Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12393


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Full Text

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/
i
i
fiu k ama i igams oide no se paca pohti.
Por tre m2es disotMta........
Por mis ditos i.ia>............ ...... ^^^
Propriedade da Manoel Rfueira de Faria & Rlhos

AO ACK\TKBj
%
O Sr.. fiordo Amo* Ata 4 Filho,, no Par, ; Go^va. 4 Hoto, o IhraoMo *! Jm 0lir. 4 Fill.o. no O. ; Antonio d. Kmo. Braga no Ar,t, ,, ,, ,,- -
Perein d'Alaeida, Mamante ;Fellppe M 4 C, n, Parahyb.; Antonio tai Gom, na Tilla d, m,, t** dM taZ BdCo mSmlZZ^ZZl I Yf ""^ "* **.****
ITTERII
Correspondencia do Diario de
Pemanibueo.
RIO DE JANEIRO.
Corte, 14 de maio de 181i.
Cabe-ine seuipre escrevar-ltie no domingo Va.
que seja....
Teve lugar no da 9 a discussi) da licenea im-
perial, na caintra do< deputados. A sessio teve
solemne e importante.
Roraueu o debata o Sr. C oelho Rodrigu -a, depu-
lado pelo Piauhy, nao para opaor-se ao pr.'jacto,
mas para expr suaopiniao sobre a materia cons-
utacional, a propr ama emradi.
Entela o orador que a sahida do momrcha
para fra do imperio nao ple dar logar um go-
verno regencial. Sa o monarcha sae sem licenca,
diz elle, em vez de subuituicjio interina, cata a
deEailiva, conforme o art. lOi e n>s termos dos
arls. 116 e segrales da constituico ; se sae,
jjorciu, com liceoca, tambam nao cabo o governo
de um regente ou da uma regencia; porque os di-
reilos poltico? do imperador sao exolu-ivo3 ; nao
podara aer cumulativamente possuidos por dous
individuos, nem pudem ser suspensos senao por
urna das incapacidades mencionadas no Io do
art. 8, e ninguem dir que a Ueenca da assembla
geral induz iocapacidade physic oa moral do
imperador. Com a nalurez do poder moderador
uao repugna u-u iotermitiena passageira, a o
poJer exoiutivo, cujas a'lnbnicdes sio permaoen-
tos, txercido pelo ministerio nos termos do
art. 101
Dando maior exteoso e deseovolvimeoto aos
seus argumeoios, que apoa com as doutrinas das
onstitaiyoes de oulros paizea, confesa, comiudo,
o orador, que sua opiniao da lugar urna difll-
culdade na pratica, e nao neg que a aptaiio do
Roverno lem bous fundamentos em seu favor;
lauque a rardade oesta qaaatil susceptivel de
duvjjas serias. Sacrifi rauJo, porm, suas idea?
No duvidando dar seu voto proposta, se tanto
for preci-o, ha um ontro ponto em que discorda
do governo : eutende que nao se ple conferir i
regeucia todo nj poderes mageitaliios, vista do
a' 8* do art. V da cooslita^ao, que manda marcar
o limite da autoridade dj regente ou regencia. Em
cooilusac maodou mesa urna'emenda vedanio
regente dissolver as cmaras e perdoar os minis-
tros nos lar nos do 8 do art. 101.
Saguio s* o Sr. Alencar, que pronuociou um
looaj discurso, que un.a verdadeira verrina, en
femada com tudas as galas' pompas da lingua
Cam, com que o seu bello talento sabe manifestar-
le, sem que todava consiga dissimuUr o seuti-
inento de despeno que o estimula.
O orador, depois da ter clamado contra o gover-
u pessoal, que por toda a pirte elle encontra, at
no facto de ter-e ainunc.ado a nagem imparial,
o tomado passagem autes da licanca das cmaras,
declara que, awreUnto. quaniu =. divalgou a iia
'le tal vlai;em, applaWJ1d~a, por jue o monarc'aa
iiiuito tana que ganlnr e aprender, pondo-se em
irontacio c >m os monarchas cooslitucionaes da Eu-
ropa, e, enllocado fra do throno, podara apreciar
alo, aquilio e raais aquillo te, eti., senio os ho-
rneas horisontalmeote e nao de cima para baixj.
A viagem Europa, aecrescenta o orador, an-
da revelara urna inteligencia lio elevada como
o do nosso augUlo soberano a inconveniencia de
certas praticas caducas, obsoletas, que bardamos
da anliga corte porlugU9ia, a mais ridicula e ex-
travagante, se nao tivesse existido a curie hespa-
nli ila, que as excedeu de muilo. >
Mas, rellactindo depois raelhor, outras razos c-
tuaram no espirito do orador, e agora enlenda
olle que a viagera nao deve ser feita, atientas as
circumstancias do paiz, que sao pessima*, e a na-
qio neste momento nao pJe deixar de preoecu-
uar-se da teus deitinos, quando urna outra mi,
o urna mj inexpenente, que vai dirig la.
JNeste campo achou o Sr. Alencar vasto mease,
'm que fez araplissiraa colheita seu sabor, res-
taando al uliima espiga ; e por Om, de'pois de
inuito alongar-se, eoncluio exhortando a princeza
imperial a que nao aceiie o presente fune-to que
Ina querem fazer (i); que a nacu a chama re-
gencia, mas que ella anda uio soberana, nao
jjJe assnmir o exercicio pleno dn attribuir;5ej
mageslaticas, que, neta do fundador do imperio,
inaugure o seu governo dan io um grande e fecun-
do exempl'j ; sugeite-se mesn lei qne vigorou
para a regencia electiva ; mostr que no cumpri-
mento da eoostitoicao nao ba differenca entre o
principe e o cidado, porque ambos sao subditos
da soberataa nacional, etc., etc.
Tjraou entio a palavra o Sr. presdante do con-
elhj, e lameatando, que o precadenle orador,
que outrWa fra aeu colleg no 16 dejulno, veja
hoje tudo dominado pelo pod^r pessoal, desde que
deixou de lazer parta daquelle gabinete, proroca-
o i que declare como e guando esse poder pessoal
o embaracou ou influio sohre suas deliberat;593
como ministro da justi;a. Ora. sa o Sr. Alencar
sempre leve liberdade, se sempre procedeu se-
cundo sua conscieoeia e seu dever, porque ha de
iioje supni' que os ouiros nij procedem com a
rnesma isencao ? Qjjnto ao motivo da viagem,
nao ontro senao a molestia da imperatriz ; e ni)
( exacto que a mesma viagem fosse resolvda sem
cuaheemento, nem aciordo do gabinete. Saa ma-
gestade coramunicou a sua inten?io i seas minis-
tros, consulten-os, e estes, attondendo aos motivos
que a determinavam, assentram nella e tomaram
a responsailidade de prop-la ao parlamento, o
qsal deliberar como de sea direito, conforme
entender.
Nao concorda com a opioio do Sr. Coelbo Ro-
drigue?, e (i da propria constitaijao que tira ar
jumentos para provar que durante ausencia do
imperador deve Bear a princeza imperial na re-
gencia com todas as prerogativas magestaticas,
conforme o tormos da proposta.
Voltou anda o Sr. Coelho Rodrigues i tribuna,
para coroborar suas opinioes e responder aoSr.
Manear, o qaal concordando con elle qaanto
Itmitacio das faculdades conferidas regencia,
nio acceitoii a opmiio de presciadir-se desta, co-
m) aquelle entende.
Omitt dizerlhe que o Sr. Taixeira Jnior deu
voto em separado, abri lo nm edito de dona mil
cornos de nis ao ministerio do imperio para oc-
cerrer s Vnpezas da viagem. O Sr. Mello Moraes
debroa a paraca, e propoz nm crdito de qnatro
rail eontoe ii dhposicio da mordomia.
Tindo, porm, o Sr. viseonJe do Rio Branco de-
clarado qae Saa Magestade nio deaejava qae a
ua viagem, emprehendida alias por motivo de
pafticnlar hiteresse 4e familia, pezasse da oenhura
ioedo sobre o cofres publiees, qie por isso re-
aoaeuva todo e qaalqaer auxilio ; e, tendo fisa-
4o encerrada a discussao, fui a aroposti vouda na
aftffo iifainie. en qae entrn kgj era 3- discos
lie, por tor atoo Touda a dUpens de intersticio,
aeodo n a*uida anarovada, e remettida no mes-
roo da para o senado.
E' escualo dlxer qae o voto ena reparado do
fer. Teixeira Jnior fot regeitado, nio sem que a
nao autor o aroenraase jasiifliar em poueas pala-
wja. Igaol sorte coabe i emenda do Sr. Co;ho
No seaade tambera fol a propoila remettlda
r8M*n nisio, e ante-hMtem, soia-felra,
JPfttjBjeBaaio com no voto sm separada do
|*r. rignem de Mello, a qual eatende qae sio des-
mceuuiu m parvra do >rt iem ai aliri-
(1) A rofcoeu com todos os poderes magesta-
it*ee.
biui-ues que compelem ao foiir m aerador e ao
cheje d> poder execiitno, qiindo a regencia de-
ferida prineza imperial.
Eacetou o Sr. Z fiara* a di-eassax Nao esteva
lao ferino como o Sr. Alencar; mas, na forma do
costme, avectivou com calor o minutario, faz al
lasoes msligaas ao imperador, combatea o voto
do Sr. Figaeira de Mello, e'porfim atiroasaao
predanta do conseihi por nao tor, com o* seus
collegis, dito ao monarchi que a sua viagem era
icopportuua as presentes circumslancias, quaado
o governo trata de resolver a questao da emanci-
pacSo de que Sua Magestaie f o iniciador, e ago-
ra retiranlo-se compromete seus crditos e faz
suppr qua tema os resultados da me una q lestio,
'luandi a daixa entregue i mS mexperenles.
O Sr. bariio de Cotegipe : V. Exc. quera
est dizendo que foi o imperador quem niciou a
idi.
O Sr. Zic iras d que incou cora a respon-
abilidade dos seus ministros; porquej declaran
que a priraeira rasosla que o imperador deu
urna sociedada da Europa, foi es:npta por um mi-
nistro da cor i. Saa wtgMtade iaieiou a idea
com a responsabilidad:; dos seus raoi-lros; nao
pode retirar-Ihe o concurso da sua experiencia, e
portanlo esta occaiao menos propria para sua
viagem.
O Sr. bardo de Cotegipe : Islo que gover-
oo pessoal.
O Sr. Zacaras vola pela proposta cora estes
protestos.
Ora entendam : o imperador nao deve sahtr
presenlementa do paiz; mas vola pela licen(;a I
Respondeu o Sr. vioode do Rio Branco, e o Tez
cem vantagem, ma? om a su moderado habi-
tual. En seguida fa lou o Sr. Pigueira de Mello,
sustentando o seu voto.-
O Sr. Octaciano chama a ailencao do Sr. pre-
sidente do conselho sobre a conveniencia da regu-
lar as relaces entre os ministros e a corda, se -
gmndo-se as praticas inglezas fuendo se da pre-
ten Jen o Sr. viscoade de Caravellas ; sendo qae
para st > raais concorrern as circumslancias em qae
nos vamos achar, e a maior delicadeza das rela-
mei entre a regente e o ministros, visto ser Sua
Alteza casada com um principa q ie pela cooilitui-
c,ao nao ple ter aeco directa nogovarno do paiz,
e que a sua presengt nos conchos da cora seria
inconstitucional.
i O Sr. tiiconie d> Rio Branco diz que o proprio
sr. manada de Caravanas, procurando fazer um
regulamento, achou se embarazado, pelo qua na i
ha ragras tal respeit) entre ni ; mas que o mi
nisterio havia Je proceder cora a maior delicadeza
Voltou arada o Sr. Z icaria? tribua, para rea-
ponder com rigor ao Sr. Figueira, e replicar ao Sr.
presidente do craselno. Fallou por Um o Sr. Na-
buco declaranJj que ia emittir sua opioio indi
vidual, e j i teva eccajio de dizer que nao filia so
nio por si: sustento a opinlio do Sr. Figoeira, e
entrou e.n dvorsas ousJerac5)j polticas com re-
lacao a viagem, declarando, poravqna se nao.on-
punha a ella, pois a mpoflyawncrate-qaa crah re-
sulta parante a historia s cabe ao imperador.
Hontem continan a discussao, e, depois de ora-
rem os Srs. Silvera da Motta, que discorreu lon-
gaineote,e o Sr. Octaviano. que mo?trou-se diver-
gente delle, loi encerrado o debate, e votada a pro-
ppsta, a qual deve entrar amaohaa em 3" dlscas-
sao, e naturalmene ser anprovada amanla
mesmo.
Na sessio de ante hontem apresentou o minis
tro da agricultura urna proposta do poder exe^ut-
vo relativamente ao eslado servil. E' esta a sola-
cao que ha de ter a questao : poaco mais on
menos o projecto da commissio especial apresen-
lado na sessio passada.
Depois das discussde3 da respssta falla do
throao (cuj projecto j est elaborado e deve ser
lulo amaahial e das leis annuae3, sjr naturalmen-
te essa questao a de qua se ha de oceupar a c-
mara ; asum como sera a reforma judiciaria a q ie
merecer preferencia no senado, para cujo flra j
ha um trabalho do Sr. Sayi> Lobato, que foi Ira-
presso e destribuido p?los merabros do corpo le-
gislativo.
Corre que esto esca|,do3 senadores pelo Ma-
ranhao : sao os Srs. Candido Mendes e Vieira da
Silva.
PERNMBUCO.
ASSEMBLSA PROVINCIAL.
Emendas ao orcamen'j provincial, oferetidis
em 3' discussao.
tno.*.*12, 3Aa*''nente~2e a consignacao mais
z-2w,. -j. de ello Rtgo.
. V'4* i 7_'oclua-se o menor Francisco, filho
de Jos Antonio de Ovaira.-O.W.Va Fonicci.-
Hollanda Cavalcante.
Art. 4o 7Aecrescenta-3e a quantia neeessa-
na para admisso dos menores segaintes : Sebas-
rao eJos fllhos de Sebati5) Antonio do Reg
Barros, Francisco filho de Msnoel da Costa Praze-
res Raymando 'filho de Manoel Joaqaim Torres
Sa mo, Manuel lilbo de Manoel Alves da Silva
Laidas, Benicio (lili > de Arrainio Amerco Tavares
da Cuaba e Mello, Irneo filho de Antonio dos Sin-
los Vital, Francisco flln i de Frederico Augu-t i de
Lemos Alvaro filho de Francisjo Pedro, Joao fi bo
do finado Dr. Joao Francisco Coelhj Bitteocourl,
Cicero filho de Aodr Avelioo Cesar, e Sisenando
nm) ae diseando Sergio dos'Santos, um filho me
or do tiaado professor da instruccao primaria
seraphim Pereira Montairo, Gersino filho de Fran-
cisco Xavier de Soma Rlmos e Leonardo filho de
Paulino Teixeira de Carva|ho. e Antonio filho de
Uaudino Jos de Alraeida isboa, augmenun-
do-se a verba.-G. de Drummond -Tolenlino ie
Carvallo.Pernambuco Filho.Paes Barreto.J.
Vieira.Cunha Cavalcante.E. A. de Oliveira.
Mamede.Pinto Jnior.Firmtno de Novaes.- V.
de Mello.-Ratis e Silva.-Teixeira de S Goes
Cavalcante.Antonit Paulino.Oliveira Anira-
de.Hollanda Cavalcante.
Ao art. 4* 8 14.Inclusive a quantia a qae tera
direito o professar Virgilio da Costa Piolo, desde o
da de saa demlssio at o da suspeosao. -Paes
Brrelo-Rata e Silca.-Joao Vieira.-Amaral.-
Cunha Cavalcante. -G. de Drummond.
Aoart 4S9-Mis a quantia de 500/. para
compra de livros. Joo Vieira.
. &ul ** I 3*-Em vez de S:000l dista-te
2:800*.-/. Se Mello Rfgo.-GUsmo LM *
Ai art. 4 J7-Au neme-se o ordenado do
procurador l:O0/.-J d> Mello Reg.
Ao art. 6* | 6Accrescente-se, sendo *: 000,1
para as obras da matriz da lreguez;a da Nossa Se-
nhora da Gratja na Capunga.-JM/lao tAlmetda.
Ao art. 6o fl*Accresceote-se 1:000/ para as
obras da matriz da Varzea.Hollaada Cavalcan-
te. C. de Araujo.
Art. 6* i 7-Onde se diz 15:000* para desapro-
priacfcs do terreno onde lem de ser edifi-,ado o
mercado publico desta cidade, diga-se 25:000* aos
religiosos capaehinhos d> hospicio da Penha, me-
tade da inderanisacio a que tem direito pelo ter-
reno qae Ihes perteacia.Oliveira Ponseca.Fir
mino de Novaes.C. de Arauji.
. Art. 8* | 6*Seodo, 1:000* para as obras da
igreja matriz faV&TKiCunha CavalcanteAma-
ral. ...
ArL 6 | 7-Accrescente-je 1.000* para aber-
tura e canalrsacio do riacho Agaa-Fria, em Bebe-
ribe.-G. de Drummond. .
Art g 6*-Sendo .OW* para u obras da
matriz da villa de Iguarass e 500* para as da
capella da S. Sabastaa da raesraa villa.Teixeira
de S.Civalcante de Albuquerque.Paes Barre-
to.Amaral.Cunka Civalcmlc-E. A. de Oli-
veira.Oliveira Andradi.
Supprima-se o % 6 do art. 6 Figuetra.
E 1:000* em favor das obras da matriz de S
Jos desta cidade.G. de Drummond.
Aoart. 6* 6-Accreseente-se 800* para a
concldsao das obras da igreja deNissa Senhora
do Amparo de Goyanna.Oliveira Anirade.
Ao art. 6"g 7-Accr3sceote-se 2.000* para
concluso do riacho Bonitioho villa do B mito.J.
Vteira.-Cunhi Cavalcante.E A. de Oliveira
Goes Civalcanle.Antonio Paulino.
Art. 6" | 7'Aicrescente-se 12:000* para- a
contin-ico oa estrada de rodagom do Liraoe-
ro.C. de Araujo Oliveira Andrade.
Art. 7 7Accrescente-se mais 10 lampess
para serem collocados: na estrada qae na Casa
toril eoira para o Puf, da Panella, pateo da ma-
triz, ras da Mangueira e Caldeireiro, augmenton-
do-se a respectiva verba Henriqui Munede.
Sabstitua-se o| 1 do art.8,peloseguinte : Au-
xilio a S.nla Casa da Misericordia 33.000*.Ru-
fino de Almeidn.
Substitua-se o | aV do art. 8' pelo seguiote : Sus-
tentoe curativo dos presos pobres 57:O00*.-/lii-
fino de Almeida.
Ao art. 10 3' Accrescente-sa inclusive o con-
ador e distribuidor dos faitos da fazenda desta
cidade.-Pedro Affonso.
Ao arl. 12 *"Accrescente-se.Pagammto a
LaoJido Emilio Pareira Lobo a quantia deli*300
qua se loe ficou a dever da de 742*500, provenien-
te de seus veocmeotos abonados por esta assem-
bla durante o tempo da sua molsstia.Ritis e
Silva.
Art. 11.U o/0 da ven(ja d (roca aos animales
cavallares. -G. de Drummond.
Ao art. 12 | 2-Iacla*ive a provenante dos
alugueres da casa que serve da cadeia no Grani-
io.Oliveira Fonseca.
Ao art. 13.Accrescente-se e da classifi jacio
das leis provinciaes.O/ipmo Fomco.
Art. 16 paragrapho addilivo.5* para cada es-
labalecimento coraraarcial dasta cidiae, eujo pro-
ducto ter applicaca; especial ereaclo da com-
panhia ae bombeiros. Pedro Alfonso.-J. de Mello
Reg.
Art. 16, o | 36.Fique como est no provecto
era ambas as suas partes.-PAo Alfonso.-], de
Mello Rego.-l. J. de Smza Leo.
Ao art. 3. Accrescente-se e ao pagamento da
luaD,ia, votada para desapropriaco no art 13 da
le n. 963 de 1870.- Oliveira Fonseca.-Firmino
de Novaes C. de Araujo.-G. de Drummond.
Paragraphos additivos:
Contine em vigor o emprestimo consignad. no
art. lo da lei u. 963 do anno passado para o cern-
leo de Santo Aotio.Get Cmalcante-G. de
uritmmond.
Fca.concedida a quantia de 200* ao alumno da
tmnar em sw Is^.^^MnSSL.
r ica conced lo ao alumoo da Encola Normal, Jos
Belisano Marinho Falco a quantia de 300* para
continuar em seus estados.G. de Drummond.
Fica o presideote da provincia aatorisado
madar pagar ao Dr. Aotonio Vilruvio Pinto Bao-
deira Accioli da Vascoocellos o qae se Ihe dever
do seu ordenado de lente do extiocto Curso Com
raercial Peroambacaoo, desde o Io de juih j at o
da 20 de agosto de 1867.-S. R.Figueiri
Fica o presideote da proviocia aatorisado a coo-
redT ao secretario da relacio a gratifcelo de
W)i por anno pelo seu trabalho as appellacis
da fazenda.Pernambuco Filho.
O presidente da provincia flea aatorisado a con-
ceder ao secretario da instruccao pablica a gratifi
cacao da 300*.Pernambuco Filho.
Para ser collocado em lugar competente :
E mais, 507*650 para pagamento do que est a
dever-se ao soldado do corpo de polica, Rayrana-
do Joao Nepomuceoo depois da estar legalisado
sernelhaote devida.-S. R.-G. de Drummond.
Fica o presideote da proviocia autorisado a dis-
pensar do pooio da repartco, os serveotes repar-
ticao das obras publicas, Vicente de Paiva Sim;s
e Bento da Couceicao Ferreira da thesouraria pro-
viocial, se provarem impossibilidade de cootionar
a servir.Paes Brrelo.Antonio Paulino
Inclusive a quantia qua se dever ao 1 escriptu-
rario Alexandra Amerco de Caldas Brandio, des
de 13 Je mar^o de 1869 al la de julho de 1870,
a que tera direito pela melbora de saa aposenta
doria oes termos da le n. 963, art. 39.J. Viei-
ra.
Fija o presidente da provincia aulorisadoa con-
ceder ao Dr. Augusto Caroeiro Mooteiro d i Silva
aantos, professor do Gymnasio, 10 mezes de llcenca
com Ddos os seus vencmentos para tratar da sua
sale, onde Ihe convier.Paes B meto.Ralis e
SHoa.-Goes Cavalcante.-J. Vieira.-Amaral.
C. de Arauio. -Pinto Jnior.Pernambuco Filho.
Inclnsive as quotas acce3sorias para as cadeiras
do sexo femmioo de Queiraadas em Bom-Jardlm e
Alaga do Cao em Nazareth e a dos Remedios.C.
de Araujo.Ftgueiroa.
Iiclusive a quantia de 3:250* ultima prestagio
do contrato da impressio dos annaes dos aooos de
1864 a 1866.-G. de Drummond.
Ioclusive* as quotas oecessaras para as cadei-
ras de Camutaojta e Timbaba.-Oliveira Andra-
de.
O presidente da provincia fica aatorisado a
augmentar o ordenado dos empregados da secreta-
ria do governo: ao secretario e ofll :ial-maior
100* cada um, aos chefes das 4" secces 400* a
cada um; aos escriturarios 350* a cada um
e aos damais 10 % sobre os veneimantos, tambem
como granicacao.flifu e Silva.
O presidente da provincia poder prorogar por
mais de um aono o contrato feto cora Beroardioo
de Saooa Silva Gaimaries, percebendo este o ven-
cimento do i escripturaro daquella repirticio e
0 sea ajadante Cnristovio da Rocha Cunha^ou
to-maior, o de f escripturaro, e o colaborador o
que Ihe est marcado. Paes Barreto.Antonio
Pau'ino.
Fica creado nm lagar de lancador e outro de
fetor eonfareote, no consulado provincial G de
Drummond.
Contina em vigor o j 4* do art. 19 da lei
o. m.-Rufino de Almeidi.
A commissio de fazeoia e orcamento, subnette
a consideracio da casa as emendas seguintes, que
entende oecessaras a boa eoofeccSo da lei do or-
camento :
Ao art. 3 aecftscente-se : fletnio o presi-
dente da provincia autorisado a despender a
quanti necessaria para acquisicio e reraiciodo
material da re^artteio, abrindo o preciso cr-
dito. ,
Ao art. 4 4 aeeresceote-se : inclnsive os re-
petidores e um eofermeiro.
1 Ao art 5 addilivosubvancio da liona tele-
graphica desta cidade a corte do Imperio.....
30:000*000. ^ ......
Ao art. 6 7-isnpprir>u-se, o seu conteudo
e das emendas respseiivas addietone-se ao arti-
go 34.
Ao art. 7 g consgoe-3esoniente 42z:757*00
g I. Uem dem 57:794*800.
ao art. 8 g 4* supprima-se a emenda do Sr.
Drummond e restbateca se a quota do proieeto
Ao art. 10 g li. Antes de fiscaldgase : por-
ceotagera do fiscal e em vez de 900*000, diga-se
Ao art. It g 1* 'accrescenle-se, e tsjabem aof
jaros vencidos at junho do crreme anno.
aJ. a de exercicos fiados, conforme os
vfne i r? a.Pree'>l<< Pla ihasonraria pro-
ih. i- '.,e,Blw restiluicao dos oovos e ve-
Lh,V6"05 pag03 Pr Aotoolo Caroeiro Ma-
.^a 2" pel1 reil>""e8aio no lugar de adrai-
uisiraaor di coosulado provincial, e o que se de-
Vea a'Borl 'os Civaleaote Ferraz de Aze-
jeio dwureslacdes da obra do acude da Victo-
l^wnWBflJo1rn de Siqaerra Varejao nos
nnTs.A1-' ***M n- 93; ao eapitio Ma-
?"e\lXrei? ?Jlw. polo tratameoto dos pre-
t.ihP ?ei ,de Cwoani; ao coronel Jos da 6V
vaino Cayalcaote pelo aluguel da casa qae ser-
nLi h,Cp e? Ul vil,a d0 B,Ji1ae oqalm Ma-
S *e Fre,ta!' De,a raportancia dos prets da
e-coila da guarda oacional qae conduzia de Bui-
que recrujas e eogajados do corpo de polica ,
a Aiexandre Amerco de Calda< Brandio pelo
memoramanto da sua aposentadoria ; ao sedado
a) eorpo de polica Joo Jos Correia pela grati-
carao a que tem direito nos termos da lei n.
o I a Antonio R >drigues de Albuquerque pela
aeren i do ordenado de 3o escripturaro e o de
toe1" do COD,nlado provincial, que exerceu
at 1869; a Francisco Pacifi :o do Amaral e Car-
los Eraesto Mesquila Falco da 3' prestajao do
seu contrato : ao profassor Vicenta Ferreira da
^ruz, peh ordenado que daxou de recebar du-
rante o lempo em que esteva suspenso por pro-
ouacia; a Jjs Padro dis N;ves, fiscal do im-
posto de loteras da outras provincias, na razao
de I/I por cento do liquido do imposto de 8 por
cento conrado segando o 22 do arl. 16 da lei
n. 963 ; ao padre Maooel Fraoeisco Pereira pelo
que tirar direito como coadjutor da fregaezia
do Aluoho e o pagaraeoto das dividas provenan-
la de contratos, qae ficaram por pagar no Sm
do corrate exercicio 400:000*000.
Nossa
Ao art. 13 accrescente-se ; poden lo ser at...
800* o adanli ment de ordenados faitos ao pro-
fessor da Cacboeira de Roberto Joaquim Jos do
M >ura, prestando a fianja do eslylo e fazendo o
descoato pela 4" partad>s seas vencmentis.
A) art. 16 g !. Supprima-se a emenda do Sr.
Gasmao m e diga se : 4 0/0.
g 22. A' emenda do Sr. Fgueira accrescente-
se : 5 0/d de cada bilhate de lotera qae nio for
da provincia, e 1:000* por garanta de bilhetes.
8 Jddltivo 100* por deposito de earvio de po-
dra 1:000* por casas e agencias de seguros.
Depotitos geraes.
O addilivo do Sr. Pernambuco seja substituido
pelo segunte : o presideote da provincia fica au-
torisado a reformar as estacos pravinciaes e dar-
Ihes a orgaoisacao qae for mais conveniente ao
servir. > publico, licanlo os respectivos regula mea-
tos sam prejuizo da execucao, dependentes da ap-
provaco da abemoles legistiva provincial.
Supprima-se o addilivo da Sr. Barros Wanler
ley e a emenda da Sr. Gusmai Lobo aoart. 2.*
AddMvo. Fica o presideote da proviocia antori-
5ewtar a aatorisacSj do art.' 5 danS" *
--formiodo o compronusso da Santa Casa
le -UiivicordiA, na parto administrativa e dos pa-
tnmooios a ella aooexos e os regulameotos dastes
e'l.ibeleciraenlos.
2." A fazer a despeja necessaria com a medico
e demareaco das trras devolatas a que a provin-
cia (enha direito oa qaalqaer outra que Ihe con-
ceda o governo imperial podando fazar a necessa-
ria despeza.
3. A coaceJer desde j o premio at 6 0/0 so-
bre a quantia que tem o Instituto Agrcola depo
sitada na thesouraria provincia!.
Aoart. 14 aecrescente-se : depois das palavras
exercicio desta leiou por dons anuos.
DisposicSes permanentes.
O arl. 36 substilua-?e pelo segunte: Das quan-
tia? arrecadadas pelo consulado provincial, relati-
vos a emprezi do asseio e lirapeza da cidade nio
percebaro os respectivos empregados porceota-
gem alguma, a a que parteocer aos empregados
do jalao dos faitos da fazeoda, quaado a arrecada-
cao for feita exacutiv?mete ser paga pelo de-
vedor.
O presideote da proviocia poder alterar o Rag.
expedido em 4 de ootubro de 1870, ou confeccio-
nar outro se o entender conveniente.
O art. 27 supprima se :
Aoart. 28 sop^iriraa-se a emenda do Sr. Barro;
Waaderley e substitua-se : o art. 32 da lei n. 963
ser executado sera a clausula da renda da 5:000*
por aooo, poleodo o presideote da provojia dei-
xar de crear colleclorias nos municipios onde en-
tender que nio sao necessaria?.
Ao art. 31 supprima se as emendas e substitua-
se pelo segointe : as angas de csnlrato de arre-
raatacio e outras da qualquer especie podbrao
ser desde j prestadas em numerario, ttulos de
divida publica geral c provine al, accoes de compa-
ohias, ouem beos da raz, sitaados oa proviocia, hy-
pfthacadas iodepeodeotemeote de especalisacao,
poJendo ser as inferiores a 5:000* prestadas por
abonacao dos fl adores e as relativas a obras pu-
blicas na razio de 10 0/0 de valor dos contrato?.
Ao art. 34 oode diz : e na razio de 10 0/0 diga
su e at 10 0/ aoaualraeote.
Addilivo. O prodnet > da arrecadacio judicial e
dos emolumeotos das repartieses proviociaes ser
directamente recolhido a thesouraria provincial
nao sendo delle deduzido porcoatagem alguma aos
empregados.
Para a arreeadacao dos' impostes cargo das
colle:torias nao sio oecessaras as guias de reco-
Ihimento da importancia dos mesraos impostes.
Pieam exempto dos direitos proviociaes e mqoi-
cpaes as casas j irdins, botis, pavilbdes, kio.jues,
estaco.'?, baleiras e todo qaanto for necessario
para a execucao da empreza de recreio fluvial qne
oo acnde da Apipncos pretende estabelecer Jos
Francisco do Reg.J. Mello Rtgo.I. J. de Son-
ta Lea).Pedro Affonso.
Additivos s disposicoes geraes.
O presideote da provioeia tica aatorisado a con
ceder a Antonio Carlos de Lemos Duarte, continuo
d) consulado provincial, ama gratificacio at....
100*000 por anoo, em qaanto estiver empregado
ao servico de escriptaracio da raesma reparti-
do.
Dentro do crrante exercicio serio extrahdas de
Ereferencia e na ordeno estabelecida as partes das
iteras segaintes :
r Sais partos das concedidas para as obras da
igreja de Nossa Ssnhora da Penha.
1* Duas ditas ditas ao patrimonio dos or-
phio*.
As partes destas loteras serio extrahdas alter-
nadamente com as seguate* :
i* Urna parte da concedida a irmandade de
Sant'Aooa da Madre de Daos.
2* Urna dita a da irmaodade de S. Pedro desta
cidade.
3* (Jma dita da dita a Nossa Senbora da Boa-
Viagem.
4* Urna dita da dita a matriz de S. Lonrenco da
Matta. ^
5* Urna diu a irmandade de Nossa Senhora do
Livrameoto da Vanea.
O* Urna dita para as obras do hospital da ordena
3* do Carmo
V Urna dita a Nossa Senhora do Terc> desta ci-
dade.
8* Urna dita para as obras de Noasa Senhora
da Graca da Capnaga.
9* Urna diu a atriz de Jaboatio.
18. Urna dita da, concedida a rraaulada do Es-
pirHo-Sante da igreja do Coflegii.
II. Urna diu a matriz de Cabrob.
II Una djma dala do ftaailo.
13. Uma dita a matriz da Eseada. .
l. Urna dita a irmaodade -da Igreja de
benhoradas Fronteiras da Estaocia.
Beberib" d"a N"a Senhora da CaDce?5o de
16. Uma dita a Nossa Senhora da Pedade de
santo Amaro.
17. Uma dita a Nossa Senhora do Gaadelupe.
l. Uma dita a matriz de Agua Prela.
19. Uro* dita a Nossa Sjnhora do Livramento
de Muribeca
20 Uma dita a irmanlade da Via-Sacra da B,a
11. Una dita para as obras do recolhraento de
Iguarassn.
12. Urnai dita a irmanJaJe ds Nossa Senhora
da Soiedade.
23. U na dita a matriz de Caruaru.
^24. Urna dita a dita de S. Padro Marlyr de Olin-
25. Urna dita a irmandade da Nossa Se ahora do
Livramento de Santo Aniio.
26. Uma dita a Nossa Senhora do Monte.
27. Uma dita a matriz da Quipapa.
28. Uma dita a associago dos artistas.
2i. uma dita ao raoote pi popular.
30. Uma dita a matriz de Trombetas.
31. Uma dita a matriz da Bia-Vista.
32. Un dita a matriz de Nossa Senhora da Paz
de AlTogados.
33. Uma dita a greja de Santo Amaro das Sa-
linas.
34. Umj dita a irmandade de Nossa Senhora do
Rosario da Santo Antonio.
33. Una dita a igreja da Ca3a Forte.
36. U na dita para a irmandade de Nossa Se-
nhora da Conceicio dos Militares.
37. Uini dita ao convento de S. Frraciseo da
Serinhaem.
38. Uma dita a irmandade da Nossa Senhora do
Amparo de Goyanna.
39. Uma dita a irmandade de Santa Cicllia do
convento do Carmo.
40. Uma dita a Nossa Senhora do Carmo de
Olinda
41. Una dita a S. Fre Pedro Goocilves doRa-
cife.
42. U na dita a matriz da Leopoldina.
41 Uma dita a Nossa Senhora do Bom Parto de
Olinda./ Mello Reg.-I. J. de Souza Ledo.P,
Affonso,
do rogulamento fiscal. Tenho a este respailo re-
clamado as mais severas* prescripces. Ha caaos,
porm, quaodo preciso subir ou descer pendorw.
qne nm sempre possivel diminur a marcha dos
tren.
Nio me tenho poupado a garantir teda a se-
goranca da estrada, e regulansar o servico. Um
crescido numero de provideaeias, quer para con
solidar a via permaoeote, remover estacas, eons-
trai-las de alvanaria, e ontras, tenho reclamado, e
me forara promettdas pelo gerente. Agumas das
minhas exigencias comeQam a ser attendidas,
tenho esperanza de era menos de um anno ver
tu lo que remediavel concluido. O qne ha de
mais urgente e actualmente compromette a sega -
ranga publica, ha de se remediar desde j.
E o mais que posso fazer. Pade a ioslica
que declare aqu que o gerente da empresa ne-
nhuma providencia aindr. recusoa-roe, e por mais
de ama vez me tem assegarado estar disposto a
collocar a estrada de Apipucos em condic com-
pletamente satisfactorias. E, senhor redactor, se
nao for este o resultado dos meus esforcos, crea
uao hesitarei era renunciar o cargo da fiscal da
estrada de ferro de Apipucos, cargo de grande
responsabilidade, e que s com repugnancia mioha
aceitei. Sou etc. elc.-Buarque de Macedo.-Ht-
cire, 22 de maio da 1871. >
TRAX5PORTE DE CARNES VERDES.-Os con-
currentes ao privilegio pordez aooos para o trans-
porte das carues verdes do matadouro publico pa-
ra os aecugues, devem comparecer ao palacio da
presidencia da provincia sexta feira (26) no meio
dia, afira de ssistirem abertura de sais propos-
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.-Na sessio de hon-
tem a assembla approvou era discussao as
emendas ofarecidas em 3 ao orcamento munici-
pal; era 3" o projecto n. 115 deste anno autori
nada a cmara municipal de Pao d'Alho a conce-
der um abate Francisco das Chagas Pereira Co-
nejo; em 1* o de n, 119, antorisando o presideote
da provincia a conceder ama iodemnisacio
WaiiB- -
' tllUS
rr
A ordera do dia para boje : cootionaeio da
antecedente e mais pareceres adiados, 1' discussao
dos projectos o?. 117, 75, 84, 1 dos de ns. 114 e
116,3' dos de ns. 12, 109 e 146.
FERMENTOS MORTAES.-De Pao d'Alho nos
escrevem que, 20 do correte, em trras do eo-
geoho Camilla daquella comarca, Antonio Flix,
encontrando nm outro individuo em casa de ama
mulher de m vida, faro-o mortalm9nte, evadmdo-
se em seguida. Era de ootar, diz o nosso iofor-
niante, que at ao meio dia de 21 oio tivesse ap-
parecidi nenhnma autoridade policial para tomar
conhecrnente do crime, e j eram passadas cerca
de 20 horas I
Na Gloria do Goit, diz nos anda o mesmo
informante, na oecasiio da feira, 10, nm indivi-
dao esfaqaeoa mortalmente outro, e, sendo per-
seguido pela polica, resisti prsio, ferindo i
mais um hameno, depois do que foi preso. O in-
formante nao nos disse os nomes de todos estes
individuos.
DESASTRE.A' proposito da noticia, que, sob
o titulo d'esta. publicamos aote-hootem, remettea-
nos o 8r. Dr. Buarqae de Macedo-, eogenheiro fis-
cal da estrada da ferro do Recife Apipucos, as
lionas abaixo, sobre as quaes cumpre-oos fazer
estas reflaxSes:
A noticia que allude o Sr. Dr. Buarque fo-
aos ministrada por pesada que bem poda estar
em erro, como o que coramettemos dando-a. O
desastre havido a 20, se nio foi provocado pelo
ma.'h'iiista da empresa, foi era grande parte devdo
elle, que, nio o nio parou o trem, podendo fa-
ze-lo, tempo de evitar o choque com o nlivduo
qae estava sobre os trilhos, mas tambem ajudou
derrubalo, dando lito um pontap no rosto
quando a machina passou-lhe ao lado
Esta informajo, que temes de pessoa que vi-
nha no trem e que tudo presenciou, -nos tanto
mais aceitavel qaanto nm dos redacteres deste
jornal mais de ama vez tem sido testemunha ocu-
lar de procedimeoto anlogo dos machioistas, em
occasifies em que, depois de apitarem, passam
perto dos individuos qae se mostraram rebeldes
ao aviso da locomotiva e atinm-lhes pancadas
com os ps, pendrando o corpo fra das machi-
nas para alcanza-los.
Quanto aos oulros doas accidentes nada dire-
mos, alm do qae j escrevemos, cuntentando-nos
com repetir que foi notavel, notabiiissimo, qne se
dssem tres graves desastres em to enrto espaco
de tempo e em uma estrada de ferro da peqoona
extenslo.
O Sr. Dr. Buarque diz que os trens nio mar-
chara com velocidade superior a proscripta no
regulamento fiscal Ple ser que isto se nio d,
quando S. S. se acba nos treos, como diz; mas o
que afflrmamos que ba muito quem lenha ob-
servado o contrario era outras occasides.
Acreditamos qae S. S. oio se tera poupado e
nen se ha de poupar i esforcos para collocar a
estrada de Apipucos no bou pe que tem conse-
guido levar a de S. Francisco. Estaraos certos de
que o fara, e nem censramos a S. S. pelas faltas
da empresa, vaheado qae ha apenas nm mez que
S. S. fiscal d'essa estrada.
Ja v, pois, o Sr. Dr. Buarque de Macedo qae o
final da saa carta infra nio tem razio de ser, por
3ue, longe de desejarmos qae renuncie o cargo
e fiscal esperamos qae veocer as difflculdades
da tarefa, como tem sab lo vencer tantas outras,
prestando assiin mais um servico a provincia.
Eis a carta do Sr. Dr. Buarque :
t Sr. redactor.Pela noticia que deu V. S. em
seu coneeitaado Diarto de hoje, do accidente ha-
vido no dia 20 na estrada de ferro de Apipucos,
v-se que o machinista que diriga o trem que
motivou esse accidente est vre de colpa. Nao
posso afflrmar por ora qae assiin seja, ape-ar de
maitos testemuohos salvarem o maehioista de
qualquer falta : anda careco da novas informa-
les, qae destruam a presnmpcio qae ha de qne o
maehioista oerturb)n-se no acto da approximacio
do trem Em iodo o caso o qne est fra de
iuestio a imprudeocia obstinada eom qne a in-
eliz victima permanecen sobre a estrada apesar
de avisinhar-se o trem.
Quanio aoi dons oulros accidentes havidos
as obras en eonstrnceio, a nm dalles (aquelle do
qual resolto o mor te) foi completamente extraabo
o machinista, como verlflquai at ter diaso a mais
robusta ooavicfio ; do outro tere alguma parta
de nagligeneia o enacbiaieta. ue foi Tmiediata-
roente despedid)}, e da lado dei scieoeia ao gov
oo, para prooadar eaaao entaodaaaa,
Os trena ato marchan (ao monos as veja*
que visita a estrada) com velocidade superior i
CONSULADO PROVINCIAL. Por portara da
presidencia da proviocia, de 20 de correte, foi no-
meado 1* escripturaro do consulado provincial o
1* dito Ulyesses Cockles Cavalcante de Mello.
ARSENAL DE MaRINHA. Assuixio hontem
o exercicio de inspector do arsenal de marioha o
Sr. eapitio de fragata Francisco Romano Slepple
da Silva, em quem folgamos reeonhecer illnstrav
cao e conhecimentos que o collocam era pjsicao
de bem servir o lugar para qae foi nomeado.
PERNAMBUCO STREET RAILWAY.-Comeca-
ram hontem os trabalhos desta companbia, pelo
assentamenlo de trilhos na Passagem da Mafia-
lena.
JARDIM DO CONDE DEU. Teodo oSr Dr
Lobo Moscoso composto uma linda gandaiitu, e
mandado-a imprimir para applicar o producto da.
venda ao ajardinaraent da praca da Boa-Vista,
offereceu S. A. o Sr. conde d'Eu, na saa passa
gem para a corte, um exeraplar desse trabalho,
como lerabraoca desta proviocia.
Pelo Paran receben o Sr. Dr. Lobo Moscoso
urna honrosa carta do mordomo de S. A., agrade-
cerlo aquella offerta, e envan lo 50*000 para se-
rem applicados qaelle importante melborameoto,
de Vid j iniciativa snaa dittiiici^ andit& tincn
cumprimentamos nesa oecasiio pelo bom resol-
lado que vai eolbendo da sua idea.
HOSPITAL P1SDRO U.-O movimento desse es-
laboleei ment de 15 a 21 de maio de 1871 foi
de 244 existentes, entraram 34, sahiram 22, falle-
cern) 6, existem 150, sendo l-j'7 horaens e 93 mu
Iheres.
Advertencia.
Forara visitadas as enfermaras estes dias as
7. (i 1/2, 6 1/2, 6 1/2.6 I/i, 7, pelo Dr. Ramos
as 11,12,12 1/2,12, l, 8 I/i, pelo Dr. Sarment.
Fallecidos.
Manoel Pedro Francisco ; enterite chronlca.
Florencio Ramos dos Saotos; bexigas.
Carlos J js ; enterite.
Anna Alves da Cruz ; apoplexia.
Mara Emilia Cooslanca ; ulceracao intestinal.
Joanaa Mara da Conceicao ; ioterita ehrenica.
LOTERA.A que se acha venda a 194* a
beneficio da igreja da Casa Forte, a qaal corre nc
da 31 do correte.
LEILO.Sexla-feira ;26 do correte, efleetna-
r o agente Pinte o leilio do sobrado da roa da
Cruz a 7, um sitio dos Remedios, ama casa ter-
rea em Olinda, ama mei'-agua a roa dos Guara
rapes, duas casas terreas oa ra da Santa Cruz a
uma oa ra do Cotovelio, em seu eacriptorio roa
do Senhor Bom Jess o. 38.
PASSAGEIROS.Do vapor Poz-ina, sabidos
para o norte :
Bartholoraeu Matbeus de Vascoocellos, Constan-
tino Jos da Silva Braga Jnior e 1 criado, Anto-
nio Pereira Bessa, Francisco Z. Nepomuceno, Ri-
cardo Roge.'s Jnior, Ramn Carpioteiro, Fran-
cisco Jos dos Passos Guimarie?, Francisco Fer-
reira Borges, Joaquim Rodrigues Varella, Angelo
Canancedo.
Viudos da Figaeira, oo patacho portagnez
Jos :
Joaquim da Silva Amorm e 1 filho; Antonio da
Almeida, Antonio Feroandes, Jos Estevas, Levi
Jos da Silva.
CMARA MUNICIPAL.
4' SESSO ORDINARIA AOS 10 DE MAIO
DE 1871.
PRESIDENCIA DO SR. GAMBIRO, CONTINUADA PELO SB
DR. BENTO COSTA.
Presentes os Srs. Heariqaes da Silva,Dr. Piton-
ga, Dr. Villas-boas Gameiro e Dr. Moscoso.
abrio-se a sessio e foi lida e approvada a acta da
antecedente.
Len-se o segointe
xpkdientc :
Um offl :io do Exm. Sr. consolbero Diogo Va
lli i Cavalcante de Albuquerque, testemoobando
Mocero agradecimeoto pela grata maoifestacio do
apreco que Ihe fes esta cmara em sea offlcio do
8 do corrente.Iateirada.
Outro do juiz muaicipal da 2' vara desta comar-
ca, partecipando ter assamido no dia 10 do cor-
rete o exercicio da 2' vara de direit > na qaabda-
de de 1* jupplente do mesmo juizo. Iatei
rada.
Outro do eogenheiro cordeador, informando fa
voravelmente o requerimento de Jos Joaqaim da
Coala Maia.Concedea-se.
Outro do mesmo, inf rman io o requerimento da
Bernardino Pereira Ramos.Concedea-se.
Outro do mesmo, informando favoraveameate o
requerimento de Reno va lo Antonio da CaaJaa.
Conceden-se.
Outro do mesmo, informando e reqnerimaato
da Mirtioh i Jos de Sant'Aona.Goocedeu se.
Outro do mesmo, informando contra o reque-
rimento de Cardoso a Irmios.Indefario-se.
Outro do mesmo, iriformaodo sobre o abaixo
assigoado dos ostabeleeidos com oficinas do fer-
reiro nesta cidade.Indefario-se.
Outro do fiscal da freguezia de S. fre Padro
Goncalves, pedindo providencia para ae remove-
rem os eotulhos, que foram deixados na roa do
Eacantamento polos eocarregados de demolir os
predios incendiados na roa do Mrquez de Oiinda.
. Qae se offlcie ao presidente da provincia.
Outro do mesmo, pedindo providencias para en.
facilitar o esgolo das agnas pluvaes no Forte do
MAltos, que por deleito da sargeta, se demora
oiuiu, atocaado grande espaco, e bem asaio a *-
paco qo tea entre aaduu ras do Boa Joans
mmnmi* Olinda, que darant as chavas ae
va alagado por defeito d > nivel do calja-
_- i-Qae a oMe ao Exm. nieaMena da pro
vieta.
Outro 4o masaao. consultando; a> cmara s-*r*
da/idaa que ten acerca das iseocoes fltte allega.


