita pontificia Hmmacultda Concordo
entrn em TouIor com 6 mil francos para o.- pa-
ires de Paris e mnitos vasos sagradas para as
jgrejas roubadas pelos insurgentes.
Assegora-sequ o papa para nao completar o
lempo da ponlifirado de S. Pedro, tomara o nome
de Pi X. depois do sen amiversafie,
Coroeijou u. cmara italiana a discussao-dos
projectos lioanceirus' do Sr. -fielia ; esperava-se
urna traasaeco. A rommissao mantin as reso-
luoes que tomn, isto admiite a ni.vi emi-so
de 150 milhoes em papel, mas rejega a aova d-
cima sobre os impostas directos.
0 invern ezpedio ordena roa i terminantes
as anloridades acTninisirativas, leiativamente aos
refugiados franceces que se acolham Ironteira
da Italia. .
O re Vicnr Manual Tegressoa a Piarenca,
para aaaistar ao de*enla:e da crsa mnislerial, mo-
tivada a propositada qaestaVffinancera.
Os^depEados mini>itfriaps celebrara m mtiilas
reanioes ; mas to >e tinha anda tomado re-
solucio alosma. O Sr. Sella, ministro da fazen-
da, tinha tsi-tido a urna d'essas reuoioes, pro-
uovo pan", e era este que se estiva
pondo Um
discatindo.
O ministro insiste em que se fac a emprestimo
com o banco, e se proceJa a emissao de f mi-
lhoes de papel moeda ; mis pmpde ao mesmo
lenipo : !., qie s.i buxe 2 i/2 0/0 no augmento
das contribuioes direcus ; i., que o dimito d<-
sal seja aogmeoudo, de 35 centesimos a 68 por
kilogrammo; 3, que so applique o imposto sobre
as heraocas sem admi'.tir, como at agora, a de-
dcelo das l v,.: i -.
A imprensa tem protestad eargicameute con-
tra estas medidas. O .augmento do imposta sobre
o sal jalgado com a maior severiJade, por isso
qne ira sobrecarregar as class-e trabajadoras
pobres. A lei ia imposto obre as heraocas a
qualificada de muito pesada, qoando se applice
com a dedoccao das dividas, o qae far se se
adoptar a r^tricclo prop-jsU pelo ministra da
fazenda.
A opima) publica nao se mostra mnito dispes-
ta a transigir n'este ponto. Mas ha na cmara
um certo numero de depuraio*, que esto duvido-
os sobra a aiaaeira porqoe se bao de pronunciar,
por isso que qnerem a eodsorvacio lo minis-
terio pelo nenas al a iastalagSo do governo em
Roma, teniendo a crise se ebr-gar a rebenur
o'esta occasiao. '
O Sr. Sella j expoz o sen plano ua cmara, mas
nao fez d'elie que^to da gasis-te ; dis-e simpli^.
mente que tinha por fi.n redozi'-.u Aefcit a mni-
to menores proporr/les, esperando encooirar as
aommas qae Ihe ftlam para a sua completa ex-
tlnccao, no augmento de outros rrnjrnentos do
astado.
A crise foi deflaitivampnte addiada. A cmara
reailvea conceder ao governo nm crdito de 163
milfeoes par? attenders urgencia la artaalMade,
reservando para quando o par meato estiver e-
fabelecido em Roma a di cisso das medidas de
azeudas, proprias para remediar a situacao do
thesonro.
i.ngl CrMli.
Foi maito imprtame a esto da cmara dos
lords em que se tratou da trtaacfci da Franca.
Sir Roberto Peel comecon dizeodo que a qestao
qae ia apresentar nn e^t.iva em harmoai* com a
marcha ordinaria dna lab tes. mas uem por isso
deixir de reclamar a iidulgeneia da cmara,
jalgaodo de antemao que merecer a a approvaeo
. quando se conhecesse qne se referia aos tris-
tissiraos saccessos que .-e estavim passanJo am
Paris.
A assemhl applaadio as palavras de sir Rober-
to Peel, o qnal rootinuou :
< Pergunto as meas eoegas, tanto aos da
maioria, como da minora, ss anda nao era lempo
oppsrtano para a cmara manifestar a sua sympa-
thia em favor da Franca, nao por esta oa aquella
forma de gavaroo, mas pela naco franceza; pelos
funestos aconteeimentos que nel estavam lendo
logar. Os mais bellos m.aumentos da Pranea
ftram... (algamas vozes : ordem) Senhores,
Ponto vos se opportuao qae acamara...
: ordem I) ,
O presidente declron que o orador esteva frai
da qnestio, mas o orador prosegua:
reragiar-se no sea territorio, applijanda a lei so-
bre as exlradicoes, havki de decidir se os delicias
qua se Ibes impiKam ^o de natureza poltica ou
criminal.
O tratado de extrsdieran entr a Franca e a
Bglaaerrn de W43.; e Wunao elle os crimieo-
sos refajriados em Inglaterr nao polem ser nb-
jecta de lentiam auvid-.. o acensada e resolvido se odbeto
de jue e eccusain crime ou delicio poltico.
POBTDOAt,.
Em 13 do frrenle escreve>nos50 correspon
dente de Lisboa :
O desaceordo entre a maioria do gabinete na
qnesto dos privilegios do banco e saciedades
anoaymas, (terreno encorecadlo em qne a Caraira
ioi pres so comprom-tten rnoralraente e em que
o gabinete impensado a aeomnMBoo) den de si
urna crise bem prnnnnciada. Podia-se resolver
pela retirada do ministerio, pois tres dissotitce-
ets menos de qoatro amos, quando a Europa ce-
ir*! est anda am urna sitnacib nial definida, era
urna imprudencia, unb.ra |ir.-indam coral-a com
a pretexte sabido de s-r prelbrtvel ao aabiirio da
predicativa do poier moderador, o appellar par^
o -iilTragio, e rteirar o pavo decidir na orna o
pleito, e resolver os conflictos, lsso-e bom em'
tneoria e quando ** trata de ^mar bem a pulsa
ao paiz u'uina que>tao de principios qae-um mi-
nisterio porventnra se Ma\ O -caso porm nao
tinha til magnitnde nem t'mpurladea. O que
cumpria para naodeixar snpitsmar -ada v?z mais
o tystema, era nao lancarmais a machina eieito-
ral, que tanto a podem ir estafando e liidibrianla,
que um dia a queiram para salvar as instilui.is
fundameniaes, e a encontrera j de todo despresti-
giada e lOMll.'l
* OisOlvea-se, pois, o palramento a 3 do cr-
reme, devendo.a eleico geal fjzer-se a-9 dejulho
pmcfakjK-------------- ------
- Parece qae foi esse o principal motivo de ter-
so a-liada para 29 de agosto a grande festa naci
nal da trasladarlo solemne e triumphai das cinza-
le Vasco da Gama para templo dos Jeranymos
E a proposito, antes que esqueca, Jirei que a
Academia Real das Sciencias poz a caf:nrso a
melhor poesa que se aprsente para ser recitada
ri'efsa occasiao solemne^ e alera do primeiro pre-
mio pecuniaria que reserva para esta, destinm
outro premio (segando) para o poema que obliver
as-honras do aceesxit. Urna e outra pee* serio
impressas p!a academia, tendo os amores direiki
i melada da edico, ou mesmo a toda, o qae me
nao lembra agora.
Caniinnaudo, porm, eom o que respeita a
poltica, direi que ^rnente se trata de eleicSes
desde a capital at s aldeias mais sertanejas.
fi' para muitos um commercio i ratalhi, em
que as cnnscienclas de mnitos tem a sua cota ci
como os fundos pblicos; para outros, especu-
larlo de mais elevado alcance ; para alguns, raros
talvae, urna occasiao de saorinearem nos aliares
da patria soctgo, prazeres, qnilacao, e mesmo in-
teresses.
O partido reformista publicon no dia 7 am
manifest assignado por lodos os ex-deputadns
qne constitu ram a maioria do governo (19 ,-ava
Iheiros) e que Ihe retiraran o sen apoto por ul-
timo.
Aoer.ar de muito sabidos estes manifest* e d-'
viren puasi toda* bater em lagares communs qie
se adeviiha.n rm-smo antes de se lerem, acbo e-te
carioso e bnstaute para se conbecer do estado
da situaba.
Aqm va, portanto, este documento, qae nao
dexa de certo o staoineie no mais bello campo
diante da opiniao publica : '
Os abaixo assignados, deputados na ultima
cmara popular, nao piera eximir se ao devar de
manifestar em breves termos aos seus eleitores e
ao paiz qcal foi o seu procedimento parlamentar,
e de tornar patate a pe*ada respan-ahllidae dos
que provocaram e acauseihiram a nava Jisso-
lucao.
* Os ab*:xo asignado, interpretando fielmente
os deejos do paiz, esforcaram-se por-pie o gover-
no aeudisee com promptas e efficaes providencias
a melhorar a actual situara* da fzmia publico,
revsndo-se cailadosamenie" o orcamento do estada,
eliminan Jo-e as verbas matis i u menos necessa-
ria', e repar:iodo-se por igual o sacrificio eutre o
governo pela reduecodas neaaetaa nacionaes e o
povopela sensata iraposico de equitativas con-
tribuicoes. ,
Parecendj-lh'j que nao seria aoenas llnsnra
a sinesridade ref .rmadora do governo, os abaixo
assgnados anveram-ia de perlarbar com iaci
denles polticos a mar-hi do gavera,, e j as
commisees, j nos debates da assembla coope-
ra ram analmente para que se che.-asse a effecluar
vaboias r.-dueccSs nos gistos pnbifo. e se fl-
zessm ai adininistrai;o provHiio-.aa modideace-.
O governo, porm, apparentaodo apenas o
zelo do bem publico, foi pou-',o a poueo re vela nd
qne Ihe eram desagrada veis ae doatrioas do re-
forma e as pra ticas salutares de economa.
t Apreseataalo apreciaco do pariaraeoto
propostas tributarias, que levaataram contra-si
reclamaci3ej universaas, e abandoaandoas, sem as
snbsiuuir nem emendar, dexoa ioteiramente des-1
amparada a gravsima qmrstao da fazenda pab-
es, em enja solacio se1 diesera eafpenhado e re-
sol a lo.
Tando aceitado as commissoes algamas re-
duccois no ministerio da marraba, negoa-lbes o
vetar.
< E lanera i eonta dos representantes da na
a cmara dos deputados e
qne
fpos kiva-
Idtrjto de
I neto voto
rvieo
inJopen
opiniao
esolnta-
m o sea
ara pa-
maeto,
f,que
alsa da
nln a
appel-
dolhes
xclnsi
a ex
depa
disso-
W ei-
der aos poderes politkso a separado
densia das snas artrmu9oes
Os abaixo assica^das, inspirados pe
geral d'este paijt, despjavam ;
Qae o govMflo cpminhasse Icol e
menta i frente das reformas, e qne
eXemplo e energa acordpanhasse a t
paiar;
Que se e^amiavse nrrigisse o op
cortando sera besitacao s suas excree
pesam sem neohuuia ntilidadesobfe a
aaeio;
Qae rednzida n despeza peblica,
3eniiitt:ss a oroaWie o bom servio,
lossa para o patriotisme dos cidadaos, iio
uovn? sacrificio-i, que nao lusnm onarar
vamente as plasses monos afortunadas,
mir ao< encargos pdWicos os cidados mjis opu-
lentas itn as inais poderosas arSaciacSes.
fsta quena o paiz ; isto pretendiam
talos. ,
_tgoverno professavaortras opini5-s.
lucia fal a pena itrtposta i independencia
visroe.
A cmara f.ii dissolvida :
Porque esurva determina la a disentir o orea-
ment ;
* Porqne nao condescended era sentar do im-
BOctu alguns Suncos e campanhias ;
* Jorque yol o a extmecio dos cargos dispen-
diosos a superfinos ;
Porqn-j nao qniz deslir.nrar p!a complacencia
com o poder o mandato qoo reciben para refor-
mar e corngir a fiz ni e a adimnitraija*.
Os abaixo aMtgaaaloa tem, poi^, a consciea-
cia de ter cumprido dignamente o seu dener.
Cabe agora ata eleitores fazer respeita'r o dl-
reito da naci.
Lisboa', 6 dejanho de, 1874.
E', poriAntn, o relat-.no on expoMcio dos
motivos qae determinaran! a maioria a separar-se
do gabinete.
Quaes foram, porm, os q-ie levaram as duas
parcialidades historien e rrfenerador* dar-lne a
mo nos u'inas das da sosia legislativa que fin-
doa. bisa que atad* os centras regenerador e
histrico na foram >ervdos recelar ao raspeitavel
pabico que os adnir.i t. vai ser o jmz da con-
tenda.
Estas el^iooes biio de paracer-se enra indas as
eleiroes que lemas nde ; as autoridades adminis-
tran v.n, mu Jadas exprassamente para fabricar
deputados, fazern o qae ntem ; e os qae au pu
Jerem fazer, fa-los-ha a opjostcio. Xas arcadas
do rerreiro do Paco, nos corredores da secretaria
do reino, e do gabinete do niarqnez d'Avila eBo-
lima enxameafn os pre'.endentes ao sulTragio dos
eleitores (!), que realmente muito mais commo-
do ir alti pitear a brujas enchutas, do pie andar
solicitando pelas aldeias montes e povnados, co-
nbpcendo das necessidades locaes, e inspirando
conllamja ao povo que no mais ampia al de sua
suberani. lera de eleger a 9 do mez quj vem os
salvadores da patria
Nada dista aovo; nma carcomida enrrup-
ci jue nem a o manos ten o mrito da originad-
dude.
O povo, prnpriamente dito, indifferciite. Vai
s romarlas, acampa ida as-prncissS^s, epaueja-se
as fera^, diverte-s a sea modo na vespera de
Santo Antonio, de S. Joan oa] de S. Pedro, pova
as pncas de miras, falla tres diw no accessu
de repentino elfecto com que Madrid acolhe iras
rapazes portaguezes qae all "vo asrovei
fMtuiaf-ao qae Ihe envi >n pela manilted?Sb*
or.e: e loiuj'1. de Parts aos omrauaistas.
c Nesle momento nada mais me occorre de
imprtante. As ipscripr/Ses sastaoiim-se a'34. %
Era 13 accrescenla esse im&i correspjn-
denle : -i
' Parte oo Lt-Plata para o Rio de Jan.dio, o
Sr. Francisco Romano Sanches aaeoa vis^imle-de
Sanches Baiena) a liquidar naquella f-raca nego-
cios de sua casa.
Dexa em va da pnWicaco, urna, nbra impor-
tante sobre herldica, fleaodo o ao amigo o Sr.
Innocenclo Frsncisco da Silva, ilustre autor do
Drceionnrio Bibliographtco, enrregado de supe-
rinteuder a edicao. i
Modelas los lista (ios-I nido*
Por va de IJ^boa recebemos .as segnintos :
Hontinnam naquella"repuhlica coma maior
actividade os nrep.arativos pan a eleicio di pre-
sidencia. O candidato qua por ora canta com
maiores probabilidades o actual presidente o ge-
neral Gran t.
eve estar concluido no Io de jnlho o ra-
jiumento nacional que se est construindo no er-
mitao em lionra do- 'presi lente Lincoln.
O juiz do 7* districto juiicial do Kentaky
declarou ao grande jury qae se deve admiiir a >
negros o sea testemunho n.os investigacSes judi-
ciaes, por isso que os negros sao boje cidados, e
lam relio de votar.
Deve-se celebrar em S. Luiz, nos fins de
seiemhro pr.ximo nma convenci nacianal de ci
dadSos de cor lov Ksudos-Uuidas para'tomar em
eonsideraco'o que necessaro faser para edn-
car as nussas de gente de cor para que possam
collocar-se altura que con'm na quattdade de
cidadio da repblica.
bnns
tarse do comb.io precos rednzidos, commenta
por alto as atrm;idales dos incendanos da cem-
muM de Pars e as atp>ciJades igailmeiile es-
pantosas dos ardeirns de Versailles; -se Ihe dio
irai
volta muito soregado jwra o
Kr^^
rio o desacc.-.rdo entre
o poder executivo.
Pretenden obrgar a cmara a consagrar eom
o seu toto esccepedes e privilegios qne ornavam ira
manes Je imposto, algaas bneos e eompnnhia*.
Eimpofov igaalmsnte a desharmonia eutre a
cax .-a e o governo ao espirito partidario da msio-
ria, nao se leiObrando qaanto peraute a coascien-
cia de meitos, seria ajustfJcavel a isencio eo tri-
buto a opuieoia c imoanbias na mesraa oeeasiio
em que o governo proponba tribuiar os qae eatre
as elasses mais pobres e desvahdas, apenas ga-
obam para manier ju penarla, ama vida atribu-
ala e mise-avel. a
Negando-se abertaraeote a deixar m>cniir e
ex.minar a receita a d.-epeza doesiado, pri-
meira e fundamental dbrlga..tio doa mandatarios
riopulare?, protegendo cora a".Mia obstinada resis-
e no dia seguin'e
seus misteres, com tanto que Ihe nao pecam nem
mais um ceilil de impostos, qne aesse caso entao
que se meve, representa, grita, e usando do di-
reito de peticio, abusa aroeissimamcn!e da faeul-
dade de estropiar a grammatica e de fazar gemer
a rhetarica nis columnas ollciaes. do Dinn.
Todava, fez aqu certa censncaa .i 'emana
pa-sada, um artigo que ha cinco on seis dias pa-
bheava o Dhrk Popular, a rejpeno das aperan-
as qne vai nutrndo a reacco desde que can
didatora ao throno de Pranea'se aprsenla o conde
de Cbambord de accordo cora os principes de Or-
lean*.
Se o conde Chambn! triamphar. i\t aquella
folha, tempa neces-ariaraeste na Enropa um pe-
riodo de reacio que uao se limitar a levar ao po-
der os partidos con-ervador- s.
Ha de tender fatalmente a auxiliar em Hspa-
cha o partido carlista, e em Portugal o miguelitta,
sem que se Ihe opppnha de certo a Prassia, enjo
soberano,_ para comprimir as aspiraees liberae*
dos allemaes, folgar de apoiar se em ovemos re
accionarlos estibelecidos as outras nacioes da-]
Europa.
A morrarchia hespanhola appoia-se apenas no
panida progresista e v-se ameacada pelas re-
publicanos, p-'los carlistas, pelos isibelnos e pe-
los montpensieristas. Qualquer impulso qae venha
de Fradca ple derrabar a nasceme dymuastia
juliana, que nao est anda bastante robusta para
resistir aos embates Jos partidos. Quando a si-
tuarlo da Franca se detioa claramente, nao de-
vemos admirar-nos se, de.nm dia para ontro, vier
de Hespanha algama noticia sorprehendente.
Entre o- facto que n partido migueJista,
apoolado ja por alguns elementos liberae* traba
iba activamente. Ao qae se diz, tem um centro
forte-nenie constituido quo faneciona permanente-
mente, drspoe de abundantes uleros pecuniarios e
tem ramifica(;oes poderosas as provincias do
norte.
Afrmase qna delegon algans dos sens mem-
bros para irem conferenciar cora principa !).
Miguel e accrescenla-se, qne em breve publcala
um manifest hbilmente religido, prometiendo
que o novo soberano desistir da lista civil e con
celera mais ampias liberdades, qne as conferidas
pela.carta e pelas leis della derivadas, a
Concias o citado jornal mostrando quao er-
rado foi o conseibo qae sedea ao soberano de
optar pela dwsolucao das cortes.
Eus tendencia* para a reaccao mencinalas
rio artigo de que alguns estricto* flz, mais se re
forcam com a odimas noiici.s de Franca de se
ier orga2isarto na Venda e aa Bretanbaiim mo-
vimemo legitimista, a que vai dar margen a no
vas coflapracoes. .
vi HlJdias hoii'e aqai em Li'bos, no palacio
OS COndo de i. Mjmuu, U7I, rrtlln,.. ( ,.,-!
gaos jornaes ultra catholi;os fazem e!e.var a 2,700
Mansa) e oode fei decidido ir ama depntacao felici-
tar a Rooi osiraimo pontfice pelo seu 25'anniver-
sirio de pontificado. A eomraisso ooraeada j
parti e muites peaaoaa da aotiga nobreza do rei-
no foram ao caminho de ferro acompanhr os
commissionados.
Ora, nesa renno, sobre am discurso enr-
gico do Sr. Carlos Zjferlno, Pinto Celho, deci
dio-se ir uraa coramissio felicitar em nome da as
sembla o patriareba eleito de Lisboa pela pasto
ral que ti vera a cora geni de publicar e que deu
lugar a fio diversos e acalorados eomraentarioj
na imorensa e ao parlamento, e qne se nao deu
de si a interriipcao das relacoes diplomticas com
o governo de Italia, foi porque o actual embaixa-
dor, conde Oldoin, teve instraccSes mailo espe-
ciaes para fechar os albos aquella documento
rei de Italia eram ata-
X'otrdas do snl da i.nper'o.
Tambem amanhecen hontem fondeado na lama-
rae o vapor ingle Onuiia, trazando datas : la
Rio da Prata a> 17, do Rui Grania do Sol at W,
de Santa Catharina at 20, do Ro de Janeiro at
23 e da Baha at 24 do crtente.
RIO DA PRATA.
O gnverno Orisntai tornuu a abrir as porta* da
repblica as procedencias de Bnenos-Ayres, Cor-
rientes e P-ragaax, sujeitando-as apenas s medi-
das de precaucaa que a junta de saletivesse
por prudentes.
Em Buenos-Ayres cantara-se um solemne
Te-Deum em accio de gneas pela ce3sario da
epidemia, que apenas fazia urna ou outra victima
anda.
(anata caoital vio eraprehender-se obras ava-
hadas era daa milldss esterlinas para melbora-
mento do estado .aniario da cidade Esperava-
se que o c'ongresso pudesse abrr-se deutro de io
dias.
A linha teiegraphica 'transandina adiantava-se
rpidamente para u integ-ior, (endo sa cni assentar o cabo qua deve atravessar a nev da
cordilheira. Havia tranquiihdade em todas as pro-
vincias.
Bm Montavii; a commis*ao nomeala para
tratar com os blancos sobre a pu, anda no da 17
tinha ti ti. com u presidente Baile urna conferencia,
em que nao Hcaram de todo resolvidas varias dif-
(ku'dades que surgiram, pel que nao sabio a
dita commissao a eucontrar-se cora dos contra-
rios, dizeado-se apenas qae esta entrevista sena
em Canelonese contionaalo-sea eperar qae com
boa ventada se superara n os obstculos uotMHto*
ao congracam-nto dm partid s. Um telegrim na
de Buanos-Ayres anaonoia qtu o general i) IJir-
tholomeu Mitre na i ira a Montevideo, como s-
bavia propalado. .
Havia fondada* e*peranr.is ds que os esforeos
do marques da H-ral .)se|ims-em restabeieaer
a paz na repblica do Uruguay. Enbora se ijr-
noras-e o qua fereneias qae elle naba tila com o presidente Bi-
tle, o fact i desta havar aonuidoa no mear coran"*
sanos que se entendessern com ss flameados pelo-
chefes blancos, provwvamque surepaiavam aceita*
vt-is as bases, propostas, e taes qne sobra ellas po
diam abrir se negocia-Ges. Era sem dnvida u-n
grande pasao.dado par# a paz que por todos era
agora ardeotemente deeejad*.
EntreteBlo pro-oguiam as correras dos dons
partidas em armas, mas quasi sem se hostili>a-
rera.
_Os blancos quando entravara em algaraa pavoa-
ciu cobra vara as coat ibiico*s, direcus, mas ras-
rauaip. Po |ihib a palio paiem
coniarse com'liraapat prxima.
O governo nrienta! obteva das cmaras a s lici-
tada autorisacio pa/a cootrahir um emprestan,
de (iialro milhoes de pia modilicarfles qaanto aos impostos que devem ga-
rantir o emprestimo.
RK GRAMOE do SOL
A capital o> provincia de S. Pedro ci Sal
