Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12395


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Full Text
f *
ANNO XLVII. NUMERO 119
"
tAIA k CANTAL E LGAMS OIDE IAO SE ttOA F01TL
fot tras mezas Hiautados .,................ JOO
P<* Mis ditos kWta.................... <2000
Por am anoo em.;................... HJOOO
C^ awnero avnlo. .................. 326

SEXTA FEIRA 26 DE MAIO DE 1871.
FA1A MIT10 I FOU DA PBOVDTCIA.
Por traa aaezej adiantados
Por hi ditos dem. .
Por nota ditos dem
Por ob ddo idem .


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1SJMO
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DIARIO DE PERNAMBUCO

$


Propriedade de Manoel Rgneira de Faria & Klhos.
^


.


Oa 6r. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Pari ; Gon?a!ves t Pinto, no Maranhio ; Joaqoim Jos de Oiiveira Fbo, no Geari ; Antonio de Lera Braga, ao Araeaty ; Joto Hara Julio- Chavea, o Am ; Antonio Margner da Silva, ae Natal; Jo*
Pereira d'AImeida, em Mamangnape ;Fe!ippe Estrella i C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na VA da Penha; Beta-mino dos Santof Ballo, er Santo AoNo; Doaaogoa Jos da SobU Braga,
em Naxareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna ; Francino Tavares da Caata, em Alagoas ; Dr. Jos Martin Alva, na Babia ; e Lehey Serqninbo *C. no Rio de Janeiro.
PERNAMBUCO.
s.flfflaTBm PROVINCIAL.
O ien r o proferido pelo Sr. Dr.
(.par ale nrunaaond ata aes-
siade 11 de abril.
O SR. GASPAR DE DRUMMOND : -Sr. presi-
dente, a maneira porque eoeetei o debate na se-
gunda diseussio do projeeto de torga policial le-
van-me a crer, qoe o oobre deputado, relator da
commissio, saberia guardar a mais restricta ur-
bandade, respailando a si e a esta illastrada as-
serabla.; embira com isto 'flzesse sacriflcio dos
seas despeitos pessoaes para comigo.
Enganei-a, Sr. presidente ; porque se de mi-
aba parte bouve at o cuidado extremo de procu-
rar termos, une nao aatorsassem urna interpre-
Ocie malvola, da parte do nibre deputado bou
ve smente a demonsiragio solemne de que o sen
alvo, nao era contestar as assergSes por mim pro-
feridas ; mas, sira (erir-me de ura modo injusto
e descommnoal I
Nio me arropende, senhores, do mea proceder
tenho a consciencia tranquilla ; e isto me basta.
Revelei, quo sabia guardar respailo a lustrada
assembla de qae faca parte ; revelel, que sabia
respeitr tambera a mim proprio, a todos os meas
collegas, e, ate ao nobre depurado. (Maito bem.)
Pique, porn, o nobre depatado com asatisfa-
co, que Ihe resulta de ter offendido a quem nao
o offendeu, urna ver que chegou para elle a oc-
casio azada para o seu ajuste de contas.
O Sr. Pedro Affonso :Nao trate! disto.
O Sr. G. be Dri'miionh :O nobre deputado nao
proeurou responder s observarles por mim ei-
tas, qaando live a honra de fallar pela primeira
vez; afflocou um poste neste recinto, e, de sna
cadeira, procuroa dardejar-me, julgando que por
taes meios o sen triumpb > seria completo, e que
me exporia ao despreso publico. Enganou-se com-
pletamente o honrado depatado ; a quera sou le-
vado a dizer que por mais que seja seu deeedi-
4o empenbo ou rdante desojo offender-me cora
oe fados de que arguio-roe, nao o conseguir; e,
pelo contrario, foraeeeu-me urna oecasiio mui op-
portuos para de ama vez confundir os meus pe-
q neniaos desaffectos.
Sr. presidente, fez reparo o nobre depatado em
ter-en dito que por espago de seis anuos do dominio
do partido progressista oecupai una cadeira nesta
casa, aeereseentando que nesse longo espago de
tempo nao me esqueei urna s vez de fazar ou-
vir a miaba humilde palavra. (Muitos nao apoia-
dos) em defeza dos principios do partido conser-
vador. (Muitos apoiados.)
O Sr. G. Lobo :Prestou os mais relevantsi-
mos servicos. (Muitos apoiados.i
O Sr. G. de Dhummond : E desse reparo, Sr.
presidente, concluio o honrado depatado, que s
as mateedes polticas, poderiam dar causa s mi
oas reeleigoes.
A gravldade da offensa exige a energa da res
posta. Nao, Sr. presidente, semelhante proposigo
do nobre deputado urna catumaia I...
O Sr. Presibbkte : Nao posso consentir que o
aobre depntado se expresse desea forma.
O Sr. G. de Drummond : Retirare! a palavra
ai obediencia a V. Exc, foi ama inexaclido. O
aobre deputado maito pequeo para fazer obli-
terar o que est na consciencia publica. Nos an-
aes desta assembla est eseripto o contrario do
que ello disse. Son foreado a tallar de minha
pesada.
Simo repugnancia nisto : mas preciso, Sr.
presidente, que eu esmague a cabega do pequea
spide que me quiz morder ; tornando mais clara
quanto possivel a injustica que acabou de irrogar-
me o honrado depatado.
Oeeapei no bieanio de 18621863 ama cadeira
aesla casa.
E' de pablica notoriedade a posgio que tomei na
sessio de 1863. Ao passo que o nobre deputado
sahia desta assembla qaasi descoahecdo o mea
nome provava a miaba cobarencia poltica com os
daquelles que eoastituiram a commissio, que teve
le apreciar os actos do presidente de ento o Sr.
'ooselbeiro Silveira de Soaza.
Cahio o partido conservador; nesae mesmo au-
no procadea-se a eleicio para membro desta as-
sembla e fui reeleito.
Na sesso de 186i, quando se discuta o projee-
to de forca policial, ojeupava a presidencia desta
provincia o Exm. Sr. bario da Villa Bella, nao re-
tirei-me do meu posto de honra; encelei o debate
profligando a administragai] paseada, mostrando
os abuso; e violencias que eom tanto escndalo se
havara pralicado as eleicSss para deputados e
sonadares.
Em IS63 fui ainda pela segunda vez reeleito.
Cumpre notar qae occapava a cadeira presiden-
cil o Sr. conseibeiro Paranaga.
ra 1868 por diversas vezes provoqaei a dis-
cuss2o poltica, spreciei os astas da presidencia da
provincia, qaer em relacao a asquisicio de vo-
luntarios, qaer em relacao a cairos ramos do ser-
vica publico.
Em 1867, era presidenta de Pernambaco o Sr.
coaselheiro Silveira Lobo, e cesta sesso na dis-
ctalo dafjrca policial, aprecie! os actos da pre-
sidencia, comparando os com os seus discursos
proferidos na cmara temporaria. O que retiro po-
da o honrado depotadj verificar aos aunaas desta
assooblea.
Nunca, sensores, o partido progressista tontn
me em sai--, flleiras, ao contrario, com os peque-
os reeo'.sos de que posso dspor sempra me
acbei f.esla assembla na mais formal, decidida e
frasca oppesicio.
t) Su. Pedro Affonso : Nesse tempo eslava
com os libertes.
O Sr. G. de Drujmono :Ellas qae Ihe respon
dim e espere o desmentido.
Camiahei, seuhores, ao lado dos meas nobres
eollegas que perteneiam ao grupa dos Itberaes ge
uuinos. Quando tinhamos da apreciar a censurar
os actos da administradlo progressista, entre mim
eelles nio havia ligagao da principios ou bomoge-
aeidade de ideas. .
Sa o oabre deputado estivesse a par da historia
poltica da provincia, por cario nao ennunciaria
proposicSas que sao contestadas pelos proprios
aaaaesdestauaembla. Leaos o honrado depa-
tado, e ha da encontrar aqaelles distnctos cava-
lhairos, dadarsado solemnemente por mais de
urna vez, que entre mim e ellas, alera do auxilio
para o um commum nada mais havia, conservan-
do cada um da nos a sua aothonoiia.
O Sr. Pinao Arrosso :-Via at am um grupo
4e retrato.
O Sr. G. de Druumond :At teste ponto o no-
bre deputado calumniou-me.
O Sa. Pkdbo Affonso .A axpressao cibida ?
O Sr. Presidente .Nao consinto a discnssto
aaste terreno.
O Sr. G. di Drummosd :Sou doeil am obede-
ear a V. Exc.: retirar t ntlavrt. At naste
posto o nobre deputado se deixou lavar pela ira,
afirmando o qae nao exacto. Sensores, nao Qz
parta do grupo da depntadoa, que se photagra-
paaraas a nicamente por nao estar presente na
occaaiao am qae isto se passara.
Coi isa* as galanas (orast iavadat pela for-
SpobHca a requisicao da maioria da eommsaio
pokeia. Algans deputados padirara s retirada
da torca a flieram solemne ikelaracao de qaa te
ratirantm em qaanto houvesw a permtwacU da
i,.rc.i militar.
Acompanbei-os, qusr no pedido, quer na reti-
rada.
E para perpeiuar-se t mamorit desse acta de
resolucao nobre aceordaram a pedido de amigos
em pholographarem-se ; fui convidado, nao estiye
preseote ; e se estivesse nio deixaria de annuir
aos desejos daquelles meus collegas qoe, apezar
de perlencerem politicamente a uleiras oppostas,
sabiam comtudo guardar as regras de delicadeza
e urbaoidade para com um seu collega embora ad-
versarle.
Em 1868 fui reeleito...
O Sr. Pedro Affonso : O que sei que o no-
bre depotado milagroso.
O Sr. G. de Drdmmond : Nio sou milagroso,
mas se nao tranzijo cornos principios nio sei mal-
baratar reputarles, nem tenho garbo em crear
desafectos. Ahi est o corpo eleitoral do terceiro
districto do tempo em que o partido progressista
tinha as redeas da admioistracao do paiz, elle que
o diga se de minha parte bouve protestacio de f
em seas principios para ser eleito.
Tinha, tenho amigos maito dedicados nesse par-
tido, amigos que nunca me abandonaran! nessas
lides eleitoraes;mas a estes mesmos nunca pro-
cure! i iludir.
O Sr. Pedro Affonso :Para queda tanta im-
portancia a isto ?
O Sr G. de Drummond : Porque nio consinto,
nao tolero que o nobro deputado procure depri-
mir-me no que considero como meu nico es-
polio.
Nada tenho feito, senuores, pelo partido conser-
vador, (nao apoiados) mas o nobre deputado aind a
mui pequeo para aquilatar meas servicos e
mais ainda para risca-los dos annaes desta casa.
(Apoiados.)
Seohoreva minha pessoa foi o alvo ou o fira do
discurso do nobre depatado elle o havia protesta-
do e Ibe era foreoso eumprir; mas todo, Sr. pre
sidente, sem motivo, sem causa alguma I
Eu Ibe perd.i...como chrsto....
Tenho am grande peccado ou defeito. Sr. pre-
sidente, nio me curvo s admoestafOes do nobre
deputado nem o proeuro imitar, injuriando hoje
a seus collegas e amanhi cortejando-os e abra
(.ando.os.
O Sr. P. Affonso :Empero qae o corteje tm-
nhia Y
O Sr. G. de Drummond :Oh I se espero, e se
quer que Ibe falle com franqueza fallarei.
O Sr. presidente :Eu peco ao nobre deputa-
do, que se limite ao objecto da discussio.
O Sr. G. de Drummond :V. Exc. est por de-
ntis severo contigo. Deixou ao nobre deputado a
lberlade de dizer tudo quanto qmz e agora pro
cura impor me as mais severas restriecSes.
O Sr. presidedte :Chamei a suaattencao pa-
ra o ponto da discassio, advirtio-o por mais de
ama vez.
O Sr. G. de Drummond :Pois bem : concda-
me V. Ex:, ao menos qne eu condua o mea pen-
stmento. Sei qae desagrado quando ocenpo a
tribuna, mas me descalpem ; se nio posso pren-
der a attenc.au des meas collegas, se minhas pa-
lavras nao tera o tttractivo da elegancia afflrmo
aos qae me ouvem qae ellas sio a lingaagem pu-
ra da verdade.
la dizeodo Sr. presidente que eu nio imitara
nanea a admiravel fcilidade do nobre depntado
de injuriar hoje e arrepeodido abracar amanhi ;
e que ainda espero merecer o sea cortejo e sor-
riso.
Contestou-me o honrado deputado e pedio-me
explicacoes. En lh'as darei...em modo sobran-
cero.....
Conheco a docelidade do sea coracio. Sei, qae
aas expaosoes de sea amor proprio arreda-se as
vezes da verdade e offeade inconvenientemente ;
e mais tarde, qaando a razio o illomina o nobre
deputado se arrepende do seu injusto e reprova-
do procedimento. O que se tom dado com outros
ha de acontecer comigo que nunca o offendi, a
pelo contrario sempre Ihe dei provas de attencao
e estima, e prevejo'islo Sr. presidente, porque os
actos do honrado deputado me levam a assim
coniecturar.
Nd ha maito tempo senhoree, na sesso pas-
sala o nobre deputado neste saiao e fra d'aqui
sem cansa justtflcavel sem rescentimeuto por tac-
to algum, toc40 em iras dirigi apodos, injurias,
insultos a alguns dos seus collegas ; no entretan-
to j approximou-se dalles e hoje vive com elles,
no mais intente cordiale, no habitual sorriso gra-
cioso qae tanto o distingue
O Sr. P. Affonso : Ora isto I
O Sr. G. de Drummond -.Quera assim procede
nio tem direito t ser crido on julgado com fir-
meza nem mesmo em seus caprichos I I
E por tanto Sr. presidente, razii ti ve em dizer
que esperava que o nobre depatado se arrepen-
desse e que mais tarde rae ffzesse justicia e mais
que isto Sr. presidente esperava e espero da'ca-
racterstica mutabilidade do seu espirito e dtceli-
dade de seu coracio.
Emfim Sr. presidenta, devo provocar ao nobre
depatado pela sua honra por saa propria digoi-
dade para que aprsente urna carta por mim so-
licitada a qual quer presdeme desta provincia
durante o dominio do partido progressista aflm
de garantir a miaha reeleicio, nio querer que
o publico o indique como.. .calumniador !
O Sr. presidente : Nao posso consentir que a
discussio contine desta forma.
O Sr. G. de Drummond :Eu obedezo a V.
Exc O aobre deputado quiz referirse ao Exm.
Sr. bario de Villa-Bella a quem qnalficou de
chefe de eleitores, declarando que a sua admlnis-
tracio tinha sido a mais longa daquelia sltuacao
e prante quem eu tinha sollicitado taes favo-
res.
Conheco o Sr. bario de Villa-Bella, com elle
tive relacoes de amizade quo sempre me merece-
rara e anda hoje me merecom o mais subido
apreso : pois bem, elle se acha ah, a um ca-
valheiro distincto que me dirijo : elle quo diga
se alguma vez eu Ihe ped para escrevar em prol
de minha reeleicio, se algum da forneceu-me
meios ou prestou-me sua coadjuvacio para que
eu viesse de novo a esta casa (poiados. Mmto
bem)
O Sr. P. Affonso :Os seus amigos daquelia
poca nio era m progressistas ?
O Sr. G. de Drummond :-0 corpo eleitoral de
entio se compunba de progressistase conser-
vadoras ; eu entretinha relacdes de amizade com
as influencias de entio quer progressistas, quer
conservadoras, relacOds que ainda hoje nio per-
di que aprecio muito e maito qaanto se devem
apreciar os nobres caracteres:poto bem : saba
o nobre depatado que a estas influencias sollioitei
votos, mas t urna s por honra deises oaracte
res, por honra propria nio fie protestado inacre-
dtavel aliar de transigir oom os principios -
ideas
uva.
qae desde maito sabiam qae ea sastea-
Lembrome agora Sr. presidente, que talvez es-
as pequeas victorias qae consegu do corpj
eleitoral d9 8o districto fossera devidas convic-
cao de que alie sa achava possuido dos poneos
recursos de que eu, solado, poda dispor no hon-
roso posto de opposicionista e que se em vez de
mim fosas o nobre deputado que, acordando do
somoo da indolencia em que se achava, fosse so*
licitar a mesmt honra, seria repellido pelo pe*
rigo eminente que corra a administrac.o da pro-
vincia oom s victoria de lio dJMincte parla-
mentar.
Sennores, multas vezes O governo tolera s vic-
toria de un d,erw0, pffrque necessario abrir
vlvulas a opposicio, para melhor sustentarse no
poder.
A maior parte dos partid is cahem e morrera
pela opposicao sabida do seu seio.
Lamento, emtlm, Sr. presidente, que o corpo
eleitoral do 3* districto nio se lembrasse, na-
Sueltas pocas, do nobre deputado ; porque
'est'arte feriamos a 1* edicao do descalabro-. Sir-
va ao menos de lioio este facto, para que em
pocas futuras seja o nobre deputado devida-
mente aproveitado. (Ha um aparte.)
Sr. presidente : vou concluir esta parte do meu
discurso.
Seis annos ocenpei urna cadeira nesla assem-
bla, por vontade do corpo eleitoral do 3 dis-
tricto. Ainda urna vez satisfago o mea dever,
pago o tributo do mea reconhecimento. Confes-
so-me extremamente raconhecido lio distinctos
cavalheiros ; mas, nunca Ihes fni desleal.
O corpo eleitoral do 3* districto tinha convie-
cio que votava em um adversario poltico, mas
sabia tambem que este adversario eslava sempre
disposto prestar o seu pequeo auxilio todos
es melhoramentos materiaes da provincia, e prin-
cipalmente do 3* districto ; e o juio desse mes-
mo corpo eleitoral eu o aceito.
O Sr. P. Affonso :Elles hio de le-lo.
O Sr. G. de Drummond : Hio de 1er sem du-
vida alguma; garanto ao nobre deputado que es-
te discurro ser publicado ; porqae de ama ves
para sempre quero queimar a Irngua do maldi-
zente, ou quebrar essa arma mesquinba as
maos de quem lio traicoeiramente m'a jogou
Sr. P. Affonso : Traicoeiramente nao.
O Sn. G. de Drummond : Sim ; porque o nobre
depntado nio proeeden eom a lealdarfe de cava-
Ibsiro; como eavalheiro am urna discassio Ao
importante nio devia procurar depreciar a minha
pessoa, amesquinhaudo esse pouco marecimento
que eu posst ter.
O Sn. P. Affonso :Dou-lhe lugar ejtr-sa
exhibindo-se deste modo.
O Sr. G. de Drummond :Nao ostou exhlbindo
rae, nem allegando servicos ; mas sim mostrando
todos -que me ouvem a aos que me hio de jnl-
gar, que o nobre deputado foi por domis levia-
no quando eneatou urna discussio desta ordena
sem motivo, sem cansa justiflcavel, e de mais
mais tendo por fundamento inexsctiddes ou fal-
sidades. Quero demonstrar ao nobre deputado,
que impunemente nio se malbarataos, reputaedes,
nem se menoscaba a quem jamis Iba den moti-
vos para offende-lo, bem como ainda nio dan i ne-
nhnm de seus collegas (muito bem, apoiados.)
Para pretextar urna causa, o honrado deputado
disse ante esta illastrada assembla : Fni offeo-
dido pelo collega do 3* districto.
Senhores, onde e qaando oommetti en essa ag
gressio ?
A' qual dos meus Ilustres eollegas deixe de
prestar lodo o acatamentp quer discutindo, qaer
uao?
Qaal a offensa, qual a palavra mal soanto por
mim proferida, qne affligio ou susceptlbilisou o
melindre do honrado deputado T
Nao sei, senhores; a consctetid Oz-me qae
nada disse ou pratiqnei em semelhante sentido.
Ser, porveotura, por ter posto barrerts aos
excessos de lingaagem asados pelo nobre depu-
tado ? Ser porque nio consent silencioso na
tremenda injuria atirada pelo honrado depatado
esta illastrada assembla qualificando-a de
prac.a de mercadoe Ibe respond que elle era
entao um dos mercadores, pois fazia parte da
corporacio quem insultava? Ser, por ven-
tura, p irque nio tornei-ma silencioso ante a pro-
vocaoao, por demais injusta, feita pelo nobre de-
putado. V. Exc, Sr. presidenta, qnalifwando
os seus .actos, em sua ausencia, como veleida-
des e caprichos, e indignado, Ihe respond, qoe
veleidades e caprichos se encontravam no pro-
cedimento por demais condemnavel do mesmo
deputado ?
Se sao estes, senhores, os motivos que origsna-
ram o seu proceder para comigo, e por elle foram
qualiflcados de offeosivos, declaro i VV. Exes.
que apezar de suas iras, nio duvidarei provca-
las de novo contra mim, procedendo de igual for-
ma todas as vezes qoe S. Exc. insultar a corpora-
cio de que fago parte, ou aquelle que dirige
nossos trabalhos, sem rasio ou causa just-
ficavel.
Senhores, comparei o procedimento que hei tido
com o honrado deputado quem respondo ; sede
jaizes : isto rae basta.
Fique, porm, o honrado deputado convencido
de que nio dei, nio doa, nem dare importancia
s araeac qae me tem feito : sobranceiro a ellas,
encaro-as como verdadeiras futilidades, ou verda-
deros caprichos infantis. (Ha muitos apoiados)
Sr. presidente, quero concluir neste ponto a
resposta que devo dar ao Dobre depntado." Se du-
rante seis annos do dominio progressista, me achei
collocado em opposicio ; seis annos que o nobre
deputado qaaocou de meio scalo, saina S. Exc.
qae gaardava a mais perfeita coherencia cera o
raen passado, e defendendo os principios que tinha
abracado ; e nio me admira, que para o nobre
deputado, esse curto espago de tempo Ihe pare-
cesse tio longo, porqae assim sucoede aquellos
que dormindo o sorano solt da indolencia ou da
preguiga no tempo da adversidade, smeote acor-
dara pressarosos para colher os despojos opimos
dos tempos felizes.
Sr. presidente, ainda o nobre depatado nos disse
que senlia nio ter eu encelado o debate poltico,
porqao dest'arte poderia comprehender como em
outras pocas achei-me em sentido opposto poli -
tica de entio ; devo dizer to nobre depntado qne
se este sen santimento nio passa de simples cu-
rosidade, busque lr os annaes d'esia assembla,
e suas duvidas serio dissipadas; se mais alguma
consa pretende, eonvenca-se qae nio attingiri ao
seu flm. S. Exc convenca-se que nio sou abjs-
sinio para cortejar o astro da luz no orienta a
apedreja-lo no oecaso.
O Sr. Pedro Atfono :Qaem ?
O Sn. G. de Drummond :Se Ihe serve a cara-
puca tome-a. S. Exc saba que nio subo as as-
eadas de palacio, nio busco affeieptr-me aos pre-
sidentes de provincia, nem tgeitar-me a sus von-
tade i nem tio pouco, mais tarde, qaando o presi-
dente deixa as redeai da administracio, venho
marear a sua honra, a sua reputacio, oobri-lo de
injurias e insultos sem causa fusta e somante por
um exagerado orgulbo.
O Sr. Pedro Affonso :A qaem se applica T
O Sr. G. de Drummond :Talbei t car apega :
se Ihe coovm on astenia, aceite-a.
O Sr. Presidente : Eu nio posso consentir
mais a discussio neste terreno.
O Sr. G. de Drummond : Nio declinei nomes,
nem fiz referencias.
O Sa. Presidente : Se sa tivesse referido, o tk
una chamado ordem.
O Sr. G. de Drummond :V. Exc oolloca-rae
em perfeita coaegao; porveotura estou qutliflctn
do de abyssioio t alguns dos meas collegas T
O Sr. Presidente :Paco-lhe que abandone
esse terreno. .
O Sr. G.de Drummond :Sempre tribute! i V.
Exc. o mais profundo respeito : mas peco Ibe II-
cenga, por amor de miaha digaidade oflendida,
ptrt qoe falle com todo o abandono ; dneme
responder a quera procurou ferir rae da am modo
lio grosseiro, tio descomunal, tio improprio de si
e da corporagao de que fu parte : procurarel re-
sumir o qae tenho de dizer, para ainda ama vez
obedecer Y. Exc. Ceuvenca-ie o nobre depu
lado que lamenta nio ter sido por elle substituido
sste L. i lameQI- porqp o notara deputado s fe-
ria etbibido de um modo conveniente- tena pres-
tado Beievantisslmos semejos ao partido'conserva-
dor, a nio representara hoje o triste-papel de
aehar escalabras em toda,-a parte, ou arrependido
procurar cevar odios o paixoes; poriataresse
cobtrariados andar ofteodeodo aqueMes qae Ihe
devoi merecer lodo o apreeo e estima.
' Pe minha parte, senhores, tive durante-a poca
a que ae retiro, por norata de conducta apreciar
as questdes polticas, dar- o meu grito de alarma
as occasioes opportanas como senuneilt de un
graada partido condemaado ao ostracismo : mas
quando se tratava dos melhoramentos materiaes
desta provincia, sempre loes prestei o meu.peque-
no concurso, e nanea crees obstculos a que fos-
sam realisados. Leia o nobre depatado os- aonaes-
d'esta assembla, fallera por mim os administra-
dores d'esta provincia o/aquetias pocas, e esto
certo que o nobre depatado ouvir a mais paremp-
toria afflrmativa do qne tenho dito. Busque o -no-
bre deputado verificar este facto de todo os meu
collegas de ouir'ora, e se convencer de qaa pre-
cipitadamente e sem eonfeeciraento algnrs, procu,
ron fallar na qae nio sabia, ou para o- que no-
estava preparadoa nio- haver requintada jn.f-
de saa parle em semelhaate proceder.
Teoho sido prolixo, senhores, mas deseulpal-
me : era necessario jusliacar-rae perante- esta as-
sembla, parante o publico qoe nos obsnv para.
que a voz do maledioenie nao fleassa trum-
phaate.
(Ha um aparta.)
OSr. G. be Drummond : Pois V. Bax. pansa
que eu nio esperava o que se tem passado hoje-,
em vista de snas continuas ameacas ? Na- das
importancia ellas, verdade; Ja porque snppua
que o respeito, t propria dignidade de-membro
desta casa o comera,, e j porque o noboe deputa-
do, por mais que seja a sua resolucSo pronunciada*.
nunca me inspTou reeeiomas sim um.outro sea-
timento, que por amor do lagar eu nio- o indico,
E para demonstrar o quanto me pda-iacoromo-
dar o nobre deputado, autoriso-o para qae-invada
t niaha vida pubiiae e a toree patente : aprsente
os (acias gue me pesiara fazer erapallidecer oa
corar as faces. Peco-lhe isto, porque dest'arte
Daos Sse conceder a oeeasK de esmtgar e con-
fundir aos meus peqaeninos e inJusW^ractosas.
Iorestku tambem o nobre deputado a miaba vida
particoUr: abi na de encontrar desvies que soo o
priajetrot coofessar, e peco continaamente a laea
que m'os perde ; mas o nobre deputado nao o
mais aato para, impunemente atirar-ma a primeira
pedra.
Sr. presidente, declaro que vou concluir ; mas
antes, eoavenot-se o aobre deputado quenaojo
quero pan. ooaselheiro, regeito os seus coaselhos,
sirvam eBesdnorma aos que sjniultara os pre-
sidentes da provincia e, o tnvecvam, ojeando dei-
xando t posicio officialnio podem mais fater
favoras.
O Su Peora Affonso : Qaem fez s r
O Sr, a de Drummond : Se nio eostamo por
verdadeiras futilidades ferir a caracteres disrinc-
ios, safba o honrado depaudo qne alo procuro
tambera traaspor abytraos para cortejar e abracar
aquellos que antes me tinbam,merecido ironas ou
sarcasmos pungentes.
Nio costumo, senhores, provocar dtscussoas q-
con venientes, nem desejo latas : tendo-as, acei-
to-as e snjelto-ras sorte ; faraatiado ao nobre
depatado que estas jolSos s se curvam Dos e
aos seas santos. (Muito bam.)
Ha um facto na mioha vida poltica, de que me
orgulno: referi-lo-hei ao nobre deputado para
que o registre, e mais tarde rirva-se d'elle com
captulo de aecusagio, se o quizer fuer.
Em 869, era presidente dvesta provincia o Exa.
Sr. Dr. Portelia : em um proj^to que se discuti
nesta esa, am honrado membro jalgou occastao
azada de censurar e Exm. Sr. bario de Villa
Bella, pela confeocio de nm contrato. A censura
era por demais injusta, eu o sabia perfeitaraente ;
e tanto mai* condemnavel, por partir de um arai-
gs pollt o, e que maisao que ninguem tinha mere
cidoallengossdaquelleex-administrador. Nao fiquei
silencioso. ST.presideale, subi tribuns, e enear
reguei-me da defeza do Sr. Bario de Villa-Bella,
antes que os seus amigos poiilicos o Qsessem. E
oatra razio nio tive para prestar este meu proce-
diraeolo, seaio a iodignagao que me causn se-
melhaale iojasti?a.
Nos snnaes das sessSes de 1869, o nobre depu-
tado encontrar registrado o fado qae acabo de
deotnar.
Sr. presidente : entrare nos pontos do discurso
do nobre depulado. Sai que nao posso respon-
dar-lhe convenientemente em vista da provocagao
que ma foi feita ; no entretanto, peco a V. Exc. e
a casa que me descalpem.
Disse o nobre deputado que as questdes ou
theses polticas podiam ser tratadas e discutidas
em abstracto, sem referencia a administragio do
sado o nobre depatado abandooou;. e hoje s
tem procurado congra-jar-se com aquellos ( menos
comigo) que naqnella sessio mereeen-lbe (seja
dito de passagem) eom a maior injustica os seus
aaotejos, invectivas e ferinas insinuagoes.
O Sr. Pbdro Affonso :Eit me calumniando.
O Sn. O. de Drummund-: D esta illuetrada as
seanbiea o sea tesiemuaho sobre o qae acabo de
reJarir, e esteu--convencido qae o aobre depatadb
fiear confuadia.
O Sr. PftBWDaKTE : Nio posso mais- deixar
cootinaar a diseassio neste terreno. O nobre de-
patado j tea dito quanto preciso : paco-lbe que
se restrinja a objecto da disenssao. Declaro que
i todos os seahores deputados que usarem> da pa-
een9elho militar que nwpoadeu aquelle coronel.
e ooohVmado pelo presidente da provincia T
Onde, pois, dipa o nobre depolado, eacoatroaaai
miabas palavra urna offensa a coronel Alexao-
dre 'tmde coaeroio qoe a decisio do consetko
a qee responden esse coronel, poda ferir a ooen-
misso desta assembla mandada em 1867 para
conbeoer dos facas que se refenain so corpo de
polica, e de cuja commissio- fie parte ? Se o ao-
bre depatado se enoarregasse de demonstrar qae
o coronel Alejandra- tinha fevado convicciodo
eonsema-BM ter recebido qaami afgnma do sea-
antecessor, qae os outros ,'sctos Barrados pera-
coramissio examinadora do corpo- de polica oo
erara verdicos, concedo qoe-tivesse razio ; aae>
ordem. e ueare do, porqne coronel Aleaaadre justifl-oo ou legali-
lavracalumoiachamare a
que me parroitte o regimeota. I Ma 0 mim> das quantias recabidas por elle, por -
O Sr. G. de Drummond :Qaem proftno' seme- iqne desvie de si a autora defacto sustentes al-
mate palavra agora foi o nobre depatado pela J.*, legando terem sido anterieres a poca, do sen com-
lricto i qnem respoud t. pela miaba parte mando, eonctair de todo isio que a ccaamissio al
qpaadoa empregaei retireia-a ramediatwnente |egou uexactidoes, qae de roiBb parte bouve o
apenas V. Exc. me fez seoftr. sua neoaventencia, desejo de ferir o coronel' Alemndre, por certo
no entretanto vou concluir para satisfaaer a .nraa exqaisirtce digna de ser admirado, mas, im-
rr16" propria desta casa, e nio merece dar d nma res-
Su podere SK presidente,.criar fastas,.declinar. B0Sta seTr3ii
os nomes dos ofendidos peto nobre dspatada : nio Qae nosintportam eseas attestaooes de bravura
*^ nio en>aUeao ao aobre depulado^.. 0 coronehAlexandre, eesa f de offleio por de-
OSr. Pedro-Aifomso:au nao Ihe inspiroat- )Bas honro ? Por ventera taes-docuoaentos fo-
"^f*?- u ram os comprobatorios da defeza desse oBlcial pe-
O Sa. G. dk DauMMQND Sement- aquella que jo, faclos argnioo, ao parecer da commissio a
deve ter para eom o maie- indiflsreale membro: aoe allude o honrado depatado f Nio Sr. presi-
i assembla; e accrescenio aiguraa coasa lento, porq^a> taes doeomenteese pede sawata
Nio comprehendo, senhores, nem posso saber o
alcance da proposicjto avancada pelo honrado de-
patado, nem tio douco onde elle enoonirou as
attrbaicoes das assembla? provinciaes aaiorisa-
gio para tanto: nio contestavel Sr. presidente,
que a assembls provincial nio faz poltica, ou
por outra, as discussoes polticas sio alheias s
suas attribuicSes. m
Se o acto addicional concede-Ihe a attnbuigao
de velar na guarda da constituigao e das leis, isto
se refere a maneira porque cumprem os seas de-
veres as tilos faaccionarios pblicos, e oada mais.
Velar na guarda da constituigao e das leis, quer
dizer, apreciar os sotos dos empregados publicas,
clamar contra os abusos qae se praticarem, pedir
e propor medidas para reprimi-los ou evita-lo,
mas de semelhante attribaioio, senhores, nio se
pode concluir o direito de discutir poltica ou in-
dagar t forma, modo e direccio dos partidos oa
ftcce polticas se elles marchara ou nio regular-
mente, e sa esli eu nio em aVscoooro.
Um Sa. Depotaoo :Nio aqa qae se fu po-
"o*Sr. G. dk Drummond :Sem duvidt; porqae,
seahores, ss aossts turibuigSss esli escripias no
tote addicional, e nae nos licito ampla-las a
-apricho. Se o nobre deputado mostrasse os er-
ros e defeitos e at crimes dos lonccionarios p-
blicos estigmalisan lo semelhante procedimento, eu
ihe diria que liaba prestado um grande servigi ao
paiz: mas, nada dizer sobre isto, fallar em des-
calabro qae se eheonlra na drecgo da um parti-
do, nao precisar facto algum, ignore senhores, onde
o honrado depuUdo achou ejemplos idnticos nos
annaes d'esta assembla, oa d'onde concluio da
acto addicional semelhante attribaicio.
Portento, Sr, presidente, desde qae deoltre
aresisr apoio a administragio da provincia, desde
que nio articulei um s ficto em sentido contra-
rio a este apoio, me parece que o nobre depatado
nenhama razio tinha para argoir-me sobre tal
Sonto, e mullo meaos para revelar a curiosidade
e ouvir-me fallar em poltica.
Peaear o nobre depnUde, que pelo fado de
nio ter asslgaado o projeeto que te discute aceitei
sea querido descalabro da seasie passada ? Ea-
mais para qae o aobre depulado fique de urna
vea esclarecido. semelhante -respeito..Gome mem-
bro desta casa, .gnardo para, eom o nobre depnta-
do as regras e>- delcadesa. e boa eivilidade que
aprend.
Se o ouco fallar em relacio a. minha pessoa
e com ameacas^ nenlmm caso presto,, e- sioto tanta
iaspressio como aquella que o estampido do ca-
Dhao pode prodoair no ar.
Nio declinos nomes dos ofntndidos por V. Exc.
porqae roe merecom maito respeito, e nio quero
fazer referencia ao que Ibes deve magpar, e acre-
dite o nobre deputado, se o fesse estou conven-
cido que a palavracalumnianao. havia de per-
toacefme.
O Sr. Pedro Affonso : Pois faca.
O Sr. G. dc Drummond :Nao quero.
O Sr. Psnao ArroNso: Eu e provoco.
OSr. G..BB Drummow;Por mais que seja
esta a sua vontade, ea nio asalisfaret. Aconse-
Iho-lhe o segrate : se tem curiosidade era saber,
procure a nm por um des nossos collegas qoe
nos ouvem e us tem dejulgar, e compare se ha
ou nio uaiformidade no que ha de ouvir e no quo
acabo de dizer.
A miaba resposta tem sido Sr. presidente, por
demais prolixa ; e necessariamento, o nobre de-
putado iodo irascvel procurar tancar, se poder,
at os raios de Jpiter tonante sobre a minha. po-
bre iadividaalidade: fallara, escrever em m,
fari todo quanto lar necessario para satisfaaer a
sua paixb bu odie.
Nao pense, porm, qpe me baLde incoramodar
com isto: nao, rail vetes nie. datare deputado
tem hecnca para dizer o que quizer porque, por
mais que diga nio me offdodera III
bembro-me de am facto atlribaido a um gran-
de ref, e como tem applieacao vou citar :
Frederico da Prussia, notou qne grande nu-
mero de pessoas se achavam reunidas em certo
lugar lendo om. cartaz. Aproximou-se e vio que
esse cartaz somente coatinha injurias sua pes-
soa : immediatamente mandn colloca-lo em po-
sigio mais fcil leitnra.e disse o seguinte : en-
tre mim e o meu povo ha um convenio rasoavel:
meu povo.diz- o que quer, e eu fago- o que en-
tendo.
O Sr. Pedro ArroNso:E bom faser a compa-
reci.
Um Sr. Deputado :Faga o nobre deputado de
Bismark.
O Sr. G de Drummond :Nao soa Frederico da
Prussia.; mas apezar disto, dou ao nobre deputa-
do licenga para dizer tudo o que quizer : suas pa-
lavras nio chegario mim, nem nio de conquis-
tar proselytos; e por minha parte irei fazendo o
que entender, dando-lbe em compensagio o mea
desprezo.
Ha ara aparte.
O Sr. G. de Drummond :O nobre deputado, Sr.
presidente, dissenos ainda que o anno pssado
havia eu insultado ao coronel Alexandre de Bar-
ros e Albuquerque, ex-coramandante da corpo
de polica, apresentando-o como um homem per-
dido na opiniio publica e exigindo que cqptra
elle a assembla tomasse precaugio a evitar que
fosse reintegrado no commaodo do corpo de poli-
ca, e por esta razUo se consignara no projeeto
de fixagio de torga policial da sessio passada,
ama disposigao sobre aposentadorias affiangando
anda o nobre deputado, que o coronel Alexandre
se justificara plenamente perante a presidencia da
provincia, e fizara publicar ordens do da em
seu abono, e a sua f de offleio por demais lbon
geira.
Por tudo isto concluio elle que o coronel Ale-
xandre era um homem prestlraoso, e qae por for-
ma alguma deveria ter sido insultado quando to
anno passado se disenta a forga policial.
Pouco ser preciso pars demonstrar at a evi-
dencia, seahores, que o nobre depntado nada dis
s9 que possa aproveitar semelhante respeito ;
menos que nio seja a repetigio dos elogios qne de
continuo tem feito ao coronel Alejandre. Hade
recordar-se o nobre deputado do qoe em resposta
ao sea discurso do detcalabro disse ea : pois bem :
lembre-se, e diga ante esta assembla qual o in-
sulto ou a injuria ou calumnia que de meas la-
bios partirara contra o coronel Alexandre.
Traundo-se da reintegrscio desse coronel ne
commaodo do corpo de polica, eu tive de obser-
var qae nio poda ter lagar semelhante reintegra-
cao, que a presidencia tinha procedido regular-
mente at qae esse coronel dissesse e provas; e
qaal o destino dado qaantia de onia contos e tan-
tos que tinha recebido eomo commandante do cor-
po de polica; visto nio constar coasa alguma dos
livros daquelle corpo. Eis nicamente o que
disse. ,
Ser isto a injuria ou calumnia ou insulto, a que
se refere o nobre deputado ? Se assim senho-
res, leia S. Exc. o tormo assignado polo coronel
Alexaadre, e ter a certeza de que elle receben se-
melhante quantia.
Por ventura declare que o coronel Alexandre
havia dado a essa quantia deslino Ilegal, ou qae
se ntlisara dalla em proveito proprio f
O Sr. Pdbo Affonso : No seu rotatorio diz
isto.
O Sr. G. de Drummond :V, Bxc. nio leu esse
relatorio : tal tfflrmativa nio est consignsda : a
commissij que o elaborou, por demait escrupulo-
sa, se limitou dizer o seguate:
Eis suas ptlavras; __
Nio arriscar a commissio proposicao cora
animo de ferir quera quer que seja : ?/"
dizer o que vio e o qae tenou. Ooasttdo ter-
mo n. f aae o lente-coronel Sebastiio Lopes
concluir o que en disse ao anoo pa-sado nesta
sssa, isto 4, que o coronel Alexandre era um bra-
vo, merecedor de nossas altengoes, e que ea fazia
votos para qoe elle se justifleasse plenamente ; a
al pedido do nobre deputado pelo -1 districto li
a f de offleio desse offleial.
O Sr. Gusm*0 Lobo :E' urna verdad: eu ped
que lesse a f de offleio.
O Sr. G. aa Drummon SaiM aiad o honra-
do deputado, que apenas li publicada no Jornal a
deeisae do Sr. eonselheiro Diego, relativamente ao
aoronel Alexandre, me congratulsi'comigo mes-
mo ; porqua desta maneira via plenamente justifi-
cado ara pesaambacano que voltova provincia
eom os loares vrenles da victoria. Bstimei mui-
to e muito, Sr. presidente, semelbaote resallado,
de todo o cora gao, e declaro...
O Sr. Pez* Affonso : Mas ferio a reputago
de funeeioaerio.
O Sr. G. dc Drummosd :-Nao Uve aamo, deli-
berado de effeader ao coronel Alexandre, nem a
qaalquer oulro como membro da comnwssao de
syndicancia : disse a verdade, e estou convencido
qne o nobre depntado, per mais asaaifasta que seja a
sua vontade de ferir-me, nao pescadera de forma
difirante acbando-se em iguaes circunstancias.
Neste ponto o nobre deputado nao me pode ac-
ensar. Nao costumo nesta assembla fater jo-
guete cees t reputago tlheia, nem leferir lacios
que tenbam relacao com os fuaceionanos pblicos
sem ter a immediata prova em meu poder.
Tal lem'sido at hoje minha aorraa de cenducta.
Sr. presidente: estou fatigado, e a easa neces-
sariamente ineommodada tendo eu oceupado a saa
attencao por algum tempo. (Nao apoiados).
Concluirei finalmente: V. Exc e aos meas
Ilustres collegas pego mil perdoes e desculpas por
ter oceupado e sea precioso tempo; e ao nobre
deputado autoriso ,doostar-me com todos os ter-
mos que encontrar em seu diccionario; ficando
certo que os seu doestos nio poverio offender-
me ; porqae cima delles est o meu despreso e .
juizo do publico que nos ouve e nos tem de jal-
fiar.
(Muito bem, muito bem).
gna-se parfeilamenle.
Felizmente, senhores, o descalabrista de hontem
mlxtlOcoa*se com a aniio de hoje.
O Sr. PeoBO Affonso:Anda estou descala-
brisla.
O Sa. G. de Drummond :Nio nem pode es-
tar. A linguagem de V. Exc hoje n'esta sessio
mu diversa, contraria, difireme da que
teve na setsio d) anno passsado. S al os seus
i? w K^ m\*"P -*i f ?
Gaim'aries, quando deixira o mando
put entregara a seu sueoessor H
do cor-
NOVAS EMENDAS AO ORCAMEKTO EM 3* DISCUSSAO.
Se pastar o addilivo ao art. a, sob o ltalo do
8 T, accrescente-se: Jos da Silva Barros Nevo,
lilho do capito-tenente Ricardo da Silva Neyes, e
Antonio Gongalves da Conceigio, filbo de Seve-
rina Mana da Gonceigio, S. R.Fioui'ru.
Artigo addilivo.O presidente da provincia
poder mandar pagar desde j era apolices emit-
tidas em virtuae da le n. 963 de 25 de jalho de
1870 aos credores da fazenda provincial que o re-
quererem. S. R. Pinto Jnior. G. do Umm-
mod.Totentino de Carvalho.
A' emenda ao aru 4* I 7 accresceate-se
Joio e Antonio, fllho de Joio Baptsta Gomes Pen-
na. S. R.Pinto Jnior.
=- No addilivo da commissio de fazenda que
estabelece um imposto de 1:000*000 por casase
agencias de seguros, accrescente-sosendo_ este
imposto applicado organisagio e maouteogao da
companbia de bombeiros. S. R.Figniroa.
Ao art 5o 16 accrescente-secoaprehendidas
todas as roatrizes qne forara attendidas no orga-
mento do anno passado e nio obiiveram, por defi-
ciencia da tneiourtria, as qaotas que Ihe foram
designadas. S. R.-P. Affonso.- de Mello Reg.
Accrescente-se no lugar competentet. a
quantia de 1:847* para pagamento da 3- presa-
gio j vencida ao contratante das obras d aterro
ponte do Rio-Formoso. S. R. G. de Draav
mond.
Art. 4* 7*.Accrescente-se a quantia necessa-
ria para a admisso do menor Joio, filho da vtuva
D. Anua Ignei dos Santos.Hatis e Silva.
Ao 8 J' do art. ti Inclusive o que se deve ao
professor de iostruegio primara da fregaezi de
Santa Anna do Sacco^ de ordenado, cahido ero
exercicio findo desde juaho de 1869. S. R,nu-
no dAImeido.
Accrescente-se a verba do art. 10 Ia cora o
augmento votado na le nltimt ptra os mesmos
empregados. S. R. Joo Vieira.
A' emenda do arl. 4- V accresceole-sePhila-
delpho, fllho de Joio Jos Barroso da Silva Juve-
niz. S. R.Henrtue Manude.
Art. 4 8 7accrescente-se quota para o or-
phio Eugenio, filho de Manoel dos Santos Aze-
vedo. Joo Ifira.
Ao srL 8* ou onda coubr accroscente-scauto-
risada a junta da Santa Casa de Misericordia a pa-
gar Lourengo Justiniano da Rocha Ferreira a
importancia que houver direito por servicos de
sua proBasio prosudos de 9 de junho de 18W a
iguardati em!87l nos ealabalecimentos dos nos-
pitaes dos Lazaros e Casa de Expostos. S. R.J.
envolcante.i, Vieira,
Ao art. 4 14 accrasoente.se JJ^JgfM
cadeira do sexo femioino da povoagao da Alsgoi-
nha. S R.-/. Fiftira.Anfonio Paulino.
Supprima-se a emenda do Sr. Fgaeu^ pre-
sentada ao 11. a qao ta approvaJa em f dis-
eassio. S R.atnnetu Mmete.
Art 16 8 -Em les de 1:000* p.ara casa da
compra e venda ou qualquer transaegao sobre es-
cravos, dga-se-500*. \ R.-Po Barrelto.
Se passar a emenda dos Srs. G. de Drummond,
Tolenhno e outros ao | 7* do art.>, aaaaiiiasaiM
a -e bem assim os menores Joao e Antonio, u-
Ihos de Joio Raplista Gomes Penna, mandados ad-
mittir no gymnasio pela lei n. 964 do auno passa-
do. s. R.-JlAw filaiaaa.
Ao art. 18 accrescenie--sa \ e o art. 18 da le
n. 963 do anno passado, sendo exteasiva % sua
disposigao aos acluaes praticantes a thesouraria
provincial. S. R.TotmUiwi de Carvalho.Vai
de MelloBarro Wanfaley.-C, SAranjo.-Pin-
to Jnior.
Fica o presidente da provincia aatorisado a oes-
Ji v o uobre deputado qae ahi no vaa consig-
nada urna falsdade ou umt Injuria ao coronel
U0^:3Sia\ resistaU'aVrma I pender at Mutaua" de i 000# com a compra
t?v?miog* on?/0?/ procuren? a reputago Uatr.nto, a autopia nesgados ^^
dsse coronal? 0 fado de ter elle recebido a do hospital de ""V^'atiSdaf
SuanHa ji alta o privava da dizer c.destino que sano eredito. S. *>-*+ ffffg: w.
m ? DasUao este ^e M coJisWerada legal A. ^^ jo^sBltda o 7 oo an. ,w



