Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12400


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Full Text
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Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
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BAMBUCO.
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* A6B1T1I:
O. Sra. Gerardo Antonio Alve Filho., no Para ; Conrea M> Maranhao; Joaqun, Jop de Oliera & Filho, M Ceari ; loto* de Uo. Ira^a,
no Arawtr ,- Jola Maria Joo Cbro., no A.i ; Antonio Marejuea da SO*
Pereira d'Ataeida, em Mamangnape ,-Felippe RfreJI. C, na Parahyba; Antonio Jos Gome, na Villa fcfaa. BeJana* do. Santo. Baldo, Sat*> Antio
a Nnaretn ; Aolooio Ferreira de jp*. m G.7,nn.; Francino Ta.ro, da Costa, AMp..^. ** Martio. A*a, n, Ba,; e Leito. .JE ^a^TllIl ^^
no Nataf"; Joat
PARTE OmCIAL.
Caverno da provincia
FAi'UJir.vri-: DO da J3 de maio" df. 1871
Acto.- :
O Tice presdante da provincia designa para
Krroar o conselho de julgamento do cabo de es-
cuadra Constantino Antonio da Silva, da nona
companhia, e do soldado da oit iva Lucas Evange-
lista de Souza, da cirpo da polica :Presidente,
o eapitao liscal Joao Aoastacio Camello Peasoa ;
aaditor, o Dr. promotor publico da capital; vo-
gaeseapitao Antonio Gracindo de Gusmao Lobo,
capillo Luiz Felippe Cavalcan de Albuquerqus,
lesele cirurgiao Dr. Jos Pereira da Costa Molla,
ceneete-ajudame Miguel Nudos de Freilas, equar-
tl-mestre Antonio Jos de Souza e Silva.
O vico-presidente da provincia designa para
formar o conselho do Julgamento do soldado da
t. eompanhia di corpode polica, Joa Correa de
Oliveira :Presidente, eapltab-lscal Joao Aoasta-
co Camello Pe soa; auditor, o Dr. promotor pu
bleo da capital; votaeacapites cirurgiio Dr.
Jos Joaqoim de Soazi, Miguel da Ponceca Soares
e Silva e Alvaro Conrado Ferreira de Agular, te-
oeotes ajadanie Miguel Nuoes de FreiUs e quar-
tel niestre Animio Jos de Sonza e Silva.
O vice-presideote da provincia designa para
torinar o conselho de julgamento do soldado da 5.'
companhia do corpo de polica Macario Joao Evan-
S'lisia : Presidente, capito-hcal Joao Anastacio
<*mello Patio* *, auditor, o Dr. promotor publico
4a capital ; vogaes-capilao Simuel de S Mon-
wnegro, teneules cirurgiio Dr. Jos Pereira da
Ca Molla, Antonio Fraa:iscoCorden de Mello e
Miuoel Canlido d'Albjquerque altere 5 Joao Ri-
beiro Montarroyos.
O vice presdanle da provincia, vista do
n. 667, resolve coooeder a Silvano llomeu Torres
Gallindo a demisso que pedio do cargo de 2.*
supplente do subdelegado de i. districto da fre-
guezia de Caruar, por se ter modado para o ter-
mo do Bonito.Expedirara-se as necessanas com-
munieaedes.
Offleios :
Ao vigario capitular, afim de emittir o seu
parecer acerca do inclusa requerinaenlo, em que o
oonego Marcellino Antonio Dornellas, mestre-es-
cola da catbedral de Olinda pede ao governo im-
perial dispensa por lempo indeterminado da resi-
4encia coral com a respectiva congrua, e raais
omolumenlosque por direitu Ihe conapetirem.
~ Ao corooellcommandante das armas, conee-
Jendo a permisso que solicitou o soldado invali-
.,4p do deposito de recrulaa, Aaawo Pereira de
Mallo, para ir esperar na poveafft d* Santo Ama-
ro de Jaboalao adeciso do gvrao imperial eer-
tS* de sua baixa ou rerornt*.
Ao raesmo, para qaetefbrcado 2. batalhio
de infamara, qae vai destacar do presidio de Per-
ando, se apresemwn amanhaa, s 8 horas do dia
aa cata de detencao, 30 pracaa, commandadaa por
um olleial, altai OcaHaret 3 sentenciados de
jusuca que para a!li seuem.Offleiou-se ao ins-
Declor do arsenel de marinlia, para mandar postar
tn frente do caes do Forte do Mattis urna ou raais
lanchas suficientes, para o embarque da forca e
sentenciados.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, trans-
mitiendo, para os fins convenientes, S orden?, sei-
do 4 do theaouro nacional, sob ds. J3 a 78 e t
do ministerio da guerra de 13 do cirrhte, bera
como um offlcio da directora geral das rendas
publicas de 2 d'esle mez.
Ao mesmo, mandando ajustar comas e pas-
sar guia de soccorrimento ao tenente Liberato Pe-
reira da Costa, que segu para a cOrte no vapjr
Tocantiiis, a reunir-se ao seu batalhio, 16 de in-
Tantaria.OIHcioj- firasileira de paquetes a vapor para darem trans-
port a esse oflicial, e coumunicou-se ao coronel
oommandante d;is armas.
Ao me.-mo, eommuDieaado que o bacharel
Miguel dos Aojas Barros reassumio no dia 3 do
rorrete o exercicio do cargo de juiz municipal do
termo de Ingazeira, renuociando o resto da fufen-
Ca, em cujo goso se achava.
Ao mesmo, inteirando-o de ter a 8 do cr-
reme prestado juramento e asiumido o exerciciu
ao cargo de juiz municipal e de orphos do termo
de Flores, o bacharel Jos "
Jnior.
guerra, que providencie no sentido de os opera-
nos daquelle arsenal, que estiverem em dfoponi-
burlado e possam empregar-se no itvico da guar-
nir to, a ellese prestem, quando para feso hou-
ver reqnisicao. Communicou-sa asaufonel eom-
mandanie das armas-
Ao com candante inlerioo da presidio de Fer-
nando de Noronha, comraooicando que segu pa-
ra all o lenente-corouel Antonio de Campos Mel-
lo, a qnera far entrega do commando desse pre-
sidio, para o qual fora nomeado pelo governo im-
perial. Offleiou-se ao gerente da corapaohia Per-
nambucana pira dar transporte ao mencionado
teoente-coronel, soa mulher e urna tilda menor,
bem com a sua bagagem.
Ao engenheiro encarregao das obras milita-
res, para que com urgencia mande retelhar ca-
berla do quartel do 9* batalhio de nfantaria, aflro
de evitarse as gotsiras que apparecem em seos
diversos compartimentos, quando ehove. Ex-
pediramse as necessarias communicaedes.
- *o i* joiz de paz presidente da junta de qua-
lincaoao de votantes da freguiia de Santo Aoto-
nio Oe-ta eidade, para que com urgencia compra
a ordem, que Ihe fui expedida a 2 do correte,
quanlo a remessa da reagao dos volantes da mes-
ara rregaezia a respectiva junta de qualiflcacao da
guarda nacional.
Portaras :
INTERIOR.
1

Crrep*nieaaela da Mario de
Rodrigues do Passo
- Ao TfiQJp^ declarando que, segundo aviso
ministerio da gaeT^S^v^Sn^' Sulici"
-ou-se do da fazenda as nejessarias ora^TTp**
HUe o crdito aberto por coota do exercicio vi-
sete, seja augmentado nos S5 indicados na ta-
bella junta por copia, com a uuantia de........
;t:209681 ris.
Ao mesmo, para mandar pagar a Jos Anto-
nio d'Albuqaerque Pedrosa a quantia de.......
53*100 ris, a qoe se julga com direito, por ha
ver concluido a caiadura e pintura do arsenal de
guerra.Communicou-se ao engenheiro encarro-
ado das obras militares.
Ao inspector da thesouraria provincial, au-
torisaodo-o a mandar entregar ao thesoureiro da
reparticao das obras publicas mais 3:000* para
occorrer s despezas com a conservaco das es-
tradas.
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
A' professora publica da povoacao de Nossa Se-
Qhora do O* ds Mamaoguape, Mana Albiaa de Ol-
veira. a quantia que se Ihe estiver a dever do alu-
truel da casa em que funeciona a sua aula, desde
7 de oovernbro do anno passado a marco ultimo,
o bem assim a importancia da despeza com o ex-
pediente da mesma aula, na razao da 1*025 ris
mensaes, segundo indiea o director geral da ius-
truccSo publica.
A empreza da illutninacao publica d'esta capi-
tal a de 72*900. en qae importou o gaz consuro do
com a illuminacao do quajlel do corpo de polica
" C^'d da ribeira, durante os meies de Janeiro a
marco d'esie anno.
A* trofeeaor publico da comarca de Malhadioha,
Airoll o de Mello Carneiro, os seus veocimentos,
a OMUT de II de marco a 10 de abril deste
A' Jos Marta Ferreira Braga os veocimentos
rotativos ao mez de abril ultimo, dos guardas na-
ciaoaet destacados na villa de Barriros.Com-
municoa-ie ao commandante superior do munici-
pio d'Agua Preta.
Ao Dr. ehefe de policia, para que recommen-
O ao soMMegado da fregoezia de Santo Antonio
d'eata eidade, que envi com toda a"urgencia a
i unta de qojdifleacao da guarda nacional da mesma
frejraezla a relacao a que.se refere o seu offlcio de
2 do corrate.Communicou-se ao commandante
superior do Reeife.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo, dizendo que, para po-
der resolver acerca do pedido que fez de livros,
trnase preciso que, de conformidade coa o dis-
posto ao art. 38 do decreto i. 1331 de 18 de feve-
reire de 1834, eejDr'o orcameerto da somma ae-
cessaria para al febicao de taes livros.
Aocoatajl Bhdo corpo de polica, autori-
saado o .JaWj Hos paisanoi Jos de Lima
Boaifacio, Joao Sevanno dos Santos e Maaoel Cor-
ra 4a Costa, se foreai ieoaeos.
Ao esmeafeosmamnsaiiii a expodioao de
seas oreas, MIK ejee guaniicio da cata le de-
toacio seja dada pela corpo sob son commando
aitaata a defldeieu de forca de I* lMu, segundo
informa o co/oaat iijaaulaot das armas.I*a-
btt* rdcomoNHea-M a) director do arsenal de l
Ao gerente da compaohia Pernambucana, pa-
ra fazer transportar ao presidio de Fernando de
Noronha, por conta do ministerio da guerra, os
peeres e objectos, constantes da relacao jnnta, os
qaaej foram comprados pelo corrector geral Fran-
cisco de Miranda Leal Seve. por cenia da fazenla
nacional, e com destino aquelle presidio.
Dita concedendo licenga Antonio Gomes
Serra para ir ao presidio de Fernando de Noro-
nha, levandocomsigo os gneros, constantes da
inclusa relacio.Igual mutatis mutandts, acerca
de Josepha Maria Lopes.
Dita permittinlo a Firmino Ricardo de Mo-
raes de Mesquita Pimentel, remetter para o presi-
dio de Fernando de Noronha, os objectos mencio-
nados na relacao junta.
Dasoaebos :
Abiixo assignado professor paMico da cadeira
da villa de Petrolina.Passe porlaria concedendo
a lieenca requerida com ordenado, na forma da lei.
Antonio Ramos da Silva Gasmo. Informe o
Sr. engenheiro chefe da reparticao das obras pu-
blicas.
Angas*) Pacheco de Qieiroga. Inforue o Sr.
coronel commandante das armas.
Elisio do Reg Barros. Nao tem lugar o que
reatar o sopplicante, vista da informaso do ad-
ministrador do crrelo.
Padre Giouino Gimes Pereira. Informe o Sr.
inspector da thesouraria proviocial.
Paire Merculano Marques da Silva.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Irmandade de Nossa Seohora da Sjledade In
fnforme o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Tenenfe Jos Cietaoo da Silva. Pr^4cado.
*** Antao de Souza "Magalhes Aprsente ao
commandante superior respectivo a guia de que
trata o art. 45 do decreto n. 1130 de 12 de mar-
<;o de 1853.
Justino Lopes Cardira.- Informe o Sr. coronel
commandante das armas.
Bacharel Joao Bezerra de Mello.Sim, por dous
mezes someote.
Jos Francisco dos Santos.-Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda, ouvindo o pro-
curador fiscal.
Joao Cosario de Mello.Ioforme o Sr. inspector
da thesouraria provincial, ouvindo o administra-
dor do consulado.
Joao Antonio Monteirr.Informe o Sr. inspec-
tor da thesonraria provincial.
Guillo Jos Francisco dos Sanbs. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
M tilias Cesario Pereira de Mallos. Informe o
Sr. commaoJante superior da guarda nacional do
muicipio de Flores.
Ow-laviano Alfredo Gomes Padilha.Informe o
Sr. coronel commandante das armas.
Thomai Jos da Silva Gusmao. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial,
Vicente Ferreira de Paiva Sim5es. Infirme o
Sr. engenheiro ctWeda reparticao das obras pu-
blicas.
Antonio Gomes Serra.Passe portara na forma
requerida.
Belarmino Francisco Lobo.Remettido ao Sr
provedor da Santa Casa de Misericordia para at-
tender o supplicante em termos.
''"IfimlirfflJflJrpest Pereira da Silva.Passe por-
laria concedendo alffU^a requerida, com ordena-
do somente na forma da lei.
RK> DE JANEIRO.
Corte, 26 de maio de 1871.
Por motivo eslranho minba voniade, nao pude
escrever Loe pelo Douro, que seguio- aomem, levan-
do seu bordo S. M. o Imperador.
Os jornaes dir Ihe-bao minuciosoaeDle o qae
occorrea na oeeasiao da despedida e erabaarque de
Suas Mageatades.e para elles chamo a-sua attencao.
As sessoes datcamara dos deputados vao iodo at
o presente som interesse, tratando-se apenas de ne-
gocios qae nao prendem a attencao. Creio que en-
guanto nao se votar a resposta falla do tbrooo no
senado, nao se discutir na cmara dos deputados
o voto de grajas ; visto que discussao deve assis-
Mr o presidente do cooselho, que por agora nao
pode retirar-so do senado, onde as discussoes tem
estado interessantes, tendo tomado parte nella os
mais nota veis raembros da opposco. O Sr. Za-
caras ja falln duas vezes, e outras tantas falln o
>r. Torres Hornera, respondendo-lhe. Estes dous
contendores nao deram o escndalo que amitos
esperavam. O segundo justincou-se pleoamente
das arguicoes que Ihe flzeram por cansa das ope-
rarles de crdito do ministerio de 29 de setembro.
O Sr. Paranhos, na sesso do dia 22, pronun-
ci >u um notavel discurso. A opposico naquella
cmara mostra-se benigna para com as reformas
indicadas no discurso da corda.
Uro. serio incidente deu-se na cmara dos depu-
tados, na sesso do dia 15. Tendo o governo apre-
seniado a sua proposta acerca do estado servil
(nao e mais elemento terv),eomo Ihe disse na mi-
noa anterior, e havendo o Sr. Candido Mendes re-
querido qie a mesma proposta fosse submettida
ao exame de urna comraissao especial de cinco
me? ?' ^ essa mocio *er votada na noa-
fUA' "^"d0 Pr o*" r havido sesso por
tilla de numero Na segunda-feira foi o requeri-
ment approvado e tratuu-se de nomear a com-
missao, apresentaodo o gjverno os seguintes
nomes para compota, na esperanja de que
nenhuma objeccao encontrara : Pereira Franco,
Pinto de Campos, Araujo Lima, Angelo Amaral e
Joao Mendes. No momento, porm, de votar-se,
reconheceu-se qae havia orna outra combinaco
preparada de vespera com o maor segredo, por
urna parle das deputagoes de Minas, Rio de Ja-
neiro, S. Paulo, Rio Grande, Espirito Santo e al-
guns poucos deputados da Bahia. A combinaco
era : os Srs. Perdigo, Andrade Figueira, Costa
Pinto, Taques e Leandro Maciel. Por fortuna do
Joyeros os deputados do norte presentes cerraran)
leiras, e naquellas deputac3es nao houve inteira
concordancia ; diversos de seus membros votarara
pela corabinagio ministerial: de modo na. tendo
sido rocebidas 82 cdulas.
de modo me, tendo
duas das' quaes em
brano, Uveram os mais votados do governo 43 jjfc
10, man votados fien UlsslOenies 37T^
Diz-se que o general que preparen e dirigi a
campanha foi o conselheiro Paulino, que Unto
se julgou obngado, por ter o ministerio tomado
nessa questao posigao inteiramente diversa da qus
tomara o gabinete de 16 de julho. S. Exc, po-
rm.. recusa-se gloria de ser o iniciador e di-
rector da dissdencia, declarando que apenas
adherir ella, e smente rom relacao ao estado
servil, sendo que em todas as outras queslOes
acompanhar o ministerio. Igual declaracao, mais
ou menos, fazem os outros'dissidentes ; mas a ver-
dade que o facto proluzio grande sensacao tanto
no parlamento como no publico, e sorprenden do-
lorostmenie o gabinete, o qual deve achar-se em
posicao summamente embaragosa, pcis talvez se
veja obrigado a entrar em lua com os proprios
amigo?, muitos dos quaas sao homens de valor,
que elle devia contar como poderosos auxiliare?.
lodavia a situagao nao desesperada. A proposta
so causa repugoancia seria em duas de suas dis-
posigoes (e acerca d'estas muitos amigos fiis do
gov?no. fazem tambera objecgdes), segundo tenho
ouvido dizer ; e se ceno que no parlamento ha
quera entenda que nada se deve por ora fazer, a
maior parte do3 proprios dssidentes pensa de modo
contrario, quer qae se faca alguraa cousa : diver-
gem somente no mode, e "nao fazem questao de op-
pirtunidade. Ora o Sr. Visconde do Rio Branco
ja declarou no senado que nao teria davida em
aceitar as emendas que a dscusso mostrasse que
erara convenientes. O governo nao presume que
a sua obra seja a Minerva sabida da cabega de
Jpiterj est disposto a maoter-Ihe a esseocia*
mas nao recusa aceitar Ihe as modilicagoes que
melhor conduzam as resollado que se almeja.
visia da info-magao,
Frederico Henhqaes da Silveira Tavora.In-
forme o Sr. iospector da thesouraria de fazenda^
Flix Pereira Simas. Informe o Sr. comman-
dante superior da guarda nacional do municipio
de Giyanni.
Frencisco de Paula Mendes.Sim, em termos.
Ltsbella de Albuqaerqne Mello.Passe portarla
concedendo a lieenca requerida com ordenado s-
meate na forma da'lei.
Maria Josepha Lopes.Passe portara.
Manoel Cyriaco de Albuquerque Heoriqaes.
Como reqaer.
Mariano Jos Pereira da Silva, Augusto Fortu-,
nato da Costa Campello, Manoel Brasil de Oliveira
Flix Brrelo Moniz Tallas. Antonio de Barros La-
cerda.Ioforme o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Manoel Francisco da Cruz.Sim, em termos.
Pedro Pereira daSilva.Sim, em termos.
BXP8DIKNTE DO SECRETABIO.
Offlcios :
Ao inspeclor da thesouraria provincial com-
raunicando, de ordem da presidencia, para os fins
convenientes, que achando-se concluidas as obras
do atierro do Anjo, o chefe da repartigao das obras
publicas mandn lavrar o respectivo termo de en-
trega provisoria, e passar o competente certifi-
cado.
Ao joiz de direito da comarca de Plores, ac-
eusando o recebiraento do offlcio, em qus deu'con
ta a presidencia dos trabalnos da l* seeco d ju-
ry do termo de Villa-Bella.
Ao gerente da compsnhia Pernambucana in-
teirando-o de haver a presidencia, por despachos
desta data, concedido passagem de proa para o
presidio de Fernando de Noronha a Ignaeia Maria
da Concelgo. Felippa Maria de Jetos e Francisca
de Paula Menle?.
tiveiroie # emsar os bracos, abaodfeaaode o fado
ti 2 **'olT'rneDto natural. Nio era possi-
SiSJf* 9'r6rao nalqoer, nsanteedo-se oa
l^P* *>Ptasje esse expediente, se abst-
/-Tf ~ procedimeoto positivov nao apresan-
.^lLST*"?9 qaa 0i *>0""s mis experimen-
^rTf d*ra*) do conseibo-* estado, re-
commetosdlas coiao as mais conveafetMes.
'acruai aaMaete convaneeu-so de que era
rnister do M ftosMiva para raaorver a quesio
pwo eio< ndiapensaveis, de modo qae nao se
saenllqoem os terossas da lavos* ao mesmo
passo qoeiseja- rea*tda a opioiao dr> paz escoi-
l^d^Jlei^aasaajjJsal. O expedieote adpta-
lo- eo jae IMit se compadece com a*eoavenien-
c^as d*j|riajMara.; bo comparaveheom o pro
fadraeote qattevs o gabinete presidMo pelo no-
bre senador pasa Babia, quando temerariamente,
na oeeasiao a fiwis perigosa, levaatoo a qoestlo,
7" ao ,*# se torera preparado alanmao madi -
das PJ|' * .*!*? P"> conradiccat no procedraento do
oraaor nfesu avlerta gravissima, a raa vital de
entrs- qnuMajfc teas sMo trazidas disenssao do
Brasil, e taoroijoe o veaeraodo viscood* de Cayr
proreno aa patavras que o orador j dtou na c-
mara dos dopatados. Esse i I lustre brasileiro dizia
que_o mal la eseravaria nao esperanc**. remedio
senao medame oauxiHo da Divina Providencia ;
tanto essa ara> niaeots recooheoi diffleul-
dades ojo* abanasen* trar asea jsromda trans
f)rinagao.do oseado social ^t Imil.
Em dMlals, esu reforma esto ligados in-
leresses ua nsagaHode, que nao oasUm para
reaiisa-l ti for?, 4^ a0| g0orao eaergico :
necessanp oe o aaxNto optaiio oanime do
pan. e obeassario qoe aqoelles qwm.lca mais
jrl*,*eei,wn como cis0 de torga maior, como
medida ie nao pode ser declinada. Ir indispen-
' 1 ** a laToura. ** ciaeae que forma qnui a
totalidade da pyramide social, de qoem depende
principalmente o mandato legislativo, coopera com
todo o patriotismo, eonvenoeodo se que a conti
Duagao la eacravaria do Brasil cootraria todos
os principios que deve seguir e pralicar homem
eivilisalo e ehriso.
' O tovorno, entreunto, tem de amar grandes
difflcallades ; porque no proprio aorpo legislativo
se mamfeetam sentimeaios da oppoaieie proposta
dogovsrao. Nao falta ooara eatoola ene o mi-
nisterio sao devia ter iniciativa; e da parte da-
qaellas qoe proclamam os principios llberass es-
pscialmeaja aa manifesiam ooinioes que lio se
acbam da aecordo com o seotimento feral do paii.
A prova easa oaeohereocia est 00 qoe dase o
oobre seaajar polo Para, discordara com o pare-
cer do nafta*, seaador pela Babia, em disaideia
com o paotamaoto enunciado posteriorrnent por
outro hotrado senador da mesma prseftsi. assim
como eam a de oobre represntame de Goyaz.
Esta variedado de opinides nao coocorre para o de
senlace de ama questao que nao ple ser decidida
senao eeaa^jpeia mjpv ^arjj lo pata, e le ne
Cavatlfiro.t> tenente Prederirn fiwlltAiva* -
de Lorena. rreoenco bmuerme aaJwta as fortalezas-da ilha das Cobras e Mem d* CAriifc.-Commeiwador.-0 1 teuee- ^"EESZ'lEP* iI,^ **K *-
t Eliezer Conlinbo Tavares. eez tu9t>rM*le; as eBarcacdes ou uuvom
Caralleiros^-O > tenente Mamel Pereira Unto "TSSfc "*!? ^?.s a .,riP,af>0 "*? '*H.
Googalves, o-2. ,"/,?* de Vllle*P>on, o Dotm, qotae-
Bravo, dito Prancisoo Jerooymo
teoento r*
Jbsdos
teoemo Eduardo ds Barros Gond, dito Leopoldina f?r?ha,e, al' parosameate, parea, passaido-M-
1 Passos Jnior. ~,0,u, para bordo da galeota imperial S. A. a Sra. priza-
**m da Jloo.-abnraendadorss. O capM-'!!" mW*h Sr. coode d'Eu, e as outras pea-
2Tl2r e !^rra I0****** Salgado, dito Aoft-
TLS5!H FerDandest eapitao o> fragau Joao
AtoOM>-A*WS Nogueir, dito Manoel Ricardo da-
LMba Cooto, dito Atotoaia Joaqavm de MeKo
ramoonn, o capitao-teoeote Jos Manoel de
Araujo; Cavakaoti de AvttMuerque Lm.
tiaos.Q espillo de fragata Basilio Antn
"e*?M'r*tbed(\ o- eapitao leneaie-CuslooVj
J|J3* daJJevio, 1 tenente-Francisco Pbrjaz de L;>-
C- x^i^0*11*10 Leopoldo de Nomnba Trre-
la, das Maaw
zaoy
Aotooio
^^iita^jaeie.Hfbc
OIARIO DPPERNUMBUCD
RECIFE, i DE JNHO DE 1871.
Noticia* do nl do imperio.
Chegou hontem pela manha o vapor Jfcrri-
mach, trazendo jornaes de Rio da Prata de 18, da
corte de 26, e da Bahia de 29 do passado.
RIO DA PBAT \.
Nada referem os jornaes recebidos de importan-
era poltica; encontramos, porm, no Siglo a se-
grate noticia um tanto caracterstica :
< O tenente Aurelio Duran, o alteres Len
Martnez e o sargento Facundo Silva assaltaram o
arraazem de Sonora, perlo da Moion, e roubaram
dinheiro e outros objectos. Acudi a policia, ira*] cirnrgiao Dr. Octacio Aristides Cmara.
voo-se combate, e o rebultado foi a morte do al fie
res Martnez e priso de seas dignos
ros de faganhas.
Veremos agora o que faz a justiga com altes
modelos de disciplina militar e respeito pelo pr-
ximo desarmado. >
RIO DE JA.NBIRO.
de 23 de maio foram
condecora*
rortanto, desde que haja sinceridade e boa von-
eocleciano Ferreira dos Santos. -IoRWF+ao 'ade da parte de todos que se propoera collaborar
isla da mfo-macao. aasa eran le nhr n5^ ; n.,.r, = s k. a~
tfiSia J?rande obra, nao sei porque se nao ha de
chegar ffrrrascordo sensato e meritorio.
O Sr Sayao Loblrdpaccusado no senado de con-
tradiego hoje, com o qae-psnsava outr'ora, jusli-
licou-se de modo cabal. Dovextracto 3 seu dis-
carso, que da o Jornal do Conmercio, transcrevo
o segulnle trecho : \
Deve o orador com franqueza inanfestar-se
em assumpto to grave. E' solidario nasSCtos pra-
ticados pelo governo, e com especalidade nVfiro-
jeeto assignado pelo nobre ministro da agricltL
ra. Seguindo assim os dictamos de sua conscien-
cia, nao cae em contradegio, nao malbarata o ca-
bedal precioso accamulado no correr de 35 annos
de vida publijat nanea notados de incoherencia ou
versatilidade de carcter. Nao seria na idade que
tem e na sua posigao actual que renegara o seu
passado. Conserva-se, respeito deste assumpto,
na mesma opiniao que enunciou em 1867.
[MeMe anno, tendo sido o nobre senador pela
Babia quem como.ministro apresentra pela pri-
meira vez na falta do throno essa questao, o ora-
dor notou que tivesse assim procedido as cirenas-
taocias criticas em qae se achava o pa, quando
mais accesa se travava a guerra contra o Para-
.
SoTraa do Blapado.
SEDE VAGANTE. >
CIRIX1.A.R AO RVM. CLBH0 SECULAR' E REGULAR,
Dorante os quinze d'as da ausencia de SS. MM.
Imprtaos fra do pata, reeomoendo ao Rvm. cle-
ro secular e regalar que as missas do Rito nao
classico addicionem a oragioPro Nacigant*
bus.
Vigarria capitular em Olinda, 31 de maio de
1871.
Conefo Joao Ckrimtomo ie Pajwj Torres, viga-
rio capitular, i
> *
,

