Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12396


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Full Text
JtHNO XLVII. NUMERO 120
*



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fkW A CAWTAi l IUGAMS OIBE IAO Sf fAA P01TK.
Por lrs mezas adiaMados .*....'...........
Por seis ditos iikth....., ..........
Por na anuo idea.. .............[ j ,
Cada uiaro avuiso.............
6*000
iifl)00
umo
320
SABBADO 27 DE MAIO DE 1871;
n
PAA DCITBO FORA DA PBOVUCIA.
Por ire mezes adiaLtado................. W7W
Por mu ditos idem.................... f3#60O
........... SO#2So
........... S7IO0O
Por nove ditos idem .
Por am anno idem
,.
Fropriedade de Manoel Rgnefa de Faria & Fuos.

... s
sao ab:
O Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gon$a!ve8 Pinto, no Maranho ; Joaqoim Jos de Oliveira Pereira d'Almeida, em Mamangaape ;Felippe Estrella C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na ViHa dsVenba;. Belarmino dos Santos BnlcSo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoasl Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqoinho & C. no Bio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Ceverno da provincia.
SrtMEm DO DIA 19 DR MAIO DE 1871
Actos :
O viee-prfisidente da provincia, a vista do
oficio do Dr. cbefe de polica n. 6i'i de 16 do eor-
rente, reso'.ve ex onerar, a bem do servigo. Bolli-
cio Ferreira de Oliveira Callado, do cargo de 6*
oupplcnte do delegado do termo de 8. liento.
O vlea-presidente da provincia, a. vista do
ofllcio do Dr. cbefe de polica n. 646 d* 16 do cor-
rete, resolva conceder a o hachare! Miguel Lacio
de Albuquer jue Mello Filho, a e\onera;lo, qae
pedio do cargo de subdelegado da fr'gnezia de
Santo Antoaio desta ni.nl-.
O vice-presidente da provincia, attend^ndo
;t queroquerau Joaquina Jos da Costa Pajosa J-
nior, lente quarlel-raestre do 2 bitalhao de in-
famara da guarda nacional d municipio do Re-
cito, e a vi-ta do parecer da junta de sade, e do
ifM iofirmu o ora na-dame upTlor respecti-
vo em ofllcio o. 63 de lo do eorrente, resolve de
conformidade tmm o art. 6i da lei n. 602 de 19 de
setembro de 1S30, transfer-lo para o servico da
reserva, fieando aggregado ao 3o Datalhio delta.
O ww-presidente da provincia, attendenio
ao qtw reqaerea o altores da 3 eompanhia do 7o
ra.atalhao do infaotaria d guarda nacional deste
municipio, Jo; Francisco d. Costa Lobo, e a v<-
4a do parecer da junta qu > declaron incapaz do
servido activo, e do qae infarmou o commandan-
te superior re-pectivo em offle n. 61 de 13 do
crreme, re*Mve de conformidad* com o art. 69
da l'i n. 6f)i de 19 de setembro do 1850, transto-
ri-topara o servico da reserva, fieando aggrega-
do ao 2* batalhao della.
O vico presidente da provincia, attmdendo
ao que reqnereu Secnndino lliliodoro da Conha,
lente da fl" co'npaohia do 3 b.italhlo de iofan-
laria da guarda nacional deste municipio, e a vista
do parecer da junta de sale, qa3 o julgon inca-
jaaz do servir> activo, e do qae intormou o com-
mandante suporior respectivo em offliio n. 66 de
16 do corn-nte, resolve de conformidade com o
art. 69 da lei n. 607 de 19 de miembro de 1850,
transferido para o da reserva, '"cando aggregado
ao 3 baMuo da mesina.
O vice-presidente di provincia, attendendo
ao qV requeren o bacbarel Jos Eustaquio Fer-
reira Jacobina, e em vista da informaeo do Dr.
director gral interino da in*trne;ao publica de 9
do correte, sb n. 165, resolve exonerado do car-
go de delegado litierario da fregnezia da Bi-Vis-
la desta cli !, e noineax para substitu-lo no
inesmo cargo o bachirel P^ro ATjiso de Mllo.
Expediram-se as oi?ces>flTs commanicacois
Offlcios :
Ao Exm. Sr. ministro da justica, tranrailtin-
.lo a certidaode exerccio de julz municipal e de
orphaos dos termos annexos de Tacarat e Flores-
ta, bacharei Aust>rliano Correa de Crasio.
Ao coron -I c imiuaodante da. arma1, conce-
deado a autorisa^ao, (ue solicitou, para emprear
no servido do 2 batalhao de infamara, que tom
taita de ofBciaej, o alteras honorario do exsrcilo
Antonio Deocleciano Oonzag. Communicou-se
a thesoararia de fazenla.
Ao dejf!bargador provelor da corOa, sobe-
rana e fazenda naconar, para informal sobre o
que representa o jniz mnnieipai do termo de Ga-
ranhuns, quanto incompatibilidado que considera
existir no exercicio simultaneo dos oficios do
contador, partidor e eserivo da collectoria de
randas geraes.
Ao viceprovedor da Santa Casa de Miserl
cordia, approvando o contrato celbralo pela res-
pectiva junta administrativa com Jos Paulino da
-ilva, para exercer o cargo de regente do hospital
dos Lazaros.
Ao in?pec'or da t!iesoararia de faieala, com-
nunicando que a 13 do crrante, assumio o exer-
cio da jurisdiccao di primeira vara de direito
.iesta capital, o juiz municipal da primeira vara e
jrimeiro substituto, bacharei Paulino Rodrigue-
Fernandes Chave.-.
Ao mesmo, inteirando-o de que a I do cor-
rente, reassumio o exercicio do cargo de juiz mu
nicipal e do orphaos do termo d Barreiros, o ba
arel Joas Carlos de Mendon^a de Vasconcellos,
por haver sido reconduzido por decreto de 18 do
margo ultimo.
Ao mesmo, declarando, afim de que seja fei-
ta a neeesaria delueao no pagamento do arre-
ratinle das obras do Forte do Buraco, Thomaz de
Carvalho Soares BrandSo Sobrinbo, que segundo
nondera o coronel commandante das armas inte-
rino, no orcamento de taes obra9 eslao compre-
nendidas duas portas de costadinho de amarello
para os paies, ni iaipor'aniia de 6t)000, duas
ditas, dobradicas e mais ferragens para a capella,
na de 895300, e uuia grade para o xadrez, na de
(0*000, obras estas que forana anteriormente fei
r,s pelo arsenal de gueTa
Ao mesmo, autor*ando a rtmetter aoalmo-
xarifado do presidio de Fernando de Noronha, a
quantia de 20:0001000 para oscorrer as despezas
alli a fazer-se.
Ao mesmo, communicaBdo que no 1 de mar-
n ultimo, assnmio o commando do destacamento
de guardas nacime' de Petrolina o tenente ag-
gregado do batalhao n. 47, Joio Caetano Rodova-
Iho de Alenear.
Ao mesmo, recommendando qae mande en
tregar ao olflcial de fzonda do brigue barca Ivx
marac,* qnantia de 2001000 para a compra de
ame verde em cana semelhantes, visto represen-
tar o commandante daquelle navio, que por veros
r.em sido regeitada pela sua m qualldade a carne
verde, remedida para bordo pelo actual fornece-
rtor Manoel Joaquim Ferreira Esteves.
Ao mesmo, inleiranlo-o de haver no dia 16
do eorrente, assumido o exerccio da jurisdiccao
da 1 vara municipal desta capital/) bacbarel Anlero
Manoel de Medeiros Fartado, na qualidade de ter
ceiro supplenle, por ter o effectivo passado a exer-
cer a primeira vara ds directo e acharera-se im-
pedidos os prmeiros e segundos supplentes.
Por essa ihesonraria mandou se pagar :
A' Rento Jos de MeodoDQa Pocas, a quantia da
219*600, proveniente dos vencimientos do deta
carnalo de guardas uaslooaes, existente em Agua
?reia no met de abril ultimo.
Ao tenente coronel Jos Cbryspiniaiio Rodrigue*
i ;oeiho Branuao ou ao seu procurador nesta capi-
tal, os vencimentos relativos ao mez de marco ni-
timo, doonletat e pravas da guarda nacional des-
tacados em Petrolina.
A pessa compleme a importancia dos venci-
rnenlos, a que tem direito o soldado do 2* batalhao
de infamara, Joaqaim Jos de Andrade, no lempo
decerrido do 1 de Janeiro a 30 de junho e do !
de julho a 30 de setembro do anno passade.Fi-
zeraai-se as necessaria< communieaioes.
Ao inspector da thesouraria provincial, para
qae com preferencia, e independentemente de au-
i)x, mande entregar ao vigario da freguezia de Ca-
limb, padre Antonio Jos Firmino de Novaos, o
coato de ris, votado na lei do orcamenlo vigente
para as ooras da gre matriz daqnalla freguezia
Ao meamo, mandando taraceara casa dede-
tencio, trima globos oejessarios a illuminaco luelle subelaeimeoto. "'ommunicou-se ao Or.
hefe de polica.
Ao mesmo, auioriiand-o a mandar adiauar
(loas mezes de venoimeaios, a contar do 1 de ju-
nho vindoaro, oos desucameotos do corpo do po-
lica, exiiiteotes em Itamb, Goyanaa, Nazareth,
J.injoeiro e Pao (PAllio, e ", meses aos de Fores
j Tacaratd e Floresta, bem como as respectiva gra-
liiijacoes de commando.Commonicoo-se ao com-
mandante do corpo.
Ao commandante do brigae barca llamara-
ni. dizendo que pode seguir amanilla com o navio
sob sen cimmando, para a commissio que Ihe foi
ordenada.
Ao director geral interino da inslraccio pu-
blica, designando ns profesares de lalira. padrea
Isnacio Pranciseo dos Santos e Flix Barreto de
Vasconcellos Menezes, para servirem no concurso
a que se vai proceder no dia 23 desle mez, para
provimenlo da cadeira de lalim da villa de Gara-
ohnns.
Ao regedor do gymnasio provincial, recom-
mendando a expedico das convenientes ordena,
para qae pelo cofre desse estabelecimeDto seja pa-
ga a Heraelo Constanuo de Paula Mouteiro, a
quaolia de 4O7AOC0, que se Ibe est a dever, pro-
veBieole de oojectos qae forneceu para o expe-
diente lo mesmo estabelecimento no anno de 1869.
Ao commandante do corpa de polica, dizen-
do que ple mandar de-ligar do corpo sub seu
commando, as pr^ci- Manoel Vicente da Silva,
Manoel Flix Vieira, Candido Maxiraiano de Al
metda e Joaquim Hara Mascarenbas, a primeira
por ter linalsijo o teupo do seu engajameuto e
nao querer continuar nu servido, e as oulraspor
lerem sido julgadas incaoazes desse servico.
Ao mesmo, autorisando o engaiameuo dus
paisanos Manoel Ferreira da Crnz, Themoteo da
Malta l.yra, Joaquim da Silva Pereira, Joao Edel-
trudes de Azevelo e Manoel Jos Themoteo da Sil-
va, se forem aptos.
Ao diretor do arsenal de guerra, pira man-
dar fornocer ao coniraandinte do corpo de polici3,
mediante iudemnisagao, os objectos, constantes do
inclnso pedido.
Commuaicou-se ao commandante do corpo e
a thesouraria provincial.
Ao mesma, autorisanJo o de conformidade
com a requisica do coronel commandante das ar-
ma?, a mandar concertar dotis tambpretes com as-
S'Tiio de palhinha, e urna jarra do maleira, per-
lencentes ao Porte do buraco, qae se arruinaram
no servico. bem como a fazer a despeza com a
coniuccao deses utensilio?, da plvora e mais ob
jectos, dados era coosumo.Communicou-se ao
coronel.
Ao mesmo, recommendando que mande re-
caber, am do .-er concertado o armamento, cons-
tante da relaco junta, e recolher a esse arsenal
os objeclo mencionados em outra relacio tambera
junta, oa quaes Ihe sero apresentados por parte
do commandante do corpo de polica.Communi-
cou-se a este.
Ao inesnio, para que maade alistar na com
naohia de aprendiz?.! desse arsenal os educandos
do colleeio dos orphaos Simio e Manoel Francisco
da Azevedo, que Irte serlo apresentados por parte
da jimia admiaistrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia.- lnteiruu-se o provedar interino.
Ao mesmo, determinando que receba nesse
arsenal e d Ihe a conveniente applicaco, a pl-
vora e mais objectos, constaatae do oficio junto
por copia, os quaes achm se a cargo do forie do
Buraco, e foram dalos era consumo por eiarem
inserviveis.Comraunicou-se ao coronel comraan
dame das armas.
Ao engenlieiro encarregado das obras milita-
res, rtcommendando que mande fazer os reparos
da parle do cano de esgoto da ra do Desliao, que
foi executada pela reparhcao a seu cargo, visto j
ter sido reparada a outra parte pelas obras pu-
blicas.
Ao inspector do arsenal de marraba, para
mandar concertar a balieira a cargo do provedor
da sade do porto, e emprestar-lue outra at que
se prepare esta.Comrnunlcou-se ao provedor.
Ao mesmo, recommendando que faca por a
disposico do tngenheiro encarregado das ibras
geraes um escaler, am de que posta elle visitar
todos os dias as obras, que estao em andamento no
lazareto da ilha do Pina, dando-se assim a neces-
saria fue.lis cao.Inleirou-seao mencionado en-
g^nheiro.
Ao chefe da repartirlo das obras publicas,
approvando a deliberarlo qae tomou, de mandar
executar por administrarlo os reparos da ponte do
Araripeuo eagenho do Meio, os quaes foram or-
eados em 237*. Communicou-se a thesouraria
provincial.
Ao juiz de direito da comarca de Tacara-
t, dizento Picar inttirado de quaato parlicipon em
ofllcio de 4 do crreme, e no caso de se dar o con-
flicto que receia, e nao farera suficientes os meios
que indi-a, ple requis r auxilio da torca poli-
cial destacada em Flores Communicou-se ao che-
fe de polica.
Ao mesmo, approvando a medida que tomou,
de adiar a Ia scelo do jury do termo de Floresta,
atienta a procedencia dos motivos constantes de
su olico, de 3 do eorrente.
Ao promotor publico da comarca de Carua-
r. chaman I-i a sua atlenrlo para o conflicto
que, segando ofllcio do Dr. chefe de polica, dea
se no districlo de Qulpap, termo de S. Bento, en-
tra os irmaos Francisco Alves do Nascimento e
Candido Jos do Nascimento. sendo este ferldo
gravemente por aqaelle com varias facadas, sendo
igualmente ferid i o outrj contendor e a rali de
ambos, e recommendando que erapregue as dili-
gencias a seu alcaace nlo s para a captura do
primeiro delnqueme, mas tambem para o anda-
mento do processo crime, que deve ser instaura-
do.OfiQciou-se ao Dr. chefe de polica no senti-
do de ser capturado o criminoso Francisco Alves
do Nasc ineuto.
Portaras :
A cmara municipal de Agua-Preta, para
que tome as necessarias providencias no sentido de
desapparecer as cansas, que sgando o parecer do
subdelegado do povoado dos Montes deram lugar
ao reapparecimento da febre amarella naquelle
povoado, as quaes sao a estagaaco das aguas as
immensas barreiras all existentes, e as exalaedes
ptridas, provenientes do revolvimento das lamas
peloa porcos, que abundara nessa localidade.Au-
torisou-se o referido subdelegado a lomar, de ac-
cordo com o medico alli existente, todas as pro-
videncias em orden a evitar-se a continuarlo do
mal s -licitando da presidencia as que estiverem
fra de sua aleada.
A' cmara municipal da villa de Flores, re-
commendando a expe ligio de su as ordeos, aflm
de qne, de conformidade com a Lei n. 387 de
19 de agosto de 1846, e mais disposlcoas em vi
gor, se proceda na terceira dominga do mez de
agosto viudooro, a eleicao de vereadores para a
nova villa do Triumpho, croada pela lei provincial,
n. 930 de 2 de junbo do anno passado.
A' cmara municipal do Recito, autorisaudo-
a a contratar cora Thomaz de Carvalno Soares
Brandlo Sobrinbo, os rncenos da casa de admi-
nistrador e erapregados do ceraiterio publico des-
ta* capital, os quaes foram oreados era 8141.
Ao comraaniaote do bngue-barea tmara
c, para receber a seu bordo, e cooduzir para a
corle, a Edmundo Rodrigues Germaao, sendo as
respectivas comedorias pagas por este.
Ao gerente da corapanhia Pemambncana,
mandando transportar ao presidio de Fernandof,de
Noronha, por coata do ministerio da guerra, no
vapor que pira alli vai seguir, urna orea do 2-
baulhao de iutantaria, composia Jo 1 capillo, 4
tenente, 4 alferea, 2 ioferiores,4 cabos, 6 anspega-
das, 84 sida Jos e 2 tambores, a qual vai rendar a
do 9a batalhao da mesma arma, que existe naquel-
le presidio, bem como as malheres e fllbos dos ef-
fljiaes e pfacw jmJis as repictivas bagagens.
Coramaakouse ao coronel commandante das ar-
mas.
Despachos :
Abaixo assigaados moradores na travessa de
Joo Fernandes ViairaA preteogao dos soppli-
canlos vai ser sub oettida a apreciacio da assera-
bla legislativa provincial.
Ceodida Maria Rosa.Prove a sapplicame que
esu dotiaie coma allega.
Edmundo Rodrigues Germano. Ftcam expe-
didas as necessarias ordeos no sentido que re-
quer.
Francisca Carolina de Mello Barroso.Remetti-
do o Sr. provedor da Santa Casa de Misericor-
dia para altendar a sapplicante era termos.
Jos Freir dos Santos. Indeferido, a vista
da u formarlo da Santa Casa de Misericordia.
Capillo Jo! > Antonio de Alraeida.Informe o Sr.
inspector da thesoararia provincial, ouvrado o pro-
curador fiscal.
Luiz Francisco de Paula. Satisfaga o sap-
plicante a exigencia da Stnta Casa de Misericor-
dia.
Mana Isabel de Mello Moara.Nao tem lagar o
que requer por estar provida a cadeira.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OQicios:
Ao inspector da thesouraria provincial, de
ordem da presidencia, que por achar-se o contra-
tante da ponte sobre o rio Pirapama com direito
ao pagamento da 3' prestacao do seu contrato, o
chefe da repartilo das obras publicas, man-
dou lito passar o competente certificado.
Ao mesmo eomraaacaodo, tambera de oidem
da presidencia e para os fins convenientes qae,
seguado parlicpou o chefe- da repartirlo das
obras publicas, o contratante da reconslrucco do
Ihealro de Sama Isabel dea comeco as obras a
seu cargo, desde o da 10 do correte.
Ao 1 secretario da asaembla legislativa
provincial, declarando que a presidencia receber
hoje a urna hora da tarde a commissan, que tem
de presentar a sanelo os actos legislativos, de
que trata o seu ofllcio n. 73 de 17 do correle.
Ao mesmo, transmiltinio para serena presen-
tes a essa assembla, o abaixo assignado em que
alguns moradores da travessa de Joo Fernandes
Vieira, solicitan) a col locara > de lampioes a gaz
na mesma travessa, e bem assim a informarlo que
a este respailo ministrou o chefe da r.'partirlo das
obras publicas.
C'omoiaatl das armas.
UARTEL DO COMMANDO DAS ARMAS NA PRO-
VINCIA DE PERNAMBCO, 26 DE MAIO DE
4871.
Ordem do da n. 558.
O coronel cominanaanle das armas interino,
em execacao a ordens quo Ibe foram expedidas
pela presidencia na dala de 24 do correnta com
respeito a recepcao de Suas Magostadas o Impera-
dor e Imperatri.z no caso que na sua viagem para
Europa no vapor inglez Douro se dignarem
desembarcar nesta provincia, determina quo os
corpas da guarda nacional desta capital poslos a
sua disposico, reunidas ao 9* de inf miara de li-
nha, compoudo urna divisao de duas brigadas, for-
raem em grande parada para fazerem as honras
do desembarque aos augustos viajantes.
A 1* brigada se compor dos batalhoes da guar-
da nacional lde arlilharia, 1 e 2 de infamara
ao mando do Sr. tenante-coronel AlexauJre Augus-
to da Fras Vilar; a 2* do 3' batalhao de infamara
da guarda nacional e 9* de linha, ao mando do
Sr. tenenle-corenei Francisco de Miranda Laal Ss-
ve, tomando o coraraando da divisao o Sr. oficial
a quera por lei competir.
Lugo que approximar-se o vapor, ser irado no
mastro do telegrapho o pavilblo nacional. A este
signal os corpos da guarda nacional se formarlo
as suas respectivas paradas e o de linbi no seu
quarttrl.
Ao col!ocar-se por baixo do pavjlhao um ga
Ihardrtc encarnado, ou dous encarnado e azul, sig-
nal de que Suas Magestades se dignarlo desera
barrar, os corpas marcharlo sera p-arJa de lempo
para as paradas que anlecipadaraonte lhes forera
indicadas pelos respectivos Srs. commandantes de
brigadas, e logo em seguida para o caes 22 de
Xoverubro, em o qual tomarlo segando o terreno,
a posiclo que ao Sr. commandante de divisao pa-
recer mais conveniente ao fim que e destinado-
Fritas as honras do desembarque, a divislo
marchar para o campo das Priacezas e ah far
as continencia! que slo devidas Suas Magesta-
des.
O 2 batalhli de infamarla ao signal do desem-
barque far seguir para o palacio da presidencia
urna guarda de honra.
O Sr. major Carlos Magno da Silva, far parte
do estad o-ni a Lr doSr. commandante da divisao, e
tanto esle como os Srs. commandantes de brigadas
tirarlo os seus empregados dentro os corpos que
arrumaran.
O mesmo coronel commandante das armas ute-
rino, convida aos Srs. offlciaes dos corpos espe-
ciaos, reformados, e honorarios compareeerem
ne caes 22 de Xovembro, para lerem a honra de
receber Soas Magestades.
A fortaleza do Brum logo que o vapor fuodear,
salvara cora 21 tiros, e tanto esta como o Forte do
Buraco, salvarlo com igual numero de tiros em
occasiao que a galeota era sua entrada transpozer
a barra, bem como na volia para bordo do vapor.
(Assignado). Jos Marta Ildefonso 3acorn da
Vet'ga Pessa e Mello.
Esi conforme.loaqum Manoel de Medeiros,
capitio ajadante de ordens interino encarregado
do detalhe.
Commando superior.
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 26 DE
MAIO DE 1871.
Ordem do dia n. 48.
O coronel commandante sffperior, em conse-
quencia da communicacao que Ihe foi expedida
por S. Exc. o Sr. Dr. vice-presidante da pro-
vincia, respeito a recepcao de S. M. o Impera-
dor e Imperatriz, no caso que na sua viagem
para Europa no vapor Douto, se dignarem de-
sembarcar nesta provincia; faz publicar a or-
dem do dia, por copia, de S. Exc. o Sr. coronel
commandante das armas interino, relativamente
a parada quo dever ter lugar para o dse abar-
que de SS. MM. II., aflm'dos Srs. commandan-
tes dos corpos de guarda nacional sob -en cora<
mando darem interna cumpriraento : a qual a
segrate copiaQaartel do commando das ar-
mas de Pernambnco 26 da malo de 1871.Or-
dem do da n. 538.O coronel commandaato das
armas interino em execucao as ordens que Ihe
foram expedidas pela presidencia na data de 24
do crreme, com respeito a recepcao de Suas
Magestades o Imperador e Imperatriz, no caso
que na sua viagem para a Europa no vapor in-
glez Douro, se digaarem desembarcar nesta pro
vincia, determina, que os corpos da guarda na-
cional desta capital, postas sua disposico, rea-
nidos ao 9" de infantaria de linha, compondo
urna divisao de duaa brigadas, formara em gran-
de parada, para fazerem as honras do desem-
barque aos augustos viajantes.
A 1* brigada se compor dos balalhs da
guarda nacional i"de artilnarla, 1* ef* da ufan
taria, ao mando do Sr. tenante coronel Alejan-
dre Augusto Frias Villar ; a 2* do 3* batalhao
de infamara da guarda nacional, V tF de I
do Sr. tenenta coronel Franscisco de
Leal Seve, tomando o commando da
Sr. ofllcial a quera por lei competir.
ue approximar-so o vapor ser irado
do telegrapho o pavilblo nacional,
gnal os corpos da guarda nacional se
as suas re-peclvas paradas, e o de li-
li quartel : ao collocar-se por baixo do.
Luderte encarnado, ou diana eu-
azul, signal s quo Suas Magestades
desembarcar, os corpos marcharlo
para as paradas qae ante-
indicadas pelos respecti-
m
Mirara
divisa)
LOgt);
no
A
f-Tin
nha ao
pav
caraU
s*fra
sera pofla da lempo,
cipanwn Ihas forem
T0S ^T' m'Daodantes de brigadas, e logo em
seguida ira o ca^s Vate e Dous de Novembro
o iji I tomarlo, segundo o terreno, a posi
cao qnd o Sr. commandante da divi*ao parecer
ina* cu eniente, ao fim i que destinado.
Feitas is honras do desembarque, a divislo
marchar para o campa das Priocezas, c ah fa-
r as co inencias qua slo devidas a Suas Ma-
gestades
O 2* b alhlo de infaotaria ao signa! do desetn-
barjae r seguir para o palacio da presidencia
urna gm la de honra-
O 8r. wjor Carlos Magao do Silva far parto
do estada maior do Sr. commandante da divislo.
e tanto e e, como os senhores commandantes e
brigada, tirarlo os seas ampregados denire os
corpos q e arrumaran. O mesmo coronel coa-
mandan! das armas interino convida aos senil i-
ros ofllci is dos corpos especiaes, reformados e
honoraria a c nnparecerem no caes Vinte e Dous
de Nove iro para terein a honra de receber Suas
Magestad s.
A toril :'za do Brum, logo que o vapor Tundear,
salvara c m 21 ticos, e tanto esta, como o forte do
Buraco s lyaro cara igual numero de tiros em
occasiao i ae a galeota em sua entrada tanspnzer
a barra, tem como na volla para bordo do vapor.
Assga loJos Mana Ildefonso Jaeome da
Veiga Pe ion e Mello. CanforineFrancisco Ca-
mello P toa de Laceran teoente coronel .secre-
tario,
O meso coronel commandante superior, con-
vida aos Srs. commandantes da corpos da guar-
da naca ai activa, e da reserva com seus of-
flciaes qi i nlo formaren) a compareeerem do
caes Viole e Dous de Xovembro para asaistrem
ao desembarque de Suas Magestades Imperiaea,
tomando a posicio declarada no programma do
Exm. SrDr. vice preadcnie da provincia.
Antonio Gomes Leal.
PUMO DE PERNAMBCO
RECIFE. 27 DE MAIO DE 1871.
i Ifodclas da Enropa.
FnAga.As tropas de Versantes vio gahando
terreno palmo palmo. O bombardeamento contra
os fortes de Pars actirissimo. Fot tomad o forte
de Issf. O i aludo definitivo de paz Jijyuignado
em Francfort no dia 101 Os pritionetros sern en
treges /inmediatamente. O Sr. de Bismark pro-
inetteu afluircom os banqueiros alintaos para fa-
zerem o emprestuno necessurio para o gorerno
francez suttsfazer as suas obrigacoes. O Sr. Thters
exigi da assembla de Verstiles um voto de con-
fianza que Ute foi concedido por 495 voto> contra 10.
Allemaxha.Declarares importantes do prin
cipe de Bismark no parlamento alloma o. Proyecta-
se umt entrevista em Carlsbad entre o Imperador
da Allemanha e o imperador da Austria.
\\ou\.Manifestacao a favor do poder temporal.
0 ministro francez, o Sr. de Chvisenil, faz ao go-
vento italiano reclamaroes a respeito da transfe-
rencia da capital para Roma. Parece que tuto lera
j lugar em julho a transferencia da capital, adian-
do-a para novembro.
Smsi.K.Projecto de constitmqao federal.
Inglaterra.Abertura da exposicao interna-
cional. O governo relira as propostas de impostos
sobre os phosphoros, e ontros pequeos impostos.
Foram approvados os addicionaes ao imposto so-
bre a renda conjurando se a crise ministerial.
Convenio com os Estados Unidos.
Principados Danubianos. Descobrio-se unta
vasta conspiragao para assassinar os israelitas.
Hbspaniia.Celebrou-se o2demaio. Houcc des-
orden*.
Portugal.Carta do correspondente.
Alcaocara a 13 do eorrente as datas de Lisboa,
recebidas pelo Oneida, chegado hanlera pela ma-
nbla.
FRANCA.
ContiaUa inalteravel a situarlo da Franca. Os
trabalhos do cerco de Pars continan) vagarosa
mente. A communa tao depressa da a sua coa-
flanea c plenos poderes aos homens que entende
poderera ter-lhe uteis, como Ih'a retira, os demitte,
prende e processa, como ultimamante aconteceu
com o general Cluseret. encarregado dos negocios
da guerra.
O Times desenha neste3 termos a situacao :
< A siraacao do governo de Versainas era trente
de Pars a de ara horaem cera a espada na mo,
que qaer desarmar o seu adversario sem o matar,
oa meamo tori lo gravemente : apara-lhe os g I-
pes e espera que a arma Ibe cala das maos.
c Por caso nenhum o Sr. Thiers far mais mal
a Pars do que o restricta mente necessario. Se,
dftoiind o. ataque decisivo, o poder evilar ; se,
fatigando a communa, poder entrar em Pars, nao
como libertador, mas ermo auxiliar dos homens da
ordem, o Sr. Thiers ter fundadas razoas para se
tolc t.ir pel.\ sua morosidade.
a Fra o decreto do Hatol de Ville, ludo anar-
etna ; qaasi impossivel saber quem verdadei-
ramente responaavel pelos actos de violencia e de
rapia commeltidos u'aqaella desgracada capital.
Bm taes ciicumslancias nada parecera mais fcil
do que dar um golpe decisivo. Est ludo prompto.
O exercito de Versailles tem torca bastante para
operar com vanUgem.
a Depois do annancio formal de bloqaeio, diz-
se que o Sr. Tiers e os generaos julgam qae com
um bombardeamento vigoroso e um ataque simul-
taneo a diversos pontos, triumphariara da exis-
tencia dos federados.
Mas em Pars nao ba am exercito, ha ama
mullidlo revolucionada. E' fra de davida que a
communa cahir era curto prazo, mas o perigo alindo ja
que ella envolva Paria na sua ruina Cluseret disse
que far sallar Pars f
Flix Pyat publica no Vengeur urna carta diri-
gida a Mr. Toiers, em quu se l o segrate pe-
rodo :
a Paria quer a paz com Vy-.-ailles pan se ver
livre dis prussianos
c Xeiu en, era vos, saraos naturaes de Par),
e todava tomos ambos esco'hidos para seas re-
presentantes. Vos bombardeis Pars. Eu defen-
do-a- E.i estou oo lmiar da velhics. Vi estis
borda de sepultura. Nao ser lempo de cada um
de nos attmler nicamente aos seas deveres '
Hoje estamos mais ou menos ambos encarregadts.
do pod^r exscutivo. Qjando eu era rapaz e ser-
via a repblica, vos j homem maduro, sorvieis;.
realeza.
Esta cirta foi escripia antes da tomada do forte
de Issy pelas tropas de Varsailles. Flix Pyat
membro da junta de salvaco publica qne assum o
lodos os poderes da communa.
governo. de Versailles dirigi no dia 3 aos
pars ien?s a segainte proclamclo :
i A Franca livreraenie consuJtdi flegeu un
gavera.i qae 3 naico legal e o aai; j que p W
Franca as suas violencias, ataca a propriedad, Kdo
domina-la.
Olfereceraos perdoar a vida aos que depo-
nham as armas, continuaremos a soccorrer os
No dia 12 era anda mnito violento o bambar-
deanient de Xeuilly e de Asnires. As tropas
i da Versailles lumaram a barricada construida em
Trilla nfce*."**} :. ma3. Rrf*o que a in-1 ^^ la Rej matand ctm insurgeDle8 e fa-
122 ^ Srmwe' p0,S na0 poJe Pro10""- zend 200 prisioneiros.
sem que a Franca pereca. 0 forte de Vanvej f ,vicilld ma9 dipoL,
liv'.lf i hr, S5 deSe,ad'J.qe VOi mti,n.S VOi ilornado a CCP" P^os insurgentes.
HJ?2XjE V098S 'yrannuS ; V'S, qUB -Sao ,nn^ as nucas de Argel. O che-
nao podis faze-lo, e preciso que elle se encane- |fe da insumiclo, o Kal.fa Moukram baviasido
morlo era combate no dia 6.
gue disso. At agora tem-so limitado a ataques
cona as obras exteriores. Chegou o momento de
abreviar o vosso sopplicio, e deve atacarse o re-
cinto.
Nao se bombardear Pars. O governo limi-
tar-se-ha a torear uraajas portis, e a reduzir a
um nico ponto os estracos d'esta guerra, da qual
nao responaavel.
O governo sabe, e comprehendeu-o antes que
Ih'o ndicasseis, que assim que os soldados entra-
rem o recinto, vos uniris bandeira nacional.
Da va depende prevauir os desastres inherentes
ao assalto, pois que sois cem vezes mais numerosos
que os partidarios da communa. Reuni-vo3, por-
tante, abr todis as parlas, e cessar o canhoneio,
serlo restabelecidos o socego e a ordem, voltar a
paz e a abundancia, os altrales evacuarlo o ter-
ritorio, e desapparecerao os vossos males.
< Parisienses, pensai o bem. Seguramente, den-
tro de poneos dias estaremos em Paris. A Franca
quer por termo a guerra civil: quer, e deve e
pdefaze-lo. Trabalha para vos libertar. Vos
podis contribuir para o vosso salvamento, loman-
do inntil o assalto, e oceupaodo desde hoje o vosso
posto no meio dos vossos concilladlos e irruios.
O Sr. Julio Favre, ministro dos negocios estraa-
geiros, eo Sr. Poyer Quertur. ministro da fazen-
da, foram a Francfort para conferenciarem cora o
Sr. de Bismark para resolverem quesioes suscita-
das as conferencias de Bruxellas, na discusslo do
tratado definitivo da paz.
O prncipe de Bismark declarou em Francfort
qae qualquer demora na axecuclo dos termos do
tratado de paz, teria consequencias gravas para a
Franca.
O Sr. de Bismark parti para Cumpiegne para
ter urna entrevista com o Sr. Thiers.
O principe de Bismark prometle facilitar o em-
pre-timo francez de quinhenlos milhoes de francos
pelos banqueiros alenles.
O tratado definitivo de paz toi assignado em
Francfort no da 1U.
Em VersaiHes disctese muito a futura or-
ganisagao da Franca. E' geralmente a jeito u prin-
cipie da deawHraHsacao. Os realistas slo-lhe
favoraveis ha muito terapo. O appollo ao povo
brado legitimisla, o que nao admira porque toda a
sua influencia especialmente cas povoa^es ru-
rae?.
Os republicanos sao tambera descentralisadores,
salva a unidade nacional.
Muitos imperialistas tambera sao partidarios da
deseentralisacao, mas querem a qae permute aos
prefeitos e sab-prefeitos a resolucao da maior
parte dos negocios, e nao oppSem grande resisten-
cia ao desenvolviraenio das liberdades locaes, por-
que tambera nos campos est a maioria dos seus
amigos, como acontece aos legitiraista",
A descentralizarlo, porm, pouco sympathica
aos orleanistas, cuja nQuoacia rural mui.o li
mitada. Entretanto a nsur cica de Pars e a
vontade da Franca manifestada por mil modos, de-
ram origen) le municipal, j heje posta em
execucao.
Querem alguns que se organisa um canselho
provincial que entregua a seis raembros eleilos
por eile a administrarlo do departaraento, undo o
prefeito assento e voto deliberativo na cumraisso
dos seis. Esle corpo deliberante reunir-se-hia urna
s vez cada anno, coma os cooselhos geraes dos
depanamentos. E' pouco mais ou ir.en js a orga-
uisaijao belga. Querem outros que esses corpos
departaraenlaes tenham a faculJade de se reun-
rera quando quizerem, sem que o prefeito tenha
voto, e represantando nicamente n-lies de cora-
missano ou procurador do governo.
Os cominunistas, cono sabemos, querem a vida
local mais ampia, e sem dependencia alguma da
autoridade entra!, naquellas qaeslfies de inte-
resse puramente local, nlo designando, porm,
arada qual o syslema que prop5em para estbale-
cerem o nexo entre os differentes estadozinbos. ou
as differentes comraanas.
A Gtronde emende que as municipalidades re-
centemenle eleilas, devera quanto antes noraear
delegado? para um congresso que se iucumba de
fazer a paz entre Paris e Versailles.
Esta idea, que se aprsenla como opposta s da
communa de Paris, nao significara mais que o
complemento da saa poltica : < a federacao das
communas.
O governo de Versailles oppde-so crearlo de
qualqaer outra enlidade que queira intervir nos
negocios geraes da naci.
Em Paris o general Rossell qae substituto o
general Cluseret na delegco da guerra, j foi
demittdo, e preso, mas conseguio fazer um de-
creto da communa para comparecer peranle o
tribunal marcial. Foi noraeado para o substituir
Deleseluse. Ha ordam para qua Gambetta seja
preso.
Dizem por om lado que progride rpidamente
a organisaclo dos guardas nacionaes. A commu-
na pode contar com 190 mil horneas. Dizem por
oniro lado que os guardas nacionaes insurgentes
comecam a desertar em grande naraaro, e que
a desanimacao e e desalent 5o crescendo.
Cemecam a (altar as rauuicoes neutro de Pa-
rs.
Um decreto da communa manda confiscar os
bens e propriedades do Sr. Thiers, e arrasar a
su-a caiLat es alicerces, por causa da sua ulti-
ma pnJUaiacao.
A cof au supprimio mais sete jornaes, su-
S o-numero doa jarnaes supprimi-
dos.
- As tropas de Versailles tomaram no dia 4 o
reducto Moulin Saquet por sorpresa, matando
150 horneas, e capturaraado mais de 300 insur-
gentes e dez pecas.
No dia 7 lomarara todas as casas no espaco de
z00,m prximamente da porta Matllot.
A batera de Montretout rompeu um togo vio-
lento no di 8, contra Auteul, e Poinl du Jour.
As pegas o de grande calibre.
Os parallelos alo tracados cora todos os pre-
ieito3 para o assalto do forte de Issy.
No dia 9 toi assallado o lorie de Issy, fleando
era poder das iropas de Versailles 119 pegas de
artheria e 10 na povoacao. Encontraran) se uo
forte de Issy multas muaicSes, vivares e agur-
dente com tabaco de intusio para excitar os
guardas naciopaes; este especifico liona porm
o inconveniente de tornar mortaes todas as fe-
ridas.
A guarnicae fuaiu por am caminho coberto,
de que as mapas de VersailloS nlo tinham conhe-
-eimeolo.
-se este brilhante feito ao pnico pro-
Na assembla o Sr. Thiers annunciou a as-
signatura definitiva da|paz com a Allemanha. To-
dos os prisnneiros serio entregues.
O Sr. Mortimer-Ternaux inlerpellou o governo
relativamente ao manifest dos delegados do
Bordos. O Sr. Thiers responden, que se dedi-
cava ao servico da Franca cora eviaente desia-
teressi, e com asombro encontrava na assem-
bla enredos e ingralidoes; que nao poda g<>-
vernar sob taes ronditoes, que peda um voto
de contianca motivado : que a sua demissio es-
lava prompta,; que eram imprudentes, oo mui-
to apressados; que por estes dias nao haveria
era Pars nada que comer.
A mocao d'ordera da assembla, declarando
que linha plena conflanca no chefe do poder
executivo, foi approvada por 493 votos contra 10.
ltimos telegrammas.
Londres, li, as U da manhla. O bombar-
deamento de Neuilly e Asnire- muito violen-
to. Os guardas nacionaes insurgentes esto a
desertar era gVande numero. Rosse fui preso mas
consegnio escapar. Delescloze foi nomeado mi-
nistro da guerra. A communa confiscou os bens
e propriedades da Mr. Tniers, e mandn arraur
a casa delle at aos alicorees. As popas de Ver-
sailles tornaran) a barricada de Bourg-la Reine
matando 100 insurgentes e fazendo 200 prisn-
neiros. O torle de Vanves toi evacuado, mas de-
pais os insurgentes tomaram a occupa-lo...As
noticias de Argel slo mais satisfatorias : o ch-
fe da insurreicao foi morto.
Versailles, 12 s 2 horas e 8 minutos da tar-
de.Noticias da Argelia dizem que o califa Moa-
kram, chefa da insurri-ir.1i, foi morlo no com-
bate do da 6. Thiers annunciou assembla
ler sido assgoada infinitivamente a paz com a
Allemanha. Todos os prisioneiros serlo restitui-
do?. Poderemos enviar para a Argelia as tropas
que forem necessarias. Alm disso as noticias da
Argeiia sao muito favoraveis. Mortimer Ternaux
Inlerpellou o governo relativamente ao m mitos-
to dos delegados de Bordeus. Thiers dissa:
Quando me dedico ao servico da Franca com
desinteresse evidente, espanta me en;ontrar aqu
nstorvos e ingratddes. I);-io modo nao posso
goveroar. Peco voic de conflanca justificado. Esta
prompta a rainha demissio. Sois imprudentes oa
mnito aprassados. Por estes dias nao haveri ali
nada qne comer (aie). Foi approvada, por 495
votos contra 10, a moglo de ordem da assem-
bla, declarando que linha plena coofianra ao
chefe do poder executivo.
ALLEMANHA.
O conde de Bismark fez imprtanles revelacoes
no parlamento allemao ;disso que em 6 de agos-
to de 1865. depois da batalha de Sadowa, o impe-
rador Napoleio exigir para a Frang a praga de
Moguncia, sob ameagas, em caso contrario de
urna declararan de guerra inmediata.
O imperador Guilherme declara entao que nan-
ea cedera ama pollegada de lorra germnica, mas
o governo francez nao campno a sua bravata, at-
tribuiodo se este tocto urna repentina Joeoga do
imperador do< francezes.
Sobre a uaio da Alsacia e da Lorena ao impe-
rio allemao, o Sr. de Bismark disse que a neatra-
lisacao da Alsaria e da Lorena era nocir Alle-
manha, e ulil Franca ; que restava s a annexa-
clo que pode desagradar, mas que a benevolencia
(ia Allemanha saber fazer esquecer a habiHiade
do governo francez.
A Allemanha, disse o principe" de Bismark,
ha-de dr Alsacia e Lorena muito maior liber-
dade communal e individual. A communa de Pa-
rts uta hoje em principio por aquillo que a Alle-
manha quer como garanta. Haver de corto des-
contentes, mas a geragao aetnal ver ai oda a pac-
llcaglo dos no vos territorios. Por ora nao ma
do que um ensaio, preciso deixar o campo livre
ao faturo ; mas se houver meios mais praticos o
governo argui-losha cora o maior djvelk).
O governo allemao j i encetou^ os grandes meios
praticos de conquistar a affeigao dos terrearlas
annexados, dotndoos de diversas medidas de uti-
lidade material, e desenvolvando consideravelmen-
te a nstmcglo publica.
Dizem os jornaas hngaros que para o veraa
haver era Carlsoad .nma entrevisla do3 impera-
dores da Allemanha Austria.
ROMA.
As mais recentes noticias desla cidade dizem
que a sade de sua Santidade contina mnito boa.
Hu ve em Roma umamanifestago pacifica a
favor do poder temporal. Coramnngaraoi conjan-
lamente na baslica vaticana 21 priocezas, 4 an-
quezas, 37 marqueza?, 26 condessas e 4 barone-
zas; ao todo 92 senhoras. Presentearara o Santo
Padre com ora magnifico tapeta bordado pelas
suas proprias raaos lendo depois a condessa de
Marciano urna allocucao era que declarava que o
tapete era destinado a decorar a grande capella de
S. Pedro, no dia era que sua santidade tornaste a
dar a bengao apostlica.
O papa agradecen muite este mimo, e respondea
que a concurrencia dos fiis aos lempos, das de-
putagoes a Roma, e al das nobres. cfiVrentes ao
Vaticano era j ama grande victoria para a igreja.
Quanto vicloria definitiva, ao irlompho supre-
mo, nao poda asjegorar a data, mas suppunba
que eslava rauito prxima. Presidio commissao
a Sra. infanta D. Isabel Maria, que ha mais de um
anno se acna em Roma.
A corte pontificia tomoa nesse dia o aspecto es-
plendido dos lempos aotgos; o dia 16 de junho
ser anda mais brilhanle, pois o objectivo dos
immensos trabalhos da sociedade dos interessw ca-
tlicos.
No da 5 de raao da de S. Po V inauguroa-se
a capella Sforza-Cesarioi, cedida ao papa pelo du-
que desle nome e mandada restaurar por saa san-
tidade. O corpo do papa de Lepanio qne nesse
dia se expoa venoragio dos fiis, acha-se em
perfeto oslado de onservagao.
Diz a Gazeta de Italia quo no palacio Pill se
pa?sou aviso de qae a corte italiana seria transfe-
rida para.' Roma no prximo mez de julho, to-
mando el-rei Vctor Manotl nessa occasiao posse
do Quirlnal. El-rei Vicur Manoel regrossar de-
pois a Florenga, donde partir para o Piemoote.
Emnavembro, ir permanecer de#todo ea Rom,
ou pelo menos aasim o resalvo*"
Diz-se me o novo m***-*** Sr *
Cuoiseuil iembrara ae sm^^mW*: qU9 w U"
nha obrlgado a nRo wslw a qtwtao romana
sem estar de aosordo com as patencias caiholica*.
e accrescwil^i qoe 9*9 {alv
duzido' entre os insurgentes pela bstiria da Moa- feacompaiAar o goveru i-feri





