Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12405


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Full Text
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-
JUMO XLV.. NUMERO 129
: "*.....** I mi ; i .----------i'rinmr.)^
fAE A CAHTAI I LIARES OIDE IA0 SE PASA FOBTI.
for irel motes adianudos................. 1000
Por mu ditos idem .................. 12J0OO
Por nmanno dem...................... *4#000
Cada maero aralat .......... ^ ....... 390
*-
QUMTA FEIRA 7 DE J^.H D 1871.
-
a-
FA1A DimO I fOlA DA PROVIICIA.
Por tres meze* adiantadot
Por seis ditos idea.
Por nove ditos idea
Por nm aono idem
Propriedade de Manoel Fi
O Srs. Gerardo Antonio Alvos & Fiibos, no Para ; Goofaivos & Pinto, no Maralo ; Joaqnm Jos do Oliveira & Filho, m Ciar ;
Pereira d'Alnwida, Manangoape ;Felippe Estrella & C, na Parabyba ; Antonio Jos Gome, na Villa
om Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanoa; Francmo lavares da Costa, oa Alagoao ;
-
de Faria & Filhos.
*
PARTE OFnCIAL
mmmm.
R\n-DIKKTK DOMA t DE JNRO DE 1871
Acto* :
O vce-preideole da provine i, a vista do
que expon a cmara municipal da illa de Barrei-
ros, em offleio de-J do mez Rodo, de no prazo
mareado terem (irado o? respectivos ttulos de ter-
ceiro e quario sappleotee do iaiz aonieipal e de
orehaee ato dito termo, o capia* Aaleoio Saniiago
Paes de Mello e Manoel Beraardloo Vieira CavaJ-
cante, deixando de jurameotar-M por motivo in-
dependeoes de sua vontade, resolve qoe a ditos
srapplente seja deferido juramento dentro do trila
dia, a contar desta data, prazo ene qae ser im
prorogxvel.
O vice-presdente da provincia, aitendeod >
ao qae reqaereu o promotor pablco desta ci-
dade, baeharel Jos Joaquim de Oliveira Ponceca,
resolve conceder-Ihe olio das de liceoca com
vencimentoe, na forrea da lei, para tratar de sua
ganda.
Expediram-se as necessarias wminumcacSes. -
Offlcios :
Ao coronel commandante das armas, trans-
miiirado para os lias convenientes, a neta do oc-
corrido, dorante o mez de abril oltimo, com o ca-
oilio graduado do Ia baulliio de infamara, Laiz
Francisco de faula de Albuquerquo Maranhio,
400 ae aeha em commissao ra qaalidade de aja
danta de ordens da presidencia da provincia do
Pianhy.
Ao mesmo, respondendo com as copias da
informaeio do inspector da thesonraria de fazen-
da, do parecer do respectivo procarador fiscal,
ao seas silicios reialivaifleute a demarcarlo dos
terreno, qae eoaslituera a servidio da fortaleza de
Pao Amarello, acerescentando qoe por parecer
conveniente, qae se leve a effeito semelhanie de-
cnareacio, com o fim de evifar-se cootostac5es de
Umitea cora os heros confinantes, vai submeller
aato negocio ao conhecimeoto do governo imperial
para resolver a respeito o qae entender mais
eoavenieote.
Ao inspector da thesonraria de fazenda, com-
manicaudo qae, por eneommodo de saude, dei
xoa bofe o hacbarel Maooel Jos da Silva Nelva, o
exereicio de cargo de jan da direito da segunda
vara dneu capital, pajeando-o ao primeiro sobsti-
tato, o ja municipal da segunda Tara Arminio
Conolaoo Tavaret dos Santos, que o assu uio na
raeeeaa dala.
Ao mesrao, mandando pagar a empreza do
Jornal do Recife a quanlia de 56a I SO, provenien-
te de annuneios do arsenal de guerra publicados
laquate joraal. doraale os mana da Janeiro a
marco deate anno.
Coouiaaieoa-se ao director do arsenal.
Ao menino, remetiendo tres exemplares das
tais e decisoes do governo no anno prximo pas-
?ado.
Tambem remettea-se dous exemplares a cada
umi das sagaintes repartieres : recebedoria de
rendas, alfandega, commando de armas, arsenal
de guerra e nm ao arsenal de marinha, capitana
do porto e cooselho de compras* do arsenal de
guerra.
Ao mesmo, traosmitiindo para os os con-
venientes seis ordens, sendo cinco do thesouro na-
cional a ama do ministerio da guerra.
Ao mesmo, declarando que o doutor Felippe
de Pigneirda Faria, roassumio nesla data o exerc-
cio do cargo de ajudante do eogenbeiro fiscal da
aatrada de ferro do Recife a S. Francisco.
Ao inspector da thesonraria provincial, me-
rando-e de haver relevado o professor da cadeira
de primeiras lettras do povoado da Torre, Hermeli-
oo Elsea da Silva Carneiro, da mulla de 25*000,
que Ihe f ii imposta pelo director geral interino da
instruccao publica.
Ao me.-rao, mandando pagar ao escriptura-
rio da secretaria da presidencia, Manoel Jos de
Campos Barbosa, ads amanuenses Rufino Jos Fer-
nandez de Figueiredo e Manoel de Miranda Castro
e ios pratieaotes Francisco de Lemos Duarte J-
nior e Clementino Pbelomeno Henriques de Souza,
a quinta parte dos veneimentos ; ao primeiro de
chefe de seccao, ao segundo e terceiro de escrp-
tararlo e ao quarto e quinto de amanuense, por
terem exereido interinamente esses lugares no uez
de maio ultimo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Caruar, dizeodo em respes-
ta ao sea ofli ;io de 15 do corrate, que efectiva-
mente com o de 10 de Janeiro ultimo, veia o map-
pa da forra, sob sea commaodo superior, mas
compon io-se ella de um esquadrao de cavallara,
um baialho d6 infamara e urna seccio de reser-
va, apaas no dito mappa roeocioooa-se a torca
qualiicada na arma de infaotaria do servico acti-
vo englobad a mente, 11 .-ando por descriminar a da
da eavallaria do mesmo servico e a de reserva, o
que con vera qae sati faca com urgencia para po-
der-se observar o dispo3to no aviso do ministerio
dajosliea de iide abril deste anno.
Ao de Garaohuos, devolvendo a patente do
alferes Antonio Severo Lias qae veio aanexa ao
sea offleio de 15 de abril ultimo, visto que do con-
texto deste nada ha a resolver a presidencia.
Ao director geral interino da instruccao pu-
blica, para que nos termos da sua nformacao, at-
ienda a Antonio Alpedo e Souza. qae pede licenca
para abrir nma aula particular de instrueeio pri-
maria na povoaco de Vertentes em Taqaare-
tinga.
Ao capillo do porto, remetiendo para qae
ar;a publicar nos jornaes desta cidade, o edita! so-
bra o regressj da barca pbarol ao seu ancora-
douro, a entrada no porto da capital do Para.
Ao commandante do eorpo de polica, dizen-
do que pode eliminar desse eorpo o soldado Ma-
. noel Antonio da Silva, qae foi jalgado incapaz do
servico.
' Ao thesoureiro das loteras, declarando que
rnaade axtrabir de prefereaeia a lotera concedi-
da a capella dos milagros de Olinda, por ser a mes-
roa de qae trata o seu offleio de 33 da maio ul-
trajo.
Datpaehos:
Antoaio Cardoao de Aguiar.Ao Dr. director
geral interino da instracco publica para attender
ao twppiH'antt nos termos de sua inform?ao de
18 de abril oltimo, sob n. 151. '
flermelino Elseo da Silva Caneca.Ne^U data
paco ordem para ser o ioppiwnte relavado da
alta da que sa trata,
Fraoeeo Amancio da Silva.Cerne reqoer.
Vaeharai Jos Joaquim de Olivara Pbaceea.
SJMao reqoer.
Vrgollna Mara da Con:eicao.--Infone o Sr.
coBMBandante das armas.
PERNAMBICO.
ASSIULEA PBOVDICIAL.
9ESSA0 DE i DS MAIO.
>BSSn>l*KlA DO SR. DR. A00I4B.
M mei<) *tai feiu chamada, aekaraaa-aa pre-
os Srs. Raus e Silva, Goes Cavaleanti, Viei-
ra da Araojo, Carrea da Arauio, H. Maoaade, Ca-
l* C'lu!f' knu> Gtt*> Lo. *pp de
Finafroa, Olivaira vndrade, Peroamboeo Filho,
Enasto Vieira, Pinto Jnoior, Ignacio oaqaitn,To.
ieatrao da Carvalho, Rafloo d'Almaida, Agaiar,
Teitaira da Sa, Paos Brrelo, Caoba Pigueixedc,
Antoaio Paallno, Joaqaim de Mello Rsgo, Hllanda
Cavaleanti, Eduardo do Oliveira, Firmin j de No-
vas, G de rumraond.
Abre-sa a aes.-o, lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. 1* secretario d conta do segulnte
EXPEDIGNTI.
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia, trans-
mittindo por copia a informaeio do chefe da re
partido das obras publicas, acerca do roque r-
menlo de Jos Correa Pessoa de Mello.A' quera
fes a requisicao.
Do mesmo, rcmetteado por copia a inrormacSo
ministrada pelo Exm. vigario capitular sobre a
m iteria do projecU n. 30 deste anno.A' quera
fex a requfsicao.
Do mesmo, traosmitiindo por copia a informaeio
Jo chefe da reparticao das obras publicas, sobre a
peticao de Adolpbo ivalcanti de Oliveira Maciel.
A queni fez a requisieao.
Do meimo, informando, de ordem do Exm. Sr.
conselheiro presidente da provincia, sobre o con-
tedlo d is peticoes do tenente aposentado do eorpo
de polica Joaquim Herculano Pereira Caldas e o
aggregado Flavio Jos dos Santos e Silv3.A'
quera fez a requisieao.
PetieSes :
De Jos Larlilbayre, emprezario dos espectcu-
los lyricos dramticos de Zarzuela Hespanhola ao
pavilhao de Santa Isabel, pedindo urna subvencao
para auxilio de sua empreza.A' commissao de
peticoes.
Do lente Manoel Gomes de Figueiredo Castro,
pedindo a concessij de om privilegio por 40 annos
para estabelecer nesta cidade ama casa de peoho-
res de ooro, prata, etc., semelhante s da Europa,
pagando o imposto de 5:000*.A' commissao de
peticoes.
Da mesa regedora da irmandade do Divino Es-
pirito Santo, da igreja do Ollegio, pedindo prefe-
rencia na exiraeeao de ama ou mais partes das
loteras que Ihe forara concedidas.A' commissao
de fazeada e orcamenlo.
Projectos :
Sao jolgados objeetos de deliberado e mandados
imprimir os seguimos :
< A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resol ve :
Art. i. Pica o presidente da provincia auto-
risado a mandar pagar annaalmeole pela theson-
raria provincial a Francisco alarla Doprat, editor e
principal redactor do peridico Brasil Agrcola, a
quantia da 12:000*000 para compra de urna qaan-
udada da exemplares da colleccao annual do refe-
rido peridico, correspondente dita quanlia de
12:000*;, qae serio pagos em preatacSe irlmes-
traes adiantadas, emqaaato o mesmo Daprat pu
blica-lo di coaformidade com o sea progrmala
favoravel i agrienltar.
Arf. As eolleecoes do sapradito peridico
Brasil Agrcola serio entregues na ssaneara da
presidencia- no lim de cada trimestre, afim de que
o presidente da provincia as fac,a distribuir, en-
viando om exemplar a cada escola publica de ins-
trueeio primaria da provincia, gymnasio, escola
normal, cmaras manieipaes e mais quera en-
tender conveniente.
Art. 3. Ficam revogadas as disposiedes em
contrario.
Sala das commis S /le maio de 1871.Rats e Silva.Paes Br-
relo.
< A assemblea legislativa provincial de Pernam-
bueo resolve :
t Art. nico. Pica o presidente da provincia
autorhado a mandar admittir no gvmnasio pro-
vincial a Arlur Ildefonso, tutelado 'de Francisco
Pedro da Cruz Neves. Revogadas as disposiedes
em tontrario.
Sala das sessSes das commissoes, 4 e maio
de 1671.Paes Barreto Henrique Mamede.Ratis
e Silva.
Pareceres.
Sao approvado3 os seguintes :
A commissao de agricultura, commercio e
braspublicas, conformndose nteirameate com
as informacSes ministradas pela cmara munici -
pal do Recife e directora de obras publicas, acer-
ca da peticao do baeharel Luiz da Silva Gusano,
que solieitou d'esta assemblea privilegio para cons-
truir um matadouro publico eexplora-lo, median-
te con licoes que, em ultima analyse, redundara
em um vexame para o publico, de parecer que
-i'ja iodeferida dita peliclo. Sala das eomraissdes,
4 de maio de 1871.Fehppg de Figueira Faria.
G. de Drummond. >
< A commissao de obras publicas, conforman-
do se com a informaeio da directora da reparti-
cao das obras publicas, acerca da peticao que i
esta assemblea, dirigtrara os moradores da ira-
vessa da estrada de Joio Fernandos Vieira, soliei-
lando a collocacio de lampeoes de gaz nesse ponto
da cidade, de parecer que soja reoettida a mes
ma peticao Ilustrada commissao de ornamento
provincial, afim de qae no projecto de ornamento
considere a pretencio dos requerentes, marcando
quota para a illumioacao pedida. Sala das enm-
raissoes, 4 de maio de wli.Felippe de Fgueira
Faria.Antonio Paulino.
A commissao de legislacio examinou com re-
dobrada atiencao peticao de Jos Candido da
Silva Braga, professor jubilado de instruccao ele-
mentar, desde que reeonheceu ser contrario o seu
juizo deeisio lomada sobre o assompto pela the-
souraria provincial.
a Confandindo a natnreza da gratificacio con-
cedida pela lei geral de 15 de outubro de 1817 aos
professores do ensino elementar que contera mais
de 12 annos nintsrrnptos de servico com as das
gratificarles qoe, eoocedidas pro labore, devem
acompanbar o exereicio e cessam com elle; anteo-
dea a thesonraria provincial nao dever liquidar o
qae reeonheceu ser devido ao peticionario senio
al a dala da soa jubilacao.
< Anda mesmo nessa liquidago nao foi senio
depois de reclamacao do peticin tro, qoe se man-
dn tazar na razio da terca parte e nao da quarta
parte do ordenado, como fura feito por um pri-
meiro acto, inadvertindo-se qoe o peticionario ob-
litera jubilacao antes da lei n. 309 de 14 de maio
de 1855, qae nio se devia iolgar com effeito retro-
activo.
< Velo da indicada eonfjslo de ideas sobre gra-
tiGeacdes de diversa natorata, coja applicacio nio
pule ser regalada pelos mesmos principios, con
tradizer-se na exeeacio irreeasavel peosaatento
do art 19 8. da lei n. 963 de 25 de jalao de
1870, qoe outro nio foi, e nio poda ser,.senio
mandar liquidar e pagar ao peticionario a gratifi-
cacio da le de outubro de 1827 desde o da em
qoe Iba foi concedida at a data da liquidacaa e
pagamento. r
< .Numerosos actos legislativos vinham confir-
mando esta intarpretacao. As lea provineiaes de
os. 243, 291, 317, 363, 473 e 488, regalando a ju-
bilacao da varios professores de instraeco ele-
mentar mandara contar-Ibes as gratifleaedes dalas
em razio de annos de servico*. En moitaa oo-
traa, flooo claro o penaamenio da qaa taes gratifi
eaces nio acorapaaham o exereicio.
Igual dooirioa decorre de varios avisos do go
terno imperial expedidos para regalar a percep
ci da referida gratificacio, nomeadamente do de
13 de norembro de 1854 com qoe se declarou ao
inspector da insiraccao primaria e seeandaria do
mooiejpio da corte, qae a gratilcacao do art. 10
da lei de 15 de ontabro de 1827, sendo concedida
como renaneracio da serrinos prestados, nio
pole ser equiparada ie qae sVdadas umeameote
pro lakort a so ligam por aa razio ao efectivo
exereicio, devendo ser considerado de oatoreaa
permanente, e por lano levada em conta no caso
da )ubiraci).
t Enireanio haveodo-se consagrado por om acto
legislativo volado no correr da presente sessao a>
solucao da actual duvida e de oulras suscitada
sobre a^ materia i Ibesooraria provincial, julga a
commissao qae, nesta parte um objeclo deve a pe-
ticao do ex-professor Jos Candido da Silva Braga
ser encarainbada a nobre commissao de fazenda e
orcamenlo para que no orcameoto. vigente, se de-
cMe a verba correspondente ao que devido ao
iupplicaute. Sala das commis-oes, 1 de maio de
1871.Gusmao Lobo.-A. Pernambuco.
O SR. MELLO REG (pela ordem) : Pedi a pa-
lavra para fazer urna reclamacao acerca do que
se l no discurso do nobre deputado pelo 3* dis-
tricto, publicado no Diario di Pernambuco de
boje.
Nesse discurso allribue-se-me ideas e palavras
qae alo as emetti, nem profer na casa, e qoe
cortamente nao esli de accordo com as mrahas
opinioes.
O nobre deputado fallava era reclamaron qae
podiara ser feilas pela Inglaterra relativamente ao
contrato Mornay, em araeacas qae se faziam etc..
eu notando a inconveniencia de levar a diseussio
para tal terreno, vejo agora coro surprezi, publica-
do o seguate :
Nao cousa nova, foi o nobre deputado au-
tor do proieeto quem disse que os oossos crditos
estavam abalados, que ama empresa de S. Paolo
j tinba naufragado etc. ele., o que ludo isto sabia
por ter visto correspondencias officiaes.
No meu discurso nao faliei em reclamares da
Inglaterra, elle est publicado, e nenhum dos
meus oobres collegas me ouviram cousa qae se
pareca com isto ; achei at inconveniente, qae o
que particularmente se podesse ter dito (nem isto
o fiz) foise trazida para a diseussio.
O Sr. Cumia e Figueiredo : -Nao foi conversa
particular, se disse aqu na casa.
O Sr. Mello Reg : -Eu estou mesmo cooveo-
cido qae o nobre deputado nao alterou o sea dis-
curso.
O Sr. Cumia e Figueiredo : As notas esli na
typographia, podera ser verificadas.
O Sr. Mello Reoo :Algum outro Sr. deputa-
do dira tai vez o que o nobre deputado ma altrl-
buio ; e nem na discassio altendi qae se refera
a mira, porque tera immediatameole reclamado.
Nao fallei aqu em emprezas de S. Paolo, neo
sei o que.-com ella occorreo, ludo isto me comple-
tamente eatranbo.
Para que, nois, ua > carregoe com a responsabi-
lidade do qoe alo disse, faco esta reclamacao.
Um Sr. Deputado :Vi a responsabilidade
quem toca.
O Sa. Mello Rbgo Nao quero saber a quem
Mi me preoceupou nuOca o procedimeoto
que o governo inglez podesse ter com relacSo a
questio Moroay, nSo tratei disto, apanda*iaaai i
oecessidade de realisar-te o pagamento ae nio
podia deixar de ser feito, atientas as circnrJsUn-
cias que se dorara.
Feua esta reclamacao, approveito o eosejo para
fazer asna cbsarvacao a respeilo de nm apar-
te mea, qaa sem duvida foi mal apanrudo.
Em occasiio em que o nobre deputado fallava
com certo eatbusiasmo e cal ir, a m Jo de queso
quera fazer effeito, eu disse islo patriota-1
gana.
O Sb. Ccnha e Figueiredo :E eu respond
logo que nio era patriotagem, mas que uoha o
prazer de satisfazer os meus consiituinles.
O Sr. Mello Reg :Sim senhor.
Eu lerei o que disse:
< Senhores, eu ouuca fui patriota, nio, nanea
mostrei patriotagem em algum acto da minha vida,
todos sabem qae vivo quasi desconhecido, mas
que nao preciso de Unr patriolageos. O poblico
lera o mea discurso e o do nobre deputado, e co-
nbecer quem faz patrotagens nesla casa, se en
ou o nobre deputado.
A este trecho do discurso do nebre deputado,
segu o seguinte aparte meu :
< Eu nio quero fazer patrotag'ens, tanto que as
gignei um projecto que dizera que um escndalo,
obro segundo minhas conviccoes, sem dosejo de
agradar.
O Sn. Cunha. e Figueiredo :Ea nao toco nos
apartes que vem nos discursos.
O Sr. Mello Reg :-Nio Ihe atuibuo respon-
sabilidade al gama. Eu devera ter dito mais al-
gn cousa mais do qae foi apanhado, devera
ter dito que aqu votara conforme as miabas con-
viccoes, cumpria nicamente o meu dever ; ms
mprtaodo pouco que o meu proceder agra-
dasse ou deixasse de agradar; nao levava nunca
em mira fazer effeito.
Aqu devenios, como em todas as funccSes pu-
blicas, estar presos ao dever, se elle agrada,
tanto melbor, se nio agrada temos em com-
peosacao a tranquillidade da conscieneia.
Quero, portante, qne se saiba qoe ea nio po-
dia ter dito cousa alguma que nao fosse para ex-
primir este meu modo de pensar; e fleo salisfeito
com estas observacSe?.
O SR. CUNHA E FIGUEIREDO : Acerca da
reclamacao que acaba de fazer o nobre depntado,
creio que nio preciso dizer eousa nenhuma, a
vista do que j respond em apartes.
O nobre deputado nio reelamou senio porachar
incompleto o seo aparte, nio disse qoe o meo dis-
curso foi alterado.
Assevero qaa nio toquei nos apartes, pode ve-
riflca-lo das notas tacbigraphicas qae estio na
typographia, e creio que estarao guardadas, como
do dever da redaccao do jornal da casa.
Approveito agora a occasiio para pedir ao no
bre deputado pelo 1' districto qoe recommeode
aos seus empregados que nao exlraviem as nota*
tacbigraphicas, afim de qoando biover reclamacao
cada om carregue com a respoosabilidade qoe Iba
tocar.
O Sa. Mello Reg :Nio era preciso respon-
der, porque eu nio attribai ao nobra deputado al-
terarlo alguma.
O Sn. Cunha e Figueiredo :Bem, o nobre de-
putado fez a sua reclamacao em termos qae oio
me podem offender ea, pois, digo someole isto de
pasugem; pedi a palavra nio foi para responder
ao nobVe deputado, porque jolgava ter-lhe res
pondido em apartes.
Vou dar, Sr. presdanle, a razio porque pedi a
palavra.
Como ntembro da commissao de negociosaecle
siasticos, vou levar ao conhecimeoto da mesa om
parecer sobre o eompromisso da irmaodada do
Santissirao Sacramento da fregaezla de S. Jos, e
eome estas adiantados os irabalhos desta sessio,
qoe esli breve a terminar, e possa por conie
gointe ests parecer deixar de ser approvado
presente sessio, entend que nio devia deixar
OSm
quero j
appro
razio
artigo*.
O Sr.
ceres tem
sao.
O Sr. Coi
d Leaos Braga, do Aracatj ; Joio Mara Julio Chaves, do Asan ; Antonio Mvqau da ha, do Naaf; Jos
; Besaraioo dos Santos Bnlcio, ea Santo Antio; Domingos Jos da Coela Braga,
Jos MartiBS Aivet, na Baha ; o Leite, Serqoinbo C. no Rio de Janeiro.
e FwiTEHHEDO : Val a asesa, mas
ar o parecer, porqqa se ella nio for
anno, em todo lempo se saber a
a commissao cortn amitos do seos
O Sr. EifHA E Fau-EiRB ;lovasio nio s da
irmandade de qne se irala como era- geral do ani-
mo Invasor qae preside o seclo- e manileslado por
diversos modos.
sette :As )oetiOcaejes dos aare-
* qoando eHes entrara em discos
--.J^ftaaa. Bwvtmx, Mas a
dizer alguma eoasa em apoio dalle, afim deque
fique estampado nos anoaes da casa, para qae na
legislatura segoiate oa em outra qoalqoer occa-
siio em qne setiur da tomar conhecimeoto deste
parecer, ntoa banf eonheoid) qoal foi o peosameo-
to da comatosa qoe o redigio, porque eu nio te-
cho certeza de Ser reeleito, naturalmente nio es-
lare aqui para su neniar a minha opiniio.
Este eompromisso, Sr. presidente, qoe tenho em
mi (mostrando) muito extenso, omito diffuso u
seria al impossi vel ler-se todo aqai, senio impoi-
sivel ao menos extremamente massaote. Ea apre-
sento um parecer ao eompromisso fazendo n'jlle
multas altera^oes, coodicio sine qua oio pola ser
approvado.
, Un Sa. Deputado : Devia te-lo mancado a
mesa.
. e FiGUEiREDe: Segando rae re-
cord o reqlerimeoto diz qae os denotados1 podera
jas'ificar par eseripto oa por palavras qoalqoer
projecto oobarecer ao apreseota-lo masa.
O Sr. mi roum :Sim, mas os pareceres sao
idos, prime amante.
O Sr. Cu ha b Pkueirsdo :Eu quero justifi-
car o paree e mesmo le-lo, o qoe creio me
permitiiJo | lo regiment, e por isso poli a pala-
vra peta or am.
O Sr. FniigaiNTE Oque nao adrawsivel
pedir palana pela ordem para justificar qual-
quer mociojppalavra pela ordena se concede pa-
ra indicar raelhor camraho a seguir as discus-
s5es.
O Sr. Cunea e Figueiredo. : Se V. Exc. nio
quer que eu'continu, nao contioarei, mandarei o
parecer masa
O Sr. PaosiDENTE : -Se o faeto de pedir a pa-
lavra sobre am parecer importa o seu addiamen-
to, como ajner o nobre deputado discali'.
O Sr. CRHA b Figuemiedo :Eu nio quero Ul
adiamento, gosto muito da ecooomisar o lempo.
O Sr. Presidente :Eolio lenha a bondade
de mandar a seo parecer.
O Sr. Corma e PiGUBmEoo:Sr. presidente, eo
nanea raagi contra as decisdes da mesa, estoa
acostamado a recebe-las sempre com a melbor do-
cilidade, otas segando pens, o regiment, em am
artigo, qoe nio posso agora citar de cor, me d a
facaidade de poder justificar o meo parecer.
O Sr. Presidente :Qaem Ih'a naga T
O Sr. Cunha b Figueiredo : Bati pelo qoe
vejo tenho estado perdendo o meo lempo.
O Sr. Presidente : B* o qoe o nobre depala-
do nao pode justificar o seu parecer sem s lr, e
aeabou de dizer qoe nio o lia porque era muito
diffuso.
O Sr. Cunha b Figueiredo :Diste isto com ra-
lacio ao eompromisso, o parecer atui simples,
a estou prompto a lr.
O Sr. Presidente : Pois bem, nio quero qoe
supponba qoe desejo por Ihe eotravas ; continu.
O Sr. Cunha e Figueiredo :A easa e V. Exc.
estarlo bem lembrados de qoe aquella igreja da
matriz de S. Jos foi edificada com grande sacri-
ficio da provincia, para enja obra esta easa con
tribuio com quantias nii pequeas em diversos
orcamenlo* ; a easa estar tambem lembrada de
qne a provincia foi jodada emito poderosamente
pelo finado bispo D. Joio de gloriosa memoria, a
pors eonclaodahi.do que seie sabe aeaaa, qne
aquella igreja nio pode deixar de ser om templo
lanado ao ealie divino todo perteocente a pro
o Sa. Diputado :Admira esta theoria par-
tir do nobre deputado.
0 Sr Cunha b Figueiredo : Qae theoria ?
J disse aqui alguma asneira oa algum absur-
do f Eu quero demonstrar qoe a edifieacio de
urna igreja, "le om templo oo de qualquer obra
pa, euibora toda dedicada ao servico da relgiio,
ao servico divino acompanha a ella nio obstante o
ao sagrado destino am certo direito de proprie-
dade, reconheeido pelo direito cannico, que se cha-
ma direito do padroado, direito que cabe_a quem
faz as grandes despezas para soa edifieacio e qoe
o poder supremo da igreja pelas decretaos e
coocilios estabeleceu conferindo certas e deter
minados privilegios, para os qoe edifleam os tem-
plos sem qae estes privilegios jamai s possam in-
lerromper o exereicio ao culto divine, sem a in-
tervenca i do poder espiritual competente. Creio
3ue esta doutrina nao om absurdo qae o nobre
epaudo me possa estranhar, e qae proferido por
am padre fiqae este envergonhado I
O Sr. Teixeira de S:Vamos : adianto.
O Sn. Cunha b Figueiredo :Cjojo o adianta-
mento do scalo e das idw livres todo qoer to-
vadir...
Uo Sr. Deputado : E a propriar-se at das
igrejs.
O Sr. Cunha e Figueiredo -.-Convm qoe baja
quem vi protestando, oppoodo alguma barreira e
fazendo valer os direito? de cada om, cortando
pela raiz as usurpaco :s qie se vai por ahi fazen-
do nio soda propriedade das igrejas material-
mente fallando, como tambem dos direitos mages-
taticos do poder espiritual : isto tambem qoe-
rem apropriar se da direccao exclusiva do coito
divioj. A prova do qae venho de dizer, Sr. presi-
dente, est oeste documento ^mostrando).
Diz a irmandade no art. 113 do seo eompromis-
so : (Lendo).
< A irmandade do Santissimo Sacramento do
bairro de S. Jos do Reife, como perpetua senko-
ra e legitima postuidora de soa igreja, etc. >
No art 11 diz :
t Sem a prt>ia fiemen da mesa regedora oao
sp podera em nossa igreja celebrar acto algum re-
lioso ainda mesmo nacional oo municipal, a
ecepcio dos que fizer esta irmandade, etc. s
Este eompromisso, Sr. presidente, d motivos
para omitas e largas coosiderac3es ; mas en resu-
m e disse mui pouco somente para chamar a
attenci) da casa.
Por suas dispoeicoes, se ellas passassem desa-
percebidas, o prelado, o vigario e todos os agentes
superiores da igraja oo a hierarqoia eccle3iastica
a qaem exclusveaolnte compete resolver e enter-
vir oas funecoes religiosas flearia n excluidos nem
mesrao poderam dirigir os actos religiosos I Note
bem o nobre deputado qae roe bonroa com o sea
aparte, nem mtsmo a provincia qaa mandn edi-
ficar quella matriz poderia gozar do direito de pa
droado ; veja o que diz o eompromisso : (lendo)
sem licenga da mesa regedora nao pdt haver acto
algum nem mesmo nacional ou municipal 1
De sorte que nos aqui coneorremos com gran-
des quaotias para fazer aquello bonito e elegante
templo, para ficarmos excluidos de qualquer inge-
rencia nelle, at mesmo de poder mandar celebrar
all om acto fnebre, nm Te-Deum, on qualquer
acto de regosijo nacional.
Um Sr. DnruTADO : A segunda clausula deve-
se riscar, a primeira nio, porque a igraja perten-
ea a irmandade.
O Sr. Cunha b Figueiredo :A matriz per tenca
a irmandade I ? Ahi esta o qae ea ebamo don tri-
na nova a para mim estranha.
O 8o. A. Pernambuco :'Foi ella que edificou e
palo principio do nobre deputado, qaem edifica
dono.
. 0 Sr. Cunha i Figueiredo :Sr. presidente, a
na laommissio fez o sea dever mandando riscar estes
de frti
/i,
exe
ligos, mas eo entend qae canviha (asar nm
protesto desde j, nio s porque u emendas qoe
a comimissio apreseotoa podem ser regeitadas na
minha aoxancia, sem eo poder justifica-las, como
rra qae fiqae* bem conhecido no psiz qae aquel-
igreja foi edificada com sacrificios da provin-
cia, somente nella podem ter direito de padroado
o soberano, seos delegados e os representantes da
provincia, segundo os caones, e nao nma irman-
dade que pouco oo nada alli fea, e a qaem j ae
faz muito favor permiltir alli ana installacio.
Sim, senhores, oio paraca estraoho ea (aliar
por este modo quaado podia corlar os axtigos e
llcar mallo calado esperando o resoltado ; mas
convm qoe daqoi do alto da tribuna se proteste
contra a invasio qoe se pre.ende fazer aos direi-
tos nio s da igreja como do estado.
Uo Sr. DaruT.UK>:-Invasio de anjem
ama corporacia religiosa ?
O Sr. Cuima e Figuwredo : F ana eorpora-
cao religiosa, porm leiga qne lera no direito ca-
nnico e as leis da igreja regras,. qoe delermi-
nara seas direitos e obrinacoss sein un por e domi-
nar de manewa qae impeca al o exereicio do
coito divino.
Sr. presiden, aqoi mermo, na igreja de Santo
Antonio desta cidade, ha amitos annos passados,
lembra-me qoe a irmandade do Santissimo Sacra-
mento leve a coragem ou antes a ousadia de fe-
char a igreja e prohibir ao parodio a entrada nella,
ricando por dia privada da adraioielpacid dos sa-
cramentos ; da sorte qae o- paroeho ttcoo esbolha-
do de soa jurisdi ci, e a irmandade sennora e
soberana possoidora da matriz.
Um Sr. Deputaoo :E nao era f
O Sr. Cunha b Pigueirbooi:A proprietara da
igreja, teja ella quem for, oio pode- aear de atlri-
baicoes qae oio stjpm as concedida* pela autori-
dade ecclesiaaiica, com coi eoneeaso se edificara
as igrejas ? Qoe respoade a lelo o nobre deputa-
do ? Ja houve peosameolo da hornera religioso,
nem mssiro de protestante qoe approvasse a dou-
trina de urna irmandade sa laaer proprietara da
mairi; a ponto de nio consentir nella o exereicio
do culto divino e adminisiracao do pasto espiri-
tual ? Ja ro-se absurdo mais monstruoso ?
Um Sr. Deputado :E' om aboso.
O Sr. Cunha b FI6ueirbso> :Bsse abuso j foi
repetido no Cabo, anda nio faz muilo annos a ir-
mandade fechou a igreja e prohibi ao vigario de
levar o Santissirao Sacramento aos enfermos, ficou
mesmo de posse das naves dio sacrario, vendse
o vigario obrigado a oficiar o Sr. bispo que se
achou em grandes difiicaldades paraaccommodar
este negeei'.
O Sa. Ces : O mesmo ja fizeram em Santo
Anio.
O Sr. Cunha eFiqdeiredo :O mea nobre col-
lega deputado pelo terceiro districto, acaba de di-
zer que em Santo Aotio se dea am fado igual e
que se lem repetido em umitas partes do impe-
rio : nao s nesta provincia que sa observara
taes escndalos, Roja o espirito do seculo inva-
dir tudo e mesmo pretendere entrar al no sagra-
do tabernculo, somente para ostentarem vaidoso
ergnlno de poder.
O Sr. Gusmao Lobo : O poder espiritual tem
meioa de punir estes actos qae sao verdadeiros
abusos.
(Trocam-se apartes.)
O Sa, Cunha e Figueiredo : O poder espiri-
tual est boje lio debilitado t... Est como qoe
agrlboado, a entra nos, oa hispas mal podem Boa-
lar na eabeca a sua pesada mitra : qualquer ir-
mandade oo aotoridade secundaria esli ahi ar-
aaado com os bispos e fazendo-os araargurar.
Sr. presidente, as irmandades oa contrarias
(eonfraternitas) sao urnas corporacoes de catho-
licos qae se reaaem as igrejas para fias religio-
sos, e someole foram adnittidos como auxiliares
dos ministros do altar ; porm nunca para servir
de embaracosas autoridades ecclesiastcas ; mxi-
me oas matrizes, onde ellas nio podem nem ao
menos difkultar o exereicio paroehial por pretex-
to algum.
Podem somente pela nossa legislacio ter a ad-
ministrarlo temporal dos bens patrimoniaes da
igreja, e ua parlj espiritual devem concorrer sob
a direccao do pa.-tor para tudo quanto for mister
ao explendor do culto e sal vacio das almas ; fi-
nalmente, devem ser bomens de sia piedade que
cuidam de soa propria salvajao, e qae jamis de-
vem eogirir-se oas sagradas attribuicoes dos pa-
rochos.
Assim, pois, o meu protesto nio somente con-
tra a irmandade do Santissimo Sacramento do
bairro de S. Jos, eonira as invasdss perpetradas
por todas as corporacoes e autoridades leigas em
geral qae nio devem consentir aestas oulras ino-
rares ttndo esta assemblea muito cuidado quaa-
do liverera de approvar o compromissos das ir-
mandadas, qae por serem longos e enfadonhos os
seas eximes passam aqui desapercibidos, lie indo
reduzidos a lei da provincia arligos qoe sio ver-
dadeiros absurdos.
Um Sb. Deputado : E este eompromisso ja foi
revisto pela aotoridade espiritual.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Ja.
O Sr. Gusmao Lobo :E appro vou.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Est approvado
na parte religiosa soraen.e.
O Sr. Gusmao Lobo Entao ja v que a mea-
ra vem de mais looge.
O Sr. Cunha e Figueiredo : O poder espiritual
o appro voo fazendo certas restrigSes al oa le ca-
bla a sua jurisdiccao, com refereocia ao qae se
entenda com a soberana do poder espiritual, mas
oio qaiz involver-se na questio de propriedade
contando sem duvida com o bom seaso desta casa,
qoe sabezelar os'interesses, nio soda igreja como
da provincia, por qoem foi legado aqoelle magnifi-
co templo s faaccoes parochiaes daqualla fre-
guezia.
Su. Presidente :Lerabro ao Sr. deputado
qae tem a palavra, qae est chegaaio a hora era
que acaba o expediento.
O Sr. Cunha b Figueiredo :Vou acabar, toaba
V. Exc. paciencia.
U Sb. Presidente :J qoe priocipiei a infligir
o regiment vamos adianto.
O Sr. Cunha b Figueiredo : Eu me coofesso
grato a V. Bxe. conseniiodo qoe estoja ea abasan-
do da paciencia da casa. (Nio apoiado).
Ha neste eompromisso ama outra idea que ea
quero combator e deixar tambem maoifesu minha
opporcio a ella. Diz-se aqoi oo art 90, depois de
ter decretado que o sachrislao da igreja arme ama
mesa para os bapiisamentos dos filhos dos irmios,
diz o art. 90 -(lendo).
< Cobrar para a nossa igreja de qnem nio for
f nosso irmao e qnizer nella fazer algum baptisa-
t meato as eondiedes do artigo antecedente, a
i eamola de 104 sa trooxer organista.....assim
a como a asmla de 64 para os baptisamentos qoe
i tiverem mesa armada de segunda ordem. >
Ora. Sr. presidenta, ea muito qoe noto qoe se
tai abusando de ama maneira inconcebivel das
leis cannicas. O direito cannico manda fazer o
baptisameolo com a raaior smplicidade, e sem de-
mora porque o baptismo indispeusavel a salva-
ci, a porta pela qoal os catecbumenos entrara
Era a Igreja, coja lei manda estabelecer om altar
fronte do baptisterio, como tem ou deve ter to-
das as matrizes, para se fazer os baptisamentos;
aase altar somente qoe se deve decorar e accen-
der por occasiio dessea actos; mu ea teobo visto
i molto lempo, e ja tenho tido qoeixas de algumas
mmilias menos ajodadas da fortuoa qae dlxem nio
poder baptisar seus filhos porque nao tem dinhei
ro liara asdespezas. Quaes sio essas despe
xas? Dextustoes de direitos parochiaes T Nao,
aeohores, tem mais t04 oo 304 san a mesa.
Um Sb. Deputado :Dispeosem a mesa.
O Sr. Cunha b Pigukihbdo : E' ama mesa qoe
vmba agora oceuHo oas dobras deste eompromisso'
tomar logar na lejpelacao, da provtaetai
Sha dir-se-ha, esia dispeza para qoem quer .
qoem aao quer a mesa leva o meataa para a igre-
1 ja imOi kt n. baplisa-o e er-lo earisto. Pa-
ra que esta argumento podesse prevalecer, meo
feoEore, seria preciso ignrar-se a fraqueza bu-
mar. 7odos nos tomos nossa vaidade, e o pai 00
famMa que v um re fazer o sen> napisaraenio
com a> tdi mesa armada, ae som do orgo, cornease
laxo outil, parm u tanto sedneter da vaidade
Dea acaohado, nio quer se deixar exaeder, eooK-
ca a retardar o baplisado do filbo, e isto- d cansa
a infindades da males.
Infringe a lei da igreja,, as eriaaaae snorrem
pagiea-ou o pa4s fazer graves sacrificio para
effectaarem o seu baptieamenio com a Mi mesa.
Pois -conv*aiente que esto abuso ccnttaoe? Ea
portaatoi contra elle reclamo, e d'aqui, d alio da
inbuna.- poco ao s aos Srs. vigarios Ja tedas aa
freguesa come ao Sr. rifario capitular ojea pe-
nham nrolnbitao expressa a este abuao, porque
para o baplisado sio desnecessarios toa apra-
los, sofficiesi, o altar dos baptisteji- qne o
caones eslabeteeeram a qoando o nio taja basta
o altar-mr da igreja, onde se celebra o acto.
A modestia do acto, dispensa aqueKa-mxo qae
s servo para occasiooar despezas iouteis a tomo-
risar oa acaobar o pobre que nao poda lazar o
mesmo.
O Sai & Lon>:A polica do caito- nio corre
por neesa conla.
O Sa, Csnlu k Figueiredo : Entao.nio corre
por neesa conta estes abusos dos actos e.-sternos ? A
irmandade p-le estabelecer impostos, o qne faz-
cerlaaaenle quando determina que se cobre dea oa
mais mil ris para cada mesa de 1* e 1 aiasse, qaa
manda armar na igreja ?! Isto sio acto abusivo
e infraeiores da disciplina externa, qoe nio s o
chele da igreja ple prohibir, mas tambera o po-
der legislativo, em respeilo ao direito eclesis-
tico.
Bis, pois, porque desde j doo a razio porque
sopprimi eisa disposicio do eompromisso.
Na fregoezia da Boa-Vista desta cidade j fia o>
baplisado de orna moca de 18 a annos, cuja,
m pobre me disse qae nio tinha baplisado soa
filba at aquella dala porque oio liona, tiao dinbei-
ro para as despezas da mesa e ouiaas exigencia
da irmandade da igreja matriz.
Se os nobres depatados duvidam,. eu poderei at
declinar o nome.
Um Sr. Deputado :Nao preciso.
O Sr. Cunha b Figueiredo : Feilas estas eoosi-
daracoes, Sr. presidente, eo peco a V. Exc que
mande lr o irabalbo da commissao quando a Y.
Exe. parecer mais conveniente, ficando o qae ve-
nho de dizer estampado nos anuaes da easa, anu
de qoe em todo lempo se eoobeca a razio paraos
cortemos mullos artigo desta oompromisso, ser-
viudo isto de protesto contra os aboso, a invasdea
das corporacoes leigas nos actos da exclusiva
competan ua do poder espiritual.
OSR. PRESIDENTE declara qae o parece* Oca
sobre a mesa para ser lido oa sessio de amaobia,
nos termos do art. 15a do regiment.
ordem no du.
2* discassio do orcameoto provin-
se arma do lado do baptisterio com certo laxo, a
qoe charaam masa da baplisado, para dar direito,
a irmandade cobrar ama certa quanlia qaa bu
parto de soa renda, nio digo qae todas aa irman-
dades procedam deate modo, porooo- ha axeepoBea
qae en respeito, mas algntna Icmaadades que
fueren disso urna rento do renda, extorquiudo
diobeiro das familias por tasa raeies.
Esto aboso qoe ate.boje ainda nao levo a anda
ca de iraaspOr o ujftiar do ltnplp, ds legUladores
Contina
cial.
O SR. T. DE CARVALHO (pela ordem) :^-
Parece-me qae deve preceder a qualquer outra a
discassio do projecto o. 58 qae ficoa adiada 00
sessio de honlem.
O Sr. Presidente : A distribuirlo do iraba-
lbo compete a mesa, e eu acbo qae melhor dedi-
car mos o lempo que nos resta a diseussio do pro-
jeeto do orcaraento provincial, que tambem est
adiado, e o orcamenlo municipal, que tambem se
deve votar impretervelmente nio obstante, se o
nobre deputado quer requerer urgencia, pode
faz-lo.
O Sr. Tolentino de Carvalho:Neste caso V.
Exc. oio devia ter posto em disco sio o_ projecto
de que trato; e enlendo que urna diseussio adiada
especialmente pela hora, deve preferir a qualquer
ootra.
O Sr. Presidente : A discassio do orcameoto
tambem est adiada.
O Sr. Tolentino de Carvalho :Sim, senhor, e
eo nao requero urgencia porque oj concorro
para relardamento da discassio do orcameoto.
Contina a 2' diseussio do orcameoto provin-
cial.
Art. 6. (Boira).
0 SR. RUFINO DE ALMEIDA faz algoroas con-,
sideraedes, e pede explicaedes a c imrassio de or-.
Jmenlo sobre as obras dos 1 e 2^o,arl.J&'
o projeclo, e especialmonle sobre o 3o, qae tra-
ta do calcameoto da cidade.
0 orador ootoo que a ibesooraria em saa pro-
posta de orcameoto diz que segundo o contrato
era precisa no exereieio vindouro a quanlia de
140:000* para esta verba, e entretanto a coaamis-.
sio propoe 120:000' pelo que desoja elle orador
saber, se o contrato permute augmentr-se ou di-
mioair-se ad libitum essa verba; porqa, s assiza-
fdr, propora a redaccao delta para 60:000, senio
(r possivel supprimi-la para o anno vindouro,
altela a deficiencia de meios para aecodr-se ao
grande dficit que temos.
Vam a mesa e apoam-se as seguales emen-
das:
Ao i !Accrescente-se no fim do | !Fi-
cando equiparado os veneimentos dos desenhislas
e escraventes aos dos praticantesRalis e Sil-
va. >
c Ao 4* do art. 6* accrescente-se : podeodo o
presidente oomear, por conta dessa verba om au-
xiliar para a carta eorographica da provincia.F-
yueira.Mamede.
Ao art. 6* S 6.-Seodo 1:000*. para a matrix
de Seriohiem, 1:000* para a matriz da escada,
aagmenUndo-se a verba.G. de. Drunmond,C.
Figueiredo.H. Mamede. *
r Ao i 6* do art. 6.*Accrescente-se 1:000#,
para as obras da capella-mor da matriz do Poco
da Panella.PernamftMCO Filho.Henrique Ma-
mede. *
< Accrescente-se ao g 6* 1:000* para a coacia-
sio da igreja de Nossa Sennora do Amparo da
Gjyanna.Oliveira Andrade.
i Ae S 6* do art. 6.* Aoerasceote-se sendo
1000* para as obras da matriz de Caruar e
1000* para a de Grvala, e 1:000* para a do
Booilo.Eduardo Oliveira. ~Vietra de Mello.An-
tonio Paulino.-Joao Vieira.G, deDrummoni.
C. Cavakante. ...
c Ao art 8 fi.'-Ea vez de-fazendo o presi-
dente da provincia a dtstfttraicodiga-sefazen-
do o bispo diocesano ou o goverodor do Rispado
a dislribaieio.Jtautoo de Almfida.
Ao 7* do art f 6.-Accrecente-se 2:000*
para reparos da cadela de Pao d'Alho e 15:000
para a continaaeo da estrada do Limoeiro.Prnto
JtHwr.
Ao $ 7* do art. 6.a Accrescente-se 1:000*
para as obras do atada da Gloria.C. de Aran-
Ao g 7* do art 6.* Aecresaeete-se sendo
6:000* para a compra do acode da Salgoeiro.K.
Vianna.Firmino de Novaes. Antonio Pnaft-
ne.
Ao g 7 do art. 6.-B-13:00O* para obeiroir
a barra nova de Una.G. ie Drummoni. a
Ao 7 do art 6.-rJepois da patavraa, es-
trada da eatacio a Tilia da Escada, aocresceote-sa
e de Ilapissuraa a Naaarath. opendendo-se oon
esto at M:fJ0O*.-AaaoT(i/.
a Accreoenie-e psdaoaoopreatlsaaBROSiosr
por Waia dessa verba oo aaiinv pora a carta*