*


MI Aflig TX8n l*enumibuco Sexta feira 26 de Maio da 1871

6' i **
mt l *
,

eente-se. : e todps sqoelles os quaes se retero o
projecto do lei o. 97 deste anno. S. R. '
Affonso.
Artigo aJteaVsV Pica atitorisado o presidente
da priwi"^m)!"-r os veneimenlos do ama-
nuense do iiaTrn Mendicidade 1:000,9, sendo
800| de ordenatas 200,1 de gratiflcacSo. S .-
Pinto Junio?, JBWveira Andrade. C. d'Arwjo.
Ao art. 5* 6o accrescente-se : e approvadas
as emendas consignando qtiolas para matriz--, se
jam comprehendidas as que [orara atteBdldas ao
remenlo dj anno passado. e nao obriveram, por
deficiencia dos cofresplbvincises, as qaetas qae
Ibes foram designadas. Peir* Alfonso, -y Souza
Leo.
Art II -Inclaa-se o que se deve ao Dr. Gas-
par de Vasconcelos Meaez-s deDrummood do seu
sub'idio de deputado provincial relativo sessio
de 1868. S. \\.~i. de Millo Hga
Onde coobrO imposto sbhre Whetes de oa
tras provincias seja flxado em 3 1/2 por cento de
sea valor. S. R.Pues Barrcto.
Ao art. 16 % i* diga-se3 per coito do algodo
exportado.Pernamhtco Filko.Terceira deS.
Oliveiru Andrade.Paes Barreto.Amaral.
(TaUditivo que traa de arreeadacao jalietml
seja assim lido.O producto da arrecadagio feito
em taizo do s-lio de heraoga e doiccfies, o o*
eroofaoietitos das repartiera provinciaes ser di-
rectamente recolhito a tneso'iraria, naireiebendo
os empegados desta Tepartieao porcentagem al-
garas e sendo o registro dos te seceso do contencioso.J. Mello Rego.S. Leao.
P. Affonso.
A emendado Sr. Pas Barrero eontro ao ari.
4, $ 14diga-seem vez dea que sem direito
a qae tiver direito, e f >r approvada soja incluida
no art. O, eomo lvida* de exereieio Iodos.P
Affonso.MtUo Btgo.S. Leo.
Sefor approvada a emenda da eommissao pas-
cando para o art. :tt a respectiva consignacio, se-
ja no mesmo innlutdas 83 emendas que aesta di*-
cussio ferem approvada* com aoplicaco a obras
aovas. -J. Mello Reg. -S. LeUo.
O additivo do Sr. Pernambuco, em vez de 300*.
diga-e 200 Meti Reg.
Ai) additivo do Sr. Ralis Silvaera vet de che
fes das qiatro secgSesdiga-se os chafes das sec
c3es.Melh Reg.
Ao art. 12, accreseent<> se : e execncio do art.
57 da lei a. 891.Meito Rejo.S. />.
Art 4 8 3*eleve-se a coasigaa tmfi.-Mlfo R-go.S. Leao.
A emenda da eommissao de fuendaai art. 12
supprima-se o nome do capitn Manoel Ferreira
Velloso.- Mello Rego.S LeUo.-P. Alfonso.
As disposicSes geri.es Io additivo da commissn
de f iz> ra la, augmente-gedepois da* palavras es-
tafos provinciaes e tambem a seeco te conten-
cioso e ereacio de om agente cobrador da divida
activa.Mello Reg.
Ao art 6 lena eorrfnrmidade de art. 10 7a
da lei n. 963.Mello R'go.
Verdade 4aue 1 Pgfcjo. jastanjq jm que I ram alteraeo.
dMHn psravffMMrasJg&faris, si- [todos os documentos clfkiaes fossem"escriptoscom
OnH*
tit'ord
REVISTA DIAEIA.
ASSEMBLA PUOVINCIAL.-Na sesso de bon-
tem a a dietooal, por vinte votos contra sate, o projecto de
lei 4o anno prximo lindo que nao tuina sido
sanci-ionado e que commelle aos juiees de direito
do erime da capital o coobecimenlo das causas da
fazjnda provincial.
Pasando depois a oceupar-se do orc^meato pro-
vincial, contiouoa este em lerceira diseusao, sen-
do-lhe ofTerecidas as emendas que vo no lugar
competente Oraram diversos seohores deputados,
depois do que oi encerrado o debata, deixan io-se
para votar hoje as emenda*, requerlmtiito do
Sr. Olivara Fonceca, qne pedio fostem ellas im-
pressas no jornal da ca-a.
A ordem do dia para h>je : conliouarao da
antecedente e segunda discusso do prpj-.clo*n. ao
d'este anno.
MANlFBSTAgAO DA ASSEMtLA. H tateni,
oi ioterrompida a teneir* discusso do orcamen-
to reqojrimeoio do Sr. primeiu ipcretario para
negocio urgente ; e sendo-lhe concedida palavra,
fez a leitnra de um communica^ao de S. Exc o
Sr. viee-presidente da provincia em que traoinil-
tia a assembla agradavel noticia de serem es-
perados no paqaete Douro suas mageslades im-
periae.
Reeebida com especial agrado a communicacao,
vencen-se qas a assembla compnineatar em
corporacao a suas magestades imperiaes, se hou-
verem de desembarcar.
PRORO^iACAO.Pi r portara la presidencia da
provincia, de hontem, f^ram prorngaJos at 31 do
corrente os trabalhns da assembla provincial.
AUTORIDADES POLICIAES.-Por portaras da
presidencia da provincia, de 19 do corren!,' foram
exonerados : a Dem do servico publica, Beoicio
Ferreira de Oliveira Calalo, de 6.a sapplente de
falspo Se S. B^nto; seu pedid', Dr. Miguel
Lucio de Albaquei que .Mello Filho, de subdelegado
da freguezia da Santo Antonio, e Conrado Ernesto
Xavier Ramos, de 2." suppleate io subdelegado do
Limieiro.
GIMNASIO PROVINCIAL. Por portaras da
presidencia da provincia, de 28 do corrente : oi
exonerado, sen pedido, de censor do gymnasio o
Rvm. cooego Marcolioo Pache:o do Amaral ; e foi
nomeado repetidor Erminio Rodrigues d Siqaeift.
DELEGADO LITTERARIO. Por portara da
presidencia da provincia, de 19 do corrente, foi
exonerado de delegado Iliterario da fregnezia da
R>a-Vi ta o Sr. Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jaco-
bina, e nr meado para o substituir 0 Sr. Dr. Pedro
Affonso de Melb.
DIVI8O POLICIAL. Por portara da presi-
dencia da provincia, de 20 do correte, foi dividi-
do em dons o segundo districto de subdelegada da
regueiia de Serinhem, ti-ndo a nutneracao de ter-
ceiro o oovaroente creai->, e (loando com os se-
guiles territorios :
O segundo comprebende os engenhos Palma,
Aojo, Rosario, Canto-Escuro, Coelhas, Bom Jar-
dico-S. Gaspar, parle do Sibirdo Cavalcante, Boc-
ea da Matta, propriedade de Boa-Vista, Caxilo,
Ubaajaioh.i, Jacar, Unaca, Jarlim, Serrioba, Pia
bas, Carneiro, Buranhaem, Camaragibe, S. loa,
Hubim, Pootal, Curupaitv, Sapuc.ia, Lage-.\ova,
Conceicao, Porta-a'Agua, Pedrade Amolar e G10-
dahy.
Oterceiro cemprebeode osengenbos Recanto,
Quilindoba, Alai.i, Jatoba, partes do Sibir da
Sorra e do Umo, Caliluraia, Underval, Tijupaba,
oriss(ca, S. Vicente, Saolo Elias, Taquary, Tri-
nmpho Pao Branco, Jeru^alem, Brilhaol, Santa Ao
na, Foiha, S. Joo, Santa Riu, Quibebe, Freicbeiras,
Lachoeira-Grande, Novo, S. Francisco, Cucaii
dAgna, Jaguaro, Cuca de Campias. Burarema
e Araqu Mri voltei d
tado, todas as moaas ideas e a minbaralma intei-1 a oova tiota
ra fi^ram absortas e exclusvarnaatet laWndis
pelas amarguras que a todos nos faziara sentir as
degracas da patria.
1 Mas tal como eft, ftl ftn." *
t Agora maisdo que-nunc;i me s'roto irresiatl-
velmente attrahido para o estado do problema
apresenlado ha teotpo n'estes termos : melbora-
ment moral, intellectual e physic-1 da cla--i' mais
numerosa e mais pobre, por mito do eotcut-so de
esf.ircos substituido ao antafMismo, da assa-
ciacaoflQbititalda lata.
< Se vinte asnos de observacao eestado me ti-
vessem conducido a modiiL-ar as muflas utas so-
bre os meios orticos qne s devem eaapiep^r para
cheRa.r gradualmente a solneio d'esaa grao Je pro-
blema, lcnge de o occaltar teria malta honra em
o di aer. Masnopoaso. Islo depewtera tal vet de
terem seguido mo camfl'ho para me convencer,
por que as minhas opimes, em vez de discutidas,
teera sido ordinariamente calumniadas e falsea
das.
Pelo que toca censara que me dirige de per-
tencer a una partido que, segando dii, retreta fi-
ngir os. seas tiros contra o edifi-io milenari) da
regia unidade e se assusia da perspectiva de urna
conslituigio federal que despodacaste a caieia dos
tempas, preciso qu nos entendamos.
< Despedacar a cadeh dos tempjs nao v, quan-
to a mim, cousa appetccivel nem realisavei, pela
simplusima e bem conheoida razio de que o pas
sado pai do presente, que a sen turno engendra
ofataro. Eeaacharia deploravel que a Meaja
dos lempos se despedcese em proveito do fede
rr.lismo tal como vs outros o apadrinhaes.
Se apenas se tratasse de assestar tiros contra
o ediPiMo milenario da regia noidade, en, que son
um sntigo republicano, nao recuaria. Mas o prin
eipio que deffeoderei em qnante pnder manejar a
peana o que a revolneao proclamou, o que Ihe
deu forgis para destruir a cafligacjlo d.3 rH, o
que exprimem es?as tres palavras que explicam
lamas victorias e recordara tantas grandezas : Re-
pblica una e indivisivel.
t A Franca, marchando unida e cotipaeta para
a conquista pacifica da sua liberdade e da da mon-
do, com Paris, o inmortal Par por capital, nma
perspectiva que, confesso, rne seloz mais do qne
a de Franja recnando depois de feiw pedajos para
esse federalismo italiano da Edade Me lia qne foi
para a Italia a cansa de continuas dissen^oes in
testinas e que a entregou, e-phacel.i la e Inerme,
ao? jfrtpes de todo, as invasSes estranjeiras.
E nao que eu queira a centraiisacio em tu
do e por tudo. Antes pelo contrario : ereio qae o
municipio representa a idea de unidade as-im co
mo o estado, anda que sob difieren-e aspecto.
9 estado corresponde ao principio de naci
nalid.ade, o municipio corresponde ao principio de
a-sociacSo; se o estado o edificio, o municipio
a base, e como da solidez da bae depende a do
edificio, segue-se.qae recooneceado ao municipio
o direito dse administrar a si proprio, de eleger
os seus magistrados, principiando pelo mmre, de
inspeccionar a sua influencia, de prover, n'urai
Decretoa-se entio qae de fatare
A tinta tem ama cor avefrelh
teaft-fcas era poacas horas se
e rene mais a pnica
estragar as peonas 'a^o Unto como *M- jatmbaco, 22 aonos, solteira, S. Josi'- meatro oe-
orrta. feteoite.
Antonio Manoel Coelho, braned/Portugal, 81
aooos, vlavo,BoaviU; pulmona chromca.
PBLKACOES A ftPIM.
O mercad > publico e acunara
mnnicipul doRecife.
ORCO EQIIESTRE.-Tvb logar aM*hmtMi <>
"teoeflclo solicitado pela sociedade atrlmiea D>ze
de Setembro ao Sr. Antonio Cartea do Carmo, di-
rector da companhia brasileira Se aer>-bataa e
gymnastici>8 qae iraftalha 00 pavttbio do Campo
das Prioeezas, em prol da sociedade dos artistas
mechanicn* e liberaes, com appiieaeo 80 liceo de
artes e offlcios, inangnra Jo uftimimente n"e!ta ca-
da de.
O recinto do payilhSo estove lilteralmeote cheio,
e assim foram coreados os e.-f'irc-is das dirsetortts
das duas sociedades, empenhadas em tornar con-
corrida essa fesu em prol das artes.
Termina to o espectculo, compnsto de escolhi-
dos trabalhns, foram todos os artistas do Sr. Car-
ios do Carmo sndalos eom discursos e poesas
recitadas por memOros das doas referidas soeie-i
dades, eada nma das qoaes. Ins offertofl hndos
ramalbetes de flores, offereeenio mais a patritica
Doze de Soten-.bro o 8r. Antonio Carlos ama.
simples, rllegante e slgniflcativa medalha de onro.
como nma lombranea qne aquelh socied'ade Ihe
dava em nome do povo pemambueano. Os artis-
tas foram moifo applaadidos.
SARTA CASA DE MISE ICORDA.-Ha snjo
debeotem dajnola alminilratifra fui designad.1
Era servr demordomo, O oiez dejanh, no
vio de Mendiedsde, o Sr. Dr. Jorge DoroeFla*
Ribeiro Pessa, contnaarrob nos Jemaif estabefe
eitnentos a eervirrn 03 m?3rrjns do mei tfe maio.
COSLHOS. Chamamos a aBao do Sr. fiscal
a fregueiia da B.wvisia para a \m\teu da raa j
entre o bolita! Pedro 11 e o antigo ajuicio dt
hospital de Cridado.
LOtHS ni, aNC.liste lllnstrado icialista fra*)
c' ?fa!'a de ,i,rW o Sr. Cernoschi, reiaetor do
oucit^ do Paris, a secuint cavia : *,
Mea semor : Deseja saber se comido a ser
fctam!' e ** eori08l|l2d9 ha da wr por forja
P"enieiita essa pergirota. I
e.Jiu. fc permiua aeire-centar. que eo aenbnr
o ifnora, a ralpa nao mintojyVJaaSSS
Ddir.ao PiodieoorfKdari^1Ia
par 1 mais peq*a, oaaaan.Xfir2r J^ mi-
flha. cremas p **, ^jTf^t 1
que aa expn*. deseflvulv e deffendl n*am lirro oa
Wteado em Fraoga coa etle malo : A RnolueSo
- de Fntreiro.
palavra, a tudo o que cotislilue a vida qu Ihe
prmria. a lodo o qae reali a saa aoionoroia, ta-
zando tulo isto, dizia, serve-se verdaderamente a
causa da unidade nacional. Mas tanto como im
porta que as nacionalidades Sejam livres nos seus
movimentos era qaaato diz respeito parilcu armen-
te a cada ama d ellas, assim imp ira qae o lago
que as une entre si todos ao centro com muro es-
teja atado fortemeote; assim como necessarias
de-centralisacao dos interess -s locaes, assim seria
perigosa se se estendesse aos intefe-ses que teem
carcter geral Suffocar, nao; unir, sim.
Ninguem negar seguramente que est con-
forme com p senso comraum attrihuir ao individuo
o que do individuo, ao municipio o que Id mu-
nicipio, e ae estado o que do esudo.
A difli-jldade consistira em trajar nma li-
nlia de demarcacao exactamente essas diff^rents
ordens do interesses, se a propria ntareza das
soasas nao nos minisirasse os me ios' do Os Jis'iu-
guir.
t Em todo o caso, isto pertence investiacao
scientificae discusso livre. Mas, ai de mim I
iua 1 looge est o dia em que ;e adoptara unni-
memente como axioma esta mxima oscurecida
p>r tantos sofismas: e A forca nada pt>ie. por que
nada resoloe. Qae merece, eectivaraeote ? Ri-
bomba o canbo, aprofuoda se o abysmo, matam
e morrem; e tal a fatalidade Ja situado, qae os
que oa assembla e lorad'ella darim de boa von-
tade a vida para verem resolvido de ara modo pa-
cifico esse problema sangrento, estao conterooados
ao supplicio de nao poder fazer oada, nenl soltar
um grito, nem dizer uma palavra sem correrem o
perigo de provocar mabfestacoes contrarias ao fim
que se propoem, expondo-se, or.tanto, a aggra
v,.r o mal e a eoveneoar a ferida,
< Mouve nunca mrseria comparavel a essa ? E
quan lo a paz civil depende, por um lado, do re-
conhecimeot formal da soberana do povo, que
reside 00 suffragio universal, o gual o exprimir
eada v< z melhor a medida que se aperfeicoar a
sua organisacao ; e por ootro, da consagracj nao
regateada de ludo o que consiitue as garantas ma-
nicipaes, coQcebe-se por ventura qae om ves de
procurar sabida a Untos males n'uma lolitica de
iaz, de cenciiia ao e de esqeciraento, milbares de
raocezes se contiouem degolaodo vista do ioi-
migo, a quera as nossas discordias fort.ii 'atn, e do
mundo ao qnal escandalisam ? Ob I guerra civil,
lameotavelmeote enlajada com a guerra stran-
geira I luta espantosa continuada 00 ano de tre
vas iutellecluaes, que om .- rajo de razito deveria
di-sipar, ba uma cwu;a que iguala os teus horro-
res : a toa demencia iLuiz Mane.
EMANCIPACAO DO ENSINO SCIENTIFICO.-
A scieocia tem brevemeole que representar mais
um importante pape! na arte da guerra.
A academia franceza e*' flrraemeote resolvidaa
dar por sua parle impulso ao movimeoto que teo-
da a regeneragio da arle da guerra na repblica.
Oj5r. Henrique Saint-Claire Devifle, destincto ac
deraico, leu a seguinte nota recbenlo da assem-
bla scieotiflea numerosos applanjos :
< A scieocia iurluio moito na derrotas qae sof-
frern^s, e servio de poderos^ e terrivel auxiliar pa-
ra os noasos iaim:go.
As descoberus de Ampere, e os traba lbosdc9
noesos mecnicos militares, minuciosamente est-
dados e aprofuadados desde moito, por oossos vi-
sinhos, foram cruelmente experimentad os contra
nos. Finalmente, a organisaono liberal das univer-
sidadas allemes foi posta ao servigo do paixdes
odenlas, dirigidas contra o nosso paiz. Por s*o
por toda a parle se dii, qne pela selencia, e ni-
camente por ella, nos achamos vencido. A can-
sa eet no rgimen que ha oitenta annos no9 esma
?a, que subordina os homen3 da scleoeia aos bo-
rneas da rtolitica e da adxioistracao; rgimen qae
tai iraur os negocios da sciencia, sua propagarlo,
ensino e applicacjti, por corportoes a qoe falla a
corapeteocia, e por eonseoaeucia o amar do bro
gresso.
Moje urgente qne se agitem. pnblieameote
as grandes qaestoes. A reserva modeeu levada
ao 3x^0830 por cdnsideravel numero de membros
desta assembla, torna so culpa grave e imperdoa'
vel oeste solemne momelo.
c A fraoga possue gloriosas corporales seieot-
licas, das quaes alguns membros teem conslaote-
mente tomado ausento neeta ac leniia.
Qaeaervieos prestaHamos a Fraoca se podes
sernos despojar essas corporales da pre-.-a3 polti-
ca, adnininraiiva ou fl^oal que as opprime,
e p5e em perigo o reeralamanio da sciencia en-
tre ellas, e as eaeolas que Ihes servem de semina
rios I
* Peco aos eoHegas para alargar o circnlo de
saas communicac5os, e para faaor nelle entrar to-
das as queslfies de intere se scieniiOco de qoal-
qoer ordem on natoreza qoe sejam. Momeemos
eMMMka ae entre as nossas secces e entre aa
elasses do rastrtot, para preparar, re-umir e redi-
gir e-imo votos oa dedi-Ses academieas, as no9a>
deliberare-'. Sob esta forma nova, qne exclue tode
a iotervan^o do governo nos oossos negoeros, frc-
mos ebegar os consrlhos -'a experiencia o do ca-
ber, e segando espero, todas ai verdades nlels, ao
cooheclmeato directo de paiz inteiro. d
A' aea4emia decidi qne esta proposta fosse dia
cnii-1 i em seso secreta.
TIMA PARA ESCRgVER.-Erite ama ilanu
no Novo-Caoao, qoe se se podesse cultivar em
grande escala, ero qualquer ootro paiz, sera de
grande beoeflcio para quera precisa de boa tinta
do escrever.
A planta em rruestao ^Coreara Thyriprirlia)
eonheeida alii pela denorlco de planta de Un
ta e noicaraeoie o sueco qu; jijiJo tem pre-
parado algma. As saai rroprielades pare-
ce terem >i*a deseobertas dorante a administra-
(o bespanhola oaqaalle paiz. Uma perdi do do
carnelos mansemos eom destino a Hespaoba,
loram expedidos por um navio fazendo vijem
pelo C o^d-xameotos Ocaram molhados pelo agua do
mar ; os que porem tioham sido escriptos com a
tinta ordinaria, ficaram quasi iiiia^lligiveis, em-
quunto qne os qao tioiam sido e?crlpt03 >rom
BOA SATTvlA.O PuncA,notavel peridicosaty
rico de Lnndros, publica ama caricatura alhrsiva
aos aetaes acootecimentos de Paris. A scena re-
presenta o 1 alacia de leiW de Londres, Sobre
m pedestal ergoe-se a atoad Franca, que cora
om gesto nofcree dolorot ociolta o semblan en-
tre as duas raaos, inclinando a feMfc na a.itode
de urna pesan que chora. A' stroerda nm gaia'
lo parisiena cora twrrato phrygi'o e na nao o
martidlo 4 pregoeiro, M em Mapostura de gn-
lar funoumenie. A lend* explica as suas pala
vras : Qutnlo dito porjl*jni A' rolragrupaiB-e os licitantes. O imperador
com o ornar distrahldnapoia a mo direita no
hombro do filho, o qoaJ,.tnostra uma exprsalo de
assomoro e aborreciOMnto. O conde de Caanv
hord, o-duqdB de Aamale e o conde de Parh ol-
io bem retratados e com ar de perfeitos eavallei
ros etnservarr.-se de p Observando aiteotantente
Tbiers est seataio e mo-tra de frente a sfela
irnica da saa pliysiooomia e dos olbos, que pare-
ara surrir de sosio por baixo dos oculos. anal-
mente, o conde de flismart est meio vollado para
aporta, perfeilamsole tranquillo e 3atUeito, romo
se dissesse ;
Tudo islo, oada me importa. Lictem quin-
to qulzerem, que eu bem sei quem (lea cora essa
boa joia.
A exeencao verdaderamente notavel : o pen-
samento profundameole exacto e philosuphic >. Os
demagogos oflferecera a patria em hasta pub'ica ao
que mais dr. Mis ai I Os qoe hoje fazem Isso
nao sao na realidade francezes ; sio om puohado
le miseros eosmopolitvs, escarneo e escoria de to-
das as nseS-s; e a seena que boje se represenii
as margeos lo Sena, poleria amanha repelir-se
era qualquer on'.ra parle.
OS PRUSSI.AN03 EM NEW YORK.-Da Corres-
pondencia de Nova York ao jornal inglez Stan-
dard, trahimos o seguinte :
Legunda-feira d paseho.t, celebrou-se nos
Estados-Unidos, pelos cidados allemes, a conme
moraco da paz da patria tale.
Grandes preparativos tinham sido feitos por
todi a parte, eem muitas cidales as festas foram
esplendidas, a atmo-phera apresentou-se sera uraa
untca navem, e todos os negocios foram saspen
sos.
Em Nova-Tork as festas nio j excedern a
espectativa dos que as tiohim preparado^mas fo-
rarrf as mais imponentes das qne at entao se ti-
nham presenciado.
A grande parada ha maitos anoos em honra
da postura do prtmeiro cabo Atlaalico, e n cere
raonia cvica e militar de 1860, da recepeSo do
principe de Galle?, nada foram era comparacaoao
espectculo do jubileu da paz alternas.
A concorrencla foi a maior que at entSo se
vio em quaesquer ceremonias. A parte orienta'
da cdade, o bSirr dos allemSes, todas as ras e
travessas estavamja ha dia ornadas com grioal
das e bandeirac allemes. 0 Botoery ama lar-
gaissima raa, era a scen* da decortigio mais pro-
fusa o cbarateristica. iu.OOJ ban-telras trenola
vara do edQos. a bandeira da Uniio-Anemia, e
a batfeira das estrenas alternadas em lodas as di-
recgSs. Arcos de buxo ornavam o centro da ra
arbustos de todas ai qtfalidades collocados de es-
pag a espajo nos passelos.
Na raauha do jiiblleu menos flamantes, roas
mais costosos ornamentos foram expostos os edi-
ficios das raas por onde a proclssao deVia pas-
sar.
Retratos rauto bem exentados de Bismark e
Moltke, do principe herJeiro, e do imperador da
Allemanh cercados de toiro, foram collucaios por
cima das portas. Poa-se era duvida que os b*f-
lineo-es vissera, as pompas imperiaes da sua bella
cidade, procissao mais variada e de mais brilhanie
esplendor. Numerosos corpo d tropas ; grao
des /Ierras de diversas associajes ; cavalleiros
vestidos de ahlaoos, caladores, borneas d'armas ;
nterminveis de prestigiadores, aerlftatas,
lilis
etc, mostrando os seus exercicios ; grandes car
ros cooduziodo raparigas coroadas de rosas e
agrupadas figurando pirmides animadas; navios
adornados de florest Mocidade pr6a e prazer
popa ; machinas lypbgraphlcas distriburodo odes
pairiolicas era inglez e aHemio a finalmente ra.i-
. binas a vapor e lado segulndo por entre compac-
tes massaa de bov, acompiobadas de msicas fes-
tivas e das acclamac5a3 aos espectadores eothnsl-
a^raados.
< Em vo se tentara deserever estes espectacu-
culos deslumbraoles ; mas com mais aigun.as in
diaajoea se hibiliiar o leitor a julgar da grandeza
da soleranid de. Dando as far-se oa algama idea
da extravagancia e exageracao americana.
< A pncisso liaba lo milbas de coroprimento.
Levava qaatro horas a passar, era om ponto dado,
sem embargo de se mover um tanto apressada-
mente. Coatinha para cuna de 30,000 iodivldoos,
12.0OJ cavados, l,()0 c?rruageo.*, 130 baodas de
msica, 25 corpos de tambores, e 600 wagons e
carros de condado??. Era Union-Sqdare orgoi-
sou-se um grande meeting, que coraecou com o
hymno de Luibero Eia feste Barg ist aaser
Gott. Foi tambera cantado o D>r Wachtt am
Rheira por railhares de vozes, com grande ener-
ga e effsito E' de nolar qae era Nova-York este
jubileo foi dirigido cora o melhor gosto e o maior
eaihusiasmo. Nao bouve desordens, nem caso al-
um de embriaguez. As bandeiras e os transpa-
eotes nao tioham inscripcoes algumas insultantes
aos francezes; e quaade o ultim fogo de artifici
tioha ardido e a ultima vela se nha apagado, a
grande cidadeflcoa era completo soeego, era con-
traste com o barulbo e deboche qa3 sempre se se-
gu a qualquer procisso feniaoa.)
LOTERA.-A qae se aeha veada a 194' a
beherlcio da igreja da Casa Forte, a qual corre no
da 31 do corrente.
LEllAo.Hoja effect* o agente Pinto, o leilo
de pi los, conforme est annunciado para o seo
eserlptorio, raa da Craz a 38.
PASSAGEIROS.-Vieram de Mamangaape a
tordo do vapor brasileiro Coruripe.
Di". Benjara F. 0. e Atbuqne-que, e i eriado,
Joaquim Justioiano Guimares, Jcs do Sonsa
Lab GalvSo, padre Domingos Jos* Martin, Jos
Mara Jorge de Azevedo, (Iraciano Alves da Ca-
oba, los Lirio do Coate, Manad C Lana, ssa
senbora e i filho menor, Affonso Francisco Cha-
terton, Lenidas Carneiro Monteiro, Ignacio Fer-
reira S. Sobnnho e Io* Telbco.
CEMITERIO PUBLICO.-Obitnaro do da 21 do
correte:
Antonio de Soaza, pardo, Par, 86 annos, gno-
ra-se o estado, militar, Boa-Vista; ferimenk con-
Uves.
Antonio, branco, Pernambu:o, 7 mezes, S. Jos;
convnli'fla.
Elaardo, nardo, Pernambaeo, 17 mezes, S. Jos;
