Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12414


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Full Text
1}

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AfNO XLVII. NUMERO 138
" i i .. .... i, .i
fAJU i CAPITAL E LUGARES OVDE IAO SE PAGA POBTE.
.Por ir nw adiaotados................ 61000
wor mc dito ida.................... i2#000
,Por am aooo ideo.......;............ 24J000
ada auatroanlM................., .- 320
SEGUNDA FIBA id JUAKD DE 1$?!,
' "^ "
PA1A limo I POU DA PB07HCIA.
Por tres mezes iraaataos.............
TT Seas QnOt 1Q0BL ............<',.
Por ao* dito idea.................
Por na anuo idea.................
e#7!
*sW
DE PMAMBIICO.
.. t
Propriedade de Manoel
de Faria & Flhos.


Os .Srs. Gerardo Antonio Al vea & Filboa, no Para ; Goncalves & Pinto, no MaranhSo ; Joaqoia los de Oliveira Filho, no Geera
Pereira eTfflaoide, ea Mamanguape ;FeIippe Estrella & C, na Parahyba; Antonio Jote Goaee, na
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna ; Francino Tavarea da Coala, een

de Leaos Braja, no Aracatj ; Joao Mara Jolio Chavea, no Ass ; Antonio Marquea da Sv, no Natal; Jos
tba; Belaraino dos Santos Baldo, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. Jos Martins Abres, na Babia; e Leite, Serqninho & C. no Rio de Janeiro.
*
PARTE OFFICIAL
vera* da a>rTlala.
nnME.NTK 00 DA 11 DE JNB0 Mt 1871
Acto :
O vice-preiidente da provincia, a vista o
qne expoz o eotniBaadanie superior da guarda
nartoaal do aiQoicipio de Cabrob em officio de
8 de mato ultimo, resolve de conformidade cura o
art. 5 f da le n. 601 de 19 de Miembro de
1860, privar dos postos de alfares da 3* e a* com-
p*atiis do baulhj n. 48 de infamara, para que
orara Horneados a 11 de abril .te 1870, bs cida-
dios Manoel Gomes de S Batinga e Francisco
iiomet de Sa Roriz, visto nao terem solicitado as
respectiva patentes no praso legal.
O rice-presidente da provincia, altendendo
aebar-se .ni orgaoisaco o baialbo n 48 de n-
(antaria da guarda nacional do municipio de Ca-
brob, resolve de conformidade com o aviso n.
84 de 15 le fevereiro de 1860 nomear para di-
to bataib os officiaes seguales :
i* Compauia, capillo o tenente da 2' Washing-
ton Ildefonso de Novaos Calumby ; lenle Luiz
Hypnolito Lima.
V Coropanhia, capillo o lente da 1' Francis-
co Izidoro dos Santos, lente Jos Francisco Sa-
lusliano Granja.
J* Companbia, alferes Leovigilio Soares de
Mallo Avettns.
4* Companbia, alferes Miguel dos Anjos Lan-
delino.
O viee-prasidente da provincia, altendeaio
o que reqneram Amelia Deolinda Gaedes Alcan-
forado Leonor Carolina de Vasconcelos Bor-
u Leal, eaia professora publica da cadeira de
[ojsa Senhor 4o O' de Ipojaca, e aquella da da
villa de Boa-vista, lendo em vista a inrorma-
gao do Dr. director feral interino da inslruccao
poblica sob n. 168, de 10 de maio ultimo, resol-
ve eooeader-lnes lieenca para permutaren) entre
ai as respectivas cadeiras.Expediram-se as ne-
estaras eommunicaces.
Ofikios;
Ao Exm. presidente de Goyat dizendo ficar
Mirado de haver a 25 de abril ultimo prestado
io/amenlo e lomado posse do cargo de presiden-
te deesa provincia
Ao do Rio Grande do Norte remettendo um
involucro com quatro tubos eapillares e seis pa-
ral de laminas com fluido vaccenico, que sol-
citou.
Ao coronel eommandante das armas com-
raaneando, que, segundo consta de aviso do mi
Cirio do imperio de 15 de maio ultimo, Sui
eetade o Imperador, usando do consentimeu-
to outorgado pela assembla geral, parti para a
Europa com Sua MegeaUde a Impwalnz, assu
miado a regencia do Imperio Sua Alten Impe-
rial a Sra. I. Izabal.Iguaes, nutatis miUandit,
ao inspector da ibesourana de fazenda, ao desem-
bargador presidente da retacad, ao vigario capi-
tular, o presidente do tribunal do '
Aomesmo para informar se nawrtaleza do
Brum on em outra, ou Analmente se em algum
dos quarteis desu cidade plera ser aceommo-
dados, con a precisa seguranca, quatorze doen-
les da caaa de deteucao, lacados do beriberi.
Ao viee provedor da santa casa de miseri-
cordia para que mande admitir no collegio dos
orphios os menores Manoel. Joao, Romio e Pedro
lilhos de Pedro Antonio Bilaio.
Ao inspeetor da tbesouraria de lazenda com
mnnicando haver Antonio do Nascimento Pereira
e Mello entrado a 16 de maio ultimo no uxercicio
da vara municipal do termo da Boa-vista, como
1 substituto, por ter o respectivo propietario ba-
cbarel Jos do Patrocinio Pereira e Silva, fiodado
no da anterior o sen quatriennio.
Ao mesmo inteiracdo-o de ler o juiz muni-
cipal e de orpbaos do termo de Carua, bachi-
re Antofiio Paulino de Albuquerque Cavalcante,
rassumido as funeoSas do seu cargo no dia / do
crreme.
Ao raesmo deilaraodo que o promokor pu-
blico da comarca de Palmares, bacharel Ernesto
Vieira de Mello, reasaumio no dia 5 do correnle
as funecoes de seu c rg >.
Ao' mesmo prevenindo o de que segundo
aviso do ministerio da jastica del do crreme,
jolicitou-se do da fazenia a expedicao das eon
venientes ordens, aflm de ser Uabihuda essa tbe-
souraria com a quantia de 300*000 para oeeor-
rer ao pagamento da ajuda de custo, arbitrada ao
bacbarel Alexandrc Jos da Costa Vleme, juiz
municipal e de orphaos nomeado para o termo
de Benevente/ na provincia do Espirito Sanio.
Ao mesmo transmittindo, para os fltts con-
venientes sute ordens do ihesouro nacional, sob
ns, 89 ""a 92 e 96 a 98.
Ao mesmo communicando que de aviso do
ministerio da jusiica de" 3 o crreme consta ha-
ver se solicitado do da fazenda a expedicio das
eonveaientea ordens no sentido de ser essa the-
soarar Indemnisada da quantia de 600AOOO
proveniente da ajuda de custo, que pagou ao juiz
de direito Luiz Antonio Fernandos Pinheiro.
Ao mesmo mandanJo pagar a Jeronymo
Pereira M irae, ou a Evaristo Meadas da Cunba
Azevedo, oa veocimentos relativos ao mez de maio
ultimo, dos guardas naeionaes destacados na villa
do Brejo.Communieouse ao cooinandanle su-
perior respoelivo. f '
Ao da tbesouraria provincial declarando que
a quantia de 2191600 rs. proveniente dos venc-
meatos dos guardas nacionaes .destacados na vil-
la d'Aguaprea, no mez de abril ultimo, deve ser
paga a Bento Jos de Ma:edo Pogas e na) a B;n-
to Jos de Mendonca Po?as.
Ao mesmo aulorisando-o a mandar entre-
gar ao vigario da freguezia de.S. Jos desta cida-
de, padre Joao Jos da Costa Rioeiro, mediante
fusca idnea, a quantia de 1:0884600 que se
acha em deposito nessa thesouraria, proveniente
do beneficio de parte da lotera extrabida a fa-
vor das obras da igreja matriz daquella freguezia.
Ao meamo transmittindo as contas e rea-
coe* da despea, na importancia de 69JOO rs.
Mito com o sustento dos presos pobres da cadeia
do termo de Salgneiro, durante se metes de se-
tembro do asno passado a maio ultimo, aftnr de
qoe faca deseonlar dessa oaanlii a de 1501060
que foi adianlada so delegado daquelle termo pa-
ra ir occorreodo semelhante deapea, e pagar o
restante ao tenente Antonio Jos de Soaza t Sil-
va.- Communicou-se ao Dr. ehete de polica.
Por essa thesouraria mandou se pagar :
A' Martinho Avelinn de Albuquerque, ou ao
seu procurador, capitao Joaquim Silveno de {tan-
za a quantia de 627*400 rs. despendida como
sustento des presos pobres da cadeia do termo de
Garaobuns, durante os mezes de marc/i a maio
deste anuo. Infeirou se o Dr. chefe de polica.
A' Jeronymo Pereira Morae?, ou a Evaristo
Mendes da Cunba Azevedo, os veocimentos de
urna escolta de guardas nacionaes, que conduzie
da villa do Brejo para esta capital um criminoso.
Communicou-se ao comnandante superior.
Ao Dr. ebefe de polica, para que recom-
menle as antoridales de sua jurisdiccSo a plena
liberdade do voto na eleicao que se vai proce-
der na fregneza de Panellas, para vereadores da
cmara municipal respectiva.
Ao mesmo para que ouvind as autoridades
policiaes do tormo de Serinhaem, informe sobre
o que ao governo imperial pede o 2 sargento do
batalho naval. Amador Ferreira do Espirito-
Santo, que fora recrutado naquelle termo, no an-
no de 1863.
Ao juiz de direito da comarca de Ollnda,
transmittindo copia do offlcio do procurador fis-
cal da thesouraria provincial, e de outros, a que
elle se refere, acarea de urna escriptura que sem
o pagamento do respectivo imposto, foi lavrada
no carlorio do tabellio publico de Iguarass, Luiz
Ferreira Bandeira de Mello, pela qual o padre
Gamillo de Mendonca Hurtada fez urna doaco
nter vivos a D. Mara Justina de Albuquerque
Montenegro, afim de que proceda a este respeito
como for de le, tendo em attencao a recommen-
dacio, constante do final do citado offkio.
Ao urector geral interino da instrucca > pu-
blica para dar parecer acerca dos inclusos exem-
piares, sendo um do 1* tomo do curso elementar
de matbematicas, e nutro das primeiras noges
do clenlo do Dr. Jilo Antonio Coqueiro, os quaes
foram remeltidos pelo Exm. presidente do Mara-
nho, que solicitou o eoneurso desta presidencia
para que toes livros sejam adoptados as aula-
de inslruccao primaria d'aqui.
Ao mesmo deolarando que pode abonar as
faltas dadas nos mezes de marco e abril do cor-
rente anno peto professor publico de Rosarinho
de Pao d'Alho, Deocleciano Ferreira dos Santos.
Ao director do arsenal de guerra autorisan-
dias o professor de
HUgUSB" U fw-
seca, em vala do prcedlmento qne leve, man
dando infligir no menor artfice, Alfredo Vctor
Rabel lo Pessoa por um de seu3 companheiros
castigo immoderado com urna correia de sola.
Ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares declarando em resposta ao .seu offlcio de
13 de maio ultimo, que mande proseguir nos
trabalbos que se eslava fazeudo no quartel do 9
batalho de infamara.
Portaras:
A cmara municipal de Goyanna communi-
cando ijue, segundo consta de aviso do ministerio
do imperio de 27 de maio ultimo, a cmara dos
senhores deputados, approvou a eleicao que l-
timamente se procedeu nesse djstricto para pre-
enchmento da vaga do Sr. eonselheiro Theodoro
Machado Freir Pereira da Silva.
Ao gerente da compaohia pernambucana
mandando dar urna "passagem de estalo at o
Cear, r do priraeiro vapor que para all se-
guir, Candido Franklim do Amaral.
Despachos : ',
Henrique de Castro Guimares.Inf 'rme o Sr.
eommandante das arma?.
Conego Joao Jo3 da Gosta Rbeiro.Dirija-se
a thesouraria provincial com offlcio desta data.
Jos Joaquim da Costa Maia.Informe o Sr.
engenheiro das obras gsraes.
Mariano Jos Pereira da Silva, Augusto Fortu-
nato da Costa Campello, Manoel Brasil de Olivei-
ra, Flix Brrelo Muniz Trilles e Antonio de
itirros Lcenla.Hivalde o sello do requerimen-
to, cuja estampaba nao est inutilisada conve-
n ente mente.
Pedro Antonio Balaio.Dirjase o supplican-
te ao vice-provedor a santa casa de miseri-
cordia.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria provincial com-
municando, de ordem da presidencia, e para os
devidos (ios, que o erapreiteiro do calamento da
cidade tem direito a-quantia de 17:601*160 rs.
por haver executado no mez de maio ultimo,
obras correspondentes a essa quantia.
Ao eommandante superior Antonio Jos Al-
ves Pequeo recommendando, de ordem da pre-
sidencia, a expedicao da suas ordens, para que
o seu procurador se aprseme na santa casa de
misericordia desta cidade, para assignar um
termo,' em que se obrigue palas despezas a fa-
zo r-se com a alienada Anna da Moura Rolira,
que por sua coma foi reoolbda ao hospicio dos
doudos.Reeommendou-se ao Exm. presidente
da-Parahyba a entrega deste offhio ao mencio-
nado eommandante superior, e communicou-se
ao provedor da santa casa.
CONF BONTAfO A PaOPOSTA APRESE.NTADA EM
ranauL As cmaras legislativas soma
PECTIVO BA COMMISSAO DA CASARA DOS
, Propotta do gover*.
Augustos e* dignisaimos Srs. representantes da
nacao Nao eonviada que coatinue indeeisaa so-
lucao da queetio servil, urge dirigi-la cosa acorto
por eausa da fortuna particular e pjtlflca:*
Disposto o governo imperial a concorrer i
que adoptis providencias qne realizara
mas successivamente a emancipacao da
tura no Brasil, de ordem de Sua Magostada
perador lenbo a honra de apresentar-vos a pi
ta stgojeJa, aa qual a sorte das geraedes futuras e
os direitos 4a propriedade existente sao atf
do* :
MAIO DESTE ANNO PSLO GOVERNO
ITO SERVIL, COM O PROJBCTO RES-
M EM 15 DE AGOSTO DE 1870.
UtoJ......indo.
le, que retasa
i vigor com
eetao terv,
teguin-
Art. 1. Os fiihos da raulher escrava, quenasce-
rem no imperio desde a data desta lei, serio con-
siderados de condicao livre, e havidot por inge-
nuos.
!. Os ditos menores fieario em poder e sob
a autondade dos senheres de suas oais, os quaes
11." H libirtos em virtude desta disposi^o fi-
eario
lero a obrigaca de cra-Ios
de de oito annos completos.
trata-Ios at a ida- de su
vola
Chegando o filho da escrava a esta idade, o se-
nbor da mai ter a opcao, ou de receber do esta-
do a iojemnisacao de 600*, ou de ulilisar-se dos
servidos do menor al a idade de 21 annos com-
pleta.
No primeira caso-e governo recebera o menor,
e Ihe dar deslino, em conformidade da presen-
te lei.
A indemnisacao pecuniaria cima Oxada ser
paga em ttulos de renda com o juro annual de 6
por centq, os quaes se considerarlo extractos no
lira de trinta annos.
Ltrv 7.')
* Oslilbos das escravas
ieacjb desta lei serio
nateidos dupcis
considerados li-
po&r e sob a aotoridade dos senhores
lis que exereerao sobre elles o direito
de pauAfts, \ lero a obrigagio de cria-los e ira-
t-los. ropoRionando-lhes sempre que for possi-
troceo elementar,
i( os proprietario a opea o ou <'e re-
do etado, quando os fiihos das escravas
il> Hade de oito anooi, um titulo de ren-
lor e 500* e juro de 6 por cento ao ao -
. Proposta ib governo.
provincia do imperio tantos escravos quantos cor-
responderera a quota annualmente disponivel do
fundo destinado para emancipacao.
ti.* O fondo da emancipacao coir.pem-se :
Da ta Dea i rapos tos geraes sobre iransmlsso de
protriaada dos escravos.
3>11b producto de seis loteras annuaes, semas
le mpottes, e da decima parle das queforem con-
cedidas d'ora em diante, para eorrerem na capital
do imperio.
4.* Das mullas impostas em virtude desta lei.
5.* Das anotas que sejam marcadas ne orea-
meato geral e as provincias e municipios.
6.* De subscripcoes, doacoes e legados com es-
se destino.
-:

| 2* As qootas marcadas no3 or^amenlos pro-
vinciaese niunicipae?, assim como ss subscrip-
coes, doagSes e legados com destino local, serio
applieados emancipacao as. provincias, comar-
cas, municipios e freguezias designadas.

Projelo dkt eommiss*.
no, quafae ciQsiderar exaeto no fira de 30 an
uilisarera-se dos servic/M dos menores
ie 11 annos completos, come indem-
mus da criacao.
S X* ib jrimaira hypethese do paragrapho an-
tecedaaips libertos continuarlo a aer criados e
tratardnor seos patronos at a idade de 15 an-
ado-lhei os servicos compativeis com
15 aunas at os 11 permanecero os
poder di seos patronos, que Ibes pa-
relribuic^o mdica pelo seu trabalbo,
nxada em regulamento do governo.
iribuice sera melada entregue ao li-
. outra metal recomida a alfum estabe-
lecimeas bancario designado pelo governo para
formacie do peculio, qie sera restituido ao liber-
to quaoeo attngir a raaioridade.
2. Qualquer desees menorea poder remir-se 5.* ualguer liberto poder ser resgatado do
do onus de servir, mediante previa inderanisacao .onos da |ervir mediante indemnisacio pecuniaria
pecuniaria, que por si ou por ouirem offereca ae exhibida-a vista, que por si ou por o utrera pessa
ssnflor da sua mii, proctdendo-se i avaliaco dos offarecer. proeedendo se a avahacao dos services
servicos pelo lempo que be restar a preeneber, $e pelo leupo que Ihe restar a preenener.
nao nouver accordo sobre o quantum da mesma
indemnisacao. m -
a promover a emancipacao voluntaria, e auxiliar
o pagamento dos juros des ttulos de renda que
se emitlirem na forma do an. 7.* da presente e.
% i.* Este fundo ser formado com as segusotes
verbas :
1.* As quantias que forem fixadaa com tal p-
plicacao nos nrcamenios geral eprovioeiaea.
1* A importancia do imposto de iraosmisso da
propriedade dos escravos na orle, e das laxas
qoaesquer outras imposicdes percebidas por vir-
tude de transaccio sobre escravos.
3. O producto de seis loteras annuaes que
serlo exlrabidas de preferencia a quaesqner ca-
iras. ,
4.* As mollas impostas por virtude da presente
tai.
5.* O producto das doacTws e legados para esta
flm consignados, salvas as disposicoes especiaos
dos doadores e testadores.
3 V is quotas que forem marcadas nos orca-
mentos provlneiaes, assim como as doacas 9mw-
gadoscom deslino local, serio applieados a ees
eipa;l) as provincias, comarcas, municip
freguezias designadas.
3. Serio annualmente libertados em cada pro-
vincia do imperio tantos escravos quantos corres-
pon lerem quota annualmente disponivel do fon-
do destinado para emancipacao.
Terio preferencia :
1.* Os do sexo femimno de 12 a 41 annos, e
dentre estes os de menor idade.
2. Os que scuberem ler e escrever.



Art. i.* O escravo tem direito ao peculio pro-
veniente de seu trabalbo, economas, doacfos, le-
gados e heraacas que Ihe aeonlecam. O governo
irovideneiar em seos regulamenlos sobre a col-
oca cao e garantas do mesmo peculio.
(Art. 6.)
Art. 6.* A bem da liberdade :
1." E' permettido ao escravo, com antorisaco;
do senhor, a formacao de um peculio destinado i
sua manumissao ou de seu conjuga, descen-
dentes e ascendentes.
Peculio, entende-so dinheiro, moveies e semo-
ventes adquiridos pelo escravo, quer pelo sen tra-
balbo e economa, quer por beneficio do senhor
ou de terceiro, ainda a titulo de legado, Nos se-
moventes, porm, nio se comprehendem esvravos.
2. O peculio do escravo nalienivel.
rallecendo este Ihe suceederi o descendente oa
ascendente na ordem hereditaria estabelecida pela
le; e na falta de herdeiros ser o peculio adjudi-
cado ao fundo para emancipacao, de que trata o
art. 5* desia lei.
sa ler-em aueocio
*"-
.

dos serviros dos libertos com
sicoas sopracitadas.
3. Cabe tambem aos senhores criar e tratar 8 1'fii fllhos das libertas fieario a cargo 4os
os lilhos que as filbas de suas escravas possam ler pairme qoe cuidarlo de sua criacio al ellas at
quando aquellas estiverem prestando servicos.
Tal obrigaclo, porm, eessar logo que Andar a
prestlo dos servaos das mus. Se estas fallece-
re m dentro daquella prazo, seus fllhos poderlo ser
postos disposicio do governo.
8 4.* Se a mulher escrava obtiver liberdade, os
fiihos menores de 8 annos, que estejam em poder
do senhor deba, por virtude do Sj Ia. Ihe serio-en-
tregues independentemente de indemnisacio, ex
cepto se-preferir deixa los, e o senhor annur a Pi-
car cora elles.

5. No caso de alienacio da raulher escrava,
seus fiihos livres, menores de 12 annos, a acom-
panhario, flcaodo o novo senhor da mesma es-
crava subrogado nes direitos e obrgac,oas do an-
tecessor. f
6. Cessa a preslagao dos servicos dos fllhos
das e.-era vas antes do prazo marcado no 1, se,
por sentenca do juiz, recouhecer-se que os senho-
res das mais os maltratara, inflngiodo-lhes casti-
gos excessi ?os, ou faltando a obrigacio tle os criar
e tratar.
7.a O direito. conferido aos senhores no 1"
poder ser transferid) nos casos de successao ne-
cessaria, deven do o lbo da escrava prestar ser-
vicos pessoa aquera as partilhas perleneer a
mesma escrava.
tngirein a raaioridade.
| 6. No caso de liberta^ao
Ibos menores de oito annos
ralis.
de escravas, os fi-
acompanbario suas
J 1/ Por morte do escravo, seu peculio se trans-
SJBUto *tf ascendentes e descendentes, segando a.
ordaa steroitaria estabelecida pela lei : na falta
de herdeiros necessarios, ao conjugo ; e na falta
de uns e outros ser o peculio adjudicado ao fun-
do de emaneiaajio, ia que trata o art. 3.'
S i* O aafiSMp sa. po[ meio de seu peculo, % 3." Ao coojuge livre licito reunir o conjuga
ou por I)*era4ili4eae outrem, ou por contracto escravo, e os lilhos, mediante equitativa avaliacao
de prealaeio 4jeuInros servicos, obtiver meios pa- e exuibc.io immediata da imoortaucia.
ra ^lUmnWio da san valor, tem direito aitor-

eiaes en nos inventarios
da avaliacao.
3' O contrato de prestadlo de futuros servi-
cos, para o escravo obter sua liberdade, c depen-
dente da approvacio do juiz de orpbaos, e nao po-
der exceder do mximo de sete annos.
4.* Aquello que resgatar algum escravo (em
o direito de indemnisar-se, querendo, pelos servi-
cos do mesmo, por lempo nio excedente de sete
annos, comtanto que o declare logo, e seja clausu-.
la expressa da alforria.
5.* O contrato de futuros servidos para o es-
cravo obter a sua liberdade dependente da ap-
provacio do juizo de orphaos, e oio poder exce-
der ao mximo de sete airaos.
.

1.* Serio nullas. ,
i* A clausula que profti6a.a manumissao.
2. Em geral a disposicio, condicio, clausula
ou onus que possa impedi-la ou prejudica-la.
(Art. 8.")

8 4 O escravo que perleneer a condominos, e
for libertado por um desles, ter direito a sua al-
forria, indemnisando os outros senhores da quota
do valor que-Ibes perleneer. Esta indemnisacao
poder ser paga com servidos prestados por prazo
nao maior de sete annos, em conformidade do pa-
ragrapho antecedente.
5. A alforria cora a clausula de servicos du-
rante certo lempo nio flear annullada pela falta
de implemento da mesma clausula, mas o liberto
ser compellido a cumpri-la, por meo de trabalbo
nos estabelecimentos pblicos ou por contratos de
servio,os a particulares.
(art. 4.)
Art. 4." Fica livre o escravo :
j {.* Salvo ao senhor o direito indemnisacio :
1. Que sendo de condominos, for por alguns
destes libertado; os outros s tm direito eua
quota do valor.
A Indemnisacio pode ser paga com servicos,
nunca excedentes a seta anuos, sejam quantos
forera os condominos.


"

(art 6.)
-

% 6. As alforrias, quer gratuias, quer a titulo
oneroso, serio isentas de quaesqner direitos, emo-
lumentos, ou despezas.
Art. 2.* O gsverno poder entregar a associa-
cGes por elle autirisadas os fiihos das escravas,
naseidos desde a data desta lei, que sejam cedidos
ou abandonados pelos senhores deltas ou tirados
do poder deste em virtude do art. 1 6'.
DIARIO DEPERNAMBUCO
RECIPE, 19 DE JNHO DE 1871.
O voto ele graeaa c o elemento
servil.
O reqneroaoto que em 1870 deu lugar a no-
meacio de orna eommissi) do seio da cmara
temporaria para dar parecer sobre a questio do
elemento servil, requerimento que foi assignado
pelos Srs. deputados Teixeira Jnior, Pereira da
Suva, Ferreira Vianna, Junquelra, J. Mendes, An-
gelo do Amaral, Souza Reis, Candido Torres, Lima
'Silva, Duarte de Azevedo, Perdiglo Malheiro e
Paula Toledo, era concebido sos seguintes ter-
mos :
c Requeramos que se uomee urna commissao
especial de aove roembros para dar cmara o
sen parecer com urgencia sobre as medidas que
julfar convenientes adoptar-se acerca da impor-
tante questio do elemento servil no imperio, de
molo ana mpeitada a propriedade actual, e sem
abalo da nossa primeira industria, a agricultura,
sejam alteodidoa os altos iuleresses que se ligara
a este attumpto.
t Paco da cmara dos epatados, em 21 de
maio de 1870. >
A urgencia eom que i cmara pedio que Ihe
fosM.oasMiii o pareeer, e o rtspeito proprie-
dade attntl, recoraroeneado nesse documento, suf-
ficientemente demonstraram quaes as vistas da
cmara.
I A commissao bem as interprelou, nao s con-
; cluindo e apreseotaodo o seu trabalbo no menor
i lapso de lempo que Ihe foi possiVel, mas tambera
adoptando como idea capital do seu projecto a li-
berta cao do ventre, idea alias bastante discutida
na imprensa, e a mais geralmente aceita como o
meio mais consentaneo, com os diversos inters
ses que a questio do elemento servil pos em jo-
go, para urna solucao calma e rasoavel do gran-
de problema.
Esse projecto nio poda nem devia paasar des-
apereebido am governo sinceramente inspirado
no bem publico ; mas era natural e lgico que,
nio adoptando algumas medidas all expendidas,
o ministerio se apressasse em levar camsra as
suas vistas completas. Assim foi foi feito; e a c-
mara, lomando conhecimeoto da proposla do go-
verno, pode desde logo observar que era ella, cora
poucas alteracoas, o projecto da commissao de 1870.
Para que os nossos Jeitores melhor se compene-
tren! dessa verdade, damos em seguida um traba-
lbo, que foi ltimamente publicado na corte, e do
qual fcilmente se evidencia o que amrmamos.
Por hoje limitamo nos isto entretanto todos,
que nmeros sao, os que se oceupam com a
questio do elemento servil, que examinem este
eonfreoto, qne Ihe offerecemos, entre a proposta
do poder executivo e o projecto da commissao da
cmara dos Sr?. deputados.
Art. 8." O governo na corte e os .presidentes as
provincias auxiliar) por todos os meios ao seu
alcance a creacio de assoelac5es destinadas a
emancipar escravos, educar os emancipados e pro-
mover a introdcelo de bra$os livres no paiz.
(Art. 7.*)
u
s. Se alguina associaco autorisada pelo go-
verno quizer cnar e traHr os Albos das escravas
nascidas, depois da publicarlo desta lei, cedendo-os
os patronos terio direito ao servico gratuito dos
mesmos al aos 21 annos.
9." O mesmo se pralicar com os Albos me-
nores das libertas quanto a poderem ser entregues
a alguma associaco com acquiescencia de suas
mais.
1. as ditas assoeiacSes terio direito aos ser- 10. Essas associacSes poderlo alugar os ser-
vicos gratuitos dos menores at a idade de vinte e vicos dos libertos, mas sio obrtgaflas .
um anaos completos, e poderlo alogar esses ser- ** Alonstituir para cada individuo um poco-
Tic is, mas serio obngadas: Ho constante na quota dos salarios que tor para
l." A criar e tratar os mesmos menores. este flm reservada nos respectivos esututos.
2.' A constituir para cada um delles um peca- *' A procurar, flndo.o lempo de servico, oceu-
lo, consistente na quola dos salarios que para esle P?*o on proflssao para es ditos libertos a aprazi-
flm fr reservada nos respectivos estatutos. ment delle3.
3.* A procurar-Ibes, Ando o tempo de servico,
aprepriada collocacio.
2.* As associacoes de que trata o paragrapho
antecedente serio sugeitas 4 inspeccio dos jmzes
de orpbaos.
Esta disposicio applicavel s casas de expos-
tos, e s pessoas a quem os juizes de orpbaos en-
carregarem a educaco doi ditos menores, na fal-
la de assoeiacSes ou estabelecimentos creados pa-
a tal flm.
g 3." Fica salvo ao governo o direito de man-
dar recolher os referidos menores aos estabeleci-
mentos pblicos, transferido-se neste caso para o
estado as obrigacSes que o 1." impSem s aseo-
ciac3s aulrisadas.^
8. As alforrias, qner gratuitas, quer a litolo
oneroso, sao livres de quaesqner direitos, emolu-
mentos ou despezas.
Tambem sio isentos de impostos as herancas
, ou legados instituidos em bem da emancipacao, e
as arreraatacSes para manumissio de escravos.
I 7" Em qualquer caso de alfena$io ou trans- U. Em qualquer acto dejalienacio ou trans-
missao de escravos prohibido, sob pena denulli- missio de escravos, prohibido, sob pena de nni-
e os fllhos, menores de lidade, separar o marido da mulher, o timo ao pai
ou mai, salvo sendo os fllhos maores de lo an-
nos, respeitada a disposicio do 6."

dade, separer os conjuges,
12 annos do pai ou rali.
8.* Se a diviso de ben entre herdeiros ou
socios nio comportar a reuniio de urna familia, e
nenbura delles prefsrir conserva-la sob o seu do-
minio, mediante reposicio da quota parto dos ou-
tros interessados, ser a mesma familia vendida,
e o seu produeto rateado.
12. No ca30 de nio comportar a divisao de
bens entre herdeiros ou socios a reuniio de orna-
familia, ser esta vendida, e o seu producto ralea-
do na proporcao que fr devida.
g 9 Fica derrogada a ord., Iiv. 4.-, tiu 63, na
parte que revoga as alforria! por ugratidao.
Art. 5. Serio sujeitas inspeccio dos juizes
de orphios. as sociedades de emancipacao ja orga-
| nisadas eque de futuro se organarem.
Paragrapho nico. As ditas sociedades terio
privileaio sobre os servicos do3 escravos que liber-
taren, para indemnisacao do preco da compra.
(art. 6.*)
9 A concessip da liberdade irrevogavel.
(art. 8.')
8 1. A's sociedades de emaniipacao ja organi-
sadas, e que de futuro se organisarem sio conce-
didos os seguintes favores:
aa.* Isencio dos impostos de transmisso de pro-
rJrTedade e da taxa sobre os escravos comprados
para serem libertos.
!. Privilegio sobre os servicos do escravo li-
bertado para indemnisacio do preco da compra,
al o mximo do art. 6." S
./ -
!. Estas associacoes ficam
cao dosjuizes de orphios.
sujeitas inspec-
g 11. A disposicio do paragrapho antecedente
applicavel s casas de exporto, e as pessoas a
qnem o juiz de orphios encarregar a criacao e o
tratamenlo dos libertos, nos lugares oade nio hou
ver associacoes,ou stabelecimentos"publico crea-
dos para tal flm.
II. Fica salvo ao governo o direito de man-
ear recolher os referidos libertos aos estabeleci-
mentos pblicos que entio existlrem, afim de edu-
ca-los e applica-los a abruma Industria on pro-
Nesta hypothese incumbir ao estado sattofaxer
as condiedes impostas pela presente le fe aasocla-
caes auto risadas peto governo.
Art. 3:r Serio annualmente libertados em cada
(Art. B-)
Art. S. O governo crear um
fundo destinado
Art. 6.* Serio declarados libertos i
!. O* escravos da naci, dando-Ibes
tamo a oceupacao que julgar conveniente.
g li* O escravos dados em usufructo cor.
g 3.' O escravos das ordens regulares, dentro de
sete annos, asediante accordo do governo eom as
raesmas ordens religiosas.
(Art 3.)
Art. 3.* O governo autorisado a eonferir aos
escravos da naci, com clausula ou sera ella, al-
forria, que ser sempre gratuita e livre de quaes-
o o- quer direitos, emolumentos ou despezas. Sio, po-
rm, livres os fllhos de taes escravas que nasce-
rem depois da prsenle lei. O governo providen-
ciar a bem de uns e de outros, como entender
conveniente, podendo eslabelece-los em torras do
estado on devolutas.
E' prohibida a alienacio destes escravos.
g 1.* Estas disposicSes |sio extensivas no que
forem applicaveis aos escravos em uso-fructo
corda.
g 2. As ordens regalaros e mais eorporacw
rebgiosas e de mi raorta absolutamente protH-
bido adqarir escravos sob pena de earem toga
livres.