*




m ,ri;
da provincia. Ftgueiroa.
justiflia
l emetv
e manda
da lei do
ni) pode, di
para os em
orographica
de.
O Sn. G. DS DUUMMOND
di?.
OSR. F. DE FIGUEIROA I>1, jasllca
a mesa ana emenda .ao J i Jo art. fl
oicimeclo ffeiracial.
O Sr. Mkllo Rkoo : Roce t* o pobre'depu;ado, qne em lugar occupor. a
altela > da ene*, porq i f pergunias lio pepe-
nas, lio detalladas que quasi que imposaivel
responde la. Parece iWt olle emende que a com
inissao de ornamento i obfigada a faser ara estu-
lto minucioso de loda aspeas feiiw pelalh:-
soorari.w...
V- O Sa. Remo 4iM!;u>.\ :-E- obtigsda.
O Sn. Mkllo Ra :-----e tudo aventar, lu-
do indagar pira a'Biim dar nr.innacoe* i casa !
O Sr. Ri'fimo us Almkida :E assim .
O Sa, Msllo Rnoo Contesto que asiim seja.
A commisio nonua 11 u principio di asso
para c(T;rc,-r o projeeto dooreamento, Tazando
s seus Orbamos emiemp limitado em vista
lia bases foroecidas pela taesoararia. Sj a cin-
tu-sao Toase a fai-r 03 eximas minuciosos que o
nobre depulado deeeja, entin fe-7era ser soasada
no tn de caa sosa, para levar ura auno butiro
titla no archivo da tbesouraria, tomando nota de
lud e dest'arie lloar habituada a firnacer as in-
formaees i>e< ch:ii 1 a- quer.
Uo So. Dtcnunct) : M.-sno assin n|o poJia. '
O 5a. Mkllo Rkgo: M ism 1 assim talvez na
podesse sahsfazer o nobre deputado, que se raos-
tra demasiadamente .exigalo.
O Sb_Ruki.no u'AtufiDA Emito
ser se sao precisos 011 nao 4t:)J|
.pregadas da obras publicas T
O 5n. Mello Rsgo : En o poderei dizer, nas o
nobre depulado estara despeo.ado de (ur per-
gaotas soore ffousas'q ie estao cliraraenli ex;ili-
eadas oiis reialorios, ore*melos e batano >s ; dan-
do-so ao irabaUo do ler con attencaa esses do-
comentos (Icaria pereitamonte informado, o a par
da todas estos Hienudenri.is de que tramo.-
, A Ihesour.iria pedo 4i:7d0i para o pecsoal da
repartic 1 ds< obras publicas esia sea pedido as-
enlo ni tabella cu .iliciiiva, mude vea m-mcio
alo o Damero do empreados e o ordenado do
cada um, como o n obre delatado podara ver.
O Sr. flwiNo ni Aurida :Ea ciioi at.,
O Sa. Mki.i.u Reg :-Ora se a ihesouraria raeo-
ciona o numero doi empreados e o ordenado de
cada um, se a somma total desus or leados.pro
duz i:7(W*, porgue a nmmNso nao havia de
dar respe. 11 va quota ? Q ie base Milu a e >ra-
mit'sio para diminuir eaaa quamia 1
O nobre bepuiadu poda aliender ainda a outras
considerajo s, poda ver que se o anno paseado
despendeu-se com o pes^oal da repart^o das
obras publicas meno di que a a quantia luja pe-
diia, alguma Tao houve, nao deve ser ou-
lr_seni vagas doj lugares durantd aquello anno,
descont d (huta d- empregjdos, etc., ele. Ist>
ee comprehende, e nao preci^va que a commi -
sao o Wesse diwr, tanlo mais quanto nao va i nial
em ajan se gaste monos do que o decrtalo. Creio
4ue isto o n.-bre depulado eomprelienle pe.'jila-
tnenle
O So Riikin-o dr Almkida :Nao comprebenli.
O Sr. Mello Rbuo :A bise d 1 pedido da lile
souraru o numero dos ompregadba e os seu-
? xirdena los, lato a aoona r loial <10s vencimenioi;
sea.thesmraria pede isto, pide ninito em regra,
e a ommissao na o poda deixar de aceitar o mn
pedido, emlj ,ra soja inf no ejercicio pa-'sado, poique nesto ple nao ha-
er as mesmu c:.o-as que produziram a diminui-
cao da ftapata no loinrior, e preciso qu? a iho-
oorana flquj habilitada com os meics de fazer a
despe.-a legal.
V-se portinlo, i|U9 esta duvlda di nobre de-
potado nao iem fon Jamen lo.
O Sh. IIifi.no dr Almgidv :Q uria esclarecer-
me.
O Sb. Mkllo Reo : Este e-clarecunento era
desnecessario.
Me parece. p>rUntO, que o n ibre doputad), f.i-
zenlo p--rguu'.as Bein impul .ucia, exigindo in-
formatSt's que nada adiantim, deixa a caro osea
fim.que nao cutro sono o de a tropel wr a com
inis), eobriga-U a um dbbife rintiouaJ\ qtier
ter-ine assiduaniL>nte ni brlinda I
O Sb. Rufi.to dk Almeoa :E* obrigacao da
commissao.
O Sr. Mello Reo : A commissio tem nbri
gajio de explicar o seu trabalho qnando sobre elle
n tdr dfida Cundaia, davl qiie os nobres de-
putados, sem e?darecim''ntis, no possam resol-
ver, mas as ttarMM que nao So davidas, e so
menle pretextos para teMDtw di-cnssao, etlana-)
tem que respoud-r, e ea o fue) apenas por motivo
de eortezh a casa.
O Sr. Ruprxo de Almeoa : -9 jaiz da dunda
o nobre delatado?
Or. Mello I'.-.o.:BktiaMj er m) juiz de
BUCiQas. conbecdas mas dcstis qti-i apresenuu boje o
nobre depuiado ha de dar liceuga qie me conside-
re mullo bom jniz.
A outra duvida do nobre depntado consiste em
ter a commissao re luz'Jo a verba do expediente
da repartido de que se Iraii ; duvida igual ja
apresentou o n. bve depulado por occasiSo da dis-
cussio do artigo relativo a seerotajH do governo.
A rizao que leve a eommtaii Coi esta, f)i linda
a mesma que levo para dar a quota do expediente
desU repartido :-o expedimte de todas as re-
parilcSes feito sem bise certa, conMtue umi
uespeza sempre eventual, e nnnea d meio5 de es-
i3belecer-ltie am calculo fixo.
Neitas condigde-i, a co.ummissao entendeu que
einanateria dooxjWllente dj repartiQoes devera
redurir algom tanlo as q iotas para que as d.'spe-
_-w. zis nao sejam feiras corn largueza.
ai Sr. Deputado : -Quando a verba nj suf
ficiente abre se credos supplementares, que c
isto qae a commissao d va prevenir.
O Sb. Mello Reg :E o que poiia prevenir a
rommis-ao om relacio a urna de^peza eventual t
>ao podia marcar-llie orna quota certa, e atrita-*
me parecen restiingi-h, na esperan? deque
sendo a quila pequea, a rep.rt:cao ar as des
pezaj com mais economa.
Com isto a commissan mostrouo seu bomdej)
de reduzr a despeza o mais possivel, e em vez
das cesuras do n'bre deputado detera merecer-
ine pslavras de tenlo. Assim como cu aprecio
em maito o zelo e espirito de eeonomia que o no
bre depota lo est oVsenT.il ven.lo ni discussao do
projecio, eu qnizera que 10 moaoe reeoohecesst-
as boas wieae/iea da eommiesaa, e que nao quizes-
66 Sir do PS'i'',to de eenifiniM monopolio sea.
O SR. RPIXO DE ALMEIDA -ti nm aparte.
O Sb. Mello Rrgo :-Hi de* se lembrar ^ne en
aisso na ses>. do ann. pagado, qe reconhecia
o noere deputado como muo habilitado nas.qo-.s-
toe da raaefl ia. e era dcil as su lices, e as 10-
maTa esperando que me apr.,veiassem : ioMiz
monte, ru por descuido, oit por qoalqoer oaira
ci^rcurasiancia, esc.pjramme da memoria as li-
cjs que me dea, e tvdo o mea apreveilamento
es:ap u lam r/n.....
O Sn Sorzn Leao .E por ouro desenldo tam-
oem a umabfai nio
sao.
)iano
sta cUusula, consigaanlo a
ucii t
i proveiioa ntra a eomrais-
0 Sn Rara) o'Almeba :Pico esperado.
_0 Sb. MelloHe .Pica espendo; nesla ses-
sao, tend a asamblea I he dado a commissao de
orcanvnto municipal, nao o q lis aecumular de
irabalbo, elegenlo-o lamben para a de fazenda,
lica para o anno .
O Sa. RaiKiNo d'^meida :-Cateaimonto.
U Sb Mrllo Reco : a duvida 09 nobre d?pn-
Udo sobre o caLjameoio, esta, im, precisa de e-
ciarecimenic J
E eu ilarei coro ludo o gasta. A tb^soubria
pedio 110:009 para eR*a verba, Jondando-ee as
palavras do rtfpecvo contrato, qae marea ua
annuidade de 120 cantos para eontinn^io da-
obras, e mais o^uaolo dos juros das apolice.
Desde que a in&.oararia |"dio UO contos, a
commissao den IM, justo que tfxiique esta re
dut^io lo grande.
# O pedida d tbesourana, abrange, eomo dise, os
joros de apolices, que a mojw-^o retiren delta
deixar do respeilar esta cuusula, constg
verba. -Batretauto, qaeTffllo conciliar o oslado
risada para entrar em aecord) coni a emoreiteirc,
a verseoonsogua suspooder no-eortene exercitio
a dflspeza.com o caloamanto, ou a sua aedaiaei) i
matado ou menos.
Bom v"q:je a commissao procurou peloi-iasios
possiveis norresponler contlihci di cas, se
nao cumprio satisfactoriamente o sen deVer, nao
fot pjr Falla de vonude, ( u.)ruiM||>f illeccrut
as Iftbilitat3is (ola apoiads).
. Dase mais o sobre desolado faenan sabia em
que a commissao Tafldou-w para atipor z:0:MO
para obras novas.
A tlijjourari* nio tinba bases MB fazer a sen
licdido, nem a conjmissao as lena porque n>
so ple d'ante-mao saber quat a.onra que sen
concluida dentro denm eierciniot pdem oo.er-
rer circumstanciss jueT9tardet a ex*in;.>o d-jet 1
ou dajnella obra, e a^am Ir !* djtprau prc-
flxo.
Asjim, em falta de base segura, e sen lo necas-^
sario marcir nua quota para esse ni .-ter, a com-
missao deu-a um pouco redazida, cjm tanio que,
ao menos, as obras j arrematadas o) lutissein
om Tilla de crdito.
Cs Sr. r,Eror\Di : IT in-ign'ficante.
a quou tiurcada, mas se a onnmii--a0 (use a ai
tender a tolas as exgiacias di servic> pubco,
nao teria mos a medir, o orcimedto qi apri
seniasse ser a um monstro.
A pesar de todas as restriccoai da comini-so.
o nobre depulado, com os seus curiosos apont
merjTos, foi o proprio que demouslrou qae a des-
pea e^i oreada em mais da dous mil cootos, em,
somma superior receiu.
O So. Rufijo ds Almkida : Para qjj- nao pas-
sa esta verba para o eraprestimo ?
Sr. Mei.lo Rks9 : Qut pas.sar para o em
ortlimo est verba? Nao hi prejuieo nenhom
Qi.sli, desd que o produjo dFllc dpvo ser apptl-
fiado obras publicas.
O Sn. Rufino de Almkida : Ah eslamjs de
aeconlo.
O Sr. Mello Reg :Felizmente...
O Sr. normo us Almkida : Agora diza por-
gue a commissao uao dea quota pita a ftonjpa-
nhia de hombeiros, creada o anoo passado?
O Sn. Mello Regj : Eu Ihe diga, porque an-
da nao eslorganisaia a conipanhia.
U.u-Sa. Deputado : .v'o se orgamsou por falta
de quota.
O Sn Mello Reg : Poi* b.'ra, s > servaos
jue n.io esio anda organisados, e ua penosa ne-
cessidade de cortar (Tespezas, % ciramis#lo enten
deu prescindir das creaeSis de loi, que "ni j lem
servigo organisad.), e que phmsor, san grave in-
conveniente, demoradas por mais um anno. Nao
obLinte, so o nobre deputado entende que i indijpensavil, aprseme urna emepJa dosiguaniu
quot, e livre commissao de faze-l.
M parece qao todas as explicacSes pedidas pelo
nobro nobre depulado tenho-as dado, como. me. fu
possivel; e como nao perguula mais na Jo, devo
sui'pjrqaeesi Wlisleio.
Parei, porianto, con-iloratSj; ligairas sobro
as'samptos diversos, e scibre o que dissa o nobfe
de.iuti.lo pelo 3" dislncto que uai esla agora pre-
Mff.'
Nao rae quero oppdr a que a assemb'i faca a
lislnhugao da quota volada para matrize<; ixincor
do apenas em que a dutribuico nio seja feita pal 1
diocesano ; persuado_-me ser elle o nuuoa projitiq
para fazer a applicac,ao da verba, porqae a expe
riencia ja demon-trou qui nao sai as igreja- que
ma s necesid ido tem aquellas que o diiiCctano
allende; as igr.ejis desti cilale sao preferidas as
d s freguez'as de fra.que maitas vea re la.naui
uns urgj-ni-h na i.bras.
L'11 Sn. Deputado:Este anno nao se deais)o.
O Sn. Mello Rkoo :E de-tribiio. Para mini importa piuco a ase:nb i
aUribuir a (Lu(rita|iicj|j ao presdanle ou faz-. I.i
por si, quer de um modo quer. de ou^ro, ti o pre
li lana quaui faz o que for cr.ivenimte, (11 digo
que f'r o que quizer), far a dslrihuicao de en
fonnidade com as forcas do cofre.
(Trocara-se apartes),
O Su. Mello Reg : O annp pausado a vorb
para matrzes fu elevada a iz:0O03O0O, o presi-
denle aehou-se na impossibiliiaqa de. appbea-la,
pesar da destribai(;ao faita.na, le, e por isto m>
a una ou outra ma'riz w tea cmceliJi a quoUi
qpe foi iparcada.
Um Sa. Deputado': AobJe nai h el-rei o
aerde.
O Su. Mkllo Rkgo :PortanLo, entenU Vi*,,/)
in1|ilf^reole que a aasambJa laca a.diiiriauia^o
ensilo ser o mesmo ; se houver dinl'.eiru, o pre-.
sidenle conceder o au'xhp, se nio houver, nao o
conceder embora a designa^ao da lei.
Ni 1 cito dizer que eu insista pela idi da com
mi-o, de fazer o presidente a dcstribiiigo, ob-
servo somenlo que o numero das emendas dando
qnotas a malrizes j esta um pouco crescido, e vai
muito alm da quantia de I0:000000 qu marcou
a couimiiso.
Seria bom que combinassemos, que vissemos as
ig-ejas que mais reclamam obras, o lmenlo par4
ellas de^relassemoios 10:0004000, porque quanto
mior for o numero das grejas, mais diHkil ser
a desirbui{o.
O nobre deputado quem me refiro observou
que a concessao de auxilio nao devia fer feita
igrejas que nio fossera matrzes, porquo nos nao
eramos obrigados a auxiliar seno estas.
Um Sr. Deputado : Nao acba isto injusto ?
O Sr. Mello Reg : Nao acno razo nislo,
porque se forraos a obedecer o ixeceito constitu-
cin il, nao devemos fizer despezas com a cons-
iru.*cio de malrins.
Um Sn. Duputado Porque t
O Sr Mello Reg : Porqae o acto addicional
falla apenas em reparos e eonservacao das capel-
las-mores e nao da conslrucco das matrizis.
O Sr. Cu.nha e Figuereoo :As capellas-ra-.
res sao as malrins.
O Sr. Mello Reg: A nossa. obrigaejia res-
tricla concorrer_ jara as capelias mores,, mas.a
provincia tem concurrido- para a coastrutcao de
todas as raalrizes.
Um Sr. Dkputado :Todas nao.
O Sr. Mello Reg :Se se quar obedecer ao
preceito da lei, eoto n5o se de* auxilio seoSo s
capellas-mres, se se nao obedece, d-se ludas
as igrejas, com o que nJo vai mal neahum.
D^sse mais o nobre deputado que a assembla
era raab do que a adminisKacfc habilrta la para
fazer a destiibuico di quota. Contesto, que a
assembla esteja mais habilitad! para destribuir a
quota pulas matrzes, do que o presdeme d pro-
-v;ncia.
(Troejm-se mullos apartes).
O Sr. Mello Reg :-N3s podemos estar em
erro, pensando que, urna matrja ou ama igreja
que no* Interessa precisa mais que as oulras:
pdembaver oulras que precisam muito mais e
oeste caso o presdeme o mais competente, por
que te.n os raeios de mandar examinar todas as
igrejas, e ver a que mais argentera oto reclama
oanxilio.
Um Sr. Deputado :Issp o que ellsi nupca
uzeiQ.
Q%arla (eir
t. js=-
1 d JuMio d. 871
nobre djEBiado, mraha obserraglj serva aaOMS
pafa tnostlrar que a eircumstancia de^Msier sido
a* Verba esg:>uda njs dous nltimos asnos, ao
procede.
Vejo a jui urna tmeoda que aaW .
5I0 tfc o raippedu na villa do Cibo. Cret' aj
osta'oae.Ma est f.-a doartgo que*priaia
BOMOa iJrctg) que se refere iliuminacao X
uutro.:
"fi una outra emenda, marcando 2O-0OJ0O0
pira a conclusa.! di estrada de Itapissuma. Nao
faci^ppottfrA id1,..achiif|r W^ecesade
de qoe solaea e.sa aalrada, ma- Aleudo que a
emenda j*f eve ser aoeia, por que ha coosi-
ua5>a'1 Qf?^nent *'KOT'rP*,aMI*ob.
O exartWo nao est encerrado, niojoi depen-
dida a yaeba, e para aoe iaieinos de repetir
oma vaifea que ainl*ple serlpptcaia ?
O Sa.A5j.vna : -k se nli tVer 'appHoado
ilo exordcio qoa est lindar ? ^
OSa.ll.aLoRMoi-^a.saaaljaea te^uite vo-
lara verba. JT ., ff ^
ttrocam-se apartes).
piucos fetos, ne;essariamente a obra era rea 1 i
aada,^ baslainslar-se para, que via^ura
O Sr. Amaral :Mas nai tem quota
DSn. Mullo Rkgo : Hi quota na M qaa a
anno passado foi aqu votada.
Ha ou..rai emendas marcan 1 S.-#M aafi ra
paros da cideii do Pao d'A!b). Nao sai se ore-
9*%\ *,W ea O sr Correia d;: Abvuio :-Poram oreados.
Su. Mello R*go :-t os OMfVwaBmem
ameaina emenda pira a estrada di Li.aoeiro se-
rao suBiionies ?
icopobireni aprocis'ij de Corpus Christl que
aessfdia tem de sabir daquella igreja a venera^
caofpiflei*: ditermoao coronel commanant'
dugffior, de cooforraidade com 4 ardaos da v^e-
hraildencia, e da comraunica?aj qae Ih-i fez o
apftmandante dai arma, pondo a sua di-posi-
cao o 9' batalnao de linha, que a t ^Sulho d i
artllharia, t* e 3* de infantaria d^uarda nacio-
nal, o 9* de primeira linha, formem una bri-
gada snb o eimmanJo do leante-coronel Pran
cisco de, lflranda L;al ^are.
O mesa > coronel co.nmflndaBle superior con-
vida a todos os Srs. oJBcfaos do* corpos que n5o
arrumaren a comparecersm na referida matrr. a
fo marcada, afim de acsmpinharem a meama
procisslo.
* ^"U* ,res ^fiargaido.eslylo, estando no
arsenal ae iuerra pos'.os a disposicao do eomraan-
a 8MHr necesO"'o caflnxama ; determi-
na Un lmenle, que o Sr. tenente-coronol ownman-
dame o jode preveniente receber. Antonio
Gomet Leal.
- 11 mu u mita
-.o?,, MQ,t, mMlf",*l d ttacife^-Appaliaoto, Ma-|
rtV i 3,a.-Leil9 > appellados. a viuva e her-
Y oi.de'o>6.Ferreir d NatdmlMd. D JbiicH
municipal do Cabo.-Appellante, Ignacio Americo
ae-Miranda; aopellado, Francisco.de Paula Silv.
Appetlatojs cnmes.-Appellante, Maneel Moreira
de Sonsa; apellada, a Justica publica. "
A_meu hora depois de meio di eneerrouso a
sessao.
WSTITUrj AfiMSOCiV.-Aeopo-sa boje, s 11
r,"?* a *a*, a drecwrta do Imperial los-
Ululo de Agricultura, em urna das salas do pala-
eio da prest Jeocia.
PUBLICACOES A PEDIDO.
THE ALLIANgE BRITISH d FQREIGN.
al Tire a^roca,Com
.'mpuny aslabelecida
Life anl
em ISii. Capital'X .
Os agento deeia ennpsiihi tomatn segaros
contra fogrt sobre ipredlw, oaenwe Tazendas e
pagim aqui prejuizos devidimente prvidos.
Ribe_Schmeii^_
9
po
7 AS?|MXIA. No da 5 do correnle, s 4 horas
da larde, no por
Ojia entend
provavel
O Sr. ConRBtA de Aa-vwo : Taraliem quantia
oreada.
So. Mkllo Begi :.Uh> que
tambera p i.tu ser duaensada-
0 su. laianm ds Asaud:'Nao
qiie daqui a: junbo se fac 1 a obra..
Su. Mello Rkgo : esio qi*o a obra es
orcida ella se tu de fazr logo qu Hija recurso,
e havondo urna rerha par obras nes,a, parece
quo o presidouia nodar mandar realisr aquoilas
cuj uiilidada j foi recoohecida.
O Sn. Amar.vl : Eu concurJo om^suppriiuir os
2:000, lioaudj a iodicato.
O Sn. Mkllo Rbg ) : 1) que preciso que lo-
dus l< uo# cjuajiduoirenios daj diffl;aldidas da
provincia e atnpregoemas est-rcui' para que 11
orcamanlo sej o man restricto possjty:!, seja eru
re.-ulUdo umi lei exequivef; cumpro, -evitar do-
cfeu^o^do despezas que uao nlem. ^ar feilas,
porque iiest caso ftsiamia aqpi pardeo Ip o nosao
lempo, (i;m:...Ii$j, iai e-tamos sorv.nio a pro-
vincia, i'stain simplesuiente Uzeado cousas para
inglcz ver.
(Trocaro-se apartes).
O Sja. Mello Rano :E! preciso coa fiar um
pouco no presidenta da provincia. Des le que
liouvr ura administrador con-cenciaso, de criie
rio e clineciio, d:vemos esperar qae oque lor
ut I e necessario se faca. Sa, porm, a.sorle.nos,
der um presidente inepto, e iudoleote, lodo 0410a-
so esforc se ha da quebrar contra a sua incana
cidide.
Um Sn. Dkputadi : Facaiuos da oissa pacta.
Sa Mullo, Ifgu : Sun, mas fagamos aquil-
lo qao for cjuyenieaie e exeqaivel, e eyitomos
fizer lei* sera provino, nem resultada pralico,
volando avullaissima despeza sera renda que
cb-gue.
En tolo o caso as emaodas sobre obras publi-
cas que as leuai em mo podem ser aoitas, se
firem levadji i artigo do e.npreslimo.
Por esse artigo podaro ser executadas, e sa-
tifeitiis os reclamos,
Uu.Sr. Daruraoo : Deixe passar o acude da
G lucia
O Sn. Mello Reg : -E' muilo necessario ?
UmSr DiPUTAOt: -rEst.quai concluido.
O S. M8l)Uew:Nao direi Cuu-a slguroa
sob.x este ar;.ide3 gloria setn agua nao lem, gkrut.
Li nin me a.estas coagidera^oe.
Eucorradi a diseuiso, approvado, o artigo
s era .odas .du na. 2, 3, i: 6, 8, 9, ItT, II,

