Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12413


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Full Text

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ANNO XLVII. NUMERO 137


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SABBaDO 17 DE J
for tree n\eies adiaoUeos'
iPor Mit ditos dem
Por nm anuo dem..
toda maero avulao.



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PAR DIITBO I rORA DA
Por troi mezei adiantedos
Por Mil ditos idem.
Por aove ditos idem
Por a dio idem
>. .
PARA A CAPITAL E LUGARES OIDIAO 81 PACA POSTE. j E PARA DEITRO l PORA DA PRO
>r *e> seexei adiaoiados'.................. ,000 *~ Por tres mexes adiantodos ,......
f ene ditos .dea................... |2#000 ^P** ^fflj Por seii ditos idem....... ...
roa Miden..................... 24*000 ""*K?*1 Por nore ditos idem ... H
id* uero .val*.....A............. no 1 Por m -no idem......' J .' J V J J J ; J %%&
DIARIO DE PEMAMBCO.
.eV a
Fropredade de Manoel Figueiita de Faria & Filhos.
A A]
Os fin. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos. no Par ; Gon$a!vea d Pinto, no Maranblo ; Joaqoim Jos de Oh'nin d Filho, ao Cear j Attomio de Leaos Braga, no Araca*/ ; Jlo Maria Julio Chavea, no Amo ; Antonio Marqtw* da Suva no Natal Jos
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella dr C, na Parahyba ; Antonio Jos Gome, na Villa de arana; Belarmino dos' Santos Baldo, em Sent Antio; Domingos Jos da Costa Braga
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Francino Tavares da Costa, em Alaroaa; Dr. Joe Martina Alves, na Baa; e Leie, Serqainho C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Terna da provlucla.
ExrewESTE do da IOde junho de 1871
Actos :
O vice-presideole da provincia, altendendo
ao que requeren Francisco de Assis Campos Cos-
dem, 1* sargento do ejrpo de polica, e a vista do
parecer da junta medica do misino corpo, que o
ijulgoa incapaz de servir, e do que iof >rmarain o
cominandaote respectivo em offlcio de 14 de abril
Mimo, e o inspector da thesouraria provincial no
de n. 312 de 13 do mez Ando, resolve, de coofor-
aeidade com o disposlo no art, 2 da le n. 276 de
7 de abril da 1851. combinado com o art. 3 da
le n, 436, de 26 de maio de 1839, aposenta-lo
com o sold proporcional ao tempo que contar de
efectivo servico.
O vice-presidente da provine a, a vista da
representara > do lente coronel commanJaote do
batalho, n. 48 de infantaria da guarda nacional
4o municipio de Cabrobo, a que alinde o cornman-
dan te superior respectivo em offljio de 22 de abril
allimp, resolve de conformdade com o disposto
oo art. 63 da lei n. 602 de 19 de setembro de
1850, privar Jos Antonio do Wasclmento do pos-
to de l'eres da 1* companbia do dito batalho,
por nao se ter fardado no praso marcado na lei.
O vio-presidente da provincia, usando da
aitribuicu que Ibe confere o | 5o da lei provin-
cial n. 571 de 9 de junhi de 1862, resolve no-
mear mor lomo substituto da junta administrati-
va da santa casa de misericorJia, no crrente
bieaaio, a Fraascisco de Paula Goncalves da
Silva.
O vio-presidente da provincia, attendenJo
ao toe requeren o lente coronel Jos Francis-
co Pires, el do thesoureiro da thesouraria de
fazeada, resolve coneeder-ihe dous mezes de li-
cenca com vencimentos para tratar de sua
sanie
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que re uereu o lente eoroael Jos Francisco
Pires commaolanie do 4 batalho de infantaria
da guarda nacional do municipio do Recite, re-
solve conceder-lbe seis mezes de licenca para tra-
ur de sua saade fra do imperio.Expediram-
se as necesiarias coramunicacoes.
Oficios:
Ao viee-provedor da santa casa de mise-
ricordia approvando a proposta do irmo Francis-
oo de Paula Goncalves da Silva, para mordomo
pente da roesma santa casa, em substituido
do Antonio Gomes de Miranda Leal, queo se
eannisi exoneraeio.
Ao mesmo aalorisaodo as despezas que se
tannren de fazer por conta da verba arrecada-
cio judicial do patrimonio dos orpbios no cor
reate exercicio. visto achar-se esgotado o crdi-
to votado referida verba.
ao desembargador prosurador da eora so-
berana e fazenla nacional para interpor parecer
sobre a medicao e demarcaco dos engenhos
Saaucakg de cima e Sapucahy de baixo, processa-
dos peto juiz commiseario do municipio da Esca-
da, como se v do incluso procosso.
Ao inspector da thesouraria de fazenda com-
municando que, segundo aviso do ministerio da
justica de 27 de maio ultima, solcitou-se do da
fazenda a expedico das convenientes ordens, pa-
ra que o crdito da verda < Relajos do ac-
tual exercicio seja augmentado com aquantia de
2:192*790 rs.
Ao mesmo declarando en resposta ao sen
offlcio, que mande por novamente em praca, at-
ienta a deminuta offerta, qus obteve o escaler
cedido pelo commandante da barca franceza Saint
George.
Ao mesmo transmittindo para os lias conve-
nientes, copia do decreto de nomeacao do ins-
pector da ,-ilfandega desta provincia, Emilio Xa-
vier Sobreira de Helio, visto nao ter sido encon-
trado no t beso uro Dacin a I o mencionado decre-
to, segnndo consta de aviso do ministerio da fa-
zenda de 29 de maio ultimo.
Ao mesmo enviando, para os devidos fin?,
duas ordens do thesouro nacional sob n. 87 e
88, bem como dous offloios, sendo nm da direc-
tora geral das reodas publicas e outro da secre-
tara d'estado dos negocios da fazenda, dtalos
de 31 de maio ultimo.
Ao mesmo remettendo copia do aviso cir-
cular de 16 de maio uiti ao, em que o Exm. Sr.
ministro da marinha recommeuda, que as despe-
jas realisadas nesta provincia, por coita daquel-
le ministerio, nao excedam roensalraente, sob
qualquer pretexto, a duas decimas partes dos
respectivos crditos.Neste sentido offlciou-se ao
inspector do arsenal de marinha.
t- Ao mesmo declarando que por aviso do mi-
nisterio da guerra de 31 de maio ultimo fo cotn-
municaJo ter-se solicitado do da fazenda i ex-
pedicao de ordens, no sentido de ser concedido
essa thesouraria, por conta do 114 do corren-
te exercicio, o crdito de 3841800 rs. para oc-
correr ao pagamento do que se esta a dever a
Manoel Antonio Teixeira.
Ao mesmo preveninJo-o de que o Exm. Sr.
ministro da jusMa declarou em aviso de 27 de
maio ultimo, baver solicitado ao da fazenda a
expedicao dat convenientes ordens para ser essa
thesouraria habilitada com a quantia de 1311330
rs. pira pagamento "da despera feita com o
transporto de varios presos remettidos das pro-
vincias da Parahyba e Alagas nos vapores da
companbia pernambucana.
Ao mesmo remettendo varios offlcio, em
que o vigario capitular, os juizes de direito de
Santo Antio, Palmares, Rio Formoso, Itamb, Ta-
caratii. Boa-vista e Cabrob, bem como os juizes
municipaes da 2' vara desta capital, Santo An-
tio. Eacada, Palmares, Oiinda, Tacaral, Cabrob,
Boa-vista, Ouricury e Ex, fornecem < m satisfa-
Sao ao na pedido, eselarecimentos sobre os bens
e raiz legalmente adqueridos pelas corporales
do mi morta, devendo para cumprimento do
disposto no aviso circular do ministerio do im-
perio de 15 de mareo ultimo, enviar quanto an-
tes quelle ministerio um resumo dos bens ad-
qaeridos por essas corporacods.
Ao mesmo eommunleando que, segundo avi-
so do ministerio da agricultura de 27 de maio ul-
umo foi approvada a deliberagio, que tomn a
presidencia, de mandar entregar ao vice-commis-
sario dos eapnehinhos a quantia de 130*000 pela
pasaagem r dada ao misionario fre Candido,
To em virtude de ordem do mesmo ministerio
aqu segio pira a provincia do Para em ser-
vico da catechese.
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
Ao capitao Joaquim Silverio de Souza os ven-
cimentas relativos aos mezes de marco a maio
dette anno, dos guarda nacionaes destacados na
freguezia do Buiqne.Communicou-se ao com-
fflaalante superior do municipio de GtrabbUBS.
A' peisoa competente a importancia dos ven-
cimentos correspondentes ao mes de maio ultimo,
dos tambores, cerneas e ciarlos empregados nos
-cornos da guarda nacional deste municipio.
Cossmuntcoe-se ao commandante inferior res-
pectivo.
Ao inspector da thesouraria provincial re-
mettendo en additaaento ao offlcio de 11 de
abril ultimo, e para os fins con ventalas, o reci-
bo em eptteata na importancia de 1701000 di
despata eiu com o sustento da escolto de pai-
sanos que em Bnque ffectuon a cantara do
criminoso Deonisto, indiciado na roorle do alte-
res Lag) Rodrigues da Albuquerque.Communi-
cou-se ao I)r. chele de polica.
Por essa thesouraria mandou-se pagar
A'Costa Irmin&C*. a quantia de 1:057#150
rs. que se Ibes est a dever de papel e eovalop
pes, rornecidos em outubro do anno pissado para
o expediente da secretaria da presidencia.
A' Antonio da Funsesa e Silva os
relativos ao mez de maio ultim), dos guardas
nacionaes destacados em Agua-prata.Commu-
nicou-se ao commandante superior respectivo.
Ao inspector doanenal do marinha autori-
zando o a mandar alistar na companhia da apren-
dizes artilijes desse arsenal, visto estar as con-
dico3s legaes, o menor tdro Augusto de Souza,
filho de Amelia Augusta Alves de Souza.
Ao mesmo, respondeado com urna copia da
informacao do ins|iector da thssouraria ao fazen-
da ao seu offlcio de 13 dp maio ultimo, acerca da
construccao nesse arsesjsT 4o escaler destinado ao
servico d alfandega darniS013" vi,l(J nao 9ervir
o que j se a-ha promplo aSM estabeleciinento.
Ao mesmo, para ijue, ds-BOlprmidade com o
avi-o do ministerio da marinhai-21 do maio ul-
timo, mande proceder a novo concurso para o
preenchimento das duas vagas de amanuense da
secretaria dessa inspeccao,
Ao mesmo, declarando que segundo aviso do
ministerio da marinha de 23 de maio ultimo, fra
aporov.ida a compra, que, por autonsagao da pre
sidencia effaclaou o sen* antecessor a C. Starr de
C. de duss boias de ferro batido com bolas e or-
ganera para Tundear, afira de serem fornecidas
capitana do porto do Cear.Communicou-se a
thesouraria de fazenda.
Ao capitao dj porto, communicando que, se-
gundo participou o engenhein Zozemo Barroso,
de Londres, acham-se embarcados no navio Sal-
terbech, com destino a este porto os raateriaes do
phirol do Rio Grande do Norte, e recommendando
que, apenas chegue o mencionado navio, faca des
embarcar ditos materiaes, e rtcoin-los ao arsenal,
de marinha.Offl:iou-sc neita sentido .ao inspec-
tor do referido arsenal.
Ao director do arsenal de guerra, para man
dar fornecer ao subdelegado da freguezia de Mu-
ribeca dez espingardas para o servico policial d'a-
quelle districto, mediante indemnisacao, que ser
feita pela thesouraria de fazenda, por conta do
ministerio da justica.Expediram se as necessa-
rias communicaedes.
Ao mesmo, inteirando o de haver nomeado o
lente-coronel Sebastin Jos Bazilio Pyrrho e o
capillo Chrysolito Ferreira de Castro Chaves para
em commisso examinaren) as 29 '.', arrobas de
salitre existente no laboratorio Pyrotechinico, e
pelo seu mo estado se ao presta aos differentes
artefactos, quo all se manipulara.Igual corarau-
nica;io fez se ao coronel commandante das armas.
Ao commandante do corpo de polica, recom-
mendando que com urgencia satisfaga a ordem
que Ibe foi expedida, quanto ao mappa da forca
sob seu commaodo, am de serem satisfeitos os
avisos do ministerio da jestica de 4 de marco e 26
de maio deste anno.
Ao engeoheiro chelo da reparticio das obras
publicas, para que mande proceder aos concerlos
de que precisara os quartos que ser vera de priso
e de quartel na ribeira da freguezia da Boavista.
fizeram-se as necesarias communicaedes.
Ao juiz municipal da 1* vara desta capital
transmittindo para a devida execucio, copia do
decreto de 7 de abril ultimo, indultando os sen-
tenciados, constantes da relaco junta, e bem
assim do aviso do ministerio da justica de 31 de
maio ultimo, afim de que seja observado.
Aos membros da commisso incumbida de
examinar o beriberi na casa de deteu$o, solici-
tando a remessa de urna lisia dos detenlos, afreta-
dos do mal, e que leem de ser removidos para a
fortaleza do Brum, como propoe.
Portara:
Ao conselho de compras do arsenal de mari-
nha, para que, como propoe, promova a acquisi-
Cao dos objectos do material da armada, que se
tornam necessarios para provimento do almoxari-
fado do mesmo arsenal.
Despachos :
Dr. Bernard) Pereira do C3rmo Jnior.Sim,
pagos os direito; nacionaes.
Costa Irmis & CA'
com o offlcio desta data.
Fraucelino Araerco de Albuquerque Mello.Ao
engenheiro chefe da repartigo das obras publicas
para informar.
Henrijue Clorindo Taylor.Como requer, satis-
feila a condico de que trata a informacao da San-
ta Cas de Misericordia.
Israel Bezerra da Silva.O recruta de que tra-
ta a supplicante, j fot posto em liberdade. por ter
silo jubjado incapaz do servico.
J)s Pereira de Alcntara do O'.Espere o sup-
plicinte que haja crdito para seu pagamento.
Joaquim de Barros Wanderley.Nao pode por
ora ser lomado em consideraco o que requer o
supplieante, por ter desertado a praca de que
trata.
Baeharel Joao Gonzaga Bacallar.Informe o Sr.
Dr. juiz de direito da comarca do Cabo.
Justino Lopes Cardins.Passe portara conce-
dendo a licenca requerida, nos termos do decreto
n. 3579 de 3 de janeiro de 1866.
Joaquina Maria da Conceico.D se por cer-
tido a informacao prestada pelo commandante
das armas.
Joao Luiz da Silva Lsiria.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Tenente-coronel Jos Francisco Pires. Passe
portara concedendo 2 mezes de licenca para tra-
tar de sua saude.
Lniz Ferreira de Almeida.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel dos Pasaos Miranda.Nao lera lugar o
que requer a vista da informacao.
Manoel Raymundo Caminha.Nao havendo va-
ga, nao pode o supplieante ser attendido.
Luiz Ignacio da Oliveira Jardim. Nao tero lu-
gar o que requer, a vista do disposto no art 24 da
lei n. 598 de 3 de maio de 1864, e da informacao
do inspector da thesouraria provincial.
Tente-eoronel Jos Francisco Pires.Passe
portara.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio :
Ao inspector do arsenal de marinha commu-
nicando, de ordem da presidencia, para fazer cons-
tar ao secretario dessa inspeccao Alexandre Ro-
drigues dos Aojos, que, segando foi communlcado
pela secretaria de estado dos negocios da marinha
de 23 de maio ultimo, nao pode por ora ser defe-
rido o requerimento, no qual pedio o abooo da
gratificarlo mareada na observarlo 1* do regula-
ment, annexo so decreto n. 4364 de 15 de maio
de 1869, visto exereer cumulativamente o lugar de
secretario do conselho de compras.
DlnRIO DE'PEBHAInBUCO
REOFE, 17 DE JUNHO DE 1871.
roto de graeae e o elemento
servil.
A falla do throno, aos paizes regidos pelo nosso
systema de govem >, sempre um documento po-
ltico do mals elevado alcance, 6 sempre ou deve
ser a fiel traduccio das aspirabas nacionaes, de-
vidameate interpretadas polo ministerio, tirado
da maioria das cmaras legislativas, e ana por
conseqnencia sai mais legitima expresjio.
Partindo desse principio, nao poda o ministerio,
hoje frente dos negocios do Brasil, deixar de
mencionar na falla do throno, entre ontras refor-
mas requeridas pela opinio pablica, essa refor-
ma lio preconisada, lio alraejada, do -elemento-
servil.
vo se diga qua ainda a opioio pablica se
vencimentos nao tinha maoifdatado sutiliiantomsute sobre lio
"momentoso assumpto, porque responderemos que
os rasgos de eloquente patriotismo e sublime ca-
ndado praticados desde 1823, em bam da popu-
laco osera va, sao outras tantas iDinifestagoes de
adbesao generosa idea da emancipacao dos es-
eravos, eraancipaco que j naquella data era
reeonhecida necessaria, indeclinavel, urgente, pelo
Ilustrado patriota Jos Bonifacio de Ao irada e
Silva as seguintes palavras, qoe, tio propo-
sito, citou na cmara temporaria o Sr. visconde do
Rio-Branco:
t Gjnerosos cidadios do Brasil, que amis a
Vvssa patria,sabei que, sera aaboeao total do infa-
me tranco da escravalara africana, e sem a eman-
cipacio successiva dos actuaos captivos, nunca o
Brasil firmar a sua independencia nacional, e se-
gurar e defender a sua liberal constituirlo ;
nunei aperfsicoar as ragas existentes e nunca
formar, como imperssaraante o deve, nm exer-
cito brioso e urna marinha bres;enle. S;m li-
berdade individual nao ple haver civilisacio.
nem solida riqueza, nao pJe haver moralidade e
justica ; e sem estas futas do co nao ha nem
pote haver bro, f rea e poder entre as nachas.
.Vastas poucas mas valiosas phrasesdo eminen-
te cidado, patriar cha da nossa independencia,
estao seguramente desenliados os auspiciosos ta-
laros que nos reserva a Providencia Divina, quan
do, livre da inmunda ehaga da escravidao, a na
gao brasiletra poder hombrear com as nacoes
mais civilisadas, sem ter de que corar, sem que
se Ibe possa apontar urna maeula no glorioso
pendi.
A emanciparlo saccessiva dos escravos foi, pois,
desde 1823 urna aspirarlo nacional, e, ombora
anda em embriio, oceupoa seriamente a atten-
ci) de alguns nobres patriotas, que, como Jos
Bonifacio, previam que, sem ella, larvados seriam
sempre os horisonies do Brasil, que so se poderis
elevar em riqueza e llrese >r como naci livre e
iodependente, quando podesse atrahir para o seu
territorio una poderosa corrate de immigrantes,
corrente que pensamos est dependente da ex-
tinecio da escravidao.
Quando em 1867 o conselheiro Zacaras de
Ges e Vaseonesllos, entao presidente do conse-
lho de ministro-", incluio peta ves primsira aa
falla do throno um tpico sobre a questio do ele-
mento servil, nao fez senio curvar-se ante um
decreto da opinio publica, que a corda acceitou
como Ibe compria, prestando assim o ministerio
intefra adhesio s regias do parlamentarismo toes
como as define Vctor Cherbuliex.
Desde ento, mais do que nunca, o observador
atiento a hMetligaaU, pode taludar las dos
acontecimentos urna ooUbilissiaa serte de *<
tracdes, cada qual mais eloquente, de Completa
adbesao do paiz aquella, generosa idea-
Era todos os ngulos do imperio forraaram-ie
successiva e pressurosamente associacSes para a
'ibertacio dos escravos a imprensa, adherindo
idea, proouneion ss em todas as provincias pela
emanciparlo lenta e gradual; as assemblas de
diversas provincias marcaram qutas em seos or-
camenlos para a libertario de crianzas ; em urna
palavra, de todos os meios de que poda servir-se
a opinio pablica, utilison-se essa alma das nacoes
para manifestar as aspiracbes dos brasileiros, os
seus vetos, os seas almejos, por ama solucio re-
llectida e calma do magno problema.
Em 1868 ainda a falla do throno mencionen a
forma da legislaco sobre os escravos. Foi, porem,
nesse anno qu se deu o reviramento poltico que
entregou a governacio do paiz ao partido conser-
vador.
Na falla do throno de 1869, bem com na de 1870,
quando era presidente do conselho o Sr. visconde
da llaboraby, nenhuma palavra se articuloa sobre
o elemento servil, entretanto que a corrente da
opinio publica cada vez era mais pronunciada,
cada vez se mostrava mais carecedora de sabia e
previdente direccio. As-ira o entendau a caara
dos Srs. deputsdos, elegendo ama commisso para
se oceupar com o assumpto, sob proposta de al-
guns de seus membros.
A' essa proposla adherio o ministerie do Sr. de
Itaborahy, concorrendo para que essa commisso
fosse composta de membros da cmara, de sua
confianga, sabendo entretanto, como sabia, que a
proposta approvada implieava a consagraco do
respailo a propriedade actual e implcitamente a
libertarlo do ventre eomo idea capital.
Em 1870 a commisso apresentou um laminoso
irabalno, eheio de sabias consideracSes e estudos
sobre a qaeslao, e coneluio-o com um projecto de
lei de accordo com as vistas da cmara.
Essa manifestaco da opinio, nica que fallava,
devia ser o dedo que aponlasse ao ministerio a sua
rota, desde ento, na raomentosa questio do ele-
mento Servil.
Todos sabem como e porque nos ltimos das da
sesso parlamentar de 1870 retiroa-se o gabinete
Itaborahy. A' elle suceedeo o do Sr. visconde de
S. Vicente, chamado de 29 de setembro.
Em a nossa revista poltica annaa, de 1870, dis-
semos e ainda hoje repetimos, despeito das de-
claracoes do honrad) Sr. vieonde de llaboraby, que
a causa real da retirada do sea ministerio foi a
manifestaco da cmara pela solucio da questo
do elemento servil.
O gabinete S. Vicente piuco viven. A' ellseae-
ceieu o gabinete Rio Branco, que nio poda deixar
de.ser, como o sea autecessor, adherente s mani-
festaedes da cmara, embora fosse elle constituido
no interregno parlamentar.
Essa adherencia era fcil de prever, e nos pre-
vi rao-la de corto modo, quando, no nosso retros-
pecio poltico de 1870, escrevemos as seguintes li-
abas, aa parte reservada ao Brasil, publicada i 21
de Janeiro do corrente anno :
A questo de elemento servil urna questo
social, em cuja solacio todos os partidos estao de
accordo. A' ella prendem-se variadsimos e gra-
ves interesses de diversas ordens. Dafai resolto
que toda solucio violenta e instantnea produzir
inevitalmente choques terriveis, que fario estre-
mecer a sociedade brasilea at nos seus alicorees.
Cumpre, pois, que essa questio seja resolvida
de nm modo concillante para os interesses oue ella
poe em jogo, e que sssa solucio seja calma, reflec-
tida e maduramente pensada, e depois executada
com criterio e paulatinamente.
t Neste sentido foram lidos varios projeetos na
cmara dos Srs. denotados em 1870, e nm com-
misso, adrede nomeada para dar parecer sobre o
assumpto, elaborou nesse mesmo sentido ama la-
minoso trabalho, ^ue, fazendo-lhe honra, satisfaz
as exigencias do psiz.
o O Brasil, depois da guerra do ParasjBM, pen-
sou nesea reforma; e, ba cinco annos, qatt alia
diicutida na imprensa, que em sua qaasi totolidade
reconbeceu a necessidade da eraancipaco dos es-
cravos.
< Jamis reforma tiguma foi mais feralmente
aeceita do que essa, e nunca a opinio pablica
se raanifestou mais clara e positivameote do que
nesse negocio. Sao disso pravas eloqaenles as
innmeras libertades havidas nesses cinco annos,
a inflnidade de associaeSes para a liberdade des
escravos, insudadas e produzindo sazonados (rap-
tos em todos os aagulos do imperio, a QaalQHBte
a consagraco da liberdade dos eserayos loe oroa*
E de
con essa
e o Brasil
preteatan
tamka a
morda!
Acceiti
thesouraria provincial
de leotimesOos palrioticos, era annos successivoe
tem mareada- qmgas para esse nm humanitario e-
civlisador. V
que a assembla geral se oceup
to na sesso do anno que cometa,
os olbos volvidos para os seas re-
parando, sao s essa solacio, mas
eatros problemas d inSereesa pri -
o paiz. >
a g-avarnaci do paiz as eondices
em que etlaae achava, depois de tio formal mani-
festaco da amsra dos Srs. deputados, os nobres
actuaos misatro* aeteilarara implicitamente o en-
cargo de estadar e dr solacio questio do ele-
ment) servil com aqiella mxima brecidade que
fdra solicitada na proMa approvada pela cma-
ra, e em virtode da qaal fra eleita a commisso
da que j fallamos.
Foi aso o qoe ftieram os Srs. ministros. De-
poh de estudftrem a qieslio, elaboraran] urna
proposla, e sQtxaetteram-t apreciarlo do con
seiho de estado.
No seio dessa Ilustrada torporaco foi essa pro-
posla estodada por sua ve;, calorosamente deba-
tida e Analmente approvada.
Depois de tantas e to expicitas provas, nao po-
da o gabinete VSr. do Rio-lraneo de'xar de in-
cluir na falla do throno algn tpico referente
qaestio do elemento servil, prestando assim ho-
raenagera s aspiraedes do paiz, a opinio publica.
Eis por que nesse importante locumento poltico
foram incluidas as seguintes liohis :
Considerarles di maior importancia acon-e-
Iham que a refirma da legislaco sobra o estado
servil nao contine a ser ama as^iracio nacional
indefinida e incerta. E' lempo le resolver esta
qaestio, e vosss esclarecida pridencia sabera
conciliar o respeilo i propriedadt existente com
esse melhoramento social, que reqierem a nossa
civilisacio e al os interesses dos preprietarios.
< O governo manifastar-vos-ha opiortaaamenle
todo o seo peasameato sobre as nformas para
que tenho chamada a vossa alten;io. >
Em cumprimento da promessa conida na falla
do turooo, o Sr. ministro da agricultura foi ao
parlamento, e, em nome do chefe do poder execu-
livo, apreeentou a proposta, j approvada pelo con-
selho de estado.
O aoven caraprio o sea dever ; e netsa occa-
siio dea arrhas de seo cavalbeirsmo para com a
cmara dos Srs. deputados, mostrando que quera
viver em harmona cora ella, e provando qae com-
prebendia os deveras do parlamentarismo, por isso
qae apresasva-se em satisfazer as exigencias da
opinio publica, cuj decretes acceitava.
Gonhecedora deesa proposla, que depois foi en-
viada ama eoamissio para estada-la e dar pa-
recer sobre lis, a cmara teve de discutir a res-
posta falla do throao, o voto-de gracas, onde a
respectiva commisso. respingando tpico por lo
pico ao discurso da caro, incluir as seguintes
liaba:
i A cmara dos depotoaos. Seaaor, astLeen
asMtda d* que a re(riM da legialacAo aabre o
estado srvil o pdaooBtiMar a ar stmaaspira-,
r.i oacicMa todlSmlaa Moerlm.
Este estado de incerteza que ple tornar
periclitantes interesses da maior valia.
c Os sentimentos generosos e chrislos de V. M.
Imperial tncontrario segar menle a mais sym pa-
lluca correspondencia no animo justo e esclarecido
dos Brasileiros, qae, procurando conservar a ac-
tual propriedade servil, como elememo iadispeosa-
vel de trabalho, querem. comtudo, qae para as ge-
racoes vindoaras desponte ama aurora de regene-
raeo.
< A emincipacio, lenta e gradualmente effec-
tuada, ser urna medida de alia prudencia e hu-
manidade, que, esmaltando anda mais o glorioso
reinado de V. M. Imperal, testemunhar tambera o
civismo e a previdencia dos legisladores brasilei-
ros.
A cmara dos deputados aguarda as ontras
propostos do governo, conforme V. M. Imperial se
dignoa annaneiar-lbe, e as tomar na devida con-
siderarlo. >
Foi ahi, nesse debate, que o paiz presenciou o
que cortamente nio esperava ver : um ex-ministro
da cora, memoro do gabinete Itaborahy, que con-
correr em 1870 para a eleicao de urna corarais-
sao, que esludou, deu parecer, e apresentou pro-
jecto sobre a questio do elemento servil,- callocar
se frente de urna cruzada contra o voto de gre-
cas, no tpico que alludia essa questio social.
O que determinou o Sr. conselheiro Paulino de
Sonta e seos eorapanheiros se collocarem na at-
titude hostil qae guardaram na discassio do voto
de grecas?
Di-lo-hemos n'oulro artigo.
dancia de lamas que difflcH' aquellos moradores" .11; :.,, ."
embarcarem : alfa-ansa atoda accresce que ten- !!fta. a! a carfe,ra 9 do feilo agora eompaohia mudar os trilhos revol-:,e H22? inramalono- .
vea a estrada de- tal sorle qoe se pode dizer qoe J *2?'. ,' aee"ar ea bertbgri da ea!* to
nao ha um rogar em que se possa passar. desde >. oeic,W qual aoreseaiou presideocte a no-
estacio do Caldereiro at o Lamario. Bem disso- re rT? eirregada de estuda-lo, ama
mos qae pelo iovwno se ten de eonhecer essa1 '** -a?a c"B mt>i orotaait eoDvicfto,
. Vemos que teodo agora a compsobia de for-!~^BS0(m,;t *>Pr8'- ; *-
aar uma nova tabella cora a abertura da liaba at-! L C0,DhtC'raeDt0 natarea da fallada aa-
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
JURY.Foi submettido a julgamsoto Antonio
Jos Viegas, pronunciado em crime de roubo. Foi
condemnado em quatro annos e seis meses de pri-
sao com trabalho.
Foi tambera jalgado pelo mesmo conselho de
sentenca Manoel Rodrigues de Oliveira, pronuncia-
do no artigo 201. Poi condemnado a seis mezes
e quioze diss de prsio simples.
ILLUMINACAO. Em conseqnencia do apello
qae hontem flzemos aos nossos leitores, estiveram
noute Iluminadas muitas casas particulares e
alguns edificios, sobresahindo a cass da Faeulda-
de de Direito. cuja fachada foi bellamente Ilumi-
nada expensas dos lentes e do respectivo secre-
tario, eomo testemnnho de sua adhesio Santa
S.
CIRCO EQESTRE.A companhia brasiletra do
Sr. AntoBio Carlos do Canno termina amanhaa
noute, se o tempo permitidos seas trabslhos eqaes-
(res, gimnsticos e acrobticos nesta provincia,
com os mais importantes e difflseis do aa reper-
torio.
MUOANCs,O Sr. Dr. Alexandre de Souza Pe-
reira do Carmo, destnelo medico desta cidade,
acaba de transferir soa residencia do n. 12 para o
n. 9 da ra da Iraperatriz.
MARIO DE PERNAMBUCO.Se ebegar hoje o
vapor ioglez de Liverpool, destribuiremos ama-
nbia o nosso numero de seganda-faira.
TRILHOS URBANOS PARA OLINDATermina
hoje o praso para a realisaco do pagamento da
stima prestado da acedes desta companhia da
segunda emissio), razio de dez por etnto do va*
lor nominal.
M0NTE1RO.Remettem-nos o segulnte, pedin-
do sua publicac'i :
+Srs. redactores da Revista Diaria. Aerad!
Caxang, mais fcil ser realmente estabeleeer
aquelle ponto satisfazen lo assim ora pedido qua
to instantemente tem sido a ella feilo por grande
numero de seus assignantes moradores ali, a *s-
sim a companhia mostrar qua procura sempre
satisfazer as commodidades reclamadas como ae-
cessidades conbeeidas- por seus passageiros. Pe-
der, talvez a companhia lutar com difflculdades no ;
demia, e das causas qua a produziram, j* resube-
lecendo os fados, j observando os doentes, "
artsisiiodo autopsias, ja avahando todos- as eir-
eumstaocias a elles concernenlesse o dever
grado,este dever miro-o en cima da rodo, a.
iraiucao da muitos outros collegas.
* Todo tem seu tempo : os motivos qoe- me le-
varan a approveitar da oceasiio para estampar
eslabelecimento dos precos com reluci s duas if8?38 olblBas conslderacoes, reservo rae etspara.
tando no annexim, quera nao pede Daos nio
ouve, toroaraos i fazer o pedido qae por interme-
dio desta soa conceptuada Revista i ama vez file-
mos eorapaobia dos trina urbanos do Recife
Apipacos com relaoio ao a'tabtleeifflento de um
ponto de panda dos tro*, o lagar eaamado La-
maria que fia estira Ks astaeda da Caldereiro e
Montoiro.
Qa (soto: da-a agora a qae procaramos mos-
trar qu*4o filemos aquella pedan, isla i, qas em
das da shua os moradores dali verne-hiara em
grandes difflcaldada para podaraa tonrar o trae,
quer ao Calderaire a qner ao Moatelro, por que
todos ubenj da qm -*o floanios i airada
, ^^ do Lamario aoao a aa a dirife iquel-
Bento das provincias, cujas ave^bj. nia4ai|u duas estacSes um ponto la to panee abua-
estacas e ao ponto que pedimos-, ms desde ja
para sanar essaa dtfOculdades dizamos que quando
de ooiro modo nio possa ser esubclecido aquel le
ponto sem prejuizo parea companhia c nao estan-
do em nossa vontade que a cimpaohia tenna pre
juizOi.leraoramis que seja estbele*Jo o preco da
viagenvat o Minteiro, por qua sar -nos-ha mais
conveoiec e pagar mais do que continuar a lular
com as difflculdades de transporte eora que at hoje
temos lutado. Os faetn attestara o que dizemos e
o proprio Sr. gerente da- companhia poler ir exa-
minar a verdade do que allegamos.
Se por ventura a companhia sarisfher o nosso
pedido acreditamos pamente que ella invida todos
os esforcos no sentido de satisfazer aos seus as-
signantes e por esse tacto attestar-lhe-hemos eter-
no .-econheciment, e a Vv. Ss., senhores redac-
tores, pela inserco destas liona* ficareraos asss
agradec Jos.Alguns assignantes. >
BERIBERI.A' proposito da noticia por dos da-
da ltimamente acerca d'essa molestia, na casa de
deteoco, envioa-nos o Sr. Dr. Carolino F. de Li-
ma Santos, as linhas que abaixo publicamos, sob
a respoasabilidade do mesmo seohor doator, ac-
creseenlanlo, eomo nos cumpre, qua, antes da es-
crever a noticia qae nos referimos, oavimos do
Sr. Dr. administrador d'aquella priso a affirmaeio
de qae ali niviara anda doos detenlos attacados
do mal na enfermara respectiva, e alguns 6 ou 8
qas apresenuvam indicios da enferraidade.
Publicando a caria do Sr. Dr. Carolino temos
em vista procurar a elucidario da materia, sus
pendendo entretanto o nosso juizo, por isso que (re-
pitamos em nos pronunciar por urna de duas afflr-
mativas, ambas as quaes nos merecem respeito.
Eis a carta do Sr. Dr. Carolino :
< Srs. redactores da Revista Diaria.Tendo Vv,
Ss. em soa Revista de 13 do corrente asseverado,
sem davida por meaos exactas ioformacss que
ainda lavra epidemia na casa de deteoco, era de
esperar qae incontinente acadisse eora devida res-
posto o medico daqueile estabeleciinento o Sr.
Dr. Ssveafira de restabelecer ara facto por outro,
qae nio delxa de multo Dteressar hatnanidade
e i scieneia, qual o da extnecao de uraa nova epi
demia deteieria, como tem sido essa entre os mise-
ros detento?.
< E como nio o lizesse esse collega, nao sei por
que especie de justificativa condigoa ao sea mere-
cimiento, eu, que tenbo procurado sempre andar
s pegadas da nobre commisso syndicante do be-
riberi, a ver se dalla refl -te algum raio da luz, qne
me oriente sobre a natureza do mal e suas causas
reaes posto me parega a raesma nobre commis-
so mais disposta a ludo tracar, antes com o scep
tro de sua autoridade do que com o estlete da
scieneia, apresso-me a subir s suas columnas de
hoje pare asseverar-lhes cora toda a forca da ver-
dad?, e assim fazer sciente ao publico, que a falla-
da epidemia da casa de delencao, a propria que foi
em 2i horas scientfleamente estudada e elassifi-
cadamolestia nova, nunca vista nos annaes e na
provinciaj se acba felizmente extincta na raesma
rasa de delencao.
Quinto aos accoramettidos de aoazarca, antes de
|r cessado a lal epidemia, apenas exisliam dous
doentes ; sendo um delles o infeliz Manoel Mar-
ques Das, oue teodo sido ante-hontem absolvido
no jary, fallecen 24 horas depois, cora symptomas
visiveis de derramamento nassero-as do peito e dos
centros nervosos ; ten lo entrado para a enferma-
ra no da 23 de maio prximo passado Bem se
eomprebende que urna epidemia ple cessar, dei-
xando um outro doente do tempo de sua invaso e
ma or torca.
E isso posso eu asseverar por ter repetidas ve-
zes visitado aquella prisoo que ainda deu-se
nos das 12,15 e 16 do correntee verificado, que
nao s nao existe actualmente doente algum novo,
afiectado do mal, que alias tem ceifado alguns in-
felizes detenlos ; como tambera j ha muito mais
de vinle das lem desapparexido o caracterstico
de uma epidemia.
O que de mais certo all ha, o terror que ain
da larra entre os detentos, apeiar de nio haver
epidemia, quanto mais recrudescencia ; caso novo
na historia das epidemias, onde extinccl i ou
mesmo sensivel decnaco saccede logo ama
natural e geral reanimacao I
a Os dous seguintes factos,que me foram refe-
ridos pelo Sr. vice-administrador da casa de da-
lencio, e por mira logo depois bem verificados,
provam o qae disse acerca do terror :
t Pedro Jos do Nascmento, parda, de 32 an-
nos de idade, natural da Parahyba e reo de morte,
no dia 13 do corrente, aceosou-se de repente se-
riamente doente do tal beriberi : dr as pernas
rpida edemacia, formigamentos que Ihe subtam
at o ventre, prostracao geral, foram os symptomas
qae o levarem at a pedir coaflsso I
Tocado o alarma, acodera incontinente o enfer-
melro, e mais srvenles da enfermara, era cojo
numero tenbo eu por veas visto um pretioho de
nome Eduardo : e todos os soecorros lendo sido
prosudos, o resaltado de ludo foi talvar-se o be
ribenco como por railagre ; pois certo que todos
os symptomu cessaram logo ao ponto de j no dia
15 do corrente ser-me o doente apresenlado per-
feitaraente carado, sem mais vestigio algum de
iachacio e domencia as pernas, pedindo at ao
Sr. vice-admiaistredor qae o mandasse para sna
o fu cia.
i Apena dez minutos teriam passado quando
ao sabir, apreanla-se-me um guarda da cadeia
de nome Job Francisco Pereira, pedindo-me qoe
passasse ama receita para elle, qae a julgava af-
fectado do beriberi; porque, dizia elle, senlia
fraqueza as pernas, inchaclo e nio sei o qae
mais. E, ordenando-lha o Sr. vico-administra-
dor, qoe mostrasse a lal eochaco, verifiquei com
o tosiemonho de todos qae se achavam presentes
qoe tal inehacie nio existia, e nem symptoma
algum de lesio da medalla ou cousa que flzesse
f sobre o que se tem chrismado com o nome de
beriberi.
t Eis ahi, portanto, dous faetos que por serem
aicos provam contra a existencia da eontinaidade
do mal, como o eatretenimento do terror do kart-,
wr l, quando pode-se dizer) pertenoer sem-
Ihsnte molestia i historia, a nio tjrse algqma
recrudescencia.
EmOm, Srs. redsetores, a dlgnidade (Jo m^',.
eo, na deseoberia da uraa verdada qQe maito'in-
tere* eieaeje e eeaiiaade, ata aei0 ie
qnaesqaer consideracoes ; e se na ifterdade era
suas acedes, de harmona c convieces. qae estaV aobraia e o mrito-
reeuar.por ventar;, alante de algum relavo raedo
oho, proeed^f eqrao covsrde soldado, a fugir em
campo da guerra, pelo temor de qae slgam ar-
tir9 f0?1! m roetbe a exU^qoia. 96 o deTer,
la4vez. era occasio mais propicia apresenia-los ao
publico.
Oque todo quer dizerque se eu fora o cele-
bre Ambrosio Par nao apresentaria a Carlos IX.
a condico dene jamis txiger de lui d se- moa-
tvir tn ne bataille ou combat.
-Assim, fra da toda personalidade, e s-no
emaenho de acertar, uma vez apresentado o pre-
visto, sabio e luminoso parecer da nobre c nnmis-
sio> ento apparecerei eu : nio para com ella e-
risiar a langa do despeito ; mas sim, seja errando
oo nio, emitiir mioha hnrailde opiniio, servida
de toda conveelo e dos lacios quejulgir conveni-
eotes ; razio porque per a Vv. Ss. o restabele-
ciraeato de sua noticia, pela declaraco de qoe
j, ha mais de quioze das, nao exista epidemia na
casa de deteoco, porque epidemia, segundo diz
Nysten, e'ejt la maladie qtti attaque en mW femptf
rt (bms le mime lien un grand nombre de persa*-
nes la fois. Recife 16 de junho de 1871Dr.
Carolino Francisco de Lima Santos. *
ALBARROAMENTO. Entrou hontem neste
porto a barca franceza S. Luts, qn i de viagam
para Cabo Verde, foi toreada a arribar, bando
agua, para fazer os necessa'ios rncenos, em eon-
sequencia de no dia 15 do corrente s % horas da
manti ter-se albarroado com ama galera,cuja nav
cionaliiade nao se podera distinguir, visto o mts
lempo qae ento reiuava, desadorando o mastro
de proa, gnrups e beque ; accraseenlando maia
o captio da referida barca qne a galera era nav;
maior e ia bastante. carregada, e que snppooha
ter soflrido damno; prm que ao araanheeer do-
di a nada descobrio.
LOTERA.A' que se ada a venda a (197.*)
a beneficio da capella da Santa Gru dos Milagrea
de Olmda, que corre no dia 22.
PASSvGEIHOS.Sabidos para o-norte no vapor
Pirapama :
Padre Antonio Tavares, Anlooio Jovito Correa.
Francisco Xarier de Miranda Machado, Francisco
Aniceto, Salomio Seve, L. Casteo, loaquim Baplis-
ta Pimeota Baeoo, D. Mara Carolina de Figuer-
redo e I eseraTi, Antonio Angosto de Riitencourt,
Manoel Francisco da Silva, Joaquim da Silva Saf-
ios, Sabastiio Souza S. Victorino Moreira Duarte,
Augusto Coelho da Cosa, capitao Joio Manoel da.
Cunha Fernandos, Belchior Antonio Ribeiro d
Fonceca.
Sabidos para o norte no vapor nacional Ja-
guaribe :
D. Theolonia Rita da Mola,., Eugenio Braga;
Theodorico Vicente de Castro, Nicolao Bello, Jis*
Rodrigues de Souza, padre Jos de Coulo do Ama-
ral e Silva, Francisco Antonio Gifooe, Joanoa
Pinto, Raymundo de Oliveira, Agostinho dos San-
tos, Jos Ribeiro da fonceca, Jaouaria Mara da
Conceico, Eraigdio G. de Oliveira Dr. Joo Lopes
Pessoa da Costa, vigario Antonio GermaDoBarb isa
Beserra, Manoel Correa Lima, Dr. Pelisardo Tos-
cano de Brito, Joaquim Antonio Pereira Vinagre.
Joao da Silva Pimentel, Dr. B. Gurgl do Amarel.
Sabidos para os porlos do sul no vapor
Giqui:
Angelo Jos Frabasilio, Joo Damaceoo Araujo,
Joaquim de Azevedo Maia, Jos de Azevedo Maia.
Joao Mendes Ferreira, Antonio Jos Pereira Albu-
querque, Querubino Bandeira, tenente coronel Vi-
cente Alves de Aguiar, Jos Domingues da Cunha,
Antonio Peixoto de Abren e Lima, Anna Rufina
de Jess, Isaac B. dos Santos, Francisco Jaqaisi
AIvjs Rodrigues, Joaquim Gomes Melga$>, Jos
Rodrigues da Silva, Nalo Klam. Antonio Jos
Leopoldino Arantes, Dr. Flix Moreno Brando,
sua seohora, 1 alilhada e o escravos, Izaac Tavares
Costa, Antonio dos Santos Oliveira, Joo Jo3 da
Oliveira, Jos G. da Silva Brito, Victorino Jos Pe-
reira de Abren, Joo Alves de Carvalho, Manoel
Candido de Araujo Lima, Francisco de Amazonas
Lacerda, Francolina Francisca de Oliveira Borge*.
Jos Joaquim Barbosa da Silva.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 13 da
junho:
Hormedia dos Santos Roque, branca, Pernam-
buco, 23 aun is, solteira, Boa-V=la; phlbysica.
Edavirges Gomes Jadeo, parda, Pernambuco, 45
annos, solteira, Boa-Vista ; hypetrophia.
Catharina Porcia Nobre Pessoa, branca, Pernam-
buco, 36 annos, casada, Boa-Vista; derramamento
cerebral.
Manino, preto, Cear, 60 annos, Graca ; conges-
lio cerebral. _
Catharina Maria da Conceico, prets, frica, 95
annos, solteira. S. Jos ; hepatiie.
Maria da Conceico Magdalena, para, Maceio,
30 annos, solteira, Boa-Vista ; hepatite ascite.
ra pardo encontrado morto, Pernambuco, S.
Jos ; ignara-se.
Antonia Maria da Conceico, parda, Pernambu-
buco, 45 annos, solteira, Boa-Vista ; xosiare.
Rosa, escrava, preta, Pernambuco, 40 annos,
solteira. Boa-Vista ; diarrba
Proflria, preta, Pe nambuco, 3 mezes, S. Jos ;
espamo.
Bellarmino, eseravo, pardo, Pernambneo, 6 da,
Graca ; convulses.
Umbelino Maximino de Carvalho, branco. Per-
nambuco, 48 annos, casado, Boa-Visla; beriberi.
14
Clandina de Jess Cabral, branca, Pernambuco,
34 annos, vinva, hospital Pedro II, Boa-Visto; ta-
bercalos pulmonares.
Gerlrudes Mana Gomes, parda, Pernambuco, ti
annes, solteira, hospital Pedro U, Boa-Vista; paeo-
monia.
Rosa, parda, Pernambaco, 2 annos, Recife; ve*
mes. .. ,
Luis, pardo, Pernambaco, 12 annos, hospital
Pedro II, Boa-Vista ; anemia.
Paulino, pardo, Pernambaco, 7 das, Recite; a-
pssrao.
Manoel, eseravo, pardo, Prnambuoo. a anaos,
Boa-Vista ; hemorrhagia. "
Cosma Da miaa Lishoa, hranes, Pernarabneov
51 annos, vjava, S, Jos; marasmo.
CHRONiCA JUBiriARIA.
rHIBU!.%L DO COMBBC
ACTA DA SE88AO ADM^STRATIVA DB 5
Di JUNHO DE 1871.
I.RRSIDBNCIA BO RXM. SU. COItSB.HmO ARSUSO
"^n^irin aii-nfrtrido e Alvaro, o xoi-
Caodido Aleoforado
e Alvaro, o
sessio.
beh-o presidento abri a seaao. _^ d |
fioa, e approvada a anta da
Foi
Offlcio
S^SSnWltB^
*^*S*T -* v*
-***




