Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12411


This item is only available as the following downloads:


Full Text
**

ANNO XLVII. NUMERO 135

I *
'<
L


>
FEIM 15 DE JUNHO DE 1871.
I rOIA DA PBQrTIClA.
gamarr: :::::::::::: >; : : g& Ww ^EST-T**................. 2K
DIARIO DE PEMAMBUCO.
Propriedade de^Manoe! Figuefci* de Fara & Ffflios. *
*'
Propriedade de^Manoel
a Sn. Gerardo Antonio Alte A Fflhos, no Para ; Gon?a!vei d Pinto, no Mmnhio ; Joaqnim Jos de OHvera A FWio, no Cear ;
Pereira d'Almeida, em ltpungnape ;Felppe Estrella C, na Parahyba ; Antonio Jote Gomes, na Wt
to Nazareth ; Antonio Ferreira da Aginar, em Gojanna; Francno Tavarea da Costa,em Al
de Paria & Filhos.
da Lemoa Braga, no Araeatj ; Joio Mana Julio Chavea, no Aaa ; Antonio Margte da Sn, no Na tai; Joe
t Belanrino doe Santo Buido, em Santo Antio; Domingos Jos da Casta Braga,
Dr. JoeA Martina Arrea, na Baha ; e Leite, Serqm'nbo & C. no Rio de Janeiro.
.
parte ornciAL
i > Man i.....
?era ala pro vi Dra
EXPEDIENTE DO DIA 7 Di JUNHO DE 1071
Acto :
O viee-presideote- 4a provincia, a vista do
<*cio do Dr. ebefe l ptiais, b. 731, de 5 do
corrente, resolve cooeed*r ao major Alfonso de
flollMi Albuqaerqne Maraobio, a exonerado
que patio, do cargo d subdelegado do 1 dis-
triclo da freg aezia e termo de Naureth.
O viee-presideote da provatia, de eoofor-
toldade oom a proposta do Dr. chefe de polica em
oflleie, n. 731, de 5 do correte, resolve nomear
o alfares de polica, Severiana Vieira da Pa', sub
delegado do I* districto da fresuezia e termo de
Nazareli.
O vioe-preeidente da provincia, de eonformi-
dade com i propensa do Dr. enefe de polica em
offleio, b. 371, de 19 de atril ultimo, resolve no-'
mear pan lagares vagos de 2, 3*, i, 5" e 6*
supplenlee do subdelegado do districto de Cursui
pe, 2a do termo d'Agaa-Preta, os .cidadaos se-
gnintas, na erdam em que to colloeados : Jlo
da Caoba de Siqaeira Aadrade, Joaquim do Nss-
eimeBto Cavaieaale d'Albuqoerqoe, tenante Ma-
noel de Basto Mello, Sergio AIToaso de Mello,
I tere Jas tTmsetsco de Barros Lessa.
O vice-prtsidsate da proviocia, atteodeodo
. ao que requeren sociedade beoeflceDteDese-
sete de Jaoeiro, resolve, de conformidade com o
i 5a do art. 29 do decreto n. 2711,de 19 de de-
zembrode 1860, otSMar o desembargador Fran-
cisco Domingaes d> Silva para oeeapar o cargo
de presidente da netma sociedade.
0 vice-presidenle da provincia resolve, de
ooatormidade cora o art. S> do regolamento de 29
de abril de 1854, e a vista da informado do ios-
actor da thesoararia provincial de 5 correte,
approvar o plano para extraccao de lateras apre-
sentado pelo respectivo theeoureiro em offlcio de
de maio Ando.
O vicepresidente da proviocia, tomando em
consideracao o que axpoz o ioepeetor da Ibesou-
raria de blenda em otteo da 3 do corrate, n.
34t, resolve da coaformdade com o decreto, n*
284, 4a I* da fevereiro da 1861, e da erdem do
taieaoare oaciooal, n. 431, de 13 de Miembro do
naeemo aaao, aotorar sob a respoosabilidade da
^iiidaajoj ara crdito tnpplesaantar oa impor-
tancia 4a 60:0004000 rs. para a coanaacao dos
pegamentos das despeas da verbaestaco as de
ameaaeio-do rotaisierio da (aseada no actual
exereieio, visto aebar-se qoasi exmelo o crdito
vasas a asea varea, como Bf v da demonstra-
do aaoexa ao citado offlcio.Expedirn-se as
iieeeaaanas eommuaicacos.
(Mkssa:
Aa coronel coamaodaate das armas para
'Kie sejam prestadas boje as 4 tura* 4a tarda
aa honra buebrea devidas ao major tetireaade
de 2 imlu. MaBoel Joaqnim Gomea, cay ulwt
se seha depositado aa igreja do convento de S.
FraocUca.
Ao inspector da thesoararia de fazenda in-
teirando-o de haver abooado as (altas que deu
o juis da direito da comarca deOlioda, hachare!
Quiotioo Jos de Miranda, oes das 28 de abril,
2 a 5 de maio deste atino.
Ao mesmo cominunicaodo haver o bacharel
Antonio Domingues Piolo Jnior reassomido, no
dia 5 do correte, o exereieio do carao de pro-
motor publico da comarca de Paed'AIn*.
Ao mesmo declarando para os Dos conve-
niente-, que a 1 do correte foram despedidos
do 1 baialhao de artilharia da guarda nacional
deste municipio os cornetas Pedro Paulo Mauri-
cio Wanderl. y e Jos Emilio da Paixao, por te-
re passima conducta.
Por essa tbesouraria maodou-se pagar :
Ao gerente da companhia peroambucaoa a
quantia de i'i7ji6O0 rs., proveniente de passagens
e comedorias abonadas por eonta do ministerio
da guerra a offlelaes e praeas na ultima viagem
faita pelo vapor Parahyba ao presidio de Fernando
de Norooba.
Ao mesmo, nao ; a quaulia de 291/200 rs.,
em que importaram as passageos e eomedorias,
abooadas ao medico e presos que seguiram para
o presidio de Fernando de Noronha, era conse
queneia da molestia ltimamente apparecida na
easa de deteneio, mas tambero de 2:0001 por
que fol contratado o vapor que os coodusio.
Ao inspector da tbesouraria provincial au-
torisande-o a proceder, dos termos de sua infor-
maQao, com reterencia ao parecer da contado-
ra, acerca do pagamento, qae reclama Vicente
Ferreira da Silva de partes da gratifleacao de
engajameoto por elle vencidas, oa qoalidade de
praca do corpo de polica, que (ez parte do exer-
cito em operacoas contra o goveroo da repbli-
ca do Paraguay.
Ao mesmo para que mande adiaotar 03 ven-
cimentos do correte mez de om offlclal e 1S
pravas, que sa aebam destacadas em Santo Antio.
Commuoicou-se ao commaodaote do corpo de
polica.
Ao mesmo commuoicaodo, para os fins con-
venientes, que o director sera! interino da instruc
rio publica multon em 504000 rs. o professor
publico de iostruccio primaria da villa do Bre-
jo, Jos Procopio Per eir.Igual, mutatts muan-
ais, acerca do professor publico de instruc;3o
primaria da povoacao do Pasmado, Aqoilino Jos
de Guimaries Ferreira, multado em 230000.
Por essa tbesouraria mandoa-se pagar :
A Claudina Jos da Siva Alves a quantia de
fJ2|900 rs.. qne se fleoa a dever do salario de
seo fallecido marido, Joaquim Antonio Alves, na
qnaltdade de servente da secretaria da presi-
dencia.
A Francisco de Paula Mindelo os vencimentos
das praca da guarda nacional, destacadas na
eidade de Nszareth, a contar de 16-de abril a 31
de maie. deste anuo.Communieon-sa ao com-
mandante superior respectivo.
Ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recite recommendando
qae designa tres offleiaes superiores para forma-
ren a junta, qoe en ultima instancia tem de ]ol-
gar a 14 do correte ao malo dia, no palaeio da
presidencia, ao 2* sargento do extincto corpo de
potteia, Miguel Arebangelo Ferreira Pinto, e o
soldado Joao Evangelista da Silva.Designon-se
|tis de direito interino da 1* vara desta capital
para (asar parta da mesma junta, a quem se re
Asaltea oa competentes conselbos de jnlgamento.
Ao Dr. ebefe de polica ioterioo aotorisan-
do-o, en vista de sua informacio, a mandar re-
mover para o qoartel do Hospicio, eomo pedem
os sentenciados Jos Leandro Lopes de Oliveira e
FTaaessco Antonio de Carvalbo.Offlciou-se ao
coronel commaodaote das armas ao sentido da
Mrem oa sentenciados recebidos naqoelle quartel.
Ao cnsul de S. M. Britnica neita provin-
o*a declarando qae sent nao peder satitfazer o
tea pedida, quaato a iseocao do pagamento da
dcima, a que est suieito o hospital ingles, pois
qoa s a asaembla legislativa provincial pide
nosMadar tal dispensa.
Aa inspector do arsenal de marinha intsi-
rasso-o de haver o Exm. Sr. ministro da ma-
risma determinado em aviso de 4 de malo am-
ane, que o ex-ageote comprador desse arsenal,
GaMo Porjaa 4a Laaarda, saja addido a ease es-
fsisi lineis, e ah smprtgadt no servieo para
o qmal se mostrsr idneo, vaste nao haver aa la-
teadeacia 4a Corte lagar aifaas, qae pean ser
par elle occqpado.Commnnieoo-se a tbesoura-
ria da (aseis.'
Ao capitao do porto declarando que, por
parle de coronel coaasnaadante das armts, lho
sari apresaatado o recrota de neme Pi Pirre
Braeil Barbalho, Mi de ser aliatado no servieo
da armada, deveie faze-lo seguir pana a corte
na primeira oneortuodade.OOeioa-s nesle
sentido ao coronel.
Ao commaadante do corpo de polica auto-
rizando o engajameoto dos paisa 00 Jos Irioo de
Oliveira Aodrade, Jos da PenUa-de Souia, Joio
Caetaoo de Souza Lima, Manoel Tbeopoapo de
tarros, Locas Alves da Silva, Joaquim da Mattos
Garcez e Matheus Jos Fernandas da Silva.
Ao mesmo reiterando a ordem, que loe oi
expedida em 5 do correte,.para mandar apresen-
lar no tribunal do jury, em quaoto funecionar a
presente sesso, a forca que costume Ir para
guardar e conduzir 0% reos.
Ao director do arsenal de guerra, recom-
mendando a expedicio de stias ordens, no sentido
de ser recebido e concertado nesse arsenal o ar-
mamento, que Ibe for apreseotado de parte do
commaodaote do 4* batalOao vJe iofaotaria da
guarda nacional deste municipio.Commumcou-
se ao commandante superior.
' Ao engenheiro encarregado das obras milita-
res para que, eotendendo-se com o gerente da
ompanhia da illurainacao publica desta capiul,
providencie para que seja collocada no registro do
gsz do quartel do 2* batalhao de ufantaris urna
caixa de madeira com chave, atim de evitar-se o
derramamento do fluido, como se tem dado em
consequeneia de abrirem os soldados o mesmo re-
gistro.
Aa promotor publico di comarca de Itamb,
chamando a sua aliene?.') para o faci, que part-
cipou oDrrhere de policia.de ter Claudio de tal,
espancado ao padre loza Gomes Moreno, seodo o
delnqueme preso em flagrante ; e recommendan-
do que empregue as deligencias legaes para que
ten ha andamento o processo e seja punido o cul-
pado.
A' Henrique Bernardos de Oliveira, Eduardo
Burle e oalros, autorisaodo-os, em vista do qae
solicitou a associagaj dos Artistas Mechanicos e
Libertes, a fazer entrega ao presidente daquella
assoclacao da quantia que j houverem arrecada-
do eomo donativo pecuniario para as obras do Iv-
eea d'artes e offlcio.
A commissj medica encarregada de exami-
nar e beriberi na casa de detengo desta eidade.
Ne tende recebido de Vv. Ss. iqformaclo alguma
sobre a molestia reinante na easa de detencao,
alm da qae. me ministraram em oflicio de 19 de
maio ultimo, e a qae respond em dala de 21 do
mesmo mez, dizeodo-lhes terera sido dadas todas
as providencias, por Vv. Ss. lembradas, e nem sa-
nando se Vv. Ss. Uiaram da facoldade, que Ibes dei
em offlcio da mesma data em adJitamanto aqaelle
de deixarera de incluir oa relacao dos que deviam
segoir para a liba de Fernando alguas doentes,
am de sobre ellas fazerem os seos astados e ob-
sera-acSes, sendo para tal fim removidos para oa-
tros lagares ; e constando-me agora por offleio do
Dr. chefe de polica, cobriodo os do administra-
dor da casa de deteoco a elle dirigidos em data
de 3 e 6 do correte, terem fallecido tres doentes
dos quatro que j estavam accomeltidos do mal
antes da partida do vapor para Fernando, e um
dos tres que foram accommetlidos posteriormente
a partida do dito vapor ; dirijo-me a Vv. Ss., para
que me nformem a respeito, indicando-me qual-
quer providencia que julgarem precisa, embora
rae tranquillise a declaracao feita pelo administra-
dor da casa de detencao no citado offleio, de que,
desde o dia 24 do mez passado, nenhum preso foi
atacado da molestia. Approveito a occasio para
dizer a Vv. Ss., que parece que em vez de serem
as autopsias feitas na casa de detencao, o sejam em
outro lugar ; deixo, porm, isto ao esclarecido
juizo de Vv. Ss., que melhor podem e devero apre-
ciar.
Portaras:
A cmara municipal do Recife, dizeodo que
para pode' resolver acerca da approvacao, que
solicita, do contrato para a construeco do ceraile-
rio, destinado a inhumaco dos cadveres que nao
devem ter sepultura eclesistica, tornase oeces-
sario qne remeta o ornamento dessa obra.Igual,
mutatis mutandis, respeito do contrata para a
construeco de 41 pares de catacumbas no cemi-
terio pnblico desta capital.
Despachos :
Anna Anjo de Alqaquerque Mello. Remetiido
ao Sr. viee-provedor da Santa Casa de Misericor-
dia para attender supplicante.
Amaro Jos da Conceicio.Passe.
Antonio Jos do CarmeIodefendo.
Amaro Joaquim de Oliveira e Mara Isabel de
Oliveira.Legtimera-se os supplicantes como her-
deiros de Manoel Joaquim Alves de Oliveirs, apre
seotaodo certidSes de baplismo e justificaQao de
seren os nicos herdeiros.
Benjamn Beltro de Aleocar.Nao tem lugar,
por nao haver falta de offleiaes no corpo de po-
lica.
Baro do Livramento Informe o Sr. inspector
da thesoararia de fazenda.
Belmiro Francisco Ribeiro da Silva.Informe o
Sr. commandante das.armas.
Claudina Josepha da Silva Alves.A tbesouraria
provincial com offlcio desta data.
Companhia Peroambucaoa.Dirja-se a thesoa-
raria de fazenda.
Companhia Pernambaeaoa.Drja-se a thesou-
raria de fazenda.
Digna de Santa Rosa. Informe o Sr. director
geral da instroccao publica.
D. Emilia Constanca de Moraes Ferreira.In-
forme o Sr. Dr. ebefe de polica.
Eloy TravassosSarinho.Informe o Sr. commao-
daote superior da guarda nacional do municipio
do Limoeiro.
Francisco Borges Leal.Como requer.
Francisco Alfonso Ferreira.Informe o Sr. ins-
pector da tbesouraria de fazenda.
Igoez de Sooza Fernandes. Vo Sr. Dr. ebefe de
polica, para informar.
Jos Fructuoso da Silva.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Joio Ferreira de Laeerda.Ioforme com urgen-
cia o Sr. Dr. ebefe de polica.
Jenuino Laiz Nones.Informe o Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Jos Ferreira Vianna.Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
Maooel Bezerra de Moura Ramos. Informe o
Sr. Dr. chefe de pelicia.
Manoel Ferreira Barbosa.Passe.
Maooel Monteiro de Siqaeira. Ioforme o Sr.
Dr. ebefe de polica.
Manoel do Nascimento Pontos Jnior. Iofor-
me o Sr. coronel commandante das armas inte-
rino.
Manoel Lopes Rodrigues de Barros. Infor-
me o Sr. inspector da tbesouraria proviocia!. -*|
Bacharel Pedro Affonso Ferreira.Informe o Sr.
Dr. jniz de direito da comarca de Palmares.
Raflno Manoel da Cruz Cousseiro.Informe o
Sr. engenheiro encarregado das obras genes.
Rosuo Manoel da Croa Cousseiro.Ao Sr. en-
genheiro encarregado das obras geraes, para in-
formar.
Sedrono Lvdio de Oliveira Magalnaes.lndefe-
rido i vista das ioformacdM.
Vicente Ferreira 4*1 Silva.A thesoararia pro-
vincial cora oficio desta data.
^ xrintxNTK po lCaIT*BJ0.
1 Oficios:
Ao coronal commandante das armas, com mu-
oleando haver a prasidaneJa mandado satisfazer
os pedidos qae remetteu, dos commsadsntes dos
feries de Galbo e Nazareth e 4a fortaleza de Bu-
raco.
Ao director geral ioterioo da instroccao pu-
blica, dizeodo que a presidencia ficou inteirada de
ja se ter apret enta'do a eatrado esa exereieio o pro-
fessor publico da povoaQio da Varzea, o quaL se
bavia ausentado de sos eadeira.
Ao jaiz municipal do termo do Brejo, remet-
iendo de ordem da presidencia, o exemplar que
solicitou, do decreto n. 4453 de 12 de Janeiro der
anoo passado.
Cemnaado superior.
QUARTEL DO COMISANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 13 DE
JUNHO DE 1871.
Ordem do dia n. 21.
O Illra. Sr. commandante superior faz publico
para os los convenientes, qoe S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia, por portarla de 10 do
corrente mez, cooeodeu-dous mezes de liceoca, ao
Sr. teoeote-coronal commandante do 4- -batalhao
de infamara, Jos Francisco Pires, para tratar de
sua saude fra do imperio.
Que, em consequeneia, passara a eommandar o
referido batalhao o Sr. capitao fiscal Jos Tbomaz
Cavalcaote Pessoa.
Rodolpko Joao Barata de Almeida,
Coronel chefe ioterioo do estado-maior.
DIARIO DE'PEBNaMBUCO
RECIFE, 15 DE JUNHO DE 1871.
Xotlclas dos oslados I nidos e
alo Pera.
Amanbeeeo hornera oo oosso porto o vapor ame-
ricano South America, trazando datas de New-
York 23, e do Aamazooas 29 de maio, e do Para
8 do correte.
ESTADOS-UNIOS.
Nada adianta s noticias que recebemos por
va de Lisboa.
HUICO.
Esta repblica foi receolemeote theairo de
ura episodio eotrejfrancezes e prassiaaos, o qaal,
segundo as correspondencias d'aquelle paiz poda
ter.'serias e graves consequeneia.'.
Os allemies estabeleeidos no Mxico quaodo ti-
veram noticia da capitula liminares da paz, reuniram-se com o fim de cele-
braren) em om grande banquete a derrota dos
francezes. Pela parte debaixo do local em que
leve lagar a reuniao, puzaraoi os prassianos ama
bandeira tricolor voltada para baixo, e expozeram
ao publico um immanao transparente, no qaal se
representava a Franca na agora de urna mollter
aterrorisada e enaangoeatad, qoe eslava agoni
sanie aos ps de ama Minerva qae representava a
Prussia triumpbante.
Indignaram-se os francezes em presenea de si-
milhante quadro, e dirigiram-se em massa todos
quantos residiam no Mxico, enjo numero se ele-
vava a alguns centenares, para o sitio onde se ce-
lebrara o festim, pedindo aos allemies a suppres-
so de lio ultrajante piolara; mas tendo sido re-
cebido; por estes de ama maneira injuriosa, ras-
garara o transparente s pedradas.
Os prussianos anpareceram Immedatamente s
jmellas do hotel de rewolvers oa mao ameacaodo
com aquelUs armas os fraoeezes, oo meio da in-
dignacao geral dos mexicanos, dizem as corres-
pondencias, que eolio foram attrahldos aquel le
ponto pelas vozes e clamores da mullidlo.
Do hotel chegou a disparar se om tiro que ferio
um francs. Os seus compatriotas looge de se af-
fastarem arrombaram as portas do hotel, expul-
saran) d'elle os allemies e quemaram o transpa-
rente no raeio dos applausos dos mais entbusiaslas
e dos operarios mexicanos.
O goverosdor do Mxico, o Sr. D. Joao Jos Bas
apreseotou-se n'aquelle local, e approvou tcita-
mente a maneira de proceder dos francezes, entre
os quaeg houva alguns feridos, ainda que nenhum
d'elles de gravidade.
AMAZONAS.
Hoave urna reuniao de coramerciantes da ca-
pital, afira de proraoverem a installacio da Asso-
ciaeao Commercial, elegendo-se urna commissao,
composta dos Srs. Jos Teixera de Sooza, Joio
Jos de Freitas Guimaries, e Jos Antonio da Cos-
ta, para aprsenlar approvacao do goveroo os
respectivos estatutos.
A' esforcos do Dr. chefe de polica, desco-
brio-se ser Joio Pioto Vieira o autor do roubc do
cofre da cmara municipal de Serpa, o qual esla-
va preso e tioba j entregue o draheiro que anda
conservava em seu poder.
PARA.
Aebava-se no exereieio de commandante das
armas interino, o coronel Maooel Antonio Bricio.
De 1 a 27 de maio foram exportados os se-
guintes gneros: 284,687 kilos de borracha,
473,918 kilos de cacao, 520.003 kilos de castanbas,
7.260 decmetros de toros de cedro.
Lemos no Diario do Gram-Par:
i O estado actual da saude publica ioduzio o
Sr. presidente a nomear hontem eommissoes para
em cada districto da eidade dispensarem os soc-
corros de que carecer a parte da populacio qae
for atacada da epidemia, queja se manifesta entre
nos em carcter assaslador. A' cada eomraissie
Sea annexa ama oalra commissao de 4 mdicos.
A' elasse proletaria, serio forneeidos nao s medi-
camentos, mas ainda dietas e o mais qae as com-
missdes eoteoderem neeessario.
t Expedid tambem S. Exc. as convenientes or-
dens para que dorante cada noite, permanecara
a bertas daas ph arrancias, ama no bairro da eida-
de e no da Campia a ootra, afira de que os enfer-
mos sejam de prometo soccorridos com os recur-
sos da seieneis.
t Compde-se assim as eommissoes medicas e s
de soccorros:
< 1* districto.
i Commissao medica.Drs. Jos Ferreira Can-
to, Augusto Tbiago Pinto, Americo Marques de
Santa Rosa e Silverio de Aadrade e Silva.
t Commissao de soccorros.Rvra. conego cara
da s Luiz Marlioho de Azevedo.Cont, subdelega-
do do districto, lenenie-eoronel Francisco Xavier
Pereira de Mello, Joio Diogo Clemente Maleher e
Manoel Luiz de Asevedo.
t 2* districto.
c Commissao medica.Drs. Mireello Lobato de
Castro, Antonio Andrs Capper Francisco Frisiaoi
e Luiz Miguel Quadrcs.
c Commissao de soccorros.Reva. conego vi-
Saris da frefoeiia de Sant'Anna Sebastiio Borges
e Castilho, subdelegado do districto, tenente-co-
ronel Joio de Daos e Silva, Fortunato Alves de
Soaza e major Antonio Nicolao Monteiro Paeaa. H
t 3 districto.
Commissao medica. Drs. Laiz Ferreira Le-
mos,-Frederico Hermeto Pereira Lima, Jlo Rao-
lino de Soasa Ueha e Joio Chrysosloiao da Malta
Baeellar.
Commissao da soccorros.Revm. vinario da
chejv i Pombo Bricio, Lodgero Vieira de Ase
vedo e ajo Jos Pinbeiro Tnproansp.
de soccorros.Rvm. wnego viga-
rio de Naaareth Jeronymo Jos Fernandes Caroei-
ro, satdelagado do districto, Dr. Joao Maru de
Maraes, tenante coronel Tieeote Baptista de Mi-
randa a oapitao Francisco H>mriqaes de Mallos, s
* .N>J>'jafcda ilha de Corca, fronteira a fregu-
lVil\ XaVssVJBLW AfOkWA da, s*AflA' Jss^\TiUTsl>sil H-A
^r ^^**^f- w^wssnsic asvpnsir| myywi lA/UU lixr
da 7 Os oslo, om cadver, levado pela mar, ji'
em estado do decomposica, e quasi devorado pe-
los pesias, podando se apenas ter reconbecido ser
de homem, por nao ter as orelhas furadas, como
utam tedas as molberes, e branco pala cor da pon-
ca pena qoe ainda Ibe restava dos ante bracos.
< Iva.panbo do braco direito e na primeira linha
vi a-se i tinta indelevel as lettras G. M. P. ; na se-
gunda, G A. V.; ta terceira 180, nao se perce-
bende.n resto das oniras lettras ou algarsmos en-
eimados per u,m signo de Salomio.
< No paito do braco esquerdo, oa primeira li-
nha, asada se viam as inieiaes L. J., na segunda C.
A. O., eaobre ellas ootro signo de Salomio.
* Ips7*'80 quem Ma esse i*rel'- *
Est ancorado defronte da alfaadet
' emenda do nobre d
a verba proposta seria suOcienle : mas tendo de'aer d.r 0 mmi snm
ser fsito por arremata?, e derendo o arrematan-1 aelo i disiSm
le auferir lucros, qoe compense as despezas ne-''
eessar.,,e o ?eo trabalbo, davido que esjpser-^ lfa> de?e correr" por coeta doscofresge-
Pens que a despeza qoeeeos coadjutores fa
rae?, a cargo de qem estsV o caito publico.
oi Sr: Deputado : Asesna eomo o corpo d
._ alfandega um lindo
?aporambo^que veio de Liverpool no paquete in-
glez Carenst, para a. companhia da estrada de
ferro do Madeira, de que empresario o Sr. coro-
nel George H. Chureh. Chama-se o vapor Explo-
rador, asede 40 ps de eomprimento e destinado
explraseos nos ros vsohos zona em que se
vai construir fa via-ferrea.
c Nos Estados Unidos apromptaram-se tambem
duas emearcacoes vapor,,.qoe devem estar em
viagem para o oosso porto, e qae tem de pasear
desarmadas a regio das cacheiras do Madeira,
afira de serem empregadas em a oavegacao do
ponto oode termioim as cacheiras al ao extre-
mo navegavel do rio.
Com asses vapores, os primeiros qae vio sai-
car aquilas tio ricas e desertas regtes, inicia-se
ama nava era de prosperidade para a Bol i vi e
para aa provincias do Para a Amazoaas. a
vico seja Itera desempenbado em beneficio-dos pre-
sos pobres.
um Sa. DepirTADo :Melhore-se o systema.
O Sr. Rufino k AimtoA : -Como roelhorar o > s' F
systema, se elle esta marcado em le permanente. -
O auno Su. Deputado :Revogue-se a lei.
O Sr. Rufino de Almeida : Por orna simples
emenda oa lei do orcameoto reroga-se urna lei ?
Um Sr. Deputado : -Qaal essa lei ?
O Sr. Rufino di Almeida :A le n. 511 de 11
de junho de 1861, qoe determina que o forneei-
raento da alimentacao aos presos pobres seja feilo
por arrematadlo, e por espaco de tres meses. E'
essa le que foi infringida pelo inspector da tbe-
souraria, quando propoz a presidencia da provin
la a arrematacao"des'ie foroecimeoto por preso 4a {TI *lel' <**
(TIsMasl A flinnrlA ertn*AidAll Mrtn\ r, aaiIIJa rio "
ASSEMBLEA PBOynClAL.
SESSiO DE 6 DE MAJO.
(Conclutio.)
OfpiM DO DIA.
1* discossio do projecto o. 48 idate son, qoe
orea a reeeita a fixa a despeza das cmaras mu-
nicipaes da provincia para o roturo exereieio mu-
aicipal.r approvado.
Continua a 2a disenssao do art 7* 4o orcameoto
provincial, o qaal approvado com as emendas
ns. 1 e 2. rageiUda a de n. 3.
Art. a,. Soceorroi
ccorros de beneficeneia
e I 1.* Auxilio a Sania Casa de
liwericovdia, Mtdt rflOQjOOO pa-
ra o collagio dos orphios.......
< f 2.a netenio a eorativo dea
presos pobres, seodo a diaria dos
da easa de deteocao na razio de
400 rs........................
< i 3.* Reeolhimeoto de Olinda.
4.a Dito de Iguarass......
5.a Dito de Goyanoa.......
o.a Collegio de Papacaca...
. 7.a Hospital de Misericordia
de Goyanoa ...................
< 8.a Casa de bsoeOceneia de
Gravat......................
< | 9.a Dita de Bezerros.......
< i 10. Para remessa de crian-
cas, eeg 15 sardes e modos, para o
Imperial Instituto do Rio de Ja-
oeiro .........................
lhos dos voluntarios da patria fal-
lecidos oo iootilisado3 em campa-
nh3...........................
< 12. Pars libertado de crian-
cas do sexo feminioo.......a-----
'.
:0O0rJO0
57:3684000
1:5004000
1:5004000
1:5004000
4:0004000
1:0004000
1:0304000
2:000*000
5:0004000
2:0004000
2:0004000
SS. Trindade Augusto Gullerre, sobdelegailo do
districto. Antonio Brasjlo Freir 4a Silva. -
Goalberio da Costa e-Coaba a Aon> p,-^
deMagalhies. r""
Commlssjo me4ie353p!0l dtGama kjj.
126:8684000
O SR. G. DEDRUMMOND faz consideragoes em
sustentacao a da emenda que offereee, elevando o
auxilio concedido s reeolbidas do convento de
Iguarass.
Vai mesa e apoia-se a segrate emenda :
Ao 84a do art. 8em logar de 1:500*000-
diga-se 2:0000000.-6. de Drummond. o
O SR. CUNHA E FtGUEIREDO justifica o ad-
ditivo que offereee, consignando verba para sus-
tentacao de alumnos pobres no seminario episco-
pal de Olioda.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
c Ao art. 8accrescente-.-e o 13 para a sus-
tentacao de cinco estudantes pobres no seminario
episcopal de Olinda 4:0004000. CunAa t Figuei-
redo, i
O SR. RUFINO DE ALMEIDA : As olorosa-
Qoes, qae ha das, ped com urgencia sob a tabel-
la e precos qoe vigoram para a arrematacao dos
gneros alimenticios, destinados aos presos pobres,
serveriam para melhor esclarecer a materia do
2a do art- em discossio; mas, apezar da urgencia
com qne foram pedidas, ainda nao se dignaram re-
meite-las a esta casa, pelo qne prescindir! boje
alas.
O Sr. Gusmo Lobo : O nobre deputado deve
insistir no sen pedido.
O Sr. Rufino di Almeida :Hei de insistir at
que rae sejam dadas.
Nao a primeira ves qae alca a minba fraca
voz, pedindo providencias no sentido de melho-
rar-se a iotuffleientissima alimentacao destribuida
aos presos pobres da detencao. Quando se discu-
tio o auno passado o orcamenio oecapei esta tri-
buna, e sobre o assumpto, da qae ora me ocenpo,
cbamei a atteoco desta assembla, qae se dig-
ooa volar ama aatorisaeio presidencia para re-
ver e melborsr a tabella do fornecimejito dos pre-
sos pobres, e de caja aatorisaeio infelizmente ain-
da se oio fez oto.
Ha poneos dias occope-me desta materia, quan-
do requer as InfornvaQoes, qoe me acabo de re-
ferir. Hoje ainda volto a tribuna para declarar,
qpe nao posso concordar no mximo marcado pe
la commissao de orcameoto para as diarias dos
presos pobres da detencao ; porque este mximo
seria motivo para se perpetuar a tabella qoe se
qoer reformar.
Era de 380 rs. o mximo 4a tabella da alimen-
tacao doe presos em estado de saude a de 640 rs.
o das dietas da enfermara at 1849, e baseado na
insnfflolencia destas quantias pedio o inspector au-
torisaoio i presidencia para formular a celebr-
rima tabella de precos (nao altern aa quantida-
des) da qae vos falle ha dias : ora se agora or-
denamos qae as diarias nao excedam de 400 rs.
tem distinecio sjas dietas, o qae nao vira a sae-
eeder?
Cortamente reclamar novameole o inspector, e
a presidencia ser toreada a eoneeder-the nova aa-
torisaeio para ama ootra tabella.
Moteado qae ha vendo argente aeeessidade de
alterar-se para mais a quintidade da alimeatacao
dos presos, eUbelecendo-se a cela, qoe alies ac-
tualmente, nao tem, e estando os gneros alimeo
tifios nm opaco caros, a verba de 400 rs. nio
chegar. Kecaeeeriaroeete ha de lornar-se dffl-
ciia arrematacio desee fornecimento cora vasta-
gana para oa tsaaatw oreaos. "
Acredite qae asee Mrviep feuP por aimlnlstra-
cao eomo falto na Santa Casa de Misericordia,
seis mezas, e quando concordou com "o pedido do
arrematante para que Ibe fosse prorogada a arre-
matacio por outros seis mezes.
Soa de oplniio, e neste sentido apreseatarei ama
emeoda, do que o foroecimeoto se faca nos ter-
mos da lei 511, regulaodo-se a tabella das qoaot-
dades e precos pela que serve para o fornecimen-
to da tropa, de linha.
Os infaizes recolbidos a deteocao tem direito a
urna sa e abuodante alimentacao, e nio a urna
insufflciente rereicio que mal Ibes chega para nio
morrerem a fome.
O Sr. Gts Cavalcanti : Nao sao s os da casa
de detencao, os de todas as cadeias.
O Sr. Cunha i Fiqueiredo :A alimentacao da-
da aos soldados, qae vivem em trabalho pesado,
nio pode ser a mesma dada a homens que estio
all detidos, e que tem vida sedentaria.
O Sa. Rufino de Almeida :.' Tenho examinado
a tabella da alimentacao dos nossos soldados, e
visto o rancho delles; nao tem alimentacao lio
abundante como o nobre deputado suppde : rece-
bera a que so anteado se deve dar aos detentes,
qae ow podem ser cooderaoados a deQnharem oa
prisio.
O Sr. Millo Reg d um aparte.
O Sa. Rufino de Almeida :Cora isto oio faze-
rao mais do qne respeitar a constituicao do im-
0 Sr. Gis Cavalcanti :Apoiado, nio pode-
mos sentenciar niogoem a morrer de fome.
O Sa. Rurrho ni Almeida : Nio concordo com
a verba proposta pela comsnlssio pelos motivos
qoe ja dei, e nem tio pouco com a alteracio da
mesma feita pelo inspector da thesoararia, que
elevando extraordinariamente o ensto das raedos
eonaarvon entretanto a mesma tabella de qoaoti-
dadea insuficientes para alimentacao de um ho-
mem.
Um Sa Reputado :Rerorme-se a lei.
. O Sa. Souza Lae: Nao concordo com o for-
aeeiment por arremaiacao
O Sa. Roruto ai Almeida :Nem eu. Votei por
mu Ui ms eat, a su ds opinio qoe ella deve
ser conservada e respeitada. Facase o Toraect-
ment por arrematacto prazos de tres mezes,'al-
terando-se a tabella existime quaoto as quantida-
des qae devem ser augmentadas, regulaodo-se os
precos pelas etapes di tropa de liona, qae de seis
em seis mezes sao alteradas, segundo as circums-
taocias do mercado : mas nao se consinta na trans-
gressio desta lei, pelo modo porque tem sido trans-
gredida.
Um Sr. Diputado : Responda-me o nobre de-
putido : nao hoave grande augmento de despe-
za, e porque oio houve augmento de quantidade
dos gneros ?
O Sr. Rufino de Almeida : Houve com effeito
grande augmento de despeza, porm, nao se alte -
ron a tabella, que at cooservoa o amigo systema
de pesos e medidas.
Foi contra isto que reclame!, requer nforma-
coes sobre semelhaote objecto.
O Sa. Gusmao Lobo : E as arrematarles nao
tem sido feitas nos termos da lei ?
O Sr. Rufino ds Almeida :Nao Tem sido fei-
tas por prazos superiores aos marcados na le e
por precos que, comparativamente com as quaoti-
oades fornecidas, nio tem jastificacao.
Um Sr. Deputado : Quem nao cumprio a lel
oesta parte t
O Sr. Rufino de Almeida : Nao se.
Um Sr. Deputado :O oobre deputado sabe.
O Sr. Gusmao Lobo : E' bom conhecer-ss o
abaso para cortar-se por elle.
(Cruzam se apartes.)
O Sr. Rufino de Almeida : Se e oobre depu
lado metivesseouvido, quaodo justifiquei o meu
requeriment pedindo informacoes sobre este as-
sumpto, lena tido conheciinento do abaso que na
execucao da lei 511 se tem dado, e da prolecco
que ha tido o fornecedor da alimentacao dos pre-
sos pobres.
Um Sr. Diputado -.Parece qae o nebre depu
tado tem receio de designar o infractor da le.
O Sa Gusmao Lobo d om aparte.
O Sr. Rufino di Almeida : Para satisfazer os
desejos do oobre deputado, e mostrar ao nobre
deputado pelo lercero districto que nio tenho re-
ceio de designar o infractor oa infractores da lei,
vou repetir o qoe disse oa sessio de 29 do passa-
do com'relacao a este objecto ; sustentando que
para mira o inspector da thesoararia provincial
o nico respoosavel pela iofraccio da lei, que re-
gala a materia, pois qae por motivo algom devia
era suas nrormacoes occuliar a disposicao do art.
511, que expressameote determina, qoe a arrema-
tacao so mente se faca por tres mezes, omito me-
nos opinar pela conveniencia da prorogacio do
contrato lio prejudicial aos interesses da fazenda
e dosinfelizes detentos.
O orador repeli pouco mais oa menos tudo
quaoto a respeito do assumpto na sessio de 29 de
abril, quando jastifieoo om reqaerimeuto pedindo
informacoes sobre o contrato do fornecimento dos
presos pobres.
Vio mesa e apoiam-se as seguintes emendas :
c Ao | 2a do art. 8aEm vez desendo a diaria
dos da casa de detencao na razio de 400 rs.,di-
ga-se : nie sando a diaria dos da easa de deteo-
cao superior a etape da tropa de liaba ao tempo
da arrematacio do foroecimeoto ditos presos.
flu/ao. dt Almeida. *
Em o g 2a do art 8a-Sopprimam-se as pala-
vraaeasa de detencao.Ges Cavalcanti.
Aoj 5* do art. 8.Diga se 2:0004 em lugar
de 1:500*.Oliveira Andrade.
Ao i 9a doait. 8aEm vez de 2:0004dga-
se l:300i,-J. de Mello Reg. >
A verba do 10 do art 8-reduaa-se 3:0004
Figueira.
< Ao 112 de art, 8aAccrescente-se, sendo dez
contos de ris para auxilio da sociedade de liber-
taodos J. de Helio Rego.Souza Uto.Pedro
Af/onto.
. sreargo
delles devia estar, o corp de poHcia, diz muito
oem.o nobre deputado.
O Sr. Cunha e Frsubirbdo (rom forea): Ms*
porque oo fez a supressio da verba do corpo ta
polica.
O Sr. Rufino de Aemeida :Porque nio pode-
mos pissar sera elle, e nao temos HnrrmwMo
senio votar esta verba. *
O Sr. Cunha b PtojmirmDO d un aparte.
.0 Sr. Rumto di Alskjoa :-o nobre denotado
nao me mostrar por certo a lei, qae determina.


