Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12398


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Full Text
ANNO Ai Vil. NUMERO 122.
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U1A A CAPITAL E LUCABZS OVQE IA.0 SE FACA PORTE.
*r tres mzes adiantados
Por seis ditos dem .
Por nm atino dem.. ; .
vUua ffluawro avulso ,
4V9O00
12,5000
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320
TERCA FEIRA 30 DE MAIO DE 1871.

*
paia ramo i rosA da pboviicia.
Por tres mezo* aflautados ,..........
Por seis ditos idea.................
Por note ditos idea..............\ [
Por on auno idea.....
61719
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DE PEMAMBCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
RAO ACBSTIS:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gonfalves d Pinto, no Maranhio ; Joaqoia Jos de Oiiveira Filho, no Ceari ; Antonio de Leaos Braga, no Aracaty ; Jlo Maris Jnlio Chaves, no Ass ; Antonio Marones da Sita, no Natai Jos
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos BolcJo, ea Santo Anti; Domingos Jos da Costa Braga,
^ em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqainbo & C, no Rio de Janeiro.
INTERIOR.
Correspondencia do Diarlo de
Peraambneo.
THERESI5A, 10 DE ABRIL.
O eiquecimeoto em que permanece o Piauhy
da resto do Imperio, por (alta de communica j-.-s
con aa principaes provincias, entre nos sobre-
modo sensivel e preoccupa seriamente o espirito
daquelles que se interessam verdadeiramente pe-
lo seu progresso.
Nio escapou as vistas perspicazes do Exm. Sr.
Dr. Manoel do Reg Barrvs Sousa Lean, ao assu-
rnir a administracao da provincia conlhda as suas
lotes e patriotismo, essa necessidade palpitante,
que Unto importa aos interessss geraes della, pui-
constando-lhe que aiguma cousa se tinha feito no
sMtido de e entre essa capital e o noso porto da Amarracao,
na cidade da Parnahyba, para logo tratou de ave
rignar os notivos determinantes da paralisagao
des-a tentativa importante, e foi ento que soube
que, tendo o governo geral mandado ouvir a
presidencia sobre urna peticao do gerente da
companhia pernambucana de vapores, o Sr. F. F.
Borges, requerendo nm augmento de (0 contos
aonoaes na subvencao que actualmente percebe
para estender sua navegacio at o referido por-
to, permaneca esquecido esse negocio, alias de
tanto alcance, poi- os respectivos papis at se
achavara confundios entre mnitos outros da e
cretaria, ignorando-se o sen destino.
Felizmente pode descobri-lw o Exm. Sr. Dr.
Manoel do Reg, que para logo os devolveu ao
governo com a infora-aco, que nao julgamos ocio-
so traoserever para aqui, afim de dar aos sens
leitores orna idea perfeiu do estado desee nogocio,
que boto interesaa s duas provincias, especial-
mente esta, p< bre e acanbada em seu progres-
so, e mals que mnitas neeessitada de qne o go-
verno lance sobre ella suas vistas benvolas e
protectoras e levante-a do abatimento e prostacio
que entorpece o sen deenvolvimento,por falta
de alguna attencao da parte dos poderes pbli-
cos.
Sao innmeras as vantigens qne pdem auferir
a* duas provincias da realisaco do que se pre-
tende : lio nunifettas que dispensan) qualquer
deaeonslracio, e lio grandes, em relacio a con-
tribuido pedida, qne nao deve o pedido da com-
panhia sofrer a menor hesitacio da parte do go-
verno.
Cea afeito, limitado o comraercio do Pianby a
prover-se nicamente na acanbada praca do Ma-
raobiiper torco de cirenmstancias especiaes,
que nos privam de ir adiante, veem-se forjados
as eossos negociantes a sujaitar-se as duras con-
dioSes que dita aquella praca a qnal Ihes impe o
preco, tanto do que Tendera como do que receben)
m troca de suas mercaduras, donde provem que
nosso commercio nao pode desenvolveo se, pelo
contraro eoerva-sc e definha eonsideravelmente
olhos vistos.
Euiquaoio nao livermos a poMibilulade de pre-
ferir qualquer oulro mercado que mais vantagens
offereea em competencia, o que s nos pode vir
da facilidade de eommunieaqoes por vapor, por
certo qne nao poderemos alar e nosso commercio
nao representar mais do quecasas filiaes da
-aca io Maranhao com caixeiros responsaveu I
as desde que ella t ver por"competidor o grao-
de mercado que offerece a rica e importante ci-
dade do Recife, por certo que melhorar multo
o nosso estado de cousas, com a hberdade de p-
dennos nos pro ver onde se nos oerecer maio-
res vantagens; a iiberdade qne no commercio
ixerce accio poderosissma e beneeente.
Para isso, poroi, preciso que a praca do
Recife nao se mostr indiferente aos seus pro-
prios intere-ses tambem, e que os representantes
das duas provincias no parlamento attendam com
cuidado para um negocio tao palpitante, e tratem
com verdadeiro empenho do interesse commum
de ambas, como tanto importa, especial mente, ao
desenvolvimenlo e progre.-so desta.
O Exm. Sr. Dr. Manoel do Reg j ta de sua
parte quanto foi possivel, por ora, e confiamos
que envidar quanto cuber as suas forjas pa
ra a realisacao de-te desidertum, para o que
arde em. boos desejos e pelo que j Ihe muito
grata a provincia.
Ets a sua ioformac.ii :
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ao ofcio cir-
cular de V. Exc. de 25 de julbo do anno passa-
do, que s agora me foi possivel descobrir entre
rauitos outros papis e que suppunBara aqui per-
dido, no qual se exiga desta presidencia infor-
macSes a respeito do requerimento da compa-
nhia pernambucana, em que pedia assembla
geral se dignasse renovar os contratos existentes
com a mesma, concedendo-lhe um augmento de
.subvencao, afim de duplicar as suas viagens_ e
estender a navegaba > at o porto da Amarracao,
nesta provincia, e o de S. Luir, no Maranhao, ca-
be-rae informar, que julgo attendivel a preten-
cao da dita companhia, pois que d'ahi proviro
mmensos beneficios para esta provincia, que vi-
ve como esquecida do resto do Imperio, sendo
abrigada a abastecer-se no nico mereado de S.
Luiz do Maranhao que por isso monopoliza todo
o sen commercio, e impoe aos sens negociantes
condicSes muito onerc sas, que a espeeialidade de
suas circunstancias obrigi-os a aceitar. E' exac-
to tudo qnanto allega a companhia em seu re-
qnerimento, relativamente a extrema morosidade
coa que ebegam esta provincia as noticias do
Rio de Janeiro, pois sao estas aqui receidas com
>4 e i'o das de demora, ao passo que as da
Europa caegara ao Rio com 15 das, directamen-
te, ou com 10 por via de Pernamboco, vindo a
lucceder, porm, que, com a inauguraco das
viagens da linha perna'mbucana at esta provin-
cia, podero estas ser aqui recebidas com muita
prstese sendo trasiJas da Parnahyba pelos vapo-
res, que navegara, por este rioem 4 das pouco
mais oa meos. Convra ainda notar que por
demais mdico o aeresclmo da subvencao, qne
exige a mesma companhia, em compensacao das
innmeras vantagens que proporcionar ao com-
mercio de todas aa provincias do norte do impe-
rio duplicando o servico actual e estendeado a
navegajo at S. Luir do Marannao, com escala
por esta provincia ; pois qne percebendo actual-
mente dos cofres geraes a quantia de 11:1661666
ris meniaes, ou 134 contos annoalmente, obri-
Si-ie i faxer todo eite servico pela importancia
115 contos de ris, on 180 cootos annuaes, isto
, com o pequeo augmento de 40 contos por
anno. V. Exc, que felizmente connece as pro
vietas do norte do imperio, pJe melhor que
oifuem aquilatar os proveitos, qne resultaro
para e commercio deetas provincias do nevo con
trate proposto pela coqpanbia pernambucana.
Assim poli espero da illystrajio e patriotismo,
que distinguem a 7. Exc. que envidar todos os
seu esforcos, a8m de qne'ieja reasado no mais
breje eepaco de lempo aqolle contrato, que ser
(ecaodo em beneficios, principalmente para esta
pebre provincia, que mais do que nenhuma ontra
precisa que e geverno geral luce sobre ella as
OM patenas vistas.
atoa gurda a V. ExcIlla. Exm. Sr. con-
theiro Jo4e Alfredo Correia de Oiiveira, miis-
tre e secretarlo de esudo interino dos negocios
da agricultora, eommereio e obras publicas.Dr,
Msjisef de Amo Barm Seota Ui.
A Ofejao paMiea mostrase saiisfeiu com a
direccle qne vaf iraprtralndo o honesto e illas-
trado Sr. Dr. Manoel do Reg aos negocios p-
blicos'; mas a opposico, que nesla trra de
nma intolerancia sera limites e impossivel de con-
tentar se, principia a assestar suas batera* con-
tra a administrado, embora sem a menor ra-
zan porque S. Exc, espirito recio e ju-ticeiro
conserva se adstricto a lei, e distribue justica
cem igualdade. ^
Nestas coodc5es claro que urna opposicio,
levantada por systema, nao merecs as sympa-
tbias dos bomeiis serios, era pode grangear o
apoio da parte sensata da provincia ; e nesie ca-
so redoz-se ella a urna gritara improfleua, in-
commoda aos ouvidos da imparcialidade e da
jusliga.
DIARIO OE3PERNAMBUCG
RECIFE. 30 DE MAIO DE 1871.
VIAGEM IMPERIAL.
Ao bordo do paquete inglez "Douro devem passar
hoje por esta provincia, com destino Enropa,
Suas Magestades o Sr. D. Pedro II. Imperador do
Brasil, e sua augusta consone.
Ha onze anno.- Pernambuco vio de perto, guar-
dnu em seu seio por alguos das, os augustos im-
perantes, que hoje vai novamente receber por
algumas horas.
Todos sabem o motivo da viegem de Suas Ma-
gestades A sade deteriorada do Sua Uagestade
a Imperatriz determinou essa vagem, decidi Sua
Magostada o Imperador ausentar se do Brasil
em urna das conjuncturas por ventura mais diffl
ceis por que tem passado a sociedade brasileira,
e porque vai passar a nossa chara patria.
A realesa tem certamente encargos pesadissi-
mos, e nem do syslema de governo por que n->
regemos est ella isenta da responsabilidade mo-
ral, que todos Ihe reconhecem. Mas, aquelles
que dirigem do alto de um throno os deslinos de
urna nafo, nem por isso se exiraera da lei geral
que faz s vezes predominar o seatimeoto sobre a
razio.
Sua Magesiade o Imperador Lim sabia, sabe o
muito bem, que as questoes que se agitam no
paiz, e que em breve vai ocenpar a attenco dos
eleitos da nacao, sao de naturesa grave, dizem
por si mesmo quo abalanzado se acba o futuro
econmico e mesmo ojpolitico do Brasil. Partindo
para a Europa era taes cirenmstancias, S. M. o
Imperador, obedecendo aos dictames do coracao,
e cingindo-se s prescripedes medicas em prol da
sade de Sua Magestade a Imperatriz, nao deixa
ceriameute de levar em seu espino as attrbu-
lacoes qne essas quesldes sem duvida Ihe devem
ter gerado, principalmente por que, amigo, como
, do engrandecimeuto do seu paiz, elle, como
primeiro representante da naci, se empenha em
v-la erguida s cumiadas do progresso, tem o
amor da patria bem gravado no pejto ; e, cerno
defensor perpetuo do 3rasil_nio Ihe faltam de-
nejos 1i i lu ai|tuisd>)jiii*iiii ilii In nos limi-
tes da comlWllf^Tr^aWr de difflculdades, 4 le-
vantar-se ao nivel das nagdes mais civilizadas, e a
cobrir se de gloria pela pratica das virtudes que
sdem ser a alma das nacSes.
Se, pois, Sua Magestade o Imperador vai Eu-
ropa, despeito dessas altrbulac.des, por que,
confiando no bom aneo dos Brasileiros, seu espi-
rito tambera se emballa na esperanza de que sobra
civismo e amor patrio aos seus subditos em curar
com inieresse e dedicacio no bem da patria com-
mum ; porque, lnde educado a actual regente,
sua liilia estremecida, nos saos principios da jus-
tica e da verdade, e Ihe tendo formado o espirito
as normas do governo representativo, descansa
em que urna e outros se nio affslarao do carainho
tracado na Gonstituicao do Imperio, e procurarao
nos seus limites resolver as graves questoes que
neste momenio oceupam a attenclo publica.
Ha onze annos, dissemos. Sua Magostada o Im-
perador esteve em Peraambuco ; e sem duvida o
povo pernambucano se recordar das flores com
que Ihe semeou os passos, das alegras com que
se revestio para recebe-lo e mostrar-lhe toda a
extensao do seu amor s instituiros juradas,
patria o ao throno.
Hoje que S. M. pela segcfbda vez, vem pisar o
slo de Pernambuco, embora por motivo diverso
do de entio nao menos presuroso deve ser o povo
pernambucano em receber o seu raonarcha e em
testemunhar-lhe os seu? respeitos e adhesoes
mouarchia, e o seu amor naga?, de que elle
o primeiro cidadio e representante, o defensor
per seno.
Pernambuco, cremo-Jo sinceramente, compraz-
se era ser monarchista; e, pois, recebendo em
seu seio os augustos viajantes, deve comprazer-se
em demonstrar-lhes as suas renlas polticas com
aquella respeosa dignidade que sempte Ihe foi
reconhecida, com aquelle decidido empenbo e
satisfacio de que tantas outras vezes tem feito
prova.
Cnmpria-nos dizer isto ao povo : cumprimos o
nosso dever de subdito do Imperador, de Brasilei-
ro e de jornal isla.
PERNAMBUCO.
prestadas pelo Exm. Sr. vigario capitular e pela
cmara municipal desta cidade, acerca do projec-
lo de postura pela mesma eamara que prohibe do-
bres e repiques de sinos. A' quera fez a fequi-
sicio.
Do mesmo, remetiendo por copia em aditamento
ao oflcio de 9 de marco ultimo, em que o direc-
tor da Escola Normal solicitou urna medida para o
complemento do astado de caligraphia e o era que
pede que se vote a quantia de 5001000 para a
compra de livros precisos na mesma escola. A'
commissio de fazenda e orcamento.
Dj mesmo, transmitlndo e/ipias das informa-
rles ministradas pelo jniz de direito de Cabrob e
Limoeiro, acerca dos officios de justica, em solu-
cao ao eontdo no offlcio da asserablea, sob n. 45
do anno passado.A' quem fez a requiscio.
Peticao :
Heraclio Constantino de Paula Monteiro, forne-
cedor das reparticoes provinciaes, pedindo que se
Ibe mande pagar em apolices da divida publica o
que se Ihe deve, vino nao haver dinheiro na ihe-
souraria.A' commissio de orcamento provincial.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA Por occasiao
da discussio da le do ornamento vigente apr-
sente! um additivo as disposicdei geraes, autori-
sando o presidente da provincia mandar rever a
tabella, que servia de base arrematacio dos g-
neros destinados a alimentacao dos presos pobres
da casa de detencio, elevando a quantidade dos
gneros, de modo que tivessem os presos boa e
abundante refeicio. Este men additivo foi aceeito
por esta a>sembla e faz parte das disposiedes ge-
raes do orcamento em vigor.
Por occasiao da justificacio daquelle additivo de-
monstrei a casa, que a alimentario dada aos pre-
sos pobres, recolhidos a detenco era mais que
insufli.-lente ; mal chegava para que ellas nao rar-
ressem a fome.
Ouando entio fazia eu tal demonstraba o entra-
va casualmente as ante sallas desta asserablea o
djstincto medico daquella casa, enearregado tara-
bem do exame da alimentacao destinada aos de-
lentos, e, ouvndo-me, confirraou a muitos dos no-
bres collegas que agora me hooram com a sua at
teoQio, tudo quanto acabava eu de dizer.
Tendo sido consignada na le do orcamento a
autorisacio citada eontava eu que fosse ella usada,
produzindo os fructos que eu desejava : mas v
Exm. presidente da provincia em seu relatoro de-
ciaron, qne por deficiencia dos cofres provinciaes
nao tinha podida usar desta autorisacio.
Eotretanto que lia esta declaracao da presiden-
cia, notava eu que o cuito dessa uuufflciente ali-
mentacao tiaba tido, depois da autorisacio con-
signada na lei do orcamento, ura grande augmen-
to, direi melhor, ura" excessivo augmento, ao pas-
so qne a quantidade era a mesma. Eievon-se a
despeza a cinco e seis contos meosaea.
Procurei indagar a cansa desse extraordinaria
augmento de despeza, sem melhora da alimenta-
cao dos infelizes detento, e fui en;onlra-la no aug-
mento dos procos da antiga tabella, sem oomtudo
ser alterada a quantidade dos gneros para cada
urna recio. _^
Quem autorisou semelhants angiApto ? O pre
O 8. Olivkir.v FoNcecA : Est engracada a tai
tabella : andou al avessas.
O Sr. Ritmo de Almeida :O inspector da tbe-
souraria andou com effiito s avetsas desta ves,
nao quiz seguir a regra da antiga tabella.
Nio f j sement na tabella para alimentacao dos
presos em estado de sade, que se fez esta celebre
alterasao de precoi, tambem teve ella logar as
dietas da enfermara.
O cus da dieta o. 1 foi elevado (conservada
sempre as qaantidades da aniga) de 300 ris a 460,
a de n. Jde 380 a 500 ris. a de n. 3 de 610 a
840 reis. a de n. 4 de 400 a 550 ris e a de n. 5 de
400 a 500 ris.
Estas tabellas, submeltidas approvacio da
presidencia, acompanhadas de reflexSss sobre a
caresta dos gneros alimenticios n'aquella poca,
foramapprovadas, e serviram de base arremata-
cao, nio sendo publicadas, se me nao falba a me-
moria ; nio afflrmo este facto ; parece-me que
nio forara publicadas. I
Com effeito foi arrematado o foroecimento com
o abate de nm ou dous por cento, o por espsc.0 de
seis mezes, quando urna lei d'esta asserablea, sob
o n. 51t, de II de junio le 1861, art. 15, exprs-
smente prohibe que esta arrematacio tenba lugar
por espaco superior de 3 meie?.
Trocara-se varios apartes.
O Sr. ItiTiNo de Almeida :O presidente da
provincia ignorava certamente a existencia d'esta
lei: chegado, hava pouco, esta provincia, nao
podia ter conheeimtnto de toda a legislado pro-
vincial, que j or;a por mil: toda a colpa neste
negocio deve recabar no vell.o inspector da Ihe-
souraria provincial, era quen nao posso suppdr
ignorancia d'esta lei, que regola oa contratos de
fornecimentos para a casa de detencio.
Nao foi a priaieira vez que elle concordou com
o augmento de trazo dessas arremalacoes, j o ti-
nha feito anteitermente.
Troeam-jlpartes.
O Sn. Ruano de Almeida :Concordo que n'a-
quella poca se admittisse a alteraeao dos presos,
attendendo se crse alimenticia, como alegon o
inspector ; mas nio que se infringisse a lei con-
cedendo-se o prazo de seis metes, era vez de tres,
como ella expressamente determina. B nem o
inspector pode evitar as censuras, se nio respon-
sabi idada, ea qae per este tacto incorreu, alle-
gando que o presidente approvou o seo acto con-
trario lei.
Ainda quando o presidente tivesse Ihe dito em
sea offlcio de 18 de dezembro, qae mndame por
em hasta publica o forneeimento do sastenio dos
presos pobres per seis meses, o qae nao disse em
dito offleio^fvsna obrlgacio por duvida ao cum
primento dsta deliberaclo (ee qne lio frtil em
objecooes, quando qur atropellar qualquer pre-
tencio e lembrar respeitoaaownta presidencia a
citada disposicio do art. 15 da lei n. MI. Nio o
fes, porque, como j disse, n*o era a prtmeira ves
que tmha coacorrido para a sfe Wrnccio.
Findo que foi o primeiro semestre d'esta arre-
matacio, em junho do anno passado, o inspector
da thesourria aieda -consents qae sdb a mesma
h"*. / por mala seis meses, tfvesse logar a
sidente da provincia em virtnde de reclamacao do gnda a'rprnatacao, embora o estado do mercado
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA. EM 29 DE ABRIL.
PII ESI DE NT. IA DO SR. DR. AGl'Ull.
Ao men da feita a chamada acham-se pre-
sentes os senhores : Ribero Vianna, Ratis e Silva,
H. Mamede, Pinto Jnior, Firmlno de Novaes, Ru-
fino de Almeida, T .lentino de Carvalbo, Ernesto
Vieira, Pedro Affonso, Cunha Cavalcante, Paes
Brrelo, Barros Wanderley, Felippe de Pigueiroa,
Aguiar, Vieira de Araujo, Pernambuco Filho, Cu-
nha e Figueiredo, J. de Mello Reg, Correa de
Araujo, Hollanda Cavalcante, Oiiveira Fonceca,
Oiiveira Andrade, Teixeira de S. Antonio Pauli-
no, Ignacio Joaquim, Eduardo de Oiiveira e Au-
gusto da Costa.
Abre-se a sessio, lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. 1* secretario d conla do segrate
EXPEDIENTE I
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia, com mu
meando que o Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia, resolveu por portara desta data, proro-
gar at o da 10 de maio prximo futuro, a pre-
sente'sessio da assembla.Inteirada.
Do mesmo, iransmittindo por copia os pareceres
dados pela cmara municipal desta cidade, chefe
da repartido das obras publicas e engenheiro fis-
cal da estrada de ferro do Recife ao S. Francisco,
sobre o requerimento do major Bellarmino do Re-
g Barros e outros.A' quera fez a requnioao.
Do mesmo, remetiendo por copia o offlcio da
eamara municipal desta cidade e o parecer do en-
enheiro da mesma cmara, acerca da peticao de
v Joaquim da Costa Maia. A' quem fet ro-
q uisicio.
Do mesmo, remetiendo copias das it>!ormac5es
ministradas pela eamara municipal desta cidade.,
sobre as paticSes de Naseimento silva & C, Fran-
cisco Coelho e outros.A' qu:-m fez a requiscio.
Do mesmo, transmittindo p/or copia a informa-
co ministrada pelo engeoneiro chefe da reparti-
lo das obras publicas, acerca da pelicio de Vi-
oente Ferreira de Paiva imoes.-A quem fez a
requiscio.
uo mesrA trautnittiodo copias das lnforma.cCs
inspector da thesourara provincial.
Para melhoresclarecimentodestefacto pe?o per-
missio para fazer um ligeiro histrico da maneira
porque se tem feito o servico da alimentacao dos
presos pobres.
At julho de 1861 era feito por administracao,
sendo ura empregado da detencio enearregado
deste ssrvico : mas, nio parecen Jo isto convenien-
te, urna lei desta assembla, e que tem o n. 511, e
a data de 11 de junho de 1861, determinou que o
foroecimento dos gneros alimenticios para sus-
tento dos presos pobres fosse arrematado em hasta
publica peranie a thesourara provincial por pra-
zo nunca maior de tres mezes (art. 15 da lei ci-
tada).
Para execuclo da lei foi necessario foamar-se
urna tabella da quantidade dos gneros acompa-
nhada dos competentes preces, e a que entio se
fez, onvido o administrador da detencio, foi a se-
grate :
Almo(o para todos os das da semana, um pi
de tres traca?, ama onca de caf em p, e duas di
tas de assucar grosso.
Jantar aos domingos, segunda, terca e quinta-
feira, urna libra de carne verde com osso antes de
cozinliada, um dcimo de farinha de mandioca
(equivalente a quantidade que pode conter um
prato razo commum), urna onca de toucinho, le-
nba e sal.
as quartas-feiras, jantar, meia libra de carie
secca salgada, antes de cozinhada, a mesma quan-
tidade de farinha, meio dcimo de feijio (nao se
declara a qualidade), sal e lenha.
as sextas-feiras e sabbados, jantar, meia li-
bra de bacalho, antes de cozinhado, as mesmas
quaotidades de farinha e feijio, do dia quarta-fei-
ra, duas oitavas de azeite doce e meia onc,a de vi-
nagre, sal e lenha.
Nio se d ceia em dia algum e nem se vara
nunca o almoco,
O prego de cada urna destas raides foi estabele-
cido da segrate forma :
A racao de carne verde 380 ris, a de carne
salgada 360, e a de bacalho 340 cada urna.
Tambem foi formulada para a enfermara a se-
grate tabella, de harmona com o parecer do me-
dico daquelle estabelecimento.
Dieta n. 1.Um qnarto de gallinha para tres
caldos, sal e lenbacuito 300 ris.
Dieta n. 2.Almoco.um quarto de gallinha
ctzida, duas oncas de arroz para canja, lenha, sal
e vinagre.
Jantaro mesmo do almococusto 380 res.
Dieta n. 3.Almocoo mesmo da dieta n. 2.
Jantaro mesmo da dieta h. 2 e mais um quar-
to de galiinha assada, um pao de tres onceas, sal e
lenhacusto 640 ris,
Dieta n. 4.Almocoduas oitavas de cha da In-
dia, um pao de tres oncas, dnas de assncar.
Jantarurna libra de carne verde com osso, um
dcimo de farinha de mandioca, lenha e salcusto
400 ris.
Dieta n. 5.Almoco-o mesmo da dieta n. 4.
Jantarurna libra de carne assada, quatro oncas
de arroz, um pi de tres oncas, lenha e salcusto
400 ris.
Al o lira do anno de 1869 vigoraram estas ta-
bellas, nio encontrando o arrematante concurrente
que Ihe flzesse face. >
Devo dizer que o primeiro arrematante foi o
negociante Joao Carlos Augusto da Silva. Por
morte deste foi arrematante a sua viuva, e por
morte desta o seu genro, que anda contina a
s-lo, cumprindo fielmente todas as condigoes do
seu contrato.
Em dezembro de 1969, porm, o inspector da
thesourara provincial dirgio-se ao presidente da
provincia (creio que por offlcio- de 10 do mez d
dezembro) commuoicaodo nio ter appareoido con-
currente arrematacio do forneeimento aos pre-
sos, pobres, e pedindo por este motivo permissio
pa.Ta alterar as tabellas anteriores : obtida a li-
cencia, limitou-se o inspector da theeonrara pro-
vincial a, sem ouvir o administrador a o medico
da detencio, alterar os precos lio somante da ta-
bellas, sem toear as quantidades dos gec^j : e
f lo pelo modo que passo a expr.
Por cada racio de carne verte quantidade da
antiga tabella830 ris.
Um Sb. DawrrAoo :-^e qBMto 4 a rlQ0 de
carne ? "^
O Sr. Rufino p aimboa :-De ama libra. Pela
Sf x-8 ""^ "'**. atando a antiga tabella.
590 rfif i e pela de bacalho 630.
de primeira necessidade tivesse muito
dos a>
meihorado.
Pessoa, que me parecen bem informada, dase-
me que esta segunda arrematacio se fez quaei a
capricho, parecendo antes urna prorogacao da pri-
meira.
Quando eslava a expirar o prazo da segunda
arrematacio, o arrematante, teniendo certamente
a concurrencia, requereu presidencia proroga-
clo do sen contrato por mais seis mezes, allegando
como grande vantagem para a provincia, esperar
elle que esta assembla votasse a verba ou crdito
supplementar para pagamento da segunda presta-
cao de sen contrato, correspondente aos mezes de
abril, maio e junho do correte anno.
Mandn o presidente ouvir a respeito o inspector
da thesourara provincial, que, esqueeendo-se do
artigo das disposiedes geraes do ornamento vi-
gente que autonsa a presidencia a ra indar rever
a tabella em vigor para semelhante arrematacio,
no sentido de ser alterada para mais a quantidade
da alimentacao dos presos : esquecendo a referida
disposicio do art 15 da le n. 511, que prohibe a
arrematacio por mais de 3 mezes, informou favo-
ravelmente a pet ci do arrematante, que assim
consegua mais seis mezes de prorogacao do con-
trato, sem cor er o risco da concurrencia, pela
qual deva insistir o inspector, e com grave pre-
juizo dos cofres provinciaes e dos infelizes presos.
E' para notarse a mgenuidade com que o ins-
pector da thesourara opinou pela vantagem offe-
recida pele arrematante, de esperar que esta as-
sembla votasse quota para o pagamento da ultima
presumi, a vencer em junho vindouro.
Grande vantagem na verdade 1 A prestacSo
aeye ser paga em 30 de junho, e no 1 de julho
j deve estar em execucao a lei do ornamento que
vamos votar e na qual vai incluida a quota pela
qual se propunba esperar o arrematante 11
Chamo anda a atteocio dos nobres deputados
que me ouvem para a seguinte circunstancia.
O inspector eonfessa em sua informacio que j
havia mais um concurrente habilitado para a ar-
rematacio, alm do reqoerente, e em vez de
opinar que era de interesse para a fazenda pu-
blica que a arrematado tivesse lugar, concordou
em que se concedesse a prorogacao pedida, abu-
sando assim da boa f da presidencia que nelle
depositava eonfianca.
Nio commenlarei este procedimento, nem mes-
mo qnalifiearei: entrego o a apreciacao desta as-
sembla e do publico que rae ouve.
Direi apenas que o resultado de tudo isto foi
em augmento espantoso da despesa com alimenta-
co dos presos, sem melhoramento algum do in-
sufflcienla sustento que Ibes fornece.
Acereacenlarei mais, que esta despeza tera de
augmentar cora a remessa de presos que se esta
fazendo das eadeias do interior, e qne nio pode
ser enviado para Fernando como acaba de decla-
rar o Sr. ministro da justica. Vira a exceder se-
mentante despeza de 60:000*000 quando no orca-
mento se marca 57:000*009 para alimentado e
curativo de todos oa presos da provincia.
Para obter melhores esclareeimentos sobre a
materia, e poder propor algaras medida, que po-
nha termo a semelhante abuso, offereco a consi-
deracao desta Ilustrada assembla o seguinte re-
querimento qne passo a lr : (l)
Vai a mesae apoia se o seguinte requerimento :
Reqaeiro S/ue por intermedio do presidente da
provincia sa exijam do inspector da thesourara
provincial as seguintes inforniacdes : 1.a. Em que
raides se fundn para mandar servir de base as
arremalacoes do forneeimento dos presos pobres
da casa de detencio a lahella por elle organienda
ero dezembro de 1869 fundada entio UM condic-'
epes especiaes da cariiiia em qae se achavira os
gneros alimenticios n'aquella pocha ; J." Quaes
os motivos qae te** para propor a prorogacao suc-
eesaiva do contrato feito em Janeiro de 1870 para
o referido forneeimento nio obstante a terminante
d'sposicio do art. 15 da leun. 511 de II de junho
de ldique manda fazer dito contracto por trea
anexes tio somente.Jto/fato de Almtita-
Poeto a velos approvado.
ORDRM 00 DIA
3 diseussio do projeclo n. 6J deste anno que
autorisa o presidente da provincia a aprosentar
eom dous tercos de ordenado qne ora percebe o
oficial maior da secretaria do governo.
Val a mesa e apota se o seguinte :
t Fica autorisado o presidente da provjt a
apoMoiir oom O ?q OrtetWo a I^rr o Reg
fuSJSTtntm d h08pei0 d0S alieMlJ*-- Francisco Lins Wanderley o que se verificar do-
e 53S t4S aft>r0Vad0 Pr** 2S n- SRS an^coSenSS:
2T=mento da discussio -JltaSa^B
zd.rcnvo,-osdore^rime^r.rovado- l^^^ZXtJts^^
,n,V,idSCaS" d STaT "- 83 de3 SZtt' pr0V,nKa, d-esPfnder a oho do gyranasio os seSs ordenados do tempoen
Zrrla de^;000*000 com a o^ruegao da nova L^ esl'e fra do eXereeio em 3- alg^ela-
n SR p nFPiriTPiRn n.n intAro. An \6mou a> projecto n. 95, aolorisando o goverao
J22 ? i P. i a eonlratar cora Antonio Valentira da Silva Bar-
Kffi0*98 ^Dein e3Fla.rece:1 sobre. conT- roca o estabelecimento de fabricas da tecidos de-
S.!n.d0 S2S PI?jeC "S, pnmeira V'9,a *oio ; em 3- o de n. 109, concedo privilegio
Ihe parecer extraordinario que era nina poca em %& 4 C. para introducco de raelhoraraenig.
gue se manda abrir canaes barras etc., se trate | no fal)rico dn ^ailMr
de obstruir a barra do no Una.
no fabrico do assucar.
iaticVsuv*1* *r Ma!Hmla Aordemdodia para hoje a connuacao d*
r.2 R^TIS 5 S LVA : ~^Sr- P.re9deD,e' Di0 'anterior e nica discussio das postaras doBui-
fui en o principal signatario do projecto, apenas que ~ ""*
cpncorri com a minba assignatura para elle, mas M n,"vl,,Dr. n T .__,
como nio esteia na casa o primeiro signatario,! DINHEIRO.-O vapor Tocantes levou domingo-
julgo de mea dever explicar aos nobres collegas segralos sommas
ParaMaceio
as razoes porque eu o assignei.
0 ro Una cuja barra antiga sempre deu fcil
entrada as embareacoes, aeha-se hoje embarazada
de continuar a prestar-se a essa navegaco franca
porque creio que as grandes endientes conduziram
as areias de um lugar para outro, de modo que
vieram obstruir a barra velha que dava entrada as
embarcaedes, abrindo urna nova barra que nio
pode servir, nios porque muito peqiena, como
porque foi abena naturalmente pelas encuernes
em lugar menos conveniente.
Um Sr. Dbputado :Mas se se obstruir a nova
Acara obstruidas ambas.
O Sr. Ratis e Silva :Obslrundo se a nova
Sea a velba desembarazada, porque todas as aguas
correrio por ella.
Um Sb. Dvutado :Depois de feita essa obra
urna nova ebeia nao pode obstruir outra vez a
barra velha t
O Sb. Ratis e Silva: Conformefor a obstruc-
cio qne se flzer. Se essa obra for feita muito
superficialmente, isto sem as neeessarias cen-
tellas, cem effeito pode ser que as novas endientes
tornera a abrir a barra nova ou desmorone
aqnllo que se flzer, mas se a obra for feita como
deve ser, eom toda a segurase.a, a barra velha
ser o unieo carainho das agoas, flear desemba-
razada, dando assim fcil entrada e sabida as em-
barcaedes.
Creio qae estas rasdes sao bastantes para con-
vencer ao nobre deputade da ulilidade do projec-
to, nem eu estou habilitado para dar maiores. O
nobre primeiro signatario do projecto qnem po-
da dar mais ampias informales; por que eu nio
conheco o lugar, e fallo somente por informadecs.
O Sr. HcmiQUB Mamb :O nobre deputado
foi quem pedio a discussio do projecto. O pri-
meiro signatario do projecto a mlm particularmen-
te pedio para requerer o adiamento se o projecto
fosse dado para eweisislo na sua ausencia.
O Sb. Ratis b Silva : O interesse que eu
tiulia de ver discutido logo este projecto, por
que d'elle resullam grandes vantagens, foi qne
me levou a requrer a urgencia, mesmo por que
bos restara poneos das de trabalho e receei que
talvez nio houvesse tempo para que o projecto
fosse discutido, por isso nao duvidei de pedir a
sua discussio.
Entretanto, como o nobre 2* secretarlo agora
declara que o Ia signatario do projecto Ihe pedio
que requeresse o adiamento, caro fosse elle dado
para a discussio na sua ausencia, eu nio tenho
a menor duvida em votar por elle, afim.de que
seis discutido em presenca daquelle, que foi seu
principal autor, e mais habilitado para satisfazer
a sua utilidade.
O SR. F. tiE FIGUEIRO.V diz que nio satisfl-
zeram as informales dadas pelo nobre deputado
que acaba de sentar-se, por isso que se trata de
antorisar urna despesa avuliada, que nio deve ser
decretada sem que se tenba plena conviccao de
sna proficnidade, e por isso vai offerecer um re-
querimento pedindo informacSes.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requeri-
mento :
Reqaeiro que sobre a conveniencia do pro-
jecto seja ouvida a reparticio das obras publicas.
F. de Figueira.
E' tambem apoiado este outro requerimento :
Requero o adiamento da discussio do projec-
to por 48 horas.H. Mamede.
O SR. BARROS WANDERLEY justifica o pro-
jecto.
O SR. F. DE FIGUEIRA declara-se convencido
da utilidade do projecto, a vista das rasSes apre-
sentadas, e pede a retirada do s u requerimento.
Consultada a casa, consente na retirada do re-
querimento.
O SR. H. MAMEDE pede igualmente a retirada
do requerimento que offerecen, o que Ihe con
cedido.
Posto votos o projecto approvado.
2* discussio do projecto n. 52 d'este auno ele-
vando villa a p o voaco de Agoas Bellas.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda:
Depois da palavracmara, accrescente-se
cadea.Correa de Araujo.
O SR. JOAO VIEIRA :Sr. presidente.^ como
signatario do projecto devo explicar a rasio por
que redigi o art. 2 do modo por quese acha. O
anno passado, tratando-se da creaco de novas
villas, eslabelecea-se nesta casa como codicio
nio deverem ser ellas inauguradas sem que os
habitantes dos lagares eoprestassem casas para as
cmaras respectivas.
O Sr. Corb de Araujo :E para a cadeia
tambem.
O Sr. Joao Vieiba :Parece que nio passou lei
algama nesta casa com a cndilo que hoje con-
tera a emenda do nobre deputado pelo 2* dislncto.
Compreheoda-se perfeitamente que os habitantes
de um municipio possam fazer doaccio. de urna
casa onde funecione a cmara municipal, e as
autoridades judiciarias dem audiencias, mas tra-
tando-se de cadeia j nio assim. A oonstroc-
cao de urna cadeia depende de recursos, dos meios
de que qualquer municipio nio pode fcilmente
dispor para satisfazer a condicaa da emenda.
Nestas condiedes obrgar os particulares a fazer
urna despesa lio avallada talvez embaracar a
creacao de municipios em lugares que podam ser
elevados a esta ealhegoria,
(Trocatn-se apartes).
O Sa, Joao Vieira :As eadeias sao edificios
de outra ordem, exigara grande dispendio, e a
provincia nicamente tem concorfido para sua
edifica e,io.
Por estas rasSes nao posso deixar de votar con-
tra a emenda do nobre deputado.
O SR CORREA DE ARAUJO pede a retirada
da sua emenda, o que Ihe 4 concedido,
Encerrada a diaoossio, q projecto posto a vo-
tos e approvado.
Verificando se ,d haver casa o Sr. presidente
designa a urcl8m do dia e levanta a sessio.
200*000-
a Bahia 7:900*000-
o Rio de Janeiro I7.ti56*800
FACUL3ADE DE DIREITO. Por deliberadb
da congregacao foi mudada a aula da primeira
oadeira do primero auno do meio dia para na
hora da tarde.
BERIBERI.Racommendamo" a' leitura do eom-
raunicado do Sr. Dr. Carolino Francisco de Lima
Santo:, a respeito desta molestia.
COMPANHIA AMKRICANA.-ik.je estra esta,
compinhia no theatro Zarzuelas.
PRONUNCIA.Pelo subdelegado supplente eas
exercicio da freguezia da Boa-Vista, o Sr. Hora-
cio C.)elho,.foi pronunciado, como ineurso na pe-
nas do art. 193 do eodigo criminal, Bernardo An-
tonio deSanl'Anna, machinista da companhia d
tnlhos urbanos de Apipucos; qne diriga a ma-
china quando o soldado do 2* batalho de infanti-
na de linha Joao Antonio de Souza, soffrea o ee-
magaraento das pernas, do qual veio a fallecer.
Esto resultado, que chegou o Sr. subdelegado-
sera duvida em vista das provas, veio confirmar o
qne dissemea sobre o inconveniente systema, adop-
tado pelos macbinistas dos trens urbanos, de an-
da rem sempre maior forca'do que a estipulada-
as leis em vigor, bem c uno que Sanl'Anna teve
culpa do desastre.
LOJA DAS COLUMNAS.-Para essa lo) a a ra.
Primeiro de Marco, acaba de ehegar nm completo
e escolhido sortiraento de.fizenda modernas, co-
mo sejam cortes de seda de cores, padroes novo*,
gaze de seda poil de chvre e barege.
PKOCLAMAS.Furam lidos no domingo 28, na,
matrii da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
1.' denunciacao.
Anuncio de Faria Braga, com Deoelecia Mara
ae Azevedo.
Prudencio Pessoa da Veiga, com Mara Rosa da
Goaeeteo.
Antonio Bernardo Vaz de Carvalb) Jnior, con
Henriqueta Ayres.
Manoel Francisco Alves, com Maria Nogueira
Cordoiro.
Manoel Francisco de Araujo Reg, com Candida
Jeronyma Correa.
Pedro Argemim Deniz e Silva, com Augusto
Rosa de Assis.
Manoel Jos, com Mara Emigdia do Carmo.
Joaquim Alexandrino Rodrigues Lins, com Fir-
raina Ribeiro de Albuquerque.
Lasdilao Tolentino Cavalcante de Albuquerque,
com Igaez Feliciana Pereira de Lyra.
Raymundo Joio Nepomuceno, com Joanna Maris
da Conceicao.
Manoel Gregorio dos Santos, com Antonia Mari
Francisca da Conceicao.
Pedro Celestino Fernandos 3arbosa, eom Filo-
mena Maria de Lima.
2.* denunciacao.
Jos Joaquim Borges Ucboa, com Isabel da Cu-
nha Pereira.
Paulo Alpiniano Gon^alves de Miranda, com
Carolina Juvina dos Prazeres.
Affonso Benvenuto Coelho, com Maria Franeise
Romana da Gloria.
Antonio Joaquim de Oiiveira, com Sebastian
Mara da Cooceicio.
Antonio Silvestre da Silva, com Rosalina Mari
de Lima.
3.a denunciacao.
Jos Joaquim da Costa, com Francisca Leopoldi-
na do Mello.
Ernesto Gomes da Silva Reg, com Guilhermina
Mara Chaves.
Casimiro Juvencio, cora Rogeria Martins d
Silva.
LOTERA.A que se acha yenda a 194*
beneficio da igreja da Casa Forte, a qual corre no
dia 31 do crreme.
LEILOES.Araanhaa conforme est annunciado
effectua o agente Pinto o leiio de objeclos par
seleiro, no irmazem da ra da Cadeia n, 28.
Quinta-feira i de junho, effaetua o mesmo
agente em seu escriplorio a ra da Cruz n. 38, o
leiio de joias, obra de ouro, prata e predios, eoo-
forme se acha annunciado neste Diario.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessio ae hon-
tem a auembhia approvou em 3a discussio o pro -
jacio n. 9? deste aw, regulando o exercicio dos
lacios de Justina do termo do Cimbres; em 3a o
de n. 119 autonsaodo o presidente da provincia
a mandar indemnlsar ao arrebatante de ooras
CHRONICA J l DH IARIA.
rHIHrvtl, DO COMHBRCaW
4CTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 25
DE MAIO DE 1871.
RESIDENCIA DO EXM. SR. DBSBMBABGADOB ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manhia, reunidos os Srs.
deputados, secretario Miranda Leal, Olinte Basteo,
Candido Alcoforado e Alvaro, S. Exc o Sr. presi-
dente abri a sessio.
Foi lida, approvada a acta da sessio de 2.
Esteve presente o Sr. desembargador fiscal.
EXPEDIENTE.
Offlcio do Exm. Sr. conselhairo presidente d|>
tribunal do commercio da corte, acompanhan*
um processo commercial que em grao de revhn-
f5ra submetlido deciso do dito tribunal. B-
viado i secretaria para or fias convenientes.
CMBcio do conservador do commercio de a-
cei, informando sobre denuncia dada contr o
agente de leiloes Antonio Barbosa de Moraea Ca-
bral. O tribunal resolveu que se remettesso
com verba ao Sr. desembargador fiscal:
Offlcio do Or. jo.ii de direito especial do eoos-
mercio desta capital, requMUndo a r?0*}**,?*
livros e mais papis do eorretor fallecido los do
Aquine Fonceo, afim de n'ellea se proseder a on
exarae i requerimento de Augusto FredOnco m
Oiiveira 6t CResponda-se que vio ser dadas a
providencias para que tenba logar o exame deter-
minado.
Offlcio do Dr. juiz municipal e do commercio do
termo de Paulo Affonso, declarando tunea ae tes
aberlo fallencia em seu juizo.Para o archive.
Offlcio dos Srs. Joio Quirino de Aguilar 4C.
pedindo escasa do cargo de Qscaes do comporta-
ment do induciado Joao Pereira Moutinbo daarao
te a moratoria que Ihe foi coucedida.Reipaiea-
se que nao tem lugar, e que o trinen! esr ejoo
se sretem i semeThante incotnbeooia.
feriioi Oficial, de n. 108 a 1. w *'
^Registro da corre.poeee.cl. sMrt-tHi
9m
-