(


y
Diario d Pernnibac
-Stt^ado
17 de Junho d 1871
s'proprio
Manlou-se
pendencia ofQclal,
Jlinto telos o
chato Freo****
fallido, s
par o archivo.
Livro da registro dal
at n. 480, refaTerments
Dislribuio-se o
livro copiador de
O Exm. Sr. e n-clan "fc'asslgooa o
offkioque reverleu ioforwieaaJPltaticSo, viada da
presidencia, em que a Asaoctacao Cormerciai
Agrcola de Peraamburt pede approvacao ie stas
estatuios.
. DR8r-ACIK)S.
Requerimento o%eje apreciados:
De Joo Qairino de Agu.hr A G., para registro
fie urna procurcao bstanle.Seja. r-'gistrada.
De Oliveira, Filhos & C, eeridao de seu novo
contrato social e do distra o.Como rcquer.
Dos mesmo, pedindd oulra certidao.Na forma
recudida.
Dos mesmos, pedindo mais onlra igaal certi
dio.Como peem.
*De Alvaro Augu.to de Almeida & f, submet-
tendo registro a nornear i de sena caixeiros Ao-
gusto Mariins Moreira, Carlos Estanislao da Co^a,
e Guillierme los Leite.r-Sim.
De Joo francisco da Sirva, suhmeuendo re-
gistro um papel di venda, quo fizera Antonio
Ferreira de Oliveira, de sen esubelecinicnto de
seeeos e m< ih.ados si o ra de M.tfcilio Das n
106. Registre- se.
De Eduardo Candido de O'.vrira, de dada de 3
annos, natural desta cidade do Recite, onde do-
miciliado e estahelechlo com arraazem e cscripto
rio rua do Commercio n. 4 do hairro de 5.
Fr. Pedro Goncalves, e socio da firma Angnsto
Frederico de O ivf ira & C, pedindo ser admittido
fe engenhoiro eordeador, remetiendo oleara mlico?, engenheiro, coustructoi
lo.dos t^ncarlos-da ponte, d Maduro, in- Jtoctos, \i?ra ostndarem a qoalidades
fc*coVtTc$*o fle urna, pouie de tetro na-
ar.Qje/e a,nnuncie paraverem arre-
os concertos, e que se ofloe ao enge-
pra fazef o crsmente da ponte dti ferro,
o do mesmo, intormauio Tavoravelmentc a
*H&Cao de Bellarmino do Reg Barros e outros.
Ao flseal para informar.
Outro do mesmo, remeneado o orQamento des
concertos e aceio de qae precisa o diarto' da ri*
beira da freguetia de S. ]oi.-*-1\o flieal para se
dirigir ao arrematante e exigir o concert.
Outro do mesmo, icformaudo favoravelmenia a
mu expoitcj em relam ao sol, ao
tacidnrta MadoVs ter o edificio, o ten
lula qu| Jb^Ave licar em derredor,
qae'.deyem ceci-lo, o abastecirceato d
taveVe i eiHtoi, a disianda- oVootros fSts
ott>*ii|Sos\ <3gro de humidade, emfim muitas
outras consas que l.i nanea parecem de-nece-
ria.^ : mas entra coi que cajta um saiuppia"1
rmas sr.bio quea nutro, fe que -de-boia ou deMour aosflar a.op-
irem sobre negocios aUHosa'n prnlHsao u
sfji dito de aam vfz etaanae o'if f*1*!"11 "
requerimento de Antonio da Silva Ferreira JniorJporc'n da afjtorilade qna exesan o in-li^Mu'
sna idoneidade (IrmaJa por Josa da Silva Loyo &
Filho, Heuriqujs B?rnardes de Ollveira e Fran-
cisco Ferreira Biliar Jnior. Vi.-ta ao Sr. dese.n
fcjrgadcr riscal!
De Jos Lopes D.ivim, come procurador de Joo
Teixeira Machado e Francisco Claudlno Duarte.
domiciliados e estabelendos no Pilar ds Alago.i?,
apresentaojo registro o contrato social do seus
ditos constituintes.Comprindo o disposto nn art.
i n. 7 do decreto n. 503 de 9 de abril de 1870,
?orle a pelicao.
De Joao felxelra Michado e Antonio Satyro
Feruandes, ambos domiciliados e csiabelecidos no
ja mencionado Pilar das Alag6a;, apresentando
tartbem registro o seu contrato social.Assigoa-
da por amboi os socios, vulte a petielo.
De Jos Luiz de Mello, requon-ndo certidao do
dia era que foi registrado o seu distrato social cum
Leurenco Rcbeiro.da Cunha Oliveira, e cargo de
queiu (i:ou todo o activo e pas-lvo da ixlincias'o-
ciedTde.Cenili jne- se.
De Thomaz Ferreira de Carvalbo e Joao Rodri-
gues de loara, requereado o registro de seu cn-
tralo social, e mostrando haver cumprido o des-
pacho do 9 do corrente.Vista ao S'. desembir
gador Qscal.
De Custodio Ju- Alves Guimares, offreccndo
registro urna sa. procuragio bastante.Seja re-
gistrada.
Do mesnO, offerecendo igualmente a registro o
ubstabeleemento f-iiu los Antonio de Freitas e
Francsco Jos Alves liuianres da pnenr; co
que Ihe conferia Antonio Jas Cordeiro Simoes.
Kegistre-se.
J VISTOS PELO SU. DESRUB.VIlGADOn FISCAL '.
Reqaerinientos:
Di Maocel de Siuza Tavare? e Joao Jos de Me
drios Vello, prorog-rao do contrato social.Tor-
ne com vista ao Sr. desembargador flsesr.
Da Freir & Irmao, registro do iate nacional
Ocano.Como requeren).
Dada a hora ('i I/i da manha), o Exm. Sr.
conselheiro presidente efleerroa a esso.
SESSO JUDICIAJllA, FM lo DE JIWIIO
DE 1871.
raSIOSNCIA DO RtM. SR. ClN-SRI-HEmO A. r. PB
RETT!.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meio dia declareu so abena a sessao,
estando reunidos os Srs. desembarga lores Sil-
va Guimaries, Res e Silva e Accioli. e os
Srs. depntados Miranda Leal, Candido Alcofo-
rado, Olalo Bastos e Alvaro.
Lida, foi approvada a acta da sesso pas-
sada.
Fol lido o ofQeo do 13 do presen'e Bfei do
Exm. Sr. conselheiro presidente da relaco cmn-
mntilcando hiver designado o Sr. desembargadur
Domingues da Silva para rever o feito que pende
de embargos entre panes, embarganto Jos Al-
ves de Igoiar, embargados os administradores da
mam fallida de Antonio Jo; de Figueiredo.
ACCORDAOS ASSIONADOS.
Appellante, Manuel Jos Duarte Guimares, ap-
pellados os ere lores da massa fallida de Aotonjo
Jos Martins Tourinho ; embargante Joaquim da
Sil** Costa, embargado loio Rodrigues Cordeiro.
iULGAMENTOS.
Juizo especial do commercio : appellaEte. reo
Antonio de S A'buquerque, appellada autora D.
Maria Quiteria R idrigues Ferreira ; juizes os Srs.
Reia e Silva, Aeeioh, Miranda Leal, e Alvaro. Foi
confirmada a scnlenca appellada.
Appellante Joo de Azevedo Pereira, appellado
Antonio Gomes Pires; appellante o administrador
da massa fallida de Manoel do Amparo Cj, ap-
pellado os herdeiros de Miguel Archanjo e Fi
gueiredo. Adiados a pedido dos Srs. deputados.
Entrando em discosso a duvida do escrivo
Alboqnerqne apresentada na sesso de 9 do pre-
sente mez no feito entre partes, appellante Cesar
Augusto Zanolti e Jos de Azevedo Maia, appel
ldo o adminisirador da massa fallida de Pedru
da Silva Reg, M decidido depois de ionga discus-
sio. pelos Srs. Reis e Silva, Accioli, Alvaro e
Olintj Bastos, qae nao sao admitlidos os embargos
dos apellantes por nao estarem de conformidade
com a porlaha expedida pe/lo tribunal em fes-
sao de 19 de dezembro de 1870.
MH
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. desem
bargador Accioli : appellante Francisco Bctelho
de Andrade, appellado ifanoel Firmino Ferreira.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
ador Silva Guimares : appedlaote Jos Joaquim
a Silva nrrelo, appellado Ivo Aotoaio de An-
drade Lana.
xccnAvos.
Agfravante Jo Francisco Pereira da Silva,
aggravado Francisco Jos Leite.
O Exm. Sr. cnselneiro presidente negoa pro-
vimenlo.
Nada mais havendo a despachar, o Exm. Sr
presidente eacerroa a sesso a 1 hora e 3/4 da
tarde.
Concedcu-se.
Oiitro do mesmo, informando favravolmen reqoerimento de Antonio Kalropio Pereira de Sou-
za.Concedca-se.
Outro do menmo, informindo .faverivilmente o
r(uerfmento de os Vital de Negreiros.Con-
ceflea-se.
Outro do mesmo, informando favoravalmenie e
requerimento de Salniiano Augao Mleaia de
Souza Pires.Coneedeu-se.
Outro do mesmo, infirmando favor**Hmeote
requerimento de Manoel Francisco Puntes.Coi*
cedeu-se.
Oatro do mesmi. informando favoravelmejrte o
requerimento de Allem Palerson.Coneewft->.
Outro do flseal da freguezia-de S. Fre Podro
Goncalves, iifformando favorav^imente a petizo
de, Galdino Pereira Tavares.Conce teu-se.
Outro do flsealMa freeuezia de -Santo Antmfo,
remetiendo um lonr.o de" iniraeco, lavrado eoatr.i
Jola Chrlstiani, proprielaro da casa n. da ra do
Bario da Victoria.-* A o procurador.
Outro do fisoal da fregnetia de S. Jos pedmdo
providencias, afim de que continu a reprtij i
das obras publicas con o trabalha das canos de
esgoto lo becco do Peixoto, e travessa do Mon-
leiro.Ao engeoheiro.
Outro do fl-cal da Irqnetm da B*-Vsh, com-
a itntifivau io?ici.ova, o jama un mir;?ta4w-Mr municiuOj o estado de ruin a que ew redozida
UWhih MUNICIPAL.
8ESSAO EXTRAORDINARIA AOS 7 DE JUNHO
DE 1871.
PRESIDENCIA D SR. DR. BBSTO COSTA.
Presentes oa Srs. Henriques da SHva, Dr. Pitan-
ta, Dr. Villas-Boas Dr. Moscoso e Pessoa da
.Iva ; abrio-se a tessao e foi lida e approvada
a acta da antecedente.
Len-se o seguinte
EXPED S.NTK t
Um oleio do vice-presideate da provincia, re
metiendo a cmara municipal copia do olcio, que
o administrador da casa de detergi dirigi ao
befe de polica, afina de qne a mesma amara
providencie em ordero a que nao se repita o fic-
to a que. alinde o mencionado ofUcio.Ao procu-
rador para responder.
"Ontro do delegado de polica da. freguezia de S.
Lonrenco da Matla, remetiendo cmara munici-
pal um inqnerito procedido acerca da conduca do
administrador do eemiteriu daquella fregaaza, em
referencia a ua adminiatraco, e reiterando a re
presenla^o que contra o mesmo administrador
fea aquelie delegado, ouvido o parecer da commis-
s5o dos cemiier-ioB de fra, que fura encarregada
de examinar oeitado docemiterio, e pro;eleT a di-
versas indagacSes tpbre o sevico 4 mesmo cemi-
terk) elida ama represeixtacjlp da irmandade sobre
o mesmo assumplo, deliberou a cacnara suspender
aqaelle admiaistrador por 30 das, ftcano prejudi
Ontro do jniz roubicipal da i' xT, communi-
cando ter assdnilijoo.erficw vara dedt
reAp por impedfdifetTto no rspefetivo juiz.Intei
Ontro do gerente da companbia Becife Drayoa-
ge, reiteran*) o-pHioqne in a esta cantara a>
ama collweao de snas postaras em vigor.Que
se remull coi Urgencia.
Ouiro do mesmo, pedindo providencias, sQ.n de
eren removidos os entnllioa qne obsiruen)*a rita
do Eock ata ment para qae possa continuar por
alft a evjlocate de seas canos de *goo.Que se
elejre.idente.
a ponte do Maduro, o igualmente o m estado da
arcada do lado direito do a$mgue publico.Ao
engenheiro.
Outro do mesmo, infirmando favorsvelmenie a
petico de Apolinario Carneiro da _Cuoha.Con-
cedoo se.
Outro do meimo, informando contra a pelicao
de Jos Lniz Alves Vil-.lla.Idduferio se.
Um parecer da eommisso de eflMhno, acerca
da potican e Jos Joaqntm da Cosa Maia, dizen
do que o terreno que existe ao lad> no tribunal
da relaco, o qual pede o sappljan-, penence
a predio nacional, e com elle nada t m qne ver
a cmara municipal.Qie se ofieie ao presideole
oeste seutido.
Outro la commissao de sale, acerca da exe-
cuqIo das mediias hygienias, que se rt-v(m to
mar para evitar o desnvolvimeotn d bertriqM
apparceu na caa de delenoao desta cidade, as-
sim coacebido :
Tendo esta-camara ordenado qne a commh-
so t!e sale de o seu parecer acerca da mate-
ria do offlci do Exm. preFidente da provinoia de
20 do correpte, julga Ha nao o poder fazer sem
entrar em diversas consldeacies coneernent-s a >
^bjecto de que se trata, sem duvila de grande
importancia, sem duvidi de muita difllculdada.
por entender com regras de bygi.ne publica, can
sas de molesiia, causas epidemias e molestias
espe-Jiaes a certas cl.as'cs de invjda s, que se
acham tamben sob o dominio g accao de certai in-
flaencias, o por tacto diversos os artlgos de que
temos nos oceupar, cada qual mah ioteressanle, ca-
da qual mais merecedor da aeocaoe estado do me
dico, c nao pudendo ser trata*) com pressa, e sim
mnito pensar. Nao havendo lempo snfflciente pa-
ra um Miado apurado de todas essas cousas como
o exige saa importancia, vamos tratar deltas, con-
forme as circumstanci8s e a urgencia o r*rwrti-
teta.
t Exhte na casa de detcncSo, ha iO dias mais
ou meaos, Orna molestia que al o presente nao
havia alli sido observada com tanta freqnen;ia e
com Um typo to especial como actualmente ata-
cando grande namero de individuas em diversas
circumsiancin de idde cor, ccnstiiui, pro-
lis So, genero de vida ele, etc., ella presenta
ern geral a meMua physionomia.com peqnenas
modiflearoe, que nao dsmerecem o tollo do qna-
dro dos symptomas, os ouaes consistem ordina-
riamente em urna inchacao sbita de lodo o cor-
po, com urna especie de constriccib no venlre on
estomago, fruqoeza n percas a ponto de nio po
drse andar regnro, fensaijao de rfaralysia, pfin-;
cipalmente as pernas, passsndo a; veites rrroitos
das o floente, s^m notareis alterares e socenm-
bindo qnasl empre a urna repentina suffioaco,
sem preaanco aignm ; a maior psrte dot doe'ntes
nao mostram nos mucosas o emhranquecimento
proprio da bydroemia, era cairos o ligad o nao tem
aiterariSo, ao*menos perceptivel pibs mefos usnal-
meale postos era pratia para taes exame?, e em
outros apenas um pulsar do cora fio mais sonoro
do que no geral dos borneas era estado de perfeita
sale e em completo repouso ; emfm, notam-se
alguns outros symptomas qne rtao ?So a expres-
so ordinaria de le;5js conhecidas dosprincipaes
orgios.
Se esta molestia na realidade o beriberi co
nhecido na India como molestia epidmica, e de-
vastadora, e observada por vezes em algn? na-
vios francezes e inglezes erapregados em transpor-
tar indios para as colonias francezas e vice-versa ;
se a mesma, on milito semelhante a que maln
multo? dos oossos soldado* nos campos do Para-
guay, e qne provavelmente tambem teria fito
muiros estragos ao exercilo eolio inimigo, e
se airada a mesma qn assolon a nossa_ expedi-
co de Muto-Grosso, de qne se contara fiorrores,
se idntica a que ; ppt'eceo na Baha nestes l-
timos annos, e que ao principio foi mal definida,
e se anda a de igaal natareza dos tres casos
que appareceram no Para, e qie pozjram tuda
em alarma, tica isso por conta da commisso des
sete roedicos| que o Exm. Sr. vice-presidente da
provincia nomeou para examinar e estndar a mo-
lestia na casa de deteneao e dar sobre ella o seu
parecer.
t A' nos compete executar o irabalho da re-
moli dos focos de Infecc&o que existem era der-
redor da casa de deteneao, e que como mais pr-
ximos a ella, podem influir para o desenvolv-
ment rpido da molestia pelo restante dos pre-
sos, mesmo para a ana propagarlo ao* habi-
tantes desta cidade, mas, algorem poder demons-
trar qne esses fojos de Infeeeo sao os qne con-
correm directamente^Sti a produccio di motes-
defronte e aos I idos, prestase com ignal cobtin''
gente, e qoe sendo nrtwm preciso destrni-los
toma-se quasi iraposaivl, a nao r com o corTe
de multo tempo e a cusa de insano traballte ?
oa mesmo qa por ventara a eausa existe ornea-
te n casa de letnco, on nao existe absoluta:
mente em oenhom desses soppostos motivos, e*6
alias irrteirament dependente de condipSes atmo?'
pherleas on onmes tellaricas Ou etectro-ma*
blicas, on mesmo de afn na alteracao dos prin-
cipios* modo de ser di cbstitaiijio doirat-
mospherico, e que &o nsW ao alcance da mais
bem dirigida operacjta de llbfnete chymico ?
Todas esta3 conslderaeotes t n seu valor para
o medho que conhece, qfle e3 se acba por toda
parte rodeado di ignorancia d ntrlime de todas
as coasas e qae apeis tmtito mal conrrece o mais
grosselro deltas : nio acontece o mesmo, ver da-
de, qieei que chelos de si p?nam que nada
IhBs ocinlto, ludo Sabem e por conseguate todo
l^decidem magtstralmenta para este! deixo a ela:i-
dacao e todas as dnvdas em qne en outros de
apeacados esberhe de eonhecimentos dos ach
mos sempT que se trata de que>t5es da trastee
denda desta.
t O medico que nao liver estndado mnito berta
a engenbaria, nao p.oder constrotr ttm edificio
coma segurangae solidez qne So pata tfsejar, e
um engenheiro qoe nio possnir" rnlilTO non* co-
nfiedmemos em alguns dos ramos As seieneia?
medicas nppodera constrair um e*ftW> eeni W
das as c9:iSiSes de rrygien'e e de salnbfdaie qoe
sao necssarias para qne elTe para roturo se nio'
iqrHe .inhab tavel por ?ua falta de vetrhco, pof
saa b^rn'dde excessiv, por sea calor rftstrppoTia-
oho, porm, s sntqjrjBfri tr>e cada qnal
desras s tiendas por si 6 6 Imtttle pata oceupar
a' caria, vida do individuo e acabar elle sempre por
saber mnito ponco, qnem estada engeufiaria nio
entrega de ordinario ao estado da medicina, o
qaerh se applfa a nradlclrra hfirbetr"nao lem tempo
para empfegar-se na setnela dOs nnmero, ou
pof otrlra qrfem se habita achar na prJnia dp h
pi* a aolocio de u.n problema, as vezfSde jVrand
diUWnJdade, nio pode aCostamarse a Ir com a
ponte do e'oalftello airar da mais delicada part-
cula denm rjervo e adMl^Miprlt materia e San-
ca, apaabar .espin. 1
Parace-me que-por eame oniras qneijandasH
r.12031 aua nos paael ende todos- descrmUam de
n
da Vre-sialpti de que se acba-peJ-uida> tn oJ
se d.'libarf aps as prnelras informaes t
u dos iritis aObtis ex raes,' ajs os mais K-vin a
estuios, mas sompe te^-se ^^ento-do min a
fatal o mgica teoB.irr.ii qu jempr.; d e:i je
soltado gatar-se v deenplo, qrrlSdo nao o c*trtn-
po do que se devia gastar Hcando a obra multo
mal feit, de muita maiJ' matarlaes a pter.isanilo
l'sto de gra uoVi e i^endioso* *\>nc#Moe qnenl
nao est confluida.
r O rroe acadoo de dizar pode-se com todo rigtir
appliear ao hospital militar ha poneos aunaaeii-
re*Ho nesta cidade nos fundos de nm qiSirele
rodiaJo do quarteirdes de casas, aem holIiui-
das condicS^s hygte*i-as eotlgritat eaSi esfsbefei-
inenios dssaqulidade, e sottw.Me para e.aprp-
veitar nm terreno c-ontigoo" an qaartel, o (tial ur-
reno vwilido dara preje suaerir qaelle rAr
quanij se conrotiria nm sitio cbtTrndjs-as'dlme-
se< o proporeJe paw um- magmfi.;o esiatalecl-
mento oa inuilo mellior appriracio teria se fisle
reservado para aedHicacao do q-iart-l de que tai
to se carece nes"ta cidade, sendo'** m roncel
tui repelidos e sempre ncjmpfetir se leih pasta
soromas fabulosas oesse chamado qaart-'l do Hos-
picio.
Se dahi passam >s a casa de detenco veretno"'
que foi escolhide para a editicarj della nm ter
ren margem dire'tt do rio Capibaribe siina/o
no bairro de Snto Antonio, m lintia etrema de
milita* ras paralellas e transversaes de casas,
deitndo a frente- para o rio e para o piern-', e
por conseguinte nm dos ralos oando para o sul
oatro para n norte, e o meli-i .tara-o nascente :
rd se desta dispesicao qo9 seni os entoj ateta
cidade cmmaaenf os medios, ao poda o edificio
ser bastantemente ventilado, e qne estn to a soa
maior superficie, txpo-'ta anente, ha ie srffier
todo o ariur do sol do meio dia para tarde, tor-
nanl-sc a estada nesse lado do edificio insuppor-
tavel pelo calor abra ador ene ah se seate e que
pela sua proximldade dos lairros de Santo Anto-
nio e do Rec;fe, necessarl.'mente o ar qae recabe
6 o qiie vem rnpregnadode lodos os gases, de to-
dj< os miasmas qne se dJsprenler de-"ses quin
taes Iramutidoa de algunas das cavas mal a que
pirece impossivel dar .ernelio, tal o habito em
q te vive malta gentee a indilWenca com que
(llisai para as cansas destruidoras de sna sale,
pareepndo que tem a certeza que esses miasmas
oo fazem mfl n?m mesmo inoommoJa-n-lhe o ol-
acto.
Foi ellicida a sasa de delenc.ii score una
extensa e profundi vasa da mar, onde o lodafal
era tremendo e pareea engobr tudo : era por
isso honve. milito oiid ido em livantar o mais pos-
s.ve o alicerce de maneira qae esse charco Oca"-
se bem profundamente enterrado ; nio ser cus-
toso verificar a dlT existe en i re o_ piteo do Carmo e quici da praca
de Pedro II, tttt do qie bem fcil ser suppor
que seja o edifl io muito sngeito hnraida le, a
qual junta ao eicessivo calor talver. o mais po-
deroso ciernen de destruico iks mdividaos all
r;olfiidos.
O eetaipamento da casa de deteneao por tedas
as mas do biirro de Santo Antonio'e por wtfos
os lados, a sua m expa> ao ventos ordina-
rios, a sna eonstraeeio m pequeas eetlas, ter-
n un a circafacJo do ar muito ihfHcil, por conse-
guinte qna'i impossivel a sua renovaco de qne
resolta a impureza do que se respira all dentro,
vindo de irais a mais ja priva to de seas pnnci
pios vivifcad ores por ter sido respirad i por mni-
los mhares de mlividnos e *m distoempregna
do dos miasmas dos quintis, dos" egterrrH!i"ios de
que sedesprendem gaze* prejalielaes a stale.
t A iit qu determinan a ediftc*o desta casa
sem duvlih nao fui'de uma penrteociaTa e menos
anda-a'ne nm deposito geni de eendemuados jet*
de grandes e'rhtis, a qne bnje est redozida, mas
sim a de arm deiencio provisoria ou aasslgera
o que muda mnito estencialmente.de tlgnra.
'ru reslM ttetsa Ibdetjfta' apllcaeao -qae em
vez'de-rjnTojr done firesos eoanao rantiOjeni nina
df(la*, flltl'flMHIm Is yete* seis- mais enteada-
uma, portaoto o ar mal renovado o insalubre tor-
na se incapaz para uma boa cescigaiaco rio
sangu.
Os doas raios sul e norte qne primeiro foraai
construidos tem era cada celia ama latrioa com
agua bastante, verdade, mas de tubo recto, eora-
mfinlcando mais on menos directamente como
i-ano geral, do maneira .que qnando a mar esl
valia e o vedto pe penetrar pelo cano priucipil
ou mesmo sem isso, tente-te nm chelro nauseante
das materias fecaes e dos gazes preprios das co
cas que ningnem pode MI parar ara instante.
O raio ltimamente feito tem pyphSes corvos,
pi.;) o esqucho em lugar de abrirse sobre a
face do apparelbo como deve ser para poder la
va-lo com forca e arrastar todas as panculas,
abre-se directamente no centro de forma que s
lava o fundo do apparelbo alm de que o tobo
muito estreito : assira mesmo nesse raio sent-
te mnito menos cheiro ptrido do une B3 an-
tros.
Em ultimo lagar a falta de trabalho, de ejer-
cicio e mesmo-de momento concorre talvez mais
do qne se pensa para o desenvolvimiento de certas
molestias e do estado de fraqueza gral, a qne est
reduzida a maior parte dos presos, e a qual s po-
derla ser remediada com a nposlcao ao sol, ao
ar livre, ao irabalho e agitacao.
Sendo portante a pnmerra dis necessidades
que ha a satisfaztr as cons.raetoes destinadas a
conter graade nnmero de individuos ara arabaa-
ahte, paro, eonstaotement renovado, claro qae
t^no achando a casa de detencj neitas drcom-
sUncias nao deve causar grande espanto qu ella
principie a.dar demonsiracopes de qae all nao
ha as garantas idispensaves para tiri Boa
sade.
Esta fallada pecldae dednJa ednstante re-
novaco de ar fcil de compraoender qne maia
Imperiosa se torna jiara as prisoes ijue para as
Jwgt]*a oira letras j"negocio iulgaao
Mreegdo : a nossa misso nesio cato outra e
Iftfaow* de dar curopriment ao tamo dever.
A^va que tem exposto se vo ^oe mesmo na
casa de deteneao existem causas mnito poderosas
de damnificar a sale dos detootoV, e que urge
em primeiro lugar remov-lo?, oa remedia-los,
aem o qup serio inuteis quae.-quer trabadlos ex-
terno conoernenles a diminnir os foS do mias-
ma que existem em derredor deltas, os quaes
anda mesmo qiie podesee#sir lotalmenteaaiqai
lados n"ra por isso afastariara as ansa* d-s insalu-
tde: mu nomo coinmisjo incumbe propr as
h* HHo entrar em minuciosa? indagares, tal'/ez
> ment d'esse pr
que paira nos >ano prnxJnto pa
lia, on se lgum dos qn t Chain mafs lodge, cabs de edacacjl, pirra os quarleis, para as com
' unidadesreligiosas e,mesmo paraos hotpitaes.
Ch meninos se por acaso encoot'rasse'ra nm
Casa de pequeos cornmodos ou de mal scolhidi
loealiJade, de dfspofjes interiores viciosas, po-
dara contrabalancear estes inconvenientes com ama
bdi aliraeotaco, os cuidados que se Ins preslaih
* coas a nauedeiaji-o-sjpos exercieios.
Os --.liados escpun a accao ddbil tinte d
eonlrijoes anloga pf qa uade, pela forc $t
sep tmperaroeutoe p^ladfv'ersidli d ccVpa
fSei InnrBiikesi vida tWHtar,
Os doents eroflm necessitara de mn at pa
vdrifiae, mu seria perikos eoipo-los alg^rtrtj te-
zcs a um forte Ventila co. Xao acontece o mtrrio
cdm os tjrost.
Salas ipcosas, vasta ciredla^e de ar sao
higinicamente indispensaveit, porque a falla des
laV condlcS totna-se part elles orna ansn de