4
pivoido de Btberibe, termo de Ohn-
ua, tora eooomrarlo. mirto cu casa do Jos do Sa
Lit o, tend 1 i e-ab-r;! e os ns enrolados em duas
cades o aardiojjq l 10 anuos, sofcnniq da Lu
de tal, criado ito ; o qual ha-
veiilo chamadJ o uelegalo do dl>tru;'.o, esto pro
ceJer as conve nenies Tndag.c3ese exame; aps a
wiloriada lei, d:onda conclu harer sido o fado
devido a casualidad?.
TRILHOS UIBAK03 DE OL(NDA.-Com o pra-
so da oito das, a contar de 9 do corrale, devera
os accionistas desta compaohia realisar o paga
ment da 7- prestaba d.% enjlssio, na raza,
de 10" /
LOTEIU.4,A que se acha venda
beneficio da igreja da C mgregavo do
que oorre no da 10.
PASSAGEIROS.-Sibidos para o Aracaly,
hiate Deut te gmrde : .
Aatunio Joaqum Save, Eduardo 6. Vlente
Filho, Manoei Vleme Raballo. Jo. Montoiro da
Silva.
CBMfTBRl PUBLICO,
junbo :
oh), pardo, Pernambaeo, 40 aias, Boa-Vista ;
interne.
Amonio Raphael dos Santos, branco, Rio-Gran-
de do M, O annos, solteiro, Boa-vista ; ioterlte
chronico.
M.rla, parda, Pernambuco, 1 anno, S. Jo;;
desaotaria.
a 159' a
Oratorio,
DO
-Obituario do da 4 de
lz, II a rejeitada* as de b?. j, 5, 7,
Ai L 7- SagqVaaca publica :
a i Io Forea, potieial,.........
S 2' Fardaminto e, maja dus-
Sasa, iiiclu.-ivo a do illuuYuasaj
as uttarfcis.....iw...,.........
. j-3f E 11 pregadas da ca|i do
dotflucw,..^..,..........r.v.,.
'-I-*" Expodiante...........,
j $' Iiluuiina^no............
* o" Alugueis da ca=a para
eadews e,quanoi*...............
7" lliumiuacao da cidado,
om \'Mi lirapeois de gaz, nao sa
pagando difterenea de cambia___
8 Dita, de OIda. podaada
ser elevado o numero dos lampe5as
a 00 .ampaojs...........4.,...
9* it,4e Guyana com 33,
lampies........................
I 10 Conducao de presoa___
2.0:038*040
5iW#0;>0
- I316000
3:0001000
100:269*360
tS:00*000
3:140^280
1:0001000
145:t39aGi0
M> itiosa a spoiam-se as leguinles emendas:
AJdmvo ao. art. 7*.Com os daos mdicos
da polica creados Dla lei d. 951600* cada am
l.lQOt.-XufinodeAimetda, *
Art. 7 i 336:7703700-1 2- 85:951*360
-V. da Millo feg*mSouia leao-P. Affons.
O S8. RUFINO DE AU1EIV diz que a com
missaojje orcjraeolo supprimio no projealo em
discus-j urna verba, que deveria cominuar a
existir por for;a da lei provincial % 961, que
creonv dous midios para a secraUrfa da polica
000 600* cada um : qoa nao podo concordar
com essa uppressao, eraquanto- a citada le nao
for revogada, a por isso cf;reca tta emenda
restabelecendo a verba snpprimida ; e condujo
pedioda a commissao ejsplicacao, sobre a sup-
presso da rerba para a illuminac,*) da cidade
lo Rio Formoso.
O SR. MELLO REG3 i a raza 1 parque a o ira-
mistao supprimio a coungoacao pira pagamento
dos medies da picia, e explica a conveniencia
Ja exiiucco desses empregos.
Explica tambero a razio porque nao sa pedio
quett, no prejee para a illuminaclo do Rio Por-
;moso, e do augmento da de Otiada., (azoado di-
versa* c-*a6idera5es era respaila ao precdanle
0iadorK
fc Vai( OKva e apoia-se a seguiote emenda:
i 3Ao $ >- do art. 1*: accre*cenlc-sesendo 16
lampies para aroa da estrada pela qiui se pai-
sa de Pcnte d'Ucboa para Sanl'Aona, pela ponte
do coramendador Justino Pareira de Paria S. R.
-CkiAji Fmiiredo.
O SI*. OiaSv E SIGUEIHEDO faz algumas,
cun-ider^coetem jusliflcaco de sua emenda.
Varve-ndw-aono bver numero, ca a die-
cusso adiada.
O StW PRESIDENTE designa a ordem do da e
levanta a sessoi
REVISTA BIAEIA.
-ni-nfir FGUE1RA :-^ maita mal, devia A" urde ser exposo a veneraco" tos Q >is a
mar o orcament. ne.-ie ponto. proeissai re.^ciiTa, a nal percorretaTas ruis
d!. Cabug, Larga
fW.^o Impo
do Tosario, prja de
.idor, iravessa d
ruasJJrjq^e i Caxias e do Lvramonto,
i !$' ^i'iP*'* <$ Caxias a do Lvramento
Targoa deS. Pedro, to Carmo, rtasflJ(fc*h>';
1l\ te11 de mbi* de Albuqxjerfte^edo Bi
ra s*Vici.iria s resorber;
O Sa. Mello Reg :-A commissao exarca aac
cm maulan de conttaDca da casa, e socorres-
pende bera a sea coottauca mantelo e peasa
ineotj e a iJa da sua maiar a o por isto desde
qoe ree rahego que esu maioria- opua pela dea- F
iribuiea.), .s.u de opinii qu> 'a c te, ou ao meos ns.i fa^a quosii esotra ella. |
Detofaaer tambera um reparo sobre 4 emda &^^!&$^&^lKta,,to'
do nobre iepulado o Sr D.- Piauoiro apm > "* <*- as M h ^^^^ouST^uSS S .2 S1 fiT'" ^'^
o prudente a cnar ura ausiliar pjra o lavanu ktl SuSto? **w,M *a|1* A'
meato da caria coregraphica da prov.neia, deca. inYtwvmTrin ^
raudo qoa a ra>paciiva ueapaia le fac dsMro da *DM,J,,s*5AO DO CGRRBO.-N0 mei da
- gcadou esu reparticio o ,.,nu de...
. qoe a .QjiWv-ao
toapfl?eaa mtl'hi ***&*'"*<*&> varba marca da.
Existrado' no profeet -e^L* vtfhi esooelf rs i^-0"11 dLz"o4 qUd ,f*"a ''U marcada
atrspalbar as cou-aTSAirna fftiW& ^Z^JtFf a'M.a ,BWv?i"l P*>
res de apodes, to'iK a ficaVea M f>. ^ Ido aspefidida em o^ N3o proceda oiu
verbnpara- eift ff.n. &**' ",r ^U9 ** (,s aaoos "rea a (kspaw
A verba de 120 eonio* nw.n mi imN-iaA :*'[ e'udoovwapiiicoi ie.-a sido inmuta, deve-*
ceVSliy l^'^E o"* iui r <** tefia o admp.
malo
f;l7twti
n 1 r,\ AJ.U ., i'5"'0 efiuWvrapicoi k.a si.
do /SBitira'
romnetente.
o nitro deputado.
ri=a a 'appflmif es,a verba \*
O Sa MblM' Rbga: -' preci rwM^aro
irato, e o ibra oVpuu 1 qie iJrn sepioro m,
esta.opiaio Virexp-ito t dos eoirai
dera fazer ealn pergMU.
Tcameiito oUriga a provio
conlrib iir eom 120:000*. aanualiaeme paro u
!* do ciiaaptBlo, e a eommissij nao padi'1
pagos pela v>rlia
on exlg nuirai f
O Sr Rtnrnw D*Ar,M'P r.ir n nan- n^' r "* fatls 9 me03 Pari ,war M a (,fl[-ilft
Ul AO U^J UIU- MOllj ,! IM >% njlrtjarlll ...lllc; nZ .'
_ nenur e ser feitos
en* Brande e-c.la, urjue ta:n ds i-c apiilicar -o
wedo de l,iWM**X) em obras dapandeai
de us eetiid
l'iuas oaras, qie aos oeeessarJ3 e>tuJas nao
ia (tutos, viuha .Isto a nJu;e>o da i-iAiesa,
KJO'ije oiw es raeios exnlem. e ai obren va
bue, ftM de duv.d* qae a dVapeda ea e>-
pc- erescer e mui^i ll: 2.
razio emendo ^ue seria bim que o
petado poJisne o aiAgraeuW da verba
d se_iraia^ se ijaer-que a .V idaa.pravaleoa.
' SANTA JAS A DE MISERICORDIA.- K iuale
taroe, par er attsmHt da sasrttfleado.
PA>SAETm-|6B bvmem atraa ao CreaW
pnrmaceullca'joaaiiim de AlmJda PinaV^I
?ma ao Cru
aquim de Almtda ftnao,
T.UIUJNAL DO JtJRr.-Emr'ou hotem em 'ni.
gimento o roo Caoaio Cand.do RarTorlua-
o art. 34 do eodigo erfbbkmI. o fb absolvido
da eolio, *?J.Ve3' *r*auae,a*> *. 157 .w da Silva Lins ; appellajos. Engracio Caetaso oV
WaSSvai Ab o kl*irJoitiroa. Uo juin municipal do JWie
AUUNAC, T-sD-.gn^ g,, cafMe| ppetant, Joaquua hilv^rio-di Senas : appalla-
da, ^iPwte.Coelho, Da de appwaew. Di
CHRONICIJUDIflURU.
I lilil V %s. BA KULirio.
SESSaO EM 6 DE JNH) DE 1871.
PRESIDENCIA INTERINA DO EXM SR. DESEMBABGADOR
GITIBANA.
Secretario Dr. Virgilio Coelko.
As 10 horas da raanhaa. presentes os Srs. desera-
bargadores Gilirana, Lour.nco Santiago, Almeida
Albuquerque, Domingues da Silva, Souza Leao,
Kegueira Cosa c Prntas Henriqnes, faltando com
causa as Srs. desembargadore Guerra, procura-
dor da cora. e Doria, abri se a sesso.
Paa1s os fetos deram-se os julgamentos se-
guimos :
RECURSOS CRIMES.
Dojaizo de direilo de MossorRecrreme, o
ja.zo ; recorridos, Manol da Rocha Freir e ou-
.Jf^T**"" os Srs. dasembaradores, Almeida
Alba (uerque, Loarengo Santiago, Djraingues da
Silva e S.uza Leao.Improcedente,
Do juiio da Granja.R-correnle, o jalao ; re-
corrido, Jos Arcanjo Silva lampa. Juizes os
sn.-desemhargidor.a Dimingoaadi. Si, Lu-
reoco Saaiiagj, Freilaj Hoaroaes e R?gaejra Cos-
ta.cnprocedeoie.
Do juiM de direite da Fortaleza.Recorreple, o
jiuao ; recorrido, Francisco de Oliveira Conde.
Juizes os Sr.'. dosembargadoies Regneira Costa,
Liureoco Santiago, Sania Leao e Alincila Albu-
q uerquarque.1 mprocedeo te.
Dojorao ds direto do B-.-oit.Recrreme, o
joizo; recorrido, Eslevao Awlonio. dos Santos.
Juizes os Srs. deserabirgadores R'.gueir,a Cosa,
Aloaeida.Aibaauerquo, ffatitis Hjoriquie^aD^imin-
(uoa da. Silva lauroced-mle a BjaaJarana rai-
ponsabisor a subdelegado.
Oaioiao de direilo di Grato.Re Jorrela, b jai-
10 ; rooa*rido, Casciano B.-aailino da Cota.^J|ir
zes.ua Srs. dasemuargadores Souta Leao, Loureq-
go Santiago, Almeida Albuqaerqqe o DJniagues
aa Silva.Improcedente, seodi responsabiljsada a
autocidade quo dea lagar a prisa do. re:arJo.
ACOBAVOS DE l'i;ni;.\o.
Aggravaute, Eslevao Jos Paes Barreta ; aggra-
jado, o juizo. Juizes os Srs. deembargadores
Pommguos da Silva, Freitaa Heqriqnps e Lou/env
50 Santiago.Deram provimento.
Aggravaole, Maooel Jo di C>sta Gabral-; ag-
gravado, o juazo.Juisea os Srs. d.-sa-obargadrai
Sjiizi Lelo, Almeida A.'buquerque e Freitai Hea
nques.Negaran provimeaio.
APPELLACAO CHIME.
Do jury do Liraoeiro.Appeaple, o juiso ; ap-
pellado, Feliciano Go.nes de Oliveira e Suva.A"
novo jury.
11KLICENCA CHIME.
Ao Sr. desembargado!! promotor da jusca :
Do jaryda Granja.Appellante, o juizo ; appel-
Isdo, Miguel Jjs Alberto.
Appellaote, o juizo ; appellado, Domiogos Joo
Evangelista.
Do jury de Caraaragbe.ippellaote, Joaqum,
escrava de Joo Mariobo Gima ; appellada, a jos
tica.-
Appellaote, o juizi; appellada, Joaquina Mara
da Con seifipk
Appellaote, o juizo ; sppeliado, Francisco Jos
do N.i-cimenio.
D jury da GranjaAppellante, Mauoel Perei-
ra Henriqe ; appellada, a justica.
Appallaale, o juizo ; appellado, Lfli Ferreira
Velloso.
Appellante, o joizo ; appellado. Jas Joo Bap
lista.
Appellante, o jaizo ; appellado, Luiz de Spuz.
AppeRame, o juin ; appeilado, Joo Virgiaio
Perreira de Mello.
BELICBNCIA CIVEL.
Ao Dr. curador gursl:
Bq juizo sumarial da Barretroi. Appellante,
Anlaeio Folia do Souza e sua raulber ; appellado,
Joo Gadhenoe da Helio, tutor dos menores, Jos
AfTnso Ferreira e oatros.
Ao Sr. dosenbiiigftdor precuiador da.cjroa,:
Do juizo muaictoal do Recito.A juma da San-
ta Casa ; appellado, Jos Lucio Lia.-.
Assigooa-se da para julgameoto dos segoiules
leiiea :
APPKI.L.VgES CRiUBS.
Appeilante, o juizo ; appellado, Ignacio Francis-
co da Sotada*..
A;.peHauie, a juizo ; appellado, Luiz Marlins da
Silvetra.
Appellaote, Antonio Gaspar de Azevedo ; appel-
lada, a justica.
Appelianle, Hanriqaei Alies Ribeiro; appellada,
a justija.
APPELLAQAO CIVEL.
AppeUante, Trajaoo Arar rico de Caldas Brandan,
admliiMradur do palri'monio d Nossa Senhorau*s
Dore de CaoaaQ.-tuU ; appellados, Jos de S Ja
Barooia e outros,
! PASSAGEN3.
Do Sr. desembargaur Aiuieida Albuquerque ao'
sr. desembargad ir Dana -
ApieUacoes civeis.Do jaizo municipal do Re-
cile.Appellantes, Joaqum Ribeiro do Maraes e
antros; appellados, Mauoel Pe re ira Magalbies e
outros. Appellante?, o herdeiroa do Exm. Conde
de Boa-,Viola ; appellada, Maaoel Marlins da Aran-
jo Lastro. Do juizo dos f--iios.Appellante, Clau
dio Dubaux ; appellala, a fazeoda.
D1 Sr. desembargada Domingues da Silva ac
Sr. daseinbargador Regueira Corta:
Do juizo municipal do Recife.Appellante, a li
berta Ignez, por seu curadjr; appellado, Stbaitiy
Alvos da Silva.
Do Sr. dosembargaior IWgueira Costa ao Sr
leeiobargador Souza Leo:
Aprwilajoo crino*.Do jmo 4u AracaVy.Ap
nejlaole, Caadido Pereira de Olivaira ; apuellada,
a justica. Appellaale, IVoilato Roijedtcto da S.lva;
appellada, a jusca. Appoliacdas oiris.-Do jui-
a de orph>a de Macelo, Ape*!lamo, Aalmio
ogelo i>ori)ao4as ; apoelkdo, o afraoV jaral.
Aza-preta.-
E' cerlo que o-aza ji-rta- no iasalio e na ca-
lumnia corre pirelha com a mais deienfreada ma-
ratona I Alira se sobre todos, com razo ou tem
.ell', e o san noico fln cniamear sos que f igem
delle como de um animai immuudo I De instable
a instante invenu e refere, eomo se certas fossem.
historias contra squelles qae o despresam- E'
fiTtil, nao ha duvma. L' chronista de chupeta I
.A luanwpia chimar a todos .iogeitados, fllh
da uva?, escova-botas, ladrdes e prevaricadores;
entretanto, elle mesmo, afnda hoja nao sabe ao
certo de quem. fllho; nao capaz de dizernos
e provar e c que se empregiva antes de, na ida-
de de 19 annos, procurar, cuno simples soldado,
as llleiras do exereito; nao se justifkou nemierii
c^paz de justilicar-se do escandaloso roubo- que
eom fondados motivos Iho fu g>ralmeate aiiribni-
do, de urna venda em Olmda; cao se defeoden,
das censuras que Ib fkeram em Fernando loda
as pracas do destacamento que corn-nauJava, a
qoe oram obrigados a receber a etape em gneros
ua wuda de un vivandeiro que era sabido Ibe di-
va gralis geoeros para sou gasto, presentas de
preco, e at dinheiro pira pagar fjrda.oeo-
tos te.
Uailos ou de raaos dadas com um heri de
aW.i nmada em Fernando, a quen ella a bem
pou:o lempo s c'.iamava bebado e ladraie de
quem deu terrveis informar;52s a respeto, a corla
commissao, cujas membros depois, tambara nao
escaparam das inventivas ajanlas desse malvado
que a nmguem respe ta, sem que a minima oBonsa
Iha bouvessem feito, juiga se habituado a desla-
zar se em iusulios e a lanjar-se impuuimente so-
bro a honra e repulaca albeia.
Expliqn-n es.-a historia das espingardas de
t-ora de Portas, di roubo attribuido ao misero
soldado, e a das 100 chbala las; e para nao en-
ganar-se, deizindo-se levar por mfarmacSis infois
de seu Hforniaule, (se que infrmame houve)
que nao poda deixar de estar bebado, v a paga
doria militar, con-nlle as retienes de moitra des
de o aono de 1850 o ver que a pasaos a que se
refere alm de algumas prisoes por filias leves,
taes como da revistas, entrega da mappas, e an-
dar & p'iizano, em nraa outra noia leve quanto
ervio arregimratadi; nunca foi aoxadrez; nj
foi umi s vez privado do posto, quanto mais
ameacado de levar chbala t Q le cynisrao t
Ni se lembram estes calumniadores que fa
ciL lirar-sa-ihes as mascaras era publico I Inda
gue o-aza pieta -dos moradores de Oliuda ni
poca era q:te la esleie o 4o halilh) e saber
tambem, que essa pessoa a quem quer altr.buir
infirmas e torpezas, fii sempre bera considerada,
viven no circulo dai oflhiaes mais distincius de-su
b.ilaliin, sendo um dos scus mais dedicados ami-
gos, este que h je o cilurania, por ura despeito
mal entendido e gracas as intrigas do-nza preta,
que nao deixar, teodo occana), de fazer Iha o
mesmo que tem f to a todos quantos Ihe ho
prestado favores; o oque tem kilo e couluii a
asar aquelle que alm de multas nices, favores,
o leve, por espaeo de set mezas a sua mesa ; Ihe
tnoqaeoa a sua fracs bolsa, e passou noutei e
das ap Sru lado, minsirandj-lhe remedios, quan-
do om' trra exlranha, longe d .s seu*. acoraniolti-
di de molestia gravissiraa se aehava a borda do
tmulo I
Coutinue o aza-preta a sna obra, mas nao se
sirva do torpes calumnias, consulta a pr-jpria con
iCioncia, enao altribi aos outros aquillo que so
ella -capaz do pnticar.
Semjpra nos mereceu sincero resuella a vida in-
iiina das fa.udias, mesmo dos Miaga inimigos, e
nao fo da nossa tenue peona os arigoi.qaeioya-
dem o santuario deltas.
Entreunto, fique certoo :a preta, q 10 actual-
mente nao recuamoa um pas* havemos trocar
insulto por ipsulio; ua.ni faca, calar a serio d-i
calumnias deque se serva para injuriar-nol O
assassno do infeliz-sol.lado avalcante nao iriura-
phar desta vez como de oulras lem. iriuinphado;
se nosarrastar ao crirae ir coranisco, isto Ibe
ajiAnco.
Recie6dajiiDh)de 1871.
C F. T.
Capital.
Parti de' reerra
Segaros #>nlr*fogo
COWiMIIA
NORTHERN.
1
20,000:000*000
.' 8,000:000*000
Agentes,
Mtlh'Ulhin & C.
RA DA CRUZ N. 38.
i.T] CURIAL
Companhia de segu-
ros contra-fogo
AGENTES
S. P. JOHtiSTOX & C;
Una da Weazala-iiora u 4f.
fitACA L0
? HOflAfl DA TARO.
AS 3 1/
Cotacrjes o'fficiHes.
Cambio sobre Lonlree-90 diT 14 7,8 d. e 25 pjr
15000.
ri G. Sieppl.
Presidenta,
P. J. Pin-o,
Stcretarlo.
ALFANDEGA
taodidiento do di 1 a o
dem do dia G .
13a;6>3437
?Saii.o3
u. .. --.
MMNMI
Hovimcnto da aifaudega.
totumes entrados com fazendas
cora gneros
/alunas sabidos com fazendas
' cora gneros.
878
87*
iT
147
a5
eeoeio.
Onscarregam hoje 7 de janh.
Lagar ingbz Union -pedras.
Patacho noite-ailpiiunMulilie-va
Brigne inglezWi/'J Wave-idim.
I'atachi mg|.-z.i^re-tiboado e ferro.
Barca poriugiia-r;0)T.i-varios geoeroa.
arca mgleza Hermwnefirro.
Birc nglezs-Dj/pft-carreo.
Despachos de exportarte no dia 3 junho
Na ba..ca qorueguense Concurrencia.. para
Cronstad carregaram : Keller & U, SoO atacas
cora 31.141 klos de algodo.
Na'barca fraoceta Grancille, para o Havre
carregaram : Tmset fi;rej 4 c. 418 laacaa. cjD>
37,333 kilos de algidae.
Na lugar portugus,/!//>,. para Litboa car-
regirn.: OivWra, F.lho* 4 C 4. a*o*aa eom 80
Kilos de alaodo ; Toirca do Aqu** Pooiaca
Filhos 10,) saceos cim 7.J00-, kilos-, da *w$t
somenos, 700 ditos cim 51.5K) ditos di (Uouaa-
cavilo eOOsaccas con l.iX'U ditos-de' dito
branco.
rlEGKBEDOrA DE RENDAS IWTSftNAS
GERAES DE PBRNAMBBCO
iendimepto do dia l a W.'>. v -8.-W84?
dem do dia o f "8Jtf
t'
rn.
: *m
*5.

- .
II
B1
2o;S58/'lft-
Ao publico
Mordido atrozmente era minha reputacao do ho-
menz,. n.ni|ico e particular, pelo, correspondente
anonymo intituladoSertanejo, eu j teria re-
corrido ba mui;o ae reduc o da iraprensa, se nao
oonbecessse que o autor de tal escriplo publicado
oas columna* do Liberal, um malvolo croinha
que dasgragadamente pastoreja o rebinho de^ta
vi;l>, e qae levado pelo natural despeito de vr-se
solemnemente despresado pela opiniao geral dos
homens sensatos deste termo que s enxergam
nelie um typo de faMdade e traico, procara des-
cooccituar a tolos e igualraeole s autoridades
que Ihd nao tem prestado a ficticia importancia de
que disp mha.
Conbeeendo, porm, j p la lingaagem, j4 pelas
saccessiya3 mentiras e falsidades, que esse es-
cripto parto do celebre cr jinha Chico Pedro e do
seu inscparavel amigo bachanl Rrito, nao me re-
liaixo a dar ura rtspcsta sia a lo ridiculas ac
cusa;9.'S, e limito-me unicamonte a dizer a esses
dous cansinas que as=iguem legalniente o nome e
verao se os chamo ou ni a juizo para provarera
ao p oposcOes quo avangaram com reiar;ii mi-
nha pess ia.
Sunca coslumo discutir com horneo? cob,>rde3 e
raentirojo?, e porianto aada assira nao Ihes dara
re-posta algama ; mas fa los hei experimeotar o
sabor da ac?ao legal di justici. Emquanti, po
rm, assim nao proeederem apielle padre nao
pa-sira de um vil calumniador, e este estpido
MOVIMENT" DO PORTO.
Nada entrado uo da u.
Callao de Lima (ao Chile)-70 da*, galera melaza
/'. eguipagem zO, c.rga guano, ao mesmo capilao.
Veio refrescar e segua pora Falmpuifc.
Navios sabidos no mesmo dta.
AracalyHiolo nacional Drus te-guarde, eapilio
Maaoel Caetano da osla, carga varios gaseaos.
ParaijbaBarca iogleza Weh afine Tetgn,.t*+
pito Hutchiags, em lastro de assucar.
bacharel do ura jaiz altamente de-nio-a'i-ado.cuj
procedimento envergonha a sociedade brasileira, e
cora especialidad^ a elasse que pertence.
Ourieury, 2 de abril de 1871.
Hertulano Luna Alencar.
EBITAES.
Fculdade deDireita
D^ ordem do Exm. Sr. conselheiro vico director
se faz publico q-ie seguada-feira li do corrnto,
s 10 horas da manhaa, ter lagar nesla (tea loa-
da a arguicao reciproca entre os candidatos ins-
criptos para o prximo concurso.
Secretaria da Faculd.de de Direilo do Dacife, 6
de junho de 1871.
O societario,
_____________los Honorio B. de Meneies.
ODr
N. 188. AGUA FLORIDA DE MUHRAY E
L\NMAN.Corn qnasi toda a certeza pode-se por
eip duvida set as mil e ama varia veis Aires que
adornavam e derr^mavara to deliciosa perfume
s.^b o VfrJe;ceme jardim do paraso espajha-
vam ama fragrancia mais para e delicada na al-
mqsphera, do qae aqaetla que se diftunde e en
che o gabinete de vestir, ou B-m-ioir, no qual se
baja aberto um fras:o desta odorfera e deleita-
vel agua de cheiro.
Comparada com o passageiro e voltil cheiro
desa> eeser>xias ordinarias, o seu mimoso e deli
ciosq aroma p^de se chamar ioextioguivel; impa-
Sebastiid Raza Barros de Lacerdi jift
de direilo especial d.o commereio desta cjdide
do Bacila de Pernambuco por S- M. Imperial
que Deai guarde etc.
Fago saber pelo presente que np dia 9 do cor-
reme mez de janho se ba de arrematar por venda
1 quem mais der em praga pblica deate
oVpois da aqdiencia respectiva a parte que.u,
D. Gertrqdes Anglica Joaquina no sitie deqj
aado Oliio de vid/o em Parnaraerim con)
.de vivenda de sobrado de un andar, e Xer
lano np pvirnento terreo como po superior
salas, quairo quartos, cosinba tpra, baveodo t
disso ura gabin-'te no pavimento terreo ao I>,
t-ndo in.aif com dependencia da dita casa urna se'n-
zulla e coxeirano fundo, porm separada di mes-
ma, cojo sitio lera bastantes coqiojodos; disidi-
do pela estrada de ferro dos tiihoi ufjjano?, que
o cgrDa-ao meio, al.n da casa de wyenda existe
urna outra na beira da estrada cima ref-rida,
avaliadq todo per I:000a0u0 sendo, a pane que
pissue seferida D. Gertrades do valor de.....'..
5:221gl08, em virlude da coma feia proporci nal
cordir, trazendo-noi mente o" deleiiavel e ne-
oain > perfume das aromticas e fl troceantes fo-
rts, n'nma palavra sella existe e floresce a Lellezi
e oensantamemo.
O olurne do delicado aroma espargido de a'gu-
tS'golas derramadas sob o lene,', verdadeira-,
ment niaravllhoso e deleiiavel ; o como um agr-
dayel np'e de restabelecr desmaio, vertigens e
dores do ebe.ca; assm como servindo de odorfe-
ra adorno i pessoa e ao paladar, quau.do usada ei
diluicao como ora enxsgoamento de boca ou cos-
ineiico, ella por certo qo tem seu igual entro to-
das aa mais aguas eheirbeaa impartidas.
" N. 3S8.-SANGUB DOS PULMOgS.-As quali-
dades typiicas e salutferas du atoo de ligado de
bacaa)o, a lornam perfeitamenle inapreciavel nos
easos' de bemorrbagia dos pulaides; nao ha mate
fia medica eom aLjnma que o possa sub niuir
orqae ao par oue estanca a aeraorrhagia e cura-
roptora dos vaso saBgaineoc foriiOoa ao mesmo
lempo os orgos da respiraco e o svstema em
jera.
Cora lado, ludo depende 4a legltimidade e p-
rela do rned, e par ola razio, us medaos
oais emioenles recom nendam o oleo purom4ioi-
Dil da ligado de haoalho, de Lanmun A Kmp,
Como om artigo garantido, qoe leva a marca oora
lanzadores que cubra o pirc d
avaliacao ser a arreraatacao feita pelo prejo da
adjudicarlo com aballmeulo da lei. '
E para que'chcgue ao conhecirpeoto 'i<\ y
raandei renovar o presente edil por assim o, _
reijuendo o exequeqic, vislo tr lidu per invoco
marcado o dio 1 do presento mez tfb junbo p,os
[.editaes ante.' publicados, e ser esse^di de (033,
ser este < fixado nos lugares do cjstume e fuf-
blicado pela impranaa.'
Da lo c passado ne^ia cidade do Ricifo de Pjfr
nambuco aus 6 dejunbi di 1871.
Eu.Eiuealo icbado Freir Peicira d^Sw^
es cr 1 van f subcrevi,
Recife, 6"da junho de 1871,.
______Seaosliao dJ Jfrfld Barxoi je Lg
1uiW~dTS
I <-
K,a, do Raoife.flflblisoa sob o a. 19 e dalard
*- correla,aaegioia orden cVrd!
do
e oppoobe, fimo diste,
y M.roj)if(|flMr..Z da fr,gaejU^ 3Jo5ro%TiH^X.
o]nizo muoi.pal do'Reeife'^Anj 'urt, ** tmSto^ UlM *"* w,peiwwl .* d,g" m' '
Q> benficos eflUloa deste remedio wbre 01 do-
entea da pliij>sia as pe aseas que ptdeeom de
aflc(Sei escromloaae e da Agolo, e. piicada com
omos uiales, fio .lieos entre os reimUados mais
lravdnarlos aVje iraiUBealo i^odars^
lisia ,HMSiei{J' i0 ^cife.-Aw>eo, ""Oan
dada a Mosaa Senhora das Fwnieiroa a JUub
01a;. Vpwjsda, 0. .Qeealna rheodora da Silva,
Oo w. desembargador Sbuzi Lelo ao ir. 4esi
mbarg wr Freui Hueriques:
0 Dr.4Ab.l*os We da ftlva. vgpiai
penal orden da Ro^a e jun privativa d^
d bzaoft dj-latfMtjqc^ |i %.*. La
. Dos guarde etc.
Faco sab
t.zaaa 11
Jeiros de J
Cab, feM
euudno,
Genos, pedreiro"avallado por
aaenciadqUa,omfaiio*'
de seteir.bro dtB,.o era

