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Diario de Pernambuco ( Wednesday, June 14, 1871 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12410

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, June 14, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12410

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12410

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, June 14, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12410

Full Text
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V
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ANND XLVII. NUMERO 134

?AHA 1 CAPITAL E LUGAft* OVDS IAG SE PACA POBTE.
::::*::::::::::
ASA >_
Por iras meses adiantados
Por Mis ditos dem .
Por un auno idem.. .
Cada BOMro miso .



6*000
12)1000
244000
no

DIARIO DE


QUARTA FEIRA 14 DE JUNHO DE 1871.

PA1A DIITBO E FO&A DA PEOVIICIA.

Por tres mezes adianUdos
Por seis ditos idea. .
Por nova ditos idem .
Por all son idem


W7I0
131600
20*250
27*000
m

Propriedade de^Manoel Figwira de Fara & FiHios.
A*
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;FeIippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyaona; Francino Tavarea da Costa, em

PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Discurso 4o r. Dr. F. L. de
Ciusaai i.obo. na sessSo de
8.9 de abril, sobre & questao
Wornay.
O Sr. Gusmao Lobo (l secretario) :Sr. pres-
dante, a assembla sabe que um appello honroso
do hnralo representante do 3 districto me indu-
cirla, ma j grado, bom grado m m, t tiur parte
QMie longo debate si me nao trouxessem tribu-
na motivo) de ontra ordem, e mais imperioso que
todos o dever a que nao posso desobrigar-me de
fater sabidas ai ratos* de meu voto eui qoestio
de tamaabo vulto, tio mal apreciada, lio pouco
ludada, la) diversamente e tio cruelmeo.e com-
snuda.
Deve mt, e ser a minha primeira palavra, um
vino de reeonheeimeoio ao nobre deputado que,
ajenando merecimenios que me fallecen) (nao
apoiados), dirigio-me graeoso convite entre ex-
presso es generosamente lisongeiras.
O Sk. Cunha e Pir.UEatDO : Muito mereci-
das.
Qf Sr. Gusmao Lobo : Por mais e melbor que
esteja o assumpto explorado, gria-me a conscen-
ca que nao dero ler-me em silencio quando se
agita questio de subida imporlaocia, que eovolve
graves ioteresses da provincia. Ha discussoss em
que todas as responsabilidades devem Mear clara-
mente dattnidas. E' da applicag > de urna res-
psiiavel verba que se trata ; e a provincia ten: o
direito de interrogar com soberana exigencia
que motivos determinaran) o emprego de urna
part eda fortuna pblica sob o titulo, sempre la
raentavel, de urna ndemnisagio. Ella quer sbe-
lo, e deve sabe-lo.
Atada que isto nio fura, serian o respeito e
amitade que consagro ae nobre deputado pelo 3*
districto razos mais que valiosas para trazer-me
a tribuna. _
Tal e ti) profunda a conviccao que trago ;
taes Ao numeromj os elemenentos que m'a inspi-
raran), qu alo"e de nenhum modo impossivel
que os nosso votos. Unta vez em amistoso ac
cordo, possam anda coogragarse nesta questio
que o nobre deputado leve o msrito do elevar
altura em que a temos visto collocada.
E ao honrado deputado que cabem as honras
(testa discussio como Iba cabe toda a responsa-
bilidad da oppwico que tem merecido o pro-
jeeto.
OS. Cusma e Figusirsdo :A responsibili Ja-
de, aceito-a.
O Sr. Gusmao Lobo : Foi o njbre represen-
tante do 3a districto que, para usar de sua pro
pria pnrase, levaatou a antiphona, que devia ser
o preambular de e-tirados psalmos. Accoramo Jan-
eo-me um tanto este est y lo, lembro que, si a
antiphona compete no offleio divino dignidade
que (em a direcejo do coro e o a enlonacio do
canto, foi com razio que se turibulo o nobre de-
pillado este grave papel. Os tidflrados oradores
que o sueeederam na tribuna impugnar o pro-
jacto, nao flzeram com effeito sena) psalmodeiar.
E nio destoaram no canto.
Isto denuncia um real merecimeato do nobre
deputado, um merecimento ineontesiavel. Veio
delle a palavra de ordem, como foi seas esfor-
qos, por suas reiteradas instancias, que em boa
hora se resol ven a publicaejh dos numerosos do
cumentos offl.'iaes referentes questao, tio pouco
conhecidos e explanados ate entao. Foi devido ao
seu zelo estremecido, aos seus nobres escrpulos,
que ae abri sobre tio grave materia um debate
que ter como excellente resollado fater conheci-
do a loaga historia de um djs mais importantes
contratos celebrados na provincia.
O Sr. Cu.nha e FicuEmEDO : l" demasiada
bondade de V. Exc.
O Sr. Gusmao Lobo :Por isto mesmo ao no
bre deputado que, as mais das vezes, hei de tonnr
como o responsavel por esta dlscus-ao.
Folgo que aceite inteira a responsabilidade.
Nao pequea a de transviar os espirito- menos
informados em quesli) que se associain tio di-
versos e tio profundos interesses, que se preu -
dem dilTerenles solugSes, que varias administra-
ooes trouxeram o seu juizo e as suas vistas
(apoiados);
Conheee-se hoje particularisadamente, Sr, pre-
sidente, a longa historia do celebre contrato que
com o nome de contrat) Mornay, tem suscita-
do tio injustos eraalignos eommennrios. Des-
proveitoso, e mais que isto, prejudicialissimo
provincia pelas funestas conaequeocias que
delle provieram, o fallado contrato de que re-
cebemos os tristes despojos pode abrir espado
aos mais descabidos e temerarios juizos. Espiri
tos mal informados, poderam dar curso proles
tos de fatal tonondade, envolvendo as malhas de
injusta aecusagio todos quantos intervieram em
nome da provinjia nessa extensa serie de ques-
tosa e difJBsuldades levantadas proposito desse
contrato.
Para honra de todos, Sr. presidente, abre-se de-
peis de annos urna discussio ampia que obrga ao
exame detido dos variados incidentes da questao-
Mornay, E este para mim todo o alcance desie
debate ; fazer conheeid) em suas particularida-
des o que se o era da poneos.
Por mim confesso que, deplorando intimamente
0 aeguimento desse importante contrato, caja rea-
lisagao se me aflgurou, desde o primeiro acto tro-
cado entre o governo da provincia e E. da Mor-
nay, todo um programma de lisongeiros resulta-
das ; eslava muito longo de poder julgar que cau-
sas se haviam opposto essa tio desejaa execu-
t;o. O lalo camioho que esse contrato ten aira-
vessado ; os numerosos incidentes que i elle se
prendera ; e a fatal inexecuc.io como o triste, mas
mevitavel resultado d) contrato, trazem ainds o
eseirito publico em doloreaa incerteza.
A verdade e, Sr. presidente, a pungente verdad*
que, frusladas as mais louvaveis tentativas, re-
conhecida e decretada a inexeeucio do contrato,
se aos pede em nome de veriadeiro direito ad-
quirido o pagamento de urna dupla indemnisacio.
Tal a ultima palavra desse fatal contrato : urna
iaieatnisacao de importante valor em troca de al-
gias nudos mperfeitoj, incompletos, inacabados
(asolados numerosos).
HE tato, leabores, quando as grandes neeessida-
ees da provincia, necesidades de tola a ordem,
tio solicitando o mais discreto emprego da re-
mju E isto quando a renda decresce, e ni) se
rMe prever si as causas dessa decadencia podara
ser removidas ti) de prompto, e vigorosamente,
que as possaaos dizer transitorias (muito bem).
Mas ha algama coosa que deve ser posta cima
ae toda coasieeraeia; a boa fe publics, o bem
1 rosado creditewla provincia, a dignidade do go
verao que a representa (apoiados).
Qaai , portanto, esta severa neeessidade que
oes sentidlo j t venc velaren le obrigados ? Que ra-
aoei i. motvam f
provincia tem o insonlestavel direit) de Bear
Htsasmnats assegurada de que nio malbartalos
ai bou preciosas rendas I Ella quer todos o res
poasaveis i dsseoberto. Bila e^aer conhecer a
parte cosa que eada ora contribuio para a lamenta-
vel solacio, que exigencias de direito* adqoiridoj
nos impoem IrremediavelmeDle (apoiados).
Em 1806, aeahores aos geaeroso peasanjien^
anal era a o i* abrir urna extensa ;,a, e vas
iteida
las wn-
uuaier o unr urna extensa eds fl<
h comraosicacio, pft-de tradnaMe em am I
i)fVtaeis,iws.H0. Causas *heejta
tribuiam competencia para aggravar esta verda-
deira preoeeopacio dos espiriten, qoe nao eram de
nenaam modo victima i de um erre.
O precos subidissimos i que poderam altiogir
os prodaeios da pequea e grande lavoora, asse-
guravam s rendas prospero desenvolvitnento. A
devastadoragoerra civil que, de 1861 1855, allli-
gira a Uniio-Amerieana ; essa Iota titnica que
poz em armas roilbes de homens e suapeudeu
bruscamente todas at fentes de produccaoque fa-
zem o orgulho e a riqueza da grande repblica ;
trouxera como natural consequencia a alta, al eo-
lio anda nio vista, dos precia de nm dos nossos
principaes productos.
A grande lavoura da provincia pareca libertada
para sempre da competencia esmagadora que boje
tristemente sopporta. O algodio cobnra os nossos
eampos ; orna verdadeira rena: cenca agrcola pa-
reca sorrir-nos (muito bem).
Todos os teatamens s aflguraram entao possi-
veis. E sobre todos, paira va o peasamenlo de
cortar e entrecortar a provincia por om systema
de fcil e prompia circolscao que pozesse o prd-
duelo a porta do consumido-
A lei n. 6i9, qoe devia ter lio triste celebrida-
de, nasceu de*ta patritica preoecupa^io. Foi por
ella, e em virtude del la que o contratoMornay
pode ser celebrado.
Presidia os deslinos da provincia om nobre e
insu-peito carcter, o Sr. Dr. Manoel Clementino
Carneiro da Cuaba. Mantido em urna posigao de
confhnc por ama escola poltica de que era ad-
versario, qoiz dar a sua administrarlo, qne nio
devia ser doradonra, urna feicio caracterstica.
Nobreraeate ambicioso de associar o seu nome,
j vantajosamente condecido, a om importante
mel hora ment, nio permiltio que, entre a lei n.
6i9 e o mais notavel contrato qoe dara o:ca-
siao, medeasse o terapo necessario ao estado re-
flectide das condicoes com que esse contrato devia
ser celebrado. Dentro de dous mezes, o contrato
Mornay razia lei em e as partes contratantes. Es-
lava escripia a primeira pagina de sua historia.
O Sr. Pedro Affonso :E procedeu muito re-
gularment*, fazendo-o.
O Sr. Gusho Lobo :Aeompanho nesta parte
aos distinctos oradores que me precedern), fazen-
do juslica aos elevados intuitos do vicepresidente
de 1866 (apoiados).
Foi o seu amor provincia, o louvavel desejo
de Ihe prestar o mais relevante servico, que o le-
varan) aceitar com alvoroco as bases do contra-
to. Quam suspeitaria entao que nesse acto eram
comprometidos os interesses da provincia ?
Mas assumpto este em que tenho o proposito
feito de me nio demorar. Fallecem-rae, por nm
lado, habilitares cora que possa julgar do mrito
desse contrato e das modiicacois que se Ihe se-
guirn) ; e fallece-me, por ootro, o desejo de dar-
me a um estudo, hoje em dia inleiramente despro-
veitoso, sem alcance para a nossa questao como
sem aleanee para os interesses da provincia.
Imprtanos pouco que i Mornay se concedes-
sera os mais largos favores. Como quer que ae
deva Julgar das cases e condicoes do contrato, a
triste realidade que o c trato tem orna existen-
cia legal para crear direitos e obrigacSes (apoia-
dos).
Nenhum motivo menos confessavel andou en-
vollo nesse contrato, lo mal julgado, mas tio
pouco conhecido (muito bam). Os que se propdem
ahi a julgar com paixo dos variados incidentes
que ao contrato Mornay se prenden), deviam co-
nbece-lo antes de tudo. E decididamente nao o co-
nhecem.
Nio outra a razi) pela qual temos visto qoe
a questio est perfeitamente deslocada (apoiados).
Cumpre repo-la em seu verdadeiro terreno, no
terreno strictamente jurdico.
O Sr. Pedro Affonso :Colloque-a o nobre de-
putado.
O Sr. Gcsmao Lobo -.Este vai ser todo o meu
esforeo
A discassio tem sido transviada em pura per-
da. Nio temos que julgar o contrato ; nao de
o approvar que se trata. (Apoiados).
O de que se trata, ontro nio o nosso assump-
to, de saber si a rescisao foi om acto legal para
produzr todos os seus consectarios jurdicos..
Si o , nio ha nenhuma questio. O contrato
Mornay est rescindido por om acto regular do
poder competente (apoiados e nao apoiados). A
rescisio resultou manifestamenta do exercicio de
urna faculdade reservadaao governo por urna das
clausulas do contrato.
Um Sr. Deputado :Bi-ta lr essa clausula do
contrato.
O Sr. Gsmo Lobo :Estabaleco, eo, a qoes-
tao Foi a rescisao om acto legal ? Depende este
acto da appro vacio da assembla 1
(Trocan) se apartes).
O Sr. Gusmao Lobo :Quero guardar ama or-
dem severa na argumentarlo. Permiltam-me, isto
ao menos, que formule as quesioes qoeo assamp-
to envolve. De oatro modo, a discussio ser im-
possivel.
O que se pede assembla, a decrelacio de
crdito para o pagamento de orna dupla indemni-
sacio Edoarde Mornay por forca da rescisio do
contrato que celebrara em 1866 com o governo da
provincia. E' em virtude do acto de rescisio que
se nos exige, em nome de direitos adquiridos, os
meios in dispensa veis ao pagamento.
E', portanto, a principal questio a de saber si
a rescisio foi um acto legal.
Um Sr. Deputado :Nio, porque o contrato nio
era obrigatorio.
O Sb. Gusmao Lobo :Si era ou oio obrigato-
rio o contrato, outra questio de cuja solucio
depende a solacio da primeira.
Examinemos urna e outra. Resolvidas qoe se-
jam, ba aioda, Interrogarnos si o acto da resci-
sio ple ser revogado.
O Sr. Pedro Affonso : Voa ouvi-lo com toda
attencio.
O Sr. Gosmo Lobo :Ponho de parte todas as
ootras diffleuldades do assumpto. Deixo aos no-
bres impugnadores do projeeto que, exagerando os
algarismos, explorem hbilmente a occasiio que
se Ihes offerece de por em exbibicio o sen zelo
pela appcaco do diohein publico. Reeoohefo,
e lamento com elles, qoe doloroso ver por este
modo impplicada, ou infructuosamente desperdi-
gada, orna boa parte de nosaa reeeita.
O voto qoe doo essa indemnisacio, um'voto
tristemente resignado. Mas presto-o em homena-
gem i direitos adquiridos; e mais qoe isto, em
homenagem de respeito i boa f publica, ao cr-
dito da provincia e do pas, tio honrosamente sus-
tentados por todas as polticas que se tem succe -
d'do na adminislracio do estado (muito bem).
Sem levantar daqui accnsacfieS qnem quer
qoe seja, deploro intimamente qae a 16* parte da
reeeita provavel do correnta.exercicio seja o caro
imposto pago a inexperiencia, ao erro, om con-
jando fatal de cireomstancias qne nos trszem em
legado oma convenci despedazada.
Um Sa. Deputado : Boa applicagio do Im-
posto I **
O Sa. Gusmao Lobo : Quem o responsavel ?
Tenha-ae a coragem das opinides; tirem-se lira-
po todas as responsabilidades, si o jnlgam oppor-
tono. Mas nio decoroso i pesso moral, que se
chama o estado ou a provincia, aso pagar as suas
dividas.
(Troeam-se numerosos apartes).
O Sb. Gu8Mo Lobo : Entro sem maii rodeio
BA questao. Os nobres depntados qns me hon-
rara com os seos apartas, erttarao estas sne/isssi-
vas interrupgSes que fariam iolermiaaela dis-
'cussio.
O.Sii. Pedro Affonso : E' o qae fazem
migc.
O Sr. Tsixbira dk SA : E o nobre deputado
parece-se mesmo com o qne est fallando t
O Sr. Gusmao Lobo : Desde o momete em que
o contratoMornay tinba recebido as assigna turas
das partes contratantes, tinhara naseido com stts
direitis e obrigagues correlativas. Obrigara-se
Mornay executar ama linba de trammayt qoe,
entroncando-se i estrada de ferro do Racife a S.
Franijseo em urna- de soas MqdWr {osee ter
Btzerros. Tal era a principal obrigacio por par-
te de Mornay, devidamente compensada pelos lar-
.gos favores assegurados em numorosas clausulas
fdo contrato.
Da ama convenci accessoria Acara, entretanto,
dependente o eamprimento da obrigacio princi-
pal. Devendo a provincia contribuir com urna
subvencio kylometrica para a constraegao da li-
nha contratada, preslabeleceu-se que o contratante
Mornay apresentaria dentro em eerto prazo dse-
nhos, perfls e orcamento detalhadb que habilitas-
sem o governo a conhecer e medir toda a exteo-
sio do sacrificio que Ihe podara eastar a execu-
gio de principal obrigacio do contrat}.
Uma Voz .Muito bem al aqu.
O Sr. Gusmao Lob) : Antes desse prazo decor-
rido, obtera o contratante modificacoes de cojo
merecimenlo nao pertinente julgar. Uma dellas
concedeu-1 lie novo prazo para a exhibigo dos es-
tados technicos.
Pelas clausulas aceitas entre as partes, cara
convindo :
IQue uma indemnisacio seria devida Mor-
nay pelo valor dos estudos technicos, si ao gover-
no aprouvesse rescindir o contrato e aioda quan-
do nio o approvasse a assembla ;
IIQue, em caso de raseisio por parte do go-
verno, sena anda devida oma indemnisacio qae
|-oao poderia ser excedente a 30:000* ;
IIIQue o contrato nio seria obrigatorio si
Mornay nao obtivesse dos poderes geraes favores
de isencao de direitos e outros.
Resulta destas verdadeiras conveneSes que o
contrato eslava perfeilo, desde o momento em que
o firmara a vontade das parles. Anda quando elle
nio mereeesse a approvagio do poder legislativo
provincial, Mornay era declarado com direito in-
demnisacio pelos estados qoe houvesse execa-
lado.
Tal era, senhores, a vontade resoluta das partes
qae fizeram a lei do contrato. V se j por aqui
que a sua exeeaco plena e perfeila eslava m
psnsamento dos contratantes.
Dependa ella, entretanto, de verdadeiras coo-
vengoes accessoras que, sem alterar a natorez
do coulrato, poda raodifi;ar os seus effeltos (raai-
to bem).
Reservara-se o governo o direito de rescindir o
contrato si o resultado do orgamento o convences-
se da neeessidade de o fazer. Reservaras Moe-
nay o direito de evitar o eamprimento da obrgi-
Co principal si nio obtivesse rbs poderes geraes
iseoges que devera sollcitar.
Era aasim a impossibHidade qae. n'om e n'oo-
tro easo, podtam motivar a rescisao. rieatMos en-
tonio de Lomos Braga, no Aneafr ; Jlo Mara Julio Chavea, no Aas ; Antonio Margoea da Silva, no Natal; Joa Joacn*
Panha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
; Dr. Joa Martina Alvos, na Babia ; a Leite, Serqainbo C no Rio de Janeiro.
ria nos lucros, si fosse obtids ? Logo,
r de se-lo sem qoebrs do effeito obri-
gat > do contrato para nm dos contratantes.
a Cunha e Figvbiredo : Pule o nobre
10 comprehender om contrato em qae ama
seja obrigada e outra oio ?
Gusmao Lobo :Todos o comprebendem
seMJfecotdade. Contrato aqaitlo qae as par-
es,iHweraente e espontneamente, aceitaram eo-
moML Um s o o mesmo contrato p le alias
copwtieeder mulolas coavencoes, cala urna
dlas sageltada regras especiaes.
mien(a-se bem natoreza do contrato qae
exassinaus; a reconhecer-se-ha sem nenhum
esfereo que mda era rnais praticavel do que
prestabelecer daa clausula qoe pozesse o conces-
sioavio i abrigo do effeito obrigatorio para o caso
era qne o curaprrnento da obrigacio o expozesse
i iMrevIsios saciiflcios.
sblencio d)s hvo/es, de qoe irata o art. 31,
exeTeeria grande irflencia oo contrato. Deven-
de i linha projeetadt ettroncar-se estrada do
ReeVe S. Francisco, era de ama inflaencia qua-
si decisiva para a exe-.ug.io do contrato o aecor-
do eomest'outra emp-eza.
Hisengao de direitose os demais favores de
que* trata o art. 31, edleearam o eoneessiona-
rio em excedente cndilo para realisar o con-
tras. Mediante esses fa/ores, ser-lhe-bia moilo
raatj fcil aceitar a obrgacio qoe, sem elles,
naltralmenle nio aceitara.
Nio era, pois, em nenhum modo desarrasoado
que ao emeessiemaro fossi permittido sabtrahir-
se ao effeito obrigatorio do contrato no ease de
nio obtengao desses favores. Nio assim para o
governo, qoe era em todo aso igualmente inte-
ressado no eamprimento do contrato (apoiados).
Antes do acto da rescisio, ira o pensamento do
governo, por mil modos manfeslado, a exeeocio
do contrato. E' pois. irrecosarel que Ihe reco-
nhecia effeito obrigatorio, rapeitando assim a
propria lei que ereoa para si.
9 Sa. Antonio Paulino :Is irrespooiivel.
O Sb. Gusmao Lobo :Sera preciso recordar,
seafcurea, qae em materia de contrato a inlen -
cae das partes ceatratantes qoe interprete deve
ba*ear clitd adosa mente ?
Verosassra s imperiosa lei eatn as partes, o
contrato a miencao viva.
O qae verdade dos contratos, o das conii-
goes qoe sao o seu modo de ser. O principio
gatas, escreve Dnramea, qae u condteoes de-
vem ser-enmpridas segando a iouscio daa par-
asa no smenlo de eontrato. A ngraf fetal pa
rao oompr ment das condicoes, e asi na Favard,
oiaesmo qne regola a inierpretagio das cen-
as as trata de ama soadtcio, porque isola-la do
contrato de modo a attribuir-lhe um effaito jor-
dseo qae nio sstava mankfssfansote na intencio
dos eemraiaates t > -
aHa t aparte.)
O Sa-ousmo Lobo : Si do contrato previe-
ra desde a sai coofeegaO drreftos e ieveres,
obrigaod se o coacessionario i studos dentro
em um ceno praso e sob pena de malta; tloaedo
sobre o effeito obrigatorio que somente
contest. (rVao apoiados ; e apoiados).
Um Sr. Dbpotado : Menos a do Sr. Dr.
noel Portella.
hoje se
Ma-
(Trocam-se varios ootros apartes).
O Sr. Susmao Lobo :E' este estudo
tro motivo. desd logo providenciado qoe, no caso'de nao
A elausnU do r. 91 en q. M>4-! + #'%itgi ra que o contrato nio seria obrigatorio, si o con-
traante nio obtivesse os favores que devia impe-
trar ao poder competente; nio pode siffrer outra
intelligencia jurdica. (Apoiados.) E' i Mornay
que ella se refere evidentemente (apoiados e nao
apoiados).
i Trocara-se apartes).
O Sr. Gusmao Lobo :E' com o contrato abor-
to as mios qae fulmiao a inierpretagio gepasei-
ra com qae se quer inferir das palavras do art.
31, queabi se prestabelecea ama verdadeira con-
diga j suspensiva de caja realisacio flearia depen-
dente, para ambas as partes, o effeito obrigatorio
do contrato. A 'intencio dos contratantes rkou
claramente expressa no art. 21 que assim se ex-
prime :
Art. 21.A'o lucros lquidos da estrada, ser
comprehendida a porcentagen de que Irata o art.
31, si ella fr oblida pelo concessionario. >
V-se bem daqui qual pensamento presidio i
clausula do art. 31. A disposigao transcripta dei-
xa entrever que o eamprimento do contrato nio
eava dependente da obtengan dos favores que o
concessionario se lizera cargo de solicitar aos po-
deres geraes. A prova qne o art. 21 previne a
hypotbese da nioobtengao desses favores, admit-
tiodo a execugao do contrato sem um delles (nu-
merosos apoiados e reelamaedes).
Seguramente nio me flz entender. Nenhum es-
pirito bem intencionado pode deter-se perante o
confronto das clausulas dos arts.21 e 31 sem con-
vencerse que a execugao do con rato era possivel
sem a obtengao dos favores qne o concessionario
se obrigu a requerer.
O Sr. Correa de Araujo : Tenha a bondade
de repetir o argumento.
O Sr. Gusmao Lobo :Faco-o com o raalor pra-
zer ecom a mais fundada esperanga de qae o no
bre deputado vai convir comigo em qae o eontra-
to nio dependa para ser obrigatorio do imple-
mento da convenci estipulada no art, 31.
Ainda quando, por orna grosseira inierpreta-
gio grammatical...
O Sr. Correa dk Arauio :Que a verdadeira,
quando a lei clara.
0 Sa. Gusmao Lobo :Assim com effeito, mas
quando a lei clara e nio resulta della o absur-
do oa a intencio contraria qae eslava na men-
te do legislador. em a lei, pois qae o eontrato
verdadeira lei entre as partes que o qaizeram,
deve ser interpretada por disposicSes soladas.
Principalmente em materia de contratos, antes*
de todo a vontade das partes contratantes qae
campre estadar. Si se motila o contrato e assim
se despedaga o lago que prende entre si as suas
differentes condiedes, nio mais o contrato que
julgaraos (muito bem; omito bem).
Convido muito para este ponto a attencio dos
esforgadosHrapugoadores do projeeto. E argu-
ment decisivo ; obrga irresistivelmente i, con-
vicca \ Annuncio o effeito sem medo que falbe o
golpe.
Defende-se qne o contrato nao S6ris obrigato-
rio, oo para o geverno, oa para Mornay, si Ihe
nao fosse concedida a isengao de qae trata o art.
31 do eontrato.
Muito bam. Mas si em algama parte do eon-
trato estiver nma disposicao qae sappoaba exe-
cutado o mallogrado ramal de tramuay aem a
eoaeessio dessa isencao, no todo oa em parte ; 6
intuitivo que o art 31 nio eneerra ama confligio
suspensiva para ambas as partes.
Ora, ahi est expresso o art. 21 qae torno a
ler:
Art 21. No$ lucros liquido da estrada ser
comprehendida a porcentagem de que trata o art.
31, si ella for oblida pela concessionario.
E' irrecusavel que, nio podendo haver lacros
lquidos antes da construccao da estrada, princi-
1 objecto do eontrato ; e providenciando o art.
1 para o easo problemtico da obteocio dos fa-
vores de isencao; snppde-se ah executado g
contrato sem a realisacio da condigio posta
no art. 31 (multo bem; apoiados numerosos).
Logo, linha o eontrato effeito obrigatorio para
0 governo, anda mesmo qoe Mornay fosse Infe-
liz em sua tentativa da obtenoao de nevos fa-
vores
Nio me (aligo em Insistir nesta eooirontacjo
qne decisiva para a questio. Si o contrato alo
era obrigatorio para nenhuma das partes sata
1 de enmprida a clausula do art, 31, porque se se-
I creven no-sri 21 qne a peTasataglsa sa
nal
seria reembolsado o ceocessionario das despezas
fetas; como recusar-se-lhe o effeito obrigatorio
qoe para si eontrahio o governo T
O Sr. Cunha e Figoeiredo :Por isso mesmo
que se iodemnisam.
. O Sr. Gusmao Lobo : Mas o contrato foi ap-
pro vado, e com elle e depois delle as modifica-
jjes qae se Ibe seguiram. Desde Jiitao, s resta-
va ao governo o direito de rescisio prevenido no
art. 32. Foi i esta importante attribuicio que se
acudi o Sr. senador Almeida e Aleuqaerque,
justamente impresionado do euormissimo onus
qae traria provincia a execugao do contrato
(apoiados e nio apoiados).
Foi por ventura a intencio dos contratantes qae
o contrato Gcasse de nenhum effeito ? A intencio
que presidio o contrato e a sua novagao ; a re-
gra que todas as suas clausulas devem estar su-
bordinadas. '
Autorisando estados graphicos, fi.xan.do o prazo
em qae deviam ser apresentados, impondo maltas
para o caso de ioexecucio desla obrigacio ; o go-
vern i reconbeceu implcitamente para si o effeito
immediatamente obrigatorio do contrato. Si o con-
trato nio houvesse effeito de obrigar, a imposigio
de multa e a prescripcio de nm prazo nio leriam
razio d ser. Observ-se 'que esse prazo comecou
i correr desde o dia em que se eelebrou o con-
trato.
(Ha om aparte).
OSr. Gusmao Lobo :Vero ponto recordar a
disposicSo do art. 32. .Por ella reserva-se o go-
verno a faculdade de rescindir o contrato si enten-
der, vista do valor d > orgamento, ser a subven-
gao superior aos recursos da provincia. Ora, o
orgamenio das obras i executar devia ser presente
ao governo dentro em nm anno i cont ir do dia da
celebragao do contrato ; e em vista delle poda o
governo deliberar-se pela rescisio.
Resalta evidentemente daqui qae, para o gover-
no, tinba o eontrato inteira forca obrigatoria. O
governo poda rescindi-lo sem attencio ao imple-
mento da clausula do art 31 qae, como se sabe,
sao flxou o prazo dentro do qual deveria o con-
essionario obter os favores de qae ahi se trata.
Era perante o orgamento qae devia o governo
deliberarse, assim habilitado i medir calculada-
mente a exteosio dos sacrificios impostos pro-
vincia. Terminados qae fossem no prazo preflxado
pelo contrato os estodos graphicos, presentes qae
fosapra administragio; como procedera o go-
verno ? Esperara qne o concessionario obtivesse
dos poderes geraes os favores da clausula 31 para
deliberar-se, entio, i rescindir oa i fazer execa-
tar o contrato ? Por qaanto terapo cumprira es-
perar, pois qae ao concessionario nio se flxou o
praso dentro do qnal deveria sollieitar e obter es -e.>
favores? ... .
E si so governo parecesse desde logo impossivel
a execugao em razio dos encargos qae viriam i
provincia, deveria esperar para rescindir o contra-
to que o concessionario andasse requerer inu-
teis favores?
Figuro ama hypoihese por amor de argumenta-
gao. Bis aqui que, em vista das plantea, perfls e
oreameato detalhados, apereebe-se o governo da
impratieabilidade da t xecugio. Desde eolio esta
resoivida para nma das partes a inexeeucio do
eontrato. Nio se construir a linha Mas se o eon-
trato nio obrigatorio, a depende de ama condi-
eao suspensiva, dir o governo ao concessionario :
Nio tenbo a facnldade de rescindir nm contrato
_,e nio obrigatorio. Redobraria o coBcetslooa-
o os seus esforcos, e si viesse nm dia i obter os
favores questionados, orla por stta ves ao fover-
no :Cnesion a miaa vez. Qnero a exeeocio ou
a rescisao. .
Ora, sabido qne o governo da provincia poderla
influir poderosamente aa eoaeessio oa denegseao
de favores dests aataresa, teriamos qoe a oondicao
saspensrva do eontrato poderia ser retardada on
eaibaraeaaa pela vsetade, s e exclusiva, de nma
das partes, daqaella quem poderia aproveitar
> irrealiaaeso da collcio. (Apoiados; mono bem).
Tal a cooclasio ibsorda i qae oondaziria a
estraaha theoria, tio hbilmente sustentada pelos
honrados impugnadores do projeeto.
Si interrogo u varias adtoinistraedes qae se ten)
seseedie ssas 6 qari, temrio nesta parte o
inalterado peosameolo adromatralivo, respoodem-
me ellas por ama serie {neoterrapU_de actos go-
do arl. 31, a minora da eommissio attrbae n pro-
vincia a obrigacio perfeila do contrato ; e eoado
por aconselbar que, concedido um novo prazo para
j a apresentacio de novo estodos technicos, visto a
. defflciencia dos que haviam sido feitos, se resol-
aa maior vesse entao pela rescisao ou pela exeeocio do eon-
importancia. Pois que, era materia de convengdes, |rai0 K *^ oaocuv^ v. wu
o sentido mM> prasMio i'M primeira le,; E'assm que a maioria e minora da comm-
g.a^* *."I.*"*!*&!: ala, votos oite competentes e esclarecidos, pea-
faadas gao taasaf em grande pane a ceiebndade i sava(D na rescisiU como mK3 M|U0O clp^|a
oeste contrato. i por leriw ubrlgado Oo coutraw. A a*wgeu-
loterrogo os fados. Elles revelara muito as ca- cia> que se venficou no seio da eommissio, nao ex-
ras o pensamento administrativo. Autonsam-rae C|uio iCCOT0 locant esta conclusio.
elles a concluir peremplonamenle que, de quantas Si o contrato dependa da realisacio de urna
administracSes se sueeederam nenhuma entendea condicio suspensiva, como nobre maiora pan-
de oatro modo a clausula 31* do contrato. (Vivas ceu, caDa por ventura a rescisio ? Nio era de
rnrsBSBinn i)
Vou explicar-me. Ver-se-ha que o effeito obri-
gatorio do contrato foi sempre proclamado i>elo
governo da provincia ; sempre e nalteravelmente.
E* de bom aviso, quando se traa de fixar o ver-
dadeiro sentido de uma M, indagar das fontes
mais prximas ao acto a immediala mterpretagao
que se Ihe attnbuio. O juizo das pessoas que
nelle intervieram; a apraciagij das eircamslan-
cias i mei das quaes foi o acto resolv do ; sao
ootros lautos auxiliares indispensaveis uma sai
intprpretago.
Qual foi, por tanto, o pensamento dominante
logoaps da eelebragio do contrate? Como o en-
tendern) uniformemente os elevados fanecionarios
chamados pelas suas funegoes a nter vi r no con-
trato Mornay?
O relator offerecido pelo Sr. Dr. Manoel Cle-
mentino Carneiro da Cunha ao seu successor, o
Sr. eonselheiro e hoje senador Silveira Lobo, con-
sagra om trecho notavel ao contrato Mornay. E'
este o primeiro documento offkial que se refere
mallograda linha de que ha vi a razao de esperar
sorprendentes resultados para a riqueza publica e
particular.
Depois de transmittir ao novo administrador a
grata noticia da celebrado do contrato, e de asse-
gurar-lhe qae a subvencio, que se obrigara a
provincia, na razio da quarta parte do valor da
estrada, seria eoneedida titulo de emprestimo
sem joro, e por modo que nio embargarla a con-
liouacio de outros trabalhos reclamados pelo bem
publico ; escreve o honrado viee presidente:
c O concessionario nio conseguio ainda dos po
deres geraes os favores, que delles pretende al-
cangir como auxilio d empresa; e nio obstante
c segu para a Europa para, em Londres, levan-
f lar os eapitaes, com qae se hade levar effeito
o tratnway. >
Estas palavras, escripias algans mezes depois da
celebraco do contrato e pelo proprio funecionario
qne o celebrara em nome da provincia, deixam
entrever claramente qne o effeito obrigatorio do
contrato nio estava dependente da oncessao dos
favores que Mornay preleniia alcangar. Eram re-
putados esses favores um auxilio empreza ; e
como tal nada se oppanha que o concessionario
presan llsse delles. (Apoiido),
O [acto da viagem de Mornay com o lm de le-
vantar eapitaes em ama praga europea, indepen
dentera**** a* ..e..:-..i - ? %na n-
ijp.itara, ainda revela qae o eontrato nio depen-
da para sua execugao do cumprimentos da clau-
sula 31'.
Cabe aqui ama observagao. Si a obrigacio do
contrato estivesse pendente conditione, nio deixaria
o honrado e escrupuloso administrador de o de
clarar em seu relatorio. Era esta uma circums-
tancia demasiado importante para que podesse ser
esqaeclda ( apoiados ).
Decorrem ponco mais de quinze mezes. N'esse
espago de lempo, o contrato Mornay nio esteve
inactivo ; fez o seu caminho, completando verda-
deiro progresso.
E' averiguado que Mornay nio poude levantar
em Londres o capital necessario realisagao da
empreza. Oa por que nio houvesse oblido as iseo-
coes qua solicitara aos poderes ger es, ou por que
alguma clausula do primitivo contrato se auguras-
se desvanlajosa aos interesses da empreza, o certo
que o concessionario pedio e obteve modifica-
edes ao contrato.
Autorisadas pela le n. 757 de 27 de jonho de
1867, foramessas modificacoes ajustadas sob a ad-
minislracio do Sr. Bari) de Villa-Bella por con-
venio de 6 de novembro do mesmo anno.
Deixo a oalros que julguem da conveniencia
d'esse novo acto. Nada importa para o nosso as-
sumpto o estudo e exame dessa verdadeira nova-
gao de om contrato solemnemente celebrado.
Si lembro o tacto, s e smeule para acompa-
nhar a marcha do contrato em suas repetidas evo-
lugoes. Fago justiga lodos em afurraar que o
contrato Mornay fez-se uma paixo em sen tempo.
Era nm grande melhoramento realisar, um me-
Ihoramento de superior alcance coja realisagao
preoecupava os espiritos.
Relatando assembla provincial o caminho que
lev iva o eontrato, o Sr. Bario de Villa-Bella tinha
se feito cargo de assignalar as vanlagens qoe delle
proviriam para a renda publica. E, depois de ob-
servar que a estrada-Mornay contribuirla para
augmentar oa reodimentos da do Recife i S Fran-
cisco, e conseqaenteinente para a diminuigao dos
jaros garantidos pela provincia esta empreza, ac-
creseentava estas forroaes palavras:
Como nma compensarlo d'esta vantagem, e
como um meio de mais facilitar a prompla exe-
cuco da linha, o emprezario solicitou da as-
c sembla geral legislativa, nio s a concessao de
c favores iguaes aos que se tem permiltido em-
c prezas d'eata na tu reza, mas tambero, a perraissid
c para contratar com a companhia da estrada de
ferro do Recife S. Francisco sobre os beneficios
f qae ter de aufenr com a existencia do tram-
t way.
Era, pois, nma verdadeira corapeosagio ao con-
cessionario a convenci da clausula 31.* do con-
trato ; era esae o meu de mais facilitar a premp-
ta execugao da liaba.
Tal era, tal foi interrompidamente o pensamen-
to administrativo.
Perganto aqaees que combaten) o effeito
inmediatamente obrigatorio do contrato : Nio
poda o concessionario abrir mi de nm favor que
Ihe ara permittido comocompensacio i equivalentes
vanlagens ? B* muito conhecido o principioin-
victo non faciturbtneficium, para qoe redobre
de instancias eo ordem demonstra-lo ( apoia-
dos ).
Toco i administragio do honrado Sr. Coods de
Baepody. Qoal foi dorante esse perodo o pensa-
mento administrativo ?
Penseo-se entio na rescisio do contrato. Ella
toi aconselhada pele parecer de oma eommissio
incumbida de estadar varios ramos do servico pu-
blico.
Um Sa Dbujtado :Da maloria da commssa.
O Sr. Gusmao Lobo : Esse longo parecer, tan-
ta vez invocado n'esta discassio, eonclae pela con-
veniencia da rescisio como o mel de vitar a re-
novicio de exigencias por parte do eonoesiionario
e desproveltoso augmento de despeza.
Um Sr. Depotado :Mas a eommissio nio jal-
goa o contrato obligatorio para nenhuma das par-
tes.
O Sr. Gusmao Lobo : K' ama verdade ; foi
d'esse parecer qae se eelhen a idea de qne o con-
trato alo estava perfeilo e acabada.
Mas. si oio era om contra perfeito, para qoe
i rescisio T Resdnde-e e qae como si ala
existir T E'a conclusio do parecer qae protesta
contra o parecer (apolaaasl
-------& autora qne a torca obrl
I melbor aviso deixar a qoeslio oo mesmo estad.
sem que o acto de uma rescisio viesse obrigar
uma indemnisacio ?
V-se, Sr. presidente, que a conclusio qae
I poude chegar a maioria est em contraste com a
, interprelagio que deu ao contrato,
i O que ceno, entretanto, que o contrato es-
, lava em comego da execugao. Em obediencia .
j ama das clausulas a que se obrigra, havia o con-
, cessionario apresentado, dentro do prazo que Ibe
fura Gxado na moditicagio do contrato, ai plaas,
perQs e orgamento das obras executar.
O Sit. Cunha e Figueirkoo di om aparte.
O Sr. Gusmao Lobo :Louvo-me no juizo dos
entendidos que examinaran! os estudos paraos de-
clarar muito imperfeitos, muito incompletos, defi-
cientes, inacabados. Quer-se ainda mais ?
Um Sr. Deputado : Estudos phanta.-ticos, fei-
tos no gabinete.
O Sa. Gusmao Lobo :Concedo qoe fossem pa-
ramateiraaginosus, anda qae este niu o juizo dos
proflssionaes que os examinaran). A minora da
coramissao em que figura o nome de pessoa muito
competente no assumpto, julga-os incompletos pa-
ra que por elles se podesse aferir o quantum do
auxilio a que se obrigra a provincia Mas ma-
guera anda disse que esses estudos nio liuhaui
nenhum alcance pratico.
Fossem oa oio deCDeieates, tinha-os o concessio-
nario apresentado no praso legal.
( Trocam-se apartes.)
O Sr. Gusmao Lobo: Nos sete mezes que se se-
guiram a apresentacio dos estudos, debalde o con-
cessionario ranovou instancias por uma ajlnfo
que o assegurasse do pensamento da adoiiniatra-
gao.
Ou que houvesse a inlengio de proseguir na
execugao ou que, apereebide da excellente posi-
cio que'se creara pelo contrato, tentasse provocar
a rescisio como o meio.de obter a lodemnisaeio;
Mornay poda fallar em nome e sombra de direi-
tos adquiridos.
(Ha um aparte ; e cruzara-so varios outros).
O Sr. Gusmao Lobo : Pois qoe I Como qaer
que se deva julgar do carcter psssoal de Mor-
nay, nio justo attribuir-lhe e reconhecer-lhe di-
reitos qoe dimanam para elle do contrato ? Tenbo
oavido dizer-se por vezes nesta discussio que Mor-
nay um aventureiro. Nao o conheeendo pessoal-
meole, simo qne esta dora expreseao esteja aqol
Si am aventureiro pode contratar eom a pro-
vincia, d'ahi s pode resultar culpa para qnem o
admiltio contratar. Ninguem credor de justa
censura senio o administrador qae nio teve es-
crpulo em admitti-lo ser parte era um contra-
to de tio extensos e importantes resaltados, con-
trato largamente subvencionado...
Um Sr. Deputado :Que administrador ?
O Sb. Gusmao Lobo :Quem quer qae elle fue-
se. Primeiro dever de quem contrata, conhecer
a pessda com quem contrata. A adminislracio nao
pode ignorar, nio deve ignorar nada.
Traba Mornay direitos ? Deviam ser respeita-
dos, como quer que os houvesse adquirida (apoia-
dos). E' a boa f publica alguma cousa que deve
ser guardada com qualquer sacrificio.
Reato as minhas reflexoes. Guardn se silencio
por longo espaco sobre o mrito dos estudos apre-
seBtados pelo concessionario.
Conbe ao Sr. Dr. Manoel Portella uma palavra
decisiva sobre a pretengio do conces-ionario. Tai-
vez occasiio opportuna de decretar a rescisio1,
parecen ao nobre vice-presidente que conyinba an-
tes adiar qne resolver a diffljuldade (uio apoia-
dos).
Leio o despicho exarado por S. Exc. em petigio
com que Mornay requerera solccio que o habil,-
tasse dar execucio ao contrato, oa i haver a in-
demnisacio prestabelecida para o caso de resci-
sio ; tal o theor desse despacho que a casa co-
ohece :
i Ainda^quanlo j estivesse cumprida a condi-
t gii 31.* do coutrato para que esle se tornassr
obrigatorio, o orgameoto, planta e perfls fornene-
t cidos pelo supplicaote nio esli de conformida-
c de com o art 2, de modo poder habilitar o
c governo a tomar resolugo nos termos do art. 32
do mesmo contrato. Aprsente, pois, o suppli-
i cante as plantas, perfls e orcameotos d>talha-
t dos, e Jiscrlpgo as obras nos termos do art.
2* para o que fica-lhe marcado o Preso de um
c anno i contar da presente data.Palacio do go-
c verno de Pernamboco, 14 de outubro de 1869.
c Dr. Nascimento Portella.
Pois qae se argumenta i bom argumentar eom
a aotordade inquestionavelmente respeitavel
Ilustre vice-presidente, '
discassio ; justo que
desle acto.
taota vez irazido esta
nos detenhamos diante
vsrnamentaes, qne trednsem a Intaaeio e as was : Bm qoajMe paree Tasatoria gao a torea obtl.
dosi emuaies por modo nao pero-luir dc-ris ittori de eeaerass aataaa *B*s*stto <*ratfi.
Entrando discuti-lo, nio o farei antes de am
solemne protesto ; e qae, habituado de longa
dala respelos nunca descontinuados pelo nobre
carcter e recoohecida illustragao do Sr. Dr. Nas-
cimenio Portella (apoiados numerosos), nio de
nenhom modo a miaba intencio interrompe-los.
Os motivos i qae attribuo esse acto, dio o me-
lbor attestado do elevado conceito em qoe tenho e
honrado vice presidente. Foi sem dovids or lou-
vavel escrpulo de aventurar ama solucio qae
desde entio proclamara o direito irreeosavel do
concessionario, qae o nobre administrador julgoo.
melhor pensado adiar a ditncaldade sem a resol-
ver. Parecen-lhe bem dar lempo ao tempo ; lan-
Car i eonta do concessionario mais om encargo e>
ama responsabilidad como o meio de dispor os
elementos de orna negociaeio aceitavel (apoiados e
nio apoiados).
Oatras nio foram nem podiam ser as razo
deste acto qoe dos mais memoraveis na historia
do contrato. ...
Firmando a dontrina da nao-obrif atonedade do
contrato, prescrevia o despacho nm novo prasp
para a apresentacio de estudos, declarando defi-
cientes os qoe havia realisado o concessionario.
Ora, irreeosavel que, vista do eontrato da
qae o despacho ora desconhece ora reeonhece o
effeito obrigatorio, nio poeta a admioisiraeio ins-
tituirse loiz do vslor scientifleo dos estudos te-
chmicos (apoiados). Estava e est no contrato o
pacto expresso do art. 3i em qae se.estabeleee o
mizo arbitral.
O Sr. A. Pernambuoo .Base (oi o fundamento
da reclamacio qne Mornay dirigi ao governo,
O Sr. Gusmao Lobo :- i o desaocordo, es-
i- ereven-se no art. 34, reeabir sobre os planee.
on exeeocio da obra na parte icieotiflca, no-
< mearlo por commam acoordo tres eaienheiros;
< quando nio possam combinar Beata nomeacao,
i eada nma das partes notasarl am eogeaaei-
t ro, etc. ..,..
Versando odesseoordo asare o val seiesrtiflco
-
.