>
Mf- -
_____
. ,.i,,vnfl iif, hi ttfi*
m rtrnambcft Tej^a eira 30 de Maio d 1871


)
aeha-se regTrjYrmett* ecripturado al o n. 164
Rubricad de livros amiuerciaes: foracn dlri
buidas as dos livros :
C^iadocjla, loaquira los Goncalves Bellrao,
Diario e WBMW de Francisco GneJes de Aran-
jo, ditos d^Mwtkco Antonio Pereira. A C, Diaria
de G3s A-OM^Copiadnr de Parele Viauna & C.
DESPACHOS.
Requerihientos:
-De Joaquim de Albuq'uerque Mello, eommer-
ciante "com armazem da >!d e fogae na ra Impe-
rial n. Mi, folicilando ngittro da oomeaco de
en ciiteiro Prisciliaa do AlmeMa Caj.- Reco-
nhecida a firma da nomeacao, visto nao ser matri-
culado o supplicante, registro-se.
DeGuilherme da Silva Soimarae?, requerendo
porceriido du I). Unibelraa Libania dotemos
Gaimares, viuva de Guilherme da Sil Guima-
raes, que era matriculad o neste tribunal, lem r^
gistrado ouira nomeaeio de caixeiro alm da do
upplieaote.Ceitiftque-ss.
De Antonio Teixeira dos Santos, pedindo corti
dio do ci ntrato que efTeciura com Marcono
Francisco da Silva Morae*.Dse a certido re
querida.
De Ges & Untos, pedind) o reg*fro de seu
contrato social.Vi.-ta ao Sr. defembargsdor lis-
cal.
De Antonio Ignacio do Reg MeJeiros, pedindo
tanta o registro de seu contrato social. Vista
ao Sr. desoniharpador fiscal.
Do baro de Ouricury e outres, obmettendo
registro o distrato da 'firma liveira, Pilos
& C,celebrado em 30 de setembro do anu-pr-
ximo passato por occasio dofalleciroeolo do ba-
rio de C uangy qera um dos -oii-i >s dita
firma.Vista a Sr. desembargador fiscal.
COM PinKCRR DO SR. DESrHlHRGADOn FISCAL
PeticSo de Augusto Frederico de Oliveira e
Eduardo Candilo de Oliveira, contrato social.
Adiado.
Da Antonio Ignacio do Reg H>leiro, central
taratiem sociat^aob a rar.o de Oliveira, Filhos &
Ct'to a tfeclnraco na va relativamente a
ter aido pago na o sello devidn. como fot, regs
tre-ee naforma do decreto n. 4391.
Do bario i > Ouricury e outros Intratantes.
Seja registrado na foniia do decreto n. 139\.
De Ant. nio Serafim da Sliva, pira st admilii-
do matricula de commerciaote. Gimo re
qoer.
De Jos Antonio da Cunta GaimaraH*, paTa ra
giatro de seu Cntralo de sociedale. Uegisire-se
na forma do decreto n. 4J94.
De Jos Loiz Mtrtlns e seu irman, 'amhem con
trUo de soete-lade. Sej registrado na formado*
decreto n. 439 4.
De Cardoso & Irma, contrato Je prorogaco de
soctedade. Adado,
De Bailar Oliveira & C. para registro, da barca
naeioal SI maza. Como pedem. .
De Augusto Gomes da Silva para registre de
contrato cumraercial que celebrara e >m divwos
negociantes de algodo da prac.i da Parahiba.
Registre se.
Oj|Tribuiial reolen que fosse c mvidado o|Sr.
dezeiiibargailor fiscal pira a sessao do dia i* d
prximo vindouro mez de junho, na qual se um
de tratar das peticS-s de Augusto Federico de
Oliveira e Eduardo Candido de Oliveira o dj Car-
doso A rm.o boje adiados.
Por i .i se adiar adianlada a htfa nao se pJe
proseguir na disenssSo do prqjeJto de regiment
d iwi Jos corretore.
Nada raals havendo a despachar, o Exm. Sr.
presidente encerrou a sessao ao meio dia.
SESSO JUDfCIARlA, EM W DE MAIO
DE 1871.
PBBS1DBNCM DO >:XM. SR. DRSEUBAROADOB A. F. Pl-
RKTTI.
Secretario, Julio Gniw untes.
Ao meto dia declarou se alierla a
estando reunidos os Sr*. deseuibargadores Sil
va Gaimaraes Reis a Silva, e A'-cioli. a os
Sr. deputados Miranda Le*l, (andido Alcofo-
rado, OlintoBastos e Alvaro.
Lida, fui approvada a acia da Nrsio passada.
Pil lido o offlcio de 10 o present mea do Sr
conselheiro presidenU do tribnn.il do cumniercio
da capital do imperio, remetiendo os autos de re-
vista, julgados pelo mesrao trihanal a favor do re-
crreme, entre parlen, recrranlo Joaqnim Ar-
senio Cintra da Silva, re-xorrridos os adiiiMiistra-
dores da massa fallida de Araorim, Fragoso, San-
tos & C. E o Exid. Sr. presidente aocusou o rece-
bimenlo e ordenou que se remtase o feito para
o cartorio competente.
tJ\CCORDAO ASSICKADO.
J.ipellnnto Manoel RibeiraJ3a-ty=, appilladoTho-
m Joa juina do Nascimento.
iQLOAJlkRTOS.
Appellante W. G. Teniieiy, appellado KilOfl
Pritlon A C., eiiibarg.mte Tii'eoinro ChriatiaocAn
emJjart-'ado.i it;:be hchemeltan t C.; appellanto
Manoel Jos Duarte G.iimarSes, anpelladoi os ere
dores da massa fallida de Antonio Jur Maflios
Tourinho. Adalos a pedido dos Srs. diputado".
O 8^. W. O.into Bastos nao apresentou oa feilos
adiado* a seu pelido na sessto pascada, entre
partea, appellante Francisco Jos da Silva Caima-
raes, appellado os administradores da massa falli-
da de Amoriui, Fragoso, Santos & C, appellan-
tos os ditos administradores, appellado* Jos Jaco-
me de Araojo.
Continua sobre a mesa o falto que peude de
embargoseontre partes, emhsrgsnte Jos Al ves de
Agniar, embargados os administraJfea Ja massa
fallida de Antonio Jos de Ptgueirdo.
PASSAGRM.
Do Sr. desemUargador Iteis-e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli; appellante o sdministrador
da massa THida de Manoel da Amparo Caja, ap-
pellados a viuva a berdeiros de Miguel Ar chao jo
de Figueiredo.
Encerrou-sa a sesso moia hora da tarde.'de-
da ando o Exm. Sr. presidente dadas as ferias do
Espirito-Santo.
PUBLICACOES A PEDIDO.
CONSIDERAf.ES FF.ITAS PEI.O Dn.
FnANClSCO DE IdMA SANTOS
COMH1SSAO ENCARREGADA DE
fiOBRE OBERIBEHI.
Lendo o Diario ie Pernamhwo de 20 do corren-:
te, leparon-me a Revista Diaria urna notieia snb
o ltalo deberiberi, conlendo os seguinles tex-
toa: H tres das S. Exc o Sr. vir.e-preside.nte
da provincia leve sciensia, por ofici do Sr. Dr.
inspector 1a sa le, de que na casa de detencao ti-
Dbaapparecido, e effectivameute ia lavrand, em
caraclpr epidemieo, urna nnf rrailide desconheclia.
tendo j dado lagar a alguns obiWs e atacado cer-
ca de quarenla datemos.......
S. Exc.....................................
notneou inmediatamente urna commiss3o de cinco
medins para estufar essa enfermldsde .........
Consta-nos qne os membros dem commissjo
foram accordet em que a BIekmiJaie era a berihe-
ri, prfidamente eraetetismn, enf'rmidcdp, de qu
alus jA lem nppirecido netta cidatU outro$ caeos
sotados, ele. eic.
Depois, lendo o Diarinit i do mesmo mei que
corre, de,iaruu-me un la a Revitti Diaria uina
ontra noticia subreberiberim que ee l o se-
guiste :
Em vista do offleio que a referida commis'o.
endaro^ou vi ie-pr- mando n que j referimoi par n/oimucots tu-
svipeilus, S. Exc.otflciou a J.lma. comara inuoici-
pal determinando, ele......., >
E lendo o i biluarlo de 23 do referido meznova
surprea La vero, o no me de Firmiao Jo de
Sant'Anna, nielo. Pan.h b, de 38 auno-, soltefroy
ante Antonio beriberi I
Invista do qne, permuta a nobre e sabia comr
missa >, e o medio que dea esse-atlettido de bito,
que mui respeitosameole faca algU'iias considera-
es, qne occorrerarn m?, sem que livase em vs-J f
ta suscitar infcmpeslivameote queslo a'guoia e
obre a natoreza elementar do lertben a a da ina-,
lestia que si>bre vp'estj epiJeaiiCJ ora reina na,
caaa de detenc.ao.
Se o primeiro offljio dirigid) pre-ideneia felo
Sr. Dr. inyector de aaJa puDIlca dizque frec-J
tivamente linha a aparecido oa^aella pri'io uma
cnfernudade Jesconhecida, aw ia lavrand eom,J
carcter epilemieo ; se de 'dito a a'.-ririji-ln de:
nominada beriberi ainda lo pouco flrnMda na'
scwocia, qua 0J proprio3qa a tem deserl:,
jnniio divergem srbre os seas ym^t^mas eorae-
lenstie,,?, Jm e
*" "T ; se a mMa|i qu8 se elnmi hertheri-^
,n.0ff ..?1al nervada, a b3i ser -.nMota* Mo-
te, se aatgoni dos proprio membros da commwa'
V6nnoM mjvno tirerqnesenaooded-r perecer
aewrtmito je tPr stotaio *a ai-otla >6 do c.ir.i
reBW speiras don cadveres f,?n) QjieAo* tal.
tpptla-o da prediio Pirmoo J^ 9e *if*oa *
de Manoel fiomoaJIo Pereira, eu:a i\^m^"
O, i enrRe do -
casa
Wono fq0 M exp,, ter j-,,,,,,, 0 oi.itl)aP,f> ^
ca de mono por beriberi T Como qua se r^fli-
ca, que urna moiesUa lq yeilieqda, >o Ua iS
de malo de rt?l, pelo 9ti bt.Wtspmmr&K saiite
pubiia, no' dia 19 ou 20 do mesmo caaz uus
duus dias dflpois da ter'sidd notneada'^Oflrmi;3l>
syn licadora, pOle eita effloiar 4 ppe-ideaoia, 8*^-
verandoesiar reconhecida e perfeitimen ca
racterisada essa epidemia, ser ella n beriberi, MM
vrar al fra da detenco?......E o maisaan-
do-se a vahos* circamstancia de serem os proprioi
Srs. Drs. inspector de mude e o mi
tencio, ineloidos na nncionada ca
Q undo oerio que, mi una longi rtiervicin,
antes de te ter feito maltas autopsias, de se
havec consaltado a amitos autores es princi-
pios genes e lualteravws da scienoU, impasahn
com fundamento asseverar se, por templo, na
urna molestia contnTv'rsa. disputada, e nuoca^sh
ta. como o tal beriberi. seja reainjente
riberi. ,
Para provado que tenho Uto para aq- trans
rirei o primero textj do artigo sobre o beriberi,
estampado no tratado da
(ultima edicao lom. pag
escripto por um homem nao suspeito para os|mem-
bros da nobre eommi.-.-ao, com A. Le Uo de
Mericourt. Eis o texto : Cette dnommation
beriberi, qne Bontius parail avoir, le premier,
introduile en nosologie vers ie miluu da XVII
sede, est tres ustte, dejmis cttl* ipoqut, par fes
mdecis qui enl ecril sur J patbologu' des Imles
orientaUs. Loiu ie ivgner une frelorf netle-
memt ctrconscrile on reconnait, ea parcaurani les
momtireux traoaux (/ qu'on a englob ubusivement, soits ce twm, une fon
le d'tats movbides de notare tres dijferente i
Dessa denominacao, que paree ter sido Bontius
o primeiro qua introducto na nosologa, pouco
mais ou menos ao nteiado do XVII secuto, muito
uzaram ao depois os mdicos que escreveram
sobre a palhologia das ludias Oiieataes. Percor-
rendo-se os numerosos tribulus a hwpeilo do
beriberi, v se, que aquella deaominaoo em vez
de dar idea de ama affdccao claramente circuns
cripta, abrange um sem numero de eafe'midales
do natureza difTerente, e isso por se ter dola abu
sado.
(xintina : // a suflit en e/ftt, poar beau-
cvip de praliciens de linde, d'obaroer okat a*
nnlaie des troubtes de molili'., de la sensibilit
el de la respiralion, avec nu .vin.s huiropisie con-
comtenle, pour diagnosliquer un cu de beriberi.
II est result de dti mnntre pea identifique de.
proceder, un oerituble chaos au mlieu duqael il
est actullement (or difkile de porUr la la-
miere.
Com efTeito, basta os praticos da India observa-
ren] seu doenle cora desordens oa perturban")- s na
m tiliJadi-, seosibilidada.e respiracao, com h\d. o-
pysia concomitan.a na nao, para logo diagnostica-'
remiro c.i-o d- berioeri. Do que lena resultado
- iTesea maneira de proceder pouco sr.ienlifica
am cerdadeirochaos, nomeio do aa l>-iHt-se ni-
miamente difcil penetrar a luz.
Ainda conmina Merioart : < .... Du-' i' es-
poir de pircentr, on a essay de grouper, tapies
le symptomes predominantes, les obseroations au
offraient le plus sieurs formes, mus cette clamfication arbitraire
na nulleuienl elucid la questian. Na eaperanca
por.n de que exista luz, t..-.n--e prreurado reu-
uir, visia dos symplomas preJomtHaaies, as ob-
servares que oflereceui mais analgas e uinbem
esiabe[ecer multas formas ; mas semelbante clas-
siii vica-i arbitraria nao lem de modo aigum escia
recido a questo.
E diz mais o citado autor prosegnindo : Rile
a seulement (a tal classilica- i ) permis de conclu-
re que la grande majorii des observaUurs entsn
den! par le mol lieriberi une kidr aign qui ataque, Irqitemmettt, el sjurtoul d'une
maniere epidemique, les d*ferentes races d'hummes
ses al, dans beaucanp de localils de Asie Orintale.
Pt sem-lhaute ob9ervacio apenas se pule cou-
cluir, que a ;iaule totalidade dos ofc&evaiores
enleade pea palavra beriberi orna bydropyia de
marcha aguda que a.---o iim->tte freqqentemenie e
de uma maneira epidmica, diffjrentes raea* de
liomens em nuitos Jugares da A*ia Oieutal.....
Alm do que acaba de expor Le Ron de Meri-
court ta nbe.n Mijer o Foussagrwes, que como Me-
ricourt tem n'esses ltimos lempos mais se ociu
pado do tal beriberi, do-a ver cl ramate em seus
liaballiosque s se de ve chamar beriberi uma
byd opysia ou auazarca raaidacousequeacia da
aluracao do sangoe. O que por ventura ba ah
de extraordinario i
Mas qne o mesmo Mericourt, na sitada obra.
diz colisa melbor e veno a ser : c IT nous puroi-
trail lgdme rapporter r diverses moAadtes, tees
qui la mglite aiy&e on chrowque, Chmorrkagie
de !a mnelle, la meningile mch'dienne piJlimique,
la parah/sie rlieumatismale, l'a-'rophic inuscnlati'e,
l'ataxie locvmo'rice, differentes formes Hacis per
niaeux, a l'endocurdile rhemn tlismale, etc., ele,
les nonbreux cas dcrits, so sous le nom de bar-
biers,*oil sous celui de beriberi, V? qui ont serv a
lablir les formes convultioes, cachetique, atrophi-
que. poigsarcique. ....
Parece-nos que os numerosos casos de*cripto*,
quer depaixo do nome de barbiers, do aome de beriberi e que tem frvido para esta-
belecer as formas convulsivas cacheticas, atrophi-
ca,e polisai chica, dobetiberi e do barbiers seria
mais justo qe nao fussem consideradas molestia
aparte e sim as j conhecidas, eoino bara a milite
aguda ou ehronica, a hemerrbagia da medalla, a
meningile racliidiana epidmica, a paralysia rheu-
matismal, a atrophia muscular, a ataxia loconn-
triz, as diferentes formas de accessos perniciosos,
a endocardite rheumatismal, etc.
Sendo para nao esqaeeer que em 185*, segando
refere Mericourt, Maz, cirurgiao-inr de nma
corveta chamada Eurulice, observoa, ao atraveasar
de Adra para a ilha da Re anio, ama epidemia-de
anasarca agu la, que fez niuitaa victimas na 69-
quipaclo que j estaca affectada do scorbuto I
Epidemia essa de anasarca escorbaca, qaa Me-
ricuurt, ancioso por factos para enriquecer o novo
quadro do oW(Vr/,cl)rismou- logo de beribeni
Ora, se o beriberi 6 ama molestia asim tao
controversa am sua natureza elementar; se ainda
nao est decidida pela ob-ervae&o e pela expe-
riencia e de modo a nao deixar dnvida, se simi-
Ihante molestia, abas caraclerisada pelo qne re-
ferem os que a teem observado, por anasar-
ca agada, fraqoeza geral, paralysia e altera-
';ao prolnoda do saogue, realmente um no-
me do mais na sciencia oa ama molestia dentro
as j conbecidas, c m a nica dilTerea^a de
reinar frequentemente, e sob a forma epidmica
mais ou menos, nos paizes em que a variodide de
temperatura e a humidade sao frequenfes ; se o
lieriberi, como molestia nova, tao pouco conside-
rado pelos melhares observa lores de mundo, que
rara a obra de palhologia imprtame eii
qne, qu mo vem elle desmoto, nao deixa
de ser ligeramente e apenas jDancignado, nao
obstante Bontius o ter n ticiado ha bem boas
duzentos aanes; e o que mais < eonnrmado
pelo (acto de havrera Ranaid Martin e threhead,
medidos pratico, com 23 annos de pratie nos
hopitaes de Calcutta, na3 apreseutareu era suas
Obras uma s paUvra a respeRo...............
Como digo, que a Ilustre cororaisso tm. 48
horas, se tanto, lugo depois de ha ver o Sr. Dr. ibs-
peetjr da saude (umbera membro da naesma com
robalo) asseverado presidsnoia, igoarsoeir. total
da natureza da molestia pdle a illa olBjiar e d,i-
zer: J sabemos que molesfia reina na ctfcia do
lleeife ; o brrieri das Indias orienlaes bem
caracleri-ado? I
A commi'-So alm do expeniido deveria mais
considirar-'qoe o ranos, e que trate Merioonrl de-
peode sea duvida da confusao qne os medios de
segnn la e terceira ordem, que sao sempi gira Imedte mais se prestaai a transportar se para
jllizas rojnolo-, looge da sstenciae da cvilinanBa,!
lemlaneadnanisograbiadnvas onfermidndis;
porque essee ui.dicos.Jiem faiti de reour os pro-
prio, j em falta de autopsias eitasoom a luz da
aoaionfa pf.hoioglea, da pbysiologa, na. ex;-
ienea facis >o e lomar a auvem por Juno ;
e as obser?Q5s escripias estampar erroe qne
.' s o teimpo e a msma experieaela saoem apagar.
Ah 1 O qne sera da mwtieina se, em vez de cin -
girmos am ni obsorvaeio as lewgeraes a io*v*ri8
m*, qae'fee-n a scieueia, abanionando-as tnlei-
raineute, srgM pelo amor da gloria das (ateobdr-
tas e de am nono qaalqaer, rauaiodo no e ostro
-yroptom.'i salisotn de molestias cjuhecida?, otos
viriavei', eoafbrona as cnn nelAde los climas, constitfllrraos par foros ama
molera nodi, de natureza etpeeiHda ou espeda! 1
O que ser da ((teraputica e -da biim midade
Qual ?er ora-alttjo, eam, .prenuncio de uma
decadencia certa o escandalla f....... O .ibra-;
eo fraternal do m^oieo coro o cbUriaio, a di-pu-
larem na mernda a ttperiorflPitl' o reno-
mei I..........u.... i^ijju.u.j.r.........
Entretanto, *6 ^'ifdpoij do protedr pessuroso
la. nobre oommiasao, d/ib tnmeoiram ot meti)
a correr A cadia, inauavve os da jKoprla ooas-
mlvao, a observar o vente/, a
cameob), dex-jnr cadveres
videoje
_ Continuo. Para nuis prova do rstado actual
do diagnostico do beriberi accresceutarci que, Le
Roy de Mericourt, qae como flcou dim, foi o nro-
pno que escrarei o artigo para a ebra de Wal-
tetx. arlqjo doqual copiei ijniz cerbis os textos ja era oaia um 'dos
sos- % |ir acaba de escrever am outro Ion)* iaiPdemia, e dos terroristas que' lia'dio ii
ccionarw ment,
Caromno
A NOBRE
SVNDICAR
no sentido de remover daVTsUs dos in-
eVt-s atentos a pratica das autopsias e-a um
dos ,'pateos da rprisaj fronleiro a um de sea-
raios l> Po:que, ao pavor que se v estampad)
miseros datemos, por causa da
artigo UHrAvteriberi para am novo dicciona
fue e tta a-publicar, chegou afflrmar o diag
nstico, e a alterar as formas da molestia em ques-
lo. em ob-ervacties fetas na Ilahia, em 1866 a
da da41867, por u a Sr. Dr. Silva Lina, qua apresan*
sao.....' m tratalho-'Mbre uroaadeiMtfue atli reinara,
a iual deraa nome de#Pb''jllnbafho digno de
ser anaiysaiD de o que fcrai oanortunamapte) peto
modo da preceder pouco tcientifico de san autor;
por ter Fsaannal) inieirantente as autopsias qae
praticara bservaroas ojoo hera, dos principios
geraes, inataerareis e fuadameoiaes da sciencia.
Sim : naase'irabalho nao se v a pratico experi-
mentado, o sabio cerrado de todas as Inzes possi-
vaia da ewncia, a preeorar nos segredos da na-
tureza o descoohecido, o difficil e o extraordi-
phthologia de Walteis, jario. ^-oflT av
. S63)- artigo qoa foi O a* resnltau, pora, do fooeder de Le Roy
de Mericourt em saltar por sobro quaolos me-
daos ingUaas, bespanh-Mw indianos tem Indeque
pouco, escripto sobre o beriberi, para s pelos arti-
gos de um medico da Bahia, o t)r. Silva Lima, al-
terar as formas a into admittidas ? Qae, alm
da r. -borar a idea de que realmente nada havla de
certo sob/e a natureza elementar do beriberi, ca-
hlsse em piipaveis eotfradieeSes, como poderlo
verificar o* quo com critario confrontar os seu<
do9 aencionadtKi artigo*.
Um exemplo. E' o meamo Mericourt que, tendo l^g,
dim era n artigo qne e;crevea para afjtia do
medico praticoque sobre o diagnostico do beri-
beri havia um cnaat, no meio d> qual era dilfkil
actualmente penetrar a luz ; e que a frina chi-
mada atroplcn, cachetica e oatras devrriam com
razio ser excluidas t>a consideradas como moles
lias ja conbecidasno arng) que eecrrveu para o
diccionario de que tenho fallado, admiite a forma
atropkica como essen:iall
De maneira ifua, mi ao a lai fez-se para elle logo
que leu os amigos do Dr. Sirva Lima, residente oa
Babia I Esta, que leudo admtid >, por ter ohser-
vad) na Bdva, duis f jrraas m beriberii, hydro
pica e a trophica, creou ama lerceira, que cba-
mou mixta, e que tamben f j log) aceita por Me-
ricourt I
Mas com qae fan lamento reou o Dr. Silva Lima
essa forma, mixta, o pe, admira I Depois de ter
recouhecido que mvari .velraeoto, tanto aat.naa
hy iropic* como na atropkica existen eiomacia
n is tornozelos e oaralysia mais oa menos seosivel
loe mpossibilua os moviraenlos e a marcha diz :
-: 1 a um i forma mtxla qua ve n a ser a em que a
mol -stia oriocipia >a por oiralysia das exiremi
dades inferiores, ou por oalema sem paralysia,
ou anda por paralysia e :t lema ao mesmo lempo I
E por jue tu>lo isso ? Porque, ont elle cha non
a paralysia, que acompaona a ib leroacia fraqoeza
das pernos ; ora. denominan a mesma flaqueza
das pe.rnas paralusia, quaado as mesmas psrnas
eram .k lemar.iadav
E porque lulo isso Porqna o tal observador
da Baha, obsnrvaado, pardea de vista, a physulv
gia d i systema nervoso, e os re-niladoi possiveis
das imprasses raorb J i; porqoe nao se lembroa
da diversidad da phMioni-m>s moTbiloa. do syste-
ma nervoso, devida diversidade natural do mes-
mo systema, uma vez dividido pelo modo de ma-
nifestar am cada parte pcopna as (oreas, que
governaai a malaria, aa (oreas que qaaatm a for-
ma, e as forcas qie poem o ser vimam relacao
aom o mundo ex:enor.
Seass fraiancza das pernas, observada na forma
hydropiea, aa fosse o eilVila- de uma paralysia,
ella se conservara saropre fraqueza al o Sro da
molestia ; mas, desd-> que essa fraqueza, mar-
chaodv dia a dia hora h ira.cheza-por in a ser
paralueia qie aquella fraquesa j era rnaa pei-
iintia.
E euioa qae ara svroptoma lao coinuium na
myehte a ana bemorrhagias da medulla, e qn*
tiestas molestias principia, ora com m iemacia, ora
sem i lemaeia, ora or simles fruqueza, orado
modo terminante, palo servir nono base de ama
das format dessa enfcrmidade, cojo conhecimanto
depende ainda de mis de meio caunho a audir
na obrervaco a experiencia t
Qaando na ob?ervaao e experiencia chegam a
(altar a lgica, os principios physiologtcos, e mui tas
vt-sas o conhecimento profundo da orgaoisacao do
obrcio da observaeo, e laipossival qne.por ellas se
tirara cunseqnaneias artas, indaccoes praucas e
systematieas. Entc- camr-sa-ha na cabos do qae
failava o proprio La Roy da Mericourt acerca do
teriatra a 11 est result ie cette muirtepeu seten-
li/ique e preceder un chaos au milieu duque' it
est UKtuettcment fert defictle de portee la Jmmir
hgando-se o espectaculoso erem os
corpos dos finados companheiroa dissecados e
mutlalos vista de todos ama especie de
grande falta de caridada, em um paiz caibolico
em qne a hnjnanidada deve caprlchar por amor
da. hnmanidade eacarcerada. *
Canfessa que muito contristou-rae ver alguns
das presos de olhos compungidos, a contempla-
ren aquella espectculo, sampre terrivel para os
que nao sao da proQssio, ana incertesa do qae
um dia depois Ihes estar predestinado. as epi
demias o terror mui tas vezes a causa princi-
pal do augmento na cifra dos mirtos.
Dr. Cetrono Francisco de Lima Santos.
Estrada de ferro do Li-
moeirOo
Sr. nruariqae de Mdcedo parece, em
falta de oulra cousa a fazar, estar dts-
posto a tornar interminave! as soas lama-
rias sobre a estrada de ferro do Lioaoeiro,
cotn a qual havia provavelmeote leiti um
bxn clcalo, que o tneu e-intrato aouiqui-
ere. *
eon*ie do iillega Sf. Dr. Seve- $d>Mr* I prncaranote, a -d*#jnj eadaaers"fl ps f>fi. E ja que uva oceasia da 4aar
oe aeten toe mflrobro da commissio.....,. 'amrtr ;adetlajrt azer laiu.iegpro ftiif f*\, P^J* VHai*t oa casa de aataagaA
iatorio* JPg'40 pela pra*oaoei /
B o mais qne aesse cabos, se achata, ^ipre
internado aqnelleqne, abandonando ou esquecendo
ao lela certas e invarierre da patholocJa e pby
sioloijia delaar-se guiar cegameme pelas ottserva-
qo% e laclas qaa at o prseme tara offerecido
sciena os a (hielas dn beriberi.
O qae qnkr tser qun j mais poder apreseo-
tar una anavicA> fundada e seieniifica, a res-
peito- da motestia qae reina na casa de .detenco,
o medico qna nao fizar ara esluao seria sobre as
diversas nacreas, cUorose*, mylites, hemor-
rhagias da medalla, meningita rarhidianna apide
mica, paralysia rhaamatismjl, as diversas formas
le accessos perniciosos, as dtfferentes formas dos
effeitoj do germen typboide, do escorbuu etc. ;
que nao tiver de novo estadado o mechanismo da
circolacao geral e especialmente do sangoe, as al-
leracoe nossrveis a reiacoes d'estas com o resto
do organismo, no qtraoto for possivel ; qne dei-
xar de observar alternamente muitos doentes ;
feito o rtraior numero possivel de autopsias deba i-
xo da todas aa regras da arte, para que se nio di-
lacere ama tea delicada, nma Abra importante ;
que erad, nao leona por maito lempo meditado
sonre a resoin^ai antro or novas resultados o os
j conheci ios e estampados no livro dos principios
condecidos como certos e mvariaveis.
Bem diverso am st natureza e quaato as
eousenvjnnela*, o juico feito por nra medico, em
conversa particular com outrem acarea de nma
molestia; qaatqser, e o juiz) feito por am eorpo
sciemifteo; jaizo es ;ripto e publicado, tfseverando
a existen^ o> oma premia dnvidosa, difficil di
s>r reconhecida era" soa essen;ia, e de eonseqaen-
cias gravea: razan demau porque a nobre eom-
niMaV loco im dia depois de Unta ignorancia,
qal adartarada nelo 9'. Dr. inspector de saude
publiaa, nao ofkiaese A presidenciapreeoee sa-
bedona sdbre a naturera da mal, mrment-
nao te tando anda feito ama s autopsia I E
assim nio dar motivo a qaa cora razio 8. Eaa. o
Sh vice-presliante, era segando offlcio dirigido a
nobre commisso, solicitases qaa se incumbiese
de Matar em todas na tas phaes a molestia, (a-
zendo as antudesacSes que es iioj peiissem para
ao depoii commnnicar-lhe em w Tf E se este M uro dos rasaltados da precipite af-
irmativa da nobre jommisso de logo no dia
a iQ a's8verar presideocia a existencia
do betibert na undeil; nmiamente prejudicial foi
ainda a precoce d^clara^io no Diarm de Peinan
tncojcnjo resultada nio ssndo por nudo algum
benfico, ao edntrario s servio para espavorir a
populado que, ba am anno seguramente, ouvia
ao leo ge am raurmutlo s.ibre o beriberi.
Longo" de min sai eontestar a existencia de unta
epidemia na nasa de de'.engj: bata nao ignorar
que epidemia uma mole-lia que ataca ao roes-
lempo e no mesmo losar um grande nomero de
pesoas de uma s vez, e qaa depende da oma
cansa eomujuro, eontioua e garal, qne sobrevem
atcldentamartte, a tm kof causas a altaracio do
ar, dos liroentes, ate., viten, dice) para qae
nao o possa tarar.
Mas que aa amando que o-medico, em suas
deetaTJei mormenie se ew elle no exeroic d^
um derer judiciarlodeve proceder eomo o ma-
/istrado na eadeira de juiz:jnlgar nao -nalns
ffitames de sua conaoienela, mas sim aela orova
dos autos.
Para'6 meiieo, na qaestio vertenda\ as prova
dwmrtis slo tfautopsias os-repetido! eximes na
cmnmwa dos 'oent's, o exntne e oonfroMacAo das
molestias conhecidat com a suspeit* efe. H foi o
qua ajo fez a nbri oromwsa,) ames da aseare
rar^nrmHIenell a exfsieoeia do beritmi na nasa
o? datanxjaa.
Ptlaroavaa-qM me lafca, v*ft dtw desata* qoa
tenno obseia>do na a-sa de detanci. a de-an
autipsla qua auefcui, entre dnas qae se tem pre-
nsado, paso destarar que Invra a eprdeaiic-
momo uma anasarca agada, onaa derramaap'"
eWrauranila, J nos oeotrra ner visas, da aaa or-
ttji'' easunetaas vida ; hyoerrmia lana, ,uiw seus elTeitos laarMfita maa das une 3o raai- ia, (Wbro'*
da. Mas, pehs razdej f p*raderadaa, nem p>wo
l a (Janear qae a nveatia 4 -ama nova m destia,
oem qu o beriberi, a lavrar na deiencao, e
matto menos na Broiooia^ paro qoa I s.jt a oau-
sa afltaeote-d .que as -i-Mi a
T, lambro i no
bra aemni;?**- ou aujaem rana tiwr, que pro
Qaizera n^o o acompanar no sea pro-
posito.
Emendo que o assumplo est asgotado,
a matevia est ^nl^lcilnteBDente esmerilhada,
e bastjva-roe repoasar no juiz.) do pu-
blico, que acredito nao ser polo Sr. Buar-
que.
Se a este Sr. agradavel andar era ex-
hibirlo a tolo o proposito, se gosla de- fa-
zer alarido, persuadido de qie certo' o
nfioquena alais grita quera mais nz3o
tem,nioquereret ser quera o desvie des-
segosto. Porminba parte, no o teoho, e
neto me presto a alimentar o dos outros.
Mas o qua se ba de fazer com oSr. Bn-
arque!....
N lo capaz de confessar-se vencido, in-
siste, repiza o que tem dito, inverte cir-
i'.umslauoias t jai por dianle.
Nio o posso," pois, deixar s, e don me
pressa em apreciar o seu artigo de boje.
\ argumenUQSj cavillosa, e desusada
qae em^regoo, deve convencer a todo que
o Sr. Boarque coneca a bater em vento,
e joga o u timo recurso, o recurso dos tro-
cadiihos, fazendo transen C3S de trechos
ilestac idos, Unto dos seos como dos meus
artig03, e deile tira tUave* que n5o boora-
riam nem aos discpulos, de Fr. Gerundio.
Assun que cooaecou a descambar para
as evasioas, veio I lie a idea de a imbuir-me
ine&actiddes. Neste ponto dei-lbe ama sor-
tida, e mudou de manobraboje aitribue-
ine coutradiecds !
Falta-rae, pou, a precisa pachorra para
dar-ine cica em todas estas peripecias, e
por isso le re^ponderei em poucas pala-
vra s.
Mi me resigne a ouvir itop -ssivel o di-
zer d\> Sr. ftuarque que en quiz andar a
duas amarras no contrato da estrada do
Limoeiro e que por Ora, para n a ser por
elle engaado, engauei-o.
Se o Sr. Boarq'te nao se zangasse, ea dit
ria que este seu assefto reseote-se al de
falta de censo comisura.
Como eu poder arranjar as duas
amarras, tendo me a presen lado a licitaco ?
Depois de o ter feito, era de esperar que
se contrato, em vez de o obter en, fosse
conseguido pelo Sr. Buarque, me dessa el-
le a parte que me havia promettido ?
Nao taco a inpmica de suppor o Sr. Bu
arque tao simplorio a esta ponto-sabido
elle, eeu nesta conta o teobo.
Desde qife-me aventurei a concurrencia,
estava entendido qne n5o contava com a so-
ciedade do Sr. Boarque, nem a acceitaria
mais em circuinstancia alguma, ainda mes-
mo que m'i concedesesm, para assim por
bem patente o sea destateresse, levado ao
extremo de nao querer mas dn que ligar
sea nome obscuro I (come modesto... )
ao grandpso melhoramento.
Estoa, entreunto, satisleito com a deca-
raco, qae faz o Sr. Buarque, de qae de
certo lempo por atante tacuu reservado e
esquivo com'go. Isto prova que ea tiva
razo de sobra em descanar do Sr. Buarque
e nao contar com a lealdade da sua promes-
sa, que elle ms.-no co.vfessa ter aflnal res-
tringindo-a, admittmdo-me nicamente como
socio, e prelerindo o nosso primero ajuste.
Desmerecendo o Sr. Buarqae, como de
tacto dd.-msrecea, de miaba eoufianca, en
nio eslava para com elle obrigado a mai-
cousa algnma, e nem tinha qae dar-lbe ei-
plicac->s: era elle quera ui'as devera dar.
K--a e mais o Sr. B jarque pretender,
desde qne se poz em esquivan?*, que ea so-
Hcitasse, e mendigasse a esmola de dar-me
informabas I Para sujeitar me a isto seria
peretse qae me recoahecesse era sua depen-
dencia, e sem babilitcSes i ara concorrer
ao contracto.
A vista do que flea dito bem podra eu
deisar de insistir em outros argumentos de
Sr. Buarque, que podem ser quaHQcados
d escapatorias; mas quero por as cousas
bota a liuup i. Nio importa que seja o lio
mera mais desmemoriado) que c uiieco, em
ludo quanto n,n Ibe faz cunt. Ea porm
Ibe li-ji de por a memoria em torturas, at
arrancar- he a verdade do occorrido.
O Sr. Buarque diz, oerto, ter se posto
arredio de mim, mas altr bue a urna causa
qaa me iuteirameote descnbecida; diz
mais que ea sabia que a preposta d Sr.
Bario do Livraraenlo era tambera dclle,
tanto que ped qaa nao detiarasse ao mes-
mo Sr. Ba'rSo qne en era sea socio.
Eu tinua miabas razes para nao tratar
direcUmente com o Sr. Bar2o, e por isto
dis.se ao Sr. Buarque qae nao Ihe fallasse
em me nomp; mas ludo isto occorreu poi
ocoast5o da primeira proposta, depois que o
S\ Buarque, tendcomigotratadi associar-
nos com otrtres, me veio diter qoe eslava
associado ao sr. Bai&ve trfje s para mim
eslava reservada urna parle.
N5o ha da neg'aT sto i, camo o Suppo-
dho, um hoaera de honra, e Tonda lo nie-
to, exijo que sej clero e expliciio sobre
todo, evite as reticenci as, declarndome a
cansa dosen af^r'amepo.eape-soa a qaim
llade; conveof-me de qi n31 foi o i.ego
oio da estrada -do Liraaeiro que o poz na
d'Staneia em que e oollocou, convenca-me
di que nao trotrla o calclo de mystHicar
me neate-negocio.
Faeo-lhe esto pedido com a ma or inst-rn-
verojide a iilbos de lodos,
Sr. Bir?*qae, e Wobodlreito disto exigid,
porque.S, 5. nfolem disentido comigo
leatmente. ,
OSr. Bmi^-vait^tKattiiat diaerqae
n5o se lembra do nosio ^ontro na estra-
da;ae!erwflB8.frW<,"
conversas no fhoitro, e de tantos tstenla-
nhos qae um nunca acabar!
Pois bem f venham a publico todas os
teslemunhos, desejo por a forca qae elles
teem', qaero ver se ba am s qae precise
a poca das nossas conversas, e que diga
qae taes conversas tiverara lugar entre" a
segunda e a ultima con.correo.cia, e n5o ao
lempo em que nos nos entendamos sobre
a referida estrada.
Vonham tambem ao publico conversa
do thoatro, o grande achado, que fez oSr.
Buarque.
E' sabido que o tbeatro inceodiou so em
siembro de 1869, e qae a segunda con-
correncia realisou-se em Janeiro de 1870,
e d'ahi concloir-se-ha fcilmente que a con-
versa do ibealro s a primoira se podia re-
ferir
Por este modo tenho feito palente o
quanlo o Sr. Buarqoe est eoredande, e
torcendo a queslo, e o publico o apre-
ciar!
Em relacSa ao conselho dado ao Sr
BarSo do Livra.mento, e a htOfU do advo-
gado para fazer um sim le; resji ndo-lhe :
o homem de bara. o advogado leal, nao
lembra alvtres q ;e a si parece indecente,
nem crea tentaces, e diz resolutamente
nSoacceitd, n*da mais lia qoe fazer.
O c nselhn, portanlo, do Sr, Buarque
imporlava uma ins naaco, mais com o 'in
de ser acceite do qoe regeitado, e ao que
me consta, o Sr, Dr. Manoel de Barros
o5o o quiz fazer, ao contrario, aconselhon
ao Sr. Baro do Livrameato a quo nao c-
ceitasse o contrato
Eogenheirohaail,canbecendo qae as con
dices impostas tornavam o contrato inexequi
vel, declarou-o francamente, e nodeixou ao
seu amigo antever hypoiliase da modifica-
ctaes pela asembla.
Se eu tivessa perfeito conb cimeoto das
lifficuldades que creavam ao contrato as con-
digoas alluias. lainoetn nao as teria ac-
ceitado.
Nao me preocupa a declaraco feita em
ares de mysteriu. da que traa se de veu-
der o contrito, nem os segredos e consallas
que refere o Sr. Buarque; ha em ludo is-
to muito trabalbo de imag:naco, eS S.
dad i a este genero de trabalbo.
Declaro que tenho pr-icurrdo accionistas,
mas nocomorador para a empreza, e con-
io que o Sr. Buarque, e ea somos bem co-
nheci los, e sobre nos os juiz os devera es-
tar formados ; ninguem dir jamis que sea
daquelles qua se ajeitam a todos os papis
e a todas as circamstaocias.
Beci.e, 27 de maio de 1871
Baro da Solidade.
A inda a estrada do Limoeiro.
111 muitos dias prsveniram-me de que o Sr. As-
sis Janior, bem auxiliado, preparava-me um re
posta esmagadora. Esparei-a, e abi veio ella .
adi vei tiais enfezada I
Nao Ihe levo nil qae procurare defender a
seu pai, embora eu n) o tivesse aggravado. Est
no s.'-u direiio, e, mesmo, esse empenbo Iho loa-
vavel.
Deploro, porm, qu> cen-urando-rae pelo uso
dasr-'licencias, ti-esse-as alopiado com relacao a
mira. Um cavalheiro, como se considera, deve
t-lo em todas as osasi8e*.
Ja ti va opportunidade de referir os motives de
convieco qua me determinara), n asserabla, a
d*r o meii voto para que fose modiflcado o con-
trato da Estrada do Limoeiro contrato que foi
qnalieado de inexeqpivel pelo Sr. Dr. Buarqu; e
nutras pessoas competentes.
Se o Sr. Assiano quer acceitar as minhas afJlr
macSfe, na la mas me resta a dizer.
Exijo, entretanto, qae nao me ultraje : io me
presto a ser camyeao dos Ioleronses de quera quer
que seja.
Do modo m.iis positivo e solemne provoco-o a
qae declare o raofocj por que de amigo sedi-
cito passei a inimigo desleal do Sr. desembarqador
Assis, e as causas que deram lugar ao mea afjas
lamento e descalabro; e maisas cousas que iin
dam ahi e que s provocado as revelar ....
Estou disposto a acceitar a lata no terreno em
que a quizerem collonar. S cavalbeiro, se tem
digoidade, explique asse trexo de sea artigo : en
o exijo, sob pena de ficar S. S. considerado
um calumniador.
29 de maio de 1871.
Pedro Alfonso Ferreira.
nao era postivel que aquelje f euhor tivessa dilo,
em miaba presenta, talo quanto publicon.
Nenbum homem que prese a ana dignidade,
nenhum homem brioso, poderla tolerar, eom a
indiffrenca que me Mtribaio o Sr. Drnmmond,
o revoltautes insultos que pretenoau ter ro'oa
lancado a face.
. (iimaria-me, pois, prwoflir ma fe;ti(icacin,
e com esse intuito apresantei me, no labiado, na
assenjbla. _^^*waw
Abalado pela commoca de a rae acbava
(ussoido, agitido pelo mais pora seniimento do
mdigoacao, dianle e laaaanha antervia e des-
lealdade, alirei ao mea detractor a quallficacao,
deeseaoJalo socialde depravado e immoral.
Era meo fim excitar os seus bri provocar a
sua iignidade, e eompefri-lo a am ducllo de ea-
valheiros,
O Sr. Gaspar Drnmmond, porm, a cfoom falta
i energa do seniimento como a do carcter, ane-
xar da intiraacio formtil que Ihe iiz...fugio ao
mea desao I...
As nossas votes, de parte a parte, se haviam
alterado, e o Sr. presidente da assembla, oio
podendo manler a ordem, resolveu It-vantar a
sessio. Nessa occasio o Sr. deputado Gcw....
tentou aggredir-me. Enlao, presencicu o publi-
co a msis deploravel scena : a desordem e al-
voroto no reeinto do sali.
Nio fui eu, porm, qnem de!-?rmin'>n a luta de
pugillalo qae esteve em termos de iravar-se-----
Eu havia protestado, e manlive o incu protesto,
de poupar ah, em consideracio assembla, ao
deputado a quera me diidfia.
Tenho c. iicieucia d qu, uate paste,
nao faltei com o rspalo 'Invito.a,iiai"'* collegas
e provincia.
Vuu pubii:ir, o diaaarso qn paaari. o, depois,
proaaeMo an.lysai o di*cnrsoeo proced mente
do Sr. Gaspar Druminond.
P. Affonso Ferreira.
Crty's Hinslrels I Se GbrUive m consa que
eom tal pareea, nao dove ser bom 1 (disse en aus
meu boi5es, lembrando-me de CbnsJM e gto-
riona memoria, que n s armn am conflicto inglva.
Mas (em toa hora o digo) oo piimeiro epecla-
enlo qne d^ram convonc-me que m'nca s^ Vio io-
BRASIL COUSA ASSIM.
Que msica I Que ilan*j I Qne scenis eomi-
cas/ Que comeds III Sofereludo que come-
dias til
A scena em casa du Pacheco par3 fuer rlr ata-
os defuntos f
A imitacao doa grandes artistas italiano...
(nao sei com) diga, sappra o leitor a deficiencia
do mea vocabulario, pondo aqui um adjeetrvo te
29 syllaba-.)
A endiente foi qna;i real, apezar da elevara"
dos precos.
(Da Vida Fluminense.)
Lendo no Diario de Pernambuco de 28
do correnle. a portara do govrno cma-
ra iiimii ipal do Recie, em qoe autorisa,
de acord com a representaco da dita
cmara, a conservado do sobrado da roa
do Mrquez de Olioda, que se acba arruina-
do por causa do incendio do predio janto,
asseguramos que ha engao, pcis oque es-
lava na pima para s-r demolido, a fim de
se abrir travessa pra a de Mariz e Barros
(e que so acba demolida at os aiieerces )
era a incendiada, e nao aquella, pois qne
ainda pela planta tinha de cahir no fundo.
E' am qui pro qu engrando qoe s po-
der engaar os cegos.
N. 184.AGUA DE rXORDA DE MR-
RAY E LANM VN Todos os perfumes os
mais del es dos sao obttdos das flores das ,
regies do trop-co ; e de todas as esseocia
da ^romotco Flora do Trpico, esta por
sem duvida amis doradora, pitra,e deli-
ciosa por excellencia. Ella embalsama *
respiracao e da um agradavel e fragrant
sabor ao palaoar, todas as vezes que se oes
pelas manlins como emeagoamento da boca
misturada n'uma ponca d'agoa, assim como
neutraliza de nma maneira appetecivel o
mo go?to do charuto depon de se- haver
fornido.
Os Seuhores, nao ub&taote a prsenle pre-
do i inante p ix3o de barbas nmpridas, os
ipiaes ainla coneervam uma certa preferen-
cia no oso da oavalha de barba r acharao
com agradavel sorpreza, que esta deliciosa
agua de cheiro, uma vez ieveiuente aplica-
da ao roste depois da barba feila os exemp-
ta da asnal penalidad^ sentida logo depois
dessa operarioremoveado toda a sensac3o
de ardeoeta da pelle barbeada.
Coriolano
Qual o tea .4m apresenlando hontem no Jornal
do lleeife a quolia resposta as perguntas que fea
Eparmnondas r
Estis acaso persuadido que a f de offlcio do
Exm. eommaedante das armas nao tendo sido ar-
raaja 1 a vontade, baseada em attestados de pes-
soas incompetentes, nao contendo elogios feilos a
si por elle mesmo, somena a do Sr. coronel Mo-
ra es Reg 1
Quem mais qne o Exm. enraman Jante das armas
fem com honra e probidade servido ao governo ?
Quem mais que elle se tem sacrificado em bem
do paiz ?
Qaal o militar em lodo o exerertn, qne na soa
idade esteja anda prestando servicos e servicos de
ordem elevaJ* I i
1 ub3c.it qtn e Coriolano, pretemk'ndo manchar
com loa baba peconhonta a farda do brioso multar
qne na ida -le de 80 annos ainda escolbido pelo
governo para arduas e aportantes somatis-eVa I
E porque o commandanie das arana nao as-
sistio a alguns ataques da campanhado Para-
guay ; nao se foi como outros, depois de estar
considerado intil no exercito, a alirado a um
canto por maluco, refugiar no estado maior de al
gum general amigo e pedir !ocorro e preleecao
deve ser ludibriado e alirado ao ridiculo I
O c )mman Jante das armas nio foi ao Paraguay
porgue nao a chenca para isso o governo ; se o
chamas-e u*> recatara como ne-reeutou ir a
provincia do Amazonas nessa poca cummamlar
as armas.
Vai C 'ii lino basoar na vida do Exm. commanr
Jante das arma) quer como homem p*rt,;.'ia-
quor como militar quer como representante da na-
tjo que f)i por longos aflno3,osjeiem;los de honra,
virtuJe e probidade, que devem seguir todos
aquellos que nao quizerem passar na sociedade por
especuladores infames e vis detracf ros.
O ouramandante das armas serve desde 1811 e
continua servir I ,
Recie tS de maio da 1871. .
COMMERCIfl.
THE ALLIANGE BR1TISH 4 FOREIGfT.
Life and F*e Assurance Coapanv establecida
era 1821. Capital 5,000,000
Os agentes desta compaahia to^am segoref
contra logo sobre predios, genero; e fazendas e
pagam aqui prejuizos davidamente pruvado*.
IVbe SchmeUaa & C
C.-rpo Santo n. 1C.
ALFANDEGA
ttendimento do ta I a S7. .
dem do dia 29.....
76 I81JVI-
23:O0*t*J
t>il9:68!ftaiW
ntiuieut da Haaaalcga.
dolamas sanides eom fasendae 433
eom gneros. 3SO