Diar6 di Pfnambnc*
.
_
P)H
Pw do-gntern.
i escravos dai nerones vagas.
^^H[ que alvtrem i villa de seos
ennc-res aeodentes o descendentes des-
lea.
Tro/ecto ,vxcihmlt$Ht.
(arl. 4.) c:-*'i*_
alvo a o sentor o dlrei lo
Fica.livre o esoravo,
de iodemnisaclo:
S 6-* Oj escravos abandonados por sen? seoho-
res. a
Se estes os abandonaren) porinvalidos.rerao obri-
fados a sustenta-los, salvo caso de penuria, endo
m alimentos laxados pelo jaia de orpbios.
| 7." O escravo (t,por consentmento expresso
io senbor, se eiiabelecer por qualquer forma como
II YTt?.
*JJ"Lj52 geral 0i escravos libertades em virtude
*- Mam dorante cinto antros so a raspeceo
Ho goveroo. E'|ds sao obrigados a contratar sens
rvicm sob peni de seren conslraogidos, se vi-
tm vadlos, a trabalbar nos estabelecim?ntos de
pe ico.
*aiari, porcoi, o eonstrangimento do trabilho
empro que o iberio extrahir contrato de ser-
v^.
-
! Que prestar relevante serve ao estado,
como|eja ae guerra no exercilo e armada.
J. Que professar em religo ou tjraar ordeas
sacras, ignorando o tenbor.
* Mi
S 1* Sem mdemoMftco :
i.* Que fer abandonado pelo seBBor. por enfor-
mu ou invalido.
-" Q ie coa autarisacao do sane*, entrar tara
a religio, para o exemito ou-armaea.
3* Qoa se esubeleeer con hvre, eoin s.-ieneia
e paciencia do senbor.
* Ot escravos das lerancas vagas.
5* Os lillios da escrava que houver de ser livre
dupois de certo lempo on seb condicao.
seu dever; quer trabalhe quef- ni, quer j
nam as faltas quer nao, os teus ordeua"
tao pagos I .i
Uu Sm Dkputado:N.io tinto assiqL.la
de reprer ama injusiica, e nio ple ha
?ap*> MI os Vencimentos.
(arl. 6.-)


Je or-
AM. 7> A priraeira in-tancia em todas as ques-
eos civs de liberdade se.i ado juizo dv
i> O processo s?r summario.
10. as qoeslde* fobre a liberdade :

i.' Haver appeII*cA'i ex-offeio uaandj
decisdes forem contrarias a liberdade.
M
t A accio sum aria.
t* Qjem a reclama ou defende ni) 'abrigado
a eostas: as quaes sero pagas aliaal pela parte
vencida que nao fr. prlvil-aiada.
3. O juiz appellar 'ex-oflicij dsentecc.i desfa-
voravel a liberdade.
0 SomMecloHhuo :-Senio hooveinjotl
A demi-sao seria dada sem as formulas
nm elrrera necesaria, o prfessor harta'p
mal, e careca de correnlo.
Ben> o H)Uf favor reintegra-lo, augmentar ste favor
pagamento dos vencimeats*, _'dfeais.
Me parclf ipe-mo que Bao boniTe irregsjl
na deiiUs>|lr o presidente ndia-ila-h, is
ier o pr.fbaaW anida cimolelado n< ci.iotJBaoa
qoetirmama-vitaoi^iade ; d^pols des.e.t flin
uo, que | dfmi.v-a ti p)w ir porTO
proL'ssp'H|rn)adj pele gnn-t'lhi direeMr.
que nai%al,u em erro,' r*j ob niioadi agora a leglaAj; mas na) demi-sfj nao fosse da Ja sem nrelericiio ffifor
mu.las^.... .. ,
U.M-S*. OaruTADo : -Logr de.ui!tie.o iraaMar-
bmhR *
O Sr. Mkllo Reco :-Firmo-ra-j no arrapada
d6 paieecr. ,
Foi o professar demittido, e tres aitM^Mts
outro presidente, reonsiderfnlo o a.MoTeWle-
gando terademiHaostJ^dada irf6gularm4e, o
reintegran, mandudo lodaviawub notte lo a pro-
ce Ais sobre o p.-ocedimento mi) d-j M-tOn-
fi-for, .,. '
m Srt. Dpktao') :-C)m) incun r
de tres meres de saspensio.
O Sr 11ki.lo ftsoo :-Dga-me agir
coinniis5o, jasto, rasoavel que e^te
estes p;
| 3. j promotores pblicos polerao promover
os .nreitos e favores qae as leis coacedam aos li-
bertos e escravos, e represeuta-los em todas as
cansas de llberdaae era qne forem partes.

(art !)
estado, apndo p^ra o trabalho e (I
uro, se lr coubeetda.
j noutf, s* idad*.. com a maior antecedencia,' todos os possuidores a
-)
I. O praso em qne dere combar e encer-
rar-se a matricula eer antnncisdo com a maior
encia pn--ivrl por raeh de eiiiaes repeti-
aot, no quaes ea inserta-a disposicao do para-
graptio egmnie.
a cao de cada apresenuretn na- estar,oes d-cae.. dentro do pra-
so que for marcado, duas telac5es em tudo iguaes,
contando o numero de seos escravos, cora a deca
racao do nome, sexo, ldade,stado, prosso e
apudlo para o trabalho.
Das relac^-s assignadas pelo apresentaiite e ru-
bricadas pelo agente Oscal, flcar orna om pod^r
do possuidor dos escravos, e a ontra na estagao
liscal para faier-se a escripturaflo neeesslna.
que tpvemo etfrhpmamaaio, ao poato i^r *
muido, e q na de ser pago rfjs vencfinentos de tre< ou natro
aooos em ajo*, or d,-Nto seu, estiva fk do
fxercicio do magisterio T
u Sn. Dbptado : -Se cortfessa qje foirre-
gular a deuiissa, admlta implcitamente qit elle
temdireito aos veneiraentos".
O ?r Mm.Lt) Reoj :Isto o outra qa
eu nao quero saber se o residente p
gulirmeme ou nao, era se a irreiulari
no acto da reml.-gracid: o qu deseit
saliente que a c n lucia do profusor f >
f i Os escravos qne, por colpa ou.omisso dos
Bteressados, nao forem dados a matrieola, al nm
anno depois lo er.cerramento desta, seiopor te
lactocmsiderados l.bertos.
S !- Os escravos que p^r culpa on omis.') dos
tsteressados, deixarem de ser incluidos as rea
roes sero considerados livres.
| 2." Esta disposiio applicavel fomente aos
escravos que nao forem adus a matrl :ult al om
anno dep is da data do ultimo edital, e que. nao
esverem comprehendid s as exc- pedes aue de-
verlo ser previstas no respectivo rfgulamen'lo.


3
minar
parafraste) antecedente
Nos editaes e annuncios em que se deler-
a matricula ser inserta a disposicao do
. 4. I\'ao sera admiida em jtizo accio algnma
em qne se litigae Si.hre a e.-cratrdio flet queseia
m-tfuida coma cwtido da iraWenl.
% 3. Sero Urnbem matricotados em livro di--
tincto os (ilhosda mulher escrava iae piresia k\
lieam livres.
Incorrerao os senhores omissos, por aegl gencia,
na malta de m a jroi, repetidas tantas vejes
quaonw forem os indiviiuosomittidos-; e por frau-
de, as penas do aii. i79 do cdigo criminal.
4. Os psrochos serio obrlg-ans a ter livro
Sl^ es 5m rei?t',o los nascimentos e biios
nos nios de escravos nascidos desde a data desta
de'lOoi rai4jSo sJciUr 3 Paroehos moa
Art. 9. O governa autorlsado:
iJJSa" r3aSt a J'""isdi.;o voluntarla c con-
tenciosa do juizo .da orbaos com i*) ap1 es-
SST2"i,*f,? ln*rWlt !ii?s*o* iibwuil \,\ii.
ae aesta l.i, njtaEao o rcgulamento '
^o do poler legislativo. #
8 ^ Para, ontresim, regalar as funecoes
promotores pobcos/cooforme- o art. 7.
Art. 9
Ar!. 9. O governo autor'uad > a expedir os
regulamentos necessariol i otefeucib da prereofe
le, podendo jtnpor muitas at 20jt e petas, de
prisSo simples al tres metes.
que o sea mo einporiament f ii que di lugar
a tulj, e por isto nad devo ser pa-go 4o! venji-
mcni.s durante o lempo da falta de exernicio.
(IIi nm parte).
O Sn. Mello Kbo :Nao direi que demisso
nao fosse dada trregularmente, assim.coitq nj
dgo qnd a reintegri.cao f>-se convei*nw, digi.
sonriente,, que nao pos-o comprebendi orno se
pote pagar vencimenlos ao pr.fessf aue nao
este ve em exercicio, e que isto so se diu por mi)
coimiortamento, dissidia e falla de dver de sua
parte.
Im Sn. Deputaoo : Mat se o eonWli s o
etndemna a tre. mwes de sospensao ?'
0 Sn. Mello Hego :-Tddo quantc oetjfreu,
foi couse jueneia do mo proeedimenWdo ptofes-
sor, isto o nobre depulado nao contesta
1 ;rtaolo desejra quaodo m-oos qui a qoe-to
tosss melbcr ertoditM; qae tod >s os comento
subre ella viessem ao estud) da conmissi-i; e
deste modo poderia en H mudar deopio e vo-
lar pelo p.igament taes fossem as prons; mas o
parecer nao .efunda em dseumeotos.....
O Sb. Oliveiba Fonceca :-T;m bastantes.
u sn. Mello IIego Annoxo ao parear apena
vejo urna certidc do resultado do prtwsn em
que r i condemnado a tres mezas de susjenso, e
copia da portara da reintegra cao; na iba outros
documeulos que provem a iustica da rehtegraco
e as cansas attendrveis das fallas d? profesar.
(Ha um apanp.
O Stt. Mello IIeoo : -Sw4o voltio o enalto, o
Iiresifleute sem dnvida- mandar realzar Mga-
ineui p.r que deve,. com razan, suppr qtte a
assembla estlou devidameote. a questAo e^reeo
i'lt-'cea ser liquido e inonensse o direiu 4o-pro-
feurt; sem o que o.g volara a qaota-. 1
n eral'*m dtS,e P^fessor.
oso ilr apoais Pr m Sr. Deputado : -N) sa.) estes.
O SrMbllo llsoo :Suestes, si)
queuo favores q w >e lera concedido.
..iV1' 0"PUTAD'' :-pelo) qaaeio-n)bre depa-
tadt tera voftd). K
O Su ello Rug : -Se eslivasss apilxona-ti,
la-o ie. Tilia exaciila... s aposnudorias om
duas tercas parts; dos vencirffeutb, sem nuar-Jar
a proparcaid) ienP) de servico do eirupre^aiv
asi aposeottdrias a empregad s deratid,, tudo
>i'J sa. ravjres p.-mea-jj, qne Importara toJavia
tad'o'f I? PW'urAD1:_ A*,r* I'19 n),)re dapa''
2"" SeL0 n^3 :~El r'l|l Ia*"i0 en!(w1o
qoo favo fallar. $ desta ves fallei lar Je, wmpr>
Tallel, nao q jiz imitar o uobre 'deputado qae su
conserva callado.
..i ll-CJ:ll"i5') eite PMj^aor, nansa o vi n^m
teaito dasejo 4e preju-Jica-lo, nein fazer-lhs mil.
loa expor a ca
tazar aentir que me pareo ser. maUr*gi!ar ira-*
aquestao fjsse res.lvjJa en le espicial, e nao
por raeio de parecer.
Emam, para na> parecer que insisto por propo-
sito, aeix-a-ei at Je apreteuur u.n reqlerimeot-i,
-,','.-I,,''bre a P-il*, iaformacoas a dire:t)rii
geral de Initrac4o panliea.
(Ha qm aparte).
O 5n.'Usi.t.o Kso):Vivemos rt'am rgrmftn em
q'te as ittibrtM goveraim, e irto pass) por ist.
d'xar d curvar-rae a nwioria desia casa, veadj a
manifestada assnn tila claramente:
Di minhi pino ja O o ma dever.
O R OLIVEIHA PON :E A.-.9asten o pare
cer, e responle aos oraJores, qie oprejeie-
ram.
legal, _
O Sb. Olivrira Fo.vceca di un aparte.
O Sn. (usajao Libj :Tomo a liberdade de In-
terrogar ao nobre depuiad >. Em ambas as
pi>tiBso-, na> o acto faaJalo em arda
l.y-
jet : PerJiitte-nw pie
O Sr. Oliveiba Fo.xcj
ni) responda.
O Sr. Gushao Libo :-Nao rae proponho jal
e ir doi motivos que determibaram a demissa.
nos connecenl) por nenhama iuforma?iu, re-
Clin ama impress.) desfavoravel ao pelicoriario
ancfei da suspcu), qae contra elle foi prim i-
r.i nene decretada mediante o competente oro-
ies-o. r
Mis, seja ,^omi fjr, a demissai foi o
do exercicio de urna attrihuicio Isul, consagrada
no art.g) ib da le de 14 de miio de 183o.
O que noove, p>is, ds Ilegal e arbitrario, foi o
toque, recom leraqlo o da d;raiss., mindou
r'integrar o peticionario era sua nobre proflssi)
dim.gi.ieno ( aplalos e ni) apoiado*).
i fduianuaws |ue m itivam largiaaeote roin
con o sy-ln da le de
preexistente o que nao era,
uo artigo 25'
. que _
Kaiao heat0'.' "J'-*'! *#Wrwf
' TJe d'n.naio-ilies a poreeotagera qobdo a
mpateaio pr
resaltado
l-jgrac^o cj.itra 1853. Diu-ie como
jalijaoJo-se illegil un"ac.o qai Ven
a mus formal ju<:iHac.io.
Um Sa. Deputado : Leia a,p irlar!a que
uou a re a tagne*). '
O Sr. Gusuj Libo :Sl^ estet os leri'3
portara. Val-se v,ir c
inipplicavoi
orde-
da
(T^eaw-?e apartes).'
a approva- limites expressamente prescriptbs nesta
le.
dos

_ 13- Para irapr maltas ale 100#, e priao al
dbatt S? n'8U,araeDtJS 1ae flzer Pta.cxecu-
traro ** F'Cam revogad*! as 4MI^0IM em coa-
Arfc 10. Ficam
contrare.
revogadas as disoosie/jes em
Rio, !S de maio
reir da Silea,
teWl.-Thfoiero W. P.Pe-
d ^mn' camira dosftPut*a9f,> em 15 de tfMt

.-




-




Jermmo Jote Teixeira Jnior.
Joo Jos de Oiiveira Junqueira.
Francisco do Reg Barros Bairelo.
Dtmingot de Atukade Figueira, vencido
na forma do parecer.
Rodrigo A. da Silva, com voto separado.
Propesta do governo.
Profeeto da commtssSo.

Proposta do governo.
Projecto da eommistao.
PERNAMBUCO.
ASSEMB1EA PROVINCIAL.
SES3A0 ORDINAKIA-BM 8 DE MAIO
pasaroExciA do sa dr.aoiar.
t~A?0 idia. ,ei,,f cSmad acharam-se presen
teaosSrs J.deMelloRpga, Rufino do Almeida,
aS AuT' ^,rm,oD0 de Nnvaos. forrea d
wJXl' rJeS p"rftf' mT0 Vianna,'Barro,
vJK ry ^es Craicanle' P>to Jonlor, Ernesto
hSEu rent.m de.narv-'. dliveira Fonceca,
1Z Bdao'*valcir,,n- Aatonlo-Paniino, Agoiar Aa
f* friS^' H*-** ?* Oeir.f Andrade,
ih' r??,T01"1' ?1inVa J}b0- P^nambaco Fi-
Mr^Sde^r^1^^-^
JST *ie**' lna e ap>rovada '<>
O Sr. I' secretario da eonta do jfgnnle
_ expediente;
OfUcio:
JuL'S***H? do eove da proviaeia, trans-
SirfS 5r ?u a ,of"ri"aao "o chef; da re-
r!K daVDf1a9 Pricas, acerca das pelicoss de
Carlos Jo5 de Medeiros e Manoei aues Ferreira
A qoem (Si a requsfeao.
Do mesmo. remenea o o offlco da caara mu-
professor de instrac(o elementer Virgilio Vieira
da Gos a Pinto os seus vencwiaBtos do tempo em
que esteve Tora do exercicio da cadeira.
a, AS^ J' Du MELL0 REG0 :-W me arrepen
do de haver hon em pedido a palavra e Mo ad:ar
a votacio do parecer. Deste moda consigui lelo e
rriiictir sobre os seus fundamentos, flnnanlo a
opimaa de qae a sna approvacasotalvez v^nha fir-
mar um precedente rauito pre|ndi5ial.
i.. raieD.OT qaer p,recer d0 lia o pagamen-
to integral de um professir que por IrreguLrida-
de de conducta foi demiltido 1
Nao importa que se allegas o ter a demissio sido
dada com pretericao de foruwlas legaes. sem pre-
ceder a ella o conselho disciplinar; nao importa
que s-.b este pretexto fosse elle reintegra Jo. O
que convm averiguar qae esse prjfo.sor foi de
miina.j por filias no cumpriment) dw seas deve
res, que so por este motivo esteve roais de tres au
n^l8.,0 ,da,1?ai cad'ira> fl" nada juttilica o
pagamento feit& ao penecionarie qae por defeito
seu foi qae osteve privado de vencinUta
, P*re<*' p?i' ^ue a iJ dl> P"ecer tem o
nsoDveniente de extingnr os iMoniivos do boui
camprimenio de deberes parparte dos.profassores.
^IIIZJ"? sou,b?rein 1en5) Acara sem os
Z l TI*0* toi' 1 <'ae Pr fregalarida-
do de oondocta perder i^g^ dreito; que esforco
Sn. Mpilo llEcb;-E' dos t-rmni dttnrta-
na de reconsderacSo do'aet) qne v?1) q>ie ne-
gofio cao liquido, tanto qn mandn so respin-
sablhsar o tal prfessor.
(Hi um aparte).
O Sr. Mmo Rro) :-EiU perganta trac ama
certa mali-ra. Q que eu digo pe o idmmiifra-
-li?"? rec>nstu'erou o acto, reconhaceu bato
que navte-n falus, qte mand)u sabraetter a pro-
cesso o prfssor. "proco?so em virtale d)qaal
poda sor lomada elTectiva a demissio.
Lsi Sn. Deputado:Mas nao foi.
.0 sn. Mello Rbgo .l v que o qae ostoa
endonao 6 em desfavor de nenhn-na 'di's'admi.
^aT^DTo^Sa:So:5'5 =-/*
A vfsta -de-tas oonslderac3, eu no digo desde
a que re negu o pagamento, desfija apena" qae
e escamone bem a qjeslao, e que se resolva con-
ftirme a jostica. He parece qae este falta do pro-
fessor grave, mas ple ser qu a directora da
instruccao publica possa dar informaco s qe m<*
convenam de contrario.
O Sr. ViBinv de "Araujj : -N) sabo qa elle
ro suspenso pelas faites qae omnetteaT Com-
m-tteu filias que importar nn suspeo) por tres
mezes. r
O Sr. Mello Reco : -Q tizera eu conheer a
naturesa dessas fallas, o desejra qne a assembla
decidiese depois de bem averiguada a materia, e
estar a sua conviccao bem formada; temo o mo
precedente.
Era todo caso, o prfessor esteve dous innos
rora do exercicio, e portante a gratificado do
exercicio nao Ihe ple ser paga.
O Sn. Oliveira Foxcbca :Porqae nao.
O*. Mello Reg :-Pois ha de si dar gratfj-
cac,ao de exercieio a quera nao leve exercicU?
A commissao quer que ss pague integralaaente,
\ a,i1 qa8 mreiio assista ao prfessor a percep
cao_do ordnalo, nunca o tari ao da gratlicacao,
senao por nm favor.
Um Sr. DBruTADo:E' jasti?a.
O sr. Mello Reg :-Eu almi'.tiria que se fi-
zesse o favor em outro caso, se se tratas3e de um
nom faaccionario, que por motivo extranho ao seu
xeio e sohcitude, fotse privado de seus vencimen
tos; mas o prfessor de na se trata, qae ar-
arguido de falta, graves, nao digno deste favor
u &r. bosiiAo Lobo .-Tem incontestavel direito
ao ordenado, a gratificacao nao.
O Sr. Mkllo Reg :_q ]aota ao ordenado, con-
cedo que posaam haver motivos qne jaslifiquem
o pagamento, ae^.que duvide, e por causa das
ajxviiias oegujM o meu voto; mas, quanto
*, l||;aCa^ddP||damente nao deve ser paga.
Vi esse u-ojsor foi denittido da cadeira, foi
me a caua de tuUo por seu mo precedimento
,? ""Prti Q"'' castigo fosse rigoroso.
Um i*. Deputado : Ga*lig que nao Ihepodia
O S. Mxo Rnao :-Se nao poda dar, o que
O 9rt. TEXE1RA DE SA mpngoa o parecer da
commissia. .
O Sil. GUSMAO LOBO :-Sr. presdanle, quai-
do oceupavj a tribuna ornea nobre amigo, o hon
rado depa-ad > p?| > 4 dirlcto, e npngnava com
irreeftaavel vantagera o pirecr da commissao de
lasrrfejio publica ; manifistei em apartes, mas
de um rnodi ineomoteti, o meu juiz) sobre esti
luesto. Impresfois do debite levarara'me a
crer qie, ao prfessor di) qtem se traa devido
i oneaado cirretpondente ao tempo era que 33-
teve fora do exercicio por um aoto deraissorio,
na* nao a gratificado que. derendo acorapnnhar
pin gissu o exercicio, nio pola e-impelir quera,
por qualquer razio, nio exvctou o seu ol-
ncio.
O Sr Ouveira Fonceca :-Naoapoial.i. Concelo
ra^sn ll:encas com ordenado egratificaco ; aiada
nesta sessS) tflai sido aat irisa fas.
0 Sn StrsM.vo Lobo :Ta lceacas sfio um ver-
da leiro favor, uraa excepta i, que n) podera fir-
mar urna regra contraria qae se deluz da
let.
Nao tem ontra razai de ser a divUo dos venc
mentas em ordenado e gratn :a$n. Esta ni
devida senio pelo exercieio; f por excepcio
que a ple gisar o fonecioaario em seas impedi-
mentos.
Sorpreheade-me que sto se Qte coateste. E mi<
me surprehende que osta contestacio nos veDha
da nobre commissai, tio io'txharavel em invocar
cada patio o rgimen legal.
Se de nm favor que se trata, que possa ser
aconsellrado [isla eqaidade, dlscaiam-se os mo!i/- de-o coneeder. Nesta nypothese, correra nobre
commissao o dever da iuf >rmar nos sobre a natu-
reza e valor desses mjlivos qae a levan ;i pro-
pSr-nis um acto de verdadeira exep^o.
Mas, polo hm do parecer, nii um favor o sin
reconhicimento d< um direito que de'.erraioa o
proj eto da commissao.
O que curapre, portanto, averiguar se o pr-
fessor de q-iem nos occupimos tem direito ser
iadornnjjvio do? vencimeatos que perceberia c^
exercicio de seu cargo.
Antes que examioasse a miteria. paree?u-ii<,
oeste julo deix manifestado, que era todo ea#i
nai competera ao peticionario a gralifijad1-
l-osse ou nio legalramie deniltid), n5o Iba pode-
ria ciber a gratificacio que a o exrcicio da
direito.
E^ti primara impressao tioha ea recebido da
leitor do parecer. Mas, desde qae se mostra h,a-
ver. sido o acto da demissio rig)rsamente legal,
reformo em muito a aPnlia opinio. Nem grMIfl
cacao nem orleiad'o pidem com"pethvqaem e te
ve fra do exercicio por urna m^nsida exonera
Foi 35 e ?o n*hte poir me loBVaf W lllffllfao
s.i nicipal da v.Ha da E^da.ejn que faz urna expo-
icao dos negocios relativos ao sea municipio a'
commissao do negocios de cmaras
Do mesmo, remetiendo por cpi'a o oflkio era
anea cmara municipal desta eidade, nforid
asereado reiipemnenio do amanuense aposenlidf
daquella mu.-.p ,|,,iade Cani.d. de Souza Miranda
couto.A qaem tu a requisicio.
Pelicies:
De Martinho da Silva Costa, prfessor de ins-
iruccao primaria da povoacio de Propriedade, po-
dindo qne se marque na le do crcamealo proviq-
alI quta para aquella caJaira. a' eomuiMio
da fazenda e oreamealo.
Dos empregados do Aylo de Mendicidade. pe-
flindo augmento d h ?u vencimentos. A' com-
missao de ordenados.
De Justino Francisco re Assis, e-labelecido cora
cocheira de carros i aiugael cesta crdade, pedln
do um pnvneg o por 20 anuos, para estatel:;er,o
se dever esperar delles-em proveito do eosino f
dlal%la,iai qt,as' qaeMyeriiiOi Parios
documentos aan-xos ao parecer
ter r^/8 ,ue reloi?r. Pretexto de nao
,!fa t,P MitS i0 coos*"' descipiinar, mandou
dous ann.os de tmutao, foi condemnado a tres
mezas de sospensao.
Daqai so v queasfiltasdo protossior eram tae".
que o conselho nao Ihe le voo ero caou a interruoc i
do servico occasiooada pela demasi, e ainda ihe
inn.ngo, depois do quatro annos, mas tres meze>
ae suspensao.
,,2!l a a.m Profess<)F oestii condc5es qae a
eoraraissao de in..truccaa pnWica emende qae se
2 ?^y\0Veaci,ne?t08 ue PfJea durante a
deoi.-sao f I Da.te modo em vez de punir-sa j
omissao, preraea-se.....
l'ii Sa. DepofADo: Mas o pro/jsfor fol rein-
tegra io.
Outro Sr. Dbputado :-A demissio Ihe foi dada
ervrco do carros "de wc^tfSnZXZ ZT**"' ** Dbr f isse dadovirregularmeate, nio examinei a quesiao
nesta ponto, estos pelo qae diz eommissa i; mu
o que o rra do duvida qae o profeaor ttiffreu a
deraissa p r mal projoder; o pagar ao entrega-
do qae falta aos seos deveros, e pagar se-lhe V
vencimen os dorante e tempo em ao* Ha esp?va
a sua falta; nao sei.como isto a don fazw sera
se eslabelecer um precedente
Isto importa dizer aa ntoj .
de mefliT partido do qne o aje
Sm^Tam PW1 Mr aPP,csdo aos'estaleicl
S?d?rM,(,ae mik nft5e^itarem.-A' comrais-
*a0 de ornamento provincial. -
mSSk, a *"* o paroBor adiado da com.
mlsso de iBMraecio puolica mandando pagar ao
oao affl'mo. a reintegrado reparou o mal.
o Sa, ouvhra Poncbca :-Nio reparou.
presidente demutir um juiz de direito, flea repa-
rada a falta com a saa simples reintegracao?
O Sb. KoUO Reoo :Nao vem ao caso o exem-
pio ; e demais, o jaii de direito que esUver f*
do exercicio, nao percebe a gralificacao.
(Trocamae apartes).
O Sjl Mello Usgo,;O o,ae ,gratfisaco? A
retribicio pro labore. E juanJo o exercicio nio
w da qualquer que sm a caisa, nao ha direito
grai.ticdo-
iTroiam-sp apartes).
Q Sn Mello Reg :Enfim, i veio que a
queitao est muitobem amparada.
Um Sn. Dbputado Pela justica da causa.
O aa. Mullo Hsp/oi-Eai todo caa, quaato i
gratiioacao 'nao ha justica nennoma.
Comb ji dia^e, vejo qae a qaaslaa esra
auiparada, e escase tomar maistempo ca*a"
h.u.T^aT1 ?' em ,orDar Prl a 'd-
oste e Hzat* viohoncia a mim, fa'tinlo a certaa
considerares poras q08 maito aprecio, para aven-
turarme a estas ohiervagiJes ; quz assim or o
mea dever cima da taes cons.d ncas JiVve?
11??!? 8 bar,ar Qra mi" Prenden-e, emba
rajar estes e eairoi pequ a ,s favores..
. a^ P*0"!: H favo-es qae abren ore
J ?Z^ moi> a l^e'-es en Jaa ,e
diz qna*a qaast comrat., que ha direilos adiitl
m^J^ l!Efl0 :~Ponha sto que diz am.
ae ter appticafe t.u ensmuacao.
. I-Ah I fa/i
Nao era de presumir que, cora a pousa nesejsart.
ao estado da urna quesio, andasse o parecer ti)
encontrado eom as disposicoes da lei que r?ce a
materia. b
Invoco de ida li a anen'do (fa nobre commissio
para o art. 5 da le de tt de malo de 18o.
Un Si. Dbptjtado: antes desse prb, pule
ser demettido por urna simples portara i
0 Sr. GtJsaiXo Lomo : Por urna simples porta-
ra ; porque nio ? Ede o syslema legal; e wtt
tem sido a pratica inalteravelmente seguida.
O S. Corre i de Arai,>jo : Admiro qoo O no
bre deputedo sostente esta fbutrina.
O Sn. Gcshao Lobo :-Daveria maravHhar-se o
honrado deputado de qae seposst snsteniar o trano, tendose a let aos ollws, clara, terminante,
irapenosa...
Coovenha, para honra do sea elevado espirito,
que nao conhece o systeros da lei do 1856.
O 8. Correa db Abaujo :A-abo de a ouvir
ler.
O Sr. Gosmao Lobo:Em todo caso, conhoce-
mos nm e iratro o art. 23; o isto nos basta.
O Sb. Corre i de Aradjo :Contento-me em sa-
ber o qne se refere questao.
OSr. Gusmao Lobo:Poisbem. Por mas ex-
tranhaza qae inspire ao nobre deputado, este o
systemaJegal. Em quanto o prfessor publico de
mstrnedo primaria, nao cooquisia em cinco an-
nos da srveos o direito a vulfciedade, demi*-
teraente de processo. Sin s neote os que poda-
ra m adquirir dretto vitalrciedade, que nao po-
tero perder as suas eadetras senio por virludt le
urna sentenfa proferida no juiao creado pela lei
de li de malo de 1835, mediante o processo ah
estabelacido.
m i eilt invoca dispJspSes
ao caso, qu> Je nen!iun modo *pj.
dii roaiam^ftLir.
( Trocam-?e_ njuilos apartes.)
O Sr. GuflsiAo Lotto :Oanobres deputados re-
mvam_ argumentos j combatidos; n.-islcm no
qae nao podemais soffrer discusso. Negariam
o sol ao m 'io du.
Um Sr. Dsputado : Temos aprenlido com o
nobre deoutado.
O Sr. Gusjao Lobo :E' pr hre commlssi ?que reclamo a attenci^
O Sa. Oliveiba Fomcmch.:Para ouvir lor o qu.;
ella ja lea ? '
O Sa. Gusuao LoB.)"*Po4ia ter lido ; mas na i
lez segura nenta urna leitura me litada d'e;se do-
carnalo. E da qae nao exa-
mmou as dscuss que ah vejo iidicadas; h.i
entre o parecor o o acto presidencial .una certa
unifirmidade iiuanw faz suppr que a nobre com-
rais'o vio o assumoto'muto de passagera.
L io a portara (l);
O Sb. GsmXo Lob i (intarrrompaod i a leitura):
al aqai defanJe a pmaria o direiti coasliluido.
Sla reconhece, e eu com ella...
O Sr. Oliveira Fonssc. : Liia pira dianle.
O Sa. Gusmao Lobi :Doxi da raargam a cb
servado que se me susciim pa-a satisfaxar, e i
iconos n'isto, ao hnrala raambro de commissao.
Continiia a portara (<6):
O Sr. Correa de Araud :Ja v qia isto res-
pon le s suas davida-.
O So. Gusmao Loso : Cosbecomos.os fund-
montos da reintegrad> \ justo confroala-los com
alei. 3l estiver oa lei algama disposido qua,
oeste parte, qjoare ao prfessor vita icio o que
uaa o aioJa, ponan meu voto s ordena da no
bre commissi-o.
O Sa. Correa de Ar.vujo : -E o n bre deputa-
do nao cdnhece a I* i ?
O Sr. Gusmao Lobo : Confosso sem nenhum
cjistranglmento que nio guardo de memoria as
suas nunerosas disposicow.
O Su. Correa de Abajj .-Estamos, ealo, no
raesmo caso
O Sr. Gusmao Lob i :N ao menos o confes-
samos ; mas a nobre commissao, que era nos.-a
companhia lera direito um lugar houroso, nio o
fuer confessar.
Sai estes os artj., 108 e 100 () :
Como se v, tratan osmencioasdoa rticos das
iiraulaj doprocesso; oque na la tem para a
qiesiai. Da nenhum d'elles se pola concluir que
profossires nj vitalicios ni) poisam perder a
-uas c-ideiras ai ta) por virtude de urna sedtenca
e nu-diante prosessn,
.Nao podiam, p.is, taes disposigSos servir de fun
lanient) reintegrad) (apoiad-s). A portiria
monliu seas Dos; deu como provado o qae nio
provju; invocou disposicioes-aberiamente inappli
Civei* E a nobre coraraal\ for.-anlo-se ao ira-
balha de consultar a lei, vasou sobre este mol le
o seu elegante parecer.
A portara appella, em desespero de causa, para
urna excntrica combinad dos artigos citados
cora o art. 97.
Ora, o art 97, eslabelecenJo 03 cas s em que o
prfessor vitalicio poje perder a sui cadeira, nao
wmniila nimli i_,i|il Jj
I Je nos annos em gue-se Ibes dava menos de
quatro por cont, devido Isto diminuido oro-
resiiva que tam fado a recete da provincia.
Qi da. uboUa, que o8once*i ooBderacio da
casa, se depreheado a verdad do tfe tara ex-
DOstO. *
isse nriis. ann'a o'obV crn.raissio da orca-
, por-
r ..'f.flnrflDA l/k e
ceia^i diraiauiJa.4) qua
) iroMho sem-rantuoeradi)
jic:o om Jiscussao, naflgo
os empregados do eonoUR| >
arrecalacio di-Imposto des!.
Ja wmpinhia do e-goVo do-ti
asttd razies, e porqo; rilo ser;
verba marcada uo p/njart i
qaelles erapregatos, of-rece
ti& urna emenda a o f > d > arl.
qiatro e meio a porceniapom dos
eonsufads, que a'mesma que elles j percebiam
pelas leis anteriores, e pela do orcaincnto em vi-
go\
Vai a ma e apiase a segainte emenda:
Ao g f. d i art. 10.-Era lugar de 4 por cento
digai te. 4 f/s n r cerno -Wrjtm ayittimur
O MI. TLEXTI.NftO C.AHVALHO justifica e
ma ola a rasa a segante emenda:.
Suprima-se ao.| V do ari. 10 as-segniotea pa-
lavras-mcloiva-gratpfi--d) 1: 500g ao eon-
tnuo ToUmUno de GurcOho.
O SR. MELLO hEfi faz algnmas cousideragO-s
enj resposta ao Sr diputado kflno de. Almeida ;
a explica o motivo que teve a co:nms>io de or-
eamealo p^ra rediu.r a pO*H*geo os
angraeotava
se v no pro-
ietermraa, que
rcebjrio pela
o pagamento
le. Qae por
J augmentar
n M, elevando
Omoregidos do
gadis do contuladu, muivo que resultoii da qua-
a avallada ,,De per,| no orOitO oVlbe-
sourana provincial,
O SR. niTFi.NO DRALMEIDA faz anda lliumas
considarar;.ies eji susteatacii> do sua emenda.
oj:8H7j2
-
-
180:0004000
parte qae
Sem fazer-me cargo de justificar o svstema
lasto observar qne a le nio consagrou "urna arb
iraria distinecao. O funecionario que em einco
annos reveloa aptidio para o magisterio, e por este
modo se taz digno da vitalicielade, deve estar cor-
eada de garantas mas efllcazesdu qne aquello qae
entra a exercar ama nova pmlliso.
Si aos e outros gosam das masnias garantas, e
e-tao sugitos ao raasmo rgimen penal; o qu ex-
prime essa distinecio entre professore9 vitalicios
e nao vitalicios ? ( apoiados).
Outra distinedo nao presiabe'ecen a lei. Em
tudo equiparados, sraente n'esta
essas duas classas se Jiirerencam.
A preteadar-ia, como a nobre cora.ns-o pre
>nde, que unse outros soliente por sentenoa pos
>ami pfdOfos seus erapregos, a vitaliciedada fi.jj
sendo urna intil e frivola forraalidsde ( apoiados).
(outra nio pois, a questio sioao a de saber si
o prufessor tmha attiogido vitalicedade e g.isava.
por este ltalo, do direito que aos de saa clasae
conceda a lei.
Tioha ello 5 anuos deexeicicio? Os documen-
tos e o proprio parecer raspn lera fulrainantaraeu-
"~~a' L>g'ai)Sea-^ "inicio, poda o ques
tionada profesar ser demillido, iudepandant3raen-
bem te de um processo.
foi. por tanto, legal o acto da demisso.
( Ha um aparte.)
trata de un "prfessor nao vitalicio.
O que d'aqui iriflro, qae o autor da p:rtaria
deixou-se induir a erro, suppondo o peticionarlo
com direito vitalicielade quanls aindo o na > ti
nba adquirid^'.
E-ta jstica fac) a ao presilate da entio, com >
a nobre commiss) faco a plena juaka de que
nao leu o *rt. 97, nam o 108, nem o 100.
O Sr. Oliveira Po.vceua : E' desneces;ario
responder porapartes desde qae Ihe responder-
raes na tribuna.
O Sr. Gusmao Lobo : -Nao posso de entro mo-
do explicar qae a illustrada commissao, tratando
de assumpto lio de saa competencia, andsse ues-
te negocio em do harmona manifeia eom a nica
.intelligencla i que so preste a lei de 1855.
Sa. Oliveira Fonceca : Peco a palavra.
. O Sr. Gusmao Lobo :Sao de urna lei de hon
tem que se trata. Nos quiote anaos, quetan-
tos conta a le da 1835, serapre se entendeu uni-
formemente qae s e tmente o prfessor vitalicio
tem a importante garanta de nio perder a sua ca
deira sino por virtude de ama senleoca proferi-
da em processo.
Creio poder concluir, sem medo de ser n'esta
parte contestado, que o acto dedemisss decreta-
do contra o peticionarlo foi rigoro9amentente.le-
Visupor este lado a questio, poje a assembla
pr" Via I decretar pagamente de ordenado e gra-
tincado correspondente ura periodo de tempo
em que o pelioonario nio era empregado publico ?
Nao o pode nem o deve fazer.
Si o acto da demisso pudesse ser reputado |U
legal, exorbitante das attribnicflas administrativas,
muito outra seria aqoesi). Mas o oetic.onario
mterrompeu o seu exercicio por effeito de om
acto que tem claro ssseuto na lei.
Nenhum direito, portan o, Ihe pode assistr
vencimentos de que ficou legalmente privado. .
A discusso dea adiada pela hora.
Continua a 2* discusso do orcamento provin-"
Ence tJa a discuwfc VpprtwiVo'artiio com
as emenda. ~
Art. u. Aposentados e jubila-
dos....................._
E' approvaJo.
Art 12. Divida provincial :
l. Jiro e resgaie das a poli-
ees eralttid is era virtude do art. fcS
da le n. %]. de leis aa'leFi..res,
g-oardada a ordeno da antiituidade :
2 Dividas de exereicios fio-
dos..........................
E' approvado.
Arl. 13. PablicacSe e Imorea-
soas, inclutive a$ prestaciJs proe- '
meles da compra das' obra, db
q-te tr.ia a Ui n 831, e a eoofw.-
Cao do almanak, segundo o rl iO
da le n. 85................... IC:517#W
E approvado.
Vai a mesa o apoia-se a seguinte emenda:' -,
Ao art. 15-Accrescente-se a nnaotl iiec<-
saria para a compra de 2"W ejemplares to rotiro
da costa-do Iras pelo c.p lio de fragaia Vital de
Oliveira.G. de Drumm>md.
Encerrada a discusso o
om a emenda,
Arl. 14. Retlti(j3es......... 2:COOao
E a.ip'ovtdo.
Art. 15. Evanluaes...,....... 10:000000
E approvado.
O SR. G. DE DRMMOXD justilica a segrate
emenda : "
Accrescente-sesondo 400$ como aoxi o
allumno do-3. anno da ecola normal, loe trtll-
sario Hannho dos Santos C. de Pnimmoni,
Sao tambera apoiadas as seguinies eincndat
Inclusiva 200* por ura anno ao sllumno da
escola normal Gaspar Jiidos Reis.-.W/Io fego.,
Ao art. 13.Aecrescente-se-e 6t0j de gra-
tifl sacio ao escriva dotjhefe de polica o delega-
do da capital. *^
Encerrada a discuss) approvado o artigo Com
a emenda n. 3 e regelteda das primeirad.
Verifica-se naohaer nunero. .
0 SR. PRESIDENTE designa ordem do 61 r
levanta a sesso.
ari'g 'appTovado
da. pro-
frrente, fui po-
a da subveadatp
aho reson: '
f/i sibi,'e oeste
ea;
feta-p remira, ne n d-dia teoho respoail
de.bamfJesMs.ibj.enesu u-g.c)^^!
raent da grabffcado puro f4vor, ,direi m'al5|
um pstf k 0 Sr. ff. Cavalcintk: -Eu prtaca vi samaibu
te h imem, ato aei qaem ene *.
Outro- Sr. Obpctado : E*t
O Sr Gusmao Lobo : -Dosejo ser comprehenli-
a'. wao coafaaJp um acto legal com um acto
justo.
Ademissao poda nao sor motivada pala apre-
ciarlo mas escrupulosa das circnmsDcias, polia
nao ter assento em' fon ladas razSas de convenien-
cia ; mas foi em tojo caso um acto legal.
U acto po Jo-ser legal e nao ser justo, por qne
poje coofjruttr-sa cora as disposicSaj da lei que
om I pao ser moiivMte pelo exame mas
ojeoret. dao-circamsiancias.
fc OMVBWA Foxcboa :-Nao entando a dio-
^R. Gusmao Lobo :-E' qae nio tive a fortuna
^* domar baHunio-dar*.
Ati. 10. Arrecadado e Qsoalisado das rendas :
le Empregado da ihesonraria
provincial, iuclasive a graQeado
de 30vi000 ao oonlinoo .... 52:090*000
f" Cobraoca judicial conforme'
a le anterior........ 6:482*000
3." Oespexa judicial, inclusive
as gratificacoes do procurador da
corda e solicitador da fazenda na-
cil'nl ......... 5-O0iO00
| *.* bxpedieote e asseio da casa l:800*00o
5.' G atGcago de um serven
te, do earteiro e crrete da seceo
lo contencioso ......
6." Empregados do consolado
provincial, sendo a porcentagem de
4 Dr % ;.....
7." Expediente e asseio da ca-a
^ 8 Diaria dos serventes .
9." Emjiregaioa das collactorias
inclusiva 6 expediente.....
10. Agencia do fumo e bebidas
espirituo as, conforme a le ante-
rior ,M......
11. Fiscal d i imposto de buh-
los de loteras de outras provin-
cias ........ .
i 12. Aluguel de barrairaa ,'
PRFESSOR DE UTI^-rPor p uteru
tdencia da provincia, de-16 do torrente, .
meado o Si. Leopoldino Antonio da Fonceea, pro-
ressor publico da eadtra tfj latim da viJu-diiGa-
ranhuns, om vista do resultado doCiracoco.
GUARDA NAWNAL-Po portaras da presi-
dencia da provincia, da 16 de correte :
Foratt transferidos para o-reserva, devendo ft-
car aggregados ao bautttio, os leante? Jos
Affonso do Reo Darrue o Eresto Jore Fdlippo
fa*!1/ mii.'f.fr.il!" n"1,^*' 4" biWh*9,l *
Forara nomados par-ro-i batalhii) de infante-
ra lo municipio do Recife : 3 companbiv-te-
nerfte o alares Joao Goocalve Ferreira e Suva ;
V compaiilra-eapia ve linate Josd de Miranda
1* Sdva Fragoso, teneote o aUeres Jos ElesM
Borges Ucbi.
INSTRUCr.O PUBLICA -Por portarias do pre-
sidencia da provine!, de 16 do Crreme f
Foi exonerado, pwier abjmdom*o o-Hjtmr, o
prorssor publico interino da, p'-vjaeio* de Be?-
iconlo, Vicenle Nunes db Magalbaas ; sendono-
mealo para o substituir HyppoHlo Prelra da
Foram removidas as professofts paMicu das
caleiras : de Barreiros para a da fregosla de S.
Jos, creada pela le n. 1002 de 13 Jo comino,
Gracihana FelioMhM do Rogo Barros; de Catro-
b toara a da estrada dos R iberio*, creada peto tei
n. 970 de 10 de abril ultimo, Josphior Amalia de
Albuquerque Machado : de S. Benedicto em Ga-
ran! psra a de Venda Grande na Mnribeca, An-
ua B:zerra Cavalcanie da Silva Costa.
Foi dispensado o eturae Ue eapaetdsde para re-
r gratuiamente urna escota ooclaru na pevoa>
d; de S. Caelano da Raposa, o ruspeetivo prfes-
sor publico Galdipo Eleuterto Teixeira de Baa.
GYMNASIO PROVINCIAL. Comee* no da
lo crreme d recebimanto^o pensio dos alumnos
internos, meiopen-ioni-tas e externos do gynma-
slo provincial, do trimestre de jnrao a setembro.
ASsASSINATO.No districfo do Olho d'Agua
dos B-edos, do termo de Cimbres, no da Jde
ajinl ultimo, os criminosos de diversas uoorte e
rouboi Joeonira Marqi>es, alanoel Francisco, Jos
ReJondo, o escravo H.Tacio e outros deseonfteci-
dos assaluram axcasa de Antonio de Almeida,4o-
fschando neste diversos tiros, qne o Bzeram pere-
cer tros das depois, pondo-st era seguida em
faga.
ROIIBO E FERIMEN rOS.Na.moute de 13 para
14 de maio, na fazenda PtnMct, da freguezia d*
Alag.ii de Baixo, do tarro o 4e Cintre*, umgrupode
criminoso;, capitaneado por Joaqnim MarqM* e sea
irmo Manoei Francisco, os meemos do facta ani-
ma, asaltarara a casa de aotonio Das Loio.e
roubaram oit ceooa tantos mil re?, sendo 413*
en dinhoiro-e o resto era obras de i.uro, roopo
eneros, feriado para fsso lojmnoto i Antea
1) as e a sua tnolbar/CbegHoo a oaca logo eo>oa-
uida, um (libo de Antonio Das penagA os cri-
minosos, ferio eom om tiro i Joaquio. Marsoe
twn-'egunlo a prisin de Jos Gamos deC*f4e
Manoei Gomes de Siqutira, que finara parta4o
grupo.
-
2:100*000
80:0001000
1:500*000
1:200*000
4i:366>OW
10.000*000
800*000
96*000
........j^szzsz-*.*.*,.
pre
bem ojapaixoaado.
argtrmantaoio
^.^GsatSo Lobo : -Um ampio mostrar o
(ffa um aparta. )
? SR. Ceuio Lono :-Firaro"am profjasor qae,
2 VT >rr*.M*rHite de conduela iababillda-
2e.p?r/..,ni*t.-o. lgale justo-o acto
qmoderaite.
202:598*000
O SR. RUFINO D ALMEIDA diz q7a_o~pde
concordar com a nobre orarisso de orcamento
em que so diraina a porcentagem dos emprega-
dos do consulaJo : qua nao v julilkagio para a
dimmucao da meio por cauto, quaudo este assem-
bla, ha ppucos dias, Vctou o augraeote de 20 por
ceaio nos vencimentos dos e npregdos da tbesou
raria, argnmeniaado cora a r.e.-essidade de equi
parar os veoclmeatos daqu-illes empregados c im
os do eoasulalo : nao comprrhande como boje so
quer diaiiauir ap nlagem desta empregados,
quando a renda iterase* notevalrneute: que os i
empreados ao coqsulad), pireceudo primara
vita estar en raelbuei roadicoai do qate oo-dal
theaourtrii, fan n.i8 piores cucumsiancias pos-
s! veis quaudo e-to d M-n'.as, pois os neos ordena-
dos sao iasigmlreanies: eitao depeodoat'* di
maior on .menor arrecadacao d r-nd pubfia.
yae presooterente porcebem aJiwt qotatro o mai
ESPANCVMSNTO.-Nas proximidades do
de Cimbres, i 7 de mato, Man%1 Vilorta dto :
a e Lourenfo Jos-Betorra eepMcatoooOTdaaosoan
mente Manoei Coodeiro ; e, oessa raesma oeca-
siao, Manoei esravo de Antonio do Santoe de
Suizo Leio, espaocon a Maria Tbaodora-, logran-
do todos esses crimioosos p6r-se om fina
FRE.JUEZIA DE S TOSE'. Uoraderm tnWn
. iperial nos pedem parjt tembranr. niencia de ser, qaanto antes provida '"'Tinamon
le a sesuodi-^ilpira do sexo fameniao da fregoe-
zia de S. Jos, para nio conliuarem -s rasmia
a.nmnas que a- frequeolavam a estar som aula .du-
rante o impedimento legal da profosoera.
SOCIEDADEDOUS-DH JUtHA-A sociodade
n.vriotica bahiana Dousde Julko, teodo de festejar
o aaniversario da declarado da independencia de
imperio era saa proviaa; o preteMrndo faoMo
como de costura", riancaod'i di escravKlio a#-
gqris m-l z -, coovifa os iidrviifuo* frderesMdo
i>e apreseniarem no dta-ff- do corrjoje, pela *
horas da urde, ra do ferio di VirtMa o 4o
(amiga ra Ntid/?i-andar, levando as i^Mcttean
propostas acomponbadas da.wimtacooioo **.*
nhores e o mtmoe do valor pedido. -
No lugar competente v pobliono o aonuoem
do secretario da associscio sobreda materia.
MSICA N07A.-D.^8^fft.loaslll^fl|fap!llcas-d*
Sr.Aavedo acaba do sahir orna n!vi cempo-
sicao musical seb o timlo de ua ugjuhk soare
6 /---
I
VI
-
j
* -
r
t