Encerrada a diseassio o artigo approvado com
as emendas de ns. 4, 5, 7 e 8, e regatadas as de
ns. I, x, 3 e 6.
t Art 9.* Coito publioo :
I 1.a Coadjutores........... 34:5004000
t | 1* Religiosos capuchinhos. 1.5004000
a despeca eom coadjutores, #i eam o caito
publico deve correr por conta da proveca : se
mostrar-me voto pela verba do artigo em discos-
sao.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Rufino db Almoo^:Por moito lempo
carrejamos com a despeza das congruas dos viga-
rlos, mas taolo resistimos, tanto reclamamos, qde
atoal passou ella para os cafres geraes. Fagamos
o mesmo eom os coadjutores, are obiermos o mes-
mo resultado.
Presto, portanto, o meo- veto i emeoda, que
manda supprrair o Ia do art. 9a^-Sopprima-se
verba, represente-se aos poderes geraes, eomo j
se fez a respeito dos vigarios.
O SR. CUNHA EFIGUEIREDO.Veobo tri-
buoa provocado pelo que acabo- de ouvir do nobre
deputado que me precedeu.
Emendo, Sr. presidente, qoe havendo padres
oesta casa, oio poda algum delle?, deixar de pe-
dir a palavra para responder ao qoe acaben de
proferir o meu amigo e collega pelo 3 districto,
que religioso como se tem mostrado at hoje, pa-
rece que rnente leve em vista provoear-me.....
O Sr. Rufino de Almeida :Ohr
O Sr. Cunha i Figuesrbdo-: .... para bm
arrastar a tribuna.
Disse o oobre deputado qoe nio presta o test
voto para a coogrua dos coadjutores, perene aa*
conbece lei alguma qae mande- pagar easa vera
pela proviocia, e qae esta despesa develar fsvsa
pelos cofres geraes.
Eu oio eslou longe de acompanhar o oobre de-
putado em qoe essa despeza deve correr por conta
dos cofres geraes e nio pelos proviaciaes. Mas me
pede elle que aprsenle ama lei qoe autorise essa
despeza pela provincia; eu respondo ao nobre de-
purado, em primeiro lugar, que muilas quolas sa
tem votado, maitas despezas se tem aqu baratea-
do, permita-se-me a exprselo, cusa da pro*
vincia, sam que sejam da natarasa provincial.
Um Sr. Deputado :Empregados da casa de
detencao.
O Sr'. Cunha e Figueirbbo : Agradece ao
nobre depale eat aparte.
L'm Si. PerwTADo .-Corpo de pecie.
(Trocam-se mais apartes).
O Sr. Presidente :Atteneo. Tem a palavra
o Sr. Cunha e Figueiredo.
O Sr. Cunha e Figubirbo :Ha orna lei geral
que manda pagar pelos cofres geraes o ordeoado-
do administrador oa do carcereiro das prisees, oa
da casa de detencao, e oio obstante esta despeza
decretada e paga pela proviocia.
U Sa. Rufino de Almeida : Julga fazer-me al-
guma injuria ehamaodo-me carcereiro ?
O Sa. lunha k Figueiredo :Nao t.......
Jamis Ihe faria ama menor injuria : oio o que-
ro offeoder por maneira alguma.
A grande e avullada despeza que se fas com o
corpo de polica, seguodo cre o, deve ser paga
pelo goveroo geral, e os a pagamos. Nao posso
estar enumerando todas as despezas do orcamento
provincial que esli no mesmo easo, porque seria
enfadonho, oio mutas outras despezas faz a pro-
viocia, qae deveriam correr por conta dos cofres
geraes; entretanto que, Sr. presidente, existndo_a
aeeessidade, coohecendo-se a urgencia de senio
deixar de satisfazer a essas exigencias do servieo
publica de primeira ordem......
O Sa. F. de Figueira : Ero cojo caso nio>
est aquella que se manda snpprimir.
O Sr. Cunha b Figueiredo:Nanea se deixou/
de satisfazer essas despezas, pelo menos, ellas sao
constantemente feitas at que que o goveroo geral,.
cooheceodo a justica das reclamares da assem-
bla, as toma a si.
O Sr. F. de Figuiiroa : Nio cooheceri nunea.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Disse o oobre de-
putado que se resisti aqu na provincia pagar
as congruas dos vigarios at qae o governo oa A
assembla geral decretou quota para seu paga-
mento. Mas aoode, em que fado da historia pro-
vincial de Peroambuco descobrio o nobre deputa-
do isto? Alguma vez aqai, antes de serem os vi-
garios pagos pelos corres geraes, esta casa deixou
de pagar suas congruas ? Qaal foi o ore amento
provincial qae descooheceado esta necessidade,
deixou de dar quota naquelle tempo para os vigi-
ros ?
- Um Sr. Deputado : Dexamos de pagar om
anno os dos coadjutores.
O Sr. Cunha i Fiquiiredo :Estoa rallando das
dos vigarios.
(Trooam-99 apartes).
OSt
34:0004000
Vao i mesa e apoiam-se as segaintea emendas:
Sopprima-se a verba do $ Ia do art 9>.F. de
Fgueir.-IL i* Almeida. Almeida Pirnam*
buai. ..."
< Gottamento at matriies. Cunha $ Figuei-
rtJ.
O SR. RUPNO DB AUtsTOA :-Sato n|o pi>
Sr. Cunha b Figueiredo :Nio ha tal, nanea
se deixou de pagar os vigarios.
(Hepete-se os apartes).
O Sa Cunha t Fioubireoo: Seooores, sorte
minba, sempre qae lomo a palavra oesta caaa nao
me detxam concluir ama phraae I.....
Sr. presideole, eu me seoto, porque nio posso
continuar.
(O honrado deputado seota-se).
O Sr. Presidente :O nobre deputado tambem
cosan dar apartes repelidos aos seos eollegas,
e eu nao deixo de reclamar a atteoco dos senho-
res deputados sempre que os apartes podem nter-
romper a discossio.
OSr. Cunha r FwuiraiDo : Diziaeo, Sr. pre-
sidente, qae o nobre deputado qae me preceda,
apreseotoo a argomentaco seguinte :que a aa-.-
serabla provincial linba deixado de mandar pagar
as congruas dos vigarios, at qae aflnal a assam,-
bla geral mareoa quota para pagamento de suas,
congruas.Eu nio sei de faci nenhum dado ees-,
ta provincia qae autorise esta proposicio do aobr>
dep atado, porque nanea oavi dizer, nanea oonstea,
quo esta assembla deixasse de marear qaoU para
as congruas dos vigarios em quaoto isto. correo
por canta da provincia. Lembra-me qoe apenas
em um anno se deixou de marear qaota para aa
congroas dos coadjutores, mal este faci, Sr. pre-
sidenta, foi geralmante reprovado, e eu, quando
tiv3 a honra de ter assento pela primeira res nesia
cana mostrei qae o servieo do callo nio pedia con-
tinuar a correr, eomo corra, qoasi ao abandono,
qas a admioistracio do pasto espiritual aeflrta.
griives offensas, porque oio se pagaado as con-
gruas des coadjulorea, flearam os vigarios se
peosaal qae os ajadasssm e al sem os seos legiti-
mes auxiliares qoe os snbstilaissent tas suas aqr
seiKias e enfarmidades, a nestea easa wffria q
eioreco do caito o o que mais grave batieaj
aaiDoos irropmTais na oonseieaeU h pe^ejaeie*.
e salvacie das almas.
Sollo eom miaa fraea vos Manatsi ona t>
das s proriaeias 4o B^,^^SmSnm^^m
* e que dav^ eoHau m ^^im, asase
avaltae> que Psrnaakbswe o qese BMraajaaa qao-
Us nao peqoenas para aa fsarleas e |^ajama^



'.*s*fri
y-
..



rtmambnct
.
'

das malnies os Ilustrados depuudos de eoia)
atteDdrara a minlia reclamacio e m&reou-S quo-
tt para ama e outra couss. O nobre depuudn
pera distrfcto (dirgindo-se ao Sr. Brummond),
cujo notenMKio oaquella poca tive, e sempre
tenho BanaHaa quesldas'religiosas foi tesiemu-
nha, e n3 fie lembrar benf dos nossos esfor-
Cos. (aJWMmmeni fai sigoai da apprava
5o). jQMtfX para c sempre so tero marcado
qnti pT as congruas dos coadjutores.
Eu aeompanharia o o )hra depulado era repre-
sentar ao governo aval, jara qae componotran-
do-se do sea dever nos, daMnaraese dista despeza.
pafaado aos coadjutores tiwja paga aos viga-
tos ; mas, Sr. pfeaaenta, anta* disto. Bao vejo
meio possivel do nosjivrar do-to encargo, do um
modo digno e honroso para 00?.
Mas,"Sr. presidenta, 9 a regencia de ama (re;
juezia, is'.o, a distribualo dopasu esprKsl
diffieultosaraente relia ro origino e umead-
jutor, trabando ambos imnmraenteim'rite, o
que podera^sperir se fiearif gario 96, sea*
iqueUa coadjuvaeao rae a -la da igreja tem esta-
tuidefe que indispensavel nao s ordinaria como
extraordinariamente nos casos do sea imped-
meato T
- aTngnnda- n-q* qaer nobfe epatado, m
parocho adoecer, Tlcar todo o rebaaho aban lona-
do I
Um Sn. Disputado :NSo tkarj.
O 8*. Nm* MitisiRRDo:Sea duvida algu
na..... En mesaos parochos quaudo-se aclia-
/ rem em perigo de -vida nao re Ci*?r o* soeeorros
spirituae*, iiorque em certasreguezias po, onde tallara paires uera ao menos teiar os smi
cn1jiili'rci para es-soccorro na occasiao extrema,
d* llorada mote.
Poia, seuhtires, negar-s. que nos legisladores
eatholieos oso somos obrifaoos a prever aene-
ceasidades desta ordem, \k a ums palptame
exigencia nao tima veidaJeira miseria 1 Nao
seria isio-negar-se o pao para a ida do pavo ca-
lbetieo?
CJm Su. 'Debutado :fleresia ?
O Sa. Coma a Frewtf.Kuo: Sita. Pode se i-
aor quo urna hora-i..
(Trocam-se aparte.-).
O S*. Ama k Prasraeno :Creion.no con a
adopeao da emenda vamos inoaorrer ai \tev.i do
exeommunhao maior.
(Grasara-se aparte).
OTn. Coma a Fie hiedo : Ni o tallo Ja emen-
II, rturo-me a doalrioa. Se o oefcre denotado a
ansenla, nao sera u a nica, iteres mqi
abite. /
(Ha nm aparta}. ,
O Sr. CuKat#F[GUKmRDo;-*nUo 'este cas
ao nobre dtpn*oV>, ninguem ja*
lla ontro aparte).
I Sr. Cumd k FicuEinEO;izer o nobre re-
putado que eu son auior de siseria*, um repre-
saa irrisoria''1.....
O Sa. PRR8tE*NTB:Para jae o obro deputa do
entrelendo apartes ? Depur aucixa-sc la qae o
nao de.xam bllar.
O Sr. CIMBA b Figueirbdo : V. Exc-quer
que eu e*Seja aqu na h-r-hn la ouvindo callado
tado qutate oa sobres deptitalos quizereaa a ti
rar-me ?
O Sr. PresiDENTE :Eaiao fa diga <|re nao
pode diseatlr.
O Sr (*nha b Faawnso:antenhaV. Exc.
a urdem para que eu po*sa e>>Rauar.
Uizia a, Sr. preeidenta, que rar os malos aos
BMniatros dd altar aaotar ^exercicw do cul
to. Diz a evaogeitee qe nom "s do pie "vive o
baoiem ; utas nr^neipalmenta da palavre Divina,
iilo, d* alimento-espiriMial. Com) ee^ejuer que
a soeiedada seja atantid na-sui religja.'.-. tenlia,^
costuin*-, e a oeocss.ma orden e inorattcade, fal-
cando- *e o ali*eDtc esplri*!*:, negaado-st^llie oaj
Biios indispensaveis para o overicio i!ltq;
gaa, euja boa reeonheeo %to e-primtlre a ree-|
peittr. *
iXHai
lado.
Mas a nalBha csnffMaVtaJJaaVo ae qoer
dar a congrua aos coadjutores, qoer-ae vi lm-
po'sivel, isio i qnerseque o vigilia
tre e faja regularmente to^o o servico 4j^ap|t
divino', o que os caones julgou Inadmissit
lo den itm coadjutor a eacra pancho.
imposairel quo o vigario f dtsajulado possasa--
ti.-f.izor as necessidades do culti querse impedir
ou as menos deCQcultar q cxarciciojalgloso, o,
im da f, a administraeio do pejgj'epiritu
fiaalmcnte a salvaclo das alais; &** ^oe
rtlo flque taiorpeailo era prejuizc relig
se este procedimento protege o rateado dn
rialismo em prejuizo da relig-io, ipmo Se
raon-Irado, p.isso dizer que >* Su. ieputad
se oppSera a miAa opinljo.e qOj mqtsia .
lalfcan.lo eom sena apaes, tm.TSi qeaaato
exercicio Ja.roligiIo (naiapel^iloa),-i n;i .eatJae
cen o mal ne vio fazer. Sa quawm, puram, (i
governo tome a si eflaflespeta, rctiresenrcinem
termos habis, usem de qaalquer mitro meiq,fn)ajl(reza.
nao cortera desde j a denpeza em pnjpimpenfi Oam
to. Pais que 1 E' scmra o pobre cidro ipWflUW ^orriTr
desabar o peso eceuoiuico des flnaoceiros desta
casa T
Qg Sr. Deputam :Os coajutoroa que repre-
sentem ao govern > neral.
O 4r. Cuniu k FiuutiRSBc:Gonm pie man-
lr ?a erviQo do culto qae a le da igreja eocar-
regoa aos lettiUmos coadjuwrea dei par*e*cs as
elles^era alimentaba', logo que virem Voi sunc-
cionada dimiugr-se d-i cargo a forera preewar ou-
tro meio de subsistencia, para nao morrer do
:foaw f
O Sr. F. 5>e Figribv :Dapois ne lia hj?o-
|fcee de padre morrer de f- me.
frocam se mnitoi outms apartes).
O 8n. OcxitA e FWjkibrdo :(Oepois dealguma
pausa).. Como respouder a tanta sabedorla ? Es-
ton pasmado, Sr. presidente, das drtattlnas expan-
didas pelos nobres deputados era seas apartes, es-
tou tie maravilliado qua rae acoo em xtasis aam
poder cootinaar'l
(T^ocam-e ainda muilOs apartes).
O'Sr. Cunra^ FtGUEiRBOo : ^Np sera mefhCT-
qae os nobresdeputados empregassem os sene W-
ledtos e esforecs para susCenwr a verdadeira ert-
UToa e ao me-mo temp>exilrem do givera) pe-
ral esie pagsrjento, par qoe Hjnando elle lema de
retado ^dsssemos dispensar a provincia de u
fazer?
Vou coaelnir, Sr. pretideAte, os nobre? deipstados
votem c esforcos do que j z, o dsej*va,j)orqite 5o es-
toa preparado para sW'fli-cussao, mas potreo
que disse bastante paM'firmat o meu protesto,- e
apello para a consownuia dos nobres ^Jeputados
qua ie-catholicos e to calholicoa ^ne se affen-
derans com a minh* toca demonstracao, queren4j
cada irai arredar i-i si a pexa de hertico. Pois
bem : votem con catholicos tjae Mearlo ;absol-
vid.s-e isemptos -de rjnalqner nnpac3o dosin
tulerMites comoeo. -'Procedam de mOdo raatt co
hirfRi-i com seas principios, nao creando -a cada
ca-! e irreoecoriameote tantas fregaeziai, as ve
zes 'Sesnecessaras, para depois n<*garom qstss e
tneios de subsistencia aos necessaries pastores sob
o pretexto do -economa. A regra qne qaem
qv os lias, dwre-se sugeitar se. aos meies. St
crtem fregueiiM -desem pagar os pasteres para
eHss necessiiios. O contrario seria nm absurdo
contrario a iselplioa da igreja. Cont que a I-
tnstraeio dos moiibros desta casa ao'fara pasar
Sio pesslmo precedente, e que urao -xora sabe-
doria a jusu^a.
O Sil. G. BE'DRUUMO.ND raanifesU-se. contra a
'orneada.
O Su Rctiw npr Almkida : Os rrepenHos
sao os que se salvara, dizem os horneas das santas
I-tras : veabo, pois, confessar-me arrspendidp, e