_t_
^^^^^^^^^


rernaiubiicai Subbado
1*71
,i
-
m
do para Roa, em .aanto o nao trausse desio
negocio em conferencia das mesiuas potencia*.
Parece que mai alguns gabinetes sio do mesmo
parecer, e que estas declarares teena feito algum
peso sobre o animo da corte italiana conjuntaraen
te eom os eserapulos religiosos que ltimamente
tem asaltado o anim de el-rei Vctor Mracel, de
snas Albas e oras --perece pois que o r i se oega
a ir com a edrte para Roum atito* do mea de no
veroliro, e que tem sido inuteis lodos os ef>rcos
do ministro Selle para auoullar aquellas infljon-
cias.
Honve conserho de minhros pre-idido pelo Tei,
antes das declarantes do Sr. 4e Choiseuil para de
cdir se conviria < a nao estabelecer eiu Roma urna
tirevo sessao parlamentar no roer, de julho. O-
ministros (orara de opinio que se devia addtar
para novemhro a solemne inaugurarlo de parla-
mento.
O ministerio porm unnime qu auto a re*p"
lar a delieracao da cmara tara a transferencia
parcial da capital naquelle raes.
Pela seta parle, alflrma-se que o sacro collegio
decidir* eni sess secreta transferirse pira Mal-
ta e acothorse proteceo iiaglea, na eventual!-
dade de um acentecimnto funesto, e roun r no
palacio de $. Juao de Joru*a!em om eondave para
a tlei^ao da potftillce.
Nunca discassao na cmara italiana declama oj
governo que em Roma htvia una cumuiis'o laef
estribis -eatnolts i mais de sesseala mil pessoa-i
no valor de tais de 502 costos de ris.
O governo italiano teniendo as cmsequencias
^ue poJerta ler a lamedtata snppeessio deas**
subsidios recorreu ao par miento tkti do pedir e*
-fondos netes arioa para continuar por niais eui
anuo essa destribuirao.
(OM*.
A cooamisso do concern) nacional da confede-
rado hetvelica ad.iptou o siguite projecto de lei
federal, eoncedenda-sc toda a antorida.de e lber-
dado sc cidadS-ia suissos e sos csntde*.
Art |. A constitiaxii federal ser utimet
lid, segundo a seguidlo red a redo, voia^ao do
povo subso e dos cantoes.
(Depois segue-se a parte da? reformas e que
ji temos dado noiieiaf.
Art. i.' O conseiho federal fi.-a eocwregad
de que o novo projecto de cou-liliiica > tenln
prompta e completa pnt)lic.-icro.
Art. 3." Considerar-se-ha ouio adoptada a
eonsiituigao federal, ?e a aceitarem a maioria dos
cidad soissos que tomaram parte na-votaco i
a maioria dos carade*.
Para e-tubeleeer a maioria dos estados os wi
ios dos mais eaotdes enn-ideram se cjuio mai*
votos.
Art. 4. A votaco teta lugar no mesmo dia
em toda a extensoa confederae/m. E?se dia se
ra afhalo polo conselhofederal. Em lodo o caso,
a vota cao nao peder ter lugar emqaamo nlo i-
verem deonido quatn tamaas, pelo menos.
desde a p Mlra$So da* rn* rmas prooostis.
_ Art. S. Ser adrarttido a tenar parte na vo-
tacao lodo o cidajao gnisso que tiv r direito de
snfliagio para as elekva's do conseibo nacional
suisso.
Os caniVs quo concedercm o direito de votar
antes da vinte annns completos, podero applier
votacio esta disposicio de sua egudaijlo.
Art. 6 o Cada ramio organisar no sen terri-
torio a votara i, a qu.il so proceder por mantel
pios, ou c:rcuniscripe<5e.. Os condes deci lirao-
se a vataeo hi de sor por ewrntiolo secreto, ou
erminio publico. Serao aplte*veii a esta vola
cao as presciipcij^s fxi.-lentei em cada caulao
para as votse5e* "em materia de constituio.!'..
_ Art. 7. Km cada imraieipi>,oacircums:rip
cao se lavrar urna acta qie ex;iro>se esatfl menta
o numero do votantes que tenham seseitado o pro-.
jecto, e o numero de votantes que o tenbara rt-gei-
tata.
Art. 8. Oj canloes. nes|a qualidade, mani-
festara.! osen voto por mel de eorporacees, <%
quaes as anas constito r.5-s ecnram e*s poder.
Aauoridade supeiior de .-ala cauli pode
r, comtudo declarar que o re*litado dik votacJo
federal no canlao (art?. o." e 8."J e aconto w mo a
expresso do voto cantotal.
Art. !(. Os canio-s manife-Urao o st-u vol,
o maij tirde depois de lo das de votaeao fede-
_< Art. 10. Os governos eaotooaea transmii-
rao ao conselho nderal, para reri-m eomniQtea-
dos a assembla feder-l, os votos dos seus can-
Iojs, assim como os actos da votar < f-deral.
t A assembla spprovar o resultado das vota-
e9s pelas actas, e no ea.-o de constar por ellas
ijue o projecto foi acceo, declarar om vigur a
cotstuicao ravista.
Art. II. O conselho federal est encarragado
da rzeeo0O da presente lei.
UtGLATEKKA.
Abrio-se no 1 de maio a exposicio in'ernaci <
nal de Londres. Coaim quatro grandes divisoes:
a 1' destinada as bellas artes, a 1' manufacturas,
3a a invenctS scieutica* e descobrimeiiU.s .le
quaiquer genero, figurando as tuaibinas ; a
or cultura em todas as foas rarailica^oes, lito
adiantada em Inglaterra. A msica es repre
sentada tanto em iu?trnireolos, como em pecas
masieaes no grande Colyseu Alberto, mniedia^o
ai jardins, prticos a galeras da exposicao. Ha
t.mbera un museo de pinturas, um jinlim zoolo
gi:o, e urna exposico perman nte de tares e jo-
gos d'agua.
O principe de Galles e a princesa 11-1 'na, o prin-
cipe Christiano, o conde e a condessa de Flandres,
varios principes e soberanos do Japao, Reala e
ootras regales da India, e differenlcs persan igens,
s. hiram do palacio ao mein dia, dirigiram se as
galeras que percorreram, e em seguida o itdci
pe de Galles ebegou a urna janella e leu um dis
curso declarando, em nome da rainha, que eslava
aborta a exposico.
Nos jardins hvia mais de ce n mil pessoa*; a I
bora elfectuou -se o grande concert de maugura-
co no Colyseu Alberto,
Terniinon crise ministerial. O Sr. Glads-
lene retiron as propostas do sen collega da fazen
da sobre o imposto dos phosphoros e outras baga-
tellas, propondo o augmento le i pences addicio-
naes por libra sterlioa no imposto da renda. ')
ministro de fazen Ja conservou-se uo gabinete. O
Sr. Oisraeii altribue o deiicit a ler o governo, ape-
sar dos bons cnnselhos qoa Ihe foram dados lar-
gado tres railhes de imposlos directos que buje
lbe fa;em f lia.
Entrou depois em discussao o projecto dos ad-
dicionaes ao ciscometnx, que encontrn gran le
opposicao, fallando os Sr*. S nitlt LidJe, Harwun
Baring, Pease Mergan e outr-s tantos por parte a
opposicao, encerraodo-se a di.-cussao com um dis-
curso do Sr. Disraeli, que atacou forlemente o
if overoo.
moeo opposieionis'a do Sr. S.oitli f >i rejei-
tada por 86' votos.
Alguns jornaes aUemaes exigem qie o seu
Coverno reclame fojlal rra que ihe eolrt-gue a
pequea iiba de He!i ..lad que territorio alie-
wmL,
O governo dos PaitM-fiaiftOi acaba de sub-
metlr aus EiUJos-Geraes um projecto de lei au
loriando a cesso Inglaterra da* p^ostoes
aeerlaodezas na cosa da Gui.
Na cmara dos comamos fui negida a se-
cunda ,- tura, por 230 votos contra lol, do bi 1
proposlo por alguns deputados para sor concedido
as mnV.res que sao che fes de familia, ou sao !i-
depend-mls da autoridade do pai ou io marido, o
dtreito de volarem na e'.eic.o de deputa"l)s, como
j votam para as ele (fin municipaes, possuiodo
aim dis.-o actualmente o diro.to de seiem eieitas
membros da junta de eduea^ao.
A Inglaterra na que-tao do convenio cora a
America codeu ludo diaulo das exigencias da jud-
ie governo; desde o reeonhecnuenlo di principio
al o pagamento da* sommas quo fortn JiquiJa-
das, tudo se basa as indica^ws feilai em nome
dos Estados-Unidos. Eis os pontos pr Jicipae* do
convenio:
4.* As altas partes contraanles concordam
a adxcitir o principio de que urna naci deve
ser respousavel pelas depreda^o-sa e violencias ijiie
forera pralicadas contri ama nac,io amiga, por um
navio regisladq, armado e equipado n'am porto
neatral.
2.* As .alia* partes contraanles rorapromet
lem-se o obrlgam-se, de aoje para o futuro, a fe
gnir csti regra nos tratados que celebrrem con
as demals tiaeoes e-iraogoras, pn curando a'uS.D
disso faa;er quaot) fr possivel jara que a diU re
fra seja adoplada como um principio do lei inter-
nacional.
3.* As redamac3 conbecida coro o nome
de reciainac.5es do Alubim* seio Kobhiettidas
ama corjmjsso composta de cinco mstnbrcs, no
meadosn m pelo presidente dos Estado*-Uoi&:,
com prva ludicafio e coosenlimento; outro peSa
rainha da Gr'Bretanha e Irlanda; nutro pe.'
presideole da Saiua; outro oId imperador Ju
Brasil, e oulro pelo ni de Italia.
sta commisso ha da reunir-se em Wa*-
*Bguw, sti roezos depois da/aiilkaeio dele
K?.1?*? dovendo a mesma decidirla rts|K>osa-
qne'Ihe forera fobmettidos, e flxar os prejuixo
que na sua opinio julgar corresponder-ihe.
t Se qualquer das tres ultimas naedes Indica-
das deixar de nomear o commissario. a vacatura
ser preeochida pelo que escolher o re de Saecia
e de Noruega.
i. No c iso de occorrer alguma vacatura en-
tre os membros qne compdem a citada commisso.
aquella vacatura ser preenchida seguindo a mes-
ma regra, segundo a quit se fes a nomes^i do
primitivo.
t 5. Os radiviJuos que rormarem a cemanissio
alludlda dev as snas apre Macoes e opiniees ; emittindos estas
ultimas nwcamente em virtudes de dados, docu-
mentos e provas que correspondan) a cada urna
las reclamacoes, ede accwdo com o principio
adoptado como rajra no artigo primeirod'esta
coovewcio; islo qne urna nacao responsavel
dos dainos e prejurzos pelas dyrcdar,5es com-
menias contra ama potencia aiwKga por uro na-
vio regisiado, armado equipado m um porto
neutral. Todas asreclnmacoes devero ser apre-
senladas para eu devido exame penle a eom-
mis*o at seis mexes depois da sua InstallacJo, a
menos i|ue so orove demonstre que hoave jus-
tes motivos par* a demora ; neste caso a com-
misso poder* ampKar o praso para a aprescnia-
rai dasmesraas re.clamages.
A decisao flnai de todas as reelamacdes apre-
seniadas deveria ser emittida dentro do praso do
dois anuos, a contar da dala da sua primeira se^-
so. Todas as qnautias que devem arwnar-se em
pigameow das reclamacesapresenladas se sans
(arlo em i>iro em Wjshingfon no nodo e pela ftir
ma que a commisso estalbelecer. Nenhann de-
ciso das que accordar a commisso noineada -te
r caractiT obrigaiorio para nenhuma das dtias
altas paites conlratautes, se na for aceite por vm
dos doiscommissarioi qe npresentam a men-
cionada* alias parles contratantes.
Esto artigo autwisa e faculta eootmis-
so o uso e emprego Ae quantus depenaenles <
a*sisteates julgar que rile ->o necessario*, deter-
minande que os gasto* da commisso sejunsj*
priiis em partes iguaes, por ambas as altas par
le* contratantes.
< 7* E*te artlg) dtspSe, que no caso da com-
misso na) estar de aecordo n'alum dos casos
qm se apresenur ao .-eu exame, ? subneitam
essas reclamacoes a urna junta cpmposta do ne.-
memliros, nornealos ara pelo pre-idente d >s E*la-
dosOnidos cora saneeo previa do senado ; (Mitro
pela rainha da Gr-itretanha e Irlanda, e outro
pelo imperador da Ilusos. Esla junta dever reu
mr-se era New Yoik seis mezes depois da suspe.n-
so da nutra commisso, e tomar as devidis tes-
temiinhas, declaracoos, o o mais que tornar
neessario, tanto no que se refere aos faetos, com
si cao tehde evidentemente a cobrir os caso* qo>
so apresenlem duvidusos e sobre os quaes a Com-
misso anterior nao tenha poli Jo pralicar, por
'alta de lempo as adwiguares que se julgarem
Heces-arias e indispensat is.
8: Este ultimo artigo refere se s despezas
da junta a que ao. lia de se alludir, e era si se-
mdhate ao aru 8."
nussi.t.
Em militas cidades da Hussia, principrnente
em Moscow.recebeu a polica orden) de. prender lo-
dos os iisiudantes que pareccrem sustentar as Idea*
revolucionarias francezas. A!m dtno as univer-
sidades russas foram convidadas a nao conferlre-n
diploma ao estudantes que nao tiverera iilis po-
lticas conformes cora as do governo do Ciar.
O gran duque herdeiro da llusdi vaj assis
ir a entrada triumphal das tropas allomaos em
nVrHm Biz-*e que foi o proprin gran-duque quem
solicou essa licenca, a lira de disiipar os ruao-
res que tem corrido n respeto de suppstas anti
p.iihiis do principe Contra a Hussia e Atldounna.
A cnolera tem feitt muias victimas em S.
Potersburgo e outras povnaros da R:i*sia.
Assegura-so estar contratado o casamento do
principe de Orange ilho pnrargecito do rei de
lollanda, com a ran-luqoeza russa Mara Ale-
xandrmvna, (ilha do actU;.l Czar. A II llmla
que-r aliiado contra a eveniqalidade de ambiques
allemes, e uo procura mal.
OniKNTK.
Existera serios desaccordo* entre o imperad ir
Ja Turqua, e o vice-rei do Egypto; que. se poleni
Ittribair a revolta da Arabia, passagem das tro
pas otiomanas atravez do Egypto, e aos trabadlos
de forliliraeao oas emb.caduras do canal de Suez.
Os ltimos telegramma* de Onslantinopla di-
zem quo causou muitn bora t-itvito a raisso de
que fora encarregado pelo Snllio um lio perso
oagera junto ao Khediva. Diz-se qne o vice-rei
Jera ordere para se suspenoerem os'trabalhos de
f'oincacoe tenciona dirigtr-se a Constautmopla
para com a sua presencatrestabeleeer as.boas rea-
fdes com o Saltio.
Djsc brio-se^nos Principados Danubiano.* nma
e mspiracao que tinha por flm assa-sinar os israe
litas, e saquear as casas de suas residencias. Os
Chefes da conspiraco erara quasi todos olciaes
melos s-j qods pirque o llm santo e justo. Dia
rir err, r,ue a* cw!oulai so einaocipum o que des-
das glnf jas todas s restera memorias apenas. Nao
facara. questao de ninharias. Seja o Jazigo dos
Alb'qnersnes na Graca como as catacumbas.....
de ana do snssas mais esplendidas glorias naci
naas.
Ik das honve comhnyo a precos rehuidos
de*de a fajado R-I at Lisboa. Trouxe uns
860 Hespanhe^, qoasi lodo 21 e 3' classe. De-
moraram-se 4.das. Enclieram os iheatros, a
praca dos Tauros, os pa-scos e tlzeram bonitas
digressoes i Cascacs Uintra e nutros pontos ie
onde se avistava ornar largo. Foram d'aqui pe
ohoradissinos dos nossos cnstumes suaves e nos
pitaWres. Hoje parte para Madrid um eombev>'>
dereerekk, b-vaodo ptxto de300Portuguez8s, e es-
pera -se-notro de gente de Madrid para Lisboa. Os
proco io fabulosai*ente baratos (W#. l elasse
ida e volt 1) da inte direito o mesmo bilhete do
combsyo a visitar rouseus, iraos espacuculos
ele. E' um novo por um real.
Destas rela^-d pacficas resultaro bas rea-
c>s cammerciass e mnuas antipalhits. Eslou
que a* eraprezas no se arr^pendero e nao de
continuar. A pertida para Madrid h"je ao meio
dia; o regreso de Madrid no dia 19 pela mesma
hora. Foram tS-recidos bilhetes de i* classe aos
pnucipaes nertedicos de Lisboa e do P.irto.
Coniio a falUr-sa nos joros- flor aj* qne lio
de celebrar poetas e Iliteratos de Portugal e Hes-
pauhii p ladatjo de Vasco da Gama.
t E' claro .que a par de tudo isti, que realmente
e soeiabiitdade e nao tnz inconveniuntes, irio ca-
ducando os velhos precuiieeiuis.
A HSHttiiha carece de nos oeabeeer bem de
perto, para nao andar imaginando q ie aqui se
snuha, com a nnlo ibrica e suspira por ap-gar
esta nacionaliJU, ,|uo tmto as tem cusudo a
con^ervar dlesa I Se des'as visitas re-miar e ti
carme-nos estimando mutuamente mais. quo >e
perdn com i*so f......
t Anda liiesno fai,. da po'Kca dopaiz. P.rtt-
co ln. O tal conllcto ainJa se nao maonVlou no
parlamculo, ^inda que se tem aqiiuaciasJ-ui.ii- de
20 vezesl Diz-s qu-i sahira d 'sea f^ih o minis-
iro da guerra (general R-g i) n que .tambera
cousa prom.f.ida do-Je o da seguale aquelle em
que fu chamado aos con-elhis da coroa.
II i das o Jornal do Coanmnvia Java como
cena a safen!* do ministro da marraba (Dr Mello
Gonvij). Foi hi>loria.
* O IHuiii Je .\\)i.'i;ns defeootem mostrou-se
muito satisterto p-'.j i aehrtii um collega que fal-
la-rse rwrf b le tentativas de remella e desse
tida j ;>T .-.-< -i i a essa projectilt in?urrei-
V.M co;n as per*pectivas de
i. nao ''.'rolizer tamanha injusti^aauma
aojmposlo das quantias devidas ole. E-ta aispo- rcJarc-in Hfislrada e patrintica; mas realmente
'!-'-v.,i,ec:.1". porque al hoje passra por Gassan
Jra. o agora uo se, a cha s em campo.
' E* uad) menos que o Cownerei) do Porto, a
fullia, porventnra. mais sisuda de Portugal que,
na, sua eorrespaadeneia de Lisboa faila do caso
nos senuiales termos:
Continuara os boato* de preparativos para a
perturbar! la orlera pnlniia. Mecciono-os,
apeos*, para nao deixar de cunprir ora o meu
devtr de reg-trar lujo quanto se diz no mundo
poltico.
> Con.-iuv-p a assegurar que o govorno nao 3 ta oao Ihe concede a I j f0n:tameal do es-
tado, e urna irauaaidaJe a seu carcter da re-
presentante popular. To i.,, se reconhoeemos o
direito, quneramos que a eimara nunca usasse
deile, a nao ser em caso, notave1, e deixasse com-
pletamente Uvre a secan dos tritannaes.
i Apesar *sso parec-nos qne j privilegio cessa
desde que_o depulada nao exeree as snas funcolss,
e que enuo pJe seguir o processo que I lie diga
respeito. A intencao dos amores da carta nao pe-
dia ser ofnrtar a aoco das leis qualquer cidaJao,
pelo faeto de ser deputado. E' preciso-na i tornar
odiosos estes privilegios, favorecen Jo amigos poli
neos oh desfavorecendo adversarios.
Esatendemos pois, qne o deputado (ka respon-
sayel iterante os tribnnaes, logo que termino a sua
missis, e que mais alera nio poie chegar a reso-
lugao da cmara, a
foi asignado a II do eorrente o decreto
conoedeado ao duque de SaMaoha o praso de 60
anKds (I) para explorar por ana conta os cami-
nhos de ferro pelo sy*tema de Larmanjat, entre a
esu^ao do catninbo de ferro de Leste no (anega-
do e villa de Alonquer; entre Gascaes e Pero Pi-
nfcelro, e entre Llstioa e Leiria passando pelo La-
miar, Torres Vedra* Alcb..51.
0 Jornal da Novte publican hontem o se-
fiiiit* reclamo, que os'nossos compatriotas ah
residentes daro todo o apreco:
O.Sr. Henrqua Nuoes, ura dos raelhores pho-
tographos de Lisboa, fez honte-n no tbsatro do
Gymoasio experiencia de urna lanterna mgica
aperfeicoada, a qnal reproduz sobre urna super-
lleie branca vists |-hitograpliioa execulaJas com
a maior perfeico.
O espectador v dian'.e de si, em ponto gran-
de, paisagens, monumento*, edificio*, aaimae*, lu-
do copalo do natural com a (IJeliJaJe de que s
da a (Intogaphia, e apresentando grande relevo.
t Ares suaves, aguas transparentes, longes a I-
miraveis, claro escoro Irreprnienvfvdl, pintarnos
exactsimo, eis o que se observa naquelles ex rel-
enles c/it/iM tirados dos sitios raais notaveis de
Portugal.
o O Sr. Hunriqne .Vanes tem perto d! Inzontas
Jaquellas preciosa* vistas, rxecutaJa* cora todo o
orimor da sua arte, as quae< toneiont expir n>
Hiii n Janeiro, para onde deer panir em com-
panhia d i insigne Talior la.
Os dous artistas Jar) ao Brasil espocta^nlos
por sua conta e granarn Je cert) ros Jo diohei-
"o. Os pirtuguezes resi lente* naqiellas lonjiquas
paragens hai de foieisamen'e mostrar o maior io-
teres*e por vjr as trra* Jo sea querido Pirtagal,
e applaudiro com enthusasmo e lagrinns no*
nlhos o inteligente photograph*; prip.cipalmente
qaando elle lh-s mi-trar aciJale, a villa oaaldeia
onJe nascerira, e at a casa on le pss*anm os prl
meros annos da mocidale. Isto entre Juis scenas
cmicas feitas pelo lab ir Ja, cuj ra recita faraa
tem ehegsdi a tola a parto oile s tilla poriu
itu-r.; para va!er cada billiete um Jinli-iri I >u
co !
A experiencia feita no gyrana'io rea'so-i-sfi
porla fchala, as**tiulo apenas algumn famlias
e cavalheiros convidad. pel S^. H-rari pie Xune.i
O publico applaulio phreqetieamente tolas a*
vistas, e chamou repetidas v*zes o Hbil photogra-
pho para o cumprimentar pelo seu invento.
Publicaram-se na fothn ..ffi:iI as eon'.as d>
acara lamento de Teos. Siminan m.........
"in3j Jos F:!i.:iia) Cnelho dos Rs;
visooatle de Benaasa, iio do tuarquez de
Li Rorat, e condessj da Floras, dama d honor da noiva.
Celebrado o mitrimonio voltoa to prestito na mesan frm para o castello,
tersando a or:hestra ao ora dos tiros do
canlio
Tem corrido na tdade da Horta (ilha
do Fyil), o boato de ter o governo d<
con!oderaclo allema proposto ao governo
poi ttiguez a compra daquella Iba. T.jda a
aprensa d conta disto, m*s qj filha oiTi
cial no ippareceu desmentido algam para
o contrariar.
O governo inglez contsla o direito de
Piirlug.il a umi part di territorio nos li-
mites Sxados no tratado com os Boers.
Entre as pessoas mais conhecidas qae
uliimamente tem'Mlecido, citare o Sr. Jo5o
X).* Al ves Freineda, ebefo da re,)irlic5o
tacbygraphica da cmara dos pjres; vis-
condo de eiros, em Castalio Bran o ; a
Sra. condessa das A-tas (em Lonlres) i
i Sra. D. Margirida Amalia da Casta Mol-
des, mi dos ton. Mandas, de V^z-ju eangra
do c nde de Podantes em Lisboa; Sr.
Jos J>a iiim da Barro*, |. veh&Mlor da
aifand^ga de Lisb n ( n > r'orto); o bem
conhicido negoctite da praca da Lisboa
Jas de Bftto ; o pir do reino, lente m
facaliale de phi'osupbia e coose'heiro de
astado eff'.ctivo Rojaa Formados Tlnrau
(em Lsboa ) o Sr. Franc.sco de Paula
Snl'Iag verifica tor apasenliio dega <\i L;sboa (em Gsoaes).
O Sr. Carlos Gimaraes, medico de
partido em Cintra, veio a Lisboi ba das
para tratar da publicarlo das obr-:s de seu
finado sogro, o poeta A Girre'.t.
l"_ j riscados do quaJro do ejercito romano.
HKSPANHA.
Celebrou-se em Madrid no dia 2 de maio a fesla
L'ivrca-religiosa em que se commeraora a sua liber-
taran do jogo do Np ileo I. Afasia foi rauito
Concorrida. O rei D. Araadeu acampanbado pelo*
altos fnnecionarios, e com o alcaide popular di
Ma presidio ao festejo. Ao p J obelisco levan-
tado em Madrid.a memoria dos mariyres da inde-
pendencia hespanhola havia-se armado um altar
on 'e foram cellocadas innmeras coras de per-
OPti'as.
Frada a ceremonia religiosa e depois das salvas
do esiylo dadas pelo batalho de ariiltiana de vo
luntarios, passaram as tropas em continencia con-
servanJo-se el-rei de p junto ao monumento do
prado. O rei Araadeu vestia de capitio general
Com o tirio e banda de Carlos 111.
Os agentes do Internacional promovern) urna
contra manifeslaco no caf internacional convi-
dara i os hi>spanhes e franceses a eoncorrereny
aquello local, e fraternisarem. Reuniram-se par-
to de 2o0 pessoas.
as ras prximas tinha-se juntado mnito povo
ami>acando os qne se achavam no caf.
No momento era que d ali aiam a>g Juos, foram reerbidos pelos gritos de mal, mata!
Te ve poim, do interior forca arnada para impe
dir a'gum conflicto bastante grave. Ainda fica-
rara algumas pessoas ligeirameute feridas.
Era espralo em Madrid p^ra tomar asente
as cortes o duque de Montpensier que est no
desterro
ronTUOAL.
Era 13 Jo crreme escreve de Lisboa nosso
corre-pondenle :
O patriarcha elnito de Lib6a (Bispado do Al
garvp) D. Ignacio Je Moraes Gardoso aquello pre
Uio cuja apresentacao determinou a s^hida do
Sr. Saraiva de Garvalho da pasta dos negocios
eclesisticos e da justica porque ento o marquaz
d'Avili e Bol.ma presidente do conselho de mi-
rrislros se empenhou pela norai"i?o do Sr, D.
Oiryrastomu arcebi*po de Goa para o Tpatrinr-
cba.io, acaba de publicar ama pastiral que tem
feito ihrr aos reforiwtlat e affeiQoados do Sr. Sa-
raiva Je Carvatho que nao valia apenas de tanto
affao e de se ter provocado urna crise ministerial
para 5. Fxc. Bvm. ser elevado ministro patriar-
chai de Li-ba.
Outra polmica, mais tranquillan.en'e coaJu-
ziJa a que tara versado sr.bre os ossos do gran
ds conquistador de Malaea, AfFra-e d'ABuquer-
que, que os frades graehuos diolaram para o ja-
zigo commum dos Albuquerques, por oecasiao de
torera cedido'ou vendido por J5000 cruzados e
Juas iape;arias o padroaio da rapellamr di sua
igreja aos condes da Ericefra," demulindo-se ento
o rao vi meo lo de Affon?o J'.Vbuquerque. e erigin
Jo-se era seu lugar o dos Ericeiras. Velo o ter-
remoto Je 1733 e deu com tod* aeapella mor em.
t-rra. Ora ta um egresso qne se desigaf apena*
por e-ta simples indicacao e tem aseverado no;
jornaes que os os*os do gran le capitio, alo e*taq
nerdMo. a^adnmico Silva Tollio responda n
Joi nal do Conmnvio honitm com granJe copia
de erad cao e noticias archeologicas.
E' claro que tudo isto velo a proposito da pr-
xima folamnidade da trasladacjio dos restos mor
(aes do grande Vasco da Gima a 8 de julho para
ignora esses manejos, e que at se sabe quaes
fio os inliviJujs que audam envolvidos nesses
planos teu.-brosos, ijo- sao urna verdadeira pro-
va da falta de patriotismo porqje podam com-
pn-raeltr altam>mte o pair. Direi com fr-in-
qnera que ai principio bMi boatos nao mere-
ciara eredfm, e eu ni Ibes dava grande Impor-
tancia. Hqe.p.rm, crenc geral deque
alg4ima cousa se prepara e eui toda a parte se
cuam es mfljSMea dos conspiraiores, e at se
inticara as rasas onde elle* se reonem Bar* os
seusciiiicliabolo'. E' precisi, pois, que o go-
vtiao dentro la espbera da sua jurisdico,
procure contrariar os mam-j /S que se einuregam
para perturbar o otego publico. E' esse o
sea dever, que lilis os horaras serios esperara
que elle compra.
Eis o rebate e o alarma. Sjro tentativas de
revolta, uu raeio politido de qo>; i g.-v-rn > I inri
rao |mim so iiopularisar, sulToc.m to a hy Ira da
relieiliai a uajcejica e no pr iprio berco ? De tu Jo
Isto se tem visto, e milito.
Entretanto continuara ps rumores de que ha
a funccionar rauitas saccnr'saes em Lisboa da In
ternaciou il, sociedade poderosa e tenaivei pela sna
energa e raeios i sean.
Da-.-e tambera a"coincidencia de mai de 230
peiicSes apresesiadas s cortes de iifciaes milita-
res quepedem augraeuto de vencmeots, oque
proya d^scioritentamenti na forcj pubfcas
c No dia 10 failoa-sa rani o na califa ios de-
putado* em assuraptos de in*irnccl publisa
proposito de ser-jra apresentadas duas reprosenta-
co-M: ama dos estuJaotes da nniversidaJe de
(oimhra (meni* de medicino) peJindo a approva-
cao doprojecte de l serem almitiijos a exercer as suas profl*s3 em
Portugal o: iniiviJui's que anresentarera diplomas
das academias hespanholas, ndependentenenie de
exaraes. Essa representadlo vem firma la por
granle nuraero Je asignatura*.
< A nutra los estudantes das escolas me Jico-
cirnriricas de L!*boa e Porto contra o projecto do
Sr. Cildas Aqtu.
Conlia a alta los fondos publico. As ins-
criperies esio a :JG,-'iO as grandes, e a 36,73 as pe-
queas.
Por decreto Je 3 do crrente, foi noipeado
chanceller do ronsulado de primeira classe em
Pernambuco o Sr. Domingos Maria Gragalves,
consol de 2' classe, era alinelo a ter sido ap-
provado no concurso para cnsul de primeira
classe ter todas s habililagJes necessarias para
exercer as fanec-ias do chanceller, conservande-
se-lhe a cathegoria de consol.
O Sr. Gonsalves ^ra nosso cnsul em Nantes,
onde rnostroa extraordinaria aptidao e intelligen-
e>a, e na saa vida acadmica (diz o Jornal da
Noute) tem paginas briihante*. entre ella*, a de
ter inaugurado o gremio acadmico qae tao bons
resoltados poda ter produiido. Foi nomearo
raniln acertada.
Foi apresen:ada pelo governo s cmaras
urna proposta para o estabeieciraento de casas de
detenclo e correccao no edificio do extincto con-
vento das Monicas para os menores at 18 annos
do sexo masculino.
Eis as bases dessa til instituir i :
t Diz o Sr. ministro ni relatorio qu a educa-
gao religiosa, os primeiros rudimentos de instruc-
ao primaria, e entino de atgnns dos ofBcics mais
indispeosaveis, ha > de formar o quadro da educa-
jao moral e industrial para os que deHa carece-
rera. O asseio necesario a sadle, o alimeuto e
vestuario indispensaveis sero as commoddades
que all se encontrem.
t E*ta cadeia nao li '.ara a cargo Jo municipio,
mas do estado ; servir para os menores da co-
marca de Lisboa, em proc3sso e nao antangados ;
para os que estiverem condemnados a prisao ;or*
reccional; para os de li annos, conieranados a
qoalquer pena ; para os que forem presos or-
dem da autoridade aJministrativa, e menores qne
devere n ser detiJos dos termos dos arts 1 *3 e 22i
n. 12 do coligo civil.
Os menores que completaren 18 .-ranos antea de
cumprida a pena, continuarlo at sem intelro
cumprimento na caa da et-moo, sogeitosao pro-
curador regio da relacao de Lisboa.
O pessoal compoe-se de um director com ven
certa* verbas que se gas-
qualquer situag) que es-
ta riam eom a tropa* em
tivesse.
Est prompta ji espada de honra que
vai ser
offerecida ao capitao de arti'hiria Meolonc e Bri-
ti. E' f'ia com o producto da suh-cri irio pu-
bliea que a Gazeta do Poo> (folha histrica) abri.
t Foi sroeuradolia das na caieia do Liraoeiro
o Sr. Vieira de Castro p ir dous cavalheiros di I In
Terceira e nm de Lisboa, que foram entregar-'he
o diplima de soci h raoraru que o C'ab Popu'ar
Arense se dgnon offertar-H)" cora una carta de
cinsolagio. O Club Angrons.' f ii fu Hoja de-
pois do Sr. Vieira da Cistro oitar jmleraaado.
i Commoveu-se mino cora es'a prov de dfo-
rencia e homonagpm ao seatofortanh.
No dia do primeiro anuivirsario do sssas'ina-
to de sua de-ventura la esposa, precel nJi coovi-
tes pblicos, celebrou-se na igrej parocliiil de
mmtt Sonhora dos M ir yros u.i raissa rosa la ero
suffragio dasua alma.
t Concorreram mais de duzeotas senboraa da
primeira sociedad, nao se Iha imporlindo, n'esta
JeraonstracSo, cora os remoques e eaigramraasqne
e disparara no drama o Condemnadi do nosso pri
roiro romancista Caraillo Casteflo Braneo, contra
essas demonstracoss piedosas das que tanto se
corapade-eram pola sorte daquella infeliz duna.
E5o sendo mnito concorridas as pr;!eio's
lo litieratura hespanhola, fetas na bibothica na-
cin' de Lisboa pelo S. D. Agapito Callejo.
Foi MMeJida ao Sr. 8ensoh.it Sar'agsa a facal-
ia le de ex'.rahir do*'porto* d Maocos 3.8S2 retes
bovinas por cinta da conceso feita pelo sullao ao
goveroi porti-tuez. O sub-concessionario fica
obrigalo a importar em Portugal 1,5'JO rezes pelo
nwnos durante ura anno e igual quanlidale nos
annos seguimos, oa miior se Ihe convier.
t A cmara municipal do Lishia ja apre entou
a a ministro do reino seu relatorio em que pede
autorisacao para celebrar ura contrato de empris-
timo at oito cent os conlos, levantados Ja banco
bypoihecario.l'Destina-se o cmpresi mo ao acaba-
miento das obras dos pagos ti conselho. con*-
'ruceao dos mercad js da pr-igi da Figueira e da
Itibjira Nova em boas conlijo's, a ligagio da es-
tagao do caes dos Soldado* com a afaudega de
Lisboa, ao prolongamenlo do atierro desde Santo
at Alcntara e ao aperfeigoimento da canalisa-
gode despejo* di cidale.
Foi approvado na earaara Jos pares o parecer
relativo a collocagao do busto do benemrito Ma
noel da Silva Passos na bibliotheca das cortes.
< Na mesma bibliotheca acham-se j oa bustos
dos duques de Palraella e da Tereeira e do cardeal
patriarcha D. Guilberme I.
magnifico templo dos Jeronymos em Belra, <
do desojo o-e a commisso raha de collocir as
eiczas de Aff raso de Albuquerque era condigno
monumento no mesmo templo.
Nio sei be.n para que sir,va Unto escrupa
lo I V--e ao j-izigo dos Albuquerques (debaixo
Jo iefei;orio,dos fra les da Graga) diga-se a iual-
quer ossada da familia o herj que ha de -ar
nJo d'cr.i avante conservadji como reliquia
des-e vdllo ew60 dos fastos mais glorio*-.* da his-
toria poi-iugueza no Oriente, erija,-se-lhe o mau-
soiu e noore-se por um a:to.pullico bera naci
nal c solemne a memoria Jelle I
Qie nos imporia a na que os eruditos pro-
vea at sociedade .^ae taes oeses esio perdidos
e os porque*. A quesOo nio da legitlmidade
da osuda. A questao de mnito raaior aleaa e
paniouow e poltico. Se Ponog*J.anda couaiitae
niiaaae da GrJt'Brelanlia em cada uta dos caso* 1 naci, de*e-o ao aea prestigio eotoitfal, trdoj os
cimento de 200, ara subdirector com 150i, um
capelln eom 200J, e de 8 guardas a 300 rs. dia-
rios547*000.
Sao obngados a trabalho os menores condem-
nados, os menores qoe so acharem em processo e
os presos ordem da autoridade administrativa,
que nao ten lo melos di subsistencia torera susten-
tados pela casa.
Serao emprogados como meio para estimular
0 bora procedimento, o louvor na presenga dos
Dresm ; retribnicao pecuniaria lirada da 3" parte
do producto di irabalho ; liberdade provisoria sob
vigilancia da polica, qaando tiverera cumpriJo
dtas t*rcas par^s da pena, com nota Je irrepre-
nensivol comportamenu*.
O* presos serai distriboidos por elassss, to
manlo-se por base*a iJade e a gravidale dos de-
1 icios.
A easa de detenco considerada eomp anal-
quer asylo Je raenJicidada adra de ter parte no
hoii'-Qei dos doaegoes. fi' auiorisada a dspota
da 6 cantos para p'rep para as deapezas ordinarias.
Absorveu e perto Jo urna semana de discus-
-5o na cmara eleetiva a questao da lieenga pedi-
da para coot nuar o processo instaurado ao Sr.
Bejsa da cidade do Port, pelo conflicto quo livera
com o f overoo civil daquella cidade. Aflaal, a
cmara recusou a liceoga, e nao a primeira, vez
que talsuwede.
i E' mnito sasaato o qflt alai respailo *e l rjo
Tribuno Popular de'Crauba :
< E*t eff-i t -ament a cmara no direito de
al
A Nafo publicuu ha poucos das urna
carta descreyendo o cerbmooial do cisa-
mento da Sra. D. Maria das Neves, rilha
fallecido principe D. Miguel de Bragaa?a,
com o infanta da llespauha D. Affonso de
Bonrbun eui Bromback.
Eis o resumo da descripfao :
O noivo vostia de zuavo pontifioio e a
noiva de seda branca, ornado o vestido de
ricas rendas e flores de laranjeira e na ca-
beca veu braneo e uaa coii de diamantes
e perolas, presente do noivo ; levava um
lindo rama d,e flores, offetecido por urna
dama p'irtugueza. Ao jautar o noivo nao
mudou de trajo e a noiva apreseutou-se da
vestido de seda cor de rosa e tinha un
magnifico e precioso adereco de perolas,
presente dos cods de Gnambord. Propo
zeram se vinos briodea; o principe de
Luewensihfim, aos noivis; D. Joi3 de
Bourbon aos prinripes doaos da casa. 0
principe de Itembourg a sua prima D. A io
laide de Braganija, D. AiTonso a sen cunbi-
do e primo D. Migu 1; este, ao bispo de
Mayence e a D. Car03 de Baarbou ; o con
de iJ'Erbach ao duque de Modena. Duran-
te o jantar, nvespra do casamento, to ou
na sala a orenestra; aa mesma nou'e honvo
um esplendido sarao, adiando se ai salas do
casteilo ricamente adornadas.
A Sra. i>. Mari i das Naves fez por es-
cripto e assignou um acto di renuncia a to-
dos os direitos coiu de Portugal pos si
o seus descendentes, em qualquer grao ou
lempo e sab qualquer pretexto.
* G prestito nupcial sabio do castillo de
Hembacb no dia 26 s II horas da m-nba,
dnigido pele baria da kin, da casa de
Loewensteim.
t A escada nobre do palacio estava pri-
morosamente decorada de verdura e llares
e o laigo em (rente aUpet'do.
Sahindo por esta escada e atravessando
o largo que estava cneio de povo.'dirigio-se
o prestito capel-a.
A noiva ia acorapaobada por sua mai e
pela pri aceza de Loewensteim, saa ta, ta-
guindo logo as irmias da noiva, os princi
pes. da faembonrg, filha do gr-du jue de
Toscana ; os condes de Eroacb-Furstenau
e de Erbacb-Erbacb ; oa portuguezes" J.
Salvador d'Almeida Gorreia de S>, d casa
dos raarqueza* da Livradi\ Jirge de Ci-
btidsa a Vascotictllos, da casa dos viscondes
de Z imbosat, D Loiz Jos de Vasconeeos
S. Unjiroal isa inmhi d
conta de algoinis notaveis alteracod*. nos ln>
risoataa polticos de Portugal. Exprim-s se
nest-'s termos:
Ilotem duraate o dia circularam diver-
sos b >atos pa'iticos, algiins dos quaes nS<>
erna maiti postos em david palas pe*a as,
que se considerara bera informadas. 3 -
undo ellos tjria cbagado o momenta de
orna aliera-.o no estado d i poltica.
D mis partidos abaml mariam a sua po-
s'-cao expectante. Un leiles dispr-se-hia
a di pulir o p>dr aos 3ctuies coaselheiros
di cora, buscando derribar o ministerio ;
outr, o partid reformista, propona aogo-
vemo urna recomposii;3o com i?ente sua,
sen-lo esta a co idilio disou apoio decidido
por nao Ihe merecer de Outro modo conlLui-
C' o ministerio. Falla va m ainda em quo
o gabinete, nt presenca Jesta evalulo, pe
lina a lei le meios, e anerrara o parla-
mnto. Alguns iasistiam de novo em que
havoria di*s-ilnc.lo. Ubi verilns?*
t O mesmo llie* dio e;*. Onde estar a
verdade f
Coniua o system de approximices
loso hespanholas.
* A'ii vai mais umi :
Alfi na-se que u a^ior, o Sr. J >s Gar-
los dos Santos, <:oji tola a comianhia do
iheatro de D. Maria ir lar varita represan-
tagojs na cidade de Madrid, isto por ni da-
tiva o protCfo dS. Eso. oSr. Fernn 1.2
dlos Rios, ministro de ilaspan corte.
Afinal, conclnirei esta, rapetindo-hes
o qu oscrevi na m n!ia penltima ao dar-
Ihes urna aaceinU noticia da leilura do Faus-
to de Goethe vertido em portguez pelo Sr.
Gtstilho, qae do todos 03diplmalas bespa-
nhes qoe temos litio era Lisboa nesles l-
timos tempos, o Sr. Foroaadez de los
Ros o raais Um !
O Jornal de Visen nirroa o segainte
lia dias na povoaclo de Santar, conse
lh) de Nellas, en retinhara-se a conversar,