por nao essaprofessori, go'ia por cenia, o eairoteajo M*qtomS^noto
o luanlo da ser.'ntaimi priceta a Sra. D. t potdtna, anqueta de Saxe.
JlIltY. Foi julgado Juvonlioo O-lilo Tivaros
ae Lyra, proounciado no aru 193 o aduje cri-
mina!.
F..i absolvido, vista das ro'pos.ai do efnoollto,
mas o Sr. Dr. jai: d dimito nwrpor arjwMoMO.
PflACA I>B PgDBO .-^omooW
{mm


-*.
>
tH&tio He Vvtftknibuco Seaumiji-tera M) Je Junho e 85-1.
ndtmos
das wguiut- itotus,
quem de dipeiio o
Algtius moradorJWfchpr94Md(lri>4!V-
J^^9oJa*o w,,n- Sr- &3Sal daregue-
** "sin lo Antonio, qOB.Uoee *nn vistas par* o
ijpefo ref)d8ata que- se 4 fajeado oo centro
Mua piafa; nem mrenla w]\ do Eipi-
nto&eu, n^ ^ pidioao-loUrarpuf mis um
MJ lfS. alvez VAV* prejuizo da sale daqueltes
roraWf 5. o grande fedrto e mlasnns que sem
aaquelle :o de podrido, pois -juanla bichara
val por \v moareodo, ao mandando alirar cora
Wtoootscsrameiio, e qualquei- hora do da,
oaaqalle constante monturo.
E' inerivel. e se venda ar-se-ha crdito,
(|e se commetta e consinta em seoaelh.mie abato
M amago de-la cidade.confronle um templo ^>
tado, e u'uma praga qae daveria >er a primeira
o limpea e ornamente.
Esperamos urna medida prompla e que nao
japaieM, aftro de toe 5o venbamos a sof-
**r mus tirde do lieriatri, que, segundo a opi-
*o doj mais distinta* oteos/aqu, ata'.aai Je
.ftefereoci.-i atiualles, que, orara en lugares im-
Mjros, corno inquestionavelraenle hije a praga de
redro II.
LEILAO.-Hoje elleetua o agente Martios o le-
Uo para completa kqaidagao w armazn de T.io-
nuz TWxtica Bastos, e diversas miudeza, jarro?,
quadros, pelhos graodas e muit >s outros artigos
skt oain cnit lo annuacio na columna do
-Uitas, as i I h >rw da di.
tt*.A' qu se acba a venda a (197.')
o Ja caa*lla-da Saeta Cruz dos Milagree
.fl ife o triia 12.
ElHOS. 0 vap r Mniilih viodo do
AraeajQ trooxe os*euntes :
Augusto tesar da Cunb, AOgelo Francisco da
Costa, Amonio Pairo do Carun Fano, Maooel
Glementmo Lope?, Joaquim Frrrelra Duarfc, o
naaes 'Francisco Ign.eio, ti pragas d>. polica,
10 presos de jusligt, 4 malheres dos soldlos e 3
ywinurio j* polica.
CHROMCA JUBIfiMRIA.
TRIBt \tl, lit Ui;i,AiiO.
SESSa EM 17 DE JU.N'H) DE 1871
M8SBftCU a JUUf. SR. CO.VSSLHKinO GAETANO
ASTUGO. ,
Secretario Di\ Virgilio Coelko.
A 10 horas da mauliaa preseutes os Sr.'. descm-
aargadure.-. GHiraoa, Querr, procurador da co-
roa. Loar rago Santiago, Almeida'Albuquerque,
?Ta' D,);n",?aB5 da Silva, Regueira Cota, Souzi
Leao e Frena* Manriques, abri se a aesso.
Passalos os fallos aerara-se os iulgameotos se-
grales:
mnRKs CORPUS.
De L'iia Antonio da Silveira Tavora. Mana-
ram pedir novaraunte informare-.
MCUESOS CRIMES.
Recrreme, o juuo de Jirel) do Buique ; re-
corrida M-uoeJ .gostinho da Silva.Juites os Srs.
otiargadore* Loureogo Saoliago, Domingos da
6iiv, Hegoeira Cosa e Sj^z Leo. Improce-
dente.
RecorreQle, o juz> de direito de Gjyaoua ; re-
corrido, Manoel Thom de Almeida. iaizaa o*
Srs. desembargad res Gitirana, Doria, Frailas Han-
riquef, Alraeida AiUuquerque.Improcedente.
Reoorraale, o juo die direito de Palmeira dos
iwhw; recorr 11, D. Zilinia Peraira Leite.-Jui-
zes os Srs. desembargadores Almeida Albuqner-
qae, Souja Lafo, Doria, Lourenco Santiago.Iu-
procedeoie.
ACQBAVO DE PETICAO.
Aggravanle. Juio Goacalves da Cruz aggrava-
t!aJ!n ~ es *"* e3e"b""idores Re-
|ue*ra Coala, Almeida Albuquer jae e Souza Leo.
Darn pro vi ment.
CONFLICTO DE JCBISDICAO.
BjjTpUtrano municipal e d orphqsdoCear e o
ae faraaotduda mesma provincia.Jujgaram cim-
plenle a lurisdicio do juiz de orphaos da capi-
APPfUtAgOKJ VEIS.
Do juih municipal de Ipojuoa,Appellante, Jo-
sa Praaciscj de Birros Reg ; sppeUado, Francis-
ca aunoel da Siqueira.Dasprezaram os embar
Do juizo municipal de Bituxit. Appellante,
BaUnazjr Lopes ds Lim ; appellado, Francijca
toriiro da Cruz.-Maodaram a nova vastoria.
diJ juizo maoioipal Ja Parahybs. .\ppKante,
. Joaquina Gomes da Silveira ; appellado, Joio
Jos de Alarida.Conflrmada a seoianca.
Dojuizo raunieipal do Rcife.Appellanles, oa
berdeiroi de Manoel Figoeira de Faria ; appella-
das, Maaoel Partir Magalhaes e lhos.Reforma-
da a sentenea. '
Appellanie, PrwoHco Goncalves Nelto ; appel-
lado, Maaoel Joaqaim Bapthu. Annullaraj o
proceaao.
AppellaniiM e appellados jantamente, Salvador
oWrSiqueira avalcante ; apoellado, Joaqaim Sil
vador Pessoa de Si^ueir Cavaloante. Aonullaram
o twto aa/ulha 3i verso. Inclusive em diaote, a
maudam fue os embargos s^jam remettidos para
este tribunal, uoico competante, para seu conheci-
ment.
Appellantc, Jos Antonio Mor,eira Dias; appHa-
do, Dr. Runo Aojasto de Almeida.Reformada a
seaH5. |^.
Appellanta, Feliciana Mara Olyrapia; appellado;
Jos Ferreira Coelh).Da^prezados os embargos.
Do Juizo de ausentes do Reaife.Appellante, o
juizo ; appella*), Maooel Buarque de Gusmo Li-
ma.Conflrmada a sentenea.
Do juiao muDicipal do Aracaty.Appellant, a
cmara mufiicjpal; appellado, Antonio de Maura %
Silva.Confirmada a sentenea.
Da juizo municipal de Cinaragibe.Appellante,
Recarte Alejandre ^andeira ; appeHalo, Atrtonio
FraQci>co Bolla.Coallrnnda a senteoga.
Do jjiizo municipal do Rio Furmoso.Appellan-
te, Tljoraaz Bandeira de Paria ; appellado, o juizo.
Conflrmada a enteoe,.
De Jttizo municipal de fpojac.Appellante, Jo-
s Lou.-enco da Silva ; appellado, JoSo Mauricio
Cardoso.Dsjrezados os embargo?.
PAS8AGEN3.
Do Sr. deseaAargaJar Giflrana ao Sr. desemV
bargador L< urengo Santiago:
Do jatea aaaicipal do Recie. Appellante, a
Santa C-i-a di Misericordia; appellados, os her-
deiros de Jos da Cuuha Teixeira. Appellaates,
08;heraViros de Francisco Aitonio Daro ; appel-
lada, a Santa Casa de Misericordia. Do juizo'de
Macei. AppeHanto, o Juito ; appellado, David
Gimes rfa-Costa Leite.
Do Sr. deftmbajgador Lonrenco Santiago, ao
Sr. desemuarg,idor i\lineida Albuquerque :
Do jdry de Poiquiin.Appellaote, o jurzo; ap-
pellado. Uoniogos Gome de Aguiar. .Do juiza
mujiicipaldo Gfto Appellantes, Mmoel Pedro
do Reg etua roalher; appeJIados.'Muwel Joa-
quim e seo fllhcs e oolros.
Do Sr. df'embargaior- Aimaida Albuqaerqae ao
Sr. desembjrgijjr D^na :
AppeUacao crtmeAppellante, o julio ; appel-
laio, Joa) Gonciilves de Oliveira.
Do Sr. doijembirgador Doria ao Sr. desembar
gaior Domingues da Silva:
Dj juizo municipal de Birreiro*. Apoellante,
Paulo da A~i irim Salgado'; appellado, Francisco
Cavalcaow de Albuquerque MaranhSo. Di juizo
nwnieipal do Rio Fprraoso. Appellan!?, Gabriel
Antonio ; apellaio, Jao Biptista Paos Borreti.
Ao Sr. desembargador Regneira Ofa:
Do-juiz) nuaic.ptl do R.?cife.Apellantei, Joa
qutm RibeTo de Moris oatrM ; apfellad-js, Ma
noel Pereira Mag libaos e outros.
D) Sr. desoinbargador Domingues da Silva ao
Sr. dese.nbaigador Regueira Costa:
Do jury di G>inoiuhi. Appellante, o juizo ;
appella lo, Mino*! Antonio Gomes. Do juizo mu
Bicipal do R.-cife.Appellante, D. Cesara .'tnbre
de Gumo; appellado, o oaajor Antonio da Silva
Gusmo.
Do Sr. dosembargador Sonsa Leao ao Sr. des-
embargador Freitas Heariques :
App4llaSgts enra* Appellante, o promotor ;
appellados. Maooel Jovjuim de Mello e outros. Ap-
perK j '1IZ0 VJHad.i, Antoaio da Costa.
iro sr. dejemb.raador Freitas Ilonriques ao Sr.
des?mbar Da jury dj Pedrai de Fogo.-Appellante, o jul-
io appedado Manoel Murieo Freir. Do jury
Inf- laMGl""1'?8-Appellante, o juizo ; appellado,
Sfi. i ,.<,r"1 DJoryda C.ruard
-Appellante, o julio,; appellado, J0S Alexandre
Gamboa D> jury da Taliia.-Ajpellanle. o juizo;
appellados, 4i>se rerreir L ma e outro. Do inrv
de Tamboril.-Appellaut, o juizo; appellado loa'
Pereira de Oiiveh*a. -Conflicto de jurisdiecSn' d ,
juizo mioieipa! do Ree.f^.Ap'pellada, D. Clamen-
tina The lur.i di Silva ; appellante, a me
dora da irmandado Je floss eihora da-i Fronte-
ras. Coiiflw.o de jurisdiccSo entra os Junes de
direito fa primeira e seguida vara do Recife.
DELIGRXCIA CRIJt.
AoSr. deseraoarg*dor promotor da iustica:
Do j y da Pa> d'Aii, ..-Appellfata, o juizo; ap-
pellado, Vicui-.e Pereira G incalas. *
Do jufy.'Ja V.cl-ina.-Appeiianre, o juizo; ap-
pilado,-lIlBoel Goofilvaa do Nacinenf eot-
tro.
ApaaHte, o juiao; app^laJo, arh rreir*
da LonceiQao.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaqulm Gomes
zarra.
Assfiou-aeMia para julgaraeato dos seguintes
fetos :
Do juizo municipal do Recifo. Appellante, o
Bario de aa ; appellado, Jo- Jacome Taseo.
Do juizo municipal do Acarao. AppelUote?,
braneisco Jos de Almeida e oiyro.
DESTRiBUigAO.
Ao Sr. dpembargador Guerra :
Do juizo municipal do B)oito.Appellante, Ale-
xandre Bezerra de AH>a*uerque Barros; appella-
w, Joaquim Jos do Fupirilo Santo.
Ao Sr. deseabargador Loareoco Santiago :
Do joio mnaicipal de Olmda.Appellante, ba-
enarel Cbrystuvio Xavier Lope* ; appellado, An-
tonio Praneisco Alvos.
Ao Sr. desemhargador Almeida Albuquerque:
Do jmzo municipal do Recie.Appellante, Ber-
oardino Jos Leito ; appellado, Maooel Goncalves
Ferreira e Silva.
Ao 8r. deaembargador Souza L"o :
Do juizo municipal de Seriohaem.Appellante,
Caetaao Pereira da Costa ; appellado, Jos Teixei.
ra Lima
Por substituido : ,
Ao Sr. deaeotOargader Domioguaa da Silva:
Do jmzo municipal da Forulea. Appellante,
Marta Anglica da Silva ; appelado, Jacob Canos.
PECOaSOS CRIMES.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerquer
Dj juico de direito do Poinbal.-41eeorreQie, Mi-
nervino Alvares Affonso ; recorrido, Luiz Dantas
Je S Cavaiaanle.
Ao Sr. desembargador Doria :
Reeorreute, o juizo de direito de S. Jos de Mi-
pib ; recorrido, Cladwo, eacravo.
AGORA VOS DE PETig\0.
Ao Sr. desembargador Guer a :
. Aggravanle, os Martina Alve ; aggravado, o
juizo.
Ao 8r. desembjrgador Lourenco Santiago :
Aiigravant*, Salustiano Augusto Pimeota de Sou-
za Peres ; aggravado, o juim.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Aggravante, Jos dos Santos Neves ; aggravado,
o juizo.
Ao Sr. desembargador Doria :
Aggravante, D. Rosa Francisca de Souza Coelho;
aggravado, o joiz>.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva :
Aggravanle, o Baro de Marcos; aggravado, o
juizo.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Aggravante, D. Francisca Seeundina de Mello
Moniarroyos ; aggravado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Souza Lelo:
Aggravante, Luiz Antonio Pereira ; aggravado'
o juno.
Eucerrou-se a sessao a 1 hora da larde.
vifas-en para porda fcflempo, sera proveilo para'
luHi *' 6 tDlCl mUm Plra p3bre numaai"
Barbieraslhma marinhamolestia de erylal
- tnchncao dot nebros e V Iniios^hyirpesia
myeme agudt anaearca molestia da India
molestm datrica de assacar rluujiMtismo
agtutabenbcri, emflm, dividida e au,bilivdlda eip
dinvrentea esnecies pelos mdicos raSdetaos, *ao
sao os nomea Jado* terrival Wfermidade de1,
de queoos temoa occipadn, e que mf.liimeab
lem reinado na casa de detenrao dasu cidade, :
reinou em 1866 oa cidade da Babia. -
Pouea importancia nos merece a nomenclatura
dada a esta epidemia, .porque era couss alguma
tera ella a( hoja servido para conhecer-se as .cau-
sas desse mal.
Seguimos neala ponto a opioiao do grande
pratieo d Bombay, o Dr. Morehead. Nao se
perca lempo com estas questSjs de palavras: ris-
uuem-se todos os pomas da ios esta enerrai Ja-
le l nao le cliameraos heriberl, palavra cuja ori-
gera se desconhoce, qiereado uns qae seja ndian-
na, outros que atabe, e outros que africana :
-teera-l he am outro nomo, ch amero I heonoi-ir-
ca aguda& at mearan onri*mem-aa de anazar
ca da prisSis. Nao se parca lempo ; estada ae
as causas do mal, e os tneios de o cotnbater.
Em outro artigo nos oceuparemos da beriberi
apparecida na Baha, sob tres formas observadas
por destinaos mdicos, e brUhatUemente deteripla
pelo Dr. Sita Lima, destnelo a talentoso medico
daquelia capital, oojus eacriptos i ratpeo tao elo -
mados foram por iiotaveis mdicos da Prnca.
Recife, 16 de jimbo de 71.
AO PUBLICO
RESUMO DO BALAjNGETE DA RECEITA
E DESPEZA DA GA.MvRA MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE ABRIL DE
1809.
Rxkkcicio de 1868 A 1869.
Receita.
Saldo do mez de marco pr-
ximo Ando.............. 2:9I8>762
Receita arrecadada do mez de
abril................... 9:4515006
12:369,5(768
Despeza.
Importancia despendida no
mez de abril............ 7:0090187
Saldo que passa para o mez
seguate,................ 5:360^281
12:3690768
PUBL1CAC0ES A PEDIDO.
Beriberi.
CContinuaco do n. 139.)
A etiologa (parle da paihologia, cojo flm o
conhe-cimento das causas das molestias) da beribe-
ri anda se conserva as trovas da ignorancia, ape-
zar da dedicar"d iafatigavel, cara que Ilustres m-
dicos, de quasi todas as nacoes cultas, se tem era-
pregaJo no descobrimento das causas desta terri-
vel epidemia. *
Sobre este assumpto nada adiaotarara at hoje
aotaves mdicos hollandezes, inglezes, francezes,
que a tem observado e estedado em varios pontos
do globo.
Succede com a beriberi, e que ha succedido cora
o cholera, fabre amartilla e outras pesies, qup tem
assolado a bumanidade. A ignorancia quast com-
pleta de suas causas : quando muilo, suspoitas,
que 3e destroem fcilmente.
Esiao boje uuiformas, os que com al ten cao tem
eslodado esta molestia em que, o mal provm de
aheracao do saague ; mas qual seja essa altera-
Cao, de que naturezs, e era que propjrcao : qual
a parte componente deste agente da v.da, que
alterada : iuaes as causas productoras desse phe-
nomeno ? Eis al onde nao chegaram os incessan-
les esforcoa dos lidadores da sciencia medica. Oa
trevas ou duvidas, quando a luz parece querer
apparecer.
Um escrlptor aotavel diz, que eliologia da beri-
beri a parte m&is obscura, e por conseguate a
mais importante da sna historia.
Assignala-se esta molestia eomo propria tio so-
manto do clima da India ; entretanto ella se tem
raaaifestado em rauitos outros pontos do nosso
globo, a ltimamente nos Estados-Unidos, e no
noaso eonlinmtp, entre populacdes que neohuma
aloilade tem com os habitantes daquelle paii.
Tem sido observada no golpho de Bengala, em Ja-
va, Sumatra, as Moluccas.no golpho Prsico, em
Malaca, na GosU d'Africa, especialmente entre os
Cairas: as possessoes inglezas, hollandezas e
francezas : anual em differentes pontos da Ameri
ca do Norte e da da Sul, como seja na Babia e
ltimamente entre nos.
Nao se ple, pois, aitribui-Ia especialmente ao
clima, denominando-a, como algn) mdicos, de
molestia das regles tntertropicaesporque ate-
mos visto apparecer em outrag regiSas oppostas, e
a -em navios que, havia rauito lempo, estavara sob
a iufluencia de altas latitudes do sul. O dominie
geographioo deste mi muito extenso.
Tambera foi atribaida aggloraeracSo, ina-
Co, ao viciamento do ar, m e deficiente li-
raentagao : entretanto este mal faz explosao entre
populaqdes fra inteirameote destas condiQSes,
alias mais proprias para o dasenvolvimeuto do ty-
pho do que da beriberi.
Alguos me I ees Ilustres, abalizados praticos,
como Franquet. proeuram a causa deste mil na
alirnenlacao parlicular dos Iaiio?, e aitribuera-no
ao uso exclusivo do arroz cosido em agua e sil,
alimento nico da tres quartas partes da popula
Cao da ludia.
Dizem elle, que a falta do azeto ftaz que entra
na composicao do ar atmospherico, e de quasi to-
das as materias aniraaes e vegetaes) que nao se
contera no arroz, se nao em dirainutissima quan-
tidade, concorre para a alteraja) das materias se-
lilas do sangue: e bazeam a sua opniao as expe-
rieosias feia por Mgsniie em cias que elle sus
tentava somonte com arroz, fe que vivam qaando
muito 15 dias); e as aitestac5es dos medico*,
qae obserraram o mal 4 birdo dos navios fran-
cezes, e qua dizem, que a epidemia appareceu so
mente naqueiles que, por se baver acabado os
gneros frescos, foram toreados a alimentarem-se
cora arroz e outras substancias da mesma epece;
ao passo qaa f iram poupados os que, por sua po-
s-co burdo, ou por lerem tomado camellas
antes do inbirqae, nao se acharara collocados
oas tristes condicfles dos affectados.
E-ta opinia>, porm, contestada por outros
Tactos. Este mal appareceu, e tornoa-se epiderai
co, entre populacdss qua este respeito estavam
as melhores condicSos; fazendo constante uso de
alimentos azotados, como carne de vacca e de
outros animaos, leguraes de vanas especies, e de
bebidas aicoclicas, etc., etc., etc.
Acreditamos que as condicSes descriptas pelos
citados medico* eomo causas da molestia, api as
uodero ser-aJiniltilas carao cansas prelismonen
tes ou adjavantes sirapleameate; e assim peosam
granlea praticos.
Portaoto, concluiremos este ponto, ostentando,
quo as cu*as da beciban ainda esto desconh^ci-
Jas; ladeando as trevas os medicas que andam
sua procara.
Q laoto ao nome dado i esta molestia, grande
ceieu.-na se bmotou entra os medien que a tem
estudaJo, e aiada hoje di lugar 4 polmicas e du-
0 delegado e o subdelgalo do termo do Cabo.
ou alguem per ellas, respondem ao communicado
do Liberal de 15 do correte, com relacio a po-
lica do Cubo;que, antes consnliar com um solici-
tador rabols, do que com nm baoharet analpha-
beto, como tal reconheddo por todos.
E pede-lhe quo publique os despachos e os
lacios, que deram lagar ao seu communicado ;
nao minia, cont a historia como se passea; qoe
o publico licar sabende que mais anafphabeto
se as autoridades do Caito ou o publioador do
communicado. Pobre animal, condoe-ne a !>
inepcia I.... outra vida 1____pouroJ). Tenorio.
A pronuncia do pretendido e-pam-ador de Vi-
cente, foi proferida de aecordo com e parecer do
Dr. promotor publico, e oavida a pessoa, que eal
cima do noticiador, quanto o co est da ierra,
era roileria de direito.
Os R. ll., que diz andam sollos, sao Basiano de
Magainaes ^stro, capio Jos Horacio Paes Bar '
reto e JoSo Jos de Pigu^iredo Jnior, que eslo
pronunciad-is em crime de ameacas.; cuja pelicao'
de queixa faz vergonha ier te; assim o dineram
varios bochareis que a vi ram ; oor ser una cal-
za da ubreia, tem todas as coras ; isto ; um
catalogo dos criaos ; e no entretanto tem a inep-
cia de fallar em analphabeto; pobre sandeu ti...
Os can tos do Cabo e Escada que digam que n
este bixo de nova especie humana...
Estes re de que cima se faliou, requereram
lianga, esta est arbitrada, fallando apastas os
ltimos termos; e interposeram recurso para o
Dr. juiz de direito, qoe anda ojo foi decidido :
n i entretanto quer o mono jurisconsulto, que al-
ies sejam presos sera mais formalidades, do que
sua vontade caprichosa, fundando se no aviso de
28 de setembro de 1860, que alias nao ple vigo
rar no caso verlente, pelos avisos da 12 da julho
de 1865, que reviveu o de 9 de agosto de iSii,
este em suas palavras diz que nSo pode o R. ser
preso, ainda mesmo pronunciado, nos crimes affi-
angaveis logo queofferecer llanca
U diz que liberal ? II.. a quer que se prenda
sera ser em flagrante, e os outros que estao tra-
tando de sua lianca 11!.... Brasitiano e seus oom-
panheiros sao seus correligionarios.
A raoc de qoe trata, no facto horroroso, j foi
pelo delegado tenente-coronel Jos de Maraes, En-
tregue ao Dr. juiz municipal e de orhdot, e elle
que Ihe responda.
Fqua sabendo o jurisconsulto mono, que cora
relaca) a Basiliano, o despacho que mais o ma
guou foi dalo com o parec&r do Dr. jaiz de Direi-
to ioterino.
N) estamos dispostos a entreter polmicas com
semelhante B..., pelo que fi |ue oe ti (jae na>
Ihe daremos mais rosposta ; tanto mais quauto
nao asignou o seu neme para ftcar bem conheei
do dos qne o nao coobece.
Villa do Cabo, 16 de junho da 1871.
O Cobista.
Segaras contra-fugo
t?OMPANHU
Capital.
Puado de resartu .
> RA OA GROZ
PRAi;.\ DO ftBCIPE I7DE JNIJO DE 1871.
Xf 3 4/1 HUKAS OA 7AIIDS.
Otor* 0faeiMO
Algodao de Mosaur511 ra. por kilo sera iusoec
C-lo (hontam). ^
Cambio sobre Portugal 90 d|v 118 0i0 de pre-
mio do banc >.
Descont de letras 8 e 9 0 ao anuo.
U. Slepple,
Bresideute.
-P. J. Pinta,
Secretario,
ALFANDEGa
deodiaMmto dodia i a 16. .
idem do di 17.....2
3a:i:397a802
10:i8.1*I8l
333 8804983
novlsueato 4a >
volotaes entrados com fazeada
<* com asneros
/oinrnes
sahidos com fazendas 168
eom genero?. J08
402
476
Oeacarregam hoie 19 de jnnho.
o 2S* aaiericnA Tebbetlaboado.
Palaajae inglazZtngari carvao e ferro.
Patache amerieanoKe*uul>eck varios gneros.
Baree. aaglezA D>iphi -idem.
Escuna mgleza/fydroatt-farioha de trigo
Barca luglezaW^rmionferro*.
Brigqe iagleWiW iTaca-idam.
totfackos 4e exportafo no 4ia 16 de
jimho
No brigue portuguei Juli'; pasa Li.-boa ear
regaras : .amonio Luiz Perreira Luna t garrafo
com 13stfcos da agurdenla; Carvalho.A Nogaei-
ra 200 taceos cora 15,030 kilos de assucar masca-
vado.
N barca portugueza Flor de S. Simao, para
o Porteearregou : Praoowco Joao de Barros Ja
mor 1 xa i duzias da garrafas cosa 10 litros de
oachac, 3 14 da barricas cora 91 kilos de aasu-
car bfanco, 1 dita de 1|5 eom 39 koe de dito, I
caixa eom 60 kilos do doce de goMba, e .4 barri-
cas cora 31 kilos de caf.
No brigue n wueguense Uonseroation, para
Cronstad. carregaram : Keller 4 C. 240 saccas
com tV,fjS3 kilos de algodo.
No brigue portugus Unao, para o Porto,
oarregou I Soaras Prunos 636 saceos com 64,500
kilos de assucar masoavado e 33 ditos com 2,475
ditos de dito branco.
Na barca franceza CiUgnij, para o Havre,
carregaram : Tisset-frerea 4 a 1,985 couros sec-
eos com 23,820 kilos.
*GCBBE0ORIA DEPRENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
lendimsnto do du t 46. 30 3584528
claro a auerlora da sua MJacia coaltfp
de 27 de maio Ando dal^L do docorneuto re-
ferido de folbas 2. .NoqBD cpradores fis-
oaes aos crores flabb Sclnmettau G
autores df |>elt<;5o de /oiras 2, pregaran)
juraraealo mando qua imraedi lame oto su
proceda a inveniarij dos bens, acto em qoe
QOtnearei dep )sitario interino, se coovoqem
6s credores para que nomeem, as II b/>r5
do dia 20 deste mez na s/jla d'is audien-
cias depositario nos termas do ait. 812 do
cdigo commercial, e por edilaes se pub-
iue esta eoteoca. Pagou as casias pela
massa fallida. Recife 14 de junho de 1871.
Sbl)8ti5o do Reg Rarroa de Lawrda.
E para qoe ciegue ao conhecimeoto de
todos maodei fazer o presente edital que
ser afliaado nos log.rea do costume e pu-
bl cado pela imprenta.
Recife 10 de junho de 1871.
Eu Mjnoel Mara Rodrigues do Niscimen-
to escrivao o subscrevi. Racife 15 de junho
de 1871.
Sibqslio do Reg B. de Lacerda.
frseccao.-.ecretaria da presidencia de Per-
nambuco, 17 da junho de 1871.
Por e-la secreuria se faz publico, deconforrai-
dadeftum o disposto no art. Io g Io do decreto r.
MUJ8 do 5 de Janeiro ultimo, que a serventa dos
offlcios de escrivao do crime e jory, oiecuc<5*!,
residuo e capailas do termo de Sariohiem, con-'
eorreu apenas Chry-piniano Buarque da Macado.
Adolpho Lamenha Los,
Offlcial-maior servindo de secretario.
DECLARACOES.
dem do dia 17.
1.0354748
31:3944276
CONSULADO PROVINCIAL.
iendimento da dia 1 a 15. i47:5249
dem do dia 16. .... 3:7904651
Ma do Cato.
Jeronymo Feliato da Suva, responde ao noticia
dor do Liberal de 5 do correte, sobre a epigra-
phe Espancamaato que mente descarada-
mente : _
1.* quando diz que foi espaocado as il ho-
ras do dia Vicente de tal, komem pacifico.
2.* quando diz qae o delegado se acbava pre-
sente ; porque dando-se o pretendido facto as 9
horas do da, o delegado s chegou aqu as 9 e
45 minutos no trera da via-ferrea, e s sobe do
pretendido facto, quando Ihe fui apresentada a pe-
tiCo de queixa. -
3.* Que qaando se fea a publica cao do Liberal,
ja aquella delegado tinlia-o pronunciado, com da>
la da 3 ao correte,
4." Finalmente, que o abaxo assigoado bau
conhecido aqui, nunca foi espancado por ladro
(segundo diz a voa publica) e era lam sido safra
por muitas vezas por ser insultante e audaz; ou-
tro tanto porm nao pode diza-lo Vieenie de Sar-
ros, qae segando a voz publica indigitado nos
tactos cima.
Nada mais.. Tenho respondido ao tal noticiador
ou antes ao grande sandeu calumniador bem co-
nhecido pesia villa e em outia9.
Fagajs aos honorario dos processos e causas
perdidas e utas, prouiotia a intriga e a discordia
no foro desli tilla, t entre seus habitantes; mas
ndo calumnie a ningtum, nem lance sobre mim o
que Ihe perlence....
Cabo, 15 de Janeiro de 1871.
Jeronymo F. da Silva
512 -DOENCAS "CUTNEAS DOS TRO
PICOS.NiS paizes quemes a pellese.acha
estimulada a urna a;c5o excessiva, e dabi
resuliaai urna ioGoi lade de molestias cota-
Q813. Prorido, oa ama constante comich5o
externa, sem grande inflamrtvcSo apparen-
te,eropc5es escamosas, espiabas pustulosas,
borbullns, d'agu* brotoejas Rosela ou sa-
rarapo falso, erapcs sa snginoas herpes,
empigens ozagro e ebullic5es em pigeposas
de qusi to us 3 especies e cores, desde
o rosado desmatado at ao mais .escuro
carmsim, p>dem ser mencionadas neste no-
maro. Tjdas estas enfermedades, assim
como todas as eropc5es exteriores causa-
das pelo calor, s5o prompta e seguramente
removidas mediante o uso da Salsparnlba
de Bristol, o mais salutfero e precioso de
todos os detergentes vegetaes; o ventre
dever conservar-se livre e desembaracadu
usando se das pilulas assucaradas de Bris-
tal, conjuntamente com a Silsapirrilha.
151:3534609
PAACA DO RROFE
bm 17 dk roimo na 18W as 9 horas da tardi.
RlV1MT.4 Eli 1*41..
Cambios.Saccoi-se sobre Londres de 24 X a
i'i 3/8 d. por. 14. S -ndo o total dos saques dorante
a semana de 40.000.
Aloodo Vendeu-se o de Pernambucoescolhido
e regular de 74300 a 74600 por arroba.
Aanoz.O pilado da India vendeu-se de 24500
a 3J600 por arroba.
Azarifc-DocBO de Lisboa vendeu-se a 24700
por nalo.
Batatas.Venden-se a 34 a arroba
Caf.dem de 54600 a 64200 a arroba.
Cea.dem de 24 a 34500 a libra.
CmtvEjA.dem de 44000 a 84300 a duzia de
botijas ou garrafa*.
Kbrosknb.Vendeu-se a 64000 a lata de 5
galoes.
LotcaVendea se a ingleza ordinaria a 240
por cento de premio sobre a factura.
Ma.nteiga. A ingleza vendeu-se a 14000 a
libra e a franceza a 8 MassasVenderam-se a 84 a caixa.
Oloo-ak linhaca.dem a 24200 o galao.
Pasbas.dem a 44200 a caixa. ,
Presuntos.dem a 164 a arroba.
Qukijos.Os flamengos venderam-se a 24600
cada um e o prato 800 rs. a linca.
Sabao.Vendeu-se a 170 re. a libra do ingles.
Tocinho. Vendeu-se o de Lisboa de 124000
a 124-500 a arroba.
Vinagrb.O de Portugal vendeu-se de 1I0 a
1154 pipa.
VinhosOs de Lisboa venderara-se de 2004 a
2404 e os de outros paizes a 1904 a pipa.
Vaus.As de composicao venderam-se a 560
rs. o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulou de 10 a
12 por cento ao anno.
FrbtesDo algodo, carregando neste para os
portos de Liverpool, a vapor, a 5/8 d. e 6 % o do
assucar de 17/6 a 15/, a vela.
Deposito apecial deinstuego.
Tendo-se de contrariar o forneeimeoto de ca
pim, arello, mol e miiiio pora a cavalbada do
mesmo deposito no 2- simastre da julho a dezem-
brodo crranle anno, convido os seotiorej qu
quize-em sa propdr a fornecer os geaeroj cima
indicados, comparecerem na secretaria do refe-
rido deposito no dia 20 s 10 horas da manla,
com anas proposite fechadas, adverlindo que, o
capira ser pelo pre^-o de cada kilogrammo, o mi-
Iho. mel a arello de cada litro.
Qaariel ao Campo das Prinoezas, 18 de juRho
de 1871.
Jos Joaquim Coelho.
,______________________Capitao commandante.
Pelo juiz de orphaos do termo de Olioda vo
prar; no dia 19 do corrente todo gado vaceura
e cavallar perlencente ao espolio do finadj Anto
nio Joaquim da Almeida Guedes Alcoforado, bem
como carros e mais pertences de coeheira, cuja
praij ter lugar na casa em que resida dito fioa-
do, a i hora da tarde.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia ti.
Aracaj e portos intermedio* 24 horas, vapor
brasilsir > Mandah, de 221 tooelaaU?, comman-
dante Julio Gomes da Silva eqdfpage n 17, car-
ga varios gneros; .4 compatfM Pernambu-
cana.
Observacdo.
Nao houve sabidas.
Dia 18
4te m.io dia nio houve entradas nem, sahidas.
*^wwp
ECITAES.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Fire Assoranc'n Company estbelecida
em 1824. Capital 6,000,000 siaoeieciua
Os agentes desta companhia toraam seguros
contra ogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqui prejuizos devid*mente provados
- Raba Schmetiau & C
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL
Companhia de segu-
ros contra-fogo '
AGENTES'
S. P. JOHHSTON 4 C;
Ra da Seazala-aoYa a
49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Loa loa 4 Glob
Insurance Company.
Aifantes :
Saonders Brothers 4 G.
lulco dos feltos da frzeiida
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, efflcial da or-
dem da Ros* e juiz privativo dos fetos da fa-
zeoda desta provincia por S. M. I. e C. que Daos
guarde, etc.
Paco s.iber que em tfrlude 1 de e;ecuco da fa-
zenda nacional contra Claudio Dubeox serio ar-
rematadas no dia 13 de julho prximo futuro, na
sala das audiencias, pelas II horas da raanhSa,
sete casis penb iradas ao mesmo execntad o, sendo
orna a-olTadaJa (a de sua residencia), avahada
era 3:0C0, e as nutras seiaterreas a 1:000/1 cada
urna, todas de tijolo e cal*,'situadas na povoagli
de Apipuees, ra Nova e (rento ao rio Capi-
barbe.
E para que chage ao conhecim-mto de Iodos
man le lavrar o presente, qae ser afflxaJo no lu-
gir do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do llecife de Per-
nambusoaos 17 de junho de 1871. Eu Luiz
Francisco Rarreto de .Almeida. escrivao o e ______________Abilio J)- Tivare< da Silva.
O Dr. SebistiSo do Reg barros "de Lacer-
da, jtiz (te direito especial do commer-
eio d-sta cidade do Recife da Pcr-
lamb'ico por S. M. a quem Dos gur-
dente.
Fajo sabor aos que o prsenle edilal vi-
ren) que requorimeoto de %tbb Sciamet"
i G., da JoSo Martin j do Rio, e Leopol-
Sl'-ques d'AssumpQ >, ambos estes vi-
cios da flrrm Martios 4 Leopoldo, estibe-
!cclo%com' loja dHfazeodas na roa daMa
dro de Daus n. 9, fe acha dedarid a
ibert ira da fa lencia da dita firma Sartins
4 LeopoldJ, pala sentenea do theor seguio-
te :
vista do docnorntos de folbas 2 e 3 e
da peticio* qoe maodo se junte a estes an
tos, de J)9o M'tins do Rio e Leopoldo
Marqies d'Asstiropcao ocias da Arma Mr
tina A L^opo'do. estabelec dos com loj* de
Segunda-feora 19 do corrente mez, depois da
audiencia do lllra. Sr. Dr. juiz de orphaos lem de
ir em praga publica por venda o sobrado da nm
andar e solio da roa do Caldereiro o. 2, com 1
portas de frtrale, varaoda de farro, 2 jaaellas no
uito, 21 palmos de vio e 80 de fundo, 2 salas, I
qoirto, 1 gabinete externo, cozioha no soto. e
mais 2 quarlo?, quintal murado, cacimba meeira,
e em solo proprio ; dito predio fi i avaliado por
i:6O0f em consequenca do estado em qua se acha
a traoeira e parte di parede do dito sobrado, e
vai praca por 3:680* a requermento de Victo-
riano Jos Marinho Palhires, tutor dos menores
Julio a Anna._______
SANTA GASA DE MISERICORDIA DD
RECIFE,
Perante a junta administrativa desta santa casa,
na sala de suas sess5es. pelas 3 horas da tarde do
dia 22 do crrante, se ba de arrematar a quem
mais vanlagom etfarecer, a renda triennal do pre-
dio de dou; andares mei-agua e armazeis anoexo
n. 1, du caes da alfandega, perlencente ao patri-
monio dos orphaos.
Os pretndanles devero comparecer acompa-
u liad o 3 do seus fladorgs, ou munidos de cartas
destes, devidament salladas.
Secretaria da santa c%sa da misericordia do Re-
cife 16 dt janho de 1871.
O escrivao,
________________Pedwrttodrignes de goma.
SANTA GASA DE MISER1C0RDL\ DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da santa casa dt
misericordia do Recife tendo de reconstruir o pre-
dio que possue o patrimonio dos estabelecimenlos
da caridade roa da atoada, com doas andares e
sollo, transformando o em outro de um s andar
que contanna doas armazens, um no pavimento
terreo e outro no sobrado, precisa contratar a
factura dessa obra com quem mais vantagens
offerecer, tomaodo-se por base qnantia de
5:0C0*000 j proposta por um individuo ; poden-
do o contratante aproveitar do amigo predio ps
materiaes qoe forem julgados em bora estado.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 16 de junho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues da Souza.
feito em urna terca parte em selolas nti-
das e cobre.
Duzes sobre as gimpteduve lancar.
RAIRRO DO ttEGaFE.
Chafan'z e bi;a do caos d'alfandegt.
Dito da ra da Croz.
Dito da ra do Rrum.
Dito e bica do Forte-do Mattos.
t7:28#)erj
BAIRRODE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo do Carmo.
DilJ do largo de Pedro II.
Dito do largo do Paraizo.
Dito da roa do Sol.
Dito da ra da Concordia.
22:01902CO
BAIRRO DA BOA-VISTA.
Chafariz e b.ca do caes do CapHyribe.
Dito da ma d'Aurora.
Dito da cidade oova de Santo Amaro.
Dito do logar do Campo Verde.
Dito do largo da Solidide.
Dito da caixa d'agua dos Pires.
Dito da praca do Conde d Etr.
Dito da ra de S. Gon$do.
BAIRRO DE S. JOS
Cbafariz do largo da Ribeira.
Dito da ra de N S do Terco.
Dito da entrada da Cabanga.
Dito da ra Imperial.
Dito do largo de N. S. da Paz dos Alia-
gados.
24:0105000
PASSAGEM DV MAGDALENA.
Cbafariz do larga do viveiro. 784000
Dito da entre duas pon tes. 215 29O00O
CAPUNGA
Gbaiariz da roa das PernambocaDig.
MdfOQO
AP1PUC0S
Cbafariz dessa povoaca. I8000
MONTEIRO.
Cbafariz dessa pjvoacao. 110^000
Escriplorio da compaobia do Beberibe,
12 de junho de 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes G. de Souza Pitonga.