:ovidado*

lo do corcjBil Jo^ I> iii d
siooario d| faiotula, s
guaesquer liiiDles p^raapreiS;^!!!*^;
postas dentro do praip fa ^ das, 1 >-
dala, aelheaa,H o' (oesmu acraap i
dopoiiiari parueuar Pedro Viaur I
no engeuho S. Jila da comarca do CalV.
E para que etofcne a noticia 4o lodos nujfrj
"


jkti de PerilflffiiicS r- Quarta feira 7 J JunLo Je 1071..
A


pasear o presente, v-ie sera .
sa e afflxado no lugar do eos1
Dado e passado nesu cida
nambneo em 13 de miio de
Eu Luii Francisco Brrelo
subscrevo
______________Abilloos Tavares da Silva.
-*- Awwrfafauoioi^t 4etu
-v-
cidade fa-
ptrtHictr para eonhecrmeald-ie quem interesz
sar poa que,ctt30diasmarcadosnoecltal
q i di crtenle si para xame estudo
da planta e o;caa*nto do e nao para confecfiL) do prpjecto do mes-
lo mercado -que serio ac> sea lempo an-
anociadds.
r*a<;o da cariwra municipal 4o Recife ^
de maio de 1871, aflEL
Bento Jof'li C
Pr
Lourengo Be'
'- O Bkn. Sr. inspector 4a ihesourarja de li-
zeaia raaola lazar publico que (em marcado o dia
S de junno pruximo vipdouro p.tr.-v o concurso
qntse (em de abrir na mesma itaesooraria para
achlmento tas vagas attta existentes aa al-
ga de pratic>ntes ; ver-ara o exaroe sobre
as material de que trata o art. 9* do decreto n.
(153 de 6 da fbril de 1848 a saber : connecimen-
to pefelto da 'grammatie* etingna nacional, e da
aritbmetir.a al a iheoriadauroDcmiHS inclusi-
vamente reuaiodo o ca
boa letra.
Os coneorreotes de
tar seui requeriment
que provem tir b >m
menos de 18 annos.
Secretaria da thesoararla de fazenda de Per-
nambaco 26 de maio dj 1*71.
Servrad o de offleial maior,
Ma noel Jo? Pinto.
molas 100.*
brinda de mandioca litro.
fumo do Rio kilpgr.
PWjio molatinhcr litio. I
F arel i o sacco.
Gaz Uta.
Hiiho sacco.
Manteiga franceza kilogr.
Sabij dem.
Sal litro.
Tapioca idem.
Toncinho kHogr.
Velas de carnauba dem.
Ve'as siearlnat dem.
Mnagre litro.
- iho de Tinto de Liaboa idem.
jho braceo de Lisboa dem.
terciaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
rle, 2 dejunho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
\ pi'<>pi rc,os incuisi-
lo i -tu babiUtaces
i a acate apresen-
Je doearaantos
i idade pelu
De ordem do Illm. Sr. conselheiro inspector da
thessararia de (azendo derla provincia se un pu-
blico que tem de ser contratado peraote a insta da
mesma ili sluraria. por qaem por meaos f/,-r, o
oraeeyneUi Jo medicarntatos a enfermara mi
litar d^ujcapital no semestre de julho a dezem
bro do crrame anno
Os' p>e*Ai-lle deverio dirigir soas propostas
em artastfweh idas ao meam llliu. Sr. coaselhei-
ro at ae 10 oras do da 17 -do corrale, e ser
Ihesrha franjueado o receituario que- contm os
medlarte.ts preparados s os seus precw, aflm
de qde poesm regular se oas respectivas propos-
tt'.:.-.lU a
Sacfetaria da ihezouraria de fazenda de Per-
nambuco, 3 do jtmho de 1871.
Servindo de ofilval-rtaicr,
Carlos Joo de Souaa Correia -
DECLARACOES.
8anta Casa ? Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da sania casa da mise-
ricordia do Recifd precisando concertar o predio
que possue o patrimonio de orpios ra di Cruz
n. l, contrata com quem se trueira encarregar
de efectuar ditos concert', oneedendo-Ihe o ar-
rendamecto par ara ceno numero de annos e me-
diante aloguel eoismodo.
Os {ttieadentes deverao pre?entar-saas pro-
postas em esrtas fechadas e selladas na saladas
sessSes d;r junta, pelas 3 horas da tarde do dia 1*
dejunho viodouro.
Monetaria da Santa Casa da Miserirdia do Re-
cite 7.d.fliaio de 1851.
O fcscmi,
Pedro Rodrigues de Souza
O adinmi-trador ia recebedoria de rendas in-
ternas geraes, (az seiente que neste mez de junho
que Uta de ser paga sem multa a decima addicional,
relativa ao 2* semestre do exercicio cirrente de
1870-71 que esto sujeitas as corpora;des de
mo nio,i.i, as coupanuias e sociedades anouyma-
e as associacoes pas, beneceoies e religiosa?, e
3ae (iiiJo o referido mez, sir paga com a multa
e 6 /.-
RecebeJoria de PernambocO, 6 de jualu de
1871.
M.iou< 1 Ca^neiro de Sonta Lacerda.
(alsela de coipr te ma-
rita.
O conselho contrata no dia 10 do correte mez,
avista "de proponas recebidas al as 11 horas da
manha, e sob as c> ndiaes do esttrlo, o forneci
ment) no trimestre prximo ?inJiwro de julho a
ietembro, de vveres; fcfas e ouaros objectos de
consumo aos navios da armada e estabelecimen-
tos de marinba, seguintes:
Arroz do Uaranho, araruta, ale tria, azeite doce
de Liboa, agurdente do 20 graos, azeite doce
inferior, assncar branto reftoado, assncar braaco
grosso, bolachioha americana, bacalho, bolacha,
cale mu 1 -, cha bysson, cat em grao, carne ver-
de, carnauba era velas, carne secja do Rio Grande
do Sul, cevadinha, fejo, farinha de mandioca da
trra, gallara, lenha, manteiga iogleza, malte,
manteiga franceza, milho, pao sabio, sal, tapioca,
toueinho de Lisboa, lijlo de alvenaria grossa,
telha, velas'steariaas, vinho de Lisboa e vinagre
de Lisboa.
Sala das sessoes do conselho de compras de ma-
ana de Pernambuco 5 dejunho de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anios
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE,
A I'.lma. junta administrativa da Santa casa dt
Misenc rdia do Recife precisa contratar o forne-
cimento de assucar de 1" e 2* sones que bonve-
rera de consumir os estabelecimeutos de caridade,
colleglos de orphaos e a.-ylo de mendicidade nos'
mezes de julhj, agosto e stembro prximos, para
o que recene propo, de saas se^sdes, as 3 horas da tarde do dia 15 do
correle.
Secretaria da sania casa da misericordia do Re
cite 3 dt janha de 1871.
O escrivSo,
Pedro R'Klrigues de Souza.
Cpifaoia do porto de Pernambuco 3 de
junto de 1871.
Em virtude da ordem de S.. Exa. Sr. vice-pre-
sidente da provincia, manda o Illm. Sr. capital de
fragata capito do porto, publicar para cenbeci-
mento dos navegantes, o edital abaixo transcripto.
Secretaria do gove no.De ordem de S. Exc. o
Sr. veo presidente da provincia, faco publico para
eoabeeimeiHo dos navegantes, que lio da 10 do
corrate foi aova me uta aucorada a barca fiarol
i) canal de firaganes, em fundo da U brecas,
iem irandolhe a acau do Curaca aer 43* S.E. e a
da Tijoca por 18 .*. rumos vesdaairo*, lat. f>
25' 3b" S, long. 47* 55' O. G. W., conforme partl-
cipoa a capitana do porto nm offieio de 12 deste
mfz.
Secretaria do govtrno do Para 13 de maio de
1871 Anluoio -dos Pasaos MirandaConfu me
A. Lamenba Lins.
O secretario,
Decio de Aquino Ponscca.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE.
. A janta administrativa ia Santa Casada Miseri-
cordia do Recife precisa contratar o fornecimenlo
dos medicamentos que houverera de consumir a
botica do hospital Pedro II e a enfermarla do asylo
de mendicidade no trimestre de julho stembro
de conformidade com a relacao existente na res
pectivasecretaria, onde pie ser examinada, para
o que recebe prppi.-tas at o dia 15 do corrate.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 2 de juuho de 1871.
O escrivlo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Consolado provinciel
Em o mez de junho prximo comeea a correr
o praso de 30 das para o pagamento voluntario
oesta reparricj da ejwtribuicao da dcima ar-
baa, de 5 0|0 sobre o rendimento dos predios de
corporaedes de mo mora e de 75 rs por litro
de' agurdente, relativamente ao 2 semestre do
anno Qnaaceiro de 1870 a 71 ; o que faz-se seien-
te aos respectivos contribnintes que nao satyfa
zendo dentro desse praso, eneorrem na multa de
6 0|0 al encerramento do exercicio.
Con-ulado provincial 22 de maio de 1871.
O administrador.
Antonio Cameiro Machado Ros.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A janta administrativa da Santa Casa da Mi-e
ricorlia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to dos pa<'-s e bolachas que r ouverem de consumir
os estabelecimentos de caridade, os coltegios de
orphaos e o asylo de mendicidada nos mezes de
jalbvagosto o stembro prximos, para o que
recebe pnpo4as em carias fechadas na sila de
saas sesees, as 3 horas da tarde do dia 15 do
crreme.
Secretaria da Santa Ca-a de Misericordia do Re
cite, 2 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recife manda fazer publico qne
na sala de suas sessoes, no dia 8 do mez dejunho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quem mais vantagms offerecer, pelo tempo de
um a tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
^3 Roa do Prdre Florianno.
Casa terrea n. 45.......180*000
Becso das Carvalbas.
Casa terrea n. 5........120*000
Ra da Viracao.
Casa terrea n. 7....... 183*000
Rna de Hortas.
Loja do sobrado n. 41......1224000
Ra larga do Rosario
Sobrado, 1. andar n. 24 402*000
dem 3. andar i lem.....243*00
Ra do Calabouco.
dem n. 18........310*000
Rna do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26 302*090
Ru do Pilar.
Casa terrea n. 73......211*000
Raa da Gloria.
Casa terrean.61......-240/000
Becco do Abren.
Sobrado de 2 andares n. 1. .....400000
Rna do1?om Fim em Olinda.
Casa terrea n. 11...... 96*000
dem n. 12........ 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Crespo.
Sobrado de 3 andar n. 11. 1700*000
Ra do Rozrio da Boa-Vista.
Casa terrea n. 58. ...,..' 300*000
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 26 367*000
Rna do Burgos.
Casa terrea n. 19.....150*000
dem n. 21........151*000
Ra do Vigario.
1. andar do sobrado n. 27 300*000
2. dito dem.......240*000
Loja do mesmo.......350*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n, 14 1:200*000
Ra aa Sanzala velba.
Sobrado de 2 andares n. 132 7005000
Casa terrea n. 18.....241 000
dem n. 1. 6.......208*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 101.....205*000
dem n. 89........300*OOo
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 2..... 78*000
dem n. 110........205*000
dem n. 104.......201*000
dem n. 99........360*000
Os pretendemos devero apresentar no acto da
jrrematacao as suas flaneas, on compareceren
icempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
fe, 2 de jnnbo de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Le barn Puck...... Mr. Halbleib.
Le foral Bonn .. Mr. Hurbain.
Le barn Grog..... Mr. Maris.
Nfjflsmc!........... Mr. Antoine.
Tfa** ........... Mme.Poppe.
ha..,.., ... Mme Zlia.
f Amlie.......,..... Mme. Fuoco.
O'ga............... Mme. LouUe.
Charlotte........... Mas. Poppe.
00RO8
Offlciaee, soldados, pageos, damas de honor, vi*
vandeiras, etc. etc.
A scena passa-se em Grolstein.
Principia as 8 hora.
Depcis do espectculo hver m (reos extraor-
diuario para Apipueos e mais pontos di linha.
THEATRO
lAlllllL BE5PV\U0LA
o
CAMPO DAS PR1NCEZAS
GRANDE COMPANHIA
anglo-aweri:ana
iioji:
QUARTA-FEIHA 7 DO CORRENTE.
Esu campaata asas*) de seguir para o Rio
de Janeiro no vapor franeez, no dia 9, este sera
posnivamsote a fltisao speciacajo %ne.-te laeatro.
Sob a pretefllo ans Jms. Srs.-ca.nsules dos Es-
lados-Uaitos da Amerita e da Jografarra.
PROvAMMA
l PARTS
1. Oovertnra p-la orebestra.
2." Salto aerio, pelos irmaae Ridfiray.
" 3.* Scenas da opera italiana, no qu*l ser can-
tado nm duelo de 11 Trovatere :
Prima-Dona, Mr, Norton,
Conde de Maearroni, i. Tigba.
Direetor em procura de isteeto, C. Sleole.
4.* Soto no violoncelo, por M*. C Steele.
5.a Gaatiga e daaea (Big Tue Fiower) por Mr.
Norton.
6.* Os tres acrbatas, pelos irmos RIdgway.
Inlervallo de 10 minu os.
f" RARTE
7.* Walsa, pela orebestra.
8.a Caatiga (Operaiica).J. Tighe.
9.a Os dous cmicos, cora sollos no Rock bar-
monicum e pistn, T. e /. Ri Jgway.
10. Por especial pedido, o Sr. Norton dansar
pela primeira vez em Pernambuco, a celebre
dansa em lmaseos e que ser concluido cora
11. O grande acio acrbata, pelos seis irmaos
Ridgway, o mais moco dos quaes tem 5 snnos
de idade I i -I
Os burieles senJem-se no thsatro das 10 horas
as 2 da tarde.
PREQOS
Camarotes da frente 16*000
Ditos de i* ordem 10*000
Ditas de 2a ordem 12*000
Cadelras 2*000
En irada geral 4*000
Cadeiras reservadas 3*000
Principiar s 8 i [2 horas.
Vinle minutos depois do espectculo baver ura
trera especial, tocando em todos as pontos, at Api-
puecs.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor
Mamanguape.
O aprr Coraripe, fcra
mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 12 do crrante as 5
horas da tarde.
Recebe carga, passageiros,
encomraendas at as 2 horas da tarde de sua sa-
bida : eseriptorio no Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Di
tavcgaco costeira por vapor.
Porto de Gallinbas, Rio Fornioso e
Tamaodar.
O vapor Parahgba, comraan-
dante Oliveira, seguir para-
os partos cima no dia 10
do Brrente a meia noute.
R>.;cebe carga, encomraen-
das, passageiros e dinheiro a frete : no eseripto-
rio do Forte do Mattos n. 12.
Liverpool em direitunr.
LIVERPOOL, BRASIL PVER PLAfE
MA1L ITEAMERS.
lo da 3 do crrante aspar a-te da B*
bia o vapor ioglez Copennievs da I4> |r>
oaladaa, o .^iiul'avgnir depofs de indispon-
lavel demorar para o porto cima. Esle
vapor tem xcaieatea accomiBedict'8 para
pai9tg irata-se com os agentes Saondrs Brolheri,
4 C largo do Corpo Panto n. i I.
Com maio potes deora nesta corto seguir
para aqot|fe a Nfraper'-ua Vii* por j ur
grande parte do sea arresjmumo pramf.to : para
o resto Hue Ihe falta e passageiros trata se com
Soaresjl^^a-do VimW.K
, *>-se a escuna italiana Fiero, de lotacao
de iW (oaalladas inglezas. forrada e encavilhada
de meta), cala carregada nove ps de agua, foi
eoostrerda em Genota no mez de jao de 186,
dt madtiraae carvalho elassiScada em l> classe
por scta V4sita*^4al orompu a navegar para qualquer
porto.^quae aocotada em frepw da alfandefa
no ancondenro d carne sac:a, aonde oa prece-
dentes podera examinar e tratar com seu re.-pec-
vo eapilao e dono.
O^IlV\IIIl
DAS
Messegeries titmes.
At o diadO do crreme mez espera-se da En
ropa o vapor francez U i ronde, o nal depois da
lemora do costurae seguir para Boen,os-Ayres.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condnedes, fretes e passagens, trata-s
na agencia, rna do Commercio n. 9.
No dia 11 do correle mez espera-se dos por-
tos do snl o vapor francez St*dh, enmandante
Massenet, o qual depois da demora do costume
seguir para Brdeos, tocando em Oafcr .(GoreJ
Para condicoes, fretes e passageDs, trata-se na
igrncie, rna do Comintrcio n. 9.

PARA O
CEAIIA'
Segu com brevidade o hiate Ocano por se
aebar cora parle do oarrega melo ; para o resto*
pissagens. para o qne lera excedentes ccramodos,
trata-se a ra do Vlgaaio n. ti, 1 andar, eserip-
torio de Jos.Lopes Davim.
LEILOES.
- -
LEILAO
calcados irancezes e ingleie? em. lotes,
a vonlade dus compradores
HOJS
na loja ea rna do Barita da .Victoria n. 30, par n-
ter venci do genle Pihto.
'
DE
Quijos do Alemtejo
HOJE
O leilo ds queijos do Alemtejo nio pode ter
lugar no" dia attannciado, e dea tntflsfarido para
qnart*Jfcira 7 dft-correte, s 11 trora, tro arma-
zem do Afines.
vai sabir em poucos dias a barca portogueza Flor
de S. SimOo por ter quasi toda a carga prompta :
pa'a.o resto e passagens trata-se eom Carvalho A
N'ogueira na roa do Apolb n. 20.
5auta casi da.misericordia do
Recife.
A junta administrativa da santa casa da miseri-
cordia do Recife contrata o forneciraento '-la carne
verde que houverera de consumir os esiabeleci-
mentos Je caridad*, os collegics de orphaos e o
a-y o de rn- nJici-Jao nos mezes de julho, agosto e
stembro.
Recebe propostas na ala de suas sessoes, pelas
3 horas da urda d) dia Vi do crrealo.
Seeretaria da anta casa da misericordia do Re-
cife 2 de joobo de 1871.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 2 de junho de 1871.
O escivo,
_______________Pedro H*Tsaefda Scuza.
anta Casa Recife.
A Illraa. junta admmisuativa da rata casa de
ruisericjrdia do Recife precisa contratar o forneci
ment dgs gneros aban declarados que iem de [
consumir os H.'tabelecimentos dn caridade, os col-
legios de ori>rdsos, e a asyto de mendicidade no
trimestre de iulbo a stembro.
Recebe para isso propostas na sala de suas ses-
des, pl.s 3 horas d tarde do dia 15 do cor-
re!*.
Ose 151 rr rile* apresen'aro suas propostas em
s, asignaes devorio ter a ordem
i presente annuacio :
\guatd
SOB A DIRECCaO DE ____
MM1
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)' *.
Os espectaenlos terao lagar In-
TarlaTelmente na
Cuartas,
calatas,
Habbados,
Domingos.
Hoje
Quarta-fira 7 de junho
Grande novidade!
REPRESENTACAO'
DE
LA GRANDE DCHESSE
DE GROLSTEIN
Opera coa 41 actos, de lacques
Offeuibach.
Persona gens.
La Grande Duchesse. Mme. Poncelef.
Frita.............. Mr. Rayoand.
Le prince Paui..... Mr. Marchan!.
BAHA
O palhabote Garibaldi, capillo Custodio Jos
Vianna : a tratar com Ta'so irmaeg A C._______
C01PANBIA BRAS1LEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 do correte, o vapor
Paran commandanle Carlos Go-
mes, o qual depois da demora
do costume seguir para os por-
tos do sal.
Desde j recebern-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduxir, a qual dever
ser embarcada no ala de suachegada. Encommea
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da su; sabida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Tudo quepassar oestes lmites dever sor embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, roa do Bom
Jess n.'57, eseriptorio de Antonio Luii da ulivei-
ra Azevedo A C______________________^^
PARA O
k ARACATY
Segu com brevidade o hiate JVopo Invenehel :
para eargas e pas-ageos trata-se raa do Vigario
o. 1, 1 andar, eseriptorio de Jos Lopes Davim.
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sal esperadi
at n dia 7 do correte o vapor
Cruzeiro do Sul, comm&ndante
J. P. Guedes Alccforado, o qual
depois da demora do cosame se
guir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se i
carga que o vafcor poder conduzir, a qual deven
ser embarcada no da de. sua ebegada, oneora-
nendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sua sabida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
jsetos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou oitn palmos cbicos de medi-
cao. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros qne suas passa-
gens s se recebem na agencia, ra do Bom Jess
o. 57, escriplorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo dt C.
i'aruo Amc-iiy
Segu neste>dias o hiate Murta Amelia, capi-
to* e prat.co Francisco Thomaz de Assis, para o
resto da cari que lh-< falta trata so aora Antonio
Iberio de Souza Agaiar, ra do Amor* o. 60.
38& chapeos do Chite
' ASSiCOMO:
30 pecas de- .cajtifris de cores finas.
")Ocorte> deJita idem dem idem.
1 fardo de panno iioo ptto.
1 dito de caslmit* preta.
Fazenda nova epmpria para o mercado
r Sxia-fefra 9 do jomYo
no armazem. da iravessa do Corpo Santo n. 25,
por conta e risco de qnem pertencer, por occa-
sio das fazeadaa limpis a avariadas.

ia vicio e proprio para
dar da raa dos llar'-
Altfga-se
ura moleque de 18 annos
qualquer mvico : no 2
yrios n. 4.
n n, i, >., o .- Bi|r^1n_l|lll'~-----"~~
homeopafh!., mora na roa lajMfflUNrl n. 2, s
tem o seu consultorio no laboratorio boineopalhl-
madrna8n,:4L **** PiotCa*'W',e,-
Ja Asump;* tem ama
da Soledade o.

de Joias.
O grente da casa de penhores da ra das Cro
zes n. t, temi de fazer I pilan, por iotervenco do
agente Manas, no dia 25 do crrente, previne
aos 5rs. malparios -que tem camelias veneid:s e
nio reformadas, que sero vendidos es ohjectos
dados em penhor na forma da lei, no dia cima
indieado.
Antouio Martinho ,
carta vinda da luropa na pidaria
2 A, ou auuneie sua mera la para me ser
roo.______________
Precisase de urna ama Que saiba chuj
ia omprar a
21. IoJad>
courtiar .na ra larga do Rosario
calgadiis. ___
Precisa se de nm esixeiro puiiuxuei de l> *
Itiannc, qne lenha pratica de laberaa : ara*
da Concordia n. 95.
AVISOS DIVERSOS
Atten O abaixo asslgnado por si e por- sua mai part
cipa ao respeitavel publico qae, se entrn em ne
troci de subluqur.rao da casa n. 12 sita rna da
Mangueir, fregnezi *o Poco da Panella, perten
ceoteao Sr. Dr. Vicente Pereira do liego por-
qne sa achava habilitado em vista de ama auto
risacao do mesmo sentior datada de 2 do prximo
passado, e porque j linha satisfeito integralmente
a importancia do arrendamenlo (4004) ao recher
a chave da dita casa. R>c.fe 2 de junh-i de 1871.
Hemeierio Maeiel da Silva.
De orden da mesa regadora da
i confraria do Spd' or Bom Jcsos da
i Vii Sacra da Santa Cruz, convido a
todas us irmos contrares a cumpa-
I re.certra com s-hs hbitos no cor-
i sistorio de nossa igreja pelas 3 ho-
I ras da tarde do dia 8 d> corte, am
I do encorporados acompanharmos
I a procissio de Corpus Chrisle para
i o qte fomos convidadospelajrespei-
! lavel irmandade d. SS. Sacramen-
I to da freguezia de Sanio AotoDio
I desia cidade.
O escrivlo,
i. Theodoro Jos Tavares.
m'mmmmmmmm mmmmm
Canario do imperio
Hontem, por volta de 9 horas da manha, fugio
nm cinario do imperio muito cantador, do 2* an-
dar da lypograpbia deste Diario, lomando a di-
reecao da roa do Crespo, ou praca da Indepen-
dencia : roga-se a pessoa que o tiver pegado e
quizer entregar, dirija se ao eseriptorio deste Dia-
rio que sera generosamente recompensado pelo
sea trabalho.
Antonio Carlos Damasceno tendo de retirar-se
para fra do Imperio faz publica perante a le, e
deixa por sea procurador nesta provincia ao Sr.
Joaqaim Jo: Goncalres Beltrlo.
Pernambaco, 6 d junho de 1871.
0
na noite de 3 do correte mez no circo equestre,
urna caixa para rap de tartaruga araarella, eom
urna tirma de ouro no lampo, enntendo as iniciae
X C. G. C.; quem a achou ple leva-la raa do
Imperador n. 81, 1* andar, qae ser recompen-
saU _____________
i Josepha Joaquina Pereira Baraos, inveuta-
riante do casal de sea finado mando Manoel Fer-
reir Ramos, rega as pessoas que se consideraren)
credores ao dito casal, de apresenar suas cantas
na raa do Bario da Victoria n. 12, ant'ga raa
Nova, para seren descritas no mesmo inventario.
No da 12 do crrente m, dfpdtf da aa-
dlencia do Illm. 9r. Dr. joiz de orpMo>, vi i pra-
ca por arrendamenlo de tres anno, o sitio da P. a-
te de l'chi, servindo de la>e nafa a arrernatr^o
a tfferta de 1:6001, sendo ubrigato o arrelnataal
conservar o predio no estado em qou se aeaa, a
tarubt-m ser obrigado a dar Dador idbneo dll
arremalaeao; o predio aeima meneiaeado vj i
pr.ra por arrendamenlo a roque rimen to de lea*
Ardnlo Pinto, rom. anuencia de Jos JbronyaK>
Monteiro, na fualKhde de ioventarlanle dos IMa
do casal do Uado hti Mererra Lopes, cerno
tutor dos rJlhos menores destes e do Dr. carador
goral.
Avariado,
l'recna-se de urna ama sopara cosinbar :
na roa da Praia n. 37, 2 andar.
Atterujao.
Madapo'ao com toque de avaria a ti, 34508
44 a aeca : na raa do Crespo a. 20, loj do Gdl-
Iherme._____________^__________^
AvIm *& eaJi<'res le eagehd
e autor idade PoUclae.
Na noule de 15 para 18 de mam do correa-
te anno desapparecen da propriedade Utinga, ee-
marea de Ignarasd e (regnez>a de S. Lonrena
da Malla, o Sr. Franaisco Flix Conreia, otfteul
de Oleiro ; deixando com tanta iogratidao saa ma-
Iher com qnatro innocentes fHrnnhas, Javando ara
sna comp nhia nroa ontra malber de ontre mo-
rador, por meio de sedceos ; leado recdMdo
^diantado duieatos e oito mil res do proprielarit
para fazer t jollos, e nao os fez, e flcou tambero
devendo a diversos para mais d quatrocentos mil
reis, e /por tsso roga se aos senhores de engeohos
para nao cahrem na mesma esparella, e as Mlc-
ndades policlaes do eemro ar>m de e ebrgar
a camprir o qao trana, oa restituir o dinheira
recibido, visto querer o governo acabar eom o
elemente servil, pienso > hoje hr corriftndo
esses abasos e contrariedades a que esli sugei-
tos os agricultores, oa entilo agarra lo para re-
cluta aflm de ficar livre a socledade de um -fto-
mem de maos precedentes, e exemplo para o
outrns.
Matriz de Santo Antonio.
De ordem da mesa regedora taco publico qnea
procissio do Corpus Christi que tem de sabir
'e.-la matriz na tarde do dia 8 do corrate, tem
de percorrer as segnintes mas : Cabog, larga
do Rosario, pateo de Pedro II, ru do Imperador.
iravessa do Mrquez do Recife, ras de Duque da
Cxias e do Livramento, pateos de S. Pedro e do>
Carmo, ras da Cambda do Carmo e de Maibias
de Albuqnerque e do Baro da Victoria,a recotber.
Rogamos a todos os moradores das referidas ras
de ornarem as suas j mellas eom colzas, Me, e
aos do pateo da matriz e ra do Cabrgi de bota-
ren) tambem illuminacao na vespera e dia noite.
Ccosistorio da irmandade do Sanlisssitno Sacra-
mento da freguezia de Santo Antonio, 6 de jnnbo
de 1871.
Francisco Faustino de Brilo,
Eicrivao.
^ i.
Na praca da independencia n. 33 se da di-
nheiro sobre penhores de ouro. prala e pedras
preciosas, seja qual 1 or a quantia ; e na uiusina
casa se compra e vende objectos oe ouro e prata ;
igualmente se f. z toda e qualquer obra de en-
-commenda, todo e qualquer concert teniente a
mesma arte._____________________________
Inga-s nm excellente sitio na cidade da
Olinda, tendo moitos arvoredo? de frur.tas, horta
e jardim, cora ama fonte de agua de beber, boa-
casa de vivenda, com commodos. para grande fa-
milia, prefere-se alagar a peasoa aMataga-ira: ne-
ta lypograpbia se dir com quem se trata

DE
60 caixas com cha
O agente Pestaa fara leilo, por cenia e.risco
de quem pertencer, de 60 canas com cr de so-
penor e diversas quahdades, as quaes sero ven-
didas em lotes, a vomsffo uuarU-feira 7 do cor-
reme, s U.bpras da manha, no armazem do Au-
ne-, defronie da alfandega.
"" i.
Na roa Aagusla n. 98, ha para alugar-se ama
eecrava para o servico interno de casa de fami-
lia.
AVISO
de 600 pecas de algcdcks e madapoloes
avariad. 8
Sexta-feira Dudo correle s 10 meia horas
em ponto
Por iotervenco do agente Pinto.
no armazem n. 25 da Iravessa do Corpo Santo.
'
Leilo
DE
FAZENDAS
constando de madapol&es, algodoes, chitas,
casimras, pannos,-cuales,
brins, camisas e muitis outros artigos
Sexta-feira 9 do correte.
Joaqaim Lopes Machado & C. levarao leilo
por intervenejao do agente Pinto, nm variado sorli-
ment de fazendas ioglezas e francezas intima-
mente despachadas e existentes em seu armazem
Ja iravessa do Corpo Santo n. 23, onde se effec-
loar o leilo s 10 horas do dia aeima dito.
AMA
Precisa-se de ama ama para coz-
nhar para duas pessoas, e mais servi-
co interno : na ra da Moeda n
-- Precisase de um caixeiro para taberna, que
d dador a sua conducta : a tratar no paleo do
Terco n. 71, ou direita n. 14.
da casa terrea n. 9 da ruado
Q&* *H$h O agenjajhrtins, aplomado pelo Illm. Sr. con-
sol de P(B(h, levar, nrrvmente leilo a casa
cima, peneacente ao espolio do padre Jos Amo-
nio dos Santos Leisa
.exta-feirl 9 do( crreme.
em seu eseriptorio roa do;Marquez de OlInoPa,
15. 'Whoras-dadn.
Carros, cavallos e vaccas
O agente Ponmal, competentemente aotorisado,
vender era leilo dous carros de passein, duas
parelhas de cavallos, tres vaccas, um garrote, nm
Doi e um earro da allaedega
Sexta-feira 19 do cerrente
oa rna do Imperador n. 17 (cocheira)s 11 horas
ni
do sobrado de um andar e
sotSo'n. 52
da ra de Hortas.
O agen'.e .Martn3, competentemente aulcrifarlo,
vender im leilo o sobrado oV um .indar a sotio
o. 5i, da xa\ da Hurtas, eom quintal murado
Scxta-feira 9 do correle
m sen esc ptorio' ra do Marque; de Olinda
o. 15, ; tt horas do dia. O agente dar aa in-
faru af.*3es que exlgirem os preieudentes.
Foram apprehendidas no sitio do brigadeiro
Jfaquim Bernardo de Figueiredo, na travessa da
estrada de Joo de Barros, duas vaceas e dous
bezrros : quem for sea dono appareca para Ibes
ser entregue; mediante o pagamento deste annao-
tio, comedoiias, e as distrni(3es cansadas, por
estes animaes na lavovra ; qnando nao, dentro do
praso de 48 horas serio levados ao deposito pu-
blico, acompaobados eom a respectiva coma para
serera arrematados em basta publica como bens
de evento, e o annunciante indemnisado dos pre-
jnizos etc.__________________
No sitio n. 5 da travessa de Santo Amaro
precisa se de ura carroceiro que tenba pratica e
seja capat de dar coota do qae se Ibe encarregar :
a pessoa a quera oonvfer dirija se ao mesmo sitio
para tratar a respeito.. _____________
Alguma seubora branca viava com alguma
instruceo e qae tenba ponca -familia, qoerendo
encarregar se da educaco de ama menina branca
eom 7 annos j saliendo ler e escrever, poder in-
dicar sua morada rea Direita n. 55, loja, para
ajuste.______________________________
Irmandade
do Sanissimo Sacramento da freguezia da
S. Jof.
De ordem do rm > jnlz convido a todos os cba-
rksirb'-s rrmos para que comparecam no consis-
torio.da matriz no dia 8 d-i orrente, as 3 horas da
larde, aflm de encorp irada a irmandade sahir a
aeorripanhar a procissao d Corpus Christi.
.Recife3 dejunho de 1*71.
O a-erivio,
LyJio Mariano de Albuqnerque.
VeneraveL O'dem terceira
de S. Fi'aucisco
Por deliberado da mea regedora scientiflco aos
nossos irmos, que e-tu>1o vago o lugar de ar-
otilvi-ta desia veneravel ordem, sao convidados a
apresefliarem seus requerimentos no praso de l
dias, de conformidad* com o arl* 146 dos eslatu-
tos, os que desejarem exer.er esle cargo
Secretaria da vpneravel ordem lerceira de S.
francisco do Recife 6 du junho de 1871.'
O secretario,
Manonl A've* Guerra.
-- Virgilio do Maraes Albuquerque Marabe
vt a Europa tratar de sua saude.
ABtenefto
O,abaixo assignado declara ao re^peitavel pu-
blic que ninguera faca negocio abjora cora a ta-
berna si'a ra das Nymuhas n. 18. O rasane
protesta contra a dissolvico da soeielade sea ser
pago e satisfeito pelo socio Jis Anicnio da Si'*
Braga, fleando'na responsabilidade da liberna
quem della tomar cunta. Recifo 7 de junho <
1871.
Francisco Pires arate.^ |

Manoel Zeferino Dias Brrelo, do fundo do sea
coraco agradece a todas as pessoas qne se dig-
naran) assislir as exequias e aeorapanhar ao ce-
raiterio os restos mortaes de sua mui cbara con-
sorte, bem como com pariicalaridade e coro lagri-
mas de eterno agradecimenlo a aquellas pessoas
que assislirara al o final encerramento de sea
tmulo ; e os convida a asiislirem a ama mis-a
pelo deacanco de sua alma na matriz da Boa-viaia
no dia 9 do crreme pelas 6 horas da. manha.
aaaflSBBHanan
t-mmm
SITIO
Vende-se um sitio no Arraial, no becco do Bar-
ibetomeu, casa nova, toda envdracada, eom casa
de banbo, cacimba com muilo boa agua e bomba,
lem quiobentos e tantos ps de arvoredos navos,
laladas de maracuja-as-, o terreno proprio a
lorna-se recommendavel por ser perto do novo ra-
mal do mesmo Arraial: Iratar no trapiche do
caes do Ramos n. 4, das 10 horas da manha s
3 da tarde, ou no mencionado sitio.______'
Aviso ao publico
Tendo acabado a rrais de anno, a fabrica inti-
tulla barbalho, o Sr. Jos Gomes de loraes li-
quidou o resto da louca que Ihe pertencia, e boje
se acha em dnas casas do mesmo negocio do
Iones, sendo o deposito na roa Duque de Caxias,
outr'ora Cruzes n. 2, a outra loja na rna do Ran-
gel n. 53, que para liquidarse acham-se expos-
to por preco mui commodo, segando as qaalida-
des das pecas, por isto se faz seiente aos preten-
demos e mais freguezes desses dois estabelecimen-
tos aflm de aproveitar a occasio de precos com-
modo, nao s para seu aso, eoao para negocio ds
estabeleeimnio, sem preco, dinheiro a visia, pe-
chinrtia.

Feitor.
Offerece se nm portnguez para feitor de algara
sitio: qaem preteader dinja-se a SaWo Amaro,
junto da igreja.
Aluff.-se
o f> e 3 andaras do sobrado da ra de Lona Va
lennas n. 48 com bastantes commodos e muito
fresco quem preteuder dirija se ao 2" andar da
ra dos Slartyrios n. 4.
Precisase de orna ama para comprar e mais
servico, em casa de pequea familia esirangeira :
na ra da Gamboa, do Carmo n. 19, 1* andar.
PROTESTO
Americo Xavier Pefeira de Brito tnventarianto
dos bens do casal do flnalo segro e sogra, pro-
testa contra a ariemataeo dos esenvos que se
dizem de Thomaz deFgaeireJ.por'lsso que per-
tenc-ra aos inveniariados e tem ae fazr parte do
raoule panivel .tendo j sido reclamado ao juizo
do commercio, por preeatoria vinda do julz ma-
nkipnl e erpMos do tetrao de Serinhiem._____
Tendo acabado rnafs de anne a fabrica ios
tituladaBarbalhoO Sr."Jos Gomes de Moraea
iiqui loa os restos da Iraca QQ* ,ne pertencia, e
boje se acha oeste deposito da roa Duque de Ca-
xias ontrVa Craies n! 2 qae psra liquidar s
achara exactos par prec'js mu commodos segan-
do as qoarfdades das pe te aos pretndeme* aia fregueses jo mesmo
deposito aflm d sprovttar a occasio de prec.)*
commodos, oJt s ara seos usos como para oe-
negocio de e*tabe!ecirneuto : sem preeo, dinheira
a vista pechincha I
- Achoo se um atacador de pulseira, de caro,
ira do Varadouro, un abril do cerrentf :
i j-iigir com dir'eito apaj^^|
n. 2i, in Olin.da, qaLJHBBHk""1*
i ntiegne, dando o aob*|^^^HBo aa
^pezas feitas cora a anounelo._________._____
Precisa-fe da ama a na'qao
saibt cosinbar com perfeicao:
na fabrica a vapor da cir*
ros raa larga do Rosario n. 21. .
>fc^^.