ILat


I\
.'fl'klttV
De ontro modo o governo tomaria no contrato a I poder
dupla altiiude de parte e juiz (apoiados). I qp
Campre anda verificar si* solucao consagrada'
no acto do governo pode conciliar se cora a <^i(-,
trina alii mesmo consignada, toeanto "^ -^^o
obngatoro do coptralo. Si o con; ,0 {n e m
traya-se irapraiieavel ; si na; tnha o effeito de
obr.gar troles de vrrifl- d, chasuU do ,
?L" ; para que pe cxiglam rovos estado ? Bs-
todos completo?, abados dotalhados; taos que
permiliiiom eonh.aeer.04a(u;* dos sacrificios
imposioj a provtnclai f
*?abe soque nao jp osladas dista nato reta os
- que da ordinario sfWgem Pr'1 a constrnccao de
ama estrada de km* O intrato nao os exiga
ass'un completos e delalhaloe sinan porana cnm-
pria determinar a extenso da concurso qae a pro
vincia tomara a saf/earso.
E' portante, irreasavil que, si o contrato nao
devia ter exoeaflPb, ai n a p 1 lia vr, si nao era
obrigat-rio, n*a.l"avia acessidaln tte estados de
tal naturea (apo;ado>).*~
O que delles dmente poderia flrovr, era iim
intil accrescme da despea, tent mais digna de
serevitada q unto certo que, no caso de tii.exe-
cacao do contrato, devora a provincia ind..nui-
aa-m"""' *-----
O quekb quera, pois, com;r dos noros traba'
Ihos 1 O contrato naa era hrigatorio para nenhu-
aia da* patios; tros annos ciara docurriaa cm
qae o coRcessiona'rio logra-so obicr os livores
qae foram ju'gidos tmproseindiveh vaAi-larie d
contrato^ sat>u-sa consuma certa uegnrVnca q
lio nao conseguira cTit'ar um accordi coi a-
ropreza do Recita S. PranciseS; qu vMha
obligar o coairauntu nov.is u cnslosos esta-
dos, tiio di-pendio.-os como desprGvertosos ipro
alucia t
/Hiijomela9e tfce esses Irabalaea nao eram c
noneco da execmfso do contrato, mas formaram
nma convenci a/jarte, fundada na d^pesirjao da
lei n. 610 qne entarima ennAns lo tal ainreta.
Nao ereio qira, env ncirta aiadministrac') da
impossibiiida le 'do tramwny prejeclade, v >n 11
no contrato nao ama ennvt'neSo cora torta a f rea
de obrigar, mat ura simpl nm contrato-faturo, antorisasse novos estados.
completos eCetalhado-, para arn Amripossivo.
(Apntatlos).
Nao era fle melhor nonselho aprweftar a occa-
silo qne seoffureca j)trra n?s;oc?r a rescisfo
Nao era mais conveirie-nte abonar '-rjroposta de
Mornay pira que' a adagio IHss Marida a< mi-
nistro do"Erail em lion-lres? '
tomo caer que i mas nao oi resolvida. .Sao ajnrro (jue ese ad^a-
meoto nha sido fatal esta qwsto; p'.le at
ter sido mais conww*nt em ordwii modificar
as exigencias do oonwssi^narh. fApolad**).
Mase qae moho certo, cqtie a.dMcaldade
adiada; nao fui vienoida. Eta-drria resarcir, mai<
tarde, alo menos rxigente for tina solano vigo-
rosa.
Protestando pnr perdas e Bamnos w nn-ne ii>
irrecusavel dirwtt ailif.lirtic.^Mornay nao liben in-
activo na defez de seas interesaos. Bsfbrca-ea
qaantople e:a Tjzer pubMca a'}a':ca do sua
cansa, at que, perante -ma inva admuistracSo,
reaevoa as sotm instaiwias.
Etava reserva-Jo o howadissiiw saractar, 4
adaiinistradur qao era enin, o Sr. senador Pre:
denco de Almeida e A Ibcqaerquo fnnitos apela-
dos), impor termo p^la rescisSo a easas renoval:-.-
r.igencias do eoaoesiHtjnario. Rs-:a-lhfl reserva-
di a desagr-adavel fnisw.') 'lo r^.-nheccr formal-
mente em um d>>cu>neo'.0'ineial < direito dopn
ce-sionar 1 a urna rtuafa indemnisJ?vi.
Nao pof!ia pertnrar o estado indeciso dVsta
qaestao. Q-tantos mais ambl se volvpssem 'Ofcfe
este desaf ruinado nsgv.io, mais dilll:ul4ides"vi-
riam amoatoar-se urna olch;S honrosa para a
provincia {Maltatom; nmitoOrm).
Salvaguardar a (vj-pablica, como eousa stero-
santa que , aprov# gnciaco bast;tai j c pagamento '49>Mbre
senador.
E' ama cruel tnjr.'tca que itAo se twns veco-
abecidu no carcter tpico do (ctineto foncoiona-
rio, o carrejado de annos cerno de s rvieoa. nm
verdadeiro ftubra mar contra as sugges'ies in
confessaveis que poaeram niar nessa qaestao.
(Apoiados; um'.a bem).
O sea zelo pelm interesses da provincia x&a o
abandonou semirameote no act) de firmar cora
a resciso o iosonlestavel direito do eoucessio-
nano,
O Sr. Pkbbo Arroo .Nio contestei m saas
boas ini. n/j-i.
_0 Sb. Gnntia 'Lobo:As clausulas da resciso
sao outros lanos attestados dos noOres esoropulos
do Sr. senador Almeida e Vbuquerqap.
Quarlo el-a 14 da Jnho d 1871
_
ne crea; mas a aolfldail BHbra, Narfi'al'a, MnU da dooccijao, Ijnei,Pae- 'duimoliverio Je Souza; aopeHada
, ... ..' la e Florencia, K/os em numero de SO. V>tlo#o,
errar* fazen4 aC
'n a lei'
se ste desastrado coetralo
generosa tentativa.
'".* administra.
l' a rowisao de nm contrato ni 4nses dota
Unos, urna dessas precaugdes qa, no.dUer do,pro-
lundo Katadista, conslituera o a^suttrpwda actos
.regula venta res. Eila-ile ser motivada- pdBas-
ciioul-ipcias accidentac que e*apam apreciav
ao do'poder qae crea. (Maito bemK ...
No caso vertentd, ertt a rescisa ura auto 'ftt
nalureza qae nao poda lkar dependente da ap
provagao de outro poder. Nem a kn
contrato, nem a le no oapprovara,
ineautortsara asconhecida raodiflaiye,4, ro-tfiB-
gira or qaalquer modo o excrjitl*. rio diraito
expressamaota conveaci nado no art. 3?.
Nio devo terminar sera eneaininar urna llgol-
ra observaeid ao nobro depata do pal I' ili-iricto,
e raen distiaeto amigo, que iusstio na inopportu-
nidade da dacretatao d um.cre IHo eit a irdiaa-
rio para o pagamento devino" a El Mrr. y.
.Pareceu ao uubre dcputada.qui nao ti chegaMa
a occasiao de decretar os meios nece-sarios ao pa
- nanlo, nio sendo anda
da iademnisafio- devida
eos.
Qaasi me e istaxiaxecoJda os termo* expressos
da ansula 3' da resciso, pois que ahi Jlcon con
vtndo qoe o pagamento ^neslionado seria realisado
ktgo depois de encerrad.) a prseme sessao legis-
lativa, i i ol
Quan*,o acabamoj am verdadeiro sacrificio em
amor e ro.-peitb aajoledito '4anrMiatjia^|m!Uli>
parecer conveniente nae se ilesivpette ama ohri
aguo claramente esuiraladn? V qep4iia #a;
irar* provincia cora o adiameolo lembrado T Que
razos de publico iterease o peieriMn acons-'
Ibar?
Bebalde me mterr go. Ni) i para min> ama
rato valiosa o nao -rr dciioitivaaenlo conlwci Id
O'^u'infnm da md^moisagao.
(lia um aparte).
O Sn. Guswo LoBo:--Sab-sf, Hr. preydorite,
aue dupla iademaisagao dede ja, o uto: no lia-
vuluienia, davida a K luardo lloijpj. Urna dadas,
a que proveen da resciso, oooiienuo yor forga
A contrate ser excedente a 3CO0W., foi dada
pnr accorto entre os arbitros em 2a,w0ii. Ouira,
a que correspunde ao valor dosestudis iire-iuni-
res, mihIo avaliadapelo arbitro dj-govern ein
fcO:AfcfS3') e pelo arbitro de Miroiv 0:11 9:i)78i
esta mu. na nos termo* do art. 3't do emirato ao
desem^at&dor escolhido em LooOio peloiuu)lca
brasileiro. ,.
Nae sendo conhecido o lando do deserapalalor.
pjense entreunto intsJir -a exteaso dj sicrideio
que nos inexoravelmente imposto. Vi?ta a clau-
sula -'i' da resci.-ao, o ppgndo que nos soja des-
faveravel o laudo definitivo., podem ser osuntada
era 110:000/ as inUeini--ai,..'S deridas a Muj-
nay.
tiSo estes o algarisraos qne a dhcuuao pode
eatgnrar at elova-l urna soiama iuasi .la-
l'li. Eiie o mximum a queforemos cUr.gi-
dos ; e ha boas razdes de esperar que o.iaudo
delinitivo najo atlinja.
En qua nos pdu ser til o retar damento 7 Se
i:-1' ha meio houreso de uv-itar este rebultado, to-
ahamos a ;oracera de decretaros unao. Os cie-
dnos di provioota, to excellentemnafe Srwadv
devora sahir iraraacolados desta quesia^, (Muitos
ap>iado-).
Prjinbtteraos realisar o pagamento em aoi certo
nra-o; prometteaio- lo em mu acto solemne, jrro-
vogivel, oxprs-a o termiuanteraeute. li-te praso
toe ao sen vensiraeote. (arapre decreur*kd*
ja os meios de server o que praa UiviJa provin-
cial.
Todo escrapalo, toda beaitaca aesto grava a--
sampto, erara -louvaveis em quanto puda'a ser qui-
leonado o diroo do coceesiimario. Oesda>o-mo-
mo..lo am que a lueso c a dos meios, em iiue se
reeonbaaa que provincia est em divi ia, honra que asolva no prass que estiuulou. t^poia.
d0)- K... -,
A impontaalidale das obrigaeoes cjjnlraliidas
pelo estado ou p-la piv.iacia, pola ser no,-iais
Dinasta alcance.
Sernos uai paiz novp-em qu^'id1o,esl41afd[;
as energa* do trba1h<,-o yigor doosmpregi.r^o-,
luto do capitaes estrangeiros. Curpre, t)oor,
n-issa honra e no (hteresse d futuro inuntei inal-'
terado o merecido crdito da que-^csamos as"
graftl^prfjas do uraao._ (Apoiaao-), .
E1 por sto oeimo ^pesouios um paz nd?o que.
pacanos ta caro a tribut da nos ineXaerieu"^
01a Nao digo aornosos erros potqo'e-^ ou sei
js ein nuiuuiu 110 ;>.'. y
Folgamos ora registrar actos taes qua en/IP/aoi
em si o mais bello elogio.
noSPAxniA penvAMBu :ana.-h ,ja i o m-
t'mo da em qn- reeabam car/aos vapore?Hman-
mn 9HQuWf*n os porlos do n^rte e sal toa-
fonaeTmnnitBcio da mesma companhia,
ARIBAMENTO.Homem entrn neste porto
iia_ii b>r"" ""jlp"*! Tirrr
gem para Doanos A y ra
CRUZ K(I*. 00 S1!UTena o vatjot
4I0 Snl clfiWo vm astado de ojo pdW
tiara g norte, deiermloon S. Exc. o Sr.
identf Ja prDvmcia para une as pro
Gear Mamaba) e Par4 oao flquera ^0
tempo pn9adas.de noticia?, que a coVnpanh.,.
namltuxana expios pava ali um 4e setisjapo
re, rwccnduzirseaanaalasd o a.ue fui poliadcr
a^Miir-pitaeta.' 4J >
Pelo que sahlrvi amanba 15 do correnta nm
iconhecido o anatwBj os vapores de conipafbia Parnambucana en di
felos e-nidos ra?i-; fetur.> ;id fcarfi, Maranho. a Para, aq &&&
0 o da linha sera portador das malas para a rara
APPELLACOES CHIMES.
Ao Sr. deserabargador Gitirana :
"" Llnry de Itamb.Appellaiitflj 6 julio ; appol-
Cosme Ignacio de Aratijo Lima.
Ao Sr. desembargador Loureoeo Santiago :
Do jury de Pao d'Alho.Appellaala, ojaizo; ap
pellado, Vicente Ferreira Gonpilves.
Ao Sr. deserabargador Almeida Alboqacrque:
"rTamboril.'^nypoilaate, o juizo ; ap-
oel Ferr.ra da Concento.
mbargador Dara :
Pao d'Alttb. *- Atipeliante, o juizo ;
ostinho Ferrera ja Gosta.
mbargador DeMtatnei da Silva :
Cuniriper-Appeluoia, o jaz); ap-
iel Lelo Bsspo.
mbargador Regueira Costa:
Pedras de Fug).Appellantes, Anto-
le Oiiveiraa iums; appellada, a
Do ja
liado,
AoSrtl
Do
nio Joaqi
jastica.
hylu e Uto Orando.
Para pasagoiros e carga, no escriptorb da
mesma companhia. '. V
GHEIA,Com as ebnvas cabidas n'estes nimo
v, tom o rio Caf'birtKe. presentado slfcaY i
cbeiavachap Jo-so j o volme das jaguas alguna
wusfranftneDvado, e Ira sm-dv4a artrtlwwo1-
tinuarem as cquvas. E.01 conseqne;icia (Isjo o
?. V. f*: B^Ttes, s-rnte da vempanha f%para-
hmrana, man.lnn liontfin lard.lha, do.H laflia-
a vipnr.'mnspara estacionar na altara da fassa
.gemida Magda 'nae ouira para ir ate ao (iHana,
-e tu der romp-r al la, eui caso de neo^siilaae.
E' mili bj.i: preveugrn. e inm a01 reluvanto
servigo qoe pres:a o Sr. Geranios lorges. .f
TASA TRO SANTO AJNTONIO. -Paz AboRi'
amaoha nesse ihetro,o sympaiMm e ips*llerte
maestro Julio Pop pe, rgeme a -oivliralra dKnies-
frffllbwtro. O programma d esoctaoul|ev*
riadoe merece ser vist; Mm dis* Sp.'r'on-
pe 4 nimiamente credor dos favores do noss-pu-
blico, quem olio tana serapro procura lo agra-
dar. < "'
BUENOS-AYRE3.-A stib-iripcao agenclaila na
alfaniag'desta rifte pej respeati'o S^. Inspec-
tor, entre todos os ciJaSos qu! all se enlpregam,
e;n hooeOjo do* (lesvaH6!o3-e II Reliados paja fe-
bre amarelli, que le n agsolado a espita! da* re-
pnill:a Argentii, mon!ou a il7 como s_e evi
ia-.n.'ia de urna relacao dos donativos publicada
no lugar competente deste Dvrio.
ASVLO DE ME\DIi;DAD.-RemelIem-r:os as
saga itos iini.,-, qiio publi'ainos, chamando p-.ra
aliaaiiitorq'o da queoo, eonpatir :
Por in u de nma vea .ni. sjd reeolbid ao
asylo de mendicilade, o roltandez Juo-Germano
Bcekac, a tal vez por falta J*- vigila n-.-ia divida, wai
daiii subido, vag nido pefcs raas desta cidade, com
eaieonoTVKlu de M>s q o.veeai. ;
Iher -vida desta vez -'auello eshelooinifgMo de
ca.rdade, ja ii3 o Sr. cousiil hoilanjei nao tem
oado fm a es.se tafeJ sihidile de sua Bacaj.i
>/)L KVGMtli vFA >.- Da-immraal estfan
r-iro tranftren-mos que se seg*a:
* Na Mal de de Sanies (franca) acaba a ve'
riflear-se nma Jai maioTo descotHrtaa do se-
culo. '
<-Um doB professtrns do eollegio densa eidaJ:
dessibro, poc aca<>v segando rufere, o ario de
ftxar o ealor do o; 01 como eile mesma se expri
me, rngari'tifm' o sol.
* lto partee iacrival errtfetairio-^ onacUs
simo. .- ., ; .
Pos- mcio (ta um procos 0001*1 simpaos,
me o Has riaasaido nonbectMoaaa*ilas laat da nbv
sica, o Sf.X.... (onseguio ioHoduar o*eafcnao-3ol
eiimra vaso fehroado awdnt ah nefeaaran-lo
encerrado para servire eaa.noatade. e
PS^BChciaaK a act> a ualt que duviaaaos
da reahda.le d. que airaos. 1
a Pelo- ospar do um quaaln da: hora, aujsnotv
teu opfif. S^taaraso :tio jrecta doa raas
sotaren /sapas .fe-hun-o nennelicameaio .cana
uan rollia, an qaaf pr4UeM uina pequea aben
tara o ah anaptrnt-nma. lapta qne fea center-
'gir os raios solares encerrados no jirro aonra e
avio ue ama veda collada a distancia de un Ble-
' .- UM : a
Em taenaa-d* .iats.gagundos. \,-ola ate*
Faaeudo-a preceder de orna convincente upo 1 lir*flefWi7 V fT'aril'njLrrMlHh
administrador Be o concesnonario anatesw em Ka qabeth Sr. presidente, neiofl. o r>dM
?n ,, Par Ta ,mP',[.,a,"!" correspondente U,(eres?ado pea ctcst. pnblicaTtoda a provincia
ralor ora que t.unam de ser arbitra- |oiatincea*e.* palmo e fundV a trine bistotia
doste contracto. Persegne-o am me destino, e
o-de uo-ser conbeeido. Cenaeceisem-no'todos;
l-etoos nesfkriam a estica loi.ant'Orro 000^^^,.,.^ &u eip,rtaiKj1 f0l rapetiaa yataa nt
< K' fc-to vbr**deraiaBn^niroiitiO'-i; a. que
sape san aode/j bagar jem^lhaaie as.-o-
br*ay.
deiramenteiaappnea-Ja, uma boa parte dlrocei-
L ta anoua da provincia. Ao lado de te sprova'
do valor
dos os estados graphiccf.
a toadico .-'gunda da rescso anda revela
que, soseitaodt-se uma d.veigoncia entre os con-
tratantes sobre a ntelligeacia do art. 'I do con
tratato, foi ella resolvda pelo modo que mais pa-
reca garantir ara razoavel arbitramento.
Anda se v pa clausula o. 3 que licou fiando
um prazo superk>r um acno para o pagamento das
indemnisacoos < e houvoseem de ser arbitradas
pelos meios prestatxdecidos no contrato.
Tal foi, Sr. piosidcnle, o triste desenlace, mas o
desenlace necessano do contrato Mornay. j Inscrip-
to em 1866 : despedazado em 1870 ; anda esse
celebra contrato o assuroplo de uma discussao que
se fez ardente,apaixouada, Quila vez Woju&ta. (Xio
apoiados e apoiado-).
Qae a resciso foi decretada por farca do. nma
verdadeira attribuigao legal, eis-ab qae na lia
p> rm davida.
(Trocara so partes).
O Sn. Ghsmao Lobo :Qoorem os nobres depa-
todos que recomece a demoastracio ?
Anda que o contrato nio conferis.se expresea-
menle ao governo a faculdade de o reeaindir.; coaipetia admloistra^ao como suprema recarso.
Desde que o cntralo se aflgarasse to ooareso
provincia que ella nao o devesse cuasprlr; des
de qae o inieresse paMico se sentisse de qualquer
tnodo cimpromeltidD; a administracao usara de
um elevado direito, decretando a rescisio.
< Em materia adiuinistraUva, diz ura eminente
escriptor, o bem panuco a arineira lei. iN'a-eal-
liso do interesse de todos con o inieresse de cada
nm, aquello que todas as excttencias, to-
dss as primazias, todas as vastagens se .reservam
(muito bem).
A pessoa moral ane se chima o estado, a pro-
?iacia ou o rnuoicipio, nao pode estar adstricla
aos meemos invariaveia principios que regulara a-
relacSes dos ioteresses particulares.
Era direito administrativo como era direito com
mum, as convencoes lergalmeute cwn-tituidas tem
forea de lei entre aqueHes que-se obrgaraat (ccd.
nap art. 1731}; mas era liieii coramom, ac-
crescenta D.rete, ellas alo podea ser rescindidas
senao por mutuo con^enlimento das partes cntra-
tantes ou por cansas autorisadas por le; em
quinto que o estado pdempre rescindir as aas
cooven^es, tudas as vezeanue o exige o latesetse
publico, salva a iadexnisarao.
Isto posto, anda quando'o dir to de decretar a
resdsao nao eslivesse expressamenta declarada;
sao rerallasse de nma onvea^ao livreroente acei-
ta, plena, perfeita e acabada; a adrain-traco pa-
ena exerc. o livreaente seas offonaa neobum
direito adquirido.
De om modo ou de entro, a rescisio da contrato
Mornay foi um acto legal (apoiados)
Como fugir reapoos; bilidada que delle deeor
re T O directo de Eduardo Mornuy i ,uma dupla
indemni.-acao fieou deSaitivaraenie recoonecido
Nao ha mais pd-lo era duvida. Nao mais do
acto do 1866 qne esse direito dimana; do aclo
de 1870, da reseisao qae se deriva exprecta t
irrecusavelmente.
Peda a aasenbla provincial declarar de ne-
ahara eh*ei:o esse acto; revogar a resciso,reda-
bilitando o contrato e cora elle todas as duvida,
todas as. incertezas qua pude suscitar T
E' talvee esta a uniea qaestao 1. resolver n'esl
debate; a tem sido a meaos di'catida (apoiados/
Ha para isla ama r.zio. E" que ella nao da
margero dmenseo; nao pode ser o assumplo
senio de duvidas lescabidaa
Legi-lando para o caso da rescisio, 9 contrato
nao a fez dapeudenlo da approvacao do poder, la
gislaiivo. Deixoa-a ao livre e pura aroitrio da
adminitrseio. O aso dessa faculdade nio esta,
perianto, ajjto approvacii.da outro Dodar
(apocados.) *^
iio sa toda ajueitar davida sobre a leaslidade
e al sobre a eoavenienaiada delegac desta na-
tareza. Um _o poder aaelegwk^ oulro o qae
admiotsua; sao fuemos em Stuai e ihusI-
meaia impor unta*.
Compet as fcis, aserave Chayaau itdolpbe, asta. I
belacer as regras geraes e determinar ai formaa
eaaaacinaa, Qa neuluea ^,mmi%s ppeao-
oaa aettdeataevas objaeiDa ia-iiwaa>s a varia
! lepoiados).
So fizemos o potrato. Em nada intervlmos
melle. lE'om verdadeiro e ernel despojo que re-
cebemos.
Diflo-o era honra nessa coras em honra de to-
dos que, mais ou menos, flguraram neste con
acata. EHe ncerrou ura nobree -generoso pen-
osa meato ; ro om verdadeiro ommettimeote au-
atznseote patritico (apoiados).
D^este resaltado, qne todos deploramos, nin-
nniera o culpado. Oa si paeciso nnenajam
culpados, iodos o somos, todos na mesma propor-
io e no raesmo grao, qae todos nos desejamos
a presperidade do pata, o ea^randecimeato da
provincia, a ole vacando nivel da riqaosa, publi-
ca e particular.
A inexperiencia um crme ? A historia das
r.o--.is emprezas de toda ordom, partlcnlarmente
das nossas estradas de ferro, nma lodga histo-
ria de desastres econmicos.
Lesmro as de Pemambuco e Baha ; qnem nao
tem ouvido repetir por vozes as raal9 autorisadas
que nao honre jasfa medida aos saermows que
cada ama impez e impSe ao Estado f
Lembro a de Pedro 11 oom as snaa obra d'arte
verJaoViramenta colossaes, o sea esBensisImo tra-
cado, e seu servicio rgnarisslmn. E'noj'emdia
uma linha de {erro revswitavel que oos-dave ns--
pirar nm justo desvaateeimento.
Mas que extensa serie de tentativas mallocrradas
se prendo aessa importante estrae*t >Beade o
honrado patrila, o marqnez le Ba*baeena, qne
em 1835 eoncibera a ideia desse ggaotseo em -
prehendimento att as recentes evotoedes floaueei-
ras de que a estrada de Pedro II foi eatjeet >, quin-
tos erros, quantas infrneMnsas tentat>Vss, fot pre-
ciso vacer e dommar ? Contratos dapeda^ados ;
'indemaisaides eustoas ; ceicbmacoM epbcmeras;
oi por cima de todos estas bstaeulos qne passou
o genio nacional'I
Nao perante nina natareza, aban danto de pro
messas, e qne smeate espera o trabadlo como a
cendicao iaevitavel dadistribaicao de sana iramen
saa riquezas, qno deveroos coacorrer psra afBgen-
Ur este poderoso instramento do trabalhe qas se
chama : o capital.
Ba a'gama coasa qne o pode snbs Unir.; e
crdito publico. Assim como +a algnnu censa
que deve ser enllocada 2cima do iiJi.iro do rjoiz';
e 'i honra do piz !
Muito bem ; mnitobem.
(O orador cnmprlmentaiJo por muiros *rsr
deputaJo-.)
aMI
I f ?r-.'.^e/emo|e3-*a' Sou'* Leo
di
'*\ A ft juiyaa" pVdtt* da p'ora^'VpMilafite, o jai-
so ; appellado, Joajuim 9aYnes Bezerra.
Aa Sr.deserabargador KoiUl lienrique3:
Do jury 1re Pedras de Fogo.Appellante, o. ju-
I dn%apajUnM, Manoel Mauricio Uozerra.
Substitucdes ao Sr. de^etnbartiador Motta :
AapBrxAljSiia chimes .
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do jary do Racile.-Appallapta, o jateo ; appel-
lado, Jiaquim Jos de Santa Auna.
' Ao *. desembargador Lourenoo Santiago:
Do jury da cidade da Victoria.Appellante, o
juio; appellades; Manoel Gonealves do Nsci-
nie.iij .:,oros.
Ao Sr. deserabargador Almeida Albuqaerqu:
D i jury da Pvlmeirz.Appellaoto, o juizo ; ap
pellada, D. Zelipda Teixeira Leite
Ao Sr, desembargador Doria :'
fw jury da Granja. Appellante, o juizo ; ap
Peua lo, J-aquun Josa de M ^alhies.
Aa Sr. desembargador Domiogues da Silva:
0o j,bizo de direito do Recite.Appellante, Jos
Fernanuesjda Silftira Ddtro ; appellados, Yieeufe
Hamos' Per.'.ira da-Silva e nuir s.
. Ao Sr, desembargador Freitas IJonr^uas':
Do jury de Mtu Grande.Appellante, o juizo ;
appellado, Antonio Manoel ds Guerra.
appki.i.m;oks r.tVEis.
Ao Sr, deserabargador Frailas Uenriques :.
Do.juizo municipal do Recite..Appellante, Tris-
tio Francisco Torres; appelUda, D. Scnhorioha
Germana du Espirito Saato.
Ao ir..deserabargador Gitirana :
Do ju*> municipal da Recite. Appellante, a
Santa Caaa de Miseric-rdia ; appellados. os herdei-
ros de fif da Gunaa Toilaira.
Ao Sr. deserabargador Guerra l
Do juizo municipal do Passo.Appellante, Luiz
Marques de Liraa ; appellado, Ignacio Man >et Sa-
raiva
Ao Sr. deserabargador Lourenco Santiago :
Do julio municipal do Cabo. Appellaote3, Ma
utiel Pedro do Reg o sua iqulber ; appellados, Ma
noel Joaqdim e seus ios.
Ao Sr. deserabargador Almeida Albaquerqne:
Do jaizo muaicipal de Pao d'Alho.Aopellante,
Aotonio Francisco Peroira da Cnnha ; appellado,
Jos F.-aneiaco Pedroso.
Ao Sn desembargador D >ria :
Do juizo dos feit03 da fazeuda.Appellante, o
Viscoade de Loires; appellado, o juizo dos feito?.
, Edcerrou-se a sessao a meia hora depois do
meio da.
loatr^narte CWARi MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS dlDEMAIO
DE 1871.
PRES1PENCIX DO SR. DB. B^NTQ COSTA.
Presentes osISrs. Co;ta Mo,rera> Dr. Villas-Boas.
Angelo Herrriques e Pea0a da Silva, abrio-se a
sessao e foi lid o tpprovada a acts da antec-
deme.
Loa*se o seguinte
, BXPRDIENTR :
Ura offlclodo Exm. vice-preslente da provraci;,
reraettendo a esta cmara as seis proposus apre-
sentadas a asesma presidencia, alim de ser contra-
tado o privilegio por dez annos deque trata a lei
n. 977 de SS de abril do corrate anno, para qne
sobre ellas Informe esta cmara. A' commissao
do matidouro
Outro do mesmo comrannieando a esta cmara
municipal qae em data de 23 do corrente olciou
ao Dr. chefo de polica para que por intermedio de
seas delegados eanblelegados do termo da capi-
tal o coadjuvem a proceder-se ao arrolamento dus
.aobdto 'da naco Britnica. Aos flseaes para
preeederer ao mesmo arrolamento.
Ontro do 1" secretario daassembla provincial
com despseho do Exm. viee presidenf, mandan-
do onvlr a cmara municipal sobre a petigao da
socedade Amor Beneficencia.-A' commissao do
noatadouro.
Ontro do secretarlo di presidencia, remullendo
de ordera do Exm. 'ice-presidente cmara mu-
nicipal para seu conhecimento a cepia do cilicio
que em data de 17 do corrente dirigi a compa-
nhia Recife Draynage ao raesmo Exm. Sr., com
relacaa-aos melhoramentos por ella propostos em
Trente do edirtcio levantado no largo das Cinco
Pootas.a' commissao de petiees.
Outro do administrador do cemiterio da fregu-
zia de S. Lourenco da Malla, respondendo a re-
presentaco qoe fez cmara municipal, o dele-
gado da mesma freguezia acerca do estado do ce-
miterio d'aqnell logar e da irregolaridade com
qua se fazia o servico do mesmo cemiterio. A'
commissao dos cemiterio i de fra.
_Um parecer do engenheiro cordeador, em rela-
cao petcao de Jos Barbosa de Mello.De novo
ao mesmo engenheiro para dar o seu parecer de
eonfurmidade c-om a alieracao da planta.
Uma policio de Jos Vital de Negreiros.Ao
cogenhoiro cordeador.
Dispacharam-se as peticoes de Anionio Ferrei-
ra Braga, Antonio Fernandos Pereira Braga, An
ionio Jos Vieira, Francisco Jos Lourenco da Sil-
va, GaWino Pereira Tavares, Hypolito Deloux, Jo
s Luiz Alves Villela, Jod Pereira da Silva, Joo
Evangelista Dourado Contante, Joo Garibildi
Hnriqes da Olivelra, Jos Antonio Luiz do Reg,
fos de Sauza, bacharel Manoel Didro de Miran-
da, D. Mara Alexanirlna de Cirvalho, Manoel Go-
mes Viega, Manoel Tavares de Aquoo, Rodrigo
Pinto Morcira, Thomaz Teixeira Bastos, e levan-
too-se a sessao. '
Ku Lourenco Rezerra Cameiro da Canha, secre-
tario subscrevi.
Beo Jos da Costa Jnior, pr-presidente.
Angelo Henrijues da Silvar. Prxedes Gomes
de Souza Pitanga.fr. Silvio Tarqitinio Villos-
Boas.Dr. Peirode Alhayde Lobo Hoscoso.Igna-
cio Pessoa da Silva.
'wr*^i;i ^*;U:aj, *6 moq d 9 ae*V! u .5 nin.
MnaiT**i^da-e -a^sn-a-#aa>r-c,Sr- **
desto qae o caracterisa :Dagurrre conseguio fi
xar ao vidro a lee do so), liiade naijuelle ao
mesmo tempo a imagen) de ana eajecto ; nao ,
pois,+ara adnwar que assira costo se prende a
luz. se prenda tambem o cafor.*
VfKHI A.-A qne sa acba nenia a !%, a
beaafcio da igraja de N- ss Senhora da Coocei-
an-ae Be barbe, a qnal ser extt-aUda no da t
pelo ovo plano publicado.