Por decretos
dos :
Ordem de Christo.
Commendadores.O conselheiro Francisco de
Salles Torres-H irnem.
O conselheiro Diogo Velho Cavalcanti de Albo-
querque.
Joao Caldas Vianna Filho.
O coronel coramandantesuperior da guarda na-
cional de S. Gabriel e Lavras, da provincia do Rio
Grande do Sul, Francisco Pereira de Macedo.
O conego da S da Babia, Carlos Luiz de
Amonr.
O coronel Luiz Vieira da Silva.
O padre Antonio Hygino de Hollanda Caval-
canti Chacn.
Cavaileiros O major Tiberio Cesar de Lemos.
O vigario Francisco Xavier Nogueira.
Ordem da Joia.
Digoitari?.O baro de S. Joao do Rio Claro.
Commendadores.Os cidadaos Joaquim da Cu-
rifrkFreire, Joao Thom da Silva, Antonio Ricardo
dos Santo,~Janoel de Oliveira Franco, Jos Borges
de Almeida TaqaesHanoel Antonio dos Passos e
Silva, Manoel Camello Pehoa fiASAlcanti, o bario
de Itabapoama, o major Jos MoreirTm-Carvajho
Reg, Dr. Felicio Borges de Bustamante S, corV
nel Antonio Pires Ferreira, Francisco Candido Ro-
drigues de Castro, bacharel Jos Bento da Cunha
Figueiredo Jnior, coronel Joao Wikens de Mattos,
coronel Joao Dantas Martins dos Res.
Offlciaes.Bacharel Venancio Jos de Oliveira
Lisboa, Glementino Jos Pereira Guiraares, An-
tonio Manins Fontes, Francisco Teixeira de Faria,
Dr. Jos Francisco de Souza Lemos, Dr. Rezendo
Maal Anguslo-d Castro Menezes, dit >
Mjaefcado Dut/av. dtw Manoel Loureng
de Castro Racha, dito Graporio Ferreira de Paiva,.
dito Un de Panla Masaareaaas, dito Eduardo-
ri-ederiro Mennier GoncaWes, dito Antonio Qain-
kaSeoT C"lr e ^ cMto MaDoe' Mar Cavalleiros.-0 toena Antonio Joaqnim Mo-
r8la' 5P,,5 di, TbeolonColho de Cerquei-
ra Larvalao, 2 dito Armar fe Azevedo Thompson^
mo. Amonto Luiz Cavakaoti de Oliveira, dito
Francico Plaviano Cantalice.
Anda foram condecorados os seguintes em-
pregados da exlinu repartilo fls:al do Rio da
Od^dc*r/o.Commendador.O chefe do-
gg do (azenda Miguel Joaquim Ribeiro de Car-
CaalWros.-0 offlcial do fazenla Inooceocio
rerroira Braga, o dito Francisco de Paula Seno
PaJ" da Costa, o dito ZeJerien Carlos Ferreira.
t*dm da Aita.Offlciaes.O contador do the-
eooro Miguel Archanjo Galvao, o inspector da al-
WSfi de Pernambueo Emilio Xavier Sobreiea
5?!10' ** offlei*' d seereuria de esUdo da
maricAa Aparicio Leocadio Soares, o oflicial fe
eteoda Jo Joaqoim da Rocn,
. JTaileiros.O eapitao lenle Jos Bernardino
^Sj"' e9cr'tHora/lo da conudoria Henri-
que Edoardo Nasceates Pinto, o dito dito Ernesto
Augusto rreira e dito dito Joao Jos de Moraes
Tavares, o dito do tbesooro Carlos America dos
a7,0J> ^ con*doria Loiz Jos de Souza
scheverlo, o offlcial de fazenda Oryrario Ignacio
Lardirn, o anunoense do corpo de fazeoda Simeo
Joaquim Velloso, o eseripturario da eoaudona
Pedro Augusto fe Castro Menezes, o dito Cantillo
Primo das Cbagas. Manoel Joaquim de Sant'Anna,
ooffleial de fazenda Bartbolomeu Jos Moreira, o
dno Francisco Mana Bitteocourt, o dito Joo Gon-
calvee de Oliveira Pinto, o dito de fazenda Cardos
Augusto Delphim Pereira, o dito Antonio Loiz de
Souza, o dito Candido Jos de Magalhes, e dito
,os ??5n'^, ferrare GmmarJu,
, dasaofe a
m rwwrmmmmmkmmxJu. ajum^fx tntxm agra-
ciados por servicos prestados no Paraguay T
Oritm de Christo.Cavaileiros.O cirurgiio
Dr. Joaquim Marcellino de Bnto, o 2" dito Dr.
Odorico Carlos Bacellar Antones, o clrargio de
commisso Dr. Ernesto de Soaia Oliveira Couti-
oho, o 2* cirurgiao Dr. Severiaoo Braulio Mon-
leiro.
Ordem da Rosa.Commendadores.O cirurgiao
de esquadra Dr. Joao Ribeiro d'Almeida, o 1 ci-
rurgiao Dr. Joao Adrio Chavea e o dito dito Dr.
Manoel Simoes Dallro -e Silva.
UfflciaVc-0 eirorgiao de divisao graduado Dr.
Jos-Marcelloo: de Mesquita, o I* cirurgiao Dr.
II ,da Costa Antunes, o dito dito Dr. Luiz
da Rocha e o dito dito Dr. Manoel Joa-
Saralaa.
. Ileiros.O cirurgiao de commi.io Dr. Jos
Flix da Cunha Menezes, o cirurgiSa'-dj commis-
s5o Dr. Antonio Augusto Barbosa de Oliveira, o 1
ms que tinham ido a bosdo do paqne
dw-so de Saas Mageslades.
^i ^S P*?"' D**ro P *a-Cruz salvaran
asa fortalezas e a da Laga-,
A osquadrha seguio nas-apnas do gapa api
errenteda Raza, regressaode dah para dentro
u!r!S exceD<*0 da encooracado8 Bhuil
eJMre A/Jbnso, quesegairam-uaa Sania Gatba-
nna.
Caasta-nos qae a bordo do Omein t-Smt
noure um lumb oBerecMo pe4a.ajaaajiDiia de oa-
qoeles aos seos convidados. ^
as emineocias, de onde so avista ababa *
ao loogo das praias, apinhava-se-o povo aeaapa-
. fiando com o ornar e com seus votos pela prosee-
ravtagem le SS. MM. Iraperiaes, aesquadrba
que proenrava a barra.
A* taris recebemos da estarlo central o $-
guile telegramoM :
A's 4 horas fe tarte SS. MU {Iiaperiaea v*
passando em frente do Pharol (Cabo-Frio).
Aeompanharaos eom os nosses votos oe qnw
fajem todos os arasiieiros pela folia viagem fesg
MM. Imperiaes.
- Durante a ausencia de S. M. o- Imperador, ejp-
tantas provas lera dado de sabedoria e dejieaea
ao paiz as criaes porque, lera ello passado, fies
frente do governo S. A. a Sra. prneeza imperiaJ,
em quera confia a nacao ver renovada- aa virtu-
des que distinguem seas augusto progenitores.
PimNAMBUCO.
assehblea nvmmki.
SESSAO ORDINARIA EM "l DK MAIO.
PRESIDENCIA DO'SB. DR. AjiLlAB.
Ao meo dia feita a chamada aeMm-se praa*-
tes os Srs. : Ribeiro Vianna, Ignacio Joauoim, Po-
dro Alfonso, Joaquim de Mello Reg, Ralis a Sil-
va, Firmino de Novaes, Ftdippe fe FigUeiroa, Ama-
ral, Cunha Cavalcante, Ernesto TjgmW Heniiqoa
Maraede, Paes Brrelo. Hollando-i
lo Jnior, Agolar, Rufino de AH
de Carvalho, Vieira de Araujo, fjatd*de Oli-
veira, Pernambueo Filho, Antonio PaoMea Coora
de Araujo, Oliveira Audrade, Te i x oir m%MHi-
veira Foneeea.
Abre-se a sessao, iida e approvada a acia da
anterior.
O Sr. Ia Secretario di conta do seguate
KXPEWB(i7E : -fc-
Do sjeretarjo do 1
miuluuO"us Ulunp|__
978 sane ci nadas em
ehivar.
.
informa-
Santo An-
Salvador
quem fes a
-gaay. as censaras que entao fez, foi acompai Moniz Brrelo e Hilario Goacalves Lopes FeTru-
Manoel da Cunha Barbosa Ribeiro.
Tenente-coronel graduado do exercito Francis-
co Jos Cardoso Jnior.
Tenente-coronel da guarda nacional da provin-
cia de Pernambueo Dseio de Aquino Fooeaea, Dr.
Francisco Lopes de Oliveira Araujo, Dr. Loiz Joa-
quim Bandeira de Giuva, major MI da- Gama
Bentes, major Joaquim Gomes da Silva.
Cavaileiros.O major Gabriel Antonio' Ribeiro
Guiraares, Joao Fellippe de'Mello, Miguel Tei-
xeira de Carvalho, Dr. Guilnerme Francisco da
Cruz.
Per cartas iraperiaes da misma data foram
agraciados os sub Jilos portuguezes residentes em
Pernambueo : Jos da Silva Loyo com a commen-
da da ordem da Rosa, Jos llenrique Trindade
eom o habito da mesma ordem.
Foram Domeados em attengo aos relevantes
servig s prestados na eoostrnegae da estrada de
ferro de Valonea: cemmendador da ordem da
Rosa o bacharel Manoel Antonio Fernandas: oJB-
ciaes da mesma ordem, os cidadios, bacharel Her-
culano Velloso Ferreira Peana, Pedro Moreoo de
Alagao, Manoel Antonio steves, Manoel Antonio
Rodrigues Guiao e os mejores Antonio Garios Fer-
rara, Jlo Damaseeoo Feeraira Antonio fe Sil-
veira Vargas.
Foram raais agraciados com as ordees aa-
guiles os oikiaos da armada abaixo, por servioeo
prestado no Paraguay :
Ordem 'nwariat do Cruze/UQHpial.-0 chofe
de divisao Victoria. Jos Barbosa, da L^mba,
nhado por liberaos qae passavam pelos mais fir-
mes e puros, como por exemplo os Srs. Jos Boni-
facio e Martiuho Campos, qoe apoiaram vivamen-
te quanto o orador offereceu contra a inopporlu
nidade da qaestio suscitada, que la prejuoiear
principalmente a lavoura, onerada como ja se acha-
va por gravosos impostos.
t Para desculpar-se da leviandade com qae trou-
xera a publico tao inopportanamente aquella idea,
o nobra ex-presidente do gabinete d 3 de agosto
cootentoa-se eom declarar alto e bom som que ao
menos ao seu ministerio cabla a honra de ter
aventurado pela primeira vez em documento so-
lemne o pensamento bumanissimo, a libertago do
elemento servil.
Foi em attencao is circunstancias eolio domi-
nantes que o orador eolio ponderen que assumpto
to importante devera ser tratado em sessao secre-
ta, por isso que o echo que se formara no paiz
poderia ser fatalsimo nio so aos propietarios de
eseravos, como aos .mais cidadios, excitando a
massa bruta. Mas, ventilada como se acha a ques-
tao, no estado em qoe a levou o trabalbo da c-
mara temporaria na sesso passada, depois do qae
se tem passado em paizes estrangeiros, quando ha
ama crreme magntica qne arreba-os espirito? do
Brasil, quando a eplniio publica se tem revelado
do modo o mais claro, oeobom ministerio, fossem
quaes fossem oe brasileiros que o coostituissem,
poderia comparecer perante a represaniacao na-
- ctonsl, parame o mande, com q pregramma da
deixar este assumpto no estado e que se achaca,
de coademaar as geragdes fulb/w perpetuo eao-
Ordem de Christo.Cavalheiros.-O 1" machi -
compant| isla Joaquim Januario da Silva, o dito dito Wai-
ker Gilber, o machinista da 3* classe Luiz Ferrei-
ra de Carvalho, o difo dito Cvpriano de Aguiar
Gemini.
Ordem da Rosa.Cavaileiros.O Io machinista
John Greenhalgh, o dito dito Mac Claud.
Lemos no Jornal do Commercio :
t RealizQO-se hontem (25) a partida de SS. MM.
Imperiaes para a Europa.
< Antes das 7 horas da manha achava-se pos-
tado defronte do portao do arsenal de marioha,
como guarda de honra, o 5" batalhio de infama-
ra de linha, e o batalbao de fazileiros navaes or-
mava alas desde a entrada do arsenal at osea-
da principal de embarque. Tanto no arsenal,
como na roa Primeiro de Margo por onde devia m
pausar Saas Magestades.comegava a amontoar-se o
povo, que quera dar aos soberanos, antes de sua
parn Ja'uma derradeira demonstrado de affeigao
e saudade
1 Era numerosissima a concurrencia no arsenal,
onde se aehavam o ministerio, o Rvm. bispo dioce-
sano, membros do corpo diplomtico, as commis-
oes das cmaras legislativas, muitos senadores e
deputados, offlciaes do exercito, da marinba, da
guarda nacional, funcionarios pblicos e mnitas
outras pessoas gradas.
Pouco depois das 7 horas chegaram ao arse-
nal SS. MM. Imperiaes acompanhados 'por S. A. a
Sra. prlnceza imperial e seu augusto esposo o Sr.
conde d'Eu, e seguidos de ondas de povo, que os
victoriavam entbusiaslicamente.
>. i^Suas Mageslades trajavam de preto, sem con-
detwrogW -flfiJk_d9jinclvos. Na meio do povo
que, os rodeava, rec^be^doio repeclidas e calo-
rosas demonetracoss de amorw^peito, os augus-
tos viajantes maoifdstavam no semltmDt a dr que
sentiam naqaelle momento solemne. ^^_
Rompendo com difficaldade por entre o^ovo,
SS. MM. acompanhados de S. A. Imperial, do SS.
conde d'Eu e de sua comitiva, embarearam na
galeota a vapor e seguiram para'o ancoradonro dos
paqustes. A mullidlo qae se achava no arseoal
correr para o caes, e acompanhava com o olhar
saudoso, com gestos de despedida e acclaraagdes a
galeota, em cuja tolda S. M. o Imperador, com a
cabega descoberta, aeenava com um tengo, cer-
respoadendo aquellas manifestagdes.
la seguida embarearam nos vasos de guerra
e nos vapores da companhia de paquetes brasilei-
ros as pessoas qoe queran) acompanbar o paque-
te inglei. Ao mesmo lempo larga vara das pontes
respectivas urna barca da eempaDbia Ferry e ou-
tra da compaohia Fluminense conduzindo grande
numero de pessoas, e de outros pontos alguns va-
pores particulares. A oflMalidade da guarda na-
cional, tendo a sua frente o Sr. brigafeiro Joa-
quim Jos Goacalves Fontes, commaodaate supe-
rior, acompaohada da banda de msica do 3. ba-
talhio de infamara, segua em um vapor fretado
a expensas suas.
t A's 8 Va horas da manha o paquete Douro
suspenden ferros e seguio em direcglo i barra,
aoompanbado pela esqnadrilha composta do Cru-
zeif do Sul, onde iio os membros do ministerio,
o Sr. bispo diocesano, o Sr. ministro de Portugal
varios senadores e deputados, presidente do Rio
le Janeiro, chefe do quartel-general da marioha e
grande numero de pessoas gradas ; do Armas,
Sania Cruz, daajnajajjoctas babel, Marsilto Das,
Felippe Camom I eocouragados Brasil, tasa
as.'jgssn'- ""'k"-
e de algajeA vapores
Dijjwl>Q,trji
'
Do mesmo, transmltindo por copiaJ
gao ministrada pelo juiz de direito
lio, acerca do requerimento do mi
dos Santos Monteiro Cavalcante. A*
reqaisigio.
Do mesmo, remetiendo por copia as informo-
gdas prestadas pelo director geral interino da ios-
truegao publica, acerca da peligo do professor do
segunda cadeira de instroegao primaria da fre-
guezia de Santo Anlao desta oidade, Joao Jos Ri-
beiro.A' quem fez a requisigao.
Do mesmo, remetiendo quarenta exemplares da
relatorio com que o Exm. Sr. desembirgador Fran-
cisco de Assis Pereira Rocha, passou a admiois-
tragao da provincia ao actual em 10 de novembro
do anno passado.A' destribuir.
PeligSes :
De Francisco Pacifico do Amaral eCarlosEr-
neslo de Mesquita Falcao, pedindo a eoosignago
de quota para pagamento da terceira preslagio do
contrato de publicagao dos Annaes. A' commis-
so de fazenda e orgamenlo.
De diversos proprietanos e morlipres na povoa-
cao da Laga dos Gatos, pedindo a remocio da se-
de di fregoezia de Panellas para aquella povoa-
gao.A' commissio de negocios eeclessstieos.
De diversos commerciintes inglezes, eslabeleci-
dos nesta praga, pediado a ioterprelago do arl.
16 i 27 da le n. 963 de 25 de julho do anno pas-
sado.A' commissio de legislagio.
De alguns moradores na parte desmembrada da
freguezia de Gamelleira para de Sernniera, pe-
dio lo a revogagio daqaella lei.A' commisso de
esiatisliea.
Parecer :
E' lido e approvado o seguate :
A commisso de obras publicas, quem foi
remedida a policio de Osear Desiebeaux, solici-
tando alguns favores desta assembla para osar
de varios apparelhos, caja introducto pretende ef-
ectuar nesta provincia, nao tendo bazos para emit-
tir parecer i tal respe lo, reqaer qae seja ouvida
apresidenca da provincia a respeito de dita peti-
co. Sala das conferencias das eommissdes, 1* fe
maio de 1871.P. de Figueira.Antonio Pau-
lino.
Projectos :
Sao julgados objectos de deliberagao e manda-
dos imprimir os seguintes :
c A assembla legislativa provincial de Pernam-
bueo resolve.
Art. nico. Fica creada para a igreja matriz
de Jess Mana Jes de Papacaga, urna lotera do
cento e vinte contos. Revogadas as disposigoes coi
contraro. Sala das sessoes, 28 de abril de 1871.
;. de Mello Reg.Cunha CavalcanU.J. Vieira.*
t A commissio de agricultura, commercio e
obras publicas, quem foi remettida a petigao do
;ocanlo Antonio Valeotim da Silva Barroca, pa-
parecer acerca do seu objecto; vera
lar a esta assembla o seguate projeelo de
lei, com^uejulga que deve ser deferida dita pe-
tico. ^^v.
O peticionarios8retendendo fandar e desenvol-
ver ama fabrica de ntfia e lecidos de algodio,
nobre almejo que a eoosmuQ =& apraz em lou-
var, certamente redor fe alfilfi.3 favores, que
solicita desta assembla, como
urna concorrencia affligidora nos primeiros ai
de ama industria nova e que mais fe urna vea for
untada na provincia, sem resultado satisfactorio.
Os favores solicitados sao : privilegio por doaa
annos, isenefo de decimas e de outros quaesquer
impostos proviociaes e munieipaes para a fabrico
e suas dependencias; isengo de direitos de ex-
portar, o para os seas productos; iseaeio de direi-
tos provindaes para as materias primas qoe con-
sumir ; e flnalmente, reduegao de um por canto
nos direitos de exportacio dos gneros qne torear
ensaccados ou enfardados em panno d fabrica.
< Para peder gozar deaaea favores prepa-sa
peticionario a fundar urna 00 mais faoriea
de fiagio a tacidos de algolo, obrifando-se a
concluir o edileio apropriado no Am do pnasair
anno da eoocemio e a foocckmar do preso de dos
annos i e a receber de ssis au spreedwes ti-
rados do 'iltfiT dea orphos, mioisuaodo- Mmo
\kt cinco eaoas roopa, pouseda e aiintootoolo
coevaoisats.
. R^f* ,"*- wftcltados scha s eoomstM
ry e Flaamooofelb fe reduce^ 1, amporceDl0 D0, geaolW IW-
rv. c !9!2f^'* ovollos em panno da fabrtea, aoar
Eoxadaa a bw- fww fiio^iga a commissio nio dever er catao-