Assembla provincial.
Deecarregam boje 30 de maio.
PMsefrt americ.noGurbiataboado
Patacho porloguezJos vinbo.
.upar ioglezaionvario genaroe*
Barca porlugoezaCorfaide.
Barca ioglm B/at* of the Wpn lem.
Barca ingierafrrmiwi*mercado#*M. .
Despacios de exportarte no dj 2d de
maio*
Na barca ragleza Zennia, para Graaatad car
regaram Keliar k G. 34J aaccu toca M*>
kilos de algodo.
-Na polaca bespanhola Joven Resals, tara
Rarcellona rarregou : P. M. Manry XtH aaaoaa
com 19,704 kilos de algodo.
No lugar portoguez Julio, para Livarneot
carregaram : Oliveira Piraos & C. 106 aaccaa 6t 7.7.4 kilo4a alfedao.
Na barca porto*ueza Flor de S. Simio, aafav
o Porto carregaram : Camino Nogueira 4 C ftit
saceos Ciin li,S0 kilos da a Na escum ameriatM Galkna, par., a ba
de S Miguel carregaram : *Carneiro N. guaira A.
C. 30 barncas com 3,336 kilos de assucar branca
e iO ditas com 2 410 ditos da dito mateawado;
Joau Martins doa Santos 20 barricas uum %M
kilns de ass c.r branon ; Juaquim de Aiaaeid
Pinto 1 barrica eom 491 kiieade >sanear braatK
No vapor ingloz Douto; para boadras eaane-
gou: Jos imarte das Neves 1 cata ir eaa> ib
kilos de doce de piaba am massa.
IECE8E!M)KA DE RENDAS iNTENA
GERAES DE PERKAMWTCO
tendm-into do dia ( a 17. W:^DJW
dem do d!i W. T.8Wf#AW
. .
Vou levar ao conhecimento do publico a dos-
gradivel oscurrencia a que dei lugar, n sessio de
sabbado, na asssembla provincial.
Ainda me echo sob a man pungente impreasio
qun hei se (Trido durante toda a mona vida...
Ha cerca de dous tnezes trave, na asserablAa,
por ocaaslao da discussao do projectn de flxacio
ta forja policial, ligsira dlscnssao poltica eom o
Sr. dopuUdo (laspar Drum oond.
Aqoelie deputado combaten** o projeet*, do qual
fui relactor, emenden que era asadaa occasio para
exhibir os seus servic s polticos ao partido con-
servador ; e avaocou proposcaes que vjio parece-
ram conlesiaveis.
De feito, coutestai-as; publiaasde, em retomo,^
os meus di-tcnrsos, n is qoaae eatanta me anta
a vida politiaa do meii anta^omsta.
O pnbao l.n o resumo dWai dheursos ana, lb-
ram pulhcados, poneos das deooi* de prof ridos.
Publiuaado-os em re-um> nao Ibes Merca o peo-
satptnto. Era natural e iaBspansavel une alie
-nasje a friila. isto, porm, flz por modo a pou-
par -o ti.iioara privada o social.
Acbsva.me, ca sexta-f--ira, narapiaaia do Oaoo
no engbo de^ra amigo que aW KtMta, qan; iuenos-Ajres28 das, barca 4rmcv__
leparri, na-primeira pagina do Diaria, cora o de -46" tcateas ^ipito uaillaa discurso do Sr. runMiVnd : li-e a#ab o ^e con 1^ em lasatw; a-oraom. Sea>. afta.
venc-mu de uuw *ea %a'V iwWwaado.e ao aaolu, Maula,
aome o- uha renataaio e dupUnde. ^ aV, de "H
Qinm noconh-car o tiver lido o discaKo pu-j Salles,
C0:238*#P
dem de dia S9.
CONSVU-DO PRiraNClAt. '
ieudimaatc da dia 1 a 27. .. ^^Mffif
m
MOVIMENTO 00
AiiM,M -.

<
' >
\


Ao passo que ato M|iftce, peo^ra-se (le j bliaado pilo Sr. ^ramaaoad, sa aoav9Cra 4e qa e oatras
d \to-fmfamm


UUBii
timt^^m
._

fro ^"Prn*toWco 't* Tere* /eir'S^Mao da IOTA"