durante a lide dos trabalhos do campo, uns
jornaleiros. Andava entre elles o que f zia
as vezas de coveiro, e tun comecou, por
hrincadeira, a perguntar-lfte por quaoto Ihe
fazia acova, desejando ajnstar. Alli oe-to
havia um cnico cora abelhas, o o galbo-
feiro trabalhador deitoa vinbo era um prato
e eolloeoq o janio ao c irtco. Apenas duas
abelhas alli pou*aram e 0 alegre camponio
tirou dahi pretexto para dizor mal do vioho
O/Ae// que bebidi esta que nm as abe-
lhas Ihe pausan I dizia elle. Em seguida
tirou do pralo as duas que alli tnham pon
sado, e, contra os con3elb03 dos compa-
nheiros, beb u o vinbo. ] nm?diatamenle
comecou a descorar, e morreo depois.
Cansn grande sensato este sucesso. e
ouvimas que al^uem attribuio a morte a
esta causa:Gimo es pecegueiros, q'ie
havia junto ao cortil*a, esUvam floridos, era
de crer que as abelnas cahidas no vinbo os
tivessem tocado, e trouxessem alguma pe-
quena porcSo de acido prussico, qrj.e o po-
bre horaem bebesse com o vioho. Se isto
poda ser a causa de too doploravel acciden
le, dgim os sabios da escriptura.
Foram fetas merc-03 : viuva do Sr. i
Julio Gomes da S Iva Sanehes e sua filha,
do titulo de condessa da Silva Sunches ; ao
Sr. Diago Barenguar da MaJeira, do titulo
de vi>oonde de S. Jo5o ; am lilho do Sr.
Antonio Correa Xeredra, do titulo de vis-
cooieda Ribeira Brava.
Appar, ce o annuncio de sabir para
Pernambuco a 29 oo 3< do correte o vapor
Ta/i'sttian, de Liverpool, que se espera a 20
iodiridnot PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessao de hoo-
tera a assembiaa oceupoa-se cora a votaco das
emendas ollerecidas era 3* dlsaosl) ao ornamento
provincial, as quaes lloarara dependntes de nova
diacusso, na forma do regiment.
A ordera do dia de hoje : centran icao di an-
terior e i- discusso das emendas otTarecid-is e 11
'' ao orcamento provincial.
GNEROS DE ESTiVA.-O Oneiia trouxe a se-
grate carga para a oossa praca : lOObarris man-
teiga a Tis*et frre?, 50 a G Alcoforado, 80 a
Corga Irmao*. 70 a Soares Prira w, i3 a Simpsira
* C, 50 a J. I di Costa, :10 a li Basto* A C., 10
a J. C. Braga de C, 30 a Luu Jo*a da Costa Amo-
rra), 13 a J. al da Rota t Pteos, 13 a Zenha di
C, W a A. P. de Carvalho, 63 a J\ Palor A C.; 10
caixas qaeijos a drga lrs*os, 33 a J. M. de Bar-
ro?. 72 a S Iva A Joaquina Feippe, tV i. I. da
Co-ta, 61 a J. J. Al ves, 10 a A. h. de Oliveira Azo
velo A C, O a 5onza Basto* A C, 80 a Guma
ros A Ale Tirado, 33 a A. ?< de Carvslho, a
ord^m, 33 a Bnardo Jo -a de Antojo, 10 a Tas-o
Irmao. 6o s MigalnSe* A Corva.
NAVIOS A CARGAnEra Wsbo Bemcindo para
Pernambuco, e Lmia para o Pr; 00 Porto
Social para Perta imbaco, MfKMi CtmHna para o
Para.
NAVI03 SAHIDOS.-Da hlsbos4n#isMn(vi.
por) a 4 para o Para. GokH a *para Peroamba
co ; do PortoOoiire a 29'para o Para.
NAVIOS CHKGADO*.- h Wrtoarweia da
Pmambueo e liragmcao Pura a 11; an Porto
Svmt I e Amelia a ara d* Per Bambuc, .Injfe
a 6 do MtraaMo.
TREATRO SANTO A^m-JafliR beneficio do
Sr. atarcoaad a corapaubia fradoaia do Sr. Hur-
am reprpsrn*on, pela prinwira vez era Pern-imno-
eo o vandevile comino om i actos Les chevatiers
Ju pinconez, do repertorio do theatro das varie-
dades de Paris.
A execuco correa o meior possivel. Todos o<
artistas se e.jforcaraui e tabalh.ram coro mestria,
eo Sr. Mirchanl, no papel .le Chabannais, estevu
exceienle, admravol, cneio d iospiracito ua copia
fiel o caricaia do typo do gandin parisiense, eom.
tolos os ?eus ademaues, eom todos as suas frt-
nolidail.'u f pr "endosas qualdades.
O viudeciu urna das inelbores cousas que a
compaiiiiia tem execniado aqui, < merece e applau.ti lo. Milu to na noute de ante-honlem
no Santo Anamio, como fui semsre em Paris.
A mise emscenne fui regatar e de harmoora com
as forcas doUieatro. Os artistas f iratn milito ap-
plau.tiJ.is, seniki duas veiea chamaJos ao prosce-
nio 110 li-n do espeta culo.
DIARIO DE PERVAMBU-J).- Se -lieirar hoje o
vapor Tocantins, de^tritiaircmos amuina nosso-
numero de segunda feira.
CIIRISTYS MINITUSLS.-Veio hontem da Ea-
ropa a companliia de .-.rtislas ingletes ijue, sob a
airares? de Mr. W. Norton, trabalhou no tbeatro
lyrico da corte em 1S6^, com ger.aes aptdauso* do
publico. Comprase ella de nove artista* que-
exetuiam trabalhos aerobalieoa e gynm*lico, de
baila e de pantomima, bera como repre-ientam
peiueno? drama-e comedia', e toeai diversos
instrumonto. Consti-nos que estreiaro no da
30 .lo sorra me no pavilhao Santa Isabel.
MEDICO.Tendo-afl retirado, em commisso do
governo, para o presidio de Fernando, e Dr.
Adnio LmtPerrira da Silva, fi-oa encarregado
le sua clnica o Sr Dr. Malaquias Antonio Gen-
calves, que se prest* para msiqa cummodidade
dos doeutes d'aquelie,,, dar consnllas em sea con-
sultorio da 10 as 11 horas Jo da a ra Larga do
Rjsariu o. fO.
SOCIEDADE FUfLOTlMlA. Como ver do
aonuaeiu pablieado uo lugar complanlo, dexa
de etlectuar-se h. je a seasao magna (testa sucieda-
de, para definitiva reuna 1 da qual se annancia-
r previamente.
COXDUC.lO DE CARNES VEIDCS. Prnce-
deu-se h otem, persnc a Exm. Sr. presidente
da provincia, i abertura das pruposts* dos cm-
correnies ao euntrato de oudncao das carnes
verdes 1> matad .uro para os acouirues da cida-
de Jo fteclb e seus arrebtJdeaa. Poran proponen-
les os Srs, Autono da Costa e Sa, Adriano Ramiro
ds Albuquerque, li I rrano Alvo de Arxa, Do-
mingos Correa de Ariji, Fiavio Perrera Cato
e MiQoal Jos Ja Agoiar.
FESTIVIDADES RELIGIOSAS. Amanhaa ce-
iebra-se, na Ma igrej, a fasta do Espirito Santo,
orando a Ev.ingelho n Rvm. E-teve* Vianna^ e
aoK-D-iw o R;iii. Lino do Monti-CarraeHo," e
dirifljndu h enhestra o professor Cola.
C-lr-tra-so taraiTi) auianha a festa do Es-
pirito Sinto, no convento de S. Francisco, oeco-
pando a tribuna sagrada o Wvm. frei Jo5o de San-
ta Thereza ao Evaugelho, e Rvm. Leonardo Grega
ai T Dum.
"aiTTE.VVlilO. Liga que terminar o T-Dum
na igreja do Espirito Sanio, comrcai o setena-
rio do Santo Chris'.o d.:s Mitagre?, cuja fe* li vida-
de ser eeletarada no domingo seguinte.
EXPOSICvO lNTEIINACIilNAL EM LONDRES.
Lemos 'ii n jornal de sboa :
Abrio-se do dia 1 de mam a exposic/io inter-
nacional de L mdres. Mais reduzida que a da Pa-
rs, supremo esfprco da industria humana e do es-
pleul.r a que imv, che/ado a que ento se eha-
mava capiul da Europa, limita-.e esta exposico
smente aos objectos que leem ura cunho verda-
deirarante artstico e scientilico. o que repre-
presentam Uiavel prugresso Da inlustria, offere-
eenlo um attraciivo especial. Sem cansar a iraa-
gieacio, nem fatigar o pensamento em preseo^a
das massas colossaes de ohjeclos que se reuniram
as outras exp..si.;ij's, esta encanta os sentidos e
olferece um liellissimo aspecto,
t A ezpo.i{.io de 1871 contera quatro grandes
divisdes : a pnneira, destinada as bellas ar|ss ; a
segiiud. a man u laclo ras ; a tercera, a uvei-cdes
scientifkas e dVseotaertas do qualquer generu no
cuja sec(o IL-nra.-n as machinas; a quaita, a hor-
ticultura em-tollas as suas raraifieaeos, tan adian-
tada em Iuj-lati-rrs. Asmusica est representada
lauto e n lustrumenjopeomo em ecas mnsicaes,
no grande cM,-se\Bperto, inmiediata aos jardins,
porlieos e galeras da exposiro >. Ha tambera um
museu de pinturas, um jsrdira ziolngieo, e urna
exposico perman-nie de flores e jogo* de agua.
P.irara inuviJalos para assislr inauguraco
solemne da cxpotco todas as corporcos? du es-
ta lo o classe? (ovadas da sociedaJe. bem assim
tod is 1 s operarios que c linhara. distinguido pelo?
seus ii,.U.ii.f.
No recinto havia para cima de iO0:O0 jaes-
*. as, e no- tarqnes de Saint-James, Green-Park,
Hyde-Paik, Jardins de Kcu.-ingtoii por onde o cor-
tijo devia patsar, juntaram-se cerca de um milto
Je pessoas.
< O principe de Galle: cora a princeza Helena,
o principe Cbristiano, o conde e a condessa de
FlanJres, varios principes e soberanos do Japao,
Bsngala o outras regidas da India, e diiTerentes
personagea* sabiram do palacio ao meio dia, for-
mando um braluaoUssimo cortijo. Entr;.ado na
exposico percorreram todas as galeras ; o prin-
cipe de Galle* chegou a uraa das janelUs qua dei-
ta para o jardiin e leu um discurso, declarando em
nome da rainha qne ettava aberla a exposico.
A urna hora t ff.i "taou-se no coliseo Alberto o
grande concert de inauguraea. *
FOHCAS MARTIMAS DA EUtPA.A almi-
nistragao da man o lia allema acaba de publicar
ura relatorio das forcas navaes da Europa, pelo
q ia I se v que :
a Inglaterra postie 6-10 navios cora 7:90
caalioes e da forca de 703:803 cavadlos.
a Frase-, 362 vapores e 100 navios de vela
cora 4:8.fV pecas e da rojea de 91 338 (-avallo?.
a Hollanaa 67 vaporea e 6i navios de vela
ira 1:303 canlioe*.
^ Portugal 5 vaporo* e 23 navios de vela cora
366 pegas.
a Hespanha 7i vapores e 'iS na* ios de vela
cora 1:000 pecas e da fores de S:7i6 cavatlos.
a Austria ~"1 vapores e 16i navios de vala.
a Tirquia 91 vaprese 91 navios de valla
cora 2:370 caohdes.
a llussia, alera de 20 famosos monitores 00
mar de Azof, possue 2^7 vapores e 37 navios de
vela com 2:900 pecas.
a Suecia e a N ruega 33 vapros e 246 na-
vios de vela com 1:313 peca*.
a Dinamarca 31 vapores e 38 navios da vela
com 433 peca?.
R0U8AR POR DECRETO.A commuua de Pa-
ris depois de ter roubido as igrejaa e maltas ca-
sa*, decretou a liquidagao do monte de piedade de
Paris ( casa de peuhores ), O roubo decretado
nos seguintes termos, segundo vemos no Jornal da
1 Dar aos credor.-s ura titulo garantida pela
coramuoa, pagavsl eua cinco snno por trimestre e
a so 1 te (I)
2. Eutregar a -s devedores os objectos empe-
nliado*. passando elles uraa obrigagao de pagarem
a divida raousalraootc durante cinco anuos. (II)
3. Entregar gratuitamente s familias os pa-
nhores dos cidados morios ou feridos, qne aaa
po-satn trabalbar.
4. conservar o otiro e a prata at pagamento
integral a um franco, por dia, e umbem s fa*en-
das erapenhadas pelos logistas.
5 No fi n ds ara anuo vender tado.
A isto cnaras a enramuna liquida(o era vez do
Ihe chamar ruabo dos credores e donativo feito a
cojia d'elles a;; devedores.
MA SCEXA DO CORO DOS VELUOS.-Cark
Beslay escrevea so chefe do poder ejecutivo frsa-
cez urna draga carta, a q.uai tara por flu oonveaear
o Sr. Thiera do que elle est j mnito velho para
ter a preteucjio de presidir aos destinos do paii.
0 Sr. Toiers leu- setiola e cinco ann..s e t e
chefe do poder executivo da repblica ftanceza, e
o Sr. Carlos B.-*lay. tem setenta e tres e o uresi-
dente da comauoa de Baris. Cora duas anaps d
differenca o Sr. Beslay julga-se aulfiaado a cb*-
uiar vibo ao Sr. Vhiers,
LOTERA.A que se acha vesda a 10a>*
beae-ieio da igreja di ChU Forte, a qual corre ao
dia 31 do eorrente.
I.HILA'). O de predi>", annnneiado paraalosa-
tem 26 do sor reate, per ntervenplo te- sftsje
Pinto, ero conaeqanria da chova e ooepsd do
vapor da Eoms, lana traBsterids- psr qoinas-
foira 1- de jnohe, (-informe este ano-anerado ia
seccita competenie ctBsl Diario.
PASSAGfilROS.-Vindos Borona 00 vapor is>
glcz.Oavidn :
Nicolao P. rrydt>ik Jeito Mordue, lmes Marsden
Jos Joaquira CotdB Estima, MartiBiaao J. de Ca-
poa, Joaqoiro *.agusio de Sarros, Benito Lesrai-y
Uchoa, Jos Fernaoiles Prez, Pranefeeo. PWfz,
Alejandro Serafl
deS. Har
Sahldos ttrz
ioglez Eneida :
iDtrsta.
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xJiario de Pernamfctic Sabbado 2% de Maio* Je 1871.
i
quaes
tir. Boavisla ; gastro fnterite.
Francis AnJr OtioKiam. VlUl Joj* 51. i Sil**, E' possivel qne me engae ; e sendo amigo do
Jo?da A-sumpc3> fljffvoin, Ft*-ii Aliena' Sr. Jo3 da ?coujoIo, nao posso acredtalo
Barbosa, Domingo Jos* Pinto Brfcg*. capaz de proddsir o qae ea i)3o disse. I'or isso
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario h da 14 do [ f*C ao Sr- B^ao da Soledade que relra
correte : | sao essa* crcoroslancias,
Manoel, branco, Pernamboeo, 1 hora Santo An- S 8- B*c tver rst*3 en '"> darei esde j
tonio ; convulsSei. nao compromelto a explicar esses factos, se que
Calhatira, escrava, preti, frica, SI autos, sol- IM deram, com a raaior minuciosilade.
Nao devo guardar silencio sobre a venda da
contrato dartstrada duL'tnoeiro. Disso o Sr. So
ledadenonca fai especulador, nunca tive iuten
cao de vender a estrada.
Fa nio disse que o Sr. Suiedade era especula-
dor: nesU ponto expliquei apenas a rainba posi-
cio, que anda po9so tornar mais clara com do-
cumentos firmados, eque de longa data esli em
raen poder. Disse. pavero, que se trat&vade ven-
der a estrada do Lunoeiro.
As razde3 que Uve sao as seguirte*: Fui consul-
tado por pessoa competente que me pareca in-
cumbida desse negocio, acerca da importancia,
vantagens da estrada do Limoeiro, defeitos do sen
contrato, etc.
Dei por essa oecasiae raformacoes exactas e
feaes: a a estrada de grande futuro, disse en;
podem-na comprar; mas o contrato tem onus in-
snporlaveis, que a nao srem|removdos, difflcil
ebar ijuem nella empregue os eens capitaes sem
garanta de juros
Mais do que isto ?abem algamas pessoas.
Alem do que cima diss?, porm, nao tenao o di-
reito de aqui referir.
E' possivel que em nada disso tenha tatervido
o Sr. barao da Soledade, coocessionario da estrada;
nem ea disse que S. Exc. quera vender; o qne
aventureiem um dos nieus artigas fui o segrate :
se que se quer vender estrada
A vista, porm, da declaracao do Sr. Soledade,
foi outrem provavelinente que tratou da venia.
J v o publico que eston com a verdado e qne
o Sr. baro da Soledade faz-me ioj ostioa comes-
tando-me.
26 de maio de 871.
Buarque de Macedo.
PUBLICACOES A PFBIBO.
Estrada de ferro do
Limoeiro.
A maior part da correspondencia que publica
boj} o Sr. bario da Soledade tem por lim dizer
pnz-me a dalra amarras no contrato da estrada
tM quera engaar, e por causa das duvidas en-
ganei-o cu. >
Se ( Sr. Sale Jada em bom poriugoez tivesse
logo escripto isto, eu nao Ihe respondera mais
ama pilavra ; deixava sim que nesta torra, e at
fr* d'aqni, onde somos ambos conhucldos, a opi-
na nos juiga quem du-vidasse que a rainba palavra, anteposta a
su, p^desse ou nao prevalecer. Mas o Sr. Sole-
dade di.-*e ao principio cou*a diversa : es as
suas palavras t cooflrmo que o Sr. Buarque,
depois de baver-se assoeiado comigo e outros,
veio dizer-me que so poda almittir-me em sua
propos.a, mas cumpre-me em bom da minha \-
nidade declarar qoe desde esto momento min-
eo iii' o Sr. Buarque me fallou em aemelhanie
negocio ; parecendo me mesmo que me evita va,
at que finalmente deixoa de ser concurrente,
sem que dessa sua re*olu?ao me fizesss a mais le-
ve communiftacan. Em vista, pofs, de tal proee-
dimento, e s entilo (isto quando advinhou que
ea deixava de concorrer) resolv me a acorrer
por mid sem mais entender-me com o Sr. Buar-
que.
Afflrmei o cantrario, mostraolo que o proprio
Sr. SoleJade se contradizia, e aecreseeatei que po-
deria provar as minnas proposic/le com difieren-
tes lostemuunos.
Mas o que responde.agora o Sr. Soledade 1 Eis
a* suas novas palavras: desoicemrio o tes-
tetnnnho, qtre invocnn dos Srs. Baro de Bemtica,
Drs. Silva-Bamos e Carneiro da Roen t, A sua as-
severaca devera bastar-lhe e nio carecer de
testemualio de pessoas que i possivel ter nos ou-
vido conversar sobre a estrada do Limoeiro, mas
que nao podero precisar a occa9iio em que sto
se desse, o qne iodio importante a averiguar. do que eu o aggredi.
Estas oilavr.i-, quando se afflrmoa precedente-
meiJte que nuncimu's (depois que o Sr. Sole-
dade acceitou um lugar na miuha proposta) eu (al-
|a nVsse negocio, iiaportam qua'si dzer nnivn-
Ainda a estrada do Limoeiro.
O Sr. Pedro Alfonso poda ter evitado que en
volusse imprensa, si, em termos comediaos, se
dignasse responder justa rclamscio, que nz
nm sen cominuoicadu, na parte em que continba
iojarias equivjca?, feitas a meu pai o Sr. desem-
bargador Assis Bocha.
Mas quiz revelar-se anda ama vez, e aprofun-
dar os golpes, que um injusto e inqnaiQcavel des-
pert tem Ihe feto descarregar sobre meu pai, de
eorto lempo esta parte.
Priocipiou o Sr. P. Alfonso o sen artigo publi
cado no Diario de 19 por urna inexactido, dizen-
le nVsse negocio, importam qua'si dizer equvo
queime.
Mas nao farei cabedal das contradigo s era que
cabe o Sr. S >!e1ade, e porei a queslo nos ter-
mos em que S. Bxe. quer : os testemunho3
que invoquei, sabem que verdade que ea en-
tendi-me com S. Exc. por differenies vezos desde
a sua acceita(o de um hi.ir na minha proposta
al das depois da segunda concurrencia.
Se desde- agora nao reclamo a pub'i ;o a aBr-
mativa por escripto dos cavallieiros para qaem
appell \ qae o proprio Sr. Soledade diz na sua
correspondencia qae desoecessario faze-lo.
Al-.n disto, disse eu : t O Sr. Soledad* sabia
perfeitamente qne a proposta do Sr. Bario do Li-
vramento ( em terestra concorrencia) era tambem
a minba. e tanto qne pedio-me que o Sr. Livra-
mento nao soubesse que S. Exc. fazia parte do
nosso contrato. Foi teslemunha dssse pedido o
Sr. Baro de Bemfka. >
Bsta asseveracao nao a contestn o Sr. Soleda-
de, e eu podVria talvez linda mais confirma-la
com o teslemnnho de pessoas qne a ouviram ou-
tr'ora de propria eonfliso de S. Exc.
Logo nao ple mais baver duvida que o Sr.
baro da Soledade fez parte do ambas as propos-
tas ; e s o excusa o se ter persuadido S. Exc. de
3ue eu o queria lograr. Confessando isto, sim; est
es< sulpadn e justificado o Sr. Bario.
E' intil dizer que tambera posso provar a as-
severacao que ll de que,"Jogo qae o Sr. bario
da Soledade apresentoa-s# fazer guerra sua
propria propos'.a, apezar do sea comportamento,
S. Exc. teria a parte por mira offere-ida na pro-
posta do Sr. Uvramento e que era tambem a
minha.
Liquidado este ponte, que o principal, passa-
rei adianto.
Coofesso que nao tenho leTibranca dessa viagera
di caminha de forro em que en, fallando de ranitos
n-sumptos, nao me oecupei da estrada do Limoei-
ro. Tinho razio para snppr qae usto ha equi-
voco, porque farendo o Sr. Soledade, a esse terapo,
quasi tcdis as suas viagens, de ida tarde, e de
volla pela manha, do Becife para a Boa-Viagem,
e en partindo sempre d'aqai pela manhia para o
interior e voltando tarde oa notte, isto em
sentido contrario, diffkilmente viajara em um
mesmo wagn com S. Kx .
Mas, quahdo assim fosse, poda o Sr. Soledads,
fallando-lhe tu ta tas vezas nVsse negocio/ e at
urna occasiio no tbeatro, como aioda hontem 'fez-
rae sentir ama testemanha presencial, concluir
d'abi que eu o quera engaar ? E porque nao
me fallou enlao S. Exc. ? Bem se v que urna
razio infantil.
Appella para mim se ou nao verdaie que an-
dei arrediodi S. Exc.
TS' certo que fugi am piuco de suas relacSes;
isto, porm, foi pustsrior aos factos de que aqui
me oceupo, p>r motivos multo renos, e que nao
rae dizem respeito pessoalraenle.
A qaestao do conselho que diz o Sr. Barao dei
ao Sr. Livramento, est respondida pelas proprias
palavras citadas. Qaem as qualiftcou de conse-
lho fot o Sr. Bario da Soledade; ea nio flz mais
do que servir me do seu termo. Que eu nao po-
da querer que o Sr. Barodo Ltvramenio < prati-
casso una anua fea para com a responsabilidade
deste meter o dente no contrato, ahi est o que
escrevi sem contestacio no meu comraanicado de
8 do correte, e que aqui repito : no acto de
aceitar o contrato apresentado pelo gov rao da
provincia, declare! (ao Sr. Livramentj) que pela
Ma p.rte oregeitava.
Se ain advogado dissesse ao sen c'iente :esta
causa est perdi la; para panha-la seria precisoque
nao Utisse tal documento ou fos3e este falsifica-
doteria esse a jvogado acooselnado que se prati-
casse semeibante torpeza Pois desta natareza foi
o contelho que dei ao Sr. Livramento, a qaem re-
polijwnitas vezes qae nao aceilasso e contrato.
Coutinuo a asseverar que na proposta p>r mira
assignada na segunda concurrencia, e na terceira
pelo Sr. Bario oo Livramento (sendo que esta ul-
tima era tamli'in minha, eso deixia de ser por
rnim assiguada por estar ea enfermo, como j o
daclarei), nio se pedia subven^o pecuniaria al-
guraa.
Que importa que na primeira concurrencia
todos pedissem essa subvencio, se essa concurren-
fu ann.illada f Querer d'abi concluir que a mi
nha ullinia proposta era menos vaniajosa, por que
havia ea pedido antes subvencio em urna concur-
rencia que foi tida por nio bavida, quando ea
proprio abr mi desse auxilio, racionar sem
base.
O Sr bario da Soledade procurou por suas pa
lavras ama nava posicio que nio das mais cora-
modas, isto condemnon se com a mais ingenua
das conllftss. S. Exc. depois de diter em bons
termos, mas sem nenhum fundamento se hti
de ser victima da inculcada deslealdale do Sr.
Baarqae, seja cu (ao meaos apparentemente) o
desleal > =accrescenta anda ipsis verbis : t flz o
contrato; nao rae procurou o Sr. Buarque, nao me
pedia sociedade. nao tenho culpa disto : se me
procarasse acceita-lo-nia.>
E assim se expressa o Sr. Soledade, depois des-
tas palavras, que lado contradizem :
c E* visto que ea nao devera correr o risco de
ser mystiflcado ou deixar-me cahir n'uma cilada.
Nio assegoro que isto aconlecesse, que o Sr. Bu-
Eotretanto, o qoe eserivi, e o que chama o Sr.
P. Alfonso aggreso, uio passoa de urna justa
reclamaco a alguns tpicos do seu escripto em
defeza de meu pai, na ausencia d'elle d'esta pro-
vinc?.
Convidar, como fi:, ama pessoa para explicar
as frases equivocas) de escripto sea, satralas e
scompaohadas de reticencias, com o Ora de se
prestaren] interpretacojs desagradaveis e inju-
riosas, nao por certo, aggredir.
Mas era preciso ao Sr. Pedro Allonso l mar o
meu escripto, como aggressio, para, em lug ir de
explicar as reticencias do equivoco injurioso do
seu escripto, (como faria qualquer cavaibeiro)
dar-lhe, como fez, cores anda mais escaras;
aproveitando mais esta occasiio para seivar o seu
odio, e exercer o seu genio irascivel contra mea
pai, e contra mim que em sua defesa sah, proea-
rou lancar ou jogar oridiculo... aquelle ridi-
culo, justamente, que com toda consciencia, elle
encontrar era sua propria pess >a, era sua tio sa-
liente proa e em cajo terreno o dixo sera
mais resposta.
Entrando, poi, no que ha de serio no escripto
do Sr. P. Alf >nso, dir Ihe-hai, que o Sr. desambar
gador Assis Bocha nio tergiversou, como diz S. S.,
no contrato do Limoeiro.
Appresentadas a propostas pelos doas concur-
rentes, que raelbores vantagens offereeiam pro-
vincia, e examinadas pela directora das obras
publicas, e pelo Sr. Dr. procurador fiscal, faram,
depois, apresentadas aos proponentes com modili-
cacoes rasoaveis, que convieram ao Sr. Bario da
Soledade, cora quera so etTCtuoa o contrato.
Nao sei a quem procurou o Sr. P. Alfonso ouvir
para responder-me, e qaaes os documentos, qae
diz ter examinado na secretaria da presidencia :
indique elle e.-sas fontr-s a qae se refere, que Ibe
mostrarei a sua m f nesse negocio, de que se
constituio campeiio.
E costa crer, que S. S. mostrndose lio bem
informado acerca do procedlmento do Sr. desem-
bargador Assis Bocha, no contra'.oSoledade
quando escreveu o sea primeiro artigo, fosse
obrigado a recorrer tao depressa a3 fontes que
alludio I
Estou convencido, que meu pai andou em todo
esse negocio, com criterio e circunaspeccio, bem
como a direcioria das obras publicas e o doutor
procarador fiscal, assim como creio estarem con-
vencidos todos qo.snt.is nio pensarem coffIS o Sr.
P. Alfonso.
be o procelimento do Sr. desembargador Assis
Rocha soffreo comentarios dos proprios amigos,
eston certo, qae foi somente de amigos da ordem
do Sr. P. Alfonso... que me permittir dizer-lhe,
qae commentarics... tem tambera soffrido o pro-
cedimento de S. S. na parte activa qae tem to-
mado pela estrada do Limoeiro, este grande me-
Ihoramento, com qae pretende dotar a provincia.
Entretanto, estou longe de attribuir ao Sr. Pedro
AITjnso os motivo outros que o de interosse
publico. Si a demora, que houve em firraa-
marem-se as bases do contrato ; se por ventura
soffreram ellas reconsidefacois; se a intervencio
da directora das obras publicas, e do doator pro-
curador fiscal, a quera se recorrea, foi motivo
para corameotarios, fique certo o Sr. Pedro Abra-
so, e todos, que isto foi devido ao escrpulo, zelo
e nteresse pelo bem da provincia, com qae sem-
pre proceden meu pai quando se tratava dos i te-
resse publico; e do estylo ouvir o presidente
estes funceionartos.
Diz anda o Sr. Pedro Alfonso que o desembar-
gador Assis Rocha, guiado por olbos fiscaes, enllo-
cara o Sr. Barao da Soledade era completa co-
aecio.
Parece que o Sr. Pedro Alfonso quz se dirigir
ao Sr. Dr. Fenelon que, na qualidade de procura-
dor fiscal, foi ouvido no contrato do Limomro,
bem como outros que tiverara lugar duranle a
administraco de mee pai. Isto urna perfidia e
desleal iosinaaci): nem mea pai se deixa guiar
por ningnem, e nem o Sr. Dr. Feneloa era capaz
de procurar difflcaldades para collocar o Sr. Bario
da Soledade em estado de coaccio.
E eomquanto o Sr. Pedro Aff)0o nio fosse cla-
ro e explcito nesse ponto; Ihe direi, que procure,
para justificar as modifi*ac5>s feitas no contrato,
o que quizer, ncenna a tal coaccio do Sr. Birao
da Soledade. qne s por um escarneo honesti-
dade pnbhca se poder dize-lo.
Sira; em que consisti a coaccio do Sr. B. da
Soledade? Qial a naturesa dessa coaccao? Quem
obrigou-o a aceitar o contrato? Para que fin,
e sob que pretexto teria lagar sementante coac-
cao ?...
Responda o Sr. P. Alfonso, para que se nio
possa dizer, que coaccao acerba e cruel aqnella
em que se acba S. S., empingio lo ao publico gato
por lebre...':.. E deve se notar que a eoa.;cao
em que parece estar S. S. tal, que o fez esque-
cer de se ter opposto pouco antes pretencio mais
jus.a, talvez de am oulro contratante, em melho-
res condicoas de ser attendido, por que o contrato
deste j eslava tendo execucao I
Mas ao passo, que o Sr. Alfonso tira da coacejb
do Sr. bario da Soledade base para juitifhar a
modificacao do contrato assignado pelavontade
coactadiz ao mesmo lempo, 'que essa coaccio
foi o resultado nao de improbilidade, mas do desaso
de mea pai, desaso que procara provar argumen-
tando com a maioria da asstmbla, que concedeu
as modificaciss do confato.
Alera do desaso, cima alludido, ter prodazido a
coaccao do Sr. bario da Soledade para a aeeilacio
t\r\ ii .nlrilA di\iui> nna mnKa nnknn Infnli: a.^1.
arque fosse capaz de am proceJimento semelhan-' do contrato; consa que minha pobre intelligencia
te ; porm o mais seguro era incontestavelmente nio pode coraprehender, e que s podera explicar
concorrer pormim, desde que o Sr. Baarqae se
esqnivava de intelligencia comigo.i
Isto era raelhor fazer o que o Sr. Soledade
achava feio que en fizesse.
E porque ento nio pedio-me o Sr. Soledade ex-
pli cacees?
Pois nao v o Sr. bario da Soledade qae esta
saa confissao faz sobresahir o mea comportamen-
to ; e mojtra que nao urna ambicio menos no-
bre qne me lera a entriiter esta polmica 1
Felizmente a conscieocia vae fallando.
Diz o Sr. Birio da Soledade qoe eu t centestei
perempto ra mente ao Sr. Jos de Va;concelios
cireamstaneias importantes qae oceorroram entre
ambos sobre i-ti qnestio da estrada-di Limoeiro.
Para mim sto novidade naoteohi idea de
tal. Convercei cora o Sr. Vasconcelos sobre
esse negocio, mas o qae Ihe refer taJj qae te-
nho palwfittU
ao
a profuodidade do Sr. Pedro Alfonso; accresc,
qae o Sr. Pedro Alfonso nio roostrou era qae con-
sisti esse desejo, e, por isso, nao posso anda
dar-lhe a devida resposta.
Se nm hornera as condico is do Sr. bario da
Soledade, de educacio fioa, rico de recursos, po-
deroso e arajstrado em longa experiencia de ne-
gocios commerciaes, era seu competo juiso, lber-
dade e vontade, dopois de ter aceitado am contra-
to, pode-se dizer qae o aceitn por estar em [er-
feita coaccio, e isto muito lempo depois da rea-
lisagao do contrato ;
Se essa coaccao ple-se admiltir, tendo por cau-
sa o desaso de urna das parles contratantes;
Se poresses fundamentos pode se romper os vin-
culas de am contrato consumado, e fazer se nolle
modificares; claro qae.as raodificaedes feitas
revelam a naturesa dodesatoqae produzo o I do merecer a eilima de s'eus superioreT foi p
mal reparado pelas modificages e pelo voto do Jgnjdo, reprehendido e preio pelo Sr. coronel Jote
No Liberal de 25 um noticiador dos ne-
gocios da Escad.a, mal informado ou inimi-
go da verdade, depois tfe corrmentar a seu
geito a reiotregaco do alferes Alexandre
da Molla Cadto na sopplencia da subdelega-
ca do 3o districio da Escada. enteodea qae
tambera devia aecusar o mesmo Sr. Moita
ptlo fado do destelhamento de ama casa,
adulterando cyni;ameote a verdade, para
nivellsr-ge com os calmaotador.
E' pena que o noticiador seja destituido
de senso para conheeer qoe as falsas in-
formaris e as mentirosas noticias, concor-
re m alta mente para o descrdito de qnslqoer
jornal que os publica, qoando ladino e in-
cgnito o autor deas. N5a ba na Esca-
da quem igoore qne alguns ioimigos gratui-
tos do Sr. Mjtta tomaram ostensivamente
a si a improba tarefa de adulterar o fado
a que a!lude o imbcil noticiador,emdesfor-
co de insignificantes resseotimentos.
Qje o Sr. Molla era incapai de praticsr
semelbantes actos e com as tristes circums-
tancias de que o reveste o admirado noti-
ciador, dizem muito alto todos os horneas
de criterio todos os que o coahecem e amam
a verdade. e at o noticiador se for amigo
da juslifa.
Informe-s como criterio precise o noti-
ciador, queter remorsos de te" feito echo
com a calumnia, prejudicand) a aquelle que
nunca o offendeu.
Sobre o commentario que fez o noticiador
dos actos que como recrutador praticasse o
Sr. Molti Canto, no tempo do partido pro
gressista, pede o conceito de que gosam
mnitos influentes do partido liberal, que
passe desappercebido a leviana appreciac^o
que f-zo noticiador, evitndose assim o
appareoimento de amargas verdadfts..
Assim Sr. noticiador a raisso nao
boa.
Maio de 1871.
Yeritas:
A' Epaminondas.
Pergunta se :
Qaal foi o documento'apresentado pelo Sr. co-
ronel Moraes Bego em toda sua longa defeza que
provasse ter elle sido victima do despeito dos pre-
varicadores de Fernando, e nio dos sens proprios
actos ?
Justifieou elle porventura os castigos que man-
dn fazer era homens velaos e doentes, apresentan
do os nomes dos sentenciados que foram castiga-
dos por motivos de sublevacao no commando de
um dos seus antecessores ?
Defendeu-se cabalmente de nm s dos actos de
que Ihe fez carga o correspondente de Fernando
em sua carta publicada no Correto Pernambuca
no de 16 de margo ultimo, e que, segundo cons-
ta, Acarara provadas pelas indagacoes a que proce-
den a enmmissao qoe fei a Fernando ?
Justifi ou o proeedtnrento que leve para cora
urna senhora, que diz o correspondente de Fer-
nando, mandara arrastar por doas soldados ?
D.'fundeu-se doiramoral prccedimentoqae apre
sentara na Hha, ehegando.alli cora ama mulher de
m vida, entre as familias, e com ella publica-
mente passeiando e visitan Ib estabeleciraentos ?
Justificoa a persigaicao descommanal que des
envolveu aos empregados eo(B;iaes por motivos
futeii e sempre imaginarios ?
Provon que nao exceder das suas attribuiroes
mandando vender o productos da ilha que de-
viaro ser divid los pelos empregalos e sentencia-
dos na forma do | 10 art. i do regnlamento era
vigor ?
Provon que observara o regnlamento creando
impostos, mandando matar'os pobres dos senen-
ciados, e ditribniado-os a sen bel-prazer ?
Nada disso provon, e de quanto puhpcou s vi
mos muito despeito, muito amor proprio sem ra-
zio, e muita embacadella aos qae nio eonbeeem
as cousas de Fernando.
Se ama bem arranjada f de officio, se os serv-
eos da campanha de cinco annos dssera direito a
pratica de actos contra a le, mal e muito mal es-
tara a sociedade f
O lente Felippe Bezerra Cavalcante, que em
Fernando esteve qnasi dous mezes preso pelo Sr.-
coronel Moraes Bego, por ama leve falta, e que
levoutres ordensdo da, marchou de-la provincia
no 9o batalhio de infamarla a 2 de feereiro de
1863, e desde 11 de junbn do raesrao anno, assis-
tio nesse distiacto batalhio aos mais renhldos
combates, pelo que, de cabo de esquadra qae era
eolio, foi sabindo at o posta em que hoje se acna ;
tem muitas condecorarles ganbas no campo de
batalha; foi ara humea) jue se fez, e^jue deven-
Sr. P. ATTodso 'le, ao que paree*, detenaMM.
Assim, pergvto : qaaes foraa*s modifca?5<;s
pri/duzidas no com."ato ?
Augmento na tarili1 dos preeos das passagen? ;
e diminnieio do mak'fial rodaote, e tutras de
menor importancia.
V-se, portanti), que o desaso do Sr. desembar-
gador Assis Rocha foi procovar no contrato sobre-
pujar o ioteresse pnblieo, o irv'eresse da provincia,
sobre o interese particular : Idpo o seu desaso foi
o zelo pelo bem da provincia. E se este foi o des-
aso do desembargador Assis, qae diga o publico
qual foi o aso do Sr. P. Alfonso.
Pela naturesa das alteracSes do contrato a
qaestao fica clara para todos qae veri, que, em
toda essa lula, era qae se offendeu tanto meu
pai, nio se leve era vista senio proteger-se inte-
resses privados contra interesses pblicos acaule
lados em nm contrato consamado, espedacandese
t).los os vnculos dos direitos e obrifaco.'s, e pro-
curando-so para a reforma do contrato a celebre
coaccio do contratante e inexeqoibilidade do con-
trato, por ser oneroso para a parte qoe ss obri-
gou a executa-lo, e que tinha matos de faze lo.
Entretanto o bom senso do pub#Co, que decida,
em vista do exposto, se o contrato era on nio
exeqtiivel ; e se foram as modifieaoes ultimas
qne Ihe deram exequibilMade.
Coneedendo. porm, qu o contrato primitivo
fosse extraordinariamente oneroso para o contra-
tante particular, e que por esse grande onus elle
nao podesse executa-lo sem prejaiso sea ; anda
assim pergunlamos com que fundamento1 o Sr. P.
Affonso ferio tanto ao Sr. desembargador Assis
Rocha I
Precisavara feri-lo para concederse ao Sr. B.
da Soledade os fateres que Ibe cncederam ?
Assim como o Sr. B. da Sbledade aceitou o con-
trato oa meltmr bes f, como ea creio, com eer
teza de ser elle exeqtiivel, e at favoravel aos
seus ioteresses; por qae rasio nao se concedeu
ao Sr. desembargado Assis Bocha, a mesma boa
f e certesa da exeaaibilidade do contrato ? Por
que rasio no contrato se admitte boa f daqnelle,
e se attribue m este, e aos agentes fiscaes; e
se procara com reticencias maliciosamente ferir-se
a repniacio do Sr. dVserabargador Assis Bocha?
Em vista do qte fica dito, nao pode o Sr. P.
Alfonso dizer qne a assembla, coucedendo, como
concedeu, as modiflcacSes do contrato, o llzesse
por ter reeonhecido desaso no procedimento do
Sr. desembargador Assis Bocha por occasiio da
celebracio docodtrato. Ontro foi o norte do Sr.
P. Alfonso.
O facto da coneessio da assembla nio importa
o reconhecimento do desaso do Sr. desembargador
Assis, como qner o Sr. P. Alfonso ; e menos de
coaccio do Sr. B. da Soledade, descoberla feliz
de S. S.
Eston certo disto, porque a assembla se com -
poe de cavalheiro?, que nao pensam e procedem
como o Sr. P. Alfonso, e qae dos senmentos de
S. S. ella ; tem, felizmente, em sea seio o Sr. P.
Alfonso.
Preste, pois, ;S. S. os servidas qae bem Ihe pa-
recer, quem Ihe approuver, ma3 nao cffenda a
qaem tem direito a ser respetado, e a nio ser
expostn tio cruel e injustamente aos golpes da
maledicencia.
Conclno, aconselhando a S. S. qoe siga ontro
officio, e nao o qae adoptoa de ser palmatoria do
mundo, deseobrindo era lodos defeito, sem se lera
brar que tambem os ple ter.
Nio nos obrigne, pois, S. S. a revelar o motivo
porque de amigo solicito passou inimigo desleal
do Sr. desembargador Assisnem que causas
deram lugar ao sen aff&stamento e descalabro;
andam ahi ecusas que s provocad >s as revela-
remos .....
Becrfo 21 de maio de 1871.
Francisco de Assis Pereira Rocha Jnior.
A Bfelo de Moraes neg.
apenas um subalterno I
?6 de maio de 1871.
E' que o iV/ Dexerra
n.
COMm! "O.
THE AoLLIANCE DRITISII & FOREIGN.
Li.o.f"Pira Assn"ace Companv establecida
em I8!i. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomara segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagara aqu prejuizos devidamente provados.
Babe Schmeltau dt C
Corpo Sinto n. 15'.
rttACA DO RECIFE 26 DE MAJO
, DE 1871. .
*a 3 l/J HORAS M TARDE.
CoifSeg elBciaes.
Algotfao da Parabyba I* sorte 494 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 9\K .eSOfi (hontem).
dem dem 2' aorfe-115 rs. por kilo posto a bordo
a frea Je 9(16 d. e 5 0|0 cora certificado da
inspeeeao (hontem).
N. G. Stepple.
Presidente.
P. Pinto,
Secretario.