.
1

------ eC IT~-----1 JmgMiga
la A,
mk


=&

Ido, nio ** piwqae una -tal coneessio dar'
festtroeate lagar fraude, "coTrW pfrrqna -anafre- rpwici
rWrSJlfensiiiti
30:unjfleo
2:M05W
11: ?:iOO00
tO.OOOJtM
I
lira -nensivel diminuid" du renda ; .iciaes.
Qaanto aos nutros favores peowSbBBpBtsaao
qae nodem e dever ser eoncedidos ciroo um m
eenuvp 4 desenvol vi atento da industria textil,
untnioel*qrianto ellea^o at eerto pento eom-
. pensados" pelo ensk menlo 4nd*?tr*l4- um corto
numen lo alumno.- orbaos, a. cusa do touces-
eiontrie.
Assim. pois, aprescntanJo a fcormnissin na as-
tembl o seguirte prjeclo de lei, 6 ao mesmo
lempo de parecer a cooirni?sla4rus s<'i* romet'ida
ama c|t;n da plipo a presprncia da provincia
A assemb.ca legislativa previne!:! de Pero ira
bu 6o re olve :
Art. i." Fien o prosideate da provincia r,tt*'?r,~
nado contratar nwtn AaVonio Vstootjm d* Silva
Barroca,ou cot quera raethuros eondic5es en-re
er, a c fabricas de Sarao o trctdos de a'godio, sob as se-
jcmntes bate*; .
Privilegio par d.ize anuos contados da as-
signatura do contrate ;
5 J Conclusio fe urna da? fabricas no praze
de doni annAs da pesiBaasignatura ;
c 3* IscucaqBjMBjittBLurbana a de qnaesquer
outros impo-u* (Jla1 h\ ou mnaicipaes par*
os predios da fabrtca^KdSpciideiicia'S m teta-
.po d durai;i de^rivilaJo ;
J i. [*bc9 fod*tts provioeiae* sobro as
alarias prima* qtp>-wqjuuir e da direilos de,
exportaran das quo >*eflr coafeccioaada na la-
briea ; ..
| 8. Obrtgac a, durante o tempo do pryw-
o de manter, educar e ensinar a protisw da
flandeiros o leceloes doze orphoa, escolha da
presidencia de di xe qu nze anuos da idade, por
espaco de oloco anaos sera expendo algara da
provincia. .
Art. 1* Ficam revocadas as disposi?*e* em
atrano. Sala das coiqroissaes, 8 de abril de
. iBJt.Feiiepe tk'Fg*eiroi.nUmio PauUno.-
DKBE.M DO DA.
* discasso do projeclo o. 5* des te anao con-
eedendo urna loteria de eentn e vinte cont* de
f:s a beactlsio da sociedde Mosto Pi Popular
Pernambucano.!" approvado.
! discasso do projecto o. i 5 desie ann'o d
orcamento provincial.
* Art. f* A^embla provincial :
8 J.* Subsidio dos deputado*..
' S ^ Ajada de cato aos aaesmos
a 13.. Emnregados da socretaria
| 4.* Espediente e a;seio da ca-
sa, inclusive a gratieaco do cir-
teiro a do servente...............
J'S.* Pabeac/io dos debates...
55:fa)iH)
O SR. RUFINO DE ALMEIDA : Smto serias
difflculdades para coinprebeoder oirabalbo da no-
bre commisso do orgirnento, tra'sU'dado paiao
proiecto e para poder votar com conhecirneutn de causa.
Noto no prujecto do orcaratnto lacnnas, erro*
de toimnas, e mais jue tudo urna dlsporporcao
extraordinaria entre a despeza e a receita.
, A nobre corarnisso diz ao art. i* do pruj-ct i,
que a despera para o exercicio futuro ser de dous
mil e duzentos coato?, o verhanJo eu a sora.na
dos diversos artigos o paragraphos do projecto,
encontr 1,885:2961=570.
Se paso a reunir a esta somma dos | Io e 2o
4lo art. 7 do projeclo, rcsultanlo do prujec'.^ n.
43, que flxmi a forra policial, o res litado de
*A7*: pela coraaiissao.
Se esta verba de X,*72:018j030 addicio-iarmos
as dillerentes verbas, qne afeoltam dos projectoi
ji votados, e dos jue naturalmente sero votados
' antes do encerraraento da discuti deste pro-
jecto...
Un Sb* Deptauo : Naturalmente por-
que T
O Sb. Rdtixo de Almeida :Porque ja pera
condecida a opinio desUcasa sobre taes projec-
to. 9~
Un Sb. Deputads :Conhecida aonde ?
OSa. Rufwo db Almbida :Xas discnssis j
batidas.
O Sb. P. Awonso : E' conjejiura
V ootbo Sa. Dkputadj :E' bem faniada.
(Trocarn-se parte>).
O S. Runso de Almeida : Como ia duendo
ee a somma j c-rahecida adlicionarmos a que re
alia ios projctos votad, e qae sero ainda vo-
tados dorante a diseossio do ornamento, como se-
jam9:000-deiipenlid>8 coai o funeral da prince-
sa D. Leopoldina, lio 0004 pouco mats ou rue-
bo, para a indemnisaoao do eonlrato avaro}1,
saftOipara wnrra desU casa, I0J8Jl do
angmentodos voncimoitos oos eropregidls aatrra
souraria provinejal, 4:OO0J para tf seminario fo
Olinda, 100:0i)0J para o Instituto Agrie i'a e mais
.30:000* que o Exm. presidente da provincia exige
para o telegrapbo eleetriso.
O 8n. Pgono Affon-o :-Exige ? Aon!e o pre-
sidente exia.
O Sb. Huris dc Almeida :-Tenho onvid) dizer
a casa qae o presiJcnte da provincia ex'ge a
coBsIgcaco desta quota, para ser applicda a nm
grande melhoramento para o eommercio, e que
se deve votar.
(Trocam-se mailos aparte-).
OSa. R. de Almeida :-No se me deve extra-
nhar o traier en para o sali o que a semelhante
respaito ouvi os collegas, qae me transmitram
a opinio do presidente da provincia : este evite-
rna admitlido Besta casa.
O Sb. Pedbo Affjsso :Qaem o admittio I
O Sb. Rufino de Almkioa : Alada, nao ha
Bjuitos das, o nobre deputado pelo 3 districto,
relator da eommisso da frc p->li;ial, no diste
qne deveriaroos votar o projecto da forca policial
tal qnal nos (ora offerecido, porque tradozia a
vontade do pretidsnte da provincia, qaera coa-
saltara a commiseo.
O Sb. P. ArtONso :Disse ama verdade.
O Sa. Ritim) db Almeida :Perianto n?to com-
melti ama inconveniencia, declarando a vontade
da presidencia a respeito da quota para o telegra-
pho, e qae cont seta" vola da.
Prescindamos, porm, desla verba, sommadas as
oulrat teremos um augmento de mais 333:000*
cont sobre o ornamento presentado pela nobre
commisso, e que o levara a quantia de......
*,t5:0f#l90, qae dever ser satisfeita com urna
.receita oreada pela thisouraria era 2,019:0D0*,
mas qae segoodo os clculos de reisoas compe-
tente* nao exceder no exercicio futuro de.....
1400:000*.
Um Sb> Dpputado : Qaem sao essas pessoas
compete** '
O Sa Rufino du Almeida :Os chefes das re-
partfedoa ficaes, os en-irregados da arreeadaco
dos diffareates impostos, parece qne sia compa-
tenles para emiltir ju z-i sobre a materia.
O Sb Soza UXo :E o nobre depntalo.
O Sb. Roftm dr Almeida :Nao me Jilgo ha-
bilitado para tanto, porque me falta 03 estudos, a
experiencia e a prati;a daquelle) fuacciona-
rios.
Proseguindo as ligeiras consideraads qae te-
narariamente estoa fazendo sobre o projecto om
disenssao, pe^o a nobre cwnmisso da orcamenL)
qaa se digne informar-me quaes as medidas qae
pretende propor para equilibrar a mloguada re-
oeita da provinria com a extraordinaria dspota
qae aos prp3e : qae meios tem para occjrrera
tao grande dellcit I
Compre me notar qne somma da despeza de
Ine me tenho oceupado anda nao jante i a divida
9 exercicio (Indos, e era o dficit de qae tra|?-
balando da th nnraria. y
Secan lo este bitango a divida de exerclcns lin-
dos, liqui lada ai* detmbro paseado 9Tde.. .
11:1194300, e o deflet at aqo$J}a data de....
H6:58l J. o qae elevar a somrpfo tolal das dsr*
xa segando oprojectoen>a'f?cassii2,962:7W#l90
liv! trato da jwjbiliaatfe do augmento do
dficit, se .'flieiou aria for obngda a pa-
SWDiegralmente a empreit do psgoto d pida-
."^^SA majg da mil cont: o ttm h 4-* -
wrrts, porque o imposto addiciona! ao da decima
_^r "trbAfia nioser fcilmente arrecadado, e mais de
metade de sua importara ir aagmentar o qua-
irada divida activa.
m Sr. Dctotaoo :Qne bases lera o nobre
iebaudo para direr isto ?
OSa. RrnaoDB Almeida :E qua bates (em
O awbre di-potado para, afflrmar qae isto nia acn-
atoar : Pirmo o mea juizo ao qao succede eom
o pagamento das deeanas.
fbrgunto agora a aobre commisso que remedio
Ipabra para occor'ermos a este enorme dficit.
O 8. Sooza Ulo: ladiqaa i commls.io a
mm dava ella faser.
O Sb. Rormo oi Aumbida :Nao tenoo habilita-
Sm para tasto ; peco a coma
tanca, alo se deve aegv a
fjfettende a commissio am
Sa a
t>arto -A r*.tt\n1iibu Quinta (ein
dft 187
6 do
peco permrssao fva lembrar-lhe
tefmff*' calcntos'bem-
9Tre9BBlla"oTDBTtoT que por estes cal-
calis a Mforenca do exercicio t^JBflte,fftfa>o do
ando flsuabeirb de 69 a VO, sef de perto de 400
coatas pardmenos : qae a differemja B,a renda
prt\veaientyo assnear n l" senustre doexerel
ci vigente ,"de 130 conlos para menos.
A commisso nao creou novos impostos, nao
ugmentou os exigentes, a que meio reccorrera
para fazor face a tao grande divida.
OSa, Soi-za Lbao :-tediqae o aobre depatado
o nieie.
O SplRcfino de Almbva :J ihe dista, qae
nao lonho liabiliuedes para tanu>',' e alm dlslo
nao tsnbo obtiga^o do o fazer, a commisso di
orcameotoy que por doas anao* consecutivos es
tudou acaradimeate a materia, qne compaUou,
lodos os documentos que ihe lornecerao a/ re-
partieses Aseaos, quem tem brigaco da lein
brsr os meios de equilibrar a despeta eom re
celta : quem devs lancar toda-a luz no debata
desta importantsima qaesto.
O S. Soza Leao :-0 nobre depatado tamben
est muito habililadv
< Su. Rfxmo as almeida .-A aobre couans-
sodevo-lerabrar o meio para o eiuilibrio do
orcameoto, que por ora vae ui'.o desequili-
brado. ..
O Su. SouzaLsv) :Omaie- orna- UbeHa d-
BMouiudo.
O Sn. RoriHi de AN)*:;Nio comprehenlo
o aparte, explique mellior este negocio detabelii-
nha.
O Sn. Sota* Leao .: -Apeaas dig\ que a meio
, ama tabella, que o nobre deputado organisar,
diminuiado ordenados.
O Sb. Rfibii be Almeida : O nobre depulaao
qaer fozer esbiriio. relerindo-se a tabella dos veo
cimentos dos mpregados da thesooraria provin-
cial, que em 3'discassao offoreci ao projeclo que
Ibes augmeatava os vomcmeatos cora mais a quin-
ta parte. Notera aplicarlo aojeaso. O qae llz
com aquella tabella M orgaarsar a deslribmcao
do aogmeulo votad* pida casa, e para o qual nao
cancorri.
(Trocam-se alguos apartes).
Sa. Hume de Aimeiba :-rSe es nabres de-
putado?, que me iuierrompem, noqorem discu-
tir .* i nenie o projecto, se pretenden levar a
discu'so para o ridiculo, eoto preflro o silen-
cie : jproseguirei uo meu esabonado atscurso.
(Pequea pausa).
O que emlira pretendo, senhore, *T no'
bre commiisao sibre o desequilibrio artre a re
certa e a despeza do orea ment, e saber ^uaos os
melos de que taneareaos mi para ftzer face ao
enorme decit eom qae ella nos ameaei. _
Um Sb. Diputado :E a eommisso Bao pro-
poo um emirestiiiio de 3*K O Sn. Rfiko db Almeida :Se este o maio
lerobrado pela eommissi dsde j declaro, que
voto contri semelhante meio.
Ko compreheU'lo emprestimo para pagamento
de dolicil, que se devara amorfisar coca ama bem
regrada' de.-lribiiico da despeta e eom prudente
augmento da receia.
Votemos sonente a despeza restrictamente ne
cessaria, e com os recurso dj proprlo orcamento
diminuam is (steannoo dellcit, se o nao poder-
raos extinguir : para o.'anno complete-se a obra.
Raccorramas M empfestimo para applica-h de
modo a augmentar as font6i da renla da provm
ca, acadindo a lavoara que deHnha, estendendo
as estradas aos nossos ceptros mais productores,
conslruindo ac les, que ponham os bossos ser
les ao abrigo das devastadora e secas, Oflra
promoyendo os melhoramentos mateiiaes mai-s
urgentes : emprestimo, porm, para pagar d#H
cit, sensaUmente augmentados todos os anuos
isl i nunca : seria pretender curar om mal aro-
mo ven do um oulw inaior : seria pagar um dficit
com outro dficit; seria collocar a provincia em
peiores circumslaucias do que as em qae se
acba.
O Sn. Miguel Pebhaiuuco : Apoiado, seria
pagar-se ama divida com outra maior.
O Sn Bunio de Almeida : Ventas pas a
commhso dizer-nos o remedio de qae Une ira mo
para curar o mal qae tenho spooiado.
O Sb. Mello Reg d nm aparte.
O Sn. Rufiko db Almeida :Deixarei de ana-
lizar o projeelo oom reanlo a uniros pontos, v.
g., a inaovaijo de orcaraent) com vertas em
branco, ao passo qae a eommisso declara no
primeiro artiga do projecto qae a despeza ser de
2:900:000#.
O Sr. Mbllo Reg : E' a primeira vez qae o
nobre denotado ve isto ?
O b. Rufwo Be ALarA :- Parace ma oiuM
(J S*n. Mello Runa : Pois est atrasad.
O n. Rurwo de Almeida : Eatcudo que aa
verbas relativas ao corpo do polica deviara conti-
nuar as rftesinas. do orQamento anterior, ou asqoa
propde a thesouraria, sendo alteradas depois aa
disoa^sao.
O Sn. Sol-ja Leao : Pois eu nao enlendo
assim.
O Sr. Rufino de Almeida : Si nao oateude
assim, diga-me qae base leve a commilsto para
declarar no l" ariiR'i do projecto que a despeza de-
veria ser de 2:2uO:OO0 ? Si a eommisso aottnha
dados para saber em quanto montariaa espeta
com o corpo fle polica, si as verbas ecnsigntdas
nos dilT^rerentes artigas do projecto soflsraam ape-
nas a ijuanlia de l:S8o:9lil570, seab sabe t
eommisso al'hoje qual a divida de exercicios
fiados, como dit-nos que a dspota para ooxeret-
cio futuro ser de t*X):00OJ T
O Sr. Mello ffatto da om aparte.
O Sn. Rufino de Almeida :Entilo os cilealos
da eommisso lorara feito* a olho?
Os apartes flzeram com que me alongaste mais
do que desejava : von eoncluir, pedindo a aobre
comiiihso que nos esclareca cora sua3 late, e
nos indique os mcios de salvar as liuanc.u da pro-
vincia do iscalabro em qae vo.
O SR. MELLO REG :Greioque poderei satis
fazer aos nobrea depulados eom poocat pala-
vras.
Se a comrais>ri> de fabada tlvesse previsto que
5=
verbas do projecto de o
iipUaaB
cono ao, fr'unum
o nobre deputado pelo 5o dislricto, notara a falta
de nma exposico escripia, que Ihe faciliussa o
estado do projecto ; precedera ceriaraeole o
pr jeiodiurapirresr.
O Sn. Runno de Almeida : Como foi costurae
aesta casa.
O Sr. Mello Reg : Perdo, naoca Isto foi
eos turne, s ama vez a commisso de orcatento
o fe.
Entendemos qae nos, os membros da commisso
que tambem somos membros desta casa, sendo
obrigados a assistir ts discussoas do projecto de or-
cameoto, Bao carecamos escrever em pare-
cer aquillo que nos cumpre explicar nos de-
bats.
Entretanto, se a comiaiHlo sonbesse que o no-
bre depnta lo fazia qaest do parecer, o tena ela-
borado, e con isto granara a d tpsnta da discas-
-o, pur que os nobre* denotados se contsnlariam,
pelo qae vejo, com o arasoado do parecer.
Cont iofetizments nao Ihs occorrea semelhante
Idea, sujeiu-se a dar ao nobte deputado todas
quanias exp'ic-icoes Ihe pedir.
O nobre deputado estrahhoa. ou a eommisso
delxase no pfjecto verlurem branoa-i f-(p sem
razoesem alienleros prndenles ettaaelclio'.
Em t dos os^pirijeetos de orcameoto, o tovaidepu-
tado ha-e^encontrar verhas em braneo, e a razo
fajj/r de eomprebander : a commisso nao pode
Cfinsignar quotas para as qoaes alo esteja conhe-
cida a quantia.
O projectn de forea policial foi apresentndo an-
tes do orcamento, conteni augmento eonsideravel
de despeza, s eommisso a vista disto nio pedia
deixar de aparar a deciso da casa, nafa ver
qaaolo dever ooaajgnar n'essa- verba de deliaeza.
Aotes do voto da a'ssjntbla, s Ihe cuaspriq; dei-
xar o re.pectvo I sem quota.
Sh parew rff^uhrqiento >
a v<'u verba em branco, a-de exerciiios fin-
dn. O.tj'bre depatado. tabe qua nao se pola
consigaar quota para fltieicios. findot sem vir
da rhetoafarta provinciWo quadro dos credores,
eqoando a commiS'oeolfeocioooa o projecto e
olerecta eoasideraeo da casa, anda ai linh.
reeebido ene qiudro, nao sabia qqaato te havia
de otar, t s para satisfaaer a exigencia do n >bre
depatado alo baria de iaciatr ama quantia qual-
qaer, sera fundamento nem base regalar.
O Sr. Rtma* de almeida : E como poda ter
baae para a somma f
O Sa. Mello Re<:Nao faca-fneslo da som-
ma. A coinuisso fez.a destriboico da remita
lelos vertos aervisos, e depois quereodn dar
orna baae para a disentso sommoa a- iraporuoda
daa qaaatiaa coasignadat, e faz am calculo aproa) ^M
wmado du verba* que faltaras consigaar, e dea I O
awsaa ama toaban totee,
do- Mamaparte).
Cont nao Tater mais parlad
{amento,-ato tnesrao por qaee
volle; mas si fltef, proraotto-lhe,
eiqaecerM dosta exigencia do par
eoutriboir par* qua seja elle taV
ciato, que aiisfaQa ao nobre edT
&mW DE ALMEIQA-.'^H
Sr. ita.L 4opMfdanrjr mi pro da commisso dc ornamento
omb.-.eat nao etteja aqu, como potslvel qae
acgateq*?tcxi o cuidado de lembCM'-iho ipesmo
da- rr* a kli do twreeer aatapo^ia M pro--
jeato. ^HT i.
0 SBjfeTFQio dr Almeida :Mestao de fora t
dSavStaLU Rhoo :l'ela imprensa nao poderai
leiabrarao nobre deputalp alguna cousa?
O Sa, Iiirmo du AiMBtb*-i Podo ser jfae o
s&lisftfBb, ne estivar aa casa.
O Sk. Mello ltaqa:Ha de estar : Tamos
a-liaate. Era iiouco aau de das mil coatoa, cal-
culonb coniraiso a despeza, coatan lo j j--oi
0 aeorescime las terbas que ejto ora branco.
O Sn. hufimo de Almeida : De quaato esta
,-jatitia.
O SR.Max.ba Reo : Xa termo aqdi os ruaos
apouiamenlo*, e nao os teatio por que nao conlava
que o aobre depatado hoaresse de facer nma
sabbatina sobre o projecto. Uor tinli.aUoi a ra
zo do proceder da commisso, sem entrar no
deialhe das c.fras o do modo do calclala/.
O-'S. RoMNean AivnoA : S9 fi-se sabbatina
e/iio mostrara que a caramissu sammpu erra-
das todas as parcelhs.
OSr. Souz* Leao : O que o aobre, depatado
wrama sempre certo.
0 Sb. Mello Ueco :AcoramUsao nao saba
sommar.......
O Sn. Rufio ata Almeida : PeM menos pa-
rece.
0 Sr. Mbllo II es o: A commisso cemraettou nm
grasda ern, e .n nao consultar o nobre deparado,
antea daaorosaour o projecto ; d.;vi lerahrar-se
que o m bre dapulao hornera das notas e do
caubeabo, e^aor eensaguiate mtaito liabitado para
auxilia-la e dirigi-la ao tea trabal&o,' principal-
mente as somma?,. qua apesar de serena fitas
pela secretara, a commisso aceita a responsabi-
lidade do* erras; aa hado sor isto que o
prejudiqaa aa cunllanca da casa.
Mas, paca que te faz esta qaasio f laflia al-
(tuana causa uas nansas d^ptraedes os erros da
mua f
O Sa. Rufino be Almesda : MaOn.
0 Sr. Mf.ll-i Reg : Pojs o resaltado di vota-
cao da easa tica preso aos enaaaes da somma ?
Depois do orcamento votado, far-se-boaovas s mas, a eommisso de redcelo tem esta ot>jaee-1o,
a dentis a despeza faz-se polas verba; paroiaes e
Din pela somma peral.
Porlanto, a questao de sommaa te nao pue-
ril, agit)U-ao nobre depatado apenas para fazer
J espirito.
En lodo o caso, porm, apphado mnito o inte
resse e espirito de economa de que se mostrou
po'suido o nobre depoiidn, e faco votos para que
a casa seja muito rigorosa na decretaco da des-
peza, que eomprehenda bem a sitoaeao grave e
a diilicd em q je est a provincia, para empregar
e-forcos correspondentes as necesidades de satis
azer-se os coranramissos contrahi los. L
0 qaa tinto bastantemente que o aobre depu-
tado livesse maaifsstalo este zelo somante agora,
depois de ter votado tgmentos de ordenados....
f S. Ruatxo de Almwda : Qaaes faram.
O Sa. MitLta Reoo : ... e qae venha alirar
a commissij a rasponsabilidade ao angraento de
aaeooraa pa/r qae nio canco: r u.
Teria sido-mnlio mais prove toso o seae-firc
se de prineioiii tive-se tilo era eonsiderico o
grande d#ffcit qaa Bi podemos evi'.ar.
De imona parte, digo qae ainda nao votei por
anpmeBtj de ordenados, nem por despea i que se
poilesse evitar.
O 8a' rtawNu de Almbida .Sabe te votei pelo
aumento de ordenado* ?
O Sr. Mel'.o Reg : Sel qne voten, e tt
apresentou aqnl una tabella, na qual nao fallo por
que temo que te zangue.
O aobre depatado trataudo do augmento de des
peza ineluio nesoe angraento a compra desta easa.
Pela di.-cuiso aavida, pelos docameaws da refe-
rida compra, por tu lo Analmente, s- qae a
despea foi i'eita por cania da coatigaaoio de apo-
lices, e nao tem nada eom a despeza a votar-s.
Quanto a quantia que ais o n .bre depilado se
dave adiantar a oompanhia do esgottot a commis-
sao n) liuha qae ver eom isto, nada bnlu qu .
providenciar ne-te sentido ; a proaia-la faz apenas
adiaolamentot.
O Sn. Ilonao de Almeida :'Esso aaiantamento
pi ipUa t. -'** ~~**~ *"*r ~
0 ?r. Mello Reg :Pole foflalr e orear drffl
cal lad&s ata* a caumwso naetiaha que provi
1 nciar a respejti, ura dinbeifb que a provincia
dianta e qae depois arreeada, nao poda entrar
t< previ-ules do ornamento o modo de fazer esta
arrec lacio qne ja est regalar; nem votar quota
liara o que ni) d*;pei* da provincia.
O Sn. Rwi.no dk Almeida -.17 preciso em lodo
caso habilitar a provincia com as meios.
0 Sn. Mell Rugo :Votar quota para isto ?
Soria precito ento consignar quoia para fazer a
Je-pez i, e incluir na receita o pro lucio de impos-
to. Islo, porm, nao i operario que de va er de-
terminada por esta, anembla couza puramente
administrativa.
#9n. Rufino dk Almeida : Apenas toquei Disto
per axdeni.
O Sr. Mello Rea r Sera davida para aag-
raeatar a carga que qaer fazer a commisso .
O Sa. lujnao d"Almbida rA earga qne se quer
fazer aos cofres pblicos.
OSn. Mello Reo i : Se e aair a carga dos cifres pblicos, eu o acompa
atrare cora muilogost nesie empenho.
O calculo da despoza total foi feito, contando-se
eom o exeesso que se votar, com a divida de
exercicios liados. Feilo isto, reconheceu a com-
misso que, de certa, a receita orctda nao era
aastaata para satisfaaer a mesma despeza, mas ao
qniz suppnmir verbas j einsignadas e ontra3
leis, e consorvon todas aqnallas que nao padiam
ser desprezadas, a como meio de fazer faca ao d-
ficit que necesariamente se dar, propoz ara em-
prestimo, qup, reanido ao da 1200 con tos votada
no orcamento vigente, per Mea tres mil cornos com
a applicaco especial qae Ihe dea.
(lia ora aparte.)
O Sn. JbVllo lfi.;,): O nobre depatado nao
concorda aura s'j, noca que em pagar as dividas
da provincia oia ha aiatttAcio ?
O Sn. A. Pkrn \mbi'co :Isto seria pagar am de
ficit eorn oatro deiciL- -f
O Sa. Mbllo Reoo : Jtee assim. pagar o de
ticit oom o producto de nm eraprestimo contrahido
ara virtu le de ura contrato e que deve ser amorti
sado sem vexame a atwpjllo da fazenda provin
eial.
Iba vamos a saber o porque temos nm dficit a
papar.
O dinheiro qae te dispeodsu, que dea lugar-J
dficit ansenla, foi appiicado em prejuifTaa pro
viacii f Deve-te suppr apt-nia^qa este dinhei-
ro foi appiicado a prcvto del la, e desde qae se
manda pijgr as dividas eoolrahidas por utilidade
pablica, eoatrahindo-se um emprestimo, este nio
pole ser seno am benencio.
O Sb. Bckno a'ALMEmA:Aagmenu as fontes
da reada t
O Sn. Mello Rano: Quera en to que aug-
mentassemos as footes da reoda ? Quera qae
aogmeaia#Bemaa os impostas Esta idea a cam-
in sso ni a laxa nem a teria jamis : se ti veste
de u car oat impeeio5e*, seria para dirainui-las.
O 9b. TaHumv b* S: B teha a commiss'
qne o ootao sy-toraa de impostos o mais per-
feito ?
O sa. Mauo Rsao-: .Vio, acbe-o at deleituo-
so, mas na) difflsaldadet ea qae es' t proviacia
en taotplo qae a commisso se prepozasse a fazer
a Pdvistrgeraido* Impattotf Nao teria isso aug
msntir a* diaadlMad^ -
(Tr.iow^fd|6p|p..)
O Sa, MWorffioo : -Nao sel, os nobles depata-
dos mcinia alga roa eoasa neste sentido .
0 Sn, raudA db S : Mas eu confiando mal
lo as luzes da commissio .
O Sa. Mbklo Rao : O qne qaer ? Eagaaoa-se,
confloa ml. a eommisso respeiton o que e-is-
va Mo, o (loo bb* dat se45as anleriores, e a"
qniz iaaiar .
4 Sr DEruTAOO: Saguao a rotos.
Ootflo Sn. Ibo : Estodou as eutaat ia
dim uoico da* reada*.
O Sb. Meu flabb': Hd modos de ver. A
commissio prtltflo raepe*ta# a proeedeows, o ao-
bra depolado prdtodtVaa tadtTttffeVs .
Sn. Rdriia a*\taaTA di no aparte.
O Sa. Paanriur: Peen a atleocio dea no-
dayddadeaL
_ S* mMmvAaik : Tomar note* e tttaf
bbservaoiaa i pw bomem docanbenbal
<> ">>|eMo qao dalle trata' foi sabmettq>
OOt'^o,
. Wjnse d'Almbida :
de muita, imperiiLcia, e
aviso do Sr. ministro
espera! que a provi;
iltura di sendo
iribaisse-para
portancia
qae ver
igna de alten
O Sb. Illo Rbco:
qje-to, soa at signaiaeja1
jobre elle, acho qae a m
gao, eqao a casa na a deve esfaecer; o/que di
gn qae a comraisa ao -pitaatr contar com todi-
es projctos apresentados, porqbe entio harta d>
*levar despeza a urna enra extrae linaria :
^umprlb a commisso liiitar-se ao que eslava, ve-
tado.
Pagji'tapprir o dellcit qae a cemm:sp reco-
nbeeaque existe, cansigpou a Wa do emprestimo,
e ou ao vejo outro meio para remover as difflcul-
dades, a menps qne a casaban tasad a resoluQi >
da cortar muitas despeza", sem attenede- ; reduz i
is voaabaentos dos empregados', supprima as con-
gruas dos ccadjotjres e todas essas despezas que
nao sao propriam-iute Drovinciaes, nao pagua a<
oorpo do polica, nia de verba para as .obras pu
Wicas, fafa- rodo Isto ; redata a despez ao qae
deve sef\ o ento teremos feito um grande servica
a provincia.
O^a. pJFiNo de Almeida: A commisso Ho-
rneada para estudar todas estas cousas e vir pro-
por a asseanbla o qu* jnJgar mellior, do contra-
rio nao precisa vimos ne commisso.
O Sn. Mello Reoo : Nio, o regiment nao
diz qae a commisso proponhi a casa a suppres-
sa de de-pezas decretadas en leis por momentos.
A obrigacao da commisso formular o projecto
de remenlo, regalar a despeza cora a receita,
estabolecer, se poder o equilibrio de urna com oa-
ira, providenciar **br* es molos de arrocadaco
etc.
. Um Sa. Deputado: Para qae sapprraio alga-
mas despezas.
O 8n. Mello Reg: Porque nao eram despe-
zas creadas por leis permanentes, mas sim por
disposicdss annuaa, que pi liara ser suprimidas.
0 Sr. Ruflno db almeida : A qaota para a
emancipajo doi escravos nao foi volada era lei
permanente, *
O Sn. Mello Reg:E a commisso eortou-a '
O Sa. Rufino de Almbida: Dando tres conlos
de res, eoitou.
O Sn. Mello HEGo:-Deu 0.000*000 re?, e o
aobre depatado sabe disto.
Poi por isto qae o nobre depatado supoz erros
de somma; j agora estoa convencido qae a Som-
ma est' certa, o nobre deputado foi quo sommou
errado.
O Sn. Rupi.no de Almeida:Eu ? DSo para es-
tuiar um projecto todo errado, cheio de faltas, e
depois se diz qae n* erramos I Como saber se
a commisso conslgaou 20:0">00CH) res, se a ci-
fra no projecto dV 2.
O Sb. Mullo Reg: Tinha nm bom meio, per
guntasse.
O Sn. Rufino de Almeida : Havia de mandar
chamar era mintn casa os mernSros da eommis-
so ? Pergaotei aqui, qae o lugar compleme.
O Sr. Mello Reg : Sim senhor, o lugar
competente....
O Sn, Rufino de Almeida : Pois enlao res-
ponda.
O Sr. Mei.loIRego:-Estoa respondendo, e nem
fpodia deixar de prestar toda attencfto 20 nobre
depatado, cajo interesse aesta discusso mui
louvavej.
O Sr. Rufino de Almeida:E-t mailo sascep
tivel a eommisso.
O Sb. Mello Reg:A commisso nao esta sus
ceptivel, o nobre depatado foi quem massou-se
porqoe falle as suas notas. *
Nao sei se mo faltara porgantes a responder,
uem se del ao nodre deputado todas as explica-
(des pedidas.
O Sft. Rufino de Almeida: Eu pergaotei qaai
os melos de equilibrar a receita com a despeza
O Sb. i ello Reg:O meio esl concigoada nn
orcameoto ; a commisso recc-uhocea que havia
ura dficit, que era necessario pagar esse dficit,
coa.'ignou urna disposica autorisando o presida-
le a contrahir ura emprestimo com apficagao es
pacal s diversas obras e pagamento das dividi-
da provincia ; entenleu que assim devera pro-
ceder ; a casa qae resol va o que for meloor.
O Sr. Teixeira de S:-Ealo o alvitre qae
lembra a commisso supprir o dficit como eos
primeiro ? At ah chegamos.
O Sr. Mello Reg: Tanbo certeza de quo o
nobre deputado vai malte alm disto; reconheco
o sea saper r talento. A commisso nao pode
fater mais do que fez, e sent que o nobre depa
tido ache insuficiente o sea trabalho ; compre
agura eotaptota'lo, a- rasa me O fa^a.
Encerrada a discasso, o artiga approvado.
(Confmuar-e-A lado lona da eommlatia para
foltoa sobretodo o m$iu
lembrar lado itto;
O Sb. Mrtxo Reoo :-Paoaqut o aobre deptv dvatr, ratiM-o, aV^ atada aevttam o qudro molestar
tda^'fflKSdft
pw pava a ttgripnoy
REVISTA DIAEUL
ASSEMBLEA PROVINCIAL.-Hontem a assem-
bla approvou em segunda discasso as emendas
offerecidas em terceira ao projecto n. 9o, autori-
saodo diversos contratos de obras ; as olTerecidas
ao de n. II i, conceden Jo jubilarles ; a oflerecida
ao de n. 59, mandando pagar ao professor de de-
senlio do gymnaslo o que se Ihe dever de ordena-
dos do tempo em que esleve fra do exercicio ; as
offerecidas ao de a. 118, eoncedeado favores
campanilla que se eocarregar da pesca, salga e
secca de peixe na provincia ; em ierceira o de n.
146 do anno passado alterando lmite das fregue-
zias de Buique e Pedra; em uui:a diteasso o de
n. 4 sobre posturas da cmara do Bojque.
Suspendeu-se a sesso ; e, prosegaindo, forara
depois approvadas as redactes de todos oa projec-
to* flojo adoptados, e a acta da presente sesso,
declarando o Sr. presidente encerrados os traba-
dlos da presente legislatura.
COMPANHIA SANTA THEREZA.Pelo brgue
inglez Wild Wac, ebegado hontem de Liverpool,
vieram 74 volumes de canos e 18 eaixas de objec
tos para as obras do eocanamenlo d'agua para a
cidade de Olinda.
GOVERSO DO BISPADO.S. Exc. Rvma. o Sr.
conego vigario capitular ordenen, em circular de
\%\ do crreme, ao clero sacular e regular, que,
hraote os primeiro* quinte das da ausencia de
SS. MM. Iraperiae* fra do palz, na missa do
rito nio classco addieionera a oraco- Pro navt-
geutttbtu.
ALPANDEGA.Esta repartlclo arrecadoa no
mez de mai > 717:20*4804 rs. ^.- "
SECRETARIA DA ASSEMBLA.-Tendo sida
Jemittido o oIRaial arebvista d'esta repartica
Jalo Francisco da Lapa ; faram noraeados para
esse lagar o 2 esepipturario Pedro Paulo dos San-
tos, e para 2o escrpturaro Jos Tlumaz Caval-
cante Pesta,
CAPTOR A.Pelo subdelegado Ja freguezia de
San Antonia, foi preso o crmaoso Francisco Pe-
-Wra dos Sanio*.
ABUSOS DA POLICIA.-Chamamos a attenfao
do Sr. Dr. chele de polica interino para o segura
te neto, tettemnnhado por grande numero de pea
soas, e patsado sob as nossae vistas prximo
typographia de- le Diario :
Urna ordenanca do Sr. subdelegada do Recife,
certameate tem scieacia d'ette zeloso fuocmnns-
rio, e am cebo de corpo de polica conduziara pre
so am individuo de nacionalidade in^leza O la-
dividuo, latebamenta ebrio, fazia como qne resis
teocla i se deixar condntir pri*ao, a essa espe-
cie de resistencia de um honum. fora de si exeitou
por tal forma ot bri-'i dos seas conductores, que
estes o esbordoarara largos pannos.
Alguera observen tos peliciaei que isso sra Ihes
vedado, e leve em reuposla bem aatavel deseor-
tezla d'esses eampedst, seca que todava as obser-
vaede* felfas prodatistean o desojado effeko.
Ei* para o qae chamamos a arteneo do Sr. Dr.
chefe de polleia, certo* da qne providencias sero
dad? W sentido de obviar-se esse costurae abusivo.
e orear nevos embarcosJT (jbL'j ONTOtCIG. Da Uiuta C'itholica, de
28 de abril, rMacweraas o seguate:
De Pernambueo, ao Brasil, recebaran* am?.
lista de oferus para o Sano Padre Pi IX, que
ebega 60 e cada oUereoda vm acompaunada
com lernot e nobilsimos pensameatos de aff-clo
e de oompaixso aa viguia de Je*os Cristo. T*m-
bam la em Peroarnbuco se ora por po IX em pu-
blico e em patiicnur; o tejno promovedor das-
tas oraoas o padre Julio Mosca da oompaohia
da Jaso*, mbiooario aaostoiieo.
TU8ATRO DA 2ARZMLA HSSPAN'H iL \.-El-
troa ante-honttm n'ene tbottro a compaobia de
artista* xmr'o americanos, denominada Chrnt*
Mmtrei, eflereeeado ao publico e executando um
Kgramma vaiaio jomo toea ser os espectaca
i do soa genera.
O eepeetacala foi dividido am tres parte*.
prtmelr*, proprlameme dlU CMieft'MinsfiM, nio
aoaagradoa aeolBUBHnre. Nio pomne em du-
wdaa BBerecbawado dotartistti qae n'ella extbl-
ram ddtatH eaotieelmeatae; mas a genero de
caneoattaa a mtatldaa exeenfadit parecen nos de
nava nwaretnle miataraval, Ib nma iaslplaez hor
Tivel. Poder* ter aprtabrfo i taaita gente, i nos
O SU moAMU*:- U+ eBermmieda eale meo
ocdopanHe 4a cootlgoa-
qae iSo se votoa aindi,
desagriJoa raa!t'\ o cregoos qne
recebida essa parlapeloae
Jk.ttgun toda i
trtbamfj acrobtieo dos (rmnos
nosso ver tai tfl^^| perfr
Os irmaos Ridgwn
qne fatlamos, e mereoem ser vi-ios an
aa se sacrillque almuls, mlauloeaoa toatfto
das as possivtis pnmelras pactes no gen
"o espectculo 'da ote hoqlem. Esse traba^
Iho correcto, tirapo e sorpranendente.
Anda na 2* parte agMeti-Doi o sbld'dd rabee
pelo Sr. J. Tiglie, pafeep^qie nao saja ette senhor
r.nista notav-1 no genero, ftmbfin agradon-
nis n'ossa parto os tiabalhos designados no pro-
gramla son o liialo de.eVda'is cmicos, em que
foram executados por dois irmos Ridgway varias
pantomimas cmicas, ura rolo de pistune outra no
piano de pedra, que alias urna bella invenco.
O mais, de quo eonston a 2a parte,' acharaos que
nao mereca as honras de an/eciacio.
Na terceira pane sbre-sabio a dansa da cinta
de prata, pelas difcaldades de sua execaco, r
pela presteza e pe feico con que os movimentos
do Sr. 'Moran, deila incumbido, acoiapanhavam a
mnslca em todos os seus ritornelos. Foi essn
um bello trabalho.
Tambem agradou-nos o solo de voloncello ex-
ecntado pelo Sr. Steele, que revelou ane e estudo.
Sobre tudo agradou nos, n'esra paito, o sor-
iirelwaduute, admiravel e dihillmo trabilho dos
saltos aerios pelos Irm-s Rilvray, que sao tao
grandes yraiiasiicos como aerbatas.
E-te trabalho tomamos a lib-rdale de recom-
meodar cora muita eepecialidade aos nossas lei-
tores, perqu realmente excele todae qual juer
especiatva no seu genero.
Koi resumo, a companhia anglo-amoricana, para
ni como para mui las pessoas que assistiradi a
sua estra, se tero um lado fraco, e, diremos, al
parto p'nio ridiculo, nao merece dosattmcSts, e
pelo contraro creiora de ser vista, especialmen-
te no qaa diz re por assim dizer, sao a alma da empreza.
Qjanto aos trabalho* do canto' e dan-a, qae t>>,
segundo se diz, um simulacro de iguaes -cenas aos
negros da Virginia, nos Estados-Umdos.rescrvamo-
nos para melhor apre.'ia-los n'cutro espectculo
e s ento ser definitiva o nosso juizo.
O iheatro esieve cheio aole hontem, e algans
artistas foram muito abplaulidos.
TIIEATRO DE SANTO ANTONIO.-H je faz be-
neficio n'esie theaira a Sra. Mara Poocelet, pri-
meira dama da eraprea do Sr. Hurbain O espec
taculo, cajo programina vai no lagar .compleme,
variado e atrailienle, o recommeoda o bom galo
da beneficiada, que reclama os favores do publico
e que os merece.
HONROSOPessoa circuraspecta nos informa
que S. M. o Imperador, opnversando durante a
viagero com o Exm. Sr. senador Barros Brrelo,
disse que anda sereeordava, da forma aceiada o
elegante do ceiniterio publico desla provincia, e
que o seu administrador Vires tinha muito gas-
to e geito para exercer o lugar : sendo dito S.
M. nao ser mais o ir, Vires o administrador do
ceinitcria, ulagaaA M. quemo subsiiluira, res-
pondeudo-lha o tx n. Sr. teaadar que o Sr. Ao
ionio Augusto da Funseca; irmo do Sr. Dr. J
d'Aqaino, S. M. nada mais disse.
DINHEIROO vapor Merrimack levoa para o
Para 4:100*000.
BOND3.Vierara hontem da corle, bordo do
Merrimack, dez irabalhadores americanos para a
companhia Pernumbuco Street Railway.
MUSEU NACIONAL.- Sr. Dr. Ldi*lo Netlo
commua:coa o seguinte ao Jornal do Commsrcio
da corle :
t Tenho a satisfago de coramuocir Ihe qao va-
rios presentes de rea! interesse e valor ha reeebido
ltimamente o inuseu nacional, c qae semelhantes-
e mais avullados me efi proraetuJos para daqui
a dous ou tres mezas, se tanto houverraos de es-
perar.
O nelhor destas aeqaisicoos teve-o a eollec-
i;o archeologica brasileira, sobre que lauto ja te-
ir o fallado e escripto ; filiado a amigos quo nao
menos o sao das scieacias e das ledras, e escripte
para os n issos jomaos sempro diligente*, raerc
de Dus, era auxiliar me no meu obscuro mas
aturado labutar. Q10 nao sou vax clomanUs n
deserto esto felizmente a dizer-ra'o as maufesla
coes das nnumeras-pessoas qaa as provincias, e
na* provincias do noria aobre tudo, se vo oomj
tanto aceudimento arbegaodo para o culto e apre-
co dos thesourca uativos de-ta Ierra A parle ar-
cheolog ca das ultimas olfertas, o qae pela melhor
dellas t-inho, coma disse, devemo-la soliciloJo do
Sr. Dr. Biuraenan, cuja nome a ninguem, que se
oceupo des interesse do Brasil, devo ser boje des-
eonhaaidii.
' Sao utensilios o machados de pedra, a om va
so de arga, desentranhados, oa provincia de San
ta Citharini, Jo seio da ierra, sbre a qual vive
rain os amigos e rades propriolarios desles arto
factos, instrumentos da inorle nos momentos da
peleja, auxiliares da v,da nos das de labor. O
vaso o os machados, ara dos qoaes tem a forma das
antigs alabardas, sao emtuJo idnticos aos mes-
mos objactos achtJos recenteraenle na provincia
do Rio de Jaueiro, de onde, muito da suppor,
tenham silo para all transportados as vieissitu
des frequentes daquelle viver attnbulado de no-
sos aborgenes.
t De muias pessoas, por todo esse Brasil, confio
que l de onde babjtam forceja n,* orcejaro por
enriquecer a oossa collecto arcbeologica, habili-
tada, por isso, nao muito longo pelos annos odian-
te, a servir de base a historia dos ncolas primiti-
vas deste imperio. Pelo Sr. minislro da agricul-
tura nos foram remettidos alguns fragmento* de
tubos formados de graos do rea vitrificado pelo
calor de om raio immerso nos areaes de S. Jos
da Rio-Grande do Sul. Estes tubos, coohecilos
de remota antiguidade sob o nome de FulgurUes,
sao os proprios, conductos da faisca elctrica aira-
vs dos eomoros, onde ranifleando-sa, pcaelram
a* vezes al a profundidade da 8 a 10 metros.
Nenhuma utilidade, eDtre tanto, se pJe esperxr
de.-te pheoomeno, era qae mal se pode eaxergar,
qaando muito, urna prova do soccorro das rea-
na fabrieaco do vidro.
Alm destas e de outras offertas que ea, por
incapaz do multa piUi.it do autor dos Awwm, Iho
Tio devo mencionar, recebeu ainda o myaet-fit'
cinnal, do Sr. Antonio R. da fez-RSgelTmogo em
=
cojo animo diviso o ffrfFecer do verdadeiro amor
da scieo, urna linda oollecfia de insectos das
Mfcinias desta capital ; e do Sr. comraendador
Antonio Carlos C de Mallo e Aadrada, ama per-
cao de borracha, culhida na provincia de Mallo-
Grosso, para a qual esta descobrimeoto maj
f.-.nte do riqueza e de prosperidad. >
CMARA DOS DEPTADOS.Na ^essio de 11
do corrate foram aproentados palo Sr. Di
Ino liodrigncs, deputado pelo Piaoby, os
guinte- projecto* :
t Art. l.# O governo poderi coneler lcd|
com ordenadoegramijaeju par espteo de uraan-
no aos empregados pblicos, qaa o raqoatl
notdfpn
i maa
llegando rao:estia provada cora attestado
eos.
nico. S nente sero admitlido coraa aro
va plena da molestia altesiados singulares, qoaodo
o r i mrcate morar oa Jo sao baja tnatt de um
medico.
Art. 2.' Os empregados qaeobliverem_liceo-
ci, aos termos da artigo aoleeadenla, devera, an-
tes de liado o sexta mez postorior i dala da entra
da no goio respectivo, apre-entar novos atteslados
comprobatorios da e ntiaua^o dos seas encornan-
do-, sob pena de perderem o dJreito ao resto do
tempo concedida.
c nico Exceptanso da disposico desta
artigo 04 que uouvorern sabida para tora do impe-
rio, oa para ama provincia alo limiu'opbe con
aquella em que residirem.
i A t. 3.* As depositos desUloi i rnente apro-
vetaro :
a i- I.' Aos qao liverem ejercido effictivamanr
te duruu cinco anuos c* ntinuos o njesato empre-
gi o,i ampregris da inasma qspeale. .
s % V des qojavaiiida nao h .verem oblido do
go'aer- aa do peder legislativa oulra licenca ao-
nutlr salvo se coniarem maie de ti aojos de
effeetlve ex^releto nao ioierromjttdo par esparo
maor de seis mete*. ,.
t g 3.# nente podero requerer terceira li
cenfa annual os qae contarera mais de 30 annos
de servico effactivo ; alud qod tm empregot de
diver-a aatareza e nao conQUoa.
Arl. 4..O tepo tJtifldoBdt artigo anteceden-
te ser rajnzido a metade Bfo- lavar das servlcos
do guerra, 10* que os liverem, alada que etlepun
exerceodo empregot eJvie.
Art. O ewiregadot cnios rencirabnlop
uzerem exeli|f(ivamen|e tjo, emelumealo* ca
' JfKaugaaV'oo p^'obler^^aTgVma jpJ **J*wtZJml
A ceben i" mai* de metade dannalM i ou destas. unr I
1o mais de metade daqaelMs oa destas.
Art. 6 Ne pr vimeot das emprego* paM
eos, dada a igualdade de coodi(0et, ser semprej
preferido aqaeUe qae aaoea M atenot te boaver
utihsado do beoeflao desla lei jk)
Art. 1. Os Ututos da apprango plena aot
exames eompreheodidoe nos curso* preparatorios
anexos is faouloadesWlTIeilo, academia de ow-
i-eseoltr eent-at-roirltar *"de marland, fe*
r dgjilas, terao validos era quakraec
padabe^e *m dism conbeee dpa
motivos, petos qaees datantaat db^re;-lar ao deVi-
u 'Wlllt done JaaaBs ptparataiioa ae-
cess.irtm prate babiliurem imtlricula ao curso
toaerjor os ettodntri que
VAn.-3 "Sef"
resjaererem.
poo dero matri-
.nao sejam ad-*
do primeiro anno
s no prepara-
tivos Offi
cnlar-se
miltidos ao'ettme
sem antes mostraredime a
tofios que Ihes faltarem.
Art. 'i* Do mesmi meia-aioder cada urna
das ongregaed^s das sitreda ftcaldaderi aca-
demias ou aselas admitnr aBarricnla do primeiro
anno do curso os estadanlea ijr.e, mo-trando-se
plenamente approvado* era todos os preparatorios
exigidos, nao liverem a idadp aecessaria para ma-
tricalar-se.
Arl. o. Nio gosar dos beneficios desta le :
S 1." O qua liver deixado de matricular te por
causa de reprovaco.
8 2.' 0 que nao tver sido approvado em phi-
losophia, portoguz, lalm e francez, onde tfta*
materias forem exigidas como preparatorios.
g 3. Aquelle a qjem faarem nnis de dons
preparatorios.
$ aquelle a quera faltar mais de um anno
para completar a idade exigida para a matricnla
no curso.
HOSPITAL PEDRO II.O movimento desse es-
tabeleciraeoio de 2i a 28 de malo de 1871 foi
de 250 existentes, eniraiam 2, sahirara 19, falle-
cern! 3, existan 53, sendo lo Peineu* e 97 ma-
nieres.
Adverttoeia.
Foram visitadas as enfermaras estes dial'as
6 I /i, 6 1/, C,l/i, 7, 7. C l/i, pelo Dr. Ramos ;
as U, l i, 11, |/i, || |/i, |2, 12, H l/i, pelo Dr.
Sarraenio.
Fallecidos.
Auna Franci-c* do Sacramento ; Intente.
Anna Joaquina da Coaceico ; bexifas.
Mara Feliciana da Concoi'co ; tubrculos pnlmo-
ntres.
LRILAO.-Hoje effeetna o ajtenle Pinto em sea
escriptorio ra da Cruz u. 33, o Ijiio de |p.
de brilhantes, onro, obras de prsta e predios,
se v ia seu annuocio no lujar competente de
Diario.
Hoja effdctua o agente Mariins o leBe* d>'
mobiliis novas de jicarand e amarello, e cairos
muitfts rnoveij : n'i armaiem da ra Estrelta do
Rosario n 'il. as II horas do Ola,
, PASSAGEIR03. Saludos no vapor americaoo
Merrimack para os poilos do norte :
Antooio Arseni.. Pinbero, Eduardo Napoleo,
Jobo E. Chri-iiani e Acacio Uite Jardira.
Viudas no vapor brasiteiro Giqui da liba
de Fernando /
Capito Francisco Genuino Simoes, lente An-
tonio Fraoeisco de Mello, sua senhora e 3 lilaos,
alferes Pedro BaplisU Ferreira. Salvador Crrela
du S Beoevides, Firmino R. M. Mesquila, 8 pra-
cas de pre', 2 sentenciados, 10 raulheres e 6 fi-
llios.
LOTERIA.-A qae se acha Venda a t a
beneficio da reja da Congregado do Oratorio,
que corre no da 10. ,
CE.MITERIO PUBLICO.-Obiioario do dia 28 de
maio :
. Maria, parda, Pernambueo, 50 annos, solteut,
Boa-V'i:-la ; phthvsica pnlmoaar.
Symplicia, escrava, parda, Pernambueo, 20 da-
nos, solteira, Sanie Antonio ; hydropesi.
Joaquim Candido de Lomo*, branco, Peroambn-
co, 72 annos, viuvo, Boa-Vista ; hemorrbagia c.
rebrsl.
Jos Clementr, prelo, frica, 50 aoaos, solteiro,
Santo Antonio ; anazarca.
Landelina, parda, Pernambueo, 2 aneo*, Boa-
Vista ; tubrculo mezente.
Felicitna Theodora do Jess, parda, Pernamb-
co, 70 annos, viava, S. Jos ; gatro ioierite.
Antonia, preta, frica, 56 annos. solteira, Boa-
Visla ; queimadnras.
Alexandrina Rodrigo Gomes,.branca, 55 ta-
os, casada, Graca ; cancro.
Manoel Vicente do Sanl as, pardo, Pernambueo,
idade ignora-se, S. Jo?; una postema.
Manoel Leocadio dos Santos, branco, Pernambu-
eo, 23 anoos, seUeiro, Sanio Antonio ; beiiberi.
19
Amelia, branca, Peraalobuco, 11 roetes, Recife;
entente.'
Hxardo, pardo, Pernambueo, V) das, S. Jos ;
diarrha. i ,
Antonio Luoeas Mareira, preto, Punaroboco,
annos, sofcvi*, RecbV; hepa ebroaiet.
0:ympio, branco, Pernambueo, G annos, Santo
Antonio; inflamraaco.
Samuel, prelo, escravo, Pernambueo, 3 aanoa,
Graca ; febre amarella.
Luiz, escravo, preto, Pernambaco, Santo Anto-
nio ; espasmo.
Miguel Cabocio, pardo, PeraarabJ i anno*,
solteiro, Santo Aataaio ; pneum

api
PUBLItJiWES A PEDIDO.
AsseMfcfa provincial
A corresponddaeia do Sr. deputado Pedro Af-
fonso, publicada no Diario de b je, trouxe-me i
ira prensa. ..
Duas pahtllfc em resposta, e promstto ao vol-
tar.
Sa o fira da correspondencia do Sr. Pedia Af-
fooso foi tornar ainda mais panuco os insultos o
affrontas que me dirigi na assetibla provincial,
dea ter a lealdade de cavalheiro para accre*-
cerrtar que Ihe faram devolvidas, e qae o Sr. Pe-
dro Affonso nao pode offendern ninguem.
Se anda foi o seu desejo de um duello, devo
dizer-lhe o que pretenda dizer na assembla pro*
vincial, qae nao o acceito por qne nao estoa dis-
posto a ser comparsa com elle nessa conedia que
o Sr. Pedro Affonso principien a repnvftfr
Nao aceito repito, noraue .rft'nbe<}o qae o
Pedro_ AJfoe^r, fmpelido'pel colera, nao ten .
fe"sponsabilidade de seas actos, al de crimes e
os pratk-asse teria jaslifleativa procadeate no arr.
10 do Cod. Penal \
Nunca primei por setos de valenlia, nem pro*
carel em lempo alguno tarnar-me saliente por
taes meios : as minhas armas sao outras com
estas nao regeito ao Sr. Pedro Alfonso.
ai Convenca-.-e porm, qae aera pote, aera la
|p dar-ate lines do digmdade, graja* a Deot
somos eonbeeidos e filhos desla provincia.
Teolpxa energa do seotimmto, Como tenho a
doas ttb J Pav para repellir qnalquer offensa, po-
rerr fajo caatelosamenlo dos louco:- porque el-
p aa sabem o qne fazem.
O Sr. Pedro Affonso leu sera davida a blogra-
pbia do conde de Bismaik, e vio que e*s* eU-
dlsta baten-se em duello mais da vnte Ve*/,
at qne sabia a alta posieo 'em qaa se actia, pro-
cora ser o nosso Bismark ; lonyo-lhe o goslo,
mas nao ha do ser a minha cusa, convenca-se
disto; e ja qae tem 'psixo pelas duellos, lem-
brar-lhe-bei o que a poacos aoaos bouve em
Lisboa por cansa de nma discusso na cmara
dos deparados, e do qual resu'ton a mor'.e ds um
listrocto parlamentar. Felizmente ja o Sr. Pedro
AHooso dirigi tambem ao Exm. Sr. Dr. Ges
um outro desafio: observme porm, quo se ea
recorro ao auxilio a polica e clamo pelo pro-
vedor da santo casa do misericordia, qem tod''
tem a prudencia de supporta-l e eziuiir-se da
offeode lo em aitengo uuieamete as q
a qae se scbi ligado. w
Promettea o Sr. Tedro Affjftso, po. ]
btlcar o sea discarro, nnalystir a qu
vera publicado oeste Diario de tb dp
at o mea firacedimento I I
Pala minia parte autarito o a eaurtar %!*.
soa obra de tudo qoanio iba cuovier : (aea-o a
novo como costama, aprecie jalgua coato ant-
ier o meu prceediaento; coruwnga-ae, poein
que nio Ihe dtrel raanoato a1uiaa; nata acettaa-
easa lava ffe tae atir* (Jo eaianaead*. Delxa de-
cidirse a Misa dowte uto *ipdureaea a
oossas eoirlu. -^
Drramo-te em M e Sr. Padre AWat vottj-
te contra mico quanta ninria e a*a**pdrH* pa-
ter, aure-iae y pedradas qaa a ana vanlpjdio
Uvar, cea vanea e fat/ooi peavit* iv#av
doe m meioa peasivei- qoawnav a*aWf*ir
uma raaie Mi itoplns, e 6 qae ablea da tndn
esta aaapme patn Pata tt pttsea A
jutav no axaata* aa m
O.na eooea pore aio



mMs potaba pm*aaa'
veito atoa costa : lata
Ai
vene. -!t
B)


