Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12417


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Full Text
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ANNO XLVII. NUMERO 141
7
r
('.

V
-
MA A CAPITAl E LUGARES OIDE IAO SE PACA POITL
Por tres metes adiantados................. 0000
Por Mis ditos i-!m................... 12 'Hor mn amo idem.. ...".............~ 4400O
Cada atunero valso..............."* 320

QUINTA FEIRA 22 DE JUNHO DE 1871.
PAJL4 DIITBC I TOBA DA PBQ7IICIA.
Por tras mezes adianUdos.............'..'
Por sois ditos idem....................
Por boto ditos idea...................
Por va sano idea...............
3
'


67K>
13*00
0,01o
17*000

Propriedade de Manoel
Os Srs. Gerardo

A* A
irte de Faria & Filhos.

o Alves A Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de OUveira d Filho, no Cearf^Antonio de Leaos Braga, no Araeacj ; Joio Mara Jnlio Chavos, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos
Pereira d'AImeida, em Mamangaape ;Felippe Eslrella & C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Val da Penha; Belarmino dos Santos Blelo, om Santo Antlo; Domingos Jos da CosU Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Gojanna; Francino Tavares da CosU, em Alagoas; Dr. Jos Martina Aves, na Baha ; e Leito, Serqoinbo A C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFTICIAL.
offrno da provincia.
V seccio, palacio da presidencia de Pernambu-
co M dejunho de 1871.Tomando era eonsidara-
clo os seas onVios de 10 do crreme, Irnjs rece-
ido, e o de oje referente aqaelle, faz-so preciso
SS cora urgencia me nfdrmem Vinca, quantos
13 torio de que necesita, precisos para o con-
cert o'.vapor Cruzeiro do Sul, e portento em que
t dore partir o referido vaporr aura de terminar
a saa viagemr
t>eas guarde a Vmca., Dr. Manoel do Nascraen-
Machado Portella.Srs. agentes da Corapaohia
Brasileira de Paquetes a Vapor.
PEMAMBCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 9 DS MAIO.
PRESIDENCIA DO SI). DR. AGUAR.
(Condasao.)
O SR. GUSMAO LOBO (1.' secretario ) : Sr.
presidente. Durante a diajussi) da parte do pro-
ecto relativa despeza, vio a assembla que eatve,
alteravelmenle, dir-se-la deJicadamente, ao lado
da nobre commlsaio de fazenda aiada-la em
seas louvaveis esforgos pela reduegio das despezas
publicas. Tio longe deizei ir a miaba dedicagio
que, moldando o men voto pelo da noore corarais
sao, nao o prestei i urna so das numerosas eraeo
das que tentaram trazer, e algunas trouxeram
evos encargos ao orcamento.
Kao foi Uto ama seduegio. Era quanto assim
proceda, tinba boas raides de suspeitar que esta
uaiorraidade de vistas viria cedo romger-se.
O ex a me superficialsimo da imposigio, decre-
tada oo art. 16 do projeeto, dera-me o amargo
aviso de quu viria i ebegar ao mais profundo e
irreconeiliavel desaccordo cora a nobre commissao
de fazenda o orcamento.
Cuanto se esperava, e quanto havia razio de
parar da nobre commissio? To caidadosameo-
le escolhida ; favoneada pela sorle que lbe desti-
nos: om importante auxiliar; cercada de merecidos
respeitos; depositara das mais (andadas esperan-
zas ; tudj preannunclava um plano de orcamento,
editado, sinceramente inspirado no amor da pro-
vacia o no estado das grandes necesidades da
provincia,
O mysterio ioapenetravet que pareca cercar os
irabalhos da nobre commissao ; o longo lempo que
apeador*; u toeoessivas conferencias em que
a commissio poade ser vista a um canto da secre-
taria, afanada e preoccapadissima sobre um raon-
tio de relatoTios, documentos e peticoes ; augura-
vam-se outras tantas raides de bom agonro.
Tanto sslo, era de impresionar. E a mira, que
ja aadava eperangado desde qw vi ai commis-
sio o iofatigavel disculidor do orcamento vigente.
lio cosido em ideas cora aquella roesuw i cujos
plaaos fioaaceiros fizara no ultimo annu implaca-
vel opposicao, fez-me o caso lamaoha irapressie
que cheguei recommenuar secretaria que se
guardaste o maia religioso silencio era quanto all
mnecionasae a commissio. LucubragSas de ama
Val naturew nao deviam 3er por nenham modo in-
terroaipidas. Estudos sobre algarismos pedem a
rnaia escruacloaa alteogio ; e a alteogio ama o iso-
lamento, o silencio.
.fcira grave, era eu o desfarco, a reaponsabi'i-
dade da nobre commissio. A decadencia mani-
fetU da receita, os encargos accumuladoa sobre o
iliesouro provincial, as exigencias de urna grande
despeza obrigada pelos reclamos do servigo ordi-
nario eraui soberanas difOculdadea que deviam ser
o objecto do; mais profundos e pacientes estudos
( apoiados).
Uma Voz :Bom que o reconhega.
O Sr. Gusmao Lobj :O que fez, porra, a no-
bre commissio ? Aqni esta o sea agorentado tra-
halbo, o seuanuuoeiado ornamento, revelando por
cada urna das suas" luiposigoas que a commissio se
aieve ao ingrato labor de escrever cifras sera sig
uilicacao, algarismos som verJade, acudindo pelo
nmprelimJ ao fatal desequilibrio que o dYste
nao, que ser o do anno futuro, que ssr anda o
da muitos aun os s.naote aggravado era cada um
que so succeler pelo servioj de cada divida accu
mulada.
O qae fez a commissio ? Sinto dize-lo .fez
um traballu de nenhum merecimeulo, que con-
trasta singularmente cora os elevados dotes de es-
pirito que reconheco era cada um doa inembros da
coraraissi). Copiou velbos orinientos sera neo
humaaUncao a circarastanjia'a, tranaportou para
O 3eu projeeto imposicSes verdadeiraraente exigge-
radas urnas, outras inconveniente?, inadvertiodo
le, le annua como a do ornamento deve acom-
pSJUur o movimento dos factos econmicos por
inaneira evitar que a dureza do imposto v affli-
?r induatrias que dcsfallecara.e tenha como ine-
vitavel resultado a diminuir da renda.
Nio esporei, e ninguem padia esperar, ojue a
nobre commissio andasse tanto tempo afadigada
para preseniear-nos cora nm projeeto que nio pri
ina nem pela exactidio das torarais.
O Sr. Ignacio Leo ;Devta ser urna dacepgo
para o nobre deputa do I
O Sr. Gusmao Lobo : E foi. Tanta aptidio re-
coabefo na commiasao de fatenda que ebeguei
esperar mnito de suas azes ; mas debalde eape-
rei.- O projeeto veio mentir as mais fundadas pre-
visdes ; esqjeeeram os seas autores qae a saa
mis sao nio era a de pro por pequeas red uceo as do
despezas, redceos< insigniBcaales, raantendo im-
passivel e inalterado o systeraa das impoiicSes.
Est volada a parte da despeza. Numerosas
emendas mutilaran: tio deapiedadamente o projee-
to qae os seas nobres autores j o nio devem co-
nhecer de desfigurado qae est (bilaridade).
Uma Voz :J o abandonaran).
O Sr. Gusmao Lobo : Por mais qae reconheQa
quantas e qaaes difflcaldades se deviam oppor a3
combinaedes Qnanceiras da nobre commissio, la-
mento, Sr. presidente, que ella tenha desprezado
um estado indispensavel todo o ornamento. E'
do estado das cansas qae eotorpecem ou desenvol-
ven a receita, qae podem provir medidas altinen-
tes remover amas e favorecer outras.
A noisa receita, sabidamente, decabe. Dizem-
no os relatnos; e a arrecadaco do primeiro se-
mestre abi est para pdr-nos de sobre-aviso. Em
quanto a deapeza tende elevar-se, e grandes sa-
crificios nos sio impostos por exigencias irreme-
deiaveia, a renda diminae. Foi por um empres-
tiato qae se restabelecea o equilibrio do ultimo or-
camento, e anda por ama opera cao de crdito,
a esta desastrada, qae fiear reposto o equilibrio do
orcamento futuro.
Por mais afflictivo que seia acudir despeza
ordinaria com os recursos do futuro, sinto qae a
nobre commissio nio poda sinao fazer o que fez
(apoiados).
(Ha nm aparte).
O Sr. Gusmao Lobo :Mas por isto mesmo
qae a nobre commissio devia occapar-se mnito
seriamente com este grave assampto paraeoahe-
esr o valor das causas qae vio inflaindo na de-
caleneia da receita e propor o meios de as re-
mover,
(Ha ara aparte).
O Sr. Gusmao Lobo Interrogo nobre com-
missio .Estas eadias sio transitorias oa sio
Krminentes ? Espera a nobre commissio qae
as colbeitas dos nossos productos nos ponham
caminho de prosperiJade da receita i ou pelo
coatrario o estado da pequea e grande lavoura
nio d .oargem essa esperance ?
E' cora impassivel :ileo:io que a commissio
responde estas importantes interrogacoes. Es-
pero anda ouvir o sen jaizo, as suas vistas, os
seus planos.
Toco, Sr. presidente, uma questio de primei-
rs Importanc'a, amplamoote disentida na im-
prensa o sobre a qual nos foi enviada uma ex
tonsa representado pela beneraeril Associaci)
Commercial Beneficeote. E nm grave assarap-
lo que cntende cora os mais vitaea inleresses da
oossa lavoura, deasa fecundiasiraa indnstra que
a principal fonte da riqueza particular e da ri-
queza publica (apoiados).
E' muito sabido que cansas geraes, accaranla-
das pelo tempo, estio pezando cora ara pezo in-
soffrivel sobre os destinos da agricultura brasi-
leira. E' ara faci este, geralmente re'oohecido
e qae boje oceupa um pouco activamente o es-
pirito dos que se interessara pela prosperidade
do paiz i ip ialos.i
E' um quadro d'saniraador qae deve inspirar
as mais solicitas sympatbias. Riqueza publica e
particular, inleresses de toda ordena, vio nisto
comprometidos.
Nestaa circarastancas, tudo qae fr em bem
da agricultura e, directa oa indirectamente, po-
der concorrer para alliviar-lhe os encargo--, nos
reco mineada do pela natureza das cousas. Si
nio osla ao nosso alcance erguer a industria
agrcola do abatiraento em qae a vemos prostra-
da, do melbor effeito e de bom aviso dessobre-
carrega-la de impostos que ella nio ple sup-
portar. E' de boa poltica que o imposto nao
concorra pela su i dureza para diminuir e crear
difficuldades a fontes de producca j (apoiados).
Sei muito que estas sao as vistas da aasembla,
e entras nio podem ser as vistas da nobre cora
raissio. Ella nio pode pensar que a severidade
do imposto o meio e avolumar a receita. Ella
nio pode querer que, i troco de urna boa recei-
ta, se saenSquem os grandes inleresses da pro-
dueco. Pagara ir o? muito caro em annos vin-
douros o que dessa fonte extrahissemos.
Somos ou devemos ser nm paiz eminentemen-
te agrcola. Todas as isencoes, todos os possi-
veis favores, sio de conceder agricultura desde
que nella reconhecemos o primeiro operario do
nosso futuro (muito bem),
Nio ba ahi quem ignore, Sr. presidente, qae o
algodio e o assucar sao os dous grandes produc-
tos da provincia (apoiados), os que figurara em
maia larga escalla as tabellas de exportacao, os
qae contribaem para alimentar o nosso j impor-
tante commercio, os qae convidara ao nosso por-
to os numerosos meios de transporte que diaria-
mente o demandara.
Nio ha tambera qaem igoore que, -principal-
mente a industria algodoeira, est atravesando
uma lamentavel crise que, salvo o concurso de
lisongeiras circunstancias, pode ter os mais fu-
nestos resoltados.
E'dizer d>s entendidos, dos homens orticos,
qae peraarar o actual systema de impOsicoes
o algodio de Pernambuco nio pode supportar a
competencia que productos similares estio & ffe-
recer-lbe nos grandes mercados. E por nossa par-
te, nio nos corre o dever de ir-lhe em auxi-
lio ?
(Ha um aparte).
Sr. Gusmao Lobo : Este aasumplo, senho-
ros, envolve uma grande questio, uma questio
vital para os noasos interesses de toda ordem.
ides ver que nio sio causas transitorias, facis
de serem removidas, as que rail jem para a cri-
se algodoeira de que nao devemos ser lesterau-
nhas indiTerente?. Reclamo muito para esta ma-
teria o esclarecido e incontestado patriotismo da
uoore commissio ; ouso esperar de seu zelo po-
los reaes interesses da provincia que acolha cora
favor as minbas instancias.
Emquanto a Uoiio-Araericana debata-se naa
anejas de uma horrivel convulsa1) social, e a guer-
ra civil sem igual ni historia araontoava ao sul
da grande repblica ruinas fameganles; devasta-
dos os campos, interceptadas as communicacSe?,
apellidadas para a tremenda luta milhoes de
bragos, enancados por um sbito reviraraento
as fonte3 da producQio ; uma verdadeira crise
trouxe como natural resultado a escassez o por
via de regra a elevacio d;>3 presos do algodio.
Convidativos os precos, a actividade agricola
voltou-se diligente para o cultivo desse genero
que encontra era nossa provincia as melbores
condijoas de producjio. A alca do preci bas-
tava para tudo ; dir-se-hia alvorecer para a nos-
sa industria agricola a saa idado de ouro (muito
bem).
Sraente erara os que raergulliara no futuro
bera enteniidas premOas, que scisraavam coma
idade do ferro I Estes trara oa poucos que nio
tomavara como permanente o que era um facto
transitorio, felizmente transitorio para a sorte da
huraanidade.
A depressio de ntssa moeda, eonaequentemon-
te guerra que houvemos de manter em annos
successivo?, veio por saa vez contribuir para que
a transiejao brisca dos precos dos no3sos. pro-
ductos nao se fiesse sentir raais cedo.
Aoprodictor iraportava pouco receber o pre-
co do producto era uma m>ela depreciada ; pa
drio legal das trocas, ella se prestava todos os
raisteres da moeia. O qae era em si ara facto
ecconoraico lamentavel, tronxe aos nosaos inge-
nuos plantadores o que ellos suppunhara ser um
real beneficio.
Foi devido este conjuncto fatal de circumatan-
cias qae a industria agrcola supportou mnito tem-
So sera murmurar o actaal systeraa de laxas,
lio me fatigo, senhores, em repetir que esse sys-
teraa vexatorio, oaeflrivel as aetaaes condi-
Qoea econmicas.
Extinctas aa causas de encarociraento dos pre -
(os, entrada a industria manufacturera em sea
rgimen normal, uai erro at grosseiro trazer a
agricultura acorrentada am plano severo de im-
postos que levara para o monte da f r:una publica
uma boa parte da fortuna particular.
Quando se sabe qae em toda parte se manifes-
tara claras tendencias de supprmir oa direitos
sobre a exportacao; quando o nosso formidavel
competidor da industria algodoeira, os Estad03-
Unidos, decretara a isencio plena do3 seas produc-
tos ; quando a diminuir;*) doa presos leva agri-
cultura o desalent ; nada justifica o systeraa ac-
tual de laxas (apoiados).
O Sr. Tkixeira de S : Accrescente qae nio
temes estradas.
O Sr. Gpsmao-Lobo : Esta oqwrvacjio das
maia justas. A zona algodoeira da provincia luta
contra este invencivel erabaracu com nm dos
mais serios obstculos ao transporte do sea precio-
so producto.
Um Sr. Deputado : Nem e gmente s zona al-
godoeira.
O Sr. Gusmao Lobo :O algodio sabidamente
o genero que se cultiva nos lagares mais aparta-
dos da capital. Da muito mais facilidades goza o
productor do assucar. O productor do algidao
em alguraas de nossas comarcas d um fardo do
sea producto por oatro qae se oondata ao merca-
do estou disto plenamente informado.
Sr. A. Paulino :*-E' ama verdade.
O Sr. Gusmao Lobo :Sei bem, Sr. presidente,
que nao 4 fcil estrecortar uma grande provincia
por uma rede de caminaos de ferro qae permutara
ao productor o transporte i prego rasoado. Nio
e uma censara qae frmalo, porque reconheco
que a ila da abrir eaminh9i,"BSta verdadeira pal-
Si em 1860. qaando a receita provincial produ-
zio l,09o:400*93, nio se julgou temerosa a me-
dida da reduccio de 2 0,0. como nos poderemos
arrecelar dos seus effeitos quando a receita do
ultimo exercicio attingio i J,0i8:92*936, quasi o
dobro da receita arrecadada em 1860 ?
Nao destaren que ao augmento progressivo das
rendas tem acorapanhdo o movi nento ascenden-
te da despeza; mas lembro nobre commis-
sio que, reduzida 0/0 a laxa sobre o algo-
di i em t860, mantida neste p at 1863, nem por
lato deixou a receita de ir caminho progreasivo.
Tenho aos olhos o qaadro da receita de que in-
liro este resultado :
xio de nosso lempo, oceupa activamente o espiri-
to dos nossos homens public js.
Indico o facto para tirar dahi argumento contra
o systema oppressor de taxas que est pesando
sobre os destinos da grande laroara.
Falta-lbe tudo. Uranos; machinas ; eapitaao;
estradas; instilni(5es de crdito ; taetllnicao pro-
fessional; de nm tudo est a agricultura daspro-
vida (apoiados).
Pois, quando islo se sent, qae se mantem
inalterado nm systema de mposujoes qae a pro-
duefio nio pode comportar T Nio podemos fazer
todo, eu o lamento, mas nio ama razio para
que se nio fac> alguraa eonsa.
Um Sr. Diputado di am aparte.
O Sr. Gusmao Lobo :Autorisamos j a creacio
de nma escola agricola. Foi am acto lonvavel
que nos honra i todos; -mas compre nai parar
nesse movimento emancipador da agricultura.
Tentemos a suppressio futnra pela reduccio pro-
gresiva das laxa* (apoiados); si o plano do orca-
mento vai sofTrer urna senaivel diminuirio no fu-
turo exercicio, mais tarde recebera este sacrificio
a sua natural compensaba).
O imposto lera os seus segredos. Fabricar boas
receitas troco de impostos severos, um erro dos
ais graves.
Deixo de parte considerares que se prendera ao
assurapto para chegar uma demonstrarlo que,
fundada em dados irrecusavei, pora fora de con-
testa cao qae o imposto de 5 /. sobre o algodio
exportado verdaderamente desproporcionado;
clamorosamente vexatorio para a sorte da indas-
tria algodoeira da provincia.
E' p jrtinente recordar a historia desse imposto
perante a legi-lacao provincial. Ver-se-ha por
este Iigeiro e-tudo, abandonado como cou-a intil
pela nobre commissio, qae perante os presos ac
tuaes do algodio impraticavel manter a imposi
50 era 5 /' Ver-se-ba tambem que o algodio
o mais tributado dos noasos gneros de exporta
cao; quo a actual imposicao a mais severa que
sobre esse producto tem pezado.
Em 1853,1851 e 1835, fora de 5 /* a laxa pro-
vincial de exportacao s)bre todos os gneros. Era
1856, qaando os precos do algodio eram equiva-
lentes ass de hoje, foi a taxa reduzida a 3 /*, e
neste grao manteve-se at 1859.
Eatio pareca ser o peosaraento dominante a
reduccio das laxas sobre a exportacao. Em 1860,
nova reduccio foi decretada, e a taxa deseen a 2
0/0 at 1863
Foi someote em i 86i que, actuando as causas
indicadas para o augmento dos precos, emnden-
se conveniente reslabeleeer a velha imposicao de
5 0/0.
V-se por aqni qna a actaal imposicao, aggra-
vada com o injnstificavel imposto de 3iO rs- por
saca de algodio vindo ao mercado, a mais
vexatoria de qnantas tem sido decretadas (apoia-
dos).
Nio peco nobre commissio sinio qae se volte
para o passado a recolber d'eates fragmentos da
lAgislacio os bons avisos que elles encerrara. Os
algari-mos nin sio rnndos aaie para os espirito*
(t<'<'.f!onl -W. JlflA m pin t^naf^n^ iiitT --- *"a-trL^-
nma fonte copiosa de expetlenca/
Record a nobre commissio, reeerde a assem
bla qae, em 1836, julgoa-sej>pporiuno reduzir roba.
3 0/0 a taxa de 5 0/0, e em 1860 ainda Rl re-
duzida l 0/0. Os presos de ento eram os de
hoj
Este assamp-
primeira im-
nossa par-
futura ira-
animador qae temos vista,
e repede attengio, pois da
cia.
amos a nobre coragera de, p ir
lar o aaeiiBeio qae i receita
as circunstancias.
ierao-noe qae em 1863, qaando o algodio
18 e 191000 por arroba, paga va 11 OjO de
geraes e proviaciaes, emqaanto qae boje,
do o proco entre 7 8*000, paga alm de
a lojastificavel imposicao de Z30 rs. por
saec e sobre lado islo, 3 0|0 sobre o valor do im-
posto provincial.
Proponhn, pois, a reduccio para i 0\0, ji qae
as forgas do ornamento nij nos permittiriam sap -
prirnir a taxa de exportacao. Eata idea nio mi-
nha, como nio de ni agera ; ella vera das cir-
cunstancias, e por ellas imperiosamente recla-
mada.
E* nraa importante industria a algodoeira para
qne se Ihe recose am auxilio que ella nao
ple dispensar. Pens nio exagerar qaando
afflrmo que a produccio do algodio vai fazer-se
impratieavel nos lugares apartados 50, 60,
100 e mais leguas da capital.
E' o algodio am genero largamente cultivado
no mundo, por isto qae se presta aos mais precio-
sos artefetos da industria mannfactareira. Oa
Estadoi-Uoidos, a India, amitos outros paizes, o
cultivara era larga escalla ; e todos nos offere. em
competencia nos grandes mercados.
Ora, do primeiro interesse o evitar qae essa
competencia nos seja esmagadora (apoiados). E
se-lo-ha decisivamente s as coodicfr de nossa
lavoura nao merecerem, ja e j, a mais solicita at-
lencao dos poderes pblicos.
Os Estados-Unido?, produzindo 13 vetes mais
que o Brasil.
O Sr. F. de Ficueiroa : So 15 vetes T
O Sr. Gusmao Lobo : Julgo qae esta a ver-
dadeira proporci), e multo digna de reparo.
Produzindo 15 vezas ou ainda mais qne o Bra-
sil, a gran le repnblica nio nos leva esta umea
vaniagem aeste ramo de produccio. Ella exporta,
livres de direitos, os senSfjiroductos, proporciona-
Ule numerosos e facillmoi meios de transporte....
Um S. DgPDTADO : Esta a grande vanta-
gem.
O Sr. Gusmo Lobo :.. e, gracas nm con-
juact) de felites dreunstaneias, ple recolher em
bem de saa ptenle industria agricola proveitos
que so clcala qaintaplament snpenoros aos dos
productores do Brasil.
Extrah j de om exdiente trabalho, qne tenho a
vista, alirreenaavel demonstracio de que o pro-
actor dos Estados-Unidos reeolhe do algodi) qae
asparla, nm preco cinco vetes superior ao qae
toca ae lavrador brasileiro.
. A colacio em Liverpool do algodio de Per-
nambajo termo medio, de 7 1/1 pences por Ib.
Deduzinlo-se 5/1 de penny para frete e outras des-
setas, redoz se o preco liquido 6 1/i pence que,
ao cambio de 25, di S50 pol Ib. ou 8*060 por ar-
roba.
Dedotlndo-se dosta qaantja tiJ^.f^^flM
idespezas,"veremos que
' por ar-
sTBorfet
a#xporla
e outras
eaberi o liquido de 6**00
Pica soberanamente demonstrado que o algodio
dos nossos gneros do produccio o mais tribu-
tado. Em quanto a taxa provincial sobre a expor-
tacao oscilla respeiio de lodos os outros entre
3 a 4 /* peza sobre o- algodio a enorraissima
ma taxa de quasi 6 /
Quando se sabe que urna verdadeira crise
algodoeira que assislimos, quasdo se coohecera os
baixos presos que esse genero tem descido; e
clamase pela carencia de meios de transporte qoe
aproximem dos mercados os desprotegidos.planta-
dores, alguma razio deve ler actuado sobre o
animo da nobre commissio para tributar tio seve-
ramente o algodio.
Sendo provavel, Sr. presidente, que volte i oc-
cupar-rae do assnrapto, deixo de parte outras re-
flexoes que me sascila a leitara das varias impst-
eles decretadas no art. 16.
Creio ter justificado a emenda era que proponbo
a reduccio da laxa sobre o algodio. Espero ou-
vir nobre commissio sobre este grave assnrap-
to, que lio importantes interesses envolve.
Invoco o sea patriotismo. Trata-se da sorte de
am ramo fecundo da agricultura, de que depea-
dem e n boa parle a riqueza publica e a riqueza
particular.
Vai a meza e apoia-se a seguate emenda:
Era vez de 5 % diga-ae : 2 % sobre o alg)dio
exportado.G. Lobo.
SR. G. DS DRUMMOND faz alguraas conside-
racoes em juslifleacio das emendas que offerece
ao art. 16.
Vi) a mesa e apoiam-ss as seguintes emendas:
t Ao | 20 sa'istitua-se as p'lavras dentro do
2 grao e diga-se dentro do 3 grao pagario
10 % G. de Drummond.
Ao art. 16 4*Era lugar de 12 rs.. digi-se
por litro de mel de furo. -G. de Drum-
EJERCICIOS.
1860 -1861
1861-1862
1862-1863
1863-1864
RENDA LIQUIDA.
1,095:400*932
1,328:519*771
1,233-139*987
1,401:295*000
Ve, pois, a nobre commissio, cuja profisciencia
respeito, que possivel decretar a reducc/io de
dio irapo.-to sera inconveniente para o andar pro-
gressivo da receita. E ainda quando assim nio
fosse, uma bem entendida economa pode supprir
excelentemente o vacuo de um imposto.
Cora a receita que lomos, muito praticavel
attender s deapezas ordinarias sem que nos seja
icistr acudir noa ao reiurso, sempre fatal, do
eraprestimo. Nio se emprehanderao obras cus-
tosas ; mas ter-se-ha conseguido muito,'sentando
u.na fecunda industria de um onus que a op-
prime.
O imposto, todo3 o sabem, essencialoftute mu
davel, nem outra a razio pela qual deve ser de-
cretad ) de anno para anuo. Elle deve acompa
nhar as oscillacfcs da produccio e das industrias,
o curso dos fados econmicos, sob pena de mentir
a um de seus primeiros flns. Nio o amontoa-
ento da recursos no thesouro provincial que po-
de fazer a riqueza publica. O estado ou a provin-
cia nio podem orgulhar-se de uma riqueza que
Ihe vera do empobreciraento das foates do traba-
lho.
Convido a attencio da honrada commissio de
fazenda para uma nova ordem de considerares,
extrahidas da iraposicio geral combinada com a
imposicao provincial.
Sio conhecidas as successivas modificacoes
dos direitos geraes de exportacao. Fxadas em .7
0|0 pela lei de 31 de oatubro de 1835, forara re-
ducidos 6 OjO e a 5 OjO pelas lels de 11 de se-
tembro de 1832 a 14 de seterabro de 1839.
A lei de 27 de setembro de (850 creou sobre os
o 0(0 nraa taxa addicional de 2 OjO qae, pela lei
de 26 de selembro de 1867, foi por sua vez eleva-
da 4 OjO.
Combinadas as dalas, verifica-se qa1, ao tempo
em qae o algodio e.'tava suzeito ama taxa pro-
vincial de 2 OjO e 3 OjO, nio pagava sinio 5 0|0
de direitos geraes.
Convenha a nobre commissio' qae este estado
de cousas ai) pode ser mantido sem que se con-
demne nm importante ramo da agricultura i ine-
vitavel aniquilamento. Casta crer, mas a ver-
dade qae o algodio de Pernambuco est sugeito
maiadel4 0|.
(Ha um aparte).
O Sr Gusmao Lobi :-Sio 9 0i0 geraes, 5 OjO
provineiaes e mais 320 rs por cada um fardo.
Por oaoeira qae vem ser o algodio o prodac-
to mais tributado; e entretanto aabe-se qne, col*
livado em nossos serios, ha para este genero mui-
to meaos facilidadede transporte do qae para ou-
tros productos.
Um Sr. Deputado :E' preciso en tio represen-
tar ao governo geral.
O Sr. Gusmao Lobo : Julgo que nenham as-
sumpto mais digno de.motivar ama enrgica re-
clamarlo ; e quasi estou corto qae ao patriotismo
das cmaras nio se augurar indiferente a sorte
da ama importante industria, de qae depende tio
era grande parte a prosperidade do paizXapoiados).
Mas sio crazemos nos os bracos diante do qua
. Se agora-aWderraos s deapezas de prodc-
elo e transporto, vemos que o agricultor tem de
i pagar, alm de outras despezas, 3*000 por arro-
i ba para descansar e eafardar o seu producto,
i e 2*400 para o transporte do interior, que se faz
i em distancias raras vezes inferiores a cera le-
i gnas. .
f Assim flea patente, que todas vezes que o ai-
f godio de Pernambuco encontrar no mercado
i eoropeu 8* por arroba, o sea productor eblem
. o Ia:ro liquido de 1* I se liqaido anda o que
> est sujeito ao eraprego do capital. E obvio
que nm ceitil menos que obtenha no mercado o
producto, a ruina total da Industria. Entre-
lauto esse producto que paga 110,0 de direi-
i to3 de exportacao. m"'
t Amilale-se agora das coodico.-s de conenr-
i rencia cora qae se apresenta no mercado o al-
t godio desta provincia.
t Consideremos o algodio de Orleana, vendido
larabem no marcado de Liverpool por 7 1/2 pen
ce a libra. Deduzse, nesta bypo'.h?se, 1/4 para
t frete (fardos hydraulicos e marcas grande) e
t 1/1 penny para commissio, seguro e outras des-
pezaa, Picando liquido 6 3/4 por libra ou 8*6 iO
por arroba ao.eambio de 25.
t Abatendose 3 0/0 de commissio e 2 0/0 para
t despezas de embarques e outras, teremos que
o exportabor recebe 8*200.
t Se desta somraa tirarmos 2* por arroba para
t o trabalho de descarocar e enfardar e 1* para o
t transporte, despezas medidas noa Estados-Uni-
a dos, aufere o productor 5*200, prego remunera-
dor do seu trabalho, ecin:o vezes superior ao
t qao toca ao lavrador bratileiro.
t Ao passo qae o cultivador americano pode
t accumular recursos para alimentar e deseovol-
t ver a sua lavoura, ainda no caso desfavoravel
que figuramos o pernambucano nao lucra nena
ao rasos a somma indispenaavel ao custeo da
sua industria. '
t Tal a phase que de presente se offerece ao
algodio pernambucano no mercado enropeu.
Este estado de cousas inquietador. Todos o
sentem e todos o deplorara como ura triste pbe-
nomeoo econmico que mreannuneia a morle de
uraa grande industria.
Tributar deapiedadamente a produccio de um
genero que nao pode snpportar a competencia qne
Ihe offerecem nos mercados os productos simila-
res provindos de outros paizea, o mais formal
desservigo prosperidade da provincia.
Tal como o imposto sobre o algodio faz-se
prohibitivo (apoiadesj. Quer a nobre commissao
que este odioso systema de taxas perdure tanto
tempo que venha produiir todos os seus funes-
tos resultados? E' islo o que se traz em vista?
(H-a am aparte,.
., Sr. Gusmao Lobo :Nao ser seguramente a
reduccio do imposto provmdial a medida salvado-
ra para a industria .algodoeira (apoiados). Eatou
d'isto convencido; mas o que nio posso ver com
iodifferenca, qae por nossa parte nio tentemos
nenham sacrificio para desobriga-la s taxas seve
ras que a attVgem. .
Desejo e espero que a nobre commissao, nganao
ao assumplo o interesse qne elle naturalmente
aesperta, venha tranqoilisar-me sobre o que se
me alignra ser nm lamentavel estado. Ella toma-
r sea cargo o expliear-me as razdes qae a po
deram ndusir tributar o algodio mais qae to-
dos os gneros de exportaeio. Ella deve ter mo-
tivos occoUes do sea procediraento ; dir-se-hia
qne ella mediten em nma taxa prohibitiva (aio
apoiados).
. Nae nma censara qne elevo. As imposicoes
nao podem ser arbitrarias, implacaveis, impassi-
veis perante o movimento da produccio. Nada do
qae interesas i sortt das industrias, a fontes da
riqueza publica, deve ser extranho ao plano de nm
ore-amento dieno d'esle nome.
Nao debalde, repito, queo imposto decretado
de anno para anno. Esta sabia disposigio consti-
tucional tem a sna razio de ser; ella funda-se em
que o imposto deve aompanhar as oscillagoas da
prolucgio, da troea, do consumo, de todos os fac
las econmicos.
A' nobre eemmissio nio pode ser exiranha a
mioba exigencia. Ella tara resaltar das cifras
que amonoou a verdade qae ellas encerrara ; por
qae ai cifras, senhores,. tem a saa ltngaagem, o
seu peosaraento.
6rs
rnond.
O SR. OLIVEIRA PONSECA:Comegarei, S.
residente, apreciando algumaa emendas, qae hoje
>ram offerecidas ao artigo em disseassio.
Uma dellas diz respeiio ao 29. O projeeto es-
tabeleee o imposto de um cont de ris sobre
easas de compra e venda, oa qualquer transagio
sobre eseravos. A emenda eleva o imposto a dous
conloa de ris.
O Sr.Fei.ippb de Figubiroa :Nao se propde
augmento restaura se o que est no org menlo
vigente.
O Sa. Oliveira Fonskca :No projeeto se esta-
beleee o imposto de nm cont de ris; e o nobre
depntado propoe qae o mesmo imposto seja dous
conloa de ris; perianto prop_ um augmento.
Entendo, qne quanto a este objecto, bem como
a respeito dos joalheiros, convm qne nio se eleve
excesivamente a imposicao, afim de que se arre
cade mais alguma eonsa. (Apoiados).
No exercicio de 1866 a 1867 impoz-se um c rato
de ris sobre cada joalheiro qae mascaleasse na
provincia, alm da obrigagio de prestar ama flan-
ea no valor de seis eontos de ris. O resultado
foi nio arrecadar-se cousa algama. Ao exercicio
de 1867 a 1868 eslabeleceu-se o mesmo imposto,
y1n1i^sneslaIVe1ls"i provincia "por" o "annos
pjganam 20Q* por cada um.
Arreeadou-se eotao a qaaota de ura cont e
oitocentos mil ris.
. Um Sr. Deputado : So uma ca pagou. o ira.,
posto.
O Sr. Ouvbira Fonseca :Ainda assim arreca-
doa-se mais, do que quando o imposto era eleva-
dissimo.
Ao exercicio de 1868 a 1869 prescindic-se da
modificagio anteriorraento feita, estabelecendo-se
o imposto de dous eontos de ris sobre cada joa-
lheiro. Succeduu o mesmo que oa exercicio de
1866 a 1867, nio se arrecadou eonsa alguma.
No exercicio de 1869 a 1870 adoptou-se a mo-
dificacio eslabelecida em 1867, pelo que o imposto
sempre prodnzio alguma cousa.
Um Sk. Deputado :-Quanto?
O Sr. Oliveira Fonseca :Ura cont de res.
Um Sk. Deputado :S ura paga o imposto.
O Sr. Oliveira Fonseca :Nao; segundo a le
os estabelecidos na provincia durante 6 annos ti-
ntura de pagar 200* por cada ura; portanto se o
imposto reodeu 1:000* podem ter pago cinco in-
dividuos.
No exercicio de 1870 a 1871 produz o imposto,
que de 1:000* por jealheiro, que mascalear,
4:000i. Entretanto no projectoque se discute o
mesmo imposto elevado a 2:000*.
A reduegio feita no exercicio vigente deu bons
resultados; receio, pois, que a elevacio projecla-
da produza o effeito contrario.
E" tambam por ser elevado o imposto de um
cont de ris sobre casa de compra e venda de
escravoa, qae s uraa pessoa tera pago ; cora a
elevag) ao duplo talvez ninguem pague.
Um Sr. Deputado :Mas o imposto o mes-
mo.
O Sr. Oliveira Fonjeca : Refiro-rae a emenda
que o eleva a dous eontos de ris.
Passarei agora a justificar alguraas emendas
offerecidas por mim.
Sr. presidente, no anno passado fez-3e urna ex-
periencia na arrecadago do dizimo do gado vac
cura na provincia; resolveu-se que em duas
comarcas o imposto fosse cobrado de modo difi-
reme do al entio seguido; islo recebendo-se a
quantia de 800 rs. por cabega no tempo da part-
Iba feita as fazeodas de creacio.
O queresultou? Em primeiro lugar leva-se
de rescindir o contrato de arremalagao da dizirao,
feito na vespera ou ante-vespera do da em que se
adoptou semelbante resolugio.
Por dous motivos foi a rescisio prejudicial a
provincia : 1* porque indemnisou-se o contratante
das despezas por elle feitas com a nabililagio; 2
porque levando-se outra vez praga a arrecada-
cao do imposto pelo modo oovamente adoptado,
nenhum concurrente appareceu at hoje; de mo-
do que o exercicio est a Andar, e o imposto nio
foi arrematado.
A provincia perdeu quantro eontos e tanto, pre-
go pelo qual se ftt o contrato, que rescindio-se.
O Sr. Mello Reg :Nao rendia isso.
O Sr. Olivbir Fonseca :No trienio que fin-
don com o exercicio de 1869 a 1870 o dizimo da
comarca de Garaohus foi arrematado por
4:015*. Ni) sei qual o prego da arrematagio
nullificada em virtude da lei n. 936, mas de sup-
pr que fosse igual ou superior.
0 certo qae al boje nio foi possivel adiar
quera quizesse arrematar a arrecadagio do impos-
to pela forma ltimamente estabelecida.
Um Sr. Deputado : -Nem ha vera.
O Sr. Oliveira Fonseca:Logo a provincia,
qae este anno j foi prejadicada continuar a sof-
frer prejuizo nos annos seguintes.
Entretanto, S-. presidente, o projeeto, que se
discute, nio limita-so a manter esta alteragao na
forma de arrecadar o imposto relativamente i
duas comarcas; estende a todas as outras ornar
cas, em que sa cobra o dizimo de gado.
O art. 29 2 disp5e o seguinte :
O Sr. Olivera Fonscca : rodemnisoa-se o
arrematante das despezas por elle feitas esos a
habiliiacao para poder arrematar; estou perfeita-
mente informado a este respeiio.
O Sr. Mello Reg : Restitaio-se o qne o fco-
mera tinba dado.
O Sr. Olivcira Pohcic* :Oa cofres provia-
ciaes despendern) o que nao tinham recetado
isto a importancia dos emolameoios pagos por
certiddes tiradas pelo arrematante.
O Sr. Mello Rigo :Qae foram iadavidamenl-a
restitnidos.
O Sr. Oliveira Foncbca : Nio pretendo dis-
cutir se o arrematante linha oa nio direito i ra-
deinisagio di qae despenden, mas entendo, qae
era virtude da rescisio tinba esse direito.
(Trocam se apartes.)
O Sr. Oliveira Foncbca :A tbesooraria au-
nuocia que vai ter lugar a arreraatacio de om
imposto, um individuo habilita-se para eoocor-
ror, salisfazendo as exigencias legaes. efleelm-
menle concorre, e eonsegue arrematar ; qaand
calcula ter am certo lacro, resciode-se o contrato,
lira-se o direito qae sse bavia adquirido ; parece
de jastiga qae ao menos ella receba o qne des-
pendeu para poder entrar em legitima concur-
rencia.
Como eu j disse, essa ndemnisaeo fui o pri
[meiro prejuizo dos cofres provineiaes ; o segundo
e maior tera sido nio render o imposto cousa al-
guraa nos lagares onde deu-se a altoraco. S no-
exercicio vigente o prejuizo superior a qaatro
eontos de reas.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Oliveira Foncbca :O colleelor geral m-
pode diatrahir-se das oceupagoos inherentes ao tea
eraprego, nio p le abandonar a colleetoria e an-
dar viajando pelo municipio na cobranga de nm
imposto provincial, 800 ris por cabega de gado
as fazendas de criagio.
Um Sr. Deputado :O imposto s pode aer co-
brado por arrematagio ; desde qoe o imposto a(u-
gt na os arrematantes, nio vale de nada
O Sr. Oliveira Foncbca : Por nio haver at
hoje apparecido arrematan!', que ja houve a
idea de se encarregar da cobranga do imposto s
collectorias geraes ; o qae alias nio realison- pelas ponderarles mnito justas e acertadas do Sr.
inspector da tbesonraria de fazenda.
Sobre este objecto, offereco duas emendas.
Ao 20 offereco ama emenda assim concebida :
(Lo)
Nao s estas palavras me parecem excusadas,
tomo tambem plem dar logar a .algam equivoco.
0 testamento s tem verdadeira existencia jurdica,
depois da raorte do testador ; por isso nio sei como
se possa dar um reeonhecimento posterior ao tes-
tamento. Talvez baja erro typographieo, e se de n.
lr : reconhectdos em testamento ou anterior-
mente.
Um Sr. Deputado :E' aneriorm*n/e.
O Sr. Oliveira Foncbca :Ainda assim ba re-
dundancia.
"vIoTmeYa eljfciise u'WflHltftti.-------
i Art. 16 S 13.atencin se a comarca do Bni-
qcie.Oliveira Fbneeea.
c Art. 16 g 23. -Onde se diz sobre os bene di-
ga-se sobre rendas dos bens..
t $f,n4e95-Onde fe diz-sobre as casas-*i-
gasesobre a renda das casas.OWsas'ra Fon-
ceca.*
Art. 16 18.-Era vez das palavras-excep-
tuidas aa cnangasdiga-se-exceptuados os me-
nores de 5 annos.Oliveira Fonceca.t
t Art. 16 g 16.Depois das palavras-Dizimo
do gado vaceumaccrescente-se -conforme as
leis anteriores de n. 936 de 1870.-0/irra
Fonceca.' .
t Art 16 ^ 32.-Era lugar das palavrasfnea-
sive as judiciaes diga seexcep'uadas as judi-
eiaes. -Oliveira Fonceca.
t Art 16 | 20.Supprimam-se as palavras
qur reconhecidos era tesUmento, qur posterior-
mente.O/iiwo fonceca.
O SR. MELLO REJO requer que sejam im-
pressas as emendas no jornal da casa
Tendo dado a hora, o Sr. presidente designa a
ordem do dia e levanta a sesso.
HEV1STA DIARIA.
GUARDA NACIOXAL.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 20 do correnle, foi trans-
ferido para areserva o capitio da 4* companhia do
48" batalhio do municipio de Cabrob, Pedro
Eaptirasio da Silva.
PROFESSORAS PUBLIGAS-Por portaras da
presidencia da provincia, de 20 do correnle, foram
removidas as seguintes professoras das cadeiras:
da Ponte dos Caminos para a villa da Escada, D.
Joanna Carolina de Araojo Figueirdo : do Sannaro
pira o povoado dos Montes, D. Camilla do Carino
Torres; de Ouricurv para o povoado deOlho
d Agua dos Bredos. D, Jcintha Avelina da Cruz;
de Ingazeira para Barreiros, D. Maria da Conceigao
Azevedo ; do Granito para S. Benedicto, D. Ubaldiaa
Afra Vieira de Mello ; de Villa-Bella para S. Jos de
Ipojuca, D. Maria Augusta Serpa; dos Mont-s para
a ponte dos Carvalhos, D. Maria Alexandnaa Das
da Fonceca ; de Gravat para a Barra de &en-
nhiem, D. Leopoldina Romana Mondes Gougalves.
DINHPIRO.O vapor Ipojuca trouxe hont.m
para os Srs.:
L. A. Seaueira
Keller & C.
Antonio Luit dos Santos
Prente Vianna & C.
Beltrio Oliveira & C.
Jos Luiz Gongalves Ferreira & C.
H. de Lagrange
S Lei tio & Irmios.
A. Alberto de Souza Aguiar
Vaz 4 Leal
Loyo Sobrraho & C.
(rneiro t Nogneira
I.uiz Goncalves da Silva & Pinto
Joaquim Geminiano de Arrada
Caldas & C.
Joio da Silva Antunes
Alfredo & C.
Ilenrique Saraiva de A M.
Vicente Antonio Italiano
Teixeira 4 Primo
lianoel Alves Barhosa
A. Ciors
Domingos Manoel Martina
Yiuva Guilherme & C.
Silva k Alves
Jos F. dos Santos Bastos
los Lopes Davin
PIRAPAMAEste vapor devia entrar