chegara o Sr. John Mac-Gmty que durante um
anno perraanecea na Europa, unde eootegom or
ganisar a eoupanala que tem de levar a effeito a
construccio de e.-lrada de ferro i-ntre aquella capi-
tal e Hambarges Berg. Chegarara na mesraa oc-
casiao nm Jos directores la mesraa companhia, o
:>r. James Renoie, e o eogimheiro que coniratou ,
construccio da estrada, o Sr. Walter B. Smitb.
Caosiava que os planos das estudos definitivos
iam ser apresantados ao governo da provincia, a
qae em breva seriara inaugorados os trabalbos da
linba que o emprezano coota fazer funeciouar den-
tni de um anno. ,No Rio-Grande, o numero rieac-
?5es que Ihe linba sido reervado foi promplamen-
te tomado, sendo o valor da priraeira entrada, na
importancia appraximada de 6O:0O0, re.-olhido
ao banco Mau A C "
No dia 13 do crrente o Sr. coronel Felicia-
no Ribeiro da Almeida, prestara juramento, peran-
teo viee-presidentedaprpviacia, do cargo de com
mandante superior da guara nacional dos muni-
cipios de Al-grete e Uruguayaaa.
flviam ebgado bordo do vapor S. Chris-
lovao, procsdant-'S de Haraburga, 78 colonos com
destino diversas colonias da prftViacia.
Saicidara-se com um tiro de pistola am me-
nor, eseravu di Sr. Domingos Martins Barbosa.
No Uia-Grande principiara a publicar-se o
Tempo, jornal da tarde, de que redactor o Sr.
bouvea Pacheco
w No da 10 do corrate seguir para Jagtii-
rao, a bordo do vapor de guerra dpa.'o Sr. bario
de S. Borja, cimmatidante das ar.na-> da provin-
cia, acompanhado pelo Sr. general Salustiaoa.
O date Zatony, en viagem do Arroio Velha-
co para o* porta ;> RioGraade, perder se total-
mente no bae Guaraxaim, na Laga dos Patos,
saivsndo-se felizmente a tripolacao e a familia do
flnajio Jola Luiz Manteiro, qae nalle ia da pafsa-
gem.
Havia do i piqae> a galera americana En
tirpe, 400 milbas ao sal daqaelle po-to. Eis o ua>
a seraelhante respailo comrannici ao gnardamr
da alfaodega do Rio-Grande o respectivo Mu-
dante :
Illm. SrCurapre-me participar a V. S. que'
hoja, pelas 8 horas daimohia, entrou a barra a
lancha da galera americana Enttrpe, que, tundo
sahido de Cnllio de Lima a 25 de abril com des-
tino a Falmontn, no dia 2 do correte urincipiou
o navio a fazer gpa, e no dia 4 o capnao .'ieorge
\V. L>acb e vio abrigado a abandona-io na lalim-
U^Lt^rSmZ '"?,<>'- IL, embarcndo-
se elle cm 16 possoas aa dita lauca e o r> pilo
to cora mais 8 tripulantes em nm outra bote, quo
oas diis depois perdern da vista.
Hontem tarde; viudo a lancha bastante per-
da costa, pederm ver dons cavalleiros ua praia
e entao uro dosmarnneiros anrou-se a mo
ooTibioacao com o dito capitao, e dando em ierra,
Ipi tomado pelos cavalleiros, dos quaes um o re-
Obea na gurupa, e viuha ella na intengi) de sa
wr aonde sa achavam, visto qae ha seis dias nao
radiara fazer observacoes que deterramassem sua
rosicao : nao sabendo, porm, o captio o destiao
que levou o dito marioheiro, por nio poder a l-
ala ap,;roximar-se trra, pelo muito mar que
tena na cosa ; suppoado estar elle j recolh Jo a
Kta cidade.
Eotrando a noute. navegaram sempro ao cor
rer da casta, e baja tiveram a faliciJade de atraj
ebegar. Junto a relacao de lulo quanto veio, e
SAXTA CATHARt\'\.
, 7\'esla proviucia foi uuuvoead.i a nova assetn*
olea provincial, de couformidade cora o- disposto
no an. 14 { do acto addicional constitoico,
a marcado para a eleicio dos seas inerabros u Jia
i de aovembro desta anno.
MINAS-GRRABS.
Lemos no Pharol em 17 do corre ite :
Da freguezia de Simio Perejra uos comm'j>
nicam o seguinte fa;to :
iNa1 noute de i i do crrante, s II oras, poa-
00 mais ou menas, estand) Domiogos da Silva
Dnarte, homem a quem faltava o braco direito,
sentado no bahio de sua loja, foi accommettido e
ferilo com nma facada na barriga e outra as
costas, por nm italiano, earpinteiro, segundo dizem.
Os ferimeoias erara graves e nao podendo
comparecer mdicos, por forca maior, esteva o
rrisero Da arte desie as II luras da noute le 14
a; s 9 da manhaa de 13, sem receber os soccor-
ros da scieocia, succumbinlo 1 hora depois de
medicado.
Quanto ao assassino, al a hora em quo nos
foi cummunicido o ficto, nao havia sido preso.'
s. PAULO.
Fallecer na cidade de S. Piulo o actor Jos.
Victorino da Silva UeVtdo.
-Acharase matriculados as aulas maores
da /acaldada le direito 194 estojantes, dos quaes
72 di corte e provincia do Rio de Janeiro, >') do
S. Paulo, 34 ale Minas, 10 do Hia Granda do Sal,
> la Rahia, 4 do Paran, 4 de Goyaz. 3 lo Espi-
rito Santo, 3 Jo Pernambuco, 3 da Sergipe, 2 de
Sania Catharina, 1 de Mam-Groo, l d Alag!<<,
1 do Cear, e l da Blgica.
RIO DE lAMrmO.
Eiso rosumo dostrabalhos do senado.
Foi hontem (i!>) lito, no senado, e licon so-
bre a meza para entrar na ordem dos traboIbM
o seguinte projecto do Sr. Leitio da Cunha.
A assembla gera I decreta:
. Vi- 1." Para o julgamento das ean*as civeis
a maior siaceridaile s dctnanstrni$ didas por
iiiuu-.is cqrpis deliberantes e guVe'ruos do mando,
congralalando-se pela victoria da causa da elvi-
llsacao da sociedada sobre os hediondos resol-
tados da anarchia e do commnnsmq aa capital
da Franca, qne acaba em lim de ser resiituiJa a
ordem c a libirdade.Pereira ia Siloa.
Entr.mdo-se na ordem do rfu, a cmara ap-
prevau em 2" discnssaa o an. > do pr.jecto, de-
terminando que dos vencimeato dos magistrados
vitalicios, qcr effectvos, qur aposentado-, se de-
duzir um dia em cada mez, iflm de formar -se
o monto-pio para suis familias.
Approvou em seguida o art i do mesmo
projecto com os f e 2, depois de alenraas ob-
servacoes dos Srs. Alepcar Araripe e ll-.'uriques.
i Os art*. 5" e 6' fbram se-n dt-baie tambem
approvados.
Approvoa mais era 1* disrossi) a presta
do governo quo flxa as forcas de Ierra para o an-
no flnanceiro de 1872 a 1873.
Em ultimo logar oecupoue com a 1* dis-
cussao do art. i da propostafdo governo qne fi-
xi a forca naval para o mesmo anno flnaneeiro.
Oraran o; Srs. Sdva Nanas, baro da Laguna e
ministro respectivo, fleaudo a disca-slo adiada
pela Imra.
Foi mosa seguiole n:ctiflcacio :
Algn apartss qae dei a respetto do eslado-
niaior de 2' clae do exarcito nao foram apaoba-
dos com ewetlla>. Restabalecerei todo o aaeo
uensamento na di-casso.-.l. Fi^icira
Na caara dos depuiadas hontem (2) loao
depois da Idtura do expedintelo Sr. J de Alen-
car, requeren* argescia, fondamenlou o sa?gin-
le reqoerimenta, cuja discussao llccu adiada por
t r pedido .vpalavra o Sr. ministro do imperta :
Requeir.. -iiie ia pecam ao goverso cnpms das
represeniaroes dirigidas ao ministerio do imperio
contra o decreto o. 4,67o do 14 de Janeiro de
18/1, e que sajaoi remettidas coma refreseota-
caai los a>stodanls da
e a-rime* em segunda instancia crear-sahao, alm '^'.'"' ^?,fe" "a 'K[3 ]".,te mtdlcina.
,i5J UiO^ .......... A cnmissao da mstrueva) poMiea. n
las relacoes existentes no imperio, mais seis, seu
lo os respectivos Para e Amazonas ;
Maranhao a Piauhy ;
i Coar a Rio Grande do Norle ;
Pernambuco, Parabyha e Alagoas;
Baha e Sergipe ;
i'aJrte, Ro de Janeiro, Espirito-Santo e Minas,
m S. Paolo e Paran ;
Rio Grande do Sul e Santa Catarina;
Goyaz ;
a Matio-Grosso.
Io Os raembrojda relacao da curte finara ro
duzidus a 13, os das relacoes da Baha e Pernam-
buco a II, os da do Maraniio a 5. As reboas do
Ptr, Cear, S. Panto e R> Grande do Sul se
coinoor.-. de > mamoroscada iuia, e'i< de G'yaz
e MatoGrosso da 3, desiribuindoe pelas rwa-
ces novamente creadas os membros exceemes
das que ora exisiem.
2.* No julgamento das rausas civeis e cri-
minaos pelas rslacdua do impsrio sa proceder
pelo moda seguinte :
As pronuncias e recurso' destas serio profe-
ri los palo deserab.irgidor, a quem for destnbaido
0 falto.
jaiz da pronuncia nao tica impedido para o
julgamento.
_ As apyallacoos e revistas civeis e criraes sa-
rao sempre vis'tas e julgalas por tres deaefobar-
gadres.
Os julgamentos das crmes da r.>sponsabibda-
da, ordem de haietu-carpm, prorogaeio de inven-
tarios aggravos, serio alecilidos por tres juizes,
sen-Ju um relator com voto e dous sorteados.
Art. 2." Picara revocadas as dlsposi.oes em
con:rano.
Foram fuccessivamente approvada era 3J e
2' di-cussao cinco proposicoes sobra pensos; a
em 2a discussio a proposico anornvaado o decre-
to que leu privilegio a Jorge Cnristiana Giobert,
para preparar itxtractum camis.
Prosegua a 3dis;ussao da propnicao rlati
va ao prolongamento da estrada de ferro de D.
Pedro II ; e licou addiada por dar a hora de pas-
sarse a 2.a parto da oidem do d-.a. depois deori-
rein os Srs Ribeiro da Luz, Cunha Figueiredo e
S u;a Franca.
Coutinuou a 2.a discussao da proposico acer-
ca da reforma jndiciaria. Orou o Sr. Nabuco, e
li-.-ou addiada pela bora.
_ O senado approvou hontem (20) em 3' dscus-
sai tres-proposicoes sobre penses.
Prosegua a 3 discussao da propona do po
dar executivo com as emendas dos Srs. viscoudo
r p Oinhit>a, On^nlBuJu xa-crcdtro Pompeu fundaraentoa a seguinte snli-
33 000:0005, para o prolongamento da errada dt
ferro de Pedro II.
0 5r.
emenda :
Nos estud >s de que trata o 3o comprehen-
de-se desae j o roeihor trago de urna linha far-
rea da capital da Cear cidade de Baturile ede
sea futuro proloonament. a ci lade do ''.ralo.
Orn o Sr. Fernandas da Cunha e lcou a dis-
cussao adiada pela hora.
a PaasaoflO-se a 2> parte da oro'em do da, cam-
tinuou a 2a discussao do art. I do projeciu da c-
mara dos deputados eom a proposta do ooder exe-
cutivo sobre reforma judciaria.
Ornu o Sr. Sayo Lobato e fico a discussao
addiada pela b'.ra.
Montera (22) o Sr. bario de S. Lourenco jus-
tilicou e mand-.u mesa a seguinie iudicaco, que
sendo apoiada, entran era discassao, fi jando adia-
da depois de ter orado o Sr ministro da fazenda :
Qae o senado acorapaaho a cmara das Srs.
depniaqos na manifestacio do sentimento de hor-
ror contra a auarchia slvagem e sanguinaria que
acaba de destruir a mais bella parte da grande ca-
pital da Franga, conffraiulando-se pela victoria da
causa da civilisaco e al dos principios do chris-
liouismo.e mandando consignar na acta da pie
sent sessao esta solemne declaragao, o mais que
espera do governo a adopaao de providencias acer-
tadas para evitar o porigo" da entrada dos autores
dallo revolantes a neniados no imperio, coma
exigam aseguran;.! a civ lisneo, e como lern pra-
tlcaalo as nagosciviiisadn aa Europa, t
_ O senado adaptua hootem (22) em 3a discus-
sao a propositan i)ue app/aiva a peaso concedida
ao brigadeiro honorario Dr. Francisco Puheiro
bunniraes; a approvau em 2a discussio duas pro-
posicoes sobra pansoas aas soldados Virgolino Jas
de Sarapaio, Mantel Simplicio dos Santos e ou-
tros.
Entrou em 3' discassao com a emenda do Sr.
visconde do Rio Branco, approvada na 1', a pro-
posta do poder executivo, caracedendo o crdito de
Oesjo concluir eom ama proposta. Aeato aiteneia as prodigalidad-1* do orgaineolo, velo k al-
m qae o sen governo e o
cadoscora violencia de Iragnagenj pelo lastrabujJs objectas fa'go acJnTpaoViTpemlaardrJose
prelado. J.ymundo-de Ferias.
c De todas estas cirenmsuncias reunidas liram
or areispices da poltica fatdicos vaticinios e co-
mo vem ainla la, fra os horisontes roalto carre-
gados, nao i jvdam snppor qne enire nos se tra-
ma poderosamente uo sentido anti-dyoastiee e se
aguarda o primeiro ensejo favorave a ama res-
tanragio oa eoasa qne com isso se paraca.
A' parta?as hyperboles..... oque datnio
se eolfige, qae o re de Porragal nao fol bem
aeonselhado a dissolver, novamsnte, o parlaraea
to, porqne o systema coastitucionvl ja muito gas-
to a sopb stieado, arrisca-ea com e.Ves salavaaeos
a df*seonjaniar-se de todo.
t Mr. Pavre maadon ha poevoos das" nm despa-
cho te!agr.ipmcoao ministrada Fringa nesUodr-
le, pai agradecer ao governo portagae* acon-
:id,000:000 para o pralonamento da estrada de da 8arda uacional n. 41 da provincia de Pe
ferro D. Pedro II buco, Miguel Palentino Pires Falcio, para e
O Sr. viscoode do Ro Branco fundamentou ** fnnegoes de majar do mesmo baialhio.
a seguinte emenda substitutiva dos arts. 1, 2 e 3a:
* Al E' abarlo ao governo ura crdito ale
20,000:000d liara compli-tar a 4' secgao da es-
trada de ferro D. Pedro II e prolongar a mesma
estrada a! a Laga Daurada na provincia de Mi-
nas-Geraes.
An. 2.
para :
l. Contratar cora as cmnpanliss das estra-
O governo fka tambem autorsada
I r* ^1 7 <*> torrente o subdito italiano An-
e o Bnseielli, que se empregava em mascatear
alas ras da cidade, das 7 1|2 s d Horas da ma
aa tentara degolar sua rauher", dando-lhe pro-'
indos golpes no pescogo. Apoiar da resistencia
le oppuzera, havia sido capturado o assassino,
bando procurava evadir-se. latrrogao pelo
gado de polica, coofa-isara usar de nome sup
I sto, sendo verdadeiro Henrique Sarro.
De Pelotas escrevem ao Diario do Rio-Gran-
i em data de 8 do correte :
r ttontom ooticieidhe que o Sr.-major Gaspar
J Fre.re Maciel ttavia dado a liberdade a nove
d seas osersvos, e cora aluplo prazer Iba direi
bM que enearrga-e Jarabaa de dar-Ibes a den-
oieducacio
da oa forro do ttecira a S. Fraacisco, da Bahia ao
Wtteiro e deS. Pauto o resgate das mesmas es-
tradas por ttulos de dividas publicas, comante,
que o dispendio annual com os respetivos juros
e amonisacio nio exajeda a importancia d* 33-
rauia cnucodida a cada urna das ditas comua-
BHias.
i I." Prolongar por seegds as estradas de
ierro mencionadas no paragrapho antecedente, ss
gando o trago que fr jugado mais conveuienle
por estados a qne se preceder desde j, podeado
despender annualmente em cada urna dellas a
ijuaitia da 3,000:OO.
_ I 3. Mandil estidar o system complet de
viagao e levantar a cria itineraria do imperio,
applicando para, esta ara no primtiro anno at a
quantia de 2OO:0Ojf.
.-! AL 31 Para as 'IW de qae tratra os
ans. 1 e 2-, o governo podara fazer qaaesquer
oparaga.es do credi o, quando >et insnfllcienles
os ruiidos consignados as leis do orgamentai. .
uLSk? r- Z*tar e Sr- Cmsanvo ,ia Si-
nunb jusliticou a segralo emenda addiriva '
o A mandar verilicar a completar os estudos fe'-
tos do urna lioha frrea que ligue os pontos nave-
gavuia do AUo ao Baixo S. Francisco.
i-ro-1 cura fl-*au ad,ada Ni ora, depois de
ter orado o Sr. visconle de itaborahy
m/ Na-2" arte da ordem d0 dia. continuou a.
disausjao do art. e para;jraphos do
bre reforma judiciaiia.
Oraram os Srs. Leitio
Silva.
Por decretos de lo do eorrente
Foi concedida ao bacharei Aleixo Marinbo de
Figneiredo a exonerago que pedio do Ingar de
juz municipal e de omhaos alo termo do Rio-Bo-
ni'o. da provincia do Rio de Janeiro.
Foi nomeado; o bacharei Antonio Ferrera da
Silva Pinto, para o referido lagar do mesmo termo
e provincia.
Por decretos de 21 :
Foi recondoz.do e bacharei Candido Pereir Le-
mos, no logar de juiz municipal e de orphios do
termo la S. Rento, na provincia do Maranhao.
Foi removido, pedido, o juiz municipil o de
orphios bacharei Francisco Maciel-Gago .Qtiinlani-
Iha, do termo da Estrella para o de Valeuga, am-
bos na provincia do Rio de Janeiro.
Foi concedida ao bacharei Estev.10 Lopes Cas-
tello Branco a demi-sao qae pedio do logar de
luiz municipal e de orphios do termo de Campo-
Maior, na provincia do Piauhy.
Foi exonerado Francisco Cuido de Pintes, do
Ingar de 2 supplente do subdelegado do curato da
Sama Cruz.
Foram nomeados:
O jala de direito Beoto Fernandas Barro, para
ebefe de polica da provincia do Paran.
O. bacharei Joaquim Joa do Amaral, parajnn
de direito da comarca de Guarapuava, na mesma
provincia.
0 bacharei Lonrengo Bezerra de Albuqnertrne
Lnc ra, para juiz da direito da comarca'de Hallo
(iosso na provincia do mesmo nome.
O bacharei Joaquim de Asss de Olive Ira Berges.
para juiz municipal e de orptios do termo da Es-
trella da provincia do Rio di J-neiro.
O bacharei Guilherme Bandeira de Gonvda, para
ubde!gado do l'ali-tricto da freguezia de Sa-
cramento.
O lente eornnel Antonia Jos de Medeir'os Bit-
taucourt. para coronel commaodante salariar Ja
ga.irda nacional .dos municipios do Pecedo ean-
nexos na ptorincia das Alagoas.
Foi derignado o captio do batalho de infantarta
rnam-
xercer
Por decretos de 16 do correte foram transie-
ndo. para a 2' cls-e na confurmidade do art: 7*
di lei D. I04 ale 13 de maio de 18C4, o capi'ae
tcoento Rernardino Jo^ de Qneiroz, e o 2 tenen-
tn Simplicio J3onea!ves de Olivara.
Par outros da mesma data t ram reforma-
dos :
roject so-
da Cunba e Vieira da
A discussio icon adiada p| hora, t
aZ, a'9 resUm'J *" Iraba,n"s Jeputa tos:
' A cmara doa depoudos approvoa hontem
(20) logo depon da leitura do pediente o se-
guiota requenmento, tanja feio atgamas obser-
vago-s os srs. Jiimiueira, ministro de estranaei-
roa, Loslhi Rodngue#9 Pereira da Silva :
Requeiro se consigo na acta da sessao pre-
sento
O 1.' lente Jos Antonio Lopes, oom
treze vicsimas quintas parles do respectivo
sold, nos tornos da 2.a parte 1. art.
4 da lei n. G46 da 31 de jnlho de 1852,
e do alvar de 16 de novembfo de i78t),
visto inorar de molestias incoravei?.
0 cabo do corpo de imperiaes marialfti-
r,s Nefetelira Al ves .da Silva, com aietade
Jo respectivo sold, na conformidadee do
art. 9 do regalamanto annexo ao decreto
0. III A, de 5 de junho de 1845.
Por ontro de l, foi igaalmeote reforma-
do o f. tenente Clemente de Gerqoeira Li-
iia, no raesmo posto, e com desenove vig-
simas qninlas parles do respectivo solflo,
na conf.irmidade do i." art' i da lei..
646 de 21 da jnlho de 1852 e do alvar* tte
16 de dezembro de 1790.
P. r portara de 17 do correte foi di-
mitido do lu?ar de di/ector da colonia oh
litar de Santa Thereaa, na provincia de Sata
ta Cata'rina, o coronel reformado do erar-
en) Joo Francisco Brrelo .
Por portara de 49 do correte foi -to-
rneado o viscoivie de Prados para servir (te
director do observatorio astronmico duran-
te 1 ausencia de Emmaduel Lia, qoe eitJT-
ce a que I le ingar.
Por decreto de 14 do crrante foram:
Ilemovido pnra a repablfca do Pars^tuj,.
o a idido do l' clas-e Jos Gurgel do Am.
ral Vleme e nomeado addido de 1." i**-
se ;i lefjacao na Bolm'i o Dr. Francm:oaW-
gis de Oli^eira.
-- Por decrdo n. 1,923 de 14 do-otr*
que a cmara do aepnudoi'aeasaocU com|reOie, foi dec!a:do que aisence uiocMtiafc
;
Bntrando-se oa ordem do da, o nnoea a
2' disebssio dj. art. 1" da proposta de gowrno,
<|ue l'ua a torga naval para o anno fioaoceiro de
I87 a 1873. Oraram os Srs. Antonio Prado e
evangelista Lobato, licando a dtrcusio adiada
pela hora.
A cmara dos depntidos approvon hontem
(i) siiccessivamente em urna s 'scas-ao^'dous
projectos chce lendo diver-aj pen.-'s.
Approvou em seguida, tambem em urna #6
discussao cou varias emonlas, o pr*fa>etn fne au-
tonsa o governo para mandar admitiir a exame
das materias do 1 anno med-co a faealdade da
Baha o alumno ouvime Salnraino Ferrera de
Carvalhe.
Approvoa depois em di-cos'sio o projecto
que a.iiorisa o govenm para mandar revogar o
art. 181 d.a decreto n. .1,08.1 na parle em que diz
que o alumno da escola central, que nio lor ap-
provado plenamente, nao podera obter o gra de
bacharei em scieuajias physiea* e niathematiei?.
Approvoj anda, depois de algumas ob*eva-
oes dos Srs.'(Silvio, 1 secretan > e Alennir Ara-
np", o parecer Ja commis-io de polica sobre a
indieaeia do mesmo Sr. Galvao, conclniodo qne
as etoicfSis de Santa Catharina nao podem entrar
em discossao, massim em votacao.
A seguinte emenda offerecida ao parecer foi
tambem ajiprovaiia:
a No lim do parecer, quando diz :e 'emente
votaoin diga-sa devendo, porm, voltav i
coramissio ie onsiituicio e andares para proce-
der nos termos do art. 7" do resimento da easa,
e enio ser sub nettido votacao, praticando-se
da mesma forma rom oniro qualjner parecer
em ideticas cireumstanciis. T. AUncar Ara-
rife.
t Conlnu 111 em ultimo lugar a 2* discassao do
art. I .la proposta do governo que fin a terca
.naval para o anno flnaneeiro de, 187 a 813.
Oraram os Srs. Joaquim de Mendooca e ministro
respectivo, fleaodo a discussio adiada pela era, a
Por decretos de 21 do eorrente:
Foram declawdos sem elleito os decretes qae
noraearam Joio Antnni) Ma-rhado, thesoiireiro da
'.hesourara do Cear e Amonio Estevio Bitteo-
conrt e Silva, thesoureir da alfandeija da cidade
do Rio-Granito do Sul.
Foi concedida a Joo Vicente Murnf lly a-de-
mssao que pedio do lugar de thesoureiro da *>
souraria do Itio-Grande do Norte.
Por ltalo da mesraa data foi nomeado o 5* es-
cripturario d* thesonraria do Cear, o 2*dito da
d Rio Graade do Norte. Germano Antoaio Ma-
V






