Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12418


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Full Text
I
i
I
Q
i
,
ANNO XLI/II. NUMERO 142
*AHA A CAPITAL E LVGAXIS OIE jTAQ S PASA POITL
aorum anno dem.. ..... <*unnn
adi muinef o avuiso.... 7.1 ..... *X
SEXTA FEIRA 23 D JUNHO OE 1871.

-
320
PA1A DEITBO I FOBA DA PR07IICIA.
Por tre mezea adiantados........
Por mu ditos idem.................
Por dota ditos dem....... ."
Por nm asno idem ... ".....
6471
131600
S0#o
57*000
Propriedade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.
Ato> AOOllii r
O. Sr. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para ; Gonces 4 Pinto, no Maraco ; Joaqnim Jos de Oliveir, d- Filho, no Ceari ; Anloo de Leo. Bngt, no Arao* ; Jlo Mana Jnlio Chave., no An ; Antonio Margue, da Silva no Natal Jo* Jn*fn.
Pereira 'Almeida, em Mamanguape ;Fe!ippe Estrella d- C, na Parahjba; Antonio Jos Gomes, na Villa da feoha; Belarmino dos Santo. Bnlcao, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga, '
______________________m N'zaretb : Antopio Ferreira de Ag'ar m Gomm; Frmtino Tmrw da Costa, em Alagoa; Dr. Jote Martin. Alve., na Babia; e Leite, Serqninho d C. no Rio de Janeiro.
PABTE OFFICIAL.
ltcpartlvo da polica.
.secco.-N. 831.-Secretaria da polica de
PeruambiKM, ii de junbo de 1871.
Lwoao eonbe menlo do V. Exe. qie, segundo
coisia das partjeipagdes recebdas hoi cesta re
Uariigo, f iram hontem reeolhidos casa de de-
teogao os seguintes individuos :
A' ordem da subdelegado di freguezia da Boa-
vista, Leandro Dias da Costa, por crime de tari-
senlos giaves..
A' ordem do dos Afogados, Minoel Isidro do as
cimento, Jos de Araojo Pereira e Silverio Ignacio
<" Helio, para reerutas; o Jjo Baptista Paes Bar-
lelo, como criminoso de furto de cavalloj e resis-
leacia.
Dos guarde a V Ex1.Iil n. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Nascimento Macha do P .rtell., vice-pre-
f-ideuie da provincia.O chele de polica, Jmo
Amonio de Araujo Freilas Henriques.
INTERIOR.
rrcspoadencla do Diario de
Pernaanbuco.
RIO DE JANEIRO
CORTE, 14 DE JUNHO.
Conforme previ na panada, tem sido enterrei-
rada no campo da poltica l Tal a discussao das
forcis de ierra. Rompeu o debate o Sr. Joaquim
Meodonga, delirando a sua posigao em relacao ao
.iclual gabinete, do qual se acna afamado nao d-
menle pela quesiio do estado servil, senao por ou-
tros motivos, que nao exp z bem, mas que deixou
perceber nascerem da influencia que na sua pro-
vincia tem dado ao Sr. Joo Sayo.
Responden esle, e o fez oom calor, aproveitando
o ensejo para externar as qoeixas e offensas que
traba do gabinete de 16 de julho, ao qual prestara
franco apoio, ao pauso que al a ultima hora da
existencia do mesmo gabinete, fura sempre Iludi-
do e engaado em relacao aos negocios do Rio
dante, o orador chegou a dizer que os favores d'a-
quelle ministerio eram exclusivamente repartidos
entre tres familias: familia Muritiba, familia lia
borahy e familia Alencar. Houve reclamacao, mas
o orado.- oi por dlante, e exclamou : valentona
nao me Itvam !
Encarregou-se o Sr. Duque Estrada Teixeira de
responder-lhe, depois de ter fallado o Sr. Rodrigo
Silva em sentido dissidente ou opposicionsta. Nao
oi aquello lo vicenlo como lalvez se esperasse,
mas o fado que a discussao cahio no terreuo
peasoal, e. ahi a tomou o Sr. Bittencourt, depulado
tambera pelo Rio Gran le, que sein d uem pieda-
de cahio sobre o ex-presidente Serlorio, e por
coucommitaucia sobre o Sr. Paulino, que foi o mi-
nistro que o nomeou
Assim prolongado o debate, anda nao foi vota
do em 2.* di'cusso o projecto das (oreas de ierra,
lauto mais nao tendo havido sessao boje por falta
de numero. Ante-bontem, segunda-feira, tambera
os Ilustres representantes da naco tizeram si-
uaiefa.
Entretanto uo senado, onde se es'.a disculindo o
crdito de 33 mil contos, pedido polo ministerio de
16 de julho para o prolODgamento da estrada de
ferro de Pedro II, esto os veihos dando exemplo
de assiduidaile ao* mogos, e isto quando, segundo
a novissima reform do respectivo regiment, co-
raegara as sessoes ao meio da e vio al s 3 ho-
ras da tarde (nos casos de proposta do goveroo e
orcamento) como na cmara dos deputados.
O governo pedio e obtev; reduccao do crdito
para vinte mil contos, quautia que reputa suffi-
cienle para u execucao da parte da linha j escu-
dada e conbeclda, nao qu-r-mdo desde j tomar
n compromisso di leva-la ao rio das Velhas, visto
que os esludrts ulteriores plem aconsellisr outra
direccao e outro ponto objeclivo.
Rompeu o dbale, que alias tem estsdo muito
iiteressante, o Sr. Saraiva, para mostrar que a
i-sirada da Babia d-ve ser (referida a qualjuer
outra.
Quasi lodos os oradores daquella cmara tem
....J'i parte na discussao. O Sr. Jobim disse em
apirle que as margens do S. Francisco se eu-
contram sezoua e melan:ias, contra o que proteslou
o Sr. Saraiva.
Um pavoroso incendio leve lu^aiuo arseual de
uerra, na n)ute de 12 para 13. Calcula-se o pre-
uizo em cerca de 3 mil eontu?. Ignora-se a cau-
;ii de tao lamtutavel siuistro, e, para descjbri-la,
ocabao goveroo de nomear una eommisslo com-
posti dos gen-traes ttjhao, Foaceca Costa e te-
nente-coroncl M.ndes Antas. Dizeiu alguus que
foi tira balao ; outros que oi propo.-iio, outros
que foi uro fo^uete que motivou o incendio. Fd-
iiimeote nao merreu niuguem.
'l'iiiiini11 o ni ivmi: j aol;-emaucpador por
parte da lavoura na provin.ia do Rio de Janeiro.
Qjasi todos os dias chegam-no9 mlicia de urna
uova reumo de agricultores o'esse ou naquelle
municipio, ua qual se delibera que se representa
aos poderes competentes contra a pruposla do go-
tu .i. i'.iio que por lo la a parle vai sendo
aceite o thema dado pelo Sr. Marlinuo, de Cam-
pos, que, com o bario da Parahyba, em cuja casa
leve lugar a primeira leunio de fazeudeiro, pro
clamou, com approvacao de todos os crcurastan-
tes, que a nica poltica que couvinba em tal ni-
;: icio, era a anuunciada e seguida pelo Sr. vis
conde de Itaborahy. E assim que, poslos de
/arte lodos 09 preconceilos e antagonismo politi-
cj, estamos vendo ligados oa questo do estado
servil os mas extremados liberaes com os mais
extremados conservadores, e isto qur de um,
qur de outro lado, de tal modo que, ao passo que
o referido Sr. Hartinho Campos, o liberal sanspeur
e sans reproche, abriga-se son.bra do presidente
do gabinete de 16 de julho, o ministerio actual de
que faz parte o Sr. Sayao Lobato recebe, nesta
ouestio, acolhlda anirnaejiu da propria redaccio
da Reforma, e naturalmente ter no senado os vo-
tos do Sr. Saraiva, Nabu:o e Z icarias.
Da urna serie de anigos publicados no Jornal
do Commercto, sob o titulo Cltromci parlamen-
tar,4 escriptos em sentido favoravel proposta
do governo, transcrevo o segrale trecbo, que ex-
plica bem a votacao da emenda do Sr. Paulino,
votacao a que se tem querido pintar como ex
pressao de nm antagonismo latente entre o norte
f o sul do imperio.
c Tem-se vulgarisado urna idea falsa, que pie
ser prejudicialissima iotegridade do imperio.
. Diz se: E' o norte que quer a emancipacio ;
o sal a repelle : as deputa^oas do norte, com
excepcio de quaro depuiados, votaram com o
Sovarno ; as deputacSas do sul, com excepcao
e doze deputa los, votaram contra.
< Ha manifest erro uessa apreetacio, assim
como ha engao de calculo. E' verdade que, das
deputacSes do norte, s qualro depulado? votaram
contra o governo ; mas nao verdade que, das
. depataeSes do sul, sd dozt votaram com elle. O
aul comprehende o municipio neutro e as provin-
cias-do Rio de Janeiro, Minas-Jeraes, Espirito San-
to, S. Paulo, Paran, Sania Calhanna, Rio Gran-
de do Sal, Goyaz a Matto Grosso, ao todo 57 de-
putados. Estavam presentes, na oceasiao da vo-
tacao, apenas 48, faltando l do municipio neutro,
2 da provincia do Rio de Janeiro, 2 da de Minas-
Geraes, 2 di de S. Paulo, 1 da de Santa Cathari-
aa e 1 da do Rio Grande do Sul, ao todo 9. Dos
. 48 votaram com o governo : l do Rio de Janeiro,
1 de Mmas-Geraes, 4 de S. Paulo, 1 do Paran, 1
de Sania Calharina, 2 do Rio Grande do Sul, 1 de
Goyaz e 2 de M iito-Gros-o ; tolal 16.
Volaram contra o governo : 2 do municipio
neutro, 3 do Rio de Janeiro, 14 de Minas-Geraes, 2
do Espirito Santo, 3 de S. Paulo, i do Paran, 3
do Rio Grande do Sul, e 1 de Gjyaz ; total 31.
Deixou de vitar o Sr. condj de Baependy, por ser
presidente da cmara. E', pois, claro, que ape
as o municipio neutro e as provincias do Rio de
Janeiro e de Minas Gsraes deram o maior numero
para a dissidencia, 3to 21 ; os 10 votos restan
les dividem-se pelas provincias de S. Paulo, Espi
rito Sanio, Rio Grande do Sul, Paran, Santa Ca-
lharina, Goyaz e Milto Grosso, cujas representa-
coes elevam-se ao numero de 23 deputados, dos
quae> estavam ausentes apenas 4 ; e, pois, ero laes
depulasoes, o governo .obieve .a maioria absoluta
dos presentes ; e mais votos obleria se compare-
cessem os 4 ausentes supra-referidos.
< Ora, as provincias do Rio de Janeiro e de Mi
oas Geraes, com o municipio neutro, n) consti-
luem exclusivamente o sel do Imperio, ernbora
sejam d'elle panes importaotissiraas ; e nem a
mor parte dos disidentes, pertencentes a e-sas
deputa^des, sao hostia eraancipacao, como tem-
se prolendido, e alii prova-se com os acontec-
mentos da sessao do aooo passado. Sa em alguos
o motivo exclusivo da dissidencia a proposta do
goveroo sobre o estado servil, em outros acluam
motivos muilo diferentes d'aquelle, motivos reser-
vados consciencia de cada um.
E' em verdade um pessimo expediente esse
de que os ioteressados soccorrem se para extre-
mar as diversas depuiacoes que constituem a c-
mara, dando de tal arf corpo rivalidades que o
9ul sempre procurou arredar e extinguir. Foi
sempre do norie que surgiam as queixas, e com
as queixas as a?pirag5es separarlo ; o sul ao
contrario, sempre apaziguou aqnellas e reprimi
estas. Acaso, agn, por amor de interesses me-
ramente privados, anda que muito importantes e
respeitaveis, os papis sero trocados, e preten
der o sul a separaeao em odio s opioioes sobre
a emancipacao ?
triota inglez, quelles qoe anda qoerem
perdurar no erro de obstarem que o Brasil
alcance as reformas por que clama.
Ai de dos, repetimos o que dissemos no
nosso retrospecto poltico do anuo fiado, se
iquelles qoe dirigem a oo do estad faltar
a coragem precisa para evitar a on-Ja assa-
berbada da opioiao, iodo adianto della, e
procurando dirigir-lhe a imnetaosidade, de
forma molificar loe os efleitos.
Lembre-se o ministerio de 7 de margo
desla belli phrase de Bartbelemy ser in-
dulgente para o vicio conspirar contra a
virtude. l
Noticias do snl do Ijiperlo.
OIARIO DE PEBNAMBUCO
RECIFE, 23 DE JUNHO DE 1871.
O ministerio e a opposlcio
lamentar.
par-

A opposicSo, que, na cmara temporaria,
levantou-se ao ministerio de 7 de marco,
presidido pelo Sr. vise onde do Rio-Braaco,
acabi.de declarar ainda mais, se possivel,
a sua existencia, por occasi') da discos
s3o do prujecto de t]xaca~ das forcaa de
trra.
Bem dissemos n 1 nosso artigo de 20 do
co; rente que essa opposico, que se apre-
sentava dando como razio de sera p'o-
posta do governo sobre o elemento servil,
linha seus fundamentos em c msideracBes
polticas, provindas de apreciarles menos
exactas da p isicio em que se collocaram os
membros do gabinel de 7 de margo.
O debate, s bre o projecto de Bxago de
forjas, ellucido 1 sufnientemente a attitude
dos opposicionistas, e firmou completamente
o que pensavamos cerca dessa opposi-
gao.
Que ella p-ovinda tambem de defgos-
tos e contrariedades m)l contidas acaba de
prova-lo igualmente o debate que nos re-
ferimos, no qual alguns oradores atacaram
o ministerio com dasabrimQuto, sem cog
tarem, sem davida, qoe estavam e esiao
concorrendo para o aniquilamento de urna-
siluag que prometa ser vantajosa ao pa.z,
se por ventura, como ainda esperamos, al-
gumas reformas fossem levadas acffeto,
como tem pedido e ainda pedem anciosa-
mente quelles que desejam vur progredir
o Brasil.
E' l-men!avp| esse estado que tem ebe-
gado os espiritos no seio do parlamento ;
e ceriamente, do modo por que vio corren-
do all as cousas, muilo de receiar que a
proposta do poder ejecutivo sobre o ele
ment servil nio seja disentida com aquella
calma e criterio que Dra licito esperar
d'aquelles quera a naga o outhorgou pode-
res para curar dos seus mais viiaes inte-
resses.
Parece quenco dedo occulo se apraz era
emaranhar as meadas do delicado tecido das
reformas, do modo difilculiar-lhes a rea-
lisagao. Temos esperangas, porm, de q te
tal fim nio ser conseguido, por que, cima
de quanlos mos cidadios bouver no Brasil,
est a mgio, que tem querido e ba-de sa-
ber querer o que lhe convela.
Brignt, respondido em 1866 asaecusa-
ges que lhe faziam por ler annunciado um
perigo, dizia:
SapoD.de que eu me acho as faldas
do Vesuvto ou do Etua.e que, vendo urna
choupana implantada as suas encostas,
digo aos seus habitantes: Vedes aquella va
por que se eleva do vrtice da montanha ?
elle tornar-se ha n'om famo espesso e negro
que obscurecer o co. Vedes aquellas
gottas de lava que sahem das aberturas dos
flancos da montanha ? el as se tornaro em
ros de fogo. uvis este murmurio que
se produz no seio da montanha ? elle tor-
nar-se-ha n'ama trovoada, e ser a voz de
urna violenta commogao que abalar metade
de um continente I Vos bem sabis que,
sob vossos ps, esto soterradas grandes
cidades para as quaes ni o ha mais re-sur-
reigio possivel, como a historia tus diz que
o nio ba para certas dymnastias e certas
aristocracias que passaram sem deixar ves-
tigios de seu nome.
c Pois bem, se assim fallo quelles que
habitara no flanco da raontaoha, e se depois
sobrevem urna catastrophe que faga tremer
o mundo, serei por ventara responsavel
por essa catastrophe?
< Mo ; nio fui en quem erigi a mon-
tanha, nem quem a cocheo de materias ex-
plosivas. Advert do perigo. Eis todo.
Bem se poderia applicar esse tpico elo-
qaeotissimo, de um discurso do granle pa-
Chegou lionum o vapor brasileiro Arinos, tra-
zeodo datas: do Rio da Prata at 4 do correte,
do Rio Grande do Sul at 26 e de Santa Calhar
na at 27 do passado, do Rio de Janeiro at 1S,
da Baha at 19 e de Alagoas at 21 do corrente.
nio DA PRATA.
_ Eai Buenos Ayres dava-se quasi como ex
tiocla a epidemia, pelo que nao tardavam a esta-
belecer-se as communicaedes francas entre aquel-
lo e os outros portos do Rio da Prata.
A'j Estado Oriental ainda ama vez os Han-
eos se esqnivaram a batalha que se dizia imminen-
te, retirando se na direccao de Cerro-Largo, sem
que podessem parsegui-los os colorados, por falta
de rneios de mobilisacao para o seu exercito.
Desvanec Ja assim a esperanza de terminar por
urna batalha a guerra qne mais do que nunca
ameacava agora protrahir-se at completa ruina
do palt, reconhecia-se geralmente a necessidade
de um accordo entre as duas parcialidades, mas,
cousa estranha, ninguem descobria rneios de ebe-
gar quillo mesmo que todos diziam desojar.
Fallava-se em prxima mudanca do ministerio
para dar nova direccao poltica, e dizia-se tam-
bem que o presidente Balite j outra vez instava
com o general Suarez para que reassumisse o
commando do exercito.
RIO GRANDE DO SUL.
No dia 24 do passado o conselneiro Pinto Li-
ma passara a admioistracao da provincia de S. Pe-
dro do Sul ao i* vi ce -presidente, coronel Joo Si-
moes Lopes,
Partir com destino s fronteiras do sol, no
! do corrente, o Sr. marocha! bario de S. Borja.
Fra autorsada a inspectora geral da ins-
truccao publica a renovar por mais um anno os
contratos celebrados com professores particula-
res para o ensino de meninas pobres em diversas
localidades.
Publicara -se urna circular do bispado. orde-
nando preces pela viagem de Suas Magestades lu-
periaes.
No dia 2 de junho pela madrugada oa vapo-
res Pedro II. qne dsela, e e Profrett qe sabia
para o Rio Pardo, albarroaram na altura de San-
tar.n ; resultando ter o Pedro 11 arrancado to-
dos os camarotes da caixa da roda de estibordo
do vapor Progresso. A esposa do Sr. Fran:isco
Jos da Silva Dutra, commandante deste vapor,
Io a nica que esteve em imminente perigo,
sendo, porm, salva pela tripolaco do vapor Pe-
dro II.
As Sras. D. Ignacla Totta de Amorm e D.
.Mario Castorina da Silva libertaram urna escrava
cada urna.
Falleceram as Sras. D. Mara Thereza de
Bittencourt, esposa do Sr. teneote-general Francis-
co Antonio da Silva Bittencourt, e D. Florinda de
Mendonga, mi do Sr. Dr. Joaquim Jacintho de
Mondonga.
Ao Sr. Eudoro Berlnk, foi pelo corpo de
co-nmercio da capital de Santa Catharina diri-
gida urna felicitaco pela raaneira porque sus-
tentara na assembli provincial de S. Pedro o
projecto da estrada de ferro entre esta e aquella
provincia.
A mesa de rendas da capital arrecadara no
mez de maio ultimo a quantia de il:763illl.
Noticias do Jaguaro ao Echo dizam o se-
grate :
Os negocios cora os nossos vsinhos do outro
lado vao se complicando. Alguns cidado3 impor-
tmtes do lugar, como Manoel Amare, Joaquim Pe-
reira e outros, esto recnindo gente, e dispoe-se a
passar para o outro lado, a atacar Artigas e as
toreas blancas que all oslao ; sto porque os taes
caulilhos teem vindo e man lado a este lado fazer
depredagos em cavallj3 e gados etc.
A n*u!ralidade mandada ub;ervar pelo go-
verno tem sido urna b*orla.
1 Fide.'is passa a es'.e ladj quando qu^.r e com
gente.
a II1 poneos das aqui esteve, no oasso Mello,
cora 80 liorrens armados; e esses soldados inter-
nam-se iuma e duas leguas pelo interior, em pro-
cura das taverna3 e caga de cavallos e gados.
Tem navido raudos roubos. Na estancia do Ama-
ro roubarara e mataram urna porgao de vac-
cas.
Alm destas, diz a mesma folha tertido ou-
tras commuoicacoes reservadas em que lhe dio
contade p^ojectos sanguino lentos, cujas conse-
queocias serio funeslissraas,e que reclamara pro-
videncias enrgicas do governo.
De Pelotas escrevem ao Rio-Grandense em
data de 1 do corrente :
Em Camaquan, em dias da seman passada,
foram raortos por urna partida de polica, dous
individuos que faziam parte de urna quadrilha de
iadrSjs que infesta aquelle lugar.
O subdelegado do lugar, tendo sido ameaga-
da por um dos cabegas da quadrilha, deu suas
providencias para a captara des3es malvolos, e
na occasio em que fugiam de urna forga que os
persegua, encontrarara-se com outra que Ibes
cortaya a retirada ; os ladrSes, em numero de 6,
resistiram, morrendo dous e escapando-se* os ou-
tros, inclusive um ferido.
vquatrilha, segundo consta, compdemse de
irinta adividuos, sendo a maior parte viudos do
Rio-Pardo."
L-se no Jornal do Commercio de Pelotas :
t Urna carta de Sant'Anna, escripia por pessoa
muito circumspectaem 12 do correte, aum pres-
timos o e estimavel commercianle desta praga, com-
munica as seguintes noticias :
Da guerra oriental nada occorre de notavel.
1 O coronel brasileiro Manoel Vicente Una, um
dos que mais lidou na campanha do tinado gene-
ral Flores, acaba de pr-se em campo pela
causa dos colorados, rompendo assim o silencio
em que eslava.
II iatem appareceu elle no Rivera com gente,
e me dizem que vai inenrporar-se ao Fidelis, que
deve estar pela fronteira de Jaguaro.
As ultimas noticias que temos de Apparicio
davara-no por Maciel, perto de Canelones. ~*";
No Rio-Grande realisara-se no dia 24 do pas-
sado a collocago do novo cabo submarino no ar-
rojo S. Gongalo, e pelas 2 horas da tarde j fue-
ciooava a linha que por espago de amitos das es-
teve interrompida.
SANTA CATHARINA.
Em Santa Calharina, encerra-se no dia 31 do
passado a asserabla legislativa provincial. No da
26, no lugar denominado Tijoeas-Grande, andando
o Sr. Joao da Silva Prannos cagando com una
espingarda de dous canos, depois de ter desfecha-
do um dos eaaos, indo apanhar 0. passaro, acon-
teceu pegar o fecho da espnga/da em. ura.cin e
immedntaaienle disparou a arma, empregando-
Ihe no carpo toda a carga. Aperar de grave-
mente ferido, havii esperaheas de que se restabe-
lecesse.
rio oe Janeiro.
Eis resumo dos trabalhos do senado :
f O senado apjrovou hontem (6) em 3' discus-
sao as prepfticom :
l' Approvando a pensao mencionada no pa-
recer n. 346 a Joo Jos Pereira de Azurar.
2." Approvando o decreto de 1870 que con-
cede um privilegio a Francisco Windhausen.
Approvou depois em 2' discussao as proposi-
edes relativas pensoes concedldae a Joo Lou-
rengo de Vasconcellos e a D. Julia Emilia de Mo-
raes.
Foi remettida
cmara dos deputadosjfo-
a commissao de marlnha e
guerra a proposigo mandando readmittir noqna-
dro activo do exercito o alferes reformado Belar-
mino Accioli de Vasconcellis.
Entren em i* discussao o projecto do senado
regalando o accesso dos oOlaes da armada.
Oraram os Srs. Paranaga, bario de Cotegi-
pe, Saraiva, ministro da martina e Z icarias.
O Sr. Zacaras offereceu o seguate requer-
meato qae foi apoiado :
Requeiro que se mande o projecto com-
misso de marraba e guerra, para interpor o seu
parecer.
Sr. Almeida e Albuquerqae offereceu a se-
guinte emenda ao requermento, que foi tambem
apoiada :
Sem prejaizo da f dlscusso.i
< Fu-.oii adiada a discussao pela hora.
O senado adoptou hontem (17) em 3* discus-
sao as proposigots que approvam as pensOes con-
cedidas a Joao Lourengo de Vasconeellos e a D.
Julia Emilia de Moraes.
Pasara seguida em 2* discussao a pro-
po-i;i) relativa ao pagamento do meto sold a D.
Anos Gertrudes Tavares Rodrigo??.
< Continuada a 1* discussao do projecto sobre
accessos aos postos do- offlslaes da arreada, ora-
ram os Srs. Zacaras e ministro da marrana, fj
rejeitado o requerimeoto para reraessa commis-
sao e passou o projeeto 2' discussao.
a O Sr. Leitio da Cunha justiticon hontem (9)
do senado, o segointe requermento, que foi ap-
provado :
Requeiro qae se pega ao governo que infor-
me se tea eonhecimento de aebar-se no reino de
Hespanha Jos Goucalves Teixeira de Faria, pro-
movendo- a acquislgao de colonos para as pro
vincias 4b Para e do Amazonas; e no caso afir-
maiivo, se al?umas iostruegdes ou ordem expe-
dio aceras do assuapio ao encarregado de nego-
cios do Brasil naqoUe reino.
< Foi approvada em 3a discussao a proposigo
acerca do pagnenlo do meio sold a D. Auna
Gertrudes Tavaaai Rodrigues, com o parecer da
comtnis-o de marinha e guerra.
< Pasara depois em 2* discutso a proposigo
sobre a conoeasio de dispensa ao esiadaole Eran-
^tWMti^s.ratw.___
345, sobre o" reqaerioienlo de prorogagia ut ho-
ras das sessSes do senado.
< O Sr. Oetaviano jusliflea e offareee a seguin-
te emenda que f >i apoma :
As sessoes eomecem ao meio dia.
< Submettidas votago as conclusdes do pare-
cer, e a emenda do Sr. Oetaviano, foram appro-
vadas :
Io A parte da 1 coneluso quanto reduc-
go do quorum a vinte senadores.
< 2" A mudanga da hora da sessoes diarlas
para o meio dia, de coafrmidade com a emenda
do Sr. Oetaviano.
3o Q e a sessao nao possa exceder das 5 ho-
ras da tarde quando se discutir a resposta falla
do throno, orgamenlo e qualquer proposta do po-
der executivo.
Foram recitadas ou flciram prejudicida as
oatras partes da coneluso do referido parecer.
Passou o parecer para 3' discussao, e foi dis-
pensado o intersticio a requermento verbal do Sr.
Io secretario.
Foi hontem (10) presente ao senado o pare-
cer da commissio de legislaco, com o voto se-
parado do Sr. Nabucj, acerca d* reforma judi-
ciaria. Mandou-se imprimir, para entrar na or-
dem dos trabalhos.
Entrn em 3a discussao o parecer da mesa
n. 34o, com o requermento do Sr. visconde de
Itaborahy, relativo prorogagao das horas das
sessoes e reduccao do quorum.
t O Sr. Silvera Lobo justificou e raandou a
mesa a seguate emenda :
1 Supprima-se a parle da reforma regimental
relativa ao numero legal para haver sessao.
Fizeram algomas observagdss sobre este as-
sumpto os Srs. barao de Cotegipe, visconle de
Abaet (que para isso deixou a cadeir da presi-
denta) e 0laviano, que requeren a separagao
la quesiaa do quorum, para ser ouvida a com-
raisso de constituigo ; e assim se venceu.
Com excepcao desje ponto, foram approva-
das as cooelusoes do parecer vencidas na 2' dis-
cussao.
< O senado approvou hontem (12) em i' dis-
cussao a proposigo concedendo penso a Hercu-
iana Caadida Pimentel e outras, e era 3* a rela-
tiva dispensa concedida ao estudanle Francisco
Bernardes Soares de Gouva.
a Proseguio a dncusso sobre o crdito de 3o
mil contos de res, orando os Srs. Saraiva, Za
charias e ministros da agricultura e da fazenda,
viscondede Itaborahy, srado offerecida a segua-
te emenda :
t Emenda substitutiva do art. 1.
Art. i" O goveroo tica autorisado a contrahir
Sor partes ou integralmente o emprestimo de....
0,0(i):OK), destinado a completar a 4' secgoda
estrada de ferro de Pedro II prolongar a mes-
ma estrada al a Lagos -Dourada, na pro vi acia de
Minas-Graes.Visconde do Rio Bronco.
1 O senado approvou hontem (13) em 3* dis-
cussao a proposigo sobre pendes concedidas a
D. Hereulana Candida Pimentel e outras; e em
2' discussao a proposigo antorisando o goveroo
para conceder licenca com todos os ^encmenlos
ao deserabargador Jos Baptista Lisboa, dispen-
sando o intersticio para a 3a discussao, a reque-
rmento verbal do Sr. Oetaviano.
Continuou depois a I* discussao do art. 1 da
proposta do governo acerca do crdito de......
35,000.0001 para o prolongamento da estrada de
ferro de D. Pedro II, comecaodo pelo requer-
mento de adiamento do Sr. Zacaras.
. Oraram os Srs. ministro da agricultura, Za-
caras, Aoto, bario de Cotegipe e Oetaviano.
f O Sr. Zacaras pedio para retirar o seu re-
quermento e e senado cooseniio
f Proseguio a discussao do art. i" da propos-
ta ; e fkou encerrada.
< Traiou-se do art. 2*. Oraram os Srs. Zaca-
ras, Saraiva, visconde do Rio Branco e Pompeu.
< Fioou a discussao ad'ada pela hora.
a O senado approvou hontem (14) em 3a discus-
sao a proposigo que concede liceng ao desem-
bargador Jos Baptista Lisboa.
a Proseguio a. 2a discussao da proposta sobre
o crdito de 35,009:0001 para prolongamento da
estrada de (erro de Pedro II.
d-.' pa-
Os trabalhos da
ram os seguintes :
II ratera (16) nao houve sessao na cmara
dos depulado* por falta de numero legal.
Foi a imprimir o segrate parecer :
A' commisso de constituigo e poderes fo-
*m Dre3oats S authenticas da eleicao a quo em
4 de deziirobro ultimo se proceden na paroebia
de Nossa Senhora do Rosario da cidade de Bra-
ganga, provincia do Para, em consequencla de
ter sido annuliada a primeira, que Uvera luaar
em 31 de Janeiro de 1869.
Das actas consta que, tendo volado 886 elei-
lores, foram tomadas em separado 20 cdulas de
votantes, cuja idenlidade fora de3conhecida pela
mesa. O ultima eleitor obteve 437 votos, alcan-
gando 409 o 1- supplenle ; donde.se v que os 20
voios nao contados em nada alteram o resultado
da eleicao. Das mesmas actas constara protes-
tos contra o procedimento do juiz municipal e de-
legado de polica, eomo tendo empregado a for-
ga para violentar o voto. Alm de se nao te-
rem provado taes assergSes, accresce que as des-
mente o Dr. juiz de dreito da comarca, que as-
servera ter corrido livre e tranquilamente o pro-
cesso eletoral.
Dj exposlo conclae a commisso e
recer :
Que se approve a eleigao a que se proceden
em 4 de dezembro ultimo na parochia de Nossa
Senhora do Rosario, da cidade de Braganga, sen-
do approvados os respectivos eleitores.L A. da
Si Iva Nunes.J. J. Teixeira Jnior.-Pauhno j-
se S. de Souza.
A cmara dos deputados approvou hontem
(7) em 2a discussao o projecto antorisando o go
vento a conceder ura anno de licenga, com todos
os vencimentos, ao Dr. Aprigio Justraiano da Sil-
va Guiraares, lente da 2* cadeira do 5 anno da
faculdado de direilo do Reife, para tratar de sua
saude onde lhe convier.
c Fui Igualmente approvada a seguinte emenda
offirecida ao projecto pelos Srs. Salles, Araujo
Goes e Pereira Franco :
Igual favor se conceda ao deserabargador
Francisco da Serra Carneiro, que est gravemente
enfermo. 1
< Approvou em seguida, com varas emendas,
em urna s discussao, o projecto autorisando o
governo a mandar admitlir a exame das materias
do 4 a nao da escola central o alumno ouvinte
Anstides Arminio Guaran, afim de obter o grao
de ba cha re em matbematicas.
Approvon depois em ultima discussao, sendo
rejeitado o requermento de adiamento offerecido
pelo Sr. Coelho Rodrigues, o projecto autorisando
o governo a readmittir no qualro do exercito no
posto de touente coronel da arma de cavallaria ao
lente coronel Egas Monlz Tollo de Sampaio.
Approvou mais o requermento de adiamento
offerecido pelo Sr. Andrade Figueira ao projecto
determinando que os donos de fabricas que em-
pregarem mais de 200 operarios podero desap-
propriar os terrenos necessarios para a passagera
de oceananneii iadiepeosaveis para a condueco
de agua preciia para o uso das ditas fabricas.
.Approvou logo aps, successivameate em
urna nica discussao, diversos projectos conce-
dendo pensoes.
t Approvou ainda, em 2a discussao, o projecto
que antorisa o governo a conceder a Joao Jos
Fagundes de Rezende e Silva privilegio exclusivo
por 90 anuos para lavrar os ros Cayap, Mar-
nho e seus afluentes.
t Em ultimo lugar oceupou-se com a i dis-
cussao da proposla do governo lixando as torgas
de trra para o anuo fioanceiro de 1872 a 1873.
Oraram os Srs. Joaquim de Mondonga, Evange-
lista Lobato e Fontes, fleando a discussao addia-
da pela hora. >
Na cmara dos deputados hontem (10) o Sr.
Perligo Milheiro fundamentou o seguinte reque-
rmento :
Requeiro que, pelos canaes competentes se
pegam cora urgencia ao governo :
1." Copia dos trabalhos e estudos do conselho
de estado, relativos a solugo da questo do ele-
mento servil.
2 o Copia dos pareceres e ioformagoes dadas
sobre o mesmo assumpio pelos presidentes de pro-
vincia.
3 Reraessa dos dados, estudos e averigua-
gOes que servir) para a 1 rganisag) da proposla
do poder executivo apresentada em 12 de maio ul-
timo.
4. Communicago dos offlcios, nforraagoj; e
documentos que sobre este objecto enviaram ao
governo os agentes diplomticos e cojsulares do
Brasil nos paizes estrangeiros, em que havia es-
cravos, quaado nelles se traiou da aboligo.
Oram 03 Srs. rainislro da agricultura e An-
drade Figueira.
Foi offerecido por este senhor o seguale ad-
ditamento :
t Ao Io, comprehendidos os pareceres dados en
Ao i", que o governo informe se tratou de ad-
quirir as publicagoes sobre a eraincipago servil,
para que o corpo legislativo votou verba no orga-
rannto do estrangeiros; e na afirmativa que as
faga distribuir pelos membros do corpo legisla
livo.
Ninguem mas pedndo a palavra, e proceden-
do-se votago, foi approvado o requermento com
o ad ditamento.
Continuou depois a 2* discussao da proposta
do governo que fixa as torgas de trra para o an-
no naoceiro de 1872 a 1873.
Oraram os Srs. ministros da guerra e Rodrigo
Foram concedidas:
Ao desembargador da relago da Babia, Anto-
nio Jeaquim da Silva Gomes, a exoneraco que
pedio do lugar de procurad r da eora, soberana
Posto votos o art. 1, nao passou e foi ap-
provada a emenda do Sr. visconde do Rio Branco.
1 Entrou em discussao art. 2a e -seus para-
rrapbos e flcou encerrad, nio se votando por
falta de numero legal.
c Tratande-se depois dos arta. 3* a- 4a, ficou
tambera encerrada a discussao. >
Silva, Picando a discussao adiada pila hora.
1 A cmara dos deputados approvou hontem
(13) sudeessivameote, era urna s discus-o, va-
rios projectos concedendo pensoes.
< Approvou depois em 2* discussao o projecto
autorisando o governo para abrir ura crdito deJjiardo Jos da Cunha, miriihero, qne fra nesse
50:000*000 para coadiuvar a despeza da impres-
so da obra Iconographia das orchideas do Brasil.
Approvou mais um requermento de adiamen-
to offerecido pelo Sr. Andrade Figueira ao projec-
to em 3a discussao, autorisando o governo a con-
ceder a Joo Jos Fagundes de Rezende e Silva,
privilegio exclusivo por noventa annos para lavrar
os ros Cayap, Maranho e seus affluentes.
Occupou-se em seguida com a 3a discussao do
projecto asseguran Jo ao descubridor ou inventor de
ama industria til a propriedade e o uso exclusivo
de sua descoberla ou invengo.
O Sr. Pereira da Silva offereceu a este pro-
jecto o seguinte reiueriraento, que foi appro-
vado :
Requeiro que se ade esta discussao para a
seguinte sessao. >
< Conlinuou em ultimo lugar a 2a discussao da
proposta di) governo que Hxa as Torgas de ierra
para o anoo fioanceiro de 1872 a 1873.
< Oraram os Srs. Duque-Estrada Teixeira e Bit-
tencourt, fleando a discussao adiada pela hora. >
Por decretos de 7 de junho foram nomea-
dos :
O juiz municipal bacharel Joaquim Xavier Gar-
ca de Almeida, para juiz de direilo da enmarca
de Sant'Anna do Paranabyba, 3* da^provrcia de
Maito-Grossi, e de Ia entrauca.
O bacharel Francisco de Paula Olivera Borges,
para juiz municipal da 2* vara da corte.
O bacharel Gervasio Rodrigues Dantas, para
juiz municipal e de orphos do termo de Itabaia-
na. na provincia de Sergipe.
Foi reeoodazldo o bacharol Luiz de Hollanda
Cavalcante de Albuquerqae no lugar de juiz mu-
nicipal da 3'vara da corle.
, e fazenda nacional da mesma relacao.
Por portara de 7 de junho foi noraeado aja-
uante de ordens da presidencia da provincia do
Ceara, o lente do corpo de estado-mator tfa2*
classe Antero da Costa Albano.
Por portara de 5 de junbo foi nomeado o
capito Fernando Ferreira de Abreu, para o la-
gar de escrivo e ajodante do director da colonia
do Assunguy, no Paran, com o vencmento an-
nual de 1:000*.
Por decreto n. 1,917 de 3 de junho foi con-
cedida companhia ou empreza que se organisar
para construir urna estrada de ferro na margem
do Jequilinhonha, isengo>s de direitos de impor-
tago, quanto ao respectivo material, e outros fa-
vores.
Por outro, snb n 1,918 da mesma data, fo-
ram redolidas a 1:000*000 por anno as presta-
giies da divida porque Tnomaz Pedreira Geremoa-
bo est obrigado para com a fazenda nacional.
Lemos no Jornal do Commercio :
< Victima de violenta febre perniciosa, fallecen
hontem (7), s 6 horas da manha, depois de dous
dias de enferraidade, o general D. Wenceslao Pan-
nero, enviado extraordinario e ministro plenipo-
tenciario da repblica argentina nesta corte.
Cavalbeiro dotado de bellas qualrdades, o ge-
neral Paunero, cora> ministro argentino, eonquis-
tou rpidamente numerosas sympalhias na socie-
dade Ilumnense, onde seu nome ja era conheeido
e estimado, como o de tira dos generaes argenti-
nos que mais se distinguirn) na campanha do Pa-
raguay, maniendo sempre cordeaes relagSes com
os ebefes brasileiros,
Contava 66 annos de dade. Era condecorado
com a gra-cruz da ordem da Rosa. >
< A fabrica de ferro de S. Joo de Ypaoema,
que traha sido entregue ao abandono, merecen
novamente a attengo do goveroo ; infeliznente
sobrevndo a guerra do Paraguay ficoa algara
Unto paralysado o impulso que se lhe principiara.
a dar.
No entretanto o seu director major J ajum
de Souza Mursa, que se dedicou na Europa ao
estudo da metalurgia, vencendo difficuldades de
toda especie, conseguio estabelecer : Ka oficio
para preparago do material e fundentes; 2,
tira eaminho com 4,200 metros prompto a rece-
ber trilhos para conduzir esses raaterises aos for-
tn* altos ; 3, oficina de fornos altos e fundigo
cora moldago de ara e barro ; 4, urna nova of-
lcinade refino; 5a, una oficina de machinas coa
motor hydralico, e oatro a vapor para o lempo da.
secca.
< Alm disto f> z -e unVforno de cal, urna ciara
e um engenho de serra que fornecem o mateiial
para as novas obras.
t Neste estado ple a fabrica produzir j 200
arrobas diarias de ferro em gaza, que se apphea-
ria a pegas moldadas com louga, rodetes, raoendas
e a fabricaedes de ferro macio o de ago.
1 Com pequeo augmento de despeza se poderia
obter urna prodaego diaria de cocoenta arrobas
de aeo Bossemer. E montando-se alguns torno?,
machina de aplainar, de brocar, se poderia fabri-
car machinas que tanta extraerlo tem na vizi-
Dhaoca.
A nica cousa que falla o pe33oal necessa-
rio e completar com cerca de 900 alqueires a zo-
na de matto n^cessaria.
O pejsoal para o servc) externo com planto
de matto preparago do combustivel, extraego da
mineira, transporte, sobe a 200 trabajadores, e
30 a 40 para o servig das efflcinas. Com esta
pesoal pde-se despender em 200 das de servica
90:000*000.
Sendo a produego de 60,000 arrobas de fer-
ro brote, deve se contar om um desfalque de 25
por cento ao prfparar ferro macio, ag) e objeetos
de mais valor. As 43,000 arrobas restantes, con-
forme a sua applicugo, podem obter um valor de
2* at 13* por arroba. Ser, pois, licito tomar
uro vabr mlio de 5* por arroba, o qie d no
anao 225:000*, dednzindo despezas 30:00a*, resta
um saldo de 135:000*, muito suficiente para
amortizar capital, pagamento de dividendos e ad-
ministragao.
S. Paulo exporta ^ por Sanios annualmente
40,000 arrobas de ferro macio e 8,000 ambas de
agj, nao contando trillns e machinas.
Alm disso a assembla provincial garanti 7
porcenlo companhia que construir um eamrahJ
de ferro de S. Paulo fabrica, cujas exploragoej
esta) em andamento. Ha igual garanta para a
estrada de ferro de S. Paul) Cachoeira. Assim
ple eni poucos annosficara fabrica ligada cor-
le por um eaminho de ferro, ao qoal ella ple for-
necer parte do maieriil, nao trilhos prque estes
exigera machinisrao dispendioso e urna produego
cinco vezes maior.
1 Curapre com urgencia tirar-se o provelto que
a fabrica j perinilte nao s para favorecer in-
dusirii local e a lavoura, como ainda para que o
governo possa preparar as fabricas de araiameato
que nao ple dispensar.
< Nao devemos perder de vista outra vantagem
que crear urna escola pratica de metallurgia do
ferro, de onde possam sabir operarios habilitad)?
que permitiam a indu-tria particular aproveitaros
irameasos jazigos de ferro espalhados por tolo o
imperio.
De que a fabrca"pli preeneher esse Ii n do
prevas os crioulos all nasciios, qae sabem lar;
e-crever, arilhmelca e principios de geometra,
lies acompanhamos brancos j idosos, e vio fa-
zer raediges e cubamentos I Infelizmente j
ba dous annos falla all o mestre d escola.
Ante-hontem (18) s 8 horas da noifte, na
ra da Sade, em frente offleina do Mayer, L 1
raesme dia despedido de bordo do patacho Valente,
foi ferido com duas tacadas, urna das quaes n la-
do osquerdo do peito e a outra no brag dreito.
evalindo-se iiuraediataraeote o aggressor, depois
de perpetrado o delicto.
f Achandose o ferido muito embriagado, foi
com grande casto que declaroa chamar-so o sea
assassiao Luiz, ser brasileiro de cor branca e tam-
bem marinbeiro. qualidade em que servio a bor-
do da sumaca Feliz francisca, pertencente Ma-
noel Joaquim de Castro.
t Consta qae semelhante aggressio nio fra
precedida por disputa ou altercacao, pareceudo
antes que o offendido e offensor se entrelinhara
em pratica jovial e amiga, quando este afaskou-se
rpidamente ao passo que o primeiro entrava ba-
nhado em saogue na venda n. 163 da mesma ra,
aprosentanlose nesse estado ao respectivo caixei-
ro Francisco Pereira Rodrigues.
_ O Sr. major Abdoral, commandante da 7a es-
tago, maodou logo conduzir para esta o ferido, o
d'alii para a Misericordia, depois de haver recei-
do os prraeiros soccorros mdicos, caridosameaue
prestadla pelo Sr. Dr. Bessa.
c Eslava, porm, escripto, que o crime nio 0-
caria impune. Foi hontem preso o assassiao a>
a bordo do patacho Valente, e sendo, por ordem
do mesmo Sr. majar Abdoral, acareado coa a vic-
tima que ainda agonisa na Santa Casa, foi por U
reconhecido. >
1 lleuniram-se hontem (19) 4 tarde no sali do
theitro de S. Pedro varios cidadios, e adoptara
diversas resoluedes, e entre outras a de nomear*
urna commsto para o tlm de redigir _e levar a
presenca do governo ama representado pediodo
a rovogagio do aviso do ministerio da agricultura