(L).
Se a experiencia foi lio mal succedida porque
a medida inconveniente. ...
O Sr. Mello Reoo :Sa a experiencia nao esla
O Sr. Oliveira FoNSsea: Como nio est fei-
ta? O imposto eslava arrematado e pelo aotigo
syatema de arrecadagio; mas em virtude da alte-
ragao estabeleclla pola le n. 936, qu& mandn
cobrar 800 rs. por cabega na occasio da partilha,
reaciodio-se o contrato, e indemoisou-se o con-
tratante. ,
O Sn. Mello Reoo : Nao indemnisou-se tal.
11:107*500
6:400*000
6iO*00O
3:700*000
3:167*000
3:108*000
3:000*000
2.842*510
2:677*000
2:000*000
1:770*000
1:510*000
1:350*000
1:026*430
958*000
940*000
900*000
800*000
750*000
609*000
434*000
300*000
300*000
270*000
240*000
229*530
200*000
no porto
sido encon-
da Fortaleza a 19 do correte, tendo
irado dentro do canal pelo Ipojuca.
COM?ANHIA DOBEBERIBE. Deve reunirse
no da 26 do corrente, em assembla geral os ac-
cionistas desta companhia, para approvar as con-
tas do anno que fiodon e o orcamento para o fu
taro, bem como eleger a nova directora.
TRILHOS URBANOS D0RE3FE A APIPUCOS.
Esta empreza tendo augmenudo os pontos da
linha at Caxang, resolveu diminuir o prego de
suas paasagens como J por uma vea tivemos oc-
casio de afflrmar, enja ubellapabliearemjs amar
nhia, dando comtado boje u saos pnncipaes al-
teracSes:
Do Recife a S. Jos 200 rs. por cadAMse
I i Parnamelrim 400 rs.; i Caldeireiro 800 rs.; -




__U-
*r-
fir* d Pm&mbuce L? '^ula feira 22 d Junho dt 1871
_--------^_




Apipueos 600 r. ;. Pedra Molla 800 rs. ; C\-
xanga 1$, e de urna a outra estaco prxima 200
res.
As assignaturas para os adultas ala Mangui-
nho 8*, S. losd.lOj, Torre 13*,.Pogte de Ucho
15"*, Jaqueira o Paraameirim 10*. Sanl'Anoa 175,
Oasa Forte I8i. Caldeirefre 19, tfontiro 203,
Porta d'agoa 21 Jt Apipueos -2*, Encanamento
e- Pedra Mulla i'ii, S. Brai e Caxiag .2'>* ; e
para os menores Jaqueira 4*, Apipuuos 'Vi c
Caxang 8rf. ^,^ k^rf-J' -*
E5TR.UH I)K FRi'.RO DO r,.\t*N(%-0 fe
rentadesta Ml'&da coBTidoapS. Exc. o 8r. vice-
presidente la provincia e a oniras [';s?oa8 para
.isssislrem amanli a 1 tura a> tard>! augu-
rado do transito da nota parta da tetrada caire
\piuncos ti o [i -vado de Capasg-
As nov.iH obr-s firara receidas nro-.isoriamrnt"
pelo engi-nheiro liseal o Sr.flf. Biarque de Ma
edo, c n>t\!iao4#.is agames r indicte por elle
impostas:
XI.Ter o Palacio m> Tmbuho as aeom*
modaroes rjeces-anas par,exposicao dos proliuto*
a do bazar, guard d>*;< primeiros, pateo-para a ni
maes, al>n do terreno preciso para ara jardina
i.'U leto os carris, ser levantado ao nivel de^os, de ma
nera que neuliuro embaraco cause ao transito.
2.*Ser alargadn a parte, da estrada publica
que borda o a^ule em PedraMolle, di too*) a
dr*f espa^ ti *r irS' tnfenoT' 9nutrws.
3."Os atorros seria levanta los ao nivel geral
da estrada de ferro, ticaodo enwadido, que nem o
aterro do Mi o Ja, nem .04. da aperox+iuafap da poa.-
- forma re > *h i^-n Tarros. Ni-Trrr.rm paite
te
da estrada deve llcar mal* aaixa uno a referida
POMA. Os sierros deverao ter largura, nunca o-
ao tai t da estrada igual
Fiarlo U-l^'llUj 'JUU TTTarj
feriar 4 metra*.
4."Os cortes terla
largan, xoluidas as vi
..onsTfaas.
O* tasad* tafia U1 1,2 de meUaacio.
V Serio construida- e.-UcS arincipas ni al-
to la Apipacoa- pao extremo da I i una ra Cax*n-
.m, do conformidade cota os planas approvado
pela engenueire-fiseai.
Est ices intermediarias, conforma o planos p
prvidos pe..O"irietJwrugenaetto, se construir,
110 .encana evento em Podra Molla.
U unto au poatn de S lira/., pode a compaohia
enllocar ahi apenas um abrigo lcente, t ana a
experiencia lacenselhe a consiruecao de melhor
ediilcio para estacad.
fi.* Sarao substituidos os velhos trilitos Di>r on
ira ..novoii unidas de chapas de connoo (icli-
pbtlts).
A va permanente ser toda lastrada.
7-*A comuanhia manlir con-",.ro,.ro'n Casil-
ga um pontilnio de 10 paJmaa de ht*aani, aae4
pasaagem eatra a estadio da liaba larrea o a es-
trada poblica.
8,*Xa orina do art. 13 do tegaamento flsrai.
a corapaoflii .iprosent^r ao governa planta e perlil de toda a liaba contra la.
9.*F ca marcado, par a sati-igao de-tas exi-
genci?,o praM de de seis men's a datir do dia da
abertura da estrada.
H)\ Se, terminado c prato, na-) forera as mes-
tnas exigencias sati.ela<, fiea reserv ido ao g 1-
verno da provincia o direito de manJar preen
.'li-las s aapeaaai da compaohia, salvo o caso
de forca maiar julgaJa pelo mesino-goverao.
GKAB Recebemos hoatem firaaas i'. pro-
vincia ate 14 do crreme. .
^ Foram exonerados os promotores pub icos do
ralo a lahaauns, seu pedido.; seodo aomaad
para aquella comarca o Br. Paslos Taeool.ilo
da Silva.
^ Era Meeajana fallaceu o ten mte-oronel I nafa
"rai.kl n do Lima, com 73 anno-, libertando urna.
*ua eserav Je 40 anuos.
Achava-sa no porto da Fortalezi a corveta
brasileira May.
RIO GltANS DO NORTE.-Nida occorreu que
mereja ntencao.
PAHAHYliAl.emos vom :
A' 10 do correte, f.illeeea repen'iaimente
cesta cidado, victima de u:.i ataquo de tooplmua,
o nosso esttmavel e a t>d >s os re.|iitos digno aiui-
CoDr.Joi Antonio Pe.nio-les do Girvalb n
occasio em que se diriga ao ptlanm d.< prosidea
-".13, em cuj entrada mthaiou o tiltimp ostpfro.
Immeliatamenie scecorrido por S. Ese. o Sr.
lr. Jos Kvari.l) e polo Sr. *>i. Aadon. qiw ali .
aeaava, nenbura meieeocoBtwa qoa o saivasse-du
fulmioaote mal, que o fo saecurabir; mergulbai-
do a todos os cireamstantes e aquelles que colti-
vasam suas aajaaiai na mais profunda M>ago<,
O _Dr. Joo Antonio era um Maadatro abis-
udo, indo^trioso e proi.; sob'etaio, por,n, re-
franco, leal e honesto.
De urna edac*;,ao austera, era examplo vivo
de hons coMumes aos seus e a estraors.
< ramente estimado-e respailado, deixa por
mentes cnnven'na (ornecer aos lavradores para a
respectiva cultura.
' _'Xll.Cunto, p*otm, nao seja pbs.MveP'op's-
irnip desda Irge tndo o ediflcic, o eonvenha qaSntfr
ates que aFfsta Popular do Trabawfunc-
cwae em ca-a pioptia, a commi-suujjMjitora (1,
ininmljida de mandar vir dos EslaffaMJnilos
la Europa odesenho de urna easaj'fiferro q
aquellas accommoda^Be?, a encomriioDdir s viiolMe
a parte della indispsnaavel e proprri para a e%p
?igao, mandando bascar poMerioriJWHe. na
porcio dos raeios a outrae parWa ujecesj,
para tvcomplemfnlo.dk> elilicio.
Xlli.Com o llm de animar Mfcrticia
11 dos productos mjthtur se-nio Brsas
le premios, qae, m^natito alo sftil
1 A *omW3'?o Iniambiih jiela lma. junta ad*.
ininistrnl-ra dr. s?:4a c do modo, porqti o aciual director do HJ* de
tnetid'.cidap "
maes, alera do cTeno preciso para ara ]\rdim tnetidicid-ide djest provincia coronel AgostiohaBe-
cultivo,, e Jclr,aUc3o desplantas uflala, tojo se- t-(Ta At^.lnflCavalcaote, tem regido o esia^dte
oime aau-aarago, o
d'
a pe
isto em sasfacao do qoa o
por diVViuaaa^nario. pedido, como e evin'
ila PfcjLuoijU'N-1 "
rtffercWo^a-
Contra fogo sobre predios, genetot e fszendas
pagm ojui prejuizos devidateota provados.
i

Rabe Schmcllau A G"
Ccrpo anto n. 15
em hoje da3ompenhar seu encargo
esclarecida apreciaco da Illma.
unta, de quera espera indulgencia para a iraper-
que so re'ferem os estatutos ante cea
y o MerMo tli actor manda!)
Iec|ftj40rprr piopro ilvitro,
ra de construccao que permaneca guar
a fuadamenio, porauanto
' >r qoando visito
le melhor habi
subsistirao anda depois da creajao para cnmpttr a sita nisrii, qit a maior paxte
dessa inadeira (tab-ias de looro) foi ompregada na
fatur ,|d ponas, que so acham assaoutMMaX^- 1
dar terreo d) pavilho
t O partido conservador lamunU, cheio de inti-
ma dor, &u> peeda o deposita sobra aeu tmulo a
coros de saudades, devida m bota idado, ptimo
~>f 1 n. 1 o <.|iciijtunri(i.
FESTA POPCLVa DOTIURALHO.-rtecebami s
de dislineDa cavalieiros da capital Ja provincia d)
visranhao a seguinte carta-e programma, para o
laal rhamaiios a aJtenaao dos Qosios loitores:
Illm. Sr.lavendo oes abai.xo assignados com
^Iguns ciiaJios residiles nesta capital de'ibera-
do instituir umafesla deaoioioada-FESTA popa.vn
M> TaAn.u.111, cuja nauguraclo ter lugar ao dia
7 de Miembro nlooro, para o (ira de promover
; expoi^a > de productos inri,maes desta e oudras
prvin.'ias nao os queiram remetier, os abaixo as-
ignados c-u-litaidos em commisdo vio rogar
v. i, que se digne dar publicidad o 11) sea con-
cuado Jornal, ao programma que tomara a lber-
dade de olTerecer a V. S,
Erperara os abaixo assignados que V. S. cim-
O'raetrando-se da grande ntilidade que pode resultar
desta medida, nao > para a nos^a provincia, como
1 ara o Brasil em geral, por ser um mojo de animar
a lavoura e industria, nao teta duvida c-n c rre*-
pooder as vistas da commis>o, que muito confia
no patriotismo de V. S. pira que seja aiteodida
Boaa proteccao da imprensa.
3mos de V. S. ltenos veneradores cralos
Migeos.AffonsoHenrhjues -. MhunwnHt M
l.-Datii Freir da Moa. Martiniano Meniel
vertir.-Antonio Ennrule Soeza.-Joao Jos Pv-
nandes Stlm.-Joao Antonio Coqneiro.-Franrisco
tjauienaoJabbas 4a Costa. Maranhao, 28 de
mato de 1871.
Nos, abaixo assignados constituidos em com-
x. ratsaao, para o flrnde inslituirmos urna fesiividade
popular denpnoioada-*BSTA POPCLAn do TBAau.no
temos assentado no seguinte :
I Inaugurar s-ka nesta cidado, no dia 7 de
tetenbro do correte auno ama fesiividade, deno-
mmada -FUSTA POPULAS DO Tn.UlU.B0,COm O TI
Q-9 lesenvolvar a exposieo de proiuotos foitos par
naclonaes ou eslrangeircs na provwcia do Mara-
cnao o em ontns que os quizerem reraeller para
esta tira a commiaso directora.
tSJr?*S l0.Rar sna 'oauguracao nos P/ft)s
da Municipalidade, caotioaaodo a sar celbrala no
meanio lugar
atque se pjssa
consistirio nicamente om mencoes honrosas,
formulas seai graduadas em tres c'
como depois os premios, segundo a p
productos, e
dos ntilmos.
XIV.Para este flm i'n?titoir-se-ha tamhem
um jury ou tribunal, comporto de pessoas proles-
sionaes, cujo numoro sar dpeis dotaraj)af|b,qp^,
cujas essSes 9e tratar de classiflcar os premios
a conferir. Essis sojSos tarto ingar'no IM *
setembro e segninte* at dia da fasta.
XV.O que se.pnmr nestas 4s>os Jefa
lamber publicado e laucado era urnlivro de actts
P"!o msmbro da commis>o iireciora. quu os mal
lsigiarem. D'este livro so extrahiro as coili-
dies pedidas mediante os emolameMos, uurcaaos
em urna tabella especial, e queserao applicados's
despegas quo se flzerera era las 3e.fl e' outros
objectoj.
XVI.Da nra nutro livra. escrlp'urado por
outro membro da commissa) directora, do mesmo
molo designado, con-tari o Dumoro de productos
f xpor e que devem ser vendidos no-bazar, por
qiem foram remanidos ou exposto*, se para seren
retirados, on carem, seu destino, prodacto di
venda, etc. As cenidios podidas d^sta Iv.m pa-
girio tambem para o m-smo ilm os emolumenta*
de .| \. trata o estatuto XV.
< XVI.. O prsont4 program.na ser rofor-
mado qaando a cemmiso directora entender
conveniente.
CAFE' CHINEZCom este litlo os Sr* Olivei
ra A C. a ni.rn de abrir um Lera moudo hotel,
ra larga do Uosario n. 31.
L0TKI1I \. A' que se a .-ha i vmd* a 197'
bartelo da capaila da Santa Cruz dos Milagros
de Olinda, % qnal corra hoja.
PAS5AGKI10S. Di Granja e porto* interme-
dios o vapor IprJHCt trouxa os segnint*'.
Frincis.'o Antonio Lomada, Marcellino Josa da
Silveira e.ua senhora, lufrasio Alvas 1I0 livei
ra, Camflln l. da Meoezej. Antonio d-w Anjos.
Geracino Ferrara Ver.-cm e 2 filhos,. Manuel
Martins Pap^lo, Francisco Martina Ppela', Ji-
de Arruda, sua mulhor e 1 fllho, Antoni-i de
Sonza, na maiber e 2 filhos, Antonio Cmara,
Joo Mactado e sua mnlher, Marceao Pereira
dos Anjos, Raymnndo Poreira da Silva, Prancis-
o Rodrigues da Slva, Hano-I Francisco da Aze-
tedo, Francisco onca I vea Valente, Joan Facun-
das do Cistro Venozes, Manoel Jos d-> Medalros,
Lniz los de Medelros, Jeronymo Riboiro Rosado,
augusto Riheiro Rosado e 1 escravo, Antonio da
Silva Modetros. Francisco Antonio da Silva, Frao-
cica Mara da Gonceican, Joaquira Cariidano dn
Pon'enma I sobrinho," Manoel Pereira da Silva,
Lniz S Pereira do Lago. Virgin Alexandrino de Alba-
inerque, sua mi e 2 ftilio, Lauriado Pereira Si-
pas e 2 eriatos, F.-x Coelho R., Ant.raio do
linios M ir-ira, Jo- Pereira di Slva. majnr Af-
f"oso da Paul Atbuquerque Maana>, Samuel
BMsmati. FiascMco Justino da Peaha, loao Ne-
pomoceni Piulo, Manoel Justino de Azevelo e 4
asoT%H a entregar.
O lugar inglez S-iUerlM>ck irouxe de Ltver-
pool o se^Binte 1
Sra. Svilney (MMna.
CEMirERlO PU8.IGO.-Obituario do dia 19 de
junho :
Qainteha, branca, Prnambueo, \7> meies. Boa-
visia; congesie cerebral
l'anna Isidora da Silva, Pe ruar buco, 40 annot,
soiteira, S. Jos ; erysipela.
Alfredo, prete, Pernambueo, 14 mezes, Boavista;
gan hepatite,
Helena Mari a topo.', parda, Pernambueo, 60
annoa, viuva, Boavista.; nexigaa. .
11 ifcj'iffi 1I114 UtrjA ,J,hp&vu gWrffl&nco. 6d an-
Un parvolo encontrado na raa Nova, branco,
Pernambueo, Santo Antonio; iaora-se a mo-
lestia.
irosas, caja*, 4daa|l, 3 dottituidt-^o
TTTfaVaiil TOelectmanro nn o Irm
puhci
rajjttp
ma mi
-Eaten
ar:
aHir
eveaa! I n'
oel tei>
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njuanto Agaples "
!nt!;r ll-Corpo Saato-H.
ou ralo oecupado palos
!!lpl*>ai,rtirio |pe mine o eitabtieaiipento; a
jieqaena porcia de.-se material, que stbroa de si-
raatBMf*ra *tU entrei-tnlo con a co npetertte
auiorisaivi), e manifri-to i.-nlh^ramento das coodi-
vita*'flni tto amacioa'lo al ;imm,>
4 ^eg''n^n-~^1"-'-" '! tamlM'n a commis^ao ifue
a-aega-gla sei vir nu estafeeladment, um inoindia veiho e jnu
tilNal.i, cacetora de funjameato, por issoiae
a commi';i vi41tan.t) o a-ylo,'\io ah fancepv
nando reguJarmento,um gr'aade mjinbo para c cofn algum na, i s-r.lad, mas 0J0 estratfado
nem d-teriordo, ao i'on'.rari.i em b'ora eslalo J^
couservacao, o.cuial. daaiarou o director cftn-
missio, depois .do eximfuil) julgado poTfelto,
foilhs comprad*)' por ser preciso nd estib'elecl-
mento, o que t. ve lugar por pretn inferior 'He
seu cusi o meliaol auUns.icao do r'especllv'o
inordorno de raez.
Trcoiro.Entrada ainlt a coraraissao que
igualraen'o inUinlada a acmjaco no qne coa-
cerne a tabelia das raoSes visto como a qne^oi
oinf'CionaJ ;>>;> mencioaado director, e subraet-
tuio a compvi-n e aoprovacao, nao voiiou anda di
secretaria da siiita c.isa pira o.asylo, onde coujl-
nua a ng.rdr a amiga quo a corhmfcs&o vio pan-
dente de urna das paredes da aifrtcadaei).
Quarla.Bnteode raaia a cmmissao earecr
do base o pouto rte aecusf c\o. com referencia a en-
tra-Ja da .-enflora Jo prclio director na arracada-
ijioclaiuesunaineota por urna noria de cotnmuni-
interior, visto qovt, alera do que ha de
cao
Joanoa Baptisu, preta, Pernambueo, 33 annos,
soiteira, Boavista ; espasmo.
Francisco Jos Pereira da Silva, hranco, Porta
gal, 32 anoos, casado, Olinda i phthysica pul-
monar.
nncrpJiuvela./epal8ivo oesse facto cora relacio
a qualquer senhorde dastiu-.Qio, mxima a Exma.
Sra. da que se trata, o >tou a commi*ao riao haver
na arivcid.icao porta alguma que d pasjagera in
terna para us aposeous da fmula do dito direc-
tor.
Qoinio.Entende mais anda a comoiissSo
qne_, na ausencia da pravas justiQcativas daaceu-
sagao feita ao supradit direetor no que concerne
a >uteniacao de un sen eavallo cora farello desti-
nado para os liois do asyh, e remessa de fari-
" carne, fejio, bactihio e outros objectos para
Mkpiros contra-rogo
Q0MPAH1A
NORTHERN.
Capital. .' f0.' v. 20,000:0001000
i'Mdo Vrasero- .... 8,000:000*000
Agentes.
MiU Isiihan C.
RA DA CRUZ N..38.
. __
PMAQA DO RECIPE 21 DE JUNHO
OB 11171.
AS 3 l/ HORA8 DA TARDB.
Colarles officiaes.
.Vio hoave cotaefles.
H. Stepple,
Presidente.
P. 1. Pinto,
Secretario.