/


n
"t* i
Diario de Farnambuco Quaria fcira 24 de Maio dt 1871
=
*s>
a eompanrhr Recite Drayasge.Qa se ofR-
oie a eompanhia no sentido Je obviar ues da-
VidaS.
Cairo do focal da fregaeaia de Santo Amonio,
infonmnde ceres de um reqoerimeoto de An-
selmo Avelmo da Silva, corca de um alague n
roa da Roda.Gsncedeu-se. l
Oatro dJ fised da tregueiia de S los, infor-
mando o rejaertmento de Joao Cardiso RaMto,
qae pretende abrir a retinara da casa n. 199 da
roa Imperial Indeferio-s*.
Cairo do fiscal da freguetladR Boa-vista, nter
mando fav iravelmcnlo o requerimento de Joiquim
Goncalves Vianna, que pretende abrir nm talho
do earne verde na roa de Santo Amaro n. 44.
Coocedea-si).
Oatro do mesmo consultando a esta cmara
sobre duvias, quo occorreram no ac:e de haver
elle malta lo a D >mingos J >s da Silva Nogueira
e J lili Manoel Lino da Richa.-Q.ic procoda d;
cmformida lo ca a< postura*.
Outro do fiscal da fregaeria de JaheslXo, traten-
do a esla ornara o coohecmenio do nccorndo en-
tre elle e o proprietario do engento* Itnlhoes, dest
freguesa, Manool Pires Ferreira.Qae se ofllie ao
mesmo Pires.
Un piro>r da commi?si di sailtB leer li
experiencias necessarias para se obier nesta pro-
vioeia a vaeeina primitiva (cow-pox) como d*ter-
ininou o aviso da ministerio do impeli de 26 de
novemhro ultimo, cuja execociv mnitoreommeo-
da o Exm. Sr. eonselhi-iro Ding > Velno Cavaleante
tMssado.Approvado, e quo se offl'ae de ouf >f
midade coro as coudco;s estiplalas no pi-
reeer.
Um requerimento de Thomaz de Cirvalho Soa
rea Branda), propondo a esta cmara enearri-gar
se dos eoocertos das casas do administrad >r e em
^regidos d) eemiterio panuco, pelo preco de
SU*, ero que f iram oreados, urna vet que post >
em praca nio appareceram licitantes.Qae s
peca aatorisagao ao Esm. presideato da pro-
vincia.
Despaeharam-se as pe:ic5M de Antonio Franca
co das Ghagas, Antonio Jaeinth da Jeso* G>nc I
tes Aoselm AVBlino di Silva Carolina Francisca
da Mello, Cardoso 4 Irmao, Domingos Jos d
Silva Nogueira, H-trmes Carneiro Machado Ros,
Jos Ignacio Prelra da Rocha Jnior, 1j) Car-
doso Rabello. J.j Francisco do Reg Rarros, Jjs
Pereira da Costa e ouirns, Lu* Jos da Co*ta
Aroorim, Garlos Ricardo Pereira da Silva e Luiz
Amavel Deburrj; e levantou-e asessa".
Bu, Lourenc Becerra Carneiro da Cunha, .se-
cretario, sabscrevi
Beato Jos da Costa Jnior, pr-nresidente.
Angelo Henriques di Sirca Dr. Pratudtt Comes
de Souza Pttangt.Dr. Sileio Turqninio Villas-
Boat.Cnetano Cijaeo di Costa M>rera. Jos
Mara Freir Gameiro.\)r. Prlro de Athnyde
i/tbo Hoscoso.Ignacio Petsoa da Silvt.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Estrada de ferro do .fatoelro.
Lamento qae anezir de quatorzc dias de refl i-
x5o so achasse o Sr. Bario da Solsdade Inexacil
des, sem duvida involuntarias, com que vit-sse
responder-me. Mellur seria q ie tal resposta nunca
apparece-se.
E' inexacto que depois que o Sr. Bario d. Sol
dade aceitn um lugar na propala que fui por
mi eflorecida t nunca mais Ih* tallaste eu em
aemetbame negocio. Fallei-lbe r-netida vezes
porta da botica central onde nos enjoatravamo?,
o sempre com acquiescencia de S. Exc. a tudo que
eu propunha. Sabem disso o.s mead amigos Bati
de Bemlica, Drs. Silva Ramos e Carneiro da Ro-
cha; cujos nomea forya-me o Sr. Biro da Sjleda
de a declinar.
' anda prora indirecta do que afflrmo, o fac
to do Sr. liarao da Soledad> na liT cmsorrilo
nem a prinvira, nem a segunda v*i, para con-
tratar a estrada. De ambas as vezes que so an-
nnllou a concurrencia, dei eonheeimealo em con
Tereacio ao Sr. Soledade. E qaando rosse wr
dade o que asiegura o Sr. Silrdui-, como soube
6. Exc. que eu nao concorria na terco ra vez,
aprevenan lii nesa me*ma o<-.;a |Kta t Sscdo as propestas em cartas fechadas, e
tendo eu asignado as prop9stas precedente*, pa-
rece qae o Sr. Soledade nao deu o motivo verda-
dero por que concorreu. N> rellectio qie de
as proprias palavras saln a eon'.radico.io.
Tambem nao retirei-me da concurrencia : o Sr.
f )lrd*4n sabia per finamente noe prupoita do S'.
Bario do Livramento era tambem a mioho. e tanto
qaepe'dio me para que o Sr L'vramento nao son-
besse que S Exc. fazia psrto do nos*o contrato ;
e efleetivamente o Sr. Livramenio nunca o soube.
Fui tetemunha desse pedido o Sr. Bario de Bem-
tica.
E' inexacto que eu aconselhasse ao Sr. Bario du
jjivramento que cintrata*8e para depais pedir mo-
difleaeVs 5 \u, toi que o Sr. Bar) do L'vra mente sacti
tasse o contrato se tima animo firme de pedir me-
dtficafdes assembla : ee eooselhp dad-j a
nm homem de bem quer dizernao aceite ; e nao
o qae afflrm o Sr. Soledade.
E* inexacto que, conforme a rainha proposta, a
provincia tive io"ira concurrencia as duas propostas qae appare
ceram ambas pediram subvenga) ; mas essa con-
.irrencia foi aonullada. Xa segauda. onle est a
miaba proposta assignoda por meu ppro p>mho.
sta abre mi de qualqaer auxilio pecuniaru. E'
I' icio publico.
E* inexacto que antes de ter o Sr. conselheiro
Uiogo lindado o seu despacho na miaba peticao
soubesae eu, por qualquer meio, do contcnio des
se despacho. E sob a minha palavra de lionra a-
egnro qne nunca troqnei cora o Sr. conselheir.i
tirra palavra seqner sobre -a estrada do Limoeiro
antes de apresentar-lhe a minha petizo.
Sopor um esqnecimento deploravel (ole o Sr.
bario da Soledade cabir em tantai inexactidoes.
E* nm mJ meio de defeza o ridiculo que quer
o Sr. bario da Soledade ver no fado de ter eu
r.aerido ligar o meu obscuro nome emstruecio
da estrada de ferro do Limoeiro. Engana-50 S.
Exc se peosa qae dihi tira vantagem.
Stempreguei aquella phrase, fui porque depois
do eedida a S. Exc. a pane de que eu ditpoaha no
contrato, ficava-me apenas a esperan? de ser in
enmbido de parte da direccao dos trabamos,salvo se
uin respeitavel cidadio que assiguou a propota
do governo geral renuncias-e a qae por direito
Ibe competa na nova proposta.
Nio se traava de urna especuladlo em que eu
osse negociar um contrato para gnhar dinheiro
sem incomniodo ; oio, tratava-se sim de incorpo
rar urna eompanhia em qne a'guns dos contraan
tes erara des maicres accionista'. Todos sabem
qae o Sr. bario do Livramento e ouiros socios da
mpreza (cajos nomes declinarei se ir compellidn
a fale) asfignavam centenas da conlos de es. Os
Srs. Waring Irmao enm os emprt-iteiroa princi-
pies dos trabilhos ; tudo Uto eslava combinado, e
ludo isto revelava que se quera seriameot levar
per liante a estrada de ferro do Limoeiro.
Nao ha descp, qae me ioqaiele o espirito, d-3 li-
gar o mea nome a emprezas importante;, como
persa o Sr. Soledade : ha sim um, que aerolito sa-
tisteze lo todos os dias, o de ser verdadwro. E-te
deve louvap o Sr. Soledale, porjtae deve ser tam-
uem o de S. Exc.
Efectivamente aceito, como me oerece oSr.
bario da Seledide, a sna respos para justiflear
me, nao com o< Srs. Waring, mas com a opino
publica, que vio nessa resposta um documento de
3nem nio tem que responder ; e que o Sr. Sol
ade eoaflrro'on, embnra eom paludas explica-
coe?, lado qae a respeito de S. Exc. refer ao pu-
blico.
E' escusado que mais urna vet repita en, -qae
as HidiBeac/is do contrato de Limoeiro sao ai-
la diffeieDtes das dos contratos citados pslo Sr.
Soledade : nao ha um f em idenfidade de eir-
cumstancias. Ainda de novo o demonstrare i com
a flk>r minuciosidade se, contra mioha vontade,
continuar esta discusso.
Triste do crdito des'e piz, se se repetirem
muitos faelos como sse da estrada de Limoeiro.
eeife, 3 de maio d; 1871.
Buarque dt Macdo.
le-se na Rerista Dw.r'a do !. de abril prximo
paseado o segninte :
*'atogruve :Tendo fallecido ao da 30 do
orre", na enfermara da casa de det>-ncao, o
Cmo MiboI Bngenlo de Souz, vdo do Rio de
ueiro para- srgair para Fernando de Nip
. T** d fehre amarella. txm tur a mt-
intutible) lug,r a u tilt teMmfeuatM,recusou-
eoHvro. exiadhito da-freguez'ia dt Seto Aa'o
nio dar a competeate iiceu? para o aatrnaaMM*
;ob o pretexto de ter m rrld i liiiiiiiallilOin i
L-se nmb:a ua tlueUlk* *> *mrt *B
i4ft do me soto da o qn se segae \
Hvendo fallecido de fabre amarilla a& casa
dateadwe 1*1 boras t rotdrogad e aaie
--------o iHHchufo M^no! Sfenla de-Foatnfc
mi pelo Sr. padre Estima, coadjutor da fraguezla de
Siaio Antonio, negata a liecuca que se Ihe man-
dn pedir para sepultar o mono, ob o funda-
mento de ter o desgranado morrido tacontristo.
A leitura destes- dos artigo deixon-ans mui
pesarosos por mais de um motivo, sendo um selles
vermos um amigo vergado sob e peso de urna ae-
casaco grave e lano mais seria e acabrnnkadorn,
quanie partia das respeitaveise Ilustradas redae-
ges dos dous mais importantes jornaes do norte
do imperio.
Esperamos que o Rvm. padre Estima acndis'e
a dofeader-se, e com grande admirara) vimos de
sua parte o mais profundo silencio.
O acaso nos reuni muitos dias depois de publi
cada essa noticia de que cima fallimos, e in-en-
>ivelmente fomns levados a toear-lhe ueste fado, e
a pedir-lne, eomo amigo, explicacies de sen acto.
Respondeu compete a elle, simles coadjutor, dar ou negar
sepultara ecclesiastea a quem quer que for, por-
que sto aitributcio de superior autoridade ee-
clesiastca : apenas havia negado a ticenca paro-
cinal, porquanto sendo mero execnlor das leu e
deterainacSes vigentes na grej* nao polla deso-
bedecer-lhes, e que visto se haver dalo com o in-
fel z M. de Sonta taes e taes circunstancias, o
seu procedimento nio podia ser outre. A noticia
do Diario de Pemamfmco nao era fiel, a fonte que
a furneceu a aqaelle j.irnal a adultrou. O faeio
passon so conforme documentos que tnha era seu
poder e teria prazer em noHos enviar.
Niocirra a defenler se pela mprensa, para
o que j tiuha procurado eses documentos, por-
ue um superior Ihe havia aconselh3do que o nio
datas, aiim de nio provocar dscustoas sobre tae<
materia'.
Respeitou Sempre % opioilo publica, e entretanto
via-se obrigndo a fi;ar ^()b o peso de juizos desfa-
voraveis, que muilo o tnsgoivam e veixavam,
mas }olgava de seu dever considerar ordem o
cooseiho de seu superior, embora o grave prej izo
qae S)ffra.
Os documentos que se referia e Rvm. Sr. pa-
dre Estima, e que "nos tirara por S. S remettldo*
dias dDois. viu abaixo publicados, sob os nurne
ros I, 2 e .i.
A' noticia da sui Gaulilha do I. de abril, cima
publcala, prenden, por nm fio de seda Illustre
re lacean do Jornal do Recife a seguinte noticia na
Gazetilha de 13 de abril .
t Suicidio :.Fran;i*eo Jos Ramos, tendo sid
recolhido na segunda feira a casa de dafne io p>r
motivo de disturbio, suiciJuii ;o all, e foi envena-
do jwte-bouvm no eemiterio em urna das cata-
sambas da irmandade deS. Jos, porque a licecc/i
dada pelo respectivo sacerdote nada declarava :
entretanto que a outros infelizes, que acabaram
pela mesma forma os seas dias, se tern negado
at sepultura all.
Pela Dossa parte adiamos que foi muilo bem se-
pultado, mas, nao podemos deixar de chamar
attenca) publica para a coherencia com que se pro-
cede em semelhante assumpto. E nao querem que
0 povo perca a confian?*.
Explicou-nos o Sr. padre R'tima pela seguinte
forma o faetq de haver para es;e desditoso conce-
dido a licenca parochial :
Francisco J.is Ramos, recolhido casa de de
tenco, f,i al atacado de alienavio mental, e sui
cidju-s?.
Pedida a licenca parochial, ni> houve duvlla em
Ih'a ser concedida pela deotidade de circumslan-
cas entre es e. Infeliz e um outro desdita lo que em
dias de outubro de 1888 se havia suicidado na es-
trada que do Monteiro vai para Apipucos, c que a
anlorilade ecclesiastica superior do hspalo man-
dara sepultar em lagar sagrado.
Era-nes*p tempo coadjutor pro parocho da fre-
guezia do Pd$i da Panella n Rvm. padre Estima,
a elle foi presente o requerimento e despacho que
vi) abaixo, e, eoro ihe eumpria, deu llie exe
cucao.
Ora, o pralaoo diocesano hivia declarado em
1 ^68 que se pode sepultar em lugar sagrad > com
rito ecclesiasiico um suicida, que se havia despe-
dido da vida quando se achara privado do goso
das suas faculdades ijtelleetiaes, porque em 1871
o mesmo saeerdole que eumprio aquello despacho
havia de recusar-se a dar a liceoca parochial para
outro suicida, que nas mes as circumslincias,
i'to victima da loucura, poz termo a seus mal-
fadados dias ?
De faci, ha coherencia no acto do Rvm. padre
Estima.
Eis'o documento de que acabamos de fallar :
t lllm. Exm. e Rvm. Sr. Bispo.Diz J F. da C.,
que hivendo fallecido de morte violenta seu irmao
Amonio Joaquina da Costa Cadete, que tentou con-
tra sua existencia, M'eiiia *o anmonMni, Ha
foi rqeoahecido em exame medico, o que alias
const da guia junta, reqaer por isto i V. Exo.
Rvau se digne de autorisar por sua respeitavel li-
ecnri ordem para o enterro do infeliz finado em
lugar sagrado, como permiltido pela disciplina
da igreja, e em taes termos requer mm respeito
smente se digne assi.n deferir lae por sua alta ca-
ridade eleJ. C. da C.
Despacho :Pdese sepultar em lugar sagrado,
com rito a-clesiaslico, o qual porm convem qae
seja sem pompa.
Dado no palacio da Soledade aos 20 de outubro
de 1838. f Francisco, Bispo.
Terminamos a defeza qae julgam^s conveniente
fazer ao amigo, declarando que o Rvm. padre Es-
tima, sabendo que lesejavaans publicar es-es do
curentos e juntar-Ibes alguraas paiavras era sua
ju-tiiieaeio. pedio-nos que o nio fizessemos, e
sem su'a sciencia qae este artigo segu para a
impransa.
Julgamos doce a violeacia que Ihe fazeraos ;
quer obedecer ao superior, embora soffra, justo ;
o amigo, porm, nio o quer victima de ura odioso
qae nio merece, e p ir isto Ihe pedimos desculpa
da inesTipcao.
Recife, 10 de maio de 1871.
evidente, que nao p le eersesde ] executada p>r I Miguel carregaram : Antonio r^trs~!lraetndri
aquelle modo. Islu posto, o abaixu assignado pro- [Jnior 3 meias barricas com 2,531 kilos do zaa-
testa haver lucros cessastes, e damnosemergenes
de quem quer que tffeettiar-, concorrer, oa assen-
tlr a dita ilquidcao.
Recife, 20 de matle 1871.
Antonio f'beiro Pontts.
lllm. Sr. Dr. jniz de direito especial do com-
mercio.Anlonio R beiro Pontes a bem de sea di
reito precisa, qae V. S. se digna de mandar, que
o escrivo Maaoel Jlaria certifique se j se aqba
tomada por termo a sppeliasja, interposta pelo
sapplieanie, se* fundamento as nuliidnde, da sen-
tenca arhitrel, qne eondemnaa a disolucaS e li-
quidaeio da snredade-Guimaries, Pmtes AiG..
da i|ual o sapplicame socio cipltalista. Nestes
termos pede a V. S. deferimento.-E R. M.
Recife, 19 de maio de 1871.
Cerlifljue-se. Recife, 20 de maio de 1871.
Barros de Laeu-da.
Manoel Mana Rodrigues do Naseimento, serven
tuario vitalicio de um dos cfflcins de escrivio
do iuizo especial do commercio da cidade do
Recife e sen termo, capital da provincia de Per-
nambnco, por Soa Magestade Imperial e Consti-
tucional o Sr. D. Pedro II, que Deas guarde,
etc.
Certifico que j se acha lavrado, assignado, e
intimado o termo da appellacao Interpola pelo;
supplicante da sentenca meocionada em saa peti-
cao retro, e pela razio tambera na mesma decla-
rada : oreando verdada, e aos respectivos au-
tos roe reporto.
Cidade do Recife, 20 de maio de 1871. Escrevr
e assigoo em fe de verdad?. .
Manoel Maria Ro-lnguts do N-ncunenlo.
N. 401 QLEOPURO MEDICINAL DE FGARO
DE BAGALHO DE LANMaN. Gomo balsamo
pulmanco, tnico, cmlra-irrilantc, foriicanti e
curativo e como meio de reparar os estragos pro-
duzidos nos systeuKiS pela molestia; o cl-jo da. fl
gido de baca'lbi, necupa um lugar preemiiitmle
no repertorio da prunViu regular. O grande i b-
lecto est em alcana i-I> debaix) da forma- legitif
ma e mais efficat, e s repetimos a bpiniao da fr-
cullade, quand) dissemog, que a prepiraraa fe;la
pelof senhires Lanman 4 Kami, preWlfe perfei-
tamente estes requisitos. Os ligados_ frescos ex
trahidos dos melhores pe'xes da estacio, o mate
rial de qae se extrae cuidadosamente. jTi'jtem
duas qualidades, ama sem cor e a outra negra, e
arabas sio perfeitamente puras. Os mdicos altas-
tam que com qaajjjner urna della*. t%em logrado
as curas as mais' extraordinaria?, nos casos de
tsica apparenle, febre pulmn ir, pneumona,
bronehites, a-thma, losse chronica, angina-, pleu-
resa, affeccao di fiado, debilidade geral ele.
/ F. V.
N. 1.
Nos abaixo assignado*, enfermos na casa de
deteneio attestamos, e juraremos se necessario
fir, em como o Rvd. coadjutor desta freguezia o
Sr. padre Estima, no da 2'J de marco passado,
veo a esla enfermara prestar os soccorros espi-
riioaes a algans enfermos, entre os quaes se
achava Manoel Eugenio de Souza. o qual nao se
qniz confessar, rosistindo fortemente as admoes-
(acoes do Rvm. coadjutor, eslava em seu perfeito
ju'zo, e declarou positivamente, que por si se ar-
rependena na hora da morte; e como nao ao-
nuisse a etnfessar-se, foi por si mesmo com os
abaixo assignados para a outra enfermara alim
de couftissar-se oulro enfermo que se achava jun-
to deile e depois fallec lo ; declaramos mais, que
antes do Rvm. padre Estima vir a esta enferma-
ra, imitamos instado com elle a confessar;-se, ao
que elle nanea aonnio, declarando sempre, que
cjnfessasse-se quem qoizesse quo elle nio pre-
esava, e nem quera ; se, pois, alleeeu sera os
Sacramentos da igreja foi pir culpa sui, e nao
pela moleMia Ibe nao dar lempo: todo quinto
levamos exposlo a pora verdade do fado shc-
cedido.
Casa da detenco 3 de abril de. 1871.
O ajadante do f nfermeroBelchior PataoJoao Joaquim ii Sant'AnnaJos Peri-
radaCottafiUxda R'tchaLintintento Fer-
reir de MauraFrancisco Jos GarctzMonoel
Vctor da CotueicSo.
X. 2.
Tendo ouvido o enfermeiro, e erapregalos def
ta casa, e b?m assim a algans detentos recolhidos i
enfermara, sobre o tato de qae trat o Rvd. c ia-
djut"r da freguz a de Sanio Antonio, o Sr. pa-
dre Tnnraaz Coelho Estima, fni infirmado, da qne
Manoel Eugenio de Sjuz fillecera impenitente,
regeitando os srfecorros espiritases, que Ihe o-
ferecara o dito Rvd. coadjutor: foi mais infor-
mado, de que o fallecido eonseraava o nao par
f -ito da razio at qoasi os seus nlltrcos raomen-
ktos : todo quanti poso informar, digo, attestar,
em saiisfaco do Rwd. coadjutor.
Casa de detenco 28 de abril de 1871.-fl/?ao
Augusto de Aimtida.
b. 3.
Atiesto qoe o coadjutor desta freguezia lando
sido chamado para confessar o preso Manoel Eu-
genio da Soma, este ae negara laae-lo, nao obv-
iante todos os meias persuasivos empregados pe-
lo mesmo padre coadjutor; pelo que foi tido
como impenitente ; a qne sei, e por ser verda-
de afirmo, pudendo desie faztr o oso que for
conveniente.
C da. detenejo 2d de ab' de 1871.O en-
fenneiro-Joo* P'inhtiro Catle.
Piln!as c pronpto alvio de
Ilndwar.
A iherapuca ainda pobre,- em fac*
dos milbares de enfermidades qne afiligera
o corpo htrnaao, dasdifficoldades cora que
lut o medico qiaodo ve sem exilo feliz
i^mpregadas as frmalas de Clienwiz, de
Bouchardat, de Divcrgy, todos os esfjrcos
aliinentes a enri-j'iecer a ptiirmicopi de-
vem ser animados tolas as descoberia
abracadas pelos- homens da sciencia, afim
de dar-Ibes o verdulero apreco
O Dr. Radway, em Nova-York, nos Es-
tados-Unidos formulou urnas pilulas regu-
ladoras da sanie, e um medicamento a que
deu o nome dePromoto allivio.Parecer
primaira visa exag-Tada essa denoraioa-
Cio, ella absolatamente n5o pode deixar
de sei-o, mas quem tiver visto a acc3o al-
cacjssima desses remedios n")3 ataques re-
peniino3, dores interaas e externss, mo'es
tia de ga'gaDta, aigin, croup, DlammaQes
de ligado e rnns, fehres, bz*. nevralgias
queimaduras, ci)nto.-5i9, dor de caneca, de
dintes e de oovidn, ataqies nervosos e de
gota, diarrhi, cblra raorbus e rheatna
nsmo, reconhece- justo o enthasiasmo
que sent o Dr. Raiway presenciando o
xito feliz de milharjs de experiencias que
o impellio a 13o forte nome.
Era necessario que o Dr. Ridway livesse
um agente no Brasil e Portogal, pessos e
c5es qae a l'pe fcpeculaco n3^ e*
fazer at contra a saude publica; sua es-
colha foi acertada nomeando os Illms. Srs.
Rayraundo Cirios Leite Irra3os, pois que
estes negociantes importadores na mais de
10 anuos, forarn os introductores desses
ptimos remedios, que approvados peh
junta central d bygiene publica, tra pres-
