Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12403


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Full Text
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ANNO XLVII. NUMERO 127
,! *.




fkU k CAPITil E L&ABS OfDE IA0 SE' PACA POSTE.
Por Ire meies adatados '.............. #000
Por seie M idea,................... 124000
aseo OBBO.. ...............(.. C40OO

-
Propriedade de Manoel
i

SEGUNDA FEIRA 5 DE JUNHO DE 1871.
fAU sano i roiA da pbovucia.
Par tres metes tdkntidof .' .-...........
Por Mil ditos idea. ...... r..........
Por ama dito* ideas ...*.....
Por ora anno dem


.

6171*
434800
S7JO0O

de Faria & Fhos.

O 8rf. Gafar* Antofltfr ANes Feos, no Pari ; Goncalves d Pinto, no Maralo ; Joaqnim Jos do Oliveira d Filhof no Ceari ; Aotonio de Leaos Braga, no Aracaty; Joao Mara Julio Chavea, no Aaa ; Antonio Marqnea da Silva, no NaaJ; Jote ostia*
' Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Fe!ippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na villa da Penha; Belarmino dos Santos Btelo, esa Santo Antio; Domingos Jos da CosU Braga,
'.* em Natareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Francioo Tavares da Costa, em Alagoaflf-*r- los Martina Alvea, na Baha ; e Leile, Serqainho d C no Rio de Janeiro.
4
PEMAMBlfCO.
ASSEMBLEA PIOVDfCIAl.
SESSAO OBDHfftMA EM 3 DS-MAIO.
PRESIDENCIA DO SH. DR. AGUIAR.
Ao meiodia, feta a chamada, acham-se presen-
tes os ir. Ralis e Silva, Ribeiro Viaona, Correa
de Araujo, Pelippe de Pigueira, Itonrique Mame-
da, Piolo Jnior, Pernamhuco Flho, Cunlu Caval-
cante, Rufino de Almeida, Paes Brrelo, Vieira
da- Araujo, Ges Cavalcante, Aguiar, Oliveira An-
drade, Brnesto Vieira, Amaral, Cunta e Figa >re-
do, Aalooio Paulino, Joaqun) da Mello Reg, Hol-
laaa CavalcanU, Toleoiioo de Carvalho, Pedro
Alfonso, Oliveira Foneeca, Eduardo de Oliveira,
Joao Civalcanie, Augusto Costa, Teixeira de Si e
Kirmino de Novaos.
Abre-se a sesso, lida e apprc vada a acta da
antecedente.
O 8a. t Secretario d eoou do seguiote
EXPEDIENTE.
Oflkio :
#0 creano do giverno da provincia, remet-
iendo em additaroeoto ao offlcio de IB de abril
ultimo, aofa b. 87, a copia do offlcio em que o juiz
da dirdio da comarca do Breio io forma sobre a
loUgao do offlcio de justica. A quem fe a requi-
sigio.
Petaca*:
Dos professores publios de instruccio prima-
ria deata provincia, pedindo a restiluig do feria-
do nos da* de quiuto-feira. A' eommissio de
mstrucco publica.
0)e diversos proprietarios de retinara? e pada-
riaa existentes nesta cidade, pedindo a revogacao
daa aatturas muaieipaes que prohiben) o uso de
carvio de pedra aat reflaariaa e a iransmissao
desse* eatabeleeimenlos. A' eommisaao de pos-
tura*.
De Jos Pedro das Neves, fiscal da eobranca do
imposto de 8 por eeoto de cada biibete de lotera
de outras provincias, pedindo a interpretar,?! j do
K do an. 19 da lei do orgaroenlo vigente.A'
aimii) de UfUlacao.
frojeeto :
OT juagada objecto de deliberado mandado
imprimir o seguinu :
t A a***mb*** tegisUtiva provincial de Pernam-
baeo Naaive :
Arl. orneo. A gr*tiIiec*o devida a professo-
ra pabliea de inetraceio primaria Alejandrina de
Lima Albaquerqoe, por mi de dote anuos de
exereieio, contina a competir-lbe, nao obstante
a graaifiescao que ella peroebe ser eontinaar no
exeracio dttpoi* de lar completado o lempo de sua
jublaca*.
t Sala da* commis Oiiveira Fonceca.Uulltmda Catalcante.
aaaaei oo ui.
3* OmeBasaa do projmte n. 43 deale amo, ron-
cedeodo um anno de eenf a com vencimenlos ao
1* escriplurario do eonsnlado provincial Antonio
Joaqnim de Oliveira Btduem.
O SR. PAE BARRETO :Sr. presidente, pedi
a palavra para olerecer urna emenda ae projecio
em discassio, coneedendo um anno de lieenca a
profesaora pnblica da villa de Barreiros. Esta
professora tendo requerida, foi o seo requerimen-
to enviado commissao de petiza, e esta den pa-
recer favoravel concioindo por um projeelo que
foi a imprimir. Consta-me, ja pelos atteslados
juntos a peiico, ja por inormacoes particulares,
que essa professora acba-se gravemente doente.
Vendo que tal vez nao seja passivel discutir-se esse
projecto no poucos das qas nos resta de sesso,
ea peco a casa lenha contemplacio para com essa
professora, atienta o sea estado d molestia, po
dendo garantir que se acba gravemente doente ;
por isso eu mando urna emenda ao projecto que
se acha em discusso.
Vio a mesa e sao apoiadas as seguintei emen-
das :
t Igual eoneessao, sendo por um anns a profes-
sora publica de Barreiros D. Graciliana Feliciasi-
na Cabral.Paes Brrelo.
c Offereco como emenda o projecto n. 6i.Pe-
dro Affonso. >
Encerrada a discuss), sao approvadas as emen
das.
2' diseaso do projeelo n. 81 deste anuo, de-
clarando extensiva aos profasaores do gymoasio a
disposicao do art. 24 da le n. 598 de 13 de maio
de 1864.Foi approvado.
2' discassio das emendas offereeidas em tereei-
ra ao projecto n. 66 deste anno que supprime o
segando districto de paz da fregaezia de S. Lo-
ronlo da Matta.Sao approvadas as emendas, bem
como o projecto.
2* discus.-a i das emendas offereeidas em tereei-
ra ao projecto n. 68 deste anno qne traofere para
a frsguezia da Graca a cadeira de instruc^io ele-
mentar do sexo feminino creada para a Passagem
da Magdalena. Sao approvadas as emendas, e
bem aaaim^o projeelo.
1' discus>ij do projecto n. 58 deste anno auto-
ruando o presidente da provincia a aposentar o
administrador do cemiterio publico desta cidade
Manoel Lata Viraes.
Sai i mesa e apou-se o seguiote requer-
meato :
c Reqoeiro o adiamenlo da discuss) para 24
oras.ToletUino de Carcalho.
Posto a votos o reqaerimento regeitado.
O SR. TOLENTI.NO DE CARVALHO :Sr. pre-
sidente. eSiMg por admirar qne fosse esse o ni-
co adiamanto regeitado este anno pela casa ; nao
rejo, na) pos!o descobrir mesmo a ratio de tal
procedimenio por mais tratos qne d a imagina-
eao...
Um Sr. Deputado :Da coherencia.
O Sr. Toliuti.no db Carvalho :Da ceberencia,
nao ; porque ea vejo aqtri moitas incoherencias,
sampre ineobareneias I
Kequeri, Sr. presidente, o adlamento da discas-
sio por motivo muito jattifteavel. muito rasoavel
e muito atteodivel. Tenbo documentas a apresen-
lar i casa, em os qoaas assenta a opposicao que
pretendo fazer ao projeeto qne concede a presi-
dencia da provincia autorisacSo para aposentar a
Maaoel Loiz Viriee, ex-administrador do cemiterio
publico desta cidade.
Ha mnito que fazendo parte este projecto da or-
dem do dia, ea me apresentava na casa sempre
coa eaata documento, a espera da sua tarda dis-
cassio. Hoie, porm, por ama faialidade nao os
trouxe, e joatameole qaando o projeelo dado
pan a discuaaio I
O Sa. Amarai. : Porque nao explicou. *
O St ToiENTmo db Carvalho :Se tivetae ha-
vido alguma impngaacio ao mea simples reque-
rlmeoto tera sem duvida roe explicado e juslica-
do a toa necessidade. Espero sempre pela im-
pugoacao dequakjuer idea aqoi apreseuuda ; e
uaaa ves quenenbuma impugnajai apparece, que
sea nota palavra se diz contra, ereio que nao
ha neceesidade de jaslifleacio, porque o silencio
importa ama jaatiffeaeio.
Entretanto son (breado a fazer algumas consi-
danc9ti do projeeto a respailo que se discute,
porque j o disse, faco-lbe a mais severa opposicao.
Sr. presidente, quera tivesse, cooao ea, algum
casatcJtMMa a reapeito do modo irregular, arbi-
trario e eeeaadaloso porqae proceda no cemlte-
ra paWico o ex administrador, Maaoel Loiz Vi-
raes; jem, como en, eonbecatse o motivo pelo
qaal o feto. Sr. viee-preaideots da provincia Dr.
Maaoel do Naselmeoto Machado Ponella o exone-
too. do oarfo qne exercht, nao poda ieixar de re-
cebar com dessgradavel impressio a leilora do
projecto que d autorisacao presidencia para
conceder-lhe aposentadora.
OSr. Ges Gwalcantk : Nio basta dizerjisto,
preciso provar.
O Sr. Toi.knti.vii de Carvalho : Eu chegarei
a provar, estou arad' em principio, e o meu iim
especialmente provar a opposicao que faco ao
projeelo.
A? aposentadoras, Sr. presidente, enteno eu,
sao a recompensa que a lei d ai empregado de-
pois de ter elle prestado um certo lempo de bous
servicos e estando anda no txercicio do sen
cargo; entretanto aassembla provincial autori-
zando a presidencia da provincia a conceder a
aposentadoria a Manoel Lalz Viraes, nao faz outra
consa mais do que por urna coherencia injnstift-
cavel, conceder-lhe aqoillo qne tem concedido a
outros empreados demiltidos. Foi ffem duvida
nes.-e funestissimo precedente que se fundoa o
projecto, precedente que esta assembla tem man-
lido a despeito db lodos os principios de justica.
Al n de ser isto urna arbilrariedade, um acto que
para mim na> tem legitimo fundamento, accresce
que Manoel Lniz Viraes nao est no caso daquel-
les empregados que sa r demittidos muilas vezes
por motivos menos confessaveis, demiltidos por
ura arbitrio da autoridade competente, emfra por
motivos polticos. -
Comprehende-se e o publico sabe muito bem
que Manoel Luiz Viraes nao proceda no cemite-
rio publico como devera proceder.
O Sr. Goks Cavalcante :Eu nao api.
O Sr. Tolentino dk Carvalho : Nao sabe o
nobre depuiado porque nao lem estado nesta ci-
dade ; se estivesse havia de ouvir as reclamacSes
que se faziam sempre contra o ex-admioistralor
do cemiterio publico.
O Sr. Goes Cavalcante : Eslou a espera ds
provas.
O Sr. Tolentino dk Carvalho: -E*t muito an-
cioso ; eu l ebegarei.
Aa reelamaedes bavidas contra o ex-adminis-
trador do cemiterio publico constara, nao s das
mailas publicaedes de jornaes desta capital, cerno
de documentos offlciaes e particulares....
O Sr. Ges Cavalcaxte : Venharn os docu-
mentos.
O Sn. Tolentino de Carvalho :Passando a
tratar do modo porque se quer conceder a apo-
sentadoria a Manoel Luiz Viri9s, devo notar des-
de j casa o seguinte ficto muito recente. Ha
dous oa tres dias passou nesta casa um projec-
to qne autorisava presidencia da provincia, a
conceder aposentadoria ao offlcial maior da se-
cretaria do governo, Dr. Antonio Annes Jacome
Pires, por occasio de entrar esse projecto em
3' discusso foi apresentada ama emenda, que
conceda igual autorisacao em favor do adminis-
trador do hospital de Misericordia da cidade de
Oliqda.
O Sh. Paajuutu : Fui eu auem a apre-
sentou. _^_ __ ._
O Sr. Tole.nttno de Carvalho : E' verJaoo ;
foi o nobre deputado.
Um Sr. Deputado :Havendo ama petico delle,
O Sn. Tolentino de Carvalho : Nao houye.
Sr presidente, aqui quera se levautasse para in-
dagar qie.n era o administrador do hospital de
Misericordia de Olala, nao se quiz saber se era
um empregado que tinha urr. grande numero de
annos de servico e que ainda serve cora muilo
zelo e dedicaca), se liaba ou nao direito ao que
pedia, e a casa rejeitou essa emenda por una-
niraidade, (nao apoiado?) por quasi unaniraidade,
pois foram dous ou tres senhores deputados que
nao volaram contra.
Um Sr. Deputado:Qaer dizer com isso que
foi ura erro?
O Sr. Tolentino de Carvalho :Nao quero di-
zer que fosse um erro, ura precdeme que tam-
bm iovoco, urna apreciacao que estou fazendo.
Um Sn. Deputado :Esse precedente ple ser-
vir de alguma cousa t...
O Sr. Tolenti.no de Carvalho :Sera duvida
nenhuma. Qaando a assembla provincial rejeita
um projecto que autorisa a coocesso da apo-
sentadora de um empregado que ainaa exerce
o seu cargo, de um excellente empregado, de ura
empregado que tem muilos anno- de boas ser-
vcjs, nao ple, nao deve approvar a que con-
cede a mesma autorisacao em favor de una em-
pregado que foi exonerado a bem do servteo pu-
blico.
Um Sr. Deputado :Si cora s coherencias
que o nobre deputado quer argumentar est bem
servido.
O Sr. Tolentino de Carvalho : Eu procedo
sempre com coherencia, orgnlho-me de dize-lo ;
pouco importara a mim as incoherencias do3 no-
bres deputados. pois cada qual responsavel por
seus actos.
Um Sn. Deputado :Apoiado.
O Sr. Tolentino de Carvalho : Passarei ago-
ra, Sr. presidente, a tratar da questio principal
do projecto. Como dzia, haviam documento* com-
probatorios de qne o ex-administrador do cemi-
terio publico nao enrapria bem os seus deveres,
e esses documentos vierara a apparecer em maior
escala, com mais torga para maior conheci-
mento do publico desde que em juabo de 1869
dea se o faci de voltar do cemiterio para a ca-
sa de seus paes o cadver de Innoeefieio da Sil-
va Teixeira: creio que os nobres deputados de-
ven ter conhecimento desse faci.
Um Sr. Deputado :Foi urna tentativa de en-
terramento.
Sr. Tolentino db Carvalho :Foi um facto re-
votante e smente devldo ao deleixo do admi-
nistrador do cemiterio. Por e3se Tacto o Dr. ebefe de
polica mandn proceder as averiguaces neces-
sarias, representou presidencia da provincia,
e soube se que o administrador do cemiterio nao
se achara presente qaando esse acontecimento
leve logar, nao se achava presente qnando mis
necessario era elle ali; por isso que, como sa-
bemjs, tarde sempre quando se da raaior
numero de eoterramentos. O cadver dessa in-
feliz moga, quando foi remettido ao cemiterio
publico, ni) foi acompanhado da competente
guia......
(Ha um ap>rle).
O Sa. Tolentino de Carvalho : #* e
smenle pelas deseonfiancas de algumas pessoas
e eonsenlimento de um empregado subalterno
deixou-se de fazer a inhumaco, sendo, como
disse o corpo remettido para a casa da familia
a que perteneia. Este facto geralmente Sabi-
do. Que o Sr. administrador nio se achava i
larde no cemiterio est provado com a sua pro-
pria declaraco era offlcio cmara mnnic pal
de 3 de agosto de 1869 e bem assim que nao
aeompinhoa ao cadver a guia, ass urna ret
ponsabiiidade de Agr & C\ propfleiarios da co
xeira de carros fnebres.
O Sa. Ges Cavalcakte :Nio est bem ja.
formado o nobre deputado ; eu lhe mostrare! 0
contrario.
O Sr. Tolentino de Carvalho :Oh I Senhor
Tenho aqu em maos as informacas ministra-
das pela esmara municipal; reja-as o nobre de-
putado, (mostrando-as).
O Sr; Ges Cavalcante :Tambem ea as te-
nho.
O Sr. Tolentino di Carvalho :Nio ha ne-
cessidai* de ler as inforataces a respeito desse
facto, ffbo sio extensissimas, mas faco presente
deltas ao nobre deputado pira apresia las, j
que parece lio duvidoao.
Por esse facto, Sr. presdeme, a eamara mu-
nicipal nomeou umf. comtnstao para exaoRaar
os negocios do cemiterio, e o xarae teve lugar
depois de demittido o administrador Viraes. O
parecer dessa commissio aeha-se publicado no
Diario de Pernambiico de 14 de tetembn de 1869,
que nio aprsenlo casa pelas razSes la expen-
didas e que motivaran o mea requenmeuto de
ad i amento. '
O Sr. Goes Cavalcante : Eu apresentarei em
lugar do nobre deputado.
O Sr. Tolentino de Carvalho:Nio podeodo,
portanto exhibir esse e outros documentos, pois
que a casa nio me conceded o favor pedido,
limito roe a adhusir o seguinte argumento : s
nio -e deve autorisar a erncessao de aposenta-
dorias a empregados, qne exer eram os seas
cargos cora disvello, com zelo e aetivdade, em-
pregados que nao leem nota alguma ; com raaio-
ria de razio nao se deve autorisar semelhante
eoneessao em favor daquelle que foi reeaahaci-
damente rao, qne foi demittido a bem io ser-
vico publico. Invoco ainda a coherencia daquel-
les que negaram a aposentadoria ao director do
tnspital de Misericordia de Olinda ; allenda-se
differenca que existe enlre Loiz do Reg Bar-
ros e Manoel Luiz Viraes e proceda-se com jus-
tica.
Limito-me, Sr. presidente a estas considera-
bas; espero ouvir os nobres membros da eom-
missao que assignarara o projecto, e depois vol-
tarei a tribuna para apresentar os doeomentos
a que me refer.
O Sr. Ges Cavalcante :Sr. presidate, como
raerabro da commissio de peticOes, que offerecen
coasideracao da ea a o projeeto em discassio, sea-
d) elle impugnado, devo necessarianente mostrar
quaes os motivos que indaziram a commissio a
dar sen parecer concioindo por anr projeeto de
le, mandando aposentar o ex-administrdor do ee-
mterio, Manoel Luix Viraes. Antes de entrar, Sr.
presidente, na analyse desses motivos, eonvm di-
zer que, sendo raembro de ama commissio, e ten-
do de emittir sobre qualquer peticio o mea pare-
cer, tenho a precisa dignidad para proceder com
iraparcialidade e nio procurar saber que poltica
pertence o individuo que reqaer.
O Sr. Pinto Jnior :Qaem falln aqai em po-
ltica ?
O Sr. T. de Carvalho :O nobre depotado est
sonhando.
O Sr. Ges Cavalcante :Se assim, 8r. pre-
sidente, nao poda a commissio deixar de fazer o
que fez, e vou dar as razoes.
Um Sr. Deputado : Eateo te que se ple dar
aposentadoria a empregados demiltidos ?
O Sr. Ges Cavalcante :Qualquer pesso que
requerer a esta casa, instruindo a sua peticio com
documentos valiosos, e sendo snbmetiidos esses
docunenlos a urna nmmisso, eu emendo que ella
nao pode deixar de dar ara parecer favoravel, se
ellas mostrara a justica di preteucio.
Foi por tanto. Sr. presi lente, levada por estes
principios que a commissio de peticSes dea pare-
cer favoravel a pretencao de Manoel Luiz VWm
Sr. presidente, a commissio par edtislWrar-r
acatar os precedentes desta casa, convencida do
que ella jamis estabeleee precedentes contra a
equidade e justica, nio podia deixar de d r ura
parecer favoravel, como den.
O Sr. Pedro Affonso :E ba precedentes nesle
sentido T
O Sr. Ges Cavalcante :Sera duvida ; era
um s precedente, a casa o sabe, sio amitos pre
ce lentes, isto ha muilas aposentadoras concedi-
das por esta ca-a.
Um Sr. Deputado :Nao, a empregados demil-
tidos.
O Sr. Ges Cavalcante :Ainda nao ha tajvsz
8 dias, acabou de approvar en ultima discusso o
projecto que conceda aposentadoria a um offkial
do corpo de polica demittido.
Um Sr. Deputado : Nio eslava no mesmo
caso. .
Outro Sr. Deputado :Nao tinha sido demitli-
do a bem do servico publico.
O Sr. Ges Cavalcante :Jos Aotonio Pesta-
a, pessoa que muito eonheco, foi demittido do
corpo de polica sbera do servico publico.
O Sr. Corrbia de Araujo :Nao apoiado, nao
excto.
O Sr. T. de Carvalho :Pde-se admitir por
mudanca de poltica demissio abera dD servico pu-
blico?
O Sr. Corria de Araujo :Nio est assim na
portara.
O Sr. Ges Cavalcante :Pergunto, Jos An
tonto Pestaa foi ou nao demitjido do servico do
corpo de polica.
O Sr. Corrbia de Araujo :Nao foi absm do
servico pablico. Foi demittido, diSse o Sr. Silvei
ra de Souza, por que ha vi a sn licitado o titulo de
partidor e contador do termo do Limoeiro, o que
nio era verdadeiro.
O Sr. Ges Cavalcante :Ora, Sr. presidente,
nio se v que isto foi ura pretexto de que se ser-
vio o presidente da provincia para demiltr esse
empregado, importando o mesmo que demitti-lo
abem do servico publico ? ( Nao apoiados).
Pois bem, senhores, se a regra qne se nao de-
ve aposentar empregado qne foi Aemittido por esta
ou aquella consideracio, de duas ama, ou a casa
procedeu irregularraente aposentando Jos Antonio
Pestaa.....
O Sr. Corrbia de Araujo :J se raoslrou que
era caso muito difireme.
O Sr. Ges Cavalcante :Oa esta regra nio
verdadeira.....
O Sr. Souza Leao : Mas nio foi abem do ser-
vico pablico.
O Sr. Ges Cavalcante : Senhores, sajamos
mais claros, eu connec.) Jos Antonio Pestaa, te-
nho prazer em eonfessar que um amigo prest -
raoso, estou a par da demissio de Pestaa, era um
adversario poltico da situaco,a esta fu a causa
nica que demoveu o presidente admtti-lo. Posso
alllincar aos nobres depntados que nenhum mais
amigo, era mais devoiado do que eu a Jos An-
tonio Pestaa.
O Sr. Pedro Affonso:Assevero que foi demit-
tido por um equvoco.
O Sr. Ges Cavalcante :Foi demittido por
que era adversario, e nio eonvinha a situacio de
ento, qne fosse conservado ao corpo de polica.
Como dizia, Sr. presidente, a casa tinha ha pou-
co approvado um projeeto dessa ordem, a com nis-
sio considerando que seria amainjastica conceder
a Jos Antonio Pestaa, s mate favor e nio con-
ceder a Manoel Luiz Viraes, quando ambos erara
demiltidos e queriam ser aposentados....
O Sr. Souza Leao :A dentidade de condiedes
que eu nio admiti.
O Sr. Ges Cavalcante : Attendendo
ais documentos valiosos apresentados pelo admi-
nistrador do cemiterio, o que poda fazer? Que
raz, que motivos tinha a eommissio para nio
apresentar parecer, cooeluindo por um projecto a
favor de Maaoel Luiz Viraes ? A commissio nio
eslava informada de que contra Virios houvesse
alguma cousa em desabono da sua conducta como
empregado, pelo contraro, a commissio foi infor-
mada pelos documentos apresentados por Viries
de que elle foi sempre um empregado probo, ze-
toso, activo, honesto e digno de elogios no eurapri-
mento de seus deveres.
O Sr. T. de Carvalho :Como explica a 9-
missao dada pelo Sr. Dr. Portel la ?
O Sr. Ges Cavalcante :Qaaodo ur. \aa\i.
do junta documentos de semelhante c\-Aem 0 aQe
ha de fazer a coramissjo qqe ten d 'iqi i. m
preiencao ? Por ventura levara *M d |e.
var por Wcujacoes vagas contra ^ ^^3^.
quand,g ellas nao foram.irazidaj a e*a casa?
A' vlst* disto senhores, creio que tenho justifi-
cado o procedimenio da eommissio de petigoes
emttindb parecer favoravel a prelengio de Manoel
Luiz Vafes.
Agn, senhores, entrarei na Impugnagio apo-
sentada p*io meu nobre eoilega aa projeelo que se
discute.
Com o melhcr prater. Sr. presidente, eu votara
contra o meu prsprio parecer, se por acaso o meo
distfoeto eoilega que me precedu aa tribuna ti-
vesse lido na casa documentos que tirassem o pres-
tigio, a forga daqoeKes que juntou Manoel Luiz
Viraes aa petgio mas felizmente para justi-
(kago ampia da conmissio, o nobre deputado
prometteu apresentar trovas, e nio as exhibi.
Sebhore, o dito solado de qualquer individuo
contra a repalacio de miro nio deve servir de
Srova, principalmente qtando a favor do acensa-
o existen documentos- imito valiosos de pessoas
altamente ol locadas, ineatazes de dar um atiesta-
do qne alo seja a expretslo da verdade. Por
tanto se de um lado contra Viries existe a simples
palavra do nobre deputado, que se fonda talvez
em ditos vagos da maledicencia, que sempre est
prompta a offendar a reputaglo aineia, e se a. fa-
vor de Viries.exislem nao ditos vagos, mas docu-
mentos de pessoas gradas e Sdedigaas, cujas ai-
testados esto ae.ma de qualqotr suspeita, me pa-
rece que a op'niao publica nao pile deixar de ma-
nifesur-se a favor de Viries.
O nobre deputado prometteu exhibir provas, mas
nio exhipto.
O Sr. rerro unior :Aada pi'e exhibir.
O Sr Gai Cavalcante :Por ventura ama
correspondencia de jornal ple desruir a repula-
ci de um empregado publico t
m Sr. Diputado :Um parecer d eamara mu-
nicipal.
O Sr. Ges Cvalo anee : Nio sabe o nobre
deputado que a impreosa infelizmente nio lem a
independencia precisa para s dizer a verdade ?
O Sr. H Mamede :Nio apoiads.
O Sa. Souza Leao : Mas de presumir qu
essas pubiieacSes que prodoziram impiessio no
animo do presidente da providela.
O Sa. H. Mamf.de :Bu protesto pela miaba
parte. ,
O Sr. Goes Cavalcanti :E' urna censura, mas
o aobre depotado teoha paciencia, a impreosa
era sempre diz a verdade.
(Trocan-se apartes)
O Sr. Goes Cavalcanti :O que verdade
3ue ama correspondencia do Jornal na > desacre-
ila a pessoa alguma, porque se dosacreditasse, a
creio qu* nio havia um s Iraoem pablico oa par-
ticular que oio tivesse a su rapatagio maculada,
porqae alo faltam individuas que nio recrrala
impreosa para macular a r epaugao alheia, quan-
do se julgara tolhidos ea seo* iataraases, oa por
qualquer despeito.
P Sa, t. Dg PraunoA :!f*m m pSa respon-
aablisar a iapivosa por Istw, nao se pee chamar
'"f g"** '"U &Hll'l'IJJ!".J"11
O Sr. Goes Cavalcanti :Porunto. Sr. pre-
sidente, j se v qas urna correspondencia, um
dito vago, nio lea esa importancia qu* se lhe
quer dar.
O Sa. T.de Carvalho :Nao falle em corres-
pondencias, porqae eu ca me refer a isto.
0*"Sn, Goes Cavalcanti Vamos agora mos-
trar os Jocumentos que juntou Viries, e outros
que me fsram remedidos por elle.
Figura em primeiro lugar um attestado do Exm.
bispo de saadosa memoria D. Joio.
Diz elle (l) :
t Attestamos que o Sr. Manoel Luiz Viries tem
exereido 9 emprego de administrador do cemiterio
pubMao d'esta capital com zelo religioso e verda-
deirfmente patroueo e com sati-fagio geral, arran-
jando e noservalio o dito cemiterio em boa or-
dem e aceto, sem que at o presente nos cons-
te de qaeixa alguma contra o seu proced ment e
regular conducta ; e seus servicos, durante a epi-
demia do cholera raorbus nesta provincia, sio
asss valiosos. Palacio da Silelade em Pernam-
bu;o, 15 de dezombro de 1838 Joao, bispo de
Pernambaco.
O Sr. Conde de Biepeqdy, que me parece nio
ser suspeito aos nobres deputados, tamben diz al-
guma cousa em abono da conducta, do zelo desse
ex-admioistrador do cemiterio. Eis aqoi o trecho
do relatorio do Sr. Baependy, com refereoca ao
cemiterio publico (l) :
< Acba-se em boas cooligoes o cemiterio publi-
co d'esta capital : visitando-o, Uve eccasiio de re-
conhecer a exactdo das informaces qae deram-
me a esse respeito.
Ora, di ten do na relatorio o Sr. conde de Bae-
pendy, qae visiaado o cemiterio, acbou-o em boa
ordem, perfeitamente zelado, corresponden!:)
sua espeotativa, avista das informagdet favoraveis
que liaba, o queso conclue d'aqui f Que o em-
pregado enearregado da adminstragio do eemi-,
(erio soub8 cumprir Belmente os seus deveres,
soube zela-los, a ponto de merecer do presdeme
esse elogio.
Figura tambem aqu um attestado do Sr. conse-
Ibeiro Jos Bsoto da Cuoha e Figueiredo.
Um Sr. Obputado :De que data sio esses ai-
testados ?
O Sr. Goes Cavalcanti :Creio, senhores, que
este documento merece sem duvida leda a nossa
consderagio, e elle se exprime a respeito do ex-
administrador da seguate maneira (l) :
t Atiesto qae o Sr. Manoel Luiz Viraos, haven-
do sempre pateoteado um zelo nio vulgar, como
administrador do eeaiterio publico d'esta cidade,
portn se na fatal oeeasiio da epidemia do ebole
ra-morbas, com admiravel solicitada, caridade,
paciencia e valor, nio s nos trabalhos dos enter
ramentos dos cholencos, como tambem na con
duegaa dos meamos cadveres ao cemiterio, eom-
missio esta que pir mim lhe foi confiada, conse
guindo -pelas camellas opportanamente tomadas,
oio ter de lamentar a morte de algum doi indivi-
duos eocarregados da inhumagio ; e pelo accres-
cimo do iniprobo trabalho qae entio lhe pesa va,
nio quiz aceTur a gratldcacio que lhe proporclo-
aei pete* eofres pblicos.
. Atiesto mais que pelo bem que elle se tera
eonduzido, nio s eomo empregado pablico e mes-
mo particular, merece a estima dos seus compa-
triotas e mesmo do estrangeiro ; achando-se assim
condecorado nio s com o- habito da ordem da
Rosa, pelos servigos prestados i causa da ordem
em pocas passalas, eomo tambem com a raed al ha
de ouro com a legenda offeracda ao mrito, que
espontneamente lhe olTerira a rainha de Ingla-
terra. O que lado atiesto em abono da ver-
ainda dadeetc.
M) Sr. Correa de Araujo :-Da que data t
O Sb. Gora Cavalcanti ;Ora j vedes, senho-
res, que o ex-administrador do cemiterio foi sem
pre um empregado adoso.
jhgLo Sr. T. de Carvalho .Vas a data do altes
do?
nio foi levada por pedidos nem por consideraelo
pessoa alguma, e .rnenle porque achou jusliea
no qne pretenda o peticionario.
Sr. presidente, ainda aprsenlo mais um doco-
mento valiosissiaio, pelo numero de assignatura
que nelle figurara e de pessoas que nos raereeem
toda couideraeio, e este documento se refere
honestidade do ex-administrador do cemiterio no
exereieio de soas fu a.-goes (l):
N< abaixo assiguados, a bem da verdade ds-
cl tramos que qaando tiremos de edificar nossos
tmulos no cemiterio pubiieo, encontramos toda a
eoadjnvagao no sea digno administrador o IIIm. Sr.
Manoel Luiz Viraes. nos proporcionando lodos os
meios ao seu alcance para aquella edifleago, ja
ainuindo os lugares por nos escolhidos, o que de
boa vontade sempre se preston a bem nio s do
rateresse publico, como dos panieulares. Recito,
26 de julho de 1861.*
O Sr. Souza Leao :Ista o que prova T Ha de
encontrar ah o meu norae tambera, por isso lhe
fago esta pergunta.
O Sa. Gobs Cavalcanxi :Este doenmento se
acha a signado, ereio qae por 80 e lautas pessoas,
era cujo numero figura o nosso nobre collega o Sr.
Dr. Ignacio Joaqun da Siuza Leio, o Sr. viscon-
de de Camaragibe, o Sr. Joio Alfredo.
O Sr. Souza Leao : Sim, senbor.
O Sr. Goes Cavalcanti :E outras muilas as-
signaturas respeitaveis ; basta-nos a do nobre de-
putado.
O Sr. Souza Leao :Bastava lr o attestado,
que nao prova nada.
O Sb. Goes Cavalcanti :Quero dizer que at
ento o ex administrador era um digno emprega-
do, tanto assim que o nobre deputado que me
bonrou com o seu aparte o disse no attestado.
O Sr. Souza Leao :O attestado o que diz ?
Que elle nio puoha difflcnldades a quem quera
edificar catacumbas no cemiterio.
O Sr. Goes Cavalcanti :Digno administrador
do cemiterio, diz aqu.
O Sb. Souza Leao :Isso foi da redaegao.
O Sr. Goes Cavalcanti :Aprsenlo outro do-
cumento de varias contrarias e irmaudades, que
mostrara o zslo desse empregado.
O Sa T. db Carvalho :Cora as irmandades
andou alie sempre em Iota.
O Sb. Goes Cavalcanti :Nio sei qne hou-
lutas; vejo aqu um documento eontendo os
nomos de muitos Juizes e provedores de irman-
d*d#9.
Diz esta doeumenlo (le) :
* Nos abaixojassgnados, juizes, priores e pro-
vasares das irmandades, contrarias e ordens reli-
giosas, que edificaran! catacumbas no cemiterio
pobiieo d'esta capital, tendo noticia se que uo cor-
rer da Urde de 13 do correte, se espalhou nesta
capital um impresso avalso, sem assignatura, e no
qual falsa e injustamente se afflrma que o digno e
"" BM*o administrador de mesmo cemiterio,
Sr. Manoei Luiz Viries, tem por costme
mtaamar totot lut^uduj,
ordens reiigto'ae, as quaes lrt
tem levantado catacumbas?< que em mauifesta
oppressio verdade dos fictos, apressamo-nos nos
abaixo assiguados, de nessa mu livre e esponta-
nea vontade, a declarar, a bem da verdade, nao
s por ni co.no por nossas antecessoras, que oio
exacto o que se acba afirmado no referido im-
presso, sendo ainda certo que se nio fra a dedi-
cago e zelo do digno administrador do referido
cemiterio, nio s aquello importante eslabeleci-
ment nio estara no p de aceio e ordem em que
se acba, como tambem qae se nao fra a boa von-
tade e presumo do mesmo Sr. Manoel Luiz Viraes,
nio existira all edificado como existem catacum-
bas de certas irmandad. Recito, 25 de junho
de 186a.
O Sr. Souza Leao : Depois de todos esses at-
teslados que elle toi demittido.
O Sr. Gss Cavalcante : Estes foram os do-
cumentos que juntou Manoel Luiz Viraes pedindo
a sua aposentadoria e nos quaes se firraou a com-
missio.
Agora vamos tratar dos fados de que falln, o
nobre ollega que me preceden na tribuna era re-
lagao ao desenterramento de urna miga. O que
se dea a este respeito serve para mostrar que nao
bouve falta de zelo da parte do ex-administrador,
nem foi um faci que pide-se autorisar a demis-
sio de ura empregado, nem ser considerado mo
empregado, nio cumpridor de seus deveres.
A cmara municipal teve scienela de quo no
da 23 de agosto de 1869, foi eonduzido ao cemite-
rio publico, o cadver de Innocencia de tal, e
3ue no acto da inhuraago foi devolvido para casa
e ssus prenles a pedido destes, e nao pelo ar-
bitrio de um empregado subalterno, como disse o
nobre deputado.
Um Sr. Deputado: O administrador censurou
o acto do empregado que deixou sabir o cada-
ver.
O Sb. Ges Cavalcante : Em virtude deste
facto mandiu a cmara que o administrador do
cemiterio informasse.
Eis aqui o qne responden o administrador do
cemiterio: (l)
lira*. Srs.: Camprindi o que Vs. Ss. me or
denaram de Ibes informar se eu me achava no
cemiterio quando veto o enterro da fallecida In-
nocencia, e se aeompanhara o mesmo a guia de
sepultura da eamara municipal, e de que forma
tornou a voltar.
Tenho de scienlifitar a Vs. Ss., que urna ho-
ra antes da chegada daquelle enterro, que foi as
cinco horas da tarde do dia 23 do mez fiado, eu
havia saludo para jantar, em minha volta fni in-
formado pelo porteiro, que ebegando aquello en-
terro ao portio do cemiterio, lhe fra aprsenla-
da a certldio do medico, qae atestava o fallec-
meato de Innocencia, bem assim o bilhete de en-
eoramendagio do parocbo da fregneza do Recito,
e urna responsabilidad^ de Agr & C. proprieta-
rios dos carros fnebres, que visto estar a cma-
ra municipal fexada, no da seguinte pagana o
imposto da sepultura : e mesmo qnando este en-
terro nao viesse com os documentos cima, o ar
tigo 88 do regulamento do cemiterio publico me
irapem o dever de dar sepultura a qualquer ca
daver que cliegar mesmo com infraegio dos ar-
tigos daquelle regulamento.
Na mesma oeeasiio panicipou-rae o guarda des-
te eslabeleci men Domingos Marques Vieira, que
aeompanhara o cadver a sepultura, que no acto
de eolloea-lo na catacumba, pessoas que o acom-
panbaram, observaran que a fallecida tinha os
olhos abertos e a testa hmida, snpondo-a com es-
tes indicios ainda ter vida, e reclamaran para
tornar a levar a casa de seus pas, o guarda Viei-
ra a principio oppoe-se a esta exigencia, queren-
do manda-la reeoiher a eapella, porm pelos en-
carregados do enterro Iba foi proiesudo se all
Ikasse, porqae existindo ainda nio tera quando
tornasss em si os soccorros necessarios eomo os
estas refiexdes demo-
podia encentrar em casa .
verara a que o referido guarda ooosentuse que o.
O Sa. Gobs Cavilcanti :-Um oomem as cadver voltasw, e foi da mesma torre comovjio
eondigfc do Sr. cooselbeiro Jos B*ou. era in-
capaz de dar um attestado qae nio fosse a ex-
pr^ssio da verdade.
O So. Souza Leao :Nao ha davida, pode ser
ana nesse tem > elle fosse bom empregado.
4 tta Cobba de Abaojo :-Diga a data do al-
O Sa- Goes CAVAtCAirn :O nobre delatada
perguou qual a data do aitestado t Pot^u* nao
monra adata em qae elle pntleoa nw* qa* o
tornassem indigno t
Sr. presidente, el aproseoio eab dotaunenlos
para justificar a'conynsjfi, par vottasM,
pan o ceraherio.
i Como rae enmpria Sz sentir ao guarda a ir-
regulsridade do seu procedimeoto, lst r'A respec-
tiva reparticio perante os mais empreados, ob-
secvando-lhe que elle tinha scieota da minha
voRa e devia esperar pan que.er, desse as pro-
videncias que em taes casos tos-jem preeisas.
( Junto encontrarlo Vs. &'j. copla do aitestado
medico, bilhete do parocho, e a responaabilldade.
d Ajn A C, qua voo;panhin aquaHe entor-
rQoqreferWo da,. *
Ajpreveito a ocja*iao para_ fazer enejar ao
meo que se recebe responsabilidades dos proprie-
tarios dos carros fnebres nesta reparticio, osan-
do de prorapto nao sa encontrara a* autoridades
para darem os respectivos documento* para se-
ren ealrahidas as guias da eamara municipal, e
sim por proposta do ex-vereador Gustavo Jon-
do Rogo em 1838. alirr de cessar os abasos do
referido artigo 88 do regulameolo do- cemiterio,
estando em commissio no cemiterio o Sr. cama-
rista Jos Mara Freir Gameiro; boto raetobro
desla cmara, que melbor poderi informar a Ys.
Ss.Dens guarde a Vs. Ss.
Admioistragao do cemiterio publico do Reci-
to, 4 de agosto de 1860.
Dlcas. Srs. presidente e mais membree da c-
mara municipal do Recito. Assgnado, Manoel
Lutz Viraes, administrador.
Um Sr. Deputado :Urna responsabilidad*.
O Sr. Ges Cavalcantb :Pego ao nobre de-
putado que me nao interrumpa na lelura desta
documento.
Vou ler agora o artigo 88 do regulamento (aqni
e o ponto da censura feta ao ex-adiniosirador da
cemiterio por ter dalo sepultura o cadver sera
que acompaohasse o bilhete da cmara (l).
A pretexto de infraegio dos artigos do presenta
regulamento, nio poder o a tmiui-trador recasar
sepultura no cemiterio qualquer cadver qua
ah ebegar, excepto quando Ibe seja esta vedada
pelo prelado Jiocesauo ou outra autoridad com-
petente; mas ser em t ido caso obligado a dar
parle s autoridades respectivas de todas as re-
gularidades, que bouver de notar afim de se pro-
videnciar.
Um Sr. DEPUTaDo :Leu o arl. 9. | 3 e os
arts. 71 e 72 do regulamento ?
O Sr. Ges Cavalcante:O nobre deputado
lea, se ma conver lerei depois. Mas este o
ponto principal da recusagio, por ter dado sepul-
tura a ura cadver sera ser acompanhado da guia
da cmara, ou por omra sera que para esse en-
terro se tivesse preenchido as formalidades mar-
cadas no regulamenlo, sejm ellas quaes forera.
Mas diz o ex-administrador que receben urna
responsabilidade de Agr & C. empresarios da
carros fnebres. Mostra o ex-administrador .que
nao fez isto por arbitrio proprio, porque na cama-
municipal ja se tinha tratado desse negocio.
O Sr. Souza Leao :O que se est discalindo
a aposentadoria.
O Sr. Ges Cavalcante .O nobre deputado
snto dizer-lbe, nao me pode lolher a palavra.
O Sr. Souza Leo :Nem por isto, mas nio
sei se o empregado tem recurso para a assembla
do acto da cmara qae o demitlio. O projeeto re-
tore-se a aposentadoria, disso que so devo
tratar.
S Ges Cavalcante:Ea eslou respandendo
as aecusacoes foitaa pelo collega que me precwka
na tribuna, pela* quaes elle eoocluio dizendo que
o empregado nio digno do favor que se preten-
de conceder-lhe por laei e taes tactos; jasta-
tnenle sobre e**ea fictos qae estnn fallando, i
nao devo lanar soore lies, entao nao sei oe ojo
maneira poder a comraistio'explicaro seu pare-
cer. O nobre deputado rae indique outra manairS
de proceder, que eu nao lerei duvida em aeceitar
os seus conselhos como amigo e mais velbe.
Eis aqu o facto tal qual se passou. J se v, por
tanto que o ex-administrador do pemiterio nao poda
sor responsablisado, nio pode ur culpa alguma
em um facto de semelhante ordem, porque se elle
foi culpado por ter acceiudo o cadver sem as
formalidades do regulamenlo, Um em sea favor
o que dispoe o arl. 88 do mes.no regulamenlo
que diz, como a casa j vio, que por qualquer
pretexto mesmo por infraegio do regulamento,
nao poder o administrador negar sepultura a
qualquer cadver que lhe for apresenUdo.
a infraegio deu-se por nao ur acompanhado
ao corpo a licenga da cmara que s tem por Sin
o pagamento dos direitos raunicipaes, mas mos-
tra-se que je pagariam os direitos raunicipaes
desde que hoavesse urna responsabilidade dos
proprietarios dos carros, obrigando-se a pagar a
quamia e apresemar o competente bilbele, res-
ponsabilidade que podia ser admittida pelo admi-
nistrador do cemiterio, principalmente quando nao
fazia isto por proprio arbitrio, mas sim em virtu-
de de urna proposla apresentada na cmara pelo
vereador Gustavo Jos do Reg e reamida pelo
camarista Gameiro.
J se v porunto que este facto nao pode ser
de ordem tal, anda mesmo que da parte do admi-
nstrador do cemiterio houvesse urna falta oio
era isso bastante para tornar-se elle indigno.
O nobre deputado disse que admirava como se
concedia aposentadoria a um empregado de se-
melhante ordem; mas certo que resol vendo
todos os fados da vida publica do ex-administra-
dor do cemiterio, apenas trouxe esU, e este eu
creio ler perfeitamente demonstrado t casa que
de ama insignificancia tal que nem aevera ser
apresenUdo.
Um Sr. Deputado :A que atlribue a demissao
desse empregado.
O Sr. Ges Ca vlgante :Agora vou mostrar
algumas opinides de disnctos advogados desta
capital para fundamentar a minha, que o admi-
nistrador do cemiterio, em vista do regulamenlo,
nio podia ser responsabilisado por seraelbante
(acto.Eis as respostas (l) ^^
i Qaanto ao 1. quesito respondo negativaoseo-
te. O sepultar os morios e ebristos em lagar
sagrado ara dever de humanidade e da nossa
religiao, dever, que o poder pablico collocoa no
art. 88 do citado regulamenlo cima dess outras
providencias da polica municipal, decretada nos
arts. 71 e 72; pelo qual ainda que falum Mas
providencias, nio i isto motivo para o adminis-
trador deixar dexumprir aquello rigoroso e inde-
clinavel dever do art. 88, e esta a razio que
presidio a redaccao d'aquelles tres artigo* do eitt-
do regulamento.
c Quaoto ao 1* quesito, antes de Indo cor-
rente em direito crimina), que sem intongo tai
crimosa nio ha delicio.
t Ora, ponderando se sobre o caso v-se que
administrador do cemiterio com exigir responsa-
bilidade dos proprietarios dos carros fnebre* a
respeito daquelies caixSes com cadveres sea
guia e sem os documentas exigidos pelo srt. 72. do
citado regulamento para pagaren depois da inhu-
magio a quamia devda a cmara, nio um a me-
nor intengie reprehensivel ou condemn*vel ; mas
apenas a innocente iaungac- de zelosos interesses
da mesma cmara, com o qne se lhe nao poda
fazer arguigio fundada de crirae.
Depois disto, se para esU responsabildada
previa dos pranheUrtos dos carros fnebres, o>
administrador de eemilerio, como se diz no final
da proposU, proeedia segundo autonsagio dad
pelo camarisU enearregado dos negocios do n*M-
roo cemurio, declaro que com *su seu proeedi-
mento nio infringi alguma das disposieoes da
citado regulamento, e nem taluva a algum oo
seus deveres, e antes flsealisava o eofn mumcipai
de aeeordo com o membro da eamara, incumbid
desta mesma flsealisagio. Recite 18 de agosto do
I86fl.-Dr. P.'Baytiila.
Um So. Doptaoo :Autorisado por um cama-
rina t E um camarista pode autorisar a wvoga-
co da lei T Qaal foi o camarista 1