ALFANDEU
Renliraento d) dta 1 a 20. ,
dem do dia 21......
338:705*113
22:793*834
381:409*047
Hovimeiito da alfodega.
Volamos entrados
>
cora
COUQ
fazandis
ganen*
Volumes
saludos
>
nlia.
RESUMO 0 BALANGE.TE DA RECEIT\
E DESPEZA DV CMARA MUNICIPAL
DO RECHFE. NO MEZ DE JULIIO DE
18G).
EKencicio de 1868
Reeeita.
Saldo do mez de janho pr-
ximo findo..............
Reeeita arrecadada no mez de
julho..............,.-----
1809.
17:313*904
12:429)827
29:743^791
Dcspeza.
importancia de^pend'da no
mez Je julho.............
Saldo que pasta para o mez
sesointe................
7:023jlIGl
22:720/J630
29:743^791
seu siiio, nao licito admitlir semelhante aser
cao, mxime nao aoiaodo-sa augmento de consu-
mo de laes rtigoa as comas quo blsido presta-
das pelo mesmo director, como foi examinada pela
coiuinissao.
Sexto.Emenda a cmmissao que econo
mica e zelosa a aJniini-lrago do mencionado di-
rector, o jjue 1 lo a comowsao veriear om face
da despeza realisada n pricaejro trimestre de seu
exercicio. em que alias #s.-e'fnnccion.irio j en-
eontriu feflos i primearos pedidos, e tanbem ero
faca da espti ijue vai sendo /eila co trimestre,
que Hodar cuno cq'rento mez, e que o segn-
4p irimetf j do exerr.icio acitna Miado ; sanl,
poim, b'<=m l- -tavel iiue a onta, do forneciraento
feito no mez 'la Janeiro, e paga pela Santa lUsa, fc
ijue a cnnmifao auiino.u, nio M harraomsada
como livro de entrada dos g.p'oro?, uio obstanle
dizer o ex-mordomo Fi^aeto>tfa tnesaia cPuti-7
ue cmferio cm o livro ds langaraento de gene1-
ros, e, como a differeima dos geoe/os pagos e riaVr
entrados-saja excessivo,' conclue a. cmmissao pe-
dindo a llustrissima junta, que elles selam exami-
ndoa ptlo escrivo da Santa Cisa, dando este con-
ta do que heuver, para que possa a illustrssima
junta providenciar no sentida de ser o asvlo in-
demnsaio d qoaiquer falla.
c StimaFtoalmenteacorosfsaoenlende que
ao"'p^i:'',fegef*aque1lii "^eecnVmbi Wh
pelo que all .obsarvou cerca dq asseto, ot'Utp,
disciplina e economa do esiabele-Hranto, comr
tambem por que os precedentes .dqjjilo coronel di-
rector e os Luna servlcos feitos pofflle aopazial-
lam mais alto que todo, tanto mais qaanto a cm-
missao sabe aquilatar as difflealdades, os embara-
zos, os desgoslosat^ queesperimentaraaquelles que
se afaJigam por imprimir um cunho de regnlari
dade as almmistracoes de que se acha, encarrega-
dos.
Sala da commfs'io 14 de junho de 1871.
As.-ignadoa.Jorge Doradlas Ribeiro Pessoa.Dr.
Manoel Figoeua de Faria -M'gol Arrhanjo Min-
dello.Jooforme.Pedro Rodrigatsde Sonza.
Nada mais se coniioha no referido parecer. E,
para que assim o conste, passei a presente n'esta
secretaria da presidencia da provincia de Pernam-
bueo, aos 21 de janho de i87l.-Recfe 21 de ja-
nho de 1871.-0 offldal archivista.Joio Valea-
tim Vilella.
Agostinho Bczerra da Siiva Cambante.
Attenpaa
O abaixo assigoado tenlo j protestado por este
mesmo Diario da 22 de maio altirno contra o pro-
cediraento do Sr. Custodio Jos Alves Guimaraes
cora fazendas
cora gneros
384
1241
37
938
------97o
102o
?lo dos feUos da fazemla
0 Dr, Abilio Jos lavares da Silva, ollicial da or-
em da Rosa e juiz privativo"dos feltos da fa-
zenda desta provincia por S, M. l.e C. que Daos
guarde, etc.
. Faco sber quo ern vrtade de eroeo^ao- da fa-
znda nacional contra Clnilio Dubeux soro ar-
rematadas no di\ 13 de julho pjoximo (uturo, jij
sala das audiescias, polas II horas da mar ha.1,
seta casas penhoraJp.s ao mesmo execntado, sendo
orna a em 3:0104, e as nutras seis terreas a 1:000^ eada
|-uma, todas de lijlo e cal, situadas na povoacao
de Apipueos, i ra Nova, em frente ao ro Cap-
*ar.be.
E para qne chaguo ao conheeiinanlj mandei hvrar o prsenle, que ser afxado no lu-
gar do costme e publicado pela imprensa.
Dado e paesadn nesta cidade do Recife de Per-
nambuioaos J7 de junho de 1871. EuLuiz
Prancisco Rarreio da Almeida. escrivao o escrevi.
"______________AbiHo J '- Tivares da Sil va.
O Ulm. Sr. inspei-tor da Hiesourana Ua ta-
zenda marm fazer publico que tem marcado o dia
26 de junho prximo vndouro para o concurso
que se tem de abrir namesma thosonrana para
preenchimento das vagas nclla existentes e na al-
fandega de praticinies ; versar ocame sibre
a materias do que lr;.ia o art. 9* do decreto n.
41-13 de 6 de abril de 1868 a saber : connecimen-
to perfeito da grammatica e liogua nacional, e da
arithmetica at a theoria das proporefias nclnsi-
vameote reunindo o candidato a estas liabililaces
boa letra.
Os eoneorrentes dererao previamente apresen-
tar scui requerimantos instruido de documentos
que provem tar bim cmpr.rtamento e idade pelo
minos de IS annos.
Secretaria da thesonraria de fazenda da Per-
nambueo 26 de malo di 1*71.
Srvindo de nfflcial maior,
___________________Mannel Jos Pinto.
De ordem do lllm. Sr. toueiite-coroaal Pre-
sidenta do conselho do qualifTtagao da guarda na
cional da freguezia da Iloa Vista rio chamados a
comparecer no consistorio da matriz da dita fre-
gnezia. quinta feira 22 do corrente, as 10 horas da
tnauhaa, os inferiores e guardas que requereram
para serem inspeccionados.
Salla da ses-o do conselho de q'iilificagV da
guarda nacional do 3 bataiho 19 da junho de
1871.O secretario,
Manoel do Nascimento Silva B,stos
Cauilao.
Discarrepram h jo 22 de junho.
Iliale americano ~.A- Tebhetttaboado.
Patacho hollandez |Kr//emarca Brigue dinamarquezChristian- taboado.
Barca inglezaSMerbeckmorcadorias.
Lugre holIandez-G'/v/i/ro Balkem iarinht de
trigo.
Brigue portugnerColele lagedo. .
Vapor ioglezro//siR'invarios-gneros.
Barca inglezafiWH/u'w^nercadorias.
Patacho inglez- Zeyar-knos e carvai.
Despachos de exportadlo no dia 20 de. ja-
'nho.
No brigue portnguez Adelina, para o Porto,
carregou : Manoel di Silva Maia 60 couros seceos
salgados com 420 kilo.
No patacho hespanhol Ocafo, pira Bircello-
na, carregoa : P. M. Maory 209 saccas con 1,467
kilos de alg di >.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEJUES DEPERNAMIIJCO.
Rendimento do dia 1 a 20. 37:867*349
dem do dia 21. .' 2:4ooil3o


40:332*484
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo dia 1 a 20 165:324*942
!demil)-dia-21...... 7:501*769
172;86*7II
MnwiMPMTO m POBTO.
. Navio entrado no dia 3.
Granja e portes intermedios 8 das vapor na-
cional Ipojnca de 360 teneladas, comraaudante
Honra, quipagem 30, carga diferentes gene-
ros ; a companhia Pernambucana.
Obsercagao.
.Nao bouve sabidas.
ENTAES.
PUBUCACOES A PEDIDO.
O director lulcrhi do asylo de
Kc(a(llc!da detraetore.
Alguem prcurou macular-me ante a opiniao
publica com referencia ao meu procedlwente orno
director interino do asylo de mendicidade desta
o naquade da em mos os annoa' proP"nc,a-.I.
aconstruir.urn edificio,proprio uaca ,r*0:la"'0 em mmha eonseenca, e eom a cer-
esse flm, precedenJo a respectiva lw mea fal aro com nm passado, no qual ^racas a
isu nao ha ama macula riqoer, entendi a prin-
cipio que devia dei.xar eorrerem em a mnima
contestadlo as calumnias e aleivesia, qm contra
mira se esforcavam por assealhar individuos, cojos
loteraasos sordilos o raesijainhos tinha -eu cen-
-anado, ia coararian lo, a hei de contrariar em
nim do ramo do serv m nacional a raea argo e
da porao de infelreos euj-oa aoaVimaotos eston ao-
coaj**o da metigar- do melhor molo possiveL
Mtflesti, oorm, que nao soa devidamente
previamente solicitada.
". '''-Hivera ama comm.:-s3o directora, com-
poetadeaete mambro, a qual tara a-sea eargo
anganar productos n) termo da capiul,.e dirigir-
se as autoridades, iisiituco*", cu pessoas, solici-
tando as medidas qne forera aAam da oiesma.
a iv.Compete taaooem a esta commiaa-j diri-
gir ctrcolaras s pessoas nlieotaa em eada teca-
'laaae oa provincia, iecumbndo-as de aagariar os
proflaetos que polerera nos referidos luguw.
* Na capital, p>r- n, alera da soinmisso 1
rectora bavera outra, tambera emposta "botos, a qual tsr a saa cargo pedir prendas
para um baur especiaj, aue ser abarte no dia da
W.O presidente da provincia aera o protec-
3T nato da festa.
VII.Os objectos expostes iearo periencenlo
\ests, se Ihe forera por seas orm offarlados, 00
nao vierem cora a clausula de sarera par ellas re-
tirados ; do contrario ser-lhes-to restilaidn, qaan-
do os re:lamarem nao pdenlo, porra, faze-lo, a
axcepcao dos animaes e geaerue 4e fcil detoriora-
jao, sonao depois de passalos tras matea do dia
em qne Hadar a exposieio era eada anao, datan-
do os object s a e'U desuados,atar nesta c.wi-
tal at o da 31 de julho.
' VII.Nos pri mearos dou oasos do etUtnte
antecedeata og objaclos scrS) tendidas nao seodo
de valor, machinas da larencao do expositor, ate.;
porque em taas casos fljaraj sorvinlo de modela
a qaem delles sequizer a'ffisar corr pravia licenca
a comnisso directora, a qual aanca parmittira
que M.ain do estab'decim.rato.
, 1 a~~9 "'"Jicio da venda dos ohjectoi do ba-
rJ qae ,r'ata,n oi "utos 7 a 8 ser re-
,S a gm ?h**'ehnalo baneario, comple-
S.L2?,4,ta *? t!01 r(<< PPlieaio
nateafneote i constroec-V, 9 nm ^,^0 proprio
para a exooieaV) amoal, 0 ,^| wr d,noiniIII(j9
PAUCrO IW TBABALHO.
.!aX'rPilM''*u*,',ia pe,a '""nronsi no 0
aroancto da taas endae, cdbp o destino iue tive.
rao as quawias eiidas.

_ devidamente ej-
nne-aao em todas as paragens era qae possa che
gar a grita que coa ira mlm esta vara a eraruer e
qne portanio era halaga espanea la.
Pa ento que no Diario de Pernambueo de 22
do passad'i, coraprajneiti-rrw aoecaoar-me oppor-
tunamente do assnrapto ; sendo que previamente
reqnerera a Illraa. junta administrativa da sama
casa da misericordia deeta eidaje, que por ama
1^1*1? ie 9e? aih S9 <>'inwa de mandar1
ayadicar ewrapulosaraeote de cada nm dos fatal
qno onsavam atinbuir-me.
Mea requerimenio fj| felizmente attendido : a
yodicaDcia lave effertlvameote rogar, e o sea re-
sutado consu do luminoso parecer, que, havend
eaabtido da sacrotarla do govejno da provincia
por eerdao voa aabraeter ao apreco dos horneo-'
seoiates a honestos de meu paig, e dos do exterior
a cujas raaos houver de cheg^,4 eg!e joroi|_
Xo maminha en relardsseom ara dos mem-
bro* da disiincta.conuniJao da. Illma. junta admi-
nistrativa da santa eaa; cada ara deltesas, p r
seu carcter, por .-us poaicio iudependent-, cima
de qualqner suspeita de parcialiJade e favor; sea
aizo, portante, nao assenta senae na verdade
Gonteato-rao eora ara tal jlfM ; e, se:n ntda
arrefecer no ardimento de qne eoturao pnssnr-
rae, sempreqaeencarregome de qualquer mi? -ai,
continuarei a esf r?ar-rae por denempst'rnr ni
deveras inherente i ardua tarefa que me fui eon-
nada.
Bis o parecer:
En camprlmente do despicho retro, r-rtlfl-o
ser o pareeer da- eommssio nelido pelo sappii-
espte do theor segainte:
de proseguir em transbales relativas a socieda-
d coromercial ob a irma Gaimaras Pintes di
C. da qual o mesmo abaixo assignado soeo,
por isso qus embora a dita sociedad* fosse jul-
gada por sentenca arbitral sujeita a dissolucao, e
iiquidacao; dessa sentenea o abaixo assignado
appellou para o meretissirao tritooBal do commer-
co, e por consiguite suspensa oHcarara a res-
peito todos os seus effeHos, vera anda o abaixo
assignado protestar por este jornal, (eomo j o tez
julieulmente) eontra o inslito procediraento do
inectenao Castodio Jos Al vea Goimares, boje
ausente, mas devidamente representado palos sens
procuradoras bastantes de e taren j prmocemlo
a aniamajas da mttma tociedade e terem em u-
gtiidi de proceder a respectiva liquidaran, segan-
do anaanmaraai neste mana da bootera, virio
como pela aapradita razio de pleno dreite rri-
tos, e mulos todos aquellos actas.
Outro ses, o abaixo a*sif aado desde j aro-
tes eontra a gereocia do dito estabetecimtnto
social, visto como foi d'ahi -expedido, (nao obstan-
**IL80CI0' i< or,leiB mesavo Sr. Castodio Jo-
so Alves Guimaries saa noticia tem ebegado
que o mesmo eswfeelecimento, te acba entregue
a caixeiros, dos quaes a abaixo assignado nao de-
posita bastaste eonaaac; tein-se nalle faite trans
accoes maito destraaujoaat, a as ten sa effec-
tuado para eite oampras de faiaoda em norae
alheio todo isto seno acqaiesceaaia, era paro-
prejnizj do abaixo assignado, qaa at o presente
nao deixaa de ser socio daqueMa firma, como
de pnmeira intuicao.
Antsni) nuevo Pont es.
A eamara municipal deta cidade convida a
seus muniipes quequizerem concn er para o de-
senvolvimenlo da lavoura e ontras industrias para
remetieren) a esta cantara os productos, qner fa-
bricados per nacionaea, aaer por estrangeiros
alim de seren exposloa no dia da festa do traba-
tto, m'Utuida na capital do Maranbao, que ter
lo-jar todos os annos no dia 7 de setembro.
Paco da cmara municipal do Recife, 21 de ju-
nho de 1871, '
Bento Jos da Costa,
Pro-presidente.
LourencoBezerra Cirneiro da Canha.
Secretario.
aN.7.-llfJU!gTl.\S.O0a\IlrN3.-latgasaque
duas ierras partea dos Jiabitatttas cmlisados do
mundo soffrem mais ou mi jnoiasaasdos rios
e do Ogada. Kao padece da aa alabara qne a?
enfermidades dos ros, durante astea Mimos aa
nos, teem-se tornado raaii /reqaeotea-a obsliaa-
das, com espeoalidade a a peje qoeates.
Nada ha qua parvea produatr uia tao proooo-
ado effeito, e aue metlior a subjapua como
seja jastaraeute a salsa-parrllba de Bristol. Ooaa-
do oe cidos ricos e htoiaos aa achara am alees,
so oa secracao ourinaria (a isio a que eaaeta-
,uf.r',ea,iC0D ece a\B5or P"*"1* *a noes.las em
questa,), as qualidadas alealiaas da satsa-oarri-
la pramptameaia pom nm termo continoaeo
do mcouimiidj ; em noanto qae a sua operaSo
para qua o sentre
A cmara municipal do Keeife, leudo de cons-
truir ara mercado pobhco, de conforraidade com
a planta e orcamento ?pprovado, o para o qual
2 aQl0"*s'1* contrshir ara empre-timo e
300:000*000, o nao sendo fcil a acqaisico deste
capital, couvida a quera se quizer encarregar da
pita construecan, mediante as coudifoos abaixo
edclaradas, a a presentar a saa proposa no perio-
do de trinta das.
CondiccSes para a eifleacii do marcado publico.
1." O mercad i publico ser construido de cou-
tormidade com a planta e orcamento approvado,
sob a iospeccao do eagenheiro da earaara, e no
lugar para isto destinado.
2.' sta constroreio ser feita a cu-ta do con-
tratante at a entrega dihTnitiva.
3.' A cmara ser obrigada a fazer os paga-
mentos na razao de dez por cerno do contrato com
os juros competentes, lendo eomeco estes paga-
mentos no flm do primeiro semestre depois da en-
trega difflniliva e de eomenar a fanecionar o re-
ferido edificio, sendotaes pagameitos seaiestraes.
4." O contratante ter direito aos juros de seu
capital na proporcao do eoirveocao nao excedeudo ello de nove por ceotu
C9ma est estipulado na lei n. 938 do corrate
exoreicto.
5.' OxoDtratante receber como garanta de se
capital o edificio constru do esaas roodas at cora-
p'eto embolco de sea contrato.
Aln0 con,ratante !er* oangado a urna multe de
30:800* a se iTatar da censirocclo doquhou
ver contratado, assim como haver da cmara dita
qnantia se por cansa-della houver reciso do con
O Dr. Sebastiao do Reg Barras de Lacer
da, juiz de direito especial do coromercio
nesti cidtde do Recife de Pernambueo
p r S. M. I. ote etc.
Foco saber aos que o presffnie edital viren e
delle noticia tirereii, que por paria de Carlos l.uz
Fehppe Roeck, focio da ax'incta firma de N. O
^jeber & C. sucesores, ma foi dcrigida a pti-
ca) do theor segninie :
Illm. Sr. Dr. juia do coramerclo. Diz Carlos
Laii Felppj Itoeck, co da exiiocta lirma de
N O. Hieber & C, successores, que havando obti-
do de seus cn-lores concordata para liquidar a
maesa, e fazer dhridaadoa, recbenlo Marea, papeia
e mais objectos ponencontes dita massa com
expresas deciaracaoda que nlimada a liqnidacao,
seriara convocados o> cradores, nos termos ao co-
d'go do eommercio para darein ou negarem qui-
tacao, que apresentara em dita rcunio, vem re-
querer V. S se d-troe de fazer a dita convocaeao
para o dia 'iue assignar, L-ora as declaraeoes do
artigo 870, ten Jo V. S. em vista que algus era-
doren resiJem na Europa e nao leen aqu procu-
radores "am os podar-) constituir era prazo que
seja inferior a sessenta das. E pelo defenmento.
E K. M.
Eslava sellada com o sello de estampilha na
importancia do 200 rs., legalmente inutilisada da
forma seguinte :
Recife, 9 da maio 1I; I87l.Aloforado.
E mais se nao ontinha era dita peticao, acer-
ca della ordenei, q ie dissessara os curadores As-
eaos da indicada faliencia os quaes se expressa-
ram do modo seguate :
Concordamos no que sa requer, marcando-se
para reunio qaalquer da depois da chegada da
mala ingleza, do Um do mea de julho, a qaal p
de trazer as instraegoaj ecessanas da Enropa.
Recifa, 19 de maio de 1871, por procuraeao da
Rabb Schamettau & C, H. Gadeboax, Kcller
AC.
E junta a dita petico e rasposta aos respecti-
vos autos, subiram estes a minba conclnso, e
uelles profer o despacho seguate :
Faca-se a convocicio dos eredores requerida
... ,. nVvi ici u, e ujiU as tui uLinuaues, i 'u.w -,imi
de que lenln lugar 28 de ratnhro deste anuo, as
11 horas, na sala das audiencias, a renniao em
que devem ser prestadla as coatas e dada ou ne-
gada a quitacao.
Recife, 9 de juano de 1871. Barros de La-
Crrda..
Certos os eredores de que nao serao represen-
tados e nem admittidos por procurador, sem que
este exba procurado especial a qaal nao pode-
ra ser conferida a davaaor algum dos fallidos,
nao podendo, outro sim,um individuo represen-
tar por dous diversos .-redores, e que serlo ha vi
dos os que nao comparecerem por si oa por seas
procuradores como adherentes a quitacao do fal-
lido, para cuja concessao sero contados os vitos
dos eredores auzentes
Por forca do meu despacho o escrivao fez pas-
sar o presente edital pelo qual chamo, cito e hei
por intimados os eredores da indicada fallencia
para qne comparecara no dia, hora e lugar de-
clarados por si ou por seas procaradores aflra
de assistirin a dsolarada reunio, decretada por
mea despacho aqai transcripto.
E para qae cnegae ao conhecimento de todos
maudei fazer o pre?ente edital qae ser afflxado
nos lugares do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recifa de Per-
nambueo, 19 de junho e 1871.
Eu, Nanoel Mara Rodrigues do Nascmenio, es
crivao o subscrevi.
Recife. 19 de junho de 1871.
Sebastiao da Reg B. de Lacerda.
BECLABACOES.
Secretaria di Santa Casa de Misericordia do Re-
:ife, 2 da jeaiio de Ujjlj<
O escrivao,
. t. fedro-flodriguesdeaonza.
Conselho de cotttpras de raa-
FHW.L
0 conselho no dia 26 do corrate rae?. vLla de
[iioponss rrc'bidas at :us-rfI" horas da manha,
promove a ,-ompra, sol) as boi licas dj -.'stjlo, doa
segnintes ubjeotosdo raaien -.: da armada :
20 arrobas de estepa da 1 nho pira limiiar ma-
chiDati 20 di tas da grasa radeirss de metal, 40 garrafas* ia tinta preta de
escrerer, 2 resmas de pai > bollanda, 100 paos
Je qoeri, l dnzias da lano.is da cedro de 3|i de
oollegadjs, 10 litas de tabons ia pssoalho de pao
:args, 10 dnzias de laboas da:pin crga de 1
Denegada, 1,2W) Irbrss de tmt Vrmca de zinco,
300 libras de trata preta, 800 libras de tinta
.erde, 103 pratos traves-os de f lha, 200 lijo-
Ios inglezes, 40 pecas de lona larga, 40 pecas de
brim, 2't caivetes para aparar penna, 51 caspas
de furru para fogar sonde duas-graade^4raa p
quenas, 6 vergonteas de pinho para roasiro do
escaleres, 30 bracas de corrente da .'erro de 34
de poliefada, 6 fjles om 60 poj legadas de conjeri-
menio a 6 de largo, 20 dffzias de Muas' de i a 18
pgalas, 2i limatdes do |4 a 3|i de Bul egaaa,
12 carrhihoi de tnao, 100 irav-s rtu B a 9 p >llega-
da? de grossura e 10 a oO (>aiir,3< i!e comprimen-
te, 400 vidn-s de vidraca de 16 l|2 pollagadas i-
gl'zas de lartio 2a duxainprimauttf, UiO caautaa.
200 pues de brela] WO sjeos para candaran, 10
duzas de tatioai df^|1avia r|t*WI:*,/ da-
zas de uboas de pnt-. de i pMlegadas, 710 du-
zias de rbons dffprnrre d* 1 pH?gaWs 2 arrobas-
Je fio de algoJo, 100 pares d" climellos, 100 va-
f5es da ferh inglea ie-08 io6 nrarSav' ern>
inglez de 1(8 o 3.8, 50 vaies de Ierro inajl^t 1
l|2 pollegada, 100-barrasde feeso.ioglez da
legada de largo e 1(8 de grossura, 23 birr-
ferro inglez de 2 l|2 polkgaJas do largo e 1,8 i$
grossura, 8 foojas volantes,'40 marialos de cravar
20 eucontraleiras, 2i embaidores de Cafeeca de
cravo du 12 a 23 milmetros, l pajAciraj de ab
cora cabos, 100 poateiras do .;o c-iai^ao de 12.a\
25 milmetros, ii tanates para agjifdtar crvo,.
LO buris para calafetar, 4 machinas volantes para
furar, 16 grampo3de farro do 20 ctilrnoeirosia,
abertura, i eavacu, 10 escrotos d" (;o, iO bu-a
nsdoac), 12 raarretai de ferro, iOo*bancos de
siciiplra, 80 enrvas da sieupira par escstitrea e
300 pt de fab>a de charfHVpara ereanam.r.to da
1 lj2 pnllegala de diametre.
Sala das sessSes do conseibo de ermpras de ma-
nnha de Pernambueo 21 de juuho de 1871.
O secretarn,
__________Alexandre Rortrigaea dos Au SANTA CASA Dt ftllSEKIOOKDIA DO
RRdPE,
Peranta a junta administrativa desta santa casa
na sala da ais sessScs, pelas 3 horas da tarde do
dia 22 do corrente, se ha de arrematar a quera
mais vantagem offerecer, a renda trlennsl do pre^*
dio da don1 andares meiagoa e armizein anteso
n. 1, di caes da ilfandegi. partancenle ao patri-
nin dos ornhos, ervindo de base a qnactir de"
2:000/1.
Os pretendentes deverao comparecer acerapa-
nhados da' sens fiadores, oa manidos de etrtas.
lestes, devidamente selladas.
Secretaria da santa ct*a da misericordia do H-
cife 16 dr jinhode 1871. .
O escrivao,
________________Peiro Rodrignes de Sjqra. ^
SANTA CASA DE MlSfiBICORDiA DO '
RKCIFE.
A Illma. junta administrativa da santa casada
inisert-'ryia do Recife tendo de reconstruir o pfe-
dio qae possue o patrimonio dos estaliele-.-imentos
da caridade ra da Hoeda, com dous andar# *
tollo, transformando o em outro de nra saaw
qae ce-ntenfm dous armazens, nrn no pavimento
tarreo e.ontro no sobra"fo, precisa cootratar ?
factura dessa obra eom 'quem mais tantafetta*
orTereeer, tomndose por trae a rinapliaTptfr
5:010,1000 j proposta pir nra individuo l'PWlP'
do o contratante aproveitar do antigo 'pfedfo'ns
materiaes qae farem jolgados em born" esladp. f
Secretaria da Ssnta Casa de Sfsercona owTlI**
cife 16 de junho de 1871.
O feserivio, '' ';"**
Pedro Bodrigues o> Sfttfra.
--------------------' "i ni'. n 1 > 11,
lospec^tt anarlnlia.
Da ordem do Illm. 8r. inspector raen pobfee)
que acna se marcado o praso de 60 dfas, a entilar
da dala du presents oara o novo concurso que,
em cumplimento do aviso do ministerio da aaari-
nha da 21 de maio nhlmo, se vai procede esta
iiispeceao para praenchimente de dnas vagas da
amanueosos da secretaria.
Os pretendentes deverlo iascrever-H no eo-
ciooado praso^e as habilitadles que exiee-se-ltiea
de conformidade com o regnlamento fe 15 de
maio de 1867, silo :
Provasdebom comportameate, e da iadaaa
1S annos pelo menos.
Mostrarem no concurso boa letra e conheefaiaaa
loperfeito da grammatica a lingua nacional, asslra
orno de arithmetica al a theoria das proporcoe
iuclnsivameme.
Inspeccao do arsenal de marinha de PernaanlKi-
:o 13 de maio de 1871.
O secretario,
^________Alaxanike Rodrigaes dos Anjos.
Consulado provincial
Em o mez de jooho prximo cornaca a correr
o praso de 30 di's para o pagamente voluntario
nesu repartlco da contrwteo da decima ur-
bana, de 5 0(0 sobre o rendlmento dos predios de
corporac6e de mo morta e da 75 rs por litro
da agnarA^nte, relajamente ao 2* semestre do
anno financeiro de 1870 a 71 ; o qne faz-se ida-
te aos respectivos contribointes qne nao atisfa-
zendo dentro desse praso, encorrem na multa da
6 0]0 at encerramento do exercleio.
Consalado provincial 22 de malo de 1871.
O administrador.
______ Antonio Carneiro Machado Rhs.
Paca da cmara mnnicipal do Recife, 7 de ja-
nho ae 1871. *
Bento Jos da Cosa,
Pr-prejldente.
Lonren$e Beaerra Carneiro da Cacha.
Secretario.
- O inspector da arfa id*g* aa, pubbco, qua"
mJfWA Prttri thesouraria de fazenda
a 73, oe do corrale, ir de novo a leilao de-
pon de meto dia Je 26 do corrente porta da
meiraa alfandega 0 escalar eedida neto aomman-
i?l*Jia '"I04 tniaeea *' fiwpj Bonr, e
Cha Atmtr, Tiete ter aiia nrai diminua a off-rta
obtida na arremataeao aaterior.
Alfaadega de Pernambnco; 21 de janho de 1871
BmHh Xavier Sooreira it Mella.
170000
180^000
120*000
183*000
402*000
243*000
320*000
302J000
s;aa-parrilaa;
paisa melhor asaistir 1 rxoelhr para fra de ti a materia VWada m?
11 "m nircoiacao n>la salsanaaviih < F-
OMMERCIO.
Tif AI;"ANGE BftinSH 4 POREfOf./
.m'lI^a^rS^^ mmea"
O agente dea eompsnWa tersara seguros
Sals das aessfles do conselho de qnaitflcacao da
guarda nacional da parochla de S. Fre Pedro
Goncalves do Ree.fe, i9 de jonhode 1871.
De ordem do Illm. Sr. tenente-eoronel presiden-
te deste censelho, faeo puftHco erg ando resolvea
o mesmo conselho qa os guardas oacionaes que
rsqaereram passafem para reserva se deverfio
a presen tar as Jl horas do di? do corrente lio
consistorio da matriz desta parochte, aflin de se-
rem inspeccionados,
,Para eaostar lavrei o presante qne jeno-'o affi-
xid nos logares mais pblicos da freaivaa.
Ti ar pnbflf sdo pela imm-eoM. '
iolo Antonio da Costa Morelra
JL* ttente tecrf {irlo.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recife manda fazer publico qne
na sala de suas seasdas, no dia 22 do mez de junho
pelas 3 boras da tards lera de ser ai remata Jos
a quem mais vaoiagsus offerecer, pelo lempo de
ara a tres annos as rendas dos predios era segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Silio do Ferie.......
Ra do Prdre Florannp.
Casa terrea n. 45......
Baeee das Carvalbas.
Casa terrea n. 3.......
' Roa da Vracao.'
Casa terrean. 7......
Ra larga do Rosario
Sobrado, 1." andar o. 24 .
Idea 3. andar i Jem. ..."
Heran.18 .**.*%?-.
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares a. 26 .
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73......211*000
Ra da Gloria.
Casa terrean."61.....240*000
Becco do Abren.
Sobrado de 2 andares n. 1. 400*000
Ra do Bom Fim em Olinda.
Casa tarrea n. 11...... 96*000
dem n. 12 ..... 96jjOOO
PATRIMOmO DOS ORPHAOS.
Ra do Crespo.
Sobrado de 3 andar.* 11. .
Becco d.is Boias.
Sobrade de 2 andares n. 26 .
Rna do Burgos.
Casa terrea n. 19 .
Iaemn.21.......
Raa do Vgario.
I. andar dp sobrado n. 27 .
1 dito dem......
Loja do mesmo...... .
. Ra do Encantamento.
Sobrado de 21 andares n, 14 .
Ra aa Sanzala velha.
Cisa terrea n.* 18 ... .
dem n. 1. 6 .......208*000
- Rua"do Pilar.
Casa terrea a. 101 ,
dem n. 110 .
tem n. 104 '
dem o 99
i 700*000
367*000
150*000
151*000
300*000
240*000
380*000
1:200*000
241*000
105*000
305*0. 0
2011000
50*000
O administrador da reeebedoria de rendas in-
ternas geraes, faz sciente qae neste mez de janho
que tem de ser paga sem multa a dcima addicienal,
relativa^ ao 2 semestre do ejercicio cerrante de
187071 que esto sujelas as corporales da
mao morta, as companbias e sociedades anoaymas
e as associacQej pas, benefleentes e religiosas, a
que lindo o referido mes, ser paga com a omita
Je 6 /..
Recebedoria de Pernambueo, 6 de junho de
1871.
Manoel Carneiro d> Souza Lacerda.
Quinta f^ra 22 do corrente met, depois da
audiencia do Ulm. Sr. Dr. juiz de orphaos tem de
ir em praea publica por venda o sobrado de om
andar e sollo da ra do Caldereiro a. t, com ,
portas de trente, varanda de Trro, 2 jaaellas no
oilo, 31 palmos de vio e 80 de fundo, t salas, 4
qoarto, 1 gabimte externo, eozhTna no seta, a
mais 2 nalos, quintal morado, cacimba ireeira,
e em solo proprio ; dito predio Ibi avahado pot
4:6*0* em cooseqiwada do estado em qae sa
acha a trsoeira e parte da parado do dito sobrado,
e val a prata pelo qne mais der s reouerimml
de Victoriano Jos Mannbo Palhares, vutar dos
menores Julio e Aana.
Depois da audiencia da Dr. juu de orphSo'3
do termo de Olinda vai am praca cornala- '
te da quinta parte no dia 22 do correute a casa
torrea cita ama do CsbraTu. 6.
A cmara municipal do Hdcn*e acbando-se aa-
tensada pela tai provincial a. S338 de W d faba
de 1870, a eontrahr um emprestfmo de Jtn-QOOg,
vencendu o jaro convencional de 0 0(0, convda 4
quem convier faiar dito emprestimo a apreaeotar
saa propostas, podenoo o mesmo emprestimo sar
(ffeiiuade era t>es prestsrdes eom intervsllo 0>
seis mez^s de urna a ontra ; deveado a am^rtma-
cao deste capial ser feita na rasad de tOOtO
jaros correspondentes, tendo cometo seis taezeu
depois qne priociplar a fnnccionar o mercado
publico, para caja coastrnocao Animado nanea-
ron emprestimo. D 30 dis para a nrnriinlqaaBa
profioatas. j
P190 da amara municipal do Recua 7 da ju
ku
Bento Jos da Costa,
Pro-presidentej-
Lonrenco Bezerra Carneiro da tintaba,
Secretario. ->
te
nho de 1871.
No dia 22 do correte nwz. Qn a audien-
cia do Illm. Sr.Dr. jizde ochaos, vai a praca
da vejada, orna olafla no lagar dos Coelhis, fre--,
gaer a da Boa vista, sob pilares de lalo aad.'
SHSai **. w^ jss r tsrs-n,io -w *.-swa
103 o para a-frta
, co ao laao, com fonos e abibraj,
Ilrf l^fte* qaartes, nra taanoe para deposite
Jarrtriaucao asTan "r^'hT^r '"" "* I cut r para a-ir*ate* aum lar-

l
a
1
i '
:
'


r
Jiario de IVuSiulmcS r- Qtti.Ha felra 22 de Jun.U U"t8l.
d'agoa, quartos
reiio ; visia do
liada jjor 2:000*
sollo fo-
lia fot ava-
__le canoas, a
tnaior avallad por 10M e a menor por lOWOCO,
oms bens sao perteuijejites o estno do, liaado
awel Dnarte Pereira; e vi i a praea a reque-
0 CBfrrato ds Vicente d PaaU de Oliveira Viltas-
s Jflt, a oairg* herduros do dilo liuatlo ; cartorio
1 ^yriv^gciip.;
no