ALFANDEGA
endimento do dia I a 25. .
dem do dia 26.....
615 8559 34
22:131*074
637;987*028
noTlmeut la aladea
Volarass sanidos cora fazendas 167
* eom gneros. 111
-----278
Descarregara hoje 27 de maio.
Patacho poriuguez-Josr -varios gneros.
Patacho americano GomMalaboados.
Barca ingleza Witch nf the Teign ferro,
torca inglezaiwjjn-arforfarjnhii de trigo.
Lagar inglez-/nioncarvio e ferro.
Despachos'de exportac&o no dia 25 de
maio.
No vapor ingle Crisolite, para Liverpool
carregaram : N. G. TVnnelly 50 saccas com 3,899
kilos d) algodio ; Keller & C. 245 ditas com 2,713
ditos de algodio; J. Carneiro 400 ditas com 31,932
ditos de dito.
Na polaca hespanhola Venturita, para Bar-
cellona carregaram : A. E. Burle & C 196 sac-
cas com 13,103 kilos de algodio.
N i palhabote americano Galeno, para a ilha
de S. Miguel carregga : A. R. T. Cordeiro l bar-
rica cora tiik,l is do assucar branco Antonio
Jos Alves 1 dKa cora 410 di tus de dito somenos.
Na parca fraoceza Sphere, para o Rio da
Prata carregaram Jos da Silva Loye & Filho
45 barricas com 25 8*0 kilos de assncar branco e
285 raeias ditas com 6,470 ditos de dito mascavado.
No brigu francez Jedean, para o Canal car-
regon : viuva Bulos 400 saceos com 30,060 kilos
de assucar mascavado ; Luiz Jos da Silva Gui-
arles 900 saceos cora 68,500 ditos de assucar
masca va oo.
N) brigne inglez Wicth of Ih; Yugan, para
Liverpool carreizaram : Johnston Pater & C 1,400
saceos eom 165,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue portuguez Ln'
carregaram : Th >maz de Aquino Fonseca & Filhos
300 saceos com 22,300 kilos de assucar masca va
do e 200 ditos com 13,000 ditos de dito branco.
No brigue inglez Ruyikof Larassk, para Li-
verpool carregaram : Pat*n & C 1,400 saceos
com 165,000 kilos de assncar mascavado.
Na barca porlugueza Flor de S. Simao, para
o Porto carregou : Camino Nugueira 439 saceos
com 3.850 kilos de assucar mascavsde.
ftECEBEOORlA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
\endiraento do dia ( a 25. 30:639*208
dem do dia 26..... 689*778
51:348*986
-
CONSULADO PROVINCIAL.
lenddaMtt d da 1 a 25. 66:180*920
Moco do dia 16..... 2:768*250
MOVIMENTO DO PORTO.
jVopos entrados no dia 17.
Sowihampton e portos intermedios16 das, vapor
inglez Oaetctn, de 1372 toneladas, cimmandante
H. I. Bax, equipagera 115, carga fazenda e ou-
tros gneros; a Adarason Hnve & C.
Bahia8 dias, patacho portuguez Garibaldi, de
158 toneladas, capitio Antonio Pinto de Cam-
pos, equipagera 10, carga 11,000 arrobas de
carne ; a J. J. Goncalves Beltrio.
Rio de Janeiro13 das, barca noraeguense Con-
curienten, de 349 toneladas, capitio Abrahans-
sen, equipagera 11, em lastro ; ttabe Scharaet-
taa & C.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio da Piata e portos intermediesVapor inglez
Oneida, commandante Bax, carga parte da qae
trouxe da Europa.
EDITAES.
O Dr. Sebastiio do Bego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do commercio desta cidade
do Recifo de Pernamboeo por S. M. I. e C, etc.
Faco saber peto presente, que nos termos do
art. 1 do decreto n. 1695 de 15 de setembro de
1869, dentro do prazo de trila dias, contados da
publicacio deste edital, receber este juizo propos-
tas t or cartas fechadas para arrematarlo por ven-
da do escravo de nome Francisco, eom 13 annos
de idade, crio.lo, sera officio e sera achaques,
avaiiado por 800*000, o qual escravo perteocen-
te i massa fallida de Magalhies Irmios, e se acha
em poder de Luiz Goncalves da Silva i Pinto, de-
positario da referida massa fallida.
E para constar mandei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa e atusado nos luga-
res do oostume.
Becife, 20 de maio de 1871. Ea Manoel Mara.
Rodrigues do Nascimento, escrivao, o sub-crevi
Recife, 20 de maio de 1871.
Sebaslio di Reg Barro? de Lacerda.
O Dr. Francisco de Carvalbo Soares Braodio, juiz
de nrphios e ausentes da cidade do Becife e seu
termo por Sua Magestede o Imperador, que
Deus gnarde, etc
Jos Jeronymo Monteiro, inventarame dos bens
qae fiesrara por fallociraento de Jos Moreira Li-
pes, requeren-me para vender em hasta publica
deste jaizo a escrava Francelma, crionla, de 30
annos de idade, do servico domestico, avahada por
1:400*000, pertencente ao espolio daquelle finado.
E, pois, que acquiesci a semelhante pretendas,
pelo presente, e fundado no que disocie o decreto
o. 1695 de 15 de setembro de 1869, convido a to-
dos quantos qoiz-rem lancar bre a mencionada
escrava a apresentarem suas propostas em cartas
fechadas na casa dos auditorios de primeira ins-
tancia desta cidade, nos dias em qne costama dar
audiencia dos feitos e partes'
O prazo para semeibante apresentacio de 30
dias a contar de hoje. *
E para constar mandei passar o presente, qae
ser afflxado nos lagares do costume e publicado
pela imprensa.
Cidade do Reeife de Pernamboeo, t de maio de
1871. Ea Florianno Correa d j Brito, escrivao, o
flz, escrevi e subscrevi.
Francisco de Carvilho Stares Brandao.
DECLARACOES.
Por esta subdelegada se faz publico qae se
acha recolbida casa de detencjto, Sebastiana, que
diz ser escrava do Dr. Elias de tal mirador oo ser-
tao, afim de que quera se julgar com direito a
mesma escrava, reclame a saa entrega mediante
docamento probatorio do legitimo dominio, i
Subdelegada de polica da freguezja da Boa-
vista, 13 de maio de 1871.
O subdelegado,
Horacio de Gasmio Goelho.
Pela subdelegada da Capuoga foi apprehen-
dlda. no dia 24 do correte, urna porgao de roopa,
sendo : lenco ss, panno de mesa etc. quem se j'li-
gar com direito a mesma cotnpareca na mesma
subdelegada, que, provanto. Ibe ser entregue.
Recife, 23 de maio de 1871.
Augusto Lessa,
Sabdelegaado supplenle.
V

/y
CIRCO EOOESTRE
LARGO DAS PRIMEZ4S
Companha brasileira, equnbrstay eqaestre, gymnastica e
acrbata.
OIII'(TOII E ARTISTA
Hoja sabbado 27 de maio d 1871r
(SE O TEMPO PEftAlITTIR)
Grande e variado especticul).
Os blhotes veniem-saem casa da corapanbia ruide Santa Isabel n. 1, das labo-
ras damanhSa at a hora de principiar o espectculo, pelos precos aegumles:
Camarotes para cinco pessoas 12*000
Cadeiras tanto para senhoras como para homens 20000
Entrada geraf para todos. 10&OO
A btndeira nacional arvo^ada no tope do mastro do circo, signal certo dd h*ver
ospectacuio.
Domingo 28,
. Grande e pomposo espejtaculo com escolado e variado programma : nos dias san-
ioso e domingos principiar ai G horas da tarde, e nos dias uteis as 7 horas.
Urna hora antes do espectculo a porta do circo ser franca ao rcspeitavel pu-
blico.
THEATRO
SOB A DIREQaO;DE
CJBt&jm&ES HTOB AXPC
(REPERTORIO DE OFFEMRACH)
Os espectaenlos ter.o lugar ln-
varlavelinenle uai *
Quartas,
Quinta,
abbados, SS|
Domingos.
hoje:
SHIA-HB1 H DE lili!)
Hepresentagao extraordinaria
e nltima antes de
LA GRANDE DCHESSE
qne subir seena na prxima semana.
PROGRAMMA
2* REPRESENTADO
da excedente pega em doas actos, ornada de mu-
sica
Les chevalieres dii Pince-nez
Toma parte (oda companhia.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
Grande novidade
Cynismo. septicismoe
crenca.
No qnal toman parte os artistas Peregrino, Fio-
; rindo, Braga, Correa, .Guerreiro e Eufraiia Guer-
: reiro.
Seguir se-ha o espectculo com a muito nt*-
. ressante comedia em um acto :
0 tio Torquato
J Personageus os Srs. : Peregrino, Guerreiro e
Sra. D. Eufrazii Guerreiro.
I O artista Florindo representar urna de anas
scenas cmicas.
Terminando o espectculo com a chistosa ce me-
dia em un acto, intitulada
AI QUECIIALAGU 1 I
Perstmagens Actores
Carlos de Azevedo, estu-
diante............... O beneficiado.
Thomaz, criado......... Sr. Florindo.
Hennque.............. D. Eifrazia Guerreiro.
Conegnndes............ D. Eufrazia Guerreiro.
Henriqueta de Mendonca D. Eofrazia Guerreiro.
Principia as 8 horas.
E SEI ELLAS
NOS MAGNFICOS
SALDES DESTE THEATRO
Mos dias
SABBADO 27 E
Domingo do Espirito
Santo 28
O propretario deste theatro accedendo aos im-
mensos pedidos de alojos amigos e freqoentado-
res deste genero de divertimeoto, resolveu dar
doas bailes nos dias cima designados acbando-se
para esse fim os saldes magnificamecte ornados e
Iluminados a giorno, bem como o jardira com
saa nova illuminacao, a qaal o lornou ara lindo
recreio para os frecuentadores.
Tocar durante os bailes a msica do Sr. Gui-
maries Peixoto, qae entre o seu immenso reper-
torio locara urna Roda quadrilba escripta pelo
mesmo Sr. sobre motivos da opera
LE PETIT FAUST
assim como urna grande walsa extrabida da mes-
ma opera.
Os divertimentos comecam sempre as 9 horas
e termioaro as 2 horas da madrugada.
us bilhetes achara-se a disposiCoV) do publico
no esoriptorio do theatro.
PRECOS:
Cavalbeiros 2*000.
Damas gratis.
As familias qne qoizerem frequentar os bailes
teem os camarotes gratuitamente, pagando so-
mente a entrada o chefe oo pessoa que acompa-
abar as roeimas.
Ser rigorosamente observado o regnlamento
policial.
AVISOS MARTIMOS.
COoMPANHIA PERNAMBCANA
DI
\aregaco eosteira por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaju.
O vapor nacional Mandah
commandante Julio, seguir*
para os portos cima no dia
31 do corrente as cinco ho-
ras da tarde.
mmz
Recebe carga at o dia 30, encommendas, pas-
sageiros e diabeiro a frete at s 2 horas da tar-
de do da da sabida: no escriptorio do Forte do
Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMECCA^A
DE
Vavega^o eosteira por vapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
Tamaniiar.
O vapr Parahyba, seguir pa-
ra os portos cima no dia 31 d
corrente a meia noute.
Recebe carga, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete m
iscrintorioiio Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMRUCANA
DE
\avegaoo eosteira por vapor.
Pirahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapoma, comman
("ante Julio, seguir para os por-
tos cima no dia 31 do corread
as 5 horas da .tarde. Recebe car
. ga at o dia 30, eneommenda?.
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da.
tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte* 4c
Mattos n. 12.