REVISTA SIA&IA.
JURY.Entro hoatm em jofgaanto Maooaf
Verissimo Alvs de Mello, pronunciado ne art
193 do cogo criminal, qne foi absol*ilo.
ROUBO.No da 2 do corrente, no engeoho,
Brejo, da fregnezia de Jaoat.o, Ricardo, escravo
deJos Mendes Rodrigues Campean, Mubou -a'
Joaouualberta a quautia de um como da re*
pouco mais ou menos, poodo-se era fuga.
FBBIMENTOS RAVS.-Xo engeoho Cmtr.
acudr, da fregoeeia de Jaboato, Francisca Hara'
ae Jasas, casada o* Manoel Jos Vieise? Artni .M.J
HR09iIt'A WWmWJL
TRIIIl'XiL D.% lili I. \ A.
SESSAO'EM 13 DE JUNH ) DE 1871.
PttEilDE.NCIA BO EXM. SR. GONeCLHEIRO CVETASiO
SA!iTI* Secretorio Dr. Virgilio Coelh.
As 10 horas da manha.presentes os Srs. desem-
bargadores Giliraa, Lourenoo Santiago, Almeida
Albuquerque, Regueira Costa, Souza Led e Fre-
tas Heariques, dallando com cansa os Srs. desea
bargador Guerra, proonrador da cora, Doria e
Doraingaea da Salva, abriese a sessao.
Passades os .fiitos derara-se es ialgaraentos se-
guintes:
habbas ceaws.
o Luiz Antenio da SilveiraTavors. -r Mana-
rara ouvir o Bt. Juiz de direito da segunda vara.
RECURSO CHIME.
fio juizo de direilo de Itamb. Recorrente, o
juizo ; recorridas, Ladovico Gomos da Sllv'.-Ja-
aes os Srs. desembargadores Frelus Henrlqoes,
fiiliraoa, Souza-Leao e Loarenco Santiago. im-
procedente.
lPPELLA.VOCnH*C '
Bo jury de Cimbres. Appellante, Deodato Be-
aedictu da Silva; appettaia, a jasiica.-NiiUo^0
4o o proceaso.
PASsAoam.
DaSr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
jador Guerra :
De juizo municipal do Reelf.-Appellantej,. Ro
berto uarol e ouiros ; appellados, Joo Carof on-
tro*. Appclliotes, Manoel Pereira Magalbaes e-ou-
n-os ; appellados, Bt. Alvaro Caminba Tavjres da
Silva. Errtbargos rraettidos dojnizo municipal do
Hedfe,Embargante, Justino Pereira de faria;
vnbargado, Jod'Luiz Ferreira JAibeiro.
Oo Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. dea-
euibargador Prestas Henmques :
4ppef!a56ea civeis.-Do juizo manicipa do Re-
afe.A apellante, a liberta Igaez, por sea carada;
appellada, D. Joanna Mara das Dores. Appellan-
te, Beato Jos de Oltv-ira ; appellados, a viuva e
herdeircs de Miguel Mandes Ax Silva. Anpellacio1
enme.Appeflante, o juizd ; appellados, Jo.- Fer-
reira Lima e outros.
,1 Do Sr. desembargador Rcgneira .Costa aoSr
Jeserabacgador Sooza Leao:
Do iuzo municipal de SerlablenjAppellante,
JosMtia i Vastoacellos IJoOrtwn ; apnallado,
o tnente-coJ-dner Gaspar Cavafeaate do Albuquer-
que uehoa.
SESSAO JCDICIAIUA. EM 12 DE JUJH0
DE 1874.
saasroENctA do exm. sn. cossslhkiro a. f. pb
0 BBTTI.
Sdcretario, Julio Guimaraes.
AO'sneio da aclarou-so aborta a sessao,
lando rennidos ja Srs. desembargadores Sil
va Guimaraes, Rais a Silva e Accioli. e os
Srs. deputados Miranda Leal, Candido Alcofo-
rado, Omito Bastos e Alvaro.
1 Uda, foi approv.ida a acia da sessao pas-
tad.
O escrivao A'baquerque regstrna o ultimo, pro
tasto de ftr* a 6 do. presente mez s b n. zato ;
a o eserivio Alves de Brito a 10 do dito mea sob
o .11*8.
JOLGAMKMTOS.
Jalao manicipa e do cemmercio de Penedo :
apianante Manoel Josa Dairte Guimaraes, appel-
Uidqa s a*ed4ri da Baaaaa fallida de Antonio Jos
Martins Tnurinlio ; juizea os Srs. Silva Guimaraes,
Ucis e Silva, Olinio Bastos e Candido Ale .tora 1 ..
Julgou-se nullo todo propeeao..
nizo euwial do cominercio ; embargante ap-
pellanieauter Joaqun da S*4va Costa, crabarga*
do appellado reo Joo Ro'Jrigries Cordeiro.;. jizas
ro.Ordenou-sa uma deligencia.
AppeJIaete A itonio de S Albuqoerque appella-
da D. Mara Quiteria Rodrigues Ferreira.Adiado
a pedido de ura dos Srs. deputados.
PASSMBNS.
Do Sr. desembargador Silva Gnimaraes ao Sr.
desembargador Reis e Silva : appellante Jos loa-
quim Salgado, appellado Joo Baptista Fer-
nandos.
Doft desembargador Reis e Silva ao Sr. deaem-
Ijargaor Accioli: appellante o curador fiscal
da massa fallida de Alexandre Jo.- Ribeiro, ap-
pellado Abtonio Joaqun) Duarte.
Do Sr. desewbargaier AceioIi a o Sr. desembar-
gador Reis e Silva: appellante Salvador deSiqae
ra Cavafcaale, appellado Gabriel Antonio de Castro
Quintaos.
Onfenoa-se qae fosse competen teniente sellada
a re presentar,*" o do instituto dos advogados desta
capital.
luda mais bavendo a despachar, o Exm. Sr.
presidente eBeerrou a sessao a 1 hora e meia da
tarde.
RESUMO DO BALANCETE DA RECEITA
E DESPEZA, DA CMARA MUNICIPAL
DO RECIPE, NO MEZ DE DEZEMBRO
DE 1808.
exercicio de 1868 1869.
Receita.
Saldo Jo roez de novembro pro-
xim) findo.............. 4:6725515
Receita anveadada no mez de
dezembro.............. 4:602r)3^6
N. 393.-OLEO PURO MEDICINAL DEFIGADO
UB BACALHAO DB LANMMAN 4 KEMP.Tanla
o flgado como os pulmes aehao-se exposloa e
sujeitos a seren c insumidos por nota eafermi-
dade, e ambos es.es orgaos, pdera ser curadoa
mediante o mesmo tratamento. Os jornaes de me-
dicina nos assevaram que nada ha como o Oleo
de Figado da Bacalho paca aa aaUaatias do fl-
gado.
Porc.n iodo mesmo que a au'.oridade medica se
couiervasse ronda, os fictos Wlariara por si
mermo. Dentro do espejo de mu tonco lempo,
inultos casos de conaBtoico do Figado, asaim
qualillcadi-s pelos' prineipaes oaadcos forara ca-
rados com o Oleo puro medicinal de Figado de
Bacalho de Lanman k Kemp. Nao nos cabe
nos, o decidir te nos caaos mencionados, o flga-
do se achara ou nao ulcerada. O certo que os
mdicos assirn o certinoaram, a lamtoem que os
doentes se puzeram bina, Gdlq.ludo aconelba-
riamos todos que nao Q*olxassetti para a ultima
hora o toraarem este remedio, em consderacao
das suas grandes virtudes medicinaes ; seropre
o todas as vezes que se aprosealem os sympto-
mas de desarranjes pulmonares ou hepticos,
deve se immediatamente feter nao delle. Obraa-
do assirn ptese aflangar a sal vacio do do ente,
e a enra ser rpida.
THE ALLIANCE BRITISII FOREIGN.
Life anl Fire As.-oranv. Corapaby eilabtBCtda
em 1821. Capilal .5,000,000 .
Os agentes dosta coiipanhia .loraaii seguros
contra f'go sobra predios, oneros e m?.endas e
pagam aqui prejuizns devidaraente provados.
Rabo ScluB-ttau |JL.
Corpo Sano n. IttT '
_js*- '>
Seguros conlra-fog&
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital m # . 20,0004)001000
rundo de reserva . 8,000:000#000 Agente?, mis 6m RA DA CHUZ N. 38.
IMPERIAL ,j
Companhia de segu-
ros contr-fogo
s.
Una la
AGENTES
P. JOHNSTON 4 C;
Kenzala-aiova
u. 1.
PHAGA DO RECIPE 13 DB JUNIIO
DE 1871.
AS 3 \/ HORAS DA TARDB.
Cotac5es ofBciaes.
Cambio sobre Lonlres 90 div 24 i\t 4 pbr
1 julio do banco (lioutem).
il. . Stepple.
Presidenta.
P. J. Pinto,
Secretarlo.
ALFANDEGA
dsndimento dodia I a 12. ->.n:iS9i37;;
dem do dia 13..... 22;23Ae367
256.723*#40
9:75'505!
Despeza.
Importancia despendida no
mez de dezembro........
Saldo qoe paisa para o mez
aegoint >................
6:747J39o
2:527->G56
9:275*5051
FUBUCACOES A PEDIDO.
DBJJOBdQiA CRIM.
Ao Sr. dseisbargaor promotor da instica:
Do '""*' *-
1RIBI.VIL JBO COnffiRCIO
ACTA DASJi^SAOADfdlJVISTRATIVA DB 12
DE JU.VHO DB 1871.
PRBSmKNCIA DO BIST. SR. CONSELBEIRO ANSELMO
v fa*Nci6co raacnir
Aa 10 horas da aaauhaa, reumdos os Srs.
deputados, secretario Miranda Leal, Oiinto Bastos,
Uiidido Alcoforado e Alvaro, o Eim. Sr. conse-
Ibeiro praaktoote abri a sessao.
Foi [ida, a approvada a acta da sessao de 9.
. BXPSBMWTa.
Ofneio do secretario do tribunal do coramercio
da Batia, accoaaado a recepcao do officio de 2o
de maio nitrato cobriado a ralacao das matriculas
de coramaraiaataa, aiaMdidaa aos mezes de jantiro
a maio do corrala aoaia. Foi mandado para o
archivo.
Ollkio do conservador da oomraeroio de Macei,
acompanhando ama rtlacao dos livros commer-
eiaea se/ladoe e rabskadoe na conserva ion a do-
rante o mei de maio ultimo O tribunal cou
sciunte do que se contera em dito utllcio, e o man-
dn archivar.
Oflkio do jui municipal e do commercio do ter-
mo de Souza, ao sentido de nanea sa ter aborto
fallencia parante o san juizo, a contar do anno de
1831, poca em qne eomecpn a ter exocucao o c-
digo commereial do imperio. Uandou-so arebi-
var. .1
o/li;io da jamado eorratoces, remetiendo as
colares da aemaua prxima fiada, de 5 10.
Para o archivo.
Jornal OfficiaL, do a. 123 a 131. Para o ar-
lahivo.
O livro de registro 4a correspondencia ofOcial,
al u. 177, ragaUrvante wcripturado.
DESPACHOS.
Requeriranoto de Fabricio Gomes Pedroza, re-
qnereodo por certiaio doa auto da moraioria do
coramercante loan Pereira Moulinho, Io o thaor da
pttgaj ioipial; 1* o tormo de audiencia a re-
do evadlr-n*.
ASSA83WATO.Proxfnlo do povoaflj jH'fcpaV'
da ffegaezia de Nossa Snhira do O' da Goyan-
na, o crioulo Luiz escravo de francisco Laiz
Pereira Motta, asaJsIoou a Manoel Raposo cim
tras folpes de fouee na caneca, e ferio graveawn-
W eoiti nm tiro i lr,t Fjrrsira dos Santos, qnr-
do estes procuravam pr'ehde-fo por aifrr-se^f*
jjldo. O ertmineso logran por ae emJpgav n*
UBERTAk.\0 D2 tf>CaAV03.-A X*ma. Sra.
i. Paulina Hra >ria da SiJvra, viuva 4o disjBcto
patala ooronel Manoel Josc de Serpa Br.vnao.da
/reguezia de Iguarasi acaba de dar nm raode
fr,tet imitado, alow'ando as ifl
'i^/'n^fiii7f&e"a?c?i?JluI0;a1f fl de credores;*" o relatorio e parecer do
sigooa-se da para jqtjcunemo *oe tt&ttH Lsfio flnat preferida por ie lribunal.-Passo-se a
,los raertldao requerida,
APPSLLAUO Ova.'.
Do jalzo rnftnl?iol do Sobral.Amellante, 0
reir de Oveira ;
^fUMBplo di
escravo,
PanciSTa das CUagas Baa'deira de IWIo : ni'
lado,.Antonio Joaquim G-wj^vas.
GRUJES.
-_^te_, Deodato >
cto da-SW; tf*
Do jury db Ar.
-AaopsiUnte, D
r-Apptfrfiw,
a juMica.
Candido
'ranciso, Se,
^^^^^^s&^fi^^Xitm
J-'Vi
Recursos critn,
Ao Sr. oseoiiargaor GlUran :
llecrrehtd, o.jfflfo
ccxiJo, MatioelTpon
Ao Sr. dbserbigador
BeasofrcflAojWo.db^f,
nio, Manuel Afoslln"
nequrjjaeUaa viatoa pelo Sr. deserabargador
,sca.l
De Antonio Gonc^lves de Azevedo, Marcelliao
Qoncalves de Aievedo e Manoel Jos Monteiro
Turres dislato social.-Como rennertm.
Da Joao Bwnjlfsu d*S, Jualino/Manoel >
m &Srao>*ln,doaSaflto* tima e Jbie da Sil
*e'ie nr"?^y^rato. soefaL-Refltre-sa.
,.P*. '*** BJanelisU de S, Justino Manoel d
a* Ramos a /oaa Antonio, da Amorim, diarato so
tt a ^^r3*' *raori8I A' C-Saja registrado
na furm d^ dic/eto a. 4394.
De $&kt C, iasitlinda no rtislro que te Ihes
neaegara, ae nma coacordata pareulaj.Nio iem
I***} d* jjisoeiajaa Coasajercial Agrcola da
Srrbscrfpiflo MMMMi na 3lfandega desia cida-
de polo respeoliv Sr. Inspector, entre ns ctnp-
tenles eiiiprejjadjn, uespachanles e nutras pessoas
em favor das pv.ssoas desvalidas e flageladas pela
epidemia que lera assolado a cidade de toenos-
Avres.
Srs.:
Emilio Xavier Sobreira de Mello
Dr. Luir de Carvailio Paes de Andrajo
Faustino Jos dos Santos
Antonio Carlos de Pioho Borges
Carlos Augosto Lias de Sonza
Florencio DomingOes da Silva
Herculano Cezar Ottoni
Lndge.ro Teixeir.t Lopes
Joaquim Anreo Wanderley
Anselmo Jos Piolo de Sonza
Firmino Jos de Oliveira
Francisco de Paula encalves da Silva
Wanoel Coelho Cintra
Manoel Antonio Viegas Jnnior
Jo.- Baptista de Castro e Srlva
Carlos Eduardo hiede!
Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca
Franoiseo Alfonso Ferreira
Manoel Peregriao da Silva
Francisco de Oliveira Mello e Silva
Amaro de Barros Correia
Jos da Silva Neves
Jo Antonio Lopes Guimaraes
Joaquim Gfcmeotino Ribeiro de Brilo
Joaquim Cantoso Ayres
Jos- Burle Jnior
loaquim Antonio Caraeiro
Francisco Marcelino do Araaral
Virgilio Jos da Molla
Alexaodre de PiaboBorges
Jos Joao da Araortm Jnnior
Antonio Teixeira Lopes
Manoel Soaras Fortuna
Joaquim Fraocisco Franco
Jo Joaquim Aotunes
Joao da Silva Gnimaraes.
Manoel Jos dos Sanios
I no ni az Cirneiru
J'S Joaquim da Coala Maia Jnnior
Eustaquio Zafaran da Silva Braga
Joio Athanasio Bolelbo
Euthiohio Mondim Pestaa
J i- Alfonso dos Santos Bastos
llonriiue Soares de Andrade Brederode
Do cngos das Neves Teixeira Bastos
Joo Carlos Augusto de Figueiredo
Lydio Marianno d'Albuquerque
Jos Joa |um da Silva Guimaraes
Jos Pereira de Miranda Cuofia
Manoel Lniz Alves Viaona
Joao Xavier Ribeiro de Andrade
Joaquim Jos Ferrtira da Bocha
Domingos Joaquim Seve
Jos doa Santos da Costa Moreira
Antonio Jos Leopoldino Arantes
Jos Bodopi no dos Sanios
Julio Piolo de Mallos Lemos
Lua da Veiga Pessoa
Jos Mara Braga Jnior
Joo iaptista de Castre o Silva Jnior



PWBAWlbuco, yin
dnoia.
parecer fl
W^If;Aronla.
xa,Se, depoiado C
bticar o tro copiai
r tes cora cUco da presi
'ormar do acoro com o i
Joo Bautista Moreira
Jos Bernardo Mochiles.
Adolpno Teixera Lopes
Joo Paulino Marques
Thomaz Garrett
Gaebmo G >raes de S
Antaaio Luciano de Moraes Mosquita Pi-
nten el.
Joaquim Tertuliano de Medeiroa
Tito da Silva Guiraarai
Jnaa Duaris Caraeiro Monteiro
Jielaodoro Frnande da Cruz
Jos Franei co doa Santos Miranda
Aaaoso Martina Pereira
Ernesto Vieira de Araujo
Anir Jus Das Pereira
Tertuliano Scipio da Ponceca
Antanio Tneodoro dos Sanios Lima
Jbaquia Vital Machada
3eraia de Momos
Godofrado Henriqua de Miranda
Jea Birnario Diaia Peaaaa .
.Sabino Joaquim da SilvaCu'rado
jarancelino izidoro
20^000
203000
OOOO
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10*000
10*000
10*000
*0*O80
10*000
10*000
1M00O
10*000
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5*030
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5*000
3*000
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5*0 0
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5gH)00
5*000
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5*000
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5*000
.**H
0*000
2*000
:0''
Descarregam boje 11 de ianho.
Brigue portugueiCofe(varios f eneras.
Patacho americano Kennebeck varios genaroe1.
Patacho hespanholThemoteo 11dem.
Patacho iniilezConrlinazbanalho.
Barca inglezaDtphimmercaderas. 4
Barca inglezaJ/rtHwncarvo.
Uarca pertuguezaCoifavarios gneros.
DespacKoide exportando no dia 12 A
junho ,,
Na barca hespanhola Maa Annita, Ati
Barceilooa carregoa : P. M. Maury 12 aaeeas
com 5,211 kilos de algodao -.
Na barca portugueza Flor ie S. Simio,, para
Lisboa earregaram: Carvalho & Nogueira 3S6
cora 26,700 kilos de assnear branco.
*- o brigoaportuguez Uniao, para o
tarregou : Soaies Primos VSd saceos com
kilos de assucar branco.
33,350
RECEBEOORR DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
tendimento do dia I a 12. is.i!f*45
dem do dia 13..... HS74J0C6
19:896*524
CONSULADO PROVINCIA%.
lendimento d9 dia 1 a 12. 41:3051090
dem do da 3..... 6:1593*336
18:002*426
yIOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 13.
Brtinsuick42 lias, hiate americano dJM Ttb-
betts, de *59 taeladas, capits N. P. Alien,
eqoipagem 7, carga madeira ; Henry Forster
4 C.
Marseille-6i da, barca italiana Tirlo, de 4
toneladas, capto Gsrdama Badone, eqnipaRem
13, carga masas, e outros gneros ; ordem.
Arrihon a esto com agua aborta, sen dostino
era Buonos-Ayres.
Oosreafoo.
Nao bonve sabidas.
EDITIS.
9*000
2*000
2*000
1*08
0 Dr. Rufino Coelho da Silva, juiz munici-
pal e d'orphaos do termo de Olindn MI
vhrtude da lei etc.
Faco saber aos qo o presenfe ediT vi-
rem, que se proceder por este juixo, a r-
rematcSo, por venda d'oma casa tefret
com oiao, sita na roa "do Cabral desta cfda-
de, sol) a base de 2:4004, por qoanto fnf
avaliada requerimento de There-za Mari*
Cedrim, herdetros, o mais intwessados
mesma caa, sendo a nltima prar; no dia
15 do c rreoie na sala das audiencias a 1
hora da tarde,
E pira qae chegqe ao eoobeciaete de
todos mandei pissr o prteate1 qte HhW
pul icalo pela imprensa e axado nos la-
gares do co-tutne e publicado ao Diario do
Pernatnbttco. \
Dado e pastado nesta cidada de Oliotff,
aos 9 de juaho de 87I.
E eu bacbarel Fraacisco Los Caidn-, ea-
cri*8o 0 escrevi.eoclbo da SUva.t. I.
Pagoa 200 rtiff de sello e Vwba por t*'
existir eslampllb desIe'vaTbi'.
Omla 40 de junho de 167*. ftotelbo.
^Paiva Vianna.
JlZi) DOS FEJTOS DA Fa^D.\
NAOONAL-.
-
*0U
*0W
JJ000
StfUOO
M000
*4000
IdMOO
1*000
l**0O
Lea*
itenanfi v. a ser U. no- j Aasak^ Car"Pesan*e.Lacerda
'.:k;VLfa 5f. caasameiroi
,No;naatMrbidIsiribni.f "... ?T-'..'
O Dr. Ahibo I09S Tavares da gTfw. oflefaP da'kfv
periai ordem da Hre jort a)Tito*oTOf-1MioP
da fazeoda de>t*provinciapor s/Uim 8 Dona f arlamlo.
Pao sanar ana em virinde a- eMSfti,. rraaaa
firanda rifldoilal arasamiaba cailrVaHwa'ef nat-
Jeiros de Junio Pefeir Ifaneaa, aar oflHa^ka-ate
Cab, fez-se peobora om nroeWWW'le'nWlai*
'.andino, mtalo, coro 90 anana, jmtv siatM
nenos, p>drmri, avartilfcPr f:W e**"
((uencia do que, em face'do decreto^3
Oe seterabrn da I8R, em vi
t* de eesnaAt'Jesn-Prflt'da-
s 1 onario da. nfeoda; alo 'c
qUaeaanali utimta pu a.
1*001 (oatas deata>dpraao a 1
JOOO rtati acajaaaJo.aa ff mrsmn
onpoiUrio''p*ilealaT P^'
cd engaubo a Jela * t **o
- E para qaeck^c >* *aajaid%|
- Husarappv. .... .^n# anouoa>
^mt 5<-a^<|aaeraptW
^.ido no lugar do costoaia.
..
*