QuhiU
.X.
feira 15 de Junho d 1871
sirhT, en teati-.M
mantelos, u aia-ae
que esta MHI i t Querer sp-Rla". eatlo
que, dos reiWttd maHh vet aponeados io paro
kdMara ellas dispensar urna pircel! para
ioaptl aos seus coadjutores, ou q<*- este*
interojse at servirera sera nenroatl"
presidente, urna modida mais que
(!leclmac/1e
i'^eUiaai <|l Su^TVput*o (di'ngindo-se ao Sr. prcvlclen-
i na*util cansuqtteocia to ) tMi sei como V. Exc conaente lito.
Or. Gusmao Lona :Estas reclamacSas saoin-
rstaj. Guardo sompre tolas as conveniencias no
id-da nalavra ; sempre com lo9>s re.'peitos
flt emitto o mea modo de pensar.
O qua disse, posso repstl-lo sera offjasa 1 nia
guem. Kste acto poderla ser naal interprotado ;
poderia traduiir um sentiraento que nao o nosso,
qua nao o da nossa sceiedade. _
0-wtMawtabelecer aaaa jnata wtincce- entre
wpeziaft naturezt geni e da aturau profto-
7 ahia mais leimvel; fepraaentemoa ao
er eapaetente e agoardemoia s ilucao cora a
?rtma a wilcxio oue devam andar era negocios
pafclieoa aiuito bem ). 1*
RTJcapBkpezas ioevitavH^ ajrear emliaracos
que poiacu) ser fasilminte rigovldoi.
Ivicenaa a ducusso apprwado a artigo e
rejeit&dtapi emendas.
A itisennao fica diada pela har.
O SR. PRESIDENTE designa a orden do da e
Jnaaota a esso. aar *- a>
riatere
ca
dos senlaa,
edidav;
ao i ainiegal los nobraHAo-
exi'*g'rr os tnaxljiUore?. O ajue
parel este aeftaraanto, asao-
1 da ate vef^ da geapua
resignado mas qae, por saa na-
deve aoirer Mo cofrp geral. (ipeiados.)
i to Ur^rpBlrea.Wfas ogo poiso eoavlr
mefo'qVe s lembr de chegar a tete resuV
Este raeio poderia trazar os mais sexios in-
convenientes, e o maior d'enlre elles seria Con-
demnar a administraeio paro:bial toa prmda
de importantes anxiliares.
S| e> par a modo armea, permiitam-me a
energa 4a expressao, que esta qwesto devo ser
re-owd*-; n< peU'anppraisao -teterba destl
nada nanter ps coadjuctores ipie corfvm fazer
saaftr aws aadtre aentear a-'pesi^stda le de pravlr
esls servio. E'- por 5m justo aceordo, e nao
poritMios (Testa rdera, quadevemaar dcscrimi
nales as dapezas.publicas ajae ccmpetvin pro-
meta das ijae iuambem ae B T*a potfCT'fVsre a assermVa de ifla tmporranta
plWineia, que naja roproseataijSw, fandada em ir-
recasavjrt aireitOj;jilo gej* o mioTegnlar da flxar.
a natnrcia de tuna verba de despefa ? Eotende-
,se, neis, que o po ter central constitni ;-se o Inl-
mig'da pro vinel* ? '
fesso, Sr. presidente, qae esta medida sera al-
tamente fmpoliric.ii.
'Vejes:-Oh I Oh!
O Sr. Gusmao Ijwk Be dotis raoJoj impoltica.
!L*B5iri ama verdadeira perrarbajao era um im-
portante ramo db ervico pdtllco, expondo a popa
w;o i lcar multas vezes prvda dos soeorros
espirtales; e revelria -ao governo erar que a
assembla da provincia, m2o conflanlo nos rlfeios
regulares nao apenados), acode se urna medida
que o devfftoagir.
E rjhando se reflecte qae pairam serias da*idas
sobre a natureza de varias despez* a cargo da
provincia; nio se pe le dixar de receber urna do-
lorosa impressSo di que essa tentativa de redflc-
poila de nesoeas, que se entendera gerars e nao
provinciac-, coaece i, exercerse contra orna
classe desfavorecida, que tem i sna coma tie im-
portantes fanepSes't
Ha mnito qaem juigue caber ao estado, e lo
provincia, a despeza que obriga a snstentacao
da furca policial que, pelo acto addieional, nos
cumpre flxar. E' urna despeza esta de nrdem ele-
vada qne o projeetj doorcimento clcala em. .
Um Sb. Ukwjtao-j : Nao eit ahi ; alada nao
foi escritta.
Otbo Sa. DtrtifADO; E' de S00:00g.
O Sr. GusaXo-Lono : 4i Agrade jo a nformaej),
j que a reticencia do projeeto nao me permitte
ser exacto. Ei-uhi umadepsza approtimada, on
tal vez excelente 500:0004, qne muitos entendem
competir aos poderes geraes e nao i-provincia.
!" um& despeza e univalente nina qqarta parle
da re cena calculada ; e entretanto ninguera sas
crlouse a tda de a eliminar do quadro da des
peza prov+ncial
l'uw. Hala af nligamanta por saa aaaa ...
reriicio docilito.; ti-.i
caado ae ao vigarwo- su lg:imo aax'ncr, aqueilej q j0 pej., B9bre
ajBe atada na cultura da vneha do Seahor. Co-1 alijnu-me hereg
m poaW ella s desajd.id.) sappprtar a tre- q,^ 4i-jrisiaas consideraedas qae fiz sobre
totda.rittpansabiiidad-:. qur -sobre etie.^e.-* ?....
pedir dispsa-a da excommualiao com que fui^mea
deputadj peto'8* Wtrictoy Sjua
Um 9r. Deputaw- : -JQ ie*n Ibo tira es eoadjule-
*s i O governo-geral qus oa pag..
O Sa. CanH.v JuEHiajat-: Caaa se mosto*
aaaaceote o Bubre diputado 1
Tiraado as cougruts, nao tira os coadjutores t
Um Sb. Deihimgo :O foverno perel qae os pn-
ar.
O Sa. Cunha>e fallfCMBM: E -at que i'.o
eoateca de que -vivera-1 oUes ? Entie ba de ser-
rar o raeio deibMtoacia. a aqueUea aocciHUsiriog
blicos que reeebera umtimiauu ordenado; pava
qae depois de mortos a fame, oudepois do deban-
dados pelo mundo proaurando eatroa recurso* de
?id, sejam pagos pe j gnveroo-gorai. ,
Un Sr. Dwutaoo :7 o maio raaia ef&eai.
O Sr. Cusiia e Ficuwdo :Etaanos habilua-
dos a fazer mus esta desp-.za, Sr. gre^idente, o ; o-
turae ama lei, cuja execucao eo se poda evitar,
aera graves incoovenieases.' E.quera inderaaisar
4 proviaeia dos males que esta imprudente andi-
da llie caasar at que o governo -gefal se recolva
4 luuiar a si t.'.a de.-p cessarias T
Ea espero aoies que o nobre epatado, corajoso
como se raostra para-censurar ae alias do gover-
no geral para mu as arovinoe, aaresento urna
enrgica oerjsur i, ou a&tes um protesto de insis
tente reclamaba > aos peders geraes, so os nobres
deputados quizerera, eu os acompaoharei, pedemos
fiae-lo, para quo ver>b*:ri e tes e eatros soe:orros
que careoem asprev^ncias, rasKirce Penoaubuco
que remette aoouakacnte para a forte grande
soturna de euas rendis,-que d o sea sangue para
a aida do esud i, recebeudo ea tocca.....
Um Sb. -Duptr.u>o : Uto .--ena trabalko bal-
dado.
JSr. Ci.'wha e FtatiSKEDO .,-----reebendo
trdea nraa poltica >aimiameBte-oentraltsadora,
que nos dcixa qoasi mu radas t
(Ha diversos apartes).
O Sr Cvnha e FiGuimEDO :Estamos abitaa-
dos a soflrer todo quanto nos imposto da corte
do imperio. A reeeila da provincia exigua,
una a -:arg.i verdade; oas at buje temes pago
as congruas dos coadjutores e temos feito ootras
despezas que compete aos poderes geraes, sem
feclamaries;-entretanto agora que putados quereu rapidaMante suspender esta des-
peza de palpitante neceasidade I Seria isto ama
imprudencia de graves conseqnencias, Sr. presi-
dente, seria negar um alimento da cada dia indis
pensavel a vida religiosa da nossa popalacao, nma
despeza indispensavel a erdera publica. Sr. pre-
sidente, lodos os grandes estadistas e a manuteoct i do cuito a primeira aecesti-
ie de um povo : (muitos apniador), seria tnutil
demonstrar esta verdade boje, lo acoanada e
acceita geralmeate.
O legislador, qne, desconliecendo ata vardade,
agir de modo contrario encorreria nanacha de nm
impio, de nm barbare sem principios : desconhe-
ceria o sen proprio dever desta turando o manda
to que Ihe foi conferido por nm povo aticlico.
Estou, porm, convencido de ase ne^tan^sa alo
existe um s mimbro que assra proceda e deseo-
nheca esta verdade.
Sr. presidente, o pagamento qne a prarineia faz
aos coadjutores e a quta que deve marear para
a fabrica gusaniento das matrizes, n5o o resul-
tado do- fructeada provincia, urna restiUiMSo do
diurno que o estado se eoerregou de- arrecadar,
ohrigando-se a sustentar o culto.
Um Sr. Deputabo : (sao o governo ge/al fue
arrecada e deve restituir.
O Sa, Cuan e FioiEiBEB: A anecadacio
feita quasi limultaneamenle pelo poder jeral e pela
pravtucia.
(Tri cam-se anartes).
O Sn Cunha s Fiqdkiredo : ~Tem-se iberio lar-
ao creaii,- nio para todo qaanto se wm anten
com jnslica ou sem ella, mas para a necessi-
dade mas palpitaste, (nao apoiados) para o quv
ais eoavenienle e eaadavel popataco ae qnr
fazer economas. E dual esta grande economa
-qne se quer fazsr cortndola as congruas dos co-
adjutores t E* vergoBhosa dizer-ae.
Sr. presidente, eu guando de outra vez snsteatei
sla-idi da congrua i% coadjutores a das fabricas
guisameotoa das matrizea, pro?Urei desenvolver
asa ijuw-to o uelnor que me foi poajivel, porm,
agora naopoajoitrazr a expectativa da casa por
qne rao eslava, preparado, nio esperava- qua Uses
aa hqje de corrmater esta razada contra a religJo.
Um Sb, Drpu^ado :Cruzada contra a religiao ?
O Sa. Cunha. b PwL'KinEDa: Outra causa nio
poseo chamar.
O Su. Pbbbwbite :-Chamo x attoncao do Sr.
depntado. S(i ae trata aqu de cruzada alguma
tera a relwOo, esU aaaernbla catholica. Ro-
f**fy depulado que ubre a sua exprei-ao
qna ofr-uaiva.
i ^\^4k ?QJusiRBno : V. Exc. acha
isio feo. tanbi ouvida aqui se usar muiaa vezes
atii lera cfntala tara se tomar por sfleosa.
-QSn. fiaiDBiiTB : cruzada UAUot algnni,
(
veladaitiir,
O Sa. (kBau.K^ieDBiBaDo ;
atgiiMBdjBBjTO, auoreUr
cateaba a iaaiB^, & 0tTadtor
T. Ene-, ae.''*,
qtetrai
a snppresso da verhacmtd}*tom--exaKon se o
nobre depntado, deixoa-se apissar de santas iras
Contra mn.: chamon-me herege, imgn dos na
dres; e t'foi procuTar me ua ciw-de4deten{o,
chrismaedo-me de carcereiro 1
Si coa essa denominado }aigx^. lado faser-me nuia or7ea?a, enganon-se ; pardea
seu teotpo.
Dd a quahfleaclo que qolaer ao-neo emprego,
que me nao incomraodo, nem dou importancia a
eesas qualllcaQ3es. '
Q iiaodo o emprego manas IrcmvBsee, Honrava-o
eu. Goae o nobre deputido sebr/sS ^ o habito
qu* fin o monga.
Atteuifcndo as considerarles qd feK' o nobre
depntado, qne acaba de dentar a tribuna, compro-
mciten lo-se a addicionar a represeataao, que se
prelende dirigir aos poderes geraes mais esta re-
clamario sobre as congruas dos coijutores, nao
tenho d7ida em mudar de voto, protestando con
tra e qae disse o nobre depntadu pelo 3 districto,
(o Sr Cunha e Figueiredo}, pois das considerarles
que-Az,"ao se pola deprhender.qne ea negasse
o direito dos coadjutores as suas congruas; qae
dcejasse ve-lo3 mortos a foma: -dern to poaco
que pensasse qae ti vigarios nio preclsavam de
coadjutores, flcandoa merc da serte, e at em
riico de morrerera sem eeuflsso ; incorrendo is-
sim en, ru.niili' tilti) da grejs, no rime de here-
sia, como declarou o nobre depulado, quando eu
apenas fiz qaesto sobre qaem de va pagar os
coadjutores, si a provincia, ou si o estado.
l v, portanto, o nobre depatado, que nao teve
raaao para querer vrbrar contra mim os raios do
Vaticano, considerndome nm herege, en, qne
aera sabe o nobre depntado, por mais de ama vez
tenho sido defensor da Igreja.
Voto, pois, contra a emenda, esperando qae o
nobre depulado pelo 3 dstri :to (o-flr. G. Drum-
niond) tampra a tea promessa, consignando na
repre sema cao aos poderes geraes as congruas dos
coadjutores, que devem correr por coma dos eo
fres geraes, e nio dos provinelaes.
Um Sr. Deputab: Ha deeef tMfli-representa-
e5o inutiL
O SR. ALMEIOA PERNAMBU 10 justifica a sua
emenda. ____
O SR. DE FfCDEIROA diz que elo precisa
juntar consideraedes ) qunfez o honrado depata-
do sea eeltega de districlo, para Ju-tiflc*r a emen-
da sappressiva, qne assgnou jantaceenie com
aquelle-ntbre depntado.
-O -sen collega de dtetrr.to demonstroa perfeita
mente quai o im qne tiveraoi -ero vista os signa
tarios da emenda, fim qne denenhnmaedo o
que suppoieram os don honrados depntados do 3
dstri co, que l'illaram aetre a materia.
fie se levanta o orador nnteamente para pro-
teetar, como de fac protesta, centra os qua lili ca-
vos com une o rairaosearam os dons danatados
do 3' distrloto chamando-o ieh^ttradoxn e at de
tregel
Urna vez lavrado ees protesto eolamoe, -apres
sa-se em deelarar meonapetentas para jttrgar de
sua religiotidade e orthodoxia, nio s os dons
Hrnrados membros i que tem alladMo, mas tara-
bem qaalquer dos eoiiegae do nobre defraude qae
falloa era prlmern lagar.
O orador Hmita-se i iasa, ftcando com a :sna
conscletteia tranqnilla.
O m. GUSMAO LOBO presidente, nao pos o ter me em silencio perante a
diversidad, de vistas com qne tem sido reeemda a
proposta da nobre eommissao de fazenda que, se-
gurado aeoa parte e calculo da renartiel-) corape-
tenle, consigna a verba de 31:500WI con des-
tino aos coadjutores da provincia.
Oppondo-me resolnisraeote emenda qae lenta
snpprimir esta verba de despeza, com verdadeira
estranheta.,.
Um Sr. DtirrAno-Com estrarrhesat
!, O Sn. GusmSo Lobo :Sim. 17 com eslranhesa.
que vejo acordar o desejo de fre-r ecouoa'a
lodo transe, quando se traa da derretaeSo de
nma despeza, desde longos anuos renovada nos
ornamentos, o destinada ara Uro de inconterfada
utiUdade publica.
Um Sr. Depotado :sto nlogaem paz em du-
vida; o que sa anega, que a despera geral e
nio provincial. i
O Sr, Gcsmo Lobo :-Felizmente samas ueste
ponli dea -cor Jo. Ninguera dasconhce es Impot"
tantes servicos qne se devem essa ehmee, coja
existencia i reconhedda Indisaenwvel i afrniois
ira rao regular do paito espiritual. Uorments asa
fregnezias do interior, onde as hi cora 19, 'f te-
guas da extanao, seria bamanamente impraliea
vai qae o parocho podaste nastar-ae todos os
deverea de sua elevada mi&ao. (Apoiados).
Nio quero recordar qoaes sao e de que natureza
sao aaaes deveres para d'ab facer aotorejahir a
eMatianeia dos servidos que prestam os coadjtolo
res. Lem'bj'a soraesfe ine a frovfdenefa suscitada
pelos pobre' autores da emenda, irazeado como
numodiato resnjiadp a exlinccao d'esta clasje, pri-
varla a. papaUc^o doi riaoi .fae^liasfeh be-
cias.de ama adraiai#(rij5o ragajar dotaaeraouulos,
(VSo apoiados e apoiados
I
por urna verte de-fi00:000 ?
3i:000|
To poudVqBfirece o eloaento reWloso qua *
tentativa |l#Ulaear pela panam aaspeza vo-
lada aos- auniliares dos parochos?
Si o ""1't larahriiii p<;lus nobres autores da
emenda parece regular e convntetrie, dato justo
que facam extenalvaa medida titodas as despeza-
re ordira geral ijuq posaiu figurar no orcamenlo
da provincii ?
U.m Sr. Osj'U'rino : Fac-3 o aoPre depntado
O Sr. Gbjilo Lobo : Ej me seatiria no dever
de o facer, si nio comecasse por declarar qne se-
methante medida seria arBitraria e prujudicialissi-
ma aos interpeles pblicos. '
U Sr. Oeputadq Arbiiraria
O Sb. GVsjiao Lobo : B que outra qnaliScaeio
merecera o icio que riscasse do orcamento a des-
I sqsteotaclo da fbr poza votada
seria isto um verdadeiro caprlcH? \
l* it. ki'ltado : -Di bem ; capricho na ap-
pllcscao da rexerU da provineia. \ \
O SB.-6USMA0 Lobo : Lembro ainda narra des-
peza geral qae est i conta da provincia ; a que
nos cuita a alimentacio dos presos pobres (apoia-
dos), e monta 37:000*.
UM Sr. Deputaoo :-Chega i 7:Wa..
O Sb, jqsmao Lobo : Grande parle dessa verba
appjlcada alimeutacao de presos de eultas pro-
vincias que vi) caminho do presidio de Fernando.
Eis-aqui ama despeza qae, mais por esta raiac,
pza Infastamenle sobre os cofres da provincia
O 3a. 41. Hernambuco : Ninguem contesta.
O Sa.fusMA0 Lobo :. Ainda na ultima sesso,
oceupando-ma desta assuraplo, pugnei pela eleva
ci da diarla arbitrada a esses infelices; e desde
entio -u-ciiou-se duvida sobre a natureza de tal
despeza. Mas a assembla deberoa elevar a dia-
ria, satisfazudo por este modo urna verdadeira
necessidada das prisdes. Ella nao inquiri da
procedencia dos infelizes quera a provincia nio
pode conderanar a morrer de foan; nio se preoc-
cupn cora a natureza dessa despeza.
Eis-aqui iiuis ama despeza de ordera geral.
Daver-se-bia supprimi-la ? Seria decente que o
uzesemos, expondo centenas de presos a esmolar
a cafidade particular, como o nico remedio con-
tra a interrupcio da caridade oficial ? Poderia al-
guem lembrar-se de fazer da tome o eompanhelro
ineviuvel da nrlsao T
Um Sr. Diputado :O presidente abrira crdi-
to por conta dos cofres geraes.
wSn. Olivosa Fo.vceca ': Abrir-se-hia crdito
por conta dos cofres provineiaes
O Sr. Gbsmo Lobo :E por eele aodo eorrigi-
ria o nosso acto.
Un fia. Orbtado : Nio desloqne a questio.
O Sa. Gusmao Lobo : Estou muito na questio.
Apontei despezas geraes qae eerrem por conta da
provincia, qnepezam indebitamente sobre sua re-
ceita,-e conira as quaes nao seievaoton nenhuma
rectamacio. Sao dasptzas alias importantes, que
absorvem um quarto da receita, ou ais que isto.
Si neabuma d'eHas interreapida, e nenhuma
dwe s-lo, justo interrogar pelos moll*os que
poderan influir no animo dos honrados aatores da
eaienda para tentar a snppressia da peqaana par-
oella destinada aos coadjutores.
Tm Sb. Oephtabo : -Naoaasla tio paqaena.
O Sr Gwmao Lobo : aT de :OODlOW. E'
urna grande economa essa ae 3V.H9DIO0O perante
nm remenlo cuja receita ae approximari pro-
vavednenie, l^g3:000xt)00 ao .cwrente eierci-
ci T
Salde ene a asaembfa rwoohece Inaetimavels
snccewivee era deerelads rainterruptameote essa
despeza; qnando se sabe qae hs ah fregnezias ex-
tenssimas era qae nm parodio nio pd-le por si
s acudir, ont a promptirto tanu vea desejavel,
laota vez indiipensavef, a todos o encargos de sua
oohre mtesio, conveniente qne, a troco do qne
se pede caaaar nma migaiha do oreamento.-se de-
crete impltCTtaawjte a ax'.iccao de amicllsse in
telra de avia auxHarea f B jotle pritar es pa-
nochos, os noroce esiimavets curas da almas, ao
justamente apreciados, mas tio drgoos *m sna
maior parte dos respehos da wdedade, da ama
eooperaclo que a a tureca de suas tme&ti pro-
clama indlspenaaari *
feo seria, uakvtd, ama -violencia sem ame
( apoiados ; mu la ftem.). Rio ; a asserala aao
o rara.
Ella sera responsiva! perante ama aoetedada
inleira pela inegularidade de ama administraeio
que eaieode com iatreMi da ordem mal ale-
'ad*.
Esia raedlia eriado peior effeilo.dj elTaitomais
lamentavel Vivera 01 em ama soejadde nimia
mente rljiosi, no seio de'ama popalaio and de-
ve, primeiro gne tudo, ao isiaxo religioso Ja siu
honrosa indofe,.os seas boas oscdmeaTA ra-
deiran virtudei cvicos eme a oraameaua (apoia-
dos ). ^l
E' honroso provincia, altamente boBroao i s-'
sombrea, qae, tocando i ntereise* 18o sagrajtoi, nio
ae faca questio de despeza.
Um S. Oeputai ;Bao\lT. Exc. fizendo JCn
"0, ci qne nio ; ninmeai fluir acapar cora o
coadjutorei.
Sn.uusitJotOBo : Grande oa peapena; st*
a qnestlo. Aceito-a eomo ella oamo a qoa
rea fazer,
AnrofarfB-i.eo!cinM(r>stt-a1^oB aa a*
pra^rts; lo Ter di muitos elle podara %4ajgaf
to Lobo :-PoTs qoe I jfcrrlrio\gkt \teafritV>:4aJ_rreJjaioilda y aa. uuuau uuov roa uuo i oti "i.u y"' i--m'w mci||iMmOT fWO CtTUiraia CO|^*
itu'iUawti 01 coadjutores? li>tira-sd dfl aj^a'Jloffa paffoia^fo d> provJcif rwrii{tos-7.
REVISTA DIARIA,
'GU4*i4iiACTONAL.-Por portarlas da preil-
dencia da previnria. de iO e l do corrate :
Fura 111 prtwados dos posto por nao- urea soli-
citado patente, e na se acharem fardados, os se
guiles offlciaei do 48.- batalbao do infinuria do
municipio detrate-bd: alteres a i. 3.' i-
componas, Jos Amonto do Nascimento, Manuel
Gomes de Si Balinga, Francisco Gomes de S
Harte
Foram Borneados para essa.batalhao ; 1." com-
paohia-'aipitfio o tenente Washington Ildefonso
de Nnvaes Caluaby, lente Lult Hyporyto Lima ;
1.* compaBhiacapito o lente francisco Isido-
ro dos Santos, tenente Jos Francisco Salojliano
Granja:; 3.* companhiaalferes Leovipildo Soares
da atollo Avelina; *.' companaia ilfere Miguel
toa Ampos Landeiiao.
SANTA CASA DE MISEaiCORDIA.Por porta-
ra da presidencia di provincia de 10 do correte,
foi nomeado Francisco de Paula Graclvos da
S.pva, mordomo snpplente da junta administrativa
da Santa Casa da Misericordia.
T>R0FE5S0RAS PUBUCAS.-Por portirias da
presidencia da provincia, da 12 do correte, per-
miltio-se a prafimoras pitelica das cadeiras de
Nossa Senhora jo O' de Ipqjuca e da villa da
Boa Vista, Amelia Dertlnda Gnedes Alcofarado e
Leonor Carolina de Vasconcelos Borges Leal, per-
mutarern suas respectivas cadeiras.
CORTO DE POLICA.Por portara da presi-
dencia da provincia de 10 do corrento, foi aposen-
tado Francisco da Assis Campos Cosdem, com o
sido proporcional ao tempe de serve 1 no posto
de 1.* sargento do corpo de polica, p dade pbysica.
MINfSTRO PERUANO.-Com destino ao Rio de
Janeiro pa S. Exc. o Sr. LuizMesone, enviado extraordinario
e ministro plenipotenciario do Per junto ao go-
verno do S. Christovao,
S. Exc. esamnareon, e poueo depois de se
achar n'um hotel, foi compriraen'a-lo o ajudanle
de ordena da presidencia em norae do Exa. Sr.
Dr. Portella que algnns minlos depois recebea a
visita do nobre mini.-tio.
O Bxa. Sr. Dr. Porleila coaduzio o seu illastre
hospede Otinda, em trera expresso, por passeio;
e d'ali regressando, levou-o casa de sua resi-
dencia, onde Ihe offereceu um delicado lunch, de-
pois do que levou-o a visitar alguus oatabeleci-
mentos pblicos e ai principaes ras da cidade.
Retirando-se para o hotel, fai at ali conduzi-lo
o Exai Sr. Or. P.Tiella, deixando o seu ajudante
da orden incmr.aido de acorapanhar al a bordo
do paquete ao Exm. Sr. Mesone. para qaem se
acbava poslado no caes do embarque da ra do
Comrrrereio um escaler de arsenal do marinlia.
O Sr, Dr Portella nrocaroup r tal forma obse-
quiar o nlustre viajante, e certamen!* o ob-aquiou
ao ponto da deixar no espirito do mini-tro perua-
no a aaia grata lerobranc.a da bospitalidade per-
aambucana.
GYINAsW PROVINCIAL Ei-e estab'eleci-
monto foi hontern honrado, pela l hora da tarde,
cora a visita do Exm. Sr. D. Laiz Mesones, enviado
extraordinario da repblica do Perd, de passagero
palo nosso porto.
O distincto diptemata percsrreu todo o estbale-
cimento, assistindo ae jantar dos alumnos, louvau-
do maiio o asse; U-m ordem e regolaridade que
ah reinara, e qae pSe bem patate o zelo e inte-
reise que tem o seu digno regedor o Rvm. Sr. co-
nejo Rochad.
0 Exm. Sr. D. Luiz Mesones deixoa escripias no
albora do estabeleci ment palavras lisongeiras Ar-
madas com seu nome.
DLVHEIRO.O vapor SomA America levou as
seguiutes q-aantias:
Para a Babia 50:1185200
o Rio de Janeiro 31:000dl00
NAVIO DE GUERRA, Procedente de Franca
por Dakar, enegou honlem a crvela (ranceza La-
Place, de 1,500 toneladas, coramaadada pelo eapi
lio de fragata Parier d'Hautdrive, cora 191 pr< t-
da gnarnioio e montando 10 pe^as. F.' movida a
vapor por ama maquina da fon; 1 de 400 cavnl los,
e demanda S metros e meio d'agua. Deve dentro
em poaco seguir para o Rio de Janeiro pela
Babia.
JUhY.Hontem foi submettilo i julgamento o
reo Joaqnira Ramos Machado, pronunciado no art.
201 do cdigo criminal, o qual se achava preso
desde 16 de outubro de 1870, e foi absolvido.
CONSOL AMERICA NO.-Veio hontem de New-
York o Sr. J. W. Stryker, cnsul dos Estados
Unidos aaita provincia.
BONDS.De Nt w-York vieram honlem no South
America para a companhia dos carris de ferro na
cidade do Recre, dous wagoes e 1038 trunos.
NOVO MUNDO. Cnegan honlem livraria
franceza o 8* numero deste interessame jornal il-
lustrado, qnese pnbliea em New-York. Trazas
lindas gravarasBarricadas as pracasdo Chichy
e do Hotel de Villo em Paria, o enfaldamente do
algodao no sal dos estados Unidos, e ataque dos
prisioneiroa as fronteiras dos Estados Cuidos, etc.
Entre os arligos sobresaliera aquelles sobre a
centralisacio nos Estados Unido, o bicho do al-
godoeiro, immigracio etc.
ACBNDEOORES DE GAZ.A' proposito da no-
ticia qae, sob o ltalo d'esta, publicamos terca
feira ultima, remunerara-nos as lianas abaixo as
signadas, por seis sanhores que dizem ser aceude-
dorea de gaz ao bairre da Boa Vistz.
P,i!iendo-as nao 6 intencao nossa reclincar a
noticia qae aHudimo, nao. As informac/es
qae servirn de baee para a.juella noticia (oram-
nos ministradas por pesaoa de toda nossa confian-
ri, incapaz de phantasiar historia; e pois n'estas
condicooes persistimos ao que disseraos.
, A nossa noticia nio is referi nem se poda re
f>irir, A delerm nada pessoa, era tio pouco aos
Srs. aecendedores do Pairro da Boa Vista desig
nadamsote.
Oi.aeendedores de giz poJeni pastar e de facto
passam de amas freguezias para ootras, eenda-
zindo aa suas aseadas. Sa sois chamamos a alten-
Cao do Sr. subdelegado da Boa Vista, dea lagar
issn lerem-se verificado as empalmagSea de qae
filiamos, precisamente d'essa fregz'a, sendo que
ama d'elas (a akima, esta seaiina raesrao) den-
se oa ra do Hospicio era aaaa daa casas terreas
novas, que (em a frente, para oeste, prximas ao
qoartei dorfiospieio.
Repetimos pcis que niod para redi Oca r a nossa
primeira nocia que publicamos aa liabas abaixo,
as to sosente como um dever de corlala a
como raeio de facilitar ama detesa, qae jalgamos
respaila val,
Eis as lianas.:
Srs. redactores da Secuta Diaria.Mi abaixo
awignadoa aceadedom de g*i no ba rro da Boa
v illa protstanos contra a noticia a Bteitta Dia-
na de 13 do corrale para podtMfflos car livrea
de ana irapataco lio feia aa detrimento da
nossas reputacSe?, por Isso aaaigaaaos a'os no-
mes por extensos para conheeimento nao s da
polica cono do publico,Bernardiao Joa laabei-
ro.Miooel Fernandas da Cuita Janior.Mauod
Aotonio Coime Martios,Trijaao Joso Vallla
Joo Baptiata do. Nascimaaio.Joio Nuaea Correa.
Maneel load Lei a da Silva Guraaraes.Joao
Maooel Lrai Wanderley.
IMtWUTO HISTRICO E PHfLOSOPHfCO.
;Deva reooir-a baje aa 10 horas do dea essa-so-
ciedade.
JjOTKMA.A que se acha i renda a tp8\ a
baoeflcln da igreja de N/ssa Seohora da Coneel-
^n'vfe Bebetibe, a qnaf *eri nttraBIda no da Id
pelo novo plano publicado.
tElLO.Hoje efTeetue o agente tfailias a lei-
ifa-noel Arlhor civaMahte de Albaqaerque,
Ainaucio de Urilo Miranda, Joio Lait Vicenta
Pessoa, W. W. Broad, Luii Bertim.'
CEMITEMO PUBLICO.Qbitaano do dia 11 de
junho:-
Sarnm dos Anjes, pardo, Para, 38 anaos, mili-
lar, l ja Vista; deieotena.
Paulo Jos da Silva, nrea, frica, 70 annos, sol-
lelro,-Ba Vista"; desentera. '
Joio,' l auno, Boa Vista; polle.
Um bornea preto quando entrn para o eapital
j estava sem falla, Boa Vista.
- Rufino, eacravo, prelo, Pernarabaco, 9 rnezei,
B01 Vista; eonvulsdea.
Mara da Conceirio, preta, Pernambnco, 70 ar>
nos, casada. Boa Viste; tubrculos palraoaare'.
Maria Francisca do lie sirio, parda, Pernambu-
co, 66 annos, viuva Sanio Antonio ; consanjpco.
- -
Mara Francisca das Dores de Mello, parda,
Pernambnco, 62 annos, casada, Boa Vista phtysica
pulmonar.
Francteeo Luiz de Albuquerque, pardo, 36 an
Bis, altejjro, Santo Antonio ; assassinado.
Jos, preto, Paroambuco, 7 annos, Santo Anlo
nio; tumor cancoroso.
Mareolina, preta, Pernarabaco, 10 das, Santo
Antonio; espasmo.
Paulino de O. e Silva, pardo, 26 annos, solteiro,
Boa Vista ; phtysica pulmonar.
Maria. branca, Pernambuco mezes, S. Jo.;
conraledes.
Candido, Rnsalino Tavares de Mello, pardo, Per-
aambaeo, 49 annos. casado, Baa Vista ; beriberi
Jos de Freitas Biroosa, branco, Pernambuco,
51 annos, casado, Santo Anlinio; anasarea.
CMARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 21 DE MAIO
DE 1871.
PREsrPEffciA do sn. nn. bknto costa.
Presentes os Srs. Angelo Henriques, Dr. Pitan-
ga, Dr. Villas-Boas e Dr. Moscaso; abrio-se a
sessio e foi lida e approvada a acta da antece-
dente.
Leu-se o segainte
EXPED EKTR :
Um nfflcio do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, eommunieando que a eommissao nomeada
pela presidencia para averiguar a existencia d
aiguns casos de molestia ni) commum, reconhe-
ceu a existencia do benbsri na easa de detencao
desta cidade, e recommeoda a esta cmara qae
tome as medidas hygenicas, que julgar mais con
venientes para evitar o sea desenvulvimen'o cjmo
sejam por exemplo remover os depsitos de im
mundices que cercam aquelle ediflcio, ou mandar
cobrilos da ar* ou carvo vege'al em p como
parecer meihor, e bem assim qualquer outro de
psito de immundices, reservando sua remeci
para quanto forerh memores as condicSes hygie-
ateaf.
Declarando S. Exc. que a presidencia e;t
prorapta para prestar todo e qaalquer auxilio que
por ventura precise esta croar. A' eommissao
de saiidj, e que se responda a S. Exc.
Ouiro do mesrao, aulonsaodo a esta c miara a
contratar cora Tnomai de Carvalho Soares Brando
SobrBho, os concertos da casa do administrador
e empregados do cemiterio publico des la cidade,
pela qjantia de 814, por quanto foram oreados,
visto nao lerera apparecido licitantes luteirada e
que se lavre o termo.
Outro do alministrador.do cemiterio da fregu
zia da Jaboatio, pedindo providencia pzra ser d s-
pensado do servico da guarda nacional o coveiro
daquelle cemiterio.A cmara nada tem que pro
videnciar.
Un parecer da eommissao de edifieacao sobre o
requerimeoto la companhia Stre Railway, quepe-
de licenca a esta cmara para abrir o clcamenlo
da cidade no traco da lioha j approvada pela pre-
sidencia da provincia, e bem assim licenca para
estabelecer pequeos depsitos de maieriaer para
o sea servicq.
1 A commiss&i de ediQcacjlo a quera foi pre
sent o requer ment da companhia Strel Raylway
em que pede licenca para dar s iraeco aos traba-
dlos de seu contrato, de parecer que se Ihe con
ceda a licenca rayuehda, obrigando a oompaahia
ao pagamento de um cont di ris por ama s
vez, visto como nio est isenlo do pagamento do
impostos a que ficara sugeitos todos os particu-
lares.
< Paco da cmara municipal do Recite z de
maio de 1871.Dr. Prxedes Gomes de Sooza l'i
tanca.Approvada.
Outro da eommissao de saie e de ediflcaciio
acerca do abaixo asaignados de operarios ealabe-
lecidos nesia cidade com ofBcinas oe ferreiro, e
igualmente de outro abaixo assignados de tro-
prietarios de relinarias e padarias existentes nesla
cidade.Approvado, a se conformando com elle a
cunara offlcia ao Exm. vice-preidente, remetlen-
do-o por copia a ficaodo assim enmpridos os seus
despachos nos dous uflkios da assembla provin-
cial, que pede com urgencia minuciosas inforraa-
gss acerca das reteridas petizojs.
Um requeriment) de Joio Luiz de Araujo. sa
tisfazendo um despacho anterior desta cmara.
Ao Sr. Dr. M seos o.
Despacoaram-se as peliodis de Joio Cardoso de
Moraes, Joaquim Ignacio da Costa, D. Rosa Goo-
calves de Jesas, Thamaz.de Carvalho Soares Bran-
dio Sobrinho e Vicente de Paula de Oliveira Vil-
1 las Boas e levantou-se a sessio.
En Lourenco Bezerra Cameiro da Cunha, secre-
tario sobscrevi.
Uemo Jos da Costi Jnior, pr-presidente.
Angelo Henriques da Siloa.r. Prxedes Gomes
ie Souza Pitonga.Costana Cyriaco da Costa
Moreira, Jos Maria Freir Gameiro e Dr. Pedro
de Athayde Lobo Moseoso.
Ilotas Mroa do boiel 4* ra da Seazjli Nova
*'p&2fe^afc.....,
_ rmkDmaih-SanTBos pan o su\ ao raaor
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS *'* DE MAIO
DE 1871.
PBESIDENCIA DO SB. DR. BENTO COSTA.
Prsenles os Srs. Heuriqaes da Silva,Dr. Pilaa-
ga, Dr. Mo.-coso, Gameiro e Costa Moreira,
abrio-se a sessio e foi lid e approvada a acta da
antecedente.
Leu-se o seguinte
BXHDIEIfTB :
Um oIBcio do Exm. viea-presideate da provin-
cia, aatorisanio esta cmara municipal a fazer a
alteracio da planta da cidade supprimrado a tra-
vessa projeotada na roa da Mrquez de iiuda
qua deveria ser abena ao lagar do sobrado estra-
gado pelo incendio havkdo no outro vilnho o
conservando a do Maooel Goocalves. Ao enge-
nbeiro.
Oniro do mesmo, reeommeadando a asta ea
mar que mande fazer aa cunearlos e aceio, de
S;ae carece o quartel da ribeira da freguezia de S.
as, visto ser dita ribeira da sua propriedade.
Ao engenheiro.
Ontro do engenheiro eordeador, dando conta
das indagaces a que proaedea em virtude de or-
dem desta cmara sobra a abertura de ara valalo
que fez Maooel Pires Ferreira, demarcando oa li-
mites de saa propriedade no povaado da Jaaoatao,
enjo terreno em grande parte Ihe perteoce Ialei-
rada e que sa crllcia 10 fiscal, aslareaeado-e so-
bre as suas duvida-.
Ontro do mesmo} informando favoravelmenie o
requerimento de Jos Francisco do Reg Barros.
Ao procarador.
Oatro do mesrao, informaado sobra o offlcio do
li-cal da fregu-zia de aaaio Antonio. lutei-
rada.
Oatro do mesmo, informando favoraveimeote o
reineriraenlo da Jos Alvas .Baraoia. Conee-
deu-se.
Outro do fiscal da regnaaia da Samo Antonio,
remetiendo o recibo do ihesauretro da Sama Caaa
de Misericordia da qaaolia da lOd, producto da,
arremaiaeio de earnerroe.Ao archivo.
Despachiram-se as peucoea da Antidas Dnar-
te Carneiro da Cunha Gama, (i) Brawiiaa Strel
Hailway Comoany, Bernardiao Pereira Ramos.
a companhia Pernambucana Stret Railwav, o pa-
dre Francisco de Souza Borgas, o Dr. Fredtnct
Augusto de Oliveira, Jio Cardlo Ribeite, Jos
Fernaades de Mello, Joaquim Fraacisco Collares,
Jorga Vctor Ferrara Lopes, Jos Francisca do
Reg Barros, Jos Maria da Genearcio Ferreira,
Jos Cdrdeiro do Rege Panas, Late Francisco de
Medairoa, Maooel Fracuca de Aaiwda Campas
Maria Carolina de Figueiredo, aaaaai Martias
Carvalho e M a noel Parreira daa Sanios, Lnil Far-
ra ira de Medeiros, e levanton-ae a aaaaa,
Eu Lourenco Bizarra Ciroeiro da Cunna, taara-
tario o subscrevi.
Bento Jos da Cuta, pro-presidente. Catta~
no Cyri'ico da CoUm Hortera. Dr. moio Saram-
nio Vilt gnajm Pessoa aa Sitca.
xiuii findo...
Recata arrecada
Janeiro......
mez de
2:827.J65C
15:l63pM36
17:990/5(792
Despea.
itapottsncia despendida ao
mez de Janeiro../.<^^&
Saldo (|ue paisa para o jaez
seguinte....;...........
.(0:3684539
7:6225253
47:990/1792$
PUBIICACOES A PEDIDO.
Brere resposta ao Mr Matioel
Itodrigues da Silva Cantara.
No Liberal r>. 128 de 10 de jnnho, o Sr. Manuel
R.daSilva Cam>rainostron-se surpreheadido cem
um dos addiiivos do orcamenlo do futuro exercicio
de i' 71 a 1872, no qual sa autoiisa a paesidencia
da provincia mandar eonsemr custa do" cofres
provineiaes ou particularmente son um pedagio o
tanca da estrada entre a villa da Eseada e enge-
lili o Miss.iuassii, e a razao de sua s irprezt foi ter
sa dito que o Sr. major Marcionillo da Silveira
Lms havia orferecido gratuitaffleuie a*T gnvifruo
da provincia semc'hiaie lauco de estrada, decla-
rando ler sido per atli a*n#ae!ajg.*
Piucas patarras serat-preaa par. mmrar ao
Sr. Cmara que elle ae acha am'erro ; tateu
convencido qua se procurassa infjrmap5as nao
largaria ao prlo nm eetsara >0' rafasla e tao
inmerecida.
E' certo qae o Sr. MaJoT Martlonilto, por inicia
Uva sua, roalisou o lauco de estrada de qae se
trata.
E' eerto tambern qae, aa p.iwo que o Sr. Cina-
ra e piucos visiohos conearnara com pequeas
quaotias e auxilios taaaem nequeaos, o Sr. majar
Marcionillo defpendia para aais di ora conwe
de ris na faoiura deste lag< de estrada, sem
contar com a sustentacao dos traPaHa lores. E
il ojanco de estrada de qne se trata, eott aaia
perfeicao se acha realisado qua o actual diraaar
das obras publieas declarou mi qoa ao podara
cuitar provincia, quer (use iailo por arreroala-
cao, quer por adminislracao de quanlia aalerior
vinle conloa de ris.
Ja se v, pois, qoe ainda a lovitindo os aexi-
lios referidos pelo Sr. Cmara, nao se pede coa-
lestar que o grande dispendio e irabalbn, alea da
ioiciiiira, nerienceu a roalisacao dessa abra aa
mesmo ra Se r*ie unco de turada a ou nao da ateira a-
cessidade publica respondan! lodos aquellas qoe
conheieram e cooheeem oaaaninhos para a cida-
de da Victoria; e esiou aoaameidoqae ateo pro-
prio Sr. Cmara dar d'isto wsierounro aOrma-
tivo.
Ora, se como, se na i pode centenar, a mira-
da de ulidade publica, se mais cedo on mais tar-
de o goverao. da provincia Ierra da mandar ecn-
ciuir esse ramo da vacao entre aqnelles dons ar-
aos, de pntr.eiri videncia qne nenhnm prejui-
zo prov.ocia pede ter conservando a estrada -
cusia dos sem cofres.
E' verdade que consigne! tamb?ra no addilivo
a possibil i dada de ser dada a conservarlo por
um pedagio algura particular, mas, qner o Sr.
Cmara saber a razio ? eu Ih'a darei. A eonser-
vaco demandava nma despeta pele menos de
I:i00000 com dous-eouservadores e va admi-
nistrador, ao passo qae o rertdimealo do pedagio
nao poda prefazer nma ananth saffteiente pan
semelbantes oVspezas. Nao haver nisto cetve-
niencia T ^
Pensar o Sr. Cmara qoa o Sr. major Mar-
cionillo prelende contratar eeift o governo da
provincia a fonservacta de sememinie estrada T
engaase perfciameate, e iSo fez Juiatea a
nobres seaaentes dente cavafaeiro, ftrindo car-
io que at estimar ae S. S. se eticarrcfna Ve
tal oonservaeao, e Ihe pagar com prater e pe-
dagio laxado.
Saiba, emftra, o 9r. Cmara qoe a rhafor Mir-
eionWo suenie offereceu ao governo a' ae era
sen, declarando qoe aa reamaran da eeffida -
nba bavid- o concorso qner d bracos-qner pe-
crmlario da poacos-proprietirios, qne a caso
de nio aornblnaremvu reclamaren!, eslava dia-
poete H*aa*vHhte e aoallio e^enniario, e ar-
bitrado o des arace tambern -sallsfzer*Ks.
Me pareee qne quera asn ptocoV aa an'.o-
risa a censura d > Sr. Cmara, a pelo contrario,
digno de encomios.
Cjnclnindo, declaro ao Sr. Cmara qoe sement
para explicar o meu procedimento eomo depo-
tado, vim impreosa, que nio terla dnvida de
propor iguaes additivos em relaclo a qaalquer
proprietario que auxiliasse o governo da provin-
cia com a factura de estradas, a acrediie-me e
Sr. Cainita qae faco votos para que o exemplo
alias honroso a"8r. major Mareiomllo aja imi-
tado por lodos os proprietarios.
Sirvam estas poucas palavns de protesto
correspondencia do Sr. Cmara, a quem alias af-
flrmo qne s procun jasiiflear-me, e nio desejo
e nem bnseo de modo algnm envolvor-me mi
Iotas intestinas da localidade em qae elle o a
Sr. major Marcionillo residero.
Recife i'i de junho de 1871.
Gaspar de Drnmmond.
para o se I ao raaor
Ffdociaea do Reg B^hlarreio e um criado,
RESUMO W BAUrVCBTE OA RBIITA
E DBSPEZ. m OWWA URICIPAL-
DO HECIFE, NO JafiZ DE JANEIRO'
DE 1869.
exaaacn m oa A W60.
Rena.
Saldo do mez de derembropro-
O Hr. eapltlo Antonio Rajmiin-
do Los Caldas e en.
O Sr. capio Antonio Rayraundo Lio* Caldas
appareceu no Jornal do Uecift da ft do correle,
dizende ao publico muito aennor di ai, que a pre-
sidio de Fernando de Noronha quando alie ali cae-
gou era um foco perenne de infaeco, onde si nao
poda respirar se nao efiluvioa pestilentes e qua
des de .logo, par ser refractario ao publico defrauda
da fazenda nacional, abrir lula coa oa ceiros
miasraathicos, que outros nao eram sa ola os ea*
pregados,-
Nao me abalanzara a vir aaia esta vaz- a la-
prensa, en qne sou.de (ora, e aao deata ierra, ana
son babiino e oue a ra nao leaho paraalaa aaaa
amigos de alta catbagaria ; ao dara respaila, na
ligara memo importancia a lana ealnlcia, dei-
xana que corressera suas affirmaliwaa injanosaa
por conta doa Srs. eommaodaau Lobo a fiscal en-
ojan Tiburcio, qua ali sarviaa quando S, a eaa-
gou, se exprs soes al lamente eOtesivas ao livaa-
sem da proposito escapado ea sea escripto, ana
indirectamente me altacam na qualidede da eu-
pregado i|ue fui do presidio.
Hi da luiar em quinta Iteai aa dar (oreas, tea
de di- feo ler -me d.a calumnias de qoa teouo sida
victima, oa. son desU provincia, mas sau braai-
leiro.
Toaba de sobra coragern para labrar a aran
com que rae ha pratoadido fetir', aa Irnvai. aa
meus detractores.
E como todos sabem, que o man aaia anaatai-
ijado inraigo, aquella que roa ara injestameite
aggredido j por si, j por agenle aaaa, -o Sa. ca-
pilao Antonio Ravrauodo Lins Caldas, aa posio
nao devo, e nao quero' deixar que corra aam coa-
testacio de minha parte o qae elle mandou escra-
vor.
Con o mea sileooio ao (ara alie da arla for-
tuna. Quera nao estiver a par ana negocios da
Fernando, queui nao sonber o estado em qua aa
achava a ilha quando o Sr. Caldas a ella aaegnu
acreditar sara duvida, qua alia eaacral.ua tantas
ladroairas, lautos anuas, tantaa poaergsQoas da
regulamenio, qoa logo se revoltn aa ponto d na-
dir e instar pela sua retirada, pietotlaada ali pac*
isto oblar coa toda presteza, ealar anasi novio t
Entreunto o motivo foi aalra :
O Sr. apila Caldas etagon a Fernando aa Id
detaabrada i88, hospadou-sa aa alaba easa ald
24 da agosto do anao seguale, maateve comiga
ato es-e dia a ca iaau e fraarnai afliiaafle. an
saa bom juo a man Mapeia caegan 0 paaa-da
dtar alto mesmo a mim a a raaiua uutrai ajupaa.
sempre flaa ea raaiai no achavaaos qua aot
era um compinnairn diattecto a qntoi Ua duiia *
ccracao I Tmpora mitltmtur t
Acnaado-aae eOe n d*harmoaa eara a aa>
mandante do presidio qoa ara aaaa Sr. Uaa-
dairo Lobo, a iBiaunarate baada aa Se. cip'j^ji &*
burcio Hylario da SiJaa Taaara*, majar 4 jpr*S>
a nos logo ie raoaio, aera ser cnamado, teaandn
forte nteres em favor da cusaquiplate*Mrafl*#
eu a razio par.qaa em raaaupdp cpa>ajhpfp*
naaico a 40 4aaniijp da 136!LparaampAii W-
iresentou o requerimeoto am ana PAdia.jn
a aecUraoao sa acte de ii Jle, pa/a
nos, apresentou o requerimeoto -aa ana PAdiPdd
me.Mno a decUraoao na acU ie exigir lie, BJM
afuatr de ai lulurai rasponaUlioadia gpe a mn-
portensU daa rendas prajieadas aa^hV dos iro-
ductoa da isaamLteaia aacriplurada pa opal cqi
rnatn apraseatada ja igania, dalla JUaae aa-
iejjp_. (alAfegigr-te .Muda .taraj^jnj &r
ateproeMiiieoto do Sr. capUa Caldas, 9
- 1
>
\
<

