Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12399


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Full Text
II


ANNO XLVII. NUMERO 123
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?AU A CAPITAL E IUGABKS OfDE IAO SE PACA POBTE.
Por tres metes adiantados............... iJOOO
Por seis ditos i&m................I*. liSOOO
Por nm anno dem................... 24#000
Ci maioero avoiso................;?,- 320
OUART FEIRA 31 DE MAIO DE 1871.
. rt
A
DEP
PAIA DEITHO E PORA DA PROVIICU.
Por tre mezes adiantadoi ................', M7I0
Por mi dhof idea.................... IMSOO
Por noTe ditos dem................... toC'
Por nm auno Men......'......... *7J
BAMBUCO.
*
Propriedade de Manoel Jguera de Fara & Filhos.

AO A6H1W:,
Ot Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Gonjalves 4 Pinto, no MaranhSo ; Joaquim Jos de Oliveira & Filho, no Cear ; Antonio de Leaos Braga, no Aracar} ; Joio Mara Julio Cavea, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella & G, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penh; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Antio; Domingos Jos fyCMt* Braga,
em Nazaretb ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Ahes, na Babia; e Leite, Serqninho A C no Rio de Janeiro

DSTERIOB.
RIO DI? J \ MIHO
16 DE MAIO M 1871.
A cmara dos depulidos approvou hontem em
1' diseussio o projecto autonsando o governo a
regular o jaizo de ausentes na parte relativa ar-
recadacio dos espolies dos offlciaes e pracas do
exereito e armada, iodo, entretanto, s comms-
s6*ea de marinha e guerra e jusbca civil, a reque-
riraeoio do Sr. Gardoso de Menezes.
Approvou em seguida, em 1' disenssao, os pro-
jectos que Acarara encerrados na sessio de 10 do
carrete, excepto o que autorisa o governo a pa-
gar ai passagens dos subditos portuguezes e alie-
mies que quizerem emigrar para o Brasil.
Em ultimo lugar tratou do projecio, em 2' dis-
eussio, determinando que a provincia de Sergipe
se limitar cora a das Maguas pelo rio de S. Fran-
cisco at sua ( rlsiiirT' os mesmos que os civis.
Depois de algumas observacoes, o Sr. Sobral
Pinto oflereceu um reqaerimento de adiamenlo, em
coja diseussio tomaram parte os Srs. Meuezes
Prado, Ptrdigo Malheiro e Aleacar Aranpe.
A corarais**) especial de cinco mefflbros, re-
querida pelo Sr. Candido Mendes na ultima ses-
sao, para dar parecer sobre a proposta relativa ao
elemento servil, ficou composla Jjs Srs. Pereira
Franco, Pinto de Campos, Araujo Lima, Joao Men-
des e Angele do Amaral.
8. M. o Iraperador.acompantndo de seus semana-
rio.", visitou hontem o intrnalo do imperial colle-
gio de Pedro II, demorando-se desde as 9 1/4 ho-
ras da raanha at a 1 da urde. Sua Magestade
parcorreu o eslabeleeimento e assistio a tu Jas as
alai.
Em seguidi-Sua liageslade foi visitar o hospi-
tal militar.* rovisorio em Andaraby.
Por decreto de hontem foi nomeado ministro e
secretario de estado dos negocios da guerra o Sr.
senador Domingos Jos Nogueira Jaguanbe, flcao
do om a pasta da fazeuda o Sr. presidente do
conselho visconde do Rio Branco.
Por cartas imperiaes de 13 do corrente forara
oameados senadores do imperio, pela provincia do
Maranbao, os Srs. Drs. Candido Mendes de Al-
meidi e Laiz Antonio Vieira da Silva.
Oo Rio da Prata temos, pelo vapor ioglez Hip-
parchus, (binas al 10 do correte.
Cooiiouava a declinar a epidemia em Buenos-
Ayres, tendo descido a cerca de 30 o numero dos
bitos nos ltimos das.
Varias familia-, causadas de sollrer pnvacoes do
campo, se recolhiara a seus lares, mas oem todas
o haviam feito impunemente, seoao al de prefa
reacia entre ellas que a epidemia boscava as suas
tovas victimas.
Da repblica do Uruguay nao temos noticia de
importancia.
Torna va a fallar-se de ana baialha inminente
entre os dous partidos em armas, 'tendo-se des-
vanecido a esperanca de um aeoordo pacifico en-
tre alies.
O governo de Montevideo eontinuava era gran-
des apuros pecuniarios, sera a;har remedio a es-
te mal.
17
A cmara dos deputados approvou hontem em
2* discusso os segrales projectos, que Qcaram
encerrados na sessao antecedente :
1.* Determiaindo que os eleitores da villa de
Nossa Senbora do Rio das Eguas, na provincia da
Babia, formarn um collegio eleiloral, que se reu-
nir na mesma villa.
2. Creando na provincia de Pernambuco tres
collegios eleitoraes : o 1* na villa de Itamb, o 2'
aa de Ipojuca e o 3* na de Floresta.
3. Determinando q te Gcam constitnindo o pa-
trimonio da cmara municipal da villa do Tury-
aaa, na provincia do Marauhao, as ilhas situadas
ao longo da costa entre a foz do rio Tury e a do
Gurupy, cora as clausulas do art. 16 da le n. 601
de 18 Je setembro de 1830, aim de que a mes-
ma cmara possa arrenda lo ou afora lo, de con-
fermidade com o seu regiment.
Os seguintes, igualmente encerrados na sessao
aotecedente, foram regeitados :
1.* Determinando que ninguem peder matricu-
lar-se nos corsos de pharmacia existentes as fa-
tuidades de medieina do imperio sem que tenha a
idade de 17 anoos, e alm dos preparatorios ora
exigidos aprsente certidao de ter sido approvado
nos exames de latim, philosophia e algebra.
2 Aotorisando o governo para conceder ao vis-
conde de Barbacena ou companhia por elle or-
gaoisada a garanta de juro de 3 por ceoto anona!
at quatro annos sobre o capital de S 180*000,
ampregado na ostra la de ferro que for construida
entre as minas de earvlo de pedra do Tohario e
nm porto do rio do raesmo nome, na provincia de
Santa Catbafiaa.
3.* Concedendo um anno de licenca, com a res-
pectiva congrua, para tratar de sua sade, ao pa-
dre Manoel Florentino Cassiano de Campos, viga-
rio collado na parocba de sssa Sen hora da Con-
caico do Porto das Caixas.
4.* Aotorisando o governo a conceder compa-
nhia da estrada de ferro de Petropolia urna garan-
ta de jaro at 5 por cento ao anno sobre o capital
de 1,200:000#000.
A-emenda ollerecida a este projeclo foi tambera
rejaitada.
Approvou depoia em ama nica disoussio diver-
sos projectos concedendo varias pensoes.
Conlouou depois a 2* di-cus o do projecto so-
bre os limitas das provincias de Sergipe e Alagas,
lando sido rejeitado o raqnerimento de adiamenlo
oferecido na sessao anterior. Jftois de algumas
observacoes dos Srs. Sobral Pioto e Menezes Pra-
do, ficou a diseussio encerrada, nao se votando
por falta de numero legal.
Hai por bem promover, para os differentes cor-
pos do exercilo os offlciaes dos mesmos cornos
mencionados na refaci que com este baixa, as-
signada pelo visconde do Rio Branco, conselbeiro
da estado, senador do imperio, presidente do con-
salhode ministros, ministro e secretarlo de esta
da des negocios da guerra, que assim o tenha en-
tendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 13 de maio de
W71, SO* da independedeia e do imperio.Com a
rubrica de Sua Magestade o imperador.Viscoo le
do Rio Branco.
Corno de engennelroa.Para coronis : o coro-
nel graHuado Tbomaz da Silva Prannos, por an-
tigtudade,
O teen te coronel Jos Basileu Neves Goozaga,
por merecimento.
Para teaentes-eoroDeU : o tenante-coronel gra-
duad Pedro Torqaat) Xavier de Brito, por anti-
gaiade.
Os majoras : Paulo Jos Pereira, dem ; Francis-
co da Coala Araajo e Silva, dem; Francisco Duar-
ieNua,por roaraci ment ; Hanriaue de Amo-
rim Beierra, ideas ; 8ebaaeiao do toau e Mello,
llam.
Para nujoreso major graduado Antonio Aogai-
w da Arrala, por aotiguidade.
O espertas Jos Praneisco de Castro Leal, idem;
Francisco Xavier Lopes do Araujo, dem ; Carlos
Froderico do Liosa, idem Antonio 4a Costa Bar-
roe Tolloso, por merecimento Jos do Cerqneira
Af aiar Llosa, liom Jlo Lnit de Aodrado Vas-
concellos, idem ; Alvaro Joaquim de Oliveira,
dem.
Paracapiles : o capitao graduado JoaqnimLeo-
vigildo de Souza Coelho.
Os priraeiros tenentes Chrysolito Ferreira de
Castro Chaves, Joaqoim Rodrigues de Moraes Jar-
dim, Manoel c,>rncs Birges, Antonio Jes Ramos,
Felipn Hippolyto Ach, Joao da Rocha Fragoso,
Jos Tibnrcio Pereira de Magalhes, EJaardo Jos
de Moraes.
Estado-maior de 1* classe. Para capitlfs : os
capites graduados Manoel Corrt da Silveira Net-
to, Eduardo Jos Barbosa, Joao Soares Neiva, o te-
nenie Jos Ferreira da Costa.
Corpo de estado-maiar de 2* classe. Para te-
nenie-coronel : o tenente-coronel graduado Anto-
nio EiuardoMartini, por aotiguidade.
Para major : o capitSo Belarmino Jacone Do-
ria, por antigu dade.
Para espitaos : os capites graduados Fraocisco
da Buoha Bilteocourt, Alexandre Alves Braoco
Momz Brrelo, Geraldlno Gomes Pacheco, Jos An-
tonio Pereira de Noronba e Silva, Salustiano de
Barres Albuquerque ; os tenemes Jacintho Manoel
de Saot'Anna, Manoel Pioto Ferrar Nunes, Jos
Joaqoim Pinto de Azeredo.
Para tenentes : os teaeotes graduados Ramiro
de Sonza Gasto, Gamillo Bernardo Galvao, Clau
dio Jos da Silva, Amero da Costa Albano, o at-
ieres Moniz de Noronha.
Para alferes : o alferes em comraissao Affmso
Pedro da Fonceca Lessa, em virtude do art. 2
1* da lei n. 1,588 de 30 de junho de 1869, e impe-
rial resoluco de 17 de noverabro do dito anno,
tomada sobre consulta do coaselho supremo mi-
litar.
Rspartico feclesistica.Para capellao capitao,
o capellao capillo graduado "oneg Serafina (Ion-
calves da Silva Passos de Miranda.
Para capellaes tenentes : os cape'laes alferes pa-
dre Cassiano Corolano Colonia, padre Francisco
Pedrada Silva Nclasco.
Palacio do Rio de Janeiro, em 13 de maio de
1871.Visconde do Rio Branco.
Por portaras de 12 do crrante foram concedi-
das as exoneraedes pelidas pelo Dr. Julio Luiz
Parigot, do cargo de director da colonia de Cana-
oa, na provincia de S. Paulo ; e Manoel do as-
cimento Abreu, do cargo de esenvo e ajndante
do director da colooia de Assunguy, na provincia
do Paran.
Por aviso de 12 do crreme foram nomeados
guardas-marrana os seguintes alumnos, que coa-
cluiram em novembro ultimo o curso da escola de
marinha, e se achara comprehendidos na disposi-
cao do art. 123 do regularaento qne baixou com o
decreto n. 4,720 de 22 de abril de 1871 : Candido
Floriano da Costa Barreto, Francisco Agapito da
Vsiga, Leopoldo Bandeira de Gonva, Luiz Lemel-
le, Manoel Venancio Campos da Paz, Carlos Jos
de Araujo Pinbeiro, Sabino de Azeredo Cootinho,
Percillano Olyrapio Nogueira Neves.
18 -
A cmara dos deputados approvou hontom em
3* disenssao o projecto sobra os limites das pro-
vincias de Sergipe e Alagoas, tendo feito algumas
observacoes os srs. Sobral Pinto e Menezes Prado.
Approvou depois, aiada sm 3" discnsso, o pro-
jecto concedendo loteras a diversas igrejas, ir-
mandades e corporacoes.
Approvcu em seguida, tambem era 31 discos-
sao, o projecto determinando que sejam prvi-
dos pelos presidentes de provincia os oflliios de
justica.
Approvou mais, igualmente em 3* disenssao, o
projecto creando na corte mais quatro oflloios do
tabeliiao de ootas e dous offlcios de escrivo de
orphaos.
Occupou-se depois com o projecto, em ama s
discusso, concedendo a Emilio Salvador Ascagne
privilegio para prepirar, vender e exportar mo-
saicos e embutidos de madeira. Depois de algu-
mas observacoes dos Srs. Coelho Rodrigues, Ben
jamim e Ferreira Lage, fisou a diseussio encerra-
da, nao se votando por falta de numero legal.
Por titulo de lo do co'rrenle foi nomeado 2* es-
criturario da alfandega de Porto Alegre o 3* dito
da do Para Alberto Jos Pereira Lomba.
Por carta imperial de 10 do crrante foi noraea -
do secretario do governo da provincia do Rio de
Janeiro o bacharel Joaquim Mattoso Duque -Es-
trada Cmara.
19
Ante-hontem S. M. o^Iraperador e S. A. o Sr.
con ie d'K.i visitaram as obras da alfandega, por
occasiao de ficarera proraptos a serviren desde j
o pavilli'i) da guara-noria, construido segundo o
systeraa denominado incombustivel, e 113 me-
tros de caes de cala lado de molbe externo da
dca.
S. M. Imperial e Sua Alteza visitaran) igualmen-
te as obras do arraazera gran le, onde se assentou
a ultima pedra da cimalba, as da sala do expedi-
ente, dos armazens ns. 4 e 9 e da ensaccadeira
para a restaurarlo dos pilares abatidos; assisti-
ran, finalmente, s experiencias, qne se fizeram
cora a bomba do iacendio movida por vapor; re-
tirando-se s 3 horas da larde.
Trasante-hontem S. M. o Imperador, acompa-
nhado de seus semanarios, visitn, inesperada-
mente, o gabinete do artista nacional o Sr. cora-
roendador Vctor Meirelle de Lima, autor do qua
dro da primeira missa no Brasil, aflm de ver, pela
segunda vez, os grandes paineis que por encora-
meada do rainsiterio da marinha est fazendo este
artista, representando orna Passagem de lumayt,
e outro o Combate de Riachuelo.
Saa Magestade, que se demorn por longo lem-
po na apreciaclo destes importantes paineis, um
dos quaes tem 20 palmos de comando, reti-
rando-so satisfeito, deu ao Sr. Vctor Meirelles
ama prova do apreco em que tem o talento e o
mrito do artista.
Inaugurou-se hontem, com assislencia de S. M.
o Imperador e de S. A. o conde d'Eu, o ramal que
liga Valonea estrada de ferro D. Pedro II. O
trem especial parti s 5 1|2 horas da maahaa,
ebegou s 9 i|2 a es tac "o do Desengao, onde os
convidados passararo para os dous treos do ramal,
que sil horas estavam em Valonea. Apoz a so-
lemnidad religiosa, visitas a varios eHabelecimen-
toe e ama soherda refeicao, os treos puzeram-se
a carainho s 2 3|4 da tarde, e s 7 hars ebegaram
os convidados de volta corte.
20
A cmara dos deputados approvou hontem todos
o projectos que Acarara encerrados na sessao ao-
tecedente.
Approvou depois em ama s discusso varios
projectos concedendo diversas pensdss.
Approvou em seguida, em 2* discusso, o pro-
jeclo que assegnra ao descobridor ou inventor de
ama industria til a propriedade e o nso exclusivo
da saa descoberta ou invencao.
Approvou mais em ama s discusso o projecto
que autorisa o governo a aposentar no logar de
eoofereote da alfandega do Cear a 01 jrico Sigis-
mundo de Arnaud, com o ordenado qae percebia
ao lempo em qne exercia o emprego.
Occupou-se em seguida com a 1* discusso do
projecto conceroente aos vencimentos dos magis-
trados vitalicios, quer effeclivos, qur aposenta-
dos. Nio bavendo numero para votar-se, fieoa a
diseussio encerrada.
Pelo mesmo motivo tambem fieoa encerrada a
1* disenssio do projeeto sobre as ajudas de casto
a qae tem direito os cidadios nomeados presidentes
de provincia.
Por decretos de 13 do crrante foram nomea-
dos :
O jaiz de diento Paulo Martins de Almeida, che-
fe de polica da provincia do Rio-Grande do Norte.
O bacharel Antonio Candido Ferreira de Abren,
jaiz de direito da comarca da Lapa, de f entran*
ca, na provincia do Paran.
O tenente-coronel Joio de Mello Azedo, corooel
commaodaote superior da guarda nacional dos mu-
niciaios de Inga e Campia-Grande, na provincia
da Parahyba.
Foi removido o jaiz de direito .Aurelio Ferreira
Espinheira, do lugar de chefe m polica do Rio-
Grande do Norte, para o da provincia da Babia.
Foi declarado avnlso o jaiz de direito da 3' co-
marca da proviocia de Matto-Grosso, Jos Francis-
co Caldas, por nio ter reassomido as respectivas
tuneces depois de fiado o prazo qae lhe foi mar-
cado.
Por portara de 13 foi declarado de nenham
effeito o decreto de 3 de noverabro de 1870 que
designan ao juiz de direito Carlos Angosto Ferraz
de Abreu a comarca da Lapa na provincia do Pa-
ran, por nao ter entrado.em exercicio no prazo
legal.
Por decreto de 6 do correte raoz foi reformado o
cabo de esguadra do corpo de imperiaes mariohei-
ros Pedro Barbosa do Nascimento, com o respecti-
vo raeio sold, nos termos do art. 29 do regala-
ment annexo ao decreto o. 411 A, de 5 de junho
de 1845.
Por decretos de 15 do crrante foram nomea-
dos :
Chefe de seccao da contadoria de marinha o 1"
escripturario Jos Bernardos da Franca.
! escripturario, o 2 Joio Jes de Morae3 Ta-
vares.
2~ ditos os 3M Jos Carlos Angosto de Oliveira
e Jos Mara Ferreira.
3M os aldidos Francisco de Paula Telles de Me-
nezes e Joao Francisco da Matta Rezende.
Foi aposentado o chefe de seccao Domingos An-
tonio Machado, a sea pedido.
Foi tambem nomeado secretario da capitana do
porto das Alagas Jos de Barros Accioli.
Por ootros decretos de 16 :
Foi nomeado 2* cirnrglio do corpo de sade da
armada o Dr. Arcbimimo Jos Correa.
Conceden-se a graduacao de 2* tenente ao ma-
chinla de 1* classe Alexandre Gedds, na conor-
raidade do art. 66 do regularaento que baixou com
o decreto n. 3,186 de 18 de novombro de 1863,
Conceden-se igual gradnacao ao 2* pharmacen
tico do corpo de sa le Joio Gopcalves de Carva-
Iho, era attencio aos servicos ijue presin, e na
conforraidade do art. 18 do plano qae baixou com
o decreto n. 1,981 de 30 de novembro de 1857.
Era attengo aos servicos prestados pelo 2* te-
tiente graduado da armada, Joio Francisco Par-
dlha, pratico-mr das barras e porto da eidade
do Recife, conceden-se lhe, por decreto de 17 do
corrente, a graduacio do posto do 1' tenente da
mesma armada.
Por decreto de 10d) corrente foi concedida a de-
raissioquepedio Constantino do Amaral Tavares.do
lugar de secretario do governo da provincia lie S.
Pedro do Rio-Grande do Snl.
Por decretos de 17 :
Teve mere do titulo de conselho o senador Do-
mingos Jos Nogueira Jagnarbe.
Forara nomeados:
Commendadores da ordera de Christo, Joio
Duarte da Ponte Rbeiro e Antonio de Sonza Fer-
reira, este cnsul geral e aquello secretario da le
gacao brasileira no Per.
Offlciaes da ordera da Rosa, Joio Jos Innocen-
cio Poggi e Jos Antonio A ves de Camino, este
por ter concorrido com avallado donativo para
auxiliar a constrnecio de edificios apropiados as
escolas de instroccao primaria, e aquello por ter
exercido por mnitos annos, sem vencimento, os
lugares de inspector de sade pnblica e do porto,
e o de comtnissario vaccinador da provincia da
Parahyba.
Para o lagar de vaccinador supraoumeraro do
instituto vaccinieo da curte o Dr. Laiz da Silva
Brandao.
Foram concedidas :
A Joio Jos Inoocencio Poggi a demlssio qne
pedio dos logaras de comraissario vaccinador e de
inspector de sa le publica e do porto da previo-
ca da Parahyba.
A Belmira de Mascareohas Aroaca, irmia do 2*
tenente de artilharia Pedro Mascarenbas Aronca,
morto em combate, a pensio de 36*003 raensaes,
ignal ao sold daquella patente.
- 21
S. A Imperial a Sra. D. Isabel assignon hontem
o uto de juramento como regente do imperio
com nma penna de onro com bicos de brilhantes,
e era cuja rama havia ama formosa esmeralda.
Esta penna foi mandada fazer pelo Sr. visconde
de Abaet, presidente do senado, na conhecida
casa do Sr. Vctor Resse, para servir nnicamente
no acto solemne do juramento de S. A. Imperial,
combinou nm projeeto
s caaras.
qne devia ser sn
Teve lagar hontem a primeira eommunnfo 'dos
menores da 1> companhia de aprendizes artfices
do avenal de mariaha, m capella do qnartel da
ra de 8raganca. f^v-
. Fos'Rvm. SfibispD diocesano qoera offleion e
administren o Sacramento -.aos meninos, S.?Exc.
prfgjl urna edilleanle pratica anloga ao acto.
CWSorre
Alcancara a 11 do corrente as noticias do Rio-
Grande do Sal, traillas pelo transporte Henrtque
Das, e a 7 as de Porto-Alegre, por va daquella
eidade. Sao todas de interesse local.
Fdra designado para exercer interinamente o
cargo de commandante superior do Rio Pardo e
Encrazilhada o tenente coronel Francisco Antonio
da Rocha.
Fallecer na eidade de Pelotas Domingos Jos de
Almeida, maior de 80 annos. Foi o fundador da
hoje villa da Uragnayana e exerceu differentes
cargos Daquella eidade, qaal prestoa bastaotes
servicos.
A do Sr. brgadeiro Alexandre Minoel Albino
de Camino foi oo posto de maraehal de campo,
vencendo o respectivo sold pela tabella de 1 de
dezembro de 1811 e le de 14 de julho de 1855.
Comraanieam-nos de Caldas, provincia de Mi-
nas :
c Fallecen no dia 2 da corrate o capitao Da-
niel Pinbeiro de Campos, advogad), eleitor e ve-
reador, servindo de presidente da cmara moniei-
cipal, e secretario do commando-snperior da guar-
da nacional daqaelle municipio. Era pessea ge-
ralmente estimada. >
22
Do Rio da Prata troaxe nos o paquete mglez
Douro, entrado tambem bontem, folnas de Boenos-
Ayres at 16 o Montevideo 17 do correte.
a primeira destas eidades Unba declinado a
epiaemia, a ponto da junta popular de occorros
baver resolvido dissolver-se no dia 20, e de prin- .
ciplar a recolher se, em grande numero, as suas trabalbos, cojo producto aera apueado
habiiacoes, a populaci que tinha emigrado par*
o campo.
Na Repblica do Uruguay eontinuava a guerra
no mesmo estado. Depois de quatro meses de con-
tinuas marchas e contramarchas, o mais qae sa-
bemos qae o general Snarez eslava no Rincn
de los Tapes del Yi, eraiuaoto as torcas blancas
s ordens do Mnniz e Aparicio aeanjpavam em
Mercedes e saa* immediacSes.
Em Montevideo nio se achara anda solueco
qaestio fioanceira. A commiuio da cmara dos
representantes acabua por assentar qne o meio
nico de baver dinhero para o exhausto tnesonre
da repblica, era ara emprestlmo, e oeste, sentido
rara a oste acto os Rvras. Srs. conegos
vigarl' da fregaeza da Candelaria Dr. Cnnha, Or.
Honorato, vigario interino da freguezia de Santa
Rila i o Sr. inspector interino do arsenal de ma-
rinha.
Terminada a ceremonia, S. Exc. Rvraa. visitn
o esubelecimento e acceitou nma ligeira refeicao
que he foi offerecida pelo commandante da com-
panhis.
Tireram hontem lugar, no Prado Fluminense,
as primeiras corridas de cavadas este anno. Com
a i3titaieio destas corridas, qu cada vez se vio
tomando mais populares, como prova Immoosa
coicorrencia de todas as elasses da Joeiedade a
este divertimento, o Jockey-Club esta> prestando
vtrdadeiro servias ao paiz. Assim o reeonhecem
tambera os poden do Estado, o o Sr. ministro da
agricultura, com'verdeira solicitada tem prestado
poderoso auxilio a esta issocacio. Alm do pre-
mio j anteriormente estabalecldo por sen ministe-
rio, S. Exc. ainda hontem se prestan pessoalmente
a ser jaiz de chegada, no qne for acompanhado
pelos Srs. conselbeiro Diogo Velho Cavalcante de
Albuquerque e senaior Joaquim Antio Fernandos
Leio.
As corridas estiveram brilhantes variadas.
Na primeira, qne tinha de ser repetida en par-
tu liie, como dizem, ganbou primeramente o So-
litario, e depois duas vezes o Zephiro, que per
consegniote foi o veneedor. E* um eavallo zaino
do 7 armes de idale, 56 pollegalas de altara, na-
tural de Buenos-Ayres e pertencente ao Sr. Dr.
Jos CilmoD.
Na segunda corrida ainda ganhon o mesmo Ze
pkiro, que por con-eguinte corren quatro vezes
volta do Prado, isto oito qnadras.
Na terceira foi vencedor o Arlequim, rozilho
calcado, 6 annos de idade, 56 pollegadas de altura
natural do Rio da Prata e pertencente ao Sr. con-
de a Hertzberg.
A quarta foi ganha pelo Meldjid, pigarso nearo,
5 amos de Idade, natnral de Buenos-Ayres, mon-
tad por sea dono o Sr. Jos Carlos de Camino,
o a quinta pelo Gladiador, saino, 12 annos, nata-
ral do Rio de Janeiro e pertencente ao Sr. Dr. Al-
varo do Csrvalbo.
Depois de um intervallo de meia hora houve a
sexta corrida, qne foi prova da primeira,e seguio-
se a sotana, qne era peqniras inteiros, e em qne
foi venetdor o Tymbira, zaino 5 annos, 47polle-
gadas, natnral do Minas-Gsraes e pertencente ao
Sr. F. X. C. Silva CabraI.
* A oiiava foi ganha pelo Incgnito, rqco queima-
do, 8 anaos, natural do Rio da Prta, po/teneente
ao Sr. Dr, Gustaro Saekow ; a nonaijilmTucano,
balo, deT annos, tambem do Rio da Prata, perten-
cente aoSr. Francisco Jos de Souza, e a decima
pelo Colibr, gargantilho, de 10 annos, ainda do
Rio da Prata e perteneente ao Sr. conde de Hertz-
berg. Esta foi em tttepte ckase, cortando em di-
versas lireccdes o centrp da raia. A eptapri1
meira corrida foi a qTI decidi da primetr, <
qae ganbon o Zephiro, como j dissemos.
23
A cmara dos deputados approvou bontem sue-
cessivamente os parecer* da coramissio de po-
deres, ieconhecendo deputados pelas provincias
do Paran e S. Paulo os Srs. cooselheiros Manoel
Francisco Correa e Manoel Antonio Duarte de Ate-
vedo.
Approvou era seguida, era primeira disenssao,
o projecto declarando qae, dos vencimentos dos
magistrados vitalicios, quer effeclivos quer apo-
sentados, se dedozir nm dia em cada mez,
aflm de formar-se o monte-po para suas fa-
milias.
Approvou depois, era 2' discusso, o projecto
sobre as ajadas de casto a que tem direito os
cidadios oomeaios presideutes'da provincia.
Approvou raais era 2* diseussio o projecto de-
terminando que a taxa fixa annual de 5 res por
braca qoadrada imposta aos coneessionarios de mi-
nas dea rednzida a ara real pago por una s vez
oo acto de serem erapossado?.
Approvou arada em 3* diseussio, o projecto de-
clarando que os eleitoru da villa de Nossa Se-
nhora do rio das Egaas, na provincia da Babia,
forraario nm collegio eleiloral, qae se reunir aa
mesma villa.
chegararo no dia
mais um odioso
itdof Os passageiros que conduzia
11 no vapor Armo.
Registrara a chroniea criminal
alten lado :
Maria, eserava de Olivia Nnnes Ferraz, j em
outros tempos proeessada e coodemnada por duas
tentativas de morte, assassioara, no dia 11, fractu
rando-lhe o crneo com urajn. a Amonio Jos
Pereira, portaguez maior de
pataz e viva s em ums pequea
Hontem tarde S. M. o Imperador dignou-se
lancar a primeira pedra para o edificio da escola
publica da freguezia de S. Jos qne vai ergner-se
no largo da Mi do Bispo, canto da ra dos Bar-
bnos, em terreno cedido pelas religiosas do con-
vento de Nossa Sen hora da Ajada.
Nesse terreno fdra levantado um pavilhio, onde
so aehava a cmara municipal incorporada e ara
collegio de meninas. O collegio de meninos do
Sr. commendador padre Almeida Martins formn
em dnas alas desde o pavilhio at a ra.
A's 5 1/4 horas da tarde chegoa S. M. o Impe-
rador, acompanhado pelo Sr. conde d'Eu ; Suas
Magestade o Alteza foram recebidos pela munici-
palidade e por diversas pessoas gradas que all se
se achavam.
S. Exc. Rvm. o Sr. bispo diocesano lancou a
sua bencio podra fundamental, a qual em se-
guida foi eondnzida ao respectivo lugar por S. M.
o Imperador, pelo Sr. Conde d'Eu e pelo Sr. presi-
dente da cmara municipal, pronunciando este um
discurso apropriado quellle acto.
Hontem, s 1 3/4 horas da madrugada, o guar-
da urbano Jos Antonio Frazao, rondante da ra
do Hospicio, Davio gritos de qaera peds soccorro
e qae parecan) partir da ra dos Andradas. Cor-
rendo para aguedle lado, o urbano encontrn, na
esquina ara hornera de cor branca, barba cerrada,
trajando calca e palito prato, coberto de saogue
e com nm ferimento no peito do lado do co-
racio.
interrogado pelo guarda, mal pode o ferido di-
ser : < fui ronbado a cabio mono- Qgnarda
apitou e acudiram logo algUraas pn>cas nos 4*
5* eorpos, comparecendo pouco depois os Srs. Dr.
Nazareih, subdelegado do 1 distrieto do Sacra-
mento, e tenante Faria, commandante da respecti
S. M. o Imperador, acompanhado de seus se-
manarios, visitn hontem pela manhia a Caixa da
Araortisacio, e noute o Lyceu de Artes e Of-
flcios.
Forara nomeados bispos :
Da diocese de Olinda, o Rvdm. missonano ca-
puebinho brasileiro fre Vital Mana de Pernam-
buco : *'' y- '
Da diocese de S. Paulo, o Rvdm. Lino Deodato
Rodrignes de Carvalbo, que serve actualmente de
secretario do bispado do Cear.
Por decreto de 30 do corrente mes, foram
nomeados, por terem concorrido com avnltados
donativos para auxiliar a constrnecio de edifi-
cios apropriados s escolas do instruccao pri-
maria :
Dignatario da ordem da Rosa o visconde da
Barra-Mansa.
Commendadores da mesma ordem Jos Francis-
co Bernardos e Manoel Antonio de Andrade.
Cavalleiro Raymundo Breves de Oliveira Roxo.
Pelo paquete naeional Ariuos entrado honiem
dos porto do snl recebemos noticias de S. Pedro
e de Santa Camarina, ebegando a 17 do eorrente
as datas d Porto-Alegre, a 18 as do Rio Grande e
a 19 os do desterro.
Na primeira provincia man'dara o presidente
ressonder a conseibo de disciplina as pracas do
corpo policial que entraram no Rio-Grande no con-
flicto contra o comman Jante do destacamento, sen-
do este tambem chamado capital para jnslifi-
_ Pela antoridade policial deTaqnary foi preso
e remettido mesma capital, o roo Gabriel, que
em principios deste anno ferira com urna tacada
a Jes Frontino de Camino.
Ao intimar-se-ihe a ordem de pri:io, Gabriel
resistindo escolta, ferira a urna das pracas que
a eompnnham.
Realiou-se no dia 17 do corrente o concert
promovido por alguos cavalhefros om lavor da po-
pulacio d Buenos-Ayres; preparando, tambem,
algumas senboras de distinccio nma exposicao de
trabalbos, eujo producto sera applieado ao mes-
mo flm, e a qual deveri effectuar-se a S do (atoro
mez.
No dia 15 fallecer o Dr. Luis do Frailas e Cas-
Uro, merabro importaate do partido conservador
desia provincia.
No Rio-Grande ao entrar o vapor Camots o ca-
nal para o snl, encalhou, segando dizem, devido a
pouca pericia do pratico, porque as agaas estavam
muito clieias. Consegoio aafar-se puncas horas
depois.
A barca portuguesa Oyente, em viagem do
Porto para mesma cidai*o, vio-so obrigada a arri-
bar a santa Cathar^s, onde lloara roparaolo al-
gumas ataras.
nenie-coronel Joao da Costa Pinto, .confessando s
autoridades que o flzera por nio ter elle caraprido
a promessa de librtala.
De Pelotas eommanicam ao Diario do Rio Gran-
de que no da 9 um preto da xarqaeada do Sr.
Jos Goocalves Lopes, indo, a note e completa-
meato s escuras, entrar para o galpio, levava
coinsigo urna faca, e encontrando um sen compa-
nheiro, que era tambem pareeiro inseparavel, fe-
rio-o com a faca, e com tanta infelicidade, qne
era poneos momentos resultou-lhe a morte. O
autor desta mora casual acba-se recolbido
eada.
ras da manhia no arsenal de marinha, d'onde se-
1 guirio para bordo do paquete Douro.
Consta-nos que aeompanharao o paquete atet-
i ra da barra todos os navios de nossa armada qne
se apham promptos no porto ; que as canhoneiras
F^f/jilSJrwimarao e Henrique Dias se acbario atra-
cadas ao arsenal de marioba mesma* hora para
receberem as pessoas que offlcialmente tiverem
ios, que era ca- de uet esso acompanhamento, e os vapores Mar-
9 te- cilU Dias e Isabel se aehario fnndeados porto do
referido arsenal para tambem receber e condnzir
os cidadios qae qaizerem tomar parte no mesmo
acompanhamento.
Por decreto n. 4.718- de 16 do correte foi con-
cedida ao Dr. Andr Lamas e a Pedro S. Lamas
autorisacao para, por si ou por urna companhia,
eslabelecer cimmnnicacao tolegraphina submari-
na entre as eidades do Rio de Janeiro e de Buenos-
Ayres.
Pelo vapor krtadne recebemos hontem de Bae-
J*a- /*" nos-Avres foi has do 17 do corrente, nm dia alm
De Santa Catbarioa sao as noticias- de interesse das qneltinhamos daquella eidade. Na vespera i
local. Noticia o Desptriador de 12 que o hiate mortalidade causada pela epidemia fra de 13 pes-
Sandooal, ao sabir a barra da Lagaa, 4 leguas ao 8oa,.
mar, com destino a Paranagn, fra assaltado por Escrevem-nos qne o ombarque da companhia
um tufo violento ; e que indo o mestre para aba ryrlea italiana, qne se propo vir dar especuculo9
far a vela grande, esta flzera bolso e o atirara ao nesta corte, soffrra alguns dias de retardmenlo,
mar, onde desapparecera; em razio desta oc-
correncia, arribara aquelle biate, no dia II, ao
porto do Desterro.
va estaco. Tomando
em' las duas amoridads deram immedialamentente as
providencias necessarias para se proceder a rigo-
rosa busca pela vizinhanca, e pouco depois conse-
guirn! prender um individuo de nome Jacintho
Marques Galvio, qne se aehava occolto entre as
pedras das obras qae se esli fazendo na ras do
Oavidor, canto das dos Onrves.
Em seu poder foi encontrado um eanivete de
mola ; e dons rapazes, empregados no servico da
limpeza pnblica, declaram ter visto, acompanhan-
do o morto, um hornera qae aos gritos daqaelle,
descera correado pela roa do Hospicio, e, conbe-
endo qne era perseguido tomara a rna dos Ouri-
vos e se esconder as obras. O preso confessoa
que viera em companhia do morto, enjo nome ain-
da nio se sabe."
O cadver foi remettido para o deposito ladei-
ra da Conceicio, e Galvio para o xadrez da poli-
ca. Das averiguacoes a qne proceden a antori-
dade resulta a conviccio da crminalidade do
preso :
Sob o titnlo de facto horroroso, o Cruzeiro do
Sul, de S. Fidelis, em data de 11 do corrente
transcreve do Areense, o segninte :
c Consta que, indo para o servico um lavrador
domiciliado entra Santa Barbara e Limeira, arma-
do de urna fouee e acompanhado por nma filha
moca, um fllho menor e dous escravos tambem
armados de fouces, estes investiram, nm sobre a
moca,, a quem carregou para o mato, e o outro
sobre o senhor, qae leve tempo de agarrar o ag-
gressor e travar Iota braco a braco.
c A raulher do lavrador, onvindo gritos, lauca
mi de ama espingarda e ia correr em soccorro
do marido e filhos guando chega-lbe um parete,
qne toma-lhe a espingarda e eorre para o Ingar :
alii acha a lula travada entre o escravo e o se-
nhor; este esquecido de si, diz : Acuda a mi-
aba filba que o ontro escravo arrebaton. O
prente segu na direccio indicada e alcanca o
raptor ; este percebendo-o, vai sobre elle com a
fonce aleada, mas recebe em caminho um tiro
qae o faz parar para sempre. Salva a filba, cor-
re o parete a salvar o pai; nio foi preciso, este
tambem j havia redundo seu aggressor a ca-
dver. >
24
A cmara dos deputados approvou hontem ndos
os projeclos cujas disscusses ficaram encerradas
na sessao antecedente.
Occupou-se depois com a 2* diseussio do pro-
jecto declarando qne os donos das fabricas de
qualquer genero qne empregarem mais de 200
operarios poderio desaproprtar os terrenos ne-
cessarios para a passagem de encanamentos in-
dispensaveis conduccao d'agua precisa para o
uso das ditas fabricas. Nio havendo, porm, nu-
mero legal para votar-se, icou esta diseussio en-
cerrada.
O Sr. presidente diz que SS. MM. Imperiaes re-
ceben) comprimentos de despedida pela sua pr-
xima partida para a Europa. Interpretando os
sentimenlos desta cmara, emende dever nomear
urna depntacio para ir apresontar a SS. Magestades
os votos que a cmara taz pela saude dos mesmos
augustos senboras, pela sua prospera viagem e pe-
lo sea feliz regresso ao imperio, reiterando na
mesma occasiao os protestos de profundo respeiio
a de lea I dade da cmara para com as pessoas de
SS. Magestades o de sua augusta familia. Essa
mesma depntacio assistir ao acto do embarque
de SS. MM. Imperiaes.
Consultada a cmara, approva a nomeacio da
deculacao; e o Sr. presidente declara que vai-se
ofnciar ao governo para saber o dia, hora o lugar
em qae S. M. o Imperador se digna receber a
depntacio. a qual fica composta dos seguintes Srs.:
Paulino de Sonsa, bario de Anadia, Angelo do
Amaral, Baha. Cicero Dantas, Bandeira de Mello,
por haver adoecido a Sra. Sasc, sem que todava
a molestia apresentasse gravidade.
S. Exc. Revma. o Sr. bispo do Rio de Janeiro
dirgio aos fiis do bispado urna circular reeom-
mendando que durante um mez a contar do dia
do embarque de SS. MM. Imperiaes, os sacerdo-
tes do clero regular e secular da diocese digam
na missa, qnando as rubricas o nio probibiren?,
raais a coliocta pro naveganlibus, que se acba no
flm do missal entre as Orationes ad diversa, e
pedindo aos diocesanos que em suas oraedes re-
commendem a Deus os chefes da familia imperial.
-25-
Sahindo hoje para a Europa o paquete ingles.
Dow o leva confiados a sea bordo os nossos impe-
rantes.
O paiz conbece e respeita os poderosos motivos
que forcam SS. MM. Imperiaes a apartarse de
sea povo, por alguns mezes. A saudade smenle
no-la poda mitigar a viva f em que a providen-
cia permittir que deste sacrificio colha o Brasil
as pessoas de seas soberanos o esperado bene-
ficio.
Hontem as salas do paco da eidade endient-
se de deputaces de todas as corporacoes o de
cidadios de todas as elasses que acudan! a des-
pedir-so de SS. MM. Imperiaes.
Desde o meio da al < 4 1/2 horas da tarde
durou a audiencia, durante a qual SS. MM. Im-
periaes receberam as mais ardentes deraonslra-
coes de affeicao e respeito. Nio ha memoria de
tao numerosa concorrencia como a de hontem
Dos cortejos do paco da eidade.
Findo o tempo da audiencia, S. M. o Impera-
dor leu- ordera para que se franqueasse a entra-
da no naco a todas as pessoas indistinctamente.
OodS do po*o ponctraram onlo aa o*l <* e
achavamTuas Magestades Imperiaes, e entre vi-
vas e brados que bem se 'conhecian partirem do
coracoes^ retonhecidos, saudarami oa augustos
personagens que se mostravam abalados por tao
to do faeto^as" espontanea qnanto sicera manifestacao.
Tambem os, nnindo a nossa voz de todos os
brasileiros, do fundo d'alraa Ihes desojamos pros-
pera viagem, e a obtenrao de todos os flus qae
coro ella se propdem, emqaaoto saadosos aguar-
damos o seu regresso ao seio de um povo qne
nos seus soberanos ama os seos mais desvelados
protectores, e os mais seguros penhores da ana
felicidade e da grandeza- do destino que o cooo
reserva.
A cmara dos deputados approvoa hooteus o
parecer da commissio de poderes, declarando de-
puta lo polo 2* distrieto da provincia de Pernam-
buco o Sr. censelheiro Theodoro Machado Freir
Pereira da Silva, o qual prestou juramento e to-
mn assento. ,
Approvou depois em 2* discusso o projecto
declarando que os donos das fabricas de qual-
quer genero que empregarem raais de. 200 op-
ranos poderio desaproprar os terrenos necessa-
rios para a passagem de encanamentos indispen-
saveis para a conduccao d'agua precisa para o
uso ilas ditas fabricas.
Os seguintes projectos ficaram encerrados, nao
se votando por falta de numero legal:
Antorisando o governo a conceder ao desetn-
bargador da relasio da corte Jos Baplisla Lisboa
um anno de licenca cora todos os seos vencimen-
tos para tratar de sua saude.
Jubilando o cooselheiro Jos Mana de Avellar
Brotero lente cathedratico da cadeira do l
anno da faeoldade de direito de 8. Paulo, com
todos os seus venc nonios.
Concedendo pensoes a diversos.
Naturalisando a Joio Mara Pessoa, natural do
Portugal.
SS. MM. Imperiaes assistirara hontem a nma
missa no convento da Ajada, Anda a qual foram
visitar o tmulo da augusta "
parador.
mi de S. M.' o Im-
Acompanbam SS. MM. Imperiaes na sua viagem
Enropa os Srs. conselheiros Nicolao Antonio
Nogueira da Gama, sua senhora e urna filba, ba-
rio do Bom Retiro, bario de Itana e urna filba,
D. Josephioa da Fonseea-Costa, D. Leonida ios
Aojo Esposel, D. Joanna Mara, Pedro Paiva, duas
criadas e sete criados.
A directora da companhia de paquetes a va-
por crdenou que os paquetes Cruzeiro do Sul,
Ariuos e. &ifn Cruz estejam boje, o priroeiro
em frente ao arsenal de marinha disposicio i
ministerio e das cmaras dos senadores e depu-
tados, o segundo em frente ao largo da Impera-
triz dos accionistas da mesma companhia, o o
terceiro em frente ao arsenal de guerra do
corpo de alumnos da escola militar.
Por cartas imperiaes de 23 do eorrente forana
nalu -alisados os subditos portuguezes Francisco
da-Cnnha Brandao e Domingos Jos de Oiiveira
Guimaries, este residente na proviocia de S. Pe-
dro do Rio-Grande do Sal, e aquelle nesta corte.
Por deeroto da mesma data foi concedida a D.
Clara Anglica de Xavier Faguodes, em attencio
aos relevantes servicos que ao Estado prestou sea
fallecido marido o marecbal de campo Gurtberme
Xavier de Souza, a pensio de 180* raensaes, sena
prejuizo do meio sold que Ibe competir.
Por decretos de 17 do eorrente foram concedi-
das as honras de grandeza ao visconde de Goa-
ratingnet, da provincia de S. Panto.
Por decretos da mesma data foram elvalas a
viscondes os bardes de Sergi-Mirim, de Pass
de Prado.
Por decretos de igual data foram agraciados :
Com a cri-eruz da ordem de Christo, o coose-
lheiro Joaquim Marcelino de Brlto, presidente
do supremo tribunal de i'isVica.
Silva Nanea, afelio Mallos, Jansen de Paco, Para- C)m o Malo do eo^seiho, o desembargador A-
inos Jnior, Jos Calmon, Capanema, Pinbeiro, selmo Francisco eeretli, presidente do tribunal
Diogo Velho, Das da Rocha, Porietla, Pinto de do comaers^ de Pernambuco.
Campos, Coelho Rodrignes, Raposo da Cmara, [ Coa i uinlos de i
Lima e Silva, Lamego, Joio Mondes, Guimaries
Azambnja e Menezes Prado. Amonio da Fonseea Costa.
j liarlo de Angn, o ehoh Aa eaquadra da afr
-^da eoflselneiw Attrfano .****> **
diario da Givea, o marecbal de exeroito