COMPAMA
F1KA.
o BOJle-alleroio Mathild, aegiw pa
powJ cima", recebe carga a frete commodo: a Ira
ar eom oaquftn Gerardo de Basto?, a ra do Vi-
ario n. M, primeiro andar, escrip'lorf*.
m
LEILOES.
Sio convidados os Srs. accionistas desta
ompanhia a reonirem se em assembla ge-
wl no dia 20 do corrente roez, ao meto
'". da no escriptorio da companbia ra do Ca-
bogi i), i 6, para en conformidade dos seas
estatutos deliberar sobre as costas do anno
". fiado, approvar o orcamento vindouro e
teger a aova administrado.
f Sn(sriptono da aptnpanbia do Bebribe,
2*dejanbo de 1871.
, ?, O aecrelario.
Qr Praxtdt G. .Santa cas* d/i misericordia do
Recife.
Pcrante a junu*4tilaisiraliva desta santa easa,
04 sala de suas seses, pelas 3 horas da tarde do
dra t do eorrente. se ha da arrematar a qaem
teta vantagera offerecer, a renda irienn il do pre-
di n. I do cae* da alfaud-g pertencente ao patrimo-
njo los ornbo, loraando-se por base a quana de
O preiSeoH devora) comparecer acompa-
ohados de seus dadores, oa manidos de cartas
m boas, ievidameale selladas.
, S* rolara da sauta casa da mijericordia do Re-
fe 16 dejuoho de 1871.
. Leilo
DE
MOBILIAS
HOJE %
O agente Pestaa far leilio por conla e risco
de qaem perteneer de urna mobia de magno, de
bonito molde e com podras, lno 18 cadeirss de
guarnicao, 4 ditas com bracoi 1 sof, 2 cousolos
e 1 mesa, e assim mais, guarda lou$a, cadeiras.
meias eomroodas, eade ras de amarello, me.-as d
amarello, ditas de jogo, de Jacaranda, secretaria.',
vidros, bacas, veoezianas, um rlndi vapor, lefia,
cousolos e cabidos, e muitos ontros objecios que
se achara patentes na Quinta-feira 21 do crreme
as li horas da manbaa, na ra do Vigario n. Ib,
1* andar.
Iwa resollido <%
Q pampos esi vendendo os
seguintes gneros
E por que pretjo ?
i.
1
1
O escrivio,
Pedro Bmingues de Sauza.
CONSULADO K PORTUGAL.
Por eale consulado sao chamado* os credores
do fallecido subdito portuguez Jos Maniz Clemen-
te, cojo espelo se aclis em liquida c,o perante este
coosutadc, para aprsenlarem tuas comas dentro
do praso de oito dias da data desto para serem
verificadas e pagas. Recife 19 de junho de 1871.
LEILAO
DA
Barca portugueza Corsa
iio.ii:
s II horas,
O agente Pinto levar a leilio por conta e risco
de quera pariencar a barea portuguesa Corta de
112 toneladas, veleira, bem construida, pregada e
cavilhada de cobre, e com clasie, pelo que se
torna recommondada, tal qual se acha f-ideada
no lagar da descarga, onde poder desde j ser
examinada.
O leilfn ter lugar as II horas do dia cima
dito no escriplorio do referido agente a roa da
Cruz n. 38
CONSULADO E PORTUGAL.
at* presente da couvidados os credores do fal-
lecido subJito portuguez Victorino Joaquim de
' Jeaaa a apres ntarem oeste consulado no praso de
oito dias, contados da dita deile, suas eontas pa-
ra serena verificadas e pagas pelo producto deseu
espolio. Recife 19 de junho de 1871.
AVISOS MARTIMOS.
mail shaulu.
o pj*}uiti moLEc
COPERNICS
DE
Esplendidas mobilias, loucas, crystaes, ele.
A "22 do corrente.
O agente Oliveira far leilo, por coota de urna
familia estrangeira quo se retira para a Europa,
de nm magnifico piano do fabricante Pleyel,
de ricas mobilias e ma trastes para sai a de vi
sitas, saletas, alcovas e sala de jantar, diversos
adornas de casa, loucas, crystaes, facas e garfos,
trem de cozinha e ntencilios para sitio, de supe
riores qualidales, como proprias, quanto desejar-
se pode para pessoas de tratamenlo, e cuja no-
menclatura se nio rz, para evitar prolixidade de
annuncio:
Quinta-feira 22 do corrente
s 10 horas da manhaa, no Ifigar do Cajueiro,
casa defrente da do sobrado do Sr. Rios.
Todo to barato que admira.
afanteiga em latas de um kild por 3*000.
Carne aecca (de carneiro) a 210 a libra e OS
a arroba.
Cebollas em resleas a 1500 o cento.
Lingual escalada* a 200 rs. cada urna.
* Ditas aflaoibrada, iodas as quarus e sabbaJus.
Carne a queijus do rettlo.
Lingaas em salmoura.
Amendoas confeitadas e iteseaseadas.
Fgos para as noutes de S. Joio e S. Pedro.
Tinta purpurina a 1*000 rs. a garrafa.
Sementes de bortalica muito novas.
Charutos em grosso e a retalho.
O Campos vem solemnemente garantir a lodos
os habitantes desia capital e sebs suburbios que
o sea armazn nm
Centro especial de novidadus, no que diz res-
peito a
ACEPIPES
Em quanto aos precos porque lem resolv!
vender todo? os seus gneros, t com
______A vista.
Moleque
Alnga-se um moleque de idade 16 anno., para
todo o serv$.->, quera precisar dirija-se a roa da
Cruz n. 59, 1* andar
Precisase de urna ama boa eozinhei
ra e de boa conducta, forra oo escra
va : na ra do Pires n. 17, sobrado.
do
COZil.

Roga-se ao Sr. Francisco Jote Martina da
Costa o favor de apparecer na ra da Madre de
Dos, armazem n. 22, ou annunciar a sua morada
para ser procurado, pois muito se precisa fal-
lar-lhe.
PARA
Liverpool em direitura
ATK 0 DIA 23 0 CRRENTE
Kste vapor condoz medico e dispenseira.
Recebe passagoiros e carga.
SAUNDERS BROTHERS C.
agentes.
11CORPO SANTO11
MALA NO QORRBIO.
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperado
at o dia 22 do correte o vapor
Arinos, commandante o Io te
nenie Jos Candido Duarte, o
qual depois da demora ao cos-
ame seguir para os do norte.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendai e dinheiro a frete 'at s 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem como encomraendas seno ob-
j actos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
arrobas de peso oa oito palmos cubitos de medi-
o. Tndo que passar destes limites dever ser
mba rea do comoearga.
Previae-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens e se recebem na agencia, ra da Cruz
n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
LEILAO
( Grande pechineha )
DE
Couro de lustre.
Quinta-feira 22 de jumo
As 11 toras.
O agente Pinto levar a leilo, por conta e meo
de quom perteneer, 20 duzias de couro de lustre
do bem conhecido fabricante Daniel Reck, sendo
8 duzias marcaOOO, 8 ditas 00, e 4 ditas O; 3 11
horas do dia cima dito, em sea ascriptorio ra
da Cruz n. 38.
TEILHOS URBANOS
DO
Recife a CaxaDga*
Abertura da ex!enro da Hulla
Caxanu.
No dia 24 do corrente, da de S. Joao, ser
aberta ao transito publico esta linba que offerece
to bello passeio.
Desse dia em diante a partida dos trens ser
regulada por una nova tabella que deve ser des-
tribuida na ertacao do Recife juntamente com a
tabella modificada dos f.recos de passagens, lti-
mamente approvada pela presidencia da provin-
cia.
No referido da de S. Joao e no dia segrate
domingo, alera dos trens da tabella haver ou-
tros expressos quo tocaro smente as offleinas.
Apipuccs e Pedra Mulle, cuja partida ser regula-
da do modo segrate :
Do Recife de manhaa 6-8 e 25-11.
Do Recife tarda 24 e 20-5.
Do Casanga de manhaa7 e 59 e 4511.
Drt Caxang e tarde2 e 55-5 e 5-7.
120
70(1
800
320
i 5000
340
100
200
2(0
320
8C0
240
i,$000
i000
320
400
600
200
240
1^000
15300
400
Id500
ii)500
160
600
O
DE
30 barris com manteiga ingleza
Quinta-feira 22 do corrente
agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quera perteneer de 30 barris com raanteiga in-
gleza de superior qualidade, desembarcada de bor-
do do vapor Talismn, e ser vendida em lotes a
vontade, nmeros a seguir.
Quinta-feira 22 do corrente as 11 horas da ma-
nhaa na portado armazem do Annes.
ATTENCAO
o
Precisa-sede urna ama para casa de pouca fa
miiia para cdziohar, comprar a engommar, prefe
re-se escrava ; nesta typjfrapaia se dir. Na
mesoia casa precisa-se de ama mulber de meia
idade e de bons costumes pira fazer cernpanhia
a urna seohora casada, dando fiador de sua con-
ducta.
awders Brolhers C. agentes do vapor Inglez
Tsttsman poden; as Srs. que recf bera.n gneros
pelo dito vapei aos os roaedem despachar, e pre-
vinam aos me?Bios que nep fizendd mandara'
recolhs-los era armazem alfanik-gado por cenia da
lazeada.
wn mmmmmm k
Em st j|* rtdajhp Aleo forado ra
H lapido n.8i, preeija-se d( um Lora
i hMaff lv7
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE J> CA34IAS N. 49.
Ju Bigodinbo, eom lija de aiujezat-,
'isa a todos os os seas freguezds qna est
torrando lodo pelo jrego, a vju da fjzeo-
'la, para todo* admirar, a saber :
Grois de bolOes de looca brartea a
papacbos mu lo bonitos i AUc
Cafxas com- lO-eorelopesfazetrda
fina a 300, 6C0 e
Pares de sapatos de 13a para me-
ointrg a
Espeios de moldura dourada a
Pentes pretos Tolteados para me-
ninas a
Tmieirus com tinta prea a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior t>anha 60, loo e
Latas grandes com superior banbi a
Frascos com oleo de Pbitocome a
500 e
Frascos eom macass Peruia a
Caixas com 12 gabletes muito
finos a
Frascos eom agua de Colonia verda-
deira a
Ditos com oleo de ba )Dsa suderor a
Syllabario portuguez livro muito
bom para criancas a
Gamitis de retroz proio com 2
oilavas a
Ui.as toaquinbas de fii para me-
ninos a
Caixas com agnlbas fraocezas a 160
160
Pecas de liras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas con a verdadeire agua
florida a
C rtiltus da Doutrioa Chrislaa as
mais modernas a
Livro das missoas abreviadas a
Copos grandes com sope, ior banba
Macos da pailitas para dentes o
me loor qoe ba a
Paco tes com 3 sa bonetes inglezes
fazenda fina a
Gscovasmuito fin.s para lioipar os
dentes a

240
LEILIO
DE
CALCADO FRANGEZ
QUINTA-FEIRA 22 DO CORRENTE.
A'S 11 HORAS.
Por inlervencao do agente Pinto em sea escrip
rio ra da Cruz n. 36.
Rio Grande do 83
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
ne nacional Amelia, tera prompla a maior parte
aeu earregam^nlo, para o resto que Ibe falla tra-
te-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oli-
TOira Azevedo & G. : ra da Craz n. 57.
PARA O
CEARA'
Segae com brevidade o hiate Ocano por st
achar com parte do carregameato ; para o resto e
passagens, para o que tem ezcellentes coramodos,
trata-e ra du Vlgaaio n. I, andar, escrip-
torio de Jos. Lopes Davim.
Para o Porto
Recebe carga frete m&dico o brigue porta-
goez Adslino ; traltr a ra do Vigario n. 1, t
andar, escriptoriD de Balthar, O.iveira & C.
PIBA
LISBOA 1 PORTO
\i\ sabir em poucos dias a barca portugueza Flor
de S. Simo por ter quasi toda a carga prompta :
Rra o re?te e passagens trata-se eom Csrvalho &
ojrueir* na ra do Apnlli n. 10.

PARA O
ARACATY
Segu eom brevidade o hiate JVoco Inveneivel:
para carpa? e passageos tratase rna do Vigario
O- **, andar, escriptorio de ios Lopes Davim.
PARA'
O pancho norte-aUemao Matilde segae nara o
ftete eotanudo ; a tratar com
DE
350 duzias de lencos e cerca de 150 saceos
vasios
AVARIADOS
Hoje
11 de i ii n h o
por inlervencao do agente Pinto, em sea escriptorio
ra da Cruz n. 38.
LEILAO
de couros seceos avariados.
O agente Oliveira far leilo, por orden de E.
Hermsiein, capito da escuna norte-allemaa Cou-
rier, de ama por^o de couros seceos avariados
d'agua do mar bordo de dita escuna, na sua re-
cente viagem procedente do -Rosario de Santa F,
com desuno Barcelona e arribada este porto,
onde aportou com agua abena no dia 11 do cor-
rente
SEXTA-FEIRA 2} DO CORRENTE
ao raeio dia em ponto, no armazem do bario do Li-
vramenlo, sito ao caes do Apollo.
Grande
E
Importante
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Roa do Trapiche n, 5, Io andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
dinuo, em Braga, e sobre os seguiutea lugares en
tortuga! :
Lisboa,
Porto.
Valenca.
Gaimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo. .
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos.
Covilha.
Vasca! (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
_______Barcellos.
AMA Preeisase d'uma ama para cozinhar : na
a iii.il praca da Independencia n. 2729.
DE
Mobilias, pianos, espelhos grandes, tapetes e olea-
dos (forro? de salas) louca, vidros, ehristaes, re-
logios, mallos e dillurentes movis.
Ter?a feira 27 de junho.
Por ieterrncao do apete Pinto.
O Diario da vespera e dia designar o lagar e
desenminara os objectos.
capitn na ra da
FrotJ se para
earga para o masmo
Uehaportagan VUa Flor; pin tratar dt
capuo a bordo, ou com Franci?co Jos da Costa
Ar.ujo, ra ^ A pillo, armazem n. 36.
o Rio de Janeiro pu recebe
porto a frete commodo o pa-
'.*'. (iranio do Sul
MHMjMtMiM Argir cni poneos dia? o
palien?i pkmodes, navio de primeira
classe : paHVWp* carga que falta, trata-se
com Jue Vi.Mino de ftezjude & C, ra do
arjaez do 0!,ida n. .62, i* andar.
AVISOS DIVERSOS
Alagase um preto de meia idade para ser-
vico de um sitio, ou para tratar de animaes ; tn-
ta-se na ra da Santa Crnz n. 74, oa na roa do
Bario de S. Borja n. (4.
Companhia Allanca
DE
3eguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadonas e dinbeiro a risec
.Martimo em navios de vella e vaporas para den-
tro e fora do Imperio. Ageneh i roa do Com-
raercio n S, escriptorio de Joaquim Jos Gon
?alvaa Beltrao.
ROS
MARTIMOS
E
CONTRA FO-O*
A companhia Indemnisadora, estabelecida
aesta praga, toma segaros martimos sobrt
navios e seus carregamentos e contra foge
am edificiog, marcadoras p mobilias: nt
rna do Viark) n. 4, pavimento terreo.
IO.I A
DO
GALLO VIGILANTE
Hua do Crespo n. 9
Os propietarios deste bem conhecido estabela-
cimente, alm dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daram vir e acabara de receber pelo ultimo vapoi
da Europa un completo e variado sorlimento di
filas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvaos a vender, como de sea costnmi
por precos muito baratinb.es a eommodos para
dos, eom tanto que o Gallo.
Muito superiores lavas de peluca, pretas, braa
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para sa-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coquee.
. Lindos e riquissimos enfeites para cabecas dai
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ibos e sem ees; esta fazeoda o que pode hava
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madreperola.
marfim, sndalo e osso, sendo acuelles brancoi
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vender m por 30*00
la duza, entretanto que nos as vendemos por t0.
alm destas, temos tambem grande sorlimento d
ontras qaalidades, entre as qu?.ss algomas mui.e
finas.
Boas bengalas de superior canna da India
casto de marfim com badas e encantadora i fign
ras do mesmo, neste genero o qoe de melhor m
pode desejar ; alera destas temos tambem grandi
quantidade de outras qualidades, como sejam,ma
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cnicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracbt
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para mea
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para faz*:
barba; sao muito boas, a de mais a mais sao ga
ranadas pelo fabricante, e nos por nossa vez tais
bem assegurarass sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croxt
Liana muito boa d peso, fronxa,. para enchai
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, asi
como os lentos para o mesmo fin.
Grande e variado sorlimento das melhores per
fumarias a dos melhores e mais conhefiidos p*r
fumistas. .
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoM,
facilitam a denticao das innoceniea crianzas. S-o
moa desde muito recabedores de. tes prodigioso!
collares, e continuamos a recebe -los por toaos o
vapores, aflm de que busca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, os quaes attondendo-se ao fio
para que sao applicados, se vencero com um mal
diainuio lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamn
declarados, aos nosaos freguezes e amigos a viren
comprar por prepoa muito razaaveis loja do galli
vigilante, ra o.-Orespo a. 7.
CIRCO EOESTRE
LARGO BIS PW\CEZ.IS
Companhia brasileira, equilibrista, ecuestre, gymnastica e
acrbata.
DIRECTOR E PAOPRIETARIO
O PRIMEIHO ARTISTA EQUK8TRE
Quinta-feira 22 de junlio de 1871.
GRANDE FESTA I PRAZER SEM IGUAL ALEGRA IMMENSA I
EM BENEFICIO
DO
Irmandade do S S de
S. Jos
SSo convidados todos os irmaos mesarios desta
irmandade para a reunio da mesa regedora, do-
miogo i do correo^ pelas 11 hras da manhaa,
aQm de ter lugar o acto de posse-aos faneclooaribs
eleitos para a adraioistracao que vai sacceder, os
quaes sao igualmente rogados comparecer.
Consistorio da irmandade do bS. Sacramento da
matriz de S. los, aos 19 de junho de 1871.
O escrivio,
___ Lydio Mariano de Albuqnerqae.
Precisa se de uina ama para cozinhar
tratar na prae.a da independencia n. 8 e 10,

CartSes de amor........ |000
Cartas fatdicas......... 11600
Dados da fjrtuni....... SiOO
fafl0-:-v.............. UWO
Jogo de disparates....... 2000
Jogo de conversado___ 3*000
Livrp do destino........ Uooo
Mgico .arpronte....... 3*000
Manual do fugueteiro... 4*000
Pacoiilh potica........ i/000
Revelaces do cigano___ 1^000
A cigana........1^000
Sones avulsas......... jgo
Livraria francez.
Offerece-se ura poriugoez casado e cora pou-
ca familia para felor de algum sitio ; quera pre-
tender dirija-se a ra do liberador n. 79, 1 an-
dar. *
. A|ug* se o J andar do sobrado da roa No-
n.o8. tenrtn in*.___ ~^didades que se pode
1 ,ar-,fa-'.ar na loja do mesmo.
m
VERDADEIRO LE ROT
Al IOSBlET, DotUur-Mded
RlM Om Saino, 51, A PA.RI8.
Km cada garrafa, t, ntr* i rolh o pipel inil
tpie Un o aeu tete, um rotulo itiprrsto m imt-
rcllo com o Stixe Ihteial ato 8>term> fkancez.
N.B. Htmtl-
__ tendu-Muoia latir
de 600 francos 10-
brcParu.uelUtel
a 60 a-a it ruta,
ao miilmo,iron-M
Ao abatlmrnto e t
aior anconto,
PACHACO AUGUSTO.
Pela primeira vez a sceaa cmica do beneficiado, intitulad!:
0 BARBEIRO E PARS OU 0 DENTISTA UNIVERSAL!
Tomam pirte nesta scena cornea os Srs. Tertuliano, Ilypoli o e o beneQciado.
0 p.-ogramm do espectculo maravillioso I Nao fa'.leml N) faltem !
Principiar as 7 horas da noute.
LA VAI OBRA. I
O palhaco nesta noute
Muito hade agradar
A' bella rapaziada
Qoe o for apreciar.
Oa bilhetes podem ser procurados em mo do
das 10 boras da manbSa as 3 da tarde, em frente
Quem quizer-se divertir
Sem Gcar tendo cansado,
Venba ver o variado
Beneficio do palhago.
culo,
e desta bora em diante com o bilbeteiro, isto no caso que
Acompanha os bilhetes um peridico qoe o beneficiado offerece
coa do circo.
Venham ver o que gosteso !......
Ea c os espero!
Viude, pois, raoaziada
Assislir a tal fuDcefo :
Apreciar as diabruras
Di Augusto magauo I
beneficiado, no dia daespecta-
ao circo no lugar do- costme.
nao se acabem antes,
(gratis) aos amanteti-
Nunca se vio uro processo mais perfeilo e que ai-
tinja de tal forma a satisfazer as exigencias mais
severas da escripiuracao.
A sua cor lindissima e nio precisa de cuida-
do algum para se conservar no tinteiro sempre
com a mesma cor, sem borra, cr-ta, boldr ou sem
todas estas mazellas inherentes todas as tintas
at agora oonbecidas, ainda mesmo dos melhores
autores estrangeiros.
Sobretudo, este esliinavel producto nao ataca a
peonas de ac, antes pelo contrario, a peona
adquire um esmalte dourado que, sendo intere-
sante, asss proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
d comiudo duas, tres, oa mais copias uro ,n.ez
depois de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
o papel bem molbado tem o enxogar com o mata-
borro, porque nio ha o risco de borrar. Para se
tirar mais de ama copia, nao se agglomeram tan-
tas folhas quantas copias se querem tirar, mas
vae-se como original tirar urna tantas quantas
se desejMi, sem que o original fique prejudicado
pelas exlracSes.
Occorre aqai dizer que, para copiar importa
muila inteigeneia e habilidade, sem o que a me-
lhor tinta nao satisfaz, e o deleito recae sempre
sobre a tinta, que muitas vezes quem meaos
culpa tem.
A dupla qualidade desta tinta extremamente
apreciavel, pois qoe evita que em qualquer es-
criptorio baja mais da que ama tinta para os di-
versos misteres. w
Emquanto sua durabilidade, nio ha a oppor
a menor davida, pois que esta tinta depois de es-
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sti.:
se decompdr; ora, se os cidos nao tera accao so-
bre ella, muito menos a aeco do tonipo a pd
destruir; isto plaasivel.
Nio s ao commercio que, este mea producid
veio ser til ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo d
seus discpulos, tem approveilado esta tinta, qud
com razio a acuaram apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da beleza
da cor e facilidad de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qoe havia
muito lempo trabara ama repugnancia' extrema
para a escripia, logo que fui admiltida esta tinta
no coliegio, apoderou-se dellaa a curio3dade e o
gosto, e ponco lempo depois o-tea adiantamento
era raanilesle.
Esta tinta, par de tantas vanlagens, tem nm
nico inconveniente, deteriorase ao contacto u
ontra qualquer; convm pois te-la em tinteir
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a peona suja de ama preparado
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
razio para le usar de tinta- qae nio seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas falslflca^des e semelhanoas tem apa-
recido, caja durabilidade duvidosa. Os Sr.'.
compradores podem evitar o engao diriginio--
a easas circuonpectas, e peindo a tinta qoe u
fabrico


A. C. Mnteiro.
PRE8C0S
"PHl0 Z RU CASJ16LJ0NE PAIS
Diposito i P. MALllKll el
811. VA
m fernamanfo; JOM
LOPU8. m B.:kia; FERREIItA el
.LU, *m Porta Ale/rt;
tm Maranhao.
XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laranjas amargas So
BROMRETE DE POTASSTOM .
De J.-F. KAIIOZK, ras dea Ueaa inlatt-Psaial, Tmrin.
Todos os Mdicos concordan em qoe o Bromweta de Poiassium puro tem sobre o
sistema nervoso, nana aeco edjt** ulmuK Reunido io larope Ltroxe de
Laranja amarga, cuja aeco regenera as fun^5es do estomago a doa intestinos,
universa!mente appreciaJo. Sem receio d'af .idente se pode dar a* pestam adultas,
quando sofTrem de aMlaata* co oro, > Jigr,t,i, hiiwm can(*!,
assim que para ti mol>ii Dr*oaa* i a preokes. i'ara as creaucas, p**a alaasv
itmf&o, inaowaaa, lotM duranl # d*atifao.
Deposito m Rio de Janrirc, S Chovolot; em Pernanbueo, 9. Kauror O}
em Maceio, Talco Siai; em PeJjlnt, Aatoro Lctm; em bukim\ saooka; i
Parlo A legre, J o* i Bollo; em /'. arankio, rimii* o O*; em 0ur9 Prelo, ~Wloos


Diario d Pernaubuco Quinta eir 22 Je Junhb de i^l

D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIDO
9* RIJA TO 11 lili31 *9
PASSAWDO 0 CHAFAR1Z
Pedo aos senhores de engenho e ontros agricultores, e empregadores de ma-
chiifmo o favor de urna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo que ah tem ; pois sendo todo muito mais barato em preco do que jamis te-
nha vendido, est anda superior em qaaiidade e fortidlo; o qae com a inspecclo pes-
soal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
Vapores e rolas (Tagua d0*
ua cirenmstancias dos senbores proprietarios.
Moendas de--------d6l0d0S<,s
tamanhos convenientes para as diver-
tamanhos as melhores que aqui
UaUUU. existem.
O&S GtEdaS para aDim3e8) agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
TWVlpTl'TilQiTiAQ Para man^'oca e algodSo, Podeodo todos
JILaUilluloIUUD e para serrar madeira ser movidos a m3o
"RnmhflQ Pr aua vaPr'
**v****/<* de patente garantidas................. oo auimaes.
lOClaS aS maCninaS .e pecas de que se costuma precisar.
Faz qualquer concert
Formas de ferro
Encommendas
de macbiaismo a preco mui resumido,
tem as melbores e mais baratas existentes no mer-
cado.
Incumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo von-
"tade dos clientes, lembrano-lbes a vantagem de fa-
zerem soascompras por intermedio de pessoa entendida e qoe em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
ALKlll.l
Fotographia imperial
E
DE 1'IVHHA
DE
J. Ferretra tllela
Desde o din 7 de abril passado acha-se aberlo c
oto estabelecimento photograpbico sito roa do
Cabug n. 18, e^quioa do pateo da matriz. Ostraba-
lboe qae desde ento, tem sahido de nossa offleina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
augons com admiracao pelo extraordinarn pro
fresso qoe nltimamente tem tido a photc graphia
e por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com um estabelecimento digno d ella, e in-
eontestavelmente o primeiro que nesse genero
boje possae : tambem nao nos ponpamos em couss
alguma para monta-lo no p em qae se acha, es-
perando que o publico de Pernambco sabera
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crficius.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionae;
e estrangeiras que gostam das artes, ou tivererr
aecessidade de trabaihos de photographia a visi-
tare m o nosso estabelecimento, qae estar sempre
afcerto e sua disposicao todos os dias desde as 7
boras da manhaa at as da tarde.
Para os trabaihos de photograpbia possaimofaia
versas machinas dos melhores autores francezes
oglezes e allraemes, como seiam : Lerebours el
Secretan, Hermagis, Thomaz Ross, Voigtlander el
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
macbinasi sendo urna dellas propria para tomai
obre omesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoladas, e nutra de 6 a 12 imagens diversas e
Igualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
orna nica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
das para candes de vi.-ita, e assim em menos de
nm qnarto de hora despacharmos 8 difireme?
pessoas qae pecara cada ama, ama dazia de cartoe;
mais ou menos, com os seas retratos smente, on
em grupo com outras.
Enearregamos-nos exclusivamente da direccao
feitura dos trabaihos de photographia dei-
zando pencia e talentos do distincto pintor
auemo, o Sr.
Jorge A. Roth
oe trabaihos de pintara, a aquarela, a oleo, e a
fsjUL
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
orna escriptura publica, e at o presente tem-se
desveilado na exeeucae de seus trabaihos.
No nossoestabelecimef-to aebam-se exposlos ou-
tros trabaihos importantes do Sr. Roth, tanto em
ibiniaiuras i aquarella como oleo, reiratos a
oleo, quadros sacros e diversos oatros trabaihos.
Tomamos encommeada? de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamenUcao de igreias ou eapelias. Tam-
bera aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
t^hos da nossa casa sao mu rasoaveis.
cabt5rs be visita nao coloridos A 10*900 a
DUZIA
CJJ.COES DE VISITA COM O C0L0RD0 AO NATU-
RAL A" 16,5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
4 20/000 cada um, indo convenientemente en-
iaixilhado em moldura dourada e regalando c
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas t
iodo o quadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarlo os precos cima para
d&rmos idea da baratesa dos trabaihos do nosso
tablecimemo, quanto saa perfeicio cada un?
*enha jalgar *or seas propriqs olhos.
A melhores floras para se tirarem retratos no
aosao estabeleoknento sao das 8 floras da manhaa a
f da tarde; tretanlo de ama hora s 5 da tarde
o casos espeeiafls pde-se umbem retratar qaal-
*iuer pessoa.
Nos dias de efcava, ou por tempo sombro po-
nemos retratar, e asseguramos qae esses dias sao
v* mais favorave aos trabaihos de photographia
pela ocura e persistencia da luz, e por termos o
nosso erraco construido com taes proporcSes
neUioramentog, que Jinda chovendo jorros ne-;
anua iflconveniente ha para fazer-se bellos re
ratos.
A
DYYETOT
Uniea caa neste genero
14-Roa Eslrcita do Rosario-M
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objecos de
cos a ha e de mesa, e
tudo que perteo-
Pilulas assucaradas de Bristol.
\AO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHM
OUTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegtaes assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que por abi se
vendem, mas sim, s5o preparadas com a
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depis de se
haver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtn, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder amis
^taravilhoso possivel sobre as regiSes do
fyado, assim como sobre todas as secre-
tees biliosas. Isto de combinaeo com o
leptandrin, e mais alguns extractos veg-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nanilo-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegtaes assucaradas
ie Bristol, achar-se-hSo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affecc5es do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivara j
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todoi
os purificadores deve ser tomado conjun
trnente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menfr duvida em dizer,
que nomaior numero dos casos, podemos
afliancar n5o s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente n3o se
ache n'm estado muito alm dos recursos
liumanos.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A.Caors,J. da C. Bravo, 4-C..P. Maurer
4 C, A. A.Barboza, Bartholomeu dC, 5
pbarmacia americana ra do Quei.nado n.
Dspepsa, ou indi-
gestSo,
dAstringencia, ou..
pris5o do ventre
habitual,
.\zia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Na rna do Apollo n. 44, existem bons ar-
zns alhDdefiJoi para dyo|llo le faxenias,
I fiMlos 01 q^lqqic eatecif on natureza, a
reotis raiMvtis: quett nteelalr wrija-se i roa
na do Bom kzas, ontr'ora das Craies n. *,.
ADVOGADO
Dr. Joaquui Correa de Araio
67~RA DO lMWmA!>OR-'-07
umiiiii c4o
'
MOFINA
Rofa-se ao mm. 8r. Ignacio V.eira de Mello,
crivao na cidade de Nazareth deeta provincia.
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aqoelle Beftci* que V. S. se comprometten reali-
sar, pela teroeira chamada desta jornal, em flus
de dewmbro prximo ptasado, e depoia para Ja-
neiro, passou a teveretro e abril. na la eumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pola V. S. se deve lembrar aoe este negocio
de mais de cuto anaos, qnando o senhor wn
Obo se acbava no ea netla cidade
AOS 5:0004000
Esli 4 venda os /elixei bflhelat da lotera di
3ahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja di
)arives no Recife.________________
nlaga-se um excellente sitio na eidade de
Olinda, tendo mmtos arvoredo? de fructaa, borla
e jardim, com orna fonie de agua de beber, boa
casa de vi venda, com commodos para grande fa-
milia, prefere-ie alagar a pessoa estrangeira: oes-
ta typograpbia se dir com qaem te trata.
A luga
se
um sitio na Torre, com expeliente casa de vlvenda
e banbo i frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na roa do Pires
n. 29.
Eiisino de francez em seis
mezes
Um estrangeiro se offerece aos senbores de en-
geaho para leccionar a lingna franceza com per-
feicao e assumpto francez no esparo de seis mezes,
pelo grande conhecimento da maneira maii fcil
de aprender-se : quem se quizer otilisar de seas
prestimos delxe carta enderessada a Mr. P. R., no
pateo do Terco n. 52, e roa Augusta n. 58.
Engextho
Offereee-se orna pessoa habilitada para ensiaar
primeiras letras e porioguez em poneo tempo :
quem de sea presumo quizer utilisar-se deixe car-
ta fechada, a qualquer hora, com enderezo a D.
A., na roa do Livramento n. 17, ou na roa Direi-
un. 118, botica.
Cozinheiro.

