Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12402


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Full Text
Mfiffl XLVII. NUMERO 126
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SASBADO 3 0 JUNHO DE 4871.
Por tros aeres adiandos
Por sois dito* dem. .
Por aova ditos dem .
Por mi nao dem .
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Proprieda^i di Itotoe Hgatlrt de Faria 4 Jllhos.



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Oc Sra, Gerardo Antonio Alvos d Filhos, no Para ; Gongalves Pereira d'Almeida, em Mamangoape ;Feiippe Estrella 4 C, na Parahyba ; Antonio Jos Gotas*, at Vite da Penba; Belanaaa dos Santo* Bnlcio, esa Santo AntJo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb; Antonio Ferreira de Agoiar, ata Goyanna; Francino TaVrs V (tyrt, ti Alagaas; Dr. Jos lartia* Afros, na Babia; e Leite, Serqninho A C. no Rio de Janeiro.
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0
PARTE OFFICIAL
tioverao da provincia.
EXPEDIENTE DO DA J6 DR MAIO DE 1871
Aetoi :
O viee-presidente da provincia, de conormida
de cora a proposta do Dr. ehefe da poNcla em offl-
eio 819, de 11 do crreme, resol ve nomear para o
carga de subdelegado do Poro da Panella, o actual
2. sopplente teneole-earonel Sebastiio Antonio de
Reg Barro*.
O viee presidente da provincia, tenrto em
vista o offleo do Dr. tM< de polica, n. 68t>. de
2* do correte, reaolve conceder a Ignacio Pessoa
da Silva a exonera rio que pedio do cargo de 1.
snaeteet* do subdelegado da freguezia de S. Jos
d'eata cidade.
O vico-presidenta da provincia, de conor-
mtdaee com a proposta do Dr. ehefe de polica em
>ffie*o o. 686, de 24 do corrente, resolve nomear
Joo So ares da Fonceca Velloso para o cargo de
2.* suppleote do subdelegado da freguezia de S.
'. js d'esta cidade.
vlce presidente da provincia, de eonformi
dade eoni o dispost > no art. 73 do decreto n. 722
de 25 de outubro de 18S0, resolve designar o ca-
pitao da 2.* companhia do batalho n.41 do mu-
nicipio de IpAJnca, Miguel Tolentino Pires Ferrio,
para exercer as uoccoes da maior do dito ba-
talbo.
O viee-preiidenis da provincia, altendendo
o os expoz o director nterin' do asylo de men-
dieidade, em oBcio *> 11, sobre qu versa o do
vi ce provedor da Santa Casa de Misericordia de 20,
ambos d'este mez, resol ve exonerar Joo Manoel
da Costa Pigueiroa do cargo de mordomo do mesmo
asylo.
O vicepresidente da provincia, altendendo
ao que reqaereo o desembargador Jos Pereira da
Casta Mulla, resolve ccnceder-lhe tres meies de
lioenca eom veneimentos, na (< nn.i da le, para
tratar do sua satiJe fura do imperio.
O viee presidente da provincia, atloadeodo
ao que requeran o bacbarel Francisco Tetxeira de
Si, tabelliao do notis desta capital, resolvs eonce-
i\tr -Iba (res sMias da liasnca pan
para tratar de sua
arias eommaainc9s.
OflBcics :
Ao Exra. Sr. aiinwtro da ju^tica, participando
tuver o jais de ireii Antonio Joaquim Baarque
de Nazaretb, declara lo qae aceita a comarca de
Cicias, de segunda entrais, na provincia do Ma-
raoso, que por decreto do !.* do mes lindo Ihe
fui designada para sea exereeiio.
Ao Bxm. Sr. ministro agrieiiltara, re-
mettendo, em observancia lo disputo no aviso cir-
cular de 24 de abril de 1869, o relator o Irimensal
das obras a cargo di eagenheiro Antonio Vicente
do Nascimenio Petlosa.
Ao director interino da (aculdade de di'relB' Taza
do Recite, apprbvando a deliberacao lomada pela
congrega cao dos lentes d' aquella ficaldade, de con-
cedor que fosse rondada de me dia para ama
hora da tarde, a aula da primeira cadeira do pri-
metro ann>, regida pelo Dr. Joo Thom da Silva.
Ao coronel coxmandante das armas, pir?
tazer apreseatar com urgencia ao jniz municipal
i segunda vara d'esta cidade urna praca monta-
da, alim de distribuir pelos diversos subdelegados
do municipio otBcios de convocaijio do jury d'este
termo.Communicon se ao juiz.
Ao mesmo, mandando por em liberdade os
recrutas Alfonso Cecilio Felimon e Joaquim Jos
de Santa Anna, visto terem provado isenco legal.
-Communicou-se ao commindanle superior da
guarda nacional do municipio do Recife.
Ao mesmo, transmittinio, em resposta ao sen
oflieio, copia de outro, em que o comroandante do
corpo de policia declara que pir deflciencia de
tjrj nao podia o corpo sob seu commind) pres-
tar a guarda da casa de detenciu, como se deter
minou.
Ao iih-t) i. recommendando que minde ins-
peccionar os BsMores da companhia de educmdos
do arsenal de guerra, Joao Antonioda lio in, Zica
ras d'Assumpcio e Manoel Lucas da Silva, os quaes
Ihe sero apresentados por parte do director inte
rio do mesmo arsenal, pois que j tendo atiingido a
idade de nuncebo, devero passar na forma do
art. 10 do regnlaraenlo de 3 de Janeiro de 1842
para a de operarios. Cororannlcou-se ao di-
rector.
Ao mesmo, para que ponha em liberdade os
recratas Joaquim Jos do Monte e Hygino Jos do
Monto, que provaram isenco legal.tnteirou-se o
commandante superior da guarda nacional do tr.u-
i-ipio do Recife.
Ao inspector da thesourana de fazenda, re-
moliendo para os flos convenientes as contas do-
cumentadas da receita e despeza da enfermara
militar, relativas ao mez de abril ultimo, e bem
assim a junta qne as examinoa.
Ao mesmo, communieando baver o capitao
de fragata Franeiseo Romn) Stepple da Silva as-
sumido do dia 23 do correte o exercicio do cargo
de inspector do arsenal d; marinha desti provin-
cia, para o qual foi nomeado por decreto de 22 de
abril ultimo.
Ao mesmo, transmiuindo para os flns conve-
nientes copia do aviso do ministerio dos negocios
da guerra de 11 do crreme, mandando pagar ao
sentenciado militar Joao Pereira Candiant, os ven-
eimentos relativos pena de 5 anuos de pnsio
coa trabalbo em que foi condemnado, visto que
por esta fado nao eslava elle no caso de ser ex-
cluido das flleiras do esercito.Communicou-se
ao coronel eommandaote das arma-.
Por essa thesoararia maodoa-ie pagar :
Ao gerente da companbia Pernambueana, a
quaotia de 52*663 rs., proveniente de eomedorias
abosadas bordo dos vapores d'aqnella compa-
nhia a recrutas e desertores, bem como as res-
pectivas escoltas, de amas para outras provincias,
e por eonta do ministerio da guerra.
A* mesmo. a de 23*332 rs., de eomedorias
tambem abonadas bordo do vapor Giqut, da
mencionada companhia. a dous criminosos e cinco
praeas transportadas de Maceio para esta capital,
do destacamento d'Aguas bellas, a contar de agosto
do anno passado a abril ultimo.
Ao alferes do corpo de policia, Joo Prancisco
da Silva Castro, a quantla de 110*, comoajnda de
costo, por ter de seguir en diligencia para o ter-
mo de Flores.Communicou-se ao commandante
do corpo.
Ao Dr. chefe de policia, remettendo copia
do offlcio do engenhetro fiscal da estrada de ferro
do Recife a Caxang, acerca do incidente que no
da 20 do corrente dra-se naqueila estrada no
na pessoa de Manoel Correa, ex praca de linha,
afimde que providenciesenlido indicado pelo referi-
do engenheiro.
Ao commandante do corpo de polica autori-
zando o eijgajamento dos paisanos Francisco Jos
do Nascimenio, Brasilino Ferreira Callado, Fran-
cisco Antonio dos Sanios, Paulino Magno da Silva,
e Manoel Jos Correia de Aroorim, se forero id-
neos.
Ao capitao do porto recommendando qne ape
as chegne este poru o navio Selver Slream
faca desembarcar e recolher ao arsenal de ma-
rinha, para o que tlcam expedidas as convenien-
tes ordens, os materiaes de um pbarol para Olin-
da, os qoaes, segando offlcio do engenheiro Zo-
zimo Barroso, foram embarcados no mencionado
navio, e constara da especificaco remettida di-
rectamente essa capitana. Officiouse neste
sentido ao inspector do arsenal.
Portaras :
A cmara municipal do Recife remettendo
as seis inclusas propostai, apremiadas presi-
dencia, acerca do privilegio por dez annos, de que
trata a lei n. 977, de 25 de abril deste anno, afim
de que sobre ellas emita parecer.
Ao gerente da companhia pernambueana
m tndando dar urna passagem d'eslado a r al o
Rio-Grande do N irte ao Dr. Jo Rufino Pessoa
de Me I j, juiz de direito da comarca de Serid,
bem como a sua mulher e ama lilha menor.
Igual, mutatis mutttndis, acerca de Laudado Pe-
regrino Madeira de Mello, que segu para Ma-
celo.
Despachos :
Alsx indre da Motta Couto.Eotreguem-se me-
diante recibo.
Benjamim Beltro de Alencar.Informe o Sr.
commandante do corpo de polica.
Clarinda Amalia de Mendonca, -Informe o Sr.
inspector da tbesoanria de fazenda.
Candido Jos de Ges Telles.Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra,
Candida Maria Rosa.Corao requer.
Digna de Santa Rojj.Prove a supplicante o
que allega.
Francisco Mathias Pereira Diniz.Informe o
Sr. commandante das armas.
Companhia Pernambueana. A thesourana pro-
vincial com offlcio desta data.
Companhia Pernambueana.A tbesouraria de
fazenda com offlcio desta data.
mpanbia Pernambueana.A thesoararia (te
ida com offlcio desta data.
Felippa de Oliveira Ferreira.Informe o Sr Dr.
ehefe de policia.
Franei-co Antonio Magalbes Carvalho.Re-
neliido ao Sr. commandante das armas, para sa-
tisfacer.
Bacharel Francisco Teixeira de S Passe por-
tara concedendo a licenca requerida.
Fuldn Brothers.Dirija-se a thesouraria de
fazenda.
Guillermina Maria das Chagas.Seja posto em
liberdade.
Joio Gomes de Menezes Como requer.
Joaquina Benedicta Vieira da Silva.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joaquim AJvea Beserra.Concedo o praso de
quinze di..s.
Joaquim Servulo Vieira da Par.Dirija-se a
thesouraria provincial.
Joaquim Nuo.es do Valles. Informe o Sr. com-
mandante das armas.
Pelino Joaquim da Costa Guedes.Informe o
Sr. regedor do gymnasio provincial.
Capitao Raymundo Candido dos Passos.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial;
onvindo o procurador fiscal.
Vicente Umbeno Cavalcante de Albuquer-
iue.Informe o Sr. director geral interino da
instrueco publica.
Jos Vicente Godinho.Remetttdo ao Sr. direc-
tor do arsenal de guerra, para mandar certi-
ficar.
Jos Vicente Godinho.Reraettido ao Sr. di-
rector do arsenal de gnerra, para mandar cer-
tificar.
Jos Vicente Godinho.Reraettido ao Sr. di-
rector do arsenal de guorra, para mandar cer-
tificar.
EXPEDIENTE" DO SECRETARIO.
Offlcis :
Ao coronel commandanie das armas com-
munieando que a presidencia por despacho de
hoje concedeu ao recrata Joaqaim Alves Beser-
ra o praso de 15 das para provar isenco le-
gal.
Ao secretario da asserobla legislativa pro-
vincial transmiuindo, para serem presentes a
mesma assembla, copias das inf irmaco.'s, pres-
tadas pela thesouraria provincial acerca do re-
queriroento de Sanders Brothers & C*. el ou-
tros commerciantes inglezes da provincia.
Ao mesmo remetiendo, para terem o conve-
niente destino, os aulhographos das resoluc/Ses,
ns. 983 a 993, saneeionadas no corrente anno.
PERNAfflBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO DE 2 DE MAIO.
(Conclasio.)
Contina a 2a discussao do art. 5 do orcamen-
to provincial.
O SR. J. DE MELLO REG : Sobre o artigo
em discussao tallaran) hontem dous Srs. depnta-
dos, nm impugnando a subvenco a companbia
Pernambueana, outro impugnando a concedida a
por eonta do ministerio da justica. ""* "companhia de reboques. "
- desta capital, Em relacao a companhia Pernambueana
empreta da illnminacio publica
a 106*800 rs., em que importou o gaz consu
miio no palacio da presidencia, durante os mezas
de Janeiro a mareo deste anno.
Ao inspector da thesouraria provincial ap-
provaado a preposta que remeiteu, feita pelo es
crivio da eoileeloria do municipio de Barreiros,
o eidadlo Joaqaim Franchco Pereira da Silva
para sen ajadants.
Por ossa thesoararia mandou-ie pagar :
Ao gerente da companbia Pernambacaoa, a
quanlia de3W*. proveniente de passagens e co-
moSorias dadas bordo dos respectivos vapores,
por eonta da provincia, a offlciaes e pravas de po-
lica transportados de Macelo Parahyba para
esta cidade a viee-versa, nos mezes de marco a
maio deste anno.
Ao delegado do terroo de Santo Anto, ou ao
sea procarador a de '30*200, despendida, durante
mez de abril aU'.ino, com o foraesimente de luz
e agaa par>. o anartel do destacamento al I i exis
\juf\4,Coaamonicou-se ao Dr. ehefe de polica.
**j meamo, a de 69*, correspondente 4 diarias
kAMiMia* tarante o mez de fttil ultimo, aoa pre-
sos obrsa "aiatalle t?fio Commonisou se o
cJjsfe,
Ac btrgaoto so eorno de polica, Joaqaim Sr-
valo Vieira d* Paz, a. ratica^ag de commaadaate
ea nao
tenbo o que accrescentar ao que disse o anno pas-
sado. Teoho opinio minha formada a respeito,
mas a comtnissio de orcamento nao poda ter pro
cedimento difireme do que leve, consignando a
neeessaria quota no projeclo para pagamento da
snbvencjio, que est marcada em contrato. Apenas
propoz urna autorisacio ao presidente da provin-
cia para tentar a revisio desse contrato, e fazer o
possivel para aliviar a provincia da grande sub-
venco que paga, e regular melbor o servicit, de
modo que seja satisfactorio e que a eomp'anhia
preste, como Ihe incumbe, o mister para que sub-
vencionada.
Qaanto a companhia de reboques a commissio
nao poda tambem deixar de consignar a quota.
O proprio n.bre deputado que ap,resootou a emsn I
da supressiva, reeonhecen que a subvenco era
dada em virtude de lei, e qne. para ser sapnrimida
era neeessario que bonvesrg urna disposicSo ex-
pressi, revogando essa le',.
O Sr. Pinto Junios : Eu mesmo disse isto, e
comproraetli-me apres D.ur qma emenda revogan-
do o artigo da lei.
O Sr. Mello Rf.jo : Bem, preciso ama le
expressa ; entreunto o oobre deputado aprsenla
------------...... i i ill CT nli n>f
O Ss. Pinto J^jutot tM^a!ijram*l''me a fWtS-
gar a.M. i : r.qo r l '
USr.Mf.lui llBfio :-Sea lei tica em vigor, dar
quota oa deixar de dar nada iaOue. ,
Um Sr. Duputado :Sapprime-se atora a ano-
ta Se 6:0001000. depois rtwa>S S-let"^ v <
O Sr. Millo Rbgo -Eolio (afa sttiaaTO s re-
vogagao da lei, e depou suppnma-se a verba ; esle
o modo regular. .
O Sr. Pnrro JWior :era ea censarei a eom-
missao.
O Sa. Mello Rico :A comaiaia nio podia
deixar de votar quota, era do sea dever
a le. Pele art. 60 da lei de orcamento
foi concedida urna subvenco d J6.000t
"seia annos a companbia Se reboques ; esUdiseo-
sicao foi consignada em urna iai aonua, mas
e(Teito pormaneote, e lando o m
lado, tornou-se permanente,
gada senao por ama ontra disp
te,e ni)por nina simples supprkseio na lei
orcamento. .. (i ,
m Sr. Deputado : Porque ? Nio ella orna
disposicio do orcamento t .'
O Sr. Mello Reg :-Hcntem o nobre deputado
reclamara contra a commii.- > de oreamenw, par-
que supprimio a quota de um emprefaio do gym-
nasio creado por le permanente, e en fui o pri-
meiro a reconber que 0 procadimento da commis-
so loi irreyular, devido a nm equivoco t.K. *
Um Sr. Dbhjtado :-Esta subvenei (ftrs oon-
cedida por nma lei do orceQl*, poso ser en#-
pnmida por urna ouira le de oraroepaa,
0 Sr. Mello Reg : Poder* ser asstm, se se
admittir no projeclo nma disposicio permanente,
que revogne o decretado. uS o
Um Sr. Dentado :-0 orcaaaeow nia-eot aca-
brdo. u ish
Sr. Mello Reg :temos a terceira dlsens-
-i),- na qual ae pode faier anda mnilo. 'il cero*
miss'io, preeiso que diga, propea Se alguma for-
ma est3 uppres5o.....o1 i i, '
Um Sr. Deputado :Eato vott-se a verba pa
ra supprimi-la.
O br. Mello Rgo : A asserobla nao deve
supprimir a consignaeao antes de revolar a lei,
o qne deve faaer tambem nio preeipitadaBieote.
0 Sa. Goes Cavalcante : O oobre depuudo
prometa apreseatar esta emenda T
O Sr. Mello Reg : Qaanto a mim eSo pro
metto cousa alguma. Digo apenas que a cora
misso niio podia deixar de consignar a quota,
ama vea qqe que se trata da execucio de nma tal;
oao Ihe importando que a autorisaci fosse coa
dignada em lei de orcamento, porque os effeitos
della sao permanentes, satde qne e presidsaS*
usou de semainanle autorisacio.
O Sr. Oliveira Funceca: Mas como foi que o
presidente poz em execnca* essa aotorsaco t
O Sr. Mello Reg :=a le do orcamento qne
coneigaon essa disposicio impot a companna
obrlgacSes, exifio mais uro vapor <>ara o eervieo e
rexiueaonoswcodaiabejila,.... -_,
Uj Sr. Deputado ; Tabella que alnaa tiso tot
approvada pela a*aenit>la. -*
O Sr. Mello Rrgo : Nem depende da appro-
vacao da asserobla.
(Ha um aparte.)
O Su. Mello Reg :O que Unha a asiembla
que approvar, quando na lei est consignada a ba-
se da tabella, se foi feito o abate segundo a lei
mandn 1
O Sr. Ol'vbira Fonceca :O servico feito bo-
je por menos do que isso.
O r. Mello Heso :Qae importa isto ? o com-
mercio quero lacra no negocio, e nada perde
com o que esta fei.o.
O contratante satisfez as condlcSes da lei.......
O Sr. Oliveira Fo.icida :Hoave contrato en-
to ?
O Sn. Mello Reg :A empreza, queria eu di-
zer, nTi i faca queslo disto.
O Sn. Oliveira Fonceca :A quest) impor-
tantsima.
O Sr. Mello Reg :So eu nao disse que ha.
via contrato....
A assembla autorisou ao presidente a conceder
um favor a companhia, obrigando-a a certas con-
dic5es, que erara a reducr >,da tabella dos precos
a apresentac),de mais outro vapor, e prestar ser-
vicos gratuitos ao governo...
Um Sr.Deputado :E a companhia tem doas
vapores.
O Sr^ Mello Reg : Se nao tivesse, o presi-
dente ni> Ibe concederla a subvenco.
O Sr. Pinto Ju.iior :S eonheco um.
O Sr. Mello Reg : Pois conhece mal, est
mal informado, tem dous vapores em servico
continuado
A corapanhia fez a redcelo da tabella, esta-
beleceu mais um vapor e o presidente mandn
por em execuc) a disposlc) da lei, coneedendo-
Ihe subvenco.
Ora desde que o presidente executou a parte da
lei, que iropoz a companhia diversos onus, est
visto qne a commis-ao nao podia negar a sub-
venco.
k quizera qae roe dissessem os nobres (depata-
dos porque se ha de negar a sabvencao ?
O Sr. Correa de Araujj : Porque preciso
dar a outras companhia em iguaes eireomstan-
cias.
(Ha um aparte.)
O Sr. Mello Reg : -Esta casa coraroereial qae
tem um vapor de reboque, nao pedia subvenco,
pedia que se suppriroisse a concedida a compa-
nhia de reboques.
Um Sr. Deputado : Aonde para o requer-
ment ?
O Sr. Mello Reg : Esteva na casa, oao foi
lido, eomo se nao existase. E qae fosse iido nao
mudava a face da questio. Esto dando muita
importancia a essa historia do reqaerimento......
Qaerem que a liquide '
Mas o qae tem qne baja nma casa oommercal
que faca o servico sem oubvencao t
Est porventara obrigada a prestar servicos gra-
tuitos ao governo ? Pz o sea vapor em trabalbo
antes de ser a subvenco concedida a de rebo-
que ?
Nada lemos aqu com aa qoesldes e caprichos
particulares, nem eom a competencia de qae se
trata, eom o que mnito deve lacrar o coromercio
e nada a provincia.

nobre deputado, por informacoas
Entreunto o
parlkulsres...
Os, Ouvkira FoscecA :Partieatares, nao,
'a^reprtaeatac da aasoeiacio contmercial ao
, Mello Reg : -E por aer repreaontacio
ao governo, segoe-se que o qne nella est, a ver-
dad* 7 Eu sei que o vapor foi mandado bascar
pea oairo servigo, *o pela companhia, mea por
nflav pesioa, que o quera para reboque de alvaron-
"", que depois o ceden a companbia, quando
nreeisou de satisfAier a exigencia da lei.
jsa. Pinto Jnior :Ouco zer qne na capl-
i do porto nao est esse vapor registrado eomo
lo de reboque..
i Sr. Mello RegovO presidente da provincia
Man a queslo, onviadjta capitana do porto,
a vio dara sen assentifflento a questio, se o
r nio fosse matriculado.
Sa. Deplt ao : Tal vez esteja mal infor-
_ Mello Rkgo .Nio estou, pelo menos
'confiar, a que o Exra. Sr. Dr. Portella nio da-
xeencio a lei, se todo nio estvesse do modo
o auu regular.
Um Sr. Deputado : Creio que elle nio tem
responsabilidade por esta concessao.
, O Sa. Mello lleco : Quera diz que elle lera
responsabilidade ? Cumprio a lei, satisfeitss as
esndicoes estabelecidas. E anda q je responsabi-
linde Iba coubesse, disto nio lbe (icaria dezar al-
(Troearo-se apartes).
O Sr. Mello Reg :Assim corao o nobre de1
potado est misturando na questio a associacio
eommercial. nio me deve tolher o direito de in-
vocar um nome respeitpvel a todos os respeilos, e
qne oMiito merece a nos todos.
1> Sa. Oliveira Fonceca : A aswelaelo fez
um* represeataco ao governo imperial.
das. Mello Reg :Eatenderio acaso os no-
bre* deputa ios que ea ligo maito Interesse a ques-
tio 1
Ja*. Pinto Jnior : -Eu nio disse semelhante
O Sn. Mello Rico :Se iate entesdem, eaja-
sasjrae.
-Nio ha
isarS*.
v Sr. Oliveira Fonceca
poStaisuppcftar isto.
O^Sr. Mello Reg : Se qaerem votar Mn
voten, se nio qaerem, nio votem.
A ommissio (e ea por mim) nao toma interessa
pela qaesti*, e a prova esti em qne consigaoa no
projeclo, una dupecicio dando ao presicenSsa fa
culdade de snsp;nder a sabvencao. Se isto-s ne-
eessario, faca-se, mas eom estudo e criterio.
r'Trocam-se apartes).
O" Sr. Meuo Reg :*** prova que a commis-
so nao liga importancia a JS*. subvenco, 30 con-
trario desaja que, se sear liapnveoientes, nem
oflsosa de direitos, pode ser wapprimlda e para
averiguar, seja o que concede ao presidente a anto-
rl!*i -*-*aa** -** L
uasi. Dkpltaoo : Acora pergunto ao nobr*
deputado se legal este ilvHre da revojw ama
le, cujo effaito permanente ? Nao ha direitos
adquiridos ?
O Sr. Millo Reg :A commissao antoiisa a
sospensio da subvenco, e pelos motivos qne der
a presidencia do sen acto, resolver sobre a re-
Mas ainda ha ama razio a attender-se em
favor da companhia, e qae ttem virtude da exi-
gencia da lei qae ella diminuto a tabella dos pre-
sos e fez a despeza com a aeqalsicao de mais um
vapor, e se depois deste onus se Ihe tira a sub
vens-o sem motivo plausivo!, dea a soppor-se que
a concessao nio passou de ama citada. (Nao
apelados).
Um Sr. Deputado :Nio comproa outro vapor
para isto, mando bascar outro vapor quando
pedio a prorogacao do previlegio.
vogacie da le.
O Sr. A. Pernambuco : Nio ter a empreza
direito a ama indemnissciVf
O Sa. Oliveira FoncKa : Pois nio deve
ter I
(Trocam so apartes).
O Sn. Mello Reg :-Nao sei a que vem isto.
Entretanto quero que fi juera todos sabendo que
nem nesta sessio nem na anterior, me fiz cargo
de interesses particulares; nem nesta tessJo, era
na de a nnos interiores me apomaro iniciativa
minha em negocio qae aproveite a individuo-.
Nem en aceito resignado o dizer-se que esta as-
sembla cuida mais dos negocios particulares do
le dos iniaresses pblicos ; defiendo-a desta in-
justos* digo com franqueza que se ella tem feito
favores e sio favoros pequeos, nao sio favores que
excitem reclamos : ainda nio fez o qae se farianas
assemblas dos vultos, chamadas modelos, ero que
osbales e indemnisasoss subiram a 40 i 60 con-
tos.
Um Sr. Deputado :E o nobre denotado fez fa-
vores ?
O Sr. Vello Reg :Pequeos favores, oasses
que nio vem mal em faze-los; confesso, teiibe-ss
feito.
O Sr. Oliveira Fonceca :Valba-nos ao menos
isto.
O Sn. Mello Reg :Mas boro qpe ihe diga,
que estes pequeos favores que por ventura se
leatum feito, nenhuro ainda foi por minr iniciado, e
se nao digo a verdade provoeo a qae nm coates-
tem.
Um Sr. Deputado :Todos sio capaaes- desuer
favores, menos o nobre deputaeo.
O Sr. Mello Reco :Nio qoiz di*eriste,eon-
fesso qae faeo favores, mas nio os- tenbo- ini-
ciado.
Um Sr. Deputado :Tem eoneorridot
O Sr. Mello Rbgo :Nao onteslare....
0 Sa. Oliveira Fomceca : Acbo aae-nea> deva
coneorrer.
OSa. Mello Rseo :Ceaveoho, ams- se lodos
eoecorrem,...contento-me em declaras ao* eo te-
nso (nielado concessoea de favor, anjypor vaaiura
se haja feito
Um Sr. Drputadi>:O nobre desatado cans
dorado ehefe.
O Sa. Millo Ueo> :NL) sei a. qpe vena agora
esta historia de chefe, nio sel-qae ligaeao tem
eom o qae estou duendo. Qaer por sobre mens
debis hombros o odioso ? Vai ornado.
Esta assembla, a qual tenbo dwvaneciaeoto de
penencer, composta de mocos, mas nao se su-
bordina a dreesa de nagnem. O* seas mero-
broa codera anicaraeale ao sea ori*a*k*y reflexio e
digmdade, e todos os seas actos teea o canho do
impulso proprio, (Apoisdo*. mudo bem). Honra
lbe seja feita.
Por coaaegniatt, a historia de- ehefe nao qaer
dizer nada.
Nem ea aspire a tal honra,. *- awsbro-me bem
qae este ana fui recebdo por maito* o* mesa
nobres coUegas bayonetas calladas; e Uve moi
to trabalbo para desviar-***- do ferro. ...K todos
vm qae eu alo teaho outro eetorco alm do har-
monisar me eom todos, esqoeeeao pequeas of-
fensas.
Entendo que non asswabMa ui?nirne. de
Pom qae se agitara louvaves esdropuio aa d :-
eretaeodesta verba, ni) quero poupar-me jus-
tiieacio e explicacio do voto qne anounciei ao co-
mecar. Sinlo lento mais imperiosa esta oecessidi-
de qnaato o funesto desequilibrio entre a reeeila e
a despeza nos est impondo um inevitavei pro-
graman de economas, e quanto certo por outro
lado qne o mais severo emprego da receita deve
de ser em todos os lempos, e em todas as cirenms-
tancias, a preoccopaeao dos que sao chamados
crear e i apphcar o imposto.
V se, Sr. presidente, que nio posso senao ap-
plaudir boas intenc-es dos qae se mostris indina-
dos eliminar do orsamentoesla verba de despeza.
O Sr, Oliveira Fonceca : -Obrgado.
O Sr. Gusmao Lobo : Esta justica Ihe fac i.
Mas entendo que a questio est mal oolloeada,
versando sobre a conveniencia ou inconveniencia
da subvenco queslionada.
Nao se trata de saber si a subvenso votada a
companbia VigUant* corresponde servicos im-
portantes, si ou nio reclamada por ulereases do
comercio ; nao se traa, ero ultima anaiyse, de
indagar si a subvenco. que a tres aneos figura
em nossos orcaraentos, tem sido ou nao em pura
perda.
Insisto em que esta nio a qaestao. Si o lo-
ra, seguramente nao seria com o meu voto que esta
intil despeza seria mantida. Eu nio a houveri
creado em 1869, como nao a defendera em 1871
isto porque pens, e esia
trato creado peta lei de 1869. Em quao*> a em-
presa enmorir per sua parte as coadiedea estipa-
laitas, a questio somonte p Je ser dolorosameate
resolvida pelo pagamento da sobvencio (apoia--
doe).
Tem -nos europrido a companhia ?' EHe aaf-
montoo nos termos da lei o material do sea er-
vieo ; redao em 20 por cento os precos qae at*
ento impunba navegaco ; tem prestado o* aar-
vicos gratu'lee q-je lbe lera sido exigidos ; ten
: cumprido, era ama patarra, as endisoes qae te-
obrigou ; com que direito se ianMiomper a snb-
vecao decretada por 6 annos O qoasi-eoatralo-
nio obriga arabas as pa les ?
1 Tal a difacaldade que determina o meo voto.
Qual poderia ser o modo jurdico de retirara satr-
vencao urna empreta que a pode muito daasenv
sar r
artigo S*> dav
Um Sr. Depctao :Revogne-se
le de 1860.
O S. Gusmao Lo*r> :Nem o podemos, nem o>
deveramos fazer.
O Sr. Ouvkira Fonceca .Por qae t
O Sr. Gusmao Lobo :Por qae ha direito ad-
quiridos qae nascem de um quasl-contrato; e ha
vendo-os, nio pode urna parle forrar-se ex pro-
prio Marte a obrigaco que contrahio.
( Ha uro aparte ).
O Sa. Gusmao I^obo :Pois o nobre depatadte-
acba estranha urna theoria que decorre de praci-
a opiniao geralmente pios tlo coonecidos T
2S, n* .classe d0 eommercia, que o aervicoj 0 Sn. Oipveira Fonceca :-Cooheco o priampio
gSftrlA W^lL'i'ft.i!*'^!*?^ publica, produz resultados lio vaotajosos ao cap
tal erapregado qne a subvencio annual de 0:000,1
nio se assemslha ero nada a um auxilie. (Apoia-
dos).
Si de bom effeito que servisos de urna certa
natareza sejara subvencionados, aro. verdadeiro
desperdicio que se esteja a subvencionar urna em-
preza que retira lacros proporcionados ao seu
capital, (apoiades).
Quando se sabe alias que urna respeitavol casa
de comraercio de nossa praca se props a eslabe-
lecer e sem nenhuma subvengo, um servico re-
falar de reboque...
., Va^Sg. Deputado.J est estabeleeido.
que**. '|a*. Gusmao Lobo : (contiuuaodki)... ou tem
satatatecido um serviso regular, nao 4 justo qu;
IBrVfoo de igual natureza seja subvencionado.
' (Ha nm aparte).
' 6 Sr. Gusmao Loro :Cellocar por este modo
ama empreza em eondicSes mais vahlajosas que
u de ostra da a***ma natureza, seria alentar um
injuslificavel moaepolio.
0 movimeoto do odsso porto importante. Si
est muito longe de ter attingido ao mximo des-
envolvimento, a qu* o destina a excellencia de sua
posicio geographica, j bastante para manter
sem sacrificio um serviso ide reboque.
Estas raioss qae, em 1859, me indaziriam vo -
tar contra a subvencio desde entio decretada
O Ss-OursiRA FosctcA :~PeaMi modo di-
arto, n'aquelte tempo en conceoiria porque ha1
vn privilegio.
0 Sn. Gusmao Lobo :Isto nada vem para a
a queslo. Mas direl de passagem que os legisla-
dores de 1869 julgaram prestar, e talvu pr-usta-
ram um servico provincia. Era entio muito
elevada a tarifa dos presos porque era feito o ser-
vico ; e nao foi seno com varias clausulas, e en-
tre ellas a reduccao dos presos om 20 0/9, qae a
subvenso f*i decretada.
Afflrmei que nao votara por ella, por qae pens
que, desde qne empreza podesse manier-se e
dar um producto equivalente ao seu capital, seria
de melbor aviso deixar que a perspectiva dos pre-
ces elevados convidasse a competencia.
Nao censuro os que pensararo de outro modo.
Antes reconheso, em honra aos legisladores de
1869, qie a sua ntensio foi a de proporcionar ao
coromercio uro serviso de reboque, regular, pre-
so fixo e pouco elevado. Lbaate dos embarazos
que o estado do nosso porto suscita navegaco,
nada mais louvavel do que cerca -la de todas as
facilidades e isenc3es.
S este foi, e nem outro poda ser o Densamente
que molivou ha tres anuas a decretas desta
despeza, nao vejo que possa ser censurado.
U.m Sa. Deputado : E ninguem o eensurou
aqu.
O Sr. Gusmao Lobo :Como qaer que fosse, Sr.
presidente, o artigo 60 da le do orsamento para o
exerclcio de 18691870 hari legislado por estes
termos : (l).
A qoesto a de saber si, antes de deeorndo
esse prazo prefix na lei, pode ser eliminada essa
subveacio do qoadr da despea (apoiados >. Bem
ou mal applicada, reclamada oa>nie pelos interes-
se da navegaco, proveitosa oa desproveitosa ;
cumpre examinar delidaroente si essa subvenso
pode ser retirad* por acto do poder que a decre-
too antes do prazo preslabelecido no artigo 60 da
lei.
Muito que me pareja poder a empreza prescin-
dir dTesse auxilio ( apoaios), sao ple a assero-
bla desobrigar-se de o votar ( apoiados e nao
apoiados). .
Fbi a le jastaineote cauleSosa, estabelecendo
clausulas reguladoras do vencitaento da subven-
co. Ella nio conceden sem coodicoes que de
algosa modo compensa*sem provincia a despeza
que se obrgon.
Senao justo que se tasa n'iet reparc> record
ainda urna vea o* termos da isposico do ore, \-
roenio de 18684870. Forana tres as clausulas
impostas companhia : primeira,augmento do
material de servico segunda,reduccao na tarifa
do precos; lerceira,prestaeao gratnin dos servi-
Sos qne pelo goverao da piowincia Iba fossem re-
clamados.
Foi- em troco 'estas varias obrigseoes qae se
jaIgou dever conceder por 6 annos i corapanDw
Tipiante orna sobveBcao mensal de StOJiOOO. E.
foi em vista d'est disposicio legal que a compa-
nhia aagmentoa com um vapor o sea materia!, de
servico ; redaxio em 20 por cento a tabella dos
presos e tem-se prestado-inalteravelmente ao ser-
vicos qu* peto governo me tem sido exigidos..
Do comprmeme d'eslas clausulas por parte da
empreza, resulla o qo se chama era direito uro
quasi-eontrato. Beca oa mal que a empreza os
lenha cumprido, nio temos nos que ver eom isto ;
aaoeislrasio qae compele julgar do modo pelo
qual tem silo saUsfeitos os corapromissos aceito*
peta companhia eomo coodicoes da subvenco
( apoiados).
Teaho ou'ido verdade, reelamaedes; mu *
sobre docomenlos offlciaes que repouso o mea jai
1 a
oarUdo. securo Si ama polilica, a harmoai dte lao. O qne aa pensa na regio offlclal, qae
se^r o sW^npenho ; nat'devemo, gastar com os companhia filante era camprido a. clausu as
amigos as forsas que podemos appliear aa Iota "
eom os adversarios.
tV por esta razio qae sendo muito. meaos victi-
ma da iojustis W amigos, des preso a iojastc-i e
perdoo o sen autor ; e crea qae n3,> cooustara
O Sr. Mello Seg ;Est engaado o nobre | ms o esforsp P8 t*deo3* deputado ; e nem a companhia mandarla bascar
vapores sem certeza de ser prorrogado o previle-
gio.
O Sr. Oliveira Fonceca ; Sei perleramente
disto.
O Sr. Gusmao Loro. : Qual a fonte desta cen-
viccio 1
O Si\, Ouvsira Fohceca : Urna representacao
da assuaUco C'-yinDiercal, que est em mea po-
der.
0 8h. *jblloRbgo :-E' qa* esta represanueto
oso di* verdade. Mas isto nio adianta coasa ai-
urna emeBd^YevofaodO eff8t0 % '*' ,?le "f |*UP'ja ; que importa estar eitiactp 9 pnvijegio, se.
retogar ~f propra W'f '* concessao da le existe ?
diecoseoes desta
U Sr, DaruaABO:U' o loh da assembla.
O Sa. Mello Rseo :Biga-o embora o nobre
deputado pretlro ser Job a ser o Feaabraz. (Pe
quena patina)
Desviaram-ma da questio do orcamento, a ja
nio aei a qaanto ando L^oto-me.
O SR. 3USMAO LOBftd- secretarlo) :-Sr. pre-
lidente, eu prestara o mea voto ao artigo, que se
discute, sem que luliAsse correrme o dever de o
jostnear, si,desse sropostto me ni viesas tirar a
opposlcjhqoa temrjs vtstn manifestar se sor In-
cessantes aparte* eanira a sabvencao
pelQ brojecto eomptnoia Vtftlante,
do quasi-coatrat; e nem de outro. modo se
bouvera presudo a sabvensio, qo condicin il.
O que se deve por tanto crer, e eu creio que
a verdade, que a empreza de reboque tem pres
udo os servicos que se obrigou e pelo modo por
que se obrigou. S nio o tem feito de conformi-
dad* com a lei que creou o quasi-eontrato, faei
a questio de resolver; inexetjocao pjor parte da
empreza deve corresponder a suspensao da sub-
vencio. E' a admniatrasio que flea competindo a
solacio pratica d'esta objeeso.
( H* um aparte.)
O Sr. Gusmao Lobo :E' n'esle ponto que resi-
de q interesse da qaestao. ,
Nio se trata de aaber si s companhia, oa qaero
e>i subrogado em seas direito, merece pela na-
turea dos sea.servicos, pela utilidade qae d'elles
em ao eommercio e navegaco, um auxilio pe
qqnlario.
O Sr. Gusmao Lobo : -E pode urna lei revegar
um contrato ?
0 Sr. Oliveira Fonceca : Onda existe esa
contrato em que tanto se falla 1
O Sn. Almeida Pernambuco :'E' o quasi-eoB-
tralo que resulta da lei.
O Sr. Gusmao.oiio :Nao foi seno como eom-
pensaso preanmidos sacrificios que a subvencio.
foi decretada.
Um Sr. Deputaoo : Oia-- -acrificos ?
O Sr. Gusmao Loro :O augmento do materiaL
A reducsojlos presos era U por cento. O* eer-
vifos gratuitos.'
O Sn. PiNTOfJwioR :-Tanto Do foi um saerinV
cio que a dinooassiean actual de muito mais de 20
por cento.
O Sn. Gusmao Lobo .Pouco importa qne essa
reduccao teafegido alm-da estipulada. Fosse oa
nao um sacrioalo, sempre certo que a empre,
sujeitando-ae is clausulas qne Ihe (orara imposta*,
adquiri incontestavel direito ao venciraento da
subvencio. 51 se julgam suave e de fcil caas
primeni essas eondicSes, nio culpa da empresa-
que lh'as houvessem imposte (apoiados)
Nem easa redaeso foi um acto arbitrario da
empreta oa em qae ella houvesse procedido por si
s, longe das vistas da administracao e do sen
xme.
O &r. A, Pernambuco : Muito bem.
^4)4v.6saAloLoBO :Era obediencia ;elaasnJa
da lei, a companhia oflereceu adminslrat
uraa dupla tabella de precos, em que se poda ver
de um laao a amiga unf em aso e do outro o
quantum da reduccao para eada serviso.
Afflrroo o (acto por qae ti ve oecisio de exami-
nar essa tabella comparativa qaando, na nltima
sessio, fot remettida coramissio de que fazi*
faco parte. Record qae a referida tabella tina*
merecido a approvaco do, entio presidente, o Sr.
Dr Manoel Portella.
Um Sr. DWrr uxr: Nio ha neeessidade de>
misturar o nome do Sr. Dr. Portella nesta nw-
goco.
O Sr. Guswo Lobo :Nao sei que d'ah Ihe
venhanenhnm dezar (apoiados), para que se mos-
tr receio de ver o son nome envolvido, 00, par*
asar da palavra aoe ouvi, misturado neste ne-
gocio. Si ao Sr. Dr. Manoel PbrteHa eoube cerno
presidente qwe era, approvar a tabella, dando por
este modo cumplimento lei ; qne vem este es-
crupuloso cuidado em evitar que se publique o
fceto?
Um Sr. Deputado :O' que quero dizer que o
nome do Sr. Dr. Portella nao deve apadrishar
esta questo. .,_,_.
O' Sr. Gusmao Lobo : Para mn nio apadrinha
esta nem nenhuraa outra. Por mais etevado
cooceito que rae mereea o Ilustre n bem intene-
nado vice-presidente, nao Ihe saeriflearia no de-
empenho do mea mandato a minima convicio.
Tenho devoso pelo honrado carcter do nobre
vice-presidente de quera son e me declaro amigo ;
roas a minha dedicasio nio sooporta quebra de
dignidade.
O Sn. Ignacio JbAQUiM-: Nem elle o qoe-
reria.
9.Sr. Gusmao Loao: Si, pois, Mervir em ara
negocio em desempenho do dever, misturarte
nelle; o nome do Sr. Dr. Manoel Portella esta,
realmente misturad* nesla questio
M'Sr: Dm>uTAOo>:-0- Sr. Br. Portella nao po-
dia mandar pagar sem approvar a tabella.
O Sn. Gusmao Lene:B nlngnem o ceMuroa.
per havela approvado. & faelo nio foi nvoea*>
senao para deixar demonstrado qae a companhia.
fez a redaeeio prescripta na lei, eumprindo nesta.
parle a clausula a que se ebrigoo.
Esu subvencio que, era W, pedera ser vwt*.
eomo uro auxilio urna emprea de uteis resalta-
dos, importa hoje, ea o reconheco, ura verdader
disperdico.
O Sr. Gunha. Figueiredo :Entao vota con-
"*?
O Sr- Cusma Lobo :Falo-hn com a condiea-
deque me demonstrassera ao ser obrigatoria a^
disposicio do art. 60 da. lei de 1869 dorante o,
prazo qne ella flxoofc e em noto a empreza eum-
prlr aaiiiffcram-aa condisoes que aceitn.
Mas, est aqu toda a di tac Idade. O art. 60>
consagra uraa disposicio geral que, bem 00 mal
admitida era nm- lei annaa, tem ineonlestav?I ef-
feito per.i Como se (aria para desobligar a provincia e
uib. encargo qae ella quiz suietar-se t-
Q Sr. ObjvmA FoscncA :Revegue-ae a le.
O Sn. GusmaLobo:Mas si da lei preven*
om quasi contrato que deva durar porseis loag-n
annos. em que aproveitaria a rewgacao daqoelia'
acto ? Em qaanto nao expirasse- o prazo, a en
prez* faria valer o sea rreessavel, dir*> a.
subvencio decretada.
Nem decente que, decretada em 18o*> para o-
prasa de 6 aaaoa, se interrompam bruscamente eos
1871 os eHenos da lei.
O Sa, Ouvkira Fonceca, :Aeho o mala decea-
t qae possivel.
O Sr. Gusmao Lobo : Sio molos de entender.
Par maneira que a lei alo alguma coas* de es-
uvel, digna de ser acatada em seas effeitos reaes
pelo proprio poder qae a decreAou ? Os direito,
bem oa mal adquiridos, mas adquiridos por forca
de urna dsposicao iegal, si alguma sonsa qua
roeresa lio pouco da apreso ?
Em 1869, a lei caJcuioa para seis aonos ns seo
effeitos. Urna companhia, ama empreza, nm par-
ticular, sujeita om rano de negocio s elausniaa
que a lei flxon corao eondlcoes de am certo pre-
mio ; e confiando por este moo na boa f* pnWica,
eonta aaterir nm determina proveito. h con-
forme i justioa, diz bem i h**iM0"nci*> E'
em l7t se merromn*'* sltito a>M.Bor uno
estrasharoente revogi'.orw T
Amanhia qne valor awreceii a promessa, e-
oripta I*' ^ 0e segnrtM orec*r um acu
qae es*end<^oi aeus effaiiw alm do periodo |Q
injiervalU eo|r> ama e ostra seaslo legislajivaT
ILEGnn
fist ainda em meto e saa daraeo o ^uMl-wa* I Pinre-j ah ama emnreza saseente.de
-
rs-