BEBERIBE
.No dia 20 do corrate pelis 12 oras do
dia ter iiapreterivelmente logar no esc'rip
torio da compaohiarua do Cabug p. 16,
a.remetucSodof chafarizas e bicis porb>ir-
ros, t-3o lie admfttiaJo propostas que com-
prehendatomal; u umbairro esempor es-
paco maiorde eooft.
Os Srs. licitante! ^comparecer com
seus fiadores wueJar |o dos raesmos no
mencionado dia, devengo ser as propostas
em carta lechada. 00 aates no escriptorio,
imle mellior podero informar se das con 1i-
o roes do contracto da arrem^iagio. Declara-
11Gocpo Santo1 i. fazendas rua da Madre de Deus n. 9 do- seaoaSrv Ucilantes que o pagamento sera
laspec^o do arseftal de
naarlnha.
De ordem do Illm. Sr. inspector faco publico
que acha se marcado o praso de 60 dias, a contar
da dala do presente, para o novo concurso que,
em curapriraento do aviso do ministerio da mari
oba de i do maio ultimo, se vai proceder nesta
ispeccao para nreenchimenlo de duas vagas de
amanuenses da secretaria.
Os pretandentes devero inscreier-ie no men-
cionado praso, e as babilitacoes que exige-se-lhes
da conlormidade com o regulamento de -15 de
maio da 1807, so :
Provas da bom contportamenlo, e da idade de
18 anuos pelo meaos. .
Hostrarem no concurso boa letra e conhecment
-toperfeilo di grammatica e lingua nacitoat, assim
como de arithmeiica al a iheoria du propotcSe
inclusivamente.
Inspeccao do arsenal de marrana de Pernambn-
;o 13 de maio de 1871.
O secretario,
___________Alejandre Rodrigues dos Aojos.
Consulado provincial
Era o mez de junho prximo cometa a correr
o praso de HO dias para o pagamento voluntario
anno Onaooeiro de 1870 a 71; o que faz-se ocien
te aos respectivos. contribuales que nao sata
zendo dentro desse praso, eneorrtfm na multa de
6 0|0 at ncerra ment do exercicio.
Consulado provincial ii de miio de 1871.
O administrador.
__________.Antonio Caroeiro Machado Rio^.
O adraini.'-trador da reoebedona de rendas in-
ternas nenes, faz sciente que neste mez de junho
que tem d" ser paga sem malta a decima addici mal,
relativa ao 2* semestre do exereicw corrente de
187071 que estao snjeitas as eorporacjes de
mi mora, as compaabias e sociedades anonymas
e as associacSes pias, beneeentes e religiosas, e
que (Indo o referido mez, ser paga com a mulla
Je 6 /.-
Recebedoria de Pernarabuco, 6 de fnoho de
1871.
Manuel Carneiro'de Sonta Lacerda.
A companhia de operarios iniliures do ar-
senal de guaira, precisa cooiratar para o 2* se-
mestre do corrente anno os seguiates gneros :
Assucar refioado de segunda sorte,Stillog.
Arroz do Maralo, idem.
Az.'ite doce, litro.
Bacalho, killog.
Bolachas, idem.
Caf moidu, idem.
Carne seca, idem.
Carne verde,.idem.
Farinha de mandioca da Ierra, litro.
Fejo molatinbo, idem.
Lenha. acbas.
Manteiga francez?, kill-g.
Pw de 6/0
Farinna do reino, killog.
Vinagre de Lisboa, litro.
As pessoas que quizerem fornecer taes genero
que devem ser de boa qualidade apreientem anas
propostas feixadas oa secretaria da mesma com-
panhia as 11 horas do dia il- do corrente mez.
Joaquim tfanoel da Silva e Sa,
Tenle commandante.
O conselh econmico do batalbao de intan-
laria n. 0 contrata no dia 20 do corrente mez,
pelas 10 horas da raaoha, com quem melbor con-
dicao offerecer, os gneros alimenticios, abaxo
mencionados, para as dietas das ppacas qae tive-
rem da ser tratadas na enfermara militar, do 1*
de julho a 31 de dezambro do corrente anno, para
o que recebe as devidas propostas oo indicado
dia, cujos gneros sio os segrales : aletria libra,
arroz libra, assucar branco refinado libra, bolacha
libra, caf raoido libra, cha libra, carne verde
libra, doce de goiaba l.bra, farinha da araruta
libra, dita de mandioca libra, dita do Maranho
libra, galinhas, lene garrafas, lenba aeaas, man-
teiga ingleza libras, marmelada libras,, oves, pies
da 4 oocas libras, vinagre garrafas, vinho gar-
rafas.
Quartel no Hospicio em Pernambuee 14 de iu-
nho de 1871.
Francisco Antonio de S Barreto Jnior.
-____________Secretaria.___________
Deveodo o conselho econmico do batalho
de infaotaria n. 9 contratar ao dia SO do corrente
mez, pelas 10 horas da manhio o forneciraenu
dos gneros alimentieios abaixo mencionados, que
tm de ser distribuidos em raedes s pravas ar-
ranchadas; convida por isto aos senhores nego-
ciantes que quizerem fornecer taes gneros para
apresentarem suas propostas no indicado, dia na
secretarla do mesmo batalho, asdae gneros so>
os seguales:
Arroz, assucar mascavo refinado, aceite doce,
bacalho, caf em carogo, carne verde, carne see-
ca, farinha de mandioca, reijo, lenba, manteiga
francesa, pies de 6 angas, ditos de 4 ditas, touci-
nho, vinagre. '
Quartel no Hospicio em Pernambuco, 14 de ju-
aho de 1871.
Francisco Antonio de S Barreto Jnior,
_______________________Secretario.,
Subdelegada de polica da freguezia da
Boa-vista 19 de junbo de 1871.
Acha-se recolhida casa de detencao a cabra,
[dalioa, que diz ser escrava de Maooel dos Santos,
a quem intimo para dentro do praso improrogavet
de tres dias, a contar desta dala, vir perante esta
subdelegama o mesmo Santas reclamar a entrega
de dita eserava, sob pena de ser considerada bem
de evento, oa de ser recolhida ao hospicio dos
alienados, aura de ser all tratada a costa do re-
ferido seohr.
Horacio de Gusmo Coelho.
COMPANHIA
DO
O conselho econmico do deposito de recru-
tas con .rala para f orno cimento das pragas do
mesmo deposito os generes seguintes : arroz sem
casca, assucar mascavado retinado, aseite doce,
bacalho, cal em earoco, carne, secca. dita verde,
farinha, feijo mulaiinho, lenha, manteipa, pes
mo deposito, no quartel da Soledade.
Quartel na Soledade em Pernambuco 17 de ju-
nho de 1871. < -
Jos Ignacio Ribeiro-Roma,
Tenente-secretaro.
Conseibo de compras de ma-
rinha.
conselho no dia 22 do corrente mez, avista de
..Jestas recebidas at as 11 horas da manha.
contrata sob as condigSes do estylo, o fornecimen-
to por tres mezes, liados em selembro prximo
vindouro, do seguinte :
Para navios da armada e estabelecimenlos de
mariha.
Velas stearinas de 8 em libra proprias para lan-
t rna., e telhas.
Para imprlaes mannhelros e aorendizre ditos
Lenco de seda preta para grvala*, camisas de
algidio azul, camisas de baeta azul lando o corpo
4 l|l palmos de comprimento e 3 as mangas in-
clusive os puohos, e camisas ditas da 3 palmes o
corpo e 1 as mangas.
Para apreodizes artifices,
Longos de seda preta para grvalas.
Para marinhajera do arsenal.
" Camisas de algodo azul e camisas de baeta azul
tendo o corpo 4 1|2 palmos de comprmanla e 3 as
mangas inclusive os punhos.
Tambem o eonselbo de igual fr.na. no mencio-
nado da 22 do correte mee, promove a compri
dos ohjectos do material da armada seguintes:
10 o.ii lealciras de fo'lra, 60 descancos de me-
tal, 20 funiz de folha, 12 (echaduras de camarote,
100 lapis de eores, 200 lapis pretos, 4 livros gran-
des de 200 'ulnas, capa de couro, 6 J >gos de me-
didas de folha4 obras de obreias fnncezure,
d indas, 500, pucaros de foiha, 80 paos de queri-
t mei is de sola atinada, 8 dusias de tabeas de
p i-carga de 3|4 de pollegada, 10 medidas de ver-
't de collar. 6 vergooteas de piatio para pao de
cutello com 35 ps 4 oompriment 1 e grossura 00
iiihio 7 oo1eg*das, 40 resmas de papel alratco
paulado, iOO folbas de lila de vidro em papel, 40
reamas ae papel,alinaco liso, 10 feobadoras para
1
V
[
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1
/


S
DiafU do Permuubco Segunda (eir 19 de Junho de 1871.