O



1

diario de PernanAuc* -2 Quiia eira 15 de Junho J 1871.
?
=
-
tanto I he servio agora, nao foi
imita; io r>o que auleriormw
pilo Tiburcio, como II sea I,
como as podar verificar d*
archivad no presidio. Bao
osito do Sf. capitio Tiburcio,
desde que o Sr. capillo Caldas
pital separado dalle, e boje entre ni, gracas ao
raesmo eortar> sao a a mnima aaaisade ou con-
Oatceucia, eBraia.nd'', coa o lavor de Deus, tssim
eonterVtr-me m qunio vida ver.
Irtdo fifrmmiti o* Srs. eoMnmodtM Lobo
mafar di ersst- Ilbarcto, pasin 3r. capitao
CMlaa a servir m as orden 4o Sr. teoeote-coro-
nel Sebastio Antonio do Reg Barros, na mais
perfeila e cordeal amisade, faiendo-lhe lodos os
ra, oa maiorm elogios, e ao major
M*J.do Uchoa de 4uem diIia
ta aaarri Mimo. O Sr. capilao
nuic mo>troa era FajtjBja (ao raenuS4
era duseobrio ) esse hortr lS agora qusr
sentar era publico pelo swflo Eunceira en
jazia a ilha, e aate>, semejar a pe a mi olma
ortaocia, bem certo da^wtjSBridaSeque se ob-
aarvava na arrecadaro ts aaeiros apurado*
fajwr d i fajeada nacional, fa tranquillo de-
Mando como oa oniros, cartas vanlagens, che-
.|oslm a tr etn seas servi; ns sentencia-
Mfjoitiet, q* p***n*m estar empregado* nos
Basta* da calado :
tea cosiahairo, qua nio cosintuv* por que elle
era meu hospede (I) Isaas; nm sgaadeiro, Aman
I*; ura engoramador, Rayraundo ; dous pescado-
aasciaeaU Miximiano ; na caraoguejelro,
WU4S : m etBflstjra. u tambara era raeu,
GnihWme ; ana eostoreira, que era su sin, Jo-
s
atenidas dentro de vi Jrinhos, e por isso
tai dev* dji ter asada cotjunalt JieQto
coa ai
orlesanra 4o destacamento,
vea Pacheco, e urna dos
dflasuociaafia,
isJ&raf>aL duraste o lempo que
Feasaaio, fizeraovs* por saa coa-
te dous bahus, duas malas de campanha, algumas
bengalas, piloes, ura eaeide, e at *!uo* brinque-
dos para enancas, |t*(do S. S* **ne as outros
empregados fai amf) vtbalbo A* pararlos, o
que posso provar cata a declararla* que ttnho,
aem s do mestre da offlcioa de carpinas, como
4a fldal eocaraegado 4o aneoal, d>elarac5es
a aja* nao duvidarai publicar, se Sr. (-alas a
luso me oJrigar.
A' a efcposl^ estere sempre um cavallo
raosopu paaeeioe; criava galhnhas e porcos.
mesmo sem ter familia ata Fernando, e quasi sem-
pre remettia para aqai presentes, como posso
tajjdMM provar, aern s com alguna conbecimentos
pajsados pelos comrondantes dos vapores, que
criaran parar is nimbas mos, sellados e-reconhe-
cidos, come meemo por algumas nota* que pos-
tilo, urna das quaos e bem explicativa do pro
prio.punho do Sr. capitio Calda*, declaranio as
awMMH a quero ikmtHn* ser eniregues nesia ca
pttal, barricas ie petum-ttcco, caritas de carangue-
gos.ancjittacam carne de porco salgad i, um por-
eo nm, marca X-', e *< capoeira com galli
nhas.
A causa, portento, de sna retirada do presidio,
um anuo depois de la estar, nao foi a que apre-
sentou, mas sim a de ter por propria vontade se
tnimixado coro todos os compaoheiros e amigos,
que por isto se retiraran) e o deixaram em com
telo ijolameoto; foi porque S. 8. conbecea que
em taes cireumslancias nao poda permanecer em
Fernando.
Qaantas vetes nao proenroa o Sr. eapiuo Cal-
das se reconciliar eomgo I Quaatas vexes nao me
fallou o Sr. tenente-coronel Reg Barros, o una Jo
Barbosa e a malber 4o Sr. Madeira para u;aa
oaciliacao 1
Appeflo para o teatemonho do Sr. teoe.nte-co
ronel Reg Barro, que por sem duvkla de to
dos o mais valioao para o Sr. Calda?. Eu nio po-
da acceitar urna reconciliacao, tioha sido grave
mente offendido I
O Sr. Caldas diz no proal que recnsou acceitar
em rocado que Ibe ouereearam, mas nao diz que
recusou, porque nao tiaiu elle as proporces que
S. 6, queria que tivesse. Qaera lhe marcou ter-
reno para um rogado foi o proprio Sr. tenenle-
coronel Reg Barros elle ata est para dizer se
S. S. foi ou nao com alie e o major da praca re-
ceber esse terreno, qne depois deizou de plantar,
declarando que nio quera gastar dinheiro com
recados, preferindo recebar dos rotados do esta-
do urna quantidade de mjjho fejo, farisiha e ge-
rimnns, correspondente a aquella que lhe pode
ra tocar se robado tivesse, o qu* ell'ectivaiuente
conteceu, porque o Sr. tenente-coronel Reg Bar-
ros attendendo ao sen pedido, mandou entregar-
Ihe. na occasio do colheita geral, porcao da taes
ros, assim como fez estribuir pelos offleae;
a guarda naoioaal que nao plantaran), dando
porm, de ludo scieneia a presidencia da provin-
cia em offlcio de |5 de setembro de 1880, cojo
ofBeio 9endo levado ao coubacimento do governo
Jaral, deu lugar a coasalta 4o conselho de esta-
o de 23 de teverain do aano passado, Qcando
em iconsequencia dalla excluidos os offlciaes dos
destacamentos das disposiedes estabelecidas no
art. 4 % 10 do rogulamento da Ilha, isto sera
direito a receberem grata como os empregados
do presidio, os gneros desusados para o consume
da populacao.
O Sr. capitao Caldas nao teve rocado, poda ter
sem ir de eneootro ao regulamento ; mas teve
.ganaros tirados dos rogados do estado sem a elles
ter direito. Contstenme se eaiaz.
Oeixo de tratar da allusao que me fez com re-
lacao a condernaaco que tfve quando empregado
na colonia militar de Pimenteiras por motivos de
4esav4ncas com o director e nao por falcatrnas
porque dalla j alg'iem se oceupou largamente
no Jornal do Recife de 12 de Janeiro deste anno
e nada tenho que acrescentar.
Son, oa tenbo sido, acensado d Improbidade
em Fernando de Noronha, onde servi de secreta-
rio por espaco de qnarenta e dous meces, mas
como tenho sido acensado f
J appareceu urna aecusacao serla, juitiflcada,
asigna U, contra mim ?
Qaaee as testemunhas qae contra mim depo-
xeram*
Quem sao os meus acensados ?
Eaislem por ventura as repartieses publicas
-dneueaeutos qne provem ter eu alguna vez tra-
ficado ?
Nao, nao existem, nunca existiram ; ningoem,
a nao ser o mea gratuito tnimigo ou aqneHes que
illadldos o escalan), ser capaz de acusarme !
O Sr. coronel M iraes Rpgo, qae itome dess-
java bem, e que lev ou "aqui prevea gao firma
da contra mim, qnerendo ver-me em trabalbos,
nao se atreven n dizer ao goveroo qna ea trafl-
e&va, di-se antes e afflrmou que eu era irassivel,
que insmuava aos oIBeiaes para ommetterem fal-
tas de obdiencia as ordeus superiores, (2) e que
me julgava hornera perigoso, mas nao disse entio
nem Doderia dizer que eu era improbo.
O Sr. c Tonel Moraes Reg foi iludido em sua
boa f a mea respailo pelos meas desaffectos, co-
mo mais de unid vez officia:mente lhe dissd e te-
cho dito ao publico.
Nao can^arei a pacieicla dos lellores com attes-
tados e ordens do da, te-h i as maito iropirtan-
mar nJo me quero com ellas abroqaellar.
Servi com o Sr. tenente-coronel Reg Barros,
tenho servido com muitos outros offlciaes to d:s-
tlnctos como elle, mas nunca a nenbum ped at
testados.
RecJe, 13 de junho de 1871. -
. Cirnante Francilio lavares.
N. 419.OS CURADOS A0> D0ENTE3 EN-
FERM10.VDE l)D FIGADO.Algans dos faltos os
mais notaveis relativamente mcorjipiravel eCD-
cacia das Pillas Assucaradas de Bri-tol, as mo-
lestias do ligado ; forara receotemenie publica-
dos. O Sr. Adoniram Sedgwick, de Hartford, faz
sciente que ellas, t o curaram d'oma congestao
do figado (obstando a Ictericia) e isto dentro era
tres dias Richard M. Phelps, o bem conbecido
machinista de PltUburgh, Ohio escrove : t Os
domores me tinham como nm caso desengaado,
quando principiel fazer uso das almiraveis pi
lulas antibiliosas e Alterativas de Bristol. Ellos
ehamaram a minha molestia Degenerado do fi
fado, e eu senta grandes dores do lado direito, o
ual se aohava inchado, pnsao abstioada do ven-
e e perda tital do appetlte. Ura corso das pi-
mas estabeleceram minha saude, e hoja adi-
me perfeilamente bom ; eu as recomraendo to-
dos os que paJecom igoaes incoramodos. > A
senhora Sarah Jane Oeming da Cidade de Jersey,
eaaclue assim a carta dirigida ao Dr. Bristol.
t S a vossa medicina (as plalas assacaradas de
Bristol) que devo o reslabelaciment de miaba
saude depois de haver soffrido d'oma maneira a
mais cruel, durante o espaco de tres mezes de
orna feb're belliosa e sez5;s. As pillas acham-
*---------- .---------i-------1-----___________________
(1) Tinha casa, mae alraocava, jautava e ceiava
em raiuha casa, por que nao liaba trazido sua fa-
milia.
(t) Nunca Qz insinuaoSes aos compahheiros
ellas ah mo, plem ser ouvidos.
tOMMERCIQ.
--------------------4-----------------------------
THE ALLIANCE BRITISH ATOBEIGN.
Life and Fire Assorance Company eslabelecida
em 1824. Capital S.000,000
Os agdntes desta companhia lomam segaros
contra fogo sobra predice, genero* a fataadas e
pagam aqui prejaizos devidamente provados.
Rabe Schmettau & C
Carpo Santo n. 15.
Segirw eMln-figo
COMPANHU
NORTHERN.
Capital........20,000:000*000
Funde da reserva 8,000:0004000
Agentes,
Mills Lathan & C.
RA DA, CRUZ K..38.
IMPERIAL
Companhia de sega-
ro contra-fogo
o qual de
avjliarj."
ecuc3o
CODt/i
AONTES
S. P. JOBMTON & C;
Ra da Neiizal-nova n. tt.
f AC DO RBC1F& 14 DE JUNHO
DI >7i.
il 3 1/2 HORAS 4 TABSI.
Cotacoes officiaes.
Cambio sobre Lonlret 90 div 24 li2 d. por
14000 do baneo (hontem).
H. G. Stepple.
President*.
P. I Pinto,
Secretario.
ALFANPEGA
dendimentododialal3. 236:723*740
Idam do da 14..... 17:9621638
274:6884378
norloienio da lfandega.
/olumes entrados com fazendas
c com gneros 848
/olumes sabidos com fazendas 124
com gneros. 33
818
157
Desearregam hoja 15 de junho.
Patacho inglezCourtinazbacalho.
Patacho inglezZengar varios gneros.
Patacho americanoKennebeck mercadorias.
Barca portaguezaCorfavarios gneros.
Patacho hespanholThemoteo IIidem.
Barca inglezaHermionecarvo.
Birc inglezaDetpkim mercadorias.
Barca italianaIVratvarios gneros.
Brigue portagoeiCofc/fvarios gneros.
para o mar, cacimba pe-
r S-.Q006, e val a prac*
Maooel Ferreira Pinto Si*
noel Gomes da Silva.
lanzadores que cubram 0
io ser a arrematago feita
"pelo preco da adjadicaJo com o abatimento
da lei.
I prt qae ebegoe lo conbeciment de
todos naMef fner o presente edHaJ eue
eer affixado otrs hilares do cestn e pu--
biieado pela hnprensa.
Da de e passado esta cidade do Hecie
de Pernambuco aos 26 do mez de maio de
187 i.
Eo, Ernesto fachado Freir Pereira da
^**ffiloB. de Lacer*.
O Dr. Ititee Coa* da Silva, joiz monici-
al 4'aapfefes 4 termo de Olinda em
virtude da le etc.
Faco saber aos qae o prsenle
!*** ios4>Hariaao 9Mates,
MDo evnna.
SyfitTA CASA D
A Rima, jonta
JCserif-
oicae-
mezes de,
oque reC

le
alalslrativ
precisa t
uta casa d
atar o furoa
e . os estabelecira'
Pifos e asyfe de
ajfosio e setembTv v. ^..v-,
__ em eanas ech*s na sala
de sitas seasoas, as 3 horas da tarto" So Jba'19 do
cor mu*
Saretara da saoia easa da raisericsl
cif3df jaohode 4871.
eateriMo
Pedro RodTjajaea
Deveao eooselfc) cobonuca d* btlbaa
la atontarla a. g coairalar ao jla Ko aocrante
6 adaflustradoi',
rOB*o do Reg Jtamt'
AdMlalstracao dos crrelo
renmhueo de Jnn&o de
Malas pelos vapores Jaguaribt e Giqui da Com-
pankia Pcraarnbucana.
Aeprrespqn^epcla que lem de ser expedida hoje
(15) ppjos vapore* cima menc0Bados para os
orlos ao sal ata o Aracaj. e os do norte at a
Granja, ser recetada pila maneira seguiste:
Macr de jomaos, Imoressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar at as 2 lloras da tarde.
| 'arla8 ordinarias al as 3 horas, e estas at 3 1(2
pagando porte dupla.
O administrador,
ArTouso do Rogo Barros.
resn, qae se proceder por esta joiio, a ar-
rematado, por venda d'ona casa terrea
cora sot5o, sita na ru* do GabraJ desta cida-
de, sob a base de t:iOO, por pnanto foi
avaliada reqoerimeato de Tsarea Maria
Gedrim, herdeiros, e uaii oteressados
mesma casa, sendo a ni tima prac no dia
15 do cottapteH sata das futjeacie i 1
hora d tarde.
E pira, qne cnegoe -a* todos aa'odei pasear prsenla fie ser
publicado pela Imprensa e amxado nos lo-
gare do coitume e.^ublicado no Diario e
Pernambuco.
Dado e passado leata cidade de Olinda,
aos'9 de jonho de i87l.
E eu bacharel Francisco Los Caldas, es-
crivao o escrevi.Coelbe da Silva.N. i.
Pngoa 200 rets de seno a verba por ci
existir estampillas deste valor.
Olinds 40 de junho de 1871. Botelao.
Paiva Viaona.
raneaadaa; aoaviaa #or i*lo ao**aeh*rs i
ciaaaa* ajoe ajamraai foaaeaar lata paliwi
apresenlarem sos* MOfaM no indicado d"
edital vi-^ sefuojies: ^^
DECLARACOES.
do
Santa casi da misericordia
Recife.
A junta administratifa da santa casa da miseri-
cordia do Recif* contrata o fornecimento da earoe
verde que hooverem de consumir os estabeleci-
mentos de caridade, os collegios da orphos e o
asyio de mendicidade nos mezes de julho, agosto e
setembro.
Recebe proposlas na sala de suas sessoes, pelas
3 horas da Urde do dia 15 do correte.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 2 de junho de 1871.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 2 de junho de 1871.
O escrlvio,
Pedro Hodriguesde Soma.
Despachos de exportacao no dia 13 junho
No brigue portuguei Uniao, para o Porto,
earregou : Jos da Costa Maia 16 garrafoes com
10 litros de cachaca e 1 barrica com 42 kilos d.
caf.
No brigne nornegueose Conservaron, para
Gronstad, carregaram : Keller & C. 300 saccas
eom 19,082 kilos de algodo.
Na barca francraa Coligny, rara o Havre
carregaram : Tisset-freres 4 u. 248 saccas com
21,088 kilos de aljodo e 200 couros verdes com
4,200 kilos.
Na sumaca hespacraola Cecilia, para Bareel-
lona, carregaram : Amorim Irmaos k C. 70 sac-
cas com 5,331 kilos de algodo.
Na banca hespantnla Maria Anuta? para
Barcellona earregou : P. M. Manry 42 saceas
coa 3,233 kilos de algodo.
No paueho hespanhol Dos Hermanos, para
Barcellona, carreaau: P. M- Maury 121 saccas
com 10.01 kilos de algodlo.
Na barca lagleza Wttd Warra, para Liver-
pool, carregaram : Saunders Broihers 4 C. 1,400
sacco3 com 105,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portuguesa Flor S. Simao, psi
o Porto carregaram : Carvalho 4 Nogueira 400
saceos com 30,000 kilos de assucar mascavado
No aavio americano Gabea, para New-Yark,
carregaram : Henrique Foster 4 C. 100 saceos
com 7,500 kilos de assucar mascavado.
ftECEBEDORlA DE~ RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
<*ndimento do dia l a 13. **WW?
dem do dia 14..... 8:030^814
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.
A junta administrativa da Santa Casa da Miseri-
cordia do Recife precisa contratar o fornecimento
dos medicamentos que houverem de consumir a
botica do hospital Pedro II a a enfermara do asylo
de mendicidade no trimestre de julho a setembro
de conformidade com a relacao existente na res
pectiva secretaria, onde pode ser examinada, para
o que recebe propostas at o dia 15 do correte.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 2 de junho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues d* Sonta.
lar BOjta
me*, satas 40 sosa* ida aaaaafo > fott**jrratp
Ao* testas atioMatMioi aaaixa saasafasasp jue
lm 4e ea daibeidi>s tm raoea* as praea ar-
28:527*333
CONSULADO PROVINCIAL.
-tendimento do dia 1 a 13.
dem do dia 14.
48:0034526
3:083*390
51:086*916
MOVIMIENTO 00 PORTO.
rVocis nfradas no dia 14.
New-York e portos intermedios21 dias, vapor
americano South America, de 2050 toneladas,
eommandanteTinklepangh, equipagem 73, carga
vario* gneros; a Henry Forster 4 C.
Trieste63 dias, escuna ingleza Hydranth, de 149
toneldas, capillo khn fl. C. Hurrell, equipagem
R, carga 1650 barricas, com arinha de trigo; a
Saunders Brothsrs 4 C.
Navios sahidos no mesmo dia.
PhiladelphiaBarca ingleza Imperador, capilao
Heard, carga assucar.
Hivre-barca fraoceza Granoille, capitao Masson,
carga algodo.
Gor18 dias, corveta franceza La Place, eom-
mandante Perier d'Hautridve. Veio refrescar e
saber de noticias. .
EDITAES.
O Dr. Francisco de Carvalho Soares Brando, juiz
de orphos e atizantes da cidade do Recife e
seu termo, por S. M. o Imperador, que Deus
fuarde, etc.
jse Jerooyrao Monteiro, inventarame dos bens
qua flearam por fallecimento de Jo3 Moreira Lo-
pes, reqoereu-me para vender em hasta pnblica
deste juizo a ascrava Francelina, crioula, de 30
annos de idade, do servico domestico, avahado por
1:400*000, prtanseme ao expolio daquelle fi-
nado.
E, pois, qua aquiesc a semelhante preteoco
pelo presente, e fondado no que dispoe o decreto
n. 1695 de 15 de setembro do 1869, convido a to-
dos qnanto quizerem laucar sobre a mencionada
escrava aprsenten suas n|opostas em cartas fei-
zadas. na casa dos auditorios de priraeira instan-
cia tiesta cidade, nos dias em qae costamo dar
audiencia dos feitos e partes.
O prazo para semelhante aprsenla ;ao de 30
dias, a contar de hoje.
E para constar mandei passar o presente que
ser affixado nos lugares do costuma e publicado
pela imprensa.
Cidade da Recife de Pernambuco, 2 de maio de
1871.
Eu, Francisco Corro de Britto, escrivao o fez
escrever e subscrever.
______FrancUeo de Carvalho Soares Brando.
O Dr. Sebastiio do Reg Barros da Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
mercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. a quem Deus guar-
de etc.
Fago saber pelo presente, que no dia 15
de juubo do corrente anuo se ba de arre-
matar por venda em pra^a publica deste
juizo depois da audiencia respectiva, a quem
mais offerecer pela casa terrea sita roa Nova
de Santa Rita n. 27 com orna porta, e duas
jauellas-de frente sala adiantee atraz, cinco
quartos, corredor independente.cosmha fra
grande quintal morado com telbeiro no fuu-
InspeccSo do arsenal de
mar I aba.
Da ordem do Ulna. fir. inspettor faco publico
Jue aeha se mareada o praso de 40 dias, a caniar
a data do presenta, nara o aaa* eoayyjjsao jae,
era enmprimento do aviso do aaioiateBio da mari
nha de 24 de maio ultimo, se ai jetsalnr nesta
inspec^o para preenchimento de duas vagas de
amanuenses da secretaria.
Os prelendenies devero inscrever-e ao men-
cionado praso, e as habilitacoes que exige-se-lhes
de conformidade eom o regnlamento de 15 de
maio de 1867, sao :
Provas de bom comportameato, e da idade de
18 anuo pelo meaos. .
Mosirarem no concurso boa letra e conhecimen-
to perfeito da grammatiea e Kngua nacional, assjra
como de arithmelica at a theoria das proporcoe
inclusivamente.
Inspocco do arsenal de marraba de Peroamba-
so 13 de maio de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordis do Recife manda fazer publico qne
na sala de suas sessoes, no dia 15 do mez de junho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quem mais vantagsns offerecer, pelo tempo de
um a tres annos, as rendas dos predios era segui-
da declarados:
ESTABELEOMENTOS DE CARIDADE.
Sitioldo FJrte......... 170*000
Ra do Prdre Florianno.
Casa terrea n. 45.......1805000
Becco das Carvalhas.
Casa terrea n. 5........120*000
Rna da Viracho.
Casa terrea n. 7........ 183*000
Roa de Horlas.
Loja do sobrado n. 41....... 122*000
Ra larga do Rosario
Sobrado, 1. andar n. 24 .. 402*000
dem 3. andar idem......243*000
Ra do Calabouco.
dem n. 18........320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares> 28 302*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73......211*000
Ra da Gloria.
Casa terrean.61......240*000
;Beceo do Abren.
Sobrado de 2 andares n. 1. 400*000
Ra do Boa Fim em Olinda.
Casa terrean. 11 : 96*000
dem n. 12........ M*0Q0
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra do Crespo.
Sobrado de 3 andar n. 11. i:WO*000
Ra do Rozario da Boa-VIst.
Casa terrea n. 58........300*000
Becco das Botas.
Sobrada de 2 andares n. 26 367*000
Ra do Burgos.
Casa terrea n. 19.....150*000
Arrok;'-asaHcr naacavo reftaado, acert
francaca, pe ds f ^a*jev*iiaa *)e 4 ditas-,, tonci-
nho, violare.
Quartel no Hospiria eai P*rtsnibuco, IV de ju-
nho da 187.
frmeitfo Antoni V .# Brrelo Jmww,
_________________aaaretarlo,_____________
Cttstitt. le empras de m-
rtMM.
O cotuelho no da 16 do corrente njei i visu dfr
propoads receida* al as II hras da (qanjiia e
sob as condic,oei do estylo cooiraia ;
Por lampo is tres meza ata satambro
ForneaimfBi pera comptirto oV* vveres, die-
las a outros objectos de comuioo se* navios da
armada euabelecimaotos da aurinha, do se
gninte :
Gane verde, earae seee de Ro Grsoda Jo Sal,
feijo preto ou ninlatinho, e vehs stearinas aro-
pria* para lanternas, de 8 em libra, e telh*.
Pornecimenio dos segointes objwtos dp fardar
tsalo.
Para aprendizes artfices.
B-jnets dj> uniforme, benets do servigo, piusas
de brim braceo, blusas da algodo aaari, blatas de
panno azul, ealeas do brim rameo. Bateas da al-
godo azol, camisas de algodSoziano, eobertorep
de ta, cobertores de algodo, cintos de conro
hraneo envernisado, ealeas de panno azul, colcho^
de Moho chelos de paib'a, fronhas de algoJaozuho.
leocos de sed* preta para grvalas, leneoes de
algodaoziobi), tapMDw, saceos d gBar*ar roupa,
e iravsseiros de linbo eheios,de pilMi^
Para imperiaes marinbeiros e aprodes
dito*.
IlooeU de panto azul, camisas da brim branco,
caigas de algodo azul, caltas de panno azul, cal-
cas de brim branco, camisas de baeta azol tendo
o corpa i 1|2 palmos de eoraprimento e $ as man-
gas inclusive os puahos, camisas de baeta azul
teodo o carpo 3 palmos de eoraprimento a 2 as
mangas inclusive os punho?, frdala* de panno
azul, lencos de seda preta para grvalas, aapatoes,
e saceos da losa para marinuagem.
Para artfices avulsos.
Blusas de panno azul, blusas de algodo azul,
cal<;is de brim branco. eticas de panno_ azul, cal-
cas'de algodo azul, camisas de algodoaiabo, a
cintos de eouro branco envernisado.
Para marinhagem.
Calca* de brim braceo, calcas de a'godao atnl,
ca misas de briza branco e camisas de algodo azul,
camisas de baeta azul lando o corpo 4 1(2 palmos
do comprimento e 3 as mangas inclusive os pa
nhos.
Por tempo de am aono a Andar em jumo de
1872.
Fornecimeato da tmhjuaa^* para o-i
navios da armada.
Sorvicos de barhelro eafermaria de marraba <
lavagem ds roupa do mesmo.
Sala das sessoes de conselho de compras de ma
rmha de Pernambuco ti de junho de 1871.
O secretario,
i _____Alexandre Rodrigues dos Anjos.
tatala Caaa de MUerIc*rdia de
iteclfe.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise
ricordia do Recife precisa contratar o forneeimao
to dos pies e bolachas qae houverem de consumir
os estabelecimentos de caridade, os collegios de
orphos e o asylo de mendicidade aos naeaes de
julho, agosto e setembro pro!ota9, para o que
recebe proposlas em cartas fechadas na sala de
suas sessoes, as 3 horas da tarde do dia 15 do
corrente. _
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 2 de junho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
THEATRO
I!1
Bt$AC
(RPERTOIUO DE OFFEMBACH)
Oa f piceales term lugar In
TarlaTelaaente raas
QHtrtM
Hilataa,
Sabbadwa,
Itoaalngoe.

HOJE
Qointa^ira 15 de jiinlio
RepresentaQfio extraordinaria
Eif BENEFICIO DO REGENTE DA OftOKSTRA
J l I>M POPPE
e por elle dedicada a illustre mocidade acadmi-
ca de Pernambuco.
PR6GRAMMA
1> PARTE.
La consigne fst de renfler
Pee era um axto ornada de msica e desem-
penhada por Mrs Hurbain e Maris e Mme. Zelia e
Faoco.
2- PARTE.
Grande festival
pela archeslra composta por esta vez smente, de
35 jwofr^ores
Os dislinotos professores Ubanio Colas e o;
Coelbo se prestam a tomar parte em obsequio ao
beneficiado.
3/ PARTE.
HTsaieu Lanry
OpereU am 1 acto de I. Duprat, desempenhada
om- Mr. Marchand e Maris Mmes. Poncelet e
LOUise.
Principia s 8 horas.
Depois .do espectculo ha vera ura trero extraor-
dinario par* Apipados e mais pontos da liana.
AVISOS MARTIMOS.
para o
PORTO-
Com muito penca demora oeste porto seguir
para aquella o brigne Vrtuguez Vnioo por j ter
grande parte do seu carregamenlo prometo : para
o resto que ibe falta e passageiros trata se com
Soares Primos, raa do Vigario n. r7._________
PAKA
LEILOES.
J>o* gneros do hopi da
-----------------------ruada
menzl Moi
Constando de vinho em pipi, drro em Mrr,
dito ongarralado do Portr., gaebra, draraUt,
marmelads, baoba era latas e muitos outros tri-
gos propros para tabernas.
O agente Martn* nao tendo podido efectuar o
I cilio dos genero-acioaBjtaun:iadj para hontem
por causa da chava, o far
HOJE.
i* libo ras .do di
Oivesas ffiobiiias
s O afevfo Pettana, (ara leilSo sor oonta e risco
In quea* BWteuc'T de urna mollia da mogoo oom
18 cadenas de guarnilo, 4 dius de bracos, 1
e assim como cadeiras novas em doziat, alus
ditas para Rmafnas, mesa de jacafaud e amararlo
para jogn, carteirtt, secreiaria*. seias commp-
ilas, cama?, f sraquina para cater speps, e muitos
ut/qs obieclos- qae se a cha rao patn tes e tsico
um rico vapor eom caxo de yidio, que (sao
ser vendido ae dia aci.na no escrptotlo t> Sgca-
te, roa do Vigarro- d. 15,1* andarla- W aotae a*
vai sahir em poneos dias a barca portugueza Flor
de S. Simao por ter quasi toda a carga prompta :
pa'a o resto e passagens trala-se com Carvalho &
Nogueira na ra do Apollo n. 20._________^
151*000
I.
300*000
1401000
360*000
1:200*000
laem n. ll
Roa do Vigarlo.
andar do sobrado n. 27 .
dito dem -.
Loja do mesmo.......
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n, 14 .
Ra ua Sanzala velba.
Casa terrea n. 18...... 241*000
Idem n.Jl. 6 ...... 208*000
Raa -do Pilar.
Casa terrea n." 101.....203*000
dem n. 89........300*00o
Ra do Pilar.
Casa terrea a. -i .... .
dem n. 110........
dem n. 104........
Idam n. 99 ....... .
Os pretendemos devero apresentar
irrematacao as suas. flaneas, ou comparecereu
icempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
:ife, 2 de junho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa de Mi ser i cor da do
Reelfe.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife prectoa contrata/ o forneci-
mento dos gneros abaixo declarados qae lem de
consumir os estabelecmealos de caridade, os col-
legios de orphos, e o asylo de mendicidada no
trimestre de julho a setembro.
Recebe para sso propostas na sala de suas ses-
s5es, pelas 3 horas da tarde do dia 15 do cr-
rente.
Os concurrentes apresentarao suas propostas em
cartas fechadas, as quaes devero ter a erdem
eslabelecida no presente annoueio :
Aletria kilogr.
Arras do Maraoho idem.
Azete doce litro.
Azeite de qarrapato idem.
Agurdente idem.
Bacalbao kilogr.
Batatas idem.
Cha hysson idem.
Cha preto idem.
Caf em grao idam.
Carne secca dem.
Ceblas 100.
Parraba de mandioca litro.
Fumo do Rio kilogr.
- Feijo mulatinho litro.
Farello sacco.
Oaz lata. *
ilbo sacco.
Manteiga frauceza kilogr.
Sabio dem.
Sal litro.
Tapioca idam.
Toacinho kilogr.
Velas de carnauba dem.'
Velas, stearinas idem.
Vinagre litro.
Vinho de Tinto de Lisboa dem.
Vinho branco de Lisboa idem.
Secretaria da Santa Casa de Mitauoordia do Re-
cife, 2 de juho de 1871.
O escrivao,
Pedro Jtodripug de Souza.
O conselho econmico do batalho de infan-
taria d. 9 cntrala no da 10 do corrente mez,
PARA O
ARACATY
Segu eom brevidade o hiate Novo Inveneivel:
para cargas e passagens Iraia-se roa do Vigario
o. li, 1* andar, escriptorio de Jos Lopes Davina.
Liverpool em <]irettura.
LIVERPOOL, BRASiL 4 RIVER PLATE
MAIL ITEAMERSv
No dia 23 do correte esperase da Ba
ta o vapor inglez Copernicvs de 1400 to-
neladas, o qaal seguir depois de indispen-
savel demorar para o porto cima. Este
vapor tem excedentes accommodac5es para
passageiros. Para frete, psssagem etc.,1
trata-se com os agentes Sannders Brothers,
A C largo do Coreo Santo n. H.
Farinha de trigof
A 16 do CT>rrenie.
O agaota OUveira far leHo, por coota e ritao
de quem verleueer, de cerca de 300 saccos-com
larinha de trigo do Chile com loime de avaria-:
Sexta-feira 19 do correiHe o me i o da
era ponto
no armatas Bario do Livramete, ao eaet io
Apolto._________________________________
Grande leilao
No arraazem dt exposico de Londres roa 4o
Mareaat da Olinda n. 60 outr'ora Cadeia
do Recife.
Sendo, porcelanas, vasos para sala, baadozas,
estampas, b oclos de raariim, peutes de tranca,
re s cort'nados para cama, ex :e leales coberto-
res ioglezes, bengalas, differenles objectos da mar-
fim, frascos para viagem, bo'eu, brincos, calas
cora mosi'as carteirn de madreperola, moldu-
ras para quadrot, caixiohas com perfumaras pro-
prias para presentes, lastra de chri.-tal. diver-
sos objectos ;e vidro, bacus de ftrro estanbado
de diversos tamanhos, relog-:os de onro, diversos
objectos com per fumarias, grandes e-rieoaespe-
Ihos com molduras, sapatcs e tapete, diat Be
ta para meninas, exceden es cofres da ferro, e
mnitos outros artigo de diferentes qualidada
Segunda- feira 19 do errante.
O agente Martins far leilo para completa II-
quidaco dos artigo* cima em lotes a vontade
dos compradores as horas do dia cima.
AVISOS DIVERSOS
INSTITUTO ARCHEOLOCrICO E GEOGRFI-
CO PEnNAM8t;CA\()
Haver sessao ordinaria quinta-feira, 15
do corrente pelas 11 horas da. machia.
ORDEM DO DIA.
Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes.
Secretaria do Instituto, li de junho de
1871.
J. Soares d'Azevedo
_________ Secretario perpetoo.
O abaixo assignado, retiraodo-se temporaria-
mente desta provincia e indo a Europa, deixa por
seas procaradores, em suas iransaccSas marcantis,
o Sr. Luiz de Moraes Gomes Ferreira, e, par
represanta-lo, como herdeiro do casal de sea falle-
cido pai, o commendador Thomaz de Aquiuo Fon-
seca, e tratar de todas as suas causas judiciaes, o
Sr. coronel Rodolpho Joa Barata de Almeida ;
Qcando eocarregado do que se refere s suas pro -
priedades e casa particular, sea primo, o Sr. Jo-
qaim de Gusmo Coelho, teodo cada um dos su-
pra mencionados os poderes necessarios. Recife 9>
de junho de 1871.
Dr. Jiaqoim de Aquino Foaceca.
Precisa H.
lar ao Sr. Pedro
dor no Barro.
N. A. C, oesta typograpb-ya, fal
Ralis de Ioojosa Varejao, mora-

PARAO
CEARA'



78*000
2O50i>0
201*000
360*000
no acto da
Solas 10 horas da maoba, com quem melhor con-
cao offerecfcr, os gneros alimenticios, abaixo
mencionados, para as dietas das placas que tive-
rem da ser tratadas na enfermara militar do 1"
da julho a 31 de dezembro do corrente anno, para
o que recebe as devidas proposlas no indicado
dia, cojos gneros sao os seguintes : aletria libra,
arroz libra, assucar branco refinado libra, bolacha
iibra, etf moido libra, b libra,-carne verde
libra, doce de goiaba libra, farraha de aramia
libra, dita de mandioca libra, dita do Maranho
libra, gatinhas p., leite garrafas, lenha aehas, man-
teiga ingleza libras, raarraelada libras, ovos, pes
de iqneas libras, vinagre garrafas, vinho gar-
rafas.
Quartel no Hospicio em Pernambuco 14 de ju-
nho de 1871.
Francisco Antonio de S Barreto Jnior,
Secretario.
Segu com brevidade o hiate Octano por se
achar com parte do carregamento ; para o resto e
passagens, para o que tem excellentes commodos,
trata-se ra do Vlgaa'io n. 14, 4 andar, escrip
tario de Jos Lopes Davim.
Rio Grande do Sul
Segae com brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia, tem prompta a raaior parle
do sea carregamento, para o resto qae lhe falta tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Lniz de Oli-
veira Azevedo Sl C.: ra da Crai n. 57.
PARA*
0 patacho norte-allemao Mathild, egue para o
portu cima, recebe carga a frete commodo: a tra-'
lar com Joaqulm Gerardo de Rstos, a raa do Vi
gario n. 16, primeiro andar, escriptorio._______
O desengao ver.
Nao procuro invento de discuso e menos sus-
tentar caprichos de alguem, mas sustento a verda-
de do que disse em meu annnnciu neste Diario
n. 127 de liquidaco de loura dos restos da fabrica
Barbalbo, por ter acabado a perto de dous annos,
fundada as trras do eogenho do Sr. Moraes, no-
lugar denominado Barbalbo, que acaboa, nao exis-
lindo em dius trras mais fabrica alguma. Exis-
te, sim, urna no centro da villa do Cabo, urna que
sen mestre e propretario Jlo Travasso, umeo
que trabalha com barro do Rarbalho, a qual tem
seu deposito nesta pra ;a, e urna outra nova le -
vantada as trras do engenbo Garapu, que
trabalha com barro do raesmo engenho. Nao tra-
tando noeso annuncio de tal fabrica e menos do
-fabricante. Bao podemos referir aqui essas argui-
c5es phosphoricas do qudam que pretenden abrir
discuso, offendeodo directamente sem fundamen-
to legal: refarimo-nos fabrica que deixou de
existir e nada mais; tado mais que o Sr. annun-
ciaute prelendeu desmanchar do nosso, sao zerot
sophismas qne preiende asar ; desde j deciaro
nao acompanbar sea pensamento pouco civil. S6
afirmo nao existir fabrica do Barbalbo, Diario de
12 do correte n. 132. ______* _________
Attenpo
Ricas e modernas bandeijas de bolinhos para
casamentos,bailes, etc. ; sendo estas de differen-
les gosl is de armacao : na rna da Palma n. 4 (pa-
ra escolher). _________ .
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI. -i
avegaco costelra por Tapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir
para os porlos cima no dia
20 do corrente a meia nonte.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete : no escriptorio do Forte do Manos n. 12.
\

Qjinta-feira 15 do corrente mez, depois da
audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de orphos tem de
ir em praca pnblica por veoda o sobrado da nm
andar a soto da rna do Caldeireiro n. 2, com 2
portas de frente, varanda de farro, 2 janellts no
uilo, 21 palmos de vo e 80 de fundo, 2 salas, 1
quartn, 1 gabinete externo, eozirina no solio. "
mais 2 quart03,BBntal murado, cacimba medir,
e em solo propnu; dito predio f 4:600* era concernencia do estado era qu se acha
a traoeira e partida parada do dito sobrado, e
vai praca p^rajBWl a requeriraento de Victo- do porte duplo
%dniloi8traco tos crrelos de
Pernambuco 15 de junbo de
t*'l.
Malapelo vapor Pirapama da companhia Per-
nambucana.
A correspondencia que lem de ser expedida hoje
(13) pelo vapor cima mencionado para os portos
do Cear, Maraphao s Par, ser recebida" pela
maneira segointe:
Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reza e carias a registrar al 2 horas di tarde, car-
tas ordinarias ate 3 horas e astas al 3 lj2, pagan-
Para o Porto
Recebe 'carga frete mdico o brigne portu-
gaez Adelina ; tratir a ra di Vigano n- 1, 1'
andar, escriptorio de Ballhar, Oiiveira & C. ,
gra-
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DS
Navegacdo costeirapor vapor
Goyanoa.
O vapor Parahyba, seguir pa-
ra o porto cima no dia 16 d<
corrente as 9 horas da noute.
Reeebe carga, encommendas
passageiros e dinheiro a frete n >
Forte do Mattos n. 12._________^
Pafaofara
Qaer sahir com toda a brevidade o brigne por-
tuguez Cotete, recebe carga a frete commodo :
quem quier carregar dirija-se.aos consignatarios:
na roa do Commercio a. 48.
Manoel Alves da Costa, Antonio. Alves da Costa
e Domingo* Alves da Coita (ausente), pungidos do
mais doloroso senlimento pela infaasta noticia qne
receberam do fallecimento de seu muito prezado
irmao e amigo Custodio Alves Rodrigues da Cos-
ta, qae teve lugar no Lazareto de Lisboa aos 27 de
abril prximo passado, preteadem mansar^ faxer
por sua alma os ultimo* soffiragios, que terao lu-
gar na igreja do Divino Espirito Sanio, pelas 9
noras do dia 17 de correle, e por isso rogara a
todos os seus amigos e aos do finado o obsequio de
assistirem a este acto de caridade e religio, por
cuj > motivo prolestam desde j sua eterna
lidio.
ALERTA. .
Desappareceu, na noute do da 12, para o da
13 do sitio n. 22, na estrada de Pauliso Cmara,
outr'ora Joo de BarroB, ama npvilba da raga
mrina com os signaos seguintes : toda preta, bas-
tante felpuda, com o pes trtieiros calcados, urna
malba no vatios, tendo sido eBContrtda na di-
reccio do Campo Grande oa Beheribe ; quem
leva-la raa do Destino n. 37, eu dalla dar ac-
ucia certa ser generosamente ratificado.
Na roa do CaUeireiro n. 86 vende se ou tro-
ca-te urna mulata por urna preia, preferindo-se o
negocio sendo para o mato.
i ,- i Precisa-se da urna ama para cott-
iMA nhar paracas* de rapa-, solteiro ; ai
lXliTJil roa do Crespo a. lo**.