denticSo.
Ursulino, branco, Pernambnee. i dia, Graca ;
espasmo.
Mara, para, Pernambaeo, S meses, S. Jas ;
dentico.
Antonio, taranteo, Pernambueo, 5 da*, Santo An
ionio ; convafeSes.
22-
Manoel Airee do Nascimento, pardo, Persambu
co. 60 annos, casado, S. 'los ; erysipeta.
Rodopiano Paec Brrelo, braneo, Petmtraboeo,
13 annos, S. losj glndulas infotada?:
Jo.-epha Mara da Conceicao, preta, 49 anoos,
Mllerra, Santo Antonio; liydropereerdiM.
anda Fraadsea ornan, paren, Pemamba
co, 3t aooos, solteira, San Antonio : totoercolo-
palraonares.
Francisco, preto, eroanHraco, 8 mtm, Santo
Antonio, intercofite gd.
Maria, parda, Pernambueo, i mezas, Santo An-
tonio; nUmmseao
Emilia, eserato, Pernambaeo, 3 annos> Doa-Vis-
ta ; oqoelBhe.
Mana daConceeJo, parda, Peraamu*), 11 an-
oos, solteira, Boa-Ywta; tHarauloc ptnlmona-
res.
Loarenco, eeravo, sentenciado, preto, Panrim-
bnco, 60 anuos, solteiro, Santo Antonio : dytr-
rh.
LOvi, eseravo, panto, Pernacabaeo, Si anoos,
solteiro, Santo Antonio ; intente.
Jo-,escravo,pardo, Pernamuco, lidias,San-
to Antonio ; ttano.
Joaqoim Pires Carneiro afonleiro, bmoen,P>r-
nambujo, *1 aOOS, casado, Siotd-Aiiooio ; ton-
geato pnlmonar Btrda.
Victorino Jos Ferreira Jnnior, brinco, Per-
namboco, 17 ames, aoltebo, S. Jos ; ttano breu-
malico.
II
91, braoco, Peroambuco, Imez.S. Jos;
Peroimbacoi 8 mezes, S.
o, brinco,
rilas.
Magdalena da Silva
Rocha, bracea, Per-
I^uuuiu ijjg v3 n^iij uouaiii stuo erenwos i-Dii reriiaaoo oauHsia Tierra, nnnco, Ui
6ha*f noM Bo ineco-dl planta, Mo Firmlnj Jos daSanta'Anna. nrelo. ParatiyH
38 annos, solteiro, Saoto Antonio j beribeM.
Domiogos, eseravf), prefo, P^rnamtoaco 35 -3
nos. solteiro, Boa vjsta ; tuberentos BninWoares.
Femando Baptisla Ylelfa, hnoco. Ceari, 18
Agradeeoc*w a attencia qoe aBlmi. cmara
municipal pnilou aos nosaoc orimeiros communi-
cados; aiHonie que se raMtea pela publicaco
do novo edital, explicativo do pnmeiro, que foi por
nos onmbacido. -ajyr
Inftlizmeate, porm.'iem este segando edita)
da cmara, que de 19 do corrente; era a''11/r-
macao commaokada.. pela Gazetilka do Jornal do
Recite, de antes de hontem (24) respondera clara e
positivamente, eomo mister, as duvidas levanta-
das em o nosso priraeiro commuoicado, de la.
lambsm desta ez.
Estibelesamos a queslo em ordem, meiho di-
temos a analyse, para melhor comprehenco de
todos.
Principiando pelo informante do Jornal do Re-
afe, devenios dizer que, o que infelizmente nao
verdade i qae terthames dito, no .nmuoicado de
13, que a cmara cenvidou para apresentacao de
pmjeclos.T&l phrase nao existe all; e, se nao
se referi nos, ura erapre*tirao com que nao
atinamos, tanta obscuridade guariou o informan-
te em seu eslylo
O oosso commnicado de 15, ergne apenas estas
ieierrogacoes: Qaal o orcamenlo do plano pre-
ferido ? Q-ial a praso concedido para cometo e
terminacho da obra 1 Qaal a forma do pagamen-
to ? Em que especie ser elle feito ? Resumida-
mente : quaes sao as obrigacSes e garantas do
arremaolante ?
E a raza) de ser dessas pergnntas incontesla-
vel em face do edita), que eoio a cmara 'azia
publicar, communicado a quem interessar podesse
que, leudo ella dado preferencia (nao qnerer isto
dizer ; approvado ?) ao plano do edificio do mer-
cado publico apresenlado pelo seu engenluiro,
c$nvid'iva aos prelendentes para apresentarem
suas propostas no praso de 30 dios, a fim de se
levar effeilo a sua construccao.
As-ioi pois, est sobeolendido que o plano pre-
ferido foi, se nao directa, tcitamente approv.do;
e ueste caso as propostas pedidas nao podiam dei-
xar de ser conformes cora aquelle plano. De ni-
tro modo; a cmara dase aos prelendentes o se-
grate : queremos eonstrnir um edificio para o
mercad publico, preferimos o plano aprese.ualo
pelo oosso eogeoheiro, propende porquaoto podis
effacluar a obra ; vede o plano, estudae-o, este...
E calou-se e nquanto a crcamento que devora
ter silo feito por seu eogeoheiro para epressio
d'aqaelle plaoo I Attmda-se bem a isto.
Outra cousa. Urna vez qne se pedia proposias
a fim de se levar a effeito a construccao do edificio
(edilal de 4| lovia-se entender que estava lulo
a-sentado por parte da cmara, para realisar-se a
coostroece do mercado publico
, Eotretaaio. ( de pasmar) o informante do Jor-
nal do Recif vera, faiteando despejadamente a
verdade dos faclos, dizer nos, como se j estivesse
apagada da memoria publica a redaciio do edital
de 4, qoe tal edital foi mandado fazernao con-
vidando para apresentacao de projectos, como sanio
publicado,musitapara dar conhecimenlo aos
prelendentes que acamara prefera o plano d
tenengeuheiro, para qae (acoDclaso di infor-
mante de arnmba) fossem os inesmos pretenden
tes estudar o plano e confeccionar o respectivo or-
camenlo.
Orase tal ediul se mandou fazer,o qae certo
jue tal editaf pao foi feito, e que os s pode-
mos conheeer da cmaraos actos e nao as intea
caes. Se bouve ahi uraa falta, isso' negocio da
cmara cora o sea secretario ; se verdadeiro o
qae diz 0 infirmante, elle comprehendea e expoz
raelbor o pensaraento da cmara, do que ella
mesiiia o fet por intermedio daquelles qae re-
digiram o sen edital de 4 de maio.
Mas, o qae lamentavei que o informante, ao
raesmo tempe que tenia defeoder a cmara, mais
a comprbmette. Diz elle : Nao dispondo a c-
mara anda dos precisos recursos, e nem deliberan-
do (quiz dizerteodo deliberado) qual seja o meio
aempregar para effectuar os pagamentos, cono
pode querer projectot de construcco ? Para esse
fim tem ella anda qu tomar a precisa delibera-
gao, assim como oraamsar as bases que devem ser-
vir para o contrato.
A cmara ntio pie querer projeetos de construc-
cao, porque nao dispoe anda dos recursos preci-
sos, nem arada tiranem ieliberou o meio porque
ha de fazer os devidos peosaraeotos ; o que lera
ella entao em vistas; o que qderer a cmara
quando pede (edital 4) que os prelendentes apresen-
tem prapostas para a construccao do edificio do
mercad ? I.. Se para tal fim (isto se para que-
rer projectos) tem ella anda que lomar a precita
deliberando, pelo qae nao pode orgamsar bases ;
como que a cmara era sea ediul de 4 declara
que foi preferido, o, conseguiatemente approvado
op\no aprsenla Jo pelo seu eogeoheiro f Sim ou
oao t Tero oa nao bases a cmara ? Se nao tem
bases, o que significa, o que vale, de que serve
aqaelle plano preferido com seu respectivo orca-
mento ? Se tem bases, que vem o dicto do in-
formante, a que vem o novo ediul da cmara ?
Nao serao o plano e orcaraento -.-preferidos
de ama obra os dados principaes sobre qae deve-
rao assenur as bases de qualquer contrato, que te-
nha por fira a realisaco da mesraa obra ? Cora
que cegueira de raciocioio. cora que desamor a
lgica o informante, ao mesrao lempo qae declara
que a cmara nao tem bases, sustenta que ella
pre ferio o plano e orenmento feitos pelo sea enge-
nheiro, e empurra os pretendentei para que os
vao estudar 1 Uraa de daas : ou a cmara teve
no informante um defensor infeliz, que mais a com-
promeiii-o nesta qaestao, ouo plano e orcamento
adoptados, como j diseem is,apesar de luxuosa-
mente encaxiUiados nada sigaiScara, e muito me-
aos o edital da caraara; e era resalalo forciso
concluir qae tudo islo urna farca.
M10da o informante qae os prelendentes vio
caraara estudar o plano e orcamenlo do aie-cado
publjpo.; logo aqaelle plan 1 e or$.im nto servem
de bases s proposlas qae devem ser presenta
das ; mas a cmara nao tem bases; log i___tire
qnera qmzer a eoneluso.
Com qae tngenutdade raala-se os pretenden-'
tes fazerero studos sobre aqueile plaoo e orja-
raeuto I O estado do plano e ore amento de uraa
obra daquella ordem ser cousa que se possa fa-
zer" all, oa earaara municipal, por tantos qaaatoa
prelendentes concorrerera, lodos simultneamente,
dentro do-praso fatal de 30 dias,? A essa lem-
branca do informante suppomas que o proprio Sr.
engeuheiro da cmara tera respondido com a mais
I rja gargalhada.
Campre-nos declarar que, se tamaoha importan
eia denos ao informante do Jornal do Recife foi
iorque Ihe notamos as pala vras ura quer qae
jsse de munieipatidude, qae concorda em genero
e caso com o edital da cmara, de 19.
Em qoanto a chamar-nos o informante maidi-
zentes; borradores dos "acto3 mais puros, com
lauto que disto nos resoltera vmtagens ; temos a
respooder Ibe qae ene floreado ora que remitou
o seu ai lignito Je informaco, apesar de ser d-
eitylo,3. ua la exprime-; que maldizente pela nova
ordem de cousas qaeT dizer : hom^rn que faHa
verdade;e como a cmara an anas, e o informante tambem,
e este-tal vez mais qae rodos.
Cira relaeio a Illma. amara diremos pooco ;
diremos apenas qae forooto que ella se pouha
fura do campo das anbiguidades em qae alada se
conserva a d^peito do sea segando edita!
Confrontemos: em o edital de i chamma os
prelendentes a apresentarem as suas proprntas no
praso de 30 dtns, afim d te levar a effeito a cins
trucchodo edificio ; -em o edital de 19, que vena
Vomo crretelo daqdeHe / p*Wte que os 30
das marcados pelo edital de 4, sao para etame e
esludo in plano e orcamento -do edificio do mer-
end publico, e nio para conf'bcdo do projecto do
mesmo mere rio, que seHto s sen tempo Miran
ciados Isto explicando aqftjllo a cousa mais
iacompreheosfvet qae amfa temos encontrado.
Nao ba noticia de i-xplieaoSo Menos explicativa.
Vejarao-". -
Antes de todo, psh\ visto qtfd o segundo edital.
inutilisando o primeiro, inutllisou o praso de 30
dii>or ee mUrcalo; mas o eguoo1- edital
gaarda segredo a respeito dso. pelo que :He
sopfor que o praso dado contine a er eootado
de 4, pan o edital qae rigorosamente comega a
xlsiir em 19; e d'ahi, nos 30 dics c looedidos aos
pretenestec, om prejnli 1 de 15 dias para os taes
emme e ntido. CoOUnaemos.
Si como iz o edUal em yigor (e de 19) nao I
*m anda confeecAo do projodo io meroado ; \ paotet o taJimo
a que vem a concesso de am praso de 30 dias
(hoje reduzldo a 18 dias) para iludo io plano e
orcamento que existem na cmara ?
Sondo da simples intuicio, como j provaraos,
que em lo pequeoo espace de tempo diversos ip-
teressados nao podera- siraoltanearaenteprece-
der aos necessario3 estudos; o acto da cmara nao
tem por fim seno por em exposieio o trabalhee
de s.iu Ilustre engeoheiro, acto este, que taoto de
ve ter de lsongeire para aqaelle senhor, qUAOUl
de infantil (para nao empregar outro lermo) pS
eom a propria eamara.
Oa a cmara quer gaohar tempo, em qoanto
arra.yd recursos para etoprehender aquella obra,
lauca mao dones meios, qoe alias achamos bem
ridiculos, oa entao alo sabe anda o que deve
querer.
E' 1 ha maito feo publicar qae tem am plano e
orcamento prtferidos, encaxilhados, para os qoaes
chuma exames 1 estudos, e deixar qae digan qoe
Ihe faltam todas as bases.
Si a caraara oo enllocar esta questo em seu
verdadeiro p; si nao tratar de passar a esponja
sebre esses dous edilaes, e nao publicar um ootro
em qae venha exposto com cr terio, ao meaos com
bom seaso, a que ella pretende 00 quer ; parece-
ios que ir muito mal. O que ha feilo at hoje
ubsenro, contradtorio, oada vale, nao merece f,
nem inspira inieresse a ninguem.
E sena horroroso, si do alcapao de tal comedia
surgiste ura contratante preferido deixaodo a to
los de qiielxo a banda, eomo as surtidas d; Lns-
bel oos milagros de-Santo Antonio.
Recife-1871.
O orphao.
Estrada de ferro do Mmoeiro.
La melo por miaba vez qoe o Sr. Dr. Buarqae
de MdCeJo, em saa esposla. mim, nao desiioas-
se alguns dias refl-xo, servindo-lbe de norma
a calma e prudencia que guardei.
Se e-te alviire Ibe occorresse em vez do a?oda-
mento que o animan, certameate oo me lena ar
Ruido de ioexactidoes at em coasas qae oo af-
llrmei I
E' que o Sr. Buarqae fai gosto era torcer emys-
tificar as questoes, e me parece oo ser dqael-
les que do as exprs o s o sea verdadeiro v*lur.
Por esia razio asseguro-lbe que nao me dou
por offeodido com as suas insiouafSes, e nem creio
jamis que saa palavra anteposia rainha pre va
leca diaqte dos que nos conbecem.
Assim desoecessario e testemaobo, que iovo
coa dos Srs. baro de Beraflc, i)r. Silva Ramos e
Carneiro da Rocha. A sua asseveraco (celoso co
mo da sua honra; devera bastar-Ihe e nao ca-
recer de testeraunho de pessoas que possivel
ter-nos ouvdo conversar sobre a estrada do Li-
raoeiro, mas que nao poderam precisar a occasio
em que isto se dse, oque o ponto importante
a averiguar.
era eu cootestei que h uvesse tratado com o
Sr. Bnarque associar-me a elle no contrato dessa
e3trada s o qae disse foi, que depois do nosso ac-
cordo, S. S., por motivos qae Uciimenle se com-
prebeodem, tornou-se arre-dio de mira e esquivo
sobne tal assuraplo.
Este faci descante e leairaenie nao poder o
Sr. Buarqae contestar. Se est esqaecido coasiata
que Ihe avive a memoria.
Tanto certo qae e Sr. Buarqae depois do ac
corda a qae chegamos paz todo s cuidado em evi-
tarme, e at tornou-se reservado ; que eneoo-
trando-se comitro na estrada de ferro de S. Fran-
cisco, ocsopando o mesmo wagn era que eu a,
durante a viagera que fizeraos cooversou cobre di-
versos assuraptos, mas nio me dea ama palavra
se quer cubre a da astrada do Limoeiro.
Ser islo inexacto ?
Faca o Sr. Buarque um esforgo de memoria e
responda-me
Que eu por rainha parte, quera maoter o ac-
crio, prova-o o faci de nao haver concurrido
primeira nem a seguida Ihitacao da estrada.
Entao animava-me toda a co'niiinca oo Sr. Buar-
que ; mas teobo afiaal perdido-a, sera duvida pela
sua injustiiicavel esquivanca, resolv apreseolar-
me por mim a terceira praca, e o fu (do qae nao
me arrepeado, por ver h je confirmadas a* rainbas
lusiieitas) sera dar explcacoes S. S que tara-
0 n oao me honrava mais cora as informaco.-s
ijue, subre o negocio, tioha eu o direito de re-
c ber.
Bem v o Sr. Buarque que outro nao devera ser
o meo procediraeoto, a meaos qae nao cabase oa
inepcia de esperar que o Sr. baro do Livrameoto
realizasse o contrato, para depois dirigir-me a
elle, oao leo do nunca me tratado sobre este nego-
cio. E o Sr. Buarqae contestar seriamente que
deixaodo de concorrer a terceira prai}a, nao me
prevenio de que o fnzia T
E teodo os concordado em ser eu assocado oa
saa propos'a, segue-se dahi que o seria oa doSr.
bario do Livramento, pelo simples faeto de ser o
Sr. Baarque seu socio ?
Uuem me dea disto certeza ?
E' visto, pois, que ea oo devera correr o risco
de ser mystilieado oa deixar-me cahir n'uma c
lada.
Nao assegoro que isto acontecesse, que o Sr.
Buarqae fosse capaz de ora procedimento seme-
ibaote ; porra o mais seguro ora' iucootas tavel-
raeote coneorrer por mim desde que o Sr. Baar-
que se esqaivava de intulligencia comigo.
Pole S. S.. aosturaado a fazer quesees de pa-
lavras, e combinar argumentos de filagraoas, di-
zer quanio Ibe aproaver ; a verdade o que ve-
Dbo de diser.
E' certo que o Sr. Buarque allega o ler ea coa-
corrido praga aotes de saber qae elle oo se
apreseotava, antes de rae ter feito conheeer a sua
ultima deliberacao ; e com islo quer iocubr oo
publico a opinie de que fui ea o menos leal na
questao.
Vai mal assim.
Qual era o dever do Sr. Buarqae em relaco a
mim ?
Me parece qaeno poda ser outro seno o de
aoteeipadamenia prevenir-rao de lado,e nS 1 abi-
ter-*e de dar-rae as necessarias informac^oes.
De de que procedeu por tal modo, linha ea o
direito de ajuuar nial de saa leal lade oa arredi-
lar que elle me suppunba em saa ioteira depen-
dencia, ponto de fallarme at com a considera-
co devida.
Era portanto, da miaba digoidade. do mea bera
entendido amor proprio, abrir de mo do Sr.
Buarqae, e procarar por mira realisar o cootra-
lo, e trocir com elle a posicio em que meque
ra eolloear. Se ea havia, depois do contrato
feito pelo seu socio, ver-rae na posiclo de men-
digar-the coneess favor, ou renuuciar a idea
de aesociar-roo empresi; era me mais oonve-
niente que Osta alternativa me coubesse.
Fiz o contrato, nao roe procuren, o Sr. Buar-
que, n me pedio sociedade, nio teoso colpa
disto : se me prc-enrasce, acceita-to his.
Diz o Sr. Baar rae era sen prepsito d* qalrtj-
car ote de inexacto, queno lembran ae Sr; bario
do Livrameoto o alvitre de meln-arar o eootrtto
por meio de concasses oblidas da assembla pro-
vincial I
Entretanto oa sua correspondencia nio nega o
fajto e dizeste conselho dadj a um hornero de
bem quer dizernao aceite I
Ora o Sr. Baarque anda s tontas...
eor.Sfn/i o Sr. bario do Llmniente, fu-toe
uma tentagao, e saose agora com a e.-capatoria
dobomera de bem.
Cora efft 11 I
Oa o Sr. Buarqae, como perfilo eonseltvoro ib-
snuoa ao sen sacio nma cousa fet, qon eom sua
responsabilidad nio pratiearia, oo pretendeu se
Mmenle qae le aceitasse o conselhor Bm qoal-
qu r dns hypotheses o Sr. Buarque nao n:a bem
coHocado, e deixa margem a sappor-se de prefe-
rencia que arranjou u na.armaiiiba ao 8r. baro
do Livrameoto pira com a responsabilidade dete
raetter o dente no contrate, e asaim ligaro seo
obscuro nome ao grandioso melhoramento.
Consnta qoe nio esqneaja rta Jrsv de sea no-
me eom o grande melh..ramento, porque l!in sua
grafa, e raosira a toda a luz o sea desinters e
amjr da palria,
Diz anda o Sr. Baarqw que fai inexacto na as-
severagao do qne a concnrreaeia hv tott i provra-
ca o onas da avallada subveacA qae a sua pro
costa exigi, e allega ler a proposU assigoade for
seu proprio punho (ni 1 foi palo pw*e 4e natrO,
bom que se jaiba) renuBcJnvi a sabvencio.
E sais uma argocia a qae e socoorre.
A primeira proposta, na qaal era tasooiado o Sr
Buarque. nio engia subveo(jiu ?
So 4 exigs, nio disse bem qoe aMnowcJb da
coajurrBncia tvitoa qae a provinea nafasse sob
venci ?
Bem v o Sr. Buarque qae o rnrasMo da
propoiia do sen proprio punho oa* iestrde o roen:
dizer,
N> seu furor de ittribair saeiiiuiclMIes, ar <
Bnarqo* de Maoedo fez at referenota ttnda^q*.;
deixxi spe flefaer fs wr 8. 8. contwfrnsjoln anteoi
pado da opniio do Sr. oonseNir'DMg Velo* o
ore aa modificaresautonsaidac pela imibttn,
Ea oada disse de positivo, e oera poda dtosr.
E lava, porm, en omo direito, sera (ase/ tire
Sr.
se
que c
ec JV8. geitosaioente con-
-- refieM, podesse em con tersa
inbma ter-lbe sorprendido o seu. modo de pensar,
?.r? e aproveltado para snbmelter-lhe nma
#11^icto; seirao de
gTninhss razoes
00 Sr. Baar-
0, como qelo
scoocellos, a
ente carearas-
entre ambos
oeiro.
qne Ihe diga
de qoe re-
ne Ihe coa-
reservando
dirigir os Iraba-
0 seu obsenro
peticao que nio pMftH tey
harmonia com o que Hrvira.
Afista da asseveraco temtaaoie do Sr. Baar-
qne, nao insistirei neste ponto, e o don como li-
quidado.
R'skfsn entretaoswwiar ame
para iip c mfiar sjto
qae, ala sopHoJMse
que si dea cora o Sr
quesl S. S. ronhWou psMri'pt
laneias importantes que Seurre
sobre esta qoestio da esrfWa do
Por isto consfnla o Sr. lijar
me parecer inexacta a ese
nnneiava em meo proveH> a r,
besan no contrato llilo pelo cea
para si paramente a gloria de
Ihos da estrada e ligar a ella
nome.
E' difllcil de acreditar qne o Sr. Ba.- da--e era todo este nogocio s por anuo: da pa-
tria, e da tal gloria ; e que s por este motivo se
mostr hoje tao#aforcaraiaraeole indignado por
causa das conce'ssoes fettas pela assembla pro-
vinoial.
E qae leve a saa iodigoacio ao extremo de
suppor qaetriste deste paiz se se repelrem
muilos lacios como este da e irada do Limoeiro I
Antes dissessetriste de meus clculos, se se
repetissera maitos lacios como este.
Nio quero ir mais adame, nem aiirar-me do
vasto das cunside/aces aqn>- me poeraam le-
var as pubiicr5es io Sr. Buarqae ; mas devo
em conclusio razer-lhe ama afilrmaiivs.
Nio soo, oem nunca fai especulador de espe-
cie alguma, nao be o contrato da estrada do Li-
moeiro para ginfrar difltieiro sem rrrrommodo,
nunca tive inteoeo de vender o privi.tgio, mea
desejo organisar urna eorapaowa, e creio estar
em cdndi?fes de o poder realisar.
Se o Sr. Buarqae presa a sn* dignidiade, ha de
consentir que eu prese lamben a miaba, e que
sem pretencaoes a glorias, era immurtali obscaro ourae ; de-vaoi!{a-me de ser hornera de
bem e hoorado. Nio ha de ser as miligoas insi-
auages do Sr. Buarque que me prejudiquem no
conceila publici.
Pode, portanto, disemir cowo Ihe appiouver as
raodificacoes do contrato da estrada do Limoeiro,
mas cooveoca-se que nao me iotimidam ipanAa-
ladas.
Na altura do hornera grave e respetador das
conveniencias me saberei manter, esteja certo
(fisto.
Recife 21 de maio de 1871.
Baro da Soledade.
N. 117.-UU OUTRO TR1UMPHO MEDICO.-
Cara maravhosa de rbeamatisra0. Nao ba mo-
lestia que seja mais atorraauudora do que o rhea-
maiism), ne.nhuma lio'diflteil de ailiviar-se ; com
todo ura caso, e qual, palo espago de 30 annos
hava zombada e coufaudido a facudade medica,
ro, segundo parece complelaraole carado. Os
prameoores firara pabcadus e.a maitos dos jor-
naes do oeste, acompanhados de expressoes de
adratragao quaato a tao e-pintoso resullido. El-
les certificara que Joba Roche, de Cleveland, Ooio,
de 36 asos de idade havia durante a maior par-
te de sua vida soffrido torraeolos os maisterri-
veir. 0j seos membros havam sido submelttdos
aos maiores tormentos e c morones penivdf se-
guido de cootraesoes rau3culares, al que as jun-
tas dos joetooc ch-giram a ser do fjmanho da
oabeca da ara bomera ; e 03 dedo3 todos enco-
1 ni dos e (ortos, al aue mais pareciam as garras
de uma ave rapios o que raaos humanas; era
quaato qae ama tendencia escrc fulosa derramada
pelo saogue, claramente se moslrava. pelas ebulii-
ooes e postulas que cobriam varias parles do sea
corpo. Nesta misara condicio elle priocipioo a
fazer aso das pilulas assucaradas da Bristol, em
coojuooco com aquelle grande aotidpio do viras
de escrfula, a salsapwrrilha de Bristol. Oaze fras-
quinhos de pilulas e oito de salsaparrdha, alli-
viaram nteirameote de todas as dores. Os seos
membros e juntas idrnarara ao seu estado nata-
ral e presentemente acha-ss bom de sade, con-
teole e alegre, tratando de sua vida. Estas pilo-
las acham-se tao admiravelraente acondicionadas
dentro de viJriohos, de surte que 2 saa conserva-
cao duradoara em todos os climas.
N. 441. PBOGRESSO DA MEDECI.N'A. A
seieoeia oos d alegres novas anouneianda-oos
que se ha feito um grande e importante deseo-
brimento, e qne as insidiosas amargura?- e solri-
m.ratos, cansados pelas molestias da garganta e
dos orgos da rospiraciu, podera ser atalnados
com o immediato uso do Peiloral de Anaeahaita ;
e isto cera ama incerteza e ofallbiudade, at
acora deseonbecida na praliea da medicina. A
base funda nental deste delicioso e reqoissirao xa-
rope consiste do balsmico saeoo extrabido d'aua
arvore mexicana, chamada AoacaboUa, o onico
especifico natural at boje coohocido para as af-
fecg5es pulmonare*. As esqoioe tes e a as:hma, cedera saa lete cora ama a-
cilidade verdadei rameo te assombrosa. Faz deaap-
parecer a rouquidio aeotro de poacas horas, e
tomad* lempo e a horas impede a possibilida-
de da pthysica.
COMMERCIO.
THE ALLIANGG BRITISH FOUEIGN.
Life and Fire Assnraoce Company eslabelecida
em 18ti. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia toman segaros
cootra fogo sobre predios, geoeros e izinaai e
pagim aqu prejnizos devid ament pro vados.
Rabe Schmettaa & G
Corpo Saoto o. 15.
KKACA DO RECiFi 2o DE MAIO
D8 1871.
aS 3 t/t HORAS D\ TAfU'K
Cotices officiaes.
Cambio sobre Lonares 90 d/t d. por t#<*>'
do banco.
Cambio sobre Lonlres pagavei em Parte Wdiv
3SzT9. o franco, do banco (hontem .
H. G. Stepple.
PraaidOBte.
P. i. Piolo,
Secretarlo.
ALFArTOEGA
eadimanlo do dia i a 21.
dem do dia 15. ....
I


A,
Uuvioirno da alfandera.
/olnmes entrados com fazendas
1 cosa gneros
Volamos sabidos com {aseadas
eom gneros.
ui
.597