mohe. O priirie#o remelo que se apresenra logo
evitar1 i accnnufaijb de moitds indfvldnos em
tafes prsrjes, porque era casos semeiTra-Wfts por
nrafor que VJi a Ventiwel8 pareen qne nortea sa-
't'iifjz ao renovamento que iodispensavel part se
OD|ir vidaajao-da atmJsphtJr a-sepaTafio dW
individuos e a ua*estribuicio p* outraa prltSes
traa neeersariamBnte grandes provehds hyglene
e sale.
. Ajm das quandales qne se reqnerem para a
salubndade das prisSj, de que j largamente te-
mos tratado, h urna outra- de pinito grande alcan-
ce ,de om atada nio talaiBO, e que agrande
qnaotldd de luz fe fae precita r sWlrt!
rriehTb desla tfrnra. ^e bouvsfrai le (ra'
mindarhnte Se loJl' os aWMi d milBt
detenflo, ni"o delxarlam'oi dB notar logo esse, que
salla aos oibos^raeoos perspicaaes, a\& filt^dj le-t
medida coorenicnies para a reuiocio dos reos de
mfeceo exteriores, passar ella a emit r sua opi-
nio a tai respailo, pediudo permissio para antes
de la cheglr -lar alguus trechordo parecer de
Ozonam, que rom tanto e-tudu e ber tratan ex-
tensamente das epidemia, os quaes parecem ter
oexo bastante cora o objecto que esl sujeito a
oossa eoniemidao, e que deraonWram cailiegori-
cameate qne a \M d renoic*e de ar mais
que sufflciente para produzir graves molestias, e
que tmente a tttalaeao do cor po e das roupas de
inlividuos que lem estado por algura tempo en
cerrados era prisoes sem ar e som luz, ^o sofB-
ciente para prodmrem molaolas mortferas em
grande numero do indivlloos, ls em plena li-
berdade, mas que esliveram aluin lempo sob a
iuflaenola de taes emmarS-'s.
Diz elle: Nada mais oscuro o hypolheti-
co qne a natureza e origem dos contagios: est
bem provado b^iJHqaaoar u-i tem parte algama
netTe*. Os fenner-l ,s ou principios deleterios de
certas molestias coiljgiotas como a febredos hos-
piaes, a carceral, a naval, nao se firmara-e nao se
desenvorvem cortamente seno pela falta de reno-
ViMBeoto do ar. '
Estas molestias nao so deseo vol vem nunca ee
pontaneamente nos lugares em que o ar circula
livremeote e se renova sem cessar
As emanaces fs do cerpo humano, quand i
eslo conceorradas, socapazs deproduzir moles-
lias que t imam-se contagiosas e infectuosas por
deg-nerescenca. Os elUuvios dos amiuaes nao
tem a mesma proprk-dade : peto inenoos nao temos
observaedes qne desmiotam esin asser-fo.
s A cnyralca demonstra qne em uma atmosptie-
ra encerrada, o ar respirado por uma muliido de
pessoa, so artera em sn^s qualidades physico-chy-
rafea?. Elle perde o oxygeoo e carrega-se aci io
cirbomco, de asoto e de outros principios delet-
reos.
Alm disso eontm uma humildade supertlua,
resultado darespiragao e da prespira^io cut-
nea. Se e la alteracao1 levada r. um grao extre-
m, ella extingue rpidamente a viialidade.
Quera nao conliece a historia das famosas
sesdes judiciarias du Old-Byley, em 11 de moio
de 1750, era croe qaasi iodos os asslsleaies morre-
raln, etcepcio daquelles qne se acharara di-
reila do presidente, porto do qoal havia uma
janella abena ?
O f icio seguate citado pelo historiador inglez
Camden nao -menos deploravel.
Durante as ses-oes judiciarias de Oxford
em 1577 para julgar o livreiro Koland' Jankeois e
outros detento que haviam ultrajado o rri com
palavra3 e escriptos iojariosos, as exhalaroes que
espalharam o aecutado; as satas das audien-
cias, quer pela transiirac5o dos p', qner por sua
falta deaecefo (tendo esrado muri tempo em mas-
morra privados do ar) juntas as emanaces de
orna asserabla extremamente numerosa, occa*io
naram nma molestia lio terrivel entre os assisten-
tes e jaizes, que no espado de 40 dias mais de 300
pessoas morreram della etc.
lira ficto qnasi do mesmo genero referido
pelo pr ifessor Porcy no Jornal de Mcdicini de
1810 Ei-lo : Depois da batallia de Autter itz,
e#ri 105, encerraram dorante a noute, em urna
deSlas cavernas que se wieon'.ram freqnentemeote
na Moravia 300 prisiooeiros russoj para os abri-
garen! do fro. A' raea noate a sentinella onvin-
do gritos horrivels e temendo algnin levaatamento
desses eslrangeiros chamou a guarda que se
preparou para lazer fog) subreelles. Mejeu-se
a porta dentro, e 40 desses desgracadns saltnram
para tora, lardando escarn e sangne pela boc-
ea. Apressarm se dm administrar-Ibes reme-
dios. Os outros 200 estaram morios on a expi-
rar.
Ponco tempo depois SW5 prisioneiros encerra-
do em nma masmorra em Moelk perecerara lodos
durant; a noute.
ra rttrltos eutros faews rple provam, t nio
deixaf Bfida qtunto a falta de ar pie coneorrer
tra graves 0 morHiers ehrerrntades; mas d
snppfir qne os que llcam referidos sejam sufRcien-
tes para per fra de davicta a nossa assercn.
t Depois de pensar nm ponco sobre a externa i
da Superficie de terreno que tica descoberto du-
rante mar-vasia, principalmente as mares de
Ida, julga a commisso que o alvitre hombrado de
se cobrirem as praias com p de carvo e areia
seria de to difBeil exeeucao e dependendo de
tanto tempo, irabalho e despera, que quasi ple-se
considerar logo como impossivel de pof era prati-
ea, alm de qne em vigor Bao se pode esperar re
soltado favoravel detsa medida, porque cobrfn-
do-so a vasa da mar de arela e p de carvo, nao
(lea ella livre de na enchente, ter essa superficie
(V 'berta pelas aguas, pelas iramundices qu estas
aearretam, pelo lado qne depositara e pela reno-
vacio em ponco tempo do estado anterior, o qae
seria na realidade trabalho, tempo e despera per-
dida : pensa p .tumo a commisso que escusado
fazer coasas qae nio tees um proveito cario e
immediato.
< Em todos os tompos temos lido praias desco-
bertae, monto ros, Immnndicies por toda parle, em
muito maior quaolidade, e mais maleficio do que
actualmente: porque embora se nio queira e em-
bora ponnam-se toda as barreiras possiveis, a
civtlisaco entra, os cotumes melhoram, irala-se
da lirapeea e asseio das casas, caida-se dos qoin
taes, e erefira procura se por todos os modos me
Ihorar e tornar mais agradare! a vida ; nio por-
tadlo, somente nas praias descobertas que ost o
germen oa a cansa das epidemias qae vio no
flagelando de vez em quatnto, e qae at uma certa
poca oo hara idea deltas, ou lalvez tendo exis
lido Ira mnito tempo esiavim esquecidas.
Alm das praias e dos reos de immuadicie
qae existem boje circulando, para bem dizsr todos
os bairros da cidade, e qne seria impossivel remo
vel-os de ama ves, bem que, como acabo de diaer,
elles boje sao em inuiio menor escala do qae no
tempo em que nada apparecia que elle se podos-
se atinbuir, ha outros focos eanttantes de infeceo
aot qnaen impossivel deixar de altribuir grande
pane na influencia malfica que tem sobre a
s a tile paMlsa o ar saturado de principios nocivos,
como os que se desprenden! da patrefafo de
substancit anima s en grande qaantidade.
Von fallar en primeiro lagar desse raonstr
chamado^Matadouro puWieoaue exista bera
peqtwtaa drstaneia da cidads e nao muito k age da
caa> Ae deteneao, fundado contra a opioio de va
rtos'engenbetros e eomraiseoes qae para isas form
nomeadan eMcado contra toda ae regras hygie-
nicas e mesmo contra algumas da eageaharia,
sem af oa para se lavar, sen agua pira os ani--
maes beberem durante sua estada alii, tem esgoto
para os retidnos qoe ftena do esq jartejmenlo
das rer*, emfim, sem eondicio alguma que denote
que a sciencia leve a mea< r parto na fundaeo de
nm estabelecmiento de tanta importancia, sem-qae
f hiera considerados de maneira alguma os iale-
resse* dos marehanies de gado, 88 caja coanlde-
rgio depender iinraediatamen os interesset dos
habitantes do municipio, porqae elles pagara os
prejaizos coastmres qne sofiYera aquelles com o
emaaijeCimento das retes, je por ebnsuguinte com
a peraa certa no peto e peioramento da qaalidade
da fmj, por que o gado vive alli empegado na
lama esterqneirj sem s attender a que nm
matadonro to proxijro da ctdale e sem a condi
co~ee irriprescindiveis di agua em abundancia e
de levci safflerente para escoamento promplo
de lodal a materias animaes e das aguas servlas
serri *m fneo porentfe Je miasmai e por conte-
tuinte de iosatobridade publica. Corno mtm-
ro da commisso do mtrlinWiro, ja apreientel
rhafs de nm retatorl minnciofo tobre as iocnnve
niencia Mi t d"oj mares qne de rom resuUnr
cto, durante a^ua sesso da
Ido, par ter elfeloo tarde, po-
este anno nao rae consta que o fl-
[para o futuro fe soa consgTwcjo naqtle fugar,
sfcff rostri as vantagens qne podem vir para o po
df bile da madinrjK dvss estabel'cimeoto para nm
Fugar vasto e aprepriado, que teja ern primeiro
civilrsado lugar doWdty de gfli ern abundancia para o gado
* tilta
vaci-des t****iioi e dtif peqnelras
para a entrada do ar e da luz, de'qW"
o inferter do Strci nrtrfft ititim
veiiTffec*nJlrtn^jl; -
H -je qne em lodi parte do rnni .
a sorfe do^pyeso MU rfrnnld cornt>letaraetn, ** hlkr durlWe o tempo *e elle se demora, como
que se (tdort a pl-Tsab ^rfifr M ffefW, Ur^'jNMerlMl faV mi Ot dlterSos setvicos da
(naihr os hbitos e reformar o h^dnf ilo for- fifir^a' W r^dlspetstveft ei sto^eel
nando-o era eidudio mil INg io esiidn-,%ei So- Weulis de tal ordem.
brecarrear a neto de dotpaias erorMiiMes %;? tihari te ve a fJ6ndo de tprovar nm
sem fazer do castigo e moralisajo dos ccndemtra pieer qne prseer-lr o inn pasjado junta-
dos urna caiga ova-pira ae qne te em'rofad i rrjnt corP um protefJto (ttfnooairando as vanta-
trtbalkK) licitase ao cidadios preataoies,bemen* kfni^l>W(Tllm resaltar da cotrtlrucctode um
do-grande saber e proemtaetites ledn-se deuWdo Stata*i* tofar ppr^3ptra8o\ gosado da
nniaeantanmtaeadtoicRierta, qtnemiti WA^mhffa*cimm, vkntagdi estas
oorque saben guara eonFa, quand m JZ!*1**^ ,ll,,d(1 *'*se%l* nWfltof^onv^r*r o's*erlrldo qae per
constraafila i* um grande- adleio, on
Bteneia d tannares ie indi vid nos nm
coa as eoodi(9n Jjyflpnlcas seconvo-

*V"Z" f en'
aia-ras^aa!?*s-
tm tambem
;es*e.
a fiafretaato que esta cmara, que nio teai ac-
eio aigilma independenta dos outros poderes,
quem carrega com todas as culpas, porque deve
fazer aquilta que io esl em suas aliribuicoes
por que estas esto sujeitas a outra jurisdiecao.
A commisso julga que quaesquer nutras me
didas que aejam aO'ipUJas com o p osamenta de
se purificar o estado da atmosphera serio Metra-
mente improdenas, qnando se conserve um lio
grande e constante loco de miasmas, o qual ser
otis que sufncieme para empestar o ar que aqui
se respira.
' i JVo folente esse o foco permarleate de in
foccao que existe nesta cidade, e para que pre-
ciso em primero lugar dirig.r a alinelo antes qae
para.as praias, e um ou outro pequeo mouturo
qne sin la ha, e cujo numera j tem considera-
\elmentfl diminuido com os esforcos, alada que
insuCfioieiite, d'esia cmara,.e tondero cada vez
mata a deapparecer com osystema em pratica de
receber s poitas das lubita^ois, os ciscos das ca-
nas, servieo esse que deve melhorar muito qnan-
do funecionarem os apparelhos da compaohia R-
cife Draynage.
< Em 19 de guillo do 1870, pedio esta cmara
ao Ex. Sr. oretidente da provincia que te atter-
rasia o canal chamado de lliachuelo, mostrando a
incaqtetlrnc'a de toa conlinuaco; prinuiro, pela
grande extensa) da vara da mar que tica exuos-
ta aos ardores do sol durante s froras ern que
a mar nao esl cheia; segundo, peta abertura nelle
de um canno que reo) do hospital militar, e que
serve de despejo s moleras fecaes de 70, 80, 100
e 200 '! ote- como alii ja teru sa achado algumas
vezes, al n das aguas servidas de lavagem de fa-
rola-, da baahos de sarnosos et;. etc., abertura
que se f*z no meio de ras de casas habitada-,
ern duas das quaes eslo d >us collegio3 que eon-
tm gi'.ul: numero de meninos, e mai* adianto
oin quartsl onde se ach um batalho, sendo que
alm disso pouco se presta esse canal navegacao
p r ficar rera ana nas mar valias, ser vindo
para bem dizer tateme para depejo de imraundi-
ceis eomo sabera todes.
< Nao mimo distante do canal de Riacbu.lo ha
um medonho loco d< infoceo e de insalubridade
que se nao se vies-e cora os olhos nao era possivel
i'ic-iiiur que elle exi-tisse. Eip um hospial onde
s vezes ha mais de 100 doenles, um hospital per-
tancenie ao govern>, melieado por mdicos mili-
tares, administrado por um eooselho militar, sob
a inspeceb da primeira autorlda le militar ha uma
latrina, onde se ajunUm as materias fiscaes de
centenas de doentes de diversas enormidades, as
q-oaes dilflc Imeate tem esgoto, porque o cano que
as conduz tem pouco declive, por que quera o fez
provavelraenta pouco eoteudia da materia : entre
lauto as fe-ie ah demoradas desenvolvem gues
sutTocaotes, e tal o encommodo qae produzem
que os doentes j nern se atrevem a ebegr a
latra*.
c Se esse foco de miasmas nao ple por sua
ituae/o sotiveoto da casa de detencae fazer mal
quim l est, nio so ple contestar que con-
corra com immenso cont ngente para a impureza
da atmosphera, principalaiente lo mesmo hos-
pital.
Oatro tanto se pide dizer das Iatrina3 do
hospital Pedro II, que poaco diflerem em mo
cheiro das do hispital militar, e preciso portanto
se faz que se coi le, de desembarazar quinto antes
a pcpulacao dise desenvolvituenlo de piiuc
pios deleterios que tornan o.ar corrupto.
A' vista do exposto parece que a nao se tra-
IMir serame ite de extinguir todas essas fontes
de insalubridade, qoe acuna ficam descriptos, de
nada servir lirapar as circumvisinhan^as da casa
d d;tenco, ondo alias conforme verillcou a com
mis.-S) ponco i uada ha que possa fater grande
mal, a excepto de uraa extensa superficie do ter-
rea perteocente parte a esta cmara e parte a
particulares, que tarrea ef* o nico ni vo de
iosalobridade que por alli perto se encoutra ; cu-
jo mal ser fiell de remediar aterrando toda a
s.iperfkie e eonstrtmido o caes al adaote da fa
brica do gat, o que trar a grande vantagem de
cubrir aquella immensa vasa da mar, ev"lando
assim nao s qne luja exhalacao de miasmas
qnando a mar esl mis, orno tambem que
con'.ianem a fazer alli despejos noile e dia.
Se se trata de melhoramento que tenhara por
tira a sanfioacao do ar atmospherico que respira-
mos, sanificacio esta indispeMavel para a saude
publica otjecfos etas qae nio nos devem preocupar
sement em relaco casa de Delenoao, porque a
molestia qtre f existe hdje, pod achar alimento
em ootras localidades e eseovolver-se epilemica-
mente, nao nos devenas esqnecer que outras cou
sas semelhantes c igualmente poderosas se podem
encontrar nossa superficie immensa que existe des-
ceben raargem esquerda do Capibaribe at os
Ooelhos, e d'ahi circulando quasi o Hospital Pedro
II al o Hospital Pjnuiuez, que conviria tambem
quanto aates aterrar; e se a provincia tem de fa-
zer uma despeza cooiideravel com tae obras,
tarcbem em pouco tempo poder reembolsar o que
houver gasto, iratpassandj os terrenos pois que
nofaliar qaem os queira, ou entregando-os desde
j a quem se queira sujeitar atorra!-os immediata-
menta e fazer os caes.
R*ca|)iiolaodo, portanlo, a nossa ex.posicao ta-
remos que apresentar as segulnte indicacioes:
Qae elTectuada como esta a limpeza dos car-
redores da casa de deleocjio, quanto possivel
nas eircnmstancias.actnaes, te tomem as segrales
medidas, com o lira de extinguir as causas da in-
salubridade.
! Qae se aterre o canal de Riachuelo, pro-
longando o cano do-hospital militar al a margem
do Capibaribe.
.' das materias fcaos do hospital, fazendo-se por
em quanto latrinas movis e denota collocando ap-
parelhos de sephio curvo dos melbores que tem
a compabhiaiDraynage, e tantos qaanlos sejam oe-
cessarios, calculado o numero de doentes, com-
municando estes apparelhos cora o encaoamenlo
geral da compaohia Oraynage e nao .'cora o cano
existente.
* 3. Q ie se peca o aterro e caes do terreeo
contiguo casa de deteneao e do (ronteiro do on'
tro lado do Capibaribe.
* 4." Que se ref latrinas do hospital Pedro II.
< o." Qae se colloquen quanto antes apparelhos
da enmpanhia Draynage no arsenal de guerra para
extinguir o grande-foso de im-nuudices qoe l in-
felizmente se encontra, e do qaal depende prova-
velraente o enfraquecimento, descoranjente e falta
de dssenvolvinlsnto que se nota nos mon,es,feo-
ni la insulflcieneia talvez da alimenticio, de nu
pa e/te accommodaces.
* 6 Qne se trate da mudanca do matadonro,
ser davla o mais poderoso foso de miasmas e
"qae por sna situaco a barlaveato da cidade e
sol a direjeo dos ventos eommum, necestaria-
metalo ha de sor muita prejudicial a mesma cida-
de e a saude d ten* ftabitantes.
* 7> Qae se manden eobrtr as abertura de
canos tanto superiores1 como lateraes das raas pelo
procasso qae in-Jieou o inspector da sade publica,
se nao houver melhor alvitre de que se Unce
.mSo.
* 8 Qae se mand qoanto aates, substituir os
tubos reews dns latrinas dos rajos sul e norte da
casa de detenQio por syphSss curvos
9. Qae s trate de orgatii*ar algara trabalho
para os presos, que se oecnnem mesmo de qaebrar
pedr perU o enantento e Maedam, que dosen-
volve as foro* musculosas e aeiiva a tran al n rh qae tratoo;
10. Qae o overno ajade a cmara municipal
a tirar e remo ter o lixo das praias, por que ir
nalho da muita difQculdade e caito, e a cmara
Com seas exiguos recorsos nao o pede fazer se
nao com a morosidada que tara havido at hoja,
principalmente porqae nio appareee gente bastan-
te para esB.serv'mo, sendo qne a deas meaes qae
elle jotntptado, tem-se apenas remov! i tre mu
taae'fa*de liso achandue qaa*i detob-trni la a
extensio do caes do Capibaribe desd a ponte ve-
ra at o lado tul dt ponto da Boavista, e ja qiasi
eobrta teda- esta soperficie mesmo durjon a
mar vasf.
jK Paco da cmara municipal m 30 d miro de
W7T;Df. Lb Sosfbn. DT. PtftDJp. i
Despacharam se a) pevSes d Aniio Mareira
de Mendopifc Agr & C, Atiera .Pafrior, Antonio
Feraandes PeVra Draga, AfiiUdee Duarte Carnei-
ro da :*tk Bsn*. AMioaMb Grueir ^d 0|-
ha', mhm WtlftirWPertirl a ouaa, bario
do LmarrBTiTo, coTOBel CoTToTaTT VeltoTO di ?Tt-
v,ira, Fraaeft C OrWalr (ST Pfai:isco
io PMla Macha Jo, GuilbormiaaFi-ancisoa da G
derpi, Goftes-SS Mallos TrjWOs, Hefnlano
ws de Carvalho, Heitorl? 5aWp1llo, D. Izabel E-
dia Perefir de PWlire\l, los CdrWfo *> "go
tan1M.9MTfaXWisd Alves, Ja* Pfato d Gusta
Mm>, JO Rtaanio a 'J0la W* fy#t Afves
filhf*, Joa Vi al 'daftagrefmsv Jos* Oeeriim *
nb'iro, Mauift Espo
Arclitnjo darlriullu
l dy Mendonca, Sfigael
> r*",'* C. Paulino
Wetnms ni tltl llsau a earfiara
Herculano de Pigueiredo, Po1firole Sojuza Pintiei-
re, Sebasiiio fos da Silva Braga e JMaaoeJ
Joa-
quim. do Santoi ; adevantoa- a sVssio.
EnLourencn B'ierra Gara iro di Cuaba, socie-
tario subscrevl.
Benio -Jos dtt Costa, pW-presiderile. Jos
Maria Freir Gameiro. Cuelmo Cyriaco da
Coila avreirn. jfWK/o Prtsoa aPSiioa. Dr.
Praxeiet Gomes ie Souza Pitanga.Amjeh) Hen-
rigues da Silva.
RESUMO DO BALANCfiTE DAf RECEITA
E DESPEZA DA CMARA MUNICIPAL
DO RECIPE, NO MEZ DE MARCO DE
1809.
exebcicio de 1868 A 1869.
eceita. *
Saldo do mez de fevereiro pr-
ximo lindo.............. 2: i82#254
Reoeita arrecadada no mez de
marco................. fc9W#T3-
9:i24l37G
Despeza.
Importancia despeuddi no
mez de marfo........... 0:505^(614
Sallo que pa-sa para o mez
seginte................ 2:9185702
9:iit(l*7i;
PBUCACOES A PEDID.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -
Sr. redactor do Diario de Pernambuco.S6 ho-
ja li a commnnicacao, que Ihe foi dirigida, eY,
3 n-erio na sna Resista Di-tria, com relaco -ao
infeliz J. G. Becker, e na iinalprocnram laWjar
sobre mim uraa ol isidade, que nio mi-rec''.
Tenho feito por elle o qne humamwente pos-
sivel f.izer-se; ji como cnsul, j como compatrio-
ta; iofolijmente, porn, com magna o digoj nan
cons gul arranca-lo do estado miserando aqun
vicio da embrlagnez o atiron e o retm.
Repetidas vezes Ihe teobo dalo rOopas raa#>
elle a panas as recebe vai vende-las para se em-
briagar com o producto della.
O m'smo destino d ao dinheiro qne mnifas ve-
zes Ihe tenho dado, a-sin com todo o i|ue obrm
di earidade publica.
Q janlo orna vez adoeeen, W recolhido ao hoe-
pital Pedro II, a onde o fui ver, e como enlio es-
tivesse calmo o em sen perfeito juao, iho dei coa-
selhos na espermea de fize-lo mudar de vida,
ten-I i at Ihe r.b'.ido nm lugar na estrada de ferro*
de Apipucos, para empregar-se qnando se resta-
beleco Prometteu-me fazer o qoe Ihe ditia ; porm>
apenas se actvm b)ra fugia do encontrar-rae, o
nao tornei a ve-I > por algum lempo.
Reconhecendo que nada obtinba, escrevi para
Amisterdan sen irmao, negociante abastado" ati.
para que pozesse ihtnlra disposic.ao metas de o
mandar para l.
Tive resposla que elle
sello, que se havia pago
carta.
De tudo quanto acabo de. expor, sabera moiaa
p?ssoas, j nacionaes, j estrange-ras, com que
tentio conversado respeito, lamentando a d*s
graea da sorte que esse infeliz leva por sna aro
pria" vontade.
Grio nao ser preeiso dizer mais para jnstifiar
rae da gratuita e malvola accotacio que mol
zeram, a qual s me pesa por ter acbado logar ern
parte tao distineta do sua f ilha, a onde espero da
sed cavalherismo fir inserir isla liohas, qae
sao a rumba d-feza.
Recife, 13 de jnnho de 1871.
G. A. P. Brender e Brants,
Con-ul da H'llanda.
____
N. 3H.-SE ME HA MUERTO EL PEL0I DS
ClA EL cacique Indio cuando m -larga mechaUta
pelo volvile gris. Habia una razn IMosolisa e
este sntoma de decadencia qu l do eonoelt.-
cuando la circulacin de la sangro en I aaoa
membranea de la cabera se entorpece, que elte****
teca, y este enlorpecirai'-rto de hr efreeltctaa sa
pueie impedir a up eo la vejez- con la aplicado
de un estimulante propio.
El tnieo Oriental qoe ha sido tio generalmen-
te introducido en los pai-e* tropicales con ta
grande xito sostiene la accin vital en la enti-
coli y al raismo tie.r.po ssimila com el notrirotan-
to natural del pelo y anraenla milagrosainetMe el
poder productivo de las raice*. ;
nao va'ia o importe do
para receber a miaba
E rratas.
Mo discurso do Sr. Cunha de
blicado no Diavio de 15 do eorrenta, na 1* colln-
na da pagina i.', liohas 40 e 61, onde se le mise-
ria, diga-se heresia.
Na radsma pagina, linha's 47 e 56, onde sal'o
Sr. Cunka de Figueiredo, di-gase o Sr. Felippe de
Figueira.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH A FOREISP".
Life and Fire Assurance Compaoy estabeleclda
em 814. Capital 5,000,000
Os agentes desta companbia tomara seguros
contra logo sobre predios, gneros e fazendas e
pagara aqai prejuizos davidamente provados.
Rabe Schmeltaa" & C
Corpu Santo n. 15.
Segares eonlra-fogo
COMPANIIIA
NORTHERN.
Capital. .
Fundo de reserva
zo.ooo x 6\O0:00O
Agentes,
Mills Lathan C
RA DA CRUZ Xjt
IMPERIAL
Companbia de segu-
ros contra-fogo
AGENTES
S. P. JOHXSTON A c
Una la cniala-noaa n. 49.
SEGURO CONTRA FOCO
The Liverpool LaQOoa Gk)b
Insarance Company.
Agenus :
Saunder* Brotbora d C.
nmm


H" fwfii
f MACA DO REGlf 16 DE
DB IW1.
as 3 1/1 Hons.8 na tumi.
Colaras rjfflciws.
Cambio sobre Londres O d/* HHfi i., *
banco H lis d. por UQOO.
fl^Steproto.
Presidente.
P. J. Pijao^ _
Secretarlo.
ALFANDErJl
tendimeato doata 1 a IB.
Mam do dia 16.
>..
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aHaacgq

m tmettt
foinesds sfiraas coafaierjaot
* aoM geaeta.
A
?patata MfetfssiM m^etttOo ue loia s-' Ctrtallw, J Antonio BifWs; fcttrsrh lo-
Daiaarregam hoja 17 *
Balea ingtaW geiaUOW lOTH
Brljrue porlugueiCoWvarios genero.
Pat icio r^antal-1Va* Il-mm.
Bscsfna Ingina-^dranM-farvaaa'Oe O^ga.
Escuna ameffaaaa-A TWfcrf-taaaiaa. ...^
P^tabrf-aiWllihrw-JRwaai^ ^MMMha
Paiettb laglat^J*d*ar-. ari'aaj#ia
trtao, Joan Aatoaio VeHeaa, mm o* de atlo*. Barca imtm-Dtlpm-lem.
- A jasamWa proviat! ifta tomn conh'eel- aria Caronas na rigfltafe, fanoel Aosefioo Pi
etrreportugaettOorf*-^iaad.