tado ao paiz ara ser vico impiitanlissimo.
Fazer o povo conbecer o que loe til
eselarecel soore o.? meios de alliviar os
seus soffrimentoSj a tirefa mais grata ao
escriptor: eis o que nos movet1 a escrever
esse artigo.
A. CoiMBr.A.
Depsitos onicos dos verdadeiros roa do
Imperador n. 2.
Ra do Queimado botica Americana de
Ferreira tfjfa & Cn. 57-
car braneo e 16 meias ditas com 1,183 ditos de
dte masca vado,
ECEBEDORlA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBCO
^endimanto do di* { a 2. il:88l!23
dem do dia 23..... J:30i"ll
13:401*93*
CONSULADO PROVINCIAL.
ftendiraento da dia I a 22. 66 316*186
dem do dia 23..... 1:125*739
57:671#9o
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entradotM dia 23.
Liverpool16 dias barca ingleza Hermione, de
383 toneladas, eapilao Garles T.will equipapem
15, carga carvao e ootros genero*: a Johnston
Paier & C
Figueira pelo C;ar90 das, patacho porlugnez
Jos, de 174 toneladas, capillo Fernando P.-reira,
equipagera* 13, carga vinho e oulros geoero;
a l J. G. Bellrio.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rw da PrataBrigue hespanhol Clara, capito
,'An'onio Fonianl, carga agurdente e assucar.
irarseil'c Barca tornean Veridiana, capito
' Cholooi, carga algodo e couros.
Illia de Fernando Vaptr Jirasdeiro Parahyba,
commandant Macedo, em lastro.
EDITAES.
JIZO DOS FEITOS DA FAZENDA
NACIONAL.
O Dr. Abil o Jos Tavares da Silva, offlcia! da im-
perial ordem da Rosa e juiz privativ) dos feilos
da faienda desta provincia por S. M. I. e C. que
Dos guarde etc.
Fago saber que em virtade da execucSo, que a
fazSnda nacional eucaminha contra a viva e her-
deiros de Julao Pereiri Mattoso, ex colleitor do
Cab>, f;z-se penhora em um escravo de nome 5e-
cundno, mulato, com 28 anno, pouco mais ou
menos, pedreiro, avaliado pu- l:100|, era conss-
qaencia do qne, em face do decreto n. 1095 de 15
de setembro de 1899, e era virtu le de requerimen-
to do coronel Jos Fslix da Cmara Pimentel, ees-
'.sjsionario da fazenda, sao convidados pelo presente
quaesquer licitantes para apresenlarem shas pr.i-
p islas deniro do praso do 30 dias, a coutar desia
data, achando-se p mesmo escravo em poder do
depositario partiealar Pedro Vhtor Bouletreaux,
oo engeuho S. Jo) da comarca do Cabo.
E para que eheguo a noticia de todos mandei
pastar o presente, que sera publicado pela impren
sa e affixado no lugar do costme.
Dada e passado nesta cidada do Beeife de Per-
nambuco em 12 de maio de 1871.
Eu Luiz Francisco Birrete de Almeida, escrivo
snhscrevo
Abilio Jjs Tavares da Silva.
Acamara municipal dest* cidade, pelo
presente convida a3 pessoas, que se qu'iram
encarregar do planto de a.rvores, e aformo-
leimento do iargi da Casa Forte, ni ira-
portmeia de 1:4303, a comparecerem na
secretaria di mesma cmara nos dias 20,
2. 23 e 2i do corrente, p3ra exjmia3rera
o orgamento a flm de levar a effeito o mes-
rao planto.
Paco da cmara municipal do Recife 10
de maio de 1S7I.
Dent hs da Cos.
Pro-presidente.
Lourenco Bizcrra C. da Citnfta.
Secretario,
A camard municipal desla cidade faz
publico para conhecimento de quem interes-
sar possa qne, os 30 dias marcados no edita!
de 4 d > corrente silo para exame e estudo
COMMERCIO.
4> publico.
O abaixo assignado, socio capitalista di socie
dada camrstreialGuimsraes Pontee 6 C, previne:
a qateai esnvier, gne a mesma sociedade alo fle
entrar jsavsoidacao, como lera aaenneiado o
matafauanidio JssMtvs Glsraes, porque, m-
hort hsja orna anleaca so jaizo arhitral, que enu
d-ramm a essa JfDjaafSir, a dita Matases se ach
aaasila* por auMdaaee, eat qae labora, eomo
wmmtm nfttiaa tiali trasenpta, e par iera e
co^v fim d poder-vttW ^-ttfmM^3 PUaU e remenlo do edificio do merca-
. un n pjira i,.on.'i)o('0'>^o pi^jcvio ilomci
mo mercado que serlo ao sea lempo an-
a 'nciados.
Paco da cmara municipal do Recife 10
de maio de 1871,
Benlo Jos da Costa.
Pro presidente.
Lourenco Bizerra C, da Cunha.
Secretario.
O luspecioi da alfauJega faz publico que em
virtnde da portara da thesouraria de fazenda,
sob n. 66 de 19 do correnie, ser vendido era has-
ta publica no dia sabbado 27, dspois de meio dia,
e a porta da mesma' repart fin, o guindaste do
ponto lineal denominado escadBha. A arre-
matarlo sera iivre de direitos, cabendo, porm,
ao arrematante a despeza eom o desarmamento
o remoco do referido guindaste.
Afanlega de Pernambuc >, 22 de maio de 1871.
Emilio Xavier Stbreira de Mello
0 Dr. Aramio CorioUno Tavares dos San
tos juiz nnnicipal da segunda vara nesta
cidade do Recife de Pernambuco por S.
M. I. e constitucional o Si. D. Pedro II
a quem Deus guarde, etc.
Fa?o saber aos que o presente edital vi-
rem que por este juizo se ha de arrematar
p>r venda do fim de 30 dias. umi escrava
parda, de nome Benedicta, solteira,.idade
que representa 20 annos, sadia, cose, en-
gomna e cosinba alguma consa, avaliada
por l:2005000,Jpenborada aoDr. Candido
Jos Casado Lima, por execuc5o do bacba
re Francisco da Cunha Castello Braneo, coja
arrematarlo ter lugar na sala das audien-
cias nndo o referido prazo e na primeira
audiencia que a elle se seguir, pira o que
sao convidados de novo os pretendentes a
reraelterem suas prjpostas a este juizo den
-:o do mencijnado prazo.
E para que ebegue ao conhecimento de
quem convier mandei passar novo? editaes
com o prazo de 30 das, os quaes sero pu-
blicados de novo pelos jornaes e afxado
no lugar do costume.
D id > e passado nesta cidade do Recife
aos 15 de maio de 1871.
Eu Manoel Joaqoim Baptisla escrivo o
sabscrevi.
Arminio Coriolano Tavares dos Santos.
THE ALLIANCE BRITISH FOREIGN.
Lite and Fire Assarance Company estabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta eompanhia tornara seguros
contra fogo sobre predios, gneros e fazeodae e
pagan aqui prejuizos devidameote prvidos.
* Rahe Schmettau C
Corpo Santo n. 15.
tflAgA DO RECIP8 tt DE MAIO *
DE Ib 71.
AS 3 i/3 HORAS DA TAJIDB.
Cotaces officiaes.
Alftafs 1* sorte490 rs. por kilo (hontam).
Apolices da divida publica de 6 00 99 00 e
ao par.
Acc5s da Companha de Safaros Utiliade P-
blica.
'Jronlo sobra Londres 90 d/v 25 por laOOO
(hntem).
H. G. Stepple.
Presidenta.
P. J. Pinto,
Secretarlo.
ALFANDEGA
Sendimenio do dia J a 22. '. .
dem do dia 23.....
820:860*707
U78A14
li:238/8ol
M
noTltnenlo da alfande^a
entrados com-fazendas
c eom gneros
Volutnse sabidos com fazendas
i com gneros.
413
784
pj
292
-----387
i 1*7
Descarregaro hoja 24 de maio.
Lugar portugoezJuliomercadoriaa.
Patacho americanaamoialaboados.
Barca ingleza)lrm\onemercadorias.
iurca iodleaimperadorfa'-inha de trigo.
Lugar inglez(Mionferro e carvao.
Patacho inglezAlberto earvo e ferro.
Barca ingleza Witchoftke Ttgn carrao.
DsspacKos de exportando no dia 22 de
niaio.
N* barca tranwa Vereiiana^ para o Havre
arregaram : E. A. Burle 4 C. 20 saceas com;
1,*33 kilos de algodi).
l palhabote americano ^aiena, para a Wa\i
de S. Miguel, 20,pipas com 960 lteos ae cada5*
No patacho porloiruez Restaum-m,'par
Lisboa carregaram^ Ovnira Frthvs'4 Q/Coaof.--'
sfccos salgados cora 192 kilos e 23 ateas cara
2,4'HJ ktl >s de-algodao ; Antonia J.oya & FHhofl
quartos com 469 kilos de asquear braoco, 6 meMi
Faca<4 de de Direito.
De ordem do Esm. Sr. conselheiro, vice-dlrec-
torrfacn publico aue llca marcado o prazo de seis
Q)tl!os, contados da data desle, para a inscripcao
dos que preteaderem concorrer ao lagar de lenle
substituto desta Faculdade, vago pelo accesso do
substituto Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes
de Drommond 4 cadeira de que era proprietario
o conselhefro Lourenco Trigo de Looreiro. Pelo
que lodos oa pretendentes ao dito lugar p'dera >
a^resentar-se desde ji na secretara desta Facul-
dade para assignar sens nomes no livr compe-
len te : o que Ihes permiltido fazer por proco-
rador, se ostiverera mais de vinte leguas desta
cidade, ontnerem justo impedimento. 1
Davenio ootcoUm aprsenlar documentos .qae
mostre-n sua qualidade de cidado brasilero, e de
qne eitao no goso de seos dirsitos civis e pol'ureos,
|-to certido fehaptismo, folha corrida do loga'
de seus domicilios, e mais o diploma de douior
por urna das Faculdades de direito de imperio, on
publica fcina, justificando a impossibilida-e da
apresentagao do original, e na mesma ocoasio po-
dero entregar qqaes.qoer docum?ntos que jol-
Igwein conseoientesi ou como tilaln de hablliU-
ooes, ou como provas d servicos prestados aoj
estada, bunianidada ou. sciencia, dos quaes se
jibes passara recibo : ludo de conformidad com
de im, e.^r sagnnles do de n. 1368 de 24 >
Bfrverito, d.a-W8S.
rjarricaacam 250 kilos de dito al dsci'mo eoffijioar, 3ft3ldo iecieto n. 1285 de 98 de abril
6,379 litros de cachaca. u.
No brigue poriua.u Um h nara ^ithoal
earregaraoi: AnUpio Muoie;achdo Jnior JOD I E par. a*>cJ>egue ao conhecimeolo de todos,
couros seeeos ^Laif Josa da Sika Onimiraes flW Imanttu 'o E5t. Sr. tice-director afflXar o pw^
saeca* com kejmh i* macw nafCsraao; hpote, ^j^paolicado nas follias destt cidade
Na asea. ln#4iii? Secretaria da Pacoldade de Direo do Recife. 15
de maio de 1871.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
O Dr. Sebastian do Reg Barros Tle Lacerda,
juiz de direito cpcial do commercio
nasla cidaie do Rjcife de Pernambuco
por S. M. ., ele. etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
re m e deie noticia tWerem que no dia 9
de j'jQho do corrente auno se ba de arre-
matar por tenda em praca publica deste
joizo depois da respectiva audiencia a ar-
marrn e gneros da averna sita a ra do
Bino de S3o Borja n. 23, cuja armafSo e
gneros s5o o seguinte :
Armafo com todos os sens pertences,
inclusive balanca, pesos, medidas,, corredo-
res, candi.-iro e registro de gaz, por 300$.
Urna carteira de amarello usada por 8)5000.
Dous orinoes brancos 50^ rls. Sete ba-
cas brancas a 703 ris. Sete bules bran-
cos e pintados a 60J ris. 188 tigellas
pintadjs a 100 res. 133 casaes da cuica-
ras e pires a 100 ris. Sete panella? de
barro a 80 ris. 17 tigellas de dito a G'J
ris. 19 frascos de conserva a 700 ris.
11 libras de marmellada em tatas a 500 rs.
23 libras de massa de rnales a 300 r.st
11 latas de azeitonas a 400 ris. Oio la-
tas de peixe a JO ris. 12 latas peque-
as de sardihhas a 320 ris. N>ve latas de
bolaxinha de soda a 70 ris 28 latas de
grasa a 80 ris. Tres cvxas de charuto;
fio JO ris. 10 frascos de genebra de
la Campana a 500 ris. 14 botijas de ge-
nera de Holanda a 300 ris. 40 garrafas de
cerveja a 50J ris. 30 botijas de cervej
brauca Bass a 70.) ris. 85 meias botijas
le dita dita a 400 ris. 33 meias botijas
'le dita preta a 4C0 ris. 4i duzits de
phospboros seguranca, grandes ( caixas) a
5 JO ris a dazia. 3i duzias de caias de
ditos pequeos a 240 ris. 02 duas de
pjtnada a 160 ris. 174 massos de pali-
tos para dentes a 100 ris. 13 resmas de
papel pardo pequeo a 1 OO ris. Duas
ditas de dito g esleirs grandes a 500 lis. S-te ditas p -
qienas a 210 ris. 264 abanos depalha a
2 ris. Um cvo pira pegar camties por
800 ris. Huma e meia baruca de bolaxi-
nha inglesa por 10003 Daas saceas de
farinha a 4/5000. 11 pares de tamancos a
320 ris. II mi e meia barrica de s-rdi-
nhas por 8r$000 ris. Meia barrica de man-
leiga em mo estado por &J006. Huma
sa tea com li kilos de folha de louro por
600. .Meta sacca de gomma com uma e
meia arroba por 55000.- Meia barrica com
farinha por 36000. 3J lib'as de arroz pi
lado a 80 ris. Seis libras de aletria a 400
ris. 40 libras de tapioca a 100 ris.. Meia
barrica de alpista com 3 arrobas a 3,->00
ris. 12 libras de c aninbos a 800 ris 16
libras de pimenta do reino a 400 ris. Tres
massos de alho a 200 ris. Tres libras de
canella a 16030. Cito libras de cali em
carolo a 240 ris. Ci co cu i as de railbo
apurado a 160.ris. Seis libras de cha a
26000 58 caadas de vinho figueira a
3^000. Seis ditas de vinbo braneo a 36500
ris dn:o ditas de v'nagre a 25000.
Duas ditas de vinho verde a 3W00. Qua
tro ditas deazeile doce a 56000. Quatro
lorneiras de metal para pipa a 15'JOO. Ci>
c>i ditas de madeira a 600 ris. Duas pi-
pas a 1050'X). Huma meia pipa por 6$0OO
Quatro barris a 4)000. Huma ancora por
36000. Nove barricas e sete barris vasios
pjr ario ris. .19 caaSes vasios por 2J09).
82 garatas ebotijas vasias por 15600 ris.
Somma 9385900 reis. Foram penbora
dos por execn$5o de Loureiro & SimiiiS c m-
tra Milhias Js de Mtitos A C.
E no bavendo lanzador que cobra o
prego da avaliac 1 a arrematarlo ser feita
peio preco di adjudicac5o na firma da lei.
E para que chegue ao conhecimenio de;
todos manlei passar o presente que ser
pubeado pela imprensa e allixado nos lu-
gares do costume.
Recife 23 de maio de 1871.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nisci-
mento escivo o subscrevi.
Sebastio do Reg Burros de Lacerda:
Roa do Bom P,m em Olinila.
Casa urrea n. 11 ... 964000
dem n. li........ 96*000
PATRIMONIO DOS ORPIUOS.
Praca de Pedro !
!. andar e loja do subrado d.' 3o I-OOOJOOO
Roa do Crespo.
Sobrado du 3 aodar n. 3$ .1 700*000
Largo do Paraso.
1.' andar do sobrai o n. 9 200*000
Travesa do largo do Paraso.
Loja do sobrado n." 29 123J0OO
Itemidemt ... \ ... 75*000
Ra do Ruzno da Boa-Vlst.
Casa terrea n. 58........300*000
Ra da Cadeia do Recif.
Sobrado de 2 andares n. 4i a 2:000*000
Roa da Madre d-< Deo?.
Armaz.'ra n. 20.......650*000
Os pretendentes devero apreientar no acto ds
orrematacao as suas Mancas, ou comparecern)
icempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Oasa de Misericordia do Re-
:ife, 22 de maio de 1871.
0 escrivio,
Pedro Rodrigues de Souia.
Ue ordem uo Sr. inspector da ailandega ae
faz pnblico para conhecimento de todos e especial-
mente do infractor on infractores que motivaran)
a apprehensao praticada no dia 17 da abril nltimo,
no caes de novembre, em doos ?acco contndo os
objectos conuaotes do respectivo processo por An-
tonio Rodrigues de Oliveira, Antonio Felippe San-
tiago c Francisco Ignacio da Silva, que forano os
mesnos infractores eoodemnados na perds dos
meamos objectos e mais ao pagameulo da molla
na importancia do 80J875, correspondente a me-
lada de sen valor nos termos do art. 7i4 do regu-
lamenlo de 19 de setembro de 1860.
E para eoaMar fac/> este aviso para sciencia de
quem de direito f >r.
Alfandega de Pernambaco, ti de maio de 1871.
O 3* escriptorario,
i lo Carloi Angosto de Figueiredo.
DECLARACOES.
COMPANHA
BEBRIBE
O caixa interino desta eompanhia o Sr.
Corbiniano d'Aquino Fonseca, acha-se anto-
risado pagar no seu escriptorio ra do
Vigario n. 19, das 10 boras as 3 da tarde
o 46" dividendo desta eompanhia, na pro-
porcao de 36000 por cada accSo.
Escriptorio da eompanhia do Reberibe,
20 de maio de 1871.
O secretario.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga,
SANTA CASA DA MltSUlCUDlA DO KEClfE.
A lllm. junta administrativa da Santa Casa do
Uiserieordis do Recife manda faier pnblico que
Da sala de suas sessdes, no dia 25 do corrate mez
pelas 3 boras da larde, tem de ser arremtalos
a quem mais vantagaas oSerecer, pelo lempo de
nm a tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARDADE.
:.Rna do Padre Fioriino.
Casa terrea o. 43.......|f0*000
Idfffl D. 6C.........248*000
Ra de Santa Rita.
Ca terrea b. 4......180J0OO
Travesa de S.Jos.
Casa terrea 0. 7.......180*000
Rna das Calcadas.
Casa terrea a. 34 180*090
Roa da Viracao.
Casa terrea a. 7........ 18O10O0
dem dem a 19.......213*000
Roa de Horlar.
Sobrado de nm andar n. 94. CO*n00
Loja do apbraao. 4t '. ISigOOO
Roa de Sania Tncrez Gasa tarrea n. t....... 146*000
dem dem e. 7........ 203*000
dem dem n. 8....... 203*0.0
Una larga do Rosario
Surada, andar n. 24 A. ... 249*100
dem 1. andar n. 24..... 402A-00
llera 2.a aadar tem...... 401*0 -0
1 Jera 3* andar lenV...... 2i3*UfM
O inspector da al'anloga faz publico qoe o lei-
lo annunciado para li )j>', *. -\t; n.or falta de lici-
tantes deixou de ner ffectualo, fica transferido
para o dia 13 do corrente.
Alfandega de Pemrabnco, 23 de maio de 1871
_______________E. Xmier S. de Mello.
Consulado provinctt-1
En o mez de jonh 1 prximo comeca a correr
o praso de 30 di a para o pagamento voluntario
nesta repartico da eoolribuigao da decima ur-
hana, de 5 0,n sobre o rendimeuto dos predios de
corpora^oe de mao morta e de 75 rs por litro
do agurdenle, relativamente ao 2* semestre do
.Tin 1 flnanceiro d 1870 a 71 ; o qae faz-se scien-
te aos respectivos conlrrbninies que nao satisfa-
zondo dentro desse praso, cncorrem na multa de
6 0|0 at encerramcnto do exercico.
Con-ulado provincial 22 de raiio de 1871.
O administrador.
Antonio Cirnciro Machado Ro.
IIzo nos Ww da fazends
nrloii.il.
De ordem do Exm. Sr. Dr. juiz dos eitoi da 1U-
zenda, fajo const.r a's ai rematantes das comore-
l.i'ii.-oes denominadas Caric e Pangau do exlinc-
to vinculo do (tamb, que Ihes lica manado o
praso de 30 diaspara prestaren) as devidas hypo-
lliecas, e assignarem as respectivas le ras na ttaa-
souraria de f zenda. sob pena de fisarem sem
elTeito as mesmas vendas.
Recife 4 de maio de 1871.
O escrivo,
Lniz Francisco Brrelo de Almeida.
Pela n:cebedona de reodas internas geraes
se faz publico, qne nesle mez de maio qne se
linda o prazo do pagarrelo, sem multa, do impos-
to pessoal relativo ao segundo semeitre do exerej-
cio corrente de 137071, depois do qual prio se-
r pago com a multa do 6 por cento.
Reccbedoria de Pernambuco, 1' de maio de
1871.
O administrador,
________Manoel Carneiro de Souza Laceria.
Correio geral,
Relaca"') das cartas registradas, procedente?
do sui e norte do imperio, existentes na
repartico do correio em 23 de maio de
1871.
Antonio R>driguesde Albnijuerqne, Anancio
Olympio de Aidrade Barros, Asna Florencia- se
Almeida e Siv, Antonio Annes'iacnme Pires, B.
Jerroymoda Costa Micilaqae Cirios Thomu*da Al-
meida, Elpidio de A. Ferreira Jacobina, Franeisca
Marques da Cnoha, Francisca Pereira d) Assis,
Francisco Anianno de Souza Araujo, Gentil Rodri-
gues di S >u?a, fasMM Febronio Esmeraldo: Joa-
quina Hara do Sacramento, Joaqnira Manoel Mu-
nz Mireira, Jaquim Dellino da S Iva. Jos Jere-
nymo de Albaqnerqae Maranhao, J l'atriiie "i-
Castro, Jos Duarte Pereira, Jas Carlos Mayrink
Pires N iti'.i ---i (2), Jos Herenlass Pereira Lisboa,
Jo3o Joa |-ii:n de Siqueira Villaca, J o Florentino
da Silva, Joo Antonio Gomes Guimaries, Jamo
Lopes llrag.i, Joio Rololpho de Miranda, Leopoldo
Francisco da Srlva, Hiria Miglr.lena des Aojos.
Marciano Gmcalves da R0.M11 (2), Manoel Bame-
sa Alvej Ferreira, Tnoraaz Pomp) de SoozaRra-
s I Jnnior, Tbeotonio da Silva Vierra, Kilo da SH-
veira Ramos, Catharina Mara Monttiro.
O encarroado do reg-tro,
Manoel dos Passos Miranda.
THEATRO
SOB A DIRECC.tO.DE
cr$mnm wmm&m
(REPERT0B10 DE OFFEMBACH) '1
Os especia en los ferio higsjr lav
?srlsTelnente nas
liiaras,
lalntas,
NabbaslM, af
Domingos.
Luja. n.
Ra do CaUbouco.
Casa terrea o. 2, -. .
dem n. t ...... .
Rna da Alegra
Casa tarrea a 0. .
Ra do Amorifli.
Sobrado, da ^anlares a. 2 7 .
'RwdQPly.
Casa terrea n. 73 .
^ip.yelha.
&l da ftoria.
eca do Atffan.
Hsbra%*!||*V*.s,rT.
Casa ierrea n.* 31
570*000
I S*|tt)0
30* 361*00fLj
302*000;
211*000
135JOOO,
2*0*000
400*000
AVISOS MARTIMOS.
companha pernambugana
DE
Navegando costea por vapor.
Mamanguape.
O vjicr Contripe, aem-
mandiole SU va, seguir
para o porto acimfc so
dia 27 do corrente >e B
horas dt tarde.
Recebe carga, eneoni-
mendas, passageiros e di-,
aheiro a frete : no escriptorio do Forte de lata-
tos n. 12.
COMPANHA PERNAMWJCANA
DE
Navcgactto costetrapor vapor
Goyaona.
O vapor Pasa aba, aaffair pa-
ra o parto cima Sa dia 2$ 4c
cmate as nasa boaas sa sosia.
Recebe cana, ancoasnaasSs.
passageiros a diissito a fres.ni
oertptrtrt do Porta do MaMna tu tt._________
llhae^S. Miuuel
Para o porto telma segne at 30 o corres o'
pa babote Colern : para o resto tln carta SSr-
sjgeiros, trata-e cmti os seas connpatatw, J*
so Reg" Lima & Filho. i roa d-) Apella W.
i" iT.-i"......
Maranho.
- E-t a carga para o porto aeioia o stfcalwa
Ccnbatdi: l *\w eom TaasM.->ioa a 45, a.
rna-o A^norims it. t
ranafin
Pan o poria acim se neatn sa ai
bote naeiooal Jows**Wr, tam a ai*aM
de dous ter o s ac oarcegaatigli
da Babia,patas staijsa la*
~


Apiario de Pernambuco Quarta luir 24 de Mao de 1871.