Atoo '\htyti^ zsiiktaix'tebwt-ikL d i^f.
.
-
Dado e passado nesta cidade
nambuco etn li de maio Ja
4 Luiz Francisco Barrer
anoscrevo
_____________Abilio Jo
O Dr. Francisco de Carvallio
de orpbios e a uzeles da
Matermo, por S. M..o Imperador, que Deas
aaaaaioagiae MaateifOrfioventiraQie dos bens
' pa,. rflanraiWDe. para vender era basta publica
detfe, luir -i escrava Francelina, crinis, de 3*
-loi liad* 4o servio domestico, avaliado por
1:403x000, perteocente ao expolio daquelle fi-
nado.
*, pois, que aquiesc a semelhante pretencio
palo presente, e fondado no que dspSe o decreto
a. 1993 Je 15 de setembro do 1869, cunvldo a Io-
ta quanto quizerera laur. ir aobre a mencionada
atava. aprsenles) suas propostas am cartas fei-
Xanas na casa dos auditorios de prlmeira instan-
iadesta cidade, nos das tra qut eostumo dar
anuencia dos feitos e panas...
O prazo para semelhae apMsaata;j de 30
aje, a contar 4 boje.
para constar mandei pasear o presente qne
ttlado nos lagares do cosluma a publicado
"prensa.
jjHn de Recto de Pernambuco, 2 de maio de
u, Prancisco Correa de Britto, escrivo o fez
tltin subscrever.
PmeUco de Cirvalho Soares Brando.
rithiiiK.ica al a ibeoria das propflf De
ioehssi ramate.
Jospeccao do arsenal de mariiu de Pernaaabu-
:o 13 de maio da 1871.
O secretario,
Afatandre Rodrigo; os Aojos.
F
Perante a enmara municipal desta ci-
***, estar en praca em os das II, 12 e
#o otate, para ter ana matada por
Si aneaor prac )offeecer, a obra dos con-
*- , oreada na quantia de 5060000, aquel-
las qae preteoderem arrematar podem com-
Sarecer no paco municipal nos mencionados
ias munidos de-flanea.
Paco da cmara municipal do Reeife 3 de
joabo da 18ZI.
Banto Jos da Costa.
Pro-presidenta.
Loureoco Bizerra Garneiro da Caoba,
SecrelariQ,
Consulado provincial
Bm o mez da junbo prolimo comeca a eorrar
o praso de 30 das para o pagamento voluntario
nesta reparticao da contribuicao da decima ur-
baa,, de 5 fM) sobre o rondimeuto dos predios de
corporaedes de mi moru e de 75 rs por litro
de agurdenla, latirmente ao 3* semestre do
auno financeiro de 1W0 a 71; o que faz-se scea-
te aos respectivos conlribuintes que nao satisfa-
zendo dentro desse praso, encorreo] na mulla de
6 0|0 al encerramento do exercicio.
Consulado provincial 32 de mlo de 1871.
O administrador.
Antonio Carneiro Machado Ros, .
DECLARACOES.
COMPANHIA
BEBERIBE
ro dia 20 do corrente pelas 12 horas do
dia ter impreterivelmente logar no escrip
torio di companhiaraa do Cabug o. 16,
arreruatacu dos chafar-izas e bicas por bair-
ros, nao se a Imittindo propostas qae com-
prebeadam mais de am bairro esempor es-
pato maiorde am armo.
Os Srs. licitantes podem comparecer com
teas Dadores ou declaracSo dos mesmos no
encionado dia, devendo ser as propostas
em carta fechada, oo antes no escriptorio,
onde melbor poderlo informar se das condi-
^es da contracto da arrematado. Declara-
se aos Srs. licitantes que o pagamento sera
Jeito em urna terca parte em sdalas mia-
das e cobre.
Bazes sobre as quaes se deve lancar.
BAIRRO DO REC1FC.
Chafariz e bi;a do caos d'alfandega.
Dito da roa da Craz.
Dito da ra do Brutn.
Dito e bica do Forte do Mattos.
itmjooo
BAIRRODE SANTO ANTONIO.
Cliafai'iz do largo do Carmo.
Dito do largo de Pedro II.
Dito do largo do Paraizo.
Dito da roa do Sol.
Dito da ra da Concordia.
2*0190900
RAIMO DA BOA-VISTA.
Cbafariz e bica do caes de Capibaribe.
Dito da ra d'Aurora.
Dito da cidade nova de Santo Amaro,
Dito do logar do Campo Verde,
pito do largo da Solidade.
Di lo di caixa d'agua dos Pires.
Dito da praca do Conde d'Eu.
Dito da roa de S. Gongalo.
17:022^000
BAIRRO DE S. JOS
Cbafariz do largo da Ribeira.
Dito da ra de N. S. doTecco.
Dito da entrada da Cabanga.
Dito da ra Imperial.
Dito do largo de N. S. da Paz dos Ala-
gados.
24:0100030
PASSAGEM D\ MAGDALENA.
Chafariz do larga do viveiro. 75/JO00
Dito da entre dqas pontes. 2150000
2900000
CAPUNGA
Cbafariz da roa das Pernambacaoas.
1800000
APIPUCOS.
Cbafariz dessa povoaejo. 1820000
MONTEIRO.
Chafariz dessa puvoacao. 1100000
Escriptorio da compaobia do Beberibe,
12dejQoho de 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes G. de Souza Pitanga.
183*000
121*000
402*000
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misoncurdis do Reeife manda faier publico qne
na saia d soas sessoes, no dia 15 da mz de junho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quem mais vaniag jos offereeer, pelo tempo de
um a tras annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARlDADE.
tojdo Forte........170*000
Ra do Prdre Florianno.
Gasa terrea n. 45.......180*000
Becco das Carvalhas.
Casa terrea n. 8.. *. iSOiO/K)
Roa da Viracao.
Casa terrea n. 7.......
Roa de Hartas.
Leja do sobrado n. 41. .
Roa latea do Rosario
Sobrado, !. andar n.94 ...
dem 3. andar idem......243*000
Ra do Cataboaco.
dem B. 18........320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares> 28 302*000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 73......211*000
Roa da Gloria.
Caga terrea n. 61......240*000
Becco do Abreu.
Sobrado de 2 andares n. 1. 400*000
Rna do Bom Pim em Olinda.
Casa terrea n. 11......
dem n. 12........
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Crespo.
Sobrado da 3 andar n. 11. .1
Jtua do Rozrio da Boa-Vista.
Casa terrea n. 58........
Becco das Boias.
Sobrada de 2 andares n. 26 .
Roa do Burgos.
Casa terrea n. 19.....150*000
laemn. 21........151*000
Ra do Vigario.
1. andar do sobrado n. 27 300*000
2. dito dem.......240*000
Loja do mesmo.......350*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n, 14 1:200*000
Ra na Saozala velha.
Casa terrea n.- 18.....241*000
dem n.Jl. 6.......208*000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 101.....205*000
dem n. 89........300*00n
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 2..... 78*000
dem n. 110........205*000
dem n. 104.......201*000
dem n. 99 .........360*000
Os pretendemos deverao apresentar no acto da
orrematagao as sus flaneas, oo comparecerem
acempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
:ife, 2 de junho de 1871.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Sonza.
I d hrim branca
pawimul, cal,
fodoanl, ca
Je las,- eoberloi
Pfde
calo
pois
to de
96*000
96*000
-700*000.
300*000
367*000
asas da algodio azul, blusas de
o brim branco, calcas de al-
da algodaozinho, cobertores
de algodao, dolos de conro
calcas de panno azol, colcbjSes
palba, fronlias de algodaoziuho.
-.a para grvalas, Tencoes de
rgiidozinho, tapales, saceos de guardar roupa,
e trav4seiros da iinbocbeios de pasa*.
Para imperiaes maraheitos e aprondizes
diws.
Bonefs de-panno zol, camisas de Srln branco,
calcas AValgodao azul, caicas de panno sol, cal-
cas de bfiai btaoco, camisas de basta ni lendo
o corpo 4 1)2 palojos de corapriinento e 3 asman-
gas inclusive os punbos, camisas de bacta azul
lendo o corpo 3 palmos de comprmanlo e 2 as
mangas inclusive os pnaos, frdelas de panno
azol, lencos de seda preta para grvalas, sapatfes,
e saceos de loai para asariobagem.
Para aroflees avulsos.
Blusa* de aaaso aaai blusas de algodao acal,
calcu de brar brando, calcas de panno azul, cal-
cas de algodao azul, camisas de algodaozinho, e
calos de conro braaee envernisado.
Para mariahajan.
Calcas da brim branco, calcas da algodao azul,
camisas_de brim branco e camisas de algodao azul
camisas de baela azal teudo o corpo 4 1|2 palmos
de coraprimenip e 3 as mangas iaahattve os pu
nhos.
Por tempo de um anuo a.(indar em junho de
1872.
Fornecimento de ambulancias para o
navios da armada.
Sorvicos de barbeiro eafermaria de marinha a
lavagem da roupa do nranaet
Sala das sessoes io eotefta 4s> compras de ma-
riaba de Praambaco 12 dejsobs da 1871. ..,
OsacsWirio, feo
________ Alexacdre Bodrfclfcss jos Aajo.
O admrnistnrdor da recebelofia'de-Tens in-
ternas geraes, faz scienle que neste mez de junho
que tem de ser paga sei multa a decima addicianal,
relativa ao 2* seaaestr* du exercicio corrente de
187071 a que estap sajeilas as corporac5es de
mao mora, as companbfas e sociedades anonymas
e as associacSas pas, beneflcenlee e religiosas, e
qae (indo o referido mez, ser paga com a omita
Je 6 /..
Recebedoria de Psrsembuco, 6 de Junho de
1871.
Mapoel Carneiro de Sonta Lacerda,
ftVim MJMflMOS.
EioDrandedoSul
Segu eom brevidads para o porto cima o bri-
ga-aacioBal Amelia, em prompla a maior parte
do sen catregam8no, para o resto que Ibe falta tra-
tsr-se eoar Os consignatarios Aplomo Loiz de Oli-
veira Azevedo (, C. : ra da Cruz n'.Ti7.
PAKi.
O patadas, aoge-alleinio Matkit, tegne para o
poru, cima, rcjke carga a frete eommodo; a tra-
tar coa Joaqoim Gerardo de Bastos, a ra do Vi-
gario u. 16, primeiro andar, escriptorio.
CoupaHJa afflericiia e brasilei-
. at n dia W do corrate esperado de New-
rork por S. Tbomaz e Para o vnor ame-
ricanoSirtAAmerica, aqol depoisda demora do
co^tw seguir para os portos do fufe
nralreun e passagens, Irata-se com as acen-
tas Henry Forster 4 C., roa do Coraroqreio n. 8.
CAPANHIA PERNAJ^JCaRT
*eg?5a eoateira por
Macai, escalas, Penedo a Aracaja

.
Ll
be vio\ i;is
LOUCAHVIDROS
O vapor SffMid, comman-
dante Maeedo^egnira para os
porto cima no da 15 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Recebe carga- at o dia 14,
encommandas, passagens e d-
ate as 2 horas da tarde do dia da
: no eserlptorlo do ff irte do Mattos n. 13.
COHPANHU PERNAMBUCANA
Js^k

frete
DE
mWIi
Santa Casa de Misericordia de
Reeife.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Reeife precisa contratar o fornecimen
to dos paes e bolachas qne houverem de consumir
os esiabelacimentos de caridae, os collegios de
orphaos e o asylo de mendicidade aos mezes de
julbo, agosto e setembro prximos, para o que
recebe propostas em cartas fechadas na sala de
suas sessoes, as 3 horas da Urde do dia 15 do
corrente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cife, 2 de junho de 1871.
O escrivo,
.______ Pedro Rodrigues de Sonta.
Vavcgacio eesteira por vapor
Parahyba, Natal, Micio, Mossor, Ara-
eaty, Cev, Maadah, Acaracn e
Granja,
O vapor Pirapnma Commao$an
te Azevedo, seguir para os por
tos cima no dia 15 do correnti
as 5 horas da tarde. Recebe car-
f ga at o da 14, encommendas,
Jhneiro a frete at as 2' horas da
tarte do dia da saida : aseriptrio no Forte Mattos n.ft.
ft*?
ma maailia de Jacaranda com i sof, mesa, t
consolas com pedra, 3 cadeiras de bracos e 12 di-
ta de guarof^o, 2 serpentinas, 2 relogios de mesa,
1 dHo de>parede, 2 lustres de tres Inzei, 18 globos,
4 pares de alcatifa, i urea, 3 registros para gaz, J
ospelhos graades tfourados, 2 ditos maldora de
Jacaranda, 4 Jarros para jardim, 8 bandejas.
Urna mesa elstica, 2 aparadores, diversa louca
e vidros, 3 rasnoiteiros, cordees para cortinados,
12 cadeiras de Jacaranda, 28-' ditas americanas, 2
consoios de magu, 2 jarros para flores e eulros
objectos existentes.
No andar (arreo do sobrado do largo das Prineezas
b. 1, onlr'ora Club Peroambocano
HOJE.
Por utervencio do agente Pinto
0-leRio principiar s 10 horas.
Ama deleite.
Ni rna dos Guararapes ti. 9* ptecfsa-se de urna
ama trmte e paga-se frem.^
A mesa r-gedora d* iriaodade das atmas^da
matriz do (^rpo Santo pede aos seas ehirlssipso
irmsos se rennirem oo eonslstork)' da'.mapa
irmandade no dia 16 do eWtOte, asLoiiratda
larde, para em mesa gerai tratar de egoeio ur-
gente da mesmn irmandade.
Consistorio da Irmandade das almas Udaa-
nbo de 1871.
Jos MoQlairoda Sisueira,
______________. Escrivo.__________
O abalxo assignado, administrador da massa
fallida de Alraeida Borges* d, pelo presenteon-
vida aos eredores da mesma ma ber o i* dividendo na razaV de 30 0|0, no sen er-
tabelecimento na roa do Bario da Victoria a. 69.
Reeife 12 de junho de 1871.
______________ Jos Joaatoim Ahrea
Quera precisar de moa igullier capaz para
tratar do servieo Interno de urna ca dinja-se ra estrella do Rosario n. 33, segundo
andar._______
(Jozinieira
Preeisa-se de urna eosinbeira : aa rna estrena
do R 'sario n.'tt.
O talho da ra da Roda e da ra imperial
junto ao etnfarir.. ha de boje em aianle carne ver-
de de ! troalMide a 400 U. o ko.
5anta cas da misericordia do
Reeife.
A junta administrativa da santa casa da miseri-
cordia do Reeife contrata o fornecimento da carne
verde que booverem de consamir os estabeleci-
nteotos de caridade, os collegios de orphaos e o
asylo de mendiqdade nos mezas de julho, agosto e
setembro.
Recebe propostas na sala de suas sesapes, pelas
3 horas da tarde do daf 15 do corrate.
Secrefarfa da suta casa da misericordia do Re-
eife 3 de junho de 1871.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
cife 2 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Hodrigues de Soaza.
COESULAT DE FRANCE A PERNAM-
BUCO. ,
Par decret du Gouvernement Fraudis en date
du 27 de avril deroier, les laxes des. paese pourts
sont relablies, tan! pour les voyageurs Francs,
qne pour les sajela de toules les a'uiree puisaances.
Em conseqaence, le Consol de Franca a Pernam-
buco, informe les vovageurs de l'obligation ou ils
aont, sous peine, de na ponvoir patiifer snr le
terretofre trancis des faire (aire viser leurs
pas CONSULADO DE FRANCA EM PERNAM-
BUCO.
Por decreto do governo francez em data de 27
de abril ultimo, os direitos de passa portes fleam
resiabelecidos, tanto para os viajaots francezes.
como tambera para os subditos de todas as nacoes.
Em consequencia, o consol de Franca emPernam-
buco, ioforma aos viajantes a obrlgaca em qoe
eslo, sob peoa.de nao poderem penetrar no terri-
torio francez sem fazer visar os seus passaportes
com deslino Franca.
Quinta-feira 15 do corrente mez, depois da
audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos tem de
ir em praca publica por venda o sobrado de um
andar'e soto da ra do Caldeireiro n. 2, com 2
portas de freote, varaoda de ferro, 2 janellas no
oilo, 21 palmos de vo e 80 de fundo, 2 salas, 1
quarto, 1 gabinete externo, cozinha no solio, e
mais 2 quartos, quintal muraao, cacimba meeira,
e em solo proprio ; dito predio f< i avaliado por
4:600* era Conseijuenoia do estado em que seacha
a trapeira e parle da. parede do dito sobrado, e
val praca por 3:680* a requerimento de Victo-
riano Jos Marinho Palhares, tutor dos menores
Julio e Anna. ______
Santa (Jasa de Misericordia
do Reeife.
A junta administrativa da 'Santa casa da mise-
ricordia do Reeife precisando concertar o predio
que possoe o patrimonio de orpSos roa da Craz
a. 14, contrata cora quem se queira encarregar
de effecluar ditos concertos, concedendo-lhe o ar-
rendamento per um ceno numero de annos e me-
diante aloguel eommodo.
Os preteadentes deverao apresentar suas pro
postas em cartas fechadas e selladas na sala das
sessdes da junta, pelas 3 horas da Urde do dia 1*
dejunho vindouro.
Seoretaria da Santa Casa da Miserirdia do Re-
cite 27 de maio de 1871. 0
O Escrivo,
__^_^__ Pedro Rodrigue d Souza
anta Casa de Misericordia do
Reeife.
A Illraa. junta adraioislrativa da santa casa de
misericordia do Reeife precisa contratar o (orneci-
mento dos gneros abaixo declarados que lera de
consamir os estabelecimeotos de caridade, os col-
legios de orphaos, e o asylo de mendicidade no
trimestre de jolbo a setembro.
Recebe para isso propostas na sala de suas ses-
sdes, pelas 3 horas da larde do dia 13 do cor-
rente.
Os concorrenles apresen'aro suas propostas em
carias fechadas, as quaes deverao ter a ordem
estabelecida no presente anoBncto :
Aletria kilogr.
Arrjz do Maraoho idem.
Azeite doce litro.
Azeite de carrapato idem.
Agurdente idem.
Bacalbo kilogr.
Batatas idem.
Cha hysson idem.
Cha preto idem.
Caf em grao idem.
Carne secca idem.
Ceblas 100.
Farinha'de mandioca libro.
Fumo de Rio kilogr.
Feijo molatinho litro.
Farello sacco.
Gas lata.
Millio saeco.
Manteiga francea kilogr.
Sabio dem.
Sal litro.
Tapioca idem.
Toucinho kilogr.
Velas da carnauba dem.
Velas stearinas idem..
Vinagre litro.
Vinho de Tinto de Lisboa idem.
Vinho branco de Lisboa idem.
Secretaria da Santa Casa do Misericordia do Re-
eife, 2 dejunoo de 1871.
O escrivo,
Com muito penca demora nesta porto seguir
para aquelle o brigoe pqauguez Unido per j ter
grande parte do seu carregaraeolo prarapto : para
o resto qae Iba falta e passageiros tratase com
Soares Primos, roa do Vigarin n. 17.

LEILAO
M
25 barris com manteiga fran-
ceza.
O agente Pestaa, competentemente aotorisado,
far kila j de 23 barris eom, manteiga franceza
de superior qualidade, quarla feira, as 11 bsras
da nianhia, no armazem do Annes, defronte da
alfandegS, em I ou mais lotes a vontade.
-

PARA
i
vai sabir am poneos dia? a barca portngueza, Flor
de S. 8imao por ter quasi toda a carga prompta :
para o resto e passagens Irata-se com Carvatho &
Nogoeira na ra do Apolb n. 20.

PARA O
ARACATY
.


Segu eom bravdade o hiate iVoco Inveneivel :
para c;.rga e pas-geos (rata-se ra do Vigario
n. 14, ! andar, escriptorio de Jo3 Lopes Davira.
Para o Aracaty
Segu oestes das o hiate Mana Amelia, eapi-
to e pratico Francisco Thtmaz de Assis, para o
resto da carcrt que Iba falta trata se tom Amonio
Iberto de Souza Agoiar, ra do Amorun n. 60
Liverpool emdireitura.
LIVERPOOL, BRASIL de RIVER PLATE
* WAL ITEAMERS.
No dfa 23"do corrente" espera-se da Ba-
bia o vapor bglez Copernicvs de 1400 to-
neladas, o qual seguir depois de ndipeo-
aavel demorar para o porto cima. Este
vapor tem excelleoles accommodacoaa para
passageiros. Para frete, passagem etc.,
trata-ge com os agentes Sauoders Brothers,
4 C largo do Corpo Santo n. i 1.
LEILAO
Dos gneros do hotel da rna da
Heazalla \ova o. 14).
Constando de vinho em pipas, dito em barris,
dito ongarrafado do Porto, genebra, charutos,
oarmelada, banha em latas a muitos outros arti-
gos proprios para tabernas.
O agente Martins nao tendo podido effecluar o
lailo dos gneros cima annaociado para bootem
por causa da ebuva, o far
Qaiata-feira lo do correte,
s libo ras do dia
PfdVo Rodrtgues
sa.
"Jl
THEATRO
mm FRACEZA
SOB A S.\JSTA CASA DE MISERICORDIA DO
fiECIFE.
A junta administrativa 4a Saota Casada Miseri-
cordia do-Recite precisa contratar o fornecimento
dos medicamentos qne booverem de consamir
botica do hospital Pedro II e a enfermara do asylo
de mendicidade no trimestre de julho a setemoro
de conformidade com a relaeao existente aa res-
pectiva s^cretarja, onde pJe ser examinada, para
O que recete propottas at o da 1JC do correte.
Secretar! dSaDia Cas de.Misaricardia do Re-
cite 2 de jtaho apag71.
O eserivlo,
t______,_______redro Rodrigues de Sonta.
InspeeeSp do arsenal de
marinha.
D3 ordem do Illm Sr. inspector r*c> publico
qae acha se marcado o prasi de 60 das, a Contar
da data'do pro-safe, para' o novo eon;urso que
em cumpriroeotj do aVso do mlnistere da mari'
nha de 2i de maio uftfmo, se vai proceder nesta
inspecQio pasa.preeceainieuto de duas vagas de
gmanuenies da sauawia,
Os prateidem deverao Inscrever-e no men-
cionad) prasj, a as babilitaeoes que ex as eonformidade com o regulara ente de 13 de
inaio de 1837, sil) :
Pravas de bom compartaaienli), e da Jade de
18 aaaos pe i uieaos.
Mistrarera no c m ursa boa Jaira a conhecimeo-
to perfeito da grammatica e liogua nacional, assim
Pela secrotaria desia provincia chamado o
procurador do commandante superior Antonio Jos
Alves Pequeo a comparecer secretaria da san-
ta casa de misericordia, afim de all assignar um
termo em qoe se obrigue pelas despesas que Qzer
a enferma Anna de Moura Rolim, recolhida ao
hospicio de alienados a requerimeote deseuso-
gro o referido commandante superior.
Secretaria da provincia, de Pernambuco 12 de
juoho de 1871.
O secretario,
Elias Frederico de Almetda e Albuquerque.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE,
A Illraa. junta adraioislrativa da Saota casa de
Hisarie Tdia djB Recite precisa contratar o forne-
cimeuto de assucar de 1" e 2* sones, qae houve-
rem de consumir os establecimeatos de caridade,
collegios de orphaos e asylo de mendicidade nos
mezes de julho, agosto e setembro prximos, para
oque receDe propostas em cartas fechadas na sala
de suas sessSes, as 3 horas da tarde do dia 13 do
corrente.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cite 3 dt janho de 1871.
O escrivSo,
Pedro Rodrigues de Soaza.
Consclho de compras de ma-
rinha.
O conseibo no dia 16 do corrente mez vista de
propostas recibidas at as li horas da manha e
sob as condicoes do estylo contrate :
.Por tempo de tres mezes at satetnlTo"
prximo.
Fornecimento para completo do de viveras, die-
tas e outros objeetos de consumo aos navios da
armada e establecimeatos de marinha, do se
gainia :
Cama verda, earne aeeca do Rio Grande do Sal,
feijo preio ou mulatinbo, e velas staarir.as pro-
pna> para tanternas, de 8 em libra, a telhsv
Forneeiraento dos seguales cbjeslos d^ farda-
meuto.
Para aprendizes artfices.
Bjnets ao umforme, bonete do servieo, blusas
(REPERTORIO DE^OFFEMBACH)
Os espectculos terSo lugar lo-
varlavelmente uas
Quintas,
iabbados,
Domingos.
AMANHAA
Quiuta-feira 15 de junho
Representado extraordinaria
EM BENEFICIO DO REGENTE DA ORCHESTRA
JIJIIO POPFE '
e por elle dedicada a illustre mocidade acadmi-
ca de Pernambuco.
PROGRAMMA
1.' PARTE.
La consigae est 4e renfler
Peca em um acto ornada de msica e desem-
penhada por Mrs Harbain e Maris e Mme. Zlia e
raoco.
1 PARTE.'
Grande festival
pela erchestra composte por esta vez sement, de
35 profesores
Os dutinctos professores Libanio Colas Jos
Coejho se prestam a tomar parte em obsequio ao
beoeflciado. '..
3.* PARTE,
M'ssieu Lanar y
Opereta em 1 acto de J. Doprst, desempenhaaa
pjr Mr. Marchaod e Maris Mmes. Poncelet a
Louise.
Priocipiais 8 horas.
Depois do espectculo haver ura trero extror-
diuario para Apipaeos e mais pontos da linha '
PARA O
CEARA'
Segu com brevldade o hiate Ocano por se
achar com parte do carregamento ; para o resto e
passagens, para o que tem excellentes commodos,
trata-se roa do vigaaion. i, ! andar, escrip-
t9rio de Jos Lopes Davim.
DE
Dive eas mobilias
Sexta-feira 16 do correle.
O agente Pestaa, far le la i por coota e risco
de quera pertencer de urna mobilia de mogno com
18 cadeiras de guarnicao, 4 ditas de bracos, 1
sof, 2 concolos, i mesa e jardineira eom pedra,
e assim como cadeiras novas em duzias, ditas
ditas para meninas, mesa de Jacaranda e amarello
para jogo, carteiras, secretarias, meias commo-
das, camas, 1 maquina para cozer sacos, e muilos
utros objectos que se acharo pateles e assim
um rico vapor eom caixao de vidro, qoe ludo
ser vendido oo dia aci.na oo escriptorio do age a-
te, roa do Vigario o. 15, 1 andar.as 11 horas da
ntanbaa.
Mlcolao alar(rr
Francisca Theoioni da Costa Hartrv, Iticol
Hartery Jbnior, Thomaz J. Harding, 'Joio ide
Hartery (aosenif), Fraocisca Harding (ausente,
Marganda Rcllly (ausente). Roberto L. Re*y fa-
sente), mulher, (llhos, Ribas e genros, prooaa-
menie eommoridos pelo fallecimeeto, aa cidade de
l'hi adelphla, do seu muito preude marido, pai a
sogro, rogam a todos os seus prenles e amigos o
caridoso obsequio de assistirem a urna missa, qae
por seu eterno repouso mandara celebrar Bo hos-
picio de N'. S da Penba, amanbla quinta teifa 15
de Junho as 8 Horas da manha. Desde jaMaci-
pam os sens Jgradeclmenlos.
Precisa -se da urna ana forra ou sscrava
para casa de familia que saiba bem eozinhar e fa-
zer compras : na rna da Cadeu do Recite n. ,
ou no Correoor do Bispo n. >3.
Ama deleite
Precisa-se de urna ama sem filha : na roa Du-
que de Caxias (outrrora das Cruzes) n. 22, segun-
do andar.___________
Precisa se alugar urna sala e um quarto pa-
ra rapaz solteiro que seja no bairro de Santo An-
tonio : quem ti ver dirija se rna da Praia n. 31,
1* andar. _____________
Precita-se de urna ama para casa de raptfz
solteiro : na roa larga do Rosario n. 31.
Companhia de navegaqao
brasileira.
Tendo o abaixo assigoado aulorisac) da di-
rectora para acceitar asignaturas as acedes des-
ta nova companhia, que deve eomegar o servieo
da costa, entre a corte e o Para, no 1* de julho
prximo, convida aquellas pessoas que desejam
subscrever-se, a precura-lo no escriptorio da ra
do Commercio o. 8.
Recite, 14 de Junho de 1871.
B 'rnnrdo Whitman.
frete
COMPANHIA PERNAMBUCANA
.VaTegacSo eostelra por vapor.
Porto do Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir,
para os partos cima no da
20 do correte a meia noute.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dlnheiro a
: no escriptrio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANB1A PERNAMBC.\NA
DK
aTcgaeo eostelra por vapor
OBr, Mlraiibao e PtT.
O vapor Pirapama, comman-
dante Azevedo segae amaoba as
6 1/2 da tarde para os parto*
awma designados, coadunlo as:
malas qne do sol vieram pelo!
Cruieln do Sul e Sindh.
Para carga passageiros e dinheiro a frete trata-
se no forte do Mattos, escriptorio da companhia
Pernambucana.-
ivtses DIVERSOS
INSTITUTO AjWLOGKO E GEOGMPHI-
CO PEBMKAM)
Haver sessao orJiaaria quinta-feira, 15
do corrento pelas 11 horas da maobaa.
OIIDKM DO DIA.
Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes.
Secretaria do Instituto, 12 de iuDho de
1871.
J. Soares a*Azevedo
' __________Secretario parpetoo.
O abaixo aasigriado, relirapdo-se temporaria-
mente desta provincia e iodo a Europa, deixa por
seos procuradores, eQsoas transadles mercanlis,
o Sr. Lulz de Moraes Gomes Ferreira, e, para
rapressnta-lo, cono herdeiro do casal do seu falle-
cido pai, o commeodador Thomaz 'de Aquino Fon-
seca, e tratar de todas as suas causas judiciaes, o
Sr. coronel Rodolpho JoSo Barata de Almeida;
(cando encarregado do qne se refere s suas pro-
piedades e casa particular, seu primo, o Sr. Joa-
qoim de Gusmlo Coelbo, tendo cada um dos su-
pra mencionados os poderos necessarios. Recite 9
de junho de 1871.
___________Dr. Joaqnim de Aquino Foaceca.
\^^^
Precisa-so de urna ama pa-
ra cosinbar em casa de fami-
lia : a tratar na ra do Vis-
conde de Itaparica (oulr'ora do Apollo) n. 51, pri-
raeiro andar.__________________________
Vende-se um terreno com 47 palmos de
frente e 400 de fundos e urna casa de laipa quasi
prompta sita na Agua-Fra de Bsixo, na beira da
linha frrea. Vende-se oulro annexo a este com 135
palmos de frente e 400 de fundo : quem preten-
der dirija-se a ra do Progresso a 19 (Boa-Vista),
que achara cora quem Imiar.________
PfCisa-se de urna ama
forra ou eserava que saiba
bem cozinbar o diario de urna
casa : a tratar na roa Duque de Caxias, loja de
miudezas da Boa Fama n. 35. ___________
Eu abaixo assignado declaro que o Sr. Ge-
saro Lauriaoo Veotura leodo deixado de ser mea
procarador desde o dia 22 de aoril do correte
aono, teodo recebido a importancia de seus traba-
lhos, e fleando sem effeito a procoracao que exista
em seu poder. Recite 12 de junho de 1871.
Antonio Gomes de Mendonca.
^1^
Precisa H. N. A. d, nesta lypographya, tal
lar ao Sr. Pedro Ralis de Ioojosa Varejao, mora-
dor no Barro.
O esp
por ea
damingj
tr lng
anunciado para sabbado e que
o tempo fleou transferido par*
io passado, e que anda nao pode
oal motivo, flea transferido para.
quarta-uira li do corrente, se o lempo permiltir,
as.7 Hora-. Roga-se as -pessoas quo eompraram
bilbeles e nao po?sam vir, mandaren) at quarla-
feira as 3 horas para se dar a importancia, sendo
os mesmos, bilheles que dio ingresso D0 especte-
Paim o Porto
Recebe (carga frete medico o brigne porta-
guez Adelina ; i tratar a ra do Vigario a. 1, i*
andar, escriptorio de Balihar, O iveira & C.
DE
Paquetes a Vapor
Dos porios do sal esperado
at o da 2 do correte o vapor
tnos, commandante o Io te
Oa Jos Caudillo Dnarte, o
aal depois da demora de cus-
para os do norte.
passageiros e (ocA-so ;
r eonduzirl a tjoliloVef
e sua chegadvljiom-
frata al s 2 horiis da tardi
Nao se recebem.como encommendas seoao ob-
elos da pequeo valor, e que nao exjjedaoa a 2
robas de peso ou oito palmos Cbicos d raedi-
o. Tudo qne passar dostes limrte3 deveri ser
abarcado como carga.
Pr#viae-i aoa-^r*. passageiros qm uas passa-
gens t se recebera na agencia,-rua da Cruz
o. 57; escriptorio de Antonio Luizda OliveiraAze-
vedo, & C. _________.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
aa
Navegando costetrapor vapor
Goyanna.
O vapor Parahyba, seguir pa 1 existir a nada mais .luda *t? qae o Sr.
ra o porto cima no dia 16 d. I cianle pretendeu deamucaar ao nosso, s3
Corrente as 9 horas da noute.
Reaebe carga, encommendas
Pipas-wgeiro e dinheiro ,\ frete n;
criolorio do Forte do Mattos n. 12.
k
i|isS
JPaao Kai-a
-.Quer sahir com toda a brevidade o lirigne por
tuguez Cuete, recebe carga a frete commbio .
quem qbizar earreg/ar dirij^-se aos consignatarios:!
oa roa do Commercio n. 48.
CASA DA FORTINA
Aos 5:000|
Bilhetes garantaos.
4 ra PrlnMiro de Marco (outr'ora roa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido aos seus (e
lxes. bilhetes um meio n. 1871 eom 5:000x000,
um raeio n. 2531 esm 930*000. um ioleiro n.
L479 com 400x000, um meio n. 2194 cora iOOrf,
e ouiras sones de 40x e 204 da lotera que se
aeabou de extrabir (195*), convida aos possui-
dores a virem recebar na conformidade do cos-
tme sem descont abjura.
Aohara-e venda os bilhetes garantidos da
1.* parte ias loteria, a beneficio da igreja aa
Conceico de Beberibe (196.'), qne se txtraair
sextafeiral6 no corrite mez, pelo novo plano.
PRECOS.
, ,\ Bilhete inteiro 61000
Dous tercos 1X000
l Um terco 21060
Em porco de loO^OOO para cima.
Bilhete inteiro 8*400
Dids Kreos 3*610
Umierca U8C0 .
Manuel Martins Fiuza.
O desengao ver.
Nao procuro invento da. discustao e meaos sus-
tentar caprichos de al/uem, roas sustento a verda-
4e do que disse em.meu anouociu neste Diario
n. 127-dt) liquidadlo de lonc dos restos da fabrica
Batbalho, por ter acabado a perto da dous anuos,
gndaia'nas ierras do engenho do Sr. Miraos, no
Mar denominadoBirbalho, que aeabou, nao rtis-
ttnda ejn daas^trras mais fabrica alguma. Exis-
t^sim.-uiili rro centro da villa do Cabo, urna que
sea mestre proprietario Ji> Travasso, udioo
qae irabalha cora barro do Barbalho, a qual tem
sea aposito ae:U praca, a urna ouira aova le -
vantada as Ierras do engenlo Pirapami, aun
trabaJha com batro do mesrao engenho. Nio tra-
an-la nosso onnncio de tal fabrica e arnos do
fabricante, nao podemos referir aqui essas argni-
edes photpkorioas do qudam que pretendan abrir
diReuso, oilaadndo direciameote sem fuadamen-
to legal: rererimo-nos fabrica que delxou da
anana*
sao zeroj
sepkismas qae pretende usar ; desde j declaro

Manoel Mara Rodrigues do Nascimento e sua
mulher muilo agradecen) as pessoas qne assistiram
a eneommendacao do corpo de seu pretadlssimo
Cilio, e o aeompaoharam ao cemiterio, e mais terao
qae agiadecer-llies se assisiirem a missa do sti-
mo dt, na igreja da Saota Cruz, oo dia 14 do
corrente, as 7 1|2 horas da manha.


^aatt.
Joo de S e Albnquerque manda celebrar na
dia 11 do corrente, quarta-feira s 8 horas da
manliaa. na igreja matriz da Boa-viste, urna missa
pelo anniversario de passamenlo de seu presado
e sempre chorado tio o Sr. Victoriano de Sa Al-
buquerque. Convida pois aos seos parentes a
amigos, quem antecipa seus agradecimentos por
este acto de relipiio e caridade.
AMA
Precisa-se da orna ama para cori-
nliar para casa de rapar, solteiro : aa
roa do Crespo n. 20, loja.
AVARIADO
Algodao marca T com 20 varas a 4| e 44500
a peca : na roa do Crespo o. 20, loja do Guilber-
me._______.___________________
Abolicionista.
Orgao da emancipacao. Publicacao quntena
Semestre 3*000 rs.
I.lvrarla franceza.
Prepsra-se comida com acceio a proraptidav
em easa.de familia, oo pateo do Paraso, 1* indar
do sobrado o. 29, por cima da loja de alfaiate, a
entrada pelo becco.
Aos senhoras c.pilaes de
naa|tatJllBtfr sea peosameato poqeo civil- So
afrrmotlWftetirfiDrfcarlo Barbalho, Diario d
12 do correte n. 132.
AtteD.550
Riea e-moderav uandeijas de bolinuos para
"casamenios.bi'^ei!, etc. ; sendo estas de difieren-
tes gost i? de armacao -. na ra da Palma n. 4 (pa-
ra escoler).
campo
Pede-se aos senhores capilaes de campo, o fa-
vor de apparecerera ra do Vigario n. 17, a
negocio de seu ioteressa.
Custodio Jos Alve Guimares, embarcando
para Li?boa para tratar de sua saude, deixa en-
carregado dos seus negocios os Srs. Jos Antonio
de Freitas. Francisco Jos Alves Goimarlss e An-
tonio Jo quira Fernandos da Silva, aos qnaes coa-
ferio todos os poderes ateessarios ; Uceado as Srs.
Drs. Jos Joaquim Tavares Belfort e Joaquim Jos
da Ponceca, encarregados da seos negocios fb-
renses. _____________________________
ATTJNCAO
Porderamse hoja (12) pelas 3 horas a tarde
aos aalos de libello -civil eedestastieo sobre urna
queno de divorcio, sendo qua a pessoa que con-
iiuzi 09 ditos autos sabira de urna casa da rna
Fortaosa cora direcejio ra Velha, passaaaa pe-
las do H-jfpete, praca da 6oa-Vls*a. Araglo e
beco de Joo Francisco a sabir a ra Velha Quem
os tirer achado ple eotreg-k> na praoi U Boa-
Vista, botica do Sr. Garneiro, oo oa roa Velua o.
63, t|iin ser generosamente grat flaado.
esapareeeu Dote ds uoeilios n. 20, um ca-
valli russo, capad): esteva gorio e onda amito
bem baixo, tem ama marea de farro ao qnsixo
esqcerde 3 i quem daite der noticia sari re-
compensado.