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.



i
^
v
4tar'4 BttiWibtff* -^ Skfckadu U de Juuhu de tftJJk
SMpucAo^ exportqeono Am&i de
tbcoria das propale 3
_ccos com
vide ; Anjoritn Ir-
jpifijiajjs cor |,588

*
No lagar pon
regaram : Carvalho
M.500 kilos de assucar
mos 2W eouros seccol
kilos.
Na barca porluguexa Flor de S. Simao, para
*" S??00: Cwrv">o 4 Nogueira 68i saceos
* #1,34)0*110* de,aasucar mascavatlo.
, Na u,maa basgaoaola CcWu, para Barcel-
ona, carrogaram : Araorim Irmaos 4 C. 70 cou-
rt seceos espichados com 490 kilos.
RECEBEDORl*. deprendas internas
_ _. GERAES DE PERNAMBUCO
ndimento do di l a 15. 29:670*815
Meo do a 16 687J7I3
30.358/S-23
CONSULADO PRO^CIAlT'
Aendiraento da dia 1 45. 142:118*777
dem do da 16 8:3444181
J_como de arllhmelica al a
; aJUusivameate.
I :*fmSK71denUfll*dePernana,a-
^ O Mentirlo,
__________Alexandre Rodrigues dos Anios.
Consulado provincial-
Em o me: de junhu prximo comoca a correr.
o praso de 30 das para o pagaraatu volualario !
nesta reparticao da contribuidlo da decima ur-.
Dana, de 6 0|0 sobre o rendimento dos predios de
eorporacj5e? de mi raorta e de 75 rrpor litro
de agurdenlo, relativamente ao 2 semestre do
no flnanceiro de 1870 a 71 ; o que faz-se scien-
te aos respectivos contribuintes que no satisfe-
c6a rt ^ealro desse praso, encorrew na moita de
6 0|0 at encerrameuto do exerciclo.
Consalado provincial 2 de maio de 1871.
O administrador. .
_______Antonio Carneiro Machado Rio.
117:663*058
MfffJMENTO DO PORTO.
Navio entrado no da 76.
Baaia-4 dia, btrea franeeia S. Luis, de 45S to
<*tate*, apitao Jaoqael, equipagaro 13, era
. L,r2_.* J_r,1in- Veio arribada, seu desliao'
:eCibo Vajrde.
r htt faltis no mesmo din.
inploa--SiiMac*. beapanhul* Cecilia Rio Gran-
dta^qapiii* Antonio Riba, carga a'godSo.
iMclapa Soraaoa hespaohoU Maa Assunta,
MpMfcSilvadorfJlmnna, er*W alg Macelo -Barca ioglera Royan of Sarawak, capillo
i. J.\\. Norton, jar lastro de assucar.
Nao houve entradas.
O administrador da reeebedona de rendas in-
ternas geraes, faz scieote que neste mezdejunbo
que lera de ser paga sem mulla a dcima adJicional,
relativa ao i* semestre do cefeicio cerrente de
187071 que ostao sqjeitas as eorporaeSes de
mao morta, as corapanbias e sociedades anonymas
e as associacpes pias, beneOceotos e retgiosas, e
que nodo o referido mez, ser paga com a multa
Je 6 /,. t
Reeebedoria de Pernambueo, 6 de junbo de
1871.
Manoel Carneiro de Soma Lacerda.
Ditr do lago.de Pedro II.
Dito doMgo do Paraizo.
Dito daB do Sol.
Dito da ||a da Concordia.
22:019^2CQ
BATRRO DA BOA-VISTA.
Ghafariz e t^lca do caes do Ca_baribe.
Dito drrua d'Aurora.
Dito da ciclada nova de Santo Amar.
Dito do lugar do Campo Verde.
Dito do largo da Soldade.
Dito da caixa d'agua dos Pires.
Dito da praca do Conde d'Eu.
Dito da ra de S. Goncalo.
17:02*0000
BAIRRO DE S. JOS
lptamaag, bMdgi da ruarlo), [entes daluoc,
r,v s carinados para cama.ex^fefta coberto
res fia^**. Oengalaj, dirtercotes objacfcs di mar
IrVirMeaft'.^*" t|eni. bo'cu, brisco*, caixa
com mnsha ea COMPAMIA
DO


EDITAES.
m

JUIZO DOS PETOS DA FAZENDA
NACIONAL.
Otr. Ahilo Jos Tarares da Silva, oITlcial da Im-
perial ordera da Rosa e jniz privauv) dos tolos
da fjieodi de u provincia por S. M. I. e C. que
Dos guarde etc.
( ,Fa{o saber que em virtude da execucio, que a
fazenda nacional encamioha contra a viuta e ber-
deires de JoUao Pereiri Mattoso, ex col lector do
Cab\ fe:-se peabora em nm escravo de nome Se-
cundinu, mulato, eom 28 annos, pouco mais ou
mos, pedrelro, avaiiado por 1:4004, em con3s-
quencia do (|oe, em face do decreto n. 1893 de 15
de sttembro de 1869, e em virtu le de requerimen-
to do coronel Jos FjIx da Cmara Pirr.entel.cs-
siouario da fazenda, sao convidados pelo presente
quaesqaer liciantes para apresentarem suas pro-
postas dentro do praso de 30 dia?, a contar (tota
data, achaod )-se o memo escravo era poder do
depositario particular Pedro Vistor Bouletreaux,
no engallo S. Joao da comarca do Cabo.
E para qce chegue a noticia de todos mandei
pastar o presente, que sera publicado pela impren-
sa e afflxado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambueo em 12 de maio de 1871.
Ea Luiz Francisco Barrete de Almeida, escrivao
subscrevo
.__________Abilio J> Tavares da Silva.
fuixo dos fellos 41a fazeuda
O 1H. Abilio Jos Tavares da Silva, offleial da or-
dem da Rosa e jui: privativo dos feitos da fa-
Moda desia provincia por S. M. I. e C. rtuo Dees
Tnarde, ele.
ajo saber que em tirlnde de erecncao da fa-
zenda nacicnal contra Claudio Dubeox serio ar-
rematadas no dia 13 de jhlho prximo futuro, na
sata das audiencias, pelas 11 horas da manhaa,
sete ca3s penhoradas ao mesmo executado, sendo
nma assobradada (a de sua residencia), avallada
em 3:0C0S, e as oulras seis terreas a 1:0004 cada
ut, todas de Jijlo e cal, (nadas na povoicio
"Vpputoj,ana Novij, em (rento ao rio Cap-
Para eme thegne ao fonhecimento de talos
mindei1vrar o presente, qae ser afflxado no lu-
gar do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambu:o aos 17 de juriba de 1871. Eu Luiz
Francisco Rarreto de Almeida, escrivao o e.'crevi.
Abitio los Tarares da Silva.
fio dia 40 do corrate pelas 12 horas do
dia ter impreteriveknante lugar no esorip
torio da companhiarua do Cabog n. 16,
arrematagao dos diafarizes e bicas por bair-
ros, n3o se admittindo propostas que com-
prebefldaminais de oro bairro esempones-
paco rnaiorde nm anno.
Os Srs. licitantespidem comparecer com
seus fiadores ou declaracao dos mesmos no
mencionado dia, devendo ser as propostas
em carta fechada, ou antes do escriptorio,
onde melbor poderao informar se das coodi-
C5es do contracto da arrematacao. Declara-
se aos Srs. licitantes qne o pagameoto sera
feito em urna terca parle em sdalas (mu-
das e cobre.
Bazes sobre as quaes se deve lanror.
BAIRRO DO RECIFE.
Chafariz e bha do caes d'alfandega.
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito e bica do Forte do Mallos.
17:255,5(000
BAIRRO DE SANTO ANTONIO.
Chafariz do largo do Carmo.
Cha/ariz do Ja/go da Ribeira.
#to4a ra & N. S. do Terco.
Dito da entrada da Cabanga.
Dilo da ra Imperial.
Dito do largo de N. S. da Paz dos Abo-
gados.
PASSAGEM DA MAGDALENA.
Chafariz do larga do vivero. 75(5000
Dito da entre duas puntes. 215^000
290,5000
CAPUNGA
Chafariz da ra das Pernambucanas.
. iiOiWOO
APIPCOS.
Chafariz dessa pavoacSo.
MONEtR.
Chafariz dessa poveaefio.
Escriptorio da companbia
I2dejonho de^l.
O secretario.
Dr. Praxe&e* G. de Suuza Pitanga.
divrsos la,oiaDho3, raicg.'oj de onrd, diversos
'iectos eom -peifumatias, ^rande e ricos pe-
os ctm moldaras, sapatos -6 lapetc, rji;03 de
jpara ta^t^, exceden es ^ de ferro, e
muiros outros aTUgp? de diferentes qaalidadflj
Segnnda-feirk ^9 do errante.
O agente- Martin fr laiio para eomploia U-
oidacao do jM4i>s. cima em lotes a, fonUde
os compradoras as boras do dia aima.

nana

arma
Crue
DA
ao, utencilios e gaaeros no
wtn de molhadoa sito a roa das
p. 36.
<2f}*V* ^0!?a,, competentemente autrisado,
*nl*^ em le'^ 9ri>M*ra de molhados aciraa,
lomaemmaislotes, a vonude dos comprado
>e a casa a (juera qulz.-r continuar
'et
W o mesmo negocio
ter SOdo
Crn'zei
J82W00
4iO*000
do Bebertbe,
. Axroot*. no mesmo .
rozes (actual ra Duque de"
ra das
n. 36 s 11

DA
unifwi mm
sobadiregcaO:be
(REPERTOBIO DE OFFEMBACH)
Oa aMeetaculos torio lugar lo-
Tariavelinente na*
Inartaa,
4uiii(;i.
Nabbados,
Domingos.
Barca porUigoeKa Gursa
4Jinta,Jreira 22 do corrente
?s II horas,
O agente Pinto levar a eilSo por conta e risco
de quero perteccer a barca_pjrtmaf za Corta de
412 toneladas, valaiia, bem construida, pregada e
cavilhada de coba*, e cora classe, pelo que se
torna recornmendada, tal qoal ie cha fundeada
no lugar da descarga, onde podera .desde i ser
examioada.
O leilo ter lugar ai 11 horas do dia cima
dito no IMfimn do .nferido gante a roa-da
b. 38
ge=g .....
AVISOS DIVERSOS
tranilo M\ contral
a ra larga -do oaarlo.ui
* 39.
Nesta muito aenheoido hotel seenconlram ex-
cellaates quarios e salas, para alugr, que ofXere-
cemeoramraes para familia}, onde ee eocoiitra
umm,
OECLARACOES.
Deposito especia?, deinstuego.
Tendo-se de contrallar o fornecimento de ca-
pira, (ardi, mei e raillio pora a cavlhada do
mesmo deposito no 2 simastre de julbo a dezem-
bro do corrente annD, convido aos senhores que
quizerem se propr a fornecer os gneros cima
indicados, comparecerem oa secretaria do refe-
rido deposito no dia 20 s 10 horas da manhaa,
com suas proposlas fechadas, advertindo que, o
capim ser pelo prego de cala kilogramrao, o mi-
Iho. mel e farello de cada litro.
Qaarlel no Campo" das Priucezas, 18 do jusho
de 1871.
Jos Joaquim Cotlho.
____________________Capito commandante.
Pelo juiz de erphos do termo de Olnda vo
prara no dia 19 do corrente todo gado vaceum
e cavallar pertencenle ao espolio do inaJ-t Anto
nio Joaquim de Almeida Guedes Alcoforado, bem
como carros e mais pertences de cocheira, cuja
praca ter lugar na casa em que resida dito fina-
do, a 1 har da tarda
Sigunda-feira 19 do corrente mez, depois da
audiencia,do lllm. Sr. Dr. juiz deorphos lem de
tr era prar;a publica por venda o sobrado da ura
andar e sotao da ra do Galdelreiron. 1, com 2
portas do frente, manda de ferro, 2 janellas no
ollo, 21 pal irlos de vao e 80 de rundo, 2 salas, 1
quarto, 1 gabinete externo, cozinha no soto. e
mais quarto?, quintal murado, cacimba meeira,
a em solo proprio ; dito predio f. i avallado por
4:600 era consequencia do estado em que se ada
a trapeira e part da pan'de do dito sobrado, e
vai pra?a por 3^680 J a reqnerimento de Victo-
riano Joe Marinho Palhares, tutor dos menores
Julio e Anna.
_ preco
logar eentral em que este estobelecimento est
ooilojeado snfflciente recmmeadacio nara ser
58"

O teoeote-coronel cjmmandante e offieiaes do
corpo de polica maodan rasar ama mista no con-
vento -dVN. S. do Carmq, segmia -tetra 19 do
crreme, pelas botas da manhaa, por alma da
Exma. Sra. D. Catbataa Terelra de Miranda No-
bre Penoa, digna consorte do capito do mesmo
corpo Joo Anastacio Camello Pe?soa ; e para esse
acto da caridade reiigiao cooviam m prente
e amigos da Ilustre tinada a os do aso devotado
agpoaa
9
Banco ingles do Rio da Janeiro.
do SoDtoM do KrrB32kdeoVfVhr(tCa Se- eiflnLndr,f a ** ^** "*
>os do conselho fliCalI com o re^orio da Vtccc^o 5o se^o ule ff ^ ""*'
ft-oglisa Bank ol IIlo de rfaaelro Limited
Cip'tal subscr.pio af 1.00.000 fita 50.000a c.oas de 2f 20 cada urna
com Facutfadd d ser augmentado
_ CapaKalijado 21 500.000
Sede do Bco 13 SI: Heen* Place-Bisbopsgete Strest Lond.n E. C.
SucotKsaes no Rio de Jdneiro db^rnainbuc j e Santos sacca sobre o Bras.l e Porta-
l dVot&T^V2 a7ra 6 ?**' de^d0S' ie receber dividendos, de negociar
e procay Ierras de cambio,, e da oatro aoa^uer negocio bancario UK^'^
poW"S.aCS reCeb,QS dep0Sl0:i a m m Pfa2 ^o. cujas condicoe. i vista
elatorio.
n ,rfLrfl?S? Sl,bflletl0 cm m0 Pr-zwaos ac^ioni-tas o balance junto, mostrando
saqoes por vencer todas as despezas ca seda uda* Snr.,r.^. L1 "" J
Pernambueo Sanios ficando o lucro liquido
10-balaoco e que vem do anno passado.
9i nVnTbr0 vlm ma*f "*A divideo de 8 sbilling, por acc5d. no total de
20,000 00 e agora recommenda-te que se divida a sommade a* 30000 OOou 12
sbtltngs par accSo no dia 9 de unbo prximo fuluro So a ,er n &i! ,
nojISO hillings pQr acc5o ou ie.% sobre o Spita. ^7^ .^ C
Depois de prover para o dividendo por conta j pago e para o penlo do d
dendoque agora se recommenda fijar um baiancp de a* UI90.loTJ0 crdito d
conta de ganbos e perdas que a d.reccao recommenda qoe passe para cooia Va
rendo havido mais consideravel movimenlo no negocio de cambio no Brasjl ranIfl
oanno ehavendo agora urna bem fundada e^eraoca de algnma maior u&lidafenA
vaormonelanodaquellepaizadireccao consideran justieada Ci!Se3Sa7iK
iccionutas qoe sejam passadas a fondo de reserva a* 60.000.0.0 das a* J2J {JOB 9 7
S^.'^'1S ***h**'"ta' r~ i e Os directores que, segundo as dis,pos'c5is dos estatutos deixam o carso nesU t*.
SSSflfiSfe1*'1'*1-* Jame8M;- Gr0u^^SendoCeTKro^
assembla tei? de oomear Gscaes para os doze mezes que se secuem
13 St Helena Place E. C.
17 di maio de 1871.
sede e das suecuraes do Rio
de^lBTSj. 10,3, qie iadue
a.e da-
ietras e
de Janeiro
4Jl 12
ENGLISH BANK OF RIO DE JANEIRO, LIMITED.
activo x rassivo em i8 db feverkiko db 1870.
. Aetivo.
Dinueiro nos baoqu: iros e em caixa.........
Letras a receber em carteira e depositadas nos
banqoeir03 da companbia................. 2.045.842 5 i
Oairas dividas activas e saldos devedores..... 790.690.12 10

. Pauivo.
Capital autonsado em 50.000 aeces de 2? 20
cada urna, com facaldade de sr augmentado 1.000.000
603.882 s 4 d 7
2.836.23* 17 11
3.440.115 -2 6
0 o
Capital realisado.........................
Dividas passivas:
Qoanlia que se deve por contas correotes e de
deposito...............................
Letras a pagar, outras dividas passivas e saldos
credores..............................
Depreciado do capital :
Somma reservada conforme o balando de 28 de
fevereiro de 1869......................
Rebate de joros naa letras esaques por vencer.
Ganbos e perdas conforme a conta junta......

500.000
s
O
1
0
921.276 8 H
1.850.935 H 1 2.772.212 0 0
120.505
5.207
42.190
!)
2
10
7
B
3

CIRCO EQUESTRE
RGO DASTEZAS
Lompanhia brasileira, equilibrista, equestre, gymnastica e
acrbata.
DIHEC TOI1 E ARTISTA
Domingo 18 ultimo espectculo
Com escolbido programma principiando s 0 horas da Urde.
Pret-aed* avjii ama para casi re ponca fa
milia para eotiohar, camprar e pogAmmar, prefe-
re-se escrava ; cesta typ .graphia se dir. a
raesroa cara precisa -se de orna raulher de meta
idade e de bons cosiumea pira fazer cerapafibia
a uma senhbra cacada, dando tiador de sua con-
ducta.
Precisa se <1e ama.'ana qoe satba
eoiinhar, de boa conooca, para casa
de lamilia : oa ra do Vigario n. 6,
seg rilo "aBar.
Preersa-se de uma ama boa cozinhei-
ra e de boa rjoodacta, orra on escra-
va : na roa do Pires o. f7, sobrado.
& 3.440.115 2 6
32^78 46 7
; i
Dividas passivas em letras negociadas........
CONTA DE GANBOS E PERDAS NO ANNO FNDO EM 28 DE FEVEREWo'fiE 187l'
VKVZ
A dividendo de 8 sbilngs
por acco declarado pela
assembla ordinaria de
25 de maio de 1870...
A saldo levado afrdxo....
HAVEn
De saldo em 28 de feve-
reiro de 1870........
24.534.12.10
20-000
4.534.12.10
* 24.534.12.10
24.S34.12.10
%m
Pnciia-se de uma ama para
casa de homem so.teiro raa
da Praia o. 58.
AMA
Precisa-Be alugar uma
*tnfi tara cotinhar para
can de familia : na roa
do Apollo n. 51, primerro
andar.
AVISOS MARTIMOS.
PARA
1
111S1UK
O PAQUETE INGLEZ
COPERNICTJS
PARA
Liverpool em direitura
A1 O DIA 3 0 CBRENTE
ectbe pa99ageiros e carga.
SAUNDERS BROTHEHS C.
agentes
ilCORPO SANTO11
MALA NO CORRRIO.
SANTA CASA DE MISERICORDIA D
RECIFE,
Parante a justa administrativa dista santa casa,
Dsela de sim sessoe?. pelas 3 horas da tarde do
dia M do corrente, so tu de arrematar a qjtem
mais vantagem ofTarecer. a renda triennM do pre-
dio de dou- and-ires mei agua e armazeii annexo
n. 1, du caes da alfandega, pertenceote ao patri-
monio dos orphos.
Os intendentes deverao comparecer acompajr*?8,e Ja?or con?oz medico e diapenseira.
libados de seus fiadores ou munidos de cias ec*
destes, devidamente selladas.
Secretaria da santa cia da misericordia do Re-
cife 16 dr j inho de 1871.
O escrivao,
______________Pedro Rodrigues de Sonza.
SAKTa CASA li MISERICORDIA DO
REGVI.
A filma, junta administrativa da santa casa d*
Diiaerc rdia do Recife toado de reconstruir o pre-
dio fie po*sue d pairimoaio dos esta bied roen tos
dageridade a ra da Hoeda, em dou andares e
sotSi, trao^f irmaado o em ofliro de ura f andar
que contenha oas arnmens, nm no pavimento
terreo e outro no sbralo, precisa coairaiar a
fac'ara dessa obra com rjuern mais vantagons
offerecer. tomand^-sje ior ba 5:00/00il j prpost. pir nm individuo ; poden
do o cootratanle aproveitar do antigo predio os
materiaes qae f>rem julgados em bom estado.
Secretaria d.iSinta Casa de Miserieordia do Re-
cife 16 de juoho de 1971.
O !eacrivo,
Pedro Rodrigues d Soma.
vai sahir em poucoa dias barca portogoexa Flor
de S. Simao por ter quasi toda a carga prompta
pa-a o resto e passagens trata-so com Carvalho &
Nogneira na ra do Apollo n. *0.
PARA O
ARACATY
. Segoe com brevidade o hiato Novo Inveneivei
para cargas e passagens trata-se raa do Vigario
n. il, Ia andar, esoriptorio de Jos Lopes Davim
lopec^o do arsenal do
raarinha.
Da ordem do lllm. Sr. inspector faco publico
da data do pre-9rtte, para o novo comurso ^ue,
em eamprrmeoto Jo aviso do ministerio da mari
nna de t\ do maio ultn, se vai proeeder nesta
Inspee^io para preeucbimeato' de duas vagas de
ammuanses da secro'.arii.
Os pretoQjentes dever inscrever--e no men-
cionada praso, e as habiiitacfjes que exrge-se-lbes
de conformidada com o regulament) de 15 de
mam d* 187, *s :
Provas de"bjm co.mportaraento, e da ijada dd"
18 annos pdo menos.
Moatrarm no eonenrao boa letra e oonhecimen
to ferfeuo di grammatica e lingtu oaeiooal, assira
DE
Paquetes a Vapor
Dos porto do sol esperado
at o dia 22 do corrente o vapor
Anuos, commandante o Io te
nente Jos Candido Duarte, o
qual depois da demora do cos-
tme seguir para os do norte.
Desde j recebem-sa paasageiros e engaja-se
carga ano o vapor poder conduzir, a qaal devora
ser embarcada no da de sna- chegada, encom-
iendas e dinheiro a frete at s 1 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem como oncoramendas seno ob-
j setos de pequeo valor, e qne nao exeedaoa a 3
arrobas de pe3o oa oito palmos cbicos de meli-,
cao. Todo qae passar daste3 limites ever 3er
ambareado como carga.
Previoe-se aos Srs. passageros que suas pas.ia-
gens l se reetbem. na agencia, raa da Crui
o. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira A'.e-
Para o v/racaty
segu impreterivelmente no dfa ti do cerrente
biate Uoria Anelta, capilio e pratico Francisco
Tnomai de Assis; atnda ple receber oalguraa
carga : qnem pretender carregar 'dinja-a a roa
do Amonm n. 60, a tratar com Aotonid Albarto
iieSoDzi Aguiar- .
. Rio Glande do Sul
Segu cora brevidade para o porta cima o bri-
gue nacional Amelia'; Um prompta a maior parle
do seu carregamento, para o resto qne Ibe /alta tra-
Sir. S?SI cArDxT57LnZ d9 0,-
O patacho norte-allemao Mathild, egue para o
portu cima, reeebe carga a frota commoo: a tra-
tar com Juaquim Gerardo de Bastos, a roa do Vi-
gario u. 16, prii* vedo & C
PARA O
por h
Segae eom brovldade o hiate O&fano ,
achar eom parte do carregamento; para o resto e
pissagen, para o qae ten excelleotes commodos,
irata-se rna do Vigaaio n. 1, 1 andar, escrip-
torio de Jos Lopes Davim.
C6MPANHIA PERNAMBUCANA ~
BE
VaregacSo ooMoIra por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
SEGUNDO
ONOVO PHOCRAMH4
PARA EXAMBS
0 bacharel A. R:'de Torres Bandeira,
professor da segunda cadoira de geogra*
pbia e bUtoria, di gyaicasio desta pro*.
viocia, tem aberto em casa de sua resi-
dencia, i raa dos Uariyrios a. 2, 2' an-
dar.
Um cano de gtographia.
Historia.
R helo rica e potica.
Phil sophia.
Liogaa portugueza,
especialmente destieadi-s aos mocos que
m preparam para a Pacoldada da Direito.
Em relaoao s senhoras a cojo ensiio i
tambem te eiiea, igualmente se propoa j
dar lices de lingua portugueza. de lin-
fua franceza e de geoga^ia.
As despezas geraes na sede
ms saccor8aes do Rio
de* Janeiro, Peroamajico
e Santos, Dcluiodo a re-
moneraco dos directo-
res................. 20.490.17.
A dividendo pago por con-
ta palo semestre (indo
em 31 de agosto de
1870............... 20.000
A rebate de jaros nss le-
tras e saques por ven-
cer.................9 5.207. 2.
A saldo que vaiabaixo... 4i.190.10.
De saldo qae vem de ci-
ma................. i.534.42.10
De lucros totaes em Lon-
dres, do Rio de Janeiro,
em Pernamboco e San-
tos depois de prover
para ejoro aos deposi -
tos, para as dividas mal
paradas etc.......... 89.353.17.10
93.888.10. 8


93.888.10. 8
Preci-a-se fallar ao Sr. Jos Janaario de
Carvalho Paes de Andrade, a negocio da sen to-
lrese : na ios Duque de Gaxias n. 30, 1 ja de
calcaao*.
. Preisa-C de aui caixeiro partugutr. de 12
a 14 anus de idade, dauJu fiad r a sua conduc-
ta : tratar-na taberna da roa Angu-U n. 116.
0< abaao asolanados deelarm ao respeita-
vel pnblioo e os: eealmente ao corpo do comroer-
oto qne dhsoivmm am'gareknente a'sueiedade
qoe tinham em sna tab na oa a roa d< Con-
cordia b. 96, soB a firma de Gomes & limito, fi-
cando a carg > do activo e passivo o se ci Manuel
Mariins Gjmes. m _. -_B,_-
Itccife, C de jrjnho d 1871,
MiBoel Manas Gimes.
s_________Domiog.-n vajrijoi G>mes.
Londres, 3 de raw de 1871. Saldo qne vem de cima.. 42.190.10. 3
Getrg T. Brooking. )n-......
WilUam Bemn. /Directores.
ExamjoatBos ee baJangos fornecidos pelas diversas suecursaes cuja exactidio cer-
tificada peles fisetet respectivos, e bem a*sim os livroe e contas da sede em Londres, e
Mmes o balanco cima, e a cooU de ganhos e perdas correctamente feitos de confor-
a crreme na-data m que se fecharam as cootas. O capital empregado nis snecarsaes
ligan as contas a 27 d. ptr de cambio como d'antes, e a somma reservada at 28
8,J'tiro .d* l889 c0tra a Jeprectaco do valor dt moeda no Brasil, crea de
is do que a sufficiente para fazer Tace depreciado na data em que se fe-
cnaram as presentes contas.
M f -.