i
^


*-^
*W^Jr>
-**r
Mtii de Fenianibuco
Quini
t
t

t prez de qne trata o-decret n. 1,728
de 29 'to settimbro de 1809, comprebeode
trio t roatorial tafoido i coostraccl>),
MMitets aaoMcaioas material rodante
qaa tatem oaaessanos pan o transporta de
$t e passajteiros estabelecimento da
_ Por decreto n. 4,740 da mesma data
oi concedida aatorisatfo companhia iogle-
M Tke frish and Foreign Marine usuran-
ce Ompany, hmited; para eeubelecer urna
agencia na pra&a da Babia; e por decreto
n. 4,741 da mesmi data timbera fui conce
dria a necessaria autorisacio Norlh Bri-
msk and Mtrcanlih lusurance Company
para stahetewr agencias. as praca da
Mal e Fdruannuco.
r\ decreto n. 4.739 de 10 de jutiho
foi reunido o lerrao da Batalba ao das Bar-
ril, na provincia do Piauby, e foi creado
oeste um iugar de juiz monicipal, que ac-
cumular as funcc5es de juiz de orpbios.
#or despacho de 5 do correte fui con-
Odi* a Antonio J s Cardoso a demissao
qaepedio do tugar de 3 escrpturario da
atMBrartadit. Paulo.
Por portara de 10 do correte foi no-
Mi o padre Aotonio de Jess Collares,
capoilo caitor da imperial capaila.
Por portara de 10 do crreme foi no-
aoado oscrjpturario da fabrica de ferro de
S. JuSo da Ypanema, Gustavo Teopbilo
Ajves Bibdru.
5*700a 70200
6#W0 a 04900
55800 ajMOOO
c 0 total dessa vendas foi de 32,000
accas. das quaos 22,400 pira Unidos, 2,200pira o canal e Nortft da Ea-
ropa, e 7,500 para o Medttarreneo.
< Hoje a existencia fica redolida a 70.OC0
Meen.
Colamos :
Lavado.............
Superior e fino......
l'boa.............
1* regolar.....;... 54500 a 54700
1* ordinaria........ 54300 a 54400
2* boa............. 5*300 154100
2* ordinaria........ 44800 a 4480
A alfaodega airncadoa do 1 a 22 do
correte 2,444:8024080.
Estavauj carga para Feroimbuco a
barca brasileira Flecha, o i sumaca hespa-
nbola Guadeloupe.
Ks'PIHITO santo.
Temos dalas desta provincia at 18
do correte.
0 presidente bavia eito ama excarsJo
a S. Mathens. onde aioda permaneca.
Ghegra i capital o official eocarre-
gado de organisar a companhia fia da pro-
vincia, pira o que procedia-se activamente
ao recrotamenlo.
O Sr. Dr. Silva Nuoes e o Sr. Carlos
Pinto de Figpeiredo offereceram, o primeiro
1504 e o segando 50 para a edificarlo da
casa destinada s escolas da capital.
Estava marcado o dia 3 de agosto
for portara de igual data, foi eiooo- para se proceder eleici.) de dous dduuta-
t-MO do lugar d ajudaote do director d dos provinciaes. que preeucbam as vagas
il.de gnerra da proviacianie S. Pedro dos dous que falleceram.
do Rio Grande do Sol, o capitn de estado-
maior de artilharia Jacintho Macoado de
Biuoocoort. que oa mesma data se mandn
por dispoaico da presidencia daqoella
provincia; e uomeado para o substituir o
naajor do corpo de estado maior de 2.a das-
so' Joaquim Aotonio Xavier do Valle.
Leaos no Jornal do Commereio:
C nos de Montevideo:
< Ha glorias tSo grandes e to poras que
o correr do* anaos nao as deslustra, antes
Ibes d maior cousagraclo. Nesle caso
acba-se a do bravo barao do Amazonas, o
vencedor do Riach jelo. Hoje, anniversario
deste glorio o primeiro entre os mais momentsos da
gaerra paraguaya, o baro do Amazonas re-
cebea as mas significativas pro vas de que
o seo notne o seas servidos, se esto nuio
eiqaecidos dogoverno, acbam-se profunda-
ente gravados no coraco de todos os bra-
aileiros. Seta que pai a isto se desse com-
binagao alguaia, takez nao bouve um brasi-
leiro dos que accidental ou efectivamente
aqu rosidem, que nao se considerasse obri-
gado i ir aportar a m3o do velho guerreiro.
Um bello presente recebeu elle tambera, e
foi um grande quadro a oleo, representando
o episodio da tragada Amazonas metiendo
apique coro a sua proa os vapores para-
guayos. Aigons brasileiros aqui estabelsci-
dos foram anda os que mandaram faz jr, e
offereceram ao Ilustre vice-almirante esta
significativa tembranca.
O baro do Amazonas, jadiantado em
anuos, acba-se quasi ceg, o que Ibe pros
tra o animo e descousola a existencia. Mis
tambera a estes dissabores junta-se quic o
de ter visto to mesquiobamente recompen-
sados, em relaco a outros, seus heroicos
feitos do Hiacnuelo. Agora que as cmaras
iem de approvar as penses concedidas a
varios generaos, n2o seria occasiSo do go-
verno equiparar a ellas a do nobre vence-
dor do Riachuelo ?
Pela iloja marraica UoiSo foram liberta-
Vjflenca-, no dia 18 do crrante, seis
<
das de
enancas, iendo daas pardinbas, urna de 4
anuos e owa de 1 anno ; duas de 3 e 4
annos pelo Dr. Joo Baptiata Vieira, e dua
de 1 e 2 annps pelo veneravel da toja cima
mencionada, por occasio de tomar posse
deste lugar. *
t Venficu-se hontem (19) a reuniao
da assemb;a\ geral dos accionistas da
comoanhia da va frrea, sob a presidencia
do Sr. bario d-e Mau, achando-se repre-
sentadas 15,440 aceoes.
Aps a apreseutaco do relatorio do
anno prximo lindo, procedeu-se a eleicao
da directoria quel ficou composta dos Srs:
Barao de Mau. I .129 votos.
Joaquim da Fonsca Guimares. 120
Alfredo Basto j 104
Para a co,mmiss5o de contas foram
eleitos os Srs:
Baro da Lago4.....127 votos.
Baro da Lagu'ua 122
Conselat'i'ro Duarte da Ponte
, JWteiro......122
t Do relatorio a qae cima nos referimos
se conece que a receita de fretes e passa-
gens no acno social subi a 874:i44692,
oa mais 97:2294632 que no anterior, dimi-
naindo ao mpsmo tempo a despeza effecti-
va cerca de 59:0004000.
t A companhia estendea as suas viagens
at o porto de Loreto, no Per, sera aug-
mento algum de subvengo.
Eis as noticias commerciaes da ultima
data :
Iucluiodo transaeces importantes em
cambio sobre Londres, eflectuadas boje a
24 1/4 d. pira o papal bancario, 24 1/8 a
3 d/v, 24 3/8 e 24 1/2 d. para o panicu-
~lar, somatara as operaces desta quinzeea:
Sobre Londres cerca de 044,000 a
24 7/8, 24 3/4 24 5/8, 24 1/2, 24 3/8 e
24 1/4 d. para o papel bancario, 25, 25
1/8, 25, 24 7/8, 24 3/4, 24 5/8, 24 1/2.
24 1/8 a 3 d/v, 24 3/8 e 24 1/2 d. para o
particular.
t S ibre Franca cerca de frs, 1,052,000
l 378, 380, 383 e 385 por frs.
< Sobre Hamburgo cerca-fie 208,000
a 708 e 712 rs. por marco banco.
< Sobre LUboa e Porto regulou o premio
da tabella seguinte:
t 120 a 123 %
t 119 a 122%
c 118 a 121 %
117 a 120 "/,.
Os soberanos tiveram boje movimento
regalara 104120, 104150 e 1041G0 a di-
oheiro, e a 104200 para o fim do mez.
c Em apolicas geraes de 0 % tez se
hoje urna trasaioca a 98 1/2 /0 ex-d.vi-
dendo para jullio.
No mercado de aegoes hoave movi-
mento importante as da nova companhia
de nayegaca> (porlos. do norte) a 304 a di-
obeiroe i S44 de prouo, para julbo ; as
' da companhia de csrrft le ferro de Pernam
buco o 134 de preaii i e nil da coapanhia
'da a^pia do .farro de Canta'a)o a 180
por accio.
Hantam-ti hoje effectaaram-so vendas
imporUatos em caf, ajs precos qua abai-
xo -colamos, com alta de 100 rs. sobre ot
que demos em aossa Heeista de bontem.
Na fazenda de Pirapama, na vespera
do dia de Santo Antonio, noite, um in-
dividuo que se diverta em dar tiros de es-
pingarda, matara casualmente a um irmo.
Foi preso e est sendo processado.
BAHA.
Falleceram: no seo engenho Victoria.
o commenddor Egas Moaiz Baireto de
Arago ; e na capital, o coronel Aatomo
Jos de Lima, tbesoureiro da theaouraria
de fazenda.
Achava-se na capital inspeccionando
a3 tropas de linba o general Carlos Bjtreb
de Oliveira r*ery.
Lemos no Diario :
Na quarta feira 21 do correte reu-
nio-se a assembla geral do Gremio Littera-
rio para proceder eleico dos funciona-
rios que iem de servir ao anno de 1871 a
1872, a qaal deu o seguinte resultado :
< Mesa da assembla geral.
PresidenteAntonio Goa?alves Fur-
tado
SecretariosJoo Goncalves Toariabo e
Jos Joaquina Fernandos Silva.
Orador.
< Dr. Henrique Ferreira Santos Res.
Direcco.
Actooio Lopes da Silva Lima.
Antonio Jos Rodrigues.
Constancio Joseph dos Santos.
Benigno Jos de Pinho.
Aureliano da Silva Rehallo.
Francisco Mariz Pinto.
Joo A agosto Neiva.
Domingos Pacheco d'Avila.
Belisano Cayres.
Commisso de contas.
< Miguel Gomes da Costa.
Manoel Norberto d'Oiiveira LuttgarJes.
Julio Alvares Guimares. >
Anle-Lontena ~2i aj boras 4a tard
houve no salo da Praga do Commereio urna
coucorrida reunia de negociantes, sob a
presidencia do Sr. coronel Jos Lopes Pe-
reir de Carvalbo, com o fim de instituir-
se ama sociedade de voluntarios para apa-
gar incendios. Nomeouse. urna commisso
composta dos Srs. abaixo nomeados para
apresentar um projecto de estatutos, enten-
dendo-se previamente com o Sr. vice-presi-
dente da provincia a respeito.
PONDOS BfMSILE!a03.-Eram assim eotadoa
5%da65 93194.
5 % *a 1971 |/| 3/i.
4 1/i % da 1863 91 a 83.
-VAVK A' CAGA.Em LlMaMora Lmza
ara Paroaoibuco, Linda para o Para.
NAVIOS CHEGADOS.-A' Lisbda-a J8 hubo-
nenie fvaoor) do Ceart, a rame (apor) d) Pa-
TK\ aJr**** (y,or> 0 MarMhfc.
NAVIOS SAaiOOS.-Oe Ivsfca-a i7 Alio para
o Para, a 31 Bemvinio para Peratrabuso, a t Am-
brote (vapor) para o Para, a k'Braoanza 1 vapor)
para o Harastaio, a 8 Abbey para o Para ; do Por-
lo-a \t Social para Panumbuco.
SANTA CASA JME MISEIUCORWA.-No me
da iulno eodmuai da mez. au* divcrtos estaba-
claaalai da SaalaCasa de Mineneurdia do Dse,
os me*moi mordCQo* do anterior tmn.
PnjSGE2lA DOS AFFOGADOS.- Al boje ne-
nauna provideocia a dada pela compaotua do
Beberioe aaare* da cootiaaada faila d'a|ua qus
tew ha vi Jo aa fiegueiia dos Affagaaloa. Cbafua-
moa para isa a attaocio da queio competir.
DR. LnVtGSTON.Bale celebre viajaole in-
|Uz, caja morie iem siAt tanta vet anuaoeiada,
ebegaa ao dia 3 de maio a omliay de perteita
aaode.
O Dr. Lenog.Moa dea comega e anas va-
geae d exaloracao ao interior d Afrtca em 848.
Em 1990 airaveswu aquefle co**enH, voHando a
Inftaaern a detesbro de 1999. donde partjo
novaaseau oara o interior #Arioa em 11 de
margo Ae 1169.
Renovando as saaa viagens, paaaoo-se mnito
lempo sea naver ootioias di celebre viajante. A
<:bjgada de Levington a Dombay prova que foi
al a costa Este d'Afriea, e tatvec mesmo a Zan-
zbar, em barcaiido para o Indosiu, donde o tele*
grapho annancioa o sea regresso Europa.
LevingstM coala hoje 65 anno?.
TELEGHAMMA COMIERCIAL. O da casa
commerciai dos Srs. Kauwies A Poetar, de Loa-
dres, em 13 do corrale as 5 n. da tarde, dit o
seguinte :
O algodo firme com alc> de 1/8 a 4/1 sobre o
precos :
De Pemamboco, maquina First 8
dem dem Seeond .71/1
dem roda......9 4/3
Da Parshyba Firsts .7 7/8
dem Seeonds.....7 1/i
Da Babia Fins. ..7 3/4
dem Seconds.....7 1/4
De Maeei Fir.-ls roda. 8
dem dem machina ... 8
dem Seconds.....7 1/3
Do Maraobao, machina Firls. 8 1/4
I Iem dem Seconds. 7 3/4
dem roda......9 1/3
Do .lio-Grande machina Firsts 7 7/9
dem dem Seconds .7 1/3
dem roda......9
Do Oar.......8
Do Bio de Janeiro .8 1/8
De Santos.......8 1/8
/ir 29 th, JuriXo.. uV l71.
=;
V
n-
a-iBiir ".. ii i n -i -,f... A -
SEGURO CONTRA FOCO!
Th Liverpool A Loodon dr Glob
Iosaronee Goapaay.
Abantes :
Saooders Brothers C.
IfCorpo Santo H.
COMPANHIA
. NORTHERN.
HM........S9,9eth9994890
Fondo de xeaerva .... 8,OOUDW#ooO
Agentes.
Me Latkan S C.
WJA DA CHUZ N. 38.
frtACA DO 399 38 DB JUNHO
DB 1871.
as 3 l/>auau ka tum.
Cotufa officiaet.
Algodao de Miwniape 490 rs. per tito sem
inspeccao (hootaat).
H.Slejrple,
Presidente.
P. /. Pinfo,
Secretar.
Beato Jqk da Cosa,
. Pl-piWOBnit
LonreocO Bizarra Carneiro da Clnlii.
Sserettrio.
DECLABACOES.
-. SegnndVteira 3 de jtribo, frnda a audiencia
do Illm. Sr. Dr-. jniz de orpafoe a reqoerimenio
do invenurianle dos beiw daadas peto commen-
ddor Tbomaz de Asnino Koaaee coa annaeoi
de todos os herdeiran serio arrematada qoaCro
moradas de casas j annanciadas por edilal do
jaizo cima publicado neste jornal de 27 de cor-
rete, a saber : ra Velba o. 14, roa doBangei
n. SI, roa da Praia n. 50 e 5* as qoae iem o
Dr. 1. de Aqnino Fcmseea tres stimas parles qne
tamoem sero vendidas ; vendendo-se asen no
todo o predio* cima.
L. Pinto de Abren,
_____ Solicitador.
3EI
COMPANHU KlNAMBtCAN.*
WaTegatio eostetra por rapr.
Pirahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
eaty, Ceari, Mandah, Acarac 9
Granja.
O vapor Ipojvca con
e "
n i (
aegnira para os por-
ae majQeuunaa
_ Aa Urde. Recebe ear-
_JP 9 al o dia 28, eneommeadv,
paaa#slrot e dmhearo a frele al as 3 horaa da.
arde do Ka da salada : acriploYio, no Fono do
Maitos n. 11
ALFANDEGA
Realimenio do da 1-a 17. .
dem do dia 38.....
1[I|?* alfaodeta.
Totame r.rado* coa fazenda* 133
eom feneroe 451
Voiumes tbidos eom fazenda*
* eom gneros
583
394
307
-----601
Dwtarngraai boje 30 de jouba.
Lugre hollandex-Clin con Bar/As-farinb* de
Ulgo.
Hiaie am*riaa*w-A. T<<>ftmfc-laboad*.
Barca inflea-JWim==meradonu.
tarca iagieanSttleiteck ideo.
Patacho holiaodez WiUemidem.
Paucbo ilakan#-Jarfr/- varios gneros.
Assacar do Brasil, braoce..
25
16
47
55
48
39
6
0
0
O
0
0
U/S
11/*
30
34
58
55
41
0
o
0
O
o
o
5
31/2
A commisso compa se dos Srs.
D. Manoel Saldaoha da Gama.
Commenddor Manoel Joaquim Alves.
Joaquim Elyzio Pereira Marinho.
Udo Scbleusner.
Eduardo Benn.
II. Jacobs.
D. C. Schleasaer.
Commenddor Fernando Pereira da
Canoa.
Antonio de Lacerda.
Jos Lop -s Pereira de Carvalho.
O Sr. Brnardo Alves da Silva, resi-
dente na cidade da Cacboeira, retirando-se
para Portugal entregou carta de lib-rdade
s crioulas Marcolina, Joanna.Maria, Salus
liana, Luiza, Alexandrina, Julia, Clementina
e Maria, e aos crioulos Pacifico e Virginio ;
aos quaes sua finada mulber tiaba deixado
a obrigaco de o servir em qaaoto vivesse.
O mesmo liberton por 8005 os seus 2 es-
cravos Antonio e Jos, qae tinbam sido ava-
llados por 1:6000 ; pagou sua custa todos
os direitos, salios e despezas, e distribuio
por elles seis moradas de ca-as na mesma
cidade da Cacboeira e todoi os seas mo-
vis.
A alfandega arrecadaa de 1 a 23 do
corrate 670:235)$ 450.
O cambio regalava: sobre Londres
25 a 25 1/8 d sobre Pars 372 a 378 rs.
e sobre Hamburgo 700 a 705 rs.
vista
a 30 d/v
(iO d/v
9^ d/v

PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA.
ELEMENTO SERVIL.-Por carta de pessoa au-
tborisada soubemos que estava prompto o traba-
Ibo da commisja) uomsada para dar parecer
sobre o projecto relativo ao elemento servil, e que
na sessio de 24 seria o mesmo parecer lido na c-
mara dos Srs. deputados. E', pois, sem funda-
mento algum a noticia que se propalou de ter sido
adiada a discusso do mesmo projeelo.
DI.NHEIRO. Os vapores La Plata e Onei'da
trouxerara para os srs. :
Jos da Silva Loyc & Filho. 2,890
Augusto F. de Oliveir* A C. 1,000
J. Larrre. 800*000
O vapor La Plata levou de nona praca:
Para aB.hia. 140:000/000
o Rio de Janeiro. 56 000*000
PARA A EUROPA.Cora 30 recebidos em nos-
so porto, levou o Oneida 23 pas.-ageiros para a
Eu'opa.
PaRA 0 SUL DO IMPERIO.-Com *9 recebidos
em nosso porto, levou o La Plata 103 passagei-
ros para o sul do imperio.
GNEROS DE ESTIVA. O vapor La Plata
tronxe para a nosa praga : 30 caixas ceblas a
F. Gnedes de Araujo ; 40 ditas cognac a ordem ;
55 ditas cha a Tlnmaz de Aquino F. A C.; 10 a
Sjuia Bastos A G.; queijoj133 caixas a ordem,
5 a A Gomes Pires A G, 20 a Pereira da Cnnha &
Irmao, 23 a Corga Irmo-, 24 a J. I. da GostaTlS a
J. J. Alves, 20 a Souza Baos 4 C., 22 a A. F. de
Carvalho, l a Tasso Irmjs, 18 a Simpson A C,
80 a Guimarej & Alcofa da 65 a Magalbles &
Cowat, 15 a J. S. do Amaral, 20 a Burla A C., 1 a
M. Uarques A C.; raanteiga 50 voluraes-a or-
dem ; 130 a Souza Bastos | G., 12 a J. S. do Ama-
ral, 60 a M. Duarte Rodrigues, 40 a Lima Silva *
G., 80 a J. M. da Rosa A Pilnos, 50 a. Tinoco &
Vilella, 200 a C. A. Sodr "da Molla A G''48 a I. J.
Alv*s, 60 a Tilomas do Aqnino F. A C, 300 a E.
Borle A C.
mascavado
GadoRio.....
Lavado .....
Cacao do Para ....
da Btbia ....
Tapioca do Rio .
do Para ....
Couros do Brasil:
Seceos salgados de 24 a 36 ib. 8 8 3/4
Seceos........de 8 a 24 t 9 9 1/i
Verdes....... 38 a 5i 5 5 1/2
Do Rio de Janeiro :
Verdes....... 48 a 72 51/2 53/4
Do Rio-Grande':
Verdes.......rv7Sa80 63/8
65 a 7o 63/4
> 44 a 50 > 5 7/8 6 1/3
Seceos....... 38 a 31 > 9 1/3 10
30 a 24 i 812 91/2
Chifres 9 a 13 oncas...... 13 O 16 0
22a24........... 28 0 37 0
Na assembla geral do Englisu Bank of Rio de
Janeiro, qae teve lugar em 31 de maio ultimo,
deliberou-se passar ao fundo de reserva 60:000
parte das 120.505 a crdito da conta de depre-
ciacao de capital. As acedas sao coladas de 2
3/4 a 3 1/4 de premio. As do London and Bra-
ndan Baok de 33 a 34 e descont.
E5TRAOA DE FERRO DO 8. FRANCISCO O
Sr. Dr. Buarque de Macedo enviou-nos a seguinte
deelaracao i
A differenca de frete que ha algum tempo se
ola nos transportes de -nadeira feitos na estrada
de ferro do S. Francisco provem de que outr'ora
os carregameotos de madeira eram laxados ra-
lio de cinco toneladas por carro empregado; e
hoje a madeira medida, e paga em virtnde
dessa medida reduzida toneladas mtricas.
O pre^o do frete de cada tonelada o mesmo
qae sempre regaba desde a adopcao das actuaos
tarifas.
Esta forma de proceder mais regalar e con-
forme os interesaos do thezoaro publico; Nao
quer isto dizer; que nao se deva de preferencia ter
urna tarifa mdica para o transporte da madeira,
como para qualqaer oatra mercadoria de grande
consumo; e mdica a actual tarifa desta estrada
de ferro para todos os gneros dos seus transpor-
tes, to mdica que o governo procurou estodar se
nao convem eleva-la.
Sai p,rtanto infundados os clamores cootra a
elevaQio da tarifa das madeiras. Se porm, essa
elevago provm da irregularidade na raedigo,
o que s posso saber em vista de qaeixa, qae nao
tenho recebido.
Sendo assim o autor do eommnnieado publica-
do hootern no seu conceituado jornal tem razo ;
mas indispensavel qae especifique os fados para
que possa eu averiguar.
LOTERA. A qae se acha venda 198.*
beneficio do hospital da ordem 3.' do Carino do
Recife, a qual corre no dia 4 de julbo prximo.
PASSAGEIR03.Vindos da Europa no vapor
inglez La Plata :
Rachel S. Addison e 3 filhos, Thomaz L. Dickin-
son, G. H. Phipps, G. Thompson Corrulhes, Carlos
Johuston Jnior, Daniel Cocklin, James Callau,
William W. Rohceles, Eduardo Hampton, R. Ma-
theus, Len Bacy, J. Basto, Joaquim F. de Carva-
lho, padre Miguel A. Cesar da Fonceca, padre
Joaquim T. de L. Meirelles, Jo? M. Gaspar Coelho,
Augusto Jos Nanes, Jos T. Leite, Joo F. F.
Cassiano, Joo Antonio Francisco, Joo Gomes da
Silva, A. A. Branda), Marig Burlchord.
Chegados do sul no paquete inglez Oneiia :
M. L. Maciel, A C. M. da Silva, A. G. Estrella
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 25 de
juoho :
Jos, branco, 2 mezes, Boa-vista; convul-5es.
Jos Machado Breves, pardo, Pernambuco, 33
annos, soiteiro, Boa-vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Joo Manoel Ferreira Maris, branco, Pernambu-
co, 75 annos, viuvo, Boa-vista ; estreitamento na
uretra.
Antonio Rodrigues do Reg, branco, Portugal.
50 annos, casado Boa-vista; febre amarella.
Despachos de exportaf.ao no dia 27 de ju-
rlo.
No patacho hespanhot Themoteo II, par Bar-
collona, earrecaraiu : E. A. Burle A C. 100 sac-
cas com 7,559 kilos de algodo.
No vapor Ingles Talismn, para Liverpool,
carrearan): Candida A. S. da Molla 145 fardos
com 8,753 kilos de aiodo ; A. A. 9. Pereira 600
saceos con 19,400 ditos de dilo.
RECEBBDOMA DE~B~ENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBCO.
Rendimento do dia 1 a 27. 19:4115200
dem de lia 28...... 1:7114493
5l:122ib92
CONSULADO PROVINCIAL,
Reodirnenlo do dia 1 a 27 209:9155742
dem dj dia 28...... 5:4465774
Conseibo de qualilicacao da Iregoezia n
Santo Antonio.
No dia 3 de jalho prximo futuro deverao m
pracas do Ia batalho de iufanurla que requere-
ram a este consetie passagem para reserva,
se aeharem no consistorio da matriz ao meio dia,
aura de seren inspeccionadas.
Sala das sessde do eonselho de qualiffcacao da
fregnezia de Santo Aotnnio 28 de jnnbo de 1871.
Jos Marn Ferreira da Cunba Filho,
_________________Alfares fceeretario.
471:3489728 Por esu nepam^o so faz publico qne, em
33:673*3 virtude de requiaic do engeabeiro ancarretado
>. 9 servicn do assentameoto dos trilbos da compa-
5O4:920967 dos Bonds, flea prohibido, por espaco de nu-
tro dias, a cooiar da data da poblicaeao d pre-
senta edilal, o transito de vehculos de qaalqner
especie, desde a trente da matriz de Santo Anto-
nio at a entrada da pra$a da Independencia.
Secretaria de polica de Pernambuco 28 de ja
ato de 1871.
O secretario,
.________Eduardo de Barros Falcao de Lacerda.
SANTA CASA DA MlSErUO)RDIA DO
RBC1FE.
Pela secretaria da santa casa de misericordia do
Recite convidam-seas senhoras D. Francisca Ale-
xndrina Caraargo Mans e Damiana Maria dos
Prazeres, para que coaduzam ao collegio das or-
pbiassuas filhas as menores Otaelia, Columba e
nana, afim de serem all admittidas como ordena-
ta a presidencia.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
fe 2/ dejunho de 1871.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
inspecqao do arsenal de ma-
ri n ha
Faz-se publico que. a commisso de peritos
ixaminando na forma determinada no regulamento
lanoso ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, os cascos, machina-, caldeiras, apparelbos
mastreacSes, velarnos, amarras e ancoras dos va-
pores Ipojuca e ParaUyba da companhia Pernam-
bacana de navegaco cosieira, achou todos esses
oDjeetos em estado de poderem os vapores na-
vegar.
nspeccio do arsenal de marinha de Pernam-
buco 27 de jucho de 1871.
O inspector,
Francisco Romano Stepple da Silva
COMPANHIA PERNAMBUCANA
avegafio
Porto de Galianas, Rio
Tiaaanrla.
O vapor Parnkytm, aegaira'
para os parios cima no di
30 do corrmte a meta ajaie.
Rcebo annjn, unaom
das, passapenv* astni v
ret* : no eseripterio do Forts do' Masto n. ftjt
COAfPANHIA PERNAMBWiaiu;
DI
Maeei, escalas. Pen>
O vapor
dante Jf
porto* al
rente as
Recebe
eneorcruendas,
nbeiro a frete at as 2 boras da tarde do Oa da
sahida : no -seriptorio do Porte do Malto* av dt.
Aracaji
gnira papos
di*30dor-
da tarda.
aeod98.
PV"-- p"- '-i ti- na refuto
earga para o mesmo porto a '-- Tirrdt.aaa
tacho ponognez Viln Flor : a tratar com *>1
cao a bordo, ou com Francisco Jos da Casta
Araajo, rna da ApoRo, afsaazem n. 39,
215:3625516
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 28.
Rio de Janeiro e Bahia5 das, vapor inglez Omi-
to, de 1,872 toneladas, eomraandans IL A. Bax,
eqnipagen 122, carga dtflereutes gneros : a
Adamson Bowie A C.
Southampton e port hatermedios16 dias, vapor
inglez da La Plata, de 1757 toneladas, comman-
dante W. W. Herbert, eqaipagem 134, carga
dilferenies gneros ; a Adamson Howie A C.
Aew-Castle60 das, brigue imtlez fiessie, de 293
toneladas, capiao David Jones, equipgem 10,
carra cap*: a Adamson H-ovrie A fl
Cardiffr.44 dias, brigue inglez Contos, de 205
toneladaj, capilo Plack, equipgem 9, carga car-
vao; a Antonio L. de O. Azevedo A C.
Navios sahidos no naesmo da.
Aracaty Biate nacional Marta Amelia, ca-
pilo Francisco Thomaz de Assis, carga varios
gneros.
Aracaty Biate nacional Deus te guie, capitao
Manoel Fernandes Salles, carga dilferenies g-
neros.
ParabybaPatacho inglez Zngara, capitao Wil-
jiam Le Brock, em lastro.
Rio Grande do Sul-Patacbo brasileiro Salcipue-
des, capitao Joo Cardoso de Meireiles, carga
assucar, e 1 escravo a entregar.
Southamplon e portos intermediosVapor inglez
Oneido, commandante Bax, carga a mesmn que
trouxe dos portos do sul.
Buanos-Ayres e portos intermediosVapor inglez
La Plata, commandante Berber, carga parte
da qae trouxe dos portos da Europa.
MaraanguapaVapor nacional Cururipe, comman-
daole J. H. da Silva, carga varios gneros.
THEATRO
EDITAES.
PUBLICACOES A PEDIDO.
O Abolicionista.
Saroraario do n. 6, 31 de maio de 1871.
A proposta do governo sobre o elemento ser-
vil.Estados s bre a emancipaco.A eseravido
e o clero.O projecto do governo.Os proprieta-
rios e a emaaciiMjo. Conferencia abolicionista
era Pars em 1867.Factos.
Assign.tura por semestre 35 rs.
Livraria Franceza.
COMMEBCIO.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Fire Assurancn Company estabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia-* tomam segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqui prejuizos devidament provados.
Babe Schmettau A C
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL
Comppnhia de seguros contra
fog;o.
AGEVTES
S. P. JOHNSTON C;
aua da eazala-aora a. 433.
A cmara municipal de Recie achando-se au-
torisada pela le provincial n. 938 de 18 de junho
de 1870, a contrahir um emprestimo de 300:0005,
vencendo o juro convencional de 9 0(0, convida a
quem convier fazer dito emprestimo a apresentar
saas propostas, podenoo o mesmo emprestimo ser
effeeluadn em tres preslacoes com intervallo de
seis mezes de ama a ouira ; devendo a amortisa-
cao deste capital ser feita na razo de 10 0)0 e
juros correspondentes, tendo comeco seis mezes
depois que principiar a fancciona'r o mercado
publico, para caja construccao destinado o mes-
mo emprestimo. D 30 dias para a preciaco das
propostas.
Paco da cmara municipal do Recife 7 de ju-
nho de 1871.
Beato Jos da Costa,
Pro-presidente.
Lourenc.0 Bezerra Carneiro da Cunba,
__________________Secretario.
A cmara municipal desta ciojle convida a
seas munisipes que quizerem concorrer para o de-
senvolvimento da lavoura e outras industrias para
remetterem a esta cmara os productos, quer fa-
bricados oer nacionaes, auer por estraogeiros,
afim de serem exposlos no dia da festa do traba-
Iho, instituida na capital do Maranbo. qae ter
lagar todos os annos nQdta-ffSfe eatembro.
Paco da tmara municipal o Recife; 21 de jn-
nbo de 1871,
Bento Jos da Costa,
Pr-presidente.
Lonrengo Bezerra Carneiro da Cnnha.
Secretario.
a IIML.
Sociedade dos artistas
Sabbado 1. Ter lugar a
i. RECITA D ASSIGNATURA
promovida para 4 espectculos, os quaes tero la-
gar em dias previamente annunciados, com esco-
Ihidos programraas das melhores pecas, tasto no-
vas como das mais applaudidas do repertorio da
companhia.
As pessoas, que anda nao foram convidadas
para assignar e o quizerem fazer, podem derigir-
se ao escriptoTio do tbeatro das 10 horas s 3.
Baver sempre trera depois dos espectculos.
Couro seceos a variados
A 30 do corren te.
0 leilo de couros seceos a variado, de*e*nnnr-
ados de bordo da escuna norte-sllema Coai5r,
arribada este porto eom agua abena, na aa la-
cate viagem do Roiario de Santa F e anoaaesd-
do pelo agente Oliveira, para 28 do crrante, foi
transferido por cansa da chegada aesse dia do*
dous vapores da Europa e do Rio de Janeiro, rara
ter lagar "^
Sexta-eira 30 do eorrente
ao meio dia em ponto, no armazem Baro do Li-
vramenin. ao caes do Apollo.
~LEHA
DE
DIVIDAS
na importancia de Rs. 28:5H,fil37Sw
O agente Pontual vender em leila, por i
dado do Illm. Sr. Dr. juiz do commereio. a reone-
nmento doalministrador da massa f .i 11 ida de AI-
meida Borges A C. as dividas da meana rtt,
consumes de letras e contas de livros
SABBADO
i DEJULHG.
no armazem da ra do Imperador n. 16. A II
horas.
AVISOS DIVERSOS
INSTITUTO ARGEOL E GOGRAPB-
CO PEnMIBlASU
Haver sess3o ordinaria sexta-feira, 30
do eorrente, pelas 11 horas da maohaa.
ORDEM DO DIA.
Pareceres e mais trabalbos de commis-
ses.
Secretaria do Instituto, 26 de junio da
f 871.
J. Soares d"Azevedo
_________________Secretario perpetuo.
Precisa-se de um
Crespo n. 12, 1 andar.
coznheiro : a roa do
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
C0MPANHI4 BRSILE1RA
Equestre, gymaastlca, acrob-
tica c equilibrista
PROPRIETARIO
Antonio Carlos do Carmo,
Primeiro artista equestre.
DIRECTOR
Augusto R. Ouarte.
iio.ii:
QUINTA-FEIBA 29 DO CORRENTE
Haver um liado e variado espectacalo em que
o talentoso artista Alberto execntar pela { vez
nesta capital o difflcil trabalho de jogos indianos,
sobre um cavallo a todo o galope.
O l. equilibrista pernambacano Joo Tertu-
liano, abrilhantar e3te espectculo com os seus
admlraveis trabalhos.
Os mais artistas e?forQar-se-bo por satisfazer
ao respeitavel pblico.
O palha^o Augusto eantar a sna missellania,
com o .violao, preceder a leilura do sea jornal
participando as novidades de S. Joo, e tambem
dancar o afamado capenga.
Principiar s 6 boras.
Osbilhetes esto venda em frente ao circo no
lugar do costume, das 10 horas em diante.
As encomendas dos bilhetes sao entregues, s
at as 3 horas da tarde.
A bandeira no tope do mastro signal de ha-
ver espectculo.
AVISOS MARTIMOS.
Na roa da Cruz n. 33 (hoje Bom Jesas), pre-
cisa-se de ama ama para cozinhar e diario de ama
casa de ponca familia.
Attenpao
Quem quizer dar a jaros de 1 1|2 00 3:000*
i hypotbeca em bens movis, annancie por
para ser procurado.
esle Diario
II
Offerece-se urna pessoa competantemente ha-
bilitada para ensinar as primeiras letras, msica a
piano em qualqaer lugar, podendo ser procurado
na roa dos Martyrios n. 2, 2 andar.
Precisase de urna ama da de ama
escrava para cozinhar e engommar pa-
ra piuca familia : na ra da Soledad
n. 32, oa ra da Cadeia do Recife nu-
mero 11, toja.
" AVISO.
Amonio Pereira de Oliveira Maia tem para ven-
der em seu estabelecimento a rna da Senzala-no-
va n. 1, os superiores tamangos e chinellas do
Porto, mandados vir por sna conta propria, em
grosso e a retalho ; aproveitem, antes que se
icaaejB.
Quem achou ama carta fechada, volumosa,
da ra da Cadeia do Recife roa da Senzala-ve-
Iha, pode entregar na ra da Sanzala-velha n. 48,
que ser recompensado.
Quem precisar de um cozinheiro portnguez
ebegado ha poaco do Porto, pode dingir-se a ra
do Rangel n. 41.___________________
FUNDAS
BAHA
Para o porto cima segu cora muita brevidade,
logo que aqui chegar de Antuerpia, o navio Al-
phonse & Mane, toma carga a frete : a tratar na
ra da Cruz n. 55.
PARI
ARACATY
Segu eom brevidade o hiate Novo Inveneivet :
para cargas e pas^ageos trata-se ras do Vigano
0. li, laodar, escriptorio de Jo3 LopesDavim.
A cmara municipal do Kecile, tendo e cons-
truir um mercado publico, de conformidade cora
a planta e urjamenlo approvapo, e para o qual
est autorisada a contrahir um empre-timo de
300:000*000, e nao Sndo fcil a acquisicao deste
capital, convida a quem se quizer encarregar da
pita construccao, mediante as condices abaixo
edelaradas, a apresentar a sua proposm no perio-
do de trinta dias.
Condicces para a edificaca do rorreado publico.
1.* O mercad > pnblico ser construido de cou-
tormidade com a planta e orcamento approvado,
sob a inspecejio do eLgenheiro da cmara, e no
lagar para isto destinado.
2.* Esta constraeco ser feita a custa do cod-
tralaote al a entrega difflnitiva.
3.* A cmara ser obrigada a fazer os paga-
mentos na razo de dez por cento do contrato com
os jaros competentes, tendo eoroego estes paga-
mentos no flm do primeiro semestre depois da en-
trega difflnitiva e de coarec.ar a fuoccionar o re-
ferido edicio, sendo laes pgamenos semetraes.
*.* O contratante ter direito aos juros de sen
capital na proporcao do eu-emprego, oa por urna
eouvenco nao excedendo elle de nove por cento
cerno est estipulado na lei n. 938 do eorrente
exercicio.
B.*\0 contratante recebar como garanta de sea
capital 6 ediaci construa') e saas rendas at com-
pleto embole,.) de sea contrato.
6." O contratante ser oongado a urna multa de
20:000* se se h*a>tar da censtroccio ao que boa- No dia de j>oo e esperado dos portos d- snl
ver contratado, assim como haver da cmara dita o vapor americano. Sen America o auaf de-
quantia se por causa della hoaver reciso do con< pois da demora do costme seguir para New-
tra'- York tocando na Para e S. Tbosnaz
nhaS2 ?7iCan"ra mttnw*aI d0 Recie' 7 *> id/ Para fretes e passageoa, trajas' com os ageo-
,7L Henrr Forstar & O, a do Commereio u. 8.

Companhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
A pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C.
acaba de receber pelo ultimo vapor um grande
sortimento de fundas, e entre ellas algumas de
gomma elstica, as mais recommendadas pelos
mdicos para a cura das hermias : rna Djque de
Caxias n. 57. outr'ora Qaeimado.
Papagaio agio
do argo da matriz, pbotographia allemia : levou
cuinsi^o un ou deas poilegadas de eorrente solda-
da da lauto : quem o pegar e levar dita pho-
Ihirraphia, ser bem gratificado.
O abaixo assigoado retira se para a Europa
a tratar de sua sade, e pala rapidez de sna via-
gem e gravidade de soa molestia, nao se pode des-
pedir dos seas amigos, pede desculpa e oftVreee o
seu pequeo presumo aonde se achar. Deixa por
seu* procuradores em todos o* seas negocios, em
orimeiro lugar ae seu mano Bernardino da Suva
Lopes, em segundo lugar Joaquim Garicalves *
Andrade, em terceiro Francisco Jos de Araajo
Recife, 18 de junho de 1871.
__________________Manoel da Silva Lopes.
A lif A C Precia-se de duas amas, urna
f\ II r\ ^ 9"e en8mme e O"" qne cozinhe
Ja.LTAAL/ cora perfeico ; a tratar na fuo
Nova casa n. 22.
Precisa e du uina ama forra ooaJ^^Hb
saifca bem cozinhar: na ra Duqu* diObias
(onir'ora das qtyizes) o. 65, segundo andat. '
. Caixeiro
Precisan de om caixeiro portaguea^H^
pralica de taberna e afiance san conducta
pato da riblra n. 13.
*->Cr
Mud n
ilponlico que modau o seu i
matsm de fazendas da roa do CoBMnercio o.
par:, a mesma roa o, 38.






vyr^^^B
^W^
1
=s=
i(| DUi d. rmuul>ua> Quint* ftii 29 J* Juolw
. ... "" ?_j "T1 '---------*:--------
de

ft W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIClO
*ft RA llO IlftUJI 3*
PiSSARDa 0 CHAFARIZ fc fc fc
Pede sos senhores de engenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
tbinimo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo qoe abi ten; pois sendo todo muito mais barato em preso na* rendido est anda superior em qoalidade e fortidao; o qoe com a mspeod pes-
PEDE ESPBCIA ATTEN^AO Ao NUMERO E LUGAR DE SA FUNDR^O
TTm^m^am a VA.lfto i'acwna dos mais modernos systemas, eem
Vapores 6 rolas a agua lamai)^s consientes para as diver-
sas circumstancias dos senhores proprietarios.
Moendas de eanna de ,odos os u"abM as me"">res ,oe*""
T
Na ru do Applto o. "xilem bous ar-
maxens IbndegadaM deposit de lateadas,
ou. fenerts d* ^MhT#f>ccu ou nttnren, a
precos'razoavets! qofpi precisar dirifa-.se i roa
roa do Boro Jeia, outr'or das Craies m. o.
pnmiimi
ADVOGADO
Dr. Joaqum Correa de Ahaujo
67Ra no Imperado*67
umbmumwa
MOFINA
LlOlIHIil CAO
sHimportante e fcem cocheada loja e fabrica de chapeos de> sol da roa do Bao da Victoria, esquina daCamba do Carao-.
O dono daqnelle esiabelecimento, querendo acabar com elle at o flm do correte anno, convida aos seos numerse
fregueses a aprcrveitarem a circunstancia para manirem-se por barato prego de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanbos e feiiios, tecidcs, armaeoes e mais aviamentos para os mesmos, armas de
fego, entilara, bengalas; chicotes, e ama infinidad* de outros objectos, entre os qoaes os afamados afiadores para navalbi de i.
Pudines, premiados as exposicdes de Pernarcbwco, Londres e Pars.
~.........----------mmm
i de
Roga-se ao IHm. Sr. lf naci V.eira < Mello, N
criTio m cidade doNatareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concrtMT
abaste nefooio que V. S. se coraprcraetteu roafc-
sar, pela teroeira chamada deste jornal, em los
de deaembra prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, patsoa a fevereiro abril, e na la cumprio,
e por este motivo e de aovo chamado para dito
um ; pois V. S. se dee teatbrar que este negocio
6 de mais de oito aooos, e quando o senhor mb
riti se acbava no es nestt cidade
existem.

JtlOCUlS QcIlXaCiaS para aoimaes, agua vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismospara mandiocae.al^H P9der(l0 todos
)ser movidos a mao
por agoa, vapor
e para serrar madeira
QIllDaS TOuaS aS maCninaS e pecas de qoe se cosioma precisar
PaZ qUalqUer COIlCertO machinismo a prego mu rwoaaido.
Pormas de ferro J *" e "ais baratas existetea mer"
T?Aiiftn/1oo Incumbe-se de manda' vir qaalqaer machinismo i on-
JUlCOnilMOllUctS tade dos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fa-
zerem suascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qoalquer necessida-
de pode lhes prestar auxilio.______________
PECHINCHA
Cbegou para a loja do PaDagaio om grande e bonito sortimento de sedas Iavrada
de orna so cor; as cores sao as mais modernas, e mais delicadas que tem vindo 5
este amercdo, e vendem-se por prego muito barato: porque a porco muito grande, na
oja do Papagaio, ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.________
RA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outrora Queimado n. 8.)
acaba de receber de inglaterra um bello sortimen-
to de objectos, que alem de sempre necesarios
boje se tornara essencialmente precisos avila da
falta que delles ha no mercado, sendo :
Fitas de velado pretas, ontras com relas bran-
easy o ostras de diversas e lindas cores, e todas
cota diferentes larguras e superior qualidade.
Franjas, k-ancas e galoes de seda de modernos
dosenhos e gostos, e ignalmente sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e galoes de laa, tam-
bera sortidos em largaras, cores e moldes, e to
propros-para vestidos como para roapinbas de
crianzas.
Trancas brancas de algodo com nova forma em
earaees angulares, rendo nesse genero multas e
diversas larguras ; curras nos mesmos goitos pu-
rera mesclaaas ; oulras trancinhas brancas de
caroees miud^s e bonitas, as quaes por suas
estreitesas teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinhos frisados e outros preparados para
trisarse a vonlade.
Um bello sortimento d galoes pretos de lia com
diilerentes niotes e larguras, proprios para vesti-
dos de lato.
Botoes linee de madreperola para camisas, ou-
tros pretos e de cores para vestidos.
so alem do constante sortimento de enfeites de
seda, lia e algodo, de qne sempre se acha provi-
da a loja da Agnia Branca.
brancas, bordadas e outras com
babad os.
Na loja da aguia branca vent!e-9e bonitas saias
brancas com largos e deli :ados bordado?, e ou-
lras com bordados de pregas pospontadas, obras
modernas e de gostos.
Fil de seda, branco e preto com salpico-.
Dito de algodao, liso com salpiccs e flores mia-
das.
LIVRINHOS COM DESENHOS
para crochet, marca el ;.
FOLHAS DE PAPEiS COM DESENHOS
.em po ntoairraor naa os mesmos fins.
Annanciar hoje bicos e rendas de labyrintho,
objectos esses que se acham em qaalqaer parte,
seria fastidioso, porm assim nao acontece porque
esses que a Aguia Branca acaba de receber sao
de ama nova e superior qualidade. Agnia Bran-
ca a roa Duqne de Caxias n. 52 recebea bicos e
rendas de labyrintho, que por soa amostra vieran)
perfeilamente emitando a tecidos de grades eheios
e feitos no paiz, mostrando at o alto relevo- que
se conhece as outras, isso alem da novidade e
bora gosto dos desenhos.
Tambem receben outros bicos e rendas estrtitas
proprias para ronpas de senhcras e meninas.
Recebea igualmente um bello sortimento de
rendas e bicos de crochet de fina qualidade e agra-
daveis lavoares. Assim, pois, os pretendernos serao
bem servidos tanto nos presos como as quali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
mela para recem-nascidos.
PERFUMARAS inglezas
A Agnia Branca tem recebido finas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis cbeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agu
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas inglezas, e opiata pan
dentes. Tambem receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendeadr
baratamente.
CaixiHhas com 3 sabonetes aromticos ;
11. ditas com 3 ditos transparentes a id
mOO e 25000.
Enchovaes para baptisados.
A loja d'Agnia Branca ra Duque de Caxias
n. 52, acaba de receber lindos enchovaes de diffe-
rentes gostos e precos para baptisados, assim co-
mo bonitos chapeosinnos de fusiao primorosamen-
te enfeitados para o mesmo flm, no mesmo pas-
seio. Tambem recebea modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com pachos para senhoras,
golinbas com pannos e sem eles. ramo de renda
como de cambraia, bicos de seda !ranrps com
vidrilhos.
P
o
ce
8
m ETCi
AOS &O0O4O0O
Estio Tanda os felfees bilhetes da lotera da
ahia. nk casafelii do arco da Conceico, loja da
>nrivm no Recito.
%
estabelecido
MANUEL dC.
Tem a satisfaclo de participar aos seos numerosos freguezes, que em vista de ser-mes mais commodo, tem
decido ama nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, bcje rna do Mrquez de Olinda,
Sf^ onde acharo os preteBdentes, muito avultado sortimento de cbapos de sol de todos os pretos, qualidades e por pre-
%ji os mas commodos do que coi
W?: darem, sendo possive! suas enc<
S&J macoes as lazendas que a demora da fabrcalo bem diminuta,
m
Coa mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
W;: darem, sendo possive! suas encommeodas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
Auya se
um sitio na Torre, cos expeliente casa de vivenda
e bafho a freoe desta no rio, sondo opima mo-
rada para, estraotjetro : a tratar na roa do Pires
n.M.
SITIO
Vende-se um sitio no Arrlal, #beeco do Bar-
tholomea, casa nova, toda ravflrijjsda, com cw
41 IIL\ DO HVRIO l)\ VICTORIA 41
rraiiam tom nm DE ASSm COmO

Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezai, inglezas, aUemlas e to-
do banho' cacimba tem quiohentos e tantos ps de arvoredos oovo/,
latadas de maracoja-as-, o terreno pmprio e
iorna-se reoommendavcl por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
raes do Ramos n. 4, das 10 horas da manbaa s
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
Precisa-se de ama eng'.mmadeira, na roa do
Imperador n. 57, segunde andar, escada para o
lado da Ponte 7 de Siembro.
COyfUREIRA.
Cose-se qual^uer costura de atraate, assim
como lava-see engomtna-se com toda perfeicas,
por prego commodo, d-se flanea : na roa Au-
gusta n. 89.________________________________
Grande hotel central
rna larga do Rosarlo Dame-
ro SV.
Neste maito conhecido hotel se encontrara ex-
celentes quartos e salas para alagar, qoe offere-
cem eommcdes para familias, onde se enconlra
nao s o maior asseio e limpeia,como bom servico,
banbos frios e qu antes e todas as commodidades
indispensaveis vida' tudo por mdico preco. O
lagar central em que este estobelecioento est
collocado sofOcienle recommendacao para ser
concorrlde._________________________________
Alnga-se o primeiro andar do sobrado 0. 5
da roa Imperial : tratar no andar terreo, 2* an-
dar^___________________________________
Ama e eDgommaaeira,
Precisa>se de urna ama que engomme com per-
feicao : na rna do Pires, sobrado n. 28.
Engommadeir
No becco do Sarapatel d. 6, lava-se e engom-
ma-se com asseio e promptido.
Precisa-se e nma ama que sai-
ba cozinhar para casa de dnas
pessoas de familia : na rna da Apollo n. 51, pri-
meiro andar.
AMA
CASA DA ronuN
Aos 5:000t$
Bilhetes garantidos.
\ ra Primeiro de Marco (outr'brt roa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe
liiesbilhetes daus ter?os n. 2854 com 200400, um
terco n. 1399 com iOjOOO, nm inteiro n. 771 com
lfiOOOO e ontras sones de 40 e 20J da lotera
qoe se acabou de extrahir (197*), convids aos pos-
saidores a virem receber naconformidade do cos-
tme sem descont algom.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
7.* parte das loteras, a beneficio do hospital da
ordem terceira do Carmo do Becife (198.1), que tt
extrabir terca-feira 4 do mez vindonro.
PBEgos.
Bilhete inteiro 6^000
Dous tercos 4/000
Um terco 200
Em fcrcao de 100/000 para cima.
Bilhete inteiro 5/400
Dous tergos .1/6C0
Um ter^o U80.
Manoel Martins Ficta.
Na travessa da roa m
das Grnzos n, % pri- Si
meiro andar, da-se di- ||
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. Na mesma casa cora-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
u PARTICULAR
O professor publico Joo Lande-
lico Dome las Cmara contina as
horas vagas (tres da tarde em dian-
te) a leccionar particularmente j>ri-
meiras lettras, grammatira portu-
gneza, arilbmetica, t te. etc.
Relativamente s senhoras, a cu-
jo ensino se tem dedicado, propoe-
se a habilita-las para o concurso
ao magisterio primario, prometien-
do-Ibes empregar todo o zelo, es-
forco e assidoidade a seu alcance.
Os interessados podem entender-
se com o mesmo ra do Rangel.
n- 40.
S
Precisase
de um menino de 12 a 14 annos, que leona alga-
ma pra'ica de caixeiro para laja : co pateo do Li-
vrameDto n. 36
Comedo Has
Con'nua-se a fornecer comedoria? para fara, na
ra estrella do Rosario n. 35, sobrado, mandndo-
se levar almoco de 7 a 9 horas da manlia. e jan-
tar de t a 3 horas da tarde, conforme a vonlade
do asignante.
ASI A Precisa-se de urna ama para cosinbar
Jxil e comprr : na ra Nova n. 01.
- Procia se de um caaeiro com pratica o"e
tabern.r de lia SOaono, qtw d fiador a soa
onduca : na ra de ?. Jorie. ootr'ora do Pillar,

mdicos, afim de acreditar a este 1
aovo armazem.
Caeemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
-.ores e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
5 nos.
4RRUDA IRMOS.
RA
Bario da Victoria
antiy ra
MOVA
N. 41.
Assim como tem nma grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparas (fue ba de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeitjao
nada deixam a desejar.
Roopa de todos os
amanhos para bomer.s
meninos.
N. 41.
Este esiabelecimento acaba de soffrer nma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontnalidade as encom-
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seos numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
lio se tornar massante
FILLAS METIS CATHABTICAS
Nao banecessidademais
geral em todos os paizes
do que a de um prgame
que seja ao mesmo tempo
innocente, efficaz e digno
de toda a confianza.
As pillas que ora offere-
cemos ao publico preen-
ebem estas ennd:ces; pois
podem ser tomadas pelas
pessoas mais iracas sem
perigo algnm, n3o tendo
em sua composiQo mer-
curio nem ootro ingredien-
te nocivo sade, mas
sendo composto de agentes vegetaes mu
fortes, sao bastante eficientes e activos
para purificar <-s corpos mais robastos.
Qaantos sao os males que, se co seu
principio fossem combatidos energicameute
com um simples purgativo, nao seriam de
urna vez vencidos ? Grande numero das
molestias que estamos snjeitcs se deve a
um estado sujo e irregular do estomago.
DO
DR. AYER
qne podemos recommendar ao publico sao
as PILULAS DE AYER que exploran} e pu-
rifican! toda a extenso do canal alimenti-
cio, e d5o vigor a todas as partes do orga-
nismo, corrigindo sna ceo viciada e fa-
zendo recuperar sua vitahdade. E' um re-
medio inestimavel contra dr de cabeca
nervosa, enxaqueca, prisao do ventre, he-
morrhoidas, molestias do figado, febre gas-
tro heptica, e todas as molestias biliosas
que teem sua origem no eutorpecimento do
ligado que causa a escassez da bilis na in-
fljmmacjio deste orgao que produz derr-
mamelo da bilis no estomago ou em um
Jesarranjo geral dos orgo3 digestivos.
A ICTERICIA produzida pela aborp-
cao da bilis no sangoe, dando pelleje aos
figado ou ventre.
hor purgativo que conhscemos e
olbos ama cor amareltenta; na> e somente
dolorosa por si. purmeondu'. aos mais se-
rios soffrimenlos. Para cura-la toma-se de
urna a cinco pu'.as todas as manhas, isto
bastante para mover o ventre suavemente
at (;:e se recupere a accao sa do sys-
tema.
A ttypcsia ou indigstelo, tem sido tan-
Vende-se em todos as boticas e drogaras do imperio
W. R. Cassels
tas vezes corada com estas pilulas, que n5o
duvidaraos em dizer que soberano reme-
dio para e*te incomivodo. Bmqoarlo a
vermes, vejara o que diz o Medial Expo-
sitor de Nova-York: < as pilulas Ao Dr.
Ayer temos achado um dos melbore,* re .te-
dios para os vermes, bichas e lonjbrigas .
Nao podemos ennumerar a m todo* os ca-
sos em que sao ventajosas estas pilulap,
tantas sao as molestias que se podem com-
bater com o emprego de um bem purgati-
0 como sao ellas.
Em falta de appetite, s3o excellentes ;
como digestivo para a comida, nao ha coosa
melbor. Nao se tem poupado trsbalbo
nem despeza para levar estas pilulas a om
grao de perfeico tal, qae nada deixa a
desejar; sao o resultado de annos de esta-
dos laboriosos e constantes. Para alcancar
tolas as vantacens que resaltara de oso de
catbmicos, tem-se comoinado somente as
virtudes curativas das plantas qae sao em-
pregadas na confeccao das pilulas. Sua
composic:) tal, que as nfermidades que
eslo ao alcance de sua acoao, raras veits
podem resist-las ou evad las.
< C.
Agentes geraes.
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Sis
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org. c- = .S
H2u- -O
5=S3. Sen"
-:s

Precisa-sede urca ama >]je sajua
cozinhar, de boa conducta, para casa
de familia : na ra do Vigario c. 3,
secando andar.
AMA DE LEITE
Precia-se de nma ama da leite sem filbo : na
rna do Imperador n. 17, andar.
AMA:
numero 16.
Preciase <1e uina ana s;vu ^uu
saiba eognmnur o coanhar,' para ca-
sa de pouca familia : na ra da P Qnem precisar d urna ba mi ;) para
taberna ou oelro qoalquer estabelecimenio, ct-
ja-se a rna dai Crua n. ,36, que eocontVafa iom
i/acm tratar.
TSILHOS URBANOS
DO
Recife a Caxanga1
Na tabella ultitnammte destribuida hou-
veram os segu nles engaos: do Apipucos
ao Recife, quando diz 7 h. e 10 m., lea-
se 7 e 'i. DoHecife Caiung as 8.55
em seguida, em lugar de Caxang leia-se
Apipocos. .
P. S.Urna nova tabella ser destribui-
da no dia 30 do crrente, com a correc-
co.
Escriptorio da companhia, 27 de junho
de 187!.
William Rawlinson.
Gerente.
i;usiuo particular.
Antonio Cardoso de Aguiar, professor provisio-
cado pelo Exm. presidente da provincia, achando-
se presentemente no povoado dos Montes, por in-
commodos de sande, prop5e-se a abrir dons cur-
sos, sendo um das lingnasportngueza, latina,
franceza e ingleza, e outro de philosophia, geo-
graphia, rhetorica, geometra e arithmettica, mate-
rias sobre as quaes tem feito serios estudos.
O abaixo asignado alm da vocablo especial e
haniliucjes, que tem para o magisterio, offerece
aos Srs. paes de familias, que quizerem se utilisar
de sen prestimo, as necessarias garantas para
boa adn:agao de seas ihis, flaneando Ibes lodo
cuidado 9 zelo possivel; nao s em relacao ao
apr 1 vi amento inteectna!, mas tambem em rela-
ao
ca-
mos,
Recife, 27 de janho de 1871.
Antonio Cardoso de Aguiar.
Na praja da Independencia n. 33 se d di-
nbeiro obre penhores de ouro. prata e pedras
prceftsas, seja qnal for a qnantia ; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata;
Ena:riene se tu toda e qmlqaer obra de en-
co'ni.'Hioria, todo e qualquiT concert teulente a
mesica ane.
Easioo en casa* pariicnrares
Um acordle lecciona meninos e meninas
ne-sia eidatte e em eus arrebaldes. Pode ser pro-
cura! p na naci da Torre e no escriptorio do
wgntH. dit'tar.
X
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Cuimaraes, Ponird
4 C, desta pra^a, previne quem interesar pos-
sa, qne est promovendo a dissolacao da m- .a
rma, e entrar em seguida na respectiva liqm-
dacao ; sendo qne nao h;i elras pelas qoaes estela
a firma responsavel, e nesn o nnunciant as pre-
tende firmar durante a mesma dissolacio e liqa-
'iacao. ___________^^^^
HDAME AN'TOLNETTE, modsu franc-zi. ol-
timamente ubegada a esta cidade, tem a bonra de
levar ao conbecimento do respeitavrl publico, e
com especialidade da Reinal senhoras e faraili.v,
jue est habilitada para facer qualqner trabalho
de costura, como enddvaes para casamenlu e ba:<-
tisado, ronpa branca de sennnra, vesudos para
soirs, bailes, etc., etc. Garante as ultimas moc..-
pnr auanto recebe os meihores jornaes qne Ibis
dizem respeito, assim como aliaoca qae em te-
nbuma outra parte se ha de eoeonirar mais esme-
ro, bom gosto e promptido nos irabalhos de -* 1
genero, pela longa pratica que tem de soa arte per
te-la exereido com vantagem as cidades de Lyoo
e Paris.
LUTO BM 24 HORAS
Precos mdicos.
N. 2-Rua Duqne de Casias, i' andar-N. 2
(oulr'ora do Queimado).
Saunders Brothers A C. 3gente9 do vapor ingle
Ta 'i'man podem as Srs. ne receberaru genere
pela dito vapor que os man'em depachar, e pre-
tinen) aos mesmos qae niio c> razando mandarn
recolbe-los em armazem alfamlegado por coala Ba
fazenda.. .......
AMA
ceiro andar.
. Precisa-se di uina ama para o-er-
vi(o de ama casa de penca familia :
a tratar na raa da Craz n. 18, ter-
____
Precisa-se de um meoiu' para taixtro: no
progresso do largo d<* Carmo n. 9.
Precisa-se de am portugaez nswlto er
para feitor de nm engenho per m lacio : a
tratr na roa d Madre d !r-w r. Hl
V
Por todot o pique tes recebem-se as me-lLores e mais moder-
nas casemiras que ha na Enropa. *
RA ,
Dk 1
BarSo da'Vctor la \*
antiga na 1 (


/

i

Aluga-se, p. r } 111, una escrava
zinheira, e faz w.niiri's ua o* 3ant
c. 6, 2o andar.
b eo-
oi Amar*



D ijlo de Pernaxnbnco
Quinta eira
29
Je Juaho
de 1871.
v
V( L-ifoiJO FOGO
Grande sortimeoto de foguinl
FOGO
fogiAnhos artificiaes para os
festejos ~Cf Ai
JCl.'JOlOE S. PEDRO
No armazem do Vapor Francez, raa do Bar3o da Victoria d. 7, aca-
ba de chegar grande sortimento de diversos foguinhos artificiaes chne-
les, japonezes, altrales e francezes, todos de islas de cores e effeitos
maguificos,^Fabricados especialmente para sa!5es e varandas, e seren sol-
tados por senboras e meninos, sem o menor receio de serm offendidos,
e tambem tem grande sortimeoto de rodinbas, de pistollas de craveiros
de diversos timaobos feitos na mais distincta fabrica deste genero qoe
existe ne&ta cidade.
Balees aereosta- jjgg
Ufa pequeos de 8 a a
12 palmos de papel de SS
seda, de cores mnito j*|
bellos e facis de sol- 8
tar-se. g|
Clobes de papel de m
cores para illamraaces g|
e papis arrendados g*
proprios para enfeitar a
bolos. B
Luvas de peII-
eabrancas, pretas e de
cores para homens e
senhoras.
I.eques para se-
nhoras e meninas.
Brincos e pulsei-
ras de o uro bom de lei
para senboras e me-
ninas.

presos
MUITO
baratos.
Calcado calcado calcado
CHEGADO DE NOVO
Botinas para bomem. inglezas e francezas, o melbnr possivel, na) s
de bezerro como de pellica, cordavo e vaqueta de lustre.
Ditas para meninos das mcsmas qualidades igoaes as de homem.
Ditas para senhoras e meninas, duraqoe sonimentos dierentes.
Sapatinhos de salto para senhoras, duraqae branco, de cures e de verniz.
Botmbas proprias para mangas bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
Sapnoes para bomem, artigo muito fino, cordavSo, verniz e brim branco.
Sapatos de tapete aveadados e de tranca para bomens senboras e
meninos.
Sapatos de borracha de primeira sorte para homens e senhoras.
Botas russtauas para homens e perneiras para meninos.
Quinquilharias
Espelhos donrados grandes e pequeos, albans e casilhos para retratos,
caixiobas com vidro de augmentar os retratos de carles, costuraras de
novos modellos com msica, ricos objectos dourados para toilets, ps de
vidro para pianos, bolsiohas de seda e cestinhas de vimes para braco de
meninas, cofresinhos mgicos de desaparecer aunis, relogios, e outros
muitos objectos novos de mgicas; jogos da gloria, de domin, bagatelas,
de vispora, de rodete e de huiros diversos joguinhos allemles, jarro com
bouquet de flores de porcelana para sanctuarios, tapetes para lanternas,
reverberes transparentes para candieiros, espanade res de palha, venesia-
nas etransparentes para janeHas, pentes finos de marfim para tirar caspas,
ditos de travessis para meninas, escovas finas para denles, para barba,
para cabello e para vestido do senhoras, ponteiras de espuma pard ci -
garras e charatas, oculos de prata dourado e de ac, lunetas de tartaru-
ga, grvalas brancas, pretas e de cores, chicotes, bengallas, luvas, abotua-
doras de cohetes e de punbos, caixas de msica de dar-se corda, esterio-
copos com vistas escolhidas de paisagens, gropos de familia e figuras de
pbantasia, cosmoramas com lindas paisagens, molduras douradas, quadros
e bonitas estampas d cidades, de figuras e de santos, carteiras para notas,
para e dinbeiro, malas, e bolsas de-viagem, esporas, luvas de camurca e de
fio da Escossia, machinas para caf porta-pratos para mesa, realejos de veio
e accordions, armonios e outras quinquilharias diversas, francezas e alle-
m5es.
Perfumaras
finas perfumaras de primeira qualidade dos afamados fabricantes Piver,
Corday e Lubim.
Brinquedos para meninos
O maior sortimeoto que se pode desejar de brinquedes fabricados em di-
versos paizes da Europa, para entretimento de enancas, o qne na verdade
s com muita forca de vontade e de trabalho, se pode obter e sustentar
uaa tal sortimento.
Pedido
O dono deste estabelecimento pede a todos seos freguezes, amigos co-
nbecidos, e ao publico em geral, qoe se digne mandar, ou vir pessoal-
mente verificar qualqner destes artigos e serwficar-se qoeem vista das
qualidades, os preeos sao baratissimo por ser todo viudo em direitora e
de sua conta propria, off recendo porporces de escolber-se a vontade.
N. 7 NO ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ RA DO BARO DA VICTORIA
OUTR'ORA NOVA N. 7.
m* LV,
\m resaca
kt