SS. MM. Lnperiate embarcar* amaob^ j i ho-' mi
V


..

=*
-r ',
ar
Barao da Laguna, o ehefe de esqosira da
mida conselheiro Jesuino Lamego Costa.
Baro de Vassonras, Francisco Jos Teixeira
Leite
Bariu da lanta
Loao.
Mara, Nicolao Netto Caroeiro
-
Bar3o de Titinga, o corone! Antonio Francis-
co Trato.
BarVd* S. Tbiago, Doming. s Americo da
Silva.
Bario de Buique, o coronel Francisco Alves
Cavalcanti Camblo.
Bario de S. Brat, Brar Caroeiro Lelo.
Baro de Ibury, Manoel da Cunta Lima i-
beiio. *
Bario de Araruna, Estevo Jos da Rocha.
Baro de Aquirax, Goncalo Baptisla Vieira.
Bario de Sanisrm, Miguel Antonio Pinto Gui-
maraes.
Bario de Parahytinga, o teneute-coronel Manoel
Jacintho Dornioguea de Castro.
Baro da Sirra Negra, o coroael Francisco Jo
s da Conceicio.
Bario de Caraargos, o senador Manoel Teixei-
ra de Sonta.
Bario de Pasos, o major Jernimo de Mello
Penara .a Sama.
Bario de Congonhas do Campo, o major Lucas
Antonio Monleiro de Castro.
Baria de Biamantino, o coronel Antonio d
Cengoeira Caldas. **
Bario de iamo, o coronel Hlario Pereira
Fortes.
Por decretos de 19 do correte :
Fui removido i'aii de direil< Jos de Almeida
Marttns Costa, da comarca do Brejo de 2* entran-
cia, na i r rvincia do M iraona>. para o lugar de
juiz especial do eoramercio de 3* eoirucia, na
T'lal Ja mesma proviacia.
ti designada a comarca do Brejo da 2' entra-
en, na referida inviucia, para nella ter exerci
co o juiz de direito avulso Fernando SbiMhan-e
da Cuota.
Furam concedidas as .l.-u.i--o:>- que nedirara :
O bacbarel Jlo Baptisla Pwriro Corte Rea',
do lugar de juiz municipal e de orphos da ter-
mo do Penedo, na provincia das AUgcas-.
O baclurel J.wio Franco de 0:veira c Souza, do
lagar de juiz municipal e de orphos dj termo de
Paraflagu, na provin:ia do Paran.
Foram nomeados juizes de direit > :
O bacbarel Francisco Luiz Corroa de Andrade,
da comarca de Flores de Ia enran-ia, na provin
cia de P.rnambuco ; fraudo -em e it> o decre-
to de 31 de Janeiro do crrante auno, que o co-
mean para igual cargo da comarca do Mallo-
Grosso, na provioca di mesmo oome.
Juizes muoicipaes e de orphos :
O bacbarel Miguel dPGodoy Moreira e Costa,
do termo de Paraiy, na proviacia do Rio de Ja-
neiro.
O bacharel Ernesto Pinto Lobo Cedro, do ter
mo de S. Joao do Princ p, oa meeina provincia
O tachare! Jos IiJtfouso de S -u a Ramos So
briobo, do termo de Santo Antonio de Si, na
meema provincia.
O bacharel Silverio Gmzaga de Cirvalho Ano-
rim, do termo de Taubai, na provincia de S.
Paulo.
O bacharel Alexanire Jos da Costa Valente,
dos termos reun los de Beueveute e Guarpary,
a provincia do Espirito Santo.
O bacbarel Aristides Jos de Leo, do trra,
do Peoedo, oa pro v ocia das Al agas.
O bacbarel Sebasti Pinto d > liego, dos ter
moa reunidos do Triumpho o Taqua y, oa pro-
vincia de S. Pedn do Rio Gran le do Sol,
Foram nomeados por de reto; de 19 do cor-
rente, o bacharel Joao Pedro do. Aquino e Agos-
tiatki Luz da Gama Juuior, aquella pr ufessor e
este adjunto da seceo do curso do exlernato
da escola de mariuha, croado ptlo decreto n.
4,679 de 17 de Janeiro uliimo.
Por decreto de 23 do correal.! f i nomeado o
Dr. Ernesto Eustaquio de Pignrelo para o lu
gar de 2 cirurgio do corpa de saude da ar-
mada.
Por outro da mesma data, coucelerim-se as
honras de Io cirurgio ao Dr. Jji Flix da Cu-
aba Menezes, em alteucio aos h:iu servidos que
prestou na esquadra durante a guerra contra
o Paraguay.
Por outro de igual data, fo reformado o impe-
rial marnheiro de 3* classe, Tho:nai,do Patro-
cinio, com o reipectivo so!d) por inteiro, nos
termos do art. 3 do plano annexo ao decreto de
1815, visto haver-se incapacitado cm servir; >.
Por titulo* de 23 do eorrente foram noraeado's
3" escripturarios da tbesouiaria da S. Pedro do
Rio Grande do Sql, Joo Soar.'s dos Santos Ju
iiir J i i'pl-.iino Saiv^turi Heorlyue Mala
9 Castilho.
Por decretos de 2i do referido mez :
Foram nomeados :
Procurad.*-fiscal da thesouraria d Paran, o
bacharel Tertuliano Teixeira de Fieitas.
1" escriplurario da ra-.suia thesouraria o 2
dito Antonio Ferreira da Costa Jnior.
Thesoureiro da thesouraria de Mallo Grosso,
Joao Poupino Caldas.
Foi concedida ao bacharel Antonio Candido
Ferreira de Abreu a demisro que pedio do la-
gar de procurador fiscal da thesouraria do Pa-
ran.
Recebemos o Pharol de 21 do corrente, do qual
extrabimos as seguintes noticias:
A Sra. D. Francisca Atvarenga, l.zendelra
do municipio de Itabira e fallecida uKimamwte,
deixou livres cera escravus, pouco mais ou me
nos, ficando os menores de 20 anuos obrgados a
servirem at essa idade a uro seu sobrino. Fez
ouiros legados e instituio urna cria menor her
dciia do resto da sua fortuna.
Foi capturado no termo de Pitanguy o o
criminoso Antonio Nunes Galvao Carlaxo, pro
nuuciado pelo a&sasainato de Joaquim Severino
Barbosa, e pela tentaiiva do mesmo erirae na
pessoa de Joao Severino Barbosa, em dias de
marco de 1868.
jf Dian
dt i'eruMt'.bicft -.
Ihmrta
-+:---
feir 31 d Maio J 1871
_____
sea !f quito, e o trem parti p:ra Apipuco. cnle,
S. M. demorn so algtras trrimitw para tomar agua
o ver o povoido, raeasradar-ferfji-jtsde um deli-
cado lunch de Boces. ftcles e ^rreno> floos que
fra preparado o'um elefante pa.vilbo fti* ge-
rente da empresa. '
Depoi de pequen* deu ora em A"pipocflT'eolr
nuouo tremo seu oamioho para Caxaufi, undante 'Kdrls
chegando, S. M. imperador apeou-se .para ver o
povoado e uiilisou-se de um copo d'agua frrea
que alli ha. ____
Pouco depois r.-fte>soo o IreMpa o RfMr,
mas chegando ruada Aurora tmmoa S. U. ae
elle paraase, dtsceu, e seguio a pd por essa ra
at a estteio cenal da estrada de Ierro de Qteda.
onde igualmente o Vperava um trem expresan.
S. M. dirigise i Olrada, onde demorou-M al-
guos minutos ver a antiga capital de Paroam-
Dueo, serado recibido na estadio respectiva pela
cmara municipal e pelas prmeipaes autoridades
da udade que para alli o tmhan ido esparar.
Em seguida urna pequea digressie pela re-
jnvenescida Olioda,. regressou S. M o imperador
uo mesmo trem em que foi, apeando *e, puioi a
flo, quttaLyet a saad>ira episcopal am.ft|haifsupinas, a sitiacao do baaeovo. bMB-aibocada
do
MARIO DE'PERNAMBUCO
RECIFE, 11 DE MAIO DE 1871.
desembarque de S. n. impe-
rador.
Ao romper da aurora de hontem o lelegrapho
annaneiou o paquete ioglez Domo, era cujo bor-
do vinhara de passagem para a Earopa SS. M.\f.
o Sr. D. Pedro II e sua augusta consorte.
O telegrapho icou o pavilbio nacional no tope
do masiro e a fortalezi do Brura deu os tiros
eonvenciooaes da chegada do3 aagustoa virante
ao porto do Recito.
O lempo era mo : chovia copiosamente, quan-
do o paquete fondeou. Nao obstante toda a cidi-
depoz-e em movimento ; e ao saber fe pelo te-
legrapho ter icado um galhardele vermelho, que
S. M. o Imperador descia trra, c ni<_ a a af-
flair povo para os caes, oj navios surtos no aor-
to emsaudeirara-n em arco, e a tropa de-tillou
para a praja de Pedro II, onde forma em pa-
rada.
A aleota imperial derigio-se para bordo co
dnzindo S. Eae. o Sr. vice presidenta da provincia
alguna outroa cavalbeiros que faram recebar
am
Eaa v rinde dos ceas ineomaiodos d: sade
por eaisa do mo tempo, 8. M. a Imperatru nao
fdde 'sembarc-r.
A galeota, minutos depois de ter atrcalo 10
?apor, de-ferjo o seu vd> para aerra, reb3d*
por um peqa no vapor, ao passar era frent.'
Malaa io Bnim, foi aaudada com urna salva
de Slliros, e bn aisim saudada por eilrepitosos
vivas e aeclamacrjes das tripilacSes dos navios
surtos no porto, as quaes subiram s verna, e do
poro aglomerado nos caes do bairro do Rneifc.
A's 8 1(2 horas da manhaa a galeota atracou
na escadinha da praca de Pedro II, onde salina
S. M. o Imperador, aecempanbado da varias pe
soaa de sua commitiva e dos cavalbeiros que ti
aban ido ao bordo do paquete Dottro.
Wa praca e Podro H o pero reunido em mi-
savietonou moitas e repetida vezas 6 M, o Im-
perador, a familia imperial, a eonstllui;io poli'.ioa,
oacao brasileira, etc. etc.
Ah a iropa fez i S. M. as conlinenciags m*
bjfflja do collegio, qne se achava iMMM
i nar* o roceber, caso salla-se, dirlgio-ie
adornaoa >4or, aeguldo de nma eiptendida
8.. o Impe,. ;*. t^iijij o santa fricrifleto
eommiuva eabiorv..
da missiy .. .,. sabio i M f to-
Oapois de ter vMta a irajN -- a tallos, ae-
mando urna sge puchada qu*u-u ^r grande
goido por um piquete de cavalUria e ."^Hral
mero de ootraa s,*, foi para ae4aia 1. -wi
da estrada de f<-rro do R.vife ao Caxanga, onde
parara om trem espacia', adrede preparada. !'
Ail 3. M. melteu-se no trow com as pessoa do I
ra do Hospicio, cuide toi visitar ao e4i
Faculdade de Direito e collegio das Arles
Recite. ----------
D'ahi sequo S. M. em carrnagem para o bairro
de Santo Antonio, e, passaodo no cmpo das
Prioc zas, onde se achava formada a tropa, rece-
ben neva canrinencias mMitares. 8. M. desceu
pela ra-do Imperador, e, dobrapdo, na d
*. Crespo, seguio per eila; praca da independencia
ras do Irespo e Nova, onnte da Boa-Vista, a a
ra da Imperairir.onde M visitar a sociedade dos
Artistas Mchameos e Liberata, no seu omdeita
edificio provisorio.
Alli, como por toda a parte, ha va amito p..V%
aglomerado, e foram calurosoa a vivas erguidos
ao Utrooo e patria.
A sociedade dos Artistas Mchameos compri-
menlou S. M. o imperador e si-licilou Ihe a gi ai; i
de aceitar um diploma de seu socio proleclon, ao
que acquiesceu S. M recebendo o referido di-
ploma.
Da ra da laaperatriz regressou S. M. para o
bairro, de Santo Antonio, e seguio para o largo das
Cinco Puntas j assisii-r a blocao inaugnrayio Jos
trabalhos da companhia fecife Dvoynag* que em
frente do seu edificio principal, erguir um
grande pavikhao primorosamente ornado, onde
teve lugar a ceremonia.
Alli chegando, 5. M. dignou-se visitar toJo o odi-
flero o suas depeudsaoias, assislir a eereaonia re-
ligiosa da henear, e eum suas mios dar volti
chave dos jugos de agua do tanque e repuchos qne
devem ornar o largo das Cinco Portas em freole
ao edificio da empr.-za.
Fmdas elas ceremonias, S. M., convidado a ser-
vir-se de nm profuso e delicado lunch, apenas
aceitn dra ealice de vmlM, o om seguida sahio
do pavjlhao, o, tomando a -ge, dirigi se ao hos-
picio de Njssa S.-tlura da Penha, onde percorreu
as obras da nova igreja que os religiosos capu
chinhos esto conslrniodo.
D'ahi dirigio-se S. M. ao palacio presidenta!,
on le chegoa a 1 hora da tarde, sendo esplendida e
calurosamente vietoriado pela masca compacta de
povo agglomeralo no Cimpo das Prineezas.
Em palacio ae^eva-se reunida a nata da socie-
dade pernarobueana em lo !as as cas es sociaes,
e ah racebeu S M. aadtbaa|fal de todjs os oa-
valhoiros qns ihe foram beij.tr a mi.
A aeeembla provincial foi enlo em corporacio
e^mprimentarS. M. o Imperador, orno linru de-
iberado. Mas havia t aita gente em palacio, e era
lo gr>ade o atropello dos qnequeriam boijar a
mi de S. M., qae o Exm. Sr. Dr. A guiar, presi-
dente da iS-.' jib'a, mal pode dizer a S. M. a deli
bera^o da ruesma sssembla, depondo em suas
augustas u-1; o discurso que esorevra, e que foi
lo tbeor seguine :
Semhor.A assemhla legislativa da provineia
de Pernambu'o, legitima e ti i.iterprete do pan
smenlo de -m- constituimos, ten lo necossidade
de exhibir urna prova solemne da salistaclo deque
se aeha possnida, ao ver, pela segunda ves, asta
capital h mr.ida com a anguila presenta de V. M.
I., resnlven vir, en carpora;ao, dapor, ante <>thro-
no de V. M. I., as suas mais respeitosas booeaa-
gens ; lamenuado, todava, que essa sati-facao
seja empinada pela importancia da cansa que lie
deu existencia.
t A assemb!a legishlivt de Pernarabie, se
nhor, reconliece que am motivo justo e legitim-i
i briga V. M I. a au^ertar se, airadaTiue por lem-
po breve, do imperio a a deixar a suprema adml-
mstra'.-ao, mas, a meema as*embla espera que
essa ausencia-nao ser long, pela confian^a qne
tem de que a Providencia Divina, qne tanto veM
pelos d-siinos do Brasil, querer ouvir o *ttender
a suoplica de todos os Brasileirus e recompensar
a soticitude d V. M f, cnoedendv a S. M. a f.n
perainz completo restabeiecimottlo em sua pro
cosa saude.
Pxssuila, senhor, d'esto pensaraento e vendo
na ausencia de V. M. I. o resaltado oeceseariodo
fiel cu-iiprimento de um da ver sagrado, a *sse.n*
Wda legislativa d Barnamboco; vem apresentar
V. M f., antes de dwixar, em sea hago irajeoW
esu abeooada por^ao da trra da Santa >uz, os
sinceros votos que forma para que, depois de urna
viagera feliz e proveitosa, V. L o sua augasta
espota sejam restituidos ao amor, vooeracio a wi-
peito de seos ti is subdit s. >
S. M. agradeceu a soleitude da assombls, e
raoslrou-sa satisfeito pelo qne ella tem feito era
prol da provincia, curando do seu bem estar, co-
mo el'.e propru verificara as pequeas excur-
s5es qua fizera.
Dapois dettas e de ontras muitas felicita^oos, i
que S. M. se inostron muito reconbacido, reureu-
se S. M. para una gabioen reservado, onde f >i ea-
crever para a corte, findo o qua dignou-sa ir al-
mocar.
Todo o edificio do palacio achava-se decorado
com laxo e eleganoia, e a masa servida com ex
piend.ir a magnificencia.
Fioda qne toi a refiieaa, S. M. dirigise ao
salaade honra de palacio, onde ainda deu beija-
mo, e, depedindo-se de todos com a raalor ffi-
bihdade, deseea para a ra, tomou a carruagem,
entre as mes mas entusisticas accla mandes que
Ihe foram sempre feitaa por toda a parte, e seguio
para o arsenal de martnba.
Alli S. M., depois da visitar o estabeteeiraeoto,
embarcon 03 galeota imperial e dirigio-se para
banio do paquete Omito, s 2 h raa o imit da r>
de, recebendo as ra'esmas continentias, boara* e
acclamagrjes que Ihe foram feitas, tributadas o er
guidas na occasiio do desembarque.
Dj que levamos dito, em bem pallida lingua-
gem, se p le cei lamente c.mcluir que na passou
desapercebida pr.ra o cavallHiroso e enihustasti
co povo pernairbocano a estada de S. M o Im-
perador em trras de Vieira e Cansarn.
O sempre heroico, smeero e dedicado povo da
Pernaciibuco nao esqueeeu os seas datares em fa
ce do monareha que, com sua acqpleseenri, di-
rige os destino) da naci ; e as ovacoas que on
n'" c|imo ouu'ora foram tribatalas S. o Sr.
D. Pedro IL deram om testemnnho eloqnentissimo
d i amor que se aleia nos eoraerj^a peraimtit^snos
pelas insUtuic/das juradas, pela patria e pelo
ihrono.
Por toda a parto, repatimo-lo, onde estove 8
M um jo e unnime fui o pensaraento do poto
que esperava : vicloriaro-Iinperadar. o defen-
sorpfrpetaodo Brasil, cujo amor pelo seu paiz
foi brilhantemeote piste em prova a eKajunie-
mente deni >nsirado na tremenda luta de que elle
sabiovicion no ao Paraguay.
Era essa urna divida que eslava por pagar, c
que foi hontem psga, cjsdo oumpria se lo. eom
eifusaa,eotB sentioMDto e sinceridada.
Seis horas apenas aamoroa-se S. M. o Impera
dor em larras de Pernambuco, a neeu! arto espa-
90 de tempo sobrou-lho aciividade para vfeitar
urna boa parte da capital, a para mostrar-te tio
tati-feito palos progressos da provincia, quo lote-
ressado se mostrou etem mostrado t*lo sea fa-
t oro inrale material.
Era toda a parte onde astove prosarou S. M,
jofjrmar-ee com la*eresso das censa* a das pee-
oai. e sua fltelissima memoria rrcordou so oom
grtdo de faetoe qno testemoubou ha ouze asnos,
fiera como do pessoa* qm vio era |859.
S. M. so voltar par bnrdo, sem duida lavou
novas e gratas rpcorr?af3 de Feanambnt, *
provincia aur fm lado, te temanhando-be o aeu-
amor, faz votiM para qae> bou* rento roaduzam'
S. M. o Impe-adi r e sua aprusla consorte ao ve*
Iho CMitimnle, e solicita dos cos o pi'oBpfo e"
complete re Imperatriz e urna breve volts dos augustos viajaq-
tfa ao sei da patria, as trras. ItrfM d* Ame"
riea.
dedicado, nao po^ie, uem duvo pausar desaparee
bido quera se mleressa corno n<, pelo futuro
da provincia.
o hih$ da.#ovembro de IMS ejcrevajio neato
iSfHJflaflXal noticia sobre o missionaik) capa-
CTinWTrl Jital Maria de Pernambuco, aaiuiaJ
de Fog> e Iho do cidadio Anto-
nio Gone*lT( s de Oliveira e sua mnlher D. An-
tonia Albina d'Albuquerque ; e nessa noticia tra-
eamos em breve quadro a vida desse distincto per
nambucHOO* eada voeafto decidid para p aaeer
docia levea a parlif para a luraaa em ootabro.
de 1802 eom dentina aas coefias de 8. Suplicio e
de Taulogvb, oade toa a seta estudos, entoande
depois wapriraeira astosa na ea pella dos capu-
chmhoaam Versaillea, em |de agosto de I8B8.
A' ceastlho do llsm. fre. Serafim de Galana,
em coja amisade e cesapanMa le conprasla o>jo-
Ven sita, f e^le rtatidWo entrar aa oruam reli-
giosa des cappehiabar, en} em s collegiaa mos-
#nu am espirito cercado da dnpia aureola de in-
telligente e piedoso.
O distinoto painan.liucano fu sua entrada na
Ja ordaae a sO de jaslx de 1803, tomou o habito a 18
de agosto do mesmo anno, rec a a de jurar* de looo de sobdiac.ntfo s 8 de 9U-
lemhro de 1867 e de dicono 7 de iuoho de
1868. '
4/f) joven m.ssionario doutor em caones e tem
um eorteio tao bem formado apio Ilustra do o
sen. espirito.
Chegando a Pernambuco de volt da Earopa,
12 de novembro de 18fi^, poucos dias Jepois se
galo para Pedras de Pojl a ver a tmilto, e, Ifo
que dalti regresiou dirigiuse para S. Paula
reger e ler a cadeira de theologia, no convento da
sua ardam, pon nomoaco do ieu ctele, da pro-
vracaa religiosa de Saboya.
Alt acbava-se o j( eo pernambnjano, qae con-t
U apenas 17 anuos incompletos'de idsda, qnan
do o govemo impi-vial. fai bmea-lo para a ardua
e dit&cil missio de dirigir a diocese da provi-
cia que o vio nascer? I que tem huje a ventura
de ver na sua cader,episcopal aquella que ha
uove aonos passado> d*ixou-a sao losa em busca
da iuslruecao religiosa no vetho contineabk '
A nome^oaa do joven capuclnnho pudr hispo
de Pemaaihaco, reu limlo, foi muito acirtada ;
aigrt-ji perna nbnaana qne ha tanto tempo
sstava uva, -e:n duvida cootinaar tlorir
snb a direceo de -juera tanto se era distinguido
pelas virtudes tomo pela olelligeooia.
Logo que o novo hispo aeja proclamad em
cousietorhi, em Roma, certamenle '.vira assu-
mir a direccao da sua diocese, e derramar as
torrentes da sua piedade, luz, e virtudes obre
os seu< comprovincianos, quera tanto aua, a
continuar a seraear a ceara do b on, lao feliz
mn.te co mecada pe Los seas dous antecessuas,
da >audoi-sima mamaria.
m oatr'ora feli itamos i seus pala pela na
volia a patria, sobra-nos boje motivos parafa-
licua-los lela elavaco da um 8lbo Uo nobre a
nobtlisima pociieao de melado da igreja pir-
aambucana.
.\'ot!cta do anl do Imperio.
O vapor inglez Honro trouxe jornaes do Rio da
Prata at 17., do Rio de Janeiro al 38 a da Baha
at i8 do corrente.
SOb a rubrica Inlunor eaeontrario oa leRores
por extenso as notici ti laais importantes alen das
quaes temos aos jorriana receido as que se-
guem :
U0 DA HUTA.
De Montevideo eecrevem a 17 do eorrente o se-
gu ote :
Aproveilo o Dwo, que boje segu, para faier
a resenha das noticias dasla quuzeoa. Nao sito ira
portantes ; mas caitos factis desaahara olaninMMe
o e-la io moral d'osta soeiedaie, e portanto sesjpre
tora um iatonMae phiraniropioo, qua nao para
desdimar-sa,
a It nsezei: retori que dwas jovoas orietues,
oriuudos de familias decentes haviam aasassiaado
ero pleno- >, em ama das rni raaia pubfcas
dosu oaptal, uia pobre trabalhador bespaahoL
cujo uniao crime consistir eaa repelltr o iiNilU)
que s-tf-ra dellea ao passar pela coofeitu-ia
Orieatal-
O clamor publico os persegulo ; a, nao obs-
tante a protecci.) de que gosivam, lorara recolbi-
dos. pnsjx Alli, da oorabioaco cora o advagido
que escolheram, o Dr. Harairez (Jos Pedro) sos-
tenurara qne haviam praticado aquella (rime era
de toza proprU ; masara m para nao ser era mortos.
Knir tanto tolo o mundo sabia qua un d'elles, o
joven Mas^m, reveiaa-a mais da urna vez aesiioC-
tos saazuinario, provoaand risas, que teatava
t<:raiioir*fczeaJo u-w !> rewoWer, de qae nunca
so tpartava. Era urna prenampeo da qfa nao se
pedia acreditar nessa ailegago.
< Activamente trahaihou. Ramrez pelo seu jor-
ual. o Sfglo, em dosvanecer a iaspressa* pr.du-
zida por esta f teto, t a crimalidade de seus
*eutes, que, gracas a essa nrouccao em qae ral
tai, saban) da cadeia quaflao queran para pas-
seiar, e al para t'reqacular as bailas de matearas,
onde por mais de urna vez foram vistos. Este es-
cndalo preparava a optoio para observar outro
que seannaoeiave, sem s% admirar, qual en a ab-
solvicy) dos ido, Coa efleito, nao obstante a ae-
cusaci promovida paloirmao da desdilou victi-
ma, a incumbida a um hbil advogado neipanhol,
que fez um brilhante discurso na jury, est tribu-
nal popular absolveu os roa, raconhecenao que
alies Azarara uso das armas era defeza iropria,
como aliegavam.
s D. Jos Pedro Ramrez, em um artiga muito
eafeitado, mas sem fundo algum, exulta com e
triumpho da justiea e aoplaude a decisio, -em re-
cordar-se que, acoroedarado a iniquidade, sema
tempestades, que araai,ha piem aer-lhe fataes
Censurando seu antagonista por ter querid azer
vibrar a seasibiridade dos jralos pintaod s esta-
do da abandono, em que Acara a rai da vi lima,
cosvdaro peca promover coa elle ama suiscrip-
oa a fajor dessa infeliz, para a qual assigu: cera
pesos I Qie caridale singular I Como o di
nUeiro dos asssssinos a de seus patronos foise um
batsamn consotador para o curaca de nma mi I
m minea anterior eorreapimdencia assignale
o naPeimento de baueo uio, ergamsado e parido
pelo Sr. Guiraaraes; hoje tenho qae regiairar a
sua mora.
'?*0 carta existencia levou o ehrounjta do
*VQw a cbamarloom muito espirita aquella ssiaba-
UMimante /mr ife um ata. O banca aiqv que era
o banco italiano resuscilado, trazia em si mesmo a
germen de sua mate, fiie eemo a revi-taseim-
nal do banco franco Piatmt explica este pbe
nomenfoaaeeroi (arrtz. sem axempla na hisMna
uo varraia do bancos :
< u banco Umo acaba de pr-se em liquidacao.
Os rae evos qne ptiduztraiaesle resMUadoaao Ca-
tmi de rxbar-se> O simples exama do bataneo
Jo dito banco correspaodaaia ao mez de abril no*
rpreniaa, ao v que na.active que se refere a
um exereicide qumzedias, apemas figurara urna
uuma de 9o3.?s4,l7 pesos sata a raorica de varios
devedores, aaprawt 763.67.9I, sob a rubrica
le varios credores,
Era toc cumprabeoder qua arabas as part la
pela revi-ta, e este golpe rude que veio augmentar
a desconfianca geral, causaram-llie a morte.
t Como deve agora considerar-se plenamente
viogsdo o Sr. baro de Mao I
l que estou fallando em llnancis, dire que
**i?a ain<1* obleve o governo dat cmaras para
sabir dos apurdl em que tem vivirlo.
i Coniinuam a apparecer projeotos, mu a real-
dade esta ainda mu distante. O que actualmente
gosa de mais v0ga o seguine, apresecudo pela
ammisalto de fazenda na cmara dos deputados.
IWta-a de um empresiimo de 1,000000,000 de
peso? ao topo de 8 /., eom interesses de 12 /M
Dre o capital nominal e araorlimel em ouro. Erte
emprestilH) ser garantido cora um direito de 4
V. aobre importacao, e com o direito de al-
ca vals,
A oaara^io pareoe tentadora para os capita-
listas, q terao urna renda real de mais de 14
/.; mu duvido que se animem, apeiar do en-
godo.
Os prineipaes elementos da divida publica sio
os seguintea :
D/waVr ceiweh'dnVi.Atasorvia no fira de 1870
urna renda annual de 2,300,000 pesos, pouco mais
ou menos, inrluive a smortisacio.
. Qfida fluctuante Importa em capital de
cerca de 1! ,000,000 de pesos.
!" a divida du estada nafira de 1870 as-
cenda a 30,000,08 de pesos, representados por
Dirida consolidada, pesos, i,9.25 Divida fluetnante, ditos..... 10,873.000
"^redaida repblica foram orcadajein 5.10o
si ira, que sao as contribuiedes exigidas a seus
-liirvw*' .c*lcu,*,a fla revkOa sMaNin em
/,U00 familias, que assim vem a pagar cada urna
7 pesos aauuaes de imposto, ou I44i de nessa
moeda.
Nao debalde que a vida se tem tornado ca-
rissuna nesta repblica, principalmente aqui nesia
capual. E-tes algarismos laucara alguina luz so-
bre esse ponto, e larabera reveiam q.ia o paiz nao
pode sopporlar novos enue, e qae chegou ai
ponto em que em materia de impostos se deve
parar.
Gomo basear esperanc.as na realisajo de um
eraprestime fundado na elevacio desses oans ?
Eotrelanlo a revista tem a ingerida le de crer
nao s (la ser possivel obter e~sa quanila, como
mais 30 milhrje para obras publicas, e promeite
nos diter ao seu numero segrate e meio de rea
lisar-se este miigre.
Emquanto na > appareoe o aovo Moy-s, que
com sua vara mgica nos faca jorrar o ouro, es-.-
meul qae goreraa o mundo cada dia-a torna
aqu mais raro, de mol) que a depreciaco do
oapel segua qm plano inclinado mu sensivel,
Hontem j elle passou de 17 /> I Ate onde che-
gara ? Qjeperlurbaco econmica nao praiuzr
nesta praca semelhante enana T E1 fcil de
recoahecer-se, mas difBcil da calcular-se.
Tem trazij > algauu espersnoa o f-o-tn de ha-
ver a empreza de ferro carril central do Uruguay
con-eguido obter em Londres a subscripcao dt
360,000 em suas acci-w, para prolongar ajas
estrada de ferro at Santa Luzia, que dista 40 mi-
Ihas desta cidade. Sao ponto terminal o Duraz
no, a UO mi I has.
< Relativamente guerra estamos na mesma. A
Tribuna pubJicou ha dias um srligo com o titulo
de^1 Paz ou a guerra, em que condemoa com
acrimonia o procediment do loveruo, e pede a
subsiiiuico deste por um ministerio forte na opi
nio, que ou trate francamente da paz, ou resolu-
tamente da guerra, para tirar o paiz do estido
actual, que nao nena nma aera ouira causa, e
que o estraga, ffnsi tisfaf razn, diste o S glo
no dia seguale, e repita eu tambera. Mascimo
acabar a guerra se todos os militares que aqai
vivem interesjam-se por sui proloogacao?
Sguadu s ultimas noticias, o general Saarez
eom suas torcas, sa achava ao dia 13 ao Rincn de
los Topes del Yi, e uo dia \l tioha Apparicio seu
acampamento a 5 leguas da Mercedes, eiaquaou
quo Munz oecupava a cidade, cobrava nella a
contnbuigio directo e comprava cavallos e ar-
mas.
Kallava-se que oa exercitosbartigaraotes teriam
de Joao SaveFino Barbosa, era das de raar>
18ti8. v
de.
- podiam proceder da saceesaio do aatigo banco
ItrfHaao. Nsste caso, a coata de devwdores >> coas
utoia sapHut iotmobitisado, representando eontai
de raalisaeo duvidusa ou. mui morosa na situaoao
jque atravessamos, entrulanio que a de credores
representa va cunta.- aaigiveis.
9 balanco do banco Uoiio apreseatava. pois,
upapaaeive, eu asa maior paite exi-
*'........... 761674,91
:Lom mais emissao em circulaeia.de id(S830