*
brijpe
e/An
*S
c
Porto-31 dias, bfl
(oaelala?, api
14, carga (
tfmo. 7 rf
lina eS lud-PaltubMmiiMrtHn* Gdiiw,
callao beane, carga assucar. agaaoleote e ou-
trot ge aero. f
Araealy-Pilhabote nacional Adetai or) la-
noel Francisco Mouleiro. carga ariete neere*.
Rio Granito #*/SaUrftta*ta.norie-allegao /duna,
capillo H.Ha*, carg* Minear e vfe.
.Vaivy Uistiti ni dia /&
Arafcatv-tSdias, oiafif&feiro JVaw J-iW-
4, 4e 38 toneladailMitWAaieai* J*> Radri-
gmm, e paaag* 3, carga atgodo o ouiros ge
H* a tose Lope* Di vi a.
^^ -Ww sabido no memo dia.
IWtfraode 4o SalBina brasileira Jfimosa, ca-
Wfc Man i Aottoto do Seuxa, carga assacar
ouarus gneros, e % escraves a entregar.
Mi Mi .ni i.i.j.iji_i_iijli_u_ul
con qtiem anelbores vaojagens offereeer a e>**'
trueca >iflaraa liabas d cirris de ferro, lenov
como foifajriotriz-a S}iaal, dentro d cidade de
Goyaana, e suas rtjaceaeiis, na meia legua em
torno da mese a cidade.
Atl %* O contrata ser lavrado sob a3 bases
estabetoeidas no art. 2. da lei provincial n. 879.
Art. 9. Picara revogadas as disposicSej em
enriri*
Mando, portanto, a todas as autoridades, a qaern
re.
....
JELTAES:
O Dr. S'bisliao d Reg Barros de Lacerda ioii
?#rrta e especial do coraraercio desta cidade
da weeife de Pernsrabaco por S. M. I. que Deus
Guarde etc.
Face saber pelo prsenle que Joaquim Francis-
co do Espirito Santo por toa procurador me dirj-
"tt^TuT*
i de conmercio.- Joa ruin Fraa-
eiaco do Espirito Santo que/ ioterromper a prs-
enselo d"S d4<4pf*8vegaDt':
Anin o Je ^MoMMe por tetra vencida da
qnantia de 314J70P, Mariano topes Rodrigue* por
letra da <| nanita (le l:JOO000, Jo- Dod*to Ro
man por letra ta qnantia de HO4687, Antonio
Jacinibo CenrtoiM'da quaotia ds 2JB0J60, Anto-
nio Joaqun) Saldado,.letra da quaatia de.......
.86IH0Q, Lodgern Pialo Metra Lima por letra
da quamia a 3:35/000, Maaoel Joaquim Candido
Texeira Wra da qnantia' de 3221 !60, Antonio Jos
da Silva M irque- por letra da qnantia de i'iOJUou,
francisco Ayres Segismundo de Muraos letra da
quantu de 3.43#880, viuva de J.o B-ptisla dos
safltos, letras, da qaantia de 687760, Antonia Jo-
Rodrigues Piohuiro, letra.da quanlia de 1:7751000,
Jtau** ikVtudo Milhtiro Braga, llra da quaatia
4* t:60i/J0, Merwillo Aureiuno Cbaves d
Sooia, leira da quanlia de 760000,'Jo< da Tro-
dad> e Aliada, Ierra daqnamia de 917*500, An,
Ionio Jos Mauricio letra da quaatia de 1:630*000
Jas Mana de Aguiar letra da quantia 2:237*400
Barros, letra da quanlia da
1 Lflii Viraaa*. laua da quanlie
o conhecimento e exeeugo 4a presente resol ocSo
nertenner, qie 1 comprara a fajara curaprir to
loteiranoente como nella se contm.
* H***6*1* *a presidencia desta provincia a
l** imprimir eabtlcar e correr
Palacio da presidencia de Panuro buco 23 de
maio de 1871 50 da independencia e do imperio.
L. S. Dfogo Velho Cavareanti de Albuqaerqpe.
Sellada e publicada a present reaatacio nesu
secretaria da presidencia de P-mmlnico aos 25
le abril de 1871.
Oaecravirk),
ia Fiedeco de Almeida e Aibiiquerque.
320*000
DECLARACOES.
WfitiP**
~ Ilion Sr. inepwtor da ttweaoraria de h-
zenda manda faz t pnblico que tem marcado o dia
26 de juono prximo vjndoaro para e concurso
que ae lem fe abrir na meema ihesenrana para
preenebimento das vagas nella existentes e na al-
fandega de prttcBles ; ve/sar o exaroe eobre
as materias de que trata o art. 9* do decreto n.
4153 de 6 de abril de 1868 a saber : coneeimen-
to perfeito da grammaiica e ngua naeional, e da
.aritbmetica al a theona da* propor^des ioolusi-
vamente reunimlo o cao didalo a estas habiniacOes
boa letra.
Os concorrentes deverao prviaaeaUe apresen-
lar seas requerimeatoe insirniVi de doeniMotos
que provera ty b )m cmportamento idadn^pelo
menos de 18 annos.
SecreiarFa da thesourarla de fazenda de Per-
.uarntiuco 26 de maio dj H71.
Surviodo de offloial nuior,
Man fifi Jn Pinto.
- Peta ro4>eduna ae ruuus lukiu ,tioc.-
se faz publico, que neste mer de maio que se
fiada o prazo lio pagamento, sera motn, do impos-
to pessoal relativo o segando semestre *> exerci-
pio crreme de 187071, depois do qual prazo se
r pago com a multa de 6 por cento.
Recebedoria de Pernambuc, Io de maio de
1871.
O administrador,
Mannel Carneiro de Sonxa Lacerda.
240*000
400*000
m
m*ooo
300*000
E pnr[iio f *l devederts se aeham auicnle*
# em lu^ttriiiin aaiido, o supplicanie rennef a
,V S. s df|D aoiar lomar pi.r lermo o sea
para Serern Intimados por editos
Uproleilo
dispie o art. 433 3.* de coditro eommercia
como
Nesles termos, pede a V. S. deferimento,E R. M.
Eslava una e^iampna do valor de 200 rs. iau-
tilisada.
Reeife, ti de maio de 1871. O soheltador.-
J'raiertco Chave?.
Despacho. -Destribuida.Tmese por termo e
4AetjAan a ausencia dos sopplicados,
Mea*, II da maio de 4871.Barros de Lacerda.
"sf Ufado-se o que s eoatlnha ero dito ro*u
despacho por forja do anal fra feita adistnrmicao
ao escrivao deam j^iao Aseste Machado Freir
Pereira da Siura.e m observaocia do raestoo des-
pacho larou o termo de protesto do theor se-
guale :
KrtMia.--Aot ll q> maio de 1871 nesla cidade
o Rneif-i, em mea cariorio, peranto mim e as
liMUM imra asignadas comparecen o sop-
plieMie per sea procara I ir Preflerieo Cnaves e
poresie toiitoq'.ie por falta de u contiiuiit
redazia a [rao o conteudo d tita pettcao en
que depois- 6> Wo assignou corone tesefliur*ha.
Eu Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivio, e?crevi.=Frederico Chaves.Francisco
Xavier de Souza Ramos. Antonio Soares da
Motla.
Nada mais'se continba em difo termo de pro
eilo depois do qual prodmiodo o supplicante as
suas lestemunlus juo deposeram conveniente-
mente acere.1 da ausencia d.is justiQcadus, o res-
pectivo escrivao fazeodo sellar preparar os autos
oae os fez conclusos e nos quaes dei e prefer a
sentenca do iheor seguinte :
Julgo justiRcada a ausencia dos supplicados, e
mando loes intime o protesto de fe por edi-
taos de f) das de praeo, pnblfcadi e afllxadog
como no cactario.
Recre 2 de maio de 1871.Sebaauao do Reg
Barros de Lacerda.
Segando o que assim sa conqha am dita san-
teaca, ero cbservancia do qaal o respectivo es-
crivio que este subscraveu fez pausar o presente,
pelo qual e seu Ihieor caamo, cito, e bpipor ciudo
os mencionados jusiiQcados constantes da peticao
para que dentro do praso de 30 das compreos
ante asta juizo por si ou por seos procuradores.
allegando e provaodo o que for a J>em de seu di-
reito e jnslica. Portanto, toda e qnaelquer pessoa,
parate, amigo ou oonbecido dos referidos justi-
ficados poder Ibes bao fazer soiente de todo o ex-
pendido.
E para qae ehegue ao conheciraeoto de todos
mandei fazer o presente edita! que ser afBxado
nos lugares do cosame e publicado pela im-
prenaa.
Dado e passado oesta cidade do Recife de Per-
nambuc aos 27 de maio de 1871.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Si'va,
escrivao, subscrevi.
Recife 27 de maio de 1871.
_______Stbastiao do Reg Bairot de Lacerda.
O inspector da atfandega (,1 publico qae no
dia 31 do correnle, depois de meto da, porta da
mesma repartido, gara arremalado por quem
mior lauro offereeer sobre o proco da avallaco,
uro bote oom sua vela e dous rernns, cuja arrema
lacao j foi annunciada para o dia 8 do cor rente
em que nao bouveram licitantes.
Alfandega de Pernambuc, 27 de maio de 1871
Emilio Xavier Sobrinho de M*Ho
Previne-se aoa doaos de esiabelecimenlos
abaixo mencionados de que foram conectados pa-
ra pagarem a importo sobre industrias e profs
s5es no exercicio de 187172.
Roa dos Burgos.
N. 31 Per re ira & C, marcadores de
perfumaras 600*000
lina do Amorim.
N. 1 Candido Casemiro Gedes Al
coforado, gerente da compa-
niiia vigilaolo da reboque 50*000
N..5 Joo Macedc do Arnaral, mer-
cador de aHiardente 100*000
.V. 41 Thoroaz Francisco de Saltos
Rosa, mercador de lquidos e
e comesiiveis 400*000
O mesmo, dono de escriptorio
commercial 160*000
N. 47 Francisco Jos da Silva Gui-
rnaraes, mercador de lquidos
a comeaiveis 450*000
Ba de Tuyaty.
. 15 Jos Lopes Dias, mercador de
couros 300*090
Becco das Boas.
. 10 Eduardo Luiz Cerqueira mer-
cador de algodio 360*000
JRua da Companhia Pernambucana
Y. 2 Joao Affonso Torres, emprego
de eaeripiorio de eornmereio
iV. Joaqnim Jos Sdveira, trapi-
eheiro
Ra de Sania
I dem idem n. 7. .
dem Mam 0. 5 .
Roa larga
Sobrado, 3.* andar n. 24
dem J-* andar n. 24 .
dem 3.* andar i iem. .
Ra do Calabonco.
dem a. 18 .....
Ra da Aleara
Casa terrea n. 9. ..... 361*008
Roa do Amarla).
Sobrado de 2 andares^. 26 302*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n." 73......211*000
Ra da Gloria.
Cata terrea n. 61.....
Becco do Abren.
Sobrado de 2 andares n." 1. ^ .
Ra do 8om Firqaei4Bda.
Casa terrea n. 11 JB^K
dem n. 12......K
PATRIMONIO DOt ORPifDS
Ba da Crate,
Sobrado de 3 andar a. JT7 1760*00
Travesa do largo de Paraso.
Leja do sobrado a.* 29 .
Ra do Rezario da BoarVisU.
Casa terrea n. 58. ...... .
Ra da Cadeia do Reclf
Sobrado de t andares a. 44 a 1:060*000
Be ce da Boias.so
Sobrada de Sandaree n. 26 367*000
dem n. 1. 4.......<00*006
Roa da Lapa.
Casa terrea n. Ifc mf M
Ra $0 fergoo.
Casa terrea n. A "j .
Ioemn. 21. .I*.
R#.d*
1. andar do sobraflrY
1 dito dem ....*... 240*000
Loja do mesmo.......350*000
Roa do Encantamenlo.
Sobrado de 2 andares n, 14 1:200*000
Rna da Sanzala velha.
Sobrado de" 2 andares n. 132. 700iR000
Gasa terrea n> 18......141 JOCO,
'leron. 1. 4.......208*000
Roa da Cruz
Sobrade de 2 andares n. U 1:100*000
Ra do Pdar.
Casa terrea n. 101.....205*000
dem n. 89........300*00o
Ra do Pilar.
Casa torrea a. 2..... MJO00
Uemn. 110........205*00
dem n. 104.......201*000
dem n 99.......360*000
Os pretendemos deverao apreeentar no acto da
irrematacao as anas flaneas, ou comparecereni
icsmpanhadoe dos respectivos fiadores.
Secretaria da Sapta Casa de Misericordia do .Re-
4l, 27 de maio de 187!.
O escrivio,
______' Pedro Rodrigues de Sonta.
3-
I
IIAO
7.
m
Mn/m
150*000
151*000
500*060
Iste of ihe Sea, por Mr..
Djg. (cmico) por Mr. G. Rlig
Beantiful
le.
ft Tie
way,
b,- Ks motberere idie, por i. Tigha.
Tapioca, (cmica), prr M Norton.
Aovii Choras ( de II Trovetore) Aeglos-
ameneano'.
Intervallo do l/ artoalo*
f^PARE
^m?^0'85' do P** (Hroe Sweet Home),
por air. u. sieeto. .-
10. Xurion, Q( a* adoairavai rajariaa>i ca da
% G.' .VGJEyL km>WtlCk- < *
r! J. SSP **"* *'* B
^ifr'SoSo6 ^"^ (^n,r eDlr8 ** r03*S,)'
J."0* Q0U* CMMfjfJSi entrando o Rock bar-
fT If^way*"* "* ^^ *,'' *" "T-
.latervllo de 10 minutos. .
>?ARTB
n. oaaiiga e sol no.Banjo, por Mr. W. Hor-
lt- Carapeij Americ
$#) !** ipaUle Ca
W- Nort-a (l^ia ncea
rala, para a^aVao
apreseoada emSii "
, man tai lizas e bordadas pando
de linho, bolas comprldas, ca-
, esporas, 27 cooros de porco,
pelles de carneiro. fundas franeezas e-de molas,
traveaaiM, colines, cabegadas, Tatixcs, loros,
clricues ara carros, coxius de linho, armares
para selltns, brides, pijadeiras, flveJaj, peiei-
ras, 1 machina p>ra cozer sobre pea de ferro
anas aero ps, e doos marqaeOes de amar-llo
novos,
(Ero lotea vonlade dos compradores.)
QUAllf A PII1A 31 DE MAIO A' 10 HORAS
EM PONTO.
O agente Piolo fara lei lo por conla e risco de
Sam periamwr, dos ohjectos cima, existentes no
maiem da sebrado da ra. da Cadeia n 28, onde
Mefffjuaro Uio as 10 horas do dia cima
Uto.
GuHherme Shmith Naegel.me-
dieo
250*000
2:000*000
300*000
Por eta subdelegacia foram amreJn>aaido9
2 cavallos na noute de 21 do corrale^ aeado um
alazao outro casianho andrino, os quaes ae achara
depositados; quem se julgar coro dirpito aos mea-
mos, reclame mediante jnsliflcaeae que, provaodo
o seu dominio, Ibes serio entregues.
Subdelegada de polica da freguezia da Boa-vis-
ta, 25 de mato de 1871.
O subdelegado,
Horacio de Guarni Coelho.
0MPANIvM
DO
O Rr. Sebastio do Reg Barros de Lacerda, juiz
de direlto especial do eommercio desta cidade
do Recife do Pernambuc por S. M. I. e C, etc.
Faco saber Presente, que nos termos do] 0 lancalor da recebedoria de rendas inter-
&a**.!t**: HEiHL* lSX* K n3 de8,a wdade. '*<> assignado, proseguiodo
Travessa da mesma
N. t Bellarmino do Reg Barros, tra-
peheiro 1:500*1000
-Y 14 Joaquim Dias dos Santos, mer-
aador de algeiao 1:000*000
Largo da mesma.
N. 1 A. Joaqnim Jos Maniz, dem 2:000*000
N. 1 B. Saldanha & Medeiros, dem 2.000*000
N. 1,3,5, 7 9, 11, 13 e 15 Jos da
Silva Lryo & Filbo, trapicbeiro 12:200*000
N. 17 viava Joo Pereira Rabello
Braga, idem 3:600*000
N. 19 Francisco Augusto de Araujo,
mercador de aigodo 1:500*COO
N. 21 O mesmo, dem 1:500*000
S. 13 Antonio Marques da Costa Soa-
res. idem 3:000*000
N. 2 Jos Mnniz do Rio Jnior, idem 1:200*000
X. 4 Joao Ignacio Avila, dono do ar-,
mazem que recolhe e vende
por eoota propria e alaeia al-
godio ensacado 800*000
Recebedoria da Pernambuc, 27 de maio de
1871.
O lancador,
Jos Theodoro de Sena.
1IW, dentro do prazo da trifila dias, contados da
nublicacan de.-te e.iiial, receber este, juizo propos-
tas ror carias fechadas para arremataclo por ven-
da do escravo de norae Francisco, com 13 annos
de idade, crio .lo. 'sem offlcio e sem achaques,
avallad j por 800*000, o qual escravo pertencen-
te massa fallida de Magalhes Irma is, e se acha
em peder de Luiz Gragalves da Silva & Pinto, de-
positario da referida massa fallida.
. E para constar mandei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa n-afflxado nos luga
res do costum.
Recife, 20 de maio de 1871. Eu Manoel Maria
edrifues do asrmento, escrivao. o subscrevi.
Recif.\ 20 de maio de 1871.
_______SebattiSo d Reg Barro? de Lacerda.
Otk. Francisco de Carvalho Soares Branda, jaz
Re rphlos e ausentes da cidade do Recife e sen
termo por Sua Majresteda o Imperador, qae
Deas iua/dt, ele.
Jos Jeroayrao M1 o taire, inveatiriante dos nena
que Acarara por falleclmento de Jos Moreira L >
pes.requereu-me para vender era basta publica
Oast juuo a oscrava Franelioa, crioula, de 30
ajiaott d* idade, do servico domestico, avahada por
1:400*000, parteronte ao escolio dquelle fiuado.
E, pois, que acquiesci a semelhanto pretencas,
pelo presente, e fundado no que dlspoe o decreto
n. 1695 de 15 de setembro de 1860, convido a to-
dos quaotis q.iiz-tcem laogar sobre a mencionada
escrava a aureseatarem saas propostas em cartas
fechadas na casa dos auditorios de primeira ins-
tancia desta cidade, nos dias em que cosluma dar
audiencia dos feitos e parles-
O prazo para semelbante apresencao de 30
dias a contar de boje.
E para contar mandei passar o presente, que
sera alxado nos lugares do costurae e publicado
pela imprensa.
Cidade do Recife de Pernambuc, 2 de maio de
1871. Eu Floriauno Corroa da Brito, escrivao, o
liz, eacr-'vi e snbscrevj.
Francitco de Carvilho Stares Branddo.
aos laucameplos de diversos impostos na freguezia
la Boa-Vista para o exercicio de 1871-72, prev ne
aos moradores e donos de esiabelecimeotos das
mas caes de Caplbaribe, Ponlevelba, Matriz, pra-
a do Conde d'Eo, roa da Conceicao. Rosario, Ara-
gao, beccos de Joo Francisco e do Vera, rna
Velha, Sobo, Sotodade, Gloria, Col vello, largo da
Santa Cruz, ra da mesma. Alegra, Mangueira,
Coelbos, Prazeres, Jasmim e becco das Barreiras,
que tenbam proraptos os seas restos e contratos
de arrendamenlos dos predios que oceupam, para
serem apresentados no acto dos roesmos lanca-
meutos, afim de evitar se o arbitramento de que
Iratam os artigo* 11 el) do regnlametto de 23
de marco de 1869.
Recebedoria de Pernambuc 29 de maio de 1871.
__________Jos Jeionymo de Sauza Llmoeiro.
O caixa interioo datta compaohia o Sr.
Gorbiniano d'Aqoino Fonsaca, acha-se aulo-
risado pagar no seu escriptorio roa do
Vigario a. 19, das 40 horas as 3 da tarde
o 46 dividendo desta compaobia, aa pro-
porc5o de 3)J000 por cada acclo.
Escriptorio da compaBWa do Beberibe,
20 de maio de 1871.
O secretario.
Dr. Prmeies Gomes de Sausa Pitonga.
Cenaulndo provuicitl
Era o taz de junto prximo eoraeea a correr
o praso de 30 dias para o pagamento volnolarie
nesta repartico da contribuicao da decima nr-
baa, de 5 00 sobre o rendimento dos predios de
corporac5ei de mo mora e de 75 rs por litro
de agurdeme, relativamente ao 2* semestre do
anno financeiro de 1870 a 71 ; o que faz-anacien-
te aos respectivos contribuimos que nao satisfa-
zendo dentro desse praso, eocorrem qa malla de
6 0|0 at encerramelo do exercicio.
Consalado provincial 22 de maio de 1871.
O administrador.
_________Antonio Carneiro Machado Ros.
f iiizo nes f 61 toa da faz cada
nacional.
De ordem do Exm. Sr. Dr.- juiz dos feitos da fa-
zenda, faco constar aes arrematantes das compre-
hensoes denominadas Caric e Pangau do extine-
lo vinculo do itamb, que Ibes na marcado o
praso de 30 dias para preslarem as devidas hypo-
tbecas, e assignarem as respectivas letras na the-
souraria de fazenda, sob pena de fiearem sem
effeito as raesmas vendas.
Recife 4 de maio de 1871.
O escrivao,
Luiz Francisco Barreto de Almeida.
de maio de 1864) e que ser concluido com
A!WWIOsML..m.
causada a rjaaior sensacao em Londres, ba mui-
tos ams nSo eonhecido.'
Os hilantes vendem-se a hotel Vietoria, rna
aa Cruz, e no thealro das 10 horas as i da tarde,
pelos precos seguales:' -
Camarotes da frente
Ditos de 1 ordera
Ditas ae 2* ordem
Cadetras
Eatrada getal
Cadoiras reservadas
X. B. Esia campanilla por causa da sua rpida
sabida para o Rio de Janeiro, dar poneos espec-
tculos nesta cidade.
Principiar as 6 horas.
O thealro est aberlo as 7 e meia. Viole minu-
tos depois do espectculo Iwvera um Irn espe-
cial, tocando ero todos os pontos, at Apepuccs.
LEILAO
de cabos velkos e usados, 200 arrobas
OUARTA-FEItU.
O agente Pestaa far leilo de 200 arrobas de
sano veteo e usado, as quaes serio vendidas
qnarta-reira 31 do correte, as 11 borss da rna-
nhaa, o trapiche do Cunha, no forte do Matlo-.
LEILAO
20JOOO
12*000
16*000
3*000
2*00
4*600
WSMaiARffiMtt.
COBfPANHIA PEHNAMBCANA
M
Vavegacio eteira por rap>r
Macei, escatas, Penedo e Aracaji.
O vapor nacioaal Nandah
cciiuroandante Julio, seguir
para os portes cima oo dia
31 do correte as cinco ho-
ras da tarde.
Recebe carga at e dia 30, encommeadas, pas-
sageiros e diaoeiro a (rete al s 2 horas da tar-
de do da da sahida: no escriptorio do Forte de
Manw- n. 12.
COMPNHIA PKNAMBUCANA
DE
Vavegafito eoaiefra por rapar.
Parahyba, Natal, Maoo, Mos3or6, Ara-
caty, Gear, Mandah, Acaracfj e
Granja.
O vapor IpojiK'i, eomraan
(Vuite Moura, seguir para os por-
to? aeima no dia 31 do correnti-
as 5 hora da tarde. Recebe car
at o dia 30, eoeoranienda.',
iro a trate at m 3 oras da
tarde do dia 4a sabida : escriptorio no Forte de
Mattos n. 12. ______________________________
-1 GeMPArlHIA PRRNAMBgCAA
na
VaTegacSo eoalelra por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Fonaoso e
Tamandar.
Ovapr PttftAyba, 9guir pa-
ra os portos aeima no dia 31 d(
correte a meia noute.
Recebe carga, encommeadas.
passageiros e dinheiro a frete n>
Forte do Mattos n. 12.
Obras t vaia, auro, brilhantes e perolas
,. COO SEJAM :
Um rtco adereco com cerca de 500 brilhasies
cravados em prata (obra prima) eompoto de nraa
voita, 1 par de brincos, 1 par de paiseiras em los
de perolas e urna flor para cabees, 1 adereco de
fllagram compos o de urna volla e duas pui-eiras,
I cordo grosso de ouro, 2 trancelios, I corcl
flno, 1 cajolela, varias pca de ooro de 14 quila-
tet, i par de rosetas com pedras raj, 1 auelSo
com pedrs braoca, 2 armacoes para oculos, 1
commena e 1 cruz da ordem de Cbristo, 1 botio
para abertura de camisa cora 1 brtfbante, 1 cruz
de oarocora 7 brnaoie* de diversos lmannos e 1
pequea votla de perolas, 1 par de argolas leudo
cada nrna 1 brirhsnle, 1 relogk) patete ioglez,
I paleara de perolas com esmalte pMo. 1 dita de
perolas sem esmalte, 1 relogk) para leobura, 1
broche, 2 pulseiras de ouro de 14 quilates, 4 pul-
seiras novas e 1 cruz com brilhanles pendentes em
um no de perolas.
Uro faqueire com duzia e meia de faeas, dosia e
meia de colberes de sdpa, nma e meia dazia de
garios, duzia e meia de colheres de cb, 2 con
chas, el colher para peijte.
Vm tabolelro arrendado, 1 salva para 6 copo?,
10 caslices, 2 serpentinas para dnas luzes, 27
colheres, 1 palileiro, 1 bules, 1 eeplviudeira, ludo
de prata
Quinta-feira 1 de junho, s 10 boras
___ em ponto.
Oafeate Pinto levar a leilo, a requerimento
de CorbiBuao de Aqaino Fonceca, inventarante
doa heos deixades por fallecimeolo do commeoda
dor Thomaz de Aqaino Fonceca, e por despacho
do Illm. Sr. Dr. juiz de orphSos, os bjectos aoima
mencionados, oh quaes poderio ser examinados na
vepera e dia do lei lio, qae de veri ter lagar no
eaeripiorio do referido agente, ra da Cruz a. 38
Llue
Do sobrado de 3 andares n. 7 roa do Se-
obor Bom Jess, oolr'ora ra da Cruz
Daa casas terreas da ra da Santa Cru ns.
6 i e 6*3, e Cotovello n. 2, edHtoadas em
chSos proprios, com grande quintal mu-
rado, sendo que os fundos da primeira
dio para o rondo da casa da ra do Co-
tovello, com panto.
De urna casa terrea -mei'agoa n. 27, ra
dos Gaararapes.
De urna d-ta terrea no oitao da igreja do
Amparo, em O inda, joato so sobrado do
finado commendador Figaeira, em selo
propio.
De ora sitio na travessa do becco dos
Remedias, com grande casa da vivend.i,
terreno e arv QUINTAFEIRA
i. e Jnalio
Por iotervenclio do agente Pinto
em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
THEATRO
O^nspector da alfandega faz. publico qae
em virtade da portarla da thesouraria de fazen JaJ
sek a. 16 da.lt do correte sor vendido cm hasta
publica no dia 2 de jaoho (visto nao ter apparecido
licMaoie^ ao depefs de meio dia porta da mesma
reparti?ao, o guindaste do ponto fiscal denomine-
doEseadi a havalor 300*, sendo livre de direitos
ao arrematante, eabendo, porm, ao dito arrema-
tante a despeza Ciro o desarmamenlo e reroocio
do referido guindaste.
Alfandega de Pernambuc 27 de maio de 1871.
Pelo inspector,
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
4." aeeco. Secretaria da presidencia de Pernam-
boco, 27 de maio de 1871.
EOITAL
Por esta secretaria se faz publico que, tendo o
Exm. 8r. vice-presldenie da proviocia de dar exe-
ucao a le o. 975 de 28 de abril ultimo, abaixo
transcripta, se convida a todas s pessoas que
Jaizereru contratar a const neco de urna linha
9 carris do ferro nella mencionada, sob as base
establecidas no arl. 2* da lei provincial n 87
de 29 de janho de 1869, a apreseotar ao mesmo
Exm. Sr. saas propostas em cartas%chdas do
praso da dous mezes a contar da presente data.
O secretario,
_____Elias Fredrico de Almeida e Albnmv>rqne.
O conseineiro Diogo VeHJo Cavalcauo de Aiku
querque, presidente da provincia de Pernam
'*CO or a todos os seos habitantes que a as- Casa terrea n 34
aemWa legislativa provincial decreto e eu sane- a a Vi'nrin '
conei a resueno seguinte : Casa terrea n. 7 ^'
*rt. i- F.ea o prndente da proviocia autorisa- aL /; 1., -
do a contratar com Andr de Abren Porto, oujLoja do sonlo n M. im*O00
lii-pecgio do arsenal de rna-
rinha
Faz-se publico que a commissao de perito
sxaminando na forma determinada no regulamente
annexo ao decreto n. 132 de 5 de fevereiro d*
I85i, o casco, machina, caldaira, apparelho
mastreacao, veame, amarras e ancoras do va
por Ipojuca da companhia Pernambucana de oa-
vegaco cosieira, achou todos es3es bjectos em
estado de poder o apor navegar,
Inspeccao do arsenal de m;*rinha do Pernam-
buc 27 de maio de 1871.
O iospector iulerioo,
Francisco Romano Stepple da Silva
________Capitao de fragata._______
SANTA CASA DA MbEKICOROIA DO RECIPE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recife manda fater publico que
na sala de suas sessdes, no dia 1 do mez de junho
pelas 3 boras da larde, toro de ser ai remata dos
a quem mais vaniagins offereeer, pelo lempo de
aro a tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELBCMENTOS DE CARIDADE.
Boa do Padre Plomeo.
Casa terrea o. 43......
Ra de Saula Rita.
Casa terrea n. 34.....
SOB A DIRECCaO DE
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)'
Os ospectaeoloa trrio lagar la-
Tarlarelmentc naa
|iiara%,
Culatas, --
alsbailoa, -*rr""
Domingoa
Companhia americana e ftrasitei -
ra de paetes a vapor.
At o dia 1* de junho esperado dos portos do
sul o vapor americano Merrimach, o qual de-
pois da demora do costme seguir para New-
York locando no Para e S. Thomaz.
Para condicSes, f retes e passagens, trata-se ns
agencia, ra do Commercio n. 9.
A MUI AFAMADA
GUA DE FLOttrDA,
DE .
.111/11*.%Y ** M\MVS.
He o mais delicado e mimoso )' mes-
mo tempo o mais estavel de_ tpdos o per-
fumes, e encerra em at, t$ seu matar' mge
de excellencM, o paspro aroma das verda-
deiras flores, qaando'aiida na sua flores-
cencia e fragancia Datara!. Como ummeio
seguro e raplo atlivio contra as dores da
cabeca, nervosidade, debilirfade, desmaios,
flato, asiqi como cooira ludas as rmas
ordinarias de accidentes bystericos; de
summa oflicacia e nao tem outro 4040
iguale. Igualmente, guando dMtampcrada
com agua, torna-se um dentifrieio a mais
agradavol e excedente, dando asa (lentes,
aquella alvurae aperolada aBoaraacia tao
altamente- apreciada e desejadk paaaa Se-
o horas.
orno om remedio costra o foaa Balito
da boca, depois de diloitla en Ma,
summameni encllente, Taz remaTOni peu-
traiizar todas as materias impuraa fiue sa
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant anaaaa, ella
por certo' no tem igual: e a p? fflpe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
oa-.se um meio mui encllente, para fazer
remover de sobre a pello do roste, teda *
qoalidadede brotoejas, ebulices, OMdas,
pannos, manchas, impigens e eso*as.
Quando se queira servir della como rrjme-
dio para fazer desaparecer qualow um
(lestes (lisfiguranientos, e que tanto desfei-
am as lindas feicoes do bello sexo; genera-
se usal-a n'um estado de dilluico, destem-
perando-a n'umapouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feicoes trigueiras e piaffidas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor da vasa :
para um tal lira, ella leva a palma aoados
os perfumes que se teem inventado fM bo-
je, e existe em plena soberana sem pval.
Bem entendido tudo isto se rejere uoica-
mente a Agua e Flohida de' Mubw 4
Lanman.
As imitacoes que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e invabosas ; per-
ianto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precaucau
e cuidado, de quando compraren!, estejam
certas que comprara.
A Genuina
AGUA DE FLORIDA
DE
MURRAY & LANMAN,
A qual preparada smente pelos nico
Proprietarios,
LANMANN & KEMP, DE OVA YpK.
Acha-se venda nos estabelecimeotos.da
P. Maurer & C, i. C Bravo d- C, A.
Caors, B. M. Barboza, Bartbolomeo & G
DE
cem latas de gaz.
O ageole Pontual, competenleraente aoterisado,
vender em leilo cem latas de gaz em diversos
lotes, voalade do licitantes
Quiata-teira 1 de janho
00 armazem ra do Imperador n. 16, s i i
hora.
PARA
mil
AMANHAA
A i\ MAIO
PROGRAMMA
Brilante intermedio de can-
to e dan^a.
Por Mme. Poncelet. Poppe e Puoco e Mrs Hur-
baio, Maris e Rayoand,
Terminara o espeotacolo com a mnito apolaa-
dida peca em 2 actos oreada de msica
Les chevalieres n Pinee-nez
na qaal toma parte (oda a companhia.
Principiar s 8 i|S horas.
vai aahir em poucos dias a barca portogueta Flor
de S. Simao por ter quasi toda a carga prompta :
para o resto e passagens trata-se com Carvalho
Xogueira na ra do Apolb n. td. ._
Maranho.
Est a carga para o porto cima o palhabuto
Ga'ibaldi: tratar coro Tasso Irmaos & C, a
ra do Aiuorim n. 37.
llha de 8. Miguel
Para o porto aeima segu al 30 do correte o
pahabote Golena : para o resto da earga e pas-
sageiros, trata-se a un osseus consignatarios, Joao
o Reg Lima & Fimo, i rna do Apolla n. 4.
LEILAO
DE
MOVIS
Para liqaiatjfio
Urna mobilia de Jacaranda inteiramento nova,
constando de 12 cadeiras de gaarmcao, 2 de bra-
cos, 2 ditas de balan?i, 1 sof, 2 consolos e Jardi-
nera com pedra, anas mobilias de amarello a
Luiz XV, sendo nma eotalhada e outra liza, guar-
da-vestidos e guarda-roupa, meias commodas do
amarello, sofas, marqaezas, marquezoes, cadeiras
de balaoco, bancas, mesas e maitos outros movis
qae se vendero ao correr do maiMllo para liqui-
Jacio
Quinta-feira i de jaoho.
O agennte Manas far leilao das mobilias e mais
movis perfeilanonle acabados, existentes no ar-
mazem da ra estreita do Rosario o. 41, s 11 ho-
ras do da cima, onde ter lugar o leilo.
AVISOS DIVERSOS
LEILOES.
de 29 saceos com arroz e mart* B R N,
18 amarrados com 360 esleirs de pallia
de carnauba
HOJE
180JOOO
180JO00
1804000
183*000
THEATRO
DA
ZARZUELA HESPAYHOLA
___ NO
CAMPO DAS PR1HCEZAS
GRANDE COMPANHIA
ANGLOAMERICANO
DIRECTOR -
Director da orchestra C. ftteele .
e de gjninasliea T. Rldgway.
Tere -feir* 30 do correute.
Brilhante reprsentaQo honrada oom a presen-
ta de 8. Eic. o presidente da provincia.
Bita celebre coropanl?, reconhecWa eomi)
primeira do mando,
O agente Pestaa far leilo por conla e risco
d^ quem pertencer. dos bjectos cima os quaes
sero vendidos boje s II horas da manha, no
armazem do Aoaes, defronte da alfandega.
i ii, '
da armaqao, calvarios e algaus
movis da loja de calcados
da ra de /r/arclio Dia n. 78
(outr'ora roa Z>ireita).
(SaraOte-M a casa.) 6
0 agente Martina far leilo da armaci^ fazen-
da?, alguna movej e mais pertences da |oj aoima,
a qaal te arh, mnito boro, localizada e. afiegoexa-
da, tendo '.imbem accommoda3es para* morar fa-
milia, pois ha oro grande solio
(Juana feira 31 do correte.
aa 11 boraa do da.
Na mesma loja, nrata maroa occasilo, t" ven-
der orna machina de cozer eouro e ** filosas de
phospboros de segarnta. *
INSTITUTO ARCBEOLOGCOI eOGRAPH-
CO'PERWMBL'CASO
Havr sesso orlinaria quinta-feira, i
de jonba prximo, pelas II boras da rna-
tibaa.
onocii DO da.
Dtscosslo do balaaxo de Janeiro a mareo
de 1871 ;
Diecosso do oreameoto da reedita e des-
peza para o anno social de 187172;
Continoacao da leitura do ndice Biogra-
phico das pessoas que militaras} aa guerra
contra a Hallanda, pelo Sr. maj .r Salvador
llenriqua de Albuquarque;
Parcete! e mas tratelhos de commis-
sQea.-
Sacrelaria do Instituto, 29 de maio de
1871.
J. Soares oTAzevedo
Secretario perpetuo.
Taeso Irmaos k C, profundamente agrade,
cidos a todas as pessoas que txoontanea e gene
rosamente se presteftm a salvar u edIOcle em
qoe tem seo arroaaem e eacriptorios rna do
Amorim n. 37, quando oa madrogada de 24 do
correute maniFestou-se alli um incendio coro pro-
porgues assusiadoras; veem dar om publico te.--
lemunho de seu reconhecimento a essas pessoas,
signiflcando-o muito parlicalarmente aos Srs. al-
teres Brillo e soldado: do 9* de liaba, que, ao
dejeobrirem os indicios de incendio, apressaram-
se em providenciar de um modo digno dos maio-
res elogies para a sua extioeco ; o Sr. inspector
Bernardo Ferreira Loureiro, cujas
prompias medidas mnito sedevejoi
gos Francisco Ramalbo, qne fornece
cacimba de sua casa toda a agua nec
suffocar as chammas, e e Sr. Maooel
Silva.
Queiram, pois, esses Srs. aceitar o voto de gra-
lidio, qne Ibes dirigem, aceitanlo-o igdMmente
os Srs. Joaquim Pinto Lapa Sobrnho, Antonio
Jos Borges Costa, Jeronymo A. da Serra Cha*
qaere, Antonio Franoco Martins, Manoel Ferrei-
ra Porrtes e um furriel do 2 batalbo de guardas
naeiooaes, a cojos generosos eslorgos e desinte-
ressada cadjnve(o secundados petas providen-
cias determinadas com acert e eficacia pelos Srs.
Dr. delegado e subdelegado do districlo, devera
os anonadantes o salvamento de seu predio, es-
.iriptorios e armazem, amearados por to funesto
incendio.
Oa enranciantes do mesmo toodo agradecem
Sra. do Sr. Jos Domingos, porjbaver deixado o
leito de sea marido agooisaole, para pedir soc-
corro ao presentir que o incendio lavrava no in-
terior do sobrado. Como tambero as Illms. au-
toridades potieiaes, que Ibes praparam roaiores
prejviaos pela ana actividade e energa louvaveis;
e aos dhrersos bjmbeiros e praras, que auxilia-
ran a exiioguir [o incendio.
A todos em geral, e a cada nm em particular
consignam aqai as sinceras expressins ie seu
reconhecimento.
Recife, 26 de maio de 1871.
Jos Dativo dos Pasos Uasius dudara que
nata deve apessoa alguma em vtrtnde de traosac-
(es de sua oflklna de ealdeireiro, todava le al-
iraera jalgar-ie seu cr^dor qoira apreseatar seas
ltalos no Campo Grande, para onde rondoo-ae,
saisfazendo a-sim ao visinbo que se coostitue sea
inimigo gratuito, envidando todos os meios dsho-
/ie-tos para obter a mudanca de dita offleiba, e
portanto cedendo 4 prudencia e ao medo que Ibe
inspirara tal amigo, u abaixo assignado felhe a
vootade.
Oulro airo previne o abaixo assignado a aquellos
a quem tem dado cartas de flaneas por alagunl de
osa, queiram recolhe las no praso de 30 dias,
porque do contrare se recorrer a outroi meios
pira obter a sua exoneraco. .
Jos D'tivodns Pamm Bastos.
Co/inheiro.
No hotel do.pateo da ribeira de S. Jos o. 9 pre-
cisa-so de um coaioheiro.
TRILHOS URBANOS
DO
Rt^ifea Caxanga*
II ije 30 do correte no caso que ebegue
o vapor que se espera do m, com SS. MM.
Imperiaes, baver trens com wagoos sofli-
cientes para cooduzir commo lamente os
passageiros que forem assistr ao desem-
barque dos angostos viajantes, sendo os
trens regulados pela tabella em vigor.
Assim como nao baver irem de carga.
Escriptorio da companbia, 30 de maio
di 1871.
William Rnwlimon.
Gerente.
k. ee i
ioi> Pereira tabella Braga
D. Silveria de S. Jjjs Braga e seus fllhos, pun-
gidos do mais doloroso sentimenlo agradecem a
todas as pessoas que se digoaram acimpanhar 03
restos mortaes do sea presado e sempre chorado
esposo e carinhoso pai Joo Pereira Rabello Bra-
ga; e de novo convidara para uaistir musa do
stimo dia dn seu passamentn na matriz do Corpo
Sam pelas 7 horas da manbaa de soxu -feira 2
de jaoh > prximo futuro. Para aa acto de reli-
I gio e caridade chrisii, esperan aer acompanhadoa
em assisteooia pelas peaaoaa de suas p-UcSes e
amisade, cerU) de qae por lio relevantes obse-
oiio gravarte em seas coraefies aro ja>to tribu-
to de gralidao.