soltado, nmaf,tentitiva teeron, jigo de
de estimlo,1 S yOUWfiraj ^ncnniaf
Ihe-ha hoje :A provin:u tos assegorj
vanlagcDs de qualquer nature a, por f

anuo.'
VBtOa
i toda,
faz-seui
ama tentativa, fax se tima pro
; os resultadas vantajam -se
O que era or eosaio tmido,
respeljaveJ eivpreza.. EJ de-
nhai : A provinria nSo qner
fortnn; Isla' rota "a pro*.
empresa su,
caroprlr-,
antes de prezo venc
Um Sb Deputado
ne reeonhoce ser m
O Sb. Gusmo
que um verdadeiro j
dosk
m Olivkuu FovCBCA :-Nao
girfhsuma indemipSaciio?
O'Sn. Gsmao Loro : Seguramente.
O Sr. Oliveiaa P0.1CECA : der-se-ha,
ilecen.emeoto?
OSr, Gusuao Lobo :--Dea*- ene fnsse violado
nm direito adquirido, haverinjtwbs fundamento
uta aadidaoViadoronisacaa^lIlE------
Faco votos para que o n,,br* deputado, ]aa se
est colocando frente desia crzada...
se poder exl-
pedit
rimarl,
esnjec.
nfl"*d'
0 a
-Jill de<*
cease disto
.1 d- trhrr1
''ifictos em virtu
filia, lera iuet n
D.gB.jKPfTAPo :Cruzada ?
-^HrioHipaTtw).
O Sr. Gcsjiao Lobo :-Todo movimeote ^nero
so, nobrememe intencionado, polo ser amado
por este nome. Nao rejo que a exp'.^essao possa
pechar por penco parlamentar.
O nobie depatado que me tem ii*.errompido, e
com elte os que J-llf am terminada a qnestao com
a mogacao da/atltfo art. Ot^ ninnevetn eatra-
nhf qae, de apeordo obra a do(ect:idade da
MStpars aceite cono una olorosa exigencia)
dalai.
Estoa ceftot]ue de outro modo nao foi vistan
Sueateo pala'nnbr* ommissao de fazeodA. E twm
e. ,ouro 'modo |Jc ser resotvda MoinoSeaj
.ios principios.
Gomo Msponfria a provincia si a eMfMMj
ana a dttef-rhe c*-Fn sacrificio -para acesw <
Utisulas que filaste* oo a>fi. 60 da vessnjei dn
1889; trio me|submeut sis voseas eond^G's <-ia -qae ernaava com a satovencao por 6 auno?; leerte
que a reterrompcis antes desse praio, toaaes-e de-
ver da nderonisar-me:'
'Un Sr. Dki'utad- rn preciso que nitwasse
4er feiio sacrifleios qae realmente niis ha.
Oa. Gusmo Leuo :Pois nao en lodo-case
Tiaf sgenHcio aceitar e*nlic&s impostas pe le ?
Uw Sn. Dkputam) :*^ual foi, pocem, o sacri-
'fleill 1 1
O Sr. Gusmo Lobo :Reduziu o? precoa.
.0 Sb. LiVKrMt-PtnsErA :E os sais coclos qu
ten percebid animalmente ?
G.9a. Gusue -Laeo:Quem pite afflrmar qne
estareduccaode SO p*r cete |xwa teraido van-
Ujosauenle compeosada pela s4rt-vaarja vencida
ein doos annos"'
O Sa. A. Pner>MBL'co: Lvese 'laa*era em
cotta o-8uraaBto o material; o*wn**C'W gra-
tuito* ao enverno.
<>S. Gcsmco Lobo : Naa ero 'dizer qun a
companhia au taana j reetwido -oomptusatao
equivalente aoaeus servii/w. Alm de qne esta
nao a qaestio, nao cnhc> mirviuiento da
ettyreza, uunca examinei m se.Shal*n?"s 5 e
acredito (jue o* nobres. dept*dos s. conbecem
a historia econmica da companhia.
O Sr. Pis*.) iu.Moit :Fat hij o servico por
muito menos. ^.
O Sr. Gosmao Lobo :O nobra -depttado ejt,
ja o vejo, muito bein infirmado.
OSr. f-V'To J.xiob :- lutteper is:o. .
OSilG'-Smao Lobi: ?iao t% Jr este niod >
que procuro colher ioormaco**. llas nao nf
satMMem.
OS. Pinto Jumo:=>is de-'fsm^infonnar-
Bos onde qu-r que paisanos tr iaforoiaeoeiv
OSr. Gusmo L'ae :-^Prrneii>nMl#' plem
nao ser as oais exactas.' 'X, |uaf> Sajsem nenlrim iateresse.para a ojatatae. Ob-
teoba ou na) a compauhia iueros avatitajados;
fae ou nao o servic-) prerv inferior ao Ja la-
bella approvada pelo puder cm[>etente; tciilu
feito ou nao sacrMoios.; iisa tetnoa que ver
rom isto.
Maito menos nos deve servir de ombarafo qas
? empreza do reb njue, pertencendo em principio
a urna compaohia, perteoca lioje, como atu se
diz, i nm s eaphaliau.
O Sr. Omvkiu Fonse-a : Tamheai para mm
isto.indiir-reiite.
O So. Iuna-i i*ao"ih :ii esli urna vez del
acoerdo.
O Sr. Gl.'#lvu Liiiui :R A anr. foliciJAdc. Vuw
erminar, Sr. prMU(. Vol fela su*v.u{'i.,
"U eH* caibj i nota coreiia.nhia ou um p*tM-
cuUr-, porque o (,) emoRmarimeiUo oe na
'i'i (agotado.-), c sta a bbca cousiderario que
me' deaiove i votar usn -auxilio que as creunir
tancias da emiweza n> rae parecem reclatnar.'
Tesjemunlia quaalao tero sucildo. eou a n^eessi-lad e jus-
tuicar o mu rii. rfeatoi a>>oofjre aabi;* de
que as classes -interessadas no servio da onsso
porau aibam eumpridiMFeete que razies -influi-
jam em rain para votar par urna subvenjio que
pote ter o funesto alcauee de espjnear a un-
campeia em um servido e,ue por .-ua. atereza
a reclama (muito beei).
O SR. UiilVBlBA FOKCECA :-Ia*go-e de
"rio modo obngado a dizer alguaia coiisi em
U'teuiaco dos apartes-que profer, e que oraru
lomados em coosideraga) pelo nobre deputado
P"l L'distrirto.
O Sb. GoshIoLobo : -Xi>> poda deixar 4e ser.
Sr. Olveiba.Fo.nckca :O art. ft) da le: n. 891
diz o seguiuie :
Fnw conced lo cowpanhia d-J reboque nm
uxiho de -M measic-, por seis ann >s, com a
'ondujio de ter ella dous vaporea com a orca
precisa para rebocar para-dentro e ira do potto
iiRecife es navios que wlimirut, de dimi-
nuir %> pw cento no prej-ciual dMe.lreies, soc
corroe e transportes de ^ue trata o decreto n.
i311 de 185i, ede prestar ^ratuitanteote os aer-
vifoe dos seus vapore; jimo o reclamar o'go-
verno da provinoiji^or ciji centa cerrera sj
mate o cembustivel coasuudo. ,
Compre odagar m esta dwposieo i vo-
gaH.
Efltendo que sir A le fas a ooocefsao de Um
subsidie i cempacaia de nebvque, cou* ta.o que
esu se sujet outras c.bk :rs.
A compaonia mu Qe>a. ow diiopijao dA, lei
absolutameoe obrigada a taes coud.i;*, liutao
direito de nao sutai(ar-se- a-etae, mas a<-iecio
tlearia ipso fmet* sen ooer receber *ul>4a*o.
Por outro lado a le > toroou a provtaea irre-
missivelmente obrtcada dar p^f, seis aun.w um
subsidio a eomeanhia Vijilmt, uq iireioiseKei-
meato obrigada, que nein por um a-jto ciriativo
se poderse libertar deste eiieacgy.
Foiieojin gBejJei jL-BSi jony^a i eompanh
e reboques orna sobvenco.
*pdfo, WiFrel nlJ^JJBlo?viVp"
la companbia.
-?fS;2L,'r^ PoncbCa: Sei perfeitamcute
2a I trando virpafa (fservig) defla, us
"?. *& 'lrtttd da qoe dispw 1er o. 91. ~
:04 ur-j aparta)........M
O Sa. Olivkhia Foncbba : Para que tracen
eoro.i argumeuto suppoetps sacriflcios.
CTrocam-se apartealJI i M
O Sr. OnvttRA Forwca ;- Wgo OM a com?.
nhia nao fe os allegados vicriftJos, por Tbrg\ a
quafew prelaade tdraaT irr*a|avelw art. GQ
id o8tl.
" 0%a. Cusma* Lobj :Niagaom. aJfcgm quf
.'.empanhia fe sa-ntlcio*.
u Sr. Olivkiba Fonaac \
muiUi tezea, a esta foi a
arpamentacio. A'lmiro qna
Eis em que se restrrWa
depntado : o compatdtta fi^
de da tei, logo, nenio sin r\
urna inimntmpto,
iii i-nini-,ic;io de quesenborts ?
O 8r. Gw*sr*rwr:Ittctamo contra- inter^
prctacSo, que p da licenc, expco em duas pilavras. Pe^o a pa-
Uvra pela prdem. ^- -
O Sr. OLtvtftrtf FtWcKiA :-NaV rae* rfireee ca-
nal que o nobre duputeao tanta a palavra para
imerromDer queh eiatalUnlo.
O Sr. Presioexte :Eu nao posso dar a fi(a
vra ao nobre depuladu".
O .Sr. ^usmao Lobo : Detxet at asta pfcrase
muiic clara :acredito que nao podia azet sacr
(Icios, mas deve-se sdpjidr qae os fez da le.
ft'STt. Otr*rRA-PfiCRrA : Entie as^pnosto
sawrflcios sefvem nu nio, de fanaamenTo f *-0
odbre deputsdo acredl qoo a eompanhla podi*
detxar de (aer sacriBclo, mas eVfe-semppor, iwfe
os fez, e esta su/tposieo o ruaaojento dijrre-
vopabilidade da lei.
(Troca ni-se apartes).
O Sr. OLrrRinxFoxceca :Nenhnm reeeio de-
ve havor de que a revogafo da lei -autorise a corn-
panhia a vir pedir in iemnisafSes.
11m Sn. Deittabo :Nao se fffl qiestSo- dst<\
O S. Ouivkjra Pokcicca : fezse qaesia > rte
direitos adquiraos e at se faou em indemtiisa-
^Oes.
(Troam-se apartes).
O Sn. Olivsira PoNCtcA :Parece-rae qae nao
devo inats oceupar-me em responder aos apar-
tes-.
Bmqaanto a companbia recebe o atwilio obri-
gada a regular-se por um* nova tabella a fi/er
certos s^rvicos mediante somen'e a despeza do
uarvSo etc., logo que se' revogue a cimcessao
d.i auxilio, taes obrig-ro8'*s dcixarao de existir:
Portanto a conipauhta nao pJe allegar como
orlgem de irttix ad\mr*dot o serviros ante
rio?mente prestados, porqne estes j tiveram a
eqnivalente eompensagao.
A oplnio do nobro depahdo, quem respondo,
e intelrarnente contraria a da commisso de ota-
ment, pois esta rejonheee, que o auxilio ple
ser supprimldo, e ?ntonson o presidfnte da pro-
vincia a fazet* esta snppressSd.
Se a companhia tem dir'eitos adquiridos, de me-
d que o art. 6 gada como se aotorisa o presidente a nao dar o
auxilio.
A commissaoenfeuden que se podia retirar o atr1'
xiiio indpendente da revugacn exprssa daquette
artigo. Senhore, qtie nao ha convnlenc't* m
applicacao dt verba consignada no art. 8* S
* so eerrheca ptla deel.ira?So ) fm9fn' 8*pti--
Lid,'d> qae Vetara coiatrAnpi'lisiiR: ; por ser
unm despez") ir provisto a*fuW
I'Ma A-siniitea.aycidi- como enttfrfflW.' .
O SR. (XStt.x E PrGlIEruBDO Hffiei e nian
da a mesa o segnrfntH requertmeaV)':
Rq'ueii-o o "liamen da isghclo r *w. 3*
oara depois de se dlcullfBin aV itopetitTiti pbr*
manentes. Cunhn e F/gueuelo.
.. Poo a v.joa, ne.}ieTimei'o, approvad-i.
A dtseussM'floa a^iada-fei* hora,
?erifleando-se niQ*^.B^ mime** 9r. pres*
dente desieaa a ordeui do da a Ufana aassio.
Jaft JunliO ca
orglo do partido qae*pw urthito- *m-aop
a
e deooraita de liberal, [tabcoa oaifik(,arl13i ^rkMaiill,JM('^
.ob, ***. .m*^T&SSvS'/sSzSfsS:
desagradoa aos propraHHaYeligio .dawaaasdo beriberi, aasira se -^'m^q :.,.
pela grosseria da linguaflanSIrrin- ,0 rQais^ae.s j)le admitir ,c.>'ji*aud90hojreoe
al ao seo proprio cbeMOMliflca- J*,r'ch i elle brovm Q;jmi ffriCcio mias,-
taafli % nlo dt> que os leanos chamam-i/i
r/a^qae vera t sef ua-. efnaiftcio prtudsa.'AllPr
au itla cherxhsr a determinar la nature da prtn-
Corito i
lessBM
S?.nta Thereza.
1 Wtan^f, esetlfalMini sefafflle: *' wo% drrmMrfiTffiifpal. n TTJ
t;hagou aqai com o Sr. Dr. Joio Frtnenco
TClvier Paes Jarret' 6~RVm. missioBino'c
nho Fr. Gaetano de Messiaa, verdadei
do Christo.
Uwd*ad4oi|;.navegada, o oigaa
siouario declaroa aopovo que eslava prempto
iodo o ervica d j sau i>j*iKin, comela
a expliracao do cathecismo e Evanglno, e
(3o de itifame, qaando algtieflSte palacio
chamon sobre tal artigo a sua atteD^So 11
.edumt
omeoo
os perd
zas cala
coluoiQis
, se, ve
ive asse
escripto
jos _
iiflcaido "pelo actual chefe liberal nesta
el
al
ira am m fatm^ bem prximo.______
nos|p.fm nico, tra^aado estas linbas,
ia^VfflIV^i^^e"S,5^l'5fc Tirnao*appareceaB fe-
S6 !W!!bffl,*3<0.lete^, 00,ar-'e' *>Qe ,eodo
eiia iijrpjrecr'io ni? AltrnaT, sejnpre com desabr-
de
lesa
iann
pro-
infectieux,
te U mlasm
conjectw
int les ele,
[Eotao ta!
[oillexq
ni tu reza
ir q e ella1
3r mais de
aria a ciu
re amareila
<*9im'" wjum iMnai
esl emrer ddftf le cUtmp
' timdre un prM$m
nqueni encor.
se a limbran^i de citar
e ser a cansa da fehre amaren*
attoa>arom lalciUQao p-o
de nafarea paludosa, como j
vez tean > la lo ver. Nio ss anl-
il u com o Son de provar, que a
di haiureu paludoM, por lar
acerca da
ilepara-me
di lafiere
lafitortly-
ffir pour le
re amareila
phoide; urna
nie para o
< Ua de mallo que o doto senta a falta 4r*m
cemlerio oeslo lugar, tend o mais perto distraje
qaarr legbi. ^ *'' --.-^
oa
ra
meoo,;
Jo pat
dos coacorriarasgondo sua' foreas e posslflr"0!)' N "% aMMM nVMfaOui.
*m HWSWfb MW (e^rS,0 ^TtfUOo Via- "ek WWi tojer em CASOS extraordinarios ou
^^^^^GRtrmisSi^ qw w^ein recente iVftai^i^iP^^^ ruutanca oa ,n
ataja
t.uido.dedela;ie^ia^)la*, nsmo^ kj^^^Bf^j^^X^i **+
fra rt0 ',ovoado- teiTertT ce5S0f> m]]^V esse agente noste estado d* ac-
do- orfeflte ci*o e coaeguida a cura, eom que se podara
*** n*ie*Mntf^MlNl .Br*neei dafeo
sjber.-.que a. (hiedra iatermiueoto,
ii! f >i c mibatila no lyp.cnnUnvo f
:- ,cawt da q^ D/- Aqtfifto, ,aeud.
l&foMpfvf'r-febrtr eo
l amirerfa, a typuoiJ, eet;. !
ti4-cerl5, cora* .sabem
ai
iua*j
leMr
capeJU, esfVtjdtS o Jfvtn.yr. Cietano diente, 'i
lulo nao* se poup'n, omparccenlo ntf ti\r\
calB. b ai
< A's i horas da manha desse din santo)i
capella em pro'cissao, acompanhada de maif*
trezendas pes-oas;'cnekjdb'ao cemitetrej^II
zea-se o terreno, a eapeffi'e o crozefro, celiiii1
do-se depois a missa. *0Q
Pretendfe 6 dito nfirsltmaflo angmeirtr'f I
pella por ser pequea -,e, a pedHo dos J>abic
es, obteulo doac.au d'uma casi contgna'
o capito Clementipo da'Costa Rjt'JaYto]
nio de Nossa Sent ira. "r***
E' digno de todo o loavor um sacert
aislm eaftiva a vmrra db Senhar.
Prosiga o llvrn. Fr. Caetano na sua elteiWf rYfia^aJ|jBja>j| mnjMm 4) p 'der ene-
misslo, que t"r em paga-na letra o emgiPrjli '*
pjvo, e no c a* bencos de Deus.
ESTABELECIME.N'TOS DE CAWOADE.^.
monto do hospit-if d NoStei Senlwra da CotteA
*\^4Qi4W^aViiftli*3rl(S^fi<)' (ft#
uWttan
ta o t\m se aeh exAtresso