I)lcese de PcruaiMbaco,
Total.'pesoaf W.M4,M>
a pera fizer frente a asma eomeromiseos, s
tmhs nmeffectivodsJ*i.76,74. Ir
Bita demon-traaa prova que a lqnidaco da
ura banco estabelecido nestas eondif,5es inevitt-
*al, mxime em vista das prevancas que se ti
mam leclarado eootra ella por varios mollee, qae
nao aas cabe, examinar aqui.
Urna declararlo final resulta do qne acabamos
da ipdr.
No estado actual da praea um banco de emis-
sao qne abre suas opera coes com compromissos e
obngarades interiores oslo e, eom um mmw que
absore o sea .-aptta.l oso poda exi.-tir par rauit.
lempa, esta coadaaaaado a peracer
a O resto,nartraoscravo, porque i nteressa ao
aoenr da revb4, aoe, v proeur, aareiar a ana mercaderia. .afora,
Ouanto aos motivos a qae Itr se refere, eqae
bmtOlo, d ovtro essa.
'La ruellee :
I t Logo qre o bsrjtco Uniao abri anas d,?**. *
lai.tla ti',* ,la-^.. .1. M.. .. ..Jt.
um choque no departamento de Soriano.
* Q'.ianto rinda do general Osorio para servir
da medaet-iro, j era se trata disso.
< Consta que, por ordena do g- verno imperial,
f*a axtincta a divisa) naval do Brasil nestas
aguas, devendo lodos os navios qne constituan)
retirar-se para Saaia-Calhariaa, que lica sendo a
sede da nova esevaep. Nao a pvimeira vez qae
se lento esta experiencia. Ha raze.es que ajusofl
cam; masktnbera ha otitras qae a condemuam. O
Sr: presidente do conselhe lera justificados moti
vos para ap lar essa medida da su coltega da ma
rinha, que nao se p le considerar simplesmenle
de deUihe de servicio. A di vi sao ni val nestas
aguas protega ieleressts brasdeiros esiznilicava
urna attitude poltica, que nio podara ser preteri-
dos por conveniencias especias da repartilo da
marinea.
Se foi smenle a idea, de economa que actuou
oo Tacto, declaro que foi um desacert.
O digno chefe Pereira Pinto, transfer lo para
o Paraguay, j pa-sou o enramando aocapitio de
mar e guerra Abreu, que o < itk u mais ami-
go. S. Exc leixa aqui gi atas recordaedes por seu
espirito recto e conciliador. Ao entregar o mando
publicou a seguinte ordera do dia, em que faz jus-
tioa aos seus subordioados:
< Commaado da divisio naval, em 10 de maio
le 1871.Ordera do dia n. 19a.Haveado sido
extracta esta divisio naval, p ir aviso de 19 d mez
prximo dado, assim o faco publio, para eooheei-
raenio doe Srs. comraaodantes e offlciaes dos na-
vios que* corapunnam ; ficaado, entrando, ao Sr.
espito de mar e guerra Joaquim Fr-ncisco de
Abreu, comraand me da fragata Amazonas, como
olleial ra3ii graduado, o dever de esperar aqu,
com os outrus navios, aa ulteriores ordens do
quartel-ijeneral da marinha.
Tundo eu de partir na priraeira opportunidade
para exareer o lugar da commandante- em chafe
da r>rca naval estacionada no Paraguay, davo, an
tes de seguir, cumplir um acto de jualica louvan-
do e agrndneeodo o valioso concurso que sempre
recebi do mea eelado-maior e dos Srs. comman
daotes, oQkiaes e miis pracas qua teom servido
sb as mi ii has ordens. Ao Sr? capillo de fragata
P. F; ia B-arja Sileraa Gueo, qua por mais lem-
po ma tere auxiliado, e a ouj) icio o inlelgencia
devo sea grande parte a facilidad* que sempre eo-
contrei no camprimeam dos mata de veres, agr
neo mais parlieularmanlu e com maior grati-
aao-..
.V Srs crargo de divisio graduado Dr. J.
Ii no Meqoita, pri.aeiros crurgidaa Dr. Ji G. da
Coslave-Dr. sa loavo pele telo e ledicaoao com
que team sempre servido, e especialmente pea>s
boa servic,os prestados por occasiao da ereacao
da nova enfermara nesta eidade.
O* Srs. capiuo da fragata F. P. de B. S. Gar-
cio e 1* tenenle Rodrigo Jos da Rocha, deverao
recaaer- se para a corte na primatra opporluoida-
aa, e dstoan. boje de exercar aa Cunceies de que
esuvmiacumbidus; Beando, por emquanto, dapo-
sitados na fragata Amaeonas para oade passario
as suas respectiva) guia?, bem como para abi de-
vera ser remeuia a nwaia guia.
O 3r. 1* looeote U. Kikry aoorapanba-me aa
qualidada de meu ajudante de orden-, finando por
emquanto depositado no Amazonas. -Fnincism
Ptretr* Pinto.
' Nonunroa ordera evo, ao qne parece, sobra
a enfarmaria de marinha, ainda doua mezas es
tibelecida, depois de tantas difflculdades removida
palo seu hbil director, o Dr. Mesqnita. E' pena
qua ten ha agora de ser extracta, para tal vez d'aqui
a algum tempo baver neeeasidade de restabele<
cdrla.
KtlAS-CKnAES.
Alcaaeam a. 17 do corrale mex as ultimas
datas :.
Limos no Stdiciadtr de Minas :
< No dia 21 do paseado, ao termo de Pilanguay,
Joao Corroa da SHva, disparando orna arma de
fogo ara Antonia Goncalves de Oarvalho, que pro
corara par termo entre aquello a Joo Teixeira
Bueno, matou-o instantneamente. O crimnoso
Tui preso em fligrante, a est sendo processa-
d. a
Na madrugada da dia 4* do mesmo mez, Pe-
cioi.tas diMldeBiesdo bsBe itUM qUb
an^ram .MileiMra iniobslces do geMrrte, ntf-
nearam nd al am nrste*M rm rni ttainn
Essc' *ct0' 9qe n,n' r"1' *Te ier Prnmbn-
dro Alexandra dos Santos, eulrand > oa casa onde
resida sua ruulher, teotoo contra a vida deU,
dando-lhe 6 faeadas. Ordo toi capturado, e res
ponda ao coropetanie process).
k No dia 17 de abril uliimo foi presa e recolhi
da a cadaia do Mar de Hespaoba nma escrava oue
em das daquelle mez assassineu alli urna sua sa-
utwra-moos, destoebaodo-Ina ura tiro de espin-
garda aa eabeca.
A crimmosa est sendo processada pelo res
paettoo subdelegado,
Por ordem do Dr. delegado de polioto de Pi
,fi>ay, Jasd Francisco de Aranjo Lima, foi eap
|oda acldadac
rtWBtB por
em todas i
MATTO-GBOSSO.
.Sao de 23 de abril as ultimas datas.
A Situnco em data de 9 d as seguinte?
noticias :
* 0 Vapor Araguaya, pertencenle emprex* de
navegacao, foi de encontr, aguas^abaixo, is pe-
dra do iravesso de Santa Mara, e sufren tras
furos, 2 no purao da proa e 1 junto antepara
que separa o poro da caixa da michina. ULmve
risco de perder-se o navio e guarnilo, t
',AlrePe'' desde Iras de marco causaram mullos prejuizos
nesia cidade. Grande numero de casas tem viudo
abaixo por sua frgil comlrucgio, e raro e o quin-
tal que nao lem perdido seus muros.
c No domingo de Ramos apenas urna familia,
qne ia assistir aissa na s cathedral, acabou de
passar por urna casa oa ra Pormosa, quaudo
toda ella velo abaixo. Por 2 ou 3 segundos que
nao foi victima de um desastre.
O Sr. Augusto Moreira da Silva concejera
liberoale a am seu escravo de nome Francisco, de
15 annos de idade.
Diz o Primeiro de Margo que o Rvm. Mspo
diocesano enviara para auxilio das despezas de S.
Sanlidade a quantia de 1:3204.
s. PAULO.
As ultimas datas desta provincia sio de 20
do corrente.
Segundo noticia o Diario de S. Paulo de 17,
restabelecera-se nsquelle dia o tratogo da estrada
de ferro, interrumpid i pela piiso do superiulea
dente da mesma estrada.
A Revista Commercinl de Santos, de 18, diz,
relativamente reabertura do trafego que ao Sr.
Guilherme Scully deve ao commercio aquelle fa-
vor. Apenas chafara a capital o Sr. Scuily fra
coatoreocar com o Sr. Fox, e em menos de duas
huras obteve o que em longos dias de correspoa
denela nio fra possivel alcan^ir
A' 7 do corlante, nis obras da lnha frrea
de Can prais, deo-.-e um desmorouamento por
causa do corte de um morro, arrastaado comsigo
um trabalhador que morrera instanianeameote.
De Iguap escrevera ao Correio Panda-
fono:
O Sr. lulo Paulo Dias de Yporanga propoz se
a obter um privilegio para explorar as minas de
chumbo, cobre, i rata e mercurio, que deseobrin
no eerlao de Yporanga lugar E-pinio-Sanio,
e iodo ao lugar com tres engeiheiros inglezes Go-
riolan Snilh e 2 filhjs, zeraio excav^oes peque-
as e derand cora urna veia de galena muito es-
pesso e puro, quebrarara urna lage com peso de
14 arrobas e 21 libras de galea \ e por nio
ser-lhes possivel lirar para o porto do embarque
na Ribeira esta lage co.u tal peso por falla de meras
de transporte, partirara-na em 4 partes e prepa
raram com cuidado para as exporem reunidas na
praca do commercio no Rio de Janeiro; onde a esta
hora deve estar.
C ragiez Coriolan Srajih ktu enjantado da
riqueza de mioa, e diz qe a amostra que leva
urna maravilha.
As folhas da capital eontinuavam a sjntir
falta de papel em cousequencia da interrupr;io da
lnha torrea.
Escrevera ao Diario ie S. Paulo de 17:
t Ha lempos os jnrnaes desta capital noticiaran)
a exi-tencia do urna onca as imraediac3es de S.
Bernardo, que andava pelo- sitios circumvizinhns
devorando gado e outros aaimaes, at caes, pelo
que en o terror doi habitantes daquellas paragens
era cuj.s iiuintaes chegava a peaeirar. Honteu
vimos a mo de ama ooca mona por a o iodiv
do desta capital conhecido p-ar J.io Teco, as
iramediacoe.5 da estagi) d> Rio-Grande, a qae
supjide-se ser a mesma de que fallamos. E' ura
animal monstruoso a julgar pela dita mo, que.
tem 1 palmo de comprimento (t a munhe:a) u 4
pollegadas de largura. E das pintadas.
As folhas capial notician) o fallecimento
da esposa do Sr. consellieiro Jo^ Bonifacio de At-
drade e Si Ira.
O Crrelo Pattlistano registra mais algacs
casos de raanumissio realisados em varios pontos
fra da capital.
O Ptnd'imqnkanaabense registra a segrate
maoumi^ao que Ihe foi communicala do Pous
Alegre, provincia le Minas :
OSr. Antonio Baplista de Oveira, agente
consular de Portugal, residente nesta ci tade aeaba
de pralicar am acto digno de ser registrada,
No dia 15 do correte mez, aniversario do
natalicio do referido Sr. Biptista, estando reunidos
os seus numerosos amigos na casa da sua resi-
dencia, qa oocasiio lo jiniar offerecido aos mea-
mos, o Sr. Baptista declarou oventrelivre a seis
das suas escravas de noines Rub na, de idade de
28 annos; Maria, da 30; Januaria de 36; An*
drea, de 40 ; Emilia, de 2i; e F3biana, de JO ;
compromettendo-sa a criar e tratar os filhos, que
as ditas escravas tiverem desia data em diante
at a idade de 18 annos.
RIO DE JA.NEinO.
Foram recoohecidos senadores e touaram t-
senlo : Dr. J laquim leronyino Fernandei da Cu-
nba, pela Baha ; Drs. Candido Mrades de Al-
meidae Luiz Antonio Vieira d3 Silva, pelo Ma-
r n bao.
No lia 20 procedeu-se, no senado, santa
solemne de juramento de S. A. a Sra. condessa
d'Ei. sendo-esta a acta du trabalhos.
< A's dez horas e meia da tnaoha, feita a cha-
mada e achando se presentes no paa do senado
38 Srs. senadores e 62 Srs. deputalos, o Sr. pre
sidenleabrea sesso e declara que as duas c-
maras de qae se comph a asserabla geral esta-
vara reunidas para o acto do juramento, qte em
observancia, do art. 127 da constitnicao tinha *
prestar 3. A a Sra, D. Isabel, princesa imperial,
como regente do imporio, durante a ausencia do
seu augusto pai o Sr. D. Pedro II imperador do
Bral, a quem pela lei n. 1813 de 17 do coi rente
mez foi ouihorgado o consentimento de qua trata
o art. 104 da constitulco para sabir do imperio ;
declarou mais S, Exc. que se ia proceder ao sor-
teio da depuiacio que devla receber S. A. imperial
a entrada do passo do sealo e da que devia re-
eber S. A. o Sr. coade d'Eu.
t Km seguila foram sorteadas as seguintes de
potaeSes:
t Para receber a S. A. a Sra D. [tabal princesa
imperial, os Srs. : deputados Manrique?, Camino,
Menezes Prado, Guimaros, Joaqoim da Mendonca,
Simd.'s Lopes, Rodrigo da Silva, Limego, Lima e
Silva, Axambuja, Siqueira Meodes, Chaves; sena-
dores Rbiir. da Luz, Cueha Fi?ueiredo. Rodri-
gues Silva, Paes do Meadengt, U hoi Cavalcanti,
baro de S. Loureeco.
Par* receber S. A. o Sr. conde d'Eu, os Srs. :
depurados Dionysio Martins, Baha, Sobral Piolo e
Aranjo Ges; senadores bario das Tres-Barrase
Salles T ores.H-.mem.
Ao meio dia annunclando-se a chegada de S
A. a Sra. D. Isabel, princeza imperial, veio a de
puiacio por convite do Sr. presidete receber i
S. A. imperial entrada do paco do senado.
Entrando S. a. imperial na sala das sessoes,
foi em meio dalla recebida pelos Srs. presidente
do senado e pal is Srs. secretarios do senado e da
cmara dos depulados, e logo depois de tomar as-
sento na cadeira de espaldar, eatloeada abaixo dos
degros do hrono e no estrado dest?, para ah se
dirigi o Sr r>roaideuia cora o 1.* secretario do
senado, e as n.os do Sr. pre idente presto a
serenissima prin-eza imperial, como regento di
imperio, o jurameeto proscripto no art. 127 ds
con-itituicao poltica do imperio, nos termos de
seg linio auto : -
< Sainara quantos este instrumento virem, que
no anno do Niscimento de Nosso Senhor Jess
Chri-to da 1871. qniuqaage*imo da independencia
da imperio do Brasil aos ll> do mer de maio pelas
12 horas da manhaa B-sta muito leal e heroica ci
dade do Rio da Janeiro, capital de imperio, no
paco do senado, reunirn) se sob a jesideucia do
Exm. Sr. viseoode de Abael, presdeme do sena-
do as dnas cmaras de qne se comioe a assem
bla geral, tendo comparecido 33 sefladores e 62
depntados para 6 fira de proceder-se ao solemne
acto do Juramento quo 9. A. a s8ren3dmA Sra.
D. Isabel, prioceza imperial, tinha de prestar, mi
cjnformldade do art. rt7 da coostKuiCio, como
regente do imperio durante a ausencia de seu au-
gusto pai o Sr. D. Pedro 1! imperador dd Brasil,
a quem pela lei n. 1,913 da 17 de mato do corran*
le anno, fra outorgado o consentimento de que
trata o art. 104 da mesma oonstunicio, para salir
do imperio.
Estando presente S. A. imperial a serenfeeima
Sra. D. Isabel, prineeta imperial, mesma au-
gusta Scnhora fji spresentado pelo presidente *
senado o miasal, em que 8. A. a -Sra. D. Isabel,
princeza imperial, poi a sua mo irreita e sendo
Irte ti Ja por mim l'eaeretario da senado i formula
nrescripta no art W;6a-eairtli#o, S. A 1.
Sra. D. Isabel nrineera imperial pronooeioB em
Xuro filedade ao imperador, entregar-Ihe
o governo, loga qu e/asar o seu impedimenta.
E para perperui memoria lavroa-se esle aato
em daplicido, na conformidade do art. 21 do re-
gir.ien'o interno da assembla geral, e vai assig
nado por Sr. A. I. a Sra. D. I-abel princeza im-
perial, pelos Srs. senadores vlsconde de Abset,
presidente do senado, pefo i secretario do senado,
pelo 1 secretario da cmara dos deputados.
E eu Fredarco de Almeida e Albuqnerque, Io
.-earatario da amara dea Srs. senadores, e-crevi.
1SABKL, PRlKCIZk laERlAL, CONOKSSA D'EU
Vitctmde de Abatt, praaidente dosenido.-Frudr-
rico de Almeid* e lbuqurrqyu, I secretario do
senado.Jt aquim Pu Machuio Portella, se-
cretario da cmara dos deputados.
As-ignado oaulo pre.achulo assim o lira
da reoniao da a-sembla geral, o Sr. presidente
convidou a d'putacao para aeonipinhar a S. A. I.
qne se retirou om as mesmas formalidades com
que fra recebida.
Recolbendo-se a deputaQo, approvada a
presente acta, o Sr. presidepie levan'a a sessao a
meia hora depois de meia hora depois do melo-
da.
Pelo senado furam approvada* para subir
sanecjio as propositas: cuucelendo iseor;ao de
direitos favor das emprezas de que trata o de-
creto n. 1728 de 29 de seterobro de 1869; idem
duas vas farreas da provincia das Aligoas ;
dem empreza da estrada de ferro da margem
do rio Jequuiohonha ; concedtndo t:tulo de cda-
dao brasileiro aos estraogeiro; que o requererem.
O senado nomeou urna coonni.-so, compos-
ta dos Srs. visando de Vicente, baro de lia
roim, bario das Tres-Barras, barao >h Uio-Gi an-
de. Cunta Figueirad*, ileaoe U*>cante, C.axas,
Figueira de Mallo, Mandes ios -Sanio*. Dias de
Garvalho, Snmv Ziasras, Pardtndcs Brjga e
viseoode de Camaragibe, para exprimir por roa
parle SS. MM. II., 4 par dos selimcftos do seu
profundo respeito, t da sua ItalJade, ts votos que
o senado dinge'ao Todo-Pudero-o pe' saude e
SS. .Mil Imperiaes, pela sua prospera viag.ni, e
pelo seu feliz regre.-so; e bem assim para no dia
do embarque acoropanhar Desse a lo SS. MU.
Imprtaos.
Na cmara dos deputad? foi lile~o seguate
projecto de resposta a tolla do tliroiio :
Senh'T. As congralular;fies de throno pela
reumo da MsaniM geral, cujas luze; e patrio.
tismo inspirara s.rapre V. M. Impeiial a mais
fundada coonanca, foram recibidas pela eoaaaia
dos deputados com profunda e respeosa alteneto).
< A cmara dos deputados sent immanso ja-
bdo quaodo consida: a que nenhum acealcciraenlo
perturbou a tranqnillidade publica no imperio, e
que o estado sanitario na curte e as provincias
em geral satisfactorio.
Sao favores estes que a Divina Providencia
nos tem prodigahsado.
A boa indole dos Brasileiros, seo amor a bar-
liluiodes polticas e o dcsenvnlvimento da instnac-
eao publiji nos ga'antem a eontinaaro dos gran-
des beaencios que trazem a tr.iniu llidade e o
trabalho, a coj. larga sombra >e deseavolveot e
fonifleam a ordera e a Uberdade.
< A cmara dos deputados, snhor, avaha a dor
pungente que traspassau o eorar^ao pataraat de
V. M. Imperial po prematuro fafieeMwota da sa-
renissuna prioceza a Sra. D. Le poldina, duqueza
de Saxe, muito amada e prezaia tilha da V. M.
Imperial.
t Esta iofaus acontec ment, qne teve lugar
era Vienna d'Au enclieu laiubain de cuaiterna^io a lodos os Brasi-
leiros, que vi un na preclara princeza um resume
de dotes primorosos e de peregrinaa virle tes.
< A resigoaco de S. M. Imperial ase d do Allissimo mais urna eroqueole prova daa vir-
tudes religiosas de V. M. Imperial, que cortamente
eaconlrou as espontaneas raanifestaroes da pesar
do povo brasileiro um lenitivo para a immensa dar
que magoou lo profundamente o eoraeo de V.
M. Imperial e de toda a sue attgntla familia.
< A cmara dos deputados lem no mais elevado
apreco eoinmuneacao que se dignou V. d. Im-
perial fazer-lhe de qne as rlac.o-s entre o hapeato
e as demais potencias sao de perfeta aasiiala\
leado merecido sempre ao goveruo a maior selki-
lude.
E esta igualmente certa de se baver celebra-
do o accordo previo dos vernos alHados para os
ajustes definitivos eom a repblica do Paraguay, e
que se realsara a esperanea de V. M. Imperial,
de brevemente proseguir a uegoeiaeo e ser leva-
da ao desejado termo, como o exigen os direMos e
os interessaa dos afilados e da naeao paraguaya.
c O decreaeimento das rendas publicas ao pre-
sente exercicio, sendo resultado de causas iraase-
torias, mui prova.vel que nio coutii.i e dazura
de pouco tempo reassuraam ellas o sen movlmeatf>
ascendente.
Muito agradavel foi cmara dos epatados
a certeza de que, nao < b-tante os grandes encar-
gos que pesara actualmente sobre o thesooro na-
cional, nossos recursos naturaes sobrara para con-
tinuar a sati.-faz los pootualraeute, sem qua aei-
xem de ter impulso os melhoraraeotos que o paiz
reclama.
A cmara dos deputados reennuece que para
blennos esle duplo e feliz resultado ser nwoas-
sario, a par de orna bem entendida economa, dts-
anvolver a lavoura e o commercio por mete da lav
iroduccio de bracos Hvres, mawr facildade dbs
transportes a augmento das Imhas ti--graplnca-1
< Unir es centros productores aos merradoa a,
em nossas circumslancias aciuaes, a mais impor-
tante questao econira ica. Para isso convem oe-
Inorar e desenvolver as estradas comman, os te*
mullios de ferro, a navegsQo ftavial a vapor a aa
Imhas lelegraphieas, que supprimem as di-tansias.
A uberdade e riqueza do nosso solo retribuirs
amplamente es sacrificios felos para lim lo atd.
A cmara dos deputados pensa ts rabera oom
V. M. Imperial que a eficacia e as garamiaa que a
consiimicio do estado allaoca ao cidadio brasi-
leiro ortorgando-lhe ampia liberdade civil e pub-
lica depende das providencias eom que as leda or-
dinarias as consagrara, atlendendo as larda* da ex-
periencia e ao progresan da eivilisacio.
t Por isso tem-se reeoobecido a necassiilade
de reformar a legislacio judiciaria, de que ja na
ultima sesead se oceupou esta cmara, de ruodo
que a admnisirscio da juslica sejt reota ia*"
pendente, assegurando os direitos individuase i
ira quaesquer eic sos ou abusos.
< A autoridad julgadora sendo constituida am
melhores eondieds de capacidad*; a polica toa-
do as suas aitribuicSes malhor definidas e extra-
raadas; as prisdes rendo restrictas aos eaeee da
indeclioavfl oecessidale ; fa -ililaade-se astaacae
e os recursos, especialmente a de habens-ctrpw,
ter-se-ha caniiohaaV bastante na senda do ver da-
deiro progresso nesle assumpto, qne eeneiata eaa
I al liar os luteressee permanentes e respeiiavaiada
sociedade eom as garantas indivtdaees.
E' mdspeasav I, e de pobNea eonveatoaciav
resguardar o voto de forma que sejam sempre as
eleiees a expresso genuina da vontodo aack>aaJ.
Por essa rszo jiulta a cmara doa denotadas qae
a sabedoria do V. M. Imperial m urna eaaa
revelou quaodo, referindo-se a esta imperiaato
questao, faz. si-bres; hir a necessidada de urna, re-
forma que possa coaretar oa abosa*, peta aua*
verdade q a pureza das ornas deve ser o tobala
vel pedestal em qne repouee o nanee sy*tema>,nali-
lico.
< A cmara dos leputados se desvanece era rc-
conh de pov.>? livres, lem prestado valiosos palrioliaa
servcos, mas-^a l- gislagaa precisa sem duvida
de reformas em ordem a extirparen) se varios io-
convenientes e abusos.
a Outro systema de reorutamento que sobs-
la o actual tambera altamente desejado por esta
ca.nara, que alias ja tem pre-tado sua auece.a
e-le importante assuinplo. Realmente e sysMav
ac.tnal da higH a lllegalldades e wxamw ef
da nobre carretra das armas os cidadioe mais i
neos.
A cmara dos deputados, setiaer, esto
rencilla de que a reforma da lefielae^a sol
esiado servj nao poda continuir e ser uma-Xfjpi
racao nacional ibdeflnida e incerle.
K-te estado de incerteza que pode tcj***>
perclitautes ateresse da mater valia.
< Os sent mantos geniosos e ebrisvios da V.
M. ImperiRl encontris i segnramentf a maw>sm-
patma correspondencia no aoirao Justo eesclart-
cido das Brasileros, que, procurando rasrtaj
a pr'pnedale servil como elemente tedwpeaeadel
de irabalhq,
r
Isabel prlncera i
i,.,.,.,:, j.j. rimprYrauu innm, pa vj-w. uf. uafpao ae pone ae f i alta voz o spguirjte juramento :
de liar? a Zl i ttn%?\ V? 22^8^?. 'V^ ." V***** ^^' *^ftMieo de Aranjo Lima, foi eap- Jaro mler ii albolfet, *j>W|oltea
dteSe'de Penivr^ii^^I* ^t5 Lr*P f'oce'i *A e Ru,,, **&>, **& ? *'II. do a 3 do corrente, qt dis romana, a integridade e iudivsitalldade do" lape
to lUtosiMdarto ^2?e?ta.a^llEL' ,f?: iCn pro'2't0' """P*0 ara hvmojt mu' irtcto dWfc^. daquelle termo, o eriSlnoro rio, observar e fazor observar a tvmstitafcaa poli
JSR I*** **"*> ,l0 tm'9^tniT6SMStm^^ frtoerairrtjfrligV Anofcr?br>T "". all. pronunciado ^ca da naci bns.Wr* e nnlr teto do ii per.o, e
prfo'
bosjrttola tentativa do i
^> SeVertno Ba^ f prov.-.r
"wsoa I couber
o bem geral
do Brasil,
qwmtd emwfer
i ti ibiiho, querem, comludo, que para as -
(das viodouraa desoot9 ama auiot* do rep-
neraedo.
< A cmanc-piflo huta e gradualmente 11
tuad* ser ama roerli,1a de a ta'iS-oddneii e '
maeidads, que esmaltando ainda ma^ gW
reinado ae V. M. Imperial, tesiemuhrd fl
o civismo e previdencia dos lofwladdcto
leiros. *"'
A cmara dos depntados aguarda m potras
*mpq-las dqgoverui, confirme v. m\ t*>oeriar *s
dioq anouoclr-lh*, v as tomar! na a^nrar m-
l