\

i
>
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Citas, SO cadarcos de papel borrtdor, 20 lira-
la kraxa do Rio Grande, 6 barra de breo, 4
toldes de mail^aa para earregar agua, 2 tinas de
toaMeaeio, 10 elmiaotos de briro, 100 lentes de
ferian, OO pares de ebiaellos, 60 covados de panno
ML
Sala das sessoes do eonselho de compras de ma
rinfca 4a Pernambuco 17 de junhe de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anlos.
Santa cas* da misericordia do
Recife.
Parante a junta administrativa desta anta casa,
na sala de snas sessoes, pelas 3 horas da tarde do
da 22 do correte, se ha de arrematar a qnem
mais vanUgem offerecer, a renda trieunal do pre-
dio de dona andares mei-agoa e armazem aooexo
n. 1 do caes da alfandega perteoceote ao patrimo
nio dos orpboa, tomando-se portase a quantia de
2:0000000.
Os pfetendentes deveri comparecer acompa-
nkados de seus fiadores, ou munidos de cartas
desees, devidameate selladas.
Secretaria da anta casa da misericordia do Re-
cia 16 de junto de 1871.
O escrivlo,
_______Pedro Hodrignesde Soma.
Perante a cmara municipal de.ta cidade es-
tar etn praca em os -das 19, 20 e 21 do corre-
la, pira ser arrematada por quem menor preco
offerecer, a obra des concert de que precisa a
poutezraha do Maduro, rcada na quaniia de rs*
506/sOOO ; aquelles que pretenderem arrematar
podem comparecer no paso municipal dos men-
cionados das, manidos de flanea.
Paco da cmara municipal do Recife, 17 de ju-
nb* de 1871,
Rento Jos da Rosta,
Pr-preaidente.
Lourengo Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.__________
To da 22 do eorrenle mez, linda a'judien-
cia do lllm. Sr. Dr. joiz de orphos, vai a praga
de venda, orna olana no lugar dos Coelhos, fre-
guezia da Boa-vista, sob pilares de lijlo e cal,
eom 68 palmos de vo e 120 de fundo, com um
torreo o lado, com foroos e aboboda, com qua-
tro pequeos quarto?, um tanjue para deposito
d'agoa, qnartos para trabalhu, tudo em sollo fo-
reiro ; avista do estado em que se acha foi ava-
llada por 2:000000 ; assim como daas canoas, a
maior avaliada por 2004 e a menor por 100*000,
cu jos bens sao pertencentes o espolio do Uado
Manuel Duarte Pereira ; e vai a praca a reque-
rrmento de Vicente de Paula de Oliveira Villas-
Boas, a outros berdeiros do dito fiaado ; cartorio
da escrivo Bulto.
THETRO
DA
llMDILi HESP.WHOLA
NO
CAMPO DAS PR1NCEZAS
PARA O
CEARA'
Segu com brevldade o blata Ocano por se
achar com parla do carregamenlo ; para 0 resto t
passagens, para o que tem excellentes cemmodos,
fratt-se a ra do Vlgaaio o. .1* andar, escri-
torio de Jos Lopes Davim. .
PARA
LIMA 1 PORTO
vai sahir em poucos dias a barca porlngueza Flor
de S. Simio por tgr quasi toda a carga prompta :
Sa a o resto e passagens trata-se com Carvalho tfc
ogaeira na ra do Apollo n. 20.______________
Preelsa-se de urna ama para com-
prar a mais servieos em casa da pe-
3uena familia astrangeira : na roa
a Gamboa do Carmo n. 19, primeiro
andar.
Na ra do Apollo n. 26, existem baos ar-
mazem alfandegados para deposito de fazendas,
ou gneros de qualquer especia ou natorexa, a
presos raroaveis : quem precisar dirija-se i ra
ra do Rom Jexas, oulr'ora das Crujes a. 6.
RUM M MM6MR
ADVOCADO .
Dr. J*aquim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67
fl.HH $*
QUARTA-FEIA 21 DO CORRENTE
Grande concert
DO
PIANISTA
THOWAZ JkOTmMM
Discpulo de Ouiisctialck, honrano com a pre-
senta de S. Exc. o Sr. vice-presidente da pr< vincia
ecoadjuvado pelos Srs Salusliano,Abraham, Poppe
e pela companhia franc-za.
PRGRAMMA
1* PARTE
Urna opereta das melbores do repertorio da
companhia franceza.
2' PARTE
l.AL BRASIL, grande marcha triumphal,
composta pelo Sr. Rodenas e execntada dous
pianos pelo maestro Poppe e o autor.
!PHANTASIA NA FLAUTA, composta e
execntada pelo desunci Sr. Salastiano e acompa-
nbada pelo professor Poppe no piano.
3. MURMUREOS SOLEOS, composigao de
Gatischalck, executado pelo Sr. Rodenas.
3* PARTE
1. GRAN POLKA DE BRAVURA de Goltschalk
execntada a doos pianos pe lo maestro Poppe e
pelo autor.
2." SOLO EM RABECA executado pelo insigne
violinista o Sr. Abraham e acompanhado pelo Sr.
Poppe no piano.
3. PRIMAVERA DE AMOR de ottschalk exe-
cntada pelo Sr. Rodenas.
4. Parte,
LES TROUBADOURS, duelo cmico por Hite.
Poncelet Mr. Huruaio.
O beneficiado agrade e pr>Trincamente a valiosa
coadjuvacao que tao generosamente iba prestam
oa distinctoa professore?, Poppe, Abr-ham e Sa-
rnstiano e espera do illuslrado publico desta ca-
pital toda a pro'.ecei) com que costuma acolher
aos artistas estraugeiros.
No ultimo intervallo o beneciado acompanhado
da orna commiaso visitar os convidados nos seus
camarotes.
Urna banda de msica, graciosamente offerecida,
tocar nos intervallos.
Principiar as horas.
PRECOS
Cadeiraa o*000
Entrada geral 2*000 ,
AVISOS MARTIMOS.
para o
ARACATY
Segu com brevldade o hiate JVoro lnveneivet:
para cargas e passagens trata-se ra do Vigario
o, l, Io andar, escriptorio de Jo3 Lopes Davim.
Para o ^racaty
segu impreterivelmente no dia 22 do correte o
hiate Mor
Thomaz de Assia-; ainda pode receber alguma
carga: qnem pretender earregar dirjase a roa
do Amonm n. 60, a tratar com Antonio Alberto
de Souza Aguiar.____________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
avcga?o costelra por vapor.
Porto de Gallinbas, Rio Forruoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir
para os partos cima no dia
20 do correte a meia oonle.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros a dioheiro a
no escriptorio do Forte do Mallos o. 12.
frete
Para o Porto
Recebe carga frete mdico o brigue portu-
guez Adelino ; tratar a ra do Vigario n. 1, !
andar, escriptorio de Ballhar, Oiiveira & C.
LEILOES.
Grande leilao
No armazem da exposieao de Londres ra do
Mrquez de Olinda n. 60 outr'ora Cadeia
do Recife.
Sendo, porcelanas, vasos para sala, bandozas,
estampas, b nodos de marflm, pentes de tranca,
re cortnados para cama, excelentes coberto-
res inglezes, bengala;, difieren tes objectos de mar-
flm, fraseos para viagem, bogas, brincos, caixas
com masi-as carteiras de madreperola, moldu-
ras para quadros, caixiohas com perfumaras pro-
crias para presentes, Instr s de rhri.-tal, diver-
sos objectos e vdro, bacas de ferro estanbado
de diversos tamanbos, relogos de ouro, diversos
objectos com per famaras, grandes e ricos espe-
Ibos cem molduras, sapatos e tapete, ditos de
lia para meninas, excellen es cofres de ferro, e
amitos oatros artigos de differentes qualidades
HOJE.
O agente Martinsf ara leilao para completa 11-
Juidacfio dos artigos cima em lotes a voniade
os compradores as horas do dia cima.
LEILAO
DA
armacao, otencilios e gneros no arma-
zem de molbados sito a roa das Cruzes
n. 36.
O agente Ponlual competentemente autorisado,
vender em leilao o armazem de molhados cima,
n'um ou em mais lotes, a vontade dos comprado-
re, garamindo-se a casa a quem quizer continuar
com o mesmo negocio
-feira
20 do correte, no mesmo armazem ra das
Cruzes (actual ra Duque de Caxias) n. 36 s 11
horas do dia.
terpa-
LEILAO
DA
Barca portugueza Corsa
Quinla-feira 22 do correte
s 11 horas,
O agente Pinto levar a leilao por conta e risco
de quem pertencer a bafea portngueu Corta de,
412 toneladas, veleira, bem construida, pregada e
cavilhada de cobre, e com classe, pelo que se
torna recommendada, tal qual se acba fondeada
no lagar da descarga, onde podar desde j ser
examinada.
O leilao ter lugar as 11 horas do dia cima
dito no escriptorio do referido agente a ra da
Cruz o. 38
i! ni, w: iins,
O PAQUETE INGLES
COPERMCTJS
PARA
Liverpool em direitura
AT 0 DIA 23 DO COMIENTE
Este vapor coodoz medico e dispeoseira.
Recebe passageiros e carga.
SAUNDERS BROTHERS & C.
sgeotes.
11CORPO SANTO-li
MALA NO CORRBI.
DE
Paquetes a Vafor
Dos portos do sul esperado
at o dia 22 do eorrenle o vapor
Anuos, commandante o 1* te
neo te Jos Candido Duarte, o
qual depois da demora do cos-
tme seguir para os do norto.
Desde j reeebem se passageiros e eogaja-se t
earga que o vapor poder conduzir, a qual de veri
ser embarcada no da de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sua sabida.
Nao se recebem como encommendas seuao ob-
jactos de pequeo valor, e que nao excedam ai
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
o. Tudo que pasear oestes limites dever se:
mbarcado eomo earga.
Previne-re aoa Srs. passageiros que suas passa-
gens so reeebem oa agencia, ra da Crnz
n. 57, escriptorio de Aotonio Luiz de Oliveira Aze-
veo A (i _______________________________
RioG.audedoSul
Segoe com brevidade para o porto aeima o brl-
ue nacional Amelia, tem prompta a maior parte
o seu carregamento, para o resto que Ibe falta tra-
i-se eom os consignatarios Antonio Lniz de Oli-
eira Azevedo A C : ra da Cnz fcW._________
O patacho noruj-allctrao* fitolMd, legue para o
jv>ri,, cima, ratAMMMtfHMflaoodo: a ira-
ar com J >aad __ WUL!> -)o Vi-
aric n. n,
LEILAO
DE
Esplendidas mobilias, loucas, crystaes, etc.
A 22 do corrente.
O agente Oliveira far leilao, por coota de urna
familia eslrangeira que se retira para a Europa,
de ricas mobilias e mais trastes para sala de vi
sitas, saletas, alenvas e sala de jantar, diversos
adornas de casa, toacas, crystaes, facas e garfos,
trem de coznha e otencilios para sitio, de supe
ores qualidades, como proprias, rinanto desejar-
se pode para pessoas de tralamento, e coja no-
menclatura se nao faz, para evitar prolixidade de
annuncio:
Qninta-feira 22 do corrente
s 10 horas da manha, no logar do Cajueiro,
casa defrente da do sobrado do Sr. Ros.
LEILAO
( Grande pechincha )
Couro
DE
de
lustre.
julho
Quinta-feira 22 de
As 11 horas.
O agente Pinto levar a leilao, por coala e naco
de quem pertencer, 20 duzias de couro de lastre
do bem eoohecido fabricante Daniel Beck, sendo
8 duzias marcaOOO, 8 di las 00, e 4 ditas 0 ; s 11
horas do dia cima dito, em sea ascriptorio roa
da Cruz n. 38.
LEILAO
DE
CALCADO FRARCEZ
QINTA-FEIRA 22 DO CORRENTE.
A'S 11 HORAS.
Por intervenga) do agente Pinto em seu escrip-
torio ra da Cruz n. 38.
MOFINA
Rogase ao lllm. Sr. Ignacio V.eira da Mallo, t
crvio na eidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquella negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste Jornal,. em flus
de dezembro prximo paseado, a depois para Ja-
neiro, passou a evereiro e abril, a na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que esta negocio
de mais de oito anuos, e guando o senhor sao
flho se arhava M ea tiesta cidade
AOS 6:000^5000
Esto venda os felizes bilhetes da lotera da
ahia. na casa feliz do arco da Conceicio, loja d<
rarvea oo Recife.
nloga-se nm exct lente sitio na cirfade de
Olinda, tendo minios arvoredos de fructas, horta
e jardim, com urna fonie de agua da btber, boa
casa de vivenda, com commodos para-grande fa-
milia, prefere se alngar a pessoa eslrangeira: nes-
ia typograpbia se dir eom ooem se trata.
Na Ponte Velha, casa nova com porto de
ferro, vende te pombos de raja dos maiores e me
Ibores que ha.
Da importante e bem coohecida loja e fabrica de tbapos de sol da ra do BarSo da Victoria, esquina daCamboa do Carmo.
0 dono daquelle esiabelecimento, qoerendo acabar com elle t o fim do corrente anno, convida aos seas numerlos
fregaeiCT a aproveitarem a circomstancia para munirem-se por barato Tpreto de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos d sol de todas as qoalidadea, tamanbos e feiiios, tectdos, armacbes e mais aviamentos para os mesoKS, armas de
fogo, cotilaria, bengalas, chicotes, e urna in6nidade de ootros objectos, entre os qoaes os afamados afladoces para navami de i,
Pradines, premiados as exposir^oes de Pemaitbuco, Londres e Paris.
iliuiFd Q.
atisfacio de narticinar aos seas numerosos freraezes, qae em vista de ser-Ibes mais
n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
muil ayultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
Tem a satisfacio de participar aos seus numerosos freguezes, que
Mttbelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife
onde acharao os pretandentes, muilo avultado sortimento de chapeos c
cos'mas commodos do que comporta o nosso mercado: coevidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
mac5e8 as (azendas que a_demora da fabricarlo bem diminuta.
commodo, tem
41 MA DO IHIIIO DA VICTORIA 41
armazAm tnm nm DE Assim COmo
A luga
se
um sitio na Torre, eom exeelienle casa de vivenda
e baobo frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na ra do Pires
n. 29.
AMA
Precisase d'uma ama para eolinbar : na
praca da Independencia n. 2729.
O abaixo assignado pede a subdelegada de
Muribeca que Ibe remeta para a roa do Queima-
do n. 2 ou polica desta cidade, o menor llenr-
que, qoe est recolhido mesma subdelegada, que
i lie pagar as despeas que tem feito, e.para isto
lizer. Recife 14 de jando de 1871.
Augusto Octaviano de Souza.
Aluga-se
a sala e alguna quartos do 1* andar do sobrado n.
28 ra Duque de Caxias, antiga do Queimado :
a tratar na loja. _________
Aluga-se em Apipucos urna casa terrea com
2 salas, 4 quartos, cozinha e qaarto para criado :
a tratar na ra Sete de Sctembro, casa com solea
e portao de ferro ao lado.____________
Ensino de francez em seis
niezes
Um estrangeiro se offerece aos senhores de en-
genho para leccionar a lingoa franceza com per-
fei;ao e assufhpto francez no espacp de seis mezes,
pelo grande coobecimento da maneira mais fcil
de aprender-se : quem se quizer utilisar de seus
prestimos deixe carta enderessada a Mr. F. R., no
pateo do Tefgo n. 82. e roa Aogusta n. 38.
Engenho
Olferece-se urna pessoa habilitada para ensinar
primeiras letras e ponuguez em pono tempo :
qnem de sea presumo quizer uiilisar-se deixe car-
ta fechada, a qoalquer ora, eom eodereco a D.
A., na ra do Livrameoto n. 17, ou na ra Direi-
Un. 118, botica.
Cozinheiro.
Precisa-se de um cozinheiro, ra r*i -da Sen-
zalla-Velha n. 90 : pagarse bora ordenado1.*
AMA
Precisa-se de urna ama para todo o
servico de urna casa de daas peseoas :
no eorr edor do Bispo u. S.
SITIO
Vende-se um sitio no Arraial, no becco do Bar-
thelomea, casa nova, toda envidracada, eom c >3
de banho, cacimba com muilo boa agua a bomba,
tem qninhentos e unios pea de arvoredos nevos,
taladas de maraenja-ass, o terreno proprio' e
torna-se recommendavel por ser periodo novo ra-
mal do mesmo Arraial; tratar no -trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manha s
3 da tarde, ou no mencionado sitio.
Ama deleite
Precisa-se de urna ama sem filbe : na roa Du-
que de Caxias (outr'ora das Cruzes) n. 22. segun-
do andar._____________________________^^
Aluft o 1* andar do sobrado n. 5* da ra Imperial :
traur na andar terreo._______________________
Clara Hennques Crrela de Linharts pro-
tessora particular que resida na fregaezia de S.
Jos, mudou se para a.rua do Lima n. 6, n esl
exercendo o magisterio de sua profissao, e ens na
a ler, escrever, coniar, grmmat ca nacional, geo-
grafa e traduecio franceza ; os pas das meni-
nas que Ibe qaizerem confiar a educa^o da suas
flihas, podem dirigir-: e a ra cima mencionada,
en Santo Amaro.- Na mesma casa aluga-se um
esrravo.
ATTENCAO
A abaixo as-ignada, vinva de Antonio Mara
Ramos, invenuriante e cablea de casal, declara a
qnem convier, que s autorisou a tratar dos nego-
cios do referido casal ao seu irmio o Dr. Antonio
de Vasconcelos Menezes de Drummond, residente
i ra da Auiora o. 26. Lanrianna de Menezes
Vasconcellos de Drummond Ramos.
Neste novo armazem tem um
fariado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, aemias e to-
las todas se vendem por precos
nOTicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
(rancezas, de todas as
qualidades, brins de
ores e brancos, colet-
rinhos moderaos, cha-
peos de sol de seda,
3nos.
HUA
ARRUDA IRMAOS.

Bario da victoria
antiga roa
NOVA
N. 41.
Assim como Um orna grande
oficina de aiaiate, montada com
todos os preparas que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidfto e perfeiclo
nada deixam a desejar. i
Roopa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os paqne
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa. -
RA
K
Bario da'Tletorla
utlia raa
.
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontnalidade as encom-
nendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
lio se tornar massante
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, 1* andar.
Sacca por todos os paquetes sobra o banco de
linho, em Braga, e sobre os seguintes lugares en
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Val enea.
Guimaries.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos.
Covilbaa.
Vaseal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Na Iravessa da na
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
SITIO.
i
Aluga-se o sitio o. 8 da estrada de Santo Air a-
ro para celem, perlo da esf>co da Encrozhada,
com boa casa, muito terreno para plantaco, e
muitas frueteiras : trata-se com Antonio Alves
Barbosa, raa dos Gdararapes n. 52, Recife.
Domingo* Jos Morques ven declarar ao
respeitavel publico, que ninguem faca negocio
com o sen fllho Antonio Jovino Marques sebre a
legitima de sua llaad mi, visto que ello ja tem
tomado dinheiro que excede a mesma legitima,
como consta das recibos que se achara era seu
poder.
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Gnimaraes, Pootes
k C, desta praca, previne quem interessar pos-
ta, qae esta promovendo a dissolacao da mesma
firma, e entrar em seguida na respectiva liqui*
jjco ; sendo qae oio ba letras pelas quaes esteja
Arma re-ponavel, e nem o aononciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolncio e liqui-
da 530.
Precisase de bons caicrteiros para a empreza
dos Bonds. Paga-se melhor 4o que em outro
qualquer parte des a cidade. Para tratar, com a
me-tre ealceteiro as obras, roa do Visconde de
Pelotas.
Attenc&o
Ricas e modernas bandeijaa de bolinhos para
caaamentos,bailes, etc. ; sendo estas de differen-
tes gost >s de armacao : na roa da Palma n. 4 (pa-
ra escolher).____________________________
Precisa-se alugar ama prea para vender la-
boleiro, ou para temar bollo de vendagem na ra
do Fogo n. 26.
AVISOS DIVERSOS
Grande #ratificca0
Desappareceo da casa da companhia equestre
para o circo um chicote trancado de couro, do
Rio Grande do Sol. cabo de praia e um tat qoe
prende urna correis : pessoa que o achar en-
tregando na rna de Santa Isabel n. 1, ser* nerass mente gratificado. ,__________________*
Prepara-se comida com acceio e proir-plldio,
em casa de familia, no paleo do Parado, I" andar
do sobrado n. 2>,' por cima da loja de al'aiate, a
estrada pelo betw.
ENOH.IfAOEiR4
Precisa-se de urna fng'mmadeira, na ra do
Imperador o 57, segunde andar, escada para o
lado da Ponte 7 de Seiembro.
- CASA DO 0
Ba do Bai'o da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre 01
sena muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
doos tercas e um terco de o. 3528, doos lercos e
ora terco de a 1222 com a sorte de 400, alm
deoutras sones menores de 40*000 e 20*000
da lotera qoe se acabou de extrahir (196), poden-
do seus poesuidores virem receber, que prompta-
mente serio pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seu esiabelecimento
comprar os felizes bilhetes garantidos, qoe nao
deixar de tirar qualquer premio eomo prora pelo
meamos aoouncios.
Aeham-se venda os milito felizes bilhetes ga-
rantidos da Ia parte das loteras em beneficio da
capeHa da Sania Cruz dos Milagres de Olinda, qae
ser extrahda no dia sexta-feira 23 do cor-
rele mez.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Dous tercos 4*000
Um terco 2*000
De 1004UO0 para cima.
Inteiro 8*400
Dous tersos 35<>00
Um terso 1*800
Joao Joaquim da Costa Leita.
Primeiras lettras
saohora-que se prSpSe n?inar esta e outras
Alugas<)uma escrava coiobeira, c impra-' materias m algum engenho, pode dirigir-se ao
deira e lavadeira, rooito Re e sem estar viciada-' largo do Corpo Santo n. 91 que se dir quem pre-
irator na ra de Raogel n, 69, uberca, cia.
A
D. Cotana Daaniana Ferrelra
CD. Anua Gatiiarina da Bellooa e Ciraco Jos
Coelho, frmio e sobrintio da finada D. Oosma Da-
miaa Ferreira, agradeeem cordialmente a todas
as pessoas que tiveram a caridade de assiatir as
exeaaias que se celebraram por alma da mesma
flnaaa, e ao mesmo lempo as convidam para oo-
virera as missas do>elimo dia, qne serio rasadas
na graja de N. S. do Carmo, as 5 horas da-ma-
nhia________________________.,
aaaBMHBHHtnWHHaMMHB
Utilidate commercial
Offerece-se urna pessoa habilitada para oobran-
Sas, tanto nesta praca como nos seus arrabaldes;
quem precisar do seu limitado preiimo e queira
Ibe dirigir carta feixada, com as iaiciata S. S.
ra Direita n. 117, 1 andar, com prompiido se
apre-eotar a pessoa prestanio fiador e conheci-
mento de si, caro'comKme-se
Massa iiia de Jao Affon-
CO Torres.
A commi.-sao abaixo assignada, noroeada em
reoniao de c redo res, oo dia 17 do correte, pre-
sidida pelo lllm. Sr. Dr. jaiz de direito especial
do commercio, para verificar os crditos de to-
dos oh iti-i. r-- ; : >nvida-os apreseniarem suas
contas al o dia l^ sem falla, visto terem de dar
sen parecer no dia 23 do corrente mez.
Re:ife, 19 d? junho de 1871.
Fraga & Rocha.
Antonio Lopes Braga.
_______________Francisco Jos Gomes.'.
Jos Latharo, socio gerente da casa commer-
cial estabelecida n'Sta cidade sob a razio de Mll-
lez !. iliim & C, retira se para Europa, fiesndo
em seu lugar gerindn mesma casa eom todos os
poderes precisos Jobo Roberto, em seu empedi-
mento George Crosfield Gatis, o que faz publico
para os fios coovenieotes.
Roga-se ao Sr. FraoJsco Jos Martins da
Costa o favor de appar^cer na rna da Madre de
Dos, armazem n. 22, ou aoouociar a sua morada
para ser precorado, pois muito se precisa fal-
lar-I be.
ALTO ti,..
Nova resoluto
O Campos esli. venciendo os
seguintes gneros
E por que pre Todo tao barato qae admira.
Maoteiga em latas de om kilo por 3*000.
I Carne secca (de caroeiro) a 240 a libra e 6*
a arroba.
Cebollas em resteas a 1*500 o ceDto.
L'Dguas escaladas a 200 rs. cada ama.
Ditas a fiambrada, (odas as qaartas e sabbados.
Carne e qtreijos do eitao.
Lingoas em salnoura.
Amendoas confeitadas e descascadas.
Fgos para as noutes de S. Jlo e S. Pedro.
Tinta purpurina a 1*000 rs. a garrafa.
Sementes de hortalica muito novas.
Charutos em grosso e a retalho.
0 Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes d-esia capital e seus suburbios que
o sen armazm um
Centro especial de novidades, oo que diz res-
peito a
Grande hotel central
rna larga do Rosarlo nasae-
ro SI.
Neste muito eoohecido hotel se encontrara ex-
cellentes quartos e salas para alngar, qoe offere-
cem commrdes para familias, onde sa enconira
nao s o maior asseo e limpeza,eomo boro servico,
baohos frios e quintes e todas as commodidades
indispensaveis vida' ludo por mdico preso. O
lugar central em qae este estobeleeimenio esta
enllocado snfRciente recommendacao para ser
concorrido.
O teoeote-corenel ejmmandante a oficiaes do
corpo de polica mandara resar urna missa no con-
vento de N. S. do Carmo, segunde-feira 19 do
corrente, pelas 8 horas da manha, por alma da
Exra. Sra. D. Catharina* Porcia de Miranda N j-
bre Pessoa, djgoa consorte do'capillo do mesma
corpo Joo Aoastaelo Camello Pessoa ; a para asse
acto de caridade e rligio convidam os prenles
e amigos da Ilustre finada e os do seo desolado
esposo. ______:_________
Ama de leite.
Na ra dos Gnararapes n. 94 precisa-se da orna
ama de leite e pagase bem.___________^__
Flores de gomm
A prompta se com asseo e presteza qualquer en-
commenda como sejam, ramos e bouqnets para
bolos.tetc., etc.: no pateo do Terco a. d._______
Cozinheiro.
No colleglo da Conceicao precisa-se da um bom
cozinheiro.
I Preeisa-se de orna criada escravaoo ITvre,
qoa saiba lavar e eogommar : na raa da Passa-
gem n. 7, sobrado.
ATTENCAO
Preeisa-se de umi ama para casa de ponea fa-
milia para cozinhar, comprar e eogommar, prefe-
re-se eserava; naata lypjgraphia se dir. Na
mesma casa precisa-se de orna mnlber da meia
idade e de bons costumes psra faaer cempanbia
a orna seobora casada, dando dador da sna con-
duela.
Preeisa-se de ama ama qoe saiba
cozinhar, de boa condo:ia. para casa
de familia : oa roa do Vigario d. 5,
segundo andar.
Precisase de urna ama boa coiobei-
ra e de boa conducta, forra oo ascra-
va : na ra do Pros o. 27, sobrado.
Precisa-se da nma ama para
casa de hornera ao teiro roa
Praian.88.
^HaS
ACEPIPES
Era qnaato aos presos porque tem resolvido
vender todos o seus ceneros, s com
A vista.
Oaixeiro
Precisa-se de um caxeiro qoe tenha orti-
ca de taberna, prafere-se portuguez, dando fiador
de sna conduca : na ra d > llangel n. G.
Precisa se fallar ;om o Sr; Francisco Bezerra
Cavalcaote, e come nao se saiba a sna residencia
tde se a qaeat soubefrqae- morme ao agente-de
eiles F. J. Piolo, roa da Gnu n 38, escriptorio.
Aluga-se o unmtiro
da ra de Santa "
mado n. 2.
andar do iubrado o. 2a
tratar na ra do Quel-
AMA
Precisa-se alngar urna
ama para eoznbar para-
casa de familia: sa rna
do Apotro n. 51, primeiro
andar.
Sabbado 10 do correte oa ra da S. Jos a*
junto ao inspector de quarteirie foi entregoe pelo
pintor Antonio Jos Leite Braga, um sof a nm
preto; o qual deseraeamiahou-o ; roga-se a quem
soaber do. dito so fia, dirija-se a mesma cata que
sar gratificado.___________________________
Os abaixo assigaados declarara ao respeita-
vel publico a especialmente ao corpo do coramer-
cio que litsolveram am/gavelmente a soeiedade
que tintura em sna tabsrna fita a roa da Con-
cordia n. 95, sob a firma de Gomes & Irmo, ti-
mando a cargo do activo e pVsivo o socio Maooel
Martins Gomas.
Recife, 6 de junho da 1871.
Maooel Martins Gomes.
Domiogos Martins Gomes.
Eserava ou forra
Presisa-se eom urgencia de ama ama, escrat
ou forra, qoe saiba cozinhar e aagommar, par*
:a9a de pequea familia': trata-se roa do Vi-
gario o, In\ primeiro andar. ^^^^^^^^^
Aluga-se orna casa terrea com bons coramo
dos, na fregvesid de Santo Antonio ou de S. Jos.
nio se escolhe a roa- s se qoer qua seja ra e
casa secca ; isto com moita urgencia, e qae
agradando-te paga se bem : a tratar na ra do
Corredor do Bi~po (^oa-Vista); sitian. 31.
Precisare de aro ixeiro ponugaez da It
a 14 anuos' de idade, dando Oadtr a ua condoc-
ta : a traur na taberna da raa Angosta n. lio.
(J
.



\
r


Diario ce Pernambuco Segunda eira 19 de Junho de 1871.
i
-F0G0 FOGO FOGO
Grande sortimento de fogumhoi artifciaes para os
festejos
DE S. JOlOE S. PEDRO
No armazera do Vapor Fraocez, ra do Barao da Victoria p. 7, aca-
ba de chegar grande s-riimeato de diversos foguinhos artifciaes chne-
les, japoneaes, allemaes e francezes, todos de vistas de cores e effeilos
magoPco5,|fabricados especialmente para sales e varandas, e sereno sol-
tados por senhoras e meninos, sem o menor receio de seren offendidos,
e tamben tem grande sortimento de rodinbas. de pistolas < de craviros
de diversos taannos feitos na mais distincta fabrica deste genero que
exiate nesta cdade.
Balees aereosta-
tlco peqot nos de 8 a
12 palmos de papel de
seda, de cores muito
bellos e facis de sol-
tarse.
Globos de papel de'
cores para lluminaces
e papis arrendados
proprios para enfeitar
bolos. J
s
".uvas de pelll-
cabrancas, pretas e de
cores paca homens e
senhoras.
I.eques p.ra se-
nhoras e meninas.
Brincara e pulsei-
ras de ouro bom de le
para senhoras e me-
ninas.
~-

/
A'
presos
MITO
I
barates.
Calpado calpado calcado
CHEGADO DE NOVO
Bolinas para homen, inglezas e francezas, o mnVr possivel, na") s
de neierro como de pellica, cordavSo e vaqueta de lustre.
Ditas para meninos das mesmas qualidades igoaes as de hornera.
Ditas para senhoras e meninas, duraqoe sonimentos differentes.
Sapatinhos de salto para senhoras, duraque branco, de cures e de verniz.
Bot nbas proprias para crianzas bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
Sapa oes para hornera, artigo muito fino, cor Ja> 5o, verniz e brim branco.
Sapatos de tapete aveudados e de tranca para homens senhoras e
meninos.
Sapatos de borracha de primeira sorle para homens e senhoras.
Botas rassianas; para homens e perneiras para meninos.
Quinquilhaiias
Espelhos doorados grandes o pequeos, albuns c caxiihos para retratos,
caixinhas com vidro de augmentar os retratos de cartQes, costuraras de
novos modellos com msica, ricos objeclos dourados para toilets, pes de
vidro para pianos, bolsinhas de seda e cestinhas de vimeapara braco de
meninas, cofresinhos mgicos de desaparecer armis, relogios, e outros
moitos ob eclos novos de mgicas; jogos da gloria, d domin, bagatelas,
de vispora, de rodete e de outros diversos jogainhos allemSes, jarro com
boaqoet de Adres de porcelana para sanctuarros, tapetes para lanternas,
reverberes transparentes para candieiros, espanaderes de palha, venecia-
nas etransparentes para janelUs, pantes Anos de martira para tirar caspas,
ditos de travessas para meninas, escovas finas para dentes, para barba,
para caballo e para vestido do senhoras, ponteiras de espuma para ci -
garros e charuto;, oculos de prata dourado e de ac, lunetas de tartaru-
ga, gravatas brancas, pretas e de cores, eticles, bengallas-, navas, abotua-
duras de cohetes e de punhos, eaixas de msica de dar-se corda, esterio-
copos com vistas e-colhidas de paisagens, grupos de familia e figuras de
phantasia, cosmoramas com lindas paisagens, molduras douradas, quadros
e bonitas estampas de cidades.de figuras e de santos, carteiras para notas,
para edinheiro, malas, e bolsas deviagem, esporas, luvas decamurcae fio da Escossia, machinas para caf porta-pratos para mesa, realejos de veio
e accordions, armonios o outras qoinquilharias diversas, francezas e alle-
maes.
Perfumaras
Finas perfumaras de primeira qualidade dos afamados fabricantes Piver,
Corda y e Lubim.
Brinquedos para meninos
O maior sortimento que se pode desejar de brinquedos fabricados em di-
versos paizes da Europa, para entretimento de enancas, o qne na verdade
s com muita forca de vontade e de trabalho, se pode cbter o sustentar
un tal sortimento.
Pedido
O dono deste estabelecimento pede a todos seus freguezes, amigas co-
nhecidos, e ao publico em geral, qoe se digne mandar, ou vir pessoa!-
mente verificar qualquer destes artigos e senificar-se que em vista das
qualidades, os presos sao baratissiao por ser tudo vindo em direitura
de6ua conta propria, off reeendo porporces de escolher-se a vontade.
N. 7 NO ARMA2M DO VAPOR FRANCEZ RA 00 BAR.O DA VICTORIA
OUTtVOrU NOVA N. 7.
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Aloga-se
O segando an3r do, sebrado da ra da Sanzal-
la Velha o. 76 : a iraur na ra de Pedro AlTunso
Pararugir
Xa ra do Mrquez de Olinda n. 33, aluga-sa
Ctn mu tato eosinheiro.________________
A emana
LIVHOS DE SORTES.
R.-M60
LIVRARIA FKANCEZA.
Precisa-se de ama ana torra ou c.-crava
para *.aa De familia ijaesaiba betn cozinhar fa-
r ompra : na ruada Cadeja do Recite n. I.
o oo Conrdor do fliapo n. 83.________________
Companhia de nftvegttq&o
bras i le ira.
Tendo o aluiso n'signado aatoriaacio da di
recw.ria para aeceitar aasignalnras as acijes des
ta nova eompanbia, qne dev enmelar o servico
a eoa, entre a irte o Para, no I de julno
wpxttnc, convida aquella pe?soas que desejam
fltnwerever se, a prccura-lo do escripiorio da rna
do Commerio n 8.
itictfe, ti de Jnniio de 1871.
Beroardo Whitman.
Preci-a-io da urna ama
forra da eterna qo >aibi
tem i'oaoiWo >i-r>' iUaa
-*3 u ra Duiufl da C ::;i-, lojt Je
Diodrza5 a ??? Pama p. 1?.
AS _
' o tp*
o
, 5 5. B. S' S a m H 2 = =
3 S-g^^Oo3^
I*c**b 3 =' ^ => 5.
? 2 = xi 5 o b- 3. =
t 85151 lis*
co- o- S^!
' 3 M S
S 2 i = *
sr-sff^lii
$ o. 2.
X o -J .
a-e?
o ^
3B ^ "
o. 32, S
3n 'i 3 Ss 2 5
o
ES
o
O
Para S. Joo
Na rna estreit de Rosario n. 35 taz-se botos de
S. Joio enrollado* com bGuquets 6 papel pratea-
do, bem feitos, por preco eommodo, sendo en-
commenda feita tres das antes ; tem tamben)
bouqaets de lodo gosto e de dilTerentei florea para
eofeitar bolos ; ^eode-w tudo barato, sendo o boa-
quet de flore* de cera
O eapitio Joio Anastacio Camello Pessoa, seas
8 hos e msis parentes cordialraente airadecem a
todas as pessoas que se dignaran) aeompanbar ao
cen terio publico os restos mortaes de sna sem-
Sre lerabrada esposa e mae, Catbarina Porcia de
iiranda Nobre Pessoa, e de doto rega a lodos os
parentes e amigos o earidoso obsequio da assisti-
rem a mis-a do sptimo dia que ter lagar na ca-
pel I a do hospital porlogaet, no dia 19 do corrate
mez as 7 horas da machia
Alu^-se
urna casa para pouea familia, tem doas qaartose
ala. no becco do h'undao n. 5, entrada pelo n.
i> a roa Vieconde de Albnquerque (oatr'ora roa
la Gloria, freguetia da Boa-vista) : a tratar n
ra da Imperatriz, armazera n. 8, ou roa Marque
de Olioda, armazem n. 60.' ____
z; 5 .' u B ,
33*
.-5 -
a = 2.:
if2-S8awS
- -= 1S = C = C- 3. 3
USA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Billetes garantidos.
\ rna Primeiro de Marco (outr'ora rna A
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tend vendido nos seos te
izes bbetes nm terco n. 895 com 900JI000, on.
519 com tOOfOCO, sendo am de d)U* tercos e nm
de um t^rco o n. 3314 om lOdf m dons de am
tere?, p d. 1914 esm 130*000 e*n doas de am ter-
51 onlras fortes de 40* e 204 d* lotera que se
acabou de extrahir (196"'), cobtAi aos possui-
dores a virern reseber na conorroidade do cos-
tumf sern descont algnm.
Actam-se a v?ca es bilbete* garantidos 61
{.' \t.r\e das loteras, a beneficio da (pella da
Santa Cros dos Miiagres de Olinda (197.*), qae f
aitrabir qumla-feira 22 do corrente mez.
- PKEQOB.
Bilhr-te inteiro 64000
Doas ler^ 4*000
Um terco 2*000
Em parco de lo*900 para cima.
Bllhete inteiro 5*400
Dhis freos 3*600
Um lergsi" 1*800
Manoel Martins Ficu .
Escripta commercial.
Urna pessoa empregada no commereio, podeudo
dispensar algumas doras, propoc-se a fazer algu-
ma escripia por partidas dobradas com toda a liota
peza e exactidao : quem precisar de dito servico
deixe carta fechada com as Iniciaos B B, na roa
do Imperador n. 30, loja de oaries. ____
Leonardo de ftJlqftIra Cae
valsante, chamado a roa da Gadeia o.
45.
FOGO
FOGO
Grande soitimento de fogos para os festejos de
S. Joio, na ra Direitt n. 53, loja de ferragens de
Lenidas Tito Loureiro.
mmmm *mmmmwmm m
O Dr. Lniz Jos Coi rea de Sa mudoa |_
i sua residearia da roa das Nymphas n. 17
I para a Passa?em da Magdalena, no pe-
nultimo sitio do lado dirtito antes de che-
5 girao Ifrgodo chafariz, onde, por hora,
M contina no exercicio de sna proflssao.
Precisa-se fallar com os $S*. Carlos Au-
gusto da Caoba Sorgo e Joao Pedro Brrelo Pi-
nheiro : ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Tabellas de reduepao
O Campos da roa do Imperador n. 28 acaba de
receber ama aova remessa de tabellas de redne-
cio do'prvco e peso, do kilogramma a libras e
vice-versa. Ellas so mui recommeodaveis aos
arm-zens de assncar, trapiches, a^ougues e arma-
zens do retalho, e refioacoes, mesmo pela sua
fcil comprehensao. S se vendem no armazem
lo Campos.
Engenho Macaco
Os quartos do sopradito engenho todos se con-
ervam de orelbas cortadas, pellados de topetes, cri-
nas e canda, ludo tio'rente que a canda mostra o
sabugo, alm de am ferro triangular no qaarto e
iiueixo do lado oireito, estes hnimaes s transitsm
para a estrada denominada Agaa-Prela, em oalra
ijualquer parte serio tido por furtado, e por con-
.'eguinte recomendados as autoridades os coodue-
I res,
------------__------- *
A sociedade patritica babiaoa Dota de /u-v
*ov tendo de sotemnisar o anniversarle da deca' '*'
ra^ao da independencia do imperio en sna pro-
vincia, e preteodeodo, para isso, libertar algumas
crrmcis u'esse 'dia, convida as pesroas -que se
qtfizeiem atilissr d'este fceneflcio a se a presenta-
rem no dia iS do corrente, pelas 4 doras da larde
a roa do Bao da Victoria n. 45, primeiro andar,
levando as snas proponas acompanbadas da aoc-
torisacio dos respectivos senhores e o mioimo do
valor por lies pedido.
Previoc-Ne que se preferir scrianc^s do sexo
femenino e desias aquel las qae -offereeerem melho-
res condie;5es saniarias e roimo preco. .
Recife 17 de junho de 1874.
Francisco Moocorvo Lima e Silva.
Secretario.
lrecisa-se de um menmo para caixeiro : 00
pragres-o do pateo do Ora* n. V.'
COMPRAS.
Joaquina Jos Gonealves Beltro tem para
vender no sea escripiorio roa do Commerso n.
6, os teneros abaixo notados, qae vende mais ba-
rato do qae em outra qnalqner parta :
Azeiiona* em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf mado em massos de 1 libra.
Chapeo* do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marte! freret.
Enxadas.
Farrataa de mandicca de Santa Calharina, sac-
eos de 3 e 1 alqaeires.
Dita da Babia em saccoa brancos.
Dita de diu em barrial 'proprias para casas
particulares.
Fio de algodio da Bahia em novellos.
Foaces.
Maxados.
Note*.
Obras de peinetas.
Papal proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Patitos para dentes.
Pingos sonido*.
Panno de algodio da fabrica de Todos os Santos
de Pedreu na Babia.
Rolhas.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Retrox dos melhore* fabricantes do Porto*
Tapioca do Maraohio.
Tabaco smente da Babia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barr*, proprio para engarrafar:
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaox em eaixas de ama dozia.
Dito de caj em caixa* de ama dozia.
COFRE COM CRTE1RA. TUDO DE FER
RO E PROVA DE FOGO..
Em asa de Shan, Hawtdes & C, ra da Cruz
n*4._________________________________
Vende se na raa do Bario da Victoria, oa-
tr'ora ra Nova n. 49, o am&rzem de louca fina e
ordinaria,.a qualquer pessoa qae se qaizer esta-
belecer, a dinheiro. cu com algam praso com ga-
rante a vootade do pr- prittario; no mosmo ar-
mazem, vende-se a dinheiro vista, apparelhos
para cbi de porcelana, dourados e de frisos de
cores, ditos de porcelana branca, apparelhos pa-
ra jntar de porcelana branca, ditos para jamar
de friso verde e azul, oglezts, ditos para cha, va-
sos de porcelana para flores, compoieiras, garra-
fas, copos para agua, clices para v.nbo e cham-
panhe, da cnrystat e lapidado* fino*; e onlras
muilas pecas qae ser enfadonho mencionar por
exteoco, que se vende cor menos do que em ou-
tra qaalqaer parte de 5 a 10 por ceato, por ter
o dono de acabar com o e tabelecimeoto.
Massa de plvora*
Valdevioo da plvora tem para vender em sen
armazem na roa Imperial massa ingleza mnito
boa e .abocas de diversas grasuras e por preco
mnito eommodo.
Folha de Flandres
em casa de C Barroca, rna oa Cadeia o 4.
' Veode-se urna casa na estrada nova de Be-
beribe, com trezento* e cesseaia palmos de frente,
terreno proprio, peno da estrada velha ao lado
direito ; a dita casa tem negocio de molhados:
i* pessoas qae pretender dirija-se a estra la de
Joio de Barres, roa da Hora em ama taberna.
Vende-se nm bom cavallo melado capado e
gordo : tra ar na roa Augusta n. 1, segando,
andar.
N.I6-!
U II PITADA.
Para S,Jo2o e S. Pedro
Completo sortimento por presos mdicos.
Louca vldrada franecza
Alguidares de todos ot lmannos, bacas panel-
la, papeiros, cacarutas, Ugellas, batedeiras, ou-
naes, etc.
Vldrado do paiz.
Alguidares de todos os tamaobt, panellas ti-
gellas, batedeiras e papeiros.
Louca polica c por pollr
Do* principaes fabricantes.
Existe am completo sortimento de jarras, ros-
friadores, moringa)*, garrafas, bilhas, copos eom
prato e sem elle, quartiohas, resfriadelras, jarros,
cacos para" flores e tudo mais que se precisa de
objeclos de barro.
S existe no pavimento lerreo do sobrado o. 16.
e dous andares raa do Rangel, armazem de
urna s pona, onde tem piotada ama jarra oa
frente.
Attenpo
Vndese o j acreditado medicamento contra os
calos : na raa Primeiro de Marco o. 3 (antiga do
Crespo), e na raa do Mrquez de Olioda o. 50 A
(antiga da Cadeia). ._______
Predios.
fompram-se dua* casas terreas n bairre de
SaMo Antowd : quem ver e <(nera vendo-las,
otrtia-se a ra Neta n, 2t qne achara com
gaem tratar. _______________
Compra-s papel de diario ou deoulra qual-
pier qualidde, proprio para emtorulho : no pateo
lo Carmo, Cprfr-se
Xa ra de Hartas o. 5 e 'dir quera compra
nrmfcurra COWRA-SE
frascos vafios da tintura jipasen, e paga-se a 80
r cada um : rna Duque de Caxias *. 50, e
Mrquez de Olinda n. 51.
SITIO
Comprase papel para embrulho : na rua
e Crespo n. !0.
- -Campra-se nm cavallo de sella qoe seja de
nanita estampa, eero gordo, e qne nao neja es-
paciado : no quartol do a* baiaihao de infamarla
na* Cinco Pontee, a-entender-ae com o respectivo,
oan andante.
VENDAS.
-Vende-se a taberna dofaleo do .Terrn.
68, propria para principiante-.: tratar na me-
hu.
(Jaleados
fitinas de biim e dura que braoco bordado* de
s.itim a'6 .1 par : na ra do JJ.m Jess n. 21,
Ion.
Vende-se nm sitio com casa para morada, ar-
voredos frncto, e agua para beber : no ramal de
Beberibe, junio a encroziihada: tratar as Duas
Dianas, ra do Bario da Victoria n. 60.
Serapbinas a harmnicos
Aeabam de chegar raa do Mrquez de Olio 1
n. 14, ptimas seraphinas de Nogneira, com ex-
cedentes vozes, e s vendem por preco eommodo.
MACHINAS
Vende-se dna* excellentes machinas, sendo ama
para cozer pao e outra para conro, por preco
eommodo : na roa Direila o. 64, loja de calcados.
Camaroes seceos
Vende-se desle artigo, mnito bom, em barricas,
vmdo do'Rio Grande do-Su! : no escripiorio de
Jos Victorino de Rezende & C, raa do Mrquez
de Olioda n. 52, 1* andar.
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMEMAL
15Ra da Imperatriz15
4 RMO
Neste grande eslabelecimenlo encontrar o respeitavel pubrico um pouco i
ludo, qoe vendemos por precos muito resumidos por.ser o systoroa que adoptamos
vender barato para vender mnito, e tirar mos apenas 10 % de lacro do deseonto qae
temos das casa? importad< ras; e garantimos aos nqssos freguezes que podemos fazer aa
mesmas vantagens que as casas acreditadas em vender barato. As peso: s que nos-on-
rarem com fu freguezia encontrarSo em nossos tratos sempre a leatdde e constancia
divisa deste estabelecimento. Chamamos aitencio do respeitavel publico para a grande
variedade de art'gos de que se compoe este sumptuoso estabelecimento, r.omo abaixD
se segu :
Gangas de linho para re upa de enancas
a 420 rs. o covado, brim de linbo branco
trancado multo superor e a 10300 e
1670C rs. a vara, dito pudo de linbo a
320 50.; rs. o covado, seroullis fraca-
sa! d cretona e do lioho l(J*00 e 250()
r?. uni. E "outras muit^s iazenbs que
vendemos por precos r*zoavei8
Porcelanas c louca Delicadas
canecas de porcelat esmaltidas para caf
8 a duzia, ditas d# ditas c?m frisos de
cor fijja duzia, canecas de porcelana bran-
ca para creme a &>3(0 a duzia, copintws
de porcelana branco para ovos 1^200
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo a 500 rs. ditas grandfs parafarinba
lf>, bonitos aparellios de louca in^lez*
com friso de cor completos para jantar..
constando de 20duzias de pratN diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pralos com tam-
pa, 4 molbeiras, 10 pralos traveseos por
I20f>, dilos completas psru almogo da mes-
malenca a II:?, grande soitimento de loti-
?a avulsa, constando de pralos cem lampa
gopeiraa, molhcirqs, pralos Uraneeso*, pra-
t( s atuisos com frisos de ditera s tama-
nhos, pratos com corAis 2-4700 a duzia,
ditos pagode Chinez, grande quanlidade de
tigellas pinladas de .verso* tamanhos,
bules, bacas, que se vende pi modieo
precos.
Qii'nquEl';arfas Ricts candieiros
para gaz de vidro e porcelana, fcilio de jar-
ro, IAi e lomeada am, ditos de vidro
de cores iC-, lamparinas, grande sorti-
mento de vidros de metal para dependurar,
para
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de latao 300 rs. um. linios palitei-
ros de porcelana branca fina I 1200,
loOH, 20, 30 e Meada um, galbeteiras
de 3 e 4 vidros.
Calca lo Bolinas de becerro para
com 14 covados, bonitos cor es de seda
com 21 covados por 280000, cortos de cam
braia branca fina com babadinhos, borda-
dos propnos para partidas a 70000 ; tendo
8 varas de 'azenda para o corpo e 15 varas
de babados, cortes de 13a escosseza com
15 covados a (30UOO, finissimas e moder-
nas cambraias brancas com listras a Impe- homem 00 o par, ditas gaspiadau par
ratriz peca/de 10 jardas 9-OOO ditas mar
ca bispo e Victoria de 40 a 00000 rs. peca,
cambraia branca para forro pecas jardas a 20iOO rs., bon tos cortes de 13a
com 16 covados a 50500 rs ditos de
chaly a 50t 00, pecas de cambraia branca
senbora 30 e 3$200 o par, dias de ditas
para criaoga a 20 o par, sapatos-de tapete
e de tran?a para hornele senhora, <'
10500 10800o par, do? de tapete a\.-
udados para criacas 10 o par.
MuJe.as.-Duzia de carrileis de I:-
de salpicas com 8 1[2 varas a 30500, bo- nha de Alexandre 20J jardas 020 r
nitas laas de listras a 560 rs. o covado, caixa com 50 novellos de Ikha branca a
grande pechincba de las fin s de bonilos 08 i rs., 13a muito fina para bordar bonitas
padi5es a 260 rs. o covado, fazenda que cores GHCO a libra, duzias do jxratoa
de grampas 100 rs., duzia do caisinh *
de allinet-s pretos e brancos l30u, !f <
ques"de papel para o theatro 200 rs., di-
tos de madeira emitaco de sndalo, mnito
Di#s, futtas e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se amendoas confeitadas, e descascadas
amito nova*._______'_______
A -LOJA DE SETE PORTAS EM FRETfTE
AO LIVRAMENTO:
Contna a ter am completo sortimento de fa-
zondas baratas, ebitss a 100 rs. e 240 o covado.
caartraia a 140 rs., madapolSes a M e IJ^OO a
peen, e fino a 5*500, algodio a 3*800, i, 4o00,
emarea T a Kd>; e tudo mai< em proporcao.
de
i.10 de;
Joao
nm terreno /a ra da Hora, e-trada de
Barros, com 1(0 palmos de frente a 410
fundi, cora aiaoraas arvore de frocto, por mdico
aw<:: tratar na roa do Vigario n. li, an
dar escripiorio.
Na praca da iadepeudecea o. 33 se d di-
nheiro sorra"pender* de onto. prata c. podras
precictas, i"ja ql for a qoaotia ; e na raesma
lea-a t'o colora o vende objeclos de onro e prata ;
'fliamiillfn f'z toda e joalquer obra de .en-
o > ajai'jij-r con:?ria imjlente a