do 1 ao ultimo de mio de 1871.*3
ftltrnumeres, ejrrst^
reP?4 J
aainh'tfP'
REVISTA DIAELSV.
dos Lazaros
E\ istia ni 11 horner-
a borneas e tj mu Hieres.Total
Foi visitado, u estabelclmtyitb pit
medci dest o'Illii). Sr. Dr. Silvio TarqnmW .
as-Boa, nds das segdldes': f, 7, W, 1%'' Jra* '*
19, 23 e *> de aaio. *"* B-
Advertencia.
Existem ciririregado.s miste estabeleci
i saber: eaiicUao 1, ledtCo'T, regente 1, di 1:1
beiro V, cbzmneiro' 1, SerVrtts i.
,C.neg^BtSl'fl!)*Je! P. B. d>Jf*-rrM
&ffi,a:
HOBO.Ma madrugada de 31 d mato roaba-
ram a Jos Cai|o Ferreira,. morador na roa de
"f-aiz de Mendnca. da fregutzia' de Si Jqs, aJ_
quami de l'.aOOjiWO ou l:lOQir-quflda elle com n
tu familia tinh'a idu as'sistir aba aets jo.me,,.
Mariano no convento do Cafmo, torca o lo o ladfSo,
mi ladrea a jaurlla que da cozjiihiujeka para o
mjintal. A autorilalc policial da frtjgji/zia faz a
eigjjcia para dscoBrir oaulor' o anVoraa, bV.UA1
coiuo o lotal do :oubu.
CXB.VVIR.- Na maabii do dia 23 de m*ie M
tirado di mar, na pjaia de Soipe, dju; t.irm dj,
Car, o cada-vfr do
de Mel'o, de.-larando os
prodirzida per asphyia-por submersa".
PAGLnAlS DB DIB51T0 Por delibaracau
da cougregacao da Faculdada de Birello, fonaai
transferidas a aulas do terceire ;mnn do estadio
para 8 e a 10 horas da manha.
F E01TEZ1A D.\ C*PNGA. Encfram-se*
amanhaa, ua igreja de S; los do Maof-rinbo, qae
serve de matriz fregoezia da Capnag, os ek-r-
cicioS do mor de Maria, que te sido feitos cora
ledo o recomimento e brilhantfsme. Jh 7 horas
da maahia hasrer musa cantada, e s 3 Horas e
m*ia da tarde Te-Deutn,. entoabdo aa defw'a-al-
aVpviawntu dijiospic*.Jo alienados niJaK
se/icordia de Olinda, doT*'ab ulfuio J uiajo^M
trorrente auapi T -gm *-
Existiam 30 tomons e 18 nulhcre, entrar
V Uoraeoe e 2 inulU'res, sabiram 2 mulhel
morreraai-.l humeo) e 2 mulljexes, exjslcui- JJ,;
iPiw e (Jf mnlhei'e?.Totai 78.
: ExiolfU) 10 eniprcgadus ueste cstabeleei
tidmens QAmulIveri, seudu^J reeatc; 1 .
1 capelln, pnrtiro e saelristS-) iotcriripl;
'onnaifa,. 1 barbeiro, Js^nJenaei.is e 1'
nlsira.
. Foi visitado o niesiua ctolielecimento ttelo
pectia medico o Stjr^rmirn Ceur Couii
Wsk\. i,?,7l*, 15,20. 23 e 27, as :
horas da manilla. __, .
* AdvertenaTa."' *' *
Knfrr,|ia,t
P-jW*W' ditioipeSJWetr-.
tnhiniem braaco denorae lulo Aulojaio da
Cunha, .. S^mm^x t
K lamhetn ara. hbjarn de cor hrana com o
notD*.d*7)joia|p da tPlUiidV Cavj'uto de Alt
buqtierqne.
i
ktmttatti^-.dim^sruiotYom {tria ata
rtmt'Jmiitm tmfitw**' 4? ?4*amua*IA tma o: ; .u ~.
< S. Exc, daaio larga* k se arwgina-
w*s w*.*mmtk w^wA^J*e u-
aquello pratico ora* Argel dado o sulfato de quiui
nasfebraa intermiitentjsque por muitJ tero
UftWrJam'o lypo cootiouo, na cintinnidi-
aTeb7e. Sendo certo que tal citacao fez o
collega sem mais decUrajo alggma ; porqae lfe
eooveio oceultar as condicfies,em que a f bre in-
termitiente, precedendo oeitado continuo, nunca
com o carcter de urna verdadeira febre continua
conaa'c*-
ue em regra
proposicSo calcaladameote
rau-id -Z^~~7TTm. ~ D d .- Io* u c7acier <>e d'n eroaaeira te
, presidente do CJnse.ho dd maiStros, e uhecdas exacerbares peridicas, qu
-ft *1IlffiftifAilaVai*1lfe*aV. >e<.l'Pfa UJW.*"P "^
o asrxint ir_lihrar ru aoinin E. da lo qae o sulfato fosso menos efflcaz as
^aji jtyroxis*>qoe na fcrCa *.. at^
niilhaj.
Ss compulso
casale naiu
as:.e Mtr o s
/iiinaaaW ams
photdt > tt ro
d'irvmtrer, ele
sao UU ignora
curtefeittfra
ciflnaVar.
JBeiiraot elnas- eati-i'lnracC's [". [,!ttr.
depoaj de pvai<^Bo eBMagi^H- a causa da
?*ffr#*marwW,'rpfM,rtfe nitfrfFrreTnfmie, diz, e
com razo,qu se nio possivel ser o calor a
causa ?Ulienti dessa febre, pqrqu; sendo o calor
na india, no Eypto, na Syrla lo f >n* como
na H-spanha, as Aniilhas, nos Estados Unidos,
[(o digo en meaos forte que e i ttitan paw
gens no Brazil ende tem reinado a febre amareila)
succede que oestes paizes reina a msala febre
cora Uta re ocia e,inti)qsiJa)Je,, aaJe,
e que com*
E so tanto
,, eo.ii i diz o I ir Aqu no, .sendo o geroteo pa
piafla'zS*>'pi'f4uf'/'febres continuastomo
140.1o-<
tqioo,
comy sabem tolos e o pro-
que Hiiilot, segoinJo a to,4oj os
os que
nuo
^le-:diifiae 'Jj^S^v^fld pn'SiteaUi?, Vi J.^JaJ., iw.u ira guranlo a essenca Icffir-
peiiWlBfi I SMi lilil. Bhrase m 1'';il!l! Ja ':[,f". om fura das ojixidas exs-
gsM -mu me .1 ^'"fW' periodicu. que anj.geral gtceieows
f.'MrjbrtlB_" litf-il ii\,-m>ran-n Sfi1 iatl?r'uttt8oles. aula as mais bem caracterisa.las.
5^jK5l*P*riPW''3^V 'W\l' ,. ^* Olinua JS long i praue. teaho ob-ervado,
^*WaWi4Dt^W^^,7jj| 0|. ue muitas v-zes" as febres infermittsntiS, l go em
(fllalMiQooe "jmi- tmn i.air- Priaa/xo. flj.j apreseutara.urawe,tuUr periodui la
y. de^.jjuaai'tida^s maujfe^a.m, oo com
apparencia
*\?=J: V "oTStfrTStrt ..IPPt. I0"1^. WlJ.as iliversi? pbiios do Jfai oa sol
_S0'J
o-ctrastee raoiitoq/'1; di nwimi mido que a-
nfienas muius vtj&js pnacjpiam.j ob a foraa
niferit di"qil ha Xib'cq'aaaroUa, que quasi
srapre apreicnta-se continua para deixir de se/
Ui) s^HUjI^erjoAj^fl d um mofo suiqeeris.
mi. v^aujaA1Mora.,n rile oizem os autores
sobrerou. zffl'jwr a f-diw amareila provenien-
te de emaiUcjJas.paiudSa*, ou de ser ella da
Jnestni nitarez qa4Aiqores,iulormiiienles.
L^iymAi^'Mitt *'* M'Cia.tpm 15,
,vejp mo, o ^egnie,aiQ uto excldie ai fgft sobre
a fibra amroH'a: Ccd un empolsanneme.nl
,lis5a ebj-e) 0tt-;(/ tflg* aeaxcniUionx, tpvjin,: un foyer d'infeclton
dt in'"'*l'*|e|*xgtnk*iqi ^^|p*y> #ver.-ifica
mnlfb, ddbaTxitwu^Btoi^jisI^oiiiij succede
n> AreMpeUgo i i^Kn^tmsm* ^f e lando
na i ae-m ^oitdicdoliMiitj%IMpresenta nem
| Ire-jueflcia. nemcnten niinga1ilalni las na*
nano
o
ti
E' um envewmenio
itrimnfiem B*o*e rjtp Uajil fata^Jtf o
cliefo supremo do es'aJon^ihiealsKa'eo*
ftftzW1 ra^i^aS^ta^-dri^WIJrJ. f '
Vfy I fr-iPdiei,,,^ ftxfi. A qica.i*^'jir^nhf oit par tes e/fets.
i fmmmjtmt na^anVtBiefttlalUCiil^Bnlna^i'fl1^^ *K1e ^ s eon'
i ilUnmialnairim imn r~m.ia. ,.k.M- Jl'-C313 e *--'m i ser : um r.c de uf-cci) sobre
SSSE^i^^SSSSV^SS \ T^r.d" &W -e "W 'fn^ratura elevada. A
* ^W'flWrTt^n'a^ e^t^e^ ^ estyro? nnXW-ia 3o agente (eis aqwi 0 esencial), f-t a
1 0%lMfritrm oosnO oafl !jb \. ><***{ taidwnhffiiiu'.cow dts oufrof,uuas-
r r* Wsiaaa, tf* #aai iifineta, /'"" ftc^or scata ^/oj.
'" ^Mo^sii**tTjnr caaj^^, ^"^^m'^fl^/'V1- Cn" loeU* "^^^Itlm7itJZjr^Zi\0 aror d0 re'8,3 aH^dMponano, apenas
L'^iW/^ lWpnfllB Sd poje saber --aua.a cauf ai febre amareila ft
^5twTO'wB^8Tlfi'tt'/'"^d Eur'opa, <1 niureza m:a#aica.r'f!.ccinseg'iiatomente d-s-
L. a. jju j L j.. .w^ : ...- n: ... conneida em sua hatur-jza especial; sendo qne
Zirtido XSSZr^ nr ss *0"^ o refer lo auloi, 'duas sa, as cou-
^j^.^tNTr^t^^iartfliP^ 1,al'uer W* Sfl)*>' deieiilVejido se, ac'e ni
tufei'ji,pl(f sf' fytf^r%lo .Cauta- organismo c proluz^ os effeitos chamados ele nen
pescador \'ica*e Fenrew 1. SuUaram imuAaere*:
s peritni lV ido amorte flma d edr brnea
aleura Holim, aaual
hospital Pedro it* "
cera o nonje de .Uxna de
for>a22 desie. mez. parar, q-
E ouira de cor prela de nome Tn/areza Maria da
U.aa. da uoina Paulina Mara da Coocecao,
.branca, sog^'ri, . FencjWilhJti
gumas senhoras cnticos o hymao Saulijrslrna1 S*frica,
IMPOSTAS PK0VINClAES.-Ahr1o^se no consu-
lado provincial o recebimnlo d 2*-semetr-avalo
acno finaneiro de 1W0-187I, com relacao aos
irapostos Ca dcima urbana, do consumo de aguar
deu:e e da mio-morta, estando a'seim a correr o
de fcCofli
E oulra ne./toiie Maria Jjsd, ,nreta, sjlleira, coi
23'anuo* d idade e niturl do'Recita,
Falieriu},
Di diarriiea, am botnenj de nome Amnelo,
preio, Mttetfo,, com 30 apuA de idaie e natural
De ptbyati DMlmouar, Francisca Rosa, parda,
solteira, com Jl'auuos, Je idade e natural Jesu
proviso.
E oatra de nOm'e loanna Mearla do Espirito-San-
to, parJ, Sjlteira, c.un 27 anuos de idade e Datu
j-al d>u provincia, qa fHleCBu d flaraaca nos
ittesiinos.
prazo de trinta das para o pagamente vohioiano
soei dependencia de multa.
PRUWXSACde) AAEPrVAZ9L-Rao|tveaogovar--J
no imperial esteod r al o fia do correle auno o
limite para a ubstituicao das seJulas de 2*000,
da 3" ealampa, cuja mirada da ciienlacio sem
descouto eslava marcada al o lim de pressote
moz.
VKJARIO NEMESIO. Soban e*se,flnad* diz o-
segninte o RVm. f Pelas i !;* oras da madrugada do dia 7 de
maio linio laileeea em sua fn-gueira, WttHHAnto-
nio d G:tannu^ na provincia de Peraardbocv,
o nos-so respeiuea amigo vig*io W^M'Wdh-S.-jriiato':
Joao tualberio, vtetima de uma prolongadaieUfer- '. Lia. branca, Pernambnea, 8 meies/Graca; coav
midade, qoe so tornara refractarla e indica^ofl viafs.s.
da ciencia e do telo e ,-udado dos .fadWtattws.
Hospicio de alienados ua Misericordia de Oiioia,
,lde junho de i8?l.
O niordomq d$ soez,
/ipa-deW-tti,
O regente,
Lutz Meo Bocio*.
LOTERA.A que se acna venda a 193* a,
ibeoeded* igraia da Gaagrega.,io do 4>raiorn>.
que corre bo dia 10.
CBHirBRIO P0BU6*.~0bitaaHa'dd. ddaF^O'dW
A companbia Vigilaate fiaba o' ireito de dk-
penar o subsiiio(.nao sujeitaudu-se as couV.,ss
inenrioDAdaa no art W, da lei j. 8M ; tatnb rii a
provincia tinha o direito de dispensar o cuaipri-
monto desas coudcoo<, deix'aJo igualmente de
dar o subsidio
Sa a ptovincia hoavoasa contrauio co:n a c i:d- ,<-,
panilla, de modo qao, nen esta pIi-d duraule d!l%t^JJVT^ T^TJ, <",,m'We*-
seis annos eequivir-aV. Z coait** zmo mC re- p"^"^"-'"^ ^'"i*' -k-
ieri, nem polesso a raesma proviucad i.pertdVo, 'J&"^"V'&'Tn.^2?"n,?M "'"-"Pi
subsidio; MAla caso bawr.a diraltos adquiridos., STaa t*. ?hi^ia!a a? 1Z3* *
que esta asserab.'a geri oferigad- a rf abitar ^ Zeom arS tei,, a ^ ^omor-
Maior de W aonos, sempr-
de tanto Wgor, qu*ib dislVibuiCe do pato e5pi
ritual as suas ovelA*, para elle ae frtos-e nvot-
nosae noMes' da-fiawnhuns erant-coano oo'-mri
os mais lmpidos e wo.nos di ib 4o aero. at (ida-
teve de reponsat ni eteraMtte. -^1
Libera! moderad indioiiwo, o*d* p*ta'r
era raoila vez escolmi corr* arbrt-i (lew decidir
entre- contendores potiens q&sUfai, qu a *-1
guelra pjrtid-fria- ta afretare** o* aque*e#
teresse menoa confessavel e t3dos, acatafutb- o
;iptbUvti. e a:\-tmtenM da mruo,, a
tfltt* Jfr\3dW9'V>l*'' .-.; )H j.
Do toe 6 transcriflW'psrtr r>q* 8afla4>' -,j
vea o redactor' di LibhraL.a' distancia
fcil de rasdir-se, indepad.^nte de coalie-
oimefYns de astronoatia,- em que parece
ser elle soffrioel cfuirluio.
CntinNa,QjJtier4ta& ..sania encetada,
que em breve etarao per ierra as masca-
ras cotn que republicanos cxtgerad&s s*
desfarcaiB e* tUv^faBs ; pita aitid* por
aJgum tempo vi ver m a custa da ingeaui da-
de e boa f dos vordadeiroi iiberae.
11 i i .....
PDBlrCACOS A PEBfBO.
O DH. CAROL1.NO FRANCISCO ITE LIMA SANTOS-AO
. 0R. JOAQUI.U D'AQUIN FO.NSECA', ACERCA DO
. KUPUBittO BO SULFATO BB QUININA NA K-URK
AMARELLA.
; xm
Constan loma qte o S. Dr. Aqaitji esta prest?
a seguir vugerh para a EnrpA, com o fm.......
de nJo s apresentr Academia de medicina de
Pdrif.,suqs rf/ffixoes a respeitoda Iherapevtica da
Jere amirttla (/fru dt PerrtamUuco de 31 de ja
e/roj, inerapeutica, qne consiste no emprego do
Existem neste esiabe.'eeiroento, 78 alienados, $ tortoro ed> sulfat de quinina nessa fetre, e, que
a onsla d candad e 10 que pagara a casa. prunto, j exista molto antes; do ter viudo ao
.rjsse baseada em um coo^aio, uthama lei fio
deria iseuiar a provincia da obrinatj e diVq
subsidio, sem qoo a cumiiaB'aia llea^e cooi o di
jeito a ser indoasiiisadi do prejurzo r>*(uU(it do
Ao cumprmnolo do ontraUu
B n geral umn tai pude ser rev pae'a par-qnem
* fez, mas um cautralo nao pode ser deleitof;
a bel-pr3zer do urna dai partes ontciteatas.
Mas nio hoove Oontrato alfan ;
wdia em Httlqoer temp emer
um s va-oor, ni nsar da nova
do mao do ubsidio; assiui como a le qJa ednee
de o subsidio jwda ser tevogada, colocando zap-
seguintemente as ohriga^yi, qae elli rsiaofeleteu
como cumpeasefio,
Falloa-se de satrificios a qu spif ftin-sfl % com
panliia, em virtud* dos quaa oto ;ii col- o su
ulio ser tirado.
Taes sacri-in n5o hiuw, QuadJ oatava a.
flndar-sa o pri 'ilagio i corupaunia da rabaquesi
ella prep-r-iu-se para conseguir a pryoRiTvi do.
meamo privilegio. O serviQj era mal feuo* e &*
uta preco *noroiUBte har.i un s vapor, e este
am mo .-t-a lo ; raaa aliitt de obter se a proraga- ,_
Co do pr.vla eneommaodaram se dona -vi-, ,e Pernambuco: aquella por
Antonio Benedio, braooo; Poata*ll, SSIaneas.
casad*; aaxVIia* f-1afe aaaawUa .
9 31 ii,
Mathiido,- paiafs,. Mnavnftac^ t>oiaNi,'aatb>
Antonia'; OoH*n> au- .
JoSvitord9,tiniti*ne/ta*, S;Josi; dita-
Ia-
BeneeVu, ^afn, paett, BWaambnco-,ii8 aa
no, solteira, Graca; interne.
. CSMb?"*'? *taaeeyo*ir**Sa*ic*
MiriWg des Santos, .ranea, Pemanri|*eoJ
19' anuos, casadVa-tleta; faWa lypviald
G^nawf- o**,,. PettMnMino; i das, Saaa^
AWtHB*i; spainwv -l
Tnarna M-rgeto, da Paaifl lar*., parJa, Pe*
nanvbwo-, ant*H, Saneo Anteato-;
mundo portentoso ciJTl'g.; e nlb s par; esae
jlm como offei'ecer um premio a quem demons
trar, com fados clnicos bem'verificados, qne Mi-
ci'j a applicago do sulfato de quinina na aptj-
ftxia dai febres intermithntes(4a-6nch de febrtj
apresso-meem continuar na farefa de que me
ODerel, p-arar enjonfrar', i tola luz que.esse
colleja nao poda daixar de esur inttiramenfe per-
turbad^ ofifij* effltoe' daftllada ongesto cere-
braf; qqau.3' dellberpe se a eserever os seu? sele
arligos explicativos, $ti*- p1e-sc dizr, foram pira
ellesetepeccados lortaes l
Defette, oquedirseh^a do mathematico. que,
depois de por...longo remp.o ser tilo e havida por
moit. uatit astroaoow,, Wnj. com tild ter
taires, consiiluvos da febre,amareila,.
. B nots-se que L. C-Rjcna, que .uma notaJbl-
Uiade pa.scieq:ia, pensa justamente com Wolez,
aando Wntlde>'a a paijjra mi'nnfdearnn-'JI
ojnsulcrTa auius de hiver B sigaiffa'fSo rtfenos ampia ; isto como expresso
que abrauge uma rnu!liplici4ade de causas deseo-
ri!i--'ilasprJveuieinede.foeos, de infeego.
Pera qe- a d"a de especificid >de do sulfato de
aaipiUJ ;>hi desapparece, pjr falla de conhecimen-
lo certo da natu/eza da causa elBcionle da febre
amareila.
M'is, sgdirei alhd L. Ch'. (ocfia no mencionado
diccionario de medicina. Uiz,elie; f .......les
rilarais de l'interieur des terrea donnenl lln des
i. Ivres intermitientes, tandis que lea matis de
Dard do la mer et les p >rl* mal cur donnenl
nais.-ance li'fivre jiune. Asmares do int--
rior das ierras das lugar s febres intermitientes,,
en quinto que as mares das bordas do mareos
'partos, rail saneados produzem a febre ama-
relia.
llavera alii q'esse tixto dispei^ao qae mo seja
contraria? .Vo cerlamente. Porque bem se com-
prebopde que asomaros, que penetrara as Ierras
somonte iercadas de vegetaes, que destes recebem
certos principias para novas combinacoes, nao po-
de;n d*r os mesmos resultados raorbidts que as
mares as beiras d mar, onde abundara as.oster-
TOeiraa, materias animaos' em decomposico ;
onde, lia ancora louros, e a acro do sol muito
mais intensa ; un le emGm dio-se Umbjm as con
di63i qne Boocbut reuaindo as cbaraoucau
sai miasmaticas-propriamenle ditas.
U tem, p>r ventura, poder considerar damesma
naunza, e de elfeilos idntico, e como cenlros
de uma menmi infecjao, um pantano, par ejem-
plo, formado puramente d agita doce, sobretrra?
rfie e-tq |> nge da iufluencia das mares, cercado
'tffe> vegetis, ou debaixo da aecio de am sol ar-
dente ca fora inteiramente da accao solar, coroo
.succede as matas virgeus; e sua autro foco fbr-
'mado ou ie agbas es'.agnada-, de mi-tora com
rdaterias animaos co.no dars uo fundo. ds na
viOsou de maros tjue peneaam os-mangues e
ahi depoilam e*terqueiras de loda sotle. sob a
'aeco coalioua de um sol araeuto etc.?.......
ro prlmelro caso esao'todos os germens pro
ductores dai febres intermitentes- propriasnenie.
'ditas; no segundo, todos oa elemento necesiaros
para produztrem Jebres de nasurezas diversas
deseriSrt ingurn antro oppormte, fixo Oa Temili-ntes, typnjies do paior carcter, ataxicas
Pule, algum cabcRndo ou satellele da Ierra o wr/tvels. O qie beraseroaiprepnde, pela idea
ao meao ranstrado pro/andos coahedmentjs a\ *
coimogratjfii, em om betTo da, j successo d;
paatf nroTtundvescrejesse nm artigo e o'estam
mi-'.- tH*t l*n n*!^ *W2. n ^r.f*>....
pas*"na iraz-na rrlai'fla tfo pate, ebn a eguiute
tirldi: Cnlleg.it, e no.pr^isj mils viwr do
(fnho da vpera r la stoiu rico. Ci'nca'ndo m3 >
do leJescopiu, isto di xafiocini, pude descobrir Rh. Rocba
~ qae ercario e Venusnai) siraMenj rWa, do
fm
e d muias causas.Bslranlus desooaheai*
delra causa
i, samo 'Antao-'; pthysica#l-
muuumental ofcril.- ua rn-ataV. o, **-/' r7
matriz, nm) das mais imprtante* do aftAare*''1 Msrfwtn HeiaBda-da Cnoeaieio, preta. Peruana
provincia, q^C ras drferf dfl8e*-e*.dciWa; 'tapo. 45 apnos, viuva, Boa-Vut irrlw.
que accommelteram a vilfa de Garaanen,, m g^ Mart,, fcrtnea, ter*atftrjeo, Maes, &&*,
ani se di-tmgnh per seo zefis* eandad AWe*; amitos. ^^ ,4
wrtm de se dedicar aa miaieterin msa fnme-fn. omo stiples MeeMoto e astnijr1 *fee*s afl SaaceT f* '
:da boje ciiad de CaruarU, afta bfeol rrierecido i -t
Jdos eus carados f superiores pel-i ativilade.
* rano qiw yerda-
!lfr**Wi TOco de
.. bordas do mar e uma lempera-
verdaae.ro-; o movlmento regular, qae se chama Wra elevada -^laJ.ft'jhHft da--*aUI|B|JP}'i
.dinrao prodnt a constante e perpetua vicissitode Rl, upendani, {i *\W). comneiit.se faitil
te. Galegas, oseas aeioobertae' sao- ? ron ne voiejdmitp'iralire at* mafiie d'is
q*s"^Ar# r^i&ir' aHh 'tes^irloV lA a'jilf;
lamljin nao admissivel que sejam effiavios palu-
ttoi9s rstfsos ua dita febre ama relia. E ilo aeres-
cenia ele :se o germen palu loso fosse eausa
dViebre anwella, esta nio deveria apparrear,
coaio tem appare.:id em uta *<*- numer.i U4a*
gam, onde ni ha pantanos, c j no siicel- ero
8eniiuJesT rr\ 1TTfT/\ rTmT i f
! Ao queaAsaenUA'11
res cercitrorift nftC HP.SrcnTpeTai'flinrUeano
:Allintiro, aiN. E das AitiUia^, sepralas ans
is oulro por- rtttmm <**tcM ^^ mm a^-
ns qaeqle,.as planices nrtiis, salubres e sem
oantaoos-; fato este degrode valor coulra os
3u" v n no germen paludoso a eausa e-peetin*
a febre t*t*ek* ; -poree ah rema ewa feba
at cora fr-*|nencia- e latenidtde. ao-tand nun-
ca itpaa-vaeiae na lontas^ rfi(p%otn< ,o o 9rie,
ande ale n ti innU^inieosa ea.*e,.eiHMMn vastas
al if a-Ji-;.s e e:nanaQoes, quM-prxenaeat iiu.th lahae
iot-rmittente.
6nm 'no* exolicar tu lo- wM **abra medio
IV. A lao? El tanate mt. fcnto nlnWia*nsiBt-er v
do por Joh Witton- d uivramaaeole'atoareear
a ^nr amareila eoraa^iorpor arnte le m- > lan-
Bstados-Uaidos, principiar serpre a i asna aW
f.d>:a amareila ooi portos, longo de asq^es, oda
nao lia nem pantttans, ene* lannann nsiaieianra
dfa>:opiif.v) de materia* vegtiaas *d* eepecas-ai-
guma f.-....-.............,...i... l'erd.-r de tata as raemenpiles d- hiatona de-
uma sciencia, perder de vista parte da metro*
scieaeia ; porque historia, na i aoaKfa .w oa-
los-e virgula-da saeaciaaaeas.Mhaabqacapeona
Ihe possa sereir*'de algum ornat--. A hrsknia -o
aleo da seiencia ; mas uea alalo ttoe- faz parte
de *aa-ese*eift a natarezau, K quesido -* argu-
meou com a historia aa-i ipiIden -exelaer-na
o raciocinio, que por ventura torna-se indispeatUnr
vel ni escottii relacao do faalea eapilaas. iPoi
o qne nao fez o Dr. Aaasmn naan <>n lio ra-*a-
iio irabailn sobre o sulfilo c ajn**iae na tebre
aniar-.lla. qw p4e b.a almiar. praaaatia con o
apiottmtado paiioia do teceia ujainin nnnj* o
Dr. Sarmentar pai. contra-a jmtmjm iea*ee ,
d Paculdade de Medicina da Baha I Ambo jen*
rentes mhsmis^eroaie* embo*. Naa oaxanairg-
ve.-ear a sowncia : tau de-?* d*er vpti*im.
A historia da -febre awaeaila, dend* sea aflpare*
ciiaeato al hoja, tem a*do rrarima r~ r-rijT .
lar om faeto de -ji- ji lit niin^)initejinni*r*i m-
sisto: a de nanea lar laarantaa*>enMaa*wto a
-+xt mnamlta, oadn leaii-eaongr* eaawnW a* (ai-
nado- ae febres mteam^lanaaa.fc Ose I* n* WM
da febre asaaieMa feaMnlal>ncaaks aaAndeaBs,
esias, qee sa nnini- -
aiittenies em toda parte onde rminuannan frhn i in-
lermiltentes, dando-se a cireumstancia de uw~e>-
lor inieusev deeria- ppa'*niaere>-.aaa**Ka.
B e ti febre deveri, partan, ba*V*tiu> alea
de 48 graos do lalHan>, a n i -palia s*a4 a .
imide 4 000 metro cima do oivwl *a n o*da-
frequputeuMitoreiaam,slljr*in|ermittenle; enW
lmenle em Cadix, Ptda nlliaei Mexioe. Bereelee, Gaoraltar, Bra*d> OU'
tras regioea abao de-48 grao delatitade.
K.U deveria ten anpeieoide, desda o tempe de
HyB-)cral, Celso e Galea> al Mertoar T. ni, *B*i-
ruogierem Bresse, Brenne, So4a#ie.. lncaBa,
Bn, Londres, eem quasi leda a- rvaseV.S pai-
zes e i-.id.iil -, onde ha fraque alean* Cabrea iu-
krmitteates perniciosa uouao; a onde existe ca-
lor basianiu no verae par da de*aan>lH*enio-
as emanacove productora* deesas febres,1
Ver-lade qne raros observadores era co|o nu-
mero se adia-Chervin a com este mlico ao ex-
clusivameaie Souty, lea>eoiijaoluraa>,aaae naa
susteolado eon aesaaw de grande eoaviecao. .
ter a febre amareila por- oaasa o- per moa produc-
tor das febres inieruiitleoles. Mas grpunto eu ?
Bai que ponto da -ciencia deaxar do aiaweniar-
se um-eu-ouieo aberv.ler,8UsaeaUndo>aia4aqui
sem pro vas irrecueaveis. o e mirado da que ten-
observado a sustentado a lolaliitde do meslre
da niewna scienci ?
Entretanto qne Dalroulau, em uv.a (bese que
susieotou oto Pariz, raostron, oa daixar du-
v:Ja, e com facaos observados aa liailuiea
que a febre amare!l appareca em lugarea mnilo
remlo des paizos pantanosos ; sen lo que ei*
um trabalbo que ltimamente apreseniou naque!-
la capital do Fr-nea, levou elle evidencia a
diversid.ide das oauus da febre aeiare'la e das
inter.Bilteoles, sera comtudo metter-se a penetrar
o segredo da e-psoifteidade de neobuma dellas.
il [Omos agora o que diua Lora, grefessar
la faculdade da medicina de Par, acerca da
causa da f.-bre amareila :
< Confoadre la lievre jaune aven le* flevres pa-
lustres, c'est ignorer Irs dtffrencei radiulesi. ( v
aocoHega Dr. Aquiao) qni sepweal ce daux es-
pecies de maladies. Dans un parallele saiai*-
.-ant, le docteor Cormillinc, auteor d'a libre aur
la fievre jaune observen la atarliaiiue eoi loi,
{ftades sur la fierre jaune d la Uarttniute eV
18%9 neus ) moatre que le flvros pa.u4e*aaa
soat consunies, permanentes, tandis que ia- ivre
jaund cesse et sn moolre bru-quemeot, que les
geos ai teams de vre paludaeno, transportis-
loin du pays manecageox, ne formeat pn< u i oeo-
tre-d'iu -eiior.s, el na devieoaent pa f-ver d'pjr-
dc ni-i. tandfs qu'il en esl tout autremeui pour U
fierre jaune....... Elle n*a-mn-
ir qu uue l o rbez -i mine individu. fl u'ea-
pas \4 os des avres paludame;, d n'y a pan,
ponr le.-lkvres paludennes comm'e pnur les IJ.vre
jauues, et-tie especie de aciimatemeoi. qua laulie
des mod-flcations qne cetle dernire affeeiia* ail
puns ai':onomie twut entira. (Guido au-medi-
" i 80-O81.)
tres pontos sobre>aeai nessa noU-
primeiro o juio do proprie L*-
raib acercada questao verteuie, ae pealo-de d-
cu'aiiJir a eiard amareila- com aa abws
sdlk e. cpasegulntemanie, a urre-tl coflaea'd? np'rd'aas msaeon-nt
ceotroto u*cro. O sy^tema de Piolemo' r 'FfeegSo sobre as
iodo
i a prorqgacHo do privilegio reclama* e
o CoTomerciaf ro^st.-ana grandes incoo
porei.
Costra
AmocMca
venientes qae d'elle resuUajrjm. E viftnqo.disso
o gorerno imperiaj nSo conceden a jrorogar;3o,Ido
manas dous v.ijprs, qne se tinOTro epoqrameo-
ufo Joram efTctivamente empregafos do arvico
des rabdaa< "
dos rebdfe*.
Sena imltH dizenHos, q(W o lllirs|f<4'llr?ildd vi
rario de OranhUris Anba-grand numer'n'a aml
fue dedicados, q-ie hoje rep**iaa9 dtt 'tjiiU pro
onda tri-tea cirpem i uefiei* eterna d-iii
listlnato sacerdote. A'4 qtl por algnJ anoos
tomos sea e>tJlar, ede ptriipoiemas apreciar
seifs m fecltrientos cen e3tan lnria, que ja^t'i delsamoi coratribBl'i; 4ue
ai; a eompanote^ilpnl au> sadedleav ao rvicodagrej; eqaanJ'
pregar nn aemie }dio foi inisler sacriflcar a jirpria existencia or
tafioiiaMc.,,aan< prpl da cansd da fdert, naofl^Hoo, rmpetBi' ",
in1tiosrf()rH8, perigos prttatjaTes daiiigrti CVllaHM
Ojinhas; e eu vos aooaselhafO" as *igi
.iidiis- pela raoieeinw e nio pela raima I.....
AtfrBMV vau a Pars anresenur Academia de
scienoher aa mmtiai NfUeaSai, lavando cimigD
Santo premio isra quem demonstrar cora ratn
ur fuads-iBnHada que 40 mfmda-ea le;*
jijntnpeH oa-cqrpos mamaos ai-aantrafeero- on me-
no r-w,- ** raatf 4ifecut4.ima,- aamana no mi* i
ty do quadrado das distancias, ** nao e-il
ia.mim muito dem-rastrado I j., ...........
O' (Jnq.sa ajo dira d. s'erelbsmio atron
tbit Qdeiaftt'rlrajustofazar-sB de.tal m.tbe-
m<<:co T Q de*lrjde3astamente credoi* o meu ad-
Ihjbi o Dr. Aqnfnn, rom sua dscaberta de lirtar
r iier .^'^dir a fcUr,e- amareila
t^n9,ajBWTj,t!8*sejn: o ijub* e ubi w e a^ie _h. T.iteriiuiieatea ou pa lodosas ignorar as danVcou-
gas radicaos que separam essas duas ejpcie da
molestias; o seeuno a fonja da nanee aorese*-
tadas por iruiiiiac, com o lim de pcavar, o/ia a
f-bre amareila nao d-- oatureaa paia-]ee*
Kuia i rsumom se tasa basesg;o* prepala cb-
ervaogo do autor,; ua dem^peiracAa dn que .
febro.- nlermiitenlei sao ooneantes e par-utaoen-1
les* em quanto >toe a febre .amaaella>aei*sa a a*
moslra Imi- :a;n-"-nte eni que as pe*i*a accim-
inettidas de f-bres*inier(Lit(ea|es anda rjara
longa d j paizes pantanosos, nao furmaia em coa-
tro de infac^-i e Bao tornara- fiando cert. que na tabre a<*araa> aurara '
succele; que a febre amareila nao ancemjtifHe,
voae* o mesmo ioJiviJuo,e aa seaea a
o mesmo snge;to tantas vizea qganta* aa
zer ello s inesmas causas.; que n U4m.
?(B^CXORlAi, t dcvilfilop. quinfas aio/vf amarell*. e dais
BO ii*$a(, 08 Z dj^haio. 'widuuda aftrcji a\*er ou nSb este uUlm agen*
NJo satisfeita a rerJacfiSo '\&Ubr gemea da febre amaiHa, oaaeidas atabas da wa-
evernps pagar *uis emfnent
,_fB*da pe>ames i sua fa
'#igo oproteejor deseado, e a
mus dlgms e re'peiuvel dflnpa^b
^STITUTO AGBJCOLA.-Ro ffra
elerigo
^Hb'lfry
o* afufas virolentos, ejo- j* hara poWc oerlaines localiifsb setiottvent en apparence rea-
nitS 11-s mimes' conditions lnslubrit qwedar.s
ee heux o elle est endemia** ?. E, utretanlo,
oomj- que se no vd apyartCer a"febre amareila
.om certas localidades era que >s dito era aparead*
runtda d raei-nas coadtcile dfl' nsalotridade'
pi taero semllfiairt-1 as qcm *e observara rt03 lajia
aiouje ella.eaderaica?
i Com* eFeito se a causa da fbre ararella' i-ftn-
tic rs febres interrailteHtes, isto se o oer-
iuan paladiso, como di o Dr.. Aqnim, f IssB
delia a' en o-a'especifica, segofr-se-hla nwo'saria
rteme o seguate :t-que onde''iliouvess febre in
Urtitieute deveri existir febre esmareia 1 Mas
fl que se. nao tem observado. A febre ama
reila *^u-jpparoco em toda a parte otjda. dao--e
Stilid>s as. rnesatts. cbnjc.de; da Bsaiabridide
r o appareeiraento s^ brea i*ierrnitlt>nie.=.
I>igo,_afeai fos conJlcBs aDrentel a; h e,er>
nn
o carrea-
i' 7 11 *v'"*"'>''jua.ao ora i* oo corren-,
teiieteJugar, ajeuolao ananclada di flire:lorla;
to da eectla agrcola.
T-r '"" Eit o oque Cdmprn dizer-rtta* V4 eolega:
escrevendu o artigo a que aos referiams fr v^^,< vTWtf**** qa^ gems/epor ssre
e que benaerceea ^enoArmaeSa *air>Tn. b3,rfa' l^"a*,9P,i Jb tis* eMo de premio-,
mwi halai '' .' S^ fww-p^a r//tt*fci, escobertaa sobre os effeifos de .
ift-finf itiid'il 4 n,,arr> i'i,k 5?lff e e t*0,a W europea* de seu reQ|- dWoeftwfdo na ENiip lau-tra
!ao qat nar a quem oo celebre org2-> taqne ma possa esmajar-com a faciiida-Jef xMf
tMif'ali repebcaao e)a se publw*- neiU, C*4eJa, ""J l' oaga/a feranle^ Megira, a na eru-f" Se a f!ftre aTwrelfa refra w rmrflfiosi tjMsVl}
rujas irls va *nde etobtg'es **m um fkV6 mr) ** .coaemBa*> obedecer i Ory;lba. das cosas da frica, onde xUe Urq M abrasador
jvm wnf ErMretaot,jrej eu.iior ca demonstrando une r------
aaecida^e qne nao Sigo. qoS^ti d eoncorrer
tiara seu desedvolvimeo--.atutrra cunsa Jfta de
oVasoanhi-cidu e esseaciaiqji'i.v^n.asorstat cau-,
sa rsvtrtfltn. J?e*edque o racfocfira* qpe uri
eaiier escapado a- mn medico velbo, e -me s^
gente d^ftef**";
. T,l'f\!(V
J&P& paraKSame \Z^t)?!2*!**^ nenos lo,Wv.
f-fX>pnedadaofferee!B. pti o^MaB' ^"aAi, o*in*1e*m njnw&. fiit^m SL,CtsZ^Z&tftV?"''* A **" P0"*> mar
MsrHftO t
^ire eu.iior i
^^Hff,l
mou|traQd-> ciqe-
rbaietot; que a ter
' f, "- rkA M ,.n,,*n;-., .. ","'I'''"J.|,Il0irl5:rT?*''" ''?* r,r r eqaeD-ia,;u3dnj||e m oiiir-> ia>bs*'q^es't!o;j'dioioa de,Pars. ocetipaBdo-se ra uta trnilnl
JrJ:*^? lWe/.Q' *5*Mroflntt0: Sa,^Mj?!ffi_%^'*1Wl* fclantr>daqaellas^ondi!o3sViV^,<^ffie.0 8of$|hn^ mien&,V tojqq 1--^TtuUt^RS^
e quasi co olao(e4 ni cei^raept^oaj A mesma
f eqniD-.-ia.-^ua daige m outt ilW9* W esiaV
r vermefi^r^'0^1''''?'
nrw eoDnfoes ies % C mltteutes a aclira.ico ni* serve da.
va|ivc>, como succeile oa febre am
, Pois possivel que ama mema
prodaza tao diversos e varladiTn (Si
as impretsbes' morbdaff;chanudaj
e ofertca ^s vfsrajr dos mls atiento
doos quadrps tao dilfereajos. cjgjio
ng*mplo,. oTlereorm, o rioeri i
ftU acido arsenioso ?
E' possivel .que o rr.csrpo gem*y
Dr. AjniH, levado ao rgamsaffc^
para mais mnica, serse vi^inu
ora nao preserve, e hegae a uiani-.
lo diversas n as das,orilra, conw
daitvf E'anda possivel que a
b poder de Impedir a iCyao da
hida; e po ten ha o pirner de in
ne-ma causa mrbida f I I 11...
Tambero flriml', profcasor da facajlaafejjnlrrj^-
ira W tVnJi adhiIii-ihiIa b. b_> 1 A an *'
_. atnarelfa, s Cbarviit, eonsrddr*t' a febra a
eaiurer que as febres internAttootas Dere t
cons^wa* a,febre marfil* coma um arte man'.
P HEIVUR ENCONTRADO
r





de Fernmimco Shbbado 3 'de Junho d 1811.
alevado doj accidentes, que
podara produzir ? Siu que[
Com tudo, as razoes que di
ana opiniao nao sao de mod i
n rudo qaanto diise elle _
simples asierres do que prol.
Pelo que teabo estudado subre a fjbre amrella,
SOto*?***' J**** mmMUo aa Cebra
Wnillftnjfl e na febre.anjarelU dentidae algu-
fcGamo mesmo analoga as lesoea cadavricas
*y4fmtijmk. Assim a quinina, tto a/jicaa
V** **** jwwrfi'caB, /u/Ao fiMAi K/p/
W *!Nl !*/'*; MU fab reiaa mullas, ve-
a uo paius paludosos, averiguado est que pelo
menos sua hteusidade e sua irequoncia nao eslo
ii> cua*Uole cora a insalubridada do lu-
(uaoto fue o contrario se observa as
1*8 aooewos etc.
teodo-se pruouQci.nl
historia di causa
Ha ffo.n o seguate texto
que la cause intime du
est pas encor parb
se est provado quu
L -m Mu polacaJaespaahola Venttrita, par.
iar*u : E. A. Burle 4 C. 171 ea
> kilos da algodaoi*
tado autor,
d i febra..
done a4-
'Amriqm
u.
a causa da abre
J#]4aaiasmauaiureijue aaTfebresinter-
tea, s oi)r. Aquino basaou sea novo me
de tratamento (tratamento, cuja base essa
\a da qua punco cima traU Grisoile, mas
oehega msM ser invencio sito) na hvpolhj-
w eUra amaro U, de nsiureaa paludosa,
ueocia lgica, necesaria que seu ra-
la foi urna cliiiaera, dessas qua appireceu)
u Aocessoa fcbris da uuia coogasto cerebral.
Bati releve o collega, que acerca de sen novo
tratamento, fundad) no tal raciocinio em vez de
ratinalbe appliqo^ o.auj^yespeito de um cer-.'
iu.t (tiAiain os critico-' de seo. temi.
pas si mquvait que ion dil; s'il n'csl
ceux qui en premun, il est bon pour
rilurjt, i
Dt, Carolina Francisco de Lima Santos
(Continuar- se-na).
;cellon par
cas con i
NjbiaJ# nglex Wieth of.lheWng p
Liverpool carrea mi : Joans! ,u P.er saaees coa~0,0#fckilos de as.-twar mascavado.