-
Diario de Peruambuco Qui

>



Conciliar.dizendo ao Sr. Pedro Aff anso que h
e tBrdifflBileliaaar-Hia ouira vez mareas
' L do tte m tem <"'*> os
IVir"?, ** coosequtHjcia, sea receio de
X^JPv8 Merier *sa* r*iv* bylrjptobiji
S2SS*-*,B* "<" cerio*} que uao me de-
i>ejao Sr. Pedro ATaoso o bosso perfil" <*
naiK, com tanto que a caasciencia roe diga que
loaco' P ^ o-nedi, oa acompanhar a
do
patUsa1*' t,chit*l'nie* es,io disposicao
* O de maio de 1871.
Gaspar de M. V.de Dnmmoml. .
IU. Ej. Sr. Dr. Gaspar Drnwmond.-Em
resposta a estimavej caria de V. Etc. de 30 do
camote, tea lio a dier qae eslava presente quan-
do tete lugar na asamblea a di:cussao entre
V. Sis. e o Sr. Dr. Pedro Affjnso: ludo vi e
euvi.
, Cceio que pos assevertr que se baove alte-
"M* na publieaco do discurso proferido par
T.Exc. foi to insigoiflcante qae nj desperlou
minna aHencao quaodo o !li.
Son com MtimaDa V. Exc. amigo e collega
Jatqvim Carreta.
lMm.9r.Dr. Gispar Drummond.Era respos-
u i caria de V. S. coro data do hontem, siuto-
me obrifado declarar-lhe por amor o em tes-
temunbo a verdad* que, teodo envido o longo
discurso^ a qae V. S. se refere, com a altelo
Ia* ji S. sabe prender, e lenlo o ao depois de
inai de uro roez no Diario de Pernambuco, naa
BpressioDou nenhuraa nolavel aheraco, pa
reeeado-nie, tanto quaoto pwsi/el exigir da
memoria quo a correero do mesmo discurso
nao me fez retoques que o modificass era profuo
damente.
Constraogido esta declaraco, fago-a com a*
reservas devidas, parecaado-me qua a exhibico
das notas Uchigraphieas seria o melbor raeio de
chegar ao Qm qao V. S. traz era vista.
Sempre desagradavel como o iotervir om
urna questao de-la naturezi, V. S. nao lvar.i
majaue techa viudo o lom de urna afuVtnacao
batuta.
Vvtoaio, entretanto, usjr de mntu resposta
como Ihe coovier, disponba como sempre do
i s-~arai niuilo aflictivo.Gusmo Lobo.
Illm. Sr. Carlos Ernesto M.-f alco.Qaeira i-
xoc-Oi. por amor verdade, ae o discurso que
prgferi na assombla provincial, e vera pnblca-lo
no Vwii de Pernambuco do 26 do correte
mez, e ou nao conforme s natas tachigrapbicas
teiUs por V. S, permrttioJo-ine o uso de sua
respjsla.Sm com estimaDa V. Samigo at
tonto e obrigado.-C/spar de Drammond.
S. C28 de maio de 1871.
iUm. Sr. Dr. Gaspar de Drummond.Respondo
ao que Y. S. de miro exige, declarendo Ihe : que
o disenso publicado no Diario de 2o do conente
a o Urna quo V. S. profero na sesso da 11
ae abril, com alguroas correcedas quo o nao al-
terara era esseucia.
Pode Y. S. usar de roinha resposta.
Assignome com toda a eonsider.icao.-De V. S.
amigo multo obrigado.Carlos E. Al. Fulcao.
O Sr. Baarqoe de Macado deu fundo a sua dis-
cussaof
Aiulabemf Em falta de razOes para conti-
ouar, teado esgolado o seo arsenal de mystiflca
toes, recolh'u se. Foi pena que ainda em saa re-
tirada se soecorresio urna evasiva, qaal a de a-
sioaar que empregaei o insulto, como a tona ra-
fia daquelles a uuera a verdade perturba.
Ah esiao os mous artiitos, nelles nao insultei,
nam Da injurias ao Sr. Buarqoe, nsei apenas da
jnergu decente, de que nao poda prescindir, ten-
ao ido victima dealeives e insiauagoas malignas.
Anda en nao traba tomado parle na discussao,
ja o Sr. Busrque me j>gava expressOas feri-
nas, e ten lo no meu primeiro artigo guardado
a mxima Ihanesa e brandura, ve era resposta
eipresefles ai violentas, vi roe assim ua penosa
necesjidade de dar a resposta pelo caso em que
se fazia a perguota.
Nao iem, porunto, o Sr. Buarque razao de qaei-
xa, nem pode ser acceito como procedente o moti
vo que allega para a saa reuraia.
tatretanie estimei qae desse por finda a dis-
cubsao, tenho muito em que empregar o meu
tempo e a iuta da imprenta nio cousa que me
** poso. direl ainda ao Sr. Buarqoe qae as
cartas que exhiba nao augmentaran! idea ques-
uo ; flcou ella no pe em que estava.
Nem urna s6 das cartas precisa a poca em que
nos entendemos sobre a estrada do Limueiro. Nao
oeguei que tivesse e irado eai acardo cora o Sr.
buarque, o quo disie foi que este accordo teve
ugar na primeira concorrencia, e que por motivo
de esquvan^a sua retirei-lhe a confiaoca o con-
oorri a terceira praca. As cartas hoja publica-
das nada dizera que prejudtque esta minba asser-
Cao, o ne'.las s nota urna eous que nao deve
passar deaapercebida, e a cautella que leva o
Sr. Boarque de por constanstemente o Sr. D-. Sil
va KJm >s ao correnlode lado quinto se passaraeo-
tre mim e S. S. sobre a referila estrada, a a me-
moria da Sr. Dr. Silva llamos, que sera ler inte-
res3e proprio nosse negocio, guarda elmente as
meniras circumstaneias e peripecia?.
O Sr. bario dd Be.ntlea, intaressado na propos-
ta do Sr. Buarqaa; e seu cunhado, tem certa-
mente razio para saber bem do qae se passou
commigo, e pena foi que se esquecesie de precisar
as dalas era que tratei com o mssmo Sr. Buar-
que.
Nao direi cousa alguraa em relae/io a declara-
cao do Sr. baraidi Livrameato, porque o Sr.
Uuarqae foi qaem disse qae Ibe dar o eonulho de
qus fallei e ea nai posso recusar crdito a urna
conhsso que veio lao expontanea.
Dtgo. porm, que a daclaracao do Sr. bario de
Villa-lala deixon as comas na mesma obscuri-
uade e aysterio em que as eovolvea o Sr. Bmr-
ijae. S. Ex:, apenas diz que peaoi qae julg i
fidedignalh-i commuoicou que se tratara de veu
dar o previlagio da estrada do Limoairo no Rio
de Jauoiro.
Nao lia neste dizor nala de positivo, nem de
.ciancia propria, e por islo nao se pode duvidar
da inlanfij qua tenbo de nao transferir a impre-
zi que contratei.
Cora estas lilas retiro rae tambem da discus-
sao, c o publico qua d rajo a quem a tiver, e
yerique e. com o Sr. Buarqoe, deu se o caso de
ir buscar l'u e sakir losqueaio.
Sinto qai o Sr. Buarqio se tivass esquecido de
i;>ra ,ontir carta da passoa qae deu lugar ao seu
apartamento de mim, conforme o daclarou, para
que noe i |ue eu ni penuasio de qae os usgo-
ais da estrada do Limoeiro foram que o puze-
ram arrelio.
Por ultima palavra asegaro qae s voltarei a
imprenca s; o Sr. Uiarque o fi'.er; estou disoos-
to a nao dexa-lo t om campo, nao ha defizar
fortuna con o raen sileocio.
Rcife, 31 de maio de 1871.
Baro da Soledxde.
O 12x31. Hioasen j >r Piulo de
aiBj>9 i e a : eraco faae-
bve uas exequias de 9. A. a
Wn. prlacez4 O. Leopoldina.
Lindo em n dos nmeros >\ /?./bnde.-te mez
ura artigo truii-cripU do titira/ de Pernimb'ueo
solre a ultim oriQio Ijaebre pronuociadi pelo
rnoni3iihjr Pm'.o da Cimpos as exequias da
princeza. a Sra. D. Licpo'.dioa, vi lsgo,.atrav<
di prorasi critlo. dais cjusa, quo co3tomira
ser in eparaveiv: a inv^ja e a avilevolencia 1
Limbroa-me cutio a s-gurnta osagam do s:bo
e.cri|i"'>r Jos Agistinbo de MiCado :
> A critica e a 'medicina, diz elle, si) duasou-
sas qua paresem^emja, garadas de um roemo.
vantre, e di um tnesmo ventre nascidas..-. Tolo
o muod medie), todo o mundo ertiieo-t Pa-
rece me qoa os crticos sao anda mais! Appa-
rejettin livro qoilqarr bigorrilhH, qual^uer ja
goles am critico : fiel ArMarchas.
Entretanto, pela siiiil ;s leilnra do artigo a qae
mo redro, ni) pude avali ir cao segaridade o rae-
rlo di enittsda ora^iSo fu lere, pils acooselbam
as regras'da tirraeneuliea qoe lo se jalge o
rcerilo d qualqier obra litteralik, sem pesa la no
coajanct i de todas as saa* pufes, e nao era peda-
tos solad s. No artigo fttfc se ao moh'nh r
P.nto da Campos a g/aye censura, 6a haver-se
apropriado de duas r>quenii;paagei da Fene
len e Licoraira. Qn t/piuin crimen I
Mi, emCim, no tendo lijo a M$m, achaca-
ma lubabiado para julga-l. Por f-;licida4e;
por n.dias depois reovbi ii crtej'por via le am
re-re-eotanidd aaei-V. me a-iwg), un exemphr
diK*flnJinWi
.,a/se cjrapreaeade.a avid'z cora qae a K, e
menos se compreneode o brn animo com qae a
reli, acto eontlnuo 11 Concluida a dupla leitura,
disse comigo : o disiiocio orador psrombueano s
merece uma censura, e grande cnsura, f)i tr
ictorealado em sua iBimHiveJ or%a> dous tra-
cuo) klaaios, de que os finos ditas da sea tlen-
lo e eradicio o dijpensavim, tinto mais qaaalo
aquarles enxertos nio o augaientaram o briA)
das ideas proprias.das quaes loram arapiifloacSas,
dil-o-hei assim, pallidas I
Mas de proposito, ou por acaso eaxfrtadas, me-
recera por istoa oracio do monsenhor Pialo de
Uranos ser candemnada coma imp'rfaita ? Onde
.ierain os seus detractores cousa melhor nolgeoero.
de que o brilhantissmo exordio daqaella oraeio?
ade leram descripcio mais foriuo.'a do que a
pintara que faz o orador das virtudes e prendas
pessoaes da ioclyta? Onde leram prosopopas
mais lindas, mais ao natural, e ao mesmo tempo
mais poticas ? 0.ide finalmente leram uma pe-
rorarlo mais internecedora, mais ehaia de ima-
gnsi tocantes, e vordileiras? Pois qaem tracou
qaadros de tamo primor e belleza, nio poderla
sera quebrado seu pan lunar oratorio, servir-se
de duas pequeas passagens, que 9uppoz anlogas,
o que coflocadas a par de li) bellos pensaraentos
ongiaaes, bonrava.n a memoria da seus immor-
taes autores ?
A um orador dos crditos do monsenhor Pinto
de Campos nio se lancim desses apodos. Em
mais de uma producto oratoria, polmica, e li.t-
teraria tem elle dado erainenes provas de genio
creador. O seu serraio sobre a conclusao da
guerra do Paraguay que en li no Diario d> Rio
Janeiro, um primor de obra tio elevado, que da
per si forma uma reputagio, quaodo os seus dis
corsos pirlame.itares j Ibe nio tivessem'dado a
coroa da orador dutiaeto
A sua polmica tora o general Abren e Lima,
hornero de trulicao conhacda, immortalisar a
memoria do ecclesiaslico dastemdo, que ousou
bater-se victoriosamente com um dos polemistas
mais ardetnes, que lemas lid o I
E se o monsenhor Pinto de Campo fosfe algum
estrangeiro naturalisado seria considralo o m.aior
los oradores, e o mais eminente dos esenptores;
mas c-omo braslairo sobre tuda p idre, e, 10
bre tudo principalmeate homem poltico, eis os
sr-us sete peccados mortaes I
FaQa, c mponha, escreva o seu critico do Libe-
ra!, urna oracao igual qae censara, introdoza-
Ihe nao s duas, mas seis pa-sageas alheias, com
tanto que revele traeos originaos do merolo eleva
do dos que tracou monsenhor Pialo de Campos,qae
ero vez de censura-la, apptandi-la h i .Rirqoe
sigo o principio obilosophico da Horacio : 6 plura
inleni non paucis offsnd'ir maculis.
O grande Bossuat sabendo qua algum taxara
exageradamentte laudativa a sua bellsima cra-
A) pe) principe de Conde, disse : t Facam ou-
tra, que melhor immortalise a gloria do mu e-
ros, que karol contente da minha inferiorida-
de. >
E que j honve na provincia da litteratura que
n?o fosse criticado ? E por ventara ficarara me-
nos dignas de adrairagi) do9 seclos as obras cri-
ticadas e seus autores ? Ferron e Baauraelle ca-
hiram sobre a Herniada Je Voltaire, quo a Ozo-
ram em tiras, mostrando-lhe que nao tinha um
s verso qae nio contiesse um erro I E por
islo deixon a Benriada de ser urna das mais no-
lavis prodaccSes do engenho humano ?
Urna dos mais bellos exordios do Baurdaloue e
que apresentado como pereitlssimo exeroplar
ou modelo, copiado de -outro orador italiano ?
E deixou por isso o mesmo Bourdalone da ser um
dos man insignes talentos ratonas do seculo de
Luiz XIV ?
S. Leonardo de Porto Mauricio repet) era certa
soleranidade am discurso do celebre orador Seg-
neri e interpelado sobre uto respondeu :
Todos sabem que sou capaz de fazer cousa,
se nio igual, ao menos qua so approxirae ; mas
entend- qae devia honrar a memoria de Signen,
repreduzindo seus pensamentos e palavras.
E deixon por islo grande missionano de ser tido
na conta de um graude pregaaor da verdade e ser
canonisado santo ?
Exemplos desta ordera eu poderia reproduzir
quanu quizesse ; roas os que fleam indicados sao
raais que sufQaieotes para mostrar que dous tre-
chos engoiados, que monsenhor Pinto de Campos,
sem necessdade, intercallou na sua oracio luoe-
bre, nem Iba tirara o mrito de produecio orato-
ria primorosa, nem apeiam o seu amor eloqnea-
te dp pedestal, em que seas bollos esenptos o tem
collocado.
Nio tenho a distincia honra de conhecer o mon-
senhor Piolo da Campos ; creio mesmo que somos
divergentes em certas opinioas, mais antes do tudo
sou hornero qua presa a justga, e que venera os
horaens de mrito de seu paiz, erabora seja outra
riUCA DO RKCIFE J9 Da
DE Ve.1l.
AS | 1/J H01A. 01 VABM.
CotioCei oflidML
Cambio sobre Lonlres 90 div 25 li8 '
36
Algodio da Parahyba inspeccionado 497 r.
kilo posto a bordo a freie de t I|l i. o S
(tiontem).
Jl
Nio houve cotagSes. '
ALFANDEGA
lendimento 4o dia 1 a 29. .
dem do dia 31, T. .
de Junho 'de 1871.
'5
o conhecimento de qUem
fazer o presenta dita!
ares do coatuow t pjibli
goe
nos
rensa. i
do neito cidade do IteeKe? de tw\
WdeiBTI de 1871.
Ernesto Machado Frire Pereira do Silva
o subserevi.
Seiattiao do liego Barro* de Lacera*
Tfovhnento da alfaailr^a.
/oramas sanidos com faxeoda
i coa ganaros. 3i3
Dsscarregam hoje 1* de junho.
Patacho americanoCam&i'ataboados.
Barca portuguezaCo/favarios gneros.
Barca ingleza Hermtonemarcadoras.
Brigue inglezWiW Wave canos de narro.
Despachos de exportaedo no dia 29 de
maio.
Na barca ingleza fennia, para Cronetad car-
regaram Kellar & C. 185 saccas cOm UJni'
Kilos de algodio.
No patacho ha^panhol Rosa, para Baresllona
carregou : P M. Maury 61 saccas coa 4,803
kilos da algodio.
Na polaca hespanhola Venlarita, para Bar-
ceHona csrreiiararo : A. E. Baria k C 2Sl aac*
cas com 18,99 kilos de algodio,
No brigue portaguex Liia /, para Liaboa
carregararo : Thoroaz de Aquiao Fonseca & Fhos
60 saccas coro 6,289 kilos de clgoJo.
Na barca franceza Sphere, para- o Ra da
Praia carregaram Jos da Silva Loyt, & f ilbo
298 barricas com 32,615 kilos e assocar bronco.
IECEBEOORA DE~RNDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
dem do dia 31. 1:332>39
PECLARACOES.
Cas^ de Misericordia
do Becife.
.. AJ,unt administrativa da santa casa da mise-
*ma do Reeife procisando concertar o predio
qo iposue o patrimonio de orpios rna da Croa
*^?tr*,a con *awB se T>e encarregar
Bf ditos concert, concedeodo-lhe o ar-
oto par om neno numero de anuos e me-
disnteaiugojionsBino*.
us prnerteotes dqmrio presenlir suas pro-
poaMs em tartas (echadas a selladas na sala das
Wnto^fisy*"3 horw d* U,4 ia *
^eiari* 1* Saalic,s* da Mtseriraia
cfe 27 de malo de W)t.
do Rs-
0 Escnvio,
Ptdit- Rodrigues de Souza
,^i r em de s- Rxe Sr- fc-prasidante da
Ity" 5 Pob'co 0,r* ooahecimsnto dos na
vagantes, que no dia 10 do correte foi novamenle
ancorada a barca P/ivol no canal de Brag>nca.
em fundo de I i bragas, demorando Ihe a ponta de
Carica jr 43 S.B. e a da THoc por 18 S.E.,
ruaos vsrdadeiros.lst. f> 26" 36" S.-Leng. 47
"^ O. G. W., conforme participou a capita-
ata do porto em ofllcio de ii d-.-ste mes,.
Secretaria do governa do Para 13 do onio de
lo/l.
Antonio dos Passos Miranda.

61:3854793
CONSULADO PROVINCIAL.
endimento da dia 1 a 29. 73:000*292
Idam do dia 31..... 2.132*562
77:152*884
a lgica, e a herraeneulhi'ca d.i it\wV'
qce taoo escurecem, tudo infamam !
A' esta ocola nunca partencerei ; a esta escoia
s podem perien3r os espirito domiaados por stn-
timentos lacanhos, e invejosos das glorias do sena
seraelbanles I Ab sil a me.
Un vigano de S. Paulo.
Do Jornal da Tarde.
Ao) acolyto do Joraal do Re-
eife* de boje.
Conbecemos bem de perto o asa preta a
que se refere o acolyto, e victima das intrigas e
ardiz dalle, sabendo das infamias que praticou
quaodo com miniante de um destacamento em
certo presid;), pedimos tambera ao distracto ebefe
Ja corporacao a que elle p?rieuce, qua nao pres-
te ouvidos aos enredos desse malvolo, que a
bem pouco tempo rangindo os denles, dizi a
quem quizasse ouvir, que os oitocentos e tantos
rail reis, tirados da pagadoria para compra das
bastas de bagagera das companhias tinham sido
engaitaos pela com mandante, que o mesmo a
quera elle hoja bajulando miseravelraente, para
poder intrigar aos companbeiros, se tnoslra de
votado.
Crea nos o distincto chefe a quem nos referi-
mos qoe Totonio judeo, desde manino que se
empr/a em fazer mal : urna vez querenJo escon-
der as vistas do pai, S.... Bandeira, que eslava
ajastando urnas costuras com a mi, levoa o po-
bre homem pelo braco e dan com elle dentro da
cacimba. Que vadio I O raestre nao ple cora
elle e o pai nem q queria ver t
11 sci fe, 30 da maio de 1871.
D. Franca.
Sis. Redactores.Noticiando V. S. em saa con-
ceitrfada Revista de hoje, que fra pronunciado
palo Sr. subdelegado da Boa-Vista, com) ocurso
as penas da art. 193 do cdigo penal o machi-
nisla da lioha farrea de Apipucos, Darnardo Aoto-
uio de Saol'Aona, julgarara conveniente accres-
centar o seguiute, que nio posso deixar passar
sem reparo:
< Este resultado que chegon o Sr. subdele-
gado, sem duvda vista das provas, veio confir-
mar o que dissemos sobre o Inconveniente syste-
na adoptado pelos maohinistas dos trens urbanos,
de andarem sempre i maior farca do que a esti-
pulada as leis em vigor, bem comovque Santa
Anna teve colpa no desastre. >
Como advogido de Saota Aana, acho-roe habi-
litado a declarar que o despacho de pronun:a do
Sr, subdelegado nao se funda as provas dos au-
tos ; porquanto estas sio inlairamente a favor de
Santa Anna, dizrado as lestemunhasuna voce
que Santa Anua nenhuma culpa tve, e procedea
cora todo o cuidado e cautela, empregando todos os
meios humanamente possiveis para evitar o desas-
tre, que si.mente deu-se por imprudencia da vic-
tima, como bam reoonhceu o Sr. Dr. promotor
publica qu, era saa j iriJica promogao, requereu
fosse julgada improceCente o summario
Nao se basa, pois, era provas, nem mesmo in-
dicios, a pronuncia de Santa Anna, qae se deve
unicamanta ailribnl: doutrraa Je que somente
o jury ple tomar conhacimeato dos fados da or
dem do que foi praticado por Saata Auua, confun-
drada-se cr[mes j i la le nio sao nem podem ser considerados rrirai
nosos, pela ausencia completa dos eleraootos cons-
titutivos do crirae.
Quaodo avwmo houvasse negligencia qai falta
le cuidado da parte do machinista, nio poda ser
He pronunciado as penas do art. 193 do cdigo
criminal, como autor de homicidio voluntario, ou-
nivel pelo mesmo oodigo.
Ri de mostrar isto polos meios facultados pe,
le, contentando-me por ora com esta rectifleacio
que f,ir> noti 1a dada, para que ai) se creem
yreveuoes infundadas contra meu constituate
que est spffrendo injusti^a.
Recifa, 30 de malo de 1871.
Jos Bernardo G. Aleo forado Jnior.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios enttados no dia 81.
Rio de Jineiro e Bihia5 das, vapor ame-
ricano Merrimack, de 2199 toneladas,
Cmmandante W. Weir, eqsipagem 71,
carga dilldrentej geoeros; a rletiry Fors-
terAC.
Liverpool33 das, barca ingleza Delphin,
de 313 toneladas, ca.iao B. H. Henden,
equipagem 12, carga carvaj e eulros g-
neros ; a J ,bn ton Pdtei & G.
Liverpool39 dias, barca iogleza Olinda,
da 231 toneladas, capilio I. Prwse, e^oi-
P-igem I i, carga carvao ; a ordena,
liba de Fernanda48 horas, vapor nacional
Giquid, de 281 toneladas, commanaante
A'zevedo, eqoipagetn 24, em lastro; a
Companhia Pernambucana.
Rio de Janeiro- 14 dias, brigae norte-alle-
ra5e Ludgerus, de I7G toneladas, capitSo
I. G. Rieke, equipagem 7, em lastro; a
ordem. Seguio para Mossor.
Trieste73 dias, brigue norte-allemSo Van-
derer, de 243 toneladas, cap;tao C Sab-
leemann, equipagem 8, carga 2,5i9 bar-
ucas com farin'a de trico ; a Borstel-
uiann & o.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Gran lo do SulBrigae nacional Othelo,
capitSo M.mel Marti us da Can ha, carga
assucar, e um escravo a entregar.
CanalBrigue rancez Gedeon Marte, capi-
llo Ertaud, carga assucar.
Ncw-York por S. Tfaomaz e ParaVapor
americano Merrimack, commandante W.,
a mesma carga que troaxe dos portos do
sul.
Aracaj e portos intermedios Vapor bra-
siieiro Mundah, commandante Julia Go-
mes da Silva, carga varios gneros.
Granja e torios intermedios Vapor nacio-
nal Ipojuca, commandante Moura, carga
varios gneros.
O inspector da alfandega fazpobik que tem
marcado o dia 3 de JuBho prximo foiOro as 12
nora< para proceder-s i porta da meseaa alfande-
ga a venda em hasta poohea dos obMeos appre-
Bandidos oo da i7 de abril ultimo a caes do
NoroQlu por Aotooio Rodrigues de Oliveira, An-
fonio Felipi>> Santiago o Pranciieo Ignacio da Su-
ya ; sendos arntiaueo livre da dlreitos ao ar-
rematante, a saber :
la ftrea de clf as de panno de lia SoJOOO
3 camisas de tlaneila 5i|00
H pares de botinas de cauro 494!50O
9 Japona de oleado de algodio 19* 50
9 ealess da dito 14000
Companh;i brasil eir,
BOCEZAS
equestfp, gymnaa'.iea e
161*750
Alfandega de Parnarahiico 31 de maio de 1871.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
THEATRO
i i ii i
SOB A DlllECC.vO DE
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)
Os espectaetilos lera lagar la*
vnriavelmrnle na
Qaartas, '
tnintas,
afl>ados,
Bomingos
equlibrista,
acrbata.
I>IHI.( lOlt E AHII^li
Sabbado 3 de junh $ 187L
GRANDE N0VID4DE.
ES PE JACULO EM BWmW j^WftjmBjrA 00 IMPERIO O DIS-
gmsdP w"k^b irataaiima m ms^amtM
Esplendido
mrivilhoso

.

pomposo
sublime

^mSStm^fii Pf Pr,me'ra Le-2,0 Preciosi^u.o trabalbo intilolSdo-OS GLO-
BOS VOADORES-trabalbo este que fot reneticame** app1aodidt> no Imperial circo
Napoleao em Pars e no grande arapbitheatro de D. Pd.ai II no Bk de Jaoeiro E
Sado" M6C 3 n aSI' 08'dislDCtQ3 arlislas batileiix Alberto SUS be-
DA CoSa" 5fpo;F7rSlTCt3.CU!0 jOVeD M^l*' Mbliai eqai'ibro-
nu ,'A"(iNEZ*-tra^lbo.e8te nooca executado neste circo.
mal. n?iT so?iaiaa,en,e I* aos Mloalres habitantes desta cidade pelas, j-
Srna anliv nlf .^f W3*" W 0i ****** ">* tem dispeosado. Tendo fe.to
onui jnalyae nos trabalhos da companhia apresen.ar nestanoute a perfeico e sublime
oa arte aos sius dignos conviddos, como sejarn os Uabalbos
Eqoestres -r
Gimnsticos
Actobacos *


*
EDITAES.
COMMERCIO.
O Dr. Sebastio do Reg Barros da La:er-
da, j iz i direito especial do commer-
ci desfa cidade do Reeife de Prnambuco
por S. M. I., etc.
. FaQo sabar pelo presente qae no dia 1 de
junho do mez vindouro se ha de arrematar
por venda, a quam mais.dar em praca pu-
blica deste joizo daaois da audiencia respec-
tiva, parta que pqssue D. Garlrules An-
glica Jaaquina no sitio denominado Olbo
de Vldro em Paroamerim com casa de vi-
venda ii; sobrado de um aa Jar, tendo Unto
no pavimento terreo como na saperior, duas.
salas, quatro quartos. csinha fra, bavendo
alm disso om gabinete no pavimento ter-
reo ao lado, tendo nms carao depaniencia
da dita casa umasenzalla, e co.heira no
fundo, porm separados da mesma, cujo
sitio tem bastantes arvoredos diviJHo pa.a
estrada de ferro dos trilhos nrbaijos, qae
o ortou ao meio, alera da casa de vivenda,
existe una outra na beira da est-ada cima
referida avallado tudo por 12:0005/ senlo
a parte qae possuea referida D.Gertrodes,
do valor de 5:224*108, em virto.de da con-
Quila feir'l, (fe juuho
itepresentaco extraordinaria
PROGRAMMA.
i.' PAUTE.
Brilhante intermedio de can-
to edan^a.
no qnal tama parte o Sr. Salstiano execntando
urna pbantasia na flauta, em#obsequio a benefi-
ciad:.
%' PARTE.
LA FEMME QUI TROMPE SON MARI.
Vandeville em nm acto, do tneatro Gymnaslo
de Pariz, deserapenbalo por Mrs. Harohaod, Hal-
bleib e Hurbaio, e Mm^toulse ea beneficiada.
3." PARTE.
M'ssieu Landry
Oprala em am acto, por Mr?. Uarcband e Ma-
ris, e Mrae. Leuise e a beneficiada. "
Principiara s 8 l\i horas.
Depois do espectculo haver um trera para
Apipueos.
AVISO
A beneficiada previne que haveno-se desem-
caminliado o carto do camarote n. 19, s terao
ngres^o no dito camarote as pessoas a quem ella
penalmente o tiver- passado.
Zr a .beDefic'ad0 de azer seu beneficio que Ihe foi confiado" pdo dutincto d-
SSi t ?r?pa? vSL liZ e fl?,e!,e aDZ,?ntfl U anD0SvP'r sso desde jjespera de seus compro-
Ki^S^daqM,,a qUeMbem elevjrasa'les W* i* econfessa
Os bilbetes vendem-se na m5o do beneficiado ra da Santa Igabel n. 1.
_________________^^^ Principiar s 7 horas,
AVISOS MARTIMOS.
MHIA


PARA O
PORTO-
'paFa aquelle o'brigne porlogoer Uniao por'jaUtcr
Gmtbaldi, capitao Custodio Jos grande parto do sou carregameulo prompto : para
o resto que Ihe falta e passsgelros tratase
O palbabote
Vianna : a tratar com Ta'so rmSoS & C.
PAHA
E
. Soares Primos, roa do Vigario n. 17.
COD
vai sahir em poneos dias a barca portngueza fZor
de S. Simao por ter quasi toda a carga prorapta :
THEATRO
DA
ZARZUELA DISFAMLA
CAMPO DAS PR1BCEZAS
Sexta-f jira 2 de jnh)
SEGU5DA E GRANDE REPRE3E.\TA0 DI
GRANDE .COAIPANUU *
ANGLOAMERICANA ',
Com um prograoama inteilamente novo e variado
PRGRAMMA
1" PARTE
!. Ouvertaraf.Marthai Orchestra.
2. Trapeiio horizoutaJ, pelos rmao3, G. e J.
Riagway.
3:* Cantiga (cavafiaa de L'acreca Sargia) por I.
PARA O
CEARA'
Segu com bnvidade o hiate Ocano por se
Notraeira ra ra do Apolla n 20 Iacl,ar Cfim Parle do carregameolo ; >ara o resto
------------------------------------------------------_ pafsagen, para o que tem excellenies ommodos,
PARA O trata-serua do Vigaaion. II, 1-andar, escrip-
ARACATY
Segu com brevidade o hiate JYoto Invtneivet
para carga? e passagens trata-se ra do Vigano
n. 11, 1 andar, escnplorio de Jos Lopes Davim.
torio de Jos Lopes Davim.
Maranho.
Est carga para o porto cima o palbabote
Qa-ibaldi: tratar com Tasso Irmaos 4 t, a
ra do Araorim n. 37.
ta parpocional fKa palo 6ontador do JU'ZO.'j^'
e vai a- praga por execu;5o do bacharelj 4. cantiga .E^ence of Od Virginia (raitacao
JoaqutGQ Franiisco de Miranda." contra a'de nm velbaquereulo reassuwir a'aetividade de
mesma D. Gerirndej Anglica Jaaauina: e'9U roocidadej-por W. Norton.
oa falta de lancadores (,ue cubra o prco'
la avaliaco, ser a arrematado feita pelo
prefo da adjudicacaocom o abatimento da
lei.
E para que ch9gue ao conhec'mento de
todos mmdei fazer o presenta editaL qae
ser affixado nos lugares do costme e pu-
blicado pjla imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Reeife
de Pernambuco aos 11 de maio 1871.'
Eu, ErBesto Machado Freir Pereira da
Silva escrivo subserevi. '
Sebastio do Reg Barros de laceria.
O Dr. Seba-tio Uo Rsgo Barros de Lacerda, i un
de direito .especial do coramercio desta ci^j j
do Recite de Pernambuco, por Soa M<>8sia(ji)
lmnerlal, a qaem Deus guarde, ele.
1
Fago saber pelo presente q je
do mez da jaobo do coratt) ana
de arremalar por -eqdi e> '^ j
deste j.uz.odepw^^'audiencia respetiva1
aquem mais olift^^i. p^|a (., tena 1
as C'-.u fwnte para on ,?*-'.es, leaoduas' Daos de i' ordem ^^M
'-.s, -dous quartos cozinba fra, B Os tres cmico?, pelos acrbata?, T. G. e J.
Rydgwciy.
lutsrvallo do 20 minutos.
21 PARTE
6 Walsa, pela orchesira.
7.* O salto aerio, pelo pequeo Maravba, este
trabalto maravjlhoso, sw. leito em toda soa per
fcicao,.tendo luz suffl;knte, A. G. e J. Ridgway.
8;* A Prima-Dona, pbr W. Norton.
9,* Solo no vtoloiceo, por G. Sleele.
10. Daoca da cinta, de praia (pele Garapeao) W.
Norton.
Iltervallo de 10 mjnu'os.
3a PARTE
Este diverlimanto ser atclil) com a engra-
cada pantomima intilulaJa o Raadevou;.
' Personsgens.. .
Mirujo......... T. Ridgw.iy
Palbi?o......... i. llidgw.y.
O vellio (azuidui'b G. Uidgway,
> Jardiaeiro....... W. .v'orton.
Sargento e recru-
. U-~............ 1 Tighe. .
Lietta.......... Mito. Loulse.
Principiar as 8 horas.
(> lia*airo est aberto as 7 e mei.
()l b'ili't.-s veodvm-se.no
THE ALLIACE BRITISH & FORWeDX.
Life aoJ Pire AsajiMnca Gi.noany eUabdteeMa *^9rto- e om p da coqueiro ava*
em !8iV Capital SfldOfiO) 8) UOO, cuja casa vai a pfa?i por execur
Oi ag.rates desta eonpanli'a toravm seguros' c3o do Englash Banek o Rio de
iss te fc^iwjare r a,J ^ 8,v^ e
Rabe 8o>metiaa k G l,e lecitantw que cubf apr.'.co dt
C>rpj Kioto ii. (S. : ser a arremataca a feila palo precb
* jadicaSo com o abatimenloda |ei,
,Ditas de-*1 orJjra
Ga deiras
Entrada geraL>^-:
GjJoJras resarflBi-
Ale minutos depois do enCitcut*a.vra um
1 especial, tocando em t'>d"VHP> Api
. Venae-se a escuna" italiana Febro, de lotacao
de 210 tonelladas inslexas, forrada e encavilhsda
de metal, cala carregada nove ps de agua, foi
construida em Genova no mez de julbo de 1863,
(-de madeiradecarvallio classificada em i' classe
por sete annos, como se pode ver do registro de
visitas; est'prompta a navegar para qualquer
porto, aoba-se ancorada em frente da alfandega
no ancjrad.uro da carne seeea, aonda os pretn-
denos podem examinar e tratar com seu respec
vo cirpttao e dono. -
Liverpool em direitur-a.
LIVERPOOL, BRASIL d- RIVER PLATE
MAfL ITEAMERS.
No dia 23 do corrate esperase da Ba-
ha o vapor inglez (%pernicvs de 140Q to-
neladas, o qual seguir depoyie indispen-
savel demorar para, o porto cima, liste
vapor tem excelentes accommodaco^s para
passageiros. Para frete,' passagem etc.,
trata-se com os gentes Saunders Brothers,
d. C largo do Gorpo Santo n. 11.
CMPANfijA BRASIL "
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 do corrente, o vapor
Paran commandante Carlos Go-
me?, o ({nal depois da demora
_ do costume seguir para os por-
ros do sul.-
Desde j recebom-se passageiros e engaja-sa a
earga oue o vapor poder conduzir, a qull dever
s )r embarcada no fliade snachegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
darda da sn> sabida.
Nao se recebem como encommendls senio ob-
j aoios de pequeo valor e que nao excdala a dtus
arrobas do peso ou 8 palmos cbicos de medite
Tudo que passar oestes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne- aos senhores passageiros qne saa?
aasagens s se recebem na agencia, rna do Bom
esu- n 57, escriptorio de Antouio Loit de Olivei-
ra Azeveo & C.
LEILfJES.
LEILAO
DE
Obras de prata, onro, brilhantes e peroias
COMO SEJAM :
Um jico adereco com crea de 800 brilhantes
era vados em prata (obra prima) comporto de orna
vulta, 1 par de brincos, 1 par de paisefras em fios
de peroiase.uma flor parafabeca, 1 aderezo de
Slagram compos.o de urna volla e duas pul u;;i .
1 cordiio grosso deooro, 2 tranceln?, 1 curda
fino, 1 escoleta, vares pecas de ouro de 14 quila-
te?, 1 par de* rosetas com pedras roxas, 1 aueliL
com pedra branca, 2 arnicSes para oculos, l
comineada e 1 cruz .da ordem de Ch/isto, 1 botio
para abertura de camisa com 1 brilbante, l cruz
de ouro com 7 brilhantes de diversos tamanbos e 1
pequea votta de peroias, 1 par de argolas lend>>
cada uma 1 biilhsnle, 1 relogio patente iDglez.
1 pulseira de, peroias com esmalte prvto. 1 dita ao.
peroias sem esmalte. 1 telugio para senlura. 1
broche, 2 pulseiras de ouro de li quilates, 4 pul-
searas novas e 1 cruz om brilhantes pendentes em
um fio de peroias.
Um iaqueire com diizia e meia de facas, duxia t
meia decolberes de flps, uaa e mea dnzia de
garios, duzia e meia te colheres de cha, 2 con-
cha?, i coiher pari peixe.'
Um labolelro arreaeado, 1 salva para 6 copos.
10 castces; 2 serpentinas para duas luz?, 27*
colheres, 1 paltairo, 1 bules 1 espivitadeira, tudo
de prata
HOJE
Qulnia-eira i de junho, s 10 horas .
em ponto.
O geme Pinto levar a lelo, a requerimeoto
de Corbniano de Aquno Fonceea,- inveetarijiiUe-
dos bens deixades por folleciraenlo do commeoda- -
dor Thomaz de Aquino F.nceca, e por despache"
do Illra.Sr. Dr. juiz de 01 pliaos, os objectos cima
mencionados, os quaes poderao ser examinados na
vespera e dia do leilao, que devaa ter lugar no
escriptorio doreferido gente, rna da Cruz n. 38.
B. B. g<
'ssbidapai
' (cu'os ne
IPAli BR.tSlLSlftA
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos. do sul esperad,
auj o da 7 jo corrente o vapor
Cruzeiro 6 Sul, corars&odaBte
J. P. Guetf-s 'Alcoforado, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os do norte.
Desde jireeebom-se paisagmros e engaja-se a
cargl que-o vapor poder conJuzir, a qaal deveri
ser embarcada no uia de sua chogada, encom-
Bendas-e dinheiroa froto at s 2 hars da larde
de sna sahda.
OTo se recebem coma encomnaendas senlo ob-
jjctos' de peqoeno.valof, e que nSo exeeitam. a 2
arrobas de pes on oito palmos cubics da ffiadi-
Tudo que passar destes limites dever ser
-.nbarcado como carga.
. rreviafe.se aos Sr?. passieeiros q"<>
. -- MUS M*f'
LEILAO
ToVT? pAp Cusa as "P"> I rn o se recebem na w*m, ra t, tfmV?us | Ddnui M>. M ravaj
,1-, riZtA neiro'duA POTMpec- u. 57,escriptorio de Antonio L-j.ae oliveira Aze- RemedtM,coto grand
a unm' lyodo & c. [ -terreno arv^redos.
Oo sobrado de 3 andares n. 7 i ra do Se-
nbor Bom Jess, oor'ora ra da Cruz
Das casas terreas da roa da Santa Cruz ns.
6* e 06, e Coloveo. n. 2, edificadas em
chaos proprjos, com grande quintal mo-
rado, sendo qae , d3o pan o Tundo da %isa da ra do Cq-
"to\'ello, com poriao.
De uma-eaja tenea a''gu!
dos Guararpes.
D* ornad la ierr<" ._ ... .
Amoaro p- -' M Cll3 ^a ,grP a
3^ --Oiada. jiinto' -a-jo
-eoamen^ o sobrado do
pr00ri -^r ftguetra, en sol
travisaa do becco dos
le caaa de vi venda,
\ n. 27, a iui
; wm \