..
711
Descarregam boje 26 de naio.
Patacho americanoCainfr/ataboados.
liugar inglez Unioncarvo.
Barca ingleza Hermione mercaduras.
Barca inglesa Witch oftht Ttign ferro.
Lugar portuguez Julio lageJos.
Patacho portagoai-/fl-varios gneros.
fktpachot de ezptrtagao no cha 24 s
maio.
Na. barca ingleza irania, para CrWWafl e&r-
regaram Kefter & C. 36'J tea eoffl tl*J,%91
kilos de algodio. -
No vapor inglez Crtsbfle, para Livefjgl
carregou : J. Carneiro 790 saects CooiSl7tt-HJb
de algodo.
Na barca haspanhola-CsraWnr, para Barse!-
lona carregou : P. M. Maurjr H saetas
10,841 kims de aigodio.
No patcfro flespinhol Ho>flio, para SaiYel-
lraa carregou : P. M. Maury 399 saceas eo
2!l,82i kilos de atfodao.
Na petaca hespaohola rps#irifih sjrn far-
ce|ioa eerregtrim : A. Rfiorta 1C SI **-
cas eom l6,.l7lcnos de iVgo\
Nobigae portagaez Laia I, ftv 'Listn
siOO Wlos < ensacar Immm
-Ni pillcabote asaertea* (Mmi,pan astt
de Mignetnarregua : T. dos 8. tUmm s*
om il-^im de assacar nraneo, *>mt>,*m
*0 kttoa c farfoba ** as>s1snsinosiiiisi*olsli
*) litros de mol. '
Np Mnn^nsMilhM^WM flAMnsAar-
natrarasi : ies"4-Biv lafi **iD >aj*h*K-
notm iVJflm'kilm^H'snvtnr atseaoMi^ *-
Mk4 i# saneas cosa UM*) *tc-
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beirs, BOfpor ajea o
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RECSBEDORIA JDE
* GERAEJfDE,
landimsnto do du I
dem do di a 2j.
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icario de PeriiamltcO ^"'Sexta'ef WJ< Mal* & fOfft
conliecimenlo de
(oi??.
a CONSULADO PROV
Hendiiaento de da 1 2i.
Idea
ne cbogelio '
oExna. Sr afce-direclor aflkar o ate-
mi pntalo as olhas desta enfade
V*a Facoldade de Direito do Recite. 15
secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.-
Ifc:fJuB!i?
DO PORTO.
Navio sahiio no dia 24.
Tihs cr* remaodoVap)r nacional Giqui, eom-
mandante Azevedo, carga varios gneros.
. Obtnacao.
C i nao houve encada.
ru*^.^^, Navio entrado no da 25.
Maanbftftye-' 13 horas, vapor nacional Corutt-
f*,ie 222 toneladas, commandanie Jos Mea-
rtano da Silva, etjuipagjra 17, carga coaros e
outros gneros, a companbia Demarobucana.
Navios sonidos no mesmo da.
Lisboa Patacho porlugaez Restauraco, cora-
mandante Manoel de Afiliar, carga assucar e
WW)Sr#- Pala*o er*atal l**a Lmraviie,
comrnandante Pablo Baratau, carga assucir.
j
-.-
ECLAMCOES.
l/U
COMPANHIA
TAES.
A cmara mnniefpal de.'ta eldade convida a
todos os seas manicipes para conorrerera ao la-
gar designsdo pelo programma, para o desembar
que de 35. MM. Imperiaes que lera de tocar a este
porto no vapor Douro at o dia 30 do crrante em
sua viagem Europa, e pede que illuminem sus
casas em aigoal de regosijo pela saa feliz viagem.
P# da cmara municipal do Recife 21 de
mao 6V 1871.
Bento Jos da Costa,
Pro- presidente.
Lourenro Be zarra Carneiro da Cunta,
, Secretarlo.
O caixa interino desta compan-hia 6 Sr.
Corbiniano d'Aqoino Fonseca, atha-se auto-
risad pagar no seo escriptorio roa do
'gario, n. 19, das 10 boras as 3 da larda
o 46* dividendo desta compatia, na pro-
porcjo de 3,1000 por cada accio.
Escrptorfo da ctjrflpahhi'a do Bfteribe,
20 de maio de 1871.
O 8cfe1ar1o.
l)f. prbj>o,t Goma de Soma Pitonga.
Por esta subdelegada se \\i pm/iw a~aa K
acha rtcolhida casa de deteocao, Sebastiana, que
dja ser escrava do Dr. Elias de tal mirador no ser-
lio, aflm de qae quem se jalgar com direito a
mesina escrava, reclame a tua entrega mediante
doeamento probatoria do legtimo dominio, t
Subdelegada de policia da freguerja da Boa
vista, 25 de maio de 1871.
O subdelegado.
Horacio de Guxmao Coelho.
3
O Dr. Sebastio do Reg Barros de Lacer-
da, jm de direito especial do comaaercio
nestt cidide do Recife de Pernamboeo
pir S. M. I. etc, etc.
Fato saber aos que o presente edita! viren)
6 delle noticia tiverem que no dia 9 de jo-
nho do correle anno se ba de arrematar por
venda a quem mais der em praf a publica
deste juizo, depois da respectiva audiencia
oaeguijie :
Urna armac5o de louro envidracada com
cwdiiro, rtgistro, e encaaamanto d gaz,
existente na loja de calgados na ra do
Duque de Carias n. 30, avaada dita arma-
Co por 200)9000.
Dore pares de bolinas de conro para
komem a 50000 o par. Doze ditos de aa-
pato* : Ustre para mu.b-r I000 o
*pr. 16 ditos de marroqaim a 700 rs. o
par. Doie ditos de diversas qoalidades
>ar meninos a 320 rs. o par. Vinte qua-
too lovellos de fij a 30 r*. Duas caderras
seedo ama de amarello e ootra de pinho
por rjjjl, os qnaes forara penhorados por exe-
Co0o de Martiniano Barrozo de Mello con-
tra Antonio Ignacio Barrozo.
E oS) haveado lanzador qae cubra o
preco da avajiacSo ser feita pelo prego da
adtodieacJo fia f rma da lei.
E para qae cbegae ao conbecimento de
todos man de i passar o presente que ser
pnbcaJo pela imprensa e ailkado nosla-
t*nt do costme.
Recife 20 de mato de 1871.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimen-
t<) escrivao o sabscrevi. Recifd 20 de maio
fcRf.
Gtbaslio do Reg B. de hacer da.
JDto DOS FEITOS DA FAZENDA
NAQONAL.
Por e>la subdeegncia foram ajprebendidos
2 cavallo na aooie de 91 do correle, sendo um
alazn ootro casftnbo andrino, os qnaes se achara
depositadla; quem se julgar com direito aoa mes-
.nos, reclame mediante jastiflca^ao qae, provando
o sea dominio, ihes serio entregaes.
Sutdelegacia de polica da fregueziada Boa- vis-
ta, 25 de maio de 1871.
O subdelegado,
________________Horacio de Gusmao Coelho.
Pela subdelegada da Capnnga fui apprehen-
dida, no dia 24 do correte, urna porga j de roupa.
sendo : len^es panno de mesa etc. quem se ja!-
gar com direito a mesraa comprela na mesma
subdelegacia, qae, frovando. Ihe ser entregue.
Recite, 25 de maio de 1871.
Augusto Lessa.
________________Subdelegado snppiente.
THEATBO
Orande novidade
MU M-lfflMS
E SEI ELL4S
NOS MAG.vrPlCOS
sios mif-nniio .
MMdifes
M. SABBADO 27 E
Dominga o Espirito
Santo 28
Opropritario deste theatro aeedendo aos iffl-
tt*ta'^* oedidds de algans amigos e frequentado-
Ar,.T?f *"",-Vda 3008 bailes nos das au designados achando-se
S jf? "m os sa,5es mgo"icamect9 amados e
illumtnados a giorno, bem como
sua nova '
m
Fatogranhia imperial
-
orna casa terrea-me
dos Guararapes.
De nma dita no oitao da igreja do Am-
aro, junto ao sobrado do finado commen-
dador Figueira, em
Olmda.
Vai sitio na traveesa do becco dos
Remedio, com grande casa de vi venda, ter-
reno e arvcredos, *
Hcje
_ AS 11 HORAS.
Por fohrvencao do agente Pinto
em seo flsriptorio roa do lector Bom Jess
D". do.
solo proprto, e em
O jardim com
illaminacao, a qual o torooa na lindo
recreio para os requeutaderes.
Tocaya dorante o* bailes a msica do Sr. GuT-
maraes Peixoto, qae entre o sen Imraenso reper-
torio tocara nma oda qnadrflha escripia pelo
mesmo Sr. sebr motivos da opera
t LEtLAO
das casas terreas da ra da Santa Cruz ns.
6 i e 06, e CotoTello n. 2; edificadas em
ch3os proprios, com grande, quintal mo-
rado, seodo que os futidos da primeit a
dao para o fundo da casa da ra do Co-
to vello, com portSo.
HOJE
.trr
De. ordem do Sr. inspector da alfaodega^e
faz publico para conheclmento de todos e especial-
mente do infractor ou Infractores qae raolivaram
a appiebenso praticada no dia 17 de abril ultimo.
no caes de novembrc, era dous saceos contondo os
objectos constantes do respectivo processo por An-
tonio Rodrigues de CMiveira, Antonio Felippe San-
tiago e Francisco Ignacio da Silva, qae foram os
mesmos Infractores eondemnados na perda dos
mesmos objectos e mais ao pagamento da multa
na Importancia de 804875, correspondente a me-
lado de seu valor nos termos do art. 744 4o regu-
lamento de 19 de setembro de 1860.
E para constar fa$o este aviso para seieneia de
quero de direito for.
Alfandega de Pernambneo, 23 de maio de 1871.
O 3* escripturario,
___________Joao Carlos Angosto de Figneiredo.
assira como urna grande wjlsaexiratd da mes-
ma opera.
Os divertimentos coaatcanj ietpre as 9 botas
e terminarlo as 2 horas da m4ru*.
us bilheles acham-se i maoSb^o ubheo
no esoriptorio do theatro.
Cavallieiros t#000\'^ '
Damas gratis.
As familias qae qoizerem freqnentar oa bailes
leem os camarotes gratuitamente, pagando so-
mente a entrada o chefe fau pessoa
nhar as mesmas.
Ser rigorosamente observado o
policial.
qn acampa-
regulamento
Br. Abil o Jos Tavares da Silva, otflciaJ da im-
perial ordem da Rosa e juiz privativj des feitos
da fazeuda desta provincia por S. M. I. e C. que
Bees guarde etc, -
Faflo saber que em virtude da execoQlo, que a
'.eada nacional eocamioha contra a vi'uva e her-
iros de Juliao Pereir Mattoso, ex-collejtordo
m, Tez-se penbora em um eseravo de nome Se-
dino, mulato, com 28 ando, poaco mais on
menos, pedreiro, avallado por r:4O0, em cooss-
qnencia do que, em tace do decreto n. 1695 de 15
de setembro de 1869, e em virtule de reqoerimen-
to do coronel Jos Fjlix da Cmara Pimental, ees-
sionario da fazenda, sao convidados pelo presente
qaeeaoer licitantes para apreseitarem snas pro-
pnPtas dentro do praso de 30 fita, a contar desta
data, achaodo-se o mesmo eseravo em poder do
depositario particular Pedro Vistor Bouletreanx,
no eogenho S. Jo5o da comarca do Cabo.
E par* 30* cbegae a noticia de lodos mandei
passar e presente, que sera publicado pela impreo
sa e afflxado no iugar do costume.
Dado e passado oesta cidade do Recife de Per-
nambueo era 12 de maio de 1871.
Ea Laiz Francisco Barreta de Almeida, escrivSo
subscrevo
_______Abilio Jes Tavares da Sil va.
De ordem do 111ro. 8r. conselheiro inspec-
tor da thesouraria de faaenda desta provincia, se
faz publice qae no dia 7 de jonho prximo vindon-
re as i horas da Urde, peraote a junta da mesma
theiooraria, sa deverao arremaur em hasta pu-
blica por quem maior lauco offefecer, 9 casas, 1
barracao, i telbeirj sobre estivas 1 forno de ota-
ria, 3 freofes e 2 oildes de ajoto, 1 aliceree, 1 re-
logio de sol e objectos de mabia, portencentes
extincta colonia militar de I'imenteiras.
As pesoas a quem eonvier a dita arrematacio
deverao comparecer na refdrida thesouraria no
tt e hora marcados.
Secretiria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, iZ de maio da 1871.
ServtnJo de official-maior.
___________________Manoel Jos Pinta.
A cUmara municipal d-sia cidade fa-
poblico para conhecimeoto de quem interesz
sar pos93 que, os 30 dias marcadus no edital
de 4 d i correnta sao para evuin e estado
da planta e orcamento do ediGcio do merca-
do e n5o para cn'ecc5) do proj-cto do mes-
ms marcado qae serj ao sea lempo an-
uonciados.
Pafo da cmara municipal do Recife f9
de maio de 1871.
Denlo Joo da Costa.
Pro presidente.
Lourenco Bizerra C, da Cunba.
Consulado provincial
Em o mez de jnnbo prximo comeca a correr
o praso de 30 dias para o pagaraeoto voluntario
nesta repartico da cootribaicao. da decima ur-
bana, de 5 dK) sobre o rendimento dos predios
eorporacSes de mi mona e de 75 rs por litro-
de agurdente, relativamente ao 2* semestre do
anno flnanceiro de 1870 a 71 ; o qae faz-se se en-
te aos respectivos contribnintes que nio satisfa-
zendo dentro desse praso, encorreen na multa de
6 OO at encerrameoto do exercicio.
Consalado provincial 22 de maio de 1871.
O administrador.
Antonio Carneiro Machado Ros.
THEATRO :
ZARZUELA IBS1A\HOLA i
SIXTAFE1RA 26 DO QOaRENTK A'S 11
HORAS.
O agente P.nto, legalmente autorisado, far iei-
lao das casas terreas aeima ioticadas, por junto,
ou por cada nma, opcio dos licuantes, as quaea
se loruara recora,meudadas, por serem em boas
mas, chaos proprios, e por lar ama d'ellas grande,
otl). O leila aera effectuado io escriptorio do,
atendonado agaate, i ra do Senhor Bom Jess
n. H ontr'ora roa da Crin
HLO
.:-;
do sobrado de 9 andares n. 7 I roa do Se-
nbor Bom Jess, oolr*ora roa da Cruz
HOJE
do correte. .
O agente Piato proceder a leilao, a requer-
ment dos herdeiros da tinada D. Joanna j. H
Pires Ferreira, e 4r mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz de orpbios, da casa de sobrad* de 3 andares
da ra da Croz d. 7, s 41 horas do dia cima
dito, em san escriuturio a roa daCfiu o. 38.
NO
CAMPO DAS PR1NGEZAS
DMINGO S DE MAIO DE 1871
Recita extraordinaria
Em beneficio do artista
Francisco Ignacio Guerreiro
E para estra da actriz portogaeza Eufra-
zia Maria da AssompQSo Goerreiro.
Logo eoe a arehestra. arigiaa pelo insigne
maestro Lbnfo CoJs, tner Recatado ''amal
snas pecas, reflrtsentar-aaha o drama angioal
portuguez de Cesar de Lacrela em dous actos:
Cynismo, septicismo e
crenija.
MAa*
iulzo nos flto* da fazenda
maelonal,
De ordem do Exm. Sr. Dr. juiz doa feitos da fa
zenda, fti{o constar aos arrematantes das compre-
henees denominadas Caric e Pangan do extrac-
to vincnlo do Itamb, que Ihes tica marsado o
praso de 30 dias para prestaren aa devidas hypo-
theeas, e assignarem as respectivas letras na he-
sonraria de fazenda, sob pena de Bcarera sem
effeito as mesmas vendas.
Recife & de maio de 1871.
.0sorii,
tniz Francisco Brrelo de Almeida.
Peta recebedoria de rendas internas gerae
se faz publico, que oeste mez de malo que se
Onda o prazo do pagamento, sem multa, do impos-
to pessoal relativo ao segundo semestre do exerci-
cio correte de 187071, depois do qual prazo se
r pago com a multa de 8 por cento.
Recebedoria de Pernambuco, Io de maio de
1871.
O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
,. ?*l toman parte o artislasjtoregraao, Fia-
rindo, Braga, Caaa,-,Guia-eiro e fcfraaB Guer-
P'ro.
Sogair se-ia e espectaetiio com a mqMo inte*
^fesMalt coaaedla eo um Helo ?
O tio Torquato
PeMoagana os 8rs.: Peregrino, Gaerreiro e
Sra. D. Eufrasia Guerreiro.
0 artista Florindo representar urna de soa
scenas cmicas.
Terminando espectculo com a chistosa ce me-
dia em um acto, intitnlada
AI 1 QUECHALACU I I
IVronttyww Actores
Carlos de Azevedo, esta-
danto............... O beneficiado.
Thomaz, criada......... Sr. Florindo.
Henrique.............. D. E ifrazia Gaerreiro.
Conegandea-----,....... D. Eufrazta Guerreiro.
Hennqueta de Meodonca D. Eufrazia Guerreiro.
Principia s 8 horas.
do sobra jo n. 3 do becco tapado entre a
roa do Apollo e a ra da Guia
HOJE
26 DO CORREiNTE
Por occasiao da venda de outros predio, par In-
tervencSo do agente Pinto.
A casas terreas da ra de Santa Cruz estarlo
abertas hoie ao exame dos concurrentes, das 7 ho-
ra* s 11 da manhaa, devendo os mesmos concor-
reram ao leilao, que deve ter lugar boje, s 11 e
meta horas.
festa do Di vino Espiri-
to 8auto,ercta no con-
vento de Santo Anto-
uio do Recife
No sabbado ao meio dia a msica mili-
lar So batalbio de Infaotaria da guarda
nacional tocar liadas pecas, e as f horas
da noit ter lugar as vesperas, e domingo
pelas 4 l| boras da madrugada haver
Masa rosada, tocando a mesma msica.
Pelas 10 hora do dia entrar a festa
com a miasa intitulada a Graga ; a
grandeonhestra. msica do maestroGui-
seppe fclrori, sob a direccio do distinelo
professor Jos Coelho Barbosa, sendo os
solos executados o deLaodamnspelo
Joao Ribeiro-Gratiaspeto dorso irmo
ex secretaria Claudio Idebnrqae Carnei-
ro L^al, qae graciosamente se presta a
execular dito solo, msica expressamente
escripia p|o regente da orcawlra para
o mesmoDomine Deaspelo professor
9; Trajano Felippe Nery Bareellos-Qoi tol i
lispelo regente da orehestra. Ow sedes
pelo Sr, Jos Miguel Pereira ; fcpois ,
do Evangelho snbir tribuna o bem- eo
qbecldo e eloqaenie orador oRvm. 9r. !
Fr. J0S0 de Santa Thereza.
as 7 horas da noite entrar o Te-Dean :
sendo orador o bem coaaecido e aloquen- \
to o Rvm. Sr. padre-oieslra Leonardo Jos
.Grego, Andando todo acto Com o liramen- \
lo da bandeira. <
Rogo a lodos o nossog Irmlos o com '
parecimeoto para brilhantismo da no3sa 1
festa e Te-Denm.
Secretaria da irmandade do Divino Es- '
irito Santo de S. Francisco 25 de maio
e 1871. ..
O secretario,
jfarcolino Angosto da Silva Villar I
'HaVHHHMMSWAIllli
Adverte-se
ao individuo que chama a diversas pessoas para
fallar Ihe, ra Duque de Caxias, d'entre ellas o
padre Francisco Verissime Bandeira, que elle tem
residencia certa em Olinda. Se qner fallar-lhe di-
nja-se qaelle logar, pois assim requar a boa
educacao qae proceda, e nao cbaraando-p pelo
Diarto indiscretamente.
.1
LEILAO
de 29 eacebs em arroz
Sabbado 27 do correte.
agente Pestaaa faf leilao for eoau e risco
e.ff2?.. "!rte2fer' de ?acca c> arroz, sab-
bade 7 do curiSte, s ft hora* damaiiha, 00
awaaiem do Aoats.

Correio geral,
-
RelacSo das cartas registradas, procedentes
do sal e norte do imperio, existentes na
repartico do correio em 23 de maio de
1871.
Antonio Rodrigues de Albuqaerque, Amancio
Olympio de Andrade Barros, Anna Florencia de
Almeida e Silva, Antonio Annes Jacome Pires, B.
Jennymoda Costa Macilaque.Carlos Thomaz"daAl-
meida, Elpidio de A. Ferreira Jacobina, Francisca
Marques da Cunha, Francisaa Pereira de Assis,
Francisco Aniatrao de Sonza Aranio, Gentil Rodri-
gues de S raza, Jacintho Febronio Esmeraldo. Joa-
quina Maria da Sacramento, Joaquim Manoel Mu-
niz Moreira, J .aquim Delflno da Silva, Jos Jero-
nymo de Albnquerque MaranhSo, Jos Palrieio de
Castro, Jos Duarte Pereira, Jos Carlos Mayrink'
Pires Nabuco (2), Jos Herculano Pereira Lisboa,
Joao Joaquim de Siqoeira Villaca, Joao Florentino
da Silva, Joao Antonio Gomes Guimares, Joo
Lopes Braga, Joao Rodolpho de Miranda, Leopoldo
Franeisco da Silva, Maria Magdalena dos Anjos,
Marciano Gjncalves da Rocha (2), Manoel Barbo-
sa Alves Ferreira, Thomaz Pomp > de Souza Bra-
sil Jnnior, Theotonio da Silva Vieira, Nilo da Sil-
veira Ramos, Catharioa Maria Monteiro.
O encarregado do registro,
Manuel dos Pasaos Miranda.
THEATRO
vapor,
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegando costeira por
Mamanguape.
O vaper Corarijw, com-
rnandante Silva, seguir
para o porto aeima 00
dia 27 do correte as 5
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
aheiro a frete : no escriptorio do Forte do Mat-
tos a. 12.
Secreano.


Facui4 d9 de Direito.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro, vice-direc-
tor, fago publico que fica marcado o prazo de seis
rnezes, coniados da data deste, para a inscripcln
dos- qae pretenderen) concorrer ao lugar de lente
substituto desta Faculdade, vago pelo acceaso do
substituto Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes
de Drummood eadeira de que era proprielario
o conselheiro Lonreaco Trigo de Loureiro. Pelo
que todas 09 pretendeates ao.dito lugar pder3o
aprestntar-se desde j na secretaria desta Facul-
dade para assigoar aens noraes no livro compe-
tente : o que Ibes permillido fazer por procu-
rador, se esliverem a mals de vinte leguas desta
idade, ou liverem justo iropedimeoto.
Devendo ontroslm apresentar documentos que
mostrea sua qualidade de cidado brasileiro, e de
qua asan a.i goao de seo* dirsilos eivis e polticos,
islo tarco de baptismo, >lha corrida do lagar
de seus damieilios, e mais o diploma da doutor
por urna das FaooJdadea de direito de imperio, ou
fioMiea for na, justiaado a impossibiiidade da
apratenua) do original, e na m^sma occaalo po-
IfL *BlnS" quaesqn^ documentos que jul-
HJJ eaweoie9tw> oa eomo titulo de habiliu-
V"" 0,l cana' provu de servicp prestados ao
Ido, i homaalaade aa 4 seieneia, dos quaes se
lhes pasura raabo : lado de eonforcotaade esm
os art. a 37 do decreto n. 1186 de 28 de abril
/ i!?' a l,Lt 9e8QDfe do de n. 1868 de 2i de
foveretro de 1835.
ADIRECCaO DE
wtmmMm
(REPERTORIO DE OFFEMBACH) T
espectculo lero lugar lu
?arlavelanente au
guara,
lalatas,
Wahbaiea, aa^Sj
Domlagos
Os

IIO.li:
um n n MAIO =
Reyresentacjo extraordinaria
e ultima antes de
LA GRANDE DUCHESSE
que subir i scena na prxima semana
. PROGKAMMA
2 REPRESE.NTAgAO
da excedente aeca em doas actos, ornada de mo-
Hn
Les ehevalieres Jo Pince-nez
Toma parte toda compaouia,
Companhia Pernambucana.
A ehegada do vapor inglez, largar do caes da
Companhia Peroameoeana, am pequeo vapor qne
poder facilitar o desembarque "los passageiros,
nao so que se distinarem para este porto, eomo
aqnHIes senhores qne qriizerem ir a bordo como ri-
sitantes.
Tambera dnas horas antes da marcada para a
sahida, largar ontra vez do mesmo lugar com o
flm de conduzr os Srs. passageiros qae embarca-
rem e qae devsrao com antecedencia tomar pas-
sagem no escriptorio da companhia.
PREgO 5*0W POR PESSOA.
O mesmo vapor leaara a reboqae qnalquer em-
barcago com passageiros ou bagagens, mediante
molica quanlia.
Rebocam se alvarengas cora carga ou sem eiia
io ancoradvoco para a alfandep, viee-verta,
canoas coroaarva, lijlos, podras, ate., para qual-
quer parte dentro do rio.
Ka e^criatorio da companhia Pertambacana.
LEILAO
DE
Obras de prafa, Dora, brhautes e perolas
COMO SEJAM :
m rico aderado e oaro com brilhantes, 1 dito
de fllagram, 2 corddes, 2 traneelins, 1 brocha, i
cacoleta, 1 cruz, 1 botio, 1 par de areolas. 1 ane
salva, 10
paiiteiro
de algabeira, e ana eoainaada e eruz da ordam
deiChristo.
Um faq-ieiro de prata, 1 uboleiro, 1
castices, 2 serpealtoas, 27 oolheres, i
1 bules e 1 espivitadeira. ludo de prata
Segunda letra 29 de maio a 11 boras.
era panto.
O agente Pinto levar a leilao, a requarimenlo
do invenunante dos bens do fallecido coa-menda
dor Thomaz de Aqulno Foneeea, e por mandado
do Iltoo. Sr. Dr. juiz de orphos, os objectos cima
descriptos, os quaes poderao ser examinados antes
do leile, que devera ter lugar s 11 horas em
ponto do da cima dito, no escriptorio do referido
agente, ra da Cruz n. 38.

Joao de S e Albnquerque teodo de mandar ce-
lebrar ama missa na matriz da Boa-vista as 8 ho-
ras da manhaa do dia 27 do correte, pelo ani-
versario da m me de seu sempre chorado pai,
convida a seus amigos para assistirem a esse acto
de religtao e earidade; pelo jae Ibes antecipa sea
profundo re conbecimento.
do engenho Riachao Trombeta urna maca de
pelh de ovario, oontendo nma boira de tapete
coberta eom conro de cabra, varias pegas de rou-
pa e objeetoe de aso, letras e docameotos que s
aproveitarn a sea dono : quem a entregar no re-
ferido engenho oa era Una, no hotel do Sr. Jas
Felippe, e nesta praca a sea dono Antonio Joaqnim
Salgado 1 roa da Praia n. #6, sera gratiScado ge
nerosamebte, anda mesmo s os papis.
ASEE
paga se bem.
Na roa Nova n. (8 precisa-se de
ama ami para coiinhar e comprar,
Maesa fallida
DE
AMORIM, FRAGOSO, SANTOS & C.
WTIDBKDOS PAGAR.
Sao convidados os senhores credores abaixo no-
tados comparecerem no escriptorio da roa de
"gario n. 13 primeiro andar, para recebaren as
galera de piYirn
/. Ferreira VUla '-.,
Desde o dia 7 de abril passado ach-se aberto o
aovo estabeleciraento photographieo sito na do
Cabug n. 18, esquina do pateo da matriz. OWraba-
Ihos que desde enlao, tem sahido de nossa eCfeina
lera geralmente agraddn, sendo recebidea por
alguns com admiracao peto extraordinario pro-
gresso que ltimamente teta lido a pbetrgraphia,
e por outros com alegra; por veren a arevfcieia
dotada com nm eslabelecimento digno dTeHa, a in-
contestavelmente o primerri que aaasa geaero
boje possue : tambera nio no% ponpempe eai cansa
algnma para monta-Io no p5"eni qo se acha, ea*
: perando qae o publico de Pfcrnaa*nco saberi
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nScionaas
i estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
necessidade de trabaibos de photographtt a visi-
tare m o nosao eslabelecimento, que estar sempra
aberto e sna disposicio todoa.os dias desde as 7
boras da manhaa al as ffix. tarde.
Para os trabamos de j>hotographia possnnos di,
versas machinas dosmalbores autores francezes-
nglezes e alimemes, como seiam : Lereboors et
Secreun, Nezznagia, Thomaz- Ross, Voigtlander et
Sonh e Wulf. III(mmente recebemos tres novas
machinasi sendo nma dellas paopria pata tomar
sobre o mesmo vidro" 4 ou 8 imagens dTversas a
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas 9
igualmente soladas, de sorte que na caso do
grande concurrencia pederemos retratar sobra
urna nica chapa ato 8 pessoas diversas asola-
das para candes de visita, esslm em aanas de
am qaarto de hora despachamos 8 difleremes
pessoas que pegam cada orna, uianluzia de cartdes
mais on menos, eom os seus retratos somonte, 00
am grupo eom outraa.
Encarregamos-aos exclusivamente da dlreeco
feitnra dos' trabalhos de photographia dri-
xaado penda e lalentos do distrete pintor
iJIomao, Sr.
Jowe A. Roth
ds ttabalhos de pintara, a acuarela, a otoo, a a
pastel.
O Sr. Roth aeha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptnra publica, e ato o presente tem-se
lesvellado na exeeucao de seus trabalhos.
No nosao eslabelecimento acham-se expostoa oa*
tros trabalhos importanti s do Sr. Rotb, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
oleo, qaadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos eneommeodas de retratos i ole al o
tamnho natural, assim como de qtudros sacros
para ornamenta^ao de igreias on capeDaa. Tam-
bem aceitamos eneommeodas de qaadros histri-
cos.
Assegnramos que os preces dos diversos tra-
oalhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
OARTOKS DE VISITA NAO COLORIDOS i lOtfOO A
DUZIA
cart5es DK VISHA COM O COLORDO ao NATO-
kalA 16)5000 ADi-ztA
Retrates em miniatura oleo ou aqnarella de
16 2O4OOO cada nm, indo convenientemente en-
aixilhado em moldara daurada e regulando o
basto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho. -
Jnlgamos que bastarlo os precos aeima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
istableciroento, quanto sna pereicio eada no
enfaa julgar por seos proprios olhos.
As memores horas para se tirarem retratos no
aosso esubalecfraento sao das 8 horas la manhaa
I da tarde; entretanto de urna hora as 5 da tarde
im casos especiaes pde-se tambera retratar qaal-
Taer pessoa.
Nos dias de chova, ou por lempo sombro po*
lemos retratar, e assegnramos qae esses dias sao
>i mais favoraveis aos trabalhos de phajafrapbia
pola docora e persistencia da luz, e per tormos o
aosso terraco construido com taes propendes
atetboramentos, qae amda chovendo jorros ne-
ahum mconveniente ]ha para fazer-se bellos re-
tratos.
i. Ftrreira Villelm
------ ^>
- (T
lo, 2 arma TTv.3.% 4.%5. e 6.' dividendos. Os pagamentos
VISOS ftWESSOS
COIPASHIA BRASILEIRO
-5
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 27 do correte o vapor
Tocantin, coramandante F. Fran
co qual depois da demora do cos-
tume seguir para os do sul.
Desde j recebem-se passageiros a eogaja-sa a
carga qae o raoor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ehegada. EncommeD-
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da su sabida.
Nao se recebem eomo eacommendas seno o-
j setos de pequeo valor e que nao excedam a dnas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medial
Tudo qae passar oestes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros qae snas
passagens s se recebem na agencia, ra da Cruz
a 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Luli
da Ollvelra Axevedo & C-
Sociednde provisoria phi-
Jotimia.
Per ordem superior aviso a tpdos os merabros
desu sociedade e as eorporae&es que reeeberam
convite para comparecerem na sossio magna mar-
cada para o dia 27 do corrate, qne flea dita ses-
sao transferida per mtivos Jastos, para quando
for novamente annunciada.
Secretaria da sociedade Provisoria Phlotimia 25
de maio de 18? 1,
Boaveniura R. de Amorim,
Secretario interino.
1 1

AVISO.
Pjde se aos Srs. Traiano Cesar de Alboquerqne
e saa mano Juventino C. de Albnquerque o favor de
comparecerem oa loja da ra da Imperatriz n. 48,
para saldarem seos daboe, p.iis qm tendo sido
chmalos neste Diario por Diversas vezes, cao
algum tom oito; espero desta vez assim nio
aconteca
Bem *abe o autor ao ramado ine faz o
proprieatriqafo armaz.m a. 42 da ra Duque de
Caxias itjtores:e do? mesmos chamados, que o
Sr Joaquim Teixeira Peitoto, fllho, mora na mes-
ma ra e at se-tftz deno e proprielario do colte-
gio S. Pedro de Alcntara, o que nao se sabe nem
-e sabia a forma com que trata S. S. melles que
o proeuram quando o negocio lbe nao agrada....
serio feitos todas as qolntas-feiras das
da manhaa 1 da tarde, e at o dia 26
rente.
Recife, 3 de maio de 1871.
Os Srs. :
Abraham Ewstivard
Antonio Fernandes Ribeiro
Antonio Barbosa de Barros
Antonio Domingos Pinto
Antonio Bernardino Senna
Antonio do Reg Medeiro?
Antonio Maria O'Connel Jersey
Antonia Maria do Rosario
Alves & C.
Antonio Leite de Magalhaes Bastos
Barbosa de Simos
Baha Irmlos & C.
Celestina da Costa
Caetana Carolina da Costa Ramos
Caetana Olympia da Costa e Sirva
Campiano di Cordeiro
Carvalho de C.
Caixa Filial do Banco do Brasil
Domingos da Rocha
Eduardo Presin
Felisarda a Costo
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo
Francisco Simoes da Silva
F. H. Cordu /
Francisco Goederxle Araujo
Francisco Gonearves da Silva Pereira
Francisco Men
Francisco Pereira de Medelros
Francisco Manoel Barroso
Ferreira A Martina
Flix Autoci Alves Mascarenbas
Francisco jola de Barros
Guilberaie Ferreira Plato
Isabel Maria da Costa
ji.'lin Lilily
,os Gomes Vieira
fos Nogoeh-a da Costa Soares
os Baptista da Fonseca Jnnior
jse Luiz Ferreira da Costa
11
do
>ras
cor-
> -

Henriqueta Carneiro Mootetro agradece a (oda
as pessoas qae se dignaram assistir aos snITragio
de sea marido Joaquim Pires Carneiro Mtnteiro, e
de novo pede para que eticara urna Dista, que
pelo, repouso de sna alma sera celebrada na Or-
dem Terceira de S. Francisco no dia w do cor-
rete pelas 8 horas do dia, pelo qae desde j an-
tecipa seas agradecimentos.
mmmmmmmsammmmanmuwrtmi c^
Offerece-se um moco com 15 anoos de idade
para qualquer casa de eoromercio : quem quizer
dirija-se roa da Concordia n 103.
Aluga-se o 2* andar do sobrado a 28 da ra
do Queimado : a tratar na mesma ra n. 52, I ja
de seis portas.
n ara a ti 5o
Para o porto cima segtie oestes dias o oalba-
bote nacional Joc de dous trro de seu carrega ment que conduz
da Babia, para o resto que Iba falla trata-se om
os consignatarios Antonio Laiz d'Oliveira Azjvedo
* C. rus da Cruz n. 57. -_________
llhae 8. Miatuel
Para o porto aeima segu at 30 do corrate o
pa babote Galena : para o resto da carga e pas-
sageiros, tratare em os ">e consignatarios, Jo
so Reg Lima & Filho, ra do Apolla n. 4,
IRMANDADE
DO
Divino Espirito Santo da Igaeja.
legio.
No domingo 28 do andante, pelas 10 horas da
manhaa, entrar a fest do Padmetro, orando an
Evangelho o R?d. Jos Esleves Vianna, e pelas 7
horas da nonte entrar o Tt-Deum, orando oWe-
gadur da capella Imperial padre Lino do Monte
Carmelli) Luna.
A orchaatra ser dirigida pelo maestro Cofia,
tomando part nos sios os albores cantores;
oos intervallos tocar a msica marcial dos me
aores do arsenal de guerra; e oa madrugada'do
me;rau dia haver missa resada.
O templo estar ornado com decencia.
E, pois, de ordem do irmio juia, convido a to-
dos os nossos irmoa, com especialidade os msa-
nos, para auUiirem estes actos, eomo de
nosso dever.
Lwz Epiphanio Mawiea,
Tercero dtfloidur, serrindo de escrivao-
- ____________,_____
Silva
J
AMA DE LEITE.
sem 6lho
Precisa-so de urna ama de leite
ra de Hurtos n. :?0. sobrado,
na
, t* ra da eraia u. 37, i anda, precisa se
ae ama ama de boa couiucta, s para coiinhar
para peaca familia.
os de Fooles
Jos Maria Ferreira
.o-e Felippe Martina
Jos PorieHa da Costa e
Jo3o Jos Bouveia
joao Silverio de Souza
joo Baptista de Atbuqnerqne
Joanna Mara doa Prazeres
Krabbe Tho.a A C.
Lucreala, escrava de L. J. C. Amorim
Ludo Fio-culo da Silva
Manoel Alves da Costa Braticante
anoel Goaealves de Olitelra
aooel Antonio de Carvalho
noel da Silva Sampaio
noel Ferreira da Silva
Maaoel Alfas Barbosa
Manoel Jlo Antones Torres
Maria Elenteria
Mara Isabel da Costa
Mara Isabel Baptista da Fonceca
Massa de Jo.- Luiz Pereira Jnnior
Massa da Francisco do Reg Mallo ,
Marones Barros de C.
Mello & lrmao
Orphos de Agostinho Baptista da Fon-
coca 1 ir 662
P. Maurer 190t)0
P, Won Sbosten 3830
Raymundo Carlos Leite & Irmo i760
Simeo Joao Alves de Carvalho 1461400
Simoa Len Ploy JL, **000
Thomaz Ferreira da Cunha 127*168
Thomaz Cabora 72^000
Theodora Joaquina de Souza Braga 961930
Victorino Aususto da Carvalho 44*290
Viaaoa & Guimares -jf /jUm .$|280
Dividendo eojbugaloporawia 6 Espi-
rito Santo l da Maaoel Azevedo Ca-
nario 843600
Reclre 25 d abri? de 1871.O* administrado-
ra. Jos /eronymo, Monteiro, Justino Jos de Souxi
Campos, ^^
591360
49000
7*286
2J400
139*440
63*300
1*440
45*780
3/ao
39*580
2)008
3:044*800
47*570
38*000
94OOO
840*000
284*904
33*600
59*360
50*880
32*377
20*.140
28*000
78*362
200
86*400
94*500
31*650
298*680
694520
78*000
677*440
953
88*608
516
74*200
16*383
18*390
23*360
48*000
1864740
120*000
75*000
15*590 Aluga-se um aitiu perto da praca com bas-
110*880 tantos com modos para grande familia tratar a
234*000 < roa da Imperatriz n. 63, 1 andar.
16*000 "
21*080 ~ l'rec>-i-8e fal,r >' Sr. Mnoel Homem de
19*000 (.''8rTalh1' passageiro do vapor Paran : ama de
25*220
47*500
1D*800
44*760
MM
17*490
3*T00
398*456
10*640
38*0i K)
26*882
3054480
65*200
3*750
514720
Luso brasileiro.
O presidente da sociedade benecente Luso-
Brasileiro, convida a todos os socios para compa-
recerem ses.o de domingo 26 do correnle s 10
horas do dia no salo das sessoes, ra nova de
Sania Rita n. 1.
O secretario,
__________________________Joao W._________
C'orrespamdeucia de Portugal
O encarregado da entrega desta folha previne
aos assigaantes qae d'ora era dianaaser entregue
na ra do Vigario n. 13, 1* andawna escriptorio
do agante Pestaa, e previne-se que s se entre-
ga vista dos candes.
Agradecimento.
Impellido pelo mais sincero dever. venho boje
pelo alto da imprenta agradecer ao Sr. Candido de
Carvalho Neves as boas maneiras "com as quaes
se portoa sempre, comigo, e o bom tratamento que
me dea dorante o lempo que fui sea caixeiro,
aproveitaodo a occasiao para assegurar-lbe que
rae achara sempro prompto para aquilh que lbe
possa servir.
Villa do Cabo 24 da malo de 1871.
Antonio Jos da Costa.
Lu ca*a do Dr. Aioolorudo
Precsa-se de om cosinheiro.
Pedro Affonso, amiga da Praia n. 57, armazem.
SEWOS
MARTIMOS
CO\TIM FOGOe
A companhia Indemnisadora, estabelecida
oesta praca, toma segaros martimos sobre
navios e seas carregamentos e contra fogo
em edificios, m rcadorias e mobilias : na
roa do Vigario n.-4, pavimento terreo.
Chocolate de sai.de, de Hiner
E' pelo seu agrasavel gosto e suave aroma que
est classiflxado eomo a priraeira qualidade di
chocolate, e com josta razio o proeuram eomo o
melbor de todas aa marcas de chocolate coaheci-
das. O bem coobeeido nome de Meoier dos dis-
pensa de sermos mal detenaos.
DEPOSITO
Na pharmacia amerean, roa Duque de Caxia-
numere 1(7,