j
Companhia Pernambucana.
A cbgada do vapor ioglcx, largar do caes da
Corapanlia Peroambucana, um pequono vapor que
poder laciliiar o desembarque dos passageiros,
nao que se dislinaretn para este porto, cora
aquellos *euhore que quizerem Ir a bordo como li-
citantes.
Tambera duas horas antes da mareada para a
saluda, largar outra i do mesmo logar com o
flra de condiuir os Srs. passageiros que embarca
rem e que devarao cora aniecedenc'ia temar pas-
sagora no escriotorio da companhia.
PRECO 5*010 POB PBSSOA.
O oieamo vapor levar a reboque qualquer em-
baroaejto com passageiros ou bagagen?, mediante
mdica quantia.
Rebocam se alvarengas com carga ou sera ella
do ancoradooro para a alhndega, e viee-versa,
canoas com carvao, tijoio?, podras, etc., para qual-
quer parte dentro do ric.
- No escriptorio da companhia Pernambucana.
COMPANHIA BRAS1LE1RA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 27 do corrente o vapor
Tocanlins; coromandante F. Fran-
co qual depois da demora do eos-
turne seguir para os do sul.
Desde j recebeni-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no uta de sua chegada. Lncommen-
das e nheiro a (rete at as i horas da tarde
Jodia d su; sahida.
Nao su recebem como eacommendas seno ob-
j ictos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicac
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
pasaagens s se recebem na agencia, ra da Cruz
a. 57 primeiroandar, escriptorio do Autonio Lu;
de Oliveira Azevedo & C.
LEILOES.
LE1L40
do sobrado de 3 andares n. 7 ra do Se-
nhor Bora Jess (oulr'ora ra da Cruz
Hoje
24 do corrente, s 11 hora3 em ponto.
O agente Pinto proceder leilao, a requeri-
mpct) dos herdeiros da finada JoanDa J. M.
Pires Ferreia, e p.r mandado do lilm. Sr. Dr.
juiz de orphaoj, da casa de sobrado de 3 andares
da ruada Cruz n. 7, s 11 horas do dia cima
dito, em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
LEILAO
DE
t OKI lil A ETC.
A 25 do corrente
O geme Oliveira far leilo, por despacho do
llm. Sr. Dr. juiz de direito especial do ommereio
des a eidade, a rei|iierimeoto do depositario da
massa filuda de Joo Francisco Borges Ferreira,
da mobilia da casi de.-te, consi-tinJo em ama
guarnicao de sala com 12 cadeiras, sof, conselos
o mesa redonda cora lamps do marmore, mar-
quez>, mesa elstica para jantar e outras de pi-
ano, lomas, artigos de cozinha, bancas, lanternas,
jarros para flores, assim corao de urn relogio de
prata. corrente de ouro e outros objectos miados:
HOJE
s 11 horas da manhaa, no primeiro andar da
casa em que existe seu escriptorio, ra da Cruz
u. 33.______________________________________
EEHAO
DE
IiOEPJJi E AVA-
HOJE
94 do correnk'.
Augusto C de Abreu concluir o seu leilo de
ura esplendido sortiraento de fazendas inglezas,
por iotervon'Qlo do agente Pinto ; boje quarta-
.'-ira 24, era sea armazem ra do Mrquez
de Olinda. Coraecar s 11 horas da manhaa em
pento com a fazenda avariada.
de fazendas avarialas calcado inglez para
hornera e meDinos,pUetots, cafas e fatos
fo tetro de panno e de brim muito su-
periores, e alfinetes de peito para senhora
de lindos go-t"S
A 23 DO CORnENTE.
O agente Olivt ira far leilo de fazendas ingle-
sas avadadas, por tonta e risco de quem penen-
cer assim como das mercadorias supra menciona-
das em pirfeito tado :
Quinta-feira
as 11 oras da manhaa, em seu escriptorio ra
da Cruz n. 53, primeiro anlar.
da armaqao e cacados da loja
n. 73 Ja ra de Marcilio Dias
(outr'ora ra Direita).
O agente Martn* far leilo por conta i risco ds
quem perlencer, da loja re calcados da ra cima,
coostanlo da armaca-, fazendas, pertences e di-
versos movis, cuja lija se torna reommendavel
pela localidade e aecommodacSes, ga.antindj-se a
casa ao eomprador do et*belecim QIJl.NTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
s 11 h;>ras do dia, na mesma loja.
k\
C
ra
da urna casa terrea mai'agaa n. 27,
dos Guararapes.
De urna d ta no oilao da igreja do Am-
paro, junio o sobrado do finado commen-
dador FigueirdJ, em solo proprio, e em
Olinda.
Um silio na travessa do becco dos
Remedios, com grande casa de vi venda, ter-
reno e arv. redos.
SEXTA-FE1BA 26 DO CORRENTE
A'S H HORAS.
Por intervengo do agente Pinto
era seu scriptorio ra do Senhor Bom Jess
os. 38.
LEILAO
das casas terreas da ra da Santa Oiz n?.
61 e JO, e Coto vello n. 2, edificadas em
chaos proprios, com grande quintal mu-
rado, sendo que os fondos da pnmeira
d3o para o fondo da casa da ra do Co-
tovelio, com porlao. *
SEXTA FEIRA 26 DO CORRENTE A'S 11
HORAS.
_ 0 agente P.nto, legaimenle autorisado, far lei-
lo das nasas terreas cima iniicalas, por juo'o,
oa por cada um*, rp^io dos licitante?, as quaes
se tornara reeonmentadas por seren em boas
solio. -O leda) sari c (TectuaJo no escriptorio do
mencionado agente, roa do Senhor Boa Jess
o. 33, outr'ora ra da Cruz
AVISOS DIVERSOS
A' ra Duque de Cxias n. 42 precisa se com
muita instancia fallar-se aos senhores abaixo
declarados:
Francisco de Paula Mello Brrelo.
Joaquina TBrxeira Peixoto Filho.
Manoel Thooiaz do Nascimento.
Francisco de Paula Borges.
Jos Gomes de Barros.
Jos Lu;z de Franca Torres.
Francisco da CkU Carvalho.
Sebastiao Jo.- de Barros Brrelo.
Bstevo Jos Ferreira.
Csrlos Jos Dias da Silva.
Joo de Barros Nette.
Carlos Jos de Siuza.
Pedro Dias dos Santos.
Joaquina Jos de Carvalho Cabreira.
Antonio Correia de Barros.
Andi da S Albuquerque.
Antonio Jorge Mooteiro.
Isidorio de Franca Barros.
Pedro Jos de Souza.
Paire Francisco Vtrifsimo Bandeira.___________
Um moco com as haWNla(36l precisas, se offe-
rece para ensinar pnmeira letras era algum en-
ganho prximo, ou distante a esta capital: quem
de seus prestimos se quizer utilisa-r annuncie por
este Diao.________________________________
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
\ rna Primeiro de Marco (outr'ora roa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
lizes bilhetes dous quartos n. 915 com 5:f80*000
qualrpquartos n. 9!)6 cum 900*000, um qnarto.
n. 40 com 400*000, um inteiro n. 1753 com 200*,
e outras sones de lOjt e 20* da lotera que se
acabou de extrahir (193*) convida aos possuido-
res a virem receber na conforraidade do costum
sera descont algura.
Acham-se venda os bilhetes garantidos ci
3.a parte das loteras, a beneficio da igreja da
Caja Forte 194.*), que sa exlrahir na quarta-fei-
ra 31 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhele inteiro 6#000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fins..



D. W. BOWMA.'N
Engenheiro com
FUMO
59 111 JA 1M> BHIM 5
PASSAWDO 0 CHAFARIZ
.
'-
CIRCO EQUESTRE
lugo das mmm
Precisase de urna cozinheira, livre ou escra-
va : ra do Proxresso (Soledade) n. 7.
-* Precisa-se de duas amas, sendo
k 1 urna para eogommar e a ontra
para cosinhar, s qaaes paga-se
li mu : tratar na ra Nova, casa
n. 2i.
Urgen 3ia
Havendo noticiado o Jornal de Lisboa que no
dia 8 de setembro de 1870 fura assassinaio e;i
-ua propria casa o portuguez de norae Barbosa
negociante de 40 annos de Hade, (e como nao se
saiba so sei outro de igual appellidio) o qual veio
de caixeiro para esta eidade para casa de Mr. Re-
don, negociante, no anno de 1842, e que natu-
ral de Lisboa, e tllho de Sebwlio de Souza Bar-
bosa, e Jacintna de Souza Barbosa, de quera se
deseja saber noticia, e fallar a negocio do seu
intere se : ra da Imperainz n. 48.___________
APOLIGKS DA DIVIDA PUBLICA
Na ra do Commercio n. 4S, andar, ha para
vender apolices da divida publica de um cont de
rea cada urna.
Na ra do Vigario n. 13, f andar tem urna
escrava para alagar ; eosinba lava e compra:
tratar das 9 horas as 3 da tarde nos dias uteis.
Blesposta as airearas de walns-
tlano A. P. de Sonza Peres.
Se o Sr. Salustiano tentou ferir-me envolvedo
meu norae em seu anuuncio do AlVtoarai
50*000 a quem achar quatro documentos 1 II-
ci'iica da cmara para concertar a casa onde te-
dio hotel ra das Larabgsiras n. 29 ; 2 urna
certido do consulado que prova, segundo diz, ter
sido a casa referida dada por mira a collecta pela
quantia de 360*000 para pagamento dos impostos;
3 dous coubecimentos da decimas pagas de 1869
a 1871 a razo de 360*000 : 4' um maudado de
penhora txecutiva pea quantia de 300;OO de
alaguis vencidos para ser executado cuntra o
mesmo aquilino : venho do alto da imprensa de-
clarar que falso : porque quem fez os con-
certos na casa da ra das Larangeiras n. 29 fui eu;
2-* que nao dei e nem podia dar a collecta a mes-
ma casa por 360*900 para pagamento de
impostos quando ella me est arrendada por 240*
em um contrato assignado do proprio puuho do
Sr. Salustiano ; 3' que nao podia o Sr. Salus-
tiano pagar decimas na razo de 360*000 e 1869
a 1871, por estar em juizo desda antes daquella
lata a questo de reconhecimento e valida Jo do
contrato aliudido e contra o qual malvolamente
se opoe o Sr. Salustiano ; 4" que nao po lia per-
der o mandado de que falla nao s por ser elle
de 315*000 e nao de 300*000 como por me ter
sido intimado hontem e ter eu pedido a compe-
tente vista para allegar um direito nos cooopeten-
les embargo?.
Paranlo liqae o Sr. Salustiaoo certo que taes
artimanhas nem me amedrontam nem desconcei-
tuara.
Felizmente, somos bem conhecidos e todos an-
bem que se reato contra a sauha de S. S. por-
que nao estou disposto a deixar-me espoliar.
Basta por hoje.
Martinhe Jo? de Faria.
pr*
S ella !.
E' certamente s o Campos da ra do Impera-
dor o. 28 quem pode com mais vantagem, forne-
cer e recheiar as dispensas, tanto do mais bas-
tado, como do mediocre pai de familia.
E' anda s elle a quem se deve d: r a preferen-
cia na compra de todos os gneros para as casas
de familias, notis, collegios, etc. etc., pois no seu
armazem se encontrar serapre um ccmpleto sor-
timento dos mais e-colhidos gneros, viudos al-
gnns de conta propria.
E' ainda s elle quera t-IT-rece a todos sera dis-
tinecao, a vantagem de mandar aos seas deslinos,
os gneros comprados em seu armazem.
As novidades do Cam-
pos.
Carne de carneiro (secca) pela primeira vez oeste
mercado.
Pequeos barris cora lingoas em calda.
Manteiga ingiera e franceza em latas ce duas e
quatro libras.
Queijo e carne do serto.
Ceblas a I* o cento.
O Dr. Adnao Luiz Pereira da Silva, tendo sido
convidado pelo Exm. Sr. vice-pre3iden\e da pro-
vincia, para ir em commissi ao pre-iilio de Fer-
nando de Noronha, para onde parte boje, e nao
tendo tido tempo de prevenir aos seos olientes, do
que espera ser desculpado, deixa enr. sea lugar
para t>do o myster de sua pmfh&ao, ,a sea dis-
nn-to amigo e collega, o Sr. Dr.Mala(|uias Anto-
nio Goocalves, ra da Cruz n. 26, qae se pres-
ta altendendo aos interesses de seus doentes, a
dar consullas das 10 as 11 horas da nranhaa de to-
dos os dias em seu consultorio ra larga do
Rosario n. 50 ; e para todo e quakjuer negocio,
ao seu amigo e prente o Sr. Antonio Gomes de
Mallos, ra do Cabug n. 4.
Francisco Pinto Moreira faz publico que ven-
den ao Sr. Antonio Alves da Costa Jnior a toa
taberna sita ra do Lima n. 30, livre e desem-
barazada de dbitos e de qalquer onas : se al-
guem se julgar cora direito a qualqner recltma-
cao, dirija-se mesma taberna no raso de tres
lias.
No armazem do porto do capim a. 5, pre-
cha-se fallar com o Sr capillo Autonio Peregrino
. Cavalcanti de A'bcquerqae, a negocio de sea in-
ruas, cbaos proprios, s por ter urna d'ellai grande] teresse. "
Companhia brsileira, equilibrista, eqaestfe, gymnastica t
acrbata.
DIHECTOR K ARTISTA
Beneficio do Lycso das Artes e Officics
(SE 0 TEMPO PERMITTIR)
Grande e variado espectculo, estra do joveu Maooelilo (fi.ho de Sergipa ) e da
Sra. Freir insigne equilib is:a.
Os bilhetes vender-se era casa rk companhia roa de San Isabel d. i, das 10
horas da maili3a atoa hora de principiar o espectculo, pelos preces seguintes :
Camarotes para cinco pessoas l->00
Cadeiras taoto para senboras coico p3ra homens 2(5000
Entrada geral para todos i000
A bandeira nacional arvorada no tope do mastro do circo, sicnal certo de haver
espectculo.
O resto dos Lilhetes est a dispo.i^ao dojpubco, no C'ub Pernambucano, onde
se acha a commiss3o encarregada de os passar, durante todo o dia de hoje at a hora
do expectaculo.
N. B. As pessoas que fizeram o favor de tomar bilhetes para passar, podem
entregar os que nao hoverem passado, no Clube Pernambucano, al o meio dia.
vigor doCabello
D CELEBRE E FESTEJADO CHIMICO
GRANDE PRODIGIO E EMPEBHO DA POCA
N5o ha parte alguma do corpo do que mais depanda da sui belleza, do que
um cabello bonito. Sejam as nossas feicoes ligeiras, m3s tenhamos o cabello bonito,
eis-nos com um rico encanto ; pelo contrario, seja o cabello rujo e spero, eis qu
toda nossa pbysionumta, por mais sympaihka e expressiva que seja, por si s, esmo-
rece, e asstime um aspecto sera nteresse.
Neste sentido desojamos mui respetosamente chamar a especial altenco das
senboras e cayaleiros de bom goslo para a delicada preparacao cima mencionada.
O \igor do Cabello o resoltado de urna longa serie de estados profundos,
emprebendidos pelo incansavel chimico Dr. Ayer, auxiliado por outro profesores emi-
nentes, com o fim de descobrirem urna nova preparacSo para os cabellos, que, sera
conter as propriedades nocivas que se encdjtram gassas outras. que mais tarde occar
sionam |a perda dos cabellos, fossa refmeSt"nicaz~p"ra conseguir outros effeitos de
ha muito desejados
O Vigor do Cabello, nao ^uma tintara, nem contera substancia
riosa. N3o suja as m3s, nem a allega, e nem a cambraia mais nna.
mette :
alguma inju-
O Vigor pro-
& Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formado da caspa. Evitar e corar a queda dos cabellos, e restan-
rar a cor natural. Torna os cabellos macios. sedosos e brilhantes. perfumando-os
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos org3os vitaes de que depende c
crestimento do cabello, fazendo-o crwcer abundante e viroso. Com o uso quotid.ano
do Vigor, as calvices ser3o neutralisadas, caso as glandes espillares nao se achem cor-
rompidas.
Senboras e homens que antes da idade se vam cheios do cabellos brancos, e
que tem perdido a esperanca de ver restituida a sua belleza natural, este bello orna-
mento physico, regosijar se-hao quando virem os effeitos que pdem conseguir com o
uso do \igor. Paraos toilettes em geral. n3o se poder encontrar perfume mais agr-
davel e delicioso do que o Vigor Ayer.
Vende-se em todas as drogan &, pkarmacias e
arinarinhos do mundo.
W. a CASSELS ft G.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAEs
CiceroRio
PARA O IMPERIO DO BRASIIL.
de Janeiro
1
Os propietarios deste estabelecimentonico neste generoconvidara ao res-
peitavel publico para cencorrer ao mesmo e analysar os variados arligos que existen),
certas de que encontrar3o, como sempre, franqueza e sinceridade.
AOS APRECIADORES!
genebra de Hollanda,
Presuntos.
Ditos de Gambre.
Pastis de differentes qualidades.
Vintaos do Porto, Caery, Bordeaux e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Chartereuse, Aya-Pana, Crme,
Cacao Cheuva.
Crme de Moka,
etc. etc. etc.
Bol inhos para yli.
Ditos inglezes.
Doce de f ucta secca.
Dito crystalisado e em calda.
Cb superior hysson.
Dito dito preto.
Cbocalare de superior qualidade.
Para Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro
Amendoas cenfeitadas, papis para sortes de differentes qualidades.
AOS EXPERIENTES!
O verdadeiro vinho da Ba;rrada, chegado ltimamente pela barca Gralido.
Al IMPUDOR
Recfrbe se loda qualquer encommenda, tanto da praga como do mato, tudo
com premptido e asseio : a tratar na ra do Imperador o. 26.
Podendo tidos
ser movidos a m3o
por agua, vapor,
ou auimaes.
Pede aos senhores de engenho e outros agricultores, e empregadores da ma-
chinitmo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verera o novo sortimento
completo que ahi lem ; pois sendo tu*o muito mais barato em prefo do que jamis te-
nba vendido, est ainda superior em qualidade e fortido; o que coa a inspeccSo pes-
soal pode s% verificar.
PEDE ESPECIA/, ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
LDOreS 6 rOiiftfi i'flP'nfl liu rr';'is m,,^ernos -^ternas, e em
f*\*M. ^/o o i vj *a) u ag ua tamaobos convenientes para as diver-
sas circumtancias dos senhores propietarios.
OendaS d6 Ca-Tinl ie t0'lS S tamar'uos as melhores que aqu
Rodas dentadas para anmaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre*
Alambiques e fundos de alambiques.
MftfiltYliicilYinC para mandioca e lgod3o,
uai/iiinibmos e para 8errar madeira
XOmOaS de pateDte garantidas..............
lelas as machinas e peca8 de qe se cosloma preCisar.
Faz qualquer concert e machinismo preco mu re8Bfflid0,
Formas dfi ffirrO tem as me'ueres e mais oarat3S exislentea no mer-
C3IO*
T1!! P^mmanrlcie____Incumbe-se de mandar vir qnalqoer macbinisHio von-
uuuiluUBUUtta lade dos c|ieDtes> lembrano-lhes a vantagem de fa-
zerem soascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qualquer necessida-
de pode Ihes prestar auxilio.
Massa fallida
DE
AMORIM, FRAGOSO, SANTOS 4 C.
DIVIDENDOS PAGAIL
S3o convidados es senhores credores abaixo no-
tados comparecenra do escriptorio da roa do
Vigario o. 13 primeiro andar, para reoeberem as
quantias que Uie pertfneera, proveniente* do i.%
1, 3., 4., 5.' e 6.' dividendos. Os pagamentos
serio feitns todas as qnintas-feiras das 11 horas
da roanbaa a 1 da tarde, e at o dia 26 do cor-
rente.
Reclfe, 3 de maio de 1871.
Os Srs. :
Abraham Ew.-tivard
Antonio Fernandes Ribeiro
Antonio Barbosa de Barros
Antonio DomiDgos Pinto
Antonio Bernardino Scnna
Antonio do llego Hedeiros
Antonio Mara O'Cnnnel Jersey
Antonia Mara do Rosario
Alves & C.
Antonio Leite de Magalbaes Bastos
Barbosa it Simdes
Itahia Irtnos & C.
Celestina da Costa
Caetana Carolina da Costa Ramos
Caet.".ua Oiympia da Costa e Silva
Campiano A Cordeiro
Carvalho & C.
Caixa Filial do Banco do Brasil
Domingos da Hocba
Eduardo Presin
Felisarda da Costa
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo
Francisco Siruoes da Silva
F. H. Cordts
l'ri.nci.-co Guodcj do Arauj>
Francisco Goncalves da Silva Pereira
Francisco Men
Francisco Pereira de Medeiros
Francisco Manoel Barroso
Ferreira & Martins
Flix Autori > Alves Mascareobas
Francisco Joo de Barros
Goilherme Ferreira Pinto
Isabel Mara da Costa
John yiily
Jos Gomes Vieira
Jos Nogueira da Costa Soares'
Jos Baplista da Fonseca Jnnior
jo> Luiz Ferreira da Costa
jos de Fontes
o; Maria Ff rreira
Jo- Felippe Martins
Jos Portella da Costa e Silva.
Joao Jos Gooveia
Joao Silverio de Souza
Joao Baptista de Albuquerque
Joanna Maria dos Prazeres
Krabbe Tbo.u & C.
Lucrecia, escrava de L. J. C. Amorim
Muas assocaradas de Brislol.
SAO CONTEM NEJ1 CALOMELANOS NEM NENHUSI
OUTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em podermos com
toda a conflanca e seguridade, recommenda
as pilulas vegetnes assucaradas de Brislol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
coraposiclo dessas pululas, que por ani se
vendem, mas sim, lo preparadas com ae
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
baver cnimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
'iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regies do
figado, assim como sobre todas as secre-
ces biliosas. Isto de combinacSo com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
Qatureza, que jamis fora apresentado ao i Laefo RoTcolo silva
publico. As pilulas vegetaes assucaradas i Manoel Alves da Costa Brancante
de Brislol, achar-se-ho sempre um reme- !
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affeccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Dspepsia, ou indi-
gesto,
iAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago e
' flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Manoel Antonio de Carvalhj
Manoel da Silva Sampao
Manoel Ferreira da Silva
Manoel Alves Barbosa
Manoel Joo Antunes Torres
Maria Eleuteria
Mara Isabel da Costa
Maria Isabel Baptista da Fonceca
Massa de Jos Luiz Pereira Jnnior
Massa de Francisco do Reg Mello
, Maraes Barros & C.
Man hlito, e irregu- Mello & irmo
laridades do sexo (Orphos de Agostinho Baptista da Fon
femenino, &**
Dores de cabeca. | { -"sWn
Em todas as molestias que denvam > Raymundo Carlos Leite & irmo
sua origem da massa do sangue: a salsa \ Simeo Joao Alves de Carvalho
parrilha de Brislol esse melhor de todo^ Simn Len Ploy
os purificadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente,Victorino Augn.-todeCarvalho
preparadas para obrarem de harmona urna XiaD,na Guiiar5eJs ... _
ion! a outra, quando fielmente assim se faz, Dividendo embargado por Ma.a 4 Esp.
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o do en te nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, de C.,P. Maurer
4C, A. A. Barboza, Barthlomeu 4 C 5
pharmacia americana rna doQuei.nado n.
CONTRA FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecid
aesta praca, toma seguros martimos sobre
aavios e seus carregamentos o contra fogc
am edificios, mjrcadorias e mobilias: ni
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo^___
Tliomaz Ferreira da Cunha
Thomaz Caborn
Theodora Joaquina de Souza Braga
de Manoel Azevedo Ca-
i36fl
42.5000
74286-
54400
13W0
63300
I 440
4oi"80
3*220
39i580
2*008
3:044*86
47*570
38*000
195000
840*000
284*904
330600
59*360
50*880
22:J77
20*140
HfOOO
rsan
200
86JTOO
94*500
31*650
298*680
69*520
78*000
(77*440
955
68^608
516
74520
16*383
13*390
235360
48500O
1865740
120*000
7550(0
155590
1195880
434*000
18*000
21508
195000
255220
475500
105800
44*760
45010
17*490
3*700
399*456
10*640
38*000
26*882
305*480
65*200
3*750
54*720
192*662
1950t(t
328*830
55*760
148*400
2i*00O
127*168
72*000
95*930
44*290
295260
rito Santo
nario 843*600
Reclfe 25 de abril de 1871.0< administrado-
res, Jos Jeronymo Monteiro, Justino Jo de Souza
Campos.
raa
pri-
di-
Attenpao
O Sr. Salyro Emiliano de Meira Vasconcelos
tenha a bondade de vir ra do Hospicio n. 64 a
negocio que o apahor nao ignara._______________
Queui precisar dn urna mullier para coser
oa para tratar de meuino, dirija-se roa da Sen-
zala-velha n. 94. -_________,______________
OITrireee-SH ama ama de leite sem nlbo :
quera qnier dirija-se raa Direita n 2._______,
Q o ii proejar 4j 3:0000 a jur.s sob hypo-
theca m beas d) r.ii?, fiiten|a-se no armazem
da rna do tmpfrador. n. lo, que se dir quera d.
Aluga-?e o 1* anlar da casa o. 25, ra da
Sania Rita, na ra Jo Qacimaia a. 1.
Na travessa da
das Crnzes n, %
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qoal foraqnan-
tia. Na mesma easa com- g
m pram-se os mesraos me- II
2 taes e pedras. 3
nmeittni s mi
Offerece-se um rapaz brasileiro para k-c-
cionar primeiras lettras, em qualquer do? enge-
nhos desta capital e suas imfneUiac5es, por pn-
ca muito com modo e mediante a) condiedes 400
frem contratadas : quem precisar dirija-a* a
ra estreita do Rosario easa a. 10 : assim como
a mesma pessoa se proroo a ser caiairo de qual-
3aer engenho, conforme o ajuat qn se hoaver
e faier.
Oficiua de marmore
Raa da Crines nuatero 11.
Gravam se letras a 60 rs., a pedra para u Oitaa
1# o pauao em quadro.
t


-r~
Diario de t'eriiaiubuco Quuita eir 24 de Maio Je 1811


Hotel da pra^a
PATEO DA BIBEIRA DE S. J
MERO 9.
O boto proprietario desta estabelecimento (ou-
Won Hotel da Boa Fama) nato aovaioMU orga-
rsado o, vem mu respeit mmente participar ac
reapeitavel publico, qaa os mu raa.ucntadore
poderlo apreciar a espteialidaflV flkfl
menucio:*, e lambem reeebom assSfMHKHl a-
carregam de mandar comidas em qualqaer cas,
lulo por preco commodo.
N.9Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9.
Limonada e agua gazoza
O Srs. Hunrique Leiden & C teera a honra de
participar ao respeitavel publico, que desde egora
aio prumptos em satisfazer qoalqner pedido ueste
refresco, seja para negocio ou para particulares.
Lerobramos novaraenie a nossa cerveja nacional,
branca e preta
AMA
Precisa-se, para casa
de pequea familia, de
urna ama, que engomme
eande com urna menina:
tratar na p ac da Boa-
vista n. 30, 2* andar.
D-se uui cont e frsenlos mil res a pre-
mio scb a garanta de hypotgeca em propriedade
aeeta cidade do Recife : a tratar na ra Duque
de Caxias n. 53.
m Precisa se a lugar urna escrava que
saiba cozinhar com perfeico : na fa-
brica a vi por de cigarros, ra larga
do Rosario n. SI.
flotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel ha ver todos os domingis e
das santificados boa mi de vacca ; issim como
ha lodos os dias pela manba excedente papa da
bem conbecida gomtna de milno de Glasgow e
New York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to qne em outra qualquer parte. Previne-se que
o eozioheiro desta casa leve bora mestre e emen-
de peritamente de sua arle.
N. 9-Pateo da riberl de S. Jos-N. 9
Alviparas.
&04000 a quera achoii
e juizer entregar os documentos seguintes, perdi
dos dentro de uns autos deixados em um vangon
do trem* de Olinda.
1.* Urna licenca dada pela cmara municipal,
para o proprietario da casa terrea da ra das La-
rangeiras n. 29 demolir a cornija, levantar frontal,
eoUoear cano de esgoto, rebocar a frente e oitoes,
> concertar a coberta, obras que foram ejecutadas
pelo proprielario.
i* Urna certido do consulado provincial, com
a qual provava que a dita casa, onde Martinho
Jos de Faria tem um hotel, fura por elie dada
colleta para pagar os impostos sob a base de 360/
annuaes.
3.* Dons conheeimentos das decimas pagas de
1869 a 1871 a razao de 360i.
4.* Um mandado de penbora executiva pela
qnantia de 3004 de alogueis vencidos, para ser
exeeouda contra o dito inqullno, e alui de>te>
mais alguns opontamentos particulares.
Os autos foram entregues na estaco da ra da
Aurora, faltando os documentos que so mteressam
ao inquilino Martinho Jos de Faria ou ao abaixo
assignado, que offerece a joanlia snpra a quem
Ibos restituir.
S lusitano A. P. de Souza Prez.
Ao cofnmrecio
Os abaixo assignados, membros da sociedade que
tem gyrado sob a firma social de Goncalves Ir-
mo & C fazem scente ao publico e especialmente
ao commercio desta praca e de entras, com as
quaes tem transadles, que, por muluo accordo,
deixou de fazer parte daqaella sociedade o ex so
ci Manoel Jos Honteiro Torres desde 31 de de-
zembro de 1870, de cuja sociedade se retirou pago
e satisfaito de sen capital e lucros, e desonerado
de todos os compromisos relativos i mesma : a
liquidado do activo e pas-i vo fica carfo do ex-
socio Antonio Goncalves de Azevedo, cumparii-
Ihando da mesma o tambem ex-socio Marcelino
Goncalves de Azevedo. Recife 22 de maio de
1871'.
Antonio Gonjalves de Azevedo.
Marcelino Goncalves de Azevedo.
M;.noel Jos Monleiro Torres.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
padaria : a tratar na ra dos Pescadores n. 1.
JORNAES ILLUSTRADOS, HESPANHOES
As pessoas que desejam conhecer os jornoes La
Moda Elegante Ilustrada e Ilustracin Espaola
y Americana, podem mandar aviso na ra da
Cruz n. 3 primeiro andar, ou na da Irnperatriz
n. 48 primeiro andar, que se Ihes enviaram al
guns nmeros dos mesmos. Em abono de dito?
jornaes, bastara dizer-se que tem o primeiro 30
annos e segundo 16, de poblicacao, sem a menor
nterrupcao. Isto e o fabuloso numero de subs-
criptores que c ntam em America e Europa; indi-
cam a importancia luterana e material que conten
aquelles jornae-. Para mais esclarecimentos, in
formaro na agencia.
III
IUII
DYVETOT
nica casa neste genero
HRoa Estrella do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
REMEDIO INFALLIVEL
Para as sez53a, febres intermitiente.0, remitientes e biliosas
DESCOBEBTO E PBEPARADO PELO CELEBBE MEDICO E CHIM1CO