THEATRO
DA
ZARZUELA HESPAMIOLA
CAMPO DAS PR1WCEZAS
DOMINGO 28-DE MAIO DE 1871
Recita extraordinaria
Em beneficio do artista
Francisco Ignacio Guerreiro
E para estra da actriz porlogoeza Eafra-
zia UYia'da Assompcjio Guerreiro.
Logo que a orchesira, dirigida pelo insigne
maestro Libanio Cls, tiver executado urna das
suas pecas, representar-se-ha o drama original
portuguez de Cesar de Lacerda em doas actos:
Companhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia Ia de jnnho esperado dos portos do
sal o vapor americano Merrimach. o qaal de-
pois da demora do costme seguir para New -
York tocaodo no Para e S. Thomaz.
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se oa
agencia, ra do Commercio n. 9.
COMPANHIA FRASJLEJRA
DR
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperade
at o dia 27 do corrente o vapor
Tocantint, comm#dante F. Fran-
co qnal depois da demora do cos-
tume seguir para os do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engajada* .
carga que o vapor poder condozir, a qual devera
ser embarcada no dia de saa chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da su? sabida
Nao te recebem como encommendas senao ok-
j setos de pequeo valor e que nio excodam a dnab
arrobas de peso on 6 palmos cbicos de medicau
Tudo que passar dtstes limites deveri ser embar-
cado como carga.
Yevine-se aos senhores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, roa da Gru
u 67 primeiro andar, esoriptorio de ointonio LuU
de (Hiveira Azevedo C._________
araafeio'
Para o porto cima segu abetes tas o palha-
bote nacional Jopen Artkmc, fcw ea b00 "
de doas tercos de iw arm,^t0 in cons
da Babia, para o mo qne Ihe falta tru-e on;
os eonsigaatarlos Aatono Luiz d OliVjira Azevedo
l C. roa da Crw n- 57.
/



*mss
llha e S. Miguel
Par o porto cima segne al 30 do crrante o
pa'babote Goleta : para o resto da carga e pas-
Mfeiros, trata-se com os seas consignatarios, Joan
o Reg Lima & Filho, i raa do Apolla o. i.
Diario de !V;nambuQ6 Sabbado
Maranho.
Est a carga para o porto cima o palbabote
Qaribalit: tratar com Tasso Irmaos A C, a
na do Amorim n. 37._____________________
PARA
LIMI PORTO
rai sahir em poneos dias a barca portngueza Flor
de S. Simao por ter quasi toda a carga prompta :
Sara o reto e passagens trata-se com Carvalho <
ogueira na rna do Apolla n. 20.
LEILOES.
LEILAO
de 29 saceos com arroz
HOJE
O agente Pestaa' far leilo por conta e risco
de quem pertencer, de 29 saceos com arroz, sab-
bado 7 do correte, s 11 horas da manhaa, no
ammeni do Annes.______________
LEILAO ~
DE
Obras de prata, oaro, brilhaotes e perolas
COMO SEJAM :
Um rico adereco com cerca de 500 brilhanles
cravadns em prata (obra prima) comporto de nma
vilta, I par de brinco?, 1 par de puiseiras em Tos
de perolas e urna flor para cabera, 1 adereco de
filagram composo de ama volta e duas pnl-nas,
1 cordo grosso de onro, .2 trancelins, 1 corda
fino, I caceleta, varias prcas de onro de 14 quila-
tes, 1 par de rosetas com pedras rexas, 1 auelao
com pedra branca, 2 arraacoes para oculos, 1
commenda e 1 cruz da or.lem de Christo, 1 boto
para abertura de camisa eom 1 brilhante, 1 cruz
de ouro coro 7 brilhantesde diversos tamanhos e 1
pequea volta de perolas, 1 par de argolas lendo
cada urna I brilhsnte, 1 relogio patente ingles,
1 pulseira de perolas com esmalte prelo. 1 dita de
perolas aem esmjilie, 1 relrgio para senliora. 1
broche, 2 pnlseirss de oaro de 14 quilates, 4 pul-
erras novas e 1 cruz com brlibantes pendentes em
um lio il perolas.
Um laqueire com duzia e meia de facas, duzia e
meia de eolbere3 de sopa, urna e meia duzia de
garios, duzia e meia de colheres de cha, 2 con
chas, e 1 colher para peixe.
Um laboleiro arrendado, I salva para 6 copos,
10 castices, 2 serpentinas para duas luz^s, 27
colheres, 1 paliieiro, 1 bules, I espivitadeira, ludo
de prata
Quinta feira 1 de junbo, s 10 lloras
em .ponto.
O agente Pinto levar a Idilio, a rcriuerimento
de Coibioiaoo de Aquino Fonceca, inventarame
dos bens deixades por falleciniento do commenda
dor Thomaz de Aquino Funceca, e por despacho
dolllm. Sr. Dr. juiz de orphaos, os objedos cima
mencionados, os quaes podero ser examinados na
vejpera e dia do leilao, que dever ler lagar no
escriptorio do referido agente, ra da Cruz n. 38
LIQIDAQAO
Da importante e bem conhecida toja f, fabrica de cbapos de sol da roa do BarSo da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
O dono daquelle estaDeleci^ento, querendo acabar com elle at o flm do corrente anno, convida aos seas nomerosos
freguezes a aproveitarem a circums^aocia para monirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol do todas as qi?al ades, Umanbos e feitios, tecidos, armac5es e mais aviamenios para os mesmrs, armas de
fogo, cuiilaria, beDgalas, chicotes, e ama infinidade de outros objectos, entre os qaaes os afamados afiadores para navalha de J
Pradines, premiados as exposicjbes de Pernarxbuco, Londres e Paris.


. MANUEL C.
5K Tem a satisfacio de participar aos seas numerosos fregaezes, qae em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
j* estabelecido ama nova fabrica de cbapos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. ft, heje ra do Mrquez de Olinda,
Ws> onde acharao os pretendentes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
% eos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado <2
* darem, sendo possive! suas encommendas, pois podero assita serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- L
/Zr mafoes as tazendas que a demora da fabricacao )> ra diminuta.
Attenpao
Na reflnacao da ra do Rangel n. 43 precisa-se
de um bateJor de assucar, bom, e de um caixeiro
de 12 a 14 annos.
Doces, flores e finetas
Ruada. Cruz n. 13
Srvete todos os dias e noutes.
Presunto era fiambre, a? libras.
Lanches todos os dias, differeotes.
Gelea de mao de vacca, goiaba e araca.
Doces de fructas Cbristalisadas.
Bollos, pudins e paodel.
Bolinho?, pastis e bom bocado?.
Xaropes de liraao, maracoj e grozella.
Bandejas com bohnbos, enfeiladas.
Boquetes de cravos para noivos.
Boquetes para jarros.
^/luga-se
o primeiro andar do sobrado Jo Mrquez de Olin-
* n. 60, outr'ora ra di Cadeia, cora commodos
para familia ou escriptori >, tornando-se recom-
mendavel pela boa localidade e ser muito fresca :
a tratar no armazem do mesmo, ou na roa da
Imperatriz n. 8.
Caixeiro
Precisa se de dous caixeiros com idade de 12
nnos e estrangeiros ou nacionaes que seja
para r para Gamelleira e cida-
a Iratar na ra do Livraraeoto
de boa conducta
de da Victoria
n.J.________
Precisa-se de ura refinador na ra da Sen-
zalla-Xova n. 30.
*%_
Precisa se de urna ama que
cozinhe e engomme bem e
saiba tratar de todo servico
n. 13.
NUVENS
Versos de Plinio de Lima
Assignatura na typographia do Correia Prrnam-
bucano e livrarias dos Srs. Laillacar e Medeiros.
LEILAO
Do sobrado de 3 andares n. 7 ra do Se-
nbor Bom Jess, outr'ora ra da Cruz
Das casas terreas da ra da Santa Cruz ns.
61 e 66, e Cotovello n. 2, edificadas em
chaos proprios, com grande quintal mu-
rado, sendo que os fundos da primeira
d5o para o fondo da casa da ra do Co-
tovello, com porto.
De urna casa terrea mengua n. 27, ;i ra
dos Guararapes.
De urna dta terrea no oilo da igreja do
Amparo, em O inda, junto so sobrado do
finado ccaimendador Figueira, em solo
proprio.
De om sitio Da travessa do becco dos
Remedios, com grande casa de vivenda,
terreno e arv< redos.
QUINTA FEIRA
." de iiiuho
Por iiitTvencSo do agente Pinto
em sen escriptorio ra da Cruz n. 38.
AVISOS DIVERSOS
Socicd.ide provisoria phi-
lotimia.
Por orden superior aviso a tpdos os membros
desta sociedade e as corporales que receberam
convite para emparrcerem n sesso magna mar-
cada par:i o ilia 27 do correute, que rica dita ses-
slo transferida por motivos JostuS, para quando
for novamente annunciada.
Secretaria da sociedade Provisoria Philomia 2o
t'e maio de 18" 1.
Boaventura R. de Amorim,
Secretirio interino.
s
fesf a do Divino Espiri-
to Etant^ercta no con-
vento de SatoAnto-
uio do Recife
No sabbado ao mel dia a msica mili-
tar do batalbao de infantariada guarda
I nacional tocar Iradas pecas, e as 7 horas
t da noite ter lagar as vesperas, e domingo
| pelas 4 1|2 horas da madrugada haver
missa resada, tocando a mesma msica.
Pelas 10 horas do dia entrar a festa
com a missa intitulada a Graca; a
grande orihestra, msica do maestro Gai-
seppe Livori, sob a direccao do distincto
I profeaacr los Coelho Barbosa, sendo os
I solos executsdos o deLaudamospelo
Joto RibeiroGratiaspelo nosso irmo
: ex secretario Claudio Ideirarque Carnei-
] ro Leal, qae graciosamente se presta a
execuiar dito solo, msica expressamente
escripia pelo regente da orebestra para
o mesmoDomine Deuspelo profes?or
frajano Felippe Nery BarcellosQui tol-
L:spelo regente da orchestra. Qni sedes
pelo Sr. Jos Miguel Pereira ; depois
doEvangelho subir tribuna o bem co
nhecldo e eloqaente orador oRvm. Sr.
Fr. Joao de Santa Thereza.
Ai 7 horia da norte entrar o Te-Deam
sendo orador o bem conhecido e eloquen-
te o Rvra. Sr. padre-mestre Leonardo Jos
Grego, lindando todo acto com o iraraen-
to da baadeira. i
Rogo a todos os nossos irmioso com '
pareclmento para brilhantismo da nossa 1
feeu e Te-Deam.
Secretara dairmandade do Divino Es- <
Prilo Santo de S. Francisco 25 de malo |
1871.
O cretaro,
Marcolino Aotnsto da Silva Villar |
GASA DA FORTM
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:00ft>000.
O abaixo asignado tem sempre exposto ven-
la os felizes brinetes do Rio de Janeiro, pagande
oromptamente, como costuma, qualquer premio.
PRESOS.
Inteiro 24/000
Meio 12*009.
Quarto 000..
_J_____________Manoel Martins Finia.______
AC
DTVETOT
nica casa neste genero
l4--Roa Estreita do Rosario!-'.
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
t\
Piesisa-se de urna que sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
milia : na ra dos Pires, ta-
berna, amigamente n. 56 e hoje 61.
fe
Precisa-se de urna ama for-
ra on sujeita para o servico
de casa de urna pessoa : a
iratar na ra da Cruz n. 18, 3" andar.
MN_
ADVOGADO
Db. Joaquim Cohba de Araujo
67Ra do Imperador67
Pergunta innocente
Porque anda se espera para anouociar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade ? Respmda quem
competir.
Precis
Ama de leite.
a-se de urna ama de leite: a tra.*r na
ra da Cidade Nova de Santo Amaro n. 10, oo na
alfandega cora Eustaquio Zeferino Braga.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino portnguez de 10 a 12
annos para caixeiro de padaria : na ra estreita
do Rosario n. 19.
casa da rarroiu
Aos 5:000,$
Bilhetes garantidos.
A rn Primeiro de Marco (outr'ora roa d
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, ttndo vendido nos seas fe
lizes biibetes dous quarios n. 913 com or miv -o
quatro qoartos n. 996 cim 900*000, nm quarto
n. 40 cora 400/000, om inteiro n. 1753 com 2001,
e outras sortea de 40* e 20/ da lotera que se, .
acabou de extrabir (193"), convida aos possuido- de C8sa bomem solteiro no pateo da Ribeira
res a vrem receber na conformidade do cosame '
sem descont algum.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
3." parte das loteras, a boneficic da igreja da
Casa Forte 194.M, que se extrabir;. na qoarta-fei-
ra 31 do corrente mez.
PREgOS.
Bilhete inteiro 6/000
Meio bilhete 3/000
Qnarto 1/500
Em porco de 100/900 para cima.
Bilhete inteiro 5/400
Mero bilhete 2/700
________________Manoel Martins^inia
Hotel da prapa
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
O novo propriet8rio des te e?tabelecimento (ou-
ir'ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-1
nisado o, vem mu respeit smente participar ao
respeijavel publico, que os seus freqaentaoores
podero apreciar a efpeeialdade dos gneros ali-
menticios, e tarnbem recebem assiguantes e se en
carregam de mandar comidas em qualquer casa,
udo por pr eyo commodo.
N.9-Pateoda ribeira de S. Jos-N. 9.
Hotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel haver todos os domingos e
dias santificados boa mo de vacca ; ssim como
ha todos os dias pela manhaa excellente papa da
bem conbecida gomma de milno de Glasgow e
New York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to que em outra qualquer parte. Previne-se que
o cozinheiro dcsla casa leve bom mestre e enten-
de perfeitaraente de sua arte.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9
O Dr. Manoel Enedino Reg Valenca conti-
nua no exercicio de sua proflssao de medico a
ra da Can.boa do Carmo n. 21, 1 andar.
O abaixo assignado declara ao autor do cha"-
mado do Diario de hontem, que tenha a bondade
de ir a casa do mesmo a qualquer hora, que o
encontrar.
Recife, 25 de mao de 1871.
* Joaquim Teixeira Peixoto Filho.
Globos
terrestres e celestes para estudo da geographia e
cosmographia : na livraria franceza.
Rfcfinacao
na ra da Senzalla Mova n. 4 precisa de bate-
dores.
Precisa-se
mero 31.
de urna ama : na ra Bella nu-
Na ra do Bom Jess, antiga ra da Crut,
armazem n. 12, trocara-sa imagens e oratorios.
Precisa-se de um encadernador
Florentina n. 28.
na raa da
Aliaga-se um moleqie de 16 annos, bastan-
te inlelligente, para o smico de criado : na ra
Primeiro de Marco, outr'ora do Crespo, loja de
Sant03 Neves.
A Sra. Mara Candida Vilella, professora
particular, qoe morn ou mora em N. S. do O'
em Govanna. rogada a vir rna do Cabug nu-
mero B.
Na travessa da roa
das Crazes nt 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nbelro sobre penhores
de oaro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a qoair-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
AVISO.
Pide se aos Srs. Trajano Cesar de Albnquerque
e sea mano Juventino C. de Albuquerque o favor de
comparecerem na loja da ra da Imperatriz n. 48,
para saldarem seus dbitos, pois que tendo sido
chamados neste Diario por diversas
algum tem feito; espero desta
aeontega.
vezes,
vez assirn
caso
nao
m
AMA
Na praca da Ind-pecdencia ns. 1 e
3 pre:lsa-8e de uraa ama para andar
com ii m menino.
paga-se bem.
Na roa Nova u. 48 precisa-se de
urna ami pira : Z'nhar e comprar,
Aluga-se
um sitio na Torre, com ex:ellente casa de vivenda
e banho frente desta no rio, sendo ptima mo
rada para estrangerro : a tratar na roa do Pires
n. 29.
Sitio para alugar
Aluga-se om nom sitio com muitas arvores de
frncto, grande casa de vivenda com commodos pa-
ra grande familia, na Passagem da Magdalena :
a tratar no escriptorio de Domingos Alves Matbeas
ra do Vigaiio n. 21.
Precisa- se de urna ama
que saiba cozinbar e
comprar com perfeico,
para urna casa de pouca
familia : na roa da Au-
rora n. 84, 2o andar.
AMA
Henriqueu Carneiro Mooleiro ?grade:e a todas
as pessoas que se dignaram assistir aos surtragius
de sea marido Joaquim Pires Carneiro Monteiro, e
de novo pede para qoe oucam nma missa, que
pelo reponso de sna alma sera celebrada na Or-
dem Terceira de S. Francisco no dia 27 do cor-
rente pelas 8 horas do dia, pelo que desde j an-
tecipa seos agradecimentos.
Mf MMM> etm es. .aeMiBPW ssBewm ipb.
Bem sabe o autor do chamado que faz o
proprietario do armazem n. 42 da ra Duque de
Caxias interesse dos mesmos chamados, que o
Sr. Joaquim Teixeira Peixoto, filho, mora na mes-
ma ra e at se diz dono e proprietario do colle-
gio S. Pedro de Alcntara, o que nao se sabe nem
se sabia a forma com que trata S. S. quelles que
o procuram quando o negocio Ihe nao agrada....
IRMANDADE
DO
Divino Espirito Santo da Igreja do Col-
legio.
No domingo 28 do andante, pelas 10 horas da
manba, entrar a fesl do Padroerro, orando ao
Evangelho o Rvd. Jos Esleves Vianna, e pelas 7
horas da noute entrar o Te-Deum, orando o pre-
gadar da capella imperial padre Lino do Monte
Carmrllo Luna.
A orchestra ser dirigida pelo maestro Colas,
tomando parte nos solos os melhores cantores;
nos mtervallos tocar a msica marcial dos me-
nores do arsenal de gnerra ; e na madrugada do
me-mu dia llavera missa resada.
O templo estar ornado com decencia.
E, pois, de ordera du irmao juiz, convido a ro-
djs os nossos.irmaos, com especiilidade os msa-
nos, para assi.-iirem e.-tes actos, como de
nasso dever.
Luiz Epiphamo Mauricio-,
Tercero definidor, servindo de eacrivo
m ^*^
S elle
?
MOFINA

Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, %
crivo na cidade de Nazareth desta previncr*.
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qae V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar qae esto negocio
6 de mais de oito annos, e qaanao o seabor sao
fino se acbava no es i 1111: .
\*1&V
menina
andar.
Precisa-se, para casa de pe-
quea familia, de urna ama,
me engomme e ande com nma
tratar na praca da Boa-vista n. 30, 2*
va
Na rna do Apollo n. 26, existem bons ar-
mazens alfandegados para deposito de fazendas,
ou gneros de qualquer especie ou natoreza, a
precos razoaveis : quem precisar dirija-e i raa
roa do Bom Je zas, outr'ora das Crazes n. 6.
Companhia llianqa
DE
seguros mar i ti idos estabeleeida
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..R. 2,000:000*000.
Tom seguro de mercadorM e dinneiro a risa
martimo em naviog de vella e vatores para den-
_ I :ro e 6i do imperio. Ajreccii raa do Com-
- neeto-M de \m ci-zinherra, nvre ?u esert' tercio o t, f! ratit; Ii^rejrO (S.,' ira cu a do Dr. Alcofordo
Precisa se de a* cosinheiro.
" ~ Aiag-ie. am sitio perto da praca jom bas-
i*Ke* aimmodos para grande familia r iratar a
nu da iaiperatriz 68. I* andar.
E' certamente s o Campos da raa do Impera-
dor n. 28 quem pode com mais vastagera, orne-
cer e reeheiar as dispensas, tanto do mais abas-
tado, como do mediocre pai de familia.
E' aioda s elle a qnem se deve dar a preferen-
cia na compra de todos os gneros para as casas
de familias, botis, collegios, etc. etc., pois do sen
armazem se encontrar empre um ecmpleto sor-
timento dos mais e^colhidos gneros, viudos al-
guna de conta proprra.
E* anda s elle quem offerece a todos sem dis-
tineco, a vantagem de mandar aos seos destinos,
os gneros comprados em seu armazem.
As novidades do Cam-
pos.
Carne de carneiro (secca) pela pnraeira vez ueste
mercado.
Pequeo? barra cora lingo em calda.
Manteiga ingiera e franceza em latas de daas e
Juatro libras,
ueiio e carne do sertio.
Ceblas alio cento.
Adverte-se
ao individuo que chama a diversas pessoas para
fallar Ibe, ra Duque do Caxias, d'entre ellas o
padre Francisco Verissimo Bandeira, que elle tem
residencia certa em Olinda. Se quer fallar-llie di-
rija-se quelle lugar, pois assim requer a bo
edocacSo que proceda, e nao chamandoo pelo
Diario indiscretamente.
VB^^^m'^^9^^^^^^^^^
D. W. BOWltfAN
Engenheiro com
FNDICAO
59 RA 1IO Bltl Jfl 59
PASSARDO 0 GHAFABIZ
Pede aos senhores de eogenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
cbinismo o favor de urna visita a seu estabelecimento, para verern o novo sortimento
completo que abi tem ; pois sendo tudo muito mais barato em prer;o do que jamis te-
nha vendido, est anda superior em qualidade e fortido; o que con a inspecejio pes-
soal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Au NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigO
VflnnrPfl o rn !n vopuica o IUO.S UagUd tamanlus convenientes para as diver-
sas circunstancias dos senho:es propr:etarios.
Moendas de canna fiJos taaa,,l,os as melbores qoe aqai
Kodas dentadas para uimil agUa e wPOr.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Podendo t)dos
ser movidos a mo
por agua, vapor,
de patente garantidas..................Jou auimaes.
Todas as machinas e petss de qae se eai[ai precisar.
Faz qualquer concert de niehllli FormaS df1 ferro tem 3S meiDores e raais baratas existentea no mer-
'RllPniTliTlA'n*____Incumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo von-
xjuuuxixJUiPUU.ao lade dos clientes, lembranio-lhes a vantagem de fa-
zerem suascompras por intermedio de pessoa entendida e qoe em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio.
CABELLEIRERO
TRANCA MOIVSTRO
Machlnismosr^Z^i3,'8,0'20''
Bombas
A
o
Ra Duque de Caxias n. 59 Io andar
Salao para cortar, barbear, frisar e Ungir os cabellos com aceto
e perfeiqo.
Recebe-fe enconmendas de todas as qualidades de posticos, tanto para a provin-
como para lora dea.
ca
ARTIGA FABRICA DE PIAROS
JOAO \IfilS ~r J. RHIG4S
55 RA DO IMPERADOR R. 55.
Grande sortimento de pianos, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz.
Enconlra-se neste estabelecimento um grande sortimento de msicas classicas
e modernas para piano, canto, flauta, etc. etc.
Os concerios de pianos e affinagSes s5o feitos com o maior cuidado e rapidez
possivel.
Concertam-se os pianos velbos de maneira a se tornarem novos.
>^i?" 5)^ .y *? vsf! y'Ns -v^ :yit .v-v; j^Sf >**:
*7-M& S. 3! ^ ^M0:
"............m
SBSSS^sS^^SBSS:
*%
^v.
^
drogara especial
HOMEOPATHICA

DE
JOS ALVES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
.ys
Jos Alves Tbenorio, professor em homeopathia, tendo-se retirado do &$
laboratorio homeopatbico e consultorio de seu Ilustre e finado amigo o Dr. **&
Sabino 0. L. Pinho, quepormuitos annos es'iveram sob sua direccao, tem- "<*
, se estabelecido sob a firma de J >s Alves Tbenorio 4C, roa estreita do -
i* Rosario n. 3, onde, animado pela confianza com que honranm-n'o os amigos
*a<; da horaeopatbia. Ibes offerece e ao respeitavel publico um completo sorti-
yl-i ment i de todas as preparacoes horaeopathicas conhecidas, recebidas das mais
^So- acreditadas easas de Londres e Paris, e indgenas, bem como tudo quanto
*|j diz respeito a bomeopalbia e sua pratica, esperando qoe continuem a honra-
"k?:
lo com a mesma confianca, para o que n5o se poupar' esforcos.
PREQOS DAS BOTICAS
GLBULOS TINTURAS
1 bo:ica de 12 meditamentos 10(5 i botica de
i ik t -Jn\ !
Ib o-36 305 i
i 48 > 353 i
1 i 60 40 l p i
1 i-20 i 70( 1

Sao uteis essas boticas aos Srs. mdicos, seuhores
12 medicamentos
24 >
36 '
48
60
120
>10d
de engenho, fazen-
deiros, chefes de familia, capitSes de navios, e em geral a todos qoantos qui-
* zeiem dedi.ar-se a pialiea da homeopathia.
:*^r> Medicamentos avulsos pelos precos das outras drogaras, bem como
>t.i Chocolate de Londres e do Maranho para uso dos doentes em tratamen-
to pelo sysiema homeopatbico.
134
25^1
?00
501
005 #
105 s^-

AOS 5:000^000
Ssto venda os fel7K biltes da lterik'da
lahii. na casa feliz do arco da Coneeicc, toja di
rarives no Recife.
Precisa se alagar ama escrava q
saiba coziohar com perfeico : na fa
brica a v-.por de rifarrof, ra IirS
do Rosario n. 21.
AMA
Joao de S e Albaqnerque tendo de mandar ce-
lebrar ama missa na matriz da Boa-vista as 8 ho-
ras da manhaa do dia 27 do corrente, pelo a ani-
versario da marte de sea sempre chorado pai,
convida a seus amigos para assistirera a esse acto
de religio e caridade; pelo qae Ibes antecipa sea
profundo reconhecimento.
39
do engenho Riacbio Trombeta orna maca de
pelle de oveiba, contendo urna bolea de tapete
cobert eom couro de cabra, varias pegas de rou-
pa e objectos de uso, letras e documentos qae s
aproveitam a sen dono : quem a entregar no re-
ferido engenho oa em Una, no hotel do Sr. Jos
Felippe, e nesta praca a sea dono Antonio Joaquim
Salgado ra da Praia n. 66, ser gratificado ge-
nerosamente, anda mesmo s os papis.
CARDOSO a- IRMAO
Ra do Brum (hoje do Barao do Triumpho
ns. 100 a 104
DIRIGIDO PELO HARIL ENGENHEIRO
JEORGE lIFtlfV
Este estabelecimento bem montado de todo macbinismo necessario, fabrica coc a
maior perfeicio e segaranca qualquer obra de ferro para engenhoho, machinismos e ou-
tros necessarios a agri.ultura, e tem viudo da Europa completo sortimento de ferragen

Pos dentfricos americanas
Cmpslfo hyglealea.
Estes pos sio os nnleos que retiera em soa
corspoi'gSo todas as qualidades bygienica? pro*
prias a dar ama grande aJvora aos entes, con-
servicio delles e forii8J3ij8i? das gengiva?.
Na pharnucia americana, ra Durjne de Car!
o, 87, a>Prr?!rs M-iia4 r.
OiTerece-se um moco coui 15 annos de idade
para qualquer casa de commercio : quem quizer
dlrijase ra da Concordia rj jQ3.
< Aloga-se o 2 andar dj sobrado d. S8 da rna
do Queimado : a iratar na mesma roa n. 51 1 ja
de seis porus.
Luso brasileiro.
O presiden)* da sociedade beneOcente Laso-
Brasileiro, convida a todos o socios para compa-
recerem sesio de domingo 8 do corrente s 10
bcras do dia no la das tettfct, rus nova de
S3D! Bita d. f.
O secretario,
mo w.
para engenbos, ptlo qu se faz recommendavel ao publico em (?eral especialmente aos
Srs. agricnltores, visto ter oaixado muito os aotigos precos das ferragens para engenhos
que 83o os seguintes:
Vll.lKiTPS ^e ^or^ ^e '*' ^e*0cava"os. os mais aperfei^oados e seguros,
cfrjjrui co qce tem vin(j0 a esle mercad0#
IjffoPTlfiQ e me'3S moen^as P8ra car:Da, as melhores que lia no mer-
TAXAS, fundidas e batidas.
RODAS dentabas de todos os tamanhos.
RODAS b'AGUA, as mais fortes e bem acabadas qoe existem neste mercado.
FORMAS de ferro para p3es de assucar, de todas as qualidades.
FORNOS DE FERRO tara farinha.
MANMETROS para vapor.
BOMBAS DE FERRO.
CRIVOS para fornaline.
APITOS para vapores
FORNEIRAS de todos os tamanhos e modelos.
VLVULAS diversas.
CONCERTOS. En;srrepam-se de concertar, e reparar om a maior perfumo, e
commodo preco, .juaiquer fe ragem de engenho, vapor ou outra qualquer obra da soa
arte.
ENCOMMENDAS Tomam ordem para mandar vir da Europa qualquer macbinis-
mo de vapor, ou proprio para agricultura, para n qae, seacbam relacionados com urna
respeitavel casa de Londres, n jom umdosmelboresangeiibeiros d'Iojflaterra, sendo
que |por taes encommecdjs se respoosabilisam at ao antametit > e mftvfaeeto efi-
caz dos objetos que Ibes forem encommendado9.
.1


D rio
le
Pemamboco Sab
ATTENCAO
Casa de
A amazem do
Vapor Francez,
roa do BarSo
da victoria (ou-
tr'ora rna *"o-
?a) o. 9.
Ao aruazem do
Vapor Francez,
rna do Baro
da Victoria (ou-
tua
Xo-
PerfamariasJ quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabara de chegar aovas faturas cora importante sortimento dos artigos abaixo
mencionados a presos mais resumido que possivel.
CALCADO
Botinas para senhorasdnraque branco,
preto e de ootras mnias cores escolhidas
do ultimo gost) da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinbos Je salto para senhoraduraque
pret), branco e de cores, e de couro de lus-
tro.
Botinhas para criancas, proprias de bap-
tisados.
Botinas de diversas qnalidades para ho-
mem.
Botas russianas para montara, tanto in-
gieras te couro da Russia para viagem,
como francezas de Melier, bezerro uno, pa-
ra passeios.
Ueias perneiras para meninos de 10 a 6
amos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro eom sola de
ma oir, proprios para babos.
Sapatos de borracha para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos,
mui o bons e fortes para amamos e meni-
nas.
Sapatos de tapete, avelludados, Charlot,
casimira preta, de trenca portuguezes, para
homens, nhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos,
opiaa?, aguas de Cologne em garrafas de
crystal para iresentes, agua divina, agua
florida, dentfrico lavande, agua de toilet,
tintara para barba e cabehos, pomada non-
groise para bigodes, pos de arroz e sato -
netes, lado isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Ck)udray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
fcpelhos grandes dourados para salas,
qnartos e gabinetes.
Leqnes para senhoras e meninas.
Joias de curo, brincos, transe!ins, pul-
seiras, s tSes de pannos, de abertura, cor-
rentes e chaves le relogio, tudo de ouro
bora de lei.
Brincos de plaqu imitacao de ouro.
Cerrantes pare relogio.
Abctoadnras para colletes e para pnnhos.
Albuns de velludo e marroquim para re-
tratos.
tfammadeiras de /idro para enancas. j
Caixinhas de costara novos modelos com
mosi 'a, proprias para presentes.
Qaadrinhos dourados para retratos.
Toncas e sapatinbos de la pare criancas.
Cape'!*s pare noivas e pare pastoras de
preupio? i;
Caixinhas com vidros de angraeito para,
ver-se em ponto grande a photograpbie
dos retratos.
- Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ura e unbas.
Bolcinhas de seda e de veludo.
Cestinhas pare braco de meninas.
Balaios para costura.
Ceso* d'arame pratiado para frutase
pae a'mesaj
Ricos artigos de pbanUsia necessarios
para toilhetes e proprios de presentes.
Jarrle bouqaets de porcelana para sau-
tuarios.
Registros de papel fion mui lelicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qua Iros.
Eslampas de bellas paysagens de cida-
des, de figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de dar se corda.
Poateiras de espuma para cigarros e cha
rutos.
Gravatas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cia com castes de marflm.
Ditas de baleia, junco e de muilas quali-
dades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
dentes.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Dit03 para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperma-
cele.
Cordas para violo.
Pori-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava- SB
lhas. Bgg
Esporas de metal branco para saltos. *v
Chicotes fortes com martello para viagem. &!
Ditos de muitos modelos, de junco e de v^Jf
baleias. Lavas de fio de Escocia brancas, e de (?
core*. k SB
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para (azer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
09s do festas campestres.
Balites de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, vsperas, Safe
rodetes, bagatela e outros jogos alientes. 5
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias. f!rF
Armnicos ou accordions de todos os ta- ag
manhos e novos modelos eom tremlos. Realejos pequeos com novas msicas. $*
Cosmoramas de varios tamanhos, com &4
ditTerentes vistas mui pitorescas. >/C-.-
Brinquedos
O maior sortimento que se pode desojar
de todasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para eutrete-
mento das crianzas.
Cjflapo
Aluga se um sitio e casa da moradia no prin-
cipio da es trida do encana ment, eom duas sallas
3 quartos grandes, copiar, cozinha fora, ispea,
mais um quarto, e cacimba de exeelknt agua
para beber : a traur no roesmo logar eas de
oiloes amarellos.
JORNAES ALUSTRADOS, HESPAiNHOES"
As perseas que desojara conhecer os jornoes La
Xoda Elegante Ilustrada e Ilustracin Espaola
Americana, podera mandar aviso na ra da
ruz n. 8 primeiro andar, oa na di Imperatriz
n. 48 primeiro andar, que se Ihes enviaran) al-
!;uns nmeros dus meamos. Em abono de ditos
ornaos, bastara dizrr-se que tem o primeiro 30
anuos e segundo 16, de pubiicaco, sera a menor
interropeo. Isto e o fabuloso numero de subs-
criptores que centam em America e. Europa; indi-
can) a importancia Iliteraria e material que contera
aquellos jornaes. Para mais esclarecimentos, in
formarn na agencia.
Cobrancas jura o centro da provincia da
Parahyba, Cear e Rio Grande do Norte.
Urna pessoa que lem de seguir viagem para os
lugares cima declarados, incumbe-se de qual-
quer cobranca, mediante a porcentagem que se
convencionar, para informac5es, dirija-se ra
do Cabog n. 9.
bbatk^U
lenr
7 le Maio de 1871

empreiliros de, obras
Ha para vender na fabrica da gsz cozas a 1}
cada carroca, excelentes para enchet alicerces,
etc., Ve. ^
Machinas
Vende-se tres machinas, sendo duas para cos-
tura e urna para couro, em perfeito estado e por
commodo prego : na rna direita n. 64, toja.
m
Na praca da Independencia n. 33 se d di-
nheiro sobre penhores de onro, preta e pedras
preciosas, seja qual for a quanlia; e na mesma
casase compra e vende objectos de ouro e prata;
igualmente se faz toda e qnalquer obra de en-
commenda, todo o qnalquer concert tendente a
mesma arte._______________________________
Oificiua de marmore
Rna ca Crnze numero 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
11 o palmo em qnadro.______________________
Precisa-so de urna -rna livre ou escrava pa-
ra o Frrico de urna casa de ponc.i familia ; na
rna do Bar3o da Victoria, aotim ra Nova, n. 32,
1 andar.
Precisase de urna ama que saiba bem cozi-
nhar e queira sahir ra : a tratar na ra do
Sebo n. 29.
Seguros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.