O Sr. Ges Cavalcantb : Eu podia dizer,
mais n?o quero.
Eis a outra resposta f"j', ( -f
Goocor^ Wrn 5 parecer sopn. Combinado* oa
artiso oiudos oa proposla, o mais qua^mahanoa-
um,...u..y ~- r,. ^..v,. -v.nvutiQaluuatoa pooeri increpar aoadraioWraJot
CQnhecifneqto 49 Vi Sa., que nao a por itpitriq lierttM^loRaver dado parle aquellas avtoneV
laUarWaBaPl
--?-


=t=p=

ytncia a detatttfto fl"
fe< retjeos, dg que tao vagamente falla o a/t.
88. Mas, sianab o cemiterio sc-b a Timediat*
raspelo e directo da cmara municipal deJe
qoe se passoa o narrado do (loal da-profrosta; n
administrados de espirito mais timorato, ou mais
rigorist,v4eiM deseanesr ra firme'convicio 'de
""t-era eom^rfWi^eas devere*. Salvo melnor jubo.
maraes.
Sr. presid'hfclallou o nofi/e depilado no pare-
ee a commissao *!a cmara municipal acerca do
procedimento irregular do ex administrado- ,
cemiterio j mas riol isso devo"diz.r "' \
acto que a cantata trS;se pron-v .nre"Jente
da provincia a deptMo tV-^ V^ E^
porque
o amitade ao
que dmttlio o tx-adimni-trador da ce-
- "iTcrio.
E' verdade. Sr. presidente, que tima commissao
da cmara municipal examinando ludo quandodi-
lia respeito aos negocios dn cemUerio eraittio setr}
parecer reprovandn o procedimento do ex-adminis-
trador do cemiterio; mas um memoro dessa mwma
commissio, que pira nos merece muita atteccao.
cwradiz pe feitnrae.nteloaos es pontos da acensa -
Co aprsenla da pslo outro memoro.- O memoro
dissi dente da eommissao (ni o Sr. lenlo los da
Costa, qae nos merece toda a conflane,, e que <)iz
o aenuieie (id) : f
vergio dascenclosoes tiradas polo meo Ilus-
tro collega de coamiscao, e isla petas raiiJss abai-
xo expendidas :
Em !. locar digo meu Ilustre collega, que aa
ras do eemittrio ach.im-e coberlas de folhas.
capia, 'que, cora o possoal qae tem, nao de-
viara esiar uese estad ; demonstrando que au
havia que cuidasse avilas; mas osle I,periodo
do parecer perece injusto, se se atender exten-
sao de cemiterio, o n. de ras quo existem, e a
prstela eom qae cresce e caoim.sobre t>tdos o d>-
nominso gramma; o constante cahimento da>
tomas das arvofes em certas pocas do auno, como
a presente em que per mal ir cuidado que se em-
preffle, nio possive! evitar-se que se encontr
es rua folha* sectas cahiJas, porque p3ra is-o
serla preeiso terse pessoas con>tantemente em-
prendas nesse servico, roe parecondo insuficiente
o pes-oal servente
i. E' nina verdade o que diz o meu distinelo
ollegaa respeto do mo estado -las catacumbas,
porm tendo sido o'pedreiro contratado smente pa-
ra abrir e fechar ditas catacumbas, nao pode oex-
administraior iocorrff em cen ura por nao ter
mandado dito pedreiro fazer aqoilio a que nio ti-
j)ha sido ibrigado pelo contrato que fex.
Ao 8* periodo teolio a ponderar, que eerto
que as arvores plantadas no cemiterto, nio sao as
mais convenientes e proprias para o raister que
slo detinadas, j por suas qualiiade- e j por
roas formas pouco frondosas ; mas nao se pode
levar a cunta do ex administrador e3sa falta, pela
qual deva incorrer em censura, vi*to na que po^a
em que toram plantadas, eram as mais geralmente
admittidas para os passeiosjios sitios dos particu-
lares, e at as pracas publica*, como bem se no
fae ob?erVa, no campo das p-in;eas, ron d Au-
rora, etc., etc.; portaoto tendo estas arares toma
do desenvolvimeoto, me parece que o exadminis-
traor nao poda altera las, oo renme-las, som
previa aiiKri.-ic.i > da cmara ; accrescendo que
a cmara nao deu era tempo alguin o dlnheiro
para o planto dessas arvores.
"Quanto ao i tenho ainda o ifesprater do di-
vergir do meu Ilustrado eoilcga, porque ajilando
formo dar cumprimenlo nossa comm^S'o, ob-
seran.os e notamos a falta indicada, dizendo-nos
o capellio qno eile na ut-1!a o.'casiSo -' que tinha
reunido no gavetao todas as p?c,as psra fazer a
entrega.
t Quaoto ao 5.* nada tenho a dizer, pois e^Uil-
Iastre enmara j tomou a deliherac^o de mandar o
administrador offlciar diversas trmandales para
qne ennclussem a< suas catacumbas.
C'joclo dizendo, que o ex-administrador nao
merece censura.
Eis aqu Sr. presidente os dous pontos funda-
mentaes da acensara > que l'z o mea ditincto col-
lega ao ex administrador do cemiterio: o facto da
moca ressucitada, e o parecer da eomm9?o da
cmara. Quaoto ao faetJ da moca ressncitala
mostrarei perfeitamente que por te nao merece
cnlpabllidade algum o ex-udministrador do comi-
teno, e quanto ao parecer da coramissio se ba om
roembro que por despeito, por esta en aquella
razio este empregado, ha outra quo claramente
motra a injusticia das accusarSe.
PorUnto, Sr. presidente, o obre deptado que
tanto nleres e lomoa na impuifOcao do prujecto
pretendenlo cnnv*nr>r e.s*a rasa da qnn n ^t-
pregado de qne se trata indigno pjrnij cum-
plir com os seos deveres, e por isso nao tem di-
reito ao favor de aposenta doria.....
Um Sn. Depctado :Por isso foi elle dimiitilo.
Sn. fise Cavalca.ntb (joniinuand')...
tMM ve,: jue aio apreseotoa prova, nao exh'bio
um f documente que contrari semelhante pro-
posieio, o qne deve fazer esta casa ? Deve conce-
der necesariamente o fivor approvando e projee-
to, aguardndose para quando o nobre-deontado
que nos ft-z a promossa venha exhibir esses doco-
mento?, que infelizmoute para miro, que talvez al
o aeompanhasse, nio trouxe por esquecimenlo.
O Sr. Tolenti^o di: Carvalho :J os tenho
aqoi e hei de raostra-los.
OSb. Gobs Cavalcastk : nubre denotado
conclnio dizendo qne esta casa nio dsvia conce-
der aposentadoria a Vires, porque alo la hontem
on ante-hontem tinha negado igual favor um
empregado teloso no enmprimento de seus deve-
rea,probo, honesto, quaiidades que eu nao con-
testo, mas que nao sei se foram ompravadas com
documentos tao valiosos como estes.
On Sn. Depctato :E' de presomir, porque
esi no exereicio de sen cargo.
O Sr. Gjbs Cavalcavte : A presompcao nem
sempre a verdade : mas emtim nao faco questao
disto.
Mas, senhores, que o argumento este para n-
dnzir a casa a nao conceder o que pede Viraes ?
Porventura, admittiodo <|ne esta cisa cammettesse
noatem urna njustiga, pode isso autorisar que
eommetia boje outra ?
Dm Sn. Defutado: Se praticon hontem dm
abuso, nao deve praticar hoje onlro.
O Sr Goes.Cavalca.ntb :Se honlem esta a.'a
nio loinou conhecimento da petirSo de om empre-
gado em iguala coadicoe....
OSfc ToiENTiNo de Carvalho : Iguaes nao
melhores.
OSr Ges Cavalcante : Porque nio
vou qae er^m melhores as saas condico-.
O Sr. Tolenti.n-o o: Cahvvlho : Por qae nao
loovo cnt.-iac.ao
O Sr. Gks Cavalcatb : E porqae o nobre
depauJo umb m nao mostroa que o tmpregado
de que se trata nao esta em condiedes de merecer
o favor.
O.Sr. Pinto Jraion :- Anda pode moatrar.
O Sr. Gob Gmulcanm :Poia Ijein, en aguar-
do a promessa, e Deus permita que as provas do
nobre teputado sejam sulBeentes, porque dou-lhe
mi oa palavra que o aeompanhirei votando caa-
Ira o prujoetn da mesma furma qoe o deoodo.
O Sr Soma Lro : Wb acredito.
O Sn. Gbs Cavai/axti: PoJe fer que os de-
cument.ij j-ejaro mais vaiioKS do que e-tfes, qat
ate os homens que altestaram venha m hoje dueH
Oontrarii do que disteraro. ,
Mas, como dizia, nio ei.que argumento se poa-
n tirar do factu apreseBiado pelo nobre deputadu,
nio H pwque a eaaa ai lenha concedido apo-
eenuoria pelida por nm emprendo, se deva ne-
gar a outro que a ella lera direito.
Eu ag ra digo por miaba vea : tendo a easa
concedido agusentadoria -a Jos Antmo Pestaa e
a ontrjs, por coherencia twntcm deve concede la
a Maooel Lua VtrSes, qae nao tem ontra coosa
contra si, senu pertencer a ma pareiaiidado^p
pola a sitoaea/.
Nao apoiadu.
i i? fcliut
Diario \%
rrnarl>uCt
*"- Segunda
O 4r anftei,'r^r^-^it0-a ^^..P^W^IIIMle*fconressoa o fsctA
dor do ce- ""* Viraes' l"*"110 foi adminu-, rV^4Mrjn4M e aviso previo, ei
biV^.eteriopublico,ed.ftc*:}te,veddiaWrml- WnTeifcionado terreno ; accr
"erxiiiro a quem sa qir ipffttnir foi tlomitij *.
depois de argido de /alus graves/dejioae -*< I H1H|8ef losp |o cjigtiUmdftoMWW^rW4l ->*3- ten, por fie\r contiguo ao jatigo de
cuneo tosqne teobo presentes se or P0'0* ^- administrador construir por sua cont
emprenado foifprevaricadj)r. t ifSh3^ft. J>SL1 lyiSaAlslrPt0'8 ven'4fl P"* <
O Sr. Pn"-.^..; -^OQI os tow^umb i Ji i .tfflaes, eom quem me en
Tle h verdee
erigido m tamulo
accrescentaudo nessa
- particulares, conlratav a construegao d4 ca- ocsasiao que eu podia escolher ontra locaiidade.
ucumbas o em |oik e*se"ja-|ociesaemara mm Falldk|r csuajMBeito
nicipal era auasi temP'.u lexada 40 su.-.s rends, r ronsefvo M Rros
a>sim odiVMktos quo-compravm m terreno edi- no ser
Ikavam seus iMtr.clos em J, 3 e W. Pela re*V min
(;io que tenhi dos terrenos veudos pela caSNa que
e poi ruiiT. do esnaco que oecupaoio- tumuto te O Sr. ias Cay
\ o se?;.Hm : ha muito tmulo,'en jos d )tMW O Su. Pijrro
compraram um terreno,-e odenpim doojt por o Sn 6ar- c
exarittlo, u Sr. bario da Victoria, Pelu'pe de 8wu- que elflTMo fl
7.a Leao, Paulo Casiano de OUveira, Balar aiad d O Sj^p.vro
Hego Barros, bario do Livranento e muitoa-ou- oMa Wm diz
tros, que seria enfadar a esa em enumera-los. (Trocam-se apartes
Se esses senhores pagaram alguem os tesreut^ Q fy. rmjsaMjr
que oceupam nao sei, o que sei e n,ie* art'af bondMe d coi'
s consta qii pagaram um. Ainda ha outros em' U ?n Pinto
feira 5 dft Junho >U 187i
I1 ^
rJarrttfdJ dot denos de carro fmtbre, qu*ini-
dd^en dever communicar a esta illustrissimaj
o modo porqae tem sido fea esta arre-
-. y.,*
de
rtnieo rtferidoirlraesire'-MuWrara 6S
c,oes feilas no cemiterio publico desta cl-
e. n. .
No mesmo periodo apenas bmou se a laxa
coimpondtn'.e a de 287 carros fnebres, deixando
ser paga a de 166 eoterramentos por serem
ralis, e arde H7 por mofio-'s nt
e que sdgnoraot pela eomniu-
a na pan V do 11- do arl. 31 'do
de 2 de jnht d-.185i s devem
laxa os carros de carldide e os
sse. Os qufes nos termas do *
mesmo regulaneento, se sao pu-
nm o cavallo.
publico fcuotorto jane raro o ca-
nduzido em caita*, k vado mi
maioros proporc,oes, por exemplo, o Sr. Joo Fraja-..
cisco Lavra s comprou um terreno e oecupa 4, o
Sr. Jos Pereira Vianna comprou 1 oceupa 4, o
Sr. Manoel Gon^alves da Silva- conpnu I oeeopa
i e tnu.to^ cuifos que d.-ixo da meicioar aaw
nao lomar o lempo. Ora, da exposto se v, que,
ou o Sr. Virea ee en:arregav& de fater eits td-
mulos, e nesse caso era elle o cau-ador dessa de-
la)iiai;ao, que S'..lfriam as rendas rauoteipaes oo
ao se encarregava dissoj e ne.-s caso era pegll-
genle e nao HseaKsava a eonMruco dos tmulos
para ver se oceupavam .-rnente o terreno com-
prad. ^
O Sr, commendador Manoel de Souza Leao f i
sepultado n'u n tmulo que foi comprado ao Sr.
Viraes no da do seu falleeimento.
O commendador Manoel de Souza Leao morrau
no dia 23 de sulembro de 1866, lerabro bem a cas i
esta circumstaneia; morreu no da 13 de selaia-
hro o foi sepultado era seo tmulo, e o -terreno
para a ediflcaci) desse tmulo foi comprado no
dia 21. Ris aqoi a certido da cmara (:e).
O Sn. Gobs Cavalcantk Mas o quo tem eata
certidio ?
O Sn. Pinto Jnior :Espere o nobre deputado
nao tenho presaa.
O Sr. S'tuza Leo morreu no dia 23 e enterrou-
se no sen tmulo, e o terreno para esse tmulo
Coi comprado no dia i% e est a cerlidao do vi-
gario.
Certifico etc. Aos 22 de selembro da 1866,
nesla fregu^zia de Saato Aoiouo Jo l\^-.-i'<*, .falle
ceu o commendador Manoel do Souza Leo com
no anoos de id ide, ca>ado com D Francisca Seve
ria de Soma Lao, e f-i sepultado no cemiterio
publico em seo tmulo proprio jauto a capella,
do qoe para constar, etc. etc. ?
Como foi, pois, que o Sr. Souza Ltio, que nao
tinha tumu'j porque nao liaha eomprado terreno,
foi sepultado em sen proprio tmulo ?
Esta carta do Sr. Firmin. Pereira da Cunha,
correspondente do Sr. Sonta Leao, responda a pur-
gue ta.
lllm. Sr. Dr. Joaquim de Aqoino Fonceaa.*
Aqu mesmo respondo c<*m a dovida venia. O tu
mulo que comprei e pag ei pan o commendador
Manoel de Souza Leio, foi ao pruno almiinstra
dor.do eeinilerio Manoel Luiz Vires, por l:3W)i
De V. S., etc. etc.
O Sr. GobsGavalcantr : Ha nisso prevari-
ca cao t
O Sn. Pinto Jnior :Que iogenuwiade do no-
gfflW.0.#&i?grs MPa%
tro Jorior :Os terrenos nao coroeac garam aUxi nao pJer
cemiterio, e que nenbum earro funebro
cavado, enteqde a.com-
res, cojo-i (arres nio pt-
_m ler siJo coodazidosem
dos pelo engenlisiro da camau e nao rjar.cados, c.aixao levado a mo, nem em carros de quarla
quem quer edificar um tmalo cimpraimJotw, classe, e anda menos em carros de C3ridade ;
tres terrenos; um terreno sao 13 palmdMMlM Mo cdBQiAstes ltimos eslao comprehendidos
quom precisa de U ou 15 palmos compra dons aoa 116 eoterramentos gratis. Por consegulule
terreno*, porqaa,* eaarar aao voadn mAmoide' atemle a cooirnissao, que a arrtcadiraa ia en-
terra. O tmulo do Sr. bario de Muribeca.occu- xa de JO por cento sobre os carros fnebres nao
4ein aNiv fHa com zato fUculisaco exigidos pe-
lo regutamenlo do cemiterio, mas sim com gran-
At s /.
tid i-s'
bre deputado ? Eutao o administrad >r .lo cni-
torio pode edilicar tmulos para vtuler f
O Sr. GoEs Cavalcantb : E quem disse que
nio poda ? Prove qne isso era prevaricac'o.
O Sr. Pimto Jojtm : Sem duvida. En pri-
iiieiro lugar direi que os tmulos nao intran-ll.-i-
veis seguado o reguUoenlo do cemiterio, e em
segund-j vou mostrar ao nobre diputado urna de-
eisio da oamara a respeuo da materia. Ouo* e
veja :
c l ,n. Sr. presidente e vereadores da cmaro
municipal do Recife.Dia o Dr. Joaquim de Alpi-
no Fcnceea uue a bem de stu direito, meiaz
preciso que Vv. S-. se dignem declarar !bo se e
permetlid i ao dmii,isU" lur do cemiterio publK'M
desta cidade, ou a qualquer outro irulimquo, ooaa-
prar terrenos no referido cemiterio oara ,s>:4m
eonstrurem eu as sentaren tmulos a detrs
passa los por venda directa ou encuberta com a
denomtnsQo de donegao, a qualauer qoe iklles
venha precisar. Despacho. Nao p'-rme'UJo.
. u* v-^ 4**101 r- uiuq^fl.l>J^%^fs2jJiiJO-
labro d iftAd.Rnjro.- Dr. T/tflae-Boas.-OT. 18l-
randa Santos.Dr. Pitang..Silva do Brasil, *
O Sr. Tolf.ntino db CAnvAriuo :Bis ahi o que
quera o nobre deputado.
O Sn. Pinto Jnior : E demais o empregado
nao pode negociar no exercirio de sen amprego.
O Sn. Goes Cavalcantb :Este principio real-
mente......
O Sr. Pinto Jl.nmi :E crrente.
O Sr. Gobs Cavalcantb : Entao poeso dizer ao
sobre deputado que tu Jos nos empregados pubii-
ces somos prevaricadores.
O Sr. Pinto Jnior :Menos eu, e se o nubre
deputado como empregado publico negocia no
exerccio do seu emprego prevaricador, mais do
que isso at.
O Sr. Olivejra Fo.ncbga :Quizera 3aber rjual
o meu genero de negocio.
(Trocam-se outros a'paries).
Daj Sn. "
pro-
Dkputaoo :Negociar com objectos que
esli sob sua guarda e adjiinistrajio.
0 Sr. Pinto Jnior :Curapre anda notar, Sr.
presidente, que o terreno era que foi edificado o
jazigo que depois foi vendido a familia do com-
mendador Souza Leao, pertencia a ura particular
que o tinha j comprado.
0 Sr (oes Ca.TALG.urrB : E a licenca da c-
mara f
O Sn. Pinto Jnior :De que cmara ? Nio
sabe o nobre deputado que a cmara venden ter-
reno e a desigaar-ao do lugar compete ao enge-
nueiro cordeador ?
O terreno digo tra que foi construido o tmulo
era de ura particular, pertencia ao Sr. Antonio
Jos Duarte que o comprou em 1833 e aqui e>t
a competente cerlidao, que diz que o terreno Qca
marcado.
< Em virtude do despacho lancado so presente
requer ment, fica marcado o terreno do ama
sepultura a perpetuidade no cemiterio publico
com as dunencoes que designa 'a planta, que faz
parle lo Ueg. de a do novembro de 1832, flcando
reservado na repartirlo do mesmo cern.erio, re-
cibo de baver pago ao procurador da cmara mu-
nicipal a importancia do dito terreno. Aaminis-
tragio do cemiterio publico 15 de setembro de
18310 administrador Manoel Lwz Viran.
Pergunto ao nobre deputado, qae lano se es
farija para sustentar o projecto, foi regular es^e
procedimento do ex-administrador do oera lo-
rio 7 Poda elle laes r mi de nm terreno que
pertencia a amjindiwduo que ja o tmb.a pago, que
eslava marea4o, para uele edificar um tmulo
para MfPujp ?
Nio havera nisso transgressio de aeveresi?
prevarica^io 1
O nobre deputado sabe, como \ demooslrei,
qpe as sepulturas a perpeluidade sao Dtiaosferi-
veis, e por con^equeneia o .vlmiostrador do ce-
miterio nao podia fazer tmulos pan vende los,
porque uio pojia transferi-bs por titulo al^uav
fazeodo o cintrarlo cono f/z, fji prevaricador.
O Sb Gobs Cavalcantb : Nao eonfessa que
elle pagon essa sepultura a cmara f
O Sr. Pinto Jtw on: Elle yires ? Nao se-
nbor, elle receben, atiera pagou foj o Sr. Pitfetra
da Cunha.
O fia. Gobs Cavalcaste : Pagou por quera 3
0S. Pinto Jnior :O aubre deputado nao
emende o que eu dig, f Eu me explico. O Sr.
Vires ediflcou um jazigo em um terreno uo ce-
uii erio.
, leudo i Sb- ?o*3 Cw.vlca.nte :Qae aiaJa perieocia
-de negar o mea voto ao projecto juo se cba em'* "?'""'
O SB. PINJO JCJOR :-5r. presi/JeOte,
- ca'uar.
O Sr. Pikto Jnior : E>l engaado i nio
pertencia a cmara.
OSn. Goes Cavaltante :Eutao a cmara/oi
cooni vento.
O Sr. Pinto Jnior .-Ora o nobre deputado, a,
eamara sabia laque o Sr. Viraes eslava -oosiram
do amumaio eui terreno allieio. Coow a dizen-
do, Sr. Vires ediflcou uro-jornal bu *mueri>
in'-i-'r. proxiaic a capeila, vende essa tamul a>fr. P.-
rera da i'^inhi, para nee ser s-polujo o Sr.
cmi nsndador Souxa L-3, depai* o 8n farftfa
r eonseguinia aqu^a que deix.u le da C-uuha pagou a cmara o ttrrtndflia
diseussio venh a tribuna tinic-ine"u:e para expcV
s motivos quo me Isvam a assim proeder.
H> veoho nem quera fazer censura a nobre
coramissio do potic is por ter apreseatado o pro
J94*1 Ojie sd die o mea proposito
podia lazer sisa censura cqm bons faldamentos des-
de o pnmeiro projecto, qoe a nsbre corai9i^*>
apresflotnn a esta assembii, coo-olenlo apostr,
dor/a empregados demntidoa. Ntoguem igu;r^
que o empra^ado publico para poder ser apo-ema*
oo preciso que estoja no exerciio dseu em-
deneticS
Oba. Paes jARREro:-
J>$- ri.rro'JNTa :Gome",e,
^pdpjnetro pwfia votarajavor do proea
Sr. creaideate.
'T da prolecio
qW-Mf discute, porin? ene 'JX-adaafniti'adof do
sea dirtoto, parque .'Sr. Viries tem m.iiia pro
leecao a ouha o nubn.' diputado esse irecno d*a
^ear*, do 8r. bnart :
Cimpre com dTeito h< '' oos p terrenp
ao caraiterio, como cmna ? respectivo titalo.
p& nrMio swpa^a (Btdida por a*vi) .<*
Sr. Jos Francisco Lavrao Sr. Muribeca pagou i
amara ira* terreniK o Sr. Lavra wfa.
O Sr Mkllo_Rkgi -.Admira que
corresse assim e a cmara nada fizes.-e.
, Uu Sr. DaruTADo :E a.cmara qira, vai pie
dir os terreno 1 -
O 6n. ouza LbIo : A cariara $6 pd conde-
ce r os fados depois dclles praicados.
O Sr.- Goes Cavalcantb :E po|jjue4l)ao to-
mn providencias f
O Sn. Souza' Leo :Deu providencia- au
foi a demiso do administrador.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Ges Cavalcantb :Aond; eti as pro-
vas desse f*ct.. ?
O Sn. Pinto' Jnior :O usbre denota Jo. ain4a
qaer mais ? tenho anda aiui mais documento*
o de pe-soas maiores de toda a exfepup, cu jos
tc-temunhos o nobre dopuudo nao [ rfo recasar,
teoho aqni urna carta do ir. Dr. Miranda, que foi
vereador, e pessoa moit- respeita el, .que refere
bjas cousas a respeilo de negocios do cemiterio ;
nio leio os demais doeamentos, por que quero
recusar aljama cousa para se tiv:r de vo'.tar a
i.-ibuua, e i t> i par* mostrar a causa por que
para o nobre u'epatadc palo 3* districto, sustenta-
dor do projecto, nio U nada que lhe sirva.
O nobre deputado '.avocon um abjixo assignido
de diversas irmandaies, e que tambero sao oo.tr s,
que tizeram bous arranjs. Irmandadea taouve
que co.-npraram qmtro 'errenos e ediftearam suas
catacumbas em oi o. Veja a asemblav
Irjandade .las almas do Rncife, campron 8 ter-
renos e edilicouem 11 Dita de Noss> Senhora
M.ii dos Homeis, comprou 6 terreno^ edifkou
em 1Q. ita d Seahor Bb-n Jess i firtae,
compreq i, edii'om m 7. Dita de S..P4ro, com-
pr<>u IJ, ed ikiu em 20 ; e assim por diaole. O
admiuisr.-ad/r .iuha feilo do cemiterio' seu patrimo-
nio. e ninguen lhe ia mo, por que elje 4 iO lis
cil do gue ali se fez, porm se ella 'O ancarroga-
va das obns quem ilicalisava elle t era juiz e
parte, no ctmiier era sepbor d baraco e ca-
lelo.
illi um aparte). ',
O Sr. Puto Jnior .-Qainli os uagadiis-cJie-
gam ao pollo en que shegarara os do cemileri),
cada qtl qaer Lzer o sea arranjo.
llouve nesta cidade urna grande questai entre
o ex-admiai tractor do cemiterio e a Irmandade
de Nossa Senhora Mil dos Homens, etol publicado
um avul-o para o presidente d.i provincia ver, e
iiie com? ".ou nos seguintes tariniis :
< Nao e de recents data que se levutam cla-
mores contra o proce Jimento do administrador do
ue-nitOHO o Sr^.Slaooel Luiz Viriis, pelo^pri">cedi
monto, ,que o.-tenu eDe para cora as irmaadades
aa onsiruc-cao das respectivas catacumbas. Da
iodos os lauji surgem, ha muito,Justas queixas
ct>utra ease fuuccionario, por nao ter sabido
paular tu procedimento de conformidaije com a
E, Sr. presidente, pelo seguimonto do artigo se
v que o Sr. virae era o enwrregada "da con;-
trucijio .las caiacumbas. e que apresenuva reci-
bos em uome de um lujividtu que aent sabia ler.
J, SsRsSmB? ^'sMzM^?
O Sa. Plntj Jumior :Corao nio tem respon-
sabilidade? est dc:larado no fim da pagina a
lypographia em que foi lmpre< o avnlso; o no-
bre deputaJ i sabe, ou pelo menos tem obrigaco
de saber, que isso sufQciente para se chamar a
responsabiidade o autor de um escripto. Aqoi
no Dm da pagina est,o recibo do tal Pereira, que
nao sabia esciwer.
i Recelo do lllm. Sr. juiz da irnuodade de Nos
sa Senhora M dos Homens, erecta aa igreja da
Madre de Dens, a quantia de 600^000 por cunta
de i\ pares de catacomba*, gran les e ie quena,
conforme o risco apreseolado p lo mesmo senhor
juiz, e qae tenno contratado fazer dentro do ce-
miterio publico em terreno comprado pelo rnesmo
serihor jaiz, etc. te. etcJos Antonio Pwra.
O Sr. Oliveira Fo.nseca : Era o testa de
ferro.
O Sr. Pinto Jnior :E mais abaixo vero urna
carta do Sr. Jorge Tasso, responssbilisando-se pelos
dinheiros que receben o Sr. Viries, note-se bem,
o Sr. Vires, e nao o tal Pereira.
Ora, nio era isso suffleieoie para o Sr. Viries
chamar a re-ponsabitidade o autor desse artigo, se
era nma calumnia qae lhe arrogavam 7
Porm, senhores, ao Sr. Viraos doia-lhe a con
scicocia e tinha motivos para o nao fazer.
Sr. presidente, a hora j vai adiantada, e ni
iue.ro, por mais tempo, cecupar a atteneio da ca-
sa, a quem agradeco a benevolencia eom que me
ouvio. Fiz estas considerares apenas para mo-
tivar o mea roto contra o projecto u. 58.
O Sr. Tolkntio de Cvrvaluo -.Tenho j Sr.
presidente, em meu poder os documentos qne
promet) mostrar ao nobre deptado, e peco per-
missio casa para accrescentar mais algama>
considerares a respeito-do projecto:
Deixarei de parte a apreciado dos documentos
cora relacio aqfazjo do e:iterramento de Inno-
cencia de tal, porqae em apartes respond mais
ou menos ao nobre deputado.
O mea nobre coltega e corapanheifo de distri-
to, que acaba de sentar-se provou exhnperante-
mente com documentos irrecasavei o procedi-
mento altamente immoral e ejeandafoso do ex
administrador do cemiterio.
O Sn Goes Cavalctr : Provoa coib ;*om.iJ
0 Sr. TpLENTio.pu Ca&valhp :Provou com
cartas a sua prtvaricaco; e o nobre deptado
pretendeucom doeumeotos graciosos provar o
*eu Z'lo, negindo-so formalmente a dizer i casa
as datas de-aes documento.
O 9n. Gofs CATatcAirre :Esta na casa, o
nobre deputado leia-os.
O Sn. Tountiho nr (uitalho : Yenbu apre
sentar o documento a respeHo da arueadacio
da laxa de 10 por cento cobrada dos carros f-
nebres, com a gual muito soffreram os cofres da
cmara municipal. Ha va a respailo deste nego-
cio, Sr. prefjente, c ire o administrador do cemiterio e os propieta-
rios de carros fauebrea desta cidade. Agr *
C". ncarregavam-se ds um anlorro c tudp A
'tara por si, fafhava a guia da cmara, manda
vara ao administrador um biliiete d# rafonta-
biU/luk qae para elle preeacnia. todas as rma
iiiades da lei, de molo que as autoridades po-
liciaes tinhara roanas vetea de por o seu oslo
ea luas, dous, tres, cinco e mais das depois
de enterrados os corpos. ilaita. retleloes se ti
leram a esae respeito e afluaj chegoa-se a co-
uneeer que grande nuraarp de cadveres foi en-,
terrado no cemiterio em u respectivas guias e
multas dellas sem o pklo da potcia. Isto ae
to igaalmenie sabido.
O Su. Goes CAyALCAirrE :Sabido como T
O Sr. Pikto Jnior :Eu puz o visto em mi
tas guias tres das depqi de enterrados os ca-
da vare*. .
O Sa. Gvfc Cavalcantb : Para jjo como au-
(oridade CAoientia nlsto ?
O Su PuTf /uitionrHsfiandi ruoijas vazes.
O Sr. Toi.KirriKo ob CaRvalho :?oi lamb
aatoridade po.icial nesta caattaj e co^iKgo deu s*
repetidas veaes p m;-mj Lo.
Com relap a Apeitap iataxa d 10 Modes-
to sobre os earro* fnebres bata raojj/aj f^*-
a ara dosameota qae o parecer JaT&Kigajs''
iw da cmara muuipal, em o qu4 n
que u ex-adrairustrador fotvorra para
i* i.-pjiwioi W
i A immmh de poliaa, por oc^sjjnda -
l dMtimento dn cufies mumctpaes.
E s-a | ui mais um documento i favor do proce-
dimento exempUvde Maooel Luiz Vires.
O Sr. Goes Cavalcaxte :Elle quera fazia a
arrecadacao ?
O Sn. Kisto Jnior : Mas dava as notas.
O S^. Tolextano os Carvauio : Urna outra
coramissio da mpsma cmara apreseotoa ura pa-
recer sobre aa me iidas qup se deviam tomar para
meitior regularidade dos negocios do cemiterio e
ahi se eocontra o seguate : (L)
< Primeiramente fare seuiir a esta cmara que
al a dala do acontecimento de Innocencia F.r-
reir di Silva, que deu motivo para se entrar em
certas averiguases, os cadveres ei-am recebidos
no cemileria sem ama da cmara, sendo esta tira-
da, quatro, seis e oilo das, e mais as oezes depois
do dta do enterramento, e apenas eram acompa-
nhadus de cu wlhete de respoxsabilidaoe do tor-
neador dos cairas fnebres, em o qual se obiigaoa
admr a guia m outro qualquer da : isso preen-
oa completamente aa raai* terminantes disposi-
(oes do regulameoto do cemiterio e de outras
postaras que can elle lera relacio, sali>fazia per-
feitamenle o ex-adminislrador do cemiterio, que
deixaado era olvido todos os artigas do reglamen
lo que prohiben que %e recebam os cadveres sem
gmas, funda vane para se desculpar de todas as
suas faltas no art. 88, cuja primeira pane ser-
vu-lhe como a clava de Hercules para esraagar
ludo, emquanto que elle pareca ignorar iuteira-
meote a segunda parid do mesmo artigo.
t As guias eram compradas na cmara em por
qotg desiguaes, conforme as, classes dos carros, e
nao se declara nellaa.por cousequencia o nome dt
individuo a que daviam pertencer, e pode suppdr
sam jae baja uecessidade de graodo perspicacia,
que o* de pnmeira' ciaste nao faziam muito vulto
em proporco dos de preci inferior.
-Note-se que o x-administradur dava autonsa-
o aos Sn. Agr k C. para fazt r.;m qualquer
eaterrainenlo lodepeodente da guia, do pagamento
da laxa etc., era um conchavo enire eiles.
(Conlioa a lr.)
c A commis.-io nao pie, por conseguinte, dei-
xar de reconbecer que a pernussdo dada pelo ex-
adminutrador do ceihiUrio ao fornc-edor dos car-
ros fnebres para levar para elle os cadveres sem
guia e s com um billtte de responsabiidade, fot
causa para que o abuso alcasse eolio audaz e sub
jugasse a lei, ficaudo elle dotnina ndo livremente
desassombrado, at que um motivo apparecesse que
v'ieuepr a descobato a prevarica!; ao e desbara-
to Bu DUUIEIUOS fERTEaCBNTIiS A CMARA : 8 00
mappa junio v-se clara e di lindamente que logo
quesadeu pela prabea abusiva de sedareo as
guias sera dociaraco de qualidade alguma, o ren-
dimeato da canuta dobrou e os carros que pagara
imposte augmentaran), e em proporcio diminu-
rao oa de guara e os de caridae, justamente
(tquelitt que nadapagam, e que at entdo eram os
que aui aanltueam.
Aqui esio os documentos de qae ral le ; o no
bre depotado, pode aprecalo* como entender,
que esta no seu direito, cerlo de querpor mais
a>ae w eeferee, oao podara nunca defender o ex-
Mmtmmitm < ccomcriu ao necire.
Tenlio concluido. *
Vendoaado-se nio baver numero, fica a dis-
cuseo adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
levanta a iessao.
rs IMTlTT CftT .
OTJcip do LV juiz municinaj e do coraroefejo do I
Capiid,dend9 nao se'ter dado caso aTgnm de ral
lencia no termo de sua jurisdicc/n.Mandou-se
archivar, .
OlBcio_da junla dos corretores, cpbrindo a ulti
roa cotacao comroercial.dem.
Jornal Oficial, de n. 114 a I." Para o ar-
chivo.
O livro de registro da correspondencia offlcial
est regularmente escripturad at o n. 70.
Os livros de registro de protestos de let'ra
achara-so em da escripturados, tendo o n. 5403, e
a data de 13 de maio o ultimo protesto registrado
pelo escrivio Albuquerqae, e 2318 o que o tora
pelo escrivio Alves de Boto em 30 do mesmo mcz.
Foram distribuidos os seguintes livros camraer
eiaes.- Diario de Seixas & Borges, dito de Ma-
noel Ferreira Pezetes.
O Sr. Dr. offlcial maior pedio qae se conealtasse
a inspectora da fazenua sobre competir anda ao
tribunal a arrecdaco do sello das cartas de com
merciantat.e dos livros commercies, visto o novo
regularaemo do sello nao conter disposicio al-
guma a respeito. Deliberou o tribunal que se
consultasse
OESPACH0S.
Peticio de Joo Qairioo de Agalar i C, roque
rendo o registro de urna procurado raauuscnp'.a
dcommendador Manuel da Silva Santos..egis-
tre-se.
De William George Fenelly, no mesmo seoli lo
quanto que junla, firmada por Jonn O'Connell
Doyli. Seja registrada.
De Anlonio Goncalves de Azevedo e outros, su'o-
metlendo registro o seu distrato social. Vbta
ao Sr. deaembargador flscal.
De Joa Evangelista de $, Juitino Maaoel di
S Ramos e Jos Antonio de Araorra, constituidos
sob a lirma de Sa, Amorim & C, sobmettendo
registro o contrate de dissoluco de dita lirma em
virtude da retirada do 3 assJciado.Vista ao Sr.
desembargador tucal.
De Lio Evangelista de Sa, Justino Manoel da
S Ramos, Joaquim dos Santos Lima e Joio da
Silva-* mentel, apresentando para ser archivado o
contrato social em duplcala qpe celebraram para
conlinuar-se o coramercio de fazenda por grosso
e a retr.lho do mesmo mojo por que o fiziam os
socios S e llamos. Vista ao Sr. de .ombargador
liscal.
De Joaquim Pedro da Gota Moreira, submetten-
do. registro urna procuraco bastante por elle
asiguadi e subscripta pelo labellio Luiz da Co-
ta Porto-Carreiro.Seja regi%irada.
Repica dd Keller i U, persistiudo no registro,
qae supplicam, de urna concordata particulir de
K. Oettli & CTorne com vista a*> Sr..desembar-
gador flscal.
COMPARECER 00 SR. DESRUBARGADOR FISCAL
Peiigao ( adiada da sesso prximo pasada) de
Augusto Frederico de Oliveira e Eduardo Caudido
de Oliveira.Sejt registrado.Votou contri o re-
gistro o Exra. Sr. conselbeiro presidente por ter
havido inUrropco da sociedade.
Do Cardoso^Jc Ir mo, as racimas circumstan
cas.Igual despacho.
Dita de Manoel de Souza Tavares e Joio Jos
de Medeiros Mello, para ser prorogado o seu con-
trato social.Satisfacam o parecer flscal, cumprn-
do o disposto no artigo citado, isfo apresentando
novo contrato.
Dita de Ges & Bastos, registro de seu cntralo
social.Seja registrado.
Coniinuoo a diseusso do regiment interno dos
corretores, a qual teve cometo na sessao de 22
do prximo passado, e lendo sido ultimada seme-
lhante discussio, fui approvado o regiment i que
se allude, tendo adoptadas as emendas i Sencidas
consideracao do tribunal pela junta actual dos
corretores, salvas peqaepas alterar/ies.
Propoz o Sr. depnla'oo C. Alcoforado que o tri-
bunal ouvissa a junta dos corretores, aflu de qoe
esta informe qual o numero de volumes deveria
lixar o preco do gooero e qual o numero de libras
deveri fixar o cambio, afi n de servir a sua iofor-
macio de base para lomar o tnbuual ulterior de-
liberado.Ficou adiada a propos'.a.
Nada mais ha vendo a tratar-se, e sendo urna e
mca hora da tarde, o Exm. Sr. conselheiro presi-
dente encerrou a sesso.
REVISTA DIARIA.
TERMO DA ESCADA.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 27 do passado, foi cornea-
do Hylario Drbano da Silva para exercer proviso-
riamente o offlcio de escriv do jury e execu<;des
do termo da Escada, flcando sem effito a nomea-
50 de Tbomaz Rodrigues Pereira, sea pedido.
GUARDA NACIONAL.Por porlaria da presi-
dencia da provincia, de 27 do passado, foi manda-
do aggregar, a sea pedido, ao 53. batalho de in-
fartara do municipio de Agua-Preta, Triphcnio
Ferreira da Silva, alferet da 2.* companbia do 3."
batalho de infamara do municipio de Maman
guape, aa provincia da Parabyba.
DELEGADO LITTERARiJ -Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 31 do passado, foi exo-
nerado, i seu pedido, de delegado litterario da fre
guezia da Luz, o Dr. Joo Severiano Carneiro da
Cuona, sendo nuraeade para o substituir o Dr.
Joio Antonio de Souza Beltrio.
PR0FES30RES PUUICOS. Por portaras da
presidencia da provincia, de 31 do passado e 2 do
(.corrate :
Foram removidos : Benjamn Ernesto Pereira
da Silva, da oadrira de Goyannioha para a da fre-
ganda de S. Frei Pedro Goncalves, creada pela lei
provincial n. 988 de 22 de maio ultimo; e D. Luisa
LONDON 4 BRASILIAN BANK LIMITED.
Capital do Banco 13,000 accoes
de iOO................. 13,333:333/330
Accoes eiuiUHlas fci,000...... 11,^333*550
Capital pago a 45 por acedes. 5,200:000^000
OALANCO DA CA VA FILIAL EM PESNAMDUCO EU 31 DE
MAIO DB 1871.
JUtWP
Letras desconLadas..........
Crditos diversos, sobre outros
bancos c caixas fliacs___
Calla.:
m moeda correntc.........
1,109:9225170
1,337:6635320
417:687350
Rs.
2,893:2725870
Passivo.
Capital fornecido pela caixa
matriz...................
Depsitos:
Em conta cor-
rente...... 410:183*060
Depositosflxos
e por aviso. 632:8205910
888:8885890
Di versar" coufJ?. .~v.'...
TWA3 A AIA*
'K)6:3|730
Rs. 2,471:2041890
Peraambuw, W')rj|*ac*Wri. 1
. /..ft6oamaaiatk%,
?micmfnrnm.
Continuaudo era
fez ainda nubltear u
de maio prximo rin-
de ioexa tidoeS e fa
Ao publico
Rditos diversos, outros ban-
cos e caixas filiaos........
Letras a pagar.............,
----------------1,073:0035970
860:1423260
73:2375730
2,893:2725370
Rs........
S. E. dt O.
Pernarabuco, 3 de ianho de 1871.
W.H. Billn.
Acig. accountant.
Clementina Vieira de Mello, da cadeira de Pairo-, da Caixa Filial do
lina para a da Alagoa do Carro, creada pela, lei
provincial a. 970 de 10 de abrjl ultima
Foi per mi t ti do aos prufessoree de Poata de Po-
dras e da easa de detencao, Manoel Lpez da Paz,
e Antonio los Santos Falcao, permutaren) entre si
as respectivas eadeirae.
Foi Doeado Fraocisco de Abreu Macedo para
reger iaterinaoMgte a cadeira da Varzea.
nfXA-E FEWMECTO.-Sabbado, por volta das
3 horas da larde, Fraocisco Gaspar Pmho e Jos
Joaquim Goncalves Pererra, arabos subditos por-
tnguezes, travaratn- se de razfips na ma da Praia,
em urna taberna, de que caixeiro o primeiro, e,
depois de breve disputa, passaram vias de faeto,
e bordoando-se reciprocamente, sahindo Gon-
calves Pereira cora algnmas contusdes no rosto e
Gaspar Pinbo eom nm ferimento na regiio do pei-
lo esqaerda, sob e braco, ferimento que foi feito
por instrumento perjurante. .
Foram ambos presos e eondmidrs preenca
do Sr. cubdetegado do Sanio Amonio, que tomn
as medidas qoe o caso pedia, fazendo-os reeolber
i priso.
FREGEZIA DE SANTO ANTONIO.-Por ser
3muta fer-s dia santificado, a andieneia dojnlza-
o de paz da freguezia de Santo Antonio pr ce-'
lebrada na qiurta-feira s Horas do costume.
ABUSO* DA POLICA.-0 Sr. Dr. cb>fe de po
ticia syndicande do facto qne, sob o titulo desta
uoicla, demos em nosso numero do i do corre-
te, verfjeou teiem as praca- de polica se excedJ
para com o manijo inglez em consequencla deste
t-las fiffendido com repetido ssoccos.
LOTEHIA.-A que te acha venda a 18* i.
beneficio da igreja da Congrega,o do Oratorio,
que corre no dia M).
CKMITERIO PUBLICO.-Obitaario do dia 1 de
iBo :
ido, prelo, Pernarabuco, 9 mezss, S. Joi ;
. o.
vo'vifildo Romualdo da Silva, pardo, Peroam
bu*>, 28 anime, aasdor-Boa-Vista; tuberctiloa.
M .roos, Mrao, preto, Pernarabuco, i? anoos,
isolleiro, Boa-Vis u ; pneumona.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
3ALANCETE DO NOVO BANCO DB PERNAMBUCO EM LUQUI
DACAO, EM 31 DE MAIO DE 1871.
Activo.
Letras .protestadas. .'.....
Despezas geraes.........
Caixa.Pelos seguintes atoresi:
Em ouro amoedado. 709/080
Em notas do thesouro
149:4704^70
10:4035310
Banco do Brasil
Em prata e cobre.