;


*
y*
Aluga-s
O segundo indar do brido da ra a Santal-
la Tena n. 76 : a tratar na roa de Pedro Alfonso
(agora da PraU o. 1PJ.__________
Se afosan! 53 a roa de Corone! Suas-
DUrid Je Pernambuco *~ Quinla feira 15 de Juaho de ifil
Aluga a
ina ( aniga ra Angula ) : a tratar na roa do
oadego n, 63, otaria de Marcelino Jos Upes.
f^^m^^m^mmmi ....... i ^p^.
Am& ou criado
Predt-se de ama eosiobeira on co" ,
casa de horneo solteiro : a~tratar -'">neiro para
ro seguimento da ra da Aur*- em Santo Ama-
lea n. u, pnraeiro
Cozinheiro.
No collegio da Conceieio preeba-" *,
ooilohero. ; .> de um bom
Precisa-se de ni** i..
qu saiba larar criada escrava ou livre,
gem n. 7.'' engommar : na roa da Pasia-
-------- ooDrado.
-r .^g
, rt -cluga-se
* ?L.. ^ cosinheira, lavadeira e exeel-
leoie WJgOff.fflaeira, pelo preco de 30*000
ae t noiargodo Carmo n. 13, sobrado.
meo-
Para alugir
Na roa do Marques de Oliuda n. 35, aluga-se
um mltalo cosinheiro.

ES
ll
00
Sp3
_ l-i o o
c-Mifif*!
Jirffsi
^g"
s* sisli-E

s

t;
.=? -W
oBS -a
=r a* w ^
!| !|st!?K
a ?nS 3 5 t. cr
O abaixo assignado, administrador da masa
fallida de Alraeida Borges & C., pelo presente con-
vida aos credores da mesma roassa a virem rece
ber o 1* dividendo na razio de 30 OjO, no sea es-
tabelecimento na roa do Bario da Victoria n. 69.
Recito 11 de jonho de 1871.
Jos Joaquim Alves.
Qnem precisar de urna mulher capaz pan
tratar do servico interno de ama casa de familia,
dirija-se ra estrella do Rosario n. 33, segundo
aodar.
Na nudo Piras, sobrado n.
27, precisa-se de mu ama
boa cozinbeira, forra ou es*
crava, e que tenba boa conducta.
%lft
5?
I 1|
o. a t- '*
m,
o S?
S3
oti a
-. a.
_ B 5 o
B E B =
I
Sit{
g.g.
lal
BSnro
s MI*
j" i
- s-a *
mi
B-o.0.
--S 3
lf*
Mal
III;
S-a.0 '
3."
0.0 S -i
s o c
USA DO 10
Ra do Baro da
Victoria,
Otttr'ora ra Nova n. 63 e casos
do costume.
mihetes garantidos-da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre o.-
seus muito felizes bilbetes a sorte de 9091000 ene
um rae i o bilhete de n. 2531, a sorte de 200 em
dous meios bilbetes de n. 1562 e um meio de n.
812 com a sorte de 1004, alm de oatraa sor tes
menores de 40*000 e 20*000 da leleria que se
acabou de eztrahir (195), podendo seos possui-
dores virem receber, que promptamente serio
A ciuma
LIVROS DE SORTES.
fts.-U600
LIVRARIA FRANCEZA.
Precisa-se de urna ana forra ou escrava
para casa de familia que saiba bera cozinhar e fa-
zer compras : na roa da Cadea do Recife n. 1,
ou no Corredor do Bispo p. 23.___________
Corapanhia de navegaqo
brasileira.
Tendo o abaixo assignado autorisacao da di-
rectora para acceitar assignaturas as accoes des
la nova companbia, que deve comecar o servico
da cesta, entre a corte e o Paca, no 1* de jnlho
prximo, convida aquellas pessoas que desejam
subserever se, a precura-lo no escriptorio da roa
do Commercio n. 8.
Recife, ll de Junbo de 1871.
______________ Bernardo Whitman.
Precisa-ie de urna ama pa-
ra cosiobar em casa de fami
lia : a tratar na rui do Vis-
outr'ora do Apollo) n. 51, pri-
mesme abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sea estabelecimenu
comprar os felizes bilbetes garantidos, que nic
deixar de tirar qualqaer premio como prova pelo)
mesmos annuneios.
Acbam-se i venda os muito felizes bilbetes ga-
rantidos da 1* parte das loterias em beneficio da
igreja da Conceicao de Beberibe, que ser extra-
bida do dia sexta-feira 16 do correte.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Dous tercos 1*000
Um terco 2*000
De 100*000 para cima.
Inteiro 5*400
Dous tercos 3*600
Um terco 1*800
Joao Joaquim da Costa Leiu.
0 Dr. Jacintho Soares
Rebello.
Medico lio ni copa (ha
Tem residencia na ra do Imperador n.
25 e consultorio na mesma ra n. 41.
Precisa-se aligar hm W-
,-crava, que corinbe bem, para
N-raa* da penca familia : roa
Ciilai n. 88. _________
Oasa de campo
Alugase na sitio e eau de moradla no prin-
cipio da estrada do encaoamento, com doas salta*
3 quirtos grandes,
lis
copiar, coiinbi fon, dispensa
mais um quarto, e cacimba de excellente ifu
para beber : i tratar no mesmo lagar vfa'A*
oitoes amarellos.
Precisase de urna ansa para com-
prar e mais serfoe em casa de pe-
Juena familia estrangeira : na ra
i Gamboa do Garmo n. 19, primeiro
aodar.
Na roa do ApoHo n. 28, existen bons ar-
masens albndegadoi para deposito de faiendaa,
on goteros de quakruer esaweU ou natureu, a
prepM raioaveis : qnem precisar dirija-se ra
roa o Boa Jeras, outr'ora das Crutes n. 6.
i i i ;
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Aracjo
67Roa do Imperador67
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, \
crvio na cidade de Nazareth desu provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18i a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
saT, pela terceira cbamada deste jornal, em flns
de deaembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a (evereiro abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar ana esta negocio
d de mais de oito anuos, e quando o senhor sea
flho se achava no es peala cidade
AOS 6:0004000
Sstio i anda oa felizes bilbetes da lotera da
lahia. na casa feliz do arco da Conceicao. loja di
mrives no Recife._______________
Aluga-se nm excedente sitio na cidade de
Olinda, tendo muitos arvoredos de fructas, horta
e jardim, com urna fonte de agua de beber, boa
casa de vvenla, com commodos para grande fa-
milia, preferese alugar a pessoa estrangeira: nes-
ta typograpbia se dir com quem te irata.
LQIDAQAO
Da importante e beta conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da roa do Barao da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
0 dono daquelle estabelecinaento, querendo acabar conrelle at o fim do correte anno, convida aos seos numeroso*
freguezes a aproveitarem a circumstancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de char.ooa de sol de todas as qualidades, tamanbos e feilios, tecidos, armagoes e mais aviamenios para os mesmos, armas de
rogo, entilara, bengalas, chicotes, e orna infinidade de ootros objectos, entre os qaaes os afamados afiadores para navalba de J,
pradines, premiados as eiposicoes de Pernaabuco, Londres e Paris.
IInUlTq!
lansfaclo de participar aos seos numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais
Tem a sausfaejk) de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tea
estabelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, he je roa do Mrquez de Olinda,
onde echarlo os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidara, especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possive! anas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem eecolher as ar-
J^? alfMendas que a demora da fabricaclo bem diminuta.
X i-
VI RA DO BARAO DA VICTORIA 41
Na Ponte Velha, casa nova com porto de
ferro, vndesepombos deraca dos maiores e me-
Ihores que ba.
Alhge
a se
um sitio na Torre, com exeellente casa de vivenda
e banfao i frente desu no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na roa do Pires
n. 29.
s
conde de Iiaparica <
meiro andar.
AMA
n. Si.
Precisa-se de urna ama para comprar
e cozinhar : na ra de S. Francisco
^m
Precisa-se de urna ama
forra ou escrava que saiba
bem cozinhar o diario de urna
casa : a tratar na ra Duque de Caxias, loja de
mindezas da Boa Fama n. 35.
Eu abaixo assigoado declaro que o Sr. Co-
sario Lauriano Ventura tendo deixado de ser meo
procurador desde o dia 22 de aoril do correte
anno, tendo recebido a importancia de seus traba-
lbos, e Asando sern effeito a procuradlo que existe
em seu poder. Recife 12 de junho de 1871.
___________Antonio Gomes de Mendoo^a.
Urna Sra. competentemente habilitada pro-
poe-se a ensinar em algum engenbo primeiras
lettras, antbmetica, lingua nacional e geograpbia
universal: a pessoa que de seu prestimo se qui
zer utilisar pode aonnnciar para ser procurado.
Abolicionista.
Orgao da emancipacao. Publicarlo quinzenal
Semestre 3*000 rs.
_______l-.fvrari'a francesa.
Acs senhoras Cjpites de
campo.
Pede-se aos senhores capities de campo,
vor de appareeerem ra do Vigario n.
negocio de seu interesse.
o fa-
27,a
Custodio Jos Alves Guimare?, fhibarcando
para Lisboa para tratar de sua saude, deixa en-
carregado dos seus negocios os Srs. Jos Antonio
de Frenas, Fraocisco los Alves Guimaraes e An-
tonio Joaquim Fernandos da Silva, aos quaes con-
ferio todos os poderes necessanos ; fleando es Srs.
Brs. Jos Joaquim Tavares Belfort e Joaquim Jos
da Fonceca, encarregados de sens negocios fo.
renses.
Desaparecen hoje dos Coelbos n. 20, um ca-
vadlo russo, espado : estava gordo e anda muito
bem baixo, tem urna marea de ferro no queixo
esquerde B : quem delle der noticia ser re-
compensado.
O a juros com bypolheca em pre-
Copia
Da-se 1
dio desembiracado :'na ra dos
npiares n. t.
GASA DA FOBTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (outr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus (e
les bilhetes um meio n. 1871 com 5:000*000,
um meio n. 2331 cem 9004000, um inteiro o.
1479 cora lOOjOOO, um meio n. 219i cora 100*,
e ontras sortes de 40* e 20* da lotera que se
acabou de extrabir (198*), convida aos possuir
dores a viren receber na conformidade do cos-
tme sem descont algum.
Acham-se a venda os bilbetes garantidos da
4.a parte das loteras, a beneficio da igreja da
Conceicao de Beberibe (196.*), qne se extrabir
sexta feira 16 do correte mez, pelo novo plano.
PREgOS.
Bilhete inteiro 6*000
Dous tercos 4*000
Um terco 2*060
m porso de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Djus tercos 3J600
Um-terco 1*800
______________Manoel Martins Pinza.
Tabellas de rednepao
O Campos da ra do Imperador n. 28 acaba de
receber ama nova remessa de tabellas de redne-
i^o de preco o peso, do ki logra mina-a libras e
vice-versa. Ellas sao mui recommendaveis aos
rmazess de assucar, trapiches, acougues e arma
jens de retalho, e reflnaedes, mesmo pela sua
fcil comprehensio. S se vendem no armazem
no Campos.
GASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto i ven-
da os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*060
Meio 12*009.
Quarto 6*000.
______________Manoel Martins Finia.______
Companhia Allianca
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro da mercadorias e dinbeiro a riscc
martimo em navios de relia e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agench roa do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon
calves Beltrao.
Ilillil-lllllll
Aos fogueteiros
Na botica Central encontra-se, re- |^
ceotemente ebegado da Europa,
I graode porreo de iimalba d'aco,
I ferro, cobre, e zinco, e da denomi
nada de agulba (filiers de Livu)
tuilo de superior qualidade ; bem
como todos os saes e compostos
necessarios para a confecelo de fa-
gos artificiaes e que sao actualmen-
te procurados.
ATTEINCAO
Na roa 1- de Marco n. 7, amiga do Crespo, pre-
cisa-se saber se existe e aonde Daniel Pereira Bra-
ga, Portuguet, fliho da cidade de Braga, viodo
para esta provincia em 1844. E' negocio de seu
interesse.
_ O Dr. Luiz Jos Correa de Sa mid
sua residencia da ra das Nymphas n. 17
para a Passagem da Magdalena, no pe-
nltimo sitio do lado direito antes de che-
gar ao largo do cbafariz, onde, por hora,
contina no exercieio de sna profistio. .
C0LLECCA0 DE DOCUMENTOS
SOBRE AS
KXACCES, ROUBOS t CRUELDADES.
Praticadas
Pelos exercUos priiMlanes em
Franca.
I vol. in 12 br.
1*000.
_________Horaria franceza.
Neste novo armazem tem um
faado sortimento de fazendas
francesas, inglesas, alinalas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglesas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rinbos modernos, cha-
peos de sol de seda,
boa.
RA
Bario da Victoria
an ti ja raa
NOVA
N. 41.
DE
ARRUDA IRMAOS.
Assim como tem urna grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparas que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidio e perfeicao
nada deixam a desojar.
Roupa de todos os
amanhospara homeni
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
Ihores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA .
Bario d< Vctor la
tija roa
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
sndas, fi tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar. todas as farendas, para
alo se tornar massante
Aluga-se o segundo andar e soiao da casal
n. 3, a ra do Apollo, com mui tos commodos
Sra grande (amina: tratar na rua'dafeita
ruz o. M.
O abaixo assignado pede a subdelegacia de
Munbeca que Ibe remeta para a ra do Queima-
do n. i ou polica desta cidade, o menor Henri-
que, qne est recolhido mesma subdelegacia, que
ibe pagar as despezas que tem feito, e para i-to
nzer. Becife 14 de junho de l 71.
_____________Angosto Oclaviano de Soazi.
Aluga-se
a sala e alguns quartos do andar do sobrado n.
S8 a ra Duque de Caxias, antiga do Queimado :
a tratar na loja.________
Aluga-se em Apipucos urna casa terrea cora
I salas, 4 quartos, cozinha 6 quarto para criado :
a tratar na ra Sete de Setembro, casa com solea
e portao de ferro ao lado.
A VERDADEIRA E GENUINA
SALSA-PARRMA DE AYER
s
s
:
Ensino de francez
em seis
All
DYVETOT
nica casa neste genero
14-Roa Eslreia da Rosario-M
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Dentscher fluelfsverein
General Versammluug
FREM'AG DEN 16 ten JNI ABENDO 8 y Uhv
Zwck
Vorlage der neunen Shatnten
mezes
Um estrangeiro se offerece aos senhores de en-
ge_Bho para leccionar a lingua Iranceza com per-
reisao e assumpto francez no espaco de seis mezes,
pelo grande cooheeimento da maneira mais fcil
de aprender-se : quem s quizer utilisar de seus
prestimos deixe carta enderessada a Mr. P. R., no
pateo do Terco n. Si, e ro Aogusta n. 58.
Monte-pio Brasileiro.
Nao tendo ae reumdo a aasembla geral, como
ro annunciada, de ordem do rn:o director de
novo convido a todos os senhores socios a se reu-
nirem para o mesmo fim no dia 16 do crreme, as
7 horas di noite,
Secretaria do Monte-pio Brasileiro 13 de jonho
06 lo/l.
Jeronymo Bruno,
_____ secretario.
A molestia ou iofeccSo propriamente co-
nhecida pelo nome deESCROPHULA
um dos males mais prevalecemos e oniver-
saes que ha em toda a extensa lista das en-
fermidades de que soffre o genero huma-
no : disse um celebre escriptor da medi-
cina que c mais de urna terca parte de to-
dos aquellos qae morrem antes da velhice
sao victimas, ou directa ou indirectamente
da escrophola: por si n3o t5o distrui-
tiva, porm a principal causa de muitas
outras enfermidades que n3o Ibe sao geral-
mente altribuidas.
E urna causa directa da pbtysica pulmo-
nar, das molestias do figado, do estomago
e affeccOes do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas acham-se os segoin-
tes : falta de apetite, o semblante paludo e
as vezes incbado, s vezes de urna alvura
transparente e ontras corado e amarellento
o redor da bocea: fraqueza e moleza nos
EM ACCAO
msculos, digestSo fraca e apetite irregular,
falta de energa, ventre incbado e evacaa-
CSo Irregular;qoando o mal tem sea as-
sento sobre os pnlmoes, orna cor azulada
mostra-se em roda dos olbos; quando ata-
ca os orgos digestivos, os olbos tornam-se
avermelbados, o balito ftido, a lingua car-
regada, dores de cabeca, lonteiras, ele.
as pessoas de disposicao escropbulosa
apparecem freqnentemeote erupcoes na
P?lle da cabeca e ontras partes do corpo,
sao predispostas s affeccoes dos pulmoes,
do figado, dos rins e dos orgos digestivos
e uterinos.Portanto, n5o somente, aquel-
les que padecem das formas, ulcerosas e
elle causa, que sao:A pbtysica, ulcera-
res do figado, do estomago e dos rins;
erupcoes e enfermidades eruptivas da cu-
tis ; rosa ou erysipela ; borbuibas, postu-
las, nascidas, tumores, ulceras e cbsgas,
rheumatismos, dores nos ossos, as costas
e na cabeca, debilidades femininas, flores
brancas cansadas pela ulcerac3o interior, e
enfermidades uterinas, bydropesia, indiges-
tad, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pulmes a escropbula prodoz tnber-*
cnlos e finalmenteconsumpcSo pulmonar :
as glndulas ella prodoz inchacoes e
tornam-se ulceras: nos orgos digestivos
causa desarraojos que prodazem indigestao,
Engenho
Offerece-se urna pessoa habilitada para ensinar
pnmeiras letras e ponuguez em poucj tempo :
quem de seu prestimo quizer utilisar-se deixe car-
ta fechada, a qoalqaer hora, com endereco a D.
A, na ra do Livramento o, 17, oa na raa Direi-
Un. 118, botica.
Cozinheiro
Precisase de nm cozinheiro ; na padana da raa
do Raogel n. 9.
Der secretair
//. Ledebour.
Precisa se alugar urna sala e um quarto pa-
ra r.ipax solteiro que seja no bairro de Santo An-
tonio : quem tiver dirija se i raa da Prala d. 31,
! andar.
Ama de leite.
Na ra dos Guirarapea n. 94 precisa-se de urna
ama de leite e paga-se bem.
Alagare
auna casa para pooea familia, tem dous quartos e
do Fundo n. 8, e
45 roa Vise onde de Jbnqaerque
A mesa regedora da irmandade das almas da
matriz do Corpo Santo pede aos seus charissimos
irmios a se rennirem no consistorio da mesma
irmandade no dia 16 do crrente, as 6 horas da
tarde, para em mesa geral tratar de negocio ar-
gente da mesma irmandide.
Consistorio da irmandade das almas 13 de iu-
nho de 1871. -
Jos Mooteiro de Siqueira,
Eserivo.
na nadara da
Prociaa-se de amassadores
roa do Rango! n. 9. _______
Cozinheiro.
Precisa-se de um cosinheiro, na raa da Sen-
zalla-Velha n. 90 : paga-se hora ordenado.
E' composta dos antdotos mais efOcazes
que a sciencia medica tem podido descu-
brir para esta molestia assoladora e para a
cura de todos os males provenientes della,
contm virtudes verdadeiramente extraordi-
narias e est provado incontestavelmente
pelas curas notaveis e bem conbecidas que
tem feito detumores, erupc&es cutneas,
erysipelas, borbulhas,, nascidas, chagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
quando causada por depsitos toberculosos
nos pulmes. Debilidade gera I, iodigesto,
typbilts constitucional, e molestias merco-
luberculosas da_ escropbula que necessi- dispepi ia molestias de figado e dos rins :
na pelle prodoz erupcoes e affeccoes cut-
neas.
Todos estes males, tendo a mesma o-u
gem, carecer do mesmo remedio, a saber:
purificar e fortalecer o singue.
A SALSA-PARRILHA DE AYER
tam de protecfo contra os seus 9stragos ;
mas sim todos aquelles em cojo saogue
existe o virus latente deste terrivel flagello
(e s vezes bereditario) esto expostos
tambero, a soffrer das enfermidades que

riaes, molestias das mulberes, nlceracoesdo
ulero, a nevralgia e convolsoes epilpticas,
e em summa, toda a serie de enfermidades
que nascem da impureza do sangue. Vede
as ceriidoes no alcaanak e manual de sade
do Dr. Ayer que se distribue gratuita-
mente.
Este remedio o fructo de longas e la-
boriosas experiencias, e ba abundantes pro-
vas das suas virtudes, posto que 6 offere-
cido ao publico sob o nome deSalsa-par-
rilha, composto de diversas plantas, al-
gunas das quaes sao superiores melbor
salsa parrilba no seu poder alterante.
Aviso.As preparacoes do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attencao ao
clima dos trpicos e tem modifkafes im-
portantes sobre as que sao feitas para ou-
tros paizes. Portanto, o publico dever
notar, e com cuidado, para que nio seja
Iludido, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil trazem
rtulos e envoltorios com a descripcio
minuciosa para a sna applicacao na lingua
portogueza, e nao na ingteza.
Vende-se em todas as boticas e drogaras do mundo.
Plano para as extraceSes m
loteras, approvado pelo Exea.
Sr. presidente "da provincia.
3,800 bilbetes a 4*800 18;240*000
Imposto^ sello, beneficio, commis-
sao, etc.
5:859*600
Liquido.
Attenpao
A abano assignada, vinva de Antonio Maria Ra-
mos, declara a quem convier, qne s autorisou a
tratar dos negocios do seu casal ao seu irmio Dr.
Antonio de Vascoocellos Menezes de Drummond,
a ra da Aurora n. 26.
Lanreana de Menezes V. de Drummond Ramos.
i if A Precisa-se de urna ama para toso o
A Wl A servico de urna casa de duas peseoas
il.ITXfl.no corredor do Bispo a. S.
1 premio de
1 dit
ito de
1 dito de .
1 dito de .
& ditos de 1004000
6 ditos de 404000
10 ditos de 204 -
21 ditos de 10*000
806 ditos de 6*000
12:380*400
5:000*000
000*000
400*000
200*000
400*000
240*000
200*400
2104000
4:830*000
TRILHOS
RECIFE
Aloga-se urna negra para o servico domes-
tico: na ra da Imperatriz n. 14, terceiro andar.
ila,
ia
entrada pelo n.
_,ae (outr'ora rna
a Gloria, freguezia da Boa-riso) : a tratar na
Ta da Imperatriz, arta*m p. 8. ou ?a Mrquez
e> Otada, armwra b|, '
Escripta commercial.
Urna pessoa empregada no commercio, podendo
dispensar algomas boras, propoe-se a fazer algu-
ma escripia por par.'das dobradas com toda a lim-
peza e exaetiiij : quem precisar de dito servloo-l
deixe carta feehad%eom as daos B B, na mal Precisa te
do tirador n 30, leja de oortorV IS- fcrge n. 139j
Deutscher Huelfsverem
GENERALVERSANUNLUNG
in Hotel Victoria
Freitag der 16 Luni Abendo 7J/a fc
Zweck
DORLAGB MU NBORN STATUTIN.
Der Secretair
H. Dedebouz.
sujeito ao
860 premios 12:3804400
N. B. O premio de 5:0004000 estT*
descont de 15 OH) por lei gral.
Thesouraria das loterias do Pernambuco 10 de
jnnbo de 1871.
O thesoureiro,
. Antonio Jos Rodrigues de Souza.
SITIO
Cozinheira
Precisa-se de urna cosinlieira na ra estreita
do Risa rio n. 14.'
do orna ama- (Ae leite
2* lodir.
na ra de
Vndese um sitio no Arraial, no becco do Bar-
thekimeu, casa novs, toda envidracada, com cas
de banho, cacimba com muito boa agua e bomba,
,en>j 1a,.nhentos e tantos ps de arvoredos nevos,
latadas de maracoja-ass, o terreno proprio e
torna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4, da 10 horas da manilla s
3 da tarde, on no mencionado sitio.
URBANOS
DO
A' OMMDA
e Beberibe.
Por ordem da directora convido aos Srs.
accionistas para, no prazo de 8 dias a con-
tar do dia 9 do cerrente, realisarem a 7*
prestacio de soasacfoes, da 2* emissao, na
raz5o de 10 /._
Para esse flm ser o Sr. tbesonreiro en-
contrado no escriptorio da companbia, das
11 boras da manbSa s 2 da tarde de todos
os dias otis.
Recife 5 de junbo de 1871.
Joao Joaquim Alves,
l" secretario.
COMPANHIA
Santa Thereza.
De ordem da directora sao convidados os Srs.
accionistas a realisarem a 6.* entrada de 10 0/t
at o da 18 do crrante, no escriptorio do direc-
tor caixa o Exm. bario da Soledade.
Recife, 10 de junbo de 1871.
O gerente,
Justino Jos de Souza Campos.
Na praca da Independencia n. 33 ae d di-
nbeiro sobre penbores de ouro, prata e podras
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata;
igualmente se ftx toda e qualquer obra de ea-
commenda, lodo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
Antn ioJo Rodrigues da Souza precisa
alugar um criado forro ou escrajo para o servico
a tratar oa ra d^arao da Victo-
de sua casa
ran. 50, 1
aodar.
Aluga-se os tres sudares do sobrado n. 2 da
ra do Qaeiraado : a trataros ty|4o mesmo.
Engenho Macaco
Os qoarts do sopradito engenbo todos se con-
servara de orelhas cortadas, pellados de topetes, cri-
nas e cauda, todo llorente qoe a cauda mostra o
sabugo, alm de um Ierro triangular no quarto e
queixo do lado direito, estes aoimaes s transitan)
para a estrada denominada Agua Preta, em outra
qualquer parte serio lido por fortado, e por eon-
seguinte recomendados as autoridades os conduc-
tores.
Precisa-se de ama criada para casa de pou-
ca familia : ama Augusta n. o. primeiro andar
Alog-se
o Ia andar do sobrado u. 5 da rirt Imperial
tratar ao andar terreo.
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Ponles
& C, -desta praca, previne i quem interessar pos-
sa, que esta promoveado a dissolucao da mesma
firma, e entrar em seguida na respectiva iiqui-
dacio ; sendo qne nao ba letras pelas quaes esteja
a firma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolucao e liuui-
dacao._________
Flores de gomma
Aprorapta-se com asseio e presteza qualqaer ea-
commenda como sejaro, ramos e booquets para
boloa. etc., etc.: no pateo do Terco 9.
Araga-se um moleque de II a 16 annos :
na ra da Madre de Dens n. 36, primeiro andar
para o servico de criado.
Ama deleite ~
Precisase de ama ama sem fliho : na ra Da-
que de Caxias (optr'oru das Cruz**) n. 22, h gua-
ldo indar.
-

:



(




"

Otario de, Pernambuoo .Quinfa leir* l de Junho
de 1871.
ma-
sortimenlo
i
-
D. W. BOWMAIN
Engenheiro com
FUNDIDO
&t RA IIO BailHI **
p^ PASSANDO 0 CHAFARIZ
ku V08 8!nhorM nOH m DB>a V,,U MU Wtabelecimenlo, para verem o novo sortb
nh?55-^ ^; po,s 8endo ,ad0 maito ma barato em preco do que jamis te-
wal pode se "rificTr ^^^ ** qiwli PEDE ESPECIAL ATTENCO Aj NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VapOreS e rOiaS d'afflia dos mais modernos systemas, eem
... ..... ^^ ^ tamaDhos convenientes para as diver-
ja arcual Uncas dos senhores proprietarios.
MoeildaS d6 Calilla de todos os tamanbos as melbores que aqui
Rodas dentadas
._ ""**"*** para animaes, agua e vapor.
Taizas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machn 1 RTTinfl para maQdioca e algodSo,
+**.A*1.0Xll\JB e para serrar meira
DOmOaS de pateDte garai)das....................
Toda* as machinas pec>9 ,. mlmn predMr
Faa qualquer concert de macbiaismo, pret0 mo mtaii0
fOrmaS d6 ferrO tem aS me,bore8 e mais bar*s existen tea no mer-
Encommendas
AJ[n>*,D?,M '.* wtl, precisase cota
na Ha instancia fallar-ae aos senhores abaixo
declarados:
Francisco de Paula Mello Brrelo.
JoaquniTeixeira Peixoto Pilho.
Manoei Thomat do Nasci ment.
Francisco de Piala Borte.
Jos Gomes de Barro.
Jos Laix de Franca Terre*.
Francisco da CostaXarvalho.
Sebastilo Jos de Barros Brrelo.
Estevio Jos Ferreira.
Csrlos Jos Das da Silva.
Joao de Barros Netto.
Carlos Jos de Sonta.
Pedro Das dos Santos. -t(..
Joaquim Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Corris de Barros.
Andr de S Albuquerque.
Antonio Jorge Monteiro.
tsiderio de Franca Barro.
Pedro Jos de Souza.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.
Custodio Jos Alves Goimares, embarcando
para Lisboa, em conseqnencia de molestia, que loe
sobreveio e nao podendo pela presteza de sua via-
gem d,rifir-se aos sena amigos, o fax pelo pre-
sente ; offerecendo seus sondeos naquella eidide.
Rob-ante-rheumatic.
tt,T2Iii^c*d!ril* """? M <* '*
ttta^"^*" "
XAROPE DE AGRIAO.- un dos medcame
mLSS* ? nu enrermidades, tosse.
"*oe Na noces, bronchites, dores e fraque
p peno, eserobnto e molestias de flgado, que me-
"<* tona aprovado.
i. m^?^ DE "ARAPDAMA.- A celebre raii
iuT?,)B*intt CJ energa e efflcacia as para-
"fa^miorpecimenio, ele. etc. multo se recom-
mS?08 S8"8 Preparado*; se eoconlram na phar-
m*cla e drogara de Bartholomeu C, muco O
psito ns roa larga do Rosario*. 34.
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
DE
AMA
numero 14.
Precisa- se de urna ama para co-
siohar : na ra larga do Resano
Elixir americano
Osado as golas ale elixir em um copo com agua
enmexcedente conservador das gengivas e lim-
aada necea, bocbeehando todas asmanilla*. E'
taawem um poderoso e verdadeiro calmante na
dores de denles. -
_ DEPOSITO
a pbarmacia americana, roa Duque de Caxias
._____ numere 57.
SANTO ANTONIO
E S. Joo
PARA A LOJA
DO
. T~. Vende-se'urna earroca em meio uso e u
ooi do servido da raesraa, novo e multo manso :
tratar na roa do Brnro, no Recife, n. 65, taberna.
nm
a
Podeodo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou aoimaes..

cado.
Incumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo von-
tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fa-
^I%Mi8compras por ,ntermedo de pessoa entendida e que em qualquer necessida-
P pode Ibes prestar auxilio.
Precisa-se de urna criada para eoxisjbar e
fazer mais arranjos de casa de ama familia : diri-
ja-se a roa da Crnx q. 4, armazem.
Vende-se nm terreno cora 47 palmos 'de
[rente e 400 de fondos e ama casa de taipa qaasi
prompt sita na Agna-FTia de Baixo, na beira da
nona frrea. Vende-se outro annexo a este com 35
palmos de frente e 400 de fundo : quera preten-
der dirlja-se a roa do Progresso n. 19 (Boa-Vista).
que achara com quem tratar.
O taino da roa da Roda e da ra Imperial
junto ao ehafarix, ba de boje em diante carne ver-
de de 1 qualidade a 400rs. o kilo.
Pos dentfricos americanos
CoswposIcSo hyglenlca.
Estes pos sao os nicos que reunem em sua
eomposmio todas as cualidades bygienicas pro-
pnas a dar urna grande alvura aos denles, eon-
Mnracao delles e fortificacao das gengivas.
Na pbarmacia americana, ra Duque de Caxias
n. 57, de Ferreira Hala di C
j
FOGO FOGO FOGO
Grande sortimento de foguinhos artificiaes para os
festejos
DE S. JOlOE S. PEDRO
iNo armazem do Vapor Francez, roa do Raro da Victoria n. 7, aca-
Da de chegar grande sortimento de diversos foguinhos artificiaes chne-
les, japonezes, allemSes e francezes, todos de vistas de cores e effeitos
magniticos,|fabricados especialmente para saloes e varandas, e serem sol-
tados por senboras e meninos, sem o menor receio de serem offendidos,
e tambem tem grande sorttmento de rodinhas, de pistollas e de craveiros
de diversos'tamaohos feitos na mais distincta fabrica deste genero que
existe nesta cidade.
pmmmmmmm
lalee* aerrotta K