3
O Campos est vendendo os
seguiite* jgeneros
Eporque pre Tudo tio barato que admira. mm
Mauteiga em latas de um kHo por 34000.
Carne secca (de earneiro) a lio a libra e 6
a arroba.
Cebollas em resteas ,k if 500 o eento.
Linguas escaladas a JOO rs. cada ama.
Ditas afiambradas, todas as quartai e sabbados.
Carne e qaeijos do mtio.
Lingnas em salmoura.
Amendoas confeitadas e descascadas.
Fgos para as noutes de S. Joio e S. Pedro.
Tinta purpurina a 1*000 rs. a garrafa.
Sement de hortalica mnito novia.
Charutos em grosso e a retalbo.
O Campos vem solenaoemente garantir a todos
os habitantes desia capital e seas suburbios qae
o sea armazm um
Centro especial de noT%dts, no qae diz res-
pello a
ACEPIPES
Em qnanto aos preeos porque tem resolvide
vender todos os seas teneros, s com
A vista,
Joaquim Jos Gon ves Beltro
Ra do Trapiche n, o, i* andar.
Sacca por todos os-paquetes sobre o banco de
irhc, em Braga, e sobre os segointes legares tn
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guiniaraes.
Coimbra.
Chavas.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
________Barcellos.__________________________
Novo e grande sortimento
de papis pintados para forro de salas, quartos,
etc., e saas competentes guarnieres, mais barato
qne em outra. qualquer parte.
Livraria econmica.
mn
Raa do Sarao da
Victoria
Otr'orarua Nova n. 63 ecasas
do costume.
Bilhetes garai|ldo da pro
Til
O abaixo assgnado adfta de veuder entre o
seos muito felizct bilbeteR sorte de 5:000X000 en
um terco de bilhete de n>X3( a sorte de 1001 em
doas tercos de n. 1399, a sorte de 100* em um
terco de n. 2617, e um terco de n. 606 com amor-
te de 100i, alm de ouiras sortea menores de
401000 e JOiOOO da leteria qae se acabon de ei-
trabir (197), podendo seos possoidores virem rece-
ber, que promptamente sarao pagos.
O mesmo abtixo assignado convida ao respev-
Uvel publico -para virem ao sea estabelecimenu
comprar os feliies bilhetes garantidos, que.nic
deixari de tirar qualquer premio como prova pelen
meamos annuneios.
Acnam-se i venda os muito (lites bilhetes ga-
rantidos da 7' parte das loteras em beneficio da
hospital da trdem terceira do Carmo do Recife,
qoe ser extrahlda no dia 4 de julho de 1871.
PBCOS.
ateiro 61000
Dous tercos 41000
Um terco 11000
De 100^000 para cima.
, iatoiro 51400
Dws tercos 31600 .ti
Um terco 11800
Joio Joaquim da Costa LeU.
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tr.
o
ce
C ompanhia Al li an DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:0001000.
Toma seguro da mercadonas e dinneiro a risa
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencia roa do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos 6od
calves Beltro.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
aesta pra?a, toma seguros martimos sobrt
aavios e seos carregamentos e contra fogc
em edificios, m-Tcadorus e mobilias: n
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
A directora do Monte Pi Portugnex era obser-
vancia da ultima parte do art. 60 dos estatuto?,
manda celebrar urna mis?a do stimo dia, sabbado
1* de julho, as 7 horas da manbaa, na ordem ter-
ceira do Carmo, pelo eterno repooso da alma do
socio Jos Caetano Martins Marques.
i M. L. Pinbeiro,
1* secretario.
Ao corpo do commercio
O abaixo asignado, tocio gerente e nico res-
ponsavel da Arma de Dom ngos Teixeira Bastos &
C, communiea ao respeitavel oorpo do commer-
cio que, da data de 31 de maio prximo psssado,
dissolvea a sociedade com os socios Belmiro Go-
mes de Oliveira e Jos Teixeira Leite Basto; licam
estes exonerados de qualquer onus e pagos do sen
capital e lacros, e o abaixo assignado responsavel
peto activo e passivo daquella Arma. Recife 26 de
jaobo de 1871.
Domingos Teixeira Basto.
Joaquim Jos Gojicalves Beltro tem para
vender ao seu escriptorio ra do C>mmer:io n.
i I3'*8 groaros abaixo notados, que veude mais bi-
^^ flrl & *> oi*4 qllquer Harte :
I Azeitooas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de I libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marlel frres.
Bnxadas.
Parlaba de mandioca de Santa Catbarins, sac-
eos de 3 a t alqueires.
. Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
part en lares.
Pi de algodo da Bahia em novellos.
Pouces.
Maxdos.
NOM.
Obras de palnetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito atol para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
' Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedreeo na Babia.
Rolla/.
Rap'popular da Baha.
Botim em fardo.
Rttroc des melbores fabricantes do Porto-
Tapioca doMaranhio.
Tabaco aimoote da Bahia.
Verniz copai
Vinho do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
ratas.. *
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em caixas de nma duzia.
Dito de caj em caixas de ama duzia.
Vndese na ra do Baro da Victuna, ou-
tr'ora ra Nova n. 49, o amanera de louca oa e
ordinaria, a qualquer pessua que se quizer esta-
belecer, a dinbeiro, cu com algum praso com ga-
rante a vDtadt do pr prittario; no mesmo ar-
mazem, vende-s a dinbeiro vista, apparelhos
para-cb de porcelana, dourados e de frisos da
cores, ditos de porcelana branca, apparelhos pa-
ra juntar de pcrc-lana branca, ditos para jantar
de friso verde e azul, ioplezes, ditos para cha, va-
sos de porcelana para flores, compoteiras, garra-
fa?, copos para agua, clices para v.nho e chara-
paihe, de ctirystal e lapidados finos; e outras
niaitas (tecas que ser enfadonho mencionar por
extcBco, <\ tra qualquer parte de 5 a 10 por eento, por ter
o dono de acabar com o e tabelecimento.
Mantel Jos da Silva Filgueiras reura-se
para Portugal temporariamente a tratar de sua
saude, e dorante sua ausencia deixa por procura-
dores em 1* lugar o Sr. Antonio Ignacio Pereira
Coeiho, en 2 o Sr. Antonio do Carmo Ferreira, e
em 3 o Si. Joa-iuinr Parreira da Silva._________
Mantel Jos da Silva tem urna carta na mi
de Pedro Aflonso o. 10, viuda de Macei.
Na roa de Hotas n. 1 precisa-se de
um rapaz para caixeiro, prefere-se sendo
natoral dos arrabaldes.
SMaiapolao para forro
a 21000 a pec> : na ra do Crespo nu
.21000
mero 23.
-
GUINCHO

Vende-se um guincho de ferro, novo e do me-
ihor autor : tratar a ra d) Livramento, loja
n. 6.
Kcamboie
edicao popular 300 rs. o volme I I
Livraria francesa.
___AU
noM
DTVETOT
nica caa neste genero
M-Rua Estreita do fiosarie-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objeetos de
oosinha e de mesa, e
tudo que perten-
V ra Duque de Caxias n. 42 precisase com
muita instancia fallar-se aos senhores abaixo
declarados:
Francisco de Paula Mello Barreto.
Joaquim Teixeira Peixoto Filho.
Manuel Tbomaz do Nascimento.
Francisco de Paula Borges.
Jos Gomes de Barros. '
Jos Laiz de Franca Torres.
Francisco da Costa Carvalho.
Sebastiao Jos de Barros Barreto.
Estevao Jos Ferreira.
Csrlos Jos Dias da Silva.
Joao de Barros Netto.
'atrios Jos de Souza.
Pedro Dias dos Sanio*.
Joaquim Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Correia de Barros.
Andr de S Albuquerque.
Antonio Jorge Monteiro.
Isidorio de Franca Barros.
Pedro Jos de Souza.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.
Farinha de milho
Vende-se farinba d milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos pregos seguintes : grssa para
aog, pintos e passarrahos a 100 rs., para cangica
e pao de provenga a 120 rs., e para cuscus a 140
rs., em arrobas e mai barato : na ra do Coto-
vello n. 23.
Ulcados
Botinas de brim e duraque branco bordados d%
setim a 6/ o par : na ra do B-m Jess n. 21,
loja.
1^280 o par.
Vende-se sapatos de tranga para senhora pelo
diminuto prego de 11280 ; venham a elles antes
que se acabem na bem conhecida loja de roin-
dezaa da ra da Cadeia n. 30 A, hoje Mrquez de
Olinda.

A 4^000.
Alnga-se o sotao do soorado n. 34 da roa do
Rangel, o qual tem commodos para urna pequea
familia : a tratar na ra da Praia n. 34, armazem.
O abaixo assignado diz a pessoa que leve o
arrojo de chamar por este jornal ra Duque de
Caxias n. 92, que ignora qual seja q negocio, pelo
qual faz o chamado, entreunto se elle do inte-
resse dessa pessoa, que procure ao abaixo assig-
nado na rna estrena do Rosario n. 24, ou na casa
de sua residencia no Caxanga.
Maooel Cynaco de Albuquerque Henriques.
COMPRAS.
o e mesmo deNev-
erecido concento que
Sao fioalmeote ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preprameos
do Dr. Radwat C. de New-York.
Depois de alguns annos, em qae as falsificaooes de Flarab
York tiveram entrada neste mercado, aproveitaDdo-se do ben
estes remedios haviam alcaocado por seus maraWlhosos effeitos coaseguiram intrcdnzir
6e, illadiodt) o pbiico ncaato, com ama redaego de prefo, minificando o verdadeirc
mrito destas admiraveis prepara^es, imitando as verdadeiras; ponim desacreditan-
do-a com seos nullos eSeitos lembron-se o autor de fazer a declmelo abaixo, e >
der diplomas aos que ven-ierem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparares do Dr. Ra-
i wat s s vendem nos depsitos cima declarados e trazem era rotulo igual ao destt
aonaecio.
Nos abaixo assigdos, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymondo Carlos Lei-
;e & Crmlo, da cidade do Rio d Janeiro, no imperio do Rrasil, sao os nosses agentes
geraes. pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto-
gal. Noticiamos ao publico, que n5o se podem obter oe remedios do'Dr. Rapwat C
(e que 5o preparados ho laboratorio do mesnao doutor na cidade de New-York nos
Estados-Mdos), seno das pessnas que podem produzir a presente :a?5o e qoe a produzem, subscripta e assigsada do Dr. Radway & C. e dos Srs. Ray
mando Carlos Leite A Irrno comoao p. Todos o cada um dos remedios do Dr. Ra-
hwat & C. so acompanliados de cdulas semelbantes as qae parecem ao p desta cer-
lit3ca?o.
Suatae-se bem a asigoatura >'.a firma do Dr. Radway & C. ao p da present
eertificac3o e compare-se com o fac-simile as cdulas com todos os frascos e caixinbag.
Raowav ir C.
mmmwm-mm i
i Reformas de can- g
telas. l
s
O gerente da csa de peohores tra- i
vessa da ra das Cruzes a. 2, avisa alo- i
das as pessoas que teem cautelas venci-
*, cajos premios nio tsem >ido pagos, J
que no praso de 20 dia* venham r-for- |
ma-lae, oh pena de serem eus penhores
ieBdido. ;em lelio.
Agostinho Ribelro da Silva pelo presente de-
clara qo .o Sr. Vtente Jos Lopes Pedrosa nada
n>aj tem com a padaria iU na de S, Jorge n.
t,-e prtanlo nao jjoder re;eber quartij aij;ara.'i
Ao publico
O abaixo ;Hi?nad i provine ao publico que nao
raja negocio algum com urna casa terrea de podra
e cal na roa Sella do poveado dos Montes, termo
de Agua-Preta, jne fi--je teTtence a Jos Joaquim
Dias Paredes, istn que lendo-as comprado ao
mesmo abaixo assi/nado, aseignando pela impor-
tancia duas letras, as do pagou, pelo que nao
podo transferir es-a propriedade sem pagar taes
letra?. Itecife 22 de jnnho de 1871.
Antonio Baptista Xogoeira.
Joo Anluuio Monieiru aeelaxa ao respeita-
vel publico, que desde o dia 21 do oorrente, dei-
xoo de ser c/pregado (Ja casa commercial, do
Sr. Jos Augusto de Araujo.
_ do4 d"veiVrn, so p?na no*) pagawm. Rccjeizala-velda D' j:JS.
Atu^i-n? im reyuna-i andar na roa da Sel-
'Dedo jonfo -ie !87.
po tam innitus v)mmodos para
OliS eC grsDde? inartoi.
CASA. DA FORTUNA
KA 1 DE MARCO OUTR'OBA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo asignado tem ?empre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
oromptameote, como costuma, qualquer premio.
PREgOR.
lueiro 241000
Meio 121009.
Quarto 61000..
Manoel Martins Fiuza.
Eclao americano
jarnai portugoez illustrado, publicado em Londres.
Numero avolso680 rs.
Livraria franceza.
Precisase fritar com o Sr. Francisco ezerra
Cavalcante. e como nao se saiha a sua residencia
pdese a qne,i> souher que informe ao agente de
leiliJes F. J. Piolo, ra da Cruz n. 38, escriptorio-
COMPll-SE
frascos vasios da tintura japoneza, e pagase a
rs. cada um : rna Duque de Caxias n. 30, e
Mrquez de Olinda n. 51.
Vende-se borzeguiis, obra muito boa, pelo di
minuto preco de 41: vende se na ra do Mar
quez de Olinda n. 50 A, loja de miodezas.______
Dados e gamo.
O mozeu elegante, ra estreita do Rosario n. 1,
receben tabola? e copos de marfim, cocsa de apu-
rado gosto, e tambem perteilns dados de marbm,
sendo tres em urna caixinha proprios para os
apreciadores da......
Dspepsia, ou indi-
gestlo,
dAstringencia, ou..
pris5o do ventre
habitual,
Axia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Cemento Portland
Em barricas de 13 arrobas preco mais com-
modo do qoe em outra qualquer parte, vende-se
nos arraazens de Tasso Irmos & C.
Cntileria de Guima-
raes
Na loja de ferragens ra da Cadeia n. ii, de
Tbomaz Fernandes da Cunha 4 C, chtgada nova
remessa das mais bem acreditadas facas e garios
de cabo de ago, assim como de cabo de osso de 1
e 1 botSe?, de cabo de balanco e emitacao;
igualmente um completo sortimento de todas as
lerragens, e que tudo se vende por prec.o muito
cowimodo._______^__________________
Vende-te a casa terrea n. 13, ra dos Gua-
rarapes : a tratar ra do Mrquez de Olinda n.
40.
VENDAS.
Cadeiras
Novu. sortimento de cadeiras francezas de faia
ao natural e emitacao de Jacaranda, raogno, etc.:
no armazem de Tasso Irmaos & C. ao caes do
Apollo junt a ponte provisoria.______________
Attenqao
Venderse o j acreditado medicamento contra os
calos : na ra Primeiro de Margo n. 3 (amiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinda n. 30 A
tanliga da Cadeia).___________________________

CALCADOS
n para enancas
Orando somtonto de calcados para crianzas,
coa melbores que tem viudo a esta praca : na
luja de cjl;ado da ra .do Bom Jess n, 21, loja do
? obrado .araarello.____________________________
O CHA RUTO
DE
AVISO
Os abaixo assignadas tendo cmpralo o ^po-
lio do tallecido subdito portnguez Virginio Freir
de Oliueiri, estabelecid na praca de Santa Cruz
ti. i, consumo dito espolio, na sua maior totslida-
je de dividas activas cesta pra^a efradella,
vera pelo presente pedir a todps os 4evedorHs do
dito espolio qne qnanto antes venham aju-tar e
saldar as sna conta?, aflm de evitar ineomraodos
e despezas. Recife 19 de junho de 1871.
Gama & Silva Brito.
Convida se urna senhora de maiur Klaae tura
fazpr comnanhia a nma outra setegenari3, ailan-
cando-se bom tratamento : a al'ar na ra Duque
e Caxias, leja da verdade (mindetas) n. 97.
O abaixo as'igiMJu leudo Europa no vapor Oneida, deixa por seas bastan-
tes procuradores nesta cidaJe aos Srs. Antonio
Marques da Cota Soares, Jo do antis .\evs
e H. r. Swift. Recife 23 rifl junbo de 1871.
Jovmo Randeira.
Echo de Roma
terceiro auno.
A Livraria franeeza.
Aiusa-se o andar e sot.i> Jo nubr.tdo a
rita da G-uzes u. 0 : a tratar ua.rua irti.*
mvc'n da Saaso aowu p, 28, loja.
vlKO.
Ra da Imperrtriz n. 63.
Neste bem sortido estabelecimento encontrarao
os consumidores os ntelnores charutos de Havana^
de diversas mareas e preeos, ltimamente chega-
dos da crje, e bem asskn charutos nacionaes do
Rio e Bahia, cigarros das melbores qualidades, de
palba, seda e linho, ponteiras de variados gostos
Sara charutos e cigarros, boleas, etc, etc., o que
todo vende por preeos mnito resoplidos.________
TRSENOS
BEBRIBE
Vende-se era grandes dii#qnenas porces, o
grande terreno que foi do Sr. Machado, sitio deno-
minado Jajueira. distante da estaco do Fando
cem passos, cora frente para a estrada do mesmo
nome, com muitas arvores de frneto. Este lerreno
proprio, e por ser d barro presta-se para qual-
quer plantacao, e muito sa torna reeommendado
por Ji-:ar perw do rio e di estacao. O prego
muito mdico : a tratar na rna Nova n. 48, no r
mizem da Norma, on com o Sr. Tristio F. Torr...
iM :r.s os domog/' c ditj san^Ocdoj o acha-
.rao w*se Iji^ar.
Djts, frtteta* e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se amendoas confeitadas, e descascadas
mnito novas.___________________________
DAMASCO DE L\A com 8 palmos de largu-
ra a 25 o eovado.
CHALES DE TARLATAJiA bordados a 1*500
cada um.
SAJAS BORDADAS para senhora a 45-
CAMISAS parasenhera a 21300.
LENCOS de algodo a IJMO a duzia.
CORTES de organdy com 10 jardas a 31.
Na loja de Antonio de Monra Rolim <' ra
Duque de Caxias n. 73, antiga do Qneimadn.
Attenoao.
na Pon-
Vende-se um casalsinbo de tourinhos
te de chua n. 10.________________________
Cunha 5 Manta, Teud^m a
ra d> Mrquez de Olin-
da n. 40, o seguinte :
VINHO XEREZ suoerior, em cair.as.
COGNAC MARTRLL dem.
VINHO BOREFAUX. i em.
AZKITE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN O, idero.
CAF DO CEAR, saceos.
Charutos de Schrfrbusck
Regaba britnica.Regala imperial,
Operas. Conchas. Trabajos, de um raillieiro
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DN RIO DE NO-
VAES E LIZAUR, de diversas qualidades, vende
se era barricas._____________________________
Vende-se a casa terrea d. 1!, -na a ra d
Oito do Ampar, em Olinda : a tratar ra do
Marqnez de Olinda n. iO._________________^_
' Vende-so a taberna do pateo do Terco o
a tratar na mesma
Punas assuearadas de Brislol.
NAO CONTEM NKM CALOMELANOS NEM NENHDM
OUTHO .MINERAL.
A grande necessidade e falta de ora ca-
thartico on de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por' isso, infinito o gosto e
prazer que 'sentimos, em podermos con
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assmaradas d BriHol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
Dgredientes essenciaes, tornando-se em om
perfeito, seguro e agradavcl cathartico de
familia. Este remedio n2o composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicSo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, s3o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
tiaver canucamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porc5es fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"laravilhoso possivel sobre as regiftes do
fgado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinacSo com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. Ai pilulas vegetaes assuearadas
ie Brislol, achar-se-ho sempre um reme*
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affecces do ligado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabera.
Em todas as molestias que derivam a
sua origem da massa do sangue: a salsa-
parrilha de Bristol esse melhor de todo?i
os purificadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
n3o nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompU e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'ura estado muito alm dos recursos
umanos.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, 4C..P. Maurer
& C, A. A. Barboza, Bartholomeu 4C, 5
pharmaeia ameiicana roa doOui.nado n.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 49.
Jos Bigodinho, com l avisa a Udos ts <:s ttus fregaezes qoa est
torrando tudo pelo ureco, a vista da fazee-
da, para todos admirar, a saber :
Grosas re botSas de louca branca a
Capacbo3 muito bonitos a tj( 0 e
Caixas com ICO envt'lrppsfarenda
fina a oU", 6C0 e
Pares de spalos de Ka para me-
niins a
Espelhos de moldura domada a
800 e
Pentes preos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com liosa prcia a 80 e
Pecas de flia elstica mudo fioa a
Latas com superior tianha CO, 100 e
Latas graudes com superior bauba a
Frascos com oleo oe Philocome a
500 e
Frasees com macass Peruia a
Caixas com 12 sabeetes mtito
i. nos a
Frascos com agua de Coloaia verda-
ilcir.i a
Dilus com oleo de ha )osa suderior a
Syllabario pjrtugaez livro muilo
bom para enancas a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Ricas touquinbas de fil para me-
ninos a
Caixas com agtbas francezas a 100
160
Pecas deliras bordadas a 500, 000
800 e
Garrafas com a verdadere agua
florida a
C.rtilli- da Putrioa. Christaa as
mais o odornas a
Livro das miss5es abreviadas a
Copos grandes com supe, ior banba
Macos de paliitos para dentes o
cehor qne ba a
Pacu.es com 3 satone'es inglezes
faxenda fina a
Escovas muito fi^as para limpar os
denles a
68:
Vende-se
nma carrosa nova e um bai mano e gurdo do
servido d. mesma qeih pretender dirija-se a
ra da Concordia u. 37.
B<>m empego para c-tpifal,
Vende-se apolices provincias vencen lo o juro
de oto por ceaio pagos em rfraetre : a tratar
com Jfis A0|(U3to de Araujo. manaa, na ra da Aurora, ei Swto- Amam, n.
18. e desea Uoraem dMH'.e no ibeatro de Santa
Isabel, ou ei sen escriptorio na travessa do Ca-
ringa n 2, caes i i Ramo?.
'i ur* .di
120
70U
800
30
I00O
2i0
100
200
2t0
320
SCO
240
1,5000
1^000
320
4C0
600
200
240
15000
1*300
400
15500
1)5500
163
600
2*0
feU-
Cervcja emiharril, de
peror quilidnde
P. Johnston & C, rea
Vendo c era casa de S
da Seozald nova n. 4i.
Aproveitem
Talliores fleo', doas bo!oe., cabo branco, a '-i
a dtnta, colberes finas dft-tio-plate a O a duzia,
ditas para arro, ditas pa/a Urriat, anas para
Twtarda, ditas para sal, jliiasj?ara^opa a I0 a
ior este-1 o -
duzia, para liquidar >nfH((
minutos proijos : n muzca
do Itosario n. 1, de Ferrei
Lencos cam tog
A loja i!:s arcos vnnd'
toque ile varia a \i a.(
es-eita
esRuiao c i.i
ivt'in com bar-
ii>qi: avarr* a j p\ -j
laja da e?'juiua.
*i y
'iO i- 2S0 rs. o cov
i-a* .i i'ii' rj. 0 (i
., iind.i* fWdroes a COO rs. : na run 1 L-:e*pi l. iJA.J Man;', "u'i'rav.- I;'-,.', u. L>\ : ;uiua a ra
j das ijru:e.

I

/







1
*-*
*
-
Dfoio de Pernaubuc Quinta (aira 29 Ja Junho le 1371.
_
VENBE-SE
luaqaioj Jos Itaaios, tul n d Cru n. 9, !
ndar, vende alfotiu lH( aanrteanos verdadeiro
* pretns amwieaan .1 ( ^
* fea sataia cabello tbraaee
Tintora^apene a.
So e noea ipprovaa ufa as academias de
sciencj, recnnhecida *iH*mr a toda qne tem ap-
nwmdeai hoja. Departo principar 4 ra di
-adea do Recife n. 51. I aedar, em todas as bo-
ti^e casa de caiwlieirwro.
-r
ia itvixi LAJllHlilUyill
Sempre a Nov* Esperanca!!
A0B8U/)SJQ.
Ksta loja bem coataectdj pela sm alegancia
lupenor idadi" de seu objecios, acaba de receber
nB't0 arhgus para o qoe respeifcwamenia convida
ao bello sexo a viii-la,Qa> o que i.recw.M-ein para preparo* de vestidos toi-
lete ou tocadoras, e mesmo quaiquer objeclo para
fazer algiiiu prexeote.^poi.; qae si na Nova Espe-
rance (icario sadsfoitos, j pele qoalidade e pre-
coa ratqaveis, e menino por que a Nova Esperan-
za ufana->e <*n nao se impacientar em- dar a s-
oolher os objecto, prettando-se eom o agrado
cura qne coto a recebar a todo?, afim de que
satbao eom o tirme proposito de voltaresi on
mandarura a mesma foja, logo que precisen] de
qualquer artigo porpequeao-aneseia.
LDVAS DE PELLICA.
Receben-as de Li.-boa a Nove Esperaoca para
aomeas, sennora a meninos, sendo brancas e de
N'OVIDADE..
Bico de qnipnre preto cora tranco, a Nova Es-
perance so quem lew N1
Caixas para jias.
A '^lft Ernc> receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de multas qnalidadee a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos on sardas.
A Nova Esperance tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabello.
Tem a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
glesa.
Pira refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperance rna Do*ue de Caxiaa n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
LIOUIDACAO
Ni
LOJA E ARMAZEM
M
Perfumaras
PAVAO
NA BA DA BtfERATBIZ 60*
FLIX PERfflM*DA SILVA ft C.
Os propnetarios desto grande esta oeteci meato tendo em 'ser ama avuUadt porcio de
fazenda, e toado continuado a recelar per lodoos vaprese navios inmensa poni
das masmas, tem revivido fer ame OftANDE UQBK>KCkO, afim de diminuir oarto-
de deposito e apurar DINIIEIH. De tedas m faadas que se venda baratitsimo se dio
as amostras, ficando penhor oo e naadsai ievarem casa daExmi. familia*, assim como
as pe-soas qae negociara em menor escala, n'esle esta-elecimeato sa podero sorur em
pequeas porcoes pelos mesmo* precus ae compram oas ettas exporUdora.
Bonitas fazendas
PARAASFESTAS