CALCADOS
para criauq.is
Grande sortimento de calcados para criacftis,
dos melhores .-]ue tem vindo a esta praiu : na
bja de esleado da roa do Bom eni n, il. I'Ja do
sobrado amtrelio .
I*V M NU
Quem quizer muuir-a de nwvci:' por preaos
eommodo.?, n) tix mal <|ae faier urna tiiit.i ao
grande arnjzem dj o'ras de ir-arceneria, ra
do Imperador n. 47, ci'Jo dono |cab de rereher
do oMrangeir.i, am cinlrts sortt^!-! de mobk
liis w go!\ wni tomail? i "-^nH
Reso'fui'So :
yeoier barato par v;ndsr mui:-.
Farell a 3#0
muite novo.' oechiocha : no Ferte do Mallos, ar-
ma^wmdeSaldanbaAMedeirosiK^.__________
Grande uovidade de fogos de todas as qualida-
des para S. Joio o S. Pedro, o melhor que se p
de.apreeiar, o artista Lino Joaqoim de Sanl'Anna
garante ao publico, e recebe encommonlas oa ra
do Fogo a. i; precos diminutos: bQscaps grand.-s
com mnito gyro.a a dozia, pistolas com 3 bil-
las a 11800 a dozia, ditas com 3 bailas a 800 rs.
e .espera a eoncorreaeia do publico. L'.ao Jjaquiiu
ne Sant'Anna.
_-----:---i_-----------------------------------
vale 400 rs., bonitas e finas citas france-
zas de urna s cor a 300 o covad i, perca-
les ixuilo finas e de delicados padies a
320 e.360 rs. o covado, finissima chita
francezi clira a 340 ns o covado, chitas
escuras franceza finas a 200, 280 e 300 rs.
o covado^ ditas para cobertas bonitos pa-
droes a 360 rSj, o covado, bramante
de linbo com 10 palmos de largura a
bonitos 25, thesouras finas de ponta tor-
ta para nona* 60 a diuia, pentes trans-
parentes fiuos para alizar 20 a duzia, ca-
d .reo de lino de diversas larguras branco
360 rs a duzia de pecas, tranca de 13a 9
20400 rs. a vara, esgui5o de linho finissi-ifinade cores para dbrum 240 e_400 rs.
mo a 200.0 a vara, bonitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 51 0 rs. o cvalo,
seti n de algodSo de diversas cores, bonita
fazeoda para vesiido de senhora e roupa
de crianca o 500 rs. o covado, riscadinhos
finos de cores a 280 rs. o covado, chita
preta Pna a 280 rs. o covad*, guardanapos
de linbo para almoco ou cha a 20600 e
30600 rs. a duzia, ditos de dito muilo fi-
nos e grandes para jantar a t-0 a duzia,
servem para toalbas de maos, toalbas de
linbo grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., cq'xas brancas de algc-
a pec;a, tranca branc de caracol 560 rss
a" duzia de'pecas, trancas de 13a de crc-
de caracol 600 rs. a duzia de pegas, su.
taxe branco de algodao 280 rs. a duzia de
pecas, eaixas desgtrlbas fiancezas 4 papis
por20 24rs. o miiheiro, agulhas pars
eraba, toucas de 15a francezas muito boa
niiinbas para enancas 800 rs. orna, eai-
xas de superior pap.l amizade 700 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., eaixas de
100 envelopes a 500 rs, papel ahnaco
pautado dito de peso, dito para forro de,
casa, meias cruas para enancas 30500 a
dao com brra e franjas, grandes a 40900 duzia, e inglezas muito finas sem costura
rs., ditas brancas e de cores de 207UO a'de numero 2 18 de 403CO 5.'00a du-
40500 rs. cada urna, bonitos coDmores do'zia, meias para meninas de todas as iebdes
la de lindos padres a 80 e 130000, ditos 30500 a duzia, ditas inglezas sem costu-
e pelo de lontra com duas vistas a 140, ira para homem .i 50500, e muito finas
camisinhas de cambraia bordada e enfei- 60500 a duzia, ditas c m p der<".r 80 e
tadas a 20500 e 30OOO rs. cada urna, \i>f> 80500 a duzia. superiores meias inglezas
dinho? de cambraia bordados para baptisa
dos do criancas a 60 e 120010 om, cami
sas bordadas para s.nburas a 50500 rs.
para senhora 60, 80, 100 e 160, luvas
de fio da Esc ssia linas brancas o de cores
pira senhora 30 a duzia, superiores lu-
PRINCIPE ALBERTO.
VKMDE-SE EM CASA DA
VUVA
Guilherme da Silva
Guimares Se C.
-T"3ll$-
Rui, do Crespo -burili o
orna, pentiadoros de nanzuk bordado para' vas do poli casarancas, pretas c de coras
senhoras 40500 rs, um. 6ai*tnha.s com nina ^ara lumem e senhora. grande sormento
rJQzia de-lencos de linho finos abainhiidosi de bergdllas, espingardas para c ianr:s,
por 6J000. lencos de cassa finos com bo-j brincos e alfinetes ie borrarba para loto, e
nitas es ampas a 30600 rs. a duzia, dt scorremos para relogios 800 rs., jogos de
grandes de cambraia, com cercaduras a vispora .1 320 rs., gravatas de seda de 200
-0t' 0 rs. a duzia, ditus pequeos de cassa
com diversos desenhos a i200r. a duzia.
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
rs. 20500 cada umt grande soriimento
de bol9es e guarnices para camisas de ho-
mem de 400 rs. a 2<> cada urna, bol5es de
om, roberas feitas grandes de ciiita fian- mareperola grande e para colletes, grande
ceza a 20.00 croa, coberiores brao-os de I sortimento d& abolladuras para colletes, e
la' com barra a 20500 e 30003 rs^, alpa-'a ditas do os o para palitots e colletes. groza
preta sarjada a 500 rs. o ccvad.\ dt bran- de bo:5es de osso para calen a 240 rs.,
ca finas a 560 rs. o covado, dila pre'a do pecas denla de sarja de ce res sem beira de
de 440 a 800 rs. o covado, seda p ta a'n. I 700 ditsfs de dita da soiim estrella
500 r?. o covado. grosdenaples branco com o t rgas e 240 500 rs. pecas de fitas
toque de mofe a 640 rs. o covado, jap3o.de velado eslreita prel 640 rs. ditas
de seda encarnada a 90 rs o covado, Oats- largas, ,'e nanitas outras miudezas que sima brilhantna de li>tras- brancas o par jarnos de MDcionr por se lornar enfado-
das a 010 rs. o covado. nho.
Esie estabelecimento acaa-seabailo Jede asG Ucaada maakSi as 9 danoitfe.
15Kua >i Irapen-triz15
1
Cryaes e vidros.- Grande foni-
mento de lindas garrafas para vinbo, de
vi11ro Bacarat a 60, 70 e 80000 par, bo-
nitas compoteiras de diversos gostos.e pro-
cos, tacas da cbrytal para cbmpagie ; c-
lices de vidro verde fino> para vinho do
Rhenoa 208CO rn, a duzia, ditos d dito
rouxo para vinho B rdeaux a 208 0 rs.
a doz'a clices fidos (ara licflr a 305(0 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 40500, 40800 e 500(0 rs. a duzia, escs-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40 e
par, g ande soriimento de gkboa de vid:o
para candieiros, cbamins para cradieirrs a
200 e 240000 o cento, e a 2i0, 320 e 400
rs. cada urna, pranbos de vidro para opos
a 400 e 5 0 rs. nm.
Per fumaras. Sabonetas finos e
grandes a 40500, 10800 e 20400 a ddzia,
ditos inglezes o que ba de melhor a 20 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 0 0
rs. a duzia, latinbas de banha de familia a
80 e IzO rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com bauha a 640, rOn e
10000 rs. oleo de Philocorae a 800 a 10' 00
rs, o fiasco, dito de babosa a oOu e 600 rs.
o fiasco, grande solimento de agua de co
f-lonia, agua Divina, agua Florida, agua fran-
ca, tnico Oriental, extractos finos inglezes
e francezes, pos para dentes, pomadas x-
posicao, copos grandes a 20500 rs. cosm-
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
6<)0 rs. um, bonec as par pos de arroz a
400 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e
de caslur Dranco forma Vctor, para homen
a 110 e 120(00, ditos de palha ventilado-
res a 30200 rs., ditos preos de feltro copa Psr;- c'ma ,le me8a e Para Parede, a lOOt
redonda a 30500 rs:, ditos brancos a 1080020 e 20500, eum grande sortimen-
302 0. ditos d merino e de seda preta de (|e arrss de diversos tamangos egostos
50 a 70000 um, ditos de palha para crian- de 50 200 o par, castices de vidro de cor
Ca de 20 a 20500 rs. um, bonds de panno P*ra vela 30 o par, lin-os praithos de lou-
preto enfeilados para meninos a 3 rs. um, capelinas de seda enfeitadas para onlras 23 20500 cada um. lindes bules de
baptisado de enanca a 30 e 30500 rs. una lo"Ca da Chna 2ft00 30 c -5-->O0 cada
bonitas cbapelinaa do ni de seda br?nca om, sextmhas de vidro de cores coto azas
enfeitadas para senhoras e men as a O Para carines 10500 20 cada urna, bonitas
a 70OOO nma. chap.s de sol di seda com q-aartinhas hambu'gue;a; de,40 .j.^o par,
cabo de marfim a 90500, 110.140 e copos de b^rro, bonitos lernos de. bandejas
17000o rs. um, dilos com cabo imitado de vaes a J W. ditos quadrados a 70 grande
unicornio a 90 e nanitas outras qualidades sortimento de bandejas araba de iff
tanto para bon.eas como para senhoras e 25C0O cada orna,ton paiafarmha 10iO
enancas, sendo de psreale 10300,105JO uma' lalhei es dd facas com cabo de me-i
e 20000 rs 8" 120 a duzia, di'.oi de dilae cbo de
FMed.s.-L.ndos e modernoscrtra'08'0 5"as tf^Jl^fj^ SS?
tmts & mko
\ 9



tauo de 1'ernaniDuco Segunda eira 19 ie Junlio le 1871.
=
3=
-
\
V
VENDE-SE
Joaioi.ii Jo Uin>,J>a fwt^ n. 8, i'
ndar, vende ntgoiflVatQl amerieaos verdadeiro
* pregn americano 1 S e 4.
nao ha uiats abetino braucoa
Tiritera japone a.
S e nica approvada pelas as academia* *
seiencia. reonhecida superior toda que tera ap-
parecido at hoje. Deposito principal roa di
Udeia do Recite,n. 51, i* aodar, em toda* as bo
tiras e casa de cabslleireiro.
craprc a Xoto Esperanza f!
AO BBLI.0 SEXO.
Esta foja Wm eoohecida pela sua elegancia
superior dado de seos objecOs, acaba de receber
muitos artgos para o qoe respeitosamente convida
ao bello sexo a viiita-la, afimdecomprarem aquil
lo que i recis;vrem para amparos de vestidos (ol-
ate ou locadora*, e mosmo qualquer objeclo para
fazer algum preiente...[pois que s)na Nova' Espe
ranea licara sali>feilos, j pela qualidade e pro-
cos raioaveis, e mesrao por que a {(ova Esperan-
ea nfana-sc em nio se impacientar em dar a es-
eolher os objectos, p>retando-se com o agrado
can que cosiu a recebar a lados, afira de que
saibam cora o flrrae proposito de voltarem ou
mandarum a mesma loja, logo que precisem de
qua raer artigo por ptqueno que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Reccbeu ,as de Li-boa a Nova Esperanza para
beroens, eniora e meninos, sendo brancas e de
NOYIDADE.
Bicc de qnipure prete com branco, a Nova Es-
peranca s quera (era 111
Caixas para joias.
A Nova Esperanza recabeu boas calas de san
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de multas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanca tem le te de rosas brancas.'
Para fingir cabellos.
Tem a Nova Esperanc,a a verdadeira tinta n-
gleza.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Casias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melbores, a do ais condecido fabricante,
anto francez como iagiez, aste postas venda
a ra Duque de Casias a. 63, na Nova Espe-
aaea.
Extractos, nanha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
indo de superior qualidrde : vende-se na Nova
Esperanca ra Duque de Caxias n..63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a roa Duque de Caxias n-
63, receben um lindo wiimentu de lia para bor.
dar, vil) io as cores maisprocuradas, branca, pre-
, escarlata etc. etc. a Alia antes que se ac he I
NA
LOJA ARMAZEM
Zit.
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE

Bonitas
PARA AS FESTAS
DE
ACTO AUTOMIO
E S. Jiilo
CBEGARAM PARA A LOJA
DO
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se veade na
roa da Madre de Dos n. 22, armazem de
Je) Marlins de Barros.
1
Vende-se secos com farioha de mandioca, me-
dindo 18 cuias, pplo baraiissimo preco de 51 cada
sacco ; na ra do Mrquez de Olinda n. 40, es-
criplcrio.
Libras steili las.
Vende se no armazsra de fazendas de Augusto
F. de Oliveira & C, ra 'o Cnmmejrrin n. 42.
A03 senhores fogue-
teiros.
XA RA LARGA 1)0 ROSARIO N. 34
Vende-se
Excellente limalha de ferro.
Dita dita de ac.
Salitre retinado.
Kti.v l:e em c nudo.
E em geral todo* os preparados para es fogos
le Sano Antonio, S. Joiu e S. Pedro.
mitos & c,
Tem a venda em seus armazens, alm de outros
uligos de seu neg io regular, os seguintes, que
Tnd?m por preces mais mdicos que em ou-
:n i^jali,uer parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
POPTPIRAS de ferro para cerca?.
SALITRE ingles.
SSTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
8BS80 superior em porcoes e a contento.
SEMENT de todas as qualidades.
ACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzSes da Russia.
ALEADOS americanos para forro de carros.
fOGOES americanos omito bons e econmicos.
VINHO da Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
F A PELLO em saceos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.
Doces, f uctas e flores
l.UA DA CRUZ N 13.
Linches todos as d;as, ditlerentes e preznntos
em liambre a< libras._______
Vende -o urna carrees em meio U9o e uip
boi dosirvic.) da mesma, novo e multo manso : a
tratar na ra do Brum, no Recife, n. 65. taberna.
0
}
PARA
Santo Antoio, S. Jo&o e &
Pedro,
Souzaa & Guimaraes, proprietarios da antiga
loja fe f-rrajens na do Barao da Vici< ria n. 39,
antiga roa Nova, veem avisar ao respeitavel pu-
blico e com espvcialidade a seus amigos fregue-
zes, que j r-ceb^ram as amosiras de um com-
pleto e variidisimo sortimento de fogos artificia^,
para festejo dos gloriosos Santo Antonio, S. JoSo
e S. Pedro, garaolindo-se a boa qualiJaDe por
serem das melhores fabricas desta cidade, bi*m
corno um lindo-e tambera variadissimo sortimento
de foguinhos para criangas, o quaes sao proprios
para Safio por se t< marera innofensivos, por isso
veem convidar a que venham dar mas encomen-
das, eompron-tiendo nos a satisfaier coro promp-
(idao e zelo, j pela boa qualidade e j pelo i me
ro cora que se acondiciona qualquer encomenda
ludo por precos eommodo, a euntento des frpgue-
zes ; em relajao a^g divertimenios, achara-se
tarrbem a venda, livros de fortes, caribes de sor-
les cam pergonlas e resposta, papel com versos
pata sortes, e as penco eonhecidas tarjeetss raagi
cas: tudo na ra do Baro da Victoria n. o9. an-
tiga ra Nova.
FLIX PEREM DA SILVA C.
Os proprietarios dest* grande ejlatielecitseoto teodo em ser ama avultada porejo de
fnzenda, e temi contionado a receber por todos os vapores e navios iateosa porefio
das ra?s-msi=, tem revivido f.zer urna GRANDE LIOUIDACAO, afiojde damiuairo grao-
de'deposito e ap rar IiINHEKO. De tolas as fazeudas qud ss vende baraiigsimo te dio
as amostras, Scando penaor oo t manda levar em cisa das Esmas. familia, asaim como
as pe soas Qoe r,e"ca;a ecu meoor escala, n'esle esta e'ecimeato se podero sor .ir eB
pequeas pcr^Oes pelos meamos preess que compram as casas exportadoras.
ALFAIAJ1
que se encarrega de ex-ecutar qualquer en-
commeeda da sua arle vaaiae dn fie
gtiez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimen'o epromee servir em a todoi
os fregaezes qu the bonrarem a ana caa.
ALGODlOSINHO A 3500 A Plfef
O Pavao vende pecas d'algodiosntro de
muUo boa qnalidale, tend^O jardia eada
pi ca, pelo barato pre?o de 3|5CO, dito moi-
(o largo e enrorpado 6*500, dito o me-
Ibor que tem w-.-do ao mercado, muito ao
c rpado e largo para ten?-a. pelo barato
preco de 61500, grande pecbincha.
MADAPOLAO A ilfOOO E 4fiOO
O Pdvao vende pegas de madapo 5o cora
ti jardas, sende fazenda mnW supeiior
pelo barato preco de 44500, d4;as com as
raesnas jardas a 45000, dtos fahsimas a
5300,65000 74500 e 84000. MCbtocha.
MADAPOLAO FRANCEZ A 104
O PavSo vende ier;as de flmssimomada-
oollo verdadeira mente frajicw, tndo t
metros ou 20 varas, pelo barata?wo pre?o
de 104000' peca, sendo fazenda que sem-
pre se venden li^OOO, e lquila-s por
este barato'prcco~por star alg.roa cou&a
en ;h uva I ha da na poma de n.
ALGODOSINHOENFESTADO A 14 14280
O Paran vende verdadeiro aigodlosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
n>uito eocorpado, proprio para iencoes a
7 do trancado e muito encrpado <42H0.
BRAHAJSTES ?K LEiNCOES A 2liOfl 2*80034
OPavIo vende o verdadeiro bramante de
linho tendo 10 palmos de largura, que apa.
as precisa para amltnfol nma *ara etma
juarta, pelo barato preco de 29400 vara.
ditrelbor de 258 Oe 34000, tendo at
do melhor que vem so mercado 30506
e 44000, assim orno retoes fortes para
lencos?, sendo ama eneorpada fazenda fran-
ceza com 10 p.hnos de largura 100 rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 14800.
SAI AS BORDADAS A 44500 E 6400
O P.vao vende grajde pociacna em satas
brancas ricamente bordadas, tendo cada orna
4 poneos, e vende pelo harafo prego de...
45500 e 65000, sendo fazenda qoe stop
vfndeu-se prr 8$ e 104CK10.
Fazeodas para saiaa a 14200, 14280 e 1450o
O Pa /ao vende superior fazenda bordada
^com pregas proprias para sai as, 14200,
14280 e 145(0 a vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas cu 3 t2.
ios 3000 carica de caabraia a 24520
O P v i vende urna grande porgio de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinhas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 24500, cada corte,
fazenda que vale muito m:-i.
Aes 2080 artes de eamaraias bordadas a 84KK
O PavSo- vende urna gaude quanlidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenos mais
lindos e meis vistosos que tem vindo ao
mercado, tanto em titiras corridas como ada-
gonaes, e com malta fazeoda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimo prf go de
5.5000, sendo fazenda de meito maior 'va-
lor, grande pOcb'ncna.
CAMBRAIAS
O Pavio tendo grande quanlidade de pe-
fas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 34 a pega at mais
Una que vem ao mercado.
CBT1A A ,160 RS.
OPavSo vende cbitas-largas com bonitos
desenhos e cores Bxas, polo barato prego
de 160, ocovado, grande pechiocha.
LASINHAA 160 RS. 0 CO^ADa
O PavSo vende bonitas ISasinbas transpa-
rentes pelo barato prego de loO rs. o cova-
do, pa hincha na ra da Im, eratriz o. 60
CORTES DE CASSA A 24500
O Pava* a vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 2d500 i corte, ditos muito
lindas 34C00, pecbiocha.
CASSAS FRAflCEZ AS A 200 RS. O COVADO
O PavSo vende bonitas 'cissas de cores
para vestidos, pelo barato prego de 200j-*,
o covado ditas fioissimas com os desenhos
mois moderos qae'tem v.ndo ao mercado,
pelo barato prego de 500 rs.
CRETONS
0 Pa*8o veadf flnissimos crotones esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre:o de 640 rs.
VeDde->e a armario da cata.da ra D.reita
o. 38, prf prta para taberna ou nw-mo outro qual-
quer negocio : qoem pretender-dlrfja-ae mesma.
Par* bolos de S/Joa
V'r d'mandioca.
Ct-raua v liiarmtiiU) massa de mandioca nule;
vende-se em pa cotes ie 1|J, le 2 kilos : na ra
Kova, lija n. !'3. e ru. da Cadeia n. 9. loja.
l'AHA PDAKIaI ~
Vde--e ce-tos : na rna do Domiogoa ioj
aMrtjn" n. 8i, (seDrala-Velha).
Doce.*, trucas e floie
HUA DA CRUZ If. 13.
S -es para as. noutes'de festas e ppela eotn
Maki para soiie. -
PAVAO
ALSAOAIAS A I 24 0
Cbegaram as mais lindas aisacianas sen-
do urna cova e elegante fazenda de laa
com bnlbantes listas de seda e bstame
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o que este acno tem viod. de m is gosto
o n errado, e vnd"-se 14200 o covado i
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVaDO
Cbegou para a loja do Pavao i sta nova
fazenda como nome re granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de 12a com
bonitos qnadros de sed, p opria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8t.0rs o covado.
ATLANTAS LA VRADAS A 800 RS. .0 COVADO
Cbegoo e.-ta nova fazenda com o nome
r'e a tanta, sendo urna delicada fa;enda de
13a, para vestidos, q .e vende-se pelo bara-
to prego de 800 rs. o covado.
NOVAS POPELINAS DE SEDA
Chfgou para a lija do Pavao um grande
sortime to das mais lindas e modernas
pouielinas de seda, com os mais delicados
padrBes e de mnito phantasia, qoe vende-se
por preco moito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LATOADAS A '**
. Veode-se crtas para venidos de eam-
bnia branca la-rada, sendo fazenda muito
fina, pf lo barato prego e 44 cada corte,
asMn como um grande sortimento de ditas
lisas, tapadas transpare tes. qoe vende-se
por mee os do que *m ootra qualquer paite.
CAMISAS ARA INvERNO"
Cbegoo para a loja do Pav5o um grande
sortment de camisas escora encorpadas,
a prova o'agua, sendo prop ias para a es-
taco do invern, e vtnde-se p,r preges
em conta.
TOALH VS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3A500
O Pavao ve.ide toalbss brancas de fuslo
a'cocboadas, proo ias para mesas, sendo
bacante granies pe'o barato prego de
3,5(500, ditas encorpadas mtito grands 74.
CHALES DE MERINO' A 24509
O Pavao vende chales de merino moito
grandes e encorpalos 25()0, ditos
imiugo de cbinezei 2^500, ditos pretos
de renda corp 4 ponas 20(00.'
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavo vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qnalqoer{arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortimento das
me h,res camisas inglezas e francezas com
peitos de linbo para todos os pregos e qua-
li ades, assim como ditas de ditos de
algod3o para todos os precos e tamaobos,
tendo tambera pata criancas, e no mesmo
estabelecimen'e tambera so vende ctroulas
de liobo e algod o, tendo para todos os
prcos, assim gomo metas croas ioglf-zas
para bomens e meninos que ludo so veade
por prego muito limitado.'
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavao tem c ostantemente um grande
sortimeeto dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jai ellas que vende-so de
8JdU0 ai' ao n ais no que ostuma a vir
n'i ste genero, assim cerno bonitas cambraias
a i..rnascadf, un o tapadss como transpa-
re-jtes, prof rias para o mesmo fi n, colcha^
de crochit, dama-co para camas de noiva?,
e cortinas, e vender no Bazar co Pav3o
LASINHAS BARATAS
O Pavao tem um g ande soi tinento das]
mais bonitas laasinbas para vest os, tendo
de todos os pregos cores e qualidades.
urincip ando da 200 rs. rara cima; porm
t3o grande a qoantilade que seria enfa-
donba especificar qualidade por qualidaie,
s a vista co fregtii-z e das amostras se lbe
venderlo por pregos t3o cmodos que
engue a deixar ae fazer um vestido de
13a por to ponco dinbeiro.
Aipapaq ni? rnRnln i 'a do enamores, pelo Dar-to preco de 640 rs. o
ALPACAS DE CORDAO A 640 R8, covalo> djtos de fl ^ ^ p^ CQ.
O Pavao vende as mai lindas alpacas de Derla sendo fazenda moifo eneorpada pelo
rd'o para vestidos e roupas de enancas barato prego de 8'0 rs. o covado.
Basquinas so casaqirnhos a 204 e 25?
O Pavo vende basquinas <>u casaqoinho
MACHINAS PARA
COSTURA
Oiegaram m Bazar Universal da ra N >va
n. 22, um sortimento de machinas para cos-
tara, das melhores qualidades que existe na
America, das quaes militas j sao bem eo-
nhecidas pelos seos autores, orno atijara :
Weller A W.lson, Grover Boker Silen-
ciosas, Wed o I rape ria es e ou"as muitas
que com a vista deverao agradar aos com
pradores.
Estas machinas teema vantagem de fazer
o tr;i'.alho que 30costureiras podem f z r
diariamente e cosem com tanta perfeigo
como as mais pe feitas costureiras. Garan-
te se a sua baa aualidaie e ensiaa se a tra-
baibar com perfeiglo em menos de urna
hora, e os pregos s3o 13o resumidos que de-
vem agradar aos pretndanles.'
%
& 9
%