Fundo de reserva * . 8,000:0004000
Agentes,
Mis Luthan & C.
RA DA CHUZ N. 38.
A o commrecw
Os abaixo a-signados, membros da sociedade que
tem gyrado sob a firjia social de Goncalves Ir-
mo & C. fazem scente ao publico c especialmente
ao commercio Acata pr?ca e do cutres, com as
3aaee tem transa sees, que, por mutuo accordo,
eixon de fazer parte daquella sociedade o ex so-
cio Manoel J"s Monteiro Torres desde 31 de de-
zembro de 1870, de coja sociedade se retirou pago
e sasfaiio de sen capital eluens, e descerado
de todos os compromisos relativos mesma : a
quidacao do activo e passivo rica carfco do ex-
socio Antonio Goncalves de Azevedo, comparti-
Ihand da mesma o tambero ex-socio Marcelino
Goncalves de Atevedo. Recife ti de maio de
1871.
Antonio Goncalves de Azevedo.
Marcelino Goncalves de Azevedo.
M. noel Jw Monteiro Torres.
Alagase cm excedente sitio na cidado de
OJinda, tendo muitos arvoredos de fruclas, borla
jardim, com nma fonte de agua de beber, boa
casa de vivend i cora .commodos para grande fa-
milia, prefere se alogar a pessoa estrangeira :
nesta tvpngraphia se dir com qoetn *e trata.
CRIADO
tecisa-se Jo urn na ra dos Coelbos n. 2!.
Aluga-e um pret boin cozinheiro que lve
e engomme, para hotel ou casa estrangeira : ra
da Cadeia n. 1, 2* andar.
Qaem precisar de 3:000 a jur^s sob hypo-
theca em beos de raiz, entenda-se no armazem
da ra do Imperador n. 16, que se .lira quera d.
A' roa Duque de Caxias n. 42 precisa se com
muila instancia fallarse aos senhores abaixo
declarados:
Francisco de Pamla Mello Barreto.
Jiaquim Teixeira Peixoto Pilho.
Manoel Tbnmaz do Nascimento.
Francisco de Paula Borge?.
Jos Gomes de Barros.
Jos Loiz de Franja Torres.
Francisco da C'la Cirvslho.
Sebwtiao Jos de Barros Brrelo.
Estevo Jos Ferreira.
Csrlos Jote Dias da Silva.
Jca de Barros Setto.
. Carlos Jos de 3' uza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Camino Cabreira.
Antonio Correa de Barros.
Audi da S Al^oqnerqae.
Antonio Jorge Monteiro.
Iiiderio de Fram;a Barro.
Pedro Jos de Souza.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.
AMA DE LEITF
Precisa so de urna ama de leite sem filho : na
rtta-4eHi*rts n. 20. sobrado,
andar, precisase
s para cozibar
Ra
do .sarao
Victoria,
da
Outr'orarua JSova n. 63 6casas
do costume.
itilhecs gat-autldog da pro-
viacta.
O abaixo assignado acaba d vender entre ot
seus maito felizes bilhete a sorte de 5:000*000 em
nm quarto de n. 91o e tres quartos de o. 40 com
a sorte de 400 404000 e 20*000 da leteria que se acabou de
extrahir (193), podeodo seus possuidores virerx
reieber, que proraplamente sero pagos.
O mesrao abaixo asignado convida ao respei-
tavel publico para viremaesea estabelecimenK
comprar os felizes Liliictes garantidos, que uat
deixarde tirar ijualquer premio como prevs pelo;
mesraos annancios.
Acham-se & vunda o; maito fezes bilhetes ga-
rantidos da 3* parte das loteras era beseffeto da
igreja da Casa Fjrie, que sera extrabida do dia
qaartafeira 31 do correle.
PRECOS.
Inteiro C* Meio 3*000
Quarto 1*300
De 4001000 para cima.
Inteiro 5*O0
Weio 2*700
Quarto 1*350
Joo Jiiaoolm da.r,.u >>u
Ha ra da Praia u. 37, 2-
de ama ama de boa conduela,
para peo ca familia.
Frecisa-se de duas amas, sendo
urna para eogommar e a outra
Jara cosinhar, y iae pa^a-se
ex :' a'tnar dj niSoit,'c)'a
n !f
TRILHOS RBAROS
DO
IIKCIFE V Olil^OA
e BeBeribe.
AVISO.
Do 1 de jucho em diante partirSo os
treos, la-no d* iin'-ia de O.inda como do ra-
mal de Beberibe por orna nova tabella, que
se distriboir as eslarOes da roa da Auro-
ra, Olinda e Encruzilbada.
Recife 25 de maio de 4871.
O auperintendente,
A. de Abreu Porto .
____________________-,------------------------
Irmandade do SS. Sacramento da freguezia
de S. Joa
Tendo-se de proceder a elejcio da mesa que
tem de reger a irmandade no anpo compromissal
de 1971 a 1872, de ordern 4o irmao juiz convido a
todos os irmaoi para comparecerem no consistorio
da matriz no dia 4 de junho prximo as 10 horas
da maohaj. _
0!Terec-; aaia ama de-leite sera fllho :
ira qa;r>T iJi^ja-se rnaPlreia b f.
Aluga se um bom carroceiro e um criado,
escravos : a tratar na ra estreita do Bosario n.
22, I* andar, das 10 hars d-i maaha as 3 da
tarde.
Desappareceu no dia 23 do corrente, as 7
horas da noite, de urna escada da ra de Hurtas,
um cavado pedrez, sellado e enfreiado : qoem o
tiver arriado leve cocheira de ferrador defronte
de S. Francisco.
SttMKM HMttK Wm
Pecas de chita preta fortes com 36 fi
covaaos a 4* a peca : oa roa do Crespo 9
n. 25.
A caixa filial do Banco do Brasil tendo de
concluir a sua liquidaco vende por preco
commodo a' casa terrea na rpa Imperial n.
66, atraa na ruado Mrquez de Olinda
no respectivo escripiorio n 49.
"~ Vendo-se duas casas terreas sitas na roa de
S. Miguel dos Afogados, ns. 66 e 68, orna propria
para moradia e outra que serve para negocio, por
ja estar ha^moilo com este giro ; tratar na roa
O abaixo asslgoado faz sciente ao poblico e es-
pecialmente ao corpo do commereio, que comprou
ao Sr. Antonio Luiz da Silva a taberna sita ra
Victal de Negreiros n, 4, outr'ora pateo do Tere*,
livre e desembarazada: quem sejulgar com direiiu
mesma, aprsente soas cootas no preso de tres
das, lindos os quaes nao attender a reclamacao
alguma. Recite 26 de maio de 1871.,
Antonio Pinto Lapa.
)ireita n. 8.
Batatas inglezas,
Vende-se a 2*000 o gigo com tres arrobas : na
roa do Amorim n. 41 e travessa da Madre de Deus
P. 15.
Earinha de milbo'
Vndese farinba de milho, moida a vapor, dia-
namnote, pelos precos seguintes : grossa para
ng a 100 rs. a libra, para canglca a 120 rs., e
pare cuscus a 160 rs. : oa roa do Cotovello nu-
mero 25.
Veude-se e tambera se permuta a posse de
dous terrenos, sendo um na rna da Aurora e ou-
tro na do Hospicio : na ra do Rangel u. 43, 2*
andar.
Cimento portland
Vende-se o verdadeiro Cimento Portland :
largo da Alfandega, armazem do Annes.
no
Para o Era S-*. presidente
ver.
Na villa do Cabo nao ba cmara municipal, ha
sim urna renniao criminosa, que nao deve o go-
verno consentir ; contra isto j se representon ao
Exm. conselheiro Diogo Velho, e at o presente
Lo houve decidlo : eumpre que S Exc. vice-
presidente exija esta representado, qoe consta do
Diario ter ido a informar a mesma cmara. Na
ses?ao de 20 ouveram hoaa cousa?, que eumpre
ao goviroo manda-las syndicar, pois sao de gran-
de alcance : o Sr. Severino Jos d)s Santos Aguiar
que o diga. Cabo 23 de maio de 1871.
O forastetro.
Associaco commercial benci
rente de Pernamboco
A direccao convida aos senhores socios a reu-
nirem-sa na casa da Asociaca i para, de accordo
com o progrmma do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia, assislirem ao desembarque de SS. MM
Imperaes.
Sala da directora da Associacao Commercial
Beneficente 26 de maio oe 1871.
Jos da Silva Loyo,
Preside te.
J. 11. Triodade,
Secretario.
Precisa-se da quanlia de 400*000 a premio
subre hyputbeca de urna escrava : quera quite*
fazer este negocio annuncie por este Diario a soj
inorada para ser procurado.
Precisa se de urna nma pa-
ra cozinhar e eegoramar para
casa de hornera sulleiro : Da
ra estreita do Rosario n. 2, 3* andar.
Aluga-se nina escrava boa cozmheira, e tam-
bera so alaga ora moleque de 14 a 16 anuos : na
ra do Rangel o. 69. taberna.
Precisa-se de. um caixeiro do idade de 14 a
16 auno- paa taberna : na rna daEsperanca nu*
mero 29.____________
a sens
Pereira
Thr.-.i.i Fernandes di Cunba convida
amigos e de sen finado sobrinho Damio
na Guma, para assistirem as exequias que se tem
de celebrar boje as 10 horas da roaohaa, na igreja
do Espirito Santo do Collegio. e dani ser coniuzi-
do ao i-emilerio publico._____________________
quem
Custodio Jos Al ves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Goimaraes, Pontes
\ C, desla pra^a, previne quem ioteressar pos-
f, que est promovendo a dissoluQo da mesma
firma, e entrara em ?eguida na respectiva liqui-
daco ; sendo qoe nao ha letras pelas quaes esteja
a nrma re?ponsavel, e nem o annonciante a. pre-
tende firmar duranie a mesma dissolufo e lijui-
daco.
Aluga-se o 1 an.iar da casa n. 25, ra de
Santa Hita, na ra Jo Qaeimado o. 2.
COMPRAS.
Vende-se por prego mui rozoavel, e com van-
tagem ao comprador, o engenho Velho, sito na
freguezia de Santo Amaro de Jaboaiao, cajo en-
genho acha-se mcente e corrente, moendo com
agua do no Jaboaio, contando cerca de urca le-
gua de Ierre de sul a norte, com outro tanto, em
uarte, daleste a oeste, com boas obras de casa
de viveada, de engenho e de purgar e casa para
guardar bagasso. Quem pois, quizer fazer nego-
cio tao vantajoso, dirija se ao mesmo engenho
para tratar com sea proprietario, que fara todo
negocio.
ATTENG40
Veode-sc por barato preco urna propriedae
margera da Camboa dos Remedios, fazendo-se
toda vantagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinheiro e parte em letras oa objectos de
prompta venda : coja propriedade contera urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
lijollos de alvenaria gr< ca e forno qoe eoraporta
2,1,000, com mais um forno e lastro para fazer se
telhas, ladrilhos, cannos e louca, com excedente
barro para qnalquer obra, com dous excellentes
vivoiros de peixe e com casa de vtvenda para
grande familia : s pessoas que pretendern di-
rija-se a dita propriedade a entenderem-se com
o capilao Delfim Lins Cavaleante Pessoa.
Grande liquidado de
faseudas,
Lindas fiassas de cores, fazenda de 800
rs. a vara a 280 o covado.
Chitas francezas de 200 a 220 e 240 o
covado.
Las de cores poli de chevre, alpacas
lisas e baregs a 500 e 600 o covado.
Cortes de cassas de cores a Amelie a
5*000.
Ditos de chita percale.
Ditos de cambraia branca bordados a
agulba a 6*500, fazenda de 10
Camisas pare senbora a 2*500 ou 29*
a duzia.
Ditas ingieras para homens a 4*000
rxcellenie fazendn
Servicos para mesa, compostos de urna
grande toalha e 12 guardanapos.
Chapeos brancos de castor a 7*.
Cortes de casemiras de cores de lindos
gostos e excellente qualidade a 4*000 e
5500.
Cortes de gorgurao para collete, pre-
tos e de cores a 3*500.
Ditos de veiludo para dito a 4*.
Lencos de cassa barrados a 2*200 rs.
a duzia.
Sedas lisas de cores a 1*800 o covado.
Chapeos prelos de pello de excellente
qualidade a 7*.
Excellerte algodo trancado de Macei,
fazenda superior ao da Babia proprio pa-
ra roopa de escravo* a 440 a vara ; re-
coa mendamos esta fazenda aos senhores
de engenho.
Cortes de organdy branco com 10 jar-
das a 5*000.
Cretooes de lindos padrSes a 380 rs. o
covado.
E outros moitos artigos que seria en-
fadoobo innmerar, porm que como os
j mencionados vendemos barato nao
olbando o preco.' "
Loja de fazendas de Antonio de Moura
Rolin & C, ra do Duque de Caxias
antiga do Qaeimado n. 73.
YEHDESE
frascos vasiGS da tintura jtponeza, e paga se a 80
rs> cada um : roa Doqce de Caxias n. 50, e
Mrquez de Olinda n. 51.
Compra fi ama casa terrea em alguma das
ras prxima ao largo da Penha, como sejam, d Nmueira, Padn> Fhriano, S. Jos, Santa Hita,
etc. no ic andar do sobrado n. 36 na ra das
Cruzes._______________
Compri-se urna casa terrea que se ache m
estado de s?r habitada, tenha bons commodos in-
teinjse quintal, e que ta, convindo tambem ora peqoeno sitio na Soleda*
de (Caminho-Nofo) ou uo principio da estrada de
Joao de Barns : i tratar na ru da Aurora n. 88,
Io andar.
VENDAS.
3 *a
i
3- a."
v o 2 3
=, -- a. 3
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w 5 1- ??. c-
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_ *t w S 2, S
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9- S a 5 ^. u o.
5= ?.*-o w
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s a.1
-o
no
Leite
Vende-e na ru da Crbz, jomo ao chafariz, lei-
te-superior, g.iriniind.i se a qualidjf, pelo pre"
de 280 r?. a g.urafi. das 7 as 9 horas di manhaa.
Vtfnde se nm casailo rudado, novo, grande,
bonito o sem icha.-j.ie alguna, com ao<.ard pas*o,
carrrgo bajxo e mnito bom galope : qo*i o aui-
er -ocpn: dirija-se ao ylra/o do* Um-IIws oc-
mero Jo.
ama carroga com pipa que poaco servido tem da-
do : quera quizer cemprar procure na estrada de
Luiz do Reg, casa n. 3; assim como oito paos de
ondeira setira e alguos com 30 palmos de com
primelo
Fazendas baratas a
RA DO CRESPO N. 25
Leja de
Manoel D>as Xavier.
GROSDENAPLE branco a 1*000 o co-
vado.
CHALES chinezes de cores a 4*.
COLCHAS adamascadas de cores a
3*000.
MADAPOLAO com 20 varas a 2*500.
ALGODAOZI.NHO a 3* a peca.
CAMBRA1AS finas de cores a 240 r?.
o covado.
CUITAS de cores a 160 e 200 rs. o
covado.
CHALES de merino de cores a 2*500.
' ALPACAS de cores a 320 rs. o covado
Corte.- de liia eom li covados a 3*.
MANGU10S bordados a 500 rs. o par...
CAMBRAIAS transparentes a 2*800 a
p>c>.
Com peohor se dio as amostras.
Pavilhao da Aurora.
Ra da Imperatriz n. 2
O dono deste grande e acreditado estabeleci-
mentn de fazendas finas de todas as qualidades,
avisa a seus numerosos freguezes que acaba de
receber nm g ande sortimento de vestidos de cam-
oraias brancas bordadas finas para senhora, >
quaes vende muito barato, assim como otiiras
muitas faztndas de muito bom goMo, as quaes
fez grande redcelo de precos para menes, atlra
de vender mais barato de que em outra qualqner
parte. ____________________
GKANDE
QUIDACAO
Na rna do Duque de Caxias, antiga ra do
Qaeimado n. 19, vende-se chitas de cores es-
curas e roatisadas pelo preco de 200 rs. o covado,
cambraias de cores, bonitos padroes a 240 rs. o
covado, e peras de cambraias branca fina com 10
vares a 3* e ditas cera 8 ditas boa por 4*, pecas
de madapolao do 4*, 4*500 a 5*, e algodo bran-
co de 3*500 e 4*000 a peca; tudo por preco
que aJroira.________________________________
Vende-se uina carroca pinteo usada o ura
cavallo mellado muito novo e grande com os com-
petentes arreios lamqem novos e por muito cem-
modo preco : tratar na ra Imperial casa de
rotulas amarellas, em .frente da padaria n. 218.
Oadciras
Novo sortimento de cadeiras fi ana zas de faia
ao natural e a imitacao de Jacaranda, mogho, etc.:
mis armazens de Tasso Irmos & C, no caes de
Apollo jnnto a ponte provisoria._______________
Ferro galvanizado.
V.nde-se ferro galvanisado em folhas de diffe
rentes tamanhos : em casa de Adamson Ikwie &
C, ra do Commereio n. 40.
Vendse urna pequea casa na ra das
Ctrrocas n. 16 : a traur na ra do Cabug nu-
mero 16.
CHITA PRETA
Peca de efeiu uret krte oa 3> covaios a **,
dia Una a 200 rs. o covado. pchincha : na roa
do Crespa n. 20, loja do Guimerroe.
Veoda-se a preciosa memoria, com finas.es-
umpas, do Senho'- di Bira Jess do Monte em
Braga, por diminolo pnM : i,a leja 0. 2-5 J r
lio Crespo, esquina da d Queimad.
Vende-se urna casa terrea em cbo proprio,
na ra a carrosas n. 19 : traur na ra Nova
n. 69.____________________________________
('emento Portland
era barricas de 13 arrobas a preco mais commo-
do do que-era outra qualquer parlo: vende-se
nos armazens de Tasso lrmos & C.
Grande
LIQUIDACO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
L3as de cores toradas a 280 rs e covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
2*500 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Ditas riseados prossianos 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 210 o covado.
Cambraias. organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 3* a peca.
DiUs brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*300
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Hussolioa branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao fraocez, a 6* a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. 5*, 6*
e 7* apega.
Algodosiobo a 3*, 3?!O0e 4* a pega.
Alpaca de cor com lisias, fazenda superior a
440 rs. o covado.
Diu brenca, com flores miudas matisadas a
500 rs. o covado.
Dita preta cora flor bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padrSes miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo embainhados a 4* a duzia.
Chila, fazenda bem conliecida pela sua furiidao,
mais larga que chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a i*o00 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e i'.
Cortes de meia casemira, a 1*2C0.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o co-
vado.
Algodo iargo merca T n 5* a pera.
Dase amostras com penhor.______^^^^^
Joaquim Jos Gongalves Bellrao ten) para
vender no seu escriptorio ra do Cimmereio n.
3, os g.meros abaixo notados, qoe vende mais bi-
rato do qoe em outra qualquer parte :
Az it's em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido am massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
* Parinba de mandioca de Santa Catharioa, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita era barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Bahia cm novellos.
Fouces.
Maxados.
Nozes.
Obras Jo palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito ar.ul para botica.
Palitos para dentes.
Pregos sonidos.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Sanios
de Pedroso na Bahia.
Rollas.
Rap popular da Babia.
Bolim em fardo).
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Babia.
Vorniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafa;.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setobal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas da urna duzia.
IMIIUC,
Tem venda em seus armazens, alm de outros
trtigos de seu neg io regular, os seguintes, que
rendem por precos mais mdicos que em ou-
ra qnalquer parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
GRADES de ferro para cerca.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
'JESSO superior cm porcoes e a contento.
EMENTO de todas as qualidades.
&ACHINAS de descarocar algodo.
IONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
p ARJ5LLO era saceos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.
ATTEHCAO
Ca l Bolinas de brim e duraque branco bordadas de
setira a 6* o par : ra d Bom Jes a; n. 21,
toja.
Vende se as colleccoes do Diario de Por
oau.buco de 1859-60 61 62 oncaderoadas, tm
bom estado : na rqa da Penha n 23, 1 andar.
Para recepto de SS. MM. In-
periaes.
No Bazar Victoria encontrara., luvas de pelica
para hornera e senhora, muito frescas, e chapeos
de seda e de velludo pare senioras e menina, de
4* a 50* cada um.
A rluida Imperatriz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
Os propriet; rios deste novo estabeleci-
rcerjto de fazendas veem scietitificar ao rea-
peitave! publico em geral e em'particular
as Excis familias desta cidade e fjra della.
que chegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sortimento das mais
lindas fazendas que al boje 5o vistas em
nos?o commereio, e que esl8o desposlos
venderem por todo preco.afim de venderem
milito o apurar rjintuiro, a saber:
L/ndos casaquiuhos de gurgor3o prelo
enfeitados para tjdos os precos.
Co'tinados ricamente bordados para ca-
mas e j^ueilis.
Om'Sinbas de liiho bordadas para se-
nhoras.
Ri:os tpeles avelludados com lindos de-
Mnhoa para 2 e 4 cadeiras.
IVcas gtinaldas e capellas pra noivas e
meninas.
La para bordar de todas as cores per
commodos precos.
Cbapos de sol de.'da inglezas a bal5o
por todos os precos.
Ricos e Modernos cortes de organdy bran-
cos c-m modernas listas.
Ditas d'cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 50C0.
Pecas de cambraias finas a Victorias c&m
10 e ti jardas a U, 40, H. U e 7;50CO,
Ditas lianspar-nies finas para todos os
precos co:n 2 larguras. .
Vatiadis.Mtno e el', gaantts sortimnlo de
las para vestidos de todos os precs e qua-
lidades, que, quem as vir a vista dos pre-
Cos comprar.
M;dcrnas popennas com !>lras a 10
rs. o covado barato.
Grande variedade em chitas finas, para
200, SU), 280, 300 e 30 rs. o covado.
I'echinci.a em alpacas de cores lavradas
e muito lina>, o covado 400, 500 e COO rs.
na Flor da Moda rui Im eratriz 13 A.
GRANDE PCHINCHA A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
S5o camisas francezs finas a 4500 cada
tima, fdmira a vista di f.izenda. S :.a
Flor da Mda roa da lmperainzn. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo prego de 3000.
Madapoln I'nos e largas com 20 varas
a 4/5, o 5 e CoOOO.
brim paulo ti aneado de linbo fino o
covado a 'Q v. 400 rs. admira.
QUEM QUIZER VENHA CCMPRAB NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima la de cor a 8,
G^, e 4->000brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. o cov do.
Lencos de chitas grandes e botillas a du-
zia 20( 0 rs.
Grande qoanlidade de lencos para me-
ninos e borneas tendo:
Com barras de bichiocbos e calungas (t-
zendo gynastica a dozia 1>200, I j530O,
000 e 20500.
Ditos brancos finos a 2J300.
Ditos de linbo ambashados finos a 6 e
7-5000 a dozia.
C-misas de meia o melhor que h, urna
U, e I 500.
Ditas inglezas finas de linbo para homer?
e meninos i or todos os precos.
Coller'nhos, punhos, gravatas, meiav,
toalhas, lences. crochets para cadeiras e
jardineiras.
Completo sortimento de cassimiras preta"
de cores.
Pannos linos pretos e de todas as qoaii
dades, brins brancos pardos e de cores por
todos os precos.
Roupas leitisna Flor da Moda
Sobre-casacos, paiois-saccos e fraks de
todas as qnalidades pr co coturno o.
Calcas de casemiras pretas, de core?, de
brins brancos, pardos e de cores.
Ceroulas francezas ce linbo e dealgodo
commodos pivgds.
No mesmo estabeiecimento encontraro
os amaveis frequrz-s umbim alfaiale para
tomar medidas dos que quizerem manda:
fazer soas obras e sujeitando-nos a ficar
com aquellas que nao sabirem a contento,
afim de bem servir todos aquelles que nos
honrarem com sua proteccio neste estabe-
iecimento urna enfnidade de arligrs q^
deixaraos de mencionar para nao se tornar
massante aos leitores, o estabeiecimento
est aberlo das 6 as 9 horas da noite rs
o Jen? do rcspeitavel pnb'ico.
N.-13 A RA DA IMPERATRIZ N.-13 A
FO
Para sacco e fognetelron.
S.4 ecos
PARA ASU0AR
CERVEJA DE MABCA
Ecgarr.ifaa especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
A? Von'siMraS traipro < nunwros er'amro '
has jiejat e nao oa. pnqqeui. .
Vndernse
Em casa da.
T. JEFFEWES 4 C. ,
46 Rita do Gvmmeroio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Traaertt era cada pee* ara blthe-.
c cora ame
W
UnCoS ImportaJoree
________/. JEWE_RES&^ C.________
C- K 1 \ in;
i'ara osj s.nhores fumante.?
fu re." ln ^ ?.;"" VieUtb nm wriimi)-
to c> c ..i.:.> i ;ed, fumo d^lado
Baspeihly Rh-.V-> --himbo e charuto de
diverja marca1, da IV* ^ io Rio da Janeiro.
Para ot srs
Chila, ,'izenda bni con:
mais larga qae
100 rs. o enva'
t.i)ilhrme.
Vead^^^l
dor djB*?poa. W.
da roa fortidu,
I it 'trjv
aloja :io'Jiioi-9 mm c
M ^
m
HraM
m


MRi n
Diaiio de iyeruaniDuco
VENDES
i >aquim Jut Unto, na ra da Cruz n. 8, 1"
audar, vende algodao azul americanos verdadeiro
e pregos americano o. 3 e 4.
II
*o na ai esbelto* braucov
Tintur.) japoue a.
8 e aoica approvada pelas as academias de
ioncia, reconhecida superior a teda que tem ap-
parecido at hoje. Dejwsito principaf ra da
adeia du Recite n. M, andar, em tedas as bo
ticas e casa de cabeUeireiro.
M BNUIHii
*icmpre a Nora Eaperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem eonhicid pela sua elegancia e
superioridade de seus ubjectes, acaba de receber
amitos artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a vizita-la, am decomprarem aquil-
lo que precisaren) para preparo? de veslidos toi-
lete ou tocadores, e raesmo qualquer objecto para
fazer algum prezeulc.Jpois que s)na Nova E>pe-
ranoa (carao sati.-feitos. j pela qnalidade e pre-
sts razoaveis, e mesroo por que a Nova Esperan-
za ufaua-se era nao se impacientar era dar a es-
colher os objectos, (>re*tando-se com. o agrado
c jin que cosiu a receber a todos, aflm de que
-eaibam com o firme proposito de voltaretn ou
maudarera a tnesma loja, logo que precisem de
qual juer artigo por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu as de Lisboa a Nova Espranos para
homeus, seniora e meninos, sendo brancas e de
o
NO VIDA DE.
Bico de quipure preto com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I I
Caixas para joias.
A Nova Esperanza recebeu boas caixas de san-
dolo para guardar joias.
us largas para cintos.
Recebeu as de mitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
^ Para extinguir panos oo sardas.
A Nova Esperanza tem Ieite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperaba a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelieeaformozia-Ia.
A Nova Esperanza ra Duque de Gaxias n. 63
vende verdadeira albina brauca de Lais.
Perfumaras
LIQUIDACAO
iubbado 2? Je Maio le 1871.
_____
NA.
LOJA E ARMAZEM
DO
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto frar.cez como inglez, estao expostas venda
na ra Duque de Caxias n. C3, na Nova Espe-
ranza.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
tona, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tudo de superior quaiidrde : vende-se na Nova
Esperanza a ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanza, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu um lindo sortimento de laa para bor.
dar, vinJo as cores mais p'ocuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a lia antes qnn sn acabe I
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIRA DA SILVA $ C.
Os proprietiriosd^st grar,de eitabelecimento teodo M ser urna avultadaporgao de
fjzenda, e teoiio continuado a receber por todos os vapores e navios immensa porcSo
das masroas, tem revivido f>zer ama GRANDE LIOUIDACO, afiai de demiouir o an-
de deposito e ap ;rar DINHB1H. De todas as fazeadas que sa vende baratissimo se dSo
as amostras, ficando pennor on se mandam levarem cwa dasExam. famills, assirn como
as pe soas que cegociam eai menor escala, n'esteesta e'ecimeato se podero sor .ir em
pequeas porgues pelos mesmes preces que compram as casas exportadoras.
PARA LUCTO
O Pav3o tem um grande sortimento de
fazendas pretis para celo, como seja: 18a-
siabas finas para vestidos 4)0e 440 rs.,
meriu muio leve para veslidos e roupas
para homens 25 e 20200, alpacas com
lavjres brancos, cassas pretas lisas e com
brancos, bombazinas predas, canloes. e ou-
tras muitas uzenda todas oroprias para
lulo, que se venle mais bjrato qua em
outra qualquer parte.
CHITAS DE CORES
O Pava" lem rebebido grandes sortimen-
los de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambara grande sortimenU dts
mais delicadas percalles miudiabas proprias
para vestidos eroupras de enancas, e ven-
de-je- por menos do que em outra qnalquer
parte, oa ra da Iraperatriz n. fiO.
LENCOS BRACOS A DUZIA 35'00
O Pa\ao vende fin simos lencos brancosj
ja embanbados, em duzia pelo barato preco
Aos Srs. acadmicos do 4o auno
4a facitltlaite le dlreito
Vende-se por mais barato preco do twe em
iiaakjuer outra livraria desta eidade, os pboquis-
simos ftemplares que reslam das excellentes an
notacSes do cdigo oomrhereial portugoez, pelo
conselheiro Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampato
Pimentel, lente calbedratico dessa materia na oni-
versldade de Coimbra, obra muito ioteressante e
at iodispensavel para os senhores acadmicos do
4* auno da faculdade de direilo de^ta eidade, pela
Srandci homogmeidade entre aquelle cdigo e o do
rasil: na ra do Crespo, esquina da ra do Quei-
mado n. 23 A I ja
MTIO
Vermfugas
Este medicamento o nico que pelo seu boro
aroma e gosto agradnvol se toma o mais propnt
para a exjml.-o da lombrigas. E' fcil de tomar
perqne o spu gesto igual ao do chocolate, e de
prompto effeito.
DEPOSITO
Pharmacia amoricena de Perrcira Maia 4 C, ra
Duina de Cxias n. 57.
Saborete de alcatrao.
Este nova preparado e applicado com grande
apriiveilamenlocontra asmolestia de pellechro-
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras on
paon.is q,ie vem ao r .slu e peito, borbulhas, sar
na, lepra e comlelsoes, mesino aquellas que em
cartas parles dolicaias do corpo taoto mortificaut,
naiinent- o uso continuado deste sabjocte con-
tribu** pnra tornar a nite asss mimosa. E' igual-
mente ellicar para amaciar a pelle do rosto ou
outfts parles do corpo; que por motivo de erysi
pellas Deam arperas e escamosas. Preco de cada
saboneta GiO rs.. era dunia se far abatimenlo.
nico deposito em Peroambnso, pharmaca ame
riesaa de F-.rreira Maia & C., ra Duque de Caxias
n, 57, amiga du Quciniado.
DE
V1DAG0
nico deposito
Pharmacia americana di
Ferreira Maia .$ 0., ra Du-
que de Caxias d. 57, ant-
a do Queima'o.
CEMENTO.
0 verdadeiro portland. S se ver.de na
ra da Madre de Deus n. 22, armazem de
Je) Mariins de Barros.
A' rui do (Jomm9(cio nu-
mero 10
No escriptoriode Jas Joaquim di Cost Maia
ha para vender mais barato do que em outra
qaalquT parle :
Vinho do Porto particular em caixas.
Dito de d;tj de Pasto dem.
Dito verde de dito dem.
Dito Figueira em barris
Dito da Barrada em ancorets.
DISCBSOS E DIVERSOS ESCRIFTOS
PELO
Dr. Aprtglo Jusllniaoo da tsllva
Cufila raes.
Lente de economa poltica na faculdade de
dircito do Red fe,
NATURAL DE PERNAMBUCO.
impresso, na
Um vol. de 480 pig., ntidamente
lyp graphia de C. E. Mullen.
Aeha-se no prelo, e asigna se ra do Impe-
rador n. 27, fundar10* cada exemplar.
_ O autor collige algoni de seus disenrsos, que
lilo benvolamente bt do acolbidos por muitos,
retocaudo-os e annotand,'-os ; e incluo no seu li
vro algjns. escriptos, que suppSa jnteressarem,
embora francamente, i lula de ideas em que o
paiz .-r va i empentando : precede nma longa in-
troluccao.
O livD nao tem a cor de nma poltica de parti-
do com relacao ao irape-io ; e sim tem a cor de
urna poli!ka dr Libcvdx.de, que e ser sempre a
dos homens de bem de todos os bando.- polticos e
de t x1os os paizes.
pechincha sem igual
Superiores Ras escocesas de cores muito Iinlas,
fazenda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do venfle-e na roa Primtiro de marco, outr'o-
ra do Crespo o. W, loja das columnas, de Anto-
nio Corri de Vasconcellcs.
Plvora a 16^000~o
barril
No escriptorio da ra do Vigario n. 31, tem
amostras de superior polvera inglez, e vende-se
pelo bar-to preco cima.
de 30'JOO, e outras muitas qaalidides, tant:
de esjuiao como de cambraia de linbo, e
cliinezes.
Tetillas do Porto a 10OOO a duzia
O Pavao vende sa eriores toalbas para
rosto, sendo de linho do Porto lOgOOO,
ditas de f oco fazenda moiu boa 12^1000
n duzia, ditis coaMioadas a 7^500 duzia
ao 640 rs. cada toailia.
COLCHAS A 3J000
O Pav5o vende colchas brancas da f jsto
sendo bisunto grandjs pelo barato preeo
de 3)5000, ditas de cores muito finas ...
74000, ditas muito graudes brancas de fus-
Ho em to encorpadas 6^000, ditas de
croxet, proprias paracamade noiva 15&
ORGA.NDYS BRANCO
O Pjv5o recebeu os mais finse delicados
organdys hraacos para vestido, sendo todos
com lavores miudmbos, e vndese pelo
barato preco de 800 e 1(>001 rs. a vara,
fazenda que vals muito mais "dinbeiro.
GUARDA BANHA
O Pavlo vende urna grande porcJo de
pann s de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de Drago como de guarniQSu,
ditas para encost de sof, ditas paracobrir
pianos, assim como ditos redondos para co
brirdilfeientes movis ou outros qaaesqoer
objeclos, e pode-se vender por menos do
que em outra qualquer parte, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 2(5500
O Pavao vende chales de merm muito
grandes e encorpados 2500. ditos
imitc5o de chlnezei 25500, ditos pretos
da renda com 4 ponas 20000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavlo \ende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qnalquer jarte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
milhores camisas inglesas e francezas com
peitoi da linbo para todos o precos e qua-
li ades, assim como ditas de ditos de
algodao para tod-js os precos e tamanbos,
tendo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimenle lambe;n se vende ceroulas
de liaho e algodio, tendo para todos os
prc;os, assim como metas croas ingleas
para homens e meninos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao lem Cnstantemeote um g'ande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jaoella;, que vende-se de
85OO at ao mais neo qoe :ostoma a vir
n'cste genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tan'.o lapadas como iranspa-
rejtes, proprias para o mesmo fin, colchas
d crochet, damasco para cimas de noivas,
e cortinas, e vende-te no Bazar o Pav5o.
LASINHAS BARATAS
O Pavlo tem um gande sortimento das
mais bonitas lasinhas para vest ios, tendo
de todos os precos coces e qoalidades.
orincipando de 200 rs. para cima; porm
t5 grande a qaantilade que seria enfa-
donba especificar qaaliJade por qaalidaie,
s a vista do freguez e das amostras se lhe
venderlo por precos (31 cmodos que
engue a deisar ae fizer um vestido de
13a por tao ponco dinheiro. '
ALPACAS DE CORDO A 646 R8,
O PavSo vende as mais lindas alpacas de
cordlo para vestidos e roupas de enancas
pelo barato j;reco de GiO rs. o covado,
ditas finissimas cornos mais lindos lavoree
ALFAIAtE
que se encarreg de execnlar qualquer en-
commenda da sua arte vontade do U*
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimento e prometle servir bem a todos
os fregnezes qire Ibe honrarem a sos casa.
ALGODAOSINHO A 34500 A PEgA
0 PavSo vende pecas d'algodJosinho de
muito boa qualidae, tendo 20 jardas cada
pega, pelo barato preco de 3)5500, dito mui-
to largo e encorpado 60000, dito o me-
Ihor que tem vi^do ao mercado, muito en-
corpado e largo para lentes, pelo baralo
precn de 65500, grande pecbincba.
MADAPOLAO A 4)5000 E 45500
O Pav3o vende pecas de madapo;3o com
24 jardas, sendo f.izeeda muito superior
pelo barato preco de 4<550O, di as com as
mes mas jardas a 45000, ditas finissimas a
Vende-se um, simado no Arraial, becco do
Banholomeu, casa nova toda envidiada, com
casa de bmbo, cacimba com multo tria agua, e
bomba; tem quiobeol-ts e untos p< de alvoredo
novo?, laudas de'maracoj-as, o"erreno pro-
prio e torna se recotr.mendavel por ser peno do
novo ramal para Beberibe : tratar no trapiche
do caes do llamos n. 4, das 10 horas da manhEa
as 3 di tarde, oo no mencionado sitio.
Vende-se um carro amerieato, muito leve,
elegante, muito bem pintado e forrado : a ver
na ra da Florentina na offleina de Mr. Grosjean;
onde se dir com qnem se deve tratar.
Vende se dois bois mansos, novos e gordos :
proprios pura carroca : quem precisar dirija-se
a estrada do Rosarinbo n. 8, ou a ra Duque de
Caxias n. 50, amiga do Queimado n. 6.
Lia de canna
Veode-sela de canna em porcao e a retalho :
n pateo do Carmo, esquina da rna de Hjrtas, ar-
mazem n. 1
<-;itA\aB:
LIOUIDACAO
COM TOQUE DE CUPIM.
Drim pardo lino com pequeo toque de cnpim
na ourela, a 400 rs, o ovad), pechincha: na
roa do Crespo n. 20, toja do Guilherrue.
5{500, 65000. 75500 e 85000. pechincha.
MADAPOLAO FRANCEZ A 100
O Pav3o vende pecas de fiaissimomada-
pol3o verdadeirameote francez, terido 2
metros oo 20 varas, pelo baratissimo preco
de 10)5000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vendeu 145000, e liqui ia-se por
este barato preco por estar argoma cousa
enebuvalhada na pona de fra.
ALGODAOSNHO ENFESTADO MSI 5280
O Pavao vede verdadeiro algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para tencoes a
750OO a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito encapado i520.
BRAMANTES-PARA LEUfOES A 2jSiOO'8O03i
O Pav3o vende o verdadeiro bramante de
linho tendo fO palmos de largura, que ape.
as precisa para umLacol urna vara erma
quarta, pelo barato prego de 25400 vara,
ditj melhor de 258 0 e 35000, tendo al
do melhor que vem ao mercado 35500
e 45000, assim como crotones forte para
Iengo3s, sendo urna encerpada fazenda fran-
ceza com *0 pdmos de largura 200 rs.
o metro, e bramante d'argodo com a mes-
ma largura 5800.
Aos Srs, Hincn!?.
O Bazar Victoria, na ra do BarSo da Victoria
(aoliga roa Nova) o. 2, recebeu am rico sortimen-
to de fitas bordadas para dilerectes graos e para a
ft-sta de S. Joo.
20-RTJA DA IMPERATRIZ-20
FARIA & LESSA
a -a 5LCT?eiari0S desf .voest*belecim(nto vem participar ao respeitavel poblco
m!S PJfialsdado s excellent.ssimas familias, que tendo comprado um bello sorti-
menio de fazendas de todas as qualidades, esto resolvidos a vende-las por precos os
mais razoaveis posstveis para vender muito.
Popelinas de seda, fazenda nova, a 25.
Vestidos feilos de cambraia branca, rica-
mente enfeitados, a 165 e 205.
Basquinas de seda de 165, 185 e 205.
Superiores grosdenaples preto de 15800 fas
a 55 o covado.
Grenedines de seda a 15100 o covado.
Completo sorlimento de laas e alpacas
de cores, o qoe ha de mais gostu, de 640
rs. a 15-
Cambraia de salpico branco e de cores.
Dit*s victorias de 35500 a 95 a peca
Ditas transparentes de 35500 a 105 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita pbantasia, a
105.
D;t 'S ditos tambem de listas a 45500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 25500.
Pegas de babados bordados, de todaa as
larguras, o que ha da melhor e mais gosto.
Panno trancado e lho para toalhas, com
9 palmos de largura vara a 15500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
55-
Toalhas felpurjas para rosto duzia 95.
Dilas lisas para rosto duzia 75 e 95-
Pecas de hamburgo suprior a 95500.
Pannos de chrochel para cadeiras e so-
Tapetes de todos os tamanbos e precns.
Sort ment completo de meias para se-
nhoras e homens.
Grande variedade em chitas e para todos
os precos.
Madapolo francez superior a "5500 a
peca.
Sortimento de madapollo de 35500.
45500, 55. 65 e 65500.
Cortes de cambraia bordada a 35, agran-
de pechincha.
Cortinados bordados para camas e janel-
las.
Camizinhas e corpinhos brancos para se-
nbora a 35 cada um.
Panno de linho abretanbado, fazenda
propria para seroulas, lences, toa his e
outras muitas cousas, pecas com 20 varas
por 95500.
Bramante de linho para todos os pre-
cos.
lnjeff
o ainemana.
Especia)fdade dos pharmacenti-
cos Ferreira Hala 4k C.
Esta injeccao composta especialmente para 3
cura das purgacoes antigs ou modernas, foi com
teiia resultado ensatada peta mais habis e reco-
nocidos mdicos, e por elles confirmado ser esta
injeccao a nica que radicalmente cura em menos
lempo qualquer agncrrha ou purgacao antiga 11
moderna, sem o auxiCo de outros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas ou flores brancas,
quer seiam antigs on modernas.
DemsiTo
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
_________ numero 57.
Em c*sa de TfflODORO CHKISTUN
SEN, ra da Cruz n. 18, encentram-se
effectivamente todas as qoalidades de vinho
Bnrdeaux, Bonrgogae e do Rbeno.
SAIAS BORDADAS A 44500 E 65009 v '
A
O P*v3o vende graade pecincha emsaiai
brancas rica mente bordadas, teodo cada-um* >
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...,
45500 e 65000, sendo fazenda que sempre
vendeu-se por 85 e 105000.
Fazendas para saias a 1520, 15280 *W50o
O Pa /2o vende superior fazenda bordada
o^com prega proprias para saias, I200,
15280 e 155C0a vara, sendo preciso para
urna saia apecas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 tanes de caBtbraia a 25*30
O Pavao vende urna grande porcSo de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo baraio preco de 25503, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aes 2000 cortes-de cambraia bordada 5500C
O Pavao vende urna g-ande quaoddade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os djennos mais
lindos e mais vistosos que- tea viudo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e com muita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratssim > prego de
55OOO, sendo fazenda de mu to maior va-
lor, grandj pechincha.
CAMBRAIAS
O PavJo veade grande quantidade de pe-
fas de cambraias brancas lapadas e trans-
parentes, teado de 35 a peca at mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavao venda chitas largas com bonitos
desenhos e cores flxas, pelo barato preco
de 180, o covado, grande pechincha.
LAASINHAA 160 113. O CO/AD3
0 Pavao vende bonitas lasinhas transpa-
rentes pelo birato preco deloO rs. o cova-
do, pa hincha na ra da Imperatriz o. 60
CORTES DE CASSA A 25500
O Pa\ao vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 25500 1 corte, ditos muito
bodas 35 CASSAS FRANCEZAS A 20ORS. O COVADO
O PavSo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de20rs]
o covado ditas flaissimas com os desenhos
mois modernos qoa'tem vindo ao mercado,
pelo birato preco de 500 rs.
CRETONES
0 Pat3o vendf Qoissimos crotones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de640rs. o
covato, ditos de fl r5os, proprios pira co-
4%
%