-

;


%.
Diarw de t'dftiaittbuco Quinta leira 1 de JunUo de 18U
T-

HOJE
1.a de Jiihn
Por intervenclo to agent Ptoto
esa na escriptorio i roa da Crox n. 3e\ ______
DE
cem latas de gaz.
O agento Puntual, competentemente autorisado,
cadera en leilo cem Utas de gaz em diversos
lotee, vontade dos licitantes
HOJE.
no armazera roa de Imperador d. 16, as 11
** ___
LEILAO
DE
MOVIS
Peni liqnidaqfto
Da' anfeili de Jacaranda inteiramento nova,
coaattaao *e tt cadenas de guarnilo, i de bra-
00, 2 ditas ee balanco, 1 sof, 2 consolos t Jardi-
nera eoan ipedra, anas mobilias de amarello a
Lab XV, do ama entalbada e outra liza, guar-
da-vestidos e guarda-roopa, roelas commodas de
amarello, sota?, marquezas, raarquezoes, cadeiras
de Manco, bancas, mesas e muilos outros movis
que ee Venderlo ao correr do naartello para liqoi-
INSTO BIOLGICO 1610GRAPHI-
C PBNAHBUCAIO
Haver sei6 ordinaria quiota-feira, 1
de jnnho prximo, pelas i i horas da ma-
nla.
ORDEM DO DA.
DiscussSo do balaDo de Janeiro a marco
de 871;
DiscussSo do ornamento dajecetla e des-
peza para o atino social de 48717*;
CoDtiooacIo da teitara do India* Biogra-
phko das pessoas que mllitaram na guerra
coatra a Holtanda, pelo Sr. majcr Salvador
Henrique de Albuquerqae;
Pareceres e mais trabalhos de coromis-
soes. .
Secretara do Instituto, 29 de mato de
1871. J
J. Soares dTAzevedo
Secretario perpetfjo.
ATTENCAT
Precisa-se alogar urna aralher de meia idade,
capat para tratar de erancas, dando fiador de
soa condocta, tendo uroa outra pessoa para ajudar
uoa ser vicos das mesroas : na Capanga, entrada
da barreira, sitio n. 1__________'
Irinandade
do SS. Sacramento da fregoezia di S. Jos.
Tendo; de te proceder a elelco da mesa qe
tero de reger esta irmandaie no san coropraoas-
sal de 1871 a 1872, de erdera do irm) juix coa-
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da roa do Bario da Victoria, esquina da Camba do C3-
P O dono daqoelle estabelecioanto. qoerendo acabar com elle >t o flm do correte anno, convida aos seus ?*
(regnezes a aproveHarem a circumstancia para mnnirem-se por barato preco de todos os objectos Wtstentes no mesmo, cooslando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanhos e feitios, toados, armarles
, e mais aviamentos para os mesmcs, armas de
fogo, cularia, bengalas, chicotea, e u flnidade de ontros objectos, entre os quaes os afamados afiadores para navalha de J.
Pradinee, premiados as exposicoes de Pemarxbuco, Londres e l'aris.
HOJE
O afeante Martios far leilo das mobilias e mais
movis perfeitamonte acabados, existentes no ar-
amera da roa estreita do Rosario n. 41, as 11 ho-
ra* do da cima, onde ter logar o leilo.
LEILAO
de otea primorosa caixa de costera de
ooro ornada de agulba, diferentes joias
de coro com brilbantes, diversos relo-
gios de algibeira de ouro de lei para
senboras e homeos
Hoje
1 de janho, as 11 boras
(roa* interven cao do agente Pinto, em sen escripto-
rio i roa da Crnz n. 38.
LEILAO
de cabos velhos e asados, 200 ttrrobas
iioji;.
O agente Pestaa tara leilo de 200 arrobas da
cabo veltao e asado, as quaes sro vendidas boje
s 11 horas da manba, no trapiche do Guerra, no
Forte do Mattos.
ile
^W!&
Criado.
Na roa estreita do Rosario n. 28 precisa-se de
utn criado. ____________
Como me consta Parias e Joo Francisco Martina, qnerem discon-
tar nma letra de 1:000/ qne cu Ihe Ipassei do ar
rendamento do engenbo Amaragy, previno ao pu-
blico qne ninguera fa^a negocio coro a dita letra,
que esl obligado para pagamento de 11 cavallos
como consta da eseriptura qne se passou no er-
torio do Sr Sveira Lobo. Engenbo Prado 21 de
maio de 1871.
Jlo Paes Brrelo.
MANUEL & C.
satisfaclo d >articipar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais
... Z.lJL.. /.v.An. Aa .ni n- ni* vido a lodas os charias irnos i roaos
cerem no consistorio da matriz
para compare-
no donata 9> 4 da
jacho as 10 horas da maoh. .*
Uecile 30 de maio de 1871.
O esertvio,
Lydio Mariano de Alboquerqne,
Tem a satisfaclo de participar --------------------.--0------ -.-- .
esUbeleckio ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Reato n. 9, boje roa
onde achara, os pretendentea, moitoavoltado aortimento de chapeos de so de todos os precos, qualidades e por pre-
commodo, tem
Mrquez de Olinda,
arao OS preujuueuiw, muilO avuiwuu bui uuremu un v -~------------ r- ;'*,,_- __ -tacarla
iseommodusdo qne comporto o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs/ompradores^por'Ucaoo
darem, sendo possivel sois encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
mactes as tazendas que a demora da_fabrcag3o_^ bem diminuta.
Offerece-se um homem para caxeiro de eo-
genho, do que tem asunte pratica por ] ter
xercido dito lagar i a tratar na travessa da Coa-
gregaelio, loja de livros n. 3. _____________-
Aloga-se
o obrado de om andar e solio da roa do Hosai-
to n: 35 : a tratar na rna do Sebo n. 29.
Calielro.
Precisa se de um eixeiro por'ngaez para uber-
na de 16 a 18 annes, que d conh-cimeoto de soa
conducta no pateo da Ribtira n. 13._________
Precisa-se de ama ama para o ser-
vico interno e externo de ama casa
de duas pessoas:
Rosario u. 2, 3* andar.
VIGOR DO CABELLO
.j^,w DO CELEBRE E FESTEJADO CHIMICO _________
MR. AVjUII.
GRANDE PRODIGIO E EMPERR DA POCA
^luga-se
o prinreiro andar do sobrado do Mrquez de Olin-
it n 60, oatr'ora ra Cadeia, com commodos
para familia ou eacriptori>, tornando-se recom-
mendavel pela boa localidade e ser muito fresca :
a tratar no armazem do mesmo, ou aa ra da
Imperatrii n. 8^_____________________________
Caixeiro
AMA
na roa estreita 4o
AVISO


Ama de leite.
OTerece-ae ama
mero 12.
na travessa da ra Bella nu-
1 ,VV>\
ervilhas muito superiores
A 2 DE JUNHO.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio d'esta eidade, e a requer-
ment dos depositarios da massa fallida de Jos
Mara Palmeira, o agente Oliveira far leilo de
30 caixas centendo cerca de mil latas de ervilhas
de conserva :
SEXTAFEIRA
e 11 horas da manhSa em ponto, no armazem
a. 11, (amigo) sito roa do Encantamento.
LBILAO
I'KEIIOS _
Toie Perelre Habe lio Braga.
Ra y mundo Remigio de Mello Filho, profunda-
mente commovido pelo fallecimento de seo dedi-
cado e seropre leal amigo Joo Pereira Rabelio
Braga, pede a sens amigos ^ne Ibe facam o cari-
doso obsequio de assistirem a ama missa que
manda celebrar pela alma do sea eslremoso ami-
-| go, na matriz do Corno Santo, nodia 2 de janho
pelas 8 boras da manha e desde ja antecipa os
seas agradecimeatos.
Precisa-se de urna ama para cotiohar
e comprar : na rna estreita do Rosario
O agente Pontnal, competentemente auto risa do
vender em leilo nma casa terrea com soiao. fita
rui das Agnas Verdes n. 15 (sollo foreiro), ama
dita grande e com grarde quintal murado, edifica-
da em sollo propric, sita a rna do Padre Floriano
O 32
Sexta feira i de junho
no armazem da roa do Imperador n. 16, s 11
horas.
do 1 silban, 6 seilins, manta liza e borda-
da, panno de feltro, dito de linbo, botas
compridas, capas para sellim, esporas, 27
coaros de porco, pelles de carneiro, fon-
das francezas e do molas, travesseiros, col-
xoes,cabecadas, rabichos, loros, chicotes para
carro, ce I x oes de lioho, armacoes para sei-
lins, brides, picadeiras, fiveilas, perneira, 1
machina rara cozer sebre res de ferro, 2
sem ps e 2 marquezoes de amarello
Em lo:es vontade dos compradores
Sexla-feira i de jnnho s 10 horas em ponto
por intervenclo do agente Pinlo, no armazem da
i ua da Cadeia n. 28.
LEILAO
DE
terrea com soto, sita
ao lado da Passagem da
Urna gran, e ea,ca
iiba do Retiro,
Magdalena.
O agente Pontaal vender em leilo, por man-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz de orphos, a requeri-
mento do inventarianle dos bens deixados pelo fi-
nado Joaquim Franci.-co de Alm, urna grande
cafa terrea com solio, ediflcada era solo proprio,
sita ilha do Retiro, com 3 salas, 10 quarios e
grande quintal, e muitos outros commodos para
grande familia.
Sabbado 3 do corrente
no armazem da roa do Imperador o. 16, s 11
hora?,
AMA
n 14.
Ensiiio em casas particu-
lares.
Um sacerdote lecciona portuguez e fraocei a
meninos e meninas nesta eidade e em seas arra-
baldes : pode ser procurado na rna Direita n. 29,
1* andar, e no convente de S. Francisco, cellula
n. 18, e roa larga do Rosario n. 2i. _________
D. Carolina da Silva Bonani tendo de se re-
tirar desta eidade no paquete do lira deste raez
para Portugal, e como imposibilidades imprevistas
a inbibam de se despedir pessoalmente' de. cada
ama de suas amigas e eonbecidas, fa-lo por este
roeio e a todas com profunda saudades, agradece
a amizade e favores que Ibe prodigalisarara. Ala-
da que em patria estrinha, offerece os seos ser-
vicos na eidade de Braga para onde vai residir.
que
de boa conducta
e spero, els qne \ de da Victoria
por si so, esmo
Nao ba parte alguma do corpo de que mais dependa da sua belleza
um cabello bonito. Sejam as nossas toicQes ligeicas, mas tenhamos o cabello bonito,
eis-nos com um rico encanto ; pelo contrario, seja o cabello ropo
toda nossa pbysionomia, por mais sympa.bka e expressiva qne seja,
rece, e assume um aspecto sem interesse.
Neste sentido desejamos mai respetosamente cbamar a especial attencSo das
senboras e cavalbeiros de bom gesto para a delicada preparado cima mencionada.
0 Vigor do Cabello o resaltado de urna longa serie de estados profundos,
emprebendidos pelo incansavel cbimico Dr. Ayer, auxiliado por outros professores emi-
nentes, com o fim de descobrirem nma nova preparadlo para os cabellos, que, sem
conter as propriedades nocivas que se encootram nesgas oatras. que mais tarde occa-
sionam a perda dos cabellos, fosse realmente efficaz para conseguir outros effeitos de
ba muito desejados.
O Vigor do Cabello, nSo una tintara, nem conten substancia alguma idjq-
riosa. Nao soja as mSos, nem a cabeca, e nem a cambraia mais na. O Vigor pro-
metto :
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formacao da caspa. Evitar e corar a queda dos cabellos, e restau-
rar a cor natural. Torna os cabellos macios. sedosos e brilbantes, perfumando-os
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos orgios vitaes de que depende o
crescimento do cabello, fazendo-o crescer abundante e vicoso. Com o uso quotidtano
do Vigor, as calvices serlo neutralisadas, caso as glandes capilUxres nao se achem cor-
rompidas.
Senboras e homens que antes da idade se \em ebeios de cabellos brancos, e
que tem perdido a esperanca de ver restituida a sua belleza natural, esto bello orna-
mento physico, regosijar se-hao quando virem os effeitos que pdem conseguir com o
uso do Vigor. Para os toilettes em geral. nao se poder encontrar perfume mais agr-
davel e delicioso do que o Vigor de JAyb. .
Vende-se em todas as drogari &, pharmacias e
armarinhos do mundo.
W. R. CASSELS ft G.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA O IMPERIO DO BRASIIL.
Rio de Janeiro
II I ^W .111 M I
Precisa-sede urna que sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
milia : na roa dos Pires, ta
berna, ntigamenle n. 56 e hoje 64.
Precisase de dous caixeiros com idade de 12
a 18 annos e estrangeiros ou nacionaes que seja
para ir para Gamelleira e cid
tratar na ra do Livramento
n. 10.
Na ra do Apollo n. 26, existem bens ar-
mazens alfandegados para deposito de fazeodas,
ou gneros de qualquer especie ou natureza, a
precos razoaveis: quem preeisar dirija-se roa
ra do Bom Jezus, outr'ora das Cruzes n. 6\_____
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de pouca familia ; na ra Nova, loja n. 7.
ArTENCAO
Precisa-se alagar um quarto para nm rapaz sol-
tairo, no batrro de Santo Antonio : quem tiver
deixe em carta fechada nesta typograpbia o nome
e Ingat de sua residencia.
Precisa-se de nma ama para angom-
mar e fazer mais algura servicp em
ca a de pouca familia que mora na So-
ledade : a tratar na ra da Cadeia do'
Recite n. II, loja de miadezas.

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Leilo
de .360 cbapos do Gbile Unos e com abas
largas
Sexta-feira i de junho ao meio dia
por intervengo de agente Pinto, no armazem da
roa da Cadeia n. 28.
LEILAO
de 1597 chapeos do Chile de diversas qua-
lidades
Terca-feira 6 do correte.
-O agente Pestaa, autorizado legalmente, far
leilo para liquidaban, de 1697 cbapos do Chile de
diversas qualidades, es quaes serao vendidos era
lotes vontade, no dia terca-feira 0 do corrente,
pelas 11 horas da manba, no escriptorio do refe
rldo agente, roa do Vigario o. 15, primeiro andar.
AVISOS DIVERSOS
Irmandade do Santissimo Sacramento de
S. Fre Psdro Goncalves.
De ordem do irmao juiz e de conformidade coro'o
que disj e o nouo compromiso, convido aos ir-
moa da nossa veneravel irmandade a cornparece-
rem pelas 11 horas da manha do dia 4 de janho
no consistorio da mes roa, a flm de proceder se a
eleieSo da nova mesa regedora que tem de func-
cionar no prximo anuo commproroissal de 1871
Jteeife 31 de ma o de 1871.
O aacrivo,
Joo Joaquina Uves.
PuK*uapeidida. .
PertJt se no dia 31 de 5U< ultimo, da ra da
Praia a de Sania Rita, e d'ahi'>4freja da Penha,
ama pui-era de ouro, esmaltada de *oJ.. quero a
iver aefudo e quizer reatitulr leva a loja 'Aguia
Braoca, na ra do Qoemaflo D. 6
compensad >.
^ Um moco com as habilitares pre- f,
cisas, se offerece para ensioar
prmeiras ledras em algum enge- 3
fnbo prximo, oo distante desta ca- *
4>iial; poT um preco muito mdico W
quem de seus -prestimos se quizer jK
0 otilisar annoocie por este Diario.
0000000* 000000
Ama de leite.
filho
Precisa-te da ama ama de leite
roa Loque de Caxias n. 11
sem
na
Aluga-se o andar e soto da casa o. 25
da roa de Santa Rita : a tratar na roa do Quei
mado n. 1
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro que tenba praUca de
taberna : na roa do Rangel n 41.
Atten Precisa-se de urna ama para todo servqo
roa estreita do Rosario n. 11, 2* andar.
na
Cozinheiro.
No hotel do pateo da ribeira de S. Jos n. 9 pre
cisase de uro cozinhf iro.
Precisa-se, para casa de pe
quena familia, de urna ama,
que engomme e ande com ama
menina : tratar na praga da Boa-vista n. 30, 2*
andar.
^%^
Seguros contra-rogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital. .
Fundo de reserva
. 20,000:000*000
. 8,000:000*000
Agentes,
Vills Latha C.
RA DA CRUZ N. i8.
Jos Joo de Amorim faz publico que, tendo
sido nomeado inventarianle dos bens do casal de
seo fallecido genro Candido Affonto Moreira ;
acha-sa auterisado pelo juiz de orphos a liquidar
os negocios do referido casal, o que faz setaria a
todos ua olersisados para com elle inventarianle,
dlgpem entender-te a tal respailo.
Pfajajfflifcueo 1* de janho da 1871.

AtrMlo & Hartuas.'i Jnior ma
Criptujty -u;-- i ruj d; rjj c. '.<*, ? andar.
a a k>j Agola Aiuga se
i ue str rb-'-Lf^n i|tiA na T^rre. eom ex:el!ente ca
e baoh* 4 frw>*9 dM;a norhi ,eoi
ida/am seo es- rada Wr j.troir- : i \t*Gf -1
, i* apdar. v?!>.
Aluga se
ellente casa de vivemM
; ipiima mo
v9-rim\
AVISO.
-J. .. ... i sea mano Juventino
di
kn Coi,* A* ki*~XT~*~~
de Albuquerque o tavr de
comparecerem na loja da roa da Imperatriz n. 48,
para saldarem seus dbitos, pois qa tendo sido
chaados neste Diario por diversas vezes, caso
algum tem feito; espero desta vez assim nao
aconteca.
berna, ntigamenle n
ajwnuw
O Dr. Manuel Enedino Reg Valenca conti-
na no exercicio de soa proflasio de medico a
roa da Camboa do Carmo n. SI, Ia andar.
Os abaixo asaignados fazem sciente ao res-
peitavel corpo do commercio desta nraca, que
nesta data dissolveram amigavelmenta Tsociedade
quo tinham no armazem de gneros de estiva sito
a travessa. da Madre de Dos e que gy ra va ?ob a
Arma social de Leite & Cardse, ficande ndo o
activo e passivo da extineta firma a cargo do ex-
socio Antonia Martios Leite, tendo o ex-socio Mi-
guel Joaquim Garles Cardoso sido pago de seu
capital e lacros e descuerado de toda e qnalquer
responsabilidade de dita firma. Recife 26 de maio
de 1871.
^^^^ Antonio Martios Leite.
^ -i______Miguel Joaquim Carlos Cardoso.
O Sr. Manoel Joaquim Cocino que chegou
a poneos das do mato, tem urna carta no pro-
gresse do pateo do Carmo n. 9.
AMA
andar.
Precisa-se de urna ama para en-
geminar: na ra Direita n. 2 ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Aracjo
67Ra do Imperador67
nenien asas va* mtitfjiB0*0'***''
Pergunta inBDcente
Porque anda se espera para annnnciar o forne-
eimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta eidade ? Responda quem
competir.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Helio, ^
crivo na eidade de Nazareth desta provincia-
favor de Tir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fina
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quando o senhor san
flho se achau no es t \
AMA
Precisa-se de urna ama
que salba cozinhar e
comprar cora perfeicao,
fiara nma casa de pouca
imilia : na ra da Au-
rora n. 84, 2 andar.
TRILHOS URBAHOS
DO
RECIFE A' OIJWDA
e Beber ibe.
AVISO.
Do Io de junho em diante partirlo os
trens, tanto da linba de Oinda como do ra-
mal de Beberibe por ama nova tabella, que
se distribuir' as estacos da ra da Auro-
ra, Olinda e Eocrozilbada.
Recife 25 de maio de 1871.
0 superintendeDW,
____________A. de Abren Porto
Casa de campo
Aluga-se om sitio e casa de moradia oo prin-
cipio da estrada do encanaraento, com duas sallas
3 quartos grandes, copiar, cozinha fora, dispetua,
mais um quart, e cacimba de exeellente agua
para beber : i tratar no mesmo lugar casa de
oitdee amarello. -
12
chita prta fortes com 36 tt|
a %t a peca : na roa do Crespo S
timii-it3
Custodio Jos Ai ves Gn i maraes, anido socio ge-
rente da casa cammereial de Guimaraes, Pontes
de C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que est promovendo a dissoiucSo da masma
firma, e eatrar 'em seguida na respectiva liqoi*.
iaeto; saodo que nao ba letras pelas quaes estja
a firma responaavel, e nem o annuncianta aa pre-
tenda Armar dnranie a mesma drssolo;ao e lijui-
da ci.
AlCA .Preclsa-se
iysSlA porfeitaaente
numero 17.
d
urna ama que engomme
na roa da Imperatriz
AMA
2* andar.
Precisa-a de urna ama qne *aiba
cozinhar, de boa conducta, para asa
de familia : na roa do Vigario n. 5,
ggnoisa-se deum roaaino portaguaz para pada~
Ha : na roa estreiu do Rosario n. 1.
Preda-se de urna ama pa-
ra todo servido de ama casa
i' pequeaa jrlia : na ru*
" A Sra. Mara Candida Vilella, professora
particular, que morca ou mora em N. S. do O'
em Goyanna. rogada a vir ra do Cabug nu-
mero 2 R. :
L31 DE MAI DE 1871 *k
8ociedade A A A o
AII A Precisase de urna ama qne saiba co-
'" zinhar bem para casa de hornero soltei-
ro : na roa do Livramento n. 6, loja.___________
Aluga-se um preto bom cuzioheiro que Uve
e engomme? para hotel ou casa estrangeira : roa
da Cadeia n. 4, 2o aqdar.
Antonio Mara de Araujo e seos filtros agrade-
cen) oordealmente a todas aa pescas que se pres-
taran! a assistir ao enterro de D. Mara de Alba-
qaerque Ara ojo, suas esposa e roae, e novaroeote
os convidam, a urna mi-sa que por sea eterno re-
ponso, mandaro celebrar no povoado de Gamellei-
ra, s 10 boras da maohaa do dia S de janho, e
3"1 do sen passamento. ^___
Psdenfricos americanos
composlco hyglenlca.
Estes pos sao os nicos que rennem em soa
eomposfcao todas as qualidades hygienicas pro-
prias a dar urna grande alvura aos denles, con-
servacao delles e fortificacao das gengivas.
Na pharmacia americana, roa Duqae de Caxias
n. 57, de Ferrelra Maia dt C.
Precisase de um caixeiro de iO a 12 annos
de idade, com pratica de taberna : no pateo do
Terco n. 68.
Adamson Howie 4 C, fazem publico por maio
do presente, qae em virtude de haver o Sr. The-
maz Joseph llarding seo bastante procurador nes-
ta p'ara, desistido da procuraco que nha par
gerir os negocios dessa firma, tica na mesnu qna-
iidade, revejido de iguaes poderes e Sr. Horatiu
James Cannan.__________________.
Alugase urna es;rava que lava e engomma
com perfeicao : na roa da Cadia n. 1, 2 andar.
Caix iro
Preisa-se de um caixeiro de 16 a 19 annos
com pratica de taberna : na ra do Rangel n. 10.
Precisa-se de um menino para caixeiro de
taberna, sendo portuguez, com pratica ou sem
ella : na roa Augusta n. 78.___________________
A pessoa que aonunciou precisar da 400J a
premio sobre bypotheea em ama e ser a va, dirja-
se ra do Mrquez do Herval n. 25, que ;e fcra
quero da. ______________-__-_^
Avisa se a quem convier que o Sr. Hemtte-
rio Maciei da Silva oo a senhora soa mai, locataria
da casa n. 12 da roa da Mangueira aa povoacao
do Poco da Panella, nao tem poderes para aikto-
ca-la ; pelo que nao r.de transferir a chave della
a quem quer que seja, sem antorisa^io do respec-
tivo dono, sob pena de de.pjj._________________
Aluga-se o 1 andar da casa n. 41 a roa do
Rangel : na ra do Queimado n. 9.
Na praca da independencia n. 33 se d di-
nheiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a qaantia; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ooro e prata;
igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
comraenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte-____________________
Officina de marmore
Rna das Cruzes numero 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
la o palmo em quadro.________________________
Cozinheiro
No collegio da Conceicao precisa-se de um bom
cozinheiro.
Precisa-se de 1:5004 ou l:600f, dando-se
por bypotheea urna parte de nm predio : na rna
de Hortas r. 48, sobrado, se dir._______________
Precisase de 1:000/ a jaros de om e meto
por cento, dando-se hypolheca em eseravos :
quem convier annoncie indicando a morada
Na ra da Santa Cruz n. 7, precisase de
um caixeiro de 12 a 14 annos de idade, com pra-
tica de taberna, prefere-se dos ltimos ehega-
dOS.
. Precisa-se
mero 31.
de urna ama : na ra Bella nu-
Precisa se de duas amas, sendo
ama para engommar e a outra
Eara cosinhar, s quaes paga-se
em : tratar na ra Nova, casa
n.2?._________________________>
Sitio para augar
Aluga-se um oom sitio com omitas arvores de
fructo, grande casa de vivenda com commodos pa-
ra grande familia, na Passagem da Magdalena :
a Iraui un torplutio Ao Domingo aIvi'K Mjlhoui
roa do Yigaiio n. 21.
AOS 5:0004000
Estao venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Conceicao, loja d<
urives no Recife.
Ama deleite
Na ra larga do Rosario n. 28, 3* andar, existe
urna em boas condigoes, que se dir ao pretn-
deme.

Joo Pereira Rabelio Braga
D. Silveria de S. Jos Braga e seus (litios, pun-
gidos do nr;.is doloroso sentiroento. agradecem a
todas as 'pessoas que se dignaram acompanbar os
restos mortaes do sea presido e sempre chorado
esposo e carioheso pai Jcao Pereira lia bello Bra-
ga ; e de novo convidam para a-sistir missa do
stimo dia do seu passamento, na matriz do Corpo
Santo pelas" 7 horas da roaobaa de sexta-feira 2
de jocho prximo futuro. Para este acto de reli
giao e caridade christ, esjeram ser acompanhados
ero as.i:tencia pelas pessoas de suas relaQdes e
amisade, certas de qne por tao relevantes obse
quios gravar) em seus coraoSM aro ja.-to tribu-
to de gratidaq.___________________________^^
O Sr. Antonio Jos da Fonceca deixou de ser
caixeiro desde o dia 30 do corrente anno da loja
de roiudezas'da roa Larga do Rosario n 38.
Recije 31 de maio de 1871. .
Manoel de Souza Tavares vai a Europa tra-
tar de sua saude e em sua aozencia tica encarre-
t ado des negocios de sua casa o Sr. Antonio Ta-
vares Ferreira.___________________________
Offerece se um homem portuguez casado
para feitor do sitio: quem preeisar dirija-se a
igreja de Santo Amaro.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de idade de 1S e 16
annos, eslrangeiro, qae seja de boa conducta, pa
ra a villa da Escada : a tratar na aoa do Livra-
mento n. 10.
ttenpo
Precisa-se de ama ama de meia idade para casa
de nm homem soltelro, para engommar, cciiobar
e tomar conta de dous meninos : na roa do Hos-
picio n. 60. -
Aloga-se um escravo moco e robusto par*
qualquer servigo no 3 andar do sobrado n. 36
da ra das Cruzes,
COMPRAS.
Justino Pereira Ramos, convida a lodos os seas
parentes e amigos, assim como os do sea sempre
lembrado e chorado pae Joaquim Pereira Ramos,
o obsequio cariaoso de assistirem a algumas mis-
sas que maula resar na sexta-feira 2 de junho, 3
anniversario de sea fallecimento, pelas 6 horas da
manha, na igreja de Nnasa Senhora da Penha.
_
lleaadrla* Raa aaaes
Feliciano-Jus Gomes, Joaquim Feliciano Gomes,
Felismina Gomas de A rao jo e Francisco Af oslo
de Araujo, grato; a todaa as pe soas que asateli-
. twmao enterro de sua esposa, o ai e sogra D. Ale-
xandrlna Rosa Gomes, de novo as convida para a
missa da rquiem, ine tem lugar na igreja do
Corpo Steto, no dia 3 de oaho (sabbado) p>*las 7
horas da manba, pt lo que -atada mais gratos se-
ro.'e eternmnte reeooheeidos. .
tmmmmmmmmmmm
Armazens alngr-se
Aloga-se os da ra do Apollo n. 55, e 57 pro-
prios pura deposito de mercadorias ou fazendas
Dor offerecer baste espado : a tratar na roa do
Baro do Triompho, outr'ora do Brum._________
Compagnie Franpaise
Ayant entenda dir que dans i La Grande D-
chese de Gerolstein le role principal, celui de
Fritz, devait etre joue par Mr. Itaynaud, qae
quoiqa'il ait une exeellente voa n'i rieo ibsoln-
ment crame comedien peur an rOle si important,
et nous rappelanl trop LL-u encor de Fritz Hur-
baio, qui pendant denx cents fois a et si applau-
di aa Theatre Franjis de Rio, nous demandons
a l'intelligente direction dedonner ce role a Mr.
liurbaro, pour.ne pas faire un deuxieme enterre-
mente que reun i celui d'Orphe, lu donnera
certainemenl le droit de de directenr des pompes
fnebres.
Veusie urs habites.
COIINU-SE
frascos vasios da tintara jsponeza, e pagase a 80
rs> cada um : rna Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Olinda n. 51.
Compra-se uroa casa terrea em alguma da
roas prxima ao largo da Penha, como sejam, de
Nogaeira, Padre Floriano, S. Jos, Santa Rita,
etc. : no 3 andar do sobrado n. 36 na roa das
Cruzes.
Compra-se
ara balcio que tenha de 13 a 14 palmos de eoin-
prido, usado : quem quizer vender dirija-se roa
da Guia n. 8.
Compra se em segunda mo um cofre de
ferra prova de fogo, proprio para guardar livros :
na roa da Madre de Dos n. 22, armazem.
vendas:
Calcados
Antonio de quadros Pereira Oliveira, subdito
Portuguez sabeodo que outra pessoa existe com o
mesmo seu nome, rcsoiveu.de hoje em diante cha-
marse, Antonio Elias Prxedes e Oliveira Sargos,
e quem com este tiver negocio aueira dirigir- a
villa da Escada, no pnmelro domingo de cada
mt z a casa do Sr. Joo Machado dos Santos que
abi encontrar. Sendo em oatro qualquer dia de
semana podem dirigir-lhe cartas fechadas em casa
do mesmo Sr. Joo M. com as iniciaes seguintea :
A. E. P. 0. S.________________________________
Para prevenir polmicas
judici&es.
O abaixo assignado previne a quem interessar
possa que o terreno annnociado para se vender
em Santo Amaro roa de Loiz do Reg, nos fun-
dos da casa n. 35, que se acha cercado por cerca
de madeira, Ibe pertence segundo a partillia feita.
pelo Illm. Sr. juiz do orpli".
Manoel jomes da Cruz.
HNi roa do Duque de Caxias n. 88, precisa
se de urna ama para cosinhar, e engommar.
Traspassa-se urna hypoiheca, ou mesmo ven-
de so outra no valor de SOO/,000 ;' tratar oo es-
criptorio dos Drs. Bwfs da Fonseca a filho," com
jaris de dous por cv.uo. p

Botinas de brim e dnraqne braneo bordadas de
S'Stim a 6/ o par : roa do Bom Jess a. 21,
lji________________________________________
Vende-se remedio contra os callos, experi-
mentado por diversas pessoas, as quaes tem tira-
do bom resultado ; ra Primeiro de Marco n. 3
intiga roa do Crespo) roa do Mrquez de Ola-
a n. 50 A (antiga da Cadeia). ____________
Valide se formas de ferro superiores para
bolos, e por preco muito barato : na roa da Im-
peratriz n. 8._________________________________
Aos senhores fogue-
teiros.
NA RA LARGA DO ROSARIO 'N 34
Vende-se
Exeellente limalha de ferro.
Dita dita de ac.
Salitre refinado.
Enxotre em caado.
E m geral todos os preparados para es fogos
de Sanio Antonio, S. Joo e S. Pedro.
Vende-se a armaco da casa da roa Direita
n. 38, proprla para taberna oa mesmo outro qaal-
qper negocio : quem pretender dirija se meam?.
Casa para vendar
Vende-se a casa terrea da roa do Pillar n. 114-
em que est um aooogue, qae rende 204 mensaeo,
e que tero urna mei agua no fundo que rende nais
8*1)00 menes, e ouira ao lado qae rende mais
44* 00 meosaes,e quiiUI com fondo at a roa do
Guararapes. Outra casa terrea na rna dos 6ua-
rarapes n. 63 com 1 sala, i quartos, cozinha le-
ra quintal matad* : os treteadentes dlrijam-se
& roa do Brum mt. 100 a 104, fanaieo da Carda-
so & Irm, ou na mesma roa a. 20.
r

A empreiteiros de obras.
Ha para vender na fabrica do gaz ciaaaa a 60f>
n, cada carroca, exeelleotea par* eD,Aer 'rce3,
etc., etc.__________________________
.Aos stnhore* edificadores ems-
Irts de obras.
NaolariaaroareMaaoiarg) do hospital Pedro-
U, d'ora em diante vende se ttlha, Ajlos,
etc., por roen do qae em caira qailquets
ama vanugerr que t ao ire|U''Z se dir.
etr.,
eoom
T