16:8865000
1614363
Ris. .
17:7365443
177:63056i3
Passivo.
Capital. "............ 67:1705000
E missio
Contas reates com juros. .
Fundo dSreserva'.......
Massas fallidas a cargo do Banco
Dividendos*.........
Lucros e ponas........
7:4005000
346/126
101:4445490
638J7S7
4005400
230/620
Ris. .
USMONSTRAClo DA KMISS.U)
23 notas do valor de 200/000
10 ditas c de 100/000
16 ditas de 30/000
177:63i^623
Ris.

4:6005000
2:0005000
8)105000
7:4005000

S.E-eO.
O guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
.
ENGLISH BANK OF RIO DE JANEIRO
LIMITFD.
CipiUl do Banco etu 50 000
ac<% de 20 cada urna
Capital realisado.........
Fundo de reserva........
i.C.OOOl
500.0 H
120 503
BAL
Afrc
O DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO, EM
31 DE MAIO EMC 1871.
Activo.
Letras descontada............. 830:4411210
Bmprestimos e contas caucionadas
Letras a rectltg.............
Garantas' e varares deposRadot.'..
M'bitia etc. do banco.;.........
Diversas contas................
Caixa.........................
v-
atoar u? balaacaiat da raeea e detpezas, r
\nWmfcMM *< trirawtri de abril a iunbu do
Brrente .ion igdu all pa) 3 de. novembro C9 wqo pa, ve | mi s J HR0M1 JIJDHARIjL
ni ubi.'v%i. uo contiendo
iCTA DA SSSAO ADJUMSTOATIVA DE 1
DH JUNHO DE 1K7L
j^ESroENCtA DO EXM. f>a. COSSFJJIEIRO AWSEMIO.
FIUNCISCO PKBETTI.
. j JO horas da mauba, roucidos os Srs.
Jjsnuiadov cretarw Miranda Leal. Olalo Bastos.
gandido AIzs'),*i,J,? e ^W-t "I0' w. coom-1 ieuM
ItwJro jrraal4eK,to abrl > sessio.
' Fj lda* aA^rovada a acta da seaslo de Jo
de raafn, Fm'&PSW 5r- desemoargador tatras ipafar....*,.....*
90:OH958|0
62:3375^0
360:051/170
i,e84/fio
522:1864990
649:84 I/VIO
Ri. 1,-171:204/890
Passioo.
Cootss correles sim-
pies............ 41{f:i93ZS70
Deposibi a afeso flxo
Ttulos so oatjcio e deposita..
JOQtaWl370
3.830/420
369:013/370
Sr. Dr. Vianna
nambuco de 28
em que, a par
mira contesta-
das e de t'ff-usaa ajnim^darjiuiflfcr.ocura emma*
rantlar os factos para a seu geito tirar ornclusSes
a ii favoraveis e attribuir-me aquillo que smente
ello ha praticado como por vpks tenno provado
nos anigos que publipei neste mesmo Diario.
Se o artigo do Sr. D'r. Vianoa livease de aer Bdo
nicamente por aqeiras pessoas que ras coneero,
e por aquellas que hio acompanhsi.) a discussio
a que me tem obngado os seus anouncios insidio-
S"i, cut-iar-me-hia om *>*/ ao daOiefyj-ie
merece o sen novo expediente, visto como j e por
lomis cooncciln e nao merece as honras de urna
respota. tiran, porm, po^sa ser lido por qoem
ui-i estoja in'eirado da verdade relativa aos nago-
eto^c^ncernentei a casa ra do H tspicio n. e
a ae$io da cmara municipal, tora fi qarariTH|a
alguma cou^l^ajcu^'ielfti^rA^a-|Ude ainda
'^n-tareL p*l* |fcEadoo^6aJoc*tfacipl da
contraversia, qne vem a ser: die*>r ogr. Dr. Vian-
na que Vi I i p- har Jeicos deuuuj^ai renderam as
partes qua Aatirm' n sitio* rmTdo HSpiclo re-
servando 8:000^; para a juostio da cmara, e por
isso nao polem fazer traniacio alguma sobre o
sitio que lodo lhe pertenee.
Para qae o Sr. Dr. VlaBna bta palmas e posta
sustentar semelhante proposioi.i nio b*la dis-lo,
preciso se faz que prove, o que'ainda nao fes dem
poder jamis far-lo. '' > >;..- 'i
Diz elle qoe lem esoriptaras? nunca pQtem do-
vida que as tvesse. O qne sempre riegue e liego
que tenha eseriplura relativa aos qWnNOis dos
herd3iros tenente-coronel Franels-ee JauJra e
Augusto Pereira de Carfalito, e qd a reserva fttsa
feta portados os berdeires, e eils nio provoa
anda o contrario. ,-i
Ja em julho ou agosto do ando passado, alie
afurmou a m^sma onsa perasto a cmara ranni-
cipal, ond.e eu entai tambam provei o eontraro,
icti que os herderss (enente :or.,nil Praisr.o
Jo-quira e Augusto nio veoderara os seus quinhe?,
assignando a: o procurador do herieiro Aofusto
a proposta qno por esse lempo ffeemos a esmera
sobre a ae?5o relativa a fhnfls do eK-prairddor
da municipaltilade Mello Pacheco, e qoe somante
quatro herdeiros quo resemraro 8*00/ samo
se v da propria escriptara
Na secretaria da cmara municipal existem as
peticoes em que se encontrara a verda* da^loe
afflrmo. (T
Assim, pois. quem nos dir qae a sua sfflrma-
C-ao nao nicamente porqae agora e*eo eatao
lhe faz conta assim faz-loT
J nio a primeira ves qoe assim prdcddto, *e-
rante mira e ontra j pessoas j teve a faralaes da
afflmar que h.svia eomprado ao Sr. capMl* Wknel
Juaquim Machado a parle* penaucnte ao herdelro
Augusto, e que o pro-trio seu sogro comerzm o
quiohio do herdeiro teaenle-corooel Fraattseo
Joaquim ; entretanto, que das dej-oia o*ri aapi-
tao Machado raeasseveravao contraro, d asetgua-
va a proposta qae por esae t impo flseiBos daama-
rs. En fi prosnrzdir do herdelro WraiteNeo
Joaquim a-e a data de sea (attaoimeato, a avaMaf
que ello nao havia vendido o seu quinlo, edtio
sa pode ver do Diario de-Pernm*u6t de I74)c
agosto do aono passado. --' > *- Vd, poit. o publico que eMe.a'Yroiva MMo-
dos os herdeiros honvessem vendilo seas <|o-
ohes neos qne a> reserva partan* a rot)sse, e
qne por coaseguaala nao podia tirar as eeoclusots
qne tireuftflsPsdarVfe. BdlJ -
Do que eu dftee no man ultimo artigo tmo se
pode tirar tambam a onciusio por eN Hgarada,
e tanto assim fia o provoqa* para ifne declas-
se a data e o cartorio em que se passaram as es-
eripturas retatlsas- aos tHtimt*F deiros sob peoa de nao ser acreditado.
K porqae assim aio o t*t *ll 1
Ui ella que ala quia aeaitar o met eoaderuo ;
ealrt-ianto, o publico vio que o arovoiuei, a qoe,
ao menos em silencio aqestes para uera falltva,
nao poda deixar de aceitar o repto.
Nao lendo, porm, assim feilo, e fugiodo vergo-
nbosamente aeobertado com a amaveis pala-
vras-s-oao aceit o teu cooselhoaio pAs ser
acreditado nesta parle. .
Eu nao disse qne os herdeiros qae nao rende-
rtm nao podiara fazer traasaeao eom as quintales
que Ibes perteneem na csa a ra do H waicio.
O direito qoe eada um dasses herdeiros tem
para fazer qualjuer Iransa^io nao depende de meu
reconberiment nem po-Je pnr m>m ser exareido,
como muito bem tabe o Sr. Dr. Vianoa.
Veja-se o que eu disse a semelhante
no ampo de 16 do mez lindo.
O Sr. Dr. Viaona enganou-se eomptetamen-
te. Tomou a no vem por Juno.
O qne eu quiz tornar patente sm meu artigo de
22 de maio foi, que o direito dos herdeiro? que na
venders os seus quinbdes, sio inteirarosaie dis-
linctos dos direilos que rae perteneem.
O Sr. Dr. Viacoa sabe perfetameote que qual-
quer transacao a respeito dos qoinhoesdos herdei-
ros que nio venlersm, s ple sor realisada por
elles proprios on seas proeura Joros, e qua os Iwr-
deiros queja venieram nao figaram ou eatrtm
nsssa transacao. Quiz, pois, tornar palenle, iMo ,
di>tinguir os nossos direitos, e por isso diste que
nio era sob o pntesto de nio terem t-dos a her-
deiros vend Jo os seus qninbS'S, como dicta a Sr.
Dr. VianBa, que o herdeiro a que elle se retara,
procurara tomar dinheiro sobre a teneros proprie-
dade para realisar o pagamento da cmara. K
dept-is, mais adiaqte, disse: que o herdeiro a quem
o Sr. Dr. Vianna se refera proeoravt obtar di-
nheiro para pagamento da cmara ; mas nao -dista
sobre que pretenda elle tomar dinheiro ehi esto
lodos os rneus anigos, principalmente eaaledrde
agosto do anoo paseado e o de 16 do maio Mmo,
nos quies relatoi todos os faetoi aoaaoraaMsa a
casa a ra do Hospicio e a accao da eaoaT?.
Kada foi por mira omittia; eqaam proa* Je
deste awdo nao procura oceutor eeuta atasna.
Nopnprio reifaenmeato que dirig aeamara-
tudo refer, e apre-eaiei a escriptara.
J se v, portaun, que eu nio pedera querer
sustentar a contrario do qae ji havia declarado e as
meus arligos, e que o sentido das palavras a que
se refere o Sr. Dr. Viarfna nio p-Je ?r outro
seno o qae j se acha declarado nos outros tnsus
artiROt.
Q audo faiic em reserva de urna parte de qai-
nho, refer-me ao que por vetes teste) < pasto c
expll ;ado parame a caaaasa a a patrtieo, a aaaara
do valor da venda, a qual o finado Firmioo flcou snjeito pela eseriplura apagar urna
rend propi.rcinnal.
O raeu pegamento nio pode ser posto em duvi-
da por quem tlver aaotepaalaado -esU discas-
sao.
Nao preciso-mistlftear a questao-aem adulterar
os factos, enrno tem feito o mea ooataaaar. Hit
por esse caraiabo que preteado chegar ao (tro qoe
almejo.
O Sr. Dr. Visnna julgon-me por si. Prdaa o devo vi-lhe iotaciaaasaxprottdesafteotivas<
quepreteodeu ferir-roe.
Nio po em tocar-me. Foram vaeadas per i
de proprio e digno de quem asloinpregitu. FramMa>
bem.
Cuacluiodo direi: procuro raaUsar .o pagameoto
da cmara, variado; mat qoataaer uansaooi
para ease fin, qner por parla da basdoiaoa qae
ain la nao veoderara, quer petos 4 qae resana rasa
os 8 :000/, ha do ser feu a vu aa ktnptiira; a
chamo a atlencio do puDlic >, de cujojotodesliaa
ir. Dr. Viaoaa, para a pane do ardgaa qnetane
redro em qa diz : qne a c>aaae d dimito a
recebar o d:000/, que > serio entreguaa ao4es
da qaesl.
Os herdeiros, que sao o? raa cmara Miga, paqama eta a imoartaaaia dp. apu-
da que dea lugar a aeei t, mas andata**eneo
a dtfe coosiderar terminada a qaasMsid di
etulll
Opablicoquesjuize.
Becifd, 2dejouno de 1871.
Aunliano A. P.:4n0m-Mknm
Assi)iuhla p ovineitl.
E' eom o maior coniiratUaaiHo que ate aoja
anda piara o Sr. epatado Gasear iifWMsool
Bntretapto, Btreoe-ue qne, Mtava esertpe w
livro da meu destino politice, a pungitiva prava
cao a- qae me arrastai aquello teahor.....
respeito

i.
i


diario de Pernambuco Segunda Ieira 5 de Junho* de 1571.

-*5s
r^T~;
'