&&WTO %\ o,\io
E S. Jofio
CHEGARAM PARA A LOJA
PAVAO
ALSACIANAS A lo200
Cbegaram as mais lindasalsacianaa
do uma Dova e elegante fazenda de Ha
eom bnlhantes listas de seda e ta^taate
larga, para vestidos, sendo n'esle genero
As mtlhor-'s, e do mais eonheeido- fabricante, o que este anno tem viodo de mis ffOPtO
anca q "* N0V* Espe1CKANAD|lASJAPOEEZASA800BS.OCOVADO
Extractos, banba, oleo, saboBete?, agoas de co-
lonia, de laraoja, florida e de lavande, etc., etc.,
fudo Je superior qnalidrde : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova E-pi-ranca, a ra Duque de Caxias n-
e:), receben utn lindo sonimenio de 13a aera bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
a, escarate etc. etc. a ^la antes qu se acabe I
O ver.larjeiro portland. S se veade na
ra Ja Madre de Deas n. 22, armazem de
Je5o Marlins de Rarros.
,1
Vende-se siccoe eom larinha de mandioca, me-
Jindo 18 cu-as, pilo baratissimo preco de 31 cada
sacco ; na ru;i do Mrquez de Olmda n. 40, es-
f ". no.
Libras salinas.
Vende sh no armazem de fazendas de Augusto
." u- O, v. ir A (".., rna to Commercio n. 4.
o<3 senhores fogue-
teiros.
NA i'.l'A LAUCA LO ROSARIO N. 34
Vende-se
Excellenie limalha de ferro.
Dita dita de ac.
Salitre refinado.
Enxclre no cnudo.
E em geral todo. o preparados para os fogos
e Santo Amonio, S. Jniu e S. Pedro.
Mil
Tra venda em sens armazens. alora de ontros
-. ae seu negoio regular, os seguintes, que
' "' por presos mais mdicos que em on-
: quaiquer psrte :
PORTAS de pinbo almofp.dadas.
rORTEIRAS de ferro para cercas.
SALITRE ingles.
SSTEIRaS da India para cama a forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
GSSSO superior em poredes e a contento.
CEENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de descarogar algodao.
LONAS e DrinzOes da Rnssia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
rCGOS araoricanos muito bons a econmico.'.
VfXMO de Rordeaux.
CO i' AC superior de Gautier Freres.
f ARELL em saceos grandes a 35500.
AA tiorida legitima.
Cbegou para a loja do Pavio esta aova
fazeoda eom o norue de granadinas Japoae-
zas, sendo nma boai a fazenda de lia eom
bonitos qnadros de seda, p-opriapara ves-
tidos, tendode todas as cores, e vende-se
a 800 rs. o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. J COVADO
Cbegou esta nova fazenda eom oone
de ailaDta, sendo urna delicada azenda de
13a, para vestidos, que vende-se polo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POPELINAS DE SEDA
Cbegou para a leja do Pavao um grande
sortime to das mais I i odas e modernas
poopelioas de seda, eom os mais delicadas
padroes e de muito pbantasia, que vende-se
por preco muito barato.
CAMBRAUS BRANCAS LAVRADAS A *4
Jce>, fructas e flores
RA DA CRUZ N. 13.
I v] !-.-.< t ,rfa as m ditlerentes a prezuntos
.'i li>mbre a< libras.
briia branca lacrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 4 cada corte,
assim como um grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transpareites. que vende-se
por menos do que em oetra quaiquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegoa psu;a a loja do Pav5o um grande
sortimento de camisas escoras encarnadas,
a prova d'agua, sendo proptiaa para a es-
taco do invern, e vende-se por procos
em conta.
TOALHAS ALCOCIIOADAS PARA MESA A 3*300
0 Pavao vende toaluss brancas do fusto
alcocboadas, proprias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
30500, ditas encorpadas muito grandes 1#.
CHALES DE MERINO' A 20500
0 PavSo vende cbales de merino muito
grandes e eucorpados 29500. ditos
imiucao de chinezei 20500, ditos pretos
de renda eom 4 ponas 20000.
CHALES PRETOS RORDADOS ,
0 Pavao vende os maiores e4 melbores
cbales de me in pretos ricamente borda-
dos eom largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra quaiquer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
ALFAIATE
que se eocarrega de exacotar quaiquer en-
commenda la ui arle i voetaOe do fre
gaez, e o proerieUrio d'este grande esta-
belecimento e promeite servir bem a todos
fie fregoezw qn Um bonrareori sea casa.
ALGODOSIUiO A 3J5U0 A PECA
6 Pavee vende pacas d'algodaosinbo da
ito boa qealidaae, tendoO jardas cada
peca, pelo barato preco de 3#00, dito mui-
f largo e encornado 6*000. dito o me-
llar qae tem vi do ao mercado, muito en-
eorpado e largo para leneoea. pelo barato
preo de 6#500, grande pecbinena.
MADAPOOO A 44000 E 40500-
O PavJo vaaaa pecas de madapoio com
14 jardas, sendo fazesda muito superior
pelo barato preco de 44500. dita* coa as
mes mas jardas a 40000. ditas flnissimas a
50500,60000, 7d500e 80000, pecbincba.
MADAPOLO FRANCEZ &.JO0
9 Pavlo vende recas de finissimomada-
pailo verdadeiramente fraocez, toado 22
metro* o 20 varas, pelo baratissimo preco
de 00000 ipeca, sendo fazenda que sem-
pre se venden 140000, e liquiJa-se por
este barato preco por estar algama cousa
enebuvalhada na poeta de fra.
ALGODOSINHOENFESTADOA 10 10280
OPavovende verdadeiro algodiosinbo
amerfcaeo, tende -7 palmos de largara e
muito eocorpado, proprio para lenooes
70000 a vara, dito da mesma largara seo-
do trancado e muito eocnrpado 10280.
BRAMARES PARA LENCOES A 2*101 2*80035
O Pavio vende o verdadeiro bramante de
fiaao tendo 10 palmo* de largara, que ape.
as precisa para um Uncel orna vara e r ma
qoarta, pelo barato prego do 20400 vara,
dito melaer de 208.0 e 30000, tendo at
de melbor que vem ao mercado i 30500
HMM4S r,U4
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa Nova
a. 22, on sortimento de machinas para cos-
tura, das melbores qualidades que existe na
America, das qaaes muitas j so bem co-
nheeidas pelee seas autores, como sejam :
Weller dV Wdson, Grover Bker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
que eom a vista devero agradar aos eom
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalbo que 30 costureiras podem Diz^r
diariamente e cosem eom tanta perfeico
como .as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a saaboa qualidadee easioa-se a tra- ?_ m$*_ *+? ba de melhor a ** ?
balbar eom perfeico em menos de uma
hora, e os precos sao tito resomidos que de-
vem agradar aos preteodentes.
Vede-se cortes para vestidos de eam- 40000, assim como cretones fortes para
lencoas, sendo uma eneorpada faaenda fran-
ceza eom 10 palmos de largura i 200 rs.
o metro, e bramante d'algodo eom a mes-
ma largura 10800.
SAIAS BORDADAS A 4500 E 60000
O Pavao vende graade peciocha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada uma
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
40500 e 60000, sendo fazeoda que sempre
vFndeo-se por 80 e 100000.
Fazendas para saias a 10200, 10280 el#50o
O Parto vende superior fazenda bordada
escora pregas proprias para saias, i 10200,
10280 e 105(0 a vara, sendo preciso para
uma saia apecas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 corles de eanbraia a 20500
O P corles de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo eom listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pe{o barato preco de 20500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aes 2000 cortes de cambraias bordadas a 50OOC
O Pav3o vende uma grande quantidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo eom os desenbos mais
lindos e mais vistosos que tem viodo ao
GRANDE ARMAZEM DE WRIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL
15Ena da Imj>eratriz-J5
DE
ULYSSES &
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico um poaco de
ludo, que vendemos por precos muito resumidos por ser o systeroa que adoptamos
vender barato para vender muito. e tirar-mos apenas 10 % de lucro do descont que
temos das casas importadoras; garantimos aos nossos freguezes que podemos lazer as
mesmas vanlagens qoe as casas acreditadas em vender barato. As pessoas que nos bon-
rarem eom sua freguezia encontrado em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisa deste estabeleciraento. Chamamos ltenlo do respeitavel publico para a grande
varudade de artigos de que se compoe este sumptooso cstabelecimento, como abaixo
se segu :
Crytaea e vldroe.Grande sorti-
mento de lindas garrafas para vinho, de
vi iro Bacarat a 60, 70 e 80000 par, bo-
nitas compoteiras de diversos gostos e pre-
cos, tacas de cbrytal para cbmpage ; c-
lices de vidro verde 6nos para vinbo do
Rbeno a 20800 rs, a duzia, ditos d dito
roano para vinbo Bordeaux a 21860 rs.
a dnzia clices Odos para licor a 30500 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 40500, 40800 e 50000 rs. a dnzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40 e
par, glande sortimento de globo? de vidro
para candieiros, chamins para candieirosa
200 e 240000 o cento, e a 240, 320 e 400
rs. cada nma, praiinbos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. om.
Perfumarla. Sabonetos fiaos e
grandes a 10500, 10800 e 20400 a duzia,
duzia, ditos pequeos transparentes a 6U0
rs. a duzia, latioha de banba de familia a
80 e 1*0 rs. uma, 900 e 1200 rs. a duiia,
frascos graodes eom bauba a 640, 80a e
10000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a 10000
rs. o frasco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o fiasco, grande solimento de agaa de CO'
lonia, agua Divina, agua Florida, agua fran-
Gangas de linbo para roopa de criancas
a 420 rs. o cavado, brim de linbo branco
trancado muito superior e a 10300 e
07O rs. a vara, dito pardo de linho a
320 e 500 rs. o covado, seroullas fraoce-
zs de cretona e de linbo 40809 e 20500
r uma. E oetras rouius fazendas qoe
vendemos por precos razoveis.

Parecanme e !onra.Delicad
canecas de porcelana esmaltadas para ca
i 80 a dalia, dita* de ditas eom (risos
cor 60a duzia, canecas de porcelana bn
ca para creme a 35t0 a duzia, copml:
de porcelana branco para ovos 10201
duzia, tigellas de porcelana branca p-
caldo 50Ors. ditas grandes para fari.
a 10. bBitos aparejos de louea ingl-
eom froiso de cor completos para janu
constando de 20 duzias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 praios eom lam-
pa, 4 molbeiras, 16 pratos travessos por
1200, ditos completas para almocodames-
malenca 11,grande sortimeoto de loo-
Ca avulsa, constando de pratos eom lampa
sopeiras, molbeiras, pratos travessos, pra-
tos avotsos eom frisos de diversos tama-
itos, pratos eom coras i 207OO a dozia.
Para
0 Pavao vende um grande sortimento das I mercado, tanto em listras corridas como ada-
Vtfnde-se a arnia^o da casa da ra Direita
n. 38, i iria para taberna ou mesmo outro qual-
qner negocio : iiuem pretender dirija-se mesma.
"PARA padaria.
Ver de-se cp-ios : na ra do Domingos Jo3
"Mrtir.s n. hl. (Senzala-Velha).
Seraphinas ou harr^ouicos
A.-at>:'m de cliegar rna do Marqez de Olio la
n. li. optiocas seraphinas de Nogneira, eom ex-
' H'-'UiV' v-i.es, ese veodem por preco commodo.
Terreno em Olinda
Veni.!-se um terreno shCailo na rna da Senza
Sv,t Tu r.za, naquella cidade, eom 500
" i; fienta e mais de !,000 de fondo, plan-
tado de a (jaeiros, capim e algnmas arvores, eom
d n |traodes viviros princi|iados, seado murado
-a fr. na, ornando para Sania Thereza, eom muro
de f; lo e cal, c m grande porto de ferro e eom
um aliccr:e j feito, indo o fundo at o rio Bebe-
rtl'. nde se pode fazer bonita frente ; vende-se
i i*nm o mesma terreno uma porcao de
matera comporto da 8,000 tijolos, sendo 1,000
iara ca-iiha e o mais para edificar, e 250 alquei-
res '. :,] a iraur na ra do Mrquez de Olinda
B. t, Mciiptorln, i' andar.
tAtti
[Paira es seuhores de^ugenbo
Ttiriraj
Chila, f. 7. nda bem cineccida pela sua forlidD.
' qn ebitas, para ronpss d escravos a
200 re. o ce
Gilerue.
L
melhores camisas ioglezas e francesas eom
peitos de linbo para todos os presos e qur-
lidades, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os precos e tamanb.08,
tendo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroulas
de linho e algodao, tendo para lodos os
precos, assim como metas croas inglesas
para bomens e meninos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavao 'tem constantemente um grande
sortimeDto dos melbores cortinados borda-
dos para camas e jacellas, qoe vende-so de
80000 at ao mais rico qoe costuma a vir
n'este genero, assim cernoboBitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-se no Bazar do Pav5o.
LASINHAS BARATAS
0 Pavao tem um grande sortimento das
mais bonitas iasinhas para vesti .'os, tendo
de todos os precos edrea e qualidades.
principiando ds 200 rs. para cima ; porm
t3o grande a quantidade que seria enfa-
donta especificar qoalidade por qualidade,
s a vista do freguez e das amostras se lhe
venderao por preces to cmodos que
nengueai deixar de fazer um vestido de
15a por to poaco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8, .
0 Pvio vende as mais lindas alpacas de
cordao para vestidos e roupas de criancas
pelo barato preco de 640 rs. o covado,
ditas finissimas cornos mais lindo lavorec
gonaes, e eom muita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimj preco de
50000, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grande pechincha.
CAMBRAIAS
O PavJo vende grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 30 a peca at mais
lina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavao vende chitas largas eom bonitos
desenbos e cores fixas. pelo barato preco
de 160, o covado, grande pechincba.
LAASINHA A 160 RS. O COVADO
O Pavio vende bonitas iasinhas transpa-
rentes pelo barato preco deloO rs. o cova-
do, pachincha na rna da Imperatriz o. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O PaTvBa vende bonitos cortes de cassa
franceza viado cada um em sea papel, pelo
barato preco de 20500 o corte, ditos muito
lindas 30000, pechincha.
CASSAS FRANCEZ AS A 20ORS. 0 COVADO
O Pavao vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de^DOrs.
o covadb ditas finissimas eom os deienhos
mois modernos que'tem vindo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs. r
CRETONES
O Pavao veade fioissimos cretones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo bar1o preco de 640 rs. o
covado, ditos de fl ros, prtprios para co-
berta, sendo fazenda muito eneorpada pelo
barato preco de 800 rs. o covado.
6Basquinas on caseqirtihos a 200 e 25 5
O Pavao vende basquinas ou csaqninhos
nieo legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
uiwco DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU d C.J
34Rna larga do Rosario34.
sacco e foguetclros.
$.-ceos
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCV
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Ha vana
Lona para velas
Cambraia Victoria
aas;S1enao%XV,a8nUmer0S ^^
Vendem-se
Em casa de
ar T. JEFFERIES i C.
4b ftua do Commercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca noi bilhe-
te eom o norae
D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES ca, tnico Oriental, extractos finos inglezes d.'tos pagode Cbinez, grande quantidade de
e francezes, pos para dentes, pomadas ex- tigellas pintadas de diversos tamanhos,
posicao, copos grandes a 20500 rs. cosme- boles' bacias, qae se vende por mdicos
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400, presos-
600 rs. om, bonec as para pos de arroz a i Qulnajullharlaa. Ricos candieiros
t0 s- para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
Chapea.Chapeos de seda preta e'ror 140 e 160 cada em, diios de vidro
de castor branco orma Vctor, para homen, de eres 6, lamparinas, grande sorti-
a 1*0 e 120000, ditos de palba ventilado-1 meato de vidrosde metal para dependurar,
res a 3^200 rs., ditos pretos de feliro copa para cima de mesa e para parede, 10600
redonda a 30500 rs., ditos braucos a 1080020 e 20500, eum grande sortimen-
302 0, ditos de merino e de seda preta de to de jarrss de diversos tamanhos e gostos
50 a 70000 um, ditos de palha para crian-j de 50 200 o par.caslicaesde vidro de cor
Ca de 20 a 20500 rs. um, bonets de panno para vela 30 o par, lindos pratihos de lou-
preto enfeitados para meninos a 33e 30500 C* esmaltado eom tampa para sardinhas e
rs. um, chapelinas de seda enfeitadas para oatras 20 20500 cada um, lindos bules de
baptisado de enanca a 30 e 30500 rs. um louca da China 20500 30 e 30500 cada
bonitas chapelinas de fil de seda branca um, sextinhas de vidro de cores eom a^as
enfeitadas para senhoras e meninas a 60 para cartes 10500 20 cada ama, bonitas
a 70000 urna, chapus de sol de seda eom qaartiohas bambargnezae de'40 50o par
cabo de marfim a 90500, 110.140 e copos de barro, bonitos terns de bandejas
470000 rs. um, ditos eom cabo mitacao de ovaes 110, ditos qoadrado3 70, grande
unicornio a 90 e mnitas oatras qualidades sortimento de bandejas avulsas de 10300 l
tanto para hornees como para senhoras e 20600 cada uma, ditas parafarinba 10200
criancas, sendo de percale 10300,10500 uma, talberes de facas eom cabo de me-t
e 20000 rs. fino 120 a duzia, ditos de ditas cabo de
Fazendas.Lindos e modernos cortes osso ioas de 50500 lo a doe, colhe-
de percale de barra eom igorinos a 70000 res de mela' fin0 para sopa 50 a dozia,
eom 14 covados, bonitos cortes de seda|dilas de dil Para cb 20400 a duzia,
eom 21 covados por 280000, cortes de cam C0DXas para sopa e para assucar, port-braa
braia branca fina eom babadinhos, borda- jzas de ata 500 rs. um, lindos palitei-
dos proprtos para partidas a 70000; tendo ros de porcelana branca fina 10200,
8 varas de fazenda para ccorpo e 15 varas! J^50 20. 30 e 40 cada nm, galheteiras
de babados, cortes de la escosseza eom de 3 e 4 vdros.
15 covados a 130000, finissimas e moder-
nas cambraias brancas eom listras a Impe-


ratrtz peca de 10 jardas 90000 ditas mar
ca btspo e Victoria de 40 a 60600 rs. peca,
CalcadoBotinas de bezerro para
bomem 60 o par, ditas gaspiadas para
senhora 30 e 30200 o par, dilas de ditas
para enanca a 20 o par, sapatos de tapete
vestido, na roa da Imperatriz n. 6o.
POUPELLNAS
0 Pavo recebeo as mais delicadas e me-
lbores poupelinas de seda para vestides,
curos mais modernos oores, e-ootaas l-
HO rs. o cu.-ado: na ra do Crespo n. 20, loja do, zas eom as cures mais novas qae tem vmlo
VatruQa
s :,ma exeeflante varanda de ferro ba-
li em perfeUD Citado : a tratar no eses do Ca-
'*. .'en.'la de fern'iro.
~~" 60 por 48
No wuzfu elegante.
.-'3 (AS
a d.,-,-,
ums, nafa
D. t.
mitacSode agratianas 8(0 rs. o covado, de Mda Prttos ricamente enfeitados, pelo
bi aitos glacs eom delicadas cores e lus-!bar.at'8s'mo preg de 20/j e 250090, sendo
trosaj como seda 10000 o covado, e ou- ma'10 nwdernos, assim ceno ditos de ero-
tras muitas fazendas de go;lo e luxo para CQ8t6 rendas pretas que se vendem muito
em conta, na ra da Imperatriz n. qQ.
Caitas entrabadas aaracaberlas a 360 rs. o carado
O Pavao ven le chitas cnuanc&das eom
delicados desenhos para cobertas ou carli-
nas de cores fixas, sendo fazenda mnito eo-
corpada pelo barato preco de 360 o cooadO.
ESPaRIILHOS A 45500
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
Lias de cores miudas a 80 rs covado.
a,la de linho eom 10 palmos de larenra a
zoOO vara. .
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Bitas riscados prnssiams 280 o covado.
Ditas chinezas para coDertaa 240 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Dilas bispe lisas linas a 3J a peca.
Ditas brancas eom 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mossulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapoio francz, a 6* a pega.
Dito inglez de bom a especial, a 4000. 5. 6i
e7* a peca.
Algodosiobo a 3*, 3/500e 4* apera.
Alpaca de cor eom listas, faienda superior a
300 rs. o covado.
mh!, w ? 9 "' PWd* para enanva a Par- saPatos de tapete
E^lSm^JS* pe**S JuelUe de tranca para bomem e senhora, de
S2 ir240 **$&* corles de 5> 10800o par, ditos de tapete ave-
com 16 covados a 50500 rs., ditos de lodados para criancas 10 o par.
cnalya50OOO, pecas de cambraia branca,1 Mludeaa.-Duzia de carrifeis de li-
de salmeos eom 8 1|2 varas a 50500, bo-;nha de Alexandre 200 jardas 920 rs.
nttas I3as de listras a 560 rs. o covado, I caixa eom 50 novellos de liaba branca
grande pechincha de las finas de bonitos' 680 rs., la muito fina para bordar bonitas
padroes a 260 rs.o covado, fazenda que cores 60400 a libra, duzias de caixinhas
vaie^O rs., bonitas e finas chitas france- de grampas 400 rs.. dozia de caixinhas
zas e nma so cor a 300 o covado, perca- de alflnetes pretos e brancos 10300, le-
S"1?^ 6 Jde,,ciados padrBes a! gues de papel para o theatro 200 rs., di-
jj-u e w rs. o covado, finissima chita tos de madeira emitaco de sndalo, muito
tranceza clara a 340 rs, o covado, chitas bonitos 20, tbesouras finas deponta tor-
escaras france7a finas a 260, 280 e 300 rs. ta para unbas 60 a dnzia, pentes trans
e vende-se 20000 cada covado, assim
como del cadas sedas ds listinbas, tanto
para vest ios deseanoras cerno de meninas,
q ven-le-se 20000 cada covado.
RUPAS PARA HOMbNS
O pjvo temconstaoeoieDto um grande
sortimeoto do ronpa, tanto de panno como
de bros brinco e decores, de case-
0 Pav50 vende osmais modernos e mp-
Ibores espartilhos, teosle lodos os ta-
manhos, pelo barato preco de 40500
GASEMIRAS
O Pavao veade um elegante sortimento
de delicadas easemiras ingiez;s, sendo to-
das de 13a e muito Ievesinbas, timo pro-
Dita branca, eom flores miadas- matisadas a
800 rs. o covado. ,
Dita preta coa flor bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroes miados e modernos a 360
ti. o covado.
Lencos de cassa eom barra de cor, a 120 rs:
cada um.
Ditos de linho embainhados a 4 a duzia.
Chila, faienda bem conheeida pela sua fortidlo
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 500 o covado
Cortes de casemira de cor, 31800, 4 e 5.
Cortes de meia casemira, a IjJCO.
Casineta preta e de e>, a 800 rs. o covado
Ganga amarella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodao iargo msrea T a 5j a peca.
D-se amostras eom penbos.
_f-zai muito finas de 60*
ada> a 10* cada
e.-ireiia do
miras, para todos os precede qualidades, pnas para bomens como para enancas, e
tsmbem.se maada fazer qulqeer peca de Jaitas mais encorpadas, ten lo de orna e do
ohra eom t^do aceio e promplidSo, para adoas larguras, que se vende o mais barato
que se.tem um perito IpossiveL na roa da Imperatriz n. J
Vende-se por junio, oa a'relalbo nm terreno
cora 234 pal nos de laifUra, na ra do Destino,
fregnezia da Boa-vista, o qual presta-se bem para
e edificar ama casa no centro, oa para mei-aguas
no 3* andar do sobrado n. i6 da ra das CroiN.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
drSes a 360 rs. o covado, bramante
de linho eom 10 palmos de largura a
20400 rs. a vara, esgaiao de linho finissi-
mo a 20OCO a vara, bonitas atoacas de, uma
s cor para vestidos a 5C0 rs. o covado,
setim de algodlo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roapa
de crianca o 500 rs. o covado, riscadinbos
finos de cores 280 rs. o covado. chita
preta fina a 280 rs. o covado, guardanapos
de linho para almoco ou cha a 20600 e
30600 rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para janfctr a 80 a duzia,
servem para toalbas de m3os, toalhas de
linho grosso a 500 rs. cada uma, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
dao eom barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas brancas e de cores de 20700 a
40500 rs. cada uma, bonitos cobertores de
laa de lindos padroes a 80 e 130000, ditos
de pello de Iontra eom duas vistas a 140,
camisinhas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 20500 e 30000 rs. cada uma, visti-
dinbos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criancas a 60 e 120000 om, cami-
sas bordadas para senhoras a 50500 rs.
ama, pentiadores de nanzuk bordado para
senhoras 40500 rs, nm. caixinhas eom orna
dozia de lencos de linho finos abainhados
por 60000, lencos de cassa finos eom bo-
nitas estampas a 30600 rs. a duzia, dit, s
grandes de cambraia eom cercaduras a
20400 rs. a dtzia, ditos pequeos de cassa
eom diversos desenhos a 10200 rs. a duzia.
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
nm, cobe'rtas feitas grandes de chita fran-
ceza a 20300 uma, coberlores bramos de
15a eom barra a 20500 e 30000 rs., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
ca finas a 560 rs. e covado; dita preta de
de 440 a 800 rs. o eovado, seda preta a
500 rs. o covado. grosdenaple.s branco eom
toque de mofo a 640 rs. o covado, jap5o
de seda encarnada a 90i rs o covado. finis-
sima brilhanima de listras brancas e par-
das a 640 rs. o covado.
parentes finos para alizar 20 a duzia, ca-
dtreo de linbo de diversas larguras branco
360 rs. a duzia de pecas, tranca de lia
fina de cores para debrom 240 e 400 rs.
a peca, tranca branca de caracol 560 rss
a duzia de pecas, trancas de la de core-
de caracol 600 rs. a duzia de pecas, su.
tase branco de algodao 280 rs. a duzia de
pecas, caixas deagulbas francezas 4 papis
por 220 240 rs. o miiheiro, agnlbaspars
crochet, toncas de la francezas muito boa
niliobas para criancas 800 rs. uma, cai-
xas de superior papel amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel almaco
pautado, dito de peso, dito paca forro de
casa, meias cruas para criancas 30500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costara
de numero 2 8 de 40500 50500 a du-
zia, meias para-meninas de todas as idades \
30500 a duzia, ditas inglezas sem costo- \
ra para bomem 50500, e muito finas
60500 a duzia, ditas c< m p de cor 80 e
80500 a duzia, superiores meias inglezas
para senhora 60, 80, 100 e 160, hivas
de fio da Escossia finas brancas e de cores
para senhorn 30 a duzia, superiores la-
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para bomem e senhora, grande sortimento
de beogallas, espingardas para cianeas,
brincos e alfinetes de borracha para loto, e
correntes para relogios 800 rs., jogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 20500 cada uma, grande sortimento
de bot5es e guarnieses para camisas de bo-
mem de 400 rs. a 20 cada uma, botoes de
madreperola grande e para'colletes, grande
sortimento de abotuaduraa para colletes, e
ditas de oseo para palitots e colletes. groza
de boloes de osso para calca 240 rs.,
pecas de fita de sarja de cores sem beira de
o. i 708-, ditas de dita de setim estreita
e 1 Tgas e 240 i 500 rs. pecas de fitas
de veludo estreita prela 640 rs. ditas
largas, e muitas outras miudezas que dei-
xamos de mencionar por se tornar enfado-

'
nhjO.
Este estabelectmento acha-se aberto desde as 6 horas da maaha as 9danoite.
15Ra da Imperatriz-lo
EUPOUIO COUOieRCIAIa
ULYSSES & IRMAO.