1


Diaria a Pernambrip Soxtn feira 2ft de "Mair, de 18T1
f
AToa Duque de Caxias n. U precisase con
muiu instancia fallarse aos senbores abano
declarados:
Francisco de Panto Moo Brrelo.
Joauuim Teixeira Pexoto Filho.
Manoel Thomax do Nascimento.
Francisco de Panla Borges.
Joee Gomes de Barros.
Jos Lnii de Franca Torres.
Francisco da Costa Camino.
Sebaatiao Jos de Barros Barrete.
Eatevo Jos Ferwira.
Cirios Jos Das da Silva.
Joio de Barros Netto.
Carlos Jos de Sorna.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquim Jos de Car val ho Cabreira.
Antonio Correia de Barros.
Aodr de S Albuquerque.
Antonio Jorge Monteiro.
Isidflrio de Franca Barro.
Pedro Jos de Sonsa.
Padre Francisco Vlrysjtno Baadeiri.____________
Hotel da prapa
PATEO DA WfcEtRA DE, S. JOS NU-
MERO 9.
O aovo proptletario deste estabelecimento (ou-
ir/ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-
nisado-o, veta mui respeitament participar ao
rozpelttvel'paMieo, qoe os sea rrequenttdore!
podero apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e lambem recebem assigoantes e se en
carregam de mandar comidas em qualquer casa,
rodo por sreco commodo.
N. 9-Pateo da ribeira de S, JosN. 9.
'- Limonada e agua gazoza
Os Srs. Henriqne Leiden & C teem a bonra de
participar ao reepeiuvel publica, qae desde egora
aiopromptosem satisfacer qualquer pedido neste
refresco, seja paranefooio ou para particulares.
Leasbramo novamente a nossa cerveja nacional,
brinca e preta
fillas unis ciTiunus
DO .
I
w t *'
)R. AYER

NJo hiaeceMidtdelJHl I qoe podMnorrewmjiend ae publico So 1 tas vetes curadai com estaa plalas, que d5o
RerTem todo? os paiws m PILULAS DE AYER qoe eiptoram e pa- dotidamos em d.zer que soberano reme
gota i oiu vuuu o _,____..j. .#. n /xnil lim.,t;_ Ain nara Ada inrnmmniln Fmnnantn
do que a de um purgante
que seja ao memo lempo
innoceote, efficaZ e digno
de toda a confianca.
As pillas que ora offere-
cemos ao publico preen-
ichem estas condtefos; pois
[podem ser tomadas pelas
pessoas mais fracas sem
perigo algum, nao leudo
lem sua composi?5o mer-
mrio nem ootro iojredieu-
_____ te nocivo i sae, mas
sendo composto de agentes vegelaes mui
fortes, s3o bastante eficientes e activos
para purificar os corpos mais robustos.
Qaantos -sao os males que, se no sea
principio fossem combatidos energicame&te
com mn simples purgativo, n8o seriam de
urna vea vencidos ? Grande numero das
molestias qae estamos sujeitcs se deve a
um estado sujo e irregular do estomago-,
ligado ou venir-
O'melfior purgativ* qoe
rificam toda a extenslo do canal alimenti-
cio, e dio vigor a todas as partes do orga-
nismo, corrigindo sua aeco viciada e fa-
xendo recuperar sua vitalidade. E' um re-
medio inestimavel contra dr de cabera
nervosa, enxaifueca, priso do vetare, he-
merrhoidas, molestias do figado, febre gas-
tro heptica, e todas as molestias biliosas
que teem sua orifem no entorpecimento do
figado que cataa a escassez da bilis na in-
flammag3o deste orglo qoe produz derra-
mameoto da bilis no estomago ou em um
desarranjo geral dos orgaos digestivos.
Hotel da praca
PATEO DA RI8EIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N la novo hotel haver todos os domingos e
dias santicades boa mo t vacca : *asim como
ha todos os dias pela roanhia encllente papa aa
bem conhecWa gomma de- milno de (.lasgow e
New York. sendo este ultimo alrmento mais bara-
to qoe era otra qutlqaer parte. Previne-se qoe
o cotinheiro dcsta asa leva bom mestre e emen-
de perfe*roenu de soa arte.
H. jPateo da ribeira de S. Jos-N. 9
Ao commrecto
O abano asignados, membros da sociedade que
tem Mk sdb a firma social de Goncalves ir-
un fcCfazem sciente ao publico e especialmente
m eoomereio desta praea e de entras, comas
0aea'Wmtransac?5es, T3exea de'faier parte daquelia sociedade o ex so-
ci Manoel Jos Monteiro Torres desde 31 de de-
lembro de 1870, de cuja sociedade se retirou pago
e sattsftito de sen capital e lucros, e -desonerado
de todos os compromtsos relativos a mesma : a
lkiuidacao do activo e passivo flea cargo do ex
ocio Antonio Goncalves de Aievedo, compart
bando da mesma o umbem ex-?ocio Marcelino
'GoBcalves de Aievedo, P.ecife 22 de maio de
Antonio Gongalves de Aievedo.
Marcelino Goncalves de Azevedo.
M.noel Jo? Monteiro Torres.
A ICTERICIA prpduzida pela absorp-
?3o da bilis no sangoe, dando pelle e aos
otbos urna cor amarelleota ; n > somonte
flolorosa por si, porm condu/. aos mais se-
rios soffrimentos. Para cora-la toma-se de
lima a cinco pilulas todas as manbaas, isto
bastante para mover o ventre suavemente
at que se recupere a accao 5a do sys-
tema.
rWor purgauve qoe coDneowoo o | A dyspes ou indigesta, tem sido tan- K------,-------
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W. R. Cassels & C.
Agentes geraes.
conhecemos e
dio para este incommodo. Emqoanto a
vermes, vejam o que diz o Medical Expo
titor de Nooa-York: as pillas do L)r.
Ayer temos acbado um dos melbores reme-
dios para os vermes, biebas e lombrigas >.
Nao podemos ennumerar aqui todos os ca-
sos em que slo vantajosas estas pilulas,
tantas s3o as molestias que se podem com-
bater com o emprego de um bom porgali-
> o como sao ellas. '
Em falta de appetite, sao ezcellentes;
como digestivo para a comida, nao ba coosa
melhor. Nio se tem poupado trabalbo
nem despeza para levar estas pilulas a um
grao de perfeico di, qae nada deixa a
desojar;. sao o resultado de annos de estu-
dos laboriosos e constantes. Para alcancar
todas as aotagens que resultam de uso de
catbarticos, tem-se combioado sement as
virtudes curativas das plantas qae sao em-
pregadas na confeceo das pilulas. Sua
comp08icao tal, que as enfermidades que
estao ao alcance de sua aceta, raras vezes
podem resisti-Ias ou evadi.-las.
R. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIClO
5* RIJA DO BaVlf S*
PASSAHDO 0 CHAFARIZ



Pede aos senbores de engenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
cbinismo o favor de urna visita a seu estabelecimento, para veten o aovo sortwento
completo que ahi tem; pois sendo tudo maito mais barato em preco do que jamaute-
nba vendido, est anda superior em qoalidade e fortidao ; o que com a iospeccao pes-
8031 pede'eSPECIAX ATTENCAO A NUMERO E LUGAR DE SUAFUNDICO
T7MMA.MMM WAI]ofl i'ocvno dos "O3'8 modernos syatemas, eem
VapOreS e rOOiaS agua tamanhos C0Qvenientes para as ver-
sas circumstancias dos senhores propietarios.
lurAAM.JAM J AAMna de todos os tamanbos as melbores qua aqu
Moendas de canna eustem.
XvOdaS deiltaQaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
para mandioca e algodao,
e para serrar madeira
LIQUIDACAO
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Rarao da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
O dono daqoelle estabelecimento, querendo acabar com elle at o flm do correte anno, convida aos seus numerosos
frecuezes a aproveitarem a circunstancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanbos e feiiios, tectdos, armaces e mais aviamenlos para os mesmos, armas de
fogo, cotilaria, bengalas, chicotes, e urna inflnidade de ootros objectos, entre os quaes os afamados afiadores para navalha de J.
Pradines, premiados aas exposicoes de Pernambuco, Londres e Paria.
Alambiques e fundos de alambiques.
J* _____f----------- !' iffa 1 nnjA> Machinismos
Bombas r
S maClllUaS e peC3S de qae se cosioma precisar.
Faz qualquer concert de macbmismo a Dreco mm i
Formas de ferro
Encommendas
Podeodo todos
ser movidos a m3o
por agua, vapor,
de patente garaotidas...................Jou auimaes.
Todas as machinas
ier-
preco
tem as melbores e mais baratas existentes no
cado.
Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo von-
tade dos clientes, lembranlo-lbes a vantagem de fa-
zerem suascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qualquer necessida-
de pode Ibes prestar auxilio._____________________________________
imnBKft
Na travessa da roa
das Crazes n, % pri-
meire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
es, seja qual for a qoan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
laes e pedras.
Iwamammmmmmwml
Aos senhores de engenho
ft m estraegeiro qne frequentou por algans an-
uos os collegios de FranQa, se offerece aos senho-
re de engerlio, nao s para leccionar primeiras
Jeltrai portnpueas, como para ensinar o francei
com toda a perfeico e assnmpto francez em es-
paco de seis mezes, pelo grande conbecimento das
maneiras mais facis de aprender-se e de como se
ensina nos c< llegios francezes, alm de ter grande
Sratica por ter tambem jleccionado em engenbos
s provincias do Brasil ; quem de sea prestimo
se qaizer niilisar pode deixar carta feixada a
3ualqoer hora, com endereco Mr. R. B., na ra
a Imperalriz n. 5, loja de modas, ra do Livra-
mento n. 17, loja, e rna Direita c. 118, botica.
MANUEL &C.
Tem a satisfacao de participar aos seus numerosos freguezes, qae em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
establecido urna Dova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, beje ra do Mrquez de Ohnda,
onde acbarao os pretndentes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
,, darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
WS macSesas tazendas que a demora da fabricacao e bem diminuta.
Attenpo
Na refioacao da roa do Rangel n. 43 precisa-se
de um bateJor de assucar, bom, e de um caixeiro
de 12 a li aooos. ________,
Doces, flores e fructas
Ra da Cruz n. 13
Sorvete todos os dias e nentes,
Preznnto em fiambre, as libras.
Lanches todos os dias, differentee.
Gelea de-roao de vacca, guiaba e arac.
Doces de fructas Cbristalisadas.
Bollos, padins e piodel.
Bolinhos, pastis e bom bocados.
Xaropes de limo, maracoja e grozella.
Bandejas com bolinhos, enfeiudas.
Boquetes de cravos para noivos.
Boquetes para jarros.
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE V MDIII %
e Beberibe.
AVISO.
Do de junbo em diaote partiro os
trens, laato da linba de Oiinda como do ra-
mal de Beberibe por orna nova tabella, que
se distribuir as estacos da ra da Auro-
ra, Oiinda e Encruzilbada.
Recife 25 de maio de 1871.
O superintendente,
A. de Abreu Porto
AMA
Na praca da Independencia ns. 1 e
3 -precisa-se de nma ama para andar
om um menino.
Cha pellerie des dames
Este estabelecimento previne s Bxmas. senno-
ras que acaba de receber pelo vapor Sindh om
lindo sortimento de chapeos para senhoras e me-
ninas, tornando-se recommendaveis pelas lindas
formas, que sao mais e egantes que o dos (antigos)
Tiroliens : portante rogamos s Exmas. Sras. que
qneiram visitar nosso estabelecimento, qoe se
acha aberto al 9 horas da noite, aonde encontra-
rao os chapeos de mais gosto que tem appareeido
actualmente. v ,
Chapellarie des dames. rna do Cabaga n. 12
_______ 1 andar.________________(
^fluga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Oiin-
da n. 60, ootr'ora ra da Cadeia, com commodos
para familia ou escripiori), tornando-se recom-
mendavel pela boa localldade e ser maito fresca :
a tratar no armazem do mesmo, ou aa ra da
Imperalriz n. 8.
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
KIING OF PAIM O RE DA DOR
PARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
DUnkM, flu* i MnfM, im ua ai*.
IMr 4* ia>ag*i dorw da avia* *m
traaaimmtea.
Bar ia danU, am va minuto.
irBrlfi, ai einoo aiantaa.
Prtwmw, aa TinU minnto.
Bargaatai taaaaiaa, aa n mnate.
osUm aaaiwtWam a twa
laatlaaia, aa am da.
ifebM abra inUrmitaoU, a nm la.
Dor ni eoitai a sea ladea, iiim)
aatoa.
Toum perigoisn refriado!, niaU
PIoutmU, em aa dia.
torda aataaa.
Hamorrnoidaa bronehitia
Inflamaucto MI rima. ,
Dyipeptia, eryaipaU.
Kol..ta da gada.
Palpitaoa d earaaaa,
Partidas dobradas.
Urna pessoa habilitada em partidas dobradas,
podendo dispr de horas, olferece-se a escripiarar
livroa de qualquer estabelecimento mediante modi- i
eo pagamento : a tratar na rna 1* de Marco n. 3
(antiga do Crespo).
NUVENS
Versos de Plinio de Lina
Asignatura na typcgraphia do Correia Pernam-
bucano e livrarias dos Srs. Laillacar e Hedeiros.
Irmandade do-SS. Sacramento da fregoezia
de S. Jos
Tendo-se de proceder a eleico da mesa qae
tem de reger a irmandade no auno compromissal
de 1871 a 1872, de or-dem lo irmao jaiz convido a
todos os irmos para comnarecerem no consistorio
da matriz no dia 4 de junho prximo as 10 horas
da maoha.
Joaquim Jos Goncjal-
ves Beltrao
Roa do Ti-apieliti c, i, 1* andar.
Saca por todos as paqntea"pbre o banco de
Minho, em Braga, aobre o egn:nts lugarea air
Portugal:
Lisbaa.
Porto.
Valeoca.
"Jai maraes.
Coirabra.
Chaves.
Viaeo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Vianna do Castelk).
Ponte do Lima.
ViUa Real.
Villa-Nova de Pameca*.
Lamego.
Lanoe.
Covilbia,
Vascal (ValpassoJ.
Uirandella. .
Iteja. .'
aril'.oa.
GASA DA FORTUNA
RA I* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000*000.
O abaixo asignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagaade
promptamente, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24/000
Meio 124009.
Qaarto 64000.
Manoel Martina Finia.
RO
DYVETOT
nica casa aeste gener
l4"Ra EstreKa do Rosario--l4
Compra e vende roupa eita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tud que perten-
ee ao uso do-
%m
^^^
Pieeisa se de ama queaai-
ba cosiohar, para casa de fa-
_ milla : na ra doa Piree, ta-
berna, amigamente n. 6 e boje ?*.
Prvelaa-ae defama ama for-
ra on njeita para o servio
_ de caaa de urna pessoa: a
tratar na roa da Cruz b. 18, 3" andar.
Xa rna do Vigario n. 13, i> andar tem ama
escrava para alogar; cosinha lava e compra:
I tratar dai 9 horar as 3 da urde b PERNAMBUCO
W_l PHARMACIA E DBOGABIA. DB
BARTHOLOMEO & Q
W-"=34 Ra Laarga do Rosario. N. 34.
Cuidado com as falsifica(joes
Do xsrope Ve?etai Americano e s peci a I 3de d e ,8kr fh o Ib m c o & C
34.RA LARCA DO ROSARIO.34
Noa eoMoBMno proeanr attattadoa cara aaradiur
aaatw >raaarilai, aciitmoi q $m applieac o
raaaludoi> k(i4o. pcln pawa^ di?_-m ec^U.
m, mm ata cradiu a*fa ; pana lia tmpr a
Itaatida aMUarada tntaito, a 4 Olle cae tanca
mi eaarUuaiKDo; mu ai qoerando oteoaer a p-
aai aa etpaoUaumenle do offerectrus, a au ahaix*
'la tranaenpto, os fzemoi publicar maafsUado-lb
um traudaa pala (ttaoclo. atparaado qta taahaaa
JU arratm eouii. a aaaailaelo m mbi -
lii asa laraya. aV(*o*jMM C.
afMavanta.
Otaa. |n. iMbaioaMa t C t oa t nal nbid
iU(tafia qaa dtcltro r o xarcp aaunctaa de u
laaaai. t....i:..J. _~t_ a. al__*_
ww ^ vi* v. wm v H1VH HienUBi "
..jaHraardiBari, pol que ofreado ba diu d
Meaja teasa, a -
da^c
! frasco.- prato pola ,* raaaliado Dniftto
U. %. me* ree.iaUc.:(a(o. fie V>. k#. anito. <-
avadar Ktfajadt. J*asol Amcio Vi*ta Jeior.
.;- ,J.r:i *> ISW
J|..-> ,! i ',0lo, V (' ftnbr-K.4*KWac;-3> ....
^*Ul ABMric'"0. da raa eompoilo, qatid* m
v baatanta doaota da ama coatipa(lo, t bm
Mraaa compUnmenla rouco e qaa trouie ana fartt
(Ma. impoisibilitoa da comprir o meai davara
da caatar d empreza Irrict, on tgrtdecer-lhai BMa
eomplau rastabalaciaaBto, que obUva ca aa ai vidn
do meimo atropa, depoii da havar racorrido a aiallat
tnUffleaioa. Duejirei qaa ontro como aa racarraa
o ea uropa para aa vana aliviada da Ha lavM
locommodo, Ua fatal aaau pas. Ca aaiar caaalda-
racla coatiaio a iar de Tv. S. altate, vaaarada t
^rjS0' ~ UbI c"a>6M' ~ *Hif K MtMkkN
Illa Sr Bartaoieaa ftC.-O xarop Tifatal aaa-
neaoo que Vt. Se. tem expoate i veada 4 da toa efi-
cacia pira a curativo d'atlhma, eanforma baarva ep.
ptlceuda-a mea nlho Joqaia. Beaar da qaatr
ihdo; vicuma d'esse flagcllo, qoe al* eutlp per eapaa
tifjlcDU doa inuot havi resiitido i oatraafaraaat
d# graade nomtada. Ooairim pai Tv. S. caky *
ei| re*ie altmaie aincer de mea rtovbaciaaaif *>
wiwK- rvic qoe le prattaria eoai t id.ee>
Hi.pt. crrtilju.'.iaie t.ar Win d Vv. S cn*W
Hiato obn,sdo. Anertct- ft>S 1 a^adMf*. -
auibw 1*M.
m
ADVOGADO
Dr. Joaquim Cobba de Araujo
67Rva do Imperador07
S Ensino de preparatorios
5SEGUNDO O NOVO PR0GRAMMA
Para exames t
5 O professor Torres Bandeira tem aberto ^
K para os mocos, qne se preparan) para a )B
*Fcculdade de Direito, alm dos cursos de
_ philosophia, de rhttonca e poetiva, e de ~
aa de lingua poilugueza; e em reanlo s ijK
2| senboras, cojo ensino tambem se dedi JT
W ca, igualmeDie se propoe dar lices de 9
xa lingua porlugueza, de Imgua francez* e j
2? de geegraphia. Mora ra dos Marlyrios 25
m n. 2, segundo andar. Bt
O agente Pestaa participa ao poblico e cora
especialidade ao respeitavel corpo do eommercio
que mudou seu escriptorio para a rna do Vigario
n. 15, 1* andar, onde pode ser procurado das 9
horas da raanbaa as 4 da tarde._______________
Pergunta innocente
Porque anda se espera para annanciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade ? Responda quem
competir. _____________________________
Aluga se
um sitio na Torre, com excellente casa de vivenda
e banho frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para eslraogeiro : a tratar na ra do Pires
n. 29.
Globos
terrestres e celestes para estado da geogranhia a
cosmograpbia : na livraria francea.
Refinado
na ra da Sentaila Nova; n. 4 precisa d bate-
dores._________
Precisa-se
mero 31.
de urna ama : na raa Baila nu-
Socledade Recreativa TerpsI-
ehore.
AO RESPE1TAVEL PUBLICO.
Para que as pessoas honestas nio digiaV qoe a
presidencia desta sociedade antorisa eom c sen
silencio a publicarlo dos nogentes escripias que
coro allusio mesma teem sabido neste Biartt e
no Jornal do Recife, vem ea-umav*M W* ,0"
dasdeclarar que nio ba nada de verdade em
ditos eseriptos, que mais depoem contra sena au-
tores do que contra aquelles a quem sao dirigidos
e que sao dignas producces doa Sra- Aajoiio
Ferreira Balthar Sobrinho, Jos Cardo *"*
alferes Francisco Angosto de Aguiar BtMo, que
tendo sido derrotados n'urnas eleiroa qua |leiiaa-
ram, mostra o feu despeito por um modo taa pen-
co digno de mocos que dizem ter algnraa ednea^ao
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOENCAS SE APBESENTAM, QUA>'DO MEROS SE KSPEBAaT.
OLBO ELCTRICO O "KINO OF PAIN (O re da dor) aquieta e positivamente dlatipa mal da dlflereiea
eleHa a dore, a Olivia mala o loffrlmento e proda um mal perfelto equilibrio no eritema humano, o qua ma
Vade effeetuar no meamo tempo, eom qualquer outro remedio medeclnal.
Et multo popular remedio atU agora oaando-ae geralmenta, pela raxao que mlUiaiM da peeaou w tea onrat
fratla oom o dito remedio pelo Dr. Grata outroe mal.
Eete laaportaata remedio nao re otferece para curar todaa aa doenf ai, porem tio somante para aqueUa* eatlpnlaeTM
aaa aaaaa vanadha.
EU operaado no principio da ehlmtea a da eleetrleldade e por liso, asta applieaval para o curamento a par*
rastaaraoia da aeoo natural doa orgiot qaa toffrem da lrragaJar otroolaf ao do flozot doa priaolpaai aerve. Ota?
elctrico O Klng f Paln opera directamente no abeorventee, rasando deeappareoer a Inonaoe da gUadolaa J
eoa aa tempe lnerrvel, breve sem perigo do aen nao deaalzo de qualquer o!roum>tincl.
O i aaidla, d ama madeclna para o ojo externo a Interno, oompoato do elemento c ur a ti voa, ral, harvaa, a caica*
aaa, eomo aa tem oaado do notaos anUpaMadoi, a da quae tem grande exlstela no mundo, para arar tllanaf
molaaUaa, (emente (aheado-ae quae ellai to.
T*t aa grande a eapeclal detejo da raooldade de medeclna durante multo anno* da experiencia para apr*
Ibotai atada .na a devlam adoptar para curar ai aeguintei doencaa, e que proporfoM de medeolna a derla
0 secretario da irmandade da Santa Crnz vS
Canoelros convida a seos irmaos compaiecerem
no consistorio desta igreja aflm de tratar-se da
eleic.ao qae ter logar no dia 25 do crranla, as 10
boras da manbia.
Sitio para alugar
Aluga-se om Dom sitio com muitas arvores de
fructo, grande casa de vivenda com commodos pa
ra grande familia, na Passafem da Magdalena
a tratar do escriptorio de Domingos Alves Maiheus
ra do Vigario n. SI.____________________
AMA
Precisa se de uaia ama
que saiba coxinbar
comprar com perfeico,
Sara urna casa de pouca
milis : na ra da Aa
rora n. 84, 2 andar.
MOFINA
de Mello, x
provincia.
incluii
Ruga- i-t 'o Il!m. Sr. Ignacio V.eira
crivo na cidade de Nazareth desta .
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira .(.amada deste jornal, em fins
de dezembre preximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a fevereiro e abril, e nala cumprio,
e por este motivo de novo ebamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar aue este negocio
de mais de rato annos, e quando o senhor san
Qho se acbava no es i 11 i t .
Vilella, nrofessora
A Sra. Mara Candida
particular, qne moroa ou mora em N. S. do O'
em Govanna. rogada a vir raa do Cabug nu-
mero i B.__________________________________
Na roa do Apollo n. 56, existem bons ar-
mazens alfandegados para deposito de fazendas,
ou gneros de qualquer especie ou natureza, a
presos razoaveis : quem precisar dirija-se ra
roa do Bom Jezos, ootr'ora das Crazes n. 6.
Companhia Alliain?a
DE
3eguros maritimos estabelecide
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Bs. 1,000:000WOO.
Toma seguro de mercadonas e dinoeiro a ris
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e~tra do Imperio. Agencia rna do Com-
mercio n b, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao.
elle !....

E' cerumente s o Campos da roa do Impera-
dor d. 18 quem pode com mais vantagem, torne-
cer e recheiar as dispensas, tanto do mais abas-
tado, como do mediocre pai de familia.
E' anda s elle a quem se deve dar a preferen-
cia na compra de todos os gneros para as casas
de familias, hotes, collegios, etc. etc., poia.no seu
armazem se encontrar sempre nm completo sor-
timento dos pas ercolhidos gneros, vindos al-
guns de eonta proprn.
E* ainda elle quem offerece a todos sem dis-
tinccSo, a vantagem de mondar ao9 seos destinos,
os gneros comprados sm seu armazem.
As novidades do Cam-
pos
Carne de ca.-neiro (seeca) pela primera vez ne?te
mercado.
Pequeos barris com linguas em calda.
Manteiga ingiera e franceza em latas de duas e
3uatro libras,
ueiio e jarne do sertio.
Ceblas a 5KXKM000
Na ra do Bom Jess, nliga ra da Cruz,
armazem n. 12, trocam-se imagens e oratorias.
< aixelra.
Precisa-se de um menino portuguez de 10 a 12
annos para caixeiro de padaria : na rna estrena
do Rosario o. 19. ______-
A ca^a terrea n. 24 sita na ra doa Ossos,
pertencente a' Joio Baplista Gomes Pena est pe-
nhorada por exexeeucio do Dr. Joaquim da Aqw-
no Fonseca, pelo jaiz da 2* van desta cidade
escrivao Aihayde, : fique portanlo sabendo qutm
quer qae houver de compra-la, signado consta
que obrigado ao pagamento da execncao etmo
de le._______________________________________.
O Dr. Uanoel Enedino Reg Valenen eocti-
na no exerciefo de sua proflssao de medico a
ra da Camboa do Carmo n. 21, 1* andar.
O abaixo assignado declara ao autor da cha-
mado do Diario de bontem, que tenba a bondade
de ir a casa do mesmo a qualquer hora, qne e
encontrar.
Recife, 25 de maio de 1871.
Joaquim Teixeira Peixoto Filho.
Precisa se de ama ama qoe
coziobe e engomma kam e
saiba tratar de todo *trvi?o
H*
de casa de
n. 13.
hornera solteiro no pateo do Riteira
Offerece-se ama ama de leite sem filho
quem quizer dlnja-se i rna Direita n. 21.
Ama de leite.
Precisa-ae de nma ama de leite : a tranr na
ra da Cidade Nova de Santo Amaro n. 10, tu na
alfandega com Eustaquio Zeferino Braga.
Caixeiro
Precisase de dons caixeiros com dada de *2
a 18 annos e cstrangeiros ou nacionats ana seja
de boa conducta para ir para Gamelleira e cida-
de da Victoria tratar na roa do Litraaenlo
D. 1.
%%*
menina
andar.
Precisa-se, para casa da pe-
quea familia, de nma ama,
_,qne engomme e ande cea nma
tratar na praca da Boa- vista o. 30, 2
Precisa-se de am encadernador
Florentina n. 28.
na raa da
Alluga-se um moleque de 16 annos, bailas-
te inielligente, para o rvico de_criado : ia roa
Primeiro de Marco,
Santos Neves.
cutr'ora do Crspo, loja do
CASA DA muil
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
Aa
A na Primeiro de Marco (oalr'ora roa
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignadq, tendo vendido ^ ""_"
lizas bilhetes dous quartoa n. lo com o:f'eoHwor
quatro quartos d. m cora 90040C0, nm qnario
n. 40 cora 4004000, um inteiro n. 1753 Jom 2w#
e outras sortes de 40/ e 20* da lotera qne se
acabou de extrabir (193-), convida aos possnJdo-
rea a virem receber na conformidade de eosturirS
sera descont algum.
Acham-se renda os bilbeles garantidos da
3.a parte das loteras, a beneficio da igreja do
Casa Forli 194.'), qne as axtrabirt na irjartafci-
ra 31 do crrante mes.
PRECOS.
Bilhetp inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto .*B00
Bm pcrcSo de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro #*00
Meio bilhete 2*700
(Juario l*36t)
________________Manool MarHoa Thna,
APOLICES DA DIVIDA PUBLICA
Na roa do Commereio n. 48, 1* andar, na para
vender apolices da divida publica de ara sonto do
reis cada ama.
defe
de
Pde-se todos os senbores delsgedo, sub-
" gados e intaeclores de polica da provincia e
tora della, a aprahenclo de done meninos
aprendizes de artfices do arsenal de marraba.
desta provincia, o primeiro de nome Jos Nabuco
de Vera, de 14 a 15 annos de idada, braoco, e o
Esli a venda os felizes bilhetes da lotera da segund de nome Angnatoda FonseV de iade
TfTir Ir-.<. ~ .. i-,n^i uu_ \tr* i*annn acaboeulado. com a taita de eoa
labia, ca asa feliz do arco da Conceicio, loja da
>orives no Recife
precisa se alagar ama escrava qae
A [vi 4 sfrba cozinbar com erfeisao :
11 a 12 annos, acaboeulado, eom a (alta de don
deotea na frente, qoe d*apareeefajr do mesar
22 de
do Rosare r. 91.
ippareeeran__
arsenal no dia 22 de abril fiado, os fazenf reco-
Iher ao mesmo arsenal de marioha._____________
por ec&Vrorroaltffa? ~^- Precisa- d om reflnajor d* -va d Sor-'
zalla.flm p. 30.





D.JJio d
PernainLucc
9
_ Sc.v'a

io.


I
ATTENCAO
Ae amazeai de
vapor Fraaseea,
ra 4o Bario
da Victoria (on-
tr'era roa Se-
ra) B. I.
Ao armaiem do
Vapor Francez,
roa do Bario
da Victoria (on-
tr'ora ra Mo-
ya) a. .
Perfumaras, quinquilharias e brin
quedos para meninos.
Acabara de ehegar novas faturas com Important* sortimento dos arligos abaxo
mencioDados a prsoos mais resumido que posstve!.
CALCADO
Botinas Dar senhoTasataque branco,
Sreto e de outras maitas cores escolhidas
o ultimo gost i da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos ele salto para senboraduraque
ftreta, branco e de cores, e de eouro de las-
nx
Botlnhas para enancas, proprias de bap-
HMn.
Botinas de diversas qaalidades para ho-
rnera.
Botas russianas para montara, tanto in-
glesas te eooro da Russia para viagem,
como franceas de Melier, beierro fino, pa-
ra paaseios.
Keias perneiras pan meninos de 10 a 6
amos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de taqueu de lustro com sola de
mi i ira, proprios para barraos.
Sapatos de borracha para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos,
mol o bons e fortes para amamos e mem-
Sapatos de pete, avelludados, Charlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
homens, horas e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos,
opilas, agoas de Cologne era garrafas de
erystal para uresentos, agua divina, agua
florida, dentfrico lavando, agua de toilet,
tintara para barba e esbeltos, pomada hon-
groise para bigodea, pos de arroi e sabo-
netes, tado teto de pnmeira qaalidade, dos
fabricantes Coudray, Pfver e Labia.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Kspelhos grandes doarados para salas,
quartoe e gabinetes.
Loquea pan senhoras e meninas.
Jolas de aro, brincos, transelins, pnl-
seraa, sotos de pannos, de aber.tara, cor-
ncea e chaves le relogio, tudo de ouro
bornete!.
Brinces de plaqu imilacio de ouro.
Comntes para relogio.
AbcXoa4uras para cottetes e para pannos.
AJbuns de velludo e marroqaim para re-
tratos.
Mammadeiras de vidro para enancas.
Caiaduhas de costura, novos modelos oom
I msica, proprias para presentes.
Qnmdrinhos doarados para retratos.
Iracas sapatinhos de lia para enancas.
^apellas para noivas e para pastoras de
pre opios
rtyi|fca com vidros de augmeito para
ver-se em ponto grande a pbotograpbfc
dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
- Tkesoorinhas para eos ura e unhas.
Botcinhas de seda e de veludo.
m
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cesas d'arame pratiado para fratase
pi a;mesaj
Ricos arligos de phantasia necessarlos
para toilhetesle proprios de presentes.
Jarros[e bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qua Iros.
Esuropas de bellas paysagens de eida-
des, de ligaras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e cha
ratos.
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castoes.de marflm.
Ditas de baleia, janeo e de muitas qaali-
dades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
dente;.
Lunetas ou penclnea de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de aco-
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candielros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperma-
cete.
Cordas para vlolo.
Port-pratos para mesa.
Caixihas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de magieas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ihas.
Esporas de meul branco para saltos.
Chicotes fortes com raartello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de
baleias.
Lavas de fio de Escocia .brancas, e de
cores.
Ditas de camurca amafellas.
Machinas para faier caf.
Globos de papel de cotes para Ilumina-
cSes de testas campestres.
Baloes de corea, de subir ao ar fcil-
mente.
Jegos de domino, da gloria, vsperas,
rodetes, bagatela outros jogos altemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-1
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
mas.
Armnicos-o u accordioas de Modos os ta-
maitos e nevos modelos com trmulos.
Realejos poqcenos com novas msicas.
Cosmoramas de varios taannos, com
differentes vistas mui pitoreseas.
Brinquedos
O maior sortimento que se pode desejar
de todasorte de brinquedos Tanricados em
diversos palzes da Europa para ntrete-
manto das enancas.
Casa de campo
Alaga-se um sillo e casa de moradia ao prin-
cipio da estrada do encanamento, com dau sallas
3 quartos grandes, copiar, conha fora, dispensa,
mais um quatta, cacimba de excellente agua
para beber : i tratar no mesmo lagar casa ae
oitoes aaurellos.
JORNAES iLLUSTrUDUS, HESPANHOBS.
As pessoas qoe desejam eonhecer os jornoes La
Moda Elegante Iluttreie e Ilustracin Espaola
(American*, podem mandar aviso na roa da
ruz n. 5 primeiro andar, ou na da Imperatriz
o. 48 primeiro andar, qoe se Ibes enviaram al-
gnns nmeros dos muimos. Em abono de ditos
jornaes, bastara dizer-se que tem o primeiro 30
annos e segando 16, de pubiicacio, ism a menor
interrupcao. Uto e o fabuloso numero de subs-
criptores que contam em America e Europa; indi-
eam a Importancia luterana e material que contera
aquellos jornaes. Para mais esclarecimeoios, in
formarlo na agencia. __________
O Sr. Dr. advogado Lnii Lopes CasteHo-
Branco queira appareeer na ras do Queimado n.
i, a negocio._____________________________
Cobranzas para, o centro da provincia da
Parahyba, Cear e Ato-Grande do Nrte.
Urna pessoa qoe tem de seguir viagem para os
lugares cima declarados, incumbe-se de qaal-
quer cobranca, mediante a porcentagem que se
convencionar, para informales, dinja-se a roa
do Cabng n. 6.
Aluga-se um bom carroceiro e um criado,
scravos: a tratar na roa estrella do Rosario n.
23, i* andar, das 10 hars da maobaa as 3 da
urde. _
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintara jiponexa, e paga-se a 80
rs> cada um : ra Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda n. 81._____________________
Compra se na ra da Senzala-nova n 30.os
avia melos para fazer farinha de mandioca.
Compra-se urna casa terrea em alguma da*
ras prxima ao largo da Pecha., como sejam, da
Nogueira, Padro Flonano, S. Jos, Santa Rita,
ele. : no 3* andar do sobrado n. 36 na roa das
Crutes.
jornaes para embrulho
ro5.
Compra-se
na roa do Crespo nume-
Compra-se urna casa terrea que se aehe em
estado de ser habitada, teoha boas eommodos in*
temos e qaiatel, e que seja no bairre da Boa-vis-
la, convaodo ta ibera um pequeo sitio na Soled*-
de (Camiaho-Novo) ou no principio da estrada de
Joo de Barros : % tratar na ra da Aurora n. ~
1% andar.
VENDAS.
s_k- sgs_ __
a.^,-0 o 5 g. ?_,
"_ D O <* 1__
SSTo-o 5"_.S h3 t-g
m
-i-i!!!
? 11F