I
v^,
J

I

. i
i
- -

.
I

\
m*
idwl
A (* dos denRtMoiL i
a ao nobre cmr^nflo do prrsrar, dr^ai:


i.ti
.
M esf rcr vivamem/paai qae Ih forem aprose#adof sellian
sjeoan de beoellcios *ara feasaUfriiJ ra I
ese dostc modo os rotos oaeiona, lio profua
aaaeote hirmmicos c>m os seattaraua neaeaa-
almos de V. M Imperial, que reW a uraaTap
e provada experiencia os
espirito lastrado.
Jirio de Pern^imc Quarta tr. 31 Ue jtfai K rffjf.'
elevados d/t^^da^pa)
,
Sala das comraiss"as, era 16 de atajla) 7|.
0//n Por essa cmara"*
--/od Joj fe O/ioiVa /iiAaiwira
da de 4/mJta.-ftrtJfco (fe lifea/- Aran'
_ Por essa cmara foioMdi urna
sao, eomjosta d >s Srs. FMjrtarjo, '
Campo?, Ara;o Lima, J|ll||es,
Siento 9"&t ** *IUftMr w^ oKJSclodj
' > dta 23 hk conferido, n* Encola Gertra4,
jfra,ae bo%arl.ea saiaooias matemticas e
nfjuiea% ca Gal rio de Qaeiroz, Luiz Aroaud Perreira de
mMos,Artmr li idrigues Torres ,e A!vira, Culos
Angas!- (ajerio 3A-W, tato*)* acido Peisoto
Aaaaraee, Franaseo d Paul Bicalbo, Alvaro
SkMMPerejra a Fraca> io Paula Marques Bap-
Usa de Lea o.
Bu as mtieias coramerciaei da ultima data:
I atigrado pwqnsas traasaeoou era eambl
sobra LonJres efectuadas h >ja a i\ \ i dad
dias de vista, i a 3 d para o papjl bancario, e
13 l/ a 15 I/i i. pira o articular, soramam
u opsrjeoe* desia uuinzena: SJbre Lwdrs cerca
U e 25 3/16, 3(5 I/i e 3J8 d. papel parti-
cular. iJOCu i
t Sobre Franca e Antuerpia c.-r.: de fr.tnios
850,000 a 370, 374, 3?ft e$Hr r*. pir fta-wa;
Sobr- limaba** e*rca i> i 93,W0 a 100.
710 e 712 rs. por*.
Sobre L:sboa e Porto rfigaluu o premio da
tabella segu ote : rr .
119 a 122 0/0 vista.
ti *IHW *30d/v.
i 117 a (20 0/0 a 60 d/v.
< lie a li o/o Oa/v.
ndo convenientemente repeido a
ota completa em vez da almejada
quinto anafrersario, nao passou
percebdo nqis que, por lem'iraoes de S. Bxc.
otomnandante das armas, llaooel
findwley Llns, foi suleranuado, nao
impUcidide e modestia, conrextasi
na capaila militar de Santo Aalonu
tributados bymnos e soflragios ao
ToaoToleroso, pela gloria dos aue venceram e
ttBU%a.
* auraria^ ti
ToaoToleroso, pala gloria dos aue ve
pe auda* Aa) jJ morr*af!
t Duas mrS3af foTara celeBraal all ~
m
den
pa
aba.
ama ren
olla) tenante da re-
Tcito padre Joaquim
fazendo preces pelo
'o voluntario da pa-
Natividade Cirneiro-da Ca
Daraale os actos gratulatorio e wwbxe, os
espacos das duis rdissas, a insigue bauJa de mu-
s a do 14 batalho de idioUria a> prraeira
Hoha, exettHoQ o ?eu rleo repertri'bellas e
tscomtdis pegas anloga?, ao auto atare slre^
tosas, ao aato rate ^oatimiae*
S. Exc. o Sr. general Wanderjey Lina, por
meommodo imprevisto era sua rtade, e por coo-
selho de um medie*, nio sabio, amdBtiwaado raai-
lo inteHuxad) e coai f-fere; e fe** tai dfe peztr,
privado de comparecer, elle, nm dos vatentes e
distinelos luetarfures d'aqtjella ierrirjljigrra.
Oranje foi o concurso de pessoas, apilar de
0 !S^*T c"v4 COrcoi e parttlars.
To briosa ondilidttle do 44 ieWo sa
frente e sea digno enmmandante o 3r. mai)r m
%!&*?*l*-' *^.JpwHHti; c#a-
correado tambera, alora de paisanos, grande nu-
nero de oficiaos das diversas arma*, reformados
e:|oBvario do exerch, a f>#r como estaco mafor
de S. Exc. os Srs, capito -honorario Jjs Aaiuoio
da C ista, ajudante de pas?pa, atferet reiriaUdo
Ga xto o?e Prrejra, aja danta de orden?, e sec/j
-------------------------------------------------^.
verd ida dos fictos que exputv ietta eMtfa,
poderia fizer o Sr. Soledade
melo os deveres de eaval
Deixo tranquillo S. Eje
nais iooge do que quena o
colha os loaros que a sua ia._.
eonquisioa da opiniio na nossa polmica.
Ao publico devo a luiaha uItuua palavra.
'di. 8r. Df. Joifrh Silva Rtmoi.-gai'no-
t <*uf radavel a f. 8. envolvur-w oa tteiio
V\t*,!l,*,Jn!hr ****< "MwKWlio4KKH Sr. Ba
r*v aa so edade ; aja (ui eoagilo appeUar par
v. S. adra de que amelles qa nio Me toifteern
vissem que n'assa diseossao nio faltei a verdale.
E esta, a aada mais, que quero manter.
< Assira rogo a V. S. se digne declarar-ae te ha
algama Inexaotidao nos faelos que expui pela iin
prensa, visto como delles dei coabajBento a V. S.
a ao no3?o amigo o Sr. Dr Cara#rflK|locha (qu<
otre
ado.-
.
Macedo.-*-
traz na
Soledade, e
<****
4
** apolice* gerart' le 6 8/9 esltrertra h.ii^
rnmm fllrnas. Netoeiarain-se variu lote* a 99
i/1, 99 3/8, 99 3/i e 99 7/8 0/0 a diahairo e a 97
(Vp/l.-daeao.
f Vta lite regalar de aec/Ms do Bin:o d> Bra-
aaf oktevri 4M|060 a dtifmfro ai as la ew- {
pMi.ii Ojea (S8#flp0 M precio, p ira~a ra d >
mex. >
A alfaodega la corte rendea do 1 a 2i do
corrente 2,430 787^723.
> faa>r pm. m\ Pero*oiiKO; 19, as Hartas porta-
guews Fornosa f M^tM/r^ para o Mjraaha,
No .ta 7, *-ar,ii*-*e ^ alacio da ares*
ira i r.jaato onalaaAt pato praaideate da
emn o A-a de dii-'atir-se cauHiiaar-se
(T*eios pralios mais propriis para que a la-
"y.i provincia obtenha cojooos esiraogelro3 :
slecMi o pm?amento de arem eonsaltados
r-'^dwas sobra este asssmpw.
-. CUgaram a capital oordo di Japaram os
mhetros in:unbidos de coilocar um pbafol
rada da barra d'sqaella cidade.
AHI.\.
-* Haaaiaase, mala 26 do earraate, expe-
riencia dos carros do systema Thomson, sendo
esta a opiniao da c^ruajwaio jtMitead* palo govar-
no da provincia : /*i
i IH). o Exra. S-A>aoanlis*o Meada: por
V. Exc para avorapanhar o bacharel Francisco
qae tvncioaava
Peribebuhy pu-
fvapof <;oiK'' d'tu -parliado
r-J) d%frtia al a Betbflra, ou
d'aquelle ponto jou, o Phacol da Barra, sutinJo
pela ladeira da/VAgaictj. aflii* de >\ m iafor
masse a V. Exc ,V%idito.farro at a- ootamodi
dada e a seguranoa reoisae, para que S. M. o
Imperador pudesse n'elle fazer igual trajelo, no
caso de aceitar o convite do referido bacharel,
ailestaado tamben a que f osse eenvenieate sobre
os pontos eitados; vem dar conta a V. Exc. da in-
aumnwieia con que booroo a.
n raleen, ao meio dia, seguio a commi3o do
largo da Praca, ponto de partida indicado pelo
raesmo bacharel no carro Perbebnhf, puchado
pela machina a vapor Conde Ea, desceodo pela
ra Direita de Palacio, largo do Thealro, ladeira
alhraeleira e da Preguica, ra d'este njme, da
Alfanlega, Prieeias, Coamecio e ulio em di-
reccao ao BoiaJQm*
< Sem .ic lajecameot) alfua, qa daaaneitsse
risco o:i fal(aieguai)c*; clgoahsa Giljadi
do Bomflra, ura pouco aquem 3b Roma, aonde frac-
turou-se urna das rodas Iraseintts du carfa.fferi-
btbnktj, que sao de madeira, t canurtcgao
frgil para servirera em ealgatas, corjflb as p^r-
corrida?, qae demais acham-se cortadas por tri
Ihos de ferro, algnn* uia aafiabtes. da oompa-
nhia de Vehicalae Eeawmiaw.
Embarazada a eommissao por esse laclo insig-
nificante, e coraraum em toda a especie de carros,
nao pede completar a experiencia e nem pro-
seguir em todos os exames, qae tiaa de pro-
ceder.
< Deoe guarde a V. Exc.
t Baha 27 de maio de 187l.-III'm. e Exra Sr.
Dr. Franoiaso Jos da Rocha, vfce presidente da
proviCa.Dr. Fraacisco Pereira de Aguiar
Citarles Laaaire Teate,Joao Jos de Sepulveda e
VaseonceilosLouranco El >y Pessaa de Barras.
Hanoel Joaquim de Souza Brirto. n
A dfrcecio do fyaneo da Babia qoeimon, no
dia 26, na presenca do fiscal do govarno e da
comnmsio fiscal, a quantia de 106:900*080 em
cedota' de 25/J, 80/J, fOU e 200* do mesrao ban-
co, recolnuhs em viriude da le de 22 de agosto
de 1868, importando a tolalidade das notas quei-
madas pela actual direccao en conformidade da
meema le em rs. 749:830*000.
Na dia 26 chegra brigne-barca de guerra
'tunarat, procedente de Pernambuco.
Limos no Jornal aVt Baha :
< As ultimas chuvas causaran grando damno
as propnedades do Sr. eoronel Pedrozo no largo
Dous de Julho, freguezia de S. Pedro.
Ha cerca de dez dias senlio-se que urna das
proprieda les do centro abatia no seu interior, e
immediatameote tratou-se de escora-la eora vigas
e tabjas, precedende-se a outros reparos em pe-
queas fea las que ea apreseotava.
t Na norte passada (24) porm, quando houve
um grande aguasseiro, atravessando urna preta a
saleta da frente do pavimento lerteo, foi submer-
glda de envolta eom a trra que corria no chao
que se abra formando um osso de grande pro-
anditade.
carrer d^ixindo no ar alguas dos alicerees, e le-
vando eomslgo as vigas; das escoraecon tal vie-
leoei, que desappareceram completamente, e ni
se poude ver aonde param.
O Sr. Dr. crete de polica, teodo noticia do
acontecimento, imadiatamente dirigio-se lo lu-
gar, d'onde mJndau parte ao Sr. viee-presideate
da proviacia, que lego avisou aos ef genheiros e
raais empregados da dtrwtoria das obras publicas,
aprese:itaa lo-se laoibaa. e eora os eogeaheiros
Dr. Agour, Sepulveda, Pessoa e Sonza Brillo, o
chefe da polica e o subdelegada 4v eguexia,
lado revutaram, e derara as providencias que
julgaram conveniente?, sendo a principal a mu-
danesa de lodos os moradoras das duaa casas vi-
zrabas de cada lado, asanlo j em adiantada mu-
danca o collegio Vera Cruz, esUbelecido nos dous
predios mais afJfaelados, e cajas portas e janellas,
bem como as paredes apresentam fondas, princi-
palmente as vergas.
Atinbue se o corrimento da Ierra ao desvio
das aguas do cano geral, que pasta por baixo do
predio que primeiro soffreo, e que assenia em
terreno que se suppSs ter sido formado por enlU'
Iba
< Com clTeito o cano, que desagua na ladeira
do Gabriel, est arrebentado em dous lugares
dentro da roca que ha no fundo desses predios, e
as oceasioes de chava despeda por esses luga-
res grosso volurae d'agua. e Ierra em tal quauti-
dade, que nao so cobriam o capim como as pare-
des do proprio cano.
leliberoa a unta de engenheiros mindar Ja I
xar urna lapagem na praca em tente das casas
para velar a passagam, vedand)se tambem o
ingresan pelo fundo das mesmas, com sentinellas
prestadas por urna forca de polica, e que, para
evitar o progresso da ruina, se fizesse uraa catha
de taboas, abnndo um fundo vallado, qae desvie
as aguas do cano no logar dos predios, e i< en-
caminne para a superficie do valle que e >rre pelo
fundo das mesmas propriedades. Essas ameacam
e se as chavas continuaren!, provavel que hai
algam desmoronamenlo. >
O lia de h)nt9ra, 24 de maio, com memorativo
da maior e mais sanguinolenta batalha campal
na America do Sal, pela gaerra do Brasil com
Paraguay, no eampo do Tuyty, viudo um numero-
sissimo e formidavel exereito paraguayo, com as
tres arra*sartilhria, cavallaria e rnfantaria ata-
car aos exercitos afilados, bra oriental, por tolos os lados simultneamente, pela
direua, palo centro e pila eiquerda dos acampa-
tario oport^a*lrva-..afrifo filoy Paaeac
Dapois das duas referidas missas. qn,e reite-
ramos da victoria das opsas aria-\ aouee
venturoso e immortal d a -Ak de maro de 1866-,
e pelo eterua^apav das amas de iodos uarvias
fillecorara, naq*He dia, era narmeHe da fefidos
saceumbiraim depois era todos os peauenpr *
grandes combates e batjttiaj ao loogp a^loxmea-
ioso decurso da l da eampaahao beoedictioo
voluntario Fr. Garneir-> da Curarla, na eachristt,
presentes todos, militares e palaa/ios, pr ferio de
improviso un discurso adaptado a dupla comme-
inoragao, sendo ouvid* por lodos com umita 9 re -
ngjosa attenjj aouriosdae.
Fallaoea o bario de Camorogy, Antonio Fex
daCarvalho.
Arribara o br'gi iaglac farbell, p r te
rom fcloecidd tres tripolaotts de le re ama re i la
a-T,.0^"1**" re8a|a'': *>bre Lolres 23 i/i a
io 1/1 d. por ii, sobre Hambargo 10 a 700 ris
por marco banoo, sobre Portugal 118 a. til /..
A alfandega arrecadou do 1. a 28 do eor-
rente 852: 59*100 ris.
sitivas, de quf Jtejtdp-|| ft
estrada da falto do LflMf,
PERNAffiBUCO.
REVISTA DIARIA.
FACULDADE DE DIREIT-Cartas da corte
lizem qdA por lcreto de li lo corrente, foi no-
awtlo letftfl subetftuta da Padftldade de Direits do
Recife, o Sr. deputado Antonio Coelho Rodrigues.
DINHEIRO. 9 vapor Dentro troaxe pararas
Franoiseo Rifeeiro Guiarles 25 08O*8t>0
Bario de Cerapo^-rde tl:O00*808
ti raes 4 rmeos 10:517*450
-* De ooesa praa levoa esse vapor para a Eu-
ropa 200 .
PAR.4 A EUROPA. O Doiiro tsvon, com 17
recebilos em nosso porto, 280 passagelros,
INSTITUTO AGRCOLA*-Qiiata-feira 1* de
Junho reunir-seha a directora desse instituto.
LOTERA.-A que se acba venda a 194- a
beneficio da igreja da Casa Forte, a qual corre no
dia 31 do corrente.
LEILAO. H)je effecliii o agente Pinto o de
muitos e varalos objectos para selleiros, no san
armazera da ra da Cadaia n. 28, conforme est
annuncado no lugar competente deste Diario.
PASSAGEWOS-Vindos do Porto nobrigue por-
tugnez Unte :
Praneiseo Scares, Hanoel TeixeiYa, Jos Ber-
nardina da Casia Machado, Joo Antn da Coala
Macbado, Mincel Joaquim, loao de Rezende llego,
Arvelioo Piolo, fortnate Antonio de Oliveira
Sabidos pira laraanguape no vapor Com-
Leonidai C. Montero, Q aeuUno Horaira Tem-
poral.
Sanflos para o sul no vapor Tbcanfi'nj :
Manoel Leao Cirneiro Pinto, 3 escravos do eo-
ronel J. Angelo de Moraes Reg, coronel graduado
do exereito Jo Antonio de Moraes Reg, D. Mar-
ganda M. de Sorna, capitb Aureliano Angosto le
Azeved) Pedra, Luiz Antonio P. Pioheim, sua se-
ahora, 2 filh 13 menores, 3 criados e t escravos, I.
Moroton, D. Mara Augusta Lins Godoy, 3 5lhos e
I criada e sua filha, Olilo Carneiro de Vascon-
celio?, 1 cabo e 8 pracas de policia, Joao F. da
Silva Vianna e 1 eseravo, Laz da Silva Tavare3 e
l nlho, D. Anua Fefreira Cato, Francisco F. de
Sa e i criado, Joaquim Jos da Costa, B. Henri-
que, Liberato Peraira da Costa, Domingos Jo= de
Faria, Eugenio C. da C. Lima, Carmelina Cleta de
Vasconcelos, Clementino A. da Silveira Ramos,
Antonio Luiz de Faria, recrala de marinha Garma-
00 Jos de Sima, Joio Jos Moreira, Aotonio
Francisco de Souza Magalhaes, J. Manoel Baptista,
Meqntliaa de Oliveira Castro e 1 criado, Antonio
J. Vieira, ManoelLopes Bandeira, Antonio Manoel
Alfredo, Joao C. Peres Barbosa, Theophilo Gon-
calves da Fonceca.
Chegados dos porloss do sul no paquete in-
gles Douro :
Jorge Staar. sua senhora, 1 filho e i criada, o
menor Alfredo Pereira do Lago e 1 criada, Joh
Reden, senador Dr. Francisco do Reg Barros Bar-
reto e 1 criado, major Belarmino di Reg Barros,
Joaquim Jos dos Res, los Leopoldo Bourgard.
Sabidos para a Europa no paquete Dglez
Douro :
Desembargdor Jos Pereira da Costa Motta,
Lino Jos M. de Araujo, M. de- A. Alcoforado, Jobo
O Lonnell Dayle, Joseph Limbley, Antonio Alves
da Silva, Antonio Matheu Dias Fernn les, Anto-
nio Rodrigues Pereira, Custodio Antonio Soares,
eomraendador Manoel da Silva Santos, P. A. Ve-
gelio, sua senhora, 1 iiho e 1 cnah, Carolina
Leopoldina da Silva Uonaui 0 1 fllb,), Jos Anto-
nio Moreira.
CEMTTERIO PUBLICO.Obituario do dia 25 do
correte :
Manoel da Cruz do Nascimeqlo, pardo, Pernam-
buco, 36 annos, casada, Santo Antonio: gastro
colile.
Anna Francisca do Sacramento branca, Per-
naoibuao, 24 nanos, solleira, BoavIsU : enterite
chroniea.
Elisiario, pardo, Pernambueo, 2 mezes. Boavis-
la; bronchite.
Amonio, pardo, Pernambueo, 1 aBno, Recife ;
convulsfles.
Horacio Fernandos de Azevedo, branco Pernam
buco, 11 anoos, solteiro, Boavista ; ttano brau-
matico.
16 -
se acha ausente; ao lempo eV^ae
Sou cora e.>tima.Ds V. S. ai "
Buarque de Macedo.19 de mi
Rcsposta.ir. Dr. M. lu
Tenbo acompaabao a discuss-
insprsnsa jo o Elin. Sr. Da rao _
leodo previo 'conhe;imeulo de todo quiote aeoof
reu acerca des negoos eonearnanie esarada da
Limoeiro, por baveraioa conversado repelidas vezas
a tal respeito, so posso dizer etn resposta a sua
carta, q v". lem sido Del em trilo'"Tjtfaalo tem
publicado em seas arligos sem ao menos modificar
clrcumstancta algnni.Son ala.De Y. amigo
obrigado. Joo da Silva- Ramoi. 29 de maio
de 1871. ,
Sr. Dr Manoel "flarw de Macedo. Rea-
pondendo a carta de y. fe aoje, na qual ine
pede que, em #mtosgeal a venada. Iha deajade,
se teoho ou af> coajfecidlinf>, ajpr Ifhmtaeoei p
* *eMau-4T |>Ddfcr eoae* Ja
arto do Llei, retil a ilnefMlie
que pessoa competente, eque julgo mi flledigna.
me communicou que effectivameate se procarava
realisar essa venda no Rio de Janeiro.Sou eom
estima e consideracao de V. amigo affectuoso
obrigado e criado.B. dt Villa-Bella.-Recite 30
de maio de 187.
Hajj. Exto. S|r. Brto de Beotflta.-TeHdo ap -
avado para V. Bx aa expascaa da iactoe que
bi na dc*is: aa* aatfalpoao pela impriasa com
o Sr. Borao d Sjieja.de, facto3 que pela rriaier
parte se passaram ein prane> de V. Exc., e es-
tros de qoe ihe del sciencia ao lempo qaoe oaoor-
raram, igae-se da daclarar-me aa a'aasa expesi-
ca-) fui toUel era alg*o poat-j.Sou cora estima de
V. Ec. amigo obrigado e criado.Jf. Buarque de
Macef>.-to de rario le 1*71.
Reiposta.-$r. Br. Manoel Baarqoe de Maae-
do.Eos resposta a carta rapre de V., tenbo a di
zar-Iba que lodos os lactosa qae a Ilude f orara ex -
oostos com toda exactido.Recife, 29 de maio de
1871 -B. de Bemfica.
Kxra. Sr. Barao do Lmameito Digna -de V.
Exc. de declarar-a sa dei a V. Exe. algum on-
tro centellio aa uesto do contraoia da estrada d j
Limoeiro qae nio foSse o de rejeitar o mesmo con
tracto, em vista dos onns por este tmpostos.Sen
eow esti a de V. Exc. amig e criado. -M. Buar-
que de MacedSM de maio de M7L a
Reepotta,Sr. Dr. Buarque da Macedo.-Quar
pelas palavras por V. citadas em seus artigos, quer
da maneira a mrffs Tormal, o onselho da V. foi
qae nio acitase e eratracto da estrada de- Li-
ajoeiro pela razao cima dir. De. V. amigo e
cfido.-fi. do Livrame*t.Recife, 30 de maio de
1871. >
BHnrqne 4e Slaeedo.
WttW-PBM SI BE i\)H
PaeSRAMMA
.Braltoaitft mteymeo d$ m-1
ba.B. Mari. IlSSi/""* '-* .
dTa9??fem-a l^f Pt*-
m che
na ejaal toma
fi'Tn o,7i-rtn.
O0^W!A PERNAJIBIJCAffA
i rmacSes para ocales, 11
ordem de Cbristo, 1 bollo
le eom 1 brilbante, 1 cru*
las de diversos lmannos e f
las, I par de argolas tend
le, 1 relogio patente Dglez..
pnlseira de perolas com esmalte pMo. 1 dita de
fflfyPLBPi,e- l relofio w Mniwr. 14
teArOVr,Me oaro de li qnilales, 4 pnl-
eifasifftme i erbz eom briBiantes pendentes em
uas 00 'dt-aarote. y
^"J,'*ro em flo,ia e B,ela de faMs. doiia e
SSf d,/Jp*'ei ? sip, urna e mea dozia de
gffral an3. e me',a de colheres d cha, 2 con-
**{ ldnt para ffelx.
Um j^bolelro arrendado, 1 salva para 6 copos,
**.?**&*> a rpaaiinas para dnas Inzes, 27
aoibeaea, loaliteiro, I boles, 1 esplvitadeira, tudo
de prala
lefia feto | de junho, s 10 horas
di ponto.
lavar.* leilao, a requerimento
de Aijaiao Fonceca, inventanante
les pur fllecimento do commenda
Aquino Fonceca, e por despacho
. -t,jniz de orphios, os objecios cima
?encienados, os ffiaes poderlo ser examinados aa
< rreaneraada do leHio, que devera ter lugar no
tfrtorto 4o refarido agente, rna..d.Cras n 38.
NutriBieiito
MEDICINAl
?ega3o
^W, escaras, fwedo'd AntS
O vapor naeiooal Mandah
commandante Julio, seguir
r
dia
. frete
de do da da sabida: no bscriptorio do Forte do
Va!lo? f ja

liLAO
Yanoa : a traUf gS *HB*fil-f 4
Companhia americana e brasilei-
ra de paquetes a Yapr.
At o dia i de juobo' esperado dos portes do
5 jp0r amer,Clto'5 trrmiitM, o qua! de-
pois da demora do costume seguir para New-
YotliloeaadoaoParie8.Tho2.
Par coadices, freas e paiwagens, trata-se m
meneft, roa do Commercio n. 9.
Do sobrado de 3 andares n. 7 roa do Se-
orjoig Jess, oolr'ora ra da Ci uz
real da rui da Santa Cruz ns.
CcoTallo ^, -jificadas em
r|fc c*w cranrle quintal rnu-
o qne os- rniWos rJa pnmeira
dao para o fundo da casa da roa do Co-
tovello, com port3o.
De orna casa terrea mei'agaa n. 27, ra
dos Guararapes.
De 'iSSi/-13 ,errea D0 oil3 da '8reJa do
Atu'ptiH; euj Oftida, jonk -o sobrado do
finar''cpmtne'ntJaaor flgoeirfta, em solo
pror)Hov ,
De bm sitio na travessa do becco dos
IHEdfos, com grande casa de vi venda,
terread1 e arvtredos.
Q1NTAFE1RA
1 de .limbo
I^>r IoterveocSo do agente Pinto
em sen es^riptorio i ra da Cruz n. 38.
Coriolana
CliATV
No periodo oad,e se le. no Diario
boje, n3o sa fji como 'ooi'ras, depois de
estar considerado inotif ncf exereito, e ati-
rado a um canto por maluco, refugiar deve
lr-B nao se foi, como outros considera
dos inutiis no exereito e atmulos a um
canto por matoco, refugiar.
30 de maio de 1871.
H.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH A FOREIGN.
Life anl Pire Assurance Company estabalecida
em 18X. Capital 8,000,00
Os agentes desta corapanhia tomam seguras
contra loga sobre predios, generas 8 faadas e
pagam qui prejaizos devidamente provados.
Rabe Schmetuu dt C
Corpo Sanio n. 15.
vai sahlr hi poneos dias a barca portuguez f7or
de S. Smao por ter quasi toda a carga prompta :
pa- o fttite s passaoens Irata-se com Garvalho
Nowieira a ra do Apollo n. 20.
cem lata de gaz.
O agente Poniual, competentemente aaterisado
vender em leilao cem latas de gaz em diversos
lotes, a vonlade dos licitantes
Qinta-teira 1 de junh)
00 arraazem roa do Imperador n. 16, s 11
hora.
LEILAO
DE
a ra 1
ranhao.
Esta a carjja para o porte cima o palbabote
Ga-ibaldi: a tratar eom Tasso Irmaos c\ C. a
roa do Araorim n. 37.
MOVIMENTB 9% PQBTO.
JVoai'i nrraifot no dia 30.
Rio de Jineiro e Babia5 dias, vapor in-
glez Douro, de 187 toaaladas, comman-
dante Thwaits, eqoipagem 417, carga va-
rios gneros; a Adamson Hoevie & C.
Liverpool 4i dias, brigoe inglez Witd
Wat, de 19> toneladas, capitSo Daniel
Smitb, equipagem 8, carga differentes
gneros; a Antonio Jos Dantas.
liba de Fernando30 horas, vapor nacional
Parahyba, de 104 tonelada, comman-
dante Macedo, eqoipagem 14, em lastro;
a Companbia Pernarabucana.
Navios sahidos no mesmo dia.
Macei Patacho inglez Alecia, capillo I.
Pearce, em lastro.
Rio de JaneiroEscuna nacional Tres Ami-
gos, capillo Joo Francisco da Silva, car-
ga varios gneros.
Soutbampton e p rtos intermedios Vapor
inglez Douro, commandante Thwaits.
Veaxie.se a escurra i la lunar Feo;-*, de loBfcao
de 240 toneHaias ingieras forraba e intafillda
de metal, cala crregada nere es dw apra*,' foi
construida em Genova ne mez de julho de 186S,
de madeira de carvalho classiOcada em classe
por sete aonos, son se pode vet do registro de
visit3; est prometa a navegar para "qualquer
porte, acha-se ancorada em frente da alfandega
no aoeoradeoro da carne see:a, aonde os preten-
dentes podem examinar e tratar com sen raspee-
vo eaptlio e dono.
LEILOES.
MOVIS
Pira liqnidaejao
Urna mobilia de Jacaranda inteiraraento nova,
constando de 12 cadeiras de guarm^ao, 2 de bra-
cos, 2 dilas de balance, 1 sof, 2 consolos e jardi-
nera cora pedra, ouaa avrailias de amarello a
Laz XV, sendo urna entalbada e outra liza, guar-
B5** 1 inpraa-roupa, meias comraodas de
5rafr *' "^T**138! marquezdes, cadeiras
de balanco, bancas, mesas e muitos ootros movis
que se venderao ao correr do matlello para liqui-
Soinla-feira 1 de junho.
anios far leilao das mobilias e mais
move3 perfeitamonla aoabadae, existentes no ar-
mazem da roa elreta do Rosario a. al, s 11 bo-
ras do da cima, onde ter lugar o leilao.
10
da armario, calcados e agons
movis da loja le calgados
da ra d rtttc\tio Dias n. 73
(outr'ora ra Direit}.
(Garante-se a casa.)
O agente Martins far leilao da armaco, fazen-
das, a%ans movis e mais perleoce da loja cima,
a qual se acba muho bem localizada e afreguesa-
da, tendo tambem accommodaces para morar fa-
milia, pois i nm grande solao
HOJE.
as 11 horas do din.
Na mesma loja, nesta tcesma oceasiao, so ven-
der urna machina de oozer eouro e 20 glosas de
phosphoros de seguranza.
EDITAES.
LEIL40
de ervilhas muito superiores
A 2 k>E JUNHO.
Por mandado do IHra. Sr. Dr. juiz de direilo os
pecial do commercio d'esta eidade, e a requeri-
mento dos depositarios da massa fallida de Jos
Mana Palraeira, o agente Oliveira far leilao de
20 caixas comeado crea de mil latas de ervilhas
de conserva :
SEXTAPEIRA
u .; ,Doras da wnha em ponto, no armazem
Q- *< (amigo) sito roa do Encantamento.

'
DS
tonio; aera a.
Hanoel Ferreir de Mendonca, pardo, Pernam-
buca, 60 anois, solteiro, Biavista ; diarrhea.
Anna Joaquina da Conesieaa, parda, Pernarabu-
co,,48 anuos, viuva, Boavists: bxiga.
Mraoel Romualdo Pereira Jnior, pardo, Per-
beri aC'Wtnoos' c"d3. Santo Antonio; beri-
Miria Feliciana da Coneeicio, parda, Babia, 25
anoos, sonoro, B .avista : tnberculos pulmonares.
Margandi de Albuquerqae Machado, branca,
Parnambaco, 18 annos, solteira. Boavista : tubr-
culo* pulmonares.
Albina, fscrava, preta, Pernambueo, 10 anoos.
solteira, Graga ; aoazarca.
Paulina, parda, Pernarabaco, 1 mea, S. Jos ;
espasmo.
Joaquina Mara da Providencia, branca, Portu-
gal, 18 annos, solteira, Santo Antonio ; febre ama-
relia.
Maria, pird, Pernambueo, 36 das, Santo An
toaio ; espasmo.
Francisco de Paula Sa e Albuquerqne, bronco.
Pernambueo, 70 annos. viuvo. Recife; ptaanonia,
Fcula de deDireito.
Bj ordem do Illm; Sr. fies-director raco poblioo
qua por deliberaoJo da congregado, approvada
pelo Exm Sr. presidente da provincia, foi mudada
a aula da 1* cadeira do anuo, de meio dia para
1 hora da tarde.
Secretaria da Faculdade de Dreito do Recife. 29
de mam de 1871.
O secretarlo,
. Jos Honorio B. de Menezes.
DECLARACOES.
Santa Casa de Misericordia
do Kecife.
Ajunta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife precisando caaceriar o predio
Mana, parda, Pernambueo, 2 mezes, Santo An- -que possue o patrimonio de orpaos roa da Cruz
de 1 silbao, 6 sellins. mantas lizas e bordadas,patmo
de feltro, panno de linho, botas eompridas, ca-
pas para sellins, esporas, 27 couros de porco,
palles de carneiro, fuodas francezas e de molas,
travesseiros, colxdes, eabecadas, rabixos, l.raa,
chieotes para carros, coxins de llnho, armajes
para sellins, brides, piadeiras, fivelas, pernei-
ras, 1 machina para coser sobre pee de ferr e
duas sem p, e dous marquez5es de amarino
novos,
(Em lofes vontade do3 compradores.)
QUARTA FEIRA 31 DE MAIO A'3 10 HORAS
EM PONTO.
O agente Pinto fara leilao por conta e riseo de
quero pertencer, dos obj^cios cima, existentes no
arma-em do sobrado da roa da Cadeia n 28, onde
se effectuar o leilao, s 10 horas do dia cima
dito.
PREDIOS
O agente Pomnal, ompeteoiement autorsado
tendera em leilao urna casa larrea com solio; sita
ra das Aguas Verdes n. 15 (sollo foreiro), urna
dita grande e eom grande quintal morado, edifica-
da era sollo propric, sita a roa do Padre Floriano
n 32
Sexta- feira 2 de junbo
no armazem da rus do Imperador n. 6, s 11
horas.
LEILAO
de cabos velhos e usados^ 200 arrobas
flUARTA-FEIRA.
O agente Pestaa far leilio de 500 arrobas de
eabo velho e usado, a* quaes serio vendidas
quarta-feira 31 do corrente. a3 11 horas -da ma-
nhaa, no trapiche do Cunh. no forte do Manos.

PUBLICACOES A PEDIDO.
n. IV. contrata eom quena se queira encarregar
de eflectuar ditos concert*, eoneedendo-lhe o ar-
rendndolo por ura ceno numero de annos e me-
diante aluguel commodo.
Os pretndanles deverio presenlar suas pro
ponas em eartas fechadas e selladas na sala das
essofs da junta, pelas 3 horas da tarde do dia 1*
de junho vindouro.
Searetaria da Santa Casa da Miserirdia do- Re-
cife 27 de maio de 1871.
O Escrtvio,
Pedro Rodrigues de Souza
THEATRO
Estrada de ferro do Llnoelro.
Nj discuto no terreno em que se colloea o Sr.
laraj da Sitada le : at abi nio o acompanbo.
O insulto s pote ser a /lima rafo d'aquelle?
> quem a vordade perturba. Acredito que so a
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)
espectculo terio lagar In
TariaTelueote nai
tillarla*,
IjKIIjAO
HOJE
de couros de porco, camnrea, caraeiras^.fana*as,
sellios, silbSes, armagSes para os raesraoa, fazen-
das de linho era pejas. mantas, chicotes, pieadei
ras, brides, eorxd^s e movis
Por Hirvetelo do agentePinta
no armazem da roa da Cadeia o. 2
AVISOS DIVERSOS
INSTITUTO ARCBBOLOGICO E GEOGRAPHI-
CO IHAIBDGAK)
Haver sessSo ordioaria quiata-feira, l
de jonho prximo, pelas 11 horas da ma-
nbaa.
ORDRM DO DIA.
Dscass3o do bataneo de Janeiro a marco
dft 4871 ;
Di8cuss5o do orcamento da receita e des-
peza para o aono social de 187172;
Continuacao da leitura do ndice Biogra-
phico das pessoas que militaram na gaerra
cotlra a HoHanda, pelo Sr. majjr Salvador
Henrique de Albuquerque;
Pareceres e mais trabalhoa de commis-
ses.
Secretaria do lastiluto, 29 de maio de
1871. ,1 Ir,7]
J. Soares d'Azevedo
_____ Secretario perpetuo.
Pr*paralHWWr
Larman* frit
{jara tilica e toda
quatdantadedav
enca, qner fefi
na garganta, pai-
to od bofes.
Exp Mala-
mente eacolbido
4a* anaaMBaaV
gados dos quaes
'Ise extrale o
oleo, no banco-
Ida Terra Nova,
purificado cbi-
icaltieste, e
'Sods
p rojjfieddes
coDServada
eom todo o cas.
darlo, em todo o
frasco, se gantn-
to ooffeitamen-
te pura.
Este oleo teta
sido submetido
a um exadne
murtovero, pelos ehlmieos V iMfs tdfc-n
ot, do governo heaprphol em Cuba,foi di-
vulgado por elle e coptem
MAIOR PORtflO D'lOblNA
do que orjtro qualquer oleo, que elle tea
exam'oado
IODINO ET4J PODER SALtAOR
Em todo o oleo de figado d bacSlho,
e naquelle do qual contera a maior porcSo
d'esta invaluavel propriedade o uaico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronebites, asma, catarrbo, otso,
resfriaraentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja,-larea a uista.e d vigor a
todo o crpo. Nenluim outro artigo co-
nbecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e eacommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaCSo tem Sido
destruida pelas affecc5es das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigestao se acbaent-
pletamente desarranjada,devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
DK
Laanaa Keoip,
A' venda nos eslabelecimentos de A.
Caors, J. da C- Bravo 4 C, P. Maurer 4
C, A. A. Barboza, Barlholomeo 4 e na de
Ferreira Maia 4 C. ra do Queimado p. S7
Tasso Irmaos & C, profundamente agrade
cidos a todas as pessoas que txpontaoea e gene-
rosamente se prestaram a salvar o ediflda em
que terri *u armazem e escriptorios roa do
Amorim n. 87, quando na madrogada de 24 do
corrente memtestonle alli um incendio eom pro-
porcijes assuatadoras; veero dsr um publico tes-
temuoho de seu rrconh.cimento a essas pessoas,
signifii'ando-o muito particolarmente aos Srs. al-
teres Brillo e soldados do 4 de linba, qae, ao
dewobrirem os indicios de incendio, apressaram-
se em providenciar de um modo digno dos maio-
reselogioe para a saa exlipc^ao ; o Sr. inspector
Bernardo Ferreira Lonreiro, eujas acertadas a
prompias medidas muito >e deve ; o Sr. Domin-
gos Francisco Ramalho, que fornecen de ama
cacimba de saa casa toda a agua neeessata para
sajfficar as chammas, e o Sr. Manoel Ribeiro da
Silva.
Queiran, pas, esses Srs. aceitar o voto de gra-
lidao, qae tfaes dirlgem, aceHaotfu-o igualmai
os Srs. Joaquim Pinto Lapa Sobrinho, Antonio
Jos Borgea Cosa, Jaronymo A. da Serra Cnu-
qaere, Antonio Francijco Martina. Manoel Perrei-
ra Pontes e um furriel do 2 baialbo de guardas
nacionaes, a cajos generosos estereras e derinte-
ressada coadjuvacao secundados pelas providen-
cias determinadas com acert e efBcacia pelos Srs.
Dr. delegado e subdelegado do dstrielo, devem
os annonciantes o salvamento de sen predio, ee-
Driptorus e armazem, ameacados por lo funesto
incendio.
Os annunciantes do mesmo modo agradecen)
Sra. do Sr. Jos Domingos, porjhaver dexadoo
leito de sea marido agonisaote, para pedir soc-
corr ao presentir que o incendio lavrava no in-
terior do sobrado. Como tambem as Illms. au-
toridades pociaes, que Ihes ponparam maiores
prejuios pela saa actividade e energa louvaveis;
e aos diversos biaabeiros e pracas, que amilla-
rara a extinguir o ineendle.
A todos em geral, e a eada um em particular
consignam aqu as sineeras expressrjjs do seu
reconhecmento.
Recife, 26 de maio de 1871.
s i
Joo Pereira Habello Braga
D. Silveria de S. los Braga e seus Albos, pun-
gidos do mais doloroso sentimento agradecem a
todas as pessoas qae se dignaram aeompanhar oa
restos mortaes do seu presado e sempre chorado
esposo e carinhoso pal Joao Pereira Rabello Dra-
ga ; e de novo convidan) para atsistir missa do
stimo dia do seu passamento, na matriz do Corpo
Sanio pelas 7 horas da manhaa de sexta -lera 2
dejunuo prximo futuro. Para e;te acto de reli-
f:ao e caaidade christi, esjerara ser aeompanhados
(tm assistenc8 pelas pessoas de suas relaces e
;.misada, certas de que por lo relevantes obse-
quios gravara*) em seus coraedes um jasto tribu-
to de gratidao.
*_$