| Nesta poderosa e mpagavel preparagao,
nSo entra quiDa, arsnico e era bisrnutho.
Este maravilboso remedio nicamente
composto de um s prodacto vegetal, e
esse mesmo desconbecido at boje scien-
cia cbimica.
As sez5es, febres intermitientes, remit-
tentes, biliosas e perniciosa inQammatoria,
todas tendo sua origem na mesma causa, e
prodozindo os mesmos effeitos, porm em
grao differente de inlensidade, necessitam
do mesmo tratamento. A causa acha-se-
nos efflavios contagiosos qne se despren-
der da vflgetacio corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
neno sobtilissimo e insidioso qne se absor-
ve pelos piilmes e penetra no sangue, de
sorteqne a molestia s vetes accumula se
por muito tempo no systeraa antes de fa-
xer sentirse.
Este veneno diluvial, que o sangne re-
cebe pelos pulmoe.", opera as sez5es da
maneira seguinte: sua intensa rritagao no
systema faz encerrar todo o saogue no
corpo nos excretarlos internos,o ligado,
os rins, o pncreas, o bago, o estomago e
os pulrxoes,alguns dos quaes ou todos
DR. J. C. AYER
da superficie do corpo ; eis a causa do
periodo fri.
A febre cau-ada pela reaegao, qrnndo
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'om ouiro
esforgo violento para expulsar o vtneno
atravz do ou tro excretorio chamado pelle;
to pouco consegue a natoreza neste se*,
gundo esforgo como no primeiro. Depois
egoe o desmaio e prostragao que natural-
mente succede s grandes agitagoes, e o
insiincto do nosso organismo o faz abando-
nar a tentativa at que, recobradas as tor-
cas, renova no ontro dia a luta desespera-
da. Saccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, inchados, terriveis dores de
cabeca, oppressJo e latidos as foct s,
pulso clieio e tm te, ourina muito corada e
sede intenta ; eis o periodo de calor. De-
pois de algum Urupo (que v^ria geralmen-
te de duaa jEco^jjras). urna transf/if-
go copiosl percorre por todo o corpo.
Estes sym|tinas vilenlos passam e dei-
xam somewe urna sensagSo de prostraga
completa, se que o ataque nao tem fedo
algum mal orgnico. Se n3o se tomar al-
gn remedio adequado para curar a mu-
elles s5o amontoados do sangue retirado
Vende-se em todas as pha-rmadas-e drogaras do imperio
lestia, os accessos Continuara a repetirse
com nma regularidade correspondente ao
seo typo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificada
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se lbe opponba. E' evidente, pois,
que qualquer remedio destinado a curar
esta molestia, deve destruir este veneno no
sangue, ou arrojado fura delie. Com
grandes e pomposos anouncios tem-se offe-
recido mudos remedios para a cura destas
molestias, porm ou nao tem sido bastante
eflicazes ou teem produziio effeitos preju-
diciaes sade em geral. A quina, ainda
que seja o grande recurso, em que o povo
quasi em geral maior confianza tem, pro-
duz mudas vezes effeitos desastrosos, e to
ruada em grande qaantidade serapre pre-
judiciusa sade geral. A preparagao que
aqu olferecemos ao publico, n3o contendo
em si mnliuma dessas substancias injurio-
sas, por ser nicamente vegetal, promelte,
se for empregada segando as direegoes na
lingna portugueza, que acompanha cada
frasco: estimular os grandes excretorios
internoso figado, o baco e os rinsa se-
parar do sangue o veneno offensivo e ar-
roja-1 o do corpo.
CASA DA FORTM
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 83.
Aos 20:000^000.
O abaixo as?i(nncto tem serapre exposto ven-
da o felires bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, como costama, qualqaer premio.
PRECOS.
Inleiro 21*000
Meio l<009.
Quarto 6*000-.
Manoel Martina Finu.
ADVOCADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67
LIQUIMQAO
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da ra do Barao da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
O dono daquelle estabelecimento, querendo acabar com elle at o tira do correte anno, convida aos seus numerosos
freguezes a aproveitarem a circumstancia para munirem-se por barato prego de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chai eos de sol de todas as qualidades, tamanbos e feitios, tecidos, armagoes e mais aviamentos para os mesmos, armas de
fogo, cuidara, bengalas, chicotes, e urna inflnidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afadores para navalba de J.
Pradines, premiados as exposigCes de Pernancbuco, Londres e Pars.
MANUEL l C.
Tem a satisfag3o de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife d. 9, beje ra do Mrquez de Olinda,
onde acbar3o os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
gos mas commodos do que comporta o nosso mercado: cenvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
mag5es as (azendas que a demora da fabricagao bem diminuta.
mm
Oapitaes de campo
Roga-9e ao9 enhores eapities de campo compa-
rc-gam ra do Queimado n. 30 aonde se Ibes de-
seja fallar.
A os senhores de engenho
S Um estrangeiro qne frequentcn por alguns an-
nos 03 collegios de Franga, se offerece aos senho-
re. de engenho, dIo s para leccionar primeiras
lettraz portnguezas, como para ensinar o francez
cora toda a perfeicao e assnmpto francez em es-
pago de seis nuzes, pelo grande conbecimento das
maneiras mais facis de aprender-se e de como se
ensina nos collegios francezes, alera de ter grande
pratica por ter tambem j leccionado em engenbos
das provincias do Brasil ; qaem de sea presumo
se quizer utilizar ple deixar carta feixada a
qualquer bora, com endereco a Mr. R, B., na rna
da Impera i riz n. 5, loja de modas, rna do Livra-
meoto n. 17, loja, e roa Direita n. 118, botica.
^^^
Precisa-sede nma que sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
. inilia : na ra dos Pires, ta-
beroa, amigamente n. 56 e boje 64.
NUVENS
Versos de Plinio de Lima
.V-signatura na typographia do Correia Permim.
oucano e iivrarlas dos Srs. Laiilacar IMairafe.
Chapellerie desdamos
Este estabelecimlbto previne s Ex mas. senio-
ras qne acaba de receber pelo vapor Sindh um
lindo sortimento de chapeos para senhoras e me-
ninas, tornndose recommendaveis pelas lindas
formas, qne sao mais elegantes qne o dos (antigos)
Tirolicns : portanto rogamos s Exmas. Sras. qne
qufiram visitar nosso estabelecimento, qne se
acha aberto at 9 horas da noite, aonde encontra-
rlo os chapeos de mais gosto que tem apparecido
actualmente.
Chapellarie des dames, rna do Cabng n. 12
! andr.
Uasas em Olinda
Qnera precisar tomar alguma casa por arren-
damento, fazendo os concertos qne precisar, dir-
janse roa do Imperador n. 28, armazem do
Campos.
O Sr. Dr. advogado
Braneo queira apparecer na
2, a negocio.
Laiz Lopes Oastello-
rua do.Queimado n.
Correspondencia de Portugal
0 encarregado da entrega desta folha previne
aos asignantes que d'ora em diante ser entregue
na roa do Vigario n. 15, 1* andar, no esenptorio
do agnte Per tana, e previne-se que s se entre-
ga a vista dos candes.
Ecriptursco mercantil.
Urna pessoa qne dispoe de tempo, com longa
pratica de conlabilidade, encarresa-se de escrip-
torar os livros de qnalquer casa de commercio a
retalho ou mesmo e imporlacao, para o que po-
der ser procurado travessa do Queimado n. 3,
escriptorio, ou rna Imperial n. 148.
Precisa-se de nma ama pa-
ra cozinhar para urna casa de
pouca familia : a tratar na
rna do Amorim n. 3, armazem.
%m%
^m^
.Na ra da Fraia n. 37, t1
de ama ama de boa conducta,
para penca familia.
andar, precisa-se
s para co:inhar
Cypriano Antonio Kodrigues em companhia
de scu fiiho o Rvd. padre Joo Antonio Rod-igues,
vai capital da Parahyba, d'onde estar de voita
oestes dez dias, e durante saa carta ausencia dei-
\a por s.eu procurador sua mulber D. Antonia
Leopoldina Pessoa Rod ligues.
Joaquim Jos Gongal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 5, l4 andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
Miao, em Braga, e sobre os seg-tictes Ingares en
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valene.
auimaries.
Qainkn.
'Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ve*.
vianna do Castillo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Via-.Nova do FatntcJo.
lamegj.
Lao*.
Corhi.
Vascal (Valpasso).
lirancua.
*Ji.
Precisa-se de ama ama for-
ra ou snjeita para o servido
de casa de ama pessoa : a
tratar na ra da Cruz n. 18, 3* anJar.
^fluga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Olin-
da n. 60, outr'ora ra d Cadeia, com commodos
para familia ou escriptorh, tornando-se recom-
mendavel pela boa localidade e sfr muito fresca :
a tratar no armazem do mesmo, ou na ra da
Irnperatriz n. 8.
A quem interessar,
Itamarae.
D. Antonia Coelbo de Andrade, lima legitima de
Jcaquim Jos Coelbo e sna mnlhr D. Merenciana
Francisca de Andrade, ja fallecida, moradores no
Pillar de Itamarar, vem por meio do presente fa-
zer publico e protestar em qualidade de nica her-
deira daquelle casal, contra a venda que acabara
de fazer seu pai e madrasta a Francisco Cordciro
lavalcaote, tenente-coronel da extncta guarda na-
cional, de um cnrral de apanbar peixe, denomina
do Barreta, sito na estaco daqndla ilha, com ca
na, ferro e redes pertencentes ao mesmo curral,
na importancia de GOOj, visto eomo acbande-se
dito sea pai com 83 annos de ida le, e sua ma-
drasta Iludida, a refarlda venda nnla em direi-
to, como em tempo opportnno ba de provar, bem
como o estado de sna madrasta, que publico e
notorio niquelle logar, a que aquella venda foi ef-
fectuada poneos dias depois da se haver angido
e sacramentado seu pai 11...
Quipotest capere capiat.
Arrendase um engenho distante Je?ta prca
cinco legoas, com bora sobrado de vivenda, apel-
la, excedentes trras de planta^oes, casas para
lavradores, porto de embarque na porta, pedreiras
e fornos de queimar cale muitas entras vantagens
que se apresentaro aos pretendentes na ra da
Soledade n. 78.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crvao na cidade de Nazareth deeta provineta.
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aqnejle negocio qu* V. S. se eomprometteu reali-
sar, pela terceira chamada desta jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor san
fibo se achava no es i lili.
A Sra. Mara Candida Vilella, professora
particular, que roorou ou mora em N. S. do O'
em Goyanna. rogada a vir roa do Cabug nu-
mero i B.
0 Sr. fermilo Cbaves de
Souza
Per se ignorar sua morada, pede-se-lhe que
chegue ra do Amorim n. 37, concluir neg*
ci de sea interesse.
Tasso Irmos & C.
I
Eiisino de preparatorios
^SEGUNDO O NOVO PROGRAMMA
M Para exames
B O professor Torres Bandeira tem aberto 2
ffi para os moQos, que se prf parara para a 1$
j Pcculdade de Direito, alm dos cursos de ^M
W philosophia, de rketorica e poetiva, e de J
geoqraphia e historia, um curso especial &i
M de lingua portugueza; e em relajo s Q
JJ senhoras, enjo ensino tambem se dedi ^
fff( ca, igualmente se prope dar lices de w
linijua portugueza, de lingua franceza e *L
de geographia. Mora ra dos Mariyrios g
n. 1, segundo aedar. 9
OOQoQQQO QOQOufO
O agente Pestaa participa ao poblico e com
especialidade ao respeitavel corpo do commercio
que mndou sea escriptorio para a ra do Vigario
n. 15, 1* andar, onde podo ser procurado das 9
horas da manha as 4 da tarde.
Perguuta innocente
Porque ainda se espera para annunciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
lar permanente desta cidade ? Responda quem
competir.
Aluga se
um sitio na Torre, cora ex:ellente casa de vivenda
e banho frente desta no rio, sendo ptima rao
rada para estrangeiro : a tratar na rna do Pires
n. 29.
Urna pessoa com pratica de taberna deseja
associar-se e entra com fundos suficientes para
um estabelecimento desta ordem, solteiro e sem
familia : o proprietario do estabelecimento ou ta-
berna que lbe convenba dar sociedade, Jirija se ;
rna estreita do Rosarlo n. 36, 1 andar, que acha
r com qoem tratar.
Precisase de 1:3001 a i 0,3, danic-se hy-
petheca em eseravos : a quem convier annnncie,
indicando a morada.
\
Prteisa-se de urna ama
tara o servico de pequea
amilia e tratar de urna en-
anca, paga-se bem : na ra Direita n. 127, i
andar.
Amnn Precisa-se de duas amas, urna para
t\ lllfln cozinhar e outra para engomraar
roa Diceita n. 26, 1 andar.__________^^
na
Sitio para alugar
Alnga-se nm oom sitio com muitas arvores de
fructo, grande casa de vivenda com commodos pa-
ra grande familia, na Passagem da Magdalena :
a tratar no escriptorio de Domingos Alves Matheus
ra do Vigaiio n. 21.
Preejsa-se alugar urna preta escrava de
conducta afianzada para tratar de tres meninos,
na roa do Mrquez de Olinda n. 33 : a tratar coa
.Alfredo Jos Anionio Giimaraes.
Precisa-se de urna ama
para todo servico de urna
casa de pouca familia : na
ra Duque de Caxias n. 12, i* andar.
%%%
Chocolate de sade, de Minier
E' pelo sen agradavel gosto e suave aroma qne
est elassifleado como a primeira qnalidade d*
chocolate, e com justa razo o procuran) como o
melhor de todas as marcas de chocolate conheci-
da s. O bem coohecido norae de Menitr nos dis-
pensa de sermos mw estensos.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
nnmere 57.
Casa de campo
Aluga se um sitio e casa de moradia no prin-
cipio da estrada do eneanamento, eom dnas alias
3 quartos grandes, copiar, cozinha fon, dlspenja,
mais um quarto, e cacimba de excellente agoa
para beber : i tratar no mesmo lugar casa de
oilCes ama relio?.
Precisa-se de nma ama para casa de pouca
familia, servico interno, pagase bem : na rna da
Moeda n. 5, r andar.____________________
Offerece-se nma pessoa habilitada para refi-
nado, quer romo mestro quer eomo ofllcial, e
tambem se < Iferece para tomar conta de qual-
quer taberna por balar co afflancando a sua
condnta : tratar no pateo do Paraizo n. 2.
de casa de
n. 11
Precia se de nma ama qne
cozinhe e engomme bem e
saiba ir, tar de todo servico
hornera solteiro no pateo da Ribeira
Pn cisa-se de ama ama qne
saiba cozinhar e de boa con-
ducta, para casa de familia :
ia do Vigario o. 5, t andar._______________
V^V
AO PUBLICO
Para evitar, entre familias qne se derem re-
peito mutuo, a reprodocSo de factos f guaes ao
3ue leve lugar rna de Martillo Dias, na tarde
o dia 21 do corrente ; rogamos encarecidamente
ao locatario do 2* andar e solio, dntn predio, da
mesma ra, a respeito do qnal re ocupou a Revis-
ta deste conceilnado Diario, em o n. 107, o favor
de exsmplilicar os seus fmulos' ou eseravos, do
modo e em termos, a que as picardas pralicadaa
por estes, para com o locatario do Ia andar do ci-
tado predio, nao se estendam s familias qne oc-
cupam predios visiohos, sob pena de soffrer ama
justa e seria reprimenda pela sua relaxaco mi-
ral nos actos de sua vida domestica.
Devemos muita deferenca e attenclo ao locata-
rio do citado predio ; mas essa attencjto e delica-
deza que para com elle temos, nao nos faz abdi-
car o direito de repellir offensat que nos parece
ser por elle alimentadas contra lodos os principios
de honestidade e decencia.
Recommendando-lhes pois, toda a camella e
desenpeo sobre o que fica dito, julgamos pres-
tar-lbe com isto nm servico, se os anteriores avi-
sos nao constiluem sufflciente correctivo para
obliterar as scenas desagradaveis de que somou
testemunhas olTendidas.
Maio 22 de 1871.
_____________________Um seu visinho.
Doces, flores e finetas
Ruada Cruz n. 13
Sorvete todos os dias e nontes,
Prezunto em fiambre, as libras.
Lanches todos os dias. differentes.
Gelea de mao de vacca, goiaba e arar. '
Doces de fructas Cbristalisadas.
Bollos, podios e podel.
Bollnos, pastis e bom bocados.
X ir.'pcd de limo, maracuj e grozella.
Bandejas com boln nos, eofeitadas.
Boquetes de cravos para noivos.
Boquetes para jarros.
Precisa-se de nma cosinhelra livre ou ei
crava : ra dos Progresse(Soledade) n. 7
Precisa-se de um mestre fornei o, para
urna padaria na freguezia de Una: a pessoa
qus tirer as habilitaedes necessarias para este ofi-
cio, pode dingir-se ra do Principe n. 3, oa no
caes da Escadinha n. lo, qne ahi achara com qnera
iratar
COMPRAS.
Compra-se
um sitio que tenba arvores, sendo em conta : na
ra da Irnperatriz n. 31. **
COMPRASE
frascos vasios da tiniura jiponeza, e pagase a 80
rs. rada um : ra Duque de Caxias n. oO, o
Mrquez de Olinda n. 51.
Compra se na ra da Senzala-nova n 30 os
aviamentos para fazer farinha de mandioca.
Compra-se nma casa terrea em alguma d&i
ras prxima ao largo da Penha, como sejam, do
Nogueira, Padre Flonano, S. Jos, Santa Rita,
etc. : no 3 andar do sobrado n. 36 na rna das
Cruzes.
AOS 5:000*1000
Estao i venda os felizes bilhetes da
tahia. na casa feliz do arco da Conceico, loja d
orives no Recife. _____________________
ATTENCO
o
O proprietario do mnibus paia Caxanga faz
sciente ao respeitavel publico que de boje era
diaate as passagens seio de 500 rs., e as asigna-
turas de 20, do I* de junho em dianteJ________
Custodio Jos Alves Guimares, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimares, Pontes
14 C, desta praca, previne quem interessar pos-
[sa, que est proraovendo a dissolucao da mesma
ja, Qrma, e entrar em seguida na respectiva liqui
Ao cordao deouro.
40-DA RA LARGANDO ROSARIO-40
de
Manoel Fcrreira do Santos
Recebeu urna grande quantidade de
obras de hrilhantes, taes como: anaeis,
rozeta?, cruzes, alflnetes para gravatas e
entre ellas um annel e um par derozetas
especialis-imo, tanto pela qoalidade como
pelo i: mai.ho, e tambem outras muitas
obras de pbantazia. Quem quizer ver o
3ue bora e barato no genero, venha a
iia loja que ser bem servido.
s
dacSo ; sendo que nao b letras pelas quaes esteja
a firma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende armar duraue a mesma dissolugo e liiui-
da cao.
Companhia Al lianpa
DE
Jos Antonio da Cunta Guimares tondo de
relirar-se para Europa deixa por seus procurado-
res em Io lugar o Sr. Francisco Guedes de Aran-,
jo, em 2* seu soeio Francisco Ribeiro Guimares,'
e em 3o Antonio do Carmo Ferreira, Julga nada
dever nesta praca nem fra della, mas se alguem
se julgar seu credor teora a boudade de apresen-
tar sua corita no praso de tres dias.
Na praga da Independencia n. 33 se da di-
nbeiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
. preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
3egUrOS martimos estabelecida casa se compra e vende objectos de ouro e prata;
, DU"_ ik J :.. igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
ra Dama em loaejaiieiro |commenda, todo e qnalquer concert tendente a
de 1870. mesma Wte.
.PIT., Ao Sr, Manoel Bernardino V Cavalcaute ou
Tomase^dtmJ^ Pi9a fal1" *
martimo em navios de vella e vapores par*d8b- ]fc ^
Faileoca.
Jos Joaquim Dias Fernandos, administrador da
raassa fallida de Cypriano Alves de Souza, roga a
todos os senhores credores de apresentar-lhe os
sens ttulos de divida no praso de oito dias afim
de poder proceder a cJassifieacao na forma do
art. 859 do Cod. do Com.; a travessa da Madre
de Dos n. 11______________________________
Partidas dobradas.
Urna pessoa habilitada em partidas obrada?, I
podendo dispr de hor.is, offere>:e-se a escriptjrar |
livros de qnalquer esiahelecimento medante mdi-
co pagamento-: a tratar na roa 1* da Man;) a 3'
(amiga do Crespo). ,
Attenpao
i
Na redoacSo da rna io Ran|;l n. 43 precisa-se
Je nm batedor de *fi-jcar, com, e Je am'clifiro
d"l*a Jlapoos.
o e fra do Imperio. Agencii ra do Com-
mercio n o, escriptorio de Joaquim Jos Gon
;alves Beltrao._______________2
A \f A ^a rua do Mrquez de Olindu n. ">u,
**""' outrora Cadeia, precisa-se de nma ama
para cozinhar.
GASA DO OURO ~
Rna do Barco da
Victoria,
Outr'ora rua Nova n. 63 e casos
do eos fume.
Bilhetes garantido* da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre ot
?ens muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
am quarto de n. 915 e tres quartos de n. 40 son
iJ& rte 't00*> >lm de oo'rass ortes menores de
MfOOO e JOiOOO da leteria que se acabou de
extranir (193), podendo seos poesuidores virem
receber, que promptamente sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respti-
^vel publico rara virem ao sea estabelecimento
omprar os felizes bilhetes garantidos, que nic
aeixar de tirar qualqaer premio como prova pelo
mesmos amraneio*.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 3' parte da loteras em beneficio da
greja da Casa Fine, que ser extrahids no dia
quaru-feira 31 do corrente.
jPRECOS.
Inteiro 64OOOJ
Meio 3#000
Quarto lfJJOO
De 100,5000 para cima.
inteiro 3*400
Moto SI7O0
Quarto 1*350
Jlo Joaqvta 4 Costa I.e.te.
Pde-se todos os senhores delegados, sub-
delegados e inspectores de polica da provincia e
de fra dea, a aprehendo de dons meninos
apreodizes de artfices do arsenal de marraba,
desta provincia, o primeiro de nome Jos Nabnco
de Veras, de 14 a 15 annos de idade, braneo, e o
segundo de nome Augusto da Fonseca, de idade
11 a 1S annos, acabocnlado, com a falta de dous
dentes na frente, que desappareceram do mesmo
arsenal no dia 22 de abril Ando, os fazendo reco-
lher ao Sesmo arsenal de marnha.
ATTENCAO
O abaixo assignado deparando com nm annnn-
ci neste Diiio vem por elle mesmo responder ao
annunciante que ello nuna ;ontratou com peseoa
alguma vender pTte de casa que nunca possuio.
porque se assim o flzesse commetteria um crime,
O abaixo assignada pede ao annnnciante que
dispa-se da intriga e falle a verdade sobre o nue
ba entre o abaixo arsignado e o Sr. Valdevno Ri-
beiro da Silva eom referencia s partes da easa n.
248 da rua Imperial, com a resposta do annnn-
ciante o abaixo assignado voltara, tirando a mas-
cara da falsdade. Recife 20 de maio de 1871.
Pedro Jos de Freitas.
:S>
VENDAS.
1TTENCA
i
Vende-se por barato prego nma propriedade a
margera da Camboa dos Remedios, fazendo-se to-
da vantagem ao comprador, recebendose parlo
em dinheiro e parte era letras ou cbjector do
prompta venda : coja propriedade contm urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
tijllos de alvenaria groca e forno que comporta
25,000, com mais um forno e la.-tro para fazer-
se telhas, ladrilbos, cannns o lonca, com excellen-
te barro para qualquer obra, com dous exeellen-
tes viveiros de peixe e cora casa de vivenda para
grande familia : as pessoas qne pretenderem di-
rija-se a \u propriedade a entenderem-se com
o capitao Delpbira Lins Cavalcanie Pessoa.
Vende se a casa terrea da rua de S. Joao u.
26 : tratar na mesma rua n. 7.
A empreiliros de obras
gaz ciozas a i*
encher alicercet>,
Na rna do Apollo n. 26, existem bons ar-
mazens alfandegados para deposito de fazendas,
on gneros de qualquer especit ou natnreza, a
pregos razoaveis : qaem precisar dirija-se i rua
rua do Bom Jezns, outr'ora das Craces n. 6.
Precisa se de urna ama qne saiba bem cozi-
nhar e queira sabir roa : a tratar na rua do
bebo n. 29.
Segaros contra-rogo
COMPANHIA
NORTHERN.
C3P|'a'-.......20,000:OOOaO(Xi
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lalkon C.
_________ RUA DA CRUZ N. 38.
i< r*)
Lans Deo.
O professor publico Joo Jos Rodrigues, espo-
so, a mai, sogra, fllhos menores, irmos, ennhados
e mais prenles da fallecida D. Josepha Nnnes Ro
drigues, vem por meio deste igraJacer a irraan-
dade do Santissimo Sacramento da matriz de San
to Antonio e a todas as mais pessoas que ae dig-
naran: accorapanhar ao sen ultimo jazigo, o cor-
po daquella sua sempre chorada esposa, nlho, o-
ra, mi, irma, cunhada, etc., o sea caridoso, ob
sequo, aproveilando o ensejo para rogar a todas
essas pessoas e a todos os seas amigos digoera-se
prestarse a assistir a algumas missas que na
quinta feira 25 do corrente, stimo dia do seu
passamenlo, pelas 8 horas da manha pretenden)
mandar celebrar pelo reponso eterno eterno da-
quella finada na referida matriz de Santo Antonio,
confessando desde ja o seu eterno reconbecimento.
Ha para vender na fabrica p
cada carnea, excedentes panP
etc., etc.________
Vende-se a taberna do pateo da Ribeira o.
12, bem afreguezada para a Ierra, o motivo per
sea dono estar doente e ter de se retirar para
Portugal: a tratar na roa estreita do Rosario n.
9 eom Possas & C.
Alnga-se o andar da casa n. 41 rna do
Hangel : na rna do Qoeimado n. 2.
Machinas
Vende-se tres machina?, endo doas para cos-
tura e nma para couro, em porfeto estado e por
coirmodo preco : na rna direita n. 64, loja.
AMA
Precisa sede nma atoa
que saiba cozinhar e
:omprar com perfecio,
para urna casa de pouca
familia : na roa da Au-
rora a 84, 2 andar.
Jrmandade
do SS. Sacramento da matriz da Boa-Vista.
De ordem do Illm. Irroao Juiz faco sciente a to-
aos os no-'sos irmiios que tiverem eonhecimento
deste annuncio. qoe 00 dia 28 do corrento, pelas
10 horas da manha, precederse ba a eleica da
mesa regedora qne tem de dirigir a irmandade no
anno comprcmissal- de 1871-72. para o qne con-
odo? os.irroos coraparecerem no consis-
vdo a
lorio da irmandade no a e hora cima indicada.
Consisorio 22 de malo de 1871.
O escrivie,
Simplicio, da Cruz Ribeiro.
Offerece-se ama molher de idado para ama
de casa de ponca familia, compra e cozinha : a
tratar na rna do Sebo n. 31.
Alnga-se a casa tarrea Ja Baixa-Verde n.
16 : tratar na rua do Rara: da Victoria Dame-
ro 73.
O secretario da irmandade da Santa Crn
dos Canoeiros, convida a seus Irmaos'a compare-
cerem no consistorio desta groja illm de tratar-
se da eleic que tora lnr DO fta 23 do cor-
rele.
Precisa-se de urna ama
mero 31.
oa rua Bella na-
Preoisa-M 4 orna ma-livre ou escrava pa-
ra o servico de um cusa de ponca familia ; u
roa do Bario da Victoria, anii'a roa Nova, n. 52,
! anlir.
Fechiiicha semigiM
Chitas largas escuras a 200 rs. o covado.
Las de quadrinbos a 220 rs. o covado.
Cambraias de cores a 200 rs. o covado.
Chitas claras a 240 rs o covado.
Madapoln a 4#500 a peca, que s se encontra na
roa .la Irnperatriz n. o4, loja das Nyropha.
Fumo do l'ar
Acaba de ebegar do Pata nova reroessa de ci-
garros especiaes e fumo picado para cigarros e
cachimbo, o melher possivel para o nico deposito
nesta provincia, praca da Independencia m. 39.
Para loja de onrlres oh a de
.odaa.
Rocha & C. rua do Mrquez de Olio Ja n. 8,
vende-se nma armaco de laio com oito prate-
leiraa de vidro.____________ J_______"
Lila de canua
Vende se la de canoa em por oo e a retalho :
no pateo do Carmo, esquina da rua de norias, ar-
mazem o. I._________
Vende se as colleccoes do Diario de Por-
namhnco de 1839-60 til 62 encadernadas, en>
bom estado : na tua da Penha n 23, t* andar.
Bazar universal
Rua Bario da victoria 99.
Para este estabelecimento acaba de ebegar um
riquissimo sortimeolo de iraaprenlos da panno
para sala, e com ndissinis paysagens, bem cono
cabides portatis, nof pi.ra toiletes de senhoraa,
como para outros quarto*, os quaes $io ramio
coa venientes por terera in'.eirament cora rodos :
na loja de Carneiro Yisotti.
Vende-ae. ama 1
proprio para 01a Ua
oa padaria da Sotis
gocio.
r
i


D ario de Pernambuco QuarU eira 24 Je Mu o de 1871.
,
--
f.
DO

CYSNE
64 RUI DA MATRIZ \64
DE
FIGUEIREDO & LOPES.
Esta nova loja acba-se completamente ortida de fazendus de gosto de todas a
qoalidades, tanto de seda como de 13a, linho e de algodao, e desejando seus proprie-
Uros dar sabida s mesmas estao resollidos a vndelas por preces 13o mdicos e
acommodrdos ao interesse de todos que por cerlo agradarao aos pretendentes.
Os propietarios desta toja convidam, por tanto, s excellentissimas familias,
aos mascates e todos em geral, a visitarem saa supradita nova loja e se offerecem
a dar as mostras e mandar as fazendas s casas, prometiendo toda a oftamodidade nos
precos e sinceridade no trato.
Grosdenaples preto.
Ha um completo sortimeoto deste artigo
qne vendemos por precos baratsimos.
Grosdenaples de crea
Temos os mais lindos grosdenaples de
cores de superior qoalidade, que vendemos
por precos baratsimos, por termos feito
ama grande compra.
Poupelmas de cores.
Recebemos nm sortimento completo, tan-
to oom flores como em xadrez, e vendemos
por menos que outro qualqoer.
Metas de cores.
O Cysne receben os mais lindos selins
de cores, tanto maco como de outras qua-
lidades, que vendemos por menos que outro
quarquer.
Alpacas.
Ha nm bonito sortimento, tanto lavradas
como lisas e por precos commodos.
H& eom listra de seda.
O Cysne receben !3as com listras de seda
de lindos padroes, e prego commodo.
Ditas Usas de nota s er a 400
I rs. corado.
Ditas com xadrez padios muito modernos
qae vendemos por 500 rs. o covado,
pechincba.
Madapoles.
O Cysne tem um completo sortimeoto
de madapol5es de todos os precos e quali-
dades.
Tem/s orna qualidade de madapolo fran-
cez que especialidade, Unto no prego
orno na qoaliddade.
camisas bordadas.
Temos camisas bordadas do melhor gos-
to, proorias para casamento, qne vendemos
amito barato.
Canal sas francesas e Inglezas.
Temos camisas desde o preco mais ba-
rato at ao mais caro, e neste artigo temos
ama qoalidade que vendemos a 3000, e
para a qoal chamamos a attencJo dos nossos
*regnezes.
Camisas de flanella de cor.
Fizemos urna compra de camisas de fla-
nella de cor, qae vendemos por baratissimos
precos. *
Ditas de neia de todos os precos; temos
ama qoalidade muito superior com listras
Je cor, que vendemos barato..
Tiras bordadas.
O Cysne tem tiras bordadas largas e es-
ireitas, ssim como, entremeios bordados,
tapados e transparentes, que vende por me-
nos que outro qualqoer.
Ra da Imperatriz n. 64,
Multas ostras fazendas temos que poderiamos annunciar, mas por se tomar
enfadoubo ao respeitavel publico deiamos de o fazer. Podemos garantir qne es nossos
precos fario diSerencas de outra qualquer casa, pois estamos resol vides, a vender pelo
:u6to, porm dinbeiro.
Casemira de cores
.- Temos om bonito sortimento de casemi-
ras de cores e prelas, que vendemos muito
barato, assim como om sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vienna eom xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qoalidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para goarrico de
sala, desde os maiores at os menores, e
os precos sao baratissimos.
Co ri loados
para cama e janellas.
Temos o melhor sortimento deste artigo,
tanto para cama como p;.ra janellas, os pre-
Cos s3o por menos que em oatra parte.
Tambem temos cambraia part cortinados,
que vendemos por barato preco.
Fustes brancos.
Temos lindos fustoes brancos com listri-
nhas, proprios para roupas de meninos e
mesmo de seahoras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Colxas brancas e de cre3.
Temos colxas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barato preco.
CHALES.
O Cysne tem um bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qualidades ba
ans que vendemos por 23300, e* que seu
preco foi de 4#100.
Espartilhos.
Ha espartilhos de todos os tamanhos e
das melbores qualidades.
Cambraias de cores.
Temos cambraias de cores proprias para
roupas de meninos e de senhora de lindos
padroes e ptima qualidade.
Meias para bomens e senhoras
O Cysne teas comp'eto sortimento de
metas, tanto para bomens como para se
nboras, meninos e inenmas.
Fazendas para luto.
Temos fazendas para luto, de todas as
qualidades, como sejam: alpaca, ccnt3o.
princeza, merino, cambraias, ISas prelas,
te. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sortimento de organdys
eom listra asseliada de lindos gostos e mo-
dernos.
CONQUISTA
n. 6
Ra do Cabug
DE
Antonio Francisco des Santos & C.
Este novo estabelecimento acaba de rtceber um completo sortimento de ob-
jectoi de gosto e inteiramente novos, a saber;
Poupehnas de seda, com lindos dese-
nos.
Nobresa de seda de cores e preta.
Cortes de cambraia bordados.
Grande sortimento de I3as e alpacas para
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, fazenda nova.
Saias e camisas bordadas para senbora. Bramante de linho e atoalhado.
Tapetas de todos os tamanhos. Balbes com-as desojadas anquiobas.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualqoer ob-
jecto em qualquer casa qne para isse lhes mandam nicamente o nome da ra e numero
da morada.
(tochets para cadeiras e sof.
Colchas de 12a e seda para cama.
dMaquinhos de gorgurSo prete.
0C8 enxovaes para baptisados.
lapelinas e chapeos para senhoras, o
que ha de melhor.
Lencos de linho, camisas lisas e borda-
das para homem.
GRANDE
MOGA, f IMAM, VI110S
E