Mera a> dia
4* dia ^.. .
Jo
l:753/50
T656J3*
RECBBED011M DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
laadimaato da.dia 1 ., 90*1900;
eod ment de dia i
dem do dia,, 2
PROVINCIAL.
4:5511412
WAi IECI1
la 4nta/Casa
....
------------ i i i i i,, i ...
Pifl$'AMB,UQO DO MEZ
3:917*530
TABELLA DO RENDIMENTO DA ALFAiNDEfiA DE PERKAIffiQO DO ME? DE MAIO DO
CORRENTE ANNO FIN ArtCEIRQ, COMPARADO COM O DEIGAKS MEZS DOS DUS
Al"l*iU*3 l 1-1 l.'I'ls.
ImportocSo
Montepo portugiiez.
B*a pbihnlropc* a humanitaria astociacao de
satoerro* mutuas, dirigida por urna directora que,
BcrojNilaaa na appliccao das teadas da socieda-'
aSTUJiaticeira, na soluto de varias prttenc^e* dos
aaa*$id,u* iadigaiUe, vaj du^ia, para dia tvuiaudu
iBafaneolo lis;>ogeiro, iof acole p mlnartf^rf Ji*4y co pao?Oas pensaes,
PfW*' euwiu, prtao, ou impossoililado do ira-
4Wa/, izando o. Enterro decente aos que nao
jj^afAj oieios para esse acto uuebre, snlTra-
gando i!. Sua accao benenca vai raais adan-
Hk#Pitpit) e a vjuva (cura quera alias despende
a maigr partLde.aiBa rendaj cura cujo esposo a
aaria-ibe foi a4ver!-a o qaal lega apeuas um nome
benrado, qeata u'.iksnaa associaf^a 'eidpnlra o
balsamo 3a cobsolfSo. Ouanio sa6 Mimes os
euR los m.V.rff*
Aiada man, faz ccudozir i patria (aos centros
dtsu e outraprovincia do imperio) aquella
qlanrsiflaancs bcutlatios acnslbam-a mu-
duisa dd> ^e|, \%k>IA<#oiraf akada que
QetoujfjrtUQiu pertleraio ; a ao cb^garem ao lar
Pnlwco, Co dore momenD de abracar a familia,
aa~#aia 01 plfco a coB, bemdizendo a hora era
ase |eiU se iuscreveu, a dando mil grabas ao
AQiasimo, re^audo-Ihe qua lauce sua ben;3o
aqqefles que, d e5rsJo, e movidos pej>s3mo e
**Rti*\f amor da patria, coqcorrem para (anda
UA,enejaraiuage 4'ella) sustentar esta sania e
4i4Ha% arca da caw4a4e, verdadeiro balsa(no de
c*asqic>o i, \ohu daevalido orliao cJviuva
indigente. f f
(jem poderi prever o dia em que o vento irado
tm jk laatos os soacorro que um prestado e
cqnlaa diariameme a prestar, qua parece iiupos
siral .que baja um Purtuguez nesta cidade em cuj >
oaaafl'o puaie o sentimento de cari dada ao pro-
ximj e o entbusiasmo do palriotisino que deiie de
o/sodo, concorrejtdj) cora a dirai-
ftteitos de consumo......................
Dito de augmento 4o 40 "/..............
itode dito de. 30 V......:...............;
Ditos adicioaaes de 5 /,.................
Expediente de 5 % dos gneros vres de di-
reltos de eonsurao.....................
Armazenagem...........................
DespucJw murimo
Anoorageiu.............................
Exportacoo
Direitos de 15 % Jo p;io brasil.............
Ditos de 9 /o de exportarlo...............
Ditos de i i/i a/, ama....................
Ditos de i 1/2 % do ouro om barra.......
Ditos de i o/ d0S diamantes...............
Expediente das capatazias................
Interior
Renda da typographia nacional............
! proporcional por verba......
Uso......................
adhesivo..................
aanolumentos...........................
Imposto de transmisso de propriedade, asa
' do 5 V? da venda de. embarcacao...
SA
P0UI 3 horas da tarda, toro a> aer arreawiaos
aqaaoamaii vantagios o/rewcaf. pfU^ppoda
u2SE,,*mi*- 103:Sll9ai
Ter
Dito de I % d arremataeao de beris movis.
Extraordinaria
Receta e eventual.......................
Depsitos
Depsitos de diversas origens.............
Dizimo da provincia das Alagas..........
Dito da provincia da Paralaba............
Dito da provincia do Rio Grande do Norte.
Gontribuicao para casa dacaxidade.........

8741361
477100
61090
64*1314.
mmkim
i
4:1791660
MI
J:52U440,
170:669*885
W
Alfandegade Pernambuco, I dejunhode 1871.
7:aOl804
5351906
4:2861715
6:31*1924
891776
l:70il94
730:093o7
9351244
I1JD;3J7*83
37:0871247
8:8201811
9:8981654
2312I
'____
1,177:3321104
8291110
951000
B
5412PO
744600
1:0341096
BSTABELEGIMENTOSlDB gari^ade,
as terrean. Y* ***. ,8340OO
Sobrado, 1. andarjj T
dem 3.* andar id^P^^tf
dem n. 18 i>*tf<\KVffi*i\i-t ..
''"."' *l 'Ra do Araorim.
Sobrado de 2 aadates'n. -26 .
ti- do Pilar.
Casa terrea d. 73 ; .
'_'_ Roa da Slaria.
.eeUo-do Afcrea.
Sobrado de i.andtfae **%.-*v .
Ra do Uoai Fim em Oliuda.
Sdrad 4a3
Caaa ti
IMOtyJO DOS OBPQAOS.
Raado Crespo:
anda} n.* *ll.
do {Bario la Boa-Vi*ti.
58. ^5 f -i
Becw dasTloiaj.
WpradlWVandaarn. 2t
736:4061046
35:782*578
7*4:469ID6
nul*WM^|y|^ nr% aag^i de entrada
Coatluiado nio podemos deixar de reconhecer
a dedicae^o com que o itlnsire presidente da di-
rectora, o Illm. Sr. Gregorio Paes do Amaral e o
iccatsavel th^sbureiro, o Sr. Joaqun) Manoet Fer-
reira.de Souza, toetu exercido os lugares para que
foram eleitos.
A actividade com que leera estes disliqctos ea-
valbeiros engajado pessoal para o quadro social
ptoja evidantemeale o Jjsejo que os team ligado
a prosperidade de-ia santa atea de caridade, aQra
de que ella coatinue a marchar imponente, como
se tora mostrado1 pna os seus magnnimos Qns.
Couiiouera, perianto, na santa e louvavel cruza-
da, que se dadicaram, que a sociedade Ihes cha-
mar bemfeito res.
iiYores mrito.
Ficuips admirados e so'rprenJidos de ver a
mantira desvelada pela qual urna das professoras
de instruegio primaria da freguezia de S. Jo.-
de;ta cidade, no dia 31 de maio prximo Ando
conduzia para a igreja de Nossa Senhora da Pe-
nh mais de 60 meninas, suas alumna:, todas
amfur.nis.iia-, que all iam assislir ao santo sa-
crificio da raiss?, que, por cooperado das mes
mas f ii celebrada com msica.
Quando o empregdo publico procura cumprir
seo* devtres, tornase digao de louvor; mas,
q'ando se esforja a poni de parecer querer ex-
eed-lo, toma-sa diga) do admiracao ; deixa en-
iao o carcter de empregdo publico, e torna-se
um er.le talhado por Deus para modello.
Consta-nos que a professora de que fallamos,
por meio do ensiuo religioso conJuzira. ella pro-
pria a mais de vate de suas alumnas conQsso,
tendo a satisfaej de as ver recebar o Cjrdeiro
mmaculado.
Continu a Sra. professora jio seu intento, que
mthlo Ihe tora de dever a sociedade raligiusa, e
sobretodo os pas da familia que condaram suas
fllhas de lao digua preceptora.
Accenda, Sra. professora, nos coragdes dessas
joveas, o sentimento da religiih, que talvcz sera
seus cuidados ficassem ocultos como a faisca na
pedra ; e se seu destello nao fr apreciado pelos
homens, nao daixar de ser recompensado por
Deus.
Reeife, 1 do juoho de 1871.
Um mofador da ry,a de Santa Rita.
COMMERCIQ.
THE ALLIANGE 13RITISH FOREIGN.
Life and Fire Assnrance Company estabelecida
m I8!i. Capital 5,000,000
Os agentes desla corapanhia tomara seguros
contra fogo sobre predios, geoeros e fazeadas e
pagam aqu prejuizos debidamente provados.
Rabe Schmettau & G
Corpo Santo a. 15.
ALFANDEGA
ftandimauto do dia i .
la i*. do dia 2.....
41:169129
3I:25'61126
72:4251395
HoTluseata da alfaadega
.*
Voinuies entrados com azendas
com gneros
Voiutnas satiidos com fazendas
com genero?.
87
841
-----928
147
233
------380
.: i
Dascarrcgam boie 3 de junho.
Patacho araericanoG(i6iataboalos
' Barca inglezaHermwnemercadorias.
Birca in. Barca portuguezaCoreavarios gneros.
Lugar inglezUnionvaros gneros.
Ongue inglezWiW Wuvecanos de barro.
Despachos de exportaedo no dia 1" de
junho
-m Na barca ingleza Zennia, para Cronstad car
Tegaram Keller 4 C. 153 saccas com 10,759
kilos de algodo.
No vapor inglet Crtsolite, para Liverpool
carregaram : Keller A C. 57 saccas com 4,633
kilos de afgoiao ;'E. A. da Costa 1O0 sjeas com
7,390 kilos de dito.
Na barca frcceza Gironde, oara o Havre
carreaaram : Tisset frrs & C 638 saccas om
49,933 k.hs da algodw. >
Ni barca fraoceza Grannelle, para o Hivre
carreaara;n : Tisset frers 4 C. 255 saccas com
19,686 kilos de argodio.
Na sumaca hespanhola D. H., para Barcelb
oa carregoa : P. M. JTaury 137 saccas cora 10,409
kilos de aigodlr
Servlndp de chefe da seceao,
Anielmo Jost Pinta de Sonza.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia 2
Bahiai das, barca fra aceza Colejny de 200 to-
neladas, capillo Baltbasar, equipagem 12 em
lastro, a Tisset Freres. -
Nato sahido na mesmo dia
LisboaBngue portugoez Laia /, apUo Fran-
cisco Antonio Vieira, carga assocar e algodio.
EDITEST
O Dr. Sebastio do Reg Barros de Lacerda juiz
de dlreito especial do comraercio desta cidade
do Reeife de Pernambueo por S. M. Imperial
que Deus guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem,
que por parte de Juao Manas de Barros, me foi
dirigida a pellcaa do theor seguate :
Illm. Sr. Dr. juiz de direito do comraercio.Diz
Joao Martina de Barros, eomraar:ianto desta pra-
Si, que a firma de Silva 4 Oiiveira, em liquidacao
eve-lhe 4 lettras na importancia total de.......
4:1801185 rs., principal, alm dos juros estipula-
dos aellas decorridos desde o seu vencimeato, ca-
jas lettras e seas veaelmentos constara da relajo
inclusa. E porque nao lenham sido pagas e apro-
xima-so a poca de sua prescripcao quer o sup-
plicanle em resalva da seus direitos, interromper
a prescripcao das mesmas por mel de protesto
como electivamente protesto contra a mesma
prt seriprao nos termos do arl. 453 do coligo do
comraercio
Assim edito para fira, requer Y. S. dignse
mandar reduzlr a termo seu protesto, sendo;o mas-
rao mimado aos supplicados por mole de eolitos
vistostarem ausentes e em logar ignorado o que
provar marcando Y. S. para isso dia e hora.
Pede a V. S. deferimento e receber merc. -
Caitello Ortico.
Na qual dei o seguinte despacho : Destribuida
lome-se por termo o protesto e-justiflque-se a au-
sencia dos supplicadon. Reeife 23 de mato de 1871.
Barros de Larerda.
~ Era virtude do qual fora a mesma peticao des-
tribuida do escrivao deste juizo Manoel Mara feo*
dnguea do Nasciinento. Depois se va a relami
das lettras da forma sejuiote :Relago das let-
tras que devera Silva 4 Oiiveira.
1 lettra da importancia de 9251450 rs., aceita
em 10 de juoho de 1857, a 3 mezes da praso, e
vencida era 10 de outubro de 1867.
1 dita de 1:0611478 rs., aceita em 17 do agosto
da 1867, 2 mezes da praso, vencida em 17 de ou-
tubro de 1867.
1 dita de 1:0611578 rs., acceila em 17 de agos-
to de 1867, a 3 mezss de praso, vencida a 17 de
oovembro de 1867.
1 dita da importancia de 1 0611369 rs., aceita
em 17 de agosto de 1867, a 4 mezes da praso ven-
cida em 17 de dezembro de 1867.
Eslava sellada com o sello de eitampilha de.200
rs. Reeife, 20 de maio de 1871, Joao Marios de
Barros. Depois se via o termo da protesto do
theor seguinte:
Termo da protesto. Aos 24 de miio de 1871
em meu cartorio appreceu o supplicante por seu
bastante procurador o solicitador loao Caetauo de
Abreu, e disse perante mim e as leslemunhas in-
fra assigoadas que reduzia a protesto o coaleado
da sua peticao retro, a qual cfferecia como parte
do preseuta que Oca seado e de como assim o
disse e protestou lancei este termo no qjal depois
de lido se nrraou com as dilas testemuobas : eu
Manoel Mara Rodrigues do Nascimento escrivao o
escrevi.Joao Caetano de Abreu, Bernardiuo. de
Sena Dia?, Manoel Silvino de Barros Falco.
E tendo o supplicante produzldo suas testemu-
nhas,- sellados e preparados os autos subiram a
rainha concluso e nelles dei a sentenc.a seguinte:
Julgo provada a ausencia dos socio* da Arma
suqplicada de que trata a peticao da fls. 2, seja-
Ihe o prote.-to de fls. 5, intimado por editaos com
30 dias de praso, publicados e afiliados na forma
do estylo,'cusas ex-causa. Reeife, 29 de maio de
1871.Sebastio do Reg Barros da Lacerda.
Por for$a desta minha sentenga, o escrivao fez
jassar o presente edilal pe) qual chamo cito e
he! por intimado os supplicados, para que eompa-
recara neste juiz) dentro do dito praso, a lm de
allegaren) o que fr de juslica.
Reeife, 29 da maio de 1871. Eu Manoel Mara
Rodrigues do Nascimento, escrivao, o subscrevi
Reeife, 29 de maio de 1871. '
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
O iospector da alfaidega faz publico, que
precisa contratar para o expeJien'.e da mesma re-
particao, durante o auno flaaneeiro de 1871 a 1872,
prximo futuro, o foraecimeoto coastaate dus ob-
jectos da relaco abaixo, a saber :
Para a guarda-mora.
Lonas, brins, b-.nJeias para signaes de 2 e 3
pannos, oleo de lohaca, tinta preparada a olao,
dita em po, brea, alcalro, verniz, lio de algodo,.
lij lis para iimpar ferragens, piassavas. estopas,
graix,s;bo, cera em'grume,- cadarco estreito,
azarean, taxss de bomba, cabos de difireme-
quaiidades e grossuras, azeite de carrapato e de
coco, laoternas ou pharas, forquetas de ferro,
correntos de diffjcentes grossuras, ferros de dif-
fjreutM taranlDs, raran de 12. 14 e 16 pos e
tou(a de cozinha.
Para o servico da capatazia.
Livros em branco para os arumens, azeite
doce para os gaindastes, tinta rdxo-terra em po,
brochas para pinturas, e verniz de carvo de
pedra.
Para o expediente das seccoes.
Cadernos de papal pautado para extractos de
raappas. papel Hollanda pautado, dito graze pauta-
do, dito l.z >, dito de linho, dito mata-borro. peoaas
de ac, dilas de ave, caetas para pennas, lapis
preto, dito de cor, tinta prala e rdxa para escre-
ver, dita carmina, ar prela o obras, ragoas, ca-
dalsos, caivetes e raspadeitas.
Os preten lentes devero apresentar suas pro-
postas em carias fechadas at o dia 15 do correle
me'..
Alfandega de Peroambaco, 1." de janh) de 1871
Emilio Xavier Sobrtira de Mello.
O Illm. Sr. eooselheiro inspector da tbeson-
raria de fazenda desta provincia manda fazer pu-
blic'.i que existe ma poder do porleiro da metan
para serem vendidos examplares da collecfo da
eis e decisSes do gbveth^ prorhlgadas no afleo'
de 1879peto preeo.de 71300 cada nm exemplar.
Secretaria o> thesourarta de fazenda de Per-
nambujo t de Canto- de 18I.'*
Serviado > ofljcial-mafer, .
Manoel Jos Pinto.
Casa
idem n.
teB-.1 Ra:do Bftgos.
mP^z-
mmr: Rua-do Vltario.
andrtojobraairn. 27 .
diiyjX -r ,
1> drfflWfco. ; r .
nRua do-EacaAaraento.
Sobrada daJ anifies rCii^.-'.
Roa M Sanzala T.lha.
Sobrada% andaras n. 132r^ -.
''?!
.......
Ra do Pilar.
' Roa do Pihf.
ftsa torrea a. 2 JTq .
Jdm a. ItO ,. >IU)
Stft *.* : :." : >m
' Ospretendentes deverlo apreentr noactd*
wremautio-as tu flabeas, oa cemparace*
twmpaatMdos dos respectreor aVitreaw
1 7001000
300X000
3671000
1604000
1514000
3001000
2401000
3501000
1:2001000
7004000
2411000
2064000
gymaastiea
w
Faoiij/j d^ dt) Direito.
De ordem do Eira. Sr Vwe'dlreMr iqo publi-
co que por deliberado da congregaci j tomada em
sessa de 26 do paisaito e approvada pelo Exm.
Sr. president3 da provioeia, terao logar d'ora m
diante as aulas do 3 anno-de 8 as 9 e de 9 as 10
da manha.
Secretaria da Faeoldadc de Direito do Reeife, 2
de junho de 1871.
O secretario,
____________Jos Honorio B. de Mentjn.
DECLARAD
Santa lasa lie Misericordia
do fcerife.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Reeife precisando concertar a predio
que possue o patrimonio de orpos roa d Cruz
u. 11. contraa cora- quera- se queira enerregar
de effactuar ditos oneerrb?, eoncedendo-lhe o ar-
rendaoiento p^r um ceno numero de anuos e me-
diante aluguel commodo.
Os preleadeates devero apresentar snas pro-
postas era cartas fechadas e selladas na sila das
sessoes da junta; pelas 3 horas da tarde do dia P
de junho viadoaro.
Secretaria da Santa Casa da Miserirdia do Re-
eife 27 de maio de 1871.
O Escrivao, f
____ Pedro Rodrigues de Souza
Lasa de
O es
Pedro Radri
1854, o
raastreacj
por Ma
vega
esta-
la
COMPANHJA
BEBRIBE
O caixa iotermo desta compaobia o .Sr.
Gorbiniaoo d'Aqoino Fonsera, acha-se aato-
risado pagar no sea escriptorio ma do
Vigario n. l'J, das 10 boras as 3 da tarde
o 46 dividendo desta compaobia, na pro-
porc3o de 34000 por cada accSo.
Escriptorio da compaobia do Beberibe,
20 de maio de 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Consulado de Portugal
Convidam-se os credores do fallecid) subdilo
portuguez, Jos Damiogues Pereira a apresenta-
rem neste consulado suas contas para serem ve-
riQcadas e pagas.
SANTA GASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE.
A junta administrativa da Santa Casa da Miseri-
cordia do Reeife precisa contratar o fornecimento
dos medicamentos que houverem de consumir a
botica do hospital Pedro Dea enfermarla do asylo
de mendicidade no trimestre de julho setembro
de conformidade com a relaro existente na res-
pectiva secretaria, onde pode ser examinada, para
o que recebe propostas at o dia 15 do correte.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife 2 Je junho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues da Souza.
anta Casa de Misericordia do
Reeife.
A lllma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Reeife precisa contratar o forneti-
raenlo Jos gneros abaixo declarados que tem de
consumir os estabelecimeotos de caridade, os col-
legios de orphio?, e o asylo de mendicidade no
trimestre de iulho a setembro.
Recebe para ss9 prpostas na sala de suas ses-
s5es, pelas 3 horas da tarde do dia 15 do cor-
rente.
Os concorrentes apreseotarlo suas propostas em
cartas fechadas, as quaes devero ter a ordem
estabelecida no presente annuacio :
Alaria kilogr.
Arr 1 do Maranho idem.
Aieite doce litro.'
Azeite de carrapato idem.
Agurdente idem.
Bacaluac kilogr.
Batatas idem.
Cha liyssoa idem.
Cb prelo idem.
Caf em grao idem.
Carne secca jdem.
Ceblas 100.
Farinha de raandioea litro.
Fumo do Rio kilogr.
Feijo mulatinho litro.
Farello sacco.
Gaz lata.
Milho sacco. '
Manteiga Iranceza kilogr.
Sabl) idem. .
Sal litro.
Tapioca idem.
Toucinho kilogr.
Velas de carnauba dem.
Velas stearinas idem.
Vinagre Ittro.
Vinho de Tinto de Lisboa idem.
Vioho branco de Lisboa idern.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 2 dejnnho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza,
*
rinha.
Faz-se publico que a commissao de perito?
axaminanaVlfa forma deterrrmiaVMrtiVegoJamenw
annexo ao decre|p!M.'13r fle 5 de fevereiro de
aapparelbo,
as do va-
ana de na-
jectos em
o vapor navegar, -
o arsenal de marin a do Pernam-
buco 31 de maio de 1871.
'. v inspector,.
Francisco Romano Bippte da Silva
frrela gera,
elacao das cartas registradas, procedentes
da sol e norte do imperio, existentes na
repartido do correio1 destr crdade. **!
Anna Eugenia de tJartfoga/'AfcBt^inarwicia de
Almeida e Sil*, Antonio Cypriaao *a Wa Fra
goso, Braz Bernardiuo de Loureiro Tvares, Fir-
mino dos Santos Vieira; Joaijnina Mria do Sacra*
ment, Joaquim DeMoa da Silva, Jbaajoiaa-Maria
Providencia, Dr. Joajnim da va (iusmio, Jos
da Corieeicao Oiiveira Pigueiredo, Jos Osarle Pe-
reira, Jos flerculano Pereira Lisboa, Jos Paulo
Macrel deCarvaHw, Joo BaptisU -dos Guimaraei
PaiKMo, Joao Jaaiwin de Siqven-a Vrrl*fBi Joao
l.opaa Braga, Dr. fro Lniz Cavaleaata le Albu-
quarque; Laiz Ptoreneio Honorato a>Mira Braga,
Manoel Cardos de Sonza A C, Manoel Ppancisco
de afanos, Marta Magdalena dos Aojos, Thaotouio
da Suva Vieira, Rbdolpho Joo Barata deTTffleida,
Vicente Antonio db Espirito- Santo. T *
Adininistrajao do correio de Pernambuco 1 de
janhode 1871.
O encarregado do registro,
Amaro Qoomi da Slva Ramos.
THEATRO
'jaisirtadanD Etentat m wmNmmz
r>fi *
- 1
rt
pomposo
:

S
SOB A D1RECCaO.DJS
REPERTORIO DE OFFEAMCH)' '
Os espectaealos lero lagar lu-
variavcliui ue u;i
luaras,
Quintas,
Sabbados,
Domiusos
THEATRO
DA
ZARZUELA HEJPANUOLA
NO
CAMPO DAS PfNCEZAS
GRANDE COMPANIIIA
ANGLOAMERICANA
HOJIE
AMANHAA
Terceira e quarta representacSes desta
companba, comprebendendo brilbantes e
variadas func^es de dancas, fraba-
thos gimnsticos e acrobticos.
canto etc.
No domingo farao sua estra os DOUS IRMOS
E. e F. Ridgway, 1e idade de 5 e 7 anuos I-1 I
Os acrbatas mais mogos do.rao.ndol
Priocipiar as 8 horas.
O theatro est aberlo as 7 e meia.
Os bilhetes vendem-se uo ihaatro das 10 horas
as 2 da tarde.
Grande redaeco dos pregps
Camarotes da frente 16*000
Ditos de ordem 101000
Dita3 de 2* ordem 12*000
Cadeiras 2000
Entrada geraj UOOO
Cadcfras reservadas 3*000
Vinte minutos depois do espectculo havera um
trem especial, tocando em todos os pontos, at Api- .
pucos.
Terca-feir 6 de junho
Orando novidade !
REPllESEiNTACO
DE
LA GRANDE DCHESSE
DE GROLSTEIN
Opera em 4 actos, de Jacques
Offembaeh.
Corjrjpftlia brasileira, erjulibrista
acrbata.
DIHECTOR E AiiTINi
3 de junh d 1871a
GRANDE NOVDADE. '
ESPE1TACULO EM BENEFICIO DO PRIMEIRO EQUILRISTA DO IMPERIO CrWS-
a -I'NTO ARTISTA PERNAMBUC^NO
CRANDR
Esplendido
maravilboso
gublne
, espectculo
no qual sera executado pela pnmeira vez o preciossimo -abilho intitalaflo-fOS GLO-
BOS YOADOREStrabalbd este que foi frenticamente applaudido no Imparial circo-
Napoleao em Pars e no grande ampbitheatro de D. Pedro II no Rio de Janeiro, boi*
onicos que o execota u Brasil, os distinctos artistas brasileiros Alberto Freir eo be-
neficiado. r7 -
Toma parte no mesmo espectculo o joven Manoelito no sublime eqoilbrio
DA CONCHA JAPONEZAtrabalbo este nunca executado neste circo.
Ot>flneficiadB snmmamente grato aos irhtrt habitantes desta cidad* pela, ja-
mis olvidadas provs d sympathia que os mesmos tbe ten dispensado, ledo feito
orna analyse nos trapalhos da companhia apreseniar neita nonte a pefeicao'Abblime
da arte aos stos dignos convidados, como sejam os trabalhos
Equestres
Gymnascos
Acrobticos
Equilibrios etc. etc.
deixand,o o beneficiado de fazer o sea beneficio qu* Ibe fot confiado pelo distincio di-
rector da compaobia em outras provincias onde tem estado deixlw pata o fazer no sea
brco naltl 4'of de esteve aozote 14 annos, por isso desde jjespera de seos cbmpo-
i'incian's** icolbiment daqoells que sabem elevar as artes, e desde j se confessa
eternamente agradecido.
Os bbetes Vendem-se na m5o do beneficiado ra de Santa Isabel n. 1.
Principiar s 7 horas,
Amanhaa domingo 4 de junho, compMbi, te
um variado espectculo, que p incipiar as 6 horas da tarde.
Tanca-faifa 9 do correte tem de ir em pra-
ca para aer vendido pente o Dr. Juiz municipal
da 1* vara a armacao com tojos os seus porteo-
ees, e gneros existente) no deposito da travessa
deS. Pedro n. 1, Indo em bom estado, avahado
em 34717J0, e vai praea por execocao de Can-
dido Carvalho Nery contra Antonio Joaquim Hen-
riques.
AVISOS MARTIMOS.
baha
O palbabote Garibaldi, capito Custodio Jos
Vianna : a tratar com Ta-so Irmars & C.
vai sahir em poucos dias a barca portogueza Flor
de S. Simao por ter quasi teda a carga prompta :
pa*a o reto e passagens trata-se com Carvalho &
Nogneira na roa do Apollo n. O.
CMPA1IA BttASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 do correte, o vapor
Paran commandante Carlos Go-
me?, o qual depois da demora
__ do costunre seguir para os por-
tos do tul.
Desde j reeebem-se passageiros a engaja-sa a
carga ana o vapor poder eonduzir, a qoal devora
ser embarcada no da de sua chegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as 1 horas da urde
do dia da su; sabida
Nao se recebem como encoramendas senao ob-
) ;ctos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Tudo quepassar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, ra do Bom
Jess n. 57. escriptorio de Antonio Lu de Oiivei-
ra Azevedo & C.
Liverpool enTdireitura.
LIVERPOOL, BRASIL & RIVER PLATE
MA1L ITEAMERS.
No dia 23 do correle esperase da Ba
hia o vapor inglez Copernicvs de 1400 to-
neladas, o qual seguir depois de indispon-
savel demorar para o porto cima. Este
vapor tem excelentes accoramdacfos para
passageiros. Para frete, passagem etc.,
trata-se com os gentes Saunders Brothers,
4 C largo do Corpo Santo n. H.
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperado
al o dia 7 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandantu
J. P. Gued's Alcoforado, o qual
depois da demora do cosame se-
guir para os do nqrte.
Desde j recebem-se passageiros e engaj-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qnal dever
ser embarcada no dia de sua chegada, eneom-
nendas e dinheiro a frete at s 5 horas da Urde
de sua sabida.
Nao se recebem como eocommendas seno ob-
j setos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
cao. Tudo que passar destes limites dorar'ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens se recebem na agencia, ra do Bom Jess
n. S7, ecriplorio do Antonio Loizde Oiiveira Aze-
vedo & C
iA K A O
PORTO-
Com muito pouca demora neste porto seguir
para aquelle o brigne ponoguez Uniao por j ter
grande parte do seu carregamento prampto : para
o resto que Ihe fal'a e passageiros trata se com
Soares Primos, ra do Vigario n. 17.
PARA O
ARACATY
Segu com brevidade o hiate Novo Inveneivel :
para cargas e pas.-agens trata se ra do Vigario
o. 11, 1* andar, escriptorio de Jos Lopes Davjm.
Vende-se a escuna italiana Febro, de lotaco
de 20 touelladas inglezas, forrada e encavilhada
de metal, cala carregada nove pe de agua,'foi
construida em Genova ne mez de julho de 186S,
de madeira de carvalho clasificada em 1* classe
por sete annos, como se pode ver do registro de
visitas; est prompta a navegar para* qua'quer
porto, acha s ancorada em frente da alfandega
rio arcoradenro da carne seif!a, aonde os preten-
demos podem examinar e tratar com seu respec-
vo ciptto e dono.
COJ9IP V YII r i.
DAS
Messegeries maritimes.
At o dia 10 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Gironde, o qual depois da
demora do cosame seguir para Bnenos-Ayres.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condaedes, fretes e pa&agens, trata-
aa agencia, ra do Commereio n. 9.
No dia 11 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Sindn, commandanta
Massenet, o qual depors da demora do costamo
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore;
a Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens, traU-se aa
igencia, ra do Commereio n. 9.
COMPANIIIA PERNAMBCANA
DI
Navegando costara por vapor
Goyanna.
O vapor Parahyba, seguir pa-
ra o porto cima no dia 6 do
corrente as 9 horas da noute.
Recebe carga, encommemia-,
passageiros e dinheiro a frete n >
iJCriDtorio do Forte do Mattos n. ti.
PARA O
CEARA'
Segu com brwvldade o hiate Ocano por sa
achar com parte do carregamento ; para o resto e
passagens para o que tem excedentes ci.mmodos,
trate-se rna do Vigaaion. 1>, 1* andar, escrip-
torio de Jos Lopes Davim.
LEILOES.
IIIO
DE
Urna gran;o casa terrea com solao, sita
ilba do Retiro, ao lado da Passagem da
Magdalena.
O agente Puntual vender emleilo, por man-
dado do Illm. Sr. Dr. juiz de orphios, a requert-
mentodo inventarame dos beos deixados pelo fi-
nado Joaquim Franci.-eo de Alm, umi grande
caja terrea com sotao, edflcada em solo proprio.
sita ilba do Retiro, com 3 salas, 10 qnartos *
grande quintal, e muitos ouiroa cammodoa para
grande familia.
HOJE
>
no arm&zem da roa do'Imperador n. 16, s 11
horas,



Diario d* reman-uc Sallado 3 de Junho de 18i i
.O. i.'.ll
-'
IEI-LAO
CbKde
de 1597 chapos-do CblTde dtvtftas q\ja-
lidades j
Segnnda-feira 5 do corrale.
O agente Pestaa, autorizado lefataWote, fara
tedio para liquidacio, de 1697 chpeoslo ChBe de
ditersas qualidades, os quaes sero vendidos em
lotes vontade, no da terca-fcira 6 do correte,
petas 11 horas da manha, do escripiorio do refe
rido agente, ra do Vigario n. 18, primeiro andar.
LEILAO
Sf gonda-feira 5 do correte.
O gente Pesian* lar leilao de latas cora quei-
jos de Alemtejo, viadas peto ultimo vapor, s 11
horas do da, no arrazem lio Anoes, em (reate
al-ndega. ____________
LEILAO
DE
Ferfaigens liadezas e calcados
Segunda feira 5 do crreme.
Joaqun Lupes alachada A 0. faro leilao, por
intmeficlo do agente Pinto, de um completo sor-
timento de fsrragens, miadetas e clcalos exis-
tentes era ?< u araazem da travesa do Corpo Samo
a 25, so s o que as referidas merendonas sero
vendes* pan fechamento de comas, s 10 horas
odia acuna dito, no referido armazem- _
Deseia
ruada

"
Monpjt^JoaqHn Coelho
lar a negocio de sea intereise,
Dos n. 16.