Diario ti% reruaiaiuca -~ Quera feira V de Junlio Je tTil
i
Folagraphia imperial
ALERIA BB PINTURA
DB
J% Fumara FtUtla
Oeede o m 7 de bfil paseado acha-se aborto t
oro eattbetocinjemto nhotogrpwco silo i nu do
Cabugi n. esquina do pateo ra matrn. Oslraba
lhos qae fesde eets, lera sabino de nossa offlcina
lea WTmette agradado, WBdo recebidos por
airas com adwiracio .pelo extraordinaria pro-
greses qfle nWmanwnte te tjdo a photcgraptaa^
.5 Mr outros-coa alegra, gr verera a provea
4otata com rm estandeetaento digno d ella, e w-
Mestaveirkente o primeiro que nesse genere
feeje pnsoe : Umbem nfco nos poupamos em cousa
ajuma ptfra moriu-tono p em que se adta, es-
perando <|ue o poMfco de Pernambueo saber
preciar nossoa oVeoa e recompensar nessos sa-
4iiucioa>
Convidamos alelas aquellas pessoas, nacionaes
* estraogeiras que teostam das artes, ou tiverem
aoaastdade de trabalhos de phelograpnia a visi-
taren; o nosso esnbelecimento, qve estar sempre
aben o e i ana drspoeicao todos os das desde as 7
turas da maoMa ate as Eda tarde.
'wios\raMhos de photograpnia tpossuinos di,
verbas mactaraas dosmelhores aUteres franceses -
jTinnn eaJhneroies, como setam : Lerebours et
ecretan, Hennagis, Thoraai ttoss, Voigtlander el
"Softh e WuH. ltimamente recesemos tres nova;
aehinasi iiCBdo nma deltas prepria para tomai
obre ogaasno vidro 4 oa S rmagens diversas e
taoladas, e-entra de 6 a 12 rmagens diversas 9
igualmente-soladas, de serte que no caso df
grande eeneurrencta poneremos retratar sobre
ata uniec chapa at 8 pessess diversas eisola-
das para artes de vefta, assim em menas de
mm qoatrto de hora despatarraos 8 dirTerenies
aaaonftepecam cada ama, ama dnzia de candes
asis ou menos, com os seos retratos somonte, oo
a -grato eom ontras.
Eneatregamos-nos exclusivamente da direccac
Miera dos trbanos de photographia dei-
pnela e talentos do distancio pintor
o fir.
Jorge A. Roth
e Mblhos de pintora, a aquarela, a oleo,-* a
Antonio Joi Rodrigues de Sotai predi
lugar um criado torro ou eaeftro bar o servico
de sua casa : a tratar na ra 8o Darlo da Victo-
ria n. 80, andar.
0'8r. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ata eecriptura pnbtica, e at o presente tem-st
rallado na execaeao de seus trabalhos.
ifonossoestbelecimentoacbam-seexposlos ou-
tros trabalhos imiwrtanfas do Sr. Rota, tanto em
aminoras aquarella como oleo, retratos a
oleo, qoadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
Umnho natural, assim como de qoadros sacro;
ara ornamentado de igreias ou capellas. Tam-
bera acertamos encommendas de qoadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos do diversos tra-
balhos da nosea casa sao moi rasoaveis.
cartSes de- VISITA nao COLORIDOS 16000 A
DDZIA
CARTES DE VISITA COM O C0L0RD0 AO NATU-
RAL A 16^000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 50*000 cada um, indo convenientemente en-
eaixilhado em moldura dourada e regalando c
basto da pessoa retratada de 3 i i pollegadas e
todo o qoadro palmo e meio de tamanbo.
JnJgamos <;ue bastarlo os precos cima para
darnos idea da barates a dos trabalhos do nosse
MaMeeimeato, qnanlo sua perfeicao cada un
venha jolgar por seos propros olhos.
As melhoros horas para se tirarem retratos no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entreunto de nma hora s 5-da tarde
am casos especiaos pode-se umbem retratar qoal-
qoer peseoa.
Nos dias de chova, on por lempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os mais favoraveis aos trabalhos de phetographia
pela docura e persistencia da luz, e per termos o
nosso terraco construido com Ues proporcoes e
melhoraroecios, qoe anda cbovendo ii jorros ne-
ahum inconveniente ?ha para (azer-se bellos re-
ratos.
Bna do Barco da
Victoria,
Outr'orarua Novan. 63 cosas
do costume.
IIIIheles garantido* pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre ot
seos moito felizes bilbetes a norte de 9001000 em
um meio bilhete de n. 801, n meio de n. 3191
com a sorte de iQBfc em meio Mi hete de n. 1951
eom 1004, alera de ontras sortea menores de 40*
e 904000 da loteria qoe se acabou de extrahii
(191), podende seos possoidore virem receber,
que promptaaaeate serio pagos.
O mesme abaixo asgado convida ao respet-
lavel poMroe para vire* ao seo estabelecimentc
-comprar os Mus bilbetes garantido, que nao
deixar de tirar qualquer premio como pro va pelo
meamos amraneios.
Achatn-s* i venda oa multo feliies bilbetes ga
rantidos da 4* parte das loteras em beneficio da
groja 4a Congregarlo do Oratorio, qoe ser ex
trabida no dia siobado 10 do corrente.
JPREgOS. >
Inwrro 6*000|
Meto 3*000
De 1005000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 3*700
Joao Joaqoim da CoaU Leita.
'oai *oio de Afflbrim (ai pnbiteo qoe, tendo
aido r-^HRaado iavWiUrianie dos beni do casal, de
fp:-x fallecida gearo Candido Aftooso Moreira ;
Vha se autorisado pelo ju;i de orphSos liquidar
os negocios do referido casal, e ene fax selente
todo os interessados para eom elle nventariaate,
dignem antoader-ae a tal respelto.
Pfrnabuco 4 de jonho da 1871. ..
Aloga se o 3* andar e solio da casa n. So
da ra de Sanu Hita : a tratar na rna do Quei-
mado n. 4.
ATTENCAO
Precisase alagar orna molher de meia tdade,
eapai para tratar de criancas, dando fiader de
sua condaeU, tendo ama outra pessoa para ajndar
nos servicos das mesmas : na Caponga, entrada
da barretra, sitio n. 2.
CAFE PURGATIVO
A' ESGAMONEA
De B,N Barra!
Pbarmaeeatlco-Cb ntico
A u ti I ida de dos porgantes nao soffre demons-
tra ;io alguma ; a prescripcao diaria que del lee
fazem os mdicos e o aso ainda mais frequente
feito pelo publico sao pravas irrefragaveis Unto
como a qaantidade innameravel deste genero. SO
falu aperfeicoar cada ve mais o modo de admi
nistrac&o, de maneira que conservando a sna ac-
cjk), Ues possam ser tomados sem repugnancia
nem *co e sobretodo sem receto neni pengo.
Maitos porgantes afamados s devem este bom
xito ao seu effeito intenso e excessivo. D'ahi o
pengo, porque irriucSes de estomago, inflamma-
ri de entranhas sao neviUvelmente o resalu-
do sea emprego. Nada disso tem-se de reeear
com o aaf purgativo.
Todos conhecem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiramente tonteo e excitante do
caf. Elle o raelbor auxiliar dos porgantes dos
quaes dislarca o cheiro o sabor e ajuda a aecao
solliciundo vagarosamente os movimentos peris-
tlticos de intestino, e prevenindo o seu effeito
moito intenso sobre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacaac5es com promptido
e sem clicas; e torna-se um purgante brando,
eerto, faeil-a tomar e preferivel a todos os outros
salvo ama indicacao especial da qoal o medico
o nnico juiz.
A innocuidade do caf purgativo permiti de
emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
c>o deste, destroe a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatuosidades e excita o appetite. Em-
bregado mais a miudo, convenate para eva-
cuar cora vagar a bilis e os humo, es viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqneca,
as dores de cabera e prev os aUques de sangae
as pessoas que a estes sao predisposUs.
MODO DE EMPREGO.
' lio simples como fcil. O cat purgativo
aove ser tomado fro, puro oo misturado com um
pooeo de eite fri assucarado, ou agua assuea-
rada. O vidro inteiro a dos ordinar.i para
um adolto ; doas colhares de caf bastam para
as seohoras e para toda e qualquer pessoa que se
^>, por fcilmente.
.ara as criancas de 8 10 annos, a meUde do
vidro. soffleiente ; de J a 8 anuos, nma colber
de caf, e a qoaru parte do vidro somonte abai-
xo desu idade contra a gosma.
E* por isso d'oma administracio moito mais
fcil do qoe es biscootos, chocolates oo bolos
purgativos.
Da-se immediaUmente depois leita quente as-
sucarado ou caldo leve, e doas oa tres enarenas
de ctia preto oo de tilia.
nico deposito na pharmaoa e dragarla de
flartholomeu & C : ra larga do Rosario n. 34.
v^luga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Olin-
41 n 60, optr'ora ra di Cadeia, eom commodos
para familia ou escriptori, tornaodo-se recom-
.raendavel pela boa localidade e ser rouito fresca :
a tratar no armszem do mesmo, oo aa roa da
Imperatriz n. 8.______________
Na ra do Apollo n. 36, existem oens ar-
anazeos alfandegados para deposito de fazendas,
oa eneros de qualquer especie oa natoreza, a
prefoi razoaveis : quem precisar dirija-se i roa
roa do Bbm Jezos, ontr'dra das Ornes n. 6.
PARA
Santo Antoio, S. Joflo e 8
Pedro,
Souzaa;& Gaimaraes, proprieurios da amiga
loja de ferragens roa do Bario da Vicioria n. 39,
amiga roa Nova, veem avar ao respeiUvel pu-
blica e com especialidade a seos antigos fregoe-
zes, qoe ja receberam as amostras de am com-
pleto e variadissimo sormento de fogos artificiaes
para festejo dos gloriosos Santo Antonio, S. Joio
e S. Pedro, garaotindo-se a boa qnalidade por
serem das melhores fabricas desU cidade, bem
como um lindo e Umbem variadissimo sortimento
de toguinbos para criancas, os qaaes sao propros
para sali por se tornarem innofensivos, por isso
veem convidar a que venham dar suas encoraen-
das, compromettendo-nos a satisfazer com promp-
tido e zelo, j pela boa qnalidade e ja pelo esme-
ro com que se acondiciona qualquer acomenda,
ludo por precos commodo, a contento dos fregu-
es ; em rea cao aos divertimentos, acham-se
Umbem venda, livros de sortea, candes oe sor
tes com pergnntas e resposus, papel eom versos
para sortes, e as pouco conbecidas tarjertas mgi-
cas : todo na roa do Bario da Victoria n. 39, n-
tiga rna Nova.
Hotel da praca
PATEO LU RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel haver todos os domingos e
dias santificados boa mi de vacca ; ; ssim como
ha todos os dias pela manbia excedente papa da
bem conbecida gomma de milno de Glasgow e
New York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to que era outra qualqner parte. Previne-se que
o cozinheiro dcsu casa leve bom raestre enten-
de perfeitamente de sna arle.
' N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9
Pede-se ao Sr..., que no dia 1 do corrente
de. 1 para 2 horas da urde, estova senudu ao lado
do eofrede am estabeleeiatento da rna do Impe-
rador, e nesaa occasio por pee on de veras em-
palmou quatro eedolas de 100*, amarellas, quan-
oo o dono do estabelecimento abrw o referido co-
fre lhe cahiraro, as va entregar, pois 8. S. sabe
moiio bem que ai pessoas que esUvam presentes
vriram a tal graea, e oso prompus a jurar se
preciso for.
M f A Precisase de urna para cozinbar
34n.J3fJl.im. e comprar : na ra Nova d. 61, *
>adar.__________________
Massa de plvora*
Vida vino Ja plvora lera para vender em sea
armazem na roa. Impena' raassa inglesa moito
boa e ,abo.-as de iiver- grossuras e por prego
moito cooiaioj:,
Kiv^tl sem .-egundo
Ras Duque e Casias m. 48
3oa de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
j a de miade/as continua a vender Indo
por baratos preces que f todos admira :
Libras de linba de novello, a melbor
posa i ve 1. 1(J500
Duzia de lencos de cassa com barra. 1^000
Caixas de liebas com 30 novellos a 500
Vara de franja branca para toalbas 160
Dozas de metas croas moito boas a 34500
Dozias de meias finas para senho-
ras a 4*000
Dozias de facas e garfos Gravadas a 55000
Doxia de palitos teguranca a 120,
240, 320 e .500
Na albas muito finas, para fazer a .
barba a 1*000
Caixas com peonas de ac com to-
que a 320
Caixas com peonas de Perry azen- .
da fina a 800
Ditas de dita dito verdadeiras a 1*200
Caixas com 20 cademos papel ami-
zade a 70
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada orna -1*500
Pecas de fita para coz com 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a 40
Dizias de liaba frooxa para bordar
a 400 e 500
Pares de sapa tos d tranca a 1*800
Ditas de ditos de tapete moito
finos a 1*280
Da?ia de baralhos muito finos a
24400 e 21800
Ditas de agu'has para machina a 2*000
Libra d pregos franceses a 240
Resmas de papel almaco superior a 3*600
Ditas de dito paulado o melbor a 4*000
Caixas com fabonetos ructa a 720 e 1*000
Libra de Ha para bo dados a 7*000
Carrteis do Mona 4 exandre a 160
Gravatas de cores moito finas a 500
Ditas pretas puntas bordadas a 600
Grosas de botos de madrvperola
para camisa a 500
No vello* de linba branca, 400 jardas 60
Duzia de cartoes de linha branca e
preta e de coree a 120
Thesouras moito finas para nabas
e -costura a 500
Baralhos fraucezes moito finos a
200 e 246
Caixas redondas para botar rap a 1*200
Precisase alagar urna eserava para casa de
homem solteira: a tratar na ra do Duque de
Caxiain. III.
Caixeiro
Precisa-se de nm menino com pratica de taber*
na : na rna das Calcadas n. 2._________________
asa de campo
Alocase um sitio e easa de moradia no prin-
cipio da estrada do encanamertn. dns< alia*
3 quartos grandes, copiar, coz. > dii;fcija,
mais nm qoarto, e cacimba d. 'to;e agua
-para beber : .tratar no. mesm. .. r asa de
oiloes arrwrello.
A luga
e
nm sitio na Torre, com exeelleate casa de vivenda
e banho i frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na roa do Pires
0.19.
SEGUROS
MARTIMOS
E
COIVTRA. FOCtOa
,K toopaobla Indetmisadora, estabelecid;
oesla praca, toma seguros martimos sobrt
aivto e seos csrreajamentos e contra fogo
em edificios, mjrcadorias e mobilias: tu
roa do Vigario n. 4; pavimento terreo.
LIQUIDAQAO
Da importante e bem conbecida loja e fabrica de chapeos de sol da roa do Baro da Victoria, esquina da CaiSba do Caxmd.
0 dono daquelle estabelecimento, querendo acabar com elle at o fim do corrente inno, convida aos seus .numerosos
fregoezes a aproveitarem a circumstancia para muoirem-se por barato proco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, Umanbos e feitios, tecidos, armagoes e mais aviamentos para os mesmes, armas de
fogo, entilara, bengalas, chicotes, o urna infinidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afiadores para navalha de u
Pradines, premiados as exposicQes de Pernar buco, Londres e Paris.
Joaquim Jos. Goncjal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, I* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o aaawo V
inho, em Braga, e sobre os seggintes lagares an
Portugal :
Lisboa. i
Porto.
Vaanuca.
Gaimaraes.
Coimbra.
Chava.
Viseo.
Viuao Conde.
Amo de Tal de Vea
Yiaaaa do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa ReaL
VilU-Nova de Famlicas
Umego.
Lao.
Covilbia.
Vascal (Valpasso).



Baja.
Bareelloa.
Ni Iravessa h roa
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre peibares
de ovo, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesna casa com-
pran-se os lesnes me>
Ues e pedrs.
A cigana
LIVROS DE SGRTES.
R?.-U6O0
LIVRAR1A PRANCEZA. [

Hotel da prpa
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
O aovo proprietario deste estabelecimento (ou-
ir'ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-
nisadoo, vem mni respeit>samante participar ao
respeiUvel publico, qne os sen frequentaaores
poderlo apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e tambero receben assigoantes e se en
carregam de mandar comidas em qnalqner casa,
tudo por preco commodo.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9.
Aloga-se urna casa terrea em Apipucos : a
tratar na rna Seto de Setembro. ouu'ora becco
dos Ferreiros, casa do solea e portio ao lado.
Offereee-se nm homem para caixeiro de eri-
g nho, do qne tem bastante pratica por J ter
exercido dito logar : a tratar na travessa da Con-
gregacao, loja de livroi a. 3.
MANUEL Q.
iisfr3n riA nart-inar aos sens numerosos fregoezes, que em vista de ser-Ibes mais
Tem a ausfacao de participar aos seus numerosos freguezes, que em visto de ser-Ibes mata commodo, tem
flttbelecido orna nota fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recif n. 9, boje ra do Mrquez de Olinda,
q*. onde acharto os pretandentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por or*
S?. lerao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
,T- 5 macOes as (atondas que a demora da fabricacao b
bem diminuta.
PEITORAL DE CEREJA
DO

DR. AYER

Para a cura radical certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
c5es, tosses, bronchites, defluxos, rouquidSo, coqueluche, angina, etc.
Este xarope peitoral o resultado de
longos anuos de estodo por um dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
esperiencias minuciosas nos principaes bos-
pitaes do mundo; receitado pelos mdi-
cos mais distinctos do seclo actual, e
digno de toda a conSanca : 1* por ser efi-
caz, alcanzando com urna certeza infallivel
o assento da molestia; 2, por ser inno-
cente e applicave a qualqtier pessoa de
qualquer idade ou sexo, ao homem robusto
ou enanca da mais tenra idade, e nao ser
perigoso se fr tomado, por acaso, em
Comtudo de ver de todos combaleresta
terrivel molestia no sea principio, bem
como todos os males que podem conduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defluxos,
ddr de garganta e bronco i tes; qualquer
rouquidSo deve ser tratada immediatamen-
te. A experiencia mostranos qne o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
decimentos, qoasi sem excepcao, e raro
o logarnos paizes onde conbecido, que
nao tenba numerosos exemplos de curas
feitas por elle. Se se pode prestar f ao
qoe homens de todas as classes affirmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar emnossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas aflecces do pulmo
cederem a elle; se podemos crer no teste-
munho de intelligentes facultativos, cuja
obrigacJo conservar os factos; e final-
ser efficaz, pois nao ha tempo de faaert-i
te experiencias. As pessoas atacadas da
pblysica geralmente fazem pooeo caso de
seu mal, at qoe seja tarde par cura-la ;
nesta, mais do qoe em qualquer outra
Clusa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que moilia os
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na eslatistica da mortaadade.
Milbares de casos de molestias pulmonares
qoe linham zombado de todos os recursos
da sciencia, tem sido curados radicalmente
com o uso do
grande qnanlidade ; o 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
formo a de sua composicao, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, ra do Visconde de Inbauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis curas da
phtysica pulmonar, molestia esta tao penosa
e fatal em suas consequenciasque aquelles
que sao atacados dos primeiros symplomas
devem ser tratados o mais cedo possivel, e
o primeiro remedio que applique, dever
Peitoral de cereja go Dr. Ayer
mente, se permitlido acreditar em cousa vidro deste xarope mao; pois nos ataques
al. urna, est incontestavelraente provado, repentinos de angina, de crcup e nos pa-
que este remedio cura todas as classes de roxismos da coqueluche a que esto sojeias
molestias cima designadas meihor do qoe
tolos aquelles al boje conhecidos. Bas-
tara nicamente as suas virtudes intrnsecas,
e o incontestavel bem que tem feito mi-
lbares de doentes, para que surgisse e se
soslentasse a reputarlo de que goza. Em-
quanto que muitos outros remedios inferio-
res a este, e que foram acolhidos pelo
vulgo, falharam e foram depois abandona-
dos ; este, tea ganho amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que Um prodi-
galisado aos afllictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderoesquecer as ma-
ravillosas curas obtidas, porque sao nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa de familia deve estar sem um
Tende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
W.R. Casscls&C.
Agentes geraes.
as criancas, nao ba tempo de chamar un
medico, nem de fazer remedios, e este xa-
rope allivia immediatamente, sentando a
criaoca dopergo.
A VISO.As preparares do Dr. AyeT
sao preparadas com especial alinelo ao
clima dos trpicos, e tem modificocHes im-
portantes sobre as qoe s3o feitas para oo-
tros paizes.
Portento, o publico derer notar, e com
cuidado, para que nao seja srdidamente
engaado, qoe os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a descripcao mi-
nuciosa para a sua applicaco na lingoe
portuguesa.

41 RM M BARIO DA VICTORIA 41
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAUDE
PELA tABIHA
A He vales ci re iu ,Barry
Esta arinha qne tao grande aso tem aa Euro-
pa, muito se reoommenda para as criancas e pes-
soas debis e convalesseatei. Como medicamento,
intallivel para os casos prisio de ventre, he-
morrboidas, ms digestoes, azia, amargos de boc-
ea, dores de estomago, diarrna, aoxaqnecas, af-
feccSes de fgado, dos polmdes, dos ros, da bexi-
ga, etc, etc., cometido mnito mais principios nn-
trieotes e restauradores para os msculos, ervos
e celebro, qne, tres vezes o sea peso em carne, e
por conseqoencia, de conservar melbor as forcas
physieas e moraes, reslabeieeendo as (unegoes di
gestivas estragadas, dar appmite, e convlr aos
estmagos aisda dos mais eofraquxcidos.*
Sen nso lio simples como fcil: a Rf vales-
eureu Bany deve ser desfeita e cosida come a
(ariaba ordinaria, podendo ser osada na agua sim-
ples, com vinho branco, no caldo sem gordura e
no bom leite, tunado se ainda bolos com manteiga,
leite on assncar, etc., etc
nicos depositarios em Pernambaco
BARTHOLOMEU k C.
34-Rua larga do Rosario34
Nesie novo armazem tem um
.'triado sortimento de fazendas
rancezaj, uglezas, allemias e to-
las todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Gaaemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, brins de
;res u braceos, colei-
iuhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
moa.
DI
ARRODA RMOS.
,T! .;,
RA
laro da %'lctorla
iuliya na
O fir. Manoel Eoedioo Reg Valen? cocti-
na no ejercicio de sna proflsso de medico a
roa da Gamboa do Carmo n. SI, 1* andar.
AttHicaO'
Na roa Augusta n. 98 ba para alugar-se urna
escravapara o servico interno de ama casa de
familia. -
Caixeiro
SPrecisa-se de nm menino portuguez para psda-
. : na roa estrena do Rosario n. j9.
ADVOGADO
Dn. Joaqoim Corra de Aradjo
67Roa do Imperador67
MttffKSttM
Sitio para alagar
Alnga-se nm nem sitio con mnitas arvores de
fructo, grande casa de vivenda com commodos pa-
ra grande familia, na Patsagem da Magdalena :
a tratar no escriptorie de Domingos Alves Hatbeas
ra do Vi gario n. ti.
MOFINA
Pede-te a nm advogado qne tem clientella
oesta cidade e proprietario, qne mande pagar o
anno de alugael .da casa onde leva escrtptorio : a
tratar na rna D'uqaa de Cxa; c. i.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.era de Mello, a
erivao aa cidade de Nazaretb desta provincia.
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aqnelle negocio qne V. S. se comprometten reali-
sar, pela tereeira chamada deste jornal, em flns
de dzembro prozimo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abril, e na 4a enmprio,
e por este motivj* de novo chamado para dito
ftnj; pois V. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de otlo asnos, e quando o senhor san
fiho se acbava no es nesta cidade
AOS 6:0004000
Esto a renda es felizes bilbetes da lotera da
labia, na casa feliz do are? da Copcjjco, loja *
nrlvts no Rfcifr. J
1VOVA
N. 41.
Assim como tem nma grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparas que ha de meihor,
dirigida por habis artista, que
pela sna promptido e perfeicao
nada deixam a desejar.
Roepa de todos os
amanbospara tomens
meninos.
Por todos oe paque
tea recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemirae que ba
na Europa.
RA
Bario da Victoria
iifi ra
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer Urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pootoalidade naa encom-
nendas, finalmente em tudo afim de melbor servir os seus numerosos freguezes deixa-ae de annunciar todas as fazendas, para
lio se tornar massante
Ensino de primeiras
letras,
(rancez, msica e piano.
Propde-se nma senbora devidamente habilitada
peraote a directora da instrnrcao publica desta
provincia a ensioar as materias supra com todo
o esmero, esperando a profleoidade de seus esfor-
cos da experiencia, que tero, do ensino : tratar
na rna do Camaro n, 3.
A Til A Precisa ?e de nma ama que saiba co-
a-l'I.A zinbar bem para casa de homem ol'ei-
ro : na rna do Livramento o. 6, loja.
CompanhiaAllian DE Aluga-se ns da rna do Apollo P- 5o'> 57 Pr(W
Per?unta innocente
Porque ainda se espera para annunciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta Cidade 1 Responda quem
competir.
Prepara se com asseio e promptido em casa
de familia no pateo do Paraso, 1 andar de sobra-
do n. 29 por cima da loja de alfaiate, a entrada
pelo becco.
GASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OUTIVORA DO
CRESPO N. J3.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempro jpjs;c ven-
ia os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
amoptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteirp 24*00-1
Meio 124009.
Qaarto 61000..
Manoel Mariin? Finia.
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro da. mercadonas e dinbeiro a riaet
x.aritimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Ageneit rna do Com-
mercio n 5, escriptoro de Joaquim Jos Gon-
;alves Beltrao.
mum
Custodio Jos Alves Gui maraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Goimaraes, Pontes
& C, desta praca, previne i quem ioteressar nos-
sa, que esta promovendo a dusolocao da mesma
firma, e entrar em seguida aa respectiva .liqui-
dado ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
a firma responsavej, e nem o anooncante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolacao e liqui-
da;o.___________________________________
Manz de Santo Antonio,
De or.lom da mesa regenera da iioiandade do
SS, Saeimenlo da freguezin de Samo Antonio sao i
convidados todos es nossos charusimos irmaos'
para assslirem o actos da vespora, festa e Ta-'
Deure, e acompaobarem a iwocissio de Corpus-
Christl nue ha de ter lagar no dia 8 do crreme,
pelas 3. horas da tarde.
Praocisco .Faustino de Brito, !
EGrvio,
Aluga-se os da rna do Apollo n. 55, e 57 pro-
prios para deposito de mereadorias on fazendas
por offerecer baste espaeo : a tratar na ra do
Baro do Trlnmpho, ootr'ora do Brum.
Na ra das irineheira n. 50 primei-
ro andar, precisase de urna, que co-
sinhe e engomme para 3 pessoas.
AM4
Cozinheiro
No collegio da Conceicio precisa-se da om bom
cozinheiro.
AU
Unica caa neste genero
14-Roa Estrella lo Rosariol4
Compra e vende roupa feit
nova e velha, objectos de
cosinba e de mesa, c
tudo que perten-
Prccisa-se de urna ama de boa
conducta para enzianar e engommar
paradus- pc-fcoas : na rea Angosta
D. 52
*>
!



v
K


-r-
D ario de Jferaambuco Quarta feiru 7 Je Junho de 1871.
A irauMi d
roa io Bario
da Victo ra (on-
tr'ora rna S-
?a) o. ff.
lo armaiem do
Vapor Francez,
ra do Bario
da Victoria (-
tr'ora rna Io-
Ta) n. 9.
Perfumaras, quinquilharias e brn-
quedos para meninos.
Acabara de chegar novas faturas eom importante sortimento dos artigos abaixo
meDoioodos a pracoa mais resumido que possivel.
'
CJULCADO
. Botinas para eoboTas duraque braceo,
Sreto e de oatras maitas cores escolhidas
o ultimo goel > da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinbos e salto para senhoradaraqne
pret >, branco e de cores, e de eooro de las-
tre.
Botinbas para eriaocas, proprias do bap-
Usadoa.
Botinas de diversas qaalidades para ho-
mem.
Botas rnssianas para montara, tanto in-
glezas lo eooro da Rassia para viagero,
como francezai de Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meiaa perneiras para meninos de 10 a 0
amos.
Sapatos do brim branco para homens.
Sapatos de raqueta de lastro eom sola de
ma -eira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para homens e se-
nhoraa.
Snales abotinados, de differentes modelos,
mu o bou e fortes para amamos o meni-
nas.
Sapatos de pete, avelludados. Charlo t,
casimira preta, de tranca portagnezes, para
homens, enhoraa e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, bauhas, cosmticos, leos,
opia as, aguas de Cologne em garrafas de
crystal para ireseotes, agua divina, agua
florida, dentfrico lavando, agua de toilet,
tintara para barba o cabellos, pomada hon-
groise para bigodes, pos de arroto sabo-
netes, todo isto de pnmoira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver o Labia.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
quartos o gabinetes.
Loques para senhoras o meninas.
Joias de ouro, brincos, transelias, pul-
seiras, s toes de pannos, do abertura, cor-
rentes e chaves le refogio, todo de ouro
bom de lei.
Brincos de plaqu i imitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abe toaduras para eolletos o para punnos.
Albans de vedado o marroqain para re-
tratos.
tfammadeiras de /idro para enancas.
- Caixinhas de eostora, novos modelos eom
masca, proprias para presentes.
Quadrinhos dourados para retratos.
Toncas e sapatinbos de la para enancas.
Capellas para noivas e para pastoras de
pro i apios
Caixinhas eom vidros de augmeito para
ver-se em ponto grande a photograpbie
dos retratos.
Ps de ndro para pianos.
Thesoupnbas para eos ora e unhas.
. Boleinhas de seda e de velado.
Cestinhas para braco de meninas.
Balados para costura.
Cosos d'arame pratiado para fratase
pi a'meaj
Ricos artigos de phantasia necessarlos
para toilhetes e proprios de presentes.
Jarros> bouquts de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui delicados.
Quadros promptos para eollocar vistas.
Moldaras doaradas para qnalros.
Estampas de bellas paysagens de eida-
des, de ligaras e de santos.
Espanadores de penas o de palha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Calxinha de msica de dar-se corda.
Pooieiras de espuma para cigarros e cha
rulos.
Grvalas de seda prelas e de cores.
Bengalas de cana eom castdes de marflm.
Dius de baleia, janeo e de maitas qaali-
dades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello o para
denles.
Lunetas ou penclnez de prata donrada.
Ditos de tartaruga o de aro-.
Oculos de prata dourada e do ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para linternas do pianos.
Cotos econmicos para vellas de tperma-
ete.
Gordas para violo.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de magieas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completo eom nava-
Ibas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fonos eom martello para viagem.
Ditos de muirn? modelos, de junco e de
baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, o de
cores. ,
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
$5es de festas campestres.
Baloes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e out'ros jogos allemaes.
Esterioscopos eom as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordions de todos os ta-
manhos o novos modelos eom tremlos.
Realejos pequeos eom novas msica?.
Cosmoramas de varios tamanhos, eom
differeotes vistas mui pitorescas.
Brinquedos
O maior sortimento que se pode desejar
de todasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para entrete-
mento das enancas.
D. W. BOWMA^
Engenheiro eom
FUNDIDO
9 IUI 1IO IHUH 59
PASSAHDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de engenh > e outros agricultores, e empregadores de ma-
rnini" rao o favor de urna visita a seu estabeiecimento. para verem o novo sortimento
completo qae abi lem; pois sf ndo uto maito mais barato em preg.o do que jamis te-
cha vendido, est anda superior em qualidade e forlido; o que eom a raspe-cejo pes-
soal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENQO ko NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VfinnrPS o rnke rVaonn dos mais modernos sysiemas, eem
VOpuiCB t? IU*ct& Udgua tamanhos convenientes para-as diver-
sas circumstancias dos senlio es propr.etarios.
Moendas de eanna Jos UBanhO as me!bores qae aqai
KOQaS (tentadas para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.

MflPll'niQTinQ Para m;,nJioca e algodao,,
JILtU/illUlSIUU e para serrar madeira
Bombas

Poderdo t idos
[ ser movidos a mo
t-or agu.i, vapor,
de patente garantidas...................)ou aaimaes.
lCiaS aS maCUin&S e peas de qae se cosiuma- precisar.
Faz qualquer concert de mJCbir,ismo preco mnm
Form9.S dfi f6rr0 tem aS me!hoce8 e raais barllas existente no mer-
Pnr>nmrriQnr1ao____Incumbe-se de mandar vir qaalqoer macbinismo von-
Ajill,UiliiilHiiU.tt3 lade dos clientes, lembranlo-llies a vanlagem de fa-
zerem suascompras por intermedio de pessoa entendioa e qae em fjna'qner necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
XAROPE SEDATIVO
de aucas de baratija amargat lo
BROMURETE DE POTASSIOM
De J.-P. LABOIE, 9, na 4ea Lloni atine-Patul, Parte,
Todos os Mdicos eoneordio em qae o Bromarefct de Pottssium pnro tem sobre o
sistema nervoso, tuna acolo mJ**** lmo.. Reunido So Jarope Laroze de
Laraaja amarga, caja aecio regenera as fao^oes do estomago e dos intestinos,
oniversalmente apprecUJo. Sem receio i'a/.ideme se pode dar as pessoas adultas,
qnaodo soffrem de imImm a. nm|ao, M. i digattirai, o* nro.1 a t*l,
assim que para u l.tti mtomi /a prenbea. Para u creaocas, p*i. c.lm.r
jitfo, {! i, tHM aaraaU 4Bttfa*.
Deposito em Rio de Janrtro, U Cbolot; em Pernambuco, 9. ata c-
em Maceio, rlo Baa; em Petjtat, Amero x.c; em Baha, Sa aMbi em
PerU Alegre, foim%Oa\ em KaranhSo, r*rrer tf; em Ouro Preto, Wlmoa.
TRILHOS URBANOS
DO
KECIFE JL\ OMM>A
e Beberibe.
Por ordem da directora convido aos Srs.
accionistas pira, no prato de 8 dias a con-
tar do dia 4d do corrente, realisarem a 7*
prestacao de suas acr,oes, dar2 emissao, na
raaJo de 10 /
Para esse fim ser o Sr. tbesoareiro en-
contrada no escriptorio da companbii, das
I horas da manhia s 2 da tardo de todos
os dias otis.
Recre 8 dejonho de 1871.
Joao Joaquim Alves,
1* secretario.
-
Aos fogaeteiros
Na botica Central encontra-se, re-
centemente ebegado da Europa,
!rande porr5o de unalba d'aco, I
erro, cobre, e zinco, e da denomi
nada de agolba (flliers de Livu ) I
ludo de superior qualidade ; bem S
como todos os saes e compostos .
neceaiarioa para a confecio de (o- H
gos aniflciaes e qae sao actualmen- I
te procurados.
HHHMsSH'ttsSHIHIWH
---------r---------^^*^^P "^t ^*W *^" ^Jj^WJ ^>P I
Precisa-te de orna ama para todo o ser vico
de urna caja de familia da 3 pessoas ; a tratar na
roa da Imperatriz n. 16, loja.
A quem competir.
Jos Joaquim da Costa, soMito portngnez, qae
uPdoi3*.Pr*Uroa fnslifldacio do dia quioie-
fcira 15 do eorreote, pelas 10 horas da maobaa,
na igreja de JJ. S. dos Milagres em Oliod, perante
o Ezoi. o Rvm. Sr. esnego vigaiio eapito ar, sob o
impedimento que faz em sea casamento con D.
Francisca Leopoldina de Mello o Rvm. Sr. vigario
feral no anno de 1866 por parte de D. Felisroina
da Porrioocala de Andrade, e como o sapplicante
ignora quem seja esta senhora para mandar cita-
la, ra a presente cita cao por este jornal qae tem
de chama-la por tres dias, afim da sapplicada
eomaarecer dia e hora designado por aqnelie
fcxm. Sr. para allegar o seu direito, o mostrar o
n vvT '"^Pedimento, ou alguem pela mesma
D. relismioa, dando-se logo por citada, e o sap-
plicante pede qae a mesma senhora nao deixe de
comparecer, po's quor ver a mesma senhora de-
por aosnppncame em sua presenca. Recife 3 de
Jnnho de 1871.
Antonio Loiz Das declara aorespeitavel cor-
po do eoraraercio deata praca, que nesla data tem
contrattdo vender ao Sr. Joaqnim Dias da Silva
bninaraes a sua taberna sita ao pateo do Paraizo
a. 10, livre-e desembaracada de qualqoer onas, o
qae faz publico em conforroidade da lei. Recife 3
dejonho de 1871.
Atten$a5.
.m professor jubilado de instruccao elementar
SMlMBieo nesu pra^a, presu se a lecclonar nexta
cidade e seas soberbios por mdico preco : a tra-
tor no pateo do Carmo, botica n. 3.
ALTO L4,.
Nova rosoliii'io
O Campos est vendendo os
seguinlcs gneros
E por que prepo?
Banha de poreo a 440 rs a libra em barril.
Especial adobo para panella a 480 rs a libra.
Haoteiga em latas de um kilo por 3J000.
Carne secca (de carneiro)
Cebollas em resteas a i 500 o cento e soltas a
ijuoo
O Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desja capital e seus suburbios que
o sea armazm um
Centro especial de novidades, no que d respeito a
ACEPIPES
A'ra Duque de Caxias n. 42 precisase eom
mulla instancia lallar-se aos enhores abaiio
declarados:
Francisco de Paula Mello Brrelo.
Joaquim Teixeira Peixoto Pilho.
Hanoel Thomaz do Nascimento.
Francisco da Paula Borgw.
Jos Gomes de Barros.
Jos Luiz de Franca Tsrre<.
Francisco da CosU Crvalho.
Sebastiao Jos de Barros Brrelo.
Eslevao Jos Ferreira.
Csrios Jos Dias da Silva. >
Joao de Barros Netto.
Carlos Jos de Soaza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Corroa de Barros.
Andi de S Albaqaerqae.
Antonio Jorge Horteiro.
Is i dorio do Franca Barro*.
Pedro Jos de Souza.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.