-
I


DUfa _U PefhamWuoo Quarta (eir 14 de Junho de 1811
/

-.T-i- ' ',
ni-iriV-"
laga-se
O egundo indar 4o sobrado d ra da Sanzal-
li Velha n. 76 : a traUr na ra de Pedro Alfonso
ouWon a Fraia . 10;.______________
Alagase a easa o. 53 a roa do Coronel Soas-
an ( antiga roa Aognsu ) : a tratar na ra do
Mondsgo n 63r otaria de Marcelino Jos Lopes.
Aluga-se uaa negra para o servico domes-
tico: n roa da Imperatrlx n. U, tercelro andar.
Ama ou criado
Precisa-se de orna eosiobeira oa eosinheiro para
casa de hornera solteiro : a tratar em Santo Ama-
ro tegumento da rna da Aurora n. 44, primeiro
andar._____________________________________
Aluga-se
Urna escrava boa cosinbeira, lavadeira e excel-
lenie engommadeira, pelo preco de 30*000 mea-
ses : no tatgo do Carmo n. 13, sobrado.
Para al agir
Na rna do Mrquez de Olinda n. 35, aluga-se
nn rantutn cosmheiro..

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O. ~* "* -I
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2 S *
2. O. O
Ef.a
A cizaa
LIVROS DE S0RTE3.
Rs.-1*600
L1VRAR1A FRANCEZA.
Joaqnim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, o, i andar.
Saeca por todos os paquetes sobre o banco de
Minho, em Braga, e sobre os segaintes lagares en
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guiraaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ve.
Vianna do Casteilo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicio.
Lamego.
Lanos.
Covilba.
Vascal (Valpasso).
Miramlella.
Baja.
Barcellos.
SEGUROS
MARTIMOS
E
O^TRl FOCO*
A companbia Indemnisadora, estabelecid;
nesta prava, toma segaros martimos sobre
navios e seos carregameDtos e contra fogo
em edificios, m rcador;s e mobilias: n
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Coziiieiro.
No collegio da O,ncelco precisa-se de nm bom
Cozinheiro,
Precisa-se de urna criada escrava ou livre,
qua saiba lavar e engommar : na' roa da Pasia-
gem d. 7, sobrado.
Precisa se de ama ama de lelte; na roa de
S. Jorge n. 139j 2* andar.
, AMA DELEITE-
Na rna Angosta n. 55 precisa-se de ama ama
i leite sem fllho,
Capitaes de campo
Precisa-se fallar aos senhores capitaes de cam
po a negocio de -ioterbsse: na roa eslreila 4o Ro-
sario n. 43, 2* andar.
Na ra do Pires, sobrado n.
', precisa-se de urna ama
_boa eoiinbeira, forra oa es-
crav, e que tenha boa conducta. .
%k%%
USA DO 0110
Rna do Barao da
Victoria,
Otttrora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
Bllhete* garantidas da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre o;
seus muito feliz, s bilbetes a sorte de 9604000 em
nm meio bilhete de n. 2331, a sorte de 200 em
clmis meios bilhetes de n. I5ti3 e nm meio de n.
842 com a sorte de 1004, alm de outras sor tes
menores de 404000 e 204000 da lotera que se
acabor. de extrabir (195), podendo seas possui-
dores virem receber, que promptamente serio
P*gos.
O raesme abaixo assignado convida ao re.-pei-
tavel publico para virem ao sen estabelecimentc
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nc
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo;
mesraos annuucios.
Aebam-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da i* parte das loteras em beneficio da
igreja da Conceicio de Beberrbe, que ser extra-
tuda no dia sexta-feira 16 do correte.
PRECOS.
Inteiro 64000
Dous lerdos 44000
Um terco 24000
De lOOtfOOO para cima.
Inteiro 54400
-Dona tercos 34600
Um terco 14800
Joao Joaqnim da Costa Leite.
0 Dr. Jacintho Soares
Rebello.
Medico homeopatha
Tem residencia na ra do Imperador n.
2o e consultorio na mesma ra n. 41.
s
CASA DA FORMA
RA i* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo asignado tem sempre exposto i ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 244000
Meio 124009.
Quarto 64000..
_______________Manoel Martina Fiuza.
Companhia Allianpa
DE
seguros niaritimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:0004000.
Toma seguro de mercadoiias o dinbeiro a risec
eaarilimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencii rna do Com-
mercio n 5, escrptoro de. Joaqnim Jos Gon
calves Beltrao.
PRECISA-SE
%%*:
tiogtr urna pessoa de boa oonduets, IHm ota* es-
crava para vender na roa : traiar na ra da
Precisa-se alngar ama es*
erava, que cozinbe bem, para
casa do penca familia : roa
do Duque de Caxias o. 88.___________
Aluga-se
o 1* andar do sobrado n. 5 da rna Imperial
tratar na andar terreo. '
Casa de campo
Alona-se nm sitio e casa do moradia no prin
cipio da estrada do encanamento. com dnas sallas
3 quartos grandes, copiar, oozinha fora, dispensa,
man nm quarto, e cacimba de excellente agua
para beber : i traiar no mesmo lugar easa 4a
oildes amarellos.
Precisa-se de urna ama para com-
prar e mais servicos em easa da pe-
quena familia estraogeira : na roa
da Gamboa do Carmo n. 19, primeira
andar.__________________________
Na roa do Apollo n. 26, existem bens ar-
mazn* alfandegados para deposito da fasendas,
on gneros de onalquer especie oa natnrea, a
precos razoaveis % qaem precisar dirijo-so i ra
ra do Bom Jezus, outr'ora das Cruies n. 6.
BOomoKaoa*w o^ woi^winwaoswiin iw
ADVOGADO
Dr. Joaqcim CoriiA d Araj
67Ra do Imperador67
& b hs mmmmm
MOFINA
Roga-sa ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
erivio na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se eomprometteu reali-
sar, pela torceira chamada deste jornal, em Bns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a feverefro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de otto annos, e qnando o senhor san
fiho se achava no es aesta cidade
AOS 5:000*4000
Esto venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Conceico, loja di
mrves no Reeife.
^loga-s nm excellente sitio na cidade de
Olinda, lendo mnitos as/oredos de frnctas, horta
e jardim, con urna fonta de agua de beber, boa
easa de vivenda, com eommodos para grande fa-
milia, prefere-se alugar a pessoa estraogeira: nes-
ta typograpbia se dir com quem se trata.
Na Ponte Velba, casa nova com porto de
ferro, vende-se pombos de raja dos maiores e me
Ibores que ha.
A luga
se
um sitio na Torre, com excellente casa de vivenda
e banho frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na roa do Pires
n. 29.
AC
Rival sem f efundo
Rna Dnqne de Caxias n. 49
Jos de A/.evedo Maia e Silva, em sna lo-
j ade rxiiide?as continaa a vender tndo
por baratos 1 recys que: todos admira :
Libras delinba de novello, a melbor
possivel. 15500
Dazia de lencos de cassa com barra. 1)5000
Caixas de lii.-has com 30 oovellos a 500
Vara de franja branca para toalbas 160
Duzas de me:as croas muito boas a 34500
Dozias de meias finas para senho-
ras a 44000
Dozias de facas e garfos cravadas a 5(5000
Dazia de palitos seguranza a 120,
240, 320 e 500
Ta ralbas muito finas, para fazer a
barba a 10000
Caixas com peonas de ac com to-
que a 320
Caixas com peonas de Perry fazen-
da fina a 800
Ditas de dita dito verdadeiras a 14200
Caixas com 20 caderocs papel ami-
zade a 70f
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada urna -> 1*5500
Pecas de fitas para coz com 10
varas a 500
Pegas de traoca lisa de todas ai '
cores a 40
Dozias de linha frooza para bordar
a 400 e 500
Pares de sapalos de traoca a 10800
Ditos de ditos de tapete muito
finos a 10280
Dmias de baralbos muito finos a
20400 e 20800
Ditas de ago-has para machina \ 20000
Libra de pregos francezes a 240
Reamas de papel almaco superior a 30600
Ditas de dito pautado o melbor a 40000
Caixas com sabonetes fracta a 720 e 10000
Libra de lia para bordados a 70000
Carrteis de linha Aexaodre a 100
Cravatas de corea muito fictas a 500
Ditas pretas pentas bordada a 600
Grasas de botoes de madrvperole
para camisa a 500
NovbIIos de linha branca, 400 jardas 60
Dozjs de candes de linba branca e
preta edetoresi 120
Thesouras moito finas para eolias
e costura a 500
Baralbos francezes moito fino 0
200 e 246
Calas redondas para botar rap a 10?(H?
DYVETOT
nica casa neste genero
H-Rna Eslreila do Rosario-M
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosi n ha e de mesa, e
tuolo que perten-
ATTENCAO
Na ra Ia de alargo n. 7, antiga do Crespo, pre-
cisa-se saber se existe e aonde Daniel Pereira Bra-
ga, Portugus, fllho da cidade de Braga, vindo
para esta provincia em 1844. E' negocio de sea
interesse.
mmmm m&mmmwmm mm
O Dr. Luiz Jos Correa de Sa mudou ]
B" sna residencia da ra das Nymphas n. 17 5
para a Passagem da Magdalena, no pe- |
nultimo sitio do lado direito antes de che-
gar ao largo do chafariz, onde, por hora, S
contina no exercieio de saa profissao.
Attenpo
Traspassa-se o armarem da ra da Lapa n. 15,
sendo o alaguel razosvel: a tratar no mes no.
LQUIDAQAO
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Bario da Victoria, esquina da Camboa do Cara.
O dono deqaelle estabelecimento, querendo acabar com elle at o fim do corrento anno, convida aos seos numerosos
freguezes a aprovellarem a cirenmstancia para monirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as quididades, tamanbos e feitios, tectdos, armaces e mais aviamenios para os meamos, armas de
fogo, entilara, bengalas, chicotes, e ama infinidade de outros objectos, entre os qnaes os afamados afiadores para navalna de J.
Pradines, premiados as exposicoes de Pernaabuco, Londres e Pars.
latisfaclo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais
Tem a satisfago de participar aos seos numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na rna da Cadeia do Reeife n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
jgf onde acharo os pretandentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qnalidades e por pre-
ISi; Cs mes eommodos do que comporta o nosso mercado
;j*fo darem, sendo possivel suas encommendas, pois
^S; macoes as (azendas que a demora da fabricado
convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
oderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escomer as ar-
bem diminuta.

11 RUI DO BABUIM VICTORIA -11

Neste novo armazem tem nm
cariado sortimento de fazendas
francezaj, inglesas, allemaas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, brins de
:6res e brancos, colei-
rinhos moderaos, cha-
peos de sol de seda,
anos.

RA
Bario da victoria
DE
ARRUDA IRMiOS.
antiga ra
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
officina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sna promptidlo e perfeicio
nada deixam a desejar.
Roupa de todos o
amanhospara homens
meninos.
Por todos os psqne
tes recebem-se as nse-
lhores e maia moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Bario da'victoria
antiga rna
NOVA
H. 41.
Aloga-se o 2* andarj e sotao do sobrado da
ra Duque de Caxias n. 9 : quem pretender di-
rija-se roa da Matriz de Santo Antonio o. 28.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para daas pessoas : na ra de Horias nu-
mero 128.
Este estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e eommodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seas namerosos freguezes deixa-se de annonciar todas as fazendas, para
alo se tornar massante________________________________________________________
PECTORAL DE CEREJA
Precisase de nma ama para cozinbar e en-
gommar para peqnena familu : a rna da Praia
n. 70.

DR. AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
q5es, tosses, bronchites, deflaxos, rouquido, coqueluche, angina, etc.
s
tt

3
S
Aos fogueteiros
Na botica Central encontra-se, re-
cen te mente ebegado da Europa,
grande porcio de limaiha d'aco,
ferro, cobre, e zinco, e da denomi
nada de agnlba (filiers de Livu )
tudo de superior qualidade ; bem
como todos os saes e compostos
neces8arios para a confecclo de fo-
go s artificiaes e que sao actualmen-
te procurados.
8
5
Na Iravessa da rna
Gnes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nbeiro sobre pedieres
de ooro, prata e brilban-
tes, sejaqaai forafoan-
tia. Na mesma easa con-
pram-se os mesmos me-
taes e podras.
COLLECCAO DE DOCUMENTOS
SOBRE AS
tSXACCOES, ROUBOS CRUELDADES.
Prati cadas
Pelos ex ere los prnss lanos can
Franca.
1 vol. in 12 br.
1*000.
- Licraria franceza.
Este xarope peitoral o resoltado de
longos annos de estado por am dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
ei pe riendas minuciosas nos principaes tos-
pitaes do mundo; receitado pelos mdi-
cos mais distinctos do seclo actual, e
digno de toda a confianca: Io por ser efi-
caz, alcanzando com urna certeza infallivel
Aluga-se o segando andar e solio da casa
n. 31, rna do Apollo, com muitos eommodos
Sra grande familia : tratar na ra da Santa
nz n. 21_________________________________
Antonio Jos Rodrigues de Souza precisa
alugar um criado forro ou escravo para o servico, ,
de saa casa : a tratar na rua.do Barao da Victo- (
ria n. 50, 1* andar.
o assento da molestia; 2o, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qualquer idade oa sexo, ao bomem robusto
ou cmnga da mais tenra idade, e nao ser
perigoso se fr tomado,
SOCIiDADE IMPERIAL '
DOS
Artistas Mechauleos e Llberaes
de Pernambuce.
De ordem do respeitavel irmio director sao con-
vidados todos os membros desta sociedade para
compareeerem a sesso magna no dia 21 do cor-
rete, as 7 horas da noite*
Secretaria da imperial sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pernambuco lO de ju-
nho de 1871.
O 1* secretario,
Simio de Souza Monteiro.
SITIO
Vende-se um sitio no Arraial, no beceo do Bar-
thelomen, casa nova, toda envidracada, com casa
de banho, cacimba com muito boa agua e bomba,
tem qainhentos e tantos ps de arvoredos nevos,
laudas de maracoja-ass, o "terreno proprio e
torna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: tratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4 das 10 horas da manhaa as
3 da tarde, oa no mencionado sitie.
AROPE
PURATlV
otfGIBERr
MEMBRO da ACADEMAdeMEDICINA
Preparado por dcslauriers.ph.
Soc* de BOUmNY-DUHAMEL
31 Ra de Cli*v Pais
^y
Com tudo de ver de todos combater esta
terrivel molestia no sea principio, bem
como todos os males que podem cooduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defloxos,
de garganta e bronchites; qoalquer
rouquido deve ser tratada immediaiamen-
te. A experiencia mostra-nos que o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
deeimentos, quasi sem excepgo, e raro
o lugar nos paizes onde conhecido, que
nao tenha numerosos exemplos de curas
feitas por elle. Se se pode prestar f ao
que homens de todas as classes affirmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, qjando
vemos as perigosas affecooes do pulmao
cederem a elle; se podemos crer no teste-
munho de intelligentes facultativos, cuja
obrigacSo conservar os factos; e fioal-

grande quantidade ; e 3" por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
formaia de saa composicao, dirigindo-se
pessoalmente, oa por carta, aos agentes
geraes, roa do Viscoode de Inbauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis curas da
phtysica pulmonar, molestia esta tao penosa
e fatal em suas coosequencias que aqoelles
que sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel, e
por acaso, em o primeiro remedio que applique, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
ser efficaz, pois nao ha tempo de fazere-m
se experiencias. As pessoas atacadas da
phtysica geralmente fazem pouco caso de
seu mal, at que seja tarde para cura-la ;
nesta, mais do que em qoalquer ootra
censa, tem suaorigem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mostra os
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistica da mortandade.
Milbares de casos de molestias pelmonares
que tinbam zombado de todos os recursos
da sciencia, tem sido carados radicalmente
com o uso do

mente, se permittido -acreditar em cousa
al urna, est ncontestavelmenle provado,
que esle remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas melbor do que
tolos aquelles at boje conhecidos. Bas-
tara nicamente as suas virtudes intrnsecas,
e o iuc ntestavel bem que tem feito mi-
niares de doentes, para que surgisse e se
sustentasse a reputarlo de que goza. Em-
quanto que muitos outros remedios inferio-
res a este, e que foram acolhidos pelo
vulgo, falbaram e foram depois abandona-
dos ; este, tem ganbo amigos pela expe
riencia, e pelos beneficios que tem prodi-
galisado aos afflictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca podero esquecer as ma-
ravillosas curas obtidas, porque sao nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa de familia deve estar sem am
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
W. R. Cassels & C.
Agentes geraes.
vidro deste xarope mo; pois nos ataques
repentinos de angina, de crtup e nos pa*-
roxismos da coqueluche a que estao sujeitas
as enancas, nao ha tempo de chamar am
medico, nem de fazer remedios, e este xa-
rope allivia immediatamente, isentando a
crianca do perigo.
AVISO.As preparages do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attencio ao
clima dos trpicos, e tem tnodificacoes im-
portantes sobre as que sao feitas para ou-
tros paizes.
Portento, o publico dever notar, e com
cuidado, para que o3o seja srdidamente
engaado, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rotlos e envoltorios com a descripgo mi-
nuciosa para a sua applicacSo na lingue
portagaeza.


Plano para as extraccoes das
loteras, approvado pelo Exn.
Sr. presidente da provincia.
3,800 bilhetes a 44800 18;2iOJ0O0
Imposto, sello, beneficio, commis-
sao, et.......5:859*600
1 premio de
1 dir-
ito de
1 dito de ." .
i dito de .
4 ditos de 100000
6 ditos de 10*000
10 ditos de 20 .
21 ditos de 10JOOO
805 ditos de 6000 '
Liquido.....12:380*400
5:000*000
900*000
400*000
200*0001
400*000
240*000
200*400
210*000
4:830*000
Dentscher fluelfsverein
General Versammlung
PREITAG DEN 16 ten JU.NI ABENDO 8 V Ubv
Zwck
Verage der neunen Sbatiten
De - secretair
H. Ledebour.
AMA
o. 5 i.
Preeisa-se de urna aro* para comprar
e ooitnhar ; na roa de 8. Francisco
O Xarope depurativo iodu rado do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, nm
resultado bem, certo e constante na eora
dasimpigens,escrofuias, moletiatdapelle,
ficto do tangue, obttr ucfde* h/mphatica.;,
molestias contagiosas [syphihtieas), leves
w inveteradas, e de todos os accidentes que
d ellas dependem.
A receita deste Xarope Ibi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pharmaciae do
em Pernambuco:, Maube e C; Joaouih
Martibho da Cruz Cobeeia; Joo da Con-
ceicao Bravo e C-; Atoosto Caom ;
Bartholomeo e C; Auxaxmui Runao;
Abreu Rjbiiro ; Joo da S Faru eIrmao.
860 premios...... 12:380*400
N. B. O premio de 5:000*000 est sujeito ao
descont de 15 010 por lei gral.
Thesouraria das loteras de Pernambuco 10 de
junho de 1871.
O thesoureiro,
Antonio;Jos Rodrigues de Souza.
1A-
SOCEDABE UNIAO BENEFICEltTE
RITIHA*
Por orem do conseIho
iocios para compancerem a
al no dia 14 do correle as 6
afim da proceder a eleicio par
tracao de on'c-rmidade com o ar
latutos.
Secretaria da sociedade Uniao
ritima em Pernambuco 10 dejuoho do 1871.
flomSo Jos de Pontea Perraz.
i eeTMario.

TRILHOS URBANOS
. DO
RECIFE A IHJ\IIA
e Beberibe.
Por ordem da directora convido aos Srs.
accionistas para, no prazo de 8 das a con-
tar do' dia 9 do corren le, reasarem a 7*
prestacSo de suas aecoes, da 2* emisso, oa
raz3o de 10 %.
Para esse fim ser o Sr. tbesoareiro en-
contrado no escriptorio da companbia, das
11 horas da manha s 2 da tarde de todos
os das otis.
Reeife 8 dejunho.de 1871.
Joo Joaquim Alves,
Io secretario.
COMPANHIA
Santa Thereza.
De ordem da directora sao convidados os Srs.
accionistas a reasarem a 6.a entrada de 10 0/0
at o dia 18 do corrente, no escriptorio do direc
tor caixa o Ezm. bario da Soledade.
Reeife, 10 de junho de 1871.
O gerente,
_____________Justino Jos de Souza Campos.
Na praca da Independencia n. 33 se di *-
nheiro sobre penhores de ooro, prata e pedras
preciosas, stja qual (or a qnantia ; e oa mesmv
casa se compra e vende objectos de ouro eprata ;
igualmente se fas toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qoalquer concert tendente a-
mesma arte.
Engenho Macaco
Os qoartaos do snpradito engenho todos se con*
servara de orelhas cortadas, pallados de topetes, cri-
nas e cauda, tudo tarrete que a canda mostra o
sabugo, alm de um trro triangular no quarto e
quoixo do lado direilo, este. .nimaes so transitam
para a estrada denominada Agua-Preta, em outra
qaalqner parte serio tido por fortado, e por con*
seguinte recomendados as autoridades os condoc-
u>rtK______________________________________ [ AlBga-se um moleqo de II a I. annos
Precisa-se de ama criada para caa de pou-1 na roa da Madre de Deus n. 30/ primeiro andar
ca familia : oa roa Angosta p. 5, primeiro andar, I para o servico de criado.
Custodio Jos Alves Goimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial da Guimaraes, Pontes
_ C, desta praca, previne i qaem interesfar aos-
sa, que esta promovendo a dissoincao da mewsa
firma, e entrara em seguida na respectiva liqnt-
dacao ; sendo qae nio ha letras pelas qaaes esteja
a firma responsavel, a nena o annaoeiante as pre-
tendo firmar durante a mesma diaaoiaeio e uqai-
dscio._____________
Flores de gomm*.
Aprompu-se com asseio e presteza qnalqner en-
eommenda como sejam, ramos e bouquets par-
bolos, etc., etc.: no pateo do Terco n. .
-
<



Dnf'w d Perimmbuco QuurU..pin 14 de Jun^o de 1371.
5

,
D.
W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDICfiO
4* RA 1IO HIU M
PASSAWDO 0 GHAFABIZ
*
5*
Pede ios senhores de engenho e ontros agricultores, e empregidores de ma-
chinismo o favor de orna visita a seu estabelecimento. para verem o novo sortimento
completo que ah tem; pois sendo tudo muito mais barato em preco do que jamis te-
nha vendido, est anda superior em qoalidade e fortidao; o que com a iospeccjo pes-
soal pode se verificar.
^ PEDE ESPECIAL ATTENCAO AJ NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VftTiftrAfi A rnrloe ri'a vapuico o limas Uttgua tamanhos convenientes para as diver-
sas circamstandas dos senhores proprietarios.
Eofilld&iS dfi PATITlft to Bodas dentadas
vi*** uvuvH.una para aD,maes> agUa e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
MachniSTlOR Para man(*'oca e algodo,] Podendo todos
Bombas
(_ser movidos a mao
por agua, vapor.
e para serrar madeira
de patente garantidas....................)ou aaimaes.
lOtlaS aS maCllinaS e pecas de que se costoma precisar.
-Faz qualquer concert
Formas de ferro
de macbioismo a prego mui resumido.
tem as melbores e mais baratas existentes no mer-
cado.
"RnPATYITTIATlHofl___Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo von-
Ajuuuuuucuiuas tade d0s clientes, lembrando-lhes a vantagem de fa-
zerem soascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar aoxilio.
A* roa Duque de Caiiit . 41 precisa se com
muita instancia fallarse aos senhores abaixo
declarados:
francisco de Paok Mello Barreta.
Joaquina Teixeira peixoto Filho.
Mancel Thomax da Nascimento.
Francisco de Piula Borge*.
Jos Gomes de Barros.
Jos Luiz de Franca Torre-.
Francisco da Costa Carvallo.
SebasUio Jos de Barros Brrelo.
Estevo Jos Ferrelra.
Csrlos Jos Dias da Silva.
Jo5o de Barros Netto.
Carlos Jos de Sonta,
Pedro Dias dos Santos.
Joaquina Jos de Camino Cabreira.
Antonio Correia de Barros.
Andr de S Albuqusrque.
Antonio Jorge Monteiro.
Isidorio de Franca Barro.
Pedro Jos de Sooza.
Padre Francisco Virissimo Bandelra.__________
Custodio Jos Atves Guimaraes, embarcando
para Lisboa, em conseqnencia de molestia, que Ibe
sobreveio e nlo podendo pela presteza de sua va-
gem diricir-se aos seas amigos, o faz pelo pre-
sente; offerecoodo seus servidos naquella eidade.
AMA
numero 14.
Precisa-se de ama ama para co-
sinbar r na rna larga do Rosario
Precisa-se de urna criada para, cotinhar e
fazer mais arranjos de casa de urna familia : dir-
jale a ra da Cruz n. 4, rmateos.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da timara japoneza, e pagase a 80
rs. cada uro : roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Olioda n. 81.
Predios.
Gompram-se dnas casas terreas n bairro de
Santo Antonio : quena tiver e queira vendo-las,
dirija-se a ra Nova n, 22 que achara com
quem tratar.
FOGO FOGO FOGO
Grande sortimento de foguinhos artificiaes para os
festejos
DE S. JOOE S. PEDRO
- No armazem do Vador Francez, ra do BarSo da Victoria n. 7, aca-
ba de chegar grande sortimento de diversos foguinhos artificiaes chne-
les, japoneres, alternaos e francezes, todos de Vistas de cores e effeitos
magnficos,fabricados especialmente para saloes e varandas, e serem sol-
tados por senhoras e meninos, sem o menor receto de serem ofendidos,
e tambera tem grande sortimento de rodinbas, de pistollas e de craveiros
de diversos tamaohos feitos na mais distincta fabrica deste genero que
existe nesta eidade.
<&m
i* loes areost-
lleos pequeos de 8 a
12 palmos de papel de
seda, de cores muito
bellos e facis de sol-
tarse.
Globos de papel de
cores para illaminacoes
e papis arrendados
proprios para enfeitar
bolos.
A
Precisa-se
comprar as leis provineiaes de 1835, 1866 e 1869,
na ra do Hospicio n. 23.
Na ra da Madre de Dos n. 16, toja, com"
pra-se aeches da Companhia de Beberibe.
Rob-ante-rheumatic#.
Remedio afleacWfli eotat u donas rheaoa
ticas at hoje 0 mais conbee pelo* seos mar
Tunosos resoltados.
XAROPE DE AGRIAO. um dos medicantes-
tos qne sua effleacia as enfermidades, losse i
sangne pela bocea, bronehites, dores e freqoeu
pollo, escrobuto e molestias da figado, que me-
Ihw leo aprovado. ,
TINTURA DE MABAPAsLL- A celebre rai>
de marapuama, caja energa e effleacia as para-
balas, intorpecimento, ete, etc. multo se recom-
menda.
Todos esses preparados se encontrara na ptoar-
macia e drogara de Bartkolomen 4 C, nnico de-
pesHo na rna larga do Rosario i. 34.
Elixir americano
Usado as gotas ate elixir em um copo com agua
um excellente conservador dar gengivas e llrri-
peza da bocea, bochechando todas as manilla. E'
tambem um poderoso e verdadeiro calmante as
dores de denles.
DEPOSITO
Chocolate de sade, de lnier
8' pelo sen agradavel gosto e snave aroma qne
esta classiQcado como a primeira qualidade di
chocolate, e com justa razao o procuram como o
melhor de todas as marcas de chocolate eoabeci-
das. O bera conhecido nomo de Menier nos dis-
pensa de sermos mai* estensos.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
. ______numere 87. '__________
fs dentfricos americanos
Coniposieo hyglenlca.
Estes pos sao os aicos qae reunem em sua
composrcao todas as qualidades bygienicas pro-
prias a dar ama grande alvnra aos dentes, con
servaeao delles e fortificaco das gengivas.
Na pharmacia americana, roa Duque de Caxias
n. 57, de Ferrelra Maia & C.
Compra-se papel de diario ou de outra qual-
quer qualidade, proprio para embrulho : no pateo
do Carmo, esquina da roa de Hurtas n. 2. va
VrNDAS.
i.iivas de peili-
eabrancas, pretas e de
cores para bomens e
8 senhoras..
Leques para se-
| nhoras e meninas.
i5i Brincos e pulsei-
j*g ras de ouro bom de lei
jg para senhoras e me<
9 ninas.
ig^
precos
MUITO
baraU s.
Calpado calqado calcado
CHEGADO DE NOVO
Botinas para horneo, inglezas e francezas, o melhor possivel, n5) s
de bezerro como de pellica, cordavo e vaqueta de lustre.
Ditas para meninos das mesmas qualidades igoaes as de hornera.
Ditas para senhoras e meninas, duraque sortimentos differentes.
Sapatinhos.de salto para senhoras, duraque branco, de cores e de verniz.
Botmbas proprias para crianzas bapatisar-se.
Abotinados fortes para meninos e meninas.
SapatSes para homem, artigo muito fino, cordavao, verniz e brim branco.
Sapatos de tapete avelodados e de tranca para bomens senhoras e
meninos.
Sapatos de borracha de primeira sorte para homens e senhoras.
Botas russianas e Millier para homens e perneiras para meninos.
Quinquilharias
Espelhos doorados grandes e pequeos, albuns e caxiihos para retratos,
caHtinbas com vidro de augmentar os retratos de candes, costureiras de
botos moiellos com msica, ricos objectos doorados para toilets, ps de
vidro para pianos, bolsinhas de seda e cestinbas de vi me* para braco de
meainas, cofresinhos mgicos de desaparecer armis, relogios, e outros
meitos ob;ectos novos de mgicas; jogos da gloria, da domin, bagatelas,
de vispora, de rodete e de outros diversos joguinhos allemies, jarro com
bouquet de Adres de porcelana para sanctuarios, tapetes para-ianternas,
reverberos transparentes para caodietros, espanadores de palha, venesia-
nas-etran-parentes para janellas, pentes finos de marSm para tirar caspas,
ditos de travesis para meninas, escovas finas para dentes, para barba,
para cabello e para vestido do senhoras, ponteiras de espuma para ct -
garros e charutos, oculos de prata dourado e de ac, lunetas de tartaru-
ga, gravatas brancas, pretase decores, chicotes, bengallas, lovas, abotua-
dtiras de colletes-e de pun'oos, ciixas de msica de dar-se corda, esterio-
copos com vistas escolhidas de paisagens, grupos de familia e figuras de
pbantasia, cosmoramas com lindas paisagens, molduras donradas, qnadros
e bonitas estampas de cidades, de figuras e de santos, carteiras para notas,
paraedinheiro, malas, e bolsas deviagem, esporas, luvas decamurgae de
fio da Escossia, machinas para caf porta-pratos para mesa, realejos de veio
e accordions, armarios e outras qoinqmlbarias diversas, francezas 4tlle-
mes.
Perfumaras
Finas perfumaras de primeira qualidade dos afamados fabricantes Prver,
Corday -a Lnbim.
Brioquedos para meninos
O maior sortimento que se pode desejar de brinquedos fabricados em di-
versos paizes da Europa, para enteetimento de criancas, o qne na verdade
.s com inua forja de vontadee de trabalho, se pode obter e Hslentar
.'loi tal sortimento.
Pedido
0 dono deste estabelecnento pede a todos seus freguezes, amigos co-
nhecidos, e aepublieo em geral, qce se digne mandar, ou vir pessoal-
mente verificar qualquer destes artigos e serQcar-se queem vista das
qualidades, os precos sao baraiissimo por ser tudo vindo em direitura e
de sua coata propria, olf recendo porporcoes de escolber-se a vontade.
N. 7 NORMAZM DO VAPOR FBANCEZ RA DO BARAO DA VICTORIA
OUTR'ORA NOVA N. 7.
-_i
"JJ&