Hospital Portuguez de BcneOcen-
cia em Pernanbneo.
A junta administrativa, reconheciJa a memoria
do muito dedicado socio benemrito e ex-provedor
Joao Per eir Babello Braga, manda celebrar pelo
eterno descanso de soi alma, ama missa que ter
lugar na capella deste hospital, segunda-fera 5 do
crreme, as 8 boras da manbaa. Para este acto
de cndale e religiao sao coavidados os socios do
mesmo hospital, a familia e os amigos do finado.
Secretaria do Hospital Portugus de Beneficen-
cia em Pernambuco 1* de junho de 1871.
Luii Duprat,
__________________ Secretario
Na ra do Bario de S. Borja n. 34 precisa-
se de urna ama que saiba lavar engoininar, e
que seja de boa coedarta. ______________
Precisa se alagar urna mulher de hiela idade,
capa* para tratar de enancas, dando fiader de
sua conducta, tendo un ootra peste* para ajudar
nos servicos das mesroas : na Capnnga, entrada
da barreira, sitie o. %
1111,111
de diverios objectos pertencenles massa
fallida de Marques Barros A C.
Terca-feua 6 do crreme.
V^W,
Precisa-se de urna ama pa-
todo o servido en casa de
pequea f miiia eatraogeira
na ra da Camha do Carmo n. 19, 1* andar.
Irmandade acadmica
DE
N. S. do BomConselho.
Por ordem do nosso irmio juiz convido a todos
os irmaos para eomparecerem no dia 4 de junho
Jcc Pe re Ira Rabel lo Braga.
Baymundo Bemigio de Mello Filho, prosuda-
mente commovjdo pelo fallecimeoto de sen dedi-
cado e seropre leal amigo Joao Pereira Rabelio
Braga, pede a aeus amigos qne lite faeam o cari-
doso' obsequio de assislirera a urna missa que
manda celebrar pela alma do ten estremoso ami-
go, na matriz do Corpo Santo, uodia 2 de junho
peas 8 horas da manbaa e desde ji antecipa os
seos agradecimentoe. _____
.^...mmm-mmmmmgmmmm
O agente Pe-tana far leilao, por mandado do (domingo) as 10 horas da manha, na capella do
illm. S. Dr. juii do commercio, dos diversos ob
ctos de mobilia pertencenles a massa fallida de
arques Barios 4 C sendo cadeiras, 1 grande
mera para juntar, banquinhas, loutja, armario
para lou?a, 1 relogio de parede e mais tbjeclos,
no dia cima, s 11 boras da manha, em seu ar-
mazem rna do Vigario n. 15, primeiro andar.
Na mesma oceasiao e no meoroo lugar vender
urna rica mebilia de mogno com pedras, mar-
gelas, sofs, diversas duzias de cadeiras novas,
mesas, 1 machina para eozer saceos e muitos ou-
tros artigos, que se acharo patentes.
LEILAO
POR
LQUIDAQA
de calcados irancezes e nglezes em lotes,
a vontade dos cempradores
Qairta feira 7 do crreme s 10 horas
na leja ea rna do Baro da Victoria n. 30, par in-
tervenco do agente Pinto.
AVISOS DIVERSOS
A' rna Duque de Caxias n. 42 precisase com
muita instancia fallar-se aos senhores abaixo
declarados:
Francisco de Paula Mello Barreta.
Joaquina Teixeira Peixoto Filho.
Manoel Tnooiaz do Naseimento.
Francisco de Paula Borges.
Jote Gomes de Barros.
Jos Loiz de Franca Torres.
Francisco da Costa Camino.
Stbaslio Jet de Barros Barrtto.
Eslevo Jos Ferreira.
Carlos Jc; Dias da Silva.
Joao de Barros Netto.
Carlos Jos de Scnza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Carvalho Cabreira.
Amonio Correia de Barros.
Andi de S Albuquerque.
Antonio Jorge Monteiro.
Isidorio de Franca Barro.
Pedro Jos de Souza.
Padre Francisco Viri.'simo Bandeira.
CASA DA MTU1U
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos..
A roa Primeiro de Marco (oatr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus te
loes bilhetes um meio n. 2931 com 60*000.
um meio n. 1893 com 100*000, um inteiro n.
&71 com 100*000, e outras sortee de 40* e 20*
da lotera que se acabou de extrabir (194*), con-
vida aos possuidores a virem receber na confor-
midade do costura* sem descont algum.
Acnam-se venda os bilhetes garantidos da
1.* parte das loteras, a beneficio da igreja da
Congregf eao do Oratorio (19o.*), que se extrahira
sabbado 10 do corrnte mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6#0u0
Meio biihele 3*000
Em porcao de 100*^00 para cima.
Bilhete inteiro o400
Meio bilhete 2*700
Manoel Mar'.ias Finia.
SOCI DADE
DOS
Artista MechanleoM e Liberaos
de Pern; niluiro
De ordem do Illm. S'. director faco saber a to-
dos os senhores .-ocios e a quera mais cenvier
possa, que e.ia sociedade mudou a sua sede da
rna Oireita para a ra da Imperalriz n. 17. onde
continuam a funccion2r as suas aulas.
Igualmente sao convidados todos os senhores so-
cios para as 10 horas da manha virem assislir a
urna sesso extraordinaria no dia 4 do correlo.
Secretsri.i da ciedade dos Ariistas Mechanicos
e Liberaes de Pernambuco 1" de junho de 1871.
O 1* secretario,
Simo de Souza Monteiro.
collegio de S. Francisco Xavier, para assistirem a
testa do eneerramento do mez mariaono.
Secretaria da Irmandade Acadmica de N. S. do
Bom Conseibo 31 de maio de 1871.
O secretario,
Henrique Leal.
IMPERIAL
Companhia de segu-
ros contra-fbgo
AGENTES
S. P. JOHiSTON & C;
Rna da Senzala-noYa n. t.
SOCIEDAD E
M< bucano.
Tendo esta sociedade de mandar celebrar no
domingo 4 do crreme urna missa em louvor da
Santissima Tnndade, padroeira da mesma asso-
ciago, a qoal ter lugar as 9 1|2 horas da ma
nha na igreja do Divino Espirito Santo, a direc-
tora manda convidar.a todos os senhores socios
effectivos e honorarios, para encorporados, assis-
tirem aquelle acto, e para maior decencia espera
que os mesmos senhores se dignarao comparecer
Secretaria da sociedade monte pi popular per-
nambucano 1 de junho de 1871.
O Io secretario,
Urbano N Machado Antuoes.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos
de idade, e prefere-se dos ebegados agora : na
padaria da roa d Santa Cruz n. 3.
AMA DE LEITE
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
ra da Hoeda, armavem n. 19.
Antonio Jos Bodrigues de Souza precisa
alugar um criado forro ou escravo para o servico
de sua casa : a tratar na ra do Baro da Viejo
ra n. SO, 1* andar.
"ALTO LA',..
Nova resoluto
O Campos est venciendo os
seguintes gneros
E por que pre Banha de porco a 440 rs a libra em barril.
Espeeial adbo para panella a 480 rs a libra.
Maoteiga em latas de um kilo por 3*000.
Carne secea (de carneiro)
Colmllas em restada a 1*500 o cento e solas a
11000
0 Campos vem solemnemente garantir a todos
os habitantes desta capital e seus suburbio* que
o seo armazm um
Centra especial de tovidades, no que diz
mpeitc a
ACEPPES
de
Iriuaiidadi do Santissimo Sacramento
S. Fre Pedro Connives.
De crdem do irmio juiz e de coaformidade com'o
que diside o nosjo compromiso, convido aos ir-
m'js da nossa veneravel irmandade a eomparece-
rem pelas II horas da manha do dia 4 de junho
no r< nsistorio da mesma, afim de proceder se l
e!i-;o da nova mesaTr-gsdcra que tem de fane-
iWar ni nriximo armo commpromis?.l de 1871
a 1871
Kecile l de mao de 1871.
0 escrivo,
^^^ J o Joaquim lves.
Pul^apr-ididj.
Perd Praia 3 d* Santa Bits, e d'.hi a igreja da Peuha,
urna patata deoHr.1, fiMltada de sin', qum a
tiver acbado e quizer reiair leve a loja d'Agnia
Branea, vi rna do Qaefitadc B. 8 ; qu. s'.r re-
compensa-1 >.
- \\-ii: so
,Jia.k'-. : t* ti
n Mttt/t di ta If. r\ t,

;ia d"
usa do orno
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
Bilhetes garantidos da pro
?lacla.
0 abaixo assignado acaba de vender entre ot
seu omito felitcs bilhetes a sorte de 9001000 em
um meio bilhete de n. 801, e um meio de n. 3292
com a sorte de 400, em meio bilbete de n. 2951
com 1004, alm de outras sortes menores de 40
e 20000 da lotera que se acabou de extrahir
(194), podendo seus possuidores virem receber,
que promptamente serio pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao re-p;i-
tavel publico para virem ao seu estabeiecimenk
comprar os felizes bilhetes garantidos, que na*
deixar de tirar qoalquer premio como prova, pelot
mesmos annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 1' parte das loteras em beneficio da
igreja da Congregado do Oratorio, que ser ex
trahida no dia sabbado 10 do correte.
JPBECOS.
Inteiro 6*000!
Meio 3*000
De lOOtJOOOpara cima.
Inteiro 6*400
Meio 2*700
Joao Joaquim da Costa Leita
FESTA DA GLOBIOSA IMAGK.M DO SE-
NHOR SANTO CHRISTQ.
A mesa regedora da irmandade do Divino Es-
pirito Santo, de accordo com os devotos do Senhor
Santo Cbristo, resolvern) faier a festa do mesmo
Senhor. domingo 4 do crreme, tendo na madru
gada do mesmo dia missa rezada, dando principio
a fe&ta as II horas, sendo a orchestra dirigida
pelo maestro Colas filho e orando no Evangelbo
o Bvm. padre Leonardo Joao Grego ; noute te-
r lugar o TeDeum, sendo o orador o Bvm. Sr.
pregador da capolla imperial frei Joao de Santa
Thereza, preenebides todos estes actos por urna
banda de msica marcial. Bogo a todos os nos-
sos irraaos que para brilhanlismo dos menciona-
dos aclos nio deixem de comparecer.
Se:retana da irmandade, f de junho de 1871.
O escrivo,
F. J. dos Pasjos Gaimaraes.
SENHOR SANTO GHR1STO DO COL-
LEGIO
Os devotos desta veneranda Imagen) nao tendo
designado commissao alguma para agenciar es-
molas para festa do mesmo Senhor, rogam as
pessoas que por devocao quizerem concorrer com
suas esprtalas para a dita festividade, de as en-
tregar ao Sr. Manoel Gon^tIvs Ajra, que para
tal ftm se aelia encarregado.
Aloga se o 2* andar e soto da casa n. 25
da ra de Santa Bita : :t tratar na rna do Quei
mado n. i.
Na noute de hontem (31) um preto condu-
zindo urna aixa de pinbo contendo cerveja e tres
embmlhos em papel em cima da mesma caixa,
contendo ura delles alguns medicamentos, entre-
gou ludo em casa do abaixo assignado dizendo
ser Ibe mandado de presente e ;omo quer que isso
o resultado de um engao, os referidos objec-
tos serlo entregues a quem perteneerern e os
reclamar dandi os signaes certos.
Subdelegado da Magdalena, 1* de junho de
1871.
Joao Rifaeiro Pessoa de-Lacerda Jnior.
_________ Subdelegado.___________
Matriz de a uto Autonio
do Rtfcifo.
De ordom da mesa regedora da] irmandade do
SS. Sacramento Ja matriz da freguezia de Santo
Antonio, convido a todos os nossos ebarissimos ir-
maos para se runirem no domingo 4 do correte
as 10 horas da manha, no consistorio da mesma
matriz, aim de constituir a mesa geral que tem
de eleger a nova mesa regedora que deve fdnecio-
nar no anno de 1871 187i.
Fraiftlseo Faustino de Brin,
Escriv).
p g.s o
__
V
tw

.i ro du ^iuta C:uz u 7, precisa-se de
um caixfiro' Je 12 a 4 an;';e dp idade, com pra
m <]: -isfwri.*, wyf'jrt.'j*
' f l!
efiega-
u
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"38* B* SS
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B fp p w vi
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6*
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Da importante e beto coobecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do BarSo da "Victoria, esqan da Carabea do Caraie.
O dono daqnelle esiabelecimento, querendo acabar com eUe at o fino do correte armo, convida aos seas numerosos
fregoezes a aproveitarem a eirenmstancia para munirem-se por barato preco de todos o objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanbos e feitios, tecidos, armaces e mais aviamenlos para os mesmes, armas o>
fogo, entilara, bengalas, chicotea, e ntna infinidade de ootros objectos, entre os qaaes os afamados afiadores para oaTama ae t.
Pradines, premiados as exposicoes de Pernanboco, Londres e Paris.
Mmmmmm
MANUEL c C.
tiafarin ri naft-.inar ans afina nnmerosos freeuezes, qne em vista de ser-lhes mais
Tem a satisfaclo de participar aos sens numerosos freguezes, que
estabelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na rna da Cadeia do Recite n. 9, boje roa do Maraes de Obnda,
onde acharSo oa pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os pre?os, qualidades e por pro-
cos mas commodos do qne comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
, darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderJo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar*
_j maces as fazendas que a demora da fabricagSo bem diminuta.
i. r-

0* 8**88 8800
0 Um moca com as babilltacoes pre-
< cisas, se offerece para ensinar
* primeiras letiras em algutn enge-
_ nbo prximo, ou distante desta ca -
W. pital; por um preco muito mdico
0 quem de seus prestimos se quizer
tt otilisar annuccie por este Diario.
^e^ w^^e^^K^vt^vs so*.**, ^p j\^^^^
^. QCK ^. Precisa-se, para easa de pe
%_x^_B_\^_\quena familia, de urna ama,
Y^ YW v^qne engomme e ande com urna
menina : i tratar na praca da Boa-vista n. 30, 2*
andar. t
Caix iroB
Preeisa-se de nm caixeiro de 16 a 18 annos'
com pratica de taberna : na ra do Rangel n. 10.
Precisa-se de urna que sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
milia : na ra des Pires, ta-
berna, auligamenle n. 56 e hoje 64.
N* ra do Duque de Caxias n. 88, precisa-
se de urna ama para cosinhar e engonunar. ___
Manoel de Souza Tavares vai a Europa tra-
tar de sua saude e en ana auzencia flea encarre-
cado lea negocios de sua casa o Sr. Antonio Ta-
vares Ferreira.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67 ,
Seguros contra-rogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital. .
Fundo de reserva
. 20,000:000*000
... 8,OW:000*000
Agentes,
Mills Lathan C.
RA DA CRUZ N. 38,
Jos Jlo de Amoros faz publico que, tendo
sido Domeado inventarame dos bens do casal de
sen tallecido genro Candido Affonso Moreira ;
acha-se autorisado pelo ju'z de orpbos a liquidar
os negocios do referido casal, o qne taz seiente a
todos os inleressados para com elle inventarame,
dignen! entender-se a tal respailo.
Ptrnamcneo de jnnho de 1871._________
A luga se
nm sitio na Torre, com exeellente casa de vivenda
e banho frente desta no rio, sendo ptima mo
rada para estrangeiro : a tratar na ra do Pires
o.29.
SEGUROS
MARTIMOS
E
COVTRA FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecid;
aesta praca, toma segaros martimos sobre
aavos e seos carregamentos e contra foge
em edificios, m rcadorws e mobilias : n:
roa do Vigario o. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gordal-
ves Beltro
Roa do Trapiche n, 3, i' andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco dt
inho, em Braga, sobre os segnin'.es lugares ea
Portugal :
Lisboa.
Porta
Valonea.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Vianna do Castellr.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fi.rri:.cic.
Lamego.
Launa,
Covilha. .
Vascal (Valpassc .
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Na travessa da roa
das Crnzes o, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brban-
tes, seja qoai for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
laes e pedras.
MHOMW1H
\ VI Nll
O Sr. Leopoldo Buslorf Vianna ceixou de ser
caixeiro de Cunha & Minta .desde o dia 28 de
abril pascado.
Alf A Precisa se de urna ama que saiba co-
"' Q znbar e engoaimar para casa de rapaz
solteiro : na ra da Imperalriz o. 48, loja.
De ordem da mesa regedora da
Confraria do Sen! or Bom Jesos da
Via Sacra da Santa Cruz convido a
todos os irmios confrades a eompa-
recerem com seus hbitos no con-
sistorio de nossa igreja pelas 3 ho-
ras da tarde do dia 8 do corte aim
de emeorporades acompanharroos
a procissio de Corpus Chrisle para
qae tomos convidados pela respei-
tavel Irmandade do SS. Sacramen-
to da freguezia de Santo Antonio
desta cidade.
O escrivo.
Theodoro Jos Tavares.
Pergunta innocente
Porque anda se espera para annunciar o forne-
cimeoto de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade t Responda quem
competir. __________________________
MOFINA
-8MWSMlttttffi
CASA DA FORTWA
RA T DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000>000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costnma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qaarto 64000.
....._______Manoel Martina Fioza._______
. -sr i Na rna das trincheiran.50 primei-
A Iwl A ro aDllar> precisase de urna que co-
\iufl. sinhe e engomme para 3 pessoas.
Cozinheiro
No collegio da Conceico precisase de um bom
cozinheiro.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, \
_ crivao na cidade de Nazareth desu provincia.
H favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
Mi aquells negocio que V. S. se comprometten reali-
_. i sar, pela terceira chamada deste Jornal, em fins
11 de dezembro prximo passado, e depois para ja-
neiro, passon a (evereiro e abril, e nala cumprio,
_i e por este motivo de novo chamado para dito
I flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
1 de mais de oito annos, e qnanuo o senhor san
1 Gho se aebava no es > i
.^luga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Otin-
da n 00, outr'ora rna da Cadeia, com commodos
para familia on eseriptorh, tornaodo-se reeom-
rcendavel pela boa localidade e ser muito fresca :
a tratar no armazem do mesmo, on aa ra da
Imperatriz n. 8.__________________________
Na ra do Apollo n. 26, existen! bens ar-
mazens alfandegados para deposito de fkzendas,
ou gneros de qualquer especw ou natnrez, a
preco3 razoaveis : quem precisar dirjase rna
ra do Bom Jezns, oatr'ora das Crnzes n. 6.
Precisa-se de urna ama para eozmnar'
casa de ponca familia ; na ma Nova, loja p. 7.
. Pos dentfricos americanos
Composl^o hygle_leai.
Estes pos slo os nicos qne reunem em sna
compositao todas as qnalidades hygiemcas pw-
prias a dar urna grande alvura aos centes, een-
servacao delles e fortiBcaeio das gengivas.
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
n. 57, de Ferreira Miia-C.
AMA
Precisa sede urca ama
que saiba cozhhar __ e
comprar com perfeico,
para urna casa de pouca
familia : na ra da Au-
rora n. 84, 2o andar.
-----'
A Sra. Maria Candida Vilella, professora
particular, que morn ou mora em N. S. do O'
em Goyanna. rogada a vir ra do Cabug nu-
mero 2 B.
Precisa-se de 1:0004 a juros de um e meio
por cento, dando-se hypolheca em escravos : a
quem convier annuncie indicando a morada
A1M A Precisase de urna ama que saiba co-
AilLix. zinhar bem para casa de hornera soltei-
ro : na ra do Livrameoto n. 6, loja._________
Alnga-se um preto bom cozinheiro que Uve
e engomme, para hotel ou casa estrangeira : roa
da Cadeia n. 1, 2 andar.
Offtcina de marmrea
Ra das Crnzes numero 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
l o palmo em qoadro.
ENGOMMADERi
Na roa Augusta o. 89, lava-se e engom-
ma se com toda a perfeico, por preco coaa-
modo, a p casa, qne sera bem servida, e da-se boafi-
_?
a* liilr)
Caixeiro
Precisa-sede um menino com pratica de taber-
na : na ruajdas Calcadas n. 2.
Alga-se
o sobrado de um andar e solio da ra do Hospi-
io n: 35 : a tratar na roa do Sebo n. 29.
p Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro portuguez para taber-
na de 16 a 18 annos, qae d conh-cimento ae sua
conducta no pateo da Ribeira n. 13._______
Precisa-se de urna ama para o ser-
vico interno e externo de urna ca4a
de duas pessoas : na ra estreita do
Rosario n. 2, 3o andar. ____
Antonio Maria de Araujo e seas Albos agrade-
cem cordealmente a todas as pessoas que se pres-
tarara a assistir ao enterro de D. Mara de Albu-
qoerque Aranio, suas esposa e mae, e novamente
I os convidara, a urna missa que por sea eterno re-
; pouso, mandara celebrar no povoado de Gamellei-
\ ra, s M) horas da manha do dia 5 de junho, e
31 do seu passamemo.
' tari
AMA
AVISO
Monte-pio portuguez.
Damio Pereira da Cuaba '
Teri-i-feira 6 do crreme, pelas 7 1|2 horas da
manha, manda a directora do Monte Po Portu-
guez resar na igreja da ordem terceira do Carmo,
urna missa pelo eterno repouso do sen socio Da-
mio Pereira da Cunha ; para a assisteneia da
anal convida aos seus amigos e aos senhores so-
cios em geral, a quem desde j teslemnnha seus
Adamson Huwie & C, fazem publico por meio
do presente, que em virtude de haver o Sr. Tho-
maz Joseph Harding sen bastante procurador nes- votos e graiidao.
ta praija, desistido da procuracao que tinlia para Secretaria > directora do Monte-pio-porlu-
gerir os negocios dessa Arma, Oca na mesma qua- | guez era Pemamtuuo i de junho de 1871.
lidade, revejido do iguaes poderes o Sr. Horatius, Manoel Flores,
James Cannan.___________________________I ________________2 secretario.
' Auga se urna es:rava que lava e engorama i i .....imammmammei^~|aa~smp
com perfeico : na rna da Cadeia n. 1, 2andar., ^py ([ V0t>>8 UU tW.C Avisa se a quem convier que i Sr. Hmete- T_oiio
rio Maciel da Silva ou a senhora sua mai, locataria i JoUo
da casa n. 12 da ra da Mangueira na povoaejio I jja rua 09 j ,res n g4 na para vender manuaes
do Poco da Panella, nao tem poderes para soblo- dos (jevotos do Cora cao de Jess, c m orac5es
ca-la ; pelo que nio pode transferir a chave della para m-m3< .omraunho, etc., a l| cada um. Na
a quera quer que seja, sera autorisavao durespec- mfsrna casa hi um livro intitulado Viagem a
livo dono, sob pena de despejo.
COMPANHIA RECIFE 1UINAGE
Previne-se ao publico que com qoanto se inau-
gurassem as obras da companhia Recite Draioage,
todava nao podera fazer uso dos apparelhos em
quanto nao for declarado pelas obras publicas que
o possam fazer.
Recite, Ia de junho de 1871.
O gerentes,
Lao & Blaunt
Uixeiros
Precia se dd dous caixeiros para ama venda
nos arrabaldes da cidade : a tratar na rua d:
Cruz n. 54, prefere-se que tenhm pratica._____
Consulado de Franca em
Pernambuco
As pessoas "que deram relogio?, a concertar, a
relojoana do Sr. Angla de, rua do Imperador,
3uaes teem os que elle dava durante reparacao
os seus, sao convidados a eomparecerem neste
consalado, no praso de um mez contar desta
data : onde exietera 16 relogiGS qae anda nao
foram reclamados.
Ensino de primeiras
letras,
francez, msica e piano.
Propoe-se urna senbora devidamente habilitada
perante a directora da insirurcao publica desta
provincia a ensinar as materias tona com todo
o esmero, esperando a prolieuilade de seus ofor
eos da experiencia, que tem, do ensino : tratar
na rua do amaro n, 3.
India, o qnal foi achado ha tempos, tem um rotu-
lo cem o uumeAntonio Marques loares, quem
''r seu dono queira vir busca-lo.
Precisase alugarir.ua escrava para casa de
homem solteiro : a tratar na rua do Duqae de
Caxias o. III.
1 Van Precisa-se de dua amas, SMo 1 1 l]uma para engonunar a ootra l\para cosinhar, s qoes pafa-se II hl llbem -. a tratar na roa Nova, ease -----------------------;---------.--------:------------------------------------- 'L"l
Sitio para alugar
Aluga-se nm Dora sitio com maltas arverts 4e
frncto, grande easa de vivenda com comroodes pa-
ra grande familia, na Passagem da Magdalena :
a tratar ne escriptorie de Domingos Alves Maibeas
rua do Vigario n. ft.____________________
AOS 5:000^000
Estao venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na easa feliz do arco da Conceico, loja
inrives no Recite.
O Sr. Antonio Jos da Foneeea deixou de ser
caixeiro desde o dia 30 do correte anno da loja
de mlndezas da rua Larga do Rosario n. 38.
Recije 31 de maio de 1871.________________
Armazens alugr-se
Aluga-se os da rna do Apollo n. 55, e 57 pre-
prios para deposito de mercadorias on fazendas
or offerecer baste espaeo : a tratar na roa do
Baro do Triumpho, outr'ora do Brum. ___
Antonio de quadros Pereira e Olveira, subdio
Portuguez sabendo que ontra pessoa existe com o
mesmo sen nome. resolven de boje em dianle cha-
marse, Antonio Elias Prxedes e Olveira Sarcna,
e quem com este tiver negocio queira dingir-se a
villa da Escada. no primeiro domingo de cada
mez a casa do Sr. Joao Machado dos Santos que
abi encontrar. Sendo em outro qualquer dia de
semana podera dirigtr-lbe cartas fechadas em cara
do mesmo Sr. Joo M. com as iniciaos seguintes :
A. E. ?. O. S.

Para prevenir polmicas
judiciaes.
O abaixo assignado previne a quem interessar
possa que o terreno annunciaVJo para se vender
era Santo Amaro .roa de Lniz-do Reg, nos fun-
dos da casa n. 3o, que se acba (cercado por cerca
de madeira, Ihe pertence segando a partilba feu
pelo Illm. Sr. juiz de orphaos..
- Manoel Gomes da Cruz.
Prepara se com asseio e promptido em casa
de familia no pateo do Paraso, 1* andar de sobra-
do n. 29 por cima da loja de alfaiate, a entrada
pelo becco.___________________
AVISO.
Pdde so aos Srs. Trajano Cesar de Albuquerque
e sea mano Javention C. de Albuquerque o favor de
eomparecerem na loja da rua da Imperatriz n. 48,
para saldarem seus dbitos, pois que tendo sido
chafados neste Diario por diversas vezes, caso
algum tem feilo ; espero desta vez assm nao
aconteca.
AMA
O Dr. Manoel Euedino llego Vaienca com
na no xerccio de sua proflssao de medico a
rua da Gamboa do Carmo n. 21, 1" andar.
(Jasa de campo
Aluga-se um sitio e easa de raoradia no prin-
cipio da estrada do encanamento, com duas sallas
3 quartcs grandes, copiar, cozinha tora, dispensa,
mais us quarlo, c- cacimba de exeellente agua
para beber : tralar no mesmo lugar casa de
oitdes amarelin?.
!__$_ 121...
Pecas de eflita preta fortes com 36 1
cavados a a peca : na rua do Crespo 5
AU
- Na rua largado Rosario n. 21, loja de fal-
cado, precisa-se de urna ama que saiba comprar e
cozinhar. %
A ciana
LIVROS DE SORTES.
Rs.-11600
LIVRAR1A FRANCEZA.
Precisa-se de urna
mero 31.
ama : na rua Bella nu-
Offeroce se um bomem portugne: e casado
para fetor de filio; quetr pr#c:sar dirija-se a
igreja de Santo A maro.
DYVETOT
nica caa neste genero
14Roa Eslreila do Kosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objeclos de
cosinba e de mesa, e
tudoqupperton-
Custodio Jos lves Gaimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontes
& C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que esia promovendo a dissolucao da mesma
firma, e entrar em eguida na respectiva liqui-
darlo ; sendo que nn ha letras pelas quaes esteja
a firma reponsnvel, e nem o annunciante as pre-
tendo firmar durante a mesma dissolncio e liqui-
da cao.
AMA
?nn1sr.
Precisa-sa de urna ama que saiba
crzinbar, de boa conducta, para casa
de familia : na rua do Vigario n. 5,
Caixeiro
SPrecS-se fle om menino pnrtocuot para pada-
ria : na.roa e-lreiia do Rosarte n. 19.
- Pre;!-a-se de flm menino para ca-xciro de
taberna, sendj porlupuc. rom pratica uu sem
ella : na r o ~f-
Traspassa-se urna bypoibeca, ou mesmo ven-
de se outra no valor de 500*000 : tratar no es-
critorio dos Drs. Borges da Fonseca e filho, com
joros de dous por cauto. ________________
Precisase de urna ama que engoraran
porfeitau ente: na roa da fmperatru
numero 27. _____' _________
Precisa-se de um criado,' bom copeiro, e
que se empregue lambem era tollo o mais servido
de urna easa da piuca familia *. a rua da Con-
quista n. 4.____________________
A luga se urna escrva com principio* de ci -
zinha, engomm ido o mais servicos de urna casa
no pateo do Terc^i n. 137, 2* anuar, das 6 as
9 da manbaa. _________________________
Araaohai domiogj i do correle havera
carne da roelhor do mercado, no Recife, beso do
Campelo n. 3; promete aa servir bem a todos e
ter sempre carne gorda preco coinraodo.
Precisa-se de urna ama quo
saibi cosinhar com perfeico:
na fabrica a vapor de cigar-
ros rua larga do Rosario n 21.
Preeisa-se de ama ama para cozinhar em
casa de ponca familia : na rua Nova, loja o. 7.
^m<
Precisase
comprar as leis proviociaes de 1855, 1866 e 186
na rua d > Hospicio n. 23.
Na rua da Madre de Dos n. 16, loja. com
pra se aceces da Companhia de Bsberbe.
Preeida-EO de urna ama para todo
de ama casa do familia d 3 pessoas; a
rua da Imperatriz n. 16, loja.
o ervig>
tratar na-
Tendo acabado a mais de anuo a fabrica in-
tituladaBarbalho0 Sr. los Gomes de Moraes
liquidou os restos da lenca qoe Ihe perteneia, e
hoje se acha neste deposito da rua Duque de Ca-
xias oatr'ora Cruies n. 2 que para liquidar se
achara expostos por precos mui commodos segun-
do as qualidades das nefas. Por este se faz seien-
te aos pretendontes e mais freguezes Jo mesmo
deposito afim de aproveitar a oceasiao de precos
commodos, nao s para seus osos como para ue-
negocio de estabeleeimento: sera preej, dinheiro
a vista pe chincha I ____"-
<_A viava Urcnla 'Cnrdolina da Roctia Almeid,
em resposla ao Jannnelo de sen genro Manoel
Gomes da Cruz, vera declarar ane o terrreno que
elle annnnciou vender nio Tol partilhado, est
pro tndiviso reservado a sobre partilhaa que
i parte que ella annoneiou vender Ihe pertence
legtimamente.,Em indo ri_caso val legalisar a
venda qae pretende fazer porque j se dirigi ao
Jjuiz de or.-hios.

-
i

\




^rio de Fernambuco
Sabbado 3 .le Junho de 1871.
Hotal da prapa
PATEO DA RBKIRA DE S." JOS NU-
MERO 9..
0 bovo proprietario des le estabelecimento (oa-
ir'ora Hotel da Boa-Faina) tendo nuvamente orge-
oisado o, ven muTMpeh>ssmente pirticipar ac
respeael publico, qta e mus freqnenlaoore ]
poderle apreciar a asptfatfdade dos gneros ali-
menticio*, e tsmibem reeAem assiguantes e se en-
arrefam de mandar comidas em qualquer casa,
ado por preco commodo. -**
.-Paleo da ribeira de 8. Jos-N.
* i
j Grande liquidacao de
fanAniInn
ATTEIfMO
Perfamarias, qninquilharias
quedos para meninos.
. Acabam da enejar aovas (ataras com importante sorlimento dos artigos abaixo
mencionauos a prados raais resumido que possvel.

>
CAI^AIM
Botinas oara senhorasdaraqne branco,
Sreto e de ourras umitas cres eseolhidas
o ultimo gosl > da moda,
| Botinas para meoiaas igual gortimentn.
Sapatinbos ,'e salto para senhoraduraqae
fireti, braceo e de cores, e de couro de las-
ra
Botinhas para criancas, propriaa da bap-
tisaths.
Boticas de diversas qualidades para ho-
rnera.
Iotas rnssianas para montara, tanto in-
glezas te couro da Rossa para viagem,
como francesas da Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Keias peroeiras para meninos de 10 a 6
an i Sapatos de brim branco para homens.
Sapa tos da vaqueta de lustro com sola de
ma eir, proprios para banhos.
Sapatoa de borracha para bomens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos,
mato bons e fortes para amamos e meni-
nas, m
Sapatoa de tapete, avelladados, Charlot,
casimira presa, de trasca portugueses, para
booeoa, ofcoraa e menina?.
Perfumaras.
Extractos finos, baofcas, cosmticos, leos,
opiaas, aguas de CSotogne em garrafas de
crystal para gustes, agua divina, agua
florida, dentifrice lavando, agua de toilet,
tintura para barba e cabel ios, pomada hon-
groise para bigodes, pos de arroi e sabo -
retes, tudo isto de priraer ejaalidade, dos
fabricantes Goudray, Piver e Lubin.
Qninquilharias
Lavas' de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
qnartos e gaM netos.
Leques pan seuhoras e meninas.
Joias de ouro, brincos, transelins, pnl-
seiras, s >to"es de pnnhos, da abertura, cor-
rentes e chaves U relogio, tudo de ouro
bom de lei.
Brincos destaqu imitacao de ouro.
torrentes para relogio.
ibetoaduras cara colletes e para punhos.
ilbaas de velludo e marroqaini para re-
tratos. M
Mammadeiras de vidro para enanca*.
Cakanhas de costara, covoa .modelos com
musida, propriaa para presentes.
Qaadrinhos iourados para retratos.
Toacas e sapatlnhoa di
Capellas para noivas
preupios
Caixinhas com vidros de augmeito para
ver-se em ponto grande a pbotographis
dos retratos.
Pea de vidro para pianos.
Tnesourinhas para eos ura e unfaas.
Uolcinhas de seda e de velado.
e lia para criaacas.
e para pastoras de
Gestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Ces'oe Vrame pratiado para frutase
pi a icfiij
Ricos artigos de phantasia necessarlos
para toilhetes; e proprios de presentes. .
Jarros'e bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui Jelicados.
Qaadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cida-
des, de figuras e de santos.
Espnadores de penas e de patha.
Carteira para notas e para dinheiro.
Caixinha de mnsica de darse corda.
PoDteiras de espuma para cigarros e cha
rutos.
Grvalas de seda prelas e de cores.
Bengalas de cana com castres de marflm.
Ditas de baleia, janeo e de militas quali-
dades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Eseovas para facto, para cabello e para
denles.
Lonetas oa penclnez de prata dourada.
Ditos eVtasjsrnga e daoco.rv4
Ocaloa de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para eandieiros.
Ditos para linternas de pianos.
Cotos.econmicos para vellas de sperma-
eete.
Gordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelo* e pronos.
Objectos novos de magieas o melhor pos-
sivel, para divartir menino*.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ihaa. tJ%
gporas de metal branco para saltos.
ii'otf s fortes com martello para viagem.
Ditos de maitos modelos, de junco e de
bjelas.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de
cores. t
Ditas de caraurca amareHas.
Machinas para lazer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
i,oes de (estas campestres.
Baloes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, vi-pora?,
rodetes, bagatela e outros jogos allemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de ufaras destacadas e grupos de fa-
milias-.
Armnicos ou accordhns de todos os ta-
annos e novos modelo eem trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoraraas de varios lmannos, com
differentes vistas mai pitorescas.
Hotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel ha ver lodos os doming e
dias santificados boa mi de vacca ; letim como
ha todos os das pela manbaa exeellease pape di
bem conhecida goman de milno de Glasgow e
New York, smo este ultimo alimento mai* bara-
to qne em outra qualquer parte. Previne-se que
o cozioheiro dcsia casa leve bom mestre e enten-
de perfeitamente de ana irle.
K. 9-Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9
Companhia Allian^a
s
1

branca bordados a
da i*
a lioOO ou 29*

Brinquedos
O maior sortimeuto que se pode desejar
de todesorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para ntrete-,
ment das criancas.

D.
CAP
Toma seguro'ffi^etacffbrta/f aTnbeiro a risa
martimo em navios de vella a vaporas para den
tro e fra do Imperio. Ageai i ra do Com-
mercio n o, escriptorio de Joaquim Jos 6on
calves Beltrao.
Antoio, S. Jjo e 8.
Pedro,
Souzaa.4 Gaimaraes, proprietarios da
loja e ferragens rna do Bario da Victoria n.
amiga ra Nova, veem avhar ao respeitavel pu-
blico e com espeeialidade a seas antigos fregae-
zes, qne ja reetberam as amostras de ora com-
pleto e variadi&simo sorlimento de fogos artiflciaM
para festejo dos gloriosos Santo Antonio, S. Joao
e S. Pedro, garantindo-se a boa .qualidade por
serem das melbores fabricas desta cidada. bgpi
como um lindo e tambem variadissimo sortiment
de foguinhos para criancas, o quaee ttaKrios
para sali por se tornarem innofensivas.por isso
veem convidar a que vevhara dar asas eneomen-
das, compromeltendo-nos a satisfacer com promp-
tdao e telo, j pela boa qualidade e j pelo esme-
ro cora qne se acondiciona qualqner encomenda,
todo por precos commodo, a contento dos fregue-
ses ; em rela;ao aos diverumenies, aeham-se
tambem a venda, livros de sones, candes de sor-
tes com perguntas e resposta, papel coa versos
para sor'tes, e as poaco coahecdas tarjectas mgi-
cas : tudo na roa,do Bario da Victoria n. 39, an-
tiga rna Nova.
3
S
DAMASCO com oito palmos de largura
(asenda de 5* a if o ovado.
LENCOS branca a U200 a dutia.
CHALES de tarlatana bordados a 2
Na loja de Antonio de Houra Dola & 5
C, ra do Daque de Caxias 73, anti- I
^ ga do Qneimado.
mmmmmmmmmm*
1 rmaiK lacle
do SS. Sacramento da fregaezia d S. Jos.
Tendo de ;e proceder a eleigao da mesa que
tem de reger esta irmandaie no nno comprarais-
sal de 1871 a 1872, de erdem do irmio juiz con-
vido a todos os charissimos iranios para compare-
cerem no consistorio da matriz no domingo 1 de
junho as 10 horas da manbaa.
Recife 30 de maio de 1871.
O escrivao,
______Lydio Mariano de Albqqnerqoe.
Offerece-se um homem para c.ixeiro de eo-
gtnho, do que tem b stante pralica por j ter
axercido dito lugar : a tratar na traves-a da Con-
grega^o, loja de livros a. 3.
fasendss.
Lindas cassas de eorts, ftcenda de 800
n. a vara a 280 o eovado. .*--.,
Chitas franceus de 200 a 5 \
eovado.
Lias de cores poli de ehevre, alpacas
lisa* e bareges a 600 e 600 o eovado.
Cortes de cassas de cores a Amelia a
Ufes de chita
Ditos de cara
agnlha a 6J50O; fu
Camisas para seo!
a dozia.
Ditas ingleas para homens a 41000
fxceilentaikand
Servicosi*a mea.wwpeHos de orna
grande loalha e 12 goardznapos.
Chapeos brancos de etstor a 74.
Corta* de casemiras de core deliodoi
gosjs fexcelleTle |ua*Udr ;, 4*000 e
Cortos de gorgnrio para eollete, pre-
las e de crea a 34900.
Dito de velludo par dito 11
Lencos de cassa barridos a 24200 rs.
a dozia. *
Sedas lisas de cores a 14*00 o eovado.
Chapees pretos de pello de excedente
qualidade a 7fc
Exceilnte algodo trancado de Macei,
fazenda superler ao da labia proprio pa-
ra roupa de eacravos a 440 a vara : re-
cortatendamos esta fazenda aos senhores
de eqgeohe.
Cortes de organ lv branco com 10 jar-
daia,li4000.
Cretcea de lindos padroes a 380 rs. o
Bwtes nrajtes 'artifes qne serla en-
hdoa*o numerar, porm que eomo os
.j UfsaeuaadM vendemos barato nao
olhando o preco. i
LJ de fazendas de Antonio de Moura
Rolin A C, rna do Duque de Caxias
aatiga do Qneimado n. 73.
Aos senhores fogue-
"* teiros.
NA RA LARtjA DO ROSARIO N 34
Vende-se
Excelente limslba de fcrro.
Di H de ac.
Salitre refinada. -
Enxotre em canudo.
E em geral todos os preparados para os fogos
de Sanio Antonio, S. Joao e S. Pedro.___________
Casa para vender
Vende-se a casa terrea da roa do Pillar n. 114
em que esti om aeoogue, que rende 204 mensaes,
e que tesa urna mei agua no funde que rende mais
84OOO mensaes, e ouira ao lado que rende mais
441OO mensaje quintal com funda at a ra dos
Guararapes. Outra casa terrea na rna dos Gua-
ranaes n. 43 com 2 salas, 2 qaartos, cozinha f-
ra e qniatal alarida : oa pretndeme* dlrijam-se
roa do Brnm ni. 100 a 104, fnndicao de Cardo-
so & irmio, oa na mesma roa n. 20.
t.
I
1
A caixa filial do Banco do Brasil tendo de
concluir a roa liquidadlo vende por prego
commodo a cata terrea na roa Imperial n.
66, a trata na rat-o Marqnez de Olinda
no respectivo escriptorio n. 49.