; Fabrica do Burbalh)
A fabrica intitulada do Barbalho nio se acaboa
ha mais de anno, como se aeba declarado por este
Jornal. Apenas ella acaboa de ser devorada pela
ebeia do rio Pirapama, foi hgo levantada prximo
ao mesmo logar pelo mesmo fabricante t traba-
loando eom os mesmos bracos: por consegainte,
io so acaboa... existe em p... A liqaidacao
feU pelo Sr. tenenie-coronel Jos de Moraes ha-
va de ser de um resto de toncas, que anda pos-
snia desde o lempo qae a mesma fabrica traba-
Ibava por eonta do mesmo senhor, isto ha seis an-
uos poaeo mais ou menos.
Achado.
Perdea-se da ribeira da Boa Vista a rna Velba
um alfioele de peito eom retrato : quem o aehou,
qnereodo eniregar, leve-o rna Direita n. 53, qae
era gratificado.
SAFA!...
Vende-se um realejo, peca importante para
se ter era orna sala, todo de jacaran ), eom ama
grande vid ac na qual aprsenla ama grande
sala ornada eom oito figura? em perfeito estado, o
qnal foi mandado fazer especialmente, tendo tres
cylhdros eom divorsas pecas o o hvmno nacional
o francez : na ra das Crazes n. 38, 1" andar;
para ver das 10 horas as 3 da tarde.
ova 7oar> t c
;n. oo Jo
Veude-se e lambem se pernota a posse de
doas terrenos, sendo nm na ra da Aurora e cu
tro na do Hospicio : na ra do Rangel u. 43, 2*
andar.
de
.> O Sr. Pedro Rates de Inojosa Varejao ro-
gado a vir i roa dos Copiares n. 1, a negocie de
sjea inters se, eom H. N. A. 6.
Flores de gomma
Aprompta-se eom assio e presteza qaalqoer en-
commenda como sejam, ramos e bouquts para
bolos, etc., etc.: no pateo do Terco n. 6.
Antonio Jos de Carvalho vai a Europa tra-
tar de sua sande.
- Irmaudade do Santissimo Sacramento
S. Frei Pedro Goncalves.
De ordem da mesa regedora convido aos nossos
irmaos para comparecerem no da qolnta-feira 8
do corrente, pelas S i|2 horas da larde em nossa
matriz, afim de encorporados, acompanharmot a
solemnissima procissao de Corpas Chnsli, qae no
referido dia tem de ser exposta s vistas dos fiis
pela veneravel irmaodade do SS. Sacramento de
Santo Antonio, d qua recebemos um honroso e
especial convite ; pelo qae conta a actual mesa
regedora eom o concurso de nossos irmaos.
Consistorio em mesa 4 de jnnbo de 1871.
O eserivio,
^^^^^^^ Joo Joaquim Uves.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
& rna Primeiro de Marco (ootr'ora raa d<
Crespo) n. 23 e casas do costnme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos te
lizes bilhetes um mel n. 2931 eom 26OJO00
um meio n. I8-5 eom 1004000, nm iateiro ni
471 eom IOOOO, e oatras sortea de 40* e SO*
da lotera qae se acaboa de extrahir (194*), con-
vida aos pssaidores a virem reeeber na eonfor-
midade do costame sem descont algnm.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
i.* parte das loterias, a beneficio da igreja da-)
Congregado do Oratorio (196.*), qne se extrabira
sabbado 10 do corrate mez.
PRECOS.
Bilbete inteiro 6*000
Meio bilbete 3*000
Em porcio de 100*000 para cima.
Bilbete inteiro 5*400
Meio bilbete J*700
________________Manuel Martins Fiaia.
Leonardo de Cerqueira Caralcante chama
do rna da Gadea n. 45.
Precisa-se de urna ama para o ser
vio > de urna casa de nma pessoa : a
tratar na rna da Cruz n. 18, terceiro
andar.
AMA
Na roa do Marquz de Olindi, ou-
tr'ora Cadeia, n. SO, precisa-se de
urna ama para cozinhar.
Rob-ante-rheumntico.
Remedio efflcadssimo contra as dores rheuma
ticas at hoje o mai conbecido pelos sens man
vilboses resaltados.
XAROPE DE AGRIAO. um dos medicamen
tos qae sua eficacia as enfermidades, tosse
sangne pala bocea, bronebites, dores e fraque
no peito, escroboto e molestias de ligado, qae me-
Ihor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre ran
de marapuama, cuja energa e eficacia as para-
lysias, intorpecimento, etc. etc. maito se reeom-
menda.
Todos esses preparados se encootram na phar-
macia e drogara de Bartholomen & C, nico dt
psito na ma larga do Rosario n. 34.
Elixir americano
Usado as gotas este elixir em um copo eom agua
um excel>entt> conservador das gengvas e lim-
peza da bocea, bochechando todas as maoba<. E'
tambem um poderoso o verdadeiro calmante as
dores de dente.
_______________DEPOSITO______________
Chocolate de saide, de Minier
' E' pelo sea agradavel gosto e suave aroma qae
est classificado como a pnmeira qualidade >
chocolate, e eom justa razao o procurara como o
melhor de todas as marcas de chocolate cooheci-
das. O bem coohecido nome de Menier nos dis-
pensa de serreos mai' e-tensos.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, roa Duque de Caxias
_______numere 87.____________
Ifs dentfricos americanos
Composl^o hygleniea.
Estes pbs s5o os nicos qne reunem em soa
composico todas as finalidades hygienicas pro-
prias a dar urna grande ahora aos rentes, con-
servaco delles e fortitlcacSo das gengivas.
Na pharmacia americana, rna Duque Oe Caxiat
n. 57, de Ferreira Maia & C.
UM AVISO III
?Pede-$e a um moco maito rico o favor de vir
roa Direita o. 53 pagar o fogo, qae ha ara anno
comprou para offertar sua namorada, soD pena
de ver sea nome por extenso oeste jornal.
ECLIPSE TOTAL
na LA do
ART. 35 2
Visivel o pateo de S. Pedro.
Quarta-fera, o i*.
Injecfo amerciana.
Especlalldade dos pharmaceiiii-
eo Ferreira Hala t C.
Esta injeccao composta especialmente para a
cora das purgaroes antigs ou modernas, foi eom
feliz resoltado ensatada petos mais habis e reco-
nhecidos mdicos, e por ellos confirmado ser esta
injeccao a nica qae radicalmente cara em menos
tempo qaalqoer agnrrrba ou purgaclo amiga oo
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas oa flores brancas,
quer sejam antigs on modernas.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
numero 57.
Joaqoim Dias da Silva Goimares faz scien-
te ao respeitavei eoipo do commereio, qae tem
jasto e contratado comprar ao Sr. Antonio Lolz
Diis a sua taberna sita ao pateo do Paraizo n. 20,
livre e desembancada de qaalqoer eomproraisso
a qne o vendedor esteja obrigado para eom a pra-
ca, o qae faz publico para que niogaem de fafaro
se posta chamar a ignorancia. Recife 3 dejonho
de 1871.____________________________'
'<-+ Offerece-sc ama mulber estrangeira para
engommar roapa fina tanto de hornero como de
mulher, eom-perfeicSo, aceio e pontaalidade, e por
precos mdicos : quem de sea presumo qaizer
uiilisar-se dirija se raa do Rrum o. 46.
Precisase de um menino de 12 a 14 annos,
para caixeiro de loja de miadezas, di-se preferen-
cia sendo de ontra provincia, e mesmo nao tendo
pratica : na rna da Imperatriz n. 78.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintara japonesa, e paga se a 80
rs. cada um : roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda n. 51.
Compra-se urna casa terrea em algma das
ras prxima ao largo da Penha, como sejam, de
Noguera, Padre Flonano, S. Jos, Santa Rita,
etc. : no 3* andar do sobrado n. 36 na raa das
Cruzes.
Compra se em segunda mo um cofre de
ferr prova de fogo, proprio para guardar lvros :
na ra da Madre de Dos n. 22, armazem.
Predios.
Gompram-se duas casas terreas no bairro de
Santo Antonio : quem tiver e queira vendo-las,
dirija-se a rna Nova n, 22 que achara con
quem tratar._________________________
Precisase
comprar as les provinciaes de 1835, 1866 e 1869,
na ra do Hospicio n. 23.
Na ra da Madre de Dos n. 16, loja. eom'
pra-se acedes da Ompanhia de Beberibe._____
Buhar.
Compra-se um buhar asado, mas em bom esta-
do : quem tiver e quizer vender dirija-se roa do
Caboga n. i C, ou na raa do Rosario n. 31 1* a&-
dar, que achara eom quem tratar.
Compra-se
um bai manso de carroca que seja oovo e sadio
na roa das Martvrios n. 4, 2* andar.
VENDAS.
1 empreiteiros de obras.
Ha para vender na fabrica do gaz ojnzis a 500
rs. cada carroca, excedentes para enchef alicerces,
etc., etc.
r
ROB LAFFECTER
Approvado em Franela, Rusia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Lafecteur sa antho-
rirado, he mui superior aos tarops de cuisinier, de Larrey e de salseparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente arrcarl*, as
lecoes dapelle, Izaaplajcasi, alporcaa. f mtmttm, utrera, sarna drae-
*vada. (icerbuM, e os accidentes proveadoe dos partos, da idale critica, e da acri- ,
moma hereditaria dos humores.
0 arrobe he especialmente secommeadada centra u doeaeu fyphilitica reoentea, iavMe-
nfa oo^rebeldes ao mereark m io*re depMaaM.
..tei! wW* RO* LAFFECTER, en casa do dmMr GDU0DEAU DE
SAlHT-GhRVAlS, roa Rkher, If, Pmrts.
Aos devotos dj OorncA') de
Jess
Na ra dos Pire n 64 hi para vender manuaes
dos devotos do C'jfM&o de Jess, eom oratjoes
para missa, cniiimunhi), ele., a S cada um. Na
irn-sin.i casa hi um livro lotilu'ado Viagem a
Indi, o qual f ii achado ha lempos, tem um riu-
bt c.mio mime AnUmio Marques loares, quem
'flf seu dono queira vir busca-lo.
<) aba.x > signados declaram ao publico e
especblmento an eorpo dj commerc, jue dusol-
veram amigavelmpnte asociertade quo tjnliam em
sna taheroa. sita na da Nymphas n 18, sch
a tlrm.a de Braga A Silva, fleando i rargo do ae>
tivo e passivo .-io soci) Silva. Recife 2 de juoho
de 1871.
J s Anjonio da Silva Braga.
Antonio Jos da Silva:
Benlo Ferrena Mauricio de Lema recra-se
para Europa._________
Precisn-sa de urna ama que **ti>
cozinhar, da boa conduela, para casa
de familia,: na ro do Vigario d. o,
AMA
* andar.
Fogos de gostos
Recebe-se encommendas de pistolas de cioco
bailas a 148OO a duzu e de tres ditas a 800 rs..
aflicca-se a qualidade : qaem quizer dirija-se
rna do Fugo n. 1.________________________
Eacovaes para baptisados.
A loja d'Agoia Branca a ra Duque de Caxias
n. 52, acaba de reeeber lindos eorhovaes de diffe
rentes gostos e pncjs para l. ..-irados, assim co-
mo bonitos chapeosittos de fusto primorosamen-
te enfeitsd! para o me-mo fim, no mesmo pas-
seij. Tambero recebeu inodero.;s e boni'as ca-
miiinbas btriadas coa pu^hj. psra seuboras,
goiinhas eom puohos e sein oles, lanto de renda
como de cambraia, bieo d; seia br.n:os eom
VldliillOS.
Vende-se massa para fogo a 640 rs. a libra|
e foguetinbos para meninos : na ra Imperta.
n. 251.
i Joaquim Jos" Goncalves Beltro lem para
vender no seu escriptorio ra do Cunmertio n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais b i-
rato do que em ootra qualquer parte :
Ai'itonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca roartel frres.
Enxadas.
Farinha de mandioca de Santa Calharina, sac-
eos de 3 e 2 alqoeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha em novellos.
Fouces.
Maxados.
Nozee.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sortidos.
Panno de algodao da fabrica de Tods os ??ntos
de Pedroso na Baha.
Rolhas.
Rap popular da Babia.
Botim em fardoi.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto
Tapioca do Maranho.
Tabaco simonte da Baha.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito mnscatel, verdadeiro de Setobal.
Dito Bordeaox em caixas de urna ouzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Cera de carnauba
Vende-se por prego commodo : ra do Amo-
tina, armazem n. 60.
Nutrimeuto
MEDICINA!
Preparados por
Lanotian Kemp
para tsica e toda
quadanta dedo-
enfas, quer seja
na garganta, pei-
to oo bofes.
Expressa*
trente escolhido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrabe a
'.'leo, no banco
da Terra Nova,
purificado cbi-
micalmente,
suas
propriedades
conservadas
eom todrj o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tea
sido subrneltido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-o
ot, do governo hespanhol em Cuba,foi de-
vulgado por elle e contera
MAIOR P0RC0 D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle ten
exam!nado
IODINO E'M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalho,
e naquelle no qual contm a maior por^o
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, ROFES.FIGADO.
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao rauito
magro que seja, clarea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisacSo tem sido
destruida pelas alTeccoes das
ESCRFULAS OU RIIEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE BACALI1AO
DE
Lanman di Kemp,
A' venda nos esiabelecimentos de A.
Caors, J. da C- Bravo 4 C.P. Maurer i
C, A. A. Barbota, Barlbolomeo A e na de
Ferreira Maia & C. ra do Queimado n. 57
OTECI6
0 Bazar da Victoria tem para vender o se-
guinte :
Ricos vestidos de cambraia, braDeos bordados a
que ha de melhor.
Saias de cambraia brancas bordadas multo ba-
cilas. .
Camisas *e morim, cambraias e esguio de linh-
bordadas, para senhoras.
Guarni(d-3 bordadas para seohoras.
Luvas de pellica brancas e de cores.
Chapeos de velludo e de seda para senhora <
meninos.
Vende-se por o mox do prego na ra Nova n. 2
a
Tem venda em seus armazens. alm de outros
ifigos de seu nego< io regular, os seguintes, que
fondera por precos mais mdicos que em ou-
ra qualquer parle :
PORTAS de pinbo almofadadas.
SRADES de ferro para cerca.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
SSSSO superior em porgues e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de descarocar algodao.
LONAS e briozoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
KOGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
?ARELLO em saceos grandes a 34300
AGUA florida legitima.
Vende-se por preco mui roznavel, e eom van-
lagem ao comprador, o eogenho Velho, sita na
freguezia de Santo Amaro de Jaboato, cajo en-
genho acha-se moenle e corrente, moendo eom
agua do rio Jaboato, contando cerca de un:a le-
gua de trra de sul a norte, eom outro tanto, em
oarte. do leste a oeste, eom boas obras de casa
de vivenda, de engcoho e de purgar e casa para
guardar bagasso. Quem pois quizer fazer nego-
cio tao vantajoso, dirija se ao mesmo engenho
para tratar eom su preprietario, que far todo
negocio.
Grande
VNDESE
um tourino ja manso de carrosa e mai'.} bonito
proprio para tirar raca : no i' aodar do sobrado
da roa dos Marlyrios n. 4.
Vende-se
um cavallo caslaoho bastante grande eom qoarro
p) arregazadas de branca, muito bom de cabrio-
le!, e um 4ito preto pira
ledide n. 31.
itroxa : r^ rna da-So-
i..
CHITA PRETA
Pee de chita preta foite cois 3o covalos a /,
dita tina a 200 rs. o novado, pechlnrha : na roa
do i'n'<..i n. 20, loja d<> Guilherme.
ora terraio na rna da II ir, sslraJa de oo de
Barros, c< ni !00 palmos do rsnt" 'ara o pente t-
O a 450 de fundo, cm a/gumas f rvores de fiuc-
to, por mdico preco : a tratar na" ra d Vigario
n. 14, 1* andar, es ciiptorio.______________
' Vende-se um mI wm onia bj casa, r.o
Porto d Madeira, ruino qu^m vai para Agu?z-
nha, est cercado o maito bem pautado : quem
pretender dirij.t-; ao icsmo luf.^r a tratar eom
sen dono.__________.___________________
Vende se urna carree,i em ine-n.so o nu>
hei dosprvij) da insania, ir' p mnit m.-inso : a
tratar r roa 6o li.-ina m. l'c (. n. 66, f--henil.
Verdc-*e una canoa p<#v
iij,l" ns r:.i .mneriij n. il.-
' (M-p* f.SOO
Farinha de milho
Vende-se farinha de millm, muida a vapor, dia-
riamente, pek'S preco? seguintes: grossa para
ang e pintos ou pastarinhos a 100 rs., para ean-
ica a 120 r*:,e para euscos a 160 rs., arroba a
Ui80 : na ra do Cotovello n. 25.
Vende se ou alug^-se um sitio em Sanio
Amaro eom casa de vivenda para grande familia,
um grande viveiro, coqueiros, etc., dtiundo'
frente para o rio Beberibe e os fundos at a capel-
la de Santo Amaro : a tratar na ra do Corone*
.Suassuna, untr'ora ru Augnsta. n. 41.
Gr.nde
LIQUIDACAO.
Na ruado crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
La? de cores uiiuda; a 80 rs covaio.
Br.miante de linho eom 10 palmos de largura i
2500 vara.
Chitas clara; e escuras a ICO, 200 e 2i0 c co
vado,
Ditas riscados prussian > 280 o covado.
Ditas chinezas para cober'a a 240 o enfado.
Cambraias. organdys mirdas a 240 e 280 o ca-
vado.
Ditas bordadas brancas e de crei para corti-
nados, a 320 o covadn.
Ditas hispo lisas linas a 3 a peca.
Ditas brancas eom 10 varas, a 3f000e W?X
a pega.
Bita Victoria, a 4 a pega.
Mussulina branca, a iOO r?. o covido.
Madapolo francez, a 6| a pega.
D.to inglez de bom a especial, a 4/>000, "6i. > i
c 7 a pega.
Algodaoshbo a 3/1, 3J500e i* a pega.
Alpaca de cor eom listas, fazenda superior *
360 rs. o covado.
Dita branca, eom dures mudas malisada: a
500 is. o covado.
Dita preta cos fl r branca, o 500 rs. o co-
vado.
Diasde cores padroes miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lengos de cassa eom barra de cor, a 110 rs.
cada um.
Ditos de linho en bainhados a tj a duzia.
Chila, fazenda bem conhecida pe sua forlido,
mais larga que chita para ronpa de eseravos, a
200 rs. o covado.
Casemra preta. superior, a l500 o covado
Cortes de eaietnira de efir, 300, ', e ?.
Cortes de mcia rascniira,a l^ICO.
Casineta preta e de cor, a 500 r?. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o o
vado.
Algodao iargo merca T a 5 a peca.
Dase amostras eom penhor.
Attenpo
Vende-se orna lja de calgado de todas as qua-
lidade^, ni ra Direita n II, muito afreguezada :
trata-se ni misma coni Diogo Angosto dos Res.
No largo do Carmo n. 4 vende-se fogo de :j
as quaii lades para meoiqos e senioras para as
noites de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro por
prego commodo : na misma casa vende-se massa
secca prepria para bolos por prego commodo.
NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadero vinho verde de
uta pura em caixas de 12 garrafas c o acreditado
vinho e^pecialssimo pasto em decimos de pipa-;
> vended r cnico rert bedor desl> vinho* acha se
autoriza I a garantir a especialidadc ios mesmos;
rna do Vigario r. 14, Io andar, escriptorii .d
Jos Lopes Divim ; i-nde serapr* se encontrar.!
Om depesit.) de vinho do Porte A o roellnr Qa*
tm vmdo a osle mercado) em vigsimos d.i pi; *
c i m cMiJMMI|tMBM|Mtf<>e
Bos IJV1 ffwii llr^jiaftp.
Cnr r.i* : a tratir c-.n Santo Aicaro n. 5H.



Oismo de Pernamouco Quarla eira 7 Je Junho Je 1871.
VEMOE-SE
Joaqoioi Jos Hemos, ni ru:, Ja Crui a. 8, 1"
andar, vende algalio azul americanos verdadeiru
^prejns americano q. 3 el.
Ao lia piis cabello braneos.
Tintura j*poue*a.
S e nica approvada pelas as academias dt
BCiencia, reconhocida superior a toda que tem ap-
arecido at boje. Depflgilo principal a ra da
w^uea do Hecife n. 51..I andar, em todas as bo
tiras e casa de oabelleijriro. ________
Scmprc a "Vova Eperanca
AO. ELLO SEXO.
Esta lija biMu cunhida pula sua elegancia e
aupi'rioridade muitos artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a v ta-la, aflrodecomprarem aquil
.lo 'iua i Mcisarein para ^reparos xle vestidos toi-
lele ou locadores, e mesmo qualoaer ohjecto para
fazer algum pr.ezeote...[pois que sJna Nova Espe-
ranza llcaro s;>ii-leitos, j piela qualidade e pre-
ces razoive.s, e mosmo por que a Nova Esperan-
?a ufana-ve um nao aa-impacioutar em dar a es-
colher os objectos, prestania-se com o agrado
ora i|a co-i a receber a todos, afim de que
saibarn com o firme proposito de vultarem ou
mandaren] a nfcsma lija, logo que precisen) de
qual usr artigo por prqueno que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu as de Lisboa a Nova Esperaba para
horaens, seniora e meninos, sendo brancas e de
11
MOVIDA DE.
Bico de quipure pret cora b;anco, a Nova Es-
peranza s gera lera f 11
Cai.tas jiara joias.
A Nova E^peranna recebeu boas caitas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de mudas qaalidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tera a Nova Esporanca a verdadeira tinta in-
gleza:
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duqoe de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
A? melhores, e do mais ennhecido fabricante,
auto franela como ioglez, estao expostas venda
a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe
anea.
Extractos, nanha,- oleo, sabonetes, agoas de co-
onia, de laranja, dorida e de lavande, etc., etc.,
tudo de superior qu.alid.-de : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Casias n. 63.
LOJA E ARHIAZENI
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FELX PEREIBA DA SILVA a* .
Os pro|rietr os clste graide e3tatelecu:ento tendo em ser Data avultada porfi de
fozenda, e tendo continuado a recetor por lodos os vapores e Daros immetjsa oottlo
das mismas, tem re* Ivido f.-ser ana GRAJS'DE UQUIDAgAO, aiode dembuir o gran-
de cr osiio.e ap rar DIMHEIRO. De todas as faxeadas ojie&a rende barf.issimo se dio
as amostras, fleando peoaor ou e mandam (evar em casa ms-ium; faamfts, assim como
as pe soas tfue eix.atn en menor esca'a, n'e-te esta e'ecimeato se poderlo sor ir em
pequeas peres pelos mesmcs pregvs que comprara as casas exportadoras.
gera
sim !
A Nova Esperarla, a raa Duque de Caxias n-
63, recebfu ura lindo sortirneuio de la para bor.
dar, vin !o as cores mais procuradas, branca, pre-
ia. rscarlatd >>tr. etc. a e-Ha antes qu* se acabe I
Tabellas Veruitigas
Este medicamento o nico que pelo seo bol
aroma e gusto agradav&l se torna o mais propnc
para a expulsan das lorabrigas. E* fcil de tomar
porque o s/q esto igual ao do chocolate, e de
prompto tffoito.
DRPOSm
Pharmacia americona de L-'ernira Maia & C, ra
_________Hii'iua de C xias n. 87.
obonete 'Je alcalrao.
Este novo preparado applicado com grande
api' veitami rito contra as molestias d% pelle caro
meas e reneid s rmpigen', manchas escuras ou
pisn q qze vera a rlo e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e coulchoes, mesmo aquellas que etr
certa? |..rt.s .iolica'as do corpo tanto mortificara,
Bua'.mente c-uso coulin-j3do de.te aabor.ete con-
tribue para tornar a po-lle assi mimosa. E' igual-
menie effleai para .maciar a pille do rosto ou
(Mitras panas do corpf), que por motivo de erysi-
pellas flcam arperas e escamosas. Prezo de cad..
le GD i*, em dunia se far abalhnento.
Juico dpo.-Hto em PernarabBCO, pharmaca ame
rcanade F ir ira Maia & C, ra Duque deCaxia.'
.. .'<:, n v>a do QuHmad).
irais
DE
VIDAGO
nico deposita
Pliarmam iinericana dt
Ferreira Maia .^ C, ra Du-
qu3 do Oaxias n. 57, anu-
do Qu(imaJo.
m
MENT.
UJU1
O verdadeiro portlaod.
roa da M.Jre de Deas n.
J, j ) Mariins de Barro?.
S se veade na
22, armazem de
vendo--o s.ceos com farii.ha de mandioca, me
diado 13 cuias, pelo baralisimo prego de o{ cada
sacco ; na ra ao Mrquez de Oliuda n. 40, es-
crij't'Ti.
V chegtdade suas magestaJes
Chita? fr-nceas finas a 200. 220, 2i0, 260. 260
e "0 r.>. o corado; camhraias de cores muito Anas
a "0 [azenda de C03 e 640 rs.; laaziuhas com li>ts?
!a a 500 rs.; pecas de madapolao largo a 4*.
SS, 6 '. e '' i.O e fluiwima a ftj ; popelinas de
seda a 1JS300, 1*500, l&'O e 2 o covado ricas
saias boi la das j fitas a 4 e outras n.Uitas fa-
7'n'a- qm forara arren.it.d.s em leiiao da casa
da ra do Crespi q ie_p gnu fogo dos Srs. Costa &
Castro, as qnaes se venden) por pr. $os fcaratissi-
mos p.ira nc b r, v j.im e admiren) I a Norma em
? u magnifico sortinunlo de f.zendas fins nada
n a desdar, e c<>mo te-.ha.por norma vender
I ral i, aOm jie CODqoi>tar o bello sexo da Venew
ri Da ) sei se pela baraleza desuufazeu-
o,i', on se pelaa bSFmoui sas notas de sua msica
. h la a comoasso pido habilitado pessoal de
q te n ; ostk, de f"rma que duas Urgas parte?
rgoran ea:e esli cojviitas em nao comprar mais
em ootra l ja, faltando apenas una terza parte
p.ira completo Irinmpho da Norma.
O armaz- m da Norma rna do Bariio da Vic-
teria d. s. es nina de Santo Amaro de Monleiro
da Cu: ha & C.
LbrS sttf;lj tas.
V rle se no armaz ra de fazenas de Augusto
V. de Olivtira 4 (',.. a ra 'o Omnnereiu n. 42.
o senhores fogue-
tairos.
' NA RA LARGA DO ROSALIO N 34
Vende-se
Exee'.lente limalha de ferro.
Dita d.ta de ; Salitre refinado.
Box Ir em c.nudo.
Eem geral trido* o prep.iradofi para es foco.-
Je S-no Antnnio, S. J 5o e S. Pedro.
PARA LCTO
O Pa'io tem um graode sortimefito d
fazeodas pretis para celo, como s-ja: lia-i
sinbas finas para \-estidos 4HO e 450 rs.f
mtria muo Uve para vestidos e roapas
para b mens 24 e 2*200, alpacas ccjri
lavares brancs, cassas pretas lisas e eam
braceos, bombazinas preas, cantCes. e ou-
tras muitas uzeadas todas proprias para
lulo, que 5e ven le mais barato qu tm
culta qualtjoT parle.
UHTAS DE CORES
O Pavio tem receti lo grandes sorlimen-;
tos de chitad finas.tant dars como escu-
ras, leudo tambem graode sortimeoto d is
mais delicada* percalls miodiohas proprias
para vesiidos eroapras'decrianzas, eveoi
de-.e por menos do que em oulra qoalquer
parte, oa ra da ImperatrizJi. 60.
LENQOS BBACOS A DU2JA.3,J'00
O Pav3oveDde flni sitos lencos brancos
j embaohadi'S, em duzia pelo barato prego
le 3(J".:C0, e ouiras muitas qualidides.laut -
de ( s^5j como dd cam'jraia de liabo, t
cnezes.
Te.lhas de Porto a 105000 a duzii
O Pavo vende su eriores toalbai.paw
rosto, sendo de linho do Porto iOOOO,
ditas de foro fazenda moit) boa lilfOPO
n duzia, ditas coahhoadasjt 7*500 duzia
ao 640 rs. cada toalba.
CLLHAS A 350(0
O Pavo vende colchas brancas de fjsto
sendo bisiante grand s pelo barato preco
de 3*000, ditas de cores muito fins ...
7000, ditns muito graudes brancas de fus-
ti? e mu to encorpaas 6*0CO, ditas da
croxet, proprias parscama de coiva 15*.
ORGAnDYS BRANCO
0 P..v5o recabeu os mais finos e delicados
com lavores miudinho^, e vende se pelo
barato preco le 8c0 e 1*00 i rs. a vera,
fazenda qaa vale mi.ito mais''dinheiro.
CARDA BANHA
O Pa<5o vende urna gran Je porgSo de
pann s de crochet pronrios para encesto de
cadeiras, tanto- de brago como de g^aroicSo,
d,tas para encost de sof, ditas p.ra cobfir
pian s, assim como ditos redondos para co
brirdidarentes movis ou outros quaesquer
objscios e pode-se venier por meno3 do
que em outra qoalquer parle, atlendeodo
grandd C( mpra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 2*03
O Pavo vende chales de merino moUo
grandes e encorpaJos 2*500. ditos
imiUcSo de chineze 2*500,. ditos pretos
de renda con 4 pomas 8*CG0.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavao vende os mtiores e melhores
chales de me in pretos ticamente borda-
dos ci.m largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalquer t arte.
CAMISAS PARA HO.MENS
O Pavao vende um grande sortimeno das
rae h.res camisas inglezas e fiancezas co'm
peitos de liobo para todos os precos e qua-
li ades, assim como ditas de ditos de
algodSo para todos os preces e tamangos,
tendo tambem paia criarlas, e no mesmo
estabe'ecimene tambem se vende wroulas
de linho e algod^o, tendo para todos os
pre\os, as?im como metas croas inginas
para bomens e meijinos, que ludo se veidf
por preco muitri limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem c> nsiatitcmei te um grande
sortimeLto dos raelbores cortinados Dorda-
Jos para camas e jai ellae, que vende-se de
8*u00 at ao n ais no que ostuma a vir
nVste genero, asnm cemobonitascambraias
adamascada?, tino tpalas como ipanspa
renes, prorias para o mesan fin, tomas
de crochit, dama-cu parac:nas de noiva?,
e cortinas, e vende-, e nn B-zar o Pavo
L.ASINHAS BARATAS
O Pa*o tem cm g ande soi tinento das
mais bouitas lasinhas para vest o?, tendo
de tedos os precos cores e qualidades.
rinciptOflo. da 2CW rs. rara cima; porm
15h grande a qontiJade que siria enfa-
ion'.a especificar qaali'ada por quaJidaie,
s a vista oo fregfz e djs araosiraa se Ihe
veudero [ror pregos tj cemodos que
Dengosa deixari oe.fjzer um vestido de
ij pjr to pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
ALFA1ATE
que se encarrega. de **eeutar qne'(per en-
ccmmenda da sjia arte vaniade do fr e-
guez, e o proorieurio d'este graode esta-
belecimento e promette servir bem a todoi
os fregaeze* que Ibe bonrarei fsm casa.
LGODAOSINHO a 3500 A Pg\
0 pavo vende pecas d'atgodiosiuho de
muito boa qaaldaie, tendo 20 jardse eada
peca, pelo barato preco de 8#5C0, diionioi-
fo largo, e encorpado 6*'Cflpo, dito o me-
Ihor'que tem >ido ao mercado, muito en
corpado e largo.para l^n^es. pelo barato
prego de 6*500, grande pacbiocha.
MADAPOLAO A 44000 E 4*500
O Pavo vende pegas de madapoio ce!
ti jardas, sendo l zea da raoito superior1
pelo barato prego de 4*500, di:as com as
mesmas jardas a 15000, diUs finissimas a<
3*500, 6*000. 7*100 e 8*fi00. peebincba."
MADAPOLAO PRACEZ A 10*
O Pavao vende [egas de flaissimomada-
polo verdadeiramente rancez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baratissimoprego
de }0*00O apega,sendo fazenda que seta-
pre se vend.eu l;i*Q0O e li^uila-se por
este barato prego, por estar alg.ma cousa
ensbovalbada na pona de fra.
ALGODA0S1NHOENFESTADO A M 1*280
O Pavo ygOde yerdadeiro algodosinbo
americano, tendo 7 palmos de largura e
muito eocorpado, proprio para Ifiocoes a
7*1'00 i vara, dito da mesma largora sen-
do trangado e mujio eoorpato t*2SO.
BRAMANTES PARA LENC0E5 A UiM 1*80035
O Pavo -vende, o verdadeiro bramante de
linbo ten as precisa para-pmhDc.ol urna 'ara erma
quarta, toelf barato prego de 2*iOD i ara.
ditoTnelbor de 2*8 Oe 3*000, tendo al
do melhor que em ao mercado 3*506
e 4*000, assim como cretones fortes para
lencoas, sendo urna encorpada,foda fran-
ceza com 10 palmo de largura 200 rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 1*800.
SAIAS BORDADAS A 4*500 E 6*09
O'Povlo vende graade pecincba emsais
brancas ricamente bordadas, leudo cada urna
4 pannos, e veude pelo bara/o prego 4*500 e 6*000, sendo fazenda que sempre
v. ndeu-se p' r 8* e 10*000.
COSTURA
Cfeegaram ao Bazar Universal da roa P4*va
e. 22, um s-jlrmentO'de machinas para eos
nra.das mereeres qualdades qoe eiisie na
America, das quaes emitas. j sao bera;*o-
nticcidas pelos s M^eller & Wilsoo, Grover A3oker Silen-
eiosas, Weed e Imperiaes e outras rnuitas
que com a vista deverlo agradar aos com
pradores.
Estas machinas veeo.a vatitagem de fazer
tr"tr'JPialho que 30 ebsfureiras ppdem faz r
diariamente e cesen cora lanti perfeico
como as ma3 perteitss cosloreiras. Garan-
te se a sua b)a qualidade e ensioa se a tra-
balhar com peifeigb em-menos de urna
hora, e os pregos sao to res.omidosquede-
vem. agradar aos pretendontes.
fM>

20-RUA
FARIA & LESSA
Os proprietarjos desteBoroestibeleclDKnto vem par1
e com espectalidade Is excellentisajmas fanlias, qoe tendo
ment de fazendas de todas asfqD4idades, eslo resolvidos a
atis razoaveis possiveis para vender moitc.
ao respeitaVel pubhxo
prado um bello torli-
vende-fas por pre

Popelinas de seda, fazenda nova, a 2*.
Vestidos feitos d eambraia branca, rica-
mente afeitados, a 1G* e 20*.
Basqotoa de seda de 10*, 18* e 20*.
Superiores grosdenaples prato de 1*800 J
a 5*.o covado.
Grenedioes de seda a 1*100 o cavado.
Completo soriimeBto de las e alpacas
de cores, o qoe ba de mais gosfu, de 640
tg. al*.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Dil a victorias de 3*500 a 9* a peca
Ditas transparentes de 3*500 a 10* a
pea.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita phantasia, a
10*.
Ditos ditos tambem de listas a 4*500.
Organdy branco de listas.
Caites de cassa de cor a 2*500.
Pegas de babados bordados, de tr-daa as
larguras, o qoe ha demelbor e mais gosto.
Panno trangado e liso para toalhas, com
9 palmos de largura vara a 1*500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
5*.
Toalhas fclpifdas.para rosto dnzia 9*.
Ditas usas para rosto duzia 7* e 9*.
Pegas do lacerto soperior a 9*5C0.
Pannos oe cbrocet para cadeiras, e so-
fas.
Tapetes de todoi os tamanbos e precos.
Sort ment complete de meias par se-
nhoras e homens.
Grade variedade em chitas e para todos
Madapolo rancez luperiox a 7*W0 a
peca- ... '
Sortimeoto de madapolo de 3*500.
4*500, 5*. 6* e 6*500/
Cortes de cambraia bordada a 3*, gran-
de pechincba.
Cortinados bordados para camas e janej-
las.
Gamiz nhas e corpinhos brancos para se-
nara a 3* cada um.
Panno de linbo abretanhado, fazenda
propria para seroulas, lenges, toa.has e
outras meitas coosas, pegas com 20 varas
por 9*500.
Bramante de liobo par todos es pre-
cos
Todas estas fazendas sao grandes pichinchas vista do prego.