nico legahnente aotorlsado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.|
84T-iUia larga do Rosario34.
p FIO
Pr Mecos e togmtteiroa.
SJtCCOS
PARA ASSL'CAR
CERVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
JSffST na,aa1S.er.Uffler0S ^'^
Vendem-se
Em casa de
^T. JEFFEBIES C.
4o nua ao Gvmmercio 46
iBRWS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazena em eada peca una bhe-
te con o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFER1ES VINHO DO POHTO FINO EM CAlXAS------
BoJiaetes
muito bons para hiates e barcadas
Bducisiie louza
para lavapem de longa em endonas : vende-se
por mdicos prego3: na roa do Brum n. 91
AVAGUIA BRANCA
RA DUQUE DE CAXfAS K 50
(Ontr'ora Queimado n. 84
acaba de.receber a Inglaterra nm bello sortimen-
to da objerto>, que alera de sempre necessarios
hoje fe toinam essencialmente precisos avila da
falta que delles ba 00 mercado, sendo :
Fitas de veludo pretas, ontras com relas bran-
cas, e ontras de din rsas e liadas cores, e todas
com differentes larguras e superior qualidade.
Franjas, trancas e gales de teda de-moderaos
dosenhes e gostos, e igualmente sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e gales de lia, tam-
bera sonidos em lanaaras, cores e moldes, e to
proprios para vestidos como para roapinbas de
enancas.
Trancas brancas de algodao com nova forma em
caraces angulares, leodo oesse genero martas e
diversas larguras ; ontras nos maaaios goMos po-
rm mescladss ; onlras irancinkaa brancas de
can ess miudos bonita*, as qnaes por taaa
estrnelas teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinhos frisados e oatros preparados para
fr^sar-se a vontade.
Um bello sortimento de galoes pretos de 18a eom
differentes moldes e largura?, proprios para vesti-
dos de loto.
Botdes finos de madreperola para camisas, cu-
tros pretos e do cores para vestidos.
Isso alem do constante sortimento de enfeites de
seda, ISa e algodo, de que sempre se acha provi-
da a loja da Agnia Branca.
branca:-, bordadas e outras com
babados.
Na loja da agaia branca vende-se bonitas salas
brancas eom largos e delicados bordados, e on-
lras com bordados de pregas pospoaladas, obras
modernas e de gostos.
Fil de seda, branco e preto cora salpico'.
D.to de algodao, liso com salpicas e flores mia-
das.
LIVR1NH0SC0M DESENHOS
para crochet, maica etc.
FOLHAS DE PAPE.S COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fina.
Aannoeiar hoje bicos e rendas de labyrlntbo,
objectos esses que se aenam em qnafquer pane,
seris fastidioso, porm assim nio acornee arque
estes que a Agnia Branca acaba de reaaaar sao
de urna nova e superior qualidade. AiAgaJaa%an-
ca a ra Duque de Caxias n. 52'receben bkps e
rendas de lal yrintbo, que por sna amostra iterara
perfeitamenle entilando a tecidos de gradea chelos
e feilosno par, mostrando at o alio rel* que
re conbeee as outras, isso alem da aotiOade e
bom gosto Oos deseoboe
Tambem raedava oatros Wcos e randas ettnitas
proprias para roapas de seoboraj e meninas.
ltecebtu igaalme^ie nm bailo sorlimeslo de
rendas e bicos de crochet do (loa qualidade a agra-
da veis lavoures. Assim, pola, os pretendeote serio
bem servido tanto noa pri ^js como as anaII-
dades. '^
BARRETES M PONTO DE
meia para reeem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguja Branca tem receido finas per-
fumarias ingieras, sendo extractos concen-
trados de agradaveis Hierros, pomadaa fi-
na* entre as quaes se nota a d'alpaca, agna
da, colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas iog ezas, e opiata para
dntes. Tambem receben variado sorti-
mento de sabooetes, qoe os est ventado
baratamente.
Caixinbas com 3 sabonetes aromticos a
41. ditas com 3 ditos transparentes a 1,1,
WfiOO e 20000.
Enchovaes para baptisaos.
A loja d'Agnia Branca roa Buque de Casias
n. 52, acaba de receber lindos enebovaes de diffe-
rentes gostos e preces para haptisados, assim co-
mo bonitos ebapeosinhos de fuslo primorosamen-
te enfeitadoi para o mesmo flm, no mesmo paa-
J^seio. Taaibem receben moderoas e bonitas ca-
misinhas bordadas com puenos .para sentara?,
golinbas com paofces e sem e tes, tanto de renda
como de cambraia, bicos da seda branaos eom
vMiiihos.
cor
roupas de enancas
oe!o barato r.reco deN 610 rs. o covado,
das liuissimas com os mais l-b lavoree
imitacao de sgra'ianas i 810 rs. o Covado, da **&* Pr(*o8 ricamnte enfeitadis, pelo
b"nitos glacs com delicadas crese lus',;barallssimo pre?>de40d e25^0^0, sendo
trosas como se la 1^000 o covado, e oa- ,mnl ntodi-ros, assim cono ditos de ero-
tras muitas fazendas de goto e loxo para chet e rendas pretas qoe se vendem moito
vestido, oa roa da Imperairiz n. 60. 1em coma, oa rna da Imperatriz n. gO.
POPELINAS CL-tas eutrancadataarataterta* a 300 rs. carado
O PavSo receben as mais delicadas e me- ,.?^io. ven1e hilas entramadas con
Grande'
LiaIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Inores poupelinas de seda para vestidos,
Ciim oe mais moderos lo^ores, e outaas ti-
zas ora as cres-mals novas qoe tem vn'o,
e ieode-s3 25u00 cada covado, assim
cobo del cadas sedas de listinbas, tanto
pa/a vesti los de ?entv>rts, q vende-se 25000 cada covado.
ROUPAS PARA HOMbWT
'O Pavo tera en oslan tem en le ora grande
sortimento de rorjpa, laoto de panno como
de delicadas case mira
de bri-.s br neo e daeres, de case-Idas de 13a e u.uio
miras p^ra todos os preces e qQali a tambem se manda fazer qualquer peca de
obra cim tjdo aceio ei.romplid5o, para o 1
delicados desenhos og ic rti-
oaaie cores fixas, sendo fazpn-la mnfto en-
eorpada pe!o barato pr*co ae 360 o oooadO
ESPaRTM
0 Pa^ v.nda^H i modernoe me-
lhores espartilhos, ten^ os ta-
manbos, pelo baraio pre
CASEiVil
O Pavo veode um
Loja de Ciuilhcrnie.
Laas de cores miadas a 80 rs e covado.
Bramante de linbo com 10 palmo de largor a
z^uOO vara.
Chitas claras e escaras. 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Bitas riscados prossianos 280 o covado.
Ditas cbinezas para coheru a 2i0 o covado.
. Cambraias, organdys miudas a 240 a 289 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores
nado9, a 320 o covado.
Dilas hispo lisa unas a 3* apee.
Diias brancas com 10 varis. a-3OOO 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4| a peca.
Musulina branca, a 440 rs. o covado.
Madapolio franeez, a 6f a peca.
lia!, a 4*000, 6>, 6i
para corli
Dito inglez de bom aaspecial, a
>7 apega.
Algodosiibo a 3*, 5#5O0e 4* a
pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda wJerior a
360 rs. o covado.'
iores miadas malisaas a
500 rs. o
co-

que se.tem om perito
ipossirei, na 1
Tcode o
Imperatris 0.
Dita branca, com
500 1 s. o covado.
Dita preta cora Hir branca, o
vado.
Ditas de cores padr5es miudos e moderaos a 360
r-. o covado. -
Lencos de cassa opa barra de cor, a 110 r
cada um. .
ato de linho en bainbados 4* a dozia.
Cbilt, fazeoda bem oonllecida pels sna fortidZo
ais larga q ;e chita para roupa de eseravos, a
M rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*600, 4* e 8*.
jrles de meia casemira, a 1*100.
Wineta pela e da cor, a 500 rs. o eovado. "
, Gariga amarella lisa. de lista a 360 rs. o co-
>do.
Algodao largo msrea T a 8* a pe D-se amostras com penbor.
do D*lU^^.&r ^^ W M ^>deiras TO>*
vnrn 2S f *a 8 Tos' em qne 3S fal8,Bv5es de Hambnr*o e mesmo de New-
IirZ-T D.lradaneftee' estes remedios haviam alcancado por seas maratilbosos eflfeitos consegojram introdnzir-
i a 9a ,0CMt0' cota oma redneco de preco, nollificaodo o verdadeiro
ment aestas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
ao-it1 com sos nulios effeito?, lembroo^e o aotor de faser a declarado abano, e a
dar diplomas aos que venderem os seos legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel poblico de que as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
owat so se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo igual.aa desta
annancio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, qoe os Srs. RaymondoCrlos Lei-
te 4 Irmao, da cidade do Rio de Janeiro", no imperio do Brasil, sSo os nossot agenes
geraes, pela venda dejossos remedios, tanto n> dito impefio como no reino do r
gal. .Noticiamos aopnWco, qoe Dio se podem obter os remedios doDr. Rabw-
(e qne s3o preparados no laboratorio do mesm) dootor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), senlo das pescas qae podem prodozir a prestte certifisefo e attes-
tac5o e qne a produtem, subscripta e assigsada do Dr. Raowat G. e dos Srs. Ray-
mondo Garlos Leite dr IrmSo como ao p. Todos e cada om dos remedios do Dr. Ra-
dwat A C. s9o acompanhados de cdulas semelbantes as qoe panflal i desta cor"
UScaco.
Kaamioe-se bem a assignatora da firma do Dr. Raowat G, ao po da present
ertifleacao e compare-se com o fae-mile as cdalas com todos (rasco
Radwat 4 C.
*


V,




m
i r
)
I
i
Dinrio de J'eroambuoo Segunda sir 19 de Juuho de. 1871
m FESTA DE S. MO
A3iyRDA_.._.
13 .A R*a da tmpanrtriz 13 A
H Joaquim Bezarra Pessofc# C,
JLfAJSL. ?*' qU6 S ProPrfe(arios des estabelecimento,
iSSLL^ k10fM"ndM de t']u' ,ias' mho a'?od&, e que e- oivid
i woderem muito barato para assim contentar a tolos e apo
avi>am
o qoe
scus
vestidos de capbraias brancas
iroprios para bailes, partidas e
se pode
. jsolvi
porar dinheiro, a ssber:
bor
.
tos com babadiuhos e muito bonitos
pronua para o m^rao Qm.
Ditos de orgaadys brancos e flooe de mui
ta phantasia.
Efegaate sortimento de !Sas* com listras
de seda, por barato preco.
qnSldfeflDa e percales daftttl? ft-Ma
Creonea com listas, fezenda moderna e
muito barato.
Cambraias de cres miudinhas e gra&das
por 200, 2*0, 280 e 30 rs. o covado,
moito barato Ir a vista da qoalidade.
Pecas de cambraia brancas V.cto.ia com
tOjardas a i/f, 60 e 7000, finas.
Ditas transparente finas e entestadas por
todo o preco.
JMdapotoes 1 irgos cqm 20 varas a 5,1 61
71 85 e lomo, finissimo.
Bramte de liiho com 10 palmos de
largara a 30 e 35500 a v ra.
. ES? de a,8 ,5 Cm a mesma largara a
o800e 20000 a vara.
Ricos tapetes aveliu fados com enteres
sanies deseados de todos os lmannos para
diverses precos.
Pannos de crochet para cadeira e sophs
muito barato.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janelias.
Toalbas felpudas e alcmoadas para rosto
e mos por commodo preco.
Camisiobase corpialios brancos e d c-
Completo sortimento de ebales de merina
lisos e estampados.
Guardanapo* de l'nho com franjas pro-
prios para a!mo?o e jantar.
Toalbas para mesa de jantar brancas e
cores a 50 e 60000.
Ricos casaquinbos de grosdenaple enfei
lados sJae vedrilhe.
Bafes para meninas de todas os tama-
ohos a preco moito commodo.
-Ditos para Sra. tanto de panno como de
cambr.ias com tiras e oolros muitos arti-
go? que deixamos de mencionar.
PARA OS CAVALUEMOS IGUAL YAN-
TA GEM M
Colariohos, punhos de linho, grvalas'
mantas, meias, lenco de linho Anos amba-1
nhuis-, c-misas de meia de todas as qua-
Iidade3 e serolas de li;iho e algodSe.
Cambas inglezas de linho e algo Ja" >, di-
tas fVancezas a 10330 cada urna.
Palitots ae todi.s os mjelos qne se ozam
e de todas as qaadades.
Caifas de casimira de cores modernas e
bem feitas e de oulras qualidades.
Giletes de gorguro, pannos, casemiras
pretas e de cores, de brDS brancos; e ou-
tros artigos que por certo agradam aqu-m
procurar.
E um babilitadissimo artista em alfaiate
que n5o se popa no tsmero promptido e
per eicao de sua aule ; para tomar medidas
dos qne qnizerem mandar fazer roopas d
Ba do jabttg n. 6
i
DE
Antom Francisco dos S:tos & O
.a. -. e no!> e jectos de gosto e, tteiramente oovos, a saber cppiet sortrafcoto de ol*
^Poupelmas de seda, com Hudos dse- Crochets p3r, cadeiras e sof.
Corles de cambra! bordados. BiCcs^ ms SfSSSZ'
Grande so,,men,o de ISas e alpacas para CbapelinasTebap^sTraleTWas,
STA VNDELO O EESTO DE "SITAS PCHL\MI\8
WA RA DA IMPERATR1Z i 72
ma.
vestidos.
Cortinados ricamente bordadas par ca-
Granadinas brancas, azenda nova.
S>ias e camisas bordadas para sebora.
Tapetes de todes os tamaBbcf.
qne b,de melbor.
Lencos de l'nho, camisas lisas e borda-
das para bomem.
Rramante de lloho e atoaJbado.
Bloes com as desejadas anquinhas.
Os rroprietarios da Conqo-sta preslm:se- .ToVaSTTomTnZr ob
TmZS!. ^^ C3Sa qUe Par" 6S ,heS mmm mV:WMA* Dome "?Tnomero
A bAilfaR :
LAA8LVHA a ICO R>. O COVADO
"V>nV.'e'!&sinfasjais vestidos desan-
corase Bltiini-, u'o t)jrto pieco de 160,
200 p 400 i*. coHado.
H TAS C.RGAS A :(0 US. O COVAD
Vende-^e chitas f arce aspara vealilo de
tasa, 200, U-j, 280, 3-0 e 3*50 rs. o ca-
yado.
CASSAS FHANCI ZAS A 210 BS O COVADO BR'LHAKTJNA BRaX .a a 500 p.S. o COVADO
Vende-se ia?.*a< tYancezas laraveMidos venae-.se briibsnt.na bjanca 500 rs. e-
240, V80, too e 4iO rs o arate. cova,1-
ALPACAS HE COKES A 800 BS. O COVADO FSTO DE CORES A 30 R' O COVA'K)
-Vende i, fu no de co.es para veCofh
oO'Drs o ovo>.
"HALES DE MERI.XO' ESTAMPADOS A H
Vende se chiles de memo e-tampaJbs
i 25COOe MiOO iraliqoidir-e.
CMtTES DBGA>GA ESCURAS A 800 AS
Vnde-se crtes do gaDga para calca-de
bomem i 80tt rs., para hquiJar se.

GRANDE AIMAZEM


i mu
O METRO
tn 10 pal-
enles
quaiquerspe.:ie, para o qne tem om bonito
res para senboras f p -w|a fim e -z
da Imperatrtz n. 13 A toja da Flor da Moda.
6 6 eg3n.,e cs^rll'Be.nt das fazendas propris
CHRYSTAES
DE
FREIR, IRMAOS

64
C YSNE
81 i DA IPERATRIZ \U
DE
FIGIIEIREDO 8: LOPES.
Ra Primeiro de marqo n. Ip, outr'ora.cua do Crespo u. 15
naril-ii ulSf PhY>^ em grai e Pfrtic'iinnfnte aos seos numerosos amigos
itatiJFL M r^Tf0.80 T*** lon Porcelana, vidros e'chystaes rn
Si JMar?0' OQlr?ora 'M ^ Crespo n7, sob a rsio social Pereira d
de commerciog,a ^V tLecimeDros e W^ispen o mondantes oeste ramo
neceSS d, 2fiSi ,* """* *e dediCM1> <* tem h8bilitado a a,isfazer a
SmliSLt Sde8ta,prVI,n<:'a e tM-"*>roi*e, offerecendo aos conso-
minores maiojp u.ntageos do que qoalquer outro estabelecimento deste genero.
merdal vPriSlPDb,C0' d'SDaDdosede ^itor este novo estabelecimento com
mercw^ Tenhcari por si mesmo o qne os amiunciantes vem de dizer.
Os proprielarios deste novo estabelecimento, ratosoara cota n rpnAit.vi nn
Mico pelo acolbiment, f.voravel qee tem recebido diS. frM06?s" tabaola lh,
padecemos lio. expootiM. como grata coadjuvaSo. C^rlof Smo TwmS
^Twnd^l^^-w,ncsso pr^ram,na sera BJRmSST!
que e vender barato e haver sineendade nos tratos. y
lttmen^mmTntitm as EBas- faali,ia e aos *>**<* a vrem ao nosso estaoe-
tec memo oo meo-lar buscar as amostras das fazendas- que receb mos ltimamente
po,s temos jazeodas da mas aparado gesto e do melho? q,e vem ao nos"tS

Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios pa-^a bptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qua'qner narte.
CRETJNES.
Recebemos cret>nes da cores escoras e
claras propnas para vestidos de senboras
Gf oscteriapi^s
Temos o mehor sortimento deste arti-
go.e vendemos por menos que ootra qoal-
quer casa.
Ditos d? cores.
drSSsF r *eu|FBBr r a$
SETINS DE CORFS LENCOS.
Temos de todas as qaalidades e ^ zid&mT SAlTJ6 'Tf^ H
mas baratos que ooiro aualauer :';. *'* os de cambraia de linho em
E' pSlNCH? canas de duz.a a 7O00. ditos branca,
Alpaca larrada com cordao a 560 rs o11 pfLTn *S 2500/S- ditos de
covado, dita com flores e listras a 6W, "o! f* XaS "prpri0S Para raP a 4* a
s?^;J^tifrs "Tt^ewa^0deM,a8-detod8
. ,a' a 9- tamanhos e por mtnos preco do que em
moito largas.
Laas Saboya
Recebemos ornas I5js c m seda, fazenda
uiteiramente nova no mercado, tem um bri-
Iho que as torna re-ommendavel.
Fechincha
Poil-de-Cbevre fino e com muito brilb
a 560 rs. para acabar.
Cortes a-M'ntrva
E'ama uzeada de la com listras de seda
de cor que faz ama viita oiuraordinaria com
19 e 20 cavados por ijlOOO.
Cortinados
ootra qualquer casa.
Bretanbas de superior qoalidade a l
li5i08 e 1^400 rs. a vara.
FLANELLAS.
Temos de tods- as qualidades, tanto de
cores como brauas e por menos do qoe
em outra qualquer parte.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
rel.la, e encarnada.
Cbales de merino.
Temos de 25O0, kfi, 5*500 e 6.J500 rs.
pttn cbmezes a 145000, estes olbmos tem
j muito lindos e proprios para
2, icanos para l8deira e varze,
Camas de ferro
C^r rid li os
UUU9 deimg0 p8ra V0|ames e para aUerr08>
de pesar decimaes e outras.
iixofre 88,ilrej e oleo de lbbaca>
i? Og*OeS americanos para lenba e k<,ke
, Fofmas
** de ferro para p5es de assucar.
-LOllOS de ferro g3|vaBsa(j0 paraassucar
Cofres de ferro
Machinas i0 nLmM u_ ^.
. oe-oesew##trigodAo
aaCllftiaS de cortar fumo.
Machinas
Vende-e al^a-as de res para vestido
de senioras 5 O e 64 rs, o cevalo.
ALPACAS FBETAS ASO BS.
Vende-se i fpacrt pretas i 5C0, fliO e 800 BR \MANTE dE L1WO A.?80:
W.J14I de linas asseti; a tas boa, para Vndese bramaotode linho ,
algW.)delistaaig)rs.ocovado?a8oo^ZS prop, para
Vende-e algoso de bst? para roopa
t'c ffrrar,., 160 rs. o cr vad". COMVAI LER
DltlM I 0A A 5t0 R\ O METRO I Precisan f llar e m n .-*, ,.n. c
.. Um ppps>A A .iOo R>. Balizar Marque fe Oliv ira
\e5 Thomjz ;c Ntscimento '
a '.-*- .. Maooe! da Cotia Trav sos
U-NgOS mHC04 A dOO febasliio Antonio de Albuq..erqte
^enle mWbpm brareos U 00 doza, Adelino da SilH Pinto Q
"con^ro-REs K al ;odao a w %l VSSX!^ h^
n*B.e->e cobeitore de ilg.daO ItfiOO J*n-.berUdo N. cimento.
pir? a-'i'" r_________________________Feliciano dsCoafca:g de Alboqoerqne
msms mm
NA
LOJA DO PAPAGAIO
A9 ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
des Ferreiros

DE

MENDES a* CARVALflO
*

d diferen-
tes tamaohos'
de arrolbar gaerafas.
[Estes artigos acbam-se a veod* VottA^Ai
em casa dos importadores V dpOreS de tre8 caV8flos.
Siiaw, Hawkes A C:, XA,. -,-.a1
um da choz y. 4. f erragem geraJ,
IUIROIIO LITHOTRIPTICO

Temos completo sortimento e ven domo tDW senhora bone'ta.
por menos que outro q.alqoer. | Fil bordado, liso fino, dito com salpi
c-rtioaaoi de sujerior coa. dtto-pnto liso e com salpicos.
qoalidade com 20 varas a H0O3O a peca.
CHITAS
0 Cysoe tem o njelhor sortimento de
chitas finas desde 280 al 440 rs., pode-
mos affiancar serem core- filas.
AIADAPOLES
Temos madapaioos desde 4,5000 at
Colxas brancas de foslao a 207CO rs.
ditas de cores a 208OO e 6A000 rs., ditas
muito grandes com bonitos desenhos a
I2JOOO.
Atoalbado.
Teuos atOalhados de linho muito largo,
i#eo poreraesia qoalidade tem 40 hr- d,l de a'godio adamasoado.
naoc A .TM,. 1_____ ._____' RranMnta Aa i;nk> -._
das ou 3 varas mito largo e eocorpa
do. Dito fraasez com 24 Jardas a 85 e
llijfOOO.
Cambraias Victorias finas desde 4ifi0)
at4 8#0OOr8.
Ditas transnare tes fioss de 3^500 at
14J00O. porm stas s2a largas.
Cortes de cambraia bran a com 8 varas
com flores bordadas moito lindas a 7AJ00
0KG\NDVSBRANGO-
Temos organlys braoc Oao.de 6|-*8|.
dito de co/ a 7*000 a peca.
Gambraia de c6r
Temos cambraias de odres com barras a
560 rs. o metro, litas miudrsJS a 500 rs.
to finas e cores fi^s.
Meias para b mens, dftis paa sennoras*.
ditas para memnos e menhas, d todos os
precos s qualijades.
Esparti'boe
Temos espartiitros de diversos tamtohos
e precos.
Bramante de Dbo com 10 palmos de
largura, dito de algodlo a 1|J800 rs. o
metro.
Brins pardos e de cores para todos o
precos, dito lona branco propro para
roopa de hcnwm fazenda de superior qua-
liJade. .
Para loto.
O Cysne tem chitas pretas de soperior
qoalidade, cassas pretas e com salpicos*
alpacas para todos os precos, caniSo sups-
rior, merino verJo e princezas ; todo se
vende p >r barato pre?o.
AlgooJo enfestado com 9 palmos de lar-
gura proprio para leoces toa.bas e oulros
msteres, qoe tendemos pelo bareto preco
de 900 rs. a vara,
Completo soriimeoto de casemiras de
cores, ditas pretas para todos os preeos,
pannos finos para todos os preeos. Tam-
ben! fcroos om bom alfeiate e Dos-encar-
: regamos de mandar fager qo-lqoerpefa de
obra que ficar a gosto do fregaba.
E88ENCIALWNTE EFFICAZ E INFALLIVEL^M DESTRUIRS ABEIAS E
r M EVITAR A SUA FOR8IACAO
. h P? f ,od"coes de moitos. abalisados cb.micos, e mdicos disUoctes, que
mat 12 a,ven^a?fi0 d c*"8" Qoe prodozem o. pidecimentos de riu-
Z^rVSnt. ^t* rktnty ^W'gado, ed'outrasmetras; e aos ensaios d.s
ac ividaPd7rnlP9Ta 'S"'****** a obler enwdiO.qornunca desdisse a so.,
acuwdaae contra os ditos padecimentos.
r.-tnS HB,"tofMeado em tbeoriasqoe tinto t%-an?tmos,.mas um nes sala
fimn ."? ?os .Ud0S da &nVPPJlMc3o. nas.innumeraa experiencias, que com elle
nzemos e deste modo, seguros de seos beneficios effditos, afouUmeole o recommenda-
r,1m'leSSf qe oranB a gumas dM bestias aetma dHa,oo de algons ootros pa-
decimentos do apparelho urmerfo, taes como o diabtico, glycosork? albamiaurko
de nmTatbSerVar qB6.M,D0 ^.da de"8ar om D0BHir0 &*"***> da doees
1 "^d'camento para corar todos os individuos que padecam da mesma molestia :
Ei^i*? ?* P"?8018 de dinmt cinansttwhS, jnhereotes dispoelo na-
lL??Ple'Ca0J.0Cada ^delles; mas -comtodd-, eerto que o kyiMeThtho-
tnpiico antt rheumaHco e gottoso produz sempre a cora desejadt, qundo se persista em
rZ s fffiST/1" 0bt9-la: d6VeDd0 terseem^taquVquanto ai-mvete
rado est ojnalmas se^dwe insistir na applicacSo do remedio. .
a J nZm^LUaS** asn?ar qge Pr maii wniioaado qoe seja, o oso deste reme-
tS 2!?a d4)MrranJ^! a,um n"s vias digesvas, mas sotes, pela propriedede emiDM-
p nS 2 T ,o0'!Bb? V*?0*' ortfi"a "tomago, torna mais lis as digesSe.
L^r?868' ""S^^Ppareter diarrbea, qoeeram entretida*pelease
dade'geral do apparelbe (bgeetive, ^
-, MODO DE USAR. fv
ihor JT'SL hUdroleo ^tripue*, nos primeiros qoatr oii cinco di, dus co-
ra ISn ^P8' ""'"0?, Ms,u&,rada' ^to, chi ou eef c.m leite, e mesmftsem misto
ra argoma; ee^ccasilo do almoco, e ootras ao -principiar a jantar.
de aTi MlW** e 8eamte tomam-seda mesmo moJo*dits,^rs comeres
a.1?--m'00iT'M8 da p98Soa doen,e depositara grande por5>sie arelas; se
X^l:^^U^m80}lmtaaocni^a,'' cm ^."'os padeermentos alo
Kir88^'1 qotro eoioeres.de cada vez, oo tres vezes no da, tres comer
^^Quandoas areias, oo ootros pa JecimenteS, tem dioiinoid?, tornan s prrmeiras
3B haSI0?^!?- tydrho tototripti v3o seftdo-mais raros o apparecimento das sreias, IHI k fifi l\ll A t n A
J5LDpbr,UCa8,rhecm^^ oeste ponto J II 4 | II ||| i|l ||||
iT^eTIm : tir' P0rm'C0U,J P^^^tSSar cada semaoa orne; Sll/ILU VW IPLlt"
-Pelo que respeita alimentacSo, deve elle sefregu'ada de modo qoenSo sobrecar* W o r1nofl,ft.nMn
rrg;e o estomago, e em quautidadi tal que possa ser fcilmente digerida'. a desengaar
A mp hir fallida oow J ..,1 I. ._.. "Li___ __i- .___;.____ t ---'- "*
Os DOYos propridarii s deste bem condecido estabeltciraenlo,
numerosos f.egoezes e com espcciadade s excellentissimas famiHa^, que araban de
receber um novo sortimeoto de fazendas modernas e de. esmera io costo ae s d- 13a
linho e alRodao. que venderSo mais barato que qualquer outro eslabelecimon'o 'ssim
tomo venderlo as J existeotes pelo maior preco que encontrarem, oara nSo ?ccomuia-
rern as antigs com as modernas. Portanto, p:evinem s exctllentosimas fam lias amuras
da economa domestica que aproveilem a occasiao de, com pequeo disnend o no^
rem refazer-je de qualquer fazenda qoe precisem. v p
Declaramos rs precos de agumas fazendas, para provar o ue dizemos
Madapoloes de i, 3, 6, 7 e al 100000 a pega.
Algod5.iiinho de 2#0O a 8 Chita a 160 rs. o covado.
Coi tes de chita para vestidos a 1^600.
L'aziohas de Giffreutes qualidades de 320 a 300 rs o'covado
Cr|e3 de pprcalas com ti covados a 50000.
Dit is de cassas, padiSes miudinbos, a 20300.
Alpacas cem flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas lxas c6r de lyrio, de efir 6xa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 505- 0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 0000
Ba!5es de la de cores m,dems a 40000.
Lencos chut es brancos e de cores a 30 a duiia.
Ditos brancos de cassa a 20 a duzia.
Cbales de mtr n lisos e estampados de 20500 a 50OO:\
Colchas de fusto, grandes, brancas, a 208--O e 40000.
Bramante de linh > de 20300 a 20OOO o metro.
Algodo enftstado liso e trancado de 10 a 10400.
Colchas de foto de cor de 20500 at 60GOO.
Brins de linho de cor de 500 at 800 rs.
Cassas de cores de padr5cs midos e grados.
Balas de todas as cores a 600 rs. o covaio.
Flanellas da c-es a 640 rs o covado.
,
>>

I
Pararluto
A melhar bebida joar duvida, a agua pura, mas tamben se pode usar de tinto 1Acl di cbe/ P^ ultimo vapor para a eo*- K dSSo ZC L i
rvejs e violibffdne, poocas vezes. *,',i.n,bPr,?0d?oaTS 8,s.euinlesarlil S"doest t$'
neniamos, grande erciclo.seat/odioo. h 'JSflK*. l\ ^taLS!5!*ft m^uMi.iSSSJ
aro oo tiro, do ensenlio ver
CMja, faieaia bem coobecidiWfa sua ronidi
*ff,55?iaJ -p LfSSWjs era?S, a*
Gnilbanm.
leBtaaio.iV/tiand
Effl barricas de (3 irroba i pr5o mai cem-
Brii braaco de liuho.
Briiu brando da Imbo soperior, atha4o, e eit
molhado, a8t0rs.n!ii vara : tama do Crepo
na rw <*> Orespo n. SO, loj do' -n W, foja.*} GofHirm?.
lervtja em*"harl, de si}-
perior qirlidftde
Chegoo pera a lojaeoip-pagaio-cm
i* on a-cor-ie eores to as im b
wa-rt em ea fe g. -p.-JHnHiw A C, rtipte'MuroiOi e vendem-seper preco m
simples oo pouxo atoielreo. De eer.......................
bobre tods o o^ie mMtf ftaimm. nlamos, grande exerciclo, semfadiqa
ello muito conlriboe para a rapidez da cura.
N. B. Depois de tfar-ie do frasco a p:>rcIo ooe se val tomar, deve bWT o maior
coidade em o^arrolnar immediatamente. ^'If
nico deposito em Pemambrfco
fra oS S)ericaDa de Ferreira Maia c,! r" ** M' 57'(a-
Princetas pretas a 640. 800 e 10000:
LSazinhas pretas a 410 e 500 rs. o covado.
Cassas prelas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5 0, 600 e 800 rs. e covado,
Bombazinas, lisa e trancada, a I200e 108(0o covado.
Mri. 03 tracados e de cordSo para differentes p.ecos.
*^jfJutfas muitas fazpodas, ctmrf sijam : atoa'hados de linho e algodS, Roardana-
EItL6 br3D.C0S! ^^o enfestado li>o e trancado, bramantes de linho e algodo
pirallences^, cortinados bordados para janellas, flanellas e damascos de Ddas as cdrc
Officma de alfaiate na loja do Pa^agaio
Almde baver om grande sortimento de roopa feiu de todas as qualidades, hnto
ri!r??A *?!Sj-S!iif-f alf*t CiUS' "e,e8 e pal,lots' ha Dm bonito ioi bmemo mo-
couJtes CASEMIfiAS de cres' PrPr,as Para a eslav*>, e cortes de gorgorao para
Paoos fios pretos e azues.
Ca>emiras pretas moito finas.
Brins brancos de linho de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de cres de todas as qualidades.
Seroulas franceas de linho e algodSo.
Camisas francezas e inglezas, bordadas, com pregas, coto-coUariabo e sem elie.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flanelra, brancas e de cres, para osar por bao.
Ditas inglezas para meninos.
Chapos de sol de seda para 8, 10 at 180000.
Cullarinhos e poobos de linbo.
Grande sortimenio de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, e om especial
sorumento de popelinas de cores, dos padias mais modernos que tem vlndo lo iner-
Foroecem-se amostras ou mandam se levar pelos ciixeirps
?1^~ NOVIDM.
Aeaba de ebegar o verdaduiro vinho verd* de
uva por* em calas de.il garrafas e o arredilado
vmho e-pecialisjmo pwio em decimos de pipa ;
j vendedor nico recebe** destes vinbos acba le
autorirado a garantir a especialidad* don cnesmos;
roa do Vigario i. 4, aidar, escriplcrio. de
Jos Lipes Davim ; onde empre ae encooUrari
.Porto ( e melbor ano
em vigeasjno 4a pipa
3 -
a libra I I sendo .%." & "tSS r! *" P ^ q6 ^",,air Wk P*W#-
toeoJate fretto a IOjO a libra, calxiobas cm
MnHo soriimeato proprio para presente, por pre-
sos multo baratos.
- proprielarios deste estabelecimealos tem re-'
'
^1
Cousas da poc.^
-. A poca dos fQOQVJitjtj aortes. e o
silvidev'|rande redacto BfeM,^8torece Serem todos estes ani*< da do bm e dj belkv
ROA DO niPERADOR N. K
*ant
e
AVAR1AD0 _
Alfodlo marea T com M varas a 4/ e 4/800
j>ee*: na roa do Crespo d. JO, toja do Gallber
^H

Uteii^ili.8
eleneilios de om armazem de carne I
servem tmbern para ptdaria : ni I
A)OM a. W, aoiiga da Praia.
Ameadlawm^utu para sortea a laooo
Diitis deseasoadas p*lo mesmo pr.
Hanteiea em latas e em libras mtuto, boa pan
Jaoeihzen'doseaii>iafceJos>mtaaaief5
eite, UaHetal i PrMboeo
i C.
;ark>-34




i
Diario de Pernambuco Segunda eira
Junho
m
ASSEMBLA GEBiL
,, i, --------------------
CMARA DOS DEPUTADOS
Resposta falla do tirona.
(Contioaaclj).
N3o (ai questio de gabinete? Etiiio
constan que, en vez d* rcdacfo do .pro
jecio, se aJoptea emenda, porque o BOjkre
presidente do cooselho confessou que elli
poda servir para todas as opinijs no is-
sumpto controvert lo. (Apoiidos.) N>
melhor. aceitar'o terreno reuiro por lo loa
rejsodbecido, qoe os termos do ppojjcli.
que muitos interpretara differenlemente?
(Apeados.)
entrares, nio esta,orna questu pira
ser revolvida de um s golpe, de urna so
mi; coraraecemoi agora, decretemos m"ios
indirectos e preparatorios; quando maio-
res esclarecmentos vterem e as circums-
Mecas passemos a medidas directas. O
fne convm que o estado servil Ande no
paiz com o seclo, que se llie fixe mesmo
prazo, mas que, durante elle, se va" pro-
porcionar e paulatinamente tomando pro vi -
deudas acertadas e prudentes.
Ser capricho do Sr. presidente do cor.se-
Itao i) querer abandonar o projecto e acei-
tar a emenda ? Nao, p irque en conheco
perfeitameote o ciracler fri e o espir to
alitado do Sr. presidente do onselho, que
com tanta babilidade qoanta fortuna lem
sabido atravessar as ondas crespas das n *s-
sas differentes situagoes polticas; aoom-
panbando como experto e calmo poltico as
esciacOes e circomtaocias por que tem o
paiz passado. Se nao capricho, o que
ser.? Poosamen o ocoulto de engajar e
compromeiter quem votar pelo projecto til
qoal ? >e permitido ao Sr. presidente
suppr infundada e in.ustameete que n
com a emenda nutrimis pensamento ho.-lil
ao gabin-te, quanlo declaramos que o nao
temos. rrSb' aos- ser permillido suppr no
Sr. presidente do' conseibo u n estratage-
ma urna tctica- parlamentar para nos pren-
der em favor da proposta ? (Apoiados.)
Nao, nao ba capricho, nem de urna nem
de ostra parte; nao, d3o ba pen amento
occolto, nem do ministerio e nem nosso.
lado uso sao supposicoes gratuitas, sera
a menor base, sem o mnimo motivo. Pois
oem, en proponho nm raeio de nos ebegar-
moe nos sos oatros, de terminamos dos-
sas d vergencias, de* marebarmos de acor-
do em poirtica, de nos coadjnvarmos mu-
tuamente, de esqweer emfim esta diss-
deocia. Nem o periodo do projecto da
comooissSo o nem a emenda. Aceita o Sr.
presidente do^ooselbo que eu enve mesa
a redacto da resposta da falla do tbrono
approvada pelo .senado, sem Ihe tirar nem
mudar urna paiavra? (Apoiados.) No
senado exprimi-so a comraiss2o, como pre-
tendemos pela eme. ida, em phrases claras
e geraea. (Apoiadi s.) Todos podiam vo-
tar pelo projecto domeado, como votaram,
Facimos o mesroo, A 'amos exemplo da
cmara dos ancioes da patria. (Apoiados.)
Nio provocamos o* "lio de gabinete,
nio a desejamos prov, 3dl Pel governo
neste assumph, que nk poltico. Nao
provocamos-,e rio desejsWi )3 um scis5o n>
partido conservador, qaema J cumpno anda
a sua m3s3o no poder, qe na reformou
anda a lei eleitoral, a le da.m. ,,rdl racimal.
a legislarlo judiciar, o recim amento, a le
qoe colloca sob > tutela do' ge vern0 Ai as"
sociacoes commerciaes e indi lr}?es e os
ioteresses particulares dos- cafe
porm, o resultado for diviso aV
separado de amigos, creacSo de no*
abandono- dos grandes interesses \
por om social, qoe o governo teimsr-
rigir e solver sua vontade, sija ana)
abalo, a desorden), a ruina, os destn,
que oflra a sociedade brasileira comu
precipitac^o; como em outros paizes so* i ao
vio ainda, fique b?m certo que a pro ve* "
Cao parti do gabinete, sobre elle recatt
toda a responsabilidade. (Mctos apoiadbrt).
Nao temos outro remedio senao, votando
pela emenda, sujeitarmo-nos s consequen-
~
Imo interesse para o paiz, e-a prova aqu
mesmo a temos no calor c m que lem sido
debitida neste recinto, enlrfj aos. e cor-
Urna circumstancii neste. mal |fe*c,lJ
a minha admirado, e e o inca
anti-politico procedimento dos illaslre
tentadores da emenda offerecjda ao projwto
do resposta falla do throno. Com effenB,
le mente
oced-
i'.ocar a
coloca-
paula haver
eximios ca-
entao nao arvoram o pendi conservador,
arvoram a bandeira da escravdo, que por -qnestoei ?
i partido,
as ideas,
ooliticos
em di-
fr o
;os.
ma
a disenssio tem mostrado
que os nobres d;puladoi co
meato na i tem em vista s
quesl3o do seu verdadeiro
la em terreno poltico.
Erro 15o manifest, que m
escapado perspicacia d-; tt
valiie rus 1 |m
E-a, Sr. presidente, um dos grand'pe-
rigos dasta questSo c nsideri-la como as-
sumpto poltico; porque dependo tila, porj
sua importancia e diffieuldade, ser tratad >
com tola a calma e serenJade, com toda a
desprevenido de animo, aflm de podermos
acertar com o melhores meios de resol ve-
la, assim n3o succeder, desde que o espi-
rito poltico a agitar.
Resolvda em qoestao politici, j se nao
aileuderSo aos verdaderos principios por
que se devem reger os interesses ligados a
essa qoestS), ontros interesses serSo os que
viio actuar sobre as nossas dliberacSss.
E, por certo, os nobres depnta los toma-
ram ante o paiz nma grande responsabili
dade. Qjaodo a questao do elemento ser-
vil marchava calma, apreseotando o patri-
tico gabinete da 7 d marco a qoeslo des
prenbda da toda a m-teria e'tranba para
sr discutida e resolvda com prudencia e
acert, ahi vera a intempesl va emenda apre-
sentada pelo Ilustre orador, que incetou o
debate, enxertar a disjussio poltica, deque
cumpra fuir.
O .aiz nos atiende, e far Justina qnelles
que projugnam pela cadsa da emancipaco
sera outro intento, sera mitra paixo que
n3o faja o bem geral, to altamente com-
promttiido na soluco do problema eman-
cipador.-
Cirra a responsablidaie do xito do pre-
sente debate por conta da:]ue,les que o pro-
vocaran); corra a respo^sabilidade por coti-
la daquelles que pareceram nio refleclir as
consequencias do desnaturameoto de orna
qiest3o social, convrtendo-a em questSo
poltica.
Sim sao os nobres oradores, agora em
opposico, que francamente declarara, que
o gabinete de 7 de marco, com a proposta
a')in apresentada era 12 di crrenle mez
sobre o elemento servil, rasgou a bandeira
conservadora, que elles querem resgatar e
arvorar ness castello aveldaatado de qoe se
constituem exclusivos defensores.
Mas, senhores, erro manifest esse dos
Ilustres preupioaotes: o castello conserva-
dor o Brasil iateiro ; seus soldados e de-
fensores sao toda essa cohorte de bomens
sinceros e dedicados 4 causa do paiz que
ahi vedes. (Apoiados)
Provaram ou demonstraran) os nobres de-
puta los, por forma alguma, que o gabinete
de 7 de marco e os amigos que o defendem.
faltaram aos principios conservadores? >
por ceito."
Sar conservador nao um coodo mgico
que escapa apreciado de todos e que s
os nobres deputados possnem; n5o um
doutrina abstruza e confusa, que s poucos
entendem. S:r conservador, no meo modo
de pensar, no entender do bom criterio,
manter os le^iiinos interesses do naiz, se-
gundo os jastos em infestos indicios da
npinno a respeilo deqnalquer melboramen-
to social. Prudencia sem obstinarlo; mo-
vimento sem accelerafSo : tal 6 o caracte-
rstico conservador.
Na presente quest5o, senhores, qual o
verdadeiro e palpitante mteresse d) paiz?
E' indubitavelmente a s duclb do proble-
ma emancipador operada no meio da calma
e do accordo geral. Quem vem perturbar
esse acc >rdo, laz um desservico ao paiz, e
arrisca gnndes e importantes interesses.
li?, Sr. presi ent-3, o que n3o ser con
ervador Sien ; se os tu bres depilados
etendem retaidar a solucSo da questSo,
certo nio disputaremos. -
Nova ordem de'coasas na ce para o Bra
til com era da emanicipaclo: ncvs r$-
rum rmeitur ordo. Pretaider embargar a
marclia da idea emancipadora, tentar re
tarJar o appareciment dessa nova ordem
de coasas q le nos d .vem trazer infinitos
bens, quer concideremos o laja econmico
da questio, quer considreme^ | ladero
Utico.
E creio, Sr. pre
parae;se retardamen
sivei fu admenlo nao co
resses da patria, a quem davernos
nossa solicitude e cuidados : commetter
um erro f jIiI e escasado, uue s pode pro-
vir da falsa aprec ac3o de questao..
Erabora os nobres deputados tenhamaro-
testado, dizeodo qoe o sea pensaSoto
nao involve idea poltica, os fados ahijes
to para o nosso jaizo.
D.'sde que 9 nobre presidente fio conse-
lho declarou que nao faza questao da pro-
posta, a qual bavia de ser disentida e volt
da com toda a liberdade nesta casa, qual
era o dever dos nobres deputados ? Irame
diatamente retirar a emenda que apresen-
tarara ; mas, pelo cootrario, elles insisten)
sobre sua ad >pc3o, cabrado na mais flagran-
te contradicho.
Oa nobres deputados baldos de razoes,
vencidos di mineira a mais clara e eviden-
te depoii do discursi do nobre presidente
do c.nseiho, appellarara para o; prta: i -
pos do. partido conservador.
O Sr. Andrade Figueirv,; ^| esta-
mas vencidos; appellam do' jninfe V,
Exc. para o juizo da cimara. .Vejado) ar
tigos que V. Exc. publicoa fj^a oaesado
a este respeilo.
O Su. Alencvr Ar-viiik :Tratarai des-
te assumoU) como convm; agora Ailar-
rae-hei a dzer ao nobre epatad) qa) me
deu o aparte, que'nesses mesmos artigos
que o auno passado publiqoe pela impren-
sa, achara quem os lr a perfeita conformi-
dade do que boje annancio com o que entlo
susUntei..
O pensamento que me dominava e diri-
ga entao. era o da necessidade de resol-
ve o problema sem offensa da propriedade
e sem aba o da prodcelo. quanto na-
je quero e pretendo. O que nunca qoiz,
nem sustenlei foi a procraslinacio, foi a
duvida e besitaco. Propuz o qoe me pa-
receu bom e efficaz, mas nao pretendo a
infallibilidade
disenssio.
que lem estodado com proficiaocia todas as
cas. poiquoHainclue as nossas- convic?es j.- tndo-a indefinidamjnte, n3o sao c
' '-nfa 'res, porque nao conservan) os grandes
bene, icios ^a P'12' os g1 andes beneficios da
prode ac'a e c'0 acert0 na soluclo das ques-
ees gj 3ves- .
ffl nobres deputad s propoem-se a
obstar a solnrao do problema emancipado',
e ideas ; o parz nos far justica de que na
qoalidade m deputados s e exclusivamente
uvimoi os dictames de nossa cooscieocia,
e nos mostrarnos verdaderos representantes
do paiz. (Apoiados; multo bem.)
0 SIt. ALENCAR AUaRIPE : Sr. pre-
sidente, a qaesta > que nos oecopa de ma-
rOLHEfil
__
0 RLHOID GULCETft
POR
P1ERRE ZACCONE
segumda: parte
Vil
da-
de
Encontr* Inesperado.
(Continuaco do n. 137.)
J elle engalilhava a pistola, e anda Cae-
tao nao tinba desappareeido ; o corsario,
o'om movimento cheo de energa e de ra-
va, estendeo o braco e disparou.
A bala parti.
Ouvio responder lhe om grito, e certo
de ter ferido Caetano, afastou-s rpida-
mente pela escada que ia dar ao jardm,
ao nm da qoal o esperava o visconde
Patetices.
Eo saro-me disse elle muito
pressa. T ca... N5o sei
homem ; mas escota bem
mm lava comsigo om cofre que certamente
deixon cabir na queda que elle proprio deu.
E* prec90 qae n3o se perca cousa alga-
ma... Vai procnra-lo.
Sim, mestre.
Mal o encontrares, monta cavalio,
e voita para Bondy... Comprehendeste ?
Perfeitamente.
EnUfo vai, anda, e d-te pressa em
me alcancares.
Joanna, vou raorrer f
Ha ons poneos de das que m sinto
enraqnecer. todo eo desfalleco, estendese
lomo que nm veo por diante dos meos
olbos t
De todo o mea corpo se apodera nma
fraqneza extrema I Isto certamente o
fim da vida I NSo 6 fcil engaar a morte
nm medico.
Yon morrer t
Pois bem I Nesta hora solemne, agora
qoe vida s me prende um laco qae em
rev se despedacar, jnro-lhe, Joanna, pe-
rante Dos, qae quando' a ped para minha
esposa, nio sabia do horrendo mysterio do
meo ni-in 10nto- CllJa rev!acao hav'a ^8
tornar odiost meu noroe I
S soubessi quanlo tenho padecido, fia
dous annos, s cm a idea de qne a senh ra
poderia desconb ,r do.meuamorr Quan
tas e quantas la^ ,ri3s tenho derramado,
quantas tristezas, yantas vergonhas, quan-
los desesperos en venenaram a miotia so-
ledade I Havia da perdear-me, Joanna,
havia de prdoar-me, se visse como eu pa-
deco, havia de perdo.';r-rae, firmemente o
creio.
Eu, sem querer, desaedacer o sea cora-
rlo, isolei a saa vida de todos os pra-
zeres.
M;.s eu nao era criminoso... Agora
acredita no qae lhe digo, nao verdade ?
Acredite, porque o hornera que loe asieve-
ra o qoe c.t escrevendo, n3o tarda qae
morra.
Eu enlrei na a pela porta da deshon-
ra... Quando soube o noma do homem
quem devo a vida, fique! por instantes co-
mo que assombrado e anniquitado. Ea
n3o sou affeito s lutas, sel apenas resig-
narme e padecer. Acreditei, porm, n'al-
rttwteiolgom engao muito possivel, equiz eu pro-
nto : esse ho- prio orientar-me respeito da vergonha do
meo nascimento.
Ah I chamo Deas p>r testemunha do
que vou dizer-lbe, mas olhe Joanna, a
idea que me dominava, que me impeda.
quiz provocar a
E quem 1er os meus artigos sobre a
emancipaco e analysar a propoda do go-
verno, se conven .era qoe a idea por mim
sustentada abraoge os dons principaes de
emancipado comidos na proposta minis-
terial.
Censnr3o os Ilustrados oppognadores do
tpico da resposta falla do tbrono rela-
tiva questao servil, arguindo o governo
de haver tomado a si adireccio da mesma
qoestao, apreseotando a esta augusta cma-
ra as suas ideas abolicionistas.
Pasma ouvir semelbante censara, Qaio
diversamente dos nobres deputados pens
en I
Em urna qoestao vital para o paix como
a da emancipado, ea jalgaria criminoso
o governo qae dexasse correr i revilia
to momentoso assurapto!
O governo tem por missao a direcgo da
sociedade: osea primeiro guarda e. de-
fensor ; portanto a elle compete tomar in-
leresse por todo quanto respeila aos inte-
resses nacionaes, qasr promovendo esses
interesses, quer acatellando perigos.
Se em um assumpto da raaor gravidade
e importancia, c >mo e este, o governo nao
deve lomar a direccio do negocio, na qual
a misso do governo na sociedad a ? E'
para ocoopar-se das cousas de nenhuma
gravidade, de renhuma importan:ta ? Bem
pelo contrario, tanto mai r a gravidade
do negocio, tanto maior a so i importancia,
quanto maior o dever do governo,d col-
locar-se frente da questao.
Qoal o fundamento dessa theoria de que o
governo n3o deve por-se frente da qu sto
emancipadora, e antes deve esperar que as
cmaras por si a resolvi ? Pois o go-
verno e as cmaras do paiz nao fazem o
grande congresso da nacao ? E devemos
nos com juslici dispensar as luzes dos mi-
nistros, que" se acbam a par dos negocios,
Vejo, Sr. presidente, t3o balda de motivos
theoria que nega ao governo a ingerencia
oos grandes negocios do paiz, q e nao posso
deixar de considera-la eminentemente er-
ronia, e de declarar qae a intientacaY) della
involve Uo manifestae palmar iaeongraen-
ca, qae fcilmente se revela o disiircado
pensamento da emenda apresentada pelo
nobre dapuUdo pela, provincia do Rio de
Janeiro, e de quem profundamente boje
sinto discordar.
O grande argumento contra a proposta
do governo o da urecipiia^o, precipita-
co que, segn lo affirmam os impugnado-
res da resposta falla do tbrono, cobrir
o paiz de males sem conta.
Aqu esti a questao. Ji lempo de fi-
zer alguma cousa ?
Dzim os nobres deputados qoe nao, e
ea digo qoe sim, e digo que sim, porque
repito o echo do paiz inteiro (apoiados),
echo qoe s os sardos n3o ouvera.
Cortamente nio coa vem eternisar a qoes-
tao ; ella urga solacio; o paiz a pede em
altos e geraes clamores, porque assim se
evdirao as funestas conseqaencias que os
nossos impugnadores receiara.
E' bem nolavel a nossa situagao nasta
emergencia. Qjan lo os nobres deputados
entendem qae resolver a questao 6 arruinar
o paiz, entendemos nos que resolvel-a
conjurar a crise e fazer um beneficio.
A opiniao humanitaria e o inters e eco
nomico de paiz exigem a emancipaco ; so-
bre este ponto oSo ba duvida. Versa o
litigio sobre a opportunidade e sobre os
meios. -
A opportanidade chegala < e nao se
pode dzer que resolver boje a questao e
zer sorpresa aos proprietaros de escra-
vos.
Esses proprielari s saben qae desde a
nossa organisaci) como nacao, a proprie-
dade servil era precaria, e/que acabara no
paiz em poca mais ou meaos dilatada. Por
tanto n3o podem allegar qae a questao se
resolve prematuramente e com sorpresa,
qoando a resolvemos depois de 50 anno3
de dscussio, e depois de aparados lodos
os alvitres possiveis.
Todos os noss is homens eminentes bao
discutido a qoestao da emancipado, atacan-
do a escravidio C( m > injastae nociva e pro-
pondo os meiot de abob-la.
O finado marquez de Qaelaz, um dos re-
dactores da nossa constitutejo, e Jos Bo-
nita io escreveram memorias sobre tal as-
sumpto em 4822 e 1823, e desde eolia o
paiz jamis deixon de debaler esta materia
e preparar-se para o seu xito fina', que
todos sabiam ser a definitiva soppressio da
propriedade servil, porque urna s voz nun-
ca levantou-se em nossa patria para justifi-
car a perpeiuago do dominio servil; e isto
me apraz commemorar em loavor do espi-
rito ebristio e philantropico dos Brasilai-
ros.
Sei, e nio posso deixar de reconhecir,
que legtimos interesses fundam-se na pro
priedade constituida sobre o escravo : mas
perguoto: A proposta do governo destre
a propriedade, arracca-a a seu dono ?
NJo por cert. A proposta aprsenla di
versos meios, cajo emprego dar3o em re-
sultado a emancipaco dos escravos; mas
essa emancipaco nao se opera, privando-se
o dono do escravo do direitj de haver o
seu proporcional valor.
A lei Secreta a indemnisacSo do escravo
que se liberta, quer a libardade seja dada
em consequencia da isencao do ventre ma-
terno, quer a mesma liberdade se alcance
mediante o resgata faito pelo Estado ao se-
nbor, a quem paga o valor arbitrado como
razoavel resarcmento da privacao dos ser
vicos do escravo
O bem commum das sociedades urna
lei mai forcosa, a que ninguem se escusa e
o cidadao [deve obediencia.
Quando o bem geral exige a pro rieda Je
e a indamnisa, n) ha offensa da proprie-
dade. t,' om preceitoconstitacional. A nos-
sa constituyo poltica expressa; ella a j-
torisa o aso da propriedade particular me
dimte iodemnisacSo.
h o caso em que no3 acharaos. A pros-
peridade geral do paiz exige a emane pa-
ci dos escravos ; a le a pode decretar,
ordenando a indemnisac3o do proprietario.
E' isto o que pretende a proposta do gover-
no queja foi sujeta apreciarlo desta ca-
cima dacaiiH,
mar, e qae boje t3o infundadamente serve
de m tivo de dissidencia entre os nossos
contendores e nos.
Creio, e a historia ahi est para attestar,
qoe n^nbnma nac3o que leve a instituicao
da servidlo, operou a emancipaco dos es-
cravos de modo mais brando e suave do
qoe o prometle a propoeta do governo.
(Apoiados).
Os nossos visinhos da America do Sal
nao tiveram meiis-madidas; acretiram a
emancipado geral e simultanea sem indem-
nisac3o aos proprietaros.
Foi assim que o pratcou a enliga rep-
blica da C'jlomb.a sob a influencia de-Sim3)
Bolvar; foi assim.que o fez B enoa-Ayres,
apenas independente ; foi assim que o fez
o Per, oCbili, a B jlivia, e o estado do ru-
A escravatora em todos esse? paizes nn-
dou rpidamente ; se elles nio tem tido
mais prospera carreira, n3j o devem certa-
mente orea instancia da perda dos escra-
vjs, mas sim ao espirito militar, q ie infe-
lizmente dasenvolveo nelles, excepcao do
Ch.ili, a caudilbagem lio funesta liberda
de e ao verdadeiro progresso dos povos.
Ah temos naEoro?a a Inglaterra, a Fran-
ca, a Dinamarca, a llollanda e Portugal que
decretaran) a emancipaca dos seus escra-
vos de urna s vez, e com restricta e mu
incompleta odemnisaco.
E quando o governo do nosso paiz apre
seota urna proposta com toda a prudencia,
nao s quanto ao lempo, como tambera
quanlo ao resp to da propriedade, n3o p le
ella razoavelmeote ser censurado.
O Sr. Andrade Ficeira :V. Exc. o
ann> passado, nesta tribuna, entendeu que
havia violacio da propriedade.
O Sr Alenc ir Araripe : -Tratava eu en-
tao da abolicio da escravatura sem a conve-
niente indemnisacao ; a esse genero de
emancipaco me opporiae oppor-me-hei
anda com lodas as torcas. Nessa occasao
fallava-se muito, e andava muit) em voga
a emancipag3o do ventre sera indemnisa-
C3o; mas nio isto o que vejo na propoita
do governo.
Se os nobres deputados julgam haver
offensa da propriedade as ideas apresenta-
das na proposta do governo, por nao verem
indemnisacao cabal, devem fazer com que
essas ideas se completen); mas nio Ibes
aconselha a prudencia a rejeic3o in limine
dessa mesma pro posta.
A rejeco, como os n)bres deputados
q lercm, e pois nisto se encerra o sea pen-
samento, deve por ora matar a questao,
adiando-a; mas aqu onde est o grande
pergo para o paiz. A idea emancipadora
quanto maior resistencia encontrar, tanto
maior impulso rebeber da opiniio, que a
favorece ; e a violencia do impulso poder
chegar a um ponto tal que nio possamos
cmielo, sendo as consequencias pira o
paiz moito mais graves e funestas do que
as que possam resultar de qaalqaer antici-
pafo, aitenta a sitaacao das coosas.
Se continuarme* neste systema da pro-
crastnacao, at onde chegaremos ?
J observei que desde a poca da nossa
independencia poltica, a propriedade servil
foi considerada como propriedade precaria,
que tioha de acabar. Nao s a assembla
constituate aqui votou urna le, prometien-
do ao paiz a emancipaco lenta e gradual
dos escravos, comolambem successiva men-
te, e em diversas legislaturas com cmaras
de todos os credos polticos aqai se apre-
sentaram projectos abolicionistas.
Ha neste sentido a lei de 20 de oulubro
de (823, que expresamente determinou
aos governos provraciaes que promo es?em
os meios de rejlzar a emane paco lenta
gradaal dos escravos.
Qoando urna ida generosa, como a da
igualdade moral entro os bomens de todas
as condices, se geoeralisa no pai/.; quando
os homens eminentes desse paiz buscam
tolos os meios regulares ne lvala a effei-
to ; qoand) a sciencia e o espirito de cari
dade se incumben) de fomentar a idea <
dar-lbe corpo ; quindo, emfim, olegishior
consagra em um texto de lei a formal pro-
messa de qoe essa igaakhde se ha de rea
lzar, porque um direito e um principiu
christo, n3o licito duvidar da re diz c5o
dessa idea.
Portanto, a proprieiade, que tinha por
fundamento a infraccSo do direito, e qoe
constitaia-se sobre o homem, reJuzindo-o
a cousa, sob o dominio da ficcio, qua
inspir'ava-se mais dos seus padecmentos
do que dos meos ; ao fim das trabas in
vestigaces esperava mais encontrar o so;
ceg e a paz para Joanna, do que a honra
para mim.
Sei agora toda a dolorosa verdade, e
devo confessar-lh'o, n3o me sinto com va-
lor para amaldicoar o desgrac)do quem
davo os mais horriveis pezares qae pos-
sivel atormentaren) o coracio de um ho-
rnera.
Qoiz v lo. .
Foi a Brest ; entre naquella abominan-
da sentina do crime qae so chamaAs ga
les... e confraogio-se-me o coracio dolo
rosamente qoando bat com a vista selle,
assentado, cabisbaixo, tacitorno, pensativo,
sumido no recanto mais afaslado da sala
immensa 1
Passei por ao p del le... nao
. Quando noute voltei para
pedaria, alirei coraigo para
e desfiz-me em cboro...
Fez-me moito mal ver aqoelle hornera !
Se elle aqoi estivesse agora, n) teria
forcas para o repelhr.
E se algura dia o encontrar, Joanna, co-
mo ultima recordago do raeu amor, como
derradeiro tributo minha memoria, di-
ga-lne que morri com a paiavraperdo
entre os labios.
Ah .' Elle tambem roe amava bastante f
Moro ba poneos mezes- o'oma cazraba
que se ergue beira do bosque, pouca
distancia de Boody.
Bem eoobece--a casa de que fallo...
Aqui nos demoramos algon mezes, e pa-
rece-me encontrar anda neHa como que
urna .recordacSo dos nosso passeios de
ootr'ora, como que om abencoado perfume
dos nossos amores-,
l.embra-se, Jo ama, daqoelle lrvro de
Gtetbe, qoe liamos junios, e que tantas la-
grimas e to suaves, loe fez derramar ?
Rebellava-se o seespirito, recto sao.
s com a idee de qae Werther ia pedir
morte o fim dos tormentos qoe Ibe infliga
um amor sem neo boma esperanza.
Matava-se- elle, o desgracado. sem alten-
lar era qae a mesmo golpe ia despedazar
o corag3o de Carlota, entregando-lbe a vida
todas as pertorbaces- e talvex > todos os
remorsas.
Ah t Tinba razio, Joanna. lia certaslnenhuma..'.
a mina hoi-
aeces que nnnai deixam. de ser criminosas',
sej.m quaee forem os motivos-qoe as de-
terminara.
Grande, incommensuravel teta sido tam-
bem a minha desesperanca, e todava, cada
vez qae a idea do suicidio me lem occor-
rido, repellia sempre. com eiergw.
Mas porque me fallo ea agora disto
ludo ? ..-^aj^
E' esta paizagem encantadora qoe tenbo
diante dos olbos, e me est lemUraodo o
retiro onde Werther conbeeeu Casdata.
Nesta hora em qae lhe escrevo, o qae
menos me commove o livro qae janlos e
abracados nos liamos ao luar.
Tem corrido para mim alguns das bem
feliaes deide qae me decid a vir Viver
par-aqui.
Re de nettes sitios todo o passado de
nos ambos.
Parece-me que teoho um livro aberto
diante de mim.
Basla-me folbea lo para nelle encontrar
as santas commoces qoe conservei do nosso
amor.
Avisto daqai o lugar onde pela primeira
vez a enconirei.
Era ama formse manhaa do mez de
maio.
Oh : Joanna Lerabra se anda ?..
Eu nunca o esquecerei t ,
Por cima dos nossos risonhos semblantes,
estendia oco um lindo cortinado azul,
franjado de naves branca. A''brisa corra
embalsamada dos perfumes da primavera,
e acoutava nos- brandamenta o cabellos...
Aqui e acola, pousando no ramos verdes
das armes floridas, descanta vas alegre
mente as avaainbas da campiaa.
Has alamedas ludo era sombra -r toda a
natoreza parecw sorrir, cheta de vida e de
amor, como ebeios de amor e de vida nos
trabamos os paitos.
Tuy Joanna, eslavas n'onijardim, E eu
poucos passos por traz de ti.
Apiohavam-se i roda de ti as toas com-
panbeiras de easseio ; ebegavam me aos
ouvdos as estridentes risadas de tedas ;
mas entre aqeeMas vozes de raparigas, mis-
toradas e envolvidas todas no mesmo seo-
lmenlo de louca alegria, s. ama voz eu
destiaguia, porque me impressionav como
semp-e ficcio nada mais, essa proprieda-
de, digo, nio poda aspirar aos linee de
tonga duracio.
Assim aquelles que a^duiiiliao, e esla
eslabeleciam seu calcmw de ertoaa e ri-
queza, devam antever a poca da refeasra-
Ci da race escravisada, cautos agradar
as futuras eventualidades.
Nmguam pode no Brasil mer qae a
emancipado dos escravos o vem sorprehen-
der, e fandar nova ordem nio cogitada,
nem esperada em relacio 4 propriedade.
Nio; ninguem o ple asseverar em boa '
f ; porque quando porveotara nso cresc-
mos nos escriptos dos philaniropos; oio fi-
zsemos cabeda da doutrina dos propagan-
distas ; ni) acceitassemos a opinio doe es-
tadistas cumpria-nos acreditar as pali-
vras da lei.
A lei claramente annunciava a futura b-
bertac3o do escravo, e a inconsistencia dessa
proprie.iade relativamente i sua duracao.
Ora, se isto est consignado em h desde
que nos constituimos,orno naci indepen-
dente, como vem dizer-nos que a qaestio
nova ?
O Sr. Andrade Figuera : V. Exc. di-
zia que era o aono passado.
O S. Alenc vr Araripe : O qae ea
dzia era que decretar a emancipaco do es-
cravo sem a competente indemnisacao era
vi lar n3o s o direito e a ju-tiga, como al-
iuir a base fundamental da sociedade, por-
que nio pode haver sociedade regular sem
respeilo propriedade;.era instituir a de-
predac5o
Mas, pergunta-se : a proposta do gover-
no o len de o dire'to de propriedade f Si os
n 'bres deputados qae nos contestara enten-
dem qae a indemnisacao offerecida na pro-
posta diminuta, augmentemo-la, esclare-
cendo nos com a discossao, como quer o
governo. .
Este pensamoto seria asss razoavel;
porm o que pretenden) os nobres deputa-
dos levantar tropecos a mar ba da idea
emancipadora, hoslilisando o governo.
Grande distancia vai entre a prudente ac-
ceitacio da proposta ministerial para disco-
ti-la, e a saa immediata repulsa.
0: nobres deputados que fallam em des-
cortaza do ministerio por ter aqui apresen-
lado a sua proposta, qoando j havia om
projecto acerca damiteria daliberiacat dos
es Va vos, organsado por nma commissio
por nos nomeada, nao podem deixar de in-
correr na pecha de descoriezes, repellindo
sem exame as idis qae o governo, no cam-
primelo de urna attrtbaicio legal, offerece
nossa consideraco.
A mais comezioha cvilidade requer qae
nio fu;irnos o qne prelenlem os nobres de-
putados iniciadores de om movimento re-
trogrado nossa civlisacao e hostil ao ac-
tuii ministerio.
O governo do paiz. os conspicuos cidados
que compem o gabinete de 7 de marco,
merecen) nassas attenges e o nosso apoio,
e n5o devem receber dos representantes do
povo, cujos interesses esse gabinete zela, o
desdem e a dsseonsideracio. (Apoiados.)
D-ipois que Otemos essa le,' prometiendo
expressamente ao paiz a emancipaco, pra-
licamos diversos actos qae nos bio prepa-
rado para a poca definitiva da libardade
do escravo : assim abi esta o em nosso corpo
jurdico a lei da 1831, que jolgoo criminoso
e poni o trafico de negros bocaes, e a lei
de 4 de setembro que o extingui.
E at qoando havemos de esperar por oa-
trds previdencias preparatorias?
Se a proposta do governo determinasse
a emancipaco geral e immediata, os nobres
deputados tinham razo em sea espanto e
terror; mas preciso altender que assim
nao Convm, sem duvida, que a eman-
cipaco comece a realisar-se, esle o pen-
samento da proposta. O governo, apresen-
tando-a, intenta a censagrago de om gran-
de melhoram nto social, que urge realisar,
tiraudo-o desse embriSo cm que espirito
relrogados o querem manter.
Se nio basUm essas providenias prepa-
ratorias j executadas, quae's serao essas
outras qae desejam os dignos preopinantes,
e que possam impedir o coineco da obra ?
Certamente referirn) se aos me os de
augmentar a nossa popuhco por via de
imraigraco, a qual nos dar bracos para a
lavou a e para as industrias..
I
Era a tua !.. -
Depois, dalli om pedacioho...diss
eu nio sei que palavras em> voz me w alta
e todo o ranchiaho de raparigas paroo; vol
tas te-te de repente... e eocontraram-se os
nossos olhes.
Oh t Joanna 1 Joannat Era o nosso
primeiro olhar... e parece-me qae na-
quella instante le entregaste toda mim,
como ea me entregue todo ti t..
Estavam i roda de ti mais cinco rapa-
rigas, qoe tedas ellas, provavelmente, ha-
viam de ter o esplendor e os attraclivos da
mocidade. _
N3o aa vi. -,
S ta vi ti.
Tinhas em vestido branco, qa desenhava.
a toa encantadora ciolurinha. Os leoa ca-
bellos, dispersos pelo vento, agitavam-se e
espalhivam-se pelos teas hombros, tinhas
as faces um vivo carmim, e a commovida
pertufbacao dos leus olbos, augmentav
anda m >is nm encanto s mil gracas que
em ti se runiam !
Obomsmnao tem na vida duis horas
como aquellas, eessa re;ordacao faz vibrar
aioda toda a minha alma.
Desde esse dia, fui feliz como n um so-
nbo 1
Primeiro vi-te poacas vezesdepois vi-te
todos os das.
Nada tenho esquecido dessa poca, a
me Ib ir e a mais formosa -de toda a minha
vida.
Cada dia se senhoreava mais de mim o
amor que tu me nspiravas, e eu va as-
cer em t, nascer vagamente, o tmido e
casto seotimento, que ao depois se havia de
mudar n'um senlimento mais suave.
Urna larde, voltavamos do nosso passeo
aos arredores do bosque.
Iamos soaiobos.
Contava-te ea toda a minha existencia,
diz ale quanto j tinha padecido e qaio
triste destino me reservava o futuro.
Nada te tinba oceultado do mea passado
mysterioso, da miaba infancia, qae n3o ti-
vera as caricias da mi, da mnln moci-
dade que nao ti vera guia nem conselheiro..
Espraiava-se o mea coraco ao fallar-te,
e pareceeene qne havas de comprebeo-
der-me e lastknar-me...
Tu, nio obstante, emm
por instantes que fosseis
minbas confidencias I...
De repente, cabio sobre a minha mi
urna lagrima des teus olhos r
Urna lagrima t
Ligrima ardente, sincera, lagrima de
commisaracio s de amor .
Ea nio oeeava acreditar semelhate cou-
sa...
Olhe para t,choravas!...
Entio ama-me, Joanna'I bradei eu,
assombrado de tamanha felicidade
Sim Raymundo... sim, amo-o I.
Foi a tua onia resposta.
Chegavamos ao fim do nosso passeo.
Ornaste vivamente o mea braco, fugiste
para casa de no lio, e ea, incerto, per-
turbado, fiqaei immovel e modo entrada
da porta, pergontando mim mesmo se

(Continuarse-ka).
s e receei
indi itrente s
era anda deste mundo, ou se tudo aquitlo
nao seria um sonbo insensato e incrivel t
Mas do que serve trazar agora imagi-
nacio todas estas recordarles.
Ah S eu acbo nellas anda algum
encanto. (*
Tu, Joanna, tu esqueceste esses das do
nosso passado, das nossas alegras, das
nossas felicidades e todo o ten amor fleca
sepulto na espantosa catastropbe que nos
havia de separar para sempre.
Onde ests agora, Joanna ? Qae far
na hora bem prxima em que vou morrer ?
Isso urna (raqaeza, sem nenhoma du-
vida... para qae bei de defenderme?..
Mas, apezar do todo o mal que eu tenha
podido fazer-te... ser-me-bia suprema
consolacio que chorasses a minha morte !
Qoando leres estas liabas, Joanna, j ea
nio serei deste mundo.
E ta Acaras livre...
Tent muitas vezes estender a vista para
alm do tmulo, e eolio pergunto entre
mim qoal ser. o sentimento que desper-
tar em ti a noticia da moba 'morte.
Ah t conheco bem o tea coraco...
tenbo a certeza de que me has de chorar.
Depois... nada mais vejo...
Deas te dar de certo a felicidade e nio
ba-ninguem qae mais ardenieraente deseje
do qae ea o ver-te feliz.
Sinto, porm, uns singulares estremec-
mentos, qoando pens que podars encon-
trar essa felicidade n'uotro amor...
Pois seria isso possivel. I... ta. san-
to Dos.. ta l que eo tanto amei... qae
tanto amo anda I...
Nem quero pensar nisso I
Estremece io manos a recordaco do
mea nome, Joanna I E' a minha ultima
suppliea.
E er no qne te diz om moribundo :
nunca serias amada como por mim, mais
santa e profundamente l...
(Qmtiuar'Se-ha.)
W 00DIARIO-H BJBGQU1 MCUAS

\

I
\
ti
II


Full Text
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