c.?BB
a. = a b a a
o
8.3
gtfggJUg
a-_&
Atten(jao
'O*. Saivro Emiliano de Meira Vasooncellos
tentta a bonoade de vir ra do Hospicio n. oa a
negocio que o senhor nao ignora.____________
Offerece-se urna ama de leite sem lho :
qnem qaiier dirija-se ra Direila n >.
Quem precisar de 3:600# a juros sob hypo-
tinca em bees de raiz, entenda-se no armazem
da ra do Imperador n. 16, que se dir quem d.
Aloga-se o 1* andar da casa n.35, ra-de
Santo Rita, tu ra lo Queimado o. 1.___________
0 Sr, JHermilo Obaves de
8ouza
Por se ignorar sua morad, pede-se-lhe que
ebegue roa do Amorim n. 37, concluir neg
eio de sea interesse.
Tasso Irmaos Jk C.
Precisa-se de urna ama que salea bem cozi-
nher e queira sabir roa : a tratar na roa do
Sebo n. 29.
Seguros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital........ 20,000:0W000
Fondo de reserva .... 8;0OO:O*9JOOO
Agentes,
Wlls Lathan & C.
RA DA CRUZ N. 38.
os rs. acadeaTiioM 4Lm 4
da facnldade de dtrelto
Vende-fe por mais barato proco do qse em
qualquer outra livraria esta cidade, os p'ouquis-
simos (xemplares que,Testara das excedentes an
notocSes do cdigo eomemercial portagnez, pelo
cousertieiro Dr. Diogo IVreira Forjaz de Sampaio
Piraentel, lente calhedraiico dessa materia na um-
versidade de Coimbra, obra muito iateressan*
itindispeasavel para-os senhores acaOemiCUs <
I i anuo4a faculdade de direito desu oidade, p*
1 i grande nomogeneidade entre aquelle cdigo e e do
Brasil: na roa do Crespo, esquina da roa do Quei-
mado n. 25 A, loia.__________ _
Em tempos modernos nenhnm descubn-
ment operou maior revolucSo no Biodo dt
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE ANACAHUITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSB, OtOPO,
ASTHIU, TUIMCA,
'PUQUIDO, RESFRIAMKNTOS.
BROMCHITES,
TOS8E CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPICTURACO DE SANGCE.
Gomo em toda a grande serie de enferm
dades da garganta, do peito e dos orgao
da respirar:Ao, que tanto atormentam e fa-
zem soffrer a homanidade. A maneira an-
tiga de corar consista geralmente na appli-
cacao de vesicatorios, sangrtas,sarjar_oo ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
deproduzirempolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, n5o faziam sen3o enfraque-
ce e diminuir as /oreas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d*uma manein
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truicSo fnevitavel de sua victima Quem dif-
jerente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHU1TA !
VM K EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CACEAR
mAODITOS 80FFRMENT0S AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACO
DSEMVOLVE ENTEND1MENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o. systema
Desaloje d'uma maneira prompla e rapidi
at o ultimo vestigio da enfermdade. O
memores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos CoUegiosde Medicina de Berlim)
testifleam seren exactasa verdadeiras estas
leacSes analgicas, ou ai m disso'a experi-
encia de milbares de, yjessoas da America
Hespanhola, as quas foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais qut
suficientes para s^istentarem a opiaiao do
PEITORAL WE ANACAHU1AI
Deve-se notar que este remedio se ach
inteiramente izento de venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, em quanto que porm.
alguns d'estes ltimos, e particuiarmenU
aqaelles que -sao dados sob a forma de Opio
e Acido HyArocianico, formam a base da
maior partexlos Xaropes, com os quaes tac
fecilmente^e engaa a credulidade do pu-
blico. A omposicao de Anacahuite Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meio;
fuartfflio cada um,e como a dose que se to-
ma s d'uma comer pequea: basta ge-
raljiente a appUoacao d'um ou dous frascos
ctuac5opara a de qualquer eora.
Acha-se a venda nos estabelecimenlos de
;A. Caors, J. da G. Bravo C P. Maurer A
L, A. A. Barboza, Bartholomeu A C.uo
harmacia americana roa do Queima 57ed.
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de ullherme.
Lias de cores miudas a 80 rs e covado.
Bramante de linbo eora 10 palmos de largura a
2*500 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 210 o co-
vado,
Bitas riseados prussianes a 280 o covado.
Ditas chinelas para coberia a 240 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cures para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas Boas a 3< a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Bita Victoria, a 4* a peca.
Mussulina branca, a 400 rs. o eovado.
Madapolao francez, a 6# a pee.
Dito ngle de bom a especial, a 4*000, o*, 6*
e 7* a peca.
Algodiosiabo a 3, 3*500e 4* apeca-
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisadas a
800 rs. o eovado.
Dita preta com flor branca, o 500 rs. o co-
vado.
Bitas de cores padr5es miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lencas de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de !inho enbainhados a 4* a dnzia.
Chila, fazenda bem conhecida pela sua fortidao,
mais larga qoe cbita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o covaao
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e P*.
Cortes de meia casemira, a 1*100.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o c<
Ganga amarella lisa e de lista, a 3!
vado.
Algodo iargo merca T a 5* a peca
D-se amostras com penbor._____
VTTEIAO
13
*
para ca-
para 8C-
a 320 rs. o co-
Joaqoim Jos Goncalves Beltrao tem para
vender ne seu escriptorio ra do Commeraip n.
5,os gneros abaixo noUdoe, que vende mais cu-
rato do que em outra qualquer parte :
Azeitonas em aneoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca raartel frres.
Enxadas. ,
Farinha de maodicca de Santa Catharraa, sac-
eos de 3 e S alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares. _
Fio de algodo da Babia em novellos.
Fonces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel prcprlo para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregcs sortidot. o.,
Panno de algodo da fabria de Todos os Santos
de Pedroso ne Babia.
Rotea;
Rap popular da Bata.
Botim em fardos. _.,
Retro* dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maraunao.
Tanaco simonte Verniz copal. "
Vinno do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito nnsoatol, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duza.
Dito de caj em caixas de urna duzia^________^
- VeadVse urna taberna com gticos fondos,
. paa am principiante, faz se todo negoci i,
na padaria da Soledade, se diz quera faz este ne-
gocia.
Na praoa da Independencia n. :JJ se d di-
nheiro seftre penhores de ouro, prau e pedras
preciosas, seja qual fer a qoantia; e aa mesnu
casase compra e vende objectos de ouro eprata;
ignatateota se faz oda e qualquer obra de e
comaMnaa, todo e naiquer concert tendente a
misma arte.
Na ra do .Mrquez de Olinda n. 50,
eutrora Cadeia, precisa-te de urna ama
para cozinhar.
AMA
Irmanlade
flo SS. Sacramento da matriz da Boa-"Vista.
De ordem do film, irmo juiz aco setent a to-
dos os nossos irmaos que tiverem conheoimento
desle aunando, qoeo da 28 do corrente. pelas
10 horas da mauha, proceder-s ha a eleioao >da
mesa regadora que tem de dirigir a irraandnde no
atoo compromissal vido a todos os irmos comparecerem no cons-
en- lorio da iraandade no da e hora aeima indicada.
Consistorio 22 de maio de 1871.
O escriv*1,
Simplicio da Cruz Ribein.
Preciea-se de ama cozioheira, livre oa escra-
va : ra 4o Progresso (Soledade) n. 7.
Urgen na
fiaveado oficiado o Jornal deJJttoa que no
dia 8 de Miembro de f870 fra assassmado ere
aa propria casa o portngafz de nome Barbosa,
negociante de 40 annos de idade, (e como nao se
saiba se ser outro de igual appellidio) o qnal veio
de caxeiro para esta cidade para casa de Mr. Re-
don, negociante, no anno de 1842, e que natu-
-ral de Lisboa, o lilho de Sebastio de Souza Bar-
nosa, e Jaciotna de Souza Barbosa, de qnem se
deseja saber taticia, e hilar a negocio jotero se : xna da Imperatriz n. 48.
Un moco com as habilitacoes precisas, se offe-
ece para ensinar primeira 4etras em algum en-
enbo prximo, oa distante a esta capital: quem
e aeus prestimos se quizer izulisar annuocic por
aste Dimio.
O r. Adrio Luiz Pereira da Silva, leudo sido
convidado peJo Exn. Sr. vice-n/esidente da orn-
vincia, para ir em commissao ao presidio de Fer-
nando de Moronbs, para on le parte boje, e nao
tendo tido lempo de prevenir aos seus clientes, do
yjue espera eer descnlpado, deixa em .-e j lugar
para lodo o mysler de sua proflssao, ao seu dis-
tin-to amigo e collega, a Sr. Dr. Malaquias Anto-
nio Goncalves, ra da Cruz n. 26, q-ie se pres-
ta altendendo aos inleresses de seus doentes, a
dar consultas das 10 as II horas da manhade to-
dos os das em seu consultorio ra larga do
Rosario a. 50 ; e para todo e' qualquer negocio,
ao sea amigo e prente (* Sr. Antonio Gomes de
JUttos, i roa do Cabug n. 4.
s
Francisco Pinto Moreira faz publico que ven-
deu ao Sr. Antonio Aires da Costa Jnior a ana
taberna alia ra do Luna o. 30, livre e desem-
barazada de debito* e de qialquer onus : se al-
fuemaejalgar com direito a qualquer reilama-
So, dirtja-se i roesma taberna no praso de tres
las.
No armazem do porto do capim n. 5, pre-
cia-se fallar com o Sr. capillo Antonio Peregrino
avalcanti de Albuquerque, negocio dt ea in-
teresse. ______ ________
Officioa de marmore
Hu dan Crnze nnaaero 11,
GrJvam-se tetras a 60 rs., a pedra para as dita*
I* opaiTo em qqadro.__________________
Pre^sa-se de orna ama livre ou escrav pa-
ra oiarvieo e tuna casa Ja pouea Emilia ; na
ruado Bar*) da V'Cprii, antiga r'4a Sova, c o,
I" anlar.
Ra do Barc da
Victoria,
Qutr'ora ra Nova n. 62 ctuaa
do cotfume.
Rllhetcs garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entra o;
seus muito feliws biftietes a sorte de 5:000*000 em
um quarto de n. 915 e ires qaartos de n. 40 zom
a sorte de 400*, alm de ouirass ortes menores de
40*000 e 20*000 da lotera qoe se acabou de
extrahir (193), podeodo sens poesuidores viren
receber, que romptameato sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virera ao sea estabelecimenu
comprar os folizea bilhetes garantidos, que nic
deixar de tirar qualqm r premio como prova pelo;
mesmo? annoncioe.
Acham-se vnda os muito felizes buhe les ga-
tantidos da 3' parte das loteras em beneficio da
groja da Casa Firte, que ser extrabida no da
quarta-feira 31 do corrente.
JPREgOS.
Intelro 6*000.*
Meio 3*000
Quarto 1*800
De 100)91000 para cima.
luteiro 5*400
Meio 2*700
Quarto 1*350
Jlo Joaqoim da Costa Leita
Custodio Jo Alves Guimares, noico so:io ge-
rente da casa commereial de Guimares, Pontes
tt C, desta praca, previne quem interesar pos-
as, que esi promovendo a dissoluc.fio da mesraa
firma, e entrar em seguida na respectiva liqui-
daco ; sendo que nao ha le'.ras pelas quaes esteja
nrma responsavel, e nero o annuociante as pre-
tende flririar durante a mesma dissolujao e iijui-
daco. ____
Precisa-se de dual junas, sendo
orna para engommar e a outra
ara- w-inhar, i$ qaies paga-se
>mJ. i trnitr n rq ,v*v, cata
"Vende-se a areciosa memoria, com finas es-
tampas, do Senner d > Bom Jess 4o Monte em
Braga, por diroweto preco : na loja n. 25 A, ra
do Crespo, esquina da do Queimado.
MiWK lili m MmM Pj
Grande liquidacao faseudas,
Lindas cassas de cores, fazenda de 800
rs a ara a 280 o-covado.
Chitas fraacezas de 200 a 230 e 240 o
covado.
Las de cores poil de chevre, alpacas
lisas e*areges a 580 e 600 o eovUo.
Cortes de cassas de odres a Aeaelie a
8*008.
Ditos de chiUippseale.
Ditos -de cambraia branca bordados a
sgulha & 6*508,-fazenda de W*
Camisas para senhora a t*300 ou 29*
aduzia.
Ditas ogiezas para homens a 4*009
excellente fazend
Services para mesa, compostos de urna
grande toalha e 12.guardanpoe.
Chapeos brancos de castor a V*.
Cortes de easemiras de cres de lindos
gostos e eieeMento qualidade a 4*000 e
54-500.
Cortes de gorgurio para eollete, pre-
tos e de cores a 3*588.
Ditos de velludo para dito a 4*.
Lencos de -cassa barrados a 2*800 rs.
a duzia.
Sedas lisas de cores a 1*880 o eovado.
Chapeos pretos de pello de excellente
qualidade a 7*.
ExeeHeoto algodo trancado de Macei,
'fazenda superior ao da Bata proprio pa-
ra joupa de escravos a 440 a vara ; re-
commendamoa esta fazenda aos senhores
de engenbe.
Cortes de orgaady branco com 10 jar-
das a 5*000.
Cretooes de .lindos padrdes a 380 rs, o
cavado.
outros muitos artigos qoe seria en-
fadonbo inoumerar, porm que como os
j menei^nadaa vendemos barato nao
olhando o preco.
Loja de fazendas de Aa tonto de Moura
Rolin di C, roa do Dnaue Je Caxias- m
S antiga do Queimado n. 73.
niiiiiiii mwm*
SITIO
V'ende-se um, sitoado no Arraial, beeeo do
Bartbolomeu, casa nova rada envidracada, com
casa de batho, cacimba com muito boa agua, e
bomba; tem quiobeotos e taatot ps de alvoredos
novos, laudas de maracoji-aecu, o terreno pro-
prio e torna-se recoramendavel por ser perto do
novo ramal para Beberibe : tratar no trapeha
do caes do Ramos n. 4, das 18 horas da mantos
as 3 da Urde, on no mencionado sitio. '' '
Vende-se um carro americano, muito leve,
elegante, muito bem pintado e forrado: a ver
oa ra da Florentina na offlcina de Mr Grosjean;
onde se direom^uem se dove tratar. -
-- Vndese Sois bois mansos, novos e gordo:
proprios para carrosa : qnem precisar dlrija-te
a estrada do Rosarinho n. 8, ou a roa Doqoe le
Caxias n. SO, aniga do Queimado o. 6.
Para loja de oiirlven on eata de
anod*.
Ro:h C rus do Mrquez de Olila n. 8,
vendase nma aiai'-cj de l*ilo com olto prate-
leiras de vidro_____________________________*
Lita de cena
Vtfode-M a de caona em jioiclo e a .'ttlho :
no rateo Jo CaiT^. laina da t** de H)a. *X-
mitera n. i. .
sC
AtBffeilr^s de obras
Ha para vender na fabrica do gaz cinzas a l
cada carrosa, excellentes para eneber alicorees,
etc^etc.
S Venrie-se a taberna do pateo da Ribeira n.
12, bem atfreguezada para a torra, o motivo por
sea dono estar doente e ter de se retirar para
Portugal: a tratar na roa estreta do Rosario n.
9 gn Possas & C.________________
Machinas
Veode-se tres macbtnas, sendo uas para cos-
tara e ama para couro, em per eito estado e por
ckxmnodo preco : na ra direita n. 64, loja.
Vaado-se dnas casas torreas sitas na roa de
S. Miguel dos Afanados, na. 66 e 68, ama propria
para moradia e outra que serve para negocio, por
j estar a muito com este jiro ; tratar na roa
Direkan. 8. _________________
Batatas ingJezas,
Yende-se.a 2*000 o gigo eam tres arrobas: na
roa do Anwtim n. 41 e travesea da Madre de Deus
-o. 18.
s
m
i

Acaixa final do Banco do Frasil tendo de
concluir a sua liquidarlo venda por proco
commodo a asa terrea na ra Imperial n.
66, a trata ua ra do Mrquez, de 'Olinda
oo rnyectwo ecriptorio o 49.
^
larinha de milho*
Vndese (annba de milho, molda a vapor, dia-
nanraate, polos precos seguintes : grossa para
aog a 100 rs. a libra, para canglca a 120 rs.,
para csens a 168 rs.
mero 25.
na ra do Coto ve lio nu-
^eude-se e timbera se permuta a posse de
dous terrenos, sendo um na roa da Aurora e cu
tro na do Hpieio : na ra do Rangel u. 43, 2*
andar. ______
Veode-se ama pequea casa oa fna das
Carrocas n. 16 : a tratar na roa do Cabng na
mero 16.
Para reeep$*o de SS. IJI. In-
periaes.
No Bazar Victoria encontrarlo luvas de pelica
para bomem e senbora, muito frescas, e chapeos
de seda e de velludo para senhoras e meninas, de
4* a 20* cada am.
Para os senhores fumantes
Acaba de reeeber o Bmr Victoria um sortimen-
to de cigarros de plba e de seda, fumo desfiado
Baepenfly e Ro-Novo para cachimbo e charutos de
Wvreas marcas, da Baha e do Rio de Janeiro.
-1 li A V1IK
LIOUIDACAO
COM TOQLR DE CUP1M.
Brim pardo fino eom pequeo toque de cupim
na ourefa, a 400 rs. o ovado, pechincba : na
roa do Crespo n. 20, loja do Goilherme._________
AOs Srg.. nr.cao/?.
O Bazar Victoria, na ra do Baro da Victoria
(antiga rn Nova) n. S, receben um neo sortimeo-
la de Utas bor jada para difireme:-- graos, e para a
festa de 8. ioo. .______
. ttpncilo
Vende-sa urna taberna pa roa imper-a' n." Id.
j Sjuio ifreguead* a tralarua mesma
Tem venda em seus armazens, alera de ontros
irtigos de sea negocio regular, os seguintes, que
raoiem por presos mais mdicos que em ou-
tra qualquec parte :
PORTAS e pinho almofadadas.
QRADBS de ferro para cerca.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS.de narro francez para esgoto.
aBSSO snaerior em porcSes e a contento,
SMKRTp de todas as qnalidades.
MACHIBaVS de descarocar algodo.
LQHAS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGOBS americanos maito bons e econmicos.
VTNHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gaotior Freres.
PAREUX em saceos grandes a 3*500.
AGUA (fcrida legitima. .
Hajtla Imperatriz 13
DE
JOAQIM BEZERRA PESSOA d C.
Os propriet rios deste novo estabeleci-
mento de fazndas vecm scientificar ao res-
pettavel publico em gerat e em particular
as Exms familias desta cidade e fora. dola
que chegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sortimento das mais
lindas fazendas qoe al boje, sao vistas em
nosso commercio, e que esto despostes
venderem por lodo preco.afim de venderem
muilo e apurar dinbeiro, saber :
L;ndos cafaquinbos de gurgurJo preto
enfeiudos para todos os precos.
Cortinados ricamete bordados
mas e janellas.
Camisinbas de linbo bordadas
nhoraa. ^ .. .
Ricos tapetes avelludad* com liados de-
zenhos para 2 e 4 cadeiras.
Ricas giinaldas e capellas para noi*a e
La para bordar de todas as cOrea por
eommodos precos. ,_
Chapeos de sol d:da inglezas a ba!5o
por todos os precos. i
Ricos e modernos cortes de organdy bran-
cos com modernas listas.
Ditas de cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 50C0. .
Pecas de cambraias finas a Victorias com
10 e 12 jardas a U, 40, M. ^ 1f0'
Ditas transpanntes finas para lodosos
precos com 2 larguras.
Vaiiadissimo e elfgaaotes sorUmnto ce
las para vestidos de lodos os precos e qua-
ilidades, que, quem as vira *ista dos pre-
cos comprar. A
Ijdcras popelinnas comUmas a nu
rs. o covado barato.
Grande variedade em cbitas fiuaa. para
200, 210, 280, 300 e 320 rs. o coado.
Pechincha em alpacas de cores gradas
e mfirlo fina, o covado 400, 500 e 600 rs.
na FI6r da Moda ra Imperatriz, I3A.
GRANDE PECHINCHA I A ELLA ANTE>
QUE SE ACARE ?
Sao camisas francezis Boas a 1 #500 ca a
tima, fdmira a vista da fazenda. So na
Flor da Moda ra da Imperairizn- A.
Cbapos de sol de alpaca pelo baraltssi-
mo preco de 3tf000.
Madapol58 nos e largas com 20 vars
a 40, 50 e 60000.
Brim paido trancado de linbo fino o
covado a 320 e 400 rs. "'"._ ,
QUEM QUIZKR VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima 13a de cor a 80,
60, 6 40000 brancos.
Cambraias de cores fhas e finas a 2C0,
240 e 280 rs. o cov do. -
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
^S^tidade de lencos parame-
nios e bomens fendo :
Com barras de biebinchos e^calungas c-
I zendo gynaaiica a duz.a 1*200, 10500,
20000 e20fOO .
Ditos brancos finos a 20-WU.
Ditas de linbo ambaihados uos a be
70000 a duzia. ___
Camisas de meia o melhor qoe b, urna
^DUa^Szas Boas de linbo para hornees
e meninos [ or todos os precos.
ennhos, l^.^^^,
FavMlhao da Aurora.
Ron da Imperatriz n. 2
O done leste grande e acreditado estabeleci-
mento de faaendas tinas de todas as qualidades,
avisa a seu numerosos fregaezes que acaba de
receber um# ande sortimento de vestidos de can>
Draias brancas bordadas fioas para senbora, o<
raaes vende omito barato, assira como outras
muitas faltadas de muito bom gosto, as quaes
fez grande redoeco de precos para menos, aflm
de vender mato brato de que em unir qualquer
parte.
Calcado barato
Borzegoins de bezerro e cordavo para horoem
a940C0.
Ditos pretos de phantazia para senbora a 3-
Ditosde duraooe de cor para senhora a i*.
Ditos de phantazia para menina a 3.
Sapatos avelludados para senhora a I i.
Vende-se oa praca da Independencia n. 39, loja
do calcado de Pono A Bastos.________________
GRANDE
LIQUIDADO
Na roa do Dnque de Caxias, antiga ra do
Queimado a. 19, vende-se chitas de cores es-
curas e matisadas pelo preco de 200 rs. o covado,
cambraias de cores, bonitos padroes a 240 rs. o
covado, e pecas de cambraias branca fina com 10
varas a 3 e ditas cem 8 ditas boa por 44, pecas
de madapolio de 4/, 44500 o SS, e algodo bran-
co de 34500 e 44000 a peca; ludo per preco
qne admira.________________________________
Vende-se' urna earroca ponco usada e um
cavallo mellado muito novo e grande com os com-
petentes arreios tamqem novos e por muito com-
modo preco: a tratar na ra Imperial casa de
rotulas amarella-', em frente da padaria n. 218.
toalha3, tences. crochets
jar die iras..
Completo totfitio de cassimiras preta'
d rt'tt:
Pannos finos pretos e de todas as oaJr
dades, brins'brtcOs'pardos e de cores per
todos os precos. -
Roupas feifc' s ia Po'r d Moda
Sobre-:asacos, palitots-saccos e fra'ks de
todas as qualidades pn co commo io.
Calcas d easemiras pretas, de ire?, de
brinB brancos, pardos e de cores.
Ceroulas francezas de libho e de algodo
eommodos precos.
No raetmo eitabeiecimento eDcontraro
os amaveis frequozes um bem alfaiale para
lomar medidas dos que qaizerem mandar
fazer suas obras e sujeitando-oos a fica;
com aquellas que nao sabirem a contento,
afim de bem servir todos aquellos que nos
honrarem com sna proteccSo nesie esiabe-
lecimeoto oma enfiaidade de artigis que
deizamos de mencionar para nao se tornar
massante aos leitores, o estabelecimenlo
est aberio das 6 as 9 horas da noite s
ordens do respeitavel publico.
N.-13 A RA DA IMPERATRIZ N.13 A
Uadfiras
. Novo sortimento de cadeiras francezas de fala
ao natural e a imitarlo de jacarando, mogno, etc.:
m/s armazens de Tasso Irmaos & C, no caes de
Apollo junto a ponte provisoria.
Ferro galvanizado.
Vrnde se ferro galranisado em folbas de diffe
rentes tamanhos : era casa de Adamsm H.wie &
d,j Cimento portland
Vende-se. o verdadeiro Cimento Portland :
largo da Alfandega, armazem do Anoes.
na
O verdadeiro cemento 1'ortJand
Vende-se mais barato do que em qualquer cu-
ra parle : no trapiche Gaerra no Refife._______
Vende-se orna casa terrea em ch5o proprio,
na ra da carrocas n. 19 : tratar na ra Nova.
n. 69.____________________________________
Cerawito Portland
em barricas de 13 arrobas a preco mais commo-
do do qoe em ouira qualqner parte: vende-se
nos armazens de Tasso Irmaos & C.
Calcados
Bdrioa* de brim e duraqne branoo berdadas.de
setim a 64 o pr : i rna dn B m iesn? o. 21,
i'' -___t.____
i :)' c 00 cDlilil Ja Pul
vambuMi de S^-km J M*btutli*. t
I bm estado ; Da cu* ..\
Para saceos e fogueteiros.
.teco
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras traiera o< nmeros estampaaos
ni9 pecas e nSo as etiquetas
Vendero-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
Ra do Gvmmevcxo 46
BRINS d angola
OS LEGTIMOS
Trazein en cada pefa um kli he-
te ceas o aoaie
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES C.
I.ItlMM
46

..:. D 3, l'.od.r,
Para m **rs de eogeak* ?r.
Cbila, fazenda bem conheeid* pela foa fortldio,
rasiJ larga que chita, para^ roupa de i rravo?, a
$K r?. o cavado
luilherme.
na roa do Crespo o. O, leja do
~ Vena-se 'd* cav! os andadores no cum-
Jor (O Bisp 33-
I


^^^^^^^^^

Diar:ij'de fexuaniL'ttco Sexta felra^26 & Mio'We'^afi.

, VNDESE
otlar, vende algodo azul americanos verdadeiro
e #(009 americano a. 3 e 4.
fl0 114 Ul.ll
ca bel I us bra
Tintura japone.a.
ft. antea approvada pelas as academias
e*.
de
in.c?' r?f ?h!scida^superior a toda que tem ap-
pareodo at boje. Deposito principa? ra da
iSft ..?fe t & '* adar' e edas M ^
tiras e casa de cabelleireiro.
A

LIQUIDACAO *
LOJA E ARMAZEM '
F&
DO
[I
Seiapre a Nora lsperanca! ?
AO BELL* SfiXO.
Esta loja bem conhtcida pela sua elegancia e
superioridade de seus objectjs, acaba de receber
muitos artigos para o quo respetosamente convida
ao bello sexo a vizita-la, aflm decomprarem aquil-
o que precisarera para preparos de vestidos toi-
lele ou tocadores, e mesmo qualqaer objeclo para
fazer algum prezeote...|pois que J na Nova Eue-
ranca Bearao saVfeitos, j pela qualidade e pre-
Cos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
SiE^'V" l"l""1 '"' em dar a -
colher os objeetos, prestando-se com o aaradu
cm que costa.- a receber a todos, aflm de que
saibara com o firme proposito de voltarera ou
maudarem a mesma loja, logo que precisem de
qualqaer artigU por peqoeoo que seia.
D fc LUVAS )E PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperaoca para
Homens, senhora e meninos, sendo brancas e de
NOVIDADE.
Bco de quipure preto com branco, a Nova Es-
peranza so quem tem 111
Caixas para joias.
A Nova Esperanca recebea boas calas de sn-
dalo para guardar Joias.
Fitas largas para cintos.
^Recebeu as de murtas qaalidades a Nova Bspe-
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanza tem leitede rosas brancas. '
Para tiDgir cabellos,
cleu 3 EsPe"''Ca a verdadeira Unta in-
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
M* Esperanca ra Duque de Casias n. 63
vende verdader* albina branca de Lais.
PAVAO
NA RA DA IMERATBIZ 60-

0E
FLIX PEREIRA DA SILVA & C.
,T Pfupnetario deste grade ejtabelecitnento tendo ni ser ama avultada anrrVa de
mim Bn contia,iado a b* por todos es vapore* e navoiS# Sel!
tS^T' lm rewlv'0 bm -GRANDE LIQUIDADO, afta de denS fi,
T a .!. d0 penor 086 ma*nlevaren cisa dasExam. familias assim rnmo
pequeas peres pelos mesmo* preess qM compra* as catas portador?..
TimirH

20-RUA DA MPERATRIZ-20
FARIA & LESSA


Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante
Unto rratinez corno inglez, estao expostas venda
J" Du Extractos, Canoa oleo, sabonetes, agoas de co-
!na'\de laranJa- florida e df> l-inde* etc., etc.
mdo de superior qualidade : vende-se na Nova
Ejperanga a ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
AT E 63, recebeu ara lindo sorlirneuto de IB para bor
aar, viudo as cores mais procuradas, branca, ore-
-a, escarate etc. etc. a alia antes qne se aeabe I
Tabellas Vermifgag
u?!ma snnico *ue pe| bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais proDnc
taaAaaef'Ulsa" i$ lombr,**s- E' fcil de tomar
.ar *'*> socolan, d.
DK DEPOSITO
I harraai-ia ameriecna de Ferreira Maia 4 C ra
__________Ougua de C'Xias n. 57.
Jabonete Je alcatrf7~
uSUtOZl frep3rad0 PPcado cim'grande
oicase i eneldo emp.gens, manebas escuras ou
?,n? T -bSf' !"esmo 1aellas Que em
finat/n f"9 dt'liea,as d0 corP ,aDto mortificam,
analmente o uso coelinuado de.rte sfemele con
ttiboe p, tornar ^|e ass3 o e.e con_
mente eILcaz para araaciar a pelle do rosto ou
Sefi?OrSraS e8eamWB- Preeodecada
saDoneie 6*0 rs.. em dun.a se rara abatimento
r 1 h''1'^"0 .em.f".'-''''"''U':o, pbarmaca a
ncana de Fc-rre.ra Maia A C, ra Duque de Ca
d, 5/, an-iR* do Queimado. 4
ac ame-
xias
DE
V1DAG0
nico deposito
Phafmach ameriefana de
Ferreira Maia # C, iua Du-
que gt do Queimalo.
IImeNtoT
O verdadeiro portland. S se veade na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
JeS> Mariins de Barros.
A' rui do (Jommeicio nu-
mero 10
No escriptorio de Jos Joaquim di Costa Maia
ha para vender mais barata do que em outra
qualqaer parte :
Vioho do Porto particular em caixas.
Dito de dito de Pasto idem.
Dito verde de dito dem.
Dito Figueira em barris.
Dit> da Biirrada em ancoretas.
DISCURSOS DIVERSOS ESCRIPTOS
PELO
Dr. Anrlglo .fiisinlano da SIIva
Ciiilnarieo.
Lente de economa poltica na faculdade de
direito do Recife,
NATOBAL DE PERNAM8C0.
imprfcsso, na
Uta vol. de 480 pig., ntidamente
ypograpbia de C. E. Mullerl.
Acha-se no prelo, e asigna se roa do Impe-
rador n. 27, i" andar.104 cada exemplar.
O autor c.-llige alpuu? de seus. disensos, que
lo benvolamente ba> tido aeolbidos por muitos,
retocando-os e anootando-os ; e inclue uo seu li-
vro algans escriptos, qae sappde interessarem,
erabora Irancamenle, i lula de ideas em que o
paiz se vai empenbando : precede ama longa in-
troiuccao.
O livro nao lem a cor de ama poltica de parti-
do com re.acao ao imperio ; e sim tem a cor de
ama poltica de Liberd&de, que e ser sempre a
djs hiimerjs de bem de todos os bandos polticos e
de tjjos os paires.
pschincha sem igual.
Superiores laas escocers de cores maito lin las,
fazjnda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do vende-te na ra Primtiro de marco, onir'o-
ra do Crwpo n. 13, loja das columnas, de Anto-
Dto Correa de Vascoaeelios.
Plvora a 16fiQ00~o
barril
No escriptorio da rna do Vigario n. 31, tem
amostras di superior plvora ingleza, e vende-se
pelo bar.to preco cima.
PARA LUCTO
O Pa5o tem nm grande sormonto de
tazeodas pretis para lucio, como seia : 13a-
smbas finas para veatidos 400 e 440 rs.,
mermo muo leve para vestidos e roupas
para homens U e 20200. alpacas com
Mures brancos, cassas pretas lisas e com
oracos, bombazinas pretas, cantes. e ou-
tras muitas tazeodas todas proprias para
lulo, que se venie mais birao qaa em
outra qualquer parte.
CHITAS DE CORES
.. a ? le-m reebiJo raodes sorthnen-
tos de chitas finas, tanto claras eomo escu-
ras, toado tambem grande sortrmeDtD dis
mais delicadas percaJIes miudiobas proprias
para vestidos e roopras de criao^as-, e vea-
ae-ae por menos do qae em ooira qnalquer
parte, na roa da Imperatrii n. O.
LENCOS BRACOS A DUZIA 3fOO
Pavio vende fioi simos lencos francos
t o22Lb?do8' em duzia P8*0 barato Preco
ae j^oOO, e outras m ai tas qaalidjdes, tanto
ao csguiao como de cambrai de linbo, e
cliinezes. '
Teillias do Parto a 10)5000 a dom
O Pavao vende su eriores toalbas para
rosto, sendo de linbo do Porto tOtfOOO,
ditas de foco fazenda mort-j boa 12#or>o
n duzia, ditas coalrhoadaa a 70500 dazia
ao 640 rs. cada toa I ha.
COLCHAS A 3-5000
O PavSo veo Je colchas brancas de fst5o
8/nLb^lante g^ndfs pelo banto preco
de J /J000, ditas muito graudee brancas de fus-
t5o e-muito encorpadas 6,5000, dita* de
crxet, proprias paracama de ooiva lS
ORGANDYS BRANCO
0 PavSo recebeaos mais-finos e delieados
nrgandys brancos para vertido, sendo todos
com lavores miodmbos, e vendo se pelo
barato preco de 800 e 1080* r*. a vara,
fazeoda que vale muito mais "Vnbeiro.
GUARDA BAvHA
O Pavo vende orna grande porc5o de
pano-s de crochet proorio* pa encost de
cadetras, tanto debrato coaao de goaraiao,
ditas para encost desof ditas paracobrir
pianos, assim como ditos redondos para co
brir difterentes movis ou oatros quaesqcer
objecios, e pode-se venderrpor -menes do
que em ontraqnalqoer parte-, attendendo
grande compra que se fea. '
CHALES DE MERINO' A 20509
O. Patito vende chales do merino moito
grandes e encorpa ios 2#8G0. ditos
miueao de cbinezei 24300, ditos pretos
de renda com 4 ponas i 20000.
CHALES PRErOS BORDADOS
O Pav3o vende os maiores e melbores
chales de me* in pretos. ricamente bordar
dos com largas franjas do.Tptroz, e vende
por menos do que em oatri qnalquer carta.
CAMiSAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortimenlo das
melhores camisas inglezas e francezas com
peitos de linbo para lodos os precos e cpia-
Imados, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os precos e tamaahos,
tendo tambem pas criaocas, e no mesmo
estabelecimente tambero se veBde Cfroalas
de liaho e algodo, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para homens e meninos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem c< nstaotemeote am g-ande
sortimeDto dos melhores cortinados borda-'
dos para camas e jaiellaf, qae vende.se de
80000 at ao mais rico qae estarna a w
n'este genero, assim cernodobUs cambraias
adamascadas, taao tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, coleba
de crochet, dama co para cimas de noivas,
e cortinas, e vende-ie no Bazar do Pavao.
LASINHAS baratas
Q Pavo tem um g-ande soitimento das
mais bonitas laasinbas para vest loe, tendo
de todos os precos edres e qualidades.
orincip ando de 200 rs. para cima ; porm
fi t5o grande a qaantidade que seria enfa-
donba especificar qaalidade por qaalidade,
s a vista o reguez e das amostras se lhe
venderSo por precos. t5o cmodos que
engue n deixar oe fer um vestido de
la por to ponco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO 646 R8,
ALFArATE '
que se encarrega de exeentar qatqQer en-
comineda da fu arte vontade do fre-
pez, e o proorietario d'este grande est-
belecimen'o o prdmeite servir bm a todos
os fregaezes qa lhe horarem a sea casa.
ALGODAOSINHO A 3?SoO A PECA
O Pav3e vende pecas d'algodbsinho de
moito boa qaalld-re, tendo 20 jardaa cada
ptea, pelo barato preco de 30500, diio mui-
to largo e encorpado 60000, atto o me-
Ibor croe tem vi.do ao mercado, ajaifo en
corpado e largo para leones, pejo barato
preco de 65500, grande pecbinena.
MADAPOLAO- A 40OOf/ E 40500'
0 Pavao vende pegas de nwdapo'o com
24 jardas, sendo f.zeeda ateto superior
pelo barato prep de 40800, oirs cor* as
mesmas jardas a 45000, ditas finissimas-a
50500, 60000 70500 e-80000. pecbincba
MADttPOL^PRANCEZA 100
O Pavao vende jefas de fiaissimomada-
pewo verdadeirameote franoez, lendo 22
metros ou 20 varas, pelo barattssimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda qae sem-
pre-se venden- 440000, e liqoiJa-se por
este- barato prefo por estar alg.m* cousa
!en3hvalbada na ponta de'fdra.
ALGODASINBOENFE9T5A0 A 0 280
O Pavd vende verdadeiro alg^fosinho
amerroano, tendo T palmos de largara e
!leMorpad(V Pfoprto-para lencoeo i
70000-a vara, diloda mesma largura-sen-
do traooado e muito encornado 102*0
MAMAWES PAR*LENf^)BS-A>2*400 9/mU
O.Pavao ventee o verdadeiro bramante d*
imbo toado lOpakeoode tergara, qoo apo.
as jweci para-ui lencol wd. *m-. e r a
qnarta, pelo barato preco oV 20400 vara,
dito melbor de 20* O e J0tW>v toado at
domelborqoo vea ao mercada 306001
e 40000, assim como cretonas fortes paral
lencoes, sendo umaancorpada hienda raa-
feoza com 10 piueoade largara i 100 rs
o metro, a bramante d'aJgodae coa a mas-
aalargoral08OO.
SAJASL BORDADAS A 4050 E 6090a
O Pava vende graude pecincha em saias
brca8ricamente bordadas, toadoeadaurna
4 pannos, e venda palo barato preeo de...
40500 o WOOO, sendo fazenda qne sempre
vendea-se por 80 e *O0OOO.
raleadas san u a 1020, 10280 e 0SOe
OPa* vende superior facenda bordada
ejeorn pregas proprias para saias, 10900,
10280 e 105COa vara, sendo preciso para
urna sai apecas 3 varas oo 3 1|2.
1m 30O0 cerl.di ttatn a 20581
O Pavo vende orna grande porgo de
cortos de cambraia organdys; tanto brancas
oomo de cores, sendo coa listrinhas de
cores tessidas e nao estampadas, a liquida-
se pelo barato preso de 10500, cada corte,
faienda ,que vale muito mais.
Aw 20aft> cortes de cambraia haldadas- a, 50OOC
O Pavao vende urna g-ande qoanlidad
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo coa os desoobos mais
lindos o mais vistosos que tem viao ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gooaes, e c m muita fazenda para um ves-
tides e liquia-se pelo baratssimo pro de
50000, sendo azenia de multo maior va-
lor, granda aecbincba.
CAMBRAIAS
O Pavio veade grande quaotidade da pe-
as de cambraias brancas tapadas o trans-
parentes, teado de 30 a peoa at mais
una que vem ao mercado.
CHITA A 16* RS.
O Pavo vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixast pelo barato preco
l0, ocovado, grande pochincba.
MACHINAS
PARA COSTURA
Chpgaraa ao Bazar Universal da ra N>
va n. 22, Ota sortimenlo de machinas pa
ra costura, das melhores qaaldades que
existo na America, da qnaes muitas j sJo
bem coohecidas pelos seas aotore?, como
se>aa Welior d Wikon, Oovor d Boka,
silenciosas, Weed o Imperiaes e ootraa
muitas qoo com a vista devero agradar aos
compradores.
Estao machinas teem a vaotagem de fa-
zer o rrabalho jue trinta eostureiras pd^m
fazer diariamoate e cozem com tanta per-
fee3o, como as mais perfehas costureiras.
Garante-so a sua boa qualidade e ensina se
a trabalher com perfeig3o em menos de i
bora, e o precos s3o 15o resumidos qoo
d- Injecfto amcrciana.
Rpeclalidade m |>harBaeatl-
eos Ferreira Haf a% C.
Esta injeceo eoropost especialmente para t
cora das parga?5e9 antigs ou modernas, toi com
BUZ resultado erlseada pe mais habis e reco-
nhecidos medico, e por elle confirmado ser esta
injecsao a nica qaa radicalmente cura enf menos
teaBpo (HUlgner agaorrha on purgacao antigai
moderna, sem o auxilio de ontros medicamentos
E tamben til as leucorrea ou flores brancas
qner sejam antigs ou modernas.
DEPOSITO
Na pharroaeia mericaoa, ra Doque de Caxias
______________numero 57.
Em casa de THBOOORO CHHISTI\N
, ra da Crui a. 48, eoeontram-se
^ettwmaate.todas as qnalidades de vinho
Bnrdaaax, Roorgogoe e do Rbeno.
_ 0s Proprietario deste novo esubeleclmento vem parcipar ao resaottavel Ooblico
menS Xl^A*,^"*?" fami,i"' ^ue *do comprado ambeW t
ment de fazendas de todas as qualidades, estao resolvidos a vende-las
mais razoaveis posstveis para vender maito.
por preces os
Popelinas de seda, fazenda nova, a 20.
Vestidos feitos da cambraia branca, rica-
mente enfeitados, a 160 e 200.
Basquinas de seda de 160, 180 e 200.
Superiores grosdenaples preto de 10800
a 50 o covado.
Greoedines de seda a 10too o covado
Completo sortimenlo de laas a alpacas
de cores, o qae ha de mais gostw, de 640
rs. a 10.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Ditis victorias de 30500 a 90 a peca
Ditas transparentes de 30500 a 100 a
peca. w
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de moita phantasia, a
100.
Ditos ditos tambem de listas a 40500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 20500.
Pecas de babados bordados, de t#daa as
larguras, o qae ha de melbor e mais gosto.
Panno trancado o liso para toalbas, com
9 palmos de largara vara a 10500.
Toalbas para mesa, fazenda superior, a
50.
Toalbas felpudas para rosto dazia 90.
Ditas lisas-par rosto dazia 70 o 90.
Pecas de hamburgo soperior a 90500.
Pannos do chrochet para eadeiras e so-
is
Tapetes de todos os tamanhos e procos.
Sort ment completo de- meias par se-
nhoras e homens.
Grande variedade em chitas e para todos
os precos.
MadapoUo franeez superior a 70500 a
peca.
Sortimento de madapoln de 30500.
40500, 50. 60 e 60500.
Corles de cambraia bordada a 80, gran-
de pechincba.
Cortinados bordados para caulas o Janel-
las.
Camizinhas e corpichos brancos para se-
nh'Ta a 30 cada um.
Panno de lioho abretanhado, faxonda
propria para seroolas, lencs, toadm e
outras muitas coosas, pecas com 20 taras
por 90500.
Bramante de Imho para todos os pre-
cos.
!
1
Todas estas fazendas sao grandes pechincbas vista do preco.