59

.
W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDPO
RA 10O BRUHI 59
PASSAKDO 0 CHAFRIZ
Peile aos senbores de engenh 1 e outros agricultores, e empregadores de ma-
cbini-mo o favor de orna wsha a seu eslabelecimento. para verem o novo sortimento
completo que abi lem ; pois sndo jU'lo muito mais barato em preco do que jamis te-
cha vendido, esti ainda superior em qualidade e foriidao; o que roa a aspecto pes-
soal pode se verificar.
PEDE .ESPECIAL ATTENCAO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUXDICO
Vannroe o rninfi ri'aoTif) dos mais modernos systemas, e em
Vapule C IU tld/gutl tamanhi.s convcnienies para as diver-
sas circumstancias dos- senho es propr eUrios.
Moendas de canna %^s os taffiaDh0S S me!hores qDe aqai
SOdaS dentadas para anra3es, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machnismos
Bombas
COMPRAS.
CMASE
frasco vasios da tintura jiponeza, e paga se a 80
rs cada um : roa Duque de Caxias n. 30, e
Mrquez de Olinda n. 51.
Compra-te urna caa terrea em alguma das
mas prxima ao largo da Penba, como sejam, do
Nogueira, Padre Flonana, S. Jos, Santa lula,
etc. : no 3 andar do sobrado n. 36 na roa das
Croies. ___________________________________
Corapi ase em segunda mo um cofre de
ferr prova de fugo, proprio para guardar livros :
na ra da Madre de Dos n. 22, armazem.
a v = ~" -
Hff*
c. ^ 00 w ffl
-^feude-se e tambem se permuta a posse de
dous terrenos, sendo um na ra da Aurora e ca-
iro na do Hospicio : na ra do Rangel a. 43, 2<
andar.
Predios.
Gompram-se duas casas terreas no bairro de
Santo Antonio : quem nver e queira vendo-las,
diriia-se a ra Nova n, 22 que achara cou
quem tratar.
VrNDAS.
para mandioca e algodo,,
e para serrar madeira
Poder do t idos
'ser movido* a nio
tor agen, vapor,
de patele garantidas..................Jou aojmaes.
i o das as macninas e pe5as ,te qae se COSioma precisar.
az qualquer concert de ^g^ preco mui re8umdo.
T^OfiTIfl^ rla fpi*rn tem 3S me','0res e mais baratas existentea no mer-
T?nr^mfianrSaQ____Incumbe-se de mandar vir quala'ier machinismo von-
JJiiL/ jilllwliaa& la(je d0S clientes, lembrnn o-:tus a vantagem de fa-
zerem soascompras por intermedio de pessoa entendioa e qne em q:a'qaer necessida-
de pode Ihes prestar auxilio.
I
A
XAROPE SEDATIVO
ie caicas de Laranjas amargas ao
BROMORETE DE POTASSIOM
De Jl.-P. IiAHOZE, Bfias dea Iiinna* Saint- V*\\\, Psurlsb
Todos os Mdicos concordia em qne o Bromureta de Potassium puro tem sobre o
sistema nervoso, urna aceio MiUt*a Maman*. Reunido So Xarope Laroze de
LaraBJa amarga, coja aeclo regenera as fnn^cOes do estomago e dos intestinos,
umversalmente appreciaJo. Sem recelo t'ax.idenie se pode dar aa pesaeas adultas,
quando soffrem d olltl aoracao, j aa digntiT., oa aavrotaa em {eral,
assim que para aa atolti., aarvoui f* prcahea. Para as creaneas, para calmar a
agitae.o, inaomniai, toaae durante a dentieae.
Deposito em Rio de Janeiro, Onavolot; em Prnatituco, 9. Maaurer a C;
n Maeiio, FaUe BU.; em Petjlai, aVatero X^Wa.; em Balda, Va macha, em
Alegre, Jo^iaullo; em Karanko, Fcrreira a O; em Ouro Prtto, ^Talanea.
em
ROB LAFFECTEl
Apprevade em Fraaela, Russia, Aostria e Blgica. 0 arrobe vegetal LaJecteur se anthe-
riado, he mui superior aos xarope de cuirinier, de Larrey e de saUeparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, o ao alfato, elle cura radicalmente steasa aaercmrim, as
atfecoe. da peile, Implajema. aleerca. tuniore*. alrra, taras dee- |
eructa, earorbuio, os accidentes provendos dos partos, da idale critica, e da acri-1
asosna hereditaria dos humares.
0 arrobe he eapecialmente reeeaainspdads cotra aa doencaa lyphjMtiosj toessites, invete- j
rada oa rcbelda ao mercarie e ao radar de potaaaja. .,,.!
Deposito geral de Tardadears ROB IJUTBCTEl, esa casa do dosrter GBUUDBAUI
SAIN-CERVAB, m Richer, A i Paria.
ATTENCAO
Vendes por barato preco urna propriedade a
msrgem da camba dns Remedios, tazendo-se
toda vantagem ao comprador, recebendo-ss parte
em d'ubeiro e parte era letras oa objectos de
prompta venda; cuj propriedade contm urna
grande olaria de pedra e -ral qne lastra 16,000
tijolo-s de alvenaria gros.-a e forno que comporta
3o,0>.0, com mais um forno o lastro para fazer-se
telbas, ladrilhos. canos e loo;a, com exceilnte
barro para qualquer obra, com dous excellentes
viveiros de peixe e cora ca?a ds vivenda para
grande familia : as pessoas que pretenderem di-
rijam-se dita propriedade a entenderem-se com
o capillo Delflra Lins Cavalcante Pessoa.
Cemento Portland
Em barricas de 13 arrobas pre^o mais com-
modo do que em outra qiulquer part'?, vende-se
nos armaz^ns rte Ta^o Irmans & C.
Tameres Anos, cabo de balanco, a 3*300 a do-
zia, coiheres 6nas electro-plato a 6* a duzia, ditas
para sopa a 10* a dnzia, para liquidar que se
vende por estes dinenutos presos : no Muieu Ele-
ante, roa estreita do Rosario n. i, de Ferreira
lartins & C __________
Veode-se a taberna da rna velha de Santa
Rita n. 3, bastante afreguezada : a pessoa que
pretender dirija-se a mesma que achara com
baem tratar.
LI0UIDAC40
COM TOQUE DE CP1M.
Brim pardo fino cm pequeo toque de cup:m
na ourela, a 400 rs. o eovado, pechincha : na"
ra do Crespo n. 20, loja do Guilherme._________
Injecfo amemana.
Espeeialidade dos phar uiaceiitI-
cS Fcrreira Hala dk V.
Esta injeccao composta especialmente para a
cura das purgacSes antigs ou modernas, foi com
feliz resultado ensalada pelos mais habis e reco-
uhecidos mdicos, e por elles confirmado ser esta
injeccao a nica qne radicalmente cura em menos
lempo qualquer agntrtba ou purgacao antiga>i
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E' tambem Otil as leucorreas ou flores brancas,
ouer sejam antigs ou modernas.
* DEP03ITO
Xa pharmacia americana, ra Daque de Caxias
humero 57.
Vende-se um realejo, pega importante par*
se ter *ra urna sal?, lado de jacaranl, com urna
grande vid 153 na (un apre?enli urna grande
sala ornada Arffl cito figuras em perfeito esiaili. o
qpal f>i mandado faz.-r especialmenl?. "tenloiires
cy'liidros com divarsas pegas c o bvmnb uuional
c francs : na roa das Cnues n. ";?8, 1 andar ;
para ver das (0 horas as 3 iM tarde.
Vndelo orna tabeiua- com pouc-s fundas
em boa localidaSe no bairro da Boa-vista : trata-
se na rna de Santo Amaro n. C. 2" addar.
pes Jo. frnct.vpo graadi^s em cestos, laranjas j
hotano, na ditor, e outras muitas fnieiras por
pni; > lommodo, que s se vendo na travessa do
PaT-o ing'fz, CamjnbO'Novo, n. 7.
O Bazar da Viciara' lem, jira vender o sc-
Kuinte :
Ricos vestidos de cambraia, brancas bor.Iadoso
qne ua de nclhor.
Sais '' cambraia brancas bordadas muit.) bo-
nitas.
Camisas de morirrucaiubraas.e csgji.'w d>! nho
bordadas, nara mtli. 1
Gaarric,os horddas pira renbora-.
is de pellica braacn < i.i p>a.
- ds velludo e d- -eda \n\. senhora e
mniim
Veflde-se por comraedo pr-:- r.^ : j? .Noya n. 2.
Vende-sf^
urna balsnca para armazem, correales e braca de.
trro cenchas de amarello: na ra do Vigarlo n. i'.
OPTIHa
ARMACAO
Ra do Bardo to Victoria
13 A Ruada Imperatnz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
O proprietarios deste dovo estabeleci-
meoto de fazendas veem scieoticar ao res-
eitavel publico em geral e em particular
s Exeas familias desta cidade e f ira delta
que ebegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sortimeuto tas mais
lindas fazerfdas que at boje sa*o vistas em
oosjo commercio, e que esto desposios
venderem por todo preco.aGm de venderem
muilo e apurar dinbtiro, saber:
L;nrlrjs casaquiobos de gnrgnrSo preto
enfeilados para todos os precos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e jaoellas.
Camisnbas de liobo bordadas para se-
nhoras.
Ili;os tapetes avelludados com lindos de-
zenhos para* 2 e 4 cadeiras.
Ricas grinaldas e capellas para noivas e
meninas. t
La para bordar de todas as cores por
comraodos pregos.
Chapeos de sol de m*da inglezas a balo
por lodos os precos.
Ricos o modernos cortes de organdy bran
eos com modernas listas.
Ditas d cambraia8 de salpicos brancos
o de todas as cores a 5J000.
Pe^as de cambraias nas a Victorias com
10 e 12 jardas a U, W, U, 6 e 7,5000,
Ditas transparntes finas para lodosos
precos com 2 largaras.
Variadissimo e elegaaules sorlimento de
lias para vestidos de lodos os prec -s e qua-
dades, que, quem as vir a vista dos pre-
sos comprara.
Mjdernas popelinnas com listras a 120
rs. o eovado barato.
Grande variedade em chitas finas, para
200, 2.0, 280, 300 e 320 rs. o eovado.
Pecbincba em alpacas de cores lavradas
e muito finas, o eovado 400, 500 e 600 rs.
na Flor da Moda ra Imperalriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA I A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
Sao camisas francezas finas a 1 ?>500 cada
ma, dmira a vista- da-fazenda. S na
Flor da Moda ra da Imperalriz n. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de 30000.
Madapoloes finos e largas com 20 varas
4, H e 6^000.
Brim pardo trancado de linbo fino o
eovado a 320 e 400 rs. admira.
QUEM QU1ZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA- .
TRIZN 13 A.-
Cobertores definissima la de cor a 80,
60, 6 40000 brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. ocov.do.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia 20OCO rs.
Grande quaolidade de lencos para me-
ninos e bomens tendo:
Com barras de bichinchos e calungas fa-
zendo gynastica a duzia 10200, 10500,
20000 e 20300.
Ditos braucos finos a 20300.
Ditos de linbo ambanhados finos a 60 e
70000 a duzia.
Camisas de meia o melhor qne b, urna
10, e 10500.
Ditas inglezas finas de linbo para homens
e meninos por todos os pre?os.
Coller'nhos, punbos, grvalas, meias,
toalhas, lencoes. crochets para cadeiras e
jardineiras. v
Completo sorlimento de cassimiras pretar
de cores.
Pannos finos pretos e de todas as quali
dades, brins brancos pardos e de cores por
todos os precos.
Koupas eitasna Flor da Moda
Sobre-caaaeos, palilots-saccoso' fraks de
todas as qualidades preco comino lo.
Calcas de casemiras pretas, de core?,, de
brins brancos, pardos e de cores.
Ceroulas francezas de linho e de algodo
commodos precos.
No mesmo estabelecitnento encontrarn
os amaveis frequezes um be m alfaiate para
tomar medidas dos que quizercm manda
fazer suas obras 6 sujeitando-nos a fica
com aquellas que n3o sabirem a contento,
afirn de bem servir todos aquelles que nos
honrarem com sua protecc?-o neste estabe-
lecimeoto urna enfiaidade de artigos que
deixamos de mencionar para nao se turnar
massante aos leitores, o estabelecimento
est aberto das 6 as 9 horas da noitc s
ordens do respeitavel publico.
N.-13 ARUADAlMPERATRlZN.13 A
FASSI) IKtilSI!,
Tem venda em seus armazens, alm de ontros
irtigos de sen neg io regular, os seguintes, que
'ndem por precos mais mdicos que em on-
ra qualquer parte :
PORTAS de pinho almofadada?.
JRADES de ferro para cerca.
ESTE1RAS da India para cama e forrar sala.
GANOS de barro francez para esgoto.
3ESSO superior em porpes e a contento.
'ISMENTO de todas as qualidades.
ACHINAS de descaror;ar algodo.
LONAS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro 6a carros.
- FOES americanos muito bons e econmicos.
V1NHO de Bordea ux.
COGNAC superior de Gautier Fre es.
?ARELLO era saceos grandes- a 3SO0
AGUA'florida tegiiima. ___________
*H?^
b." 30.
Vndese orna ptima arnnco de amarello'de
primein qualidade, toda enviracada, proprla
para qualqner estabelecimento, podendo er re-
movida se-ji o moaor estrago, e sendo que o
comprador quoira fi;ar na mesma oaja, onde se
sena o dono do ptedio consentir nisso : tra-
tar na'raa do BarVi da Vietoria b. 90, OQtr'ora
ra Nova.
Vende-se um piano proprio para principiante :
os raadePedrj Affonso, outr'ora di Praia, n. 47,
! andar.-
Vende-se por preco mui rozoavel, e com van-
tagem ao comprador, o engeno Velhr, sita na
freguezia de Santo Amaro de Jaboatao, cuja cn-
genho acha-se mrento e corrente. mCendo con
agua do rio Jaboaiao, contendo rcrca de nira le-
gua de trra do snl a nortp, com outro tanto, em
oarte, do leste a oeste, eorn boas obras de Basa
de vivenda, do engenln c de purgar e casa para
guardar bagasso. Quem poi?, qmzer faaer nun-
cio to vsntajo, dirija se ao mesmo engenho
para tratar com seu proprietario, qne far
negocio. _______ -__________
tudo
Grande
S. Joo
Vende-se i'rmas de ferro superiores Dar bolos
o por prcj mullo b;*alo : ti ra
Damero b.
CfilTA PRRIW
, de ehim preta forte coa 35 co'aljs a 'i.',
da iirprairiz-l da lipa a 200 rs. o eovado. c pe.:; s ra
do Creapa n. 10, loja d> Guilberroe.
Era tempos modernos "nenhura descuhri-
mento operou maior revoluc2o no modo de
curar anteriormente em voga do que o
. PEITORVL DE ANACAHUITA
TANTO NO TBATAMENTO DA ?
T088E, CnOPO,
ASTHMA, TItISICA,'
ROUQUmAO, nESFRIAMENTOS.
BRONCIIITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPrCTRACAO DE SANGUE.
Como em loda a grande serie de enfermi-
dades da gaficanta, do peito e dos orgaoi
da respiracAo, que tanto atormentam e fa-
izemsoffrera lmmanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
cacao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exteriorraente ungentos fortissimo9
compostos de substancias vesicantes, alm
deproduzircmpolbas; cajos differentes mo-
dos de curar, nSo faziam seno enfraque-
cer e diminuir as fortM do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truico inevitavel de sua victima Quem dif-
jerente poisto o cffci admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
Vil E EZ DE inRITAFt, .MORTIFICAR E CAUZA*
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MOB1F1CA E SUAVIZA A DOK.
ALI.IVIA A mniTACO
DESEMVOLVE ENTENDIMENTO,
FOR'nFICA O CORPO
e faz com que o systcma
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collcgios de Medicina de Berlim)
testificam serem exaclase verdadeiras esta
leaces analgicas, ou al m dissoja experi-
encia de milliares de pessoas da America
Hespanhola, as quacs foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suficientes para sustentarem a opiniao do
PEITORAL DE ANACAHUITA.!
Deve-se notar que este remedio se acba
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm,
alguns d'cstcs ltimos, e particularmente
aquelles que s5o dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, forman a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes to
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A ComposicSo de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meios
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacSo d'um ou dous frascos
effectuacaopara a de qualquer cura.
Acba se a venda nos eslabelecimentos de
A. Caors, J. da C Bravo d C-, P. Maurer A
C., A A. Baiboza, Bailho'nuu A C.r.o
pharmacia americana rna do Queima K7e Gr.nde
LIQUIDACAO.
Na ruado crisp n. 2U.
toja de Gailherme.
Lisa de cores miudai a 280 r? eovado.
Bramante de linho com 10 palmus de tareera a
2J500 vara.
Chitas claras e escuras a ICO, SCO e 20 o eo-
vado,
Ditas riscados prorsianos a 280 o eovado.
Ditas ebinetas para coheria a 2'<0 o covad'1.
Cambraias, organdys miedas a 20 e 280 c eo-
vado.
Ditas bordadas biancas e de cures-para corti-
nados, 320 o eovado.
Ditas bispo li-as finas a 3 a pec.a.
Ditas brancas com 10 varas, 3000e 3'/"
a pep.
Dita Victoria, a 4a t(c.
MosBlina I ranea, a 4(0 rs. o covido.
Madapoio rnfceez, a C a peca.
Dito ngkz de bom a especial, a 44O0, Si, Ci
e If. a peca.
Algodosfobo a 3, 35i00e i a pec.a.
Alpaca de cor cot listas, fazenda superior a
300 is. o eovado.
Dita branca, com fl> res miudas malisada? a
300 is. o eovado.
Dita jircta cos flor Lran:a, o 300 rs. o eo-
vado.
Ditas de.cores padioes mudos e modernos a 3W
rs. o covade.
Lencos do cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada nm.
Ditos de linho en bainhados a tfl a dutia.
Chila, fazenda bem conhecida pela sna fortida?.
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
200 rs. o eevado.
Casemira preta superior, a l^oOO o eovado
Cortes ^e casrrr.ira de cor, 3 Cortes de meia casemira, a l*i00.
Casioeta pela e de cor, a 300 rs. o eovado.
Ganga airarclla lisa e de lista, a 320 rs. o eo-
vado.
Algcdo iargo merca T a 5 a peca.
D-se amostras com penhor.______________
Joaquim Jos Gonealves Beltrao tem para
vender no seu rscriptorin rna do Commercio c.
o, os generes abaixo notados, quo vende mais bi-
rato do que em ontr.i qualquer parte :
Az-itonrs em anccrelas.
Amcndoas ern barrica?.
Caf muido en massos de 1 libra.
Cbapoos do Chile de boa qualidade.
C> gnac marca martel frres.
Eoxadas.
Farinha de mnr-rSir ca de Santa Cuharins, sac-
eos de 3 e 2 alqurires.
Dita da Baha em saceos brancos.
Dita de ana embarrice*, proprias para casas
particulares.
Fio de a'g( ilo da Babia em novellos.
Fosee*
Mxartos.
Nozes.
Obras de palhrtas.
Papel pn prio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palito,' para denicJ.
Prcp^- sotlidoa.
Puno de .-.rndao da fabrica de Todos os Sstt
de Pedrs i na Baha.
Rolha-.
Rape popular da Baha.
Botim etn f.iifi'H.
Retros (flis rc!hcrts'fabricantes do Porto-
rapices doMaraeliao.
Tabaco imonto da Bihla.
Verr.iz copal.
Vinho do Porto engarrfalo, caixi de 13 jar-
rafas.
Dito codito rm barri?, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, ver.ladeiro de Sejubal.
Dito D-jrdeaua en: caixas de urna daiia.
Pilo Libras sterliaas.
Verle se no STmazem .*e fazendas de Aoga!'.o
V d? Oliveii A C., i ra 'o Omrnercio D- 2.
"^""VunUt t nina caa na poveagio do U;
smfronie a igrej : 4 ir atar ns ra Duqi.


[p


s a. 35 Uja de larbeiro.
R


Oiaiio de Fernamouco Subbudo 3 de Junho le 1871.
VEIIOE-SE
J.a ini.n J.-j IUimBi M ra -a Cruz U. 8, 1
indar, vende aigorto aryl ainer canos verdadeiro
e prpr* mv'iii-Mn n. .'< p 4..
lio >iu antis cabellts ferancoa.
Tintura japone a.
S o nica :pprovad pelas as academias de
ciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
parecido ate hoje. Deposito principa? ra da
3ai!eia do Recite n. SI, andar, era todas as bo-
.!';' e caa A IVA IS
Scoaipre a Xova i:peranca!!
AO IiEI.10 SEXO.
F.jh l'ij i te* eontv cid.i pela sua elegancia e
sjiperiorwad* tir. ttois dejad >s, acaba de recrber
rnoilos anigos pata o qn* respeimsamente convida
o i>ello sexo i viT.iia-h.afindeeomprarem aquil
ii |'i',! ire:ii ^ara preparo; de vestidos toi-
'.'..ii.-res, e aiiwmo nualjuer objecto para
"* un prezf>ni*..poM que si na Nova E*pe-
ar.io sali-iVilos, j pela (| Mudado e pre-
veis, e mesmo por que k Nova Esperan-
r*o "in i.lu e impacientar era dar a es-
objectos, prestando-se cora o agrado
cm rae ewtu a receber a iodos, adra de que
saibam com o h'rme proposito de voltarem on
mindarpui niesma toja, logo que precisen) de
quai.juer .y ligo \mr ptqueno que seja.
LVAS DE PELLICA.
Receben-as de Lisboa a Nova Esperanza para
omens, sentara e meninos, sendo brancas e de
11
NOVIDADE.
Bieo de. quipure preto com branca, a Nora Es-
peranza s ijuem leen I f t
Crinas para joias. '
Nova E^peranca recebeu boas calxas de sn-
dalo pan puardar joias.
Filas largas -para cintos.
Receban as de rumas quabdades a Nova Esp-
ranos.
Para extinguir panos oti sardas.
A Nova E-peranca tem le te de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Rsperanca a verdadeira tinta n-
flela.
Para refrescar a petleeaforroozia-la.
A Nova Esperan? ra Duque de Caxias o. 63,
sude verdadeira albina branca de.Lais.
Perfumaras
As melbores, e do mais conhecldo fabricante,
auto trance! eomo inglex, eslao exposUs venda
a roa Duque de Caxias n. 63, na Nova E-pe-
anca.
Extractos, bar.ha, oleo, saboneres, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de brande, etc., ele,
:ndo de superior qualid?de : rende-se na Nova
Sipataaca ra Duque de Caxias n. 63.
! !
A Nova Btperanea, a ra Duque de Caxias n-
<53, recebea ara lindo sortimento de lia parabor.
dar, vindo s cores rnais procuradas, branca, pre-
ta. escarale etc. etc. a Na antes que se acabe I
!U


LOJA B ABMAZEM

NA RA DA IMERATEIZ 60-
DI
FLIX PEREIBA DA SILVA 8; C.
os proprietarios dist grande esiabeleciinento ten Jo en ser ama avultada porcao de
fazeed j, e toodo continuado a receber por todos os vapores e furrios iaaeota porfo
das mismas, tein revivido f.-zer urna GRANDE LIQUIDACO, alia de demionir o graa-
de deposito e aparar DINHEIKO. Do todas as fazeadas que se rende baraiissimo te dio
as amostras, ficando penbor ou t mandara levar em casa dasEaraas. familias, assia coao
as pe soas que negiC'am em menor escala, n'este esta. e!ecimea tose poderao sor .ir a
pequeas percoes pelos meamos pfecat que coapram as casas exportadoras.
Agora sim
Tabellas Vermfugas
Este medicamento o nico que pelo sen bom
arana e gosto agradare) se torna o mats propno
para a expulsan as lombrigas. E' fcil de tomar
porque o s-u gslu igual ao do chocolate, ede1
prompto etleito.
DEPOSITO
Pharmacia americona de Ftrreira Maia A C, ra
Do na de C.xias n. 57.
Jabonete Este nor.j preparada e applicado com grande
iprort llmenlo contra as molestia de pelie chro
nicas r rebeldes emp (fuerera aofjstoe peilo, borbulhas, sar-
aa, lepra e eosefebdef, mesroo aquellas que em
citas p.rtes deliraIM do corpo tanto mortifleam,
bualmente o ujo cintinnado deale sabanete coo-
trifue para tornar a pelle assj roiraosia. E' igual-
menie efflrai para amaciar a pelle do rosto ou
entras partas di corpo, que por motivo de erysi-
pellas t>eam asperea e escamosas. Preco de cada
'ifcnne'e fii') rs., er;i duaia se far abitimento.
'[ je i d-'pisito em IVrnamSuco, pharmaca ame
i -i-.-i de l'-rreira Maia & C, ra Duque de Caxias
n, 57, .'iriga do Queimario.
ico deposito
Pharmacii americana de
Fcreir Maia.S C, ra Du-
qu- de Caxias d. 57, aiiti-
do Qu(?ima -o.
^
1
0 verdndeiro portland. S se veBde na
ra di Madre de Deus n. 22, armazem de
Jei Martina de Barros.
A 5
rfl
Venda- ?a sceos com fariuha de mandioca, me-
diado 18 cuias, pelo baratsimo preco de 5a cada
acco ; na ra ao Marquei de Oliuda n. 40, es-
criiitorio.
A' chegitiade su as magestades
Chita fr.ncezas fioas a 200. 20, 2i0, 260. 280
e :.O rs. o evado; camhraias de cores mnito (loas
a 2*0 fazenda de 600 e 640 rs.; laaziubas cotn lisias
de seda a 00 r:.; pe?as de madapolo largo a 4,
5, (i i e 61^:00 e floiss:mn a 8a ; popelinas de
seda a I 300, 1*500, IA6C0e2J o covado ; ricas
laias bordadas j (itaa a 4 J e ontras nraitas fa-
lenJes 'ue foram arrematadas em leii.ii da casa
da ra do Crespo que pegou fogo dos Srs. Costa &
Castro, as qnaes se vendera por pncos baratissi-
ni para acabar, vejam e admirem I a Norma em
su magnfico si runenlo de fazendas Anas nada
deixara a d'sejar, e como lenha por norma vender
barato, aflm de conquistar o bello sexo da Veneza
Americana nao sel se pela barateza de suas fazen-
das, un se 1 > las harniooi sas notas de sua msica
acmnpaRhada a compasso pelo habilitado pessoal de
que cunpostb, de forma que duas Urcas partes
segurairien'.o sali convictas em nao comprar mais
em outra luja, (altando apeoas urna terca parte
pira compielu triompho da Norma.
O ariDHrm da Norma roa do Barao da Vic-
toria n. 48. esquina de Santo Amaro de Honteiro
da Cunba & C.
/Vos 8 s. iiu'co?.
O Bazar Victoria, na ra do Baro da Victoria
(antiga rea Nova) n. 2^ receben um rico sorlimea
to de Otas bardadas para diTerectes graos epara a
testa de S. Jco.
ELOGIO
de ouro e prata
dos fabricantes mais acreditados da Enrona, o
melhor que se r. lo de^ejar neste genero, para
homens e s?nhoras, vende-3e-pcr precos al boje
desconhecidos na loj de joiasEsmeraldaroa
do Cabugi n. 5
Moreira Doart or C.
PARA LUCTO
O PaT3o tem om grande soj-timento de
fazendas pretas para lelo, como seja: ISa-
siabas finas para vestidos 400 e i 10 rs.,
meri mimo leve para vestidos e roupas
para homens 20 e 20200, alpacas com
larores brancos, cassas pretas lisas e com
braceos, bombazinas pretas, can toes, e ou-
tra? muitas tazendas todas proprias para
luto, que se vende mais barato qu* em
outra qualquer parte.
CHITAS DE CORES
O Pava** lem re;eLi Jo grandes sortimen-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tamhera grande sortimepto d is
mais delicada* percalles miadinbas proprias
para vestidos e roupras de crian4as, 6 von-
de-ie por menos do qoe em ootra qnalqaer
parte, na roa da Imperatriz n. 0.
LENCOS RRACOS A DZIA 3 O Pa\;io vende fin i simos lencos brancos
j* embanbades, em dazia pelo barato preco
de 30UOO, e outras muitas qnaliddes, tanto
de (Suiao como de cambraia do linbo, e
ciiinezes.
Toilhas de Porto a 100000 a duna
O Pavo vende su eriores toalbaj para
rosto, sendo de linbo do Porto 100000,
ditas de f'O'.o fazenda moit) boa !20noo
n duzia, ditas coakhoadas a 70500 dozia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 30OCO
0 Pav3o vende colchas brancas de fastlo
sendo bastante grandes pelo barato preco
de 30000, ditas de cores moito finas ...
70000, ditas muito grandes brancas de fus-
ilo e mu'to encorpajas 60000, ditas de
croxet, proprias paracamade coiva 150.
ORGANDYS BRANCO
O P i vo recebeu os mais finos e delicados
organdys brancos para vestido, sendo todos
com lavores miudinbos, e vende se pelo
barato preco de 800 *e 4000 > rs. a vara,
fazenda qua vale muito mais \linneiro.
GUARDA BANHA
O PavSo vende urna grande porc5o de
pannos de crochet proorios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de guarnido,
ditas para encost de sof, ditas paracobrir
pian; s, assim como ditos redondos para co
brir diferentes movis ou outros qiaesquer
objecios, e pade-se vender por menos do
que em outra qoalquer parte, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 20500
O Pavo vende chales de merino muito
grandes e encornados 2*500, ditos
imitEco de chineze 20SOO, ditos pretos
de renda com 4 ponas 20COO.
CHALES PRE IOS BORDADOS
O Pacto vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalquer {arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortimen|o das
me horas camisas inglezas e francezas com
peitos d9 linho para todos os presos e qoa-
lidades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os precos e laminos,
iendo tambem para crianzas, e no mesnio
estabelecimente tambeai se vendo ccronlas
de liuho e algodio, tendo para todos os
pre.os, assim como meias croas ingUzas
para hnmens e meninos, que ludo se veade
por pre?o muito limitado.
COUIINAOS BORDADOS
O Pavio tem c nsiantemente om g*ande
soi timecto dos melhores cortinados Dorda-
dos para camas e jai ellas que vende-se de
80000 at ao mais rico qoe 'ostuma a vir
o'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascada?, tao tapadas como transpa-
reates, proprias para o mesmo fin, colchas
da crochet, dama.cn para camas de noivas,
e cortinas, e* ende-e nc Basar do Pav5o.
LAASINHAS BARATAS
O Pa ao lem um g ande soitinento das
mais bonitas iaasinhas para vest los, tendo
de todos os precos cores e qoalidades.
rrincipiando de 200 rs. para cima ; porm
ti grande a qnantidade que seria enfa-
donha especificar qualidade por qualidaJe,
s a vista do freguez e das amostras se Ibe
venderio por precos 13o cmodos qoe
engue deixara ce fazer om vestido de
la por tao pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 646 R8,
O Pavo vende as mais lindas alpacas de
cordo para vestido e roupas de criaocas
pelo barato preco #e GiO rs. o covado,
dilas finissimas romos mais lindes lavoree
Af.FAMTl-
que se encarrega de execntar qaj'quer e>
commenda da sua arte ventada do fre-
guez, e o proorietario d'aste grande e#>
belecimento e promette servfr bem i lodoi
oa fregoezes qu Ihe bonrarem a su caw.
ALGODOSJNHO A3l0 ATOpA '
O Pava vende facas d'aigtaoaaBQo' 4t>
moito boa qoalidade, tend SO jardM cada
peca, pelo barato preco da 30300, dito moi-
fo largo e encorpado 60000, dOnO -fam
Ibor que tem visdo ao mercado, muito es-
carpado e largo para leles, pele barato
precTi de 60500, grande pecbncha.
AftAWLAO A 4*D0 % 405DT
0 Parlo vende pecas de madapo:3o com
24 jardas, sendo lateada' moito mperior
pelo barato preco de 405QO, das com as
mes mas jardas a 45000, dita* finissimas a
55300, 65000, 70*00tf8J*fO. pechincha.
MADAPOLO FRANCEZ A 104
0 Pavio vende pecas de QoiasnaaBaV-
polio verdadeiramente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baratissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda qoe sem-
pre e rondeti <406OO, e liqtiila-stpOT
este barato preco por estar alg.ma cffusa
enebuvalhada na pona de (ora.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 10 10280
O Pavio vende vardadoiro aigodfesinho
americano, tendo 7 palmos da largura e
muito encorpado, proprio para lencoes i
7$0OO a vara, dito da meam alargara sen-
do trancado e mnito.encornado i#280.
BRAMANTES PARA LENCOES A 2l4Uf S|8003&
O Pavio vende e vardadeiro bramante de
linho tendo.10 palsoos..d# largo/a^que ape.
as precisa para umleneol urna vara erma
qoarta, pelo barato prego de 20400 vara.
dito melhor de 2J8. o e 30000, Iendo at
do melhor qna vea ao marcado 30500
e 40000, assim coma crotones (orles para
lencoss, sendo orna encornada fazenda Irn*
coza com 10 palmos de largura SCO rs.
o metro, e bramante d'a)godao com a mea*,
ma largura 10800.
SAI AS BORDADAS A 40500 E 60089
O Pavio vende graade peciocha em satas
brancas ricamente bordadas, tendo cada una
4 pannos, e rende pelo barajo preco de..
40500 e 60000, sendo fazenda croe saaBpre
vt-nden-8 por 80 e 100000.
Fazendas pira saias a 40200, 40*80 1050o
O Pa7io vende superior fazenda bordada
9com pregas proprias para saias, 10200,
10280 e 105COa ara, sendo preciso para
urna saiaaperas 3 varas cu 3 4|2.
Aos 3000 cortes de uabraja a 20320
O P-vio vende nma grande porc|o de
cortes de cambraia organdys ; tanto brancas
como de cores, sendo com. listrinhas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 20500, cada carie,
fazejida que vale muito m^.
ios 20|)0 cortes de cambiaias hordada a 0O&
O Pavao vande urna g -ande quantidade
de cortes de eambraias brancas bondadas
para vestidos, sendo com os desenbo*mais
lindos e mais vistosos que teot vin|o ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gooaes, e com muita fazenda para um ves-
tido, eliquida-se pelo baratissimo prtco de
50000, sendo fazenda de mu'to maior va-
lor, granda pechincha.
CAMBRAIAS
O Pavio veade grande quautidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, taado da 30 a peca at mais
fina qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende chitas largas com besitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pechiocba.
LASINHAA 160 RS. O COVAP3
O Pavio vende bonitas liasinhas transpa-
rentes pelo barato prego de i 1,0 rs. o cora-
do, paimincna na ra da Imperatriz 0. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O Pavio vende bonitos cortes de csssa
franceza viudo cada um em sea papel, pelo
barato preco de 2J500 corte, ditos moito
lindas 30000, pechincha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas fiaissimas com Os deseabas
mois modernos que'tem Vindo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Pa^io vend finissimos crotones cacu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covaJo, ditos de fl r5os, proprios pira co-
S PARA
TJRA
Chafaran ao Bazar Universa) da roa Nova
n. 22, un sorlrnlenlolde machinas para cos-
tara, das melbores qoalidades qoe existe na
America, das quaes moflas j sio bem co-
nbeaidas pelos sec autores, como sajan :
Wfftl t Wfa>p|owr ioker Silen-
ciosas,1 Weed Ifljpefiaes e ooiral muitas
que com a vista devero agradar aos com
poderes. !. A .
' Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trahalbo qua 36 costureiras podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeicio
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a saa boa qualidade e ensioa-se a tra-
balbar com perfeicio em menos de nma
hora, e os preces s9o tio resumidos que de-
vem agradar aos pretendentas.
x
'
nico legalmente autorlsadb'e approvado
pelo conselho de sade.
cinco DEPOSITO
em
PERNAiMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C
34Ra larga do Rosario34.
FIO
a> a feguedeiroa.
saceos
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
Wa
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
_ Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os Dameros estampados
oas pecas e nao as etiqueta?.
Vendera-se
Em casa de
ar T. JEFFERIES & C.
46 Jim do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca nm bllhe-
te com uoinc
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES b C.
imitacio de.agracianas 810 rs. o covado, berta, sendo fazenda muifo encorpada pelo
benitos glacs com delicadas eflres e las- barato preco de 8u0 r. o covado.
trosas como se la 44COO o covado, o ou-
iras maitas fazendas de gosto e laxo para
vestido, na roa da Imperatriz n. 60.
POUPEUNAS
asqueas on casaquinhos a 20^t e 253
O Pavio vende basquinas oucasaqoinboi
de seda prt tos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo png i da 205 e 25,J0C0, ende
O Pavio receben as mais delicadas e me- u'.l n,od.ern08 ineoBo ditos d cro-
hores ponpalinis de seda para vestides, \cme reda8 Poetas qne se vendem muito
cornos mais modernos lovores, e ootaas li- m,C0D'3' na/M da Imperatrif n. qQ.
k T^pieiteiros de t$ras.
Ha pra tender na fatriea do gaz nzis a 500
T>. cada carroga, exe etc., f te.
r *--------------- -- ,
jsossehhores edifica>ions e mes-
tres de obras.
Na ciara .imarella no largo do hospital Pedro
II, d'ora em dame vende se lelbai. lijlos, ele.,
etc., por men >s do (pe em outra qualqoer, e com
nma vanugam que s ao freguez se dir.
zas com as cores mais novas qoe tem v.n 'o,
e venJe-sa 2^000 cada covado, assim
como del cadas sedas de listinhai, tanto
para vest ios de senhoras como de meninas,
q vende-se 2d000cada covado.
SETJNS DE COR
O Pavio tem constantemente am bonito
sortiment) djcotinse rosdemples de to-
das as cores, quo l e-se ejiconta.
0 Pavao ten* 3/e um grande
sertimeoto de n pann^ como
de bri38 brj^l 1 da cores, da case-
miras, pjra todos os predas e qualidtdes,
e tambem ss manda fazer qualquer peca de
obra com tjdo aceio e proaptidio, para o
que se.tem om perito
Cuitas entraeadas paracoberlis a 360 rs. e carado
O Pavio vente chitas ent.anc&das com
delicados desenhos para coberias ou corti-
nas He cores fixas, sendo fazenda mnito en-
corpada pelo barato preco de 360 o cooadO.
EyPiRTILHOS A 40500
O PavO vende os mais modernos e me-
lhores esparailhos', tenio de todos os ta-
manhos, pelo barato preco de 40500
CASEMIRAS
O Pavio veade um elegante sortimento
de delicadas casemiras ingiezis, sendo to-
das de lia e uiuif levesinhas, tinto pro-
prias para homens como para enancas, e
uitas mais encorpadas, ten lo de uma.e da
duas larguras, qae se vende o mais barate
poisivej, na ro da.Imperatriz n. ).
Pavilhao da Auroi^.
Ra da Imperatriz n. 2
O done deste grande e acreditado eslabeleci-
ment de fazendas linas de todas as qaalidades,
avisa a seus oumero-os fregaeres que acaba de
receber nm g ande ortimeoto de vestidos de cam-
braias braocas bordadas Anas para senhora, os
qnaes vende muito barato, assim como outras
muitas fazendas de muito bom goMo, Das qnaes
fez grande reduccJo de precos para menos, aflm
de vender mais barato de que em outra qualquer
parte.
20-RUA DA IMPERATRE-20
FARIA & LESSA
n 1,.
Os propietarios deste novo eatabeledmento vem participar ao respeitavel 'poblico
e com especialidade s excellentissimas familias, qae tendo comprado om bello sorti-
mepto de fazendas de todas as qoalidades, estio resolvidos a vende-las por precoe es
mais razoaveis possiveis para vender maito.
Popelinas de seda, fazenda nova, a 2.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica*
mente enfeitados, a i00 e 204.
Basquinas de seda de 16$, i8 e 204.
Superiores grosdenaples preto da 10800
a 5$ o covado.
Grenedines de seda a 10100 o covado.
Completo sortimento de lias e alpacas
de cores, o que ha de mais gosto, de 640
rs. a 10.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Ditis victorias de 30500 a 90 a peca
Ditas transparentes de 30500 a 100 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita phantasia, a
100.
Ditos ditos tambem de listas a 40500.
Organdy branco de listas.
Cortes da cassa de cor a 20500.
Pecas de babados bordados, de todas as
larguras, o qne ha de melhor e mais gosto.
Panno trancado e liso para toalhas, com
9 palmos de largara vara a 10500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
50.
Toalbas felpudas para rosto dozia p.
Ditas lisas para rosto duzia 70 a 9JL
Pecas de bamburgo superior a 90500,
Pannos de chrochet para cadeiras
fas.
Tapetes de todos os tamanbos e ptvaoe-
Sortimento completo de meias para se-
nhoras e homens.
Grande variedad* en chitas e para Moa
os precos.
Madapolio rancez superior a 7^500 a
peca.
Sortimento de madapolio de 30500,
40500 50. 60 e 60500.
Cortes de cambraia bordada a 30, gran-
de pechincha.
Cortinados bordados para camas e jaael-
las.
Camizinhas e corpichos brancos para se-
nhora a 30 cada um.
Panno de linbo abretanbado, fazenda
propria para seroolas, lentes, toa-Ibas e
ontras muitas cousas, pecas com 20 vara
por 90500.
Bramante de linbo para lodos os pro-
cos.
Todas estas fazendas sio grandes pechinchas vista do preco.
-
PARA LIQUIDAR