COMPRAS.
COMA-SE
frascos vasios da tintura japoneza, e pagase a 80
r* cada um : ra Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda n. 51.
a
Predios.
Gompram-se duas casas terreas no bairro de
Santo Anlonie : quem tiver e qneira vendo-las,
dinja-se a ra Nova n, SS que achara codo
quem tratar.
areosla-
I lcoa pequeos de 8 a
12 palmos de papel de
seda, de cores muito
bellos e facis de sol-
tarse.
Globo* de papel de
cores para illuminacoes
e papis arrendados
proprios para enfeitar
bolos.
A
prego-
MUITO
barat
laivas de pelll-
cabrancas, pretas e de
cores para homens e
scnhoras. '
.Leqnes para se-
nboras e meninas.
Brincos e pnlsei-
ras de ouro bom de lei
para senboras e me-
ninas.
Prccisa-se
comprar as leis provinciaes de 1855,1866 e 1869.
na ra do Hospicio o. >3.
Compra-se papel de diario ou de oatra qual-
quer qualidade, proprio para embrulho : no pateo
do Carmo, esquina da ra de Hortas n. 1 ->
VENDAS.
Injecfo amercidna.
Espeelalldade dos pharnaeeatl-
eos Ferreira Hala A c.
Esta injeccao coroposta especialmente para a
cura das purgacSes antigs ou modernas, foi com
iu resallado ensalada peto mais habis e reco-
nhecidos mdicos, e por elles confirmado ser esU
injeccao a nica que radicalmente cura em menos
lempo qualquer agnorrha ou purgaclo antiga ou
moderna, sem o auxilio de ootros medicamentos.
E tambem til as leucorreas ou flores brancas
quer sejam antigs ou modernas.
, DEPOSITO
Na pbarmacia americana, roa Duque de Caxias
numero 57.
Tabellas Vermfugas
Este medicamento o nico que pelo sen bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais proprio
para a expolso das lombrigas. E' fcil de tomar
porque o sea gesto Igual ao do chocolate, e de
prompto effeilo.
_ DEPOSITO
Pharmacia americena de Ferreira Maia & C, roa
_____ Doqua de Caxias n. 57.
Jabonete
Este novo preparado
de alcatrao
t s.
Calcado calpado calcado
CHEGADO DE NOVO
Botinas parahomen, inglezas e francezas, o melh^r possivel, n5) s
"de Dezerro como de pellica, cordavio e vaqueta de lustre.
Ditas para meninos das mesmas qualidades igoaes as de hornero.
Ditas para senhoras e meninas, duraque sonimentos difierentes.
Sapatinhos de salto para senboras, duraque branco, de cores e de verniz.
Botinhas proprias para crian?as bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
SapatSes para bomem, .artigo muito Ooo, cordavSo, verniz e brim branco.
Zapatos de tapete aveludados e de tranca para homens senhoras e
meninos.
Sapatos de borracha de primeira sorte para homens e senhoras.
Botas rossianasj para homens e perneiras para meninos.
Quinquilharias
Espelhos doorados grandes e pequeos, albons e caxi'hos para retratos,
calimbas com vidro de augmentar os retratos de cartSes, costureiras de
novos modelloi com msica, ricos objectos dourados para toilets, ps de
vidro para pianos, bolsinhas de seda e cestinbas de vime* para braco de
meninas, cofresinhos mgicos de desaparecer aaneis, relogios, e outros
maitos objectos novos de mgicas; jegos da gloria, da domin, bagatelas,
de vispora, de rodete e de outros diversos joguiohos alienas, jarro com
bouquet de Adres de porcelana para sanctuarios, tapetes para lanternas,
reverberes transparentes para candieiros, espanadores de palha, venesia-
nas etransparentes para janellas, pentes finos de marQm para tirar caspas,
ditos de travessas para meninas, escovas finas para denles, para barba,
para cabello e para vestido do senhoras, ponteiras de espuma para ci -
garros e charutos, oculos de prata dourado e de aCo, lunetas de tartaru-
ga, grvalas brancas, pretas e de cores, chicotes, bengallas, luvas, abotua-
iras oe coiietes e de pnaos, ciixas de msica de dar-se corda, esterio- ^
copos com vistas escolhidas de paisagens, grupos de familia e figuras de
pnantasia, cosmoramas com liadas paisagens, molduras douradas, quadros
e bonitas estampas de cidades.de figuras e de santos, carteiras para notas,
paraedinbeiro, malas, e bolsas deviagem, esporas, luvas decamurcae de
do da Escossia. machinas para caf porta-pratos para mesa, realejos de veio
e accordions, armonios e outras quinquilharias diversas, francezas e alie-
111368
Perfumaras
Finas perfumaras de primeira qualidade dos afamados fabricantes Piver,
Corday e Lubim.
Brinque(io8 para meninos
JiXUltSS^ Se pde desej'r de briniaedos fabricados em dL-
.1 ii .da.EarPa'paraentretiment0 de enancas, o qne na verdade
uU"men!o0rCadeVOnladeedetrabalb0' Se ft *m JSS!
Pedido
JL*?**1* <*MbdlciaeBo pede a todos seas freguezes, amigos co-
m^to rifiJ? 55SL*1! gr"a1, qe se digne "H* oa ^ Peno.1-
Sadts ^Mer destes arngos e senificar-se queem vista das
*^iWs?aLrv?t
N., NO USMtt DO WMi DO B*AO DA T1CWBU
ATTENCO
Vndese por barato preco ama propriedade a
margem da camba dos Remedios, razendo se
toda vantagem ao comprador, recebendo-se parto
era dinheiro e parte em letras oa objectos de
prompta venda ; cnia propriedade contera urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
L'Jn alTenaria 8roS8a e forno que comporta
20,000, com mais um forno o lastro para fazer-se
telhas, ladrilhos. canos e louca, com excellente
barro para qualquer obra, com dous excellenies
viveiros de peixe e com casa de vivenda para
grande familia : as pessoas que pretenderem di-
rijam-se a dita propriedade a entenderem-se com
o capnao Delflm Los Cavalcante Pessoa.
.. ~ Vende-9e uojs cano| nova que pega 1,800
tijolos : na ra Imperial n'Ui. '
Eacbovaes para baptigfedos.
A loja d'Agola Branca roa Duque de Caxias
n. 52, acaba de receber lindos encbovaes de diffe-
rentes gostos e preces para baptisados, assim co-
mo bonitos chapeosinhos de fustio primoresamen-
te enfeitadoj para o me-mo fim, no mesmo pas-
seo. Tambem receben modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com punhos para senhoras,
golinhas cora punhos e sera elles, Unto de renda
como de cambraia, bieos de' seda braceos com
vidnlhos.
appKeado com grande
Oroveitamento contra as molestias de pelle chro-
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras ou
pannos que vem ao rosto e peito, borbulnas, sar-
na, lepra e comichees, mesmo aquellas que em
certas partes delicadas do corpo tanto mortificara,
finalmente o uso continuado deste sabonete con-
tnbue para tornar a pelle asss mimosa. E' igual-
mente efflcaz para amaciar a pelle do rosto ou
00ra8J)*r,es do eorP. flne por motivo de erysi-
pellas Bcam speras e escamosas. Preco de cada
sabonete 640 rs., em donia se far abatimento.
Unieo deposito em Pemamboco, pbarmaca ame
ncana de Ferreira Maia & C, roa Duque de Caxias
o, 57, antiga do Queimado.
PAVAO
ALSACIANAS A i-.XO
Chegaram as mais liadas alsacianas sen-
do urna nova e elegante fazenda de 15a
com bnlhantes listas de seda e bastante
'arg' Prs vestidos, sendo n*este genero
o que este anno tem viudo de m is gosto
ao mercado, e vende-se 1*200 o rovado
CRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Chegou para a loja do PavSo esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de laa com
bonitos quadros de seda, propria para ves-
tidos, tendode todas as cores, e vende-se
a 800 rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. .0 COVADO
Chegou esta nova fazenda com o nome
de allanta, sendo urna delicada fazenda de
ISa, para vestidos, que vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POPELINAS DE SEDA
Chgou para a 1< ja do Patito um grande
sortime to das mais lindas e modertas
ponpelinas de seda, com os mais delicados
padrdes e de muito phantasia, que vende-se
por preco muito barato.
CAMBRAtAS BRANCAS LAVRADAS A 4*
Vende-se cortes para tefctid06de cam-
hnia braoca latrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 4 cada corte,
assim como ao grande sortimento de ditas
lisas, lapadas e transpareites. que vende-se
por meos do que em outra qualquer paite.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavao um grande
sortimento de camisas escaras encorpadas,
a prova d'agua, sendo prop. ias para a es-
tarlo do invern, e vende-se por precos
em conta.
TOALHASALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500
O PavJo veode toalhss brancas de fuslo
atcocboadas, proprias para mesas, sendo
bastante grandes pe!o barato preco de
30500, ditas encorpadas mnito grand. s 7#.
Terreno emBeberibe
Vende-se um terreno era Beberibe de Baixn,
com 60 palmos de frente e 470 de fundo, situado
na roa de Santo Antonio, muito proprio para edi-
ficar urna boa prepriedade ; a tratar na ra da
Senzalla Nova o. 3.
Attencao
Na roa Duque de Caxias n. 103, antiga ra do
Queimado, e na roa do Livramento n. 25, segundo
andar; vende-se sortes de S. Joao por barato pre-
co, f m porcao far-?e-ha abatimento.
Ao barateiro Campo Alegre.
Largo do (armo n. 9,
esquina da roa das Trlnehelras
HOJE.
Vndese manteiga ioglezaa 900 rs. a libra e a
2/ o kilo, queijo do seno a 900 rs. a libra, e a
JIOOokilo, chocolate hespanhol a 500 rs. a libra
e outros muitos gneros que deixa de annunciar
para nao encommodar o leitor.
Massa de plvora*
Valdevino da plvora tem para vender era sen
irmazem na ra Imperial massa ingleza muito
boa e .aboca* de diversas grossuras e por nreco
muito commodo. ^
Utencilios
Vende-se os otencilios de um armazem de carne
secca, os quaes servem tambem para padaria : na
roa de Pedro Alfonso n. 57, antiga da Praia
DE
VMGO
nico deposito
Hrarmacia americana de
Ferreira Maia $ O, ra Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do Queima-io.
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAUDE
PELA FARINHA
A Revalesciere Esta farinha que lio grande aso tem na Euro-
pa, muito se recommenda para as chancas e pes-
soas debis e convalescenle3. Como medicamento,
miailivel para os casos : prisio de ventre, he-
morrboklas, mis digestde?, azia, amargos de boc-
ea, dores de estomago, diarrha, eoxaqueeag, af-
feccSes de ligado, dos polmoes, dos rins, da bexi-
ga, etc., etc., contendo muito mais principios nu-
trientes e restauradores para os msculos, ervos
e celebro, que, tres vezes o sen peso em carne, e
por consequencia, de conservar melbor as forcas
physicas e moraes, reslabelecend as funccSes di-
gestivas estragadas, dar appetite, e convrr aos
estmagos anda dos mais enfraquecidos.
Sen uso 6 to simples como fcil : a Revales-
ciere du, Barry deve ser desfeita e cosida come a
farinha ordinaria, podendo ser usada na agua sim-
ples, com vinho branco, no caldo sem gordura e
no bom leite, fazendose anda bolos com manteiga,
leile ou assucar, etc., etc
nicos depositarios em Pernambuco
BARTHOLOMEU & C.
34-Roa larga do Rosario34
CONFEITARA
DO
BRACO DE 0(10

E' a desengaar
Acaba de chegar pelo ultimo vapor para a con-
feilaria do braco de ouro os seguiotes artigos -
Papis para sortes, de differentes qualidade?,-
amendoas finas, o que ha de mais superior a 14
a libra I I sendo as que mais convm para sorte,
chocolate fresco a l0M a libra, eaixinbas con
bonito sonirceoio proprio para presente, por pre-
cos mullos baratos.
Os proprietarios deste eslabeleciraentos tem re-
selvido fazer grande redugao em precos, visto rece-
berem todos estes artigos de prio eir mo.
RA DO IMPERADOR N. 26.
Nidias assnraradas de Brislol.
NAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHIM
OUTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pihuas vegetis assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas- as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao compesto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicSo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, sSo preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver chimjcamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porcSes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nmear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
;iaravlboso possivel sobre as regioes do
ligado, assim como sobre todas as secre-
tos biliosas. Isto de combinac5o com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As plalas vegetaes assucaradas
de Brislol, achar-se-hao sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affeccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
dAstringencia, ou..
pris5o do ventre
habitual,
Azia do estomago e
latulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
PARA
Brim branco de linho.
Brim branco de linbo superior, avariado, e est
mol hado, a 800 rs. e IJ a vara : na roa do Creoo
n.20, lo]a;doGnilherme.___________^^ ^
Farelo L 3^600
muito novo, pechiocha : no Porte do Matlos, ar-
mazem de Saldanha & tfedeiros n. 3.
-- kLeonardo de Slqaelra Cae
?<, chamado a roa da Cadeia
18,
n.
**&rtt?z*~&~^KZi^^
FOGO
FOGO
poro
GVanie sortimento de fogos para os fi>iL aa I
ee a?2SS? a^,P,,,,,. **> de lazer urna via-
Ui e "SZtSS&ZP* de "ffrimeo.
^ ,rTt&StO. dMPedir-a_e pessoalmente de
qaelles que
cu.dado^ principalmente aos 5T5soT3SS
f a,X 'W0'" de Moraes Sarment
tS2? d!er,idM Ve,,09 Alexaodre de Souu
rllfli fmn?^' T* l?edCOS "^tenteTr"
corre a mprensa, e Ibes offe.-ece seus servicos en
clientes o**, em sua usencia, .se diriiam aos refe-
ridos eotejra!.
Dr. Joaquira de Aqo.'uo Foaceca.
PITADA
Louca vidrada
Completi sortimento de louc* friacet de Mar-
seiba, alguidares, bacias, ourtos, panellas, na-
peiros; assim como um grande sortimento de
oQa de barro pohdas e por pollr, dos princlpaes
fabncantes rt eneod^ario o que bom no arma
zem da roa do Rangel n. 16, loja de urna s
Armazem do pesca-
dor.
RA DIREITA N. 21.
Vende o seguintes gneros:
Manteiga ingleza flor, dem franceza superior,
cha miudo e graudo, queijns do ultimo vapor,
doce fino de goiaba m latas e eaixSes, e superior
milho novo a 640 rs. 1|3 decalitro oa 74800 a
libra : os pretendernos pedem dirigir-se ao dito
eslabelecimento que encontrarlo ludo a sen bello
contento._____________________^_______
Vende se duas prensas, urna propria para
botica e oatra para fazer farinha : a tratar na roa
ja Concedi n. 43. Na mesma casa compra-se
urna casa terrea em chao; proprios, dando-se
preferencia na Boa-Vista. "*
Novidade
Vende-se urna casa terrea na roa do Jasmin,
freguezia da Boa-vista : tratar na roa do C^nde
a Lu n. 4, venda.
Lenidas Tito Loureiro.
AMA
-Na roa Direita
bou ama.
53, precisa.se di
Precisa se de ama ama que cosinhe, lave e
engomme para nma pessoa : na roa do Rosario
a. M, "
estreitt n. H, segando aodar,
Baz&r universal
Roa o Rarao d Victoria sao-
-aier .
^m^il^, Mle flibPecimnto acaba de ehetfa\" um
mp0 for"eBte raosparentes dipnoo
hirti? n!,^? J'ndissiroas paysagens, bem wnto
Folha de Fandres
em casa de C. Barroca, roa oa Cadeia n. 4.
Does, fructas ^e flores
ROA DA CRUZ N. 13.
Vende-se amendoas cenfeiudas, e- descascadas
muito novas.
rr.K>commt com aceeio e prorrptldi... cabidas nr,r.i '"mm> .v-ywens, oem xku>
em cas. de familia, nowrteo do Par>o, I-anii/fcIS a\urL0\ f,6P *eiet_de senhow
do sobrado n. 19. ont el,,,.- a-, in;* h \wZL I '"T KA oulro q^rlo?. os nna.>a sin moirn -,.
wraphinas oa harmnicos
Acafcam de chegar roa do Mrquez de Olila
".**; ["ns serapbmas de Nogneira, com ex-
eeuentea voz-s, r, ge vendara por preco commodo.
Camarpes seceos
Vende-se deste artigo, muito boro, em barricas,
iodo do Rio. Grande do Sal bo eacriptorio de
Jos Victorino; de Rezende & C., roa do Mrquez
Cdeiras.
Nov sortimento de cdeiras francesas de faia
ao natural e imitacao de Jacaranda, mogno etc.:
no armazem de Tasso Irmlos 4 G. no caes do
Apollo, junto a ponte provisoria.
Taberna venda
Vende-se ama taberna com poucos fundos, em
boa loealidade no bairro do Boa-vista : lrata-se
na ra de Santo Amaro o. 6, S* aodar.
Sitio em Goyana
Vende-se olio casas em' Goyana, qne foi do fi-
nado Manoei Gomes da Cunha : i tratar com Do-
mingos Jos da Cunba Lagea, no Recife roa da
Senzalla Nova n. 30.
dos,
SWA~tefc**^l!riy^^
irnelro Viaona.
Vende-se
Urna parelha de carneiror,grandes,gor
bonitos e mancos, i roa Velba n. 71
5
- ya; m rs &* cmks c *> N do Gaiiher-.
j me,^ -. l -
Vende-so ou aluga-se um sitio em Santo
Amaro com casa de vivenda para grande familia,
um grande viveiro, coqaeiros, etc., deilando a
frente para o rio Beberibe e os fundos al a em-
pella de Santo Amaro : a tratar na roa do oro-
nel Siassnna, ontr'ora roa Augusta, a. 43.
PARA PADARIA.
Vende-se cesto: na ra do Domingos Jo)
Marttns n. 84, (SeoMia-Velha)._________
'MACHINAS
Vende-se duas exilenles machinas, sendo ama
para eozer pao e optra para eonro, por preco
commodo : na rn| Dif^ju n. 64, loja de eilcadoe.
Santo Antoio, S. Jofto e S.
Pedro,
Souzaa & Guimares, proprietarios da antiga
loja de ferragens roa do Bario da Vicioria n. 39,
antiga roa Nova, veem avisar ao respeilavel pu-
blico e com especialdade a seus antigos fregue-
zes, que j receberam as amostras de um com-
pleto e variadissimo sortimento de fogos artificiaes
para festejo dos gloriosos Santo Antonio, S. J0S0
e S. Pedro, garantmdo-se a boa qualidade por
serem das melbores fabricas desta cidade, bem
como um lindo e tambem variadissimo sortimento
de foguinhos para criancas, os quaes sao proprios
para salao por se teroarem innofensivos, por isso
veem convidar a que vesbam dar suas encomen-
das, comprometindonos a satisfazer com promp-
tido e zelo, j pela boa qualidade e j pelo esme-
ro com que se acondiciona qualquer encomenda,
tudo por precos commodo, a contento dos fregue-
zes ; em relacao aos divertimenlos, acham-se
tambem venda, livros de sortes, candes de sor-
tes com perguntas e respostas, papel cora versos
para sortes, e as pouco conhecidas tarjectas mgi-
cas : todo na roa do Bario da Victoria n. 39, an-
tiga roa Noa.___________
ATTENCAO
O Bazar da Victoria tem para vender o se-
guate :
Ricos vestidos de cambraia, brancos bordados o
que ha de melbor.
Saias de cambraia brancas bordadas muito bo-
nitas.
Camisas de morim, cambraias e esguio de linhc
bordadas, Dar senhoras.
Guarnieres bordadas para senboras.
Luvas de pellica brancas e de cores.
Chapeos de velludo e de seda para- senbora e
meninos.
Vende-se por crame do preco na roa Nova n. 2
Farinha de milho
Vende-se farinha de milho, muida a vapor, dia-
riamente, pelos presos seguintes: grossa para
ang e pintos ou passarmhos 100 rs., para tan-
gir a 1 JO rs., e para cuscus a ICO rs., arroba a
4J480: na roa do Cotovello n. 25.
"NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinhn verde de
uva pura em ealxas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
3 vendedor nico recebedor destes violtos ada-se
autorisado a garantir a especialdade dos mesmos;
roa do Vigano n. 14, i andar, escriptorio de
Jos Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
um deposito de vinho do Porto ( o melbor que
tem vindo a este mercado) em vigessimos d > pipa
e em caixas de IS garrafas, que se vende por me-
nos prego do que em qualquer ootr parte.
Cousas da po*
A poca dos fogos, bolos e sortes, e o Campos
sempre incaosavel em querer satisfazer todas as
exigencias dos apreciadores do bom e do bello,
tem eito reunir em sen armazem roa do Impe-
rador n. 18 o seguiote :
Fogos da Cbina e do Rio para salao, os mais
interessantee.
Ameudeas eonfeitadas para sorte a UCOO a
libra.
Em todas as molestias que derivam 1
sua origem da massa do sangue: a salsa-
parrilha de Bristol esse melhor de todoa
os puriicadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmonia urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
n3o nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar n5o s um grande alivio, como
tambem urna cura prompU e radical, isto
est bem visto, quando o doente n5o se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, 4C.,P. Maurer
4 C, A: A. Barboza, Bartholomeu 4C, 8
pbarmacia americana ra doQuei.uado n.
Grande
LIQ UIDACAD.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Cnllhernae.
Lias de coros oiiudas a 280 rs e covado.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2500 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 240 o co-
vado,
Bitas riscados prussianos a 280 o covado.
Ditas chnezas para coberia a 2S0 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Dilas bs|>o lisas finas a 34 a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 30000 e 31500
a peca.
Dita Victoria, a 44 a peca.
Mussulioa branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao francez, a 64 a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. 51, 61
e 71 a peca.
Algodosiaho a 31,31500 e 41 a pega.
listas, fazenda superior a
mjudas matisadas a
500 rs. o co-
Dtas descascadas pfilo mesmo prf co.
Manteiea em latas e em libras muito boa par .. Tabaco simme da BahlJ.
bolos. '*._

Avariado.
Madapo aj com loque de avaha a 31. 31500 c
41 a peja. ; n* ra do Crespo o,. SO,' lojt do Gui-
Inerme,
Alpaca de cor com
360 rs. o covado.
Dita branca, com flores
500 rs. o covado.
Dita preta com fl-r bran;a, o
vado.
Ditas de cores padroes miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Cilos de linho embaraados a 41 a duzia.
Cbila, fazenda bem conhecida pela sua fortidao,
mais larga que chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 11500 o covado
Cortes de casemira de cor, 31500, 41 e 51.
Cortes de meia casemira, a 11200.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado. "
Ganga amarella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodao iargo merca T a 04 a peca.
D-se amostras com penhor.
Joaquim Jo. Gonealves Beltrao lem para
vender no seu escriptorio ra do C-jmnierclo n.
5, os gneros abaixo notados, que ende mais bi-
rato do que em outra qualquer parte :
Azeitooas em. aocorets.
Amendoas em barricas.
Cat muido m msaos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinha de manduca de Santa Camarina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires. .
Dita da Baha em saceos brancos.
Dila de dita m barricas, proprias para easas
particulares.
Fio de algodo da Babia em novellos.
Fouces.
Maxados.
Nozes. '
Obras de palhelas.
Papel preprio para cigarros. -
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregcs sonidos.
Panno de algodio da fabrica de Todos oa Santos
de Pedrosj na Bahia.
Rolha.
Rap popular da Babia.
Boliru era fardo.".
Retroz dos melnoC; fabricantes do Port,-.
Tapioca do Mararthao,
----------Ja
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, eaixa de II gaf-
rafas.
Dilo de dito em barra, proprio para engarrafar,
ito-mucaltl, vtrdadciiu de Sctubal.
Dte Bjrdeaux em raisas de urna ciuzia.
Diic de caj era caixas de urna duzia.



Dmmo de f*ernanr*uo Quinta eira 15 l Janho fe JBT1.
*
,
VEHDE-SE
Joaquiui Jii& Hamos, na rwa ia Cruz n. 8, 1
indar, vente algodio azol americanos verdadeiro
> pregos americano n. 3 e 4.
*o ba mal cabello" braacoa.
Timara japona a.
S e nica approvada petas as academias de
ciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
narccido at hoje. Deposito principal ra da
Gadeia do Recito n. 51, andar, em todas as bo
ticas e casa da cahelleireiro.
NA
LOJfl E ARMAZEM
f*9
DO
AN
Ll
cnapre a Nova l&pcranca!!
AO BELLO SEXO.
Esta Irj-i bem conhecida pela sna elegancia e
snperioridade de ?eus objectos, acaba de recebar
uiuitos artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a vjaita-la, aflm de compraren) aquil
lo qne ;recisarem para preparos de vestidos toi-
lele on tocadores, e mesmo qualiiuer objecto para
fator algum prerente...fpols qne sj na Nova Epe-
ranca llearao satlsfcitos, j pela qoalidade e pre-
ces razoaveis, e memo por que a Nova Esperan-
za ufana-=o em nao se impacientar em dar a es-
eolher os objectos, prestando-se eom o agrado
em que cosiu a receber a todos, aflm de qne
saibnm rom o firme proposito de voltarem ou
mandarem a mesma loja, logo que precisem de
oualquer artigo porptqueno queseja.
LUYAS DE PELLICA.
Receben as de Lisboa a Nova Eiperanca para
horneas, enaora e meninos, sendo brancas e de
NOY1DADE.
Dico de quipure preto eom branco, a Nova Es-
peranza s rraem tem 111
Canas para joias.
Nova Esperanza reeebeu boas calxas de san-
alo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Reeebeu as de muius qualidades a Nova Espe-
rance
Para extinguir panos on sardas.
Nova Esperanea tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a Verdadeira tinta in-
glesa.
Para refrescar apetteeaformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duqne d Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As mclhores, e do roais conhecido fabricante,
acto Iraeei como inglez, estao expostas venda
a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espa-
anca.
Extracto?, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de iaranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tudo do nperior qualidde : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sm !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxir.s n-
63, reeebeu ura lindo aorlimento de laa para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a ela antes que se rabe I
PAVAO
NA RA DA MERATfilZ 0-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ftC.
Os proprieiarios dest* grande esiabelecimento tendo em ser ama avrjnaaa portio de
fazeada, e tendo continuado a recebr por todos os wporese aavioa mmmmi percao
las nusmas, tero remitido foer ama GhANE LIQUIDADO, aSm de demtouir o gran-
de deposito e ap rar DINHEIRO. De todas as faseadas que se vendebaratislwo se dio
as amostras, fleaodo penhor on te mandara levaren casa dasfism. familias, assim como
as pe-soas qne negociara em meoof escala, n'esteatatele pequeas porctos pelos mesmos prew que compran as casas eportadorm.
PARALUCTO ALFAIATK
A' AGIA BRANCA
BA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora ftueimado n. 8.)
0ER4S
A' ven!a na livraria Econmica, roa do Pri-
mi.ru de mareo o. 2, defronte do arco de Santo
Antonio.
Surianohistoria- do reinado de D. Jos a da
admlnistracao do Mrquez de Pombal2 vols.
E. SueO* invtenos ao povo3 vols. eom es-
tampas.
Obras completas de Camdes3 vols. grandes.
Atibado GaumeAs tres Romasdiario de urna
viagem .i Italia. 3 vols.
DitoManual dos confessores, I vol.
P. du TerrailA mocidade de Henrique IV,4
vols.
DitoRocambole na prislo1 vol.
Dito.Os lllhos de Judas, 2 vols.
R. da SilvaMoeidade de D. Joao V. 3 vols.
Gonzaga Marilia de Dirceu, J vols.
Chaves libertinos e conspiradores, 3 vols.
V. HugoOs trabalh3dores do mar, 1 vol.
DitoO homem que ri, 1 vol.
MairoaO padre perante o seclo, 1 vol.
Lorgnes J^sus Ornato perante o scalo, 1 vol.
A. Vanos Defeza do racionalismo, 1 vol.
0 confessor pelo padre, t vol.
P. DplesisJoaquim Dick, 1 vol.
DitoGuia do dezerto, 1 vol.
P. Chagas-Conspirado de Pernambuco, 1 vol.
R. Ortigao Mysterios da estrada de Cintra, i
vol.
Nazarelh Eva. I vol.
T. Braga.historia dos Quinbentistas, 1 vol.
X. de Montepomysterios da India, 1 vol.
Dito do do palais-royal, eom estampa, 1
vol.
C. R"berttribunal secreto, 1 vol,
Tn-s iuro inexgolavel, ou colleccao de varios
procesos e receitas ; obra til todas as classes
da s..'citdade, 1 vol.
F. de Alraeida biograpbia do conselheiro Par-
lado, 1 v I. v
Uuniz B^rretoCantos da aurora, 1 vol.
T. I i Delphina do mal, i vol.
DitoSons que pasam, i vol.
DitoD Jayme. i vol.
C. de AbreuAs primaveras, i vol.
FerreiraGuia mechanica, 1 vol.
DitoMachinas a vapor, 1 vol.
Gufrra Guia do operario, 1 vol.
"CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se veade na
raa da Madre de Dens. n. 22, armazem de
Je5o Mariins de Rarros.
A
Venda-se s tecos eom farinha de mandioca, me-
diado 18 cuias, pelo baratsimo preco de S cada
sacco; na ra do Mrquez de Olinda n. 40, es-
criptorio.
Libras sterliaafi.
Vende se no armazem de fazendas de Angosto
F. de Oiivpira & C. A ra to Commercio n. 42.
Aos senhores fogue-
teiros.
NA RA LARGA DO ROSARIO N. 34
Vende-se
Exeellente limalha de ferro.
Dita dita de ac.
Salitre refinado.
Enxclre em caado.
E em geral lodo* os preparados para es fogos
e Sanio Antonio, S. Joao e S. Pedro.
H
Tam venda em sea armazens. alm de ontros
artigos de sea Mgo.o regalar, os seguintes, qae
venacm por preces mais mdicos que em ou-
tta qualquer parte :
PORTAS de plnb almofadadas.
P0HTE1RAS de ferro para.cercas.
SALITRE inglez. '
ESl'EiRAS da India para cama e forrar >alas.
CANOS de barro francez para esgoto.
GESSO superior em porcoes e a contento.
CEhE.NTO de todas as qnalidades.
MACJHNAS de descarocar algouao.
LtAS e brinzdes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POGOES americanos maito bous e econmicos.
VINI10 de Bordeanx.
COGNAC superior de Gautier Freres.
PARELO em saceos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.
Veode-se maasa para fugo a 640 rs. a libra]
e fogaetinbos para meainos : na ra Imperta.
a. 851._____________________'_________
Doce?, fmetas e flores
RA DA CRUZ N 13.
Lanches todos as das, dierente e prezuntoi
em fiambre as'libras.
O Pavao tea um grande sortimeoto de
fazendas pretas para lucio, como seja: 15a-
siohas finas para vestidos 40Oe 4'tO ri.,
merino muito leve para vestidos e ronpas
para bomens 2^ e 2(J200, toacas con
lavares brancos, cassas pretas Nsa e eom
braceos, bombazinas preas, cantOea. e ou-
tras maitas fazendas todas proprias para
lulo, que se vende mais barato qne em
ootra qaalqoer parte.
CHITAS DE CORES
O PavSa lom rebebido grandes 9ortimeo-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambem grande sortimeoto d is
mais delicada* percalles mradinbas proprias
para vestidos e ronpras de enancas, eren
de-se por menos do qoe em ootra qnalqoer
parte, na roa da Imperatriz n. 60.
LENCOS BRACOS A DUZIA. 3^00
O Pavao vende fioi-simos lencos brancos
ja embaoliadus, em dotia peto barato prece
de 3 de tsgnio como decamoraiadelirrtio, e
cbinezes.
Toilhas do Porto a 100000 a duzla
O 1'-ivio vende su eriores toalbaa para
rosto, sendo de linho do Porto 105000,
ditas de froco fazenda moito boa 12^000
n duzia, ditas coakhoadas a 7(5500 dozia
ao 640 rs. cada toa I ha.
COLCHAS A 35000
O Pav3o vende colchas brancas d ftwt50
sendo bastante grandes pelo barato preco
de 3i9000, ditas de cores.muito finas ...
7(5000, ditas muito graudes brancas de fus
(3o e muito encorpaJas 6-3000, ditas de
croxet,- proprias par-acama de noiva 153-
ORGANDYS RRANCO
0 Pv3o reeebeu s mais finos e delicados
organdys brancos para vestido, sendo todos
eom .lavore miudinho?, e vende se pelo
barato preco de 800 e 1000: rs. a vara,
fazenda que val; moito mais Miuheiro.
GUARDA BANHA
O Pav3o vende urna grande porgio de
pannns de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de gaarnic3o,
ditas para encost de sof, ditas para cobrir
pianos, as ira como ditos redondos para co
brir differentes movis ou outros q-uaesqaer
objectos, e pode-se vender por menos dd
que em ootra qoalquer parle, attendendo i
grande compra que se fez.
CHALES DE JUER1N0' A 25O0
O PavSo vende chales de merino moito
grandes e encorpados 2500, ditos
miuc3o de chinezei 2)5500, ditos pretos
de renda eom 4 ponas 25000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavlo vende os maiores e memores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos eom largas franjas de retroz, e vende
por menos do qne em outra qoahqoer arle.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pav5o vende um grande sortimento das
melbores camisas ioglezas e francezas eom
peitos de linho para todos os precos e qua-
lioades, assim como ditas de ditos de
algodSo para todos os precos e tamanhos,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroulas
de linho e algodio, tendo para todos os
precos, assim como metas croas inglezas
para bomens e meninos, que tudo se veade
por preco moito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem constantemente um grande
sortimento dos melbores cortinados borda-
dos para camas e jacella?, que vende-so de
80000 al ao mais rico qae -ostuma a vir
n'este genero, assim cernoboeitas cambraias
adamascadas, taato lapadas como transpa
rentes, proprias para p mesmo fi n, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-re no Razar do Pavao.
LASINHAS BARATAS
O Pavao tem um grande sortimento das
mais bonitas laas'rahas para vestidos, tendo
de todos os precos cores e qnalidades.
principiando de 200 rs. para cima ; porm
ta> grande a quantidade que seria enfa-
donba especificar qoalidade por qaalida je,
s a vista do freguez e das amostras se lbe
venderlo por precos 13o cmodos qae
nenguen deixar de fazer um vestido de
13a por t3o pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O Pav3o vende as maU lindas alpacas de
cordJo para vestidos e ronpas de enancas
pelo barato preco de 640 rs. o covado,
ditas nissiruas eom os mais lindos lavoree
imitacao de agracianas a 8C0 rs. o covado,
bonitos glacs eom delicadas cores e lus-
trosas como sola i&OOO o covado, e ou-
tras muitas fazendas de gosto e luso para
vestido, na ra da Imperatriz a. 6o.
POUPELINAS
O Pavao receben as mais delicadas e me-
Ihores poupelinas de seda para vestidos,
eom os mais modernos lorores, e ontaas li-
zas eom as cores mais novas que tem vin lo,
e vende-sa 25000 cada covado, assim
como delicadas sedas de listinhas, tanto
para vest ios de senhoras como de meninas,
q vende-se 25<00cada corado.
SET1NS DE COR
O Pavao tem constantemente um bonito
sortimento de cotinse grosdenaples de to-
das as core, qne vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMKNS
O Pavao tem constantemente um grande
sortimeoto de roupa, tanto de panno como
de bros orneo e decores, de. case-
miras, para todos os precos e qnalidades,
e tambem se manda fazer qualquer peca de
obra eom tjdo aceio e pronpd5o, para o
qne se.tem um perito
qoe se encarrega de eseenWr qnalqoer en-
comraenda da sua re vodimo do fre-
gad, e o proorietario d'este gfantJe esta-
beleoiaeBto e promelle servir be a todot
os fregwtw que be hBrarw i sna casa.
ALGDIOSDH. A 35509 A-PECA
O PavJo vende (tecas d'algocTSosinno de
maito* boa qnarldarle, tendo 20 jarn ada
peca, pele barato prego de 3#500, dito moi-
to largo e eaeorpado a 61000, dte o an-
io* qne tem mdo ao njercado, muito ea-
eorpado 6 largo para lencces, pelo batato
preco de 65500, grande pecbincba.
MADAPOLO A 44600 E 4#M6
O Pav3o vende pecas de madaprjlo eom
24 jardas, sendo fazeada moito superior
pelo barato preco de 4J600, ditas cota ai
raesnas jardas a 4*000, das fioissimas a
55500,-65000, 7d500 e 85000. pecbincha.
MADAPOLO FRANCEZ A 105
O Pavao vende pecas de floissimomada-
polSo verdadeiramente francez, tendo 22
metros oo 20 varas, pelo baratissimo preco
de 104000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vended 145000, e liquiia-se por
este barato preco por estar alg.ma coasa
encbovalhada na pona do fra.
ALGODAOSINHO ENFESTADO A 15 15280
O Pav5o vende verdadeiro algodioinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes a
750OO a vara, dito da mesma largara seo-
do trancado e muito encorpado i 1)5280.
BRAMANTES PARA LENCOES A J109 J0034
O Pavlo vende o"verdadeh*o bramante de
Iibho tendo 10 palmos de largura, que'a pe.
aas precisa para umlencol orna vara erma
qaarta, pelo barato preco de 25400 vara,
dito melhor de 258-0 e 35000, tendo at
do melhor qoe vera ao mercado 4 35500
e 45000, assim eom* crotones fortes para
lencoes, sendo orna encoipada fazeada fran-
ceza' eom 10 palmos de largara i 260 rs.
o metro, e bramante d'algodao eom a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 45900 E 65000
O Pivao vende gra.tde pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada nma
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
45500 e 65000, sendo fazenda qw sajapre
vendea-se por 85 e 104000.
Fazendas para saias a 14200, 14280 e 1450o
O Pa -ao vende superior fazenda bordada
o^com pregas proprias para saias, 14200,
15280 e 155(0 a vara, sendo preciso para
urna saia apenas 3 varas on 3 1|2.
Aos 3000 caries de eimkaia a 24300
O PdVio vende ama grande porc3o de
cortas de cambraia organdys; tanto brancas
como de coras, sendo eom listrranas de
efires tessidas e alo estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 24500, cada corte,
fazenda qae vale maito mais.
Aos 2000 cortes de cankraias bordadas a 5500C
O PavSo vende ama g*ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo eom os desenbos mais
lindos e mais vistosos qae tetn vindo ao
mercado, tanto em lis tras corridas como ada-
gooaes, e eom muita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se palo baratissimo preco de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, grande pechincha.
CAMBBAIAS
0 Pavao veade grande quantidade de pe-
Cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 34 a peca at i mais
fina qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavao vende chitas largas eom bonitos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pecbincha.
LAASINHA A 160 RS. O COVADO
O Patio vende bonitas iasinhas transpa-
rentes pelo barato preco deloO rs. o cova-
do, paehincba na roa da Imperatriz n. 60.
CORTES DE CASSA A 24500
O PavSo vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 25500 a corte, ditos muito
lindas 34000, pecbincha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. Q COVADO
0 PavSo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs
o covado ditas finissimas eom os desenhos
mois modernos qae'tom vindo ao mercado,
pelo barato preco de 5O0 rs.
CRETONES
O Pao vende fioissimos crotones esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
covado, ditos de fi roes, proprios para co-
beria, sendo fazenda moito encorpada pelo
barato preco de 800 rs. o covado.
^Basquina ou casaqninhos a 204 e 255
0 Pav3o vende basquinas na casaqninhos
de seda prttos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo preg > de 204 e 254O0O, sendo
muito modernos, assim cono ditos de cro-
chet e rendas pretas qae so vendem maito
em conta, na roa da Imperatriz n. 6o-
Chitas entrao(ida& saraubertas a 360 rs. o corado
O PavSo vende chilas entraadas eom
delicados desenhos para cobertas ou curli-
nas de cores fixas, sendo fazenda moito en-
corpada pelo barato preco de 360 o cooadO.
ESPARTILHOS A 44500
MACHINAS tm
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da roa Nova
a. 22, aro sortimento de machinas para cos-
tura, das melbores qnalidades que eiisle na
America, das quies mullas jS sSo bem co-
nhecidas pelos seas ao lores, como sejam :
Weller & Wrtooa, Gravar Bokef, Siten-
que eom a visto deverSo agradar aos eom
pradoras.
Estas machinas team a vantagem de fazer
o trahitbo que 30 eoslareiras podom fa/.-r
diariamente e cosem cora tama perfeicSo
como as mais perTeitas cos'tureiras. Garan-
te se a suaboa qualidadee ensiaa-se a tra-
balbar eom perfeicSo ana memos de ama
fiora, e os precos s vem agradar aos pretendentes.'
LENQOS BRANCOS PARA ALG1BEIRA
A Agnia Branca na roa Duque de Ca-
xias a. 50, est vendando baratamente len-
cos braacos e de tamanho regalar para al-
gibeira. Os differentes precos de 24.
25400, 25800, 34200 e 45000 a doxia,
to os que de mais barato se pode encon-
trar em tio boa fazenda. Tambem ha ou-
tros eom barras de cores fixas, e fazeada
nova mais fina a 45 a duzia.
TOALHAS E FRONHA8
de labyrintbo eom bonitos desenhos, e per*
feita imitacSo do tecido no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e ontros
em pecas da 12 tiras, e proprios para cor-
pinhos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de fS de cores para enancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeitea de bandejas, ba-
I5es, eto., eto.
TORgAL PRETO, BRANCOE ENCARNADO
em miadas e retroz esa carrteis.
Panoramas on stereoscopos em ponto
grande.
Esses paporankM coa 94 vta, bellas e agra-
daveis, dio um perfito intretenimento para rea-
aioes de familias.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos adereros pretos eom
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
eom piogenles.
Correntes pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
Descoco.
Voltas de contas, tambem redondas a la-
pidadas, eom cruzes.
Polseiras pretas.
BARBETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
UVJHNHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em ponto maior para os meamos Ins.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enfeitea de vaetidos fo Ha.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agnia Branca tem recebido fifias per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveia cheiros, paosadas fi-
nas entre as quaes se ola a d'alpaca, ajoa
da colonia, dita da Urvaooar ato. alo. am
como finas estovas ioglezas, e opiata para
dente. Xasobea pacabao variado aotti-
menio de sabonetes, que os es landaplo
baratamente.
Caixinbaa eom 3 sabonetas aromailcos a
15. ditas coro 3 ditos Irsaapawrtaa a 44,
14500 a 24000.