\^
*m
nica logalaente aatorisado o approvado
pelo conselho de sade.
tMCO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU d C.
^___.*i?ua ,a,^a do Rosario34.
de
O Pavao vende as maii lindas alpacas de
cordso para vestidos e roupas de criaocas
pelo barato preco de 640 rs. o covado,
duas fioissimas cornos mais lidos lavoree
loiitacao de agr ianas a O rs. o covado
b'Ditos gjacs com delicadas crese lus-
trosas como seia 10000 o covado, o ou-
tras muitas fazendas de gono e lazo para
vestido, na roa da Iaperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O PavJo re:ebeo as mais delicadas o me-
lbores poapelims de seda para vestidos,
com os mais modernos lorores, e outaas li- t?m C0D,a' na r,w d Imporatriz n. aO.
LA.4SINHAA160 RS. O COVADO
O Pavao vende bonitas aasiohas transpa-
rentes pelo barato preco de loO rs. o cova-
do, pachiocha na roa da Imperatriz o. 60
CURTES DE CASSA A 20500
O Pav3o veode bonitos cortes de cassa
franceza viado cada um em seu papel, pelo
barato preco de Sd500 1 corte, ditos maito
lindas 30(;OO, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A 20ORS, O COVADO
O Pavao vende bonitas cassas de cores
para vestidos, pelo barato preeo de 200 rs.
o covado ditas fioissimas com os desenhos
mois modernos que'tem vado ao mercado,
pelo birato preco de 50 rs.
CRETONES
O Paao vend finissimos crotones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo bar>to- preco de40. o
covaJo, ditos de fl.rbos, proprios pira co-
berta, sendo fazenda muifo encorpada pelo
barato preco de 8 O rs. o covado.
BBasquinas ou casaquialios a 200 e 255
O Pavo vende basqiioas on casaqoinhos
de seda prttos ricamente enfeilades, pelo
baratsimo prrc i de 200 e 260000, sendo
muito modernos, assim cono ditos de cro-
chet e rendas pretas que se vendem muito
a
i
NUC visto
So na loja do barateiro, ra do Crespo
B' f l?S? ao arg0 de Sant0 Antonio.
Algodo aimricaoo com um pequeo
tcane de avaria a of a peca.
Madapolao fino, idem a 5* a peca.
_ peca.
fazenda boa a 240 e 260
trancados iuperiores a
a 260 rs. o
A
Vende-se siceos com farinha de uandioca, me-
diado 18 caas, pelo baratsimo prende Si cada
sacco; na ra ao Mrquez de Oliod* u. 40, es-
criptorio.
zas com as cores maii novas qae tem v n 'o
e vende-ss 20000 cada c .vado, assim
como del cadas sedas do listinbas, Unto
para vesuios desennorascomo de meninas,
q vende-se 2du00 carta covado.
SETJiNS DE COR
O Pavo tem coacta otemente am bonito
soriiment) djcotinso grosdenaples de to-
das as cores, que vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMENS
O Pavao teme asante aten/e um grande
sortimento de roupa, tanto de pann > como
de bros branco o decores, da case-
miras, para todos os precos e qaalidades,
e tambem se manda fazer qnalquer peca de
obra -
Caitas entrabadas piraeobertas a 360 rs. eerads
O Pavao vente chitas entrancadas com
delicados desenhos para cobertas ou corti-
nas rte cores fizas, sendo fazenda maito en-
corpada pelo barato precio* 360 a cooadO.
ESPiRTILHOS A 40300
. O Pavao vende os mais modernos e nv-
Ibores espartilhos, tendo de todos os ta-
manhos, pelo barato preco de 40500
CASEMIRAS
O Pavao veade um elegante sortimeoto
de delicadas casecniras ingiezis, sendo to-
das de laa e maito levesinbas. tmo pro-
prias para homens como para crianca*, e
uitas mats-encorpadas, ten lo de ama e de
Chitas finas,
n o covado
dem idem idem a 280 rs. o covado
i*> o barateiro, rna do Crespo n. i.
Brins pardos trancados a 340 reis o co-
I vado.
Ditos de cores
700 t. a vara.
I Cambraias de cores flxas
covado.
Chitas Boas, padroes modernos a 360
e 4tw rs. o covado.
Pegas de Cambraia transparente e ta-
pada, com 10 jardas a 4<*
idem ganga para coberta a 380 rs. o
covado,
Cambraia suissa transparente, faienda
Ana eora JO jardas a 2*800 a pega.
Pecas de madapolao franeez, faxenda
fina com 20 varas, a 7*500, 8a e 9
Pecas de brilbanliaa branca com 18
covado? a 5/.
Cambraia para cortina lo com 20 varas
pelo barato prego de 8i a peca.
S na loja do Barateiro I
Toalbas di
duzia.
Lencos de cambraia de linbo, fazenda
boa, ja abanbados a 74 a duzia.
Dito de exguiao de linbo a 44500 e 54 I
a dazia. S
E um variado sortimente de fazendas
de todas as qaalidade?, qae vendem por I
muito limitados prego?.
S na laja do Barateiro, ra do Crespo j
n. 1, junto ao arco de Sanio Alonio.
asa anare sama"
s
m
m
m
s
le linbo, fazenda fiaa -a 74 a
s
3
PARA LIQUIDAR
MACHAOS iiKERIOAlTOS
Cadeiras americanas
com bracos e asseotos de pallioha: ra Nova, armazem n. U.
i o Pregos americanos
oo 2 a 3 poUegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: roa Nova, armazem
Taxas americanas
t 'VELOCIPEDES


ps de abacates e sapotis, Ogueiras e laranja'cra-
yo, e roseiras de varias qualidades : na roi do
Vizconde de Goyanna n. IQt. fontr'ora Mnndego)
Grampos de pao para segurar roupa
S2i ?. S 6ira* F*oprm. Para Prend,,r a r0DPa i se bota a cecear em cardas a
24Ors.aduziaou60 a eaixa com 36 dazias. E'dar, Dio vender: i roa Nov
a PARA E*E\HO
il^w e conda?tor4de Mgico da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qu.zer, eeoaomisaodo o trabalho de daas pessoas. E' talvez o nico que exista
nesta provincia: vende-se muito barato, roa Nova n 11. P
4 pen,Q IPSSTeUuuaai Imperatriz a. 6i,
O pao Ramonda vende-se nicamente na
ra da Matriz da Boa vista o. 20.
Todo qualquer p5o do mesmo formato
florea venda na roa nlo lhe pertence.
Libras steli ias.
b fSJ D0 "Wm d 'Menas de Anmsto
P^OHvetra i, C. i ra lo Commercii. n. 41
oXaT6"88 *M1* ""*> i>a ra do
Padre Fkcuoo.. a uatar &a prag do ponde
d'u
o. 4, ou ra
ua Cooceigo n. 43,
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrecer e copiar.
E'recommondavel esta especial e excellonte tin-
ta pela sua boa qualidade, fluidez e dargio, co-
mo a melbor e mais inalteravel tinta que se co-
nnece. Naj ataca as pengas d'ago e d tres fla;-
cellentes copias E* preferivet a qnalquer outra
lm paraoa ftvroe do comaercio e documentos
qae caregam de longa duragio.
NICO DEPOSITO
na pharmacla americana de Ferreira Maia & &, i
ra Duque de Caxias|n. 73, antiga do Queimado
PERNAMBUCO.
Licor de alcatro de Guyot a 10600 o
frasco. .
Para cura de catharros da bexiga, vias urina-
ria?, pnlmSos ete. Vende-se na botica Pofluuir da
ra da Imperatriz d. 77.
V1NH0 COLLARES
Vende-e o yerdaaeiro vinbo de Collaraa, rinda
ultimamenie pelo vapor Olnda, am barril de da-
cimo: na ra da Madre de Deus n. 28.
Vende-se
violoes, violas e guitarras multo bem feiu?, Unta
-m grosso eomo a retalbo : na fabrica da ra da
Roda n. 39.
Lencos de laby*< imho
Vend* e alguns muito boa gMto e a preco
na roa do Apollo a W, eacripfcr;
mdico
Fundtyao da Aurora,
C. Starr & C. em liquidagilo vendem por prego
mata baratos do que em outra qualquer parte,
Unas de ferro balido e ouado, alambiqaes, meen,
(tos e meias moendas, rodas a rodelas, e rodas
" agva para engeabo, crivoa boocat 4 trname,
gumdastes bolas, lijlo de fogo fflre b. ick), cy-
lindros para padaria tanto inglezea cuna Mnerica-
aos, arados todos de ferro, etc., ato,
Vende-.* e o botei da ra do Codornii o. 10:
qaem pretender dirija-.e ao memo, que achara
com quem Uatar,


t-
i ^


ri

Diartor^de Pwi*ftiilibf*ii^,i^e^ft ,fcira 20 i. Maio Mt,t.ia3iii(

i: &
kn ;
Ti
64 RA DA IHPERATRIZ \ U
DE
PI6UEIRED0 ft LOPES.
** nova loja acha-se completamente sortida da fa/endas'de gosto de todas a
nulidades, tanto de seda como de 13a, linho e de algodlo, e desejando seus proprie-
lartoB darsstvida s mesmas esto resollidos a veade las por precos tSo mdicos e
comnwdiMios ao interesse de todos que por certo agrtdarSo aos pretendentes.
Os propietarios fiesta lija coovidam, por tanta, s excellentisslmas familias,
,0' "*scat$ e i torios em geraf, a visitaren) sua supradita nova loja e se offerecem
a dar as mostras e mandar as fazendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
presos e Sinceridade no trato.
Grosdenapes preto.
Ha um completo sorthneBto deste artigo
^oe vendemos por precos bara-Usairnos.
CrM4B>iple de crea
Temos os mais lindes grosdenapes de
cores de soperior qualidade, qoe vendemos
por preces baratissimos, por termos foito
ama grande compra.
Foupelinas de cores.
Recebemos um soriiraento completo, tan-
to oom flores como em xadrea, e vendemos
por menos que outro -qualquer.
Netlos de cores.
O Cysne receben os mais lindos setins
de cores, tanto maco como de outras qua-
lidades, qae vendemos por meaos que outro
qaalquer.
Atpac.is.
Ha nm bonito sortimento, t-nto lavradas
^omo usas e por presos commodo?.
LSs coui llsira de seda.
O Cysne receben isas com listras de seda
de lindos padrees, e preco qpmmodo.
Ditas lisas de urna so cor a 400
i no covado.
Ditas com xadrez padios moito modernas
qne vendemos per 300 rs. o covado,
pechincba.
Madaooles.
u Lysne tem um completo sortimento
de madapolees de todos os precos e cuali-
dades.
Ternas ama qualidade de madape!5o fran-
cs qoe especialidade, tanto no preco
como na qoaliddade.
t Caula bordadas.
Temos camisas bordadas do melhor gos-
to, proprias para casamento, qae vendemos
muito barato.
Casemira de cores
Temos nm bonito sortimento de casimi-
ras de cores e pretas, que vendemos muito
barato, assim como nm sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarnicio de
sala, desde os maiores at os menores, e
os presos sao baratissimos.
Cortinados
para cama e Janellas.
Temos o melbor sortimento deste artigo,
tanto para cama como p.ra janellas, os pre-
Cos s3o por menos que em outra parte.
Tambem temos cambraia par cortinados,
que vendemos por barato prego.
Fustes brancos.
Temos lindos fostoes brincos com listri-
nhas, prprios para roupas de meninos e
mesmo de seahoras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com llstra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, bar a lis simo.
Coljas brancas e de ores.
Temos colxas brancas, grandes e peqoe-
nas, e tambem temos de coras de superior
quahdade e barato pre$o.
CHALES,
O Cysne tem nm bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, oom
franjas de seda, e entre estas quatidades ha
ans qoe vendemos por 20500, e qoe seu
preco foi de tjDGfc
Espartaos.
9a espartilbos de todos os taraanbos o
das melbores qnalidades.
Cambraias de odres.
Temos cambratas de cores proprias para
ronpas de meninos e de seohora de lindos
padrees e ptima qualidafie.
Meias para homens e senboras
O Cysne tem completo sortimeato de
meias, tanto para bomens como para se
ohoras, meninos e meoioas.
Fazendas para luto.
Temos fazendas para luto, de todas as
qoalidades, como sejam: alpaca, contao,
priaceza, merino, cambraias lias prelas"
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sortimento de organdys
com listra asseu'nada de lindos gostos e mo-
dernos.
ratriz n. 64.
* t a k Maitas ootras uzeadas temos qae poderiamos annonciar, mas por se tornar
enraooonoao respeitavel publico deixamos de o fazer. Podemos garantir qoe os nossos
precos tarso dinereocas de oatra qoalquer casa, pois estamos resolvaos a vender pelo
casto, porem a dmbeiro. r
Camisas franeeeas In^lcns.
Temos camisas desde o preco mais ba-
rato at ao mais caro, e oeste artigo temos
ma qualidade qae vendemos -a 3*000, e
para a qaal chamamos a atten$o dos nossos
fregoezes.
Camisas de fliBella de cor.
Fizemos urna compra de camisas de fia-
nella daxr, qae vendemos por baratissimos
precos.
Ditas de meia de todos os precos; temes
ama qualidade moito- soperior com listras
ie cor, qae vesdemos barato.
Tiras bordadas.
O Cysne tem tiras bordadas largas e es-
trellas, a?srm como, ntremelos bordados,
topados e trasparentes, qae vende por me-
aos que outro qualquer.
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do ^fiSSl! Cbd?NeV.YeoLPraCa PeU MgUOda VM Verdadera8 Pr6para6
Depois de algnns atmos, em qu'e as falsificares de Hamburgo e mesmo de New-
York t.veram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido sonceito qot
estes remedios baviam alcancado por seas maravilhosos effeitos conseguiram iatrodozir
se, iltadtodo o publico mcaoJo, com ama redocc5o de preco, nollificando o verdadeirc
memo destas admiraveis preparacoes, imiUndo as verdadeiras; porm desacrediun-
do-as com seos nullos effeitos, Jembrnse o autor de fazer a declarac2o abaixo, e
dar diplomas aos qne venJerem os seas legtimos preparados.
Prevmase o respeitavel publico de qoe as verdadeiras preparares do Dr. Ra-I
dway s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo goal ao desu
annnncio.
?. *?^?!lXOJI!na.do^ fl"h"mo.s e certifleamos, gae os Srs. Raymondo Carlos Lei-
te & Irma-o da c.dade do-Rro de Janeiro, no imperio do Brasil. Sao os nossos atente
geraes pela venda de nossos remedios. Tanto no dito imperio como no reino de Pono
gai. Noticiamos ao paWico, qoe "nao se podem tbtr os remedios do Dr Radway &C
(e que slo preparados no labortterio do mesmo doutor na cidade de New-York no*
Estados-Unidos), serio das peas;.* qoe podem produzir a presente certificacSo e altes
tacio e qne a prodazem, scbssnpta e assigoada do Dr. Radwat & C. e dos Srs Rav
nado Carlos Leite & Irmio como an p. Todos e cada um dos remedios do Dr Ra-
dwat & C. s5o acompaahados de cdulas smelbantes as qae parecem ao p dest cer
Mwi"?M'9e bem *"'fiatora fir do Dr, Radwat & C. ao p dapresent*
leniacacso e coajpare-se-eoaao.iiv-4 Rabwat A C.
.M
Ra do Cabug n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
Este novo estabefecimento acaba de receber um cpmple.to sortimento de ob-
jectos de gosto e inteiramente novos, a saber;
Poupelinas de seda, com lindos dese-
Crochets para cadeiras e sof.
nbos.
obresa de seda de cores e prela.
Cortes de cambraia bordados.
Grande sor (memo de laas e alpacas para
vestidos.
Cortinados ricamente bordado para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para sen hora.
Tapetes de todos os lmannos.
Os proprietario8 da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualquer ob-
jecto em qualquer casa qne para isso lhe$ madem nicamente o nome da ra e numero
da morada.
Colchas de 13a e seda para cama.
Casaquinhos de gorgur5o preto.
Rices enxovaes para baptisados.
Chapecas e chapeos para senioras, o
que ba de melhor.
Lencos de linho, camisas lisas e borda-
das pira homem.
Bramante de linho e atoalbado.
Baldes com as desojadas anquinhas.
ESTA VENDENDO O RESTO DE SUAS PEGHINCHAS
NA RA DA IMPERATR1Z W. 72
A SABER :
LAASlJjHA A 160 R3. O COVADO
Vende-se !asinr,as ara vestidos de sen-
horas e meoinas pelo barato preco de 160,
200 e 400 rs. o colado.
CHiTAS LARGAS- A itCO RS. O COVADO
Vesde-5e chilab frarce as para vestido de
casa, 200, 240, 280,3-0 e 360 is. o ca-
vado.
CASSAS FBANCr ZAS A 240 RS O COVADO
Veada-se ia-sa< francezas para vestidoa
240, V80, 400 440 rs o cebado.
ALPACAS HE GOhLS A 800 RS. O COVADO
Vende-se alpacas de cores pira vestido
de senbiras 5i O e 640 rs, o covado.
'
GRANDE ARMAZEM



DE
o
"'V'V'i!" **
CHRYSTAES


DE
PER EIRA, IR NI AOS
!
Rtta Pdmeiro de man>o n. 15, outr ora rna Crespo n. 15.
Ao respeitavel patuco em gera! e particularmente aos seus numerosos amaros
participan! Manoel Joaqim Pereira e Manoel Jos da Cos'a Pereira, que acabara de
mnaar n rico e snmptnoso aimazem de iouca, porcelana, vidros e cbystaes ra
nineiro de Marco, outr'ora toa do Crespo n. K$, sob a razio social Pereira
Irmaos.
A tonga praca e conbeciinentos de que dispoem os annonciantes oeste mo
ae commercio, a qoe, ba moitos annos, e dedicam, os tem habilitado a Eatisfazer as
necessidades Ja populado desta provincia e suas LmHrophes, offerecesdo aos conso-
miaores maiores vantagens do que qualquer outro BlabelecimeBto deste genero.
O respeitavel publico, dgnande-*e de vsiter este novo estabetecimento com
meroiai, verificar por si mesmo o qoe os annonciantes vem de dizer.
fres de ferro ,)<,
Prensas _p_____
i napas de torpo ^^0^ p^ ^1^0..
.
Tacho
drfferentes tamaftbea.
Jj.nl
de ferro para -copiar cartas.

***'!UU* der.fer*e paraaseucar.
Arados
*** sjjvb americanos para wartea e Metra.
ManhinAK
Garr nTuia
wiuaauuvo fo jjjjo para Mce08.e atterro*.
Veiienanasp,,,^,,,,
es artigue acfaam-ee a veada "Da !#*
casa dos importadores UalttIlQttS
rca da cmiz k. 4. r ogoes de -ferf0

Enxofre

decimaes e ootras

.
CALCADO BARATO
' i-mu i
das 3*800, U, W U-
CORTES DE GASEMiBA PRETA A 3*500
Vende-se cortas da casemira i rtta para
calca h 3*5 0. 4* dB* para liquilar-se.
CORTES DE CAMiRAIA A 2*500
Vndese cortes de> cambiis de cores i
2*500 para liquidarse
Vende-s 2 regtroe I <8ndiero para
gaz, na ra d Imj erat-it n. li
GRANDE LIQUIDAOlO
DE ROL'PA FE1TA
Vende-so palitotsde panno prtto faco'S,
a 6*, 8* e 10*, dito- Ce casimira <)e cores
ta i'
m (,
2*5)0, ditos FUS-TO LE CORES A 360 RS. O COVADOIctios fraques decaseo.ir2s de o rn 8* e
BRrtHANTiTA^RANiAT'aOo'KS.^o"covAPo'* 5* e 6*. dit.tde aljaa prtiU e*,
Vende- se brilbantina branca 500 rs. o'ditos de bnm de cores J J 5 (, ?* e
roiarto
Veodesj fu;t8o e cores para vestidos a
360 rs. o C'>vjd:\
ALPACAS PRETAS A 50 RS.
Vei)de-se>lpac?8 pretas 500-, OiO e 800
10*. coiletes de br m e tre& i 1* e-
15CO, ditos de casen ira decora 2*C00
25.0 e U500, ditos pieos de ar.no, e
o esstmira preu, ?*5C0 e 4*. ditos de
rs d>Us de" Hitas assetcalas boa, para merii para loto ebonibayina, a 3* e 4*.
ycahar. calcas de caiemira de cores, 4* 5*.
ALGOO DE LISTA A 160 RS. 0 COVADO. 6*500 e 8*. ditas de ditas prtta, para 6*.
Veode-se lgo.ilo de I.sta para rcopa 6500, 8* e tftKKt ditas de
de eFerav-, iilQ rs. o cr-vad
BUIM LOiVA A 5(0 R^ O METRO
Veiiie'sebrim lona par.'o ata calcas de
quoa tiababa por ser muito forte,
rs. o roeiio ou 360 rs. o covsdo.
CHALES E CASSA A uO RS.
Ven.ie-se cbales de cassa braoc 500 rs.
'"lili ira.
COBERTORES DE AL iODO A 1*400
Vende-se coberlores^de algodSO 1*400
para acabar m
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 2*
Vende-se cb-des desfaerin estampados
i 2*000 e 2*>00 rara liquidar-se
CURTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
homem 800 rs.. para liquidar-se.
LENCOS BRANCOS A U0?0
Vende-se lencos brancos 2*000 doz'a,
Dar acabar.
BRAMANTE BE LINHO A 2*800-0 METRO
'Vende se bramante de linbo com 10 pal-
mos de largar-a propro para lencces
'2*800 o metro.
COBCRTAS DE CHITAS A 2*300
^ende-8e cobertas de chitas 2*500 cada
saa.
RESTO DE COLAR1NHOS
Vende-se um resto de c. lannbos de papel
200 rs,. duzia.
MADAPOLO A 3*2PO A PE^A
Vende-se pecas de madapol5o >tf stado
3*200, dita.- iuglezas c tu 24 jardas 5*,
5*500. 65, 6,18(10, 7*, S, M e 10*.
rio, 1 I*, 1*600, 2* 2*5 ditas psia lito de a'paca de cor<13", e piin-
cesa 3* e 3*500, ditas azues para e?cra-
500! vos 5(0 rs, ditas de clgcwlSo de lista
800 rs, camisas de ris-cado para srico do
campo 800 is. c 10(0, para liquidar-se,
otras muitas rcopas feius que ie vendo
sem reserva dprtfs entree^sas roopasfei-
la?, tem algomas dtfcus, o qoe t
vende mais barato do qae et ta annuciado.
GOLLINHAS ^ARA ACABAR
Vende-1 e golbohas pan seoborjs e me-
n'nas 100 e 20 rs.
GOLINHAS E MANGUITOS PARA UQUIDAR-SE
A800PS-.
Pie-se golinhas de
traspasso, moito boni as ."00 rs. cada ama.
NOVJDADE
Roga-se a todos o devedores da massa
falli 'a de Guim.ijeB de i-ilva. oenomin^do
Jardim dsaDams o favor de vir raldar
so?a contas ou debites mais breve pr-stivel,
i qneassim nao 7er ser-seu oome declarado
per exten8o ntste Diario, derijem se
rca dafcnperatriz n. 72.
COMVM LER
Precisa-seMiar &m os stgiinles Srs s:
negocio que lbediz respeito a feus intere-
ses, na ruada Im eratriz o. 72.
Angosto Fenira Mwiiis Ribeiro*
Baliazar Marques de lmira..
Jos Tbomz do Nasciaen''.
Manoel da Costa Trv ssos
-ebasti5o Antonio de Aibuqterqie.
Adelino da Silva Pinto.
*5oO,
G6RTES DE CASEMIRAS DE CORES A U
Vende-se cortes de ca emiras dd cores /olo Isidoro di Cosa Jambczeiro Joiiior.
5*000. IgoaioFrarjcscoGomes. .
ALGODO DE 26 JARDAS A 3800 Jj- Roberto do Nascimeolo.
Voode-se pecas de a'go 3o cem 20 jar-! Feliciano da Cuaba C. de Albaquerque.
POCAS C.
tem a bonra de chamar a attengo dos entendidos, pan os seguintos arligos, qoe Si
achom e*postos em seu armazem.
e !
COLLARES.

Vinbo espeeial j conbecido, para o qual cbama attenplo pstticnlar dos amado-
res deste especial liquido, proprio para todas as estacoes, visto a simj-lieidade de sua
composicio.
ItlRUDA
PARA MOI II |R
twblicoE' Vm **rdad0 BBw ^ej'' ludir com falsos annoncios ao respeitavel
*>* JEiSiSS* dVirtoria *> (outjMrarua Nota) est a queimar-se por
toto-pnp un vanado e novo sortimento ds calcado franoez e inglss.
Para saobora
Para humara.
Para menino.
ftra meniaa. v
Eapaziada do cricket
- Sf aoaboraeguinsiaprapriados eese divertimento da melhor qualidade,
por mtese do costo. ^
Santos ^tranca portoguezes, e marca Chaves.
A relalbo e em porc5o por preco muito mais barato qoe em outra parl.
a-u~i Pp?Pr,e.tf'<).*56te stabeleeimento desejando cooctotr por toeto este mez com
1SS.Ttenl^****** m -fregoea retire-se de casa sem deixar dinbeiro,
!t I! *| *gr,Be'moviaenl0 diari0 servar aberto o mesmo estabelecimeno
aie as j noras da aoote.
30Ra do Bi-ao da Victoria30
. Esta qualidade especial de vinbo, t5o apreciado pelos entendores, com justica,
acba-se igualmente exposto apreciac5o publica, e particularmente dos amantes desta
boa piBga. -
FIGEIRA
E' para este excellente vinbo com especialidade qne chamamos a atiendo dos
conbecedores da materia, visto as diversas marcas ^ue temos, sende das melbores qoe
vem ao mercado: aqni s com avista.
BASS
e barrH, sendo especididade neste artigo, visto ser vindo directamente, por omren-
commenda de om nosso collega.
QUEIJOS
do sertlo superiores, melhor do que isto .impossivel, e vista s* coaoordara aos
precos.
Ra Estreita do Rosario n. 9, junto igreja.
Oranie hquidaijao de
S 3to* Pifcio 5 TL, -r 'd Ksrann d
Otada 8, T*d* vDf pbr%MS$Vi
nibiio i>eu fndir barato, como por ter recebido
*saaNiayrarea tvfjmb9tm-'Mmtmin
SMgJ-jjfip a C 4 ma do Marquei de Ollnda
IRIS
PARA
vestidos, coa grande variedade de corea, a
240 rs. o covado
Na rna Primeiro de Margo (ontr'ora do Crespo)
3, lftj Jas Cdtamnss, de Anwmlo Crrela ol
VatooaetUos.
***---------_--------lltiii b ih,_____ -
Moito novo -i tm*e*>t elf**> **-
Jg ""J -J*. *co*C.; ta daSsauali
aH*J?lP^^^ deMe esWfcW"c7meflto-tmi<' teste cenero-convdatn ao res-
wUT? p9?. 5* ao-KWaino e malysar os vrioVa- artfgos que eilstem,
certoirdeioe etcoIraWo, como sempre, franqueza e sinceridade. ^ ^ '
_ AOS AfflECIADORES!
Ditos de fiambra. ^ otV -
I'asieis de dilferentos qoalrdadw. licicn
Vfrmos do' Porto, Ciery, JWr9eam e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Chactereose, Aya-Pana, Cime
Cac3o Cbeuva. +****,
COMPLETO
sortimenlo de molbdos no largo
do Carmo a. 39
ESQUINA DA'hA'DE 'SAITA THEREZA.
Acba-fe sempre prompto este novo eslabelecimeoto de molbdos para servir
aos amaveis freguezes com um sortimento compleio de ganaros dos mais aovos, qoe a
vista da comprador agradar e por commodos precos, tudo qoanto proCurarem neste novo
astablecimeBt( arhario, como bem :
COMPLETO
sortimento de m abados no lar-
go do Carmo n. 33
ESQUINA 0A RA DE SANTA THEBEZA.
a vista
Crema de Moka, genebra de Hollanda
etc. etc. etc.
Bol nbos para eh.
Ditos inglezes.
Dore de f ocla secca.
Dito crjrstaiiaado e em calda.
-Cba superior bysson.
Dito dito preto.
Cbocalate de soperior quadada.
Ht
Para fwto Antonio,
Amendos confertadas, papis (pan sortea da lfisrentes oualidaues.
AOS EXPRIENHS!
O verdadeu-o vintdaiBartaa, chegado oitimamentepela barca GrMfo.
j'j wat:;::." _,
QUEIJOS DO SERTAO
os mais novos qoe bao mercado:
do comprador se far o preco.
QUEIJOS DE MINAS
moito frescos: a vista do comprador e con-
forme o qoe escolher se fari o preco.
Toucinbode Lisboa, libra 480 r?.
Aletria, macarro e talhdrim, libra 400
rs.
Vellas de spermacette, 640 rs.
Ameixas em latas, 3s00.
dem, 2 dem, 1,5300.
dem. 4200.
dem, 700 rs
;
Marmelada,-abrt 7201
Gomma de ilbo, tib
Doce de diversas frucias, 640 rs.
Ervilhas em latas, 640 rs,, .
Doce de goiaba amistas/1,5600.
Dito em caixdes, 1 ttx.0.
Cb huxim, libra 3,'OO.
Dito bysson, libra 3^-00.
Vinbn Figoeira. o melhor qae ba, cana -
da 4d000, gaitaft tJCO t.
Farinha do Marnbto.,libw 120 rs.
Sal refinado, pote 500 r&.
Passas novas, libra 400 rs. .9
Figos de comadre, abra 200 rs.