Diak Je l'ernaiuuc c._ Tei\a letra 30 de Maio de 1871
r

*.*+
Criado.
Sa ra estrella 4o Rutarlo
um crudo.
o. 58 precisa-te de
Ceaao me consta que Joao Laiz Kibeiro da
Partas e Joao Francisco Martin?, querem discon-
tar tusa letra de 1:000* que tu Ihe passei do ar-
rrilimnntn do engenho Amangy, previno ao pu-
bbfio qoe ninguem faca negocio cora a dita letra,
qpe m obrgade para pagamente de 13 cavailw
como consta da escriptara qne se passou no ear-
tcrio do Sr Silteira Lobo. Engenho Prado 21 <*'
maio de 1871.
Joao Paes Barr'
!
Ama de le*
,0.
Oflerece-ee urna
neroli
na tra
,essa da ra Bella na-
Jce Feretra Kabello Braga.
Raymondo Remigio de Mello Filho, profunda-
mente commcvdo pelo falleciroento de sea dedi-
cado e sf mpre leal amigo Joao Pereira Rabelio
Braga, pede a seus amigos que Ihe facam o cari-
doto obsrquio de assistirem a ama missa que
manda Celebrar pela alma do sen estremoso ami-
go ai matriz do Corpo Santo, nodia 2 de j atino
polas 8 horas da manhaa e desde j antecipa os
seos agradecimentos.
Precisase de ama ama para cozinhar
e comprar : wa rna estreita do Rosario
AMA
14.
Encino tm casas partittu-
laws.
Um sacerdote lecciona portuguez e francez a
meamos mentas nesta cidade e em eos arra-
fealdea : pode ser procurado na roa Bireita n. 29,
1* andar, e no convente de S. Francisco, cellula
a 18, fu larga do Rotarlo n. 2. __________
portante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da roa do BarSo da Victorit, esquina da Camba do Carmo.
r. O dono daquelle estabelecinierjto, querendo acabar com elle at o fim do corfente anno, convida aoa seus numerosos
.eguezes a aproveilarem a circumstancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanhos e feiiios, tecidos, armares e mais aviamentos para os mesmos, armas de
fogo, culilaria, bengalas, chicotes, e urna inBnidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afiadores para navalha de J.
Pradines, premiados aas exposic5es de Pernarcbuco, Londres e Paria.
taiisfaclo de participar aos seas numerosos fregueses, que em vista de ser-Ibes mais
Tem a satisfazlo de participar aos seas numerosos rreguezes, que em vista de ser-Ibes mais comnvodo, tem
eslibelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na rna da Cdeia do Recife n. 9, boje rna do Marques, de Olinda,
D.

W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIClO
5S RA llO BftUJH 5*
PASSANDO O CHAFARIZ

fjf
dore
da ma-
sortfnienio
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poder5o assim serem mala bem servidos, visto pomrem escolher as ar- c*'<
mac5es as tazendas que a demora da fabricarlo e bem diminuta, B|
t). Carolina da Silva Booaoi leudo de se re-
tirar desta cidade no paquete do 'fim deste mez
pan Portugal, e como impessibilidades imprevistas
a inhiba de se despedir pessoahnente de cad
ama do uas amigas e conbeeidas, fa-lo por este
meio o a todas com profunda saudades, agradece
a anrtnde e favores qne Ibe prodigali-jram. An-
da pe em patria estranha, offerece os seus ser-
vidos na cidade de Braga para onde vai residir.
ATTENQO
Preeisa-se .ilujrar um quarto para um rapaz sol-
ttiro, no balrro de Santo Antonio : qnem tiver
deixe em carta fechada "nesta typograpbia o nome
o tuga* de saa residencia._______
Mancel L. C. Prtito nao tendo tempo de des-
pedir-se de todos aqaelles que o honravam com
sua amizade pela rapidez de sua viagero, vem
pelo prsenle pedir Ibes descnlpa por esta falta
iivotanlaria, eofferecer-lbes seas limitados pres-
timos na capital do Rio de Janeiro.
%]) eos mas commodos do qoe comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado |S|
1 I aw Ammnw cnn^A nneciul cuna BfiitAmmandao nAa nAilap^A aaa!M *...------_ i----_ ..IJ.. __!_*_ .1.dL_____II_____________
dii
PECTORAL DE CEREJA
DO
DR.AYER
Para a cara radical e certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
qdes, tosses, bronchites, defluxos, rouquido, coqueluche, angina, etc.
Pede aos senhores de engenho e outros agricultores, e empregadores
cbinitmo o favor de urna visita a seu estabelecimento, para verem o novo
completo que ahi tem ; pois sendo ludo muito mais barato em preco do que jamis te-
nba vendido, est ainda superior em qoalidade e forlida"o ; o que com a inspeccio pes-
soal pode se verificar. *
PEDE ESPECIAL ATTENCO ko NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
TTAmAMAfl a aIqo /Varara dos mais modernos systemas, eem
Voporeb O rUlla UagUa tamanhos convenientes para ai diver-
sas circumstancias dos senhoies proprietarios.
Moendas de canna *os tamaDb0, mVma ,M ,qoi
Kodas dentadas para aDjmiegj agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
TtTar>TiYnemra Para maQdoca e algodSo, 1 Podendo todos
iILctivillilldlllUo A nsra rrar madAira 'ser movidos
Este xarope peitoral o resultado de
longos anuos -de esludo por um dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes bos-
pitaes do mando ; receilado pelos mdi-
cos mais dtstinctos do scalo actual, e
digno de toda a confianza : Io por ser efi-
caz, alcanzando com ma certeza infallivel
o assento xda molestia; 2, por ser inno-
cente e applicavel -a qualquer pessoa de
qualqoer idade ou sexo, ao bomem robusto
ou oriauca da mais tenra idade, e n3o ser
Pelo presente declaro que nlnguem fai;a ne-
gocio com a proprfedade Sobradinho de cima do
termo de AgoaJPreta, sem que pelos coosenhores
dalla seja autorieado, a meia legoa em qaadro do
Sobradio^o de baixo, vendido a Jo do Reg Bar-
ros Waoderioy, bije pertencenie a seus herdeiro?;
assim tamban protesto por qualquer compra que
algaem faga em ierra* do referido Sobradmho de
baixo, porque ; de direito pertence ao abaixo
assignado e kus manos, por legitimo titulo como
se um demonstrado. Engenho S ibradinho de bai-
xo 27 de maio de 1871.
Carlos Lenidas do Reg llamos.
Precisa-se de urna ama para angom
mar e fazer mais algnm servico ero
ca a de pouca familia qae mora na So-
ledade : a tratar na ra da Cadeia do
Reerfe n. II, loja de miudezas.
%m%
ueuma
andar.
Precisa-se, para casa de pe-
quena familia, de urna ama,
que engorme e ande com urna
tratar na praca da Boa-rista n. 30, 2a
Precisa-se de urna
mero 31.
ama : na ra Bella uu-
O aliaixo assignado declara ao autor do cha-
mado do Diaria de hnntem, quo lenha a boodade
de ir a c.-->a do mesmo a qualqoer hora, que o
encontrar.
Recife, 23 de maio de 1871.
Joaquim Teixeira Peixoto Filho.
Globos
terrestres e celestes para estada da geographia e
cosmograpbia : na livraria franceza.
Cavjillo barato
Vende-se um bom cavarlo e murto barato
na -oieira do Benjamn, rna de S. Amaro
ni.
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^a^N^aa ^^r*^^^^^r\ ^W\ ^aa^^aa^^BB^ ^a*\ ^^- s^T\ .-^a*
^ Um roo(o com as habilitacoes pre- 0
^ cisas, se offerece para ensinar *x
primeiras tetina em a'gum enge- S
. nbo prximo, oa distantedesta ca- *
l9t pital; por uva prego muito mdico W
(^ queft de seus prestimos se quizer 0
utilisar annuocie por este Diario. ^
" /aar\^BB^^aa^^aB" ^^a> ^^^^aa^ ^a^ ^a"N^aa^^aaA ^aa%^aa^
SEGUROS
MARTIMOS
E
JOATRA FOGO
A companbia Indemnisadora, estaboiecid;
fiesta praca, toma seguros martimos sobrt
navios e seus carregamentos e contra foge

roa do Vinario d. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gontja-
ves Beltro
(toa do Trapiche n, *>, i andar.
Scca par tdoa os paqaetes sobre o banco d<
icho, em Qtag. a bie
Portogal :
Lisboa,
Porto.
Val enea.
Gnimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
''illa do Conde.
Arco* de Val de Vef -
Vanos do Caatello.
Ponte do-Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Paawiiek.
Lamego.
Laaat,
Covilha.
Vasal (Vaipaso>.
gaict'9 lugares en-
grande quanl idade; o 3o por &o ser se-
creto, pois qualqoer medico pode obler a
formo a de sua composico, dirigindo-se
pessoalmente, 00 por caru, aos agentes
geraes, ru do Visconde de Inhauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama qoe tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis curas da
phtysica pulmonar, molestia esta tio penosa
e fatal em suas conseqoencias que aquelles
qoe sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel, e
o prmeiro remedio que appliqoe, dever
perigoso se fr tomado, por acaso, em
Peitoral de eereja d Dr. Ayer
ser efficaz, pois nao ha tempo de fazerem-
se experiencias. As pessoas atacadas da
phtysica geralmente fazem pouco caso de
seo mal, at qoe seja tarde para cura-la;
nesta, mais do que em qualquer outra
Cusa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mostra os
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistica da mortandade.
Milbares de casos de molestias pulmonares
qoe tinhara zombado de todos os recursos
da sciencia, tem sido curados radicalmente
com o uso do
Bombas
e para serrar madeira (ser movidos a mao
i por agua, vapor,
de patente garantidas..................Jou auimaes.
1 OCiaS aS maCinaS e peca8 d6 qae M-ootloni precisar.
J aZ qualJUGr COIlCCrtO FnrmflQ tk fprro tem as me'borea e mais ,,araUs existentes no mer-
Encommendas
cado.
Incumbe-se de mandar vir qoalqoer macbinismo voo-
tade dos clientes, lembranJo-!hes a vaotagem de fa-
zerem suas compras por intermedio de pessoa entendida e qae em qoalqoer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
Gomtudo dever de todos combateresta
terrivel molestia no seu principio, bem
como todos os males que podem conduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defluxos,
dr de garganta e bronebites; qualquer
rouquido deve ser tratada immediatamen-
te. A experiencia mostra-nos que o Peito-
ral de eereja de Ayer cura todos estes pa-
decimentos, quasi sem' excepcio, e raro
o lugar nos paizes onde conbecido, que
nao ten lia numerosos exempios de curas
feitas por elle. Se se pode prestar f ao
que bomens de todas as classes affirmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas affecces do polmo
cederem a elle; se podemos crer no teste-
munbo de iutelligentes facultativos, cuja
obrigaejio conservar os tactos; e final-
mente, se permittido acreditar em consa
al urna, est incootestavelmente provado,
que este remedio cora todas as classes de
molestias cima designadas melnor do que
10los aquelles at boje conbecidos. Bas-
tam nicamente as suas virtudes intrnsecas,
e o rocontestavel bem qoe tem feito mi-
lbares de doentes, para que surgisse e se
sustentasse a reputarlo de qoe goza. Em-
quanto qoe moitos outros remedios inferi-
res a este, e que foram aculbidos pelo
vulgo, falbaram e foram depois abandona-
dos ; este, tem ganbo amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem prodi-
galisado aos afflictos que a elle tem recor-
rido, e qoe nunca pode rao esquecer as ma-
ravillosas curas ot tidas, porque slo nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa de familia deve estar sem um
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
vidro deste xarope mo; pois nos ataques
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a que esto sujeitas
as mancas, nao ba tempo de chamar um
medico, nem de fazer remedios, e este xa-
rope allivia immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
A VINO.As preparares do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attenr.ao ao
clima dos trpicos, e tem modificares im-
portantes sobre as que sao feitas para ou-
tros paizes.
Port3nto, o publico dever notar, e com
cuidado, para qoe nao seja srdidamente
engaado, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a descripeo mi
nudosa para a sua applicaco na lingua
portugoeza.
Companhia Aliianpa
DE
seguros martimos establecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. S,000:OOOOOO.
Toma seguro de mercadonas o dinbeiro a risec
martimo em navios de vella e vapores para den-
:ro e fra do Imperio. Agenci.i ra do Com-
mercio n 3, escriptoro de Joaquim Jos Gon-
talvee Beltrao.
di
GASA DA FORTUNA
Aos 5:000,$
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ootr'ora roa
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido dos seos fe
lues bilhetes dous guarios n. 915 com 5:060*000,
quatro qoartos p. 996 com 900*000, um quarto
0. 40 com 400*000, um inteiro 11. 1753 com 200*,
e ontras sortes de 40* e SO* da lotera que se
acabon de extrabir (193a), convida aos possuido-
res a virem receber na conformidade do eos turne
sem descont algnm.
Acbam-se venda os bilhetes garantidos da
3.a parte das loteras, a beneficio da igreja da
Casa Forte 194.a), qne se extrahir na qnarta-fei-
ra 31 do corrente mea.
PRCOS. jj"^ -
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Em porco de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 1*700
Manoel Martins Finia.
HOJE AHAI\H4A E DEPOIS
ltimos das da liquidaco da loja de ca'cado francez sita roa do Ba-
o da Victoria n. 30 (ootr'ora ra Nova.)
0 arrematante chama a atiencjo do respeilavel publico para o annuo-
ci que tem sabido e continua no lugar competente deste jornal, pro-
metiendo vender ainda por menos do qoe at aqui, comtanto que ultime
a liquidaco no dia designado.
AMIGA FABRICA DE PIANOS
DE
JOAO YIGNES successor J. IIIII(i\S
55 RA DO IMPERADOR H. 55:
Grande sortimento de pianos, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz.
Encontra-se neste estabelecimento um grande sortimento de mosicas classicas
e modernas para piano, canto, flauta, etc. etc.
Os concerios de pianos e affioaroes sao feitos com o maior cuidado e rapidez
possivel.
Concertam-se os pianos velbos de maneira a se tornarem novos.
CASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OTR'ORA DO
CRESPO N. S3.
Aos 20:000^000. -
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, como costnma, qualquer premio.,
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000.
Manoel Martins Finza.
AC
Hotel da prapa
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
O bovo proprietario deste estabelecimento (ou-
tr'ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-
nizado o, vem mui respeit smente participar ao
respeitavel publico, que os sens frequenuoores
podero apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e tambem recebem assignantes o se en-
carregam de mandar comidas em qualquer casa,
Indo por preco commodo.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9.
Hotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel haver todos os domingos e
diae santificados boa mi de vacca ; ;sim como
ha todos os das pela manhsa excedente papa da
bem conbecida gomma de miltio de Glasgow e
New York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to qne em ontra qnalqner parte. Previne-se qne
o counbeiro dcsta casa leve bom roestre e emen-
de perfeitamente de sua arte.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9
AVISO.
I'-d? se aos Srs. Trajano Cesar de Albnqnerqae
e sen mano Juventino C. de Albnqnerqne favor de
cemparecerem na loja da rna da Imperauiz n. 48,
para saldarem sens dbitos, pois qne tendo sido
chamados neste Diario por diversae veces, cato
algum tem feito; espero desta vi assim nao
aeonteca
DYVETOT
nica casa neste genero
H~Rua Estrella do Rosario--f4
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
Piecisa-sede urna que sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
milia : na ra dos Pires, ta-
berna, amiga mente n. 56 e hoje 64.
nenia, amigamente i
MffffiK!
A
Dr. Joaquim
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67
s
Percuta innocente
Porque ainda se espera para annunciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade .' Responda quem
competir.
A luga se
um sitio na Torre, com expeliente casa de vivenda
e banho a frente desta no rio, sendo ptima mo
rada para estrangeiro : a tratar na rna do Pires
n.29.
MOFINA
0 Dr. Manoel Boedino Reg Valonea coat
oa no axercicio de sua prolesio de medico i
ra da Gamboa do Carmo n. 21, r> andar.
Os abaixo asaignados fazem scieoie ao res
peitarvel corpo do commercio de6ta praca, qne
nesta data dissolveram amigavelmeaU a sociedade
qno tiabam no armazem de genero* de estiva sito
travessa da Madre de Dos e que gjrrava sob a
firma social de Leite k Cerdoso, fleando t>do o
activo e pauivo da extineta firma a cargo do ex-
socio Antonio Martins Leite, tendo -o ex-soeie Mi-
guel Joaquim Carlos Car doto sido pago de seu
capital e lucro e desonera* de toda e qoalquer
repoiabilidade de dita firma. Recife 26 de maio
de J87I.
Antonio Martins Leite.
Miguel Joaquim Carlos Cardse.
Precisa-si de .ma .na para cozinhar em
cata flj ponca familia ; n ru ,Nova, loja n. 7.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, ?.
envao na eidade de Nazaretb desta provincia.
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio qne V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fint
de detembro prximo nasaado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada enmprio,
e por este motivo de novo chamado paja dito
fim ; pois V. 8. se deve lembrar que este negocio
de mala de otto anuos, e quando o senhor sen
fino se achava no ee 'Mi.
Precisa sede urna ama
que saiba cozinhar e
comprar com perfeicio,
para urna casa de pouca
familia : na rna da Au-
rora n. 84, 2* andar.*
AMA
Na travessa da rna
das Ozcs n, i pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Doces, flores e frnctas
Eaa da Cruz n. 13
Sorvete lodos os lias e nontes,
Prezunto em fiambre, as libras.
Lanches todos os dias, differentes.
Gelea de mo de vicca, goiaba e aran. '
Doce- do fructas Cbristalisadas.
Rollos, pudins e paodel.
Bolinhos, pastis e bom bocados.
Xaropes de limo, maracuj e grozella.
Bandejas com bolinhos, eofeiladas.
Boquetes de cravos para noivos.
Boquetes para jarros. ____________________
^luga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Olin-
da n 60, outr'ora ra d para familia ou eseriptorh, tornando-se recom-
mendavel pela boa localidade e ser muito fresca :
tratar no armazem do mesmo, ou na ra da
Imperatriz n. 8. _____
*:
DROGARA especial
HOMEOPATHICA
DE
JOS ALVES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Thenorio, professor em homeopalhia, tendo-se retirado do >
. laboratorio hmeopatbico e consultorio de sea itlustre e finado amigo o Dr. *y
58 Sabino 0. L. Pinho, qae por maitos antros esiiveram sob sua direccjlo, tem- ft
se estabelecido sob a firma de J.is Alves Thenorio 4C, roa estreita do
Rosario n. 3, onde, animado pela confianca com que honraram-n'o os amigos
da homeopathia, Ibes offerece e ao respeitavel publico om completo sorti-
mento de todas as preparares bomeopatbicas conbeeidas, recebidas das mais
acreditadas easas de Londres e Paris, e indgenas, bem como todo qaanto
diz respeito a homeopathia e saa pratica, esperando qae continaem a hnra-
lo coc a mesma confianza, para o qae nao se poupar esforcos.
PREQOS DAS ROTICAS
GLBULOS
I bo:i;a de
So
A Sra. Mara Candida Vilella, professora
particular, que morn ou mora em N. S. do O'
em Goyanna. rogada a vir ra do Cabug nu-
mero t B.
*** ***** ******
g 31 DE MAIO DE1WI
Snciedade A \ A *
**********
AII A Precisase de urna ama que taina en-'
a-JU-. zinbar bem para casa de homem soltei-
ro : na ra do Iivramento n. 6, loja.
6116 *
B' certamente s o Campos da ra do Impera-
dor n. 28 quem pode com mais vantagem, forne-
oer e recbeiar as dispensas, tanto do mais abas-
tado, como do mediocre pai de familia.
E' anda s elle a quem se deve dar a preferen-
cia na compra de todos os gneros para as casas
de familias, botis, collegios, etc. etc., pois no seu
armazem se encontrar sempre nm completo sor-
timento dos mais e-colhidos gneros, vindoa al-
gn dt coma propna.
C ainda s elle quem offerece a todos sem dis
tinecao, a vantagem de mandar aos seus destinos,
os gneros comprados em seu armazem.
As novidades do Cam-
pos,
Carne de carneiro (secca) pela primeira vez neste
mercado.
Pequeos barris com linguas em calda.
Manteiga inglea e franceza em latas de duas e
Suatro libras,
ueiio e carne do sertao.
Ceblas tilo cento.
(2 meditamentos 105
24 200
36 30,5
48 > 354
60 405
120 704
Sao uteis essas boticas aos Srs. mdicos, senhores de engenho, fazen-
, deiros, ebefes de familia, capites de navios, e em geral a todos quantos qoi-
,"i zerem dedi ar-se a pratica da homeopalhia.
Medicamentos avulsos pelos precos das oulras drogaras, bem como
Chocolate de Londres k do Maranho para uso dos doentes em tratamen-
to pelo systema homeopatbico.
TINTURAS
1 botica de 12 medicamentos 154
1 > 24 254
1 > 36 404
1 48 504
1 .60 604
1 120 1104
K
Caixeiro
12
Alaga-se um ecravo
Jaalgoer serviro no 3
i ni h Craze?.
moc
So e robn'tn para
o sob'ado n. 36
Preeisa-se de dons caixeiro* com idade de
a 18 ancos e estrangeiros ou nacionaes que seja
da boa conducta para Ir para Gamelleira e cida-
de da Victoria a tratar na rna do Livramento
n. 10.
Na roa do Apollo n. 26, existem odS ar-
mazn* alfaodegados para deposito de fazendas,
ou genero* de qualquer espeei' ou natureza, a
preco ratoaveis : quem precisar dirjase rna
roa do Bom Jezus. outr'ora das Crutes o. 6^_____
Aluga-ie nma preta que sabe cozinhar e en-
""oar : quem primar dirija-se a roa do Bario
de S. Borja n. 80. *
GARDOSO a IRMO
Ra do Brum (hoje do Barao do Trnmpho)
ns. 100 a 104
DIRIGIDO PELO HAR1L ENGENHEIRO
JEOItGE BRAII
Este estabelecimento bem montado de todo macbinismo necessario, fabrica com a
maior perfeicio e segoranca qoalqoer obra de ferro para engenbobo, macbinismos e ou-
tros necessar.es a agricultura, e tem vindo da Europa completo sortimento de ferrageos
para engenbos, pelo qae se faz recommendavel ao publico em eral especialmente aos
Srs. agricultores, visto ter baixado muito os antigosprcosdasferragens para eDgenbos
que sSo os seguintes:
VaTIOrPR Je forca de 4> 8e i0cavallos' osmaisaperfeicoados e segiros,
**PU* CB qae tem vindo a este mercado.
Ij/TnAn fo o e nielfS moendas para canea, as melbores que-ha no raer-
TAXAS, fundidas e batidas.
RODAS dentabas de todos os tamanhos.
RODAS D'AGUA, as mais fortes e bem acabadas que existem oeste mercado,
FORMAS de ferro para pies deassucar, de todas as qualidades.
. FORNOS DE FERRO para farinba.
MANMETROS pira vapor.
ROMRAS DE FERRO.
CRIVOS para foroalhas.
AP1TOS para vapores.
FORNEIRAS de todos os tamanhos e modelos,
VLVULAS diversas.
CONCERTOS. Encarregam-8e de concertar, e reparar cjm a maior perfeiejo, 9
commodo proco, qotiqaer ferragem de eogenho, vapor ou outra qualquer obra da sua
ai te.
ENCOMMENDAS. Tomara ordem para mandar vir da Europa qualquer machini-
mo de vapor, oa proprio para agricultura, para o qne, se acham relacionados com urna
respeitavel casa de Londres, e comuna dos melboresengeobeiros d'Iogtatcrra, sendt>
qoe (por taes encommeBdas se responsabilisanf at ao assentaraerUo e uwvimefito efb-
gz do? ojelos que Ibes forem encommendados.
> r

i
i



f
?
Y
X* Je fyrr.&nifeucQ w- Tertf 'eir 30 ;le Mulo de 1871.
Casa de campo
Alugaw um itio e uu de Inoradla no prin-
cipio da anda do eocanamento.com 4iiai salla
J quartos grande*, copiar, collona for* dispensa,
mais om quarto, e cacimba de xcellen'.a agua
para beber : tratar no mesmo lugar caaa de
oitoes amarello<>.
A armazcm 4a
vp* Fraaeez,
rija do Bario
da Victoria (oh
tr'ora rua >o-
va) n. 9.
Ao armazem do
Vapor Francez,
roa do BarSo
da victoria (on-
tr'ora rna \o-
9.
tV2
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
____Acabam de cbegar novas tatoras cora importante sortimento dos rticos abaixo
mencionados a prec/is mats resumido que possivol.
Cobranzas para o centro da provincia da
Parahyba, Ceard e Rio Grande d Norte.
Urna pessoa que lera de seguir viagem para os
lugares cima declarados, incumbe-sede qual-
quer cubranca, mediante a poreenlagetn que se
convencionar, para informacdes, dirija-se rua
do Cabog n. 5.
Desappareceu no dia 18 do cor rente, as 7
oras da noite, de urna escada da rua de Hortas,
um cavallo pedrez, sellado e eofreiado : quem o
tiver acbadq leve i, cocheira de ferrador deroole
de S. Francisco.
liilll |0
teas de cbita preta forles com 36|
| covados a l a peca : na rua do Crespo fi
3>ann* -;"
I
-i