Precisa-se de um cozinheiro, na ra da Sen-
zalla-Velba n. 90 : paga-se bom ordenado.
SITIO
Vende-se nm sitio no Arraial, no becco do Bar-
thelomen, casa nova, toda envidracada, com casa
de banbo, cacimba cora muito boa agua e bomba,
tem quinhentos e tantos ps de arvoredos nove?,
latadas de martcuja-as-, o terreno proprio e
torna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manhaa s
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
Ama deleite
Precisase de urna ama sem fiiho : na roa Da-
e de Casias (outr'ora das Cruzea) n. 22, segn-
o andar.
Na Iravessa da roa
das Crozes n, 2, pri-
mero andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. Na mesna easa com-
pram-se os mesaos me-
taes epedras.
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Bar5o da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
O donn daquelle estabelecimento, querendo acabar com elle ;.t o m do corrente anno, convida aos ^eua nnnMMlOf
freguezei a aproveilarem a circumtancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, oonrtn><
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanhos e feitios, tecidos, armarles e mais aviamenlos pira os mesmes, armas t
rogo, cutilaria, bengalas, chicotes, e urna inflnidade de ontros objectos, entre os quaes os afamados afiadores para navalba de I.
Pradines, premiados as exposioSes de Pemarcbuco, Londres e Pars.
il
MANUEL & C.
Tem a satisfago de participar aos seos numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes maia commodo, ten
estabelecido tuna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, he je ra do Mrquez de Olinda,
onde acharlo os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macSes as fazendas que a demora da fabricacSo_ bem diminuta,
m
41 REA DO BABAO DA VICTORIA 41
armaiem tem um DB Assim como t
Neste novo armaiem tem um
variado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, allemSas e to-
das todas se vendem por procos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
sdres e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
taos.
ARRUDA IRMAOS.
RA

Assim como tem urna grande
oficina de aiaiate, montada om
todos os preparoi que ha de melhor,
dirigida por habis artista, que
pela sua promptidlo perfeicao
nada deixam a desojar.
Roopa de todot oe
amanhospara borneas
meninos.
Por todos o paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
no casemiras que ba
na Europa.
RA '
Barate davlctmla

atufara
NOVA
ti. 41.
1
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m ponuaiidade as encom-
mendas, finalmente em tudo am de melhor servir os seus numerosos freguezes deia-se de annunciar todas as fazendas, pra-
nlo se tornar massante
BarSo da Victoria
antiga ra
IVOVA
N. 41.
A VERDADEIRA E GENUINA
SALSA-PARRILHA DE AYER

.
E^onHtoi:iRi
Precisa-se de ama eng'mmadeira, na ra do
Imperador n. 87, segando andar, escada para o
lado da Ponte 7 de Siembro.
Custodio Jofl" Alves Guimares, nnico socio ge-
reote da cata eoramercial de Goimaraes, Pontes
k C, desta praga, previne qaem inieressar pos- Pe* fl? ^uza.
a, ^c est promovendo a dL?o|q{5o da mesma
nrma, e entrar em seguida na respectiva llqoi-
daclo ; sendo qae nao ha letras pelas qoaes estej
a nrma resporjsavel, e era o annaneiante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolucio e li jui-
ae2^->.
A rna Duque de Casias n. 42 precisase com
muita instancia -fall#-se aos senhores abaixo
declarados:
Francisco de Paula Vello Barreta.
Joaqaim Teixeira Peixot Filho.
Manoel Thomai do Nascioaento.
Francisco de Paula Borge.
Io>6 Gomes de Barros.
los Luiz de'Franca Torre--.
Francisco da Cmu Carvalho.
Sebastio Jos de Barros Barreta.
Eslevao Jos Ferreira.
Csrlos Jos Dias da Silva.
Joan de Barros Netto.
Carlos Jos de Souza.
Pedro Dias dos Santos.
lojajm Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Crrela de .Barre;.
Aoit ie fia Albnquerqae.
Artfloio Jome Monteiro.
Isidorfo de Franca Barro-.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casos
do costuma.
Ullhctes garantidos da pro-
Tela.
. O abaixo assignado acaba de vender entre ot
seus muito felizes bilhetos a sorte de 5:000#000 em
dous tercos e um terco de n. 358, don tercos e
um trro de n. 1222 cora a sorte de iOO#, alm
de outras sor tes menores de iOjOOO e 204000
da lotera que se acabon de extrahir (196), poden-
do seus posstridores virem receber, que prempta-
mente serio pagos.
O mesme abaixo assignado convida ao respe-
tavel publico para virem ao sen estabelecimento
comprar os felizes bilhetes garantidos, qne nao
deixar de tirar qualquer premio como prova pelot
mesmo annuncios.
Acbara-se 4 venda os multo felixes bilhetes ga-
rantidos da 1' parte das loteras em beneficio da
capella da Saota Cruz dos Milagrea de Olinda,que
ser extrabida no dia sexta-feira 23 do cor-
rente mee.
PRBCOS.
Inteiro 6#W0
Dous tercos 4*000
Um terco 3*000
De lOOdOOO para cima.
Inteiro 8*400
Dooi tercos 3*600
Um terco 1*800
Joao ioaqulm da Costa Leite.
A molestia ou infeccSo propriamente co-
nhecida pelo nome deESCROPHULA
um dos males mais prevalecentes e univer-
saes qoe ba em toda a extensa lista das en-
fermidades de que tofifre o genero boma-
no : disse um celebre escriptor da medi-
cina que < mais de urna terca parte de to-
dos aqoelles que morrem antes da velbice
sao victimas, ou directa ou indirectamente
da escrophula *: por si nao lio distrui-
tiva, porm a principal causa de muitas
outras enfermidades que nao lbe s5oferal-
mente aitribuidas.
E urna causa directa da pbtysica pulmo-
nar, das molestias do figado, do estomago
e afffcces do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas acham-se os segain-
tes : falta de apetite, o temblante paludo e
as vezes iridiado, s' vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarellento
o redor da bocea : flaqueza e moleza nos
EM ACCAO
msculos, digesto fraca e apetite irregular,
falta de energa, ventre incbado e evacua-
cao irregular;quando o mal tem seu as-
sento sobre os polmoes, urna cor azulada
mostra-se em roda dos olhos ; quando ata-
ca os ornaos digestivos, os olhos tornam-se
avermelhados, o balito ftido, a lmgua car-
regada, dores de cibera, tonteiras, etc.
as pessoas de disposicao escropbulosa
apparecem frequentemecte erupces na
pelle da cabera e outras partes do corpo,
sao predispostas s aflecces dos pulmes,
do figado, dos rins e dos orgos digestivos
e uterinos.Portanto, n3o somente, aquel-
les que padecem das Cormas, ulcerosas e
tuberculosas da escrophula qoe necessi-
tara de protec^lo contra es seus 9stragos;
mas sim todos aquellos em cujo sangue
existe o virus latente deste terrivel flagello
(e s vezes hereditario) estufo expostos
das enfermidades que
elle causa, que to:A pbtysica, ulcera-
ces do figado, di estomago e dos rins;
erupgoes e enfermidades eruptivas da cu-
tis ; rosa ou erysipela; barbulbas, pstu-
las, nascidas, tumores, ulceras e cbagas,
rbeumatismos, dores nos ossos, as costas
e na cabeca, debilidades femininas, flores
brancas causadas pela nlceracSo interior, e
enfermidades uterinas, hydropesia, indiges-
tan, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pnlmdes a escrophula produz tuber
culos e finalmenteconsumpcio pulmonar:
as glndulas ella produz iuchacoes e
lornam-se ulceras: nos orgos digestivos
causa desarranjos que prodozem indigesto,
dispeptia molestias de figado e dos rins :
na pelle prodoz erupc5es e affeccoes cut-
neas.
Todos estes males, tt ndo a mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio, a saber:
purificar e fortalecer o sangue:
Pree4ar..se de aT,.t ama qae aiba
cniohu, de boa i .-u'Ju'.ta. .paraaia
t? familia Da rija do Virarlo o. ,
segued andar.
Padre Fraocigco Virfrsimo Bandeira.
"~ COSTURERA
. eos* se oyialqner costura de aiaiate, assim
como lava-.seeangoroira se com tod perfeic,
por preco coiTunooo, di-se fiare : na ra Au-
gusta n. 89.
CASA. DA rORTA
RA 1 DE fiABCO OUTIYORA DO
CRESpifJ K 23.
Aos 2D:000jW00.
O abaixo asignado tem sempre exposto ven-
da oa felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptameote, como costnma, qualquer premi.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 11*009.
Qaarto 6*000.
Manoel Hartins Finia.
E' cemposta dos antdotos mais efficazes
que a scieocia medica tem podido deseo-
brir para esta molestia assoladora e paras
cura de todos os-males provenientes del la,
contm virtudes verdaderamente extraordi-
narias e est provado ncontestavelmente
pelas curas notaveis "ie bem conbecidas que
tem feito detumores, erupcSes cutneas,
erysipelas, borbuhas, nascidas, chacas an-
tigs, ulceras, sarna, hydropesia, tosse
quando causada por depsitos tuberculosos
nos pulmes. Debilidade geni, indigesto,
sypbil g constitucional, e molestias mercu-
tambem a soffrer
A SALSA-PARRILHA DE AYER
gumas das quaes s2o superiores melhor
salsa parrilba no seu poder alterante.
Aviso.As preparacoes do Dr. Ayer
sao preparadas com especial atiendo ao
clima dos tropiecs e tem modificages im-
portantes eobre as qoe sao feitas para ou-
tros paizes. Portanto, o publica dever
notar, e com cuidado, para que nio seja
Iludido, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil trazam
rotlos e envoltorios com a descripclio
minuciosa para a sua applicaclo na liDgua
portugueza, e n5o na ingleza.
riaes, molesiiasdasmulberes, ulceracestio
ulero, a nevralgia e convalses epilpticas,
e em summa, toda a serie de enfermidades
que nascem da impureza do sangue. Vede
as rertidoes no almacak e manual de sade
do Dr. Ayer que se distribue gratuita-
mente.
Este remedio o frocto de longas e la-
boriosas experiencias, e ba abundantes pro-
vas das suai virtudes, posto que offere-
cido ao publico sob o nome deSalsa-par-
rilba, composto de diversas plantas, al-
Vende-re em todas as boticas e drogaras do mundo.
W.R. Cassels&C.
Agentes geraes.
i Na ra Direita n. 29 ha, para alugar-se um
moleque com 12 anuo?, muito esperto, e umbem
ama preta para servie. j interno de casa de fa-
milia-__________________________________
Aluga-se om segundo andar na ra da Seu-
lala-velba n 138. com mmtos commodos para
Hoje as 0horas la Urde, ra larga do Rosario \ grande familia, tem 8 salw eC grandes quartos.
n. 31 achar-se-ha aberto um estabelecimento com
o titulo cima, no qual os amantes dos bons pe-
nseos serio servidos a maneira dos aeus desejos.
Acceitam-se assignaturas e prometiese alm do
bom servico, promptido, acceio e ommodidade
nos precoe. O cozinheiro nm doi mais peritos
na arte culinaria. *Os manjares mais.esqnesitos
desojados pelos freguezes, sero promptameote
apreseutados. Espera, pois, ser eoadjavado pelo
respeiuvel publico e com especialidade ao corpo
commercial.
CAFE' GHINEZ
Roa larga do Rosario n. 31,1 andar.
AVISO
rna
Grande
larga
hotel central
. 0.uem prec.yar n um Jeifor f[ue ente^da de
planta^des. e jardim, sua hinliiT qno cnlenr^ do
scrvij.j domastieo, irga se m EjanocceciJ
!r*l?r i ?eunda taberna'.
do Rosarlo ouaie
ro 89.
Neste multo eonhecido hotel se encontrara ex-
edtenles quartca e salas para alagar, que otfere-
eem comraedes para familias, onde se encontra
nao t o fliaior asseio e limpeia,eomo bom serviijo,
banhos fros e quintes e todas as commodidades
indispeosaveis vida' lado por mdico preco. O
lugar eantral em' que este estobelecimento est
collocad snfflciente "reaorarhendagao para ser
concn I do._______________
Alagase o primeiro andar do sobrado b. S
da r& Imperial ; trataf jj andar temo.
Os abaixo assignado* tendo comprado o espo-
lio do fallecido subdito portnguei Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praoa de santa Crol
n. 4, consumo dito espolio na sna maior toUlida-
de de dividas activas nesu praca e Tora deila,
vera pelo presente pedir a todos os devedores do
dito e-polio que qoanto antes veribam aju-tar r|
saldar as sdas coritas, aflm de evitar incommodos
e desperas. Recife 19 de junho A* 1871.
Gama & Silva Brito.
Ama e eogommadeira,
Precisa-se de urna ama qae engomme com per-
feico na rna do Pires, sobrado n. 318._______
Precisa-se de um criado que seja bom copei-
ro e se preste com aptldo todo o mais servico
do urna casa'que tem ponca familia : na ra da
Conquista n. 4.
Alaga se a loja do sbrado 32 mi na pra-
ca do Conde d'Eo, tendo sommodos para qualquer
estabelecimento : a tratar na ra do Alecnm nu-
mero 30._______.
AVISO.
O abaixo assignado tenio-se despedido da casa
dos Srs. Alves 4 C, assim o communica a nuera
inieressar possa. Recife SO de junho de 1871.
Jos Marques dos Santos Agniar.
Atten O abaixo assignado faz publico qne teudo o
Sr. Joo Antonio Monteiro pedido saa exonera cao
,-teixa de ser caixeiro de sua casa commercial
depile o dia 21 do corrente. Recrfe 21 da junho
de 1371.- Por Jos Augusto de Aranjo, Joao Tei-
xeira de Araojo Osorio.
Grande gratific caO
Desappareeeu da casa da compaohla tquertre
para o circo ara chicote trancado de couro, do
Rio-Grande do Sol, cabo de prata e um tat qoe
prende urna corrente : pessoa que o achar en-
tregando na roa de SanU Isabel o. 1, sera ge-
nerosa mente gratificado.
Precisase de um criado qu seja boa co-
peiro e se preste com aptidio a todo o mais ser-
vico de urna casa que tem ponca familia : na roa
da Conquista n. 4. '
Na ra Primeiro do Mateo, loja 4o gallo vi-
gilante, vende-se por 30J a segninte obra, Canto
e Castro, diccionario hespaahol-portugati, em
tres tumos, encadernaclo multo boa.________
Josepb Lalbam, socio da casa coonwrcUl
Mills Latham & C. retirando se para Europa, deixa
na gerencia da mesma, como 'antes, o Sr. Joan
Roberto, e em seu impedimento o Sr. George Cro-
fleld Gatis. ._______
Sr. Garri (Jos Isidro da Silva) acadmico
qaeira vir a nltinar o seu negocio no hotel da
roa larga do Rosario.
Advocada'
Na raa do Vlgarlo n'um J andar moram uns
individuos, qae por ignorancia, tolas a* noates,
das 10 cras f-m dia ote, pegam u'uma clarn jta o
n'um trom>)oni e prinepiam puxanjo sons sem
msica,ou atroadores, que nao fazem mais que
ioeomraodar ps moradores da mesma ra. Pedo-
s publicamente ios taes senhores do concert qae
se deixem de osmodar a visinhsnca as 10 ho-
ras, e que meditem notnfe r*P"* lu'e ex-toatam.
Um dos soflredorij?.
Dr Aprigio Jusi1l*u'no da Silva Guimares, pra-
?a de Pedro II, junto *? *obrado amarallo. primei-
ro andar. _
"-Urna pesioa sem famil" '" ,^'fe* S
commeroio, do^jt anclar-se e^ 8JS2 Inven
commercial, cniranJo com o cepiu Si:d n
conar: quem pretender dxixe carta w"L,.n8*
U lypog^raphia con as iniciaoi J. A. G-, l "V0
do Ir qualidade,do egieio, prefere-^e trapiv.^L_
.t^ Precisa-se de um
Cr-spo ; ^ j? andar.
cozinheiro
r. I Precisarse de oras
roa do fare-se de maia idade i
I niero .
pitia pira vender,
na na *. S
Perdea-se urna ei:ripiura de hypolheoe, e
junumenle um despacho pelo Sr. Dr. juii de oi-
phos; quera o aehou e quizer entregar visto que
para nada Ihe serve, d.rijase a ra do Hospicio
n. 25.
apa..
O Dr. Loiz Jos Coirea de Sa mudou
l sua residenr-ia da ra das Nymphas n. 17
I para a Passagem da Magdalena, no pe-
anultimo sitio do lado direite antes de che-
garao largo do ehafiriz, onde, por hora,
contina no exercieio de saa proflssao.
Acha-se jasu e contratada por .compra a
taberna sita roa da SanU Cruz o. 71, pertencen-
te ao Sr. Ante nio Augcto Ferreira Lima : qneag
se julgar com direito mesco apresente-se no
praso de tres dias, a contar da dato d&'e em dian-
te .^Re^feJOdejunhodftJSTh^^^^^^^^^
~ Precisa-se de am caixeiro de 14 a 16 anaos
eern praliia de manados c d fiador a saa.' eem-
r oa.r.'," vs'jrrtta 4o Rosarle na-
&ifti

r

i
'i


tario, d_ Pernambxico *- Quiul* feira 22 de JiiAh-d iCl.
Mfi|
' F6G0 FOGO FOGO
Grande sortiiaeoto festejos *' *
D& S. JOiOE S. PEDRO
No armazem do Vapor Francez, roa do BarSo da Victoria n. 7, aca-
ba de chegar grande sortimento de diversos fpguinbos articiaes chne-
les, japoneses, allemes e francezes, .todos de vistas de cores e effeitos
aagnificos,|ftibricados especialmente para sa!5es e viandas, e serem sol-
tado* por senhoras a meninos, sem o menor receio de seren offendidos,
^t"'b#m ,em grande sortimento de rodiohas, de pistollas e de craveiros
de diversos Umanhos feito na mais distincta fabrica deata'ranero, ma
Para S. Joao
Na roa estrella do Rosario i. 33 fas-se bolo* de
S. Joao enlomos com bonqaels e 3pe pralea-
do, bera feiloa, aor preco commodo, sendo a en-
commenda feita tres das antes ; tem tambero
existe. neta cidade.
I
I
I
r


.


v
Bal<
aereoata-
mais distincta fabrica deste genero que
A'
oonaaeu de todo gosto e de differentes flores para
eofeitar bolos : veade-se todo barato, sendo o Boa-
fian d flora de cara.____________________
Escripia commercial.
Uma pessoa empregada no eommereio, podendo
dispensar alfanas taru, propdo-se a faror alja-
ma escripia por partidas dobradas com toda a lm-
pea e exactido : quera precisar de dito serrlco
deixe carta fechada com as iniciaos B, na ra
do Imperador n. 30, loja de oorives.
tica peqaenos de 8 a
-12 palmos de papel de
sada, de odres moito
bellos e facis de sol-
tar-se.
tilobofc de papel de
cores para iliuminacoes
e papis arrendados
Eroprios para rofeitar
Dios.
IllWSlll!
pre^o*
MUITO
j
barates.
Luvas de pelll-
cabrancas, pretas e de
cores para homens e
senhoras.
Leques para se-
nhoras e meninas.
Brincos e pnlsei-
res de ouro bom de le
para senhoras e me-
ninas.
Calcado calcado calcado
CHEGADO DE NOVO
Botinas para horneo, inglesas e francezas, o mtlbor possivel, n5o s
de bezerro como de pellica, cordavSo e vaqueta de lustre.
Ditas pan meninos das mesmas qualidades goaes' as de homem.
Ditas para senhoras e meninas, duraqoe sortimentos differentes.
Sapatinbos de salto para senhoras, duraque branco, de cores e de verniz.
Botinbas proprias- para criancas bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
Sapates para homem, artigo muito fino, cordavSo, verniz e brim branco.
Sapatos de tapete avelodados e de tranca para homens senhoras e
meninos.
Sapatog de borracha de primeira sorte para homens e senhoras.
Botas rossianasj para homens e perneiras para meninos.
Quinquilliarias
Espelhos dourados grandes e pequeos; albnns e caxilhos para retratos,
caixinhas com vidro de augmentar os retratos de carles, coslureiras de
novos modellos com msica, ricos objectos dourados para toilets, ps de
vidro para pianos, bolsinhas do seda e cestinhas de vimos para braco de
meninas, cofresinbos mgicos de desaparecer anneis, relogios, e outros
muitos obyectos novos de mgicas; jogoa da gloria, de domin, bagatelas,
de vispora, de rodete e de outros diversos joguinbos allemSes, jarro com
booquet de flores de porcelana para sanctuarios, tapetes para lanternas,
reverberes transparentes para caedieiros, espanadores de palha, venesia-
nas. e transparentes para janellas, pentes finos de marflm para tirar caspas,
dito* de travessas para meninas, escovas finas para dentes, para barba,
para cabello e para vestido do senhoras, ponteiras de espuma para ci -
garros e charutos, oculos de prata dourado e de ac, lunetas de tartaru-
ga, grvalas brancas, pretas e de cores, chicotes, bengallas, lavas, abona-
doras de colletes e de punbos, caixas de msica de dar-se corda, esterio- psgf
copos com vistas escolhidas de paisagens, gropos de familia e figuras de W
pnantasia; cosmoramas com lindas paisagens, molduras douradas, quadros Ppf
e bonitas estampas de cidades, de figuras e de santos, carteiras para notas,
para e dinheiro, malas, e bolsas deviagem, esporas, luvas decamurcae de
no da Escossia, machinas para caf porta-pratos para mesa, realejos de veio
e accordions, armonios e outras quinquilharias diversas, francezas e alle-
mes.
FOGO
FOGO
FOGO
Grande sortimento de fogos para os festejos de
S. Joto, na raa Direita n. 53, loja de ferragens da
Lenidas Tito Looralro.
Tabellas de reducoao
O Campos da roa do Imperador n. 28 acaba de
receber uma noa remessa de tabellas de ledue-
eao do prego e peso, do kilogrmma a libras e
vice-versa. Ellas alo mal reeommendaveis aos
armazens de aasneir. trapiches, acougues e arma-
zeas de retalbo, e refina(oes, mesmo pela sua
fcil comprehensao. S se vendem no armaiem
do Campos.
O inventarianfS 'dos bens de Joaquim de Al-
meida Pinto convida a qaem se jalgar credor do
mesmo a habiliiar-se tal no inventario pelo ear-
torio do escrivio Brilto.
ATTENCAO
Arrenda-se um sitio na Estrada Nova com bas-
tante terreno e com boas baixas proprias para
plantacao de capim, casa na boira da estrada pro-
pria para taberna, a qnal e?t nm ponco estraga-
da qne foi sen dono com sna alienacao : a tratar
na mesma. Tambem avisa-se a nm visinho deste
que continuando y\pastar $ado dentro Qcar pa-
la nm diariamente.
Joaquim Jos GooealMs Bero tem, para
vender no sea escritorio i roa do enumrelo n.
5, os gneros abaixi soladas, qaennda mais bi-
rato do qne em ootra qnaftraer afie :
Altitonas em aucoreUs.
Amendoas em barricas. >v
Ca6 naidd em massos de I lihra^ ,
Chapeos do Chile de boa qualidid*.
Cofoic marca martel frres.
Enxadas. -
Parinha de mandioca de Santa Calharina, sac-
eos de 3 e S alqaeires.
Dita da Babia em saceos brancta.- _
DI de dita em baitieas,. proprai para casas
parcularea.
Fio de algodo daBahia em norallM.
roncos.
Maxadoi. A
Noxaa. ^ -JM '
Obrasdapaikeuaiorrrm r>rr*
Papel prenda para dgarro*.
Dito aznl para botica.
Palitos para dentes.
Pr*fos aartidos.
da P& ** *lg5d* to fibriea de Ti,m t Sanl0*
Rolna.
OEANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
i EMPORIO COMMERCIAL
15Rna dalmperatriz __15
na Babia.
i 1*1
l-T
Rap popular da Babia.
Botim em fardos.
Retrox do* metnores fabricantes do Porto-
Tapioca do llaranhao.
Tabaco simonte da Babia.
Vinho doPorto engarrafado, caixi de 12 g
rafas.
gar-
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, Terdadeiro de Setnbal.
DHa Bordeanx em caixas de orna dmia.
Moda caj em caixas de uma dula.
gando 60 rs. por ca
t Vende se na roa do Bario da Victoria, ou-
tr ora roa Nova n. 49, o ajnarzem de lenca fina e
ordinaria, a qualquer pessoa qne se quizer esta-
belecer, a dinheiro, cu com algnm praso com ga-
rante a vontade do prrprieUrio ; no mesmo ar-
", vende-ie a dinheiro vista, apparelhos
par cha de porcelana, dourados e de frisos d-
eore*, ditos da porcelana branca, apparelhoa pa-
ra juntar de porcelana branca, ditos para janur
de friso wrde azol, inirlexes, ditos para eh, va-
sds de porcelana para flores, compoieiras, garra-
fas, copos para agua, clices para v.nbo e cham-
pante, de chrystal e lapidados finos; e outras
maltas pecas que ser enfadonho mencionar por
extenco, que se vende por menos do qne em ou-
tra qualquer parta de 5 a 10 por ceuto, por ter
o dono de acabar com o e-tabelecimento.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintura jsponeza, e paga se a 80
r cada um : rna Duque de Caxias n. SO, e
Mrquez de Onda n. 51.

-
Perfumaras
Comprase nm cavallo de sella que seja de
benita estampa, e bem gordo, e que nao seja es-
pantado : no quartel do 2* balalhao de infantaria
as Cinco Pontas. a entender-se com o respectivo
ommandaole.
VENDAS.
Massa de plvora'
Valdevino da plvora tem para vender em sen
armazem na rna Imperial massa ingleza muito
boa a .abocas de diversas grossuras e por preco
muito commodo.
Folha de Flandres
em casa de C. Barroca, rna oa Cadeia n. >.
Vende-so ama easa na estrada nova de Be-
beribe, com trezentos e cessenta palmos de frente,
terreno proprio, perto da estrada velba ao lado
direito ; a dita casa tem negocio de molhados:
s pessoas que pretender dirija-se a estrada de
Joao de Barres, roa da Hora em ama taberna.
Nesle grande eslabelecimenlo encontrar o re?peilavel publico, um pouco de
todo, que vendemos por precos moito resumidos por ser o systerra que adoptamos
vencer barato para vender muito, e tirarmos apenas 10 % de lucro do descont que
temos das casas importad' ras i e garanlimos aos nossos freguezes que podemos Mer a3
mesmas vantagens que as casas acreditadas em vender barato.. As peso?s que nos hon-
raren com ua freguozia encontrarao em nossos'iratos seropre a lealdade e constancia
divisa deste eslabelecimento. Chamamos aitonc5o do respeilavel publico para a grand*
vanedade de artigos de que se compSe este sumptuoso eslabelecimento, como abaixo
se segu :
Crytaes e vldros.-Grande sorti-
mento de lindas garrafas para vin_ho, de
viiro Bacarat a 6,?, 7fi e 8(5000 par, bo-
nitas compoteiras de diversos gostos e pre-
jos, tacas de cbrytal para chmpag^e ; c-
lices de vidro verde finos para vinho do
Rbeno a 2, a duzia, ditos d* dito
rouxo para vinho B.rdeaux a 2(58'O rs.
a duzia clices fidos para licor a 3)55(0 rs.
a duzia, copos finos lapidados para atua
a 4^1500, 4^800 e fi^OCO rs. a drzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 3500 e W e
par, grande sonraento de glcbos de vidro
para caadieiros, cbamins para c?ndieiros a
20^ e 24,5000 o rento, e a 240, 320 e 400
rs. cada orna, pratinhos de vidro para -onos
a 400 e 5C0 rs. om.
PerfnMarfa* Sabonetes finos e
grandes a 4^500 1^800 e 2(5400 a duzia,
ditos mglezes o que ha de melbor a 2(5 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6'. O
rs. a duzia, lalinhas de banha de familia a
80 e liOrs. nma, 900 e 1200 rs. a dnzia,
frascos graudes com bauha a 640, r?0 e
1^000 rs. oleo de Pnilocome a 800 a 1(5(00
rs. o frasco, dito de babosa a 500 e 000 rs.
o fiasco, grande solimnto de agoa de co-
Gangas de litiho para roupa de criancas
a 420 rs. o covado, brim de linbo branco
trancado muito super.or e a 1I300 e
li57C rs. a vara, dito pardo de linho a
320 e 300 rs. o covado, seroollas france-
zas decrelone e de lioho 1^00 e 2550O
r uma. E outras milas fazend3s que
vendemos por precos rszoaveis.
Porcelanas c loucas Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
8(5 a duzia, ditas de dits com frisos de
cor 6(5 a duzia, canecas de porcelana bran-
ca para ceme a 3#5lO a duzia, copinho*
de porcelana branco para ovos 1<500
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farinba
a 1(5, bnitos aparelhos de louca ingleza
com froiso de cor completos para jantar,
constando de 20duzias de pratos diversos,
2 sopeiras, i saladeira, 8 pralos com t3ra-
pa, 4 molheiras, 16 palos travesos por
120)5, dilos completas para almofo da mes-
ma louca 113, grande soilimento do lou-
Ca avulsa, constando de pralos cem lampa
sopeira?, molheiras, pratos traveso--, pra-
t's arulsos com frisos de diversi s tama-
nhos, pralos com coiftas 2^700 a duzi?,
Vende-se um bom cavallo melado capado e
gordo : tra ar na raa Augusta n. 1, segando,
andar.
Calcados
Botinas de brim e duraque branco bordados de
3etim a 6J o par : na raa do Btnf Jsas n. 21,
loja. '
Finas perfumaras de primeira qualidade dos afamados fabricantes Piver,
Corda y e Lubim.
Brinquedos para meninos
O maior sortimento que se pode desejar de brinquedos fabricados em di-
versos paizes da Europa, para entretimento de criancas, o qne na verdade
s com muita forca de vontade e de trabalho, se pode obier e sustentar
un tal sortimento.
Pedido
O dono deste estabelecimento pede a todos seus freguezes, amigos co-
nhecidos, e ao publico em geral, qoe se digne mandar, ou vir pessoal-
mente verificar qualquer destes artigos e serlificar-se que em vista das
qualidades, os precos sao baratissirao por ser tudo vindo em direitura e
de sua conta propria, off.reeendo porporces de escolber-se a vontade.
N. 7 NO ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ RA DO BARO DA VICTORIA
OUTRORA NOVA N. 7.