. nguB uo uumaure, ora 2AJ\) rs ,
!nciona?todc.gener08 ,nnuDClados' cxi8te Dm comP'o*tineiilta qn&o'i posslvel
j:i -
Covado de chita a 160 rs., pe-
31000: na loja Flor da Boa-
vista, de Paulo Guimaraes.

de o u ro e pirata
los fabHnaiss mais acredka* it Burop, o
f enero, pavra
ra
Caubraias de cores a O e 180 rs. o catata
Laas para ve*iidus de 140 a a o coad.
Alpacas escocezaa, alta noVidafle, a 640 rs o
covado: roa da imperairir n. 48, jaM* a pad'a-
riaOaaafio.
^-'telide-se remedio copira o< cjlln, wujffj.
menudo por diversas passoas. ai qnaes uff ri-
do tem, resaludo; lt a PriaMrd tVttm ,.)i
fiWfc!2 Mir,lW sObn-
Moreira Doara,J#.
mu i f
a. W (antifa da OMa}.
ana ata 40 carus de iraqoeS"a acreditada



8
Diario de Feriiambuco exta feira 26 de Maio de 1871
=r
LnTERATDRA.
Hoifto
Gruttas, troncos, penkatcos da espessura,
Se mtu bem, te tnink'ulma em ros te esconi;
Mostrai, mosirai-tne a uta formosura.
*.
C. M da Costa.
Nie sei porque cruel, negro destino
A vida psra mira nio tem primores,
A noite triste, a aurora pobre em cores,
E a estrella sem om rao adamantino. '
Nio sei porque acbo tu lo pequenino,
O c nublado, a trra sem verdores,
O mar dormente, e prado, e bosqie, e flores,
Todo pobre de amor, carente de hyrano.
Ab f perda; bem sei que qaando se arna
Pertence tod, rteiro, o peito amante
A' quem d'ataor em nos ntteia a chamma;
5e pois en vejo tudo agooisante
E' que todo me diz, todo proclama
Que longe ests de mira, de mim distante
pito a soas palavras: EntSo vos ensinaes,
vos obrigaes o povo a t>r um instincto, a
comparar e a preferir.
Supponde ao contrario que a estra da
angosta princeza nao auspiciosa, e que,
apezarde altos dotes,, de grandes merec-
mentos, na"o flcam no paii recordacoes fa-
voraveis do lempo da regencia; oeste ca9o,
oio deve baver o receio de c mpronetter-
se o futuro da dyaastia, e quera sabe se
futuro da instituico que nossos pais nos
l'garam, e que devenios manter eomo de
pasito sagrado ? (Apoiados).
Para que, enbores, para que collocar
um povo nessa terrivel collisio T Para que
aventurar to ca,-os e t3o graves ioteresses
nacionaes ?
Na Inglaterra, a qnestao da regencia pro-
duzio orna grave pertorbacSo no rgimen
dos partidos; bouve uim compl 11 ioversio.
Vio-se Fox, o chele d > partido whigh, sw-
tentando, com s rpreza de seos amigos,
Maio de 1871.
? ? ?
ASSEMBLA CEBAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
VIAGEM DE S. M. O IMPERADOR.
,(0011003510 )
, cuino se SlO uio bastasse, como se
este combustivelaccamulado desde muito
nio esti/esse promplo de om momento
para ootro a conceber o incendio, o gover-
no, comnma temeridade inomprehensivel,
ainda agita o ficho d emancipacio do ele-
mento servil I
Tomado de umi sofrega emalaco, preza
da urna especie de vertigem, quz lancar a
barra alm dos ministerios 1 beraes. Nio
vistes, senhores, na lalla do throoo, o tora,
a imposiclo empbatica comqae se nos diz :
lempo de resolver a qoestio ?
E justamente oeste momento, em que
se vai resolver a mais grave, a mais melm-
drosa das quesies que tem agitado o paiz.
porque ella p ie subrerter a sociedade at
seos fundamentos; nesta situacio t5o
prenbe de perigos e complicado98 ; em
circumstancias lio arriscadas, lio momen-
tosas, que o defensor perpetuo do Brasil,
deixa o seu posto, qae o piimeiro magistra
do do-Imperio se quer ausentar ? E* nesse
transe supremo de soa partida qae e so
berano quer romper o lago desolidariedade
que o prende naci ?
Senhores, quera nlo c nbcesse o Sr.
D. Pedro II, e nio soubesse das provas de
civismo que elh tem dado em tantas occa-
sioes, diria qoe esta viagem precipitada
era... ora terror inspirado pelascircums
tancias graves em que se acha o paiz.
Na Inglaterra, oa maior complicaco da
questio americana e da questio catbolica,
qaaodo os aoimos se exarcebaram, e era
extrema a irritaoSo dos partidos, Jorge III,
no meio destas difficuldades, e apezar de
mioado aesde sua mocidade por orna en
fermidade cruel, ounca abandonou seu pos-
to, nunca deixou seu paiz.
Eo tiro ainda, senhores, argumentos con-
tra a opportooidade desta viagem da sobs-
titoicS) dothrono.
Durante a ausencia do Sr. D. Pedro II
ser chamada regencia a aogusia princeza
imperial a Sra. D. Isabel.
E' esta a opiniio predominante, e a que
me parece ter melhor fundamento na cons-
tituido ; mas, fosse ou nio esta a disposi-
cio constitucional, j assim est resolvido
ab alto, e assim ba de ser.
Ora, senhores, justamente estacircums-
tancia de ser chamado, precocemente re-
gencia a herdeira presumptiva do throm o
que mais assosia. Se a oatro principe
coubesse essa trela, nio obstante a gravi-
dade das circumstancias. eu nio me sentira
assaltado de lio serias apprehenses. Con-
tinoaria, verdaie, a pensar qoe a ausen-
cia do monareba as circumstancias actaaes
nos inconveniente orno arriscada ; nu-
trira receos, mas nio tio profundos como
nut'0 pensando oa regeocia da herdei-a
presumptiva da cora.
Pesai bem, senhores, esta reflexio, eu a
vi formulada em urna discussio idetica a
esta, por um ootavel orador que oio pode
ser suspeito i realeza, por Berryer, oa ses-
sio de 1812, oo parlamento francez, qaan-
do se discuta a le da regencia.
Supponde que a augusta prioceza impe-
rial, abencoada pila Providencia, fortalecida
pela opioiio pub'ka, d provas, como eu
espero, de um Uno superior, e vence as.
difficuldades di sitaacio, e debella a crise
tremenda que vamos atravessar. Entio,
senhores, foi Berryer quem o disse, eu re-
regencia, por direito divino, sustentando
que a regencia era ama antecipeao da rea
leza.
Do lado opposlo, Pitt, chefe do partido1
tory, director da situaco, defenda com vi-
gor us prerrogativas do parlamento, o- qual,
na sna opiniio, tinha nio s o oVelo de
deferir a regencia a qoalqner principe eo
cidadio, com exclusio do herder pre-
sumptvo da cora, como a de sojwtar a re-
gencia s clausulas e resneles qooeoteo
desse convenientes
Em Francn igoal aberracio; ae> paseo
que Guizot, o membromais proemineotedo
gabinete, e Tbiers, o chefe de om grupo- li-
beral, sustentavam'a regencia hereditaria;
Lamartine, legitiroist, e OdHoo Barrot,
chefe de outro grupo liberal, reclaanavam
para a Franca ama regencia electivav
Ora, senhores, em nosso pa nSo-produ-
zira j, nio ter mesmo produzido esta dis-
cussio a mesma e grave perturbar.*) t Nao
ter posto em lula as coovieces e os iaie-
resses dos partidos ? E ser prudente, em
urna quadra j tio diflicil, suscitar colbsoes
desta ordem ? Ser prodeate qe- logo no
prinepio de seu governo a augusta prioceza
tenha de arrostrar as difficoldadw qoe ne-
cessariamente devem*resoltar dessa deslo-
cacio dos partidos, desta ioverso das suas
ideas ?
Nos paizs a que me refer a collisio foi
suscitada pela fatalidade, por um acontec
meoto imprevisto; na Ioglaterra pela de-
nuncia do rei, em Fran?a a morte desastra
da do duque de Orleans; oo nosso paiz,
porn, a vontade humana quem soscita
essa collisi), e pe assim em jogj os inte
resses dos partid s.
E nem ao menos se pode dizer que a s
tuac > esi de tal maneira consolidada que
assegure a estabilidade da administracio.
Nio, senhores, fact) ioconlestavel; a pu-
janrea e o vigor cora que inaugaroo-se esta
situacio j se desvanecen, e a razio a cma-
ra toda a conhece, opposicio qoe alguns
chefes Gzeram a urna reforma judiciaria,
como a exige o paiz, e sobretodo abolcio
desta le de compressio, odiosa e violenta,
da guarda nacional.
Por ootro lado, ao passo que homens po-
lticos do partido conservador abandonara
aquellas ideas, pelas quaes combatamos a
adversidade, o que estamos vendo ? Lan-
drero, mi das ilas mais ardent's do libe-
ralismo, dessas deas a que a maior parte
do partido conservador, se nio todo, fez vi-
gorosa opposicio : f-la na imorensa que
diriga a penna brilhante do Sr. sanador
Firmino, e na tribuna pelas vozes 4o Sr.
conselheiro Sayio Lobato oesta cmara, e
do Sr. bario de Cotegipe no seoado, alm
de outrjs.
Ora, senhores, quando wra gabinete, e o
grupj que o sustenta, abandona assim as
ideas do se i partido e vai forragear oo
campo dos adversarios, poder-se-ha dizer
que esta situacio est firme e consolidada
le maneira, que se Ihe p)ssa conflar o en-
cargo lio melindroso da estra goveroamen-
tal da herdeira presumptiva da cora ?
Nio, senhores, se esta viagem foise im-
prescindi-el, entio era preciso crear ama
situacio forte, qual exigen as circumstan-
cias extraordinarias que se preparara.
De um momento para o outro, e o parti-
do con-ervador reconhecendo a mystificacio
de que victima, ple romper em hostili-
dade aberta e preferir ser arredado do po-
der a cobrir com saa responsabilidade os
erros.
E da'a esta divergen ;ia de gabinetes qoe
de conservador so tem o nome, que diffi-
coldade nio ter o governo da regencia
para organisar um gab'nete ? Nao estio
patentes essas difficuldades ? Nio esli
ellas saltando aos olhos-para quem se recor-
da daqoellas que encontrou a organisaejio
do gabinete de 29 de setembro, o qual em
plena sessio do parlamento levou cinco das
a constituirse; e a do gabinete de 7 de
marco, qoe esteve em ioeubacjio 14 das,
oWnte os quaes se exped.ram para norte
e sul, e se repetiram conferencias e con
sullas ?
FOLHETIM
O FILHO DO CALCETA
POR
PEME ZAME
ftUsui'KDt piltra:
1
Heaardlu.

(Continaacio do n. 118.)
No pooco tempo que fallei comsgo,
parece o me notar no sjnhor am excelleote
coracio, ao qoal nio hei de recorrer em
balde, segando creio.
Entio qae vem pedir-me ?
s ama cousa...
Qoal ?
E' qae faca a vista grossa, qae me
deixe andar pela capital mais oito das
s peco Oito dasdepois dos quaes, jaro
pela... perdi... ia dizer pala miaa
honra... depois dos quaes juro qae virei
eotregar-me polica.
Isio tem l geito t Un pedida assim
tio desarrasoado I
Bem sei qae desarrasoado.
E cuidou qae Ibe dara ouvdos ?...
Por quem e, mea eeobor, aio me
negu o qae pee/) I
Mae isso itapossivel I
Se soaeesse... olhe, ooca o que
voo dizer-lne.
E o deagracado, ergaeado aa mios, pro
segoio cova w desfallecida
Ora, senhores, se no partido eonsamior
houvesse, como oolr'ora not partidas ia-
glezes, varios grupos dirigidos por efiefes
prestigiosos, sem o concorso dos quaes
fosse iapossivel organisar orna adaaiaJatra-
cioforlee doravel, comprebenda se a ne
cessdade de longas cooibioacoes ; as
oem em nosso paiz existen nnmlhnnii
gropoi, nem neemo quando queiramcon
siderar taes as influencias das provincias,
leve o nobre presidente do conselho a ba-
biiidade de as representar em seu gabinete,
como lera sido estyo no paiz.
Estas foram, senhores, a consideraces
que prevalecern! no meu espirito; incuti-
ram oelie a conviegioda iBopportaoidale da
viagera imperial oas condic6es actaaes. Dd-
c'aro, porrn qoe ignora va o rooti vo qae tinba
determinado este projecto;falfava-a, ver-
dade.de estado precario da saude de S. M
a Imperatrix ; mas attendemlo.eu a qae o
projecto de viage-m data va de poca rnuito
anterior, do principio do aaoo paseado,
entend qw entro devi ser o motivo real a
causa determinante do ida do Imperador
Europa. A proposta do governo dissipoo
toda a duvichr, e coofrsvo qae-, diaote de
um motivo fio respetfavel como'o da olo-
lestra da nossa augusta- soberana, sinto-me
aeanbado.
Son daqoelles, seahore*, qae estio no
cosame de dizer a verdade aos reis e por
tanto adqorirSo o direito de os elogiar.
Ns os Braziieiros temos- sido felizs com
a noisas irnperatrizs ; o- que deve ser
am- pregnoslieo favoaavel para o futuro
reioadoy apezar das mmhas slicas opinin
j-oesta casa expendidas; opioioes que,
mwBteDho se com todo faltar aorespeito
aoostituicao.
Est na c >nsciencia- de todos que a oossa
angosta soberana am modelo de virtu-
des ;: e, poi?r quando ella seffre, quando
est enferma, na) ba sem dawida um Bra-
leiro que aio deseje ooncomer com teda
a>effusio pasa dar um lenitivo a esse mal
o restabelecer tao preciosa saude. fApaia-
dos.)
Enleodey porrn, que nio posso dar maior
aro va de rspei to soberana, do que de-
fender lo os altos ioteresses- desta patria
o/le ella aceitou por saa; pois acredito que
lia nao se poopara a neuhom sacrificio
para evitar ama compcacio e arredar
am perigo deste paiz que ami.e venera.
Demas (e seja me pe*miuido fazer aqoi
um pouco de poesa ) este slo abencodo
pela Providencia, rico de todos os climas,
depositario da primitiva forca orgnica,
exhuberante da seiva ojue se espande em
suas elevadas montano as e florestas virgen s,
Dio tem necessidade, estou certo, de men-
digar saode Europa. O qae preciso ?
Um clima fro e secco t Ahi esta a bella
provincia do nobre deputa Jo qae me oave
( nosso amigo Ia vtce-presidente ), ahi est
a bella provincia ae Minas com seos liados
serros e seus campos geraes. E' necessa-
rio o sol da Italia com mais brilbo e ex
plendor ? Ahi esli as provincias do nor-
te. Aguas mi nenes ? Nio as ten a Eu
ropa com tanta prefasio nem virtade, como
as de Baepeody, Campanea, etc. Que fal-
ta, pois, mdicos ? O Rio de Janeiro coa-
la illusiracOes profiastonaes de qae a Euro-
pa se honrara: a respailo de certas mo-
lestia t endmicas do paiz julgo-a superior
s celebridades europeas, porque tem em
seu favor a grande mestra, a experiencia.
Qaando porrn fosse necessario urna cele-
bridado europea, o Brazil oio i5o pobre
qae regat) algumas centenas de coritos de
ris qoanlo se trata de restabelecer a sau-
1e de sua augusta soberana.
Pela mioha parte, que tenho semprepro-
tastado contra o esbaojamento de dmheiro
em papis sarapintados, luminarias e ou-
tras cousas dispendiosas, votara da melhor
vontade a so rama reclamada por tio res-
petavel motivo.
Se o governo tive-se declarado ao par-
lamento, em termos muito explcitos, dea
pois de ouvir as autoridades profissionaes.
que Sua Magostado nio se poda restabele
cer no Brazil; q reclamada imperiosamente pelo estado de
sua saude; nesse caso me absteria da dis-
cursio e deixaria consciencia do sobera-
no resolver. Elle pesara ; s circumstancias
graves, seria joiz entre o oracio e a razio,
entre o monarcha e o hornera, a Providen-
cia o bavia de inspirar, e estou certo que
elle resolviria o melhor.
O governo, porm, nio dase urna pala-
vra.que me demovesse da conviccio em
que estava e em qoe perman^co da inop-
portunidade desta viagem. O governo com
sua precipitacio e meu estado de saude
talvez oio me permittam voltar a este de-
bate ; por isso aproveito o ensejo para fa-
zer algumas consideracas geraes em rela-
eio i questio da regeoc.a, visto que eu
considero iofallel a viagem como se j fos-
se decretada pelo destino. Quando nio
tivesse outras razoes qoe me induzissem
essa conviccio, bastava o
reunido a assembla a 3
facto de se ter
de maio, e seis
das depois esteraos j discolindo esta
proposta.
O qoe nio pndecam obter os Sra. mar-
ques de Olinda e visconie de Itaborahy na
inaogaracio de duas' situabas coeiH de
fvtjft a prestigio, estiva reservado ao coa-
dao mgico do nobre presidente -do con
seibo.
Ha, senhores, duas optnioes a respeito
da regencia
Nio coatava como epiniio e i lea original
da desnecessdade da regencia; mas desde
que a vi preconisada pelo Ilustre deputado
pelo Piauhy, nio posso eximir-se a algu
mas reflixoes sobre esse p nto,
Quando os precedentes dos governos re-
presentativos nio tivessem ondemoado essa
idea : quando nio houvesse o exomplo da
da Inglaterra nomoando em 1838 nma re-
gencia para o caso da ausencia do herdei-
ra da cora; e o exemp'o mits rcenle de
Portugal deferindo a regencia ao Sr. D.
Fernando em virtude de orna ao'encta mo-
mentnea de D. Luiz I, bastava a ticSo coos
titucioe i) para repellir esse alvtre.
Quem- exerreria as aNrbulc&es mages-
taticas. quem ejercera as a tritwtcooa do
po 1er moderador e aquellas qae competem
ao soberano como chefe o poder execu-
tiro? O gabinete de ministros ? iseo in-
vertera completamente o sjsiema d* aossa
consttoifio, corjucdindo dous poderes dis
tractos.
Os agentes responsave'r* teram ama
eeng), que oio Ibes permute esta forma
de governo ; baverw ora gabinete perma-
nente e iasmulavel dorante o tempo merca-
do pela aseembla no le do conseutmeato.
Ora, semejantes anomalas falseara com-
pletamente- O' systema representativo.
Mas dirao qoe pode ficar ae attriboicoes
io poder moderador manantes bem' como
a suprema inspeccio do chafe do poder
ejecutivo, limitanda-SB o governo apenas
ao expediente. Nio- isto, senhores, inad
missivel ? Se ama calamidade, se a va-
cancia do tarooo nio pode parar a marcha
do Estado, como ba de tolb-la um sim-
ples imped meoto temporario f
Na Europa coraprebende-se, adoait-se
esta especie de ferias da realeza sem pre-
juizo das lonocos publicas; assim se es-
tabeleceram as ferias do parlamento o es-
li em oso a dos ministerios, estjio que
seria muito conveniente se adoptasse tam-
bera neste paiz. (Risadas.) Mas, na Eu-
ropa, a facilidade e rapidez das conamuni-
caces bem como a proximida le dos Esta-
dos sitos do mesaao contmente poe o sobe-
raoo eos contacto cornos seos Estados, de
modo que elle pode pro ver s oecessidades
publicas que reclanaem com urgencia a sua
prese oca. No Brasil, porm, essa imme-
diata commonicacio torna-se imposstvel.
Sao neceisarios vinte dias para atravessar
o ocano atlntico e cincoenta pelo menos
para qoe o soberano possa regressar ao im-
perio. Porventara a crise qoe reclamar
saa presenta ter a paciencia de esperar
tanto tempo?
En Inglaterra julga-se to essencial a
preseoca do soberano testa do governo,
nio para ingerir-se na adminisiracao, mas
para flscasar, qae por diversas vez
qaando Jorge III, embora em estado de
reinar, uaOpodia assignar osadosofficiaes,
o parlamsulo aaterisoo a assignatura por
Chancella com certas clausulas, como por
exemplo, a de ser apposia na presenca de
rei e rubricada por varios fanecionarios.
O nobre deputado qaiz soccorrer-se a
exemplos do paiz, s viagens feitas por S
11. o Imperador ao norte e ao sol do impe-
rio ; mas, senhores, esses precedentes nada
importam para o caso ; esse argumento nio
colbe, E' incontestavel que se o imperador
tivesse de fazer mesmo dentro do imperio
ama viagem qoe o inhibisse de exercer
suas altas fuoccOes e dirigir os negocios
pblicos, soa prudencia oaconselhaaa a nio
faz lo, sem reclamar urna medida da as-
semb'i geral, e essa medida nio poda ser
outra sanio a regencia. Realmente nio
se concebira que o soberano permanecesse
em Matto-GrossQ, albeio aos negocios do
Estado, deixando ir agarra o paiz.
E' verdade qne na Blgica a regencia
compete ao conselho de ministros; mas all
por virtale de ama disposicio conslito-
ci mal; o legislador constiloiote tinha o di-
reito de adoptar esse alvitre ; porque nada
o inhiba de estabelecer orna excepcio
norma do govorno representativo; nos,
porm, que nio somos legisladores consti-
tuintes, estamos na oorigaco de respeitar
as normas eshbelecidas na le fundamental
e submettermonos a ellas.
Restam, pois, as daas opinias. Urna en-
tenle que o caso da ausencia est previsto
na constituicio e se acba implcito no art.
126, assim como o caso de aprisinamelo
do monarcha e ootres. D ihi conclue essa
opioiio que a regencia no oso de ausencia
compete ao herdeiro presumptivo por forca
da constaicio. Essa opiniio j (o bem
desenvolvida p >r am Ilustre magistrado, o
Eu sou urna triste creatura, de quem
se nio deve ter d nem comraiseracio...
Ab, meu Dsus mas nio por mim qae
eu peco... Se o senhor tivesse am fl-
Ido... Ahi perdi... deixe-me con-
tinuar. .. se o senhor tivesse nm filbo,
esse Glho podera andar de cabeca levan-
tada, poderia encarar de frente no pai e
usar do sea nome sem corar... e eu...
oh I horrivel I... eu s posso legar ao
meo a beranca da vergonha e da ignomi-
nia. .. .Marcaram me com o ferr em bra-
za... a elle bio de marca-lo com o nono
do pai, entende ?
Tratase entio de sea filbo ? porgan-
toa Renardin, conmovido pela vehemencia
com qoe Rapbael Ihe fa'.lava.
Sim senhor.
Elle est em Pars ?
Creio qoe sim.
E quer tornar a ve-to:
Qaero tornar a ve-lo, senhor, para
obter d-ll j o mea perdi, e depois acaba-
rei com esta vida, qae para nfn um pe-
sado carrego.
E se eu acceder ao sea pedido, pro-
meti ...
Daqai a oito dias, mesma hora,
estarei em saa casi.
Bem ; nio direi qae aio, volvea Re-
nardin.
Consente ?
Com certas condices.
Ah I sejam quaes forem, aceito-as.
En nada poderio obstar s suas pes-
quisas.
Diga entjo... diga.
Renardin pegoo oatra ves no caderno da
Herdade ios Cogumllos qW ttifara pan
longe de si, e esteve am boeadinbo a fo-
Ibea-lo.
Trata-se, disse elle pooco depois, de
um assumpto gravissimo.
Escoto-o.
Ha proxino de Pars... una bor-
dado a qae os do sitio chamam dos Cogu-
mellos, onde s noran ana malber j de
certa idade, am bomem qae passa por ter
sido arliqoim, e ama rapariga excessivamea-
te boriti. Ha apenas alguos annos que
essa gente all reside ; nlo team criados,
e de tempos a tenpas vio l ajada-Ios al-
guns aldeios, qoe ebegan, segundo se diz,
das mais remotas villas.
Mas qae relacio existe-.. disse Ra-
pbael, qae nada percebia daqnelle introito.
Ao depois Ihe explicarei todo isto, vol-
veo Renardin. Por agera, o qae tenho a
pedlr-Ihe que v morar algoos dias na-
quelles sitios-
Que diz ?...
Isto claro I eo proprio nio posso li
ir,- tambem nio posso l mandar os neos
agentes : erara, logo descobertos, e afleas
vigilancia ; mas Vmc. oatra cousa; nin-
guem re importar saber qoaes lio as soas
tdocoes... V a soa vontade, sem desper-
tar suspeitas, e anda qae vtesse a conhe-
ce-lo, a soa quaiidade de calceta aoxiliava
o mais na actual circunstancia.
Mas sabiodo eo da capital como po-
derei averiguar-..
Refere-se a seo fimo ?
Exactamente. *
Cbama-ie Raynondo, nio ?erddV
Riymondo oa Jorge, foi mesmo o se-
nhor qoe disse.
Tem rio. Pois bem I ptemetto-
Sr. Migalhies Castro, er om opsculo al-
timamente publicado.
' A outra opinio enteade qoe nio est pre
vista na conslitacSo a regencia para o caso
de ausencia; mas competindo ao poder le-
gislativo pro ver a esta omissio, elle bem
consaltar o pensamenlo constitucional ap
piieando ao caso a disposicio que mais ana-
logia tem com ell. Esta^opinio depende
da maneira porque se considerar a regencia
qoanlo a qoestio pessoal.
Se a dsignacio do regente urna qu3s-
lio capital, urna questio constitucional, sem
duvida que a assembla nio tem o direito
de suppnr lacunas da le fundamental. Se
porm a dsignacio do regente oio passa
de questio de faci qae nio aotende com os
principios* cardeaes do systema, oesle caso
a assembli sen duvida competente para
interpretar o art. 126.
Guizot demonstrou em um seu discorso
muito nota vel que a dsignacio do regente
nao materia cinstitucional, porque nio
resperta ao exercicio e limites dos poderes,
nem aos direitos civis e polticos dos cida
dios.
Acbo traeos desta dootrina em nossa cons-
tituicao, as prerogativas qae tem a assem-
bla geral de escolher nova dynnasa. re-
conhecer a incapacidade do imperante, e,
portanto, de qoalquer principe chamado ;i
regencia.
Inclino me a esta opioiio, mas como es-
tou convencido de que por ora o outro
nodo cagamos ao mesmo resultado, a re-
gencia da augusta princeza imperial, porque
oio ha ootro memoro da dynnastia no caso
de exerew o cargo, nato converta eleger
um regeote-para tio breve razo ; a ques-
tio perde todo o iateresse pratico, deixa de
ser urna questio parlamentar e torna-se ama
controversia escolstica, impropria desta tri-
buna. Nao Ihe darei, pois, maior desen-
volv ment.
Senhores, a qujstio essencialmente pra-
liea, palpitante de interesse, mas pojada de
difficaldades, a questio da amplitude da
autoridad regencial.
Aquellos qoe derivara a regencia da prin
ceza imperial do art. i26> entender que a
assembla geral nio tem a mnima compe-
tencia para estabelecer limites s attriboicoes
que Ibo sio directamente deferidas pela
constituir; ao.
E' a mesma opioiio qoe Fox susleotou
com sorprezada maiorta do partido vrigh,
a regencia do direito divino. Mis, 'se-
nhores, Fox, embora ebocasse o espirito
parlamentar de seo paiz e de seu partido,
aio atacou a leitra expressa de urna cons-
ti t q io.
Era Inglaterra nioguem ignora que o par-
lamento sempre constituinte ; no Brasil,
porm, a nossa attribuiQo de marcar os li
miles da autoridala regencial est consa-
grado na consluicio, est mencionado no
art. 15 2.
Os apologistas da regencia do direito di-
vino entendem que essa altribuiQio de limi-
tar a aotoridade regencial refere-se nica-
mente aquellas regencias que sio creaturas
da assembla, sobre as quaes a assembla
tem o direito de fundacio.
Nio cogitara, porm, senhores, os qua
assim pensam no absurdo a que os arrasta-
ra a sua opiniio. Ha om regente qae nio
nomeado pela assembla geral: o mi-
nistro do imperio, no caso do acto addicio-
nal, qaando haja extincejo de dynnastia, ou
qualquer oatro caso que se ple Agorar.
Ora, pergunto: se a assembla nio p le
marcar os limites da autoridade regencial
senio qaando esta deferida por ella, se-
gue-se que om ministro do imperio, sbita-
mente elevado regencia, exerceria attri-
buices plenas e a assembla nio poieria
coarctar-lhe esse exercicio ; assim, um aui-
bici so, elevado de repente cpula do po-
der, achar-se-hia investido det;dos os meios
para realizar seos planos, e a assembla as-
sistiria impassivel contra esse aboso, sem
accio para cobibi-lo ?
Eis as consequencias a qae nos levirii
esta interpretarlo
Sauhores, a lettra do art. 15 2. clara,
e o seu espirito lato; elle abrange toda
e qualquer regencia, nio permittido res-
tringir nem disngu r onde a lei nio o fez.
Esta a opiniio de um Ilustre publicista
b-asileiro, o Sr. vsconde de S. Vicente; e
nio opiniio precipitada, que elle arriscasse
ao correr de urna discussio ; mas opiniio
meditada no gabinete, e exarada em sua
obra de direito pabtico.
Seguado o Ilustrado progresssta, o di-
reito de limitar a regencia em todo e qual-
quer caso incontestavel; a qaestio toda
de conveniencia.
Mas senhores, oem mesmo a premissa de
qae se serve os qoe sastentam a regencia
do direito divino a verdadeira. Nio havia
pela constituicio regencias que nio fossem
nrmalas pela assembla geral; o qae ba-
via eram regencias de nometcio espontanea
e livre ; e regencia de nomeacio obrigato-
ria, designada por lei. Assim, o herdeiro
presumptivo da cora, no caso do art. 126,
Ihe qae ainda boje voo soltar om dos
meos sabojos mais ladinos. Qaando esti
ver de volta, encontrar aqu a morada do
doutor.
Ab 1 nio me engae I
Acrrescentarei at, meu amigo, qoe
se Vmc. der boa? provas da saa dedica-
Ci.. espero conseguir o seo perdi, de
modo qoe nio tenba de voltar para a gal ;
agora chegue-se c mais para mim, e tome
bem sentido as ioformaces qae voa dar-
Ibe.
Raphael foi para a ilbaga de Renardin.
mas oeste cmenos soou a campainba da
porta da ra, e ambos se pozeram es-
cota.
Instantes depois apparecia a criada, e,
chegando-se a Renardin, disse Ibe baixi*
nho :
Meo senhor, est abi ana seahora
muito bonita qoe desoja fallar-lbe.
Urna senbora ?... disse Renardin.
S m, mea senhor.
Disse o nome ?
Eatregoa-me este bilhete.
Renardin pegoo no bilhete, e Uo de rijo :
Joanna Robtn.
Jasaos I- -. repeli Rmbael sorpren-
dido e alterrado ao mesmo tempo; Joan-
o parete mais prximo do Imperador, oo
caso do art 123, eram regentes designados
por lei; mas nio podiam entrar oa posse
di regencia, oem assonir o exercicio do
cargo, senio depois da nomeados pela as-
sembla geral. Dava-se o mesmo qae se
observa en relacio aos ministros do supre-
mo tribonal de justica, a lei os designa pela
antiguidade, mas preciso ama nomeacio
do poder competente para qoe entrena oa
posse e exercicio do logar.
Usando da mioha lingaagem forense, des-
colpavel em am advogaao, poderia dizer
que o principe imperial tem pelo art. 426,
o jus ad rem sobre a regencia ; mas so ad-
quire o jus in ri por virtade da nomeacio
da asssnbla geral.
E, senhores, a lei clarissima ; o art.
126 falla de regencia e regente, distinguidlo
assim a regenta collectiva da regencia in-
dividual. Apootem o exemplo de om re-
gente individual qoe a assembla geral de-
vesse elegir por forca do art. 15 do $ 2/
e que oio estoja expressamente designadd
na constitaicio. S ba duas regencias in-
di vid aaes. a do principe imperial no caso
do art. 126, e a do parete mais prximo
do imperad r ao caso do art. 123 f Logo
quando o art. 1* 12.* diz afasw o regen-
li, retere-se a esses doue casos aicos,
ao regente do art. 126 e ao do art. 423; ao
berdeiro do tbron oo ao prente otis pro-
imo, que deem receber da assembla ge-
ral a investidura do cargo. E por tanto na
attrilMlicao cono esa de marcar os limites
estio cotnp eheodidas todas e qoaesquer
regencias desde a do principe imperial at
a do ministro do imperio. Assim, cabe so-
lapado o sophrsra em qae se apoia a regen-
cia do direito divino.
Mas, fra da eonstitoicio, abondam os
argumentos contra a pleailude da regencia.
As praticas do sjrstema representativo con-
demnam essa dootrina.
Ninguem ignora a norma da Inglaterra ;.
all est estabelecido e firmado o precedente
de que o parlamento tem nao s a direito
de deferir a rAgencia a qualquer principe
oa cidadio, com exclusio do berdeiro da
cora, como o de sojeitar essa regencia's
restrieces e Hojites que entender conve-
niente.
Esse exemplo de om paiz constitucional e
to monarebista como a Inglaterra basta
para resolver a questii).
Quero, porn,' eombater os sasteotado-
res da regencia do direito difino com a opi-
niio de horneas muito ootaveis, que nio
podem ser suspetos aos amigos da rea-
leza.
Fallen os legitimostas Lamartine e Ber-
ryer e refutem os demcratas brasileiros,
transform idos por orna metamorphose tio
sbita, como.a qae soffreaFox em Ingla-
terra e Tbiers eaa Franca.
Dizia Lamartine: Eu tambem perscru-
tei a historia, a nio achei om neohoea mo-
numento histrico analoga entre a realeza
e essa dictadora de prerrogativas reies qua
se chama regencia. >
Na mesma occasiio Berryer assim so
exprimi : O exercicio pleno, inteiro, da
realeza concedido regencia, ama novi-
dade sem exemplo, em todas as pocas a
regencia foi sempre limitada ; oo por limi-
tes reaes quanto a cortos setos, oo pela
existencia de am conseibo, sem o qoal nio
possa deliberar. *
Eis, senhores, como pensavam esses ho-
mens Ilustres, e eo, compenetrado de soas
palavras, da lioio de todos os paizes cons-
t tocionaes e absolutos, do precedente da
Inglaterra e do espirito da nossa constitai-
cio, estoa disposto a sustentar a importante
prerogativa da assembla confiada nossa
guarda. Nio posso por forma algama con-
formar-me com a opiniio dos qoe entendem
qae a regencia do.herdeiro da cora nio
sen3o orna anticiparlo da realeza.
Estoo-me alongando de mais; porm,
senhores, receio nio poder voltar a esta
discussio, ea cmara ter a condescenden-
cia de ouvir mais algumas consideraces em
relacio questio.
Nao convem qae passe desapercebdo no
parlamento o exame de assumptos que tan-
to interessam causa publica.
Eslabeleci a competencia da assembla
para restringir a regencia do prncipe impe-
rial, da her.teira presumptiva da cora ;
mas nio basta ; sorge a qaestio de conve-
niencia, qoe muito frequentemente em nosso
paiz costura prejudicar a qaestio do direi-
to e do principio.
Convm conceder princiza imperial o
aso pleno das prerogalbas magestaucas,
como est consignado na proposta ?
Nio, senhores, nio convem; e nio t
nio convm, como ha neste alvitre perigos
muito serios para o paiz d para a dynas-
tia.
Voa entrar no desenvolvimento desta
(hese ; mas, para qoe o possa fazer com
plena isencio de espirito, devo primera-
mente arredar ama snspeita qoe ha de sur-
gir, se j nlo sorglo.
(Continuar -st-ha.)
oio acha? disse Re-
os.. aqu I--.
K' exquisito,
oardin.
Que qaerer ella ? ,
Nio posso adavinhar.
Rapbael'cnon-ee ao ouvido do agente,
dizeodo con modo sapplicante :
Oh I atrever-me-hei i lajer-lu, om
non snpplica ?
''fiPjrV.*
Joanna a esposa de Raymnndo.
Bem sei.
O sentimento qae a impela a vir aqu
fallar-lbe, inexplicavel.
Effectivamente.
O qoe ella vai dizer poder talvez
orientar-nos.
Tambem me parece.
Pois bem 1 deixe-me ouvir tado.
Deseja muito isso ?
- Rogo-lh'o I
Concedo I Entro all para a minha
alcova, e deixe-se estar quieto, at ella ter
sabido.
Rapbael nio espern qae lh'o dissessem
daas vezes.
Joanna, qaando entrn, s vio Renardin
assentado saa secretaria.
O Sr. Renardin t disse Joanna com a
voz moito conmovida.
Son eu, mioha senhora, respondeo
Renardin.
E, indicando orna cadeira, accrescentoa :
Tenba a condescendencia de se assen-
tar, e queira dizer-me qae devo a honra
da saa visita.
Joanna deixou-se cahir sobre a cadeira, e
levantoo o veo.
Senhor, disse depois, con a voz j
mais segura, hesitei por muito tempo an-
tes de vir procura-lo ; mas, na situacio em
qoe me acbo, nio achei oatro meio de
afastar para longe de mim o dessassocego
qae me persegae.
Q ie temos entio ? pergantoa Renar-
din. Qae desassooego esse ?
Joanna torrio tristemente.
O senhor oio me conhece, responden.
Li no sea bilhete : Joanna Robn,
Isso mesmo.
A senbora se me nio engao, a
80brinha do Sr. Robn ?
Exacto.
Do Sr. Robin, coja casa servio Diu-
rnamente- ladros audaciosos.
Sim, senhor.
A senbora meroa tambem, cuido eo,
na aldeia de Bondy, e ahi casou com om
medico chamado...
Ray mondo...
Raymondo... exactamente... Soc-
cedeu, porm, qoe, mesmo no da do ca-
samento, certa revelacio...
Joanna occoltoo o semblante entre as
daas mios.
Oh I o senhor sabe isso 1 diese ella
estremecendo.
A mioha profiri obrigame a sabor
todo, respoodeo Renardin.
Nesse caso tambem sabe...
Nada mais sei, senio qoe o desgra
cado desapparocea ao depois, e que a s*-
nbora nada tontn para o encontrar.
Joanna attentou em Renardin com es-
panto.
E que quera qoe ea fizesse ? diste
om tanto oo qoanlo desconfiada.
Eu ? replicn Renardin. Nada ; o
cito o facto, o oio procoro qoaei foranos
motivos qae infloirsm nss soas rosalocoes.
Eo poda asaao tornar s ver o homam
qne tio indi|oanwe ne tinha illodiao t
(Continuar-te-ha,)
TYP- DODlJRIO-i<0.. DODWJIDICA
eV
V



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