GRANLE
Liquidatjo
DE
Fazendas para S. Joo.
W Alpacas, de listras t flores, fazenda fina,
JJ a 600 rs, lis de cores a 100 rs. o covado
B cambraias de cores a J00, 2i0 e 280 rs.
o covado, chitas claras e escuras a 200 e
240 rs., percalas miudiabas a 240 e 280
rs. o covado, chales de merino liso a 2i,
ditos estampados a 4/, 45"0 e 5Z, ditos
finos aG/.-aiadapolao a 3a200 4,43
e 5/ a pega, dito largo a 3J300 e 6|,
dito elepbinie (loo a 7i e 8a a peca, di-
tas de algodoa 3, 34500,' a e 4a300,
Drira pardo de liuho a 280 rs. o covado,
e 14.0 corte, algodSo de li-ira proprio
para roupa de escravos a 160 rs.-o cova-
do, toalhas felpudas a 8 e ll a duzia,
cambraia branca fina a 2*501), dita victo-
ria fina a 44, 44800 e 84 a peca, chitas
8 para eoberta 24Q rs. o covado, lencos
de cassa fino com barra de cor a U500
aduzi?,dltos brancos abanhados a 1*600
m rs., 24.24500 e 34 a duzia, ditos chene-
I tes a 24500 a duzia ; de todas estas [a-
Szeadas do-se amostras com peohor,
ra Dnque de Caxias n. 29, esquina qoe
volia para o pateo de Pedro II.
asa
VINHO DO PORTO
Boii
maito bons para hiai
Bdnciis
para lavajiem de tonca
por mdicos presos: na
s
Si
MACSAIC5 /.1CS?.:CJLT0S
10000 CADA UM
com cabos de faia, setrdo os-.machados de ac muito bom, proprios pira carpinas
oa engenbos: vende-se roa Novan. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallinba: ra Nova, armazem n. H.
Fregos americanos
s para barricas, a 80 rs. a libra: ra Nova, armazem




d 2 a 3 pollegadas, proprio
n. 11.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqaeiros, ou outro qualquer
mister. com loque de ferrugem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 80 a caixa com l5o
macos: ra Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES

f
f

com duas rodas, proprios para homem, a 200 cada um. n de graca, mandando-os vir
costam 1500 cada um: vende-se ra Nova, armazem o. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roupa que se bota a seccar em cordas, a
240 rs. a duzia ou 60 a caixa cem 36 duzias. E' dar, nao veoder: roa Nov
n. 11. -
PARA EXUfLV
om recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando
que se quicer, economisando o tabalho de duas pessoas.
gesta provincia: vende-se muito barato, ra Nova n. 11.
i o bagaco na distancia
6' tal vez o nico que exilie
PURPURINA AMRRICANA
ronriMINA AMHBJANA I' Licor e alcalr3o de Gvot., |#800 Q
Tinta nalteravel ;... A.....ajft. _, _
Para escrever t copiar.
E' recommondavel esta especial e excellonte tin-
ta pela sua boa qualidade, fluidez e dncao, co-
mo a melhor e mais inafyataral tinu qae se ce-
nhece. Ni) auca as peno d'aeo e d tres en-
cllenles copias. E preMlel a qflalqaer outra
.iota paraos litro* do coran relo e documentos
que earecam de long dnraejo.
UWS-OEOSrTO
na pharmacia americana de Ferreira Maia 4 d,
ra Duque de Caxias|n. 73. antitza do Queimado
PBRNAMBUCO.
AttenpSo
de bonita l
Augusta
estacao
Para cura de catbarros da bexiga, vas urina-
rias, pulmSes etc.' Vende-se na botica Popular I.
r ja da Imperatriz n. 77.
Y1HH6 COLLARES V
Vende-se o verdaaeiro vinho de Collares, viada
ltimamente pelo vapor O/itida, em barr! d d-
cimo: na ra da Madre de "Deus d. 28.
Vende-se Ruja) preto novo a IA o mel deea-
lili- e cebolaj novas cm reste a 900 rs.o ceid; e
71800 blbirht ro : ni ra de Pedro aTToUso. 1
iliMam1___
dirija-H i aetau
do tinas de b
i a 6a o
Calcac
>rim f dnraqti
dos
e branco bordadas de
a do Bom Jus n. SI,


i

i >
Diario -?-
feo
CY6MC
O Vt EL
64 1114 DA MATRIZ N, 64
DE
FIGUEIREDO 8: LOPES.
Esta nova loja actw-ss completamente sortida de Fajeadas da gosto de todas a
qaaRdadee, tanto de seda eomo de Wt, linho e de algodao, e desejando seas propie-
tarios dar sabida mesrnas esto resetvidos a vende-las por presos iSo mdicos e
acommod?vlos- bo interesse de lodos qae por cerlo agradarao aos prelendentes.
O proprietarios desta luja 'convidara, por tanto, s excellentissimas familias,
aos tunales e lodo? era gera!, a visitarem saa supradita.nova luja e se offerecein
a dar a ostras mandar as ftzendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
precos 9 sidceridtde no trato.
Quosdenaples preto.
Ha nm completo sortimeoto deste artigo
que vendemos por precos barassimos.
Grosdeijaplc* de cores
Temos os mais lindos grosdenap'.es de
cores de superior qoalidade, que vendemos
por precos barassimos, por termos' feilo
ama grande compra.
Poupelinas decores.
Recebemos/ ora sormenlo completo, tan-
to cora flores como em xadrez, e vendemos
por menos qae outro qorqner.
Metas de cores.
O Cysne recebeu os mais lindos selins
de cores, tanto maco como de outras qua-
lldades, qoe vendemos por menos que entro
qnalqeer.
Alpacas.
Ha nm bonito sortrmento, t*nto-lar-radas
como lisas e por precos commodos.
Lis coa Ilsra de seda.
O Gysne de lindos padres, e preco commodo.
Ditas lisas de una Mi edr a -too
* rs o corado.
Ditas cota xadrez padros raoito moderaos
qoe vendemos por 50 rs. o Ovado,
pechinjtfit.
Hadapol5es.
O Cysne tem ura completo sortimento
de madapoioes de lodo os precos e quali-
dades.
Ternas orna qualidade de madapotao fran-
co! qoe especialidade, tanto no preco
orno na qtwddaJe.
CbmIm bordadas.
Temoa camisas berdadas do melhor gos-
to, propria para casamento, qae vendemos
maito barato.
Camisas fraacezas e taglezaa.
Temos camisas desde o prego mais ba-
rato at ao mait caro, e oeste artigo temos
orna qualidade qne vendamos a 30000, e
para a qual chamamos a ltenlo dos nossos
fregnezes.
Camisas de flanejla de cor.
Fitemos orna compra de camisas de fla-
aella de c>, qoe vendemos por barassimos
precos.
Ditas de nteia de lodos os precos; temos
orna qoahklada muilo iarwirior com listrs
de cor, que tendemos barato.
Tfras bordadas.
0 Cysne tem liras.bordadas largas e es-
treitas, acsim como, ntremelos bordados,
tapados e transparentes, que vende por me-
aos qae ostro qualqaer.
Casemira de cores
Temos om bonito sortimento de casem-
ras de cores e preas, que vendemos muito
barato, assim como um sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes. .
Temos lindos tapetes para gaaroicSo de
sala, desde os maiores at os menores, e
os precos s5o barassimos.
Cortinados
para cama e janellas.
Temos o melbor sortimento deste artigo,
tanto para cama como p ra janellas, os pre-
cos sao por menos que em outra parte.
Tambera temos carobraia para cortinados,
que vendemos por barato prego.
Fustes trancos.
Temos lindos fustocs brancos. com listri-
nbas, proprios para roupas. de meninos e
mesmo de seaboras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, barassimo.
Colxas brancas e de cores.
Temos colxas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barate preco.
CHALES.
O Cysne tem um bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qualidades ba
ans que vendemos 'por 20500, e que seu
preco foi de 40.00.
Espartilhos.
Ha espartilbos de todos os-tamanhos e
das melbores qualidades.
Cambraias de cores.
Temos cambraias de cores proprras para
roupas de meninos e-de senbora de lindos
padrSes e ptima qualidade.
Meias para homens e senhoras
O-Cysne tem comp'eto sortimento de
meias, tanto para homens como para se
nboras, meninos e meninas.
Fazendas para loto.
Temos fazendas para loto, de todas as
qoefidades, como sejam: alpaca, contaO,
princeza, merino, cambraias, I9ae pretasj
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha om completo sortimento de organdys
com listra assenada de lindos gostos e mo-
dernos.
I

Ra do Cabug n. 6
DE
i n
'
Antonio francisco dos Santos & 0.
Este aovo estbelecimento asaba de receber um completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inte ira mente poves, a saber; i
Poupel|na de seda, com lindos dse-1 Crochets para cadeiras e lof.
oboe. i cmj ,.. ,i o om j Colchas de 13a e seda para carne.
Nobresa de seda de-cores e preta. Casaqoinbos de gorgoro preso; '
Cortes de camaraje bordados, i .a^un j i Mceiiensovies para baptisados.
Grande sottimenio de ItaaaaipKttipari Chpente* e chapeos para senhoras, o
vestidos bei na si- tiuas&qtB que*** dedaelhor.
C(>rtmadoiiiriiijBeBte>kofdtoa.paj nu. r Whcos de lnho, caminas.lisai e, borda-
Granadinas brtwasy'aee* ***: W*R bon">
Saias e camisas bordadas para senhora. Bramante de linho e atealhado.
Tapetes'de wdoeoM aj*ab'>s. ~ >" Bales com as desejadae anquinbas.
Os rroprietariosd*'<5onqiifa Jpwsta-te"a IreuioaodM- com qoalqoer ob-
jecto em qualquer casa qoe ipatalsMMItes mandem nicamente o nome ds roa e numero
la innrarta.
IRMA OS
i
Ra da Imperatriz n. 64.
Moitas,ootras faaaodas temos que poderiamos annunciar, mas por se tornar
enfadonho ao repeave| pablico deizamos de o fazer. Podemos garantir que os nossos
precos far5o diflerencas de entra qualquer casa, pois estamos resolvidos a vender pelo
casto, porm i dinbeiro.
O o
3 si S
a

.3
I
i:
ts
P h fi E I n fl,
Ra Primpiro de ruarlo a. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente see seus numerosos amigos
participara Manuel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cosa Pereira, que acabara de
fundar nm rico-e sumplooso aimazem de louga, porcelana, vidros e cbystaes 4 roa
Primeiro de Marco, outr'ora ma do Crespo a. 1S, sob a razo social Pereira
IrmSoa.
A longa pratica e conhecimestee de que dispoem oa aofiamieBtes oeste ramo
de commercio, a que ba muitos annos, se dedioam, oe tem habilitado a f atisfazer as
necessidades da populacao desta provincia e suas bmitropbes, efferecendo aos consu-
midores maiores'VanUigens do que qualquer outro estabeleciniento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo estabelecimento com
merciai, verificar por si. raesmo o qoe es aoaeaciaBtee eeai de dizer.
p

xlIaUOS tmericano para ladeira e vane*.
Gamas de ferro
UaiTinitOS ^ K50 pn volomes e par* atierros.
Ealancas
. 10* '.' i
*
a
Enxofre
de pesar decimaee e outras.
'
salitre, e oleo de liobaea.
X OgvKJS americanos para lecha e koke
Formas
>-i
de ferro para paes de assocar.
Tachos
f-nm
de ferro galvanisado para assocarj
Cofras daferr^u^^.
Machinas oe.decarocar*igodao
Machinas decorUrforoo.
Machinas ^ anrobar gratas.
Estes rticos acham-se .a venda V Avw\i*Aa *>
em casa dos importadores "ST^rS'^ Ferragem eraJ.

n re
I' Cu
s&i |s.
d i c ni i
(l T' (t
S3o finalmente chegades a esta pra$a pela segunda vez as verdadoiras preparacef
do Dr. *ADWAy 4 C. de New York.
Depois de liguas annos,. m que as falsificacees de Haaburgo e mesmo de New-
York uvera entrada oeste mercado, aprovejtando-se do bem merecido conceito qotl
estes remedios haviam alcancado por seus maravilhosos efeit03 conseguiram introdazir
se, illudindo o publico incauto, com ama reduccSo de preco, nqJlifiondo o verdadeirc
mrito destas admavfs preparaces, imitando as verdadeiras; porm desacredan-
do-a C[Om seos nollos effeitos, lembroa-se o autor de fazer a declarago abaixo, e >
dar diplomas aos q e ven lerem os seus legtimos preparados.
Prenlpa se o respeitavel publico de qne as verdadeiras preparafbes do Dr. Ra-
wai sesse vendem ao.depsitos.cima declarados e trazem um rtulo igual ao destf
annunxio. !!:. r*
Nos abajxp asignados, dnclRamos e. certificamos, que os Srs. Ravmondo Carlos Le-
te 4 Irmao. da cldade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, s3o os'uossos agente;
geraes, pela,venda de nossos remedios, tanto no dito imptio como no reino de Porto
gal. Noticiamos ao puDlico, que nSo se podem obter o remedios do Dr. RaotTat (e qne sSo. preparado no Jaboratori- do mesmo'doutor Da cida'dV de Netr-fork not
Estados-unidos), senlo das pess as.qae podem produzir a presente certificacao e"ae#-s
tacao e qne a produzenj, subs^ipVi, e assignada do Dr. RADWAt A C. e" dos rs. Ray
mondo Carlos ^ei^ ^Irrita two ao p. Todos e cada nm dos remed-os do Dr. Ra~
bwat & c. sao acorapaflh>dos de cdulas smelbaptes as que parecem ao pe. desta par-'
Examnese bem a assignatnra da. firma do Dr. Radwat & C ao p da present
sertifieacSo e compare-se. cm o faf.f#rnile as cdulas com todw os. frascos e caxiahaa.'
Radway & C.
Os proprietarios deste estabelecimentonico neste generoconvidara ao res-
peitavel publico para cencorrer ao mesmo e analysar os variados artigos qae existem,
cortos de qae encontrara, come sempre, franqueza e sincerdade.
AOS APRECIADORES!
geubra de Hollando
Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de dttlerentes qualidades.
Vinhos do Porto, C&ery, Bordenx e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, CbartereosQ, Aja-Pana, Cr^me,
Cac3o Che uva.
Crome de Moka,
etc. ele. etc.
Boj inbos para cha.
Ditos ingleses.
.Doce de fuctasecca.
Dito crytalisado e em calda.
Cha superior hjsson.
Dito di(9,AMto.
Ghftcalat 3q superior, qqaWade.
!
Para Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro
Amhdoas confeitadas, papis para sortes de dilferentes qualidades.
AOS EXPERIENTES!
0 verdadeiro viobo da,B^irradf,Jie^a(Jp,uJtimamej^,pe|^ Qr^aa.
a 'qp^ei;:aBeojuneal,.:taDt. da ifeca wp do waiQi todo
*eio : a-^a^f,^ coa dp Imperador n. 26.
Recebe se
com promptidape. ass^io
EST VENDENDO 0 HSIO DE SUAS I'EOIIIX H'iS
M RA DA IMPERATRIZ N. 72
A SAlilIU
LXASCTHA A 10RS. O COVADO
Vnde-f e larsindas jara vestidos de sen-
horas e meaini', f e!o barato preco de 160,
200 e 400 rs. o cotado.
CHiTAS LARGAS A i(0 RS. O COVADO
Vend'-;e chitas f.ar.ce aspara ve-tido de
easa, 20O, 240, 280, 3^0 e 3,'Oxs. o Co-
vado.
CASSASF^ANCrZASA250RS OCOVADO
Vend-se rnssas francezas para vetfidos
240, ?0, 400 o 440 rs o cflvsdo.
ALPACAS OE COPES A 500 RS. 0 COVADO
VeDde-fc Acaras de ccres para vfstido
de sentaras 5:0 e 640 rs, o covaio.
BWLHASTISA BRANCA A BOO RS. O COVADO
fla^ 33800, Vfi, O e 7d.
C.OHTESDE i^EMiltA PliETA A 35900
Vonde-se cortfs de carenara mti p*ra
ca'ca a 35 0. 4 e-^? pa aqnUsr-*-.
C0R1ES DE CAM RAM A 2#S00
Vndese coi tes i'e tamtjraadc ewc 4
2)S800 pira liquidar- st
Vecde-se 2 rci^oe 1 muero jzn
gz,Tam;i da 1'tif trr-t Vi v "'
GRANDE LIQID'CAO
DE ROLI'A OMS S
Vende-so psca4f> i |itnt 11 lo .iccf,
a Gfi, 8# e 10, di'o l ea-ira k QUM
a d e 6. dt. de ali *a jxcia i$ e b,
Veooe-is btilbantina brinca 500 is.. o.diioa de brim daaorM o 5-i, ?& e
eovadn 25)0, ditos t'e B-aoemia ?A e -!,
FBSTAO LE CORES A 360 RJ. 0 COVADOrUios frzques de mutitft dn_. m *i8|*
Vetodes) fut3o de cores para vesiidos '40, coileics e l-i m e es i
360 rs ^covfd--". 11^500, ditos de seu Ira tetd*eid 2,3C ALPACAS PRETAS A 50 RS. 25.0 t 3/5XM, diana no o*-d> rar-ia e
Ver de-se; Iracas preas 500, 640 e 800 de esstmira prea, >{uv *a^die ('.e
rs d:tfS de listas assftira as boa, para 'merii para icto eltu.b*ii ; M a *.
fcahar. calcas de ca-eaira de c<">;r>. ha 5
ALG0DA0DEI.FSTAAI60RS.0C0VAD0 6^500 e 8, fliU de dila pMi, pa O-,
Veode-se signio de lista para renpa
de Pcrs-o," t0 rs o c> vzd .
IIHI\1 IONA A 50 R> METRO
Aentie pp-brioi lona pardo para calcas de
qnem trabalha por er mnito forte, 500
rs. metro on 3*50 rs. e cov?do.
CHALES DE C\SSA A fiOO RS.
VenMae cbales de cassa branca 500 rs.
na* im.
COBERTORES DE AL iOOAO A i#4f0
Nen<'-secrtbeitores dealgodaO 10400
para acbr
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 2*
6,1500, 8 e f5i>(\ c t s i- i i r. mo a-
rio, i t, hgQi W t S tt^pa/f al*r,.
ditas pira Itto <'e ipaci c.o cor c p n-
resa 30 e 3060", riiUtazofi r;r' a,cr-
ves 5(0 rs ditas do }$ lt)d li U
800 is, camisas de riiaJf i > u r i'.o flo
campo 800 n. c l0 O, pata i ,ui -n-s-,
octras'muitas r< upas ii s \ e f vi "o
sem nservi deprc entro e-sas r >tpafol-
lar, tfm alfumas vende mai* barata c,o ijtie e t anmiciado.
GOLLIMAS AR\ AC.AK
Vende-1 e gorbabkS pa i wnierja e me-
Vende-se chales de merino estampados n-naa 100 e 2f O r?.
i%0 e 70100 para liquidar-se
CXBTES B GASGA ESCUBAS A 800 BS.
Vende-se cortes de ganga para calca do
hornera i 600 rs., para hqoiJar-se.
LENCOS BRANCOi A idOnO
veede-selencos brancos 20000 dozia,
para acabar.
BRAMANTE DE LINHO A 2f8QG O MET30
Vende-se bramante de linho cem 10 pal-
mos de largura proprio para le'of'.es
2A800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 205OO
Venderse eobertas de chitas 20500 cad.i
t ma.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-se cm resto de c lannbos de papel
iOO rs. lluvia.
MfcDAPOLO A 30260 A PECA
Vende-se pec^'s de madapolo enfetado
30200, ditas ingle/as c m 24 jardas 50,
50500. 6. ;oa'0. '*, 8 i, 90 e 100.
CORTES OE CASEMiRAS DE CORES A oj
Vende-se cries de ca emirs d j cores i
5i500O.
ALGODO DE 20 JARDAS A 3/800
Vende-se pecas de algo.3o am 20 jar-
GCLIM1AS E MAXGCITO l'ARA LIQUIDARSE
a*np.
Pra liq iidar-ss ten re-:e geliel-as d*
traj'paiso, muilo boei as :'i'C'lrs ada urna,
NOVIJ'DiC
R'ga-se a torios o ileved n* da m fs-1
fjlli a de Guimji5-;s i s-ii-n. i emmiri?<;>i
Jardim dal Dam s, o bv< r c. v r .' \*t
su-a cenias en dtbiUs mr.i- tre\o s;--H,
i queassim n5o fi/ersii sn; roste de. i.raic
per exten8o afile Icario, i'j w m
rea da Imperatriz n. 72.
COMV.M IJ.li
Precisa-s- Miar c n os s j i*.' Srs ?:
negocio qoe Ihez respeiki > k-i's i.-:.--
ses, na ra da Im eratr i. ~rl.
Aogusto Fenira Mar-H s Ribe11 .
Bahazar Marques r'e uliv i:a.
Jos Thomz do Nacisiifi 'o
Manoel da Costa Trav ttoa
sobasliJo Amonio de AH-ini c-q r-.
A.k'ljno da Silva Pit*'.
Ji5 Igna 'o Francisco Go es
Jjs Roberto do Ra.-da enlo,
Feliciano da Cuatia ^. >\ A\lbaquerqne.
X4I0PE
RABO DE TAT'
Pirata iudegena
Especialidade dos pharmaceuticos Ferreira M,ia & C.
A tosse convulsa a que apresenta mais pertinacia naqueHe* -.c -'',:. r.'
frem ea* com que moitas vezes suecumbam os enfoimos, sem qi.it miv: : .../-.
dicameotos applicados consigamresultados-favoraveis, sendo essa alT-rfii u.nio m?ii
grave quanto menor a idade dos accommettidos; e por isio ovos pn paiaii.is s<.
consUntemente publicados por meio de pomposos annuocios sem que a bjcu ..\ .;. ,,;-
atteste o qoe delles se esperava.
Acaba de ser enrequecida a tberapeolica das diversas mol< s:iss do^o, Offdt
a pharyngite on mal da garganta at a tuberculisaejio pulmonar, com o XA'bCi'E Ir LI-
TORAL AMERICANO DE RABO DE TAT', que tomar o primeiro li>gar entre tod t
os medicamentos at boje para tal fim coobecidos.
O 5AR0PE PE1T0RAL AMERICANO DE RABO DE TAT', taaratfidfi pera
mente vegetal e s contern em sua composico aparte medicament-i.-a /t p anta yutear-
mente denominada RABO DE TAT', cuja propriedade benfica na cura das inolc!"*%s
qae pertencem-aos orgaos pulmonares foram por pessoas competentes obsirvadas, o-
rante longo te.mpo e com ptimos resultados cada vez mais crecentes: pelo que r. :*
julgamos autoriuados a compor este xarope que agora apresentamos, e a offerecelo aot
mdicos e ao poblico.
Pederamos apresentar mnitos attestados, nao s demedeos rerpeitaveis, c< ns
tambem do pablico qae tem feito uzo deste salutar xarope;. porm dispeikidmos e^ta
formalidades para nao canearmos o publico, pois que o melhor alistado que se 6d<
apresentar sem duvida a cura completa de milbares de pessoas.
Poderiamos citar aqu pessoas que est5o completamente restabeleci as ?.-.
versas molestias de peitede qoe est xarope poderoso medicamento, eiioi rnraco
como sejam a asthma, bronchites, deflaxo, oatarrbo,tosse convulsa, rcuquidio. i:r!a(w
do peito e garganta e phthisica pulmonar etc., etc.
nico deposito em Pernambuco pbarmacia americana de Ferreiu )Mn & C,
ra do Dnqae de Caxas n. 57, a(ntiga do QueinjadoO
-i. IARWIER, Pharmac7,,^>S?Ivl,e1f*
Boul*^<4 aebMtopol, B8.-PAXUai.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
AftOMas a Academia id Scieneiai e o lusiituio te Fitiw. "

C0NT1BI0SA8.....
OLESTIAS
Granie Jiquidaijo de
calpados
i e TsnhwBA sera w
lYenienl** ''' rrlflittade. '""
COI
.LYBIQ
BRTnaioiBft
C
S')SO
(|MNM dr. piJDdt.
sua/oriidio, homein,
LijJfAvog, habit
fcl#,ToJa do i (te saa fona carca
" aa|iniiinv) vMBfl|HI|
Vende-se remed) coatra e- tuliot, <^HHW Io '"'21 fl^B
GoanveK-
meniado por dieniV mmou,' ai oaen icd Ura- ||8^ F*j&<>.
d)boro JMtbto-m rlaMri. da Marco a i ]r
(m]gtmHCmRrm do Mirqoi
dobora
(amiga
i Marco a
irqaez deOlm-
C
-*
.i
rfimn tr\0 Coa a forma, e de volme i* ura Porte-Noeda e4M(k
ttmMOS ,,Tog,BAfjrw --
Contra as oCect'ci Deoisilarios-geitil pait a MAML t'IHMIVCCMJL
>m& m d<> Rosario^'taKTAl^Ud.*
HARINICB r>!larm"CO'*lco prlv^Jeglado
f.uic.rtpCftiAitoantfi a. MAAIMIH
vmsk
/E|PC1A4ICAM8
*t3*emir de Srictc! e ao Ii:!t(Rilo le franaa,
tUMtJtl* i A ^'' form '~ r*ini. (levdt*i e-(fo*M*> vari
f ra UMi?fll"l -4' "PlUU^I
P4.C

TI \
Cada fraeeo cnsta lfiOOO.
Cuidado comas falsificac/'es.