'
V




77T
Diario
I* Vemambuce Sexta feira 23 de Junho da 1871
=

e da ordem da poli ya, relativo latagAo d< car-
ros denominados bonJs.
Teve bontem (19) lagar a reuna) na praca
d. Comniercio di coorfnlsai enearregida de
agaaeiar sociorrot para a popu.lae3> la-valida do
Baenas-Ayre, Hitado ,-esolvii: l' que se reinet-
tesse o saldo extstente na Importancia de pouc,o
raais de 23:0304, a aquillo qa4aiaU fosso rece-
bendj o ihesourelro, o Sr. bario de Man, ai mi-
nistro do governo da Confederagio; i\ que so
dssem por fiados os trabadlos da eeramtisa), ft
eaodo esta dissolvida ; I*, qne se eomraunieassa
ao Sr. viseondo d > II i o Branca esta deliberado,
deplorando qae por motivos de Mos cochecitos
nio shouvosse piulo dar tido o desenvolv-
ment qae promcta a p!-.ilantropi*:a iniciativa ae
S. Exc.
Beunio so hontem (II) a astemlila geral para
se proceder a eleigio da comtatss) de exam de
contas, o domembros do eon^elh deliberativo
que tero defuoedonar de 1871a I87, a (oran
eleltos para a eotnmissao < Coalas ns Sr*. rom-
qiendadores : Caetann Pmhejrn da Fonceca, l\"y-
naido Carloi Mnlro e Hanoel Silgado Z mfli ; e
(jara o conselh i, os Sr*. : Antonio Augusto Pe
rer* de Barros, Augu-to C. II. M. da Silva, Bar-
oardo-Affinso d.i Miranda. Jos Antonio liornas
Villola, Joaquim Jos Marques Marina), Antonio
Jos Moreira Jo Mallos, Eduardo II. de Lamo;,
Jos loaquirn Ferruira Margando, Aalonio -l).-
Alvos, Joan [^ue (taimarnos, Hanoel J ^s da Foo
caca, Minoel Fermn te Costa Guimaraes, Fran-
cisco Ignacio do flliveira Aeuiar, M.w>el Marque?
da Costa Braga, Francisco Ferreira Val, Aoioun
Jiaqnim Farrera, Aiektdra Aoai-.leto da Costa.
Aor flnayt*** de Olivara. FraacUo Joaqun)
Gimes e Jw d;i Silva S.irdmln.
Hon'.eJm (-14) reaniram-se os accionista i da
eompaohia brasdeira de paquetes i vapor e appro
viram o seguitue parecer :
, Srs. accionistas.0< tintai asignados, Bjenv
fcro da commissto de exame de oonlao, pi.* vo
eleita na ultima reunan da asse.mbla paral desia
companhia. o:n comprirn-nio do are. 27 dos esta-
latos que nos regen), tem a hmra de irater n
vosso eonheahneoto o rnsuliaJo dos seos inthaHio*
nia -eado nesta expo-ico prolixi, ni ti por iuo
isto seria contra a ludoie proaria do on Minear,
como porque as mais con)iderar;o;s, de todas as
quaes r-salta o estado Ibrascenta em que feliz
mete est a ompnhia, j se aeham exa-md!*
oo rotatorio da honrad i directora.
t A commissih vi) a escrioturac) na me-
diar ordem, coro eterna a asseio digno de elo-
gio.
O movimento da caixa n) aauo d) 1870
foi :
Oo qae pastea do anno de I86'J :)112
1)9 entradas oo aun i de 1870 38O:M?f03!
De sabidas na anno de 1870 5,iSJ::i81:0">
Saldo que passou.part.187l 8'SiW
Examinada a procedencia das difTereotes Ver-
bas quo perfaiem as sopracitad >s sommas de en-
trada o gabi la, a' hamo- lado eootorm e am har-
mona co-ii as contas que jogam con a c.iixa.
Os salios das verbas que formara con'.a de
lucros c ponas sudo exictos. e da conforioilaln
coma demoiisfrara) da resp)ctia cinta exara-ls
coappenso n. 9 no reltirio da diroetoria.
A eonmissSn trntrando em variadas ospeci-
ca^S^s e ddtalhi.s. eucontrou permito accedo entre
o balseo e a esa tetrtelo dos livro3.
Prestando a devida atiencao ao augmento do
consumo do earvto, o examiaiodo no livro as res-
pectivas entradas e saludas, vorieaodo os silos
existentes em cada nm dos deposito^ 2 somroando
stes encontrn a quanlidale menciona la no ba
, (anco, razies pela* quaes acompinlit a directora
no juio qae esta fonnou, de qae o aacresciraa d"
consumo BoJ.47^ tmeladas e 'i arrobas foi devid.i
ou a menos Aiealieaifi} nos depsitos dos porto*
de escala dospaqntas, on a daleixo da machi-
nistas a bordo, a seato qao tal se hou/esse
dado.
Os depsitos d is sobrosal-rnte?, as o!H;ina,
bem como a respectiva eeortptpraei, tonta igual-
mente examinados e arhados em nr Jem dignos de
louvor i administraran,
Cada genero que ah existo lera a su conta d^
entrad* u sah da, e, examinando o moviipent da
algaas dalles, ao aci-o tiram ach los os saldos
existeotes de coufirmidade. cora o inventario, cuja
importancia total da 177:8i')H)'J faz parte do ac
tivj do bataneo.
Era concluso a convnisso de oars-
cer:
I. Q te sejam approvadjs as contas.
2." Que se loo ve, e agradeca directo-
ra o Jiam por qua desempenhou as suas func-
ces.
< Rio de Janeiro, 3 da junho de 1871.Jo'io
Nfpi)mur, Jote Marcelino Peretra de Moracs.\>
Em seguida elegeram director para preencher
a vaga que u!ti mente se itera oa respectiva di-
rectora, ao Sr. lase Marcelino Pereira ite Moraes.
Os directores reunidos posteriormente no'nearam
d'entre si presidente o Sr. I)r l* Thomai la S i-
va Qointanilha, e secretario, o Sr. Jos Marcelino
'creira de Moraes.
Grande parte di arsenal da guerra foi hiatem
/!3) destruida por om violento incendio.
O figo manifeston-ss i meia hora depois io
meia noito no armazam da constraccao e esteudeu-
se rpidamente as diversas olcinas.
O Sr. teen'.c- coronel director do corpo de
bombeiros, avisado 1 hora e 10 mnalos pelo ur-
bano los da Cunhi, compareceu promptamente
com a borabt do posto da Carioca, ondosa achava.
Pouco depois chegou o ajudaate do mesmo direc
tor com os ciB.'iaes e pessoal da estadio, central,
13 bombas, 2 carros e diversos appareihos. Ja es-
destru los o armazem Je constrnc^ao,
b"ra como a tffl.'na de machinas, a de construe-
cao de reparos, a de torneiros a o escriptorio da
ejnoda seccio. Cjnvergiram en'.ai tolos os es-
forcospara salvar os grandes armazem da primei-
ra classe em dous andares afi-n de evitar que o
fogo se co nmunicasse a is aditicios da directora,
juartol dos menores, museu e novos armazens da
segunda classe que eontihham a niaier parte da
materia prima, a offleina de adtete, aromen? de
artilbarla e antig i e n ivo edificio da enfermara
dos menores.
A's 5 e meia horas da manilla conseguio-se
circamscrever o incendio, mas nao extiogut-lo, para
o qae, segando pena o Sr. director d) corpo de
bombeiros, sera preciso trabalbo atorado al boje
ao raeio dia.
t Arderam as offlcn's mencionalasje as de pin-
tores, de serralheiros, de fuol >iros, de instrumen
tos de maibematica o os armuens da pnmeira
classe, menos o de artigos bellicos. Iuformam-nos
ana se perderam, entre outros artigos cerca de
30,000 espingardas.
Ainda nao conhecida a causa do incendio.
O grande calor, que reina va as visihanc,as
do arsenal tornba neeessari \ i remo^ao dos doan-
tes da Santa Casa de Misericordia qn s achavam
as enfermarlas qae do para o largo da Miseri-
cordia. Durante o trsjerto para as enfermaras do
novo editicio falleceram algnns d entes.
Compareceram no lagar do m -en lio saa al
taza o Sr. conde d'Ea, os Srs. presidente do conse-
tho de mmstros. ministros do imperio, jautas, es-
traneeiros, inariofta e guerra, ch-fa de polica, de
legados, sobdelegados, muitos inspectores de qaar-
leirio, commandaotes doje irw > militar de polica
e da guarda urbana, oBoialidaie e muitas praca
dasta gna-da, ofuciaes de patete superior do exer-
eito e da armada, goreote das docas, Dr. fiebou
cas, piquetes di corpo militar de polica, do i. re
gimanto de.cavallara e i.* batalbao da liara. .
Foram muitas as pessoas qua pre-;aram va-'
liosos servio h ; abstemo-nos de (azar especca.
(des para evitar njasticas.
Aaxiliaram o servico com extrema deJieac,
ooneorrendo para mais (epressa ser o incenlio do-
minado, acompanhado de bombas, o pe*3ialda nao
ingleza E'jwnt, da fragata americana Laucaste)',
do enemraea Jo Brasil, do pa lete Galop, os con ,
tingenles de todos os navios suttos,no |Wftp e os
impeiaes marinheros dirigidos palo .comman^an^
do baialho naval.
f -Panccionaram durante o incendio 18 bombas,
inclasivs daas das docas ( das qaaes n a* movida
por vapor) e ama da secro auxiliar do arsenal
de mtrinht.
t Posto qne nao naja bise para ara calculo ri
goroso, avalia-se o prejuizo causado pelo incendio;
de tres a qna'ro mil coalas de reig^l
Um mcidehte ocurrido honlTTj{l3) com al
eoiregoe ao Sr. mordono iolerino da easa its*-
rial o recolhidos na cjujni ^Pji*"^'if*f '
Sobra asta ccaurreocia cooimaatot.ii-njjila
repartico da polica em data de hontem :
Apresentoatse hoja najwucaa da Ojienudos
um pequeo grupo de e-cravos pa t,azeada de San-
ia Crnz, qa9 se daslinavam estrada do Vaty, on-
de deviam trabalhar pof con'.a da l.uix L'.me f'
tim, que locara seus serviris so snperintandete
da mesraa faienda. S guian, os escravos a seu
estino, mis em grupo desordenados, e sob a
reccio de n conductor ignorante.
O apparecimenlo desi^s escravos eansnn ari*
prehensio as autoridades da i circumvisiqnancis
que reqnisiiaram providencias ao chafe de palioia-
Ja provincia do Bio de Janeiro.
O agento da estac) de Qieiraados c.inmaoi-
cou pelo lelegrapfcs is 12 horas da mtnh.aa lar rt-
ceio de que os esclavos entrtssam i Orea nos
wagdes e segnissem para sorra cima.
. As 2 horas da urde tertio a polica noticia de
haverm o e-cravos ocenpado os wagdss qie de-
viam seguir pura a serra, e sahendo que elles nio
haviam tomado passagens, nem erain catJiid.s
o >r alguRT que se responsabiluasse por san bo-n
ivinporlameoto e direce, delerminou que os car-
ros oceupalas pelos escravos viessem ra?i lamontfl
para a corte. As hras e-meia da ta.rda chegi-
rain os escravos, qua nenhuiin.iuteoa malvola
haviam dea nsirado ; convencenio-sa ealai a p>>
licia de qae a inopinada apparlgS) deltas, e a es-
or lein coai qua caminhavaiu liavu inspirado terror
pnica
Cnagtdos.os e-!rav)s, minlia o Sr. miniM'-o
da J.isiiei c'nniar o nurdi;nila ill casa imperial,
e f z a -ta enireg diq ia,lles, qua fjram aloja los
em S. Cfnistovo
A polica nnnliu vir os escravos para a cor-
te o iatuiti de obviar a qua louassem valto os
bia'.os aterradores, qua comeciram a espalhar-sa
om detrimento da o dem publica.
O Sr. Antonio los Partir da Smzella, iooi-
plateado87 annos deiladaeil da resi.tea:Unes-
ta cantal, festejou digaamanta estes aaiiversario-
coirferindo liberlade, sem condicSes, s.ua e-.cra-
va (ternilla de 40 anuos di rale.
O Sr. SMizella ja aoteriorniane hbirtra urna
cria da ame Honorato, a quera di educado em
um c lefio desta corte.
t Na barca da eompanbrii Perry, que limtem
(li) as 3 Eraras e a n qaarto d> tardo sanio piN
Nitherohy, embircra un individuo regularmeit
vestido. Ao chegar a barca ern frente a piala co
arsenal de. guerra, aquella passageiro qua ia ni
pro i, voltou-sa pwa as passoas que lhj estavam
[ir rximis o dise-lhes Adea-', mas am ga^ -
atrroQ-sa ao mar. *
Un escalar da un navio da guerra norte-
americano, qui passava, tratoa de socan re-lo, e
barca atirou agna o salvi-vidas, mu ludo f>i
bildado : o infeliz dosapp* te u. A* passoas qua
ian no e's.^ler amaricado f pnitr*"n apanUar o
chapeo di> suie'da, cuj nnne se ignora.
Ris as noticias emmereiaes da ultmi date :
ElTac'uartm-seiaqnoaas trnsacij'lesein cam
hio sobre Loadres a 2i 7/8 d. para o papal banca-
rio, e a 58 rt. para o particuJ ir.
C n a entra la hoja do Flvnst'eel, p-irla 1 ir ife
100000 snbsraooi ;iara o giverno, o mercado de
onrd eouservou-=o (ronxo, o sem qua al a uIimpi
horatranspirasse Iransa-ijao alguma.
O mrcalo da apolices geraas le 3 pircinti
aiteve m lito activo. As orimeiras trans'.CQ)s do
hoja foram eOeciuadis a 93 o 98 1/3 por nenio ex-
dividendo ; m-iis tarde, pbr'ra.o mrcalo apresen-
toa grande (innezado pree-) a Iotas importantes
fortn Deg Miados a 98 I/la t)8 1/2 p ir cento ax-
divideudo a diversos prazDS, fechados Uries a esta
ultima lotar/io. A' apolices do empresiimo da
I80S obti varara 1:069401*).
No mercad) de accoii hiava movirarafi re-
galar as do ban-.o do ilrasil a 193^000, 1934300
e I9i jOOO a dinheiro, as da coaipantiia da IKica
da Alandaga a*"3i000 a 76*">Jfl da premio e na-
da novacouipinhia de navegigio brasileira a ll,
IG e 17 i ae premio. >
Siluram pira Pernambuco : a 6. o patacho
inglez Tin?; e.a 10, o patacho brasileiro .Vassi
Senhora da* Xeees.
baha.
Assu nio o exerciciu do coraraado das arras s
o geueral Pedra.
E'svnva-se a I9.^18*50 o producto da sub
seripeo agenciado pelo Exm. e Rvm. Sr. aroebispo
cm favor ue S. S. Po IX.
Lamos no Jornal da Baha :
No Jia 8 do corrate entro a arribado de S. Vi
cente, para refazer-se d'agui e rep-irar avartes, o
catar ngler. Cruzader, comaoandaale Camplell.
Sege para Montevideo.
t Hontem (12) s II horas da manha, foi pisa
da por ama das rodis do carro n. H dacom'iaiihia
Trilitos Urbanos, denominado C'tramnrH, do jual
era condactor Jlo Rodas, a creoula mendiga Can-
dida, qae lieou con a perna esqnerdi fraciurada,
nao obstante ter sido advertida para sabir do tri-
Iho, c. haver parado o carro.
A ollandida loi conduzida para o hospital d i
Santa Casa ; oa le aprasanwa-sa o subdelegado da
fivguezia de S. Pedro, o Sr. major Birros, a pro-
cad-u corpo de lelicto.
<( O cochairo, ao chagar ao Campo firaale, eva-
dio-se; trala-se de preade-lo alm de pro^eder-se
conforme a lei.
s Teve hontem (11) lugar com a preseoea de S.
Exc. oSr. vice-presidenle edolidas as auloridides
prepostas ao ensino, lentes do Lyceu, da Escola de
Malicias, e diaotede um nuuierosissimo coocurso
de possoas de distinceio e grande numero de es-
ta iantes, a confarenci de Sr. Conde Zaba, sahin-
do satisfelo o inditorio, porque flcou na convic-
5) de lodos grande vaolagem do methodo._ que
8 o mais seguro abono do ogenho e illustra^ao de
sau aator.
lima crinca com tres le:c3as exooz os prin-
cipaes acontecimentos do primeiro scalo,, loman-
do irrecusavel o alto proveito da tal systema, espe-
cialmente para as escolas primarias.
O melhodo consiste em reclangnlos, represen-
tando cada ara um seculo, por raeio de 10 subdi-
visdes no seutdo horisontal, e 10 no vertical: ca-
da pequeo rectngulo renresea'.a nm anno, e
ainda gubdividido em 9, 3 no sentido horisontal, e
3 no vertical. No sentido horwoutal os reelangu
los que representara os annas do as dezenas : no
sentido vertical as uaiiades, de modo que fcil-
mele flea conhecida pela pasrlo de um rectau-
gul i a era.
As 9 pequeas snbdvisoes ex ariiuera os acn
teciraentos por maio ti edres: tiaioa, a tinta nrata
a historia romana, a azul a histana do cliristia-
oismo, e a vermeliia a historia britannici. Cada
sigoal de urna cor era ama das 9 pequeuas casa*
exprime convencionalmenie um fado; urna casa
para guerras, oatra para dymaastas etc. etc.
i E' ara trabalbo muito apreciavel, que polo
ser fcil e vaatajosameate applicado djvarsos es-;
tudos, pelo prodigioso eileito da associai;ao dos fac-
los e da impregno na memoria.
' Foi encontrada honlem (17) fora di birra,
pelo capataz das Pedreras, a barca, ingleza.Aipp/c,
em perfeto abandono. Pela capitana do porio toi
rara dadas todas as providencias para se coqduzjr
este porto o navio, devendo seguir busca-la
ara dos vapores da estaeao naval. >
A alfandega renden .de 1 a 17 do correnie
471:310*897.
O cambio regalava: sobre Londres 23 1/8
d., e sobre o Havre 372 rs. o franco,
MlMMI.
Forano n.meado-.: biWiebacarinprovincial o
Dr- Possy ionio de Mello Accioli; provedor da Santa
Ca-a de Misericordia, Jos Adolnbo de Barros Cor-
rea ; medico do hospital de cari la le, Dr.Ji- An-
tonio Lopes; promotor publico da comarca de Ala-
late, o Dr. Aurelio Numeriano Ponles da Silveira;
dito das Alagas, Dr. Manoel Fernandas le Araujj
Jorge.
*-t Fallecen, no dia 10 do correute, no Bebe-
donre, o engenbeiro allemai Hermanovon Floto.
Por teto da presidencia, de 18 do crranle,
fti designado o da 15 de novembro prximo paral
para se proceder eleico de deputtdos provu-
ciaes.
3094003
12QJ300
iinfs
Dr. Prmrisco-1 dj Gasmao L>bj
Manoel Mareira di i,ai*
Trouxo mais para o norte :
Cear 6001000
Aterlabao 3:9104000'-
J#-WW 4003090 '
Ta\NSPOFE ISABELEste navio de guerra
h.-asilairo daviatsahir do lio da Janeiro' no dia 16
doeorrnta, om vagem Santos, Baia. Pernarp
hnen, Fornaodo de Noronhi, Para, Maranha>,
a'- Ciar e Fernanda de Norotba, volitada t depois
ao Hio da Janeiro.
ARO.) D V COXCEICAO.-Da amanilla en dan-
lei-ha veri missa e tere.) a.nauta, om i antes de se
aterem asnbras, qua sa achira ja concluida',
D" Jipf**fD.\OK. fariratMB-nos qua, nt
travesa da*a dilihado CarvaJtra (ontr'ora Bel-
I.) existam n*uma t)nitanda as criancas Henriiue e
Salsji*nte, pardo*, lilhos d'uma'eserata diurna
familia moradora no bairo da Oatist,m tal es
lado de nVnc e magwm que ennsa dd' velos, e
ran:ir naand) s verdica serem elles escravos !
Chaamos pira Uso aa'.'.enQij da polieia.
COPBUVIilOS. B di Rio de Janeiro para U*b't\ com e"sclla pela
IhMi o Pernambuco, no da 17 do correala.
CAtARU'.Es:revam-nos -lesta 1-icalidaJe o
seguinte, era 17 do crrente :
A. priaieira sassio peridica dasta termo foi
cavocala para o dia 3, e suspenleu se n> dia 6
do crrante in::Z teiJ) sido nella submnitidos
u gament > 3 proassos, omorehendendo II reos.
Oestes soffreram Kaatmqi firam appellados 2
lelo doutor pro^notor publio e I polo doutorjaiz
de diraito. A appollae.ai leste foi do julgamento
.ib'olutino do ex car'.ereiro dosia cidaJe Luie Pa-
iro, por crlrao da ra re da ara preso, como j Ins
refer, e a d]uelle vjrvou sj'ira un feriiueuto
gravo praiir.ido por d versos individuo;. K sus-
iienjo do tribunal at o dia 21 do corrale leve
lugar por ac'iar-se ) lermo da Paaellas doulor
juiz municipal, e na-i podtr o doutor juiz da direi-
lo presidir aos dous ultimis julgameiito^tesuates/
par serem de reos appella-dos pr efle.
Dapjts de quasi desengalos de tarmlis mais
tira aauo calamitoso da seeca, tos enviad a IVovi-
dencia chuvas qie vierara salvar as plantacoas
prestes perder, se par falla dallas, sendo- que a
e-ncao inveni-isa proraette continuar. .
MAGISTRATURA-O supreno tribunal dejos
tic remellen ao ministerio da justica a seguiote
listados lo joiias de lireito mais antigos para a
eMvdha da um desanibargador:
1 Antonio Hauhque ae Miranda.
2." Joao Caetano LisWt.'
i. Francisc Louranc da Fiitas.
I.* Minoel Jansen Ferrira.
."i" Mitbeus Cisado le Araujo Lima Un; id
0.a Jiio Salom Q irroga.
7. Mirii'l Jos da Suva Naiva.
8 a J.ai da Carvalho Fernn les Vieira.
9.* Viriato Rinleir. Daarte.
10 Antoni) da Crquiri Lima.
II" PranciCO Mmdei ia Cunha Cirri.
li:' Olegario Hercnlauo de Aquino a Castro.
13." lao Josf de Andralo Piato
li. Fredsrico Ajagaste) Xivier de Britd.
13. Silverio Ferntades de Aranjo Jorge.
NOVA PUOLIGAClO Lenns no Jornal do
Commercio da corte.*:
c O Sr. capitSle artilharia Antonio Francisco
Duarie, acaba de publicar ura c impendi de Geo-
metra Pivi'ca,para o uso dos alumnos do impe-
rial lycen da artes e ofllsios.
juir.es tao>competantes como os Sr. profas-
sores Ju) Pedro de Aquioo e F. J. Be'taocourt da
Silva declara* esta obra singular neote adaptada
ao seu tira, pelo n'thol), clareza, precisan rts
d*rocrt>s e proprieiale dosexemplns e iiroble-
raas proprias para a simplleacJo do eusino cora
app'icacio ao rai-ter de cada alnmno.
c Pala niss >irte nada piieriauus accreicn-
tar ao esclareci jai!) dastes raesiras di ilciencia
limitando-nos a reconhecar o imporlane servido
prestido polo autor a nma causa lio santt o emi-
nentaraente patritica. oho o ensino dis nossis
ariezaos e ariicas. .
IM'dlGRAC.lOPor cntralo firmado en 7 do
correnie m*i entre o ministerio da agncallura e
o Sr. Sabino Tripodi, obngoa se este a Mrauir e
astabeleear d.-ntro do praso da seis an-" SfljO fa-
milias ou 2 390 iraraigrantei proeedenies do norte
di Italia e da IM-eaia.
PREfiUEZIA DA BO VVJSTA.-Por portatia do
miaisierio do imperio, de ti do corrale, coace-
deu-se licaoc ao Rvm. conego Mmoal Joaijaim
Xavier Sobreir*, vigario collado da kogueiia da
Itaavista da cidade do Recife, pMvineia de Par-
nimbuc, de ura anno cora vencaiaati diOgspec-
tiva congrua, para tratar da tu* aifi, wpxaosle
sacerdote^ae o sub-titilt n" approvatjlT'de t\vra.
diocesano. '
LOTERIA. A que se acha venda 198."
baneficio do bispital da ordem 3.* do Carino &
Itecifa, a qual coiye no da ida jalho prximo.
PASSAGEROS. O paquete Arinos, vindo do
Rio de Janeiro e portes iniarraedlos trouxe os se-
guintes:
Chrstovio Jos Viaira, Muuel Varissimo da C,
Fredarico Ealalio Castello, Mauoel Francisco Mou-
ra, J i Mariin, Dr. Bernardo Antonio de Mon-
donga, Francisco M. Siqueira, Joaquina Jos de
Seixas, Joaquira Ignacio da Silva, Francisco Jos
Nunes Laite, Antonio dos Saoios Oiiveira. Jos Za-
caras, Antonio Pereira Silva, Mara da Conceicao,
Catharioa E. de Alraeida, Dr. Zeferino da Almeida
Pipo, Rogare G., Rtgeere Nicolao, Roggeere Gai-
seppe, Chi*tian Peter W-Odemas Alberto de Soa-
sa Tavares, Francisco de (tervaiUo alnaior, Alfre
do de A. Paea de Andrade, saa sen hora, 3 lilhos
minoras e i2 escravos. Benedicto Cardoso, Basilio
Martios e 4 ex-pracas do exercito.
Saguera para o norte no paquete Arinos:
Capiio Augusto R. P., brigadero Maaoel da
Cuaba Wauderley Lins e s'oa senhora, Baro de
Taquary, saa senhora e i lilbas^ Jos Ricardo Mu-
nit, Jos Pereira da S. Gairaaraes, Dr. Fernando
Pires Moreira, Miguel Archaujo Galvo, Jos Pe-
reira da Silva Gas.mao.
Vindos da Mamaiiguape no vap.ir nacional
Coruripe :
Jos H. da Silya, 0..., Francisco Js da Costa
o Sdva e 8 escravos, Antonio Francisco dos San-
tos, Mara e sua lila Rita, Geuaiu j Jos Tavares,
Miguel Jos Barbosa Gumaries, Jos Joaquim
Marrocos Pereira, Aatooio Fdemon, saa-senhora e
4 lilhos.
iVindos do Bio.Formoso no vapor nacional
Parakybi:
Tenante-coronel Calda Lins e 1 erial1, A. Pe-
reira Dutra e sua 'aijailia.
CEMITEIUO PBLICO.-Obuario do lia 20 de
junho:
Maria Miranda do Espirito Santo, prela, Per-
aamhaco, 40 aanos. solteira, Ojaviaia ; pulmona.
.Lojz, escravo, pardo, Pernambuco, 43 anos,
solteiro, Ravista ; beriben.
Aiitoiiio, ecra,vo, 4ireto, frica, 33 aanos, soliei-
ro, Graga; espasmo.
Domingos, escravo, prela, Pernambuc), 3 das,
Saoto Aolonio; coavulsas.
Anselmo Aatoaio dos Aojos, preto, Parnambaco,
30 anuos, casado,. Boivjsta ; baxitras.
Mignel, pardo, Pernambuco, 13 mezes, 5. Jos ;
coavulsSes.
Cassemiro, pardo, Parnambuio, 7 anuos, Pogo ;
Iqmor nieslinal'.
Efrazia, parda, PeraamBuco, 3 mezes,,^oavis-
ta-ascjte.
Rfitcaranascido Mafloel, pardo, Prnarobueo,
Boavista ; aphJxia ao pascar.
Mara, branca, Pernambuco, II mezes, Santo
Antonio : conv'ul-5es.
pernambuco;
ons escravos da Imperial fazeQd'HB Santa C^azi
en origem a diversos boatos. O Sr-. La'z Lm*
Butitn contratara eom o superintendente da fazen
da o* servicos de alguns dqaeUes eseravds para a
estrada do Paly, e hontem chegraro elles em na
mero de 95, sendo 37 pret. s e,3S preta- estacio
dos Qaeimados para segniram pela dslraa de f-r-
ro at Belm. A chegsda deslt genta, que alias
te aeompaabada de ua ofBflo 10 reforido sap>'
rintendente para o Sr. B;(jm. fez smpeifir de que1
o* eieravp Viessem cara ms liter plwrf-se p.i"a a corte pedinlo providencias.
Jh\ ordem pira fzer v!r i^uelte tente paral
a lidAd?, obdA etTaeti va mente chegar'ara os wer-1
sof qnA, verifltdo o deelino qae tinhaui, Jofaot