Essa persuado assnlta-
lembro q te, pala primeir*
larra era publico, em 184!
era ama de mas vinarias p
Naquella apoca o reconhi
cao, de denotado provincial
peodia da approvaco das votos c a* -elle obtivera
no coJUgio..da Anua PretaK iue se havia cooslilai-
OMfturfiBtos-jwid8-
*P)M m*tJ**#>o>i aoa*frdor ser o
!*"'* ** ajWido manifestara-se a eim-
fflisani coasnTOiao e poderes, qo.e era a ex-
prtMMi-rasptflvel e grande maioria da assem-
bla : levautei-me, vencendo tolas as dfflculdade
de ama eslra alo preparada, e impugnei o pare-
la occasiio, estava habilitado
qae deram
o do cota
Seipfic r osTtfuvo?, lodos
ao vicio de que se reseo
de Agua-treta.
oavia a expsito qae
VMnmood reconhecdo depu
drmioadi a legislaturas Me
Hl, cora o meu partido, pitra
emrt era determinada p-la lgica do acontec-
ftatoi.. O Si*. Oaopar Drummond, pur ib, teve a
fettUiai* de.coi>Unr a oceupar, sera nterrupcao,
| fero sentinelln perdida do partido conser-
:Gm
assem
poslcio
natural que, cora a sabida desse partido ao
r, nao ffartjtlhtn acaba va de prestar relevan-
iflisTeaasa do partidoe provincia. As-
aia, embora nao se apreaenta-se solicitando a>ua
reeleiejb, e declarasse, por toda a parta a. todos,
Jae nao exreira o mandato se lh'e cqpleriasara,
oi todava eleito pelo 3* diriclo.
Naa combinacoe* previa Sjue se prpeederam
para a eleicao. naquel|a distrtfto.fsseojou-e ara
atlender-se a um candi ia*o pot cM* fAguezia o
collegio ; sendo o Sr. Dr. Gaspar ITfehoa o candi-
dato Indigitado pelo collegio de SerinhSem era cora-
petootia com Sr. Drummond.
Itoxollogt de Atina-Preta eudspunha, por mo.
"4 Ot. T^ste sentido se haviam manifestado pre-
vtaMente lados-es meu amigts daquella Josaii-
eanclysma
metmi, id*
era prejuizo grande dcs.uossoa
ri.ia.exa oadodaL
1 Peiaioraae'. qift tentw lioVejurgo. ae:
diverlia'ojlntoea awrca do elaMnlo aurvtt
querea o vtntre livr, ouiros alm do vontre
par.u, extorcos arredando votos que me
latinados, afirn de que o Sr. Drumiurad e
uohad& Ucha obtivesseffl igual vutacao aos
r-lit "nm lidaios das outras freguezias.
4ffP*a*o aua ea prosodia por esse modo,os i>rs.
QMkinoud e su cuoh >q, darara-me ura voto no
o de. Serioben I...
faesembla encontrei-m eam o Sr. Drum
l,a-eoube-i* a honra de fcier parte oora elle
ftismo Lobo da commisa >o<-de forc,a po-
veaesoos reunimos adra de assentar
tea) do projectopara organismo do corpo
castos maoifeslei a maessjdade e jos-
ijgayf tMem oonteiupl.idosjoa nova uj-iuK-a^>
osoo;iae3 e pravas do*cor oo effectivo que, em de-
bu da buara nacional e estimulados pela provra
c, WNa prelado servia os la guerra do l'.ira-
0 Sr. Drararaoad divergi, de mira, neste ponto,
e de aeeordo com o Sr. Gusmao Lobo apresentou
o projacto que impngnei, e que me casto* a llia-
litieaeao, anda hoje repelida, de dascalabrisla.
^hMtfio dete annofu de povo considerado, na
^ffllWst 1 de orqapolic'ral, com -) Sr. Druramond,
e. ldi diiit 1 vea nao podemos rao." harnonisar pa-
l4ct/o<5o do respwfcvq priecto, Aqualle Sr.
Agfit.de' ter variado entre sysiemas excntricos,
as Cmo o da organUacao do corpo por meio do
cfromeoto, acaboa por resistirpelo augmento
Ciraentos do acial oom andante I...
jagaaudo o projecto apreeeniadu pela inara
i ojMaisaio Seu causa a que eu Iba sahisse
ilro, pelo modo por que o flz, na fesso de
iJHpit^-emo referi no tiano de 3ft do eorreate,
>wana>i*i ligtira discussao noliiic, entra imm o
Si. deputtdo Gaspar Drammond. Aas reparos e
cfcteaUgo.*s que oppuz s proposicoes mexacvas
do ptitico, respondeu-me eMe em fom plangenla,
lastimoso, sem referencia raba pessoa, Ae sor-
te a provoear-me opa*, e a fur;ar-me a re-
tira* um ou outra exprsalo roais acerba que
aventurei a aeu respeilo.
Eowetaito, dapets de decorridoi dous- mezes,
apparece 6 sr. Drammond, n primoira pagina do
rr/o *h 18, eem um longo e estirado discurso
todo salarado de in&nllos e apodos que preleadeu
nrVJs ler lanoado 4 faee I 'u ,
Repito : por mais provas que exhiba o sr.
Orumaioad, ama vez que sejara da natureza das
que exhibi, nunca chegw a provar que profcno,
em minha preseasa, o discurso que publicou.
Nao comerlo que livesse se oceupado dos as-
uaatee que, consagra sea discurso ; mas nao 9
fea ooa'a largueza, extensao, e do modo positivo a
mamo o puWicoa. A resposU dtataawote, e qoe foi publicada no correr d ses
ieveantrasla coma froia de sea aseado3|v
corso. i_.t
Se declara qae seo irueivel, colrico, trape.-
tuosa e al me d a qaaliBcaao p> loaco, <
D04 auribar inMereoca e pusilanuoidade
V suas prov*)ca^des allrontosas ?
Socc >rreu-se, porm. officiosidade
Joaamm Correi, Gusmo Lobo e Car
Se ii,armaroet desses seus amigos podessem ser
procedentes com raheio a ponto da quelao, resr
lava amirar-se-lbes a previdencia de conserva-
rem todas as palavras de sea longo e cal jroso
nUCA
diante
dos Srs.
e Carlos Falcao.
mo, o primero daquelles senhores en-
raqiecea o seu testemunho referinis-se a mim,
de qaem se consliaio implacavei desaffclo_; e o
ultima um pobre hornera, a cuja posicao'nao e a
primeira vez quo se recorra com o nui de se me
trir'deslealmente. ', ..
Para fugir. ainda nma vez, i intimado que lhe
rt,0 Sr. Drummond qnahflca-rae de louco .*
Comprehende-se qoe Isto diga qaem descou&eee
* exiatencia de sentimento elevados e paros.
' fJeonde de Blmarfc, a qaem o mando admira
* dt qaem me considera imitador, tambem e
aa-louco-, porque nao se anasu pela lama das
ruaa par emporcalhar ao traasenr.tes. Por cer-
u,civalheiro um typo d^sconhecido do br.
Qaspar Dmmmond, que s se parece" comsigo.
Aiwetli le-rae, muilo embora, de pequeo Bis:
mark, p^ra nao ler o direilo de comparar-me a si.
AinaiiAcacoet a qae me acho liuado, e que me
oaottai-in, no eateud ;r do Sr. Drummond, urna
"raotla, io naiarae?. Amia nSo procure liga-
Ai para auxiliar as miohas prtleoc&es. uto,
como era lulo o mai, estou multo distante do sr.
Gaspar Druramond que lem ligaflet por tuda a
parte convrtendo, por esse modo, aquella
a o poderit nibilitar era aviltante gxpiaQSo I
Nao ha duvida que a provincia no conhece
perfeilamenta: e3sa uraa das consolac/ja* que
Oais me alsnta na vida. Apesar de nao dupor
da soraraa de recursos, da toda a ordem, do que
4i'p53 aSr. nrummond, apesar de alada nao ter
tnendigido allian^n, revejo-me peraote a minha
consiiencia e a soeiedade, e levanto a beca,
qaabdo se irrasta a meas ps a ignominia pro-e-
gida e aoberiada com um nome de familia.
Comprehendo a nscessidade que lem o sr.
DrararaonJ de deixir-me disposiQo aoexallen-
intimo Sr. G5e', e de voar ao campo de ais es-
earamucs incessaoles. O Sr. Gaspar Drummond
lem necessidade inleclinaval de vencer a todos
ah, onla a vietoria apioveita a seus us e ampara
seu nome.
Cont n-;, poi?, a empregar para isto todos 03
meios du que faz uso, aflm de que se repita por
ah, como alguna electores do 3" districto dizem,
que -apastr de lhe reconhecerem ausencia com-
pleta de virtudes cvcs e privadas, compadecem-
ae, todava, de sua sorte.
Fiqua corto que jamis o acompannare noca-
minho que lova. ** .
Ple acontecer qio, no grande circulo onde
pretende Introdnzir-se, se encontr- com algn
Imitador mais enthnsiasta do principe de Bismaik,
e W, a todo a transe, o f.-ica arreptmier-se de aer
Tiinpudante como .
t. A/fonso Urreira.
s alm do vantre li-
l Hj onajndos enkorea de uai imposto
pareada escravo ae miis de 1! aooos, e outroij,
nnajraente, que o qua { como consio do m:o
pah) acho (ora de lodo raciocioio, a eraaocipacSo
esimaianea.
Nao se, se humanamente segurado o meio ter-
mo, e emitliado a minha humilde opioil), deixe
por isso de se me acreditar, que nao sou um dos
que aman a libar dada ; .ni*, o que desojo sim,
que cesta qqeslao baja prudencia, o mais pru-
dencia Veremos.
C mhecendo o grande ioleresse da naga o, a a
grande parte, que tomara lodos os brasileiros por
este glorioso acto de humanidad?, e vendo que as
assembleas marcam ama anota aoapai para ai
furria do sexo feminino da 4 annos p^J baixo e
Mondo que eele acto humanitario soja em
to*a o imperio, ji um maio vantajoao, porque
com pouoo dispendio, a em poneos annos, que
omero da libarlos nao ha*er 1
Greio prtanlo, q 1 o mais, qoe se pode fazer,
alm do que as assembleas tam feio, econlinuam
a fazer, o ventro livre, creando para isso o go-
veroo asylos em cada comarca para serem reeo
ihidas as crias depois de ura anno, sen do seas ex
seabores compensados do trabalho das crias, por-
que se ura ou outro por humanidade nao falla
e.oiii osla dever, umitas ba qoe nao poJera) ler
snas escravas empatadas com a mimen acao de
urna cria, em que neuhum- interesse lem, e des-
da, que ha a pouibilJade da desamparo, deve o
governo previnir, marcando ama iadorapitacao
de c. m rail ral pala trabalto de a criar, para
aquejles, que as entregar no uno do anno, e das
q m falleceram aada iba sar pago, porqoe.por es-
te meio paraca tornar-se manos oneroso ao go
ye|no, do 4oe aria las nos sylos publico?, pA <
falta de amas, e a repugnancia de se prestaren! a
essa li.n, embora saja mediante ama gratifleao/io.
Isto faito, ple faaer-ta um calculo, que no
praso de 10 a 12 annos, existir, se tanto existir, a
terca parle da escravatura, e que com mil contos
de ris, que despende o ihesouro rewlhs dea mil
cr.-ancas na idada de nm ana; o que oos induz a
crer, que no praso de 40 a 30 anuos, daixara de
existir escravos ni Brasil, porquanlo tal hoje.a.
philantropia brasiteira, que o m\>ir pr,azar alfor-
rearera alguns dos seos escravos em suas vidas, e
depois de suas moras.
Agora quawo ao oasis, senda a precipitaca ama
ra conselbeira, til antever o le da us de-
pende para nao precipitarmos- nos. Quem, com
oenetraado-se do aosso astado agrcola, alo dir,
qae a prudencia requer, que sejamos acamellados,
e que para ebegarmos ao ti n, que todos nos alme
jamos, basta que pr-uigimos lentamente? Isto
lo raseavel, quanto inconte-tavel, que a condi
cao escrava presentemente tem malta e multa-dW
itTenca para melhor, do qae foi outr'ora, e que
pelo grao de cilisacao, qie tem adquirido oa Brasi-
lero, lera sabido detestar o rigorismo, e tuda
qaain va de encontr ao dever da bamanida
ae; tanto que i olnar-se para o tralo, que boje
se lhe d, merece mais o nome de servo do que
de escravo.
Parece, pois, ser esto nm meio sufflcente, e qae
assim consegae-sc o mais qae se pode conseguir a
banefkio da escravatura, 'altelo ao estado do
nosso paz, que na deficiencia de recursos de que
dispdem os paizes em qae a Industria soppre a
falla de bracos, a fazer-se o contrario, trnalo
de grande pequeo, e de rico pobre. Aceres ce de
mais outras necesidades, qae estad no rigoroso
dever do governo cura las, ja qoe tratase de hu-
manidade.
Nao eslranha a raendicidada, que vemos oos
centros das provincias, principalmente do norte,
cujas familias compostas de muitos fiinrabo, por
causa das continuadas seccas, muitas vezes tem
recorrido candade publica, para o que o gover-
no tem concurrido com algum alimento, e por isso
tambem depende de recursos, e csses recursos
sahera dos cofres oaeiooaas, e que apezir dos es-
torcos que tem feito, as vezes quandochega o be-
neficio, j muitos se lem dispersado, morreado a
fuma por iravessias, per nao poderem alcanzar
aioradiaa de pessoas que os soccorram 111
Talv'ez, que a falta de partie i paci prea das
autoridades lcaos, onde se d esse agello, seja a
causa de tanto soffrerem ; porm o certo que
isto tem-se dado, entretanto que, se fessem so:-
corridos em lempo, muilo e rauito melboranara
de sorte os nossos patricios, e que esta parte da
populajao assim salisfaila, e livra do miior dos
n igehua, nao aeixarm rf^ ah-ncnir o eoverno por
este acto de humanidade.
Sel, que a naci nao dispe^de lanos recursos ;
porm fallamente supprem as suas precisoes, e
logo qae trata-se de beneficiar a humanidade, se
deixar de encelar tantas e Untas obras publi-
cas, suas rendas do e daro para estas bene
ucencias.
Quanto, porm, ultima hypolbese da emanci-
pago estantanea, isto equivalera favorecer a es-
cravatura, sobrecarregir os sbitos de ara ex-
cessiva imposto ; porque nao podenda ser de ou-
tra maneira, sem ser pelos meios da inderanbacao,
segundo a constituicao, logo qae contrabtr-se um
emprestirao superior s rendas oacionaes, supe-
riores serio os raposios, e veixada tornar-se-ha a
popalacio.
E' esta urna questao importanlissima, e que
mnito necessita de um acurado trabalho para de-
cidir, pelos meios mais adequados. da sorte de
ama naci, para o que appellamos para a grande
intelligencia, perspicacia e prudencia dos nossos
legisladores, e que como sabios e amantes do ceu
paz, nao deixario > barca da nac o encalhar se
nos cachopos, sem que possa sahir se n grande
detrimento dos seui concdadaos. O que Deus
nos livre.
Brejo, 1. de maio de 1871.
is 3
C
Assucar
RECIPE a DE JUMO
. JD 11)71.
1/1 HORAS DA TARDI.
ofektues officiaes.
argadoJJ900 por 15 kiloi^
icaoo i350 e 2*300 poi
5 kilos.
Assucar Canal1*800 por 15 kilos.
Nao bonjre colatjas.
ri.G.syw!
' P. J.
Sacrtario.
tandlmento do dia 1 a i
dem Jo dia 3.....
7:i5#393
38:182*300
110.607*761
vimeoto ala alfaadega.
/otanas entrados coas fczendas
t coa gneros 310
/olamas sabidos com faiendas
* com genero.
310
136
316
-----452
Dascarregara hoja 5' da jando.
Patacho americanoGojuetalaboado
Brigue inglezWi/ii IKuD-mercado.'ias.
'ragar inglezUnionvarios genero.
Barca portagaezaCorfavarios gneros.
Barca ingleza Henmane raercaiorias.
Barca inglezaDjlphan dem.
gja saaOkcasaia misericordia do Re-
JM dVl" Oescritl.
m^ MM ^-o Ujdrigoea ftaSania. .
faij'c^aa ir WJec*lcerdla do
aavvHv.
Aja* idminiurativa da Sata Gaaa d Mise-
ricorii*|4a,ecif precisa coDtratar o toraecimen
to dos aaeS 1 bolachas qae houveresa da consumir
MeaUbatocjmeftloade ttfdade, os coilegios de
iJBMP aayto de niaaiMerdade aw meaes de
jaiba, aaoslo e setembro boxobos. para o que
recebe IfPPostaj em cartas fechadas na sala de
acus sessoes^ s 3 horas da urde do dia 15 do
jarrala.
"Seontaj** da Santa Cau de Mtunsordia do Re
^e,*a>.iajnhdel871.
de
Despachos de exportacfo na Ha 2
junho
No vapor ingiez Crifoa% pana fcjverpool
carrega/am : Jamas Jlyder 4 C. 18 saccas e 74
fardos com 18,0(18 k#s da algodo.
Na barca fraoceza G'nmaala tWajklMH
carregarara : Tisset freros 251 saccaicom wjt27
kilos.de algodo.
Na sumaca hespanhola Canda, era Bar-
cellona carregaram : Pereira Caroeiro > C 68
saccas eom 5.818 kilos da ajaudap.
Na barca porlugueza Flor de S. Simao, para
o Porto carregaram : Antonio Alvea da Moraes 37
saccas coro 3,08 kilo da algodo, e 98 couros
com 1.176 kiloa.
o lugar portoguet Julio, au Livaroeol
carregaram: fboma de'Aqnino Ponse'ca & Filbo
1,000 saceos com 75,000 kilod de assucar masca-
vado.
Na barca iiglozi Imperador, para Delamar
Breack carregaraia : aiaiben* Aaalia ot C. 4,500
saceos com 112,50Q kiios de sjucar mascavadp.
1ECEBBDORA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAJIBUCO
tendimento do da a J -. 2:656*545
dem do dia 3...... 2it*959
2:876*504
CONSULADO PROVINCIAL.
tendimento d-. dia l a 2 8:47l*9&*
dem do. dia 3..... 6.056*040
14:527*992
1----- ^ vw
8AMIKA8A DE MISE1^6>jm DO
% 1 -i^CIFE,
A lija*- jgoia oVinstrativa da Santa casa d
^po Refib prefjaa cooiraiai o forne-
saca 1* B2" fle loa "ioiSve-
oir oaStabAiaieiuos.weaAdade,.
frphjajrf asjjp' da njead^iAide nos
bro proioi, para
las faedad* oa sala
as horas .da larde do dia 18 do
m*-
0 eseri vio,
Pedro Rodrigues da Sooaa.
da misericordia do
Recife.
A jfata administrativa da anta casa da miseri-
cordia do Recife contrata o fumeciraboto da dame
verde aoe houverem da cooMmir oa esiabeiaci-
mentos de caridade, os coilegios de orphias a o
asy o de tkndicidade nos metes de julho, agosto e
setambra.
Recabe propostas na sala de toas sessoes, pelas
3 norte da tarda do dia .15 da corralo.
Secretaria da anta casa,da misericordia do Re
eifa 2.de junho- da 1871.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 1 de janb de 1871.
* ft eesiivao.
______________Pedro Hpdrigaes de Souza.
Capifaaia do porto di Peroambuco 3 de
joBBO^ da 187. *
Em virtude da ordem de S. Sxa. Sr. vicepre-
sidente da provincia, manda o Ilim. Sr. capilao da
fragata capitao da porto, publicar para cenheci-
mewdae navegantes, o edital abaixo irauscripto.
S\gjretaria do |yvernl.-De ordja/o^da S. Bxc o
sr, VceAresideane da pravtneia, ur t-poblico para
coaheeiflfcnio do aavegaates, quo na dia 10 do
correla foi novameoie aatorada -a barca pkarol
ni canal de B.agapca, era fundo da ii braca
demorando-Iba a poda do Caraca por 4'J" S.E. e a
daTijoca por I8 s.ft roaos vardadairos, lat. O*
25' 36" S, long. 47' So' Q.'G. W!, confarme parti-
cipoaa capitana do porto mnolllcio.de 12 deste.
mez. K *T
Secretaria do governo do Para 13 de maio de
1871Antonio dos Pasaoa, MirandaCanfor me
A- Lamenba Lins.
' secretario,
Deoio a Aqaino Voasea.____
JItV a fio* Fias em Olinda.
Casa tarrea n. i...... 96*000
dem nv 11 W*,m
PATRI.NtWi|M|ORPHAOS.
1700*000
300*000
367*000
Sobrado de 3
Ra do d aifoa-Vlst.
Sobrado de 2 andares nT .
Casa terrea n. 1.....
qem n. II ........
Roado' Vicario.
1. andar do sobrado n. 27 .
2. iio dem .
Lija do mesme.......
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n, 14 .
Roa Oa Sauzal velha.
Sobrado de f andares n. ^132 -
Cisa terrea n." 18 .
dem n. 1. *.......
Rna do Pilar.
Casa terrea n. 101.....
dem n. 89........
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 2.....
dem 0.110.........205*0.0
dem o. 104.......101*000
dem a 99......*. 360*000
Os pratendentes deverio apreseotar no acto da
irrematacao as suas flaneas, oa comparecerem
tcempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
iife, 2 de junbo de 1871.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Soasa.
150*000
161*000
380*000
2t*000
350*000
1:200*000
700*000
241*000
208*000
203*000
300*000
78*000
Correio geral.
Heladio das carias registradas, procedente
do sul e norte do imperio, existentes u<
reparlicjo do correio- desta cidade.
Anua Eugeoia'de Qaeiroga, Anna Florencia de
Almeida e Silva, Anioaio Cypriano da Silva Fra
goso, Sraz Bernardiuo de Uoareiro Tavares, Fir-
mino dos Santos Vieira, Joaquina Alaria do Sacra-
mento, Joaquina Deiiioo da Silva, Joaquim Mara
Providencia, Dr. Joaquim da Silva Gusmio, Jos
da Cooceicao Oliveira Figneiredo, Jos Duarte Pe-
reira, Jos Herculano Pereira Lisboa, Jos Paolo
Maciel de Carvalbo, Joio Baptisla dos Guimaries
Peixolo, Joio Joaquim de Siqueira Vil laca, Joio
Lopes'Braga, Dr. Joao Laiz Cavalcanie de Alba-
qaerque, Luiz Fioreacio Honorato Pereira Braga,
Manuel Cardoso de Souza & C, Manoel Francisco
de Mallos, Mai ia Magdalena dos Anjos, Toeotonio
d Silva Vieira, Rodolptao Joo Barata de Almeida,
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Administracio do correio de Pernambuco 1 de
juulio de 1871.
O enearregado do registro,
Amaro Gome da Silva Ramos.
MOtflMENTQ DO PORTO.
* .
Navius entrado no dia 3.
Liverpool39 das, barca ingleaa Majorian, de
300 toneladas, capitio James Matdte, eqnipagem
11, carga car vio ; a Tnemas leffer ees & C.
Barcelona46 das, patacho bespanhol Tvnoteoll,
de 111 toneladas, capilao Eiequel Pages, equi
pagem 11, carga viobo e oatros gneros; a E.
11. Burle & C
Navio sahido no usno dio.
LiverPoolVapor ingles Cluysohte, coramandaote
John Corbishley, carga algodo. ..
Observado.
Saspendea do lamario pira Babia e brigue
uoru-v.llemao Vandtrer, capitao C. S.-hliemanu,
com a mesma carga que trooxedr Trieste.
Naci entrado na dia 4.
Londres 52 das, patacho inglez Zengnra, de 174
toneladas, capilla William L Broeq, equipa-
gera 9, carga car vio e oatros gneros; a Joao
Antonio de Araujo.
Navios sakidot no ineuno dio.
BarcelonaSumaca hespanhola Joo, capilao Pa-
blo Millet, carga algodo.
barceiuudsumaca uesiiauuuid rtm/ nu, up.iao
Geral Jo Mtristany, carga algodio.
BarcelonaPolaca he-panhola Joven Rosala, ca-
pilao Antonio Oiever, carga algodo.
CronstadtBaroa ingleza Itnnia, capilao L i.
Browj, carga algodo.
MaranhoHiate brasileiro Joven Arthur, capitio
Joaquim Mar i anuo de Souza, carga caf e oatros
generas.
MaceiLugar inglez Union, capillo Broce, em
lastro.
\SM
.COMPJNrHH
0 caixa interino desta companhia o Sr.
Corbiniaoo d'Aquino Fonseca, acfaa-se auto-
risado pagar do sea esa iptorio roa do
Vicario d. 19, das 10 horas as 3 da tardo
o 46 dividendo desta compajihja, na pro-
porreo de 34OOO por cada accao.
' Escriptorio da companhia rio Beberibe,
20 de maio de 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pilonga.
EDITAES.
Consulado da Portugal
Convidam-se os credores do tallecido subdilo
portogoez, Jos Domingaes Pereira a apreseata-
rem oeste consulado suas contar para serem ve
riflcadaa pagas, _______ '. "_______!
SAHl'A LA&ALTb Ml3r\(Ooni>iA do
REGFE.
A junta admiuistrava da Santa Casada Miseri
cordia da Recife precisa contratar o fornecimento
dos raedicameolofl qnahjuverera de consamir a
botica do hospital Pedro II e a enfermara do asylo
de mendieldade oo l^teieslre de julho a satembro
de conformidade can a retacao existente oa res-
pectiva secretaria, onde poda ser examinada, para
o qae recebe propostas at o dia 15 do correte.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re
eie 1 de junno de 187"!.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Sooza.
rtnuo
Com mnito poaca demora nete porto seplr
oara aquello o brlgne porlogncz fm9o\DOfW ttt
fraude parte do sen carregamento pramxtb para
o resto que lhe fajta e passageiros tratase trojD
Soares Primos, ra do Vlgario.itZM.
IMI1 O
Segae com brevidade o biate Novo Inveneivel:
para carga e pas. n. U, 1* andar, escriptorio de Aij Lopes Da^Hb-
~ Vende-se a escuna italiana Febro, da lo*a*o
dd 24& tonel ladas ingleza, forrada a aooavilkada
di- metal, cala carregada noce p> da agua, foi
construida em Genova oe mez da jdho de 183,
do madeira de earvalho classioeada ees 1* clasae
por sete annos, como se pode ver do registro de
v.siis; (si prompta a navegar para onaJoaer
porto, aeita-se ancorada em frente da alfandega
110 ancoradeuro da carne sec:a, apoda es preten-
dentes podem examinar e tratar coas seo respee-
vo capttao e dono.
THEATRO
11a 1 it 1.1
SOB A DIRECaO DE
CO JIPA* IIII
DAS
Mescegeries maritimes.
At o dia 10 do corrente mez espera-se da fia-
ropa o vapor francez Gironde, o anal defota da
lemora do costume seguir para Bnenosfros,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condueles, fretes e passagens, trata-so
na agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 11 do corrente mez espera-se dos por-
to! do sul o vapor francez &* Massenet, o qual depois da demora do costme
iei;oiri para Brdeos, locando em Dakar (Gore)
e Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens, trata MS
igeneia, roa do Commercio o. 9.
COMPANHIA FEKNAMBI'CANA
DO
Navegando costetraper vapor
Goyanoa.
O vapor Pa/ahyba, seguir pa-
ra o porta acama ao dfa 6 do
correte as 9 l^wa-da ajote.
Recebe carca, encommeMas,
passageiros e dinheiro a freo o>
5"Forte doMattos'n. 12. '
PARA O
CEARA
r
REPERTORIO DE OFFEMBACH)
Os espectculo terSo lugar In-
Tarlavelmeute nao
Quarta*,
Quintas,
Mabbados,
Domingos
Trca-feiraG'de junho
Grande novidade !
1 REPRESENTACO
DE ,
LA CRARE DCHESSE
DE GROLSTEIN
Opera em 41 actos, ale Jacqucs
Offembach.
AVISOS MARTIMOS.
Segu com brevidade o hiata. Ocano- por ae
actar com parte do carregamento ; para o resto e
passagen?, para o que tem excellentes ctmmodos,
trata-se roa do Vlgaaion. li, andar, serip-
t ir.o de Jos Lopes Davim.
LEILOES.
XEIIiAO
de 1597 chapeos do Chile de diversas q-
lidades
HOJE
,,'..

N..506.-ERUi,gOaS CHUONICAS.-Seja qaal
I5r a sua eausa, sao de todas aj molestias exter-
nas, as mais obstinadas e difflcil de cura. Os raaio-
res advogados do mercurio admittem que elles as
nao podem subjugar. O Yode e o biniode daquel-
le mineral, como lambem o solimSo, cujos reme-
dios eram at aqol empregados no curativo das
erupQ5es escrofulosas e syphiliticas, tem sido in-
teiramente abaudonados, e em todas as partes des-
te continente, os madicos ealao hoje curando os
casos mais confirmados e virulentos de erupeSes
chronicas da pello, ee a salsaparrilha de Bristol,
a qual op3ra chronicaraente sobre o sangue e pu-
riuja-o. O aso das pilulas azucaradas de Bristol
tomadas conjanctamente com a salsaparrilha,
grandemente facilita a remocio de toda as erap-
cos, borbalhas, brotoejas etc ele., visto ellas ex
pellirem para fra dosystema todas."ss materias
corraptas postas em eirculasao Sla poderosa
agencia da salsaparrilna. *^_*
ERRATAS. ^
No artigo do Sr. Dr. Carolino V. de Lima Santos,
publicado U3 Diario de 3 do corrente, deve-se ler
a? segntites palavias, que forara sapprimdas :
Na 6" colamua da 5' pag., linha 85, em vez de
es'.as. que sao causas conhecldas das (ebm in-
termnenles, etc.lea se-so a accao destat, que
sao causas conhecidas das febres internlntentes, ele
Nai liuhas 96 da mesma colu nn>, lase em vez
deBreste, Brenne, Sologne, etc.Cas, Thessalia;
Bresse, Brenne, Sologne, etc.
O inspector da alfaidega faz publico, quo
precisa contratar para o expediente da mesma re-
partido, durante o anno financeiro de 1871 a 1872,
prximo futuro, o fornecimento consume dos ob-
jeclos da relaco abaixo, a saber :
Para a gaarda-moria.
Lonas, brins, buideuas .para signaes de 2 e 3
pannos, oleo d atabaca, tinta preparada a oleo,
dita em p, brea, aleatrao, verniz, o de algodo,
ijoos para limpar ferragens, piassvas. estopas,
graixa, s^bo, cera eot grume, cadarco estrello,
azarco, laxas de bomba, cabos de differentes
qualidades e grossuras, azeite de carrapato e de
coco, lanternas on phares, forquetas de ferro,
correntes de differenles grossuras, ferros de dif-
tferentes tamaullos, reatos de 12. 11 e 10 ps e
luca de cozinha.
Para o servieo da capatazia.
Livros em braneo para os armazens, azeite
doce para os guindastes, tinta rxo-lerra em p,
brochas para pintoras, e verniz de carvo de
podra.
Para o expediente das seecoos.
Cadernos de papel pautado para extractos de
mappas. papel Holanda pautado, dito grate pauta-
do, dito 17.1, dito de linho, dito mata-borrao. peonas
de aro, ditas de ave, caetas para peona, iapje
preto, dito de cor, tinta prea e rxa para escre-
ver/ dita carmim, ara preta o obris, regoas, ca-
darzos, caivetes e raspadeaas.
Os prelendentes devero apresentar suas pro-
postas em cartas fechadas al o dia 15 do corrente
me'..
Alfandega de Pernambuco, 1." de janb) de 1874
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
lauta

.

COMMERCIO.
O li m. Sr. conseiheiro inspector da thesoa-
raria do fazenda desta provincia manda fazer pu-
olco qu' existe em poder do porteiro da mesma
para serem vendidos eiemplars da celleccao das
leis e decisOes do governo promulgadas no anno
de 1870 pelo prec.o de 7/300 cada nm exemplar.
Secretaria da tlesouraria de fazenda de Per-
nambu:o 2 de junho de 1871.
Servio -do de oCBsial-maior,
Manoel Jos Pinto.
THE ALLIANCE BRITISH
4 FOREIGN.
estabelecida
Brcjo da Musir de Deus Io de
malo de 1891.
k maito, que se aclum os brasileiros ero um
estado voluv.'l, quinto a ernancipacaj premedita-
da d) elemento servil I
D?peadenio dos nosso3 representantes susten-
tar os u .ssoj direitos de propriedade, elles com
pete ch-'airem a nm a.ceard<, quo nos tire deste
esuda dtibio, cm que se nos tem collocado.
Nao sou avesso ao voto de qiai lodos oa, bra-
sileiros; para qi amantes cumo oraos do pro-
gresso, e da humand 1 le, sj, coualgura saerlflci)
nosso, ni) eoncorreisemos pirPtra fin la) jus-
to, quo humanitario, desmaotenamos. o grande
coneeito, qae gosaraoJ n>s paizes eivilisados, o
que nia convm ao verdjdeiro brasileiro ; masj
que seja de modo tai, qae nos nao precpite em
Life and Fire Assnrance Company
em 1821. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia toaan) seguros
contra rogo sobre predios, gneros** fazendas e
oag.m aqui prejuizos devidamente provados.
Rabe Schmettau & C
Corpa Santo n. 15. .
Seguros conlra-ogo ?
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital........20,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
MiAl UfldS & C.
RA DA CRUZ N. 38.
IMPERIAL
Companhia de segu-
* rpa contra-fogo
Facud de de Direito.
De ordem do Exm. Sr..vicedirector fago publi
co que por deliberadlo da congregarle tomada era
sessa de 26 do passado e approvada pelo Exm.
Sr. presidente da provincia, leras lugar d'ora em
diante as aulas do 3' anno de 8 as 9 e de 9 ae 10
da manha.
Secretara da Facaldade de Direilo do Recife, i
de juoho de 1871.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Casa de Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife precisa contratar o foroeci-
mento dos gneros abaixo declarados que tem de
consumir os estabelecimento de caridade, os coi-
legios de orphios, e o asylo de mendicidade no
trimestre de jalho a setembro.
Recebe para isso propostas na sala de suas ses-
soes, patas 3 horas da tarde do dia 15 do eor-
ronte. ^^ _, _
' Os eoncorrenles apresentarao suas propoetas em
cartas fechadas, as quaes devero ter a oram
estabelecida no presente aunnueio :
Aletria kilogr.
Arroz do Maranho idem.
Azeite doce lhro.
Azeite de carrapato idem.
Agurdente idem.
Bacalnao kilogr.
Batatas idem.
Cb hysjon idem.
Cha preto idem.
Caf em grao idem.
Carne secca idem.
Ceblas 100.
FarigM de mandioca litro.
Buraoao Rio kilogr.
Feij mulalinba litro.
Farno saceo.
Gaz lata.
Hilho sacco.
Manteiga francesa kilogr.
Sabas idem.
Sal turo.
Tapioca idem.
Toocinbo kilogr.
Velaade carnauba dem.
Ve'S stearinas idem.
Vinagre litro.
Vinho de Tinto de Lisboa idem.
Vioho braneo de Lisboa idem.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do- Re-
cife, 2 dejuBbo de 1871.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Terca-feira 6 do corrente tem de ir e pra-
ea para ser vendido perante o Dr. juiz municipal
da 1* vara a armacao com lodos os seus perteu-
ees, e geoerns existentes no deposito da trayessa
de S. Pedro n. 1, ludo em bom estado, avallado
em 347f7i0, e vai prsc por execaejio de Can-
dido Carvalho Nery contra Antonio Joaquim Hen-
riques.
BAHA
O palbabote Oaribaldi, capitio Custodio
Vianna : a tratar com Taso trmans & C.
O agente Pestaa, autorizado legalmeole, far
leilao para liqaidacae, de 1697 cbapws doCbe de
diversas qualidades, os quaes seao veodados era
lotes vonlade, oo dia terea-fetra O do contle,
pelas 11 horas da manbaa, no escriptoria do rele-
r--n-t-~- -- : *"- -
LEILAO
Hoje

O agente Pestaa lar leilao de latas eom qaei-
jos de Alenlejo, viadas pelo ultimo vapor, s 11
horas do dia, do armazem do Aunes, em inste
alfandega ___________ .
Jos
PIBA
E
LEILAO
DE
e calcados

vai sahir em poucos das a barca portngueza Flor
de S. Simao por ter quasi toda a carga prompta :
paa o resto e passagens trata-se com Carvalho
Nogueira na ra do Apolla n. 20.
COMPANHIA BRASILfiiRA
DE
Paquetes a vapor,
Dos pork do norte esperado
at o dia 9 do correte, o vapor
Paran commandanle Carlos Go-
me;, o qual depois da demora
do costume seguir para os por-
ros do sui
Desde j recebam-se passageiros e engaja-sa a
carga que o vapor poder conuair, a qual dever
sar enmarcada no diado suacbegada. Encommen
das e dinheiro a frote at as 2 horas da tarde
do dia da so> sabida
Nao se recbeme orno encommendas senao ob-
j idos de pequeoo ralor e qae nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicac
Tu do quepassar oestes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagens s se recebem oa agencia, ra do Bom
Jess n. 57. escriptorio de Antonio Luli de Olivei-
ra Azevedo A C.
Ferragens, miadezas
HOJE
Joaquim Lopes Machado & C. taro leilio, por
intervencao do agente Pinto, de um completo sor-
tiniento'de ferragens, miadezas e calcados exis-
teutes em sea armazem da travesa do Corpo Santo
n. 25, sendo que as referidas mercadorias sero
vendidas para fechamento de comas, s 10 horas
do dia cima dito, no referido armazem.
de 24 barris e 23 meios com manteiga Tran-
cha, sendo marca V A, 10 barris e 10
meios, e C H 14 barris e 13 ttieios
HOJE
0 ageoie Pestapa far lei 13o por coala e risco
de qaem pertencer, de 2i barr3 e-*3 meios ditos
com manteiga Iranceza, em 1 ou mais lotes, boje
s 10 e meia horas da manhaa em ponto, no ar-
mazem do Annes, defronte da alfandega.
AGESTES
S. P. JOHXSTOiS & C;
Ra da Meazala-aoTft o.
dt.
DECLARACOES.
Santa Casa de Miserio
do Recife.
A junta administrativa da santa casa da
ricordia do Recife precisando concertar o 1
que possue o patrimonio de orpaos ra da Cruz
o. li, contrata com quem se queira tncarregar
de effoctuar ditos concert*, coneedeodo-lhe o ar>
rendamento psr um ceno numero de annos e me
diante alugnel eommodo.
Os pretenlentes devero apresentar suas pro_
postas em cartas fechadas e selladas na sala dipkobrado de 2
sess&s da junta, pelas 3 horas da tarde do dia 1*
de loaba vindoaro.
Secretaria datSanta Casa da Missrirdia do Re-
cita -27 de mato de 1831,
O Bscnvj),
Pedro Rtiriguet de Souza
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A lilao, junta administrativa da Santa Casa do
Misericordis do Recita maoda fazer publico que
na ala de suas sessoes, ao dia 8 do mez de junho
pelas 3.noras da tarde, tero-de ser arremtalos
a ajera mais vaoiagans pfferecer, pelo lempo de-
ura a tres anuo-, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE-
Roa da Virado.
Casa terrea n. 7........ 183*000
Rna de Horia;.
Loja do sobrado n. 41......1221000
Ra larca do Rosario
Sobrado, 1." andar n. 24 .... 402*000
dem 3." andar idem......243/
. Ra do Calabouco.
dem d. 18.....
Ra do Amorim.
DE
Paquetes a Vapor
Das porlos do sul esperadi
at o dia 7 do corrente o vapor
Cruzeiro da Sul, commandanle
J. P. Guedes Alcoforado, o qua!
depois da demora do Gostuma se
guir para os do norte. '
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se :
carga que o vapor poder conduzir, a qaal deven
ser embarcada ao dia de sua ehegada, ancom-
nendas e dinheiro a frote at s 2 horas da tarde
de sua sabida.
Nao se recebem como encommendas saoo ob-
jactos de pequeo valor, e que nao exeodam a 2
arrobas de peso oa oito palmos cbicos de nredi-
c/o. Tado que passar oestes limites dever sei
embarcado como carga.
Previoe-se aos Srs. passageiros qoe roas passa-
gens s se receoeaa oa agencia, roa do Bom Jess
n. 57, escriptorio da Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
do diveros objectos pertencenles massa
fallida de Marques Barros & C.
Terca-feira 6 do correte.
O agenle Pe-tana far leilao, por raaodaoo do
Ulra. Sr. Dr. Juw do commercio, dos diversos ob-
jectos de moblia-pertencentes massa fallida de
1 Marques Barros & C. fnde cadeiras, 1 grande
mesa para jantar, banquinhas, 1005a, armario
para 1005a, l relogio de parede e mais objeclps.
no dia scima, s 11 horas da manha, em sen ar-
mazem ra do Vigarto n. 15, primeiro andar.
Na mesma occasiio e no meomo lugar tendera
urna rica mobilia de mogno com peoras, mar-
quezas, solas, diversas duzias de cadeiras aova?,
mesas, 1 mchica para ociar saceos a muitos ou-
iros artigos, que se acharao patentes.
di
LEILAO
POR
LIQUIDADO

Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73- .*
Roa da Gloria.
Casa terrea n." 61
Beeeo do Abitu.
Sobrado de 2 andares n. i. 4
320*000.
302*000
211*000
240*000
400*000
Liverpool emdir^itura.
UVERROOt, BRASIL & BIVER PUTE
MA1L iTEAMfcRS. -
Ko dia 23 do-corrente esfieM-se da Ba
bta o'vapor inglez Copernicw. de 140) to-
neladas, o qaal seguir d*pots de indispen-
gavel demorar para o .porta cima. Esle
vapor tem excel entes accommodacS para
passageiros. Para frel<\ passagem ele,
irata-secom os : gentes Saunders Brothers,
a C largo do Corpo Santo a. llt
calcados irancezes e kigUies em lotes,
a vontade dos c mpradores
u-rta feira 7 do com-oie i* 10 horas
na loja ea ra do Bario da Victoria n. 30, par in-
tervencao do agente Piolo.
AVISOS DIVERSOS
ttenpao
O abaixo asalgnado por si e por sua mii parti-
cipa ao respeilave! publico que, se eutrou era ne-
iraeio de subloqn&clo da casa o. 12 sita roa da
Mmgueir, freguezia to Poc/^da Panella, perteo-
Coleao Sr. Dr. Vicente Pereira doRegu por-
que se achava habilitado era Vista de urna auto-
nspcao do mesmo ifeohor datada de 9 do proiimo
o'ssskdo, e porqae j tinha satlsfwto rategralmento
a importancia, do arreodamento (400*) ao recebar
a cbave da dita-casa. Rseafe 2 ]<-* ?i-
. Hematerlo Mauel d* Sta,
\
\
v
1
I
\

:
i



Diaria da ##fuiuk.uco Segunda eira. 5 di Junlrt da Itfl
- -
AtttnQ&o.
Na ra Augusta 96 ha para Uugar-se ama
scrava para o servico ioieino te nma casa de
A'riaDoqoe de Casias u. 42 precisa se com
moiu matan e a fallar aoa senhores abaixo
declarado:
Francisco de Piula Mello Brrelo.
Joaqnim Teixeira Peixot* Filho.
Manoel Tbow do Nascimento.
Francisco de Paala Borge?.
Josa Gomes deThrro*.
Jos Loii de Frasca Ierre ti
Francisco da Costa Cambo.
Sebastin Jos de Barros Brrelo.
Estvao Jos Ferreira.
Caries Jet Das da Silva..
Joio de Barros Netto.
Carlos Jos de Sonta.
Pedro Das dos Santos.
Joaenim Jos de Camino Cabreira.
Antonio Crrela de Barros.
Asir de Si Alboqnerque.
Antonio Jorge alonteiro.
Isidorio de Franca Barro.
Pedro Jos de Soma.
Paire Francisco Virissimo Bandeira.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
? roa Pruaetro de Marco (ontr'ora na tk
Crespo) n. 23 e casas do costme.
. O abaixo asignado, tendo vendido nos seos te
lea billetes om meio n. 931 com 260*000,
na er ti. M com 100*000, om inteiro n.
471 con 100*000, e ontras sortea de 40* e 20*
da lotera que ae acaboo de extrabir (19%*), con-
vid* aoa pssuidores a virem receber na confor-
mUade do cosime sera descont algum.
Acham-se i venda os bilhetes garantidos da
1 parte das loteras, a beneficio da igreja da
Congregelo do Oratorio (195.*), qne se extrahira
fclfcado 10 do correte mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Eas porcio de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 8*400
Meio bilhete 2*700
Manoel Martins Finia.
Ir-? a*
Hospilal Portaguez de Beielcen-
cia m Perniibico.
A janta administrativa, reeonheeida a memoria
do muito dedicado socio benemrito e ex-provedor
Joao Per eir Rabello Braga, muda celebrar pelo
eterno descanso de sna alma, nma mina su tari
Ingar na capella deste hospital, segunda ierra 5 do
correle, as 8 horas da manhia. Para este teto
de ceridaie e religiao sao convidados os socios do
nresmo hospital, ( familia e os amigos do finado.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambuco de juoho de 1871.
Luiz Duprat,
___________*_____________Sccreiarlo.
vnsnBjaaaBBnBaflBHBBHavanaaManBfanaH^HBHi
Na ra do Bario de S. Borja n. 34 precisa-
se de ama ama qne saiba lavar e engommar, e
qne seja de boa conducta.
Precisase de ama ama pa
ra todo o servico em casa de
pequea familia estrangeira
na rna da Gamboa do Carreo n. 19, 1* anear.
%<**
AMA DE LEITE
Precisa-se de ama ama de leite
roa da Moeds, armavem o. 19.
a tratar na

:
ALTO L4'.
Nova resollido
O Campos est venciendo os
seguintes gneros
E por que pre Baoha de porco a 440 rs a libra em barril.
Especial adobo para panella a 480 rs a libra.
Manterga em latas de om kilo por 3*000.
Carne secca (de carneara)
Cebollas em, resteas a 1*500 o cento e solas a
1*000
O Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desta capital e seus suburbios que
o sea armazm om
Centro especial de covidades, no que diz
respeitc a
ACEPIPES
Joaquim Das da Silva Goimares faz scien-
je ao respeilavel corpo do commercio, que tem
ras e contratado comprar ao Sr. Antonio Lulz
Das a sna taberna siU ao pateo do Paraiio n. 20,
livre e desembarazada de qualqaer compromisso
a que o vendedor esteja abrigado para com a pra-
<;a, o qne faz publico para que nioguem de fuforo
se possa chamar a ignorancia. Recife 3dejonho
ae fo/l.
Antonio Jo.' Rodrigues de Sooza precisa
a lugar om criado forro ou escravo para o servico
de sua casa : a tratar na roa do Barao da Victo-
ria n. 50, i* andar.
Cltt DO 0110
Rna do Barao da
Victoria,
m Um moco com as habtiitac5ejre-
*t cisas, se offerece para en&ar
5 primeiras leliras em algam erjfe-
* ddo prximo, oa distante deste ea
* pial; por om proco milito mdico W
m quem de seos prestimos se giter
tilisar annoccie por este fhfrh. )L
****0&* ***
ta\ QQ\ 3x I***, para casa de pe
Ws tlN W-quena tmilia' de ama,
lPaJ \JWJ ^a.que eagomme e ande, com ama
menina : i tratar na praca da Boa- viste 30 2*
anear.
Jos Joio de Amorten far poblti-nW, t">n
sido nomeado InvenUrianle dos bens do casal de
sea fallecido genro Candido Affonso Horeira ;
acha se antorisade ptlo ju z de orphaos a Moldar
os negocios do referido casal, o qne lat-'cente a
todos es interessados para com elle
dignen) enlender-se a tal respeito.
>f rnambuco 1* de inobo d 1871.'
-------u*
mveetariante.
LIQUIDAQAO
Da importinte e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol- da roa do Bario da Victoria, esquina da Camboa do Ca sao.
O dono daqoelie esiabelecinaento, qoerendo acabar com elle at o flm de corrente aono, convida aos seos amar otos
B-egoezes a aproveitarem a circomstaheia para monirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, enastando
ae chapeos de sol de todas as qnalidadea, tamaitos e feiiios, tecidos, armacoes o mais aviamenios para os mesmes, armas de
wgo, cuuiana, bengalas, chicotes, e urna infinidade de ootros objectes, entre os iioaes os afamados afiadores para navajea de J
Pradinee, premiados ees exposicoes de Pwnanbuco, Londres e Paris.
MANUEL & C.
uisraco de participar aos seas numerosos fregaezes, qoe em vista de ser-ibes mais
a satisiacao ae participar aos seos numerosos fregaezes, qae em vista de serrines mais commodo, tem
esubelecido ama nova fabrica d chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recite n. 9, bcie roa do Mrquez de Olioda,
onde acuario os pretendentes, mnilo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e^wr pr>
tos mas commodos do qne comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
aarem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem scolber as af-
macoes asjazendas que^a^demora da fabricaao bem diminuta.

A luga-se
-i r i om sitio aa Torre, com excedente casa de viveada
UUtr Ora ra JMOVa ti. 63 e casas e banho i frente desta no rio, sendo optur
do costume.
Bilhetes garantidos da prm-
n. 59.
sendo ptima mo'
Pires
?Imela.
O abaixo assignado acaba de vender entra 01
seos muito feutos bilhetes a sorte de 900*000 em
um meio bilhete de n. 801, e om meto de n. 39J
com a sorte de 400*, em meio bilhete de n. MSI
com 100*, alm de ouiras sortea menores de 40*
e 20/000 da lotera qae se acabou de extrabir
(194), podendo seos possnidores virem receber,
que promptamente serio pagos.
O mesme abaixo assignado convida ao respei-
lavel publico para virem ao seo estabeleciraenu
comprar os felizes bilhetes garantidos, qne nac
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo
mesmos annuncios.
Acbam-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 1* parte das loterfi em beneficio da
igreja da Congregacao do Oratorio, qoe sera ex-
trabida no dia sabbado 10 do correle.
JPRKCOS.
Inteiro 6*000|
Meio 3*000
De 100i00O para cima.
Inteiro 5*400
Meio J*700
Joio Joaqnim da Costa Leite.
Offerece-sc urna mulber estraageira para
engommar roapa floa tanto de bomem como de
oolber, com perfeirio, actio e pontnalidade, e por
arfeos mdicos : quem de seo presumo quizer
-se di lija sea roa do Brom n. 46.
MI
Precisa-se de ama ama para o ser-
\ii') de ama casa de ama pessoa : a
tratar na roa da Cruz n. 18, terceiro
andar.
Pede-se ao Sr......qae no dia 2 do corrente
te 1 para i horas da tarde, esteva sentad ao lado
lo colre de um estabelecimento da ra do Impe-
rador, e nessa occasio por peca ou de veras em-
palmon qaatro cdulas de 100*. amarellas, quan-
4o o dono do estabelecimento abri o referido co-
fre lhe cahiram, as v entregar, pois S. S. sabe
mnito bem que as pessoas que eslavam presentes
virara a tal graca, e ostio promptas a jurar se
preciso for.
Alaga- se o 2 andar e sotao da casa n. 28
da rna de Santa Rita : a tratar na rna dff Qoei-
mado n. 1
Na rna da Santa Crui n 7, precisa-se de
um caixeiro de 12 a 14 annos de idade, com pra-
tica de taberna, prefere-se dos ltimos checa-
dos.
ATTENCAO
Precisa-se alagar urna malher de meia idade,
capaz para tratar de criancas, dando flader de
sua conducta, tendo urna outra pessoa para ajodar
nos servicos das mesroas : na Caponga, entrada
da barreira, itio n. 2.
FOGOS ARTIPICIAES
PARA
Santo Antoio. S. Joo eS
Antoio, S.
Pedro,
SEGUROS
MAMTMOS
COIVTRA FOCO
A companhia Indemnisadora, estabelecid
oeste praca, toma segaros martimos sobn
oavios e seos carregamentos e contra fogo
em edificios, nurcadorias e mobilias: ni
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n,*5, 1* andar.
Sacca por iodos os paquetes sobre o banco de
tfinho, em Braga, e sobre os seguintes lugares em
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves. v
Viseo.
Villa o Conde.
Arcos de Val de Vea.
ViannadoCasiello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova da Fameticao.
Laraego.
Lanos.
Covlhia.
.... par*.
Barcalloa.
!
A molestia ou infeccao propriamente co-
nhecida pelo nome "deESCROPHULA
om dos malea mais prevalecentes e univer-
saes qoe ha em toda a extensa lista das en-
fermidades de qoe soffre o genero huma-
no : disse om celebre escriptor da medi-
cina qae mais de ama terca parte de to-
dos aquelles qoe morrem antes da velhice
sao victimas, oa directa oa indirectamente
da scropliula : por si n5o to distroi-
tiva, porm a principal causa de muitas
ontras enormidades que nao lhe tfo geral-
mente attribnidas.
ama causa directa da phtysica palmo-
nstf das molestias do figad, do estomago
e affecebes do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas acbam-se os seguin-
tes : falta de apetite, o semblante paludo e
8 vezes incbado, s vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarellento
ao redor da bocea : fraqueza e moleza nos
A VERDADEIRA E GEMINA
SALSA-PARRILHA DE AYER
EM ACCO

*
msculos, di ge st 5o fraca e apetite irregular,
falta de energa, ventre incbado e evacua-
do irregular;quando o mal tem seo as-
sent sobre os polmoes, urna cor azulada
mostra-se em roda dos olhos; quando ata-
ca os orgos digestivos, os olhos toroam-se
avermelbados, o balito ftido, a I ngua car-
regada, dores de cabeea, lootetras, etc.
as pessoas de disposicSo escropbulosa
apparecem frecuentemente erupgoes na
pelle da cabeea e outras partes do corpo,
sao predispostas s affecebes dos pulmbe?,
do fjgado, dos ros e dos orgSos digestivos
e uterinos.Portanto, nao somente, aquel-
los que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escropbula que necessi-
tam de protecefo Untra os seus estragos ;
mas sim todos aquelles em cojo saogue
existe o virus latente deste terrivel flagello
(e s vezes hereditario) estao exposte s
tambem a soffre r das- enfermidades que
elle cansa, qoe rfo:A phlysica, ulcera-
(Oes do figado, de estomago e dos ras ;
erupcQea e enfermidades eruptivas de cu-
tis ; rosa oa erysipela; borbolbas,- past-
la!, nascidas, tumores, ulceras e chatas,
rheumatismos, dores nos ossos, nag coatas
e na cabeea, debilidades femininas, isres
brancas causadas pela oiceracao intarer, e
enfermidades uterinas, bydropesia, mdifeg
too, enfraquecimento e debilidade geraT.
Aos pulmoes a escropbula prodoa uler-
elos e finalmenteconsompio palmeanr:
as glndulas ella prodoz incbaefes e
tornam-se ulceras: nos orgos difslives
causa desarraojos que prodozem ma%siHx.
dispepsia molestias de figado e dos ras
na pelle prodoz erupgoes e ffeccfJet
neas. m
Todos estes males, undo a
gem, carecem do mesmo remedio, I
purificar e fortalecer o sangoe.
n-
E' composta dos antdotos mais efficazes
qae a ciencia medica tem podido desco-
brir para esta molestia assoladora e para a
cura de todos os males provenientes delia,
contm virtudes verdadeiramenle extraordi-
narias e est provado incootestavelmente
pelas curas nota veis e bem conbecidas que
tem feito detumores, erupebes cutneas,
erysipelas, borbuihas, nascidas, chagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
qoando cansada por depsitos tuberculosos
nes puimoes. Debilidade geral, iodigesUo,
sypbilis constitucional, e mi lestias mercu-
A.SALSA-PARRILHA DE AYER
riaes, molestias das mulheres, ulceracoes do gomas das quaes sao superiores 4 melbor
tero, a nevralgia e convulses epilpticas,
e em summa, toda a serie de enfermidades
que nascem da impureza do sangue. Vede
as certidoes no almanak e manual de sade
do Dr. Ayer que se distribue gratuita-
mente.
Este remedio o fruclo de longas e la-
boriosas experiencias, e ba abundantes pro-
vas das suas virtudes, posto que ofiere-
cido ao publico sob o nomo deSalsa-par-
rilha, compasto de diversas plantas, al-
aisa-ramiba no seo poder alterante.
Aviso.As preparacoes do Dr. Afir
s5o preparadas com espeeial atteac ao
clima dos trpicos e tem modificqfiks im-
portantes sobre as que sao feitas para ou-
trospaizes. Poilanto, o publico devera
notar, e com cuidado, para que nie seja
Iludido, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil ipajem
rotnloa e envoltorios com a desevipeto
minuciosa para a sua applica(2o na Knfwva
porlugueza, e nSo na ingleza.
Vende-se em todas as boticas e drogaras do mundo.
Souiaa. & Guimaraes, proprieUrios da antiga
loja de ferragens roa do Bario da Vieioria n. 39,
antiga roa Nova, veem avifar ao respeiUvel pu-
blico e com especialidade a seos antigos fregue-
zes, que j receberam as amostras de um com-
pleto e vanaiisslmo sortimento de fogos articiaes
____^ para festejo dos gloriosos Santo Antonio, S. Joio
Leonardo de Cerqueira Cavalcante chamaP e S. Pedro, garantindo-sa a boa qualidade por
do rna da Cadeia
arqnai
n.45.
Precisa-se de urna ama de boa
condaea para cozmhar e engommar
pan doas pessoas : na ra Augusu
n. 52.
Matraz de oanto Autooio.
De ordem da mesa regedora da irmandade do
S>. Sacramento da freguezia de Sanio Antonio sio
convidados todos os nossos charissimos irmaos
para assstirem os actos da vespora, fesU e Ta-
Beom, e acompanharem a procissio de Corpus-
Chri qne ba de ler lugar no dia 8 do crreme,
pelas 3 horas da tarde.
Francisco Faustino de Brito,
____^^ Escrivio.
Alnga-se orna casa terrea em Apipucos : a
tratar na ra Setd de Srlembro. ouu'ora becco
dos Ferreiros, casa de solea e portio ao lado
ou livre,
da Passa-
Precisa-se de orna criada escrava
qoe saiba lavar e engommar : na roa
gem n. 7, sobrado.
O ana.xo assigoados declarara ao publico e
especialmente ao corpo do commercio, que dissol-
veram amigavelmente asociedade qoe tinham em
Stt taberna. siU roa das Nyrophas n. 18 sob
a Urina de Braga & Silva, fleando o cargo do ac-
?o.epa8s,voao socio Silva. Recife 2 de juoho
deim
Jos Antonio da Silva Braga.
Antonio Jos da Silva.
serem das melhores fabricas desta cidade, bem
como um lindo e Umbem variadissimo sortimento
de foguinhos para criancas, os quaes sao proprios
para salao por se tornaren iunofensivos, por isso
veem convidar a qoe venbam dar snas encomen-
das, compromettendo-nos a satisfazer com promp-
tidao e relo, j pela boa qualidade e j pelo esme-
ro com que se acondiciona qualqoer encomenda,
tudo por precos commodo, a contento dos fregae-
zes ; em relacio aos divertimentos, acham-se
umbem a venda, livros de sones, cartoes de sor-
tes com perguntas e respostas, papel com versos
para sortes, e as pooco conhecidas tarjectas mgi-
cas : iodo na ra do Bario da Victoria n. 39, an-
tiga roa Nova.
Hotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS
MERO 9.
N te novo hotel haver todos os domingos e
das santificados boa mo de vacca ; ;ssim como
ha todos os das pela manbaa excedente papa da
bem conhecida gomma de milco de Glasgow e
->ew York, sendo este oltimo alimento mais bara-
to que era ontra qoalqner parte. Previne-se qoe
o cozmheiro desta casa leve bom mestre e enten-
de perfeitaraente de sua arte.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9
NU-
Hi Iravcssa da roa
Cines i, 2, pri-
meire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ovo. prala e brilhan-
tes, seja qnal for a qnai-
lia. Ra niesma casa con-
pram-se os mesmos me-
laes epedras.
Precisa-se de doas amas, sendo
orna para engommar e a outra
para cosinnar, it quaes paga-se
bem ; tratar na ra Nova, easa
n.2l. ______
Na roa das trincheira n. 50 primei-
1 11 l ro andar, precisase de urna que co-
XAlTXn. alnhe e engomme para 3 pessoas.
Oozinheiro
No collegio da Conceicio precisa-se de um bom
cozinheiro.
-
Consulado de Franga em
Peroambuco
Benlo Ferreira Mauricio
para Europa.
de Lima retira-se
Achoo-se um atacador de pulseira, de ouro,
na ladeira do Varadooro, em abril do corrente
Mea ?e juigar com direito appareca na ra de
>. tento o. 2i, fm Olinda, que dando os sigoaes
lhe sera entregue, dando o achado e pagando as
despezas feitas cora o annuocio.
Companhia Allianca
DE
seguros maritimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:0004000.
Toma seguro da mercadonas e dinneiro a risa
martimo em navios de vella e vapores para den
:ro e fra do Imperio. Agencia i roa do Com-
mercio o 5, escriptorio de Joaqmm Jos Gon
jalves Beltrao.
** m&mmm mwmmm
\ DAMASCO com oit palmos de largara
I fazeoda de o* a Ja o covado.
5 hWlQS 5rancos a ,*200 a"-
CHALES de tarlatana bordados a 2
Na loja de Antonio de Moura Rolin &
m C, a roa do Duque de Caxias o. 73, aoti-
g| ga do Queimado.
flfpositoaflm de aprove.ur a occasio de pr.'^s ^HIIMaalMI 6M aVHMl
fOESn. Da? l, para tens u*s como para ne- 0ffrece-se um hornera para caixeiro de en-
negocio de es abelecimento: sem preco, dinheiro genho, do que tem botante pratica po" \ lar
a vista e pecbmcha I i ejercido dito lugar : a tratar na ravessa da Qaa.
-A viuva Urcula JCordoJina da Rocha Almeida, 'gregacao, loja d! livros n 3
era resposta ao annuncio do seu genro Manoel
AMA
Na rna do Mrquez de Olind, ou-
trora Cadeia, o. 50, precisa-se de
orna ama para cozinbar.
.. ATISO
O Sr. Leopoldo Bustorf Vianoa deixou de ser
caixeiro de Cuoba & Minia desde o dia 25 de
abril passado.
Precisa se de urna ama que saiba co-
zinbar e engommar para easa ae rapaz
na rna da Imperairiz n. 18, loja.
lca-
e
As pessoas qoe deram relogios, a concertar, a
relojoana do Sr. Anglade, i rna do Imperador,
uaes teemos qoe elle dava durante reparacao
os seos, sao convidados a comparecerem neste
consulado, no praso de om mez contar desta
dala : onde existera 16 relogios qoe aioda nao
foram reclamados
Custodio Jos Alves Gnimraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontes
iV C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que esta promovendo a dissolncio da mesma
firma, e entrar em seguida na respectiva liqui-
dacio ; sendo que nao ba letras pelas qoaes esteja
a firma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar dorante a mesma dissolncio e liqui-
da gao._________________^^^
Precisa- sa de nma ama qne saiba
cozinhar, de boa conduca, para casa
de familia : na roa do Vigario n. 5,
AMA
2 andar.
Caixeiro
AMA
solleiro
Na ra larga do Rosario n. 2!, io|swda ca
Cado.^precisa-se de urna ama que saiba pipiar
cozinhar.
A cigana
LIVROS DE SORTES.
RS.-IJ600
LIVRARIA PRANCEZA.

Ensino de primeiras
letras,
francez, msica e piano.
Propde-se nina jennora devidaraente habilitada
perante a directoria da mstroccao publica de.'ta
provincia a ensinar as materias sopra com todo
o esmero, esperando a proficaidade de seus esfor-
eos da experiencia, qoe tem, do ensino : tratar
na ra do Carnario n, 3.
M A Precisa se de urna ama que saiha co-
n-um zinbar bem para casa de hornera soltei-
ro : na rna do Livramento n. 6. loja.
blN
^luga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Olio-
60, ontr'ora roa da Cadeia, cora commodos
da o
para familia ou escriptorh, tornaodo-se recom-
mendavel pela boa localidade e ser muito fresca :
La tratar no armazem do mesmo, ou Ba ra da
TTO!
SJPrecisa-se de ura menino portoguez para pada-
ria : na rna e-treita do Rosario n. 19.
Piecisa-se de urna que sai
ba cosinhar, para casa de fa-
_ milia : na ra dos Pires, ta
berna, ajligamente n. 56 e boje 64.
ADVOCADO
Dn. Joaqi'im Correa de Araujo
67Roa do Imperador67
PerguDta innocente
Porque anda se espera para innunuar a for
cimento de medicamentos para a enferauria cDi-
ur penuanente desta cidade t Resrwau aneai
Para prevenir polmicas
judiciaes.
O abaixo assignado previne a quem ialaraisar
possa qne o terreno annonciado para se vender
era Santo Amaro roa de Lniz do Reg, aas fon-
dos da casa n. 35, qoe se aeba cercado per trra
de madeira, Ibe pertenee segundo a partilaa faiu
pelo Illm. Sr. jniz de orpbos.
^^^^^^ Manoel Gomos da Craz.
Prepara se com asseio e promptidio em easa
de familia no pateo do Paraso, andar aa soar
do n. 29 por cima da loja de alfaiate, a entrada t
pelo becco.
AMA
urna ama qoa <
na roa da taaaarairu
operatriz n. 8.
Precisa-se
mero 31.
de urna ama : oa rna Bella nu-
Jend acabado a mais de anno a fabrica in.
titulada-Baibalho-OSr. Jos Gomes de Moraes
Jiquidou os restos da leuc,a qoe lhe perlencia, e,
OH se acha neste depot i lo da rna Duque de Ca-
sias ontr ora Cruzes n. 2 qoe para liaaidar se'
achara expostos por presos mui commodos segn- i
do as qoalidade das pecas. Por este se faz scien-
aoa pretendentes e mais fregoezes do mesmo
Offerece se um homem puriuguez
para eitor de sitio: quem precisar
inreja de Santo Amaro.
casado
-se a
Hotel da prapa '
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS'NU
MERO 9.
O aovo proprielario deste estabelecimento (ou-
Hotel da Boa Pama) tendo novameote orga-
ac
p>rticinar
taaore
tusado-o, vem moi respeitisamente
respeilavel poblico, qoe os seus freqoenl._
poderlo apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e lanbera recebem assiguanies e se en
carregim da mandar comidas em qualquer casa,
ludo por preco commodo. '
N. 9Pateo da ribeira de S.
Na roa do Apollo n. 26, existem bons ar-
mazens alfandegadoV para deposito de fazends,
ou gneros de qoalqoer especir ou naturez?, a
precos razoaveis : quem precisar dirija-se rna
ra do Bom Jezos, outr'ora das Cruzes o. 6.
Sitio para alagar
Aluga-se um ocm sitio com muitas arvores de
frucio, grande casa de vivenda com commodos pa-
ra grande familia, na Passagem da Magdalena :
a tratar no escriptorie de Domingos alves Maiheus
rna do Vigaiio n. 21.
AOS 5:000*5000
Sslio venda os felizes bilhetes da lotera da
Jahia, na easa feliz do arco da Conceicio, loja d
orives no Recife.
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de ponca familia : na roa Nova, loja n. 7.
Aos devotos do Uoratfio de
Jess
Na ra dos Pires n 6i ha para vender manuaes
dos devotos do Coracao de Jess, c m oraches
para missa, commnnhao, etc., a la cada um. Na
mesma casa ha om hvro intitulado Via gem a
India, o qual fui achado- ba lempos, tem om rot-
lo com o nomeAntonio Marques boares, quem
'r seu dono queira vir bosca-lo.
O Sr. Antonio Jos da Fonceca deixou de ser
caixeiro desde o dia HO do corrente anno da loja
de miudezaWa roa Larga do Rosario n. 38.
Recije 31 fc malo de 1871.
Armazens altigr-se
Alnga-se os da roa do Apollo n. 55, e 57 pro-
prios para deposito d mercadorias ou fazends
por ollerecer baste espado : a Iratar na ra do
Bario do Tnumpho, outr'ora do Brum.
JosN. 9.
bornes da Cruz, vem declarar que o terrreno que
elle annncciou vender nao foi partilhado, est
pro indtmo reservado a sobre partilha-e que
a parle que ella annuocioo vender lhe pertenee
legtimamente. Em todo o caso vai legahsar a
venda qoe pretende fazer porque j se dirigi ao
oiz de orphaos. "
~ O Sr. Ptdro Rales de Inojosa Vareiao ro-
gado a vir i roa dos Copiares o. I, a negocie de
jenjoteresse, com H. N. A. C
%%V
roarualargado-Rosarioo.21.
Precisa-fe de urna ama que
saiba cosinhar com perfeicao:
na fabrica a vapor de cigar-
4SSSS?s^SF=
Preeia-e de urna ama p,ri
de ana eaa de familia 3 psa= a
roa da laspsxuiiz b. 16, |.]ja.
7.
o servido
Irarsr na
Antonio Mara de Araojo e seos filos agrade-
cem cordealraentea todas aspemosqne sapres-
taram a assistir ao enterro de D. Mara de Albu-
qnerque Araojo, soas esposa roae, e novameote
os eoovidam, a urna missa qoe por sen eterno re-
pooso, manaam celebrar no povos'fr >'." ^imellei-
ra, s 10 horas da manhia do c; .-. ji.U.;e
31 do seo pssamen'.o.
Caixeiros
Preci-a se de dous caixeiros para ama veada
nos arrabaldes da cidade ; a tratar na ra di
uruz n. a*, prefere-se qoa leuham prac.
Precisa se alugar urna escrava para casa de
homem solleiro: a tratar na ra do Duque de
Caxias n.'III.
O Dr. Manoel Eoedino Reg Valenca cocli-
nua no exercicio de sua profis.-ao de medico a
ra da Camboa do Carmo n. 21, andar.
Caixeiro
Antonio de qnadros Pereira e Oliveira, subdito
Portuguez sabendo que outra pessoa existe com o
mesmo seo nome, resolveu de boje em diante cha-
marse, Antonio Elias Prxedes e Oliveira Sarcua,
e quem com este tiver negocio queira dingir-se a
villa da Escada, no pnmelro domingo de cada
mez a easa do Sr. Joo Machado dos Santos que
abl encontrar. Sendo em ootro qoalqoer dia de
semana pqtfm dirigir-lbe cartas fechadas em casa
do mesmoHii Joio M. com as iniciaes seRuintas :
A. E. P. O. S.
Monte-pio portuguez.
Damio Pereira da Cu a ha
manbaa, manda a directora do Monte Pi Portu-
guez resar na igreja da ordem terceira do Carmo.
uraa missa pelo eterno repodo do seo socio Da-
milo Pereira da Cunba ; para a assistencia da
qual convida ios seus amigos e aos senhores so-
cos em cera/ a qoem desde J testemunha seus
vofos e tratidao. ,
Secretaria da directoria do Monte-pio-portar
gaez em Pernambnco 2 de junho da 1871.
Manoel Flores,
_______________' saeretark).
recisa-se de kuuua a jurosduni^Mne
por cento, dando-se bytoibeca em cravos a
qoeai somier aiwaoIeJodi:aodo a nwseV
Precisa-se de um menino com pralica de taber-
na : na rna das Calcadas n. 2.
Gasa de campo
se um sitio e casa de moradia no prin-
cipas da estrada do eacanamento, com dnas sallas
3 qoartos grandes, copiar, cozinha fora, dispensa,
mais ura quarto, e cacimba de excellenie agua
para beber : tratar no mesmo logar casa de
oites amarellop.
1W0FINA
Pecas d chita pre fortes "com 36
eovados a i a peca : aa roa do Crespo
n. 21
...j-aief
- Aldjta-se una escrava com principa i da co-
tinba, eoguQimado o mais* servicos de nma casa
to pateo do Terco n. 137,2* andar, das 6 asi
9 da manhia. .'
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, s
envi na eidade de Nazareth .desta provincia,
favor de vir a rea do Imperador n. 18 a concluir
aqnelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fina
de dezembro proxiM passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a coraprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
m ; pois V. S. se deve embrar que este negocio
a de mais de oito annos, e craanao o aenbor sao
flho se achava no es i 4
Prcisa sede urra ama
qoe saiba cozinhar e
comprar com perfeicio,
para ama casa de pouca
familia : na ra da Au-
rors n. 8i, 2 andar. ^
Traspassa-se nma hypoiheca, ou mesmo vea-
de se outra no valor de 500*000 : trataran a-
riptorio dos Drs. Borges da Fonseca a fllao, com
juro de.dous por cruip.
Precisa se de
porfeitanente:
numero 27.
Na ra do Duque de Caxtas n. 88, preciea-
se de urna ama para cosinhar e engommar.
Manoel de Souza Ta vares vai a Enraya Ira-
tar de sua sande e em sua anzencia Mea (acarre
nado drs negocios da aoa casa o Sr. Antonia la-
vares Ferreira.
laiBHUM
De ordem da musa regedora da
Confraria do Sentor Bom Jesos da
Via Sacra da Santa Cruz convido a
todos us irmios coofrsdes a compa-
recerem com saus hbitos no coa-'
sistorio de nossa igreja pelas 3 ho-
ras da Urde do dia 8 do corte aQm
de emeorporados aconpannarmos
a procissio de Corpus Christe para
qne fomos convidados pela respei-
lavel Irmandade do SS. Sacramen-
to da fieguczia de Santo Antonio
desta cidade.
O escrivo.
TheQioro Jos Tacares.
i^llllllllllli
CASA DA FORTHA
RDA f DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo asfignado tem serapre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12400.
Quarto 6/000.
Manoel Martins Fioza.
AMA
hom
Amaohia domirop i do .'jorronta.laver [ Precisa-se de um criado,
carne da melhor do mercado, no Recife, befo ao| que sa empregue tambem era todo o mais servido
Campeio a. 3; proaMtte-se servir benj a todos a I de nma casa de poaca familia : ru* da 4M-
;er ;empre caraaj f?a a prejo commoW. I quiln. ?.
; proaaette-
RO
DYVETOT
nica, casa neste gewfo
14-Raa Estrella do lisme-M
Compra e vende roopa feit
nova e velha, objectos de
cosinba e de mesa, e
* tudo que pepten4-
Officfea de marmore
Rna alai alrawa aanaert ti,
Gravam-ae latras,' W,t.. a pcir oan.H *itfs
11 o palmo sro qoadnt



/
'


D \tw de PeriiBnibuco *-__ Segunda eiru 5 de Jnho de 1871.
a.
-- ;<
B-_H

Ull
5
As araaazeaa, do
Vapor Franeez,
rna io Bario
da Victoria (ou-
tr'ora rna ,fl) 9.
I
A armaiem do
Vapor Franeez,
ra do Bario
da Victoria (on-
tr'era ra Yo-
?a) n. V.
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos
>
para meninos.
Acabam de chegar novas Talaras cotn importante sortimento dos- artigos
moncionados a prego mais resumido que possivel.
abaixo
- *
CALCADO
Muflan para sen*oTasduraque branco,
5reto e de oatras maitas cores escolbidas
o ultimo gesto da mcuja.
Botinas pan meninas igual sortimento.
Sapatinhos Je salto para senboraduraqae
' preto, branoo e de coree, e de coaro de lus-
tro.
BotJnfcas para enancas, proprias de bap-
Botinas de diverjas qualidadea para ho-
tneaa.
Bous russianas para montarte, tanto in-
gleiM u coaro da Rnssia para viagem,
como francezas da Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Mein peraairaa para meninos de 10 a 6
a w*.
Sapatos da brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro eom sola de
naieira, proprios par* banhos.
Sapatos de borracha para bomens e se-
nhotna.
Sapatos abotinados, de diferentes modelos,
mal o bons e fortes para amamos e meni-
Sfl


1
ti
i tapeto, avelludados, Charlot,
, da tranca portugueses, para
ananas e meninas.
Ferfumarias.
Extractos Unos, baahas, cosmticos, olees,
M^vagou de Coiogoe en, garrafas de
*T|RW*fira presentes, agoa divina, a^ua
> florida, dentfrico lavando, agua de leilet,
notara ara barba e cabal toa, pomada non*
gretoe para bigodes, pos. de arroz e sabo -
notes, tudo isto de primeira qualidafie, dos
teurjaan.es Coudray, l'iver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brnncaspreeas e de cores
aspeaos grandes dourados para salas,
qtaftos e gabinetes.
Loques para senioras e meninas.
Joiae da are, brincos, transe I ins, pu-
"seiras, sotoes de paabos, de abertura, cor-.
rentes e chaves la relogio, todo de curo
bom de le.
Brincos de plaqu i imitaeo de ouro.
Correan para relogio.
\bctoadaras para coiletes e para punbos.
Alonas de velludo e marraauin para re-
tratos.
Vaanaadetras de vidro nana enancas.
Hafarias de costura, novas modelos con
manten, proprias para presentes.
Qaadrmhos dourados para retratos.
Toacas a aapatmhos de lia para crian-as.
Capailas para noivas e para pastoras de
proupios
Canunhas eom vidros de augme oto .para
ver-se em ponto grande a photogr&pbie
dea retratos.
Ps de yidro para pianos.
Xhssourinnas para costura a nabas.
ttctclnhas de seda e de velado.
Cestinbu para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cesan d'arame pratiado para fratase
pao a'mesaj
Ricos artigos de phanta si a necessarlos
para toilhetes e proprios de presentas.
Jarros.'e bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui delicados.
Qnadros promptos para collocar vistas.
Moldaras donradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cida-
des, de figuras e de santos.
Espanaores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
CaJxinba de msica de darse corda.
Pomeiras de espuma para cigarros e cha
ratos.
Gravataa de seda pretas e de ares. -
Bengaks de cana com castees de marfim.
Rilas de baleia, junco e de maitas quah-
dades.
Pestes finos de marfim para caspas.
Esco vas para Tacto, para tabello e para
demos.
Lunetas ou pendnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de acn.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieires.
Ditos para fraternas de pianos.
Cotos econmicos para ve!las de sperrna-
cete.
Cordas pan violan^
Port-pratos paraajesa.
Caixtflhas de diversos modelos e creeos.
bjeotos novos de mgicas o raeftior pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para ^tagens.
Estojes de viagens, completos som nava-
Dus.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martellopara viagem.
Ditos de mui tos modelos, de janeo e *e
baleias.
taras de o de Escocia .'branca?, e de ||S|
odres. t
Ditas de amurca awarellaV
Machinas para facer caf.
Glcbos de papel de cores para Ilumina*
odes de festas campestres.
Baldes de cores, de -sabir ao ar fcil-
mente.
'Jogos de domin, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e ontros jogos aemaes.
'Esterioscopos com as mars bonitas vis-
tas, de garas destacadas e grupos de fa-
: milias.
-Armnicos ou aecordions de todas os ta-
annos e novos modelos com tremlos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoraraas de varios lamadnos, com.
dlfferentes_yistas mui pitorescas.
A quem competir.
Jos" Joaqoim da Cotia, subdito portuguez, que
tendo de prestar ana jusiidaeao no dia quinte-
frira 15 do aorrente, pelas 10 boras da roanbii,
naigreja de N. Sidos Milagrea emOHndi, peraata
o Exm. e Rvro. Sr. eanego vigario eaplu'ar, sob e
impedimento que faz era sea casamento coas D.
Francisca Leopoldina de Mello o Rvo. Sr. vigario
Seral no anno de 18*6 por parta de D. Felisroina
a Porcaneola de Andrade, e como o songueante,
ignora qnem seja eau senbora pera manar rta-
la, faz a presente rttacJe por esta jornat na tea
de chama-la por tras dia, aflan da jappdcada
comparecer dia a hora desuado *Jr aqaelle
Exm. Sr. para allegar o sea direite, a mostrar o
carcter do impedimento, on alase pela meema
D. Felismina, dando-se logo por citada, e o snp-
plieante pede que a mesroa senbora Jalo deixe da
comparecer, pus quer ver a aaauna senbora de-
pr do supp icanto em sua preeenca. Recife 3 da
jnnho de 1871. -
Antonio Luiz Das declara ao respaila vel cor-
po do commercio desla praca, que neeta data tem
contratado vender ao Sr. Joaqnim Dina da Silva
Goimaries a sua taberna sita ao pata* do Panizo
n. SO, fivre e desembarazada de qualqner onaa, o
que faz publico em conformidada da leL Recife 3
de jnnho de 1871.
Attenpao.
Predios.
Gompram-se duaa casas terreas nO bairro de
Santo Antonio: quem tiver e qneira vendo-las,
; dirija-se a roa Nova n, Si que achara com
quem tratar. W
Brinquedos
O raaior sortimento que se pode desejar *;
de tedasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para ntrete-.
meato das erianees.



-
D. W. BDWMaN
Engenheiro com
FUNDIDO
.** Rii no mu II 5
PASSANDO 0 CHAFAR1Z
-


Pede aos senhores de engenho e ouiros agricaltorea, e empregadores de ma-
cbiraMLo o favor de ama visita a seu estabeleciaento, para verem o novo soFtaenlo
completo que ahi (em ; pois sendo turto multo mais barato-em precotlo que jamis te-
osa vendido, est anda superior em qsalidade e fortido; o que com a nspeccae pes-
soal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENQO Ac* NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDFCO
Vannroc a vr\ ac A'acrna os m;ns modernos syslemas, eem
Vjpures O lUitto UU.gU.ct tamanhos convenienles para as diver-
sas circumstancias dos senhores propr etarios.
KnPflflflfl lA P9.T1TIA ^e l0('os os ,an!aaD08 as welhores que aqui
Koas adatadas para aomaes, agua e vapor.
Taizas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Mflihi*nijmnR p3" mandoca e aigodso,
JUcU/OililblIlOS e para serrar ma^ira
OmDaS je p3tente garantidas........-.........
I Odas aS maCOinaS e pecas de que e costutua preciar.
Taz qaalquer concert 4amMmo apreco mirm0.
IdOrmaS de ferrO ^ 3S me*ore8 e aais Daratas xistentea no mer-
"EnP01TllT16Tlilfl.fi____IncuBbe-^e de mandar vir /jaa'quer marhinitmo von-
-*^**wuiiixiicj.u.c*3 ta(je ,jos clientes, lembraaio-llitrs a vantegefli de fa-
zerem suascompras por intermedio de pessoa enlenda e^orjem qoa.'fpier ^ecessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
Podecdo todos
eer movidos a m3o
por agua, vapor,
u auimaes.
Um professor jubilado de instrnecio elementar
conhecido aesta prae.a, presta se a letclonar neata
cidade e seas sobarbtos por mdico prei.o : a tra-
tar no pateo do Carao, botica a. 3.
COMPRAS.
COMPIVSE
frascos vasios da tintara japonesa, e paga se a i
n cada um : roa Duque de Caxias n. 50,
Marque* de OHnda n. 51.
Compra-se nma casa terrea em alf urna das
nas prxima ao largo da Penha, como aejam, da
Xogueira, Padro Flonano, S. Jos, Santa Rita,
etc. : ne 3 andar do sobrado n. 36 na ra das
Cruzes.
(-Jompra se em segunda ino axu cofre de
ferra prova de fogo, proprk) para guardar livros:
na roa da Madre de Dos n. 32, armszem.
Precisase
comprar as leis provinciaes de 1855,18M e 1869,
na ra do 'Hospicio n. 23.
Na roa da Madre de Dos n. 16, toja, com*
pra-se ae^oes da Compaonia de Beberibe.
VENDAS.
ATTBNfjAO
"Vende-s por barato preco ama propriedade a
margem da oamba dos hemedios, Uzendose
toda vaatagem ao comprador, recdbendo-se parto
em dinbeiro-e parte em letras an objeolos de
prompta venda; coja propriedade conta urna
grande olaha de pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de acenaria groa e fjrao que comporta
o,0C0, coas mais um ionio o lastro paca fazer-se
telbas, ladrlbos, caaes e loopa, com excedente;
barro pan qaalqner tfbra, com dous exeellentes
viveiros de pene e com casa de vrrenda para
grande familia : as pessoaa que pretenderen! di-
rijam-se dita propriedade a eatsaderem-se eom
o capito Delfira Lins Cavateante Pessoa.
iimiuii
Grande liquidacao de |
fasendas,
Lindas cansas de crts, fi-senda de 800
flt ajara a 380 o covado.
ChRaffranceasdelOOaSzO a 340
eovaao.
1 Lias de cores poli de cbevre, alpacas
lisas e bareges a 500 e 600 o covado.
Cortes de cassas de cores a Amelie a
OOO. *
Ditos de chita percale.
Ditos de carabraia branca bordados a
agalha a 6*600, fazenda de lo*
Camisas para senbora a 3*500 ou 39*
a dutia.
, Ditas ioaletas pa homens a 1*000
excel lente fasend
Servicos para mesa, compostos de ama
ande loalba e 13 guardanapos.
gapeos brancos de castor a 7*.
rtes de casemirss de cores de lindos
< lostos e eicellente qnalidade a 4*000 e
Cortes da' gorgurao para eollete, pre-
tas e de cores a 3*300.
Ditos de vedada para dito a l*.
Lencos de cassa barrados a 3*300 rs.
a daa.
Sedas las da cores a 1*800 o covado.
Chapeos pretos de pello de excedente
qnalidade a 7*.
Excedente algodao trancado de Macei,
fazenda superior ao da Babia proprio pa-
ra roopa da esclavos a 440 a-vara ; re-
cen: mondamos esta fazenda aos senhores
de enganho.
Cortes de organdy branco com 10 jar-
das a 8*000.
Crotones de lindos padroes a 380 rs. o
eovaao.
B ontroa mui tos artigos que seria en-
fadonho innamerar, porm que como os
ja mencionados vendemos barato nao
odiando o preco.
Loja de feaendas de Antonio de Moura
Bolia 4 C, i ra.do Duque de Caxias
do Queimado n. 73.
ATTIIf.iA
A.
S
s
senhores fogue-
teiros.
NA RA LARGADO ROSARIO N 34
Vende-se
Excedente limalba de Ierro.
Dita dita de ac.
Salitre refinado. ^
Enxon-e em canudo.
E em peral todos os preparados para os fogos
de Santo Antonio, S. Joio e S. Pedro.
Casa para vender
Vende-se a casa terrea da rna do Pillar n. 114
em que est um fcoogue, que rende 30* mensaes,
eque tem urna mei agua oo fundo que rende mais
SIOOO mensaes, e ourra ao lado que reude mais
4*100 mensaes, e quintal com fundo at a roa dos
Guararapes. Ourra casa terrea na rna dos Gaa-
rarapes n, d3 com S salas, 3 quartos, cozinha fu-
ra e quintal matada : os pretendernos dlriiam-se
ra de Brum ns. 100 a 104, fundicio de Cardo-
so Afjmio, on na mesma rna n. 30. ________
A cama filial do Basco do Brasil tendo de
concluir a sua liquidado vende por preco
*oommodo a casa terrea na rna Imperial o..
C(, a trata na roa do Mrquez de Olinda
no 'respectivo escriptorio n. 49. _______
A empreiteiros de obras.
Hacpara vender na fahriea do cas cozs a 800
rs. cada carro^*, exeellentes paraeacewr alieeroaa,
etc., 'Venae-se a casa terrea d. Id da "roa das
Carrocas :. a tratar em%anto Aenato o. "58. ,
Joaquim Jos Goncalves Beltro tem para
vearder no sea escriptorio i roa do Ommrsio n.
o, os generas absixo notados, qan vende mais tw-
raio do que em outra qualqaer parte :
Azcitonas em aneoretas.
Amendoas em barricas.
Caf mado em maasos de 1 libra.
Chapeos de Chile de boa qaalidaeV.
Cognac marcamartalfrres.
"Snxadas.
Farinha de mandiroa de Santa Cafbarana, -sac-
eos de .') e 3 queires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita m barrica, proprias para tasas
articulares.
fio de algodao da Baha em ecvello.
Monees.
Maxados.
"Nozes.
Obras de paihetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botiae.
Palitos para deotes.
"Pregos sonidos.
-Panno de algodao da fabrica de Todos os ^and js
de Pedrwo na-Bahia.
BolaaV
Rap popular da Babia.
Bolim em fardoi.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
'Tapioca do Macaobo.
Tabaco simonte da liia.
Verniz copal.
ViEho do Porto engarrafado, caa de 13 gar-
rafas.
Dito de dito em barrw, proprio pata engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dita Bordeanx em-caixas de ama duzia.
Dito de caj em caKas de ama duzia.
ftuartinhas da Baha- '"^'--1
Venden quartinhas *da Baha em norrio ?t ^^1 dfllfTCWHd.
Vende-se quartinhas da Bahia em #orcio b*
retalbo : na ra do Imperador o. 37.
XAROPE SEDATIVO
de cateas de baratijas amargas t$
BROMURETE DE POTASSIOM
D* J.-r. I-AHOZF, 9, ni alca I.ion Aaint Paul, Patria.
Todos oa Mdicos concordan em que o Bronrarete de Potassium puro tem sobre o
sistema nervoso, nma aecSo M**tf* ln.*.. Reunido lo Aarope Laroza de
Laranja amarga, caja acco regenera as fuo ,<5es do estomago e doa intestinos,
unWersaJmente appreeUJo. Sem receio d'a.idenie se pode dar aa pestoaa adultas,
ando SOffrem de elli oradlo, >* viaa dga>tiat, oa Miimii rl,
atalm que para i litU unoui /a praahas. Para aa creancas, para aalmar a
Dapotite em Rio d Janeirs, M Ohaioloi; em Pernambueo, r. >unr O;
ana actic, Falaa aViaa; em Pe/Aai, Aa>(aro tivt; em Baha, Da moaaa; em
. ParSt AUfrc, iaullo; em Karanhio, Parrafea a O*; em Ouro Preto, aralmaa.

ROB LAFFECTEUR
Approvado em rraSa, Roana, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffecteur aa antae-
rtnde, he and snpenar aaa xarepae de cuiainier, de Larrev e de lalseparrilha. De fcil
jL'da *"Y P*^*r' ao Mu>' eU* cura "d'ca'raente >m mrremrl*, u
, adagraved ao paladar,
dapelle, fsmaalanaa. aiawrcaua. t o morra, nlceraua, aaraat atrae-!
eacorbu te, a oa accidentes proveados doa partos, da idale critica, da i
lacn-
hereditaria das humaras.
O arrobe be aapecialmeau raconunesdada centra aa de aneas syphiliticaa recentes, iavele-
radae on rebaldes aa atereerfe a aa iadore depoajaaio. ^^
l^FFECTtm^m aaaa do dentar GIRADBAD1
SA
Rkner, Ifl, i Paria.
Grande
LIQUDACAf).
Na ruado crespo n. 20,
Letja de -nllheruir
-Liasde cores tuiudas a 80 rs a covado.
Branle de linho com fO palmos de larnura a
2i50D vara.
Chitas claras e escaras a 1#0, 300 e 310 e co-
vado,
Ditas rifados protsianos lfiOo covado.
Dilas ahineas para coberta a 310 o covado.
Cambraias. orgaav'ys miudas a iO c 280; o no-
vado.
Ditas -bordadas brancas e de cures para corti-
nados, a 320 a covado.
Dila hispo feas linas a a pe ;a.
Diias brancas com 10 vara, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Vicioria, a 4* a pe-C-a.
Massnlioa hraaea, a ICi. o oovido.
Madapoiiw (ranee?, a 6* a peca.
Dito ingles de bom a especia), a 1*000. -'Jf, 6*
e 7* a peca.
Algodosrjbo > :), 3*00e 4* a peca.
Alpaca de eifr om iiias. fezeada snpenor a
360 it. o covado.
Dita-branca, :om urea miadas mswdas
300 i*, o covado.
Dita prea coa flor branra, >~300 a co-
vadoT
Oiasdii coros padioea .niudos e :nodern* 360
rs. o covadr.
Leaos de raesa com tarta de cor, a 130 rs.
cada um.
Ditos de linho i bainhados ? j*a duzia.
Cbil?, fazenda bem conheida pti? .-ua fortidSo,
mais larp qce eoita para roopa de rseravos, a
300 rt. o covado.
Ccaemira treta superior, a tt&O o covado
Corles de casfjnira ;t \j :
Algodao rgo marca
D-se amonras cem
^ H-ltt
afl
a-i ot?

225
fisr
O,*
fs*Kf>
aa ca> a
r>
O

Veade-se-e lambeta se permuta a posse de
deas terrenos, sendo um aa ra da Aurora e ou-
tra na do tlospifio : na Taa do Rangel u. 43, 2*
andar.
1
II
Ealberes rmos, cabo de aalango, a 3*500 a da-
lla, otheres finas electro-piale x%4 a duzia, ditas
sopa a Id*'a duzia, para liquidar que se
i por estes dinstantos >recos : no Matea Ele-
Saane, rna esareita do Rosario a. 4, de -Ferreirn
[amos C._____________________________
Veade-se Uaena da rna velha de Santa
Rila o. 3,- bastate agfrcgaezada : a pessoa que
CasHler dirija-se a mesma qae achara eom
m tratar.__________________*______________
LIOUTOACaO
COM TOLE DE-CUP1M.
Briaipardo fino eom peqoeno toque de cupim
na oareJa, a 400 rs. o ovado, pechincha : nal
a||do Crespo n. 3d, loja do Goilherme.
jEapeatalldaele das pfcarmaeetitl-
eaM *Verrlra Mala aft sta ajeeeao conapasta especialmente para a
ura das purgacoes antigs ou modernas, foi eom
fel resultado ensatada petos mais habis e reco-
beeidos medico?, e por ellos confirmado -ser esta
iuaecao a anica qae radicalmente cura em menos
tejano qualfloer agnorraa oa pargaco enliga > i
edema, sem auxilio de outros madicamentos.
e'-taanbem uti as leucorreas ou flore* brancas,
ataer aejam antigs oa modernas.
DEPOSITO
Ka pbarmacia americana, roa Duque de Caxias
numero 57.
Yende-se
ama balaaca para armazem, crrenles e bra.-j de
Ierro ernchas deami*eHo: na ra do Vigarlp n. i9.
o
P';-a.
A RMACA
Rna do Barilo do Victoria
p. 30.
Vende-se urna ptima armacae de amarelio de
primeira quajidade, toda eoviilracada, proprla
para qualqaer estabelecimento, paitando ser re-
movida >e:n o rnooor estrago, e sendo que o
comprador qair* fijar Oat, mesma casa, onde se
a/lia o dono do predio consentir nisso : i tra-
tar na ra do Buio da Victoria n. 30, outrora
ra Nova.
Raada loiperatriz 13 A
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
Os propriel ros deste novo estabeleci-
mento d fazt ndas veem scienlificarao res-
peitavel publico em geral e em particular
as Exms familiasarjesta cidade e fora della
que chegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sortimento das mais
lindas fazendas que al boje sao vistas em
nosso commercio, e que estao despostos
veoderem por todo preco.afim de venderem
moito e apurar dinbeiro, saber:
Ivndos casaquinbos de guiguro preto
enfeitados para todos os oreos.
Co. tinados ricamente bordados para ca-
mas e janellas.
Camisiohas de iiribo bordadas para se-
nhoras.
Ri:os tapetes avelludados com lindos de-
zenhos para 2 e 4 cadeiras.
Ricas grinaldas e capellas para noivas e
meninas.
Li* para bordar de todas as cores por
commodos procos.
Chapeos de sol de teda inglezas a balao
por todos os presos.
Ricos e modernos cortes de organdy bran-
cos com modernas listas.
Ditas d cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 5000.
Pecas de cambraias. finas a Victorias com
10 e 12 jardas a U, 40, 50. U e 70000,
Ditas tratispan ntes finas para todos os
procos com 2 larguras.
Variadissimo e elegaantes sortimento de
lias para vestidos de todos os prec. >s e cua-
lidades, qae, quem as vir a \ista dos pre-
cos comprar.
M jderoas popennas com listras a 120
rs. o covado barato.
Grande variedade em chitas finas, par
200. 240, 280, 300 e 320 rs. o covado.
Pcbincha em alpacas de cores lavradas
e mnito finas, o covado 400, 500 e GOO rs.
na Flor da Moda rus Imperalriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA 1 A ELLA ANTES
QUE SE ACABE?
Sao camisas francezs finas a 10500 cada
orna, admira a vista da fazenda. S na
Flor da Moda ra da Imperalriz n. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baralissi-
mo preco de 30000.
Madapoloes finos e largas com 20 varas
a 40, 50 e 60000.
Brim pardo trancado de linbo fino o
covado a 320 400 rs. admira.
QUEM QU1ZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA 1MPERA-
TR1ZN 13 A.
Cobertores de finissima la de cor a 80,
60, 6 40000 brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. o covado.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia 20CO rs.
Grande quanlidade de lencos para me-
ninos e bomens sendo :
Com barras de bichinchos e calungas fa-
zeodo gynastlca a dozia 10200, 10500,
20000 6 20500.
Ditos brancos. finos a 20300.
Ditos de linbo ambaahados finos a 60 e
70000 a dozia.
Camisas de meia o melhor que b, urna
10, e 10500.
Dilas inglezas finas de linbo para homens
e meninos por todos os precos.
Collernbos, punbos, gravatas, meias,
tbalbas, lences. crochets para cadeiras e
jardineras.
Completo sortimento de cassimiras pretar
de cores.
Pannos finos pretos e de todas as quali-
dades, brins brancos pardos e de cores per
todos os precos.
Roupas ieitusna Ilur da Moda
Sobre-casaeos, palitots-saccos e fraks de
todas as qnalidades preco comino lo.
Calcas de casemiras pretas, de core?, de
brins brancos, pardos e de cores.
Ceroulas francezas de linho e de algodo
commodos procos.
No mesmo estabelecimento encontrarlo
os amaveis frequezes um bom alfaiale para
lomar medidas dos que quizerem manda:
fazer sua obras 6 sujeitando-nos a fica
com aquellas que nScsahirem a contento,
afi de bem servir todos aquelles que nos
bonrarem com sua proteccSo neste estabe-
lecimeoto i qma enfioidade de artigos que
deixamos de mencionar para nao se lomar
massante aos leitores, o estabelecimento
est aborto das 6 as 9 boras da noite s
ordena do respeitavel publico.
N.-13 A RA DA IMPERATRIZN.-13 A
runo IUH8IL
Fem venda em seas armazens, alm de outros
'rtiajos de seo negocio regular, os seguintes, qae
enaem por precos mais mdicos que em oa-
ra oualqaer parte :
POBTAS de pinho almofadadas.
GRADES de ferro para cerca.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
^ANOS de barro franeez para esgoto.
GESSO superior em porefes e a contento.
uEMENTQ de todas. as qualidades.
"ACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
fOGOES aroerii^nos muito bons e econmicos.
iiMiO de Bordeaux.
COGNAC .-uperior de Gauter Freres. .
7ARELLO em saceos grandes a 3*500
AGUA florida legitima.
ESTABTO MENELECIEM 1832
Salsapnlha de Knstol.
LEGTIMA E ORIGINAL
EM FRASCOS CIVANDES
OGRANDE PURIFICADOR DO SANGUEjl
Esta excellente e admiravei medicina, o
preparada d'uma maneira a mais scientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instrucc'ao profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composicSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, berros, cascas, e folhas, possutndo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes toem sede
ou essento, no sangue ou nos humores ;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forfa, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparado, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composicao da alsa-
parrllha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em si cousa algn, que pos-
sa por l$ro ser perigosa ou injuriosa
sade; tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparace?,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARR1RA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanzado por aquelles
que acondicionam sua preparacio em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Salsaparrilha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual poicSo
contida naqueilas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais forca o
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa adiar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tante mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produccoes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de Bristol nao possue a
menor virtude; porm quo eneetivamen-
te sao elles poafoi em silencio, quando indi-
oamos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certidoes e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedad*, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aondo as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
las de que se compSem as nossas medicinas,
s5o produzidas, que no habilita ejer-
cer aquelle constante cuidado e disvcllo na
minuciosa escolha; e o que assegura. e ga-
rante uniformidad de excelteneia-
Em quanto que, por outro lado, ns-no
nos poupamos nem-. dinheiro, nom dili-
gencias ; afim de alcancarnios o melhor
e nicamente o melhor--de cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
Co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianza; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos bs paiaes, que na
salsaparrijha de Bristol. possuem
um remedio mais efficaz o seguro; do que
nenhura outro, que vos tenha sido offere-
cido at boje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e efectiva cua das seguintes enfermedades: -
Escrfulas,
Cbagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
S'pi)Uis,ouMai V*
nereo
Humores Escrofu-
losos,
Irretrularidadesdo
Sexo^
Ffeminino^
Nervosrdade,
Debilidade Gerai,
Febra e Malignas e
Febre e Sezoes
Biliosas,
Tumores
Abscesss Apostemas, -
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa punas
vegetaes assiiearadas de Bristol,
tomadas em doses moderadas em conhec-
f5o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expela- grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprenden e libre-
mente circulam espalhados pelo sistema,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; o
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normai das operacfcs funcckmaes,
ATTENCO

pin
Vende-se jwr pre^o mui rotoavel, e com van-
Ugera ao comprador, o ongenho Veiho, sito ua
freguezia de Santo Amaro de JaboaiSo, cujo en-
genho acha-se moente e correte, moendo eom
agua do rio Jahoatao, cotendo cerca de urca le-
gua do trra de sal a noite, com outro lano, em
oarte, do leste a oeste, com boas obras de casa
de vivend, do engenlio e de purgar e casa para
guardar bagasso. Qaem pois miizcr fazer aba-
cia iSo vanlajoso, dirija se ai mesmo engenho
para tratar com seu propietario, que far todo
cegocio.
Vende-se um piaqu i>rjpri>i para principiante :
oa roa de Pedro Alfonso, oatr'jra da Piala, d. 47,
i* andar.
da Victoria tem para vender o se-
brancos bordados o
Grande
& Joio
Vaodo-se fin^s de frro supatipres para bolos
e por prf q: uiuilo TalOJ-v ru da Imppratrlz
onroero 8.
CHITA PftETA '
P'a de chia prata f^rte cota 3> coi ajos ah-f
da iin.1 a 200 rs. o cn-ado. pochtuc.a : n.t la:
; %rfi a. %Q, |oj. dj\ (Jaiiiier-ne,
O B.zar
guiute :
Ricos vestidos de cambraia
que ba de melhor.
S3ias. de cambraia brancas'bordadas muito bo-
cita.
Camisas de murim, eambraias e esguiao de linho
bordadas, oara fenhoras.
Guarnios-s bordadas para senhora*
Luvs c pellica brancas e de cores
Chapeos de velludo e de seda para senhora e
meninos.'
Vende-so por^omm.do [reco na ra Nova n.i
Farinha de milho
-Vende-se farinha de-milJiq, mnida a tapor, dia-
na nef.ie, pelos prr.'is segniniea: grossa para
angii e pintos ou paftarinlioi a 100 rs., para ean-
sica a liO rs., epara cuscas a l(W r?.. arroba a
4i80: na roa 4o Cotovello n. io.
Vndese ou aluga-se nm sitio em Santo
Amaro com casa devlvenda para graofa bniilia,
um fnndo vivu'rr, ca-iorfr*. or., d-it'-n'-. *
httt'.i para o rio Ubfiih eos fund.' si r.,pe-
l-i do Santo Amar: :ijr.:r na ru dj Ccrstl
Sassu'n?, Qptr'orl ru? Aojasu. n. t.


Oiaiio de PefnamDuco Segunda eira 5 Je Junho fe 1871.
VENDE-SE
Joaiuim hti Ramos,. r,a rurf da Crui n. 8, 1
andar, venda algo/tifo azul 'aaniri f tiremos amrw*an ". 3 r 4,
*o ha m ai ck4>cIos braocos.
Tintura japone a.
S e nica approvaJa pelas as academias de
ciencia, recml.ecida soperior a toda que tem ap-
arecido al hoje. Dposito principar i roa d
^adeia do Mecife n. l, andar, ern todas as bo-
Hf.n e c-;i "Ih cabttlleifeiro.
Memore a \owa Hsperaiic* f!
AO liiiLLO SEXO.
Esla !nj:i bem conheclda pela sna elegancia e
nipnriorida Je do seos object is, acaba de reeeber
muilos artigo! par o que respetosamente convida
ao bello sexo a vizit.i-la, alm de compraren) aquil
lo qne ireenarem para preparos de vestidos toi-
iete nu loe .i dores", e mosrno qualquer objecto para
fatef aljmm preteo(e...|poii qne s j na Nova Espe-
ruc* liarla aali-feitos, j pela qoalidade e pre-
c/>s r;iwave.s, e inesmo por que a Nova Esperan-
za 'jf:.:i;i-.-t em nao su impacientar em dar a es-
comer os objectos, prestando-se eom o agrado
cut <\'jc eo '.u a recober a todo?, afim de que
s.iihTn coro o firme prepsito de voltarem on
msr.darem a uicsma loja, logo que precisem de
LITVAS DE PELLICA.
R.vebett as do Li-boa a Nova Esperanea para
timen?, seniora e. meuinos. sendo brancas e de
n
. NOVIDADE.
Bi<*o de qnlpnre prclo eom branco, a Nota Es-
p^ranca s qviem tem 111
Caixas para joias.
Nova Esperanea recabeu boas caixs de san-
dio para guardar joias.
F as largas para cintos.
Recaben as de umitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos ou sasdas.
A Nova E-p.^ranca ;cm leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova E*ppranea a vordadeira tinta in-
gieza.
Para refrescar a pelle e afnrmozia-la.
A Nova Espinaca ra Duque de Casias n. 63,
ende v,rJ, li'ira albina branca de Lais.
Perfumaras
A5 (nelhorea, e do mais conhecido fabricante,
anl fraaeei cerno inglez, estao expostas venda
a ra Dujue de Caxias n. 63, na Nova Espe-
anca.
Exlrrctos, Danos, oleo, jabonetes, agoas de co-
|inia, do l.irnnja, florida e de lavando, etc., etc.,
todo de superior qualid?de : vende-se na Nova
Esperanea a ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanea, \ ra Duque de Caxias n-
>33. iwobeu diri lido sortimento de lira para bor.
dar, vindo a3 cores mais procuradas, branca, pre-
la, pscartaW" el<\ 6t. a f-lla antes qw se acabe I
Tatoltas Vermfugas
Esto medican-, -nto 6 o nico que pelo sen bom
aroma e gosto agradare) se torna o mais propno
para : expulsa i das lombrigas. E' fcil de tomar
porqa' o sea gisto igual ao du chocolate, e de
uroinplo eficto.
DEPOSITO
Pharmacia americana d Ferreira Maia A C, ra
Du'iua de Cix'as n. 87.
Su bonete 'Je alcatroo
E-ii' novo preparado e applicaJo eom grande
ipr vtitamrniu contra as molestia* de pelle chro
nicas e rebeldes empipen?, manchis escuras ou
pannos que vem ao rosto e peilo, borbulhas, sar-
na, lepra coflBlcWWs, mesroo aquellas que em
">< partr-s delica as do corpo tanto mertificam,
Hnalmenlo o oso continuado deste sab'nete con-
tribu' para tornar a pelle asaia mimosa. E' igual-
mente ett .7 para ;-.macar a pelle do rosio ou
outras partes do corpo, que por motivo de erysi-
pellas Deam speras o escamosas. Prefo de cada
tu 6iO rs., em dunia se far abatimento.
1'. p .; o ciu lVroambnco, pharmaca ame
.ii le Perreira Uafa & C, ra Duque de Caxias
v. "'7. in !fi di Qpimado.
DE
VIDAGO -
nico deposito
Hiarpiaeia americana de
Ferreira Main $ C, ra Du-
Qaa e Caxias u. 57, anti-
n rio Qaeima--o.
0 verJadeiro portland. S se veiide na
ra da Madre de Deus n. 22, armazcm de
Jc3) Marlins de Barro?.
Vende-se sceos coni farinha de mandioca, me-
dindo 18 cu:as, pelo baratissimo preco de 53 cada
sacco; na ra ao Mrquez de Olinda n. 40, es-
cripiorio.
A' cheg ida de Biiaa magestades
Chita." pftvaeeaas finas a 200. 220, 2i0, 260. 280
e 300 rs. o c pvade; cambraias de cores muilo (las
a SS .zcnHa de 600 o 640 rs.; laaziuuas eom li>las
de si'.j.. a ?00 rs.; pee^a de madapolao larRO a 4,
Si; 6j p f'i'C.n e fluissimo a 8 ; popelinas de
leda a IJ30C, UC0, U6C0c2/ o covado ; ricas
saiai bol Bfl*j feitas a 44 e outras n.uitas fa-
?. ii a qce i'H'am arrconal .das em leiiao da casa
d. ra i'.i Crespo q )! p>giu fogo dos Srs. Cesta &
Castra,M qnaes se vendem pnr pr.cos baratissl-
Di ifl pp acabar, vejan e admirem f a Norma em
.* u ii-girn-o s rtimeuto de fazendas finas nada
il 1 sejar, e como le.iba por norma vender
lv rd ti0i.i de conquistar o-b.-llo sexo da Veneza
Amefl i 5o ?ei Fe p?la baraleza de sua3 fazen-
c!, s pelas barmooi sas notas de .'ua msica
i eompasao pelo habilitado pessoal de
q h o mposla, de forma que duas lirias partes
seg^TSCientc esto cooviitas em nao comprar raais
em ^t:c l,j, faltand* apenas urna terca parle
par completa triumplio da Norma.
O arm.-.z ni da Moma e ra do Daro da Vic-
t< ria 0. 48, esquina de Sanio Amaro de Monleiro
d Cu -b'. & C._______________
Aos S s. mfcojff.
O Balar Victoria na ra do Bara^j da Victoria
(amiga roa Nova) a. 2, recebcu um neo sorlimen-
to de litas bordMM para dilT;rccies graos epara a
fesia de S. loo.
BELOGIO
de ouro e prata
des fatricantes mais acreditados da Europa, o
nicrlhur qne so ple ile-ejar neste genero, para
hoioens e s?nhoras, vende-se per precos n boj
descooheiidos na loja de joiasEsneral.'ara
do Cabugi n. 5
Moreira Duarl3 & C.
Teuih-fa u a roaltj'j, peca imporuute para
se ter era um: sala, ludo de jacarant, cora urna
grande vid aSi na qu.l aprevena uma^grande
'', m to> figura- em perfeito estado, o
qnalI fu mandadj tii.-r especialmente, lenlu lre:
cylrdros cum divagas peeai o o l.yiuno nieional
e (rancez : na ra das Cruzes n. 28 i andar
para ver das 10 horas es 3 da tarde.
L^bras'steiliias.
Vende seno armaren) do fazendas de Amjnsto
F.-d: Olivcira &C, roa- lo Commercio o. 4.
EIQtIDACAO
e
iltf ) ;.R|
NA
k ARMAZEM
i
DO-
PAVAO
NA RA DA IMERATRE 60-
DE
"
FLIX PEREIBA DA SILVA ft d
Os prui riottrios d st: grai.de estabeleeimoio teadp em ser ama avu'.tada porfo 40
f-izenda, e tendo continuado a recebr por lodos os vapores e navios imnoeosa ponfo
das nnsmas, tem revivido fzer orna GRANDE LIQUIDAg, adm de deminuir o gran-
ito de osito e ap rar DIMIEko. De todas M aaaadu ijue se vende bartiisainu se dio
as amostras, fleando penbor on se mandam levar em casa das Exmas. familias, astim coito
as pe-soas qne negnoam em menor escala, n'este esta e'ecimeatose poderlo sor.ir en
pequeas perces pelos mesmos pregas que comprara as casas exportadoras.
PARA LUCTO
O Pa*2o tem um grande sortimento de
fazendas pretis para lucio, como seje : lia-
sinbas ioas para vestidos 400 e 440 rs.,
men.i muito leve para vestidos e roupas
para h;>mens 25 e 2-^200, alpacas eom
favores brancos, cassas preas lisas e eom
braocos, bombazinas preas, cantoes. e ou-
Iras mnitas fazendas todas proprias para
lulo, que se ven le mais barato qu9 em
outra qualquer parte.
CHITAS DE CORES
O Pav3o lem recebi to grandes sorlimen-
tos de cLitas finas, tanto claras como escu-
ras, teorio tambera grande sortimento d is
mais delicadas percalles miudinfaas proprias]
para vestidos e roupras de enancas, e ven
de-e por meBos do qne em ontra qnalquer
parte, na ra da mperatriz n. tid.
LBpWCOS BRACOS A DaAJdfOO
O Pa\ao vende fioi simos lencos brancos
I embanbadus, em duzia pelo barato preco
de ''<$ (.'(i, e outras maitas qnalidades, tanto
de tsguiao como de cambraia de linuo, e
cuinezes.
Toalhas do Porto a iOJIOOQ a dnia
O Pav]o vende su eriores toalbas para
rosto, sendo de linbo do Porto 40000,
ditas de f'O^o fazeoda mnili boa 42|00
n duzia, ditis coal hoadas a 7^500 duzia
ao 640 rs. cada toa I ha.
COLCHAS A 350CO
O Pavao ven Je colchas brancas de fasto
sendo Listante grand s pelo barato preco
de 3i$000, ditas de cores muito Boas ...
7^000, ditas muito graudes brancas de fus-
n e mn'to encorpadas 6^000, ditas de
croxet, proprias paracamade coi va i5$.
ORGANDYS BRANCO
O P v,i recdbeu os mais finse delicados
organdys brancos para vestido, sendo todos
eom iavorei mindmbos, e vende se pelo
barato preco de 800 e 4000 i rs- a vara,
fazenda que vale muito mais ndinheiro.
GUARDA BANHA
O PavSo vende urna grande porcSo de
pannos de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de gaarnicao,
ditas para encost desoa, ditas pjracobrir
pian s, assim como ditos redondos para co
4UFAJATJJ
que se encarrega de exeeutar qtulqoer ei-
conrraenda 4a sua arte i vonude do fre
guez, e o proorietario d'este grande estt-
belecimento e promette servir bem a todos
os fregaezes qne Ibe boorareaj sea casa
ALGODOSINHO A 3J500 A MQkj
O Pavao vende pecas d'algodiosinuo da
muito boa qnalida.ie, tendo 20 jarda* eaia
pf ca, pelo barato prego de 3,J500, dtto ut-
fbor que tem ao mercido, arpito %n
curpado e largo para lencoes, pelo barato
preco de 64500, grwde^ecbiocba.
MADA^LAO A MOQQ E4<$00
O Pavao vede pecas de madapo^j con
24 jardas, seojo fdzeeda muito superior
pelo barato preeo de 44500, di'as eom ai
mesnas jardee a 4A000, ditas finisaimas a
55500, 65000. mQQtWW. pecbincba.
MADAPOOOFRANCEZA 105
O Pavao vende pecas de Soisslmp mada-
poln verdadeirameote francez,' tendo 22
metros ou 20*raras, pelo baraiissimoprero
de 101000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se venden 14#O0O, e liquia-se por
este bvato preco por estar alguna cousa
encbovalbada na poma de ra.
ALGODOSINHO EISFE8TADO A i* 14280
O PavSo vende verdadeiro algdosinho
americano, tendo 7 palmos de largura e
muito encorpado, proprio para leocoes
750OO a vara, dito da mesma (argn sen-
do trancado e mnilo encorpado 152*0.
BRAMANTES PARA LNOES A 4O0 4*8003
O PavJo veadi o verdadeiro bratnante'rJe
lindo tendo 10 palmos de largura, que apa.
as precisa para umlnjol orna vara erma
juana, pelo barato joeco de 25400 vara.
dito melbor de 25 0 e 350C0, tendo at
do melhor qne ven ao marcado 35500
e 45UOO, assim como crotones fortes para
lencoas, sendo orna efleorpada fazenda fran-
ceia eom 10 palmos de largura 4 SOt rs.
o metro, e bramante d'lgodSo eom a mes-
ma largura ;'i 15800.
SAI AS BORDADAS A 4#5G0 E 65000
O P.-vao vende graade .pecincba em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada orna
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
objectos, e pode-se vender por menos do>
que em outra qualquer parte, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE .MERINO' A 2*50J
O Pavao vende chales de merino muito
grandes e encorpalos 2500, ditos i
imiuco de chineze 25500, ditos pelos
de renda eom 4 ponas 25000.
CHALES PRE TOS BORDADOS
O Pao vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos eom Isrgas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalqner [arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pav3o vende um grande sortimento das
rae'heres camisas inglezas e fran^zas eom
peitos de linbo para todos os presos e qna-
lidades, assim como ditas de ditos de
algod5o para todos, os precos e tamaitos,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estabelecimente tamben se vende cerotias
de linbo e algodao, tendo para todos os
prc;os, assim. como metas croas inglezas
para homens e m9nno?k que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem cnstaotemente um grande
o; tui.ei.ij dos melhores cortinados borda-
dos para camas e-jaieUa?, que vende-se de
85'iOO at ao mais neo que >:ostoma a vir
n'este genero, assim cemobonitas cambraias
adamascadas, tan o tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fi n. Colchas
de crocbtt, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e ende-fe no B.zar do Pav5o.
LAASINHAS BARATAS
0 Pavao tem um g ande soitinento das
mais bonitas lasinhas para vesti 'os, tendo
de todos os precos ores e qualidades.
rincip ando ds 200 rs. para cima; porm
t5) grande a quantilade que seria enfa-
donha especificar qnalMade por qaalidaie,
sd a vista do freguez e das amostras se lhe
vendero por precos tSo cmodos que
engue n deixar oe fa/.er om vestido de
5j por to pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDAO A 646 R8,
O PavSo vende aa maii lindas alpacas de
cordo para vestidos e roupas de criancas
pelo barato preco de 640 rs. o covado,
d. a; fiuissimas cornos mais lind s lavoree
Timni 11 m-risTi
20-RBA BA BPERATR1Z-20
MACHIMAS PAR
COSTURA
brir didetentes movis ou outros quaesqoer -*HOO e 6500Q, bendo fazenda qne sempre
veodeu-se per 85 e 40|0 muii para saias a 15200, 15280 el
O Pa?ao vende superior fazenda bordada
ofeom pregas proprias para saias; a" 15200,
15280 e 155C 0 a vara, sendo preciso para
orna sata apenas 3 varas ou 3 Ij2.
los '3000 corles de cambraia a 25oOO
O P-vao vende orna grande porg5o de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo eom listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 2J500, cada corte,
fazenda que vale muito m*&-
AosaiO cortes it earabraias btrdadas a SjOO
O Pavao vende urna gande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo eom os desenbos mais
tintfos e mais vistosos qne teja viudo* ao
mercado, tanto em listras corridas como afa-
gonaes, e eom muiu fazenda para um ves-
tido, eliquida-se pelo baratissimj preco de
55000, sendo fazenda de meto maior va-
lor, grande) pecbincba.
CAMBRAIAS
O Pavjoyeode grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 35 a peca at mais
fina que vera ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pa\a j vende chitas largas eom bonitos
desenbos e cofas fixas. pele barato preco
de 160, o covado, grande pechincba.
LA4SINHAA 160 RS. O COVADO
O Pavao vende bonitas Hasinhas transpa-
rentes pelo birato preco de loO rs o aja-
do, pachiacba na ra da mperatriz 0. 00
CURTES DE CASSA A 25500 '
O Pavao vende bonitos cortes de cassa
francesa vindo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 25500 1 corte, ditos muito
lindas 35000, peobincha.
CASSAS FRANCEZ AS A 200 RS. O COVADO
O PavSo vende bonitas c-ssas de >fores
para vestidos, pelo barato pre^o de 20 rs.
o covado ditas fiaisjimas eom os desenhos
raois modernos qae'tem v ndo ao mercado,
pelo bjrato preco de 50:1 rs.
CRETONES
O Paro veodf fioissimos cretoaes osen-
ros matizados, proprio&*Aara vestidos e
chambres, pelo banto pre;o de 640 rs. o
covaJo, ditos de fl r5os, proprios pira co-
Chegaram o Bazar Universal da ra Nova
n. 2, um sorlimento|de machinas para cos-
tara, das melhores qualidades que existe na
America, das qnaes mnitas j sao bem co-
nhecidae petos se^sCantores, como sejam :
Weller & WiIob; rover & Boker Silen-
cioas, Weed e Imperiaes e ontras muitas
qoecoma vista devero agradar aos eom
^>f poprs.
' E^Us machinas teem a vantagera de fazer
o trabalbo que 30 oostoreiras podem fazj-
diariamente e'cosero eom tanta perfeifao
como a mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sfhboa aualidadee ensioa-se a tra-
balbar eom perfeigao em menos de urna
bora, e es precos s5o t$o resomidos que de-
vem agradar ans pretendntes.
..
oko legalmetAa awtorisado e approvado
pelo conselbo de sade.
NICO DEPOSITO
em
ERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME de C.1
34Ra larga do Rosario34.
Para arcos c fogmefelros.
saceos
PARA ASSDCAR
CERVEJA DE MABCA
engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras traxem os nmeros estampados
aas pegas e nao Das diquelas.
Venden)-se
Era casa de
a T. JEFFERIES & C.
46 fua do Gummercio 46
iBRINS OE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Truena em cada peca ana bllhe
te eom neme
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES C.
itnitacao de agraianas 8(0 rs. o covado,' berta, sendo fazenda mnifo encorpada pelo
b nitos glacj eom delicadas cores e lus barato pre?o de 8' O rs. o covado.
trosai como se la 10000 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de goslo e luso para
vestido, na ra da Inperairiz n. 60.
POUPELINAS
O PavSo reoebeo as mais delicadas e me-
lhores poupelinis de seda para vestidos,
eom os mais modernos lovores, e outaai li-
zas c iin as cores raais novas que tem \.n 'o,
e vndete 2u00 cada c vado, assim
como del cadas sedas de listinbas, tanto
para vestilos desenbnra^como de menioas,
q vende-se 25' 00 cada covado.
. SET1NS DE COR
O PavSo tem constantemente um bonito
"' rircent > d; coti s e grosienaples de to-
das as cores, que vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMbNS
O PavSo teme instantemente nm grande
;crti ment de roop, tanto de pann> como
de bri a br neo o dd cores, da case-
miras, p?n todos os precos e qaalidades,
etamlnm se manda fazer qualquer peca de
ohn cm tidoaceioepromptido, para o
que se tem um perito I
Pavilhao da Aurora.
Ra da mperatriz n. 2
O dono deste grande e acreditado estabeleci-
mento de fazendas finas de todas as qaalidades,
avisa a seas numerosos fregueses .que acaba de
recebar um g ande aoriimento de vestidos de cam-
Draias brancas bordadas finas para senhora, os
qaaes vende muilo barator assira como outras
muitas fazendas de muilo bom gosto, as quaes
fez grande redaccao de presos para menos, aflm
de vender mais barato de que em outra qualquer
parte.

FARIA & LESSA
Os propnetanoi deste novo estabelecimento vem participar ao repeitavel pablico
e eom especialidade s cellentissimas familias, que tendo comprado um bello sorti-
mento de fazendas de todas as qnalidades, estao resolvidos a vende-1* por preew os
mais razoavets possiveispara vender muito.
Popelinas de seda, fazenda nova, a 25.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica-
mente enfeitados, a 105 e 205.
Basquinas de seda de 16, 185 e 205.
Superiores grosdenaples preto de 15800
a 55 o covado.
Grenedines de seda a 15100 o covado.
Completo sortimento de laas e alpacas
de cores, o que ba de mais gostu, de 640
rs. a 15.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Dits victorias de 35500 a 95 a peca
Ditas transparentes de 35500 a 105 a
peca.
Cortes de cambraia branca eom listas
bordadas, fazenda de moila puantasia, a
105.
Dit' s ditos tambem de listas a 45500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 25500.
Pecas de babados bordados, de tnda as
larguras, o qne ha de melhor e mais gosto.
Panno trancado e liso tiara toalhas, eom
9 palmos de largura vara a 15500.
Toalhas para mesa, fazenda soperior, a
55-

Toalhas felpudas para rosto duzia 9|.
Ditas lisas para, rosto duna 75 e 9L
Pecas de hamburgo soperior a 95560.
Pannos de chrchel para eadeiras o Hi-
las.
Tapetes de todos os tamanbos e precos.
Sort'mento complete demeias pata ae-
nhoras e homens.
Grande variedade mchitas e pratenos
os precos .' '. *
Madapolao francea superior ,75COt.a
peca.
Sortimento de madapolSo- de 3M00,
45500, 55. 85 e (W)0.
Cortes de cambraia bordada a 3& 1
de pechincba.
Cortinados bordados para camas e Jnei-
las.
Camizinhas e corpichos branca*
nhora a 35 cada um.
Panno de linho abretanb]
propria para seronlas,
outras mnitas cousas,- j
por 95500.
Bramante de linbo para todas cs-
Cos.
Todas estas fazendas sSo grandes pecbinchas vista do preco.
GRANLE
Liquidapo
. DK
uhs cu casaqu'nhos a 205 e 255
O l'avjo vende b-iq linas ou cisaq tinhos
de seda pr tos ricamente enfeitados, pelo
baratisimo prfc 1 de 205 e 2550 0,' sendo
muilo modernos, assim co no ditos de cro-
chet e rendas pretas qne se vendem muito
em conra, na roa da mperatriz n. (9.
Caitas entraadas para roberas a 360 rs. e erno
O Pavao vente cbias ent andadas coa;
delicados desenbos para cobeits cu corti-
nas de edres fixas, sendo fazenda moito en-
corpada pe'o barato pr^c>de 360 o cooadO.
ESPiRTILHOS A 45500
O PavSO vende os mais modernos e ms-
Ihores. espartilhos, tendo de todos 03 ta-
manbos, pelo barato prej 1 de 45500
CASEMIRAS .
O Pavio ve fe om elegante sortimento
de delicadas casemiras ioKlezrs, sendo to-
das de a e moho levesinhas, ttnio pro-
prias para boolens como para criancas, e
itas mais encorpadas, ten lo de nma a'de.
_ PORTO FINO EM GA1XAS
Boiiaetes
muito bons para oales e barcacag
kralavaJ ? J^2* a
nosivftl na na rta Imnr^UvU n i p*ra lavage a t em c pZinhas : vende-se
possive, ra aa loo^ratru 0. .H fa mdicos pb muai do Brum n. 91
Fazend s para S. J.io
Alpacas de listras e flores, fazenda fina,
a 600 rs, lias de cores a 400 rs. o covdo
cambraias de c^res a JOO, 2S0 e 280 rs.
8 o covado, chitas claras e escuras a 200 e
240 rs., percalas miudinhas a 240 e 280
rs. o covado, chales de m-rio liso a 2,
ditos esUmpados a if, 4i5"0 e &t, ditos
| finos a 6J, madapolao a 3*200 43,4*500
g e o a peca, dito largo a SJW0 e 6,
I dito eleptnnte liuo a 7i e 8* a pega, di-
H '" de algodao a 33, 3*500, e 4*500,
g Dnm pardo de ln.hu a 280 rs. o covado,
l*o corte, algodao de ll-tra proprio
| para roupa de e-cravos a t60 rs. o eov-
2 e, toalhas felpudas a 8* e II* a duzia,
f| camtraia branca Boa a 2*"00, dila victo-
| ria Qna a 4*. 4*500 e 5* a pega, chitas
para cobprta a 240 rs. o oovado, lencos
de cassa fiaos eom barra de cor a l*o00
a dozia.ditos brancos abanhados a 1*600
3 rs., 2*, *500 e 3* a duzia, ditos chene-
I zes a 2**>0 a-duzia ; de todas estas fa-
zendas do-se amostras eom jwohor,
rna Duqae de CaxJas n. 29, esquina que
volta' para o pateo de Pedro II.
PARA LIQUIDAR
MAOSAXCS AMERICANOS
15000 CADA UM
a eom cabos de faia, sendo os machados de ac muito bom, proprios para carpinas
ou engenhos : yende-se ra Nova n. 11.
Cadeiras americanas ?[
eom bracos e asaentos de palUnha: a roa Nova, irmazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: ra Nova, armaum
n. 11. ^^
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamlnqueiros, on outro qualquer
mister, eom toque de ferrngem, a 80 rs. o maco de meia libra, 00 85 a caixa eom 150
magos: roaNova, armazem Q. 11.
VELOCIPEDES
eom doas rodas,-proprios para bomem, a 205 cada um. n- de graca, mandando-os vir
custam 15Q| cada om : vende-se ra Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roopa que se bota a seccar em cordas, a
240 rs. a dazia ou 65 a caixa cem 38 duzias. E' dar, nao vender: roa ov
n. 11.
PARA ENGENHO
om recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distara
que se qoizer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E* talvez o nico que eaite
oesta provincia: vende-se moito barito, roa Nova n. 11.
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta especate excellonte tin-
ta pela sna boa qulidade, fluidez e dur.cao, co-
mo a melhor e mais inalteravel tinta que se co-
nhece. N5) ataca as penoas d'aco e d tres es-
cellentes copias E' jMferuvl a q'jalquer outra
tinta para o livros m comn ercio e documentos
que carecam de tonga dursco.
NICO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferreira llaia & C,
ra Daqao de Calasn.^3, antiga do QoeBiado
PBRNAUBUCO.
Attenpao
Vende-se nm'cavado tdco, de bnllt Ugura,
grande e andader : a tratar na ra Augusta n. 98,
e para ver na Cochlra'defronle da eslacao da 43-.
irada de ferro de & Fraoaiscu.
^*_______ I
Vende-se a armaco da casa da ra Direita!
d. 38, propria para Uberua ou nv-smo oalro qnal-
qoer negocio ; qnwa preteadar dirjase i mesou,
Licor de alcatrto da Guyot a 15600 o
frasco.
Para enra de catharros da bexia, vas unna-
rias, polmSe etc. Vende-se na botica Popular da
rua da mperatriz n. 77. ______
Y1RH6 COLLARES
Vende-se o verdadeiro vinho de Collares, t^ade
nltimamenle relo vapor Olinda, em barril de d-
cimo : na roa da Madre de Deus u. 28.
ATr
w
Vende se feijao preto novo a 1* o mel deca-
litr e ceblas novas om reste a 900 rs. o eeot, e
7*500 o milhtiro : na.rna de Pedro Affcsoiu l
(amiga, raa da Prala).
**
Bolioas de Ir
eiiw 6* o
Calpadoa
>im 0 optqne brtneo bordadaade
par ; ua de fem teta i*t,

1
I

?



/
i
de Ptruambut ^u^U^ira 5 de Junbo
DO
CYSNE
U RIJA DA IMER ATRIO, U
DE
FIGUEIREDO a LOPES.
m a **? no" lo'a acha"se C0nP,euo,en,e sortida de farendas de costo de todas a
qnaOMee, tinto de seda como de la, bobo e de algodlo, e desejando seus proprie-
tanos dar sabida s mesmas esto resotvidos a vende-las por precos t3o mdicos e
acommodMos ao interesse de todos que por certo agradarlo aos pretendentes
^. Os.priwrietarios desta leja convidara, por tanto, s excellentissiroas familias,
os mscales i tpjoa em geral, a vistarem sua supraditanova roja e se oSerecerc
i1/ ?J -\ eandar 8S Pendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
precos e sincendade no trato.
Qrosdenaples preto.
Ha um completo sortimento desle artigo
qae vendemos por precos baratsimos.
i**deaap| le cores
Temos es mais lindos gresdeoaples de
eoreife snperier qoalidade, que vendemos
por precos baratiesimos, por termos feito
moa grande compra.
Poupelinas de cores.
Recebemos ora sortimento completo, tan-
to oom flores como em xadrea e vendemos
por menos que outro qualqoer.
Selaa de cores.
O Cysne receben os rnais lindos setins
da cores, tanto maco como de outras qua-
lidades, qee vendemos por menos que outro
qaalquer.
Alpacas.
Ha sm bonito sortimento, tanto lavradas
como Nsas e por precos cemmodos.
Lie rom llstra de seda.
O Cysne receben lias com listras de seda
de lindos padroes, e preco com modo.
DRaw lisas de maaa ao cor a 400
a rs erado.
Drtas com xadrea padres multo modernos
qae vendemos por 300 rs. o oevado,
peckincba.
Maelapeloes.
O Cysne tem m completo sortimento
de madapoloes de todos os precos e quali-
dades.
Teams ama qoalidade de madapolSo fran-
cez qae especia I ida de, tasto no preco
como n qoaliddade.
caaafoas bordadas.
Temos camisas tardadas do melbor gos-
4o, propnas para casamento, me vendemos
mafo barato.
femnrezas e Ingleza*.
Temos camisas desde o preco mais ba-
rato at ao mais caro, e nesl artigo temos
me qoalidade que vendemos a 3,J000, e
paraa qnal chamamos a alteocao dos nossos
Camisas de fiaoelia 4a cor.
Pizemoa orna compra de esmisas de fla-
nella da cor, que vendemos por baratissimos
aneos.
Ditas de meia de todo* r --
ama qoalidade muito seperior com listras
de cor, que vendemos barate.
I" bordada*.
O Cysne tem tifas bordadas largas e es-
trenas, a>8MB como, ntremelos bordados,
tapados e transparentes, qae vende per me-
aos qae outro qaalquer.
Casemira de cores
Temos um bonito sortimento de casemi-
ras de cores e preas, que vendemos muito
barato, assim tomo um sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vienna*com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qoalidade.
Tapetes.
Tomos lindos tapetes para guarcicSo de
sala, desde os maiores al os menores, e
os precos s3o baratissimos.
Cortinados
para cama e janellas.
Temos o melhor sortimento deste artigo,
tanto para cama como p*ra janellas, os pre-
cos f2o por menos que em ontra parte.
Tambera temos cambraia para cortinado?,
que vendemos por barato preco.
Fusioes brancos.
Temos lindos fusioes brancos com listri-
nhas, proprios para roupas de meninos e
mesmo de seaboras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom costo, baratissinio.
Colxas brancas e de cres.
Temos eolias brancas, grandes e peqoe-
as, e tambem temos de coras de superior
qealidade e barato preco.
CHALES.
O Cysne lera um bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qoalidades ha
ans que veodpraos por 2,5500, e que seo
preco foi de i#C00.
Espartilhos.
Ha espartilhos de todos os taannos e
das memores qoa+idades.
Cambraias de odres.
Temos cambraias de cores proprias para
roopas de meninos e-de senuora de lindos
padrees e ptima qoalrdad.
Meias para oomens e senboras
O Cysne tea comp'eto sortimente de
meias, tanto para homens como para se
nhoras, meninos e meninas.
Fazeodas para loto. ,'\
ieiuos id/.cuu0 ^i.. i_.v, j. ,.,__\^L
qualidades, como sejam: alpaca, contie*""
princf-a, merino, cimbris, !as preta
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sortimento de orgaodys
com Nstra assettnada de lindos gostos e mo-
dernos.
Ba do (Mug& n. 6
DI
Antonio Francisco dos Santos & C.
. Eslf novo estabeleclaeato acaba de receber um completo sortimento de ob-
jectos de gosto e rateramente novos, a saber;
Poupehnas de .seda, com lindos dese-
nhos.
Nobresa de seda de cores, e preta.
Cortes de cambraia bordados.
Grande sortimento de ISas e alpacas para
vestidos. _qof Da Q(
Cortinados ricamente bordados .para ca- .
. Lencos de Itabo, camisas lisas e borda-
Graoadinas brancas, faaenda nova. para nome-
Saias e camisas bordadas para senbors. Bramante de inho e atoalhado.
Tapetes de todos os taaanlH>s.. Baloes com as desejadas anquinhaa.
Os rroprietanos da ConqaisU prestam-se a ir ou mandar com qualqqer ob-
jecto em qualquer casa qae para isso Ihes maudem nicamente o nome da ra e ncmero
da morada.
Crochets para cadelras e sof.
Colchas de 19a e seda para cama.
Casaquinhos de gorgurSo preto.
MCI enxovaes para baptisados.
Chapelinas e chapeos para senhoras,
que ba de melhor.
ESTA VENDENDO O RESTO DE SUAS TECHIN- IIA8
KA RA DA IMPERATR1Z K. 72
uta.

.
GRANDE ARMAZEM
DE
.las 3*800, U, 5 16-
COhTESliE CAtiCMHU WlETA A 3J800
Vonde-se corUs de ssteaia I tota pira
ca'ca 3*5 0. 40 e KJ pa n iqui.iar.yo.
CORVES E CAM RAA \ 250
Vndese cottes oe i-aui :a a 2*800 p=-ra liquida:-e
Vecde-se 2 rgislroe i rmlrero narj.
gaz, na ra da Impera* ii n Ti
MANDE LIQUIDiCAO
DE It 011 a \m\
Vrode-lo paHtols te panno ir* 10 rancia,
a fi*, 8* e 10 CHRYSTAES
DE
B PER EIRA, IRMAOS
Ra Pnmeiro de marqo h. 15, outr'ora ra (Jo Crespo n. 15.
AO respeitavel publico em geral e particularmente aos seas numerosos amigo?
participara Maooel Joaqmrn Pereira e Manoel Jos da Cos'a Pereira, que acabam de
ftmdar um rico e samptaoso armazm de loaca, porcelaoa, vidros e cbystaes roa
Pnmeiro de Marco, outr'ora-raa do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira i
frmaos.
A longa pratca e conhecmentos de que dispoem os annonciantes neste ramo
de commercio, a qne, ba mtutos nnos, se dedicam, os tem habilitado a jatisfazer as
necessidades da populacJo desta provincia e suas l.mitropbes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantgens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignndo se de visitar este novo estabelecimento com-
merciw, vermeara por si mesmo o qae os annunciantes vem de dizer.
A SABER
LASINIIA A 100 R5. O COVADO
Vtnde-se lasinijas'iara vestidos desen-
lio ras e me(.:n% [e!o barato preco de 160,
200 e 400 rs. e cn*adcf.
CHiTAS LARGAS A (0 RS. O fOVADO
Vende-.-e cbita. frarce as para venido de
casa, aOO, 240, 280,3.0 e3';0rs. oe-
vado.
CASSASFRANCFZASA20RS 0 COVADO'
Vende-se ra$as francezas pin vettidos
240, 180, 400 e 440 rs o covado.
ALPACAS HE CORES A 00 RS. O COVADO
Vende-te alpacas de ares p*ra vestido
de sentaras 5t O e 640 rs, o covado.
BBILHANTLNA BftAN'.A A 500 f.S. O COVADO 5* e 6*. dit.s de alfaca ps ca i '& 4'*,
Venoe-te bnihant na branca 500 rs. o ditos de brim de cores ^3 f, e
f"3'>0r 205)0, ditos ce titia cafcnnia SA o -V,
FUSTAO DE CORES A 3G0 RS. 0 COVADO' rtins fraqjes de ca:-emira de c Tn i* P* e
Veudee) fu to de cores para vestidos 10*. coiletes de Lrm'eiti l b
360 rs o c ivdn. [ lt!50O, ditos de casci. iii de ie? COO
ALPACAS PRETAS A 5"0 RS. 25.0 e .VSOc, ditos i K o- de ^lv, o
Vende-se j(pacas pitias a500,640 e 80O.de e?ffmira prct?, ?*5tC e 4*. cites 'ia
rs., dits de listas assetica :as boa, para' merir para luto eb(cb;>n^, 35 c i^
;cabar. calcas de cateaira de c.es, a k 3*
ALGODODELISTAAI60RS. O COVADO 6,5500 e 8*. oitas de (titas pMa. rara W,
Vende-se algooio de lista psia r(opa: 6;!500, 8-3 o f?!50O, dus u hin r-rdi a-
-c esrrarr, tfO rs. o crvacK rio, Itf, l^GOO, 2,5 aAS-./i-ais :".;.lar,
BltlM IOiNA A 5C0 R- O METRO ditas pira lito de iipatt de cr. prn-
venf'e se brim lona par.to para caigas de cesa 3* e 3*500, ditas /.i.i s |_. r efcra-
quem trabalha por ser muito forte, 500'ves 5(0 rs ditjs >!c lgdcSo de !i ta
rs. o metro ou 360 rs. o covado. 800 rs, camisas de rucado i ar;: um. do
CHALES DE CASSA A i>Oo RS.
Vemie-se crales de cassa branca 500 rs.
a^i ora.
COBERTORES DE AL ?ODAO A 1*400
\ende-se cobertores de algodaO 1*400,' vende
para acabar
campo 800 is. c l0 o, [ara i ,i,i Ui--,
o airas muitas roup?? iiit s q sem reserva deprec entre e s:is rcupasffti-
as, tem alf.uu.as difeiip, q< e re
mai* barato i'o une e t aniiticiaiio.
60IXWHAS JARV AC\BAR
Boa da Imperatriz n. 64.
i Cuitas outras fazendas temos que poderiamos annunciar, mas por se tornar
eoftdonno *o respeitavel poblico dehamos de o fkzer. Podemos garantir qae os nossos
precos farao differencas de oulra qoaquer casa, pois estamos resolvidos a vender pelo
costo, porem dinheiro. *
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S5o finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeir preparacei
do Dr. Radway dr C. de Nevr-York.
Depois de alguos annos, em qae as falsiflcacSes de Hambargo e mesmo eWeip.
York trveram entrada neste mercado, aproveltando-se do bem merecida eonoelo ow
stes remedios bavjam alcancadopor seus maravilhosos effeitos consegmram introdnxir
se, illndindo o publico incaute, com orna redcelo de preco, nollificande OTordadein
mente dertas admiravets preparacoes, imitando as verdadeiraa; pes dettoreditan-
do-as com seos nodos effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declaraeao abaixo a
dar diplomas aos que venderem os seus legtimos preparados.
Previnase o respeitavel poblico de que as verdadeiras preparaces do Dr.Ra-
dwat s6 se vendem nos epositos cima declarados e trazem um rotlo goal ao destf
annuncio.
Nos aboixo ajsigpado^ declaramos e certificamos, trae os Srs. Raymondo Carlos Lei-
te 4 lrmao. da cidade io Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sjo os nossos agente*
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio orno no remo de Poriu
gal. Noticiamos ao petate*, qne ole se podem obter os remedios do Dr. Iabvtat C
(e que s5o preparados no laboratorio do meso dontor na cidade de New-York no;
Estados.Umdoe). sen! das pesaras qae portera prodosv a presenteeertlfiencio e ;ttes
tacSe e qne a produzem, subscripta e aasignada do Dr. RAtmar C e doa Sra. Ray
mondoOrfos LeUe 4 Irmio come a pe. Todos e cada orn dos remedio do Dr. Ra-
bway d. C. sao acompannados de cedjJi lmelhantes s qae parecem ae pe desta cer-
Hflcacle.
SuiMJMe bem a assignarnra da firme do Dr. B>dwa* C. ao ye da prca^nt.
sertofleacao e compare-se com o fac-siwtik as cdalas o ios os frascos e caixinbas.
lUmrax dt C
?r.
22 TP1W *h',* ?'* re"P* efrvM, a
mn. emtt, tirae}isj|
. malta* Smeani* pm
16B0- Q1WMfa>e>
VO.B.C-
Guilhero.
i^SiKrtiiid-----&M&&L"- *
Bat barHea* a 43 arreaa i preeo mais cor I "2
mudo do qoe am ora aiomr para; vtnde-M
raedo oo qae am ooira ejtalawr par
m araamte>tisn hmibi *
T
ana eaaapMMM
Auuro n,(Va>a4dar.
****0americanos para ladeira e vanea.
Camas de ferr
llilUS ^ mS(, para VOjames e para aUerroa#
S^IL- Psar decimaes e ootras.
illXOtre salitre, e oleo de libaca.
J: OgvVB aaericaeos para lenbe e ktke
^~*** de ferro para pies deassacar.
fS^*1 ^ ferr0 gatonisado para <>.
Ofres defernC differeo
*^T l_.
fflaCfflBaS Mai!^6orurlomo
Machinas ^ arrolJiar gaerafa8#
[Estes artlgos aobam-s a venda \ Qnft|IM
fm casa dos importadores apOTCS <|e tres cavaHoe.
s!T*.?Sr,44c. Ferraijem geral.
f
I

!
I
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A20j Vende-1 e gollmb>s panU-nlx r s e rr..-
Vende-se chales de merino ettampados ninas 100 e Sf 0 rs.
a 2dC0O e 2^OO cara liquidar-se GOUSHASEMANGUITOS P.VRA LIQUIDAHsS
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS. A 900MS.
Vende-se curtes de ganga para calca de ] P;ra liquidar-so *en-tc- goliot-as -le
homem 800 rs., para liqojdar-ae. | traspasso, muito booias i flrs aila urna.
para
LGNQOS DRANC05A idO.O
Vende-se lengos brancos 2)j00u duza,
para acabar.
BRAMANTE DE L1MI0 A 2,5800 O METRO
Vende se bramante de linbo com 10 pal-
mos de largara proprio para macees
2^800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 250O
Ven'e-se cobertas de chitas 2^500 cada
ma.
RESTO DE COLARINHOS
Vende-se cm resto de c larmbos de papel
**0 rs. du7.ia.
MADAPOLO A 3^200 A PECA
Veode-se pecs de madapol3o tuf-stado
3($200, ditas inglezas c m 24 ja-das 59,
50WO. 6A, Ho^'O, 75, 8, 95 e 10#.
CORTES. DE CASEM1P.AS DE CORES A Sfi
Veode-se Cbrtes de ca emins d cores
5OO(i
ALGODO DE 20 JARDAS A 3/800
20O
Vende-se pecas de algouSo am 20 jar-!Feliciano da Cu.i.a
NOVIDaDE
Roga-se a todos o- du\cd res da m *>:
fall-a de Goimaflw d -^a. ifninni da
Jardim dsaDams, o fv(rdcvr ;r
sota contas ou debit< .i i rt-w- p s-i*-f,
< queassimuo fi?erser5 s-' mrr.e itd:ia
por exteo8o rtfle Dsrio, i:i;j m m
rea da heperatiiz n. 72.
COMVFM LE
, Precisa-se Miar c m 0:- s ;. i.i'e.- Sr- ?.
negocio que lhedz respeito ><; s i-tris-
ses, na ruada Irooeritrr/ ? ~
Augusto Fenira Mar i is nil) r j.
Balizar Marqot de'Uliv ira.
Jos Thomz *( Kas;imfr:io
Manoe! da Costa Trav s.m s
."ebastiJio Amonio 1 A.l.m e-qe
Adelino da Si'naPi.t-.
Juio Isidoro di Cosa JcO.-t-/ /< ii o J.; ;*\i_
Ignaro FnncsC" Goj> rs
J.jsR>berto do N^oiintio.
O. ue
. !'
btKpieiijae.
<
.
Os proprietarios deste estabeleclmeotocoico neste generoconvidam ao res-
peitavel publico para concorrer ao mesmo e analysar os variados artigos qae eiistem,
certosde que eneontrarao, como setopre, franqueza e sinceridade.
AOS APRECIADORES!
geaebra de Hellanda,

Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de differenles qualidades.
Vinhos do Porto, Chery, Bordeaux e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Llcflres, Charlerease, Aya-Pana, Crme,
Cac5o Cheova.
Crme deMcka,
efe. etc. etc.
Bol inhos para cha.
Ditos inglezes.
Doce de f acta secca.
Dito crystaiisado e em calda.
Cha superior bysson.
Dito dito preto.
Cbeeafate de superior qoalidade.

m ii iw^pv %M** MUUV1IUI UUDUUDUyi
Para Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro
Amendoas confortadas, papis para aortas de differentes qualidades.
AOS EXPERIENTES!
O verdadeiro vinbo da Bairrada, chegado nltimamente pela barca Gratido.
A' m do ur hmm i n
Recfbe s? toda e qaalquer encaramenda, tanto da pra^a como do malo, todo
com promptidSo e asseio : a tratar na roa de Imperador n. 2fi,
FEITQBAL Al
CASA CAUVINA IARmER'r
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Pharmacoutlco privlk-giad*
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*l)w?ny4i AcaOsaU de SdeieiM m biuitut e Pnnft,
11| IC O* ft Sob i forma it Pastilla, devedid e doseadi pan faser M
intiLbllAU nomeMownMlKfUrUVnnVAI CBkT
DE
RABO DE TAT'
Planta iadegena
Especialidade dos pharmaceuticos Ferreira Mia & C.
A tosse convulsa a que apresenta mais pertinacia nsqeeHM iioe #Ha f< -
frem efaz com.que mnitas vezes suecumbam os enfermos, sem que tebitoa ou ro me-
dicamentos applicados consigam resultados favoraveis, sendo essa aff< i ro m.u
grave qoanto menor a idade dos accommettidos; e por isto novos preparados slo
constantemente publicados por meio de pomposos annuneios sem qn a sua applka?|
atieste o que delles se esperava.
Acaba de ser enrequecida a tberapentica das diversas molesiias do peile. de^de
j pharyngite ou mal da garganta at a tuberculisacJo pulmonar, com-o XAlUil'E PEI-
TORAL AMERICANO DE RABO DE TAT', que tomar o primeiro rgjr cutre todos
os medicamentos at boje para tal fim coobecidos.
O XAROPE PEITORAL AMERICANO DE RABO DE TAT', garantido pura
mente vegetal e s contera em sua-composicSo a parte medicamentosa da planta virlg.
mente denominada RABO DE TAT', coja propriedade benfica na cura da; nt"U .
que pertencem aos orgJos pulmonares foram por pessoas competentes observadas. .ir:
rante longo tempo e com ptimos resultados cada vez mais crecentes: pelo <<<;<'. nei
oigamos autorisados a compor este xarope que agora aprevenamos, e a otfcrfce-Io -ioe
mdicos e ao publico.
Poderiamos apresentar muitos attestados n3o s demedeos reepetareis, .- m>
tambem do publico que tem feito uzo deste salutar xarope; porm disptnsaraos tosil
formalidades para n3o cancarmos o publico, pois que o melhor allegado que se ped
apresentar sem duvida a cura completa de milhares de pessoas.
Poderiamos citar aqu pessoas que estao completamente rrssiljlrrldi: das di-
versas molestias de peito de que este xarope poderoso medicamento, c m curado
como sejam a a.'thma, bronchites, defluxo, oatarrbo,tosse convulsa, rcuquldio, irr'.;>.So
do peito e garganta e pblbisica pulmonar etc.,.etc.
nico deposito em Pernambuco pharmacia americana de Ivireir M.ia A <'-,
ra do Duque de Caxias n. 57, a(ntiga do Q leimado.)
Cada frasco costa 141000. Cuidado com as falsificarles.
.

EOLESTIA.S CONTAGIOSAS
4Tm*
Qra-wes inconvenienteB" da fragilictade.
COTAIAC Coa ranl"> s o vol' da ara Porte-Jloed eoitcad*
tOt \J3\J9 TODO TRATAMETO.
COLLYRJO Contra as'afffec^Ois plpct>ra8, preparado sob a mesma forma.
D1DT1IAT AMi 9 r* Bspoii*rios &tl Para RBAsqu e poistlgajl
B..I IULUiiiXiU U e 4i, foa Ur# CASA CAUVitt MHSl^arr^rT"
OVAS ESPECtAilOAOCS A. MARIN1EI
AprnenUta t Alutltgti> drrtaip,
injegcAo M4^&tS,r*
PrttwlWi nrttlTi tm MaUMnM OOITffltSM.
POCAS
3r;igns,

tem a honra de chamar a atiendo dos entendidos, para os seguimos
acbam expostos em sea armazem.
COLLARES.
Viobo especial j conbecido, para o qual cbama atteDfJo parficdftr t?os <.".
res deste especial liquido, proprio para todas as estacoes, visto a s na, ici 'r, *o de
lompeeifllo.
9
qte. s
;s
BAIRRADA
E&ta qualidade especial de viubo, iSo apreciado pelos enten-lores, c icj fa >.
icba-se igualm&Bte exposto 4 aprec.aco publica, e pariicularmente dos aiuaLu-a
bea pinga, -^H
BCHNIUII
tmmr
'4IH**
t
FIGEIRA


preparado aok t
BARTHOLOHEG & <,' ftWS
litarlo jera! para
4t>o1tme da um MMSktl
. ivott ,itu nMJurjHk
FORTVttAI,

E' para rete exoellente viobo com especia lidade qne chamamos
leedores da materia, visto as diversas marcas ^ne temos, sendo
ao mercado: aqni s com avista.
BASS
to bsrr, senda especwlidade neste artigo, visto ser vindo directameo'o, rv r
mmeflda de om nosso colega.
QUEIJOS
< 8ertao superiores, melhor o qne isto impessitei, e viste y i>e
precoe
Ra Estreita do Rosario .9, j.onto igrj..

i


Oirie d Pernimkiico -w -fegmiJtv (eir 5 de Jnnho de fl
UTTERATURAe
O castello de Wild enborg.
- Contrauaco.
Quando, depois da entrega de Autuarpia
a Alexandre Esrnssio, o re Felippe I! prehendeu contra as provincias anidas aquel-
la guerra de ex ermini), que deu em ie;cl-
tado a humillncio de se ver despojado
d'aqaella pane dos Paizes-Baixos, o exerci-
toencheu se nacamente de soldados uespa
nhoes, italianos, francezes e alIemSes, sib
o pretexto de nie'hor resistir ao iwmigo.
Coma eslas tropas mais parecessera desliin-
das a combater os hollendezes d) qae .1 fa-
zerem a guarnilo do paiz, fo.-am olhadas
menos odiosamente, term'nanclo por sercm
toleradas. Repetiremos qae, apesar di
profunda divisSo eslabeleciJa pe'.a divergen-
cia de ideias religiosas entre as provincias
do norte e as do sul, a guerra das segun-
das n5o se pode considerar nacional: b ;m
o prora essa qaanlidade de numerosos che
es estrangeiros do exercito de Alberto o a
difficuldade dos Estados das provincias me
ridionaes emfornecerem subsidios s furias
do re de Hespanha nos Paizes-Baixos. O
Estados da Fiandres verdade que se mos-
traran! m la generosos, votando considera-
reis subsidios para as despezas do exerci o,
mas estes actos excepcionaes de liberalila
de'explicam-se, vendo-se que aquella [r>
viuda tlah especialmenle a soffrer com os
soccessosdi guerra, #que a guarn.vio
hollandeza do Ostende siaspequeas c !i
des da Zilanlia causavm oa maiores dad-
nos a boa parte da Plair?.
Haj vista a longa serie de generaes des-
tinelos no creo de (hiende, onde raros ;o-
mes se encontrara das provincias flamengas
da Blgica.
Receiando talv z ver despertada a recor-
dado da anliga communldade de inleressas
qae ootr'ora existir entre as duas provin-
cias, o re de Haspairta e o archiduque Al-
berto, qae lhe suecedeu, preferiram en-
te se a rbefes estrangeiros a collocar
fente do exercito bomens cujas sympathias
pelos antigos compatriotas pidiam renas
cer menor mudaba de poltica.
Quando, annos depois do consorcio de
Alberto com Isabel, se reconheieu a quasi
impossibilidade deles deixarem bardeins,
resultando disso vollarem as provincia, bel-
gas para o sceptro do re de Hespanha, en-
tendeu o g averno de Madrid que coavinha
expulsar do territorio belga as tropas bol-
landezas: por isso a Hespanha ajudou o ar-
chiduque no f.moso creo de Ostende com
um poderoso exercito e abundantes re-
cursos.
Como j dissemos, as tropas acampadas
em frente de Oateude eram, pela nmimajPreseniando sete serpenteaentrelafadas.de
que orno o creo de Ostende e ai iovesi-
das^ do Slhadouder.
Constituirn! se os rebildes n'um a espo-j
de de repblica e elegeram por chefo um
oBcjal superior, ai-qual denominaran!
Mello Geral Este tinhi officiaes subalter-
nos, tarabem denominados Rlettos, qae
commandavam diversas torcas destacadas
*ra vaiiorpontos.
O decreto de prosc-ipcio na> fez mais
do que exasperar os rebeldes, s quaes,
vendo-se definitivamente repellidos no seu
pedido de pagamento e ignominiosamente
expulsos do exercito, entregaram se aomais
desenfreado p ccedimento de que suscep-
livel a soldadesca insubordinada. O Bra-
bante foi o territorio que mais os soffreo.
A presenca desles salteadores assignalava-
se por toda a parte com incendios e rou-
bos.
O esquadro, que usa se chama va o
ncleo do exercito rebelde, jalgou dever
responder proclamado do archiduque,
attribui'ido a sua rebelliSo forca de cir-
cunstancias, motivada sobretudo pela falta
de pagamento de sold; a>mesmo lempo
assegnravam que nunca renunciaran! re-
ligiSo catho!i;a e por ultimo demonstravam
que a empreza do creo de Ostende era um
capricho brbaro do archidoque, porquanto
os soldadas iam all txporse a morle
certa. ,
Ainda fe tentou um extremo meto de
concila<;5o : o delegado do papa, Octavio
Kravgiprani, arvorou-se em intermediario
entre o archiduque eos rebeldes. Dirigi-
se ao3 ebefes em Hoogstraeeten. Eram
estes dous napolitanos, Frederieo e Sebas-
ti-o Pagano, e um hespanbol chamado l>.
Rodrigo. Appellou para a sua honra e de-
veres, esforcou-se pir com prometi-los a
nao se ligar-ni com as provincias unidas,
c nvidoo-os a enntentarem-se com a condi-
coes proposlis pelo archiduque e pedfo-lnes
que n3o abracassem as doutrinas herticas.
Os ebefes do esquadro respondern! que,
desde que o decreto de proscripto se man-
tinha de p, elles a nada se comprorael-
tiara. Em consequencia disto, mand u-lbes
Alberto oflVecer amnista, ama somma de
tezentas e ciocoenta mil cor&as e mais tre-
zentas mil coras mensaes de sold, com 3
condigao de se rednzircm obediencia.
Vendo-se fortes e poderosos, os rebeldes
recusaram insolentemente semelbanies pro-
postas, exigindo o pagamento integral dos
seus so'dos atrasados.
O negocia ficou nesta altura e a revolla
proseguio sera poder oppor-se Ibe urna bar-
reira.
Como dissemos, os rebeldes tinham-se
constituido em repblica, vivendo de rapi-
a?, sob o e-mimando de um chefe geral de-
nominado Ekllo, o qua! tinhi um sello re-
grupos, engrossaodo assim o pirli

Has lio de
urlqt, fallando comsigo
de que fallamos, o qual,4spezar d---------
dadedoiregulamentos do exercito deHooga- saben quanto devem sua bemfeitora
t: aeetao, se mostrava pooeo escrupulosom '
escoltados seos partidarios.
O gropo commandadj por Valdejas par-
tencia a ama deslas fraccOes e escolbra-a
Fiandres para tina tro das suas proeza*.
Ainda qne repudiando ostensivamente toda
a solidariedade com estes salteadores. 0 es-
quadr&o, 00 ncleo doi rebeldes de H
acompanhar meproseguio
traeeten, conservava, todava, relacoasl
elles, e nasoccasi.'S criticas os dous
tulls eotendiam-se perfeitamente para
rearem os hespanhos, seas inimigos
muns.
Ei's a rallo porque* Mtaricio de N
se era leoluva em all ;iar Valdejas,
cima dissemos.
IX
ORDICACO
Reina o mais profundo silencio na cbar-
neca lie Bulscampwet: o firmamento asi
ligeramente enevoado e a la mostra-se de
vez em quando atravez das nuvens, ora
resplandecente em tolo o aea brHho, ara
occultando-se furtivamente, maneira da
nyropha de que Virgilio nos diz:
Et fugit ad slices et se cupit ante videri
E fugindo para o salgueiral vai folgando
por q.jB a coolempiem
com a difTerenea" apenas de que aqui as
nuvens substituem os salgaeiros do poeta
e o a tro da noule no tem os meswos
motivos para se occuliar qm Uvera a
mesm,o.Bem
cocea ao castalio dar avisa do peri-
dti menina Miria que aalas'4 orna
bara racebari a Iropa do conde de isen-
gwen as raforco da borneas, os quaes,
*far4o pasco dexlros do manejo das ar-
ma^ t,rJo coragem para os balerem como
a cavallarla no mais acelerado recontro f ..
Otees qaa os rebldes deviara sahr do Ce-
muerto Hetpanhol meia noule? Por
mais que andassem n3o podnam aqui es-
tar antes das tres hora i e nSa provavel
qae elles andem t3o depressa como vacs.
Josquio dl-se pressa em obedecer: reto-
ma o sea pasio de corri la e n3o tarda em
se apreientar frente das senlinel aa qae
gaardam a velha ponte do castello, ao
mesmo lempo qae o velbo Yzerbyt deixa a
cabana para dar execoco ao plano qae
acabava da cooceber.
Apesar da triste scena da noule, toda a
familia d > WildeBborg dorma a somao sol
to. Miria estivn at bem tarde sera o
poder conciliar: os s ucees sos daqoelle me-
moravel dia baviam-)be perturbado proun
damente os sentidos. Jacques preoecupa-
va lhe totalmente o esptrito: esforeavas-
poro banir delle, inocaodo para esse fim
os seotiaentos do dever e amor flfral, mas
pequeogrande dve ser a sua indignado,
qaando souber isso a lapido f
E. fallando-lhe ao oavidd proseguio :
Quem dirige o ataque acuelle mes-
mo homem que eacootramos hon'era na
charneca I
Jacques fredarguio a jovea, aterra-
da a quasi desfallecida.
Fazendo, porm, um esforz sobre si,
proseguio:
Falla, Josquin ; diz me todo o que
sabes.' '
Yzerbyt havia-me encarregado e a
Karl de vendermos os queijos no campo de
Ondenburgo. A escuridao da noule fez-nos
desviar do verdadeiro caminho en3o tardn
que nos perdessemos na floresta ; ah tomos
agarrados por salteadores, que nos despo-
jaran! de todo o que leva vamos, dizeodo-nos
que o nosso atrevimento em aproximarmos-
nb3 do Cemiterio Hespanhol devia ser pu-
nido com a morle. Fizeram-nos transpor
urna clareira medonba, ebeia de esqueletos,
e encerrarara-nos n'uaa cabana, aspara
que se decidisse a nossa sorte. Esta caba-
na era separad de outra apenas p >r um ta
pame de madeira, atravez do qual, esprei-
tando, vi aqaalle salteador de charpa azul
q :e aqui estere na no-sa cabana.
- Ah sim, Valdejas.
Hivia algons minutos que eu, com o
o joven proscripto n3o so ibe tirava do-pea- rosto collado acv tapume, nao cessava de
samanlo.
A sua apaisor>da
parte, compostas de-estrangeiros. No priij
cipio o governo pagava regularmente o sol-
do quelles mercenarios recrutados era Hes-
panha, Allemaoha, I alia, Franca e at In-
glaterra, mas com a procraslinacao do creo
vieram as difficul lades e fal'a de recursos,
e d'abi o descontenlamento naquella gente,
coja adnes3o causa archiducal s se fr -,
mava nos proprios interesis. Este des-
contentameaio cometn a manifestar-se por
pequeos fados, porm n3o tardn em ad .
quirir um aspecto perigoso pira a disciplina
n>i\iur. O aliniriiilB argiml. FrancUco
de Mondonga exercea rigores centra os amo-
tinados, que, votando lhe profundo-odio o
desprezo, o denotninavam El gran capitn
del rosario. Um truco de duzentos homens
dos mais insubordinados sabio do exercito
de Mendonja e foi oc ipar urna pequea
cidade de Braban!e, denominada Haumont,
offerecendo os seus servicos ao principe
Mauricio de Nassau, que os acolbeo de tiom
grado. Foi a voz de alarme em todas as
fileiras: o espirito de rebellio, essa lepra
dos exercitos, propagou-se d.a a dia pro-
gressivamenie, correndo innmeros deser-
tores a engrossarem a banda dos primiti
vos rebeldes, que logo adquiriram urna p-
sito temivel na cidade de Hoogstraeeten.
Ao mesmo lempo um outro corpo de revol-
tosos percorria a Flandres.
O archiduque, esgotados os ineios bran-
dos para chamar a si os rebeldes, tomou o
expediente de promulgar contra elles um
decreto de proscripto. Desde esse mo-
mento Hoogstraeeten tornou-se o ponto cen-
tral de oparacos dos rebeldes: sob esta
deoominac' que aquelles revoltosos sao
conbeciios na historia. Romperam cora
pletameote com o exerc'to hespanhol, de-
claram-se independentes, e, apezar das fa-
voraveis propostas de Mauricio, nao se de-
cidiram a fazor juneco con os hollandezes:
organisaram nos Paizes-Baixos um partido
mixto, que dea tanto que fazer ao archidu-
?inguas ile fon, e rom a seguinte divisa
Titio, in ore, < .sera Exsellensa in nostro
fawre.
Citarem is alguna doi prlncipaes artigos
do seu regulameolo:
l*.' Os no?os reerutas nio serio admit-
tidos sm urna bastonada, como adverten-
cia por n3o se terem aoresentado ba mais
tempo.
i." Juraro sobre urna cruz a observa-
co das leis do esqtiadro.
3 Ser ch balado todo aquelle que appa-
rec-?r de^unifarmiaado. ____
4. Ser bastonado o que-faltar ao toque
de reunir.
5." Ser presa forca toda a sentinella
que for encontrada dormindo.
G. Ser fuzilado aquelle que commeiter
alguna roubo isoladamenle.
7. Ser enlorcado lodo o que revelar os
segredos do esquadro ou tentar fugir.
8." Todo o blasphemador ser suspend -
do n'um cesto vinte e quatro horas na
forca.
9." Ser fuzilado o que se baler em
duello.
10. Ser enforcado todo aquella em
rjuem forem sorprenlilas cartas secretas.
Como a experiencia demonstra, quando
o espirito de divergencia qnebra os lapos
de urna associaejo, vem-se os dissidentes
frac"ionarem-se n'uma multidao de partidos,
divergindo em opraioss tanto mais exigen-
tes e intrataveis quanto elles nlo teem au-
toridade a q em reconhecam, voz suprema
a quem respei em: foi o que succeden aos
rebeldes. Grande parte, n3o querendo su-
jeitar-se ao regulamenlo desptico do es-
quadro, formaram pequeos grupos sob o
mamando de um Eleito e em nome dos
suppostos chefes de Hoogstraeeten am pra-
licando o? mais horriveis excess s.
Sob a bandeira plaosvel do descontenta-
ment, vagabundos, criminosos, aventurei-
ros de toda a especie, se fllhram naquelles
FOLHETIM
0F1LH0 DO CALCETA
POR
FIERRE ZACCOXE
KfSl'.VDA PARTE
III
O Salgadlaho.
(Continuado do n. 125.)
E que mal ha nisso ? relorqaio Bau-
regard.
A menina que amo nova, bonita,
e logo ao prmeiro olhar que trocamos com-
prehendi que se resume nella lodo o meu
destino.
Ser ao manos rica ?...
Nio sei.
A que familia pertence ?
Tambem o3o sei...
Sabe-lhe ao menos o nome ?
Cbama-se Paulina.
Emora?...
Mora na roa de Vanean, n. 70...
Beauregard despedio um grito que nao
conseguio conter, apezar da sua grande
presenta de espirito.
De qu se espanta ? pergontou Cae-
tao.
Na ra de Vanneau, n. 70, repetio
Beauregard. E sabe com certa qaa se
chama Paulina ?..
Ella propria m'o disse.
J Iba faou ? \
Urna vz s.
Em casa della ?
Na roa.
urna mulber,
ma se ahora liosa, de cabellos loa-
zella, enj 1 tendencia*se descrevem n'aqael
la harmonios* estropbe.
N3o sou astrnomo, do que- me felicito
s vees, porque a falfar a verdad*, a scien-
cia desp >etisa' o que a ls3o doura t3o
graciosamente, No brr*o da loa, n'esses
milhares da estrellas qoa scintillaapor so-
fere a minba cabec, apfM-ma ver apenas
tocos de luz maravilloso, qne me ktngam
a alma em vaga e doce meditacoe: o
meu espirito reveste todos estes corpos se-
leste da appareneia potica-.- a por orna
esplendida noule de-estio, refrescada pela
suave briza, prefiro-sinceramente a #va-
gafes inebriantes do* espirite aos conheci-
ment mais ou manos parfettos que- sabr
o systeraa planetario pretenden ter os 6o-
peruicoa e os Tycbo-lhhe comtemporaneos.
Vou mais com os nosaos aldeSoe-.que ua soa
supersticiosa simplicidade, julgam que as
estrellas sao osolhos-dos anjos^ que do al-
io co estio gozando a perspecti da lar
ra entregue ao descaneo;
Sao prximamente das hora da noule-::
batem repetida e aceleradamente porta
inwrovisada da miseravel habitado da-
Yzerbyt. .
O que isto, Josquin e Karl ?^-oa^
clamouo aldeao. supreso e assustado ae
ver os Albos arfando, oobertos e suor, a
que sem poderem fallar, cabiram alladiga-f
dos sobre um bancoOque significa tao
precipitado regreso? Que fizeram. vocw*
dos maus queijos ?
Meu bom pai,responden Josquin, e>|
qual diriga com pnzep t3o doca nome ao
velbo aldeSo que generosamente Iba dera
abrigooelo amor de 7eue, corra ao cas-
tillo ; nao ha um momento a perder! 91
rebeldes veem atraz de nos, com Valdeas
frente :v3e atacar Wildenborgf Salve
menina Mara 1
tristeza na scena de
on'fcbaroeca, a dmonstracds avanifesta de
amar por alfa, a admiravel energa desen-
volvida na safe di,9 reir os, o euexpiicavel
mysterio que envolva a soa appanc3o all,
impresiona va id desmedidamente aquells
alma pwa, e innoceute, Qjizer despresar
e odiar at o miMar rebelde, porm urna
voz ratina lhe diiia que amasse aquelle a
Ujuem.' a fataiidade arrojara para loife del I a
Estas comaaocoes eram' Canto mai* violen-
tas e penosas quanto ineapiieaveis se Ibe
torna vaca e- difli eis de-expandir n'owroco-
racJov
Nem a frasea briza da* noote, penetrando
pela analta entra aberra-, nem o socego pro-
fundo que reiaava na natnrea tvoram- po-
der de a' socapar. Busoou ent3o coRfrlo
na ora^ao : ajoalboo-se pe desamen te dian-
te de urna' imagem da Virgen, a rogoo
jSsuta 9Ki de Otais-que Ibe* al temas se a> al-
ma a Iba desse coragem QH>aod < se r-
gueu, oha o conacao mai-allmado e trae
quillo, deitou-se a nao tardo que o sera-
no se Kae-apoderaasa do carpo, fatigado da
Jooga iaaomoia
Qoea vam 1*-?=parganloo a voz ru-
da da orna- das aaniinella da ponte, a
qi'al, apostando a arma sobre- Josquin, es-
ta va qai a desfeabar contra o vulto k
ore raca, tornado gigantesco palo reverbero
da luai
Pala>mor da Deui,brtwioo Josquin,
deixe-ma entrara \ despertar toda a
gente t a rebeldes atacam asta noute o
catallo-P
A senUnella largeorsa a rir a- talvez hou\
vera, maltratado o ra|zito, se-o outro sol-
dado, nvu circumspeeto, n3o- sa oppozesse
a isso,. lando raooobecido coaapanheir
de Mara. .
Mbmaatoa depois Josquin entra va no cas-
-tello a puaha em alarsaa todos-os morado-
l'^lonlo, rapaz T Qaem. te ^m^ J^E.X^g^l^^^^
ros, lypo assim de aWe3a dos arredores
de Roma ?
Caetano olhoa assombrado para o seu
interlocutor, que estava mordendo os bei-
fos.
Mas enio conbece-a I disse estupe-
facto.
Eu conheQo toda a gente, volveu Beau-
regard.
Sabe talvez quem ella .
De certo.
E dir-m'oha ?
Sim, senhor de Lurville, dir-lh'o-hei;
mas se pela sua parte tem alguma confianca
em mim, e se preza a existencia que leva,
nao regeite o aviso qae venho dar-lbe.
Qual aviso ?
Desconfe de Paulina.
Ah I isso calumnia la.
J Ibe disse urna vez que nanea se
calumnian! as malberes ; psrmitla-me que
Ih'o repita.
Mas se ella a caridura, a pureza
personificada...
Bem, bem, conserve as suas illusoes,
mas nao viva dellas.
E como Beauregard se levantava:
Vai se ? disse Caetan.
E aqui tem mais dez mil francos,
meu amigo, volveu o corsario. Daqui
algons dias terei o prazer do o tornar a ver
e ento fallaremos mais dedamenle naste
negocio.
= Promette ? :l
Cont com isso.
Beauregard voltou ao salo principal.
Acabava de avistar o visconde Aoatolio de
Grandlieu. Foi para elle e disse Ibe :
Senhor visconde, permita qae lhe
diga duas palavras t
Com todo o gosto, responden Aoa-
tolio.
Contina a amar Joanaa, n9o ver-
dada ?
De corto..:
tiCOQ t
Oxal. qae nao fosse verdade Mfeff
olhe que nos vimos do Granas- Gemitario
Hespanhol 1 -
Do Cemiterio- Hespanhoil.. E es-
lo vivos ainda redarguio o< velbo, aa
sustado.
Ouca, meu pai> em poucas palavras o
que ba.
E o pequeo Josquin narrou precipitada-
mente a emrev sta de Jacques Wyts com. o
Eletto Valdejas'na floresta de Ondhotats.
E resolveram per em pralica, t3o in-
fernal projecto esta me.sma noute?1per-
guntou Yzerbyt duvid.indo ainda do que
oovia.
Sim, senhor: Karl bem ouvio, assua.
como eu .., O.he que perigo ameaca o
castello!
O velbo ondlander esteve por um mo-
mento pensativo : depois, como quem con
cebe ama idea momentnea, exclamou ::
E' ebegada a occasio de mostrar a
familia de Wildeaborg e reconbecimento
que p >r ella sentem os habitantes do Buls-
campweltf^ As tropas do conde de Isen
ghien est3o aquartelladas em Wingena, a
grande distancia deste logar; seriam pre-
cisas horas para ellas aqui ebegarem. Com
os vinte homens alojados no castello im
possivel fazer face tropa de Valdejas:
tornase urgente poderoso auxilio. Sim,
Pois temos agora urna bella ooca-
si3o.
Que quer dizer ?
O senhor conda de Grandlieu, vai se-
gundo se diz, organisar algumas ciadas
as suas propriedades dos arredores de
Bondy ?
Agora mesmo m'o disse meu pai.
Vai com alie I
Para qae ?
Pois preciso qae vi.
Mas para que e porque ?
Porque Jo aun a ha de l estar.
Cr isso ?
Tenho toda a certeza.
Bem, disse natolio, au verificarei o
caso ; e se o senhor falla verdade, irei com
meu pai I
Beauregard sorrio a comprimentoo.
Toca-me agora a vez, dissa, de Iba
pedir um favor.
Estou s suas ordeos, raspondau
Aoatolio.
Trata-8e de um amigo meu.
De Caetano ?
NSo... do Sr. de Prmery, um ex-
cellente cacador, randa amador da caca-
das, e quem faria grande obsequio con-
vidndolo tambem.
O visconde do Grandlieu hesitou am ins-
tante.
S o conheco de vista. O senhor
conhece-lo-ha ?
() visconde ?
Bem comprehende...
Oh f aceito perfeitamente esses es-
crpulos, disse Beauregard. a s tenho a
dizer-lhe urna coosa. Eu n3o verifique! os
pergamluboa doa Montmoreney, mu alo
me parece qu em toda a nebreza baja vis-
condes coja aathenticidade posea lutar com
a dos Prmery.
Oh f basta ino, disse natolio sor-
rindo ; convido-o ainda essa noute, antes
de sabir daqoi.
de do castello ser invadido, benghien dan
as orden* qpeo caso reclamara, distribua*
do a forca militar a Tazando barricadas em
todas-as sabidas: expediouaa.soidado pasa
Wtngene, a fim da mandar vir a forca alb
estacionada, porque, apesar da asseveraejo
de Jnsqnia, ofo se poda ter a certeza de
que viesse o reforjo dos aldeaes,
A se oh ora de Wildenborg-e Mara toraa-
ram. a deliberacio de boscarem as vio na
cabana de YzerbyJi acompaobadas do \albo
capello. J)9qain encarnagoa-se de as
guiar e d'abi a pooco as duas senboras e
Ijo padre, seguidos da velha. Mariannae ou
tras criadas, sabiam do vetusto casle)h>para
se- sabtrahirem, aos. honores de um ajsalto
nocturno. Trmulos e desvairados.sdgoiam
todos atraz do pequea* aldeao ; de vez em
qpando parwam escalando se o vento Ibes
trazia o rumor dos paseos dos rebeldes,
mas o melanclico silencio da cbaraeo ape-
nas era perturbado pelo ruido dos seus
proprios passos.
Mir a, que camrahava ao lado de Josquin,
nao pode resistir oriosidade de saber os
promenores d'aque-lle acodiecimento, qae
Josquin mal e soccintamete narrara.
_ Conta-me- cdisse ella em voz baa
0. modo por que tivesse coBbecimento-des
te borrivel aagredo.
Ah 1 mjnha menina.respoadeu o
observar aquelle malvado, qae ia talvez -
demnar-no> morle, quando vi entrar um
outro personagem sonduzido por dous sal-
teadores. I ua,'ine, porm, o meu espanto,
quando reconbeci bolle o individuo a quem
a meni aa chama Jacqyej I
Oh l meu Deu, que horror!
O joven ondlander eontoa ento- em pon
cas Balavra* tudo o qae se passra entre
W/ls e VaMejas, e proseguio :
Logo que vi o perigo que ameacava
a minha protectora, amaldicoei rail vezes
aquella recluso! Chegou aos me os- ouvi-
dos distnctamente o barelbo produzco pe-
las ordens de Valdejas, o ruido dos saltea-
dores- limpanoVe preparndoos apetreehos,
rindb-see cantando alegre com a espeoUti-
vada-presa.com qecontavam. Gracas aos
preparativos da expedicao, pareca havenem-
oos esquecido. NSo posso descrever-lhe a
minba aflliccJo, lembrando-me do perago
que ameacava a soa familia, e-puz-me a cho-
rar e Sari. Pris+oaeiros cynao estavamos,
sem torcas para arrombar -pona fechada
por tora e calculando que c-menor ruido
nosso nos causara mais poompla mofte,
comecavamos a pe?der a esperanca de li-
berdade.
Valdejis sabio da barraca eoovimos-he
dar. ordemj de partid: para a- meia noute.
Ento lembramos-nas que anda restava al-
gum terapo: reparamos em qae o slo es-
lava mecbido junto aa tapume exterior e a
trra hmida. Assattoa-nos a ideia de pra-
ticarmos uaaa abertura, escavaado o cb3o
com as mies, e pozamos nos obra. Com
o favor do ruido que se fazia do lado oppes-
to, consegoimos fazer a abertura projeciada
e livemos- a felicidade de sabir por ella, ai-
cancando-de rojo a malta prxima. Longe
das vistas- dos salteadores, ainda tinhamos
a difficuidade de saber o aamaaho, mas
Deus compadeceu-s de nos, porquaut 1 ao
im de algum lempo a ch amos-nos am bom
camiabo, pelo qual' deitamoi' a correr sate
Ojaa ceragaaa* Josquin (*-TanU dadi-
merace ama- boa reconrpeftia..; Has
ais-nos ahogados i toa cabana: agora pe-
to te que voltes ao castello e me tragas al-
guma ncmdade, pois estou ne maior aitlc-
co por cansa de mea pai h
Maria deu o braco a sua mi; o velbo
capello e as criadas seguirm-o, intr-odu-
zindo-se todos niaquelle pobre albergue,
ende ao menos nao" bavia qne receiardos
rebeldes..
Quando, momentos depois, se achavara
todos na cabana, cercados da familia de
Yzerbyt. que, no seu ar contristado, pareca
partilbar dasaagnstias dassenhoras de'Wil-
denborg, ento o velbo sacerdote dirigio-se
a ellas nos segrales termos:
Em quanto o povo-de Deus ombiiia.
estava A^rao. orando na. m ratanha-, e ao
mesmo tempo que, eom os bracos e 03
olbos levantados pava oo, implrava a di-
vina clemencia para Israel, o ejercito dos
judeus Sea va victorioso... Oremos m's,
pois, tambem, e talvez que o Eterno nos
conceda a graca de triumpliarmos esta noule
dos nossos inimigos 1
Peraate estas palavras, todos se prostra
rara de jeelbos, arrebata dos pela voz persua-
siva do anciao, convertendo-se a poore ca-
bana do ondlander n'um oratorio, onde to-
dos os assistentes, confundidos n'um mesmo
sentimento de fervorosa piedade, pareciam
s depor as sota esperincas na bondade d
Providenffa. *
X
S 0MDLAND&RS
Na poca a qne ees referimos, os habitan-
tes da oda de floresta de Oadhulst, bem
como os da charneca de Bulscampwell, de-
signados sob a genrica daaominacao de
O id'anders ou buskanters, formavam orna
populacao excepcional, em cojo selo acivili-
sacSo p3o tinba podido triumphar ainda da
natureza primitiva e brbara. Activo, ro-
bustamente organisalo, rod, inatigavel,
sadio como os que gbzam livremente ar o
sol, este povo excepcional tornava-se nota-
vel sobretodo pelo seu amor de independen-
cia e de liberdade Sobrio e habituado s
privacoes, com pooco se contentava, sem se
inqnietar a respeito do futoro. Homens *-
muiheres possuiara o mais solido temperaF-
m nio; aquelles, robustos, musculosos, de
elevada estatura e hombros Jarg03; estas,
pr porcionalraente mais baixas, ms bm
fei'.as do corpo e notavelmente animadas.
Posto que a ineritavel mistura* te racas
livsso mod Ocado as feicoes caractersticas
da soa physiononr original, via-se, atesta-
do, mquelles olboi azues, cabellos averme-
Ihados, nariz grosso e curto, e labios eepes-
sos, qoe conservavam o typo da^uella colo-
nia de easfiss que,, segundo as ebrouicas,
Carlos Magno, depois da derrota de WitCk>
nd, trooxe ao littoraf da fiaadres, oa e>
desses indmitos diiaraarquezes transporta-
dos mais tarde Flandres por Sigifredo.
Hoje, que teios seclos sao decorridos so-
bre, aquella mvasoes, aioda se eneontra o
reforido typfj- em'alguns pontos da Flandres
occidental, especialmente na costas do nor-
te- oiiire O.leude e Btankerqae-. E' abr-qae
e veem essas madekias de cabellos excn-
sivaflie'ate avermelbados, cojos-vestigies s*
h3c perdido oas ootras provincias da Blgi-
ca, onde os typos de eabello preto, de arl
gm romana, e os de eabello louro, da v>
Iba casta germnica, coofondindo-se poueo
a penco, teem dado em resultado o typo
misti de cabellos castanbos, o mais trivial'
no nosso pai 1 0;nome de ondlanders, ha-
bitantes da raca primitiva-, prova que se Ihe-
refera a+gom facto histrico : buskaniea s:g-
nilica morador da orla do-bosque. As-das
denominacoes dS se mdistinctamente-' a
maior part3 daqpeltes pavos; porm,
certo qoe elles sao conheerdo arada por
umi are de denominares locaes, qoa
inulil esvmerar aqai.
Divididos em varias tricas soladas e nem
sempre amigas, os ondlndsrs teem consti-
tuido urna sociedade totalmente diversa em
usos e costumes des ouiros-povos da Flan*
dres. Cmo elles-, porm. subordinavam-se
s autoridades coastituidast.uma vea que-es--
las se al mostrasaam maito adversas aos
seus aatigos privilegios, alias insignificantes,
a certas crenca> supersticiosas, a qua ce-
gamente esta van ligados. Pela maior parte,
vivjam em miseraveis cbceas.
E' notavel qae,. vivendo. no centro da po-
pulacho-abo r gene-, estes ni des eampooetes
fallem amia o dialecto flamengo diverso do
di ma.usado pelas povoseoes ckenmvisi-
nbas. Se acreditarmos dos estudes fetos a
Beauregard j nao tinba mais que fazer
em casa da Sainte-Slpbe.
Sabio.
O Elegante linha-o. autorisado a ir na
sua carruagem. -
Metteu-se nella.
Para onde vamos, patro ? perguntoo
0 cocheiro debrocando-se na almofada.
Roa Vanneau- n. 72, responden Beau-
regard.
E fecho i a portinhola. .
Os cavallos iam i toda a brida ; a car-
ruagem chegou ao seu destino em menos
de dez minutos.
Beauregard apeou se, despedio o co-
cheiro, gratificando-o generosamente, e en-
trn em casa.
O n. 7 s oha um andar.
Beauregard abri a porta da rui com
orna gaza, subi a escada sem hesitar, nao
obstante a ese iridio, a foi ba ter i orna
porta, que baria no patamar.
Esperou sgaos minutos, do fim dos
quaes ouvio dentro ruido.
Quem esti ahi ? pergontou nma voz
de mulber em italiano.
Beppo, responden Beaoregard.
Abrio-se a porta.
O corsario entrn na sala segoido pela
mulber, qoe prudentemente fechou a porta
e s parou 00 .ultimo qnarto de dormir,
onde rebrlhavam as labaredas do fogSo,
e onda bavia por cima dos trastes, sem ne-
ohoma ordem, maito fato de bomem.
Beauregard foi sentar-s ao p do lame
Nio pronunciara at eolio urna s pala
vra ; tinos, porm, a testa carregada, olha-
va ferozmente, e a mulber qoe o segua
mostrava-se inquieta, perturbada.
Onde est Paolioa ? pergontou Beau-
regard eom modo brusco.
Esti dormindo.. responder a mu-
lber.
E Pietro ?
. Vettoo para a. berdade.
E porque, vierto voces de l, por
e-te respeito,
glorsaaonio
Be qne cal
pratieas supersl
certo n'outro
e^deXhor deisi
entraremos naqpella lin-
^vo. ^ I
que vieram Pars sem me prevenirem, f
A pequea que pedio... e nio
pude recusar.
Beauregard baten o p com violencia.
E assim, disse com os punhos cer-
rados, assim que se execotam as minhas
ordens, nio verdade ? Vai-se ao tbea-
tro, is grejas, aos passeios sem se me
dar cavaco. Com mil milboes de raios I
e assim compromettem o xito da empreza
qae estou levando cabo com tanto traba
lbo e com tantos perigos.
Mas eu ignora va... balbuciou a rau-
lher.
Ah tu gnoravas, Bianca, replicn
Beauregard... isso mesmo: depois da
imprudencia, a mentira, nio falta nada...
e todava fazem-se notar... seguem-as...
Fallam Paulina e obtem della todos os
elementos de urna traic3o.
Saota Madooa T bradou Bianca, quem
lhe poderia dizer ?...
Que importa isso, orna vez qae o
sei ? Paulina falln i um rapaz. E' ver-
dade isto ?... responde t
E* verdade.
j Quando foi isso ?
Ha oito dias.
E elle de certo te pagon largamen-
te a tna annuencia...
Beauregard sorrio irnicamente, e deu
depois ao semblante orna expressSo sel-
vagem.
Bianca I diste com a voz forte e vi-
brante. Eu tirei-os. ti e Pietro, das
prisas de Roma. Elle ja ser enforcado
por assassinar om dos seos camaradas e
ferir doas soldados do papa ; to, morre-
nas n'algum calabooco immondo, porque j
nio eras 13o m >ca qoe tenlasses quarquer
carcereiro subalterno. Pois bem I Nio
esquecas qae posso anda reatitoirte i
esse criminoso pausado e so castigo qoe
merecsle. Ni! le esaneca especialmente
lieos, conserva ideas e
osas, qne teem origem por
O 1 aganism de Odin
naqnelles sitios curiosos.
vestigios. ~S4e perguatar por qoe motivo
esta populacao conserva, atravez-dos seclos,.
o san carcter distiacvo, responderemos
que.' similbants aos judeus, nao buscara
nem aceitam ligaces-seno entr os da sua.
rana, perpetuando assim um l\ >o que de.
outro modo ba rauito bouvera desapparecido.
Actualmente o numero de < n.llanders.
Irmitadissimo, em raa3o dos progressos da
agricultura, e arrotaemento de eharnecas e
mattas, mas ao tempo de cerco de Ostende
era urna popolacio importante, oceupando
quasi todo o territorio desde Ghsielles at
Dixmud, onde aisla existera restos
Demos algons asclarecimentos histricos
sobre os on Iland&rs, conservados basbaros
no centro de arm dos mais civilisa dos pontos
da l^oropa.
Coatarn os cfaroniste*. qoe Santo Eloy,
amigo e confidente de Dagoborto. vindo pre-
gar a f na Flandres pelo anno 600, encon-
trara all muitos descendentes de diaamar-
qaezes e sueaos, seado bem mal acolhido
por elles.
(Continursela).
der todas as vistas, at occasiioji
prxima, em que venha a ser a causa da
nossa riqueza, comprehendes ?
Sim, sim, balbuciou a mulber cuacan-
do a cabera.
Commetteste um erro grave'.
Que devo fazer f
De ves eaienda-le.
E como 1
Beauregard levantra-se, dea aigamas
volt as roda do quarto e foi depois por-se
diante de Bianca.
Amanba,^isse, vollars para a bor-
dada dos Cogumellos.
-r- Pois voltaremos, volveu Bianca humil-
demente.
Has de preparar tudo para nos rece*
beres.
Tudo prepararei.
E se, por maito impassivei, isto o
que eu agora lento nio tiver bom xito,
rio voces todos para o novo retiro qus
lb.es eu designar.
Faremos tudo o que nos maoda fazer.
Bem... E agora... deixa -me s..
vou descansar algumas horas ; amanhia,
espero nio as encontrar c.
Bianca sabio, e umi instante depois dei-
tava-se Baanregard mesmo vestido sobre a
cama.
A herdada dos Cogumellos ficava pou-
ca. distancia da aldeia de Bondy, quasi
be ir. da floresta.
Era propriedade importante, e maito
contecida por aquelles sitios.
Fora por muito tampo explorada pelos
rencieiros do Sr. conde da Grandlieu, qoa
a renderam, havia algans annos, e parten-
cia agora um estrangeiro, om italiano
chamado Pietro, qae l morsvi com s mn-
Iber e fllha.
(CoNimwar-se-Aa.)
V
/
te esqueca
qoe tu, Pietro e.aa, nos ioteressamos todos
tres enj Qcwliar essa mulber, emeseoa- typ- 00 durio-kua bu DQi 01 CiXiss


Full Text
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