Sabonetes areentos a 500 rs.. ditos ds
alcatrao a 80o e 14000 rs. cada on. ;
Pasta de amendoa para lavar a amadar
as mias o rosto a 15 a fraseo.
E assim muitos ontros objectos de par-
fumaria.
Al fine tes pretos eom pingantes a *em
ellas.
Guaruices de botes pretos para ponaos,
abertura a coarinboe.
Pciwias de s(o bko te Ui^a
Caixas eom orna frota 500 rs.
MATA MOSCA.
Gbegot aova remessa de papel asta
mosca e coalfnua X ser vendido na toja da
Agnia Branca.

V
%

nico legalmente aatorisado e approva^0
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia a drogara
de
BARTtKfLOMEU C.|
34Ra- larga do Rosario34.
Para suecos e fognetelros.
PARA ASSUCAH
CERVEJA DE MABC
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Oharatos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras tmem os nmeros estampados
aas pecas e nao as etiqueta?.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gommercio 46
BRfflS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca nni bllh'e-
e eom o no me
DOS
nicos importadores
f. JEFFERIES & C.

a
*sf
PAM LIQUIDAR

I
GRANDE
Liquidapao
l
Fazendas para S. Joao
Alpacas de listras e flore?, fazenda fina,
a 600 rs, lasa de cores a 400 rs. o covado
cambraias de cores a 200, 2i0 e 280 rs.
o covado, chitas eraras e escuras a 200 e
240 rs., percalas miudinhas a 240 e 280
rs. o covado, chafes de merino liso a 2/,
ditos estampados a 4, 45<>0 e 5J, ditos
floos a 6, madapolao a 3$200. J5, 4^500
e 5 a pega, dito largo a 5*500 e 6,
dito eleptnite fioo a H e 8 a pega, di-
tas de algodao a 3/, 3500, 1 e 4o00,
Drim pardo de lionn a 280 rs. o covado,
e 1/ o corte, algodao de liira proprio
4>ara roupa de escravos a 160 rs. o cova-
do, loalhas felpadas a 8j e I if a duzia,
cambraia branca fina a 2/300, dita victo-
ria fina a 4J, 41500 e oj a pe?a, chitas
para coberta a 240 rs. o covado, lencos
de cassa fino? cora barra de cor a iiSOO
a dozia,ditos brancos abanhados a U600
rs., U. 2500 e 3| a duzla, ditos chene-
zes a 2*500 a duzia ; de todas estas fa-
zendas dlo-se amostras eom peqhor,
roa Duque de Casias o. 29, esquiaa qae
volt a para o pateo de Pedro II.
7IKHO DO PORTO FINO EM CAHUS
Bolinetes
muito bons para hiates e barcacas
Bancis de louza
para lavapem de lonca em cozinhas : -vende-se
por mdicos presos: na roa do Brum n. 92.
> Vende-se a armaeao da casa da roa Direita
n. 38, propria para taberna ou mesmo oatro qual-
quer negocio : quera pretender diriji-se mesma.
Aos Srs.. mccms.
O Bazar Victoria, na roa do Bario da Victoria
(antiga ra Nova) n. 2, receben um neo sortimen-
to de fitas bordadas para differentes graos e para a
esta de S. Joo.
l^OE^TCS .MEP.I3A1T0S
imO CADA-UM
i eom cabos de faia, sendo os macbados de ac maito boro, proprios para carpinas
oq engeohos: vende-se ra Nova n. 11.
Cadeiras americanas
eom bracos e assentos de pallioba: roa Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a liara: 4 raa Nova, armaiem
n. 11.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8. de comprimento, proprias para tamaoqaeiros, oa oatro qaalqaer
mister, eom toqae de erragem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa 8# a caixa eom 180
ma^os: roa Nova, armazem n. 11.
VELOGIPEDES^
eom daas rodas, proprios para homem, a 20( cada um. de graca, maadaMO-os vir
custam 150 cada um: vende-se ra Nova, armazem a. M.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roupa que se bota a seecar em cordal, a
240 rs. a duzia ou 6J a caixa eom 36 dazias. E' dar, n5o vender: roa Nov
PARA EXE\IIO
um recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se quizer, economisando o trabalho da daas pessoas. E' talvaa o oniooque axiste
oest provincia: vende-se muito barato, ti ra Nova n. 11.
f
y
O Pavo vende os mais modernos e me-
ihores espartilbos, tendo de todos os ta-
manhos, pelo barato preco de 4500
CASEMIBA
0 Pavio veode cm elegante sortimento
de delicadas casero i ras i^lezts, sendo to-
das de laa e .muito levesiabas, tinto pro-
prias para bomens como para criaif-as e
ditas mais eocorpadas, tuo de ama e o
loas largaras, que se vende o mais biiitoL3^Tp^
|Nova, loja n. ?3, ?'**A.L? ? -a?
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta especial e excallonte tin
ta pela sua boa quhdade, fiuidez e doracao, co-
mo a melhor e mais inalteravel unta qae se co-
nbece. Ni) ataca as pencas d'ac e d tres en-
cllenles coplas. T prefenvel a qnalquer ootra
tinta paraos livros do comrcercio e documentos
qae carecam da tonga duraco.
NICO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferreira Maia 4C4
raa Daqu'j de Caxiasln. 75, antiga do Qaeimado
x PERNAMBUCO.
V1NH8 COLLARES
Vende-se o verdadeiro vinbo de Collares, vindo
ltimamente pelo vapor Oii'nita, em-barril de d-
cimo : na rua/da Madre da Dens n. 28.
Para bolos j t. JoaO
M de Mandioca.
l)oces. fructas e flores
RA DA CRUZ N. 3.
Sortea para as nojUes de testas e papeu .mu
estalas para sortea. ________________'
Gaiaea de eaptes brancos, juc e bra-
mo-
possivel, na ra da Imperatriz n. t).
se em pacoi ^777^ V^tas : 1* lUlcuaes, vende em ca de Miguel Archanjo,
**$ } fl x a-"* 1 rador em tanu de Massangana.
ra da Cadea ri. 9, to4
Vende-se eiiao preto novo a U o mo deca-
litro e ceblas novas em reste a-900 r*.* canto, e
na'raa de Pedro Affonion. ,1
I
i
i
7*800 o mlllwiro
(antiga roa da Praia).
Vende-se
nma balacea para armaiem, correntos a braco da
Ierro ernehas de amarello: na roa do Yigaflo n. itt
Cour de biserro.
Muito nov, nlumatnente chegado : vende-se
em casa de s. P. Jonston & C-, roa da Senulla
Nova n, 40.


I
.

.
<
4 <

Diario dt Ptraambuca Guala, eir 15 de Juuho d i&ll.
PARA FESTADE & JOlO
A FLOR DA MODA
13 A Ba da Imperatriz 13 A
DE
Joaquim Bezerra Pessoa # C.
E' para estas Testas, que os proprietarios deste estabelecimento, avisam seus
numerosos fregueses e ao sexo amavel; que, receberam ltimamente o que se pode
desojar de melhor em fazondas de sedas, Uas, linho e algodao, e que esto resolvidos
i venderem muito barato para assiin coatentar a tolos e apurar dinbeiro, a saber:
Moderaos vestidos de cambraas brancas
bordados, proprios para bailes, partidas e
soires.
. Ditos com babadinbos e muito bonitos
proprios para o mesmo fim.
Ditos de orgaodys braceos e flnoe de mui-
ta pbantasia.
Elegante sor tmenlo de lSas com listras
de seda, por barato preco.
Chitas Boas e percales de gestos e boa
quaMade.
Cretones com listas fezenda moderna e
muito barato.
Gambraias de cores miudiobas e gradas
por 200, 2*0, 280 e 320 rs. o cpvado,
muito barato II a vista da qoalidade.
Pecas de cambraia^ brancas Victoria com
10 jardas a 40, 60 e 70000, nas.
Ditas transparentes nas e entestadas por
lodo o preco.
MadapoIBes Urgos com 20 varas a 50, 60?,
70,80 e 100000, fioissimo.
Bramante de lidio com 10 palmos de
largura a 30 e 30500 a wra.
Dito de algo 13o com a mesraa largura a
10800 e 20000 a vara.
Ricos tapetes aveliu lados com enteres-
santes desenhos de todos os tam.irjhos para
diversos procos.
Pannos de crochet para cadeira e sophs
muito barato.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janellas.
Toallas felpudas e alcoxoadas para rosto
e roaos por commodo preco.
Camisiobas e corpinhos brancos e de co-
res para se nh o ras
Ra da Imperatriz n. 13
Completo sortimento de chales de merino
lisos e estampados.
Guardanapos. de linho com franjas pro-
prios para almoeo e jantar.
Toalbas para mesa de jantar brancas e
cores a 50 e 60000.
Ricos casaquinhos de grosdenaple enfei
lados s la e vedrilho.
Baloes fiara meninas de todas os taa-
nnos a preco muito commodo.
Ditos para Sra. tanto de panno como de
cambrias com tiras e outros muitos arti-
go que deixamos de mencionar.
PARA OS CAVALH EIROS IGUAL VAN-
TAGEM f
Colarinhos, panhos de linho, gravatas*
mantas, meias, lenco de linho finos amba-
nhados, camisas de meia de todas as qua-
tidades e serolas de linho e algodo.
Camisas inglezas de linho o algodJo, di-
tas francezas a 10500 cada urna.
P^litots de todos os modelos que se uzam
e re todas as qnalidades.
Calcas de casimira de cores modernas e
bem feitas e de oulrss qnalidades.
Coletes de gorgueo, pannos, casemiras
pretas e de cores, de brios brancos; e ou-
tros artigos que por certo agradara, aquem
procurar.
E um babilitadissimo artista em alfaiate
que n5o se popa no esmero, promptidao e
per'eic5o de sua arte ; para tomar medidas
dos que qoizerem mandar fazer roupas d<
qnalquer especie, para o que tem om bonito
e e egante sortimento das fazendas proprias
para este fim e estacao actual.
A loja da Flor da Moda.
DO
CYSNE
64 MA DA IMPERATRIZ \ U
DE
FIGMREDO ft LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimento, gratos para com o respeitavel pu-
blico pelo acolbimento favoravel qu agradecemos (So czpontanea como grata coadjuvacSo. Cortos estmos qae divemos
continuar a receber este favor porque o nosso programma ser fielmente cumprido
que vender barato e baver sinceridade nos traios.
Convidamos porlanio as Exmas. familia e aos mscales a virero ao nosso estabe-
lecimento ou mandar buscar as amostras das fazendas que recebfmo ltimamente,
pois temos fazendas da mais aparado gosto e do melhor qae vem ao nosso mercado.
Grosdenapks
Temos o'meihor sortimento deste arti-
go e vendemos por menos que outra qual-
quer casa.
Ditos ds cores.
O Cysne tem o mais lindo sortimento e
de superior qualidade que vendemos por
20500 e 21800 rs.
SETINS DE COSES.
Temos de todas as quididades e precos
mais baratos que outro qualqoer.
W PECHINCHA
lpica lavrada com cordao a 560 rs. o
covado, dita com flores e listras a 640, 700,
900, 10000 e 10200 rs., estas ultimas s?
to finas que oinguem dir que 13a, sao
muito largas.
LSas Saboya
Recebemos urnas lSas com seda, fazenda
integramente nova no mercado, tem um bri-
Ibo que as torna recommendavel.
Pechincha
Poil-de-Chevre fino e com muito hKlh o
a 560 rs. para acabar.
Corles a Minerva
E' urna fazenda de lia com listras de seda
de cor que faz urna vista extraordinaria cem
49 e 20 covados por 220000.
Cortinados
Temos completo sortimento e vendemos
por meos que outro qoalquer.
Cambraia para cortinados de superior
qualidade com 20 varas a 110000 a peca.
CHITAS
O Cysne tem o melhor sortimento de
chitas finas desde 280 at 440 rs., pode-
mos afliancar serem cores flxas.
madapolOes
Temos madapoloes desde 40000 at
6000 porm esta qualidade tem 40 jar-
das ou 32 varas omito largo e eocorpa-
do. Dito francez com 24 jardas a 80 e
11*000.
Cambraas Victoriai finas desde 40500
at 80000 rs.
Ditas transparentes finas de 30500 al
140000, porm stas sao largas.
Cortes de cambraia branca com 8 varas
com flores bordadas muito lindas a 70000.
ORGANDYS BRANCO
Temos orgaodys braneo fino de 60 e 80,
dito de cor a 70000 a peca.
Cambraia'de cor
CONQUISTA
Eua do Cabug n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
Este novo estabelecimento acaba de receber um completo sortimento de
jectos de gosto e inteiramente nevos, a saber;
Poupelmas de seda, com lindos dese-
nhos.
Nobresa de seda de cores e prela.
, Cortes de cambraia bordados.
Grande soitimento de las e alpacas para
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para senbora.
Tapetes de todos os lmannos.
Crochets para cadeiras e sof.
Colchas de laa e seda para cama.
Casaquinhos de gorguro preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Cbapelmas e chapeos para senboras, o
que ha de melhor.
Lencos, de linho, camisas lisas e borda-
das para homem.
Bramante de linho e atoalbadov
Baloes com as desejadas anquinhas.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou manear com qualqoer ob-
jeeto em qnalquer Gasa que paraisso lhes maodem nicamente o nome da ra e nnmero
da morada.
GRANDE ARMAZEM
r.
DE

GHRYSTAES
DE
Ra
PEREIRA, I R M AOS
Primeiro de mar<;o n. 15, outi'ora ra Uo Crespo n. 15.
Ao respeiuvel publico em geral e particularmente aos seus numeroso amigos
participan) Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cosa Pereira, que acabam de
fundar um rico e somptuoso aimazera de louca, porcelana, vidros e chystaes roa
Primeiro de Marco, outr'ora tua do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira 4
Irmaos.
A longa pratica e conhecimentos de que dispem os annonciantes oeste ramo
de commercio, a que, ha muitos annos, se dedicam, os tem habilitado a satisfazer as
necessidades da populacho desta provincia e suas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo estabelecimento com
mercial, verificar por si mesmo o que os anniinciantes vem de dizer.
Vestuarios para baptisados.
O Cysne tem vestuarios para baptisados
muito lindos e vende por menos do que em
outra qnalquer parle.
CRETONES.
Recebemos cretones de cores escuras e
claras proprias para vestidos de senboras
que vendemos por 440 rs.
LENCOS.
O Cysne tem lencos de esguio de 50
at 90OCO, ditos de cambraia de linho em
canas de duzia a 70000, ditos brancos,
de cassa muito finos a 20500 rs., ditos de
cores fixas proprios para rap a 40000 a
duzia.
Tapetes para guarnico de salas, de todos
os lmannos e por menos preco do que em
outra qualquer casa.
Bretanhas de superior qualidade a 10,
i0200 e 104OOrs. a vara.
FLANELLAS.
Temos de todas as qnalidades, tanto de
cores como brai.cas e por mecos do que
em outra qnalquer parte.
Casemiras de cor, sendo : verde, ama-
relia* e encarnada.
Chales de merino.
Temos de 20500, 40, 50500 e 60500 rs.
ditos cbinezes a 140000, estes ol mos tem
seda e sj muito lindos e proprios para
urna senhora honetta.
Fil bordado, liso fino, dito com salpi-
cos, dito preto liso e com salpicos.
Colzas brancas de fusio a 207CO rs.,
ditas de cores a 20800 e 60060 rs., ditas
muito grandes com bonitos desenhos a
120000.
Atoalhado.
Temos atoalhados de linho meite largo,
dito de. algodSo adamascado.
Bramante de linho com 10 pannos de
largura, dito de~ algodo i 10800 rs. o
metro. ,
Brios pardos e de cores para todos os
precos, dito lona braneo proprio para
roopa de homem fazenda de superior qoa-
lidade.
Para luto.
O Cysne tem chitas pretas de superior
qualidade, cassas pretas e com salpicos,
alpacas para todos os precos, canto* supe-
rior, merino vero e princesas ; todo se
vende por barato preco.
. Algodao enfesiado com 9 palmos de lar-
Temos eaeefcraus da cores coa barras a gura proprio para lences, toaibas e entros
860 n. e metro, ditas miudinhas a 500 rs. misteres, qoe vendemos pelo barato preco
Oe finas cores fixas. de 900 rs. a vara,
Meias para Jumena, ditas paa senboras, Completo sortimento de casemiras de
*tas para meninos a meninas, de todos os cfire, ditas pretas para todos os preces
precos s qnalidades. pannos finos para lodos os precos. Tam-
Espartbo* bem temos um boro alfaiate e nos encar-
temos espartilbos de diversos tamanbos regamos de mandar faser qoalquer peca de
e precos. obra que ficar ao goto do fregw.E.
lAsVWlVB americanos para ladeira e varzt.
Gamas de ferro
UarriunOS de mso para volnmes e para atterros.
HalaIIVS e pegar decimaes e outraa.
JillXOlre nVm> e oleo de linbaca.
* "g UcS americanos para lecha e koke
X OriuaS ,je ferro paIS pjes de assucar.
XaCnOS ,je forro-galvanieado para assucar
Cofres de ferro
MaCinaS de desesrocar algodao
MaChiliaS decorurfomo.
MaCinaS ^ irn)hw gaerafae.
[Estes artigos acbam-se a venda \* >/
em casa dos Importadores "puro de tres cavaHes.
Sfr Femgem geral.
ARARA
EST VENDENDO O EESTO DE SUAS PECHINCH48
H. 72
NA RA DA IMPERATRIZ
A SABEB :
LlASLNHA A 1(50 R. O COVADO
Vtnde-se I5:sintas [ara vestidos desen-
horas e mecini*. jelo birato preco de 160,
200 e 40(Ms. o rotado.
CHITAS LAUCAS A ;C0 RS. O COVAD
Vende-ye chitas franco aspara vestido de
easa, 200, 240, 280, 3-0 e 3^0 rs. o ca-
vado.
CASSASFBANCf ZAS A 20RS O COVADO
Vende-se rassas francezas para vettidos
240, S80, 400 e 440 rs o colado.
ALPACAS HE CORES A EOO RS. O COVADO
Vende-se alpacas de cores para vestido
de sentaras 5 O e 640 rs, o covado.
las 30800. S0, 60 e 70.
COHTES DE CASEMittA PBETA A 305OC
Vonde-se cort< 8 de cafemira i rttl psra-
ca!ca a S05 0. 40 e 50 pa-aliquidar-se.
C0R1ES i)E CAMcRAIA A 20500
Vndese cortes de cambraia do cores V
20500 [iia liquidarse
Vende-s 2 registro e 1 fandi ro j-ara
gaz, na ma da Imieratriz n. 72
GRANDE LIQUIDAQlO
DE RODPA FEITA
Vende-so p?li(ots de panno rrtto saccos,.
a 60, 80 e 100, di'o- ce catemira de cees
BRILHAMINA huaN'.a a oo RS. O COVADO;i W c 60, dit:de al.aca prela 20 e *0,
Vende-te bnihantina branca
covado
FORTAO DE CORES A 360 Rf
Vei>de s) fu:to de cores para vestidos
360 rs. o cov?dr\
ALPACAS TRETAS A BfiO BS.
Vende-fe .alpacas prelas 800, 640 c 800
rs d.s ne. Hitas assttira las boa, para
>cabar.
ALGODO DE LISTA A 1(50 RS. O COVADO
Vende-se algodio de lista para rcupa
Je escrav(, i 166 rs. o ci.vad".
BRIM I 0h A 5f O K> O METRO
\ende-so lri::i lona pardo para calcas de
quem trabllia prr ser mnio forte, 500
rs. o mero oo 3O rs. o covado.
CHALES HE CASSA A jO RS.
Vende-se chales de cassa bratxa 500 rs.
cada cm.
COBERTORES DE AL iODAO A 10400
Yende-e ccbeilores de lgodSO 04OO
par? acaoff
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 20
Vende-se chales de merino estampados
20000 e ?01OO para liqnidar-se.
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se corles de ganga para calca de
homem 80o is., para liquidar-ee.
LENCOS BRANCOS A '.0OCO
Vende-se lencos brincos 20000 duz para acabar.
BRAMANTE DE LINHO A 280C O ME1M0
Vende-se bramaute de linho cem 10 pal-
mos de largura proprio para leales
20800 o meiro.
COBERTAS DE CHITAS A 250
Vende-se cobertas de chitas 20500 cada
i.me.
RESTO DE COLARINHOS
Vende-se um resto de c.larmbos de papel
200 rs. duzia.
MADAPOLO A 30260 A PECA
Vende-se pec>s de madapolao mf.staJo
30200, ditas ioglezas com 24 jardas 50,
50500. 6d, 60500, 70, 8?, 90 e 100.
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A 5/
Vende-se cries de ca emiras ds cores
50000.
ALGODO DE 20 JARDAS A 3800
Vende-se pecas de algo ao cem 20 jar-
500 rs. o'do* de brlm de cotes 405 C, 90 e
125 DO, dilos ("e rrm casemira 20 e 30,
. O COVADO |' tins fraques de cjisetfiiras de c rts 80 e
100. c'eies de' br'm decores 40 e
!8D, ditos de casen ira dec&res 20ClOO
V.5.0 e 350, dHos pre os de anno, e
do efsimira prela, 305(.O e 40, diif s de
merii para luto ebeinfcatinv, 3,- e 43,
cslcas de casettira decores, 40 150.
60500 e 80, ditas de ditas prft?, para 60,
6500, 80 e 80500, dit?s de tria oidira-
rio. 10, 10600, 20 e 205O^para acatar,,
ditas paa Icio de alpaca de corda1, e prin-
cesa 20 e 30500, ditas-azues para etera-
vos 510 rs, ditas de algodo de li-la
800 is, camisas de rucado pera senife do
campo 800 is. c 1/50 O, para liquidar-8,
o atrs muilas roupas fcit; s qt ftm reserva depnc entree:sas ronpasei-
la?, Um ai^umas dtfet?, o qi.e te
vende mai* barato do que e t ani.uciado.
GOLWNHAS PA1A ACABAR
Vende-.-e gollinhs para senhoros e me-
n'nas 100 e 2?0 rs.
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDARSE
ASOOPS.
P;ra liq traspasso, muilo boni as 00rs. cada urna.
NO VIDA DE
Rngi-se a todos o devederes da mases
fall a de Guiumes & Silva. cenomiDado
Jardim dta Dam.s, o favor de vir raldar
su; a contas ou dbitos mais breve pf>sslelf
u queassim nao fizerstr seu neme declarado
por exter8o nste Diario, derij^m-se
rea ca Imperatriz o. 72.
COMVEM LER
Precisa-se f-illar cm os s.:gciutes Srs a:
negocio qoe lbeiz respeito a cees interes-
ses, na ruada Im eratrizn. 72.
Augusto Ferrira Manas Ribeira.
BaliazarMaiques deuliveha.
Jos Tbomaz do Nasciaenlo.
Manoel da Costa Trav;ssos
Sebastio Amonio de Albuquerqce.
Adelino da Silva Pinto.
Juo Isidoro da Cosa. Jambozeiro Janier.
Igna o Francisco Gomes.
JjsRberiodo Naectmeoto.
Feliciano da Cuaba C. de Albuqucique.

de difieres-
lee tamanbos.
BAKDE
GMe, BUMds Um antente peU toa tordio,
i VSA m mu. para Nae* 4* HwroCi
mi pvdo ni rae 4o Crespo a. !0, ioa do
lerme.
Tt.T6 finos, cabo de btlaaoo, a 30MO x da-
lla, colhe "es n9 electro-plata >6^> duzia, ditas
para opa a 'W dnsla, para Wqoldar qne le
vende por estes diminutos precos : no Maten Ele-
fante, roa estrelle Aenrie n. t, de Perreira
a.Ulini k C.
9a taberna i" poMsoa rapaos e
vatttletnaf^fc***!*-

Os proprietarios deste estabelecimentonico
peitavel publico para cencorrer ao mesmo
neste" generoconvidam ao res-
e analysar os variados artigos que eiistem,
cortos d que encontrarSo, como sempre, fraoqueza e sinceridade.
AOS APRECIADORES!
genebra de Hollana,

Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de diferentes qnalidades.
Vinhos do Porto, Chery, Bordeaux e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Cbartereose, Aya-Pana, Crme,
Cacao Cheova.
b superior bysson.
Dito dito preto.
Cbocalate de superior qualidade.
Para Santo Antonio, S. Joo e 8. Pedro
Amendoas confeitaAs, papis para sortes de differentes quatldades.
Crme de Moka,
etc. etc. etc.
Bol inhos para che.
Ditos inglezes.
Doce de fructa secca.
Dte crjstaeado em calda.
AOS EXPERIENTES!
O verdadeiro visto de Bairrada, ebegado oltimamente pela barca Gratido.
A' MI DO mEM80R N. %
Recebe se toda e qualquer encommeaia, tanto da praca como do meto, ludo
com promptidao e asseio:
tanto da
a tratar na roa do Imperador n. 26.
POQAS l C.
tem a honra de chamar a attengSo
acham expostos em seu armazem.
dos entendidos, para os segu'tntes artigos, que se
COLLARES.