Ao barateiro Camp
Alegre.
N. 2 largo do Carmo -N. 2
Esquina da rna das Trincheiras.
O propietario deste estbelecimento vend e a
grande coneorroncia de seas freguezs, re=olveu
aonunciar com antecelencia o da de S. Joao, S.
Pedro e Sani'Anna para que avista desta novida-
de nao deixem de participar to grande rechincha
como seja: roanteiga franceza nova a 900 rs. a lib.
e 21100 o kil>, dita ingleza a OO, 600, 11280 e
UiOO rs. a libra, arro* d Uanabio a 100 rs. a
libra e 2900 a arroba ; alm desses, outros mul-
los gneros que delxo de mencionar para nao en
coromodar ro Leitor.
Cofre com crteira, sendo de ferro prova de
fogo : em casa de Sbaw Hawkes & C, rna do
Bom Jess n. 4.
L.1
N.16-!
M PITADA
loma, agua Divina, agoa Florida, agua fian-
ca, tnico Oriental, extractos finos ingleze3'dllos Pgode Chinez. gr,tfde qoantidade de
e francezes, pos para dentes, pomadas ex- "ge'138 pintadas de d versos tamanhos,
posi'cao, copos grandes a 2^500 rs. cosme- bules btiasJ q"e se vende p.n mcdiios
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400, PreCs-
600 rs. um, bonecas par pos de arroz a <|ufnqu5lliarfas Ricos candieiros
400 's. pata gz de vidro e pcrcel?na, fcitio de jir-
Chapos.Chapeos de seda prela e ro> 1-? e Ifi^cata nm, dios de vidro
de castor branco forma Victor, para borneo ^e >^'S a S lamparims, grande sorti-
a 11)5 e 12(5COO, ditos de palha ventilado- ment de vidrosde metal para det endurar,
res a 30200 rs., ditos prelos de feltro copa P;ira cuna de mesa e para parede, l600
redonda a 3(5500 rs ditos brancos a i >800 e 2-5500, eum grande sortimen-
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3 ^ ? 2.
A \f A Preclsa-se de ama ama para oinhar
ra IH ra e sooprar : a rna Nova n. 61.
'SslLl 9*
Sa a. ~- =1
n-?2 5 13 O-
2 3 2?-
?25 ^ srgS I ?-=?
O
SI
o
el
o
Situaco excellente.
Vende 9e orna excellente casa terrea contigua a
gue serve de estacio da Encruiiihada na esquina
da estrada do Rotarinho, leu 2 salas, 4 quartos,
cozinh?, cacimba e 2 qniotaes murados : qnem
preinde-la. dirija se mesma casa.
Para S,Joao e S. Pedro
Completo sortimento por precos mdico?.
Lou^a vldrada franecza
Algaidres de todos os tamanhos, bacias panel-
la, papalros, cacarolas, Ugellas, batedeiras, ou-
rines, etc.
Vldrado do palz.
Alguidares de todos os tamanhos, panellas ti-
gellas, batedeiras e papeiros.
Lou^a pollda e por pollr
..... Dos principaes fabricantes.
y* un completo sortimento abarras, res-
frisares, moringa, garrafa, iltas, copos eom
prilo e sem elle, qtirtinhas, re9lriadelras, jarros,
cacos para flores e tudo mais que se precisa de
objectos de barro.
S existe no pavimento terreo do sobrado o. 16.
de dous andares roa do Rangel, armazem de
ama s porta, onde tem pintada ama jarra na
freata. -
A 240.
ES
>m
o
1
Vende S8 massos de liona para bordar, diversos
nmeros, pelo barato prego de 240 rs. venhar
ra do Marqaei de O.in'da n. 30 A, loja de raa-
' antiga ra da Cadeia.
302( O, ditos de merino e de seda preta de
5|.a 7)S0O0 um, ditos de palha para man-
ca de 2($ a 20500 rs. um, bontts de panno
preto enfeilados para meninos a 35 e 35i.O
rs. om, chapelinas de seda enfeiladas para
baptisado da crianga a 30 e 30500 rs. um
bonitas chapelinas de filo de seda branca
enfeiladas para senhoras e meninas a 60
a 70000
cabo de
to de jarrss de diversos taanlos c gosics
de 50 200 o par, casti.acsdc vidro de cor
para vela 33 o par, lindos praibos deioa-
?a esmaltado cem tampa para sardinhas e
oulras 20 05OO cada um, lindos bules do
louca da Ch:na 2*500 30 e 30JOO cada
um, sextinhas de vidro de cores corn azss
para carles I0OO 20 cada urna, bonitas
nma. chapis de sol da seda com Tiartinhas hamburguesa- de'4 50o par,
marflm a 90500, 110,140 ecoPos ^e b^n o, bonitos le nos do bandejas
Dues, fiuctas e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se amendoas cenfeitadas, e descascadas
muito novas.
.
Utencilios
Vende-se os otencilios de um armaiem de carne
secca, os qaaes servem tambem para padaria : na
jqa de Pedro Alfonso n. 37, amiga da Praia.
deza.
Aproveitem
Talheres fino?, dous boloes, cabo branco, a 5a
a doria, colheres Unas electro-plata a 6| a duzia,
ditas para arror, ditas para tarrin, ditas para
mostanla, ditas para sal, ditas para sopa a 10* a
duzia, para liquidar que se vende por este di-
minutos precos : no muzea elegante, ra eatreita
do Rosarlo n. I, de Ferreira, Martins & C.
60 por 48
^Vo muzfu elegante.
Vende-se camisas inglezas moito finas de 60a
a duzia, por 48a, saias finas bordadas a 10/ cada
ama, e para fechar contas : na roa estreita do
Rosatio n. 1.
Dados e gamao.
O muzen elegante, ra astreita do Rosario n. 1,
recebeu tabolas e copos de marflm, coasa de apu-
rado, gosto, e tambem perteilos dados de marflm
sendo tres em urna caixinha proprios para os
apreciadores da......
am terreno na raa da Hora, estrada de Joao de
Barros, com 1(0 palmos de frente a i'.O a 450 de
fundo, com algamas arvores de fructo, por mdico
preco : a tratar na roa do Vigario o. 14, 1* an-
dar escrptorie.
porcelana branca fina a 102
e 40 cada um,- galhetc;
de 3 e 4 vidros.
CALCADOS
para crian ras
Grande sortimento de calcados para criancas,
dos malborea que tem vindo a esta praca : na
loja de calcado da raa do Bom Jes' n, 21, loja do
sobrado amirello.
Vende-se
A aociedade patritica bahiaoa Dous de Ja-
Iho, teodo de solemnisar o anniversario da decla-
ragao da adepeadencia do imperio em sua pro-
vincia, e prctendeaio, para Isso, libertar algtunas
crtanca n'eete da, convida as pessoas que se
quizerem utili*ar d'este beneficio a seapresema-
ren no dia do correte, pelas 4 horas da tarde
a roa do Baro da Victoria n. i-3, priineiro andar,
ievando ai snas proportas aeompanbadas da auc-
Zorisaeio dos respectivos eabores e o mnimo do
valor por elle* pedido.
Previne-se que se preferir as crianc.s do sexo
femeaioo e destas aquellas que offi-recsrem memo-
re* condieefies sanitaria* e mnimo pre v.
Reeie 17 de jaaho de 1871.
Frjocisco Moncorvo Lma e Silva.
_ ________ Secretario.____________
Precisase de urna chala pira o servico ia-
terno de ama casa de familia, injlasivo o de en-
gommar : a ra do Crespo n. u, i andar.
Preetoa se fallar c >m o sr. Kraneisco Bezjrr"a
Cavalcante, e orno nao se seiba a sua residencia
Ede se a quero souber.qoe infjrme ao agente Je
ilges F.J. Piolo, raa da Cruz o. 38, 6*Vrutor,,v
Aluga-se o
da rna de "
mado n. 2.
luga-se o primeiro andar do sobrado o jj
de Santa Jtila ; trattr na ra do Quei-
AMA
.\a.*ua de llortas o. 3 precisase
de uma87.a pira; cozinfiar, prefire-
se f sera va.
ama que sai
casa da mtm
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
\ rna Primeiro de Marco (oatr'ora na m
Orespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido aos seus fe
.lies bilhetes um ter53 o. 835 com S00000 o n
519 com 10O/OCO, sendo-aoj de dtus ter?os'e nm
de am terco o n. 3314 com 100/ em dous de am
ter$<\ o n. 291* tara 1301000 em doos de om ter-
reo a outras sortes de 40* e 204 da lotera qne se
acabou de extrahir (196),' convida aos possai-
dores a virem receber na conformidade do cos-
tme sem descont algum.
Acham-es venda os biibeles garantidos z
I.' parte das loteras, a beneficio da capella da
Santa Cruz dos Milagres de Olinda (197.*), que "
extrahir qu'nti-fera 22 do orrea'e mez.
PREQOS.
Bilhete in'elro 6*000
Dous terco 4#0W)
Um terco 3^00.3
Sm porcia de ioo#MO para iiu.
Bilbete intsiro SIMO
D)as tfreo 31600
Um (er$9 ii800
Kanoei V^nt Finia.
Vende-se urna parte "de uma casa na cidade de
Olinda roa do Varadouro, em cuja casa con-
senhor o Sr. Domingos Francheo R^malbo :
tratar na ra da Cre n. 59. Io ardar.
S. Joao e S. Pedro
Bollos simples e enleitados de 3*000 30*0001
e de 3 a 12*. Recebe se encommendas ; sorte
amendoas Hnas, fiambres e podins : na confeita-
ria do braco de Juro.
Vende-se a taberna do pateo do Terco n.68-
a tratar na mesma.
DAMASCO DE LA A com 8 palmos de largu-
ra a 2.3 o covado.
CHALES DE TARLATANA bordados a 1*300
cada um.
SAIAS BOBDADAS para snbora a i*.
CAMISAS pa.-aseabm a 2*300.
LENCOS de algndao a 1*200 a duzia.
CORrES de organdy com 10 ardas a 3*.
Na loja de Antonio de Moura Rolira & C. roa
Uaijue de Caxias n. 73, aotiga do Queimado.
M0BILI4
Vende-se ama rica mobilia de Jacaranda sem
oso algam, de gosto Luiz XV : tratar na roa
.Nova n. 36.
VEHDESE
Uma easa terrea na raa do Amparo em Olinda
tratar no convena do Canso, celia n 1.
ATTENCAO
Vende-se a taberna da roa Imperial n. 49, moito
afreguezada e com commodos para familia : i tra-
tar na mesma.
tladapo'o flio largo ebtn pepino toque de
avana a 5* a prc : di ru' do Crespo n. 25 A
Wa da esquina.
Na praja da ludependeccla n. .?3 se d di-
nnero sobre penhore de ouro, prata pedras
preciosas, fja qual for a quantia ; e na toC*'
casa so compra e vende objectos de ouro e prat.;
Tn^T' Su/'z-'o"la-e jualoaer obra de ea-
nS ane, (,0a,qaer Ci8rt0 ""W a
Yende-se Uous cartlkAd4 se;:a muito bun*
a tratar Qa ra da Aurora, en Santo Amaro. o-
brado o. 18, das 6 as 9 horas da manna.
. Vende-se uma porcAo-de raaderas velhas de
qualidade, proprias paa (bao de renacio, pada-
ria ou olaria. por a mmodo pyee
Imperador n. 55, I andar.
na rna do
V,-ude-e dua^ x<-ellenlai mtein'nas de costura-
por prc''-o SvOim(lo ; sa fI ffffJ p. 04, loja
lejeilcado'.
Veode-se om bom terreno com trila pal-
mos de frente e quinhentos de fondo sito na roa
de Santo Antonio no logar Agua-Fra ero Bebe-
riba de Baixo : para tratar na roa das Cinco
Pontas n. 65.
Terreno em Olinda
Vende-se um terreno sltnado'na raa da Senza-
la de Santa Thereza, naquella cidade, com 500
palmos de frente e mais de 1,000 de fundo, plan-
udo de coqueires, capim e algamas arvores, com
dous grandes viveires principiados, sendo murado
na frente, olhando para Santa Tbereza, com muro
de tijolo e cal, com grande portao de /erro e com
um alicer;e j feito, indo o fundo at o rio Bebe-
nbe, onde se pode faier bonita frente ; veniie-se
tambem com o mesme terreno ama pon,ao de
material composto de 8,000 ti jlos, sendo 1,000
para cacimba e o mais para edificar, e 230 alquei-
res de cal a tratar na ra do Mrquez de Olinda
p. 52, escriptorio. I andar.
i70000 rs. um, ditos com cabo imitaco do Iovaes 11-5, ditos qoadrados i 74, grande
unicornio a 95 e mu las ontras qualidades sortimento de bandejas auil: a (e ld'-'iOO l
tanto para homens como para senhoras e;-#Cu caa>a uma, dit s para f.iinha 1^200
criancas, sendo de percale 1|300, lfJo.O uma talheres de facas cun cabo de me-t
e 24000 rs. fino 12$ a duzia, dilo dediUs cabo de
Pazeadas.Lindos e modreos cortes 0S:0 finas tle '^'6m ,0^ a dozia colIle-
de percala de barra cm figorinos a 7^000 r,e.s de me,al in0 Para sof* ^ a (,I1ZI3'
com 14 covados, bonitos cores de seda ",las de dlt0 para c,,a 24&00 a duzia,
com 21 covados por 280000, cortes de cam conxas P2ra s^pa e para assucar, por! braa
braia branca flna com babadinhos, brrda- zas de ,at0 a' so r?- nm lin;s l,a,itti-
dos proprros para partidas a 70DOO ; tendo ^/L?6 Por^ia
8 varas de fazenda para o corpo e 15 varas; i* .' ,2*'.. *
de babados, cortes de 15a escosseza com
15 covados a 13)5(000, finissimas e moder-! Calcado.Botinas de tezerro p:
as cambraias braocas com listrasa Impe-, homem 00 o par, ililas gaspiadas i.-."
ratriz peca de 10 jardas OlOOO ditas mar senhora 3# e UiOO o par, das de dit;
ca bispo e Victoria de 40 a 60000 rs. peca, para enanca a 20 o par, sapatos de tape!'
cambraia branca para forro pecas ce lo e de tranca para homem e enhora, v
jardas a 20400 js., bon tos cortes de 13a 10500 10800 o par, dilos de tpele au-
com 16 covados a 50500 rs, ditos de lujados para criancas 10 o par.
chaly a 50000, pecas de cambras branca Mlndeas.Duzia de cartifeis de li-
de salpicos com 8 1|2 varas a 50500, bo- nha de Alexandro 200 jardas !)20 r.
nitas las de listras a 560 rs. o covado, caixa com 50 noveilos de lit.ha branca a
grande pechincha de 15as fin s de bonitos 680 rs., la muito fina para bordar bonitas
padrSes a 260 rs.o covado, fazenda que cores O.HCO a libia, duzis de caixinhas
vale 400 rs., bonitas e finas ditas franco- de grampas 4C0 rs.. duzia de caixinhas
zas de ama s cor a 300 o COtarfp, perca- de alrinet. s pretos e brancos 10301', lfr
les muito finas e de delicados padres a ques de papel para o theatro 200 rs., di-
320 e 360 rs. o covado, finissim.a chita tos de maJeira emiUcao de sndalo, muito
franceza clira a 340 r, o covado, chitas bonitos 20, thesouras unas de ponta tor-
escuras france/a finas a 260, 280 e 3C0 rs. ta para imhas 60 a du?ia, pentes irans
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
dres a 360 rs. o covado, bramante
de linho com 10 palmos de largura a
20400 rs. a vara, esgoiao de linho finissi-
mo a 200.0 a vara, bonitas alpacas de uma
s cor para vestidos a 510 rs. o aovado,
sellan de algodao de diversas cores, bonita
fazenda para vesiido de senhora e roopa
de crianca o 500 rs. o covado, riscadinhos
finos da cores a 280 rs. o covado, chita
preta fina a.280 rs. o covado, guardauapos
de linho para almoco ou cha a 20600 e
30600 rs. a duiia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a ^'0 a duzia,
servem para toalbas de m5os, toalbas de
linho grosso a 500 rs. cada uma, ditos fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas d algc-
dio com barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas brancas e de cores de 20700 a
parentes finos, para alizar a 20 a duzia, c,i-
1 ri;o de linho de diversas larguras branco
360 rs a duzia de pecas, tranca de 13a a
fina de lores para debrum 240 e 400 rs.
a pega, tranga brauca de caracol 560 rss
a duzia Je pecas, trancas de la de core-
de caracel 600 rs. a duzia de pecas, su.
(axe branco de algodo 280 rs. a duzia de
pegas, caivas de gulhas fiancezas 4 papis
pcr20 240rs. o miiheiro, agulhas pars
orechet, toucas de 13a francezas muito bea
nitiobas para criancas 800 rs. uma, cai-
xas de superior pap^l amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., caixas de
100 envelopes 500 rs., papel almago
paulado dito de peso, dito para forro de
casa, meias croas para criancas 30500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 405CO 505CO a du-
40500 rs. cada orna, bonitos cobertores dejzia, meias para meninas de todas as idades
13a de lindos padres a 80 e 130OOO, ditos)i 30500 a duzia, ditas ioglezas s,em costa-
de pello de lontra com duas vistas a 140, ra para homem 50500, e muito finas
camisinhas de cambraia bordada e enfei-
ladas a 20500 e 30000 rs. cada um, \hti-
60500 a dozia, ditas c m p de cor 80 e
f'0500 a dozia, superiores meias inglezas
dinhos de cambraia bordados para bdpisa- para senhora 60, 80, 100 e 160, luvas
dos de criangas 3 60 e 1200(0 um, cami-ide fio da Escoaaia finas braocas e de cres-
sas bordadas para stnhoras a 50500 rs.
uma, pentiadoros de nanzk bordado para
para senhorn 30 a duzia, superiores la-
vas de pellicas brancas, pretas e de eores
senhoras 40500 rs, nm. caixinhas com uma cara homem e senhora, grande sortimento
dozia du lencos de linho finos abainhadoside bengallas, espingardas para c iancas,.
por 60000, lengos de cassa tinos com bo-! brincos e aliinetes de burracba para luto, e
nitas^siampas a 30600 rs. a duzi?, dit s
grandes do cambraia com cercaduras a
20400 rs. a d: zia, ditos pequeos de cassa
com diversos deenhos a 10200 rs. a duzi,
bonitos leocos de cambraias bordadas a 10
um, cobertas feitas grandes da chin fian-
ceza a 20^00 uma, cober;ores bramos de
13a com barra a 20500 e 30000 rs, alpaca
correnies para relogios 800 rs.. jogos de
vispora 20 rs., grvalas do seda de 200
rs. 20oOO cada uma, grande sortimento
de boloes e guarnices para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 20 cada uma, boloes de
maJreperola grande e para colletes, grande
sortimento de abotuaduras para colletes, e
ditas de os o para palitots e colletes. groza-
1^280 o
par.
Vende-se apelos de iranga r>ara senhora pelo-
diminuto preeo de 1*180 ; vnham a olles antes
que se acabem na bem conbecida loja de miu-
deras da ra da Cadsia n. 50 A, boje Mrquez de
Olinda.
A 44OOO.
pelo tti
Wnde-ge bjrzrqjuio?, obra mallo boa,
miuuto prec Ja i venda se na rvi do Ma'r-
J quez de Olinda 0. 50 AA Inj 4e niudeiis.
preta sarjada a 500 rs. o cevado, dila braii-'de botes d* osso para caiga 240 rs.,
ca finas a 560 rs. o covado, dila pro'a de [pegas de fita de sarja da cores sem beira de
do 440 a 800 rs. o covado, seda p eta a'n. 1. 700 ditas de dila de selim estreita
iOO rs. o covado, grosdenaples branco omje I rgas e 240 500 te. pegas de fitaj
toqae de mofo a 640 rs. o covado, japSo.da velado estreita prela a 640 rs. ditas
do seda-encarnada a 90) rs o covado, fiis- largas, e muilas outras miudezas que dei-
sima brilhanima de lislras brancas e'par-iX*raos de mencionar por se, it5rnar enfado-
tdas a 640 rs. o covado. Inho.
Este eslabelecimento acha-so^aberto desde as 6 horas da manha'a as Odanoi'.e.
15Ra dn Imperatriz15
. EMTOBIO CeM-lIJRBCIAIi
ULYSSES & iMO.


'


Oiaii de TeriamoBeo Quiili eira 22 Je Junho le 18T1
VNDESE
Jca<|um J s llamos, na ra do Cruz n. 8, 1
indar, veade algodo azol americanos verdadeiro
* preens americano n. 3 f 4.
]%5o lia ihais cabello* traucos.
Tintura japone a.
So e nica approvada pelas as academias de
scioncia, reconhecida superior a loda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principar ra da
Cadeia do Hecife n. 51. i andar, em todas as bo-
tica* e casa, de cabelieireiro.
A
\m\v
Ll
Sc&ipc a Nora Ksperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta !oj.i bem conheeida pela na elegancia e
snperioridado de sens objectos, acaba de receber
muilos arligos para o que respeitosamente convida
ao belo sexo a vizita-la, afinarte compraron) aquil
lo qne pruci:>arem para preparos de vestidos toi-
lote cu tocadores, e mesmo qaalquer objecto para
fazer slgom prezento...||ioi< que s5na Nova Espe-
r.inca (Icario sali.-feilos, j pela qnalidade e pre-
e/>s raroaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
es ufana-se em nao se impacientar era dar a es-
colher os objectos, prestando-se com o agrado
c^id que cotu a receber a todos, aflm de que
saibain com o Arme proposito de voltarem on
mandareiu a mesma loja, logo que preeiseui de
qualquer artigo por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as do Lieboa a Nova Esperanza para
oomens, senhora e meninos, sendo brancas e de
, i
NOYIDADE.
Br.-> de quipurc preto com branco, a Nova Es-
peranca s quem tem 111
Caixas para joias.
A Nova E->crnnca receben boas caixas de sn-
dalo p;.ra guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Rneebeu as de rauitas qualidades a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos oo sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tern a Nova Esparanca a verdadeira tinta in-
giexa.
Para refrescar a petle e aformozia-la.
A Nova Esperance roa Duque de Caxias n. 63,
eade verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
A? melbores, e do mais conhncido fabricante,
ar.:o franeez coqio inglez, estao exposlas venda
a ru;t Duque de Caxias n. 63, na Nova Epe-
anca.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, do laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tildo de superior qualiddc : vende-so na Nova
Esperanca ra Duque de Caxias n. 63.
Vi
g" LVJA E ARMAZEM
PAVAO
i
slum -,9Sj
s
J
i
. I
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ftfl,
Os propietarios dest grande erta^eleci ment teado em ser ama avu'.tada porcSo de
fazenda, e tendo continuado a receber por todos os vapores e navios immeosa porcJo
das nnsroas, tem revivido f.zer ama GRANDE LIQUIDACiO, aGm de deminuir o gran-
de deposito e apurar DINHEIHO. De todas as fazeadas que se vende bara lissimo ge dao
as amostras, ficando penbor on te mandan levar em casa das Exm w. familias, assim como
as pe soas qne negocia m em mooor escala, n'este e>ta;e!ecmeatpse podero sorjr en
lequen^s porcSes pelos mesmos preces que eompram as casas exportadoras.
Bonitas tondas
PARA AS FESTAS

DE
A!TO AMTOMIO
E S. Joao
CSEGARAM PARA A LOJA
DO

sim
! f
Agora
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxi?.s n-
dar, yindo as cores mais procuradas, branca, pre-
u, escarate etc. ele, a Ma antes que se acabe I
CEMENTO.
O verdadeira portland. S se vende na
roa da Madre de Dcns n. 22, armazem de
Jro Martina de Barro?.

1
Uufvvva
V"i)'le-se ssccos com farinlia de mandioca, me-
dindo 18 cuias, pelo baratsimo prejade 5$ cada
saco : na ra ao Marquen do Oiiuda u. 40, es-
critorio.
Libras stoiliaas.
Vende-se no armazem do fazendas de Augusto
F. de Oliveira & C.. na !n Commeroi* n. 42.
Aos senhores fogue-
teiros.
NA RA LARGA DO ROSARIO N. 34
Vende-se
ellcnte limalha de ferro.
dita ilc ac.
me relinaoo.
E(-s Ir em c nudo.
E s-r.i! todos o- preparados para es fogos
t S. .i o Antonio, S. JoSo o S. Pedro.
P
i),
/t
'ttl
ti lllivf
T. i-. ;or.da em secs yrumens, alm de ootros
irl de s< u oego io regular, os segnintes, que
r<..i'i por pretos mais mdicos qne em ou-.
:r\ ai'.iqner parle :
POBTaS de pinho almofadadas.
POBTRIRAS de ferro para cercas.
SALITRE inglez.
- HAS da India para cama e forrar salas.
CAN) S de barro francez para esgoto.
G snperior em por5es e a contento.
IEmENTO de todas as qualidades.
UNAS de descantear algodo.
LONaS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POGOES americanos muito bons e econmicos.
I di Bordeaux.
r. snperior de Gantior Frerea.
KABE,LO em saceos grandes a 3J500.
I I A eorida legitima.
Dcep, fuctas e flores
RA DA CRUZ N. 13.
'- "i'-'n s todos as das, diderentes e prezuntos
em (tambre a< libras.
Vende se urna carrosa em DM9 uso e utn
toi do smieo da mesma, novo e muito manso : a
tratar na ra do Brum, no Recife, n. 65. taberna.
n
ii
TARA
Santo Antoio,- 8. Joao e S.
Pedro,
Sonzaa & Gnimaraes, proprietarios da antiga
loja de f> rragens ra do Bsrao da Vicioria n. 39,
ant'ga ra Nova, veem aviar ao respeitavel pu-
blico e enm especialidade a seu? antiges r.gue-
zes, que j reeeberam as amostras de nm com-
pleto e variadsimo sorlimeuto de fogos articiaes
para fe>tijo dos gloriosos Santo Antonio, S. JoSo
e S. Pedro, garanlindo-se a boa qnalidade por
seren das meihores fabricas desta cidade, bem
como nm lindo e tambem variadissimo sortimento
de faguinhns para eriancas, os quees sao proprios
; ira sali por se tornaren) ionofensivos, por isso
veeir c< nvitar a que veabatn dar suas encornn-
da, conipromr-ltendo-nos a satisfazer com promp-
Ud?" "",. j pela boa qnalidade ej pelo esme
ro com que se acondiciona qualqaer eucomeDda,
tuio por precos eommodo, a contento dos fregae-
zes ; em relago aos divertiment03, acham-se
tarr.bem venda, livros de sortes, carloes de sor-
tes eotn prrguntas e respeta-', pspel com versos
para s.tries, e'as pouco eonliecdas tarjectas magi
cas : ludo na ra do Bario da Victoria n. 39 an-
tiga ra Nova.
Vemle-se a dVoiaco da casa da ra Direila
n. 38, pr pria para taberna ou mfmo outro qnal-
qoernecicin : qnem prptinrtr rtiriise mesma.
PAVA
ALSACIANAS A 4>200
Chegaram as mais lindas alsacianas sen-
do orna nova e elegante fazeods de la
com bnlbantes listas de seda e bastante
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o que este aono tem viod de mis gesto
o crerrado, e vendf-se i'HX) o covado.
CRANADINASJAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou para a loja do Pav5o esta nova
fareoda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de laa com
bonitos qoadros de seda, p opria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8i0rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 809 RS. J) COVADO
Cbegoo e^ta nova fazenda com o nome
de a;lauta, sendo orna delicada faienda de
la, p3ra vestidos, qae vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chfgon para a lija do Pav5o um grande
sortime lo das mais lindas e modernas
ponpelinas de seda, com os mais delicados
padrees e di muito phantasia, qne vende-se
por preco moito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRAD.iS A 41
Vende-se cortes para vertidos de cam-
bnia branca latrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 40 cada corte,
ssm como um grande sortimento de ditas
lisas, lapadas e transpareLtes. que ven !e-se
por menos do que em outra qualqner parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a loja do Pdvio nm grande
sortimenio de camisas escora* eneorpadas,
a piova d'agua, sendo prop.ias paraaes-
tac3o do imerno, e vende-se por presos
em ennta.
TOALH \S ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500
O Pavao veude toalhss brancas de fusto
a'cocboadas, prop.'iai para mesas, sendo
bastante grandes pe!o barato pre$o de
:);?.*>00, ditas eneorpadas muito grandes lo.
CHALES DE AlERIN' A W500
O Pavo vend cbales de merino moito
grandes e encorpar-Jos 2500, ditos
i mil: cao de chinezet lib"QQ, ditos pretos
de renda c in 4 pontas %000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavao vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente bordad-
dos cem largas franjas de retroz, e vende
por menos do qne em outra qnalqner parte.
CAMISAS PARA HOtMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
me'bores camisas inglezas e francezas com
peitos da linbo para todos o precos e qua-
liades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os precos e tnjannos,
tendo tambem para eriancas-, e no mesmo
estabelecimenie tambem se vende ceroolas
de liubo e algodo, tendo para todos os
pre;os, assim como meias croas inglezas
para bomens e meninos, que ludo so veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem constantemente um grande
sortimento dos melbores cortinados borda*
dos para camas e janeUMt qne vende-so de
8u00 at ao mais rii o qne -otuma a vir
n'este genero, assim cemoboaitas cambraias
adamascadas, tan.o tapadas cerno transpa-
rejles, proprios para o mesmo 6 n, colchas
de crochet, dam-attn para camas de noivas,
e cortinas, e vende-se no Razar oo PavOi
LAS1NHAS BARATAS
Q Pavo tem um gande sortimento das
ma3 bonitas lasinbas para vest os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
>rinciplando z 200 rs. cara cima ; porm
to grande a quantidade que seria enfaf
dontia especificar qualidade, por qualidale,
s a vista do freguuz e d.i; amostras se Iho
vendero por precos to cmodos que
engue deixar de fazer om vestido de
la por to poueo dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O Pavo vende as mais lindas alpacas de
cord^o para vestidos e roupai de eriancas,Darat0 PreCo de 8G0 rs. o covado.
pelo barato preco de 640 rs. o covado. Basqninas.entassquinhrc a 20A e 2iU
dias finissimas com os mais liados lavorec 1 O l*4Uoveada basquinas on casaqaiphos
imilacao de agracianas 8i.0 rs. o c.wadoJde 8eda P"tos. ricamente enfeitados, pelo
benitos glacs com delicadas cores e los j baratisfimo preg) de 0(J e 25jj020, sendo
trosaj eomoseia acoo o covado, e on- nuito moderaos, assim cono ditos de ero-
tras maitas fazendas de golo e laso para!chet e reD(1"s Pretas 1"e se vendem muito
ALFA4TE
qne se encarrega de exeour qualquer en-
comraenda di sai arte avomadede (re-
gnez. e o proorietario d'este grande esta-
belecmen?o e prome He servir bem a todos
os fregoeze que lbe hoorarem i sna casa.
ALGODAOSINHO A 31500 A tEQk
O Pavjo vende pecas d'ilgodosinho d
multo boa qmdfdade, tendo 80 jardaa eada
peca, pelo barato preco de 3a00, dito mui-
fo largo e eocorpado 6000, dita o me-
llior que tem viado ao mercado, muito en
oorpado e largo para lencoes, pete baralo
preco de 6800, grande pacbincba.
MADAPOLiO A 410Q0 E 4|S00
0 Pavo vende pecas de madapoio com
24 jardas, sendo fazeada muito superior
pelo barato preso de. 44500, di as com as
raes-as jardas a 45000, ditas finissimas a
50500,6^000, 70500 e 80000. pecbincba.
MADAPOLO FRANCEZ A 400
O PavSo vende pecas de flotsslmomada-
polo verdaderamente franeez, tendo 22
metros ou O varas; pelo baralissimo prego
de 100000 peca, sendo fazeoda que sem-
pre se venden a i 40000, e liqoida-se por
este barato preco por estar algima cousa
encbuvalbada na poma de fra.
ALGODAOSINHO ENFESTADO A 10 10280
O Pavo vende verdadeiro algodosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes
70(100 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito encorpado 10280.
BRAMANTES PARA LENCOES A 2*480 2*80035
QPivao-vende o verdadeiro bramante de
linho tendo 10 palmos de largara, que ape.
as precisa para um kncol nma vara e orna
qnarta, pelo barato preco de 204004 vara,
dito melbor de 258.0 e 30060, ten Jo at
do melbor que vem ao mercado 30500
e 40000, assim-como crotones fortes para
lencoes, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura 200 rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 10800.
SAI AS ROLDADAS A 40500 E 60009
O Povao vende graade peciocha em saias
brancas ricamente bordadas, tendocada urna
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
40500 e. Q0OOO, sendo fazenda qo geoipre
vendeu-sO por 80 e 400000.
taradas par saias a> 10200, 10280 e 1050o
O Pafto vende superior fazenda bordada
efeom pregas proprias para saias, 10200,
10280 e 105(0 a vara, sendo preciso para
nma saia apocas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 300O corles de cainbraia a 20SOO
O Pjvo vende ama grande poreo de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de coras, sendo com listrinhas de
cores tessidas e nao estampadas, a liquida-
se pelo barato preco de 24503, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
At2O0e- tortes de canaraias bordad* a 50OOC
O Pavo vende urna grande quantidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que tem viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e com mnita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratsimo preco de
5/5000, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grande pecbincba.
CAMRRAIAS
O Pavao veade grande quantidade de pe-
Cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 30 a peca at mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 460 RS.
O Pavo vende chitas largas com benitos
desenhos e cores fu as. pelo barato pre$o
de 480, o covado, grande pechincha.
LA.SINHAA460 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas lasichas transpa-
rentes pelo barato proco de 460 rs. o cova-
do, paohincBa.ua Toa da Imperatriz n. 60
CORTES DE CA9SA A 20500
O PavBd vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preea de 20500 lindas 30000, 6 pechiucha.
CAS3AS FRANCEZ AS A 200 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas ctssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 201) rs.
o covado ditas iaissimas com os desenhos
mois modernos qne'tem ir indo aoonercado,
pelo barato precS de 50 rs.
CRETONES
O Pa3o veade flni9simos cretones esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. a
covado, ditos de fl rCos, proprios pira co-
berta, sendo fazenda muifo encorpada pelo
I4CBIMS PAR)
OOSTUBA
Chegaram ao Bazar Universal da ra Nova
n. 22, um sortimento de machinas para cos-
tura, das melbores qualidades que existe na
America, das quaes rauitas j sao bem co-
nbecidas pelos aens autores, como sejam :
Weller de Wilson, Grover & Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e ontras muitas
qie om a vista devero agradar aos com
pradore8.
Estas machinas teera a vantagera de fazer
o trahalho que 30 coslareiras podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeico
como as mais perfeilas coslureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensiaa-se a tra-
balhar com perfeico em menos de nma
hora, e os precos sao to resumidos que de-
vem agradar ao3 preteodentes.1

nico legahnente aatorisado e approvado
peto conseibo de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMWJCO
Pharmacia e drogara
de
RARTHOLOMEU d- C.J
34Roa larga do Rosario34.
Para saceos e fognetalres.
PABA ASSVCAR
CERTEJA DE MABCA
K
Engarrafada especialmente pira o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
A verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pecas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
dR T. JEFFERIES & C.
4<> Ra do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazcui em eada peca nm bllhe-
te coni o noinc
DOS
nicos importadores
3". JEFFERIES C.
VIKHO 1)0 PORTO FINO EM CAIXAS
Bolmetes
muito bons para hiates e barcacas
Bjiics de louza
para lavapem de louca em coziohas : vende-se
por mdicos prego*: na ra do Brum n. 92.
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
PARA PADAH1A.
Vende-s* ce?tos: na rtia do Domicgos
aMrtin 11. i, (Seonla-Velha).
Joi
T)w^ fructhS e flie^
Sones
eftalos para sortn?.
l\UA DA GRLZ N. 13.
m as coutes de fesias e papc com
Seraiihiuas ou harmnicos
'Ib chegar ra do Uarquet de Olila
..limas serapninas de Nogueira-, com ex-
mt y.z e se vffldem por rpco com'modo.
11 Vc-fi 'e-bi> niftotaiga iogli-ia fljr ia"80 a
k." n 3880, e francita mais barato
"flw eoi (.una poiTe : na ra da Penna n. 33.
vestido, na roa da Imperalru a. 6o.
POUPELINAS
O Pavao recebeu as mais delicadas e me-
Ibores poapelims de seda para vestidos,
c .tu os mais modernos lovores, e outaas li-
zas C"tQ as cores mais aovas que tem v,n 'o,
e veniie-83 25uOO cada covado, assim
como del cadas sedas de listinbas, tanto
para vestidos de renirras como de Bieniuas,
q vende-se 2-5UOO cilla covado.
ROUPAS PARA H0MbN3
O Pay5o tem constantemente um grande
sortimento de roupa, tanto de pannj como
de bri a brinco e de cores, da case-
mira4, pn todos os precos e qaaliddes,
e tambem se manda fazer qaalquer peca de
obra com t jdo aceio e proiaptido, para q
que se.tem um perito
em oota na roa da Iooperairiz u. qO.
Coilas entraeadas paraeoberlas a 360 rs. o corado
O Pavao vende chitas entraucadas com
delicados desenhos para cobertas on corti-
nas ^e cores flxas, sendo fazenla muito en-
corpada pelo barato preco de 360 o cooadO.
ESPARTILHOS A 40500
O Pa\10 vende os mais modernos e mf-
lhore3 e^artiros, tendo de todo* es ta-
mauos, pelo barato preco de 4500
CASEMIRAS
O Pav3o veade om elegante sortimento
de delicadas casamiras inglez;8,.sendo to-
das de laa e nioito levesinhas, timo pro-
prias para bomens como para cri3ncas, e
uita3 mais eneorpadas, ten io de urna e da
dnas largaras que se vende ornis barato
Ipossivel, na ra da Imperatriz a. J.
Loja de Gullhcrme.
Laas de cores miadas a 80 rs o covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
2300 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Ditas ripeados prussianos a 280 o covado.
Ditas cbinezas para coberta a 210 o covado.
"Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas a de cores para corti-
nados, a 3i0 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 34 a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mussulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao francez, a 65 a peca.
Dito ioglea do bom especial, a 4*000, 5*, 6*
C;* a peca.
Algodosiabo a 3*, 3*500 e 4* a peca.
Alpaca de cor .com lisias, fazenda superior a
360 n. o cvadn.
P1'1 branca, com flores miudas matisadas a
300 t. o covado.
Dita prela com fljr brama, o 800 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroes miados e modernos a 360
r-. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
caia um.
Ditos de Moho embainhados 4* a duzia.
Chita, fazenda bem conbecida pela f ua fortidao,
mai larga qie cbita para roupa de eseravos, a
200 fs. o covado.
. Casemira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de edr, 3*00, 4* e 5*.
Cortes Ha meia caJeaiira, a l*!O0.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado. "
Ganga amarella lisa e de lista, a 360 rs. o co
vado.
Algjdo iargo morca T a 5* a peca.
D-se amostras com penbor.
A' AGUJA BBACA
RDA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora ftueimado n. 8^G
acaba de receber de inglaterra om bello sortimen-
to de objectos, que alera de sempre necessarioa
hoje se tornara essencialmente precisos vuia da
falta que delles ba no mercado, sendo :
Filas de velodo pretas, ontras com relas bran-
cas, e outras de diversas e lindas cores, e todas
cora differentes larguras e superior qualidade.
Franjas, Iraocas e faldea de seda de modernos
dosenhos e goslos, e igualmente sortidos em cores
e larguras.
Novas e bonitas trancas e galoes de laa, tam-
bem sortidos em larguras, corea e moldes, e to
proprios para vestidos eomo para roupinhas de
eriancas.
Trancas brancas de algodo com nova forma em
caraces angulares, teado nesse genero multas e
diversas largaras ; entras nos mesmos gostos po-
rm mescladas ; ontras tranemhas brancas de
carte;3 miadas e bonitas, as quaes por suas
estreitesis teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinhos frisados e outros preparados para
frisar-se a vontade.
Um bello sortimento de galoes pretos de laa com
dilfereBles moldes e larguras, proprios para vesti-
dos de lulo.
Botdes finos de madreperola para camisas, ou-
tros pretos e de corea para vestidos.
Isso alem do constante sortimento de enfeites de
seda, la e algodo, de que sempre se acba provi-
da a loja da Aguia Branca.
brancas, bordadas e outras com
babados.
Na loja da aguia branca vende-se bonitas saias
brancas com largos e delicados bordados, e bo-
iras com bordados de pregas pospon la das, obras
modernas e de gostos.
Fil de soda, branco e preto com salpico.
Dito de algodo, Uso com salpicos e llores mia-
das.
LIVRINHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fias.