p

DO
v CYSNE
164 RIA DA MPERATRIZ \ U
\ DE
f PIGUEIREDO & LOPES.
0 propriataries deste novo estabelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acelhimento favoravel qae lem recebido de seus freguezes; sinceramente ihe
agradecemos to espontanea como grata coadjuvaco. Certos est mos que devemos
continuar a receber este favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido
qae vender barato e haver sinceridade nos traios.
Convidamos portean as Exmas. familias e aos mascates a virem ao nosso estaoe-
lecimento ou mandar buscar as amostra das fazendas que recebtmos ltimamente,
pois temos uzeadas da mais apurado gosto e do melhor qoo vera ao nosso mercado.
Grosdenaples
Temos o melhor sorlimonto deste arli-
o e vendemos por menos que outra qual-
er casa.
Ditos (ij cores.
O Cysne tem o mais lioilo sortimento e
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios pVa baptisados
minio lindos e vende por menos do que em
outra qualquer pane.
CRETONES.
Recebemos cretjoes de cores escuras e
claras proprias para vestidos de senboras
superior qualidade que vend.mos por que vendemos por 440 r
O e 20800 rs. ? LENCOS.
SETINS DE CORES. o Cysne lem lencos de esgnio de 50
e tudas as qualidades o preces,at 90000, ditos de cambraia do linbo em
que outro qualquer. canas de duzia a 70000. ditos brancos,
de cassa muito 6nos a 2)5500 rs., ditos de
proprios para rap a 4)5000 a
i baratos
E" PECHINCHV
AlpNaca lavrada com cardo a J5G0 rs. o cores fixas
vade, dita cora flores e listras a 610, 700, duzia.
900. 10000 e 1*200 rs.. estas ultimas sao Tapetes para guarnicio de salas, de todos
ao Bflas que umguem dir que laa, sao os lmannos o por menos preco do que em
BHUU. largas. louira qualquer casa.
/ L5as aSaboya Bretaohas de superior qualidade a 10,
Kpceberaos urnas laas cm seda, fazenda 1-jOO e I^SOi) rs. a vara,
wtairamente nova no mercado, uta um bri-! FLANELLAS.
, 1M> que as torna recommendavel. Temes de todas as qualidades, tanto do
Pechincha cores como brancas e por metios deque
)vre fino e com muilo bra em outra-ipialquer psrte.
ra acabar. i Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
ZArtes a Minerva relia, encarnada.
inda de 13a com listras de seda I Chales de merino.
i urna vista extraordinaria com Temos de 2^500, 40, 50500 e 60500 rs.
ios por 220000, d'Utt cbinezes a 140000, estes ltimos tem
Cortinados 8e(la e &w muito lindos ,e proprios para
Temos completo sorrimeoto e vendemos orna senhora honeita.
por menos que outro,qualquer. Fil bordado, liso -fino, dito com salpi-
Cambraia para cortinados de superior cos d'l Pret0 uso e com salpicos.
qualidade coa 20 varas a i 1 5000 a peca. Colxas brancas de fusto a 207CO rs.,
CHITAS ditas de cores a 20800 e OOOO rs.. ditas
O Cysne tem o melhor sortimento de muit0 grandes com bonitos desenhos a
chitas finas desde 280 al 440 rs., pode- 10OCO.
Hl'DROLEO LITHOWTICO


mos affiancar serem cre finas.
MADAPOLOES
Temos madapoloes desde 40OOO at
lOiJOOi, porra esta qualidade tem 40 jar-
das ou 32 vajas maito largo e eocorpa-
do.' Dito francez com 2 i "jardas a 80 e
11)1000.
Cambraias Victorias finas desde 44500
at 80000 rs.
Ditas traosnareotes fio?s de 30500 at
140000, porm stas sao largas.
Cortes de cambraia brama com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 70000.
OKGANDYS BRANCO
Atoalbado.
Temos atoalbados de linho muito largo,
dito de algodo adamascado.
Bramante de linho com 10 palmos de
largura, dito de algodo a 10SOO rs. o
metro.
I Brins pardos e de cores para todos os
I precos, dito lona branco proprio para
roopa de homem fazenda de superior qua-
lidade.
Para loto.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
Temes organdys branco fino de 60 e 80,' a!pacas para, todos os prefos' cant5 suPe"
dito de cor a 70000 a peca nor' merm0 ver3 e princezas ; ludo se
vende por barato preco.
Algodo enfestado com O palmos de lar-
gura proprin para Ipntys, toaihas 6 outros
a 70000 a peca.
Cambraia de cor
Temos cambraias de stVea com hrr>
O rs. o metro, ottas miudinnas a 500 rs. j misteres, qoe vendemos pelo barato preco
o finas e cores fixas. i de 900 n. a vara,
Meias para humeas, ditas paa senhoras, Completo sortimento de casemiras de
'.as para meninos e meninas, de todos os crei. ditas pretas para todos os precos
ecos s qualidades.
Espartilbos
Temos espartilbos de diversos tamanoos
precos.
pannos finos para todos os precos. Tam-
bero temos um bom alfaiate e nos encar-
regamos de mandar fazer qualquer peca de
obra qne ficar ap ros te do freguez.
A3VTI ttaii l II VTIC O fe OTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E INFALLIVEL. EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SUA FORMACOi .
Guiados pelas iodicacoes de moitos abalisados cbirnies, er medico* distractos, que
se deram ao estudo e averiRoaco das causas que prodnzem es padecimentos de rheu-
motisino, (jolla, areias dos rhins, texiga, figado, e d'oulrai tftaras ; e aos ensaios d s
meios proprios para coral-os, chegamos a ohter um remedio, qoenonca desdisse a sira
actividade contra is ditos padecimenlos.
N-i'i nicamente baseado em tbeorias qne Unto avancamos, mas iim nes satis
factorios resollados obtidos da su* applicac3o, as innmeras experieocas, qoe com ffle
fizewi's ; e deste modo, segures de seos beneficios effeitus, afoutamtuhj o recommenda-'
mosi pessoasqi;e soSram algumas daj mu'estias cima ditas, ou de algons outros pa-
deoimentos do apparelho urinario, taes como o diabtico; glycosurico albuminuricu
etc.
Escando seria observar que se n3o pode designar um numero determinado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padecam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes difposic3o na-
tural ou compleico, de cada um delles; mas comtudo, certo qne o kydroleo luiho-
triptica antirheumatico e gotfoso prodez sempre a cura desejada, qondo se persista em
loma lo o teinpo preciso para obte-la; devendo ter-so em vista que quanto mais iovete
rado est o mal mais se deve asistir na ,apphcac?.o do remedio.
Podemos tambera affiancar qoe, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio nao rau.a de-arr;-njo algcm as vias digestivas, mas abtes. pela propriedade emineo-
temente tooica, que tambera possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestSes
e, nao porjeas vezes, tem feiio desapparecer dianhea, que erara entretidas pela debili-
dade gerai do apparelho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-fedo hydroleo lytliotriptico, nos primeiros qnalro oo cinco dias, duas co-
Iberes de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou caf com lelte, e mesmo se:n mistu-
ra algoma, ua occasiSo do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e seguintes, tomam-se do tesmo modo dit), tres coibercs
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porc5o de areias; se as dores"
nepbrilicas, rheumaticas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-hao qtwtro colberes de cada vez, ou tres vezes no dia, a tres comeres
de cada orna.
(toando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lilhotriptico vo sendo mais raros o apparecimento das areias,
as dores nephriticas, rheumaticas e gottosas at que de todo.desapparecem: neste ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, como preveotivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeila alimentado, deve ella ser regulada.de modo qoe nao sobrecar-
regne o estomago, e em quantidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem dovida, a agua pura, mas tambero se pode osar de vioho
simples ou pooco alcoolico. De cerveja e vinbos fortes, poucas vezes.
Sobre tod* o qo mnito recommenitamos, 6 grarle erxTfM^sem fali(fa,~yft%'({m
elle muito contriboe para a rapidez da cura.
N. B. Depois de tirar-ge do frasco a porco que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolhar immediaiamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C, ra do Duque de Caxias u. 57, (ao-
tiga do Queimado.)
ARARA
BST VEDEKDO O RESTO DE SUA8 PEOHNCHA?
M RA DA IMPERATR1Z H. 72
A SABER :
LAASINHA A 100R3. O COVADO
VeadMciiasinnas para vestidos den-
boras e mentar pulo barato prego de 160,
5W e 4fX rs. o covado.
CHITAS LAUGAS A il'O RS. O COVAD
Vende-se chitas frar;ceias para vestido de
tnt, 200, 240, 280, 3^0 e 360 rs. o cu-
itado.
CaWSASFPANCFZAS A ORS OCOVADO
"^de-se , 80, km 440 rs- o covado.
ALPACAS HE COHES A 500 RS. O COVADO
Vende-se alpacas de cores para vestido
de senboras -5 o e G40 rs, o covado.
ALPACAS PRETAS A 500 RS.
Vende-se Mpaca pretas 500,640 e 800
rs ditas de listas assetira las boa, para
;abar.
ALGOUO DE LISTA A lr>0 RS. O COVADO
Vende-se algod5o de lista para roupa
rtc cravi-.'s; 160 rs. o evado.
BRIM I.ONA A-'IM W% O MEtRO
. Vende-se hriui lona pardo'para calcas de
qtiem trabalha por ser muito forte, 500
rs. o met o ou 360 rs. o covado.
CHALES DE CASSA A 500 RS.
Voode-se cnales de cassa branca 500 rs.
aiib om.
LENCOS RUANCOS A IOOO
*ftM#* longos hraucos iOOO duzia,
\>at arah r.
COttERToltES DF. AL ODO A {400
v*nde-se coberlore> de algodO l400
para asb*V
CHALES DEMERWO' ESTAMPADOS A-
Vende-se chaJe* de merino estampados
i %VMO e 2500 para Kquidar-se.
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
honiem 8t)0 rs., para liqoidar-st.
BRII.HAMINA BRA9U A 300 RS. O itOVADO
Vende-se brilnantJM branca i 500 rs o
covsido.
FUSTO DE CORES A 360 R?. ff COVADO
Vende s fmto de coree para vestidos a
360 rs. o covado.
BRAMANTE DE LINHO A 2J80C O METRO
Vende se bramante de linho cera 10 pal-
mos de largara ^0\o para leDfoes s
800 o metro.
COMVM LER
Precisa-sp fallar cm os seguintes Srs t:
negocio qoe Ihe aii respeito a feus interes-
ses, na ra da ImKratriz t. 7i.
Augusto Ferrira Mariins Ribetro.
Baltazar Marques de uliveira.
Jos Tbomaz no Nascimento.
Manoel da Costa Trawssos
SebastiSo Antonio de Albuquerqoe.
Adelino da Silva Pinto.
JoSo Isidoro da Costa Jambnzeiro Jonicr.
Igna io Francisco Gomes.
, Jos Roberto do Nasdmento.
J Feliciano da Cuaba C.-de Alboquerqoe.
i
IMPORTANTE | UQtJIDAQAO
NO
BAZAR DA MODA
De om grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricantes de
ParsE. CoudrayEd. PinaudL. LegrandVioletGell FreresMompelsBleu-
se-HadancoortCottancee do moito acreditadoG. Reger de Francfort
Recebido tudo directamente dos mnsmos perfumistas, e vende-se pelos admi-
raveis precos seguintes:
Pomadas finas de 13. Coudray
de porcelana
Nanea se vio aro proeesso'mais perfeito e qae ai-
tioja de tal forma a saifazer as exigencias mais
severa 4a t .cripiuracao.
_ A saa cr lindissiroa e nao precisa de cada-
"""algum para se conservar no tinteiro sempre
o a mesma cor, sem borra, crsta. bolOr nn sem
as estas natellas inherentes i todas as tintas
agora condecida?, anda mesmo dos melbores
^ores estrangeros.
" brotado, este estimavel prodneto nao ataca as
de ac, antes pelo contrario, a peana
aire om esmalte doorado que, sendo interes-
te, a.t-s proveitoso.
tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i CMntado doas, ires, oa mais copias um .n.ez
de escripia ; precito, porm, deixar-lbe
el han moldado sem o amagar com o mata-
d, porque nao ba n rlseade borrar. Para se
ir maia de urna copia, nio^ agglomeram tan-
Wias nnanta cbmri>*ii qoerem tirar, mas
-se exmao origi**f tirar ama untas qnanta*
i deJm, senMiB o original flque prejaaicado
' i extraes.
Occorre aqal dizer qae, para copiar importa
omita intelligeiiela, e habilidade, sem o ^ue a me-
Iher tinta nao satNftj, e o defeto recae sempre
sobre a lian, qae maitas vezes qnem meaos
colpa tem. fc^^^m-
A dupla qaalidide desta ata extremamente
apreeiavel, pois qae eviu qa* em qaalqner es-
chptorio bafa mais 6fM bou tiou para os di-
vursoe midieres.
Emquanlo saa doraWWfde. nao ba^
a neoor divida, pois qa Hu*.
eftptt sofTre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompdr ; ora, se os cidos nao tem aeclo so-
bre ella, mnito menos a accao do tompo a poda
destruir; islo plaosivel.
Nao ao commercio qne este mea producto
veio ser atil ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
seas discpulos, tem approveitado esta tinta, qae
com razio a aedaram apta para desenvolver o
gosto nos' educandos, em consequencia da beleza
da rr e facilidade do correr na peqnena pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qne havi
muito tempo tindam orna repugnancia eitrema
para a e-cripta, logo que foi admitda esta tinta
no coliegio, apoderon-se deltas a coriosidade e o
go'to, e ponco tempo depois o seu adiantamento
era maniteslo.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
nnico inconveniente, deteriorarse ao contacto de
outra qualquer; cf.nvm pois te-la em tinteiro
fenlos do menor vislumbre de ouira lila, e evi-
tar escrever com a peona saja de ama preparacio
difireme e incompativel; verilicando isto, nao ha
raio para se nsar de tinta que nao seis a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIflO. '
Observado.
Diversas falsiflcagoes e semelbauas tem appa-
raoido, coja durabilidade duvwean. Os Srs.
compradores polera evitar o engao vp'ig ndo-se
casas eirctMbweetas, e pediudo a tinta qae ea
fabrico
A. C. Monteir*.
Em lindos vasos
sortidos dozia
Dita milanesa.....
Dita flor de larangeira. .
Dita transparente ....
Dita schic-schic.....
Dita de viagem. ,
Dita cosmetiqoes superfinos a
2500, 5,5000 e. .
Dita cold-cream para o rosto
duzia.......
DE G. RIEGER.
Dita moella de Roi. .
Dita genuina.....
Dita pbilocome grandes. .
Dita dita pequeos. .
Dita Duquesa ......
Dita cbineza para os bigodes.
Dita cosmetiqoes dozia 7,5000,
li|006 e .....
DE MOELPMAS
Dita snrfina duzia ....
Dita de urso idem. .
Dita cosmetiqoe fino .
DE BLEUSE-HADaNCORT
Dita da Exposicao dozia .
Ditaespecial do Razar da
Moda. .......
DE COTTANCE
Dita mandarina em latas duzia.
Dita menages idem. .
Dita universal idem .
DE VIOLET
Dito esld-cream para o rosto
duzia.......
leos superiores
DE E. CWORAY
Oleo superfino duzia 58O0,
40800 e.......
Dito E. Coudray duzia 5*800 e
Dito pbilocome idem.. .
DE 6. RIEGER
Oleo pbilocorxe dozia .
DE COTTANCE
Oleo pbilocome dozia > .
Aguas para toilettes
DE E. COUDRAY
colonia superior duzia 50300
100500, 130100, 150500,
200500, 230, 560500 e .
2O0COO
200000
80000
9600
100800
200000
70500
110C0O
110000
120(00
140000
90000
240000
60000
140OCO
90500
110000
70000
24:000
90000
800
10200
10800
110000
20800
905Oi>
90500
110000
90000
DE G. RIEGER
Agua denlrifice duzia .
DE L. LEGRAND
Agoa de flores de Orisa duzia
Agua denlrifice Elixir idem.
Extractos superiores
E. COUDRAY
Extracto de sndalo duzia .
Rouquet dos Alpes ....
Diversos fines dozia 40500 e..
DE E. RIEGER
Essencia de rosas duzia. .
Triple extraxto <....
dem........
110000
200000
180000
130000
300000
50500
FiZEKDAS BARATAS -
NA
LO JA DO PAPAGAIO
A' ra da Xmperatriz n. 40, esquina do becee
! dos Ferreiros
DE
MENDES a CARVALHO
Os novos proprietarios deste bem conhecido estabelecimento, visam' aos seos
numerosos fregoezes e com especiadade s excelleniissimas familia*, que acabara'do
receber om novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed, la,
linho e aljiodao, que venderlo mais barato qu qualquer ouiro estabelecimcnlo ; .assira
como veodero'as J existentes pelo maior preco que encontrarem, para nSo accomula-
rem as antigs com as modernas. Portanto, previnem s excellentissimas familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasSo de, cora pequeo dispendio, pode-
rem refazer-se de qualquer fazenda qoe precisen).
Declaramos (s precos de algumas fazendas, para provar o qoe dizemos.
Madapofes de 4, 5, 6, 7 e at 100000 a peca.
AlgodSozinho de 20500 a 80000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a 10600.
LSazinhas de differentes qualidades de 320 a 500 rs. o covade.
Cortes de percalas com 14 covados a 50000.
Dit is de cassas, padrSes miudinbos, a 20500.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado. -
Chiras rftxs cor de lyrio, de c6r flxa, a 360 rs. o covado:
Cortes de cassas com salpicos de cor a 505CO.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 60000.
Baldes de lia de cores modernas a 40000.
Lencos cbinezes braceos e de cores a 30 a dozia.
Ditos brancos de cassa a 20 a duzia.
Chales de merm lisos e estampados de 20500 a 50OOL
Colchas de fosto, grandes, brancas, a 20800 e 40000.
Bramante de linbo de 20500 a 20000 o metro.
Algodo enfestado liso e trancado de 10 a 10400.
Colchas de fusto de cor de 20500 at 60000.
Brins de linho de cor de 500 at 800 rs.
Cassas de cores de padres midos e grados.
Saetas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas de cores a 640 rs. o covado.
Para luto

64|00O
. 200000
14|000
210000
dem........110800
dem.........210000
dem sortidos.....200000
Bouqoet do Reino .... 400000
DE MOMPELS
Das bonitas dems dozia .
DE Ep. PINAUD
BouquetJardim da Italia dozia
Essencia de violetas idem .
JockeiClub idem ....
Pos Baos
DS E. COUDRAY
Cbinezes para os dentes dozia .
Dentrificios idem ....
De arroz em ricos vasos de por-
celana doorada dozia. .
Em pacotes dozia 40 e. .
DE G. RIEGER
Pos dentrificios superiores duzia
I DE MOMPELAS
Linda* oazas cura pos de arroz
duzia 1406 ..... 200000
Jabonetes
DS E. COUDRAY
Violetas do Bosque duzia .
DE G. RIEGER
Transparentes fios duzia 64800,
905OOe c .
DE ED PINAUD
Transparente fina dozia. .
DE VIOLET
Flor de arroz doria. .
DE fiELLCR FREBBS
Em forma de roe*.. w
DE COTTANCE
Bresiliennes duzia ....
180COO
230060
230000
100090
50600
80000
320500
70000
170000
9000
110500
160000
Prracetas pretas a 640. 800 e 10000.
LSazinhas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 500, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 10200 e 10800 o covado.
Merinos tracados e de cordo para differenes precos.
Ootras moitas fazendas, como sejam : atoalhados de linbo e algodo, goardana-
pos pardos e brancos, algodo enfestado liso e trancado, bramantes de linbo e algodo
para lenc8S, cortinados bordados para janellas, flanellas e damascos de tjdas as cores.
Offieina de alfaiate n loja do Fapagaio
Alm de havej um grande sortimento de roupa feita de todas as qualidades, tau;o
de brins como de casemiras, calcas, colletes e palitots, ba um bonito sortimento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estaco, e cortes de gora-urj pa-
colletes.
Panos Gnos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linbo de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linbo e algodo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, cora pregas, com coUarinho e semille.
Ditas de meia de differenes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at 180000.
&)llarinbo8 e puohos de linho.

Grande sortimeato de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, e um especial
sortimento de popelinas de cores, dos padres mais modernos qae tem vindo ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou mandam-se levar pelos caixeiros.
I MIDADE.
, Acaba de chegar o verdsdeiro vinho verde de
va para em cabas de 12 garrafas e o acreditado
trabe espeeialissimo pasto em decimos de pipa ;
vendedor nico reeebedor destes vinbos aeba-se
autorizado a garantir a especiadade dos mesmos;
a ra o Vigano c. 14, 1* andar, escriptorio de
Jos Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
deposito de viuho do Porto ( o melhor que
> vindo a este mercado) em vigessimos da pipa
ea* calas de 1S garrafa?, qoe se vende por me-
nea preco do qne em qnalquer onlr* parle.
AVARIADO
Lencos de esguiao.
Fini?'irnos lencos de esguiao de linho com pe-
queo toqne de avaria a 3J0OO, 3*500 e 4*900,
hmpos a ;{OoO, 4*''00, 4*500 e 5*000 a duna,
pechincha : na ra do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherme Carneiro da Canoa.
.itwiii:
AVISO
Vende-se por attado em duzias e desconta-se 10 0/0 qoem comprar e psgfr .
vista quantia superior 11000009.
Jos de Souzi Soares & &
Una Mora
* (ho|e lo Bario da VfeloHa) M^alaa ;da
Chales de renda pretos
a 2*000 .
Roa do P-rpspo n. 25.
ie
Na rua do Crespo n. 20.
Chitas de urna s cor propria para a praca, cor
de cinza e cor de ganga, muito lindas a 260 e 360
rs. o covado : na loja de Goilbj.-Q ., iro d.i
Cucha. -
m'Mrmo na roa da Hora, estrada da Joao de
joarn.lCO palmos de frente e 410 a 450 de
hetsn algumas arvores de frocto, por mdico
co : a tratar na rua do Vigario n. la, 1* an-
escrlptorw.
Quem quizer manir se de movis por precos
commo los, nio tem mais que fazer urna visita ao
grande armazem de ohMs de mareenaria, i roa
do Idiperador o. 47, cajo dono acaba dt receber
do esir;ingeiro, nm completo sortimento de mobi-
lias de.gosto, (ende tomado a segrate
Resolocio:
Vender barate para vendar aatto. 'V
nd
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Diario de Pefftaaiboco Quinta era 2& S Jutihc e 1871


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ASSEMBLA
,
ai
CMARA IOS DEPUROS
fltywa o /Wfo do Mroiio.
(ContinaacJo).
Cono pois s dizia ha dias do senado que
o partido conservador, adoptando ama on
ootra idea outr'ora pregada pelo partido li-
beral, est renegando suas creocas, Cobre
se com a bandeira liberal ? Todas as rolorf
mas, que era parte tamos adoptad \ sobre
a separaco da polica e da justica, sobre
recrutamento, sobre guarda na:ionil, etc.,
foram apregoads pelo partido liberal, que
todava nunca logrn realiza-las; mas boje
podemos 08 conservadores aceita -las, porque
temos derxadopassar a experiencia dos tem-
pos, avantajar se a sociedade era riqueza,
luzes e memores costones, temo-las derxe- acudir aos reclamada patria ser aquelle
do amadorecer no espirito publico e as ire-
mos realizando paulatinamente. Nem mais
taes ideas alojado partido liberal, que pela
natureza das cousas tende e tender sein-
pre a marchar para diante. (Muito bem.)
Toda que as Vic ssiiudes polticas por vezes pro-
duzera, cada partido guarda sen papel, com
os seus recursos, suas tradices e meios de
accio. (Moito b in.)
Mas em relaco qaestao do element >
servil, o que se observa, o que fez o minis-
terio ? 1 01 logo s medidas extremas ; e
isso tara dizer propaganda : N5o ticaiuos
satiiteitos, queremos a abolico total, imme-
diata e prompta. (Apoiados.)
A sabedoria acc nselhava que se acetasse
o pensaaaenlo da emancipado, que foi apre-
goado pelo partido liberal, mas para r.-ali-
za-lo so modo do partido conservador, com
medidas indirectas ou mesmo com medicas
directas, empregadas urnas apoz outras, as
mais innocentes aotes das mais nocivas
(Apoiados.)
Senhores, apreciarei em poucas pala\ras.
visto que me acbo fatigado e adoentado, a
oaportonidade da apresentaco da proposta
do governc, assim como da presente dis-
cossao.
Os goveroos entre nos lotam com a maior
difcnldade em obter do corpo legislativo
no curto periodo dos seas trabalbos as leis
annms, os meios de vi ver, a fixacSode for-
fas de trra e de mar e os ornamentos:
ora, o governo actual n3o pode presciodir
desses meios, porque antes de tndo e so-
bretodo cu mpre vi ver, para aodepois eman-
cipar.
Entretanto, o governo, atiraudo tela da
discaselo a quest3o do elemento servil, por
sua natoreza incandescente, lgando-lbe a
mxima imp )rtancia, preoccupado com ella
prefere outros trabalhos importantes (apoia-
dos), e faz nos perder om raez de sessSo
(apoiados), sem curar dos meios ordinarios
de vida. Se antes de obtel os vem occnpar-
nos com esta qaestao que ha de dividir-nos
fatal e irresistivekneQle ; o governo augmen-
ta as diffi mldades naturaes com que lutam
todos os goveraos; nao que Ibe poohamos
embarace, tere mis bastante patriotismo para
comprmaos nosso dever(maitos apoiados);
mas o tempo va e poder nao chegar-
nos.
Por que razio nao traton antes dos meios
de vida e das reformas ba tanto tempo apre-
goads, das refirmas que 3o prepirativos
necessaros.imprescindiveis da emancipara >r
Por que razio alo deixou para os ltimos
mezes da sesso a qaastSo, anda nao estu-
dada, do elemento servil ?
N3o s isto, Sr. presidente, por maior
reserva que pretenda imporme, como do
mea dever, impossivel desconhecer que a
origem do pensamento emancipador pairaba
em altas regies, foi assigaalada par factos
pblicos, notorios e por isso a ella se refere.
O Sr. Juxqueira : Regies qae devem
estar fra de discuss8o.
O Sr. Andradf. Figueira : J declarei
que me im.rarii reservas; e se adduzo o
faci qne foi ha dias assivfnalado no senado
por foute aothentica, o Sr. conselheiro Za-
caras, Bornete para patentear a rcspc.i-
sahidade daquelles que. nao lhe souberam
resistir. (Ap.iados.)
Ora, achando-se ausente o monarcha bra-
silero, que por sua illustrag3o, eua larga
experiencia, tanto conbece os homeos e a
conos deste imperh; entregus o poder
orna regeoca, que traca porque tempo-
ral a, para que perturbar lio rudemente ds
pou:os- dias de governo dauossagaci
princeza com urna qaestao qoe vai,
menos, dividir o partido que governa ?
N5o parecer poc um lado,que o general
da idea (como disse o. honrado Sr. conse-
lheiro Zacaras, chefe de primeiro gabinete
ue recebeu a inspiraclo e a iniciou em do-
umento nffkial). nSo parecer aos aspiritos
malvolos ou descontentes (e o pin tai con-
ta los em grande numero dentro de pouco
tempo) que, o iniciador da idea quiz deixar
o paiz em combati para que a qaestao se
resolva em sua aus.-ncia ? (Nao apoiados )
Longe de mim semelbante peniameato ;
acredito, ao contrario, qne no momento do
menor perigo o primeiro cidad3> que ba da
OLHETIM
O FILHJD,,PP GftLCElA