LEILAO
de 29 saceos com arroz e marca B'R N,
18 amarrados com 350 esleirs de palha
de carnauba
HOJE
O agente Pestaa fari leilao por eonta e risa
de quem periencer, dos ebjeeloi cima, os quae
serio vendidos boje, s 11 horas da manhaa no
armazem do Anaas, defronle da alfandega.
f LEILAO
Obras de prata, oaro, brilbaotes e perolai
COMO SEJAM :
Um rico adereco com cerca de 800 bTilhanien
eravados em prata (obra prima) competo de anu
rolla, 1 par de brincos, f par de polseiras em Dos
de perolas e nma flor para eabeea, 1 adereco de
fllagram compos o de ama volta e duas pul en as,
1 eordo grosso de ouro, 2 tranceln!, 1 eordSo
(loo, 1 cacoleta, varias pf cas de oaro de 14 quila-
tes, 1 par de rosetas com podras rozas, 1 aneJio
Jos Dativo dos Passus Bajos declara que
na la deve a pessoa alguma era virtude de transac-
coes de sna ofBclna de caldeireiro, todava si al-
guem julgar-se sen crdor qneira apresentar sens
ttulos no Campo Grande, para onde raudou-se,
satisfazendo assim ao risinbo que se constitue sea
mimigo gratuito, envidando todos os meios desho-
ne>tos para obter a mudaaca de diu offleina, e
portanto cedendo prudencia e ao medo que Ibe
inipirava ul amigo, uabaixo assignado fe-lbe a
vontade.
Oatro sira previne o abaixo assignado a aqnelles
a quem tem dadp cartas da flaneas por aluguel de
casa, queiram recolbe-las no praso de 30 dias,
porque do eonlraric se recorrer a ouiroi meioe
para obter a saa exoneraco.
Jos Dativo dos Passos Bastos.
Alexandrloa Rosa tomes
Feliciano Jos Gomes, Joaquim Feliciano Gomes,
Felismina Gomes de Araujo e Francisco Aogusto
de Araujo, gratos a todas as pessoas que assisti-
ram ao enterre de sua esposa, mii e sogra D. Ale-
jandrina Rosa Gomes, de novo as convida para a
missa de reqniem, ine lera lugar na igreja do
Corpo Santo, no dia 3 de junho (sabbadoj pelas 7
horas da manhaa, pelo que anda mais gratos se-
rio, e eternamente reconhecidos.
JaaWaVasaaaaaaaaaaaaaaaaaaKaantaaa^aami
Cozinheiro
No collegio da Coneeicio precisa ss de um bom
cozinheiro.
ATTENCA
Precisa:se alugar ama mulher de meia idade,
Pretisa-se de l:3Q0t ou t.600, dando-se
por hypotbeca uraa parle de um predio : na roa
do Horias D. 48, sobrado, se dir.
Ciixei o
' Precisa-se de ttm menino portugwez para pada-
ria : na ra errata do Rosario a. 19.
PrecUa-se de urna ama pa-
ra todo servico de ama casa
de pequea tamil a : na roa
da Coneeicio n. 37.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de idade de II 16
capas para tratar de criaoras, dando ader d il,K"',.f^I3nJeir^ Ia* eJa de bo* codoela, pa- .
i ama outra pes?oa para aindar r,i T1,M ,1 Ksaii tratar na ana do Lirra-
sua eodocta, tendo
nos servicos das mesroas
da barretra, sitio n. 1
para ajudar mmXQ B_
na Capunga, entrada
10.
Ami de leite
Attenpo
i
Praeisa-se de ama ama da meia idade para casa
nlh'?,"^""' 8, 3* andar, existe do ara hornera solteira, para engommar, coxlnhar
urna em boas condiedes, que se dir ao preten- e tomar coma de doas tainos : j ra doW
a9Ble 'piolan. 60.





r

Divio de I'eruivmbuco (Ruarla tein 31 dt Maio de
|
Criado.
IU roa estrella 4o Rutarlo n. S8 precisa-ie de
om criado. ___________
Loia
DMXOMta que Joio
o Franeifco
beiro
Par B e Joo Fraocifco Martins, querem dlseon-
Ur orna letra de 1:000* que rfdtmriiHn do engenho Amaragy, previno ao pu-
Tnfcnniw. ningnem fac* negocio com a d.ta letra,
me ttti obrigado para pagamento de 13 cavados
o eoota da criptora que fe passou no car-
torio do Sr Stlvelra Lobo. Engenho Prado 21 de
maio de 1871.
Joio Pie Barreto.
Ama de leite.
Ofereee-se urna : na travessa da roa Bella nu-
mero 11
1811
lele Ferelr Rabelle Braga.
R y mundo Reatigio de lelo Filho, profunda-
mente commcvido pelo fallecimeeto de sen dedi-
cado e sftnpre leal amigo Joio Pereira Rabelio
Braga, pede a seus amigos qne loe tacam o can-
teo obsequio de assatirem a ama missa que
manda celebrar pela alma do sea estremoso ami-
go, aa matrix do Corpo Santo, nodia 2 de junho
peas 8 horas da manbaa e desde j antecipa os
feas agradecimentoe.
AMA
n li.
Precisase de urna ama para coiinbar
e comprar : na roa estrella do Rosario*
Entino em casas particu-
lares.
Um sacerdote leeeion poriuguez e raneei a
meninos e meo mas nesta eidade e em eos arra-
kaldes : pode ser procurado na roa Direita n. 29,
1* andar, e no convente de S. Francisco, cdala
n. 18, e ra larga do Rotario n. 24.____________
D. Carolina da Silva Bona'ni tendo de se re-
tirar desta eidade no paquete do fim desie mez
pan Portugal, e eomo impossibilidades imprevistas
a IwMtHT* de se despedir pessoalmente de cada
ama de soas amigas e conbecidas, fa-lo por este
meto e a todas com profunda saudades, agradece
a amizade e favores que Ibe prodigali.-aram. An-
da qoe em patria estranba, offerece os seus ser-
vidos na eidade de Braga pira onde vai rendir.
ATTENQO
Precisa-se alugaj- um quarto para um rapaz sol-
t iro, no balrro de Santo Antonio : quem tiver
deixe em carta fechada nesla typograpbia o nome
e lugar de sua residencia.
IU
Recife!
Precisa-se de orna ama para angom
mar e fazer mais algnm servico ero
ea a de pouca familia qne mora na So-
ledade : a tratar na ra da Cadeia do
11, luja de miodezas.
Gicbos
terrestres e celestes para estudo da geographia e
cosmograpbia : na livraria franeeza.
Cavllo baiato
Vende-se um bom cavallo e muito barata
na coieira do Benjamn, ra de S. Amaro
o. 4.
J rt 1 a. O. SiS
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Da importante e bem conhecid* loja e fabrica de chapeos.de sol,da roa do Bario da Victorii, quina da Camba do Carmo.
O dono daquelle estabelecimento, aatrendo acab4r cora ala at o fl de corrate anno, convida aos seos numerosos
fregoezes a aproveitarem a circumataock para munirem-se por barato preco de todos oa ebjectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanhos e fehios, toados, armagoes e mais aviamenios para os meamos, armas de
fogo, entilara, bengalas, chicotes, e orna iofinidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afiadores para navalna de J.
Pradmes, premiados as exposicSes de Pernambuco, Londres e Paria.
m&i
MANUEL & C.
Tem a sausfaclo d participar aos seas na erososfregnezea, qne em visU de ser-lhes mais commodo, um
eeUbelecido orna nova fabrica de chapeos da ao, na roa da Cadeia do Recife n. 9, btje roa do Marqoez de Olinda,
onde acharfo os pretndenos, muito avaltado sortimeoto de chapeos de sol de todos os precos, qnahdades e por pre-
cos mas commodos do qoe comporta o nosso mercado : cenvidam eapecialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo poasivel anas encommendas, pois poderJo asaim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
^ macoea as tazendas oae a demora da fabrieacfc e bam diaaioaiav s* ^^^^^^___
mmmimmmmmmmmmm
5*
D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNOICIO
bija no imiii
a
*
h-

r B tH/
e

el
- B f V *
:"
A-
*'
;
PILIMS VEGETIS CATHARTICAS
PASSAHDO 0 CHAFARE t t
Pede aos senhores de engenho e outros agricultores, e empregadores de
chinismo o favor de urna visita a sea estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo que abi tem; pois sendo ludo moito mais barato em preco do qoe jamis le-
nha vendido, est anda superior em qnalidade e fortido ; o qoe com a inspeccSo P*s-
soal pode se verificar. ,
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
dos mais modernos systemas, aero
tamanhos convenientes para as diver-
tamaabos as melbores qoe aqui




NSo hanecessidade mais
geral em todos os paizes
do que a de um purgante
que seja ao mesmo tempo
innocente, efficaz e digno
de toda a confianza.
As pillas que ora offere-
cemos ao publico preen-
ebem estas condicfs; pois
podem ser tomadas pelas
pessoas mais iracas sem
perigo algum, nio tendo
m sua composicSo mer-
curio nem ootro ingredien-
te nocivo 4 sade, mas
sendo composto de agentes vegetaes mui
fortes, s5o bastante efficientes e activos
para purificar es corpes mais robustos.
Qoaotos sao os males que, se no seo
principio fossem combatidos enrgicamente
com um simples purgativo, nao seriara de
urna vez vencidos ? Grande nnmero das
molestias qoe estamos sojeiks se deve a
um estado sujo e irregular do estomago,
DO
DR. AYER
que podemos recommendar ao publico sao
as PILULAS DE AYER que exploram e pu-
rifican! toda a extensSo do canal alimenti-
cio, e d2o vigor a todas as partes do orga-
nismo, corrigindo sua aeco \iciada e fa-
zendo recuperar sua vitalidade. E' um re-
medio inestimavel contri dr de cabera
nervosa, enxaqtteca, prisao o vertir, he-
morrhoidas, molestias do figado, febre gas-
tro heptica, e todas as molestias biliosas
que tecm sua origem no entorpecmento do
figado que causa a escassez da bilis na in-
flamma^ao deste orgao qoe produz derra-
mamento da bilis no stomago ou em um
desarranjo geral-dos orgaos digestivos.
.


A ICTERICIA produzida pela ab-orp-
c3o da bilis no sangoe, dando pelle|e aos
olhos urna cor amarellenta ; n2o aomeote
dolorosa por si, porm conduz aos mais se-
rios soflrimen los. Para cura-la toma-se de
nma a cinco pillas todas as manbaasl isto
bastante para mover o ventre saateraente
at qne se recupere a actfSo s3a do sys-
tema.
coohecemos e A dyspesia ou indigesto, tem sido tan-
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W. R. Cassels Agentes geraes.
figado ou ventre.
0 melhor purgativo que
tas vezas carada com estas pilulas, que nao
dnvidamos em dizer que soberano reme-
dio para este incommodo. Emqnanto a
vermes, vejam o que diz o Medical Expo-
sitor de Nova-York: as pilotas do Dr.
Ayer temos adiado um dos melbores re te-
dios para os vermes, bichas e lombrigas *.
N3o podemos ennumerar aqui todos os ca-
sos em que sao vaotajosas estas pilulas,
tantas sao as molestias que se podem com-
bater com o emprego de um bom pnrgati-
o como sao ellas.
Em falta de appetite, sao excellentes;
como digestivo para a comida, nao ba cousa
melbor. Nao se tem poupado trabalbo
nem despeza para levar estas pilulas a um
grao de perfeicSo tal, que nada deixa a
desejar; sao o resoltado de annos de esta-
dos laboriosos e constantes. Para alcancar
todas as vantagens qoe resnltam de oso de
catbarticos, tem-se combinado somente as
virtudes curativas das plantas qoe sao em-
pegadas na confeceo das pillas. Sua
composigao tal, que as enfermidades que
est5o ao alcance de sua acc3o, raras vezes
podem resisti-las oa evad las.
para mandioca e algodo,
e para serrar madeira
Podendo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
oa aaimaes.
a Um moco com as habilitares pre- g
& asas, se offerece para ensiuar t
primeiras letiras em algum enge- S
. nbo proxjmo, ou distante desta ca- j
jR phal; por um pre^o muito mdico 9
0 quera de seus prestimos se quizer 0
i> utilisar annnr ce por este Diario.
MROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOGO
A companbia Indemnisadora, estabelecid:
nesta praca, toma seguros martimos sobrt
navios e seus carregamentos e contra foge
em ediGcios, m :rcadori; s e mobilias : n:
rna do Vipario n. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gon ves Beltro
Roa do Trapiche n, o, I* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
Hinbo, era Braga, e sobre os seguintes lugares en
*orrofal:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Gniroares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vei.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamegc.
Lanos.
CovilhSa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcelloa.
Ama de leite.
Prrci-a se de ama ama de leite sem Dio : na
ros Loque de Caita* n. 11___________________
Aloga ?e o 2* andar e.sot2o da casa n. 25
da roa de Santa Rita : a tratar na rna do Quei-
mado n. 2.
Ciixeiro
Precia se de nm caixeiro que tenba pratica de
taberna : na roa do Rangel n 41.
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000^000.
Toma seguro de mercaduras c dinheiro a risco
martimo em navios de vella e vaporea para den-
iro e fra do Imperio. Ageoci i 4 ra do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k rna Primeiro de Marco (ootr'ora rna
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos te
liies bilhetes dous quartos n. 915 cora 5:060*000,
quatro qoartos n. 996 com 900*000, om qoarlo
n. 40 com 400*000, um inteiro n. 1753 com 200*,
e outras sortea de 40* e SO* 4a lotera qne se
acabou de extrabir (193*), convida aos possuido-
res a virem receber na conformidad* do cosame
sem descont algum.
Acham-se venda oa bilbetes garantidos da
3.* pane das loteras, a beneficio da igreja da
Casa Forte 194.*), qne se xtrabir na qnarta-fei-
ra 31 do correte mez.
PRECOS. tT.iV-'-
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Em poreo de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Manoel Martios Finia.
d(
CASA DA FORTUNA
ROA T DE MARCO OTR'ORA DO
CRESPO* N. 23._
Aos 20:000^000.
O abaixo as?ignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, ceme costuma, qnalquer premio.
PRECOS.
Inteiro 4#000 U ,
Meio 12*009. ** fi
Quarto 6*000..
_______ Manoel Martrns Finia._______
IB
Hotel da prapa
PATEO DA R1BEIRA DE S. JOS NU
MERO 9.
O bovo proprietario de?te estabelecimento (ou-
:r'ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-
nisado-o, vem mni respeit isamente participar ao
respeitavel pnblico, qne os seus frequentadores
poderao apreciar a especia I ida de dos gneros ali-
meoticioj, e tambem recebem assigoantes e se en-
carregam de mandar comidas em qoalqoer easa,
ludo por preco commodo.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9.
Hotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel havera todos os domingos e
das santificados boa mi de vacca ; ; ssim como
ba todos os das pela manba excelente papa da
bem conbecida gomma de milbo de Glasgow e
New York, sendo este nllimo alimento mais bara-
to qoe era ontra qualqoer parte. Previne-se qne
o cozinheiro dcsta casa leve bom mestre e emen-
de perfeitaraente de sua irte.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9
DYVETOT
nica casa neste genero
M-Roa Eslreia do Rosario-.^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perien-
ce ao uso do-
|f\ QQv ^., Piecisa-se de orna que sai-
^kx^B|\^\ ba cosiohar, para casa de fa-
Wy YA) ^*^ milia : na roa dos Pires, ta-
berna, amigamente n. 56 e boje 64.
AVISO.
Pede se aos Srs. Trajano Cesar de Alboquerque
e sen mano Jnventino C. de Albuqnerqoe o favor de
coroparecerem na loja da rna da Imperatriz n. 48,
para saldarem seus dbitos, pois qne tendo sido
chamados neste Diario por diversas vetes, caso
algom tem feito; espero desta vez assim nio
aeonteca.
Atten na
Precisase de orna ama para todo servieo
rna estreita do Rosario n. 11. 2* andar.
Cozinheiro.
No boul do pateo da ribeira de S. Jos n. 9 pre-
d>a-se de nm Coiinheiro.
Goncaives Lopes & C. participam ao com-
mereio desta praca qne do 1* de janbo luturo em
diante tica o seu estabeleciraeulo de miudezas tito
rna da Imperatriz o. 88 A, perteneendo semen-
t a Sr. Manoel de Abren Maeedo, a cojo carg>
llea todo o activo e passivo do mesmo. Recife 27
de maio de 1871. ________________
Alfredo 4 Barbosa JnDior mudar; r, tea es*
cripitfjo par a ru d Crnz n. 59, ie a. ra.
O Dr. Manoel Enedino Reg Valenja conti-
na no exercicio de sna proflsto de medico a
roa da Camboa do Carmo n. 21, 1* andar.______
Os abaixo assignados fazem scienie ao res
peitavel corpo do commercio desta praca, qne
nesta data dissolveram amigavelmenta a sociedade
quo tinhatn no armazem de gneros de estiva sito
i travessa da Madre de Dos e qoe gyravn sob t
firma social de Leite & Cardse, fleanda todo o
activo e passivo da extioeta firma a cargo do ex-
socio Antonio Martios Leite, tendo o ex-sock) Mi-
guel Joaquim Caries Cardoso sido pago de sen
capital e lucros e desonerado de toda e qnalqner
responsabilidade de dita Arma. Recife 26 de maio
de 1871. i
Antonio Martina Leite.
Miguel Joaqoim Carlos Cardoso.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo j
67Ra do" Imperador67
Pergunta innocente
Porque anda se espera para annnnciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermarla mili-
tar permanente desta eidade ? Respinda quem
competir.
A luga se
um sitio na Torre, com ex*ellente casa de vi venda
e banbo i frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na roa do Pires
n. 29.
MOFINA
Roga-se ao lilm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, %
crivo na eidade de Nazaretb desta provincia,
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a roncluir
aquello negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin*
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fvereiro e abr!, e na la enmprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fino; poto V. S. se deve lembrar que este negocio
de maja de orto annos, e qnanao o senhor sad
fiho se acbav no es > 1111 .
AMA
Precisase de nma ama
que salba cozinbar e
comprar com perfeicao,
para nma casa de pouca
familia : na ra da Au-
rora n. 84, 2* andar.
A Sra. Mara Candida
particular, qne morn ou mora
Vilella, professora
S. do O1
NP'
Precisa-se de orna ama para coziobar em
casa de ponea familia ; na ros Nova, loja f*. 7.
O Sr. Manoel Joaquim Cuelho qoe chegou
a poneos das do malo, lera orna carta no pro-
greso da pateo do C-rmo n. 9._________
AMA
J andar.
Precs.*; te nma ama para m-
H*muM; m lo* Direita n. 26,1*
em Goyanna. rogada a vir a ra do Cabug nu-
mero 2 B.
I
31 DE MAIO DE 1871 gf
Sociedade A a A *
^a*v^a"* ^*J**^*^ ^a"\^*^/*^^^*\?a^/*^^ax*a^ ^aT/^^
ATM A Precisase de urna ama qoe saiba co-
AJUA zinhar bem para casa de homem ollei-
ro : na ra do Livramento o. 6, loja.
A loga-se um escravo mogo e robusto para
jualquer servico no 3* andar do sebrado n. 36
la rna das Cruzes.
Precisa-se, para casa de pe-
kN qneoa ftmilia, de urna ama,
meoina
andar.
qoe engomroe e ande cora nma
tratar na praca da Boa- vista n. 38, 2*
Pr.1s*-e
mero 3l.
de nma ama ;** ra Bella nu-
Na travessa da roa
das Crnzes n, 2. pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes. seja qual for a qoan-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Doces, flores e finetas
Ruada Cruzn. 13
Sorvete todos os dias e noutes,
Prezonto em fiambre, as libras.
Lanches todos os dias, differentes.
Gelea de mao de vacca, goiaba e ara^a.
Doces de froctas Christalisadas.
Bollos, pudins e paodel.
Boliobo, pastis e bom bocados.
Xaropes de limao, maracoja e grozella.
Bandejas com bolinhos, eofeitadas.
Boquetes de eravos para noivos.
Boquetes para jarros.________________________
.fluga-se
0 primeiro andar do sobrado do Mrquez de Olin-
d.i n 60, ootr'ora ra d Cadeia, com commodos
para familia ou escriptori), tornando-se recom-
mendavel pelaboa localidade e ser muito fresca :
1 tratar no armazem do mesmo, ou na ra da
Imperatriz n. 8.___________^^
S elle !.
dor n.
cortamente s o Campos da ra do Impera-
28 quem pede com mais vantagem. forne-
cer e recbeiar as dispensas, tanto do mais abas-
tado, como do mediocre pai de familia.
E* ainda s elle a quem se deve dar a preferen-
cia na compra de todos os gneros para as casas
de familias, notis, collegios, etc. etc., pois no seo
armazem se encontrar sempre um eompleto sor-
timento dos mais e-colbidos gneros, viudos al-
guna de eonta propna.
E' ainda s elle quem offerece a todos sem dis-
tinecio, a vantagem de mandar aos seus destinos,
os gneros comprados em seo armazem.
As novidades do Cam-
pos,
Carne de carneiro (secca) pela primeira vez neste
mercado.
Peqnenos barris com lingnas em calda.
Manteiga ingiera e francesa em latas de dnas e
uatro libras.
Uneiio
Ceblas a l o cento.
5'
ueijo e carne do serto.
Caixeiro
Precisase de dons caixeiros com idade de 12
a 18 annos e estrangeiros ou nacionaes qoe seja
de boa conducta para ir para Gamelleira e eida-
de da Victoria ; a tratar na rna do Livramento
9. 10.
' Na roa do Apollo o. 26, existem bons ar-
mazens alfandegados para deposito de fazendas,
ou gneros de qualqoer especie ou natareza, a
presos razoaveis : quem precisar dirija-so a roa
roa do Bom Jezos, onlr'ora das Croies o. 6.
Aluga-se nma preta qoe sabe-cozinbar e en-
saboar : quem precisar dirija-se roa do Bario
de S. Borja n. 50.
abaixo assignado declara ao autor do cha-
mado do Diario de hontem, qoe tenha a boodade
de ir a c.-,sa do mesmo a qualqoer hora, qoe o
tBcootrar.
ft*ct>, 2S de maio de 1871.
/Oaqofm TVIxelr Peixoto Filho.
Vapores e rolas d'agua
sas circums tandas dos sen Lo: es proprietarios.
Moendas de canna S2S?S
XvOdaS Q6I1 taQaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machlnismos
JLjOmDaS ,je patente garantidas.
lOQaS aS maCmnaS e pefas de qoe se cosloma precsir.
Faz qualquer concert de mtchBisiTio a ?*> *m resando.
1?ni*1TlflA Hp fprrO tem as me'Dores e mais l)aratJS existentea no tner-
TPti nrtm*tiflTi rio a____Incombe-se de mandar vir qualquer macbiaismo ton-
JjUUOUIIIlDllU.ao tade dos clientes, lembranio-lb.es a vantagem de fa-
zerem soas compras por intermedio de pessoa entendida e qoe em qnalquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
H0.IE MIMIU E DEPOIS
ltimos dias da liquidado da loja de calcado francez sita rna do Ba-
rio da Victoria n. 30 (outr'ora ra Nova.)
O arrematante chama a ltenlo do respeitavel pnblico para o aonua-
cio qoe tem sabido e continua no lugar competente deste jornal, pro-
metiendo vender ainda por menos do qne at aqoi, comanlo qoe oltime
a liquidado no dia designado.
ARTIGA FABRIGA DE PIAROS
DE ______
JOAO VIGNES su J. MIGAS
55 DA DO IMPERADOR H. 55.
Grande sortimento de pianos, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz.
Encontra-se neste estabelecimento um grande sortimeoto de msicas classicas
e modernas para piano, caDtn, flauta, etc. etc.
Os concertos de pianos e afinacQes sao (eitos com o maior cuidado e rapidez
possivel.
Concertara-se os pianos velbos de maneira a se tornarem no vos.
DROGARA especial
HOMEOPATHICA
DE
JOS ALVES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tbenorio, professor em bomeopalbia, tendo-se retirado do
laboratorio homeopathico e consultorio de seo Ilustre e finado amigo o Dr. .
Sabino 0. L. Pinbo, qoe por moitos annos esiiveram sob sua direceo, tem- v#>
se estabelecido sob a firma de J .s Alves Tbenorio de C, ra estreita do ''
Rosario n. 3, onde, animado pela confianza com que bonraram-n'o os amigos
da bomeopathia, Ibes offerece e ao respeitavel publico um completo sorti-
meoto de todas as preparacoes bomeopatbicas coohecidas, recebidas das mais
acreditadas easas de Loodres e Paris, e indgenas, bem como tudo qoanto
diz respeito a homeopalhia e sua pratica, esperando qoe continoem a hnra-
lo com a mesma confianza, para o qoe n5o se poopar esforcos.
PREgOS DAS BOTICAS
GLBULOS
^*

boiica

de


>
12 medilamentos 10*5 1
24 20# 1
36 a 30 1
48 354 1
60 .40*9 1
120 704 i
botica de
TINTURAS
12 medicamentos
24 >

25|
36 > 404
48 > 50
60 > 604
120 > 1104
de engenho, fazen-
Sao uteis essas boticas aos Srs. mdicos, senhores
denos, cheles de familia, capitaes de navios, e em geral a todos qoantos qui
zerem dediar-se a pratica da homeopalhia.
Medicamentos avulsos pelos precos das outras drogaras, bem como
Chocolate de Londres e do Maranho para uso dos doentes em tratamen-
to pelo syslema homeopathico.
w>
CARDOSO ft 1RMA0
Ba do Brum (hoje do Barao do Triumpho)
ns. 100 a 104
DIRIGIDO PELO HBIL ENGENHEIRO
rXEORGE BRAI\
Est estabelecimento bem montado de todo machinismo necessario, fabrica com a
maior perfeicao e segoranca qualqoer obra de ferro para engenboho, machinismos e ou-
tros necessarlos a agricoltora, e tem vndo da Europa completo sorlimento de ferragens
para engeobos, pelo que se faz recommeodavel ao publico em eral especialmente aos
Srs. agricoltores, visto l'er b'aixado moito os antigos precos das ferragens para engenbor
qoe 85o os seguintes:
VftTIftrPft cl8 !urca Je v' 6 e 0cava"os, osmaisaperfei?oados e seguros
V apux CO qae tem vindo a este mercado.
MofindlS e ineSS moendaS p:'ra canca as me'hores que ha no mei-
TAXAS, fundidas e batidas.
RODAS denta 'as de todos os tamanhos.
RODAS D'AGUA, as mais fortes e bem acabadas que existem neste mercado.
FORMAS de ferro para pies deassucar, de todas as cualidades.
FORNOS DE FERRO tara farinha.
MANMETROS para vapor.
BOMBAS DE FERRO.
CRIVOS para tomainas.
AP1TOS para vapores.
FORNEIRAS de todos os tamanhos e modelos.
VLVULAS diversas.
CONCERTOS. Encarregam-se de concertar, e reparar om a maior perfeicSo, e-
commodo preco, qualquer ferragem de engenho, vapor ou outra qualquer obra da sua
ai te.
ENCOMMENDAS. Tomam ordera para mandar vir da Europa oatlquer machinis-
mo de vapor, ou proprio para agricultura, para o que, se acham relacionados com urna
respeitavel casa de Londres, e com um dos melboresengetiberos d'Inglaterra. sendo
qoe por taes encommendas se rsponsabilisam al ao assenumeno e moviminte 1R-
cz do? objectos que Ibes toreo encommend.-idor.
1
i
-*


V
J


vrfjo de fepamb^co .triarla feira 31 de Majo (Je J*J|.

-i' V!
A* araazo na do
' Vapor Fraaeez,
rn do Bario
da Victoria (on-
tr'ora rna So-
?a) n. V.
Ao armaieui do
Vapor Francs,
roa do Bar&o
da victoria (ou-
tr'ora rna Mo-
ta) n. V.
.*&
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Aoabam de chegar novas (ataras cora importante sortimento dos artigos abaizo
mencionados a precos mais resamido que possivel.
CALCADO
Botinas para senhorasduraque branco,
Srelo e ee ostras muitas cores escolhidas
o ultimo gost da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos e salto para senhoradnraque
pretj, branco e de cores, e de couro de las-
tro.
Botinhas para enancas, proprias de bap-
Usadoa.
Botinas de diversas qualidades para ho-
mem.
Botas rassianas para montarla, tanto in-
gleas le eoaro da Rossia para viage,
como franeexaa da Uelier, beierro fino, pa-
ra passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 6
amos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos da raqueta de lastro eom sola de
ma eir, proprios para pannos.
Sapatos de borracha para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de diflerentes modelos,
mol o boas e fortes para amamos meni-
na*.
Sapatos de tapeta, avellndados, Cbarlot,
casimira preta, de tranca portugueies, para
homeos, ahora* a anuas.
Perfumaras.
Extractos fiaos, beabas, cosmticos, leos,
opia as, aguas de Gotogne em garrafas de
crystal para meantes, agua divina, agua
florida, dentfrico lavando, agua de toilet,
tintura para barba e cabellos, pomada non-
groise para bigodes, pos de arrot e sato -
netea, tudo isto de primeira qaalidade, dos
fabricantes Coudraj, Piver e Labia.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
quartos a gabinetes.
Leejaea para senhoras e meninas.
i ioias de onro, brincos, transelins, pul-
i erras, srtSes de ponhos, de abertura, cor-
rentes e chaves It relogio, tudo de oro
boa 4a M.
Brinco* de plaqu a imitacao de onro.
torrentes para relogfo.
Abctoadnras para eolietes e para pumos.
Albuns de velludo a marroqu m para re-
tratos.
Ifammadeiras de /idro para enancas.
Caixtnhas de costara, novo* modelos eom
musca, proprias para presentes.
Qaadrahos dourados para retratos.
Toacas e sapattafeo* de lia para enancas.
Cape! las para norma e para pastoras de
preupios
Caixinhas coa vidros de augmeilo para
ver-se em ponto grande a ptotographie
dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thasournhas para eos ura e anhas.
Bokinhas de seda e de veludo.
Gestinhai para braco de meninas.
Balaios para costara.
Cesos Trame pratiado para frutase
pao a'mesaj
Ricos artigos de phanusla neeessarlos
para toilhetes. e proprios de presentes.
Jarros> bouqaets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mni delicados.
Quadros promptos para collocar vius.
Moldaras doaradas para quairos.
Estampas de bellas paysagena de cida-
des, de figuras e d santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caizinha de msica de dar-se curda.
PoQieiras de espuma para cigarros e cha
rufos.
Gravatas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana eom cas toes de marflm.
Ditas de balis, junco e de maitas quali-
dades.
Pentes Anos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello e- para
dente*.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac-
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para eandieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de eperraa-
cete. "*
Cordas par violio.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o raelhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para vlagens.
Estojos de viagens, completos eom nava-
Ibas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes eom martello para viagem.
Ditos de anitos modelos, de janeo e de
baleias.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de
cores. k
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
c5es de (estas campestres.
Baldes de cores, de sabir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, vsperas,
rodetes, bagatela e outros jogos altemaes.
Esterioscopos eom as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordiras de todos es ta-
maitos a novos modelos eom tremnies.
Realejos pequeos con aovas mosteas.
{/osraoramas de vario* tamaitos, coa
' diflerentes vistas mi pitorescas.
Br inquedos
O maior sortimento que se pode desejar
de todasorte de brmqaedos fabricados em
diversos paizes da Europa para entrete-
nento da* criancas.
/s'r

Ka pTaca da Independencia n. 33 se d di-
nheire sobre penhores de onro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a qnantia; e na mesma
casase compra e vende objectos de ooro e prata;
igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
eommeoda, lodo e qualquer concert tendente a
mesma arte.___________________________
Officina demarmore
Roa da* erases uunarro i i.
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
H o palmo em qoadro.____________________
dreclsa-se de urna ama livre oa escrava pa-
ra o frrico de urna casa de pouca familia ; na
ra da Bario da Victoria, antiga ra Nova, n. 5J,
1 andar._______________________________
Alaga se om excedente sitio na cidado de
Olinda, tendo muitos arvoredos de iradas, hurla
e jardim, cora urna fonle e agua de beber, boa
casa de vivenda eom commodos para grande fa-
milia, prefere se alagar a pessoa estrangeira :
nesta tvpngraphia se dir eom quem se trata.
Seguros contra-logo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital........20,000:000*000
Fondo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lafhan fc C.
RA DA CHUZ N. 38.
Aluga-se um preto bom cozinheiro que Uve
e engomme, pata hotel ou casa estraegeira : rna
da Cadeia n. i, 2* andar. '

A' ra Baque de Caxias n. 12 precisa se eom
muita instancia fallarse aos sniores abaixo
declarados:
Francisco de Paula Mello Barren.
Joaquim Teixeira Peixoto Pilho.
Manoel Thomaz do Nascimento.
Francisco de Paula Borges.
' Jos Gomes de Barros.
Jos Loiz de Franca Torres.
Francisco da Cuta Cirvalbo.
fiebastio Jos de Barros Brrelo.
Estevio Jos Ferreira.
Csrlos l>? Dias da Silva.
Joo de Barros Netto.
Carlos Jos de fiouia.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Crrela de Barro*.
Andr de. S AKnxiuerque.
Antonio Jorge Mooteiro.
Isidorio de Franca Barro*.
Pedro Jof de Souta.
Padre Francisco Viriimo Bandeira.
. .