Annunciar hoje bleos e rendas de labyrlntho,
objectos esses que se achara em qualqaer parte,
seria fastidioso, porm assim nao acontece porque
estes qne a Aguia Branca acaba de recebar aio
de nma oovae superior qualidade. A Agola Bran-
ca a roa Duque de Caxias n. f receben hlcos e
rendas de lal.yriolbo, que por ana amostra vieram
pereitamente emjtando a tecidos. de gradea ebtias
e feitos no paiz, mostrando at o alto releva que
se conbece naa ontras, isso alem da noviiade e
bom gosto dos desenhus.
Tambem receben outros bicos e rendas estrtitas
proprias para roopas de senioras e meninas.
Recaban igual mea le om baHo .ertiajento de
rendas e bicos de crochet Ja fia qualidade e agra-
da veis lavoures. Assim, pois, os preleadeaie* serio
bem servidos tanto nos precos como as quali-
dade?.
RARRETES EM WNTO DI
meia para recem-oascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem receido fjnas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agrada veis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as goaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovaa inglesas, e opiata para
dentes. Tambem recebeu variado sorti-
mento de sabonetes, qne os est vendando
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticos a
11, ditas com 3 ditos transparentes l i$,
wm e 2*00.
Enchovaes para baptis&dos.
A loja d'Aguia Branca roa Duque de Caxias
n. 52, acaba de receber lindos enchovaes de dife-
rentes gostos e pregas pan baptisados, astfo eo-
mo bonitos chapeosmhoade fusto primorosamen-
te enfeitadoi para o mesmo flm, no mesmo pas-
seio. Tambem receben modernas e bonitas ea-
misinbas bordadas eom punhos para seaboras,
golinbas com punhos e eem e.les, tanto de renda
como de cambraia, bicos de seda braneoa com
vidrilhos.
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S2o finalmente chegadas a esta pra?a pela segunda vez as verdadeiras preparaceSs
do Dr. Radway 4 C. de New-York. .
Depois de algnns aonos, em qae as falsificaces de Hamburgo e mesmo deNew-
jork tiveram entrada ueste mercado, aprovoitando-se do bem merecido conceto qoa
estes remedios haviam alcancado por seos maravilhosos efleitos consegoiram introdozir-
se, tlludindo o publico incauto, com nma redoccao de preco, nollifleando o verdadeiro
mrito destas admiraveis preparares,-imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nnllos effeitos, lembroo-se o antor de fazer a declarado abaixo e a
dar diplomas aos que venderem os seos legitimo* preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
dway s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo icual ao deaba
annoncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e c rtificamos, que os Srs. Raymondo Carlos Lei-
te 4 Irmlo, da cidade do Rio -de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentea
geraes, pela venda de nossos remedios, tante no dito imperio como no reioo de 'Porta-
ai. Noticiamos ao publico, qne nao se podem olter os remedios doDr. Radwat 4C.
a qae s3o preparados no laboratorio do n.esmo doutor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), senio das pessas que podem produzir a presente certificac5o e attea-
ticaai e qae a prodazem, subscripta e assignada do Dr. Raowai & C. e dos Srs. Ray-
ciando Carlos Leite & Irm3o como an p. Todos e cada um dos remedaos do Dr. Ra-
dwat A C. 85o acompanbados de cdulas siimeibantes as que parecem ao p desta cer-
f.&cac5o.
Examioe-se bem a assignatora da fircaa do Dr. Radwat 4 C. ao'p 4a prsenla
sartifleacoa compare-se com o fac-sitniU as cdulas com todos os frascos e caixinhaij
Radwat 4 C.
'-.

.
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j
_>
Diario de Pernambuco Quinta era 22 de Juuho de 187L para mn DE & JOAO
A FLOR DA MODA
13 A Ra da Imperatriz 13 A
DE
Joaquip Bezerra Pessoa ,# C.
fr para estas festas, que os proprietarios ueste estabelecimento, avham seus
2?J^T fr8l*?e3 VW lmav^ ; SU9' recek" jesejar de melbor era fazfndas de .das, fas, linho e algodao> e que estilo esolvidos
a venderera muito barato para assira contentar a todos e apurar diobeiro, a saber:
Modernos vestidos de camorala brancas
bordados, proprios parji baires, partidas e
soires.
Ditos com babadnhos e multo bonitos
propnos para o musmo fim.
Ba do tabug n. 6
i
\m hil

Ditos de organdyshrsneos e flnoedem-
ta pbaotasia.
Elegante sortimento de lus com listras
de serta, por barato preco.
Chitas unas e penales 'de jgostos e bOa
qnalidade.
Cretones com listas fazenda moderna e
muito barato.
Cambraias de cores roradiunas e raudas
por 200, z\0, 280 e 3?0 rs. o covado,
muito bar*iQ M a vi?ta da qoalidade.
Pecas de cambraias brancas4- Victoria com
10 jardas a y, G e 70000, finas.
Ditas transparentes finas renestadaS por
todo o preco.
MadapolSes largos com 20raras a 5 ?, ty,
l,80 e 10#000, finissimo.
Bramante de lir:ho cor 10 palmos de
largara a 30 e 350O a v;ra.
Dito de algodo com rmesma largura >
l800e 2,5000 a vara.
Ricos tapetes avei'adados com enteres-
sanies desearos de todos os tamanhos para
diversos precos.
Pannos de crochet para- cadeira e sophs
muito barato.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janellas.
Toalbss felpadas e alcnxoadas para rosto
e toaos por commodo prego.
Camisitibas e corpinhos brancos e de co-
res para senboras.
Rita da Imperabiz n. 13
Completo sortimento de chales de merino
lisos estampados.
Guardaaapos de Pnho com franjas pio-
prios para almoco e jantar.
Toalhis para mesa de jantar brancas e
cores jSi$ e 60000, % -
Ricos casaquinhos de'grosdenaple enfel
tados s Ja e vediho.
baloes para meninas de todas os tama-
ngos a preco muito commodo.
Ditos para Sra. tanto de panno como do
cambias com liras e oulros muitos arti-
go que deixamos de mencionar.
PARA OS CAVALHEIROS IGUAL. VAN-
TAGEM !!
Colarinbos, ponhos de Imbo, gravatas*
mantas, meias, lenco de nbo finos amba-
nhados, cmisas de meia de tofos as qua-
lidades e serolas de liaho e algodo.
Camisas inglezas de linho e algodao, di-
tas francezas a 10500 cadi urna.
Palitots de todos os modelos que se uzam
e de todas as qualidades.
Caigas de casimira de cores modernas e
berh feitas e de outras qualidades.
Coletes de gorgorito, pannos, casemiras
pretas e de cores,de brics brancos; e ou-
tros artigos que por certo agradam aqmm
procurar.
E um babilitadissimo artista em alfaiate
que^ n3o se popa no tsmero, promptido e
per'eigo de sua arle; para tomar medidas
dos que qnizerem mandar fazer roupas de
qualquer espeje, para o que tem om bonito
e e egante sortlmento das fazendas proprias
para ete fira e estacSo actual.
A lo ja da Flcr da Moda.
iu
rM*6v
n sr.
Antonio Francisco dos Santos & 0.
Este novo estabelecisoenta loaba de recebar um completo sortimento de ob-
jectos de gosto e rateramente novos, a saber; '
Poupehnas de seda, com luidos desev
nhos. /
Nojwesa de seda de cores *.ptata.:
Cortes de cambraia bordades.n /. >, a
Grande soitimeaio de laas e lpicas para
vestidos. ., i _
Cortinados ricamente bordados p*imqct*b
m. b (l,| ,- txti ,a S
Granadinas braneis, fazenda nova,
Saias e camisa* bordadas para ahora.
Tapetes de todas os Unannos.
Crochets para cadeiras e sof.
Colchas de laa aseda para cama.
Casaqiirtus, d^ gasgure preto.
Rices ensavatg para baptisados.
Cbapeloaa- e chapeos para senboras>
que ba dameibor.

ARARA
ESTA .YEDESDO O EESTO DE STJAS PECHINCHAS
M ROA DA IMPERATRIZ I. 72
A SAiii:
JLVSINHA A 100 RS. O COVADO
V*tid^-$e l^sini i? para vestidos des.^n-
horas e msin", fe'o barato pieco de 160,
200:e-*00ts. ;: cedido.
CH-TAS LARGAS A iCO RS. O COVAD
Vetidee chita francesas para vestido de
^l8,t|^206;l2tt0, 280;'-3iO e 360 rs. o Cu-
vaddi
CASSASFRANCFZAS A 20RS O COVADO B%",A2TLNAh R"AN.^A A. 5,3 r'Si 5 tYADD
" Vwdfrse U fcaocezas paraveidos cJ'/f6'88 br,!h;;nt!na ^ WO o
de,liho, camisas lisas e borda- 24a> *80, ^'* *40 rr covado. I "-
Mm ornen. 'T OPACASDK CORES A 800 RS. O COVADO; FUSTO DE CORES A 360 U. O COVADO
Vende-fe ;H;.icas de ccres para vestido[ Vende s> fu lao de coies para vcs'o
de VtDhors A Site 640 rs, o covadn. 360 rs. o tanto
t\ktn
Bramante de tiDho e atoalhado..
BalOes ora as dsssjidas' aaquinfeas.
Oa poprietarios da Condoislr^restam-se a tr otranndiir com qoataaer ob-
jecto *m qoBlquer casa que para issd mes maodetWMratoerilfro oome da fta e tnaero
da mofada. : ,
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS KU
Vende-se ch.les de merm tolampados
4 20000 e 20-00. lira liquid.'r-?e.
INRTES DE GANGA ESCUHAS A 800 flS.
Vende-SR coi les" do ganga p?ra calca de
hornera 8C<0 rs., para liquidarse.
ALPACAS J'RETAS A SO RS.
!BI
Hl.
Ra
P FREIR, IRMAS
Verlde-se'ilpacasprelas 500,6 VO e 800 BRAMANTE DE LUNIK) A 2,-800 Mu SO
rs dHfs de listas assctioalas boa, para Vende-se bridante de-linho ca 10 p-
tS*.-* o>os de largura proprio para lencei a
ALG0DA0pELISTAA160RS.OCOVADO 2i800 orxptro. '
Vudde-se lgoiao de lista para roopa'
Me cratff, ItiO rs. o cr.vado. COMVfeM LER
BRIM t UNA A TiCO RS O METRO Precisa-s* Miar c;m os segoinle? Srs a:-
VH:/ese hri-r litn pardo para calcas de nigocioquo llia^z raspSito ^ H>ts nteres-
quefli trabalha poner moito forte, 500 ses, na ruada lnvmt;i/. n. 7.
is. o uietio ou :iuO rs. o covsdo. Augusto Fon ira MariiOa Ribe;r
CHALES BE CASSA A iOo RS. Ba lia isr Marques de utiffftra.
Votjrte-e ctisles dera?sa branca 5C0 rs. Jos TIioibz < o Nasi memo
'G* im- Manoei da Costa Trav.ssos
LES-COS pilAJCO. A OCO \titastiao Amonio de Aibnqoerqce.
rar-ios 4^ duzia, Adelino da Silva Pinto.
Jlo Isidoro di Cesta Jambczeiro Jaihjr.
COBERTORES R AL ;()f)AO A l#4ro gna o Francisco ti mees.
Unie-se cribertores de algcdO l(5i40O Jxis Roberto do Ni:cimeno.
para a";-.b = r Feliciano da Caoba C. de Albuqi:e; -ne.
v(ii;!e-SrtteiicVi$
o ara rab-r.
i

DO
CYSN
64 HLA 04 HPEMTMZ X U
DE
0 FIGUEIREDO a LOPES.
w, ProP.nelarjo* dwte oovo estabelecimeoto, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acolbimento favoravel .que tem recebido de seus freguezes; sinceramente The
agradecemos Uo expoaUoea como grata coadjuvacao. Certos est mos que devenios
coatmuar a receber este.favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido
que vender barato baver sinceridad* nos traios.
Convidamos portanto as Exmas. familias e aos mscales a virem ao nosso estabe-
iecimenlo na maadsr buscar as amostrn das fazendas que recebtmos ltimamente,
pois temos fazeadas da mais aparado gosto e do melhor'qne vera ao doso mercado
Primeiro de marr#o n. 15, outr'ora ra do Crespo p. 15.
Ao respeitavel publieo era geral e particularraenta aos seus numerosos amigos
participara Manoel Josquim Pereira e Msnoel Jos da Casa Pereira, que acabara de
fundar um rico e sumptaoso aimazem de looca, parqelaoa, vidros e chystaes roa
Primeiro de Marco, outr'ora toa do Crespo n. 15, sob a razio social Pereira
Irmios.
A longa platica e coaLeciraentos de que dispem os annunciantes neate ramo
de comaiercio, a que, ba muitos nos, s dedkam, os tem habilitado a saiisfazer as
necessidadea da populacio desta provincia e suas limitrophe, offerecendo aos conso-
midores maiores vantageas do qua. qualquer entro stabetecimento deste genero. .
O respeitavel publico, dignando se da visitar este novo estabelecimento com-
mercjal, verificar por si mesmo o que os aonunciantn vem de diier.



.
1
1


1
e k,.ke
Temos o raelbor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que outra qnal-
quer casa.
Ditos da cores.
O Cysne tora o mais lindo sortimento e
de superior qualidade que vendemos cor
5500 e 21800-rs.
SETINS DE CORES.
Temo3 de todas as qualidades o presos
mais baratos que ootro qualquer.
E' PECHINCHA
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qua'quer narte.
CRETONES.
Recebemos cretones de cores escaras e
claras proprias para vestidos de senhoras
que vendemos por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem lencos de esgoio de 54
at 94O0O, ditos de cambraia de linbo em
caixas de duzia a 7J000, ditos branecs,
de cassa muito finos
S"8* M.Qh ou,ra qualquer casa.
. Recebemos amal^S seda, fazenda ,^%do^rPaerv0arraq0alidade > f
rateiramente nova no mercado, tem um bri-i vuJmTk
Iho que torna recoramendavel. Temog de J^tS^L^ tanto de
fecnincha cores como brancas e por meros do que
Poil-de-Chevre fino e com muito brila em outra qualquer parte.

-
,1

a 560 rs.
para acabar.
Corte a .Minerva
E' ama fazenda de 13a com listras de seda
de cor que faz ama vista extraordinaria com
19 e 20 covados por 224000.
Cortinados
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia, e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 24500, 44, 54500 e 64500 rs.
ditos cbmezes a 144000, estes ultraos tem
seda e s3o muito lindos e proprios para
Temos completo sortimento e vendemos orna senhora boneita.
por menos qoe outro qoalquer. | Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
Cambraia para cortinados de superior eos, dito preto liso e com salpicos.
qualidade cora 20 varas a H400O a'peca. I Colxas brancas de foslao a 247C0 rs.^j
CHITAS ditas de cores a 2480O e 6O00 rs., ditas
O Cysne tem o melhor sortimento de, muito grandes cora bonitos desenhos a
chitas finas desde 280 ate 440 rs., pode- 124000.
mos alliancar serem core fixas.
MADAPOLES
Temos midapoles desde 44O0O at
Atoalhado.
Temos, atoalbados de linho muito largo,
16400., porm esta onalidade tem 40 iat- dit0 da algodao adamascado.
das oa $2 varas maito largo e eocorpa-
do. Dito francez com 24 lardas, a 84 e
H^OOO.
Carobraias Victorias fieos desde 44503
at 84000 rs.
Ditas transparentes finas de 34500 at
14,5000, orira stas s3o largas.
Cortearle cambraia branra-com 8 varas
com flores bordadas moito lindas a 74000.
ORGANDYS RRANCO
Temos orpiofjr bnaco fino de 64 e 84,
dito de cor a 74000 a peca;
Cambraia de cor
Temos cambraias de cores com barras a
560 rs. oawtro, ditas auodinhas a 500 rs.
sao finas a cores filas.
Meias pera boraens, ditas pa a ssnhoras,
ditas para aseamos e meninas, de todos os
precos s qualidades.
Espartilhos
Temos espartilhos de diversos tamaabes
e prea.
Bramante de linho cora 10 palmos de
Urgnra, dito de algodao a 14800 rs. o
metro.
Brins pardos e de cores para todos os
pre?os, dito lona branco proprio para
roopa de homem fazenda de superior qoa-
lidade.
Para lato.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
ajpacas para todos os procos, caniao supe:
rior, merino ver3o e princesas ; todo s
vende por barato preco.
Algooao enfesiado com 9 palmos de lar-
gura proprio para lenges, toaibas e ontros
misteres, qce vendemos pelo barato preco^
de 900 1$. a vara,
Completo sortimento de casemiras de
crs, ditas pretas para todos os precos,
pannos finos para todos es precos. Tam-
bem temos um bom alfaiate e nos encar-
regamos de mandar fazer qu'lqnerpeca de
obra que fioir ao gosto do frrgaez.
Bajdk
engenlt* v**r.
*** f*Bibeia eeataeit* p*ti m forttio,
gjtwww-thuarpar Dup de aeraros: a
W rs. o covado : na re* d Grutno n 50. Ia\ An
Briru branco de linho.
covado
Goitterm.
Brim branco de linho soperior, avariado, e est
t molhado, a 800 rs. e U a vara : na roa do Crepo
na rea do Greipo n. tO, loja do' 'a *> >oja do Guiihrmp.
%- Cemento Poitland
Em ba#rteatda1SfiWiiprfeo mais com-
terveja em harnl, de gi-
periorQulidrr I AraClOS americanos para ladeira evarzea.
Camas de ferro
* AlllCS e m3o para V0|0mes e para atterroa;
XpaiaUVaS ae pesar decimaes e outras.
iUxoire saitre> e oleo de ijrjbaca.
* "gAJcsS americanos para lenha
X OriuaS de ferro para p5es de assnear.
laCOS de ferro galvanisao para assucar
lUaCmaS de descarocar algodSo
H Secretanao e cofres de ferro
S, JlLaClliaS de arrolhar gaerafas.
Estes artigos acbam-se a venda VflnnrOfi
M em casa dos importadores tpvi CO ds tres cavallos.
i fefta,fc* Ferragem geral.'
IIIDIIIILEO LITH0TRIPT1C0
AITI RIIEI 1IATIC O E O0TT00
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E INFALLIYEL EM DESTRUIR A3 AREIAS E
_ EVITAR A SUA FORMACiO
Guiados-pelas indicaces de muitos abalisdos chimicos, e medico distinctos, que
se derara ao estado e averigaacSo das causas qae prodazem os padecimentos de rneft-
matismo,' gotia, areias du$ rhins. oexiga, figado, e d'outras visceras; e aos ensaios dos
meiosi proprios para cural-os, chegamos a obter um remedio, qae nunca desdisse a soa
actividade contra os ditos padecimentos.
N3o nicamente baseado em theorias que tanto avancamos, mas sim nes satis
facinos resultados ofitidos da saa applicatao, as innmeras experieoas, qae com tile
Bxemos ; e deste modo, seguros de seus beneficios effeitos, afoutamevrte o recommenda-
mos as pessoas qce soffram algumas das molestias cima ditas.oa de sgaos ostros pa-
decimentos do apparelho urinario, taes como o diabtico, glycosorico albominurico
ele.
Escasado seria observar que se n3o pode designar nm numero determinado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos qae padecam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes disposicSo na-
tural oa corapleicao, de cada um delles; mas comtado. certo que o hydroleo Ivtho-
trptico antirhtumatico e gottoso produz sempre acora desejada, qundo se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-Ia; devendo ler-se em vista que quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir oa applicacao do remedio.
Podemos tambera alfiancar que, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio nao causa desarranjo algem as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambera possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digesies
e, nao poocas vezes, tem feiio desapparecer diarrbea, que erara entredas pela debili-
dade geral do apparelho digestivo,
MODO DE USAR.
lomam-Ee do hydroleo lythotriptico, nos primeiros quatro ou cinco dias, duas co-
Iberes de sopa, en agua assucarada, leite, cha ou caf com leite, e mesmo sem mistu-
ra algoma, oa occasi3o do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sesto dia e segrales, tomam-se do mesmo modofltt), tres coiheres
de ^ cada vez,
* Se as oorinas da pessoa doente depoiitam grande porcSo1 de areias; se as dores
neptnicas, rheuraacaa ou gottoaas sao constantes; em fim, se os padecimentos io
fortes, tomar-se.h3o quatro comeres, da. cada vez, o tres vezes no dia, a tres* coiheres
de cada urna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, ten diminuido, toma-se s primeiras
dses.
Pelo aso do UyiroUo thotripco vao sendo mals rarosoapparecimento das areias,
as cores nephnticas, rbeumatkase goosas at quede todo desapparecem: oeste ponto
pode dispensar-se o remedio: til, pojm, como prevenido, lomar cada semana orna
ou duas dses delle. '
Pelo que respeita alimenUgo, deve ella serregBlaaa Je modo qne n3o sobrecar-
regee o estomago, e emquantidada talqua possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem duvida, a agua pora, ovas tambera se pode usar de vinho
simples ou pouco alcoolico. De cerveja e vinhos fortes, poacas vezes.
Sobre ludo o que muito recommendaraos, grande exercicio, sem. fatiga,..ld\* que
ello muito contriboe para a rapidez da cara.
N. B. Depois de tirar-se do frasco a porfSo que se vai tomar, deve aver o maior
cuidado em o arromar immediatameate,
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Mais A C, rea do Doque da Caxas. 57, (an-
tiga do Queimado.)
DO PAPAGAIO
A' na da Imperatriz n. 40, esquina do beeco
dos Ferreiros
DE

MENDES ft C4RV1LI0
tbegou para a toja do P^pagaio om grande e boaKrsorUnwmo de sedas lavrada
nma s cor; as cores f3o as msis'modernass e>malsi delicadas qcatenl viado
ita araareioi eveDdem-se por preco muito baitato : pefi}Wfr JhJja do Pspagaw, roa da Imperatriz a. 40, sqvrwio bvsm das Itrwos.
Os noves proprietari s deste bem conhecido estabelecimento, avisam ars se as
numerosos'fregoezes e com espeehdnde s excllenssimas familia-, que acabara do
recber om novo sortimento de fazendas modernas o do esmorado ^osto, do sei'f, 13;,
linho e algodao, qoe venerSo mais barato que qualquer outro estabelecimento ; assim
como vender3o as JS existentes pelo maior prego que encontrarein, para n5o scenmnla-
rem as antigs com as modernas. Portanto, pievinem s escclientissimaa fam lias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasio de, com pequeo dispendio, porta-
fera, refazer-se de qualquer fazenda que precisen).
Declaramos (s precos de algomas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapofocs de 1, 5, 6, 7 e al 10tOOO a peca.
Algodo2inl)o de ,-5500 a 8^000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita pa/a vestidos a 1^600.
L'azinhas de diu*-rentes qualidades de 320 a 500 rs. o covado.
Cortes de percaias com 14 covados a 5,5000.
Ditos de cassas, padioes miudinhos, a $500.
Alpacas cora Dores de todas as cores a O rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor fixa, a 360 rs. o covado.
Cortes do cassas com salpicos de cor a 5#5l0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a C^OOO.
Rles de 13a de cores modernas a 4;>000.
. Lencos cbioezes brancos o de cores a 3 a duzia.
Ditos brancos de cassa a 2$ a duzia.
Chales de mfr>n lisos e eslampados de 20500 a 5^000.
Colchas de fusiao, grandes, brancas, a 24800 e 40000.
Rramante de linho de 20500 a 2#000 o metro.
Algodo entestado liso e trancado de 10 a 10400.
Colchas de restiro de cor de 20500 al 60000.
Rrins de linho de cor de 500 ai 800 rs.
Cassas de coros de padres midos e grfidos.
Batas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas da cores a 610 rs o covado.
Para luto
Prineelas pretas a 640, 800 e 10000.
LSazinbas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 51)0, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 1/5200 e 10800 o covado.
Mritos tracados e de cordao para differentes precos.
Outras muitas fazendas, como sejam : atoalhados de linho e algodSo, guirdaua-
pos pardos e branco?, algodSo enfestado liso e trancado, bramantes de linho e algodo
para lences, cortinados bordados para janellas, flanellas e damascos de todas as cores.
Offieina de alfaiate na loja do Papagaio
Almde baver um grande sortimento de.ronpa feita de todas as qualidades, tanto
de brins como de casemiras, calcas, colletes e palitots, ba um bonito sortimento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estac3o, e cortes de gorgurao para
colletes.
Panos finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linbo de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linho e algodo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pregas, com collarinbo a sera ello.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flaoella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Dilas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at 180000.
Collarinbos e punhos de linho.
Grande sortimento de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, e um especial
sortimento de popelinas de cores, dos padrees mais modernos que tem viudo ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou maodam se levar pelos caizeiros.

NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinho verde de
uva pora em caixas de 12 garrafas e o arredilado
vinho espeeialissimo pasto em decimos Se pipa ;
j vendedor nico reetbedor destes vinbos acha se
autorizado a garantir a especialidade des mesmos;
roa do Vigano n. 14, Io andar, escriptorio de
Jos Lope* Davim ; onde sempre se encontrar
um deposito de vinho do Porto ( O melhor qae
tem wido a este mercado) em vigessimos d pipa I
e era caixas de 12 garrafas, qae se vende por me-'
Boa preco do qae em qualquer ontr* parte.
RAPE'

fWello a t$OU
maito novo, oechiocha: no Forte do Mallos, ar-
mazn) de Saldsnh A Medeiros n. 3.
Grande oovjdarte de fi/gos de todas as qualida-
des para S. Joo e S. Pedro, o melbor que .-e po-
de apreciar, o artista Lino Joaqaim de Sant'Aona
rame ao publico, e reeebe enoommaodas na roa
10 Pogo d. I; precos diminutos : buscaps grandes
con n-nito gyro iSla duiii, pistolas eom S bai-
las a U800 a duzia, ditas com 3 bailas a 800 rs.
a espera & coaeorrencia do publico. Liao Joaquim
SanfAnna.
PRINCIPE ALBERTO.
VENDB-SB EM CASA DA
VIUVA
G'uilherme da Silva
Guimaroa & G.