?
N


Daro de Fernambuco Quinta (ora- 1 de Junho de 1871.
/
V
U MA DA 1HTRUTMZ \ U
DE

FIGUEIREDO a LOPES.
Esta Dova loja acba-se completamente sartid da fazendas de gosto de todas a
qualidades, tanto de seda como de 12a, linho de algodSo, e desejando seas proprie-
tarios dar sabida s mesmas esto resollidos a vende-las por presos i5o mdicos e
acommod?-dos ao ioteresse de todos que por certo agradarao aos pretendentes.
Os proprietarios desta loja convidam, por tante, as excellentissiraas familias,
aos maseates e todos em geral, a visitarem soa snpradita nova loja e se offerecem
a dar as mostras e mandar as fazendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
procos e sinceridade no trato.
>
CONQUISTA
Ra do Cabugfi. n. 6
.* >+ DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
Este novo estabelecimento acaba de receber ura completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inteirameote no vos, a saber;
Grosdenaples preto.
Ha um completo sortimento deste artigo
qnt vendemos por presos baratissimos.
Grosdenaplea de ere
Temos os mais lindos grosdenaples de
cores de superior qualidade, que vendemos
por precos baratissimos, por termos feito
ama grande compra.
Poupelinas de cores.
.Recebemos um sortimento completo, tan-
to cora flores como em xadrez, e vendemos
por menos que outro qualquer.
Netlos de eeres.
O Cysne recebea os mais lindos selins
de cores, Unto maco como de outras qua-
lidades, que vendemos por menos que outro
qualqoer.
Alpacas
Ha nra bonito sortimento, Unto lavradas
como lisas e por precos commodos.
Lab rom listra de seda.
O Cysne recebea )3as com listras de seda
de lindos padroes, e preco commodo.
as lisas de ama s cdr a 400
g rs o corado.
Ditas com xadrez padros muito modernos
qae vendemos por 500 rs. o covado,
pechincba.
Madapoloes.
O Cysne tem um completo sortimento
de madapoloes de todos os precos e quali-
dades.
Tem s orna qaalidade de madapolSo fran-
cez que especialidade, tanto no prego
como na qoaliddade.
camisas bordadas.
Temos camisas bordadas do melbor gos-
;o, proprias para casamento, qne vendemos
muito barato.
Camisas francezas e Inglezas.
o prego mais ba-
lemos camisas desde
rato at ao mais caro, neste artigo temos
ama qaalidade qae vendemos a 3#000, e
paral qoal chamamos a attenro dos nossos
fregaezes.
Camisas de flanelia de cdr.
Fizemos ama compra de camisas de fla-
nelia de cor, qoe vendemos por baratissimos
precos.
Ditas de meia de todos os precos", temos
orna qaalidade muito superior com listras
de cor, qae vendemos barato.
Tiras bordadas.
O Cysne tem tiras bordadas largas e es-
ireitas, assim como, entremeto bordados,
tapados e transparentes, qae vende por me-
cos que oatro qaalquer.
Casemira de cores
Temos um bonito sortimento de casemi-
ras de cores e pretas, qne vendemos muito
barato, assim como um sortimento de pan-
nos pretos.
-Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarnicio de
sala, desde os maiores at os menores, e
os presos sao baratissimos.
Ci-rl loados
para cama e janllas.
Temos o melbor sortimento deste artigo,
tanto para cama como para janllas, os pre-
Cos s5o por menos que em outra parte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato preco.
Fustetes brancos.
Temos lindos fastSes brancos com listri-
nhas, proprios para roupas de meninos e
mesmo de seaboras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Colxas brancas e de cores.
Temos colxas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barato preco.
CHALES.
O Cysne tem um bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qualidades ba
uns que vendemos por 2500, e que seu
preco fol de IJCOO.
Espartilhos.
Ha espartilhos de todos os tamanbos e
das melhores qualidades.
Cambraias de cores.
Temos cambraias de efires proprias para
roupas de meninos e de senhora de lindos
padrees e ptima qualidade.
Meias para homens e senhoras
O Cysne tem completo sortimento de
meias, tanto para homens como para se
nboras, meninos e meninas.
Fazendas para loto.
Temos fazendas para luto, de todas as
qualidades, como sejam: alpaca, contlo,
princeza, merino, cmbraas, I5as pretas,
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sortimento de organdys
com listra assetiaada de lindos gostos e mo-
dernos.
de seda, com lindos dese-
nbos.
Nobresa de seda de cores e preta
Cortes de cambraia bordados.
Grande soitinento de 13as e alpaca para
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para senhora.
Tapetes de todos os lmannos
Crochets para cadeiras e sof.
Colchas de 15a e seda para cama.
Casaquinhos de go'rgufao" preto.
Rices enxoyaes para baptisados.
Cbapelinas e chapeos para senboras, o
qoe ba de melhor.
Lencos de linho, camisas lisas e borda-
das para homem.
Bramante de linho e atoalhado.
Bales com as desejadas anqainhas.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualquer ob-
jecto em qaalquer easa qae para isto Ibes mandemnicamente o nome da roa e Damero
da morada.
GRANDE ARMAZEM
ARARA
EST VENDNDO O RESTO DE SUS PECHINCHAS
HA RA DA IMPEMTR1Z W. 72
'
LASLNHA A 160 R3. O COVADO
Vnde-sell?siDba para vestidos deseo-
horas e enina*, [elo barato preco de 160,
200 e 400 rs. o corado. '
CHITAS LARGAS A xCO RS. O COVADO
Vende-se chitas france aspara vestido de
easa, 200, 240, 280, 3--0 e 360 is. o ca-
vado, i
CASSASFRANCFZASA240RS O COVADO
Vend-te rastas francezas para vestidos J
240, 980, 400 e 440 rs o colado.
ALPACAS DE CORES A 500 RS. O COVADO
vestido!
A SABER :
dat3J800, ff. 04e7*.
CORTES DE CAiEMittA PRETA A 30500
Vonde-se cortes de casemira \ rita para
ca'ca 305 0. 4* e .*>#. pia!iqnidar-se.
CORTES UE CAMfcRAiA A 20500
Vndese coites de iaintia:ade cores
2500 para liquidar-se
Vende-se 2 regUtroe I ndiero para
tga7, na ina da Imperatriz n. 72
URANDE LIQUIDClO
DE ROMA FE1T*.
Vende-so paliiots de panno trtto facas.
Vende-te alpacas de cores para 6# 8& e m dll0J ce ca;Cmra de coie,
de senboras 50 e 640 rs, o covado I J ? .'*^ .i... n.pl. 43/1 e *a
BMLHANT1NA BRan:a A 500 BS. O COVADO 5d e 6tf dit^. de alfa a rea i esf.
Venden brilhantina branca 500 rs. o ditoii de br.m de cores i5 (, J*e
covado 25 30, ditos <*e ntia casfnma 2 e 30,
FUSTO DE CORES A 360 RS. O COVADO dtiot fraques de casemiras de o r*s a W e
Vende s tollo de cores para vesdos 105, coileies de
360 rs. o covado.
DE
LMIA, POBCELAM, VIDRQS
E
CHRYSTAES


DE
PFREIRA, IR NI AOS
Ra Primeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seos numerosos amigos
participan; Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cos'a Pereira, que acabaa de
fundar um rico e sumptuoso armazem de tom, porcelana, vidros e chystaes a ra
Primeiro de Marco, outr'ora ioa do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira
IrmSoa. *
A longa pratica e conhecimentos de que dispbem os annnncuntes neste ramo
de commercio, a que, ha muitos annos, se dedicam, os tem habilitado a talisfazer as
necessidades da populacho desta provincia e snas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe os annpnciantes vem de dizer.

e ladeira.
Ra da Imperatriz n. 64.
Multas ootras fazendas temos que poderiamos annunciar, mas por se tornar
enfadonho a) respeitavel publico deixamos de o fazer. Podemos garantir que (s nossos
precos far5o diffarencas de outra qualquer casa, pois estamos resolvidf-s.a vender pelo
usto, porm dinbeiro.
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UOireS U6 61T0 je diferentes Umaohos.
JTiCIlSaS^e ferr para copiar cartas.
t/apaS e ferro gavalnisada para temeirot
XaCnOS e ferr0 paraassacar.
Ta(10B*americano9 p^fj varzea
MaChBAS 4,ftJor e de cortar fumo.
UarriDHOS mj0 para 8acc08 e atterros.
VeneZanaS para janllas.
BalanQaS decimaes e ontras.
pOgOeS de ferro.
EnXOfrC salitre, etc. etcj
ALPACAS PRETAS A SCO RS.
Vende-se; Ipacas pretas 500,640 e 800
rs., ditas de listas assetiDalas boa, para
acabar.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO
Vende-se algodJo de lista para roopa
de cscravo, i60 rs. o covado.
BRIM LONA A SCO R5 O METRO
Vende-se brim loaa pardo para calcas de
quem trabalha por ser muito forte, 500
rs. o metro oa 360 rs. o covado.
CHALES DE CASSA A 500 RS.
Vende-se chales de cassa branca 500 rs.
r.ad, tm.
COBERTORES DE AL 50DO A 1*4X0
Vende-se cobertores de algodSO 1/fiOO
para acabir. i
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 20
Vende-se chales de merino efctampados
i 24000 e 20500 para liqaidar-se. .
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para caiga de
homem 800 rs., para liquidar-se.
LENCOS BRANCOS A iO'O
Vende-se lencos brancos 20000 duza,
para acabar.
BRAMANTE DE LINHO A 28O0 OMEISO
Vende se bramante de linho com 10 pal-
mos de largura proprio para leocces
20800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 20500
VeD'e-se cobertas de chitas 20500 cada
i rua.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-e rnn resto de c lannhos de par. el
200 rs. duzia.
MADAPOLO A 302CO A PECA
Vende-se pecis de madapolSo tuf.stado-
30200, ditas inglezas erm 24 jardas 59,
50500. 60, 60500, 70, 81, 90 e l(|
' 'CORTES DE CASEM1RAS DE LORES A o
Vende-se cortes de ca emirs di cores a
50000.
ALGODO DE 20 JARDAS A 3/800
Vende-se pecas de algor lo ctm 20 jar-
1500, ditos de csea ira decrese 20000
25.0 e 3/500, ditos pre os de [anno, e
de easemira preta, 305( 0 e 40, ditos de
merii para luto ebcttbaiina, 30 e 40,
calcas de caiemira de cies, 40 50.
60500 e 80, ditas e ditas pnla, para 60,
60300, 80 e 80500, ditas de nial ordita-
rio, 10, 10600, 20 e 205flO.>ra -acatar,
ditas para leto de alpaca de corda-1, eprin-
cesa 30 e 30500, ditas azues para escra-
vos 5C0 rs, ditas de ligedlo de lista
800 rs camisas de ritcado ira fnico do
campo 800 is. e l0. O, para liquidar-s-,
outras muitas roupas Itius qte te \endo
sem reserva depnc. entre osas ronpasfei-
tas, ttm afumas difatt, o que fe
vende mai* barato do qne e: ti annuciado.
GOLLIMIASHARV ACVRAR
Vende-; e goilmhas pan senborjs e me-
ninas 100 e 2(0 rs.
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDARSE
A 500RS.
P.ra liqidar-sfl Ten-lo-fe golinbas de
traspalo, auito boni as 5CO0rs. cada urna.
- N0V1DADE
Rigi-se a todos o deved res da massa
falli'a de Gimos A Silva. cenomin>do
Jardim dsa Dam s, o hvor de vir laldar
sua contas cu debites mais breve ponrvel,
o que assim nlo fi?erser sen nome declarado
por exten8o neste Diario, derijam-s
res da Imperatriz n. 72.
COM VEM LER
Precisa-se follar c m os srgntes Srs a:
negocio qne lhe diz respeito a tets Dterts-
ses, na rua da Imeraliiz n. 72.
Auguro Ferrira Mariiu Ribe n.
Ralbar Marques de Ulivtira.
Jos Tbomaz rio Nascimeoio
Manoel da Costa Trav ssos
Sebastio Antonio de Alboqierqre.
Adelino da Silva Pinto. .
Jo5o Isidoro di Costa Jamboztiro Janor.
Igna Jjs Roberto do Naximento.
Feliciano da Cuaba C de Alboquerque.

Sstes artigos acham-se a venda
casa dos importadores
Shaw, Hawkes C,
hua da Cruz y. 4.

FAZENDAS BARATAS
LOJA DO PAPAGAIO
A' rua da Imperatriz n. 40, esquina do btmr
dos Ferreiros
DE
MENDES a CARVALHO
a3B- aos ttos
que acab.im ds
de sed?.
-
do
Sao finalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparace5;
Dr. Radway A C de Nw-YorLi
Depois de alguus annos, em qe as falsificacoes de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido coceito qo<
estes remedios baviam alcacado por seas maravillosos effeitos conseguiram introduzir
se, illndindo o publico incauto, com nma reduccao de preco, -nhllificando o verdadeirt
mrito destas admiraveis preparacOes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-ae com seos nolfos effeitos, lernbrou-se o autor de fazer a dedaracSo abaixo, e
dar diplomas aos qne ven>!erem os seos legtimos preparados.
Previoa-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparac5es do Dr. Ra-
:iwav s se vendern nos deposites cima declarados e trazem um rotulo igual ao destt
armando.
Sos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymundo Carlos Lei-
te de Irrxo, da tidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sAo os nossos agentet
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no ditb imperio como no reino de Porto
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radway 4 C
(e qoe s3o preparados' no laboratorio do mesm^) dootor na cidade de New-York no5
Estados-Unidos), sen8o das pessas que podem prodozir a presente certificaco e attes
ii;o e que a produzem, subscripta e assignada do Dr. Radwat 4C e dos Srs. Raj
mando Carlos Leite & IrmSo como ao pe. Todos e cada nm dos remedios do Dr. Ra-
twat 4 C s3o companbados de cdulas smclbantes ai que parecem ao p desta cer-
tiScacio.
Examinse bem a asignatura da firma do Dr. Radwat & C. ao p da present
,erti5caco e coupare-se '',om o facsmile as cdulas com todos os frascos e caixiubas.
Radway & C.
CALCADO BARATO
PARA LIQUIDAR
E' pura verdade, e nao desejo de iliudir c m falsos annuncios ao respeitavel
publico.
Na rua do BarSo da Victoria n. 30, (ouU'ora rua Nova) est a queimar-se por
todo preco um variad) e novo sortimento de calcado francez e inglez.
Para senhora.
Para homem.
Para menino.
Para menina.
Rapaziada do
Correi acs borzegoins apropriados esse divertimento e da melhor qualidade,
por metade do custo.
3ap;tos detraaoa portugueses, e marca Chaves.
Aretalho e em porcao por preco muito mais barato que em outra parte.
O propritario deste estabelecimento desejando concluir por todo este mez com
o ca'cado existente, nao consentir que o fregoez retire-se de casa sem deixar dinbeiro,
e para facilitar o grande movimento diario conservar aberto o mesmo estabelecimenot
at as 9 horas da noote.
30=Rua do Barao da Victoria30

cricket.




Os proprietarios deste estabelecimento umico neste generoconvidara ao res-
peitavel publico para concorrer ao mesmo e analysar os variados artigos que existem,
cortos de que encontrado, como sempre, fraaqueza e sinceridade.
AOS APRECIADORES!
Crm'e de Moka, genebra de Hollanda,
-KA\lli:
Par* o r. e eogeaho ver.
Chita, izJida Um eoaiieeida rv*U ?na (orMo,
ni larga qae chita, para r.
59Q 1$. o cavado
Goflbvmr
Granie liquida calcados
So Sarao- Falcao & C, rua do Marqaes de
OModa d. 4i>, pode vender por 8/ botinas para
homem, proprias para a eatacSo, nao io por ?er
roop de ewravn, habito tea VfDd-r^arato, como por ler recebido
na "roa do Crespo n. 20, leja do de sua cnia cerca de .OOO pares de twrzegQ'n?
pelo ultimo vapor procedeote da Europa. Cal?*
-----pr--------------------' ; do in|ler, ola grocsa, ror 8a : s em eaaa de
Couro de bezerro Sanios nleSo A C. rua do Marquei de Oiinda
nUimamentr ?h*?>.lo ^^h-m I I?mw> ^5-
- Muito novo
fo c^ta -de P. P Jstuon A
t,* i '.*
:2i' asSt'5!*!*1 V nje ?e a cai wu n, 16 da rua
Carr.-;a: a tratar em Santo diaro n, 58.
d?
Presontos.
Ditos de fiambre.
l'asteis de differentes qaajidades.
Vinbos do Porto, Clery, Bordea m e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Chartereuse, Aya-Pana, Qrme,
Csco Cbeuva.
etc. tc, etc.
BOl inhos para cha.
. Pitos inglezes.
Doce de f ucta secca.
Dito cryatalisado e em calda.
Cha superior hysson.
Dito dito preto.
Chocalate de superior qualidade.
Para Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro
Amendoas confettadas, papis para sortes de djfferentes qualidades.
AOS EXPERIENTES!
O rerdadeiro vinho di Bairrada, chegado oltimaroente pela barca Gralido.
V m i HHUNI l %
RCfbe se i* e qualijaer eacomme:
com promptidlo e ancio : a ti atar na i aa do impH
racVc<-mo Oo mato, lude
Os novos proprietarios deste bem conhecido estabelecimento,
numerosos freguezes e com especialidade s excellentissimas familia*
receber um novo sortimento de fazendas modernas e de esmerado posto, de sed.*, taa,
linho e algodo, qae venderSo mais barato que qualquer outro eslabelectimnto ; assim
como venderao as i existentes pelo maior preco que encontrarem, liara nSo cumula-
ren! as antigs com as modernas. Portanto, p:evineffl s exceltuiti-Fnras fan.has amigas
da economa domestica que aproveitem a occasiio de, com pequeo di-pendi, pode-
rem refazer-se de qualquer fazenda que precisen).
Declaramos es precos de algnmas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapoloes de i, 5, 6, 7 e at 104000 a p< ca.
' Algodioxinho de 2^500 a 8)J000 a peca.
- Chita a 160 rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a 1(5600.
Uazichas de differentes qualidades de 320 a oOO rs o covado.
Crte3 de percalas com 14 covados a SflOOO.
Dlt )8 de cassas, padrees miudinhos, a #50O.
Alpacas com flores de todas as cores a 100 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor fix'a, a J360 rs. o covaJo.
Corles de cassas com salpiccs de cor a o5i0.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 6?>000.
BalSes de 15a de cores modernas a 4000.
Lencos cliioezes brancos e de cores a 3;J a duzia.
Ditos brancos de cassa a 23 duzia.
Chales de mi rm lisos e eslampados de 2^500 a o*000.
Colchas de fuslo, grandes, brancas, a 0800 e 4^000.
Bramante de linho de 2^500 a 2l(i00 o metro.
AlgodSo enfestado liso e trancado de U a 1/1400.
' Colchas de f Brins de linho de cor de 500 al 800 rsv
Cassas de cores de padroes midos e grados.
Batas de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas de cores a 640 rs o covado.
. Para luto
Princetas pretas a 640, 800 e 1$000.
Laazinbas pret2S a 410 e 500 rs. or&vado.
Cassas pretas a 640 rs. a vira.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5iO, 600 e SCO rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 16200 el J8Q0 o covado.
Meri: i tracados e de cortijo para dilerentes precos.
Outras motlas fazendas, como stjam : atoa'hados do linlo e algodo, guardana-
pos pardos e brancos, algodSo enfeUado l:-o e trancado, bramantes de linho e algodo.
para lencdfcs, cortinados bordados para jan tilas, flapeilas e damascos de txlas as cores.
Offlcina de alfaiate na loja do Papagaio
Alm de haver um grande sortimento de roupa feita de todas as qualidades, tanto
de brins como de casemiras, cal.-as, coiletes e pahtoti. ha um bonito sormento mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estaclo, e cortos de gorgojo para
coiletes.
P*nos Gnos pretos e azne.
Caiemiras pretas muito tinas.
Brins brancos do lihho de ;odas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos coro listras.
Ditos de cores de todas as qualidade?.
Seroulas francezas de linho e algod'io.
Camisas fraocezas e inglezas, bordadas, com pregas, com collarinbo e sen elle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas -de flaoella, brancas e de cores, para csar por biixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de-d paa 8, 10 -ule 18000.
Cullarinlios-e punhos da linho.
Grande sortimento de grava**, mantas do cJa preUs -e de cores, e um especia].
sortimento de popelinas de eres,*j pad.o.s mais modernos que tem vindo ao mer-
cado. ,
''oruscem se amostras oc m^aa se levr pelos ta-xiros.
-
j


.

hhmHH


'*>
Oiaiio de Fernamouco
Quinta (eir 1 Je Junho le 1871.
VENDE-SE
i ;iTum J, s ivjino, navTRd Crui n. 8, 1
ardar, vende algodao szql americanos vecdadoiro
e ureirn* americann n. 3 e 4.
*o a wat cabellos liraneo
Tintura japorre a.
R e nica appm^ada pelas as-academias dt
ciencia, reivnlucida superior a toda que tom ap-
pu-'Cidu al hoje. Deposito.principa/ ra da
.i lie** e eaaa de cnMIeireiro.
Scoiprc a \ova lisperanea!!
AO BELLO SEXO.
Esta loj bem conh.cid.i pela sua elegancia e
npe^pridad de sena objectis, acaba de reecber
rnultos aicos para o qu respeilosamentu convids
o bello sexo a viaia-la, afonde compraren) aquil
lo ijoa procsarni (ara preparo do vestidos toi
lele on tocadores, e matao qual uer nbjecto para
f.izer alguna preznt.-.4poi> quo s5 na Nova E>pe-
ranea tTcarao sal fetns, ja pela q laudado e pre-
osrMoaves, o mes-no por que a Nova Esperan-
za nana-se em uio se impacientar em dar a es-
colhcr os objecioj, prclando-se com o agrado
0R) quo cwln a receber a todos, aSm de que
sa;bam com o (irme proposita de voliarem ou
ir^idarcm a mesma luja, logo que precisem de
qaU i'jer anigo por pqueiu que seja.
f.UVAS !>E PELLICA.
Ricebeu as LMoa a Nova Esperanca para
-humen*, soubora a meninos, sendo brancas e de
11
NOVIOADE.
Bieo de qu pur-preto com branco, a Nova Es-
pranos quem tem 111
Caixas para joias.
A Nova kVporaMi receheu boas caisas de sn-
dalo para -guardar juias.
Fitas largas para cintos.
I', 'CoLcu'a? de umitas qualidades a Nova Espe-
raba.
Para extinguir panos on sardas.
A Nova Esperanca tem leile de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
glcza.
Para refrescar a pello c aformozia-!a.
A Nova Esperanca ra Duque da Caxias n. 63,
ronde verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
A melhore?, e do mais conhecido fabricante,
'.:;.'.) francs como ioglez, estn expostas venda
n,i ra u;jue de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranea.
Extractos, oanha, oleo, sabonotes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e d<> lavando, etc., etc.,
todo Je superior iiuaiidrde : vende-se na Nova
Ejperanea ra Duque de Casias n. 63.
Agora sim !
^ A Nova Esperanca, p. roa Duque de Caxias n-
fll recetan -un linidu sortimento de laS para bor.
car, rindo as cores mais p'ocuradas, bracea, pre-
ta. escarale el--, etc. a Hila antes quo se a?ahe I
Tabellas Vermfugas
Este medicarneetu o nico que pelo seu boill
aroma e fosto agradavel se torna o rnais propno
para expulsan da. looibngas. E' fcil de tomar
r->r joe o s.'u ^-.tu igual ao do chocolate, e de
; rmplo effeito
DEPOSITO
Pharmacia amorcena de Pcrreka Maia & C, roa
Do-iua do C-xias n. 87.
LIQUIDAAO
NA
LOJA E MiM
NA RA DA IMERATEIZ 60-
DE
>w
FLIX PEREIBA BA SILVA & C.
Os propietarios dest-4 graode estabe'.ecieoento tendo em ser Dina avultada porclo de
fazenda, e tendo continuado a receber por lodos os vaprese navios immeosa poreSe
Jas mismas, tem revivido f.zer urna GRANDE LIQl'IDACAO, afina de deminuir o grao-
de deposito e ap irar DINHERO. De todas as fazeadas que se rende baratissimo se d3o
as amostras, ficande penbor oo te mandam levar em casa das Exmas. familias, assim como
as pe-soas que negocia m em meoor escala, n'este esta e'ecimento se poderlo sor .ir ea
pequeas pcrrDes pelos mesmos preces que comprara as casas exportadoras.
SITIO
VajaVee no, simado do Arraial, beeco do
MMAeo, easa nova toda eovidracada, eom
casa bsnboreaciob%com muito bin agua, e
bomba ; tem quinheoios e tantos p> dt alvorados
aovo, UUdas de maracoja-ass, o terreno pro-
prio e torna-se reeommandavel por ser parir do
novo tamal para Deberibe : tratar no trapiche
o caes do Ramos n. 4, da* 10 horas da maohia
as 3 di tarde, ou no mencionado sitio.
Vende-se um carro americano, multo .leve,
elegante, muito bem pintado e forrado : i ver
oa ra d* Florentina na ffflcina-de Mr Grosjean;
onde se dir com quem se de ve tratar.________
Yetado-ae dois bois mansos, novo e gordos :
p/Ofr'm para carroca : quem precisar dirija-se
a estrada do Rosarinho n. 8, ou a ra Duque de
Caias n. SO, an iga do Queimado n. 6.
ORA%IIE
'Je alcalruoo
appKcado com grande
Jabnele
K-ie nov) preparado e
ipriiveitarjipnl > contra as molestia de pele chro
nica e rel-cld-s tmpigan, manchas escuras ou
piiin i- q e v,-..i ao i jtto e peito, b.-rbuihas, sar-
na. lepra a co:>)lchbes, mesmo aquellas que em
"1|1; |i -;"'s oVli-aias do coreo tanto morlificam,
"lli tul? o ujo c Hilitiuado de-te sabmetecon-
i" p ra tornar a palie assi mimosa. E' Igoal-
Be elUcar para aniaeiar a pelle do rosto ou
i.- i .r: s i). corpo, que por motivo de erysi
,.s tc 'o speras o escamosas. Preco de cada
' l>V0 r i::i dtinia se ar abatimento.
Bu :,: -im em Peroamoiico, pharmaca ame-
Krr.ia iiaia & C, ra Du^ue deGaxias
P r:i i (l.i Q-ieinudo.
S (\
fl
_;:: i
VI
ii
113H
vt r Ilt II
lilil!) U
Di
DAGO
neo deposito
lharmncii americana
Ftrreir Maia .# C, ra Du-
quH de "Caxiis n. 57, anti-
K^ *:(i Qaeimfl-'o.
de
CE
O verdadeiro portland.
ra Jrf i Mariios S se vende na
22, armazem de
A' n<: do U>nimecio nu-
mero 10
No escriptoriode Jas Joaqaim di Costa Maia
ha p3ia vendr maia bar;-tj do que -em uulra
q i i r parte :
da Pi rto particular era caixas.
Dito ci .1.1 d- Pasto dem.
D:lo rerde Jo dito idim.
i. o Figueira em barra
Dil' da H .irit!u em anc retas.
Vonle-se -c.* cmn larinha de mandioca, me-
diudo 18 cui.::, p-.'l-.i barati simo prego de 58 cada
sacco ; na raa ao Hji'i|uex de- Olmda n. '40, es-
cr:|i. rn>.
A' cheg (!' de su ai magestades
CI ta f: .i (?. s fioas a 200. 220, 2i0, 260. 2f0
i i ,: v.,Jo; c,:iibraias de cor maiu> flaas
a i 'i, 1 zeuda i!o SOJ e C40 rs.; Haziohas com li.-tas
di seda 500 rs.; pecas de" madapalo largo a 4
."i j, tij i '.C0 e fiuissimo a 8 ; popelinas d
- la i S30O, i5"iC0, 1*0(0 e 2 o covado ; ricas
Baias boi :,idas j fritas a 4 e outras n.uitas fa-
z nas que foram arrematadas cm leiliio da casa
da na di) Crespo q le peino fogo dos Srs. Costa &
Casti ip tft so rendem por pr.Qis baratissi-
Di p.n acamf, vejara e admiren) I a Norma em
s u magnifico i rtmenlo de fazeudas finas nada
(1 lixam s deseiar, e como ter.lia por norma venier
Rafal % ^fi o de conquistar o b-llo sexo da Venera.
Americana ni s'.-i pela barateza da suasfazen-
(!,.-, iu ge pelas .armo .i Sai notas desua msica
l mpanbsda a eottpasto pelo habilitado pessoal de
q te o importa, de forma q:ie duas Itrcas partes
:a. convidas etn nao comprar mais
em GQlt) I ja, faltatid i a ii as urna terca parto
para completo triumpho na Norma.
O ?rrr"z ni da Norma a ra do Darao da Vio-
loria n, 18, e uina de Sanio Amaro de Montoiro
d.< Cuiiha & C.
PARA LUGTO
O PaiSo tem um grande sortimento de
fazeudas pretis para loeto, como seja : 15a-
siuhas linas para vestidos 400 e 440 rs.,
merino muito leve para vestidos e roupas
para horoens 2,5 e 2A2O0, alpacas com
lavjires brancos, cassas pretas lisas e eom
braocos, bombazinas pretas, cantoes. e ou-
tras muitas tizendas todas proprias-para
lulo, que se vende mais bsrato qus em
oulra qualquer parte.
CHITAS DE CORES
O Pava (em rebebido grandes sortimen-
tos de cbitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambem grande sortiment dts
mais delicadas percalles miudiqbas proprias
para vestidos e roupraa de enancas, % vea-
de-:e por menos do qoe em outra qnalqoer
parte, oa ra da Imperatrizn. 60. -
LENgoS BRACOS A DUZ1A 3fOO
OPav3ovende floi sitnos lencos brancos
i embanhades, etu duzia pelo barato pre^o
de 3/5'JOO, e outras omitas qualidides, tanto
de su5o como de cambraia de linho, e
cneze's.
Imillas do Porto a 10,5000 a duzia .
O PavJo vende su eriores toalba3 para
rosto, sendo de linho do Porta 10^000,
ditas de f-oco fazenda muil) boa 12)5000
n duzia, ditas coakhoadas a 7?500 duzia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 3I0C0
O Par3o vende colchas brancas de fjstSo
sendo btstante grandes pelo barato preco
de 3)5000, dtas de cores muito flaas ...
76000, ditas muit graudes brancas e fus-
t5a e muito encorpadas 6,5000," ditas de
croxet, proprias paracamade noiva 15^.
ORGANDYS BRANCO
O PavSo recebeu os mais finos e delicados
organdys brancos para vestido, sendo todos
com lavore; miudmhos, e vende se pelo
barato preco de 800 e 1,500 i rs. a vara,
fazenda que vale muito mais Minbeiro.
GUARDA BAMIA
O Pa'-o vende urna grande porco de
pann s de crochet pronrios para encost de
cadeiras, tanto de brago como de guarnic3o,
ditas para encost de sof, ditas paracobrir
pian s, asijQ como ditos redondos para co
brir dietenles movis ou outros q aesquer
objactos, e pode-se vender por menoi do
que em outra qualquer parte, atlendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO* A 21500
O Pavao vende chales de merino muito
grandes e encorpalos 28500, ditos
tmitHo de chineze 2500, ditos pelos
de retida o m 4 pomas 20000.
, CHALES PliElOS BORDADOS
O Pa\ci vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos era largas franjas de rclroz, e vende
por menos do que em oulra qnalquer f arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
menores camisas oghuas e francezas com
peito* di linho para todos o preps e qua-
li ades, assim como ditas de ditos de
algodio para lodos os preces e lamanbos,
teudo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimenle tamban se vende c.roulas
de liaho e algodso, tendo para todos os
Pe:os, assim como metas cruas ingUzas
para homens e meoiiiQi, que ludo se veade
por prejo muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pv3o tem cnstantemepte um gande
sorttmcLtodus malhores coitinados corda-
dos para camas e ja;,ella?, que vende-se de
8|000 at aanai rico qoe costana a vir
n'tste genero, assim cemoboni.tas cambraias
adamascadas, t3n'o tapaJas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, clona-
da crochit, damasco parac:mas de noiva.s
e cortinas, e reode-;e no B-zir eo Pav3o.
' LAAS1NHAS BARATAS
O Pavao tem um g ande sortirtento das
mais bonitas I3asinhas para vasli :os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
jrincip anlo da 200 rs. para cima; porm
to grande a quantidade que saria enfa-
donna especificar qnali lado por qualidaie,
s a vista o freguez e da3 amostras se lhe
venderSo por precos 12o cmodos que
engue a deixu oe fizer um vestido de
15a pjr t3o pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORQO 640 R8,
O PvSo vende as mais linlas alpacas de
cordrfo para vestidos e roupas de criancas
pelo barato treco de 610 rs. o covado,
dua? fioissimas cornos mais liochs lavoree
imitacao de agr anas 8i O n. o cuvado, Der,a> sendo fazenda muiu encorpada pelo
bm'tos glaci com d.-licadas cores e las- barajo-preco da 8 Ors. o ovado.
ALFAIATE
qoe se encarrega de exeentsr qua'quer en-
commeoda da sua arte ventada do fre-
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimento e promette servir bem-a todos
os fregnezes que Ibe bonrarem a sai cata.
ALGODOSINHO A 31500 A PECA
O Pav3o vende pecas d'algodSosinbo de
muito boa qualida-ie, tendo 20 jardaa eada
pe, pelo barato preeo de 30500, dito mui-
to largo e escarpado i 60000, dito o me-
Ihor que tem visdo ao mercado, muito en
cornado e largo para lencoes, pelo barato
preco de 64500, grande pacbinchaT
MADAPOLAO A 40000 E 40500
O Pavao vende pecas de madapo.ao com
24 jardas, sendo f.izeada muito superior
pelo barato preg de 40500, di ai com as
reesnas jardas a 4SOO0, ditas finissimas a
50500, 60000. 70500 e 80000. pecbincha.
MADAPOLAO FRANCEZ A 100
O Pavao vende tecas de fiaissimomada-
poln verdadeiramente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baratissimo preco
de 100000 peca, sendo fazeoda que sem-
pre se renden 140000, e liqui la-se por
este barato preco por estar alg .ma cousa
en^bqvalbada na pona de fra.
ALGODAOSINHOENFESTADO A 10 10280
O Pavao vende verdadeiro algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largura e
'cuito eneorpado, proprio para lencoes
70000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e moilo eneorpado t02*D.
BRAMANTES PAKA LENCOES A 2#4QO 2*8003,5
O Pavio ve.ida o verdadeiro bramante de
linho tendo 10 palmos de largura, qoe ape.
as precisa para umUncol urna vara erma
quarta, pelo barato preco de 20400 vara,
dito melhor de 208 O e 30000, tendo at
do melhor que vem ao mercado 30500
e 40000, assim como crotones fortes para
lencoss, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largara 200 rs.
o metro, e bramante d'algodSo coma mes-
ma largura 10800.
SAIAS BORDADAS A 40500 E 60009
O Pavao vende grande pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
40500 e 60000, sendo fazenda que se.
veodeu-se p r 80 e 100000. v.
FasMdas para saias a 10200, 10280 e^ .
O Pa ilo vende superior fazenda boina
ajeom pregas proprias para saias, ljJ200,
10280 e i05(0a vara, sendo preciso para
urna saia apenas 3 varas cu 3 t.
Aos 3000 corles de eambraia a 203O
O Puvo vende urna grande pore5o do
nortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listriabas de
corra tosidas e n3o estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 20500, cada corte,
fazenda- que vale muito mais.
Aes 2000 cortes de cambraias bordadas a 50O9
O Pavio vende uina gande quantidade
de cortes di cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenos mais
lindos e mais vistosos que ten viado ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e cm. muia fazenda paca um ves-
tido, eliquida-sa pelo baratssiini preci de
50000, sendo fazeoda de mu to maior va-
lor, granda pechincb*.
CAMBRAIAS
O PavJo veae grande quantidade de pe-
as de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, taado de 30 a peca at i mais
tina qoe vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavao venda chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pecbicc'a.
LAASINHAA 160 RS. O CO/ADJ
O Pavao vende bonitaslaasinbas transpa-
rentes pelo barato preco daloO rs o cava-
do, pa:hincba na ra da Imjeratriz o. 60
cortes de cassa a 20500
0Pav5j vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em sea papel, pelo
barato preco de 20800 o corte, ditos muito
lindas 30000, pecbincha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADQ
O PavSo veade bonitas cssas d cores
para vestidos, pelo barato preco de 20 rs.
o covado ditas fiaissimas com os desenhos
raois modernos que'tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Pa-ao vend fioissimos cretooes escu-
roa matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre.o de 640 rs. o
covao, ditos de fl,roos, proprios pira co-
COM TOQUE DE CUP1M.
Brira pardo lino cura pequeo toque de cupim
oa oorela, a 400 rs. o eorad,>, peehiucha : na
ra o Crtpo n. 20, toja do (uilheriae.
lnjecflo ammina.
KepeHatldade dos pharnaeenti-
eos Ferrelra Hala & c .
Esta injeeeio composta especialmente para a
cura das purgares antigs ou modernas, oi com
feliz resaltado erisaiada pelvs mais habis < r,- <
?hecidos medico?, e por elles cooflrmado ser esta
njeccao a nica qoe radicalmente cura em menos
lempo qualquer agncrrba oa purgacao antigaw
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas ou flores brancas,
ejoar sejam antigs on modernas.
DEPOSITO
Na pbarmacia americana, ra Duque de Caxias
numero 67.
w Em csade THiODORO PHK1STUN
SEN, roa da Croa n. 18*. eocontram-se
effectivamante todas as qnatidades de vinbo
Bordeeai, Bon/gagae e do Rheno.