e
Todas estas fazendas sao grandes pechinchas vista do prego.

o. P P-.P
Q
Unic legalmeote autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
, NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME & C.
34Roa larga do Rosario34.
0
P
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3.
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2 S B o Z,
5b o S *=? (55 o
HSSo g g w
5 S 2 P p
A
Vende-se saceos com farinha de mandioca, me-
diodo 18 cuias, pelo uaraiissimo prego de 5 cada
>, na ra ao Mrquez de Oliuda n. 40, es-
cnptorio.
imitacSo de agraianas a 8(0 rs. o covado, 1 berta, sendo fazenda muio encorpada pelo
'barato prpeo de80rs. ojcovado.
|Basqninas on casaquinhos a 205 e 255
O favio vende basqiinas on casaqainhoa
de seda prttos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo png > de 205 e 255O0O, sendo
muito modernos, assim coxo ditos de cro-
chet e reodas pretas que se vendem muito
em coma, oa ra da Imperatriz n. ($0.
Caitas eotraaeidas paraceberUa a 3SO rs. corada
O Pavio vente chilas entrabadas com
delicados desenhos para cobertas ou ceti-
nas le cores fizas, sendo fazenda muito eo-
corpada pelo barato prfcode 360 o cooadO.
ESPtRTILHOS A 45530
0 Pav30 vende os mais modernos e mf-
Ihores espartilhos, ten lo de todos os ta-
manhos, pelo barato prego de '45500
CASEMIRAS
0 Pavo veide um elegante sortimento
de delicadas casemiras inglezis, endo to-
das de ISa e muito levesinhas, tinto pro-
prias para homens como para criangas, e
uita} mais encorpadas, teo-io de orna e da
duas larguras, quesevande ornis barato
l-possivel, na roa da Imperatriz n. 60.
bonitos glacs com delicadas crese lus
trosas como se la 15000 o" covado, e ou-
tras muitas fazendas de gosto e luzo para
vestido, na ra da Inperatriz n. 60.
POPELI.NAS
0 Pav3o rebeben as mais delicadas e me-
lhores poupelhns de seda-para vestidos,
com os mais modernos lovores, e outaas li*
zas com as cores mais novas qoe tem v,n 'o,
e ven ie-sa 25000 cada c vado, assim
como del cadas sedas de lislinbas, tanto
para vest ios de senhoras como de meninas,
q vende-se 25000 cada covado.
SETINS DE COR
O PavSo tem constantemente um bonito
soriiment) dj coii.ise grosdenaples de to-
das as cores, que vende-se em coola. .
ROUPAS PARA HOMnNS
O PavSo tem constante nenie um grande
sortimento de roupa, taoto de panno como
de bros branco e de c&res, ds case-
miras, para todos os pregos e qoalidades,
e tambem se manda fazer qualquer pega de
obra com tjdo aceto e promptido, para 0
que se,tem am perito
S na loja do barateiro, ra do Crespo
n. 1, junto ao argo de Saato Antonio.
Algodao am-ricano com um pequeo
te que de a vari a aSia peca.
Madapolao fino. dem a 54 a peca.
Chilas finas, fazenda boa a 210 e 260
rS o covado
dem idem dem a 280 rs. o covado.
S o barateiro, ra do Crespo n. 1.
Brins pardos trancados a 340 res o co-
; vado.
Ditos decores trancados superiores a
700 n. a vara.
Cambraias de cores fixas a 260 rs. o
covado.
CkitM Anas, padres modernos a 360
e 40J rs. o covado.
Pecas de Cambraia transparente e ta- 1
pada, com 10 jardas a 4
dem ganga para coberta a 380 rs. o :
covado.
Cambraia suissa transparente, fazenda i
wm fina eom 10 jardas a 2J800 a pega.
Pecas de madapolao francez, fazenda
I fina com 20 varas, a 7*500, 84 e 9*. j
Pecas de brilhantina branca com 18 I
covados a 5/.
Cambraia para cortinado com 20 varas
9 pelo barato prec/i de 84 a peca.
SM S na loja do Barateiro I
M Toalbas de linbo, fazenda fina a li a
duzia.
i Lenco de cambraia de linho, fazenda *"
- fina, ja abanhados a 11 a duzia. 2
Ditos de exguiao de linho a 4/500 e 51
m a duzia.
a"* E uro variado sortimente de fazendas
de todas as qualidades, que vendem por
Bl muito limitados pregos.
S na loja do Barateiro, ra do Crespo
n. 1, junto ao arco de Santo Atonio.
PARA LIQUIDAR
MACHADOS MERI3AV0S
. 15000 CADA UM
i com cabos de faia, sendo os machados de ago muito bom, proprios para camina*
oc engenhos: vende-se ra Novan. 11. .
Cadeiras americanas
com brago3 e assentos de pallioha : ra Nova, armazem n. li.
Pregos americanos
de 2 a 3 poliegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: 4 ra Nova, armazem
11*
Q.
Taxas americanas

ps de abacates e sa polis, flgueiras e laraoja'cra-
vo, e roseiras de varias qualidades : na roa do
Vifconde de G jyanna n. 101, (outr'ora Mnndego):
O p3o Ramonda vende-se nicamente na
roa da Matriz da B&a vista n. 20.
Todo qua'qoer po do mesmo formato
que se venda na rna nao lhe pertence.
Libras steilias.
Vende-se no armazem de fazendas de Angosto
F. de Oliveira A C, a ra to Commercio n. 42.
Veode-se a casa terrea n. 9 sita na ra do
Padre Floriano, a tsatar na pruc do conde
d'Eu n. 4, oa roa da Conceigo n. 43.
cabega redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, ou outro qualquer
mister, com toque de ferrogem, a 80 rs. o mago de meia libra, on 85 a caixa com 150
magos: roa Nova, armazem n. H.
, VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para homem, a 205 cada um. *, de graga, mandando-os vir
custam 1505 cada um: vende-se ra Nova, armazem o. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roopa que se bota a seccar em cordaa, a
240 rs. a duzia oa 65 a caixa com 36 dazias. E' dar, n3o vender: i roa Nov
n. 11.
PARA EIGEIHO
om recebedor e conductor de bagago da moenda, levando por si o bagago na disUncia
que se quizer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvez o nico qne existe
nesta provincia: vende-se muito barato, roa Nova n. H.
~o. ---------- 1... I, 1 i. 1 ^ ,m
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recpmmondavel esta especial e excellonte tin
ta pela sna boa quhdade, fluidez e dartcao, co-
mo a melhor e mais inalteravel tinta que se co-
nhece. Ni) ataca as peonas d'aco e d tres en-
cllenles copias. E' prerenvel a qualquer outra
tinta para os livros do comnercio e documentos
que carecam de lonsa doraclo.
N1CO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferreira Maia & C,
ra Duque de Caxiasjn. 75, antiga do Queimado
PERNAmUCO.
Vende-se
violoas, violas e guitarras muito bem feitas, tanto
em grosso como a retalho : na fabrica da ra da
Roda n. 39.
Attentflo
Vende-M nma taberna oa roa Imperial n 49
(muito afreguezada ; a tratar na mesma
Licor de alcatro de Goyot a 15600 o
frasep.
Para cura de catbarrot da beziga, vas arma-
ras, pnlmoes etc. Vende-se na botica Popular da
ra da Imperalriz n. 77.
VIBHe COLBET"
Veode-se o verdadeiro vinho de Collaras, viod
ltimamente celo vapor Otinda, em barril da d-
cimo : na ra da Madre de Deus o. 28.
Fundipao da Aurora.
C. Starr 4 C em liquidajao vendem por preces
mais baratos do que em outra qnalquer part,
taixas de ferro batido e cuado, alambiques, moet-
das e meias moeodas, rodas e rodelas, redM
d'agua para eoseobo, crivos e boceas de fornaHrt,
guindastes e boias, tijolo de logo (flre b. ick), cj-
liodros para padaria unto infierna como americii-
aos, arados todo de ferro, etc., le.
Vende-fe o hotel da ra do Codoruz b. tf:
quem pretender dirija-se ao mesmo, que achala;
com quem tratar.


;
'
.
;,-i


*^m
Diario de Peruamboco Sobb;do 27 de Maio Je 1371.
J
LOOA
U MA 04IMPERATB1Z \. 64
DI


a LOPES.

Esta nova loja acba-se completamente sortida de farendas de gosto de todas a
qoahdades, tanto de seda como de 15a, linho e de algodao, e desejando seus propie-
tarios dar sabida s mesmas estio resollidos a vende las por precos t5o mdicos e
commod.vjos ao interesse de todo que por certo agradaran aos pretendentes.
Os pro;rielados desta loja convidm, por tanto, s excellentissimas familias,
aos mscales e to.ios em geral, a visitarem sua sopradita nova loja e se offerecem
a dar as mostrss o mandar as fazendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
preces e sincar darle no tralo.
Grosdenaples prcto.
Ha om completo sortimento deste artigo
mw vendemos por precos baratsimos.
roodenaplea de creo
Temos bi mais lindos grosdenap'es de
cores de superior qnalidade, que vendemos
por precos baratsimos,, por termos feito
urna gpnde compra.
Poupelinas de cores.
Recebemos ora sortimento completo, tan-
to cora lores como em sadr, e vendemos
por menos que nutro qoalquer.
Metas iJc ores.
O Cysne receben os mais lindos selins
de cores, tanto m8co como de outras qtia-
ndades, que vendemos por mellos que outro
qoalquer.
Arpacas
Ha nm bonito sortimento, tnto lavradas
ooao lisas e por precos coramodos.
LS cm Itetra de seda.
O Cysne recebeo ss com listras de seda
de lindos padrees,, e preco commodo.
litas Usas de mas. s edr a KM
ro o ovado.
Ditas cr.m xadrez padios mallo modernos
qoe vendemos per 500 rs. o covado,
pechincha. *
adapoles.
O Cmne tem um completo sortimente
de maatyoioes de todos os creeos e quaH-
dades.
Tem a uma qtwlkUde (le nadapolSo fron-
cex qne especialidad'e, tanto no proco
como naqoaliddaie.
Camisas bordadas.
Temos camrts tardadas do melbor gos-
to, proprias parj casameaio, qoe vendeews
muito barato.
Camisas fraacezn* c luglec&s.
Temos camisas desde o preco mais ba-
rato at ao mais caro, e teste artigo temos
ma qaalidade que vendemos a 3^008, e
para a qooi .chamamos a attencao dos dossos
regoezes.
Camisas de flanella de cdr.
Fizemos uma compra de camisas de fla-
nella de con, qoe vendemos"por baratiseimos
precos.
Ditas de aera de todas os precos; temos
orna qaalidade muito superior com listras
de cor, quo-verideaios -barato.
Tiras bordadas.
O Cysne tem traV bordada-' largas .e es-
ireitas, assim como, eott-emeioa bordados,
tapados e transparentes, que vende porfe-
nos qae ooteo qnalqur.
Casemira de cores
Temos nm bonito sortimento de casemi-
ras de cores e preas, qoe vendemos muito
barato, assim como um sortimento de pan-
nos pretos.
Uasjmira de Vienna.
Ha casimira* de Vifnna cora xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarSicSo d
sala, desde os maiore at os menores, e
os precos sao baratissimos.
' rtlaades
para cama e janellas.
Temos o melhor sortimento deste artigo,
tacto para cama como p-ra janellas, os pro-
cos s5o por menos que em outra p?rte.
Tamhem temos cambraia para cortinados,
qae vendemos pnr barato prego.
Fsloes trancos.
Temos lindos fusioes brancos coa listri-
rrbas, pn pros para re upas de meemos e
mesmo de sea^oras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com Hstra bor-
dad.), proprtos para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Coixas brancas e de cores.
Temos coixas brancas, grandes e peque-
as, e tambern temos de coras de superior
qualidade-e bara'.o preco.
CHALES.
O Cysne tem um bonito sortimento de
chales do merino de cores e pretos, oom
franjas de seda, e entre estas qualidade* ha
uns que vendemos por 2#508, e qne seu
preco fei de 4#'.>90.
Espartilhos.
Ha espartilhos de todos -os lmannos e
das mebores qoalidades.
Carabraias de cres.
Temos cambrasvde-cores, proprias para
ronpas de meninos e de senhora de landos
padroes e ptima qnalidade.
Meias para bomens e seohoras
O Cysne tem comp'eto sortimento de
meias, tanto para homens como para se
nhoras, meninos e meninas.
Faaendas para luto.
Temos fazendas para luto, de todas as
qoalidades, como sejam : alpaca, -contlo.
prracnta, merm, cmbraias, laas pretas"
etc. etc.
Cambraias brancas,
fimim completo sortimento de organdys
com listra assetinada de lindos gostos e mo-
dernos.
CONQUISTA
Una do Cafaug n. 6
Antonio Francisco dos Santos & C.
Este novo estabelecimento acaba de receber um completo ortimento
jectos de gosto e inteiramente novos, a saber;
de ob-
Poupelmas de seda, com lindos dese-
nhos.
Nebresa de seda de cores e preta.
Cortes de cambraia bordados. -
Grande sortimento de 15as e alpacas para
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para senhora.
Tapetes de todos os lamanbos.
Crochets para cadtiras e sttt.
Colchas de lia e seda para cama.
Casaquinhos de gorgorito preto.
Ricrs enxovaes para bsptisados.
Cbapelinas e cbapos para senboras, o
que ha de melhor.
Lencos de l;nho, camisas lisas e borda-
das para homem.
Bramante de t'raho e atoa! nado.
Baloes com as desejadas anquinbas.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualqoer ob-
jecto era qualqner casa qae para isso Ibes maodem tnicamente o nome da roa e numero
da morada.
GRANDE ARMAZEM
n
DE
ARARA
ESTA VENDENDO 0 RESTO DE SUAS PBCHINCHAS
NA RITA DA HPERATB1Z 1!. 72
A SABER
LASINHA. A ICO a5. O COVADO
Vtnde-relarsinhas jara vestidos desen-
horas e menina, \e'o barato preco de 160,
200 e 400 is. coi do.
CHiTAS LAUCAS A tiO RS. O COVAD
Vende-fe chitas fiarceaspara vestido de
casa, 200, 240, 280, 3-0 e 3W -8. ce-
vado.
CASSASFttANCrZASA2iUS 0 COVADO
Vende-se rafsas francezas laravettidos
240, V8(>, 400 e 440 rs o eotido.
ALPACAS OE COES A 500 RS. 0 COVADO
Verde-fe alta,as de cores pjra vtstio
de ?enhraR 5: (t e G40 rs, o covado.
BRILHAKTIXA BISAN ?A A 800 ES. O COVADO
Venae-^e bri!bant:na branca SCO rs. o
rotado
F8STO.LE CORES A ;iG0 RS. 0 COVADO
Vfnde si fu; lio do cores para vrsidos
360 is. o covn.
ALPACAS PRETAS A !t 0 RS.
Vendi,; Ipacas prt'as 800, 6W e 8CQ
rs dl?s le 5tas assttica las boa, psra
;c bar.
ALGOD DE LISTA A 160 RS. O COVADO
Veude-se hlguou de lista pata roopa.
le frrV>.,*i t'O rs. o c \-d\\
UHIM KflA A 5X0 US O .VETRO
^eore->e trim luna parto rara caigas de(
$icm trsAiaj^r^rV' mi i"> furte, 500 jv s 5( 0 rs, ditas de. _?lgo<*Jo de lista
CH. Veui'^e <:::;iles de eas>a hrai-C?. 500 rs.
PER EIRA, ARMAOS
Ra Priierro de nr Ao respeikvel poblko em gerar e partiooirmnite aos seas nomerosos maigo'
participas M?noel Joaqorm MMUill e Manoel Jos da Cosa Perera, qae aca'rjj de
tundar m rico e somptaoso itfMMB de looce, porcelai, vidros e cbystafs roa
iTimem) de Mario, outr'ara roa do Crespo n. fS, sob a razo social P-SMira A
irmaos.
A longa pratica e conhecimectos de qm dispom es annonciaofcs M ramo
C0"Te/CI0_. que, na uitos anuos, se dedfcam, os ten habilitado a sarisfrzer as
neceseiciaoes da popnlacso desta provincia e suas limitrophes, cfferecendo as conso-
midores_maiores vantagens do que qoalquer ootro estabetecimento deste genene.
O respeiavel publico, dignasdo se de visitar este novo estabelecmento oom-
mercMt, verificar por si wesmo o ae os amronciantes vetn de dizer.
Ra da Imperatriz n. 64.
^ a k MutUs outr*3 fazendas temos qe poderiamos annnnciar, mas por se tornar
ntaoonno so respeiavel publico deixamos de o fazer. Podemos garantir que ce cossos
pre-;os farao casto, porem s dmbeiro. *
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de ferro
Prensas
vuapa* ,je ferre ^valnisadas para lebeiros.
Tactos
de deferentes tamaobos.
de ferro para copiar cartas.
es artigosjicbam-se a venda
casa dos importadores
6aw, Hawhs 4C,
?a oa Cruz m. 4.
de ferro parajssucar.
U" americanas paravarzea e ladetwu-
juachmas vapor ^ de cortar ^^
- Carriafcos d-fc ^ wce09 6 ^^^^
VeneaaisparajaaeiJa..
i5alangas decmaes e ontras.
iiiixoire 8aiitre> etc.*tc.i
Jas 35800. 5, fifl e 75.
COHTESLE CASEMiRA PRETA A 3*500 -
Vende-se cortfs de cafemira r rtti para
ca'ca 305 0. 45 e *3 para liquidar-se
C0R1ES UBCAM^RAIA A 2*500
Vende so cortes de taraiaade e 2)5500 pira l^'-.idarse
^ Veide-se 2 n-gitlioe I ndiero para
gaz, na ro* di ImrerstMi i. 71 M
GRANDE LIOCIDACAO
DE ROl'FA IE1TA
V^nde-so piloto <' panno into sacers,
a U, 85 e 105, dho- re ca de cuea
' !? e 65, dit:s de alfa-a preta 35 e 45,
rii'oi de brm decores ;& ', 35 e
2/5)0, ditos re irtia casennia ?5 e 35,
U'tioi frrqnes decasemiras de i res $ e
MU, eodees de br m <*e (/i'S 15 e
[1/500, ditos de casen ira Itftres 25COO
;25 O e 3/500, di los pie ot de [SbH, e
de esf( mira frea, : i:,' 0 e 4^. ditos de
merii para lito ebiixbacina, a 35 e 4-5,
calcas de ca-eaira irib*, 45-F5,.
655P0 e 85, fila* de ditas pnla, para 65,
6500, 85 e P50\ d Us i'e tria nrdra-
rio. 15, 15600, 25 e 25W<>,^ai3 acatar,
ditas pira lito <'e alpaca de corda', e prin-
cesa 35 e 35500, ditas ajees para e>cra-

ROO is camisas de rucado [ ara fnico do
campo 800 is. c t0 0, para li';uidar-s%
o.lras miiitss roflpaa feil Rcm resero depr ta, Irm aijuns defens,. o qie fe.
vende mn< baraindoqne eiti- annuciado..
G0LL1MMS JARA AClBAR
Vende-e gollinb.s pan senbor.ts e me-
[ib llii.
COREWTOIlES W. AL '.ODO A I54PO
'ei'H-.-e cobertores de algcdU 15400
p^rs a-;b-r
CHAL&S DEMEHWO' ESTAMPADOS AS5,
Veade-se chales de merino efetampaJcs^'na.1: Oa S
2500O a ?5"00 rara liquidfr-se
CSP.TES DK GANGA ESOTRAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
hoeem a" 800 rs.. para bqoidar-se. '
LENQOS MANCOS A SOi'O
vende-se lencos brancos 25000 a duza,
oara acabar.
Btt AMANTE 4)ELINHO A 258O0 O METRO
Vende-se bramante de linho com 10 pal-
mos de largura proprjri para lentes
JjSOflo metro.
COBERTAS DE CBfTS A 25500
Vende-se cobertas de chitas 25500 cad3
UQUIDAR-SS
golinbas de
na.
RESTO DE G0LAR1NH0S
Yeode-M era resto de c lannbos de pape!
200 'TS.-i dii7a.
MADAPOLO A 35210 A PECA
Vende-se peo's de madapolo Hif stado
i 35200, dita. inglesas c S55<0. e55(i(), 75- 8<. 05 e |P#.
G0RPE6 OE CASEMIRS DE CORES A H
Vende-^e cenes de ca emir*s ds cores
fom
ALGODAO DE 20 JARDAS A 3/800
Vende-se pecas de algo 3o a m 20 jar-
IGOLINHAS E MANGUITO* PARA
A500BS.
P;ra liqi'dar-SH ven'e-se
tra^passo, uiuito boni as 800rs. cada uma.
N0V1DADE
Rogi-se a todo o deva 1. res d.i nsssa.
flli a de Guiaras & Mlva. denominado
Jardim dsa Dam s, o favor de v;r raldar
so;a erratas oa debites mais breve pwM*t..
qoeassro n3o fl-erse'.sprj nome declarado
por exten8o n res da Imperatriz n. 72.
C0.MVM LER
Preeisa-sp Miar c m os segiyites Srs ::
negocio que Ibedz icspeito res itteris-
se., nn roa da Im erlri. p. 72.
Angosto Ferrira Manifl RJ5e r-).
Balizar Marques de tHiver.
Jo.' Thom;z voNas'aiento
Manoe! da Coala Tr*vs>os
.- ebastiSo Antonio de Aiboqterq: e.
Adelino da Siha Pinto.
Jola Isidoro di Costa Jajpbcseiro Joriior.
Igna ^o Fratc'scoGorjftS.
J;>R berto do Ni cimento.
'Feliciano da Co^ba & de Alboq:eiqae.
6
tem a bcrara de chamar a atienco
acbam expostos em sea armazem.
dos entendidos, para os segrales anigos, qne se
COLLARES.

Vinbo especial j conhecido, para o qusl chama attencao particular dos solado-
ras deste especial liquido, proprio para todas s estacoes, visto a sim^licidade de sua
ooapoeieie.
lilMUDA
Esta qualidade especial de vioho, t3o apreciado pelos entendores,
acba-se igualmente exposto apreciacSo publica, e particularmente dos
boa pinga.
e com justica,
amantes desta
verdadeiras preparaceos
Sao Bnalmeiite chegadas a esta praca pela segunda vez as
do Dr. RADVAff & C. de New-York.
ftepois de algnns annos, em que as falsiBcacoes de Hambargo e mesmo de New-
yorkveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecidT nceito al
estes remedios baviam alcangado por seus maravilbosos effeitos consegoiraa SrdoJ
ae. i ladrado o publico racauto, cora uma redcelo de preco, nollificfndo o verdad <
ment destas admwveii preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacredUan
do-aii com seos millos effeitos, lembroo-se o autor de fazer a declaracao abaix e
dar diplomas aos qne veuHerem os seos legtimos preparados.
Previna se o respeiavel pnblico de que as verdadeiras preparacoes do Dr Ra-
owat so se vendem noa depsitos cima declarados e trazem nm rotulo igual ao destt
Nos abaiso assigoados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymondo Carlos Le-
te IrmSo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos acentej
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porin
gal. Noticiamos ao publico, qoe n5o se podem obter os remedios doDr. Radwat 4C
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York not
EsUdos-Uoidos). senj das peas-as que podem produzir a presente certfflcacao. e attes
taco e que a produzem, subscripta e assignada do Dr. Radwat C. e dos Srs Ray
mando Carlos Leile d- Irmao como ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr Ra-
tSau C' S5 acorapaDba(los de cedulas smalhantes as que parecen ao p. desta cer
Arff-aS06"86 bem a a88natnr* da firna i Dr. Raowat & C. tfo pe da present
wjmucavao e compare-se com o facsmile as cedulas com todos os frascos e caixinhas.
Raowat de C.
. PARA fiTQllllAR
poWioo PU" 6 D0 deS^ de illud^com falsos annancio* ao respeiUvel
tnAn !? rDa d0 55* 4a Victoria Bi 30 (oot/ora ra Nova) est a oaeiraar-se por
todo preco um vanad) e novo sortimeato de aleado francez e inglez.
fs/a senhora.
Para hornera.
Pera menino.
Para menina.
Rapaziada do cricket.
por meudedocosto"^0'118 Jpropriados e68e Santos -de tranca portogueze?, e marca Chaves.
A retalbo e em porcia por preco muito mais barato que em outra parte.
A ... a Pr?pnetano deste estabelecimento desejando concluir por iodo este mez com
!?.f.!S8tt,Wi n8? coase.oUr e para raciiitaro granle movimento diario conservar aberto o meimo estabelecimenoi
aie as it oras da noote.
30=Rua do Baro da Victoria30
FIGEIRA

E' para este excellente vinho com especialidade qne chamamos a altencSo dos
conbecedores da materia, visto as diversas marcas vem ao mercado: aqoi s com avista.
BASS
ero barril, sendo especidlidade nette arligo, visto ser vindo directamente, por uma en-
commenda de um nosso collega.
QTJEIJOS
do sert3o superiores, melhor do que isto impossivel, e vista se concordar nos
precos.
Ra Estreita do Rosario n.9, junto igreja.
COMPLETO
sortimento de m abados no lar-
o do Carmo n. 33
esquina oa ra de santa thebeza.
COMPLETO
sortimento de molhados no largo
do Carmo n. 39
ESQUINA DA RA DE SANTA TI1EREZA.
Acba-se sempre prompto este novo estabelecimento de molhados para servir
aos amaveis freguezes com um sortimento completo de gneros dos mais novos, que a
vista do comprador agradar e por commodos precos, tudo quanto piocurarem neste novo
estabelecimentn arharSo, como bem :
Grande liquidarse de
ca lpados
S4Sao*w-BWf*> C, ra Obo4an.MLpfclaveBder por 8* bolina para
n, proprla* para a esraco,. uto t por jer
mo seu vfBfr barato, eorao por ter rewbido
J*-eww da 1,000 pare* de borneoog
iiinio vapor proeedeito d Eorcp*. Caica.-
Jjlcao 4 G, a na do Harqaez de Ollnda
UD4VOTV Ir9.
Ri
PARA
vestidos, cem grande varredade de cores, a
20 rs. o covado
Na roa Prtoeire de- Mr^o (oWdra do Crespo)
n- 13, loja daa Columnas, de Antonio Corro de
Vaaconcolioo
Couro- ti bezerro
omMuu 50B allUMmona eiMgadt veado>
*L"M A 8" p- *>Ml0D C : roa da Seciate
"iOTa n, 40.
(P2!?S desl8 esabelecimento-anico neste genero-convidam ao res-
AOS APRECIADORES 1
Crme de Mi ka,, genebra de Hollanda.
etc etc. ele.
Bol inbos para cha.
Ditos inglezes.
Jjoca de f ucta secca.
Dito crystalisado e em calda.
Cb f operior hysson.
Dito dito preto.
i Cbocalate de superier qualidade.
Para Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro
Amendoas confeitadas. papis para sortea de differentes qwJidadei.
o <4.I0S-EEIHEHTB!
O verdadeiro v.nho da Barrada, chegado Ditinwmente peta- barca Gratido.
numwmmtw
Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de differenles qualidades.
Vinhos do Porto, Caery, Bordeaux e
Champagne.
Cognac e sarapes refrigerantes.
Licores. Chartereuse, Aya-Pana, Crme,
Cac3o Cbeuva.
QUEIJOS 00 SERTAO
os mais novos que ba no mercado: a vista
do comprador se far o preco.
QUEIJOS DE MINAS
muito frescos: a vista do comprador e con-
forme o que escolher se far o preco.
Toncinho-de Lisboa, libra 480 r?.
Aletria, macarrSo e talharim, libra 400
rs.
Vellos de spermacette, 640 rs.
Ameixas em latas, 34800.
dem, 20400.
dem, 1^300.
dem, 10200.
dem, 700 rs.
Marmelada, libra 720 rs.
Gomma de mil no, lib a 360 rs.
Doce de diversas frucias, 640 rs.
ErviJhas em latas, 640 rs.
Doce de goiaba em latas, 10600.
Dito em caixoes, lOOO.
Cha hoxim, libra 30*00.
Dito hysson, libra 30uOO.
Vinho Figaeira, o melbor qae ha, caa-
da 40000, garrafa 560 rs.
Farinha do Mar;nhao, libra 120 rs.
Sal refinado, pote 500 rs.
Passas novas, libra 400 rs.
Figos de comadre, libra 200 rs.
i
.
)cinrDtoddf08gener annDnciados> existe Dna PlO80ftmenlo qoe nio possivel
II ^_---- ~\--------~ >* 'H<* JMMilV Vtfc 10 mmim m Sj *^ > orna liossva,
h^n !2Sl!e .* ^''loereiiwariDoqda, tant da pjaca como do moto, rudo S^Tl&A !e* P,1I"
kcottpromptftRo e asseio: a tratar ni ro dirImperado; n. 2R CfX^?d*.u5
Covado de chita a 160 rs., pe-i
c^s de madapolo superior a!
3|000: na loja Fiof da Boa^'
acreditados da oropa, o
dooojar neoto |eoro, para
bornei a awhora^ MOVi. por pr^w ite boja
destchecidos na, lo a de toiajEsmeraldara
com algrna doCabufin. 5
vista,, de P&ulo Guimares. 10.slhnf*b!;ic"ie, "2h
melbor qne se pode
RELOGIO
de ouro e prata
bjnitos padroes a 160 e
Chitas d cores fixas
200 re o covado.
1 MdiKiHte, operior qualidade,
a varia a 34 e 4* a pf ca.
CMibmU'd* cores a 140- 280re. o oovado.
Lia pava veadui de 240 il#g covadr.
Alpaca escomas, alta novidade, a 640 re. o
wi: roa da "
ra franceza.

Imperatriz n. 49, junto a pada->
lesfli remedio comr os eatit, eiperi'
pessoas, as qnaes tem tira-
wKKW per d+tersas
Moreita Duarte dC.

VENDE-SE
UarqOM di Oto- aanaCisMIo : nd^MVSo7oTnda7i?