DE


ARARA
ESTA VENDENDO O BESTO DE -&U*8 PECHINCIIAH
NA RA DA IMIErRtt 172
P*
PFREIRA, IRMA OS
Ra Priraeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seus numerosos amigos
participis Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cosa Pereira, qne acabam de
undar nm rico e somptnoso aimazem de louca, porcelana, vidros e cbystaes 4 roa
Primeiro de Marco, outr'ora ra do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira d
raaos.
A longa pratica e conhecimentos de que dispoem os annonciantes neste ramc
de commercio, a que, ba muitos annos, se dedicam, os tem habilitado a salisfazer as
necessidades da populacho desta provincia e suas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantageos do qae qualquer ontro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignaodo se de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qne os annnnciantes vem de dizer.
suoires de ierro ^ dfferente 008.
r rensas de k^ para copar Mrta_
VliapaS ^ ferro gavalnisadaspara tlheiros.
- Tachos
-
de ferro par* aawcar.
Arados *"**


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X
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stes ^rtigos acbao-se a venda
eosa dos importadores
Shaw, Hawkes C,
ra oa Cncz w. 4.
amrfenos-paravarzea e ladeira.
JllaCniliaS vap0K# de corur^umo.
vaiTlHuOS de m3o p.a M Venezianas par, ianellai.
IJalanOaS ^Huaes e ootras.
FogSes^^o.
Enxofre
UASINHA A ICO R3. O COVADO
Vtnde-e sintas (ara vestidos de sen-
horas e meninas (e!o barato preco de 160,
200 e 400 rs. o coado.
CHITAS LARGAS A stO RS. O COVAD
Vende-.e chitas frarce as para vestido de
casa, 200, 210, 280, 30 e 360 rs. o cc-
vado.
CASSAS FRANC ZAS A 240 RS O COVADO
Vend-se assas francezas para vettidos
240, S80, 400 e 440 rs. o covado.
ALPACASDE CORES A 500 RS. O COVADO
Vende-te alpacas de cores para vtstido
de senhoras 5(0 e 640 rs, o cova BRILHAMI.NA BRAN:A A 500 RS. O COVADO
Vende-se brilhantrna branca 500 rs. o
covado.
FSTO DE CORES A 360 RS. 0 COVADO
Vende si fuit5o de cores para vestidos
360 rs. o covdo.
ALPACAS PRETAS A 500 RS.
Venfle-se; Ipacas prelas 500.640 e 8C0
rs, ditas de litas asseticalas boa, para
acabar.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO
VenJe-se algooao de lista paia re upa
de escrave, 160 rs. o cf.vad-\
BRIM LOKA A 5(0 RS O METRO
Vende se brim lona pardo para calcas de
quem trabalha por ser muito forte, 500
rs. o metro ou 360 rs. o covado.
CHALES DE CASSA A 500 RS.
Vende-se chals de cassa branca 500 rs.
nada tm.
COBERTORES DE AL iODO A 1.54(0
Vende-se cobertores de algodSO 10400
par acabar.
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A U
Vende-se chales de merino estampados
i 2*000 e ? CURTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
homem 800 rs., para liquidar-se.
LENCOS BRANCOS A SdO 0
vende-se lencos brancos 20000 duz'.a,
para acabsr.
BRAMANTE DEL1NII0 A 280C O METRO
Vende se bramante de linho cem 10 pal-
moa de largura propiio para lentes
2800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 20500
Ven^e-se cobeitts de chitas 20500 cada
rma.
RESTO DE COLAR1NHOS
Vende-fe cm resto de c lminos de papel
200 rs. a dozia.
MADAPOLAO A 302CO A PEQA
Veodt-se pec'S de madapolo testado
30200, ditas inglezas gmo 24 jardas 5^,
505(0. 60, f05OO. 70, 8*. 90 e 100.
CORTES DE-CASEM1BAS DE CORES A ol
Vende-se artes de ca emiras de cores a
50000.
ALGODO DE 20 JARDAS A 3800
* 30800, r.0, 60 e 70.
CORTES i-E CAbEMiRA PRETA A 30500
Veode-se corUs de casemira i ra pira
ca'ca a 305 0. 40 e H para liqnidar-se.
CORTES m CAMIRAIA A 20500
Vende se coi tes de uuabia'ade cores
20500 p;ra liquidarse
VeLde-se 2 reghtroe l'?ndiero para
caz, na iua da Imreratriz n. 72
URANDE LIQUIDAQAO
DE ROLFA FEITA
Vende-so palitots c"e panno irtto accf.
a 6(?, 80 e 100, ditos ce.caftmlra de cJies
U e 60. ditos de altaca preta 30 e 40,
ditoi de brim decores 1051, 30 e
25)P, ditos (q utia casimira I 20 e 30,
dtios fr?ques decasemiras de cms 80 e
100, coiletes e brim c*e cores 10 e
1500, ditos de casen ira decrea 20COO
25.0 e 3/50, di tes pre os de janno, e
de easemira pret?, 05(0 e 40, ditos de
mrito para lito ebmbaz'ma, 30 e 40,
calcas de caerxira decore?, 40 50,
60500 e 80, Citas de ditas prtta, para 60,
6500, 80 e 8,550^ d tas de I rio ordira-
rio, 10, 10600, 20 e 2056O,:para acabar,
ditas para loto de a'paca de cordSo, e prin-
cesa 30 e 30500, ditas zoes para escra-
vos 5(0 rs, ditas de ?lgoc5o de lista
800 rs, camisas de rucado araservigo do
campo 800 i. c lOt O, para liquidar-s-,
oraras muitas roupas ftiUs qoe te vendo
sem restrva depnc > en'ree sas roupasfe-
las, Km afumas difets, o qoe fe
vende m< barato do que e:ta annuciado.
GOLLLNHAS PARA ACABAR
Verde- e goihuhiS pan senberos e me-
ninas 100 e 2(0 r?.
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDAD-Sj*
A 300RS.
P.ra liquidar-se ven'ie-se goVmbas de
traspaiso, muito bou as 100 rs. cada urna.
NOVIDADE,
Rnga-se a todos o devedrres da m^sss
fall a de Guim^ies Jardira da Dam;s, o favor de vir talda
sn:a contas ou dbitos mais breve p>.'Sfvfc!,
. que assim nao fiversei seu nome declara uj
por extet.8o neste Diario, derijam-se
ra da Impertiz n. 72.
COMVM LER
Piecisa-se Miar c m os s trnles Srs a:
negocio que lhe 0z respeito _ieis iDters-
ses, na iu da Im rrattb n. 72.
Augusto Fon ira SLr Lis hibu.ro.
BalizarMatqurs r!e Uliv.ira.
Jo Thoraaz -'oNas/iraeni
Manoel da Costa Tn.v.ssos
SebastiSo Antonio de Ailuquerqie;
Adelino da Sil* a Pinto.
Jo5o Isidoro di Costa Jambozeiro Jnior.
Igna o Franc:sco Goaes.
JosRibertodo Na cimento.
A TURQUEZA
Esta nove loja tem, alm de completo sortimento de fazendas, o seguinte qne
n
SSo 6nalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as verdaderas preparaceS
do Dr. AD.WAT A C. de "New-York.
Depois de alguna annos, em que as falsificares de Hambargo e mesmo de Nevf-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem oierecido ccraceito qut
estes remedios haviam alcancado por seus maravilhosos effeitos eonseguiram introduzir-
se, illudindo o publico ncauto, com urna reducc5o de preco, nllificando o verdadein
mrito destas admiraveis preparaces, imitando as verdadeiras; porm desacreditn-
dolas com seos nul'os effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declaracSa athaixo, e i
dar diplomas aos que venierem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de qoe as verdadeiras preparaces do )r. Ra-
dvtat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo igual ao desu
aniwincio.
Nos abaxo assigoados, declaramos e certificamos, gue os Srs. aymundoCarlos Le-
te de IrmSo, da cidadedoRio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentei
^eraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como oo reino de Portu
gal. Noticiamos ao publico, que a3o se podea obter os remedios do Dr. Radwat (e qoe s3o preparados no laboratorio do mesmo doutor aa cidada de New-York qo
Estados-Unidos), senSo das pess-as que podem produzir a presente certiicacJo e ttes
tacSo e que a prodnzem, subscripta p assignada do Dr. Radwat A C. o dos Srs. Ray
amando Carlos Leite A IrmSo como a p. Todoe e cada nm iK)6 remedios do Dr. Ra-
dwat & C s5o acompanbado* de cdulas smelhantes as que porecem ao p desta cer
tifieacao.
Examine se bem a assigoatora .'a firma do r. Radwat & 0. ao p da presenu
sertificacao e compare-se com o facsmile as cdulas rom todos os frascos caixinha?.
Raeway Se C.

vente barato : t
Cretones de cfes fixas a 100 rs. o covado.
Muito boas mussnlinas a 180 rs. o dito.
Baplistas a 560 rs. o dito.
Fust5es de cores para vestidos a 600 e 800 rs. o dito.
Laznbas -a 440 e 560 rs. o dito.
Alpacas de cres a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinbas de listras a 40500 o dHo.
Organdys brancos a SOO rs. a vara,
Saias de 13a e brancas de H a 120000.
Lindas cemizinbase 100000.
Lacos de fita para cinto a 40 e 50000.
Ponbos e gol I a de grs a 40000.
Chales de merino estampados a 10500.
Baioes a 30000.
A'ra do-8arao da Victoria n. 9 (antiga roa Nova) loia da TURQUEZA.



Oran de liquidado de
calpados
S gttntos Falda & C, ra do Mrquez de
Olind* n. Vi, pode vender por S botinas para
hooMti, proprtaa par a esta^So, Dio 3 por ht
habito mv venir barato, eomo por ter reeebido
d *na eoau cerca At {,000 pim de borzegaia*
peto Ultimo vapor pro:edeal da Earop. Cal.;a
4p iofJez, tMz |rnsa, por 8# : it> tm casa de
toatof PMeio i Q, rui do Mirqnet de Otlnda
PHMW U.
a rn D;r^ a.
PARA
vestidos, com grande varedade de cores, a
HO rs. o covado
.Va ra Primero d Marco (oatr'ora do Crespo)
n. 13. Iota las Columna, de Antonio Corris de
Vasconcello.
Couro de bezerro
Mpjto r>^ tiUitamejKe che|ido vende-se
?**'$flip ii$ 07 a fet.iho; ero cas* S:Z ionstQn i C. I ri da vu\>
' 3i- .1ov> n. iO.
Amura
CALCADO BARATO
PARA LIQUIDAR
" pura verdade, e nao desejo de iHudir com falsos apnoncios ao respeitavel
publico.
Na ra do BarSo da Vi caen'a n. 30, (epti'oFa ra Nova) est a qneimar-se por
lodo preco um varia!; e novo sortimento de calcado francez e inglez.
Para sewfaora.
Para homem.
Para roeuino.
Para menraa.
Aapaziada do cricket.
Correi aoe borzeguins apropriados esse diverlimento e da melhor qualidade,
por metade do casto.
Saptos de tranca porugueze?, e marca Chaves.
A retalbo e em porco por preco muito mais barato que em outra parte.
O proprilari( te estahelecimeato desejando concluir por todo este mez com
oaledo existente, nao consentir qoe oireguez retire-se de casa semdeixar dinbeiro,
e para facilitar o gran le movimento diario conservar aberto o mesmo estabelecimenoi
a' as 9 hora da noote.
30Ra rio BarSo da-Victoria30
dos amado-
a simi-licidade de s'ia
^d^^prasdeaigo.50 cuuJO jar- Feliciano da Cuaba C. do Albuguerqne.
POCAS C.
tem a honra de chamar a attencSo dos entendidos, para os segu:nt*$ sngos, qne se
acham expostes em seu armaztm.
COLLARES.
Vintao especial j conbecido, para o qual chama altepgao particular
res deste especial liquido, proprio para todas as esta./Oes, vi
com psito.
BURRADA ,
Esta qualidade especial de vinho, lao apreciado pelus entendorep,
acha-se igualmente e.xposto apreciaco publica, e pani:ularmente dos
boa pinga.
FIGUEIRA
E1 para este excellenle vinho com especialidade que chamamos a aitenco dos
conhecedores la materia, visto as diversas marcas ?ue temos, sendo ds melhores que
vem ao mer;adi: aqni s com avista.
BASS
ero barril, sendo especialidade neste artigo, visto ser viudo directmen!e, por urna er,-
commend de um nosso collega.
QUEIJOS
do serto soperiores, melhor do que isto impossivel, e vista se concordar nos
precos.
Ra Estreita do Rosario n.9, junto igreja.
e com justi??,
amantes desi
COMPLETO
sortimento de manados no lar-
go do Carmo n. 39
ESQUINA DA RA CE SANTA THEIIEZA.
COMPLETO
sortimento de molhados no l&rgo
do Carmo n. 30
E3QC1XA DA BA DE SANTA THEBEZA.
Acha-se sempre prompto esle novo estabelecimento de molhados para servir
aos amaveis fregaezes com um sorlimento completo de gneros dos mais novos, que a
vista do comprador agradar e por commodos precos, tudo quanlo procurarem neste novo
estabelecimento adiarn, como bem ;
Manteiga inglesa flor a melhor que ha no mercado a IdCOO e !i00 a libra. Dita
/ranceza a M400. Passas novas a 480 rs. a libra. Ameixas em latas de diversos ta-
manhos*! .J/J80, 2,H00, i300, IfJiOO e 700 rs. Tigw novos a 200 rs. Talban'm
macarro e'aletria ltimamente chegados a 400 rs. a libra, Doces de goiabas em latas
a (600. Dito em caixoes a i000. Ctioutips de Lisboa 800 rs. a libra. Marmo-
lada a 70 rs. a libra. En i. lias e doces de diversas fructas da Erropa a 700 rs. a lata.
Batatas a (80 a caixa e 40 rs. a libra. Camares seceos a 640 rs. o kilogrammo.
Vinhos de diversas marcas e quejos de diversas quadades que s a vista do compra-
dor se far os prt :o?.
feKAXDE
Itayj
RELOfilO
de ouro e prata
Para s Hrn. d f atgeako ver.
Chita, fazenda bem conhecidl 'a foa foriido,
raaij larga que chita, para r^apa a#, jcrav-J,
Ore. o covafo ca roa do Ompe n. s Ha do
i Guilberm*.
meihor que se'.pode de:jar neste genero, para
homens e'ienbora.9, vende
descooheeidM na ioja
JoCabogin: 3
Morfira Doirte d- C.
Kua Nova d. 22
Para este estabelecimento acuba de ebegar um
Lriqulssimo scrtimenlo de objecto?, todos novo?, os
quaes >&o das segaintes qualidades :
Machinas para fazer caR, em cinco rainato?, a-
quaes aiem o caf zr-m todo o aroma, e cem me-
nos, qaantidade do qae fe costuma a nsar, por rem de nm >ystema inteiramente moderno.
Estas pegas mportattissimas podem taobrm .je-
vir para cima de meja, sendo os seus preco de
cinco at cem mi! reie.
As explicJcoes para faier-ss o caf veera em por-
tuguez e ingiez.
tanbm na para vender neste estabelecimento
requissimas esleirs brancas e de core?, para fer-
rar salas, por- precos muito barato?. Bem cerno
muito boas vassonfas para lavar casas ladrilhada-
e assoalhada0, as quaea sao de qualidade inteira-
mente noya neste merca*). t
pechincba sem igual.
jesejar neste genero, para goBe'l"ros 'zssdo cores multo lila?.
Iflrse por nrejos at boj* lw-* "*'* a iOO ra. o ccv.
** -^s^-Efmeralda-rua I j0 ^a-. r,a iw ''<*,, oulr'q
ra- r'dripa n^ s a ..., ce tirona', ~4e
ntoCorra da vasco?-:' i
D1S0UBS0S E DIVERSOS ESCRIPTOS
PELO
Dr. tprfglo JusUalaao da Silva
o I Marica.
Liile di economa poltica na faculdade de
direilo do Recife,
NATUBAL DE PERUAMBUCO.
Um vol. de 480 pag., ntidamente impresso, na
lypographia de C. E. atollen.
' Acha-se no prtlo, e assignase ra do Impe-
rador n. 27, 1 andar10 cada exemplar.
O antor c< liige algnm de ven discursos, que
lao- benvolamente bao ido acolhidoa por muito-,
retocando-os e aniiotaLdo-os ; e incluo no seo li-
tro alga es eicripto., que soppou interessarerr,
embora francamente, hua deritae em que o
pas se vai empentando.- pnraju ma. Iuua.1. tu
lrodocc"<.
O livro i.ao_ tem a cor de ama jmitiem 4 parti-
do eom rtlacao ao impe.-io ; um tem a cOr de
urna poltica de Likerdade, que e *ei Kt*pr drs bomens de bem de todoe os baldo* peMMcos e
detodwoanaiae.
Machina ?aScostu ra
VifloV' tr*- Wa, em [
'eito e.udo, |M P"'?0 """A00 : rw dl! *
Praoelfsc-i. **



Diario, ce rernamottov Qu.urla (eir 24 Je Maio le 1871.
M
Ll
VNDESE
Jo juioi Jos llamos, Da roa da Crua n.
andar, venda algodo (tal aaserieanjs verd
e pregos americano o. 3 e 4.
-%o ha ni cabello branco
Tintn.japiiae a.
S e nica approvaa pelas ai aeaAmias d
sciencia, recoateeida superior a toda que eni ap-
parectdo at hoje. Deposito principal roa j*
odeia do Recite n. 51, aodar, era tedas aa bo-
tifas e casa de cabeileireiro.________________
A NOVA BRUNO!
Siempre a \ova lsperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem contunda pela sua elegancia e
superioridade de seus object )s, acaba de recuber
muitos artigo* para o que respetosamente convida
ao bello sexo a viziu-la, aflradecoraprarem aquil-
lo que preefsarera para preparo3 de vestidos toi-
lete ou tocadores, e mesmo qualqaer objecto para
fazer alguna prezcnte...{pois que si na Nova Espe-
ranca icario sati>feitos, j pela qualidade e pre-
cos razoave;s, a mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se em nao se impacientar era dar a es-
colher os objecto?, prestando-se cora o agrado
cara que costu.i a receber a todos, am de que
saibam com o firme proposito de voltarem ou
mandarera a mesma loja, logo que precisera de
qualquer artigo porpfqueno queseja.
LUVAS DE PELLICA.
Reeobeu as de Li>boa a Nova Esperanza para
doraens, senbora e meninos, sendo brancas e de
NOVIDADE.
Bico de quipure preto cora branco, a Nova Es-
peranca s quera lera 111
Caixas para joias.
Nova Esperanza receben boas calxas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Rcctbeu as de umitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos oo sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pee e aforraozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As rnelhores, e do roais conhecido fabricante,
tanto francez como ingles, estao expostas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranca.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, orida e de lavande, etc., etc.,
ludo de superior qualidrde : vende-se na Nova
K'peranca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanza, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu ura liado soriimento de lila para bor.
dar, vindo as cores mais p'ocuradas, branca, pre-
:a, escarate etc. etc. a a antes mu se acabe I
LIQUIiDACAO
NA
Ifc
LOJA E ARMAZEM
IDO
PAVAO
NA EUA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIRA DA SILVA 8: C.
Os propietarios dtste graede estabeleci asento tendo em ser ama avultada porclo de
fazenda, e tendo continuado a receber por todos os vaprese navios immensa porcao
das misma?, tem resolvido f.>zer ama GRANDE LIOl>A<;., atimde demiouir o gran-
de deposito e ap rar DINHEIKt). De todas as fazeadas que se vende bara issimo se d5o
as amostras, ficando penbor oo se mandam levar eoi casa das Exmas. famili.-s, assim como
as pe soas que reg ciaon em meooresca'a, n'este esta e'ecimeoto se podero sor .ir eoa
pequeas peres pelos mesmes preces que compram as caas exportadoras.
ALFAIAT
Tabellas Yermifiigas
Este medicamento o nico que pelo seu bon
aroma e gosto agradavel se torna o raais propru
jara a expul.-ao dai lombrigas. E' fcil de tomar
porque o ara gsslo igual ao do chocolate, e de
promplo effeito.
DETOS1T0
Pharmacia nmericena de Perreira Maia 4 C, ru
Duqua de 0 Jabonete 'le alcalrao
o
Este nov.) preparado applicado cora grande
apruveitammio contra as molestia) de pelle chro
nicas a rebeldi-s erapigern, manchas escuras on
pannos que vem ao rosto e peito, borbulhas, sar-
ua. lepra e corlch5es, mesmo aquellas que em
etta* partes deliraas do corpo tanto mortifleam,
finalmente o uso continuado deste sabooete con-
'.ritme para tornar a pelle ass mimosa. E' igual-
mente efftcaz para xraaciar a pelle do rosto ou
nutras partes do corpo, que por motivo de erysi-
pellas f cam speras c escamosas. Preco de cada
saboneta 610 rs., asa dunia se far abatimento.
(Jojea depinito em Pernambuco, pharmaca ame-
re; na de Ferreira Maia A C, ra Duque de Caxias
o, 7, i a liga do Qufimado.
Vende se por preco mui razoavel, e com vanta-
gem ao comprador, o engeono Velho, silo na fre-
guezia de Santo Amaro de Jnboatao, cujo cnger.no
acha-se moente e correla, moendo com agua do
rio Jaboaian, ciiendo cerca de urna legua de
trra de sul a norte, cora outro tanto, em parte,
do !ete ao oeste, com bas obras de casa de vi
venda, de engenha e de purg r, e cisa para guar-
dar bagasso. Qofm pois, quiter hut negocio
tao ventajoso, diriji-se ao mesmo engenbo para
tratar com seu propietario, que far todo nego-
cio.
MI
DE
VDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia# 0, ra Du-
que de Caxias n, 57, anti-
ga do Queima-'o.
CEMENTO.
0 verdadeiro portland. S se veade na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Je > Mariins de Barros.
Vende-se urna arm:.c.ao no pateo de S. os
i. 81, pr< pria para qualquer principiante ; a ca
a ba.Maute frcgutzaia para trra : tratar na
mesma.
Vende se o sitie Berlengas ao p da estrada pu-
blica, perto do embarque, com 4 casas de telba,
sendo uff.a de pedra e cal ir.uito grande, muitas
fructeiras de toJas as qualidades, niuito born ter-
reno de toda lavoura, bcra cercado, urna porfo
de cannas e rc;a : quem o pretender dirija-fe a
ra do Rosario da Boa vi.-ta n. 42, ca ao mesmo
sitio junt >, da Maricoto, termo de iguarass.
A' ra do Comme.cio nu-
mero 10
No escriptorio de Jos Joaquim di Cost Maia
ha para vender mais banu do que em outra
qua'qu-r parte :
Viobo o Porto particular era caixa?.
Diio >Je dito de Pasto idem.
Dito verde de dito dem.
Dito Fi|ueira em brris.
Dito da B-.irrada em ancretas.
Aimazt-m Dous Irma os
RA DA PENHA N. 8.
Gaz a .'.20 rs.a garrafa.e 6*600 a lata, vinbo Fi
goeira sup-rior a 500 rs. a garrafa e a 3*800 a
.-and?, "iz o que ha de nielhnr a 100 rs. a libra
a a H 4 tobt, toocmhe a 500 rs. a libra, pa3-
sas e figoii sitpetiorea a 320 rs. a libra, doces sec-
eos, dem era cla" .warmelada fina, lombo de
porco a.-s: do, '
os tamaufejs eo__
franeezas em caixinhas,
vinho Bordux francez a
* caixa, a ontroa amitos
JTcoi _razoaveg.
PARA LUGTO
O Patio tem urn grande sortimento de
fazendas prt-t is para ledo, como s*-ja: 15a-
sinbas linas para vestidos a 4H0 e i'iO rs.,
mcrio muito Itve para vestidese roupas
para homens U e 2*200, alpacas cem
lavores brancos, cassas pretas lisas e com
braceos, bombazinas prejas, cantQes. e od-
tras muitas lazendas todas proptias para
lu'o, que se vende mais barato que em
outra qualquer parte.
I HITAS DE CORES
O Pav3a lem recetado grandes sortimen-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambera erando sortimento d is
mais delicadas percalles miudiabas proptias
para vestidos e roupras de criancas, e ven-
de-ae por menos do que em outra qualquer
parte, na ra da Imperatrizn. 60.
LENCOS BRACOS A DZIA W 00
O Pa>o vende ir.i simos lencos brancos
j embaohados, em duzra pelo barato preco
de 30UOO, e outras muitas quadides, tanto
de t sguio como de cam'jraia de linbo, e
cLinezes.
Tailhas da Parla a 100000 a duzia
O Pavao vende so eriores toalbas para
rosto, sendo de linbo do Porto 105000,
ditas de foco fazenda muito boa i20O0
n duzia, ditas coalihoadas a 70500 duzia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 350(0
O Pavao vende colchas brancas de fasto
sendo Distante grandes pso barato preco
de 3(5000, ditas de cores muito oss ...
70000, ditas muito graudes brancas de fus-
ilo em to encorpadas f#0G0, ditas de
croxet, proprias paracamade coiva 153.
ORGANDYS BRANCO
O Pavlo receben os mais finse delicados
organdys trancos para fettido, sendo todos
com lavores miudinbos, e vende 3e pelo
barato preco de 800 e liJOO rs. a vara,
fazenda que vale muito mais \linbeiro.
GUARDA BANHA
O Pavao vende urna grande porcia de
pann s de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de brago como de guarnic5o,
ditas para encost desoa, ditas paracebrir
pian; s, assim como ditos redondos para co
brirdiSerentesmovis ou outrosqaaesqter
objectos, e pode-se vender por menos do
que em outra qualqaer parte, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 23500
O Pav3o vende chales de merino moito
grandes e encornados 2500, ditos
imiU(,ao de cbinezei 25500, ditos pretos
de renda com 4 ponas 2t.( 0.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pa\So vende os maiores e rnelhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalqneriarte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavao vende em grande sortimento das
me'hores camisas inglezas e franeezas com
peitos da linbo para todos oj presos e qua-
li-ades, assim como ditas de ditos de
algodo rara todcs os preces e tamsnhos,
tendo tambem para crianzas, e no mesmo
estabelecimente taabein se vende ce roelas
de liuho e algodo, tendo para lodos os
presos, assim como meias croas ingltzas
para homens e meninos, que tudo se veide
por preco moito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pav5o lem c nstantemette um g.-ande
sortimeLto dos rnelhores cortinados oorda-
dos para camas e jai ella?, que vende-se de
80000 al ao mais rico qoe ostaraa a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraas
ad; mascadas, taaio tapadas como transpa-
rentes, profrias para o mesmo fia, celcha-
de crochit, damasco paraesmas de noiva.,
e cortinas, e vende-:e no B zar c6Pav5o.
LASINHAS BARATAS
O Pa^o tem om gande soi tinento das
mais bonitas ;3asinhas para vestios, tenb
de todos os oreos cores e qualidades.
trincip ando de 200 rs. tara cima; porm
t5o grande a qaantidade qae seria enfa-
dODta especificar qaalilada por qnalidaje,
> a vista do freguez e das amostras se Ibe
venderSo por presos t3o cmodos que
ntnguen deixar ce ftzer um vestido de
13a por tao ponco diubeiro.
ALPACAS DE CORDO 649 R8,
0 Pcv5o vende as maii lindas alpacaa de
cord,ro para vestidos e roupas de ciiaocas
pelo barato i reco e 640 rs. o covado,
di:as finissimascornos mais liedns lavorce
imitag5o de agra^ianas a 8< 0 rs. o covado,
brnitoe grates com delicadas corese lus-
trosas como se la 15(00 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de gosto e luxo para
vestido, na roa da Imperatriz b. 6o.
POUPELINAS
O Pavao receben as mais delicadas e me-
jores poapelinas de seda para vestidos,!
com os mais modernos lovores, e outaas li-
zas cum as cores mais novas que tem v n 'o i
e vende-sa 25000 cada c vado, assim
que se encarreg de executar qua'quer en-
commenda da f ua .arte vontade do fre-
guez, e o Broerietarto d'esta graorie esta-
belecimen'o < promette servir bem a todos
os fregu* qu llie bocrarem a sua casa.
ALGODOSTNHt) A 3 500 A PECA
O Pavao vende pecas d'algodaosinbo de
muito boa qualida '.e, tendo 20 jardaa cada
ptea, pelo barato ptreo de35S0O. dito mui-
to largo e enco.-pado 05000, dito o me-
Ihor que lew u->do ao mercado, muito en
corpadfo e-argo para lene/es. pelo barato
precn de 6i500, graode pechincha.
MADAPOLAO A 45000 E 45500
O Pav3o vende pecas de madapo o com
24 jardas, sendo f-zeada muito superior
pelo barato preci de 45500, di-as com as
mesaias jardas a 4$000, ditas finissimas a
55500, 65000 75500 e 85000. pechincba.
MADAPOLAO FRANCEZ A 105
O Pavao vende tecas de fioissimomada-
poiao verdaderamente francez, tendo ti
metros ou 20 varas, pelo baratissimo preco
de 1050C0 peca, sendo fazenda que sem-
pre se venden i i000, e liqoida-se por
este barato preco por estar alg..ma cousa
enebuvalhada na pona de fra.
ALGODOSINHO ENTESTADO A i 5 15280
O Pavao veode verdadeiro algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lengoes
75000 a vara, dito da mesma 'argora sen-
do trancado e muilo encorpado i 15-2-0.
BRAMANTES PARA LENCX)ES A 2*400 2*80035
O Pavao vende o verdadeiro bramante de
linbo tendo 10 palmos de largora.ijue ape.
as precisa para umhncol orna vara erma
'nana, pelo barato prego de 25400 vara.
dito melhor de 258 0 e 50C0, tendo al
do melbor que vem ao mercado 35500
e 45000, assim como crotones fortes para
lencoas, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura iOd rs.
o metro, e bramante d'a'godo com a mes-
ma largura 15800.
SAJAS BORDADAS A 45500 E 65009
O Wvao vende graade pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tedfio cada ama
4 pannos, e veode pelo bara/o preep -de:..
45500 e 65000, sendo fazenda que sempre
vendea-se pir 85 e 105000.
Fazendas ptra saias a 15200, 15280 e 1550o
O Pa ilo vende superior fazenda bordada
a'com pregas proprias para saias, 15200,
15280 e 155(0 a vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 l|2.
km 3000 corlea de eambrafa a 255C0
O PoVo vende orna grande porcao de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo cem listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo baraio preco de 25500, cada corte,
fazenda que vale muito mis.
Aos 2000 corles de camara'as bardadas a 5500
O Pavao vende urna gande quaotidade
de cortes de cambraas brancas bordadas
para vestidos, sendo com os djennos mais
lindos e mais vistosos que tem viudo ao
mercado, tanto em listras corridas cerno ada-
gonaes, e em muita fazenda para um ves-
tido, eliquidl-se pelo baratissimj pnco de
550OO, sendo fazenda de mu to maior va-
lor, granda pechincba.
CAMBRAAS
O Pavao veade grande quantidade de pe-
fas de cambraas brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 35 a peca at mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavo vende chitas largas cem bonitos
desenos e erres fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, graode pechir.cba.
LASINHAA 160 RS. O C0/AD3
O Pav3o vende bonitas 13asinbas transpa-
rentes pelo birato preco de 1 uO rs. o cova-
do, pa mincha na ra da Imperatriz o. 60
CORTES DE CASSA A 25500
O Pavao' vende boattot cortes de cassa
franceza viudo cada um em sea papel, pelo
barato freco de-25500 1 corte, ditos muito
lindas 35CO0, pechincba.
CASSAS FRANCEZ AS A 20 RS. O COVADO
O Pavao vende bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato pteco de200rs.
o covado ditas finissimas com os desenhos
mois modernos qua'iem v ado ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Parao vende finissimos crotones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covado, ditos de fl r5os, proprios pira co-
berla, sendo fazenda malta encorpada pelo
barato preco de 81 Ora. o cavado.
^Basquinas on cassqu'auos a 205 255
O PavJo vende basqaioas ou casaqainhos
de seda prttos ricamente enfeitades, pelo
baratisimo pr< c 1 de 05 e 2550CO, sendo
muilo modtrnos, assim cono ditos de cro-
chet e reodas pretas qoe se vendem moito
em coma, ra ra da Imperatriz n. en-
cuitas eotraoeadis paratobertas a HO rs. o corado
O Pav5o vente chitas enuancadas com
MACHINAS
PARA COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra N>
va n. 22, um sortimento de maebinas pa
ra costara, das rnelhores qualidades que
existe na America, das quaes muitas j s3"
bem conhecidas pelos seus autore?, como
sejam Weller & Wilson, Grover Boka,
silenciosas, Weed e Imperiaes e outras
muitas que ;om a vista deverao agradar aos
compradores.
Esas machinas teem a vantagem de fa-
zer o trabalho me trinta costureiras pdem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feic3o, como as ma's perfeitas costoreiras.
Garante se a sua boa qualidade e ensina se
a trabalher com perfeico em menos de 1
hora, e os precos sio i3o resumidos que
d-vem agradar aos pretendentes.
Injeci'lo amereina.
Especial idade dos ph a r mace uti-
cos Ferreira Mala *& <:.
Esta Djeccio composta especialoiente para a
cora das porgares antigs ou moderna, foi com
feliz resaltado ensalada pelos mais habis e reco-
ohecidos medico?, e por elles confirmado ser esta
injeccio a nnica qae radicalmente cora em menos
tempo qualqaer agnrrrha oa purga^ao antigi
moderna, $em o auxilio de oatros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas oa flores brancas,
qaer sejam aul'gas ou modernas.
DEPOSITO
Na pharmacia americaoa, roa Duque de Caxias
______________numero 57.
Em cjsa de THiiODORO f HKISTUN
SEN, ra da Cruz 0. 18, encoDtram-se
effectivameote todas as qualidades de vinbo
Bordean*. Boorgngae e do Rbenn.