I
CAIiCAIIO
Botina para aenhorasduraque branco,
preto e de outras muitas cores eacolhidas
do ultimo gost i da moda.
Botina para meninas igual sortimento.
Sapatinhos Je salto para senboraduraque
pret >, brauco e de cores, e de eouro de lus-
tro.
Botinhas pan crlancas, proprias de bap-
Botinas de diversas cualidades para bo-
roem.
Botas russianas para montara, tanto in-
gieras te couro da Russia para viagem,
oomo franceas da Melier, bezerro flno, pa-
ra passeios.
Meiaa perneiras para meninos de 10 a 6
amos.
Sapatos de brim branco para horneas.
Sapatos de vaqueta de lustro eom sola de
na .eir, proprios para banhos.
Sapatos da borracha pata homens e se-
nboraa,
Sapatos abotinados, de diferentes modelos,
mui o bons e fortes para u inocuos e meni-
nas.
Sapatos de tapeto, avelludados, Cbarlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
horneas, iMboras s meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banbas, cosmticos, leos,
opta aguas de Cologne em garrafas de
erystal para wesentes, agua divina, agua
florida, dentifrice lavando, agua de toilet,
Untura para barba e cabellos, pomada non-
groise para bigodes, pos de arroi e sabo -
netos, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica brancaspreeas e de cores
Kspeihos grandes dourados para salas,
quartos e gabinetes.
Leques para senboras e meninas.
Jolas de ooro, brincos, transelins, pal-j
seiras, sotoes de punhos, de abertura, cor-
rentos e chaves le relogio, tudo de ouro
bota de le.
Mocos (te plaqu imitacio de ouro.
Correles para relogio.
Abctoaduras para cohetes e para punhos.
\lbtms de velludo e marroquinj oara re-
trato.
Jfaomadeiras de /idro para enancas.
Caixinhas de costura, novos modelos com
wsiaa, proprias para presentes.
Qnadrinhos dourados para retratos.
Toncas e sapatinhos de Ka para criancas.
Capellas para noivas e para pastoras de
preiipios
Caixinhas com vidros de augraeito para
yer-se em posto grande a photographiI
dos retrato.'
Ps de vidro para pianos.
Thesoorinhas para cosura e unha?.
8oteitils de seda e de veludo.
Na pra$a da Independencia n. 33 se d di'
nharo sobre penbores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quaotia; e na mesma
casa se compra vende objectos de ouro e prau;
itjoafuente se faz toda e qaalquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
Officiaa de marmore
Rna das Cruzes unuem 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
3* o palmo em qoadro.
Precisa-se de urna ara livre ou escrava pa-
ra o servico de urna casa de pouca familia ; na
rua do Jjiarao da Victoria, anttgi rua Nova, n. RS,
1" andar.
Gestinhae para braco de meninas.
Balaios para costura.
Ceso "rame pratiado para frutase
pao a'mesa
Ricos artigos de phantasia neeessarlos
para toilhetes e proprios de presentes.
Jarros'e bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel flno mui delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qualros. .
Estampas de bellas paysagens de cida- fj
des, de figuras e de santos.
Espadadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de dar-se corda.
Pouteiras de espuma para cigarros e cha
rutos.
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana cora castoes de marflm.
Ditas de baleia, junco e de muitas quali-
dades. *
Pentes finos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
denles.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperraa-
cete.
Cordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e preco.
Objectos novos de mgicas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ihas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martollo para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de
baleias.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de
cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de, papel de cores para Ilumina-
c5es de festas campestres.
Bal5es de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e outros jogos allemles.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos oo accordions de todos os ta- $
manhos e novos modelos eom trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Gosmoramas de varios tamanhos, com
differentes vistas mui pitorescas.
Brinquedos
O wior sortimento que se pode desejar
de todasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizps da Europa para entrete-
raento das criancas.
Segaros contra-ogo
COMPANHIA
NORTHERN.
O abaixo assignado fax scienrao publico e es
pecialmanie ao corpo do coramereio, que eomprou
ao Sr. Antonio Loiz da Silva a taberna sita i rua
Vlcial de Negreiroi d, 4, ontr'ora paleo do Tere,
livre e desembarazada: quem ejulgar com direito
A caixa filial do Banco do Brasil leudo de
conclmr a soa liquidarlo vende por preco
commodo a casa terrea na rna Imperial n.
60, a trata na roa do Mrquez de Olinda
no respectivo eacriplorio n. 49.
A eipreitros de Iras
,?.* par* Tender na Ia,)ric, do Pinzas a i J
fi.a "rroca. excellentes para encher alicerces,
tC.f fllC.
" OOSTUREIRA.
ECoze-se toda costura de atraate e qoal-
qaer ootra, por pre?o commodo; assiro
como engomma-s com toda a perfeic3o,
M ia Aagnsta n. 89.
..Z de'M por Dre! mui rozoa*!, e com v
EJ CT^a0^^ """110 Ve,h0> 8it0 n
22Cf k S*Bt0 Amaro de Jboa*>. eujo en-
S55 dw"6wmoeote e eorreote, moendo com
V? r'0'b04,'. eontando cerca de arca le-
S.rt A?r.ra. 8al norle' com ontro tanto. em
a mesma, aprsente suai comas no praso de tresf ?"" ao.,e8t ete, com boas obras de casa
das, findososquaes nao attonder a reclamacao ^J^60^^ engenho e de. purgar e casa para
d
alguma.
Recife !6 de maio de 1871.
Antonio Pinto Lapa.
Associaco cooimercial benel.
cont de Pernamboco
A direcr^o convida ao senhores socios a rea-
nirem-se na casa da Associacio para, de accordo
com o progrmma do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia, assistirem ao desembarque de SS. HM
Irnperaes.
Sala da directora- da Associacio Commerdal
Benefieenle 26 de maio de 1871.
Jos da Silva Loyo,
Preside Jto.
J. H. Triodade,
_____________Secretario.________.
Precisa-se da quaniia de 400^000 a premio
sobre hypotheca de urna escrava : quem quizer
fazer este negocio annnncie por este Diario a soa
ir orada para sor procurado.
I. Precisa se de urna ama pa-
. ra cozinhar e engommar para
X casa de hornera solteiro : na
rua estreita do Rosario n. 2. 3 andar.
ga B*g"?0, Quem POi, qnizer fazer nego-
cio tao vantajoso, dirija se ao mesmo engenho
pwatralar com-sen proprietorio, que far todo
negocio,
llilllllfilllll
I brande liquidacao de
fasendas.
8
\%\
Aluga-se urna escrava ba cozubeira, e uui-
oera se alaga um moleque de 14 a 16 annos : na
rua do Raogel n. 69. taberna.
Precisa-se de um caixeiro do idade de 14 a
16 anno* pa-a taberna : na rna daEsperanca Da-
mero 19. --
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontos
A C, desta praca, previne quem Interessar pos-
sa, que esta promovendo a dissolucao da mesma
firma, e entrar em seguida aa respectiva liqui-
dacao ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
a firma responsavel, e oem o annnnciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolucio e Itaoj-
dacao._____________________
Precisa-se de urna ama que engomme
poreitan ente : na rua da Iraperatriz
numero 27.
AMA
Captal........20,000:000*000
Puwdo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mtk Lalkan & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
Alaga se u excellenle sitio na cidado de
Olinda, tendo muitos arvoredos de frucias, borta
e jardim, cora urna fonle de agua de beber, boa
casa de viveoda cora commodos para grande fa-
milia, prefere-se alagar a pessoa estrangeira :
nesta ivpograpbht se dir com quem se trau.
CRIADO
recisase da aro na rna dos Coelhos n. 24.
Aluga-se ara preto bom cozioheiro que Uve
e engomme, para hotel ou casa estrangeira
da Oadeia a 1, 2* andar.
rua
Quem precisar de 3:00# a jos sob rivpo-
tbeca em beos de raiz, emenda-se no arm:era
da rua do Imperador o. 16, que se dir quera d.
A'rna Duque de Caxias n. 42 precisase cora
muiu instancia fallar-se aos seiabores abro
declarados:
Francisco de Paula Mello Barreta.
Joaquim Telxeira Peixoto FBho.
Manoel Tbomaz do Nasciroeto.
Fraaeieco de Paula Borges.
Jbs Gomes de Barros.
Jos Lmz de Franca Torres.
Francisco da Costa drvalho.
Sebastin Jo.- de Barros Barrate.
Eslevo Jos Ferreira.
Csrlos Jos Dia da Silva.
Joio de Barros Netto.
Carlos Jos de Soaza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaqun) Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Correia de Barros.
Aodr de S AK>nquerqne.
Antonio Jorge Honteiro.
Isidorio de Frano?. Barre.
Pedro Jos de Seuza.
Padre Francisco Virissimo Baodeh-a.
Rna do Baiuo da
Victoria,
t casas
Outr'ora rua Nova n. 63
do costume.
Bhete garantidos da pre-
ciada.
O abaixo assignado acaba de vender entr o
jeut muito felizes bilheiis a sorte de o:000i000 em
um quarto de n. 913 e (res quartos de o. 40 eom
a sortede 4004, alm de ouirass ortos menores de
40J008 e 20a00 da Ipierra que se acaboa de
extrahir (193), podendo seus possuidores virem
receber, que promptamente sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sea estabelecimenk
comprar os felizes bilhetes garansidos, qoe oai
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo?
meemos annuncios.
Acbam-se venda os muito felizes ilhetes ga-
rantidos da 3*.parte das loteras era beneficio da
igreja da Casa F rte, que 'ser extrabida no dia
quarto'feira 31 do correte.
ffRBQQS.
nteiro 6*00C|
Meio 3*000
De iOOiJOOO para cima.
nteiro 5/400
Meio 27C0
____ ____Joao Joaquim da Co*ia LeiU.
Goncalves Lopes A C participara o com-
mercio desta praca que do 1* de juoho futuro em
diante Uca o seu estabelecimenlo de miudezas sito
rua da Imperatriz n. 58 A, perlencendo somen-
te ao Sr. Manoel de Abreu Macedo, a cojo carg i
flea todo o activo e passivo do mesmo. Recife 27
de maio de 18" L_______
Precisa-sa de urna ama que saina
cozinhar, de boa conducta, para casa
de familia : na rua do Vigario n. 5,
AMA
2* andar.
*- Alfredo & Barbosa Jnior mudaram seu es-
criptorio para a rua da Cruz o. 59, 1" andar.
COMPRAS.
Lindas cassas de cOres, fmnda de 800
rs. a vara a 280 o eovado.
Chitas francezas de 200 a 220 a 240 o
eovado.
Lias de cores poli de chevre, alpacas
lisas e bareges a 500 e 600 o eovado.
Corles de cassas de cores a Amelie a _
5*000.
Ditos de chita percate.
Ditos de cambraia branca bordados a
agulha a 6*300, fazenda de 10*
. Camisas para senbora a 2*o00 ou 29* f
aduxia. H
Ditos ingieras para borneas a 41000
excellenle fazend* M
Servidos para mesa, compostos de urna 5
grande toalba e 12 guardanapos.
Chapeos braneos de castor a 7*.
Cortos de casemiras de cores de lindos S
gosios e excellenle qoalidade a 4*000 e "
Cortes de gorgurio para eollete, prd- 5
tos e de cores a 3*500.
Ditos de velludo para dito a 4*.
Lencos de cassa barrados a 2*200 rs. S
a duzia.
Sedas lisas de cores a 1*800 o eovado. B|
Chapeos pretos de pello de excellenle S
qoalidade a 7*. WS
Excellenle algodo trancado de Macei,
fazeoda superior ao da Babia proprio pa-
8 ra ronpa de escravos a 440 a vara ; re- I
corrmendamos esta fazenda aos senhores
de engenho.
Cortes de organdy branco com 10 jar- I
| das a 5*000.
Cretones de lindos padroes a 380 rs. o Z
eovado.
E outros muitos artigos que seria en- I
em adonho innumerar, porm que como os S
B j mencionados vendemos barato nao I
I olhando o preco.
MLoja de fazendas de Antonio de Moura S
Rolin & C, roa do Duque de Caxias I
0 aotiga do Queimado o. 73.
lattsunss
8 immmTii- "
Grnde
.LIQUIDACAO.
Na rua do crespo n. 20.
Leja de Gnllherme.
Laas de cores miuJaj a, 80 rs eovado.
Bramante de linho cora 10 palmos de largura a
2*500 vara.
Chitas claras e curas a 160, 200 e 210 o eo-
vado,
Ditas nscados prussian s 280 o eovado.
Ditas chinelas para coberta a 210 o eovado.
Cambraia, organdys roiedas a 210 e 280 o co
vado. #
Dita bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o eovado.
Ditas bispo lisas linas a 3 a peca.
Dila brancas com 10 varas, a 3*0CO e 3*500
a peca.
Dita Victoria, alia peca.
Mussulina branca, a 400'rs. o eovado.
Madapolio francez, a 6* a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000, 5*, 6,5
e7* a peca.
Argodosiabo a 3*, 3*500 e 4* peca.
-^^ea de cor com lisias, fazenda superior a
440 rs. o eovado.
Dito branca, com flores miudas matisadas a
500 rs. o eovado.
Dita preta com flor bran:a, o 500 rs. o eo-
vado.
Ditas de cores padrdes miudos e modernos a 360
rs. o eovado.
Lencos de cassa com barra de cor, a" 120 rs.
eada um.
Ditos de linho embaraados a 4* a duzia.
Cliila, fazenda bem eonhecida pela sua fortidSo,
mais larga qoe chita para roupa de escravos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 1*500 o eovado
Cortes de casemira de cor, 3*00, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1*100.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o eovado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o eo-
vado.
Algodo iargo merca T a 5* a peca.
Dase amostras com penhor.
ATTESflo
COMPRASE
frascos vastos da tintura japoneza, e paga se a 80
rs- rada ara : rua Duque de Caxias n. 30, e
Mrquez de Onda n-. 51,
Compra-i-e ama casa terrea em alguma das
ras prxima ao largo da Peofaa, como sejam, do
Nogueira, Padra Flonano, S. Jos, Santo Rila,
etc. : no 3* andar do sobrado n. 36 na rua das
Cruzes.
Compra se urna asa torrea que se aehe era
estado de s-r habitada, teora bons commodos ro-
temos e quintal, e que seja no tiairro da Boa-vis-
ta, convindo tambem ua pequeo sitio na Suleda-
de (Caminho-Xovo) ou no principio da estrada de
Joae de Barros : i tratar na ru da Anmra a. 88,
Io andar.
Compra-s
um balcio quo tenba de 13 a 14 palmos de coro-
prido, usado : da Guia n. 8.
AMA DE LEITE-
Precita-se de ama ama de lette sera iho : na
rua de Hortas o. 30, sobrado,
Precisa-se de daa; amas, sendo
urna para engommar e a outra
para cosinhar, s quaes paga-se
bsm ; tratar na rua Nawa, casa
MI
Offerece-se urna ama de leito sera
quem qoiier dirija-se rea Direila n. 7.
ulho
Aluga-se
ratos eoaimod
rua da Imperatriz' o. t, andar.
um sitio perto da praca com bas-
tantes commodos para grande familia tratar a
TRILKOS
ttECIFE
RBAROS
> Preeisa-se de urna cozobeira, livre oo escra-
n ', roa do Progreeso (Soledad*) o. 1.
Sitio para alagar
Atop-se m ocm siiio eom muitas arvores de
DO
e Beberibe.
AVISO.
Do Io de joobo em diatrte partirSo oe
rens, lanto da liaba de O inda como "do ra-
al de Beberibe pr orna nova tabella, qoe
se distribuir Bas-estacos da rua ta Auro-
ra, Olinda e Eacr-oawada.
Reeife 25 de maio de 1871.
O superintendente,
A. de Abreu Porto
VNOAS.
ATTENCAO
Vende-se par barato preco unta prepriedade
mar ge m da Camb dos Remedios, fa rendo-se
toda vantagem ao comprador, reeebendo-se parte
em dinheiro parto em letras o objectos de
prompia venda : cuja propriedade ontm urna
Brande, olarta de pedra UjoHosde alvesaria greca e forno oe comporta
23,000, com mats uro urna e lastro tara fazer se
tenas, iadrilhoa, caonos e loaca, com excedente
barro para quaifuer obra, tivoiros de pene e com *aea de vivenda para
grande familia : s pessoa fue prelenderem di-
nja-sea dita propriedade a errtenderem-se cora
o capjlio Delfim Lina Cavalcante Pessoa.
I Fazendas baratas
RUA DO CRESPO N. 25
8LoJa de
Manoel Das Xavier.
GROSDENAPLE braBco a 1*000 o eo-
vado.
CHALES chinfzes de cores a 4*.
COLCHAS adamascadas de cores a
3*000.
MADAPOLO com 20 varas a 2*500.
ALGODlOZINHO a 3* a peca.
CAHBRAIAS Unas de cores a 240 rs.
o eovado.
CiHTAS de cores a 160 e 200 rs. o
eovado.
CHALES de merino de cores -a 2*500.
ALPACAS de cores a 320 rs. o eovado
Cortes de la com 14 covados a 3*.
MANGUDOS bordados a 500 rs. o par.
CAMBRAIAS transparentes a 2*800 a
lena.
Com penhor se do as amostras.
Joaquim Jos Goncalves Beltro tem para
vender ne seu escripiorio rua do Ciramercio n.
5, os gneros abaixo notados, que veode mais bi-
rato do qoe em outra qualquer parle :
Azeilonss em ancorelas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca raartel frres.
Enxadas.
Farinbade roandirca de Santa Catharraa, sac-
eos de 3 a 2 alqoeires.
Dita da Babia em saceos braneos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha em oovellos.
Fonces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedreso na Babia.
Rolhas.
Rap popnbjr da Baha.
Botim em fardo i.
Retro dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhio.
Tabaco simonte da Baha.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
1
*.
Grande
LWIUU.U
CHITA PRETA
Peca e chita preta forte cora 39 covados a 4/,
dita lina a 200 rs. o eovado, pee hincha : na roa
do Crespo n. 20, toja do Guilherme.
<*>& ^f* o. o a
o es 9 s B P
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o.gf |3a.
o ^ 5 5 w (B
Vende-se e tambem se permuta a posse de
dous terrenos, spndo uiu na raa da Aurora e ca-
iro na do Hospicio: na rua do fcangel u. 43 f
Vende se a caja terrea d rua de 8. Jao n
26 : a tralar na mesma rua n. 7.
Vende-se as colleceoes do Diario de PoF
nambuco. de 1859-60-1 62 encadenadas o
bom estado : aa rua da Penha o. 23, l andar
Pos dentfricos americanos
( oiuim*< So hflenica.
Estes ps sao os nicos que reunera em
SD3
S^J^tt^n1^Zm^*m^9t'-^i^ot0tt qnalidadea hvgienicas pro
"uS"dl^,!5LJL*J*!!fC"--?J^fl,,.5l,: oria a dar urna'grande alvnra aos denles,
a iraur no eseriplori de Domingo Alves Maiheus
nudo Vigario n. 91.
_ "~ Aloga-w o andar da caa n.-25, rua de
Santa Rita, na rua do Queimado a. J.
AOS 6KXMM0OO
JUSo i and o felite
8ah|a.na
bhotee da i^srl di
prias a oar urna granae aifura ao cenes, con
servicio dalles .e fortiflcacSo das gengiva.
Na pbarmacia amerieana, rna Duque de Caxias
n. 57, de Ferreira Maia & C.
Preeisa-se e um eaixeiro de 10 12 annos
de idade, cora pratiea de taberna : no pateo do
Terco n. 68.
Na rna -)oi Ceibos n.
. Para n
ituu.
A' chegadade iuas magesiades
Chitas francezas tinas a 240. 220, 210, 260 280
e 300 rs. o corada; eambraias de cores malla fioas
a 260 fazenda de 600 e 640 r.; laazinhas com lisu
de seda a 500 r.; peca de raadapolao large a i
3JI, 64 e 64800 o flnissimo a 84 ; nnpp|jn,,
?eda a J/300, 14560, 14600 e 24 o vado rieis
satas bordadas j frita a i4 o outra* n.oita
zenas fje foram arrematadas em ieiiio da casa
da rua do Crespo que ng(,n fogo dos Sr, C-wia A
Castro, t qaaes.se vendem por pr mos para aeabar, vejara admirem I a Norma era
seo magmflco sortimento de fazendas flflls nil(|a
d'ixam a desejar, e ton' tenlia por norma vender
barata, aftm de eonqaMac o belfo exo da Vneta
Araericna nao et so pela barateza de suas (aieu
da?, cu *> ,ielas !:armoniofa olas de tua msica
atfsmpolida i itfe>>aso pelo habililado DNsoal de
que eiir-po':'. de firma que don urca jarles
seguramenie ett.i coavias em nio Minorar raae*
em onira loj. fal/a^do apena* urra frija" par..
para completo iriompriL' 4a Jfoftta.
. Luvas de pellica
Grande sortimento de lavas de pellica das rae
Ibore qne (em vindo ao mercado, pretas, brancas,
e de cores para bornea e sennora, grande sorli-
mento de fazeodas Unas e grossas, miudezas, per-
fumarias, quinqairharias, chapeos para sol e ca
beca, calcado, porceliaua e loaca, cryslaes e vi
dros, oleados para forro de 'arro, ricas mobiKas
4a Jacaranda a Lmz XV, ricos lavatorios com
pedra marmore e espelho ; vende se tudo por ha
ratsimos precos, tanto a retalho tomo em porea
18RUA DA IMPEBATRJZ-15
_____ Ulysaes & Irmo.
Tem venda em seus armazens, alm de outros
rtigos de sea neg io regular, os seguintes, ojie
'ndera por precos mais mdicos que em ou-
ra qualquer parte :
PORTAS de pinho aimofadadas.
SRADES de ferro para cerca.
SSTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
JESSO superior em porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
KOGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
.'ARELLO em saceos grandes a 34500
AGUA florida legitima. ____________
GRANDE
LIQUIDA(AO
Na roa do Duque de Caxias, antiga rna dt
Queimado n. 19, vende-se chitas de cores es-
curas e matisadas pelo preco de 200 rs. o eovado.
eambraias de cores, bonitos padrdes a 240 rs. o
eovado, e pecas de eambraias branca lina coro 10
varas a 34 e ditas cem 8 ditas boa por 44, pecas
de madapelao de 44, 44500 a 54, e algodo bran-
co de 34500 e 44000 a peca; tudo por preco
que admira.
Cemento Poi tland
em barricas de 13 arrobas a prego mais commo-
do do que em ootra qualquer parle : vende-se
nos armazens de Tasso Irmaos di C.
Calcados
Botinas de brim e duraque branco bordadas de
seiim a 64 o par : rua do Bom Jess n. 21,
loja.
Vende-se a preciosa memoria, cora lioas es-
lampas, do Senho1- dj Bom Jess do Monte em
Braga, por diminuto preco : na loja n. 25 A. rua
do Crespo, esquina da do Queimado.
I dt aren i au- IwSml^SSt 4l "***** ,Ja 5 PaU CT V Ia9 f"hl ^ ** Wh o. W, esquina *7M .ro SVuSro
i Ja Caoba A C.
Pavilho da Aurora.
Rua da Imperatriz n. 2 *
O dono deste grande e acreditado esiabeleci-
mentn de fazenda finas de todas as qualidades,
avisa a seus numerosos fregaeres qae acaba de
receber ara g ande sortimento de vestidos de cam-
nraias brancas bordada dnas para senhora, os
)uae vende muito barato, assim como ontras
moitas fazendas de muito bom goslo, as quaes
ex grande rednceao de pregos para menos, a Ora
Je vender mais barato de que em outra qualquer
parte-. ______________
Ferro galvanizado.
V-nde-se ferro galvanisado em folhas de diffe
rtnie tamanlios : em casa de Adamson Huwie A
C, rua do C mmercio n. 40.
Leite
VefloV-se ni fu d Cfji?, junto a'chalarir lei-
rior", jraDfnrJo -a a faalidaJe, pelo prre.--
rs. a garra A1, dM 9 horas di majbja,
GRANLE
Liquidapo
DE
Fazendas para S. Joo
Alpacas de lislcas e floref, tazenda lina,
a 600 rs, laas de cores a 400 rs. o eovado
eambraias de cores a 200, 240 e 280 r.
o eovado, chitas claras e escuras a 200 e
240 rs., percalas mindinhas a 240 e 280
rs. o eovado, chales de merino liso a 24,
ditos estampados a 44, 445iK) e 54, ditos
finos a 64. madapolao a 34200 44,44500
a 54 a peca, dito largo a 545C0 e 64,
dtio eleplnnte fino a 74 e 84 a peca, di-
tos de algodo a 34, 34500, 4 e 44500,
tirito pardo de linho a 280 rs. o eovado,
e l4orrte; algodo de li>ira proprio
para roupa do eteravos a 160 rs. o eova-
do, tosidas felpudas a 8e 114 ^ duzia,
cambraia branca fina a 24500, dila victo-
ria fina a 44, 4500 e 54 a pega, chias
para cobtrta a, 240 rs. o eovado, lencos
de cassa finos com barra de cor a 14500
a dozi,ditos braneos abanhados a I4.6OO
1 H, 245OO e 34 a duzia, ditos ehene-
ies a 24500 a duzia ; de todas eslas fa-
zendas do-se amoslras com paohor.
roa Daque de Caxias n. 29, esquina que _
volta para o pateo de Pedro II.
Vende-se a escuna italiana Febro, de loiacao
de 210 tonelladas inglezas, forrada e encavilhada
de metal, cala carregada nove p< de agua, foi
constru Ja em Genova ne me de julbo de 186$,
do madeira de carvallo clasificada em 1* classe
por sete annos, eomo se pode ver do registro de
visitas; fsi prorapta a navegar para qua!quer
porto, acba-se ancorada em frenie da alfaAdega
no accoradooro da carne seca, aonde os nreien
denles podera examinar e Iralar coto sea respec
vo ospuao e dono.
da Imperatriz 13 A
DE
JOAQUIM BEZEItRA PESSOA & C.
Os propriet ros desle dovo estabeleci-
menlo de fazendas vecm Ecientiflcar ao res-
peitave! publico em gcral e .em particular
as Exfflg familias de-la cida de e fora della
que chegado pelos ltimos -paquetes da
Eoropa, o mais bello sot Mcenlo das mais
lindas fazendas que at lioje s5o vistas em
nosso cotr.mercio, e que estao despostos
venderem por todopngo.aflm <1e venderem
moiio e apurar dinheiro, saber:
L^dos casaquioho8 de gurgnrao preto
enfeitados para todos os precos.
Coi tinados ricamente bordados para ra-
mas e janellas.
Camisinhas de linho bordadas para ?e-
nboras.
Tos tapetes avelludados com lindos de-
zenhos para 2 e 4 cadeiras.
Ricas grinaldas e capellas para ooivas e
meninas.
La para bordar de todas as core por
commodos precos.
Cbapos de sol de.'da inglezas a bato-
por todos os precos.
Ricos e modernos cortes de organdy bran-
eos com modernas listas.
Ditas de eambraias de salpicos braneos
e de todas as cores a 50C0.
Pecas de eambraias finas a Victorias com
10 e li jardas a 3,5, 40, U. U e 7r50CO,
Ditas transpanntes finas para todos os
precos com 2 larguras.
Vaiiadissimo e elrgaantes sertim n!o de
15as para vestidos de todos os preces e qua-
lidades, que, quera as vir a Mita dos pre-
gos comprar.
M Hit roas popennas cem lis tras a 120
rs. o eovado barato.
Grande variedade em chitas finas, par
200, 210, 280, 300 e 320 rs. o eovado.
Pecbincha em alpacas de cores lavradas
e muilo finas, o eovado 400, 500 e 600 rs.
na Flor da Moda rua Imperatriz 13 A.
GRAJDE PECIIINCHA I A ELLA AMES
QUE SE ACABE ?
Sao camisas francez;,s finas a 1(5500 cada
nma, sdmira a vista da fazenda. S r.a
Flor da Moda rua da Imperairizn. 13 A.
Cbapos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de 35000.
MadapoIQea Pnos e largas com 20 varas
a 44, 5$ e 6,5000.
Brim pardo trancado de linho fino o
eovado a 30 e 400 rs. admira.
QUEM QUIZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RUA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima 15a de cor a 80,
U, e4(5000 braneos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. ocowdo.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia 2j0(0rs.
Grande quanlidade de lencos para me-
ninos bomens tendo:
Cera barras de bichinchos e calongas te-
zado gynastica a dozia 1(5200, 10500.
20000 e 20500.
Ditos braneos finos a 20300.
Ditos de linho ambaihados finos a 60 e
70000 a duzia.
Camisas ile meia o melhor que l>, una
10, e 10500.
Ditas inglezas finas de linho para born
e meninos. or todos os precos.
CoilerTihos, punhos, gravatas, dt< ,
toalhas, lences. crochets para cadeir
jardineiras.
Completo sortimento de eximirs pf
de cores.
Pannos linos pretos e de lodss as qo;.,
daiies, brins brincos par Jes e decores pu
tojos os precos.
Koupas eit-sua Flor da Moda
St brecasacos, palilols sacos e fraks de
todas s quaiidades pr Calcas de casemiras pretas, de tere?, de
brins braneos, pardo e de efires.
Ceroulas francezas de linho e de algodo
commodos procos.
No mesmo eftabeieciroonto encontrado
os amaveis frequezes um Um alfaiale para
tomar medidas dos que quizerem mandat
fazer suas obras e sujeiando-oos a ficar
com aquellas que nSo sabirem a coBtento,
afira de bem servir todos aquelles que nos
honraren! com soa protecejo neste estabe-
lecimento orna enfiaidade de artig- a que
dixamos de mencionar parau3o se tornar
massante aos leitores. o ettabelecimento
est aber!o das 6 as 9 horas, da noite s
oidens do rcspeitavel publico.
N.-I3 A RUA DA IMPERATRIZ M13 A
OTO
s c fognetelrot.
MACCOS
PARA ASSl'OAn
CERVEJA DE MABCV
K
Engarrafada especialmente para o brasil.
Charutos de Havana
Lona "para velas
Cambraia Victoria
M verdadeiru trarem o numero eslampados
as pecas e nao cas eliquelas.
Venoera-se
Em casa de
T. JEFFERIES i C.
46 Rua do Gommerao 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Traiem em cada peca nao Wtbe
te con noM
DOS
nicos importadore
T. JEFFERIES & C.
Para
le sope
deS80
Attenpao

V'Mido-.'e op) ca'."liu *UQ>, Jo b-ioita flgnr,
gr;r(k e aadadir; a uaUr\fua AugtK-u n 98.
e p.ra \'t*%^simt^mmmmmmm9m^ 1* es
irada de*
Farinha de railho-
Ven Je se farinha de milho, molda a vapor, da-
mmenle. pelo preco fepulnte : man para
*ng a 100 n a l.bra, para iaogic. Tm ^ l
para eoisos a 160 rs. e a 4*^0 a arroba: na rua
dj Coiovello numero 18.
Cadeiras
Novo sormcnls de cdeirg franceus dyfaia
o naiun! e a iinuclo d**^8rnd, mognn, etc.:
nos an.iteni de Taa Irruio ,& C., do caes de
Apollo junto a popte proviseria.



Jilio ue t'emaniDuco
en:a
era"3 e Maio le
Iv.
VNDESE
Jvi.-iqu'i/u Jur Ramos, oa ru;i da Cruz n. 8, Io
aullar, vende algotao aiul americanos vertadeiro
e tregos amerita o. 3 e 4.
rtau ka mam cabello braacos.
Tintara japose a.
S e nica approvada pelas as academias de
sctencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
parecido al lioje. Deposito priocipaf ra da
.ideia do Recite u. 5i, 1* andar, em todas as bo-
ticas e cata de oabnHereiro
LOMA E HRMAZEM
man
DO
A
fl
LHi
Ha
JOB
ipre Nova Esperaoca!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem conh?eida pela soa elegancia e
snperioridadt de sen objecl >s, acaba de rceber
niuitos artigos para o que respeitosameme convida
so bello sexo a viiita-la, aflm de comprarem aquil-
lo que i r.'ciiuem para prepares de vestidos toi-
tete ou tocadores, e mesmo qualqoer objeeto para
fazer algum pretenle...|poii que s na Nuva E-pe
ranea flearao satL-feitos, j pola qualidaJe e pre-
cos razuaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za otina-M em nao se impacientar em dar a es-
-colher os objeclo?, prestando-se com o agrado
rom juc costa a recetor a todos, aflm de qne
sibam com o Arme proposito de vollarem ou
nuidarem i roesma loja, logo quu preeisem de
q al juur artigo par pf queno que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu as de L>boa a Nova Esperance para
Gmeos, senhora e meninos, sendo brancas e de
NOVIDADK.
Bico de quipure preto com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I 11
Caixas para joias.
Nova E-peranca recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de umitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
A Nova E.-poranca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperaoca a verdadeira tinta n-
gloza.
Para refrescar a peHeeaformozia-!a.
A Nova Esperanca ra Dnque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Ferfumarias
As melbores, e do mais conheeido fabricante,
tanto fraocez como inglez, eslao expostas venda
n; ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
nneja.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
indo de superior qualid.-Je : vende-se na Nova
E^peranca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !'!
A Nova E 63, recebeu um lindo sortimento de laa para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a lia antes qu.> s acabe I
Tacllas Vermfugas
Este medicamento -o uuico que peio seu bon.
aroma e goslo agradavcl se torna o mais propno
para a exuul.-o das lombrigas. E' fcil dn tomar
porque o sea gasto igual ao do chocolate, e de
i rompi effeito.
DEPOSITO
Pharmacia americana de Ferreira Maia. 4 C, rus
l'n ina de Caltas n. 57.
Jabonete 'Je alcalro.
E*te nova preparado applieado com grande
iproveitamenlo eoMn a? molestias de pelle chro
nicas e reneldfs empigens, manchas escaras ou
;anuos que vem ao rosto e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e coriilcbfSe-*, mesmo aquellas que em
caitas partes delicatas do corpo tanto mortifican),
finalmente o uso continuado deste sobanete con-
tnhue para tornar a pelle asss mimosa. E' igual-
mente i ;i az para amaciar a pelle do rosto ou
outraa partes do corpo, que por motivo de erysi-
pellas Ocara speras e escamosas. Preco de cada
abonte 6i0 rs., era dunia se far abatimonto.
Uuico deposito em l' rnanujo, pbarmaca ame
ricana de Ferreira Maia & C, ra Duque de Caxias
u, 57, antlga do Qm-iinado.
PAVAO
NA RA DA IMERATEIZ 00-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA & C.
Os proprietarios deste grande estaoeleci ment tendo em ser urna avuluda porc3o dt
fazenda, e tendo continuado a recebar por todos of taparea e navios inmensa poralo
das m asmas, tem revolvido f>zer urna GRANDE LK}UIDACO, fin de diminuir o gran-
de deposito e ap :rar DIISHEJ.HO. De todas as fazeadas gao se ende tr*iissimo se d5o
as amorras, tkando pennor oo (6 mandam levar em casa das Exmas. familias, assimeomo
as pe soas qne negiciatn em menor escala, a'este esta elecimeoto se podaro sor ir em
pequeas pergoes pelos mesmos preces que compram as caas exportadoras.
AUFAATE
Ao *n me* Itmltf do 4o amo
da imtmlnt e dlreit*
Veade-f per mais tisrato preeo do trae uta
^tqner o*r vrarki desu eioade, os pbuquis-
imol (XMaflwes *oe restam das exceHentes in-
Mtao9M 4o cedido eonmercial portuguez, polo
coneelheiro Dr. Diogo Pereira Forjsz de Sampaio
PW*oteL lenu catedrtico dessa maieiia na noi-
rersldade de Ccimbra, obra muito iateressante e
at indhpeosavel para os senhores acadmicos do
4* atHH) M faeuldade de direito desta cidade, pela
grande bomofeneidade entre aquelle cdigo e o do
BrasM : la roa do Crespo, esquina da roa do Quei-
nao a SS A, loja. _____________ ,
SITIO
Vende-se um, sitaado no Arraial, becco do
Bartbolomeu, casa nova toda envidracada, com
oomba; tem quinbentos e tantos p.< dt alyoredos
aovus, latadas de maracujiassii, o terreno 4 pro-
prio e tornase recommendavel por ser perto do
aovo ramal para Beberibe : tratar no trapiche
4d caes m Uau t. 4, das 16 ora* da manhZa
as 3 da Urea, pn pp mencionado sitio.________
Vmftem ^ cavo americaao, muito leve,
eleganteaBito bim aiamdo e forrado': a ver
na ro|l| mefeptma ni oficina de Mr. Grosjean;
onde se rkMte quem se deve tratar.
DE
VIDAGO
nico deposito
i'liarmacia americana de
FtijTtiira Miiil >$ C, ma. Dll- memore camisas iugiezas e rancezas com
que de Caxias n. 57, anti-
KARA LUCTO
0 Pav3o tem um grande sortimento de
fazeodas pretis para lucto, como seja : 13a-
siohas finas para vestidos i"0 e i 40 es.
meri.i muito leve para vestidos & roupas
para homens 1& e 2200, alpacas com
lavares brancos, cassas pretas liase e com
braceos, bombazinas pre>as, caotoes. e ou-
tras muitas iazenda3 todas proprias para
lulo, que se ven fe mais birato qui em
outra qimlqtipr parte.
L HITAS DE CORES
O Pava tem rebebido grandes sortimen-
tos de chitas fina?, tanto claras como escu-
res, tendo tambara grande sertiment3 d u
mais delicadas percalles miadinbas proprias
para vestidos eroopras de crianzas, e vea
de-:e por menos do que em outra qnalquer
parte, oa raa da Imperatriz n. 60.
LENCOS BKACOS A DUZIA 3#00
O Fav-ao ven.ie flni simos lencos brancos
ja embanbados, em duzia pelo barato preco
de : (K). e outras omitas qoalidides, tant)
de esgoiSo como
ctiinezes.
Toilbas do Porto a iOJOOO a duzia
O l'avjo vende su eriores toalba pare
rosto, sendo de linho do Porto 40/5000,
ditas de foco fazenda ncuil > boa 12fjoro
n duzia, ditis coaMioadas a 7(5500 duzia
ao 040 rs. cada toaiba.
COLCHAS A 35000
O Pav3o vende colchas branras de fdst3o
sendo bistante grandes pelo barato preco
de 3(5000, ditas de cores muito finas ...
7000, ditas muito graudes brancas de fus-
t5o em to encorpadas 6,-5000, ditas de
croxet, proprias paracamade roiva 15L
ORGASDYS BRANCO
O Pavao recebeu os mais finos e delicados
organdys brancos para vertido, sendo todos
com lavores miudinbos, e vende se pelo
barato prego de 800 e 1(500 > rs. a vara,
fazenda que vale muito mais Minheiro.
GUARDA BANHA
O Pavlo vende urna grande potqlo de
panas de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de goarnicSu,
ditas para encost de sof, ditas pra cobrir
pian' s, assim como ditos redondos para co
brir dilerentes movis ou outros q taesquer
objectos, e pade-se vender por menoi do
que em outra qualquer parle, attendendo
grande cumpra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 24500
O Pavao vende chales de merino muito
grandes e encorpalos 2*500, ditos
imu(,Tm de chinezei 2<5500, ditos ptetos
de renda com 4 ponas zdoOO.
CHALES PRErOS BORDADOS
O Pa3n vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos cem largas franjas de retroz, e vende
por menos do que ero outra qoalquer j.arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O PavSo vende um graude sortimento das
QM
do ueima^o,
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se veade na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
.La Martins de Barros.
A' rui do U)iiijne?cio nu-
mero 10
No escriptoriode Jos Joaquim d Costa Maia
h-para vender mais baraj do que era outra
q'alqaer parte :
Vmho do Purto particular em caixas.
Dito de dito de Pasto dem.
Dito vprdn de dito dem.
Dito Figueira em barris
Dito da B tirrada em ancoretas.____________
DISCURSOS E DIVERSOS ESCRIPTOS
PELO
Di*. Aprlgio usllalauo da Silva
i lniaraes.
tente de economa poltica na.faeuldade de
direito do Red fe,
NATURAL DE PERNAMBUCO.
L'm vol. de 480 psg., ntidamente impresso, na
l'-pographia de C. E. Mullen.
Acna-se no prelo, e asigna se rna do Impe-
rador n. 27, i" andar.10* cada exemplar.
O antor colhge algn-! de seas disenrsos, que
taj benevlamente hS> tido acolhidos por maitos,
: tucau-s e annotando-os ; e inclUe no seu li-
vro algjns eseriptis, que suppoe interessarem,
e:nbora francamente, i lula de ideas em que o
paz ?e ul empenbando i precede urna longa in-
tro I ucea).
O livr) nai tem a coi de orna poltica de parti-
do cum relaco ao imperio ; e sim tem a cor de
urna poltica de Liberioe, quee ser sempre a
dos homens de bem de todos os bando; polticos e
de todos os palies.
pechincha sem igual.
Superiores lias eacoceasde cOres muito linias,
fazenda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova
do vnJe-=e na rna Primeiro de marco, outr'o-
ra do Crespo a. 13, loja das columnas, de Anto-
nio Correa de Vasconcellos.
Plvora a 16^000 o
barril
Ko eriptorio da ra do Vigario n. 31, tem
amostras de superior plvora uck-zs, e vende-se
pelo bar; (o preco cima.
A

Vende-se sceos com farinha de mandioca, me-
diado 18 caas, pelo baratsimo preeo de 5* cada
sacco*, na ra ao Marqaw de Olnda n. 40, es.-
cnptorio.
qoe se encarrega de execatar qoatquer en-
commenda da sua arte ventado do fre
guez, e o proorietario d'esie grande esta-
beltcimen'o e promeile servir bem a todos
os fregoezes qu Iba hocraretn a sna casa.
ALGODOSINHO A 34500 A PECA
O Pavio vende pecu d'algodioainlM) de'
muito boa qiialida ,'e, tendo 20 jardaa. eada
pega, pelo barato preco-de 3)5300, dito mui-
(o largo e encorpado i Bino, dito o me-
Ibor que tem v,do ao mercado, auito en
corpado e largo para lenc.es. pelo barato
prego de 650, graode pecbiocba.
MADAPOLAO A 4,5000 E 4#50O
O Pavao vende befas de madapo o com
24 jardas, sendo f.zeada muito superior
pelo barato preco de 46500, di as com ai
raes as jardas a 45000, ditas floissimas a
3,5500, 65000 73300 e 84080. pecnJocha.
MADAPOLAO FRANCEZ A m
O Pavao vende (ecas de Q nsiimomada-
pelio verdaderamente francez, tendo 2
de camb'raia do linho, metros oo 20 varas, pelo baratissimopreco
de 105000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se venden liOOO, e liqui la-se por
este barato prego por estar a!g ama couss
encbovalbada na ponta de (ora.
ALGODOSINHO ENTESTADO A U U280
0 Pavao vende verdadeiro alg-idoainho
americano, ten lo 7 palmos de largara e
muito eocorpado, propro para lencoes a
7*000 a vare, dito da mesma largor* sen-
do trancada e mnilo ncorpado t<52^0.
BRAMANTES PARA LENQOES A 2*400 2*80035
O Pavio veade o verdadeiro bramante da
linho tenio 10. palmos de largura, que a pe.
oas precisa para omlcocol orna vara erma
qnarta, pelo barato preco de 2d4O0 vara,
lito melbor de 2*8 o e 3*000, tendo at
do melbor que vem ao mercado i 35O0
e 4*000, assim como crotones fortes para
lencoes, sendo urna encornada fazenda fcan-
ceza com 10 pdmos de largara too rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 1*800.
SAIAS BORDADAS A 4*500 E ft*O09
O Pavao vende grande peciocha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo eada ama
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
4*500 e 6*000, sendo fazenda qne sempre
vni Jeu-se pr 8* e 10*ouO.
Faienda aira saias a 1*200, 1*280 1*50
O Pa-?ao vende supen r fasenda bordada
3com pregas proprias para saias, i 1*200,
1*280 e 1*5(0 a vara, sendo preciso para
urna saia apee as 3 varas o u 3 112.
Aos 3000 corle de cntala a 2*H0
O PdVo vende ama grande poreSo de
cortes de ctmbraia organdys; tanto brancas
como de cores, seido com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo bar alo preco de 2*500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Asa 2000 Mrtes ie cavereias brdalas a 5*O0
O Pava o vende urna g-ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos que tem viudo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
tionaes, e com muiu fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimo prer > de
5*000, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grande pechincha.
CAMBRAIAS
O PavSo veade grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 3* a peca at mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavio vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores xas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pechincha.
LASINHAA 160 RS. 0 COVADO
O Pavao vende bonitas liasinbas transpa-
rentes pelo barato preco de 1 uO rs. o cova-
do, pa mincha na roa da Imperatriz a. 60
CORTES Dfi CASSA A 2*500
O Pavao vende bonitos cortes de cassa
ranceca viudo cada um em sea papel, pelo
barato preco de 86500 o corte, ditos muito
hndas 3*C00, pechincha.
CASSAS FRANCEZ AS A 20RS. O COVADO
O Pavio ende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas fhissimas com os desenhos
mois modernos que'tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 50) rs.
CBETONES
O Patio veadt finissimos cretoaes esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
propias pan carree* : quem precisar dinja-se
a Irada do Rusarinno n. 8, en a roa Dnque de
Csxias n. 60, amiga do Quahnado o. 6.
20-fflJA DA IMPERATRIZ-20
FARIA & LESSA
MHft *>*
Os proprietarios deste novo estbehciminto vem participar ao respeitavel pbblico
e com especialidade s excellentissimas familias, que tendo comprado um bello aerti-
mento de fazendas de todas as qualidades, estio resolvidos a vende-las por precia os
mais razoaveis posaiveis para vender muito.
Toalhas felpudas para rosto duzia H-
Ditas lisas para rosto duzia 7* e 9*.
Pecas de hamburgo superior a 9*500.
Pannos de chrocbet para cadeiras t so-
Laade
canua
Vende se lia de canoa em porcia e a retalho :
do pateo do Carino, esquina da raa de Hjrtas. ar-
mazem D. v
MKA\I>K
COM TOQUE DE CUPiM.
irim pardo Rao com pequeo toque de cupim
aa uurela, a 400 rs. o ^ovaJo, peehiacha : na
ra do Crespo o. SO, loja 4o Guilherme.
Aos Srs. mcoup.
O Bazar Victoria, na rna do Barao da Victoria
(antiga roa-Nova) n. 2, recebeu um rico sortimen-
to do Blas bordadas para diferentes graos e para a
festa de S. Joo.__________________________
Injecfo amercina.
Especialidade dos pharmacenti-
eos Ferrelra Hala 4b C.
Esta injeccao composta especialmente para a
curar das pnrgafftes antigs ou modernas, foi com
fe'liz resaltado ensatada petos mais babeis e reco-
nhecidos medico?, e por elles conArmado ser esta
injeccao a nica que radicalmente enra em menos
lempo qualquer agnrrrha oa purgaeio antiga 11
moderna, tem o auxilio de ootros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas oa Ocres brancas,
qaer seiam. antigs oa modernas.
MP051T0
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
- _______ nnmero 87- _____
EmcasadaTHODORO CHKISTUN
SEN, raa da Crat n. 18, encontram-se
effectiramante todas as qoalidades de vinno
Bordeauz, Boorgogae e do Bheno.