POR

FIERRE ZANME
-; im** parte
X
Epilogo.
'Ountinaaco do n. I45.N.
Sahiram de Paris e da Franca, depoi?
de teroqa da lo um abraco boa Hortense,
que chora va, e Leo, que fambem nao
occoltava a commoco.
Jo.inna insistir em levar comsgo Hor-
tense ; sl opten, recusara o olfereci-
mento, protestando i sha eterna e profanda
gratidlo.
Nao, nao disse a linda costnreira
sorriodo, a senhora apenas est casada
desde bontem ; um terceiro sempre in
commodo para os namorados. Tomem o
yo como dios pombos; vo fazer o ni-
nho em qaalqaer parte, seja onde fr, ao
norte ou ao sal. Amam-se, n3o se b3o
de aborrecer em parte algama.
Au 1 e o mesmo, ponderou tmida-
mente Jaaaaa: ha vemos de sentir muito a
falta da eaa alegra.
Est bom, est bom Vo-se e nao
olbem muito para traz. E dabi quem sa
be ? talvez nos lhe vamos fazer algama
sorpreza.
O trem eslava esperando.
Joaooa e Riymundo metteram-se na car-
ruagem, e instantes depois sabiam de
Paris.
Foram Suissa, pemanha, passaram
pela Italia, e vieram afinal parar em Niza.
Nesias excarsas tinham levado todo o
varSo.
Approximava-se o interno, e trataram de
arranjar o ninho, como Hortense lb'o acoo-
selbra.
Raymando estava j completamente res*
tabelecdo.
A felicidad* de qoe gosava, a terna solli-
citude fue para, com elle traba Joanna, o
amor profundo que senta no peito, mil
eacantaderes descob rimen tos que fizara de-
pois que Ibe veltra sai malber, tudo isso o
prenda oovamente vida e lhe resUloia a
uade.
f quem respeitosamente m i redro, (\luiios
apoiados.)
Allodia aos malvolos, aos maldizeotea,
acs descontentas, que pode ser inclinados
a acredita lo.
Anda espiritos coitos, elevados e de boa
f potem receiar perigos na discussao e so
lucio de to terrivel problema duraste ;
ausencia do monarcha; a prova a ten les nos
discursos proferidos no senado pelo conse-
lheiro Nabuco, o mais aotorisado chafe da
propaganda, e pelo i.lastrado depulado pelo
Cear nesta cmara.
SeBbores, preciso nao dissimular: o
preconceito, o presupposto, real ou nao, qae
grassa no paiz, de que a emanciparlo parti
de regies ioaccessiveis, pode prejudicir
muito gravemente as institucoes monarchicas
neste paiz. O verdadero amigo da monar-
cbia aquelle que adverte, nao aquello qua
lisonga. Va
O mais forte l-iro qoe une um povo ao
seo governo o 1aco do itrteresse leg limo
e grande, de ser bem goyernado, de ver a
sua seguranca iodividual ssegurada. a soa
propnedade respeitada, as suas opinioes aca-
tadas. Quando, ao contrario, um povo, que
anda nao est preparado para reformas
adiantadas, embora suDlimes d philosophia,
assim chocado de frente por orna idea que
salte armada di eabeca da Jpiter, que vai
offender ao mesmo tempo propriedade, sen-
tmenlos, organisac3o soci il, interesses pro-
funde s. nao baver perigo em semelbante
siluacS i ?
A conGanca que tem at boje cercado o
ihrono no imperio pode aucceder, nao direi
a desconfianza, porque os brasileiros nao a
podero jamis nutrir a respeiio do sea mo-
narcha (apoiados); pode, porm, succeder
a indifferenca que 6 politicamente paior em
seus resoltados do que qualquer outro sen-
tmenlo, ainda mais activo. .
Attendam os honrados ministros para as
consequencias polticas deste faci, para as
consequencias da indifferenca das classes
ricas do imperio, dos propietarios, dos la-
vradores, qne formam por assim dizer a
quas uuiversalidade da oacao. A monar-
chia no Brasil nao tem, como em outros
paize?, por arrimo a grande propriedade he-
reditaria, nao tem urna aristocracia poderosa
qoe a ampare, nao tem tradices, porque
nasceu outro da e urna dalegacao da na-
cao, como diz a constitu ci. Se Ibe fallar
a base dos grandes interesses, se Ibe faltar
essa cdlflanca, de que tem vivido at boje,
e com que tem procurado eimentar-se. qaaes
(icaro sendo os pontos db apoio de tao res-
peitavel instituc3o ?
Vede: ao mesmo tempo que se abalam
assim os fundamentos de oossas insliluices,
a propaganda j se manifesta no paiz publi-
camente, os jornaes, os clubs republicanos I
E' esta um facto que possa passar desapar -i
cebido aos olbos do ministerio e perspi-
cacia do partido conservador ?
Bem sei que o honrado presidente do con-
seibo ba de por carto responder-me :Exa-j
gerais muito a proposta, enxergais nella
ama boceta de Pandora, de que vao sabir
todos os males do mundo. Mas. senhores,
afora o brhan'israo da phrase ciru qae a
eloqueocia aitica de S. Exc. costama i rnar
os seus paosamentos, o nobr ministro Dio
exagerar nunca os receios que nuiro a se-
melbante respeito.
Recejo com efleito que as calamidades
impensada pode traer,
r.a que ha da derramar por todo
pai4te|ne o deicoutentaaento de todos os
lie iodos estes seniimentos em
dem profbrk eouseqaeocias
com retaso s instiiuicoea
do imperio I
"^quando mesmo o fatufo desminta 12o
melacol cas previsSes, ^diver dos mante-
nedores dessas institoicoesff dever do par-
tid'o conservador precaver om tempo e pro-
curar corrigr os vicios e defeitos de ideas
que podem trazar semelhantes calamidades.
O nobre presidente di conseibo poder
anda averbar-me de suspeito, pirque nada
qtwro, porque represento o partido chieez,
a immobilidade, porque soa retrogrado,
emperrado.
Mas, senhores, quando o honrado minis-
tro do imperio pedia em 1869 qoe o pro-
ferto sobre matricula de osemos fosse a
duas commissoes da casa, o humilde ora-
dor qae tem a honra de dirigir-se cmara
tomava parte em urna discussao sobre o
projecto que prohiba a separacao ^a.eon-
juges na venda de escravos, e depois de
procorar melhora-lo conclaia o sen discurso
proferindo as segrales palavras, que resu-
miamentao, como resumem boje, todas os
seus principios abolicionistas:
< Tal a serie de considerares qoe te
oho a offerecer contra o projecto no sentido
de melhora-lo. As suas idea capilaes eu as
aceito, porque filiam-se ao systema de medi-
das qqe no ho de trazar com o lempo o
preciso respiro para essa generosa tenden-
cia emancipadora, que trabalha lortemente
as entranbas da sociedade moderna.
(Juera assim se exprima em 18G!), quan-
do nao ee tinham ainda improvisado o<
emancipadores desta casa, quando a propa-
ganda nio a bavia revelado, nem ao menos
por essa aspirado indefinida e incerta, nao
pode ser aciimado de retrogrado, de immi-
go de toda e qualquer medida tendente a
resolver com prudencia a queatlo do ele
ment servil.
Queremos a emancipaco, sem davda,
mas por outros meios que n3o aquellos que,
com precipitado, nos offereceis.
Queremos a emancipado,-'mas concilian-
do-a com interesses muito serios do paiz,
com a ordem publica, com os interesses
econmicos, com os proprios recursos do
eslado.
Queremos a emanciparlo, mas nao certa-
mente pelos meios porque vos e a propa-
ganda que dirigs a teem procurado assoa-
Ihar no imperio.
Senhores, descolpai ao filbo de urna vc-
tima ter neste momento de recordar um
facto que depoe muito contra o modo por
que a propaganda se tem revelado.
A coosiiiuicao conferio ao ebefe do esta-
do a faculdade preciosa de corarautar as
penas, de perdoar os crimes nos casos em
que a seguranca do estado e o bem da bu-
manidade assim o acooselbassem.
A vida qoe os dous esposos para me-
Ihor dizer, os dous amantes levaram em
Niza, era das mais regulares.
Viviara sozinbos, sem relacoes, unica-
mei le oceupados de si proprios, esquecidos
do mundo, e lancando muito raras veces
um i.lh.ir para opassado, que \ao doloroso
Ibes fra.
E depois, nenboma noticia os tinba ido
informar da sorte dos infames de quem
tanto baviam ti do a receiar...
Beauregard, o P de Forno e os ou-
tros...
Rayraundo j nao se importava saber
dalles e nem se quer os temia.
Nao obstante, j com Joaona n3o succe-
dia o mesmo.
Em certas occasiSas, a recordacSo dessas
honv-.ns erguja-se-lhe nos soabos como
pbantasmas, e estremeca pala sua felicidade
que ainda pareciam ameacar I ,
Raymundo socegava-os o melbor qae po -
da ; dizia-Ibe qae Beauregard e.o P de
Forno baviam de ter sido nland'aos'para
as gales... que esses miseros j nao tinham
em os perseguir mais do -que um estril
interesse de vinganca, e qoe, mesmo no
caso de conseguirem evadir-se segunda vez
nao era cortamente Raymundo qoe iriam
incommodar.
Nao obatanle estas razoas, Joaona con-
servava as soas inquetacoes, e anciava por
saber o que fra feito dos qae por algum
tempo baviam tomado na sua vida to im-
portante logar.
Nestas diposicoes, tinham Raymando e
Joaona ido dar om passeio pelos arredares
de Niza, e em vez de vollarem no mesmo
da para sua casa, passaram a noute n'ausa
aldeia visinba, que ficava na estrada de
Itaia, onde a vida passava serena e agrada-
vel, e d'onde se avistavam aas circumvsi-
nhanoas os mais encantadores pontos de
vista I
Quando voltaram pira Niza, disseram-
Ibes qne viera urna pessoa dorante a au-
sencia delles parguntar pelo Sr. Robio,
Joanna e Raymando flearam sorprendi-
dos e quasi contrariados por esse incidente.
Quem era .essa pessoa ? Que qaeria ?
Nao poderam responder-lbe essas. per-
gantas de nm modo satisatorio.
O lio Robn nao os tinba acompanbado,
por motivos que nao revelara desappare-
cera pouco tempo depois da prisSo de Beaa-
regard, e desde entSo ninguem o tinba
visto mais.
Pois bem ; sabis o que ha maitos an-
uos essa faculdade preciosa as raao< do
nosso poder moderador, aconselbado e diri-
gido por ministros complacemos ? Tem sido
um excellente recurso para revoltar os es-
cravos contra os senbores, para estabelecer
a impnnidade mais horrorosa que ba no
paiz.
A le conceden a faculdade de perdoar
para casos extraordinarios de erro no julga-
inento, irreparavel pelos recursos ordinarios
de urna peaa legal por demais severa em
om caso especial; mas nonos autorisar o
governo dogma da propaganda, conforme
tem sido praticado nestes ltimos anuos, em
que nenbuma pena demorte se ha tornado
efectiva contra escravos.
Polia o legislador constitointe dar ao po-
der moderador a faculdade singular de an-
nullar a le, obra do poder legislativo, e
os julgamentos do poder jodiciario, syste-
ma ticamente abolodo de facto urna pena le
galmente decretada e es julfimentos que a
applicam ?
V. Exc. e a casa conbacem o fac'o- verifi-
cado i,a pouco em Aras, provincia de S.
Paulo. Um escravo sabe da casa de seu se-
nhor, dirige se aopovoado,mita umi crian-
ca de 10 annos, que nunca linba visto,
apresenta-se ao aelegado do tsrmo, e de-
Ciara: Fli esta raorte, porque fico I-
vre 1
Ao mesmo lempo qoe por factos o poder
moderador se vai assim revelando, sem do-
vida por conselhos de miniaros e conselbei-
ros complacemos, espaina-se por en ir a es-
cravatora, no raeio de esparan;as exagera-
das, qoe o ebefe do estado o maior pro-
tector dos escravo, que o obstculo est nos
seahoreji. O que sa tem dito no senado
dito em-ootra lingaagem-por fra, e infeliz-
mente com outros intuitos.
Se a esperanca se nSo realisa logo, se nao
enlram no gozo da liberdade, nao porque
Ibes falte a proteccSo divina o a dos altos
poderes do estado, mas sim porque os
senbores Ibes embargara as gavetas as car-
tas de liberdade. Eis abi o que coovinba
averigoar, porqne uro perigo: no mo-
mento em que o escravo se compaoetrar
desta idea, ai do seu senbor I Os seus dias
correm imminenle perigo.
O Sr. presidente do conseibo julga muito
estudada a qest >, a opiniao do paiz moi-
to conhecida, e todo elle arquejando,pela
emancipaco pelos meios que o governo
prefere e at por outros mais exagerados,
porque no eonceito de S. Exc. a proposta
do poder execntivo nm modelo de mode-
rado.
Como, porm, se revelou esse voto na-
cional? Sa olbo para as cmaras legislativas,
que sao os orgios competentes do voto- na-
cional, vejo o senado em 1867 e em 1868
repellir por urna vota$3o explcita a poltica
do gabinete de entao no tocante questa>
do elemento servil em 1869 e 1870
apenando a poltica previdente o moderada
do gabinete de 16 de jatoo.
E nesta cmara dorante os raesmos annos-
o que se vio ? Os dous partidos reaes do
paiz, o partido conservador e o partido li-
beral, taxando de imprudente o pensamen-
to da reforma.
O partido progressisa, o panido offiial,
que nao poda desmentir a sua origem, e
que por forea bava de annhar a idea ofi-
cial, apoiava-a, mas apenas como promessa
vaga e prometiendo adia-la para occasio
mais opportona.
nac3o
Se desses orgaos competentes da pinio
nacional passarmos a outros meios de ma-
nifestacao. como sejam a imprensa, as pe-
tiras doscidadSoe, o que vemos ? Nan^nma
representado solicitando medidas directas
de emancinac3o ; pelo contrario a cmara
tem receido j, e receber dentro em pon
eos dias, represetaces em sentido oppos-
lo. A imprensa t-.m apparecido. Um ou
outro jornal as capitaes das provincias,
onde as cousas se passaram moito difiere
temente, porque abi ba polica, ba seguran-
ca, poucos escravos, e sobretodo poucos
que os possuam, um ou outro principie'
theorico, meramente doutrinarioP aventa-
do, mas sempre com prudencia, sempre
com reQexao.
Argumenta-se, porm, com as associacoes
de caridade. Mas. senhores, o que signifi-
can) as associacoes ? Que o paiz quer rea-
lisar a emancipado pelo- systema mais na-
tural, por sua coota, por conla de todos.
Aquelle que possue escravos, mas ama a
emancipaco, alforrii-os sua cusl ;. na-
tural, louvavel, e direi proficuo. Nao invo-
quis, portanto, os actos de associacoes de
caridade para apadnnnar o systema porque
pretendis re-alisar a emancipaco;. pelo
contrario, ellas esli em perfeiio antagonis-
mo com elle.
O-argumento este :o paiz quer rea-
lisar a emancipaco, logo, quer a proposta
mas eu direv r o- paiz quer realisar a
emancipaco pelos meios suaves de que vai
usando em larga escala, logo, o paiz n3o
quer os meios violentos o directos d que
procuris lancar m3o. (Apoiados).
Sr. presidente, para perceber ideas taes,
basta o mais simples bom senso, 3 mais
inattenta observco dos factos, e factos
frequentes ; mas infelizmente para exhib-
las contra a torrente arrastidora da propa-
ganda necessario ter urna qualidade mais :
saber despiezar o siygml que se procura
atirar sobre aquelles qu nao davidam pas-
sar at mesmo por escraristas. Segura-
mente, porm, nao por este meio que se
serve bem ao paiz ; nao occulundo a
=^
verdade, nao procurando loroa-lo *
mais adantada do que realmente .
< S irnos a oniea naco ebrista, disse o
nobre depulado relator da commisso, une
conserva a iostitoieio da escravdao Se-
nbores, o fado exacto ; mas a historia re-
conbecer que, se por suas'eireomstancias
peculiares o Brasil e a ultima nac3o qae
conserva a nstituco da esefavdao, tana-
bem a naco que mais sacrificios voluntarios
tem. feito para extinguida. (Apoiados).
Em qae paiz se vio j este mdvimento ge-
neroso de emancipado ? Em que paiz sao
libertados os escravos em porcoes,. pnvan-
do-sa familias inteiras nao somenti daquel-
les instrumentos de trabalho, mas doWapi -
tal que nolles est representi lo, s pe j
prazer de liberta los ? (Apoiados).
Quil o paiz onde a condicSo do escravo
foi sempre e boje principdnvente mus
suave do que ueste? Onde com mais buma
nidade foi elle tratado ?
Para acbar exemplo semelhanle, appro
ximado, mas nlo idntico, terse-bis de re
correr s repblicas bespanholas da America
do Sal: abi a instituico servil formava
orna insignificante fraccao da populago to-
tal ; mas porque mo Jo foi libertada ? Pelo.
proeesso lento de que se vai usando entre
nos, por meio dos contratos de coartamti-
los entre os senbores e os escravos.
Mas um systema que 13o seguro em
seu proeesso, e tao eficaz em seus resulta-
dos, repugno profundamente s impaeieu
cias da propaganda. Nao conven urna so-
luco lo lenta, que nos faria passar como
barbaros aos olbos do mondo, por lia largo
tempo. Venham ames as agitaces, venbam
antes os golpes dramticos, porque estes
Mo gloria a alguem, porque estes ferem a
imag naco, porque estes nos aprsenlariam
Sos olaos -o mundo como narao ci-vi.isa la
qbe abolimos tragicamenle a escravido !
Moito tinba ainda, senhores, a dizer, mas
achu-me fatigado e incommodadoemminha
sade...
O Su. Gama Ckrqueira : -Isso 'deplo-
ra vel.
& Sr. Anoram Figueira :... conclai-
rei respondendo ao convite instante- que o
horneado presidente do conselho nos diriga
bontem. a nos os sustentadores da emenda,
e a raim especialmente, para que lves-se-
mos prudencia.
Pois bem ; procare neste discurso guar-
dar a vantagem da moderaco : entretanto
notai qpe esta prudencia, que podis obter
de espiritos j predispostos para maiores
calamidades, talvez a nao possais obter da
oa(3', porque diliYil guardar prudencia
diante dos caobes Krupp. (Muito bem !'
Muito bem t)
(O orador cumprimentado por sens
amigos).
O SR: TEIXEIRA JNIOR ^Hencio):0^
brilbante discurso que acaba de ser profe-
rido pelo meu Ilustre amigo o nobre depo-
tado pelo districto da provincia do Rio
de Janeiro,, pode, senbores, ler agradado
aos Ilustrados membros desta- augusta c-
mara qae partilbam a idea da emenda apre-
sentada em-sesso de bontem contra o p n
sameoto coatdo em um dos tpicos do dis-
curso da cora, acerca da prudente soluco
da mais importante questab social, qoe com
toda a razo>preoccupa a attenco dos po-
deres do estado e de todos os nossos con-
cidadSos.
Declaro, porm. rnm trtda a aittceridade.
d qqe capaz urna convierto profunda,
que a argumenlaco do nobre depntado,
digno representante da miaba provincia,
impressionou-me dolorosamente, como de ve
ter impressionado a todos os membros des-
ta cmara qne desejam urna direceo pru-
dente, mas urgente, para que se possa com
previdencia acautelar os grandes- interesses
qae no Brasil se achara vinculados ques
t3o do elemento servil.
Sim, Sr. presdante, o relator d? com-
missao especial,, que esta augusta cmara
noraeou, na sessao do aano passado, para
tratar d8ste ponderoso assuropio,. disse en-
lo, e boje est ainda mais convencido de
que sero fuuestas e deploraveis as conse
quencias da procrastinaco, e muito mais da
resistencia s medidas que forera necessarias
para extirparse o cancro social que nos
legaram nossos antepassados, e conduzir-
&
nos sem granizbalo nosia regaera
moral e mdoAml, assegurandetnos unr
turo moito diverso das perigosas e ttS
con dices em qae nos acbam*. (\5
apoiados).
A coflWsso especial depois de ter na
duramente reflectido e tstodado esta gra\
questSo, domonstroo ao paiz qne a esper
Utiva da solac3i promettida desde 18
nio podia ser indefinidamente procrastina
sem affeclar a nossa principal fonle de
queza, a agricultura, coja base Juada-se
estado servil. Provou qae a ndeciso
taes circumstaoctasseria um erro: n
erapreza poderla inspirar confiaoca; a c
solidacio do crdito da lavofra seria im
possivei ; todo o progresso ejKyidade fi
cariam parafysados. (Apoiados; *,
Solidario nessa profunda confiera a da
commisso especial, de qoe tve a immere-
tida honra de ser relator, eu nio podia xar de impretionar-me com o discurso do'
nobre depotado,. que acaba de sentarse,
cujd a^sumpto priocipal foi a rejeicao de
qualquer^medida tendente realisacao de
to urgente bcessidade.
(Cruznr-se diversos apartes).
E' um attenlado ao diree- de propri
de, contra o qoal protestara os nossos a
cultores, e vai ferir os mais fraoscendentl
interesses da sociedade brasileira, dissai o
nobre depatido. E' urna calaraidade/que-
vem pesar sobre o paiz I...
Tremo, SV. presidente, tremo pelas/con-
sequencias deste eoiocoaniento resvstoo-
cio de alguma* med das que possao preve-
nir'as fun'esias-nnseqciencils da Inewfia e da
inaci.'o, ante a mais urgente necessidade
r"ec>amada pelos- proprios interessesl que o
nobre depulado julga aroaacadoa 1 Atrra-
me a lioguagem do nobre depatadoy por-
que robusta convieco roeimpee a prever
um medoobo abysmo para toda a socieiide
braaileira, se fosse possivei prevalecer lo
excepcional concito.- (oilos apoiados e
nao apoiados).
Um S. Deputao:Isso deve resaltar
da conduela contraria.
O Sr. Teixeira Jinior<:O futuro res-
ponder.
Um Sr. Depctaoo : Os interesses da la*
voura qu responden! melbor.
O S. Teixeira Jcmior<:O aparte do
nobre deptado obriga-nre a fallar de mim,
mas isso forcoso Sr. presidente, porque,
se a minba- provincia cooueo o depulado
Teixeira Jnior, o mesmo nio acontecer
fra della, e en (alio para o imperio do
Brasil qae oso sabe qae eu me acbo iden-
tificado com a lavoura lio smente como
representante-de-a Iguns mi! ha res de agri-
cultores, mas tambem directa e imraediata-
iente ioteressado na sua sorte.
O Sr. Andrade Fhiueira.:Como todo
o paiz.
O Sr. Texeia Jnior iSe, como diz
o nobre depulado, todo o paiz est- iden-
tificado com osla quest3o, por que motivo
S. Exc. exclue como sospeitas algamas
otasses da sociedade I Porqne pretende qae
a grave qnestio da emancipaco s enconara
apologistas entre os empregados pabicos,
como se estes funcionarios fessem svsatei-
tos e nao tivesseu grande interesse no as-
sumpto?...
O Sr. Andrabc Fjgueira : O emanci-
padores vo soffrer as consequencias. Eis-
abi a illacao.
{a outros apartes). v
O Sr. Teixbka Jtoor .v-E' verdad
senhores, que o nobre depotado nos lh
de improvisados propagandistas, depffd
sophos e de portas. Mas nio foi nm ir
improvisado propagandista qae nesta ca
pedio a attenco do gabinete de 16 de j
mo, para o abandono com qpe deixav* pr
gredir a propaganda na praca publica,
al acorocoada ofikialmeute pelos principa'
delegados daquelle gabinete as provincia.'
(Apoiados.) N3o poda sar improvisa/
propagaoiista quem em nome dos mais- >
taes interesses do Imperio do Brasil pet{
ao gabinete de 16-de julho que reslabe'
cesse a conliancanos avallados capitaes e.
pregados em bracos escravos e assim rt
tituisse e facilitasse o crdito mais imp
tante ludustria do paiz.
(CiUinura-u ka).
Qaem era, pois, essa mysterioso perso-
nagera que vinba Italia pro|curar pelo-to
de Joanna ?
S3o precisas algamas explicaces para a
comprebenso dos acontecimentos qoe \3o
segair-se. ,
Na vspera do da em que baviam pro-
curado o lio Robn, tinba coegado Niza
ara certo principe napolitano chamado Plan-
tazzi. que se hospedara no hotel do Norte,
onde tomara um quarto digao todos os
respeitos do seu nome e tilol *
Nisto nada bavia de extraordinario.
Niza a cidade de todas as," aristocracias,
e com quanto ah se eucomrem tambem
muitos burgnezes em basca de saude ou
implesmente de um ar puro, certo qae
a maior parte da popalaca se lira das
altas classes da sociedade.
Um priacipe de mais ou de menos nada
tem qae espanto oa sorprenda.
O prncipe Plantazzi apre^ntava o
irreprebensivel typo de fidalgo.
Vesta c ^m aparado goato> todos- allava
com urbanidade e polidez um pooco fra,
0 qae revelava a sua alta estirpe, e desde
qae chegra logo linba revelado as tencoes
de fazer caitas despezas, qoe evidentemen-
te ravelavam ama grande riqueza-
S orna coas a chamara a attenco das
pessoas que andam sempee na pista de
roysteros e de; enredos.
O principe era perfeito cavatleiro, nada
bavia que dizer .. respeito dos seas modos
e maneiras. r
Mas j se nio podia dizer- o mesmo do
sea criado, que muitos. tinham chegado a
acbar nm pouco exquisito,
E em primeiro logar, o tal servidor nao
era italiano. Era om criado qne tomara,
lo passar por Parta, qae treaxera com-
sigo, porque segunde dizia o Sr. de Plan-
tazzi, achara nelle as preciosas qualidades
de om excellente servida).
Chama va-se Ricardo, con*, quanto nSo ti-l*
vesse nascido na formse Ierra de Italia, e e
pareca ha ver entre o amo deesas intimidades, cojo moljfo se vai sen-
ere esquadrinbar n'agnm ysterio pas-
tado.
1 E, alm disto, o 14 Bicaj^^to pereca
importarse muito com o^isomwntarios
que pidona dar pasto. A conflanca com
qae sea amo o honriTa davalae orna certa
liberdade de que elle usava com largoeza;
e se o priacipe conqaistava as geraas sym-
patbias por ciasa das soas bemiHHi
qualidades, o Ricardo sabia conservar o ar
altivo e a insolencia qoe convm aos cria-
dos de grande casa.
o mesmo da da sua (bogada ao hotel
do Norte, boavera entre o principe e Ri-
cardo urna palestra que nao intil referir
para edificacao do leitor.
Os criados da hospedara acabavam de
se relirar depois de terem pedido as or-
dena do prncipe
Plantazzi estava sozinho com Ricardo,
e, como este ia retirarse tambem, dele-
ve-o o principe.
Vossa excellencia tem algumas or
dens a darme ? perguntou Ricardo incli-
nando-se com certo modo zombeleiro.
Tenho, mea^amigo, responden o prin-
cipe.
De qoe se trata ?
Nao s3o verdaderamente ordens.
EntSo qoe ?
Simples incumbencias.
Basta V. Exc. mandar para eu loge
cer
O principe Plantazzi deu aos hombros.
Ora vejamos, redargoio elle sorriodo,
agora estamos sozinbos, o podemos tirar as
mascaras. Sabes, nao verdade, porqae
motivo estamos em Niza, com quanto baja
certo perigo em aqu pos demorarmos ?
Sem duvida nenbuma, responden Ri-
cardo, trata-se, se me nao engao, dessa
qoanliazita de duzeatos oa trezentos mil
francos, qne o senbor tem a reclamar de
um certo Robio, de Paris.
E'-isso mesmo.
Ora segando varios indicios qoe pa-
recen muito serios, devenios soppor que o
tal Robio est actualmente em Niza.
situaeJo esta ; eu soabe qae a
Sra. Raymando, sobrinba dalla, estava aqu
residilo com-seo marido, e, segundo as
inlormaces mais verosimeis, o to Robin
00 os acompanbou ou veio c ter com
1 Ora bem, disse Ricardo, os nossos
papis esto tracadoj, e s temos ama cou-
sa a fazer, procurarmos a Sra. Raymun-
do e desencantar o to Robin.
Comprebendes isso bem ?
Perfeitamente.
O principa fez nm gesto de satisfago.
Mas agora aqni, accrescentoa elle,
qae principia o capitulo das recommenda-
Ab ah I
por
A'cilade de Niza frequentada
nobres estrangeiros,... .
Dos quaes. vimos nos augmentar o
nuraero.
Esses nobres viajantes sao geralmente
ricos, e alguns al deilam o diabeiro pelas
janellas fra,. ou o malbaratan) as mesas
do jogo.
Pois se elles o malbaratara, nos o
apacharemos.
E' exactamente contra essas ten tacos
qae ea qaero preveoir-te j por veaas
tenho tidoqae lastimar por cansa das tu as
liviandades, para nao dizer oulra cousa, e
essas leviandades, se agora se renovassara
tomariam certo carcter perigoso, qpe
preciso evitar.
Que temos eato de fazer ?
Ser honrado, e respeitar a proprie-
dade alheia.
Ricardo fez um gesto neoffrido.
A propriedade albea ?... redarguo
elle. Que demonio vem a ser isso?...
Nao sei a Cor que tem...
Pois aprende, Ricardo, e se por acaso
te deixares levar pelos teus excellentos
costumes, er que nao gracejarei comligo.'
Serio ?
A polica susceptivel nesta trra e
se com as toas, imprudencias ou maldad as
fizeres abortar o meo negoci, nao hesita-
rla em te entregar justica. .
Oh oh I Isso nio passa de palavria-
do, mea amo.
E' apenas urna advertencia qne te
(Sico...
Tenlarei aproveita-la.
E* o conselho qqe lo Soa.
E agora deixa-me faaer-lbe urna ob -
serva^ao?
Dize l.
Sao duas palavras.
Vejamos.
- Ora, se eu fosse filado por qaalqaer
dilacio do mea amo...
Depois?...'
Depois... bem podas tu mesmo
tomar conta em ti, porque ea tambem nio
te pooparia! ,
E assim fallando, fez Ricardo orna cor-
tezi at aacbao, e foi recaaodo at
porta e exagerando cada passo os irni-
cos comprimentos.
Era, pois, Ricardo qae fra a casa de
Raymando, e que em nome da aea aaio
pergontra pelo tio Robin.
Joaooa e Raymando estiveram bastante

'

J
preoecupados e inquietos quasi todo
dia.
1 Por volta das duas horas da tarde
ram-lbes um.buiieto de visita, no qual
lia, por baia d^jrpbo da artnas i
n me que ellas nao* Conhec)am.%
Kra o do principe Plantafli.
Raymundo riroa e revtroo obilhete,
por lim poz em Joanna om olhar cbeio '
interrogaces.
O principe Plantazzi^.. disse e
tentando lembrar-se. Conheciis algut
com este nome ?
En, nem por sombras, respond
Joanna. E tu ?
Eu tambem niov
Que nos querer ; ou para melb
dizer, o que baver de commom entre est
principe e tu oa Robin ?
Ha maneira faei de* saber isso, re
pondeo Joanna sonrado.
Qual ?
E' ires tu pergnntar-lh'o.
Raymundo sarrio tambem.
Teas razSo, a melbor maneira,
quasi a nica... e vou, ter com elle.
Goardoa o bilbete, tirigw-se lago hos-
pedara indicada,' e pedio 'para fallar ao
principe. i., -
Veio Ricardo recebe-lo e immediata-
mente o levao ao p de seo amo.
Raymando nio reparn muilo no criado,
apexar de lhe parecer qoe j o tinba vista-'
n'oalra parte.
O principe era, como j dissemos, u
moco encantador e destioctissirao.
Receben Raymando com a maior allab
lidade do mundo todo, e deScolpoa-sa p
o ter incommodado para tio pequea coas
Conheci em Paris. disse elle, om si
geiio dado certa especie daaegoci
chmalo Robn, coja sobrinba 6 actual
mente, ae me nio engao, a esposa do S
Raymundo, EtjLi-iafftio.qi
fallar para liqaovni(i ama
duzentos mil franeor^rd
divida. Sanando qae o
sidindo nesta trra, cuidei
oa loria aeompanhado.

presente* eircnmstancii
Sr. Raymando pi
crever"
re-
Robin'
resta, as
irgootar ao
paderei es-
i-se-ha.)
QUMCAXJA8


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