REVTSTA-DIA1IIA.
.NIAO BENEFICENt MaRiTIMA.-P* nor-
jaria da presideucii da provincia, de 19 do cor-
rele, foi nomedo Jo3o Bodrigns Bandeira pre-
sidente da aodeiii .UniSo ,Benejlcen!e tfaritnia.
PRESIDENTE DO CE ARA'.Acha-se bordo
do Arinos ftBfep. Sr. baro de Taquary, presiden
'.a,nofneadjilp a provincia do Caari. S. Exc.
esteve hoaaKdo no palacio da presidencia da
provincia.
PBOyiNCIA DO PARA". Tambara aaha-se
bordo de se vapor o.Exm. Sr. general Wanderley,
commanlante das armas da provincia do Para.
D1NHEIRO.O vapor braslleiro Arinos, tronxe
mm os Srs. :
Rdriines de Sopza l:flP0|00O
Sr. collegau sua palavra pode ser muito honrada
e valiosa, parirn parece que em materia desta or
dera devt.Jmtar a prova, e mal de lodos seo
crdito e eoaieito estiveste a raered dts Impru-
dencias doanonymo tao fcil em eseapar-j,e a res-
ponsabilidade.
_ Denuncie, Sr. Verias, sem rebuca as faltas d.
Sr, Dr, Maura, laga e.ta aerviei a igreja, de quom
so dlf lho; venha porm da visetra descoberta, e
cont com a minha allianci.
Por isso mesmo quo mu assiguo Voz- da con-
seirjacianao quero e nem pretendo render prellos
ao vicio, detesto o crime para elevar a virlude.
O collega parece que ou nao em Mompanhad
ao seu pastor nos seus actos lertuio-so por fal
sas eapaixonadas ioformaces, ou esta servindo a
cansa do odio, do desueiw eda.vinganga.
Reconsidera melhor a sua .psigao ; v ja qae
ora vez da pulverisar a V-* da coascienoia, nao
B-ja confundido, e tido e havido por calumnii
fnlor, por fcil e leviano.
O Sr. Dr. Mura goza do multas dedicagoes,
tem merecido a sympamia desta freguezia inleira ;
nella muito bem quisto e estimado, asta oo todo
conceitaada, elle nao carece desear de ua digni-
dade pTa nivelarse com outros e responder a
aecusagrjes perlida's, que se deixam ver o carcter
de qdeiu as lanca ; a quando q collega for capaz
la reflexoes, ouadda entrando em si a remorso,
o na luz divina Ihe despertar do papel ridiculo, he-
diondo a detestavel que se dispoe a representar,
cobrindo se com a capa do aaonymo, confiecer a
vargonha a que se expOe como a injuslica.a desleal
dade, a ingratido mesmo com que 'offeadeu a
qjam Ihe nao mercia.
E' pessimo expediente o do hornera '"I-brisar-
se pela intriga, injast.ga e diatriba.
O Sr. Uura reconhece o qae todos s^lHMn, e
qne ao mundo inteiro nao se agrada; mas urna
causa Sr. Ventas, convm saberse, o motivo eme
o levou a assira praticar, o motivo do desgosto
ino levo daquelie padre; ser elle confessavel ?
S saboremos qnando se apresentar franco e sin
cero.
Por emqaanio a Voz da canscienca contina a
qualiilcar o Rvm. Dr. Maura de zelo-o cultivador
tda vioita do Senior.
A Vo: da consciencia.
confortar, isto se tendo al iiagtd-nictmfessaT
-. bex'^nentos. cuan-os medicarla.. Ol
mister nao conheceresia padre, mister desoo~
nhteer a sna dedicacao, e a aoaegagap mesmo
cora que se entrega elle aos trabamos parochias,
para avangar a urna semeihanta falsidade II
- Este padre que nai recua dunta. de molestia al
gama por mais hedionda que seja jara acudir e
consolar o enfermo... ab I avae a Varitas mes-
mo por si qual a dr qua recabara e oa sua
vuia sofTVease aima aecusago tao in>usia e barba-
ra! Avalit o veritas de sna dor.se
levantava um falso com o fim somante de doesta-
lo, de fer-lo no qua tenj de mais sagrado o ho-
nwm, a sna reputacao nao preciso dizer mais.
VactiM entrados, no dia 22.
Oto da Janeiro-e portos iutormedios8 das, vapor
nacional Arinos, de 8ti toneladas, commanlan
te 1 lente Jos Candido Duarle, equipagem
5, carga varios gneros; a A. L. de 0. Azevedo
oc O. % "
Maniaugnape pela Parahyba17 horas, vapor na-
visse qua sr cional Curnrpe, de 222 lonelada-.commaodaote
Jos Hanrique da Silva, equijagem 17, carga
algodo e uatros gneros / i Compauhia Per -
noratucana.
Ro Formoso a portos intermedios7 horas, vapor
ni.cional Parahyba, de-104 toneladas, coinman-
diinte Oiiveira, equipagem 14, em lastro ; a
Companhia Pernambucana.
Navios sonidos no mesmo dia.
Rio Grande do SulPatacho brasileiro Mariano II,
capillo Amonio Alves da Suva, carga assucar e
apuardeale.
Atten(jao.
O abaxo assignado tendo j proteslado por este
mesmo Diario de 22 de maio uitmo contra o pro-
ced raento do Sr. Custodio Jos Alves Guimare-
do proseguir eo) trapsaegoos relativas a socieda
de ommercial sob a firma GuimarSes P.rales &
C. da qaat o mismo abaxo assignado socio,
por isso qua, embora a dita sociedade fosse ju
gada por senlenca aibitral sujeita a dissolucao, e
iiquidagao ; dessa seotenga o ab^ixo assignado
appellou para o meretissimo tribunal do commer-
cio, a p ir consegua!-1 suspensas oticarara a res-
peito todos os seus effeitos, vera ainda o abaten
assignado protestar por este jornal, (como j o tez
judicialmente) contra o inslito procedimiento do
mencinalo Custodio Jos Alves Guimaraes, hoje
ausente, mas devilamente representado pelos seus
procuradores bastantes de e. taiem j promovendo
a dissolucao da tnesma sociedade e lerem em se-
guida de proceder a respectiva lwuida<;o, segun-
do aiinupciarain neste Diarto de hontem, yl lo
como pela supradita razo de pleno d reito im
tos, e millos lodos aquellos acWs.
utro sim, o abaxo' assignado desde j pro
testa contra a. gerencia do dito cstatn'ltcimfnto
social, visto como,tpi d'ahi expedido, (nao obstan
te ser socio) de ordem do mesmo 8r. Castodio lo-
te Alvos Guimaraes saa noticia tem chegado
qae o mesmo estabelecimenlo, se aeba eoijegoe
a caixeiros, nos quaes e abaxo assignado nao d
posita bastante confiang^; tem-se nelle feio lraos
aeges muito desvaniajosas, e at tem se efec-
tuada para ella compras de fazenla em nome
alheio, tuda Isto sert acqniascencia, e em puro
projuito do abaxo assignado, que al o presente
nao daixou.de ser socio daqueila firma, como
de primeira iutuigao.
Antonio Ribeiro Pintes
MWIMENTO DO PORTO.
EOITAES.
A cmara municipal de.-ta cidade convida a
seas munisipes queqaizereai concorrer para o de-
sen rolvime.nto da lavoura o outras industrias para
rametterem a esta cmara os productos, quor fa-
bricados per najjonaes, auer por cstrangeiros,
:ifua de serem expostos no dia da fesa do iraba-
Iho, intlluida na capital do Maracho, que ter
lunar todos os annos no dia 7 de fetembro.
Pago da cmara municipal do Ilecife, 21 de jn-
nho de 1871,
Bento Jos da Costa,
Pro-presdeme.
LourengoBezerra'Cirnfiro da Cunha.
Secretario.
COMMERCiP.
THE ALLIANGE BRITISH A FOREIGN.
Life and Fire Assnranca Compaoy eslabelesida
em 1821. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomara segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqu prejuizos devidame.nte provados.
Rabe Sch-.netiau A Q
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL
Compauhia de seguros contra
fogo.
AGENTES
S. P. JOHUSTOS & C;
Ruada enzala-uova a. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Londoo & Glob
Insurance Compacy.
Agettts :
Saonders Brotbers 6c C.
11Corpo SantoM*
Segaros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital.
Fondo de reserva
re** VC.
PBLICACOES A PEDIDO.
iadepcntlencla 13 de mal de
No Jornal do tjecife, de l de abril nltimo ven
un protesto assignadoVeritascontra o qne de
Instiga dfcse a Vdz da consclenela em avor do
Rvm. Dr. Joo do Reg Moort, vigario interiao
de^sa freguezla sntiodo o eeorfptor 3o ver e o-
nhcert Voz d consciencia para palverisa la, de-
clinando e arrtcnltodo ftetos em desabono ao
Rvm. Sr. Moura na admioistragao da freguez't.
A Vo* da cdtiscienci* eatesd qae' tt Veritas
nio necessita ver e onecer a Voa da eonsciep-
cia para copfdhdi-la cm'referencia ao sea pre-
c.onfsatk
Mais rasan (arla a Voz da consciencia para pro-
curar connecer o tea eontoalaaie. '
, A missio dt Voz da consciencia seado benefles
nodo fljjtr om olvido, oatro loto* oip- eotteoe aoi
Varitas qae IncprtfldoMdtmeM <2 dfvolo com
t jastlga e earidtde para erW> matdlceneit ao'
odio a tacapriebo.
Esta verdad que enmpre *oJarar-se, Unto
mais porqae nt sni arrojada catIHntrh sttribde a
nm funrclonrio pofclicp faejo* a-W ravolveta ert.
Assim, cootestodo o Vergas a Ifozdn eoncia^-!
lOJOOOJciadft qae o Irro 9t. -JfflSt^w 'j|rwlta*j
20,000:000*000
. 8,000:000*000
Agentes,
milplathan & C.
RA DA GRUZ N..38.
ALFANDEGA
Renlimento do da 1 a SI. .
dem do da 22. .
38i;i093047
1&;002*360
399:501i07
novlitiento da aifiadea.
Voiuoiet entradas
Vjlumes
stbidos
i
com fainadas
com gneros
com fazendas
com gneros
213
1742
80
1182
19&1
------1271
Decarregram boje 2,3 da juabo.
Lugre holltndezGritaron Bnrlhas ariolu do
trigo.
Hiato americanoA. Tebbelttaboado.
Brigae diaamarqaeie*rti larca iaglezaSolterbecJc mercadorias.
PaUcho hollandezfTitess-rinnrcadoria.
Patacho iogieztrurfarros, e cattj.
Vapor inglea2Wismansnorcadorias.
Despacho* 4c exportaeo no ia-2d de- ju-
nho.
Hp brigae portugaez UniSo, para o Porto'.
earregarara : Amorlm fr'maos 4 C. 1 caixa 42 la-
tas com .24 kilos de doce de goiaba.
Na barca francta Co\fgn(, para o Havre^
carregaram : TtsseHretas & G. 722 couros coa?
8,661 kilos. ^
REGEBEPOHU DE AKKPAS .INTERNAS.
GEftAES DE PfiRNAJlBaCO
Rendimento do da 1 t Jl. i0;3ui#'t8^
Lldetn do dia Al...... OoOAia
--------1 t
41:302*697
CONSULADO PR0.VIWC1AL.
Rendimento da dU 1 iM ". 472.
Mecido dta.^. W
A cmara municipal doKceife, tRndo decoos
trnir um mercado publico, de confonnidado com
a danta e trgamento pppr^vado, o para o qual
e* autorisada a contrahir um empre-timo de
:Wl):00ft|000, e nao sondo fcil a acqoisigo deste
capital, convida a quem se quizer encarrogar da
pita cqnstrucea", medanlo as eondicoes abaixo.
eilclartdas, aapre.entar a sua proposa no perio-
do de trinta das.
Condrcoes para a elifieaga do mircado publico.
I.* O mercad i publico ser entniido de cou-
tormidada eom a piaola a orgamento approvado,
-i!) t inspeccao do engenheiro da cmara, e no
lunar para isto destinado.
2* Esta coolrurgio Sf>r f-ita a cu;ta do con-
traante al a nlrega difflnitiva.
3' A cmara ser obrigada n fazer os paga-
mentos na raiSo de dez \r*T c^cto do contrato com
os juros competentes, ti-ndo i-oTeg) i>stes paga-
mentos no ffm do primeiro tefllastre depois da cn-
irega difflailiva e de romecir a funecionar o re-
ferido edilicio, sendo taes pgamenos seaestraes.
4.* O contratante ter direito aos juros de seu
capital na pmporgo do -en emprego, on pnr uira
convengan nao exeedendo (lie de nova por ce.nlo
OStao esl estipulado ni lei n. 9)8 do correle
cxircicio.
5." O contratante receber como garanta de sea
capital o edificio con^trud) csuas rendas at com-
pleto embole-i de seu contrato.
6.* O contratante ser congado a urna mulla dc
2O:OO0A seee ffa>t3r da con.-iruccao do que hou
wr contratado, assim como hacera dt cmara dita
qaaatia se por causa di lia houvur reciso do con
trato. .
Pao da cmara municipal do Recife, 7 de ju-
nho de 1871.
Bento Jas da Cosa.
Pr-presidente.
Liurengo Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
O iatpeclor da aifaaaeya Ui puulicu, que
em virlode da portara da Ihesouraria de fazenda
n. 73, de 13 do correnie. ir de novo a leilao, de-
pon de meio da de 2o do corrente porta da
mesma alfmdega o oscaler cedido odo comman-
dante da barca franceza Saint Gecrgc Bour, e
Chtd Arhor, visto ter sido mui diminuta a offerla
ubiida na arrematago anterior.
Alfandega de Pernambuco, 21 de junho de 1871.
Emilio Xavier Sofreir de Mello.
Sala das sessoes do conselho de qnalilicago da
guarda nacional da parochla de S. Fre Pedro
Gnngalves do Recife, 19 de junho de 1871.
De ordem do Illm. Sr. teneote-coronel presidea-
te deste censelho, hgo publico segundo resol vea
o mesmo conselho que os guardas naeionaes que
raqueferam passagem para reserva se dever-
apre-entar as II horas do dia 22 do corrente, no
consistorio da matriz desta parochia, afim de se-
rem inspeccionados.
Para constar lavrei o pre?ente que sendo affl-
xado nos lugares mais pblicos da freguezia,
va ser publicado pela imprensa.
Joao Antonio da Costa Moreira.
2. tenentp secrf tario.
O Ulm. Sr. inspector da tbesourana de ta-
zenda manda fazer publico que tem marcado o da
26 de junho prximo vindouro .para o concurso
que se tem de abrir na mesma ihesouraria para
preenchimento das vagas nella existentes e na al-
fandega de praticantes ; versar o exame s)bre
as materias de qne trata o srt. 9* do decreto n.
1153 de 6 de abril de 1868 a saber : conhecimen-
to perfeto da grammatica e liogua nacional, e da
arithmetica at a tbeoria das proporgoes inclusi-
vamente reunindo o candidato a estas habilitaedes
boa leira.
Os concurrentes deverao previamente apresen-
tar seus requer lientos instruidos de documentos
que provem lar. b mi ctmportamento e idade pelo
menos de 18 annos.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco 26 de malo ds 1971.
Servindo de offlcial maior,
Manoel Jos Pmto.
A cmara municipal de Hecife acnando-se au-
torisada pela le provincial n. 938 de 18 da junho
de 1870, a contrabir um empresiimo de 300:000*,
vencendo o jaro convencional de 9 0|0, convida a
quera coovjer fuer dito empresiimo a apresentar
suas propostas, podendo o mesmo egiprestimo ser
eiaeiuada em tres presiagoes com intervallo de
seis mezes de nma a entra ; de vendo a amortisa-
gio deste capital ser feita na razio de 10 0,0 e
juros correspondentes, tendo comego seis mezes
depois que principiar a funecionar o mercado
publico, para cuja construeco destinado o mes-
mo empresiimo. D 30 das para a precia cao das
proposus.
Paco da cmara municipal do Recife 7 de ju-
nho de 1871.
Bento Jos da Costa,
Pro-presidente.
Loorengo Bezerra Carneiro da Cunha, -
Secretario.
DECLARACOES.
Consulado provincial
Em o mu de jando prximo coraega a correr
o praso de 30 dias para o pagamento voluntario
nafta repartigo da contribmcao da deoimt ur-
bana, de 5 OfO sobre o rendimento dos predios dt
corporaedes de mo mora e da 75 rs por. litro
de agurdente, relativamente ao .2* semestre do
anno flnanceiro de 1870 i 71 ; o qae ftz-se scien-
le aos respectivos contribuntes qae nao satisfa
zendo dentro dessa praso, eacorrem oa mulla de
6 OjO al eocerramanto do exercicio.
Consulado provincial 22 de'maio de 1871.
O administrador.
Antonio Carneiro Machado Ros.
O administrador da recabedona de rendas in-
ternas geraes, faz sciente que neste mez de juaho
que tem de ser paga sem mulla a decima addicienal,
relativa ao 2* semestre do exercicio crrenla de
187071 que estSo sujeilas as corporajSes de
rno mora, as companbias e sociedades anonymas
e as assoeiagoes pas, beaeflcehies.e religiosas,.e
qae.Hado o referido mez, ser paga eom a mulla
.Je.C.V..
Reftebe loria de Pernambuco, 6 de Junho de
Manoel Carneiro de Souza Laeerdt.
Segund -feira 26 docorrante mea, dep'-is da
audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz do orphaos tem de
Ir em praca publica por vnla .o sobrado de nm
andar e suto da rj^a do Oa\derero n. 2, com i
90[fas de frente, V.iranda de rerro, i jtnellas no'
oilio, dM palmos de vo e 8o de fundo, f salas, I
(juario, 1 gibimte externo, cojioha no solio, e
mais 1 quatos, qaioul murado, fiacw>ba raeeica,
" J"l ^ Profiri ; duo prpdio ^i jtyaliido oo^
|M0* 'em consequencia tro estado em que se*
e|a." trapeira e pane 4a parede -oo dito sobrado,
Iffp.W abraca p)o qne nuis der a rsqaerinitBM
ile Vwtompo Joso Manaiw Palbaras, tutor 4o
178A67VMW iSenores Jalio e Auna.
Coasclho de compras de oa-
rinbi.
O conselbo no dia 26 do corrente mez, avista de
propostss recebidas al as II oras te manhaa,
promove a compra, sob as condgoes dj estylo, dos
segiilntes dbjectos do material da armada :
20 arrobas te estopa de linho para lirapar ma-
chiott, 20 dhattetraxa do Rio Grande, 12 esetr-
radelrss de metal, *u garrafas te tinta prela de
e sert ver, 2 resraat de p-apel boHtnda, 100 pot
de querl, 12 duzias da uhoas de cedro da 3|4 te
pollegtdas, 10 dilas de tahuas de assoa'no da pao
carga, 10 duzias de taimas do pao carga de 1
pollegfda, 1,200 libras de tinta branca de zincok
800 libras d tola puta, 800 libras de tinta.
verde, 100 pratos ttsvessos de klha. 200 lijo-
Ios inglezes, -10 pecas de lona larga, 40 pecas de
brim,*24 cuiveles para aparar pejina, 31 chapas
de ferro para fopo, sendo doas grandes e ires pe-
queas, 6 vergomeas de pinho para mastro de
escalere?, 50 bragas de correnie de forro de 3^
de polle^ada, 6 Mes com 60 pollegadas da eompn-
mentoe 36 de largo, 20 duzias do limas.de i a 18
pollegadas, 24 Iimal5es de l|i a 3|i de pjl egada,
12 carrinho; de mi, 100 travs de 8 a 9 pt llega-
das de grossura e 40 t oO palmas de comprimen-
to, iOOvidrfs de vidraga de ifi i\i poilegsdas tu-
glzas de largo e 2 de comprimen^, 400 canelas,
200 paes do brele, 400 saceos para condog.io, 10
duzias de lai.oas de pinhi do 1 pollegada, 10 du-
zias de labias de pir.ho do 2 [n)He.'ada, 10 du-
zias de laboat de pinna de 3 p) l'galas, 2 arrobas
de fio de aigdSo, 100 pares de chinellos, 100 vt-
roes do ferro ingle z de C8, 250 varda* M ferro
inglez do 1|3 e 5,8, 50 vifies de ferro inglez de
i|2 pollegaq/, OC bairas da ferro inglez de I pol-
legada de Itrgo e 1|8 de grossora, 25 barraste
ferro inglez de 2 l|2 pollegala- da largo a 1|8 de
arossura, 8 mojas volantes, 40 martelos de cravar,
20 encon'raJeiniS, 2i embaidores de es be ga de
cravj de 12 a o milimetros, 12 pnteiras de go
com eaba, 100 ponleiras de sgj com cabo de 12 a
25 milimetrjs,"54 laases para ague.otar cravo,
40 buis para calafetar, 4 machinas volantes para
forar, 16 grampos de forro de 2J(cenlrnueiroste
abertura, 4 caracis, 10 escro.-os aeigo, 40 bu-
nsdefg.), 12 mrreas de ferrr, 100 dances de
sicupir i, 50 curvas de sicupira para' escVes e
300 p' de tu Os de ehin.bo para eacan.iuirnto.de
1 1/2 pollegada de dimetro e 100 leogoea debriro.
sala das ressCcs do conseibo de compras de Jna-
nnha da Pernambuco 21 de junho de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anios.
COMPANHIA
S5o convidados os Srs. iccioaiatas desta
companhia a reunirom so eru assemblpa ge-
ral no dia O do corrente mez, ao roeio
da no escriptorio da companhia roa do Ci-
bug n. IG, para em conformidade dos sena
estatutos deliberar sobre as costas do anoo
lindo, approvar o orcAmenlo vindonro e
eleger a nova adminislracSo.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
21 dejanhode 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes G. de. Soma Pitonga.
CONSULADO 1>S fOKTUGAL.
Por este consulado sao chamado* os crtdortt
do fa'l.-ido subdito porloguez Jos Muniz Ciernen-
ie,cojo espol o seacbaem lquidaaao perante etU
consulado, para apresenlarera cuas conias dentro
do praso de oito dias da data deste para sera
verificadas e pagas. Racifs 19 de jiinbo de 1871.
CONSULADO DE POKTUGAL.
Pelo prsenle s> onvldados o credores-dr fal-
lecido subdito portoguez Victorino Joaquim te
Souza a apresentarem n-'ste consulado no praso te
oito dias, cootados da dita deiie,' suas conta pe-
ra s'em verifcalas e pagas pelo producto de-ten
espolio. Recife 19 de jnnho de 1871.
De ordem di Illm. Sr. capilo presdanla do
cocselho de qaalillcagao da fre.'uezia da S. Jas,
s3o chamados a comparecer no cousistorio, da
matriz da referida freguezia, terga-felra 27 do cor-
rete, as 10 horas d nnata, os inferiores e
guardas que requieran para sarem expeciona-
dos.
Sulla das se^S.'s do eonsemo da fregaezia de
S. Jos 20 de Junho de 1871.
Joaquim Januario Pereira de Brilo.
Capitao secretario.
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. consalheiro vieestree-
tor fago publico que, en sessio da congrga$ao
de 20 do corrente deixaram de ser justilicadt&ns
faltas dos seguales alumnos do quarto ana rela-
tivamente ao prxima lindo mez da maio -Fran-
cisco da florja e Oiiveira, vinte oclusiva tres -te
ssbatioa e condona a faltar era ambas as ca-
deiras ; Manoel Me.ualio Pinto, idera ; Francis-
co Jos da Silva Podo, cinco inclusive duas de
sabatina; na primeira cadeira ; Klizio Alberto-te
Silvtra, doze, inelu-ive tres de sabatina na pri-
meira cadeira ; Francisco Pedro da Costa Mocea-
ra, nove, inclusiva duas de sabatina na priman
cadeira ; Alexandre Gomes Ferro de Argollo,
vinte. inclusive qutro da sabatina em ambas es
cadeiras ; e Pimo Augusto Xavier de Lima,
dezeceie, inclusive duas de sabatina na primeira
cadeira.
S-cretaria da Facaldade de Direito do Recife,
22 de junho de 1871.
O secretario,
_______________Jos Honorio B. de Meoeaes.
\ Pernambuco 8 3 de junho de
1991,
Malas pelo vapor Arinos da companhia brasi-
leira.
A correspondencia qae tem de ser expedid*
hoje (23) pelo vapor cima mencionado para *s
portos do norte, ser recebite peta manetra- ee-
guinle:
Magos de jornaes, impressos da quaIquer aba-
reza e cartas a registrar ato 2 aorta da tanda,
cartas ordinarias at .3 horas, e estas al 3 l|i
pagando porte duplo.
Oad ministrad or,
Affenso do Reg Baes
THEATRO
GRANDES
E SE1 ELIAS
JJ03 HAGNIPICOS
SALDES DESTE TBKATftO
"Vos das
l'cspera de f*. Jlo,
Uta de A. JoRe
e do miba-
os dous saloes do edificio enib prepataus eom
gosio como costurae neste ihaatte
A banda de msica derigida pelo moito WBbe-
cido e nabll prsfissor o 5[.
Guimarw Peixoto
Tojari lindas e novas inda opera
Grand Dachesae
Entre as mullo bellas copo ,
senhor aobresahir a quadrilha esoripla
rasle para tsles 'tres diae o
GenerL Ffib.