AMA DE LEITE
sem fiifco
Precisase de urna ama de leite
roa de Hartas n. 20, sobrado,
na
Precisa-se de duas amas, sendo
urna para engommar e a ootra
paia eosinbar, < quaes paga-ee
bem : a tratar na rna Nova, casa
n 11
Offerece-se urna ama de leite sem
quem quiaer dirija-se roa Direita n 2.
oibo
A inga-se um sitio perto da praca coro bas-
tante* commodos para grande familia tratar a
rna da lmperatriz n. 63. i' andar.____________
Sitio para alugar
Aluga-*e um ma sitio eom multas arvores de
fructo, grande cas de vivendacom commodos pa-
ra grande familia, Passagem da Magdalena :
a tratar no escripurie de Domingos Aire* Matheas
ra do- Vigaiio n. 21. ^^___^__
Alug>w o i* andar da casa n. 25, ra de
Santa Hita, na ra do Queimado n. S.
AOS 5:000^000
Esto i venda os felizes nUhetet da lotera da
Babia, na eaafelii do arco da Coneeico, foja da
ourlves no Baeife.________________________
ijetm de cfnnpu
Alagase um sirio a casa de raoradia no prin-
cipio da estrsda do enanwnento, eom dnas sallas
3 quartos grandes, copiar. Majaba fora, dispensa,
mais ao quarin, e cacimba dd xcellente agua
para beber : a tratar no mesmo Iug'Jr -SS de
oiides amarello*. _____________-
Preci-e de""nw araa para jaiinUM'1': U9
ro da SoledAite n. 76, oa da Craz o. 70.
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 c casas
do costume.
Bllhrtes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre ot
seut muito feliz.es bilbetes a sorte de ."rOOOOOO em
um quarto de n. 915 e iros quartos de n. 40 eom
a sorte de 400,*, alm de onirass ortes menores de
10*000 e 20000 da leteria que se acabou de
extrahir (193), podendo seus possuidores viren)
receber, qne rompumeote serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sen estabelecimenti
comprar os felizes bilhetes garantidos, que ni
deixar de tirar qualquer premio come pro va pelo
mesmos annoucios.
Acbam-se venda os muito felizes Metes ga-
rantidos da 3' parte da* loteras em beneficio da
igreja da Casa F.-rie, que ser extrada no dia
quarta-feira 31 do corrente.
JPRECOS.
Inteiro 6/00f|
Meio 3*000
De 100f5000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 2*700
Joao Joaqiira da Costa LeiU.
M*Banaj|aH*j m WBM
a preta funes coffl 36 i
jeca : oa roa do Crespo .S
s de chita
a 4* a peca
Custodio Jos Alves Gulmarles, nico socio ge-
rente da casa commerclal de Gnimarae, Ponte*
& C, desU praca, previne i quem interesar j>o-
sa, que esta prooiovendo a dinolncio da mesma
llrma, e entrar em sefoida na respectiva liqoi-
daco ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
a Arma responsaael, ero e fnnanciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolacio e liqui-
da cao.
AMA Precisase de
am.JX. poreitaaente:
numero 27.
urna ama que engom
na roa da Imperar
AMA
2* andar..
Precisa-sa de ama ama que saiba
cozinbar, de boa conducta, para casa
de familia : na rna do Vigario n. 5,
COMPRAS.
COMPRA-S
frascos vasios da tintura jiponeza, e pagase a 80
rs- rada om : i roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de OOnda n. 51.
IM
A caixa filial do Banco do
coiclair a sua liquidaclo ve
commodo a casa terrea na roa Imperial n.
66, a traa na roa 4o Mrquez de Olinda
no respectivo escriptorio n. 49.
i empreitiros le obras .
Ha para vender na fabrica do gax einzas a i*
cada carroca, excellt-ntea para encher alicerces,
etc., etc.
Compra-te urna casa terrea em algnma da*
ras prxima ao largo da Penha, como sajam, da
Nogneira, Padre Flonano, S. Jos, Santa Rita,
efe. : no 3* andar do sobrado n. 36 na rna das
Grates
Compra-se
:
um baldo que tenha de 13 a 14 palmos d* cem-
prido, asado : quem qaizer vender dirija-se ra
da Guia n. 8.
Compra se em segunda mo um cofre de
ferr prova de fogo, proprio para guardar livres :
na ra da Madre de Dos n. 21, armazem.
VTNDAS.
todas as
TRILHOS RBAROS
DO
ECIFE A' OLI\IIA
e Beber i be.
AVI*.
Do i" de janho em dianle partirSo os
tren*, lano da lin'ia de O.inda como d.o ra-
mal de Beberibe por orna nova tabella, qne
se distribuir as estages da ra da Auro-
ra, Onda e Encrnzilbada.
Recifd 25 de mato de 1871.
O superintendente,
A. de Abren Porto
. .
Pos dentfricos americanos
ConaposIfSo hygienlca.
Este* pos tio os nico? qne reuoem em sns
composico todas as qaalidade* bygienicas pro-
prias a dar ama grande alvara aos denles; con-
servaeSo delles Bfortiflcaglo das jengivas.
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
0. 57, de Ferreira Haia C.
--------------------------m_-------- ,
10 a 2-,innos
no pateo do
prei#a-se de om cjixeirj de
de idade, eom praliea de taberna ;
Tafeo p. 68.____________
JTa ra dos Co#lhbs n. K precT-a-se do um
i criado pa;a o sytvico dj CM, q9 fonlu boa con-
dada.
AHENCAO
Vende-se por barato preco nma propriedaJa
margem da Gamboa dos Remedios, fatendo se
toda vkntagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinbeiro e parte em letras on objectos de
prompta venda : coja propriedade contera urna
grande olaria de pedra e cal qne lastra 16,000
tijollos de alvenaria greca e forno que comporta
25,000, eom mais um forno e lastro para fazer se
telhas, ladrilhos, cannos e tonca, eom excedente
barro para qualquer obra, eom dons excellente*
vivoiros de petxe e eom easa de vivenda para
grande familia : as pessoas que pretenderen) di-
rija-se a dita propriedade a entenderem-se eom
o capilao Delflm Los CavaJcante Pessoa._______
Vende-se a casa terrea da ra de S. Joao n
26 : a tratar na mesma rna n. 7.____________
thal sem ^ efundo
Rna Buque de Casias n. 4
Jos de Azevedo Maia e Silva, ea wn ao-
ja de mioderas continua a vender Indo
por baratos precos que r todos admira :
Libras de liaba de novello, a melbor
possivel. 1*500
Ducia de lencos de casta eom barra. 1^000
Gaizas de liebas eom 30 novellos a 500
Vara d? franja branca para toalbas 160
Duzas de me.ab croas muito boas a 3(5500
Oozias de meias finas para senho-
ra* a &00
Dazias de facas e garfos cravadas a 5<$000
Dazia de palitos seguranca a 120,
240, 320 e 500
Na albas muito fins, para fazer a
barba a 000
Carias eom peonas de ac cem to-
que a 320
Caixas cam pe:nas de Perry fazen-
da fina a 800
Ditas de dita dito verdadeias a 200
Caixas eom 20 cadernos papel ami-
zade a 700
Pecas de Uras bordadas !2 metros
cada urna 500
Pecas de fitas para coz o m 10
varas a
Pecas de tranca lisa de
cores a
Duzias de huta frouxa para bordar
a 400 e 500
Pares de sapatos de tranca a 800
Ditos de ditos de tapete muito
bnos a 280
Dorias de baralhos muito finos a
24400 e 280C
Ditas de agn'bas para machina a 240C>0
Libra de pregos franceses a 240
Re>inas de papel almaco .operi< r a 3600
Ditas de dito pautado o memor a 44CO0
Caixas c m rabonetes fructa a 720e 14000
Libra de lia para bo dados a 700
arriis de liaba A exaadre a 100
Gravatas de cores muito finas a 500
n'nas pretas pontas bordadas a 600
Grosas de bolees de madrvperola
para camisa a 502
Novello- delinba branca, 400 jardas 60
Dazia de wrtSes fe linlia branca e
preta t du cores a 120
Thescuras muito fioas para ochas
e coslura a 500
Baralhos francezes moi 200 e 246
Caixas redondas para botar rap a zOO
SUSTENTO RESTARAT4VO DA 8ACDE
PELA FARINHA
A Hevalesciere >u Barry
Esta Carioha que tio grande isa lem na Euro
pa, muiio se recommenda para a* criancas e pes-
soas debis e conalesceates. Como medicamento,
iolailivel para os casos. prsao de ventre, he
murrhuidas, ms digestoes, aiia, amargos de boc-
ea, dores de e&tomigo, diarrba, nxaqneeas, af
feroces de fijado, dos pnlmoes, dos rins, da exi'
ga, etc., etc., conteni moito mai principios ou -
trenles e restanradores para os masclos, ervos
e celebro, que, tre veres o seo peso em carne, e
por oooseqneneia, de conservar melbor as foreas
physius e moraee, restabeleeendo as fanecoes di-
gestivas estragada?, dar appetite, e coovfr aos
estmagos aioda das mais enfraqoeeidos. .
Seu oso tao singles como fcil : a Recala-
arre du Bu-i y deve ter desfeita e cosida como a
farmba ordinaria, pudendo ser nsada na agna slm-
p es, eom vinho braceo, no caldo sem gordera e
no box.: leite, faztndn se aioda bolos eom mnteiga,
l^ite nn issnear, et., ete
Uticos depns'Urio* era Pernainhuco
BAHTHOLOMKU & a
34-Rna larga d Rosario3i
Ro; -: Dte-rheumitico.
Kenadit- ttcaci*imp nooin as oVres rheuma
ticas ti boje o mait conbeeido pelo* seus mar
vilhosos resoltados.
XAROPE DE AGK1A0.- um dos medicameo
i* qne saa eficacia as enfermidades, tosse
sangne pela bocea, Lronchiles, dores e fraques*
no pesio, tjerotato e LxIe.'Uai de flgado, que n>-
Ibor tero provadc
TINTUTtA f)E MaRAPAMA.- A celebre rali
de marapnama, cuj e^srgia e eiOcacia na* para-
tysJas, intorpeh^efio^ i. ele. muio ge recom*
Slafi,
Toes ses preparado? te eoiintram na phar-
aac!a d ^'h de Bartboicmea u Q.. nnjeo d*
peeilrt M JTQI l#rp f Rosario n. 34.
Vendf-se por prega mol rotovel, e eom van
Ugem ao comprador, o eagtnbo Velho, sito na
fregueiia de Santo Amaro de Jaboatao, eujo en-
gnnbo acha-se moeote e eorrente, moendo coro
agua do rio Jaboatao, contando cerca de urca le-
gua de trra de *ul a norte, eom ootro Unto, em
* Sl~* '*,t6 *w,e eom **** ,)Dr,9 ^e caa
de vivenda, de engenho e de purgar e casa para
guardar bagaaao. Quem pois, qniaer fazer nego-
cio tao vanlajoso, dirija se ao mesmo engenbo
para tratar eom sen proprietario, qne fari todo
nesjoda.
smiiiiiaiiiii
Grande lipidcao de j_
fasendas.
Lindas eassaa de cores, fs senda de 800
rs. a vara a 280 o eovado.
Chitas trncelas de 200 a 920 e 240 o
eovado.
Laas de cores poli de chevre, alpacas
lisas e barefes a 500 e 600 o eovado.
Corles de cseas de cores a Amelia a
5Q0O.
Ditos de chita pereale.
Ditos de cambraia branca bordados a
agnlha a 6#500, fazenda de 104
Camisa* para senhora a 2*500 ou 29
adnzia.
Ditas inglezas para homens a 4^000
excellente fazend
Services para mesa, compostos de nma
grande toalna e 12 guardanapos.
Chapeos brancos de castor a 7.
Corles de casemiras de cores de lindos
>stos e excellente qualidade a 4JO0O e
m
3

s
s
Cortes de gorgurao para eollete, pre-
tos e de cores a 3*500.
Ditos de velludo para dito a 4|.
Lencos de eassa barrados a 2*200 rs.
a duzia.
Sedas lisas de cores a 1*800 o eovado.
Chapeos preto* de pello de excellente
qualidade a 7*.
Excedente algodao trancado de Macei,
fazenda superior ao da Babia proprio pa-
ra roupa de eseravos a 440 a vara ; re-
con mendamos esta fazenda aos seohores
de engenbo.
Cortes de organdy branco eom 10 jar-
das a 6*000. s
Cretooes de lindos padroes a 380 rs. o
eovado.
E outros moito* artigos que seria en-
fadonho inoumerar, porm que como oa
j mencionados vendemos barato nao
olhando o proco.
Loja de fazendas de Antonio de Honra
Rolin A C, rna do Dnque de Caxias
antiga do Queimado n. 73.
Fazendas baratas
RA DO CRESPO N. 25
Loja de
Manoel Das Xavier.
GltOSDENAPLE braaco a 1*000 o eo-
vado.
CHALES chineces de cores a 4*.
COLCHAS adamascadas de cores a
34004.
MADAPOLAO cora 20 varas a 2*500.
ALGODAOZINHO a 3* a peca.
CAMBRAIA3 finas de cores a 240 rs.
o eovado.
CHITAS de cores a 160 e 200 rs. o
eovado.
CHALES de merino de cores a 2*500.
ALPACAS de cores a 320 rs. o eovado
Oorte* de lia eom 14 covados a 3*.
MANGUDOS bordados a 00 rs. o par.
CAMSRAIAS transparentes a 2*800 a
peca.
__ Com penuor se do as amostras. _
BmWlanBI sBoBamw Simal
Grande
3
S
Grnde
LIQUIDACAO.
Na ruado crespo n. 20.
I.*Ja de Gnllherme.
Las a cores miuJaj a 280 rs eovado.
Bramante de linbo com 10 palmos de. largura a,
2*500 vara.
1 Chitas claras e escuras a 160, 200 e 210 o co
vado,
Bita* riieados prnssianos 280 o eovado.
Diae chinela* para eoberia a 20 o eovado.
Cambraiat, organdys miudas a 2i0 e 280 o co
fado.
Dita* bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covade:
m Dius biapo lisas Reas a 3* a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mnatelm* branea, a 400 rs. o eovado.
"Madapoln francez, a 6* a peca.
Dito, ingles de bom a especial, a 4*000. 5*, 6*
e7* a peca.
Algodaosiabo a 3*, 3*500 e 4* a pega.
Alpaca de cor com lisias, fazenda superior a
440 rs. o eovado. ,
Dita branca, com flores mlndas matisadas a
800 rs. o eovado.
Dita preta com flor bran:a, o 500 rs. o eo-
vado.
Ditas de eores padrSes miudos e modernos a 36Q
rs. o eovado. r
Lencos de cassa eom barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo embainhado* a 4* a duzia.
Cbila, fazenda bem condecida pela sua for lidio,
mais larga que chita para roupa de eseravos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 1*500 o eovado
Corte* de casemira de cor, 3*t00, 4* e 5*.
Cortes de meia easemira, a 1*1()0.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o eovado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o eo-
vado.
Algodao iargo merca T a 5* a pega.
D-se amostras eom penhor.
ATTEI^AO

sac-
Joaquim Jos Goncalves Bellrao lem para
vender ne sen escriptorio ra do Comercio n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais bi-
rato do qne em ootra qualquer parte :
Azeitooas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cat muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qaalidade.
Cognac marea martel frres.
Enxadas. .
Farinha de mandioca de Santa Calharina,
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodao da Baha em novellos.
Fouces.
Mazados.
Nozas.
Obra* de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para deo'.es.
Pregos sortidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
Rolhas.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Betroz do* melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Babia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barr?, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Seiubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas de urna dutia.
M
i
H
Tem venda em seus armazens, alm de outros
>rtigos de seu neg o regular, os seguintes, que
r*ndem por precos mais mdicos que em ou-
ra qualquer parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
GRADES de ferro para cerca.
55TE1RAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
SESSO snperior em porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de descarogar algodao.
LONAS e brinzSes da Rnssia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
ARELLO em saceos grandes a 3*500
AGUA florida legitima.
III
CHITA PRETA
Peca de chita preta forte nota 35 covados a 4/,
dita noa a 200 rs. o eovado, pechincba : na ra
do Crespo m. 90, loja do Guilherme.

9-9
IizJn
5- i>
S-b"?*
_. n m *" ^ ** 9 ^^
3- *-2 2 n a
" s 5 8.5 O
P8Bn-,r

i di
Luvas de pellica
Grande sortimento de lavas de pellica das me-
lhores que tem vindo ao mercado, pretas, brancas,
ede eores para homem e senhora, grande sorti-
mento de fazendas linas e grossas, miodecas, per-
famariacqowqaitbarias, lapeos para sol e ea-
beca, cajeado, porcellaea e louca, crystaas e vi
dros, aleados para forro de carro, ricas mobilias
de Jacaranda a Lntz X?, ricos lavatorios com
pedra marmore a espelho ; vende-se tnde por ba
ratissimos pregos, tanto a retalbo eomo em porco.
15-RUA DA IMPERATRIZ-15
Ulysses & Irmao.
Libras stt-"liaas
Vende-se no armazem de fazendas de Angusto
F. de OMveira A d, a roa lo Commercio o. 42.
Vende-se a preciosa memoria, com Haas es-
lampas, do Senhor d> Bom Jess do Monte em
Braga, por diminuto preco : na loja n. 25 A. ra
do crespo, esqnina da do Queimado.
STTMCO
5
Vende se (eijt preto novo 'a i* o meio deca-
litr: e ceblas novas rm reste a 900 rs. o cesto, e
7*500 o mllhtiro : na ra de Pedro Alfonso n. 1
(amiga roa da Praia).
Vende se a casa terrea n. 16 da ra das
Carrogas : a tratar em Santo Amaro n. 58.
VINHO DO POBTO PINO EM CAIXAS
Bolinetes
muito bons para hlate e laresgas
B neis de louza
para lavagero de louca era czinba* : vende-se
por mdicos -prego;: na roa do Bruru n. 91.
Veude-*e e tanrbem se permuta a po*se de
dous terrenos, sendo oro na rna da Aurora e en-
tro na do R-xpicio Da ra* Q Rnae| u, 43, f
dar, '
GRANDE
LIQUIDACAO
Na roa do Duque de Caxias, antiga na di
Queimado n. 19, vende-se chitas de cores es-
coras e matisadas pelo prego de 200 rs. o eovado.
cambraias de cores, bonitos padroes a 240 rs. t
eovado, e pegas de cambraias branca lina com 1C
varas a 3* e ditas com 8 ditas boa por 4*. pegas
de madapoo de 4*, 4*500 a 5*, e algodao bran-
co de 3*500 e 4*000 a peca; ludo por prego
que admira. _________________________
Calcados
Botinas de brim e duraque branco bordadas d(
setim a 6* o par : roa do Bom Jetus n. 2i
loja. ____________
Vende-se as colecgoes do Diario de Por
nan-ibuco de 1859-60-61 62 enradernadas, err
bom estado : na rna da Penba n. 23.1 andar.
Liquidapo p
db m
Fazeid'is para 8. Joao M
Alpacas de listras e flores, fazenda fina, y||
a 600 rs, lias de cores a 400 rs. o eovado B
cambraias de cores a 200, 240 e 280 rs. j*'
o eovado, chitas- claras e escuras a 200 e fii
240 rs., percalas miudiobas a 240 e 280 gu
rs. o eovado, chales de merino liso a ii, S
ditos estampados a 4*, 4*5 finos a 6*. madapolo a 3*200. 4*, 4*500 |
e 5* a peca, dito largo a 5*500 e 6*, !
dito ejephinie floo a 7* e 8* a pega, di- H
tas de algodao a 3*, 3*500, e 4*300, m\
iiriui pardo de lloho a 280 rs. o eovado, S
e i* o corte, algodao de li-ira proprio ;
para roupa de eseravos a 160 rs. o cova- |
do, toallias felpudas a 8* e II* a duzia, S?;
cambraia branca fina a 2*500, diu victo- g(
ra fina a 4*. i*500 e 5* a pega, chitas |
para coberta a 240 rs. o eovado, lengos S
d eassa finos com barra de cor a 1*500 Si
a di.zia,ditos brancos abantados a 1*600 JS
rs^ 2*. 2*500 e 3* a duzia, ditos chene
i-A a 2*o00 a duzia ; de todas e.-tas fa- S
zendas dio-se amostras com penhor, a M
tua Duque de Caxias n. 29, esquina que 5j
volia para o pateo de Pedro II. |H
0M-MMI sittffi mm,
Attentjo
Vende-se um cavallo rugo, de bjoiu figura,
grinde e andador : a tratar na ma Augusta n. 98,
e para ver na coebeira defronte da r.-tago da es
irada de ferro de S. Franaiscu.
Historia d guerra do B^sil
contra as repblicas do Uruguay e Paraguay, oin
completa, 4 volumes, pregj 20*00?.
Manual merca' 1 il
ou encyclopedia elementar do commercio brasi
leiro.
Mitterm ier
tratado das pravas em materia criminal, ve(iid:>
rm portugoez por um magistrado bra-ileiro, pregd
7*000.
H^roino por rx ^llenla
n e ''^ fez Mariann--, pelo cuneg M .njt-
CoSiJ Honorato, p:rg-) 4*000.
Mm:-i wonom/ca rqa {'de Marco n. .
A Ha da Iaiptratnz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERKA PESSOA Oa propiiet nus deste novo estateleci-
raento de fazendas vetm scientiflear ao res-
peitavel publico em geral a am particular
as Exms familias detta cidade e fjra della
que ebegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sortimento das mais
lindas f,iz. ndas que at boje sao vistas em
nosso cotrmercio, e qoe esto desposlos
venderero por todo prego,afim de venderem
moilo e apurar dinbeiro, saber:
L'tidos casaquiobos de gurgurSo preto
eufeitados para todos os precos.
Coi tinados ricamente bordados para ra-
mas e janelliS.
Camisinhas de liobo bordadas para se-
nhoras.
Rijos tapetes avelludadoa com lindos de-
zenbos para 2 e 4 cadeiras.
Ricas giinaldas e capellas para noivas e
meninas.
La para bordar de todas as cores por
commodos precos.
Chapeos de sol deida inglezas a ba!5o
por todos os precos.
Ricos e modernos.cortes de organdy bran-
cos com modernas listas.
Ditas d cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 50G0.
Pei;as de cambraias finas a Victorias com
10 e,4 jardas a 3-3, 4,1, U. U e 7OC0,
Ditas transpan ntes finas para todos os
precos com 2 larguras.
Vaiiadissimo e el< gaanics sorlim nlo de
laas para vestidos de lodos os prec 'S e qua-
lidades, que, quem as vir a vista dos pre-
gos comprar.
M idernas popelinnas cem listras a 120
rs. o eovado barato.
Grande vari Jade em chitas finas, para
200, 2i0, 280, 300 e 320 rs. o eovado.
Pecbincha em alpacas de cores lavradas
e muito tinai', o eovado 400, 500 c600 rs.
na Flor da Moda ra Imperatriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
Sao camisas francezts finas a 1)51500 cada
urna, dmira a vista da fazenda. S na
Flor da Moda ra da Imperairizn. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de 3iJ00Q.
Madapol.'S finos e largas com 20 varas
a 40, BJ e 6000.
Brim patdo trancado de linho lino c
eovado a 30 e 400 rs. admira.
QUEM QUIZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA 1MPERA-
TRIZN 13 A.
Cobertores de finissima la de cor a 8?5,
60, e 40OCO brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. o cov. do.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia 2*X Os.
Giande quantidade de lengos para me-
ninos e homens tendo:
Com barras de bichinchos e calungas h-
zendo gynastica a duzia li$20l>, 10500,
20000 e 205CO.
Ditos brancos fino3 a 20300.
Ditos de linbo amba. hados finos a 00 e
70000 a duz.
Citnisas de meia o melbor que h, urna
10, & 10500
Ditas ioglezas finas de huno para bomata
e meninos or todos os precos*
Collcrohos, punbos, gravatas, io ,
toalbas, lenges. crochets para cadeiu-
jardintiras.
Completo sortimento de casimiras prrt.
de cores.
Pannos finos pretos e de todas as qoa;.
dades, brins brancos pardos e decores por
todos os pregos.
Koupas eit>.siiu Flor da Moda
Stbre-iascos, palitots-taccos e fraks de
todas as qualidades pr co commo lo.
Caigas de casemiras pretas, de cores, de
brins brancos, psrdos e de cores.
Ceroulas francezas de linbo e de algodao
commodos pregos.
No mesmo e^labeiecimen'.o encontraro
os amaveis frequezas umNm alfaiale para
lomar medidas dos que qnizerem manda
fazer soas obras e sujeitando-oos a ficar
com aquellas que au sabirem a contento,
atim de bem servir todos aquelles que nos
honrarem com sua proteegao neste estabe-
lecimeoto urna enfi nidade de artig<8 que
deixamos de mencionar para nao se tornar
massante aos le,tures, o eslabelecimenlo
est aberlo das 6 as 9 boras da noite s
orden do respeitavel publico.
N.-13 A RA DA 1MPERATR1ZN.-13 A
FIO
Para saceos e i::'''
SACCOS
PARA ASSLCAH
CERVEJA DE MABCV
m
Engarrafada especialmente para o Brasifc
Charutos de Ha va na
Lona para, velas
Cambraia Victoria
As verdaderas trazern os nmeros estampad-
as pecas e nao na? etiquetas.
Vendem-ae
^ Em casa de
T. JEFFERIES i C.
46 Rita do Gummercto 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem en cada pee um bllhe- "
(e com nonac
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES C
Parioha de niilho-
Vunle-se farinba de milho, moida a vapor, dia-
riameale, r-elos preco* rrcuintes : froasa para
ang a 100 ra a lilra, para janglca a ItO rs., <
para.cusius a 160 rg. e a 4*180 a arroba: na roa
do Coluvello numero 25.
Cadeiras
Novo jdimeota di cadeiras Jraneeus tfe laia
ao natura) o a Imiugj not armare! de Tis'so Irmioj & C, no caei de
Apollo ionio a ponte provisoria.


diarito de Fernamoco Quarta eira #1 de Maio le 1871.
VNDESE
J.-^ui.r. Jji Raaos, na ru3 da Cruz n. 8, f
andar, vende algortao azul american#verdadeiru
prego* americano o. 3 e 4.
ha mu cabelles brancas
Tintara japona a.
S e nica approvada pelas as academias de
sciancia, reeonhecida superior a toda que tem ap-
areSida al boje. Deposito principal ra d
3-ideia do Itecife n. 81, 1* andar, em todas ajbo
ticas e casa de cabelleireiro.
Nempre a \oa Esperaaca f!
AO BELLt) SEXO.
Esta loja bera condecida peJa ana elegancia e
nperiondad de seas objecus. acaba de receber
muios artigos para o qoe respeitosamenle convida
ao bello sexo a vi tita-la, afim de comprarem aquil
i) que precisaren! par* preparos de vestidos toi-
lete ou tocadora, e uxismo-qual^uer objecto para
fazer algum prezeote..4i>oi> que si na Nova Espe-
ran ficarao satifeltos, j pela q saudade e pro-
cos raz.iaveis, e mesmo por quo a Nova Esperan-
za iifana-e em nio se impacientar em dar a es-
col!\er CAin que c.wtu a recebar a todos, afiro de qne
saibam com o Arme proposito de vallaren) ou
mandarem a mesma loja, logo que precisen) de
q*ial |uer artigo por piquero queseja.
LUVAS DE PELLICA.
Receben as de Li-toa a Nova Esperanza para
rmmens, senhora e meninos, sendo brancas e de
< y
NOVIO A DE.
Bico de quipure prelo com branco, a Non K-
peranga so quem tem I 11
Caixas para joias.
Nova E^peranca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Reccbou as de murtas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extingoirpanos on sardas.
A Nova E."pcranca tem leito de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperaoca a verdadeira tinta in-
gleza.
Par refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova E-peraaca ra Doqne de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francs como inglez, esli expostas venda
Da ra Duque de Caxias n. 63, na Nova E.-pe-
racen.
Extracta, baeha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
tildo de superior qualidrde : vende-se na Nova
Eiperaoea ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanea, a roa Dnque de Caxias n-
63, reoebeu um lindo sorlimento de 15a para bor.
dar, vndo as cores otis procuradas, branca, pre-
ta. escarate etc. etc. a Pila antes que se acabe I
Tabellas Vermfugas
Este medicamento o nico quo pelo seu born
aroma e goslo agradavel se torna o mais propno
para a expulsa!) Sai lombrigas. E' fcil de tomar
porque o seo gesto igual ao do chocolate, e de
prompto etfeito.
DEPOSITO
Pharmacia nroerisena de Ferreira Maia 4 C, roa
Diniua de C Sabonete 'Je alcalrao.
E-te novo preparado e applicado coro grande
iprvi lamento contra as molestia! de pelle chro
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras ou
panius que vem ao rosto e peito, borbulbas, sar-
na, lepra e conilcbSe-", inesmo aquellas que em
ceita1* partea delica tas do corpo tanto mortifleam,
finai:iient i o uso contiiuado deste sab.mete con-
trihue para tornar a pelle ass mimosa. E' igual-
mente effleai para amaciar a pelle do rosto ou
outra* partea do corpo, que por'motivo de erysi-
pellas luvm speras e escamosas. Preco de cada
-a! i '. i'iiO re., em dunia se far abatimento.
Uui > di p'wito em P'rnamhnco, pharmaca ame
ricana de Perreira Maia A C, ra Duque de Caxias
n, .'7. singa do Queimado.
DE
VMGO
nico deposito
i;liarmaci \ americana de
Ferreira Main # C, ra Du-
qun de Caxias n. 57, anti-
g t do Queima *o,
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se veade na
ra da Madre de Heos n. 22, armazem de
Je > Mar'ins de Barros.
A' rui do Uommercio nu-
mero 10
No escriptoriode Jas Joaqutm di Costa Maia
ha para vender mais barato do que em outra
qnaiq'i r parle :
Viuho do Porto particular em caixas.
Dito de dito de Pasto idem.
Dito verde de dito dem.
Dito Figueira em tiarris
Dito da 11 .erada em anc retas.
pechinoha sem igual.
Superiores laa i es.-oc- zas de cores muito linlas,
fazi u! \ de goslo p ira vestidos a 400 rs. o cova-
do venle-e na roa Primeiro de marjo, outr'o-
ra do Crespo n 13, l"ja das columnas, de Anto-
nio Corre \ de Vasroncellos.
Plvora a 16^000 o
barril
No esr-riptorio da rna do Vigario n. 31, tem
amostra* di Miptnor plvora ingleza, e vende-se
peiu bar. lo prego cima.
A
Vende-?e sicens com farinha de mandioca, me
diodo IS rula?, pelo baratsimo preco de & cada
saeco ; na ra 5o Mrquez de Olmda n. 40, es-
erintcriOk
A' chcgidn de suas mage8tadeg
Chitas francezas linas a 200. 220, 2i0, 260, 280
e 300 r?. o covado; cambraias de cores muito finas
a sC fazenda ae 660 e 640 rs.; lazionas com listas
de seda a 500 rs.; pegas de marta polio largo a 4,
oi, 6 e fi*";00 e fiuissimo a 8* ; popelinas de
se a a 1^.100, U5C0. I#660 e U o covado ; ricas
saias har.iadas ja feitas a 4 e ontras murtas fa-
r.n'a- que foram arrematadas em leilao da casa
da ra do Crespo que pegn fogo dos Srs. Cojta &
Castro, as quaes se vendem por pr>cos baratissi-
nos p S:o l.-ig: ideo sorliminto de fazeodas finas nada
dewarn a deselar, e como lenha por norma vender
Larato, aflro de couqui.-lar o bello sexo da Veneza
Americana nio sel so pela barateza de suss fazen-
das, chi so pelas bsrmooi sas notas de sua msica
acompauhada a compasso pelo habilitado pessoal de
q'ie emposta, de forma que duas Itrgas partes
seguramente esli coivijias em nao comprar mais
em outra loja, fallando apenas urna terca parte
para completo iriumpho da-Norma.
O armazn da Norma ra do Bario da Vic
toria n. 43, esquina de Sanio Amaro de Monteiro
da Cuoha & a

-

loja e mnw
DO
PAVAO
H
" t
Mil .
qasA
, Idode de Ilreita
Vende-se por mais barato prego q. qe tta
vertidadlJGoiHa, lrfmn3|to inieressante e
atiodisplstirelfnla weihoras acadmicos do
4* auno da ta.culdade )}. direito desta cidade, pela
rprifle BOfnog.ner4ade entre aquelle oqrJigo e o do
Brasil: n* ra db Crespo, esquina da roa do Qoel-
mao u. 25 A, foja.
i 'ri 1.1 .......ftin i..
NA RA DAIME
DE
FLIX PEREIBA DA
MTa.
ft
L
Vende-se um, aliado no Arraial, beeeo do
Bajtbolomeu, casa nova (oda envidragaa, com
eaaa de b'nbo, cacirpba com muilo Ix'.a agua, e
comba ; tero quinhentos e tanto; p.< de alvoreuos
Os propriel^rios dt&U grande ejla'ielecitseat') teoda w ser um avallada poic*o de
fazendi, e tendo continuado a recebar por todos os vapores e navioi imrjpeDw porcio
das mismas, tem revivido f.zer urna GRANDE LIQUIDAQO, afim de 4eainfijf.fi gran-
de deposito e ap rar DINHK. De todas as uzeada* que sa vende baraisaijn) *e iio
as amostras, ficando pennor oo se mandan levar a asa das fa ajas, famiai^s, assta como
as pe soas que necean em menor escala, n'eate esta e'ecimeoto s poderio sor ir ea
pequeas perces pelos mesmes precvs que compram pas caas exportadoras. '
PARA LCTO
O Pa-3o tem um grande sortimeoto de
fa zondas pret is tara lodo, como seja : 18 a-
sinbas finas para vestidos 400 e 140 rs.,
merino muilo leve para vestidos e roupas
para kmens H e 2*200, alpacas com
lavares brancos, cassas ptetas lisas o eem
brancos, bombazinas pretas, eantoes. e oo
tras muitas tazendas todas proprias para
lulo, que se ven ie mais binto qus em
outra qulqner parte.
L HITAS DE CORES
O Pavas icm rebebido graodes sortimen-
tos de chius finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambsm grande sortiment) da
mais delicadas perejiles miodiobas proprias
para vestidos e roupras de criaocas, e ven
de-:e por menos do qoe em outra qnalqaer
parte, na ra da Imperatrizn. 60.
LENCOS RRACOS A DUZIA MKOO
O Pavao vende fin i simos lencos brancos
i'9 embanbados, em duzia pelo barato preco
de 35 00, e outras muitas qualiJides, tant
de esgoilo como de cam'oraia de bobo, e
cbinezes.
Toilhas do Porto a iOjtOOO a dada
O Pavio vende su eriores toalbai para
rosto, sendo de linho do Porto JOJOOO,
ditas de f o-o Taznda muit > boa l^no
n duzia, ditis coal-hoadas a 7>5500 doaia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 350(0
O Pavo vende colchas brancas de fjstao
sendo bistante grandes pelo barato preco
de 35000, ditas de cores muito fiuas ...
75OOO, ditas muito graudes brancas de fus-
ilo e mu to encorpadas '65000, ditas de
croxet,- proprias paracama de soiva 155
ORGANDYS BRANCO
O P.vi receben os mais finse delicados
organdys brancos para vertido, sendo todos
com lavores miudtnbos, e vende se pelo
barato preco de 800 e l|001 rs. a vara,
fazenda que vale muito mais \linheiro.
GUARDA BANHA
O Pavao vende urna granje porcio de
pann s de crochet proorios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de goarnic3o,
ditas para encost de sof, ditas paracobrir
pian- s, assim como ditos redondos para co
brir diiierentes movis o outros qiaesqcer
objectos, e pode-se vender por menos do
que em outra qualquer parte, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES OE MERINO' A 20500
O Pavo vende chales de merino muito
grandes e encorpalos 2*500, ditos
imiuco de chineze; 25500, ditos pretos
de renda c.m 4 ponas *5 CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavaj vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos Com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em Outra qoalqoer (arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
melhores camisas ioglezas e francezas com
peitos di linbopara todos01 precose qua-
li :ades, assim como ditas de ditos de
algod5o para todos os presos e tamanhos,
tendo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroalas
de lioho e algod^o, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para homens e meninos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem c nstaotemetite om g*ande
soitimeLto dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ja .e'.la, que vende-se de
850O at ao mais rico qoe :ostuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tan'o tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fia, colcha?
de croco-1, damasco para cimas de noivas,
e cortinas, e vender no Bazar do Pav3o.
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem om gande sortimento das
mais bonitas lasinhas para vest os, tendo
de todos os precos cores e qqalidades.
jrincip'ando da 200 rs. para cima; porm
to grande a qqanlilade quesera enfa-
donba especificar qualilado por qualidale,
s a vista do freguez e das amostras se loe
vendero por precos to cmodos que
engue n deixar oe fizer om vestido de
ii por to pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 646 R8,
O Pavo vende as mab lindas alpacas de
cordio para vestidos e roupas de criancas
pelo barato preco de 640 rs. o covado,
ditas tinissimas cornos maisliodos lavoree
ALFAIATE
qoe se eocarrega de exeentar qnlajnar en-
commeada dj oa ar^s vjoiade do fre-
guez, e o proorietarlo' d'este graobV eata-
belecimen'o e.projaette .aehir bem a tote
os fcegoezK qu Ibe htvrjMU au caff
ALGDAOSNHO A 300 A PEQA
O Pavao vende pecas d'afgodSosinho de
aaoito boa o^a,ldaie, teodo|p jalda cade
peca, pelo barato preco de. 3*500, dito ma>
<0 largo e encerpado 6*000, dito o nw-
llwr que tem vj. do ao mercado, nnrito en
eorpado e largo para lencies, P#Jfbai^e
preco de 65500, grande pecUincha.
MADAPOLAO A 40000 E 40500
O Pavo vende pecas de madapo o cm
ti jardas, sendo f zeada moito superior
pelo barato preco de 40500, di as com as
raes as jardas a 43000, diux ioissiaias a
50500, 65000. 70*00 e 80000. peebincaa.
MADAPOLAO FRANCEZ A (00
0 Pavo vende (ecas de finissioattaiada-
poio verdadeiraraeote franeez, tendo 2}
metros 00 20 varas, pelo baratissimopreco
de 100000 peca, sendo fazenda que seav
pre se venden 145000, e 1 quitare por
este barato preco per estar alg ,ma coma
ensbovalbada na pona de fra.
ALGDAOSNHO ENFESTADO A i0 152)
0.Pavo vende verdadeiro alg<>daoiini)o
americano, ten lo 7 palmos de brgora e
muito eoeorpado, proprio para leacoes 4
70000 a vara, dito da mesma 'a rgora sal-
do trancado e moilo encapado 10280.
BRAMANTES PARA LENfOES A 2*400 3*8000*
O Pavo ve ide o verdadeiro bcaataated
linbo tendo 10 palmos de largura, que ape.
uas precisa para umhncol orna vara erau
quarta, pelo barato preco de 25400 4 va,
dito niehor de 258 Oe 30000, t*odo at
doimelhor qoe tem ao mercado 30500
e 450OO, assim como crotones fortes para
lencoas, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 p.Irnos de largura 4 100 rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 40500 EW60OO9
O Pvao vende graade peciocha em saias
brancas rija mente bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o pnce de...
45500 e 60000, sendo fazeoda, qoe sempre
vendeu-se por 80 e 100000.
Faieodas para sajas a 10200, (0280 10!%
O Pa-'o vende superior fazenda bordada
ocom pregas proprias para saias, (0240,
10280 e 105(0 a vara, sendo preciso para
ama sata aperas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 caries de cambraia a 10344
O Povo vende urna grande porco de
cortes de cambraia organdys; taato brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tsssidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 25503, cada corto,
fazenda que vale muilo mais.
Aos 2060 caries de cambraias bordadas a >5O0(
O Pavo vende nma g-aode quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenos mais
lindos e mais vistosos que tea viodo ae
mercado, taoto em listras corridas como ada-1
gonaes, e com.moka fazenda para um ves
tido, e liquida-se pelo baratsimo preco de
50000, sendo fazendadejntlto.maior va-
lor, grande pechincba.
CAMBRAIAS
0 Pavo veade grande qoantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 30 a peca at mais
Una que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo venda cbilas largas com bonitos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o-covado, grande pechincba.
LA\SWHAA 160 RS, O COVADO
O Pavo vende bonitas lasnhas transpa-
rentes pelo barato preco de lO rs o cova-
do, paabinoha na ra da Imaeratriz 0. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O Pavio vende bonitos cortes de cassa
francea vtedo cada orfl em seu papel, pelo
barato preco de 25500 o corte, ditos muito
lindas 30COO, pecbiocha.
CASSAS FftANGEZ *S A 20 RS. 0 COVADO
O Pavo vende bonitas cissar de cores
para vestidos, peto barato preco de 200 rs.
o covado ditas Qoissimas com os desenbos
mois modernos qae'tem v.ndo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
0 Pa*ao veo.de fuiissimos cretooes oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo'bar4o preco de 640 rs. o
covado, ditos de l r5os, proprios pira co-
imitapio de agra:ianas 8( 0 rs. o covado, berta, sendo fazenda maio encorpada pelo
barato preco de 8' 0 rs. o covado.
Basquinas on casaquiabos a 200 'e
Pavo vende basqainas oa casaqoinhos
de seda prt tos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo prf g de 200 e 250OOO, sendo
muilo modernos, assim cono ditos de cro-
chet e rendas pretas que se vendem muito
em cont, na ra da Imperatriz n. eft.
Caita entraacidas para caberlas a 360 rs. o corado
O Pavo vento chitas entrancadas coa
delicados desenbos para cobertas ou eorti-
naade cores fixas, sendo fazenda muito en-
corpada pelo barato prego de 360 o cooadO.
ESPART1LHOS A 40500
0 Pavo vende os mais modernos e m?-
lhores espartilbos, tendo de todos os ta-
manhos, pelo barato prego de 40500
CASEMIRAS
O Pavo veide um elegante
de delicadas casemiras inglezrg, sendo to-
das de la e muito levesinhas, tinto pro-
prias para homens coma para criancas, e
uitas mais encorpadas, teo 1o de urna e da
duas larguras, que se vende o mais barato
oa ra da Imperatriz n. 63.
b mitos glacs com delicadas crese lus-
trosas como se la 10000 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de go ;to e luso para
vestido, na roa da Imperatriz n. 6o.
POUPELIXAS
0 Pavo recebea as mais delicadas e me-
lhores ponpelinis de seda para vestides,
com os mais modernos lovores, e outaas li-
zas com as cores mais novas qoe tem v'n to,
e vende-83 20UOO cada c vado, assim
como del cadas sedas de listinbas, tanto
para vest los de seohoras como de meniuas,
q vende-se 20000 cada covado.
SET1NS DE COR
0 Pavo tem constantemente om bonito
sortimento dj cotiuse grosdenaples de to-
das as cores, que veLde-se em conta.
ROUPAS PARA HOMhNS
O Pavo temconstaoteaieo/e um grande
sortimento de roopa, tanto de panno como
de bros branco e decore*, da case-
miras, para todos os precos e qualidades,
e tambem se manda fazer qnalqaer peca de
ohra com todo aceto epromptido, para o
qoe se.tem om perito
oo*, Uta4a de aaraeuj-a prio torna-*e r*eorcrneniJ
evo-ranal para Wber#:
dvel por se;
do aes dw TtanWh.' 4,"das 16 oras a;
as 3 da Urde, oa no mencionado sitio.
plAe
aofa
-aa-f
' uui uim itiwiicano. nmfnrtere,
elegante, muilo4A0Ua}r f> forrado : a ver
na rna da Flort*Mfcia WIfavJe Mr. Grosjean;
onde ge_dlr4cora' cjOBur se deve tratar.
doAbaU lifUte novja e gordoi :
r|?C : q|e precisar dinja-se
SafiviaF- Epf *a Duque de
a o opa da Queima do n. .6.
lila de canna
Vende-sela de canoa em porgad e retalbo :
w pateo.ilo,f>mp^fis(iaiaa.(U roa da^us, ar-
EHffil________
GUAIUE