PUBLICO
A afcrica intitulada do Barbalho nao se acaboa
com est declarado em dous lagares neete Diario,
apenai genio ama parte devorada pata cheia do
O abaixo assisjnado, ionio de laier ama via-
gera a Europa pelo vapor francez Sindh, aflm de
ver seoasegue restabelecer-se de seas soffrimen-
tos, e n5> podendo despedir Se pessoalmente de
todos os seas, amigos, e agradecer aquellos qae
durante sua molestia Ibe deram eontiaaadas pro-
vas dd e. rio mapama, fot .oo hunudt prximo ao, j. caidadosrpri^p^.meutr'ToTr u gnosT =
mo logar, erca de 200 bracas, pooeo mais ou s AS ImTlaurim dn nri Z.
=o t^mpSSUSS SS auetnrr ~ 5 K:S. V5S f AteSSre SoS
^aVA.IlnJ.?2t' L" t f i.- l.nrl Pereira do Carmo, seas mdicos assisleotes, re-
ediHeada no roesmo solo _d onde extrahe extra- ,. 8-. "
ATTENCAO
Vende sa por barato preco ama propriedade a
margem da cambda dos Remedios, lazendo-se
toda vantagem ao comprador, recebendo-se pane
em dinbeiro e parte em letras oa objectos de
prompta venda ; cuja propriedade contera urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de alvenaria grossa e forno qae comporta
o,000, com mais um forno o lastro para fszer-se
ceibas, ladrilbos, canos e louca, com excellente
barro para qualqaer obra, com dous excedentes
viveiros de peixe e com casa de vivenda para
grande familia : as pessoas que pretenderem "di-
rijam-se dita propriedade a entenderem-se com
o capilao Delflm Lins Cavaleante Pessoa.
Vende-se nma canoa nova que pega 1,800
tijulos'. na ra Imperial n. 251.
Encbovaes para baptisados.
A loja d'Agnia Branca ra Duque de Caxias
n. 52, acaba de receber lindos eochovaes de diffe
rentes gostos e presos para baptisados, assim co-
mo bonitos chapeosinhos de fustao primorosamen-
te enfoiudos para o rue.-mo tim, no mesmo pas-
seio. Tambem recebeu modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com puchos para senhoras,
golinhas cora pannos e sera e les, tanto de renda
como de eambraia, blcos de seda branios com
vidrilhos.
Attencilo
Na roa Duque de Caxias n. 105, antiga roa do
Qaeimade, e na roa do Livramento n. 2o, segando
andar ; vende-se sortes de S. Joao por barato pre-
qo, em porcao far-?e-ha abatimenlo. ________
Ao barateiro Hampo Alegre.
Largo do carmo n. .
esquloa da rna das Trlaeholras.
HOJE.
Vende-se manteiga ioglezaa 900 rs. a libra e a
H o kilo, queijo do serto a 900 rs. a libra, e a
2*100 o kilo, chocolate hespanhol a 300 rs. a libra,
e outros maitos gneros que deixa de annnnciar
para nao encommodar o leitor.
Massa de plvora*
Valdevino da plvora tem para vender em seu
armazem na roa Imperial massa iogleza muito
boa e ,abocas de diversas grossuras e por preco
muito comraodo.
Seraphinas ou harmnicos
Acabam de chegar rna do Mrquez de Olinla
n. 11, ptimas seraphias de Nogneira, eom ex-
eellentes vozes, e se vendem por preco comraodo.
MACHINAS
Vende-se duas expelientes machinas, sendo urna
para cozer pao e outra para couro, por preco
commodo : na raa Direita n. 6t, loja de oleados
Utencilits
Vende-se os otencilios de um armazem de carne
secca, os quaes servem tambem para padaria : na
rna de Pedro Alfonso n. 57, antiga da Praia.
Brim branco de litiho.
Brim branco de liobo superior, avariado, e est
molhado, a 800 rs. e U a vara : na ra do Crepo
n.ae, loJayoGuilberme.
Prelo & 3$600
muito novo, pechineha : no Forte do Jlattos, ar-
n)8tem de Saljanha & Medtiros n. 3.
PITABA
Louca vidrada
Completo sortimento 4e lou^a franceza de' Mar-
selha, alguidares, baciaf, onrms, panellas, pa-
peiros ; aseim cerno um grande sortimento de
looca de barro polidas e por polir, dos princlpaes
fabricantes s encontrarlo o que bom no arma
zem da ra do Bangel n. 16, loja do urna s
porta.
o amerciana.
Espeelalidade dos pbarmacentl-
eos Ferrelra Hala eft C.
Esta injecclo composta especialmente para
cura das pargacoes antigs ou modernas, foi coa
feliz resaludo ensatada pel9s mais habis e reco-
nhecidos mdicos, e por elles confirmado ser esta
injeccao a nica qae radicalmente, cara em menos
tempo qualquer agnrrrha oa pargacSo antiga ou
moderna, sem o anxilio de outros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas oa flores brancas,
quer sejam antigs ou modernas.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
numero 57.
Tabellas Verniifigas
Este medicamento o nico qae pelo sea bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais propno
para a expnlso das lombrigas. E' fcil de tomar
porque a sea gesto igual ao do chocolate, e de
prorapto efleito.
DEPOSITO
Pharmacia araerieena de Ferreira Maia & C, roa
Duqua de Caxias n. 57.
Jabonete
Este novo preparado
ie alcatro.

appcado com grande
iproveilamento contra as molestia) de pella chro
nicas e rebeldes empigens, manchas escaras ou
pannos que vem ao rosto e peito, borbnlbas, sar-
na, lepra e contiendes, mesmo aquellas que em
certas partes delicadas do eorpo tanto mortificara,
Analmente o oso continuado deste sabonete con-
tnbue para tornar a pelle assis mimosa. E' igual-
mente etflcaz para araaciar a pelle do rosto oa
outras partes do corpo, qne por motivo de erysi-
pellas fJcam speras e escamosas. Preco de cada
sabonete 640 rs.. em dnnia se far abatimenlo.
nico deposito em Pernambneo, pharmacia ame-
ricana de Ferftira Maia & C, roa Duque de Caxias
n, 57, antiga do Qaeimado.
VMGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia $ C, ra Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do (taimado.
colla e cera emvellas
Vende-se, a preco mdico, estes artigos na roa
do Mrquez de Olinda n 52, escriptorio de Jos
Victorino de Beiende & C.
SUSTENTO BESTAURAT1VO DA SAUDE
PELA PABUTHA
A Revalesciere 'u Barry
Esta farinha qne tao grande ase tem na Euro-
pa, muito se recommenda para as criancas e pes-
soas debis e convalessente;. Como medicamento,
intailivel para os casos priso de ventre, he-
morrheidas, ms digestoes, azia, amargos de boc-
ea, dores de estomago, diarrba, eoxaqaecas. af-
feccSes de figado, dos polmoes, dos rins, da bexi-
ga, etc.,ete., eontendo muito mais principios nu-
trientes e restauradores para os msenlos, ervos
e celebro, qne, tres vezes o sea peso em carne, e
por consequencia, de conservar melhor as foreas
physieas e moraes, restabelecendo as funecoes di-
gestivas estragadas, dar appetite, e convir aos
estmagos anda dos mais enfraqaecidos.
Sea aso tao simples como fcil : a Revales-
ciere du Barry deve ser desfeita e cosida come a
farinha ordinaria, podendo ser usada na agua sim-
ples, com vinho branco, no caldo sem gordura e
no bom lei te, fazendo se anda bolos com manteiga,
leite ou assaear, etc., ete
nicos depositarios em Pernambaco
BARTHOLOMEU & C.
34-Raa larga do Rosario34
Novidade
Vende-se ama casa terrea na roa do Jasmio,
reguezia da Boa-vja : tratar na rna do Cmde
d'Eu n. i, venda.
(rabia o barro, nio se poderla ter exuneto a fa
briea on sea fsbrieante como diz alguem. A Ii-
qoidaeao feita po Sr. tenante-coronel Jos de Mo-
raes a de nma pore.ao de lenca qae nproveiloa
entre as madeirse por occasfao dos destrocos da
J cheia em 1805, sendo qae atessa data trabalhou
por conta do mesmo Sr. e d'ora vnte por con-
la do aeual fabricante, por forca dura contrato,
qne nio fleos eom toda ella, pols alero te Ibe rer
offereeida s tinha em casa, foi porque n3o qnit.
Alujia-ie o %' andar e sjtao da casa ,1 34
raa do Apollo eom coramodos para grande fa-
milia : a tratar na rna da Santa Craz n. it
Leotiarilo e ftlqqelra Cae
valcn 49.
corre imprensa, e Ihe oflereee seus eervicos ora
qualjuer parte em que seacbe ; e pede aos sus
clientes que, em sua ausencia, se dirijam aos refe-
ridos colfgas.
Dr. Joaquim de Aqnino Foaceea.
Bazar universal
Rna do Bario da Victoria uu-
jiero tt.
Para este estabelecimento acaba d chegar um
riquissimo sortimento de transparentes 3 panno
para sala e eom llndfssmas paysagens, bent :omo
i-abides portatei, nio f para foleles de senhori.'
ro.mo para cutros quartos, os quaes sao muito con-
vem.in:e8 por serem inteiprnepte commodos : na
loja. t Careeiro Vianna.
Cazaes de capotes brancoa, jucs e bra-
cuaes, vende em casa de Miguel Archanio, mo
rador em trras de Massaagana.
Folia de Fiandres.
em casa de C Harroea, roa oa Cadeia o 4.
Armazem do pesca-
dor.
RA DIREITA N. Si.
Vende os seguate gneros:
Manteiga ingleza flor, dem franceza superior,
cha miado e graudo, qaeijs do ultimo vapor,
doce fi.no d goiaba ero latas e caixoes, e superior
milbo novo a 640 rs. I|2 decalitro oa 7*800 a
libra : os pretendentes podera dirigir-so ao dito
estabelecimento que encontrarlo todo a sen bello
contenta
Bonitas fazendas
PARAASFESTAS
DE
Vende se duas prensas, nma propria para
botica e outra para fazer farinha : a tratar na rna
Ja Conceicao n. 43. Na mesma casa' compra-se
urna casa terrea em chaos proprios, dando-se
preferencia na Boa-Vista.
Gdeiras.
Novo sortimento de cadeiras francezas de faia
ao natural e i imitacao de jaearanda, mogno etc.:
ne armazem de Tasso Irmaos A 1 no caes do
Apollo, jonto a ponte provisoria. _________
Dses, fnictas e flores
RA DA CRUZ N. i.
Vende-se amendoas confeita.laj, deieascadw
muito novas.
esta
uctas e flores
A CRUZ N. 13.
as noutes de festas e papis com
l'uctas eflores
RA DA CRUZ N. 13.
Laoches todos as d em fiambre as libras.
nm terreno na rna da Hora, estrada de Joao de
Barros, eom 100 palmos de frente para o poente e
440 a 450 de fundo, com aignmas arvores de frnc-
te, por mdico preco : a tratar na roa do Vigario
n. ti, 1 andar, escripiorio.
Taberna a venda
Vende-se nma wberna com poneos fundos, em
boa loealidade no bairro do Boa-vista : trata-se
oa roa de Santo Amaro n. 6, 2* andar.
Sitio em Goyana
Vende-se cito catas em Goyana, qae foi do fi-
nado Manuel Gomes da Cunt* : tratar eom Do*
mingos Jof da Cunua Lages, no Recite roa da
Seozalla Nova n. 30.
SANTO ANTONIO
*E S. Joao
CBEGA1MI PARA A LOJA
PAVA
ALSACIANAS A 17-800
Chegaram as mis liadas alsacianas sen-
do orna nova e elegaole faztnda de lia
com minantes listas de reda e bastante
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o qae este anno tem vindo de m is gosto
ao ir errado, e vende-se 14S0O o r ovado
CBANADINAS JAPOKEZAS A 800 RS. O COVADO
Chegu para a loja do l'avo (sta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de 13a com
bonitos qnadros de seda, propria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 800 rs o covado.
ATLANTAS LA VIUDAS A 800 RS. ^0 COVADO
Chegou e.-ta nova fazenda com o nome
de allanta, sendo orna delicada fa-.enda de
laa, para vestido, qce vende-se pelo bara-
to prego de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Cbegou para a lija do Pavo um grande
sortime to das mais lindas e modere as
ponpeiinas de seda, com os mais delicados
padres e de muito pbantasia, que vende-se
por preco muito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADiS A 4* '
Vende-se cortas para vestidos de eam-
braia branca lavrada, sendo fazenda muito
tina, pelo barato preco de i# cada corte,
as&im como um grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparentes, que vende-se
por mecos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PAHA INVERN
Cbegou para a loja do Pavita um grande
sortimento de camisas escoras encorpadas,
a prova d'agua, sendo prop ias para a es-
tato do in em conta.
TOAUIVSALCOCIIOADASPARA MESA A 35500
O Pavao veude toalbss brancas de fuslSo
alcoebeadas, proprias para mesas, sendo
bastante grandes pe'o barato prego de
3#500, ditas encorpadas mni'.o grznd ".
Terreno. em Beberibe
Vende-se ura terreno em Beberibe de Baixo,
comCOpalnos de frente e 470 de fundo, situado
na ra de Santo Antonio, muito proprio para edi-
ficar urna boa propriedade ; a tratar na ra da
Senzalla Nova d. 3.
CONFEITARA
DO
BRACO DE OURO
E' a desengaar
Acaba de chegar pelo ultimo vapor para a eon-
feitaria do braco de ouro os egnintes artigos .
Papis para sorte3, de differentes qualidade?,
amendoas Moas, o que ha de mais superior a 1.5
a libra I I sendo as que mais envero para sorte,
chocolate fresco a l0-0 a libra, caixinbas com
bonito sortimento proprio para presente, por pre-
cos mnltos baratos.
Os proprietarios deste estabelecimentos tem re-
selvido fazer grande reducao em precos, visto rece-
berem todos estes artigos de priweira mo.
RA DO IMPERADOR N. 26.
PAR 4
Santo Antoio, S. Joao e S
Pedro,
Sonzaa & Guimaraes, proprietarios da antiga
loja de ferragens ra do Bario da Victoria n. 39,
antiga roa Nova, veem avhar.ao respeitavel pu-
blico e com especialidade a seus antigos fregue-
zes, que j receberam a amostras de um com-
pleto e variadsimo sortimento de fogos artificiaes
para festejo dos gloriosos Santo Antonio, S. Joao
e S. Pedro; garaotindo-se a bea qualidade por
serem das melhores fabricas desta eidade, bem
como um lindo e tambem variadissimo sortimento
de foguinhos para criancas, os quaes sao proprios
para sallo por se tornarem innofensivos, por isso
veem convidar a que venham dar suas enromen-
das, comprometiendo-nos a satisfazer com promp-
Udao e zelo, j pela boa qualidade e j pelo esme-
ro com qne se acondiciona qualquer encomenda,
tudo por precos commodo, a contento dos fregue-
zes ; em relacao acs divertimenlos, acham-se
tambem venda-, livros de sortes, candes de sor-
tea eom pergontas e respostas, papel com versos
para sortes, e as pouco eonhecidas tarjeetss mgi-
cas : tndo na rna do Bario da Victoria n. 39, an-
tiga rna Nova. _____________
ATTENQftQ
O Bazar da Victoria tem para vender o se-
guirte :
Ricos vestidos de eambraia, brancas-bordados o
que ha de melhor.
Saias de eambraia brancas bordadas muito bo-
ticas.
Camisas de'morim, cambraias e esguio de linhc
bordadas, ora senhoras.
Guarnieses bordadas para senhoras.
Luvas de pellica brancas e de cores.
Chapeos de velludo e de seda para senhora e
menino!.
Vende-se por commedo prego na rna Nova n:i
Farinha de milho
Vende-se farinha de milho, muida a vapor, dia-
riamente, pelos preess seguintes: grossa para
ang e pintos ou passarinhos a 100 rs., para ean-
gica a 120 rs., e para cnscus a 160 rs., arroba a
4*480: na rna do Cotovello n. ib.
NOVIDADE
Acaba de chegar o verdadeiro vinho verde de
uva pura em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho e^pecialissimo pasto em decimos de pipa ;
j vendedor nico recebedor destes vitahos acha se
autorisado a garantir a especialidade dos mesraos;
ra do Vigario c. ti, t andar, escriptorio de
J Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
nm deposito de vinho do Porto ( o melhor qne
tem vindo a este mercado) em vigessimos d pipa
e em caixas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos preco do que em qualquer oulr; parte.
Nutrimento
MEDICINA!
Preparados por
Lanman & Ketnp
para tsica e toda
qualidanta dedo-
eneas, quer seja
na garganta, pei-
to oa bofes.
Express a*
mente escolbido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrahe o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos churucos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por ello e contem
MAIOR PORCAO D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
exam'nado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho,
e naquelle no qual contem a maior porejo
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
risica, bronehites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a uista,e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systcma e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisacSo tem sido
destruida pelas aifecces das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellts cujadigestlo se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALILVO
DI
Lanman & Kcmp, ____
Grande
LIQUIDACA).
Na ruado crespo n. 20.
Loja de CUillherme.
Las de cores, miudas a 260 rs e covado.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2300 vara.
. Chitas claras e escuras a 160, 200 e 250 o co-
vado,
Ditas riscados prossianos 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 240 o covado.
Cambraias. organdys miedas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cures para corti-
nado?, a 320 n covado.
liU'i bi?i o i>as Boas s 3 a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3(000 e 3i>00
a peca.
Dita Victoria, aiii peca.
Musulina branca, a 400 rs. o covido.
Madapolao francez, afija peca.
Dito inglez de bom a especial, a 44000, 5, 64
e 74 a peca.
Algodoshbo a 34,3'0O e 44 a peca.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matizadas a
500 rs. o covado.
Dita preta coa flor bran.'a, o 500 rs. o c>
vado.
Ditas de cores padres miudos e modernos a 360
r?. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 i s.
cada um.
Ditos de linho en.bainhados a 44 a duzia.
Chila, fazenda bemeonbecida pe? sua forlidao,
mais Urga qce chita para roopa de escravos. a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 14500 o covado
' Cortes de casemira de cor, 34500, 44 e 54-
Cortes de meia casemira, a I4C0.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga an.area lisa e de lista, a 360 rs. o ca-
vado.
Algodo iargo merca T a 54 a peca.
Dase amostras com penhor.
Vende-se
Urna parellia de carneiro?, srandes.gor
dos, bonitos e mancos, ra Velha n. 71
8
Vende Fe urna earn^j em meio nso e nm
r>oi do-smiso da mesma, ^0 e muito maneo : a
tratar na roa do Qrum. ne teifc, o, fio, ubern,
Consas da poii
poca -dos fogos, bolos e sortes, e o Csmpos
sempre iocansavel em querer satisfazer todas as
exigencias dos apreciadores do bom e do bello,
tem eito reunir era sen armazem ra do Impe-
rador n. 28 o seguinte :
Fogos da China e do Rio para sallo, os mais
inte retsate*.
Amendeas confeitila* para sortes a 14000 a
libra.
Ditas descascadas jwlo mesmo preco.
Man tei ca em letas e em libras muito boa para
bolos.
Avariado.
Madapoln ct
44a peca:
Inerme.
itk 3*500*
ifafido Gui-
Joaquim Jos Goncalves Beltrao tem para
vender no seo escriptorio ra do Commercio n.
5, os gneros abaixo notados, i|ue vende mais ba-
rato do qne em outra qualquer parte :
Azeitonas era ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marte) frres.
Enxadas.
Farinha de mandicca de Santa Catharinr, sae-
cos de 3le 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barrica?, proprias para easa;
particulares.
Fio de algodo da Bahia em novellos.
Fonces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel preprio para cigarro?.
Dito azul para botica.
Palitos para dente?.
Pregos sortidos.
Pauno.de algodo da fabrica de Todos os Santos
do Pedrs 1 na Babia.
Rolha?.
Rap popular da Baha.
li.itim em fardo.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonta da Baha.
Verniz copal.
Vinho-do. Porto engarrafado, caix de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito mucae!, verdadeiro de Setubal.
Dito Oordeaux om caixas de una duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Para Santo Antonio e 8,
Juo
Vender massa na de mandioca para bolos de
Santo Antonio e S, Joao a 500 rs. a libra : na rna
ilo Rangel n. 33, casa da Meqoelina.
Vende-se urna machina de costura em bom
estado, para coser de eambraia at a fazenda mais
j:ro sa que tfouver, e um taxj de cobre de' otto
libras quasi nevo : quem precisar nio deixa de
fazer negocio : para ver e tratar na rna da Im-
l>eratriz n. 8, 2' andar.
Vende-se ou aluga-se nm sitio em Sano
Amaro com casa de vivenda para grande familia,
um grande viv* ira, coqueiro?, ete., deiundo a
(rente para o rio Beberib e oa fondos ar a ea-
pella de Santo Amaro : a tratar na rna do Coro-
ce! Suassuna, cutr'ora rna -lugu>ta, n. 43
RARA PADARIA.
Vende-&e cwios : ca ra o Domingos
Mait.D-- o. 84, (eizsia-Vetlta).
Jof



de FernanHHioo Ruarla jfeira 14 ie Junho le 1871.
VNDESE
Joaqun Jos tomos, na ra da Gru n. 8, 1
andar, venda algodao azul americanos verdadeiro
* pregns americano o. 3 e 4.
Ko ha auais cabella brancos.
Tintura japone a.
S6 e nica approvada pelas as academias de
sciencia. reconhecida superior a toda que tem ap-
parocido al boje. Deposito principal ra da
Cadeia do Hecie n. 51,1* andar, em todas as bo-
ticas e casa de eabelleireiro.
A
il\\
ttcmpre a Xova Esperanca t!
AO BELLO SEXO.
Esti luja bem conhecida pela sua elegancia e
suprioridade de seus objectos, acaba de recebcr
muitos artigos para o qoe respetosamente convida
ao bello sexo a viiita-la, aflra de compraren) aquil
lo que preeisareni para preparo de vestidos loi-
lete ou tocadores, e raesmo qualqaer objecto para
fazer algum prezente...|pois que s na Nova Espe
ranga licaro sa.feitos. ja peta qualidade e pre-
sos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufaiu-se em nao se impacientar em dar i -
colher os objectos, prestando-se com o agrado
com que coalu a receber a todo, aflm de que
saibam com o Arme proposito de voltarem on
maudarem a mesma ioja, logo qoe precisen) de
q j?.l iier artigo por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Reccben-as de Lisboa a Nova Esperanza para
borneas, senhora e menino*, sendo brancas e de
.)
NOVIDADE.
Bico de quipore preto com franco, a Nova Ks-
peranca s qnem tem I 11
Caixas para joias.
Nova Esperanza, recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
litas largas para cintos.
Recebeu as de mollas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
A Nova Esperanca tem leilede rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
uma
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca roa Duque de Caxias n. 63,
ende verdarteira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais contiendo fabricante,
anto franeex como ingles, esto expostas venda
a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
a ufa.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
lado de superior qaalid?de : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim ! !
A Nova Esperanza, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu um lido sortimonto de lia para bor.
dar, vdJo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. escarate etc.. etc. a ftlla antes que se acabe I
11
, Iiiuir
A' venda Ea livraria Econmica, ra do Pri-
meiru de marzo n. 2, defnate do aico de Santo
Antonio.
S. rianohistoria do reinado de D. Jos e da
admlnistracSo do Mrquez de Pombal2 vols.
. SueOs n y-terios ai povo 3 vols. com es-
ta r [s.
Obras completas de Camoes3 vols. grandes.
Alinde GaumsAs tres Romas-diario de ui
vlagem Italia. 3 vols.
Dito-Manual dos conf ssores, 1 vol.
P. du Terrail A mocidade de ll-nrique IV,4
vote.
1>.: I! nmbole na prisao1 vol.
D to.-Os filbns de Judas, 2 vols.
R. da SilvaMocidade de D. Joao V. 3 vuls.
O n7aga Marilia de Direen, 2 vol?.
riiavcs libertinos e conspiradores, 3 vol?.
V. HugoOi trabalhadures do mar, 1 vol.
Dit -O bonem que ri, 1 vol.
MajrolleO padre peraote o seculo, 1 vol.
L^ryues J-sus Christo perante o seculo, 1 vol.
A. Vino na Defrza do racionlismo, 1 vol.
O c; ufe-sor pelo padre, I vol.
P. DoplesisJoaquim Dick, 1 vol.
DitoGuia do dezertn, 1 vol.
P. Cln3-Conspir.icao de Pernambuco, 1 vol.
R. Ortigao My.-t.-rio da estrada de Cintra, 1
vol.
Nazareth Eva. 1 vol.
T. Braga.historia dos Quinhentistas, 1 vol.
X. de Moniepinmysterios da India, 1 vol.
Dito dito do palis-royal, com estampa, 1
vol.
C. R berttribunal secreto, 1 vol,
Tnesouro inrxgotavel, ou colleccSo de varios
pr< cesos c receitas ; obra til todas as classes
da sociedade, 1 vol.
P. de Alnieida biograpbia do conselheiro Fur-
lad, 1 Vol.
Mucz Brrelo-Cantos da aurora, 1 vol.
T. Hibeiro-Delfihina do mal, 1 vol.
DitoS ns que pasMU), 1 vol.
DitoD Jijme. 1 vol.-
C. de AbrenAs primaveras, 1 vol.
FrrreiraGuia mechaoica, 1 vol.
DoMachinas a vapor, 1 vol.
GucrraGuia do operario, 1 vol.
LOJA E ARMAZEM
o
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
FLIX PEREIMM SILVA 8r C.
Os propietarios dest grande estabelecimento teado em ser ama avultadt porfi de
fazenda, e tendo eontionado a receber por todos os vapores e navios Imaeosa porcia
das masroas, teta revivirlo fzer orna GRANDE LIQUIDACO, afifflde demionir grar*-
de deposito eapirarDINHGIRO. De toda! as faxeadas qoe se vendebararissinto s d3o
as amostras, ficaodo penbor ou te mandan levar em casa das Simas, familias, assim como,
as pe-soas que negneam em menor escal, n'este esUoelecimento se podero sorr em'
pequeas porcOes pelos mesmos preces que compram as catas eaportadorasi
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se vende na
n: da Madre de Deus n. 22, armazem de
Je3 > Mariins de Barros.
9
Vende-se sccos com farinha de mandioca, me
dindo 18 cuias, pelo baratsimo prefco de 51 cada
saece na ra ao Mrquez de Olinda n. 40, es-
crip'xrio.
Libras sterlias.
Vend"?e no armazem de fazendas de Augusto
F. de Oveira di C, ra lo Commercio n. 42.
Aos
senhores fogue-
teiros.
NA RA LARGA DO ROSARIO N- ai
Vende-se
Excitcie limalha de ferro.
Ui'.a dita de azo.
Salitre refinado.
Enxjlre era cunado.
E em grral todo< os preparados para es fogos
de Samo Antonio, S. Jo3o e S. Pedro.
T.W
PARA LUCTO
O Pa'3o tem um grande sortimento de
fazendaspretisoara loeto, como sfja: 13a-
siobas iaas para vestidos 400 e iiO rs.,
merm muito leve para vestidos e roupas
para bomens U e 2^00, alpacas com
lavjres brancos, castas pretas lisas e com
braceos, bombazinas pretas, cantos, e ou-
tras maitas lazendas todas proprias para
lulo, que se venle mais barato que em
oulra qualqunr parle.
CHITAS DE CORES
O PavSs tem re;ebi lo grandes sortimen-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambara grande sortimento du
mais delicadas percalles miodiabas proprias
para vestidos e roupras de criaocas, e ven:
de-ae por menos do qoe em ootra qnalqoer
parte, na ra da Imperatriz n. 60.
LENgoS BRACOS A DUZIA 3,J(00
OPavaovende fini simos lencos brancos
j embanbadfs, em duzia pelo barato preco
de 30UOO, e oolras muitas qoalidides, tanto
de MgDilo como de cambraia de linbo, e
cuinezes.
Toilhas do Porto a 10,5000 a duda.
O Pavo vende su eriores toalba3 para
rosto, sendo de linbo do Porto 100000,
ditas de frOM fazenda muit> boa il&QPQ
n duzia, ditas coalchoadas a 70500 dnzia
ao 640 rs. cada toalba.
COLCHAS A-35000
O Pav"o ven Je colchas brancas de fast3o
sendo bistante grandes pelo barato preco
de 3,5000, ditas de cores muito finas ...
70000, ditas muito graudes brancas de fus-
t5o e muito encorpadas 6,5000, ditas de
croxet, proprias paracamade noiva 150.
ORGAvDYS BRANCO
O PavSo recbeu os mais finos e delicados
organdys brancos fara vetido, sendo todos
com lavore i miudinbo3,. e vende se pelo
barato preco de 800 e 1400 rs. a vara,
fazenda qua vale muito mais "Vliheiro.
GUARDA BANHA
O Pav2o vende urna grande porglo de
pann s de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de guarnicSo,
ditas para encost de sof; ditas para cobrir
pian 'S, assim como ditos redondos para co
ln ir diferentes movis ou outros quaesquer
objectos, e pde-se vender por menos do
que em ootra qualquer parte, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 2050;)
O Pav3o venda chales de merino moito
grandes e encorpaJos 2*500, ditos
imiuc.au de cbinezei 20500, ditos pretos
de renda com 4 pomas i 20000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pav3o vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalqoer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
m-i hures camisas inglezas e francezas com
peitos de linbo para todos os pref.os e qna-
liades, assim como ditas de ditos de
algod3o para todos os preces e tamanhos,
tendo tambem para criantes, e n mesmo
estabelecimente tambem se vende cepoulas
de linbo e algodto, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para bomens e meninos, que tudo se vende
por preco muito limitado.
CORIINADOS BORDADOS
O Pavo tem c nstantemente am grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jai e'.Ia.s que vende-se de
80uOO al ao mais rico que costuma a vir
a'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
reotes, proprias para o mesmo fia, colchas
de crochet, damasco para cimas de noivas,
e cortinas, e vende-fe no Bazar o PavJo.
LASINHAS BARATAS
O Pavao tem um g ande soitimento das
mais bonitas tSasinhas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qnalidades.
urincip'ando de 200 rs. para cima ; porm
t5 grande a quanMade que seria enfa-
donba especificar qualidade por qaalidale,
s a vista do freguez e das amostras se lbe
vendero por precos t8o cmodos que
engue deixar oe fazer um vestido de
13a por to pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO 640 R8,
O PavSo vende as maU lindas ajpacai de
cordo para vestidos e roupas de enancas
pelo barato prego de 640 rs. o covado,
ditas lioissimas com os mai&liodos lavoree
ALFAIATI
qoe se encarrega de execuUr qualquer en-
cominenda dama arte aventada do fre-
goez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimen'o e prome tte servir bem a todoi
os fregoezes qu lbe honraran a sol casa.
ALGODAOSINHO A 34309 A PECA
0 Pavao vende pecas d'algodaosinbo de
mnito boa qaalidde, teodoSO jirdw cada
peca, pelo barato preco de 34500, do mu i-
lo largo e encorpado 64000^ dito o me*
llior que tem vi ido ao mercado, quito en
corpado e largo para toncoe*. pelo lwrato
prec" de 60500, grande pacnincba.
MADAPOLO A 40000 40500
O Pavao vende pecas de madapoiao com
24 jardas, sendo fazenda muito superior
pelo barato preco de 40800, ditas co ai
mes as jardas a 40000, ditas finissimas a
50500, 64000. 70500 e 80000. pecbincba.
MADAPOLO FRANCEZ A 100
O Pav3o vende pecas de Qoissimomada-
polu verdadeiramente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baraiissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vendeu 140000, e liqoiia-ae por
este .barato preco por estar alg.ma cousa
enebuvalhada na pona de (ora.
ALGODAOSINHO ENFESTADO A 10 10280
O Pavao vende verdadeiro algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes
70000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito encorpado i 10280.
BRAMANTES PARA LENQOES A 2*409 2*80030
O Pav3o vende o verdadeiro bramante de
linbo tencfo 10 palmos de largara, que ape.
as precisa para um lencol ama vara e r ma
quarta, pelo barato preco de 20400 vara,
dito melhor de 208.0 e 30000, tendo at
do melhor que vera, ao mercado i 30506
e 40000, assim como cretones fortes para
lencoas, sendo urna eocorpada fazenda fran-
cesa com 10 palmos de largara 200 rs.
o metro, e bramante d'algod8 com a mes-
ma largura 10800.
SAI AS BORDADAS A 40600 E 6000
O Povao vende graade pecincha em saias
brancas ri:amenie bordadas, tendo cada ama
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
40500 e 60000, sendo fazenda qoe sempre
vendea-se por 80 e- iO0wo.
Fazendas para saias a 14200, 10280 e 1050o
O Pa 73o vende superior fazenda bordada
3com pregas proprias para saias, 10200,
10280 e 149CO a vara, sendo precisa para
urna saia apeas 3 varas do 3 4(2.
Aos 3000 cortes de cambraia a 20300
O Puvao vende orna grande poreSo de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listriohas de
cores tessidas e n2o estampadas, e liquida-
se pelo baraio preco de 20500, cada corte,
fazenda que vale mnito mais.
Aos 2000 cortes de cambraias bordadas a 50OOC
O Pavao vende urna g-ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos qoe ten viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e com muita fazenda para am ves-'
tido, e liqaida-se pelo baratsimo preco de
50000, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grande pecbincba.
CAMBRAIAS
O Pavao veace grande quantidade de pe-
Cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 30 a peca at i mais
fina qoe vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covadd, grande pecbincba.
LAASINHA A 160 RS. O COfADO
O Pav3o vende bonitas aasinbas transpa-
rentes pelo barato preco de itiO rs. o cova-
do, pachiocha na ra da Imperatriz o. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O Pavao vende bonitos corte de cassa
franceza viodo cada.nm em seu papel, pelo
barato preco de 20500 o corte, ditos muito
lindas 34000, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas ctssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas floissimas com os rjesenhes
mois modernos qae'tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Patio veade finissimos cretones escu-
res matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
covado, ditos de fl ros, proprios para co-
MICHINIS PAR*
COSTOILA
CBgaram ao Bzir Universal da ra Nova
o. 22, am sortimento de machinas para cos-
tura, das melhores qualdades que existe na
America, das qtiaes maitas ji s3o bem co-
nhecidas pelos seus autores, como sejam :
Weller 4 Wil&n, Grover Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e ootras militas
qoe com a vista davero agradar aos com
praderes.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalbo qoe 30 costureiras podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeicSo
como as mais perfeita* cdstureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensioa-se a tra-
balhar com perfdigSo em menos de urna
hora, e os preces s3o t5o resumidos que de-
vem agradar aos pretenden tes. i
&
-%
<%
'o %) e"
nico legahnente aatorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO nEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.J
34Roa larga de Rosario34.
Para saceos e fognetelros.
PARA ASSDCAR
CERVEJA DE MARCA
Enf arrafadn especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
& J$^JSGZFmm es,ampados
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES A C.
4t> Kua do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca am bhc-
te com nonie
.D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
s
GRANDE
Liquidado
razeiidas para S. Joao
:
'feni a ve:4a cm seus armazens, alera de outros
artigos ce sou neg io regalar, os seguintes, que
.l por precos maii mdicos que em oo-
tra qualquer parte :
PORTAS de pioho almofadadas.
roi'.TViHAS de ferro para cercas.
SAI.ITHE inglez.
ESfElKAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro fraucer para esgoto.
6&SS0 snperior em porcoes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de descarocar algodo.
IXiNAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
fS^ES ^"ericanos muito boas e economicoi.
VTWaO de Bordeanx.
S9S;4.Gr>sacerlor ^ Gautier Freres.
FAliiiuLO em saccui grandes a 34500.
ACA florida legitima! ^^
o'
iujitaca^ de agracianas 8(jO rs. o covado, herta, sendo fazenda muito encorpada pelo
bonitos glac com delicadas crese lus barato prego de 800ri. o covado.
trosas como se la 1000 o covado, e oo-
tras muitas fazendaa de gosto e luso para
vestido, na roa da Imperatriz b. 6o.
POUPELIXAS -
O PavSo recebeu as mais delicadas e me-
lhores poupeltnis de seda para vestidos,
com os mais modernos lovores, outaas li-
zas com as cores mais novas que tem v,n 'o,
e vende-ss 25U00 cada covado, assim
ninas ou maquinaos a 20 e 255
Pavo vende basquinas on casaejoinhos
de seda prt tos ricamente enfeitados, pelo
baratisfcimo pre? i de 200 e 25KT0, sendo
muito modernos, assim cobo ditos de cro-
chet e rendas pretas qoe se vendem moito
em coma, na ra da Imperatriz n. cn-
Cuitas entrae idas para roberas a 360 rs. o corado
O Pavao venle chitas entraadas com
como delicadas sedas de listinbas, tanto delicados desenhos para cobertas on c,rt-
Secrtaria
Vende- se urna secretaria de mogno muito bem
construida, coi dn*s gavetas, sendo orna de se-
gred'., com lampo de pedra e admltte tres pessoas
aescrever : a ver e tratar na ra da Lapa n, 15.
ariaem.
para vest ios de senboras como' de meninas,
q vende-se 2o00cada covado.
SETJNS DE COR
O Pavio tem constantemente um bonito
sortimento de eolios e grosdeoaples de
das as cores, que vende-se em coota.
ROUPAS PARA HOMENS
O Pavo tem constantemente nm grande
sortimento de ronpa, tanto de panno como
de bri'-.g brinco e decores, de case>
miras para todos os precos e qnalidades,
e tambem se manda fazer qualquer peca de
obra c im tjdo aceio e prompiido, par* o
que se.tem om perito
as re cores fixas, sendo fazenda moito en-
corpada pelo barato preco de 360 o codadO.
ESPaRTILHOS A 4(5(500
O PavJo vende os maW modernos e me-
to- Ihores esparlilhos, tendo de todos os M
manbo8, pelo barato preco de 40500
CASEMIHAS
O PavSo veade um elegante sortimeW
de delicadas casemiras inglezs, sendo'to-
das de 13a e moito levesnhas, timo pro-
prias para homens-como para criancas, e
ditas mais encorpadas, tenio de oma'e da
doas larguras, qoe se vende o mais barato
I possivel, na ra ua Imperatriz o. J.
A'pae,s te ,i,rf9 e fiores, fazeDda flna,
a 600 rs., las de eoreaa 400 rs. o covado
cambraias de cores a 500, 2iO e 280 rs.
o aovado, chitas claras e escuras a 200 e
240 rs., percalas raiudinhas a 240 e 280
rs. o covado, chales de merino liso a 2/,
ditos estampados a 4f, 4*5'* e 5f ditos
unos a6/,madapolao a 3*200. 4, 4^500
e bt, a po$a, dito largo a 5*500 e 6*.
dito elephanie fino a 7* e 8* a prca, di-
tas de algodaoa 3*. 3*500. e 4i00,
nrim pardo de liobo a 280 rs. o covado,
e U o orle,, algodao de lisira proprio
para ronpa de escravos a 160 rs. o cova-
do, loalhas felpudas a 8ie U a duzia, 5
cambraia brano-a na a 2*500, dita victo-
na flna a 4*. t*500 e 5* a peca, chitas m
para coberta a 240 rs. o covado, lencos H
de cassa finos eom barra de cor a *SO0 |
a duaii.ditos brancos abanbados a 1*600 fiB
rs-, 2*. 2*500 e 3* a duzia, ditos chene- *
na a 2*oi)0 a duzia ; de todas e9tas fa- Hl
zendas dao-se amostras com peohor, Mi
rna Duque de Caxias n. 29, esquina que ffi
volta para o pateo de Pedro II.
ssaasaasao
VMK) DO PORTO FINO EM CAIXAS
Boliaetes
muito bens para hiates e barcacas
Bincis de louza,
para lavagem de lonja em coiinhas : vende-ae
por mdicos precos na ra do Brum d. 92.
Vende-se a armago da casa da ra ireita
n. 38, propria para taberna ou mesmo oulro qual-
quer negocio : quera pretender dirija-se mesma.
A' AGUIA BRANCA
SUA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
LENQOS BRANCOS PARA ALGIBEIRA
A Aguia Branca na roa Daqae de Ca-
xias a. 50, est vendendo baratamente len-
cos brancos e de tamanbo regular para al-
gibeira. Os differentes presos de 2 m0O, 2<>800, 30200 e 40000 a dnzia,
sao os que de mais barato se pode encon-
trar em tao boa fazenda. Tambem ha ou-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais flna a 40 a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyrintho com bonitos desenhos, e per-
feita imitacSo do tecido no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas de 12 tiras, e proprios para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 19 de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLIIAS GRANDES
proprio para enfeltW de bandejas, ba-
ldes, eto., etc.
TORCAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas on stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 24 vistas, bellas e agra-
daveis, dio nm perfeito iniretenimento para rea-
nioes de familias.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos aderecos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pingentes.
Correles pretas de borracba.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
pescoco.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Pulseiras pretas.
'BARRETES EM PONTO DE
meta para recem-nascidos.
LIVIIINHOS COM DESENHOS
para crochet, maro* etc.
FOLHAS DE PAPEiS COM DESENHOS
em ponto maior para os mesmos fina.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enlejes de vestidos de lia.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agoia Branca tem recebido finas par-
fumarias inglezas, sendo extractos, coneen-
trados de agradaveia ebeiros, pomada fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agoa
da colonia, dita de lavander ele. ale. aaaim
como finas estovas inglesas, e opiata para
denles. Tambem recetan variado Me-
mento de sabonetes, qna os est vaodavio
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticas a
10. ditas com 3 ditos transparentes a 10,
10500 e 20000.
Sabonetes areentos a 500 rs., ditos da
alcatro a 80o e 10000 rs. cada osa.
Pasta de amendoa para lavar 6 amaciar
as mios e a rosto a 40 o frasco.
E assim muitos o o tros objectos de per-
fumara.
Alfluetes-pretos com pingentes e sem
elles.
Guarnieres de totoes pretos para pnnhos,
abortara e collarinbos.
Pennas de aeo bieo d lanfa
Caixas com orna grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Chegoa nova remessa de papel mata
mosca e contiui a ser vendido na toja da
Aguia Branca:
PARA LIQUIDAR
KAOSABQS