o

i
0 proprWtrio do theatT pi'de toscas iJ^tf*
a saa coidjuvigao.


flWMMMIMPlilTI!
IL

O f -QUETJS INGLKZ
eOPERNIOUS
PABA
Liverpool em direitara
AT O DA 23 DO CDBIKXTK
Btt vapor eondot me Jico e dispeuseira.
Rweha passage0a"e carga.
SAUNEHS BBOTHERS C.
feotes.
ll-CORPO SANTO-I i
MALA NO CORRKI i.
I
"
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Waresa^o coateira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Ceara, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca commanr-n
te Hara, seguir para os por-
tos cima no dia 30 docorrentt
as 5 horas 4a tarde. Recebe car-
ga at o dia 28, eucommenda-',
DMsagros e dinheiro a frete at as 1 horas da
tarde do da 4a sabida : escriptorio no Porte d(
Mattos o. tt._______________________
GMl'ANHLA PEMNAMBUt^NA
DK
Navegando costetra per vapor
Mamanguape.
O vipcr Corunpe, com-
mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 28 do corrente as 3
horas da tarde.
Recebe carga, passageir os,
e dinheiro a frete at as 2 horas da
sabida : escriptorio no Forte do
DB MOVIS .
A',' CRYSTAES E ESPELftOS, A SABER :
piano forte, urna mobilia de jacaran'
con i sof, 1 mesa, 2 c jojoIos eom pedra, 4 ca-
deiras de bracos e 18 de guarnico, I dita menor,
I dita de amarello, jarros para flores, quadrnc, i
espelho grande oval e 2 ditos com molduras acu-
radas, 2 ditos com moldura de Jacaranda, 1 cao
dieiro a gaz de crysiel, 4 lascas para cortinados,
tapete, olaado a esleir para forra de salas e qaar
tos. e caudUiroa de gaz.
Urna mt-lastica,' tjUeo guarda-loaea envi-
dracado^flin lampo de pedra, 1 amparador gran
de com pedra, t sof, 12 cadeiras, 2 consol?, 1
relogio de mesa, 4 caJeiras de balanco, I jogo de
bacalela, 1 machina de costura, 12 cadeiras de
faia, i caixa com rewolvers, l commoda, 1 guar-
da-vestido, I toilette, 1 lavatorio, 1 cama franceza
e I marquexao.
Um apparelho, tonca para cha e jaatar, cepos,
garrafa-, compoteiras e I guarda-comida, e muitos
onlros objectos de casa de familia.
Terc.a feira 27 dejnnbo.
Na ilha dos Ratos, casa em frente ponte de San
ta Isabel, junto" estacao di estrada de ferro.
. O agente Pinto levar a leilo, por co'nta de urna
familia que relira-se para a Europa, o movis e
mais objectos cima deseripto?, os qaaes aero
transferidos para a casa da ilha dos Ratos, junto
estacao da estrada de ferro do Recite Olinda,
onde te effecluar o leilo as 10 horas do dia
cima dito.
VISOS DIVERSOS
nenias
le de sua
Mattos d. II

-COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegando costetrapor vapor
Goyanna.
O vapor Parahyba, seguir pa-
ra o porto cima no dia 26 de
correla, as 9 hojas da no uta.
Reoebe carea, encommendas
passafeirose dinheiro a frete n.
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.__________
GOMPAiNHIA PEUNAMBUCANA
N
MaTega^So costelra por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Mandah, comman-
dante Julio, seguir para o
portn cima n dia 30 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 28,
encommendas, passagens e di-
ohairo a frete at as i hars da urde do ala da
sabida : no escriptorio. do Forte do Mattos n. 12.
) ffio Grande do bul
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia, tem prompta a maior parte
do seu carregamento, para o reato que Ibe falta tra-
tt-se com os consignatarios Antonio Luiz de Ol-
veira Azevedo 4 C.: ra da Cruz n. 57.
Aluga se um preto de meia idade para ser-
vico de um sitio, ou para tratar de animaos ; tra-
a-se na rna da Sjnta Gru n. 74, ou na ra do
a rao de S. Borja n. 14._______________JL
O abano assigaado gerente da '".asa da> pa-
nhores a travessa da ra das Cruzes n. 2 sabe por
Ibe haverem dilo diversas pesaoas, que na rna 4e
Santa Thereza d se dinheiro sobre penhores em
quantia maiores de 20*. som ter aqnelle capitalis-
la licenga do governo, e por conseguinie com gra-
ve infraccao da lei.
O abaixo assignado protesta, logo que esteja
munido das competentes provas e testemnahas,
responsabilizar perante a auloridade competente,
o Sr. F.... pelo abaso qae coramelte em detri-
mento daquelles, que para poderem ter tal genero
de negocio prestaran) flanea idnea na polica e
pagas) pesados importo*, para nao se sndjeitarem
a multa de 6:000*. a'.u das mais penas em que
eneorrem os infractores.
Recife 12 de junho de 1871.
Julio Izaac.
por que pre^o
Todo to barato qae admira.
Manteiga em latas de ora kilo por 3*0C0.
Carne secca (d carntiroj a 240 a libra
a arroba.
Cebollas em resteas a 1*300 o cento.
Lioguas escaladas a 200 r?. cada urna.
Ditas a fiambrada, todas as quartas e sabbados.
Carne e queljos do fertao.
Liogoas em sali.ioura.
Amendoas confeitadas c descascadas.
Fgos para as uoutes de 9. Joao o S. Pedro-
Tinta purpurina a I000 rs. a garrafa.
Sement* de hortaliza moito novas.
Charutos em grosso e a retamo.
O Caapos vam solemoeoiente garantir a todos
os habitantes desia capital e seos suburbios que
o seo armaim um
Centro especial de novidades, no qae diz res
peito a
Em qtunto aos preces' orque tem reaolvide.
vender todos os seus gneros, so com
ta.
Tffoleq
eque
Aloga-se nm moleque de idade 16 anoos, para
todo o- servttj., qnom precisar dirija-se a rna da
Cruz n. 59, i aodar_________________
Precsate de urna ama boa cozinhei
ra e de boa conducta, forra on escra
va : na ra do Pires n. 27, sobrado.
Roga-ie ao Sr. Francisco Jos Martina da
Costa o favor de apparecer na ra da Madre de
Dos, armazem n. 22, ou annnnciar a sna morada
para ser procurado, pois muito se precisa fal-
lar-lhe.______
RECIFE A IAXA\A
Tabella da part la dos trens do dia 24 de junho at

invern.
DAS D TRABA-HO
URBANOS
PARA O
CEARA'

Segu com brevidade o hiate Ocano por se
achar com parte do carregamento ; para o resto e
anegan?, para o que tem excelentes commodos,
trata-s roa do Vigaaio n. li, andar, escrip
torio de Jos Lopes Davim.
Para o Porto
frete mdico o brigae
portu-
1,1*
Recebe carga
guez Adelfa ; tra'sr a ra do Vigano u
andar, escriptorio de balihar, 01 i veira A C.
~ PAB1
Lisboa e Porto.
vai sabir em poneos dias a barca portugueza Flor
de S. Suno por ter quasi toda a carga prompta
para o resto e passagens traia-se oom Carvalho
tagniin aa rna do Apollo n. 20.___________
&

PARA O
ARACATY
Segne eom brevidade o hiato Novo nveneivel:
ara cargas e passagens trata-se roa do Vigano
. 14, andar, escriptorio de Jos Lopes Davim.


PARA'
TR1LH0S
DO
llEt-IFE A OIiINTIlA
e Beberil>e.
Na sexta-feira 23 do corrente, serio re-
gulados os trens pela tabella dos dias san-
tifcaos, augmentan lose mais um trem
noute do Recife as 40 oras da noute e de
Olio Ja a mesma hora, e o trem do ramal
de Bberibe segu masma tabella da Olio-
da em tudo por tudo ; da Eacrozilbada de-
pois da ebegada do trem do Recife e Olin-
da, at o Porto da Madeira.
Escriptorio da companhia 22 de junbo de
1871.
O superintendente,
A. de Abreu Porto.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Margo (ootr'ora roa dt
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe
4izes|bDbatesd)us tercas n. 2854 com 200*400, um
terc.o n. 1399 com 1004000, um inteiro n. 771 com
160*000 e outras sones de 40# e 20* da lotera
que se aeabon de extrabir (197*), convida aos pos-
6Uidores a virem receber na conformidade do cos-
tume sem descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
7.a parto das loteras, a beneficio do hospital da
oedem terceira do Carmo do Recife (198."), que se
xtrahii lerea-feira 4 do mei vindouro.
Blhete inteiro 6*000
Dons tercos 4*000
Um tergo 2*000
Em porcao de 100*000 para cima.
Blhete inteiro 5*400
Dios tercos 3*600
Um terca 1*800
Manoel Martina Fiuza.
D. Gertrudea Anglica Joaquina, partecipa
ao publico, e com especialidade aos consenhores
do sitio tOlho de vidroc em Parnimeirim, que se
acha levantada a penhora que em sua parte fez
em dito sitio, sen sobrinho, o Dr. Joaquim Fran-
cisco do Miranda, e isto por. ter sido recolhido
ao deposito publico a respectiva importancia.
Recife, 20 de junho de 1871.
Gertrudes Anglica Joaquina.
^^f3&vH'
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Caxaga'
Abertura da exlenfo da linlia
Caxang.
No dia 24 do corrente, da de S. Joao, ser
aberta ao transito publico esta linha que offerece
lio bello passeio.
Desse dia em diante a partida dos trens ser
regulada por urna nova tabella que deve ser des-
tribuida na estacao do Recife j notamente com a
tabella modificada dos procos de passagens, lti-
mamente approvada pela presidencia da provin-
cia. -a
No referido dia de S. Joao e no dia segninte
domingo, alera dos trens da tabella havera ou-
tros expresaos que tocarad smente as officinas,
Api pucos e Podra Molle, cuja partida ser regula-
da do modo seguinte :
Do Recife da manbaa 68 e 25-11.
Do Recife Urde 24 e 20- 5.
Do Caxang de manbaa7 e 59 e 4512.
D Caxang e tarde2 e 85-5 a B-7.
Recife............,,,............
Rna Formosa.........-............
Officinas..............,......
Soledade............... '.-
CamiahoNovo.....................
Mattgqinho...........
S.Jos..................
Torro........................
Ks&l0^.................
"IWu*1*, ...........^*.
Parnameirim...........
SanfAnna..............
Casa forte......................
Caldelreiro.......................
MOW ro..........,..............
Porta '4' Agua...........
Apiparos...........................fi.W
Enlanamento.......................6.58J
PWmoire........................7.
S.Braz..-..........................7.5
Caxang...........................7.10
Caxang.....;i..................,.'
S.lraz............................
Pedra.Malla:.......................
Eocanamento.......................
Apipucos----,....................,
Poru d'Agua.......................
Monteiro...........................
Caldeireiro........................
Casa Forte..........'...............
Sanl'Anna..........................
Parnameirim.......................
Jaqueira...........................
Poete d'Ueha.....................
Torre..............................
>. jase.............................
Maogninho.:.......................
CaminhoNovo......................
Soledade...........................
Oficinas...........................
Roa Formosa.......................
Recife.............................
DOMINGOS E DIAS SANTIFICADOS, TOCANDO EM TODOS OS PONTOS.
Do Recife Caxang.
De Caxang ao Recife.
9.0 7.6 8.30 8.35 9.45
Escriptorio da companhia, 20 de junho 1871.
-----------------*
3.0 I 4.30
3.5 ] 4.35,
6.0
6.5
8.0
8.5
9.30
9.15

"
W. Rawhnson.
GERENTE.
ENTRAD! DE FERRO DO BECIE A CAXANG'.

TABELLAdos preqos das passigens de 1" classe que tem de regular do dia 24 do corrente
-
em diante approvada pela presidencia da provincia.
5
I
-a
O
g
Becife.....| 200
Boa Formosa....
Piecisa-se da urna ama para casa da pouca fa-
milia para oxinhar, oomprar e eOgU""1. I>rfe-
re-se escrava ; uesta typ>grapnia se dir. Ia
mesma casa precisa-se de ama mnlber de meta
idade e de bons costumes para fazer companhia
a urna seniora casada, dando tiador de sua con-
ducta. __________.
OO |480 I 2D0
o

p
B
be
o
93
a
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1
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200 |
I
200
20!)
Joaquim JosGon^al-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco 4t
inho, em Braga, e sobre os seguintes lugares m
tortuga]:
UftM.
Porto.
Yalenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Vianaado Castello.
Ponte do Lima.
'Villa Real.
Villa-Kova de Farnecao.
Novo..
......
200
200
200
200
100
8*. JS............................
Torre...............................
Ponte de Ueba.....................
Jaqueira i.........................
Parnamerim........................
jnt'Anna...........................
Casa Forte........,..............%.
Caldereiro..........................
Monteiro...........................
Porta d'Aguai.......................
Apipucos..........................
Encaaamento.......................,
PedraMolle.......................,
S. Brai............................
Caxang...........................
'00
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200
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400
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1*000
1*000
1*000
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600
600
500
500
500
400
400
400
200
200
200
: i
4*000
6*000
8*000
8*000
10*000
13*000
15*000
16*000
16*000
17*000
18*000
19*000
20*000
21*000
21*000
23*090
13*000
25*090
25*000
Escriptorio da companhia, 20 de junho de 1871.
,


W. RamUnson,
GERENTE.
'

-----
Covilhaa.
Vascal Valpasso).
Hiradella.
Beja.
Barcellos.
1
Aluga se o 2 andar do sobrado da ra No-
va n.88, tendo todas as commodidades que se pode
desojar : tratar na toja do mesmo._________
Companhia Allianpa
DE
6 patacho%orte-alterca) Matilde segu paIa o
Siorto acinja, recebe atgamacargal)a cmara com
rete commoao : a tratar com o capitao na ra da
Grot n. 7.________________________^_
Frease para o Rio de Janeiro ou recebe
carga para o mesmo porto a frete commodo o pa-
tacBo portugaei Villa Flor ; para tratar com o
capitao a bordo, ou com Francisco Jos da Costa
Aranjo, rna do Apollo, aitnasem o. 36._________
Rio Grande do Su l
Para o porto cima vai seguir era poneos dias
patacho nacional Sahipuedes, navio de jirimeira
classe : para o resto da carga que falta, trsta-se
eom Jo3 Victorino de Rezende A C, ra do
Marques do Olinda n. 61. 1* andar.
PAHAa
O patacho norte-allemo Mathlld, segu para o
porlu cima, reebe carga a frete commodo: a tra-
ar com Joaquina Gsrardo de Bastos, a ra do Vi-
ario u. -16, prinviro andar, escriptorio.
Kio Gratule do Snl.
Para o indcalo porto seguir com brevidade o
hiato nacional Bolita, por Jar a maior parte de
sna carga engajada : o prf o resto qoa Ihe falta;
trata-se -cam o seu coonaiari Joaquim Jo:
GonQalves Beltrao, na ra do Commercio n. 5.
LE1L0ES.
averiados.
O a
Herra
rier,_
d'agua di
cente viagem
com desto.i B<
onde aportou com
rente
|5o, oqr ordem d E.
a norte-allemaa Cou-
ros seccosajtoriados
na, aa sua re-
de Sa* Pe,
eslb^ort..,
ia U *) cor-
Reformas de cau-
telas,
O gerente da casa de peohores tra-
vessa da ra das Cruzes n. 2, avisa a to-
das as pessoa3 que teem cntelas veuei-
das, cujas premios nio teem sido pagos,
san que no praso e 20ias veobam retar-
S m a-las, sob pena de aerem seus penbares 2
vendidos a calleo.
Joao Antatio Monteiro declara ao respeita-
vel publico, qoa desde a dia 21 do correte, dei-
xon de ser empregado da casa commercial, do
Sr. Jas Augusto de Aranjo.
seguros marjjlmos estabelecid
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
Precisa-se de urna ama de leite
^1 ra do Imperador n. 17,2 andar.
tro e
mercio n 8,
(jalves Beltrao.
AO PUBLICO
0 abaixo assignado previne ao publico que nao
faga negocia a'gum com urna casa terrea de pedra
e cal na rna di Concordia do paveado do] Mon-
tes, termo d'Agua Preta, que boje pertence a Jos |
Joaquim Dias Paredes, visto que tendo-as com-
prado ao iaimo abaixo assigaado, assignando '
pela importancia duas letras as nao pagou, pelo
que nao pode transferir essa propriedade sem pa-
gar taes huras. Recife 22 de junho de 1871.
__________Antonio Baptista NoRueirs.
Precisa-se de um forneiro : na ra da Flo-
rentina n. 3, padaria.______________________
AMA D LEITE.
sem filho:
c\s\ do mo
Eaa do Baffio da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e cajas
na
Pelo juixo de orphos do termo de Olinda,
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000. se ha de arrematar em praca publica, por ven-
Toma aegafo da mercadonas o dinheiro a risoc da, na sala das audienciaes, e por 1 hora da tar-
aariumo em navios de vella e vapores para den! de do dia 27 do correte, raez, quem mus drfc
fra do Imperio. Agencia fayua do Com-
i n \ escriptorio de Joaqada Jos Go
Pereu-se
Um botSo de.brilhaote com o p de parafuso :
qaem e achar queira entrega lo seu dona ra
larga de Rosario n. 35, primeiro andar, qae ser
generosamente recompensado.
5"
RITMOS
um curral de pascana na praia do Jang, ava-
llado por 800*000 rs., a requerimento de D. TJal-
dina Amelia de GusmSo.
O abaixo as^igoado faz publico que lando o
Sr. Joao Antonio Monteiro pedido sua exoneracao
deixa de ser eaixeiro de sua casa aagamercial
desde o dia 21 do corrente. Recife" itW* jaahn
de 1871.- Jos Augusto de Aranjo,.
---------r-------------------
Bllk
Echo anjerjetaBO
.
de 1871.
A*
E
0\XR4 FOGO.
A compaobia Iodemnisadora, estabelec
aesta pra^a, toma segaros martimos sobr
aavios e seas carregameotos e contra fogl
am edificios, m :rcadoriis e mobilias
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
araos, pra-
amflj. primei-
Dr- Apri^io Jutiniaas
(a de Pedro II, junto ao subra
-ro. andar.____________________
O inventaranto dos bens do finado Joaquim de
I Almeida Pinto convida os cradore do dit) toado
para que eomparecara no dia 26 do andante mez,
na ra larga do Rosario casa n. 10, prnaeiro, an-
dar, por cima da botica do mesmo lliulo, ista.pe-
las 12 boras do dia.

O desembargadorTri-to de Alenear Ararip,D.
Argentina de Alenear Araripe, (ausentes) Dr. Joao
Thom da Silva e D. Argentina Aleocar Araripe e
Silva, geuro, (liba e netos do tenenU-coronel Joo
Franklin de Alenear Lima, fallecido ha ponco, na
provincia do Cear, convidan) aos sous amigos, e
do finado para auistir missa, que por alma do
mesmo, maadam eelebrar no da 27 do corrente,
as 8 horas da manha, na \%reja de...Nossa Sa
nh ra da Saude, na freguezia^lo Pji,
Panella.
Eiho di
terceiro anno.
Assigoatura-6*000.
Livraria franceza.
Cart5es de amor
Carlas fatdicas
Dados da f jrtnni
Fado............,
Jugo de disparates
Jjgo da conversao
Livro do destino......,
Mauco appareote.......
Manuel do fogueteiro...
Pacotilha poetrea........
Revelaces de cigano
A cignna...;.;.:l0U0
Sortea avnUas......... *80
Livraria franceza.
f*f>00
3*000
4*000
1*000
1*000
IMKJft*
Chales deienda pretosi
a 2^000 i
Ra do Crespo n. 25
iH
mero 34.
Sr. Gana i (Jos Isidro da Silva) acaben
querr vir a ultimar o seu negocio no hotel 1
rna larga do Rosario.
Precisa-se de urna ama
forra ouflaBMgJ^^jara
comprar
poucas wmh> |o
que agrade pag^^^
na rua do Livi
fallar aos Sr. capitas de cam
ndeneia n. 39
Precisa-se de urna
fera-te de meia idade :
mero 01,
do costume.
garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado asaba de vender entre o
seus nuutofattwbilbeteaa3orte de 5:000*000 em
um teiQ de bilhete.de B. V, a sorte de 100* em
dous tercas de n. 13W, a sorte de 100* em um
tergo de n. 2027,,# nm terco den. 506 oom a sor-
te de 100*, alem'de outras aortas maaoNi da
40*000 e 20*000 da latera que se aeabon dt: ex-
traar (197), podendo seus possnidores rem i-eoe-
ber, que prompumeate serio pegos. -
O mesmo abaixo assignado convida ao reiipei-
tavel publico para virem ao sen estabeleciniento
comprar os felizes bilhetes garantidos, qtle nal
deixar de tirar qualquer premio cono prava >e4os
mesuio annuncios.
Acham-se venda os sanito elteea bilbateii ga-
rantidos da 7* parte das loteras eos beneficio do
hospital da ordem larceira de.Carmo do R teifa,
que ser extraaida no dia 4 d
^ PREgflk
Inteiro 6,
Dous terew 4
De iOJOOO pan cima.
Inteiro 8*400
Dous Urces 3*600
Um tergo '1*800
Joo Joaquim da Costa Lettt.
Publicarles solicitadas,
O ABOLICIONISTA
Summario do n. 631 de maio 1871.
A-proposta do governo sobre o elemento servil,
estados sobre "a emancipacao, a escra*idao e o
clero, o projecto do governo, os proprlettrios e a
emincipacio, conferencia aboliconi
em 1867, fados.
Assigoatura semestre3*
' _____Livraria franceza .____________
FestivilMe.
Gustavo Hervelin, propretario do hotel de Api-
pujos, desjoso de servir e accoramodar ao res-
peitavel publico, que por occwiao da abertura da
linia farrea do Caxaog deiejar percorre-ia, tem
resolvido, depaw que S. Exe. o Sr. presider te da
pruviaca fdtaerviio do lanche que lhe est lesli-
naio, oflliwa ao respeitavet publico-, aonde en-
> qua fdr tendente comida e ba-
ara o que se ach eonpetentements prvido
r af 24 e 23, e por prejoii ra-
ai ------------------
jdmal portuguez illastrado, publicado em Londres.
Numero avulso600 rs.
Livraria franceza.____________
Perdeu-se urna escriptura da hypulbeea e
juntamente um despacho pelo Sr. Dr. juiz de or-
pliaos; quem o achou e quizer entregar visto que
para nada lhe serve, d.rijase a rna do Hospicio
n. 2a._________________
attencao
Sauoders Brothers A C. agentes do vapor ingles
TaHtma podem as Srs. que reeberam ge_ero~
pelo dilo vapor que os mandera despachar, e pre-
vinem aos mesmos que nao o ftendo mandara"
reeotoe-los em armazem alfandegado por conta da.
fuead


-
Parts
A directora do-Veaie Po Portuguez aaWa.ce-
lebrar no dia 28 do correte, pelas 7 horas da
manha, na ordem terceira d) Carmo, urna neissa
por alma do soe o Marcelino Marques da Silva, a
convida aos prenles e amigos do fallecido a assis-
tirem a esse acto de cardade e religo.
O Io secretario,
- _e^__fe^ft M- s- l>IDDeiro-
-aa___H___-H_a-lB_a--BV-H_l--_-B-B
SOCIEDADE HIAO BENEFICEHTE MA-
RTIMA-
Por ordem do conselho convida,-ae aos senhore*
socios para assistir a missa do 8e4ioio dia que se
tem de celebrar na matriz do- Corpa Santo por
alma do fjlleeidf*raocisco Jos Porejra da Silva,
ni dia 25 do cene, as 7 horas da ejeabaa.
Secretaria da soiedade Untto Beneicente Ma-
ntima em Perjiambuco 22 de iuebo de 1871.
Rdmo Jos do Foates Ferrai.
_______ 1* eecretario
Josepti Latbatn, socio da-casa commercial
.Milis Latham A retirando se pata Boropa, deixa
na gerencia da mesma, como 0'sntes, o Sr. John
Roberto, e em seu impedimento o Se Gaorge Cros-
neld Gatis.
R')CLibole
popular 509 rs. o volama i 1
Li Tirii-franceza.-
\ qae laiba ~ Prec-a sa da um criado .-,u) seja bom oo-
cta. para tasa pei*o e se preste com aptido a t id) o miii ser-
Vigario n. S, vico da urna casa que tem p-juca familia : na ra
[da Conquista n. 4.
Custodio Jos Alves Guimaraes, unio socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontos
A C, esta praca, previne quem iateres^ar pes-
ia; que esta promovendo a dusolocao da mesfr
Qrma, e entrar em egpiJa ea respectiva Ilqtii-
dacau ; sendo qne rao ha letras pojas qua es esteja
a firma ro-pan.-^vel, e nem o n as pre-
tendo firmar durante a mesma c_f pe e 11401-
aa_*Q.
__Alagase nm segunda andar na ra da San-1
tala-velba n 138. com bWi. cummodos 9ara|
grande familia, tem 1 jfMj *** 4U(tQf>


I
di 1'wuaaibi.co
SexU feira 23 ,le Juuhode lttat
m
D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIQO
RA no mu H 5*
PASSADO 0 CHAFARE
Pede sos senhores arengenho e oatros agricultores, e mpregidores de ma-
tbafemo o favor de orna visita- a seu estabeleciment, para verera o novo sortimento
completo ,ue abi lem ; pois sendo tudo muito mais barato em preco do que jamis te*
ofca vendido, esi ainda superior em qualidade e fortido ; o que com a inapccto pea-
Mal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ai NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
Vapores e roias d'affua ?0SBlai3 modernf ^emas, e em
r ww Y v ** w> g u. tamanhos conveniente para as diver-
sas rcumstancias dos seahores proprietarios.
lOOIldaS dfi CLIlil& de todos es tamaubos as melhore* que aqui
"* UllbtIUao para 3njm3CS) 3gUa e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
Machlnismos J*aa,
JjOmOaS je patente garantidas
ioaas as machinas e peeas de qae se cosloma prectsar.
Faz qualquer concert de machiBismo a ^ ffla re8Hmid0.
FOmXaS de ferrO tem as me''ores e mas Daratas existontea no mer-
"ETiPOliritnftTlflftfl Incumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo von-
iuwuuuuouuas ta aerera sraa compras por intermedio de pessoa entendida e que em qnakjoer necessida-
de pode fr.es prestar auxilio.
Na roa do Apolla 16, existen bons ar-
memos alfaudegados par deposito do fcacnda,
ou gneros do qualqner wpeci* ou natnrm, a
preqos razoaveis : qnem preeisar dirjate i ra
ra do Bom Jezus, ootr'ora das Chima. 6.
WRw R I
ADVOCADO JF,
Dr. Joaquim Comea de Aracjo
$7Rwa do Imperador67
llttlMBftftttr^jRg
MOFIM
Roga-so ao Illm. Sr. gnito V^ir elWte, *
ertvio na cidade e Nsitfeth neta provincia,
fcvor de vir R ra, do Imperador n. 18 concluir
aquello negocio que Y. S. se comprometan reali-
sar, pela terceira cha-.aada dedte jornal, em fins
do dezembro prximo passado, o depois para Ja-
neiro, passou a ferereiro e abril, e naia enroprio,
e por este motivo de nevo chamado para dito
fim ; pois V. S. r>e deve lembrar que osla negocio
6 de mais de oi'to annos, e qnando o senbor mu
flho se acbav^ no es nesta cidade
C* importante e.bem, cothecida loja e fabrica de chapeos de sol de roa do Bario da Victoria, esquina daCaaba doCirrao,
' O dono, aqoeHe estabelecimento, querendo acabar com elle .16 o "'
fim du corrite anno, convida aos &cus numerosos
mandioca -e algodJo,
para serrar madeira
Podeodo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
on auimaes.
AOS 5,-OOOOOO
Eslo i venda os felizes bilhetes da lotera da
Salda, na casa feliz do arco da Conceico, loja d
inrives no Recife:
nloga-se ora excellente sitio na cidade de
Olinda, leudo muitos arvoredos de frucUs, borla
e jardim, com urna fonte de agua de beber, boa
casa de vivenda, cora conrraodos para grande fa-
milia, preferese alugar a pessoa estraogeira: nes-
ta typographia se dir com qnem fe trata.
---.
A Inga
se
um sitio na Torre, com excellente casa de virenda
e banho i frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estraogeiTo : a tratar na ra do_ Pires
o. y. .
Ensino de francez em seis
mezes
Um estrangeiro se offerece aos sensores de en-
gehbo para leccionar a lingna franceaa com per-
feijao e assumpto frabcez no espago de seis mezes,
pelo grande coobecimento da maneira mais fcil
de aprender-se : qnem se quizer utilrsar de seus
prestimos deixe carta enderessada a Mr. P. R., no
pateo do Terco n. 32, e roa Angosta n. 38.
rraraee, premiados as exposicfles de Pernaitbuco, Londres e Pars.
quaes
para
MANUEL & C
Tem a sansfacao de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista, de ser-Ibes mais commodo, tem
stabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de- Olinda,
onde acharSo os pretendentes, moilo avahado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: fonvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos,'visto poderem escolher as ar-
macoes as tazendas que a demora da fabricac3o 6 bem diminuta.
Engenho
Offereee-se nma pessoa habilitada para ensinar
primeiras letras e portuguez em poucj tempo :
quem de seu presumo quizer utilisar-se deixe car-
ta fechada, a qualquer hori, com endereco a D.
A., na ra do Livraraento n. 17, ou na ra Direi-
Un. 118, botica.
SITIO

Vende-se nm sitio no Arraial, no becco do Bar-
tbelomeu, casa nova, toda envidracada, cora csj
de banho, cacimba cora muito boa agua e bomba,
lem qoinhenlos e lanos ps de arvoredos novos,
taladas de maracuja-asf, o terreno proprio e
torna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: iratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manhia s
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
Neste novo armazem tem nm
cariado sortimento de fazendas
francezaj, inglesas, allemias e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, aflm de acreditar a este
aovo armazem.
Caaemiraa inglezas,
francezas, de todas as
qoalidades, brina de
cores e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
paos de sol de seda,
anos.
BABO DA VICTORIA 41
DE Ancim enmrt t

ARRUDA IRMAOS.
RA
Baro da Victoria
anga na
VOTA
Ama deleite

Precisa-se de urna ama sem fllho : na raa Du.
ae de Caxias (ootr'ora das Cruzes) n. 22, segn-
3 andar.
IN.OVflH\ii:ilI %
Precisa-se de nma eDg'mmadeira, na ra do
Imperador n. W, segunde andar, escada para o
lado da Ponle 7 de SMembro.
COyrREIRA
Cose-se qualquer costura de alfaiate, a,im
como lava-se e engoma ase com toda perfeicla,
por preco commodo, gusta n. 89.
N. 41.
Assim como tem nma grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparas qne ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qne
pela su a promptidlo e perfeicio
nada deixam a desejar.
Roopa de todos oe
i machos para homens
meninos.
Por todoa oa peana
tes recebem-aeaa me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Eoropa.
RA
BarSo da;vletoria
utlfaraa
*
NOVA

-
N. 41.