'

John Young. )
John Silva. )Rscat.
Charles Hmry Noble.)
nma casa para pouca familia, tem dous quarios e
sala, no becco do Fando n. 5,*' entrada pelo n.
ia rna Yiiooade da Alboquerqne (ontr'ora rna
ia Gloria, fcegaexia da Boa-visU) : a tratar na
raa da Imperatriz, armazera n. 8, ou ra Mrquez
le Ollnl, armaiem n. 60.
frete
.0 vapor Parahyba, seguir
para os partos cima no dia
20 do corrente a meia nonio.
Recebe carga, encom mon-
das, passageros e dioheiroa
no escnptnno do Furte do Mait,s a l
mmz
Para o Porto
Recebe carga frete mdica o brigue porta-
gnez delino ;* tnUr a ra do Vigifio n. I 1
andar, escriptorio de Balihar, O.iveira & C. '
IEIL0ES.
Grande leilao
Na armazem da expolio de Londres a rna do
M irquez de Onda n. 60 ouir'ora Cadeia
do Recife.
Sndo, porcelanas, vaso para sala, bandozaa,
AMA
Precisa-se de umi ama para cozi-
nliar para casa de rapa- solteiro : na
roa do Crespo n. tO, loja.________
Luso-Brasileira
Qjresf Srs. socios a renoirem-sR na sala das sessSes da
dita sociedade no Bu 18 do corrente mez, s 10
horas de dia, afim de tnuar de negocio ira portan-
lissimo.
. Sala das sess6s. 16 de'junho de 1871.
o I ffcrelario,
-_________________W^nder'ey Lins. i
. 'Escrava ou fura
Pre^isa-se com urgencia de ama ama, escrava
oa forra, que saiba cccibar e engommar. para
casa de pequea familia : trata-se ra ao Vi-
gario n, it,j>riaeiro andar. ____
AlrtfRi'se orna casa terrea com b>r.>mmo
ioa, M ffigvrzia de Santo Antonio ou da ft J 6.
nao so escollw a raa f se quer que seja roa e
casa .'cea ; sto eom. mulla urgencia, e qae
agradando-fe paga se bem : a tratar na oa do
Gerredor do Biapo <(3oa-Visia), sitio n. 3k
Escripta commercial.
Uma pessoa empregada no commercio, poden*
dispensar algunas Doras, propoe-se a fazer alga-
ma escripta por partidas dobradas com toda a lia-
peza e exaetidlo : qoem preciar de dito aarvleo
deixe carta fechada com as iniciaos B B, na raa
do Imperaur ."10, loja de ourives.
Para S. Joao
Na_roa estreita do Bosario n. 33 fai-setofog de
S. Joo enfeitados com boaqaets 6 papel prale.i-
do, bem feitos, por preco commodo, sendo a en-
commeoda eita tees das antes; tem tambem
bouquets de todo _osto e de differentes florea pa'a
enfeiiaf^taaa : vende-se tudo barato, sondo o bou-
quets da flores de cera.
LeoBardo ile atlquelra Cae
vlm 15.
FOGO
FOGO
FOGO
Grande sortimento de fogos para o fe.-tejos de
S. Joo, na roa Direita o. 1(3, toja da ferrageas de
Leonilas Tito Loureiro.
ama;
Na ra
ma ama.
uma ana que
83, procisa-aa de
cosuwy^aYe e
na roa o Rosario
O capito Joao Anastacio Camello Pessoa, seas
ti has e mais parales cordalmeota,a_radecem a
tedas as pessoas que se dignaram aeompanbar ao
comtero publico os restos mortaes de sna sem-
pre lumbrada esposa mae, Caibarina Porcia de'
Miranda Nobre Pessoa, e de o vo r>ga a todos os
prenles e amigos o caridoso obsequio da assisli-
rom a missa do eaptimo dia que le/ lagar na ca-
pilla do hospital pon iguez, no dia 19 do corrento
tt,ezs 7 horas da niHioa
ALERTA.
Precisa se de
engorome para nma posso
estreita n. it, segundo andar.
Sibbadn 10 do correlo na ra de oo r"c?a,) A. Campo GrandflB Baberibe ; qaeni
junto ao inspector da quarteirla fo entregue palo
pintor Antonio- los' Lente Braga, nm sof a nm
prto; o qual de-em'aninhou-j.; roga-se a quera
Desappareceo, na noute do dia 12, para o dia
13, do sitio o. 22, na estrada de Paulipo Cmara,
ontr'ora Jlo de Barros, nma novliba Oa rae
turina com os signaos seguintes : toda preta, bas-
tante felpuda, com os ps irazeiros calcados, um i
mima nos vasios, teodo FiJq encontrada na di-
ta va-la ra do Destino o. 3?, a della d no-
M-m certa ser genensmenteyrarlflcairo.
Na raa do Caldeireiro n. 68 vente-se ou tro
sonber do dito sola, dirija se a mesma casa qualeu se ama mulata por uma preia, pretrindose o
ser gratificado. t|oeio wndo para o mato.


Diario i* FerBambuco Sexla (eir i7 de Junho de \Ytl

I
t


)
Aluga-se
O ftundo andar do brido da ra da Santal-
la Vetaa n. 78 : a trattr na ra de Pedro Alfonso
jaulr'ora da Prala n. W).___________________
Para aiugar
Ha ra 4o Marquei de Olinda o. 35, altga-se
nBmaltxo eosinheiro. '
Cttfcttheiro.
No cofegj -da <*fcceicJo preelsa-se de um bom
eoxrjrtelr0,,______
Si
a
ai a a s
frly|tB|
rMlli*1
i:|lfFi
n
0.O
itlll-flE
ifn
a.
^ fVeciseVse de urna criada escrava oo livre,
qu saiba lavar e engomraar: na ra da Passa-
gem n. 7, sobrado. ."
%.1.V
Na ra do Pires, sobrado n.
27, precisa-se de urna asi
boa coiinheira, forra oa es-
erara, e que techa boa conduela.
O Dr. Jacintho Soares
Rebollo.
Medico homeopalha
i Tem residencia na ra do Imperador n.
I 28 e consulierio na mesma roa n. 41.
iiSIHHIMIIM
CASA DA FORTUNA
RA l* DE MARCO OTRORA DO
CRESPO N. 23.
ios 20:000M)00.
O abaixo asfignzdo tem sempre exposto i ren-
da os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como eostnma, qualqner premio..
PRECO.
Inteiro 24*000
Ifeio 12*009.
Quarto 6*000-
_______________Manoel Martina Finta._______
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadohas e dinbeiro a risc
martimo em navios de vella e vapores para den
iro e fra do Imperio. Agencii ra do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquina Jos Gon
calves Beltrao.
Precisase una ama para r-o0_
prar e mals servtcw em ca 4, p.
2nena famHia estranf>a m rnI
Camnoa doO^ a, ,primeiro
Na ra matena a'Tndegados para deposito de fasendas,
oa Raeros de qualquer especie ou natureza,
precos razoaveis : quem precisar dirija
ra do Bom Jezus, outr'ora da Crutee n.
ADVOGADO
Dr. Joaqum Correa de Aiucjo
67Roa do Imperador (7
111111111
MOFINA
Rofa-seaoIHm.Sr.IiiiacioV.eira le Mello,
erivo na cidade deNaiareth desta proviacia.
favor de vir a ra do Imperador Lili concluir
aqneUe negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste Jornal, em fina
de detembro prximo paseado, e depos aara Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e na 1a campno,
e por este motivo d de novo chamado pira dito
fim : pola V. S. se deve lembrar ana este negocio
de mais de otto annos, e quando o senbor en
fino se aeban no ea neaU cidade
AOS fi.OOOdOOO
gtio i Tanda oa feliies bilbetes da lotera da
sania, la eisa feliz do arco da Coneeicio, loja d
mrives no Reeife._____________________
Aluga-se nm excellenle sitio na cidide de
Onda, lendo rouitos arvoredoi de fructaj, horta
e jardiro, com urna fonte de agua de batir, boa
casa de vivenda, com commodos para grande a-
railia, prefere se aiugar a pesaos eatrangeira: nes-
ta typographia se dir com qnem se traa.______
Na Ponte Velha, casa nova com portao de
ferro, vende se pombos deraca dos maiores e me-
Inores que ha.
LQUIDACAO
Da importante e beto conliecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do arlo da Vicjoria, squ^^ SSILi.
*0 dono daqoelle estabelecitnento, querendo acabar com elle at o fim do correte ano, convida os os MMNM
fregueies a proveilarem a circumsUncia para mnnirem-sepor barato preCo de todos os objectosjnnttnMiDo mesmo, constando
de chapeos d aol de todas s qoaliddes, tamaitos e feitios, techos, armaces e ma.s aviamentc- J" ^J ~
logo, colaria, bengalas, chicotes, e nma infinidades ootros objectos, entre os qaaes os afamados afiadores para navawa de i.
Prdnes, premiados as exposigoes de Pernaocbuco, Londres e Paris.
Wk-
<&!<*> MfefrM,
A ciffdna
LIVROS DE SORTES.
R?.-1*600
LIVRARIA FRANCEZA.
Preeisa-se de urna ana forra ou escrava
para casa de familia que saiba bem cotiohar e a-
7r compras : na ra da Cadea do Reeife n. 1,
ter compras
ou no Corredor do Bispo n. 23.
Companhia de navegaqao
brasileira.
Tendo o abaixo assignado autorisaclo da di-
rectora para acceitar assignaturas as acedes des-
u nova companhia, que deve comecar o servico
da cosu, entre a corte e o Para, no de julho
Moximo, convida aquellas pessoas que desejam
ftbeereverse, a precura-lo no escriptorio da ra
do Commereio n. 8.
Reeife, 14 de Junho de 1871.
Bernardo Whitraan.
AMA
n. 5a.
Preeisa-se de urna anu para comprar
e cotinhar : na ra de S. Francisco
^m
Preeisa-se de urna ama
forra ou escrava que saiba
bem eorinhar o diario de urna
: a tratar na ra Duque de Caxias, loja de
indetas na Boa Fama n. 38.
Urna Sra. competentemente habilitada pro-
poe-se a ensinar em algum engenho pnmeiras
euras, anthmetica, lingua naeional e geographia
universal : a pessoa que de sen prestimo se qui
er Hilisar pode annonciar para ser procurado.
Abolicionista.
Orgao da emancipacio. Publicaco quimenal
Semestre 3*000 rs.
Ijrrarta I *
08 fogueteiros
Na botica Central encontra-se, re*
cernemente ebegado da Europa,
grande porc3o de limalba d'aro,
ferro, cobre, e zinco, e da denomi-
nada de agolba (Oliera de Livu )
tudo de superior qualidade ; bem
como todos os saes e compostos
necessarios para a confeccio de lo-
I gos artificiaes e qoe sao actaalmen-
Wk te procurados.
AII
Ahga se
um sitio na Torre, con exeeilente casa de vivenda
e bao lio i frente desa no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na rna do Pires
n. 29.
a U A Precua-w d'uma ama para eoiinnar: na
AilL Apraca d Independencia n. 2729.
Tabellas de reduepo
O Campos da rna do Imperador n. 28 acaba de
receber urna nova remessa de tabellas de redc-
elo do preco e peso, do kilogramma a libras e
viee-versa. Ellas sao mui recommendaveis aos
armizens de assacar, trapiches, acougues e arma-
zens de retalho, e reflnacoes, mesmo pela sua
fcil comprehensao. S se vendem no armaiem
do Campos. _______ ;____________
DYVETOT
nica casa neste genero
URoa Eslreita do Rosario--!^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
- Ama. de
Na xua dos Guararapes n. 91
'f
ama de leite e paga-se bem.
lcita. -j- ~
preeisa-se de urna
O abaixo assignado pede a subdelegada de
Muribeca que I He reaelta para a ra do Queima-
do n. 2 ou i ptlicia desta cidade, o menor Henri-
Sie, que est recolhido mesma sobdelegacia, que
e pagar ai despeus qne tem feito, e para isto
Sur. Recifj 14 de junno de 1871.
Augusto Octaviarlo de Souza.
MANUEL c C.
Tem a saSaWo d articipar aos seas nu: aerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo tem
esUbeloddc. umVnSv. f.br?ca de chapeos de sol, na rna da Cadeia, do Recttt, n..9. heje rna do Mrquez^de Onda^
onde charto os pretenderes, muit avuludo sortimento de chapeos de so de todos os precos, i|iiilHiM .Igg
Sunas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs comoradores rMwdo
darem, sendo possivel sus encommendas, pois poderlo assim serem ma.s bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macSes as laiendas que a demora da fabricacSo bem diminuta.

k\ m DO B\R\0 DA VICTORIA 41
Alugs
Neste Aovo armazem ten um
cariado sortimento de. fazendas
francezaj, ingiesu, allemias e to-
das todas se vendem poir precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
trancezas, de todaa as
qualidades, bros de
cores e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
Dos de sol de seda,
Idos.
ARRUDA IRMOS.
a-se
a sala e sigan qaartos do 1* andar do sobrado n.
28 a ra Duque de Caxias, anUga do Qaeimado :
a tratar na loja._____________________________
Aluga-se em Apipucos uiha casa terrea com
2 salas, 4 quarto?, cozinha e quarto para criado :
a tratar na ra Sete de Setembro, casa com solea
e parti de ferro ao Udo._________ .
Gnsino de francs em seis
mezes
Um estrangeiro se oBereee aos aenhores de en
geBho para leccionar a lingua franeexa com per-
fei&ao e assumpto fraocex no espaco de seis mezes,
pelo grande eoohecmento da maneira mais fcil
de aprender-se : qnem se qnizer ntilisar de aeus
prestimos deixe carta enderessada a Mr. F. R., no
pateo do Terco n. 52, e roa Augusta n. 88.
Engenho
OfTerece-se urna pessoa habilitada para ensinar
pnmeiras letras e portutoex em pouej tempo :
quem de sea presumo qulzer utilisar-se deixe car-
ta fechada, a qualquer hora, cora endereco a D.
A., na roa do Livramento n. 17, ou na toa Direi-
tan. 118, botica.
Flores de gomma^
Aprompta-se com asseio e presteza qualquer en-
commenda como sejam, ramos e bouquets para
bolos, etc., etc.: no pateo do Terco n. 6._______
Engenho Macaco
Os qnartos do supradito engenho todos se con-
servan! deorelbas cortadas, pellatlos de topetes, cri-
nas e cauda, todo lbrente que a cauda mostra o
sabugo, alm de um trro triangular no quarto e
queixo do lado direjto, estes animaos s transiUm
para a estrada denominada Agua-PreU, em outra
qualquer parte serio tido por furtado, e por con-H
eeguinte recomendados as autoridades os conduc-
tores. _________^^^^^__
U Precisa-se de urna criada para casa de pou-
ea familia : na ra Augusta n. 5, primeiro andar,
I 0.5 n
TBll^Tfi'l
IS < I 5 a. 1 o S
t|Pil4[
BS8=-jTS&Sg|r
]
2 S-o"0 B S_ B >
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B>l*|lr|le-
*.4m*3Eft
vl.pltlilf>
f 2 o" o5>
Sgp-SS'gSo.o.S
1HmWmmmWW"
GASA DA rORTlfflA
Aos 5:0001
Bilh^es garantido.
A roa Primeiro de Marco (outr'ora roa d<
Crespo) n. 23 e casas do costme.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe
Uzee bilbetes nm teres a. 895 com 900*000, o n.
M% cora 100^000, sendo um de dros trros e nm
de nm terco o n. 3314 com 100J em dous de um
terco, o n. 2911 eem 160*000 em dous de um ter-
$0 e outrassortes de 40# e 201 da lotera que se
aeaboo de exlrahir (16'), convida aos possui-
eores a virem receber na conformidade do eos-
tune sera, descont atgnm.
Acrum-se a venda os bilbetes garantidos di
1.a sarte das loteras, a beneficio da ca pella da
Santa Cruz doa Mltagres de 01 oda (197.a), qne w
rxablr qunu-feira 22 do eorrente nez.
PRECOS.
Bfflaete inteiro 6*000
Dous lercos 4|000
lIm terco 2*000
Em c< ref da 100*000 para cima.
"ro 5 3*600
1*800
Jjacotl Hartinf Finta.
Na praca da Independencia n. 33 ae da di-
nbeiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata;
igualmente se fiz toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.________________________________
,\ Q\ ^Sw Precisa-se aiugar nma es-
%^. ^a\^^^,lVcrava' ''ue cozinhe bem, para
m!' V*Xi ^casa de pouca familia : ra
do Dnqne de Caxias n. 88^______________^^^
iirai
o
Custodio Jos Alves Guimares, nico socio ge-
rente da casa eommereial de Guimares, Pontea
& C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que esta promovendo a dissolucao da mesma
rma, e entrara em seguida na respectiva liqui-
dacao ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
a firma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolucao e liqui-
daco.
Cozinheiro
Preci-M d nm eofiaheire,: nynadafta da rna
do Ranget n. 9. ^ rV
Precisa-se de amassadores : na padaria da
rna do Rangel n. 9.
Cozinheiro.
Preeisa-se de nm cozinheiro, na ra da Sen-
zalla-Velha n. 90 : paga-se bom ordenado.
AMA
Precisa-se de urna ama para todo o
servioo de urna casa de duas peseoas :
no corr edor do Bispo n. 6.
SITIO
Vende-se um sitio no Arraial, no becco do Bar-
theloraeu, casa nova, toda envidraeada, com casa
de battbo, cacimba com multo boa agua e bomba,
tem quinhentos e tantos pee de arvoredos nevos,
laudas de maraenja-ass, o terreno proprio e
torna-se reeommendavel por ser perto do novo ra
mal do mesmo Arraial: a tratar 00 trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manha as
3 da tarde, on no mencionado sitio.
TRILHOS RBAHOS
DO
IIECTFE A* OIJDVDA
e Beberibe.
Por ordem da directora convido aos Srs.
accionistas para, no prazo de 8 dias a con-
tar do dia 9 do eorrente, realisarem a 7*
prestaco de suas aceces, da 2* emiss3o, na
razio de 10 %.
Para esse fim ser o Sr. tbesoureiro en-
contrado no escriptorio da companhia, das
H horas da manhaa s 2 da tarde de todos
os dias nteis.
Reeife 5 de junho de 1871.
Joo Joaqun Alves,
1 secretario.
Utilidade eommereial
OfTerece-se urna pessoa habilitada para cobran-
cas, tasto nesla praca como nos seos arrabaldes ;
quem precisar do sen limitado, prestimo e queira
Ibe dirigir carta feixada, com as inieiaes S. S.
rna Direita n. 117, Ia andar, com promptidao se
apreseutara a pessoa prestando fiador e conheci
mente de si, ca comMne-se.
A' rna Duque de Caxias n. 42 precisa se com
muita instancia fallar-se aos senhores abaixo
declarados:
Francisco Je Paula Mello Brrelo.
Joaquim Teixeira Peixoto Filho.
Manuel Tbomaz do Nascimeoto.
Francisco de Paula Borget.
Jos Gomes de Barros.
Jos Lqiz de Franca Torre-.
Francisco de CmIs Carvalbo.
Sebastio Jos de Barros Barreta
Estevo Jos Ferreira.
Csrlos Jos Dias da Silva.
Joio de Barros Netto.
Carlos Jos de Souza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Carvalho Cabretra.
Antonio Correia de Barros.
Andr de S Albnqnerque.
Antonio Jorge Monteiro.
Isidorio de Franca Barro*.
Pedro Jos de Sooza.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.____________
Prapara-se comida com acceio e promptida',
em cisa d familia, no pateo do Paraio, Ia andar
do sobrad) n. 29, por cima da loja de alfaiale, a
airada pelo becco.
Ama deleite
Precisa-se de urna ama sera tiho : na rna Da-
Iue de Caxias (outr'ora das Cruzes) n. 22. segan-
0 andar.
Alu^'
-se
o andar do sobrado n. 5 da ra Imperial
tratar ne andar terreo. ____
Dase 1 200 a juros com hypoiheca em pre
dio desembiracado: na rna dos Copiares n. I.
A'.
Manoel Alves da Costa, Antonio Alves da Cosu
e Domingos Alves da Costa (ausente), puntidos do
mais doloroso seotimento pela infausta nolieia que
receberam do fallecimento de sen muito prezado
irmao e amigo Custodio Alves Rodrigues da Cos-
ta, qne leve lugar do Lazareto de Lisboa aos 27 de
abril prximo pasudo, pretenden) mandar fazer
por sua alma os ltimos suTragios, qne terao lu-
gar na igreja do Divine Espirito Santo, pelas 9
horas do dia 17 de correte, e por isso rogam a
todos os seus amigos e aos do finado o obsequio de
assistirem a este acto de caridade e religiio, por
cajo motivo protestara desde ja sna eterna gra
dao. ^^^^ ;_________
Clara Hennques Correia de Unhares pro
tessora particular que resida na frefuetia de S.
Jos, mudou se para a rna do Lima n. 6, e est
exercendo o magisterio de sua proflisao, e ensina
a ler, escrever, contar, grammat ca nacional, geo
graphia e traduccio francesa ; os pas das meni
oaa que Ibe qnizerem coqflar a educaco de suaa
lbas, podem dirigir-ea ra cima mencionada,
en Santo Amaro. Na mesma casa aluga-se nm
escravo.
AHENCAO
A abaixo assignada, viuva de Antonio Mara
Ramos, inventarame e cabeca d casal, declara a
quem convier.que t autoriaou a tratar dos nego-
cios do referido casal ao feu irmSo o Dr. Antonio
de Vascancellos Menezes de Drummond, residente
ra da Auora n. 26. Laurianna de Menezes
Vaaconcellos de Drummond Ramos.
Precisa-se de bons calceteiros para a empreza
dos Bonds. Pagase melhor do qne em outro
qualquer parte dessa cidade. Para tratar, cora
mestre calceteiro naa obras, rna do Visconde de
Pelotas.
Attencao
Ricas e modernas bandeijas de bolinbos para
casamentos,bailes, etc. ; sendo estas de difieren-
tes gost is de armacio : na ra da Palma n. 4 (pa-
ra escolher).
Preeisa-se aiugar urna pre*a para vender ta-
boleiro, ou para timar bol 1 de veodagem na ra
do F.>go n. 26.
RA
BarSo da Victoria
antifa na
NOVA
N. 41.
Assim como tem nina grande
oficina de alfaiate, mouda con
todos os preparas qne ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e perfeicSo
nada deixam a desojar.
Roupa de todos os
amanos para hornero
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores o mais moder-
nas casemiras qne ha
na Europa.
RA
Barao da Vctor la
atufa ras
NOVA
N. 41.
Este esUbelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontnahdade as encom-
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as faxendas, para
alo se tornar massante .__________________.______________________
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, 5, 1* andar.
Sacca por todos oa paquetes sobre o banco do
timbo, em Braga, e sobre os segnintas lugares em
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Onitnaries.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Vianna do Caetello.
Ponte do Lima.
Vina Raal
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanoa.
Covilhia.
Vasca! (Valpasso).
Mirandeila.
Beja.
BarceJIos.
uwm*mmmwmmt
Dr. Luiz Jos Correia de Sa mudou
2 sua residencia da ra das Nymphas n. 17
I para a Passagem da Magdalena, no pe
1 nultimo sitio do lado dirito ames de che-
gar ao largo do cbafariz, onde, por hora,
contina no exercieio de sua "
s
a sua pr
mm
os Sr
1
Precisa-se fallar com os Sr*. Carlos Au-
gusto da Cnnha Sorgo e Joo Pedro (Jarreto Pi-
Dheiro : rna do Vigario n. 19, primeiro andar.
Precisa de nm homem para distribuidor
deste jornal : a tratar na typographia.
COMPRAS.
COMPBHE
frascos vasios da tintura japonesa, e pagase a 80
rs cada um : rna Duque de Caxias n. 50, e
Marqnex de Qllnda n. 81._____________________
Predios.
Gompram-se duas casas terreas no bairro de
Santo Antonio : |uem ti ver e queira vendo-las,
dirija-se a rna Nova n, 22 que achara com
quem tratar. ,. _, .,_________________
Na Iravessa da raa
das Crazes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nbeiro sobre penhores
de ovo. prata e brilhan-
tes, seja qoal for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesaos me-
taes epodras. :-J
ENOaaJI4I>EIR4
i
Precisa-se de urna engoinmadeira, na rna do
Imperador n. 57, segunda, andar, escada para o
lado da Ponte 7 de Setembro.
m un 010
Rna do Baiuo da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
Bllhetes garantidos la pro-
rela.
O abaixo assignado acaba de vender entre o
sena muito felizee bilbetes a sorte de 5:0004000 em
dous tercos e um terco de n. 3528, dous lercos e
um terco de n. 1222 com a sorte de 400J, alm
de outras sones menores de 40*000 e 20*000
da latera que se aeabon de extrahir (196), poden-
do seus poesuidores virem receber, qne prompta-
mente serie pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sen esUbelecimento
comprar os felizes bnetes garantidos, que nic
deixari de tirar qnalquer premio como pro va pelos
mesmos annuncios.
Acham-se venda os muito felizes bilbetes ga-
rantidos da Ia parte das loteras em beneficio da
eapella da Santa Cruz dos Milagrea do Olinda, qne
ser extrahida no dia sexta-reir 23 do eor-
rente raer.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Dous tercos 4*000
Um terco 2*000
De iOOdOOO para cima.
Inteiro 5*400
Dous lercos 3*600
Um terco 1*300
' Joio Joaquim da Costa Leite.
. Precisa-se
comprar as leis provinces de 1855, 1866 e 1869,
na ra do Hospicio n. 23.
Compra-se papel de diario ou de outra qual-
quer qualidade, proprio para embrulbo : no pateo
do armo, esquina da rna de Hortas n. 2.
Compra-se
Na ra de Hartos n. 5 se dir quem compra
um burra de ferro, que esteja em bom estado
Compra-se papel para- embrulho : na ra
do Crespo n. 20.
VENDAS.
Attenpao
Venderse o j arredilado medicamento eontra os
calos : na ra Primeiro de Marco n. 3 (antiga do
Crespo), e na ra do Mrquez de Olinda n. 50 A
(antiga da Cadeia). _________
Vende-se nm sitio com casa para morada, ar
voredos fructo, e agua para beber : no ramal de
Beberibe, junio a enernzilhada: tratar as Duas
Dianas, ra do Baro da Victoria n. 60._______
Vende-se a taberna do pateo do Terco n-
68, propria para principiante : tratar na mes-
ma.
Seraphinas ou harmnicos
Acabam de ebegar ra do Mrquez de Ola la
n. 14, ptimas seraphinas de Nogneira, com ex-
celentes vozes, e se vendem por preco commodo.
__________9
MACHINAS
Vende-se duas excedentes machinas, sendo urna
para cozer pao e outra para conro, por preco
commodo : na ra Direita" n. 64, loja de calcados.
Camaroes seceos
Vende-se deste artigo, multo bom, em barricas,
vindo do Rio Grande do Sol : no escriptorio de
Jos Victorino de Rezende & d, rna do Mrquez
de Olinda n. 52, Ia andar.
D^8, fructa* e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se amendoas confeitadas, e descascadas
muito novas._______________________________
A LOJA DE SETE PORTAS EM FRENTE
. AO LIVRAMENT0.
Gontna a ter um eoropieto sornmenlo de fa-
sendas baratas cn.tas a 200 r?. e 240 o eovado,
cambraia a 240 ., madapoldM *fHOa
peca, e fino a 5*500, algoda* a 3*800. 4*. 4*!O0,
ernarca T a 54 : e ludo mais em proporefe.
------tfarello a $000 "
muito novo, peehioeha: no Porte do Mallos, ar-
mazem de Saldanba A Medeiros n. 3-
a m wii
a' ra Duque de Caxias nu-
mero 52,
acaba de receber de inglatrra um bello sortimen-
to de objectos, que alem de sempre neeessarto
hoje se lornam essencialmente precisos vuta da
falta que delles ha no mercado, sendo :
Fitas de velndo pretas, outras com relas bran-
cas, e outras de diversas e lindas cores, e todas
com differentes larguras e uperir qualidade.
Franjas, trancas e galoes de seda de modernos
dosenbos e gostos, e igualmente sonidos em cores
e larguras.
Novas e bonitas trancas e galoes de laa, tam-
bera sonidos, em larguras, cores e moldes, e lio
proprios para vestidos como para roupinbas de
crianca.
Trancas brancas de algodo com nova forma em
earaces angnlares, wndo nesse genero mnitas e
diversas larguras ; outras nos mesmos gostos po-
rm meseladas ; ontras trancinbas brancas de
eanees miudos e bonitas, as qnaes por suas
estreitesss teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinbos frisados e ouiros preparados para
frisar-se a vontade.
Um bello sortimento de galoes pretos de la com
differentes moldes e larguras, proprios para vesti-
dos de luto.
Boides Anos de madreperola para camisas, ou-
tros pretos e de cores para vestidos.
Isso alem do constante sortimento de enfeites de
seda, ISa e algodo, de que sempre se acha provi-
da a loja da Agnia Branca.
labyrintho de nova
qualidade
Annunciar boje trieos e rendas de labyriotber
objectos esses que se acbam em qualquer parte,
seria fastidioso, porm assim nao acontece porque
esses que a Agnia Branca acaba de receber sao
de urna nova e superior qualidade. A Agnia Bran-
ca a ra Duque de Caxias n. 52 receben rteos e
rendas de lahyrinibo, qne por sua amostra vieram-
per feita mente emitando a tecidos de grades ebrios
e feitos no paiz, mostrando at o alto relevo que
se conhece as ontras, isso alem da novidade e
bom gosto dos desenhos.
Tambera receben outros bcos e rendas estrellas-
proprias para ronpas de senhoraa e meninas.
Receben igualmente nm bello sortimento de
rendas e bicos de crochet de fina qualidade e agra-
daveis lavoures. Assim, pois, os pretendeates serao.
bem servidos tanto nos precos como as quali-
dades.
N.I6
U 1 PITADA.
Para S, Joao e & Pedro
Completo sortimento or precos mdicos.
l.enica vldraaa fraseis
Alauidares de todos os lmannos, bacas panfi-
las, papeiros, cacarolas, tigellas, baledeiras, on-
nnoea, &..__. .
Vldrado de pas.
Alguidares. de todos os tamanhos, panellas ti-
gellas, baledeiras e papeiros.
Lenea pollda e. por pollr
Doa principaes fabrioaoies.
Existe um completo sanirnento de jarras, re<-
friadores, moringues, garrafa*, bilhas, copos eom-
prato e sem elle, quartinhas, resfriadeiras, jarros.,
cacos para flores e tudo mais que se precisa de
objectos de barro.
S existe no pavimeoto terreo do sobrado n. 10.
dedons andares* ruado Raniet, armazem
ida t
urna so
frente.
porta, onde tem pintada tttni
de-
jarra o.
Omja em harrl, de su-
peHor-q'a-lidrtdr1
Vende-ae ero ea-a do S. V. Jolin va A G, rna
di SenuU-nova n. 41
s
/i
>


D ario de Pemanibuco


<
)
I
Sabbadoj 17
de Junho de 1871.
PARA FESTA DE S. JOAO
A FLOR DA MODA
13 A Ra da Imparatriz 13 A
Joaqnim Bezerra Pessoa # C.
E* para estas (stas, que os proprietarios deste estabelecimento,
numerosos fregaezes e ao sexo amavel; que, receberam ltimamente
esejar de melbor em fazendas de sedas, 13as,
venderem moito barato para assim contentar
seas
avisam
i o que se pode
r de melbor em fazendas de sedas, 13as, linho e algodSo, e que estSo resolvidos
a todos e apurar diobeiro, a saber:
Modernos vestidos de cambraias brancas
bordados, proprios para bailes, partidas e
soires.
Ditos com babadinhos e muito bonitos
proprios para o mesmo fim.
Ditos de organdys bra neos e finoe de mui
ta pbantasia.
Elegante sortimento de lias com listras
da seda, por barato preco.
Chitas Boas e percales de gostos e b&a
qnalidade.
Cretones com listas fazenda moderna a
muito barato.
Cambraias da cores miadinhas e gratulas
por 200, 240,. 280 e 320 rs. o covado,
muito barato H a vista da qoalidada.
Pecas da cambraias brancas Victoria com
10 jardas a 44, 64 a 70000, finas.
Ditas transparentes Gnas e entestadas por
todo o preco.
Madapoloes largos com 20 varas a 54, 64,
70,80 e 100000, finissimo.
Bramante da lioho com 10 palmos de
largara a 30 e 30500 a vara.
Dito da algodSo com a mesma largara a
10800 a 20000 a vara.
Ricos tapates aveliudados com enteres-
sanies dasanbos de todos es tamanhos para
diversos precos.
Pannos de crochet para cadeira a sophs
muito barato.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janellas.
Toalhas felpudas e alcoxoadas para rosto
e mos por commodo preco.
Camisiohas e corpinhos brancos e de co-
res para senboras.
Completo sortimento de chales de merino
lisos e estampados.
Guardanapos de linho com franjas pro-
prios para almoco e jantar.
Toalhas para mesa de jantar brancas e
cores a 50 e 60000.
Ricos casaqoinhos de grosdenaple enfei-
lados seda e vedrilho.
Baloes para meninas de todas os tama-
nhos a pre^o muito commodo.
Ditos para Sra. tanto de panno como de
cambraias com tiras e oatros maitos arti-
gas que deixamos de mencionar.
PARA OS CAVALHEIROS IGUAL VAN-
TAGEM f|
Colarinbos, punhos de linho, grvalas'
mantas, meias, lenco de linho Anos amba-
nhados, camisas de meia de todas as qua-
lidades e serolas de lioho e algodao.
Camisas ioglezas de lioho e algodSo, di-
tas fraocezas a 10500 cada urna.
Palitots de todos os modelos que se ozam
e de todas as qaalidades.
Calcas de casimira de cores modernas e
bem feitas e de outras qaalidades.
Coletos de gorgurSo, pannos, casemiras
pretas e de cores, de bros brancos; e oa-
tros artigos que por certo agradam aquem
procurar.
E um babilitadissimo artista em alfaiate
qne nSo se popa no esmero, promptidSo e.
per'ei'cio de sua arte; para tomar medidas
dos que quizerem mandar fazer roopas de
qnalquer especie, para o que tem um bonito
ee'egante "sortimento das fazendas proprias
para este fim e estacSo actual.
CONQUISTA
Ra do Cabug n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
ia.,. a Eslf novo ,e?tabeIeciment0 acaba de recebar um completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inteiramenta novos, a saber;
Poopelinas de seda, com lindos dese-
nbos.
ESTA
A
tM
M
M
|H|
Nobresa de seda de cores e preta.
Cortes de cambraia bordados.
Grande sortimento de lias e alpacas para
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para snbora.
Tapetes de todes os tamanhos.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a Ir ou mandar com qualquer ob
jecto em qualqner casa que para isso Ihes mandem Doicamento o nome da roa a numero
da morada.
Crochets para cadeiras a sof.
Colchas da 12a a seda para cama.
Casaqoinhos de gorgurao preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Chapelinas a chapeos para senboras, o
qoa ba da melhor.
Lencos de linho, camisas lisas e borda-
das para homem.
Bramante de Hnho e atoalbado.
Baloes com as desejadas anquinhas.
VENDEHDO O BESTO ECHIN
HA RA DA IMPERATR1Z 1 72
A SABER
LASINHA A 160 RS. O COVADO
Vt nde-se liasinbas para vestidos de sen-
boras a menina, r,e!o barato preco de 160,
200 e 400 rs. e corado.
CHITAS LARGAS A *00 RS. O COVADO
Vende-se chitas france'aspara vestido de
casa, 200, 240, 280, 3*0 e 360 rs. o a-
vado.
das 30800, 50, 60 a 70.
COHTES 1>E CA^EMiRA PRETA A 34500
Vende-se cortes de casemira preta para
calca 305 0. 40 e 30 para lrquidar-se.
CURIES DE CAMoRAIA A 20500
Vende se cortes de cambraia d cores
20500 para liquidar-se
Verde-se 2
Ra da Imperatriz n. 13 foja da Flor da Moda.
u
V
CYSNE
RA DA IMPERATRIZ \ 64
DE
FIGUEIBEDO ft LOPES.
GRANDfl ARMAZEM
iflSA, POBCAM, TIBIOS
CHRYSTAES
DE
PEREIRA, I RMft DS
Ra Primeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seos numerosos amigos
participara Manoel Joaqnim Pereira e Manoel Jos da Costa Paraira, qae acabam de
rondar um rico a sumptuoso armazem de louca, porcelana, vidros e chystaes i roa
Primeiro de Marco, outr'ora iaa do Crespo n. 15, seb a razio social Pereira &
IrmSos.
A longa pratica a conhecimentos de qae dispoem os annunciantes nesta ramo
de commercio, a qae, ha muitos annos, se dedicam, os tem habilitado a satisfazer as
necessidades da populacho desta provincia a soas limitrophes, offeracendo aos consu-
midores maiores vantagens do qae qualquer outro estabelecimento desto genero.
O respeitavel publico, dignndose da visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe os annunciantes vem de dizer.
y. ^* proprietarios desto novo estabelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acolnimeoto favoravel qae tem recebido de seas freguezes ; sinceramente Ihe
agradecemos to.espontanea como grata coadjuvacao. Cerlos est moa qae devenios
continuar a receber este favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido
que vendar barato e haver sinceridade nos traios.
r. Conv,damo18 POftonio as Exrnas. familias e aos mscales a virem ao nosso estaoe-
lecrmenio ou mandar buscar as amostras das fazendas que recebemos ltimamente,
s da mais aparado gosto e do melhor que vem ao nosso mercado.
e vanea.
Grosdnaples
Temos o melhor sortimento deste arti-
go e vendamos por menos que outra qual-
quer casa.
Ditos de cores.
O Cysne tem o mais lindo sortimento e
de wperior qoalidade que vendemos por
20500 e 20800 rs.
SETINS DE CORES.
Temos de todas as qualidades e precos
mais baratos que outro qualquer.
E' PECHINCHA
Alpaca lavrada com cordio a 560 rs. o
oovado, dita com flores e listras a 640, 700,
900, 10000 e 10200 rs., estas ultimas sao
15o finas qoe oinguem dir que lia, sao
muito largas.
Las Saboya
Recebemos urnas lias com seda, fazenda
inteiramente aova no mercado, tem um bri-
lho qae as torna recommendavel.
Pechincha
PoH-de-Cbevre fino e com muito brilb
a 560 rs. para acabar.
Cortes a M'nerva
E' urna fazenda de lia com listras de seda
de cor que faz urna vista extraordinaria com
19 e 20 cavados por 220000.
Cortinados
Temos completo sortimento e vendemos
por menos que outro qualquer.
Cambraia para cortinados de suerior
quafidade com 20 varas a 110000 a'peca.
CHITAS
O Cysne tem o melbor sortimento de
chitas finas desde 280 at 440 rs., pode-
mos afiancar terera core* fixas.
MADAPOLES
Temos madapoloes desde 40000 at
16006 porm esta qoalidade tem 40 jar-
das ou 32 vaias o maito largo e encorna-
do. Dito francez com 24 lardas a 80 e
uieoe.
Cambraias Victorias finas desde 40503
at 80000 rs.
rHUOS americanos para ladeira
Camas de ferro
t/arrinnos de ^q para ^^^ e p,ra uam.
JjalaJitaS de pegar decimaes a outras.
isnxolre Miitre> e 0i,eo de 1nbaca.
OgAJGS americanos para lenha e koke
I UrjUaS e ferro para pies deassucar.
Tachos


Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qualquer parte.
CRETONES.
Recebemos cretones de cores escuras e
claras proprias para vestidos de senboras
que vendemos por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem lencos de esgoio de 50
at 90000, ditos de cambraia de linho em
canas de duzia a 70000, ditos brancos,
de cassa moito finos a 20500 rs., ditos de
cores fixas proprios para rap a 40000
duzia.
Tapetes para guamicio de salas, de todos
os tamanhos e por menos preco do que em
outra qualquer casa.
Bretanhas de superior qualidade a 10,
10200 e 10400 rs. a vara.
FLANELLAS.
Temos de todas as qualidades, tanto de
i cores corro brancas e por menos do que
' em outra qualquer parte.
Casemiras de cor, sendo : verde, a
relia, e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 20500, 40, 50500 e 60500 rs.
ditos cbinezes a 140000, estes ltimos tem
seda e sao muito lindos e proprios para
urna senhora honesta.
Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
cos, dito preto liso e com salpicos.
Colxas brancas de fuslao a 20700 rs.,
ditas da cores a 208OO e 65000 rs., ditas
muito grandes com bonitos desenhos a
120000.
Atoalbado.
Temos atoalhados de linho muito largo,
dito de algodSo adamascado.
Bramante de linho com 10 palmos de
largura, dito de algodio a 10800 rs. o
metro.
Brins pardos e de cores para todos o
preco, dito lona branco proprio para
roopa de hornero fazenda de superior qua-
IHade.
Ditas transpare.tes fin>s de 30500 al
140000, porm stas s3o laTgas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas Para 'lo.
com flores bordadas moito lindas a 70000. O Cysne iem chitas pretas de superior
ORGANDYS BRANCO qualidade, cassas prelas e com salpicos,
Temos organdys branco fino de 60 e 80, a,PaC3S Para todos os precos, caniio supe-
dito de cor a 70000 a peca. ror merino vero e princezas ; lado se
r.uikm- a* i veD(k Por Daral preco.
Tart. J \ r A1oa3 eDfes,* m 9 palmos de lar-
oOO rs. o metro ditas miadinhas a SOrs. misteres, qoe vendimos pelo barato preco
io finas e coresfixis. de 900 r. a vara,
Moas para faumens, ditis pa a senborae, Completo sortimento de casemiras de
ditas para meo.nos e meninas, de todos os corar, ditas pretas para todos os precos,
presos s qualidades. pannos finos para todos os precos. Tam-
Espariifhai bem temos um bom alfaiate e nos encar-
amos espartilbos de diversos l?manbos regamos de mandar fazer qualquer peca de
obra que ficar ae gosto do fregatz.
ATTENCO
O Cazar da Victoria iem para vender o M-
guiote :
Ricos vestidos de cambraia, braueos bordados o
que ba de melhor.
Saiie de cartbraia brancas bordadas moito bo-
citas.
Camisas de morim, cambraias e esgalo de linhc
bordada?, para Feo horas.
fioarDic bordada para senhora?.
Lo va de pellica branca e de cores.
Uau! de velludo ede seda para senhora t
me_oinr9
JiLaCIlinaS de descarocar algodlo
Machinas decortarfoino.
Machinas
de ferro galvanisado para assucar
diffAren-
umaahos.]
Cofres de ferro';
'tes
[Estes artigos acham-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkes & C,
ra oa Cruz m. 4.
de arrolhar gaeraas.
VapOreS 6 tres cavallos.
Ferragem geral.
Os proprietarios deste estabelecimentonico oeste" generoconvidara, ao res-
peitavel publico para concorrer ao mesmo e analysar os variados artigos que existem,
certos de qae encontrarlo, como sempre, franqueza e sinceridade.
AOS APRECIADORES!
genebra de Hollanda,
Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de diferentes 'qualidades.
Vinhos do Porto, Cbery, Bordeaux e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Cbartereose, Aya-Pana, Crme,
Cacao Cbeuva.
Crme de Moka,
etc. etc. etc.
Bol.inbos para eh.
Ditos ingleses.
Doce de fructa secca.
Dito crystausado e era calda.
Gb superior bysson.
Dito dito preto.
Cbocalate de superior qualidade.
Para Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro
Amendoas confeiudas, papis para sortes de differentos qualidades.
AOS EXPERIENTES!
O verdadeiro vinho da Bairrada, chegado ltimamente pela barca Graiide.
A' RllA DO IMPERADOR N. 2fi
Recebe se toda e qualquer encommenda, tanto da praca como do mato, todo
com promptidio e asseio : a tratar na ra do Imperador n. 26.
POCAS C.
tem a honra de chamar a atiengSo
aeham expostos em seo armazem.
dos entendidos, para os seguintes artigos, que se
COLLARES.
a precos.
II
'i
Paira c Srs, ale eogenlu rr,
Chta, faieoda bm eoobeeida pela ;oa fortido,
man larga qne chita, para ronpa de e>cravo
900 n. o covado', na roa do Crepo n. 80. loU do
GaiiiMrme. J
Vinho especial j conhecido, para o qoal chama attencao particular dos amado-
res deste especial liquido, proprio para todas as estacoes, visto a simplicidade de sua
composic5o.
BAIRRADA
Esta qualidade especial de vinho; tio apreciado pelos entendores,
achase igualmente exposto apreciado publica, e particularmente dos
boa pinga.
a com jusiiea,
amantes desta
FIGUEIRA
Cemento Portland
'o barrica de, 13 arroba a preco mais enm-
moto do qae em oatra qoalqacr parre, vende-ge
Ao arma^D de Tasd irraao t f*
E para este excellente vinbo com especialidade qoe chamamos a attencSo dos
conbecedores da materia, visto as diversas marcas que tamos, sendo das melhores que
vem ao mercado: aqni s com avista.
BASS :
em barril, 6endo especHlidade nene artigo, visto ser vindo directamenie, por urna en-
commenda de nm nosso collega.
.auEuos
do scrISo sopenorps, melhor do qoe isto impossivel, e i vina se concordar nos
pircos.
Kua Eslreia do Rosario n, 9, junto igreja.
ue-fe a recitroe 1 .andie'ro cari
CASSASFRANCEZAS A 240RS O COVADO g9Z> na ra da Imteratm n. 7
Vend-se rassas francezas para vebiidos /ida mt\ti r TnTTTT* k PHf\
240, 80, 400 e 440 rs o covado. UAWUj bL\lVWA\iAV
O COV
ALPACAS DE CORES A 800 RS. O COVADO
Vende-ge alpacas de cores pira vestido
de senboras 500 e 640 rs, o covado.
BMLHANTINA BB.AN 3A A 500 RS. O COVADO
Vende-sa brilbantina branca 500 rs. o
covado.
FSTO DE CORES A 360 RS. O COVADO
Vende s fmtao de cores para vestidos
360 rs. o covado. ,
ALPACAS PRETAS A 500 RS.
VeDde-se.i Ipacas prelas 500,640 e 800
rs, ditas da listas assetioadas boa, para
acabar.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO
Vende-sa algodlo de lista para re upa
de escravo, i 160 rs. o covado.
BRIM LONA A 500 RS O METRO
Vende-sa brim lona pardo para calcas de
quem trabalfaa por ser moito forte, 500
rs. o matro ou 360 rs. o covado.
CHALES DE CASSA A 500 RS.
Vende-se chales de cassa branca 500 rs.
cada cm.
COBERTORES DE AL iODO A 104CO
Vende-sa cobertores de algodu 1(91400
para acabar.
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 2
Vende-se chales de merino estampados
i 23000 a 23500 para liquidar-se.
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
homem 800 rs., para liquidar-se.
LENCOS BRANCOS A S#OCO
Vende-se lencos brancos 2OOO duzia,
par acabar.
BRAMANTE DE LINHO A 2,5800 O METRO
Vende-se bramante de linho com 10 pal-
mos de largura proprio para lenc/es
25800 o metro.
CORERTAS DE CHITAS A 2*500
Vende-sa cobertas de chitas 20500 cada
t>ma.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-se tm resto de c lannbos de papel
200 rs. duzia.
MADAPOLO A 34260 A PECA
Vende-se pecas de madapolo enf stado
a 34200, ditas ioglezas com 24 jardas 54,
54500. 64. 64500, 74, 84, 94 e 104-
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A 5*
. Vende-sa cortes de cacemiras de cores
5400D.
ALGODO DE 20 JARDAS A 3800
Vende-se pecas de algoo2o ctm 20 jar-
DE ROPA FEITA
Vende-so palitots de panno preto rceos,
a fi, 84 e 104, di lo- de casemira de cores
54 e 64. ditoide alpaca preta 34 e 44,
ditos de brim de cores <45 (, 24 e
245 DO, ditos de u.tia casemira i 24 e 34,
clii s fraques de casemiras de a res i 84 e
11 i<, coiletes. de brim de cores I 14 e
1(5500, ditos de casemira decrese 24000
25.0 e 3(5500, ditos pre os de canno, e
de easemira preta, 345G0 e 44, ditos de
merino para loto e bombazina, a 34 a 44,
calcas de catemira de coree, 44 84.
C4500 e 84, ditas de ditas pnta, para 64,
64500, 84 e 84500, ditas de brim ordLa-
rio, i 14, 14600, 24 e 2450O,^para acabar,
ditas para Into de alpaca de cordo, e prin-
cesa 34 e 34500, ditas azues para escra-
vos 5C0 rs ditas de algodao de lista
800 rs, camisas de riscado para servico do
campo 800 rs. e 14010, para liquidar-s?,
oatras muitas roupas feitas que te vendo
eem n serva deprec', entre essas roupas fei-
la?, tem algunas defe.trs, o que se
vende mais barato do que ett annnciado.
GOLLINHAS PARA ACABAR
Vende-ie golliobas par senboros e me-
ninas 100 e 2(0 rs.
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDARSE
ABOORS.
P ra |iqu:dar-se caode-se golinbas de
tratpasso, muito boni as iiOOrs. cada urna.
NOVIDADE
Roga-se a todos oj devedi res da upssa
fall 'a de Guim"i3js A Silva, fienominsdo
Jardim dsa Dam s, o favor de vir faldar
suaa contas ou debites mais breve possivel,
o que assim nao fl7erser seu nome declarado
por extenSo nesle Diario, derij^m-se
res da Imperatriz n. 72.'
COMVM LER
Precisa-se fallar cm os seguintes Srs a:
negocio que Ihe diz respeito a reus icteres-
ses, na ruada Imreratrizn. 72.
Augusto Ferrlra Mariins Ribeiro.
Bahazar Marques de ulive ira.
Jos Tbomaz do Nascimento
Manoe! da Costa Travjssos
Sebastiao Antonio de Albuquerque.
Adelino da Silva Pinto.
Joo Isidoro da Cosa Jambozeiro Jooior.
Igna *o Francisco Gomes.
Jjs Roberto do Nascimento.
Feliciano da Cunha C. de Albuquerqoe.
FAZENDAS BARATAS
, NA
LOJA DO PAPAGAIO
A' na da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
MENDES ft CARV4LH0
Os oovos proprietarios deste bem conhecido estabelecimento, avisam aos seus
numerosos fregoezes e com especialidade s excellentissimas familias, que acabam de
receber um novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed;, la,
linho e algodao, qoe venderlo mais barato que qualquer outro estabelecimento ; assim
como veoderao as J existentes pelo maior preca que encontraren), para nao accnmula-
rem as antigs com as modernas. Portanlo, previnem s excellentissimas familias amiga*
da economa domestica que aproveitem a occasio de, com pequeo dispendio, pode-
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisem.
Declaramos es precos de algumas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapoloes de 4, 5, 6, 7 e al 104000 a peca.
Algodaozinho de 24500 a 84000 a pega.
Cbita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a 14600.
L9azinhas de diferentes qualidades de 320 a 500 rs. o covado.
Cortes de percalas com 14 covados a 54000.
Ditos de cassas, padrees miudinhos, a 24500.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor fxa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 545C0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 64000.
Baloes de 15a de cfts modernas a 44000.
Lencos cbinezes brancos e de cores a 34 a duzia.
Ditos brancos de cassa a 24 a duzia.
Chales de merino lisos e estampados de 245C0 a 54000,
Colchas de fusto, grandes, brancas, a 24800 e 44000.
Bramante de linho de 24500 a 24000 o metro.
AlgodSo enfestado liso e trancado de 14 a 144CO,
Colchas de fusto de cor de 24500 at C4C0O.
Brins de lioho de cor de 500 at 800 rs.
Cassas de coros de padres midos e grados.
Batas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas d cores a 640 rs o covado.


Para luto
Princelas pretas a 640, 800 e 14000.
LJazinhas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pri las a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 510, 000 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, Usa e trancada, a 14200 e 148(0 o covado.
MerL.s tracados e de cor.iu para differentes precos.
Ootras muitas fazendas, como sejam : atoalhados de linho e algodio, goardana-
pos pardos e brancos, algodao enfestado li o e trancado, bramantes de linho e algodao
Pl/Y5a COrl'Da bordados Para Jan*Has, flanellas e damascos da trias as cores.
Officina de alfaiate na loja do Papagaio
Alm de baver um grande sortimento de roopa feita de todas as qualidades, tanto
de brins como de casemiras, calcas, coetes e palitots, ba um bonito sortimento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a eslacio, "e. cortes de gorgorSo rara
collefes. r
Panos finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linho de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditcs de cores de todas as qualidades.
Serodlas francezas de linho e algodSo.
Camisas fraocezas e inglezas, bordadas, com pregas, com coilarioho e sem elle
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flanell, brancas e de cores, para osar por bdixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at 184000.
Collarinhos e punhos de linho.
Grande sortimento flo gravatas, mant de seda pretas
sortimento de popelinas de cores, dos pdio:s mais moder#
Forceceowe, anqstras oq mandam se ktir peles
cado.
cores, e um e.^pe^sal
:e tem vindo ao mer-
i
/


Di ao
PeThftTUDUCO
Safolaulo
Se Junho le l*W.
4>.
?
LIQU1DACAGF
mm
iro
p.
Imneos
^^^VpOne a.
Tle*a3 traeademfas de
scie&cia, MNHMTsDperior a toda qae tem ap-
aceoido at hoje. D?po*ilo principal ra da
vadeia do Recite o. SI, <* andar, era todas as bo
ticas e casa de cab-.lleireiro.
n*
LOJft E ARIMZEI
r
DO
-
i
3

Siempre a \ova i:*|>erauca! f
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem contucida pela sua elegancia e
superiorldade do seas objectos, acaba" de receber
miritos arligos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a vizita-la, adro de compraren! aqail
lo qae preifarem para prepares de vestidos toi-
lete on tocadores, e mesmo qn.il.nier objecto para
fazer algum prezente...(iioN que si na Nova Espe
ranga Qcarao saeitos, j pela qoalidade e pre-
gos nioaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-te om nio se Impacientar em Sara es-
colner os objeotos, presiaodo-se com o agrado
cm que costu a receber a todos, alim de que
saibara com o iarme proposito de voltarem ou
mandarem a mesma loja, logo que preeisem de
qnalquer artigo porpfqneno qneseja.
LUYAS DE PELLICA.
Recebeu as de Lisboa a Nova Esperan? para
bomens, seniora e meninos, sendo brancas e de
u
NOVTDADE.
Bico de quipure preto com branco, a Nova Es-
perauga s quera tem I I t
Caixas para joias.
Nova Esperanza recebou boas calxas de san-
alo para guardar joias.
Filas largas para cintos.
Receben as de muilas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
giera.
Para refrescar a peHe e aformozia-la.
A Nova Esperanza rna Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As molhores, e do mais conjiecido fabricante,
anto trance* como ioglez, estao expostas venda
a ra Duque do Caxias n. 63, na Nova E.-pe-
anca.
Extractos, banha, oleo, saboneta?, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavando, etc., etc.,
:udo de superior qualid?de : vende-se na Nova
Esperanga ra Duque de Caxias n. 63.
I J
i
A Nova Eperanga, a roa Duque de Caxias n-
63, receben ara lindo sormento de 153 para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a Ma antes que se acabe I
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA a C.
Os proprieiarios destd grande eilabeleGiocento tendo em ser urna avultada prelo de
fazenda, e tendo continuado a receber por todos os vapores e navios inmensa por-cjto
das nusmas, tero revivirlo f^zer ama GRANDE LIQUIDA?AO, aflmde densioeir o gran-
de deposito e ap rar DINHEIRO. De todas as fazeadas que se venda baratisaimo ae dao
as amostras, ficande penbor ou te raandam levar em casa dasExmas. familias, assana como
atf pe-soas que tegieam em menor escala, n'eite esta:e!ecmeatose poderlo sor .ir eoa
pequeas porcOes pelos mesmes preces qae compran as casis exportadoras.
ALFArAW
,-ty"
A AGBIA BRANCA
HA DUQUE DE OTASE SO-
(Outr'ora Qneimado n. 8.)


Agora sim
CEMENTO.
O verdadeiro portlaod. S se veade na
raa da Madre de Deas n. 22, armazem de
Je3) Martina de Barros.
A!
Vende-so sacona com farinha de mandioca, me-
dio lo 18 cuias, pelo baratsimo prego de 55 cada
saeeo : na ra a>> Marque/, de OlinJa n. .40, es-
eriptorio.
Libras sterlhas.
Vende-se no rmaztm Ce fazendas de Augusto
F .1 (il'nrira A (',., ra 'o Commercio n. M.
Aos sarikores foguo-
teiros.
NA ROA IAHGA DO ItOSARIO N. 3i
Vende-se
Excellenie I icaiha de ferro.
Dita dita de ac.
Salitre retinado.
Enxttre em canudo.
E em geral todo* o? preparados para es fogos
Je San'.o Antonio, S. J" e S. I'edro.
feta ?. \e.ida era seus armasen?, alm de*outros
tftigoa de seo neglo regalar, os seguintes, que
muden) por precos mais mdicos que em ou
tfa q ja-louer parte :
POHTS de pinho aunofadadas. '
PORTEIRAS de ferr para cercas.
SALITRE mglez.
2STE1RAS da ludia para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
0B8S0 superior em porgdes e a contento.
CEMEiNTO de todas as qualidades.
ACHINAS de descarugar algodao.
LONAS e brinz5es da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
KOGES americanos rauito bous e econmicos.
VIN'.O da Bordea ax.
COGNAC superior de Gantier Freres.
FARELLO em sacco3 grandes a 35O0.
AGUA tL.riJa legitima.__________________
Doces, f netos flores
FU DA CRIZ N 13.
Lanches todos as d as, diderentes e prezuntos
em fiambre as libr>.
Vende re una cariec em meio uso e um
boi do BervlQo da mesma, ujvo e muito manso : a
tratar na ra do Brum, no Recife, n. 65. taberna.
HU
f
PARA
H-iito Ant(io, S. Joao e 8.
Pedro,
Souzaa & Guimaraes, pr priclarios da antiga
Lja ce frrrams rna do Baro da Vicirria n. 39,
aniiga ra Nova, veem avhar ao respeitavel pu-
blico e con esjecialidade a seus antigos fregue-
zes, que j rcrb'ram ai amostras de nm com-
puto e miadiuhBO sortimetto de fogos artiflciaes
para festejo dos gloriosos Sasto Antonio, S. Jo5o
e S. Pedro, garantindo-se a boa qoalidade por
serem das melhores fabricas desta cidade, b(>m
cerno um liado e tambem variadissimo sortiaento
de foguinhs para criancj?, o) quaes sao proprios
para lalin por se t.rnarcm icnefensivo?, por isso
veem convidar a quo venham dar suas encomen-
das, cornn.Ni tiendii n 'S a satisfazer com promp-
Udio o zaJo, ja pela boa quilidade e j pelo esme
ro com qde se acondiciom qnalqaer encomenda,
ludo por precci.' coram. do, a contento dos fregu-
res ; en) .relaeao a ,s divertiuieoios, cham-se
tambera a vcnd.t, livros de cortes, earl5os de sor-
tes com pTgi.nias e resposta-, papel com versos
pira sort'?, e as peucj eoobeeidas tarjeetss mgi-
cas : iiui'i na ra do Baro Ja Vid. ria n. 39, an-
tiga rna Nova. _, ,,,,'. '
Vi'tide-se a annago di ca.-a da ra Direila
o. 38, pnpria para taberna ou me.-mo outro qual-
quer negocio : quera pretender diriji-se mesma.
AOS 8 S. IQOr?.
O Bazar Victoria, na ra do Baro da Victoria
(amiga na Nova) n. receben um rico sorlimen-
to je fi'-i bordadas para diff'rentfs graos epara a
fests ,
PARA LUCTO
O Pa'3o tem om grande sortimeoto de
azeodas pretas para ceto, como seja: 13a-
siobas finas para vestidos i 400 e i'iO rs.,
merino moito leve para vestidos e roopas
para b-mens 20 e 2J2O0, alpacas cem
lavares brancos, cassas pretas lisas e om
brancos, bombazioss pretas, cantos, e ou-
tras militas fazendas lodos proprias para
lulo, qne se vende mais barato qae em
oatra qaalqner parle.
CHITAS DE CORES
O PavSs lem recebiJo grandes sorliiDen-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambem grande sorliment) d is
mais delicadas perealles mindinbas proprias
para vestidos e roopras de criangas, e ven-
de-je por menos do que em oatra qnalqaer
parte, oa raa da Imperatriz n, 60.
LENgOS BRACOS A DU2IA 3|fi00
OPa\3ovende floi simos lencos brancos
j* embanhados, em duzia pelo barato preco
de 3<5 "OO, e ontras maitas qualidades, tanto
de csguio como de cambra i a de lindo, e
cbinezes.
Toilhas de Porto a i0/1000 a d>ia
0 Pavo vende so eriores toalbas para
rosto, sendo de linbo do Porto 405000,
ditas de Troco fazenda muit > boa 42^0^0
n duzia, ditas coalthoadas a 7S00 duzia
ao 640 rs. cada toaiha.
COLCHAS A 350(0
O Pavo vende colchas brancas de f jsto
sendo bastante grandes pelo barato prego
de 3?000, ditas de cores muito fioas ...
70000, ditas muito graudes brancas de fas-
to e mu'ti encorpadas 60000, ditas de
croxet, proprias paracamade noiva 15,5.
ORGA\DYS BRANCO
O Pav3o receben os mais finse delicados
organdys brancos (ara ve;tido, sendo todos
com lavo re i miudinbo?, o vende se pelo
barato preco de 800 e 1000) rs. -a !varaj
fazenda que vate moito mais "dinheiro.
GUARDA BANHA
O PavSo vendeomagrandeporc3o.de
pannos de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de goarnigSo,
ditas para encost de sof, ditas paracobtir
pianos, assim como ditos redondos para co
hrir dilleienlfis mojis ou nutras qaaa^Ar
objecios, e pode-se vender por meoesdo
que em potra qnalqaer parte, altendendo
grande compra qae se fez. ^
CHALES DE MERINO' A 20500
O Pavo vende chales de merino moito
grandes e encorpados 2*500,. ditos
imiuco de cbinezet 20500, ditas pretos
de renda com 4 pomas 20000.
CHALES PKET03 BORDADOS
O Pavo vende os maiores e melhores
chales de me n pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do qae em outra qoalqnerrarte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
me'hores camisas ioglezas e francezas com
peitos da linbo para todos os precos e qna-
liades, assim como ditas de ditos de
algod3o rara todos os precos e tamanbos,
tendo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimente tamben "se vende csroulas
de linbo e algodio, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para homens e menino?, qae ludo se veide
por preco moito rimitado.
CORTINA DOS BORDADOS
O Pav3o lem c nsiantemecte um glande
sortHEetto dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jai ella?, qae vende-so de
80000 al ao icais rko qne 'ostuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascada?, tsn'.o tapadas como transpa-
retes, proprias para o mesmo n, colchas
da crochtt, damasco paraejojas de noivas,
e cortinas, e vende-;e no Bszar o Pav5o.
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem um gande soitirrento das
ma't3 bonitas lasinbas para vasti ios, itendo
de todos os precos cores e qualidades.
orincip;ando di 200 rs. rara cima; porm
tSo grande a qnantidade qne seria enfa-
donha especificar qoalidade por qualidaie,
s a vista do freguez e das amostras se loe
vender3o por precos 13o cmodos que
ncngneD deixor oe fjzer um vestido de
la por tao ponco dinheiro.
ALPACAS DE CORDAO A 640 R8,
O Pd,v3o vende as ma'u lindas alpacas de
rordro para vestidos e roupas de ctiaofas
pelo barato freg de 640 rs. o covado,
di que se encarrega de execntar qaalqner en-
commenda da toa arte vojitade do fre-
guez, e proorietario d'oslfi fraode esta-
belecimento e promeHe servir bem a todos
os freg8eze. qn Ibe boorarom asm casa.
ALGODOSINHO A 35500 A PE0A
O Patio vende pegas d'algodapsinbo de
muito boa qaalidade, tend20 jardaa cada
peca, pelo barato preco de 3#5G0, dito mui-
lo largo e aocarpado 60000, dito o me-
Hiortjue tem vl^do ao mercado, mufto en
corpado e largo para lenc-es, pelo barato
preco de 60500, rande pecbincba.
MADAPOLO A '^lOOO E 40500
O PavSo vende p?cas de madapo i com
24 jardas, sendo zeada. moito supetior
pelo barato preca de 40500, das com as
rnesnas jardas a 40000, ditas fioissimas a
50500, 60000,70500 e 80000, pecbincba.
MADAPOLO FRANCEZ A 100
O Pavo vende recas de fioissimomada-
polio verdadeira meato francez, temi 22
metros oo 20 varas, pelo baralissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda qae sem-
pre ae venden 140000, a liqui ta-se por
este barato preco por estar alg .ma cousa
encbovalbada na pona de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 10 10280
O Pavao vende verdadeiro algodiosinho
americano, tenlo 7 palmos de largura e
muito encorpado, proprio para lencoes
70000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado a mnilo encorpado i 10280.
BRAMANTES PARA LENCOES A 24O0 2580035
O Pa van vende o verdadeiro bramante de
linbo tendo 10 palmos de largara, qne ape.
as precisa para um lenjol orna vara erma
qaarta, pelo barato preco de 20400 vara.
dito melhor de 208.0 e 30000, tendo ate
do melhor qne vem ao mercado i 30500
e 40000, assim como crotones fortes para
lencoas, sendo urna encorpada fazenda fran-
cez a com 10 palmos de largura 200 rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largara 10800. .
SAI.AS BORDADAS A 40500 E 60006
O P.vo vende graade pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada ama
4pannos,.a vende pelo bara/o preco de...
40500 e 60000, sendo fazenda .qae smpre,
vendea-se por :89 e 10f 80.
Fazendas para saias a 10200, 10280 e 1050o
O Pa 73o vende superior fazenda bordada
acom pregas proprias para saias, 10200,
10280e 103(0a vara, sendo.preciso para
ama saia aperas 3 varas oa 3 1|2.
A ns 3000 corles de cimbris a .20590
O P..vj vende orna grande porra i de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de core?, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nio estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 20500, cada corte,
fazenda qae vale muito mais.
AosOflO cortes de cambraias bordaiis a 50OOC
O Pavo vende unta g-ande quanlidade
de cortes da cambraias brancas bordadas
para vestidos,-sendo com os detentaos mais
lindos e mais vistosos que tes vindo ao
mercado, tanto em Ustras corridas como ada-
gonaes, e com mua fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratsimo preco de
50000, sendo fazeada de mtfto maior va-
lor, grande pecbincba.
CAMBRAIAS
O Pavo vende grande quanlidade de pe-
as de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, toado de 30 a peca at mais
tana qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
0 Pavo vende chitas largas com bonitos
desenos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande peehincaa.
LAASINHAA 160 RS. O COYADa
O Pav3o vende bonitas !3asinbss transpa
rentes pelo barato preco do IbO rs o cova-
do, pa hincha na raa da Imperatriz n. 00
CORTES DE CASSA A 20500
O Pav3 vende bonitos brtes de cassa
franceza viudo cada m em seu papel, pelo
barato preco de 20500 a corte, ditos muito
lidas 30COO, pecbiacha.
CASSAS FRANCEZ AS A 20 RS. O COVADO
O PavSo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas finissimas com os desenhss
raois modernos qae'tem vmdo ao mercado,
polo barato pre?o de 600 rs.
CRETONES
O Pa*15o vend flnissimos cretonas esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
covalo, ditos de fl roes, proprios para co-
MACHINAS PAR
COSTURA
Cbegaraaa ao Bazar Universal da raa Nova
n. tt, um sortimento de machinas para cos-
tura, das melhores qualidades quo existe na
America, das quaes mokas j sao bem co-
jahecidas pelos seas autores, como sejam :
""Woller 4 Wtlson, Grovor Bokor .Silen-
ciosas, Weed o Iaaperiaes o outras militas
que coma vista deverSo agradar aos com
prado tu.
Estas machinasteem a vantagem de fazer
o trabalbo que 30 eos tu reiras podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeiejo
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a snaboa qualidadee ensioa se a tra-
balbar com perfeico em menos de urna
hora e s presos s3o to resumidos que de-
vem agradar aos pretondentes. <
Para bolos i^or de mandloeni.
Chamada vulg>rraente raa.-ja de mandioca mole;
vende-c em pa cotos de 1,2, i e t kilos : na ra
Nova, loj n. 3, rn\ da r.adein n. 9. loja.
I'ARA^ PADABIA
Vende-se retn8 : "m roa do Domingos Jos
Mait. a. Si, (Scozila-Vellt.'.).
imitacSo de agra.ianas 8t'0 r?. o covado, I Derta>sendo fazenda maia encorpada pelo
barato preco de 8C0 rs. o covado.
{Basquinas ou casaqu-ntaos a !O0 e 25 ?
O PavAo vende basquinas ou casaquinbos
de seda pr( tos ricamente enfeitades, pelo
baralissimo prec > do 200 e 250070, sendo
muito moderaos, assim cono ditos de cro-
chet e reodas pretas qne se vendem muito
em coma, ca raa da Imperatriz n. (jO-
Chitas entraadas para roberas a 360 rs. e carada
O PavSo ven le chitas entraadas eom
delicados desenhos para cobertas cu corti-
nas de cores fixas; sendo fazenda muito ecr
corpada pe'o barato prfeode 360 o cooalOi
E5PARTILHOS A 40500
O Pava? vende os mais modernos-e me-
lhorea cipartilho, ten-o de todos 03 ta-
maohos, pelo barato prec.a de 40500
CASEMIRAS
O Pav3o veade um elegante sortimento
de delicadas casemiras inglezs, sendo .to-
das de 13ae uuito levesinhas, tinto pro-
prias para horneas como para criancas, e
ditas mais eocorpada*. ten lo de ama e da
duas larguras, qaese vende ornis barat
possivel, amada Imperatm n., 1
brn'tos glaci com delicadas cores e lus
trosas como se la 10COO o covado, e ou-
iras muilas fazendas de go:to e lazo para
vestido, na ra da Inpera'.riz n. 6o.
POUPELINAS
O PavSo recebeu as mais delicadas e-roe-
dores poapelin'.s de seda para vestidos,
com os mais molernos lovores, e outaa3 li-
zas Cim as cores mais novas que tem v!n^o,
e vende-83 20000 cada covado, assim
cotxo i;el cadas sedas de listinhas, tanto
para vest los de tenhr ra; como de meninas,
q vende-se 20 00 cada covado.
SETINS DE COR
O P..vo tem ccnsiabtemenie um bonilo
sormento di eoliose grosdenaples de to-
das as cores, que veede-se em conta.
ROUPAS PARA HOMENS
0 Pas3o tem c'nstaneatent um grande
sertimento de roepa, tanto de panno como
de biis br neo e decores, da case*
mira f, prr todos os precos e qaalidades,
o tambem se manda fazer qnalquer peca de
obra cam tjdo aceio e protnptid3o, para o
que.se_tem nm perito
LENQOS BRANCOS PARA ALGIBEIRA
A Agoia Branca na roa Daqoe de Ca-
xias a. 50, est vendendo baratamente len-
cos brancos e de tamanho regular para al-
gibeira. Os differentes precos do 20,
20400, 20800, 30200 o 40000 a duzia,
.-ao os que de mais barato se pode encon-
trar em t3o boa fazenda. Tambem ba ou-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais Gna a 40 a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyriutho com bonitos desenhos, e per-
feita imitacao do tecido no paiz.
BONITOS EM REME IOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas do 12 tiras, e proprios para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 13 de cores para crianzas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeitea de bandejas, ba-
ldes, eto., etc.
TORQAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas ou stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 21 vistas, bellas e agra-
daveis, dao nm perfeito intreteniraento para reu-
nidas de familias.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos aderecos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pingentes.
Correntes pretas de borracha.
Comas grossas, redondas e lapidadas para
pescoco.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Polseiras pretas.
nico legamente aotorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.J
34Ra larga do Rosario34.
FIO
-Pawi aneos e fognetelros.
PARA ASSUCAB
CERVEJA DE MABCA
rM
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona parn velas
Oambraia Victoria
As verdadeiras trazem os numeros estampados
as pe^as e nao as etiquetas.
Vendem se
Em easa de
t T. JEFFERIES & C.
46 Jiua do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada pe? a nm la 15 he-
le eom o uomc
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
VIKHO DO PORTO FINO EM CAIXAS
Balinetes
muito bons para hiates e barcacas
Bancas de louza
para lavagera de louca em cozinhas : vende-se
por mdicos pre$03: na ra do Brum n. 92.
Gr.mde
LIQUIDACA.
N ra do crespo n. 20.
Loja de GnUherme.
Laas de eores iniuda3 a 80 rs covado.
Bramante de linno com 10 palmos de largura a
2500 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 500 2i0 o co-
vado,
Bitas rispados prossianos 280 o corado.
Ditas chineras para cberta a "2*0 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 2i0 e 280 o co-
vade.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas L.hq li.-aa (las a 3 a pega.
Ditas brancas com 10 vara?, a 3*000 e 3/300
a pega.
IWta Victoria, a 4/ a pega.
Mussnlina branca, a 400 rs. o covido.
Madapolo francez, a 6| a pega.
D;to inglez de bona a especial, a 4/000, 5/, 6J
e 7/ a pega.
Algodosiaho a 3/, 3/500 e 4/ a pega.
Alpaca-de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dila branca, com flores miadas matisadas a
500 rs. o covado.
Dita prela cosa flor branca, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroes miados e modernos a 360
r. o covado.
Lencos de cassa com barra do eir, a 10 rs,
cada um.
Ditos de linho eixbainhados a 4/a duzia.
Chila, fazenda bem conhecida pela sua furlidSo,
mais larga qae chita para roupa de escr'avos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1/560 o covado
Corles de casemira de cor, 3/600, 4/ e ?/.
Cortgs de meia casemira, a l/!00.
Casineta preta"e de c6r, a 500 ra. covado. r.
Gaoga ainarea lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodao iargo merca T a 5/ a pega.
D-se amostras-com penhor.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
LIVR1NHOSCOM DESENJIOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em'ponto maior para os mesmos os.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enfeites de vestidos de lia.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agoia Branca tem recebido fras per-
fumarias ioglezas, sendo extracto* concen-
trados de agradaveis cteiros, pealadas fi-
nas entre as quaes ae nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander ate. ate. assim
como Anas escovas inglezas, e opiata para
denles. Tambem recebeu variado sorti-
mento do sabouetes, que os est vendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aroneaicos a
1(5. ditas com 3 ditos transparentas a i i,
I50O e 200.
Snbonetes areentos a 500 rs., ditos d
alcatrao a 800 e 1(5000 rs. cada um.
Pasta de amendoa para lavar e amaciar
as m5os e o rosto a 1# o frasco.
E assim moitos outros objectos de per-
fumaria.
Alfinetes pretos com pingantes e sem
elles.
Guarnieres de bofes pretos para^mnbos,
abertura e collarinos.
Pennas de afo bico d Janja
Caixas com ama grosa 800 rs.
ATA MOSCA.
ChegOB nova remessa de papel mata
mosca e continua a ser vendfdo na loja da
Agoia Rranca.
\