GOM TOQUE OE CUPlM.
Brirn pardo flno com pequeo toque de cnpim
n4 orireta, a,4Q0 rs. o pv"ajlj, pee hincha : na
rna do Crfspo.n. iQ..loja /fo^uitherme.
O Bazar Victoria na roa do flbrao da Victoria
(antiga roa -Nova) a. 4, reciben una rico sortimen-
to de Atas bordadas para different.es graos e para a
festa dje S. Joan.
Ifijecfdo amereiana.
Kprcialldadr dos pharmaeeud
coa Ferreira Hala k V.
Esta injee;3o cmposta especialmente para a
cora das porgacSes antigs ou modernas, foi com
feliz resaltado ensatada petos mais habis e reeo-
nhecSdos iedicos, e por elles confirmado ser esta
injeceSo a nnica que radicalmente cara em menos
lempo qnnlqner agncrrh.i on pnrgacao antig;> i
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E* tambem otil as leucorreas oa flores brancas,
roer seiara antigs on modernas.
DEPOSITO
Na pharmaeia americana, roa Duque de Caxias
nmero 57.
Em osa de THfiOORO CHWSTl\N
SBN, raa da Groa o. 18, leocootraai-se
effecti*am?Dte todas as qoalidades de vinoo
nico legalmente autqrisado e approvado
pelo cooselho de sade.
CNICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.
34Ra larga do Rosario34.
s
s
!
S na loja do barateiro, ra do Crespo
o. 1, junto ao argo de Santo Antonio.
Algodo anvncano com um pequeo
te que de a vari a a o* a peca.
Madapolio fino, idem a 5 a peca.
Chitas Anas, faxenda boa a 240 e 260
ra o covado
ldeui idem idem a 280 rs. o covado.
S o barateiro, ra do Crespo n. 1.
Brins pardos transados a 340res o co-
| vado.
Ditos de cres trncalos superiores a
_ 700 ti. a vara.
Cambraias de cores fixas a 260 rs. o
Hcovado.
Chitas finas, padres modernos a 360
e 40J rs. o covado.
Pecas de Cambraia transparente e ta-
pada, com 10 jardas a 4j;
dem ganga para cubera \ 380 rs. o
covado.
S Cambraia saissa transparente, fazenda
fina com 10 jardas a 2i8U0 a pega.
Pecas de madapolo francez, fazenda
- fina com 20 varas, a 74500, 8* e 9*.
Pecas de brilhantlna branca com 18
cavados a 5/.
Cambraia para cortinalo com 20 varas
I pelo barato preg de &f a pega.
S na loja do Bara'teiro I
Toalhas de lioho, fazenda fina a 7* a
duzia.
Lencos de cambraia de liaho, fazenda "
fioa, ja abanhados a 7 a duzia.
Ditos de exguiao de linbo a 4/500 e 5* S
a duzia.
E um variado sortimente de fazendas
de todas as qoalidades, que vendem por
muilo limitados precos.
S na loja do Barateiro, ra do Crespo
n. i, junto ao arco de Sanio Alonio.
i
'
I
s
,
v
20-RUA DA MMlTRIZ-20
FARI & LESSA
Os proprietarios desteDovoesUbelecimnto vem participar 90 respeitavel publico
e com especialidade s excellentissimas familii, qoe tendo comprado um bello sorti-
mento de fazendas de todas as qoalidades, esiio resolvidos a vend-las por preco oe
mais razoaveis possiveis tira vender multo.
Popelinas de seda, fazeoda nova, a 26.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica-
mente entonados, a 164 e 20 Basquinas de seda de 10^, 18^ e 200.
Superiores grosdenaples preto de lf)800
a U5 o covado.
Grenedioes de seda a 10100 o covado.
Completo soriimento de lSas e alpacas
de cores, o que ha de mais gosto, de 640
rs. a 10.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Dit s victorias de 30600 a 90 a peca
Ditas ti ansparenles de 30503 a 100 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bardadas, fazenda de moita phantasia, a
W0.
Dit s ditos tambem de listas a 40900.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 20BOO.
Pecas de babadoa bordados, de tedas as
larguras, o qoe ha de melhor e mafs gosto.
Panno trancado e li-o para toalhas, com
9 palmos de largura 4 vara a 10500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
5*.
Toslbas felpudas I ara rosto duzia 90.
Ditas lisas pura rosto duzia 70 e 9#.
Pecas de bamburgo superior a 905CO.
Pannos de chrocbet para cadeiras e na-
fa.
Tapetes de todo os tamanhos e precos.
Sort ment completo de meias para se-
nl: oras e homens.
Grande variedad ea chita e para todos
os precos.
Madapolo raocez superior a 7^500 a
peca.
Sortimeoto de madapolio de 30500,
40500. 50. 60 e 00500.
Cortes de cambraia bordada a 30, gran-
de pecbiocha.
Cortinados bordados para cama e jaoel-
las.
Camizinhas e cprpichps brancos par M-
ahora a 30 cada um.
Panno de lioho abretanhado, fazenda
propria para seroulas, lenges, toalha e
o tras muitas coosas, pecas com 20 varas
por 90500.
Bramante de liaba para todos os pre-
ces.
Todas estas fazendas sao grandes pechincbas vista do prego.
'-^

PARA LIQUIDAR
MACHADOS JS?,:3ErCS
40000 CADA UM
a com cabos de faia, sendo os machados de ac muito bom, proprios para carpinas
oc eogenhos: vende-se roa Nova n. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallinha : roa Nova, armazem n. II.
Pregos americanos
de 2 a 3 poliegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: roa Nova, armazem
o. il.
O pao Bamonda vende-se nicamente na
roa da Matriz' da Boa vista n. 20.
Todo quaiquer pao do mesmo formato
que se venda na ra nao Ihe perteoce.
Taxas americanas

cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, ou ontro quaiquer
mister, com toque de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 80 a caixa com 150
macos: roa Nova, armazem n. 11.
, VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 200 cada um. de graca, mandandO-os vir
custam 1500 cada om : vende-se rna Nova, armazem o. 11.
Grampos de pao para segurar Foapa
sendo d madeira, proprios para prender a roopa que se bota a seccar em corla*, a
40 rs. a duzia oo 60 a caixa com 36 duzias. E' dar, nSo vender: roa Nuv
n. 11.
PARA ESCtEMSIO
om recebedor e condoctor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qoizer, economisando o trabalho de duas pessoas. E* talvez o nico qoe existe
nesta provincia: vende-se muito barato, roa Nova n. 11.
Pavilho da Aurora.
Ra da Imperatriz n. 2
O done deste grande e acreditado estabeleci-
SO "ti ment Irentn (le 'auodas fio** de todas 'as qualidades,
avisa a seus numerosos fregueres qne acaba de
receber um g ande sortimeoto de vestidos de cam-
oraias brancas bordadas finas para senhora, os
qnaes vende muilo barato, assim como ouiras
muitas faieodas de mnito bom goito, as qnaes
fe grande redcelo de precos para menos, afim
de vender mais barato de que em outra quaiquer
parte.
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' reeommondavel esta'especial e excellonte tin-
ta pela sua boa qoltdade, fluidez e dnra$o, co-
mo a .melhor e mala inalteravel tinta que se co-
nhece. Ni) ataca ai pennas d'aco e da tres en-
cllenles copias. E' prefenvel a quaiquer outra
tinta para os livroa do comrtercio e documentos
que carenan de loriga dnracSo.
NICO DEPOSlTd
na pharmaeia americana de Ferreira Maia 4 C.,
ra Duque de Caxiasln. 75, anua do Qaeimado
__^_ PERNAMBUCO.
Vende-se
vlolSes, violas e guitarras muito bem feitas, unto
pm grosso como a retalbo : na fabrica da ra da
Roda n. 39. __________
Cimento portland
Vende-se o verdadeiro Cimento Portland: no
largo da Alfandega, armazem do Aanes.
Licor de alcatrao de Coyol a 10600 o
frasco.
Pnra cora de catbarroa da bVxiga, vias nrina-
rias, pulmdes etc. Vende-se na botica Popular da
ra la Imperatriz n. 77.
TMH6 COLLARES
Vende-se o verdaaeiro vinbo de Collares, viada
ltimamente pelo vapor Oiinda, em baVril de d-
cimo : na rna da Madre de I'eos o. 18.
Fundi C. Sttrr 4 C em liqnidac>) 'nem per precos
mais baratoe do que em outra quaiqaer parte,
taixas de ferro batido e cuado, alambique, moja-
das e meias moendas, roda e rodMas, e rwaa
d'agt a para engenbo. errroa e boeeaa de fbrearha,
gnlmlastes e boias, fijlo de togo rUre b.lck), cy-
liadros para padaria unto inglezes como america-
nos, irados todos de Ierro, etc., etc.
Vndese o botei da roa do Codornian. id:
qnem pretender dirija-se ao mesmo, qne achira
com a,uem tratar.

'
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'r-

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Ikwo de ^n^pihiwo r^ -tywl* ST*M M** 4 i#7A-
DO
64 ROA DA IMPERATRIZ N, U
DE
FIGtMREDO % LOPES.
Esta nova loja acha-se completamente aortidi de fajeadas de, gosto de todas a
qualidades, Unt de seda cono (t* lia. liona e de algodao, e desejando seus proprle-
Urios dar sabida s mesmas esto resollidos a vende-las por precos (3o mdicos e
icommodr-dos ao interesse de todo* que por certo agradaran aos prelendenies.
Os propietarios des la k>ja convidam, par Unto, s excellentissimas familias,
os mascares e todos em geral, a visiurem ana supradita nova loja e se offereceni
a dar as mostras e mandar as faaendas a casas, promeltendo toda a commodidade noi
precos e siowridade no trato.
Grositoiaples preto. ,
Ha om completo sortimeoto deste artigo
qoe vndeme \x>t presos barttissimos.
Groadenaplca de edrce
Temos ce mais lindos grosdenaptes de
eores de soperier qualidade, qoe vendemos
por precos baratissimos, por terraor feito
ama grande compra.
Poupelinas do cOres,
Recebemos ora sortimento ampelo, Un-
to oom dores como em ladres, e vendamos
por menos qoe outro qualquer.
Netius de eores,
O Cysoe recebeu os mais liado* selins
de cores, tauto maco como de outras qua-
lidades, qoe vendemos per menos qoe outro
qualquer.
Alpaca.
Ha om bonito sonimeaio, t uto lavradas
couao lisas e dof piecos cemmodo*.
UU con listra de seda.
O Cysne recebeu ;3as com l*tra* de seda
de liados padrees, e prego oommodo.
Dita Usas de maa* ** er a 10
. #- rs o corado.
OUas oom xadrez padroa mullo modernas
qoe vendemos por 500 ts. o corado,
pecbiacba.
Nadapelea.
O Cvaoe tem om completo tfortimetrto
do madapuloes de lodos os precos e quali-
dade*.
Toara orna qealidade do madapolao fran-
co que especialidade, tanto aa preco
como na qoaljddade.
Caa!*a bordada.
Tasaos camisas bebdadas do melhor gos-
to, proprws para casamento, qoe. vendemos
aauit barato.
Canalsas francesas e liaglezas.
Taos cambas desde o preea mais ba-
rato al ao aa** caro, e oeste artigo temos
aaaa qualidade que vendemos a 3000, a
ara a qoal chamamos a atteacio daa nossos
fregueses.
Camisa* do taaetta de ot.
Fisomos orna compra de tamisas de fla-
aella da or, qae vndeme por baratissimos
procos.
Ditas de saeta de ledos es procos; temos
ama quah'dade muito sopeiier com listras
de cor, qoe veadeaws barato.
Tiras bordadas.
Q Cysne tem taras bordadas largas e es-
trellas, aSJm como, eairemeioa bordado,
tapados e tranapareates, que vende por me-
gos que outro qualquer.
i
Casemira de cores
Temos om bonito sortimento de casemi-
ras de cores e piolas, que vendemos muito
barato, assira come um sorlimento de pan-
nos preto.
(Jasimira de Vrenna.
Ha casimiras de Vionna com xadrez, gofr
tos bonitos e de superior qualidade.
T petes.
Temos lindos tapetes para goarricSo de
sala, desde os maiores al os menores, e
os precos sao baratissimos.
C rtinado
para cama e janellas.
Temos o melborortimento deste artigo,
tanto para cama como p.ra janellas, os pre-
cos 3o por menos que em outra parte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato prego.
FustSes trancos.
Temos lindos/usioes b.ancos com listri-
nlias, pnprios para opa de meninos e
mesmo de sahoras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fasenda nova e
de bom gosto, baratsimo.
Coixas brancas e de cores.
Temos eolias brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e baralo prego.
CHALES,
O Cysne tem om bonito sortimento de
chales de merino de corea o pretos, com
franjas de seda, e entre eslas qualidades ha
uns qoe vendemos por 20500, e qoe seu
prego foi de 40100.
Espartilhos.
Ha espartilhos de todos os lmannos e
das melbores qoalidades.
Cambraias de corea.
Temos cambriias do corea proprias para
roopas de meninos e de seniora de lindos
padrees e ptima qualidade.
Meias para homens e seoboras
O Cysne tem comp'eto sortimento de
meias, tanto para homens come para se
nboras, meninos e meninas.
Fazendas para hito.
Temos fazendas para luto, de todas as
qoalidades, como sejam: alpaca, confio,
prioceza, merind, dmbraiss, Mas gretas"
ele: etc.
Cambraias brancas.
Ha un completo sortimento de organdys
cora listra assetiaada de lindos gostos e mo-
deraos.

Ra da Imperatriz n. 64.
aiaitas aotras fazenda temos que poderiamos annuaciar, mas por se tornar
enfadonho ao respeitavel puWico deiiaroos de o fazer. Podemos garantir qoe os nossos
precos far5o diliare ncas da oetta qualquer casa, pois estamos resolvaos a vender pelo
costo, porm diabeiro.
m a,
2.
11
**%
1
O.
Si* fealmento. ebegadas a esU praca pela segunda vez as verdadairas preparaceo
do Dr. RapwAT & C. de New Yosa* -\, l -
k>epoia de aigona anaos, em eae as falsi6cacees do Hamborgo mesmo de New-
York iweram entrada neste mercado, aproveitaedo-sa do bem merecido concedo qo
estes remedios bavjam alcanzado por seu maravilhosos effeitoa consecaifam introdoiir
se, lUadmdo e pobWco mcaoto, oom urna redcelo de precov oolli6caado o verdadeirt
merrto destas duiiraveis preparagBes, imitando as vardadeiras; porm desacreditan-
do-aa com seo nudos oJ&itos lembroa-se o autor de faaer a declarac5o abano a i
dar diplomas aos ojp vender os sea legitimes preparados.
Presma-se o respeitavel publico de que.ae verdadeirae preparaeea do Dr Bl
dwat s se vendem nos depsitos cima dodandos. e trazera om roalo igoa* ao den
anmmcio.
Na abaixo aesignados, datlaramo&e qsrtitkamoj, que os Srs. Raymando Carlos Lai-
te d IrmSo, da cidade do Rio de. Janeiro, no iajapee do Brasil, s5o os nossos ageoief
feraea. peia vada d nossos reatedioe. tanto no dito imperio como no reino de Puno
gal. Noticiamos ao puWico, qoe nao se peden obter oa remedios do Dt'IUdwav dC
(e que s5o preparados oo laboratorio do meamo dooter oa cidade de Noa^York om
Estados-tidos). senS^ das pesseas qaa padeaa produz.r a presente ceiuficpgie e altea
Uci a qoo a erodaaam, subscripta e assigaada do Dr. Radway A C e dos Srs. Ray
mondo Carlos Leile d Irm3o cerno ao p. Todos e cada um dos remedies de Hr. Ha-
dwat d C sao acompaobados do cdulas sdmelhaatea as que parecem ao ai deeu car-
tiflfafltfc
Fnaatae |a oem a asignatura da Arma do Dr. Radway C. ao p da present
sertidcaeae compare-sa. com o faersitmk as cednlas com todos os frascos a caiiiahaa.
Radway 4 &
Orando liqwaQSo de
So faato f.lrfc. 4 C, ruj
vi&Kar*<
dataaetfMt(tt
doj.Majiaaaa *e
i. toUtw paca
iia> 3 por ter
-- por ter reeebldo
-~-r f aeee part <* twrvguu
Sjf^ajac arooe %&$* 't *m d0 MaPqnw i Oiiada
I.I1M HIUB
vestidos, com grande variada de do cotes, a
240 rs. o covado
Na roa Prfroeiro de Mar$o (nntr'ora do Crespo)
13, leja. dM Qolaaaatv i) AfiMo Corroa de
Vascoucello.

Ra do Cabug n. 6
Antomo francisco fes &Bto6 & Q.
Esta novo estabeleelmento acaba de receber um completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inteiramenie aovo, a saber;
HHHHH
ESTA YENDENDO O BEST DE SUAS PECHINHAS
NA RA DA IMPERATRIZ W. 72
Poupelinas da seda, com lindos dese-
nos.
Nobresa da seda de crea e preta.
Cortes de cambraia bordados.
Grande sortimento de lias e alpacas para
vestidoa;
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e esmisaa bordadas para senbori.
Tapetes de todos os tsmanbes.
Crochets pira cadeiras sofl.
Colchai de 19a e seda para cama.
Casaqomhos de gorguro preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Cbapellnas e chapeos para senboras, o
qne ha de melhor.
Lencos de Inho, camisas lisas e borda-
das para bornem.
Bramante de 'inho e atoalbado.
BlSes com as deseiadas anqninhas.
Os troprictarios da Conwsta preslam-se a ir ou mandar com qualquer ob-
jecto em qualquer casa qne para isso Jfees mandem nicamente o nome da ra e numero
da morada. .
ARMAZEM
DK
PFREIRA, IRWIAOS
Ra Primeiro de



eiro ce mar^o a. 15, our'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmr nte aos seos nunaerosos amigo
paitliipam Manoei Joaquim Pereira a Manoel Jos da Cosa Pereira, que acabam de
rondar um rico e sumptnose atmaces de louga, porcelana, vidroe cbystaes 4 roa
Primeiro de Marco, outr'ora ina do Graspo o. i, sob a razio social Pereira d
Irmaea.
A tonga: pratiea e cenbecMaeatoe de que dispoem os annunciaotes ueste ramc
de commercio, a que, ha muitos ancos, se dedican, os lena habilitado a seiisfczer as
necessidades da popalacSo desta previocu e sea limitropbes, oferecendo aos censo-
mideres nwiores vantageoa do que qualquer oulre estebelecimento deste genere.
O respeitavel poeiteo, dignaadoae de visitar eale nevo eetaeelecimento com-
i. por si mesmo o que os annuociantes ven de dizer.
'


0freS de ferrO dft diaarte la^boe,
rrensas ^ p^^j,, ^u,.
UliapaS de terre ggvAlnisadas para lelheiroa.
"C^10 de eiro,para.aaaucar.
X*'**n "amarkaoas para varea a ladeara.
MadHIaSavaporadacoraar
anattlwdeaft^
- TnezbnatpanllDAnu.
iJalanOaS deeimaes a ootra.
EnXOfre Mltre, atete
para aaeeoe a aHarcoa..
Jstes artigo acbam-se a vena
casa dos importadoree
Suaw, Hawkks d C,
ba da .Chuz n. 4.
GALCAD0 BARATO
PARA MOI llllt
E pura verdade, e n5o dea^o de iirbdtr com falsos anaoncios ao respeitavel
publico.
Na roa do Bario da Victoria o. 30, (outi'oia roa Nora) est a qoaimar-se por
todo preco ora vanaij e novo soriuneoto de cacado Irancez e iaglei.
Para seaboca.
Para homo.
Paramenioe.
Para menioa.
Eapaziada io cricket.
Cowei ac borze^ina aproptiada A ew dbermenlo e da me loor qualidade,
por melado do costo.
Sapatos detrae portugneze', marca Chafes.
A retafbo e en^ porr^rj por prejo moilo mai barato qoe em outra part.
O proprletario *ste estabelecimeatoi dese]ando conclnir por todo este miz. com
o cacado existente, ttio coosentM qoe o freguez retire-se de casa semdeixar dinbeiro,
e para facilitar o gran le movimento dJariO conservar aborto o me^m estalielecimenoi
ate as O horas da noote.
30=-Rba do Paralo da Vctar4i-.30
-u. topropneterioft^esl* estabeieciaseqto^oaiee oesaa geoero-coavidam ao res-
peitaveli publico piranmcerrer ao meamai e ertos de qoe eacootraraa, como semprevfraequaza ? amceridad.
A
AOSAPif
genebra de Hollandi,
m
etc etc. etc.
Bdf tobo para cb.
Wtos inglezes.
Doce de / ai secca.
Dito cry^talsado e ea caifa
Presuntos.
Ditos de Hambre.
Pastis de differeaies quaJidadea.
Vinho do Porto, ^Caery,
Cbampagne.
Cotnac e xaropes- rafrigenaates.
tledre.^.Cbertereasei ^y-Pan Crfime^
iva
CacSo Cbeuva. ;j. JXT.2 T 'mtai.a *-.-
Para Santa Antonia, & Joo e S. Pedro
Amendoas confeitada, papis para grte differMMei Maaaadaf.
AOS EXPERIENTES f
) verdadeiroj* HM
A SABER
LASLNHAA 100 R3. i) COVADO.
Vtndc-se arsintas jara vestidos de sen-
horas e mei.nv, e'o barato preco de 160,
200 a 400 is. < colado.
(H-TASLAHGS A HO RS. O COVADO
Vende-fe chita* f arce aspara vertido de
casa; 200, z40 280, 3.0 e 3C0 is. o c-
vado.
CASSAS FRANG ZAS A 2iC RS O COVADO
Vendj-se 240, V80, if, c 440 rs 0 colado.
ALPACAS HE COLES A OO RS. O COVADO
Vende-^e al, a as de ares para ve stidc.
de seobras i 5 O e 640 rs, o covado.
BRILHANTIXA nilAN:A A 500 RS. O COVADO
Vende-:e briibsnt:a branca 5G0 rs. o
da 3800, H, U e 70.
CORTES DE ,A*EMiRA PRETA A 3(5300
Vcnde-secrUs de cafemira i wta para
ca!ca HS 0.-45 e hg para liquidar-a*.
CORIE^ ECAfchRAlA A 2A80O
Vende se ooites de caaatia ade cok a
2(5500 p.ra l:q ,idar se
Vende-se 2 regtroe 4 -nadiero paia
gaz, na roa da Irntefatriz ~t
GRANDE LIQID:
DE ROLT'A FE1TA
Vende-so palitcts r"e panno | rtto sacas,
a 6fi, 86 e 10, dito1 ce ca:emira de ccres
Sd e 6d, dit.&de alpa pre4a ?& e H,
rc!i'o de brim decores 'do/, ?d e
25X*, ditos t'e otia casemira id e U,
covado
">TAj> E CORES A 360 JIS. 0 COVADO tica fraques de caiemiras de c res a 8d e
Vtt.de s- futtlo de cores-para vesiidos 10d, coeies de br'm de i es Id e
36'11^ o c- vdr. 1U50O, ditos de casen ira de cre^ 20COO
ALPACAS PRETAS A 5'0 RS. 2<;5."0 e ?/500, diios pieos de. .sloo, e
Vende-se >lfac?s pretas 00, 640 e 800. de easemira preU, i ."|S(0, <5, din*
rs dl< de li.tas assttka'as boa, para raerii para Uo eb cafar. |calca3 de ca.emita decores, 4d 5d,
ALGODO'DBLMA A 160 RS. O COVADO 60500 e 8d, ditas de oitaa pnta, i-ara 6 V,n.I-fe aigc-ao de lista para reopa6V500, 8d e f50\ dfc>s ce l rio erdi a-
'c escrav., t0 rs. o c. vad". rio, i t, 40600, 2d t 2|5t0,;para acatar,
BRIM I OSA, A -SQ R O METRO ditas para luto de a'paca de cord e p^ in-
veiH'e 4'Tit, lona pacto rara calcas de cesa 3d e 3d5(K', dilaaazoea-pird eccra-
queru HibiSia ; or & nmito forte, 500vi-a 510 is, dita de lgodo de lita
rs.
8OO18, camisas de ripeado r,ara>envo do
campo 800 is. e l0: 0. j'ara li^uidai-s-,
o;tras muitas rtup.s diUs qe e vendo
uoi n ataja de [ r- 5., entre e-sas rcupas fei-
ia?, Km acunas dcfet'S, o que e
vtnde mii* barat do que e ti anunciado.
GOLLIMIAS PARA ACABAR
CHALIS DE SIERIiNO' ESTAMPADOS A 20! Ver.de- e goilmbis pan senhons e mt-
Vende-se chales de, merino ettampados'. n;na. 100 e 2(0 rs.
i 25COO e ?"00 lara liquidar-se
o trelo oii 330 i. c tov;do.
( HALES l'E CASSA A 500 RS.
Veoi'e-ae ci COBERTORES DE AL ;(M)AO A 1 cu'e-te ubertores de fclgtdatt 40400
par* ar; b r
CKRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
homem i 800 rs., para hqoidar-se.
LENCOS BRANCOS A dOfO
vende-se lengos brancos 20000 duza,
oara acab-r.
BRAMANTE DE L1NH0 A 280C' 0 METRO
Vende se bramante de linho cem 40 pal-
mos de largura proprio para leones i
280Oo metro.
COBEBTAS DE CHITAS A 20SOO
Ven-e-se cebertas de chitas 20500 cada
1 ma.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-e rm resto de c lannbos de papel
200 rs. duzia.
MADAPOLAO A 302CO A PEQA
Vecdt-se pegs de madapol5o nif stado
30200, ditas ioglezas c m 24 ja-das 5d,
505CO.6, f0*iO. 70, 8*, 94 e 10#.
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A 5*
Vende-se artes de ca emiras dd cores
5400* ,
ALGODAO DE 20 JARDAS A 3800
Vende-se pe^as de algo. 3o &m 20 jar-
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDARSE
A 500RS.
P; ra liqiidar-se ren-'e- goHobas de
tra^passo, ixuito rxci as TOOrs oda u:ra.
NO VIDA DE
R^ga-se a todo o^ deved res da nrssi
folli ade GuibaSs & silxa. cenomin'dv)
Jardim dsa Dam>s, o favor de vir alrtar
su. a contas ou debit-!,
qoeassim n5o ft?ersir se nome declarado
por exten8o neste Diario, derij m se
rea da Imperatoria n. 72.
COMVM LER
Precisa-se Miar c m os seg intes Srs ?:
negocio qoe Ibediz respeito a fets iiterts-
ses, na roa da Im eritriz n. 72.
Augusto Fernra Mariioa TUberj.
BaliazarMarques de uliveira.
Jos Tbomcz do Nasciawnto.
Manoel da Costa Tri-vtssos
>ebasti?o Antonio de Albuqcerqte.
Adetino da Sil' a Pite.
Jo2o Isidoro da Costa Jambozeiro JorJor.
Igna o Francsco Gorxesk
JjtRnbertodo Nacimenlo.
Feliciano da Gob* C. de Albaqcerque^
POQAS <3c C.

.
tem a-hoora de chamar a atienc3o dos entendidos, par os seguiotos artigos, que se
acbam espostos em seo armazem.
COLLARES.
Vinho especial j conhecido, para o qual chama atteocSo particnlar dos amado-
res deste especial liquido, proprio para todas as estagoes, visto a sim^licidado de soa
composifao.
I4HI.IDA
e com justica,
amantes desu
Esta qualidade especial de vioho, to apreciado pelos entendores,
acha-se igualmente esposto apreciaco publica, e particularmente dos
boa pinga,
FIGEIRA
E' para este excellente vinho com especialidade qoe chamamos a attenc3o dos
conhecedores da materia, visto as diversas marcas que temos, seado das melbores que
vem ao mercado: aqol s com avista. ,
BAb^
em barril, sendo especialidade ne&te artigo, visto ser vindo directameale, por urna en-
commenda de um nosso collega.
auEuos
do serr3o superiores, melhor do qoe isto impossivel, e vista se concordar nos
preco.
Ra Estreita do Rosario n.9, junto igreja.
!
COMPLETO
sortimento de ralbados no lar:
go do Carmo n. 33
ESQUNA DA BA DE SANTA TBERKZA.
COMPLETO
sorlimemo de molhados no lrrgo
do Carmo n. 39
ESQUINA DA BOA DE SANTA THEttEZA.
Acha-se sempre prompto este novo eslabelecimento de molhados para servir
aos amaveis fregoezes com um sortimento completo de gneros dos mais novos, que a
vista do comprador agradar! e por commodos precos, tudo quanto piocurarem neste no>?i
estabelecimento arhar9n, como bem :
QEWOS DO SERTAO
os mais novos que ba no mercado : a vista
to comprador se far o preco.
OEIJOS DE MINAS
muito frescos: a vista do compradora coa-
forme o, que escolber se far o pre^o.
Toucinho de Lisboa, libra 180 r#.
Afetria, macarrto e talharim, tibra 4i)0
rs. -*,
Vellas de spermacette, 640 rs.
Ameixaa em ratas, 30500.
Mea Mino.
dem, 40300.
Idem,fj20O. '**
Wem, 700ra
Marmelada, libra 72Q ra.
Gomma do inilho, h a 300 rs.
Doce de diversas frtelas. 640 rs.
Er vilhas em latas, 640 rs.
Doce de goiaba em latas, 10600.
Dito em caiioes, 44000. ;
Cbi tioxim, libra 30200.
Dito hysoo, libra 30* 00.
Vinho Figueira, o melhor qoe ha, cabi-
da 40000, garrafa 560 ra.
Farinha do Maraohio, libra 420 rs.
Sal reQoado, pote 500 rs.
Passas navas, libra 400 rs.
Figos de comadre, libra 200 rs.
Alm. d^s gneros annunciadof. exista om completo sortimeoto que no possivel
rn*r tnr?no
mencionar todos.
RAIDE
^ib jrom:""
i'jjJlMftlIMIl: k
re Ma a qoaK^er eaetn IWrttr da praca c
tratar mr Imperador nv2^
Part. oa r. de eageafeio ir.
Cirila, ficna bem cooheelda pe 10a forlidio,
mti Urg qtw ehH, par roopa de ecraos, a
M ai. oiwto m roa t> Crespo a. 20; fcja Jo
Hwte.Mj Nwi tuir o* llo-s ipeiT-
oeaM4porat>artM pwwaaa, aa uw im ra-
Murta ; PxNiro pCrwp) i roa do Maripe i (Mu*
BELoaq
4 o uro e prala
* fabT4oaass m amumada da EnroWa, o
melhor ue m |a dar'
humen e iRotMua, v#ode
descoohecidoa oa Iota de
do Cabog a. 3
p**ro, tata
por prpons ni aoja
Esaaeraidara
rMQ^lMo
*d*;.i
M%1
beiU> aarwntaaejov
V'aiawl ftaa< galraataai a Ittba de dM. aMtu au 40 aria*
i*
irsates da acreditada
* Oiita, aa-