10000 CADA UM
com cabos de faia, sendo os machados de ac muito bom, proprios para canioas
on engenhos: vende-se roa Nova n. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha: rna Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra;
n. II,
Taxas americanas
cabeca redonda d 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, on ootro qnalqoer
mtster, com toque de ferrngem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa 80 a caixa com 150
macos: raaNova, armazem n. II.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 200 cada um. . de graca, mandando-oa vir
castam 1500 cada om: vende-se ra Nova, armazem n. II.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a ronpa qoe se bota a seccar em corras, a
240 rs. a duzia on 60 a caixa com 36 duzias. E' dar, nSo vender: ra Hor
n. II.
PARA EIGEIHO
nm recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qnizer, economisaodo o trabalbo de duas pessoas. E' tal vea o nico que existe
oesta provincia: vende-se muito barato, ra Nova n. II.
roa Nova, armazem
t Bazar Vjetona, na ra do Barao da Victoiia
(antiga ra Nova) n. 2, receben um rico soriimen-
bordadas para dilTerntes graos e para a
foeta de S. Joao.

i&fd bol F or de mandioca.
Cliamada vulgarmente maasa be mandioca mjle:
yendj-ae em pacoieg de 1|2, i e 2 kilos : na ra
Neva, Ioja n. 23, e ruk da Cadeia a. 9, Ioja.
PURPURINA AMRRICAN*
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E% recommondavel esta especial e excellonte tin
ta pela sua boa qalidade, fluidez e dnraco, co-
mo a melhor e mafs inalteravel tima que se co-
onece. Na> auca as pennas d'aco 6 d tres e*-
cellentes copias E' preferivel a qnalqner onlra
tinta para oa livro do comnercio e documentos
que earecam de tonga duracao.
UMIGO DEPOSITi)
na pharmacia americana de Ferreira Maia 4C,
ra Daqae de Caxiasjn. 73, antiga da Queimado
PERNMWJCQ.
V1NH0 COLLARES
Vende-se o verdadeiro vinbo de Collares, vindo
ulimmente telo vapor Olinda, em barril de d-
cimo : na rna da Madre de Deus n. 28.
ATTENCAO
Vende se feijao preto novo a if o meJo deca-
litro e ceblas novas cm reste a 900 rs. o cento, e
7#'iO0 o milheiro : na rna de Pedro Affcnson. ,1
(aritiga rna da Praia).
Quartinhas da Baha
Vende se qdartinhaa da Babia era porcao e ',"
Tetalie na roa do imperador o. 37.
Vende-se mana para fogo a 640 rs. a l'.'orai
e fsRuetinhos para meninos : na rna Iroperta,
- n, 161,
Yende-se
r..n armiem, correntes e braflda
torro ernebas de amartto: na ma dn Tigarttfjfll
Couro de bizerro.
novo, nltimamente ehegado


* '
i

err casa de S. P. onsion & C-,*rna da Stalla
Unito
,j, casa _
lN(van.40.


h
*
i
\
Dmn do Pernaflibico QuarU ra U .Juuho de 1871
A
PA84 MSTOE S. JOAO
MODA
A Btia da Imperatriz 13 A
DE
Joapim Bezerra Pessoa $ C.
E' para estas testas, que os proprietarioa deste estabelecimento, a numerosos fregqezes e ao sexo amavel; qu#toeceberam ltimamente o que se pode
aesejar de melhor em fondas de sedas, 13as, linbo e algodao, e que estao resolvidos
a venderem muito barato para assim comentar a toios e aparar diubeiro, a saber:
Modernos vestidos de embraias brancas
ARARA
bordados, proprios para bailes, partidas e
solres. *
Ditos com babadfnhos e moito bonitos \
projmos para o rabino fina.
!Htos de organdys brancos e flnoe de mui-
ta pbaDtasia.
Elegante sor tinento de feas com listras
de teda', por barato preco.
Chitas finas e percales d gostos e boa
qoalidade.
Crlones com listas fazenda. moderna e
milito barato.
Cambraias de cores miodinhas e gradas
por 800, 2*0, 380 e 320 rs. o covado,
milita barato II a viste da- qoalidade.
Pecas de cambraias brancas Victoria com
10 jardas a 4/f, 60 e 70000, finas.
Ditas transparentes finas 8 entestadas por
todo o preco.
MidapolSes largos com 20 varas a 5$, 60,
70, 80 e 100000. finissimo.
Bramtnte de Ik.ho com 10 palmos do
largota a 30 e 30500 a wra.
Dfto de algodSo com a raesma largara a
10800 e 20000 a vara.
Ricos tapetes aveliu lados com enter.s-
sanies desenros de todos os tamanhos para
diversos precos.
Pannos de crochet para cadeira e sophs-
muito barato.
Cortinados ricamente bordados
mas e janellas.
Toalbas .felpudas e alcr>xoa das para rosto
e maos por commodo prego.
Camisiobas e corpishos brincos e de c-
res para senboras.
Ra da Imperatriz n. 13
para ca-
Completo sortimento de cbales de merino
lisos e estampados.
Guardaoapos de lioho com'franjas pro-
prios para alraogo e jantar.
Toalii.is .para mesa de jantar brancas e
cores aSfe 6(j00.
flicos casaquinhos de grosdenaple enfei-
tados sola e vedrbo.
B**!*oes para memuss de todas os tama-
nhos a preco muito commodo.
Ditos para Sra. tanto de panno como de
cambr-ias com tiras e outros maitos arti-
gos que deixamos de mencionar.-
PARA OS CAVALHEIROS IGUAL VAN-
TAGEM !!
Colarinhos, pnnhos de linbo, grvalas'
mantas, meias, leen de linbo tinos amba-
nhado*, camisas de meia de todas as qua-
lidades e serolas de linbo e algodo.
Camilas inglezas de linh e algodlo, di-
tas francezas a 10500 cada uffla.
Plitots de todos os modelos qne se ozam
e de todas as qualidades.
Caigas de casimira de c-es moderoas e
bem feitas e de outras qualidades.
Colotes da gorgoro, pannos, casemiras
pretas e de cores,de brrol broncos; e ou-
tros artigos que por certo agradan! aquem
procurar.
E urn babililadissimo artista em alfaiate
que nao se popa no esmero, promptidSo e
per'eicao de sua arte; para tomar medidas
dos qne q/n'zerem mandar fazer roupas
qualquer especie, para o que tem om bonito
e e egante sortimento das fazendas proprias
para este fm e estacao actual. .
A loja da Flor da Moda.
Ra do Cabug n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & G.
Este novo estabelecimento acaba de receber um completo sortimento de oh-
jectos de gosto e inleiramente npvos, a saber; *"/ ue uu
Crotbets para cadeiras e sof.
Colchas da 13a e seda para cama.
CaMquinbos de gorgur3o ,preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Chapelinas e chapeos para senboras, o
qoe ha. de melhor.
Lencos de linbo, camisas' lisas e borda-
oas-pira bomem.
Binante.de linbo e atoalhado.
B>los com as desojadas acquinhas.
Os proprietarios da Conquista prestan^ a ir oo mandar com qoalqoer ob-
jecto em qualquer casa que para isso lhes mandena nnicamente o nome da ra e numero
da morada.
YENDENBO O RESTO DE STJAS PEOHINCIAS
li RA DA IMPERATR1Z H. 72
Poupelias de seda, com llbdos dese-
nbos.
Nobresa de seda de cAres efpreta.
Cortes de cambraia bordados.
Grande soitimento de I3as e arpabas para
vestidos.
- Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias camisas bordadas para seuhora.
Tapetes da todos os tamanhos.
AIMAZEM
DE
,
VEGETAL AMERICANO
SAUDADE
BARTHOLOM EO & C
CHRYSTAES
A SABER
LAASJNHA A IGOfl^. O COVADO
Vnde-e!S?siiiMs jara vestidos de sen-
boras e menina, je!o barato prego de 160,
200 *0 rs. V cotado.
tlliTAS LAHGA8 A tOO RS. O COVAD
Vende-fe coilas franreaspara vestido de
easa^ 2C0, 240, 280, 3.0 e 3C0 rs. o ca-
vado.
CASSASFRANCIZASA2tfiRS OCOVADO!
Vender assas francezas i ara vettidos
240, S80, 400 o 440 rs o colado.
ALPACAS RE CORES A 500 RS. OCOVADO
Vende-fe airaras de ccres para vestido
de seobf ra .i o fl e 640 rs, o envaro.
ia? 3800, U. U e 75.
CORTES. liE GAEMiltA PRETA A 3^,00
Vonde-se cort< s de cafemira i rtta pra
ca'ga i :*.&$ 0. U e H pirliqnidar-sp.
CORTES DE CAMtRAA A 2A5CQ
Vndese cortes de cambraia de cores
2,5500 p:ra lfqoidar se
Vecde-se 2 rrghtro e 1 rndiero' pars
gaz, na ru da ImfersUrz n. Tt
GRANDE LIQUIDA GAO
DE R0PA FE1TA
Vfnde-so palitcts de panno rrtto facers,
a 6^, 83 e 10|, diio de caremira de ares
DH1LUAXTLNA BUAN:a A 560 BS. Q COYADO
Venae-t6 briihanlma branca 5G0 rs. o
covado
FUSTAO D,E CORES A 360 Rf. O COVADO
Vuide si fu:l5o ce cores para vestidos
360 rs o covtdc
B| e 65. ditesde al; ac prea ? e ifi,
rioH de br.m decores :05 (, 2,j e
25 70, ditos c trun casemira ifr a 3&,
r'tios fraques de casemiras de o res b5 e
W6, coiletes de br m e l-es 15 e
MUCO, ditos de csea ira deires 25000


DE






PE RE IR A, JRMAOS
Ra Primeifo de martjo n. 15, outrora fu do Crespo n. 15.
Ao respeitayel public em geral e particuUrmente aos seus numerosos amigos
participara Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cosa Pereira, que acabam de
fundar nm rico e snmptnoso rmazem de loufa, porcelana, vidros e chystaes roa
Primeiro de Marco, ontr'ora ma do Crespo n. AS, sob a raxo social Pereira 6
rmeos.
A loriga pratica e conbecimentos de qoe dispem os annnncianles neste ramo
de commercio, a qoe, ha maitos annos, se dedicam, s tem habilitado a salis/azer as
necessidades da popuIagSo desta provincia e suas limitrpphes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantageus do que qualquer ontro estabelecimento deste genero. ..
O respeitavel publico, dignndose de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o que es annunciates vea de dizer.
ALPACAS PRETAS A O RS. |2<5i0 e 3800, ditos preo, de. jai,no, e
Vende-se ;lpac.8 preas 500, 610 e 800 j de ef(mirapreta, 255(0 e 45. ditas de
rs difes- de lits ssstthiias boa, para merir para leto ebeabazina, U e 45,
acabar. calcas de caemira decores, 45 55
ALGOOODKIbTAA 160 RS. O COVADO 65500 e 85, oitas de ditas pnta, para 5,
Vndese lgor.lo de lista para uupa!6^500, 85 e 85500, ditf-s rie trio ordira-
<.'c escrav, J tro rs. o cr-vad-.' rio, 1^, 15600, 25 e 258C0,"para acatar,
BRIM i y-N.V A 5(0 R-; O METRO 'ditas psra Itto de alpaca de ctrua>, op.-in-
\ea/:e-selri i lona paro rara calcas de'cesa 35 e 35500, ditarazues pira escra-
quem tiabalha por ser rnii-iio ftrt, 500 vos 5C0 rs ditas de algodlo de Ihta
rs. o m-o ou :,''iO rs. o Dorado. i 800 rs, camisas deriicado para CHALES U8 CAUSA A i>Oi) RS.
Venre*e chales de cassa bracea 500 rs.
r.a-tj, cm.
COBERTORES DE AL iODAO A l*0
Vcne-^e cobeilores de alg dO 15400
par* ac-rbir
CHALES DEMriiLNO' ESTAMPADOS A 25
csir-po 800 is. e l0< 0; para li-iuiUar-s^,
ootras muitas roopas fflus q< e te tendo
fem rt serva de pr*c, entre e?sas ronpasei-
:af, tem aburras d(feti>, o qie te
vende mai* barato do qoe e^ ti annuciado.
GOLLUtHAS HAR ACABAR
Verde- e gollinb;s pan sennor s e me-
Veode-se chiles de merino ettampados n'nas 100 e 2f0 rs.
toa un Mr
im *uu uiifii e reteolei, atarrkw pnlraonar, uthmi; tom witiIm, Mturhe
m grtl cutn tata u wftimeitaf d tii reipirilorii.


A ihefiwoll Ju iHmu ne\utiu do
btr^ftu m mil di firpnu *U t
DEPOSITO ERAL
M, ROA URSA DO R0ZARI0, U
PERNAMBUCO
i pcito.deidi
nomr, puxude mIii defin broockilet cilinrbiM
empbjsem icibi di mt innqnecid com a*M
ta nedieanenlo, qat tomtrt pnmein nfeni entra
ledo, m hoj. toBbedM. O urap VtrtUl Amencioo.
prwimdo piiimtM* TtnUl, al* eontm m ni
omposiflo m Moa* i, pk, .im emanle sne-
M* fclljn indiui, cu\ Mipitididut b^eftei
om di nolciiiii qai pcrtiMea ios r|tai d rti-
iiri tonm por D. bnrTidn por lonro umpo,
piBo. PHulUdM di ft mi crwcile.; b|
fM Mt jalpnoi tlorn.de* t oMjpw o xiropt qat
**? *Pf*". t i oflirtei lo tai medico. 10
ptlte. Vrkntiet cmi t ttttiudot tbiixo o ate le-
ibm itt, cmimuc fw cMceiit do ate jl iHI
urM Vtgtnl Amtnciaa crejeeri de dn di,
demndo Boito tpdt de ti tedoi o ptiwrtw em toft.
Illa. Sr. Brth.Iomeo I C.-O AroM Tereul Ame-
rtato, prep.red* tu mi MetJltjMlwitM htrateit,
tn mi rettedM pa eettMttr k Urtitel mUhm.
Soru et "
Sorii et malla moleilii ka nitro
tar coaabaMo m ataqitt BMUaw m
i atada
iitaqieatiaiiaMaqtatmha-.ettealtimo
aja* tita M fortuna ota ma proitoa por I diu. taai.
f*t*m aea milaaoM xarapa, tomando apanat traa
loa*. *M preaetrte alo ro de boto Ucido. Prita
a Atm rtnabalaaiM par tata tea. S.ada-
Ihe, poia a* meta agrdecinentoe par me tar ilirlidi t
lie Dorritel mal. Com a mala ai|nifleatTa |ratiUt
atbscraro-me daVmca. afrectooeo a reeonheeido eriai
- StMriat Du*ru.-Sot Cata 14 de feT.reiro
5 eri.a*
da tai
IIIm. Sra Bartbalomao *C. Dapoia da qatti m>
mete de aoflrimeoto com ama Uu* nceaaaaie, (uta
extraordinario, expeetoraclo da do e.t.rrho emirille
do, parda total daa forcea, que o menor n*>a*i
ma fiU|ia aaopleUmanta, canudo da tomar aini a
tro. remedios um re.ult.do tiTeafelicidadadeatarfe
Vmca. prepararan a xarope Veptel Amaricata, a aaa,
tile, ir.c.s a Daot, me aebo restaba!*cido ha ataii *
duia meaet, a robusto cerno m Bada tireau aeflrida.7
r.tidlo ma forca a esta declarante, qoe poderla Vaaw
faier o aso ate qniterem. Son com estima de Tea**
mnitot raaaatudor a criada. ^*loen* Mttmm t
Catira t S\h. Recita 8 de ferertiro da 1SM.
Attesta qne tai de lerope Vegetal Amene.ie, fc
eompotijlo dot Sra Bartaolomeo ft C. para cara a as
forte defini qaa me trono ama roaqardio, qat ma aa>
tula adtender, Inflammacle a dor aa laratafa. tMa*
(nade falu deraapiraclo. a fianai completemeala raa>
labelecido com im a tidre do muma xarope; pat
qne Ibea protesto eterna fratidle. Retir* i* da
neiro de 1848. iaaa^aM /trttM AraMle*'Vanear. .
Katlo rttaabacidat.
do *JS^ST^gipe,a 8eganda vw as verdadiras w^>
Depew de algnns annos, em qoe as alsiflcacSes de Hamburgo e mesmo de New-
Tor* tiveram entrada oeste o,erca US!*,. "" .a,C8nado Por se08 maravilbosos effeitos consegoiram introduzir
se, mmm o ncaoto, com ama reduccJo de preco, nollificando o verdadeir
mrito destas admiravets preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as con seos natos effeitos, lembron-se o sotor de fazer a declaracJo abaixo e a
dar diploma aos qne renterem os seos legtimos.preparados.
PrevfM-se orwpeiuvel publico de qoe as verdadeiras prepar atoes do Dr. Ra-
"".? *mm oe depsitos cima declarados e trazem om rotlo igoal ao desti
*. k ^^rtba^i.X0,?i!S1i<,0n, d*fUrI,W0.s wrtIBcamos, qoe . Srs. RaymondoCarlos Lei-
teA Innio. da c.dade do Rio de Janeiro, no imperio do BrasU, sos nossos agentei
fiT**r^ ""p"0" remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto
gil. Noticiamos aopabhco, qoe nao se podem obter os remedios do Dr. Radwat & C
( que-rto preparoobs no laboratono do mesmo dootor naVidade de New-Tork no
Estados-Unidos), sen3o das pea.as qne podem prodbzir a Arlente certificado e attes
tifiio e oea orodqzem, sobscripU o assig^ada do Dr. Radwat d- C. e dos Srs. Rav
mondo Carlol Leite de Trm3o edmo ao pe. Todos e cada tim dos retaedos do Dr Ha-
wwat A C. sao acompanbado3,de ceblas semelbantes as que parecem aop desta cer-
tincacio. r ^
Examine-se neo a assgnatora da firma do Dr. Radwat sertioeacao o compase-so. com a facsmile ou cdalas com todo* os fraecoe e lxinhai.
y i.i nii.. n i in i >
-aaoi n ,
Radwat 4 C.
:ww
*-
LIKiO
&Mkm*4$ a^;CTarte#+ala th,la sua foaiidao,
i^miato Portland
Tatbrej 0no,eMrJ de balsee, *SJW0 a #0-
ie escravos. zia. culheres finas eledro-plalaa. W raJotl, i1U
Martina & a
- V.
.toiMl
f mero 7.
xl.rclU.US americanos para ladeira
Camas de ferro
Carrinhos
slanQas de pe8ar 0*0$ ootras.
JiXQtre salitre, e oleo de Robaca.
* Vgvoo americanos ar* lenha e koko
Si OriHaS. <. ferro paro pies de assncar.
A. a UilOS fc fer-ro galvanisado para assnc
tmaqmi':
e vane*.
de mo para voloraes e para atierros,


tes tamanhos
-
de defctrooaralgodlo
Machinas
Machinas
24000 o ?#>00 cara liqaidfr-e.
C.VRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Wnde-sfl corles de ganga para calca de
homem 800 rs., para hqeidaf-se.
LENCOS RRANCO A S40T0
Vende-se lencos brarcos 4'OO duza,
para acabir.
BRAMANTE DEL1MI0 A 280: plOASO
Vende-se biama.oio de linbo c<:m 10 pal-
mos de largura propiio para La^es
2,5800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 2550O
Ven'e-se cobeitas-de chitas 2|$500 cada
i ma.
RESTO DE COLARINHOS
Vende-se nm resto de c lannhos de pap-ei-
?00 rs. du>ia.
MADAPOLO A 302O A PECA
Vende-se pcg's de naadapolio tnf stado
a 34200, ditas inglezas cem 24 ja -das 5.9,
5M8CO. 6A, RatkO, 7d, 8, 95 e IO*,
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A 5
Vende-se artes de ca emiras de cores
540O(J.
ALGODO DE 20 JARDAS A 3'80O
Vende-se pecas de algo ao cun 20 jar-
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDARSE
A300RS.
Pra liquidar-so ven'e-se goliulias da
tra'passr, muito boci as f'OOrs. cada una.
NO VIDA DE
Roga-se a todos oj devedrees da mssa
falli'ade Guim?i5os 4 Silva. f!enomin;dc
..'.irdim dea Dam-s, o favor de vir rajdar
se; a erntas on debites mais breve postivel,
( queassim nao fi/ers; ra sea r.ome declarado
por txteii8a nfste Diario, derj:mse
tea dalmperatriz n. 72.
COMVM LER
Precisa-sr f.llar c m os s;gt ines Srs a:
negocio que Ibediz rerpeito a fes Ltcrts-
ses, na la da Im tritriz n. 72.
Augusto fon ira Manas Ribeirj.
BaliazarMaiques de Uhveira.
Joi Tbom.z oNascimento.
MdDoel da Costa Trav SebastiSo Amonio de Albuqcerqre.
Adelioo da Silva Pinto.
Joao Isidoro da Cosa Jambozeiro Jnior.
Igna 'o Francsco Gomes.
ijo R' berto do Natcimeoto.
Feliciano da CuQba C. de Albinjuc e.


de cortar fumo.
Machinas

Sstes artigos acham-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkes dr C,
roa da Cruz n. 4.
de arrolhar gaeraas.
v apores de trev av*no.
Ferragem geral.
Os proprietarios deste estabelecimentonico neste" generoconvidam ao res-
peitavel publico para cencorrer ao mesmo e analysar os variados artigos que eiistem,
certos de que enconlrarSo, como sempre, franqueza e sinceridade.
AOS APRECIADORES 1
Presuntos.
Ditos de ambre.
Pastis de differentes qualidades.
Vinhos do Porto, Cbery, Bordeaoxe
Champagne.
Cognac e jaropes refrigerantes.
Licores, Cbartereuse, Aya-Pana, Crme,
CacSo Chenva.
genebra de HoiUnda,



Crme de Moka,
etci-dtc. Wc.
Bol inhos para cha.
Ditos inglezes.
Doce de'frocte efca.
Dito ery&talisado e em calda.
*4 superior byssoo.
Dito dito preto.
Cboeafate de soperier qaalidade.
Para Santo Antonio, S. Jo4o 6 S. Pedro
Amendoas confeitdas, papis para sortea da diferentes qoafldades.
A

AOS EXPERIENTES!

O verdadeiro vinho da Bairrada, chegado oltimameote pele barca Graiio.
A' U MIVUM N. 211
Recbese toda e qoalqoer encommeida, Wtto da p/act eemo do mote, iodo
compromptfdio e asseio : a tratar na ru dolftperarJoro. W.
***i
mwMS num
NA
LOJA DO PAPAGAIO
| A' ra da Imperatriz n. 40. esquina do becco
dos Ferreiros
* DE
MENDES a CARVALHO
Os rovos proprietarios deste bem condecido estabelecimento, avisam aos ? numerosos fiegoezes e comespecialidade s escellentissimas familias, que acabam di
recebe.- om novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gosto, de sed?, la,
linbo e algodSo, que venderlo mais barato qne qualquer oulro estabelecimento ; asdm
como vendero as j existentes pelo maior preco que encontrarem, para n5o accomula-
rem as antigs com as modernas. Portanto, pievinem s escellentissimas fam lias amigas
da'economa domestica que aproveitem a occasio de, com pequeo- dispendio, pode*
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisem.
Declaramos es precos de algumas fazendas, para provar o que dizemos.
MadaplOes de 4, 5, 6, 7 e al 100000 a peca.
A'godozinbo de 2,5500 a 8^000 a peca.
. Cbita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a 1,5600.
Dazithas de diferentes qoatidades de 320 a 500 rs. o covado.
Cortes de percalas com 14 covados a 5000.
Dit -s de cassas, padioes miudinhos, a 23300.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor fixa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 5#5( 0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 6,>000.
Baies de 13a de cfes modernas a 4/5000.
Lencos chine zes brancos de cores a 3d a duzia.
Ditos brancos de cassa a 2o a duzia.
Cbales de merm lisos e estampados de 2^500 a 5dOO'\
Colchas de fustSo, grandes, brancas, a 2d8uO e 4J000.
Bramante de linbo de 2,5500 a 2/5000 o metro.
Algodao enftstado liso e trancado de 1,5 a 10400.
-
*



POCAS C.
tem a bonra de chamar a attencSo
acham expostos em sen armazem.
i
. V
dos entendidos, pan os seguinte artigos, qoe se
COLLARES.
Vinbo especial j conhocldo, para o qual chama atteacSe particolir dos-amado-
res deste espeeiat- Hqoido, proprio para tedas as estacoes, visto a simplfcidtaje de sua
composicJo.
e comiustica,
arnaoMs desta
Esta qoalidade especial
acjia-ge igualmente exposto S apreciara
boa. pinga.
entendores,
cufatrmente dos


Cokhas de lb.-tSo o'e cor de 20500 at 60000.
Brios de linho de cor de 500 at 800 rs,
Cassas de cores de padr5es midos e graodos.
Batas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas de cores a 640 rs o covado.