Rm do Crespo nuirOiO 5.
Attenpo
Vender o ja acreditado medicamento contra os
calos : na roa Primeiro de Marco n. 3 (antlga do ,
Srespo), e ni roa do Maroam de Olmda d. SO Aj
(aatiga da Cadela). 1
Quen
eomra' "
grande ar
10 Imperador
mooir ta de movei por precos
iera mais qae faser orna visita a
de obras de earceneria, i roa
n. 17, cajo .dono fcaba de recebor
lOtt
do essratfgMre, oro omplete ortioMato de mobi-
lias de g*e<, lena* tomado M|aia*
Resoloclo:
Vender barato para vender mm>. j

,


8
Diario de Peniambiico Quinta (eir 22 de Jutiho de 1871
LITTERATRA.
CAUTAS AO Dfi. JOS SO.VHRS DE AZEVXDO PELO
1>R. JOAO JOAQU1M FONSECA DK, AI.BQt'Kn-
QUE.
Primeira carta.
Meu Ilustrado mestre e amigo.M >c<>
como sou, na carreira da vida, pouco ceno
di experiencia, desejindo estu Jar factos
graves do nosso, scculo, atrevo me dirigir
a V. Exc. varias cartas que se dignar res-
ponder.
A vida um completo astudo ; feliz o
bomem que tem moneDto3 de ser ouvij >
por quem o pode convencer; e en, que
essa graca espero, terei mais segura recor-
dacSo do tempo em que V. Exc. me eolio-
coa ao alcance da philosopbia.
E' este o incentivo da minha deliberado ;
permiltindo que a imprensa, palladio das
iberdades publicas, seja o cbo desta nossa
correspondencia, por tocar, mui de perto,
interesses puramente sociaes.
Meu caro raestre. Ha orna institoieao,
divina arebitectura da bumanidade, sanlua-
' rio das trad'c5es, base de todo o progresso
social, que a santa e immortal ioatitaicSo
da familia. Ella asseota em tres principios
qae Deus abencoou, cm bonra aos mus
sagrados altributos di creacao : a liberdade
que define a vida, a igoaldade que define a
1-i, a fratornidade que defino o amor.
Foi assim qae se formou o deslino do
bomem; atirado ao mundo, elle vive e
morre por duas eolidades: familia e patria;
cada qual tem o seu templo como seu cul-
to ; cada qual se amplia ou se restringe
conforme a le dj sua formacSo; a primei-
ra tem o seu templo no lar, a segunda na
communho; ambas professam a mesma
reIigi5o, que o amor.
O'aqui se destacara duas sociedades que
se prendern intimamente: a sociedade do-
mestica e a sociedade publica; urna que
precede a outra, com> o crepsculo appa-
rico da luz. Na relacao intima, em que
ellas se identifican), que consiste a felici
dade dos pov s.
O estado o poder na uniao ; ampara,
protege e defende a familia, como esta am-
para, protege e defende o estado.
O qoc a familia produz com o amor, o
estado fortalece com a lei. Na vida dos
seres a harmona urna palavra my.-ti-
riosa.
Deas sellou o seu plano com o sinte da
paz; tuda o que n5o for a concordancia nos
principios, a identidad* nos meios, a unida-
de n js flus, desordem; e esta urna
destruir a. A famia, diz um publicista
moderno, a saguoda alma da bumanidade;
origen da vi Ja publica, mli fecunda da pa
tria, ella a causa da todo o progresso
social.
E urna verdade que se enuncia vista
da hislori do mundo. Dizer sobre a im-
portancia da familia e pugnar pela in-
fluencia que ella exerce no estado: eis o
objacto do mei primeiro esludo.
Os historiadores e os geograpbos esta-
ara, com urna curiosidade ardente, a ori-
gen) o'onde uasccm os rios; descrevem o
seu curso ; aciaram no abysmo das aguaso
segredo da Providencia; nao meno3 im-
portante o estudo do publicista e do phi
losopho, que se oceupam na investigago
rja caeia das geracoes humanas, meditando
sobre a familia, coiginda a historia dos
povos, proclamando o futuro da humani-
dade.
O desenvolvimento hum no tem tres fa-
ces : pliysica, moral e intellectoal; d) bar-
(,0 ao tmulo, a vida urna succcsso de
fictos; e esso desenvolvimento se traduz
i )r deis meios de atientes cuidados: a
oduc;cT laeira palaua da felicidad a; esta a maior
:: Jo espirito; uoaa falla mais moral,
i scienjia.
tincar o corado do menino e illuoii
i.-ir a cabeca do hornern : eis o mandato da
".. !.:>. O d) estado.
Lo destmgo estes dous meios do deseu-
>u'.'.i;..enlo rium no; educaco quer dizer:
cjorliJale; inslrucco significa: saber;
quando a moralidde nao presidir a ins-
,. ;ij, i :Ijji urna extravagancia ; a
leluor educado c-t no senlimento reli-
; c :i philosopt.ia dos povos.
Veims a \irtude no igoorante, o crine
no sabu ; isto iiiporio, que a virtude est
no coiaclo e nao na cabeca; a m instruc-
cao pode causar a ruina (lis ideas, mas a
m educarlo prodnz a desgraca de muitas
geraces; eia tem as mesmas consequea-
cias cm moral, que um systema em poli-
tica.
l\ranlo, v-se que a primeira mais
que a segunda; mais poique della que
epenje, como diz um celebre escriptor, a
felicidade dos pav, s e a tranqailhdade dos
estados.
A educacao ince da familia, a nstrncelo,
da sociedade ; na ascendencia do ser, Unto
aquella como esta sao insti;uic5es provi-
denciaos.
as fibras do corceo humano ha nm nao
sei que de sagrado, com referencia a fami-
lia e a patria; urna prisao doce que detem
o bomem entre mulher e iihos; urna liga-
ci inexplicavel trra natal.
que a patria reside na familia, e a la-
milla na patria; nesla sublime mystificacio
que se gera o herosmo; a educacJo en-
trega o bomem ao servico do sea paiz; o
filho sae da familia e a sociedade o recebe
com a instruir); com o genio da scieuca
que o eleva; com a razio poltica qae o
toma bom cidadio ; cpm a lgica da histo-
ria que oimm.'rlalisa.
Amante e preso s docuras do Jar. elle
conslitue-se verdadeiro amigo da patria;
mas tudo isto depende da educacSo, beran-
<;a immortal, futuro das naoiaas.
A familia tambem urna iradico; a tra
dic3o a essencia do progresso; com ella
que se maotem e 90 transmitiera as gran-
dezas e as glorias, da pateroidade ; a be-
ranea dos seculos passa de urna para outra
sociedade.
Sem a familia o progresso quebrara,
todo o insiante, a cadera das suas Iradicoes;
oo S'-ria a continuidade do .ser, o desen-
volvimento da vida, mas a eontiomdade da
morte; a bumanidade, em fragmentes, per-
dera toda a sua grandeza.
A tradicSo um testamento; a vfta, o
nome, a gloria dos pas passam aos filtros;
o crime enluta urna geracao, do mesmo
modo que a virtude proclama asna immor-
talidade; o fruclo effeio da sement.
Falla-se de boa ou m ndole, eu creo
que semelbante sonho a fgida da respon-
sabilidade, ou da culposa negligencia.
. O homem nasce para o ensino; nature-
Z3, em sua perfeico, o aprsenla em em-
bryo ; a educado que le d camioho ao
desenvolvimento ; inspire-se ella no miois
lerio da moral e o homem ser sempre
bom.
Este raciocinio escapa aos incrdulas-das
verdades indefiniveis, que s crem na1 for-
ra de um destino que sorprende a husa-
nidade.
No grande problema da vida social eu so
reconbeco dous principios: Deus e o ho-
mem ; o quo nao for de mysierio, que nos
confunde, se explica pela raz2o.
O espirito da mocidade assamelhi-se ao-
batel, quo sobre as aguas, uecessita de um
remeiro. Sustenha braco forte o rumo,
que o batel obedecer ao leme.
A ndole, o destino, bom ou mo, a
educico, que forma o carcter do bomem
e Ihe abre as portas do futuro.
Si pois, a plenitude da vida social est na
familia, preciso guardar, na ordem das
ideas e dos coslumes, o fio conductor das
legitimas iradicaj.
A vida do homem nao a nuvem que
passa ligeira e se desfaz ao leve spro do
vento, luz continua que atravessa o t-
mulo perder-se as regidos do infinito.
Para a vida domestica e para a vida pu-
blica, a tradico orna eternidade.
A elernidade social, que tem por co a
historia, se divide em tres pocas: a tradi-
clo do sangoe, a tradico dos costuraos, a
tradico das doulrioas.
Este paralello estabelecido entre a socie-
dade domestica e a publica, que exige o
concurso reciproco felicidade do3 poyos,
combinacSes fundadas as solucttes da vida,
nm raciocinio histrico e pnilosophico ;
em tolos os tempos a constituc3o social
nasceu da consliluicao da familia.
Qnaodo a unio, o respailo e a moral-
dade ennobrecem esta grande insttuifao,
que dala do primeiro homem, a patria
feliz.
No co da familia a virtude o sol da
patria; si o crime so cooca entre estas
duas divindades, o eclypse horrivel; a
humanidaie fica no.escuro.
Fo o que se den na Fran;a actual; a
decadencia da familia degenej-ou o poyo ;
ser esse o objecto da minha segainte
carta.
Hecife, 2-2 de junho de 1S71.
Jo) Jonquim Fonseca de Albuquerque.
>'
O castcllo de Wlldcnbar
XVII
PAI E FILHO.
Continuacao.
Oh Deus grande 1 E' possivel ?ex-
ciamou Valdejas, ho:rorisado e fura de si,
ao aspecto da medalha, que os raios da loa
Ihe permitliram reconhecerMeu Gibo, ma-
te meu proprio filbo Maldigo sobre
mim !
E. assim fallando, arreraessou-se, como
insensato, sobre Joaqun, beijando-lhe as
faces lvidas e apalpando-lhe o corpo inerte
Depressa, Millaui, soccorramol-o, que
o coraclo aioda lbs palpit. I
Ao mesmo tempo rasgava bocados da sua
roupa, coa os qaaei conseguo estancar o
sangue em qae se eivaii o brido.
Urna hora depoii desta horrivel sceoa,
chavase o filho de Valdejas depositado
d'ama miseravel cabana, nao muito longe
d'aquelle lagar, para a qaal os dous saltea-
dores o baviam transportado com todos os
cuidados, dizeod j ao dono da cabina que o
tnham encontrado n'aquelle estado beira
da estrada.
Foram prodigalisados ao infeliz os mais
solcitos socorros, e Valdejas, qae possuia
cenas nogoes em medicina e cirurgia, pode
coQVdncer-se de que n'aquelle corpo inani-
malo aioda bavia bastante vida. Entregue
mais croel perplexidade, all se cima o
Elettj, paludo, trenra'o, e, como orna mi
extremosa, reclin ido sobre o leito do Albo,
etpreitaado aoeiosameote o tostante em que
elle voltasse i vida. De repente o ferido
exbaioq nm profondo suspiro.
Salvo, meu Deas, salvo Ibradoa
Valdejas arrebatadamente.
E o leror salteador, cojo- eoraeo pe
primeira vez, dpois de decotridos tantos
aaoos, palpitava sola o iniluxo y artr pa-
ternal, cabio' prostrado de joelto t dirigi
ao- co peta vez primeira) palavra de reto-
nbetimento.
-Eo> tS'j solemne mornen-, desapparecera
n'aquella pbysionomia o aspecto sombro e
sinistro, e o meis leroo sentvujenfo da m-
tureza humana irradiava-se-ln na freote,
que aprsenla va o-cuoho de orna felicidade
ha muito- ignorada.
Por aqui'se v que o hornean por per-
verso e desnaturado qe sej, soaafre con-
serva urna parte da alma isenta do crim;
o vico embrutece a creatura humana; mas
dixa-lhe, ordinarameote ama fibra sen3-
vel, que revea a'sua origen divina rqne
node aioda vibrar mesmoquando se-suppoe
moral.nen'e perdida.
Valdejas calsolou qae, se* i )3quin reco-
brasse os sentid s, sollrerra orna impvessSo
fatal eom' a sua presenca. Teve, p 8> ani-
mo p *ra arrancar-se felicidade de ver seu
dlbo voltr vida:: encarregoo a mulher da
casa de velar por elle durante' o- resto-da
noute e fui ter comocompanbeiro, que-re-
pousava* n'um qoarto prximo.
A cousa-co-correu de todo maiVI
disse MiJ.laud, quando soube qpeo filho de
Yzerbyt anda viva.Agora teobe-a cora
m u nica r- i he um segredo importante: Jao>
qnes Wye d3o morreu no assattode Wi-
denbdrg.
Como sabe isso?'
Lea-a carta qot seu filos- trazia o-
cnlta.
Eis-aqu um gnandemylerie'lidisse
Valdejas, dpois qae ierminou a-letara db><
carta de Mteia.
Agora preciso- utilisar esto segredo
para a urgaoisaco das-nessas tropos. No-
ser dfficil arrancar o-eapilao W^Sd cap
tiveiro : libertado elle, esiarado noeso lado-
O-seu odk>'contra osbespaoboesv-eos que-j
o aprisionaran) a gaaraolia-da sua coadja-
vagao nossa causa :. teremo oalle on
partidario tanto mais del quanto oUe tem
sobejas rzaos para nao- se recoeoHlar co^
o archiaaqiaePorm qqe-tsrto, capl-
ta.? Emuaodeceu ?.... Dar-se-ha caso que
o appareciaeato de seo filho lbe-caosasse
a desanimagao pela noosa-emprez* t'
Nao, Millaad,respondeu- o Eleita
com ar pensativomas- no acontec ment
desta noute acabo de.ver o dedr>de Deus-H
Panece-me que nao se deve provocar a ira
celeste; ba> algumas horas a esta-parte qpe
no meu cerebro se operou urna revolugao.
Agora ivaiio o abysmo em que me ia preca-
pitando! Nao imagina o- horror que aioda
sinto s com a ideia de qne podera ter
morlo meu proprio filbo Nao imagina o
terror que isto me ineproa 1 Tnho- at
h aje negado a existencia da virtude e da
Providencia :. julgava quo no man coracao
amargurado nao havia possibilidade de ar-
rependimento e que a-moha vida, acabara
no crime, mas agora, qae encontreiV meu
filbo, presioto quo o. meu odio contra os
bespanboes e o enlhusiasmo peto mal nao
teem forcapira me arrastarem aos desva-
rios da passada vida! Pela primeira vez ha
quinze annos sinto a necessidade de amar e
de puriScar no arrepeudimento esta alma
manchada pelo, crime!
Que aranzel me est, ah a contar, ca-
pitn ?disse Millaud, surprehendido com
to sbita conversaoEstar lonco ? Essa sua
virtude parece-me gracejo I Dar-se-ha caso
que possa reconciliar-se com urna sociedale
qae Ihe. poz a cabeca a pre?o, e no meio
rOLHETIM
Q FiLHO D CALCE1A
POR
Cierre zagcone
!iEClJXD.i; PARTE
VIH
Soecorro i tempo."
(Continuacao do n. 140.)
O que qoero, tornar obrigatoria
essa uniao que regeito.
Mas como!
E a vergonha, Paulina, naY contou
coma vergonha ?
Que diz ?
Estamos sozinhos I...
Ah o senbor horrorisa-me I
Ora, adeus I amanhaa me agradece-
r 1... Vejamos : continuaba recusar ?
O' mea Deus
N3o responde ?
Deixe me I .
Teima ?
Soccorro I acudam I...
Beauregard estendea os bracos, agarrota
a rapariga pela ciatura, e pochou-a para
si.
Nada onvia; os olhos rebrilbavam lbe
de um modo tenebroso... Procarava
vidamente com os seas labios os labios
da victima.
Mas de repente abri se o porta do toa-
cador, e appirecea Cietano mais paludo do
qae a propria morte.
Beauregard ficoa como qae assombrado
ante a apparicllo de Caetano.
Co'a breca I bradoa elle. Disto de-
\ia ea ter desconfiado, e agora percebo
donde proviobam os escrpulos da menina
Paolina.
.0 senhor um infame disse Cae-
tano dando um passo.
Parece que esta manha n5o flz boa
pontana, redarguio o corsario sem se aba-
lar muito ; a primeira vez que tal cousa
ma acontece... mas deixe estar qae nao
perde por ter esperado, o ea o ensinarei
a nao intrometter-se no que lbe n3o diz
respeUo.
, como dizendo ist) sa adiantava para
Caetano, Paulina precpitou-se entre elle e
o seu amante.
Veja o que faz senhor disse ella
o que fac-o ? repeli Beaure-
com forga.
Veja
gard.
Sim, porque posan gritar.
Nao lbe dou essa conselho...
Ah I matar-me-ba antes de o fe-
rirl...
Beauregaid eatrou a sorrir.
Bem/bem 1 disse ella. Ea sei o
qae sao essas causas. Amam-se 1 Ora
ateas 1 que mal In nisso... Sempre ba
maneira de se arranjar todo.
Ab I est de certo brocmdo...
disse Paolina, qae nao obstante sempre
teve alguma esperanca.
Nem por sombras, respoadeu Beau-
regard. Ora vejamos, fallar franco...
A senbora quer conservar a vida daquelle
moco, que parece estar poaco capaz de se
defender ; pois bem !... prometto-lhe nao
attentar contra osadas delle, e deixa-lo sa-
hir deste qnarto s3o e salvo.
Expliqese.
Ponho, porm, urna condicJo.
Qaal ?
E* aceitar a menina a proposla qae
lbe eu iz aioda agora.
Quer qae ea sej soa malber ?
E' essa a nica taboa de salvago
que poder agarrar-se a Sra. de Sarville.
Paolina ia responder; Csetino ioter-
di qual n3o pode dar um passo com a cara
descoberta sem qae o conhecain e o pren-
dam?
Essas reflaxOes sarcasticas dSo me de-
movem ; sinto me impressionado pelo cora-
cao!
x Sampre lbe canbeci o genio arrebata-
do, capillo; estoo certo de qae isso lbe
hade passar logo que a reflexo dissipe as
nveos qae lbe obscuressem obitn senso.
Raciocinemos um pouco : o capillo encan-
trou seu filho; tanto melhor. Creio bem
qae nao tornar a c orrerrisco o de attentar
contra a vida delle, mas o seu arropen l-
menlo nao he d meios de ganbar a vida,
salvo se quizar reconciliar-se com o archi-
duque.- Naste caso teremos que se con-
demnoa eom as soas proprias palavras de
bontem e dar me-ha o dreitode lbe chamar
cavarde, como a Pagano e ao mais 1
Covardd I=3xclamou Valdejas, dando
um palo.
Sim, covirde, porque me abandona
a mim, que resist s mais seductoras pro-
postas para seguir a soa causa 1
Isso nono, Millaud ; aprecio bastante
a soa dedicado para o abandonar, e. visto
qae me falla em arrancar ao captiveiro
Jacqoes Wyts, favorito do principe Mauri-
cio, vejo que poderemos collocar-oos ao
servico- delle. O recanhechnento deste joven
capii) para eomoosco levo^lo-ba a obterdo
prncipe protejo para no; meu filho w-
guir-me^ba- neaia nova carreira, e o salteador
Val Jeja podera trocara aotiga- reputaco
de crueldad e atttrevimanto pela'de bravu-
ra e coragem.
Hugo Millaud refeclia alguot- momentos
e disse comeigo r
N3o v eu tranetornar o negocio, vis-
to-qae o bomem vactHa!
proseguio:-
Pois bem, comeeemos pela liberta-
cao-de Jacques- Wyts; depois veremos o
iqo ba a fazer.
Deixarti aqu mofe filho: estaaos
pnaxiaos da fronteira hollandeza, pedere-
mos ir libe tar o- capiao Wyts e em seg-
da dlrigirmo;nos ao campo de Ecluse-,-OB-
da se acba Maiwieio.
Ne-manba segainte Vedeja, acompt-
nbado--de Millaud), dixeu pensada, de-
pois de recommendsr ao done- da casa e a
sua rnnlber que prodgalisassena todos os
cuidados ao lerido, dizendo-lh:
Aqi>eei urna netea'com rihbeiro : logo
que o* enfermo recobre o use- pleno des-
sentidos; digam-lb qae aqaeeqoe Ihe sal-
vou a vida vollar om breve ; qoeninguem
se inlereesa mais pea-sua existencia do qae
essa peswoa, a qual; lbe snpplica q espere
o seu regresso; e qae, quanlo >carta de
qee elle-era portador; na* tenba- o menor
cuidado^,peisse atha-em mo segasn.
UBIIITA-SSi O PKIi.\
POr voHa do meio dia Valdejas e Millaud
ebegaram ao BaUeamowelt!. Aproxima-
ram-ae de eastello de Wildenbor;;, toman-
do -as preceeodes Reeessartas para- nao se-
rem recobecido9. Depois de se>- assegn-
rarem da qae n2e>eram vigiados, eecalaram
o fosso e-penetraoa*n no parque do castel-
)e desertew
Millaod disse ena voz baixa :.
. Eie-nos, emfioi, ebegados ao termo
do-camiabo..
Aioda. nao, MkUaud : essencral sa-
bermos como nos bavenaos de aproximar
ido prisieaeiro, pois nenbum de ne tem
conbecimento do lugar onde elle est,.
Ceio-que-o plano conforma-se combi-
oou deve sonireffeito.
IBlvez, sus ignoramos a- hora em
que o carcereir aqu vena.
Esperaremos, aluda qu*- se>a por
vinte e quatro-^ horas. Agora jolgo- conve-
niente que basquemos um retiro 'oade
possamos vigiar o que se passa. Ficare-
moe de ataiaia, e qnondo Yaerbyt appa-
recer.....
Nada, de vioVancias, Millaud; nao
quero que so derrame sangue I
Sera frita a sua vontaile, OJbe, ca-
piao, poderemos oscultar-nos deba-ixo des-
te telhado-em ruinas : nestas mlbos de fe
do e abriga Jos com-a'gumas tabaas passa-
remos aqu a nouba. se for preciso.
- Deus pernairta abreviar a nossa ear
preza, Millaud estou ancioso por tarnar a-
ver meu Gibo I
Comprobando essa impaciencia, capi
lao, mas con vea modera-la. A jornada fez-
me Come; recocamos- nos o tomemos alguma
coisa.
lustallados- sobre a palba quo ee acbava
debaixa do alpendre, devoravam appetito
smente a cama salgada que levaram, bebe-
rn corvla e depoi deitaram-se com a
cara voltada para urna abertura que lnes
A senhora t mulher de semelhante
miseravel disse elle. Ah f prefiro mil
vezes a morte urna vorgonha dessas.
E a menina da mesma opiniao ?
perguntou Beauregard volundo-se para a
rapariga.
Eu !... murmuran esla ultima.
Responda.
Paolina hesitava;bem sabia que im-
menso perigo amea^ava os das de Cae-
tano.e quera salva-lo.
Mas casar com Beauregard, isso era om
sacrificio superior as suas forcas.
EniOo ? insisti o corsario.
E quando a impaciencia e a iraiam no-
tamente setmorear-se delle, brio se de re-
pente a porta com grande estrondo, e
correu Petro pela alcova dentro.
Vicha offeganle e tran.tornado; arfava-
lbe o peito com violencia ; trazia o fato
cheo de poeira e de lama.
At qae afina', don omsigo I gritoa
elle ao ver Beauregard, e sem se importar
com a presenta de Paulina e de Cae-
tano.
Qae temos ? perguntou o corsario,
(ranzindo as sobrancelbas.
E* preciso fagir! balbacioa Pistro.
Fagir I...
Qoanto antes.
Entio qae saccedea ?
Urna grande desgraca t
Explcate, (alia... qae qaer dizer
tamaoha perturbagao ?
E Beauregard le vou Pietre para o vo
di janella.
' Ab nao imagina t volveu a dizer o
romano. Tinha principiado a cacada, o
Elegante havia-ss desviedle di fileiras dos
demais companheiros o viera emboscar-se
no sitio onde o esconder a espingarda;
ia tudo as mil maravilbas : o conde devla
passar por all, 6 passou efectivamente. O
Elegante estava de orno mira ; desgra-
Cadamente, porm, ^avia -outra gessoa a
ilharga do conde.
Qaal pessoa ?
A baronoza.
Continua.
Est nisso a desgraca.
N3o te comprebendo.
O Elegante apontou... eo estava
por traz delle... disparou, e ouvimos om
grito.
Tinha marto o conde ?
Tinha morlo algaem, raestre, mas
o3o o Sr. de Grandlieu.
Enl3o quem ?
A pessoa que estava ilharga delle.
Helena ?
Exactamente.
Beauregard fez um movimento de ira,
qae anda conseguo sopear.
Helena !... Helena K marmuroa
elle, com os dentes e os paahos serrados.
Infelizmente, contioaoa Pietro, anda
nao essa a nica desgraca que temos a
deplorar.
Qae mais temos ?
Parece que a baroneza tinha comsgo
nm cofrezioho de prata, no qaal estavam
fechados importantes papis, e qae um
criado Ihe havia entregado ao principio da
cacada.
Beauregard eslava ancioso.
E depois ? disse elle com voz ar-
dente.
Depois... os papis foram lidos
pelo conde.
E qae dziam ?
Csntavam sccintamenle a historia da
baroneza, as suas relaces e ligacoas com
um homem chamado Baaaregard, ea par
te qae este homem tomara no assassinio
de um tal conde de Borsenne.
* Diziam isso os papis T
Diziam, mestre.
E por ter o conde feto esta deseo-
berta qae ta me aconselhavas t (agir ?
deixava ver o qaC Pssava no exterior,
continuando a conver\,f m voz baixa.
Decorriam vagarosamente* >s horas: o
arvoredo copado" do eastello comecava a en-
volver om suas melanclicas sombras a
immensa molle do edificio, sdm que os
dous aventrenos notassem o menor indi-
cio de xito para o sea plano. J amal-
d coavam a sua adversa estrella, quando de
repente se ouviram passos pesados.
Ei lo disse Valdejas ao ouvido de
Millaod.
E apontoo para um bomem que passava
prximo delles.
Era, com effeito, Yzerbyt, com am ces-
to de comida debaixo do braco, Dirigio-se
para am angula do parque, ergaeuma lou-
sa qae oecaltava a entrada do subterrneo e
desappareceu Tifia dos observadores.
Cariada Idisse MillaodSabemos o
essencial.
Momentos depois tornoo a apparecer o
ondlander, o qual, collocando a loosa no
seu logar, se ausentou sam a menor descon-
llanca.
M3o obra, eapiao 1die Millaed,
depois qne se assegorou de que nao poda
ser ouvido pelo ondfander.
Ergoerem a- lousa, aecenderem urna lan
terna sorda o% que se baviam munido e
penetraren no avenida subterrnea qne
ia dar prisao de Jaeques Wyts, fov tudo
obra db momentos. C m& as portas qne
linhanv a transpor eram ekbadas exterior-
mente por simples- aldraba?, pouco Ibes
.castjranv a abrir, e assim breve ebegaram
ultima porta. Esta tinha orna enorme
fechador e< por urna especie de postigo
qne o prisoneiro recebia os alimentos.
Jacques, oovindo um ruido desacosluma-
do-, entreabri o postigo.
Capito;- vimos liberta -lerdisse
Valdejas, vo'tando o reverbero da luz para
as fiees emraagrecdas do mancebo:
-E* possivel? Valdejas- aqui!'
Nada da erpcacoas o que nrge
arroixbar esta porta.
E, assim' fallando, Mllaed, com a sua
(orea bercnlea, esf jrcava-se por abalar a
colossar'porta de carvalho, qne mais care-
ca urna- parede.
AlM'meus amigos, nao posso ajtida-
los !
Bston manietado e com diflicaMade pude
ebegar at aqu.
Temo tempo acudi Millaud pra
jeoteirainente. A noale est por nossa
conta, e a porta por sonta das limas e mar-
telos qae trago comigo.
Eoto o Sftio e seocompanheiro poze-
riaa-se em acfo d arroujbar a 'echadura.
lite trbala, longo e difilcil em- razo da'
solidez dos gonzos, terminou, todava, por
o melhor xito.
A porta ceden ; resta va, parm, limar a
cadeia de ferro qae prenda ama peroa de
Jiaqoes. Por volta da meia nonte estava
terminada empreza. Shiram eotao do
subterrneo, ovando quas em bracos o u-
teliz mancebo, a quem a- privago do ar e
movimento baviam impossibilitado de- dar
passada. O mais profundo silencio parecen
ecadjavar a empreza e nao Urdo a qae eiles
se acbassem aa charoeca do Bitlscampwalt.
Q)mo de presumir, o primeiro cuidado
de-Wyts, quando se viran em seguraoca,
fe i- interrogar os seus libertadores-sobre o
modo orno hwiam projectado e Maculado
qf<e plano Valdejas satisfez completa-
mente o sea desejo e eonto i-lhe todas as
particnlardades que j sabemos, excepcao
des-do ataque-feto a Josquia.
Agora, capitao, disse elle, terminan-
do- o relatoric cont com a sua influencia
amo do principe Mauricio para obier a mi-
nha rehabilitado. Qeoro pdr termo mi-
nha vida de enteras. Encontreiam filbo
que julgava para sempre perdido a nao que-
ro que elle tenba de corar por amor de
mo. S pretendo ser admittido as filev
ras de Nassa, bem como o meu compa-
uleiro, o valente Millaod, e coate com a
nossa leal dade.
Ojca, Valdejas:-. ainda n3v,v estou re-
solvdo a trocar a minba independencia pa'a
sujeicSo ptssiva de militar arregimentado.
Veremos mais tarde.
Codo quizer, capitao. Pela rai^ha
parle tenho.deliberado. O meo odio con-
tra os bespanhes nao se extingui mas re-
viveu em mim o sentimento j. honra. Das
peco-me da vida de salteador para me su-
jeitar disciplina militar das-tropas dos Es-
tados Geraes.
Ibaspeito essa debberaeaa disse Jac-
ques, esieddendti amigavelmente a m3o para
Valdejas.- Com taes idae possivel a sua
regeneracao : talvez eu bouvess.e de enver-
gonbar-me por dever a minha liberdade a
um salteador, mas agora, que vejo o seu
arrependimento sincero dos passados erras,
Pietro delau a cabeca pela janella, e
avisto i ao longe um rancho de bomens,
que parecan encaminbar-se para a her-
dade dos Cogumellos.
Seesse descobrimeato apenas fosse
feto diante da pessoas adiUerentes, res-
pondeu elle, nenham receio teria inspira-
do... Mas entre 03 curiosos estava om
homam, cuja presenca me desagradou bas-
tante.
fya&ai era esse homem ?
J o encontrei algumas vezes pelos
arredores de nossa casa.
Por aqai ?
Naj, em Paris.
' Qae te quera elle ?
E' clarissima qae me estava espiando.
E nao trataste de saber quem era,
o qae fazia, que ame tinha 1
. Soabe tado isso.
Ento como se chama ?
Renardin...
O agente da polica ?
Em pessoa !
Beauregard endireitou-se com os olhos
muito espantados.
Renardin 1... repeli elle. Renar-
din... por aqai... veio em mi oh a pro-
cura '
Isso pensei ea. .
E' talvez elle qae vem l adiante ?
Creio qaa- sim.
Mas eotao, nlo tenho nem nm ins-
tante a perder... E' preciso (agir para a
capital...
J mandei aparelhar um cavallo para
isso mesmo.
Est l em baixo ?
L est prompto i soa espera 1...
Mesmo o animal o conduzir para am sitio
da floresta onde nada tem a receiar.
Beauregard j tinha dado sgaos passos
para a porta ;' paroa quando ia a sabir da
alcova.
folgo tinto de ha ver contrahido esta divida
quaato estimarei poder ser-lbe til e a sao
filho.
Nao, dase Hugo Millaod em tom
colrico e Irnico nao tolero a cobarda
de desertar assim das fileiras dos rebeldes t
Forca-lo-hej a segui-las! A vida de seo filho
assim rao arante !
Mas preciso notir acadlo o Eletto
qae o nosso (aturo pode ainda ser glo-
rioso.
ValdejiJ tem razao disse Jaeqaes,
voltando-se para Millaod. Creia qae tem
am mtercessor perante o principe Mauricio.
Essa sua vida aveniarosa indigaa de co-
races grandes. Siga o sea chefe i dentro
de tres das esperos no campo de Eclose.
%r. Wyts, disse Millaod fique
cer(o de qae saberei curoprir o mea dever.
Vem raiando o dia disse o Eletto.
Temos muito qae andar at fronteira;
conven Rao demorar.
Conrfcido, pior mais djligencin que fizes'-
sem, pouco avancavam. Jacqoecamnhava
com difli 'o'dade 1 o ar livre restuaira-'he
parle das fmcas, as pernas baviam recupe-
rado pouco a poaco a agilidade, mat, ainda
assim, careca de apoiar-se de vez em qoan-
do do braco de Valde/ae.
Parece que o seabor sea tio tenciooa-
va sepolta-lo vivedisse Millaod, rindo-se..
Sinto argente necesetdade de vingar-
rae f acudi Jae]oes-, ajeriando convsi-
va mente as mos dos seus don libertad ores-
Tomara ver-me junto db principe d
Orang para lbe dar conta dos- infames tra-
tos que>me fizeram soffrer e para Ihe re-
commendar os seas ser vicos. Mauricio
um Dotare- eeracio que sabe recompensar o
que Ihe faaem.
O itinerario dos nossee tres fugitivos fora
estabelecido ao sahirenv de Blscanafiwelt:
Valdejas e Jacqties empenhavam-se* en dei-
xar o mais breve possivel o territorio da
Klandres, e porrisso haviam'dliberado pas-
sarem rpidamente para os Pazes- Baos
reformados, evitando cuidabsameule-os- pos-
tos av-anraJoa bespanaes qne gaameciam
fronteira haliandeza. Hujo Millaud, ma-
nos receio o de qne o conhecessem, fbi eu-
carregado seerelaoente por Valdejas de to-
mar o camnabo deEcloo e dliigi-se a-pou-
sada onde ficara Jesqoin, afias de Ihe pres-
tar o auxilio de qaocarecessa at o condu-
cir para o campe de Eclose. Segando o
que deveanos ter previsto pelaa-palavras- de
salteador,- de ajaicar que elle procarava
todos os aaeios da iaapedir Vedejas de en-
Ut ao servico de Mlorico, abendonando o
partido dos rebeldes ; por isso-, acceitando
missio de acompaobar Jasqtaoy meditara
om plano qae de certo houveri transtorna
do as esperaocas do Sleito, se aos novo in-
cideme lae-nao viera-obstar.
N'um siti aprasade, Millaud devki sepa-
rar-so dos companbeiFfls
Proseguaos todo tres o seu> camnbo ;
aorm, recelosos, meacbavam precipitada-
mente, eavotvendo-se nos capotea sempre
qve passavam jonto de algaem. Pvaco Ibes
falta va j para iransporea as linbasimigas,
ponto onde- Mlaad tvia separarse delles,
quando, ac sabir do urna estrada se acha-
ran de frente com um corpo de wallons
qoe andava em descobertas e qperlhes va-
deo a passaaem.
Estamee perdido f disse-Wyu, re-
ceando.
' O f Pera onaV-vio tao cede ? per-
gaotou o commandantae-da forca.
O camioho livre, segoado- creio
responden andazmenle Valdejas, o qual, do
mesmo modo que ocompanheiro, tratou de
se fazer vatentao.
Os seohores -redarguic o comman-
dante chairam, ainda de mosto longe, a
espioes I Vejamos os seos passaportes.
Pois- carecemos disso para andar no
paiz?
Se me nao engao, coaheeo esta, pro-
nuncia bespanbola. Vamos, digun quem
sao.
E* fJorcoso obedecer -disse o Eletto.
E ao mesmo tempo levou cara docom-
mandacie nma pistola de dous caaos. Mil-
laud fea outro tanto, mas de repente esta-
vam cercados desoldados. O commandaQ-
te deitou as mcs s gualas da Valdejas o
fez-Iba saltar o chapen pelos ares.
Com mil arcabuzes bradou elle
Bem dizia eu que conbeci esta voz! E'
Valdejas, camaradas! Boa presa l Agarran
estes tres homens I
Qualquer resistencia era intil; nao bavis
meio de escapar sorte que os ameagava.
O Eletto, MilauJ e Jacques deixaram-se
manietar pelos soldados, maldizendo ti
fatal encontr.
(Continmr-se-ltit.)
Ainda urna palavra, disse elle &
Pietro.
Que ? perguntou este ultimo.
Nao viste com Rnaardiu nenham dos
nossos, nao dsle por pessoa alguma, cuja
traicao expliquei a presenca do agente da
polica ?
Ningueaa v, mestre ; hoave s urna
occasio em que me pareceu ver entre a
turba dos curiosos urna cara, que nao era
de todo em todo desconhecida.
Quem ?
Lembrase do homem desta manha 1
Rapbael 1 Viste-lo ?
Ou muito me engao, ou era elle
todo inteiro qae eslava mais chegado ao
agente.
Oh i desgracado delle bradoa Beau-
regard. Se assim for, ha de pagarme bem
caro a soa traico.
Qae qaer fazer ? Objecin Pietro.
Vingar-me.
Como ?
Como 1 Pergantas os meios qae (
tenciono empregar ?.. Ab I Resta ainda
um filho i esse misero, e se verdade qoe
Raphael me atraicooa, nao hestarei muito
tempo em o (erir no qoe elle mais estre-
mece no mando. '*
O filbo ?
Vem coaaigo, Pietro, vm comigo ; e
succeda o qae sacceder, manda-me o P
de Foroo, porque tenho de Ihe dar alga-
mas ordeus.
Foram-se os dous homens, e poaco de-
pois oavio-se o galopar de dous cavallos,
que se afastavam da bordada.
Dorante alguna niatos segtnram o car-
reira qoe vioba da plaoice ; mas depois
metteram-se pelo bosque; e desapparece-
ram todas as vistas.
(CoMinuar-$e-ha.)
TTP- DO DIARIO-IA DO DflCl DI Oallaa

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