POCAS &
tem a honra de chamar a alinelo dos entendidos, para os segumi.-
aobarawpostos em seu armazem.
COLLARS. ;

ib
Vinho especial j conhecido, para o qual chama attenfo paMici.i m m *ud>
res deste especial liquido, proprio para todas as.esUffoes, visto a s,mjlicifjar,e cit vua
composigo.
Esta qualidade especial de vinho, 19o apreciado pelos entendoros.
acba-se igualmente cxposlo aprecar;3o publica, e particolarmenie dos
boa ptn|i.
e io jCs^,
W ipara este
coflbeqederes da m
sem ao mer
erb b;
oomm
FIGEIRA
Roa
eacelleate viaho com-especialidade qae chamamos a
" .visteas diversas marcas ^oe temes, send. d s ih'+<><< qns
"i com avista.
BAS3
6te artigo, visto ser tiido dtrctam.i it, j, i
4 impossivel, e vi^r ros
da^Wwric n9, junto ^igfej*.

h-


8
Diario de Pernambuco Sabbado 8 de Junhe de 1871
IJTTERATMA.
O castalio- de wildenborg.
ClDUcCSo.
E, de mais a mais, proseguio o an-
ciio itnava-o coa o raeu fi'ho. 0 desaire
resultante da falta daquelle retrato alfi
nada- comparaivanaente com o desgasto qae
o meu coracio' s> ffreii Eu contiva c>m
elle para Cazar reuasctr am no me Mostr,
nclle depositavaas minhas esperanzas, cnfiio
no nico i ronco varonil da minha estirpe,
e agora i a > mais um renegado! Ol.' ea abeeparh o
mensageiro que me tiouxesse a noticia
d< sua raorte! .. Aqutlle brazio, ultimo
tslemunho tta relacio que existe entre mim
e esse horaem. proseguio o coronel, re-
dobrando de indignadotambem deve des-
apparecer d'alli I R alisado que seja o
seo consorcio com minba filha, precisa
.que o seu retrato snbslitua aquelle qua
uro, para qn os notares escudos do en-
de de Isenghien expulsen! o braziio de.'boo-
rado de um dos Wyts / .. Vamos, capitio,
tome o sea punhal, despedace, mutile, apa-
gue p >r suas proprias ruaos aquelle brazSo
que me odioso e que do ha muilo na
devia existir all I Dar me-ha desse mulo
urna prpva de que me eslima e de que
aprecia a gloria do meu aome I
O conde de Iseghien, excitado pelas amar,
gas pbroses do snior da Bonch>rderie-
ispuoba se a cumplir as suas ordens. tanto
mais que elle estimava anniquillar o ultimo
vestigio de recordacio que o sen rival po-
desse deixar no cabello de Wildemborg :
desembainliou, pois, o puntal e collocou se
em posicio de desfazer o brazio.
E o guarda, c inde, cu guarda! gri
t:u urna voz atroadora.
E ao mesmo lempa um bomem de- eleva-
da estatura, Aislando a cortina do quadro,
precipitou-se no centro ds sala, e, de espa
da euu ponbo, amiacava o joven conde.
Jicquas I bradaram a um lempo,
estupefacto, o sentar da Roncharderie, s.ia
esposa e Mara, recoabeceado o capito re-
belde.
Em guarda! repeli Wyts, paludo,
trmulo e bramindo de furia Quando in-
SuRfva cobard mente aquelle retrato, do
cerio nio eooUva encontrar aqui o originil,
disposto a viugar-se I
E, lvido, de cabellos desgrenhados, Jac-
ques brandia a capa la, esperando aocioso
qae o rival o imitaste.
As sentaras, desorientadas, acercaram-se
do coronel eimobravma a sua benevolencia.
O con Je, despertando do atordoamento
raomentanoo, dse nbain'iou por sua vez a
espida com o Qm de apirar os golpes de
to inesperado adversario.
Era um quadro de movimenti admiravel,
urna secna tumultuosa, imponente, cujas
peripecias deviam agoardar-se ancosamente.
Jacques Wyts n3) ouvia nada: ceg de
raiva, s pocurava o seu rival, e te-lo-ia j
assassinado, se elle Dio bou vera tido a pru-
dencia de se limitar defeza. Crusaram-se
os fenos: Jacques lancava am oibar arden-
te sobre Isenghien, o qual, pjsto que conhe-
cedor das regras de esgrima, com difficu'-
dade aparava os botes multplices e precipi-
tados do seu adversario. Os gritos dos es-
pectadores desta extraordinaria scena e o
retiir das armas immediatamente altraiiram
a!ii os criados da casa, e alguns soldados da
forca commandada por Isenghien.
Mara amparava sua mi, quasi sem sen-
tidos ; o senhor de Wildemborg conserva-
va-se impassivel a alguns passos dos con-
tendores, aguardando perplexo o resultado
aquella borrivel luta. Naturalmente o pri-
meiro movimento dos soldados fui o de se
laucaren sobre Jacques, que nao poderia
haver-se contra vinte adversarios ao mesmo
tempo, e o qual, sem calcular o pergo e
confiado na sua coragem, lez frente aos ag-
gressores. De repente, qual ave de rapia
que de ba muito espreita a presa soles de
ae lanzar sobre da, o seibo coronel, sahin-
do frente de espada em pnnho, gr.tou com
voz de estertor:
A mim, a mim, r*negado!
Todos os circumstantes e at o propro
conde de Iseogbien se alTastarMua resoeito
smente, vendo Fernando Wyts naquella
postura, em qaa pared i ter recobrado todo
o vigor e desembarazo d i mocidade!
Jacques, ou porque reconhcesse a copos-
sibilidade de centinuar a defenJer se de tan-
ta gente, oa porque rsceasse um desenlace
funesto do seu recontro com aquHle a qum
devia lanos beneficios affastou-se n'um ra
pido raavimont >, fez com a espada qma evo-
lucio puraraonte defensiva, abri passagem
atravez do grogo ameacidor que o cercava
e procurou na fuga o meio de salvar a saa
liberdade, escapando tambem ao triste ex-
pediente de lutir com o seu antigo protec-
tor. Antes d-s espectador e3 terem tempo
FOLEETII
FILHO 00 CALCETA
POR
de advn'iar as suas :ntengdes, dirigise
ell-i para a porta, desapparecendo aos olbos
do lodos, no mesmo Instante em que Fer-
nando Wyts dava ordem para o prenderen,
morto ou vivo.
Durante esto incidente a situacio de Maris
foi borrivel : lulanao com dous sentimentos
oppostos, nlo sabia por quem bavia de re-
cejar mais, so pelo conde de Iseoghien, seu
desposado, se por Jacques, coja preseoca
lite despertara as mais sensiveis recordages.
Quando, porm, vio este uiiimo lvre de
perigo, sentio o corac^i ai iviado de inmen-
so peso, rosprou livremente e rendeo gra-
cas a Des por haver dado tal xito aquella
impa cootenda.
Deja is que o captio desappareceu, |s'n;
ghien e Fernando conferenciaran sobre s
perseguiran! o fugitivo, porm o capellao
fez judiciosamente notar -que Jacques, te a do
sido educado naquelles sitios, devia conhe-
cer todas as veredas da cbaroec, subtralara-
do-se por isso com grande vantagem, favo-
recido, de*mais a mais, pela escuridao da
noute, s pesquizas dos, soldados. Esta opi-
n So foi a que prevalecen ; comtudo o coro-
nel determinou que se dsse rigorosa busca
a tolos os aposentos para se assegurar de
]ue seu sobrinno nao ticra all escondida.
M.ndou retirar os criados e soldados, fi ando
s com as pessoas de familia. -silencio
do espirito succedeu-lhe ama profanda tris-
teza, possuido da qual disse :
Bem o vio, coude : em nada exagge
rei o retrato daquelle miseravel I Teve a
audacia de se oceultar neste recintho para
surprehender es nossos planos contra os re-
beldes I Cre i que veio aqai como vil espio
enviado pelo principe Mauricio 1
Tal vez mesmo baja um plano combi-
nado com os rebeldes para atacaren! o cas-
tellod sse Isenghieu, depois debaver me-j
ditado algum tempo.
Que genio do mal impellio aquelle lio
mem a tal excesso de deshonra ? prose-
guio o coronel, menos penalisado pelo inci-
dente occo rido do que pela lembranca da
ingratidio d JacquesObi bem quizera
eu feri-lo por minb s proprias maos I Ao
menos impedira que um membro da nossa
familia cominuasse a mancbar-se na iinfamia!
Pelo amor de Deus, meu pai, nio diga
taes cousas I interrumpen Maris tmida-
mente Lembre-se de que Jacques do
nos-o sangue I
Meu irmio, mau irmao, proseguio
o vellio, occullando entre as maos a cabeca
encanecida para que nlo Ihe vissem as la-
grima. nio me pecas conlas dos crimes
de leu fiibo I Fiz quanto pude para o guiar
na senda da virtude : nio me aecuses por-
que elle se alfas toa della !
Socega, meu amigo I acndio a se
ohora da Wildemborg, aproximando-se li-
midamente do esposo e aperiando-Ibe a mi
Tu n5o lena culpa nos erros di tea in-
digno sobrinho!
Nao tenho culpa bradou Wyls vio'
lentamente Nio I Cabe me a reeponsabili-
dade da minba demasiada indulgencia para
com as suas viciosas inclinacoes, da pouca
severidad* com que o reprim: eu devera...
Mis agora tarde!.. Um Wyls traidor, re-
negado, rebelde I O seu nome perdido, des-
honrado por um vil espiio !.. S me resta
quebrar a minba espada I
Os que presenceavam esti cotnoaovente
scena deixavam expandir as arguigoes im-
raerecidas que o coronel julgou dever dirigir
a si propro. i isso seguio-so bogo silencio
Do repente o senhor da Boncbarderie er-
gueu a fronle : reassumira p socego natural,
divisando-8e-lbe apenas como vestigio da-
quelle pungente sofTrimen'.o profunda mace-
rago as faces.
Conde, disse elle nao ha que du-
vidar: ameaca-nos grande perigo I Foi aqui
mandado um emissario para se assegurar
dos no3sos panos; urge desenvolver toda
a energa, antes que os saltea lores surpre-
hendam o castello e destrnam assim os nos-
sos projectos. A idea de Mauricio da Nas-
sau enfriquecer o exercilo de sua alteza,
promovendo de-ercSes as suas Qleiras.
Bem sabe que os soldados desertores da
Flandres, conhecidos sob a denominarlo de
rebeldes, estao s ordens dos aossos inimi-
gos; forcoso impedir que elles operem
abertamente a jnnecio com as tropa* das
provincias dissidentes, e pira isso torna-se
necessario tomarmos medidas enrgicas e
vigorosas.
De msnha em diante eatrarei em
campanha repticou Iseogbien. Conlo
dar ama ardua tarefa aquel es miseraveis
salladores, e se Jacqaes Wyls se acbar,
como diz, entre elles, oblerei am titulo glo-
rioso, depondo-o aos seus ps vivo ou mor-
to Creio que neste empeobo serei coadju-
vado pelos votos de saa filha t concluio
elle, voltando-se entusiasl:camnle para
Mara.
Sr. conde, disse esta, vUivelmente
contrariada por mais inexplicavel qae ea
acbe a preseoca de meu piteo neMf laga-ietllsr te,' I eras* a a cortina do qnarto em
res, ddvo dizer que nio poseo oo0r sotii- qoe faltamos fstro lazio-se no vaccuo quej
ment a de odio e desprezo iguass aos seas bav nelle, Bcado issm esconiido. Desv
contra aquella que foi ocompanbeiro amifo
da nfts alseeta l
--.s)tqjer,lBo dizerfexeUmos o co-
ro el, xatdo a liria com olbar sspreso -s
rado-Lef bra-le de fas Jaeqoss nto ssis-
te para nos !
Nio ss afflja maje, meupai. Eu nio
sei o que digo balSnciou M ra, fr de-
siTodos estes soccessus me transTbrnam
as ideas!, -Pecdoe, meu gai, se o csra-
cao de urna pobre nralber se depedaga de
magoa, quando s deveria revoitar-se de irr
dignaci i! Todava cousa bem borrivel
ver pe soa da aaeraa familia a votarem-se
implacavel odio I
Amanhiaproseguio o anciio, rato-
mando a conversa no ponto en qae a jo-
vea a interrompera=partrei para o acam-
pamento e darei coota ao archiduque do
acontecimento desta noute. Confio i soa
guarda e valor o que me mais caro no
mundo : minha mulher e filha. Nio care
co de repetir qual ser a recompensa da
sua leal dedicacio.
Chegara a tara de caJa qual rseolber a
seos aposentos, roas primeramente o coro-
nel e o conde ffe Isenghien tomaram as
precaucoes necessarias para o caso do cas
tello pjder se invadida dtale aowe
noule.
do,* ^
O GRA'NDR CEMITERIO HESPANHOL.
Como que Jacques Wyts, que ha poo-
co ensontraanos no BuIscampWdlt,; se trans-
portou ao castello de Wddecborg, quando
ao avesso, o deviassos suppor bem longe
daquells sitios ? Gomo |>ode elle oceo-
tar se no espaco do quadro vazio, em urna
sala quasi sempre confosrida ? Eif es esif angfstiidt psjos r/vezes da sorte, devia
*! VIH PIRI
III
O Salgadlssho.
(Continnacio do n. (25.)
Os doos homens comprimealaram-se.
Ah I o nosso commandante disse o
vsconde depois da ter examinado Beaare-
gard, com o auxilio da luneta cavalgada
no nariz ; ji acaboa a reuniio ?'
E' verdade, senhor visconde, respon-
den Baaoregard, e muito sinto que nioa ssis-
tisse ella... mas ti vemos de nos apartar
antes da hora, porque, segando parece,
eramos amoscados de orna desagradavel
visita.
Nesse caso, tem lugar na minba car-
ruagem, commandante, e iremos para ama
casa, onde podaremos conversar nossa
vonlade.
Aonde ?
A casa da Sainte-Estepte.
Urna casa de jogo ?
Atinon.
irei I disse Beaaregard. E pelo ca-
minho lbe direi o qae desjo do senhor.
Os dous entraram para .o.iran; o JPte-
gonte offerecen um charuto ao seo cama-
rada, e a carrnagem afastoo-se.
Aos Campos Elysios liaba dito o
visconde ao sen coebeiro. Voltsndo>se de-
pois para Beauregard
Espero, commandante, disse-
qae nio me largar tio cede.
e-lhej^e.
Estepbe encantadora, e eu vou l jogar
quasi todas as noutes.
E arrastou para l... o rapazote que
Ihe mandei ?
Caetano... C tem vindo com o
viscondd de Grandiieu... J nos relacio-
namos.
E ol'es jogam ?
Especialmente Caetano; mas nio
feliz.
Serio ?
Eolio qae quer... am lesma...
aposta sempre contra mim.
De raaneira que pardeo.
Como o senhor me tinba dito que Ihe
emprestasse diohero, emprestei-lh'o. De-
ve-me estas horas mais de vinta mil
francos.
Demonio 1
Mas esta noute o ver... E' om
pedaco de asno ; bem se v qae ebegoo
da provincia ; e de mais, quer qae Ib'o
diga ?... parece me qae anda namorado.
Elle I
J se tem deixado descahir... mas
aiada se faz discreto ; all anda coasa.
Mas se elle nio v ningaem...
Perdi, vai aos Italianos.
Temos ento alguma duqueza f
Nio sei; parecea-me entender toda-
va que nem elle mesmo conhece i quem
ama.
Isso insensato I
Nio lh'o disse j?... Se elle -
idiota I
Fez se um pequeo silencio.
O gas Ihe acibavam de dizer dava qae
pensar a Beaaregard, e leve medo qae
viesse algom incidente escsngalhar os planos
que bavia feito respeite,de Casiano.
Mas essa preoccopaclo dnrou poaco, e
mis cuj so'.uco ucv apresentar ao les
tor. C i..
Quanio Mara deixou o joven capito,
este, mais que nunca apaxonado par sos
prima, com eco a a lastimar-sc por nio a
ter prevenido do segredo de que era porta-
dor. O seu silencio, calen ou elle depois
qu se Ihe esclariceu a rzic atravez dos
sentiiaentos de odios e chima que o obie-
da vara, corapromettia a vida daquella qae
amava, a qual ia fkar merc de urna qua-
drilha re salteadores. Mil ideas sinistras
lbe volieavam tumultuosamente no cerebro:
ora se Ihe affigurava Mara desmatada entre
a vida e a m rte, debaten do-se contra os
rebeldes qae della se baviam apoderado ;
r i a va de grenhada, com os vestidos em
desordem, fugindo como louca do solar de
seus avs para escapar so incendio, nor-
te : ora se ihe representa 'a sin la ve-la ar-
rancada ao perigo pelas mios de Isenghien.
para o qual se sorria ternaraen'e, agrade-
eendo-lhe a sua dedicaco e mald:zendo
com elle o traidor qoe cansara tanta mina.
Todas estas visoes lbe pareceram revs-
tirem-se de formas pajpaveis, corno sucoede
a quem esta preoecupado de orna idea ni-
ca ; tonga allucioacio Ihe dominara os sen-
tidos, at que recobrando o sangue fro, to-
mn de repente a deliberacao de s- intro-
duzir no castello, procurando tornar a ver
aquella que agora a todo o transe quera
salvar dos horrores de om ataque a mi ar-
mada.
Ibvim decorrido algumas horas depois
que Mara se ausentara. Absorte en tris-
tes reflexoes, conserra-se un rao ve-1 nO
mesmo lugar, cono-osa toasen privado de
movimeotos. Espern a noute para reali-
sar o seu plano. Conbecendo o interior do
castello, esperava poder a li penetrar sem
ser vijo. Segundo as antigs praticas, a
familia Wyts, seguida do todos os domasU.-
eos, hora da Ave-Maria, dirigia-sa ca-
pella do castello para ah recit^em a ora-
cao propr a. Foi desta eosejo qoe Jacques
se aproveitoa para se introduiir na antiga
habitago onde paseara a infancia. As sa-
las esta vana todas desertas. Quando pas-
sou envfpente da porta da capella, nico
oamiuho qae tinha a seguir, ouvio o capeK
lio a recitar a ladainha e as vozes dos que
Iba respondan em coro,.entre asquacs se
destiguia a de Mara. uviado isto a con-
templando aqaelles lugr'es to seus conhe-
cidos, comprimio-se-lbe dol rosamente o
coragio: todas as recordacoes da infancia
se Ihe aggregavam na memoria; comparou
a sua v da :aventurosa a agitada com aquella
paz de fam lia do que ha tapio temro esla-
va privado, e, a alo ser o capricho, qae
mmtas vezes se apodera des bomans enr-
gicos e os con luz realsacio de am plano
em que veem despedacar se-lhes a ventara,
por certo o capilio rebelde teria penetrado
oa capaila e abjurado ahi as suas crencas.
O receio da cobarda triompboa das anas
hesitarles, e por isso, voltando-se de s-
bito, acliou-se, sem saber como, na sala
do jantar. Mal entrara alli, oavion logo
ruido do passos, que se aproximavam.
Vendo-se perdido e nio sabendo como oc-
ie ssconderijo ouvio a- coavers se que ti
vsnos coahectasento no wpitoo anterior
Inaghis-se sn que 1-irturN se acho aquel-
le genio arrebaudo, quando oovio seu tio
iasulur Ihe lio strozmeote o aone, stndo
sjfjndado pelo conde seo rival. Comtudo
o reconnecimeotOr devido aos beneficios que
daquelh familia recebera, e o receio pela
sua propna conservacio, te-lo-ham detido,
se ee nio dsse o caso extremo de ver o
seo rival armado do panhai para Ihe dis-
truir o brazao. Nesse morntrito perdeu
toda o aangue-frio e em resoltado seguio-
se o que acabamos de presenciar.
Cono o cape.15o previra, Jacques Wyts,
sahindo do castello. seguir veredas quasi
impraiicaveis por entre breabas e pantanos
de Bulscampwalt, al qoe chegou a ama
espessora de arvoredo. onde deixra o ca-
vado. A noate eslava escara e raras es-
trenos appareciara no firmamento : s q >em
con heces *e muito da-perto os carainhos da
cbaroeca poderia orieotar-se na escuridao.
Descreyeras commocoas qoe se deba
iim no cora?o do mancebo seria lio dffi
cil cono o fra a aoalyse das nuvans a non-
toadas tumultuosamente no co por urna
violenta tempestada.
Tres potencias coiossaes se disputa vara a
poise do seu espirito ; o odio, o ciume 6 u.
amot; les creatojjs Ihe preoecupavam a
imagnaci): Mira, a quem n pjde-a
prevnir do perigo; Isenghien, enj > nome
Ihe ora odiosa por mais de am motivo ;
seu pai adoptivo, que o renegara, De um
lado da balaoca pesava a afaicio pela jo
hen ; ds*(rt de seu to. Naquella organisacia fogosa,
de
realiiada da stnscio pre- vista canea, e mokas vezes a mi treme
dbando se vai f disparar.
logo voltoa
sent.
Perdi, disse elle'; o moco Caetano
de Lurville nao quem agora me d ais
qae pensar, e fea nio ( o jVtdei chamar
para fallarmos tespelte dwe.
Eato de qoe se trata f perguntou o
Elegante.
Vou precisar dos seas servidos.
Temos, obra ?
. fi obra, senhor visconde, en qae para
si ha a giilaar eos sem mil fraocjs.
Bonita cenia.
Agrada-lhe ?
tt Podita INo coasa prohibida de-
sojar urna pessoa ser siso.'
E depois. tio fcil...
Ah 1 Est-me fair crescer agas
aa bocea... Ora vamos,., conte-me
isso...
prefalecer o sentmedto da vinganca-
J ^Maltilar o seu bnzio Iexclama va olle
Hei-de vingar-me 1 Amanhii saberio a
quem insultaram I
E, matteodo o cavallo a toda a brida
trraspanha es majs largos fossoa e rompa
as brenbas de espinhoso.matto que lbe em-
baracava a csrreira. Embucado na sua
capa, entregra-se assim a merc do fiel
ginete; en como que am espectro maldito,
um genio do mil a percorrer o espaco para
realisar mysteriosos designios. Percorrers
algumas leguas ao acaso e embrenbra-se
a'una vasta floresta.
k eapessa escandio que o cercava obri
gra-o a afrontar a corrida. De repente
paroa beira de ana vasta quebrada, aon-
de vio lampejar ana lat: apeoo se e trac
too de descob:ir a origem delli, que vio
ser de orna fogeeira de troncos de arvores.
Em volia della estavam eswndid rs, erabru-
Ihadot em capotes, seis homens, qoe pare-
can adarmecidos. A inda l am elle ni)
acaban de examinar aqdeile qaadVo, quan-
do ae sentio agarrado e vio tas pistolas
apontadaa ao petto.
Com mil diabos,bradou um dos as-
saltaatesse espiio tem mal encaminba-
do I Nem palavra ou morrer I... Mas
vanos a saber: qoem :'
Com qae direito se prende assim um
inofensivo' viandante perdido no caminho ?
redarguio resoluto o captio."
E' graciosa a pergoota I Siga-nos e
verSrcomo arriscado penetrar aqui sem
auttarisacio I
Se querem a minlia bolsa, ei ladis
ee Jacques esperando assim desembarazar-
se daquelles qoe suppanha meros saltea-
dores! i**.
-, -r- 4>Sv4gar, ttevagar! replicn o sal-
teador, tomando aHjolsa D c tambem
essa arma, toe aqui intil.
Poaco ne importa disse outro sal-
teador, estar fa lando com um papista,
bespaahol oa arebidoeal : s Ihe digo, com-
padre, que, se o chefe o nio acbar em re-
gf a, ter de passar um bem mo bocado.
Assim fallando, os dous salteadores des-
cerara por um atalho, adiando se em breve
n'oma grande dareira quasi circular, ro-
deada de gigiojaseos canvalbos. A loa era-
baciada illojninava, c m epheraera claridade
aquelle lugar skiistro.
Jacqaes Wyts, a proporfio qae avancava,
ia de-iinguiudo melhor os objectos que o
C:rcavam Nio "ficou mulo satisfelo, quan
do vio suspensos nos troncos de arvores
cadveres em potriifacc5o e esqaaletas des-
carnados; No ceatro daquelle borrivel la
gar eslavam agrupadas alguma> barracas.
Onde estou eu ?perguntou o cap
to aos dous'salteadores.
Est n'om logar, do qual anda nio
sahiowivo bespaahol algum, como bem o
altestam essas caveiras. Aqai o Grande
Cemiterio Hespanhol, aquella a tenda do
nosso chefe. All saber o resto.
E ao mesmo tempo introduziram o man-
cebo n'oma das referidas barracas.
Senfler. Ellet, disse am dos sal-
teadores, levando' respetosamente a mi
Beauregard despedio ama baforada de
Imo.-ff voltoa-ee pan o interlocutor.
:Pisem-me que a seobor um dos
ais habis atiradores de Part.
0.visconde ioclinoase.
E nio mentirn, responden elle ;
acert n ama mosca triota passos, e nan-
ea errei ama moeda de meio tostio i vmte
e cioco.
Admiravel !
Ainda se pode fazer melhor.
E' o qae ea ia dizer. Atirando em
casa1 de Lepage, com o alvo immovei, dio
firme,- o espirito so:egado, comprehendo
at certo ponto qae aps algum tempo da
ejercicio se alcance grande certeza, mara-
vjlhosa segaraoca na pontaria ; mas caca
j no succede o mesmo.
.Temjaiio. ? '
Ahi aoda-ee por entre o matiov ataca-
si a cuja, paisa o coraco com ardor, a
E' possivel, volveu o Elegante.
Ahi quera en vd-lo.
Creib qjue a experiencia fcil.
1 ^-Tenselisso mesmo.
, ^ OoBf aWar-me alguma cacada ?
- Qaero fizer com qae o convidem.
= Qoen ne ^ha de convidar ?
Isso les por minba conta. Tenho c
ninhal' raices pan- acreditar que vio or-
garoisar-se grandes caeadas nos bosques
pertsuceotes ao. Sr. de Grandiieu ; l nos
encontraremos,- a eolio verei, meu charo
visconde, como se desempeoha da tarefa.
Est dito, redargnio o Elegante, estou
s suas ordens, e daqai at l hei de oxer-
citar a nio.
Mas olhe, caaegnos casa daSainte
Estepbe. Nao quer acompaohar-me ?
Afflanca-rae qoe encontrarei l o Sr.
de Lurville ?
- E tambem o Sr. de Grandiieu.
E' isso que me decide.
-*- Sempre sobe ? .
f too comsigp, vou.
A casa da Sainte-Estepbe nada tinha de
Sarticolar, e assemelhava-se todas as casas
is corlezias da moda.
A propria, Saibl-Estepbe parecia-se com
todas as mulaeres elevadas momentnea-
aste po um capricho ao throno das
ephemeras raiahas da galantera, e que em
breve se despenham no abysmo do des-
prezo.
A Sante-Estsphe era pesaos de Julio.
Qdando* vio que o seu reinado ia flodsr, e
queja nio poda esperar nenhum baejo da
fortuna, transformoa as soas s i em
pelanca, e dava jogo, por nio ter mais qae
Quando entrarara'Beauregard e o Ele-
ao chapeo, ao approximar-se do chefe
aqui est um despreciado viandante, que
encootramos espiando o nosso campo.
Deuem-me Iredarguio elle, impa-
cientadoSe algnm espil), eaforqaem-o
quanto antes 1
Senhor Elleto, elle dr" qaa se pardeo
no caminho,
Qaem o senhor ? parguotoii o
chefe ao recem-chegado, levantando a vista
de sobraos papis que eslava examinando
em urna mesa improvisada.
Anles de responder, disse" Jacques
ntimalivaraentedesejo saber com quem
estou fallando.
Por Mahomet I bradou o ehefe,
cruzando os bracos J ousadia Saiba
que lem a honra de fallar a um Elido do
esquadrio, a Valdejas !
Valdejas!replicou o mancebo, con-
tentsimo por haver casualmente encen-
trado, aquelle mesmo que busca va.
E, tirando do bolso o salvo-conducto
timbrado com os sel'os reaes, disse"":
Conhece esta firma ?
E' da Mauricioexclaraou o Elleto,
Mande retirar esta gente e* depois
saber o motivo da minha presenca.
Valdejas. depois de curaprir i ordem
do raaacebo, perguntou attencio3amente :
Com queentao vera da parte de Mau-
ricio de Nassau ?
E' verdade e cbamo-me Jacques
Wyls.
Jacques Wyls I redarguio o saltea-
dor, estreraecando Soja bemvindo, visto
ser o emissario de una adiado.
Eest-ndei a mi-a Jacques, porm es-
este, azendo que nio reparava, sentoo-se
e passou a explicar-lhe o objeclo da sua
missio.
Trata se de dar cabo de alguas ar-
chiducae-, saquear e incendiar um castello,
e raptar urna mulher Iexclamou o saltea-
dor depois de haver escutado Jacques, o
qual Ihe confiara o objecto da sua visita,
instmdo cora t. da a impaciencia e ardor
do ciume e da v.nganca pela antecipaco
da empreza.
Com md bombas I Baleu a boa por-
ta I E* exactamente essa a missio da mi-
nba gente I Ver como sabemos trabalbar I
Parece-me que nio ma^onaprehendeu
bemacndio Wyls, assoslado com o ex-
cessivo zelo do salteadorHa a matar ar
chiducaes e podem dar o fim que Ibes aprou-
ver ao conde d Isenghien, mas desgracado
d'aquelle que pozer as mios em Mara Wyts,
minha prima i
Sxa, bem sei, as raparigas sao a me-
lhor presa para os da sua laia I Nesse caso,
deixar-lh'a-hemos e os nossos soldados de-
dicar-se-hio a objectos mais proveilosos para
n a, porque o interior do Casiello est mais
bem fornecido do que muita gente julga.
Alera disso, lemos que apoderar-nos do se-
nhor de Wildenborg, como de i.m louro
colbido a lago. Tambem eu lenbo urnas
contas a ajoslar com a gente do Castello.
Um da, tal vez breve, se o jnlgar dgao da
minha confianza, dr-lhe.hei que relaces
tenho tido com a saa familia e lalvez me
possa ajudar a descobrr alguem que par di
ha aonos.
O que pode haver de commura entre
um Valdejas e os Wyts ?redarguio Jac-
qaes orgalhosamente.
Sabel oh i mais tarde : agora trata-se
de outra cousa. Quaoto ao senhor d-vw.l-
denborg, minha presa, e, se nio declarar
onde tem o dinheiro, queimal-o-hei vivo I
Menos isso Ireplicou Jacques, mo-
vido pelo'sentimento da gratido.A idea
do principe Mauricio destruir a torca en-
viada pelo archiduque contra os rebeldes;
o meu intento entregar-lhe o con le de
Isenghien e raptar Mara Wyts.
Nossa parle poderemos concordar,
redarguio o Elettomzs quanto ao sa-
que...
Prohibo que saqueem, que roubem
o raioimo objecto I
Ent5o leve o diabo a soa proposta I
Jolga tahez que arriscaremos a nossa vida
s para coadjuvarmos o rapto de urna mu-
lher?
O principe Mauriciorecompensalo-ba
largamente depois da exped.cio ; por age-
ra aqu e>to alguns cirtucbos de Filippes
de onro que elle lbe manda.
Isso agora outro caso! Est con-
veocionado : faremos ein postas a guarnicao,
comprehendendo o conde de Isenghien e o
velho fidalflo de Wildenborg, se o encontrar
mos no castello.
J lbe disse qee nao: conservario
meo tio preso at ordens ulteriores,
E quando partiremos ?
O mais breve possivel, esta mesma
noute, se quizer, porque talvez manhia o
conde de Isenhgien tenha reunido toda a
sua gente, inutilisando os nossos plaoos.
Seja esta nouteredarguio o aventu-
rero, que, hibitaado a estas emprezas, se
gante, estava a sala principal cheia de ju-
gadores ; enfileirados roda de urna mesa
qae hava no meio da casa, sgoiam com
poderoso ioteresse todas as phases favora-
veis ou contraras que o acaso do jogo
trazia.
Mas o mais paludo, o mais ardente, o
mais absorto de todos, era sem contradic-
cio Caetano de Lurville, que naquella oc-
casiio dava cartas.
Tinba diante de si ons 6 mil francos :
Uns seis mil francos n'uma parada I
gritn Caetano com a voz alterada.
E como nioguem respondeu, ia passar
as cartas para a mi do vizioho, quando
se ouvio ama voz qae o fez estremecer.
Apooto I... gritou a tal voz.
Caetano ergueu a vista, e deu com Beau-
regard.
Este ultima alirra para cima da mesa a
jquautia equivalente.
Caetano corou um pooco... Mas os es-
pectadores tiobam-se approzimado, e j
nio bavia besitacio possivel.
Deram-se as cartas. A cousa nio durou
muito.
Beauregard teve um nove, e o outro urna
danta.
Depois sabio um aove. Perdeu Cae-
tano.
Levaotou ee.
Beauregard guardou tranquilamente o
ouro e as notas, e foi ter com Caetano.
Ora adeos 1 disse-lhe elle com galn
teria, feliz nos amores, infeliz ao jogo.
Caetano passou a nio pela testa h-
mida.
Fallanm-lhe meu respeito, disse
alie com a fui conmovida
E disseram-me que o senhor andavs
namorado.
acliava sempre prevenido para todas as
eventualidades. A minba gente nio carece
de quize das para se prepanr para urna
expedido: acpela a linelo, aspada ao
lado e osa bom paabal aa mi, eis o nossd
armamento. Somos aqpi en maior numero
de que talvez jolga; quando incendiamos
o castello de Staden, a algumas leguas
d'aqui, foi negocio de urna hora, e nio gas-
tarnos mas tempo para nos apoderarnos do
castello Coockelare, al is bem deeadido.
Assim succeder com o vemo solar de Wil-
denborg. Crea qus do se me dar de
ajustar urnas contas cora a senh ira da Bon-
cbarderie, que leve a audacia de me negar
urna esmola t Veri como manobra a gente
do esquadrio I.. Sio onze horasprose-
guio elle, olhando para um relogio de cobre
suspenso n'um barrote.A meia noote es-
taremos i sua disposico, e se ao romper
da aurora Wildenborg nio estiver tomado,
ea nio seja Valdejas, o gnnde bastardo de
Mabomet, como por ahi me chaman I
O Eletio sabio da barraca com Jacques
Wyts, puebou por un clarn de prata, que
trazia suspenso ao lado, e fez resoar com
elle tres agudos sons, qoe retumbaram na
floresta.
Decorreram alguns momentos. Wyls
ouvio em roda de si certo ruido e d'ahi a
pouco cojiecaram a apparecer de entre as
arvores numerosos grupos de homens, todos
vestidos do mesmo modo e cujas espadas
relu ziam ao reverbero da la. Avancaram
iodos silenciosamente para a tetada de Val-
dejas, se tenda se pode chamar s una ac-
nhada cabana, formada de taboas mal uni-
das, que difficilmenle servia de abrigo con-
tra o vento e chava.
J que nio preciso muilo lempo
para despertar esta geote Idisse o Ektto,
regosijando-se de ver a surpreza revelada
na pbysionomia de JacqaesD rmem todos
no chao, embruados nos capotes: ao pri-
meiro sigoal estib logo de p.
Instantes passados, sabiram de ama bar-
raca fronte ira dous homens, que parecan
os sub-ebefes da quadrlba.
Aqui estio os neos ajadaalesdisse
Valdejas.
E' dirigindo se a elles, proseguio: .
Apresento-lhes om enviado do prin-
pe Manricio, que reclama os nossos servi-
cos.
Tanto que todos se agruparan en volta
do Eletto, este, cono om general, depois
de percorrer a vista soberamente por todos
elles, disse :
Companbeiros e amigos, estaos ago-
ra ao servico do principe de Orange. ta-
pona a cada un fazer a sua obrig'cio e ga-
nbar corajosamente o sido, do qual acaba
de me ser entregos urna boa parte. -
E ao mesmo tempo mostroa i.Ma gente
a bolsa que recebera. Em jegadadesen-
volveu o objecto da expediclo, notando as
restriegues de que cima se Ira lo u. Dea-
nes oma hora para se prepararem conve-
nientemente e lornoa a entrar oa barraca,
onde envergou una cota de malha, com que
costuma vamunir-se.
A* meia noute deu-se o signal departida,
e a columna de cincoenta homens, com Val-
dejas e doos ajadantes, Millrad e Beroard,
frente, saino do Grande Cemiterio Hespa-
nhol pelo caminho de Bulscampwoii.
Por alia noute e paluda claridade da
ua, era imponente ver desfilar atravez das
arvores seculares da floresta da Oodlwlst
aquellos ousados aventureiros, cojos passos
cadenciados resoavam ao longe como o ba-
lancear de urna machina a vapor.
Jacques camnhava ao lado de Valdejas.
Entregue s mais penosas commoedes, guar-
dava silencio e i a com o olhos pregados no
chao, parecendo estranho a todo o que o
cercava. Recenfaeca qoe o seapfoc:dimen-
to era reprehensivel e odioso, mas a sorte
estava jogada, nio era tempo de recar.
Deixemol-os caminhar em direCcio a
Wildenborg e entretanto demos algumas no-
coes histricas acarea do titulo de rebeldes
sob que aquellas homens eram conheci-
dos.
Desde a regencia de Margarda de Parma,
urna das principaes cansas de desgosto da
naci belga contra a domaacio hespanho-
la foi a adraissao de tropas eslrangeiras no
paiz. Al ii do natural desagrado pela pre-
senta daquelles mercenarios, sobreveio o
odio para com o carcter ambicioso e ins-
lenle da maior parte. Repetidas queixas
forcaram o governo a mandar retirar dos
Paizes-Baixos aquelle numeroso bando de
estrangeiros, mas tal orden nio era espon-
tanea, porquanto se va que elle pretera
buscar apoio n'aquella gente a soliciUI-o
dos naturaes do paiz.
(Continuar- se- ha.)
Ah I fago muito mal em frequentar
estas casas.
Entio porque ?
Porque psreo sempre... porqoe me
arraino... porque desta feitio, em breve
perderei at o proprio pundonor.
Qoall
Tinham ido aodaudo, e estavam agora
sozinhos n'uma peqftpia* saleta.
Sr. Beauregard; disse de repente
Caetano, j orna vez me obseqoioa, e jaro-
lbe qae nio serei ingrato... Nlo possuo
riquezas... mas quando ea qaiter, posto
obter urna quantia sufficiente para occorrer
qoaesquer emprestimos qoe eu lenha con-
tratado.
Nio fallemos nisso f bradoo Beso-
regard.
O senhor confia em mira ? insisti
Castao.
Nio lh'o prove j ?
De certo, nal amda deaejo mais.
Entio qoe quer ?
Preciso de que me abra outra voz a
sua bolsa.
. Quanto precisa ? "r
Nio sei.
Mas, emfim, que Uncios basar 7
Caetano nada responde*. >
Bem percebeu que eslava soa, caninho
escorregadio ; senta vagansnta que aquel-
la bomem da quem ia fazer,senconflden-
to, nio era digno disso. Arrutava-o, po-
nim, a ladeira... ttnbia-o 'pliBisno, e
caidou qae li no fundo estara a salvadlo.
Diaaeram-lbe qoe ea audavS namora-
do, volveu a dizer Caetano, e diaran a
verdad*.
i
/
h
(Contintiar-se-ha.)
TfF 00DtARJO-IWA OU DUQUE DI GSXliB


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