Para luto

;
i
'

1*11
-


Ppfteale ecolt _
conbecedores da materia, visl
vem ao mercado: aqu id
ii
em barril, sendo especia)]!
COfMKBata dO UQ 00880 C0
IRA
V"j- :
cialidade qne chamamos a attenelo -dos
"lo toteo, lodo das ae*res que
.
ia vindo diecumwte, por urna n-
imjwMW, e riala se cAijojrdari m
do Mrtio superiom, DMfeor do(
precos.
Ra Esli^eito dtilosaiio n.9, jan.W .^igreja.
Princetas pretas a 640. 800 e 10000.
LSazkibas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
sCbitas pretas a 300 rs. o covado.
Arpaces pretas a 5i0, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada* a 16200 e.10800 o covado.
Merii s tracads e de corriio para differentes procos.
(Potras monas fazendas, como stjam : atoaibaOos de linbo o algodao, guardana-
poopertoe o'brancos, algodao enfestado liso e trancado, bramantes de linbo e algodao
papa incoes, cortinados bordados para janellas, flanellas e damascos do todas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Papa gafo
Alm de baver om grande sortimento de ronp* feita do todas as qualidades, taa-te
do inns como de casemiras, caigas, colletes e palitote, Oa om bonito sortimento mo-
derno de CA9BM1RAS de cores, proprias para a estacSo, e corte d gorgurSo para
Pao fiaos pretos e ames,
fltoemira pretas moito finas.
Urina brancos da linbo de todas O qualidades. ,
Ditos pardo Uancedos e lisos com listras.
Ditos de coros de todas as qualidades.
ieroalas francesas de linbo e algodlo.
' * fraoceaaa e mlezis, bordelas, com prlfte, co oo11o sen eil.
utas e meia do differentes procos.
Ditas de ftaoella, branca e de cOros, para nsar por bajo.
Dituaoglezas para, bmuoos.
toapdoa de sol de ldepra 8, 10 at 180000.
Oiiwhosopooodolibo. i .
sortimento. de popelinas de cores, dos padrfies fltats M^iro qoe too \tedJoi 'ATTaff-
1 lid>.
\
i
eeaa



8
d Pemamboco Quarla eira 14 de Junte de 1871
SSEMBLA GERAL
CMARA DOS DEPUTA DOS
Rppoeta falla do throno.
(Contnuagio).
O ministerio n3o se oppoz, aotes coocor-
dou na nomeag5o da commissJo especial
para estudar a qnestSo. Todo quanto es-
tado, medidas preparatorias, tneos indirec-
tos iriamencamabando a setogao e dispon-
do os espiritos para se cboflr ao desider-
tum sem abalo e sera inqoietag&es. D'*pjis
de apresentado o parecer 'da npmmisso,
indo ao senado di-cotir o orc^meoio da re-
parlig3o que entSo diriga, fui alli interpoila-
do e respond n s seguintes termos:
c O mnisterio est anda as mesmis
ideas enunciadas pelo Sr. presidente do con-
selho na cmara dos depotados .quando m-
terpellado sobre este objecto; nao promo-
ve medida algoma directa sem os dados es
talisticos necessarios para conhecer-se qual
a populagSo servil do Imperio, sua classii-
cagao por sexos, ida les e profissoes ; s m
conbecer qual o movimento dos nascimentos
e bitos annualmente, e a relacao desta com
a outra parte da populagSo; sem obter ou-
tros esclarecimentos qne se empenhar em
rennir; sem qoe sejam oovidos por meio
de inquerito os bomens competentes e os
inieressados; sem possuir, emfim, os ele-
mentos de um juizj seguro e indispansavel
para assentar-se?oo ponto de partida, que
tudo nesta questo.
t O gabinete ni recua diante di diffi
coldade : aval a os perigos de urna solngio
imprudente, e nao ha de, por enlhusiasmo,
ou por acceder a mstigacojs philaniropicas,
comprometer o futuro.
c A qaestio daqueltas em que nio ha
voltar atrs: antes do impulso deve, pois,
o homem prudente, que conhece s nossa
sociedade, qoaes os interesses compromet! -
dos em qualquer olog5o, medir bem o al-
cance do primeiro passo.
A cmara recorda-se de quanto se passou
aqui entao em relacao a este objecto, explo-
rado por alguns como fundamento de tantas
esperanzas. O ministerio teve de pronun-
ciarse.
isculindo-se um projecto de libertadlo
dos escravos da cora, manifestei-me sobre
a questao no sentido de adiar-se por em-
quanto o parecer di commissao, e declare,
por parte do governo, de que fazia pirte,
qoe nem urna medida directa podamos en-
tao admittir.
EU o que dase terminando o discurso
que profer, determinando o ponto em que
cavamos ao eocerrar-se a sessio, e pedin-
do cmara um pronunciamento claro e po-
sitivo sobre o procedimento e ideas do gabi-
nete.
A cmara sabe que os dous maores
bices so'.ogSo da quectao, a qnetenho al-
ludido, sao o direito individual de proprie-
dade e o inconveniente de na mesma classe
at h ije sujeita, e em condicftes excepcio-
naes, porm de igualdade. crearem se dis-
tingues odiosas, cujos effeitos sao dignos
de seria ponderarlo, (Muitos apoiados.)
t Pois bem. 0$ essravos do Estado nao
est3o neste caso, porque o poder legislati-
vo delles dispe como representante dessa
pessoa joridici. A medida que aotorisa
sua manumissao gradual abrang- a todos, e
esta se verificar ao passo que ao gorerno
Ihes puder ir dando destino e estabelecer
convenientemente.
t Votarei porqualqoer emenda que apr-
sente algum dos noores deputidos que pen-
sam desle modo, e n3o duvidarei mesmo
apresenta-la, dando ao governo com relacao
aos escravos do Estido a mesma autorisa-
q3o que no projecto se d casa impe-
rial,
Estas duas providencias parecem-me
sera inconveniente poderem ser decretadas
desde j, e bem assim a,matricula de que
trata um projecto offerecido o anno passa-
do e adoptado pela commissSo. E' um tra-
balho preparatorio qoe adiantar muito o
estudo da materia.
Alm destas tres ideas, oulras n5o
adopta nesta ucca-io o gabinete.
Declarando muito clara e positivamen-
te que o gabinete n3o pode encarregar-se
FOLHETIM
FILHO DO CALCETA
POR
FIERRE ZACCOXE
segunda; parte
(Continuaco do n. 133.)
I
A casa de campo de Grandllen.
Poucas horas depois estavam a baroneza
de Simier e Joanoa na casa de campo do
conde de Graodlieu.
Abaronezi obedecer Beauregard,* e
fcil Ihe fra fazer com que o conde pre-
parasse aquella diverslo de invern, na
qual o seu amor pela Sra. de Simier e o
seu amor caga entravam em partes
gases.
Tiobam-se preparado os aposentos para
as receber, e a baroneza habitava com
Joanna no primeiro andar da parte direita
do palacio.
Este primeiro andar componha-se de
dous quartos separados por um salSo sump-
taoso.
Helena e Joanna estavam sozinhas, e
ambas assentadas ao p do fogo ; esque-
ciam-se do verdadeiro fim daqoella via-
gem, e entregavam-se aos mil pensamentos
qoe as assaltavam.
Joanna estiva triste, a baroneza inquieta.
Hara j algum tempo que alli estavam
ama ao p da outra, sem trocarem una
patarra, escotando dis(rbidamente a bulha
da roa, e absortas em profundo cogitar.
O relogio den dez horas.
Helena estremecen, levantou a cabeca, e
encarou em Joanna, dizendo com suave
entonaeso :
Joanna!
A pobre senhora fez um movimento, e
a baroneza vo-lhe as faces das lagrimas,
qoe ella nio Uvera tempo de limpar.
Ta choras? diese approximando-se
da mulher de Raymundo.
Sinto-me t5o triste I responden Joanna.
Penaas nelle T
I,Joanna passou a mo pela testa.
' Fiz mal em vir c, exclamou ella ; eo
Dio dsvia tornar s ver eita aldeia, otado o
conbeci... nio se pode lutar contra taes
recordares, finda agora, cade passo
'de ex'cutar agora ou tras medidas a n5o
seren as que acabo de mencionar, deseja*
mus orna manifestarlo fran da cmara
sobre o no so modo d- encarar este ira
portante aasumpto. E' ella da miiorvan
tagem para conhecer-sa o estado em qoe
fica a questao ao terminar se a sessa i que
est a expirar. Aguardamo-la, asegurando
que bavemos de cumprir o nosso dever.
t O ministros de Sua Magostada tem
consciencia da responsabilidade de sua po-
sicSo, e n5o podera convir em que os pro-
pietarios ruraes, os productores agrcolas,
esses primeiros operaros da riqueza nacio-
cional -e da nossa civilisago", qae todos os
inieressados, o paiz inteiro oscilem na in
certeza que resulta do silencio e d motivos
a toda a so. te de conjecturas; precisara
q-ie t.-idos confi-im na lealdade e na firmeza
uo governo, como descansan na saoedo-
ria e nunca desmentida prudencia dos le-
gUadores do Brasil. .
V. Exe., Sr. presidente, recorda-se de
que foi essa urna das man'festacSes mai-
signiQcalivas pelo numero, pela esponta-
oeidade e pelas c nviegoes que a determi-
naran).
Esta votag3o no mez de setembro ultimo
assignalon o ponto em que ficou a cmara
ao encerrar-se a ultima sessio legislativa-.
O que bouve de entao para c ?
Nao vejo seno actos de oridada indivi
dual e de assosiagoes humanitarias que nao
tem outro motivo sen3o os sentimentos de
beneficencia. Se ha peligoes de elasses da
sociedade, de corporag5es, o governo deltas
nao deu conhecimento cmara, oo o Sr.
presidente nao disse que as tmha recebido.
Qual , pois, a pressSo da opiaiSo, a
que tem alludido o Sr. presidente do con-
seibo ? Ser da imprensa ? Os dous mao-
res igaos de publicidade, um (o Jornal do
Commercio) em flus de abril, recommeadoo
ao governo a maior prudencia e discrigSo,
e dizia estas palavras :
Era presenga deste fado a geranio
actual pode erguer altiva a cabega e decli-
nar a responsabilidade do passaao ; mas
na i tem o direti de, levada por irreflecti-
do desejo di gloria, por pneril enlhusias-
mo, coraproraetler o futuro de um paiz
dante do qual se abrem os mais vast s e
brilbantes horisontes. NSo se derriba im-
punemente a arvore secular que profuDdou
raizes na trra ; no lugar do tronco violen-
tamente arrancado abrir-se-bia, talvez. um
abysmo, cuja extens3o nao se pode previa-
mente sondar, e o solo revolvido em largo
espago n3o offereceria, aioda longo tjmpo
depois, apoio a solidas construcgSas.
(Jornal do Commercio de 30 de abril.)
O outro, o decano da imprensa fluminen-
se ; todos sabem a posigSo que tem tomado
nesta questao.
N i cmara este anno ninguem falln na
questao antes do governo. e no senado pa
rece que se reflecte muito sobre ella.
Parece-me, portanto, que s por insp'ra-
g5o o Sr. presidente do conselho conbece
o estado da opioi3o, pois n3o vejo e est
fora do alcance de minba vista ver o qoe
s divisa o ministerio.
Estranbo mais urna vez que o gabinete
fizesie deste objecto ponto essencial de seo
programraa, e nao se explica de outro modo
a inclus3o na falla do throno, sobretodo
pela forma por que o .fez declarando que
negocio argente e referindo-se a ama solu-
c3o determinada, como se v do trecho
(l) no qual vem a express3opropriedae
existente.
Se o voto de gragas a approvaclo do
programma do governo, se nesse program-
raa entra a solugo directa, immediata da
quest3o, claro que a approvag3o do voto
de gragas importa a declaragao de que a
cmara adopta as ideas do gabinete. Quaes
sao estas ideas ? As da proposta. E pois
apprevando o voto de gragas, a cmara ter
adhei ido neste ponto em termos geraes
verdade, mas muito positivamente, ao pen-
samento ministeriair
Quando se falla em elemento servil com
relag3o ao ministerio, enteodem todos qoe
se trata dos planos deste, de suas ideas que
sao consignadas na proposta.
A commiss30'de resposta falla do thro-
no encarregou-se, porm, de tirar qualquer
duvida que stbre isto podesse haver redi-
gindo este tpico nos tersios que a cmara
sabe.
(O orador l e aualysa o tpico do voto
de grecas em qoe vem as expretsespro-
priedade actual e regenerado das geragdes
futuras).
E para que ficasse bem desvendado o seu
peniamento, a commissJo, depois de enun-
ciarle sobre o elemento servil, adherindo
s ideas do goveruo, diz que s cmara t >-
mar em considerag3o as outras propSstas.
Esta palavraoulras imporla a excloso
de alguma proposta; e qual ella seaJo a
ja condecida, aquella sobr,e que a commis-
sao acaba de onunciar-se ?
Se o enunciado da commissSo nSo a ap-
provag3o das ideas do goverpo, o que sig
nifica entSo ? Seriam palavras sea sestido
e sem alcance, o que nio se poje ad-
mittir.
A approvagio do trecho relativo so ele-
mento servil do voto de gragas leva issplici
lamente da parte dos. que a derem o voto
favor das ideas do gabinete exaradis na
proposta ; e ahi temos o voto dado no de-
bate poltico arrestando ama maoifestic3o,
grec53s vindouras a sabedoria qae tem ins-I tbro'? e voto de grecas, como pegu m-
que dava nesta flDresta, parecia-me encon-
tra-lo !...
Mis elle na) est aqui.
De cerlo que nao.
E a triste senhora ccrescentou solu-
cando :
Oh onde estar elle agora ?
Fez-se silencio, e Joanna continuou ao
cabo de alguns segundos :
Se soobessse, disse ella estremecen-
do, se soubesse todas as ideas que me tem
accommetlido desde que cheguei I Isto
insensato, bem o sei; diz-se todava qae o
corago da mulber tem singulares instinclos
e eu ba algamas horas que tenbo o corago
confrangido... Sioto nma tristeza amar-
ga, indefinivel, e as lagrimas cnegam-me
abundantes aos olbos.
Isso fraqaeza, minba fillia, respon-
deu a baroneza ; preciso reagir contra
essa extenoagSo, repellir essas ideas, abrir
o espirito s distraccSes qae se teoffere
cem !
Joanna abanou tristemente a cabeca, pro-
seguio as suas ideas favoritas, e nem esca-
tava o que lbe diziam.
Nao esta a primera vez, disse cada
vez mais consternada, nao esta a primeira
vez que me assaltam os mais horriveis pen-
samentos . mas ba urna bora qoe me nao
largara, e tonho medo.
Pobre crianca I
E se elle tiver morrido 1Oh I Deas
se compadega de mira I Morrer sozinbo,
repellido por todos, sem um olnar amigo,
sera urna palavra de consol... Bem v,
isto horrivel, minba senhora, e cada vez
entendo, cada vez comprebendo mais quan-
to fui cruel.
Que desejavas ter feitot
Eu nao devia desampara-lo.
' Mas isso nao era possivel.
E porque rio ? NSo sou eu sua es-
posa ?... S eu o conhecia bem ; eo
nanea devia ter davidado delle I... Pobre
Raymundo I era 13o bom, Uo dedicado,
amava-me com tamanbo desprendimento de
si mesmo I Matar-se-hia por mim I...
A baroneza desenboo um sorriso, mas
esse sorriso extioguio-se logo.
Joanna acabava de se levantar : os seos
paludos labios tinbam soltado um grito
mal saffocado, abra muito os olbos, e met-
iera os dedos crispados por entre os ca-
bellos. .
Santo Deas I balbocioa ella fra de
simatar-se... pessivel que se matasse.
um compromisso da cmara sobre a ques-
tao social. *E' isto o que nao conven.
Entendemos eu e os meus amigos que
precisa urna solugo, mas esta n3o deve ser
dictada por cjnsiderages de partido, e sim
conf irme o modo por que cada um a apre-
ciar em sua consciencia, sem prevencoes e
sera suggestoes estranhas propria ques-
(3o.
Nao sei at que ponto vai o gabinete no
seu afierro s ideas da proposta, mas ten
do arredado o projecto da commissSo espe
cial, devo crerqoe s nao far qoestSi de
pontos secundarios, pois. de outro modo
aceitara a discossSo do projecto existente
e nao viria trazar urna proposta nova apre-
sentada em nora<) do Imperador, como que
langando a espada de Brenoo na baiaaga.
Hei de combater muias ideas da propos-
ta, a que n?o devo dar o meu voto, e por
isso nao posso approvar a resposta falla
do throno, significativa com e nao pode
deixar de ser, desde que a adnesiS ao
pensaroento do gabinete.
Proposbo, portante, urna redaegao que
d3o determine compromissos, que posss ser
adoptada por todos, pelos qoe adoptan a
proposta-, pelos que a julgam inopportuna,
pelos que comba tem em ama, em alguma
e em todas as soas partes..... (Muitos
apoiados).
O Sr. PfcneiHA oa Silva :Que nSo tra-
ga eogajaroento, compromisso futuro.
O Sr. Paulino de Souza : ... que sej
nm terreno neutro (apoiados) onde todo
nos possamos encontrar sem nos separar-
raos em um debate poltico tSo solemne
como este, e dar a um gabinete de amigos
polticos urna- demonstrago- que nos seria
desagradavel recusar-lbe.
Greio que a segainte emenda poder sa-
tisfazer esse intuito-:
Os importantes interesses qne se prsn-
dem grave qnestSo do elemento servil
nao podera continuar sob a pMisSo de in*
certeza, a qual se por um lado subleva es-
perangas exageradas, impossiveis de satisfs-
zer, por outro tem despertado duvdas e w-
quietages que cumpre dissipar.
Na decrelagSo de qualquer providencia
sobre assumpto de tanto momento, o pri-
meiro passo na obra diilicil de orna trkos-
formag;io sooial, que, iendo-muito para oe-
sejar, nao pode comtudo operar-s sesa
gradual e lentamente com.sesgaa;do da di-
reitos que se-crearam sombra da lei, teem
sido at boje por ella protegidos e merecen
o maior respeito do legislador.
A cmara dos deputados, applaudindo
a solicitude que sobre tao serio objecto re-
ve la m as palavras de V. AKImperial, e com-
parando os generosos seatimentos qae as
dictaram, ba de dar-lhe sua maior attencSo,
e esforgando se pela solugo que, mais con-
sentanea com o direita- de propnedsde e
com as cacessidades do trebaibo nacional,
satisfazer tambem as aspirares humanita-
rias, concorrer quanto em si estivo para
que, realisada por meio de medidas-caute-
losas e prudentes, sem abalo- social, sem
contingencias para a seguranca publica, sem
prejuizo da riqueza nacional e partioolar, a
emancipagSo do elemento servil atieste s
Est douda I interrompeu a. baroneza
borrerisada.
Ah I sera esse o remorso, de toda a
miaba vida...
Porque motivo se ha va de malar ?
Todos nos o fizemos Uto desgra-
nado !
A baroneza tomoa nos bracos a esposa
de Raymundo, beijou-a muito na testa, e
utnpoo as lagrimas que lbe innandavan o
semblante.
Ora, vamos, minka filha, disso~lhe
ella como que reprehendeado-a ternameote,
a gente na i deve entregar-se assim tSo
completamente aos seus petares. Foi a
vista desta aldeia onde se conbeceiam qae
te inspiran essa tristeza, e poz tanto fel e
tanta melancola as teas recordagSes. So-
cega, repelle para longe de ti esses phan-
tasmas, e nSo te comprazas com conservar
no espirito essa perturbjgao ; quizeste sa.
ber o qae fot feito de Raymundo : o Sr-
Benardin t'o dir daqui poacos das ;
mas, por ora, acredita ama amiga qae te
ama, como te amara toa mii> por ora nSo
recoses as sadias distraegoes .qae se te
offerecem ; e olba, para principiares j,
vai descancar um pouco ; nSo obstante
essa agitagj, dormirs esta noute, e ama-
nhaa poderi assistir i essa festa qae foi
preparada para nos.
Joanna fez um geste de triste resignacSo,
e disse, deizando se levar para o quarto :
Ji qoe assim o quer...
Sopplico-t'o.
E voltaremos Paria ?
Qoando quizeres.
Promette ?...
J te enganei alguma vez ? -
Nao minba senhora, n3o, bem o sei;
s a senhora bondosa para mim; mas
tenbo tanta pressa de saber...
Joanna ebegou a porta do sea qaarto ;
deixon-se beijar na testa pela baroneu,
instantes depois voltava soznba pan o
salSo.
As ioquietagSes da Sra. de Simier ti-
nbam sido nm instante distrahidas pela do*
de Joanna; mal, porm, se vio s, sanio*
se novamente as toas cogitaces; e sin"
flearia por muito tempo absorta, se lbe nSo
desviassem a attengSo algamat pancadas
qae soaram discretamente na porta da sala.
PassoQ i mSo pala testa, serenoa o sem-
blante, e reapparecea-lhe o sorriso nos la-
bios.
Entre l... disse ella.
v
piradd dirigido os grandes actos do feliz
reinad.) de V. M. Imperial.
A primeira idea a necessidade e por
termo a esperancas vagas e a apprehenses
3oe a incerteza tem feito nascer. O segn-
o periodo encarece a necessidade da maior
prudencia e circumspecg3o, quando se trata
de orna transformagao social na qual se en-
volver direitos qae teem vivido sombra
da lei e em face de todos 03 governos.
Na ultima parl se diz que a gloria na
solugo desta questao deve provir de ser
ella levada a effeito sera abalo social, sem
as perturba;53s que a precipitagiio pode e
ba de occasRraar.
Termino, declarando que a emenda nao
umi bostiUdade ao gabinete, mas o meio
de deslocar ao terreno poltico ama questo
social, de resguardar a nossa consciencia e
evitar qoe a responsabilidade de algum
grande erro recaa sobre nos. (Muito bem,
muito bem).
Vem mesa, lida, apoiada, e entra
conjonctamente em discussSo, a seguinte
emenda:
c Os importantes interesses que se pren-
dero grave questo do elemonto serv.l n3o
podem continuar sob a pressSo da incerteza,
a qual, se por um lado subleva esperangas
exageradas, impossiveis de satisfazer, por
outro tem despertado duvdas e inquieta-
goes qae compr dissipar.
< A decretac3o de qoal juer providencia
sobre assumpto de tanto momento o pri-
meiro passo na obra diflkil de urna trans-
formagao social, que, sendo muito para de-
sojar, nao pode comtudo operaf-se sen3o
gradual e lentamente com resguardo de di-
reitos que se crearan sombra da lei, teem
sido at boje- por ella protegidos e merecem
o maior respeito do legislador.
t A carara> dos deputados, applaodindo
a solicitude que sobre tSo serio objecto re-
velara as palavras de V. M. Imperial, ecora
partindo os generosos sentimentos que as
dictaram, ba de dar-lhe sua maior attengao,
e esforgando-se pela solo;3o. que, mais con-
sentanea com o direito dy propriedae e
com as necesidades do trebaibo nacional,
satisfazer tamben- as aspirarles humanita-
rias, concorrer, qpanto era sfestiver, para
que, realisada por meio de medi las caute-
losas e prudentes-, sem abalo social, sem
contingencias pare a seguranca- publica, sera
prejuizo da riqueza nacional e- particular, a
emaoeipagSo do elemento servil atieste s
geragoes vindouras a sabedoria- que tem ins-
pirado" e dirigido os grandes actos do feliz
reinado de V. M. Imperial.paulino de
$ouza~ y
O S* VISCONDE:D0 RIO-BMNCO (pre-
sidente do conselho). (Movimento geral de
attengao)':Sr. presideote, nao-tne seria
menos sensivel que aonobre deputado pela
provincia'do Rio de Aneiro, se pon-entura
um desaccordo inconciliavel nos separasse
na presente conjunctura; mas, oomo o no-
bre deputado, osmeos collegas e-eu somos
movidos nesta questapor conviegoes pro-
fondas, e temos f robusta en qne essas
conviegoes-representan- a solugo dos ver-
dadeiros interesses oacionaes e tem por si
a opioiao-publica. (Apoiados e nao a>oa-
dos).
O illustre deputado oonvidoo-aos a con-
siderar este assumpto nicamente como
ama qaestio social, a qae nao a coUocasse-
m is do terreno das crencs de partido.
Estoo promplo, Sr. presidente, a declarar
ao nobre deputado p-a provincia do Rio de
Janeiro, qoe os merabos do gabinete, so
por acaso-fossem vencidos na questo rela-
tiva ao estado servil, nao deisariam por
isso de- ser conservadores; mis isto no4
importa dizer que iwo damos a essa ques-
to a maior importancia, e que a respeito
della possamos sacrificar as- aossas con-r
viegoes.
NSo ba as observacoe> e coaselbos que
o nobre deputado nos-dirigi- un pensamea
to poltico' de hoslilidade ao- gabinete. S.
Exc. quer tirar desta questo social teda a
appanncia de queslSo poltica; mas eunao
sei como conciliar estes intuios prudeates
e a miga veis do nobre deputado com a sua
emenda.
Sr. presidente, 5 nobre depntido procu-
roo demonstrar cmara qae a falla do
Abrio-se aporta e appareceu o conde
de- firandlieu.
O conde era bomem de ciocoerita annos,
alto, da apparencia anda moga, e que nada
perder da elegancia nativa' qu constttue
o privilegio das grandes, ragas.
Approximou-se da baroneza.. pegoo-lbe
na mao, que> beijou temamente e asseatou
se ao lado della.
Eu por mim nSo teria pedido pare a
vir visiiac, disse elle; receiei que estivesse
fatigada o quera fespeitar o sea descango.
Mas, como desejou tallar-me. esta noute,
dei-me pressa em acceder ao seo desejo.
Agradego-ih, senbor conde, respon-
den a baroneza, nSo esperava meaos da
sua amizade.
Diga do mea amor, Helena, e dir
bem.
Pois seja do sea amor, senbor conde;
mas esta noute nSo se trata disso, e se de-
sejei fallar-lbe foi porque tenbo gravissimas
cousas a dizer lbe.
Mette-me medo 1
NSo moteje.
Eotio que temos ?
Ouga-me, senhor conde, e nSo se
admire do qae possa notar de singular e
de extraordinario as minbas perguntas.
J esse principio ebeio de mysto
ros.
O senbor d amanbSa ama grande
cacada, prosegaio a baroneza, para a qoal
coavidoo, segando me disseram, todos os
amadores dos arredores, e os priocipaes
de Pars. B' verdade 1
E' verdade.
Conhece todos os seas convidados ?
Qaasi todos. De mais a mais, o
visconde mea filbo o encarregado de os
receber. Confio nelle, qae sabe a etiqueta
de cor e salteada ; estoa convencido de
qae s virio os representantes da mais
altt nobrezi de Franca e de Navarra.
O conde dizia aqnillo sorrndo, e como
quem Dio b'gava esse pormenor grande
importancia.
Receiiva eolio, querida Helena, vol-
tea tile a dizer qaasi logo, qae se ia-
troaettetse entre os nossos convidados
algn indigno de o ser?
Nio teos os indignos, senhor conde,
teos os desastrados.
Qae qaer dizer f
Tenbo oavido untn vezes fallar de
acasos I
Qoe crsaocice!
nisteriaeS, prestara adhe33o proposta do
podirexecaSfo sobre o estado servil. Mas,
senhores, acaso a falla do throno enuncia
um pensameoto positivo sobre a s logSo
desta prenda qaestio ? O voto "de gragas
prejudica porvenlura qualquer opiniio que
a cmara possa ter a respeito dessa pro-
posta ? De certo que nSo. Logo, para qae
esta precipitag), quando nSo ba um pen-
saraento de hoslilidade ao gabinete ?
Senbores, a resposta falla do throno diz
apenas que a cmara entende que esta ma-1
teria digna de consideragSo, e que a pro*
posta do poder executivo nSoser condena
nada sem debate, sem qu* os ministros se-
jam ouvidos e possa conhecer-se de que la-
do est a verdade e o erro. Os ministros
teem asseverado, as duas casas do parla-
mento, qoe desejam nma discussSo franca
sobre esta proposta, e que acceitarSo as mo
diflcagoes- que a sabedoria das cmaras
possa indicar, desde que sejam convencidos
da sua otilrdade.
Querer a emenda do nobre deputado
significar cmara qae n3odeve tratar -des-
te assumpto, que cumpre adia-lo ? Se este
nao o pensamento do nobre deputado,
nao vejo outro.
Sr. presideote, para se apreciar bem o
terreno neutro, psrfeitameote neutro, em
que o meu amigo quer collocar a questo
com a sua emenda, preciso que nos re-
cordemos das palavras do throno relativas
a este assumpo ; preciso que considere-
mos os termos da jresposta 00 voto de
gragas offerecido pela commissao desta au-
gusta cmara, e entao ver-se-ba que nSo
ha raza alguma para a emenda, se ella
nao tem por objecto antecipar um voto de
condemnagSo e desconfianza ao gabinete.
Uu Sr. mputado : CondemnagSo do
projacto,
Sif. VrscoND do Rio -BraLco ( presidente
do conselho):Se n) e este o pensa
ment do Ilustre deputado, a sua emenda
nao pode ser sust-jotada. A falta do thro-
no exprime-se neses termos:
c Consderagoes- da maior importancia
aconselttam que a reforma da l^gislago
sobre o estado servil nao continu a ser
urna aspiragSo nacional indefinida e incer-
ta. E'tempo de resolver esta questao, e
vossa esclarecida prudencia saber conciliar
o respeito propriedde existente'com esse
melhorament social, qne requeren a nos-
sa civlisag3oe atos interesses dos pro-
pretaroo.
O gobern manifestar-nos ba opporto
mente todo-o seu- peasamento sobre as
reformas para que tenho chamado a- vossa
attengSo. *
O que prope a Ilustrada comraissSo do
voto de gragas ? Que-a este periodo- da
falla do throno se responda dj seguinte
modo :
A cmara dos deputados, senhor, est
convencida- de que a reforma da legislacSo
sobre o estado servil, nao pode continuar a
ser urna aspiragSo nacional indefinida e in-
serta.
Esse- estado de incerteza que-pode
tornar periclitantes interesses da maior
valia.
Os sentimentos generosos e chrstos
de V. Mt Imperial encontrarlo seguramen-
te a mais sympatbica corraspondeocia no
animo justo e esclarecido dos Brazileiros,
que procurando conservar a actual proprie-
dade servil, como elemento indisponsavel
de trabalho, querem, comtudo, qoe para
as geragoes vindouras desponte urna auro-
ra de r&generagao.
c A emancipado, lenta e gradualmente
effectoada, ser urna medida de alta pru-
dencia ehumauidade, que, esmaltando ain
da mais o glorioso reinado de V. M. Impe-
rial, testemunbar tambem o civismo e a
previdencia dos legisladores brazileiros.
< A cmara- dos deputados aguarda as
outras propostas do governo, conforme V.
M. Imperial se digaon annuncias-lbe, e as-
lomar na devida considerado.
QtSftt Anbaade FicErRA;E" essa a
aurora da regeneragSo.
O Sr. Viscode doRw Brasco (presiden-
te-do conselho);Ougo em aparte que a
aurora da regeneraeSo pare as geragoes fu-
turas alinde ou significa_a approvjgao da
i" Nao trate assim t3o ligeiramente estas
apprebenses, e deixe-me accrescenlac que
julgo ter alguns motivos de receto.
A senhora ?
Respondo, senhor conde, possivel
qae o senbor nSo apparega amanhas nessa
cagada ?
- Nao assistir cacada, querida Hele-
na ? Isso ere faltar lodos os meas de-
veres de fidalgo I
Por conseguinte ir ?
Sem nenhama duvida... e permita,
crianca, que me eu admire de um capricho
tao injustificavel da sua parte.
A baroneza erguen severamente a ca-
bega.
Isto nio um capricho, senhor conde,
respondeu ella ; amanhSa lh'o provarei
snperabandantemente; ba s nm nico
meio de arranjar as cousas, e langarei mSo
delle.
Qoal ?
Dir-lh'obei.
A baroneza esteve um instante silenciosa;
depois tornou-so mais seria a sua alteocSo,
e o sea olnar mais penetrante.
Senhor conde, aatorsa-me a fazer-
Ihe algamas perguntas ?
NSos a autoriso, responden o Sr.
de Grandlieu, mas at lhe juro qae drei
toda a verdade. como se estivesse diante
de juizes.
O senhor nansa teve mais do qae
am filho... continuou a,Sra de Simier,
sem se importar com a leviaoa eatonagSo
do sea interlocutor.
Um s, querida Helena.
E* o visconde.
Exacto.
E no caso de que o senbor morras-
se... a soa riqueza iria para elle.
O conde fez am movimento.
Acho exquisita a pergunta, disse elle
tornando-se muito serio.
Exqnisita ou nSo, senhor conde, deve
ter resposta.
K effectivamenle a Anatolio que deve
ficar a mnh'a asa, em en fallecendo... E
elle j dea boa coate da parte qae lhe per-
tncia da condessa sua mSi... Mas onde
qaer chegar ?-...
As perguntas encadeiam se amas as
oulras, seuhor, deixe-me contioaar.
EntSo continuemos.
Se 6 qae o interrogatorio o nio cansa.
Qaal I antes pelo contrario, principia
a interessar-me.
idea capitil da proposta do govenia. O il-
ustre deputado, qoe eu, pelo que sH,
un dos mais divergentes nesta materia,
porque j o fra tambem contra as ideas
qae se manifestaran) aqui o anuo passado,
aio vos vira todava dizer que nio qaer urna
jurora de regeneragSo para as geyages
vindouras. (Apoiados)
Quem poder sustentar tef'pro pos icio ?
Qoalquer melboramento qoe se faga sobre
este assumpto, ser sem duvida -nma aurora
de regeneragSp para as geragoes vindouras.
A commissSo, dizendo que aguarda as ou-
tras propostas, nio quer significar que acei-
ta a queja foi apresentada, mas tSo s-
mente que aguarda aquellas de que anda
aSo teve conhecimento e qae boaverem de
ser apresentada cmara.
Assim, pois, eo peco ao mea nobre ami-
go pela provincia do Rio de Janeiro, de
cuja sinceridade nao posso um so momento
duvidar, e de cuja prudencia cont exube-
rantes provas, qus abandona a idea deque*
a cmara deve desde j, e sem debate, ceu-
dernnar a proposta do poder executivo, por
um Vito de descoofiaoca ao gabinete, o
que tanto importa sustentar a sua emenda,
que nSo pode ter oatro fim aos olbos do
publico, (Apoiados. >
O Sr. Pereuu da Silva :Quen votar
pela resposta falla do throno vota pela
proposta do poder exeeutivo. (Apoiados
nSo apoiados.)
O Su. ViscOhde do Rio-Bbaw:o (pretiden-
ii! do eonselhc):Nao, Sr, deputado, fteam
todos com plena liberdade para votar so-
bre a proposta, segundo a soa consciencia.
( Muitos apoiados.)
O Sr. Peaeika ba Silva : Isso Cr fugw
da queslSo, ( Apoiados a nao apoiados. >
O Sr. Visco.nbc no Rio-Bronco Y prest'
dente do conselho >:O i-lnsire deputado
Dla provincia do Rio de Janeiro, que me
nitirrumpe cora tanta animago, diz qne
eu estoo a fugir da qnestao, quando, como
todos estio vendo, 00*0 estoo prourando-e
a quero tornar mais clara e explcita
|^ Apoiados.)
O Sr-. Pereira da Suva : A resposta
approva a proposta.
O Su. Tbconde do Rio-BranCO tfpres-
dante do conselho j:O* qoe pretende o
Ilustre deputado ? Quer que desde ji se
delibere sobre a proposta ? S nio isto
que pretende, porque diz- que os ministros
fogem da questo ? E. este procediaMOto
signiQca porventara que queremos impar a
proposta, qoando, pelo contrario, estamos
dispostos a acceitar o trabalho nais esclare-
c Jo- que resalte dos debates-, esperando
levar-convicio de nessos amigos que
esta- a nelbor naneira de defender os in-
teresses agrcolas ? ( Apoiados.)
O'Siu PEMwa da Ssuva :8e tSo in-
nocente o periodo da commissa, por que
nao aceita a emt nda ? (Ape'udos.)
jSr. Viscowoe do Rio-Brjswco (presi-
de r*te do conseibo)': !Wo seelerece ama
emenda sem aecessidade, sem on pensa-
mento poltico; (Apoiados.) Desde qae ea
declaro, e esta-bem patente,,qae o voto de
gregasoSo enoBcia opiniio sobre a propos-
la -r qae de Bsebam modo obriga-a cmara,
declaro qae ee nio exprime seeao o re-
coahecimento* per paste da saaaara d>s
senbores depotados, da necessidade de
nao.entregar a solugo de Uo importante
assonpto nere dos acontecicaentos, ao
tuDMlto das fix5es, ao> coofiictoi dos inte-
resses e aaamof idada> dos paatides. (Moj-
es apoiados-)!
Este qae o peasamento oaico: nio
b de modo- algum voto compromettido. A
cmara fica-com a mais ampie liberdade
(muitos apoiados), e ooportimnente veo
a discussio- sobre aaproposta^ appirecam
todas as opinies, debatamos com fraeque-
za e lealdade, triunpbando qpea t ver por
si a razio. No estejamos, porm, desde
j i a discutir tao importante- assumpso- da
um modo> perfunctorio come o fez o nobre
deputado pela provincia do Rio de Janeiro;
porquj nao-poda deixar de ser peruaetc-
r>o, desde que nao se acba a proposta em
discussSo, e nem-. isso sera mesmo pro va
da prudencia que-todo o Brasil deve espe-
rar da sabedoria-da actual cmara dos Srs.
deputados.
Ga*lnuar-u-ka).
A baroneza calou-se um instante ; depois
conlinnou :
A. sua riqueza eonsideravel, n5o> i
Cerca de tres mibes.
Tiuham-me fallado em cinco.
O conde franzio as sobrancelbas.
Pergantoa isso algoen ? disse elle
com a maior freza
A fidalga fez-se carada.
Ea j o tinha prevenido, poederou
Ha depois de algum embanco, que maitas
destas perguntas lhe baviam de parecer
extraordinarias, e o senhor prometteu res-
ponder, fossem ellas quaes fossem ; estoo
a espera, senhor conde...
Pois bsn, responden o Sr. de Gran-
dlieu meio censtrangido, pois bem, dir-lhe-
hei qae effectivamenle a minba riqueza che
ga cinco nilboes; mas s tres me per-
tencem ; os outros dous sio a fortuna de
nma sobrinba, pobre crianca roabada aos
parantes desde tenra idade, e de quem ha
cerca de doze annos se nio ouve fallar.
Os dous mihoas que lhe pertenoen feram-
me entregues em deposito, e quando ella
apparecer encontra-los-ha intactos, oa para
melbor dizer, consideravelmente augmen-
tados. Ahi ten a explicagSo, Helena, es-
pero qae a satisfaga.
A baroneza nio responden logo ; esteva
refleclindo.
Entao cala-s ? disse ocoode espan-
tado do silencio.
Estoa pensando. responden a Sra.
de Simier.
Em qae T
Nessa crianca.
Interessa-se por ella ?
Amedranto me por ella I
Qae qaer isso dizer ?
A Sra. de Simier tinha o olhar filo no
cbio ; segla anciosa as suas ideas, anda
obscurecidas porum veo.
Falle t falle I insisti o conde.
Pois beni continnoo a ndronexa, se
essa criaoca ti vesse vindo eeeeseener e
sea filho chegassem a morrer, no sena
ella a berdeira da sos riqueza.
De certo, responden o Sr. de Grandheu.
(CwUwMr-at-Sa).
ffP- DDIArtO-RUA DO0fJDlIP^8A
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