Popelinas de seda, fazenda nova, a 2*.
Vestidos feitos e cambraia branca, rica-
mente enfeitados, a 10* e 20*.
Basquinas de seda de 16*. 18* e 20*.
Superiores grosdenaples preto de 1*800
a 5* o covado.
Grenedines de seda a 1*100 o covado.
. Completo sortimento de lias e alpacas
de cores, o que ba de mais gostu, de 640
rs. a 1*.
Cambraia de salpico branco e de cores.
DitiS victorias de 3*500 a 0* a peca
Ditas ttansparenies de 3*500 a 10* a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de moita phantasia, a
10*.
Dit s ditos tambem de listas a 4*500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 2*500.
Pecas de babados bordados, de kdaa as
larguras, o que ha de melbor e mais gosto.
Panno trancado e liso para toalhas, com
9 palmos de largara vara a 1*500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
5*.
fas.
Tapetes de todos os lmannos e procos.
Sort ment completo de meias para se-
nhoras e homens.
Grande variedade em chitas e pan lodos
os preco.
Madapoiao franc/z superior a 7il500 a
peca.
Sortimento de madapollo de 3*500,
4*500, 5*. 6* S 6*500.
Cortes de cambraia bordada a 3*, gran-
de pechincha.
Cortinados bordados para camas e janel-
las.
Camizinhas e corpinhos brancos para se-
ntara a 3* cada um.
Panno de linho abrelaahado, fazenda
propria para seroulas, lencoes, toa&s e
outras moitas coosas, pecas com 20 varas
por 9*500.
Bramante de linho para todos os pro-
cos.
Todas estas fazendas s2o grandes pechincbas vista do preco.


^

V% \%.
V
%
Q

nico
legalmente aatorisado e approvado
pelo cooselbo de sade.

dnico aaposiTo
peitos di linbo para todos os procos e qua
liades, assim como ditas de ditos de
algodo rara todos os preces e tamanh.08,
tendo tambem pata crianzas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ctroulas
de liaho e algodo, tendo para lodos os
pre.os, assim como meias croas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se veade
por preco muilo limitado.
CORIINADOS BORDADOS
O Pjvo tem c nstantemente um grande
sortimeLto dos menores cortinados borda-
dos para camas e jai ellas qne vende-se de
8*000 at ao mais m o qne ostuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, lao tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, colchas
de crochet, damasco para camas de noiva,
e cortinas, e vender no B.izar 4o Pavao.
LASINHAS BARATAS
O Pavao tem um g ande sortimento das
mais bonitas lasinhas para vesti los, tendo
de todos os precns cores e qualidades.
orincip ando da 200 rs. para cima ; porm
to grande a quantidade que seria enfa
donba especificar qnaliJade por qaalida le,
s a vista jo fregnez e das amostras se lne
venderao por presos laj cmodos que
ntnguen deixar oe fuer um vestido de
i par to pouco dinhoiro.
ALPACAS DE CORDAO A 616 R8,
O l'a\5o vende as maU lindas alpacas de
cord:o para vestidos e roupas de criaocas
pelo barato preco de 610 rs. o covado,
ditas floissimas cornos mais liados lavoree
chambres, pelo barato prco de 640 rs
cova lo, ditos de fl ros, proprios para co-
imitacao de agr ianas 8( 0 rs. o covado, Drta8endo fazenda muito encorpada pelo
barato preco de 80 rs. o covado.
|Basqaia*s oa casaqninhos a 20* e 255
O Pavio vende basqanas ou casaqainhos
de seda pntos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo pr* g > de 20* e 25*000, sendo
muito moderaos, assimcoeo ditos de cro-
chet e rendas pretas que se vendem muito
em coma. Da ra da Imperairiz n. c-
Caitas atrancadas paraeobertis a 360 rs. corad
O Pavao vente chitas entrangadas coto
delicados desenhos para cobertas ou Corti-
nas de cores fizas, sendo fazenda moito en-
corpada pelo barato prego de 360 o cooadO.
ESPaRTILHOS A 4*530
benitos glaci com delicadas corese lus-
trosas como se la 1*000 o covado, e ou-
tras militas fazendas de gosto e lazo para
vestido, na raa da Imperatriz n. 6o.
popelinas
O Pavao recebeo as mais delicadas e me-
jores poupelinis de seda.para vestidos,
com os mais modernos lovores, e oataas li-
zas c >m as cores mais novas que tem v.n 'o,
e vende-3 2*000 cada c vado, assim
como del cadas sedas de listiohas, tanto
para vest los de senboras como de meninas,
q vende-se 2*000 cada covado.
SET1NS DE COR
0 Pavo tem constautemente um bonito
sortimento dicotinse grosdenaples de to-
das as cores, que vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMENS
O Pav3o tem constanteseofe um graode
sortimento de roupa, tanto de panno como
de brios braooo e decores, da case-
miras, para todos oa precos e qualidades,
e tambem se manda fazr qualqoer peca de
ohra com tjdo aceto e prompttdSo, para o
que se.tem um perito
O PavIO vende ds mais modernos e m?
ihores espartilhos, tendo de toaos os u-
manbos, pelo barago preco de 4*500
CASEMIRAS
0 Pav3o veide um elegante sortimento
de delicadas casemtras ing'ez'S, sendo to-
das de lia e muito levesinbas, ttmo pro-
prias para homens' como para enancas, e
citas mais encordadas, teo lo de urna e da
duas largaras, que se vende o mais barato
possivel, na ra da Imperatriz a. 00.
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.
34Roa larga do Rosario34.
NICA VISTO
S na loja do barateiro, raa do Crespo
n. 1, junto ao argo de Santo Antonio.
Algodo americano com um pequeo
tcque de avaha a 5 a peca.
Madspolao (no, dem a 5 a peca.
8 Gilas finas, fazenda boa a 240 e 260
rs o corado
dem dem dem a 280 rs. o covado.
S o barateiro, rna do Crespo n. 1.
3 Brins pardos trancados a 340 res o co-
Wtt vado.
Stt Ditos de coros trancados superiores a
2 700 t. a vara.
Cambraias de cores Gxas a 260 rs. o
Swovado.
Cbitas finas, padres moderaos a 360
e 40J rs. o eovado.
Pecas de Cambraia transparente e ta-
pada, cora iO jardas a M]
dem ganga para coberta a 380 rs. o
eovado.
Cambraia suissa transparente, fazenda
fina com 10 jardas a 2*800 a pega.
Pecas de madapoln francs, fazenda
fina com 20 varas, a 7300,8J e 9*.
Pecas de brilbanlina branca com 18
covados a 5S.
Cambraia para cortina io com 20/varas
peto barato preeo de 8S a pega.
3
S
m
S
S na loja do Barateiro
'oall
duzia.
1
Toalhas de linho, fazenda fina a 7S a
:
Lencos de eambraia de linbo, fazenda
Qoa, ja abanhados a 73 a duzia. '~
Ditos de exguio de linbo a 4o00 e o fe
a duzia. m
E ara variado sortimento de fazendas e
S de todas as qualidades, que vendem por
SJ| muilo limitados prego?.
S na loja do Barateiro, raa do Crespo !
n. 1, jauto ao arco de Santo Atonio.
*n mmmm uno
ps de abacates e sapotis, flgueiras e laranja'cra
vo, e roseiras de vanas qoalidades : na ra do
Vifconde de Goyanna n. 101, (nntr'ora lnndeg')
O p3o Ramonda vende-se nicamente na
raa da Matriz da Boa vista n. 20.
Todo qualqoer pao do mesmo formato
que e venda na roa nio I he pertence.
Libras sterlias.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F. de Ollveira & C, ra lo Commercio n. 41
Vende-se a caa torrea n. ti sita na ra do
Padre Plortaoo, a tsatar oa praQt do conde
d'En u. i, ou raa 4a Cooceico n, 43,
6 is*^!
PARA LIQUIDAR
1,5000 CADA UM
com cabos de faia, sendo os machados de ac muito bom, proprios para carpinas
oc engenhos: vende-se ra Nova n. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallinha: ra Nova, armazem n. 11. -
Fregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: i ra Nova, armazem
n. 11.
Taxas americanas
canaca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, ou outro qualqoer
mister, com toque de ferragem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 8# a caixa com ISO
macos: ra Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para homem, a 20$ cada um. & de grata, mandando-os vir
castam 150/1 cada um : vende-se ra Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo de madeira, proprios para prender a roupa que se bota a seccar em cordas, a
240 rs. a duzia ou U a caixa com 3d dazias. E' dar, n3o vender: ra Nov
para i:Y
am recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qnizer, economisando o trabalho de duas pessoas. E' talvez o nico que existe
nesta provincia: vende-se muito barato, ra Nova n. 11. : >
Isawo
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta especial e exeellonte tin
ta pela sua boa quhdade, fluidez e darcio, co-
mo a melhor e mais inalteravel tinta qne ser eo-
nhece. Ni) ataca as pennas d'aco e da tres ex-
cellentes copias. E' preenvel a qoalaaer caira
tinta para os Itvros do comn ercio e documentos
que carecam de longa dorscio.
NICO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferrelra Maia & C,
raa Duque de Caxis|n. 75. antiga do Queimado
PERNAMBUCO.
Vende-se
violoes, violas e guitarras mnito bem feitas, tanto
em grosso como a retalho : .na fabrica da ra da
Roda n. 39. ________________________
Cimento portland
Vende-se o verdadero Cimento Portland .- io
largo da Alfandega, armazem do Annes,
Licor de alcatro de Goyot i
frasco.
Para enra de catharros da bexiga, vias urina-
rias, pnlmoes etc. Vende-se na botica Popular da
roa da Imperatriz n. 77. ______^^
VlRHe GOLLifiES
Vende-so o verdadeiro vraho de Collares, vind
ltimamente pelo vapor Ofnda, en Sarrtl 4o d-
cimo : na raa da Madre de Deus a. t$.
Fundido da Awora.
C. 8tarr C em liqoidacio odanj por preeos
mais baratos do- to* am ontra qualquer parte,
taixas de ferro batido o eaado, atonjftiqnss, moen-
das e noiis meesdai, rolas e rodrtaa, tata
d'aiua para engenho. crivos e bocea* te torualsa,
gamdastes e Mas, Wo '^ (w !<*). I-
Vendle hoMt da roa do Codarma a W;
quero pretender dirija-se ao mesmo, que tobar
com quem tratar.
%
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*
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1
Dii^d^i.Pe^m^^;- Je^pira 30 4 JVIaio <1 l^^.
M^U^L
DO
CYSNE
SI RA D\ MATRIZ \ U
u
FIGEIREDO a LOPES.
Esta nova leja aeha-se completamente sortida de f7endss de gosto de todas J
qaalidades, Unto da seda como de lia, lioho e de algodao, e desejando seos propie-
tarios dar sabida s mesmas eslo resididos a vndelas por precos 15o mdicos e
aaammodsdos ao iateresse de todo* que por cerlo agradarSo aos pretendentes.
Os propietarios desta Ir ja convidam, por tatito, s excellentissimas familias,
ao masca tes e todos em gera!, a visitarem sna sopradita nova Inja e se offerecem
a dar as mostaas e mandar as fazendas s casas, promeltendo toda a comraodidade nos
presos sinceridade no trato.
Rna do Cabug, n. 8
Di
Antonio Francisco dos Suatos & C.
Este novo estabelecimento acaba de receber tora completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inteiramente novos, a saber;
Poupelmas de seda, con lindos desa-
Bhos.
Nobresa- de seda de corea e pretal
Cortes de cambraia bordados.
Grande sorlimento de- liare alpacas para
Grosdenaples preto.
Ha um completo sorlimeoto Juste artigo
que vendemos por pregos baratissimos.
Grottdeunple* de ciares
Timos os mais lindos grcsdenap'es de
cores de superior qoalidade, que vendemos
por precos baratissimos, por temos feilo
ama gnnde compra.
roupelinas de cores.
Recebemos um sortimento ampielo, tan-
to com flores como em xadrez, e vendemos
por menos que nutro qualquer.
Netlas de cores.
O Cysne receben os mais lindos setins
de cores, tanto maco como de outres qua-
lidades, qoe vendemos por menos qne outro
qaalquer.
Alpacas.
Ha am bonito sortimento, t oto lavradas
cono lisas e por precos commodos.
Las com stra de seda.
O Cysne receben .'ias com listras de seda
d lindos padroes, e preco commodo.
bitas Usas de urna ao cor a *0
rs o covado.
Ditas com xadrez pedios multo modernos
qne Tendemos prr S00 rs. o covado,
pechinchV
Hadapoles.
O Gysne tem um completo sortimento
de madapoloes de todos os preoos e quali-
dados.
Tem s oma-qualidsde de medapolio fran-
cs que especiaiidade, tanto no preco
como na qualiddade.
Camisas bordadas.
Temos camisas bordadas do ratlbor gos-
to, proprias pata easamento, qoe vendemos
muito barato.
camisas fraucezas e Ingleza*.
Temos camisas desde o preco mais ba-
rata ato ao mais caro, e ueste artigo temos
ata qoalidade que vendemos a 3$00O, e
para a qoal chamamos a attenco dos nossos
freguezes.
Camisas de flanella de cor:
Fizemos uma compra de camisas de fla-
nella de cor, qoe vendemos por baratissimos
paecos.
Ditas de meta-de todos os precos; temos
mea qoalidade muito soperior com listras
de cor, qoe vendemos barato. *
Tiras bordadas.
O Cysne tem tiras bordadas largas e es-
treitas, assim como, entremeios bordados,
tapados e transparentes, qne vende por me-
aos qoe outro qualqoer.
Csemira de cores
Temos nm bonito sortimento de casemi-
ras de cores e preas, que vendemos muito
barato, assim como um sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de soperior qualidade.
v Ts. petes.
Temos lindos tapetes para gnaroicSo de
sala, desde os maiores al os menores, e
os precos sao baratissimos.
c rt loados .
para cama e janellas.
Temos o melhor sortimento deste artigo,
tanto para cama como p ra janellas, os pre-
cos -ao por menos que em ootra parte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato preco.
Fusies brancos.
Temos lindos fusies brancos com listri-
nhas, prprios para rcupas de meninos e
mesmo de seahoras. V
Cortes brancos de cassa i
Recebe mos^ortes bra&cos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Codas brancas e de cores.
Temos eolias brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e bara'.-o preco.
CHALES.
0 Cysne tem nm bonito sortimento de
chales de merino- de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qualidades ba
uns qne vendemos por 20500, e que seu
prego foi de i '.00.
Espartilhos.
Ha esparthr s de todos os tamanbos
das melbores qualidades.
Cambraias de cores.
Temos cambraias de cores proprias para
ronpas de meninos e de senhora de lindos
padroes e ptima qualidade.
Meias para homens e senboras
0 Cysne tem completo sortimento de
meias, tanto para homens como para se
nboras, meninos e meninas.
Fazendas para loto.
Temos fazendas para loto, de todas as
qualidades, como sejam: alpaca, contao,
princeza, merino, cambraias, I3as pretas,
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sortimento de organdys
com listra assetinada de lindos gostos e mo-
dernos.
ARARA
EST YENDENDO 0 BESI'DE SiS PECHINIHA8
HA RA DA IMPERATR1Z i. 72
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ee>
ma. ,
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para senhora.
Tapetes de todos os tamanbos.'
Os propretarios da Conquista prestam-se a ir oq mandar com qualquer ob-
jecto em qualquer casa qne paraisso Ibes mandem nicamente o nome da roa e numero
da morada.
Crochets para cadeiras e sof.
Colchas de 13a e seda para esma.
Casaquinhos de gorgurlo preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Cbapelinas e chapeos para senboras, o
qne ba de melhor.
Lencos de l'aho, camisas lisas e 'borda,
das para.bomem.
Bramante de linho e atoalhado.
Balrjes com as desejadas anquinhas.
GRANDE
DE


CHRYSTAES

i
DE

.
PER EIRA, IRMAOS
Ra Primeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. \b.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seus numerosos amigos
participara Manoel Joaqim Pereira e Manoel Jos da Cos'a Pereira, que acabam de
fundar nm rico e sumptnoso armazem de loeca, porcelana, vidros e cbystaes rea
Primeiro de Marco, outr'ora roa do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira 4
Irmaos.
A longa pratica e conbecimentos de qne dispoem os annunciantes neste ramo
de commercio, a que, ha muitos annos, se dedica, os tem habilitado a eaiisfazer as
necessidades da pcpolacjo desta provincia e soas limitropbes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabeweiraentodeste genere.
O respeitavel publico, dignndose de visitar este novo estebelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe os acnunciantes ve de diser.
A SABER
lAasinba A IfiO RS. () CeVADO
Vfnde-seJS-sintas | ara vestidos de sen-
boras e meonv, e'o barato pre^o de 16Q,
200 e 4)0 is. ^lc.
CHiTAS LARGAS A CO RS. O COVADO
' Vende-e chitas r-ance aspara vestido de
casa, j'200, i'iO, 280,3.0 e3G0rs. o ca-
vado.
das Um, K. U o 11.
COHTES LE CAEMiRA PRETA A 30500
Vonde-se corb-s de caserein n ta p?ra
oalfa 3jj5 0. 45 e *'S paTa liquidar-se.
COR1TES UECAWiRAIA A 2*5U0
Vndese coi tes de cambra a dt cores
2^500 psira liquidarse
.Vecde-se 2 rpgitroe t fndre'ro paa
au. vecae-se 2 r^guiro e i ?n
CASSASFBANCI ZAS A 24GRS 0 COVADO [gaz, na ra da Imperad n. Ti
Vend-se i asas fraocezas, para vettidos
240, V80, 400 e 440 re o 'vado.
ALPACAS HE COLES A 500 RS. O COVABO
Vende-He al a ae de cores para vtstido
de senbrras 3 0o C40 rs, o covaio.
BRILHASTI^A BRANCA A 500 hS. O COVADO
Venae-se brilbantna branca 500 rs. o
rovado
GRANDE LlQUID/^lO
DE ROLPA FE1TA
Vende-so plitcts ('e panno (reto tacecs,
a 6fi, 8S e JOjf.do* de caiemir de ccrea
5)}e 65, dit.*l!e alfada preta 3 ditos de brim de cores '05 I, ?d
2,55)0, ditos ("e ntia casemira "if> e^3tf,
F?TO LE CORES A 300 R?. 0 COVADO! ('tos fraqnes decafemiras de c- rfs a U
Vftdes', fu t3o de cores pera ves.idos h W6, coileies de br'm r!e tres i e
36^ rs o cwd'%. f 15C-0, ditos de casen ira de cores 2Cf,o
ALPACAS PRETAS A 80 RS. 2<5.0 e :>i 50ft, ditcs pie os de ^mio, B
Ver.de-se lpac?s pretas 500,640 e 800,de e?f mira preta, &JBIO e.4*. ditos de
rs d.t.s de listas ass(tj;a'as boa, pera merir para lito eb rca?r. [calcas de caiemira decores, 45 C ALGOAODEf.MA A 160 RS. O COVADO 6*500 e 8|, ditas de diUs prta, para 6<,
Vende-fe -algoso de lista pita rcupa.6c500, 8,5 e 850r>, dito de trim ordira-
4c itmre, iro rs. o evad 'io, t, 106OO, 2,5 e 2,?50,>ra acatar,
BIM 0N\ A 5j'0 R> O ^ETRO ditas para Icio de alpaca de corda'-, e pr iu-
\e:;F'e fe pri Kt.na pardo pfa calcas de! cesa 35 e 350O, ditas zoes para eecra-
q.Km t;b>'l'ar'r *V miUo furte, 500'v(s otO.rs d4as de ?lgot3o rs. i HALES lE CASSA A 500 RS.
Ve6'ilc-se.cblts de-cassabraica 500 rs.
a ; ira.
COHERTORES DE AL iODAO A !*< O
^m 'e-te cober tores deaigodJO 1(5400
pars s".bT
CHAL S DE MERINO* ESTAMPADOS A 2,5
ampo 800 t UO-O-, para liquidar-s,
ostras multas rc-npaa feiUs qie se venco
sem n serva deprsss ronpas ei-
tas, tem acucas difet'S, o qce fe
vtnde m?i'barato do que e ti anuciado.
GOLLLVHAS 'ARA ACiBAR
Verde** gHiDbts pan senhorjs e me-
Ra da Imperatriz n. 64
Mitas ootras fazendas temos que pederamos annunciar, mas por se tornar
enfadonho ao respeitavel.publico deixamos de o fazer. Podemos garantir qae os nossos
precos faro diSerencu de ootra qualquer casa, pois estamos resol vides, a vender pelo
costo, porm dinbeira.
&&
o *
l1

il
(o-O
*T3 TJ
de farro gtvalrsadas para telheiros.
lofres de fierro de diffweate tol
tS^Sao de.ferTO0M*4*fjar cartaSk
Chapas
i acnos ae ferro pira m ncir
ATclUUo americanos para varzea e ladeira.
IVTaCulTlftl. i vaper e de coctar omo.
vamnllOS ^ m5o part Mflc08 e^taen-osi
Venezianas
S artigos acbam-se a venda,
casa dos importadores
SttAW, HAWUg-riC.,
iii-a da Chuz n. 4.i
i8Ht8S decimaes e ottras.
Tag3 Ehxofre MUlre, ete.e
Veoie-se chales de merino ettampados; n^3^.* 'IM J*,0,,"^
25O60 e JiS^OO rara liquidarse
CNRTES DE GA^GA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
bomem 800 rs.. para bqoidar-se.
LENCOS RRANC05 A UO 0
Vende-se lencos brancos 2f50O doza,
para acab-r.
BRAMANTE DE LINHO A 280C O METRO-
Vende-se bramante de linho com 10 pal-
mos de largara proprio para lencoes
2/5800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 2.J5QO
Ven'e-8e cebertas de chitas 20500 cada
rma.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-fe nm resto de c lannhos de papel
0O rs. duzia.
MADAPOLO A 3/12(0 A PECA
Vecde-se pec^s de madapolo enflatado
3I20; dita iglezas com 24 ja-das H,
5500..6I, fi!'0. 14, 8-1, 93 e 10*.
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A 5*
Vende-se anes de ca emiras cores
8,5000
ALGODiO DE 20 JARDAS A 3/800
GOLINHAS E MANGUITOS PAllA LIQUIDAR S
A 500HS.
P;ra liquidar-se vete-se golinhas de
trabas so, a.uito boni as OOrs. (da uma.
NOV1ADE
Rnga-se a todos o? devedf res da m-sa
falli a de Guio Jardim dtaDams, o favor de vir aldar
so; a conta8 oo debite s mais breve p^sn^i,
que assim nlo hVersea sen nome declarado
por extenSo oeste Diario, depjam se
rea da Imperatriz. n. 72.
COMVM LER
Precisa-se faUar c m os s?guates Srs ?-
negocio que lbe diz respeito a fcls inters--
ses, na ruada lm. eratiiz o. 72.
Augusto Fenira MJrfias Ribero.
BaKszar Marques de UHwira.
Jo.' Tbomaz do Nascimento
Manoel da Costa Trav;ssos
>ebastio Antonio de Albuqterqte.
A delino da Silva Pinto.
Jcao Isidoro da Costa Jambozeiro Jotier.
Igea o Franosco Gomes.
J A Roberto do Nacimento.
Vende-se pecas de algo.lo erm 20 jar- j Feciaco da Cuaba de Albuqnerqne.
POQAS & C.
tem a bonrat.de chamar a attenc5o dos entendaos, para os sguiotes artigos, que so
acham expestos em seu armazem. -
> COLLARES.
Vinho especial j conhecido, para o qual chama attenca"o particular dos amaoV
fes deste especial liquido, proprio para todas as dStacSes, visto a sim[licidade de sna
composicSo.

IUIMB4
e corujustic?,
amaat2s desia
|
II
fl
S5o finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparace5t
do Dr. Radway & C. de New York.
Depois de alguna anuos, emqoe as falsiBcacSea de Haurtmrgo e mesmo deNew-
Tork fleram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qot
estes remedios baviam alcancado por seas maravilhosos effeitos conseguiram introdozir
se, illudiodo o publico acanto, com orna redcelo de prego, nullificaodo o verdadein
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nulios effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declaradlo abaixo, e ;
dar diplomas aosq-ie venderem os seus legtimos preparados.
Prev*neev respeitavel pobtico de que as verdadeiras preparacQes do Dr. Ra-
way s se vepdem nos depsitos cima declarados e trazem um rotlo igual ao dest
annuncio.
Nos afoaixe assignados, depararnos e certificamos, qoe os Srs. Raymnndo Carlos Lei-
te dr rtelo, de cidde do Rio d- Janeiro, ae imperio do Brasil, sao os nossos agentei
genes, pela vewfa de nossoe cemedioa. tanto no dito imperio como no reino de Porro
gal. Noticiamos ao poftlao, qoe nlo se podem obter os remedios do Dr. Rauwat C
(e que s5o preparados no latroratorio do mesmo dootor na cidade de New-York ot-
Estados-Unidos), seojo das pesabas qpe podem .prudour a presente eertificacJo e attes
Uclo e qne a prodoem, subscripta e assignada do Dr. Radwat di C: e dos Srs. Ray
mondo Carlos fcete t frnriio coftro"a p*. TooVis e cada am dos remedios do Dr.fRA-
niwnr *C. sle- acompaabado a> ctdalas smelhantes as que parecem aou desta cer-
tificacao.
Inemae-w bem a stsigotfiair da firma do Dr. Radwat d> C. ao pe da present
sertificaco e compare-se com o fac-mmk as cdulas com todos os frascos e caixinhas
Radwat de C.
Gn ie liqnidaijao de
calpados
se*
* 9" *fcmm*+
vBaa por. 81 aatmw para
rrtasi6,tia ti poriier
barn, do p*r t** tbido
ijpffaiaaiqi *t,DQ parea i lapn, ana ftmm, por 8# : m em c da
Santo 'ateio C ra do Marqnex de Oitoda
PARA.
vestidos, com grande va/iedade da core, a
240 rs. o covado. m
Na-^ra Prowiro de Marco (niUrVa do Craipp)
n. a. Ji-Ja daa Colmntra, de Antonio Crrela da
Vafcoocallaa.
.-las>:

Looro
de b
w 4>u cavaaa aodadorea no corre* em ata*
Haita
bri
t, e
S.P. JueH-fcC .,
rro
-. va^ina>uat1
PARA .IaIQI ID % K
B* pora-vercMey e Dlodesejb de Iludircom' falsos annuncos ao respeitarel
peblioo.
Na rna do Bario da Viotoria-n; 30,- (eoU'orarua Nova) est a qoeimaMe por
todo preco um-variado e-now'aort-mento de cateado' firaacee e ingle.
Pera seohera.
Psrt-'bmicat
Pera aaenine-.
Para meoint;
Sapaziada do cricket.
Corre aos borzsgTjinS'apropriados esse divertmtente e da melbor qoaHdade,
per netade do costo.
Sapitoa de tranca p;ortuguezes, e marca Cbavjes.
Aretalbo e em por cao por preso mmto mais barato que em ootra parl.
O proprietario-iste estabelecimento desejando concluir por teda este mez.com
o cacado existente, nao consentir qoo o freguez retirarse de caca semdeixar dinbeiro,
e para facilitar o graale movk&ento diario conservar aberto o meemo estabelecimenoi
atas9borasd*noate., .
SOttrj io Bawo da Victoria30
lafloinq iB
Esta, qoalidade especial de vnho, to apreciado pelos entendores,
cha-se igualmente exposto apreciacfo publica,' e particolarmenle dos
Ma piBg?.
FIGUEInA
Exoara este excellente vinho com.specialidade qoe chamamos a attencSo dua
ponbecedores da materia, vigo as diversas marcas que temos, sendo das melbores qoe
vem ao mercado: aqu s com avista.
BAS3
ero barril, sendo espechlidade nette artigo, visto ser viudo directamente, por uma en-
commenda de om nosso collega.
QTTEIJOS
do serto superiores, melhor do qoe isto impossivel,
precos.
Ra Estreita do Rosario n.9, junto tgreja.
Os propietarios dbste estBbelec4jhtoonico oeste generoconvidam ao res-
peitavel publico p-ra cencorrer ao mesmo- e anaiysar wvariados artigos que existem,
certos de qoe eneeBfailes como sempre, franqueza e sinceridade.
'

Presonos.
Ditos de fiambre.
Pastis de diiTerentea quadadaa*
Vitmoe db Porto, Gbery, BbrdBaoi e
Champagne.
Cognac e xaropej refrUferantee.
I4cre,(Chajrtiuse, A-Paaa, ^me,
Cacao Ojea va.
Ceme deJtka, ganebrada Hollaada,
eu aic.au.
Bol inhos para thi.
Ditos: iaglezea.
Dore- de f acta secca.
Dfto crystalisado e em calda.
QW mtxifip bysaen.
Dito dito preto. j^,.
Cbocajau de saperior qualidade.
Para Santo A&fegrity S. Joo e S. Pedro
Amendoas confeitadas, papis para acijes db differentes qualidades.
S EXPEItfEtfFES t
t&^amente. pela barca Gramo.
Recbese toda e qo
cWB^opn^djR %*um: a,lr
'JCa^GB^daiBa^lid^
rw db Iflar4r^ 19.
e vista se concordar nos


COMPLETO
sormenio de m nhados no lar-
go do Carmo n. 33
ESQUINA DA ROA DE SANTA THEBEZA.

COMPLETO
sortimento de molbados no largo
do Carmo n. 39
ESQLNA DA BOA DE SANTA THEHE1A.
, Acba-se sempre prompto este novo estabelecimento.de molliados para servir
pos amaveis fregaezes com um sortimento completo de generof dos mais novos, qoe a
vjsta d com prado* agradar e por commodos precos, todo quanto procuraren} neste neo
estabelecimento afhar5o, como bem :
QUEUOS 00 SERTAO
os mais novos que. ha no mercado : a vista
do comprador se far o preco.
QUEUOS DE MINAS
muito frescos: a vista do compradora con-
forme o qne escolber se far o preco.
ToooM) de Lisboa, libra 480 rs
Aletiia, macarrSo e lalbarim, libra 400
rs.
Vellas de spermacette, 640 rs,
Anvixas em latas, 3S0O.
Idem4,400.
dem, tlfeOQ.
Tdam. M20L
dem, 700 rs.