Este estabelecimento acaba de soffrer cma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
menaas, finalmente em tudo aflm de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendaa, oara
alo se tornar massante
Quem precisar de um feitor que entenda de
planlacSes e jardim, e sua mulher que emendado
ervico domestico, dirija se ao EncanamentQ a
traur na setunda taberna. ._________
.-
' Jinuca se vio um processo mais perTeito e que at-
tinja lio tal forma a satisfacer as exigencias mais
-severas dascripioracao.
A sua cor lindissima e nao precisa de cuida-
do algurn para se conservar no tinteiro sempre
om a mefma cr, stm borra, crsta, bolr ou sera
todas estas mazellas inherentes todas m tintas
al agora condecidas, ainda mesmo dos melhores
autores estrangeiros.
Sobretodo, este estlmaveliwoduclo nao ataca as
peonas de ac, antes pelo contrario, a peona
adqnire. um esmalte dearado qoe, sendo inleres-
sante, ass proTortoes.
Esta tinta, nao sendo specialmente para copiar,
da corneado dn depois do escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
o pagel bm moihado sem o enxugar cora o mata-
borrao, porque nao ba o riaco-de borrar. Para se
tirar mate Je uraa epia, niose agglomeram taH-
las folhas quaous capias ee querem tirar, mas
vae-se eorao original tirar uraa tantas quantas
se detejam, sem que o original fique prejudieado
pelas extrae'. ^
Occorre aqui dizer muiu iDlelligto;ia e habitidade, sem o que a me-
lhor tinta oo satisfaz, o defeilo recae sempre
- .sobre a tinta, que murtas wezes quem raenos
colpa tem.
A dnpla quaJidade desta tinta extremamente
apreciavel, pois que evita que em qualquer es-
Oiptorio baja mais do que urna tiau para os di-
versos mi teres.
Emquanlo sua durabilidad', nio ha a oppr
a menor duvida, pois que esta tirita depois de es-
cripia sofre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompr; ora, se os cidos nao tem acclo so-
bre ella, muito menos a accio do tompo a poda
destruir; isto-plausivo!.
Nao s ao comraercio que este meu producto
veio ser til ; os professores dos collegios, Investi-
gando lodos os meios para o adiamntenlo dos
seus discpulos, tem approveitado esta inia, que
com razao a a cha rain apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da bleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas oue havia
muito tempo trabara uraa repugnancia' extrema
para a escripia, logo que foi admitlida esta tinta
no coliegio, apoderou-se dellas a curiosidade e o
gorto, e poaco tempo depois o seu adiantamento
era raaoitesto.
Esta tinta, i par de tantas vantagens, tem um
nico ineonveniente, deieriora-se ao contacto de
outra qualquer; cenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evj.
tar escrever com a penna suja de urna preparacao
ditTerente e incompativel; verificando isto, nao ha
^ffiaS^V^afe"*1 a v'"
Observapao.
Diversas falsiticacies semelhancas tem appa-'
recido cuja durabilidade duvidosa. Os Srs.
compradores -podem eviur o engao dirlgmdo-se
a casas circumspecias, e pedindo a' tinta que eu
fabrico ?
A. C. Monteiro,
(iraatfe hotel central
raa larga do Rosario a
ie-
VIGOR DO CABELLO
________________DO CELEBRE E FESTEJADO CHIMICO
DR.
GRANDE PRODIL____________
td i nos, rnhinmSn? iT pel co,*?r|.0' s^ <> bello ruco e spero, eis qu
rece e assnm Z Ztf0' ma- ^^^ e e.tpress.va qoe seja, por si s, earao-
rece, e assume om aspecto sem interesse.
senhora* SIS deseJamo3 moi respeitosamenie chamar a especial attanco das
SSTr ??, b<0m wto^a a delicada preparado cima mencionada.:
a:a?1io:.Cabello.,e.?.resltid0 de urna long serie de estudos profondos, I
VENDAS.
Dps, frncta e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se amendoas eonfeiladas, e descascadas
muito novas.
ro 39.
Neste muito conhecido hotel se encontrara ex-
ssrrpVfssvs-.T^ emprebeDid;;7eio"rD^;rchz'Dr0 AXSBSS1 e e!'u,,?, pro,ODdos'
nao so o maior asseio e limpeza,como bom servteo nenies mm fim a! a i Dr' Xydr' Mliado por outros professores emi-
banbos fros equaniese todas as comraod!ffi! 3!' ?%?J? descobnrem urna nova preparacao para os cabellos, que, sem
indisnenuve a vida1 tudo por mdico preco. 01 ,J" as ProPr'dades nocivas que se encontram nessas outras. aue mais tarde occa-
Dharutos do Ochnorbusch
R galia britnica, regala imperial, operas, con-
chas, e trabucos de ura railneiro para cima.
Cigarros das fabricas do Rio, de Novaes e Li-
zauz, de diversas qualidades, vende-se em barri-
cas.
Vende-se a casa tarrea n. 1!, sita a ra. d!
Oilao do Amparo, era Olinda :
Mrquez de Olinda n. 40.
tratar roa do
FOCOS
----o- ~ ," www uuai uu auuidU
aa ra Imperial : a tratar no anlar terreo.
Preeisa-se de ura
Crespo n. 12, i'andar.
cozinheiro : a ru
algoma ioju-
o vigor pro-
Ama e engomniaaeia.
Precisa-se de nma ama qae engomme com p]
feigao na ma do Pires, sobrado n. 28.
Preclsa-se de ura criado que seja bom coi
ro e se preste com aptldlo a todo o mais sertH
de urna casa que tem ponca familia : na ru4
Conquista n. i.
Aluga se a loja do sobrado 32 sito na pas-
ca do Conde d'Eu, tendo commodos para qualqoer
eslabelecimento : a tratar na ra du Alecrim na-
mero 30.______ f.
AVISO."
O abaixo asignado tanlo-se despedido d
dps Srs. Alves k C, assira o communica a
eressar possa. Recife-JO de junho de 1871.
Jos Marques dos Santos Agoiar.
lia i
quuj
CARROSO ft IRMAO
Ba do Brum (hoje do Barao do Trumpho)
ns. 100 a 104
JBOBGE IMUI\
hsie ertaiielecimento bem montado de tudo machinismo neceesario, fabrica com ai
iLi'orpcrfetcao o segoranca qualqoer .bra de ferro para engennoho. machinismos e ou-
iros necesssr os a agricultura, e tem vindo da Europa completo sormento de ferragens
para engcnbos, ptlo que se faz recommendavel ao publico em eral especialmente aos
Srs. agricultores, visto ter baudo moilo os amigos precos das ferragens para eDcenhos
qoe s3o os seguinles: m
VanOrAft d8 forca de l :}el0e3valos, os mais aperfei.;oados e seguros
w u^cfi qae tem yiaio a este mercd0 '
MeendlS e I?eiiS moendas Para *"*> as melhores que ha no mer-
TAXAe, ftindidaa e batidas.
RODAS dentabas todos os tamanhos.
RODAS D'AGUA, as mais fortes e bem acabada* que existen neste mercado.
FORMAS d ferro para pies de assucar, Je todas ,as qualidades.
FORNOS DE FEBRO tara farinha.
MANMETROS para vapor.
BOMBAS DE FERRO.
CHIVOS para furoalhas.
APITOS pra vapores
FORNEIRAS de todos os tamanhos e modelos.
VLVULAS divanes.
CONCEBTOS. Encarngam-se de caacertar, e reparar com a maior pereicSo, e
commodo preco, qualqoer ferragem de engenho, vapor ou outra qnalquer obra da sua
arte.
ENCOMMENDAS. Tomam ordem para mancar vir da Europa qualquer machinis-
mo de vapor, ou proprio para agricultura, para o que, se achara relacionados om urna1
respeitav>| casa de Londres, e oom um los meltieresengeLbeii J'Inglaterra. sondo
que por ;- so moiedas se respoiiabilis2m i\Jki9 as?9Dtam?[)W ? Qfjyjm^iq eH
cjj dosobjectDS que ihes forero encommendados.
Gra4e gaiific Qa5
Desapparecen da casa da coropanhia t-qnesfe
gara o circo um chicote (raneado de louro, lo
Rio-Grande do 9nl, eabo de prata e um tat
prende urna corrente : pessoa que o aehar
tregando na raa de Santa Isabel o. 1, ser
nerosamenta gratificado
Na ra Direita n. 9 ha para alugar
moleque com 12 anuos, muito esperto, e
umapreta para servico interno de casa
milia._______
En liquidacao da sociedade que nua aolb
Jos Joaquim Casado, na confeiana da ra
ln,Pj| BJpr o. 26, commetlida pelo mesmo ao s
Ptch^Mot bastante Dr. Antonio Borges da Fo
ceca demoa por dissolvida a sociedade fleando
acuvo e pasaivo da casa cargo do abaixo assi,
nado que continua nico como proprietario
mesma. Y r
Recife, 22 de jtnho (871.
Manoel Jo? Rodrigues.
, mette
V Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
'rar a dftSrf 'rSf SSf' **** ra'' a ^aeda dos cabellos' e restau-
'cmamodorlri.r.ST os.cabe''f'O^os. sebosos e brilhantes. perfespando-os
crelimento iflJZld?1,caadfa" D nova vida' rgos viUes de que dTpende o
cresumeuto fo cabello, fazendo-o cr scer abundanie e vi.;0. Com o uso aootid.ann
fompT/a's. 3S C3fV,CeS S6r3,ralisadas> caeo 'as glanos'.-pulan* n> s?aVZtr
aoe tem^Zl\\^Z V* teS da '']aile se v'em :heios ^ cabe"09 brancos, e
El nE i ^ ver restituida a son belleza natural, este bello orna-
nTrln uZ "*****?**> toando vir.-m os effeitos ,ae pdem conseguir com o
'Suri 11? Pfa8 ,otlette*em 8pral- n5 se Pder enamrar perfume ma.s agr-
(davel e delicioso do qne o Vigor de [Ayer. ^ p g
\ende-se em todas as drogara, pharmacias e
armamos do mundo.
W. R. CASSELS 8: G
DEPOSITARIOS ENGENTES GERAES PARA 0 IMPERIO DO BRSIIL.
____ Rio de Janeiro
por barato prepo
I
si
a

o SI
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_ S.K
m r^l
"O g
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C-3
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Eogomma^eira
No becco do Sarapatel n. 6, lava-se e engoii
ma-se com asseio e promptidao.
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5 5. 2.2 ^
:pffiif
2 9 2 -i
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u to o
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-.
Precisa-so de uma ama para josinh r
e conrprar : na ra Nova o. 61.
A sociedade patritica bahiaoa Dou de J-
Iho, leoio de solemnisar o anniversario da decl
rago da independencia do imperio em sua pro
vincia, e pretendendo, para Isso, libertar algurn
enanets n'esse dia, convida as pessoas que
quizerem utilisar d'este beneieio a se apresentaV
rem no dia 2 do corrente, pelas i horas da taro l,
a ra do Baro da Victoria n. 43, primeiro anda
levando as suas propostas acompanhadas da an
torteado dos despectivos senhores e o mnimo
valor por alies pedido.
Prerine-se que se preferir as criancas do sej
femenino e-destas aquellas que offerecerera raelh
res condc5e3 ?aniiarias e mnimo preo.
Recife J7 de junho de 1871.
Frsncisco Moiacorvo Lima e Silva.
'. Secretario.
oasf
Sa3
* Precisa-te da urna criada para o servco
terno de urna casa de familia, iu?iusive o de
gommar : raa do Crespo n. 12, andar.
Hoje as horas da Urde, ra larga do Rosario
n. 31 achar-se-ha sberto um estabelecimento com
o titalo cima, no qual os amantes dos bons pe-
nseos serao servidos a maneira dos seus desejo?
Acceitam-se asslgnaturas e promelte se alera do
bom servico, prompiidao, acceio e commodidade
nos precos. O cozinheiro um do mais peritos
na arte culinaria. Os manjares mais esquesitos
desejados pelos freguezes, serlo promptamenle
apresenudos. Espera, pois, ser cnadjuvado pelo
reepettavel publico e com especialidade ao corpo
comraerciai. r
GAFE' CHINEZ
Ra larga do Rosario n. 31, i andar.
Precita se fallar com o Sr Francisco Bezerra
Lavalcaote, e como nao se saiba a sua residencia
pede se a que,n soaber que informe ao agente de
leiles F. J. Piolo, roa da Cruz n. 38. eseriptono.
A RETALHO.
Corga Irmos vendem hoje no armazem da es-
cadinha da alfaodega n. 7, e o rest9 que ficar araa-
nhaa 24 na sua casa rna da Madre de Deus n.
36, o mais completo sormento de bom e bonito
fogs artificia aqui chegado boje pelo navio kct-
mem, proprio para meninas queiraar dentro om
casa as noutes de festa de S. Joao e S. Pedro.
Fogo de bengala sonido.
Dito de bogias dem.
Dito ae espigas idera.
Dito de fontes dem.
Dito de caga-fogos dem.
Dito kalorpiotbe eomukrene idera.
Dito ararais de magnesia idera.
Dito bolaziohas de magnesia idem.
Dito capim da China dem.
Dito cartuchos de eslalo idem.
Dito puchadores de estalo idem.
Dito serpeles de Phira idem.
Ao barateiro Campo-aiegrty
Largo do armo n. 9, es^fmt-
a da ma das Trlsaehelras
O proprietario deste estabelecimento desejando
acabar de vender cerca de 30 berris 4f>manteca
resolven-se reduzr o pre;o para commodidade de
seas fregaezes, o qae se tem visto e admirado nao
s pelo illustre povo desta prtoa como tambera do
mato, desde ja agradece aos seas respeiuveis fre-
guezes a aikncao que ti/erara com o annuncianta,
e prometa continuar constantemente a servi-Ios
cada vez a nelhor.
HOJE
Hanleiga ingleza rlor a l200a libra, dita b.v-
xa a 800 n>., dita franceza nova a 880 rs. cha hys-
son a 1600 a libra ; i?to s o Campo-alegre.
AVISO
assignades tendo comprado o jwpo-
Os abaixo ..
lio do fallecido subdito porluguea "Virginio Freir
ae Oliveira, estabelecido na praca de Sania Cruz
n. *, constanso dito espolio na sna maior toialida-
de de dividas activas nesta praca e rra della,
vem pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio qae.quanto antes vendara aju=tar e
saldar as seas comas, afim de eviur incomraodos
e desppza?. Ft:ife \9 de junta de 1871.
Oama ^ilva Brito.
GttilE
LIUIDACAO
Para os senhores de eagenho
Tereaa.
Chita, fazenda bem coohecida pela sna fortid),
mais largas que chitas, para roupas d eseravos a
200 rs. o covado : na ra do Crespo n. 20, loja do
GuilbarrjB'.
Venle-se uma casa terrea grande, na po-
voaco dos Aogados, paleo de Nossa Senhora da
Paz n. 90, com 4 salas, 8 qnartos, 2 despensas
cozinba lora, com 2 cacimbas, quinUl morado,
com frente feita para duas casas, olhando para a
estrada dos Remedios, com parti tambem para
adita estrada, cuja casa se acba bem conservada,
nao se lazenlo outra igual com doze contos de
res : tratar na ra do Jmperador. sobnto n.
2, potrada pela de S. Francisco. onde acharao o*
Sretendcntes com quem tratar, das 9 boras.as 11
oras dt raanhSa e a Urde das 3 as 5 horas.
-
!
h
"..

Ama de leite.
pessos de f
meiro andari
raa de Hjriaa o. precisa
aura para; cozmhar, prefer
va.
Cs^->e ae ma ama que i
linhar para casa de d
FQe *5 Apqo r. 'A,
Na praca da Independera n.~33 se d di-
tiro sobro penbores de ouro. prata e pedras
ociosas, ,'fja qfoal for'a quantia ; e na raesma
isa se compra e vende objectos de ouro e prata;
loalmente se faz toda e qualquer obra do uo-
imnwnda, todo e qualquer concert tendente a
im* arte.
Preclea-se de uma sea fllho, (paga-se bem) na
I ra Mova n 61, 2* andar.
GUINCHO
Vende-se ura gnincho de ferro, novo o do
Ibor aotc r : tratar a ra do Uvramcoto,
n. 6.
me-
ro] a
Auga-se o primeiro andar do sobrado o. 23
roa de Sania Rita ; .Iratar na ra do 0iei-
|i n
COIPKA-SE
frascos vsske q'3 .Plr.ra ,:pi;qeza, o paga se a 8?)
rs. cada um; ar rw i^rjue d Casias n. 30, e.'rarape^
Mrquez de O J>n B. 5/. I f~
Cunta $ Manta, yeDdein a
ra d i Marquea de Olin-
da d, 40, o spguinte :
Vinho erez superior, era cas..
Cognac Martell, caita.
Vraho Bordeax, ideo.
Vinagro branco, dem.
Aittln doce retnalo, idera. %
Caf do Ceara, scete.
lYaniLs-seVcas teTfeli u. 13, ra nw'Gna-
triar
\w
Je Mrquez de Olina n.


-*"
Diario de.Pernambuco Sexla.eira 23 de Juuhe de 1871.
i

;
-
PARA FESTA DE S. JOO
A FLOR DA MODA
13 A Ra da Imperatriz 13 A
DA
Joaquim Bezerra Pessoa #C.
K para estas festas, que os proprielarios (leste estabelecimenlo,
numerosos regaezes e ao sexo amavel; que, re'ceberam ltimamente
desojar de melhor em fazendas de s Jas, 15as, linho e algodo, e que esiso resolvidos
a venderem modo barato para assim coalentar a todos e apurar diubeiro, a wber:
avisam
o que se
seos
pode
Modernos vestidas de cambraias brancas
bordados, proprios para bailes, partidas e
soires.
Ditos com babadinhos e muito bonitos
proprios para o mesmo fim.
Ditos de organdys brancos e flnoe de mui-
ta phaatasia.
Elegante sortimento de laas com iistras
de seda, por barato preco.
Chitas anas e percales de gostos e boa
qualidade.
Cretones com listas fazenda moderna e
muito barato.
Cambraias de cores miudinbas e gradas
por 200, 240, 280 e 320 rs. o covado,
muito barato M a vista da qaalidade.
Pecas de cambraias brancas Victoria com
10 jardas a 40, 60 e 70000, finas.
Ditas transparentes finas e entestadas por
todo o preco.
Madapoloes largos com 20 varas a 50, 60,
70, 80 e 105000, finissimo.
Bramante de linho com 10 palmos de
largura a 30 e 30500 a vara.
Dito de algodo com a mesraa largara a
108OOe 20000 a vara.
Ricos tapetes avelludados com enteres-
sanies desenbos de todos os tamanhos para
diversos preces.
Pannos de crochet para cadeira e sopbs
muito barato.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janellas.
Toalhas felpadas e alcoxoadas para rosto
e mos por commodo preco.
Camisiohas e corpinhos braceos e de co-
res para senboras.
Completo sortimento de chales de merino
Usos e estampados.
Guardanapos de linbo com franjas pro-
prios para a!mo?o e jantar.
Toalhas para mesa de jantar brancas e
cores a 50 e 60000.
Ricos casaquinhos de grosdenaple enfei-
lados seda e vedrilbo.
Bal5es para meninas de todas os tama-
nhos a proco muito commodo.
Ditos para Sra. tanto de panno como de
cambraias com tiras e ootros muitos arti-
gos que deixamos de mencionar.
PARA OS CAVALHEIROS IGUAL VAN-
TAGEM l!
Colarinhos, puohos de linbo, gravatas*
mantas, meias, lenco de linbo finos amb'a-
nhados, camisas de meia de todas as qua-
lidades e serolas de linho e algodSe.
Camisas inglezas de linho e algodo, di-
tas francezas a 10500 cada urna.
Palitots de todos os modelos que se uzam
e de todas as qualidades.
Calcas de casimira de cores modernas e
bem feitas e de ontras qualidades.
Coletos de gorgurSo, pannos, casemiras
pretas e de cores, de brins brancos; e ou-
tros artigos que por certo agradara aquem
procurar.
E um babilitadissimo artista em aifaiate
que^ n"o se popa no esmero, promptido e
per'eic3o de sua arte ; para tomar medidas
dos que quizerem mandar fazer roupas dd
qualquer especie, para o que tem um bonito
e e egante sortimento das fazendas proprias
para este fim e estac3o actual.
CONQUISTA
Ra do Uabug n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
Este novo estabelecimenlo acaba de receber um completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inteiraraente novos, a saber;
Poupelmas de seda, com lindos dse- Crochets para cadeiras e sof,
v V j Colchas de isa e seda para cama.
Nobresa de seda de cores e preta. Casaquinhos de gorgurJo preto.
Cortes de cambra bordados. Ricos enxovaes para baptisados.
Grande sortimento fie lias e alpacas para Chapelinas e chapeos para senboras, o
ves'ld0- qoe ha de melhor.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma. Lencos de linbo, camisas lisas e borda-
Granadinas brancas, fazenda nova. as .para homwD-
Saias e camisas bordadas para senbora. Bramante de linho e atoalhado.
Tapetes de todos os tamanhos. Baldes com as desejadas anquinhas.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualquer ob-
jecto em qualquer casa que para isso Ibes mandem nicamente o nome da ra e numero
da morada.
ittnA
EST VENDENDO O RESTO DE STJAS PECHINCHAS
NA RA DA IMPERATRIZ H. 72
rHALES DEMEKIM}' ESTAMPADOS A 20
Vende-se chites de mermo estampados
4 20000 e 20500 i ara liquidarse.
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se corles de panga para calca de
homem 800 rs., pare liquidar-se.
GRANDE ARMAZEM
DE
LQEA, POBGELAM, VIMOS
. CHRYSTAES
brilha.nti.xa bhan :a a joo ns.
, Venue-se brtiantina b: anca
covado.
O COVADO
500 rs. o
A SABER
LASINHA A 160 RS. O COVADO
Vtnde-se I3?sinbas [ara vestidos de sen-
horas e menina, pelo barato preco de 160,
200 e 400 rs. o covart.
CHITAS LARGAS A OO RS. O COVADO
Vende-se chitas france>aspara vestido de
casa, 200, 240, 280, 320 e 360 rs. o co-
vado.
CASSASFRANCEZAS A 240 RS O COVADO
Venie-se rassas-francezas para ve>lulos
240, 80, 400 e 440 rs o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS. O CO f ADO' FSTO LE CORES A 360 RS, O COVADO
Vende-se alpacas de cores para vestido I Vendes) fu lao de cores para vestidos
de senboras 5(0 e 640 rs, o covado. |360 rs. o covado.
ALPACAS PRETAS A 500 ES.
Vende-se,Ipacas pretas a 51-0,640 e 800 BRAMANTE OE LINDO A 280 OMETIto
rs, ditas de listas, assetioa las boa, para Vende te bramante de linho com 10 pai-
acabar. h,o8 de largura proprio para lentes A
ALGODAODELISTAA160RS. O COVADO 20800 o aielro.
Vende-se algodo de lista para roupa.
de escravo, 160 rs. o covado. CO.MVEM LER
BRIM LONA A 500 RS O METRO Precisa-s- Miar cm os seguales Srs a:
Vende-se brim lona pardo para calcas de negocio qoe Iheiz respeito a reus interes-
quem trabalha por ser muito forte, 500 ses, na ra da Ira eratriz n. 72.
rs. o metro ou 360 rs. o cov;.do- Anguto Penira Uariina Ribero.
CHALES DE CASSA A 500 RS. Baliazar Marques de Uliveira.
Vende-se chales de cassa branca :'i 5C0 rs. Jo.' Tbomaz do Naseimento
DE
P FREIR, IRMA OS

Ra da Imperatriz n. 13 A lojadaFlorda Moda.
DO
64
CYSNE
ROA DA niPEATRIZ Y U
Ra Primeiro de marco n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seus numerosos amigos
participara Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Costa Pereira, que acabam de
fundar um rico e sumptuoso armazem de tonca, porcelana, vidros e chystaes ra
Primeiro de Marco, outr'ora ma do Crespo n. 15, sob a cazo social Pereira
Irmaos.
A tonga pratica e coahecimentos de que dispoem os annunciantes ueste ramo
de commercio, a que, ba muitos annos, se dedicam, os tem habilitado a salisfazer as
necessidades da populacho desta provincia e suas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignan do se de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe es annunciantes vem de dizer.
r
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acolhimento favoravel que tem recebido de seus fregoezes; sinceramente lhe
agradecemos Ufo espontanea como grata coadjuvaco. Certos est-mos que devemos
continuar a receber.este favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido !
que vender barato e haver sinceridade nos tratos.
Convidamos prtalo as Exmas. familias e aos mscales a virem ao nosso estaoe-
lecimento ou mandar buscar as amostras das fazendas que recebmos ltimamente,
pois temos fazendas da mais apurado gosto e do melbor que vem ao nosso mercado.
Grosdnaples
Temos o melhor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que outra qual-
quer casa.
Ditos de cores.
O Cysne tem o mais lindo sortimento e
de superior qualidade
*500 e 2#800 rs.
SETINS DE CORES.
Temos de todas as qualidades
mais baratos que outro qualquer.
E' PECHINCHA
que vendamos por que vendemos
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qualquer Darle.
CRETONES.
Recebemos cretones de cores escuras e
claras proprias para vestidos de senboras
1
proprios para rap a 10000 a
por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem lencos de esgoiSo de 5)5
preces at 90OOO, ditos de cambraia de linho em
- caixas de duzia a 7000, ditos brancos,
de cassa muilo finos a 20300 rs., ditos de
Alpaca lavrada com cord5o a 560 rs. o cores fixas
covado, dita com flores e Iistras a 640, 700, duzia
a^JUti SS^m Gslas f3S s-a Tapeles Pra 8,iarn,c30 de"'.de t0(los
m?,itn tZ g 4U G laa' Sa os lamanhos e Pr preco do que em
i. oulra quaiquer caM
R-hAm^m? ya a i Bretanhas de superior qualidade a 10,
Recebemos urnas ISas om seda, fazenda 10200 e 10400 rs a vara
nteiramente nova no mercado, tem um bri- i FL\\ELLAS
lhe que as torna recouimendavel. Temos de tod 3S ,1Qa|i(ladeS) tanta de
r ecnincha cores corrjo brancas e por meros do que
Poil-dc-Cbevre fino e com uito brilh em outra qualquer parte,
a 560 rs. para acabar. i Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
Cries a .Minerva relia, e encarnada.
E' urna fazenda de 15a com Iistras de seda Chales de merino,
-ie cor que faz urna vista extraordinaria cem' Temos de 2.J500, 40, 50500 e 60500 rs.
19 e 20 covados por 220000. ditos cbinezes a 140000, estes ltimos tem
Cortinados seda e s3o muito lindos e proprios para
Tenaos completo sortimento e vendemos orna senhora honesta.
por menos qe outro qualquer. Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
Gambraia para cortinados, de superior os, dito preto liso e com salpicos.
qualidade cem 20 varas a 110000 a pega, Colxas brancas de fosUfo a 207CO rs.,
CHITAS I ditas de cores a 208COe ROOO rs., ditas
O Cysne tem o melhor sortimento de muto grandes com boni^s desenbos
ihitas finas desde 280 al 440 rs., pode- 120000.
mos afliancar serem cre* fixas.
1**'*****"'americanos para ladeira e vanea.
I Camas de ferro
Carrinhos
v-x x luuvo de mj0 para volumes e para atierros.
aianoas de pesar decimae8 e ontra#
>i-jliAUirc 8a|jtre, e olee de liohaca.
X Ug CS americanos para lenha e koke
* nflap ,jfl ferro para pjes de assucar.
1 aCUOS de ferro gaivanisado para assucari
Cofres de ferro,"9 diereD'
<-ada cm.
LENCOS BRANCOS A 0OCO
Vende-solencos brancos 20000 duzia,
para acatar.
COBERTORES DE AL ODO A 104CO
Vende-se cobertores de algodaO 10400
para acabar.
Manoel da Costa Trav?sso
Sebastian Antonio de Albuqterqoe.
Adelino da Silva Pinto.
.Io<: Isidoro da Cosa Jambozeiro Jnnior.
Igna :o Franc'sco (Jorres.
Jjf R^berio do Na.-cimenlo.
Feliciano d.i Cooba C. ic Albnquerqne.
FAZENDAS
NA
LOJA DO P
4
1 A
P

Jt\
\
|l
HLaCinaS d6 decaroear-ilgodao
Secretariao e cofres de ferro
Machinas
'tes tamanhos.

de arrolbar gaerafas.
[Estes aiiigos acham-se a venda \#o\|\*|ia
5 em casa dos importadores >pUrCB
Shaw, Hawkes d C,
ra da Cruz n. 4.
de tres cavallos.
Atoalhado. .
Temos atoalbados de linlio inuito largo,
MADAPOLOES
Temos madapol5es desde 10000 at
16000., porm esta qualidade tem 40 jar-; dlt0 de a'go^u adamascado.
das ou 32 varas maito largo e eocorpa-: Bramante de linho com
do. Dito francez com 24 jardas a 80 e larSora> d'to de algodao a
110000.
Cambraias Victorias firws desde 4-0503
at 84000 rs.
DiUs transparentes finas de 30500 al
14f|000t porm stas s3o largas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 70000.
ORGANDYS BRANCO
Temos organdys bruteo fino de 60 80,
lito de cor a 70008 a peca.
Cambraia de cor
Temos cambraias de :res com barras a
560 rs. o metro, ditas miudinbas a 50i) rs.'
;3o finas e cores fixas.
Metas para b >mens, ditjs pa a senboras,
litas para meninos e meninas, de todos os
precos s qualidades. .
Esparlilbos
Temos espartilbes de diversos tamaDbos
e precos.
O palmos de
10800 rs. o
metro.
Brins pardos e de cores para todos o
precos, dito lena br-anco proprio para
roopa de bomem fazenda de superior qua-
lidade.
Para lulo.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas o com salpicos,
alpacas para todos os profidfe, canto supe-
rior, merino vero e princezas ; ludo se
vende por barato prego.
Algodo enfesiado com 9 pslmos de lar-
gura praprio para leofes, toaihas e outros
raisteres, qoe vendemos pelo barato preco
de 900 ig. a vara,
Completo sortimento de casemiras de
crer, dras pretas para todos os precos,
pannos linos par3 lodos os piejos. Tam-
bera tercos um bom aifaiate e nos encar-
regamos de mandar f?zer qualquer peca de
obra que ficar ac gesto do frego>z.
ATTENCAO CALCADOS
Ymde-se % tb;roa .-.iregueada o cotn ommoJo? para familia tra-
tar na tina.
Oeraento Poitaod
EAm 1Sa,riu< de ,:J irrnfja9 PreCo mais com-
modo do floe em outra qaalquer parte, vender
no* krmaii-o* para Tjan;;ts
Orande sorlimeuli da i_*al^ado- para crianoa?,
dos melbor es .^aa tem viudo a esta pra?a:'na
loja de calcad.) da raa do Boca Jesiu d, 2J, loja do
sobrado auiarUu.
Veni-w -a r-s^l^at maehlnai de costura'
pir Pn-r,j ,:.^ri", ; na n piris d, 64, Joia
Ferragem geral.
IIVIIBOLEO LITHOTRIPlICO
JLXTE RHECjJIATICO E COTTOMO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E INFALLIVEL EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITARA SAFORMACO
Guiados pelas iodicacoesde muitos abalisados chimicos, e medico* distinctos, que
se deram ao estado e averiguacSo das causas que prodozem os padecimentos de rheu-
matismo, golla, arrias dos rktns, oex-iga, figado, e d'outras visceras; e aos ensaios dos
meios preprios para cural-os, chepam js a obier um remedio, que nunca desdisse a sua
actividade contra os ditos padecimentos.
Nao nicamente baseado em theorias que tanto avancamos, mas sim nos satis
factorios resultados obtidos da sua apphcacao, as innmeras experieocas, que com elle
fizemos; e deste modo, seguros de seos beneficioseffeitos, afootametUe o recommenda-
mosis pessoas qce soffram algumas das molestias cima ditas,ou de algons outros pa-
decimentos do apparelho urinario, taes como o diabtico, glycosurico albuminurico
etc.
Escusado sena observar que se nao pude designar um numero determinado de dses
de nm medicamento para curar todos os individuos que padecam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes diposc5o na-
tural ou compleiclo, de cada um delles; mas comtudo, certo que o hydroleo Ivtho-
trptico antirheumatico e gottoso produz sempre a cura desejada, qundo se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; devendo ter-se em vista qoe quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicaclo do remedio.
Podemos tambem alancar que, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio nao causa desarranjo algom as vjas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e nao raucas vetes, tem feilo desapparecer diarrbea, que eram entretidas pela debili-
oade geral do apparelho Jigestivo,
MODO DE USAR.
Tomam edo hydroleo lythotrptice, nos primeiros quatro ou cinco dias, duas co-
meres de sopa, em agua assucarada, leite, cb ou caf com leite, e mesmo sem misto
ra algum*. na eccasiao do almo-jo, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e seguintes, tomau>se do mesmo mododit), ires coiheres
de cada vea.
Se as ourinas da pessoa doente depositam grande porc5o de areias; se as dores
nepbi ticas, rheu.nalicas ou gottosas s3o constantes; em fim, se os padecimentos s5o
fortes, totnar-se-hao quatro coiberes de cada vez, ou tres vezes no dia, a tres coiheres
de cada urna.
Quando as areias, ou outros palecimentos, tem diminuido, torna-se s prime iras
dses.
Pe'o uso do lijdiolco Uthotriptito v3o seadoraais raros o apparecimento das areias,
as dores nephrilicas,rheuinaticas e gollosas at qu de todo desapparecem: neste ponto
pode dispensar-se o remedio: til, porm, comj preventivo, lomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita -i aiiraenuco, deve ella ser regulada de modo que n5o sobrecar-
regne o estomago, e emq.iantidadi tal que possa ser fcilmente digerida.
A melbor bebida 3 sem duvid, a agua pura, mas tambem se pode osar de \nho
simples ou pouco alceolico. Da cerveja e vinbos fortes, poucas vezes.
Sobre ludo o q'fi mui:o re'i'imraendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
ene mimo conlriboe para rapidez da cura.
N. B. Depoisde tirar-te do frasco a Otwflfo que so va tomar, deve haver o maior
lidado em o arrolbar immediaiamente.
nico
Pharmacia amer;ca:.a dp ferreira M
tiga do Queimadu.)
A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do bs3eo
dos Ferreiros
DE
MENDES ft CARVAL10
Os novos proprietarios deste bem conliccido estabelecimento, avisam aos
numerosos fregoezes e com especiadale ;s exceiientissimas familia^, (oh acab rr;
receber um novo sortimento de fazendas modernas e de esmralo gosio, (ip s i,-, r:.
linbo e algodao, que vendero mais barato que qualquer outro estabelecimenlo ; a :
como vendeioas J existentes pelo maior preco que encontraren), p?ca nSo urcrm:'-
reto as antigs com as modernas. Portanto, p-cMnem s exc> llml .-siiuis (.milias arn.;
da economa domestica que aproveitem a occasio de, com pequeo dirpendio, p
rem rfazer-se de qualquer fazenda que precise.ii.
Declaramos es precos de algurtas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapoles de 4, 5, 6, 7 e al iO000 a peca.
Algodozinho de 2^500 a 8^000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a t600.
Lazinhas de diferentes qualidades d-! 3iO a iOO rs. n cov
Cortes de percalas com I i covados a 50000.
Ditos de cassas, psdroes miodinhos, a '2:>50>.
Alpacas com flores de todas as cores a iOO rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor fixa, a 360 rs. o covado.
. Cortes de cassas com salpicos de cor a o#3i0.
- Dito* de cambraia branca bordados c de salpicos a G-jOOO.
Baloes de la de cores m dermis a 4*000.
teneos cbioczes brancos e de cores a 3"* a duzia.
Drtos brancos de cassa a ,-> a duzia.
Chales de nurn lisos e estampados de 2$(0 a jrSOO .
Colchas de fusto, grandes, brancas, a :>oO e OoO.
Bramante de linho de 2^500 a 2:>000 o metro.
Algodao enfestado liso e tranclo de l.j a li,' .
Colchas de fus!5o de cor de 2o00 al C$000.
Brins de linho de cor de 500 a; 800 rs.
Cassas de Cores de padrots mides e grados.
Batas de todas as cores a 600 rs. o cova k.
Flanellas de cores a 6i0 rs o covado.
Para luto
Princetas pretas a 640, 800 e 1*000.
L5azinbas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a v. ra.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 500, 600 e 800 rs. e c jv.j \
Bombazinas, lisa e trancada, a. l-OO e I^SfOo covado.
Merii s tracados e de cordo para differentes p.ecos.
Ootras moitas fazendas, cerno sejam : atoaUjados do Hubo e algodo, goardana-
pos pardos e brancos, algodao enfestado li.'O e trancado, bramantes de linho e algodJ i
para lences, cortinados bordados para janellas, (bacilas e damascos de udas as curt-.
Offieina de aifaiate na loja do Pa agaio
Alm de haver um grande sorlimento de roupa feita de todas as qualidades. tsr lo
de brins como de casemiras, calcas, rolletes e palitots, ha um bonito soitmenlo mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a eslacSo, e cortes de gorguro par;
colletes.
Panos finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linho de todas as-qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com lislns.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linho o algodo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pregas, com eollarinbo e sem eRe.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, para osar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda pata 8, 10 al 18)0000.
Collarirhos e punhos de linho.
Grande sorlimento de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, e um especie]
sortimento de popelinas de cores, dos padro9s mais modernos qne tem viudo ao mer-
cado.
Fornecemse amostras ou mand.im se levr pelos caixeiros. *
deposito em Pernambuco
i A C ra do Duque de Casias n. 57,- (an-
HINCHA
Cheg->ii paMi j j'ojd d> P^psgsio nm grande e booilo sorlimento "de sedas lavrada
cma .so coi ; s cores So as mais modernas, e mau delicdas qi;e tem vindo
ette ameredo, e vesj.iem-se r,-:s ,,re;o moito barato : porque a porfS rabilo fri.le, ;r.
Aeaba de chegar o verdadeiro viulw verde ':
uva pur em calxas de 12 garrafas e o a-rediladc
vinho e>pecialismo paslo em decinus do elna ;
j vendedor nico recehedor desle vinhos acia-se
latrisaJo a garantir a especialidado Jus mesra;
ra do Vigano n. li, { andar, escritorio d.
Jos Lope* Oavjm ; onde sempre se enconirarj
uro deposito de vinho do P.rto ( o roelh r qne
tem vindo a esto mercado) cm vigsimos d; ul|i
e em calas de 12 garrafa, que se vendo p r me
nos pre<; do que em qualquer ouir- paite.
F> n
n 3#0O
muiio Divr>, oechincha : no Forte do Mitto?, ar-
ma;eto de Saldmft.i & Medeiros o. 3.
brande novidade de fogos de toda* as qna ida-:
' ;ara 2. J-.io e S. Pedro, o melhor que n .
preciar, o artista Lino J.-aquim de Saul'Auua
garanto jo publico, e recebe egemnandas n ral
do Pego n. i; presos diihiantaia^rtsca; 05 gr
:ora rcuim gyro a 3/ .1 dudfikr!:- r: ni .'i hal-
las a Um i dnzia, ditas I^Kbaias a 8CJ rs'
e espera a concurrencia do plfffco. L'nj'Joaiuim
d* Sani'Aona.
PRNCIPE ALBERTO.
vi;noe-se M CASA DA
VIUVA
Guilherme da Silva
Guimar&eftft-C.
A'
u* au C.eso viume o l
loja do J'apagai, ru? Jmperatri^' n. 40, esquina do becc-o os Ferraros.
Attenpo
-iV-'o i;.-i a.iiedi'aio me*il
- '. .;a raa PrimeiM) de Mftr^u n. .1
.-,:;, na ma io JLirtjut u\ Olip'ia r). *t Ai
, lina i;. .lade-a).
Qtifta qn.zer mnnir se de moveii wr pr'1-
cemmodo1, rao tem mais que faaer-dma vs.-to
[grandes -.mnm de o'rras de maeneria. ra
r. 47, ci)j 1 donoyahj de K*<*v
.orin .-.s -'T', um c , nSii '1 ..1"'. '- fsegoirte
lcsoM)',ao
Vctid-.-' l-.hio par-randT mai:r.


f


Oiaiio de FemamDuco Sexta eira 23 Je Junho le 1871.
VENDES!
Joaqun Jos Hamos, na. ra Ja Crui n. 8, i"
G'lar vende algodao azul amcricaaus verdadeiro
* prego americano n. 3 e 4.
.o na mata cabello forneos
Tintura japone a.
S e nica jpprovad pela as academias de
sciencia, reconhecida superior a loda que tem ap-
partcido at boje. Deposito principal ra /da
adeia do liecie o. 51, 1* andar, em todas as bo-
tifas e usa de cabelleireiro.
i
i]
tf
NI
cmpre aXota Esperanza!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem conhecida pela sua elegancia e
snperioridade do seas objecljs, acaba de receber
muitos artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a vizita-la, afim de comprarem aqnil
lo que precisaran para preparo? de veslidos toi-
lete ou tocadores, e mesmo qual.wcr objecto para
(azor algum prezenta...[pois que si na Nova E?pe-
ranea ficarii salh-feito?, j pela qualidade e pro-
cos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-si; em nSo se impacientar ora dar a es-
colher os objectos, prestaudo-se com o agrado
eto que costu a receber a todos, aflm de quo
saibarn com o firme proposito de voltarem ou
mandaran a mesma loja, logo que precisen) de
qualqner artijto por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Reeebeu-as de Lisboa a Nova Esperanca para
ooineos, seniora e meninos..sendo brancas e de
I !
NOVIDADE.
Bico de qnipure prelo com branco, a Nova Es-
perauca s queni tem 11!
Caixas para joias.
Nova Esperanca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar 'joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de omitas qualidades a Nova Espe-
raba.
Para extinguir panos mi sardas.
Nova E:peranca tem leile de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
leza.
Para refroscar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Canias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
A' mrlbores, e do mais conhecido fabricante,
fi.'iucez como ingtez, estn expostas venda
a roa Duque do Caxias n. U, na Nova E-pe-
anca.
Extracto, banha, oleo, sabonefes, agoas de co-
lonia, de iaranja, florida e de lavande, etc., etc.,
culo de superior qualidrde : vende-3e na Nova
Esperanca a ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxir.s n-
63, receben um lindo sorti ment de la para bor.
dar, viudo as cores mais p'ocuradas, branca, pre-
ta. ;-si-,iriate etc. etc. a olla ante que se acabe I
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se veade na
ra da Madre de Deus n. 22, armazem de
Je> Martina de Barros.
A
ItJfVVV,
venda-so si ecos com farinha de mandioca, me
diado 18 cuia?, pelo baratsimo preco de Si cada
saceo ; na ra o Mrquez de Olinda u. 40, es-
crii lorio.
Libras sterliaas.
Vende-se no armazern de azendas de Augusto
P. de Oliveira A C. roa 'o Cntmwrcin n. 42.
Aos senhores fogue-
teiros.
NA HA LARGA DO ROSARIO N. 34
Vende-se
',': relente linialba de ferro.
Ui'.adita de ayo.
Salitre refinado.
Enxi Ir era canudo.
E i'in geral todo* os preparados para es fogos
Je Sau n Antonio, S. Joan e S. Pedro.
KM
lh
Tem venda cm seus armazens. alm de ontros
itigo ci scu neg io regular, os seguintes, que
renden por precos mais mdicos que em ou-
;.'a qualqner parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
PORTRIRAS de ferro para cercas.
SALITRE mgltz.
ESTEiRAS da Indis para cama e forrar salas.
CASOS de barro francez para esgoto.
GESSO superior em porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MAd AS de descarocar algodao,
LONAS e brinzoesda Russia.
OLEADOS americanos para iorro de carros.
3 americanos muito bons e econmicos.
V de Dordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
CABELLO etn saceos grandes a 3$500.
AuA florida legitima. ____
rM
R
em
DOce?, fuctas flores
RA DA CRUZ N. 13.
Lanches todos as d.as, ditfcrentes e prezuntos
iambre as libras. "______
LIQUIDACAO
NA
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
NA RA DA IME&AT&IZ 60'
DE
FLIX PEREIBA DA
ft-C.
Bonitas
PARA AS FESTAS
DE
SANTO ANTONIO
E S. Joao
CIEGAR.il PARA A LOJA
DO
Os propietarios desti grande sta beleci ment teado em ser ama avultda porcSo de
fazenda, e tendo continuado a receber por todos os vaprese navie Imaoeosa porfo
Jas m?smas, tem resolvido f.zer orna GRANDE LIQUIDAgO, afloadedemioair o gran-
de deposito e ap trar DINIIKlto. De todas as fazeada* que se rende baraiissimo se dio
as amostras, ficando penhor oo ce mandam levar em casa dasExmai. familias, assim como
as pe-soas que negocian em menor escala, n'este esta:e'ecimeatose podero sor .ir em
pequeas porc5es pelos mesmos prcr. s que compram as casas exportadoras.
ALFAJATE
que se encarrega de execntar qaalqaer en-
commenda: dj sua irte veuda do fre
guez, e o proorietirio d'este grande esta-
belecimen'o e promette servir bem i todos
os fregaezes qu Ibe honraren a sua caa.
ALGODOSINHO A 35500 A PEQ\
O Pavio veade pegas d'lgodaosinbo de
muito boa qualidade, tendo20 jardaa cada
pef.a, pelo barato prego da 35500, dito mui-
0) largo e eBcerpado 60000, dito o me-
Ihor que tem vhdo ao mercado, muito en
cirpado e largo para lenpces, pelo barate
prego de 60500, grande pacbincta.
MADAPOLO A 40000 E 40500
0 Pavao vende pecas de madapol3o com
ti jardas, sendo fazeada muito superior
pelo barato preci de 40500, di as com as
mes-as jardas a 45000, ditas fioissimas a
50500, 60000, 70500 e 80000. oecbincba.
MADAPOLO FRANCEZ A 100
O Pav5o vende pecas-de fioissimomala-
polio verdadeiramente francez, teode 2%
metros ou 20 varas, pelo baralissimo prego
de 100000 pe?a, sendo fazenda que sem-
pre se venden k 110000, e liqui la-se por
este barato pret por esar algima coas a
encbovalbada na peeia de fera.
ALGODOSINHO INFESTADO A 10 10280
O Pavao veode verdadeiro -algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
moito eocorpado, proprio para lencoes
70600 a vara, dito da mesnarlargura sen-
do traoeado e muito encorpatfo 10280.
BRAMANTES PARA LENQDBS A 2#40 1*8003*
0 Pa-vSo veade o verdadeiro bramante de
lindo tendo 10 palmos de largara-, que ape.
as preeis-a para umkngel nma vara erma
quarta, pelo barato proco de 20400 vara.
dito me'hor de 208.0 e 30000, tendo at
do melbor que vem ae mercado a 30500
e 40000, assim como crotones furtes- para
lengoss, sendo urna encorpada fazenda ran-
ceza com 10 palmos de largura 200 rs.
o metro, e bramante d'algodSo com mes-
ma largura 1*0800.
SAIAS BORDADAS A 40500 E 00090
O l'c vao vende graade peciocha em sitias
brancas ricamente bordadas, tendo cada 4 pannos, e veode pelo barato proco de.-..
40500 e 60000, sendo fazenda que sempre
vendeo-se por 80 e 100000.
Facesdas para ana a 10200, 10280 t iJ&H
9 Pa 'So vende superior fazeada bordad
9com pregas proprias para saias, 10200,
10280 e 105COa vara, sendo preciso para
urna saia apecas 3 varas ou 3 112.
Am 3000 torte a> eambrai a 20500
O P..vo vende nma grande porcSo de
cortes de cambraia organdys; tasto brancas
como de cores, sendo com listriobas de
cores tessidas e oao estampadas, e liquida-
se palo barato proco de 20500, eada cortea
fazenda que vale muito mais.
Aos 2060 corte fVcaakraias borfo a 50OOC
O Pavao vende mm g-ande quantidae
de cortes de cambraias brancas bordada
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMERCIAL
15Eua da Imperatriz15
DE
ULYSSES &
Vt-nrie te urna earroca em idio uso e um
boi do servieo da mesraa, novo e muito manso : a
tr;'tnr na ra do Drum, uo Reeifp, d. 65. taberna.
\\
Q
eS.
PARA
Santo Ante do, S. Jofto
Pedro,
Sog7^!\ A Guimaraes, propriclarios da amiga
loja o f rra?pns ra do Raro da Vicrria n. 39,
antiga roa Nova, veera avisar oo respeitavel pu-
blico e c. ni sptcialidado a 9eus antigos fregue-
ze?, i|ue j reciberam as amostras de um com-
pleto e variaditciBM sorlimeato de fogos artiQciaes
p.:ra festejo dos gloriosos Santo. Antonio, S. Jo5o
e S. Pedro, garantinrlo-se a boa qualidade por
seren us meihoro* fabricas dista cidade, bi-m
como um liodo e tarabem variadsimo sortifrento
de bguinbea para criant-s, os quaes sao proprios
pura r;iao por se tornarem innofensivos, por isso
veem convidar a que vennam dar sua3 eneomen-
das, compromelicodo-nos a satisfazer com promp-
tidao e telo, ja pela boa qualidade j pelo esme-
ro CuMi juh se acondiciona qualqner encomenda,
ludo pur precos comraodo, a contento dos fregu-
zcs ; em rlac,o aos divertimenios, acham-se
tambe m a .rnda, livros de portes, car loes de sor-
tes con. pergenias e resposias papel com versos
para sortea, e as pouco conhecidas tarjeclss magi
cas : luJo na ra do Bao da Victoria n. o9, an-
tiga ruaNjiv^___________________________
Vi-nde-su a armario da casa da ra Direila
n. 38, pi pria para taberna on mesmo oulro qual-
qaeriu>Rneio : ipiem pretender dirija-se mesma.
PAVAO
ALSACIANAS A i 200.
Gbegaram as mais lindas alsaciaoas sen-
do orna nova e elegante fazenda de lia
com bnlbantes- listas de seda e ba-taoie
larga, par,a vestidos, sendo n'este genero
o qae este anno tem vind de m is gosto
-o cerrado, Tfr vendt>.^e 10200 o covado.
CRANADINASJAPOKgZAS A 800 RS.Q COVaDO
Cbegou para a loja do Pav2o esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazeada de ISa com
bonitos qnadros de seda, popria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e veode-se
a 8l0 rs o coado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS Ji COVABO
Gbegoa e.-ta nova fazenda com o nome
de allanta, sendo urna delicada fazenda de
15a, para vestidos, q le vende-se pelo bara-
to prego de 800 rs. o covado.
NOVAS P0UPEL1NAS DE SEDA
Chegou para a lija do Pavao um grande
sortime to das mais lindas e modernas
poapeliuas de seda, com os mais delicados
padres e muito phaatasia, que vende-se
por prego muito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADVS A 4#
Vende-se cortas para vellidos de cam-
braia braaca lavrada, sendo fazenda muilo
Gaa, pelo barato prego de 40 cada corte,
assina como um grande sortimeoto de ditas
lisas, lapada* e transparectes. que vende-se
por mecos do que em entra qualqoer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimenlo de camisas escoras encorpadas,
a prova 'agua, sendo propias para a es-
tago do invern, e vende-se por precos
em conta.
TOALH \S ALCOCHOADAS PARA MESA A 3#500
O Pavao vende toalhss brancas de fustao
'cocheadas, propn'as para mesas, sendo
bastante grandes pe'o barato prego de
30500, ditas encorpadas muri grandes 70.
CHALES DE MERINO' A 20*00
O Pavo veode chales de merina muito
graudes e eocorpaJos 2SO0. ditos
imiugo de cbinezei 20500, ditos pretos
de renda com 4 ponas 20000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavo veode os maiores e memores
chales de me iu pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e veode
por menos do-que em oulra qnalquer parte.
CAMISAS PARA KOMENS
O Pavo veode um graade sorlimeato das
m h res camisas ioglezas e francezas com
peitos de liobo para todos os precos e qua-
liiades, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os precos e lmannos,
tendo tambem para criaogas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroulas
de liobo e algodao, teodo para Iodos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para horneas e meninos, que tudo se veade
por prego muito limitado.
CORTINApOS BORDADOS
O Pavo tem c nstantemente um grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ja;.e':las que vende-so de
80000 at ao oais rico qae <'Ostuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo Qn, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e veode-ie no Bazar ao Pavao.
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem um gande sot tinento das
mais bonitas lasinhas para vesti os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
orincipiando da 200 rs. para cima; porm
t3o grande a quantidade qae seria enfa-
doaba especificar qualidade por qualidale,
s a vista o fregutz e das amostras se lhe
venderio por procos lo cmodos que
engue a deiiar e fazer um vestido de
la por tao pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O Pavo vende as maU lindas alpacas de|>8rta>86ndo f|J? mui/o encorpada pelo
cord;o para vestidos e roopas de criaocas barJLt0 W de 8(l0"t covado/ aK
i k.,i KMM h -.n n ^,.h fiBasqums en casaqtnnhos a 200 e 25i
MACHINAS r.\II
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra Nova
a. 22, um sortimeoto de mchicas para cos-
tura, das melbores qualidades qae existe aa
America, das quaes muitas j sao bem co-
nhecidas pelos seus autores, como sejam :
Weiler & Wdson, Grover Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e o u ir as muitas
qae com a vista deverao agradar aos' com
pradores.
Estas machjnas teem.vanUgem de fazer
o trahalho que 30 ostureiras podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeigo
como as mais perfeitas crjstureiras. Garan-
te se a sua b)a qualidade e easina-se a tra-
balbar com perfoigo em menos de urna
hora, e os precos sao 15o resamidos que de-
vem agradar aos pretndanles.
Neste grande estabelecimenlo enconlrar o respeitavel publico um penco de
ludo, que vendemos por precos muito resumidos por ser o sjstema qae adoptamos
vender barato para vender muilo, e tirar-mos apenas 10 /0 de lucro do descont que
temos dar casas importadoras; e garantimos aos nossos freguezes que podemos fazer as
mesmas vantagens que as casas acrediladas em vender barato. As pesso^s que noston-
rarem com sua freguezia encontraro em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisa desle estabelecimenlo. Chamamos aite:igo do respeitavel publico para a grande
varidade de artigos de que se compoe este stimptuos estabelecimento, como abaxo
se segu :

Crytaes e rldrs.Grande sorti-
mento de lindas garrafas para vinho, de
vi tro Bacarat a 60, 70 e 80000 par, bo-
nitas compoleiras de diversos gostos e pre-
cos, tacas da cbrytal para cbmpagae ; c-
lices da vidro verde finos para vicho do
Kheno a 20tO rs, a duzia, ditos de dito
rouxo para vinho Bordeaux a 208 O rs.
a duzia clices (idos para licor a 30500 rs.
a duzia, copos faos lapidados para agua
a 403O0J 40SOO e t0OCO rs. a duzia, estar-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40
par, g'ande sortimento de gltbos de vidro
para candieiros, cbamins para candieiros a
200 e 240000 o ceoto, e a 240, 320 e 400
rs. cada urna, pratinhos de vidro para copos
a 400 e 50 rs. om.
Perfumarlas. Sabonetes feos e
grandes a 10500, 10800 e 20400 a duzia,
ditos inglezes o que ha de melbor a 20 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 60
rs. a duzia, lalinba; de banha de familia a
80 e 120 rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com bauha a 640, 80a e
10000 rs. oleo de Pbilocome a 600 a 10000
rs. o fiasco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o fiasco, grande sotimento de agua de co-
lonia, agua Divina, agua Florida, agua fran-
ca, tnico Orieotal, extractos fiaos inglezes
* francezes, pos para dentes, pomadas ex-
posico, copos grandes a 20500 rs. cosme-
Unie legaimente autorisado e approva
pelo conselho de sade.
mico DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME A C.|
34Ra larga do Rosario34.

Para saccs e fogttetelrvB.
SJLCCOS
PA*A ASSUCA
CERVEM DE MABCA
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Vietori
As verdtdeiras traiem os nmeros estampados
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gommercio 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Traiem em eada peea um I>1!he-
te con o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
para vestidos, sendo com os dsennos mais jaas pecas-e nao as etiquetas,
lindos e mais vistosos que tem vindo ao
mercado, tanto em listras corridas como aa-
gooaes, e com muka fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pele baratissim) prego de
50000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, grande pechincha.
CAMBRAIAS
O- Pavao veade grande quanttdade de pe-
Cas-, de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 30 a peca at i mais
tina qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende chitas largas com bonitos
dflsenhos e cores fixas, pelo barato praco
de 160, o covado, grande pechincha.
LAaSINHA A 160 RS. 0COVADO
O Pavo vende bonitas lasinhas transpa-
rentes pelo birato prego de loO rs. o aova-
do, pa hincha na roa da Imperatriz a. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O PavD vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada nm em sen papel, pelo
barato preco de 20500 -) corte, ditos muito
lindas 30000, pechincha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco d 200 rs.
o covado ditas fioissimas com os desenhos
mois modernos qae*tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs. ; v
CRETONES
O Pavo veade fioissimos crotones escu-
ras matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
covaJo, ditos de fl ros, proprios pira co-
VHV'HO DO PORTO FINO EM CAIXAS
Bqlinetes
muito bons para niales e barcacas
Bancas de louza
para iavapem de-tonca em c-zinhas : vende-se
por mdicos pregos: na rna do Brum n. 92.
PAKA PADAR1A.
Vende-sn cestos : na roa do Domingos Jos
aMttirun. 84. (Senzala-VeUu).______________
D?r*r, fnietos e Anea
ltUA DA CRUZ N. 13.
Sortea para as noutes de (estas e yapis com
etUlM p:r;i xirte.
m Sera {jIi i as ou harmnicos
Arabam de chegar rna do Mrquez de Olila
n ti, .ipltrria-* seraphtnas de Nogueira, com ex-
.uellmU v.)i ^ p.ae venden por preco commndo.
__vallo* de sella muito bon*:
Autora, em Santo Amaro, so-
ai 9 horas da manbaa.
pelo barato prego de 6i0 rs. o covado,
ditas fioissimas cornos mais liodcs lavoree
imitaco de agracianas a 8(0 rs. o covado,
bonitos glacs com delicadas cores e los
trosas como seia 10000 o covado, e ou
{Basquinas en casaquinhos
O Pavio vende basqaioas oo>casaqainhos
de seda prttos ricamente enfeitados, pelo
baralissimo prr g i de 200 e 250000, sendo
muilo moderaos, assim cono ditos de cro-
tras muitas fazendas de gojto e laso para icbel e reodas Ptas que se vendem muito
em coma, na ra da Imperatriz n. qO.
Cuitas entraof jdas paraeobertas a 360 rs. o corado
O PavSo ven le chitas entraadas com
delicados desenhos para cuberas ou c 'ni-
nas rte cores fixas, sendo fazenda mnito en-
corpada pelo barato precode 360 o cooadO.
ESPvRTILHOS A 405OO
O Pavo vende os mais modernos e me-
lbores espartilhos, ten lo de lodos es l-
mannos, pelo barato prec^ de 40500
CASEMIRAS
O PavSo vende um elegante sortimento
de delicadas casemiras ingiez'S, sendo to-
das de I3aejnuil0 levesinhas, tinto pro-
prias para bornees como para enancas, e
vestido, na ra da Imperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O Pavo recebe a as mais delicadas e me-
lbores poupelinas de soda para vestidos,
com os mais modernos lovores, e outaas li-
zas cum as cores mais novas qae tem v.nlo,
e vende-ss 20000 cada covado, assim
como del cadas sedas de listinbas, lano
para vesti los de senioras como de meninas,
q vende-se 20000 cada covado.
ROUPAS PARA H0M&N3
O Pavio tem constante meo fe nm grande
sortimento de roupa, tanto de pannj como
de bri s brinco e decores, de case-
miras, para todos os preces e qualidades,
e tambem se manda fazer qualqner peca de j (litas mais encorpadas, ten lo de urna e da
obra c-m tjdo aceio e promptido, parao'duas larguras, quesevfnde o mais barato
que se tem um perito Ipossivel, na ra da Imperatriz n, J.
Grande
LIQUIDACAvl.
Na ra do crespo n. 20.
i-oJi de Gnllherme.
Las de cores miudas a 80 rs s covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largar a
2*300 vara.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 210 o co-
vado,
Sitas riscados prnssianos 280 o covado.
Ditas chinelas para coberta a 240 o covado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 260 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cures para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 3J a peca.
Ditas brancas com 10 vara?, a 3*000 e 34300
a pec,a.
Bita Victoria, a 44 a pega.
Mus-ullna branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo rancez, a 64 a pega.
Dito inglex de bom a especial, a 44000, 54, 64
e 74 a pega.
Algoaosiabo a 34,3/300 a 44 a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda snperior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisadas a-
500 i s. o covado.
Dita preta coa flor branca, o 500 rs. o oo-
vado.
Ditas de cores padrdes mindos e modernos a 360
r-. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada nm.
Ditos de linlio embainhados 44 a duzia.
Chila, fazenda bem conhecida pela sna fortidao,
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
200 r*. o covado.
Casemira preta superior, a 14500 o eovado
..Cortes de casemira de cor, 34300, 44 e 54.
Corles de ineia casemira, a 14200.
Casineta preta e de,cor, a 300 rs. o eovado.
Ganga amarella lia e do liita, a 360 rs. o co-
vado.
Algodao iargo merca T 54 a pega.
Dase amostras frm penhor.
Gangas de linbo para roupa de enancas
a 420 rs. o covado, brim de linbo branco
trancado muilo superior e a 40300 e
I07OG rs. a vara, dito pardo de linbo a
320 e 500 rs. o covade, serondas france-
zas de crelone e de linbo 10800 e 20800
r urna. E ootras incitas fazendas que
vendemos por precos razoarveis.
Porcelana' e leueas.Deltcadas
canecas de porcelana esmaltadas-pana'caf
80 a duzia, ditas de ditas com frisos de
cor 60 a duzia, canecas de porcelana brin-
ca para creme a 305AG a duja, copinos
de porcelana branco para ovos 10200
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farioba
a 10, boitos aparelhoe de louca ingleza
com froiso de cor completos para jaotar,
constando de 20 duzias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos com lam-
pa, 4 molbeiras, 16 pratos travessos por
1200, ditos completas para almocodames-
maleuca 110, grande sortimento de lou-
ca avulsa, constando de pratos cem lampa
sopeiras, molbeiras, pralos travessos, ora-
tos avulsos com frisos de diversos tama-
itos, pratos com coras 20700 a duzja,
ditos pagode Chinez, grande quanlidade de
tigellas pintadas de diversos tamaitos,
bales, barias,. que se vende por mdicos
tico uno, pacotes de pos de arroz a 400, PreC0S
600 rs. um, boaec as para pos de arroz a
'i00 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e
tiiluqiiiltiarla* Ricos candieiros
para gaz de vidro e porcelana, feitio de jar-
ro, 140 e 160 cada um, ditos de vidro
de castor branco forma Victor, para homen'de cores 6i, lamparinas, grande sorti-
a 110 e 120000, ditos de palha ventilado-i ment de vidros de metal para dependurar,
res a 30200 rs"., ditos pretos de feltro copa para cima de mesa e para parede, 10000
redonda a 30500 rs., ditos brancos a' 1080020 e 20500, eom grande sortimen-
30210, ditos de merino de seda preta de to de jarrss de diversos tamanbos e gostos
50 a 70000 um, ditos de palha para crian-1 de 50 200 o par.casticaesde vidro de cor
Ca de 20 a 20500 rs. um, bonets de panno Pra vela 3 o par, lindos prauhos de Iou-
preto enfeitados para meninos a 30 e 305OO C* esmaltado com lampa para sardtnbas e
rs. um, cbapelioas de seda enfeitadas para outras 20 20500 cada um. hados bules de
baptisado de criaoca a 30 e 30500 rs. um louca da China 20500 30 e 30500 cada
bonitas chapelinas de filo de seda branca um, sextinhas de vidro de cores com azas
enfeitadas para senhoras e meninas a 60 para cartSes 10500 20 cada urna, bonitas
a 70000 orna chapeos de sol de seda com qaartinhas hamburguesas depf a 50 o par,
cabo de marfim a 90500, 110.140 e! copos de barro, bonitos temos de bandejas
170000 rs. um, ditos com cabo imitaco de! OTaes 110, ditos qaadrados 70, graade
uoicornio a 90 e muitas outras qualidades sortimento de bandejas avulsas de 10300 l
tanto para homens como para senhoras e 20600 cada urna, ditas para farinha 10200
mancas, sendo de percale 10300,10500 urna, talheres de facas com cabo deme-t
e 20000 rs '-no 1;>a duzia, ditos de ditas cabo de
Fawndas.-L.ndos e modernos cortes osso finas de 50500 100 a duzia, colhe-
depercalede barraeom figurioos a 70000 J" demealfiDoparasopaa 5a doza,
com 1.4 covados, bonitos corles de seda'^8 de dito para cha 20400 ai taja,
com 21 covados por 280000. corles de cara!C0Q"s Pa" s5Pte(J,ara assucar, port-braa
bra.a branca fina com babadinhos, borda-"s d lat5 um, tando-palitei-
dos proprios para partidas a 70000; tendo ** Porc0e]aa, ,braca fina fi00'
8 vaas de fazenda para o corpo e 15 varas ff- *** J e W cada um' albfit,ras
de babados, cortes de 13a escosseza com ae a e vlflros-
15> covados a 130000, finissimas e moder- Cateadlo.Botinas de bezerro para
as cambraias brancas com listras a Impe- homem I 60 o par, ditas gaspiadas para
ratriz peca de 10 jardas 90000 ditas mar senhora 30 e 30200 o par, ditas de ditas
ca bispo e Victoria de 40 a 60600 rs. peca, para criaoca a 20 o par, sapatos de tapete
cambraia branca para forro pecas ue lo e de tranca para homem e senhora, de
jardas a 20400 rs., bonitos cortes de 13a, 10500 10800 o par, ditos de tapete ave-
com 16 covados a 50500 rs., ditos de ludados para crianzas 10 o par.
cbaly a 50000, pecas de cambraia branca Wludeas.Duzia de carriteis de li-
de salpicos com .8 i2 varas a 50500, bo- nha de Alejandre 200 jardas 920 rs.
ni tas 13a s de listras a 560 rs. o covado,' caixa com 50 novellos de linba branca
grande pechincha de laas finas- de bonitos 680 rs., la muito fina para bordar bonitas
padres a 260 rs. o covado, fazenda que cores 60400 a libra, duzias de caixinhas
vale 400 rs., bonitas e finas chitas franco- de grarapas 400 rs., duzia de caixinhas
zas de urna s cor a 300 o covado, perca- de alfinetes pretos e brancos 10300, le-
les muito finas e de delicados padres a ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
320 e 360-rs. o covado, finissima chita tos de madeira emilac3ode sndalo, muito
franceza clara a 340 rs, o covado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
dres a 360 rs. o covado, bramante
de liobo com 10 palmos de largara a
20400 rs. a vara, esguio de linho finissi-
mo a 20000 a vara, bonitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 5C0s rs. o covado,
setim de algodao de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roupa
de enanca o 500 rs. o covado, riscadinhos
finos de cores a 280 rs. o covado, chila
preta fina a 280 rs. o covado, guardanapos
de linbo para almoro ou cha a 20600 e
30600 rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a 80 a duzia,
servem para toalhas de maos., toalbas de
linho grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
dao com barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas brancas e de cores de 20700 a
40500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
13a de lindos padres a 80 e 130000, ditos
de pello de lontra com duas vistas a 140,
camisinhas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 20500 e 30000 rs. cada urna, visti-
(linho- de cambraia bordados para baptisa-
dos de mangas a 60 e 120OCO om, cami-
sas bordadas para senhoras a 50500 rs.
urna, pentiadores de nanzuk bordado para
senhoras 40500 rs, um. caixinhas com urna
dazia de lencos de linho finos abainhados
por 60000, lencos de cassa finos com bo-
nitas estampas a 30600 rs. a duzia, diUs
grandes de cambraia com cercaduras a
0400 rs. a d zia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenhos a 10200 rs. a duzia.
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
bonitos 20, thesouras finas de ponta tor-
ta para unhas 60 a duzia, nenies trans-
parentes finos para alizar 20 a duzia, ca-
dirco de. linbo de diversas larguras branco
360 rs. a duzia de pecas, tranca de 13a o
fina de cores para debrum i 240 e 400 rs.
a peca, tranca branca de caracol 560 ^ rss
a duzia de pecas, trancas de 13a de core-
de caracol 600 rs. a duzia de pecas, su.
laxe branco de algodao 280 rs. a duzia de
pecas> caixas de aguJbas francezas 4 papis
por 2J0 240 rs. o miibeiro, agulhas pars
crochet, loucas de 12a francezas muito boa
nitiubas para criaocas 800 rs. urna, cai-
xas de superior papel amizade 4 700 rs.,
ditas de dito de coces 800 rs., caixas de
100 envelopes 560 rs., papel almaco
pautado, dito de peso, dito para forro de
casa, meias cruas para enancas a 30500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costura*
de numero 2 8 de 40500 50500 a du-
zia, meias para meninas de todas as idades
30500 a duzia, ditas inglezas sem costu-
ra para homem 50500, e muito finas
60500 a duzia, dilas c< m p de cor 80 e
80500 a duzia, superiores meias ioglezas
para seohora 60. 80, 100. e 160. luvas
de fio da Esc ssia finas brancas e de cores
para senborn 30 a duzia, superiores lu-
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para bomem e senhora, grande sortimento
de bengallas, espingardas para c iancas,
brincos e alfinetes de borracha para luto, e
correales para relogios 800 rs.. ogos de
vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. 20300 cada urna, grande sormento
de botes e guarnc>s para camisas de ho-
mem de 400'rs. a 20 cada urna, optes de
nm, cobertas feitas grandes de chita fran- madreperola grande e para colletes, grande
ceza a 20400 urna, coberiores bram os de sortimento de abotoaduras para colletes, e
13a com barra a 20500 e 30000 rs., alpaca ditas de os.-o para palitots e colletes. groza'
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran- de botes de osso para calca 240 rs.,
ca finas a 560 rs. o covado, dita prea de pecas de fita de sarja de cores sem beira de
de 440 a 800 rs. o covado, seda p-eta a n. 1 3 700, ditas de dita de setim eslreita
500 rs. o covado, grosdeoaples branco com'e 1-rgas e 2*0 a 500 rs. pecas de fitas
toquo de mofo a 640 rs. o covado, japode veludo eslreita preta 640 rs. ditas
de seda encarnada a 90 rs o co*vado! tais-l largas, "e muitas outras mindezas qic dei-
sjma brilhaiii.na de listras brancas e par- xanios de mencionar por se tornar enfado-
das a 640 rs. o covado. 'nho.
Este estabelecimento acha-se aberlc desde as 6 horas da manhSa as 9 da norte,
15Ra di Imperatriz15
EMPORIO COMUKUCIAli
II ULYSSES & IRMAO



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Diario de Pernambuco Sexta eir 23 de Junho de 1871.
/

FOGO FOGO FOGO
Grande sortimento de foguinhos artificiaes para os
jgsTcos
DE ?. JOOE S. PEDRO
No arnuzem do Vapor Fraucez, roa do Bar3o da Victoria d. 7, aca-
ba da chegar grande'surlimento de diversos foguinhos ariificiaes chine-
zes, japonezes, alleniSes e francezes, todos de vistas de cores e effeitos
ma^niPco.'.gfabricados especialmente para sa!5es e varanda?, e serrtn sol-
tados por senhoras e meninos, sem o menor receio de serein offcndido.?,
e tambera tem grande sortimento de rodinhas, de pistollas de craveiros
de diversos tamanhos feitos na mais distincla fabrica deste genero que
existe nesta cidade.
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A
s a-
a
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< 3
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A'
presos
MITO
baratos.
Luvas de {eili-
' cabrancas, pretas e de
cores para homens e
sennoras.
Leqiies p^ra se-
nhoras e meninas.
B:lucos e polsoi-
ras de turo bom de lei
para sennoras e me-
ninas.
m
Balees aere os n-
ticos pequeos de 8 a
12 palmos de papel de
seda, de cores muito
bellos e facis de sol-
tarse.
Globos de papel de
cores para illuuiinagrjes
e p;peis arrendados
proprios para enfeitar
bolos.
Calcado calqado calcado
ClIEGADO DE NOVO
Botinas para bomem. jnglezas e francezas, o rmUYr possivel, nb so
de bezerre como de pellica, cordavSo e vaqueta de lustre.
Ditas para meninos das mesmas qiiali'da'iles iguaes as de homem.
Ditas par seuboras e meninas, duraqoe sor.imentos deferentes.
Sapatinhos de salto para senhoras, doraqoe branco, de cores e de verniz.
Botnhas proprias para enancas bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
Sapaioes para hornera, artigo muito fino, corda- 5o, verniz e brkn branco.
Sapatos de tapete aveludados e de tranca psra homens senhoras e
meninos.
. Sapatos de borracha de primeira sorte para homens e senhoras.
Botas russunas para homens e porreras para meninos.
Ouinquilliaiias
Esp caixinhas com vidro ao augmentar os retratos de carioeF, costureiras de
novos odellos com msica, ricos ibjtctos dourados para toilels, pes de
vidro para pianos, bolsiohas de seda e cestinhas de vioiei para braco de
meninas, cofresinhos mgicos da desaparecer aaneis, recios, e ootros
martos ob ectos novos de mgicas; jogos da gloria, da domin, bagatelas,
de vispr-ra, de rodete e de outros diversos oguiobos alternaos, jarro com
bouquet de flores de porcelana para sanctuarios, topetes para lauternas,
reverberas transparentes para cameiros, espanadires de palha, venesia-
as etran^parentes para janellas, pentesGaos de marim para tirar caspas,
ditos do travessfs para meninas, escovas finas para denles, para barba,
para-eahjllo e para vestido do senhoras, pmteiras de espuma para ci-
garros ech3ruto--, ocnlos de piala dourado e de ac, tunelas de tartaru-
ga, gravatas brancas, pretas e de cores, chicotes, bengallas, luvas, abotua-
duras de cohetes e de puniros, caixas d) msica de dar.-se corda, esterio-
copos com vistas e-cohidas de paisagens, grapas de familia e figuras de
phantasia, cosmoramas com lindas paisagens, molduras douradas, quadros
ebonilis estampas de cidades.de figuras e de santos, carteiras p3ra notas,
para edioheiro, malas, e bolsas deviagem, esporas, luvas decamurcae de
fio da Escossia, machinas para caf p jrta-pratos para mesa, realejos de veio
e accordions, armonios e nutras qoinquilbarias diversas, francezas e alle-
maes.
Perfumaras
Finas perfumaras de piimeira qaalidade dos afamados fabricantes Piver,
Corday e Lubim.
Brinquedos para meninos
O maior sortimento que se pode desejar de brinquedos fabricados em di-
versos paizes da Europa, para entrelimento de criancas, o-qne na verdade
s com muiu forca ik vonladeede trabalbo, se pode obter e sustentar
im tal sortimento.
Pedido
O donodesle estabeleeimento pede a lodos seus freguezes, amigos co-
nhecidos, e ao publico' em geral, meDte verificar qaalquer destes artigos e seriificar-se que em vista das
cualidades, os precos sao baratissimo por ser ludo viudo em direitura e
de sua conla propria, uff rewidn porporcSes de eseolher-se a vontade.
W. 7NO ARMAZM DO VAPOR FRANGEZ RA DO BAKO DA VICTORIA
OUTR'ORA NOVA N. 7.
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Sao finalmente chegadas a estavpraca pela segunda vez as verdadeiras preparaceCf
do Dr. Radway & C. de New-York.
Depois de algns annos, em que as falsmca{5es de Hambnrgo e mesmo de New-
York tiveram entrada oeste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito quf
esles remedios haviam alcancado por seus maravilbosos effeitos consegoiram introduzir
se, illudindo o publico incauto, com orna reducto de preco, nullifjcando o verdadein
mrito destas admiraveis preparac5es, imitando as verdadeiras; porm desacreditar)
do-as cora seus millos effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declararlo abaixo, e ;
dar diplomas aes que ven'ierem os seus legtimos preparados;
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparages do Dr. Ra-
dwai s se vendera nos depsitos cima declarados e trazem ura rotulo igual ao desu
annuncio.
Nos abaixo assigDados, declaramos e certecamps, que os Srs. Raymumlo Carlos Le-
ie & IrmJo,da cidade do kio de Janeiro, no imperio do Brasil, soos nossos apen;e
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Pono
gal. Noticiamos ao publico, qne nao se podem obter os remedios do Dr. Rauway 4 C
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York no;
Estados-Unidos). sen3o das pess as que podem produz;r a presente certificaejo e attes
tacan e que a produzem, sobscripta e assigsada do Dr. Radway & C. e dos Srs R^j
mondo Carlos Leile & rm3o como ao pe. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dway A C. sao acorapanbados de cdulas smelhantes as que parecem ao p desta cer-
tificac-ao.
Examine-se bem a assignatora da firma do Dr. Radway & C. ao p da present
sertificago e compare-se com o facsmile as cdulas com todos os frascos e caixiubas.
Radway & C.
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Calcados

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Botinas de brim e daraqno branco bordados d
setim a 6 o par : na ra do B.m sus a. it,
loja._____________________________
Cofre com c?rteir, sendo da fr;rro pruva de
f'"go : em casa de Shaw Hawkes h C, ra do
Bom Jess rt. 4.______.___________
Situaco exeellent*.
Vende se ama excelleme cas terrea contigua a
que servo d estacao da Encruziihada na e?qana
da estrada o Roiarinho, leo 2 salas i qnartos,
c.'zinha, cacimba e 2 qaiotaes maradoi: qnem
pretende-la dirija se me-ma casa.-____________

^ ..-1 r. Ti (T, O ff 2

5 H, = 5. 3 !?'-
Ha'Ssa'aft
^2^ 8 S
5^53 '=
S'l'lfllfi.i
Vcndo-cf! a taberna do pateo do Ter^o n. 68'
tratar na n.esma.
A 240.
Vende se massos de liana para bordar, diversos
nmeros, pelo barato prego de 240 rs. : venlian
ra do Mrquez de O.inda n. SO A, loja de m a-
dezas, antiga ra da Cadeia. _________________
Aproveitem
Talheres finos, dous bot5es, cabo branco, a 54
a dutia, colberes finas electro-pate a 64 a duzia,
ditas para arroi, ditas para tarria, litas para
mostarda, ditas para sal, ditas para sopa a lO a
duzia, para liquidar que se vendo por ete di-
minutos precos : nn muzeu elegante, rea estreita
do Rosario n. I, de Ferreira, Martina 4 C.
Joaquim Jos Goncalves Beltrao tem para
vender no si a efcrptbno ra do Cjmmerclo n.
B, os gneros abaixo notados, que vende mais bi-
rato do qne em ontra qnalijuer parte :
Azeiton9 em ancoretas.
Amendoas em barrica^.
Caf muido em masaos de 1 libra.
Chapeos rio Ciile de boa qualidade.
Cognac marca marlel rres.
Enxadas.
Farinha de mandirca de Santa Catharina, sac
eos de 3 e J ajq jeires.
Dita da Babia em accos brancos.
Dita de djta em bi-rrica, proprias pira asas
partieolares.
Fio dealgodo da Bihia em novellos.
Fouces.
Maxados.
Notes.
Obra de palheta?.
Papel pr<|>r'.i para cigarro?.
Dito azul para b.aica.
Palitos para Pregos otlidos.
Panno de algoriio da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso r < Baha.
Rolha.
llap popubr di Baha.
Botim em fardo4.
Retroz dos methores fabriesntes do Porto-
Tapioca do'Maranhio.
Tabaco ipcnte da Baha.
Verniz eopaL
Vinho do Porto'en?arrafa-lo, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de^dito cm barra, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro (le Scbal.
Dito B'.>rdeaux em caixa? de nina ou2a.
Dito.de cj em c?ixa de tima dnzia.
Vi'iide s:> nu roa '.' Itr.in da V:ct na, on-
tr'ora roa Nova n. 40, i srcaizem de looca lina e
ordinaria, a rjualqutr lesta que fe qu:ztr esta-
liflu-i r, a dii.licirc, i u c iffl atgum praao com ga-
Ttte a vouUde o pr pri li'io ; no mtsaio ar-
mazein, wude-sa a dinbeiro vista, apparelbos
para cha le porcelara, dinrados e do frises di
cris, ditos de porcelana branca, .ppartnos pa-
ra i.,ijar '!f pire lana branca, dit i para jaotar
dofuso verde atol i^a'r'Z s, dit" para cha, va-
sos rt pi'icriana para Une.*, compotciris, g3rra-
fis '' |! s par agua, cauces paia v uho e rham-
I^.jui.1', 'le cliyUI .fr.lapwlaJx- lir. ; ; e outras
1 nuii.is | e^as que ser enfadoubi moncionar por
extenso qne fe vende ror menos d^> ijjie em on-
tra qnalquer parto do 5 a 10 rxr cento, por ter
n itonifHlii acallar c m n e latel cimento._________
Li MI PITADA.
Para 8, Juo e 8. Pedro
Completo sortimento por prec/ia mdico.
JLonfa vldra Alguidares de todos s tamanhos, bacas pan"l-
las, papeiros, cagarolas, tigellas, batedeiras, tu-
rines, etc.
Vldratlo do paEz.
Alguidares de ledos os tamanhos, paneas ti
gella?, batedeiras e papeiro?.
Loiifa polda e por pollr
Dos principaes fabricantes.
Existe um completo sortimento de jarras, res-
friadores, morings, garrafa?, bilh3?, copos com
prato e tem elle, qoarrnhas, resfriadeiras, j-rros,
cacos para flores e tudo mais que se precisa de
objetos de barro.
S existe no pavimento terreo do sobrado n. 16,
de dons andares ra do fangel, armazem Ce
orna s porta, onde tem piulada um. jarra na
frente.
Massa de polvo r .
Valdevino oa plvora tem para vender
armaz*m na rna Imperial massa inglea '
boa e .abocas de diversas grossnras e py
imito cotnnftxlo.
Uervvja ein liarr J, di^ .^u-
periorqti lid d-
V la Senzala rova r; 42.
ein ili s
Vende-fe os utesciliut de nm arttatem de eacna
^ecca, os quaes servem timbem para padiria : na
ma de Pedro All.'iivj n 7, antiga da Prala.
nm terreno na ra da Hora, obrada de Jj-, de
l.,arros, com l! O primos de frente e 4'0 a 450 .!e
|nndo, com algumas arvores de fructo, por m Ji50
)|r(C) : a tratar na ra d) Vigario n. li, l* an-
nar escriplurio.
A 1^280 o par.
Vende p sapatos de tracal para senhjra
liiiiinto pre?o de 14280 ; veobam a enes
>loe se acaben) na U>m conhcida leja de
thzni da ra da Cadaia n. .'O A, hoje Maru
Olinda.
aoi^s
i'.,li-
le
A 4$?00.
60 por 48
No muzeu elegante.
Vendjse.caaiss inglezas muito Gnas de 60
a dnzia, por 484, taias (tosa bordada a lj cada
nxa, i para fechar costas : na ra estreita do
Rosatio n. i.__________________'______________
Vende-se om bom terreno com trinta pal-
mos de frente e quinhentos de fondo sito na roa
de Santo Antonio no lugar Agua-Fra e Bebe-
ribe de Baixo : para tratar na ra das Cinco
Pontas a. B5.
Terreno em Olinda
Vende-se um terreno situado na ra da Senza
la de Santa Thereza, naouella cidade, com 500
palmos de frente e mais de 1,000 de fundo, plan-
tado de coqueiros, capia e algumas arvores, com
dous grandes viveiros principiados, seado murado
na frente, olhando para Santa Thereza, com muro
de lijlo e cal, com grande porto de ferro e com
nm alicerce ja feito, iodo o fundo at o rio Bebe-
ribe, onde se pode fazer bonita frente ; vende-se
tanibem com o fnesma terreno urca porcao do
materia! coroposto do 8,000 lijlos, sendo 1,000
para cacimba e o mais para edificar, e 250 alquei-
res de cal a trat r na ra do Mrquez da Olinda
c. 52, eacript irio, 1 andar.___________________
Folha de Flandres
em casa de C. Barroca, roa oa Cadeia n l.
Vinde-ae borzegoios, obra mullo b.a, :. "'.
minuto preo de H : vncese na ma to Mr-
quez de Oiinda n 50 ,\, li i^ Dados e gamae.
O muzeu elegante, ra 9*1 relia do Rosario c. I,
recebeu tabolas e copos do maiflm, coasa de apu-
rado goslo, e tambeoi perleiins dados d? ;,
sendo Iros em urna caixinha proptios pzr u
apreciadores d<......
Veade-se
Wnde-so urr.a parte de ama casa na cid: i': .in
Olinda raa dn Varadouro. em cuja -asa > coa-
frnli'i o Sr. Domingo? Francisco lUnialt ; a
tratar na ra da Croz n. 50. Io anlar.________
S. Joo e S. Pedro
^Bollos simples e enfeitados le 54000
e de 3 ta. Recbese, eocommeo ,
amendoas lina?, Hambres epodjns: 02 c
tia do braco to Curo.
DAMASCO DK L.\ V C;m 8 palillos ^
ra a 25 o covado.
CHALES DE TARLATANA bordad-s s \i (MI
cada um.
SAIAS BORDADAS para sfnhora a 44.
CAMISAS para senh ra a 2*i00.
LENCOS de algodao a IJOO a dn'a.
CORlES de organdy com 10 jardas a .
Na le ja rio Antonio de M ora Rolim & \'. rea
Duque de Caxias n. 73, antiga do QueiraaJ'.
Madapo ao fino
.-.vana a 5' a prg
loja da esquina.
na ra
Crc-po d.
Tabellas de reduepao
O Campos da ra do Imperador n. 8 asbr oe
roceber una nova remessa rio tabella* de r"d 1:-
co do prreo e peso, do kilogramma a libras e
vicc-versa. Ellas ?ai mni roe "ir n f n :
irmizens de assucar, trapiches, acougues .-
icns de relalbo, e r^linaijiJes, mesmo, pri -:?
fcil comprchenro. S se vendem n: an te
lo Campos. '
FOGO
FOGO
Grande sortimento de fagos para o? festeja e
S. Joao, na rna Direita n. 53, lija de ferragfl de
Lenidas Tito Loureiro.

I
TA GERAL
197.
DOS PREMIOS DA PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 83o, A BENEFICIO DA CAPELLA DA SANTA CRUZ DOS MILAGRES DE OLINDA, EXTRAH1DA EM 2 DE JUNHO DE 1871
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,S. PREMS. >S. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. 1 NS. PREMS. S. PREMS. : NS. PREMS. NS. PREMS. 1 NS. PREMS. MS. PREMS. NS. PREDS. NS..PREMS. ES. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
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1871
-t