8

Diario de Pernambneo .Quarta feira 31 de Malo de'1871
LITTERATRA.
que
O castello de Wlldenhorg.
m
A CABANA DE l'M ONDLANDER.
Conliouacio.
Yzerbyt ceedazio Maria a um acanhado
compartimento, que constituid a segunla
casa da barraca ; a um caoio. sobre nma
cama de folhas seccas, jazia uma mulher meia idade, cojas faces esbrazeadas, ollios
encovados e i.racos peni dos denota va m
pr. fundo soffrimento. A' cabeceira esto-
van asseota la? tres mulheres velhas, Iras
comadres, decrepitas, enrugadas, encarqni-
luadas, dando na iiieile momento perfeila
idea das tres Parcas. Oe raaos postas, ab-
sortas em profondo recolhimento de espi-
rito, rumorejavara era tom melancjlico
lgubre orna annga laip.entaeao flamenga,
que as aldeas era costme recitar aos m >-
rioondos. Tres vizinhas ou amigas da.casa
eram ordinariamente chamadas para c im-
prima esta missio Acred.tava-se que tal
catico f-cilitava a transicio da vida para a
morte e a chegada da alma presenca do
Grande Lacrador, como acuelles aldeaos
chamavam ao Ente Supremo, a qaem, na
sua bocal ignorancia, representavam como
,om rico aldeio senhor de muilos gados e
trras.
Ao ver caminhar a joven para a enferma,
a mais velha das tres megras poz a m3o
na bocea, dizendo-lhe my.-teriosameote :
Est ludo termioado ; vai passar.
Veja orno ella est arranjand > as trouxas I
E indicoa a enferma a agatanhar a roupa
da cama.
Veremos, Mirgotdisse a joven, in-
clinando-se sobre a eaferma e tomando -fno
o pulso.E' um terrivel ac-.esso de febre :
se consegnissemos combate lo...
Ora essa f A boas horas I
Em qaanto ha vida, nSo deve deses-
perarle.
J nao ha recurso!replicn Marsot
intioiativamenleLigou-se-loe a feDre e (A
o me ree em piz Estamos espera que a res-
pirado Ihe dimiaua e faremos porque a
agonia seja pouco duradoura.
Que quer dizer com isso ?pergnn-
tou a joven, assustada.
Nao Ihe d cuidado : estou velha,
mas conservo pulso vigoroso. Crea que
ser obra momentnea ; d'aqui a pouco es-
tou a apertar-lne a garganta e porei breve
termo s suas agonas, como manda a pra-
tica I
Pelo amor de Den*, nao faca tal I
acudi Maria com vivacidadeEspere po.
mim : eu vou ao palacio buscar urna bebi-
da que pode restituir a vida a Lysbelte, se
Ihe nao faltarem as forcas.
Pois a menina atrever-se-bia ?disse
Margot cora ar imperiosoNao ouvio
j se Ihe ligoo a febre ?
Mas que significa isso ?
Enlio Marg.t satisfez a curiosidade da
menina Wyts. Qoando os aldeaos tinham
urna febre violenta, deviam erguer-se de
madrugada, ves,lir-se pressa e approxi
mar-se de algum carvalho secular, qne con-
ideravam arvore sagrada : all faziam orna
tranca de palha, com que se ligavam por
minutos ao tronco da arvore ; faziam nma
prece do estylo, quebravam em seguida a
tranca e alastavam-se da arvore, correndo
com toda a forca, e nao ibes era licito vol-
tarem-s? para lado algnra at entrarem era
casa; depois me'tiam-se na cama, cansa-
dos, esbaforidos e com as forcas extenua-
das. As vezes esta reacejo produzia rnu-
danca no curso da molestia, o que, na men-
ta oos ignorantes, era atlriboido a virtude
mysteriosa e nao a urna causa tola physi-
ca. Quando, porm, as melh^ra se nao
raanjfestavam logo, imaginava-se sacrilegio
recorrer a ontro curativo e deixavase mnr-
rer o doente. Eis o que era ligar a febre.
Mara cliegra cabana algomas horas
depois de posto em pratica aquello reme-
dio, ainda hoje em uso n'algnns p-rtos da
F landres. \ joven, assa*. Ilustrada para
que podesse dar crdito a taos cou>as, tra-
tou de fazer persuadir Margot e as com-
panbeiras 'le que o estado da enf-rma nao
era desesperarlo, e, em virtude da influen-
cia de que g za?a naquella povoacio sel-
vagem, deliberou a? t-es comadres a reti-
rarem-se.
Em quanto se passava esta scena, no
quarto.de fra. aonde Yzerbyt regressra,
conservava-se o Eletto, o quai, dirigindo-se
a elle, Ibe disse:
Pelo que vejo esta barraca recebe vi-
sitas at de damas nobres!
Refere-se aquella menina ?
De certo, attrabio-me a curiosidade.
E' a nossa protectora, a nossa mi,
Sr. Eletto, um aojo que o co nos enva as
aficcoes I A menina Maria s vive para fa-
zer bem I
Effectivamente, o retrato condiz com
o original e nio me parece soberba : falla
va-te como a um igual.
Soberba fexclamou o aldeaoNem
sombras disso I Quando algum de n3 ca-
rece do sen auxilio, tem-n'a a sen lado.
Ha quinze das que o mea primo Jo3o tor-
ceu um pe, cahiado de urna arvore, e a me-
nina Maria curou-o com urna agua prepara
da por ella; Ida, a filha de um meu vizi-
nho, queimoa-se toda o invern passado e
a menina Mar sarou-lhd as ferdas com
um panno azul tinto de novo, que mergu-
Ihava em azeite. En tenho sete filhos:
quando nasceu o ultimo, esteve minha mu-
lher a morrer e foi a menina Maria que a
salvou, gracas ao bom caldo e generoso
vinho que me mandava todos os das do
palacio. ama nobre senhora, digna de
tal pai I Tambem elle d muito aos pobres.
Nos vivemos de fazer vassouras. Diz-se
que ha moitos annos o imperador Carlos V
dra licenca para se colher na cbarneca o
necessario para a nossa industria, porm
ao servio de sua alteza, prximo a Osten-
de, pouco reside entre nos. Na sua vinda
para aqui,, deve Ur vi;lb o castello, que-fica
di i prximo.
Gomo assim E' aquello o castello
de Wildenborg ?exclamou o Eletto, ser-*
prendido.
Depois, disfamando, prosegoio:
Caramba! Ao ve-lo lio derrocado e
montono, quando ha pouco all passei, fiz
idea do que era um solar abandonado ca-
Modo era ruinas; por isso oio ooa dirigi-
mos el. Agora, porm, nio tardamos l
raesmo porque desejo travar relacSes com'
essa joven que assim vive n'um palacio so,-
litirio.
A menina vive com ana mii. Tam-
bora as acompanln o velho Pedro, mordomo
liei, bem que un po'u'o rabngent); igual-
mente o cpello, qua diz a mtssa na capella
do palacio, quando o mo tefflpo obsta a
que aqi las senhoras a vio ouvir igreja
parochial de Wingena, a urna legaa d'aqui.
Alm disso, hi no palacio lacaios e cria los,
c alguns bem adestrados no-uso das armas
de fogo, de qu sabem usar, quando as cir-
cumstancias o exigem.
Pobre goarnicio !disse o salteador,
sorrindo-seSe minha gente aprouvesse
cabir sobre o castello que seria de todos
elles ?
Nao tanto como supperedarguio
o aldeao.Wil lenborg tem mas defenso-
res : todos os habitantes da charneca esto
>romptos a nma voz a lancarem-se no fogo
pela menina Mara !
Ah meu amigo, dar-se-hiam. morte
em remissio !... Porm estam >s aqui gas-
tindo lempo intilmente : vanha de l o
loucinho e os escalin3 de Brabante.
Eu pensei que o senhor se compade-
cesse da minha miseria !
Amigo, os rebeldes leem que viver e
voces esto sajeUos aos tributos.
Comtulo...
Seria preferivel que a minha gente
viesse de mi armada saquear e incendiar
as cabinas ?
Isso deforma alguma Iacudi o ve-
lho, amedrontado.
E, abrindo urna arca carunchosa, rou de
dentro urna peca de carne de porco salga-
da, p, sopesando-a e contemplando-a coe
olhar saudoso, disss:
Ah senhor, olhe que ella nao'pesa
menos de quinze arralis I Ao menos dei-
xe-me cortar Ihe nma lira para o nosso jau-
tar de amanhia I
Nem ura bocadinbo,acudi o saltea-
dorsal.o se em troca deixas qae te orle
urna oelha!
A proposta de-agradou ao velho Yzer-
byt, o qual largou a peca de carne, laucan-
do-he ainda um olhar triste.
No mesrao momento entraram os dous
companheiros do Eletto e instantes depois a
peca de carne desapparecia na sacla qde
elles traziam cheia do outros despojos da
mesma especie, colhidos de urna maneira
to cavalbeirosa como a usada em casa de
Yzerbyt. Pozeram o fardo s costas ; o
Eletto saodou amigavelmenie o pobre al-
deao e em breve desappareceram lio im-
portunos hospedes.
Amaldicoado seja oesquadrioe todos
os que Ihe nertencem Ibradou o velho
Se a pelle de um pobre ondlander servisse
para alguma consa, estou bem certo de
qne rae arrancarais a miaba sem pie-
Jado 1
Termina va elle esta exclaraacao, quando
a joven Wyts sabia da alcova, dizendo :
Nao perra as esperancas, Yzerbyt:
Lysbelte pode salvar-se. Eu corro a casa
e maudar-lhe-hei um remedio que deve
suavisar-lhe o soffrimento. Venha com-
migo.
Vou, vou, porque o caminho nao est
Pois sim, mas nao nos demoremos
proseguio ella, sahindo da cabaua.
Postos a caminha, perguntou-lhe Maria
quena era aquello homem que all estivera
to mal encarado.
Calilla!responden Yzerbyt, olhan-
do emrodaE' o Eletto!
O EUtto ? Que nome tio singular!
E' o terrivel chefe de um desses ban-
dos de soldados rebeldes que ba muito
percorrem a Flaodres. Ha alguns mezes
que por aqui nio apparecem ; frequentam
principalmente as vizinhancas de Dixmude e
Fumes. O Eletto um nomem terrivel,
para o qu .1 nao ha j.-istiga possivel!
Mas como que um chefe dos rebel-
des freqnenta a sua barraca?
O ondlander poz se a contar-lhe tudo o
que se passra momentos antes.
S3o bem ousados os taes aventurei-
ros 1disse Mara, depois que ouvio a oar-
raejo.
E' verdade, e ainda eu fui feliz, per-
qu, se o Eletto faz o que dissera, de re-
volver os cantos casa, l se iam as minbas
pobres economas! Esta maldita gente ade
vinha tudo : creo que trazem na bocea a
berva milagrosa !
Assim fallando, Yzerbyt e Maria de Wyts
chegavam ao castello de Wildeoborg.
IV
UMA VISITA
O castello de Wildemborg estivera doran-
te muttos tempos deshabitado. Cerca de
dez anuos antes, o senhor da Boocharderie,
velho de mais de milenta annos, seotindo se
enfermo, pensara em que os ares do Buls-
campweit Ihe resttuiriam a saa'ae. Vollra
ao palacio de seus maiores, mas no fim de
algumas semanas desapparecea toda a es-
peranza de cora, e, sobre viudo a morte,
continuou o palacio a estar deserto.
C'iegido o creo de Ostende, o filho mais
velho d'aquelle, Fernando Wyls, occopando
om posto importante noexercito do archidu-
que, fra. encarregado de commandar as
tropas hespaobolas acampadas em Ondem-
burgo, nio longe do Bolscampv?elt. Esta
circamstancia deliberara o razer sna fa-
milia para o solar avoengo, onde a poderia
moitos senbores se teem opposto a qae gb- ver frequenles vezes, sem prejuizo do ser-
zemos tal privilegio com o pretexto dos es
tragos que Ihes cansamos as mattas; com
todo aquello bom senhor, assim como seo
pai, de saudosa memoria, aempre nos per-
mittio colher arbustos as suas trras, e du-
rante o invern, qoando outros ondlanders
tiritam de fri em toas choopanas mingoa
de combustivel, nos, es habitantes de Bols-
campweit, nio oos falta com qae aquecer-
mos nos, gracas generosidade do senhor,
qne n js permilte cortar qoanta lenba care-
cemos.
Pode saber-ae o nome desse generoso
senhor ?pergontoo o Eletto, impacientado
com aquella longa apologa.
E' o Sr. Femando Wyts, chamado
tambem o Sr. da Boocharderie, o dono do
castello de Wildeoborg, mas como se acba
vico militar. Recelando, porm, despertar
a cebica dos numerosos ladrSes que infesta-
vam o paiz, se dsse ao castello um aspecto
luxooso, resolveu conserva lo exteriormente
arruinado ; por isso ninguem dizia qae elle
era habitado. Comtudo o interior do edifi-
cio nio estava em harmona com o aspecto
exterbo. Ao contrario, bavia all um aceio
puramente flamengo, que nio permitte om
grio de poeira sobre os motis: este aceio
acresca correcta siuaplicidade, qae testema-
nbava o bem-tstar domestico e hbitos me-
thodicos dos moradores. As salas princi-
pies e a do vestbulo eram ornadas de
grandes qaadros com retratos de familia.
Armarios de carvalho, cobertos de ornatos
extravagantes, cadeiras marchetadas de*co-
bre, tecto primorosamente lavrados, arma-
duras suspensas as paredes, naensai
chamins, vio< espacosos di jmellas, tal era
La orgamsacSo daqaelles aposentos, que era
nada bfviara mudado no periodo de qua-
renta, anees; cada movel, can objecto cofl-
serir|raiiieu lugar primitivo. Qoem Mvesie
viste Wfcmb rg ao tempo da regencia de
Margarida de Parma, acba-lo a do oaasaio
molo em I60i.
Estava-se no come; > da pripjmeri, finia
que a vegetado por toda a pane eslifes^e
emdesenvolvimento, seotia se um fri bas
lante aztivo e o sol espargia ap aas o ca'.or
necessario para se acreditar qae tinham pas
sado os rig irosos frios do invern. Diante
de ama boa fogneira qne ardia n> fogio di
alao principal de Wildemborg estava asser-
tada em urna dessas antigs poltronas esto-
fadas urna senhora de idade madura, cojo
aspecto se harraunisava com o exterior dos
vetustos objectos qu a cercavam. Com o
olhar atiento em um pequeo cadaroo as-
sento sobre os joe.hos, inscrevia cuida-
dosamente os apontameotos que Ihe for-
necia um velho de pequea estatura, ainda
fresco e alegre, que eslava de n na outra
extremiJade do fogio e que tinna todos os
indicios de ser o mordomo di casa.
Por um cento de ovos doas escalios,
nio isso que diz ? rumarejava a dama
de Wildemborg, pois ella qua encontra-
mos all.
- Dous escalios repetio o homem e
mais um sold para Therezi, que os trouxe.
E que mais?
Touc nho e especiaras, trazidoj an'e
hontem pelo portador que veio de Bruges.
um fbrin.
Pelo que vejo, teem encarecido estes
artg03! notoa ella, como boa dona de
casa e conhecedora do valor das mais insig-
nificantes provises domesticas.
Ei> o que eu estava para declarar..
Dez varas de panno ordinario a tres sidos
a vara...
Foi alguma eacomraendi de Marii?
Sim, senhora, alm de outra?. Se a
menina contina assim a dar aos p>bres, ora
panno para vestuario, ora roupas de cama
e outras eousas rrnis, anoinar-nos-ba !
Dotia-la, Pddro: nunca hai de chorar
o dinh^ro dispeniido em socarro dos ne-
cessiud s. A minha idea fazer-lha algu-
mas ob3ervacT>es relativamente s golozei -
mas que me melle aqui em conta para o
ooso consumo de meza, dasquaes pedere-
mos bem prescindir.
Isso nio ple ser assim Tu lo para
os outros e nada para a senhora! Crea
que isso nio tratar-se segond a a sua ca-
tbegoria! 111 trinii annos qaae estou ao seu
servir; > e cada di i vejo cercear alguma cou-
sa ao esplendor do tratameot > domestico !
Os Wyis deveriaia viver lei de nobreza e
passam bera peior que o mais insignificante
burguez de Gand ou de Brages 1 Isto de
cortar o coracio f
Sempra a mesma lamuria! redar-
guio a velha com um sorriso benvolo, por-
qoanto Pedro era um cria lo antige qpe, i
forca de provas de fidelidade e dedteacio,
alquirira na f a radia Wyls orna ascendencia
locontestavel.
Nio est mas na miaba mior re-
plicou elle respeitosameote As despezas
da senhora limitam-se todas ao restrictamen-
te indispensavel; nio vejo consagrar a mais
pequea quantia ae roelhoramento da m-obi-
lia desta triste residencia ou s aaas conv
naoodades pessoaes. E' osa> eaqaecimea/o
completo de si, como se nao fosse a esposa
de um senhor de Wildemborg !
Esperemos que os tempos sejam mais
propicios.
Ha quantos annos diz a senhora isso r
Nesle meio tempo, jae melhor ap-
plicacio poderia eu dar aos. anos reconos
lo que ajudar esses in/elizes que nos
cercara ?
A proposito deinfeHzes, senhora,.vou
dar Conta de um escalin que dei ao velho
Augusto de Roysselede, tres sidos ao car
cundita da charneca, um escodo ao ondlan
der que quebru a perea ante-hontem-----
-- Bem f Eu que sou prodiga para
com os pobres ?Inlerrompeu a dama,
sorrindo-se.
Porem ... eu. ,.balbacoo Pedro,
atrapalha3o.
Nio lbe quero mal por isso, Pedro;
socegue; antes approvo todo qaanto fez.
Tem razio, senhora ; os meos actos
contradizem as mirabas palavras!
Nio fallemos mais nissoredarguio
ella.=Bem se que s suas observac5es
preside a melhor iutenco... Mas que
ruido este qae ouco l fra ? Veja quem
vem.
No momento em que Pedro sahira para
satisfazer drdem da ama, prenetrava no
sali o Eletto, que ha pouco encontramos
na cabana de Yzerbyt e qie agora *i-
nha s.
Dasculpe, senhora, a minha precipi-
tada apresentacio;disse elle, fazendouma
continencia com todo o garbo militarpo-
rm qoirim imped r-me de entrar aqui.
E com que fim penetra o senhor des-
se modo no meu castello? perguntoa a
dama, assustada.
- A consa simples: son nm bravo
militar qae recorro sua generosidade em
favor dos meus camaradas, qae carecem de
pi.' Se que a senhora, a bondade per-
sonalisada, e cont por isso que nio recu-
sar uma esmola ao chefe dos rebeldes,
j O ebefe dos rebeldes Iexclamou a
boa senhora horrorizada.
Bem sei que ibes sobram os motivos
para nio syaapathsar com a deoodada tropa
que eo commando,proseguio elle, apro-
ximando-so resolutamente da cadera em
que a dama estava assentadaporm tenho
razos para convencer da necessidade de
ajudar-me; a prioaeira qae, se recasa,
ter que arrepender-ae mais do qne talvez
jnlga; a segunda S qne a caridade nos or-
dena dar sem inqainrmos o nome de quem
pede ; alm de que somos uns pobres dia-
bos que com pouca consa nos contenta-
mos.
(Continuarse-ha.
I
ASSEMBLEA GEfUL
s.i.
CMARA DOS DEPTADOS.
VAGEM oe s. s. o imperador.
(Coojinutcab)
Creio, Sr. presidente, qae ama viagem do
imperador Eqrepa, cotlocando-ae assim o
chefe do Etado a tio grande distancia, ata'
da que por poace tempo, o mpossibita de
governar por si mesme.
O Sr. Dqe Estsaia Teixeira :
Apoiado.
O Sn. VtscoNDE do Rio-Branco (presi-
dente 4o conseibo): Governar- n3i aja-
plesmenle assigaar alguns decretos, ou pres.
tar sea asaeotimento previo oo posterior a
algoas actos ; governar acemoiMihar os
negocios pblicos, influir na sua direccSo, e
occorrer a qnaesquer necessidade emergen-
tes pele meios qae a coaattuicio e as leis
estabefeceraa.
O Sn. DtTQUB-EsnuDA Teixbira :
Apoiado.
O Sr. ViscofDE do Ro Brando (presiden-
te do conselho): Ora, o chefe do Estado
fra da paiz, a tio grande/distancia,,nio
pode preen.her estamissip; d-se portan-
(o, a me a ver, om impedimento da nature-
za daquelles de qae trata o art. 120.
O Sn. Vieira da Silva : Nio ha a me-
nor duvda.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (preaiden-
te do conselh O: O art. 126 trata do im-
pedim-nto por causa physica oo moral; a
expressiocausa physica oo moral tem
um sentido muij lato, nio pode compre-
hender smente ocaso deenfermidade phy-
sica ou maral.
Po;tanto, considero que este impedimen-
to esta compre edido no art. 120 ; mas oa
tros pensara dive-iament'*, dizendo que,
comquanto seja om caso de regencia, por-
que da se impassibilidade para qae o chefe
do Estado possa governar par si mesmo.
todava nio eat previsto, embora esteja au-
torisado pelo art. 104.
Segundj a pniio deste3, chega se
mesma conclosio: se o caso nio est pre-
visto, dizem elles, est aatorisado pelo art.
lOi da coasiituico. Dado o consentimbn-
to das cmaras, uma vez que o imperador
nio pode governar por si mesmo, preci
.'Oque algnem governepor elle; e como
se pode prever a este caso ? de confor-
raidade com a coostituicio, applicando-lhe
algomas das suluces dos casos previstos.
Assim, aquejes mesmos que sustentam
que o caso vertente nao o impedimento
por cansa physica oa moral, do que falla
o art. 126, entendem que se deve prever
a e-ta suspensfio do exercicio pessoal da
autoridade real pelo meio qoe marca o d.to
art. 126 da constitaicSo.
O caso da regencia provisional est bem
especifica lo tanto na constitu cao, antes da
soa reforma, como no acto addicional.
Esee caso nio o actual; a regeocia
provsional.pela couetiluicio, como pelo acto
adicional que a reformoo, ebamada du-
rante a minorida le na falta da regencia ou
regente electivo.
Dir-se-ha: mas se acaso no houvesse
eregeoledo art. 126, nem 9 do art. 122,
nao se tratando do caao-de menoridade em
que tem lugar o regente electivo, qoem
governara o imperio ?Eolio claro que
loriamos necessaramente orna regencia
provisional at qae a assemhla geral tomas-
se a providencia q ie em taes casos fosse
coatvieiento.
Parecendo-me que o nobre deputado pela
provincia do-Piauhy, nio^b-tante as objec-
c6e* que ofcreco, concorda em que com a
regensiadev,aueste caso competir princeza
imperial, examinemos a qaestio; se a prin
ceza imperial, na ausencia do imperador,
ora prevista-, deve governar com attrbui-
Ces limitadas, ou com o pleno exercicio
das aftribuicSes magestaticas.
O nobre deootado pelo Cear entende
qae a attribuicoes da regencia oeste caso
deven ser limitadas.
rf3o- contesto ao nobre deputado o di re-
to que veconhece na assemb!a geral para
fazer taes Hraitaces; sei qie espiritos
muito Ilustrados, autoridades muito com-
petente entre nos peaeam diversamente;
entendem qoe o regente hereditario nao
est sojeto a limi'ac.
DeciaF, porn, fraecamente que estoo
pela opiniio do nobre deputadoy eotendo
qoe a assembia geral tem o direito de fl-
xar as attribuicoes da regencia, ou seja elec-
tiva oe hereditaria.
O Sr. Duque-Estraba Tuixeira :
Apoiado.
O Sr. Viscondsbo Rio-Braxco (prest-
dmte do conselho),:Nio s deduzo esta
competencia do art. 15 2o da constitui-
co, seno tambem do capitulo que se ins-
creveda regencia, na menoridade e im-
pedimento do imperador. Nio vejo ah
qne se estabeleea differenca. pelo que res-
peita s attribuicoes. entre o regente he-
reditario e e electivo. ( Moito bem,)
E quando se trata de attribuicoes, ator-
mente de attribuicoes desta ordem, ellas
nio devem ser subentendidas, devera ser
expressas. (Apoiados.)
Se prtanlo, a constituirlo ah nio esta-
blecen differenca entre os regentes, quanto
aos poderes de qoe devem ser investidos,
se pelo contrario os equipara, estabelece
par todos a mesma frmula de juramen-
to, a mesma p.ra os seus actos, entendo
qne nio se pode negar a assembia ge-
ralo direito de.marcar as limitaces dos
regentes hereditarios, se as pode marcar
para o regente electivo. ( Apoiados )
L-se no art. 15 2a da coostituicio,
que compete ] assembja geral eleger a
regencia oa o regente, e marcar os limites
da sua autoridade.
Qoerem alguns que estas duas proposi-
tas sejam tio intimamente connexas, qne
a ultima parte do paragrapho se refere
primeira, isto regencia eleila pala as-
sembia geral.
Os que pretendem tornar a segunda pro-
posicio intimamente connexa com a pri-
meira, para concluir dahi que s a respei-
to d regencia electiva que a assembia
geral tem esse direito, esses encontrara
grande embaraco em que o 2o do rt. 15
nio falla somonte de regencia, sim lambem
de regente. Ora, pela constituido, antes
do acto addicional, a assembia geral no
elega regente, elegia umaregencia trina.
I^ogo, a palavraregentaque lemos
oeste paragrapho ou hiteirameote super-
fina, oa com ella quiz o legis'ador consti
tainte exprimir a idea de qae cabe as-
sembia geral, noa cotros casos em qae nio
tem lagar a eleicio, reconhecer a legitimida-
de da pessoa chamada, em virtude da cons-
titucao, a reger o imperio.
Em todo o uso certo que a segunda
proposicio do 2* do art. 15 nao pode ser
entendida como referindo-se regencia oo
regente de eleicio, mas estabelece o direi-
to de limitar a assembia geral asattribui
cocs da regencia 04 regente. Isto melhor
se v do texto do projecto da assembia
censtituinle, como bem observou o nobre
depotad) pelo Piauhy
Nio concordo, porm, com os dous hon-
rados denotados a oe me tenho referido,
ovando pretendem fazer effectiva applica-
cio desea direito ao ene vertente,
5r. preideuU, en. r* frmo da uassi
9 poltica jrtaauto diverso do do
n,bre diputado pela provincia do Cear,
estou de accordo tom S. Exc. oeste ponto,
qae o partido conservador nao deve
querer manler-3e no poder seoio pelos
meios regulares, dasprezande lodo recor-
so artificial.
O Sr. Coelho Roswgdes :Apoiado.
O Sn. VisconeE do Rjo-Branco (presi-
dente do consetao) :Nao ba duvda os governos de regencia, por isso
tra- sitorios, sao fracos por ana nalureza.
Ora, se o nobre deputado jolga que noss.i
situaci-a poltica peleum govereo forte.
como quer debilitar a aceio -do governo,
/estri/'gindo ai attiibuices .da- regencia'.'
Parece-me, Sr. presidente, que nao tem
razio o nobre deputado quando aiTirmou
que, em materia de attribuicoes de regen-
cia, hoje a regra geral a limitacio e nao o
pleno exercicio da autoridade real. Peco-
lbe licenca para asseverar a proposicio con-
traria ; a regra garal antes o pleno exer-
cic> da autoridade real, do que a limita-
Ci das attribuicoes do regente, pelo que
toca aos podares essenciaes a cada forma
de governo,
Sr. presidente, o qae vemos as consti-
tuicoes mo lernas tem nma razio tbeoriea,
que nio pode deixar. deconveacer a to-
dos. Desde que ba uma forma de gover-
no, um systema poltico, necessario, para
qde esse systema opere regularmente, pira
que o mecanismo constitucional nio seja
perturbado, que nio se tirem algomas d
suas pecas essenciaes.
Querendo restriagir as attribuicoes da
pessoa que vem substituir o depositario do
poder maderador e chefe do podir execu-
tivo, o Ilustre deputado estabelece uma
causa de desequilibrio e fraqoeza nos po-
deres do Estido.^ E porqae limitar as at
tribuices da princeza .imperial, se ella fOr
chamada regencia do imperio ? O* Ilus-
tre deputado nos disse que esta plenitude
de poapr seria um presente funesto ; pois
a restricto, que enfraquece e que pode
trazer um deseqoilibria ao movimento da
nossa vida poltica, qoe ser um presen-
te benfico ?
E nio ve o Ilustre deputado que, se a
princeza fr chamada regencia do imperio,
a de vemos cercar de toda a coofianca e to
lo o prestigio ?
Nio descubro razio sufficiente para que
sigamos a opiniio do Ulustre deputado, e
espero mesmo qoe S. Exc, que faz votos
pela dissotuco desta cmara, chegue ao
accordo de nio pretender que a augusta
princeza detxe da tero direito de dissol-
ver a cmara temporaria.
As apprebensoes do Ilustre deputado
sao infundadas. S. Exc. foi mais uma vez
injusto para com os seus correligionarios
polticos. Ne nio estamos aqui repre-
sentando am papel indigno de ministros da
er i e de membros de um partido, qial
o de levar a cmara pasieo em que a li
guro 1 o Ilustre deputado.
Nio pedimos a adopgio desta proposta,
nem viremos pedir a adopeo da proposti
sobreo estado servil, com o proposito de
sacrificar a cmara e o partido, se essa
medida nio fr aceita.
Se, dada a bypotbese supposta pelo no-
bre deputado, enlendessemos do nosso de-
ver propor a dissolacio da camtra para
que a opiniio publica decidisse o conflicto,
nao- recuariamos, porque seria um recurso
legitimo esse de coosultar o paiz real para
saber quem tem razio, se aquelles qae
ntendessem qae essa reforma iooppor-
tuna e traria perigs, se os que a julgam
opportuna urna verdadeira realidade.
Mas pela minha parte declaro que, se
taes dillkuUaies se apresentarem para di-
anta, o qae nio e-pero, eu resignara antes
oministrio, fosse oa eio a questio de me-
ra confianza pessoa!. Retirar-nae-hia com
as miohas conviccoes, nao seria eu quem
appellasse do partido conservador para o
mesmo partido conservado.
O Ilustre deputado pelo Cear terminou
o sea discurso com ama allocica dirigida
S. A. imperial.
O il ustre deputado com a autoridad) de
ex-ministro da cora e de raerabro desta
casa, aconselhoj augusta princeza que
nio aceitasse o encargo a que por este pro-
jecto chamada. .
O SR COELHO RODRIGUES :-Sr. pre-
sidente,a hora adiantada, em que pela segun-
da vez tono a palavra oeste debate, o cansa
Co natural de qoem assstio a ama discos-
sao tio animada dorante quatro liaras, o
desejo que tenho de nio demorar esta pro-
posta do poder executivo. forcam-me a
contrabir o cqmpromisso de restringir o
mais qae for (tossivel, e tena mesmo re-
nunciado a fallar se algumas expresses do
Ilustre deputado pelo CearI nio provocas-
sem da minha parte uma resposta.
Antes, porm, de dar esta resposta. de-
vo comecar de fazer uma rectificaejh a uma
proposicao proferida por S Exc.
Disse o nobre deputado^jue nio co-
ndeca a regencia sem limitefple poderes
em coostituicio alguma. Nesta parte acho
me a igual distancia de S. Exc. e do Sr.
presidente do conselho, apzar do respeito
qae Ihes tributo.
Pens como'aquelles que pretendem qae
a regeocia tenha sempre poderes limita
dos ; mas nio pens como o Ilustre depu
lado pelo Caar, que affirma nio baver
coostituicio alguma em que a regencia nio
tenha limites. Ha por exemplo, as consti-
toicSes da Hollanda, da Italia e da Franca
em 1791, que concedem a regencia tem li
miles, quando exercida pelo berdeiro pre-
sumptivo da cora, aquel as, e sem fazer a
distinccao, est.
Nao me occoparei em recompr os argu-
mentos a presenta dos oa primeira parte das
ubservaces que tive de fazer da outra vez
sobrs as rases apreseotadas pelo nobre pre-
sidente do conselbe e pelo nobre deputado
da provincia do Cear.
Reconbeco que a opiniio contraria tem
em seu favor fortes argumentos; admilti
que a minha fosse du vi dos a, e porque o
admiti qae maito de corar ao, ni i queren-
do fazer estorvos aos desejo? do governo,
acompanha-o nesta parte.
Porqae, Sr. presidente, se estivesse con-
vencido de que na intelligencia dada '. cons-
tituiCio sobre aquella ponto a verdadeira
doutrina era e s poda ser a pfofessada
por mim, fosse qual fosse o respeito qae
voto ao gabinete, tio dignamente presidido
por S. Exc,, eu nio faria semeraante con-
cessio.
Sibe V. Ele., qae alm da f poltica, a
que deve mos toda a ealdade, ha uma su-
perior, a f religiosa, qae nos compre ze-
lar a todo transe; sabe ainda V. Exc. que
temoa uma religiio do estado, que nos im-
abe o devr de prestar om jaranelo de
defendermos a coostituicio.
Ora, eu coasidero o juramento tio grave,
que duvido que um catbolico possa jurar,
todas as vezes qae na minha vida publica
me tenho visto obrigado a prestar juramen-
tos lance l' respoosab;lidade desse acto s
lea qoe me obrigam e i igreja cojas
doutrraas me aofinaaa ser isso permit-
tido.
(Ha om aparte.)
Tenho, pois, sobeja descolpa a respeito
deste ponto, para nio insistir com o honra-
do presidente do conselho nem com o nobre
deputado pelo >]ear.
Sigo outra opiniio, mas posso tolerar a
delles,
A respeito do segando ponto folgo e li
songeio-me vendo qae as doutrioas do go-
verno alo conformes em lodo intelligen-
cia quejulgo dever dar ao art. 15 \ 2o da
consotoicao.
Quanto ao discurso do nobre deputado
pelo Cear, na parte em qoe tratou. das
duas rojaneias, faz-se necessario dar-Ibe
ama resposta.
Disse o nobre depntade qae o regente
caamado pela constitaicSo nio era mais le-
gitimo, nio tinha mais titula a condanca
do paiz do qoe o regente eletto pela na-
ci.
Sr. presidente, eu tenho nma venerarlo
implcita por todos os talentos, sympathiso
mesmo com aquelles de cojos donos nao
goato, e sint 1 um respeito espontaneo essa
especie de direito divjao, que as propras
massas nio ousam contestar, na pbrase de
Lamartine ; mas apenar disso, prmittir-
me-ha S. Exc que nio o acompanhe, e
ante estranhe que elle membro do partido
conservador, nos viesse dizer que o regen-
te chamado ex vi egis nio mais consi-
derado do qae o electivo pelo espirito da
tei orgnica ; que o herdeiro presomptivo
da cora nio tem mais ltalos cooSanca
do paiz no exercicio dos poderes, que no
futuro Ihe serio deolvidos integralmente,
do que aquello que somente eeito pera
substituir a soa falta 00 imposs&ilidade.
Me parece que nio era preciso ter a intel-
ligencia e lusirecio do nobre deputado
para chegar a ootra mais simples conse-
qnencia; basta ver qoe o herdeiro pre-
snmpt vo da cora dispensado da primei-
ra das coodices d) exercicio dos poderes
polticos, a idade, fapenas exige que elle
tepba 18 annos) ; basta isto para mos-
trar qua o legislador constituinte depositou
evidentemente no exercicio do poder pelo
herdeiro da cora orna confianza qae ,ne-
gou mesmo ao chimado por eleicio popular.
Assim o qaiz a coostiiuic9o e teve razio,
porqae, alm da responsabilidade do car-
to, a pessoa chamada a oceupar a regen-
ca tem interesse immediato, mais do qae
qualquer outro cidadio, em conservar nte-
gros e intactos todos os poderes que ferem
con6ados no impedimento daquelle a quem
um da deve socceder.
V-se pois qoe a letra da lei autor isa
um pensanaento contrario ao do nobre de-
putado, e o seu espirito justifica perfeila-
mente esta interpretarlo, que alias resolta
da simples leitura dos textos.
Nao aqui occasio de fazer alarde
aos meus seotimeatos democrticos, nem
tambem das meas sentiments monarchi-
C08.
Creo que defendendo a constituicao do
Imperio, defeodo quanto possivel os di-
reito* do povo e as attribaices do Impera-
dor ; dentro destes limites, comprometi-
me com ambos a defender os seus inters-
ses at onde chegar a aleada das minhas
forcas ; fra destes limites, nem o mo-
narcha nem o povo pode contar comigo-
Quanto ao mais, devo declarar que
persisto na emenda qoe offereci a res-
peito das atlrbuicoes dos 5 e 8o do art.
lu.
Nio quero as restriegues que a lei de
1831 fez para o regente, mas entendo que
o poder legislativo nio pode renunciar a
attribuicioqne a constilaicio Ihe deu no |
2* do art. 15 ; entendo que esta nio foi
conferida ao corpo legislativo p ra que se
servisse ou deixasse difservr-se delta, con-
forme os seus sentiments lbe inspirassem
sympalbia ou desconfianza pela pessoa que
tivesse de ser chamada ao governo inte-
rino.
Pode cahir, quero mesmo convencer-me
que cabir, mas nio a. retiro porque oio
posso, e oio posso porqne ni 1 devo. (Mui-
to bera).
Ninguem mais pedindo a palavra, e indo
proceder-se a votaco do art. 1, reconhe-
ce-se nio baver numero legal; pelo que o
Sr. presidente declara a discussio encer-
rada.
Entra em discussio o art. 2o.
Vem mesa, I ida, apoiada e entra con-
juntamente em discussio a segrate eaaen-
da 1
Depois da palavraregentela-se
com as attribuicoes que competen) ao chefe
do poder executivo e com as do poder mo-
derador, exceptuadas :
r A do J 58 do art. lOi da consti-
Uico quaoto dissolacio da cmara dos
deputados.
t 5 2. A do 8 do ciado artigo em
relacioaos ministros de estado somente.
A. Coelho Rodrigues.*
Ninguem pedmdo a palavra, fica a dis-
cussio deste art.go encerrada igualmento
por nao baver numere legal.
E* lido, apoiado e entra em discussio o
s "guite artigo additivo, offerecido pelo Sr.
Teixeira Jnior.
t E' aberto ao ministerio dos negocias do
imperio, pelos meios autorisados na lei do
o.'camento vigente nm crdito de de.....
3,000:000^ para occorrer as despezas com
a viagem de SS. MM. Imperiaes, e a eleva-
Co ao dobro da dotacio de S. A. a prin-
ceza imperial a Sra. D. Isabel durante o tem-
po queexercera regencia do imperio.
a*
O SR. VISCONDE DO RIO-BRANCO (pre-
sidente do conselho; :Sr. presidente, a
respeito os motivos que detecainaHm o il-
lustre membro divergente da commssao de
coostituicio poderes a offerecer este ar-
tigo additivo; devo, tWm, manifestar a
cmara que S. M. o Imperador nio carece
do auxilio pecuniario para electuar a soa
viagem. Elle julga qae com os seus re-
cursos pode realiza-la com o decoro corres-
pondente a sna ao gusta 'pessoa e de sua
atgusta esposa; S. A. Imperial tambem
dUpeosa por sua parte, por joJga-lo desne-
cessario ao sea tratameoto, qoalqeer sacri-
Qc.io do thesooro em taes circomstancias.
(Continuar-u^a).
ffF DO DlARIO-tfu :\ OU UUQ DI CiX'AS

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1
- >

t


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