Diario de Pernambuco Sabbado
Malo de 1871


.

UrTERATRA,
Dominga do (Pentecosts.
S. Joio, cap. li, v. 23 a 31.
'3. Naqoelle tempo: disse Jess satis
discpulos: Ss alguem me ama, guardar a
mioha palavra, e me Pai o mar, o nos
viremos elle, e fareraos nelle moidi.
24. 0 qne n3o me mi, nio guara ;is
rainhas palavras. E a pitara, qae v* ten-
des ouvido o3o m n'ia, mas sim do Padre,
qne me enro*.
25. Eo disse-vos estas cousas, permane-
cido cnmvoco.
26. Mas o Consolador, que Espirito
Santo, t quem o Pai enviar en meu nome,
elle vos entinar tudas as cousas, e vos far
ieml>rar de tudo o que vos temo dito.
27. A paz vos deixo, a minha paz vos
doo, eu ni> vola dou, como a d o m in-
do. NIo se turbe o coracli, nem fiqu s so-
bresaltado.
28. J tendes ouvido que eu vos disse :
En voo, e venho vos. Se vos me amas -
seis, curtamente havieis de Colgar, de que
eu v p ira o Pai: porque o Pai maior do
qae eu
2!). E eu vo-lo disse agora, antes qu
succeda, para que qnando succeler, o
creis.
30. J naofallirei muilicomvosco: por-
que vem o Pri -cipe deste mundo, e elle n3q
tem em mira c. usa dgnma
31. Mis, para que conheca que amo ao
Pai, que faco como elle me orden iu
A santa igreja, catbolicos. commem na
aaiauliSa dia em que o Divino Espirto-
Saoto deseen eth forma de linguas de i gi
sobre os aposto'ose discpulos, congregados
coto aSantissima Vir^'em Mara no cenculo.
[fio deseen sob a forma de urna pom^a,
tomo no dia do baptismo de Nosso Senlior
Jess Cliristo, mas tomou a forma de fogo
para significar, como pondera S. Thomaz,
que elle prol I em as nossas almas aquelles
effeitos, que sio propriosdo fogo. O fogo,
como sabis, a'lumia, purifica, consom: <>
Espirito Sanie illnmma a mente, parifica o
coraco, consom os viciosos hbitos. Mas
para que produza estes salutares effeito?.
mister que da nossa parte, tanto quanto pos
ivel, nos submetiamos s snas impiraces.
Veriricar-se-ha entio o que Jess Gbristo so-
lemnemente proraetteu no presente Evange-
Iho, que o Erairito-Smto nos ensinar todas
j cousas pcrlencentes nossa salvacSo
eterna.
A nossa vida sobre a trra urna pere-
grinarlo mais ou monos longa, conforme o
maior oa menor numero de dias de que se
compe o curso de, nossa existencia. Nesta
peregrinac5o ?3o incertos e mal seguros
aossos passos, mas encaminham se mora-
da da eternidade feliz ou desventurada.
Por isto, cerlo que, como peregrinos, nos
achamos nanitas vezes n'am caroinno onde
deparamos duas veredas, tima que nos con-
duz salvaclo, outra que nos leva per-
dirn.
To la a difficuldade est em por bem o
pritoeiro p e dar o primeiro passo na boa
vereda. A' este primeiro passo chama o
Espirito-Santo principio de b 'm caminho,
que s6e comecar por orna inspiraco, a qaal
nos snpgere alguma boa obra: urna esmola,
orna oraco, om bom conselho, nm santo
proposito, orna conissio a faze-, um vicio
? emendar, orna occasiio a fugir, ou urna
virtude a pral car ; esta inspirar ) bem
acolnida e cooperada segue-se ordinaria-
metite nma ser interrnmpida de outr s
iassos virtuosos, de outras resoluces mais
firmes que direitimonte no* encammham al
bemaventorada eternidade
dtias palavras lolk, lege, er que a voz oc-
cull o/ue pareca ser de n men no. com
e I i filia: abre ao-eciso as epstolas de S.
Paule, e ao 1er a recommendacao qoe elle
fiz aos Romanos de fugirem dos exeas-
sos di gula, tanto na comida como ni bebi-
da, e de se revestrera de Nosso Senbor Je-
ss Chri:to jnlga dirigjrem-se si aquel
las palavras do* apostlo : e son corceo,
qoe outr'ora tanto se inflammara com as
paix5 s de^or leadas e vaidados do seculo,
agora empre^a-se exclusivamente no amor
do Jeeus Christo.
Francisco de Acs:s, por urna esmola pri-
meiramente negada, e depois p r interior
inspirarlo concedida, separa se do commer-
ci do mundo, e eleva-se mais alta aanti-
dade, constituindo-se modeh perfeitissimo
de todas as virtudes e rhefe de urna nume-
ro>issima fjmilia de religiosos observantes
dos conselhos evangelio s; e, nio obstante
mi extremada pobreza, enriquece a igreja
de Deus.
Dizei-me agora, catholico, se estes san-
tos e tantos outros, cojas virtides admira-
mos, tivessem recusado aquello primeiro
passo, teriam jamis podido por o p na-
quella virtuosa carreira, que os elevou s
honras dos altares e s glorias da patria dos
bemavenmrados ? Muito para duvidar.
Gatholicos! quan lo Jtsus Christo cbamou
os seos discpulos a sogui-lo chamou-os de
passsgem, n3o mnitas vezes, -jomo podia
fazer, e umitas vezes o faz : porm rha-
mou-os urna s vez : e sua voz Sim5o Pe-
dro ;ara logo abandonou a sua barc* ; Ma-
theus o seu teh nio; Joo e Thiago as suas
redes; o comecaram assim a carreira de
seu a lustolad'j, qne os torno lio acceitos
Dens e 3o benemer.tos sua igreja : as-
sim tamben) dovela acotber as inspiraces
do Divin > Espirito-Santo, quando elle se
dignar descer sobre vos para vos instruir
de que a salvicSo de vossas almas o ne-
goci i mais importante desta vida, e que de
nada vale ao homem ganbar o universo in-
Uiro. se chega a perder a sua alma. S
desparta imitareis os discpulos de Jess
Christo, seris verdaderos christios e tra-
balliareis com f ucto na grande obra de
vossa santificacSo espiritual.
(Oo Apostlo).
Lagrimas de amor.
.....
Quando esses ulhos leus n'outro puzeste,
Como te nao lemhron que mr juratte
Por toda a sua luz, que eras s minha f
Camoes.
Era te adorar fui um lonco,
Tu foste lonca em me amar,
Pomos dous loucos perdidos
Uro no outro se mirar.
As auras que te beijavam
Levavam-te os beijos mess,
E nossos beijos unidos
Aos ps voavam de Deus.
Os sonhos qne tu sonbavas
Enm mens sonhos tambem,
E jamis sonhos tSo bellos
Foram thesoiros de alguem.
Teus olbares, leus anhelos,
Teu canto, ten' m^igo riso,
Em miuli'aima alegre, actavam
Senipre abei'o um paraizo.
Mas, um dia, oh I d a ingrato,
Tu, me esquecendo, trahiste
A f jurada em meu pei'o :
Nos brago d'oulro cahiste !
Onde comeciQ a sanidade de tantos h-
roes abalizados, que foram muelos de vir- ^ s porque nao morr
. eque hijeb;atificados oo canonisados
pela igreja, veneramos sobre nossos altares?
De urna occisiSo para elles fortuita, mas
pelo Esp'rito-Santo dirigida a tocar-Ibes o
i ora ;o e a m iver-lhes a vontade. Santo
tallo entra por acao n'uma igreja na neca-
iilo em que se canlava o Santo Evangellio.
Onve attentamenti o canto, e er spr dit)
si proprio acausnla do sagrado texto, e an-
da mancebo e todo engolphado as vaidades
do sculo, sem mais hesitar, vende indo o
que possoia. destnbne ais pobres, foge do
mundo, embrenha-se n'um deserto, e tor-
r.i-se patnarcha >e monges. Ag> stinho,
sobresaltido ao soar aos seus onvidos estas
FOLHETil
O FILHO DO CALCETA
) POR
PIERRE Z\r,CONB
I
ardin.
(Continuaco do n. 119.)
- Nlo digo que n5o.
Que todos engaara, que fingir
um amor que ni podia 93lir ?
Renardfn mneon a cib?Qa como quera
approva, e espern.
Ao cabo de alguns instantes levantou
para Joanna o olhar investigador, dizendo :
No fallemos do passado, minha se-
nhora, urna vez que tais recordarles pa-
rec^m affligi-la.; digne se de me dizer ao
que vem.
Joiuoa parecen perturbar-se ; cruzou os
bracos sobre o peito como quem quera so-
pear o arfar delle, e conservou por instan-
tes os olbos fitos no chao.
Hesita ?... ponderou Renardin sor-
prendido,
Efectivamente...
t- Bnt3o porque ?
E* que lhe ba de parecer singular o
pedido que voo fazer.
Nao importa.
Especialmente depois do qoe acabo
de dizer.
Trata se ent3o ?
Tratase de Raymuudo.
Serio 1
Dijae o senbor anda agora que ea
nada tente! pan o encontrar.
Assim julgava...
E com razio I
Mas, depois ?
Depoil.. venho agora supplicar-lbe
que me ajode i indagar o que foi feito
delle.
Renardin sabia dominar-se; mas desta.
vez nao pde^conter primeiro movimenta
nem um gasto de assombro.
Que |aor isso diier ? volveu elle fl-
De dr, de vergooha e t-dio,
(juando ao nosso amor cantaste
O teu medonho epicedio.
Ped, soppliquei ao mundo
Liojlivo aos metis pezares,
E o mundo aiitou me a e-puma
De seus revolutos mares.
Ah chorei; sim, se chorei
Qne t'o diga a brisa olente,
Que recolhia os solucos
De m<:u peito incandescente.
Foi um I atar incessante,
Um soffrer, conslante, eterno,
lando emJ);nr,i os olhos penetrantese
investigadores. Para qne precisa saber
agora onde para esse hornera ?
Pois isto nao natural ? redarguio
Joanna.
Teria sido natural no dia segninte
aoseu casamento... EnlSo ainda o amara ;
mas agora,...
Agora ?...
Jj nao o ama !... pelo menos ludo
o indica.
Joanna baixou a cabeca e n5o respon-
den,
Mil feniimefitos eontrarios se debatan)
neila. O seu coraejo pulsava violentamen
te. Acudiam lhe aoa labios mil palavras,
que n3o se atreva a pronunciar.
Afina! fez um esforz sobre si masma, e
olhou para Renardin.
Todo o que acabo de dizer poder pa-
recer lhe incoherente e sem sentido exacto,
concedo ; n3o obstante, ba na resolucSo
que toraei um grave motivo que devo reve-
lar lhe e qae .explicar a minha vioda- aqu;.
Falle francamente, minha senhora I
disse Renardin com o maior interesse.
Vou sabir de Par3.
A seubora ?
Sim. senhor.
Muito breve ?
Daqui a alguns dias.
E para onde vai ?
Ainda n5o sei.
Sahe entSo da capital por sua propria
vontade ?
Pulo menos saio della sem pena.
Mas foi lhe aconselhada essa partida ?
E' verdade.
l>nse*o de seu to, talviz 1
Foi elle efJectivamentc que..
v o senhor nisso de extraordinario ?
Renardin fraozio as sobrancelbas.
Rebentaram-lhe na mente immensas sop-
posii,es.
Nada vejo de extraordinario, redar-
guio, emque o Sr. R"bin trate de sabir de
Pars, n> obstan'e ser a occasie bem mal
escomida.
- Fiz mee to umitas observaces, res-
pondeo Joanna. Elle, porm, n3o fez ne-
nhnm caso das minhas advertencias. A
criminosa tentativa realisada em sua casa,
aterroo-o muito, e desde o roobo feito aos
Que
Um desespero horroro,
Que me fez provar o inferno.
Mis, sabi delle, ffltomem ;
E quz tur mais: lHP|Hmo!.
Parti de amores doorpeilos,
E sorri-me deshumano f...
Ffz protestos de esquecer-te,
A razSo m'o aconselhava ;
E julguei ter-te esquecido
Tanto o odio me insprava.
" =
Fui cruel; oh 1 sim se o fui I
Em boscic uovos amores,
Em sooliar mentidos sonhos,
Em desfolbar muitas flores.
i
)is tudo passoM, qual paisa
Pela rt-lva a biisa amena,
Sem urna nodoa dcixar
Sobre as folbas da acucena.
E a acucena bem sabes
Que esse f go, es3e ardor,
Que foi minh'alma d'ontr'ora,
Que Li meu primeiro amor.
esse amor que ainda hoja
Me faz soffrer e ch irar,
E' esse amor qne'mda agora
Me faz o peito sangrar.
Tera pena de mim, de ti,
Dos lerapjs que j passaram,
D is raios da luz celeste
Que as nossas frontes binharam.
Met peito se volve ti,
Meigo, ardente, apaixonado,
Como d'antes, como sempre,
Di leu rosto enainorado.
Recebe, acolbe em teu seio
Meus suspiros langnescidos ;
Sejamos, como j Tomos,
Djus loucos de amor perdidos.


Maio de 1871.
ttf
ASSEMBLA GE1UL
CMARA DOS DEPUTA&OS.
VIAGEM DE S, M. 0 IMPERADOR.
( Continuaco )
Eolre as attribucoes m^gestaticas figura
a de dissolver o parlamento, urna das mais
grave e importantes funcc5es da realeza,
e urna daquellas que a exemplo da lei de
44 de junbo de 1831 deve ser reinte-
grada.
Esta opin3o, senhores, n3o faltar quem
a attrbua ao receio de prxima diss)luc3o.
Embora eu considere esti augusta cmara
e cada um dos seus membros muito supe-
riores a semelbante suspeita...
O Sn. CoeiO RoDiucuts :Apoiado.
O Sr. J. Alencar :... enten Jo que
de m 'ti dever repalli-la. Quanto a mim
especialmente, confesso qae prefera voltar
para a opposicio a proseguir nesta tarefa
mproba que me impuz de combater neus
amigos.
Realmente, senhores, quando vejo minis-
tros conservadores, esqueci los dos compro-
misos solemnes com que subimos ao poder,
transigir m com a influencia iodebita da
cora ; quanlo vejo nesta situago, que se
proclama conservadora, programma de go-
veroo, do qual dizia hontem um nobre se-
nador pela Babia que parece foi escripto em
-867, verdaderos aoachronismos polticos;
quando vej) propugnar-se boje pelas ideas
mais ardentes de nossos adversarios, aqael-
las que nos combatemos na adversidade,
confesso que faco vo'os profundos pira que
o meu partido torne opposico e venha
combater no mesmo campo onde este ve em
1807 e onde eo ainda me acbo.
Senhores, esta cmara talvez ignore que
a sua so^te est escripia no livro do desti-
no. Atndi lhe restara alguns dias de vida,
qnantos forem oecessarios para prestar um
ser vico relevante, para cobrir com a sna res-
ponsabiiidade dous factos graves: a viagem
imperial e a emaucipico do elemento ser-
vil.
Quando o partido conservador tiver feito
prova desta admiravel condescendencia;
quando elle perder o direito de acensar os
promotores do mal, porque ter aceitado a
soa cemplicida le; etao ser encostado
irmos Dubar, e especialmente desde o
assassinio commettido no dom ngo passado,
era plena roa, parece-lhe a capital pouco
segura, o. quer sabir della algum tempo.
Renardin deixava ir fallando a esposa de
Raymnndo e reflectia a seo bel-prazer.
Isso prudente, retorqnio para dizer
alguma cousa. E a senhora vai com elle f
Que rkava eu fazendo em Pars?
Cotoprebende a soa situaco.
E aiada n5o vamos soziohos.
Ah... ento qnera mais os acompa-
nha ?
A senhora ba*one"zi de Simier.
Tambem ella... Mas a senhora de
Simier o3o tem, creio eu, os mesmos mo-
tivos de receio que sen tio ?
Joanna entrou i tremer, e deitou roda
de si os olhos espantados. la talvez fazer
urna c ntisso, mas conteve-se, e respondeu
lacnicamente :
Creio qpe n3o t
E demais, accrescentou logo Renar-
din, r.3o tratamos da baroneza, tratamos
da sonhora ; o qne a seniora quer qoe
eu trate de averiguar onde para o Dr.
Raymundo. .
. E' isso mesmo, senbor.
Sibe que o doutor raorou algum tem-
po em urna casa da ra" de Yerneutl:
Assim me d sseraea:
At me asseveraram que na noute do
ronbo em qne a senhora fallou, estava elle
emeasa da baroneza.
Sonbesse-o en !
Que teria feito ?
Joaona calou-se, e Renardin continnon :
Em summa, a senhora pede-me nm
servicj, e eu comprometlo-me a fazer ludo
o que depende de mim. Daqui poucos
dias, irei en proprio dar conta do que ti-
ver sabido.
D-rae a sua palavra ?
Dou-lhe a minha palavra.
Joanna tinba-se levantado; poz o veo para
a cara, o encarainbou-se para a porta..
Mal que ella desappareceu, Renardin foi
abrir ajanella, e, metiendo os dedos na
bocta fez ouvir nm assobio prolongado.
# Responden ootro assobio igoal, e pouco
depois entrava tnn homem no escriptorio.
Bem, disse Renardin satiseito. As-
sim que se deve obedecer. Preciso de li.
>3nslriento perro. .Isto, senhores.
u3o uma conjeclura ; a verdade estam-
pada na physionoma di siinac9>; um
propramma de governo consignado na falla
do throno.
Coa effeito, senhores, exigir desta cma-
ra conservadora, desta cmara composta
de cidadaos qoe corabateram a idea da
emancipacSo do elemeRto servil; desta c-
mara que sustento o ministerio Itaborahy;
e o auno passado lhe deu um voto de con-
fianca para tranquillisar os nimos; dizer a
esta cmara que lempo de resolver a ques
tib, equivale a dizjr: Se resists, a dis-
solucao ; se condescendis, a perda da*for
ca moral. Em ambos os casos o suici-
dio; mas ao menis o da resistencia glo-
rioso t
Eu, portnto, senhor. s, nao sou levado
pelo receio de una dissoluco a defender
a necessidade da restriccSo. Se ba algam
raeio de prolongar a existeucia desta cma-
ra, justamute o qte nos offdrece o go-
verno ; votar a proposti imperial e con-
sagrar a revoluclo social do elemento ser-
vil.
Se nesta casa passasse ama emenda res-
tringind o exercico das attribuQes ma-
gestaticas da regencia, a cmara seria ira-
mediatamente dissolvidi. e outra convcala
para revogar aquillo que houvessem feito,
e dar prioceza imperial a idenilude do
poder. PeU bem; eu sinto nao ter, em
vez 4o nnico, cem votos para provocar o
poder disso'eoao desta cmara. SintJ do
raais profundo de minha alma, p jrqtie as-
sim preparava ao meu partid, ou um gran-J
de triurapho, ou urna queda g'oriosa.
Senhores, no proprio interesse da au
gusti princeza imperial que en entendo que
se deve restringir o exercicio di regencia.
Se a dissolucj sempre om acto grave que
abala op:i?, quanto mais n3o o ser exerci-
da esta aitribuicSo por urna regencia ephe-
oaera ? Imaginai jaal n3o ser a irritagao
o*o partido decahido, sobretudo se o entrar
a crenca de que noscrealiaria esse golpe
de estado se estivesse testa do governo
pessoa mais experimentada, o verdadeiro
soberano L?
E hei d eu, roonarchista sincero, que
defendo nao s a instituifo, c 'mo a dynas-
tia, hei de cora o meu foto concorrer para
urna sitoacSo tio prenhe de perigos ? Nao,
senhores, por forma algema. E compre
na > esquecer a provocaco que o gabinete
de 7 de marfo acaba de lancar ao paii exi
gindo que se resolv prompti e acodada-
mente a questio do elemento servil.
Ora, se.ibores, desde que urna qoesto
incandescente, urna questo gravissima,
assim lancada na arena, compre que esleja
presente o ebefe do Estado, aquelle que a
fomentou. para recuar, se ainda fdr tempo.
Dar augusta princeza imperial o exercicio
pleno das attrib.-iicSes mageslaticas, con
ceder, sen3o anmala a resolver a qe3t3o
do elemento servil.
Entendo eo, porm, swhores, qae
esta orna das qoestoes qae nSo podem ser
resol vidas seolo estando presente o ebefe
do Estado ; o contrario nao seria convenieu-
te para o paiz, nem iligoo delle. Nao- se
affrontio crises desta ordena com interini -
dades.
Se pode haver algum perigo mais serio
do que a resoluto precipitada da questlo
do elemento servil, sem duvida esse da
sua resolucao Da ausencia do chefe do Es-
lado.
Uma Voz : Apoiado.
OSr. J. de Alencar : Querem resolver
a todo transe a queslo do elemento servil ?
Sejam lgicos ; chamem ao poder aquelles
que iniciaran a qnestao, que devem ter
medido seu alcance, qae podem cootar
cm um partido compacto em favor della ;
que devem em surama carregar com sua
responsabilidade.
Acredito que, se oscon^elheiros da cora
tivessem sutimettdo ?o soberano estas e
outras consideraces, S. M. teria reftectido
muito srnmente aotes de( expr sna augusta
bina s tribuhres de uma regencia em si-
tnaco tao arriscada.
J aflirmei cmara que nao ba exemplo
de regencia illimitada; citei a lic3o histri-
ca dos paizes constitucionaes e absolutos,
os precedentes da Inglaterra; resta-me ci-
tar o nosso precedente, a lei de I i de ju-
nbo de 1831, que vigoro para a primeira
e segunda regeocia electiva.
Bem sei que este argumento muito jo-
s ordens, disse o homem.
Conheces a casa de Robin ?
Como* toda a roa de Jerusalem 1
E o proprielario ?
O velbo Robin ?
Qae idea fazes to delle, meu velbo
Ladoocette ?
Ladoucette emperligou-se todo e respon-
deu :
N3t faco l muito boa idea.
Tu j me tinbas -dito que ulvea elle
o3o fosse estranho ao roubo.
E' c a mioha opiniSo.
Pois bem... a-abo de sabir que. vai
sabir de Pars.
Elle t
Dentro de alguna dias.
-b Vai tomar ares ?
E' provave!...
E o senhor deixa-o escapar ?
Renardin sorrio com ar niafcgao.
Ora vamos... chamei-te para te en
carregar de uma. missj de confianza.
Estoa prompto, disse Ladoacette.
Trata-se de me agarrares o tal su-
geito.
Robin ?
Sers a sombra delle... Vai para
onde elle fr ; faze a diligencia de entrar
atem casa delle, e investiga o tanto com
a vista, qoe dentro- de tres dias saiba com
certeza se elle esconde algum segredo.
Fie-sede mim.
Enlendesle ?
Agarro-me elle e nlo o largo mais I
Vai-te, e se conseguiros alguma cou-
sa, conta com boa gratifi ar3o.
Ladoucette ase embora ; Renardin cha-
mon-o.
Aioda uma palavra ; has de encontrar
alguns passos aqu da minha casa, es-
qaina da ra de Smto Antonio, am homem
que j conbeces.
Quem ?
E*o...
J nos pertence ?
J... tu pjucos dias... Dize-lhe
que o espero e que pode subir. Vai andal
Entretanto, liona sabido Joanna de casa
da Renardin, e, abalada pelo alrevimento
do passo que dra, ebegoa ra sem se
lernbrar io certo do qae dissera ao agiote.
Pirn am instante, olhon para os lados,
commoda aos sustentadores da regencia do
direito divino ; elles uo admitiera o paral-
lelo. Como comparar o regente heredita-
rio c >rn o regente eleito ? O principe com
o cidadlo ? O membro da dyoastia com um
plebeo ?
Qnando ouco, senhores, considerares
desta ordem, duvido de mim, e julgo-me
transportado a alguma Rnssia ou Turqua
onde se falle porluguez. (Riso)
Pois no nosso paiz, essencialraente demo-
crtico, que tem a sua raz no povo, d'onde
tira sua forc e legitimidad^, podem se
sostentar, a n3o ser por nolave ajierracSo,
semillantes parodoxos ? Ha no Brasil quem
pretenda provar a superioridade" de uma
regencia hereditaria sobre urna electiva ?
Porque, senhores, neste paiz o re rei,
e o principe principe ? Porqiea nacoo
quer. (Apoiados). Pois este o mesmo
principio, este o mesmo titulo da legili-
midade do regente electivo ; com a dilT -
renca que no regente hereditario predomi-
na apenas um aceidenle de nascimenlo, e
ni regente electivo bi a manifeslacjo so-
lemne da nac3o, um reconhecimento publi-
co dos dotes moraes, do civismo, das virtu-
des do cidado que ella ergue ao primeiro
carro cupola do poder.
Entendo, pois, que a lei de 1' de junho
de 1831 tem plena 3pp:icaco ao caso ac-
tual, e com moto mais razo; porque an-
teriormente tralava-se de r gencia longa, e
ueste caso de uma ephemera : entSo era
ch raado ao governo um cidado provecto,
que, perlencendo ao pavo, e tendo de vol-
tar ae^povo, devia compenetra se da gra-
vidle do deposito qie lhe era confiado;
'agora trata-se di hurdeira do tliroao, que.
embore-alomada de todos os dotes, nao se
pode con'.estar que inexperente.
C istumase fazer grande cabedal das difi-
cnldades que surgiram d) tempo das re-
gencias electivas; mas preciso, senho-
res, aitender a que estas dilficuldades n5o
foram provenientes da lei da regencia, eram
Librenles ao lempo, poca ; aquelle foi
sem duvida perodo dilBcil, foi nm perodo
orgnico.
A lei de 14 de junho, longe de ter sido
prejudicial, foi um correctivo salutar ; im-
poz a prudencia que nao tinham oaquelle
tempo os horneas e partidos; sem aquella
lei, sem aquelle freio benfico, o paiz se
teria precipitado em uma carreira vertig
nosa. Foi de rooito proveilo aquella espe-
cie deentorpecimentoda vida publica. N3o
estivamos bem educados ainda para o sys-
tema representativo ; antes marchar de va-
gar, com certa hesitado, do que estontea-
damente.
OSr. CoelhoRodrigues :Peco a pala-
vra para responder.
OSr.. J Alemcar :Entendo que n3o
possivel tambem applcar a uma regencia
que deve, quando muito, durar II mezes,
razos que at certo ponto poderiam pre-
valecer em relajo a regencias que durarais
9 anuos.
Se desde j se prevm difficuldades que
possam exigir o exercicio das facoldades
des plenas, das ampias prerogalivas do pe
der moderador, neste caso confessa-se que
as circumstancias do paiz sao melindrosas,
e por cooseguiute se concede implcitamente
que nlo opportuna, como demonstrei,
ausencia do Imperador nesta occasio.
Ootro argumento favorito dos sustenl -
dores da regencia do direito divino que
a restriccao importara uma desconfiaoca
prioceza imperial. Singular doutrina, se-
nhores I Pois algoma vez as re ii'ic,;s
legaes, os limites enlre os diversos pode-
res, significaran desconsideraco, offensa s
pessoasque se adiara investidas desses po-
deres ? (Apoiados J
Acaso o Sr. D. Pedro li foi menos con-
siderado, porque, em lugar do voto abao
luto, a nacao concedeu-lbe apenas o voto
suspensivo ? Porque nao pode sahir do
Imperio sem nosso consentimento ? E se
amanha entender a nacao que a amnista
nao deve ser concedida pelo poder modera-
dor, haver nisso uma offensa ao chefe do
E.-tado ?
Parece que se enteade que as prerogali-
vas magestaticas foram creadas para mdor
lustre e brilho do soberano, e n3o paFa o
bem i publico I (Apoiados.)
0.principe de Galles, herdeiro da croa,
nao se julgou desairado coa as restriegas
que lhe impoz o parlamento, e esiava dis-
poito em 1788 a acceitar a regencia.
ac arou a memoria, que vacilava, e dirigi-
se finalmente uma estarlo de carrua-
gens.
Ra de Grenelle I disse o boleeiro
E nm quarto de hora depois entrava em
casa da baronesa Simier, que a espe-
rava impaciente.
Eatao,. minha filha, disse a fidalga
tomando-lhe as m3os ; fallaste ao agente ?
-- Venho de casa delle... responden
Joanna.
E qae te disse ?
Joanna lancon-se nos bracos da amiga.
Nada I nada I respondeu solucando.
Nada sabe.
Mas vai proceder a indagacoes ?
Vai.
E fuste discret.', como tinbas promet-
ido ?
N3o sei...
Que d zes ?
Ea estava t3o perturbada...
Pobre crianca I..... Amedrontas-
me.. nunca te vi assim. Eu j tinba
ebegado a pensar qoe o tenas esquecido.
Fiz a diligencia: cuidei que tinba
conseguido isso. Ninguem me falla va j
delle... Julguei que se teria ido... E
depois, esta duvida que me mata.
Qual duvida ?
Ah I nSo me com prebende... nin-
gnem me comprehende I...
Explica-te.
E qne quer que eu diga ? Eu pro-
pria ignoro o qoe em mim se passa 1
Ainda o amas ?
^- NSo... n3o... mas soa uma desgra-
nada, e ba dias em que eu quera ter mor-
rido.
-To?...
Ah Ea j n3o o amo, tenho a cer:
teza disso. Mas quando pens que elle
tambem poder ser desgranado ; qae chora
e padece por um crime que o3o commetteu,
sioto es.urocer se-me o eoracSo
ter sido cra- para com elle.
reria...
Qoererias v-lo I completo a baro-
neza.
Joanna agarrou a cabeca entre as suas
mios com um gesto de violento desespero.*}
V-lo I repetio com os olhos fltos e
muito abertos. V lo passar oa rapro
Ootro argumento, tambem precoolsado
pelo snetentaderes da regencia do direito
divino, que as regencias sSo iracas em ge-
ral, e por consegrante carecem mais do qoe
a propria realeza do exercicio pleno das at-
Iricraicdes magestaticas.
Senhores, isto nm pai adoxo igual aquel
leqee prelendesse qoe, para se dar vigor a
om valetudinario, devenam snjeita-lo a om
exercicio violentsimo.
Nio, senhores, as regiacias n9o to-fra-
cas, ou antes, se o sao, nio 'por deficien-
cia do poder; mas pela soa costomada im-
previdencia e temeridade.
NSo pois. o excelso do poder o meio
mais proprio de cohibi-las e de inspirar-
bes o espirito de modera'cio ; ao contra
rio, am freio salutar deve muito con;orrer
para a marcha segaura e firme d) governo
da regencia.
Tenho, seohores, considerado a qnestSo
por tolas as faces, e examinado aqoUes
argumentos qae me occorrenm, e que s3o
geralmento apresentados em susteoUcjk) da
opino que combato ; se outros forera pro-
dozidjs na discossao, e ej puder, voltarei
a t)mir paite nella.
Se me fosse permitlido, ago-a deta tri-
buna, onde s devo fallar n ico, dirigir
augusta princeza imperial, qne vai breve-
mente reger este Imperio, algurnas palavras,
eu lhe dira muito respeitosamente : Se-
nhora, nio aceita i o presente funesto qoe
vos querem faaer. A naci vos chama
regencia, mas nio sois ainda a soberana ;
uo podis assumir o exer icio pleno das
attribucoes magestaticas. Neta do funda-
dor deste Imperio, iaauguri o vosso go-
verno da ido um grande e fecundo exem-
plo. Sujeitaivos mesma lei que vigorou
para a regenci > electiva; mostrai que no
cumprimento da constitoicao nio ha diffe-
reoca entre o principe e o cidad3o. porque
ambos sio subditos da soberana nacional.
Ideiitiiic.il v(> assim com o vosso povo e
lereis feito em uma hora, a bem do paiz,
a bem da instituifio mouarcbica, e da vossa
dyoastia, mais do que outros fizeram em
muitos annos.
Vozes :Muito bem, muito bem.
O SR VISCONDK DO RK) BRAN :0 (pre-
sidente do conselho) (attencJo) :Sr. pre-
sidente, o Ilustre depotado pela proincia
do Cear, que acaba de fallar, comecou o
seu discurso por uma injusta censura aos
ministro que assiste ao presente debate.
S. Exc. estranho i que nao corressemos lego
tribuna para responder ao honrado mem-
bro desla casa que encetra a dtscusSo so-
bre o projecto de que se trata ; mas V.
Exc. e a- cmara comprehenderie sem du-
vida que o ministerio nao estiva constituido
na obrigaeO' de dar logo> uma reeposta ao
Ilustre deputado pela provincia do Piaoby,
Esse nobre deputado aceitn o- projecta;
se manife-tou aigans escrpulos sosre a
questio de opportuDidade, e enunciou nma
opima > sua sobre a questio da regencia,
leve bastante con Banca no gabinete e na
maioria desta casa para declarar que sujer-
tar-se-hia ao que esta em sua sabedoria de-
cidisse.
Eu cumpriria, mesmo sem a advertencia
do meu Ilustre amigo, deputado pela pro-
vincia do Guar, o dever de responder ao
orador que rompen o debate,' mas convi-
nba abreviar tempo, e era aalural que a
cmara desejasse ouvir o discurso qpe
acaba de ser proferido. Respondendo de
uma vez a amb >8 os discursos os ministros
cumpririam melhor o seu dever.
O nobre dapalado neste assnmpto da
viagem de Sua Magestade vio as sombras
do governo pessoal, qoe tanto preoccopam
o seu espirito; era seguida considero a
queslo da opportunidade e, finalmente, as
questoes eonstituciooaesconcernentes pes-
soa, que chamada pela constituyo a re-
ger o Imperio durante a aasencia do Impe-
rador, e s attribnices com que deve ejer-
cer esse alto cargo.
Sr. presidente, eu sinto o maior pesar em
ter de contostar o Ilustre deputado pela
provincia do Cear. Habituado a v-lo ao
meu lado, e tendo tido a honra de ser seu
coMega, nio posso dexar de manifestar
cmara e aopak a sorpresa em mim causa-
da nao s pelas su-is observares de boje,
como pelas qae se lem em seus discursos
anteriores, desde o dia em que separou-
se do gabwcte t&de julho.
(Contiuuarst-ha.)
receio
e que-
curar-lhe na alteracio das feices, o se-
gredo dos seos padecimentos... acbar na
cora moca o da sua voz... oh a soa voz !
Sabio um soluco a garganta da infelia
mulher, e mordeu os paobos para oio de-
salar em choro.
Olbe, disse ella mudando repentina-
mente de idea, quando o encontrei pela
primeira vez, nio o vi logo, mas ousj-o.; ti-
nba a voz serena e snave como as ofsces
qae se dirgem aos cos... sent me pertur-
bada, e quando me voltei, vi-o dilate de
mim !
Foi o primeiro olhar de ambos disse
a baroneza.
Ah I a baroneza vi-o, nao verda-
de ?.'.. prosegnio Joaona embriagando-se
pouco e pouco com as suas recordares ;
mas ha dous annos, deve estar muito mu-
dado : tinba entio o olbar penetrante, a
fronte serena resumbrava de todo elle
um certo ar de honradez e de leldade.
Qoera nao se teria Iludido ? E pensar que
tudo isso era falso ; qne os seas olbares,
q e a soa voz, qne nelle fado menta 1
Joanna I
Oh I isto horrivel I
Mas qae tencionas to fazer ?
Obi o co me inspire... En, j
Ih'o disse, e repito*, en qoeria morrer l
A baroneza la responder e serenar com
boas palavras o desespere da triste mu-
lher ; masnaquelle instante toda ella estre-
meceu, e poz o ouvido escuta.
Qae ? pergantou Joanna.
E' elle I disse a baroneza.
Qaem ?
Cala-te I nem uma palavra diante desse
homem I NSo veja elle as tais lagri-
mas- .. nem desconfe sequer dos teus ter-
rores ...
Quer que me retire ?
E' meJbor, minha fina, deia me
s... atoa preseoca lirar-me-bia todo o
animo... e eu agora von precisar de mili-
to valof; logo irei ter comtigo.
A baroneza de Simier dea muitos beijos
na tsti de Joanna.
(ContiHwar-w-ao.)
TYI" DO DlAIO-^iVJ [fc) DUQUE DB Cl:A



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