'>
**

%

spo
nico legalmente autorisado e approva^o
pelo conselho de sade.
UM1C0 DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.
34Ra larga do Rosario34.
mwmmmmmmm
Npa VISTO
S na toja do barateiro, ruado Cre
n. f, junto ao argo de Santo Antonio.
Algoo amricano com um pequeo
tcoue d araria a 5< a peca.
Madapolao fino, idem a Si a peca.
Cbitas finas, fazenda boa a 2iO e 260
rs o corado
lleni dem idem a 280 rs. o corado.
S o barateiro, ma do Crespo n. 1.
Brins pardos trancados a 3iO res o co- H
vado.
rl Ditos decores trancados superiores aja]
* 700 n. a vara.
Cambraias de cores fixas a 260 rs. o
covado.
Chitas finas, padroe3 modernos a 360
| e 40J rs. o corado.
Pecas dte Cambraia transparente e ta-
pada, com 10 jardas a 4
dem ganga para coberta a 380 rs. o
covado.
Cambraia suissa transparente, fazenda
I fina cora 10 jirdas a 2/800 a pee,..
f Pe?ag de madapolao Irancez, faaenda
* fina com 20 varas, a 7*500, 8/ e 9*.
Pecas de briloantina branca com 18
I covados a. 5|.
Catubrata-para cortinado com 20 varas
M pelo barato preco de 8* a peca.
S na loja do Barateiro I
Tualhas de linhp, fazenda fina a 7 a
| duzia.
M*8 Excellente damasco de 4aa com 8 pal-
mos de largura, faienda de 5f, que ven-
I de-se a 2.
Lencos bran? is a laiOO a duzia.
Chafes de tarlatana bordados 2300.
f Lencos de cambraia de linho, fazenda |
0 fina, ja abanhalos a 7JS a duzia.
Sil Ditos de exguiao de linho a 4/500 e 5/
Jg a duzia.
E um variado sortimento de fazendas
3 de todas as qualidades, que vendem por
1 muito limitados precos.
S na loja do Barateiro, ra do Crespo
n. 1, junto ao arco de Santo Atonio.
*mmimm
TiHirniiiih
20-RUA DA MPERATRB-20
!

FARIA te LESSA
Os propnetarios deste novo eshbelecimento vem participar ao respeitavel publico
e com especialidade s excellenlissimas familias, que tendo comprado um bello sorti-
mento de fazendas de todas as qualidades, estpo resolvidos a vende-las por precos'os
mais razoaveis possiveis para vender muito.
Popelinas de seda, fazenda nova, a 20.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica-
mente enfeitados, a 1C5 e 200.
Basquinas de seda de 10,-), .180 e 200.
Superiores gtosdenaples preto de 10800
a 50 o covado.
.Grenedines de seda a 10100 o covado.
Completo sortimento de las e alpacas
de cores, o que ba de mais gostu, de 640
rs. a 10.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Dit*a victorias de 30500 a 90 a peca
Ditas transparentes de 30500 a 100 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita phantasia, a
100.
Ditos ditos tambem de listas a 40500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 20500.
Pecas de babados bordados, de todas as
larguras, o que ba de melhor e mais gosto.
Panno trancado e liso para toalhas, com
9 palmos de largura vara a 10500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
50.
Toalbas felpudas para rosto duzia 90.
Ditas lisas para rosto duzia 70 e 90.
Pegas de hamburgo superior a 905G0.
Pannos de ebroebel para cadeiras e so-
f*.
Tapetes de todos os lamanbos e n/ecos.
Sort ment completo de meias para se-
nhoras e homens.
Grande variedade 6a cbitas e para todos
os preces, ,
Madapolio francez superior a 70500 a
peca.
Sortimento da madapolio de 80500,
40500, 50, 60 a 66500.
Cortes de cambraia bordada 30, gran*
de pecbincha.
Cortinados bordados para camas e janel-
las.
Camizinhas e corpinhos brancos para se-
nbora a 30 cada um.
Panno de linho abretanhado, fatenda
propria para seroulas, lencoes, toalhas e
outras muitas coosas, pecas com 20 varas
por 90500.
Bramante de linho para todos os pro-
cos.

Todas estas fazendas s5o grandes pechinchas vista do preco.
i'
ai
irosa* como se la 10G0Q o covado, e ou-
tras murtas fazendas de go;lo e luso para
vestido, na ra da Inperatrfz n. 9o.
POUPELINAS
O Pavao recebeo as mais delicadas e me-
hores poupelims de seda para vest Je s,
Basquinas on rasaqu'nbos a 200 e 25 j
i tfavo vende basq-iioas oucasaqiinhos
de seda prt tos ricapwnte enfeitados, pelo
baratissimo prtgde"200 e 250O:O, sendo
muito modernos, assim cono ditos de cro-
chet e reudas pretas que se vendem muito
com os mais molernos lovores, e outaaj li- Va. coql'* Da rna da lanperatriz n. 60.
108"ors, ii'COii?.
O Razar Victoria, na ra do Bro da Victoria
(inti|i ra Nora) n. 2, receben um rico sortimen-
to de flt.js !>jrdadas para dil.roetes caos e oara a
f .-la .,
zas cjm as cores mais novas que tem \.n 'o-,
e vende-3 20UOO cada c vado, assim
como del cadas sedas de listinhas, tanto
para vesli los de senhoras como de meiaas,
q vende-se 20 SE1US DE COB
O P.i\3 > tem constaiitemente um bonito
sortiment) djcotiase Rrosieifaples de to-
das as cores, que vende-se em conta.
ROUPAS. PARA HOMNS
O Pdvo temcnstantenen/e um grande
sortimento de roopa, lauto de pann > como
de biiaa br^no e dacres, da case-
homens e"mboTs, vendeo po7pre^T"iT iob mira$' ^ri todos 8 PreCOS e qaaltdades,
nheeidos'. na toja, da jefasEsmeraldara Ifl tambem* se manda fazer qualquer peca de
I obra c>m tjdo aceio e proaptidao, par o
que se.tem om perito
RELOGIO
co ouro e prata
dosi brieanles mais credjiados da Europa, o
melhor quo se roJe de-ejar neste gepero, para
Moreira Daartj & C.
Cuitas eotraacadas aaracoberlis a 360 rs. o corado
O Pavao vente chitas entraadas com
delicados desenbos para cobertas ou c ni-
nas de cores fixas, sendo fazeniamoito en-
corpada pelo barato prende 360 o cooaJO.
ESPlRTlLUOS A 40530
0 Pavao vende os raais modernos e nv-
Ihores e.pariilhos, tenio de.lodn03 ta-
manhos, pelo bartqj)re^Bja|
CA~
O Pav5o vede
de delicadas cas
das de 19a e uad|
pnas para homer
ditas mais eLcorpadjM
duas larguras, quesi
possivel, na ra oa Impera
Pavilhao da Aurora.
Ra da Imperatriz n. 2
O doae deste grande e acreditado cstabeleci-
mentn de fazendas flaas de todas as qualidades,
avisa a seus numeroso* fregares qua acaba de
receber ura g ande sortimento da vestidos de cam-
oraias brancas bordadas fias"para senhora, o
quaes vende mnito barato, assim como outras
muitas faxtndas de muito bom gosto, as quaes
fez grande reduccao de precos para raen:*, aflm
de vender mais barato de que
parte.
GKANLE
oc engenhos
vende-se
Liquidado
imento
to-
! DS
I FazeudisjmraS. Joao
; A'Pacas de listras e flores faz,enda una,
a 000 rs, la as de cores a 400 rs. o covado
cambraias de cores a 200, 2iO e 280 rs.
=OVi,do, chitas claras e escuras a 200 e
zw es., percalas miudiulias a 240 e 280
rs. o covado,.chales de m-rin liso a 2i,
ditos estampados a 4#, tfSiX) e 54, ditos
Anos a 6/, madapolao a 3*200, 4, 4oC0
e 5 a pega, dito largo a 5^300 e 6,
dito eiepbinje flno a 7# e 8f a peca. rt.
ts de algodao a 3/ 3*500, j e 4300
bnm pardo de lioho a 280 rs. o covado
[9 lio corte, algodo de ti ira proiirij
para r.mpa da e.-cravos a ICO rs. 0 cova-
do, toalhas elpuias a 84 e 11/ a duzia
cambraia branca fina a 24500, dita victo-
ria Una a 44, 4K00 < 54 a peca, chias
para coberta a 24Q rs. o covado, lencos
de cassa fjqoi com barra de cor a I450
a duzta/litos brancos abanhados a 1*600
rs., 24. 4300 o 34 a duzia, Sitos cliene-
s a 24300 a duzia.; de todas estas fa-
zendas dio-se amoftras com peohor,
roa Duque de CaxiSs n. 29, esquina oue
folla para o pateo de Pedro II.
PARA LIQUIDAR
tmo CADA. UM
bos de faia, sendo 03 machados de ac muito bom, proprios para caminas
j ra Novan. H.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha: ra Nova, armazem n. II.
Fregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barr&as, a 80 rs. a libra: ra Nova, armazem
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueros, ou ootro qualquer
tntster. com toque de ferrugem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 84 a caixa com 153
i, armazem n. 11.
, t VELOCIPEDES
com anas rodas, proprios para bomem, a 20, cada om. u de graca,. mandando-os vic
cuslam.150^ cada um : vende-se ra Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
.sendo de madeira. proprios para prender a roopa que se bota a seccar em cordas, a
240 rs. a duzia ou 60 a caixa com 36 duzias. E'dar, n3o vender: ra Nov
n. 11.
para :\<.:\iio
um recebedor e condoctor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se quizer, economtsando o trabalho de duas pessoas. E* talvez o nico que existe
nesta provincia: vende-se muito barato, ra Nova n. U.
$
**
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta especial e excellonte tin-
ta pela sua boa qulidade, fluidez e dar cao, co-
m. a melnor e mais inalteravel tinta que se co-
nhf ce. M) ataca as penoas d'aco e d tres e*-
fellentes copias. E" prefenvel a qualquer oulra
tinta para os que carecam de longa duracao.
UN4CO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferrcira Maia & C,
ra Duque de Oaxias'n. 73, antica do Queimado
. PERNAMBUCO. v
a*
Licor de alcatrao de Guyot a 1CO0 o
frasco.
Para cora de cstharros da bexiga, vias urina-
rias, pnlmSes ete. Vende-se na botica Popular da
ra da Impprxriz n. 77. ________________
J1NH6 COLLARES
Veee-.'e o verdadeiro vmho de Collares, viada
e documentos^ ltimamente telo vapor Ofinda, em barril de de-
J cimo : na roa da Madre de Dens o. 28.
ATTECAO
imi
Vende-se
violdjs, violas e gnilarras mnito bem feitas, lano
1 m grosso como a retalho : na fabrica da ra da
Roda n. 39. _
Cimento portland
Vende-se o verdadeiro Cimento Portland : no
largo da Alfandega, armazem do Anaes.
Vende se feij-j preto novo a 14 o meto deea-
liir- e ceblas novas cm reste a 000 rs. o ceoto, e
74500 o milheiro-: na raa de Pedro, Alfonso n. 4
(amiga roa da Praia).
Cadeiras
Novo sortimento de cadeiras francezas da faia
ao natural a imiticao de Jacaranda, mogno, etc.:
nos irmazens de Tasso Irfliaos & C., no Caes de.
Apollo jontt a ponte provisoria.
i
; J
:
X

.
r


Sfl
tm
iV


Diaria de I'ernambuco Ju Quinte eir 1 de Junho de 191 i.
ATTENCAO
Ao armazem do
Vapor Fraucez,
ra do llar So
da Victoria(ou-
tr'ora rae So-
a. 9.
.% arniazem do
Vapor Franccz,
ra do Ha rao
da Victoria (ou-
va) n. 9.
Perfumaras* quinquilharias o brin-
quedos para meninos.
Acabaa de chegar novas faluras com importante sortmento dos artigos abaixo
mencionados a presos mais resumido que possivel.
r i
calca no
Botinas para senhorasdoraque branco,
preto e de outras omitas cores escolbidas
do ultimo cot-) da moda..
Botinas para meninas igual sortmento.
Sapatinhos e salto para senhoraduraqoe
pretj, branco e de cores, e de conro de lus-
tro,
Botinhas para criancas, proprias de bap-
tfsados.
Botinas de diverjas qualidades para ho-
msm.
Botas russianas para montara, tanto in-
gieras te couro da Russia para viagem,
como franeeza da Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meias pereeiras para meninos de 10 a 6
an ios.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro cora sola de
ma eir, proprios para banbos.
Sapatos de borncba para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de difTerenf.es modelos,
mu o bons e fortes para uiu-uuos e meui
as.
Sapatos de tapete, avellanados, Charlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
homens, -nhoras e meninas.

Prfin
1
'
imanas.
Extractos fino?, banbaa, cosmticos, leos,
opia *, aguas de Cologne em garrafas de
crystal para >re?entes, agua divina, agua
florida, dentifrce lavande, aga de toilet,
tintura para barba e cabellos, pomada hon-
groise para bi judos, pos de arres e sabo -
netes, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Wver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
quartos e gabinetes.
Leques pan senhoras e meninas.
Jolas, de otfro, brincos, traoselins, pul-
seiras, s-^loes de punbos, de abertura, cor-
rentes e chaves i* reiogio, tudo de ouro
bomdelei.
Brincos de plaqu iraitacao de ouro.
Gorrentes para relogio.
Abctoadnras para colletes e para punhos.
Al boas de vdl.udo e marroquia para re-
tratos.
Mammaeiras de /idro para enancas.
CaixinhM de costura, novos modelos com
mostea, proprias para presentes.
uacrrinhos dourados para retratos,
aneas e sapatinhos de lia para criancas.
Capetras para noivas e para pastoras de
pre opios
Caixinbas com vidros de, augmeito para '
ver-se em ponto grande a' pfcotographie
dos retratos.
Ps de vtdfe para pianos.
Thesom hiaas para eos ora e ostias.
Boldakat de seda e de velado.
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costara.
Cesas d'arame pratiado para frutase
pao a rne Ricos artigos de phantasia necessartos
para toilhetes e proprios do presentes.-
Jarros)? bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mni Jelicados.
Quadros promptoo para collocar vistas.
Molduras dourada para qua iros. (
Estampas de bellas paysagens de cida- .
des. do figuras e de sanios.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de dar se corda.
Pooteiras de espuma para cigarros e cha I
rntos. ;
Gravatas de stda pretas e de cores. (
Bengalas de cana com castes de marfim. i
Ditas de baleia, junco e de umitas quali-
dade. j
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabillo e para
den tes.
Lunetas ou pencinez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata donrada e de ac.
Reverbero transparente para eaudieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperma-
ce te.
Cordas para violao.
Port-pratos para mesa.
Caixinbas de diversos modelos e procos.
bjectos novos de mgicas o raelhor pos-
sivel, para divertir menino;.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ibas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem. @
Ditos de muilos modelos, de junco e de '"
baleias.
Luvas
cores.
Ditas de rama rea aroarellas.
Machinas para lazer cafe.
Globos de papel de cores para Ilumina-
es de festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, vlsporas,
rodetes, bagatela e outros jogos alenles.
Esterioseopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordions de todos os ta-
manhos e novos modelos com trmulos;
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanho:, com
drfferentes vistas mu pitorescas.
Brinquedos
O maior sortmento que se pode desejar
de todasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para ntrete-
monto das enancas.

Grande lQuida^o de
fosen da?.
Lindas cassas de c6*ts,Nienda-de 800
rs. a vara a 280 o eovd. "
| CbMas franceas de HX) a 220 e ftO o
S covado.
Lass Je coros poli Je ehevre, alpacas
| lisas e baregos a 600 e 600 o cavado.
Corte de cassas de cores a Amelle a
W000.
Ditode chita percal*.
ID.tos de tgmbraia branca bordados a
agnlha a f joTO.faz-uda de 103
Camisas para senhora a 2*500 ou 29J
aduzia.
Ditas ingieras para homens a 4*000
[ txcellente fazendn
IServicos para mesa, compostos de ama
grsnde toalha e 12 guardanapos.
Chapeos brancos de castor a 7*/S
Coito* do cajemirss de cores de liados :
ltttos e exct'llcnt; qualidade a 4 J04| e '
8*300.
Cortes de gnrgnrao para crlete, pre-
los e de cores a 3*300.
Ditos de velludo para dito a 4 J.
Lerdos de ca-sa barrados a 2*200 rs. i
* a duzia.
Sedas lisas de cores a 1*800 o covado. i
Chapeos prctos de pello de excelle'nte
i qnaddde a 7*.
[ Bxcelltnto algodo trincado de Mrt'ei, \
i fazi-ula superior ao da Baha propri pa- j
j ra roupa de escravo* a 440 a vara ; re- 1
i con mendamos esta fazenda aos seohores I
I de engenlio.
Cortps de organly branco com 10 jar- 1
[ das a 5*000. i
I Odones de lindes padrSes a 380 rs. o a
covado. )
I E outros multo? artigos que seria en- 1
i fadonbo innumerar, poim que corno os o
i j mencionados vendea os barato nao I
olhando o precn.
Leja de fazendas de Antonio de Moura a
Rolin A C. ra do Duque ,Je C'.xias 8
amiga do Qaeimado n. 73.
Grande.
Na ra do i
SSsH
1
Loja
Lias de cores tu
'amato
vara.

2300v,
Chitas tora, e escaiss a 160, 200 e 240 o co
vado
Ditas riseados prtHsfaoos i 180 o covado.
Ditas ehioezas para coberta vMO o covado.
Lambraias, organdys miadas Oe 280 o eb-
Das bordadas brancas e de ores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 3* a peca.
Ditas brancas com Wvaras, a 3*000 e 3*500
apecj.
Dita Victoria, a 4* a-pee.
Mns'ulina branca, a 4Wr.o.eovado.
Madapolo franeez, a 6* a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. 5*, 6*
e7* f peca.
Algodosi'jho a 3*, 3*500 e i* a peca.
Alpaca de cor com listas, falcada superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, cora fl /res miudas matisadas a
500 is. o covado.
Dita preta cos fbr bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Dias de cores padrSes miados e modernos a 360
rs. O covado.
Lencos de cassa com barra de cor a 120 r?.
cada um.
Ditos rfe linho enbainhados 4* a dozia.
Chil, fazenda bem conheeida pela Fna fortidSo,
oais larga quo chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a U500 o covado
Cortes de casemira de. cor, 3*fC0, 4* e F*.
Cortes de nreia rasemira, a 1*C0.
Casineta preta e de cr, a 500 rs. o covado.
Ganga amarclia lisa e de li.-ta, a 320 rs. o co-
vado.
Algodlo iargo morca T a 5* a peca.
Da-?e amostras com penhor.
ATTlUCiO
Raada Imperatriz 13 A
DE
JQAQUIM BEZERHA PESSOA & C.
de fio de Escocia brancas, e de f^v-
i Fazendas baratas S
RA DO CRESPO N. 25
| Loja de
I Manoel D'qs Xavier, {g
B GROSDENAPLE braBeo a 1*000 o co- I
a** vade.,
< HALES chin- zea de cores a i*.
BR COLCHAS adamascadas de ce res a Btf
H 3*000.
MADAPOLO com 20 varas a 2*500. :
jgg ALGODAOZINHO a 3* a peca.
S CAMBHAIAS finas de cores a 240 rs. 2
HB o covado.
B C -UTAS de cores a 160 e 200 rs. o 1
S covado.
M CHALES de merino de cores a 2*500. |
9g ALPACAS de cores a 320 rs. o covado 195
Cortes de laa com 14 covados a 3*.
m MANGUnoS bordados a 800 ti. o par. I
M CAMBHAIAS transparentes a 2*800 a BE
I pffJi.
BU Com penhor se dio as amostras.
i

Luvas de pelliea
Grande sortinaento de luvas de pelliea das rrre-
ihores que tem viodo ao mercado, pretas, brancas,
ede cores para bomera senhora, grande sorti-
tnento de faxendas ftaae e grossar, miudezae, per-
lumarias, quinquitbarias, chapees para sol e ca-
i>eca, cajeado, porcellana e tojn$a, crystaes vi-
dros, oleados para forro de cirro, ricas mobilias
de jacaraad a Laiz XV, ricos lavatorios com
pedra marwore e espelho ; vende se tudo por toa-
ratissisaos prec/is, tanto a relalhe ;onw em porcio.
i3-A DA IMPERATaiZ-15
luyeses & Irmu.
A conctair a Ma liquida{3o veode por preco
commodo a casa terrea na roa Imperial n.
66, a trata,na roa o Mrquez de Olinda
no respectivo escriplorio a. 49.
Veode-se a casa terrea da ra de S. Joao n
26 : a tratar na meema roa n. 7.
CHTA PRETA
Peca de chit preta forte com 35 covados a 4/,
dita lina a 200 rs. o covado, pecbinena : a rna
do Crespo n. 20, loja do Giiilherme.
iiBiiits;
10 i a- i cl3
B a ti m S' 5-5.S- w

2 a a, ?

og--
3 o, 2
3
*3
>

SlfcfPito. 2n
0.3 M
110
a. E =.- S- J S. ( Q"
1 Joaquim Jo? Gun^atves Belirio tem para
vender no feu escriptorio a ra do Cimmercio n.
(o, os gneros abaixo notados, que veode mais bi^
rato do que em oulra qaalquer parte :
At-itonss em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cat muido em mas-os de 1 libra.
Chapeos do Chile d boa qualidade.
Ccgoac marca martol frres.
Eoxadas.
Farinha de maodkea de Santa Citharina, sac-
eos de I e f alqueires.
Dita da Bibia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Babia em novellos.
Ponces.
Maxados. sM
iVozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para den'es. .
[N Pregos sortidos.
Pnno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
Rplba*.
Rap popolar da Baha.
Botim era fardo*.
Retroz dos melhcres fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranbao.
Tabaco si monte da Babia.
Verniz copal.
V)niw do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
Dito de dito (ni barris, proprio para engarrafar.
Dito rrruscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em caixas de urna duzia.
Pilo de caj em caixas de urna dozia.________
\\m IMAOSU
Tem i venda em seus rmateos, alera de oatros
utifo de sea neg- io regular, os segrales, que
venden' por preces mais mdicos que em oa-
m lMer (rarte : '
de pioho aJmoladadas.
torra para cerca.
ta'India para cama e forrar salas.
CAROS de barro franeez para esgoto.
GESSO superior em porcSes e a contento.
CBMBNTu de todas as qualidades.
MACHINAS de descaro^ar algodo.
LONAS e briozoes da Raseia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
TOGOES americanos muito bons e econmicos. ? I
VINHO de Bordeanx.
OOGNAC superior de Gautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.
Attenpao
Vende-se wn cavallo ru<;o, de bonita figura,
grande e andador : a tratar na ra Augusta n. 98,
e para ver na'cocbeira defronte da estadio da es-
trada de ferro de S. Franasco. 1
Libras sterliaas.
Vende-se no a ritme m de fazendas de Augusto
F. deOliveira A C., ra lo Commercio n. >2.
Yeude-se e tamben)"se permuta a posse de
doos terrenos, sendo um na rna da Aurora e en-
tro na do Hospicio : na ra do Rangel u. 43, 2*
andar.
Os proprietrlos deslo novo estabeleci-
mento de fazendas veem scienlificar ao res-
peitavel poblico em geral e em parlicolar
as Exms familias desla cidade e fora della
que chegado pelos nltimos paquetes da
Europa, o mais bello soitmenlo das mais
lindas fazendas que al hoje sSo vistas em
nosfo commercio, e que est5o despostos
venderem por todo preco.afim de venderem
mnilo e apurar tinbeiro, saber :
L'ndos cafaquitthos de gargnr5o preto
enfeitados para todos os presos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janells.
C?m's has de linho bordadas para se-
nhora".
RL'os Upe-tes avelludados com lindos de-
zf-nh'S para 2 e 4 cadeiras.
R:cas giinal.lns e capolhs para noivas e
mnin.t*.
Laa para bo'ar de todas as cores por
commodos presos.
Chapeos de 50! deda in^lezns a bailo
por lodos os pr+fos.
Ricos e siodmos cortes de orgat,dy bran
eos c< m modernas listas.
Ditas d cambiaiaft de salpicos brancos
e de todas as cora. a 5Ot.'0.
Per;as de cambraias finas a Victorias com
10 o 12 jardas a U, U, H. 00 e 7*0(0,
Ditaftrjtisparntes linas para lodosos
pre eos com 2 lart-uras.
Ya iadissimo e .elcgaanles sortimcnto de
Uas para vestidos de todos os prec s e qua-
lidades, qae, quera as vir a wsta dos pre-
sos comprar.
Mjdemas popennas com Hstras a 120
rs. o covado barato.
Grande variedade em chitas tinas, par
200, 2i0, 280, 300 e 320 rs. o covado.
Pecbincha em alpacas de cores lavradas
e mnito finas, o covado 400, 500 e 6G0 rs.
na Flor da Moda roa Iro >eratriz 13 A.
GRANDE PECIHNCHA f A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
S5o camisas francezis finas a 1oOO cada
nma, fdmira a vista da fazenda. So na
Flor da Moda ra da Imperatriz n. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baralissi
mo preco de 30000.
MadapolSes finos e largas com 20 varas
a 40, U e 60000.
Brim pardo trancado de linho fino o
covado a 320 e 400 rs. admira.
QEM QUIZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima 13a de cor a 80,
60, e 40000 brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. o cov. do.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia 200(0 rs.
Grande quantidade de lencos para me
nios e homens sendo :
Com barras de bichinchos e catangas fa-
zeodo gynastica a dozia 1020o, 10oOO,
20000 e 20500.
Ditos brancos finos a 20300.
Ditos de linho ambanbados finos a 60 e
"0000 a doz^a.
Camisas de meia o melhor qne b, urna
0, e 10500.
Ditas Dglezas Boas de linho para bomens
e meninos por todos os precos.
Collernbos, punhos, gravatas, meias,
toalhas, lences. crochets para cadeiras e
jar'dineiras.
Completo sortmento de cassimiras pretar
de cores.
Pannos finos pretos e de tedas as qoali
dades, brins brancos pardos e decores por
todos os precos.
Roupa feibsmt Flor da Moda
Scbre-c-ascos, SUots-faccos c fules de
todas as qualidades pr.cn cot m.i 0.
Calcas de casmiras pn Us, do crer, da
brins brancr-s, pjrdof e de tres.
Ceroulas franelas de h.Lu e de algddo
i romiiodi pregos.
Notuesaio otabelecimtnio focnrfrio
os amaveisfrequ< z s nm L. m airead ,i.va
tomar medidas dos qgi> qt,*zir>iB manfai
fazer snas o"bras e sojaitntf.i-'b*a Hit
com aquellas que nao nbi un a eoBtPjFG.
afim do bem.servjr todns aqueles que ar>a
bonraretn com ua pr ierc?o ni ste estah -
ecimetito nma enli.id ileVe rtig-s r.i-8
deixamos de mencior:?r pura vio ;e 1 i>.r
massaito aos leitores. o v>i;\> Irciflwro
est aberto das 6 as 9 hocM ita ncf5 s
ordens do respeitavel ptrbiie/.
N.-13 ARUA DA LVIEHATIUZN
A
Para saci-os c fo^colciros.
PARA ASSfCU!
CERVEJA I ti: MADC4 -
Engarrafada e>pe**m Charutos de Hnvana
Lona para vebi3
Cambraia Victoria
As verdadeiras haz<:n o Donicroa esUnrpadce.
as peras e nao cas ebqat'tt.s
Vtndem ?n
E'ii iM.-n de
T. JEFFEBSES C.
^6 Rita do d tnmer. o 46
1B8IKS DE itGQLiV
OS LEGTIMOS
Trazem em ea!a ^".e<^, 5r bi he-
te cen e^ noste
DOS
nicos fffip rtn imes
T. JBFFERJES t C.
Vl.NHO DO PORTO HND K CAtX v>
Boliliv-i'S
muito bons para hiates e harcarax
Bdncas do mizfi
para lavagem de tonca coi e iuh. : vrde-
por mdicos prec/u : na rna .;< Rrini 11. "2
Kariuha d- m 11o
VenJe-se farinha de mUh, iiik-Ij vaprr, clh-
nameate, pelos presea nyiiioir.- t.-i<-*a ;/':
ang a 100 rs. a libra, para imeira .. 1:0:-..
par* cuscus a 1G0 rs. e a 4iSG ; a:rol-a; 11*11.::
do Colovello namero 2o.
rup.
r-
Vende-se por pre^o mni r>i7i ;.vii. c
tagem ao comprador, o enf; n Vi .r.-,
frtguezia de Santo Aman de 1 .,><..\:.
genho acba-se mrenta e agua do rio Jaboato, Confnd erre !t> niia .-.
gua lie trra do sul a noe, i-.m ri< tahfc', !.:
oarle, do leste a eftp, t> m toas lras ..e e>r.
de vivenda, de engenlio e \U |n>>.. guardar bagasso. Qoetn |o, ijir'irr fz-r n y
co la i vanlajoso, dirija re m 'tin KpMifn-
para tratar com ssu /nftvnutu, negocie.
d R
sj
Historiad.- SQ6).it t
contra as repblicas ootcpuit PaMga. y, i*ra
completa, i volumes, prr-i ffifti9\
Maaual w.o ou encyclopedia elemenhr do ei-;reo>ck) Lri-
leiro.
Hitteim q'
tratado das provas em materi.i rrw ii', v
rn portuguez por um magi.-tiaJo bra-iiiar ; r- c
7#0C0. JZ
Herona por tx Htec'a
on o novo mez Mariaonn, col)-c gi 51m 1 re
Costa Honorato, preco 20O0
Livrraria econmica ra Io de Mai<> ti. -i.