PARA LIQUIDAR
10000 CADA UM
com cabos de faia, sendo os machados de ac moito bom, proprios para carpinas
ou engenhos : vende-se roa Nova n. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha: roa Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: i roa Nova, armazem
n. II.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, oo ootro qualquer
mister. com toqoe de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, 00 85 a caia com 150
macos: roa Nova, armazem n. U.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 20$ cada om. n. de graca, mandando-os vir
costana 1500 cada om: vende-se roa Nova, armazem n. II.
Gfampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roupa qae se bota a seccar em ebrdas, a
240 rs. a dozia ou 64 a caixa com 36 duzias. E' dar, n3o vender: roa Nov
n. H.
PARA ENGENHO
om recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco oa distancia
qae se qoizer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvez o onico qde existe
oesta provincia: vende-se /nuito barato, roa Nova n. H.
~ YlKHe COLIiir
Vi;nde-se o verdadeiro vinho de Collares, vindo
ltimamente,pelo vapor Olinda, em barril de d-
cimo : na roa da Madre de Dos o.'28.
ATTENCAO
i
Vndese feijao preto novo a 1/ o meio deca-
lilr- 8 ceblas novas om reste a 0CO rs. o ceoto, e
7/50) o milhtiro : na ra de Pedro Aflbnson. 1
(rnica ra da Praia).

.
>
.

PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta especial e excellonte tin-
ta pela saa boa qoalidade, flaidez e dur-gao, co-
mo a melhor e mis inalteravel tinta qae se co-
nheee. Ni) ataca as pennas d'ago e di tres'en-
cllenles .copias. E' prefenvel a qnalqaer outra
tinta para os livros do coma relo e documentos
qae caregam de longa duragio.
ame/) deposito
na pharmacla americana de Peneira Maia & C,
rpa Duque de Caxiasiu. 75, antiga do Qaeimad
PERNAMBCO.
Doces, fructHS e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Sortea para as noutes do (estas a papis com
eslalos para sones.
.-
Vende-se
Veado-se nm bom eavallo melad) cacado e
1,'ordo : i tra ar na ra Aagus.a d. t, segando,
nndar.
urna balanga para armazem, oorreotts* fcraeo do
Ierro ernehas deamare'lo: na rna do Vigarlo n. i8
Couro de bierro.
Multo novo, nltiraamenta ehegada : vende-se
em easa de S. P. Jonaion & C, ra da Senzaila
Nova d. 40.


V
. .1
V
Vi I
'
Diario de Pernambuco Sabbado 17 de Juho d 4871.
FOGO
Grande sortimento de foguinhos artificiaes para os
fesle oa .
D 8. JiOE S. PEDRO
No armazem do Vapor Fraucez, ra do Barao da Victoria o. 7, aca-
ba de chegar grande sortimento de diversos ogoinhos artificiaos chne-
les, japomies, allemles e francezes, todos de vistas de cores e effeitos
magniheos,|fabricados especialmente para sa'.Bcs e vaiandas, e serem sol-
tados por senlioras e meninos, sera o menor receto de serem offerididos,
e lambem tem grande sortimento de- rodinhas, de pistollas de craveiros
de diversos tamaitos feitos na mais dlstincla fabrica deste genero que
existe neta cidade.
Bonitas tondas
PARASFESTAS
DE
E 8. %>
CBEGAMM PARA A LOJA
mnmvm
Balees aereoata
ticos pequeos de 8 a
12 palmos de pape) de
seda, de cores muito
beHa facis de sol-
tar-se.-
Globos de papel de
cores para illuminacods
e papis arrendados
proprios para enfeitar
botos.
MUITO
barat
es.
{aHOaaBRlBKSw >
i.uvas de pelll-
cabrancas, pretas e de
cores para homens e
senlioras.
l.eqnes para se-
nhoras e meninas. ,
. Brincos e pnlsei-'
ras de ouro bom de lei
para senhoras e me-
ninas.
Calcado calpado calcado
CHEGADO DE NOVO
Botinas para horneo, inglezas e francezas, o meHnr possivel, nlto s
de bezerro como do pellica, cordavSo e vaqueta de lustre.
Ditas para meninos 4m mesmas qnalidades Fg laes as de homem.
Ditas para senhoras e meninas, duraqae soniments differentes. .
Sapatiahos de salto para senhoras, duraqae branco, de cores e de verniz.
Bolmhas proprias para enancas bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
Sapatoes para homem, artigo muito Qno, cordavSo, verniz e brim branco.
Sapatos de tapete aveludados e de tranca para homens senhoras e
meninos.
Sapatos de borracha de primeira sorte para homens e senhoras.
Bolas russtinaj, para birnens e pernsiras para meninos.
. Quinquilharias
Espelhos dourados grandes e pequeos, albuns e caxiihos para retratos,
caixinhas com vidro de augmentar os retratos de cartees, costureiras de
novos modellos com msica, ricos objtctos dourados para toilets, ps de
vidro para pianos, bolsinbas de seda e eestinhas de vimespara braco de
meninas, cofresinhos mgicos de desaparecer armis, relogios, e outros
maitos ob.ectos novos de mgicas ; jogoS da gloria, da domin, bagatelas,
de vispora, de rodete e de outros diversos joguiobos allemSes, jarro com
bouquet de flores de porcelana para sanctuarios, tapetes para lanternas,
reverberes transparentes para candieiros, espanadores de palha, venosia-
nas etransparentes para janellas, pentes tinos de marfim para tirar caspas,
ditos de travessis para meninas, escovas Gnas para dentes, para barb,
pira caballo e para vestido do senhoras, ponteiras da espuma -paw ci-
garros e cluratos, oculos de prata dourado e de ac, lunetas de tartaru-
ga, grvalas brancas, pretas e de cores, chicotes, beugallas, luvas, abotua-
doras da cohetes e de punbos, ciixas de msica de dar-se corda, esterio-
copos com vistas escomidas de paisagens, gropos de familia e figuras de
phan asi a, eosmoraaae cora lindas paisagens, molduras douradas, qoadros
e bonitas estampa; de cidades, de figuras e de santos, carteiras para notas,
para edinheiro, mahs, e bolsas deviagem, esporas, luvas decamurca e de
fio da Escossia, machinas para caf p rta-pratos para mesa, realejos de veio
e aceordion?, armonios e oulras quinquilbariaa diversas, francezas e alie-
ntes.
Per fumarias
Finas perfumaras de primeira qualidade dos afamados fabricantes Piver,
Corday e Lubim.
Brinquedos para meninos
O maior sortimepto que se pode desejsr de brinquedos fabricados em di-
versos paizes da Europa, para entretiraento de criancas, o qoe na verdade
s com muita fo$a de vontade e de trabalho, se pode obter e sustentar
ux tal sortimento.
Pedido
O dono deste estabeleciracnto pede a todos sens freguezes, amigos co-
nhocidos, e ao publico em geral, qae se digne manjar, ou vir pessoal-
mente verificar qnttpor destes arligos e seriificar-se que em vista das
quaiidaes, os preces sao baratissimo por ser ludo violo em direitura a
de sua conta propria, off recendo porporcoes de escolher-se a vontade.
N. .7 NO ARMAZM DO VAPOR FRANCEZ RA DO BARO DA VICTORIA
OUTR'ORA NOVA N. 7.

DO f^
PATA O
ALSACIANAS A I;200
Chegaram as mi> lindas alsacisas sen-
do nma nova e elegante fazenda de. lia
com bnlbantes listas de seda e bastante
larga, para, vestidos, sendo n'cste genero
o que esta acno tem v'nd:> de m is gogto
no nervado, e vende-se 15200 o-r.ovado.
CRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Chegoo para a toja do Pavio tsfanova
fa;enda como trame de granadinas"Japoire-
zas, send> nma boni a fazenda de fSa com
botutos qoadros de sed-?, popria para ves-
tidos, tendode todas as cores, e vende-se
a 8tOrs o cntado.
ATLASTAS LAVRADAS A 800 RS J> COVADO
Ccegoo e.-ta nova fazenda com o nome
r!e a lana, sendo urea delicada fa?enda da
la, p>ra vestido?, qie vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS P0PEL1NAS DE SEDA
Chfgon para a h ja do Pavio um erande_
s.ortime l das mais lindas e modorras1
pone atinas de seda, com os mai* delicados
aadrM e dj muito pbantasia, qae vende-se
uor preco amito barato.
CAMBRAIaS BRANCAS LAVRADAS A i
Vndese CUtM para estidos de cam-
bnia branca labrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 40 cada corte,
aspira como am grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparettes. que vende-se
por meco do que em outra qualquer paite.
CAMISAS PARA INVERN
Chpgou para a loja do Pato um grande
sirt-mento de camisas escora^ en:orpadas,
a prova d'aga, sendo prop as para a es-
taco do invern, e Vcude-se por precos
em conta.
TOALHVSALCOCHOADASPARA MESA A 3*300
O Pavio veude toalhss brancas de fustio
a'cochoadas, prop as para mesas, sendo
bastante grandes pe'o barato preco de
3^500,ditasencorpadas mtito grandes 70.
Talheras Qoos, dea bo(5?s, esbo brinco, a Si,
ditos floo, cbo de baUaco, a 3*300 a du-
zia, culheres Qoa9 electro-piale a t a duzia, ditas
para sopa a 10A a duzia, e para liquidar qoe se
vende por estes diminutos precos : no Muieu Ele-
gante, rna estreita do Rosario n. 1, do Ferreira
Martins & C_________________________
60 POR 48
No Muzeu Elegante
Vende-se camisas inglezas de linbo muito linas
de 60*000 a duzia por 48000, para tozar con-
ta : na roa estreita do Rosario n i.
I
Rob-ante-rheumatico*
Remedio efficarissime contra as dores rheuma
tlc>'at boje o mal conhecido pelos seu mar-
vilboe irsnltadoa.
XAHOPE BE AGRLAO. nm dos medicamea-
tos aa* sua efficacia aas enfermidales, tosse
sangaa pela bocea, bronchite?, dores e fraqatw
no peno, 'estroanro e molestias de fljrado, que m-
Ihor asn aprotado.
lltTURA DE MARAPOAMA. A celebre rail
de marapuama, caja energa e eficacia as para-
lysias, intorpecimenio, etc. etc. muito se recom-
menoa.
Todos esses preparados se encontrara na piar-
macia e drogara de Bartholomeu & C., nico d
psito na rna larga do Rosario n. 34._________
Elixir americano
Usado as gulas este e'xir em nm copo com agua
um excel'ente conservador das gengivas e lm-
peza da bocea, bochechando todas as manhaa<. E'
lambem nm poderoso e verdadeiro calmante na<
dores de dentes.
DEPOSITO
lia pharmaca americana, rna Duque de Caxias
numere 67._________________
Pos dentfricos americanos
Conip4l<-o hyglcnica.
Estes pos sao os anteo qae renen em sna
compostcao todas as qoalidades bygiemcas pro-
pfias a dar ama grande alvura aos cenes, con-
servado delles e fortifleacao das gengivas.
Na pliarmacia americana, ra Duque de Caxia;
________n. C7, de Ferreira Maia A C.________
injecfo amercina.
Capela i Idade dos pha-maceiili-
ces Ferreira Hala A C.
Esta jajer-Qao composta especialmente para a
cara das rriacdes antigs ou modernas, foi com
feliz resultado ensatada pelm mais habis e reco-
Dhecidos mdicos, e por elles confirmado ser esta
injeccao a nica que radicalmente cura em meaos
lempo qualquer agnc-rrba ju purgacJio anliga o
moderna, sem o auxilio de .outros medican en:".-.
B1 tambera til as leucorreas on flores brancas,
quer sejam amigas ou moderoas.
DEPOSITO
Na pbarmacia americana, ra Duque de Caxias
__________________numero 57.__________________
Tabellas Vermfugas
Este medicamento o nico qae pelo sen bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais proprio
para a expulso das iombrigas. E' fcil de lomar
porque o sea gesto igual ao do chocolate, e de
prompto effeilo.
DEPOSITO
Pbarmacia aroerieena de Ferreira Maia & C, ra
Duqua de C.xias n. 57.
Jabonete 'Je alcatr3o#
Este novo preparado appticado com grande
iproveitamenlo contra as molestias de pelle ebro-
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras ou
pannos qoe vera ao rosto e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e comlchSes, mesmo aquellas qoe em
certas partes delicadas do corpo lano mortificara,
finalmente o oso continuado deste sabonete con-
trihue para tornar a pelle asss mimosa. E' igual-
mente efficaz para amaciar a pelje do rosto ou
nutras partes do corpo, que por motivo de erysi-
pellas flcam speras e escamosas. Preco de cada
sabooete 610 rs., era dunia se far abalimento.
nico deposito em Pernambnco, pharroaca ame
rcana de Ferreira Maia & (".., ra Duque de Caxias
o, 57, amiga do Queimado.
SUSTENTO flESTAURATIVO DA SADB-1
PELA FARI.NHA
- A Revalesciere u Barry ;
} Esta farinba qae lo grande usa tem n'Euro-
pa, muito se recomoienda para a criancas erpes-
soas debis e convalescentes. Como medicamento,
infalflvel para os casos ; prisio de ventre, he-
nrtrrhoida, ms digestdes, aria, amarges de boc-
ea, dores de estomago, diarrha, enxaqueeas, af-
feccSes de ligado, dos polindes, dos rio, da bexi-
ga, etc., etc., coutendo muito mais piincipios nu-
trientes e restauradores para o msculos, ervos
e celebro, que, tres vozes o sen peso em carne, e
porxonseqoeoeii, de conservar melhor s forceas
physicas e moraes, rcHabeiecendo as funcedes di
gestivas estragaos., dar appe-tite, e convir aus
estmagos aio.da ios nir.is eofraqneciJos.
Sea use (31 simples cemo tacil : a Reales-
citre du Bany deve ser desfeita e cosida como a
farmba ordinaria, podeudo ser usada na agua sim-
ples, com vinli i hraocj, no caldo sgm gordura e
no bom lcile, fazendo se anda- bolos com manteiga,
leite ou acucar, el.r., etc
-nicos deposarios em Pernamhuco
BATIOLOMEII A C.
_________3i-l'.ua Urga de Rosario34 _______
COFRE COM CRTEMA. TUDO DE FEtt-
RO E PaVA DE FOGO..
Em casa d- Sttau, H iw tiles & C, ra da Cruz
n. .__________________________________________
Eactiovaes pata taptisadoK
, A loja d'Aguia Branca i ra Duque (id Caxias
n. i, acaba Je receher lindos enchovaes de d-ffa
renti s gi tos c prec, >s para ^apli^ados, sssim co-
mo bonitos chapeosmt]'.)*de fusto primorosamen-
te cofeitado i para o men flm, no mesmo pas-
: sei'j, TarnheiD recebcu mn ternas e bonitas ca-
irUinhas mrdadas com pnj.hi- para penhoras,
goliuhas com puohrs e sem e les, tanto de renda
' como de esmhraia, bicos de seda bramos com
vi.1i i nos.
------ -
I
i
I" Vende-se os ultntiHoa de. nm armazem de carne
: secca, os quaes s^rvtra lambem para pidaria : na
I rna d l\ntro Affiflsn n 87", ntica da Praia.
T
en
um terrena
com CO pal.nos
i" roa de f-MHv
nv.ar urna bja proptiei
S-nzalla Nova p. 3.
Ureftfili s
Britn branco tle linho.
Itiirn brinco do haba superior, avanado, e est
BKiHiadc. a 8(0 rs ola vara : na ra do Crepo
u 50, loja i" GuiilitritiP.
Veude ae na r>a do Baro da Victoria, ou-
Ir'ura ra Nova n. 49, o amaizem de iouca fina e
ordinaria, a qualquer tessoa que se quizer esta-
belecer, a dinhetro, cu com algum praso cora ga-
rante a vontade do pr pri tario ; no mesmo ar-
mazem, vende-se a dnbeiro vista, apparelbos
para cha de porcelana, dourado3 e de f isos da
core, ditos de porcelana branca, appareihos pa-
ra jdDlar de p re-lana branca, ditos para jantar
de friso verde e azul ioglez-s, ditos para cb, va-
sos de porcelana para flores, compoteiras, garra-
fas, copos para agua, clices para v nbo e cbam-
paahe, de ehrystal e lapidados finos ; e nutras
muitas pegas que ser enfadoaho mencionar por
extenco, qie se vende cor menos do que em ou-
tra qualquer parte de 5' a 10 por cento, por ttr
o dono de acabar Boa o e lanel-cimeoto.
ia da
DO
itBACO HE AIRO
E' a desengaar
Acaba de cliegar ptlo ultimo vapor para a coo-
feitaria do braco de oaro _s eguintes artigos
Papis para sones, de diferentes qualidade?,
anietidoas finas, o que ha do mais superior a i
a libra I I sendo as que mi c nvm para srte,
chocolate fresco a 150^0 a libra, caixinhas com
bonito sortinento pruprio para presente, per pre-
cos mullos barato.*.
Os proprifciarios deste esta* elecinaeotos tem re-
sel vido fazer grande reducao em preQo?, visto rece-
berem todos estes arligos de prig eir mao.
RA DO IVH'KRAROR N. 26.
AVARIAO*
Algodao marca i com 20 varas a M e i/bOO
a pega : na ra do Crespo n. 20, loja do Guilher-
me.
0
}
O Musen Elegante, roa estreita do Rosario n. 1
receben labolas e copos de marrim, eousa de apu-
rado goslo e tambem oerfeitos dados de marfim,
sendo tres em ama caixinha propria para oe apre
ciadoree da....
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia # C, ra Du-
que de Caxias n. 57 anti-
gaAiOfteimadQ.
Sitio em Goyana
Vende-se cito casas era Goyana, que foi do fi-
nado Manoel Gomes da Cunha : tratar com Do-
mingos Jos da-Cuaba Lages, no Recite roa da
Senialla Nova o. 30.
brancas, bordadas e outras com
babados.
Na loja da aguia branca vende-se bonitas saias
brancas com largos e delicados bordados, e ou-
tras com bordados de pregas pospootadas, obras
modernas e -Je gostos.
Fii de seda, branco e treto com salpico.'.
D.to de algodao, liso com salpicoa e flores n.'u-
daa.
Ha&sa de plvora*
Valdevioo da poltora tem para vender em sen
! artnazem na rna Imperial massa ingleza muito
; boa e ,abocas de diversas grossuras e por prec i
' maho commodo.
Folha de Fiandres
em casa de C. Barroea, roa oa Cadeia n 4.
Veude-se urna casa na estrada nova de Be-
bente, com trezeutos e cesseata palmos de frente,
terreno proprio, pert i da estrada velha ao lado
dircitj ; a dita casa tem negoc.o de mcl hados:
a- pessoas que pretender dirija-se a estraia de
Joao de Barros, roa da Gloria em ama labe/na.
Fmavisri
Acaba de chegar o verdadeim vinhn verde do
uva pura em calxas de Iz garrafns e o a:reditQo
vinlio e^pccialissimo pasto em decimos de pipa ;
o vendedor nico recebedor desle vinhos acba-ae
aulorisado a garantir a especialidade dos mesmos;
ra do Vigano c. li, Io andar, escriptorio de
Jos Lopes- Davim ; onde sempre' se encontrar
um deposito de vinho do Prto ( o rcelh >r qoe
tem vindo a ele mercado) em vigesstmos d: pipa
e era caixas de 12 garram, que se vende por me-
nos prego do que em qualquer ottlr* parle.
- Joaqunn Jof Gongalves Belnao tem para
vender no seu escriptorio ra do C immcr-vio n.
5, os gjueros abaixo notados, que venda ma> bi-
ralo do qne em outra qoalquer parte :
Az-itonss em-ancoreas.
Araendoas em barricas.
Caf muido em massos de I libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca mar le frres.
Enxadas.
Paliaba de aadirca de Santa Catharin, sac-
eos de 3 e 2 alqoeires.
Dila da Itahia em saceos brancos.
Dita de dita em brrica, proprias para casas
particulares.
Fio de algodao da Babia em ne,vellos.
Fouces.
Maxados.
Noiea.
Obras de palbetas.
Papel preprio para cigarro?.
Dito azul para botica.
Palitos para den'es.
Pregos sonidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Smtot
de Pedresa ca Bahia.
Rolhas.
Rap popular da Baha.
Rotim em fardos.
Reros dos nidhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Bahia.
Verniz copal.
Vinho do Porto eogarrafado, caixa de l car-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafnr.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Rordeaox em caixas de uma'ouiia.
Dito de caj em caixas de urna dnzia.
Cousas da poca
A peca dos fogos, bolos e serles, e o Campos
sempre iacansavel en querer sai>fizer todas as
exigencias tem feito reunir em seu armazein roa do Impe-
rador n. 28 o seguiole :
Fogos da China e do Rio para salo, os mais
interessantes.
Amendaas confeitadas para surtes a 100 a
libra.
Ditas descascadas pulo mesmo prego.
Manteica em latas e em libras muito boa pata
bolos.
LISTA GERAL
196.
a
I.



i
DOS PREMIOS DA la PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LEr PROVINCIAL N. 745, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEICO DE BEBERIBE, EXTRAHIDA EM 16 DE JUNHO DE 1871
US. PUEMS. US. PREMS. HS. PREMS. 2SS. PREMS. NS. PREMS.
NS. PREMS. NS. PREMS.
NS. PREMS.
NS. PREMS.
M