Marmelada, libra 720 re.
Gomma do milho, lio. a 360 rs.
Doce de diverjas froflas. 640 re,
Ervilhas em latas, 640 rs.
Doge de goiaba em Utas, 1(5600.
Dito, em caixes, LJOO.
Coa hoxiro, libra 3t00.
Dito hysjon, libra 3j>' 00.
Vinho Pgoeira, o melhor qoe ba, cana -
da 40000, garrafa 560 rs.
Farinha do Mar*nb3o, libra 120 re.
Sal refinado, pote 500 n.
Paseas novas. libra. 400,r,,
Figos de comadre, libra 200 rs.
Alm d' s gneros annonciados, existe om completo sortimento que ola gos.sivei
mencionar todos.
RAIDE
(r-
i
Para os Mra. de engmmhm ver.
Cila, (acfoda bem oonbeeida p*la sua fortidc,
mat larra qne cbita, para ronpa de e^rravos, a
MU m#ynrt*>- Crespo d. 20, l,Ja do
Vende-e remedio cuutra o* calloi, expefi-
menudo por diversas pessoas, m qoaas Kro lira-
do arnn- rutudo l ra Primeiro da atareo o. .'I
atf^liva! Kr^r1 ^ Mar<,nw toQim-
ewata).
rodado

^

RELOCIO
de ouro e paWa
dos rabrtoaotaa mate aeroMa* da Biropa, o
melhor m sa rodo destjar aate.aMkcrn, pan
bnmen* a senboras, vende-i*,tor atrapa *'^ Vj
descoohecidos na tpiav de oiaa-T-Esn,eria- r
doCabnia. WW1- r"s
Merara thmto > c.
11 "i "' "'..........' j

earrego baiio a maito bom Batea* : qaaa> ejat- a eaka ooa-a#
le Gbaaaai Ta marea CaataUo
dga
-L^aMPteJ^


io de Pernambuco ter^ feira 30 de
VARIEDADE
HOMENAGEM A' CERVANTES.Refero
um diario madrileo que Villadulid celebra
este aono pela segunda vez, o 455 aini-'
ven ario da onrte de Gervantes, quem
Os valladolinenses con'ii'ram como lilao
daqaella cidade, pois qie all viveu muil
lempo, all escreu parle do seo famoso livro,
e all, em urna humilde casa do Rastro, que
anda existe, passcu amargos das.
Na capital ciativa do compositor de msica Liortnl-*,
devia verificar-se oo da 4 de maio no
templo de Santo Estevio, urna solemnidad)
mosico-religioja era honra do inmortal au-
tor do D. Quichote.
Seria cantada a magnfica mssa de Ros-
siiii, t conhecida dos mestres e dos apo-
zados da arte, e nos iotervallos executar-
se-hiam Hgans trechos das obras mais se-
lectas dos melhores escriptores.
Um orador distincto fra encarregado da
oracio, que teria pjr assompto a biojrra-i
poja do Ilustre e infeliz iifalillado de Le
patito, devendo assislir aquella solemnda-
de as autoridades populares, civis e milita-
res, a-snn como grande numero de pessois
distinctas.
Nio vira fra de proposito darmos aqu
alguns esclarecimentos sobre a vida do in-
mortal escriplor, urna das glorias da visi-
ba Hespanha:
f Miguel de Cervantss nasceu em 1547
em Alcal de Henares (Castilla a Nova )
e era filho de urna familia nobre, mi- po
bre. DediYou-se vida militar e ser vi no
exercito de Italia, tomando urna parte glo-
riosa na ha tal h i de Lepanto (1571), na
qual recebeu um fermento do braco es-
querdo, do qual ficoa privado para sem:>re
Quando regressava para a Hespaoha (1573),
foi aprisionado pelos corsarios e viveu du-
rante 5 annos em Argel, sob o jugo da es-
cravidio, da qual foi resgalado pelos fra-
des trinitarios, regressando 'sua patria,
onde se casou (4584). Habitou successiva
mente em Toledo, Sevilha e Midrid, viven-
do desconhecido dos seus compatriotas e
nao leudo outros recursos para a sua sub-
sistencia seuio a penna. Morreu finalmen-
te em Madrid em 4616, legando... a po
brezi em que sempre v.vera.
Cervantes immortatisou-se pelo seu
romance D. Quichote de la Manchi, no
qual descreve cm a maior graca as aven-
turas romanescas e cavalheirosas do sen
lempo; alm do grande numero de edices
que se teom feit desta obra, merece men-
sa") urna deltas, magnifica, mandada publi-
car por Carlos III cm 4780. Alm do /).
Quichote, Cervantes deixou mais A Golateia
romance pastoril, 4584 ; As Novellas, 1313;
Persils e SegUnando, historia septemirio
nal, Madrid 1617, e algumas outras pro-
ducidas para o ibeatro, pouco estimadas.
BESL.IY E THIERS.-Cirlos Beslay di
rigi ltimamente ao chefe do poder exe-
culivo franesz urna longa carta, a qual tem
por lim conveucer o Sr. Tbiers de que elle
est j muito velho para ter a pretenc) de
pesidir os destinos do paiz.
Ora o Sr. Thiers tem 75 annos e o che-
fe do poder execntivo da repblicafraocez,
e o Sr. Carlos Beslay tem 73 e o presi-
dente da communa de Pars 1
J'de-se, pois, em vista disto applic.r
este ultimo o rifa o de o v o argeiro no
cilio do visinlio, sen dar pela tranca que
tem no seu.
Eis-algtm? traeos biograpbicos do Ilustra
do pianista :
Segismundo Tnalerg nasceu em Ge-
nova no dia 7 de jairo de 4812 e eta
filho natural do conde Dielrichstein e de
urna seohora dis incta e Ilustra ta, que di-
rigi a sua edneacio. Foi mandado para
VieuBa. onde, segundo se diz, recebeu li-
cas de Hammel, faiendo-se logo ootar por
urna perfeita dedilbacio, pouco-vulgarn'uma
crianca. Aos 15 aooos principiaram os
seus triomohos ros saoes e nos concertos,
o aos dezeis publico as suas primeiras
composicois. Em 4830 enceou urna se-
rie de vi a gen s. receben do por toda a parte
MiUiusia-tL'us applausis, Adrailtido em
1834 m carteda Austria como pianista da
cmara imperial, acompanhoa o imperador
Fernando a Toeplitz onde foi admirado pe-
los soberanos entilo ala reunidos, qu o
encheram de elogios e presentes. Os seus
triumpboi em Pars em 1835 deram-lhe
do nomo e ropeu. Nos annos seguintes
esteve snecessivamente em Franca, em Io-
.'laterra o na Allemanba dando coocertos e
recebendo por toda a parte applauzos. Pa-
rs, Londres e Vienna foram para elle co-
mo urna triplico patria. Era.1845 casou-
se com urna filha de LabUcbe, viuva do
pintor Bouchot.
A execuc) de Taalberg dstinguia-se
pela nitidez e pela elegancia. Comparaodo-o
com Liszt, encontrava-se nelle menos ori-
ginalidades e brlhantsmo, mis mais gos-
to O perfeir5). Procurou reunir os esty-
los lio d Aferentes de Clemenli, da Mozart,
e de Beethoven, e exerceu, tanto pela ex-
pressio como pela scienciado mechaoismo,
urna graode influencia sobre a escola mo-
derna de piano.
t Thalberg cultivou diversos gneros de
tomposico : escreveu phantasias e vara-
coas sobre motivos das operas Roberto,
Huguenotei, D. Joo, Zampa, Dama do ago,
A phantasia sobre a preqhiera d$ Moyses,
a obra prima das suas brilhantes compu-
sieres para salao e cocerlos. 03 seus
Estudos para piano s3o muilos estimados
de todos os mestres e com elles teem se
creado habis discpulos,
t Escreveu tambem urna opera denorai
nada Florinda cantada em Londres em 1851
e cuj succosso n3i correspondeu sua re-
putado de virtuose.
Nos ltimos annos, Thalber percorreu
os Estados-Unidos da America.
AS INSIGNIAS DOS COMMUNISTAS.-
O membros da commissao central da
;&mrauoa usam urna banda vermelha com
franjis de prata e urna condecorarlo de
forma triangular presa a urna lita listada de
preta.
Os membros da cemmuna trazera na-abo-
toadara urna roseta vermelba sobre urna
fita da mesma edr com franjas de ouro.
A banda igual dos membros da com
raisso central, dilerec^ndo-se s em ser
adornada com bolotas de ouro.
THALBERG.O Standard de Londres.
aononcia a morte do Ilustre pianista e com-
positor Segismundo Thalnerg, fallecido em
Napi'es dapos d; alguns das de doenca
FOLEETIM
0 FILHO DO CALCETA
POR
FIERRE IA0GOME
Kl'.\'t PARTE
D
A ver igualos.
(Continnacio do n. 120.)
Q lando a baroneza de Simier voltou para
o seu quarto, achou-se diante de Beaure-
gard.
Ah! Bem adevinbei, nao podia ser
genio o seobor, dsse a baroneza parando.
Aciso lhe desagrada a moha visita ?
volveu Beauregard.
Bem sabe qua sou obrigada a suppor
ta-la.
A palavra pesada.
Como quer que eu diga, na situaco
em que me poe ?
Temos censuras ? I
Beauregard foi estender-se negligente-
mente sobre o divn, e voltando-se para a
Sra. de Simier, com modos que na appa-
rencia eram indifferentes, disse em tom
breve :
Ora vejamos: creio que nao tenciona
encelar orna luta, cojo resultado j deve
prever d'antemi.
Sou muite cobarde para isso, respon-
den a baroneza.
E depois, agora j seria tarde.
Em summa, que mais quer ?
Ob I nio nos vemos boje pela ultima
vez... Mas boje temos de conversar em
cousas graves.
Meo Deas I...
Anexar de eu ter andado ausente ba
alguna diai, nem por isso tenho deixado de
receber noticias suas...
Sei que tem espides.
E anda bem que os tenho, concor-
de. .. D'outro foitio n5o saberia eu quantas
vezes c veto o conde de Grandville doran-
te a miaba ausencia. E, cousa anda mais
importante, ficana tambem ignorando o que
se paeeoo esta manbaa.
A baroneza levantou vivamente cabeeju.
Que qoer dizer ? pergnatou ella um
tanto inquieta.
- Beaortgard dea aos hombros.
OUE BONS SOLDADOS; Dos 405 in-
surgentes presos ltimamente em Marselba,
142 sao antigs criminosos, a saber: 51
lidrfcs condemnados a presidio ; 46 sen
lenciados por ferimenlos ; 13 por vagabun-
das ; 8 por furto; 6 por deudos militares
e 14 por delictoi civis.
Dos 200 e tantos {restantes anda nao se
sabem os promeuores, porque muftos
delles s3o eslrangeiros.
Entre elles ha 53 que sam de oome
SUfipOStO.
ASSEMBLA GERAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
VIAGEM DE S. II. O IMPERADOR.
(Continuacao)
Sr. presidente, aqualies que ten tido a
honra de aproximar-se do ebefe do Estado
e creio que sao quasi todos os Brazileiros
3ue tem estado nesta capital, saiem e po.
em dar testemiraho de que Rao ha no Bra-
zil homem mais m desto, nem maisindiffe-
rente a etiquetas do que S, M. o Impe-
rador.
Vozes:E' verdade.
O Sr. Viscomde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):E pois que o nobre
deputado, que leve a honra de sentarse
nos cooseihos da cora, faz taes descripcOa'
e censuras, ha de permitlir que o seu col-
lega do gabinete de 16 de julho e membro
do actual, proteste cont'a o seo teste-
munho,
O nobre deputado pelo Cear, Sr. pre-
sidente, nos disse anda que os membros
desla cmara e da outra se mostraram este
anno pressurosos em comparecer eesso
da assembla geral, nicamente para sa-
Faz mal.^disse-lhe elle com modo
irnico, faz mal ea querer fingir commigo ;
eu sou mais forte, Helena ; e lod s esses
mysterios s o que fazem irritar a roinha
longanimidad^ e precipitar os acootecimen-
tos... que deviam anda demorar-se. .
Ah! faz-me estremecer.
E t I vez tenba de que...
Quaes s3o os seus designios.
Beauregard estove um pedazo calado ;
depois continuou com a voz cada vez mais
firme:
Esta manbaa soube que Joanoa tinha
ido casa de um agente chamado Renardin,
que mora na roa Pave-Saint-Aotoine.
Sabe isso ?
Eu mesmo a segui.
Mas com que interesse?...
N3o preciso de explicar por ora esse
ponto... S desejo saber com que fim deu
lal passo a sobrinha de Robin.
Pois nao adevinhi...
S desconfi.
Tratase de Raymundo.
Do tal doutor ?
De seu marido I
Beauregard.approvou com o gesto e fi-
tou os olnos nos da baroneza.
Bem, disse elle, isso 6 possivel. Mas
entilo, nao percebo o resultado dessa con-
ferencia.
Qual resultado ?
Mal que Joanfta sahio de casa de Re-
nardin, um homem que logo conheci e que
um olbo de lynce s ordens do agente,
largou o posto de observacSo que tinha na
roa; e, obedecendo ao signal qoe !he fa-
ziam e qoe elle respoodeu, entrn em
casa de Renardin.
Seguira alguem Joanna.
N8o cre.o...
EniSo que suppoz desse incidente ?
Reflecti nelle por muito lempo, e s
urna supposicao me parece razoavel.
Qaal?
E qoe Joanna poderia ter sido impru-
dente, e que se vera obrigada a soltar al-
gumas palavras comprometedoras para seu
tio.
Pois possivel ?
A rapariga ingenua, e o velbo Re-
nardin finorio. E demais, d'aqui i pou-
eos instantes sabere ao ce/to o qoe devo
pensar, porgue mandei i descoberta um
dos meus criados.
A fldalga nio responden; tinha-se tesen-
lado ao p do fogao, e buscava na mente
tisfozer o que S. Exc. cortslsTa reatjde,
senio capricho, do che/e Mr Estado, oo.
para servir-me da su i phrase favorita, do
governo possoal.
Senharefc nio ha neste juizo do
depotatit'aps grave injostiea ecntn
membrof m cmara dos depnttdoi e
do senado ? (Apoiado5).
O gabinete, verdade, convidou aos seas
amigos a qae viessem mais cedo do que
tm vindo oestes ltimos annos, mas por-
que ? smmente por causa desta proposta f
Nao ; por causa das medidas que a cma-
ra chmala acjn-dorar e resolver, n3o
ao interesse do ministerio mas no interesse
do paiz e por amor do crdito do partido
conservador, que est isso comprometti-
do. CApoiados).
Aos olhos do oobre deputado todo est
perdido para o lado conservador, elle nao
v soao o governo pessoal, e prciso
que o parlido conservador se suma as
sombras^ nessas sombras que ennovam a
imaginacao de S, Exc. para surgir mais
tarde regenerado, ootro nleiramente.
Eu aprecio diversamente a nossa sita-
cao poltica ; vejo qua o partido conserva-
dor tem bastantes elementos de forca nes
ta e noutra cmara, como em todo o pa,z
(muitos apoi'aHos), pdo que est obrigado a
satisfazer o programma com que subi ao
poder, realizando as reformas que a opi-
ni8o publica reclama e qoe foram aceitas
por esse partido (apoiados), cojjo oppo-
luQamente se demonstrar.
Seguramente, Sr. presideote, que ne-
nhum Brasileiro poderia estranbar qne pe-
dissemos a rs nossos amigos, membros do
parlamento, que viessem mais cedo, iode-
peodente de outros negocios que exigem
decisao da assembla geral, pela urgencia
desta proposta, qoe tem por fim satisfazer
urna necessidade da saude da imperatriz do
Brasil.
Porventura, se os membros das duas c-
maras se apressassem nicamente por este
motivo, dariaoa prova de sub'-erviencia ou
praticariam um acto qua Ibes fosse desain-
so ? Pelo contrario, este testemunho de
respeito e JconjiderafSo ao monarda e
sua augusta esposa, por um motivo 13) pon-
deroso, nao justificara o procedimento que
o nobre deputada figura como censora-
vel ;
O nobre deputado t3o versado as prati
cas da Inglaterra ignora o respeito com que
all, no parlamento e fra. dalle, se falla no
chefe do estado ?
O nobre deputado nao ter lido o fac j
bem notavel que referem os historiadores
inglezes, de um mancebo que entrn preci-
piiadameiite por um tribunal o pedio ao
juiz que lhe perdoasse, porque ha va em
momento de irreflexao e de colera, fallado
contra a rainha, e receiava passar por ioi-
mgo do seu paiz? O juiz louvou-lhe o
arrependimeolo, o moco quiz prostar jura-
mento de fidelidade e o magistrado deca
rou-lhe que bastava aquella soa retracta-
cao. Num paiz onde ha este respeito ao
chefe do e-tado e s suas institnicoes, o
facto que o nobre depotado condemua nao
podia seo3o oassar por muilo natural e me-
recedor de elogios.
A viagem ioopportana, disse S. Exc.
senhores,, eu j ponderei cmara) qoe
esta viagem nao foi premeditada por mero
arbitrio do chefe do estado ; naice a de
causa iudependente de sua vontade e mo-
tivo imperioso. A cmara est no sea d-
reito concedendo on negando o consent-
ment ; mas nio pode deixar de recoobe-
cer que o motivo assaz ponderoso.
O honrado representante pelo Cear, fa-
zendo-nos como elle proprio disse, urna
discripea potica das bellezas do Brasil, e
indicando todos os recursos que elle ofle-
rece sob o ponto de vista d hygiene o da
medicina disse-nos : *. S M. a Imperatriz
nao precisa ir Europa para restabelacer
sua sade, pode consegui-lo sem sabir do
Brasil,
Mas, senhores, sendo assim, porque
que alguns de entre vos e, tantos outros
Brazileiros que teem lido descripcoes po-
ticas, como a qoe acaba de fazer o nobre
deputado, dos valles, montanhas, malas e
bosques do Brasil, em casos de molestia
tm ido Europa, em vez de segnirem o
MsMrario. qae Ibes assigoala o nobre depu-
Porque alo ba de S. Exc. perint
lir tambem que o chefe do estado, oovindo
pestaas couapeteaies e guiando se peto seu
proprio criterio, jolgasse 900 a viagem
Europa ara aecaasario ao restabelecisaento
daaaude de S. M. a imparstriz ?
I saahores, preciso que sejamas fran-
cos, quando as censuras tomam um carc-
ter 0o grave e nao param ante considera-
cao algunas, preciso que digamos, o que
alias a cmara prev: e que nessa via-
gem haver tambem um remedio moral pa-
ra a augusta imperatriz, qual a satisfa-
go de rever p j>soas que lhe sao caras, das
Lquaes e.i ha muitas annos separada e que
tajvez Bao tivesse mais esperanca de tornar
O 9a. Baro da Villa da Barra :
Apoiado.
O Sr. Viscondb do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo) : O nobr deputado
teria razio se, considerando este assumpto
fra do ponto de vista do governo pessoal
e de todas as preoecupacoes que neste sen-
tido trabalbam o seu espirito, nos demons-
tasse e convencesse que a situac3o do paiz
tio melindrosa e grave, qae u3o permit-
i ao c'iefe do estado o ausentar-se se per
p4L alguns meses.
Qaerendo, porm, entrar nesta de moas
trac3o, S. Exc, como era de prever, achou-
se em mii difliculdades; e eu, esperando
muito do seu talento, reconheci que nao ti-
nha podido vencer os embaracos dacooira-
diccio com que luta va seu espirito,
Elle, que nos falla va de governo pessoal ;
elle, Sr. presidente, qoe n3o quer despa-
chos em palacio : que quer ministros des-
pachando em sua casa e com a maior som-
una de lib-rdade possivel, o mesmo qie
nos diz qoe se S. M. o imperador sahirdo
Imperio, estarem s perdidos I Nao
palpavel a conlradicc3o ? O nobre deputa-
do qoe qoer ministros 131 odependentes e
livres na sua acc3o, teme qoe a princesa im-
pera! fique regendo o paiz, com o gabinete,
com o conselho de estado e tambem guia-
da por este conselho supremo da na gao, a
assembla geral ? 1
Sr. presidente, en peco ao nobre depo
lado que me perdoe : voto-lbe mui/a esti
ma, tenho o mais profundo respeito pelos
seus talentos e illustraco, mas nie posso
deixar de observar-lhe mais una vez qoe
i. Exc, a partir do da em que seqarou-
se do gabinete de 46 de julho, parece tar
jorado a morte desta itoac3o I E' preciso
qoe ella soccomba com o nobra depotado
Promette ele re suscita-la com ootro vigor,
mas agora...... pro-riso que morra a to-
do o casto'I (Hilaridade;.
causa latente roe amosca ex
sai as causas desse descon.
paiz : ama
plos3o.
Mas quaes
tentamento ?
E' a aiola a existencia do governo pea-
soal, se sao fndales as observacjs do no-
bre depotado pelo Ceara.
Sr. presidente, en ere o, e melbor o sa
bem os membros desta casa, q>ie a stuacSo
do paiz n3o offerece esses perigos. A re
enca com os meios de governo que lhe
da a le fundamental, com os seus nse-
Iheiros offlciaes, com os cooseihos dasta e
da outra cmara, pode satisfazer a todas as
n2Cssidades do governo do paiz.
Mas demos, Sr. presidente, que hija al-
gum perigo latente, mysterioso que a vista
longa do nobre deputado pelo Cear pode
alcancar, mas que nossos olhoa nao destn-
guem. Nesse caso, se a presenca do che.
fe de estado, fosse indispensavel, a distan-
cia a atravessar n3o seria muito grande-
Para sustentar-se, pois, que a cmara, por
motivos do ordem publica, deve negar o
seo consentimento a este pedido, fora pre-
ciso que o nobre deputado pelo Cear nos
demonstrasse a existencia de um perigo
t3o grave, que nem a regencia, nem mesmo
o/befe do estado podesse acudir-lhe em
lempo.
A proposito das reformas que o nobre
deputado pelo Cear trouxe para este deba-
te toda a materia poltica qua nos pode o>
cupar esta sesso.
N3o possivel que eu o acompanhe pari
passu.
S. Eic, fallou-nos em reformas e excla-
mou : Pjrece que estamos em 4867,
sob o gabinete dessa poca ; estas refor-
mas nunca foram ideas do partido conser-
vador

orna sabida para aquella stoacao horrivel
em que se va encerrada.
E anda ha melbor, volveu a dizer
Beauregard ; au foi s essa visita que Re-
nardin te ve esta amaobaa, e muito bavia de
espantar-se, se lhe en dissesse qoe ao mes-
mo tempo que Joanna eslava em casa do
velho ageMe.
Quem era? perguntou a baroneza,
que mesmo sem querer, sentio om grande
estremecimento.
Nao adevinbal...
Conheco entio essa pessoa ?
Se conhece
Eu?...
Nunca pensou que elle podesse vol-
tar?
De quem falla ?
Ah I o coraco das molberes..
Ser de Rodolpho ?
Ora at qoe atinon I
Est em Paris ?
Ha poucos das.
O seohor vio-o ?
Como a estoo vendo.
Ah I como sou desgracada I E que
vem fazer ? Qoe que qoer ?
L quanto i isso responden Beaure-
gard, nio obstante a minha boa vontade,
ser-me-hia impossivel informa-la tal res-
peito.
A baroneza contorca os bracos violenta-
mente.
Elle! elle 1... em Paris... porto de
mim, disse com a voz secca convulsa.
Mas entio estoo eu perdida 1
Beauregard desatoo a rir.
Realmente, j nio a entendo, braiou
elle, e at me parece qoe se esqoeceu mui-
to depressa desse desgracado. Pois nio se
lembra qoe s foi condemnado i 10 unos
de galos ?
As gales I repeli a baroneza ostre-
mecendo.
Ort os vinte annos ji l to.
Meo Deas.
Psgoa a soa divida.
J...
Ah i, muito Iba costara elie perdoar
essa palavra, se a oovissa.
A baroneza nada oovia. Entregue toda
noticia que acabava de saber, senta pol-
sar-lbe o peilo com violencia, tinha mido
nos ouvdos, nio sabia da cabaos.
Que be de fazer I que bei de fazer!
balbuciava na maior agitado.
Beauregard achegouse da fldalga, tomou
Daqu vem qae o oobre depotado nos fi-
gura a todos incapazes de goveroar. Se se
tratasse s de fraqoeza do gabinete actual,
nio o contestaramos, porque estamos
promptos a deixar este posto logo qua o
juiz competente, que a maioria do par-
lamento, nos disser que ont'os derem ser
os ministros.
Se s3o esses nicamente os escrpulos
do nobre deputado, so nio tm elles ootra
origera mais qoe a fraqoeza do gabinete
actual, nio pode isso d certo ser motivo
para qae se recose am CQnsentimento to
digno da consderacSo da cmara. E por
isso qoe, como logo direi, ni3 posso con-
cordar com o nobre deputado pelo Cear,
que quer matar a situadlo conservadora pa-
ra depois faze-la renascer ; mas nio quer
que a regencia possa dissolver a cmara, e
sim qoe tenha apenas a attribuicio da no-
mear e demittir os ministros I
O gabinete actual resignar o poder, se
nio merecer aconfianca da cmara. Se
esta entender qae elle nio deve oceupar es-
te posto, que venham homens da tempera
do nobre deputado. Mas o gabinete actual
deseja tambem que a regencia tenha todos
os elementos de forca que s3o in ispensa-
veis para o movimento regular do nosso
mecanismo constitucional.
A sitnaca, Sr. presidente, ser t3a me-
lindrosa, como a dseme o nobre deputa-
do, onde estso os perigos ? eoconfesso qie
os nio vejo.
O nobre deputado, diz que lavra um
desconteuiamento profundo por todo o
entre as suas a mi dalla, sem achar a m-
nima resistencia.
'Ora vamos, disse elle, socegae, nao
se aterre sem motivo, e olhe que todo se
pode alvar...
Mas como ?... interrogou a baroneza,
alternando no interlocutor.
Ha nm meio...
Oh I -diga... diga...
E' preciso partir...
E para onde quer qua eu v ?
Para parto de Paris.
Para que sitio ?
Para Bondy. O onde de Grandlieu
tem all grandes propiedades. Incuta
nelle o vicio da car-a. E' passatempo de
fidalgo. Leve comsigo a formosa Joanna, o
visconde ir tambem, e satvar-se-ho todas
as apparencias.
E.acredita que Rodolpho...
Durante a sua ausencia, eu me en >
carrego de lhe dar que fazer.
Ah I se en tivesse a certeza...
Qoe qae receia ?
Desejo realmente seguir o sen con-
selho.
Est combinado ?...
Pois bem I est" combinado; mas
affianca rae...
Affianco-Ihe, Helena, que Rodolpho
nada saber do sitio onde a senhora se oc-
cultar.
Beauregard despedio-se da baroneza, e
oi ter com o visconde das Patelices, que o
eaperava.
Entio... seguiste o Ladoocette ?
V verdade, patrio, responden o das.
Patticos.
E onde foi elle ?
Foi dar am giro I roda da casa do
tio Robin.
Ah ah 1 entio com elle que Renar-
din quer ajustar contas ?
E' provaval... attendendo qoe es-
teve de seotinella mais de meia hora, at o
ver sabir... -V** ,
*8 foi atraz dalle ? -
Poram-se ambos... om traz do
ootro.
Ora vamos, 1 cousa rae bem... e
agora vae avisar os outros... temos renniio
esta noite.
Aottde?
No SagUnko, barrelra das Tres-Co-
rdal, meia noite.
-sata.
Depois de se apartar do viiconde das Fa-
Eu eslava, entretanto, persuadido de que,
se nio no todo, ao menos em seus pontos
capilaes, essas reformas, salvo a que res-
peito ao estado servil, eram ideas do nobre
deputado. Se certo qae escriptos, que
muitas vezes tem sido citados, sahiram da
penna do nobre deputado, se com effeito
as cartas de Erasmo s3o de S. Exc. devo
oraron elle opposto reforma do esta-
do servil ; mas porque ha de o nobre de-
putado considerar esta sua opini3o como
opiniio de todo o partido conservador ? E
como anda vem dizer-nos o nobre deputa-
do com voz forte que esti cmara o anno
pass.do condemnou a reforma do estado
servil ? I Tudo quanto eu sei e publica-
ran) os jornaes, que levantaram-sa aqoi
muitas vozes para exi^irem que o gabinete
se pronunciasse a semelhanle respeito; o
qae sei qoe esta cmara nomeou urna com-
missao especial eque essa co umissai apre-
sen toum trabalho que faz. honra cmara
e a todo o paiz. (Apoiados).
Como, portante dar-se j por averigua-
do e inconteslavel que a actual cmara dos
Srs. depulados infensa reforma do es-
tado servil? N3o se v que o nobre de-
putado levado por esse habito de geoe-
ralsar as suas ideas ? Pois por ser o no-
bre dapotado opposto a e4a reforma, co-
mo um outro conservador ou liberal o ,
ba ra/.aopara concluirse que todo o parti-
do conservador a repelle ?
< Este negocio disse o n bre deputada,
urna questSo tao incandescente que pod
causar grande abalo no paiz.
Sr. presidente, todos nos sabemos que a
questo importante-e grave ; mas sabemos
tambem qoe ques'.ao j ha muito iniciada,
e que, se alguma vez a opinio publica se
tem pronunciado de um mo lo claro e de-
cisivo, sem duvida a respeito daste as-
sumpto. (Apoiados).
Qaandj nao se preteodeu fazer reformas,
que possam cjmprometter os interesses vi-
taos do paiz, quando se tem muito em vis-
ta respeitar a propriedade o bem resguar-
da-la, por que razSo ha de o nobre deputa-
do, espirito alias progressista e t3o progres-
sista que quer acabar com todas as frmu-
las tradiciones da monarchia, querer met-
ler medo com esta questo ? Para que ba
de influir, com a sua voz poderosa, para in-
cntir receios que n3o tem fundamento ?
Eu bem sei que este delicado assumpto
poder realmente trazer graves inconvenien-
tes, mas isto acontecera se os seus opposi-
tores, o que nio de esperar, a eollocarem
fra do verdadero terreno (apoiados), se
por ventora os mis intereesados am sai
soluc3o forem desvairados, a nao compre-
benderem bem os seos vardadeiros inters.
sea. (Apoiados.)
Os Sus. Araujo Lima ftiwou Junio:
Muito boa. -
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho): A reforma judiciaria de
que trata a falla do throoo tambem, se-
gundo o nobre deputado, om anacbronismo,
urna violacio da f conservadora. Mas o
nobre deputado nio qaiz eocarregar-se do
demonstrar esta proposicio. O mea nobre
collega o Sr. ministro da jostica inicou em
1861 essas mesmas ideas, e nin^usm entio
disse que fossem opnies anti conservadoras.
Se o nobre deputado qoer aeompanhar
os nossos adversarios na pretenco de qoe
os dogmas da liberdade sio. privilegios ex-
elusivos do partid > liberal, se entender gao
o partido conservador nio tem igualmente
por missSo defender as hberdades publicas,
entiu eu o comprebendo: a missio do pa'r-
tido conservidorficar redozda a conservar
o que os seus adversarios fizerem bsm oa
mal.
Vejo agora nos meus apontamentos qae o
nobre depotado, quando passou aos seas
vaticinios, na parto mais sombra de seo
discurso, nos disse : o paiz est cansado
de esperar reformas que lhe sio prometi-
das ha mais de dez annos.
tetices, pocbou Beauregard pelo relogio,
vio que horas eram, dirigio-se para o caes,
tomando todo o cuidado, cada passo que
dava, de olhar para a dreita e para a es-
querda, emquaoto foi por toda a ra do
Bac.
S no recanto da Ponte Real, que a fi-
nal en:ontrou quem procurava, o P de
Forao.
O P de Forno estava disfarcado em mo-
co de frotes, e com o sea fato de velludo
azul aprsenla va o typo d'utn verdade iro fi-
lho da Auvernia.
Beauregard at besitou nm instante em
conbece-lo.
O ex-actor entendeu que era essa hesita-
fio o melhor elogio que lhe podiam fazer,
e crou de prazer.
Beauregard sorrio e disse :
Ests perfeito I... mas eu tenho pou-
co tempo para le admirar... Vejamos, dei-
xei-te porta do velho Renardin. Viste
[l entrar alguem depois da minha sabida ?
Ora I se vi I e quem era ia at bem
contente. _,
Foi 0...?
Exactamente.
Quer entio roer a corda ?
E' claro como agua.
Misera vel 1
Quer saber ? L as montanhas da
Auvernia ninguem tem d de taes patifes.
- E acreditas acaso que eu tencione
poupa-lo ? disse Beauregard com sombro
furor.
Caramba 1 anda nio seria tempo t
Tem razio; preciso esconder o jo-
go algons das; o caso do boulevard prc*-
duzio mi effeito, aadam muito atarefados
nossa procara, e eu estou decidido a su-
mir-me.
Ah
E' por pooco tempo.
Anda bem.
Moa preciso nio deixarmos rasto.
Acho acertado.
E' esta noite... no Salgadinho. j
Beauregard nio acaboo.
Assomra lhe ao rosto urna expressio de
medonha ferocdade; ericaram se-lhe os
punhos; nos olhos tinha uns relmpagos
selvagens. g %
O P de Forno entrou a rir estrondow-
mente. *"t*t
Assim ^jc ea gosto de o ver ; qaer
ma partear i%t timento. }
Senhores. em que colliso o nobre depu-
tado palo Cear nos quer collocar? Se pre-
sentamos reformas, esti tudo perdido; est
quebrada a f do partido conservador ; se
d3o apreseotames reformas, o paiz as esti
reclamando, e cansado de esperar as que
s3o promettrdas ha mais de dez annos : o
descontentamente profondo, e suasconse-
quencias conhecidas I___
Nao sei como sabir desta collisio ; mi
parece que o melhor e onico meio nio
nos deixarmos levar pelas apprehensfles e
terrores do nobre deputado. termos cons-
ciencia de nossa missao, confianza em n >s-
sas forcas, attendermos aos deveres qae
tem contrahido o partido conservador para
com a opioiio publica, e pr curarmos pre-
bencher esses deveres, com prudencia e do
melbor modo que sejj possivel.
Considerando a situaco do gabinete ac-
tual, parecen ao nobre deputado qoe ella
nao corresponde gravidade das cireoms-
tancias. J observei a S. Exc que nests
parte sinto grande constrangimento em com-
bate-lo e entrego a causa do ministerio, seb
este ponto de vista, ao juno da cmara ;
nao p isso, porm, deixar de repatir ao no-
bre deputad 1, que o remedio ao mal qoe
elle apunta muilo fcil, dabi nio pode vir
motivo bastante para que neguemos o con-
sentimento pedido, nem para qoe adoptemos
a sua id de limitar as aitribaicoas da re-
gente.
Passo agora, Sr. presidente, s questoes
constituciones ; mas antes disto, cono mi-
nistro da cora e por lealdade ao cargo qoe
eserco, n3o posso deixar do dirigir ao po-
bre deputado um pedido muito foi mal. Elle,
que comprebende quaes sio seas direitos o
aeveres, deve compreheoder tambem quaes
sa 1 os direitos e de veres da um ministro.
O oobre deputado tem feito, e anda boje
fez ailuses graves existencia de am go-
verno pessoal. O nobre deputado foi minia-
tro da corda e, pois, oo o convido a qae
exponba francamente ao paiz quaes sio os
fados, as provas que durante esse^ lempo
elle colheu da existencia de semelbante go-
verno.
Occupado-me das qaestoes coostitucio-
oaes, permittir-me-ha o nobre deputado pelo
Cear que eu considere em primeiro lugar
o discurso do Ilustro deputado pela provin-
cia do Pauhy
No que respaila questio de opportunr-
dade e de formula, creio qoe estamos j de
accorde. O nobre depotado pplo Pauhy
emende, porm, qae o caso actual nio o
de regencia. Neste ponto aparto-me da S.
Exc. para seguir antes a opino do nobra
deputado pela provincia do* Cear.
(Continuar-.i4ta).
V l nio faltes.
Caramba Espectculos desses raros,
que urna pessoa nao pode faltar ehVs.
E eu alm disso tenho que fallar
comligo, accresceotou Beauregard.
Obra nova ?
Urna obra em qoe trago a mira ba
j alguna annos i esta parte.
D para urna pessoa enriquecer ?
. E' caso para milhes.
O ex-comediante ficoa melanclico, e foi
dizendo :
Ah I isso que me fazia bem boa
cunta. V, patrio ? tive sempre ama car-
ta mana.
Queres retirar-te vida privada T per-
guntou Beauregard.
Pelo contrario.
Como I
Quando urna pessoa andou j no pal-
co, d sempre vontade de voltar para l
ootra vez.
Queres voltar para actor ?
Coosa melhor...
Eolio o qae ?
Qaero fazer-me director de tbeatro!...
Beauregard altentou no sao campan be iro.
Fallas serio ?...
Director de tbeatro I... repeta o P
de Forno com modo pensativo... isso o
paraizo I All -ae am autcrata... bomeos,
muiheres, criancas, todos nos obedecem.
Vive-se entre prazeres, e orna pesioa
acaba sempre*..
Por so arruinar.
Ora ideas I... Bem sei que bi al-
guns honrados... fortes imbecois I mas u
c 1 franjara as cousas de modo qoe nio
perdessa no-negocio.
Mas como te bavarias nessa bara-
funda ?
C me entendo, deixe estar; agora
leva va tempo a contar, e o tempo nao ae
pode perder; eata noite nos veremos.
. Teas razio. E nos ji aqu estamos
ba bastante tempo. At logo
At logo, responden o P* da Forno,
eitendendo a mi como para recebar o
preoo de algum recado qae tivesse. (eito.
Beauregard deu-lhe ama moeda da prata,
disse-ihe ideas com i mi a atTaaloa-N na
direcclo da roa da Paz.
(Contimar-t+lu.)
fy> DO DUWQ-^'J do rjtyffll &* cal) A
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