D0SPROII0S DA
3

LISTA GERAL
I

1
n

PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 74S, A BENEPIdO DA IGRBIA DA CASA FORTE, EXTRAHIDA EM 31 DB MAIO DE 1871
f
**'----- ------- I I T- I____I__________

1

S. PREMS. I NS. PREMS.
AS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.PREM8. I NS. PREMS.. NS. PREMS. MS. PREMS. Ng. PREMS. KS. PREDS. I NS. PREMS. t ES. PREMS. NS. PREMS. I NS. I'HEM:.
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Diario de Pernambuco Quinta feira 1 de Junho de 1871
LITTERaTuM


Ao meu
A vida
MEDITACO.
e collega fr.
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amigo e coiiega l)r. Manoel
LFigtieira Faria.
E' a vida nm mysterii. Qjem podara
Afoulo decifra-la sem receio
De o sentido Ihe errar indeflnivel.
Da ignorr-lbe 03 ntimos segredos ?
Qual ri'entro os sabios dos fallados tempos
De Grecia e Huma, em seus longos trabadlos
D'alla irivestigaca'o, pfll> ora s dia
Comprehenil-la, p^net. ar-lhe o arcano,
Esmerilhai-lba os varios accidentes,
Exp!ica-)a, seqner, nos mais vulgares,
Nos pequeos successos ? Pode acaso
Esse Plata >, "onbador div!no
Do sublime ideial, que o fascinava,
Que o traosportava em rapios de genio,
Solver algnma vez da vida o enigma,
Sondar-lbe abysmos qua s'esvaem sempre
No indefinito, na sraplido do vago,
Em que a raz3o desvair caprichosa,
Firmada s em si ? Foi porventura
Mais feliz de Stagyra o grande orculo,
Em resolver 5o rido problema,
Quando, ciogido aos logeos preceilos,
Na forma do real, no syllogismo,
Enquadrava o espirito, e dictava
Leis marcha normal do entendimento ?
Onde pararam sonlios do Oriente,
Ao tentarem phlosophos sombros
Oue por la era vises s'eraaranlnram,
Pronunciar em t3o subido assumpto
A ni lima pjltvra ? Cabem por trra
Tueorias d'outr'ora. e as que se alleiam
Hoje no reculo v3o do industrialismo,
Da materia e oagio, das emprezas,
a mdifferenca a todo que ao de cima
Va do nivel commum.
Se a le ns falta,
So falla, charo amigo, o eosino grave
Das verdides eternas, a doulrina
Da sciencia de Deus, no mundo andamos
Sem conhecer Ihe o movimento proprio,
Sem conhecer a vida que nos cabe,
E os elementos do geral progresso.
Oneiram outros p'ra si philosophias
Mais livres Qaanto a mim, a liberdade
Nao u-m que ver cora os dogmas supremos,
A cuj i nfluxo a sania Providencia
Nos*a vida moral ha condado.
Eis o systema qu professo, amigo,
Vou religiao buscar-'he a origem.
Torres Bandeira.
2( de maio, 1871.
O castello de Wildenborg.
IV
LMA VISITA
Conlinuacio.
Sob a apparencia de humildada bavia
as palavras do Eletto um accento tSb amea-
gador, que a dama pouco Ihe faltou para
sucumbir oundo-o : mas, cobrando ani-
mo, red3rguio-lhe por fim nos seguiotes
termos:
Sim, o senhor diz fcem, poroto isso
quando aqaelles que pelea nao se apresen-
tam com ar de substituirem as ordens aos
rogos I
Nada mais natural, todava,roplicou
o imprudente hospededa parte de quem
pede podendo mandar, porque, emfim, sem-
pre Ihe direi que tenbo algum direito a er-
guer a voz nesta casa t Nao se admire, se
anda um dia dr ao cbefe dos rebeldes um
titulo mais affectuoso!
Para mim e para todos desta casa
nunca ser mais do que um odioso saltea-
dor Iredarguio ella, enfurecida.
Bastara uma nica palavra para Ihe
fazer mudar de opiniao, senhora, mas an-
da n3o tempo de Iba dar a saber em que
grao de ligagao nos acbamos: boje venlio
aqu somonte implorar a sna generosidade
para a minba'tropa e para mim.
E' bem desprozivel o sea proced-
monto I E' ousadia de mais querer explicar-
me que qualidades sao as suas I Enganou-
se julgando eitorquir-me com araeagas o
que pensava nio obter pedindo Nao posso
ajcdar aquellos que renegaran) as b?nderas
dos nossos amados archiduq-ies para secon-
verterem em salteadores I... Saia, s.enhor;
n3o espere d'aqui beneficio algum !
Durante esta loriga talla assomou phy
sionomia do Eletto.ama commogo violenta
e bem visivel: a vaina dama notou com
sorpreza que elle olbava Oxamento para um
retrato de mulher pendurado junto cha-
min e cojo vestido branco sobresahia sin-
gularmente ni escuri,15o, que c^megava a
envolver a sala.
Creio que me nio comprehendeu ?
bradou a dama sem atinar com a causa da
preoccupag3o do salteador.
Este soltoj um ai, voltou-se plcidamen-
te, reassumindo a sua habitual audacia, pro-
seguo :
Somos aca-o culpados em o archidu-
que nos recusar o sold que nos devido ?
Ella por ella c neste nosso mundo I Assol-
dadaram os nossos bracos: tinham que nos
pagar. Oj ebefes do exercito* nadam na
abundancia e a nos deixam-nos na miseria t
Ser isto justo? Obrigam-nos a lanzar m5o,
por meios illicitos, daqoillo que se nos re-
cusa iliegalmente I Mas eu j tenho fallado
de mais; repito: caraco de dioheiro e...
0 cbefe dos rebeldes foi interrumpido na
sua pfrase por um novo incidente : a pona
do sal3o abrio-se, dando passagem a Mara,
alegre e risonha, de braco dado com om
velno de sesseata anuos, trajand j rico trajo
militar, e que, apezar da sna idade, pa-
reca bastante vigoroso ; seguia-os de perto
um mancebo, coja figura desembarazada e
marcial era primeifa vista sympatbica.
Trajava igualmente rquissmo falo mili-
tar, e t5o bem talbado, que lbe fazia real
rar a elegancia natural: as feicoes eram
nobres e o andar destnelo; comtudo, ob-
serva n<] o -se bem, nota va se Ihe um ar de
orgolbo e altivez que fazia destruir tudo o
que bavia nelle de agradavel. *
Aqu lbe trago mea pai, o mea que-
rido pai, exclamou a joven n'um excesso
de alegra todo infantil e bem assm o
conde de Isenghien.
E ao mesmo tempo diriga-se a este, es-
tendendo-lhe a mi, para ver se consegua
apresentarem-se todos tres em liaba defron-
te da dama.
O conde de Isenghien Iexclamou s
comsgo o Eletto.
- E' o co que aqu os traz neste mo-
mento !dase a Sra. de Wildenborg, de-
pois dos primeiros abracos. A nio ser a
sua viuda, sabe Deus o qae fara esto oasa-
do aventareiro f
Assim fallando, vpltoo se para indicar o
Eletto, a quem suppunba a inda no mesmo
Jugar.
No momsnio em que os doas recera-che-
gados entravara na sala, onde bavia bastan-
te tsi'.uiidj, o andas salteador pode occul
tir-se a tempo de nio ser visto por Mara.
A sua posfSo junto da poltrona deparara-Ibe
o ensejo de se encobrir com o espaldar
della. Esta circumstaocia favoreceu lbe a
evaso, e, em qaanto a dama de Wilden-
borg corra ao encontr do marido e do
con le, o Eletto dea uma revira-volta, e,
cingindo-se com a parede, consegnio fogir
antes de darem pela sua presenca.
Onde est aquello hornera 1 J nio o
vejo bradou ella, admirada.
Qual homem ? acudi Fernando
Wyls.
Euto a mi de Mara fez a narraco de
tudo o qoe se passra anteriormente.
Segundo a dsscripcSo que minha mii
faz, deve ser o mesmo aventureiro que eu
vi na barraca de Yzerbyl: ora dos mais
audazes chefes dessa turba chamada os re-
beldes.
Que penadisse o Sr. da Boncbarde-
reter-nos escapado tal presa I Meu charo
conde, a prs3o desse famoso Valdejas serla
o coraego do desempenho, sob os mais Ca-
lizos auspicios, da missSo que sua alteza lbe
conSou Smproseguio elle, dirigindo-se
esposa o nosso nobre e joven amigo
acaba de ser encarregado de orna missao
oem honrosa, qual a de expurgar a Flan-
dres d;ssa tropa de rebeldes que a assolam.
Venlio instlalo aqu: o caslello de Wil-
denborg e-l destinado a ser o centro das
operares militares que a caca aos salteado-
res reclama.
Folgo tanto mais com a escoma que
sua altezi fez de mimdisse graciosamente
o conde de Isenghien quanto cerlo que
ella me depara o ensejo de apresentar as
minhas homenagens Sra. da Boocbarderie
e de tornar a ver sua interessante filha, que
espero nao Unba perdido completamente a
reminiscencia de mim.
E langou nm olbar a Mara, a qual nao
pode deixar de faz.r-se corada.
Uma forca de trezentos homens esco-
lados estacionar as proximidadespro-
seguio o velho fidalgo.O conde, freqte
delles, vai manobrar 6rme e resoluto: os
rebeldes teem com quem se dvirlam !
Mara, aproveitando-se da conversa ence-
lada entre seu pai, sua ni3 e o conde, re-
tirou-se momentneamente com o fim de
dar a Yzerbyt, que o esperava na escada.o
medicamento que Ihe promettera para a ve -
Iba Ltbette, e, en'regando-lh'o, oio pode
ao mesmo tempo conter-se que Ihe n3o dis-
sesse qoe se ia dar caca audacosa qua-
drilha dos rebeldes.
V
0 PROSCRIPTO.
Quem n3o tem predilecco pelas criaocas,
pelas flores e pelo sol, diz um proverbio
sueco, nao digno de viver. Nao admira
qne- em um paz para o qual este astro
quasi um mytho, durante a mior parte do
anno, seja ele considerado a par dos objec-
in m*is dignos de affeico. O sol tem o
poder de tornar supportaveis e at attra
lientes as cousas mais feias e tristes do
mundo. Deixemos penetrar os seos raios
n'uma capella tumular e veremos dissipado
o h rror do seu aspecto ; concedamos um
pouco da sua radiante luz a urna tenebrosa
masraorra e ver-se ha animar a pbysiono-
mia do mais incDnsoiavel prsioneiro. O sol
o principio vivificante de todos os seres
animados. Por isso damos razSo a Dioge-
nes, quando mandava affastar o imperador
Alexandre de diante do tonel em que habi-
tava para que Ihe nio roubasse a luz alas-
tro creador.
Estava-se em abril, estaco em que tudo
revive, a a sombra gesta e a triste urze.
Um sol esplendido da primavera espargia
sobre o Bulscarapwel (locos de ama agra-
davel e tepida luz, desse calor prematuro
que activa a circulado da seiva em toda a
vegetaejio. Sob a sua benfica iofluencia
pareca que aquella vasta planicie se des-
pojava da sua monotona ordinaria. O sol,
puro e sereno, tinha uma certa opacidade
azulada, que, por imperceptiveis grada-
res, se tornava de ura branco-mate, pro
porfo que se cooteooplava para o occiden-
te. Esta cor particalar ao co da Flandres,
principalmente as vizinbancas do mar, do-
rante os das bonitos, harmonisava-se admi-
ra velmente com a melancola da pasagem,
dando lbe um retoque ehdio da encanto.
Hava all tanta poesa como no azul escuro
de u.ti co da Ii lia. Nada perlurbava o
silencio daque'les lugares desertos, a nao
ser o cntico de algama cotovia pairando
alegre no espado. as delgadas bastes das
urzes e as das giestas baloucavam-se mi-
niares de osecto3, e lindas borboletas ama-
relias dondejavam em busca das flores, an-
da ent3o raras. O astuto lagarto de dorso
sarapntado ia percorrendo sobtil as veredas
por debaixo dos arbustos silvestres. De vez
em quando uma narceja adejava por sobre
a'gam charco de agua negra e lamaconta.
Esta vasta superf:ie immovel, que ao pri-
meiro intuito pareca deserta e deshabitada,
estava assim animada as suas mais recon
ditas parte?, e proporco que o olbar at-
iento se profundava, com o auxilio do sol,
por entre todas aquellas plantas silvestres,
cajo norae s um naturalista poderia dizer.
obtinha-se a conviego de que Deas, na sua
infinita providencia, estabelecea que nao
liouvesse no mundo nm canto da trra ande
a sua presenca se na i manifestisse eom a
existencia de algum ser animado. Grupos
de amieros e avelleiras, em cometo de re-
verdescencia, contnbaram para o comple-
mento da paisagem, bem como lmpidos re-
gatos serpenteando por entre os arbustos
de corte. N'ootros pontos, especialmente
para o norte, erguiam-se robustos cam-
inos, sombra dos quaes cresciam tmida--]
mente pequeos arbustos, que, nao ousao-
do desenvolverle na altura, sedesforravam
multipluando-sffat ao'infinito e formando
espessas brenhal.
Esta caprichosa vegetagao, completamen-
te desajudada do cultora humana, abrilhan-
tava esplndidamente alguns pontos da pla-
nicie, em quanto qne outros se achavam
tristemente desprovidos jde adorno. As ar
vores nao estavam ainda vestidas de folaas,
mas as copas, sempre vrente?, dos pinhe-
ros adocavam a aspereza da paisagem. De
longe em longe encontrava-se a choca de
om pobre campnos; que, triumpbando da
oatureza, conseguir cultivar com o arduo
suor do rosto um pequeo espago de trra,
com que oecorria s necessiJades de sua fa-
milia.
Alrumido, como dissemos, por om sol
penosa agtag3o de espirito em que naquelle
momento se acbava om estrangeiro que en-
contramosassentado junto de nm aniigo
carvalbo, arvore colossal qne, semelhante a
ama columna de granito, se ergua, solada,
imponente, frondoso, no meio do plaino,
como se, n sna ambc3o dominadora, qui-
zan impedir que odtra qmlquar arvore se
ergoesse a seu lado.
Jacqaes Wyts ,era o personigem qoo ac
bamos de encontrar. Sobrinbo^le Fernan-
da Wyts, senhor da Boncharlerie, fi:ando
erph3o desde pequeo, fra creado jonto
de Mara, sua prima, tendo em tmros andos
estido por vezes em Wildeborg ; poste-
riormente vivera bastante tempo com sttu
pas adoptivos e com aquella que ele %e
habituara a considerar preraaiuram-(le
como sua desposada. IIi lempo, poraia
esta parte o joven e fogoso fidalgo deixlra
precipitadamente o solar da seus a/s^B-
zera-se calvinista e arregimentra se bo
exercito do prncipe de Orange.
Btrograd'mos agora um ponco para ter-
mos conhecimento do motivo que trouxe all
aquello mancebo. A scena que antecipada-
mente varaos presenciar jmsase no campo
de Mauricio, ao norte de Ecluso.
A tenda do principe eleva-se no centro do
arraial, destingoindese das oatras apenas
por um pavilhao em que figurara as armas
de Nassau. O Ilustre stadbeuder estava
assentado n'uma de-sas cadeiras estofadas
onde o corpo de om homem ainda o mais
desmesurado se poderia occujtar totalmente.
A sua 'roole, sympatbica erespeitavel com)
a de am magistrado, deslacava-se sobre o
forro sombro do esaldar, symbd sando
ao mesmo tempo a deslinccSo de carcter
e a coragem. A sua atlitode era soberana
e o olbar prescrotante: tudo naqnella pby-
sionomia denotava uma alma poderosamen-
te enrgica.
Era (rente della estava de p um ho- pira
mem dos seus trinla annos, cojo rosto va-
r.mil pareca anuviado, pelo quer que fosse.
q.-e depois amracora raaior affeigo anda,
habtava o velho solar de seus avi, oqaal
'he encarregavam de fazar saqaear, quando
aquella mansio hospitaleira devia ser para
elle, mais do que para ^nnguem. am lagar
sagrado. Mis o castao de Wldemborg
tambera Ihe traza memoria todas as suas
desgragas e infortunios: esse mesmo tio
que o creara convertera se pira He n'u n
brbaro, depois que'o amtldicora e expul-
sara da sua presenga por baver abracado o
protestantismo; esse mesmo tio daslinava
sua filha ao conde do Isenghien, q ie eslava
acampado no Balseaoapwjlt e poiia ver t>-
dos osdias a sua desposada, insinenlo S3
Ihe na all'eigo.
O ciuma, o odio e a raiva, que tumultuo-
samente se debuiam no coragao do mance-
bo, em poocos instantes contrabalangaram
os ootros sentmentos: Wyts era um desses
caracteres fogosos e do rpidos expedientes
aquilatados pelas pocas de commoc5es no-
laveis e de guerras civis. Bem vio elle qae,
oxecutando as ordens de Mauricio, calciva
sos ps os deveres do respeito e amisad<"|
pela familia, mis tratava-se do anniquillar
um rival odioso, e isto foi bastante
triuraphar de todos os escrpulos.
O prineiro dever de ura soldado a
obediencia cea e resoluta disse elle cora
firmeza. wAs suas ordens hSo de ser cum-
pridas, senhor t
NSo esperava outra deberacjo da sai
fidelidaie redarguio Nassau.
S me falta saber onde encontra:ei
esse Valdejas.
-Na floresta de Oodhulst, limlropbo da
grande planicie do Bulscampwelt, ao norte
de Bruges, entre Couckelare e Ichleghen,
ha um sitio.deserto, que o valgo denomina
o Grande Cemiterio Hespanhol: se bem me
informara, ah o acampamento do Eletto
b da sua g-mte. O tioma da Valdejas ins-
por toda a parto o terror; ninguem
oasa aproximar-se de-se lugar temido, c
qual, apezar de todos os esforcos da gur-
para
do profunda tristeza. Tmha a m3o dfreita nico de ondea burgo, ainda nio pode ser
risoabo aspecto, mas o socego exterior que
respiravam aquellos lagares solitarios, aquel-
lo qoadro do-estado narmal da natureta sel-
vagem, offerecia notavel contraste com a1
apoiada sobre uma meza, cheia de papis,
e com a esquerda segurava inlolentamenle
os copos da espada, que Ihe penda ao la
do. Estava em posigSo de quarn escuta
e presta a nnior attengo ao que Ihe di-
ziam.
Este ultimo personagem era Jicques
Wyts, de quem cima fallamos.
E' desnecessario repetir-lhe, meu ca-
ro capit3o,dizia Mauricio, continuando a
abrir os despachos que tinha diante de si
o grao de confianga que me merece, do que
julgo ter-lhe dalo tintas provas qaaotas
sao es testemunhos qae da sua parle bei
recebido e que me asseguram de qae
digao della.
S me rest senhor, agradecer tanta
benevolencia, proteslaodolhoque nao en-
contrar em ningaem dedicagao superior
minba.
Basta, meu bravo I De ha muito qae
o conbeco. Trata-se agora de adquirir um
novo direito do meu reconbecimento : sabe
at que ponto os rebeldes de Hoogstraeeten
teem auxiliado a minba causa, hostilisando
abertamenle a do archiduque; tambem sabe
qaanto me sao otis os auxiliares doesqua-
dr8o qrfie percorre a Flandres, dos quaes
commaodante Valdejas, apezar de at Boje
eu nio ter eotrado em accordo directo com
tal gente, mas agora ebega a occasiio de
empregar era meu servio sem rodeos essa
horda indisciplinada, e para entrar e>ua
gociaces com Valdejas, tenho resolvido'
aproveitar a sua intercessio.
Wyts nSo respondeg, mas pelo rubor que
sbitamente lbe assoanu ao rosto e pela
confusao que se lbe manifestou no olbar.
bem se vio qaanta repugnancia causava i3o
singular mssao sua respeitabilidada militar
Emmadece, capitSo ?prosegaio Mau-
ricio, observando atteotamente o seo inter-
locutor.
Para condescender com os seus dse-
jos, senhor, disse Jacques Wyts creia
que nao hesitara metter-me as cbameas.
Teuho por costurao -n3o recuar ante perigo
algam : os meas bens acbam-se confiscados,
o meu norae proscripto e amaldicoado por
mtnha familia; se for agarrado, posso con-
tar com ama morte certa, e, todava, estas
consideraces pouco inflaem n'uma almt
como a minba; porm fazer allianca com
esse Valdejas, que dizam manchado de toda
a especia de crimes, estn ler a m3o a um
infame, isso nao pode ser, principe I Seria
a. minba deshonra, sera imprimir uma man-
cha iudelevel no meu brazo l
Nao comprehendo taes escrpulos da
sua pa te, quando eu os n3o tenho I disse
Nassau com ar severo E' entender mal as
urgencias da guerra o fazer escolha dos
lueios, quando o inimigo se n3o poupa a es-
trategias! Emissarios dedicados "acabara de
partecpar-me qae no ultimo -consalbo de
guerra reunido em Bruges foi pelo archidu-
que resolvido dar ama batida geral a >s re-
beldes da Flandres. Esses borneas, como
sabe, teem ligaces mesmo no cimpo has
paohol junio de Ostonde ; coavem nos pelas
doseredes qae motivara no exercito inimigo
e pelo pnico supersticioso qae all exercern.
Quereria que eu pardesse tio poderoso meio
de triumpho? So o conde de Isenghien, en
carregado palo archiduque -de tal missSo,
consegae expurgar a Flmdres dessa tropa
de aventareiros a-Vagab andos, entio o exer
cito hespaaaol, tranquillo por esse lado, pro-
seguir na empreza do cerco com muito me
Ibor xito : s nossos meios da acgo coo-
sitem menos em ataques decisivos a abar-
los do qae em aggressoos occultas, qoo fa-
tigam a paciencia do inimigo, eoervando-lbe
a fogosa coragem. E' forcoso dar um golpe
decisivo. Isenghien acaba do postar em
Wildemborg am troco de trezentos homens.
Isenghien em Wildemborg ? balba-
ciou Wys, sem poder dissimular a commo-
Ci que tal noticia lbe causou.
Sim; o castalio foi ascolbido para pon-
to central das oporacesproseguio o prin-
cipe, sem presumir a verdadeira caasa da
commoco de Wyts. E' importante des-
locar aqoelle perigoso reforco, e toraarmos,
pelo monos da juelle lado, a offensiva. Es
o mea plano: procure Val Jejas, proponha
ihe a adhesio 4 causa dos Estados-Gsraes
medanle um sold cooveocionado : acolhida
a pro posta, de ver elle com a sua tropa cabir
sem delongas sobr o caslello- da Wildem-
borg, fazer em postas toda a gaarnc5o, e
principalmente apoderarla do conde de
Isenghien o do senhor da Bonchardorle.
Ti o inesperada proposta f empallidecer
o mancebo, Na sua alma rdante dobatam-
ie entSo dous sentmentos oppostos de um
invadido. Os soporslicosos soldados h;s
panhoes arree siam-se dalle, acradilando-o
povoado de espirito* diablicos e duendes.
E' abi que dever encontrar esse homem
extraordinario, especie deProtheu, que mu-
da, quando lbe apraz, de nome e de aspee
to: ora se apresenta como salteador, ora
como mendigo ; aqui como eremita, alm
como emprico ou prestidigitador de praca;
qoando se julga qoe se est longe deile,
temo-lo da portas a deniro ; dotado de uma
subtileza e astucia nota veis, ora assume os
ademanes imponentes da gran senhor, ora
se apresenta carrancudo e sobranceiro como
o mais rispido soldado. Aventoreiro sem
lei nem gre>, todava, leal aquello a cojo
servido poe o seu brago. Julgam o marro-
quino, nio acreditando em Doas nem no
diabo, mas iniciado nos mysterios di magii
e cabalist ca. Na actual conjoncturo, o
homem de qae caree- Elle tem pelos lies-
panhes o mais 'profundo odio, e por isso
estou coito do que acolber gostoso a pro-
posta que mando fazer-lhe.
Cont com a minbi boa vontade, se-
nhor : dentro de tres das darei conta da
minba missio.
Ao alvorocer do dia imraediato sabia dos
arraiaea do principe Mauricio de Nassau
am cavalleiro em trajos de jornada, montan-
do om cavallo preto, pequeo, mas vigo-
roso e lesto. Nio era fcil distinguir lha
o rosto sob o largo chapeo de feliro qae
tbe cubra a fronte e airavez da ampia capa
elegantemente trcala por sobre os hom-
bros. Jacqaes Wyls, assim preparado,
torceu camnbo de muit-s leguas para evi-
tar os postos avaaeados haspaohes, que
cortavam toda a commonicaco entre Os-
tonde a Bruges. Sombros pensamentos
Iba agitavam o espirito : cabalgando machi
mente, posto qua com celeridada.pare
cia estranbo a tudo o qua o rodeava. Da
repente desyiou-se do caminho que segua
pira a floresta Ondlmlst, entrou pala clnr-
neca da Bulscampwalte ac'non-se, como por
instiocio, no lugar onde o encontramos no
comeco deste capitulo. Dalli va a mas-a
imponente do castalio de Wildenborg. que
se ergua no meio da planicie. Aquelle
aspe.to despertou tintas recordages no
seu coracio ulcerado, que n3o te ve cora-
gem paro avancar : prenieu o cavallo a um
arbusto e fui collocar-se debaixo de um
velho carvalbo para contemplar raais von-
tade aquea ant;ga habilago, que lbe fazia
recordar os das alegres da sua infancia.
Asseoton-se, e, com a cabeca reclinada
n'ama das mos, o olbar pregado oas ameias
do caslello e immovel como uma lapida,
engolphou se as suas melanclicas reflo-
xes.
All est a veneranda habilago qae
prometti entregar a ura punhado da saltea-
dores I Bergo da minba infancia, residen
ca predilecta da minha familia t Mara, tu
nio me perdoars non -a o esquecimento das
santas leis da gratidi)!.. Gomo, porm,
supportar a idea de uma tal acgo ? Se
eu| pravenisse Mara, tinha ella tempo de
fogir com sua mii.. Mas entio o pro-
jecto do principe de Orange focara trans-
tornado e a empreza dos rebeldes sem re-
sal ado : o coude de Isenghien tomara as
sua i precaogoes, porqaa ella de certo o
prekeniria do perigo. Mara ba de tremer
poli sea desposado, sim, seu desposado,
por |ae ella de certo j me nio ama; ba
tanto tempo qae a habitaaram a amaldigoar-
mo, a t ir me horror Proscripto, nio son
nad i para ella I Que amarga idea I.. E
bei la sacrificar o segredo de Mauricio por
ama mulher qae neste momento sorri ao
mee rival ? Hei de trahir um nobre prin-
cipe para ella se aproveitar do meo segredo
para salvar o esposo a entregar-me dep >is
vi^iganca de sea pai enfurecido ? Nio,
a colhor. J aqui tenho com qoe en:bar a
foja do her van ario da Wiogene.
Pois bem, vamos; voltaremos c,
se for preciso.
Ao mesmo tempo Wyts vio apparecer por
detraz dos arbustos a encantadora figura de
sua prima, acompanbada do pequeo al-
deo, que j vemos ser o fllho adoptivo de
Yzerbyl. Com o braco direito amparava a
cabeca ara cesto ebeio de vegetaes e na
mo esquerda traza uma foocinha, com
qoe coibera ash;rvasqua a ama Iba de-
signara.
Mara !aiclamou Wyls, sem poder
contar-se
Jacques frespondeu a joven, sor-
prendida om a apparigo inesperada de
seo primo, a quem ella receohecea mai>
pela inlonagio da voz do que pelas feigo?s,
porque estas, crestadas pela fidiga da car-
reir militar, achavam senolavelmente traras
trnadas, e os espessos bigodes, que se
prolonga vam sobre a barba, davam-lbe
pbyiionoma uma expressio rude, para ella
desconhecda.
O triste e modesto trajo que vesta tam-
bem nio contribua mnito para fazer-lhe
sobresahir a natural elegancia. Elleito de
paixojs ou fadiga, o quo cerlo que
abundante: rugas Ihe povoavau j a fron-
te, e o olhar tinha o cunho da tristeza e da
aversio.
O pnmeiro movimento de Maria foi para
fugir.
Oh I nio fuja, Maria ; ougime Foi
nm aojo qua Iba guoo os passos !
Por aqu, Jicques ? Volta ao servigo
do a chiduqne ? Abjurou as perniciosas
doutrinas da hereda ?
Engaua se, Mari irespondeu Wyts
seccamente.Eu nio dexei as bandeiras
do principe Mitrricio ; todava, encarrega
do uor elle da uma missio secreta na Flan-
dres, nao pude resistir ao prazer de con-
templar os lugares em que passamos a nos-
sa infancia !
E ainda so lembra disso ?acudi
Maria, seotindo-se atlrabida polas prhases
de Jacqaes.
Nem poda ser de outro modo I Nio
pense que a vida militar me haja endure
cido o coraco : a reminiscencia da minha
fe icida depas doces commocoes I Maria, anda n5o ces-
sei ub instante de amal-al.. Moa Deus,
quain dina n'outro tempo quo este paz se
me tornara ainda inimigo e que a minha
vida ajui correra risco?.. E' all,prose-
gaio elle, apontando para o castalio all
ar
a meu
semnovens, o BuUcampwell apresantava laao odesejo da vingao; > antro are-
cordacio de om amor snc o saamento
da gratidio e do dever. to dera-lhe
abrigo aadoen-o na in/ancia; Mara, a
compaohia de^seus primeiros annot, Mafia
I Deixemos estes lagares, cojo as-
poderia fazer quebrantar a minba
a I
Filiando assim, ergaeu-se de sbito para
langar mi do cavallo, porm ao mesmo
tempo vio agitar-so um vulto brando por
detraz das giestas: o sao primeiro mov
monto foi cobrir o rosto com a capa, re-
celoso de ser reconbacido por algum habi-
tante da edarnoca. Em seguida cb.-garam
aos seas oavidos as seguintes palavras:
Oavi muito bem a sineta do castello
tocar s Ave Mar as: tempo de nos re-
comamos.
Ou, antes, ouviste a sineta da fome
tocan no tea estomago em jejum, Josqain I
respondeu a voz risonha de uma joven.
i Moa Deas, ella, Mana! disse
comsgo Jacqaes Wyts, apaixonadamente
sobresaltado.
Alto de qoe,prosegaio o pequeo
lldeSoj tenho o mea cesto obelo de sim-
plices, como a menina chama a asas ma-
tis bervas quo ba daas horas w entretom
qae fomos educados juntos ; all que eu a vi
crescer, protegid > pela affeigo de sua mi
e do meu bemfeitor: todos estes lugares
percorremos nos juntos tantas vazes ainda
creangas, e por isso j v que nio posso
deixar de amar estas recordages saudosas
para nos ambos!
Por quem ,acudi a joven, olb in-
do inquieta em volta de si e sentindo aug-
mentar-se-lbe o ioteresse pelo proscripto-
nao arrisque por mais tempo a liberdade e
a vida, permanecendo oestes lugares! Affas-
te-se d'aqui. Se algam ondlander o reco-
nhecesse...
J a minha presenca a fatiga ?bal-
bacioa o mancebo com amargura, interpre-
tando mal o sentido d s palavras que ouvi-
ra Sim, ea devia-o ter previsto! A diver-
gencia das orencas religiosas e das opioioes
polticas abri um abysmo entre nos: s a
amsade poderia vencer esse obstculo. Para
isso, porm, sera mister qae os seas sen-
tmentos a mea respeito se bouvessem con-
servado como ea conservo os tneus... Mas
nio ; bem vejo que tudo acaooa entre nos!
A sui iodflerenga pela minha sorte denun-
cia-s no olhar distrabido com que me v,
as palavras seccas que me dirige !
A minha indifterenga.? redarguio
Mara, offendidaNio seja injusto : o co
testemunha da que nem um s momento
tem estado longe da minha lembranga; mil
vezes tenho lastimado os seus erros e ou-
tras tantas proferido o seu nome as mi-
nhas orages; fervorosas preces tenho diri-
gido a Deus para qua elle se digo isso r'es-
iituil-o ao seio da nossa familia e religiao
de nossos pas: os mous rogos, p trm, nao
foram oavidos f
Mara, agradego-Ihe do intimo da
alma I Nao tracto da discutir de que lado
est a razo : s nos, os homens, podemos
avahar o alcance de certos actos que as as-
piracoes nos levam a pralicar.
Pois bem! nao pretendo conhecer as
causas que arrastam os homens ao esqueci-
mento dos seas deveres, mas o qae mo cas-
ta a comprehender como o primo, educa-
do em sentmentos de respeito por todo o
que nossos antepssados tinham de mais
sagrado, se podesse deixar arrastar por in-
dueces de sophistas pharisaicos; como
podesse esquecer-se das virtades e actos
gloriosos de nossos pas para abandonar o
nosso re e a nossa religiao!
Estas palavras foram pronunciadas com
uma energa, da qaaf nio poderia conside-
rarle susceptivel aquella joven tio meiga,
ingenua e tmida: as faces coloriram-se-lbe
de vivo rubor, o olhar-tinba um brilbo ex-
traordinario ; tudo Della denotava a convic-
gao de uma alma crete e profundamente
piedosa. Jacques Acara impressionado com
a intimativa daquellas phrases, e cooservou-
se silencioso e exttico anle aquella figura
angelical.
Mara prosegua com brandara:
O primo tem alguns annos mais do
que eu, possue mais saber a experiencia ;
deve conhecer o mando, no qual me dizem
qae se encontrara moitas decepces; dga-
me, pois, se nesse tarbilhio em que se
langou nio tem lido momentos de saudade
pelos doces e tranquillos gozos de familia,
aos quaes o seu genio ardente o arrebatou
tio cedo; dgame se nio era feliz quando
ouvia meu pai narrar a historia gloriosa dos
nossos antepssados; quando, jantos com
minha mii, noate raziamos a nossa oracio,
vivendo todos a mesma vi la, pensando to-
dos uniformemente I.. E agora, que a di-
vergencia de opinios quebroa a cadeia quo
nos una, diga-me se nio se sent triste e
aborrecido no centro desses novos amigos
qae as circumslancias Ihe depararan), se nio
se lembra com saudade desses das passa-
dos ? Greia, Jacqaes, qae este coracio nio
nutre contra ai o menor resentimento ; ape-
nas o lastimo do* intimo da alma, e dara
dex annos de vida para o arrancar o destino
a qoe se arrojou a que a caasa da nossa
separacio I
E' vendado !exclamou alie arreba-
tado Sou infeliz; reconhocoque estoa vo-
tado ao infortanio, que, ainda -assim, nio
seria completo, so podesse alimentar a es-
peranga de possuir am dia a ana mi 1 Per-
teaceMbe, Maria, parlilhar da sos, alegra
ou das soas magoa, fe'-* sempre
lado, eis o sonho da minha vida f
Sonho qoe se tera realisado, redar-
gaio ella sentimentalmentese os conse-
Ihos de mea pai Dio hoovessem recebido o
seu despreso I
Ab I Maria, nio profira o nome de
sea pai na minba presenca-I Foi elle quem
precipitou isso que chama a minba perd-
gao f O san ceg apoio cansa dos oppres-
sores da minba patria, esses malvados hos-
panhis, a sua raiva insensata contra acuel-
les que tentvam sacudir o jugo estrangei-
o, o seu brbaro fanatismo, o sincero pra-
er com que elle recebia a noticia do sup-
licio infligido a alguns desgngados, a soa
severidade violenta para commigo s mpre
qae eu tornava a defeza dos opprmidos, fo-
ram a caasa de me haver feto o que boje
soa, de ter abjurado a religiao, caja inte-
griade os insensatos qaeriam assegurar por
meio de patbulos e autos de f t Agora,
Maria, tarde para retrogradar: minha
convegio io se formn de am jacto e re-
cuar depois de se avancar com conhecimen-
to de causa cobarda I Ainda assim,
proseguio elle com brandaranio pense
qua. dizendo isto, busco indispor-lbe o ani-
mo contra seu pai: eu, orphio abandona-
do em verdes annos, tenho avahado o qua
vale a affeigo de um- pai e de uma mii
qae nos cerct de carinho e amor, qoe soflfre
quanlo soffremo3, que goza quaado gozamos
a so sent feliz era troca de. um sorriso
nosso I Perdoe-me, pois, Maria; tenho
solfrido muiio I
Neste ponto Jacques apoiou cabeca na
mi para occultar uma lagrima. A joven,
enternecida, contemplava-o compassivamanto
e senta revv^r-lhe o amor por seu primo.
Josqun, que se conservara distante, as-
sentada id tronco de uma arvore. a prove-
ton-se da interrupcao do dialogo para se
aproximar e dizer a Maria:
Menina, deven) no castello estar com
cuidado a respeito da soa ausencia.
Tens razo, Josqin; j vamos...
Jacques, tempo de sepa arraos nos I
J ? Por piedade, mais um instante!
Nao ha remedio! Peco-lhe, porm,
que deixe quanto antes estes kgares: a
sua approximacio de Wildenborg pode
ser-loe fatal I De cei lo ignora que se acha
aqui prximo uma forra militar comman-
dada pelo conde de Isenghien.
Sim,redarguio elle amargamente
pelo ande de Iseoghien, para quem ser
nraa fortuna o apoderar-se de um rival
odioso I.. .Mara, o conde solicita a sua
mi e quem sabe se com aprazimento
seu I
A joven fez-se corada e responden :
Nio tenho idea alguma a esse res-
peito ; o conde acba-sa aqui para fin
muito diversos muito mais importantes :
trata-se de fazer uma guerra de extermi-
nio aos rebeldes que assolam a Flandres.
O c nde de Isenghien compriri dignamente
a missio qoe lbe est confiada.
Estoa certo disso, Maria; o que, po-
rm, me nio declara que a sua mi se-
r a recompensa do seo triumpho ; mas,
desbragadamente, o perigo qoe ameaga os
rebeldes nio menor do que aquello que
correra todos os habitantes de Wildenborg.
Essa tropa de aventareiros mais temivel
do qae se julga e quem sabe se elles serio
os priraeiros a aiacarem o castello I Entio
todos os habitantes podem cahir-lhos as
mios, ficando expostos aos horrores de
uma carnificina I Tenbo ouvido fallar mui-
to da sua audacia. Sou eu agora, Maria,
que Ihe peco para deixar estes logares,
que ainda ba pouco me aconselhava qae
evitasso Por tqdo que lbe mais caro,
supplico lbe que nio desprese os meos ro-
gos : o sea amigo de infancia quem ihe
implora qae abandone aquelle castello I
Sim, promella-me qoe se ausenta daqu I
Ausentar-me disse Miria, admi-
rada da insistencia. Parecia-me, com todo
que trezentos homens sob o commando de
um cbefe intrpido, como o conde de Isen-
ghien, bastavam para nos defenderem.
O coode de Isenghien Sempra
esse nome maldito !exclamou Wyts, des-
viando a vista de Maa.
Agradego o seu cuidado pela nossa
seguranga, mas croio que sio exaggerados
esses receios. Adeus, Jacques, adeus!
Praza ao co illuminar-lbe o espirito com
a sua divina graga e restitu- lo amizade
de uma familia que nunca o esqaecar !
Assim fallando, a joven estenden a mo
para seu primo, o qual,. aportando-lh'a con-
vulsivamente, lbe traduzia n'um gesto tudo
o que nao oosra exprimir Ihe em pala-
vras.
Maria ainda lbe dirigi am sorriso, mas
em seguida, qual corea iigeira transpondo
moutas e sebes, e saltando charcos e fos-
sos, desappareceu a seos olhos.
;.
Wyts, dominado pelo sentimento do ci-
me, jalgou ver o sea amor repudiado no
modo porque Maria fallara a respeito de
Isenghien ; por isso, quando ella se retirou
sentia-se tio ftido no coracio, qoe Dio
achou phrases com qae dete-la, e, con-
templando-a exttico, ncou com o espirito
desvairado por mil sentmentos diversos,
sobresaliendo a todos o odio que Ihe ins-
piravam o conde de Isenghien e o senhor da
Bonch ardera.
(Conmwr-ar-Aa)
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPTADOS.
VUGEM DE S. H. O IMPERADO*.
(Coaclos3o)
E' manifest a inteacio do nobre depu-
tado autor do artigo additivo. Sem duvda
alguma o chefa'do estado a S..A. Imperial
quando chamada a reger o imperio, na au,
sencia do imperador, merecan) a maier
generosidade da parte da assambla ge-
ral, s o decoro da soas angostas pes-
soas e de soa alta dignilada o exigs-
sem; mas, desdo qae o Imperador pode.
com seos recursos ordinarios, realizar asna
viagem, e S. A. Imperial tambem nio pre-
cisa de am augmento de dot|lo; desda
qoe ambos nio desojan o menor sacrificio
do tbesouro,a estio dispostos.* Dio osar
de qualqaer coasignacio qoe Ibes seja of-
ferecida, ea spero qoe a cmara doi Sra.
deputados atienda a asen dispotces, quo
seguramente sio dignas de srjj cooaidera-
cio, a regaita o artigo additivo ~
*et
TYP- OPIARKHRVA DO DUQOJ^DB GUIA*
v.
a

-
j
1
fe aT
i

(

-
I


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