A PROPOSITO DE M LIYRO.
I *
Por menos qoe se queira observar, n3o
deixa de tornir-se patente e claro que a
poesa vai entre nos tomando orna direcc5o
errnea c falsissima. Abram-se todos os
livros dos notos poetas, que de todos os
lados sirgem; nao encontrareis ati nma
vasta e profunda poesa, que mostr ea
cada un de suas estrophes a vida que
borbolla, a seva que inica o bogo vi ver,
como em corporobo os membros a fo'ca da vida s5; n3o : anto-
Ihares coro ama poesa que se fe* poltica,
quer dizer com urna poesa que se fez pe-
quena.
N5o ha nada menos potico do que essa
poesa qoe faz partido, essa poesa que se
pa/ece com mos artigos de mo jornal de
opporicao. t o que se encontra n->s novas
iivros de nossos poetas, e Dio para ahi; es*
tes -livros lem urna cutra face ; nern sem-
pre se pode estar a bradar lyraonin,
preciso tambero algum repooso, algara en-
tretenimento para esses peitos azafamad 9
de tanta Jida, de tanto pugnar de tribuno ;
vai-se tambera ao theatro receber palmis de
platea estulta. Pos bera, nos versos con-
tra o governo, uns versos a urna actriz me-
diocre, eis abi o vasto circulo em que se
quer inscrever a poesa actual brasiles. A
lista de tanta fraqueza, de tanto desanimo
da nova geraejo, nao ser-nos-ba licito dizer
que a poesa nma coosa frivola e banal ?
E' assim ; quem deixa de abrir pan a
tudar urna pagina de Gnizot ou Reuss para
totalmente mormurar n'um idiotismo, a que
"iguera chamar sublime, algom verso de
Hugo oo Quinetcertamente senle-se pos-
soido pela preguica fatal de tod > ignorante
Iliterato. E, porm, n3 fallamos n'um
idiotismo sublime, e, pos, isto tambera s
vezes verdade. A poesa urna necessi-
dade para mitigar a duvida de quem quer
que duvida, sabio ou ignorante; porque
ella Ma a linguagem do desconhecido, e
este ura para todos. A poesa a su-
blime doida sempre vi*a, sempre immortaJ,
que tenta por vezes com lyranoia.
Tudo est snjeito decadencia, porqoe
ludo est sojeito ao erro. Desd.- a religiio
e so < irm gemea, a poesaat s mais'
fcaixas theorias da sciencia social.
Pjra fallar com a verdade, 's tero ha-
bido do mundo urna nica religiSo. e esta
a aspirado do hornera para o infinito ,
disse Aihanasio Goquerel (I). O mesmo s<
rod dizer da poesa. Esse falso principio
rjue circula na.s veas d; ama e de outra.
essa nivejj de negrores intensos e asphy-
ap^s, que em pocas fatdicas as envclve
t faz rolar po pcedem por fim forca d?
verdade artstica ; falsoi propbetas, e falsos
poetas, os apostlos da re|igi3o poiica, e
os revolucionarios da poesa opposicionista,
tod vis estes fiio finalmente passagem a quem
deve andar, e condemonm-se a ficar espa-
voridos e cstontcados de p sobre o nada
que se ahondaa mirar de lon.ie um cortejo
ara que seriam profanos, e com a conscien-
cia pesada por terem a certeza de haver
accumulado obstculos ao fulgir de urna luz
a que empanavaml
Lembra-nos a bellissima expressSo do
f.(.;iS3.1or Kant, que lemos algures : Ha
/uas cousa? que inundara, minka alma de
respeito e de adm.irac.Io, o co estrellado
por sobre nossas cabecas, e a le moral den-
tro em n; Bera; So as duas fontes
da grande poesa; o philosopho foi aqu
i.m rival de Scliiller, o pai do lyrismo alle-
m5o. O co estrellado quer dizer a na-
i reza proferindo o seu mais elonuente d-s-
curco, o universo timando seu mantornis
oell mais fu (,-urantc ; o mundo no sea
rn :: nto de mais pasamento, o momento
i .'j sna alma mais se agita, mais arde,
queima... o co estrellado! quer di-
lois e:n seu maior f stigio, o espato
:.: mu naainr tristeza para uns, em seu
(!) II me
"Cimbro de
di- ileux
1870.
Mond's, de 15 de
maior de*lumbramento para outres; quer
dizer o amor descrido em face de ama con-
sol cl\ a desventura om fae de urna ale
gria; a creo? di rale do infinito, o homem
diante da immensidade ; quer dizer Eorico,
o Presbyterochorando a lagrima quente e
eterna de um corceo que cresce... cresce
tragado pelo abotre do amor desilludido ;
qaer dizer Margarida ancosa e enlevada es-
perando, chorosa e tristissima despedra-
da se !
A lei moral I s3o todas as lulas grandes,
lodos os devotamente? sobre-humanos, to-
dos ortbesouros das almas candidas aber-
03 luz do sol, quo os allmia; lodo osse
mundo infinito de to'mentos, de anceios, de
milagrosas aff.-icSss, de tefnoras castas, de
desconsoladores anhelos, de frvidos palpi-
tes ; todo tase mondo mais vasto qoe o
mar, ma azul e fulgido que o co.
Lemos na phrase do philosopho a origem
eterna da eterm poesa :a poesa forte da
alma que se agita, e a poesa brilhante do
corceo que palpita; a poesa que pensa, e
a poesa qoe admira e deslumhra se : o
poema debaixo de todas as suas formas an-
tigs e modernas, e o lyrismo sob os as-
pectos variadsimos que ha tomado.
No primeiro deve o poeta procorar saber
algoma coosa do que h i de mais ignorado:
Deus e o homem. Estes dous eternos ami-
gos, d-gamos melhor, estes dous eternos
rivae? se irapem sempre que se pensa
ii'omT poesa elevada; e esta assim, a
nosso vf, urna lava que o amor doabnem
atira aotpsdeDeu, ou um pesa de I o com
que este comprima a imefgeneia do pri-
meiro, quando busca senti-lo. O lyrismo'
talvez a raupagem' mais beHs de urna
poesa brilhante. O nosso seclo- offerece
exemplos de na lyrismo opulento' e ma-
jestoso ; Vctor Hago a alma mais lyrica
do poema; lyrico no drama, lyrico'HO ro-
manee, lyrico no discurso, lyrico- en iodos
os seus versos;' Lamartine e Muwef e
Vigny sao tambera grandes e ricos por esse
lado. Goethe inferior a Byros 6'a-Sfebih
ler neste genero primordial da arte moder-
na Onde em Gosilie essas expresses de
um lyrismo encantador,- qoe orna vez lida
nunca mais se esqueccm 1 Este bomem,
personificador da Allemanba, na pBrase de
un nolavel escriptor, era'pei)saate dte mais,
tinos a aridez roelaphysica em grao snffi-
ciente para tornar-se nest sentido ioftrior
ao autor do Corsario e ao autor dos Satea-
dorts. Entre nos, por mais que bradtem,
por mais qoe derem para azer crr qoe
temos grandes lyricos, nunca os devsame*.
i lemos algures que Souza Caldas e Got>
ealves Das s< os pnmeiros neste senta
da lengua portogueza; nao duvidareracs-
disto ; porqoe j lemos tambemiqoe o pa-
dre Francisco Manoe!, Philinto Elysio n
Arcadia (estes ttulos arcadianos sao burles-
cos) o raaiur naquelle genero daEropa I!
Esta .i'tima parle explica a prinMira; tudo
isto se suppem, e se completa.
Mas fallemos franco, na hypothese que
se dtve ter sempre o direito de erigir, ha-
ver poeta mais mediocre do que um Ma-
galhSes, um Porlo-Alegre ?
O lyrismo urna das expresses d ge-
nio artstico de mais primor, e qas tem
sna explicarlo na physionomia dos sca-
los e no fundo da personalidade do poeta:
s as grandes pocas, s as almas citadas
das grandes inquietudeso possuea- n'l-
tura das cousas quasi inaccessives.
Os lempos aguados e revolucionarte-das
origenj, das forma^es dos povos, con na
India, na Grecia, e entre os Hebreus ; os
seculos fecundos como o-seculo XIV eXV,
fontes de nma nova civilisaco ; um seclo
que vio baquear mais de urna pbilosophia
celebre, mais d3 urna instituirlo que pare-
ca duravel, como o nosso; isto para as
pocas.
Ouanto aos bomeos, s os homens como
Isaas, q lerendo atirar a palavra de Deus
na face do? povos, como Sihakespeare,
qnerendo lr no coracJo como n'um livro
aberto ; como Schiller, quereudo achar as
leis das grandes paixes; como Byron,que-
rendo sondar os segredos da sociedade ;
como Hugo, qnerendo prescrutar o pensa-
mento ntimo las grandezas, e o iocos^to
do iaOoito; todas &**} cabefaj incenfts
pelas perplexidades de sO.'i lempo, e enca-
rando-as sempre debsixo de pm pouto de
vista impessoal, e superior.
Pjr vezes o lyrismo o3a aaibrafU
enthosiasla, ou ardente sentimental :
oeste caso elle a escala primei: a da poe-
sa, c Eolio, como diz S:herer, ouve-se
nelle a monodia suhume t urna alma doen-
te do infinito... Mas i suda urna pbase
primitiva, a da melancola, da poesa intima,
e, para dizer tudo, a do lyrismo. (i) Se-
parrnosos do pensimdnto de Scherer nes
te final; elle parece confundir a poesa ly-
rica com a poesa sentimental e descrente.
E' um erro.
Todo aquelle trecho, qoe applicado a
Mar.o de Gurn, exactssioao com re-
lacu a esle ultimo, porque cario que este
moco melanclico nao passou i phtse pri-
meira da poesa, a poesa melanclica como
o sea carcter; mas querer igualar a poe-
sia de Gurin, a poesa primeira phase, e
intima com o lyrismo, variadsimo em soas
grandiosas vibraces um grava engao.
Aquella om degrao apenas, o degro pri-
meiro, este ultimo abrange todos os degrios
da extensa escafa.
II
Deus te c'ama do co : Mulher escota!
E algoem le dii aa ierra: arehaoj falla!
Oode irs t3o fonnosa e pansatti.
Fagindo a sina que ferio Suzaoa ? I
O mundo inteiro chama-te captiva,
Smente o poeta diz qae s soberana.
Li, onde a escrava derramoo seas Drantos;
L, oo.de Agar da culpa se redime ;
Tu, com teos beijos, pagars mil cantos;
Algoem. com prantos, lasar teu crme.
Queira darnos verdideiras paginas de
inspirado lyrismo, que deltas temos muila
sJe, muita pobreza. Estmo3 certo da
delicadeza, e dessa especie de magia, espe-
cie de encantamento, qoe em grao elevadis-
simo possae a poesa; talvez nao tenbaraos
penetrado a fundo no peosameolo do livro
qne lano agrada; que sna inspiradlo
om capricho d'alma, com ella a fraqueza
da analyse s vezes o triampho do gos-
to(3)
Recife, 7 de junho de i871.
Sylvio da Silveira Ramn.
O autor das Peregrinas tem talvez des-
prezado aquellas vibraces, nao tem querido
fazer-nos ouvi las de sua lyra.
Temos a franqueza1, talvez a grosseria de
critico, para dizer-lbe que adiamos bons,
acharaos bellos seos versos i misn3o jalga-
mos que os assauptos cfelles sejano os mais
adequadosao sen talento. Esta situado, esse
meio litterario que boje cerca a todosn3o
fu creado por efle, j o achou1 frito. Os
poetas brasileiros empenhados n'um proble-
ma estreid, s sera alcance, o-do. cria-;3de
urna litferatur* nacional, tm descuidaoVas
grandes queste3 de poesa universal, esau
portaoio no lugar em qoe sua preoccupac9o
os collocou. Paya- ben da verdbd deve-
mos asse^urar qm isto vai acabando ; boje
a preoccup>c3o diversa, toda social e
poltica. nma pbase passageira sem du-
vida essa. Todava seria bastante instructi-
vo om estodo da poesa' como for^a soeial
e poltica, estado que tem'sido descuidado
para dar lugar semprr 1 velha these' da
poesa como frca morai.
Aquello modo de prosedr des poetas-do
pair ser talvey- omagraadzt: o decres
cimento proprio por araer da patria; em
todo caso esta os-saber remunerar.
Ai de quem esqaecer a patria l dir s
presente ;-e quoosabe seo fular o u5
repetir f.'
Nao esqaecemo esta' verdade-ji' velha r
todos somos escrawas de nosso te rapo e de
nosso destino. O ter das Piregrims nao
poda escapar essa M. Poder-nss*ha res-
ponder cora om ostro : somos- do somero
aquees que julgan* QJSS a cuitioa nao tem
o diretd d dizer : -porque fizaste isto s
nao aquiHo-?"Exactiseioo: masistna tira
O'direito aquella de dizer o qae pessa, s
maito maneo-de dizer oqne acbaria melhor.
Cremos ser bastante _eseesado 'advertir qae
esta nossas- observataas-sio tedas-dirigidas
contra a tendeada da apon e o5o oaira o
mimoso livriaho, que O'pabUco tenvsabs-
reao, o publico qu- ter comprebeadido
queja resal vamos o vulto do pset da em
meio pequenez do tempo.
' ^ '-poeta, dMamos; tara talvez; daspreza-
do a poasia propriaoiaale rica, e et
nossa siispeiti-foi aqu'formulada a-joropo-
si to-: qoe elle ten osa talento- nota ve I
para este genero, sua- alma casa-so bem
com elle; entregue-a toda aos devaneios
indos,- mimosos desta-ordena:
Por cima do deadems- da belleza-.
Cnge-te a aureola opaca do martirio.
Teas do crepsculo, acaso, a mtureza ?
Devras ser um soi, o s um cyrio.
Sei que em toa alma>se travoo a lata
Do amor com o dever, que a vida abala.
F0LHETIM
O.rILHO D MLCElft
POK
piiiois.zagcom
^ECStTX DA* PARTE
'Conlinuac3o do n. 111.
IX
x Tlngsn^a.
Os fados que Pietro contara Beaure-
gard erara m-is do que verdaderos; como
elle referir, a baroneza de Simier fra fe-
rida de morte ao passar por ao p da
moi'a onde o Elegirte se embosca va ; as-
sim ficra a cacada interrompida repenti-
namente, e fo preciso levar a infeliz vic-
tima para o palacio de Grandl eu.
O conde e seu fillio tinham mostrado
nesta circumstancia a mais louvavel ded-
cac3o.
O conde nao tentara occultar a dr pro-
funda que Ihe causava tamanho desastre,
e ficra-se ao p de Helena, a espera sem-
pre de que ella volvetee em si, e que os
repetidos coidados do medico a chamas-
sem a vida.
Qoanto Anatolio, ootras ideas lhe ti-
nham occorrido, n'oatro sentido encami-
nhra a sua activdade e o desejo da vin-
gan^a que o anima va.
Qoando segua e triste cortejo, que se di-
riga lentamente para o castalio, chegou-se-
lhe um homem,* que n3o conhecia, que
nao lora dos convidados e qae demais
dsso nao vesta como os demais caladores.
Que que qaer, senhor ? disse o
vsconde com suas desconfiancas.
Tenbo que lhe dizer algumas pala-
vra i, respondeo o interlocalor.
Mas o senhor qaem ?
Eu chamo-me Renardin, e son agente
da polica.
Alegrou-se n semblante de Anatolio.
Co'a fortana I disse elle. Ainda bem
qae o encontr... chega muito propo-
sito.
PerdJo, volvea Renardin, qaer-me
antes parecer qae j chego tarde de mais..
Como ?
Teoho razoes para acreditar qoe se
eu tivesse rhegado ao palacio na occasio
da partida, poderia talvez evitar ama des-
grasa.
O senhor Dio er entao qae fosse
aqnillo algam des1,nido... alguraa arma
que se dis:arasse por acar-o ?. .
Eu creio que fui um crime, ssnhor
vsconde.
E conh-:ce talvez o criminoso ?
Nao o conhec anda, roas espero dar
com elle.
E porque meios ?
H-nariin piscou n olho.
O senhor visconde, disse elle, tem
plena confianga em todas as pessoas que
convldoo para a cacada?
De certo, rospondeu Anatolio.
Nao haver pelo menos entre ellas
alguma que o senhor visse pela primeira
vez ?
Ora espere...
Procure bem.
Mas effecliv.imente... lembra-rae de
um tal visconde de Prmery.
Moco ainda, nao verdade ?
Exac.o : moco, alto, de modos afJ-
dalgados.
E quem lh'o recommendoa ?
Um homem. cajos modos me parece-
rn! sempre exquisit-s e suspeitos.
E i sse chama-se ?
Bei-uregard.
Renardin ergueu a cabera.
Tudo se explica, disse o agente, foi
elle, foi esse homemque matoi a baroneza.
Ah I tome cuidado, Sr. Renardin,
olhe que pode enganar-se.
O agente deu aos hombros.
Ora adeu3 I... redarguio elle. Pode-
mos ir as vezes por caminho errado, mas
raro enganarmo-nos. E demais, n5o
de hoje nona de hontem que eu ando em
busca desse Beauregard, e vim c de pro-
posito para o prender, se houvesse occa-
sio.
Est entao oestes sitios ?
lia poucos dias... est na herdade
dos Cogamellos, e para essas bandas me
voa quanto antes.
E o visconde de Prmery ?
Quanto esse, disse Renardin, olhe...
E estendendo o braco para o grupo qoe
rodeava o cortejo, indicou om cavalheiro
que delle se apartava e qae se meta pelo
bosque, largando o cavaflo toda a brida.
Vio nos a conversar, accrescenloa o
agente, e trata de safar-se.
E' o visconde ?
Em carne e osso... Mas a sua fgida
n3o me d grande cuidado ; tenbo todas as
providencias tomada*, e mal chegar Paris
cahir logo em poder da jastica.
Vai entao herdade dos Cogamellos?
E dzqui orna hora, Sr. de Gran

() Nouoeiles Eludes sur la Iittrature
Conlemporaine, vol. 2. pag. 256-.
dlieu, virei dizer-lbe se a noss 6xpedic5ft
teve bom resultado.
Beauregard e Pretro iam entretanto galo-
pando bom galopar pelo bosque fra.
Em consequencia de urna engenhosa com-
binac3o, devida s.feriis ideas do italiano,
tinham seguido primeiro o?,, sitios j per-
corridos pelos oacadores, no intuito de
desorientar os inimigos que tivessem podido
s"gui los; depois embreruo.arara-se as
moitas.
Pietro ia adiante.
Sabia tudo por all palmos, e podia
guiar Beauregard por entre as mil espes
suras que cada instante appareciam diante
delle.
Aquella desenfreiada. correra dairou urna
hora, ao cabo da qual chegaram nma es-
pecie de clareira de dez ps- quadrados,
quando muio.
Pietro apeoo, e disse ao companheiro
que fizesse o mesmo.
Chegmos ao sitio ? disse Beaure-
gard.
Sim, mestre responden Pietro.
O lugar muito mal escorhido, e
muito descoberto por todos os lados.
Nada receie e venha comigo.
Pietro. preadea os dous cava I ios urna
arvore, e dirigio-se para urna brenha mais
espessa anida do que todas qaantaa baviam
encontrado at ento, e por onde s melteu
sem hesitar.
Chegado ao centro da moita, arredou
alguna ramos que all formavam como qae
urna especie de rede, abaiioa-se, levaatoo
nm alcaplo, e vio-sa o principio de orna
escada:
Qae isso ? disse Beauregard espan-
tado.
Isto, respondeu Pietro, um sub-
terrneo qae ea tenho arranjado c as
minhas horas vagas, onde o mestre pode
achar por alguns dias completa seguraba
e todo o qoe fdr necessario pira vivar
menos mal.
Ah I Salvas-me a vida I...
Entre, mestre, entre... ba de en-
contrar l dentro mais algoem. .
Qoem ?
Nao disse que quera ver oPi.de
Forno ? Pois ahi o tem i sua espera.
Beauregard aperton a mi ao camarila.
Decididamente, disse elle com a maior
satisfago, s um servidor dos mais intelli-
gentes ; apressemo-nos, porque para nio
despertar maiores desconfiancas, preciso
qae leves quanto aptes os cavadlos para a
herdade.
Oh I cnidei de todo lato, responden
10 eastello de Wildenborg.
Continuarlo
A orc ilitar tomou o caminbo de Os-
tende com b importante aprisionamento qae
acaba va de fazer.
Os soldados marchavam baviam algumas
horas e iam cooversando acerca do en-
conlro. Valdejjs e Wyts, tristes como
quera contavj com morte certa, caminba-
vam absortos em penosas reflexSes: nem
rsiesmo respondiam a algumas pergontas
qne1 o commandaote da forra Ibes- diriga.
De repente oavio-se urna des;arga de arti-
maa a\) hdo de 0tende.
A fozilarra, confundida em orna deto-
narlo irameosa, a3sirailbavai-se a om tro-
v3o ao- longe, mas ribombawh sew nter-
mittencra e cora om raido nragestoso; o
slo qae o peloto> pizava tremia e fazra os-
ciliar os soldados, O chefe niandou pa-
rar.
Da joelhos, raoos amigos !bracTou
efeOremos pela viutoria do Sr. archidu-
que f Est estrondo qaer dizer que se
coramecou a atacar o reducto do Porco-
espinho I
Erosla uradas principaes fortiffeac5es
de tiende e a8ua tomada considenva-se
o cometo da rendic-So da pra^a.
0a"alions obedecer ao chefe, e, aomo
bons soldados eatholicoer recitaran) ama
curta oracao em favor d Idncal.
i Wyl, Mllaud e o i?/eBofiearam de p,
lancanaVibes ara elbar de despreso e odio.
- k- Coosa est por poueordisse o
bommandaote, ergoendo-seOS-berejes es-
to bem apartados ao ninho-.-.- Bom, mai3-
ftrte aindalproteguio elle, recrendose-
oom o riboiobo lorgwquo oV) canbab, que
oada vez eogrossava otisRieo-pesa que
bravos soldados con' no?, nio tomemos
parte na accSo ? A.vote, mens amigos, a
narche-marebe, e caber-nos-in ainda algu-
ma parto 1' Estimara bem poder ainda
esta noote dar foga aomau arcabuz '
A-forca militar aceolsrou opasso o pon-
co"tempo depois estavam no aampo da Os-
tande.
SK
NO ACAMPAM8NTO DB OlTENDE.
t-nos novamente no campo do archi-
dtaojas Alberto. Tudo' aqu aoouncia a* con-
lois os-aalragas da ora conbale recente.
Rosserosas ambulancias transportara'~os fe-
ridos aos hospitaes--; refo'cos de tropas
avanfam acceleradas em auxilio dos qoe
atacara o forte denominado Porco-espiuho,
en quanto que compaohias de soldados fa-
tigados, chamuscados da plvora, cura os
ftos rasgados, regressara s suas leedas
de guerra para repousar um i>ouco. Os che
fes apparecem de todos os lados, d3o or-
dens e atravessam. o acampamento em to-
das as direceoes; os tambores rafaov sem
cessar; o troar cootinno do canho domina
o.sora estridente das cornetas, os suspi>os
( 3 ) Villemaio,. Tablean
au moyeti age.
de la lillvrature
Pietro deseando ; o mestre tem de fallar ao
P de Forno, e vai agora dizer-lhe o qae
espera d'lle Terminada a conferencia,
volto- eu c para cima cara o ex-aotor, e os
dous cavados nos ajodar3o a safar para
ParL6.
Para Paris ?
De certo ; pira desvanecer todas as
desconfiancas e oara afnstar a fda de quo
o mestre se poderia ter escondido na flo-
resta, preciso dan-Ibes a entender que
voltamos para a capital. Nao da raesma
opinio T
Sabes o que eu digo, meu amigui-
jobo ? E* que te admiro e.to agradego de-
vras.
Tinbara descido cerca do vinte degros.
Pietro acendeu ama vela, e Beauregard vio
que eslava n'um?. sala de pequeas dimen-
soe3; n'um recanto, eslava um homem
dormindo profundamente e estirado sobre
om monte de palha.
Pietro largon un attobio moito agado,
"qae o fez estremecer ?-
Acordou sobresaltado, e bradou esfre-
gando os olbos:
Que sedentes sSo estas- que assim
assobiam por cima da minha c*bec ?
Imbcil I disse o corsario son-indo.
Ent3o j n3o se conbecem os araig >s ?
O' mestre I exclamou o P de Forno,
levantndole de um polo. Como veio
aqu parar ?
E tu nao ests c tambem ?
Oh 1 mim a necessidade qne me
obriga... Vi andar esta raanbSa de sen-
tinella ornas caras sospeitas, e entend que
era tempo de urna pessoa se esconder.
Todav'.a, preciso partiros sem per-
da de tempo, disse Beauregard.
Onde quer qae v ? Qae qaer que
faca ?
Vou dizer-t'o... Escuta. Conheces
Raymundo, n3o verdade ?
O doator ?... Ora Se conheco I
O doator fllho do que nos perse-
gue actualmente : filho de Raphael.
-*. Ah I nesse caso bem pode tonar
conta em si.
Sabes onde elle mora ?
Sai: n'urna cazita, no recanto do
bosque, respondeu o ex actor; son capaz
de l ir com os olbos fechados.
- Pois melhor... As necessidades da
occasiSo obrgam que vas com Pietro.
Para onde ?
Para onde qoizerem... mas esta
tarde voltars Bondy, e de noote vO se
te podes enciixar em casa do doutor.
Botando.
dos moribundos e os gritos de toda a es-
pecie que retumbara, de cada lado. Ao lon-
ge nuvens de fumo e centelhas de (jgo evi-
denceiam os estragos da mais horrivel ar-
tilbaria. Oovem se os raur s desmoronai-
do-se, sepullando-se em suas ruinas sitian-
les e sitiados; surgem formas humanas
rimpando como hordas de fbrmigas pelas
aberturas dos bastios; vom-se oseadas
coberlas da intrpidos soldados, que uns so
bre outros correra ao assalto. E> um tor-
bilh3o phantastico, um verdadeiro cabos:
de momento a momento o troar do canhio
liminue de intensidad-', ouve-se sbitamen-
te rebentar nos ares ora prolongado hurrah,
e, bem que o dia v declinando, pode ainda
distinguir-se ao longe, arvorado no cuma do
bastiSo denominado Porco-esplobo, o pavi-
IbSo bicolor dos archiduques. Acha-se,
emQm, em poder dos hespanbjs a timive
fortaleza.
A tomada do^Porco-espinho tanto mais
valiosa para o exercito sitiante quanto o
colloca as circumstaacias de corresponder
efGcazmente por este la lo ameagador aos
fogo3 que se cruzam do Heluaont e Zandhil,
ratros fortes de Ostendo que fazeaa face
ao Porco-espinho e em cuja conservaco os
sitiados collocam as suas esperanzas.
Em quanto esta importaole scena entre-
ten) a atienr;lo de todo o acampamento, urna
seabora, joven ainda, penetra na barraca
de campanba do senbor da Boncb rdere.
Paluda e tremola, como pouco aUeita a se-
melhaofes- espectculos, sente-se* ainda mais
afflicta, quando lhe dizera que o coronel faz
parte dos asfaltantes da borrtvel fortaleza.
Meu Deais,axclamau Mara Wyts
oxal que nao venba eu aqu receber o ul-
timo suspiro de meo pai I
E, apoderad* de pungente agonia, ohe
inerte sobre urna codeira e Sea cxn o olbar
desvairado, como- qoea tinlia perdido o oso
da razo.
o jan-do Mara ebegava barraca de sen
pai, entravam tambera rto acampamento,
posto qoe por di?ersos ca.njinho3, qtwtro
pessoas dto nao menor interesse para o lei-
tor, coincidencia esta que nao pode atri-
buir se senao ao acaso ou qntes s sabias
idisposicoes'da Providencia. T'resdellas sao
'Militad, Valdejas e Jacques, qoe, segundo
os regulamentos, sSo entregues pelo com-
nwndante da horca aprisionador ao gran-
preboste do exercito. A ootn o adlander
Y'zerbyt, que vencorrendopara dar parte
a seu amo da fuga imprevista de Jacques,
misso lanto raais espinhosa qaanto elle ti-
nba consciencia'de n3o haver contribuido,
por desleixo sew, para tal acontecimeoto.
Cora effeito, o-oodlander costamsva to-
das as manbs e tardos ir ao eastello para
velar pela segurasen da misso que o coro-
nel lhe (confiar, rta isadrugada imroediala
foga de Jacques dirigio-se o- ondlaoder,
como de costme, ao eastello. Penetra ao
pateo: entrada do subierraneoest aber-
.ta : nota os vestigios de passos recentes e
prev a evasao do prisioaeiro. imagiao-se
a surpreza deste hora-m, que nj se. poo-
pava a sacrificios para coaservar a confiao-
ca do senhor do eastello. V se perdido,
deshonrado', corre raasraorra, vea porta
aborta, a fecbadura (oreada e osm viva
alna: ninguena responde s suas exclama
cees. Fra da si, arqpejaote, com loaco,
percorre todos os cantes do eastello, todas
as suas dependenciase at oojardins. Reina
a oais profunda solidas no velho solar dos-
Wyts, e, todava, o infeliz, earcereiro nio
p4e conveooer-se da reali-tade da sua des-
grana. Com a impacieooia febril propria
de qoem, depois de leogas e infructuosas
diligencias, nao consegue eccontrar o- objee-
ta importapJe que perdsray vjlta Yzerbyt
aos-lugares j explorados, ravista todos-oo
aposentos, busca todos os recantos> sobo
aos forros da casa e interroga mesmo as
paredes, como se a porta aberta da prisao
nao fosse sufficiente pro va da evaso do
preso; dirige-so ainda ao subierraneo,. ar-
repela-se desesperado, e por lira, extenua-
do de fadiga e descorecoadi, atira cornsigo
paca cima de ua* lousa quebrada.
Quem compreh^aler a fidelidade e enr-
gica perseverarla com que um homem de-
Nao presiso dizer-te mais nada.
Isso basta, e juro-lhe que ha de fi-ar
bera contente comigo.
B^m, baa, concluio Beauregard, nao
se demorem aqni mais tempo; vo-se
quanio arias, e h3o se esquecam de que
dentro de deus dias devens estar todos
tres era, Pars, onde tomaremos asnecessa-
rias disposices para alinear a fronteira
sem nevidade.
Mal que Beauregard fkou sozinho, exa-
minou com o maior cuidado o subterrneo
onde eslava encerrado'; vio pelos meudjs
a mobilia, que era de pedra, notou com a
maior satisfacao qae tinba duas sabidas e
seguro da posico, esurou-se paca cima da
palha e traiou de adormecer.
Quanto tempo esleve all resonando
Difcil seria dize*lo.
Q jando daspeciou, s confusamente se
recordou do que se passra, e nio deferia
bem o que senta.
Mas po-jco durou a sua incerteza, porque
atavio logo um ruido perio delle; assen-
toase e poz o ouvido escuta.
Acabavara de fechar o alcapo, e ou-
viam-se pela escada passos lentos e diffi-
ces.
Seria Pietro ?... seria o P de Forno ?
Todo elle estremecen.
Quem poderia ser ?
Conteve a respiraco e esperou.
Os passos iam-se approximando, e nao
se fazia ouvir neobum signal conhecido.-
S podia ser algum iniraigo.
Buscoa com a mao febril as pistolas
qne tinba as algibeiras do paletot, e arru-
mndole parede, preparou-se para a
defeza.
Qaem vem ah ? bradou elle com a
potente voz.
A visita mysteriosa parou de repente, e
com um gesto mais rpido do qoe o pen-
samiento, tirou debaixo da jaqueta urna lan-
terna de furia fogo, e voltou os raios della
para Beauregard.
Ah ah I disse elle ao mesmo tem-
po. Eu bem sabia qoe te encontrava aqu.
As idas e viudas de Pietro tinham dado qae
parafazar estes dias, e logo desconQei por
aqai algum mysterio.
Mas quem s tu ? gritou Beauregard
que n3o podia ver o sea interlocutor por
causa da claridade da luz qae lhe bata em
ebeio nos olbos.
J me nSo conheces ?
E's talvez Raphael...
Ora ainda bem I
Qae vem c (azar ?
bem te empflbi no cumprimeotq de um
dever sagrado avallar a louca desesperado
de Yzerbyt. O desgrasado, apesar de nfo
ler que increpar te de descuido algam, via
a sua responsabilidad)* empenhada, e calca-
lava qoe o amo Iba nio pergeniara a ma-
neira pela qual ella guardava a prisao, mas
sim loe exigira imperiosamente a apresen-
lacio do prisioaeiro. Fpgir era confesar-
se culpado, ficar era submetter-te talvez a
todos os impetos fariosos do coronel.
Dir-lhe-hei toda a verdade Iaxda-
moa elle, depois de longa medtacio.
E, ergaendo-se com o semblante mais
sereno, dizia:
O senhor da Bonchardorie ser infor-
mado de tudo e convencer-se-ba da minha
innocencia.
Momentos depois ia elle caminbo de Os-
tende.
Voltemos agora a Miria. Conserfava-se
submersa no mais profundo abitimento mo-
ral, quando se apercebea da entrada da si-
guen] na barraca : voltoo-se e ieou snrpre
hendida deparando com o oodlander.
Aqoi, Yzerbyt ?ezclamoo ella, sir-
guendo-se.
E, como ferida par choque elctrico, ten-
(io succeder se-lbe no espirito instantnea-
mente urna orden de ideias drversas das
qoe a tortora vara, e, sera mais demora, ex-
clamou :
Por Deus diga ; o qoe fez de aeqoes ?
O aldeio, aturdido com a perganta feita
queima-roapa, respondeo :
Pois a menina sabe ?
Que elle era seu pristoneiro e que., -
Mas evadio-se esta noote.
. Evadi-se ? Oh f esta em hberdade-r
prosegnro ella, sem poder dissimular a
sua afegria.
E, no fim de contas, na- sei explicar
tal successo diste o ondlander, o qual te
perda no> labiriatbo dos aconteamentos de
que era tsstemuoba e nao cosppebendia o
alcance da exclamagao de Mara.
Expli uie-se: a sna hesitagac alflige-
rae crnelmeait !
O senhor seu pai confiara-me a1 guar-
da de Jacques, seu prisioaeiro. E-to* raa-
nbSa vi que o preso se-evadir, sem1 poder
saber como. Acabo de ebegar ao acampa-
mento para noticiar isso ao coronel. e ao
entrar, qOat" lcques Valdejas- e Militad rodeados de nma
destacamento de soldados I-
Jacques no acampamento l exclamoo
M^ria, quasi perdendo os-senMos Ah-t
Yzerbyt, isso foi engao seu; dgame qae
se eqivoeoa I
Ah l menina, se o vy e mosto bem.-.
proseguio o ondlander. ssmeomprebender
a intensidade da affficcio os Marta e agora
creio bem qoe nio fugrr V Ao manos nio
son en o eocarregad da sua< guarda I
No meseto momento o*virara-oe passos
do ladade fra datend e lego sotraram
q jatro soldados, trazando orna masav sobre
a qual jazia nm homem, patudo- ensan-
gaentado.
Meu pai | exclamou a -javeny reco-
nbecendo, espavorida, a physieuomia- do se-
nhor da Boachardecie.
Nstes logares, senhors I' dtese o
conde dt ReDgbienv qoe segota a mata.
E, procurando anima-la, prosegoio:
J lae observa! os ferimentas e nao
os eris perigosos: urna abaadante perda
de sangos foi a causa de so-achar privado
dos sentidos. ,
Maria Wyts, sera dar attemjlo ao ooode,
ajudou os soldados- a deporem o coronel
sobre canta, e tratoo de peivsar-lba as fe-
rida s com- aquella particular proficencia de
qae por omitas vezes dera pcovas eo>-be-
neficio dos povos do Bulscamp-welt. Recli-
nada ssbro o leto do senhor da Boncharde-
rie, quasi qoe nemousando respirar, estava
a>m o olhar fixo tu> rosto dolorido, espe-
rando oaciosa a t- .Jos os momentos qae
elle descerrasse osolhos. Mar3, naqnella
occasiio, era mais formosa que nunca: a
pallidez-dava-lbe um aspectoemi.entemente
.sympatnico; transiuzia om ledas as sua
feicoes o amor filial.
(Conttnuar-seha)
Sabia quo eslaas aqu: e como ha
hmuito tempo que no nos vamos...
Ests brincando I
Tomei o tea papel..
Talvez venhas at seguido de Renar-
din?...
Nao te dara prazar tornar a v-1 .: ?
Beauregard arremeten para Rapiael,
q io acabava.de por a lan'.erna sobre uma
pedra.
Ah miseravel I oxelamou o corsario,
vi-te esta inanha, e tu foste quem guioa
o infernal agente herdade dos Co^amellosv
Para qae hei de nega-lo ?.. O de-
monio foi ebegarraos tarde, e agora temos
de recomecar as buscas.
Ainda o confessas ?
E3t claro.
E nada temes ?
Que hei de temer ?
Beauregard engatilbou as pislollas.
Mas nao vs que eslou armado I bra-
dou elle; nao vs que tenho a tua vida entre
as minhas raaos, e que, seja qual fdr o o-
ra dos horneas que te acompanham, posso
mal r-t-o como um cao, antes delles virem
em teu auxilio 1
Raphael fez com a cabeca ara actoo cheio
de dolorosa resignar i.
Pobre Beauregard, disse com a voz
demorada e triste, nao vs tu tambem que
indo aqu sozinOo, nao bosquei outra cousa
mais do qae atirantar a tua ira t Ea sa-
bia que estavas armado, sei qne s arreba-
tado, e nada me conteve.
Queros ento morrer ?
Qaero, sim, quero morrer. Riymup'
do, que eu hontem vira moribundo, tete
esta noute uma crise terrivel, matsalatar.
Agora j o medico responde pe| jftencia
delle. AmaohSa partir para oBHBfcraais
benigno, e assim acabar de restaosieser a
sua saude. Eiteodes ?... B para qu
n3o haja cousa capaz de cobtimr-> amea-
Cando a soa felicidade tao doloro3amente
raconquistada, qaero qae elle saiba antes
de partir qae morrea o calceta sqaeji
nio lem pai. Ahi est porque nio nesitei
en yir ter comligo. E' por isto qae eu
desafio as bailas das tuas pislollas. Ahi
est finalmente porque nio vacillsi em fa-
z ir cercar este subterrneo pelos agentes
de Renardin.
Beauregard passou rapidamenls a mi i
pela testa. *
Estara lvido.
(Continuar se-ha.)
TP DODUUUO-HUA O DQUB DI CtX'AJB


:
-i
'

-


Full Text
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