VW*
**&%
O Pv2o veade as ma"u lindas alpacas de
cerd o para vustidos e roupas de ctiangas
;e!o barato [reg e 6i0 rs. o co.alo,
di as floissiaas rom os mais Kodf s lavoree
lusitacSc de aga anas 80 rs. o covado,
b otos glacs com d.lie-idas (rese las
trosas como se la 1*( 00 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de go.lo e luso para
eitiJo, na ra da Ijateratriz n. Co.
POUPELI.N'AS
Fazeodas para saias a 1*200, 1*280 e!*fltn
O-Pa/o vende superior fazenda bordada
a'com prf gas proprias para saias, 1*200,
1*280 e 1*5(0 a vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 i|2.
Aos 3000 cortes de cambraia a 2*SC0
O Pavo vende urna grande porgSo de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listfinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato prego de 2*50f), cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 200 caries de cambraias bordadas a 5*00(
O Pavao vende urna gande qoanlidade
de corles de cambraias brai.cas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que tem viedo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gooaes, e c m muita fazenda para um' ves-
tido, eliquida-se pelo baratissimj pr 5*000, sendo fazenda de mu to maior va-
lor, grande pechincba.
CAMBRAIAS
O Pavo veade grande quantidade de pe-
as de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, taado de 3* a pega at m.is
liaa que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pava vende chitas largas com bonitos
desenhos e ce res fixas, pelo barato prego
de 1H0, o covado, grande pechiecba.
LAASINHAA 160 R3. O COVADO
0.Pavo vende bonitaslaasinhas transpa-
rentes pelo bjrato prego de IcO rs. e cova-
do, paohincha na ra da Im eniriz o. 60
C'jRTES DS CAS8AJA |J500
O Pavaj vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato prego de 2*500 > orto, ditos muito
lindas 3*t00, pechincba.. '
CASSAS FRANCESAS A 2UO RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato prego de 200 rs
o covado ditas ficissimas com os desenlns
meis modreos que'iem v.ndo ao mercado,
palo barato prego de 500 rs.
ClfETONES
O Pa o vendt fioissimos cretones escu-
res matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo bar.to pre, o de 6i'Jrs. o
cova-o ditos de fl.rSes, proprijspira co-
berla, sendo fazenda mu;fo encorpada pelo
barato prego de 8 0 rs. o cavado.
[Bacinillas ou ssqoehos a 20* e 255
O Pav3o vende b^qainas oucasaqiinhos
de seda prt tos ricamente enfeitad( s, pe!o
baratis^rao Dri c i de 20* e 25*0r0,

Udco legalmente autorisado e approvado
pelo coDselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME 4 C.J
-Roa larga do Rosario34.

Par
no
i saceos e foguetelros.
SACCOS
parX asscar
CERVEJA DE MABC4
Xa
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazera os nnaeros eslampados
oas pegas e nao as eticmetas.
Vendera-se
Eii casa de
T. JEFFERIES 4 C.
4t> Jiua do Cummereio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGlTBrOS
Trazeiu em eada peca nm buhe
te com o aome
nicos imparta lores
T. JEFFER1ES & C.
GKAN'LE
Liquidapo
DK
Mrao pr.g. de 20* e 25*0r0, sendo
0 Pavao recebea as mais delicadas e me- muil moJcr-8 assim co no ditos de ero
COM TOQUE DE CUPlM.
Briro pardo lluo cuia p
-n carel, 400 rs. o eoxa
raa do Qn:pu a. iO, I ja du Guilborae.
mores poupelin.s dsela para tettdes,
C4>mos mais modernos lorores, e outaaj li-
zas c -m as cores mais novas iae tem v n o,
e vende-sa 2*u00 cada c valo,'assim
cono del cadas sedas de lisiinhas, tanto
para vest los de senhira; como de menkas,
q vende-se 2*i.00ca SETJNS DE COR
0 Pavo tem constantemente um bonito
sorliment dicot'se rosicnapes de to-
das as cores, que ver.dc-se em centi.
. RCL'PAS PARA H0ML.N3
O Pavj temc:nsUo:exer7e ua granile
-; rtitteoto de roepa, lauto d"o paon> como
de biir-8 br neo e d3cores, dj; an|a-
m:'ras p.rj todos os preces e qaajl
chet e reudas pretas que se vendem muitt
em coma, ra roa da Imperatriz n. qO.
Csilas ealrancadas paracoberUs a :60 is. ffesrado
O Pav5o vmie chitas ent:angadas coai
delicados desenhos para cobeifcs cu c ni-
nas ''e cftres fixas, sendo fazen la muito e?.-
corpada pe'o Larato pregoq 360 o cot-aJO.
ESPlRIILHOS A 4*530
( O PavSC vtnde os mais modernos e m-
Ihores e.parlilhos, Un o do nidos 03 ta-
maot03, pdo barsto prego de 4s500
CASEURAS
Psvo re,de om elegante sortimento
libadas tasemiras lnez;s,"sendo to-
de laae 11 oi;o levesiobas. tmo pro-
pias para homcn3- como
Fazend ls para S. Joo
Alpacas de listras e flores farwida flna,
m a oOO rs_, liSis de cores 400 rs. o covado
* cambraias de eres a 200, 210 e 260 rs.
o eovade^chitas claras e escuras a 5C0 a
m 240 rs,, percalas miudinhas a 240 e 280
S" f9. o covado, chales de ro rico liso a ii,
ditos est trepados a 4,.4*>0 e 5*. ditos
nos a 6, madapolo a 32O0 4*, 4*300
Me o a pe^a. dito laigo a 5i50O e 6/,
dito eiephiDte fino a U e 8* a peca, di-
m tas de algodaoa 3*, JfiOO, e'4*300,
Jg onm pardo de liuho a 280 rs. o coVado
Be Uocne, algodao de li-ira proprio
Si Para rpopa de e-cravns a 160 rs. o cova- '
5 do, toalhas hipadas a 8ie II* a du?ia, ;
5 caralraia branca fina a 2'00, dita vieto-
m na flna a 4*. i*500 e 5* a pec.i, chas
2 para culierta a"40 rs. o covado, ler.cos j
18 da cassa finos com barra de cor a 4*500
g a OjitiP.ditoa brancos abauhados a 1*600 \
H,rs., 2*, 2*300 e 3* a duzia, ditos ebene-
vi a 2*300 a duzia ; de todas esUs fa- |
B endas dao-se amosiras com peobor. i
raa Dujue de Casias n. 29, esquina que \
volia para o pateo de PedTo II.
PARA LIQUIDAR
_i liJOOO CADA UM
com cabos de faia, sendo os machados de ago muito bom, pronrios oara carDinaa
ou eogenhos: vende-se ra Nova n. II. .pnapnos Pra carpmas
Cadeiras americanas
com bragos e assentos de pallioha: ra Nova, armazem n. H.
Pregos americanos
pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra:
de 2 a 3
o. 11,
Taxas americanas
i ra Nova, armazem
S2 r^D,da dBAfi de comPrniento. Proprias para tamaaqueiros, ou outro qualqe
m 1T.Tr,?T de ferru8em> a 80 ma de ma bra, ou 8* a caiM com iS
magos. aruaSova, armazem n. H.
VELOCIPEDES
r
mmm ...
VINO DO PORTO FINO EM CAIXAS
Boliuetes
mnito bons para hiates e barcadas
"B.iic s de louza
para lavajrem de louca em c sinhas : vende-se
por mdicos pregos: na ra do Brum n. 92.
cora duas rodas, proprios para bomem, a 0* cada um. t, de graga, mandndoos vir
custam 150* cada um : vende-se ra Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prendfr a roopa que se bota a seccarem cordas, a
2*0rs. a duzia ou t* a caixa com 36 duzias. E" dar, nao vender: raa Nov
II* 11.
PAI1A EXCifiil'HO
om recebedor e conductor de bagago da moenda, levando por si o bagago oa distancia
que se quijer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvez o onico que exto
nesta provincia: vende-se muito barato, rua Nova n. II.
n
- pata cnangas, e
.qaeoo toqne de cnpirr, \l:'mbem se a,anda fazer qaalquer pfa de uitas mais wcoriada", ten lo de ama e da
rad), pechincba,: na hro coa Ldo acefoeptojiptido, para o dus larguras, que se v, nde o mtis barate
que se.tem um p#/Uo Uossivel, na ra da mpentru n. j.
Vende-se a armago da casa da ra Direila
n. 38, propria para taberna ou m'mo outro qual-
qoer negocio : -quera pretender dirija-sa mesroa.
AOS 8 S-. D.CO;F.
O Bazar Victoria, na ra do Bario da Victoria
(amiga rea Nova) n. 2, receben um rico sortimen-
to de fitas tardadas para difTorentes graos e para a
festa de S. Joo.
--------r-
S. Joo
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrecer e copiar.
E' recommondavel esta especial e excellonte tin-
ta pela sna boa qualidade, fluidei e drtelo, co-
mo a melhor e mais inalteravel tinta que se co-
nhece. N) ataca as pennas d'ago e d tres es-
cellentes copias. E' pretenvel a qualquer outra
tinta paraos lirrog docmnercio e documentos
que caree,am de longa durado.
I.IMCO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferrcira ra Duque de Caxiasln. 7. atca do Queimado
. PEH.\A.\lti'CO.
V1RH0 COLLARES
Vende-se o verdadeiro vinho de Collares, yiad*
ltimamente lelo vapor Oiinda, em barril de d-
cimo : na ra da Madre de Deus d. 38.
ATTENCAO
Vende-se feijao preto tuno a i oeio de-
. Ii|r e ceblas novas cm reste a 900 m. o cenio, e
7jt00 o milbtiro : na rna de Pedro McnsoO. i
(aniiga ra.da Praia).
Quartiuhas da Baha
Vende ae qnartinhas da Babia em
retalho : na ra do Imperador 5.37.
por-cao e a
Vend6-se
Vende-ae formas de ferro superiores para bolos
epor pre5) muito barato : na raa da Impera
numero
Moijas e casadas
~
T
(o para acabar,
rua do Yigirio
bico* e rendas
0. *6, primtifn
Dina batanea para armazem, correntes e braco da
"r&TD emebas deamarello: na na do Vigarlo n. IC
atte^cao
Vende- od catal de tourinos: na Ponte la
L'cba a. K).______________
~-*S aa roa a Cacimba n. 1 ae vaad* tocl
> ilaao para farros a 4*800 a NMa,
-


rwrr
IV
i)
1

Pfm.4* Vm^a^cf rotlmi*.*** 7 mJmbHJm.ivi
4
7
M MJA M Urifltim N, 64
DE
a* LOPES.
tnuMadM L JJIh.' Ttieta?e^tld? d f*"nda de gosto de toda*
""~ d"p "h,ds mesmas tao rcsohidos a veode-las por precos lio modieos e
icoonodsdos to mteresse d todos qae por corlo agradaran os pretendenle?
>m ?Apr.0?/!el?r,OS d?6ta l"J'a conv,dam Pr Unto, s excellentiMimas familias,
d?TZ\, lolw/''^ a ^re. su suputa novaloja se offereL
^eSaa^ttr ^ '* ^ PrmeltCDd l0da *<^ **
Grosdenapes preto.
Ha um completo sortimeoto deste artign
qae vndeme, por precos baratissimos.
rosafeaiaple* Temos os mais lindos grcsdeoapies de
cores de soperior qualidadt, que vendemos
por precos baratissimos, per termos ferio
ama grande compra.
Poupelinas de cores.
Recebemos ora sor:iraento completo, tan-
to com fl-tres como em iadrez, e vendemos
por menos quo outro qualquer.
Sellas de cores.
Q.Cysne recebeu os mais lindos selins
de cores, tanto maco como de outras qua-
hdades, que vendemos por menos que oniro
qualquer.
Alpacas.
Ha om bonitoso'rtirnento, tnto lvradas
como lisas e por precos commodos.
Ub com lisara le seda.
O Cysoe receben lias com lis tras de seda
de lindos padroes, e preco ornmodo.
Ditas lisas de tima g* cor a 400
i rs o corado.
Ditas com xdrez padres ranito modernos
qae vendemos per 0O rs. a covado.
pechiifcba.
Madapoles.
O Cysoe tem am completo portimento
de madapoloes de todos -os precos e qualt
dad. v *
Tenrs nraa qnalidade cez jiw especialidade, tanto no preco
como na qoalidda le.
C aniIsa* bordadas.
Temps camisas bardadas do melbor ges-
to, propnas para casamento, qoe vendemos
maito barato.
(aaalsas fraaoezas e Infera*
Temos camisas desde o preco mais ba-
rato at ao mais caro, e neste artigo temos
ama qualidade qae vendemos a 30009, e
para a qoal chamamos a attenc'o dos nossos
fregaexes-
Camisas ^ flanella de cor.
Fizemos orna-compra de camisas de fla-
nella de cor, que-vendemospor baratissimos
precos.
Ditas de meia de todos os precos-; temos
Dma qnalidade muiia superior cia listraa
de oOr, que vendemos barato.
Tiras bordadas.
O Cysne tem 'tiras bordadas Iarga6 e es-
trellas, a;sim como, entremeioe Dopdados,
tapados e transparentes, que vende por me-
aos Kjae oatro qaalqoer.
Casemira de cores
Temos um bonito soriimento' de casemi-
r?s do cores e pretas, que vendemos minio
barato, assim como um soriimento de fau-
nos pretos.
Casimira de Yienna,
Ha casimiras de Vitnna com xadrez, gos-
tos bonitos e de. superior qualidade.
Tapetes.
Temos lidos tapetes para guarnicio de
sala, desde os maiores al os menores, e
os preces sao baratissimos.
i rtinados
para cama e janellas.
Temos o melbor soriimento desle artigo,
laolo para cama como p ra janellas-, os pro-
cos sio por menos que em ontra parta
Tambem temos cambraia para cortinados,
qae vendemos per barato preco.
Fostes brancos.
Temos lindos fusioes b/ancos com listri-
nbas, proprios para rospas de meamos e
mesmo de sea-ioras.
Cortes brancos de -cassa
Recebemos cortes brancos. com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazemla nova e
de bom gosto, baraiissimo.
Colxas brancas e de cores.
Temos olxas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barato preco.
CHALES.
O Cysne lera nm bonito soriimento de
chales de merino franjas de seda, e entre estas qualidades ba
ans qea vendemos por 2#0, que seo
preco oi de '4 i .00.
Espartilbos.
'Ha espartilhos de todos os tamaabos e
das melhores qualidades. -.
Cambraias decores.
. Temos cambraia i de cores proprias para'
roupas de meninos e de senhora do lindos
padroes e ptima qualidade.
Meias para bomens e senboras
O Cysne lem compelo soriimento de
metas, tanto para bomens como para se
nboras, meninos e meninas.
Fazendas para luto.
Temos fazendas para lula, de todas as
qualidades, como sejam: alpaca, comi
praceza, merino, c-mbraias, ISas pretas!
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sormento de organdys
com listra assetinada de lindos gostos e mo-
dernos.
**
I
*twi do Cabng n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
- Este novo eslabelecimento acaba de rc;eber um completo sormnto o 'nh
iso e meramente -m, a saber; compieio sormento de ob-
CrocbeU para cadeiras e sof.
Qulchas de 15a e seda para cama.
Casaquinbos de gergurao preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Chapelinas e chapeos para senioras, o
que ba de melbor.
Lencos de lobo, camisas irts e borda-
das para homem.
Bramante de lioho e atoalhado.
BalSes com as desejadas anquinhas.


EST VENDESDO O RESTO DE SUAS PEOHINCHAS
RA RA DA MPERATR1Z fc 72
A SABLR :
PoupehSas de seda,' com Irbdos dese-
chos.
Nobrt de, sed* de cores e prela:
Cortes de cambraia bordados.
G-rade soriimento do laas e alpacas para
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas braocas, fazeuda pova.
S^ias e camisas bordadas para senhora.
Tapetes de todos m tamaas; .
inn on .?. rrPnet2nos da CpnqmsU. prestam-se a ir ou mandar com qualquer ob-
S morada: <"er '^ ^ ^"^ ^ mtD,km Uio*tce,lte me da rJa e numen.
GRANDE ARMAZEM
PE RER, I R M AOS
Kua rnmcinode dwpc; ti. 16, wjtr'ora ra do Crespo n. 15.
artiHnm 8Peu*!el P0.^ em -a1 e Pticolarmte aos seas numewsos amigo
?n Pm ^3n06 Jo8qt,,ii TeTem e ManoeI 3os & os a Pererra, qoe acbame
SSLSBVJCTia? ,Sm& anBafmde ,otlC8' P-celaua, viros e cbystaes' ttja
IrrS C' otf*orarw t0 C"**0 n- > *ob a rao social -Perelra i
a .^i J0"8* Pratic? coahmentose que diepoem os anaonciantes neste wmc
LSK m^ oatae-annos,- dedicara, os tem **ilrtado a atisfttet as
3SS2 Z *Q9**** Pr0V!MMI e snaslimitropbes. offerecoado aos eonsu-
midores matores noUmm do oue qualquer outro ^tabelchoento deste genero
-.i,! 1W*- ^"X)' dinaDd,*e de v'to" este now estabolecimenlo com
al, verrbca i per si mpsmo o que os annunciaates vem de dizer.

LAASINIIA ,\ I HORA, i) COVADO
Vtnde-?ea"s!nt>as [ara vestidos deseD-
horase meninn, feo h.iratopreco de 160,
200 p 400 is. (-> nado.
HUTAS LARGAS A vi O US. O COVAD
Vende-.e cbitas f.arce sspara ventilo dt
casa, SCO, 840, 280, 3.0 e 3 Ora. o c-
vado.
CASSASFKANCIZASA2CRS OCOVADO1
Vende-se rtfsras fraucezas rara vestidos
240, V80, 4< i t- 440 rs o c^alo.
ALPACAS HE COf.BS A COO 119. O COVADO
Vecde-se a' a -as de ccres.p3ra Tstitfoj
de senbrra* 5 (le 640 rs, o cova'".
BRJLHYYN.NA BHAN :A A 500 RSi O COVADO
Veaue-e bnibant na brania SUO rs. o
!ac 35800, H, 6.5 e 7.
i:0UTE8DE CA^EMiRA PRETA A 3.5503
Vende-sp (o.t-s de casemira Mi para
a'ca ai 0. 45 eW pa*aliqnMar-se.
CORTES DE CAXI RAA A 25('0
V^ride se cortes de caraira a de cores
i/jSOO p ra liq .ida--se
Ver.de-sc 2 rgitrOel infiero para
paz, na ra di ]vn.\err.t'iz n 7v>.
GRANDE LIQriDAQlO
Dfi LOliA FEifA
V. nde-so pautlf de paeno i rrto rceos.
a 6, 8 e 10^, di'o ce ca-tmira de cc-res
a 5 e 6c, dil.sdc al ac pete i'lfae 45,
ditos c'e brlm de cores :&> (, 95 c
.'(iva;'- ) 2,-^5)0, dito- <'e i> tia casemira 2 e ?;
FliSTlO LE CORES A 360 R5. O COVADO riti< s fraques de caremires de i? ra a 8$ e
Vctdes: fu 13o de coies para ves.idos l< 5. ctilties de br ra re ( es 1 36.i rs o C'Vfd-'. 1 5 (>, dils df csea ira de r es 2$C0O
ALPACAS PRETAS A 5*0 RS. 25 O e 3<50ft,vdio*f VcLde-sc rtpaos pretas S'.O, 610 e 800, dt e-.srmira preta, 3B(0 e 4^1, ditos da
rs ,- d.Us de listas assti a'as boa, para nierii para iet e t-ic-bazin*. 35 e 45,
;C>Lf-r. jclcas de -ca-engira decores, 4;5 5(5.
ALGODAOliE [-1.-TA A 100 HS. OCOVADO' e^oo e 85, ditas de ditas pr*ta, para 65,
Vende-se alario de hsta paia r rlc escrave, t:0 rs. o c vad. rio, i l{\ 15>''j(f, 25 e 25 n,"para acatar,
BI'.l.M IOiN.\ A 5(0 II- O METRO ditas pira k.o a pa de coiv3 ,eprin-
\K'e-sfi hriui lyr.a pari paia caigas di> cesa 35 v. 350v., djtasaites fcr escra-
qiica trab.il!-a por ser mn|o f re, a 500- v o metro ou 36Q rs. o covdo.
Eua 4a Imperatrz n. 64
^i.a u Mu,tasou.tras fazendas temes qoe poderiamos anunciar mas nore tomar
SZfillEfiFtot I**" deXaffl0S de fazer' Podemos WX C S no so
CCS ftSSL* Qtra qUa'qUer ^ PS *-" ^solvidos. 2 vender^
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S n. n
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j.
"^"^^Samerieaiiwpara ladej* e-vamc
Camas de ferro
UlfCS de mU para voloraese m aHerroa,
*~MvftS-dehesar dedmaqs eootrae.
W-salitre, e olio de-Kabaca.
'
-
americanos para Icnba e k.ke
ui3jiiito e /awo paM p3es de assocar-
r* de ferro galvanisado praaseaear
differen
rs.
CHALES !)E CASSA A iO RS.
Venrie-se cnalts de c*as?a bracea 500 rs.
-^1 un.
U)iRTRESDE AL 10I)A0 A 40
\ec.e-ie cebertore de algtdaO i400.
para acab'r
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 2t'
Vende-se chMes d. merino estarapadoinnas 100-e 2(0 rs
i 0() e 2l00 para liquid^r-se COLiSIJAS E MANGUITOS PARA LIQUIDARSE
CNRTES DE GANGA ESCOHAS A 800 RS. A 300HS.
Vende-se carlea de ganga para caiga de] Pr liq-ndar-s j tcnic-;e golrabas de
tra?paLsr, muilo b'ci as fiOOrs cada urna.
OVIDADE
la.
800 is camisas de ricado [ara servico o
campe 8uO is. c l0 O," para li ;ii .'ar-s ,
ontras rauita rcupvs fcil. s q e fe vecdo
frm r serva de pca| eniree^as roupas fe1
tas, Um afumas dtol.s, o qne sa
vende mai- barato do que e. ti annuciad*.
GOLLIM\S-'AR\ AC\BAR
Ver,de-*e go'la.b. s pan senlicr.s e me-
bomem 800 rs., para liqojdr-ee.
LENgOS BR ANCO i A 160 O
^ende-se lengos brancos .2|JuOJ dujia,
oara acab*r.
BRAMASTE DE L1NH0 A 2,580' O METRO
Vende se bramante de linbo era 10 pal-
mos de largura, pruprio para Ings
2^800 o roeirp.
C013ERTAS DE CHITAS A 25500
Ven'e-se cobertas de chitas 25500 cadj
raa.
RESTO DE COLARINHOS
Vende-re um resto de c lannbos de papel
200 rs.. dn/ia.
MADAPOLAO A W&O A PFg\
VeDd-se peg -s de madapolo i uf stado
a 3^200, tita- i glezas c m 24*ja*daa 5?,
mo. 65, fltfS'O. 7;J, 8 9 e K6.
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A U
Vende-so cries de ca eniiras d-. cores
54000
AGODAO DE 20 JARDAS A 3,'800
R ga-sa a tolos o deved res da nt"ssa
klli a de Gira la.s & Silva, denominado
Jardim dsa Dam s, o fav(rdev:r laldar
so;a cenias en dtbiUs mais breve p'8cive!,
queassirc ala fi?e:ser sfo nomo declarado
por extetjS) ueste D ario, dti'j m se
rea da Im^eratr iz p. Ti.
COMVM LEU
Precisc-s f llar c m. os s gt riles Srs 2:
nf-gocio que lbez respeito a tt;;s ttert-
ses, na ruada Im rr.t.iz n. 72.
Augusto Feriin Miri is Ribeirj..
Bali.zarMarqu.'S r'e Uliv ira.
Jo> Tbomsz to N^S'imentp
Minoe- da Cc3!a Trv sor
."ebast-So Ac'onio de Aflbnqi erqr.s. .
Adeiirto da Sin a Pi.to. *
1 Lidiirodi Coeta Jynhcztiro Juuior.
Igna ;o Fiacc'sc Comes.
J i R >berta do Ni.cimento.
Vende-se pegas de algo;5o c m 20 jar- Feliciano da Cu-iba C. de Albuquerqae.
EEstef artigo
em casa
CoJbeB de tm
MaeHnas p degcarosir aI&od3o
Machias de^rfm,'
JMtiiapa^ OToUar ^
8adanMeav8!iivanMlll_ *
desJmprtadoPM V POlWi-de lres n
Shaw, Ham-kes & C- -ri.___^ .
ra da cruz n. *. a errogeni geraL
os
smv
RABO DE TAW
Os preprieurws deste estabelecimeoto-unico neste* genero-cowida ao rea-
AOS APRECIADORES!
genebra de Hollanda,
k C.
Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de diferentes cualidades..
Vinhos do Porto, Cery, Bordoaas e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Cbartereuse, Aya-Pana, Crme.
Cac5o Cbeava.
Crme de Moka,
etc. etc. ele.
8ol inhos para cb.
Ditos inglezes.
Doce de i ucta secca.
bo crystalisado e em calda.
Coi superior bysson.
Dito dito preto.
do ^S^tX^JS^ Peb 8egUn?a VCZ aS '^w ^Paraceo,
estes remndios bavHn a|caogdo por seus mar ih!c0, PffS! re'do ^P05'1? *ot
se, illodindo o publico ocano, cora wTSu^^^X99'!*9 mlr?o
mrito destas ad^irave.s preparas, imiSols v'rd dSas nlS^V ^6*"
do-as com seos nnlios effeitos, lnirc.a-se onrrlt ,'/ lD desacreditan-
te diplflmas aos qae ventrera o?S S^tZpreJlZ dedarag3 6 ;
J7T!!1Z "Pe''1;-^ Pbico de que as verdaderas 'preparagoes do Dr Ra
aToncio m dePSltoS m ddC,ara!os e ** 5 rouSigS
te *t*Z^tl^^ -
geraes. pela venda de nossos remedios nTo no do mEr m'? ^M0J V
gaL N-Ociamof ao pdico, que n5o se ffiZ Treraed ^do Dr Ta.watT?
(e que .So pwpr^ P Uborora do mesra, douto nT cidad de nK York no
Eabdoi.UiudosX sen5i.das pess aS qae ppdera pr,duzr a pres nte cer'fic co e tie"
acici e q :,e a pro^nzem, SubsaiP e. aMigtad do Dr. Radway d Ce dos Srs Rav
Z^t 'S^lt?? CT a, P^ Todos e caJ *> rem d os do D ; R?-
S ^"P8^08 d tahi smelban-es as que parecer aop desta or-
sertifiEcSee ^^1^7' Jrma do Dr Radwat c- ao P fe pr*enu
emocacao e compare-s.e com o Anhuwife as cdulas com todos os irascos e cakinbas.
Raoway d C.
_. j Cbocalate de superior qualidade,
Para Santa Antonio, S. Joao e S. Pedro
Amendoa* confesadas, papeia para sortes de differenteg qualidades.
0- AOS EXPEfilENTES!
O verdadeiro mho da Bairrada, ebegado oltimamente pela barca Gratidc
A'RIliMl
c sa&is&fsrr, $>mj,<>- *
CASA CAUVIN A armer
Milita indgena
Especialidade dos pharmacruticos Ferreira Maia
frp r oA l0S6e C0DV?lsa a que aPreserila mais pertinacia naquelles q-je dela so'-
SSoS comI9ue4mDlt',s "i suecumbara os enfermos, sem que muitofon nVn
dicamentos appl.cados consigam resultados favoraveis, sendo wat aSn t Jn J >t
grave quanto menor a idade dos accmmeitid.s; e po^islo ?om nlaado, "S
XZSl^^i0 de poffiposos annLos *& -W3WS
'nh.,.^*' de,"/ CDre1oeci Xedi^S^^ie"^ SfSSdJr" 0Pr"e" lgare're **
O XAROPE PEITORAL AMERICANO DE RARO DE TAT' rantuln nn
ffi^ao^bfc CmP0r CSle XarPe qm agra aPreS8Dlam^ offereTlo ao
.kmh.n, ,Pde'iamos Presentar muitos attestidos nao s demedeos respeitaveis como
ffiffi pubhco quetem feilo nzo deste salutar xarope; porra disper"amos eT.
DrSf^^^tif^3^08 P,|C,' 1)0is que 5% altes Jo que Sfc
apresentar sem duvida a cura completa de milhares de pessoas. ^
versasmol^20L-,tar/qU peS^aS que ^.completamente restabelecidas das di-
versas molestias de peno de que este xarope poderoso medicamento, e lem carado
feSfiSU ?S?!' bIJ?-Ctle8' defluX0' rbo.lMM convulsa, roquidro irnS
(jo.peitoe garganta e pbtbisica pulmonar etc., etc. wniacao
.. 1 Un,c 'deposito em Pornambuco pbarmacia americana de Ferreira Mia d C
raa do Duque de Canas n. 57, a(ntipa do Qjeimado.)
Cada frasco cnsta 10000. Cuidado comas falsificagSes. -
4

Pbarmaoeutlco privilestadi
uccossor .
Sebastopol, B&. PAJUB.
OVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
pretcJlMUs't AeaAmia de Sciencias e a* fuMitutode Frioca,
~v.....
SofcArnudPmina, eredid t dose4 mn^nw d<
moacnto orna Mlnccao PHSVEHTIVA E COlUTrfi dM
IMJECCO
MODESTIAS
CONTAGIOSAS
RJECM-PBILTi
OOLLYRIO
do volme de um relogio, servinde
de Piiiltbo e Seringa sera
Gravea inconvenientes da ragiliaade.
Coa a forma, e do volme d* om Porte-Moeda eoMeiida
TODO .niATAUENTO.
m*!Sm dos e^eodidos, para os aeguintes anigds, que
se
V!%i *&* *? **gv*ih9 ver,
Chi a, fter.d kem eonhecirla. pLi sua odido,
Wr. o eovao na ra do Crepo B. O, |<)a do
Guilherme.
--------
Cemento Pott'
ElJPnieu 4 w '* Preco maiseom-
medo do qa.) etri ontw qniqaer parte, venae-se
nos armaieainle t^v iT}tft A T0,IU,^1"'
Talleres 8oo?, cibo de balaac, 3S0 du--
z'. eoift-re tims cleciro-pta- a a a dnla, driaf
v!!aLfy, a ** a duIia 'iara 'tqaidar quo 8f
Iffn'59rB-5,e*'diniiQoi')s precos : a Mmeu Eif-
*ui psireia do Rjsari S. ./ de 'Ferreira
ESTOJOS
Contra.as affeccoia dai palpebras, preparado sob a mesma forint.
RARTTIilf lMPll fla npp^itorioa gorj-para o CRISIS e PCITI G4X
Dali QilitUiflIlU t 3i, ra Lrg, do Rosario.*-^ 1ERNMBUCX>.
CASA CAUVIN A- uibe, ph--^sij?w*
Ttoulevard @<5bntoi>ol, &a XtA.xUS-
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER.
Aprfttntad* l At|*ini da Srieneiu e ao lustttataJf fnoa,
\ i; jecco 4 '^ar
inventiva curativa dan MOLESTIAS C9irMrAi
reloato. sen-inda d
c !^r?;:
coca a roma, e de volme da na Piirta-llniii
C0T/tDO TODO IHkWSilfft


-
acbam expostos em sea armazem
COLLARES.
itniiu
Esta qiialidade especial de vinbo, to apreciado pelos entendores,
boa plncf WP08, aprec,af3 Pablica- e 'pwUoQlarneiHa dos
i*,

IrViEGTtjR PDILTRO
ESTOJAS
do vManie *t nm
IHILTItO e,
gravas lucoova
---*.
nha,5 para,e8te, encllente vinho comxepPcdde qoe chamamos a
3^Z 8 mtoV\xut0 ,s.d,Vdr83 ffi-aras W taraos, seado das b*Z?* &&
a ao mercado : aqoi s com avista. fJ M

COLLTBIO Conlrt ai affeccois das DaisabtaM
preparado w>b a *WW,r, .
JHOiOMEO 4 ^ l^^:^^e'^^r^nmjuL
FIGOEIBI
e com justjca,
araanles deata
BA83
omSSde orarso,Xnete.a^0' ^ ^m^' *"'*"*'
_. QUEIJOS
do serlio snperiores, melbor do que isto ih rjisivel,
roa Wa do Rosario. PBJRNAMBUOQr
P
e vista se concordar* nos
Ra fiatreita do Rosario h.9, junto igreja.
*