v^ *,
r%
%%
*9
\
%
O


aa (tialid.'de*,
frases e la
600 rs. a j,
gea^ros qire
Wq?
D. 3,
quer uegoej
ermo del cadas sedas de listinhas, tanto dellcados desenr>o para cobeitas cu c-rli
para vesli los de senhnras como de meninas jDag(?e efires fixas, sendo fazenda moito en-
q vende-se 25f00ca-ia corado.
SETINS DE COR
O Pav3o tem constantemente um bonito
sortimentj dd cotii.s e giosienap!e3 d3 to-
das as ce res. que-vende-se em conta.
ROUPAS PARA HO.Mi.N3
0 Pavao tem constante men/e um grande
srrtimento de ronpa, faoto de panno como
de brics branco e decores, da case-
miras, para todos os precos e qualidades,
da ca-.a da a Direita e.Uinbem 8e manda fMr qoalquer peca-de
na ou mesmo outro quai- "n roo tjdo aceto e promptidlo, para o
pretender dirija-se mecma.lque setem om perito
corpada pelo barato pr c?(Je 360 o cooalO.
_ ESP V.RTILHOS A 45500
O Pavao vrnda os mais modernos e m\f-
lbcTc esparlilhos, ten o de todos 03 tS-
manhos, peJfcj nato preco de '45500
O Pavao Veide om elegante sortimento
de delicadas casemiras inglezis, sendo to-
das de lia e r. uito levesrehas, tinto pro-
pnas para homens como para criancas; e
uitas mais encordadas, tea) Jo'de ama e da
duas larguras, que se vende o mais barato
possivel, na ra aa Imperatriz a. 60,
nico legalmenta autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
ONICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME 4 C.
34Ra larga do Rosario34.
Un guijas das 11 has em latas
O melhor que tem vindo a este mercado : ven-
dem Jlo do Reg Lima & Filhq : ra do Apol-
i IIA VISTO
BS na loja do barateiro, ra do Crespo
Sn' a ao arg0 de Smo Antoni<>-
Algodao americano com um pequeo
tcque de avaria a B| a peca.
BMadapolo fino, idem a 5f a peca.
Chitas Anas, fazenda boa a 240 e 260
no covado
91 dem idem idem a 280 rs. o covado.
S o barateiro, ra do Crespo n. 1.
BBrins pardos trancados a 340 reis o co-
vado.
[ Ditos de cores trancados 5 uperiores a
700 t. a vara.
Carabriias de cores fixas a 260 rs. o
covado.
Caitas linas, padrSes medernos a 360
I e 40J rs. o eovadn.
Pecas da Cambraia transparente e ta-
pada, cora 10 jardas a 4;
dem ganga para coberta a 380 rs. o
SM covado.
J Cambraia sulssa transparente, fazenda
i fina cora 10 jardas a 2800 a pr5.1.
Pecas de madapolo francez, fczenda
5 fina com 20 varas, a 7a500,84 e 9.
Pecas de brilhantina branca com 18
covados a 5.
Cambraia para cortinado com 20 varas
pelo barato prego de 83 a pega.
S na loja do Barateiro I
Toalhas de liuho, fazenda fina a "5 a
duzia.
Lencos de cambraia de linho, faienda
fioa, ja abanhalos a 73 a cuik
Ditos de exguio de liuho a 4jo00 e 5f
a duzia.
E um variado sortiraente de fazendas
de todas as qaalidades, que vendem por
muito limitados precos.
" S na loja do Barateiro, ra do Crespo
n. 1, jauto ao arco de Santo Atonio.
ave
20-RUA DA IMPERATMZ-20
FARI & LESSA

Os propnetarios deste novo esUbtlecrmrnto vem participar o rspeitavel poblico
e com especialidade s excellentisslmas familiis, que tendo comprado um bello sorti-
menlo de lazendas de todas as qualidades, estao resolvidos a vende-las por precos os
mais razcaveis possiveis para vender moito.
Popelinas de seda, fazenda nova, a 20.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica-
mente enfeitados, a 10$ e 200.
Rasquias de seda de 160, 180 e 200.
Sur eriores grosdenaples preto de 10800
a 50 o covado.
Grenedines de seda a 10100 o covado.
Completo sortimento de I3as e alp?cas
de cores, o que ha de mais gosto, de 640
rs. a 10.
Cambraia de salpico branco e de cores.
Dit s victorias de 30500 a*90 a peca
Ditas transparentes de 30500 a 100 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita phantasia, a
100.
Dita ditos tambem de listas a 40500.
Organdy branco de listas.
Caites de cassa de cor a 20500.
Pecas de babados bordados, de todas as
larguras, o que ha de melhor e mais gosto.
Panno trancado e liso para toalhas, com
9 palmos de largura vara a 10500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
30.
Toalhas felpudas para rosto duzia 90.
Ditas lisas para rosto duzia 70 e 90.
Pecas de hamburgo superior a 905O.
Pannos de chrochet para cadeiras e so-
fs.
Tapetes de todos os tamaitos e precos.
Sortimento completo de meias para se-
nhoras e homens.
Grande variedade em chitas e para todos
os precos.
Madapolo francez superior a 70500 a
peca.
Sortimento de madapolo de 30500,
40500, 50, 60 e 60500.
Cortes de cambraia bordada a 30, gran-
de pechincba.
Cortinados bordados para camas e janel-
las.
Camizinhas e corpichos brancos para se-
nhrra a 30 cada um.
Panno de linho abretanhado, fazenda
propria para seronlas, lences, toalhas e
outras muitas coosas, pecas com 20 varas
por 90500.
Bramante de linho para todcs os pre-
cos.
Todas estas fazendas sao grandes pechinchas vista do preco.
?
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o
PARA LIQUIDAR
. 10000 CADA UM
com cabos de faia, sendo os machados de ac muito bom, proprios para carpinas
oa eDgenhos: vende-se roa Nova d. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assenlo de pallioha: ra Nova, armazem d. 11.
Pre'gos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: ra Nova, armazem'
o. 11.

Taxas americanas

i
a*
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, oa outro qualquer
mister, com toque deferrugem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 80 a caixa com 150
macos: ra Nova, armazem n. 11.
, VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para hornera, a 200 cada um. u de graca, mandando-os vir
custam 1500 cada um : vende-se ra Nova, armazem n. II.
Grampos de pao para segurar roupa
San d ma"e:ra proprios para prendrr a ronpa qus se bota a seccarem cordas, a
40 rs. a duzia ou 60 a caixa com 36 dozias. E' dar, n3o vender; i ra Nov
n. 11.
PARA EXttESHO
om recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qnizer, economisando o trabalho de duas pessoas. talvez o nico que existe
nesta provincia: vende-se muito barato, ra Nova n. 11.
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
X- rope peitoral de james.
nico legalmente habilitado pelo conseibo de
saude, eosaiado e aprovado dos bospitaes : nico
deposito ua pharmacia americana de Ferreira,
Maia le C, ra tiuque de Caxias o. 57, ( antiga
do Qaeimado.
a melhor cerveja 11 icienal do
Bra-il e sobretodo de Pernambuco.
N. B.Em Tista da melhora do, cambio, a cer-
veja tem suffrido abatimento no preQo desde o 1.*
do correle.
i Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta especial e excellonte tin
ta pela sua boa qualidade, fluidez e dar. cao, co-
mo a melhor e maia inalteravel tinta qae se co-
nhece. Nj ataca as penoas d'aco e da tres e*-
reUentes copias. E' prefenvel a qoalquer ontra
tinu para os livro do coran ercio a documentos
que carecam de looga doracao.
IISICO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferreira Maia A C,
ra Duque de Caxiasfn. 75, antiga do Qaeimarto
PERNAMBUCO.
Vende-se
violSes, violas e guitarras moito bem feilas, tanto
em grosso como a realho : na fabrica da roa da
Reda n. 39.
ps de abacates e sapotls, Ogaairas e laranja era
ve, a roaeiras de varias qualidades : na ra do
VUeonde de Goyaana n. 101, (outr'ora Mondegc) |
Lencos dolabyiatho
Vende ae alguna da muilo- bom foato e a pre;o
mdico ; na ra do Apollo 0. 20, escriptorio.
Licor de alcatro de Goyot a 10600 o
frasco.
Para cura de catbarros da bexiga, vias orina-
ra?, pnlmdes etc. Vende-se na botica Popular da
roa da Imperalrit n. 77.
VltlHe COLLARES-
Vende-se o verdadeiro vinho de Collares, vindo
ltimamente telo vapor Olinia, em barril e d-
cimo: na roa da Madre de Dos n. 18.
Fundipao da Aurora.
C Starr 4 C. em liquidacao vende por preces
mais baratos do qae em outra gialquer" parte,
laixas de ferro balido e cnado, alanibiquea, maen-
das e meias moeodas, rodaa e rodelas, e rodas
d'agua para engenbo, criaros e boceas de foroalba,
guindaste* e boias, tijoJo de fogo (fire-.b. lck\ cy-
liodros para padaria tanto ingleies como america-
aos, arados todos de ferro, eic^ ele._______
a o hoW da raa'do Codnraia a. W:

i
l


Diario de Pernambuco Quarta eira 24 de Maio de 1871



ATTENCO
a armazcm do
Vapor Franeez,
rna do Barfio
da Victoria (011-
?a) a. V.
Ao armaiem do
Vapor Fraocez,
ra do llaro
da Victoria (on-
tr'ora rna Ao-
va) n. 9.
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabara de chegar novas faturas com importante sortimento dos artigos abaixo
mencionados a precos mais resumido que possivel.
$
CALCA IIO
Botinas para sentidasduraque branco,
prolo e de ontras multa? cflres escolhidas
do ultimo gost i da moda.
Botinas para meninas ignal sortimento.
Sapatinbos e salto para senhoraduraqoe
pret i, branco e de core*, e de couro de las-
tro.
& Botn ha.s para rrian^as, proprias de bap-
^JjJ tisad .s.
Botinas de diversas qualiflades para ho-
mem.
Botas rnssianas para montara, tanto in-
glezas le couro da Russia para viapem,
como francezas di Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 6
an ios.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de
ma eir, proprios para lianbos.
Sapatos de borracha para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos,
J^SJ mni o fcons e fortes para uiuaiuos e ineni-
S as.
vy Sapatos de tapete, avelludados, Charlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
homens, 'nhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos,
opia s, aguas ide Colcgne era garrafas de
cry*al para resentes, agua divina, agua
florida, dentifrice lavande, agua de toilet,
*$v$ Untara para barba ecabel ;<*, pomada hon-
Jgg groise para bigodcs, pos de arroz e sabo-
'jK? netes, tudo isto de primeira qualidade, dos
j^S, fabricantes Coudray, Piver e Lnbin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
qunrtos e gabinetes.
Leqoes para senboras e meiinas.
Joias 'de ouro, brincos, transelins, pnl-
seiras, 8->tc*s de pnnhos, de abertura, cor-
reles e chaves le relogio, tado de ouro
bom de le.
Brincos de plaqu i mita cao de ouro.
Correales piara relogio.
Abctoaduras para rolletes e para punhos.
Aibans de velludo e marroquia para re-
trato.
Mammadeiras de ridro para enancas.
Caixloiua de costara, novos modelos com
musia, propnas para presentes.
Quadridhos dourados para retratos.
Toacas e sapatinbos de Isa para eriancas.
Capellas para noivas e para pastoras de
prei Gaixintiafl com vidros de aagmeito para
ver-se em ponto grande a photogranhie
dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Theseurfahas para ees ara e onbas.
Bolombas eje. eeda e develado.
Cestinhas para braqo de meninas.
Balaios para costara.
Ge*os d'arame pratiado para frutase
pao a mcaj
Ricos artigos de phantsia nocessarlos
para toilhetes e proprios de presentes.
Jarrle bouquets de porcelana para san- ?$
tnarios. &g-
Registros do papel fino mui delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Moldaras donradas para qua Iros.
Estampas de bellas paysagens de cida-
des. de figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caxinha de msica de darse curda.
Pouteiras de espuma para cigarros e cha
rulos.
Gravatas de seda pretas e de cores.
Rngalas de cana com castSes de marfira.
Ditas de baleia, junco e de muias quali-
dades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Eseovas para fado, para cabello e para
denles.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vollas de sperma-
cetft.
Cordas para violao.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melhor"pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ihas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com raarlello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de (?i
baleias. Sf
Lavas de fio de Escocia brancas, e de r.*S
cores.
Ditas de camurca araarellas.
Machinas para lazer eaf.
Globos de papel de cores para illumlna-
c5es de festas campestres.
BalSes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e outros jogos allemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordi.ms de todos os ta-
manhos e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanbos, com
differentes.vistas mui pitorescas.
Grande
LIQUIDACA.
Na ra do crespe n. 20.
Loja de f.'iillhcrme.
Lias de cores" ui uJa> a 80. rs e colado.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2*300 vara.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 210 o co-
vado,
Bitas riscados prussianos 480 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 240 o covado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cOres para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas i>is|>o lisas finas a 3* a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3/000e 3/500
a peer
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mossnlina branca, a 400 rs.o covido.
Madapolo franeez, a 6/ a pega.
Dito inglez de bom a especial, a 4/000. 5/, 6*
e 7/ a peca.
Algodoshbo a 3/, 3 J'00 e 4/ a pega.
Alpaca de cr com listas, fazenda superior a
440 rs. o covado. '
Dita branca, com flores miadas matisadas a
300 is. o covado. i
Dita preta com 11 ir bran:a, o 500 rs. o co-
vado. i
Ditas de cores padroes miados e modernos a.360
rs. o covade.
Lenc/is do cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada nm.
Ditos do linho eabainhados a 4/ a duzia.
Chita, fazenda bem conhecida pe? sna Conidio,'
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1/500 o covado
Corles de casemira de cor, 3/{C0, 4/ e ?/.
Cortes de meia casemira, a I/ICO.
Casineta preta e de cr, a 500 r?. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o co
vado.
Algodao largo merca T a 5/ a prca.
D-se amostras com penhor.
ATTEI^AO
para ca-
para se-
lindos de-
Joaquim Jo Gonjalves Batirn tem para
vender n seu escriptorio ra do C>mmeriio n.
3, os faneros abaixo notados, qae vende mais b i-
rato do que em oulra quali|uer parle :
Az-iloris em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em Batana de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinha de mandirca de Santa enharina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Bahia em saceos brancos.
D.ta de dita era barrica, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Bahia em no vellos.
Fon ees.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel preprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos. tima, ?dmira a vista da fazenda. S na
de ffianffahia. fabrica de To(los 9 SaD,cs Flof da Moda ra da Imperairizn. 13 A.
Raada Imperatriz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
Os propriet rios deste novo estabeleci-
meDto de fazendas veem scieDtiflcar ao res-
peitavel poblico em geral e em particular
as Exms familias desta c'dade e fora dlla
qne chegado pelos ltimos paquetes d
Eoropa, o mais bello sort.mento das mais
lindas fazendg que at hoje sao vistas em
nosfo conmerci >, e que est3o despostas
venderem por todo preco.afim de venderem
moito e apurar dinheiro, saber:
I/ndos casaquinbos de gurgorSo preto
enfeitados para todos os precos.
Co-tinados ricamente bordados
mas e jmells.
Camisinbas de linho bordadas
nhoras.
Rijos tapetes avelludados com
zenh 'S para 2 e 4 cadeiras.
! Ricas grinaldas e capellas para nokas e
mentas.
I L8a para bordar de todas as cores por
commodos pregos.
| Chapeos de so! de seda inglezas a balao
pr todos os presos.
Rico's' e Eiode'rtios cortes de organdybran
eos com modernas listas.
I Ditas d cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 5000.
Pecas de cambraias finas a Victorias com
10 e 12 jardas a 35, 4J, U. U e 750CO,
D:tas transpar.ntes finas para lodosos
precos CQm 2 larguras.
Vaiiadissimo e elogaantes sortim'nio de
I5as para vestidos de lodos os prec, s e qua-
bdades, que, quem as vir a \ista dos pre-
cos comprar.
Mideroas popennas com listras a 120
rs. o covado barato.
Grande variedade em chitas finas, para
200, 210, 280, 300 e 320 rs. o covado.
I'echincba em alpacas de cores lavradas
e muitofina, o covado 400, 300 eCOO rs.
na Flor da Moda rui Inueralriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
S3o camisas francez.s finas a 1^500 cada
Roupas eitsnaPlor da Moda
Sobre-casicos, palilots-saceos e fraks 4e
todas as qoalidades preco commo lo.
Caifas de casemiras pretas, de cores, de
brins brancos, pardo! e de cores.
Ceroulas francezas de linho e de algodao
commodos precos.
No mesra estabelecimento cncontrarao
os amaveis freqoezes um b lomar medidas dos qae qnizerem manda'
fazer SDas obras e .njeitando-oos a ficat
com aquellas que ai abiem a conten'o,
afim de bem servir toflos aqoelles que nos
honrarem com fin prolecc'o nesle eslabe-
lecimeoto orna enfi-idde de artig s que
deixamos de mencionar para n3o se tornar
massante aos leores. o estabelecimento
est aberlo das 5 as 9 horas da noite s
ordens do rcspniavtl pub'ico.
N.-13 ARLA DA IMPERATRIZ N.13 A
FIO" "
saceos e foguetelros.
MCSCM
TAHA ASSCCAR
CERVEJA DE MABCA
MU
Kngarrataia especialmeniepara o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdarteiras tr'az<>m o nnmeros eslampados
as prcas e uu cas oiiqaetas
y^odem-se
Em i;ass de
T. JEFFER1ES i C.
46 Ra do Gommercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Yraxcm rm cada pefa tsnt blihe-
le com o Dome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Para saceos

Cadeiras
Novo sortimento de eadeiras franeeiaa de f.iia
ao natural e a Imtfalo de ^caranda, mogno, ele
nos armaiens de Tasso Irroos & C, no caes de
Apollo jnnto a ponte provisoria.
Covado de chita a 160 rs., pe-
c,as de madapolo superior a
# 3^000 : na ]< ja Flor da Boa-
vista, de PauIo Guimaraes.
Chitas de cores flxas e b.Ditos padrSes a 160 e
200 rs o covado.
Madaplo, superior qualtfade. c;m alflcroa
avaria a 3 e 4 a prca.
Calbralas de cores a 0 e MO rs. o covado.
La para vestidos de 240 a Alpacas escocezas, alta covidade, a 640 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 48, junio a pada-
ria frani-eza.
GRANDE
LIQUIDACA
Na roa do Duque de Callas, antiga rna do
Qaeimadon. 19, vende-te chitas de cores es-
coras e roatisaJas pflo prego d cambraias de cores, bonitos padrfies a 240 rs. o'
covado, e picas de camlnaias branca fina con. 10
iaras a 3| e ditas cen 8 ditas boa por 4, pecas
le madapolo de 4/, 4500 a 3i, e algodao bian-
:o de 3*300 e 4*000 a pepa; indo por prec-
me almira.
Vende-te rcinertio con:ra os callos, experi-
mentado por diversas pessoas, as qaae* um lira-
do bom resultado ; ra Trimoiro de Mr?o n. 3
(antiga ra do Cresp) a ra (!o Mrquez de 0!m-
1a n. ;0 A (amiga dj Qajpi).
Rolhas.
Rap poplar da Baha.
Botim em fardos.
Retroz dos melbores fabricantes do Porto-
Tapioca do Marinhio.
Tabaco simme da Babia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barrs, proprio para engarrafar.
Dito muscatel, verdadeiro de Selubal.
Dito Bordeanx em taixas de una nzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Brinquedos
O maior sortimento qne se pode desojar CSSv
de todasorte de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa para ntrele- fijg
menlo das crianzas.
Calcado
barato
para
horaem
tiorzegains de bezerro e cordavo
9*000.
Ditos pretos de pbantazia para senhora a 3*
Ditos de doraqae de cor para senhor a 4*.
Ditos de plumaria para menina a 3i.
Sapatos avelludados para senhora ai*.
Pavilhao da Aurora.
Ra da Imperatriz n. 2
O dono deste grande
ment de fazendas Anas
avisa t seus numerosos
e acreditado estabeleci-
de todas as qualidades,
fregueres que acaba de
I
te
Chapeos de sol de alpaca pelo baralissi-
mo preco de 3#000.
Madapol5Js f nos e largas com 20 vara?
a 45, 54 e WO.
Brim pardo trancado de linho fino o
covado a 320 e 400 rs. admira.
QUEM QUIZGR VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima la de cor a 84,
0,5, e 4000 brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. o covado.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
VENM-SE
a 50O
a caixa com 40 cartas de iraqnes da acreditada
marca Caatello : ra do Mrquez de Olinda, an
liga Cadeia, n. 33. armazcm Uniao M^remti!. .
OlfVU,
Vende-se ssecos com farir.ha de mandioca, me-
dindo 18 cuia?, p-lo baraivsioio pre eco; na ra oo Mrquez de Olinda" r,. 40, es-
criptorfo.
A'f senhoras.
Tem venda era seus armazens. alm de outros zia -'^ 0 r
trtigos de seu neg io regular, os seguintes, que! Grande qoantidade
randem por presos mais mdicos qu
Vndese na praa da Independencia n. 39, loja receber um g ande sortimento de vestidos de carn-
eo calcado de Porto A Bastos. oraias brancas bordadas finas para senhora, os
~~g+i 7* T 1 quaes vende muito barato, assim como outras
L TI&IILO DOrtlanfl |muilasfaztodasdenoito bom posto, as quaes
v*M.v*Vw y w* 1/a^ms f(jZ grande redaegao de precos para menos, aflm
Venae-se o verdadeiro Crment) Portland : no de vender mais barato de que em entra qualquer
j-go a Alandega, armazem do Aunes. parte.
em ou-
ra qnafquer parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
GRADES de forro para cerca.
EslblHAS d*lfaaT5"para~caraa e torrar salas.
CANOS de barro ffancez para esgoto.
GESSO snperiolr em porcSs e a contento.
GEMENTO ile todas as qualidades.
MACHINAS de descarocar algodao.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS amecanos para forro de carros.
POGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeanx.
COGNAC superior de Gautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3J500.
AGUA florida legitima.
de lencos para me
runos e borcens ;endo :
Com barras de bichincbos e calun^as fa-
zenjo Ryna^ljci a duzia I $200, J500,
Dito 6ancos" finos a 24300
Ditas de linho ambachados finos a 6$ e
7.JO0O a doz.
Camisas de meia o melhor que h, urna
i j, e i 500.
Ditas ioglezas finas de linho para homens
e meninos por todos os precos.
Collennhos, pannos, gravatas, meias,
toalhas, lences. crochets para cadeiras e
jardioeiras.
Completo sortimento de cassimiras preta"
de cores.
Panoos finos pretos e de todas as qoali
Yende-se no armazem de fazendas de AngnstoI dades, brins brancos pardos e de cores por
P. de Oliveira 4C., ra do Commercio d. 42. I todos os presos.
A' cha pella ra da rna Primeiro do M.-rco n. 6,
araba de chegar da Eurep, pelo ultimo "vapor,
nm lindo e variado sortimento de chapeos echa
pilinas da ultima moda para senhoras, que se
veodem por precos muito rasoaveis: na rresma
chapellaria ha um grande sortimento de chaqof
le todas as qnalUades para homens e meninos.
Perro galvani-ado.
Vfnde-se ferro galvanisado em folbas de dilTe
rentes tamanhos : em casa de Adamson H.wie A
C, rna do Commercio o. 40
Vende-se
urna rica secretaria de Jacaranda macico : em
casa do machini;ta do gaz Lniz Morena, Iravessa
da ra do Imperador n. 12, culr'ora becco do
Ouvidor.
Vende-se ama casa na Escada, no pateo da
feira, junto da casa do Sr. Caldas, por precio com-
mode : tratar Ba rna o Hospicio n. 30.
Libras stwliaas.
O verdadeiro cemento l'ortland
Vende-se mais barate do que em qualquer ou
tra parte : no trapiche Guerra no Re-ife.
Sapatos de borraxa
Para seabora ou rapazes que calcem 35'e 36;
borzeguins para hornera a 4/500 rs. e ura com-
pleto sortimento de calcado por preco mnimo ;
ra Direita n. 43.
Plvora a 16*3000 o
barril
No escriptorio da ra do Vigario n. 31, tem
amostras de superior pilvora ingleza, e vende-se
pelo bar.'to preco cima
Vende-se por preco commodo ura carro ama-
ricano de qnatro rodas, muito bem pintado, for-
rado de novov excellente a todos os respeito ;
tratar na cocheira de Mr. Gorjean, a ra da Flo-
rentina n. 16.
Vende-se as srgnintes obras
As Tres Lagrimas, 1 tomo encadernado por
t*000.
Solfejos de Rodolpho enejdernado por 5*.
Msica intitulada Lacrela lkrgia em broxnra
*000.
dem do celebre autor Bertini Idpm 4*.
Um livro em hnanco para copiar msica S*
Vende-se mm cvalos andadoies no corre
dor do Bispo n. 33.
Cemento Po-tland
em barricas de 13 arrobas a preiv) mais commo-
do do qne em omra qualquer parte : venoe-sr
nos armazens de Tasso Irmaos & C.
Cal de Lisboa
Chegada pelo brigue luna, vende se na ma do
Apollo, armazem n. 30, de Antonio H. Rodrigues
& C.
Calcados
B .tinas de brim e dnraque brarco bardadas de
setim a C* o par : ra do Bom 1-- d. 21,
toja.
Vende se tima caa terrea em chao proprio,
na ra da carrofss n. 19 : tratar na ra Xov
n. 69.________
Vende-sc urna carroca pouw u-ala e o:-
cavallo mellado muito novo e grande com os com-
petentes arreios lamqem n.ivos n por muile ent'
modo prfn : tratar na ru* Imperial caja de
rutnlas amarella^, pm f. entf dj p.idana n 216.
O p5o Remonda vende-se uoicamnte m
ra da Matriz da Boa visti n. 20.
Todo qualquer pao do roesmo f rnwto
que Fe venda na ra nSo Ihe pertenee.
MobiliaT"
Na ra de Sania Rita n. 73 ha para vender ama
mobilia de Jacaranda com pedra, edm poucouso e
muito bem conservada : a pessoa-' que pretender,
l^pois de a ter viito, pode dingifse ao Pare d
Mattos. na prensa do Sr. Jos Luii Goaiaco.
Ven Je se o arnuzem ce louca lina e ordina-
ria da ra Nova n. 49, a qualquer prssoa qae se
quzer estabelecer a dinheiro ou a praso com ga-
rante, a vontade do vendedor: quem o preten -
dar dirija se mesma a tratar com seo ver-ladero
dno. que Jos Maria Goncalves Vieira Guio.
raes,
.
LISTA GERAL
19o.
a
.
I.

DOS PREMIOS DA PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 472, A BENEFICIO DA IGREJA DO LIVRAMENTO DA VICTORIA, EXTRAHIDA EM 23 DE MAIO DE 1871.
NS. PREMS. .NS. PREMS. NS. PREMS.

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Oiafio de Pernambuco Quarta eira 24 de Maio de 1871