0#


Diario da Pernambuc Sobado M de Junhc de 1871
s
CMARA DOS DENTADOS
Ruposla falla do tkrono.
(Coothaaacio).
0 Sr. Junquwba : Digo en, Sr presi-
dente, qoe os divergentes desta. cmara sao
aquelles qae levantam a questo de gabine-
te neste assumpto ; o governo inseno na
falla do tbrono esta questto, porqce era
moito moment.fa e os nobres depulados
sabem que um assumpto como este interos-
sa vivamente aopair. Por ter sido inserido
na falla do tbrono n3o ha qae estranbar ;
urna censura mal cabida que hoje dingcm
ao ministeii actual.
Depois, os nobres depulados, aprese dan-
do a sua eme: da, que na apparencia nao
tem nenhum fandammto serio, nem de re-
daccoeiem de pensamento...
O Sr. Gama Cerqueira : E' mais neu-
tra.
O Sr. Junqueira : ... foram ajuelle3
que procuraram levantar um pretexto para
manifestar ao governo a sua desconQanca.
Porque eu digo e repito at sodada le :
oa os nobres esputados nSo querem que se
faca consa algoma, e entJo qnerem com
essa emenda confessar toda a coragem da
sua opiniao ; oa ent5o, qnerendo apenas
flanqaear a quest5o, addiala, mandam urna
emenda que tem por fim de alguma maneira
levantar um cerio voto de desconfianza e
fazer com que o governo retroceda no ca-
minbo que leva. (Apoiados e apartes) Se
o governo o fizesse, commetteria umi falta
grave a face da naci.
O Sr. Andrade Figueira : Oh f se j
retroo a sua proposta!
O Sr. Prsidente do conselho : N5a,
senhor; estou prompto para disculi-la com
V. Exc.
O Sr. Junqueira : O -governo nSo po-
da ler dito isto ; nos estamos dispostos, en
pela minba parte declaro, a votar por a!gu-
mas emendas, porque rcoobeco que na
proposta do governo ha algumas asperezas
qoe cumpre modificar; mas dabi at querer
retirar a idea ha urna immensidade, e neste
caso nos nao acompanhariamo o governo.
(Apoiados.) Queremos que se faca alguma
cousa.
Os nobres depotados estejam certos que
n?, qoe sustentamos o governa, se elle
fizesse conces oes desta ordem, se renun-
ciasse ao fim desejado, nos o abandonara-
mos. (Apoiados.)
Portanto, nos temos f que o governo ha
de manter bem alto a baudeira do partido
conservador; necessario que este pen-
da, que tem percorrido o paiz desde o
Amazonas al o Prata, sempre frente das
boas e prudentes ideas, o do verdadeiro
progresso, o5o fraqueie agora as m5os dos
actuaes ministros (muitos apoiados): se
elles o fizessem, o partido conservador no
os acompanharia
Por conseqaencia, nos esperamos que o
governo tenha prudencia, mas esta quedeve
ter todo o bomem collocado frente dos
negocios pblicos, e nlo so deixe entibiar
por estas minfestacoes, algumas de inte-
resse certamente respeitavel, mas que nao
podem ser /le tal ordem que fafam desap-
parecer ideas como esta, qce tende a
emancipar e regenerar o paiz em relac.5o
ao seo trabalho agrcola e sua civilisacSo.
O Sr. Andraoe Figrira : "SeSe Trr-i^.
tasse de em nciparp paiz, podia contar
com o men voto
O Sr. Junqueira : Emancipa lo, sim,
sm dnvid, porque sabe qoe estamos so
jeitos actualmente a um rgimen econmico
e aercola qoe nao dos melhores.
E' preciso regenerar o paiz ; preciso
retirar de sobre as gera?5es foturas o ter-
rivel pesadelo de todos os das ; neces-
tario qoe nos, que somos os nicos na
christandade que mamemos a instituiejo do
elemento servil, que berdmos dos nossos
maces, apresentemos as medidas condu-
centes a regenerar as fieraces futuras, em
ordem a que nossos filhos e netos possam
dizer: Nos devemos muito a nossos pais
pois elles desprenderam-se de certas con
slderac5eT egosticas, e elevaran bem alto
os destinos do nosso paiz. (4JujIo bem.)
Fizeram pacifkainenta urna revolucao fe-
cunda na organisacio do trabalho e as re
lacees >ociaes.
A prosperidide agrcola, a segaranca pu-
blica e particular, a riqueza, ludo o que oa
nossos filhos e netos bao de gozar, ba de
ser devido em grande parte ao ttosso pro-
cedimento actual. Se nao fizeimos assim,
Sr. presidente, em logar de legarmos aos
oossos descendentes essa prosperidade fu
tura e os verdideiros senimentos da civili
sacio, bavemos de legar-Ibes a desgraca, a
misara, o atropello geral de todas as ideas
s3j e civilizadoras.
EnlSo elles terSo o direto de dizer qoe
nao fizamos cousa alguma senSo para o
presente, que fomos egostas, que nao fi
zemos o menor sacrificio em relacao s
geraces vindouras, que Ihes trancamos
tuda a aurora de regenera.ao. (Muito
bem )
Pela mnha parle, ecreio que techo p)r
mim a maioria do paiz (apoiados), declaro
que na-) s3o esses os meus rotos ; eu nnQ
ca apoiaria urna emenda que tivesse de en-
torpecer o governo na sua marcha, orna
vez que procura salvaguardar a proprieda-
de actual e fazer esta reforma sera abalo
nolavel dos interesses particulares. Nio-
opponho o menor bice ao governo, por
que nao quizara qua un da ate bradassf
a consciencia : Vs tambem coutribui
tes para isto Nao, eu nunca vetara
assim, nunca I nunca I (Muito bem mni-
to bem !
O SR. PEREIRA DA SILVA (Movimento
de atteupo): = Confesso francamente
cam-ra que n3o pensava fallar hoja, e ero
lo tarde, quando todos os espirites estao
cansados di lunga dscussia que tem bavi
do, qujnlo a hura est 13o adiantada, e
quasi a da sess3o a terminar-se. Sem pre
paro, portanto, sera outro desejo mais qoe
expor minba posicio actual na cmara,
aproveitarei d3 palavra que o digno presi-
dente da casa me concede, para em breve
espaco da tempo dizer lealmente o que
pens e o que sinto na situaejo difficil que
atravessamos.
Ha muitos annos nao tomo parte na dis
cussio do voto de gracas. Cons'dero-o
mais um acto de cortezia entre os poderes
polticos,.sera significaco ero lempos regu-
lares, porque cifra-se em theses geraes e
vagas. Em am pa z. onde o parlamento
goza do direilo de censura:- por va de re-
querimentos e ioterpellacoes, de tratar de
poltica geral em orcamentos e fixaces de
torcas da mar e ierra, de levantar questes
de gabinete em mo^oes particulares, para
que perder tempo em dtscotir voto de
grabas ?
H je, porm, um fado grave, extraordi-
nario, imprevisto, que a todos sorprende, e
a todos assusta pela noviuade, arrasta me a
sabir dos meus hbitos e a pedir cmara
sua aliento benvola, anda que por pou-
cos minutos, para algumas ideas, que me
assaltam o espirito, e que sinto neoessaras
de enunciar.
A falla do tbrono de 1871 nao coolm,
como de cestume, s theses geraes obre a
poltica ministerial, theses que todos podem
appmvar em principio, sem se compromet-
terem pelas ideas contidas. Ha Bella am
perodo relativo ao estado servil do paiz qoe
especifica e comprebende meios de solver
eISo -imporlanttssim, -que abala
fundamente os alicorees do edificio social
todo, e que, vola .'o como est redigido no
projecto de resposta da Ilustre commissio,
garante o apoio de qaantoa o approvarem
para o modo expresso da solver-se o pro-
blema temeroso. Em vez da s conter
theses geraes, desceu o discurso da corda
meios praticos, e a comraiss3o da cmara,
respondendo-lhe, desenvolvemos mais anda,
rea'cou os com colorido patanta e clarissi-
mo. (Apoiados.)
Eis a razo por que ped a palavra para
tomar parle no debate, qoe, iniciado pelo
meu particular amigo deputado pelo 3o dis-
trito da provincia do Rio de Janeiro, nos
oceupa j e ha tanto tempo.
! Ao tpico, pelo menos obscuro, se n3o
FOLHETIM
O FiLHO 00 CALCETA
- JPOR
PIBRRE ZACCONE.
*k (Contraoacjo do n. 136.)
VII
Eucontro Inesperado.
Hortense e Joanna entraram na scada
da casa onde morava Raymundo, e sub-
ram-a com mil precauces, para fazerem
a menor bnlha que fosse possivel, e entra-
ram n'uma especie de gabinete ou escrip-
torio, qoe pegava com o quarto onde Ray-
mundo eslava de cama.
Hortense acendeu urna vela, e emquanto
Joanna se assentava diante de orna secre-
taria aberta, onde estavam espalhados ami-
tos papis, a costureira encaminbou-se para
a alcova do doente.
A porta abro-se antes de Hortense che-
gar ella, e sabio um homem.
Era o medico qoe se tinha mandado cha-
mar ; sahira do quarto attrahido pela bu-
Iba que ouvira. '
Joanna levantoa-se ao v-lo.
Elle poz um dedo nos labios.
Est dormindo, disse em voz baixa;
teve urna crise terrivel dorante a sua au-
sencia ; agora nlo deve all entrar nin-
gera ; eo virei de manha cedo.
Mas nio ba pergo ? perguntou Joan-
na anciosa.
Por ora nada se pode affiancar, res-
ponden q medico ; tem ama saude muito
4ecada. Aqnelle moco excedeu-se neces-
M|eDte em continuadas vigilias : pade-
o de certo crois pozares, e nSo me ad-
mirara mesmo.
O medico hesitoa, e dirigi o olhar in-
quieto para o lado do qoarto. ,
Acabe, acabe, insisti Joanna, nos
tomos-rae afoicoados... eu sou sua mu-
lber.
O medico fez am movimento.
Sua mulher I repeli elle quasi ater-
rado.,
'De certo; que tem isso? disse
Joanna.
Nada I nada.
Occulta-me alguma cousa. Ah I por
piedade...
Silencio I Eu nada Ihe oceulto, mi-
nba senbora; mas o que eu nao esperava
era encontra-la aqu.
Elle fallou-lhe meo respeih ?
Ha urna hora que o nome de V. Exc.
se Ihe nao 'ira dos labios.
r Oh I Raymondo Raymundo !
E ainda" agora, antes de adormecer,
e recelando certamente qoe nunca mais
acordasse,...
Meu Deus t
Entregoo-me urna carta.
Para mim ?...
Sim, minha senhora.
Ah! D-m'a, d-m'a.
O medico entregou Joanna um embru-
Ibo lacrado bastante volomoso, qoe a pobre
senhora receben com as m3os trmulas, e
retirouse prometiendo outra vez vollar
cedo.
Mal se elle afastou, rasgou Joanna preci-
pitadamente o .sobrescripto da carta qoe
acabava de receber, e entrn a lela com
avidez.
Antes, porm, de darmos a coobecer ao
leitor o conteudo dessa caria, seja-nos lici-
to contar-Ibes resumidamente o qae se pas-
sava a mesma bora, respeito da incum-
bencia que a Sra de Simier confiara
Caetano.
Este ultimo tinha voltado ao palacio de
Grandlieu, acompanhado por Joao.
As ordena qoe a baroneza tinha dado ao
criado do conde erara terminantes e nao
davam logar qualquer interpretac5o erra-
da. Por consegointe, mal ebegaram ao
palacio, man laram logo apparelhar dous
cavallos, montaram ambos, e partiram
toda a bride ni direcc3o de Pars.
la j alvorecendo, eram quasi qaatro ho
ras, Caetano tinha calculado que andando
diligente, podia estar de volta tempo e i
horas para nao faltar 4 mysteriosa entre-
vista que Ihe fra indicada.
Afinal de contas, a incumbencia era faeil.
Entrar no palacio da baroneza, dirigir-se
ao seo quarto de Cama, e tirar da secreta-
ria um cofre qoe l estava guardado.
Nada bavia mais simples, e Caetano ti-
nha toda a f no bom xito da sua mis-
35o I
Infelizmente, porm, o moco nlo contaia
com os contrate rapos qoe por acaso occor
resaem.-e, alm da todos aqaelles que po-
deriam ter sido previstos, bou ve um em
que ninguem pensara.
A baroneza tinba reconhecido Baauregard
n'um dos dous homens qae vira passar.
Nao imaginou, porm, qae o corsario, qae
coraprometledor doprojecl),propoi okjieo
Ilustrado amigo urna emenda, que, coace
Oida em term.s geraes, separava a qaestlo
poltica da questao social, podia servil de
terreno neutro no assumpto inandesctnle
do estado servil, reunindo quantos diver-
gissera em meios, facultando apoio aval
ao gabinete, a reservando para sua octjPlo
propria o debate particular da proposta;
O Sr. presideots do conselho n3o adfliit-
tio a emenda. Explicando fugadamente, e
contra as regras as mais coinesrahas da lin-
guagem, o tpico do projecto de resposta,
aflirraou que podia servir de terreno oeu
tro para todas as opiniSe*. Prometiendo
admittr emendas e raodTicagoes proposla
do poder exectivo acerca do elemento ser-
vil, pedio apoio de quantos se nao oppuzes-
sem de todo a quaesquer providencias a
respeit-\ embora apparecessem divergencias
de meios para se solver a qaesio. 'Pro-
clamando desde logo de adversarios do ga-
binete os que ainda pretendiera sostfotar
a emenda, S. Etc. terminen annuaando
qoe tomava como acto de hostilidade pre
meditada qualquer voto em favor d
Parece-me qoe toda a discussio ci
creve-se neste terreno, e que convni
elucida-la e esclarece la. (Apoiado-).
Comeco por repellir por injusta e iaun
dada a accusac3o proferMa por S, Exc.
contra os que adraittema emenda o(Terecida
pelo nobre deputado do'Rio de Janeiro.
N3o somos levados por nenhoma idea nem
sombra da hostilidade contra ua gauaoto
compbsto de amigos nossos, qae d'e'notsai
fllairas sahiram',* esperamos qujpa aellas
voltem. Eu, parlicoUrmente, nio poda
deixar de nutrir at sy.npatnias especiaos
por um ministerio que insario no seu pro-
ramma reformas liberaos a respailo da lei
de 3 de dezembro, da dagiarda nacional e
da do recrutamento, que teem sido conside
radas e exacutadas como instrumentos de
eleices, e me:os ao se vico de todos os go-
vernos paracom primiremo voto e a opiniao
nacional, para obterem depulados que nao
representara o paiz, e sim s aventado e
proteccao dos ministros e presiJeotes de
provincia. Postoque i.3o tenha ainda o ga-
bineta enunciado suas ideas acerca da ind.s-
pensavel reforma eleitoral, reclamada por
todos os partidos, por todos os homens pen-
sadores, por todos os espiritos reflectidos;
espero-a como animada pelo pensamentode
garantir liberdade inteira ao cidadao, afim
de que possa escolher quem Ihe mereca
contianca, e n3o ser compellido a votar no
individuo que Ihe impoe a autoridade. Por
falta de lei eleiioral s possuimos gowroo
representativo e parlamentar em ficco, nao
oa essencia, as vestes, nao na real ida de
(Apoiados). A primeira, a mais argente
uecessidade do paiz orna reforma eleito-
ral. (Muitos apoiados).
Tenbamos nos cmaras que representem
fielmente o paiz, qoe sejam imagns de suas
opinioes e sontimentos, e as leis tero o ca-
rcter de satisfacas da opiniao nacional, e
os interesses dos povos ser o garantidos, e
os ministerios ter3o respeito pela represen-
tafSo nacional, desappareceado a ac;usacao
do governo pessoal. (Apoiados).
E' verdade, que faltava no- discurso da
corda, que formolou o programn do mi-
nisterio, um tpico acerca a necessidade
da reforma da lei de 1860, qoe creou a tu-
tela do governo sobre os interesses part
culares e transaccoas e combioacoes com
merciaes e iodustriaes dos ciiladios, qpe
matou o espirito de inidativa, tao necessa-
rio ao desenvolv ment e progresso mate-
rial e moral de qoalquer paiz, qpe cerceoo
emfim os direitos de se instituirem socie-
dades particulares, scientifleas, artsticas,
indostriaes, commerciaes, agrcolas, qoe
emfim at na parte civil coarcteu) os direitos
dos cidadaos I
Nao era todava essa urna razo para que
eu nao apoiasse um gabinete que procla-
mava algumas das reformas que eo peco'
ha tanto tempo nesta casa, e repetidamen-
te tenho reclamado. Como podara, por-
tanto, ser saspeito de hostil s por apoiar
a emenda offereeida ao tpico relativo
questo do estado servil r
E' verdade que muitos divergimos do ga-
aodava sempre alarla, se voltra qaaodo ia
j desapparecendo no bosque, e que nesta
occasio avistara o ranebinho que ao sabir
da mata se encaminhava para casa de J rge.
N3o era l muito natural encontrar tan-
tas pessoas juntas aquella hora da noole, e
nem tanto era preciso para lbe despertar
a attenco.
Deixou o seu compaobero, que era Pie-
tro, seguio soznln seu caminno, parou e
espern.
O ranebinho ia-se a liantando, e, gratis
ao luar, que era bem claro, gracas tambem
urna certa penetrac3o que tinba no olhar,
nao Ihe foi preciso muito tempo para co-
obecer as pessoas que via.
A baroneza qae mais Ihe altraho a
attenco.
la, como j dissemos, pelo braco de
Caetano, e Baauregard teve como qae o
inslincto de alguma confidencia suprema
bavida entre os dous I
Metteu-se n'uma rigueira, e, imitando a
maravilhosa agilidade do selvagem seguio-os
assim por algum tempo, sem qoe a baro-
neza e Caetano podessem suspeitar que a
sua palestra era oovida por terceiro.
Quanto Beauregard parecen qae ji
sabia bastante do qoe precisava saber,
dixou que se afastassem os dos interlo-
cutores, e recapitolou na mente o que aca-
bava de ouvir.
Que significa isto ? perguotava elle
entre si. Na terceira gaveta um cofre de
prata; para qae a baroneza mande assim
de noote i sua casa um bomem qae nio
conhece, preciso que se trate de um
caso muito importante.
Depois accresceotoo batendo na testa :
Qae demonio poder! estar no tal co-
fre!...
E, comineando a andar, foi escogltando
na mente todas as supposic5es, sem conse-
guir nenhum resaltado satisfactorio.
Todava, e com qoaoto nao podesse es
clarecer as duvdas qae a conversacao da
baroneza tinha feito niscer no sea espirito,
medida qae. se adiantava nessa averigua-
Ci, assaltava-o pooco e pooco o sentimeo-
to de am pergo desconhecido, mu verda-
deiro.
De modo qae, em vez de se dirigir para
o bosque, eoeamrahoa-se insUnetivameete
para a Herdade dot Cogumellot. -.
Quando li chegou, tinha tomado urna re-
solucao enrgica.
Quera dirigir-se immediatamente i Puto,
adiaqtar-se Caetano, empolgar o myste-
binete neste aisumpto. O pensamento. as
ideas do governo, foram j enunciadas na
Ma do thron >, tradnzidos na proposta qoe
apreseotou ao corpo legislativo,' e por isso
consignados no projecto do voto de gracas,
que, quando foi elaborado, tinba diante de
si o termos da proposla, e porisso o adop-
lou descobertameote. Pretende o Sr. pre-
sidente do conselho que n3o demos grande
importancia s palavras do discurso da co-
rda e do projecto da resp >sta, que n3o Ihes
oncedamos o sentido gwmmatical, lgico,
commummente acceito por lodos que os
tomarem em consideracjlo ; qua votemas,
se n3o queremos passar por hostis ao go-
verno, palo projecto tal quil. Mas, senbo-
res, carecemos aqu da precisar a questao,
de colloca-la em terreno proprio, retirando-a
de onle apronve ao Sr. presidente do con-
selho leva la, de entenderme nos emfim
franca e lealmente. (Apoiados).
O Sr. presidente do conselho posse um
naravilhoso talento de fugir do ponto prin-
cipal das quesia?, de ladea-las e de. pro
curar campo de combale que Ihe seja favo-
ravel, n3o afirmando'proposicas francas,
declarares mraifestas e claras, antes con -
fondindoas e deslocando-as, para conseguir
faeil victoria. (Risadas). Nos, porm, Ihe
nao permitiremos estesystema no presente
as>umpto, desejamos, provocamos a apre-
sentado do sen pensamento real, effectivo,
intimo, verdadeiro, e esta encargo que
vou tomar a peilo.
Ora disse-se que jis n3) queramos pro-
videncia nenoum i na quesl3) do estadj ser-
vil ; ora se no*s pintn como divididos nos
meios de sol v-la, comparando-nos a pes-
soas reunidas sem ideas fixas. Aposlro-
photFse n >s exclamando : Convm que
declaris com sinceridade que n3o queris
tratar dessa assumpto, apresentando a emen-
da Por oulre lado se nos provocou a
que explicassemos os nossos meioa de sol-
ver a questao, no caso de os ter, e de os
oppor aos do gabinete. O nobra relator da
commissao pessoalminte lenairou-me que
eu assignra, na passada sess3o, um reque-
rimenlo pjdodo cmara elegesse urna
commissao especial para tratar do as-
sumpto.
Esclarecerei este ponto antes de m?s na-
da, para bem claro manifestar meu penoa-
Batato.
N3o ha nesta cmara, nlo ha em todo o
paiz, tenho a mais profunda conviccSo, un
s bomem qu: na > deseje ardantemante a
termiaafao di estado servil. NOS todos
deploramos este fado desgraca do, esse in-
feliz legado dos nosso3 maiores, dos heroi-
cos cotnisadoros do Brasil. Mas fomos
obrgados a acceita-lo, somos foredos pe-
las circumstancias, pelas- necessidades pu-
blicas a soffre-lo, posto qpe todos esteja-
mos sinceramente procurando acbar meios
apropriados para extinguido. (Muitos apoia-
dos). NSo ba quem nisto deixe de empe-
nbar todas as suas torcas, tfosaa difficolda-
des sao enormes, temerosos- 03 perigos da
solucSoy to geralmente desojada. Convm,
portanto, marchar com toda a-cautela, pru-
dencia e tino, e nao fazer como o medico
ioexpereate e desasisa lo, que mata pre-
tendendo curar radicalmente. (Apoiados).
Trata-se, senbores, de um> paiz1. cultiva
do geralmente por escravos qae nao tem
industria notavel que nao seja a agrcola.
A agricultura a base principal senao qua-
si a ooica da riqueza publica do BrasH. A
prodaccao, qoe obtam o genio do bomem,
e raantem as rendas particulares e db tie-
so uro, entre nos, sabe das grandes pro-
predades em quasi a sua totalidade, e essas
propriedades n3o tm por instrumento do
trabalho senao o braco doescravo. Prepa
rasteis meios para substituir esses iustru-
mentos da proJucgao afim> de qoe ella nao
paralyse,.se que n3o cesse? Sabis qual
a qaaotdade de escravos- existentes, seu
sexo, sua idade, seus officios, sua produc-
C3o respectiva, a relacao des nascimentos
oom a raortalidade ? J preparastes esses
elementos iodispensaveis, para comobabeis
facultativos operar sobre o.conhecido, e n3o
sobre o dascenhecido e ignorado ? ^Apoia-
dos.)
N3>ga:tou a Inglaterra 46 annos e a
Franca 58 para emancipaclo sarvil as suas
colonias respectivas f E l tratava-se. de
colonias, da operar, por assim dizer, in
anima vilt. porque os abalos e desgrag s
das cotonas nao causavam a ruina das me-
treples. dos bavemos de em qaatro
annos, s parque no conselho de estado
hoove maioria de votos, s porque o go-
verno lenta impr oos urna soluco radica',
fazer essa reforma, essa transformacao, essa
grande, enorme, temerosa revolucao s-cial,
sem ouvir as vozas dos interessados, sem
Ihesaltender aos justo3 redamos (ap liados),
e de um s golpe, cora urna s lei, de urna
s vez ?
Recenhaco que convm hoje tratar seria-
mente da questao, no ponto em que se acha.
Recanheei-o j o anno passado, quando o
nobre deputado, e meu particular amig >, o
Sr. Taixeira Jnior teve a bondade de con-
sultarme sobre urareiuerimeoto, qua pre-
tenda fazer a cmara, para a nomeac/o da
urna commissao especia1, que eslulasse
esta elevaJissiraa questao, e olTerece-sc a
cmara bases para estudo o -leliberace do
carpo legislativo. Nao me agradando os ter-
mos do requerimento, fermnlai um sub-li-
tutiyo, pediodo que a commissao nomeada
abritse um ioquerito par escripto ou vocal
des propretarios e interessados, segundo
es bons costumes de Inglaterra para todas
as reformas e innovaces, e depois prepu-
zesse as ideas mais convenientes.
Nos temjs lavraderes muito hbil lides,
muito instruidos, muito honestos, moit >
justiceiros, muito humanos, que nos podiara
ajudar cora sua experiencia. Tratava sa de
um assumpio que Ibes era peculiar, e ti
nham direto de ser ouvidos e attendidos
(Muitos apoiado*.) Alm disto, eu sempre
comprehendi esta questSo como social, e
n3o como poltica, que n^s devia reunir a
todos, e chamar e apreveilir as luzes de
todos os Brasileros, e nao servir nunca da
arma departidos. (Hoitotapoiados.) Assim
deaejara que fosse a cmara dos depulados,
dos represeotaales e mandatarios do povo,
qnem tivesse a saa ioictaiiva, quem livre-
mente a solvesse pelo modo mais conve-
niente, sem pressao de governo e nem de
partidos polticos, auxilando-se com to las
as luzes. (Apoiados.) Eu nunca quiz e nem
quero que o governo faga,disto questao de
gabinete, porque convere-1 em questo
de partido ede confianca. (Apoiados.) Con-
sidero-a sodal, nacional, e que s deve ser
(resol vi Ja pelos representantes do povo.
(Apoiados.) Estes motivos levaram-me a
aasignar o requerimento do honrado depu
lado, substituido pelo meu..___
O Sr. Teixema Jnior :Ea declarei a
V. Exc. que nao faza questao de redac-
Co.
O Sr. Perkiiva da Silva :E' exacto, e
o nobre deputado teve ainda a condescen-
dencia de aceitar a minha redaccor prestan
do-lhe a sua valioea assignatura. Depois o
n >bre deputado procurou-me para dizer qpe
per motivos particulares sustentava seu pri-
mitivo requerimento, e eu disse-lba que
consenta qoe fosse nelle minha'assignatara,
porque apenas se Iratava de nomear urna
commissao para estudar o assumpto...
O Sr Teixeira Jnior :E' tudo isso
verdade.
O Su, Perora da.Silva :Est, portan-
to, explicado qae eojulgo necessario tra-
tar-se da questo, e quero-a, peco- para a
discusso, mas desejo-a livre, e nossa, da
nossa iniciativa, e nao do governo como
questSo poltica. (Apoiados)
Entendo-que o governo podia e deviape-
dir-nos qpe apressassemos nosso trabaibo,
que diseutissemos o- paracer da commissao
especial,, affecto nossa deliberado, mas
nao desprezando esse par.-cer, arrancando
roso cofre e ver qoe se^redo elle coaleria.
Mal chegou herdade, acordou o das
Patticos, qua roncava bom roncar.
Maudou-o apparalhar dous cavallos, orde-
nou-lbe que se vestisse, e, terminados os
preparativos, afastaram-se sem parda de
tempo.
Ao sahirem da herdade ouviram nomeio
de silencio da noute o galopar de dous ca-
vallos que passavam pouca distan.ia e se
dirigiam para Pars.
SSo os nossos homens 1... disse
Beauregard para o das Patticos ; demo
cabo dos cavallos, se fr preciso, mas che-
guemos primeiro do que elles.
Os cavallos que Beauregard levara da
herdade nao podiam comparar-se, nem por
sombras, aos que monta varo, Caetano e Joio,
e estes ltimos, segundo todas as probabi-
lidades, haviam de levar consideravel dian-
tetra.
A impaciencia do corsario augmentoo-se
com essas difflcoldades, eentrou a fustigar
a cabalgadura com verdadeiro furor. O
animal empinou-se, e deitoa a correr,
durante ama hora, como se levasse o de-
monio no corpo.
No enlamo, Caetano levava um qoarto
de hora de dianteira, e era pooco provavel
que nao se aproveitasse bem delta.
Nao era exactamente o desejo de prestar
servico baroneza qoe o fazia devorar o
caminbo e precipitar o galope do cavailo.
Caetano anda va namorado ; tinholhe dado]
urna entrevista, e nio pudia duvidar de
que essa entrevista lbe fosse concedida
pela mulher qae anata; nao quera faltar
ella por cousa algoma no mondo I
Partir, pois, dominado por esse sen ti
ment, e nio assombraremos o leitor, di-
zando que urna hora depois da sua partida
chegava ao palado da ra de Grenelte.
Apeou se logo do cavailo, que entregou
i Joio, e, depois de lbe recommendar que
preparasse todo para a v_.Ua immediata,
pedio qoe Ihe indicassem onde era o qoar-
to da baroneza, e subi rpidamente a es-
cada qoe l conduzia.
Guiou-o urna criada, e em poacos ins-
tantes se vio sozinho no tal quarto.
Dissemos que a incumbencia qae Ihe fra
confiada nio apresentava nenbama difflcal*
dade seria ; e effectivamente, mal entrn
no aposento, dea logo com a vista na se-
cretaria, onde bavia de estar guardado o
cofre.
Fot por consegointe ao movel designado,
abrio-o na terceira gavetioha, achoq q pb
jcto qae dev Levar.
a iniciativa cmara, apresentar urna pro-
posta solemne, e fazer della questao de ga-
binete. (Apoiados.) E' pretender fazer des
cer de cima a soluco de um assumpto que
pertence nac, em vez de baiso subir a
reclainaco necessaria des interesses pbli-
cos para- ser satisfeita. (Apoiados.) E' tor-
nar o governo tudo as cmaras nada o paiz
nada. (J;poiados.)
Pense que foi um grave erre do gabinete
exprimir na falla do tbroao este assumpto
Era om cofrezinho da prata cinzelado,
ido ura feilio muito bonito ; Caetano esleve
um instaota a examina-lo.
Esse instante foi muito curto.
Volveado logo realidade da simacao,
pegos no coi, e e encaraiahou-se para a
porta.
Notou com profundo as sombro qua- esta-
va fechado.
Ciidou primeiro qoe se tinba engaado.
O quarto tioba ootra posta, e pensou que
tena entrado por ella.
Mas acbou a ootra to fechada como a
primeira.
Pareca arte mgica I
Olbou espantado roda de si e por al-
guns segundos Ihe pareceu que estara so-
nhando.
Era tanta a sua impaciencia que at j
estava para arrombar urna das portas qoe
nao o deixavam sahir, quando essa porta,
para a qual se diriga, se abri de repente,
deixando livre passo um homem que
logo conbecea.
Era Beauregard I
O senhor aqoi 1 bradou' Caetano com
a maior sorpreza.
Tambam o senhor aqu est, redar-
guio Beauregard com modo irnico.
Mas eu vina com aotorisacio...
E eu, Sr. de Sarville, nlo predso de
aatorisacio para c vir.
O moco dea aos hombros e disse :
Por fim de cantas, eu nio tenho nada
com isso... venho aqu porque fui autori-
sado isso, o senhor vem porque nao
precisa autorisago. Estamos ambos no
nosso direto e nio tenho nenhuma objec-
Ci i fazer. Como, porm, a incumben-
cia de que estou encarregado argente,
segundo parece, permitta-me que nio me
demore mais tempo na sua companhia ;
volto para Bondy, d'oode vim, e onde coi-
dei que o senhor tinba ficado.
Beauregard eabocoa um srriso bem sin-
gular.
Ea nio o prendo, Sr. de Sarville,
responden elle, e nem tenho que fazer ob-
servacio algoma respeito da sua ida.
Todava...
Qae ?...
Todava, o senhor leva ahi om objec-
to qae me pertence e qae desejo conser-
var.
Est gracejando.
Nio gracejo nunca, e muito menos
quando se trata de om cofre de prata.
E' entio isso orna qaestiuQcola qae o
seobor qaer ter contigo ?
pelo modo por qoe o fez; apresentar como
soa primeira propoata a do estado servil
quando a primeira necessidade qae senti-
mos a da reforma eleitoral, para dar ao
paiz urna cmara livre, expressio genuina
do voto nacional, que resolva as questoes
nadonaes com o carcter e verdadeiro seo-
tmenlo do povo (apoiados), dando solidas
garantas de independencia (apoiados), para
nio parecer feitora e instrumento do gover-
no, em vezde maodatariado povo. Eman-
cipe o governo ao paiz primeiro, e politica-
mente.
Permita o Sr. presidente do eonselbo
que lbe diga esta minha rod opiniao ape-
zar de toda a eslima qoe lbe consagro, de
toda a amizade que lbe tributo, de tolla a
admiradlo qoe nutro pelos seos- brlhantis-
simos talentos, apezar emfim do encanto e
magia qoe S. Exc. sabe qoe exerce sobre
o meu espirito. (Risadas.) Mas liogaa-
gem de verdadeiro amigo. .
Note agora a cmara, depois da falla do
ihrono apparecea logo a proposta. Sobre
estas pecas, ligadas, connexas, condecida,
parte integrante ama da ootra, qae j se
nao podem destacar, formula a commissao
o seu projecto, adherindo com enihusiasmo
s ideas do governo. Quem votar, pois
por este projecto aceita, adopta os meios
lembradosna proposta do governo, (ADoia-
dos. )
Mas Sr. presidente do conselho, com a
habilidad* qae lbe propria. disse que
consenta era modificactas da propostas
Senbores, fallemos com verdades, e nao
com sopbismas e reservas. A proposta
contera s duas ideas, e ellas sio capiles,
Estabelece a libertacfro da fructo do ventre
estrave e as alforrias toreadas. Todas ae
mais disposices sao coronarios complemen-
tares destas duas ideas. Aquelles qae nio
accertam estes doos meios ou ideas capiles
da prop ;-.ta para solver a questao nao po-
dem votar pelo projecto da commissao, de-
vera votar pela emenda do nobre deputado
do Rio de Janeiro.
Vozes ;Mas admittem-se emendas.
O Sr. Pkreiha da Sb.va :Emendas i
proposta cora estas nicas bazes, n3o
possivel I Ha s um mero do apresentar
om substitutivo comoutras bazes & isso o
que eu pretendo fazer, e o declarei ao Sr.
presidente do censelbo na occasio eos que
elle orava, e S. Exc. aprove.teu se para um
movimento oratorio, e exclmou : Ab t
ah I J tendes ideas ? (Risadas.)
Perganto eu agora a S, Exc. Accea o
substitutivo com meios mdirect snicamen-
te,, e quando muito- algans directos, aban-
donando S. Exc. as duas ideas capitaes da
proposta, ventre livre e alforria toreadas ?
Esta que a questo. (Muitos apoiados.)
Nao faz S, Exc. questao de gabinete das
dos ideas capitaes d sua proposta Res-
ponda-me,!
Voces :J S. Exe. declaran qqe fazia
questio.
O Sr. Pereira da Silva ?Eolio para
que nos ertio aqu a armar Izeos T Pare
oblar a apprevacio do- projecto de respos-
ta falla do throno, promette aodifica-
coes;. obtido elle, reganta o gabinete a
forca moral, que tem perdido, e ficam os
qae votaran em sea favor obrgadoe vo-
tar petas duas ideas capitaes. (Ai*to*)
Nio isto om joge tr diplomacia (.Risa-
das. ) Fallemos sem reserva. Se o go-
verno faz questio de gabinete das duas
ideas capitaes da proposta, falle franco.
Quem as nio acceita vote pela emenda,
mas nio queira que vote pela resposta da
commissao os qoe nio adoptam a preposta.
(Apoiados.)
Nio faz questio de gabinete ? Ento
o mesmo que dizer: Lancem-sa ao mar
barcos, velas e redes, e salve-se o ministe-
rio. (Apoiados.)
Propter vitam, vivtndi perder tattsas..
(Continuar-se-ka).
Eu nao quero ter nenhuma qeestiun-
cula, Sr. Caetano, e confesso-ltie que mui-
to me desagradara que ella se toraasse ine-
vitavel.
Ent3o que o qoe quer l
J lh'o disse.
Bem sabe que impossivel.
Nesse caso contrista me bastante, mas
vejo-me obrigado a nao o deixar sabir.
Caetano fez um gesto cheio de altivez.
Ab I senhor Isso j demais I
exdamoo elle.
E, dando em passo para a porta,
aecrescentou com modo imperioso :
Senbor Beauregard Tive a fraquez
le aceitar do senhor alguos favores de di-
nheiro. Juro-lbe, porm, que dentro de
oito das ser integralmente reembolsado.
Creio que a minba palavra sempre ha de
valer os mil frascos qae lbe deyo.
Oh I de certo, redarguio Beauregard,
e aceilo-a como tal.
Por consegointe, estamos desde este
momento qoites am para com o outro, e
dentro de oito das, quando eu tiver des-
empeohade a minha palavra," se lbe parece
que deve ter comigo qoalquer pendenda,
achar-me-ba prompto para lbe responder.
Mas nio tratamos agora disso.
Pelo contrario, a verdade qae nio
se trata de ootra cousa.
Repito Ihe, Sr. Caetano, que desejo
conservar em mea poder esse cofre.
E ea repito-Ihe, Sr. Beauregard,
que s obter este cofre roubando me a
vida ao mesmo tempo.. Arrede-sa f e
nio me obrigue a commetter qualquer vio-
enca qoe repugnara ao meu carcter.
E, assim dizendo, correa Caetsoo para a
porta, empurrou vivamente o corsario, qae
pareca resolvdo a defender a sabida, e
predpitou-se no corredor, para chegar i
oseada.
Beauregard hesitoa om instante.
Foi taires a primeira hesitacio da ana
vida.
Temeu travar ama lata, despertar oa
criados, attrahir os transentes ea chamar
a polica.
Todava, ama nuvem de sangoe lbe pis-
tn por diante dos oaos, sahio-lhe doa
labios ama imprecicao, e trou machinal-
mente da algibeira orna pistola, arma qae
sempre traxia consigo.
Todo isto se paisoa em menea tempo do
qae necessario para o escrever.
(Continmr-tikd.)
TP- pO WAR10-AU A Du MJQDa, M QlUA

*
n
r-^^JM


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