8
Diaria de Pernambuco -* Quarta feira 7.da Junho de 1871
&
UTrERATRA,
O caatello de Wlldenborg.
XII
A CACADA DOS FALCOES.
ConUonacao.
0 ramoso tratado venatorio de Jolu
Fooilloui enooera-nos a longa terminolo-
ga dos diversos methodos de cafar usa Jos
dos seculos passados, extravagante nomen-
datura", cojos termos sa lornam boje ia-
comprebensiveis, achaodo-sa refugiados nos
trapas, outra scienciaanlquada, cujas he-
rldicas difliculdades tambera esto ao al-
cance de poucas pe.soas.
A caga em ramolos tempos era o pnz*r
ftvorito dos gr. ndes senbores: correr o
veado, seguir a Dista do javali, cafar aves
cora- o felca, eram diversOes a que cor
responda determinadas pocas do anno,
que se- tornavam solemnes para a velh i fl-
dalgrja. Prenles e amigos eram c vida-
dos de toda a parte, e as damas, educadas
entao meos indolentemente do que boje,
nao sededign gras cavalgatas venatorias,
Nos ruidosos espectculos daquelles se-
culo* cavdlletresca- reservava-se s damas
ara lugar distiocto: desempenhavam neMes
importante papel, testomunbando justas e
torneos. O* ricos e tao variados costumes
006 l.mpos antigos contribuiam para o es-
plendor desias alegres expedifSes, em que
a caca e os animaas ferozes erara as princi-
pies victimas.
O archiduque Alberto era apaixonada-
mente dedicado s ciadas quando, esta/a
ao campo d< O tenda, entregava-se a ehs
com todo o ardor juvenil, mas entao os
bosques da Pfaodres regorgitavara aiada de
varias especies de cae/.
Pelos fins do raez de agosto, em urna
beUi ambla, sabia da cidade de Bruges
brilhaitfe eavalgata de cafadores, cujos fa-
tos verdes, agaloados de ooro, rcfulgiara
com os primeiros rala do sol. A* frente
ia urna dezena de cavalleiros, entre os quaes
se distingua o archiduqoe, com toda a
simplicidade do seu traje, e por sobre o
iblo as insignas do Tozlo de Ouro. A
seu lado e manteado o liroteio de espirit ao-
sos diclos cavalgavam garbosamente o con
de de Bucquoi, o capillo Mesiers, Phili pe
Borlut, seu guarda-joias, os senbores d >
Menee, de Beaufort e de Boornonvdle, eo
seo eugenheiro em ebefe, Wnceslau Coe-
bergber. Na segunda linha iam os picado-
res, bajando de escarale, com: 0 braz3o
arcbidu&tl estampado no peito.. Cevavam
i corda orna magnifica jacilla de ces de
Sento Huberto ou dos Ardtnnes, cija raca
ee conserva ainda no Luxemburgo : atrela-
oos dous a dous. estes inlelligentes ar.i-
maes maQ!festavrin o sea genio, Atando
desmedida o contrauadameote as orelhas,
nuataodo impicienentes as largas pupilas
w olbos e a inmensa lingua. Atraz dos
adores iam os falcoeiros, vestidos de
ardo, os quaes levavam empu'eirados *o
*.^os falcSes, leudo estes a cabefa lapa*
eoa am especie de capuz de marrotum,
a ua m :C: dar viUa- Esla fin,* ra-
?a db aves era eolio creada nos vveiros e
feadoece sitio nofavel por este motivo, i
p*i& que aiada no seclo pascado os res de
Taota dali i'mbam os nwis escolbidos
lv Vi" *. Fechavam a c >mif iva mu i tas oalras
. ,,D?lk? 0* ser vico, mas ene todas as pby-
nefflios s. "^resabia a saUsfeo resaltante
m perspectiva, nao se ou-
05 lados senfo animadas
que assomi o titulo de soberaao daslas pro-
vincias ? Oh I m3u Deas, com quintos me-
lborameotas podaramos dtalas, se :onse-
guissemos terminar este calamitoso cerco d
Ostende I
Crea vossa altezaacudi o Sr. Besa
tort qua os bollandezes terminarlo por se
Migarem na sBsfentacli delle.
Permita Daus que assim sacceda em
breve !.. Senhor de Goebergher, prose-
guio o principe, voltando-se para o clebre
engenheiro prometi Ihe que, urna vez
desembirafados dos Estados-Geraes e adqui-
ridas 03 precisos recursos, s licltarei o seu
consel o sobra os meios da fertilsar esta
vasta regiSo. Ao? seus osforfos se detem
j os grandes ma!homenlos que entrega-
am cultura os pantano-i do Grande Mjer
a completir a sua gloriosa imputado con-
segoindo fazer o mes do a estas hamacas.
Estoo saupre disposi'cao de sua al-
tszaredarguio Cosbergher.
L cbegiremos ; por agora o qne te-
mos a fazer enlregarmos nos s delicias
di cafada.
Aqui esi aclmenle am poni /avo-
ra^el para fazer alto disse o senhor de
Marode. Tenbo cafado ans de orna vez
nestes lagares com o senhor da Boncbarde-
ie, cojo entelio se ditfca l ao long, e
sempre enconlrainos aqu abundancia de
-ves aqualicjs.
A comitiva fez alto : estav? eo ngulo
um pinheiral, que orlava urna esealvada col-
ima, de oade sedestinguia quas loda e.x
HlSle da charneca. O arebidoque tez apro-
ximar o chefe dos falcoeiros. porque gosta-
n de pessoalmente dirigir as oparacaV rj-
oatuiias. .
- Franz, disse-lhe
caes.
elle largue os
qualquer causa, a garfa fisapa-se lh) e vi
para o lado. O falcSo segae a, sea, coa-
ludo, conseguir ganhar-lbe a re!o:ida-Je.
Ittrabidos pelas evolocoes das duas ivee,
os cacadore-, com o archiduqua frente,
sobresaltam se, largara redeas aos cavalloi
e seguem com affaa ort) caprichoso dos
dous combalantes aereo* *e icabam.de
lomar a direcflo do castefoee Wildenborg,
e que, chegados por cime d3 massa impo-
nente do edificio, estacanfrepentiBamente,
e immovsis. um sobranceiro aa nutro, con-
servam-se espiando rejiprocmenie os seus
movimeotus.
Oa caladores nao tardaram em ebegar
prximo do castello e enfileiram-se ao longo
dos fossos, cunlemplando vidamente aquella
interessante luta.'quasi inaudita nos fastos
da alta venarao.
Sonlior,disse o raest e dos falc5es,
aproximando se respetoso do archiduque
bem v vossa alteza qua o falcJo est
extenuado de f diga e com as pennas toda>
ensanguentada.s. Digna-se da permitiir que
eu largue Mina, o falfo femea ? Queira ver
como ella tem as peonas arripiad s, anciosa
por dar combale! Pode vossa alteza esi ir
certo de que Mina dar coate da garfa.
Nao, Franzredarguio o arehidoqoe
A ave tem se portado com denodo e seria
urna cobarda mandar-Ilhe novo adversario.
Mis vosr alteza vai perder Rok,
replicn o meJre da cafa, tremando pela
sua ave predilecta seria pena, porque
Rok o nvellior dos seos falcoea.
Deixa lo, mea btxm Franz/ faco gosto
eos que Rok se desempenhe per si so da
luc*,
O* resultado do combate r.3o se fez espe-
rar. Jfok decide e a atacar a victima e
pta
atira-so-*wao peilo, qua Ibe rasga como
icstantaaeamente forsm desatr>-lados orpreturvadctefco; ella aaita, pula, sacodeas
os, 03 quaes logo se espaiharam, pre- jatfw, encrespa as garras desesperad,- prra
baixa e orelha fila, debate: Rxit n3o larga presa, ctmfitfa
oulros arbustos que o ataque o acfjba por Ihe vazar os oihos.
EoiSo' esta, furit'8a-, deevairada pela dr,
deixa-'so cahir, ose semprs fila ia pelo /a' -
cao ; todava' a crela i*r desprticatad,
que {bao r. garfa desapparesera aos olbos
de todos*por entre s telbado do castello.
Os clafbs de caca {>emSd togo a eotoar
a victoria,-baitm-.-e ae palm.w e todos se
la
dei
810
de em ' vino de todos
CtafSposico sabio-da cidade aquel-
Vdbaole cavalgada, passou pelas .1-
*i S Miguel e Oescamp.e dingio-
laraUas vastas chatnecae. das quaes, co-
mo Usemos, fazia parte o Bulscampwalt.
o da era promeltedcr: o sol d.ssipara
notco a ponco as neblinas matinaes que
Slolviam os cofiadores, cojos alegres senv
SSN harmonisavam adm.ravelmente
com a erenidade do ma.s lmpido ceo.
l1 vossa alteza-dira o Sr. de Merode
->nde ebtar certo que nao sera menos fe-
7z neses tos do qie e foi as cbarnecas
dcima-, onde cacou o anno pasado
quando se dignou vis.iar o meu dominio de
-$r*mio1u f, Sr. conde -redarguio
o archiduque, dirigindo-se a Bucqooi-fol-
deter viudo para estes sitios, que me
essencialmente adequados a cafa
cip'.tando-se, de cauda
no meio ds juncaes e
cobriim os pantanos. De vez em quando
pram o erguem o nariz superficie dos
arbustos; depois nota-se, pelo oscillar dos
juncos, que os cHes segusn a pista de algu-
ma cfa, mis Dio se v resultado mais do
iue urna ou outra narceja ou colovia que
se levanta, cafa demasa lamente asignili-
cante para se Ihe largar urtl falcSo.
Coraecavam j o Cof adores a impacien-
tarse com a demora e ao archiduque a Ifan-
zir-se-lbe a testa, quando de sbito se fe
vantam tres soberbas garfas. Foi um es-
trepioso bater de palmas. Franz d o sig-
na! do estylo, os falcoeiros excitara as ates
com vozarias e disp5em-se descarapocar
os tres f:lc5es mais adextrados. Cuando
as (res garfas attingiram ama erevaco' tfoo-
veniente, o archidaque, sofrre qaem iodos
os ofhares convergem, manda tirar os capd-
zes de marroquim, restituinrfo assrra: a ela-
ridade aos falfes, que ficarff d'eslumbracfos
coro o brilho da luz. Os falcoeiros, eorj o
bra?o direifo eslen ido, collocam-os a certa
altura, e c m a ra3o esquerda indicam-fnes
a presa e dao-lhes em seguid a liberdade.
Trava-se enio nos ares urna futa deses-
perad1?, que, salvo o respeito devdo para
com a"S /ecordaf5es histricas, faria lembrar
a dos Horacios e Curiados. Os falcoes em-
nregam as mais estratgicas evolafes, que
-istiam em pairar sobre as garfas para
s C0D.ervjr dominadas. As ioelizes aves
fazem ttti\ 9SfrcJS Para evitar aquella pr-
fida manobra,' ^o m o amigo esU
sempre alli am^afador, implacavel, vedin-
do-lbes qualquer evasiva fed.ando-lbes todas!
as passagens e forfado-as a conservaren^
se semnre ao alcance ocular dos espectador
Urna das garfas, desvairada e fatigada
coi
res.
go
parecer
de falcao.
Sem
aqui as garfas r
du ida, senhor, abundam por
Alm de que.proseguio o archidu-
nue-todo este territorio novo para mim.
Nao Ihe parece que se podiria aproveuar
lo vantajosamente para a agricultura urna
boa parte desta estril charnecai? Cusa
a crer qoe no centro da rica e frtil Flan-
dres se deixe assim oculta tao vasta exten-
sa) de terrenos! Havia aqu com que ali-
mentar um bom numero de almas,
conde.
Sempre o mesmo carcter,
Ainda no centro dos prazeres, pensa vossa
altez na felicidade dos seus yassallos 1
E nao essa a minha obrigafao desde
Sr.
senhor
pelas azadas do seu advarsano, comefa a
descer em vertiginoso redemombo : o laica
veloz como ama setta despedida por vigoro-
so braco, precipita-so-lhe em cima, pican-
do-a furioso, at que ella, vencida, ca exa-
nime do meio da charneca.
O combate da segunda garfa offerece ou-
iras peiipecias. Esta, depois de quasi se
le esuapado ao aggressor. fica-se subrta-
mante immovel: a ave de rapia jolga ter
obtido toda a vaotagem e arremessa-se con-
fiadamente sobre a garfa, poiem anda a
evolucio n5o terminara; quando a
vira precipitadamente, faz frente
e ataca-o tao resoluta e certeramente, qoe
Ibe abre um rasgSo no pescoco. O soberbo
animal lenta dasembaracar-se da garf:
nuer paaar-loe na mesma moeda ; mas, te-
jido violentamente, perde a coragem, e so-
les da poder ser coadjuvado por oulco
cao, que Ihe enviam em auwli
lando comsigo a garfia, que
persegua encarnifiadamente.
Resta a terceira garfa: a lula entSo
mais variada, e. por assim d.zer. mais ar-
tstica, oceupando largamente a attencSo dos
madores. Por mais de um quarto de hora
a garca consegue ludibriar o seu anlagoais-
taf oorigando-o ora a elevar-se nos ares,
ora a baixar e por ultimo a tomar ama d>
receso obliqua. OaUSo chega a agarrarle
a um flanco da preza, que. virando-se cwn
o bico, o obriza a larga-la ; elle, porm. nao
perde o animo; recomeca as evolufioesi;
mas, ou fosse que o fement recebido Ihe
os movimentos ou por outra
extasiara, cotnmeotandoas-proflzasdiisdM s
aves; porrav nao apparecendo Rok^ Franz
deplora com amargura a sua' perda e- pee
immedaiameriti' permisse-para ir em- bus-
ca delle. Ma todas as enaradas db castel-
lo se acbam feeaadas e a ponte levudica er
gufda, dandft-lbe o aspecto de um- solar
abandonado.
" O arcbi duque, como a demora- se
prtooga8se, omecoaa- aborrecer se,, e,
depo de diz" a Franz que s resiguaese
co perda do falcle. deuoriem ao pi-
cadores para antium: arem a retirada.
Ol. mea rico senhores; eonlei' on-
de 9- bici calUo. Semt.d a%uma gor-
ge*>> so capas Je o ir buscar.
INaia isso m voz da outro ladto do'fos-
so, meetnodo-se- ao mesmo tempo a tra-
ves cara de un rapasito por entre a es-
pewsebe qoe- gti rnicia o jardifi*.
Est ditOf,. pe-ijueoo;. us desucea>te
aoudio o priaeipt). apnoveiand easejD
de fazer o gosU) a sea mostr de saca,
Oove, peqooaodase- o seoWar- do
Koaroorville.8e nos abnsses a p**tasJjoacadeo
do cattello, ainda seria aselbor; dtocaosa-
riattws um pooco.
Abrir ai- lortas! Al- Portas ob-so
abroa a ningaem.
Sabes cea qoenz ests fUan&v pa-
lelr
fallo cano una- senbores rkaannte
vasdos, mas- que nao conbeco, e- tenbo
oroW'e nao abrir o castello a Dioguma.
Has ao 3#chiduqa -de certo & abri-
ras!acudis-t) principo,: maravilbade coa
a atODtora.
O arcbidoqneiradorguio o pequeo
^Sonca ou* esse nome*.
ma perigosa queda IHa bom
lempo qu elle deiappire;eu : eu n3o de-
vera consenliV qoe elle lli. subase.
Momentos depela resooo um grito snffo-
cado, mas bastante forte para ser oavido
pelos cacadores: no mesmo instante appa-
rece o falcao revoando-por sobre o castello,
e, depois de pairar Um pouco, vem de um
voo pomar no hombro de Franz. Tr*z as
pennas tiotis em sangue, um olho vazado e
o pascofo todo ferido : porm, ainda assim,
conserva a natural altivez. O mestre de
cafa aciricia-o, falla-Iba affectupsaraeote e
parece esquecer tudo o qos o cerca p3ra
s tratar-lhe das (eridas.
Bem sabia eu dizia elleque Rok
se nao deixarii vencer pela garfia I M
Iraca Ibe d na tal ave damninha. que as-
sim maltratou meu pobre Rok I
XIII
A MKNSAGEM.
Algons das depois da scena qoe aba-
rnos de presencear, achava-se a familia de
Yzerbyt loda reunida em volta de urna es-
cassa fogueira no centro da barraca d on-
dlander.
A'manbla de medrogada vao os heet-
trekbers para a sua primeira excorsio
deste anno : desta vez nSo posso acompa- \
nliai-os. Espero, Josqnin, que te portars
convenientemente na miaba ausencia ; nada
de loueuras... Sim, ia, nlo ae deiles
esses olbares: todos o das tenbo a4gum
desgosto com os teas atrevimentos. Repi-
le-te qua, se assim-.continao, acabaro ma41
A semana paseada ias apandando orna so-va
por sobtrahires algons insignificantes (ruc-
ios e ltimamente escapaste milagrosamente
da morte gubmd; aos terrssos do cas-
tello I
Assim fallara o retbo ondlaoder n'aquefa
occasiio, aoVertindo' severamente o rapa1-
zito, na vespora du aeoaparihar a caravana
dos vatsonreiros. J imos que Josquin
ef um astuto o rnlrepwfo' rapaz, que, sem
embargo dos verdes auno?, linba o genio
emprebendedor dle um boaem feilo. No
ataqoe m rebelde dera probas inequvocas
de audacia. Vanse que a sua iolelligeoeia
poderia1 sor ootavel, se orna coidadosa edto-
cacSb-lb'* desenvolvesee. Desgracadamenee,
humilde cvndif o dopaes adoptivos pare-
ca condenibo-o a perpetuo eslado de sel-
vagem, n5o oftstanto a aftifSo- qoe Ibe con'
s.'grava a familia Wyts.
Ora; mea pai, nio se alft ja com isso
qoe julga temerMade minha !redarguio o
jpeujaeno buskaaltirDeve5 lembrar-se de
queninha mi rja que e traba a aglida-
de de um gato.
i Sim, e um pouco da sua malicia I
acudir Yzerbyt, p cuando-lhe amigavelmeote
pelorwiz.
fce s vez es tambem preciso. -.
9tt\ sia, teae razio. Qne pena que
a menino Hara te- nao aggregasse ao sen
ser vico f Olba .que- savias de ser um bom
escudero>r Mas, eiaim. nao me quzeste
deisar e trocara liberdade porm>lborpo*
siojk). Lou-vo-ie. o ptoeedimento, digno de
cms verdadeiro a dlander.
Pareee-lbn i joe nossa bemfeilora
nao* voliara ao- Bn Iscaapwelt ?pergnntoa
Jbsqpin, ansioso p >r saber a verdadeira re*
sioaooia da-Miriai',Vyts-.
W provawO -que *8o> depois do qoe-
i..
N3o errt
aeaalmeo*?-
Sim o/Uma arando- cidade alm do
Gond.
De* esiar Kn a saadosa do ca3telk>
do Wildenborg___Que far ella em Bru-
xoUai t
N3o ai,, mm o senhor da B mcbar-
dore, aqnemfaUei olraaaente, assegoroo-
rae que sua filhay (tepois da. morte da se-
ntara da Bonc&arofcre, habita con a prin-
oeza Izaboly malfaer do archidaque, n'um
palacio doa vezaoaaor do-que ocasteilo de
'Wildenborg, onde urna importante dama.
frer pira ebegar junto de nfav?> ***** cuia
resleDca't5opojca3 informai8e c
axelVao qoe ella se ach>
Caminbava leve de bagagem e d ^.reoc'
cupafdes do.espirito, e o ten traje toraiva-
mais interessante ainda do qoe* de ordina-
rio. Com urna camizola domngueira e a
cabefa coberla com na carpufo preto pon-
teagud i, a altivo, de bastao em poobo,
bornal s costas, nar|| no ar, cantarolando
com alegra juvenil una bailada do s-u can-
i5o. O da eslava sobarbo, os campos agr
dabilsimos. Contente de se acharem li-
berdade, de caminhar s, longe do ^r pa-
terno, parecasorriirse para todos os objec
los que o cercavam.
Passadas aUumas horas, o nosso viandan-
te parou para tomar a sua refeicao: assen-
tou-se sobre um vallado, de onde com a
vista abrangia grande distancia, abri o
burnal, e devorou com um appetite de Gar-
gantoa um bocado de pf > cen'.aio e outro
de carne salgada; depois oi matar a de
no regato que corra prximo, segoindo ia-
mediatamente o seu caminho, cheio de c n-
fianfa, qoal outro Robinson Croso. Comlu-
do, a proporfo que se aproximuva do kr
mo da jornada e que a fadiga Ibe eorraqne-
cia in pernas, t jraava-ss mais se.'K), canta-
va faenas e comefa va* a considerar o resul-
tad > da sua empreza mais diffcil do que
nunca ojulgara,
ReflexJenando sobre as eveiMualidadee da
viagem, cl^gou lo^qaio s porras de Brs-
xellas ao cabir da oste. Algu' dinbeiro,
producto da liberalidades de Mara, o qual
elle soppunha um ibeSgotavel tbesouro, Ihe
guamecia o DOignificanle bolso; j nio era
pouco para escapar ao desgosio de dormir
ao sereno. Resjveu-se a> entrar n'aa es-
ulagen prxima a cidade i o eslalajadeiro,
sympafcfsaDdo-lbe eom- a' pbysionomia fran-
ca e desenvolviraenfo superior idade,- e
ainda por orna historieta que elle improv-
sou, coirrefoo a interessa^-se peta sna sorte,
do qne reseftoo dar-lbe ceia e cama.
Ora j oblive o pimeir'o resoltado da
raioba digreseaodisse omsigo Josquin,
espreguifantfj-se voluptuosamente na mais
fofa c ma que at entao cenhecera.A coq-
sa nao vai mal:: o estalajadeiro enm bomem
de bea. Se meo pai adoptivo me visse
agora; vejara tSo delicioso colxao de peo-
nas!
Ora, cora efleito; a cama, apezar de ter
apenas dsas colchas brancas e um cobertor
de l.la, conlrasiava^aoda assim,-admiravel-
aenle con>ade folbasseccas em-'que l;I>i-
tnalmecte dorma.
A fadiga em breve r brigou a cerrar as
paipebras, pondo-llis termo a iols-as-ro-
flexbes.- Ao romper da manha poz'so i
pe : o estalajadeiro te ve. a generosiJde de
nao exigir couoa alguma pela hospedagera.
e at-4< despedida Ibe deivuma canesa-c-'a
leite e das toradas, (^orpho despedio-
se delle e pedlo-lhe informafes relativa-
mente a>residencia de MAria Wyts, aas o
bom do estalajadero nao Ibe pode dar no
oliumas. Penetrou, pois, na grande cidade
sem saber onde avia' de drigir-se.
Potto qne fosse ainda maito cedo, bavia
j grande movimenlo oas roas de Bruxelltasr
de um lado deparavam-se ibe os campcxie-
alguem que se acha ao servico da prin-
ceza.
Da princeza Iredarguio o operario
J nos l vamos ? Qoem entao qoe co-
abece no palacio ?
A menina Mara.
Ab! provavelmeote a costurera, qoe
sua irmfi.
Nao minha irma nem tio oooeo
sei se a menina Maris a costurera do pa-
lacio, mai o que Ibe a asevero que tenbo
a communicar Ihe cousas importante/.
Neste dialogo chegaram Josquin e o sea
gu ao grande prtico do palacio archidu-
cal, que, como sabido, oceupava todo o
espafo em qne boje estao edificados o pa-
lacio da industria e o museo.
Bons das, Mariinbodisse o portei-
ro, abrindo agradarii ao operario.Ooea
este mendigo que te acompanba ?acere*-
centou, com as maneiras insolentes pro-
prias dos criados ntimos das casas pode-
rosas.
Nio seo mendigoacudi Josquin
sbitamente.'fretendo fallar i menina Ma-
ra para Ibe comaunicar nm recado do qne
soo portador.
A' menina Marta 1redarguio o por-
teo, franzindo os tobr"olbos.Eo nao- o
en leudo I A gente do palacio est toda ie-
colbida ainda.
Se a duvida s esse, pode ir acor--
dar a menina Mara, qoe estimar muito
ver Josquin Yzerbyt. Va, ande, qoe eu
aqui espero,
-a Ora vejan? este pedanto qoe ares de
importancia se da 1 Sempre quera saber
qoo'meniiij.Miria- essa que tanto se Hile-
ros por o ver?
Eu ih'o digo ; urna formesa menina
que |ntos beneficios fez gente da miaba
ierra, que nao ha ningoeui que Dle* bemd-
ga o nou nome ; a bellos Jouros.., rsoneor deve etinbo-
ce-ta.
Pera-descripco j ser qoem Sim,
Mara, uro boa rapariga qao me traz todos
os das os melhores restos da sobremesa
sem qu o copeiro dd; por isso- Eata-
bea,-meu rapaz, assenta-te abi' i d&niro de
urna bora estlrb levaatadas a pesabas do-
palacio-e eo ai chama Mara.
Joooorn na insisti mais, po vi' que
o imaiacveJ poneiro se dispuobo a :reco-
Iher-ae.^
Uando deraa oito horas no tetopo do
palacaro porteiro aproximoo-'se du peyue oo
e disse-lbe com ar carrancudo::
Anda : voo-levar-le preseapa' fda
criada de-cW.nha qoe procuras.
Otada de eoainba I ezelamoff'Jbs*-
quin, qnev:-u50- coasprenenderido a pHrase-4
suppoz, adovia, bawer equivoco.A msui
na Mara criada de eoiba I AWUba do-SrJ
de Wildenaorg I... liso impeesivel!'
Qa -ests aova Wazonar Tacudi o;
porteiro.Oue tens- a com a atba do Sr/
de Wildeaborg ?
Sia seobcr, aquella cojo pai hab- *
lava no castello situado no Bofeeampwelt. ,
O qo"? excbn o porteiro; esto-*
pnfacto.Bdis pretender ias ser adaittdo
preseDfa iVaaa das-daaas de honor de
zes e hortaliceiras, encamaband-se para $oa a|teza a.ftrcrjidoonozalsabel?
O que U* precisavas era.ura.bom por|:soa. cornudo aoixar de fallar emns.
cb3<* de oreUas Iacabo o senhor de Me Desde aseen do falcao r&solvora Josqui*
rod, impacieotack).
Deiseavo, ooizaa-o! interrompeo o
archiduque* rindo a boa rirN5o se tracU
de conquistar ama praca... Vamos, pe-
ao falplo, queno, raa-oos. o-faicioo ters a tua goe-
lta.
rap2n desapparecen, oov'.do-se-lbo-as
passadas torreiolo.; mameorloe dopois abri-
se uma.lrapeira e- vio-sa o rapaajlo osmi-
nbar polo telhado. fra, deoapparecendo lo-
go por detraz do urna elavaco qno bavia
no teroaco, ponco mais a.i menos, no sitio
onde cahir a o falcSo.
Parece-me, Fraozcdisse principe,
impacientado com a demora do, rapazito
qua mestre Rok nos motteu eia trabadnos I
NSo se arreceio, senhorredarguio
o faleceiro,. equivocando-se sobre o verda-
deiro sentido das palavras do archiduque, o
julgando, na sua excessiva aBefo pela
ave, que o prncipe acabava de exprimir o
sea recato pela sorte do falcao. mais do qoe
pela do rapazito.Estol certo de que u'es
fal
arras-
victoriosa, oj
o mercad;-do oolro os operarios, diriga-
do-se para o trabalho -, cada qual corra aos
seus mi?te.-es, sem se importar com qu*a
Ibe caminbava ao lado; e, como cm taes
casos saccede, leve Josquin de reconhesor-
qne o mais penoso dos isoiementos e> a-
quelie que se sent no centro de urna mal-
tido descoubeerda, pveoccopada, indiRb.-
rente a tudo; que se acotovetta e empuap
reciprocamemo, sem cae entre tanta gente
se divise urna phvsionwnw cojas feifes'dso-
pertem a maoor idea de conbecimento.
FOLHETIffl
O FILHO DO CALCETA
embaracasse
te raoaenio a garfa tea oa Olbos arranca-[taberna, poaso or*nrio dos fabrkaoles
dos e as carmes rascadas, como deespe vassoaras
rar do seo dextro adversario.
Oxal mas qoe o rapaz oSo leona
ir ter coa. Mara :: s- se epounbaa ao sao
prjjec'.o as d:ficaldades da exocofo. A
excorso dos baskanters&mecia-lbje, emiiea,
om pretexto pbmsivel paaa se afiastar da ca-
bana da seu pQi e comprebeador-se-ha a
av dez-.com ojo elle o aproveiioa-, quando
se sooberam os motivos de- tao notavel
desejo. Ante, do os earjlicarmos, sigan*)
o jown aldea n'aquella^jornada, nova, para-
elle.
No prmetro da trabalhotL Josquin cora
os seus- coapanberos na apaaha do iratta.
A' medida que os baskantors se affastavam
do BuscampweU. iam se dwidiodo em pe
qjenos grupos, que seguiam, cada um o seo
deslino, sem Ibes importa oa dos outros.
Esta cificurastaocia perojUio ao filho ado-
ptivo fie Xaerbyt deixar os companbeiros
na rnadrogada do-seguododia: a certa, dis-
tancia,, apressou passo e ebegou antes, da
noote a Gaad, cidade cuo mercadoaais.de
urna vez frequenlia na companbia dos, od-
dlauders, e abi pasuaa no ate n'uaz, pobre
de
se-
gainte tomou a caminho de Bruxellas, sem
soquer pensarnos \rabalbos que tecia a sof
A
-
pon
FIERRE Z.VCCONE
NKfil'VDl PARTE
IV
A bordado do Cogaaaella.
(ContinuafSo do n. 128.)
Como o P de ,Forno dissera, tinbam
51 So .Uio que Ibes designara Pairo.
por ordom de Beauregard.
E' aqui f disse Pietro ; o patrio man-
dou-me tratlos para ** PHead,Dd
por
Trouxeram prov
do-lliai qoe esperem
aqui vir fallar-lhes
Creio qoe mu, disse o Pl de Por-
oo... O Mcb^ traz 0. cabaz a tranibor-
dar.
E' quanto basta. Adeus.
At logo.
Pietro ia relrar-se, mu boba apenas
dado algons passos, qoando se vio diante
de Beauregard, que sahira de entre as ar-
Beoregard lez um signal ao P de For-
no e ao conde, qoe o tinbam reconheci
do, e toaoo o caminho da herdade em
sompaabia de Pietro.
Camiaharam algons instantes a par um
do outro, sem proferirem palavra ; por fira,
voltou-se Beauregard para o companheira
e disselhe em italiano :
Trataste de obter as informaf5e& que
eu te tinha pedido 1 ["-,_ ,
Sim. mesire. TolveU Tietro ; alloi
algons mooteiros, em como se ha de orga-
nisar a cafada.
Ao depois me explicaras isso... eu
ando pelo bosqoe desde taaotem, o achei
urna posifao d'onde ma parece que se po
der ver sem ser visto.
Para que lado, mestre ?
Ao sol do bosqoe, um pouco para a
esquerda, aceros de duzentos metros da
aldeia.
P*WO abaooo a cabefa.
Sei de que posifJo falla, ha abi om
sitio famoso, e posso at afflrmar que para
esse lado se bao de dirigir pnmeiro os ca-
fadores.
Entao bom.
Mas ha om inconveniente.
Qoal ?
Um inconveniente mono grate...
NSo avislou alguma distancia orna casita
com jardim ?
Pa/ece-me qoe sim.
H algons mezes qoe mora ah om
rapaz, que j tenbo encontrado algnmas
vezes, que nio 6 destes sitios, pelo menos
nao me lembra de o ter visto ha doas aonos
que aqui estou, e qu dirige freqnentes
vezes os seas paiseiot pera a raolu de que
falla.
Depois do-haver tran6poslo diversos bao*
ros e admirado mu i les- edificios, o joven
akleo resolVeo-se, emBm, a perguntar a|
uro transente onde mera va. a archiduque/.* ::
a resposta q#e obteve foi um sornso doe*-
carneo. Ra tero o a pergoala a diversos
individuos, aas sem nelhop resoltado. Fav
ligado e toseorofoado, leve- vontado-de.
-chorar, poreaa a natural aadacia animou>o-|
anda. Entr- lauto o lempo- corra e a mut-J
tinlo passava sempre sera que urna onioatl
pessoa ntttasse o sea eabaraco. Viola vo-P
zes lentoa renovar a pergaota e outrae- tan-I
tas se deteve-, receioso de resposta torta.
Ouiinnand* ao acaso, foi-ier s proximida-
des do palacio ardducal bairro anda de-
serto aquella bora matinal. Nao podeodo
mais conter-se, dingio-se atinal a oa. ope-
rario qoo-lbe pareeeu bea encaradov
Aaio,disse elle, enebendo-se do
corageatem a hondada de indioar-me o
palacio da archidnqueza ?
Be bom gradoresponden o- opera-
rio.Su voo para esses lados e- ensinar-
Ihe-nei onde .
O pobre Josquin respirou : estas simples-
phrases tiraram-o da sa perploxidade; pa-
receo-lhe qoe todas as attrbulacoes esta
vaa terminadas para elle e por pouco que
nao se abrafou ao operario, o-qual Ihe per*
guitou :
- Mas que vai l fazer a esta hora *
Tenbo que fallar impreterivelmento a
Dar de boa*"... isso mesmo.*
lio tinha-aie esqaecido do nome.. .repli
coa JdsqutoPorqpem *, Sr; porteiro,
nao se deaore : noweuavoo d hnntem
caminhei a bom-caiainbar para chegar at
'aooi-l
1 O ar dasacerida o aa mesmo tempo
d bamildadocom qoooaWeio se exprimio-
eaoeoa iaprtsssao ao velbo criado, .qoe,
pondo termo sua btbttoal impertinencia,
se resolte finalraenie a ir participara
m omcial- o- servieo que eslava all um
Ldesoonhefiidjo que protendM fallar menina
Wyt.
(C*lMiuar-j?-A.
aoaeto.
A. AME
Isso agora que nao. agrada, disse
Beauregard... Que rapas e ssse ?
Nao sei.
Em casa de qoem mora ?
Em casa de dous verbos que alli cul-
tivan) a sua leir de trra.
A casa deiles *
Compraram-na ha dous aonos ao tio
Robin.
Beauregard ficou pensativo.
Ao tio Robio, repeo elle... e ja
visteo tal rapaz?
Tres ou qoatro vezes.
Que idade tem ?
Vmte seis annos, o muito.
E Dio te deu a curoaidade de saber
o que elle fax por alli; nessa idade, om
isolamento assim, nio natural.
Pensei isso mesmo... e como sem
pre muito prudente conhecer urna pessoa
os seus vizmtns... perguntei.
E que soabeste ?
pouca cousa. O rapaz anda muito
doente. Bula olhar para elle. EsU dando
i casca, como se costoma dizer, e nao
obstante a gravidade do mal, tem recasa-
do as visitas de qaalqoer medico. Elle de
mais a mais a doutor.
Heim I disse Beauregard com viva-
cidade, amaneas que doutor ?
Repito o que me diaseram.
E tem yiote seis annos 1
Ponco mais u menos.
'um E 6 loiro, alto, paludo, de olhar
torno t -
' Eolio o mestre conhece-o ?
Cnise lamain ie Dit* reeevoir mutrisor ;
Cmt-du suele de ferpasser au stele avr.....
Esplendida na trra, irradiando os cus,
Eu divise rniia luz, que me fascina,
E' a chamma que me alenta, e m'iHuraina.
E' a ostr ella que condor-me aos ps de Bous.
Es,sa luz me deslumhra. Os raios seas,
Slo pr emssas de aurora matutina,
Qi naflecte a scenielha Vespertina,
V'n dourar no faturo os sonhos meus.
Ea vivo d'essa- luz eterna, e sania.
%' Ha, que mitiga os prantoa meo's.
'' lia, que seduz-me, e que m'encaota. -
E adoro essa 1b7v porque o meu Dos;
Porque ella em meo peito o amor implanta;
Porque ella a luz des olbos teus.
Junho1871.

A.V.
E' elle, disse Beauregard.
Elle qoem ?
Nada, nada... aa depois te explica-
ra todo i mas, effectivameate, a sua pre-
senf a oestes sitios e om pergo e temos de
modificar os nossos planos... Anda an-
da. ., aprosemos o passo, nio temos nem
ua instante a perder. .
Apressaram o passo na direcfao da her-
dade ; mas, ao voltarem ura ataibo, Beau-
regard parou bruscamente, saltou o vallado
e sumio-se,
Que fas f perguntou Pietro espan-
tado.
Pela toa vida, cala-so e sogoe ten
caminho, responden Beauregard com hor-
rivel entonaflo.
Pietro andava costumado a obedecer...
deixon, pois, airas de s o companheiro e
continuou a andar.
Depois de dar algomas passadas encon-
trn um bomem pe.
Era o bomem que Beaoregard avistara.
Os dous nao se conheciam, mas compn-
meniaram-se i uso do campo.
Mal que o bomem passou, saltoi
regard outra ves para o caminho,
coa correodo o romano.
Entao I disse. Compnmentou
pasear por ao pe de ... wte-Io i
De certo, responden Pietro.
E aquellas tfoes nao te trouxeram
a idea nenbnma recordaclo ?
Pietro encarou no companheiro
inqoieto.
e alcan-
ao
muito
perguntou com a voz mal segara.
Se o coobeces 1
Qoem e ?
V se te lembras,
Pietro bateo ua testa.
E' impossivel, bradoa do repente.
Nada impossivel.
Rodolpbo I....
Ou Rapbael... se antes queres. .
O pai do petit ?
Ah aviva-se te a memoria, disse
Beauregard alegremente ; afioal de contas
depois de se ter roubado a pessoas, o
que ha de melbor a faaer. o esquece-las.
Pietro nio fez caso da allusao, e conti*
nnou andando ilharga do aestre.
Este ultimo ia refiectindo.
Que demonio vira elle faser estes
sitios ? murmura va por entre dentes... O
raposa velha ter tambera por c algum es-
conderlo ? Nada.,. atlnei... soube onde
se occolta Raymundo, e qaer v-lo. Oh 1
com a fortuna I o cao engrifado, e elle
rmesmo vai fornecer-me o pretexto para me
desembarazar de um.importuno ao menos
por alguns dias.
Beauregard voltoo-se para o companhei
ro disse-Ibe :
Pietro, era chegando 1 herdade von
para o meu gabinete, tenbo algumas pala
vras a escrever; daqni des minutos vai l
ter, qne teni de ae ir fazer um recado.
Cbeflajaj herdade. Beauregard dei-
?.& e romano e sabio sua agua-furlada,
para onde se rottrava algomas vesos, e
Eotlo eo
honem ?loqde hivlt cama, cadeirj e mesa, Uto ,
que era preciso para eompo a mobilia mus
modesta e mais simples.
Beauregard pegoo a'uaa peona, n'ema
folha de papel e escrevea estas liohas s
c Senhor. Esta descoberto 1 Rapbaet
ou Rodolpbo fogio das gales de Brest ;
estevahontem em Paria foi boje visto nos-
arredores da floresta; 00 sabia do seo so-
gredo. e tinha o rospeitido ato agora,
receio, porm qne essa busca do qae o
senhor objeoto, v perturbar o sea re-
pnuso, ejalgaei do ano dever avlsa-lo.
Um amigo a\ com Beiormaufr. *
Beauregard dobroa a carta, a quando
Pietro ebegoa, deo-lh'a reeommendand
expreesaaente qoe a levassae quanto antes
ao dootor de qoe Iba fallara.
Ao doutor 1 bredju Pielro. Poaea-
creve-lbe ?
Beaoregard den aoi hombros.
Eb I Povro dase compadecido.
Aquella cara tambera te devia ter lembrado
algum nome.
Um nome 1
Sim.
Qoem vem a ser entao o tal dootor ?
O tal dootor, mestre Pietro, o filho
do boaem que esta mannia encontramos.
Raymundo I
Inteirinho ( aas anda, vai, e voKi
para me contares o qoe se passar I
E Pietro oi-se. levando a carta que o
corsario Ihe confiara.
(Continuar-M-ha.)
TYP- DOOUUM-RAiJO DQP1 01C**^





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