JURISPRDDEWC A
ASMsnMa provnola?.
Parecer da commissSo de constituido e
. clores acerca da ama le nlo sanciona-
da no prximo lindo auno de 1870.
(CODClUfJo.)
A resolucio que me refiro e>t cm po-
dar dos ou'ros membros da cotnmissSo.
Por esse mot7o n5o pode ver as razjs cm
que se funden Aj)resiJe!i 11 para negar 1 e
sanec) ; assiiBomo nJio v o parecer da
comoiissio, qo**t esta data n5) fo. aure-
sentado. Se qaOamu'orij sustenta a don
trina da res >luciepor termu assegundo <
relator. ,E como esta comnissao tenha
pido alvo de argoices, pela demira em
dar sea parecer acerca desla o d'outras re.
solucoes n3o saocconadas, qae se acbam
cm poder de um daijuelles meinbros, en
tandi, qae nao devia esperar mais, nem de-
clarar por mais lempo a mraifestacao do
meu voto. Eitmdo cumprir assim o m :n
devor, e arredar de sobre mim a cens ra
que se queira taer ( e j se lem feito)
commissao de que faco par.e. G. L.
-
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPTADOS.
MAGE.M DE S. M*0 IMPERADO!!.
Eutra em 2a discuss3o o arl. Io da pr -
'OJta do poder ejecutivo sobro a viag-un
de 8. M. o Imperador Europa.
O Su. Coelho Rodrir'jf (pela ordem) :
Ji bavia pedido a palavra sobre o projeci>i;
mis agora pedia pela ordem, porque, ten lo
VExc. posto em ds;uss5o smente o art-
i", desejava siber se nlo existe orna dispo-
sicao em nosso regiment intimo que p>T-
mitte iraiar-se da generalida le das prop s-
tai do poder ejecutivo quando se discute
o 1 artigo dos projectos respectivos.
Como disse, j t'n'ia pedi lo a palavra, so
bre o projecto, pirm n3>quero usar de'.la
antes de obter de V. Exc. esta exolica-
c3o.
O Su. PnEsiDENTE.-O regiment muito
exp^esso a este respeito, estaba!eondo que
na 2* discussao dos projectos qie s b'm
duas discusses quando se tratar do art. 1"
permittido fazer considerarles geraes so-
bre o mesmo proiecto.
O SU. COELFIO RODRIGUES :-Sr. pre-
sidente, encelando este debate, ea n3o sei
se med bem as miobas forjas; tenho, po-
rem, onsciencia de qae n3o attendi ao<
meus iote.esses. e, como n3o tenho a vai-
disa presumpea de pider proferir so'ire
elle a u'lim palavra, declaro em tempo
que apenas tenciono dar as razes do voto
qae pretendo dar nesti questao, reservando
salvo o direito individual de rmdifica-lo, se
os oradores que me segurem na tribuna
me esciar cerem e Bzcrem desapparecer os
pontos sobre que versa) m'nhas duvidas,
como desejo, posto que o n5o espere.
Antes de ent-ar na discussio propriamen
t restricti materia do art. Io, eu tera,
Sr. pres dente, de estranbar que a mordo
mia da casa imperial houvesse Jtomado pas-
sagem pira Sias Magestades nos vapores
da com.ianhia ingleza, se n qae previaments
tstivesse obtida a licenca...
O Sb. Jos Calmon :Isto ja foi expli-
cado.
Sn. Coelho Rodrigues :Tenha pa-
ciencia o nobre d puta Jo, n3o tome a ques-
tao dos ares; raeio affomento n5o anda
urna razio Mis, Sr. presidente, apezar de
moiticioso das attnhuicOes das cmaras
legislativas, dou-mep)r satisfeitosdesdeque
na exposic3o de motivos apresentada pelo
Sr. ministro do imperio allegou-se a razo
mais qse muito ponderosa de um iV,ommo-
(!) grave na preciosa sade da nos--a angli-
ca imperatriz.
FOLHETIffl
O FILHO 00 CALCETA
POB
FIERRE fUGOS
XIII
gordo.
\ domingo
(Conlouaco do n. 115.)
O outro trem era mais pobrito ; especie
de crnica armada de proposito para aque!-
le Ora, n5o continha em ti cousa qae des-
pertasse a curiosidaJe : nem fitos esplen-
didos, nem os imminsos guinchos da trom-
beta ; n tava-se po m dmtro dielle urna
alegra douda que f zii a gente ficar alegre
tambem s de ve-la, e a msica suavissima
s.m ontra igual que brota esooatanea
das guellas frescas e galhofeiras dos quinze
annos.
DeDtro da carrofa iim dez raparigas,
todas da mesma modista a quem os fatos
e as miscarilhas linham dado espantoso
atrevimenlo. Aquellas pequeninas cabefas
embriagavam se das gargalbadas e das mo
mices, di toia a galbofa, emm 1 Iam-nas
applaudindo, onviam os applausos e abu-
savam delles.
A carrosa era pesad'ina, m las rijas e
feias, e o cavallo, coitadilo, pareca nlo ter
senio ossos, tao escanzelado era.
. Mas o povo n3o reparava nem na carro-
cha e nem no cavallo.
Aquellas raparigotas eram o modelo mais
completo e mais verdadeiro da folia do
domingo gordo ; e por onde quer que pas-
sasseoo, Ocava e ambient; como quem diz
eatremeoendo-se deprazer, deixavam aps
si orna especie de saleo harmonioso, cavado
pelo seo festivo cascalbar.
Ao fim da roa de Vivienae, que estes
dous vehculos se enconlraram a primeira
vez.
Tioba parado a correnteza dos trens ; e
o ratao da capa bordada a ouro debrucou-
8e para a carrosa, e com ademanes tbea-
traes, romprimentou t3o dignamente como
o faria M)lire, o ranchinho folgasao das
rapariga,}.
Responden me ana aaraivada de ditos
agados, caretas o tregeKos, que o povo aug-
meotoa com eetrondosos apptansos.
A fila dos vehicalo3 continaou a aodar, e
o re de papeiio deteeo da sua dignidade
a ponto de ftnr um cachoxo s peqaeoas
despedndo-se com um verso, que mal se
ouviopor entre o borbirinbe da populaba.
Ao secando encontr dos doos trens,
tiaham imbos chegado adbairro do Tem
Ji >e o nobre d potado qae no fim de
yad ha de concordar commigo, e, seohores,
(lixem passar expressloanglica sem
comment irios. N8o urna palavra estudada
por quem desejo fazer s > agradavel, nem
um adjectivo sublime, que se pollua passan-
lo pelos labios deum cctnlo ; po, se-
nbores, o echo espontaneo d um ora-
g5o respeitoso, mas sincero, extreme de li-
sonja e amigo da verdade.
Teria tambem de considerar a forma de
que sei vio-se o governo para solicitar a li-
cenca do art. 101 da nossa coustituicSo ;
porein ainda neste ponto acho-me de accor-
d) com elle; porquereconhec que o caso
nao est prec smenle determinado ; que.
na duvida, escolhendo se o -mcio geral, a
regra para o guod plerumqm //,trilbou-se,
se n3o o camiulio mais curto, ao menos o
mais s.guro.
Teria finalmente de.indagar, se a occa
silo escolhida porS. M. o Imperador pira
levar a efTeito a sua viagem era oppirtum,
e se esta eraconvenient?; mas esta discus-
sao seria ociosa, depois que reconbeci a
urgencia d) moliv), que o determinou asa
tiir do im.ier.o. C>ncedo que a sui ausen-
cia a tualmente grave e que a occas>2o
escolhida melindrosa: mas confio que a
sua prudencia s ber evitar os perigos poi-
si^is, que por ventora sobrevenbarn sua
saude e segurancj, que tanto nos interes-
s ra.
C imeca entretanto a minha divergencia
oiu o pens ment do poder executivj em
tres qu.-si;s successivas, que derivam-se
das dsposicSS conaexas dos dous artigos
da proposta; pois, Sr. presi lente, eu pens
jae a saliiJa do mon ircba para fra do
imperio :i5o pode dar lugar a um governo
regeoci A.
Com effeito, se sabe sem liceoca, em vez
da substituios3 ioterioa cabe a definitiva,
conforme o art. 101 o nos termos dos arts.
I Ib' e seguiotes; se-noren saheom licen-
Cs tambem nao cabe o governo de um
regen'e ou de nmi regencii (conservan io-se
as disiinccoes da consiituico); porque os
direitos polticos do Imperad ir sao exclusi-
vos ; nao podem ser cumulativamente po3-
suid s por dous indiWluos n'm podem
ser suspensos senao p)r urna das incapaci-
dades miDcionadas no l1 do art. 8o, e
ningoem dir que a-licenpa da assembla ge-
ral indoz incapacidade moral ou physi;a do
Imperador.
Confesso que esta intelligmcia d logar
na pratica a umi dfilculdade sera, mas nao
insuperavel; porque (lia um aparte) primei-
famente com a naiureza do poder modera-
dor nao repugna urna i termiltencia passa-
geira, e o poder executvo, cujas attribui-
cos sao permanentes, ex*rcido pelo mi-
nisterio n is termos do pr. art. 102. Se a
cora acompanha um por um os seus actos,
qae se expedem por decreto, e smente para
exercer essa fiscalices) constante e tmme-
diata, que o dave esclarecer para poder dis
cernir os casos em que deve usar ou abster-
se da Iii-re acgo moderadoura do 6o do
art. 101. A esseocii desses ados a as-
signatura do minis'.ro competente ; o art.
132 n3) faz entre as funecoesdo art. 102 a
dislinccjo, que a pratica tem introduzido:
diz apenas que os ministros assigoaro ou
referendario todos os actos do poder execu-
tvo, sem o que nao p)der3o ter execu?3o.
Por c nsequencia, se o n5o expressamente,
podemos supcor (aculljtiva a assignatura
do monarcha, e quem o sustentarn8o de
fende(sejaqual for a praxe)um paradoxo,
mxime se tivermos em vista o disposto
logo adiante no art. 135.
Tambem confesso que o monarcha tem
in'.eresse, e, direi mesmo, deve saber sem-
pre o que se passa no exer.iciode um po-
der, do qaal chefe c fiscal immediato;
mas esse interresse e esse de>-er podem
ser rcoti-os importintes para que, nos ca-
s)s do art 101, elle se no demore muito
tempo fra do imperio, e quem n)s diz que
po ; e ou fosse por ja se terem elles e
ellas alegrado mais, ou fosse por se des-
ampararem na escorregadia rampa daquelle
da. o certo que mal ons e outros se
avistaran) de longe, desataran) logo um
cbnveiro de puihas e de benevolentes amea-
cas.
Os apupos continnaram em furia cre3cen-
te, e o ro. cada vez mais respeitavel, ia
dec'amar algam pedacnho di Tberamene,
quuid) urna immensidade de confeilos, Mi-
rados da carro?i, Ph c rtarara a falla.
O dive-timento promettii ; o p-vo, all
roda aos magotes, defenda as raparigas, e
o trem j^nota foi acommetlido com denodo
por todas as palavras que a liberdade do
entrudoaatorisa.
Risota na carrocj, risota no trem, risota
no meio da ra.
PaUvrnba qae me estou divertindo
com estas pequeas, dsse o rei para ora
dos camaradas.
Mas pateta, para que ests tu com
essas gramolas ? redarguio brutalmente urna
vez por Iraz delle.
Ora adeus, urna remacho ? E
aposto qne o viscinde nao deixa de con
cordar ?
Pois sim, tornou outra vez a mesma
voz bruta que j fallara, c por mim, facam
l o que entenderem : s o que me d cui-
dado o desfecbo.
E virando se para a mulber que tinha
ilbirga, poz-se a conversar com ella.
Emqjant'j isto se dizia no trem garrido,
urna das raparigas da carroca encostou-se
ao nico humera que as acompanbava, e
que vestido de palbaco, e guiando o ca-
vallo, nlo pareca l muito contente.
O' Leao, dsse a tal pequea, olba
que s.mpre me sahiram uns ratoes de
bom gosto I
Achas ?
CreJo! Tambem nao sei com qae
te di verles, bomem I
Temos agora altreselo ?...
Em nao sendo l cousa do teu gosti-
nbo...
Hortense I
A rapariga deu aos hombros e tornou :
Pjs deixa-lo... est me dando co-
cegis de saber qoem sao, e estas meninas
dizem que melbor segui-los.
Parece-me incoo veniente..,.
Pois sim, ser iaconveoiente-.. mas
se tu n3o quizeres, vou eu mesma tirar-le
as rdeas da m3).
Leao ainda fez um arrennsso. mas sa
beodo que a mocioha era muito capaz de
fizer o qae dizia; antes quiz ceder.
Por coasegaiote, dea volta I carrofs, e
metteu-a na flleira atraz Jdo outro trena.
Isto leyantou entre o poviahojplamorosas
ovacoes, e o homem da troffllu desan-
esta circumstancia nSonfluo no espirito-do
legislador constituale, o qu.il, afastando se
do exomplo de outros, com i verbi fjraita,
o da Suecia e o di Bavera, deixou do Bxar
o prazo da demora do monarcln, qodo
ausente comlicenca.
E', pois, muito possivel que o sea silea-
co importe aqi um meio indirecta para
que esaas ausencias na i se repitam mtsilas
veze, nem se prolonguem por muito
tempo.
Dapois figuremos duas hypotheset, em
que provavel a ausencia do Imperador, e
n3o se podar sustentar a douirna que eu
combato.
Supponoa-se que elle tenha de sahir pa
ra urna guerra ou para um congresso de
soberanos no estrangeiru (scilicel levando o
mioisl.-o competente); ninguem dir que
entiio deva ficar no imperio un regente
exercendo foncc5.M exclusivas por natnreza,
e da cuja plenitude ontini a gozar o
moinrcba ausente: entretanto se- foC'jso
admitt-lo para os que pensam de mido
contrario.
Alm dlsw lemos alguos precedentes, que
de certa manera apoiam a doutnna, que
defendo. Se ausencia do imperador, es'a
bypolliese, pode ser coisiderada como im-
pedimento physico ou mira1, capaz de sos-
pender os seu direitos polticos nos termos
do Io do art 8o, e reclamar a necessidade
de um substituto, o mesmo deveril pro-
ceder sempre que ele se ausentasse di
sede do governo, ainda mesmo qie, n3 >
sahjsse do territorio do imperio; mas Dio
foi isso o que se (ai p)r occ3g 3) das suas
viagens anteriores.
O Sa. Mello |Mob\es:E' porquj n5o
sabio do imperio.
OSn Coelho Rodbigues :As diffiren-
cas resultantes de mais ou menos diflkul-
dides de commnoicacSes, de estir dentro
ou fra de certa circumscrip;3o territorial
serSo sempre de tempo e de lugar, porra,
nunca de principios. Ser lae-hia mis dif-
fiei! exercer as suas attribun.ois no Millo-
(Jrosso do que. em Montev.do, ou Bueoos-
Ayres. A nica diffdreofa real, que rejo
abi, que pan ir qoelle ponto nao pre-
ciso licenf da assembli geral, e pira o.
ltimos esta indispensavel.
A pezar, porem, dessas e de o otras con
siderages, que anda se poderiam adduzr
em favor da doutrioa, que me parece pre-
fervel sobre o objecto da proposta, eu nao
neg que a opino do goverm tem boas
argumentos em sen favor; que a verdade
nesta questao susceptivel de duvidas se-
rias e n3o duvnlo mesmo sacrificir-lhe mi-
nhas ideas a respeito, e acompaoha-lo, se
tiver necessidade de meu voto.
II i certas concesses que posaivel fa-
zer em algnns casos, e este me parece um
delles.
Estou convenc lo de qae deatre oj mi-
les mais graves que pesam sobre o B azil
sobresahe a pouca estabilidade dos minis-
terios, que as vez es se succedem com a ra-
pidez das eslacoes. NJo espero que isto
tenha um termo emquanlonl) hiuver umi
lei de inc mpatiblidades, emq lano os dep i-
lados e os senadores podremoccopar s ca-
deiras dos ministros, emqaanto os aecusa 10
res e joizes dos agentes do poder executivo
puderem aspirara os seos lugares;mas al
que isto se leve a effeito nlo desejo con-
correr para que se aggrave um mal to dif-
ficil de curar.
Passo a segunda questio, admittido que
a a iScncia do imperador, para fra do im-
perio com assentimento da aesemblea geral,
seja caso do governo interino de um regen
te, compre indagar se quando este fr o
herdeiro presumptivo di cora tem n3o
obstante o poder legislativo o direito de
marcar os limites da sua autoridade.
Confesso que nao dara a esta questao
muita importancia: qae n5o me occaparia
detidamente com ella neste lugar e neste
momento, emque co asidero urgente a bre .
dou meia duzia de guinchos capazes de en-
surdecer meio mundo.
E' quasi intil dizermos agora que na
carruagem iam Beauregard, os seus apa-
niguados e Carlota e que na carroc esla-
vam Hortense e as suas companheiras da
modista.
Qie denjonio quer isto dizer ?per-
gunton Beauregard com mos modos, quan-
do vio a carrosa tomar lugar at-az do car-
rinho.
Quer dizer, volveu o P de Forno,
que fiearam babosas pelos nossos sotas, e
c pelo manto real
Pois sim, mas preciso safarmo-nos
dellasquanlo antes.
Deixa estar qae temos muito tempo.
O da j vai em mais de meio, as
lardes mste tempo n3o s5o nada,, e com
franqueza, na > estou disposto a demorar
me muito de trem coa a Carlota.
Deixa c a cousa por minba conta I
redarguio o P de Forno. Convm arran-
jir em torno de nos um folia sem par...
o que nos faz conta.
A tarde ia cahindo rpidamente ; os em-
preados prncipiavam a acender os can-
dieiros do gaz, os trens iam andando mais*
devagar, e o povo foi rareando pouco
pouco.
Assim so gastoa meia hora ; os doos
vehi ;nlo3 pouco distantes um do outro, ar-
remessavam-se mutuamente e de quando
em quando s derradeiras pulbas e atomi-
ces. Dahi forara acabando as cantigas e as
gargalbadas, e ficou todo calado.
H jrtense foi assentar-se ilbarga de Leao
Safa 1 Estou caacadissima I
Quero crer, quero, retorqaio Lelo ;
por esse caminho...
Tens tencSo de me ralbar ?
Talvez n3o houvesse motivo para isso?
Se quer es... vamo-nos embora.
A carrosa cootinaava atraz do trem.
Lea o abanou a caber; \ e respondeu :
N3o, agora quero ir aqai mais um
pedacinbo.
Para qae ?
E* c urna coosa.
Mas que cousa ?
Leao desandoo meii duzia de escotadas
oo sendero, e inc!inando-se para II jrtense,
disse-lbe ao oovido :
Olba, talvez tu me engaa, mas ainda
vidafeda discussao: que limitir-mebia a
por a disposigao da le, se o3o tiv,:sse
visto em um folhelo distribuido aqu com o
pomposo mas inmerecido ttulo de Defesa
da Constituiffy citar-se esta, como contra-
ria aos que susieaUm a afirmativa, e in-
vocar se at (o qae seria ridiculo se n3o
fosse doloroso) o auxilio divino contra o
corso da ooica doctrina sustentavel e ver-
dad aira nesta materia.
Sr. presidente, minba humilde opiniio
que ha duas tendencias igualmente funestas
ao nosso rgimen, que nos cumpre combr
ter a todo o t ansa e extirpar se pissi-
vel; s3) duas frmis da nm mesmo deffei-
io, doas modos d) mesmo vicio, duas
especies deauljisra : o do tribuno do pa-
co e o do corteza) da praca publica, N3)
destingo entre elles ; sSo igualm ote vis.
N.i) so veja nislo allus3o a alguem ; sao
apprehensdes que a leitura de um escripto
pode suscitar, sem in tmduaunente ligarse
aoseu aat>r. N>t) infelizmente essas ten
dencias deleterias no vacillante e mal defl-
mo espirito poblico do paz, que deve-
moderigir melhir noria.
Colloqiemos-noi a igual distancia d) po-
vo e do monanhi ; a->riguamos nos larga
sombra da constituyo, onde o hteresses
de amb)j se acbam bem barraonisados;
debaixo dessa aore magnfi;a trab3lhemos
para que ella fructifique, e nadi de excesso
de devocao por um ou p r outro ; ma s sin
ceridade e menos entbusiasm); ambos de
vem agralecer sem aceitar o zelo pbarizii-
o dos seus ira rudentes defensores.
Dizer-se defensor di constituido e ne-
g r ao p)der legislativo o direito de marcar
os limites da autoridade do regente, de que
trata o art. 126, coma que com effeito
m I se compreben le. Contra semelbante
doutrina n3o s8o necessaras armas viudas
de fra; basta ella s
Con effjiti sa ella fosse obscura, a ne-
nhum outro poder caberia declara-la seno
ao legistattvo, quenesta parle loria, p)rsua
mevma Dataren, juiz era causa propria: mal
incoatestavel, sem doviia ; mas cortamente
sem remedio. Se ella fosse omissa, ao
mesmo poder, e s neote a elle, caberia re-
conhece-!a e at comileta-la dentro dos li-
mites do art. 178, cuja extensSo ficaria sem
pre dependente de algum arbitrio. Feliz-
mente a nossa consliiuicjb no ponto res-
pectivo n3o obscura, nem omishi ; pie
ser apenas duvdosa e se nao vejamos.
A base da questao (e creio que isso
nao ser posto em duvida ) o 2o d)
art. 15.
O Sb. Mello Moraes:Li depois o
art. lOi.
O Sb. Coelho RcDniGuss:L re : nTo
vamos corre ndo.
Isto posto, partamos do texto. E' a pa-
lavra que traduz o pens .ment e o pen-
samento que d vida ao texto, e constitue
a lei, isto para servir rae das expresses
de om velho jurisconsulto : Quoi legis-
lator voluit, quoi judicio, suo probavil ac
recepil.
O artigo citado, defin mo as attribuc5es
da assembla geral comprebende nallas ele
ger a regencia ou o regente e mircar os
limites da sua autjridade, 2. Esta dis-
posic3o isolada d.ria qae ao poder legisla-
tivo compete semp-e eleger a regencia oo
o reg-Dte, e marcar os limites da autorida-
de de urna e de outro. Aqui para o pr. -
cesso hermeneutico sobre o elemento gram
matical; mas nem este o nico, nem
mesan o mais importante. Esgotado elle,
devemos recorrer ao nexo, que liga a parte
em questao ao todo da lei interpretando,
porque injuridico, segando outro juriscon-
sulto romano : a Nisi tota lege perspecta...
aliquid judicore vel responder. As rea-
cos resultantes dessa comparaca) const-
tuem o que a escola allemaa chama elemen-
to lgico da interpretarlo.
Pois bem, e raisler na esqjecer que con-
forme a constituido o regente era sempre
agora parecettfa* tmvirall no'caminho
anniB palavras.
E depois ?...
E depeis as taes palavrohas fazra-
me desconfiar... *
Da qae ? -v
Sabes que ea e o Csetano fonos hon
tea casa da Cariota na redo Helder.
Bem sei.
A* Carlota ijastoa vir boje i casa do
Caetano, mas mandn dizer-lhe que fleavam
as revelacoes para amanha.
Mas que relafo tem isso...
Tem muita.
Dize l.
Pareceu-ma conhece-la no trem que
all vai.
A Carlota.
Toda inteira.
E que tem isso ? E'a'gumt admi-
rac-ao ?
Nao me admiro, acho te rvel.
Paleta !
Ora v se reparas bem no caminho :
olba, agora esconde-se dos caodeeiros e
vai para o meio da ra, isto para a escu-
ridao ; notei ha um instante...
O que ?
Qae j se n3o v a Carlota ; que urna
das mascaras desceu do trem e fugio a toda
a pressa... Espera, espera I... olhi, v
tn propria...
Ao tempo iam passando pela velba Galleo-
ta, que de todo o passeio do Templo o
sitio mais s e mais escoro. A carroca le-
vava cousa de viole metros de distancia
ao carrinho, a Hortense vio urna das mas-
caras, a qae mais dra as vistas do bomem
do manto e da corisaltar do trem para a
trazaira. e dahi para o cb3o.
Havia s a diflerenca de queja o rei n3o
trazia nenhuma das suas insignias da rea-
leza, vestindo para e simplesmente um ca
saco ligeiro.
Mal poz ps no chao, desatou a correr
como ama lebre
Hortense ficou moilo assostada, e, toda
trmula, disse balbucante, agarrando no
braco de Leao :
Qae ser isto ?
J vais desconfiando tambem ? tornou
Lelo.
S3o talvez meia duzia de gauderios
a safarem-se para nSo pagar o trem...
Talvex...
Leao entrn a reflectir.
Hortense era, porem, natural e essencial-
mente enrgica; concedeu poaqiissimos
instantes i besitacSo, e apontando o carri-
nho, disse resoluta :
Leao I E' preciso ver quanto antes
o qae se passa all dentro.
Ji tarde I ponderoa o moco.
Mai aquella mulber I aquetamulberl
Carlota ?
S esta idea me d calofros... Da
sanca esse maldito sendero, anla... va-
mos depressa... nao, espera... deixa-me
ir ea s...
E, mais ligeira que o pensamenlo, deitoo
oos aa rolen, fez parar o cavallo, e
apeoo-se da carroca.
Leao nao se demorn em segoi-la, e am-
bos correram pan o trem janota^ qae an
dava entlq vagarosamente.
o parate mais prximo do Imperador nos
termos dos arts. 117 e seguintes, sem ou-
tra distinc;3o mais alm da diff*reo$a das
tdades requeridas nos atts. 122 e lfl, se-
gando se tratava do herdeiro presaiptivo
da cora, oo de outro quafqaer.
Ora, desde que nisles artigos o regente
chamado independente da eleieSo da as-
sembla geral, forcoso enteader a primei-
ra parte do 2 do art acorn restricta
regencia ou smente applcavel ao regen-
te quando concorrera doos ou mais indivi-
duos com o mesmo direito ; p)rque de oa-
tra sorte entre este e aqoelles artigos ba-
veria contradicho, o que rasoavelment o3o
se pode suppr no legislador ordmarii, e
anda men-s no constitainte.
Mas a limitacao necessarii, ao m'nos em
regra na primeira parte do % 2o do art. 15,
nada tem que ver com a segunda e deixa
mtacta a attrtouic5o,qu) tem o poler legis-
lativo, de marcar os bailes da autoridade
da regencia ou regente
Dest'arte a con:lusao, que fornecia o texto
lo arl. 15, confirmada plenamente pelo
resultado da analy.e do elemento log co. que
reverte em seu apoio, eo| 2." fieir re-
dazido ao seu justo al ir explicad) como
se dissesse: t Eleger a regencia, reconhecer
o regen'e e marcir os limites da autoridade
de una e do outro.
Eu so que a regencia est abolida, rnis
necessario conservar as expresses com o
sentido que tinham, para bem ounpreben-
der-se o pensameno da cmstiiui;o.
Oexame do elementi systeoiatico inip
plicavel na interpretarlo de urna lei org-
nica ; o lugar especial, que ella occopa no
lodo da leg sIaf3o, torna impossivel esse
processo, alias impranle. Resta-nos, pois,
o elemento histrico, o complex > das cir-
cunstancias que precederam, acorapanharam
e determinaran) a disposicJ) legislativa.
O que diz-nos, por n, o elemento hist-
rico sobre esta hypotbese ? Diz-nos que o
decre;o de 12 de novembro di 1823, pelo
qual foi dissolvida a anuttuinti, onvocao-
do outra, prometteu apresentar um projec
to duplamente mais liberal do que o que a
extracta assembla acabou de fazer.
O Sr. Mello Moraes : Estava fazen lo
u3o tinna acabado de fazer.
O Sr Coelho Rodriguss i Estava feito
e tinha sido apreseutado desde 30 de ag slo
O Sr. Mello Moraes d outro aparte.
O Sr. Coelh3 Rodrigues : Effectiva-
meate o Ilustre priacipe, nosso primero
impera lor, procurou cumprir a sua palavra
com urna lealdade, que era algumas cousas
admira. Um ficto comprobatorio desta
asserr;3) resulla da circumstancia de um
membro da commisso da constituirte, o fi-
nado marquez de Inharabupe de cima, se-
nador por Pernambuco, figurar e ttre os
signatarios do novo projecto, concluido em
11 de dezembro do mesmo amo, e poste-
riormente jurado, com applaoso unnime,
em 25 de marco de 1821-----
O Sr. Mello Moraes : J estava feito,
porque nao poda em 15 das apresentar um
trabalbo t3t> completo
O Sr. Coelho Rodrio.ues : Deste modo
varaos dialogando.
Neste terreno cedo a palma aos conheci-
mentos historeos do nobre cdlega; mas no
ponto qae mo encapa (perdoe-me q ie Ib'o
diga), nao o julgo mehor informado d
quo eu, e se algum erro teubo comraettido,
falso o qae l se no Diario da Contituinte.
O 2. do art. 44 do projecto primitivo,
torrespondenle ao 2." do art. 15 da cons-
tituido actual, era concebido uestes termos:
Eleger a regencia nos casos determinados
e marcar es limites da autoridade do re-
gente oo regencia. Ahi distincc3o clara,
a redacf3o explcita eevitava a duvida de
que agora se trata. A atlribuco da assem
bla geral a respeito do regente, reco-
nhece-lo ; a respeito da regencia, elege-la;
e, a respeito de ambos, fixar os limites da
autoridade de cada um.
O argaaeato dodazido da comprtelo
dos dous textos deve. ter bastante forca
para o$ que houverem compulsado a bislo
ria da nossa constituyo, e attenderem s
relaedes intimas qae ba entre ella e o pro-
jecto primitivo da consumite de 1823.
Mas ainda outra razio sustenta essa iater-
pretacao que don nossa lei orgnica oo
ponto sojeito.
Como sabem V. Etc. e a cimara, a car-
ta constitucional portugueza quasi lateral-
mente a copia da nossa, e o 2.' do seu.
art 15 na forma, no fondo e al oo nu-
mero goal ao nosso.
Em 1835 publicou o conselheir Piobeiro
Ferreira as suas c Obs rvaces e j entao
nota va a necessidade da interpretado desse
paragrapbo, defeituosamente redigido. Essa
necessidairt foi posteriora)ante satisfaita pelo
acto addicionai de 1852, cujo art. 1.* firmn
l a intelligenca, que eu defenlo e in-
contestaval vista da redacclo da coosti-
tuinte, pois nao crvel qae, se os redacto-
res da constituicao quizessem sega r outro
cimnhj, n3o houvessem manifestado sea
proposito em termos claros e decisivos.
E n conclusa i. parece que, sendo in-
terpretacao deluzida do elemento gramraa-
tcal conforme a do lgico, e reforcada pelo
resultados do elemento histrico, na parte
relativa, podemos ter bastaste certeza e dis-
peusar quaesquer outras considerares ul-
teriores.
N5o tenho como liquilo, mis acredt>
que n3o ou'ra a opniao do governo ; por-
que depois de declirar qu na ausencia da
Sua Magestade a princezi imperial flear
como regente, accresceata : com taes e taes
attribuces. Dest'arte parece que o seu
pensamento retoecer o direito do cor-
po legislativo, e evitar que elle seja exer-
c lo : eis a terceira e ultima qoest3o, de
jue pretendo oceupar-rae.
A jui a minba duvid principal nlo sa-
ber se elle deva ou nao usar do seu direi
to; masantes saber se pode renuncia-lo ou
abster-se d eexerce-lo em um caso dado.
Parece me que a constituido, d mdo i
assembla geial a attribaicjto de marcar os
limites da aotorilada do regenta ou regra-
cia, claraienl; mostrou nao querer qae
unououlra gozsse da plenitude* dos po-
deres de que goza o imperante, que n3o s
ach impedido. Assim, n3o jalgo facultati-
vo o uso desse direito ; e esta intelligenca.
alias litte al, a meu ver, no s a ver-
dadera eorao at a mais segu la.
Na ses>3o de 24 de abril de 1840 disse
o senador Antonio Carlos que os outros
membros da commisso da constiiuinte com
elle nomeados nada fizeram de aproveita-
vel; que um copiou a portugueza e ootro
padacos da constituicao liespanbola ; que
elle censurou o trabalbo feito (e at, segun-
do transparece das suas expressftas, de am
moda alguraa cousa brusco), que' foi encar-
regado de offerecer um projecto seu, o qae
realisra, consultan lo dilerentes coostitui-
goes, comparando-as e aproveitando o que
Ibe parecen applcavel entre nos.
Ora, as coostituices da Europa, ante-
riores a 1823, qae pude consaltar, e qaa
prmvelmente foram as raimas consoltadas
pelo senador Antonio Carlos, nenhuma en-
contr que d ao regente todas as attribu-
ces da cora. quando nao est impedido o
imperante effectivo; nem o senatus-conmlt-
orgnico de 1804 da Franca, nem as cons-
tituyes da Suecia de 1809, da Ba viera do
1818, e do Wortemberg de 1819.
Com estes exemplos, e pela raz3o que
cima expend, nutro de um modo quasi
inabalvea conviccio de. qae a lettra e o
espirito da nossa Ui orgnica repagoam a
existencia de nm governo interino, com po-
deres Ilimitados, e a renooca do dtrei'.o
de restring-los.
Hortense metteu os ps n'uma poca que
havia ao meio da ra ; sollou um grito, e
olboo claridade do candeeiro.
Abl E' sangue I disse elle estreme-
cendo.
Anda depressa,grilou Leao. Anda l
vejo um bomem no trem ; talvez ebeguemos
tempo.
Continuaran! a correr.
Efectivamente, ainda estava um homem
ao carrinho.
Este ultimo, a maneira dos gue o tiobara
ftido na fgida, tambem j tinha saltado
o assento detraz, e estendia as pernas para
cabir em p no chao.
Le3o ebegou tempo de o agarrar pelo
gas jete.
Infame I gritoa ella com forca. J
daqui n3o sais ?
Com um railhao da diabos I volveu o
sugeito mascarado. Toma sentido I
Ea saberei quem tu s I
NSo ma toques, quando n3o...
Esle lance dera-se em menos tempo do
que o necessario para o contar ; o mascara-
do pregn um valeote bo'elio no moco, que
o baldeou para traz, e aproveitando-se .do
espaqto de Hortense, deitou a fugir.
LeSo poz se logo de pe. A rapariga so-
cej-ou mais, e continuaran) ou'.ra vez cor-
rendo em pz do carrinho, que felizmente
j tuba parado.
Os doos sotas, espantados por nao ouvi-
rom a costumada algazarra na trem, volta-
rara-se am tanto oo quanto desconfiados,
e viram que levavam o carrinho de todo
em lodo vazio.
Oh I oh fomos roobados t disse nm
dos sotas.
Tingaram-se I accrescentou o outro.
Sopearam os cavllos, e onviram os ber-
ros de Hortense.
Parem I parem I grtava a rapariga
correodo.
Eol5o que temos ? pergantou om sota.
Temos, volveu Le3o abrindo a porti-
ohola, temos aqui om crime horrendo, e
ama mulber assassinada.
Em torno do carrinho apinboo-se logo
a chusma dos curiosos', mal contida pela
polica.
O qae Lelo dissera, suscitara no povo
um grito de indgnalo, e todos queriam
ver ao mesmo lempo.
E Leao Miara verdade. A desgrasada
Carlota j ia sem alent no fundo do trem.
Viam se-lhe ao peito dous bura os de pu-
nhal, e na bocea om lenco amarrado, com
que os assassioos tinham sufocado or gri-
tos..
O moco tratoq, logo de tirar aquella es
peci de mordafa, e qiaodo estava debra-
cada sobra a vrctima, sentio baterem-Ihe no
hombro. Voliou-se, e vio om sugeito que
{Continuar-te-ha.)
n3o arre Java delle os
n3o conheca, e que
olhos penetrantes...
Q em o senhor ? que me quer ?..
perguntou LeJo.
En sou ernpregado da polica, met;
charo senhor, respondeu o homem. e dese-
jo saber o motivo porque o seob.r aqai
est, sem tirar anda a mascara.
Leao destapou a cara, e contoo ao da
polica ludo o que fra succedido naqoelle-
dia.
Nao coubece as pessoas que vioham
oo trem ? pergantou o ernpregado.
N3o cooheco... mas est me pare-
cendo que procurando bem, talvez se des-
cobrsse alguma cousa importante.
Quem o senhor ?
Chamo-me Le3o.
-1 Em que so emprega ?
Sou guarda-livros da casa dos Irmos
Dubar.
Ab f ah I Os que foram roubados ?
Tal e qoal.
E onde mora ?
Na ra de Verneuil, hospedara da
vuva Diorjmeaax.
Bem ; contento-me comas snasexpli-
caces ; mas este caso d-me vontade de
conversar com o senhor mais em particular.
Quando quizer.
Aqu tem o meu bilbete : Renardn,
commissaro da polica. Encontra-me en
casa tolos os das, das oito da manh3a as
duas da tarde, na morada que vai indicada.
Poaso coatar comsigo ?
Pode, meo charo senhor ; preciso
tanto como V. S. saber o que ha neste as-
sompto.
Eotio, at breve.
At breva.
Entretanto j om cirurgao prestara
Carlota os cuidados qae o sea estado re-
clama va.
Quando Lelo se afastou, foi Renard ter
com o doutor, e pergantou-fhe o que dizia
da victima.
Ainda respira, volveu o cirurgiio.
Poder sa!var-se 1
Duvido.
Ab I Mas nio importa ; lasa o senbor
quanto estiver ao aeo alcaaos pora a reo-
tito ir vida ao anuos om msiaatinbo qae
seja: se chega a fallar, otrareelos fcil-
mente na pista dos crimiaosos. t
O carrinho toaoa depois -andar l-
gubre e vagaroso, sigmdo-se, como Re-
nard indicara, pera hospital mais pro-
limo.
rw -'ranttiiu parte,
fiT- DOttARtO-^tU<\ lU DUOtt-ii* CAX AS
-
i
! '


1


" jrr-x-
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