Vinho especial j conbecido, para o qual chama attencao particular dos amado-
res deste especial liquido, proprio para todas ss estacos, visto e simpcidade da sua
composic5o.
BURRADA
Esta qualidade especial de viho, Oo apreciado pelos entradores,
achase igualmente esposte i spreciacio paftlica, e pirticorarmente dos
boa pinga.
com justica,
amantes desta
FIGEIRA
E' pan este exeeileote vtabo com eipecialidade qne chamamos a attencao dos
conbecedores da materia, visto ss diversas motas e,oe tamos, sendo das memores que
vem ao mercado i aqu se cora avista.
,BAS3
em barril, sendo especialidade nette artigo, visto ser vindo direclimenle, por ama en
commenda de um nosso conej
do sertSo superiores, melhor do que filo 4 impossivel d au se concordar
precos. '
Ra EstreiU o Rosario n. 9, junto igreja
FAZENDAS BARATAS
NA
LOJA DO PAPAGAIO
A' na da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
MENDES a: CARVALHO
Os covos proprietarios deste bem condecido estabelecimento, avisam aos seus
numerosos freguezes e com especialidade s escellenlissimas familias, que acabam de
receber om novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed;, laa,
linbo e algodSo, qoe vendero mais barato que qualquer outro estabelecimeuio ; assim
como vendero as J existentes pelo maior preco que encontrarem, para nao aecurauia-
rem as aatigas com as modernas. Portanlo, previnem s excellentissitnas familias amigas
da ecoDomia domestica que aproveitem a occasiao de, com pequeo dispendio, pode-
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisem.
Declaramos es precos de algomas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapoloes de 4, 5, 6, 7 e al 10000 a peca.
Algoduzinho de 2i$500 a 8^000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a I 660.
L3azinbas de differentes qnalidades de 320 a 500 rs. o covado.
Costes de percalas com covados a 5000.
Ditos de cassas, padres miudinhos, a 2*5300.
Alpacas com flores de todas as cores a 100 rs. o covado.
Chitas rozas cor de 1)rio, de cor ixa, a 360 rs. o covado.
Corles de cassas com salpicos de cor a 55i 0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a CjJOOO.
Baloes de 15a de cores modernas a 4|$000.
Lencos cbinezes brancos e de cores a 3# a duzia.
Ditos brancos de cassa a 20 a duzia.
Chales de merm lisos e estampados de 2^SG0 a $000.
Colchas de fustSo, grandes, brancas, a 2(5800 e 40000.
Bramante de linho de 2500 a 25000 o metro.
Algodo enfestado liso e trancado de | a IdiCO.
Colchas de fusto de cor de 20300 at 60000.
Brins de linho de cor de 500 at 800 rs.
Cassas de cores de padroes midos e grados.
atlasde todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas de cOres a 640 rs o covado.
Para luto
Princelas pretas a 640, 800 e 10000.
LSazmbas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 500, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 10200 e 10800 o eovado.
Merinos meados e de cordao para differentes precos..
Outras muitas fazendas, como sejam : atoa'hados de linbo e algodSo, guardama-
nos psrdos e brancos, algodo enfeslsdo liso e trancado, bramaates de linbo e algodo
para lences, cortinados bordados para janellas, flanellas e damascos de todas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Papagaio
Alm de baver nm grande sortimento de roopa feita de todas-as qnalidades, tanto
de.brins como de casemiras, caifas, coetes e palitots, ha om bonito soitimento mo-
derno ds CASEMIRAS de cores, proprias para a esta?5o, e cortea de gorgorSo par
coHetes.
Panos finos pretos e azues.
Casemiras pretas muito finas.
Brins brancos de linho de todas a qualidades.
Ditos pardos trancados lisos com listras.
Ditos de cores de todas ae qalidadee.
fironlas francezas de linho e algodao.
Camisas fi-socases e inglezas, bordadas, com pregas, com eitariono e tem elle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de flanella, brancas e de cores, pan asar por bal.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol ds seda para 8, 10 at 180000.
Collirjnhos e ponhos de linbo.
Grande lortiainto da gran tai, aantis de leda pretil a de oftm a om nisataJ
sortimento de popelinas de cores, dos pedr$ea mil moderna* ajaa tan vmde ao er-


FflMciMi arnestr oo mudan ta Jetar pete*


-'-*-
/t-

Diario de Pera*

ASSEMBLEA GERAL
CAM\RA DOS DEPUTAOOS
Resposta falla do ihrono.
(Continuarlo).
Eu, pois, eotendo que esta emenda ao
voto de gracas inteiramente intil, mr-
mente depois das explicares que acabo de
dar. (Apoiados.)
Se. porm, ella traz latete urna questo
poltica, se envojve am voto de descon mea
e de hostilidads" ao gib nete, nesse se iiido
a cmara dos Ss. deputados decidir a
questio. (Apoiados)
Reproduzn-se nesta tribuna pelo orgSo do
nobre deputado a accu?ac3o de que o gabi-
nete foi precipitado, foi imprudente na apre-
sentacSo da prop)sta a qoe me tenho rrfe-
rido. O nobre de litado nao duvidoo mes-
mo dizer que o ministerio foi alm dos mais
impacientes nesta questio.
S. Exc. seniio logo que nio pisava em
terreno slido, porque procurou recordar-
nos o que occorrea o amo passado a res-
peito desta questio, mas f-lo de modo qoe
nao exprimi exactamente os Tactos.
Sennr.res, nesta cmara, representado do
paiz, manifestou-se a maior impaciencia para
que o governo tomasse iniciativa n9sta re-
forma, para que. manifestase o seu pen-a-
penlo. Entao ninguem disse que a reforma
devia ser iniciada pela cmara ou pelos la-
vradores e d5o pelo governo; foi levado
por esta mao festacio da cmara dos Srs.
deputados, que o gabinete, de que fazia
parte o nobre deputado e eu, que estav<
fra do paiz, achando-se S. Ex. frente da
maioria de ta casa, recoaheceu a necessida-
de de ceder ao que boje se caama impacien-
cia, mas que era apenas a apreciado exac-
ta do sentimeoto publico a respeito desta
materia.
O gabinete reconbeceu a necessidade de
concorrer pela soa parte para a nomeavo
de urna commissSo especia', que offereceu
um luminoso parecer. Porenlura, s;nho-
res, foi ento impruJente o gabinete assim
procedendo? Acaso o foi a cmara dosS.s.
deputidos em sua grande maioria, chaman-
do a si o exame deste assumpto, recebendo
o projecto de sna commiss3o especi 1 que
corre impresso ? Houve impaciencia e pre-
cipitado ? Passou-se adiante dos mais impa-
cientes ?
Julgou-se que nSo era chegada a oppor
lunidade e que devia a questio ficar adiada
para tempoi remotos, deveado-se procurar
informares aliund que esclarecessem o
espirito do legislador sobre a resoluto que
se conviaha tomar ?
Demaii, Sr. presidente, o gabinete tran-
sacto, interpellado no senado, que tambem
representado do paiz, que tambem sent
a influencia da opiniio publica (apoiados),
reconheceu a necessidade de declarar all
que este anno manifestara o seu pensamen-
to. E este compromisso o que importa, se-
nhores ?
Deixar a questo nicamente iniciativa
das cmaras, n3o formular urna proposta do
governo., ou pelo menos nao apresentar-se
o governo com o sen pensamento positivo
e definido sob qualquer forma que fosse ?
Nos entendemos, senhores, que em vez
de pedrmos que viesse discuss5o um pro-
jecto, ao qual baviamos de offerecer emen-
das importantes, era mais conveniente apre-
sentarmos completo o nosso pensamento, of-
ferecendo-o apreciarao da casa e do paiz.
(Apoiados.)
Exercemos um direito, que compete ao
poder executivo, e exercemo-lo com toda
a lealdade e cortezia para com a cmara
dos Srs. deputados. ( Apoiados.)
O Sr. Andrade Figueira : Com toda
a descortezia para a cmara.
O Sr. Visconde do Rio-Bhanco (presiden-
te do i'.onselho): Oade est a descorte-
zia ? Em poder executivo exercer o direi-
to de iniciativa.
O Sr. Andrade Figueira :Tambem a
Cmara tem o direito de iniciativa.
O Sr. Pereira da Silva :No estado ac-
tual a cmara nSo vale nada ; o governo
tudo.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselko):Pois o governo est inhi-
bido d.) direito de iniciativa ?!...
O Sn. Andrade Figueira :Tambem a
cmara n3o est inhibida de rejeitar a pro-
posta.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do consclho):A cmara pode rejei-
tar, emendar e approvar a proposta do go-
verno, decidindo a respeito della como jol-
gar em sua sabed >ria : mas o governo,
exercendo nm direito que loe d a consti-
tuido, nao pratica nenhum acto qae possa
nem de leve offender o melindre da cmara
dos Srs. deputados. Os il lustres deputados,
=r
'
FOLHETIM
0 FILHO DO CALCETA
POR
FIERRE ZACCOXE
IEfiUND.% PARTE
VI
A rasa de campo de Orandlleu.
(Continuarlo do n. 134.)
Ab I entSo tndo se explica... ouga
o qoe von dizer aterrador... mas nada
ha impossivel neste mnndo de mentira e
de infamia ; sopponba qae est viva essa
crianca.
Depois ?
Acna-se em poder de miseraveis,
qae depois de a terem roobado, possivel
qae a bajam perdido.
Tem razio.
Qae idade deve ter ?
Apenas dezesete annos.
Entre esses miseraveis ha am bomem
qae a ama.
Qae importa isso ?
Esse bomem ambicioso, sabe o se-
Sedo da criaaca, o3o ignora qae o senhor
e guarda religiosamente os seos doas
milhoe8... Mas sabe tambem que o se-
nhor conde rico, e esse bomem nio es-
perar peu soa morte para herdar a sua
riqueza.
Eolio como ha de elle irnnjar isso ?
Mata-lo-ha, senhor coode!
Ora I... De qae servia esse crime
escusado ?... E nlo v que era preciso
matar tambo* mta fimo ?
E^csftb e homens Ues se deterjo
ante a perspectiva de doas aisassinios i
Principia a inqujetar-me seriamente.
que t3o animados esto, onbecem qae este
assumpto deve ser tratado tom toda a re-
flexio sem nenbuma influencia do sentmen-
to poltico.
O filustre deputado, nosso correligionario
politco, deve, pois, fazer a jusliga de crer
que o gabioete n3o leve por firn pracar
oennam acto qae fosse offeosivo cmara
dos Srs. deputados. O Ilustre deputado
est, eu o sei, milito divergente nesta ma-
teria, mas isto n3o de certo motivo para
que diga que a iniciativa do poder executivo
umacto irregular, anmalo e offensivo, se
o3o da competencia, ao menos da digaidada
da cmara.
O gabinete transado nio ceden smente
press3o desta augusta cmara e do se
nado, ceden a essa torca invisvel, mais
poderos^ a da opiniio publica, porque os
delegados do governo as provincias, as
asambleas provinciae^qne sao independen-
tes do governo, as associacSss part'cuhres,
tudo em6m revelava bem claro o senlimento
publico, que dizia: E' tempo de iniciar
esta regeneracao p3ra o nosso piiz. (Qui-
tos e repelidos apoiados)
O nobre deputado nos declarou que nio
vio taes manifestices publicas, que nao vio
representares neste sentido; e eu direi
por miaba vez: at ao anno passado, at
poca bem recente, tembem o3o vi repre-
sentares, nem dos lavradores, nam das c-
maras monici^aes, .iern de parte algoma do
Imperio, quer de individuos, quer de cor-
porac5es, contra as i leas qae se manifesta-
vam no sentido di proposta do governo.
Nesta e na outra cmara projectos toram
a,'resaltados. Aqni, depois de um relato*
rio que faz honra commissio especial que
o escreveu (apoiados), iniciou-se um projec-
to de accordo com o pensamento da propos-
ta dj governo e ninguem representeu con-
tra elle, todos agoardavara a sua discuss3o
calma e reflectida, todos esperavam o re-
sultado da sabeJoria das duas cmaras.
Hojo apparecem representares em sen
lido ontrario : mas quem n3o v que ell.is
partem de apprebensoes exageradas ? (Apoi-
ados.) Quem nao sabe que os inimigos ra-
dicaos desta reforma naturalmente procuram
exagerar-lhe os defeitos ? (Apoiados e n3o
apoiados.) 0
Vozes:Nao esta a origem.
O Sr. Visconde doRioBranco (presiden-
te do cnnselho): Estas manifestares eu
as recebo de sangue-frio, e com prazer,
mas quizera qne tivessem apparecido antes,
porque assim que as qaestSes devem ser
apreciadas. (Apoiado3.) Foi o que sueco
deu em todos os paizes quando se tratou
desta reforma. (Apoiados).
Os nobres deputados, quando nos fallam
em medidas preparatorias, em estados,
parece que tratam de urna questo especial
do B-asil, que nao fosse tratada e resolvida
em outras naces ; pelo contrario, nos es-
tamos em condignas muito mais vantajosas,
porque temos a experiencia da Inglaterra e
da Franca, a tremenda HcSo dos Estados
Unidos, os fados de todas as outras naces,
que tambem re:eberam em seu organismo
o nocivo elemento da escravidao. (Maitos
apoiados.)
VozesE' verdade.
O Sr Perciba da Silva d am aparte.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho :Sr. presidente, os exem-
plos citados pelo meo nobre amigo, longe
de provarem os seus assertos, abonam a
prudencia com que tem procedido o gova/no
(Apoiados.)
Na Inglaterra, Sr. presidente, tratava-se
nao de urna emanciparlo lenta e gradual,
mas da emancipacio immediata e simulta-
nea ; para isso entendern, que eram indis-
pensaveis ss medidas preparatorias e ellas
comecaram nao em 1833, mas desde 1823
(apoiados), e o facto das colonias inglezas
prova anda contra o nobre deputado, em
relaco ao effeito qve taes medidas podem
prodozir.
O nobre deputado nos diz qoe qaestes
desti ordem, que affectam ti das as relaces
sociaes, que teem o maior alcance no. pre-
sente e futuro do paiz, na devem entrar
na iniciativa do executivo, preciso que ve-
nham das cmaras.
Sr. presi.iente, o proprio governo inglez,
citado pelo nobro deputado, reconheceu que
assim n3o podia ser; e na Inglaterra n3o
se entendeu nem era possivel que se enten-
desse que o governo nao tinha o direito de
iniciativa, ou que essa iniciativa n3o fosse
conveniente.
O Sr Andrade Figueira :Ninguem lhe
contesta o direito.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho):Mas o governo inglez o
que quera era que os agricultores de suas
colonias manifestassem o seu pensamento,
alleg?ndo quanto julgassem conveniente aos
seus interesses, para que a iniciativa do
*-

neo ^dnt /eir 15 de Jurtho de 1871
~ | J--- L -------1| "" ---

Era esse o meo intuito.
Oh I n5o por mim qae fallo, He-
lena ... A senhora est esta tarde sob ama
impresso desagradavel. Os romances agora
da moda, sao pelo qae se diz, muito hor-
riveis... E' cousa qae a senbora lea
n'algam delles... Ora vejamos, qoer que
fallemos de cousas mais alegres ?
A senbora de Slmier sorro amargamen-
te, e disse mais socegada :
NSo er no qoe Ibe digo ?
Se por forca teima, ao depois conti-
nuaremos esta conversado.
EntSo j ser talvez Vmoito tarde...
Amanh3a...
Amanhaa, senhor conde, amanh3a I
Mas nao... Nada mais direi; a sua insis-
tencia nao produzio o resaltado qoe eu es-
pera va, s me resta am recorso.
Qail ?
Dir-lb'o-hei em occasiio opportona.
Mas, quando ?
A baroneza ia responder ; mas oeste c-
menos sentio-se algura raido no palacio, e
i uvio-se a bulba de urna discasslo travada
no vestbulo.
Ouve ? perguntou Helena.
Algans criados qae esli questio*
nando, responden o conde.
Acbo extraordinario semelhanle be-
ralbo.
Von ver o qae .
E ea acompaabo-o.
O coode encaminhou-se para a porta, e
antes que l ebegasse, abrio-se ella, e appa-
receram doas criados.
Que isso ? Qae tenes t-pergan-
toa o coode.
Um dos criados designoa duas pessoas
qae o tinham seguido.
Eram am rapaz e orna molhsr: Gaetano
e Hortense.
Peco perdi ao sanhor coode, n-
poodeo o criado am poocoxinho confaso
governo fosse tomada com perfeito conbect-
ment de causa, e n3i dsse motivo nem
mesmo preteito a qoe se excitassem os in-
terresses qoe podem ser concillados nesta
questio.
Uma Voz :E' o qae ainda se nio toz
oeste paiz.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):Sr. presidente, se
acaso abrissernos ioqnerito pa;a ouviros
oossos propietarios agrcolas, os qoaes le
oho na mahr consideracio, elles nio nos po-
deriam dizer sobre esta materia seno
aqoillo. que sabem os nobres deputidos,
algans dos qoaes tambem sao fazendeiros,
e que estSo todos em contacto com os nos-
sos propietarios agrcolas; elles n3o nos
diriam senao o que disseram os agriculto-
res das Antilhas francezas e inglezas^ (A -
pojados e nio apoiados).
Abri esses relatnos e vos veris preve-
nidas todas quantas ideas estio sargindo en-
tre nos nestes momentos.
O Sr. Andrade Figueira : V. Exc. ni)
os conhece; os no-sos agricultores sao
muito generosos, nio sao como os das An-
tilhas.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho):O nobre deputado nio
leve o seu exclusivismo ao poni de sup-
por que ea nio conheco algans dos oossos
agricultores, e nao son amigo delles.
OSr Andrade Figueira.: Ent3o nio
ple compralos cornos das Antilhas.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) .Baile, o nobre depu-
tado que j visitei msitas fazendas, e que
conbeco e aprecio muitos dos nossos agri-
cultores.
O governo inglez, depois de consultar em-
bado a opn3o dos lavradores de suas co-
lonias, tomou uma iniciativa, e iniciativa pe-
rgosa sobre medidas preparatorias, que
toram as inslrucces de 183, essas a que
lambsm se referi o nobre depotado.
Nio venham, pois, trazernos os exem-
pos da Inglaterra para condemnar o proce-
dimento do gabinete brasileiro.
O nobre daput.do nos fez a historia des-
ta questio em Franca ena Inglaterra, mas o
que prova esta historia, que conhecida de
todos nos e que foi lio bem compendiada
pela nobre commissao especial desta cam -
ra ? O que prova que os temores exage-
rados, essa demasiada prudencia de alguns,
esse afferro aos hbitos, ao statuqtto, qo4
provocan) as soluces violentas.
A questio nio se resol ven de modo gra-
dual e lento, mas de chofre em Franca, e
na Inglaterra o plano de emancipado adop-
tado nio pode ser plenamente execatado,
porque, teodo se fixado o aprendizado de 6
annos para os districlos ruraes, o de 4 para
os districtos urbanos, essa differenca de
prazos precipitou os acontecimentos, e
torca foi antecipar a poca da emancipacio
geral.
Nos conbecemos a historia desta questio
nos Estados-Uoidos, conhecemos a relac-
tancia dos Estados do Sul e sabemos qoaes
toram as consequencias de se nio procurar
em tempo a solucao qae poda conciliar os
interesses dos propietarios com os de toda
a sociedade.
Tenho ouvido, Sr. presidente, moitas ve-
zes que nestas q ues toes o governo qne
est frente dos negocios pblicos, que ^
o centro de toda a vida olicial, quem deve
xolber os dados, formar sua opiniio, en-
cja-la perante as cmaras ; qoe nio se deve
esperar qae as soloejosr partalffd'haixoTe
sim que venham de cima. (Apoiados), En-
tretanto nos somos censurados, nao de iner-
cia, nio de indifferenca ou de taita de estu-
dos em uma questio de tanta magnitude,
pela qual desde 1867 se espera ama sola-
cio, mas porque o poder executivo offere-
ceu orna proposta cmara dos Srs. depu-
tados e a sujeitou ao sen livre exame e a
todas as correcces qae possa merecer de
sua sabedoria.
Sr. presidente, se qaem assim procede
irredectido, e vai alm dos"mais impacien-
tes, en sajeito-me censura e appello do
nobre deputado para a opiniio de toda a
cmara e para a opiniio do paiz. (Apoiados,
muito bem).
(Ha um aparte).
A opiniio publica est assaz pronunciada
nesta materia, ella manifesta-se pelo que te-
nho ponderado cmara; mas quero ex-
hibir uma outra opiniao insuspeita, a opiniio
de um dos Ilustres oradores, que vejo ins-
criptos contra o voto de gracas : von invo-
car a opiniio do nobre deputado pela pro-
vincia de Minas-Geraes, o Sr. Dr. Perdigio
Malheiro.
Em um dos seus interessantes livros so-
bre a escravidao no Brasil e a necessidade
de quinto antes resolverse sobre a soa ex-
tincg'ao gradoal, o nobre depntado pela pro-
vincia de Minas-Geraes, recordando a falla
por encontrar sea amo onde s esperava
achar a Sra. de Simier, mas estio aqu
duas pessoas que teimam em querer fallar
Sra. Joanna.
A Joanna I disse Helena.
A mim i disse por traz della a esposa
de Raymondo.
Joanna ouvira o raido. Na situaejo de
espirito em qoe esta va, amedrontra-se.. e
correr para junto da baroneza.
mim! repeli ella anda. Entio
qoe me qaerem ?
Entreunto, ji Hortense e Gaetano tinham
entrado na sala.
O coode, mal qae vio o moco, entendeu
logo qoe nio era neohom aventoreiro, e
convidoa-o i qae eatrassa.
Nio obstante, era evidentemente Hor-
tense a encarregada de tomar a pilavra, e
Gaetano arredra se modestamente para am
lado.
Por alguns oslantes, houve profundo si-
lencio na sala.
Hortense passeiava o incerto olbar por
todo o qae a cercava, e depois de o filar
na baroneza e no conde, veio descahir com
elle em Joanna.
B' senhora D. Joanna qoe fallo ?
perguntou afinal, com a voz lenta e como
se qnizesse dar valor especial cada orna
das palavras.
Sim, miaba senhora, respoodeu
Joanna.
E' a senhora a sobrioha do Sr. Ro-
bn ?
Exacto.
A esposa do Si*. Dr. Raymando ?
Joanna juntou as mios sobre o peito.
Meo Deas I balbacioa ella j qaasi
sem torcas, de Raymando qae me Tem
fallar ?
E* delle, sim, mioba senbora.
Vio-o ?
Ha odi bora.
do tbrono de 1867 e notando qae a cmara
d'js depotados e do senado, em suas res-
postas, tinham adherido ao pensamento do
tnrooo, sobre este assumpto, contina nes-
tes termos :
Essa fermentacio dos espiraos, esse
prononcJamento da opiniio pela imprensa,
as cmaras legislativas, no governo, pro-
vam evidentemente uma necessidade a sa-
tisfazer, um grande mal que insta pelo re-
medio. Felizmente, e gracas ao Omnipo-
tente, o governo e o Imperador estio ac
tualmente testa da cruzada. E nos, mui-
to pequeos em nossa humilde individuali-
dade, apenas diremos: Coragem, avante,
que todos os bons braseiros vos seguiro;
perseveran^ e prudencia.
Els, senhores, a pressio a que os mem
bros do actual gabinete cederam, a pres-
sio descrhr.a, nos termos que acabo de
Ir, pelo oobre deputado por Minas-Geraes;
e eu nio posso deixar da acceitar contente
e satisfeito o sea conseibo (riso): avante,
coragem, prudencia e perseveraba 1 (Muito
bem).
O Sr, Andrade Figueira :E' um livro
de doutrina mais prudente d9 que a pro-
posta do goveroo.
(Ha outros apartes).
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho:Sr. presidente, com
sorpreza ouvi ao nob e deputado pala pro-
vincia do Rio de Janeiro, que elle aparta va
se de mino, com ddr porque eu me encami-
nhaya para as regioes do desconbecido'....
Mas quaes sio essas regioes ignotas para
que estou caminhando, e qual o norte co-
nbecido pira onde segu o nobrj deputado
e que me nio indicou, pois que provavel-
mente teria de acorapaobalof
O nobre deputado nesta parte referise
proposia do governo; mas, senhores,
possivel que entremos j na discussio da
proposta do governo ? NSo bastar dizer
que essa proposia o effeito do trabalho da
Ilustre commissSo especial desta cmara ?
Nio bastar dizer que tem os votos respei-
taveis de uma das primeiras corporaces
do estado, o voto da maioria do conselho
de estado ?
O Sr. Andrade Figueira : Onde foi
muito combatida.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conseibo):E aonde j se vio uma
reforma desta natureza ou qualquer outra
que nio tivesse opposicio ?
Nos, senhores, camiobariamos para o
desjonhecido, seriam s verdaderamente
loucos, se preteodessemos uoanimidade
nesta materia. Nem em outras a espera-
mos quanto mais em ama reforma social
como a de que se trata I
O nobre deputado aecusando-me, ou ad-
vertindo-me de qoe eu segua uma rota pe-
rigosa, nio nos disse para onde devenios
caminhar. Qual 6 a vossa solocio? E'
prefer vel pro posta do governo? Apre-
seutaia, examinemo-U, discutamo-la.
O Sr. Pereira da Sh,VA :Ha projecto
substitutivo da proposta.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo):O nobre diputado
pelo Ro de Janeiro annnncia-me um pro-
jecto sobslitutivo ; portaoto, senhores, de-
rao nos os parabens ; a questao est estu-
dada, est mais que estudada, ji ba um pro-
jecto feito! (Muitng apoiados; hlaridade).
O Sr. Cruz Machado :Isto am movi-
mento oratorio.
(Ha outros apartes).
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):Permiiti-me, sinho-
res, tambem qae, como amigo, eu tenha
esta expaosio de franqueza, e volte agora
contra vos a aecusacio de imprudentes, de
impacientes : j tiobeis dous projectos, e
formastes um terceiro ; portanto, andis
muito apressados... (Repetidos apoiados
muito bem!)
O Sr. Pereira da Silva :VOS
medidas directas, nos nio.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):O nobre deputado
nio tome a mal as minhas palavras ; o no-
bre deputado anouncia-mo um projecto: o
que devo en concluir ? Qae a materia est
estudada e decidida.
O Sr. Pereira da Silva :V. Exc. nao
sabe ainda o objecto do projecto, nem quaes
os principios nelle estabelecidos.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo): Ha projeeto, e. pois,
os nobres deputados, com a solicitude que
mostrara neste importante negocio, como as
suas elucubrares a respeito desta reforma,
nio fazem senao justificar tambem a nossa
solicitude.
Se o gabinete foi imprudente em consi-
derar maduramente este assumpto, em
apresentar quanto antes as suas ideas s
cmaras, para que quanto antes passem
pelo cadinho do exame e debate do parla-
mento, os nobres deputados tambem estio
estudando com empando e solicitude a ma-
teria, e desta solicitude e empenho commum
nio pode sabir o de&accordo que ouvi an-
nuncar. (Apoiados).
E mesmo impossivel que os nobres do-
potados nio conbecam que esta idea da-
quellas qae nio podem deixar de triumpbar.
(Apoiados, mu to bem, muito bem). A ques-
to resolver o problema do melhor modo;
quanto ao Ora que nos propomos este
um triumpbo que a nossa civilisacSo j tem
adquirido. (Muito bem I)
Sr. presidente, j sulDcientemente me te-
nho manifestado ; e, como ha pouco fiz
uma citacio, e nio ba muitos das que ni
sen ido se invocou tambem contra o gabine-
te a opiniio de um de nossos mais bellos
queris
E vive, nio verdade, vive Ah I
por piedade, responda, responda !
Vive conflrraou Hortense.
Joanna soltoa am grito, e precipitou-se
tora de si para Hortense, que abracou, e
enebeu de beijos e lagrimas.
Oh I obrigado, obrigado, minha se-
nhora, disse ella desatando aos solutos;
quero v lo, quero fallar-lhe. Qae me im-
porta o passado-.. nao me quero lembrar
de mais nada... Ah I desde muito tem-
po qae o mea corado Ibe perdooo, e ama-
nbia minha senhora, amanhaa estarei junto
delle.
Joanna encarou em Hortense, e notou a
expressio do sea semblante.
Qae isso ? disse ella com nm estro-
mecimento involuntario.
E' qae a senhora nio comprehende
o motivo da minha vinda I respoodea a
rapariga.
Nio vem entio da parte de Raymando?
Raymondo ignora qae ea aqai es-
teja.
Mas a senbora dizia...
Eu dizia qae o tinha visto; mas se
elle previsse que ea viria aqui, talvez m'o
houvesse prohibido... '
Eolio porque motivo o desampa-
roa ?
Ha vi a no tom em qae esta phrase era
pronunciada, como qoe ans vestigios de
reprebensao mal dissimulada, que oQenden
a costureira no sentimeoto de amor pro-
prio, qae ella presava mais qae todo.
Rebrilbaram-lhe os olbos de indignada,
e respoodea com a voz om pouco secca:
=- Para o desamparar, aproveitei a oc-
casiio ea qoe o delirio abrandira.
0 delirio ? repetio Joanna approxi-
mandse.
De certo.
Est entio dotte ?
Ainda nao Ib'o diste ?
tilentos, opiniao que, alias nio creio seja
ultima palavra do Sr. conselheiro Jos Bo-
nifacio de Andrada e Silva, von concluir
lendo o pensamento que desde tonga data,
desde 1823, a respeito destes assumptos,
expressou o patriarcha da nossa indepen-
dencia, o grande Jos Bonifacio de Andrada
e Silva :
Generosos cidados do Brasil, que
amis a vossa patria, sabei que sem a abo-
licao total do infame trafico da escravatura
africana, e sem a emancipacio successiva
dos actuaes captivos, ounca o Brasil firmar
a sua independencia nacional, e segurar c
defender a sua liberal constituiejo ; nunca
aperfeicoarl as racas existentes e nunca for-
mar, como imperiosamente o deve, um
exercito brioso e uma marinba floresceote.
Sem liberdade individual o3o pode haver
civi!isac3o, nem solida riqueza ; n3o pode
haver morali lade e juslica; e sem estas fi-
lhas do co n3o ha nem pode haver brio,
torca e poder entre as nacoes.
(Muitos apoiados, applausos ; o orador
cumpriraentado por muitos Srs. depu-
tados).
O SR. RODRIGO SILVA: Sr. presiden
te. vista das palavras que acabou de pro-
nunciar o Ilustrado Sr. presidente do conse-
lho, creio que n5o possivel continuar a dis-
cuss3o. (Apoiados.)
O ministerio nao pode ficar sob a pressao
de um addiamenlo, depois de ter declarado
questo de gibinete a votaco sobre a emen-
da apresentada ; eu, pois, desisto da pala-
vra, para que desde j fiquem bem defini-
das as nossas posices, e recaa sobre
aquelles que provocaran] a scisao no parti-
do conservador toda a responsabilidade des
ta triste situagao (muitos apoiados). O meu
voto em separado na questo do elemeato
servil i dica claramente qual ha de ser a
minha pusico nesti casa. (Moito bem.)
OSR. SOUZA RES disse que vinba justi-
ficar o voto que tinha de dar na presente
questo ; fa-lobia em poucas palavras, cin-
gindo-se inteiramente ao ponto sobre que se
debate o tpico do voto de gracas sobre a
emaacipacio do elemento servil.
Na opiniio do nobre autor da emenda, o
peosameDto all manifestado fazer-se essa
emancipacSo conforme a proposta do poder
executivo ; na opiniao, porm, do nobre pre-
sidente do conselho, nao se deve inferir isso
do voto de gracas, cabendo a esta augusta
cmara resolver como entender a esse res
peito quando se discutir essa proposta.
Demonstrado, como foi, pelos nobres de-
putados que sustentaram a emenda, que o
tpico alludido do voto de gracas exprime
a adopcio da proposta do poder executivo,
visto como nelle i Ilustra commissao pres-
ta adheso ao pensamento da falla do throno
sobre o assumpto, tendo conbecimento j
dessa proposta, nao pode o orador compre-
bende! como o nobre presidente do conse-
lho quer convancer a cmara do coatrario ;
o conseguintemente nao poderia acceitar a
sua declaracao, seno como uma rectificaejo
que porventora queira fazer ao voto de gra-
Cas, sendo por isso cabivel a emenda.
Assim, pois, desejando sinceramente a
emancipacio do elemento servil, mas n3o
pelos meios que o governo prope ; peosan
do que se devem adoptar a esse respeito
medidas reflectidas e que tendam a realizar
essa idea lentamente e sem os perigos que
a proposta do governo faz receiar para a
idea ou para os proprietarios: entende que
sacrificara o seu pensamento votando pelo
voto de gracas tal qual se acba red'gido, por
que ficaria comprometido em favor das ideas
capitaes da proposta.
Fallando, pois com. a franqueza propria
do seu carcter e com a lealdade que deve
ao governo e ao seu partido, pede lic-nca
ao nobre presidente do conselho para dizer-
Ibe que, nio obstante a sua declaracao ou
explicarlo, vola pela emenda, definindo
assim a sua posicio.
Vozes : Muito' bem..
OSR. JUNQUEIRA (Attencio):- Tam-
bem como o honrado deputado pelo Rio de
Janeiro, que iniciou este debate, eu venho
Talvez em pergo de morte.. .
Oh socegue, minha senhora... Indo
amanhaa de manliaa, tem ainda alguma pro-
babdidade de o encontrar vivo.
A pbrase era cruel, mas Hortense eslava
zangada por ver mal apreciado o sea zelo
Hortense era ama excellente rapariga,
am bello coracio. Tinha, porm, suas
susceptibilidades, que ningnem deveria
atacar.
Mas, apenas tinha soltado aquellas pala
vras, ficou arrependida de as ter profe
rido.
Era j tarde.
Joanna estava lvida ; confrango-se lhe
o coracio dolorosamente. Ajoelbou-se
para nao cahir no meio do chio ; e, depois,
reunindo todas as suas torcas n'um supre-
mo e enrgico esforco, correo ao quarto,
poz am veo pela cabeca, am challe pelos
hombros, e vollou n'um instante ao p de
Hortense, qae segua, inquieta, todos os
febris movimentos da triste esposa de Ray-
mando.
Minha senhora, disse ella eolio, nio
sei o que lhe eu dira ainda agora qae po-
desse offende-la.. Nio sei da crianca...
perde, nio me queira mal por isso, e d-
me o seu braco para me levar ao p de
Raymondo.
Qoer entio vir ? disse Hortense, qne
nio era capaz de estar zangada muito
tempo.
O mea lagar ao p de mea ma-
ndo.
Contina a ama lo ?
Ab I... vamos depressa, vaoios de-
pressa para Ibe ea dizer qae naoca deixei
de o amar 1
Desta ver foi a costureira qoe abracou
Joanna.
Bem I moito bem I disse ella n'um
impato de louca alegra. Se aoobesse co-
mo vai torna-lo venturoso I
a esta (rlboaa com certa timidez provenien-
te da importancia e da grandeza do assump-
to qae boje nosoccapa; mas tambem, como
elle, declaro a esta augusta cmara qae nan-
ea tive coavccio lio profunda por orna idea
como por aquella qae agora nos agita, e
qae insta por ama solacio prudente, huma-
nitaria e traoqaillisadora.
Como relator da commissao de resposta
falla do throno, corre-me a obrigacio de
justifica-la, principalmente nos tpicos que
tem sido o objecto do debate boje levantado
neste recinto.
u assevero aos honrados deputados qae
commissio de resposta falla do tbrono,
escrevendo os tpicos que tem sido o objec-
to do debate, nio quiz manifestar uma opi-
niio previa acerca da proposta do governo ;
e os 11 lustres deputados devem reconbecer
que o humilde orador qoe agora oceupa a
attencio da casa j tem a soa opioiao con-
signada no parecer da commissio especial
do anno passado, eaio pode por consequen-
cia renegar o tiabalho para o qual tove a
honra de collaborar.
Quem ler com animo detprevenido o t-
pico qae tem sido o objecto do debate, ba
de roconhecer que qualquer aspiracio gene-
rosa e civilisadora, nm horizonte de espe-
ranca, por mais longinquo que ella seja,
pude encontrar cabimento as palavras que
a commissSo esireveu neste tpico
Se os honrados deputados qaerem qae
se faca alguma cousa em rolacio ao estado
servil, se por detrs do debate boje apresen-
lado nio se ergue alguma questio poltica,
se o veo pode ser levantado sem que veja-
mos outra cousa mais do que aqoillo que
j est nossa vista, eu entio d.rei qae os
nobres deputados nio tem a mnima razio,
porque as suas opines mais oo menos adian-
tadas tem cabimento neste tpico. E' um
navio em que podem embarcar todos os
viajantes que se propdem ebegar ao porto
desojado : cabem lodas as aspirares, todas
as opinies.
Mas, se os Ilustres deputados que se op-
poem a este t pico do voto de gracas, tem
manifestado boje aqui as suas aspirares
para a regenerado totora do elemento ser-
vil, eutio bio de concordar comigo que as
suas duvdas sio mal cabidas, principal-
mente depois da interpretado dada pelo
nobre presidente do conselho, interpretarlo
que est inteiramente de accordo com a que
eu e meus collegas de commissio damos ao
nosso trabalho.
O anno passado foi aqui eleita urna com-
missio especial, e o requerimento qae a
precedea dizia que a commissao deveria
apresentar om trabalbo que respettaodo a
propriedade actual, pudesse comtudo resol-
ver a questao do elemento servil.
Ji veem, pois, os illastres deputados que
a questio que se tem levantado, da nsergao
das palavras actual propnedade servil
nio tem procedencia, nem fundamento plan-
sivel, pois qoe essas mesmas palavras toram
adoptadas por esta cmara quando elegeu
a commissio.
Senhores, eu nio comprebendo como os
Ilustres deputados qnerem fazer urna re-
criminacio ao gabioete quando dizem que
elle que quer elevar essa questao ao grao
de qoestio poltica. Os illastres depata-
dos, apreseniando orna emenda, que im-
porta am voto de desconfianca, que col-
locaram a questio no perigoso terreno da
poltica. A falla do tbrono, tratando de
semelhanle objecto, ci faz mais do qae
prestar bomenagem ao systema estabeleci-
do de tonga data, de commemorar se nes-
te documento todos aquelles assumptos
que sio dignos da attencio do legislador,
mas Dio quiz de maneira nenhuma impri*
mir-lhe o carcter e o cunti de questio
poltica.
Assim, pois, se qnerem abrir orna scisao
no partido conservador, toda a responsabi-
lidade deste (acto compete aos Ilustres de-
putados (apoiados e nio apoiados), porque
sao elles que, pezar das declarares do
nobre presidente do conselho; provocio
essa divergencia, e qnerem que a sua
emenda seja sujeila votacio.
Se os Ilustres deputados entendem que
alguma cousa se deve fazer neste sentido,
no sentido da emancipacio lenta e gradoal
do elemento servil, como qnerem fechar,
como querem trancar todas as portas?
Nos temos dous caminbos, dons prticos a
transpor: n'um est o presente engaoso e
o futuro prenhe de perigos; nelle se I? o
tremendo mote do Dante : Lasciate ogni
esperansa wi qui ntrate; n'outro existe o
camiobo diuicil a principio, mas depois lar-
go e desempedido ; existe a regenerarlo
das gerac5es, que tambem devem ser con-
duzidas ao seio da civilisacio.
(Cotinuar+u-ka.
Com tanto que viva ainda, santo
Deas 1
Hortense sorro por entre as lagrimas.
Ab I Olhe, quer que lhe ea ensine i
melhor maneira de o chamar vida ?
Diga, diga.
Abrace-o como ainda agora me abra
Coa, e jur^ lhe que nio querer morrer.
Cinco minutos depois, Hortense e Joanna,
a baroneza e Gaetano, sahiram do palacio
de Grandlieu encamrahando-se para a vi-
venda de Raymondo.
A baroneza tinha querido acompanhar os
3ue iam visitar o Dr. Raymando ; o estado
e Joanna inspirava-lbe am terno interesse,
receiava qae a abalassem de mais tantas
commocoes violentas, e quera estar ao
p della para a amparar e dar-lhe consolo,
se preciso fosse.
O conde de Grandliea tinha revelado o
desejo de acompanhar a baronesa ; mas o
conde tinha de se levantar moito cedo, e
a Sra. de Simier recosan a coapanbia.
S aceitn o offerecimento qae o conde
lhe fez de levar comsigo dous criados do
palacio, coja missio era velar com Caetano
pelas tres mutheres.
O ranchioho avancoo por algam tempo
a travs da planicie para chegar ao bosque,
sem qae dissesse ama palavra.
Cada qual ia diversamente impressiona-
do, e todos tinham am s desejo, ebegar
quanto antes morada do doctor.
Joanna encostava-se ao braco de Horten-
se, a Sra. de Simier tonino 4% Cattaoo.
Hortense prodigaliaava Joanna toda a
casta de atiendes ; diminua o paseo quan-
do o terreno era mais desigual ; eomr^nba-
Ihe e coaile sobre os hombros qoe. o vento
deitava para tras ; animava-a e 'mparava-a
quando ella pareca mais fra TYP- DO DIARIO-RA bo DTJQUI DI (UlhU
i




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ERTTTS279_3HP6CJ INGEST_TIME 2013-09-14T02:24:56Z PACKAGE AA00011611_12411
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES