Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12392


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Full Text
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mo lilil. HUMERO 116
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>UA Ci?ITAl E 1GAHH OfOJ IA9 PASA Win.
Por iree nui liMidoi ._
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PonuiiModm.. .
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DE
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TEBW FEIBA 23 DE MAIO DE 1171.
FA1A IIRIO I FOIA BA FIO TOCIA.
Por tre mezes adiaotadof
Por m dito* idem. .
Por or* dito* idem .
Por nra ano idem .

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111600
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RJVAMBCO


Fifneira de Faria & Filhos

A
O Srt. Gerardo Atonio AJvw Fiiho., no Par ; Got^v* d Hoto, oo Maranhfo ; Joaqoi to de Oveira d Filho, no Cari ; Arto* de Umm Br. no Araeair Jlo Ma. mu ph
- Naur^fa, Antooto Ferretr, de Agoiar, em Govaona, Francino Tavarea da Co.U, Alago,,; Dr, ^ M>rtin, ^ Da ^. ^ g,,^ ^^ ^
#
PARTE OFFICIAL.
f do uperlor.
QCARTEl. DO COMMAPT*) SCPRMQn DA GUARDA
NACO.VAL DO MUNICIPIO DO HEC1FK, 22 DE
MAIO DE 1871.
Ordem do dia a. 10.
O I Un. Sr. coronel commatiianle superior man
fla fuer publico, para os os contenieotes, que no
dia II do corrala me assumio o eorarnando do
6* batalhao de infouna o Sr. lenla-coronel
eomroandante Manoel Joaquim do Reg e Albu-
querque.
Por portaras do Exra. Sr. vice-presidente da
provincia, de 16 deste mez, foi approvada a pro-
posta para offlciaes do 3* batalhao de infamara
da goarda nacional da reserva pela forma se-
grale :
Estado-maior. -
.Para tenante quartelmestre o alfares da Ia
companhia Francise > de Lemas Doirie,
Para alferes secretario, o guarda Joaquim Leo-
cadio Viegas.
1' companhia.
Para alferes o guarda Jos OJilon Annes .aco-
rn Prea.
2* companhia.
Para tunele o Sr. atieres da i', Fredeco Cha-
ves.
Para alferes o guardi Jiaaoira (Minio Bas-
tos.
i' companhia.
Para capillo o Sr. lente da 2a, Vicente de
l'aula Oveira Villias Boas. '
Para alferes, os guarda Demetrio Acacio de
Araujo Itastos e Eduardo Candido de Ohveira.
S* companhia.
Pare capitio o Sr. lente quartel-mestre Fran-
cisco Lucio de Castro.
Para lesete o a, aMere* da 3* Francelino Au-
gusto de Hollaoda Chacn.
Par alferes o guarda Jos Manrique de Hollan-
da Chacn.
& inalraeaie por porurias do mesmo Exm. Sr.
vice presidente da provincia de 19 do crrente f >-
rara tra a* ferios para o 2 batalhao da reserva oa
Srs. alferes da 3a companhia do 7* batalblo de in-
faetarta do servico activo deste municipio Jos
Francisco da Coate Lobo ; ao 3* da reserva o te-
oente qnsrtei-meelre do 2a betalhiV de infaniaria
do servico activo Joaquim Jos da Costa Fajozes
Janior e e lente da 4a companhia do mesmo
natalhao Secundino HaliodorC da Canoa.
Rodolpko Joo Barata de Mmida, coronel
'.befe interino do estado maior.
IHTEEII
Ro de Jtu:ino
9DIHAIO DE 1871.
Por caitas imperiaes de i do cerrante :
Foi* naturalisado o snbdito portuiuez Jeronvmo
Vieira da Mona.
Foi nooaeado cavallriro da orden da Rosa o ci-
dado soisso Jeorge Jacob Branoscbwsiler.
Por decretos da mesma data :
Foi demklido, a sen pedido, Jos Meirelles Al-
ves Moreira, do empreg i de Ia oficial da biblio-
teca publica.
Foram nomeados :
Para o referido emprego Jos Carlos de Faria.
Offlcial da ordem da R na, o Dr. Cesar Augusto
Marques, da provincia do Maranbo.
Cavalleiro da dita ordem, Antonio Pinto da Cos-
ta Saraiva, vice-consul do Brasil em Mar-elha.
Foi dispnosaJo do lapso de lempo para que se
Ihe passe caria de offlcial da ordem referida, Au-
gusto Ferreira Franca, de que leve merc por de-
creto de 6 de setembro de 1866.
Foi jubilado o hachare! Manoel Jos Chaves,
professor de philosophia das aulas preparatorias
aanexas a Faculdade de Direito de S. Paulo.
Foram approvados os estatutos da sociedade
Animadora da Corporacao dos Oarives.
Par portera datada de 2 do correle foi no-
meado o major do corpo d9 engenheiros, Francisco
Aaionio Pimenta Bueno, para o lugar de enge-
nheiro fiscal da estrada de ferro de S. Paulo.
s mente hontem nos vieram as maos as folhas
Je Montevideo tradas pelo LeopldiM. Chegam
a 2 do correte.
Relativamente a BuenosAyres apenas encontra-
dos o segoote no Telegrapho Martimo da tarde
de 1:
< Chegcu hoje ao nosso porto o vapor Argot,
procedente de Baeoos-Ayres, com sete saceos de
artas uio se Ihe permituo, porm, a entrada e
leve de regressar ao ponto de partida. Nem a
correspondencia se Ibe receben.
t Segando noticias que o capito deste vapor
Jeu ao ajndante da capitana do porto, tinbam fal-
lecido hontem 361 pessoas.
O vapor Paraguay eniroj hoje as 2 horas da
tarde com procedencia do Paraguay e eseala por
Buenos-Ayres, d'onde foi repeilido, pelo que o foi
aqu igualmente, fondeando fora do porto, espera
que Ihe dem as provis5as de que carece.
Particularmente sabemos que este vapor trai
carta lmpa do Paraguay, em euia capital nao ha
doler morbos como sediiia. Rio garantimos a
noticia. Direm-nos que a (anta de saude convo-
car urna reaniSo para resolver ae se devem faci-
litar oa nao os viveras pedidos por este vapor. >
No dia 1 as folhas de Montevideo publicaran)
ira boletim annunciando a completa derrota das
oreas de Aparicio, com perda de toda a artilharia
e infaniaria. Na manhaa segaatite, comtudo, aio-
la ellas nao publicavaro qoal^oer participacio
offlcial que conHrmasse a noticia. iNio pode esta,
pois, por ora coosiderar-se segara.
- 10-
Hontem na cmara dos depouaos, posto em dis
cussio o art. Ia da proposta do poder execuli-
vo relativa viagem de S. 1 o Imperador i Eu-
ropa.
O Sr. Coelho Rodrigues coisorda que se con-
ceda a licenca pedida, acba porn que nao mo-
tivo de regencia nao se dando nenhuai dos casos
previstos pela coosinuicac. A aozeaeia nao traria
difflealdades insuperaveis.
Os actos do poder moderador nao repugnara ama
Corta intermiteneia, e os do poder ejecutivo po-
de pauar sem assignatara laaeenal. Reconhece
que a opiniio contraria e umhem sustentevd e
Pf ***MU prompto a sacrificar neste ponto as
saat ideas para nao suscitar ambara eos ao gover-
no, cuja eatabllidade reputa om principio necessa-
n.^TL0forp) le8'sl*ti'' atttaicoee do regente quaodc estefor o herdeiro
U throno t Bateada que sm.
O art |6 i I* da constaicio, na primeira par-
te, refere-ee eleiclo de ama regencia quando
ni) ha retente de direjo mas a segunda parte
applica-ae Unto ao cato de eleijaj como de regen-
cia do principa hereditario.
O proieeto em. discasso parece raconheeer o
direito U aisembla geral a limitar as attribui-
coea da regencia, mu enteBdegue nlo eonvm
exaroe-lo no caso presente. A qoeetio contado
de aun de qae de eonvenieneia, 4 de saber ae o
direMo qtn a constituidlo eoofere asaeobla ge-
ni t stmplMmente acaJiatiyo, oa se esta nio po-
de deixar de osar detle. Eoteode o orador que
nao pode, e qoe repugna consliluicao orna re-
gencia illimitada. Devem-se recasar pelo meaos as
prerogalvas de dissolver a cmara dos diputados
e de perdoar oa moderar as penas relativamente
aos ministros de estado. Neste sentilo manda
mesa a segninte emenda :
Dapois da palavraregentela-secom as
aitribuicdes que eompetem ao ehefa do poder
execoilvo e com as do poder moderador, excep-
tuadas :
g Ia A do I 8* do art. 101 daconstituicio quai-
to dissolui;ao da cmara dos depatados.
I 2 A do I 8a do citado artigo em relacao aos
ministros de estado somonte. A. Coelho Rodri-
gu. >
O Sa. J. Alskcar jlepeis de al guias considera-
c5es sobre laxo do poder pessoal, declara qae
primeira noticia qae teve da viagem imperial a
apf.laodio, porquaoto depois de trila annos de
laborioso reinado o soberano acostantado a ver os
horneas de cima para baixo, preeisava ir ve-Ios
tambem horizontalmenie, para meihor raconhe-
eer a verdada que os verdadeiros revolucionarios
nio sao os homens de conviccae profunda, mas
aquelles que depois de terem adalado os res, su-
ffl Jhai Kilt' descem Pira Pr?a pnbliea.
Alem disto teria o soberano ensejo de ver prati-
eamente applicados os verdadeiros principios cons
tiiucioaaes.
Reflectiodo, porm, mais maduramente, vio o
orador que a occasiao da viagem alo era oppor-
tuna. Desde que ba alguma importante, o desas
socego geral, esperando uns subir emanante os
ouiros receiam cabir. Esta natural inqnietacao
aggravada por circumstancias especiaes.
C; paiz est descrente, cansada de esperar ro-
formas ba dez annos proraettidai. E' neste mo-
mento qae o governo agita o facho da emancipa-
(ao, qaesto gravissima, e ao mesmo tempo
que o defensor psrpetuo do Brasil se aparta de os.
V perigos oa regencia da princeza imperial,
maiores do que se se tratas se de algum oalro prin-
cipe nao herdeiro do throno. Se a estra boa,
obriga o povo a comparar, se m, pJe compro-
metter os auspicios do fataro reinado e trazer pe-
rigos dynastia. Far-se-hia tambem esta estra
em m occasio pois qae a sitaaco vacilla, teo-
do o governo abandonado as i Jis do partido con-
servador para adoptar as do contrario.
Se o partido despertar e reagir, que dfflculda-
des nao offerecer ama reorganisaco ministe-
rial ? Assim o orador julgava inopportana a via-
gem ignorando o motivo sagrado qae se declaroa
oo prembulo do projecto, e diante do qual agora
se sent acanbado, pois qae nao ba brasllairo que
nlo faca ardentes votos pela sade da impera-
Eotende, porm, qae o variado clima do Brasil
onerece todas as condicSas precisas para reparar
or estragos de qaalqaer molestia, e somante oo
caso dos mdicos mais abalisados declararen) in-
dispensavela viagetn Europa se de vera deixar
ao Imperador inleramenle livre a conciliario dos
seas deveees de sobjraoo e de horaam.
Quanto regencia repute-a iodispensavel con-
tra a opiniio do orador precedente. era se pode
deixar constituido um governo iaamovivel, era
podera fiear suspensas as attribuicaa magestaii-
cas. Pelo que loca questao de poder aassembla
geni escofher ou o) regente, na occasio prsen-
le nao havendo outra escolha possivel, o nico
ponto pratico seria saber se em ambos os casos
pJe ella limitar as attribuicSes do regente. En-
tende que sim, alias o miaistro do imperio quanlo
regente eventual exerceria todos os poderes ma-
gestatieos, pois que na) teria sido eleito. A regen
ca, piren, deve ser sempre limitada, nem mes-
mo a do priacipe real se pode considerar antici-
pacao da lealeza. Querendo limitar agora a regen
CiaA Praor n* faz porque receia a disslucao.
Os das desta semana esto eHitados. Apenas
tenha eobert) com a saa responsabilidad^ as duas
grande medidas, viagem imperial e emaneipacio,
o partido conservador ser posto de parte como
um instrumente tornado intil. Se receiasse a dis-
soluco, o meio nao seria limitar a regencia, pois
que apenas a cmara houvesse votado semelhante
limitapio, seria logo dissolvida. O orador, comtu-
do, preferira esta queda gloriosa.
Dar princeza aplenilule dos poderes, inci-
ta -la a resolver por quilquer modo a questao do
elemente servil, quando alias esta q aestao nao de-
ve ser resolvida na auzeocia do Imperador. Seria,
pois, am funssto presente, contra cuja aceitacio o
oradorjulga dever precaver a mesma princeza im-
perial.
O Sr. Vis jomde do Rio Brakco (presidente do
conselho) : Na viagem imperial nao ba nem
sombra de podar pessoal. Os boatos que ha lempos
corriam sobre semelhante projecto nlo tinhara
fundamento. O nico motivo o allegado pelo
gabinete, a molestia deS. M. a Imperatriz.
Os ministros pesaram-lhe as razdas e os incon-
venientes e nao duvidaram assumir a responsabi-
lidade apresentando s cmaras o presente pro-
O Imperador ter muilo que aprender na Eoro-
pa, como se disse, mas tambem podar l servir
de modelo de virtodes, de saber e dedicaclo
causa publica. Convidando os membros do poder
legislativo aapressarera a saa viada para a corte,
o governo nao foi guiado por qaalqaer convenien-
cia propria, mas consultou somanta os interesses
do paiz.
O partido conservador tem forc bastante para
levar avante as reformas qae entraran sempre no
seu progranraa. A cmara pode conceder oa re-
cusar licenca para a viagem imperial ; nao pode,
porm, desconbecer qae o motivo pira ped-la
forte e reepeitavel. Se o variado clima do Brasil
offerece todos os recursos, como qae tantos bra-
sileires vio i Europa tratar do restabelecimeato
da saa sade I Somente o soberano nao podena
faze-lo ?
Nem lo grave a siluaco do paiz, como se
pinta. Oade esto esses perigos graves, para os
iuaes nao bastana a regencia, e a que nem o che-
s do estado poderia acad.r a tempo da distancia
era que se aehasse ? Nao se pode dizer que o par-
tido conservador seja adverso s refjrraas annun-
eiadas pelo gabinete.
A qaesto do elemento servil grave, mas de
ha muito est abena a discossao, e desde que se
qner respailar a propriedade e consaltar os ver-
dadeiros interesses, nao pode ella offerecer gran-
ee* pangos. Somente os offereceria sendo mal di-
ngida.
A misso do partido conservador nao se pode
reduzr a conservar o que os seas adversarios
hou'erera felto. O progresso lento e f< reformas
relactidas entrarlo sempre no sea prtgramma.
Nio pdeadmittir queocaso presente nao seja
de regencia. A missi do soberano nio somente
assignar decretos, cumpre-lhe prover as eventua-
lidades, o que nio pode fazer longe do imperio.
A ausencia comprehenlese nos casos deimpossi-
bilidade physica prevista pela aonstituifo. Ainda
porm, que assim nio fosse, campriria sempre pro-'
ver de remedio a situacio, e o remello a regen-
cia. Qaanto liraitaclo desta, entend; que a as-
sembla geral competente para cercear-lha os
"* a---- wwa- r*.. ^_, vwui mi j uo
poderes, quer ella seja hereditaria, qoer eleetiva.
Nao conwrda, porm. qae se facA agora uso deste
direito applicando-o a princeza imperial.
O partido coaserrador nio deve querer miniar-
se no peder aeoio pelos meios ordinarios e regu-
lares. As reslnecSos que se quizessea por re-
gencia, eofraquecendo o poder, peodoiivim des-
eqaiHbrio no mojo de fuaccionar o systeraa Qon3-
Cttactoaal. '
Por motivo de qdesiio do estado civil nanea
orador servira de instrnmeuto para dissolver a
cmara, antes entendera qae eslava em erro e se
retirarla.
A liniaclo das attribuic5es da regencia serla
aos olhos de muilo a ama manifestaclo de des-
confa nca que a cmara ni > deve dar.
Nem o orador qole ver em qae a pleoitade dos
poderes possa ser am presente fanesto.
O Sh. Coelho Rodriluks qaanto a ser caso de
regencia o prosete, nio insiste na saa opiniio,
pois que desde principio a dea por duvidosa, e
assim nao hesita em ceder para nao por era em
baracoa o governo.
Nio pode adraiitir a proposicao de qae o regen
te ex vi da consiiiuicao oio mereca mais confian-
?a do que o simplesmeote eleito ; basta ver o in-
terese immediato qae o herdeiro da corda tem
na conservacio da integridade do paiz. Persiste,
porm, as restriecSss qae offareceu para a re-
gencia. Neste ponto nio pele ceder, porquanto
ao corpo legislativo nio facultativo osar ou dei-
xar de asar dos di re tos que a este respeito Ihe
foram conferidos.
Nio havendo mais quera pediste a palavra, li-
coa a discassio do art. Ia encerrada, nio se vo-
laodo por falta de numero legal.
A discusso do 2* artigo tambem leon encerra-
da, nio havendo debate.
Entrando depois em discassio o segainte artigo
additvo do Sr. Teizeira Janior :
K' aberto ao ministerio dos negocios do impe-
rio, pelos meios aotorisados na le de orcamento
vigente, ara crdito de 2,003:0001 pira occorrer
as despezas com a viagem de SS. MM. Imperiaes,
e a elevi$io ao dobro da dotaco de S. A. a prio-
ceza imperial a Sra. D. Isabel dorante o tempo
que exercer a regencia do Imperio.
O Sr. Yisconde do Rio Branco ( presdeme do
conselho) respaila os motivos qae delermiaario o
Ilustre membro divergente da coramissio de cons-
Muicao e poderes a -ol-Tecr o artigo additvo.
Deve, porm, manifestar cmara qae S. M. Im-
perial nio carece de auxilio pecuniario para effec-
luar a sua viagem, jalgaado qae com os seas re-
cursos ple raaJiza-la com o decoro correspon-
dente saa augusta pessoa e de soa aagas esposa.
Conseguintemente nem elle por saa parte, nem S.
A. Imperial desejam o.menor sacrificio do tbesoa-
ro Por este aufencia temporaria.
K' manifesta a inteaco do nobre depatado au-
tor do artizo additvo. Sem duvida algum o o che-
fe do Estado e S. A. Imperial, qoando chamada
a reger o Imperio na ausencia do Impera lor, ti*
nham direito a que a cmara dos Srs. depatados,
a que a assembla geral se mostrases generosa a
a te respeito ; mas desde que o Imperador deca
ra que" com os seos recursos ordinarios pode rea-
usar a saa viagem, desde qae oio deseja o m mor
sacrificiodo thesonro, e esta disposto a nio osar de
qualquer consignacao qoe Ihe seja offareeida, espera
o governo que a cmara dos Srs. depotaloa at-
ienda a estas disposiejoea, qae sio tambem dignas
de sua eonsideraco, e rejeite o artigo addttivo.
Ficon igualmente encerraia a.diseassao. ^
Pelo transporte de guerra Isabel recebemos hon-
tem folhas de Montevideo at 5 do correte i
tarde.
A epidemia em Buenos-Ayres declinav. rpida
mente, tendo decido a 5) o numero de bitos nos
ltimos das.
Alm disto, cram poneos os casos novos que se
davam. Taes sio, pelo menos, as noticias que en-
contramos.
Os mdicos daqui enviados, contratados pela le-
gacio argentina, nio loram recebidos em Buenos-
Ayres, pelo que regressaram no mesmo transpor-
te. A este respeito lemos no Telegrapho Marti-
mo de Montevideo :
De accordo com o Sr. cnsul argentino sahio
deste porto o vapor Isabel com destino ilha de
Hornos, aonde, conforme as instruc^des do mes-
mo cnsul, deviam ter-se mandado de Buenos Ay-
res vapores que recebessem a eomraissio medica,
e os objectos remettdos do Brasil para as victi-
mas da febre.
Naquella il.ha o Isabel espern einco das, ape-
zar de ter enviado da Colonia do Sacramento par
licipacoes ao giverno argentino, que nao foram
respondidas.
Esia demora obrigou o Isabel a approximar-
se do porto de Buenos-Ayres, e d'alli o comman-
dante dirigiouma commuicacio s autoridades re-
lirando-se immediataraente outra vez para a ilha
de Hornos, onde depois de 2V horas appareceu
um vapor argentino com ordem de reeeber a cor-
respondencia e os objectos, mas nao os mdicos,
sobre cuj i destino depois se resolvera.
No quinto dia appareceu am vapor, trazendo
a bordo D. Luiz Vrela, que dirigi aos mdicos
um offlcio em nome do seu governo. O mesmo
senhor envin ao commaodante cairo offlcio, pe-
dindo-lhe que raandass; a commissio nutr bote
para chegar falla com elle no meio do rio e
reeeber os seus agradecimentos, ao que se recu-
son a referida commissio.
Quanto repblica do Uruguay nao se verificou
a noticia da completa derrota dos blancos, antes
appareciam partidas destes as Piedras, peque-
a distancia da capital. As tercas do governo-ti-
nham passado tambem o RioN-gro para o sol
atrs dos blancos.
projecto que aolorisa o governo a regalar o juiao
a afuetea, na parte relativa arremitacio dos
i ofociaes e pracas do exereito e ar-
^^oJs
- de alguma-
uoas. rol offerecido
No dia 6 do crrante mez, foi recebido por
S. M. o Imperador, em audiencia publica de apre-
sentacao, o Sr. Sant-Pierre, ministro residente da
Prussia, que tendo de entregar ao mesmo augusto
senhor a sua nova credencial de ministro residen-
te do imperio germnico, profera nessa occasio o
segainte discurso :
Senhor. Tenho a honra da apresentar a V.
M.- Imperial a carta do imperador da Allemaoha,
meu augusto soberano, destinada a acredltar-me
junto de Vossa Magestade na qualidade de minis-
tro residente do imperio germnico.
Congratulando me por ter sido escolhido pelo
meu augusto amo para renovar a V. M. Imperial
a segura nca dos sent meatos de alta estima e
inalteravel amizade que Ihe vota S. M. Imperial e
Real, o alvo constante dos meas e.-forcos ser
maoter e estrellar cada vez mais oa vioculos de
amizade e boa intelligencia qae sabsistem entre a
Allemanba e o Brasil.
i Fieario realisados todos os meas votos,*se V.
M. Imperial dignar-ae continoar-me na nova es-
phera de minhas attribuicdas, a benevolencia com
que tem ti Jo a bondade de honrar-me al agora.
S. M. o I aperador responden ao Sr. Saint-Pier-
re oestes termos :
< Recebendo este novo testemuobo da amizade
de meu omito prezado rmio e primo o imperador
da Allemanha e rei da Prussia, vejo com muila
satisfacio que continuis a ser o interprete fiel des
sent mentes cordiaes que uoem nossos dous pai-
zes.
Em data de 3 do crreme foi nomeado o 4a es-
eripturario da cornalona da marrana Jos Casi
miro do Coate, para o lugar de amanuense da
secretaria de estado dos negocios da marioha.
A cmara dos deputados approvou hontem tm
pnraeiro lugar, em % discusso, e logo aps em 3a
a pedido do Sr. Carneiro da Cunha,. a proposta d
poder ezeeotivo relativa viagem de S. M. o Impe-
rador a Earopa, hiendo algumas oburvacSes. o
Sr. Taixelra Junter. ^^
Approvou dsjjoU em Ia discassio o projecto so-
bre as i julas te cusi a que tem direito os eida-
daos nomeados presidentes de provincias
Ojcbdou^o eajje|uid. com a l* discassio do
observacoes 3o Sr. Araujo
pelo Sr. Lardoso de Meaezes
um requerimento de addiameoto em cuja discus-
Zf2Snnm parte os Srs. Taque, Araujo Ges,
miotstvo da marinta e Sobral Pinto, ficando a
mesma diseussio encerrada, nio se votando por
falta de numero legal.
Cootlonaodo a discossi) do mesmo projeeto,
por igual motivo ficou encerrada, bem como as
dos segrales, em Ia discassio :
Autornaado o governo a pagar a importancia
aas passageas dos subditos porluguezes eallemies
que em farailia quizerem emigrar para o Brasil.
ooneedeodo loteras em beneficio das obras da
greja de Nazateth, do municipio de S. Joio d'El-
Rei, em Minas Geraes.
C-oneedenlo laaibom loteras s raalrizas do Ico,
ltmo, Pereiro, lelha, Lavras, Vargem-Alegre,
"graa, Jardim, Barballw, e Mssio-Velba no
Ceara.
Desligando do coegio d< Ubatubi e do 2a ds-
incio elettoral de S. Vaulo a parochia da Caragua-
tatuba, devendo os respectivos eleitores votar d'o-
ra era diante no collesJe de S. Sebastiio, do Ia
distneto, a que Acara pertencendo.
Determinando que os eleitores da nova parochia
de Nossa Senhora do Bom-Conselho da Serra-Pre-
ta, na provincia da Bahia, votara; no collegio do
Camisao, a que ficara pertencendo.
Aposenundo os funccionaiios pblicos que hou-
verem beta servido durante 35 anoos.
Desapropriande os terrenos necessarios para a
passagem de en -acamemos d agna para o uso de
fabricas que empregarem mais de 200 operarios.
fduzlndo a laxa estabelecida pela lei n. 1,807
de 26 de aelembro de 1867 sobre os terrenos de
mioeracio.
- 12
Polo Galgo, entrado hontem, tivemoa datas de
Porte-Alegre at 30 do passado, do Rio-Grande
at 7 e do Dssterro at 9 do crrante,
Acnava-u da fado, encerrada a assembli le-
gislativa da proviojla de S. Pedro, visto hiverem-
se retirado da capitel algaos depatados, sem os
3uaes nio poderia haver casa, tendo entretanto si-
o votada as lea aoauaes e as questoes mais im-
portante oue all foram apresentadas.
Ao presdante di provincia sabmettea o Dr. Se-
bastiio Antonio Rodrigues Braga um proteste fuu-
damentade sobre a lei da assembla provincial
qae aatorfaeu os estudos para a abertura de am
porto nu Torre-.
Fora ordenado reparticao de obras publicas
que levaotusa a planta e orcasse a despeza para
sar construida urna ponte mixta no rio ee Sinos,
en frente cid a de de S. Leopoldo.
Realiaara-N a venda dos vapores da companhia
Jacaby, eos quaes o Tup'y e o Rio f'orense foram
com^ndoa pete* nefeeiata* da pree* de Porlo-
Alegre Srs. Antonio Jos Nones, Francisco Jos
Ji^Silv Dutra, Joaquim Lopes da Silva e ojtros ;
que se propuobsm a continuar a navegacio dos
nos Jacuhy e Taquary, tocando em seus prlnci-
ros portos.
Carlas da frooteira de Sint'Aona do Loramente
ooticiavam que esta villa esteva iocada de emi-
grados di revolucao entre riana, qae all perma-
necan) depois da apre>entecio de Lpez Jordn
s autoridades brasileiras, s quaes, pelo estado de
penuria e disposiedas pouco pacificas era qae se
achavam, iospiravam grandes recelos populadlo
brasileira.
Este esperava anciosa viagem qua devia fazer
brevemente o commaodante das armas, bario de
S. Borja, a etmpanha e s frontelras, aim de ins-
peccionar ojorpos de gaarnijo da provincia.
Na villa de Itaq-ii havia sidojulgado o processo
em qae era autora D. Generosa Nune3 de Camar-
go e reo Pelro da Liz Caoba, aecusado por cri-
me de estupro, praticado ao seo de saa propria
familia ; illndindo com promessa da casamento a
urna sna prima c por fim abandoaando-a perdida.
Mas na tarde do me-mo dia em qae fora absolvi-
do pelo jury, quando se retirava para a sua resi-
dencia, distante da villa, foi assaltadopor dous ca-
valleiros armado' de ccete, que moeram-lhe os
os ossos a pao e o tenam mono a nao ser a in-
tervencao de outro iodividuo queconseguio inope
dir este novo crime.
L-se no Jtw Grandins :
t Tem causado cuidado a desapparicao do Sr.
Hareos, estabelecido com loja de sapataria na ra
do Comraercio, tendo elle embarcado na viagem
passada no Guahyba para o Rio-Grande donde t-n-
cionava seguir para o Rio da Prata. A bagagem
qae lev-iva existe no Rio-Gran le na agencia do
Catharina. para a de Cantagalko, da mesma eo-
trancia, na do Rio de Janeiro, por assim o haver
pedido.
Foram designados :
Ao jmz de direito Jbs da Mona de
escrava subrogado nos direifcs e ottFgaeeea do
antecessor.
8 6* Cess a presucio dea aerviooe dos fl-
i Azevede-'a. escravaa antes do pnco marcado no fi
Crrela a comarca de S. Miguel, de entrancia.lL' iKI.."!?"'? d '"^ r9C0Dhre f?
na provincia de Sania Catharina w senbore das mais os maltratan), infligino-lbe'
'tasugos oxceesivea ou faltando obrigac.o de es
Machado pa-
provincia de
na provincia de Sania Catharina.
Ao juiz de direito avulso Joio Coelho Ba3los a
de P.raUny de 2a eniraneia, na dcS. Pedro do
wo Grande do Sal.
Foram nomeados :
O juiz de direito- Jos Alfredo
ra e cargo de chefe de polica da
Sergipe.
Obacharel Candido Alves Machado para juiz
municipal e de orpbos do termo do Fx na pro-
vincia de Pernamboco ; ficaodo sem effeilo o de-
creto de 21 de setembro do ?nno passado que o
nomeou para igual eargo do termo de Mooles-
Claros de Formigas, na de Minas-Geraes.
O capitio Miguel da Cunha Penalber para te
nente-coronel comroandante do balalbo de in-
tentara n. 24 da guarda nacional da provincia do
Concedea-se a remocio que pediram os juizes
munieipaes:
Bacbarel Francisco Liberato de Matios, do termo
de S. Francisco na provincia da Bahia, para a 2*
vara da capital da mesma provincia.
Bacharei Francisco Vicente Vianna. deste para
aquella termo.

Pot decreto de 6 do corren te houve S. M. o Im-
perador por bem commuter em gales perpetuas
no presidio de Fernando de Noronha a pena de
mora a que, por crime de homicidio, foi condem-
nado o reo escravo Manoel pelo jurv do termo de
Plane, na provincia da Parabyba. '
Por decretos de 10 do crrante foram nomea-
dos 2" cirorgiSes do eorp r de sade do exereito
os doutores em medicina Jovioiano Reginaldo Al-
vina, Pedro Jos Pereira, Augusto Jos de Lemos,
Jae Caoco Nones de Mallos e Nicolao Alves Pi-
tarabo.
Pharmaeeuticos alferes do mesmo corpo, o
pharmacealico pela faculdade do Rio de Janeiro
Candido Franklin do Araaral.
Por decretos da mesma data foram transferi-
dos :
O major do 13* batalhao de infaniaria Jos Ma-
na de Almeila Gama Lobo d'Eca, para o 18a bata-
lhao da mesma arma.
O major do 20a batalhao de intentara Anto-
nio Pedro da Silva, para o 13 batalhao da mesma
arma.
O capitio do 20 batalhao de infantera Antonio
Jos Baptista Camacho para a 3* companhia do
21* batalhao da mesma trma.
O major graduado do 4* batalhao da infantera
Francisco de Assis Gutmaries, para a 7* como a
nhia do 3* bitalhio da mesma ares?./
O capitio do 3* batatnio de Infantera Onofre
Jos Antonio dos Santos, para a 8" companhia do
4 batalhao da mesma arma.
Por decretes de igual data':
Passou aggregado arma a que pertence o
lente do 16' batalhao de infamara Americo
Constancio da Silva Godinbo, na conformidade
das imperiaes resolucoss de 20 de julho e 3 de
noventn) do anao prximo passado, tomadas sobre
consultas do conseibo supremo militar.
Foi considerado graduado no posto de tenante.
na conformidade das disposicdes do arl 3a da lei
o. 1843 de 6 de outubro do anno prximo passa-
do, o alferes do 5* regiment de cavallaria ligeira
Messs Jos de Frailas, commissionado naquelle
posto em 4 de setembro de 1866 pelo tenente-ge-
neral conde de Porto Alegre, quando commao-
dante do 2a corpo de exereito em operacSes, como
conste da sua ordem do dia n. 91, contando anti-
guidade dessa gradaacao desde a data da citada
lei, nos termos da imperial reso-ago da 8 de
abril ultimo, tomada sobre consalta da seccao de
guerra e marioha do conseibo de estado.
vapor, mas nio conste qoe fosse reclamada, nem
que elle ali apparecesse.
c Na supposicao de que fosse victima de nm
desastre, e no intuito de saber de saa desappari-
cio, o Sr. cnsul da Allemanha do Norte, dirigi-
se ao Sr. Dr. chefe de polica, que trata de pro-
ceder a um inquerito.'
i Ha qnem desconfie qne elle cahisse ao mar
na viagem, sera que ningnera presintisse, e essa
supposic) basa-se especialmente no facto de ha-
ver, segundo consta, o patrio de um biate, chega-
do ba tres das do Rio-Grande, enterrado nm cor-
po decentemente vestido, que boiava pela altara
do Estreito.
< Nada, porm, anda ha de positivo sobre o
facto, e para eonhecimento da verdade prosegaero
as iodagacdas.1
A presiueoeia oficiara ao Sr. mareen al com-
roandante das armas, afia de expedir ordem ao
Dr. cirurgio mor de brigada Jos Joaquim Cor-
rea, para proceder a exame raedico-legal, no ca-
dver do portugnez Jos Mara Viaana, que se
suppnnha ter fallecido envenenado, no 1* districto
do termo de Ja guari.
Pelo Sr. hispo diocesano fora demittido de vi-
gario geral e provisor do bispado o Sr. arcediago
Tcente Zeferino Dias Lopes.
Pela mesa de rendas provinciaes do Rio-Gran-
de arrecadou se no mez prximo finio, do imposto
de 3/a 0/0 sobre os gneros da provincia qne na-
vegaran) pela barra de S. Goocalo, a quantia de
602*387 e de 22*680 de 10 rs. por arroba de to-
nelagem.
No da 2o do passado dous napolitanos de no-
mes Nicolao Loguercio e Filomeno Harcilio, que
andavam mascaleando em sociedade pela campa-
nha, travaram-se de razdes junto casa de Jos
Diogo da Silva, no 2* dtstrieto de Jagaario, e o
resalalo da lua foi ficar Nicolaa Loguercio mor-
lo com nm Uro e Filomeno Marcilio gravemente
ferido e em perigo de vida com tres ponhala-
das.
As noticias de Sania Catharina sio apenas de
interesse local.
S. M. o Impera lor, acmpaobado da S. A. o Sr.
conde d'Ea e seas semanarios, visitn hontem o
imperial observatorio astronmico t o hospital mi-
litar da corte. ,
Por dajrato de 29 de abril ultimo foi nomea-
do o juiz de direito Jos or bario dos Santos
para um lugar di desembargado! da relacio da
por decretes de 6 do crrante :
Foi dispensado o joiz de direito Jos da Molla
de Azevedo Correia do eargo de chefe da polica
da provincia de Sergipe.
Foi removido o juiz de direito Antonia Augusto
Ribeiro de Almeida da comaroa, Ue, 8. Miguel,
de pnmeira "eglrancia, oa. provincia, ge Santa-
Por decreto o. 4,722 de 29 do passado foi pro-
rogado por mais um anno o prazo estipulado oa
coodic.ao 6a do decrete n. 4,350 de S de abril do
anno passado, pira a conclusio di liaba telegra-
phica do Interior, de que concessionaro F. A.
KiefJar.
Por portara de 9 do correte mez foi no-
meado Manuel Pareira|Reis para servir na commis-
sio encarregada de organisar a cart geral do
imperio.
-13-
Na cmara dos deputados, hontem, lego depois
da leitura do expediente, o Sr. ministro dos ne-
Socios estrangeiros apresentoo e leu .o relatorio
a reparticao a seu cargo.
Em seguida o Sr. ministro da agricultura lea a
seguate proposte :
< Augustos e digaissimos Srs. representantes
da naci.Nio convindo qae contiae indecisa a
solucao da questao servil, urge dirigi-la com
acert por causa da fortuna particular e pu-
blica.
Disposto o governo imperial a concorrer pa-
ra que adoptis providencias que realizera pan-
sida, mas successivamente a emaneipacio da es-
cravalura no Brasil, de ordem de S. M. o Impe-
rador tenho a honra de apresentar-vos a propos-
ta segrate, ua qual a sorte das geracSes futuras
e os direiios da propriedade existentes sio at-
tenddos :
PROPOSTA.
i Art. 1*. Os filhos da mulher escrava, que nas-
cerem no Imperio desde a data desta lei, serio
considerados de condicio livre e havidos por in-
genuos.
< 1*. Os ditos menores (icario era poder e
sob a autoridade dos senhores de soas mus, os
quaes terio a obrigacio de eria-los e trata-Ios
at idade de 8 annos completos.
< Chegando o filho da escrava a este idade, o
senhor da mii ter a opcao, ou de reeeber do
Estado a indemnisaco de 680*, oa de ulilisar-se
dos ser vicos do menor at idade de 21 annos
completos. No primeiro caso o governo recebe-
ra o menor, e lho dar destino em conformidade
da presente lei.
t A indemnisaco peeaniaria cima fixada se-
r paga em ttulos de renda com o juro annaal
de6/, os q a es se coasiderarao extinetos no
fim de 30 annos.
2*. Qialquer desses menores podera re-
mir-se do onus de servir, mediante' previa in-
demnisaco pecuniaria, que por si oa por ou-
trem olTereca ao senhor de sna mai, proceden-
do-se avaliajio dos servicos pelo tempo que
Ihe restar a preeneher, se nio houver accordo
sobre o quantum da mesma indemnisaco.
< 3a. Cabe tambem aos senhores criar e tra-
tar os flihos qae as fillias de suas escravas pos-
sam ter quando aquellas estiverem prestando ser-
vicos.
< Tal obrigacio. porm, cessari logo que Ha-
dar a prestacio dos servicos das mais. Se estas
fallecern) dentro daquelle prazo, seas filhos po<
ierio ser postes i disposicio do governo.
4a. Se a mulher escrava obtiver liberdade,
oa Albos menores de 8 annos, qoe estejam em
poder do senhor delta, por vir'.de do I Ia, Ihe
serio entregues indepav^eutemenle de fndemni-
sacio, oxenlo la -referir delza-los e o senkor
annuir a Boa- pom eHe9.
* 5 do cario de aleoaco da mulber escra-
va- seu3 flihos livre?, menores de 12 annos, a
acmpanharSo, ficanlo o novo senoor d mesma
eriar e tratar.
& 7* O ireiro-conferido aos senboras no 8
r podera ser transferido nos oaos de succeasio
neeessaria, devendo o filho da escrava prestar
servicos pessoa a quem as partilbas pertaa-
cer a mesma escrava.
Alt. 2*. O goverao podera entregar a as-ocia-
coes por elle autorisadas os filhos das escravaa,
naseados desde a data, desta lei, qae seiw eedi-
doa ou abandonados pelo, senhores delta, oa
tirados do poder destes em virtode- do aru l*
s 6*
< > 1*. As ditas assooiacSes lerao direito aos
servicos gratuitos dos menores at a idade de 21
annos completos, e poderio alagar esses servi-
cos, ma, serio obrigadas :
" !T" A cn,r e tr"u' 8 mesmos menores.
2. A constituir para cada um delles am
peculio, consistente na quota dos salario* qoe
para este fim for reservada nos respectivos es-
tatutos.
3?. A procurar Ibes, fiado o lempo de servi-
co, apropriada collocacio.
I 2*. As associaces, de qae trata o J. ante-
cedente, serio sujeilas impeccio dos iuizes de
orpbaos.
o Esu disposicio applicavel s casas de ez-
postos, e s pesseas a quem os juizes de orpbos
eucarregarem a educaco dos ditos menores, na
falte de ssociajSes ou estabelecimenios creados
para tal fim.
3*. Pica salvo ao governo o direito de man-
dar recolher-os referidos menores aos estabeleei-
mentos pblicos, transferiodo-se neste caso ^ra
o Estado as obrigaedas que o g 1* impfie s as-
sociacSas autorisadas.
< Art. 3a. Serio anaaalmente libertados em ca-
da provincia do Imperio tantos escravas quantos
corresponderem quota anngalmenle disponi-
vel do fundo destinado para emaneipacio.
Ia. O fundo de emaneipacio compde-se :
1*. Da taxa de eaoravoa.
2a. Dos impostes geraes sobre transmissio de
propriedade dos escravos.
< 3a. Do producto de seis loteras annuaes, san-
tas de impostes, e da decima parte das que fo-
ram concedidas dora em dame para correram
na capital do Imperio.
< 4*. Das maltas impostas em virtude desta
lei.
6a. Das anotas que sejam marcadas no or-
namento geral e nos provinciaes e mnnicipaes.
6 De lubscripcoas, doaedes e legados com
esse destino.
I 2. As qoolas marca das nos ornamentos
provinciaes e munieipaes, assim como -as soba-
cripedes, doaedes e legados com destino local, se-
rio applicadas i emaneipacio as provincias,
comarcas, municipios e freguezias desigoadaa.
Art 4*. O escravo tem direito ao peculio pro-
veniente de sea trabalho, economas, doacoes, le-
gados e herancas qae Ibe acontecam. O gover-
no providenciar em seos regula mentes sobre a
collocacio a garantas do mesmo peculio.
S 1*. Por morte do escravo, sea peculio se
transmute aos ascendentes e deseen lentes.jsegun-
do a ordem hereditaria esUbelecida pela lei;
na falta de herdeiros necessarios, ao conjuga : e
'h



adjadi-
traia
na falte de uns e outros, ser o peculio
cado ao fundo de emaneipacio de que
art, 3a.
2.a O escravo que, por meio de seu peculio,
ou por Jiberalidade de onlrem, ou por contrato de
prestacio de futuros servicos, obtiver meios para
indemnisacio do_seu valor, lera direito alterna.
Sa a indemnisaco nio for fixada por accordo,'o
ser por arbitramento. as vendas jndiciaes oa
nos inventarios o prego da alforria ser o da ava-
liacao.
3. O contrato de prestacio de futuros ser-
vicos, para o escravo oblar sua liberdade, de-
pendente da approvacio do juiz de orphios, e nao
podera exceder do mximo de 7 annos.
< 4 a O escravo que pertencer a condominos
e for libertados por um destes, ter direito sna
alforria, indemnisaodo os outros senhores da quta
do valor que Ihes pertencer. Esta indemnisacio
podera ser paga com servicos prestados por prazo
nao maior de sete annes, em conformidade do pa-
ragrapho antecedente.
< 5.* A alforria com a clausula de servicos du-
rante cario lempo nio lijara annnllada pela falta
de implemento da mesma clausula, mas o liberto
ser cumpeludo a cumpri-la, por meio da trabalho
oos estabelecimentos pblicos, ou por con ratos d
servicos a particulares.
6. As alforrias, quer gratuitas, quer a lta-
lo oneroso, serio isentes de qaaesquet direito,
emolumentos ou despezas.
5 7.* Em qnolquer caso de alienacio u trans-
raisso de escravos prohibido, sob pena de onlli
dade, separar os coojages, e os flihos meaores de
12 annos, do pai oa mii.
i 8. Se a divisao de bens entre herdeiros oa
socios oio comportar a reuniao de ama familia,
nenhum delles preferir conserva-la sob o sea do-
minio mediante reposicio da qnta parte dos ou-
tros interessados, ser a mesma familia vendida s
o seu produelo raleado.
c g 9.a Fica derogada a ord. liv. 4a, tit. 63, na
parte que revoga as alforrias por ingra lidio.
Art. 8. Serio sujeitas a inspecAo dos juizes
de orphios as sociedades de emaneipacio ji erga-
nisadas e que de futuro se orgaoisarem.
i i nico. As ditas sociedades terio privilegio
sobre oa servicos des escravos qae lib -Harem, para
indemnisacio do preco da compra.
t Art 6.a Serio declarados libertos :
g 1. Os escravas da naoio, dando Ibes o go-
verno a oecupacao que julgar conveniente.
| 2.a Os escravos dados em usufructo cora.
i 3.a Os escravos das ordens regulares, den-
tro de 7 annos, mediante accordo do governo con
as mesmas ordens religiosas.
~ 4.a Os escravos das herancas vagas.
5.a Os escravos qoe salvaren) a vida de seus
senhores e dos ascendentes oj descendentes destes.
i g 6.a Os escravos abandnalos por seos se-
nhores.
Sa estes os abandonaren) por invlidos, serao
obrigadoa a alimntalos, salvo o ca.o de pe-
nuria, ssndo os alimentos laxados pelo juiz de
orphios.
t g 7.* O escravo qoe, por consentiraento ex-
presso do senhor, se aslabelaeer por qualquer for-
ma como livre.
g 8.* Em geral os escravos libertados em vir-
tude desta lei ncam dorante cinco annos sob a
inspeceo do governo. Elles sio obrigados a con-
tratar seos servicos, sob pena de aeren oonstran-
gidos, se viverem vadlos, a trabalhar nos estabele-
cimentos pblicos.
i Cesura, porm, o conslrangimanio do traba-
lho sempre qae o liberto exhibir contrato de ser-
vicos.
c Art. 7.a A primeira instancia em loda aa
questoes civeis de liberdade ser a do ruiea de or-
phios.
i I i. O proe9aso ser somnurlo, '
t i 2.a Haver appollaeio ^j-olte. eoaodo a
decisoes forem contra*1*;. liberdaS
Ter os diris t tavoros que M !f5 Z&ZSZ JZ




lao
d Prian.bc S_ Te^a (eir
m--------------------_______IA-----------
23 de Maio 4* A 871
M
\
/


+
libertos efflemes, c-TcuieseuUtos tmrtoto as-|delTB darroposicao pretendida tJa xeWtVqTn
""ES* ofcntiMa.4Mnu desde
logo obstculo ioveneivel na opposuja^que.ro
peu era hoetilidadea e^mostrou-se aa^rW,
neme como ditera os Franeezas.
sansas de liberdade em que forero psrin-!
mandar prodldwMvrw*
Art. 8.* O governo
trieuh esoecaaj de todos os escravos existentes no
imperio, SUtUra^lo do nome, sexo, idade, es-
tado, apiUAaJtoC* o trabajho e flliacla do cada um,
f 8 L9tj fiza em que deve coraecar e encer-
-rar-se a maWltm ser annnnciado c( m a matar
antecedencia possivel, por meto de editaes repeli-
dos, nos quaes ser inserta a d sposicao do para-
grapho se* ulnte. M &
t I. Os escravos que, nr lipa ao omusao
dos interessados, nao (rern dos matrieuU, a'.<
nm anno depois do neerrsmenlo de-ta, serao por
esse fado considerados liberto?.
< 3.# Serlo timbeen matriculada em livra dis-
tinelo os fllhos da atol he r eterna q te por esta
le Acara livres.
t Ineorrereaog sennre emissas, por negligen-
cia, na malta tW0| a 2*3, repetidas tantas ve
es qoantos foretn os individuos omitimos ; e por
fraude, uzs pecas de art. 179 do cdigo crimina1
t i. Os parodies sero obrigados a ter livros
especiaes para o registro dos nascimentos e bi-
tos dos fllhos de escravas nascidos dcde a data
desTa'TeT. "Cada omisiao sojeilar os parochos
multa de 1005WK).
An. 11 O g rverno (tea autorlssdo:
fc jAJt g*H regular a jurisdicco voluntaria <
eeniedciosa do jom de erpb3 s cm relacXa aos
escravos e es individuos livres ou liftertos em vir-
lude desta lei sujeiundo o regulamento apprc-
vaeio do \) -d-'r legislativo.
8." Para, o itroslm, regalar as fnnecoes dos
paiauXQU* i g 3: Para impdr multas al tOO, e prisa a at
An n'iez, os regulameoiis' quefizer para execu-
o de? la lei.
rt. 09. Ficam rev*** as rtispesicSes em
contrari. Rio, lt de maio e 1871. Tfccofloro
N.~F. Vertir da Silva.
OSr. Candido Mendes'offereceu nm reqaenmen-
to para qoe fosse efeit* oms comrrfft ao de cinco
membros para dar parecer a respeito da neema
"proporta.
PedindooSr. Oolho Refrlfaes a pa'svra, e ten-
do de fie ir o referido reqoerirtenta adiad', o mes-
o Sr. Cundido* Mandes requeren nr*enca para
aue entrasse o seu reqaerimeeto immediirtsmente
em dlscasslte. torda proceder-se a retacan des9a
urgencia, reconheceu-se nSo haver numera legal.
S. M. o Imperador, aenmpanhado de "ras *ema-
arios, visiteo hontem o extrnate da imoerial
collegio de Pedro II, onde se demoran das O 18
horas da mnnbfa at I 1|8 da tarde, aistindo as
anlas de grego do 5* e 7* anno, de latina do &, le
mathematfeas do*4\ de geograpbia do 8, d eos-
mographia, de historia moderna, 'de i a-i- gia e
botnica, e examinando a capella estabtleti
ment.
Sua Stopestade visitn tamb:m o imperial insti-
tnto dos menino* eegos.
/ifmni
me como diremos Fraoeeias. c i rfta daoraem, e do sy>tema de recf
t Qaanto ao segundo meio, ser fcanc.odjadfldt'ldint'W'rtHf'da formagao do cxercito,
e o partido conservador nao lem aquella ani- dow-i^iijiaupwrne da defen nacional, cot
de qne 8ra para desejtt e'qnd o paizd'clwre- He i Coniiiniericia de rever asrep4i
un tnoiados da ononsicao i Ces.enete exame calino pruaeote'
2ue
ade qn
clama.
ma."(poiad"os da opposicao") Ses, o atte exame cal
O Sr. Saraiva ;A deciaraca> muito i- 3onsll(f*a!>.a Ideas
ger os dfefls Inividnaas na vida civj), e o
uticos na exqresso do voto nacional1, bis?
tea representante,-; assira como, aprd
inipaitivcia A\ organisacio da guard^
eomo*T'n fffu^e elementa de torca par,"
isn^a da raein, e do sy>tema de
do i xereili
^
Incur
_jrehea
ivas legisla-
Sendo mnife?ta a m-ufllciencia das e***es pe
riodica di jury no municipio da corte, marcadas
bo art. 316 do cdigo do processo criminal, pira
jnlgamento dos processrs rimes que se tera ac-
comulado, resultando a detencao por largos mezes
dos r s preses e a impossjbilidaJe d) jiigamente
4o9 fianeados; e devendo ser, na confarmi-Jarte
do art. 85 j i* da le de 3 de dezemhro de 18il,
Asada definitivamente em regnlamento o nnmero
das raesmas sessoes, par decreto n. 4,7i de 9 do
correte foi determinado que no mnnicipio da
corte annoalmente se facanj doze sessoes ordina-
rias do jory, na forma prescrtpta pelo art. 383 do
codiga do processo criminal; e -ootrosinj qne,
eroquanlo nao forem jolgados todos os r>s actual-
mente presos, em avultadissimo no aero, ejam
eonv.acadas pe^5es exiraordmari? do jory, o | -
derio fr celebrados simnltaneamfnie 'ob a presi-
denta de ambas os jaites de dlrelto criminaes.
Por cartas imperjaes de' 10 do corroate :
Poram oatnralisados os subditos poriuguzes An-
lonio Marques deOiiveira e Jaa Madeia da Fon-
ceca, este machinista de l'classe e ajuelle guir-
dio exlr.namerario da armada.
Nomeado secrehrlo da provin:ia de Sergipe o
bacharel Afbnso Peixato de Abrea e Lima.
Por deep-tos da mesma data farara exonerados
de ignaes cargos :
Til provincia das Aiagoas o hachare! Joaquina
do Reg Barros, a sen pedido, e da do Rio de Ja-'
nelro Nuno Alvares Peretra eout, por-ter sido
Horneada chefe da secqo na secretaria de estada
dos negocios da agricultura, "cmitierdo-e obras
publicas.
Foi dispensado as Dr. Ignacio deltarros Barre
to o lapso de lempo para que se Ihe p?e carta de
offlcial da ordena da Rosa > qoe leve merc por
decreto de 14 do naaren de 1869.
Por porlaria do II do crreme foi Horneado o
lenente-coronf do coipj de estado-m'dtor de arti-
Iharia, Floriino Vieira Peteoto, membro adjnnto
da commisso de melhoramentes do material do
exereito.
Ha bihHo tompo que no nosso porto bao se pre-
MMN tima rfsaoa iSo violenta cerno a destos ul
thao dias. Na praia de Bota fago o iapelo das
onda loi tal, que parte do paredao do caes M
destruido, chegandoa agua a invadir a ra.
Na praia do Flamengo, alm das estragos que o
mar fez no caes, solTreu serias avarias a caa do
Sr. Crnzma. Por voKa da meia-nflote o mar
era Unto qne anombou a perta de entrada, des-
[dacptt uma -ndraca e causn muitos ooirot es-
tragos.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE. 83DEMAK) DE 1871.
^iol'rl's do Mil lo Imperio.
Ctaegou hontem pela manhSa o vapor Ptrin
irendo datas : do Rio de Janeiro at 15, da Ba
bia at 19 o das Alagdas at 81 do crreme :
Sob rubrica Interior cncantrario os leitores
por extenso as noticias mais importantes, alera das
qoaes apenas trazera os jornaes as que seguera :
BIO DE JAXEtnO.
Ma sesslo do i diado de 8 do crtente, depois
de terem sido proclamados senadores p^r Pern:m-
bneo os Srs. desembargalor Alvaro Barbalha
UcM CavalcaDti e Dr. Francisco do Reg Barros
Barrete, houveram as segrales expl;eaf5es dadas
pelo ministerio sobre suas k''as e (oral de pro-
ceder :
O ST. ftiflonde d> S. Vceti pretende dar li-
gninas explicad* pedidas na nlttraa spss&o por
atgnns honrados senadores, membro- da npposi-
{io, que repararan! qtle o orador, na ualidade tle
preeidente do gablaete de 29 de eeiembro, nXo se\
'livetse apressido em manifestar ao enido as cau-
sas de sna retirada. Nao Hies .arfer o 1e?ej ira-
mediatamente, por rao e teretn pertni'.tidn a or-
dem do^ Irabalhos da casae ontr-.< cir-anastnera.
E-t persoadido de que o gatiine*.e, j ie leve
a honra de presidir, r>?ttrand9 se, man;festn **
razSes do sea (iroeedidsento, na *osn:a das c-
maras ; dirijiodo-se ao pafz reat, muito e'fope
riora.eo competente para apreciar o s ;\-\ S >
pode es-e documento, lmpre* mrrcio do 9 de n>aic'>. ser consideraco como nao
auiher.iica : bastava tiendcr sua redarlo e ai-
sen conttiido pata reconbecer se a orig^m cronde
protelo. N5o assigtlon, por lhe parwr dtfsiTe-
essrio. '
E, prls, pretebdla nlo vir renerli1 o eeaflo
aquili qne o pabj totm sabe, assfm omdbe
ada nm 1 >s rrembr s das cmaras; e peta naOeiiia
razSo nao lera essa exflcs'reSo de mi ti vos yae *&
lem em n ..
O gabinete de !9 de 9etemb*o fleiX' :t o seo
posto, porque nao [Ole c^npfttsr-rt, Como Ju.'ta
va indfsptns^v^ I as elttrimstaeirlas dadas; em oa-
tra cc-asio nao ^eria lio exigente, Mas esse mi-
aisleri, que eslava, comprotnfifi?'1 p'-ra cora o
paiz a oesupar se em negocro -xiiai rdifirins, a
apresen!. infortBDio de terse pr dos seos mais prestantes aeniUros, o *ir. ivm Ihelro Jercnynar loaB'Ti'-lx'dfr fcrriilr, disiinsfQ p>r
suas lates, por seo telo e pela IhfsttlvPl :icti7f-
dade e m (fue roba Jeeia a atpSo m'r.irWf, liga -
bora dep.ie se oftereewtei'fwa'etivtbiDU', rn-jw do a Mnutaufr-Ae
reeeio deqwpor eleesso de irabalbu, 3< rt-re d*i
wo a m>* *.
Tuve mis de verse privado o nnri*rio >U
cooperac3i de onfo illtiiir membro, uro H>nrjd)i
ydnr,^|iw ynr sea1 carcter, retas sitas let&,
Vm pr^siifio de qne gosa, grandefait Istia .,
eoltaagas.
DtwM o principio o
portante.
t O Sr. VkoucU efe S Vicente est nessa per-
-uasio ; e foi em consequencia desea crenca que
se possuio da idea de qo nao podtria oMer uma
maioria, emo era precisa, forle, panierosa e at
certo ponto enthnsiaalca ; porque n5o se p^de ao
paiz nsm se impoen medidas que, embora neces-
arias, importara tiertos sacrllcios, sena haver a
aahesio de ama maioria no parlamento quoj actu
coro vigor sobre a imaginactonacloeU. .
Nao pode o gabinete contar com o concurso
do partido em (pposicio, com o quat era licito cal-
cular, irmVcao do qne flzera em 11W o conde
Russetl : hosulisado de um lado pela oppos'clo e
adiando por ou'.ro lado pouco concurso no seu pro
prio partido, retiron-se do ministerio, e o conde
Diby teve depois a fortuna de obter o spoio das
diversas op nis pa'iticas para effectuar a reforma
eeitoral solictlada p^r toda a IngUtcrra.
Para completar o ministerio, dirigio-e o ora-
dor aaoitos amigos pilitKot, pedinda-rhas coad-
juvacio leal, franca e positiva, do man-tirs que en-
tre todos os membros da tnioi-terio k uvesse por-
feua uoidade de opiniao.
Sao pode (insegai-lo, nio por eausas pol-
ticas, mas por ouiras rzdes.
Netsas circurastancias o que Ihe restava ta
zer ? Rsiava-ihe servir bera ao paiz, restava Ihe
resignar o poder e cuutnbuir eoin o que podesss
para que se organisa babiUucoej para prestar ao paiz os servicas que o
89 de miembro nao po le realiiar.
Sabe qua aa ppihio .de alguraas pessoas nao
sero suffl::eotes essas razos ; inii Uibem sa-
bido que quando lord Russell retrou-se do minis-
terio, a muitos pareceu poucp justificado o sen
procedimento. Nao tem o dirtiio de iifl|Or npi-
uio de qnem qur que seja ; mas pode diiar que
o gabinete de 89 dj. setemhro tena o aireo de ser
acreditado nos motivos que acaba de expdr, e a
que se limitar.
O Sr. Visconde do Rio Bronco (presidente do
coaselbo assevera que o gabinete actual n5o &e
apresseu a raaufosiar o seu peaianaeuta polit co
s carairas, carao lem sldu praticd > eiu outros
casos po.' nao ^e jjlgar obrigado a esse de ver,
alientas as div rsi Ja Jes Je circumst ancias ; orgi-
niou se na ausencia das cmaras, e a fallad)
throno docuraenio que tena a re ponabiiiJale do
iniaist3rio, cujo pensamento ah expressad a mais
sigiillcativamento para os seas adversarios e para
todo o paiz, do quo qua^Bizoer discursai que sejni
profer La. Alm duto os relatnos das diversos
ministerios e os proj^clos do le, qne teern de ser
apresetaJos, maniesurao do modo aa,ais 'Xpjiciio
as ideas do ministerio, as quaes na discusso do
voto de gracas teru toJa a opportunidade |ilra
serem eaplanadas. segundo a.- iulcrpellagoe que
que formular a opposicao. .
Para o proced aun todo mini.-terio lu ama jas
tiflcacao no precedente, que deixou o ministeri-
orgaoisaio em 1861 na ausencia da ca.raars:
oo so d.'u elle pressa em explicar o Seu prograra-
raa, porque este se aehava na falla do hfono e no
reiatorio dos ministerios, e poderia ser explicado
as discusin qae se susiiasseui.
Seguirla c-te precedente *e, vista do que
occorren na sesslo de sabbado, nao se juJgaise
obfiga lo a tomar des.le ja pa'te no dibale.
O ministerio nao teni pnagraratna mais pasiti
vo do que quolia que se ach, na falla do irono ;
tanto elle satisfaf nulare p{(o do snado, que
ai contesta ao ministerio o direito de apreeoiala.
Osea dosen/olviniente estar nos projecMs que
era lera jo sero offerecidos. Alera d?se pmgrain-
raa s ha generalidades que nunca aatisfaiiin a
adversarios, e cada am iqterpreU ao seu sala >r.
Accre9ceotar, todava, qus, na pratica da ad-
nainistrajao-publica, o miflisteri a temara por nor'e
.a rnaior ro-oderacao, o maior escrupalo era obser-
van ia da constiluicao e das lels, sobredado no que
diz respeito a franquezas e garantas s rpintaes
em opposicao, franquezas e garantas Je queja tra
asado.
t Os membros do ministerio representante de
um grande partido poltico, qa.il o conservador^
teem apello realisar as i leas reclamadas pela opl-'
mi publif*. aceitas solsmente pelo mearan pf
lid. Quando os amigos do ministerio s' convA-i
cerem deque e-ie nao corresponde aos compro
mlssos tomados para eom a cora e com o paiz,
quando o ministerio rechee r qne nao merece
apoio franco o decidido, espora qne nao e demori.-
a declarcao palos'rneos cjnst laCioaaes;, pprqie
n5o qier o podir seno co n a esperanca d 5Ar
til ao paiz. Nao pede aos seas adversarios sera >
que usem para com o rainlstnrio, e para com o
partido, qae sustenta, modraco e jusllea ; por
que 6 neeessari que a lut pofitica se estabcle?a
no verJadeiro terreno eonstitacioliat, qne sel Iota
de epmiSes que propender para o rresrao fia, a
telicidade publica, erubora se dirijra por ;aoal-
nhos differentes. Evitera se s' personalidades e
os doestos ; porfe cada qaat em mostrar ijnem
melhor comprebende as necessidades publicas,
que est disposto a manifestar nwis dadcco
rcalisarao das ideas tendentes ao beageral do
Brasil. Limliando-)e a este pedido, assevera que
que o ministerio proceder com modraclo e jos-
tica para com os partidos era opposica.a.
Na ses?3o de 10, do senado, foi lido o ,se-
gninte projecto de resposta falla do throno I
t Senhor. O seoado orgalha-se sempre qoe
houve as congratulacoes do throoo pela reanio
da atserobla feral, cujas luzes e patriotismo ins-
pirara a V. M. Imperial a mais fondada esperanca.
c As virtudes que ausentara no throno aaimam
e foitiQcam a dedicacao dos representantes da na-
ca-i.
A tranquilidaJe de que o .pato gosa, beneficio
da Providencia Divina, vantagent Ja ndole paci-
fica da populacio, tambera o fracto da justica e
imparcialidade'com que gaverno imperial dirige
a administraco do Estado ; espera o senado qae
ella ser permanente.
< O estado satisfactorio da saude publica na cor-
te e as provincias convida os Brasiletros a ren-
der graoa* ao Tdo Poderoso, por tao grande be-
neilci.
Senhor, o senado conpari, a Jor pungente
qae traspassou o ptemai corae.ao de V. >! Inape
nal e de S. M. a Imperatriz pela irreparavel per-
da que todos siTrerara com o falte-joieni em
Yienna d'tostria, no di 7 d fevereiro u timo, da
augusta princeza a Sr. D. Leopoldina, do u" d*
S-xe, muito amada e prezala filha de V. M. in-
perial.
A qu"ia da Qor tao vicosa da arvore nacional
da dymnastia do fuedador do imperio devia ma
goar pn fundamente os Albos do Biasil, quo nao
podiam deixar de fe zar as mais sentidas raaoifes-
tacoes dpezar, a que se mostra grato o carasio
magnnimo de V. M. Imperial.
Sao dignas da maior solioitude do governo
[imperial, e o senado as aprecia em mu.to, a< re
ll -{das de porfeita mizade qno exislem entre o
^.Imperio e as derras potencias.
O accorlo pie.o dos governos alhaJos para'
os ajustes de paz coui a repblica do Paraguay
it'eve ser brevimente seguido da ncgoca;ao defiuiti
va como o exige os direitos e interesses das al-
liadoA, e da naeo paraguaya.
r ltec<>ob<-ce ciusa lransiUria du decre-cimento das rendas dul
Estado no correnie exercicio, e bnbem espera
que o mal cessar com a mesma causa, reassumm-
do o Rra-il o movimento ascendente qutimsem
'pro lido, e que s<> deve prineiplmente fundida-
de do seo solo, laeoignidade ao seu clima e a pj-
's-fiea c nduc.a de s-us hubitantes.
E' animadora a ceruza de que, nao obstaaU
os encargos que pesam actaslmeme stbre o tbof,
soaro nacional, aossos recursos ratones tastana
|iarn continuar a satisfaze-los p"ntnrlm:i,D, sem
)ue ao mesmo tempo deixem de ter impulso os me*
lhornmeles, de que precisa o paiz.
".'ii lio satisfa.-iorus cir-camtUBCias, srm es
qaeciHie,nls da nrdadeira econumia e da mais-as-i
curada ilsealisscao, eumpre .nixar a Uvouu ej
mmertio de uma maoeira eficaz, i premov^n-
braooe livrts, hrii*if do
metes do irsospoite, a buIiuccSo prcfl-sionai
sgrieola, e }i procurando dar o maior d^env.Iyj-,
mealo-iW lobas iWegrapnica, que fazc-ridodesjp-.
jr#err as llstD:ia-. f^ciliJam a cnan-noicactr
dasitiiV o^tfjtu e iiBtdad#sdejjpimen'o Ab?
popBls<;|nfralfento3 6* mi nacwoel, eps
>o
srqne s
grdfid:
peren*ia, qae d^scerai_
i Sam auvida convdx aue
Brasil eraaBtcap a i Mttio *
va esta qpMo du maW grd
os nadia aprecia dcridameiit ;u id
Hilarias de V. M. I.nparHI e eo a prc
comineodada procnrsr. nacillar'o r#spnoj
pri"da!lo ieora o inlispen-avel mellioranv
ciaj.
CcflSrVf overeo fcr de manifestar Aa
jhy, por ordem do rap->ctivo delegado,
Marquinhos, que i criminoso do rnorte
r dia 88 do -f.as.iado, as proximidades ff
kdo Bom-Des.pscho, tormo JUanguy, Jola
J da Silva, travando-sS dewWom JoJb
Ira Bueno, por causa de um sWfwlo d'agoa
n mo de ama espingarda, e desteshou nna
[tiro, cuja carga causou a morte instantnea do in
feliz Antonio Goncaives de Souza Garvalho, hoaes
| to pai de familia que procura va por termo con
Ir o crina* de qnete projrrio M
Falla
roe
eir
R
tos al
A<
fl lolen
. gsbraste ntevjdra qae
Mas eran mioe, pehts Q*a*g eoD^gtrfra Irvar
a oetlo v\ Mormas promeltidas : !. o c .ncne
flelodos o* partttes, de qtta i*frnVf teta dado
HCBpK Oia|JM orna ve pan Maiinr rcfirsas
viuw, eowdfa eUiteeal,ero<8A7 ; 1* ler orna
*rmU,mm no oartido-^n.rvaiinr, a'ki de
da cmiisaeia de m0vo.
qq#-dveo attendar Wd wpncia,*an
!>r gresso i'a nssa cmMeio. *w*ui .
O senario reeoDhien c* V. iL-lo&T'6?'"'?
cessidade de algunas refitmastsolo ia lefe,
jodieiifIs, cm" na proeeft elertmal par pr
meato sobre differentes reformas, aguarda o sena-
do esla oportunidad* pai a satisfazer as recemmea-
dc/es patritica de V. Milaperial.
^Senhor, se a esiabililaJ de nossas initituiJ
Voes, e a p ros. per ida do da na<;ao muito de vea a
seus represeniantes, estes reconheeem icaalmente
-o,ue muio tem approveilado ao BrasilH
cia de ura throoo, onda se assentam a sab'doria
a IMicaea i i o acredita o senada que a ca'rtl inca
de V. M. Imperial anda testa ve', nao ser Ilu-
dida, qusndo que espera a asinila g-aral!li4)ili
tara 0 governo para realizar, qnanto esi'ja ao seu
alcance, o bena da nossa patria.
Pigne-se V. M Inperial de aceitar os protes-
4-as de amor "e dedicaco do sena lo. Bimo fe 5.
Ijam-enco.C. Cmiuio de Campoi.J. .11. Fifitei-
ri de .Mgllo.
Depots de approvala pela cmara dos depu
tados, na sesso de 10 Jo correte, a prapastn d/
liconca SS." \I\. II., foi ella dirigida au senado,
cuja commi.-.sao de coostiiuica apresen! >u-a com
o seguint.' parecer e voto em sepralo :
A commisso de c mstituicao, a qunl t> re-
raettida por rdem do senado 8i proposta do pnder
execqtivo, que oatorga o conientiraento de que
trata art lOi Ja cm ti.uico para que S. M.
Imperador possa satUr di imperio, com ? eineo
da cmara dos JupulaJos, que a reJtua proj-vjlo
Je lei, de parecer que ella entre 0; discusso
e seja approvada.
Paco d> senado, 11 de maio do 18/1. Vucon-
d'. Sapucjky.Barti de Colegipe.l JT. Figiteira
de Mello, cora voto separado.
Discord Ja opiniS'j dos meus collegas qnanto
a ser apprjvada inleiramente a preposta do poder
exjculivo, viada d cmara dos Srs. depulados,
aiim de que S. M. o 'aperador tossa sah'.r Jo im-
per i, porquanto as patVvjas ia art. i"com as
altribitioes mu compjlem aopolr mxramr, e ao
clwfe d poder exeattico ma parecem desueoes-
sanas eproprias somonte Jar lugar a.in'.erpie-
taeSj menos constiiuoiooae.
Na opiuiao.do sbiixo aisigaado, o caso Ja via
rera de S. M. o Imperador para fra Ja imperio se
ach* evidentemente prevista pelo art. 125 da cons-
tiiuir) do imperio, qutada doelara expresaeoea-
le |e se o Imperador por cau-a physica ou mo-
ral, evidentemente reoonhecida pela plurardade
de cada uma das carairas di assembia, se iropos
sb'litar para governsr, e,:n seu lugar goveraara
como regente, o principe imperial que ter maior d*
18 annos.
u da viagem de S. M. o Imperador por paizes qae
distara do Imperio para naais de 8,000 leguas, e,
parlante, a prineeza imperial deve passar a gober-
nar corno regente em lugr de sea aagast > pai,
a,se goverru em sen lugar, claro IUa npie deve
goveraar em virtnde da cuosliM g, coro telas as
aitribuicoas que ella deu ao i nparadjr. As pa
lavras, panamo, qie a propo-:ia aprase/aia, a
que cima allud.io o abaixo assigaad'S *> desM-
cessariis
Alora do desnecassarias ellas s5o tambera o
convenientes, porque piwtera dar lugar a que se
pense que a ssombii geral, ou o poder legislati-
vo, p le restringir o polares'do regenteaos casos
era qae elle designado e chamado pelaconsiitai-
M) do i'iiq-'rio, iaierpreuco que o abaixo assig-
Jo ni i ajiniuo, visto qoe era sua humilde opiniao
ossa limittaea nenie polla ter lugar qaaadoa
assembla geral tinha do eleger. a regencia oso
rgeme n.i.terraa da art. 15 % i) Ja caasliluicu
lo imporie, hypothese qno ceDU ora virtulo Jo
art. 86 do act> adJicional can-litan:i > do impe-
rio de 18 de ageste de itt\.
E,n f4c, pii*, destas consiJera45ej#(entenue o
a'oaixo aBgpado que datera ser supurarlas as
iialaiTij que te ailudid >. e este sVntida enviar
a sua emenJa de snppressao qaanuj o projecto en-
trar era di*cas>o.
Paq do sanad,), II de maio de 1871./. J/.
\Figueira dt Mello. *
Essa p;oj isia e voto cm sepralo farara disea
(idos as das L3,13 e lo, sen lo approvala aqnella
unicaraeMo.
Si cmara dos deputados ficou aim orgi
nisaJo o resta das respectivas commi-soas:
Fizend.
loan Gvdoso de Miiezes e Sauza, Jalo llinoel
Pereira da Silva e Riymandi Ferreira de Araujo
Lima.
Pensos e ordenados.
Angosto Olympio Gimes de Cistro,-Anisio Sala
thier Garneiro da Guaba e Antonio Gandido da
Hocba.
Instiga civil.
Izidro Borges Mouteiro, Francisco Isnaaro da
Gima Cerqaeira e Jeronyma Mximo Nogueira
Penido.
Justica criminal.
Trislao de Alenear Ararip^ loaqnira de Soua
Re.i e Laiz Joaquina Doque-Estrada Teixeira.
Diplomacia.
Benvennto Augasto de* MagaWles Taqaes, Leo
n \ M irtmano de Arencar e Jalo Jos de O.iveirs
anqueira.
AssernWis -provinciies.
Fausto Augusta de Aguwr, Joio Meudes de
Alraeida e Francisca Belisario Soares de Souz*.
Cmaras rauaicipaes.
Jdo Pinte aiareira, Antonio Luiz Alfonso d
Garvalho e Joaqaim Jacintho de iendonca.
Commercio, indastrta e artes,
los Joaquina, de Lima Silva Sobrinho, Ha
rianno Ppneopio Ferreira Lage e Angosto Frederi
co d OKVeira. .
Agricultura, minas bosque-.
Francisco da Paula Toledo, Hoefooio SiraSes
Lopes e baro -de Aracagy.
lEslaca, coloisaco," citecnse e civilisacao dos
Indios.
Joi Qernardiao da unha Bitteacoart, Custodio
Carioso Footes e Antonia GaelBo Rodrigues.
loslracco publica.
, Barap dajVlU Ja Barra, Aulonia Frtira
Viaana Jao Jvencio Ferreira de Agutor.
Obras publicas.
Dony-io GncalV Hirfis, Angelo Thomaz do
Ainaral e Aureiiano Ferreira Je Carvalho.
SaJe publica.
Lalz Garlos da Fonseca, I-aquim Pedro de tlello
e Alexaodre Jos de Mello Maraes.
N-'gbcios eedesiasticos.
loaquim Pinte de Campos, Manoel Jos de Si-
queira Meddee e Justino Qamingues da Silva.
ReJacco das luisa.
Candida Mendos Je Alraeida, los Calman No-
gueira Valle da Gama e Bojaraira Rodrigues Pe-
reira.
Foi lilo na sesso de 12 o projecto sobre o
elemento servil, o qilal pabliceoios sob m rubrica
InUtjgr,
jas as noticias commarelaes di uliima
data :
Elfolaaram-se peqaae transarcaes em cara-
bo sobre.L no, e a 85 }( e 85 J/i d. para o particu'a'.
Negociaraui-se alguus ku-s insign fiantes de
apolic geraes de 6 % a 98 V4 / a draheiro.
r Alr.nnias p> quenas partidas de soberanos
alcaccarain de 10i00 ali 101300.
As a$es do Banco do Brasil forana negocia
das a 1J, e s do Rural a mt o 197,1. IJai lote
regalar das do Gommeraal bieve 19*300 Je pre
mo p^ra e ulumo dia de trac ft-rencla.
Bahiram para Pornan.buco : alliiV'im1
hispanh.il Dos tenanos aaj-ca n raegon* Cw-
tltrrmleu ; a 13, a sumaca hespanh-iw Carmen '
a II, sumaca fifsr a bola Mara Astunto.
fteeebemss / Uus aie.U do torrente, dallas
extrajimos ;.s segoipte noticias:
P.T ordem M delegado da polica de Piin-*
gny. Dr. 1 Fraoeisflfl,dj,Araiijo Lima, foi presa
no di.iri-te do Onea, daqaeUe termo, a criminoso
de homicidio, JesLope^ sentenciada i gass per'
pamas pete jury da referida cidade.
Nt madrugada do dia 1 Jo psssado, c Oda-
de-Janeara, Pedr Alexandre du Sanio- pe
-snao a casa em pe rasidjam toa mulher a-
UWiana sruam Jaanna, auasslnoa 'i(^ai
com "fcadas a ferio a ata mortalnienta. O r*
afb-se prese oa MSMflfi 6d*ta, o est sendo
prawafadfc _
s ?( da 9 de asaz, pava Id foi preso no tarrao
aso foi preso ira fiagranta.
em O do eorrente mez, onsta cidade,
oel de Magalkies Gomes, einal Ihe-
esouraria provincial.
S. fAt^O.
os fallas da capital ate 9 de San-
corrente.
blea provincial l'usra celenrel no dia
.uias pelo repouso da alma da prin-
c-Aa D. Leopoldina.
^Morcollegtes elaltoraes do 2o Jistricla, caja
votacaa en canhocida, otitevera maioria de votos
para deputade assembla geral o Sr. conselheiro
D asrte de Azevedo.
ente Preoccapava a attenco publica, tanto na
tfgV ^dadUaHoM em Santos, que liriso do subdito m^lez Diniel Fox, supenntenden
re te estrada doietro re Santos a Jandmby. '
' O Sr. Fox e o chefe do tratego da estrada de
torro (orara piauuntiraos pe, ebete de pdicia d;
S. Paulo carao mcursos nos art5. 193 e 805 da -.
Jgo criminal era caosequeneia da accidento qoe
43 dea naquella estrada de ferro era principio
este anno.
I S mi lo ltimamente vec-ilhido pola segunda vez
prisa.) o Sr. Foi su>jeudeu o irafoga da as
irada.
Na dia 5 do cjrreute o vice-pre-i lente da pro
i acia expeda ao referida superintendente orlem
par? qae minelulamente enlregasse aa chele da
traeco a direcea da mesraa e-trada, lazando le
vantar a suspanso, e declaruu-lhe ao mesmo tem-
po que o governo responsabilisa desde loga a com-
panhia pelos, prejuzos e Jaranos causados ao
aublico e ao thesaard pelo faci da diu suspen-
so._
Nao loado at o da 6 recebiJo resposta alguma
ileterrairiou o presi lente ao chela, da trace,! > quo
assu.aisse immediatamente a direccaa da estrada
restibelecendo o repectvu tratego, nao tendo, po-
i'ra, esta ordem sido rebebido pelo referido chefe
por so aehar em Sanios.
Em virtude de deterrniaacao da presidencia, os
f)rs. procuralores fiusaes da ibesouraria da fa
zeaia e thesouro provincialjarotesurara judicial-
mate contra a suspeosa da trafg.) da mesraa
estrada, .i mo i, uaa s o -u^eriuleaJe-ite c una a"
corap inhla que elle representa, rasponiss oelos
prejuzos prevenientes da suspeoso.
0 Correh PauUstano refere o sgUinte :
i Consta que o cnsul ingbz aprasentau ara
protesta porante o gaverua da pravincia contra o
acta da recente pnsaa do superiutenJente da es-
trada de ferro inglea, Dmel M. Fox, qualitlcan-
do-o lo arbitrario, exigindo prompla resposta para
ser levada aa canhcciiuanto da ministro inglez no
Rio Je Janeiro, por urna fragata que se acha ao
porte de Santos. -
L-sa oa Revista Cmmerctat de Santos, em data
de' i 1 Jo carrete:
_< Consta-nos que em consequencia da subtrac-
c5a dos livras de escrpturacaa da irraandade da
Santa Ca-s, o Dr. promotor publico deu denuncia
perante o Dr. juiz municipal, par crime de estelio-
nato, contra- o provedor, theiooreira, escriva >, pro-
cudar geral o procurador do hospilal, funecioaa-
ros da mesa disiolvida, em consequencia de se
iaverem recasado prestaca de suas con
las; teolo-se j-tenuiaado a inquirico das tesle-
rauuhas do suwmari i.
Noticia a -Revitta Comnurcial quo tanda o
D>. -promatc r publico da comarca denunciada po-
rania gjuizo municipal a Jos Jaaqura Fia indo e
Silva, o outros ompregdos daquelle stabeleci-
ment, orna indiciados era crime qatlarieavel, fura
expedida ordem de prisao contra o's ditas empre
gados, siudo recolhido arite-houtia caaia o pri-
rneir-a dos indiciados.
No d'a i, ais 9 para as 10 1/2 horas da noi-
te, notioia a mesraa falba, esteva pirte da cidaje
alvoracada coro apreseucade grande baraero do
roariobeiros da vapor inglez Paseatas quaes com-
melterara os maiores excessos na Cauca a ra Di-
reia. Fuhrao gravemente a um mias-a Maslero,
caixeir) de ama luja de (janlas, edepais de suas
trcpelia. recollieram-ss para nrdn.^ nao 3eado
poasiuel caatuiar um > delles/Dor falta de terca
publica soulcienie.
BAHA.
Os irabamos da asjembla provincial foram
prorogaJos at 30 do correte.
A abscripcao, prora vida polo Exra. e Rvin.
Sr. areebispo, ete'ava-se a It>:84oj900.
Gratsada cora Intensidade, na freguezia da
\margosa, terma Ja Tapera, febres de mao carc-
ter e cmaras de sangue, o presidente da provin-
cia fez s-gulr para o local ura medico, com os me
dicam-'ntjs ue;ess rios.
No Banco da Bihia forana eleilos: vice-pre-
-dente da direcelo Francisco Ribeiro M reir ; e
membro da commisso de contas Antonio Loureira
Via na a.
A' bordo do Merrimack seguir para a crte
o Exra. presidento Je Mauo-Grasso Dr. Francisco
lo* Cardoso.
Em sea testamento dea D. Mara Arcelina da
Silva, esposado Sr. Bernardo Alves da Silva, mo-
ndara na cidade'da Cichoera, liberluu a 11 es-
cravo. .
Lemos o seguihte no Jornal ia Baha :
t O Sr. alaquias Jas dos Res remetleu-oos a
seguinte carta acampanhada da relacao das liber-
dades confer las durante o anno de 1870 :
Illm. Sr.Convencido de que V. S., sempre
solicito em dar publicidade aes actos meritorios,
estimar inserir em suas columnas os ames de
disnctoa caracteres, que era verbas de seos tes
amemos legaram a lberJade a diversos ineUze>s
qae buje bera-dizeai seas nomes e agradecido*
orara pelo descanyo de suas alunas rogo a V. S.
se digne dar puolicid .de rolaco que inclusa re
mello a V. $., da qaal ae v o numero dos indi-
vidnos que, em virtude daqaellas verbas, foram l-
iaertados no anno de 1870, e quaes os nomes de
seas liberta lores ; penniiioJo-rae qoe continu
ea a levar tees noticias ao conbecimenta de V. S.
para que sirvam ellas de incentivo a actos sent
5ha.nfts, que nao podara deixar de s-r sempre bem
acceitos por todos aqoeiies que sentiris oo pello
um corajao brasileiro.
Mauoel Pereira Bastos Vralla.lrfia e Va-
lentina, para servir al a raaioriiade, e Alcina cor-
lada e n VKiiOOO.
Antonio Prai a de Mello.Altante e Mareos.
Theumotea Goncaives da Silva.AToneo. .
Francisco Jos Pereira.Leomdia e Sydronia,
para aeompanhar a mulber do testador.
Clarinda Viceacia Vianna.Saveriaao, Patricio
e Firraiao, para acerapauhar o marido da testa
dora.
Feliopa Alves de S.Mara, Joanna e Luca,
cortada em TOjOOO.
ir liana Mura de Di to.Damiana, Maria de
S. Pedro e soafllba.
Theodora Ignaca Rigaud.Mara, cortada em
80000 Victoriano.
itosa Mirla dis Dores AnIrada.Maria.
Mara Feliciana S. Primo.Perpetua, Feliciana
e Con-tanca.
Tbeoahilo Jos dos Pa*sos.fffegorlo e Manoel,
para aeompanhar a aerdeifa al"a ma'orTTae.
. Joaquina Bernardiaa de MagalhSes.Florencia
e seu fl.ho Antonio, par aeompanhar at 16 aans
ao mar:la da t.-staJora. e Biibiaa al. que dis-
pense.
Nicolao Flix Teixeln.-Ios, para aeompanhar
Lt a naaioridad a malber du testador.
ngel* Maria do Curasao d J.-sus.Simia, Iho-
raazia e Feidana. >
O cambio regplava : sobre Londres 85 1/4 *
25 1/8 d. por 1*000.
A alrandega renden da i a- 17 do correte
5o3:2'a3*5CQ.
AL.M30AS.
Os Srs. Drs. Pedro Alfonso de Mello e Paulo
Jv de Olivtira, peirtrara ora privilegio' 4 a-*ena-
bla provincial para introdozirein na provincia as
machina laompson.
Locos o seguinte no Jornal das Aligoas :
o coito, prenleodo um criminoso e varios recru
Ua?, asesar, da resisteocte bff> qae iersm. osic
bandlads, que 96 achavam gufrilhads, sanTodo
do tiroieio feridas gravemente ura% sargento,, nm
cabo e utn soldlo, e umeabo do'us soldados le-
vemente.-
< Consta qae entre os bandidos ahirara diver-
sos feridqs, tindo urp ja, morriqp. .
a Bsta njlica, que uos foi transrnittida por pes-
soa fidedigna, adenas reveUa a necessldade de -e
tomar era todjfi i|jnsidnjS|'d este* dacjaeII'
termo da IrapcratrgQnodo^Mce qua por JMM po-
sic.io topograptiica eacentnkl'niais fcil asylo os
riminosos daita prorlncia os de oatras. >.
t Art 4 Ficam revogaj
adas as dispoicSas em
i Palacio do Rio delaoeiro em 6 de malo de
1871 !**)*'*t/to.fl*aie. > '
DIHIIElRO.-(tapcrriJiaicdt-4race gira os
los Itodrtgns
Lniz A.' Stquel
Tronxe mais
PanjM Cea
Para>Mara
ParantPari
PAS9AM
dor, vtotiml
oatm ni'
:ivil
J alquil
. Na da 5 do crrente, tinio noticia o Sr. te-
nente-coronel can.naaud-oted) carpo da polica,
izo* s ceba na I nperatrJj,'te a5tir as mafUs
i Cncao Antonio, distante da villa 4 teguas, um
coito de 17 bandida, deliberoo (pandar captura
lo?.
Explorando a parte eaquerda das^naitas P9de
prender nm criminoso de morte, e a recruta ;
mis o coito tlnfia -se dte- divido a aviso moma mu
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLE'A PROYINCIAL.-Na -sesso de
hontem a a-sembla. approvou os seguales pro-
jectos :
Bm i" dscussaa, o de n. 125 deste anno, anto-
risando a cmara municipal da Pao u'Alha a
conceder uma iodomnisaM.a ao arremataite de
impostes Francisco das Chagas Pereira Ganejo;
o de n. 129 do anno pausado, mandando pa-
gar ao profesor de desenlie* do gyrnnsslo o or-
denado correspondente o tempo em que esteve
fra'do eltOJclo por ter sido sOpprlITiida a*ra
cadeira.
'Em 3' 6 den. 87 deste nooj cbncedeado ms
Ihora para a jnbilacao ao professorpadre Vi-
cente Ferreira de Siqueir Varejao.
Era i discusso as emendas aprasentada em
3a ao pnijectea. 11 deste anno, creando diver-
sas cadeiras do jnslrucco elementar.
En 2, .i menJa oltarecida era 3a- ao pro
jacte o. 63 leste 'anno, mandando cantar na
a psenla doria do barbeiro dos estabalecintentos
de carilide o lempo em que servio ua exme-
la intendencia de marrana.
Era 3 discassaa adioa por empale, ora sulMf
titutivo ao projecto n. 401 deste anno, conce-
deuda favores companhia que se enerporar
para a posaa, salga e secn da p-ixe na pro-
vincia.
Eatrando ora 3 discusso o aroaraenti pro
viocial, foi moEia a dia Jo al serena pressas
as emeodas que Ihe feram ouerecidas.
A ordem do dia para tu je ; coaalinnacao da
an'erior, 1 distasMo do pfojeete a. 76, 8* dos
de n-. ili o Ufa, 3- dos de. ns. 18, 103 e 125
deste auno, o 3' o de u. Ul da ano* pasudo.
PRONU.ISIA.Pelo delegada do termo de Fio*
res farara pronunciados Antonio Manoel da Sil-
vi e Joan Biptt.-ta de Lira, pracas do traode
polica, como incorsos as penas do art. 198 do
cadis > erininai.
LYCEO DE ARTBS E OFFICIOS.-ReaKsa-e
amanhaa, no otreo aques.re da campo das Prin-
cezas o spectaenlo era beneficio da caslrtlc
cao do lyce de artes e oflBreicios.
A saciedade D>se de Sf-tembro, esforeosda
qual f.i o beneficia coueedido, envida todo os
estercos para que seja o espectculo o mais
concorrido possival.
Amanhla, das 6 da tarde, at a hora de cn-
mecir o espectaetalo, ser encontrada no Club
Pernarabucane a commisso encarregala de pas-
sar os bilhcte^.
ARSENAL DE MARIXHA.Veio hontem da
corte, a lira te asvamir a inspectora do arsenil
de marinha, para que foi ltimamente oomeado,
o Sr. caphe de fragata Francisco Roman Step
pie da Silva.
THEATRO S\MJ ANTONIO Realisa-se q'o-
ta-feira i83) oeste ihealra o benelicio do syrapa-
thic-a e awtinca ariiste Mr. Marchan!, coro o lin-
do vandevilies Les chevaers du Pince-net, no
qual elle exea iUra o'difficil papel de obabamat<,
a a qual pee baa patate seu mrito artstico,
sea conhecimeola da arte que profeses.
RA DO MA-RQUEZ DE OLIND.VAlada nada
se f-z no sentido do de-saaparecerem dosta raa >s
ruinas dos pr leix i pelo afoftaosearneate pubhc>, apelar da van-
tagera que na ni abrir se ah ana traveasayque
d importaoeid ra de Maric e Barros, ponto
importante de cammumeaefo para o largo da
Companhia Pernarnbacaua. A' c do Reeife (embramo a conveniencia de se pensar
j e j lese nSMioruruento.
GYNSKJ'.PftOVTNClAL:-Tan sido eotebra-
dds am Indi dc?h:a e relfglotidade ne*te es
labelecraaoa os arto* do Met Mariano, entan-
'do diversos afumns' os cnticos era loiivof aa
Virgeni Santissima com o goslo e conheclmento da
arte raa toeo'a pelo $>\ Castellao. A ceremonia eome$a
sempre s 5 horas 1a tarda?, e pomas vezes ex
cede da 6. E' digno do. louvor o Rvm. Sr. ca-
nego regedar pilos melhoramentes Introduzidos
nessa solsranidde.
ELEMENTO SERVIL -Como verao os nossos.
leitores no.lugar competeute deste Diaria, o gj-
verno acaba de propor caraara dos senhlres
doputados, por merme lio do Exm. Sr. conse-
Ihairo TheoJoro Machado Freir Pereira da Sil-
va, ministro da agricultura, as suas ideas sobre
a magna quesao do elemento servil.
Essa proposta do poder executivo, que deve
ser transformada era projecto de le, depois de
estudad i par uma commisso dos eleitos da na
cao na cmara temporaria, se nao pode merecer
a qualiilcacao de completa e acabada, abr um
vasto campo aos debates e diz claramente qual
o pensamento do governo na materia.
Sera duvida dentro em pouco ella, ser discu-
tida no parlarasn! ', o de crer e esperar que,
retocada nos seus pontos, vulneraveis, vira sa-
tisfazer a auciedade publica por uma reforma
desde alguns annos sentida e proclamada,
O principio da libertacio do venlre, geralmen-
te aceito e precani.-ado, a idea capital da pro-
posta, que todavia encorra outras muitas impor
Untes medidas, tendentes extirpar o cancro so-
cial da esevavido.
Recommi-ndanda aaj nossos lettores o estudo
dessa proposta, nosso iin torna-la bam patente,
afim de que todos os ue sao mais ou meaos in-
teressados na que:laa di eleraeato aervil possate
aeompanhar os debates que se vo abrir no par-
lamento, e que iremos publicando medida aaC|
aqu chegarem.
FORG.4S NAVAL E DE TSRR.V Na sario-da'
cmara do deputados, de 8 do correte, faram
apreseniadas aseegninles propostas:
Augustos e dignisslmos Srs, representantes da
-naeo Por ordera de S. M. o imperador apre
s,-uto vos n foraa da lei a propoMa flxaodo a
Jorca naval para o anno ti ianceiro.de 1872 a 1873:
. Art. 1 A Jorca naval activa para o anuo fl-
nanemnjde 1878 a 18?3 eonstar :
i 4 Dos offlewes ta armada e das demaie elae-
so .pie tr preciso -embarcar bos navios de gaer-.
ra e transpertes, conforme suas lotacoes, e dos es
.ladomaiores das esqmdras edivisoes oavaes.
2* Do corpu de i>npenses narinheiraa, doba-i
teibo naval, das ompanhias de aprendizes mafi-
nhetros, riadas por lei, e de comnairina-inape-
riaes marinheiros da provincia de MaNn G*i* g 3 Era eiroamslaneiis ordinaria de 3,00f>
pracas de marmnagem e de pret -dos coraos de
raarioh embarcad e de 6,^00 praca et*rt
cumsiiocra extri"rdin9ria.
Ari. 8* Para preencher a terca decretad* M
Migo anteeeeate, -o-governo nteriaada a Oar
granUc.icoes aos voluntaras que sa- apiaaentaaaa-
para o servico r. enlrater aaeonaes erts*af*i>
ros, mediante ooacesso de premios a a retratar
na terina da le
f Art. 3> Flcam revegadas tedas sdispoMcoet
em contrario.
a l'.ia co do Rio de Janeiro era 6 de malo de
1871- Manuel Antonio Dunrte c Aoga-ios e diyoissimo* Srs. npMMMaate
da naro. E.aa cumprimento da placmto noansi-
! tacana', e de oideiu de S M. o imperador, veoha
apresentar-vos a seguinte pmposta:
Art. Io As te i i>as de ierra para o aono flnan-
Ceiro de 1871a 18,3 ceBstaiao:
c $ Io Dan iSteiaes das diizerents elassas da
quaaro do xielto. ^.
< 5 l0En.-c'i. canjlincias ordkuriasa IS.00O
, pracas da pret c Se 31.000 em circimslaneusix-
iraurdioaria*. pa InsufScieaia' d>s ootsos meio,
ss forcas extraermnarias poderid^fr preencbldss
ipur coriKis destaca dos da barda nacional.
3"" Das e^ansuhias de deporftes edoapren
dte* ailillieiro,-, uo exr'rd.ndo da 1^)W pfacas.
./r 8* Fies c"o-Ji j o jjoveroo auteriSida a
traasfuri'r d urnas i ara outr.s armaf^'ieprvnen.,
diduos &rpos espebiaes, os Hjciaei do exercito
qoe em servida de paa-e guetra tash^o raast'ado
apiidao r>ra arniadifTereato da ua
possuara as h.bjliujikis expidas 0
V) anuos i
pes da viuv
esposa e i
u liorna
MMunte,
extremoso friho.
l- l:600|0O0
1 400*000
oOOlOOO
'i: a 611*000
:400*000
lima a o Crea-
w, O engebeiro
teiro, contando
Uando nos re-
la incoasolavel
es lega apenas
rahecemos inti-
mido sempre
marido exerup ar e pai earinboso
e dedicado, alm de ser amigo sincero, e cidado
prestavel.
Stu cadver acba-se depositado na capella do
cemiterio publico, andar-so abe terse' benras
fnebres h>je s 8 hora do dia. Aquelles de
.<6us amigos e collegas que Ihe quizerem dar a
uliima prava de affeicio devem anLiCotMare-
ear'idipeMtote de con rito esferal pw'fna da
tempo.
NAVIO ENCONTRADO'.-O brigoe portnguez
Boa Sol falln na las. & 31* e long. O. 46* 14'
com a barca ingicza John Quten, que ia de Liver-
pool para Valparaso eom 4o 4nt- de yingem.
Todo la bem bordo. *
Janeiro ptla Bajjil Imif&jkM&tSo b.
Thomaz Rdenas, ^^iizenddQM^^'", dna eaapitee
vrenles laur<- g^niis nojrfutnjflsJ-ojt'iirtos que
ali deu, e rlfia roi'romraalTO^Jor quasi toda
a inapreasa do sol do imperte' da Moda Prata.
ALMANAK DB AYEH.^dTmtribuem-e ralis,
em todas as pharmacfas desra eidede, exaenaiplares
do Almanah de Saudt de A ver jara o afino de
1871. .
PllOFEaSOR PUBLICO.Eo>, c^sequeaei de
ter abandonado o exercicio de .'0,a caeira, o pro-
teSsor publico da freguezia Aa Varz^a, Francisco
da Silva Miranda,' e,'|e adakittao irt.J>r>Dr.
director geral da insiraeco pqhliea, e iliaudo a
voltar ao cunaprimentC de seus d*Vre(t?4u*B> do
praso de 20 dias, cootados da 20 do carrete.
PROCLAMAS.Fasim dos ne doflUnia.il, aa
matriz da tregen* de aate Aalaaio pstwiaiaas
seguintes:
1.' denunciktad.
Jof Joaquina Borget. UetMSVaom Isabel da Co-
nba Pereira.
Paulo Al|4oiabo Goncalvos de Uiraia,-aan3
Carolina Juviaa dos Prszer.v.
Affjnso B-nvt nulo Owlho, cosa Maria Francisca
Romana da Gtena. "
An;. nio Joaqun) d^ Olivara, eom Martizdanaa
Mara da Concedi.
Antonio- Sitvestrt -da Silva, can Rosabna MaKa
de Lima.
8.* denuaetsio.
Jos Joaquira da Costa, coni Francisca Leopoldi-
na de Mello.
EracetoGomas da Sirva Rng,cora Goilhormuia
Maria Chaves.
Pedro Goncaives de Aleaijfa t Silva, eom llln-
raioata Satarotna da GircBncisao'
Casimiro Jvencio, cam Mgaria Martina da
Silv. L, -v- -
3.' dentineiaeit.
Joo Luis Nogueira, cora Ma Maria da B-
Morte.
Joao Baptista Ramos,- can Frroimt Mar Xa-
vier.
Salustiue Francisco
Francasea Nepomncaaa.
e o| Candido de Gurvalho
da Costa Valeate.
de Ssatt, cora
q 11
Nevet.aana Cecilia
Jnsuna
Man?
Ihr ]ue s aateeipra a 'deilo^ncia, retirando se os .
criminos, segnd>, 000*6* para q.aJJi Suascaj gentes. ,
a -Pellada do pr prleterte ManoeJ Marteca. Art- 3 Cbiiito, a
- < Saguindo oa seu eaca^a o teoent-corone; sf, t' da le a. l.tlU da
conuiaodante, pot-se em ccorda ni pjnz mu na p^rte relativa n*r86aaJ mn. m*
nlcipal sopplenle era exercicio, qua rfta fia Ra- depeiidimcM^ilWBw4* tefoaawitwft ajflpMk,
cadirmo, e o sabdelegado aa'dislrteto, e aUKaram ios do artigas bcllcoi
iiJlff
Aoteaia Marera Reis Snainho, non Maria Mo-
reira Res iji* 1
Mana Vwtor de M-ao; com Ignaeia l-Vaneisea
de Carralbo.
Jacintha Raposo da Vi /iros, coa Francisca de
Medeiros Aleada. .. ><
Fernanda Ganes da Silva, con'Matan Amalia
Dantas. .,oj
Antonio Jo Dantas, cora .vacua ra' ura'cca.<
Ol lilil ntliHsi-F ^
Juo da GoracntfaaGiiid'a, eoro Jler".< na The. -
dora de Sonza. I
HISTORIA PIl&f^ftlnrlfattu ni ifzfori
da fndacao do imperio brasileiro um auadro mi-
nucioso donioeciinimii qae irepaRam e fir-
maram a inleira iadapendencia e completa eman
cipacao do Brasil ate ao sen reeobhecimente offl-
cial pelo Koremo daantiga rneuropote, o Sr. cao-
sethema Joan Manoel Pereira da Suva onVrece-Bos
agora n'um gresso volurae que aeaba da dar a hit
da apresta a sutoria do secnndo periodo do rei-
nado do Sr. B. Pedro I. RenMdo o ta da sea
taairacao onde a deiwra en 18*>, o nntor ap6s
uma expiasici) da aaacao pontica da imperio
acompanaa a serie de acoateciraentn oann se'das-
enrolaram na s dentro do paiz e no vizinho Prata,
mas tambera em Portogale outras asiadcs da Eu-
ropa eom relaoo nossa historia,. al n raeme-
ravei jornada de 7 de abril, qae pez terma ao
primeiro reinade.
T sem oovlda nnw obra de nanita valia eserip-
la com criteHo e bhhrjada pr m espirite eseia-
reeido, embora nao envidemos qne tarimas das
sais apreciares possan ser eontesiadas. Se o
nome respetado que afirma de ante-mo Ihe as-
segura leitores, depnk de lida efgn* eHa anda
mais no cmici-ito pablioo a gloria de nm dos sos-
sos mais laboriosoaeserlpteres. E' edick-r a Sr.
B. L. Garnier.
DESCOBBRTA OE \! TUNEL.-Ao favor do
Sr. Dr. Fraokh Masseca dsvemos a segninte no-
ticia :
Na qnalMade de engenheiro em chete da
companhia de mineracao do Santo Antonio de
Ayarnoca cnranunico-lnes, para qoe leven ao
conbeeimento dos seus I Htores, a deseoberta da-
um tnel, ou gakfia subterrnea em um reeoo-
diio da serra t sinto Aotento a 161 de ele-
veao maritmw ^hMi'tuda geegnrphica de 28 12-
32' S. e 1* 31 de longitnde occidental do observa-
torio da Corte.
A companhia de mlticrtcaa de Santo Antonio
era-Janeiro prximo passado encetou uma gafarla
d'H metras de extensSo, no coma da sfjra no
GrratSo, snidnM uma valla feKa en 1760 Mr
esgotar nm ^a*fdy tremedal da dewjifo narrRira
qae se esteaa-'f.SOO metros, lfsai talerts qae
tem o mximo de 3i metros de prcttmrade abstro
do ttrm*i4c'iBWite trazada effl sebisto frra-
ghiosn, q mais abairo se transtorma em gra-
nito :liristatino coro omveio da pwrfHo TsfswD-
televantaea W* de Indiascao a 'presanes de
taes rbdfas 1e*Wn a companhia a ettprhcader
am tuhekde.S4 mrtrat
Era fin* de rtittys, no rogar deslttr.ads para a
boca do tonel, o dv^apparecimenio de en*. Arete
d mnerro llia'eati'anhas oa rocti den origem a
en&Tfrtfar-se Ttnl))irraride eaveraa cheia d'agna e
profunda ai oatros; nlttmamente, rorp grande
sorprasa naia, descobre-se om lrrel Com abo-
badas ell'ptica.tracado com arte e paredes das
parte areiWsWaAvnidat, asoladas com -raa le in-
mrito to^tmll esTbroisada {fyfhcnopbora.
* rajo WffVTlametita longitudinal vai a !l
metrOs, Bao poUepe ser sndaifa pela a?xislewra
de poetisa1 w'carfn, mdB ntd rro so nrerrm es
cail^teilM rvfcrto. WHweha snspfiWva tal
jousa, e neM'in w-sranS antigs dSo ntici 8e M
tonel. O coronel SimSo da Cnfitia (Jaigo em IT84,
quando explorava as matas Ja Mintipu-ira, a in-
tui'o de lfrllsar rsfndTos, i- oceoltas vceupv-se
de ex'rnt.ir o caro qne sbundava cestas regfSe
ldu fondba a laida Ayurooca fo'lo: titea (an-
dador de Rezende).
t Os padCes fesqiras frmflaram rtl Snto AOtSa-
nlo, lusr ds aetuit cmpanhla, uma canella', e^d
Perlcaba ooira; o mro atil sf'n|htttWli
rairfcs grfrimiart coreo se v da* ailjf*/|a-
tas: mas o reposilo precioso sltfrt nil btla sja-
ptrtor onde 6VW WttnteModo o rotUfnut fon o
ceir tema' Una dj*',b'mi/r> ttaTanrrtrpreWeWr-
ram a gaiVia'hWhXo e IWrtn expWoS ttal,
e os aW na gMraWb nettial pontstn rth'ab(fcir).
e aWvt*lf*ne^f)iW *
nnana ama fdfBdWw lie poro.
8 qh*^*1* oartc *3 *aW* J
sobterraaea lisrtleirtKl e as t*m4' iJsjaaJ*
tra- dos pata tura ttrtra na mtim^Vvm^
broqueamento de rochas b
<,?m' ^JBfi toitmena-a
ra dosJuw)APIVaak
* Levo ma* ao 1
qoe*drn>rnJ*-do or


r
ttNSt!


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Jiario-de FeniaiLiKJ 'Trg> 'ira 2.3 de, Maio I


PASAGOra.Tieraai R e jnero ,
M iwr.fcr.isi!elrp Paran:
- Luciano. Paes, Gedeaa Porlaz de La-
i'J Ahres F. da SHa, Canillo Alve
>.. GlaocJa Gfemnnf, f te-
,i'anjIaco Boriaiu de qamalleio. Amonio
eisLO;ft SjW &1Spar, fr7$ofracr oelbo di
gSr^ Mjrwraln Inaiinr. Janoti <. P.reira
2Kf:2i. MD*" *****, Frene.'
iSSSTiJfei i criis; atores. Asan io Ao-
fy.^.T 9g*Bra, Joaq^^^Btdjrjfcrae^, Fe-
11 S-Uta, HN^MK i trgala Francisco
N^fc^l55ienas, TElo Birbosa L. Silva,
Ha de Albuquerque, Jos Forreir
hif da Atevedo Maria sobrinbo, Dr. Au-
Barman Mari tez, Gliris-
oo Fernan-
'Frreira, M i-
.. Camino, Eu-
- W&Ul&uado Lino, Mjlhias Carneiro Antunes, Dr.
.i->. comarca d G.iranluni.;.apellante nu;or
)b, Domingos Jos Freir, Ju
apTia, Joaquina de Siuz Fi
Lima\ Maoofl Himem de Ca
M
de Sotua Pereira e :J ex-prajas do
J* Francieeo Pereia.'Rego.
"i(mu~par o aorte :
oei Antonio do Nasoimeuto, alfares Minoel
Cifijlo Francisco Aatonio Dias
noel Alexanlre Pessoa, f ex-
pracas, Modesi Heafttto A. Baviro, Joo Jacio
{o. Samiq "616 AJofptio do Amaral, Maximian
Ferreira Borges, sua serh ra e urna sobrinha, D.
Mara di Cuqeeico Freir, Itabin Julio Tavares.
Manoel Antee Sbla, J aua Jmila, Maaioi Genvaoni, Mtsinjo Guslavio Di-
miajas-de Mifzlhle B'Wo, capillo Erico Rodri-
gis da Co>ta.MMMe fcoz Lapas Villasboas.
CEJHf KKIO PBUCO-Obiuarij do iia 19 do
carrate :
Joaeyfc* Ncr*# aad, branca, Peruamboeo,
**'***> ^dfc,iJaA*aiu< heaati*.
el, araoe* 2 huras, Santo Aatonio; eon-
fetiaa.
Joao Francisco de Oliven, pardo, Peraambuco,
2*-amiQ<, sotteiro, Boarjata; tubrculos pulrao
Anna Amella de Caafro Fbnceca, branca, Per*
> ti ae/laHiira, Poeo, cougeatao ce
rebral.
Theodora, branca, Wanatabuco, mezes, Boa.
vale; Alano.
irdi, Pernambuco, 10 meass, Santo
JiOvff ^ffrj Bau >s, appellaJo r l'uom Joa-
quim do tt-'ca* Jalz oa-grs. Silva Gaina-
rSes, AecioIi,,4'v\U'o e Ollnto Raslos. Proposla
urna dilifeooia na1) oattGu com o veto do Exm.
presidente, aea3i> rotos Venlos os Srs. Ac;ioli e
pumo Basto<: entrando fl no jniecioieaio 4a
causa (ni refaroal aentenga appallaia.
A pedido dos-gra. depuiat^s aiaram-ae os Jl-
ifameotoa d fetti era que m partw : applaa
te W. G. Fjsaeley.aopallados JCflson Tritlon 4 .C.;
apaellantes os admioiMradrfts da massa fallUa
de Amirira, Fragoso, Santos i, a^appellado Jos
iacoms de Araujo ; apfeilante Tbeodoro Chria
Itanan, appellados Rabe Scharaettau 4 rj.
O Sr. Miranda Leal nao apresentou o feito adia-
do a aeu pedido na sesso passada, entre partes-
appellante Fraucisco Jo da Silva Guimaras, ap-
pellados os admnistradorea da maasa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos A G.
Contina sobre a mesa o feito adiado a 23 de
marco, entre partes, embrgame Jos Alves de
Aguiar, embargados os administradores da massa
fallida de Antonio Jos de Figueiredo.
PASSAGKM.
Do Sr. desembargidor Accioli ao Sr. desembar-
dor Reis e Silva : appellante Joaqaim .da Silva
Costa, appellado Jos Rodrigues Cueiro.
Eneecrou se a sesso urna horre uno qaarto
da urde. ^ H
ALFAND
itandimento do dia 4 a 20.
fdem do dia II J
Nurlutenf da alfandegn
votumea:enerados coru f.-zendas
* com gneros
<'" Ce aprca-iorfa
SIO,
da .tribunal do r
QjfMnode 1871.
O offfda
Ja I i
Jo de Per'
%s.
yofaraes sabidos com fazenas
* com gneros.
- ii
67
SW
-----660
m
Doscarregam hoje 23 de maio.
L.ugar portuguez/m/ovarios gneros,
^ugar inglez-/non-ferro e carvao.
Hataclio americanoGaw6/ataboados.
Jarea iogleza/m/warforvario gneros.
Barca mgleza Wilch of Uut trian mercado
ras.
Vapor inglez-Cnso/i/*-mercaduras.
Patacho inglozAlbertomercaduras.
lOMTilomena, branca, Portugal, 50 anuos,
MMsrtv Batvista ; gaatro mienta,
dnnoal, kfaoao, Peraambueo, I das, S. Jos;
COOVuItOOS.
IfcieoJlo, pardo, Peraambuw, 5 mezes, Sanie
Afloujo; denao.
Tofeph, eicrava, prela, Pernambdco, 13 annas,
weiM, ttoavuta; pnamonia.
Jaa Mara daOweeicao, parda, Pefoambu-
oj 09- aaoos, sohaira, Boavista: iaterite ebro
nica.
Francisco Ramos dos SaotoB, par Jo, 38 annor,
casado, B ja vista, bexigas.
Aoa, Aires da Crw, parda, Parafyba, 20 an-
eis, asatla, Boavista; a^oplexia.
Mlaa ffimili Guasianeia, pafda, Pernambuco,
w'anuos, soltafrs; utceraeio intestinal.
Cirios-Jos, 'Uraflco, Franca, 39 annos, casado,
Boavista ; iaterite.
fliRONICA iUDIfUKLL
rRiBiiviL do cot TII^HC io
ACTAj DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 19
DE MAIO DE 1871.
raaatDEKCiA do xm. sr. dbsiuibargadob insilmo
rRMCBCO PBBKTTt.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs.
-tejuados, secretario Miranda Leal, Olinto Basto,
CaMida Alcofbradoe Alvaro, S. Exc. o Sr. presi-
denfc abri a sessao.
-Ri-ida, e a^provada a acta da seaso de 15.
Estere presente o Sr. desemoargador fisea1.
. HXrKWNTS.
UffiCio du Exm. Sr. viee-presilente Ja provincia,
acutaanhando, para ser informada, a peticio da
otrjcfrJrla da Assota.ao Commercial Agrcola
?ernanitiuco, em que pedo a aoprovacao dos
reajjeclivos estatutos. O tribunal mandn com
vista ae Sr. deembargador flscaL
Offlcio do Dr. julz de direito da Ia vara Franais
:o de Assis (lliverra Maciel, comrounicaodo cebar-
se- m exerciclo do ehee de polica interino da pro-
vtaeia em consMpeacia da escusa quo oblvera o
9*c4ivo Dr. Luia'Aaionio Fernaodes Pinheiro.O
^OTaJ deliberorj, que se respondesse, declaran-
seTtear'seiente.
Gfflcio da junta dog correctores, apresentando o
sen ^hmcit como loo fra exigido por offlcio de 1
do correWe, relavamenle ao projelo de reg-
meato interno para dita junta, acompanhando-o
d* wpia da mesma acta judU do dia 16 ea que se aeba inscripto o voto
divergente do corrector Julo da Cruz Macado so-
bre a poscao do art. 23 do indicado reglnen
to.-^ttlhtdo.
O ffvro de regtsiro da correspondencra offlcal
conserva i mesma numeracao que foi declarada
na precedente acta.
Aos Srs. deputades foram distribuidos os se-
gu oles liv.-os :
Captador de Antonio Serafina da Si'va, dito de
Ckdido Alberto Sodr da Motta, Diarlo de Joa-
qun Caetaoo da Carvalho, dito de Meuroa A C
BMCHOS
Requeritnentos :
Pe Antonio Seraftm da Silva, natural da pro-
vincia do Cear e demiciliado nesta praga, de ida
de de 46 anuos, eslabelecido I ra do Cabug n.
11 com commercio do joia3 por grosso e retaloo,
reqnerendo matricula. Attestam em abono do
impetrante A. m. Bonlim, Gomes de Mattos Irmios
e Dmetrio Acacio de Araujo Bastos.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
De Man' de Sonza Tavares e Jlo Jos de Me-
deiros Mello, socios da firma commercial de Ma-
noel de Sorna lavares A C, declarando que por
ter de expirar o sen contrato social em 15 de te
veratro de 1871, bao coavencionado espacar por
maia dous annos o prazo de duracao do dito con-
trato.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Manoel Francisco Marques, solicitando car
n'do d > estar registrado como de sna propriedade
o patarbo nacional Valente.D^se a cerlidao re
querida.
De Vi:tal Jos Marta da Silva, requrendo o re-
gistro de urna procaraco bastante. Seja regis-
trada.
De Antonio Serafina da Silva, snecessor da firma
social de Sera tira & Irrao, req aeren do qne se
ihe tran.-fira o iivro Diario que pertencou dita
firma.Como reqoer.
De Astolpho Barbosa de. Moraes Cabral, quei-
xando-se do mao eomportamento do agente de le
16w, Antoaio Barbosa de Monos Cabral, pelo Tac-
to de ter em sua autorisaeio lanzado mi de
diversos objestos que Ibe pertnciam, e vendea-
do-os nao loe fizara entrega de sen producto.
Tem lugar a revalidadlo, urna vex que a estarapi
Iba nao e-ta devidamente iautilisada, pois apenan
est asignada e nio datada.
De Augusto Gomes e Sjlva, vndo eamprido o
despacho de 24 de abril ultimo, que mandn fosse
inutilisada a estampilha que s estava assigna-
da.Vista ao Sr. desembargador flscaL
De Augu-to Frederico do Oiveira e Eduardo
Candido do Oliveira, registre de seu contrato so-
cial.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Divida do Sr. Dr. offliial-maior por entender
que se.n a prestaclo de juramento dio pode ter
lugar a annotaco no registro do hiato PnbHhde,
requerida por Mara Felicia da Coneelcao Bas-
to. Procedti a duvida.
Autos de moratoria do Joao Peroira Mouiinho.
Foi concedida.
COM PARIICBR B0 SR. DRSBKBAROADOR FISCAL
Peticio Je Ketler A C, para registro de ara do-
cun-enio.Mo tem lugar o registro a vista do pa-
recer flscal.
Nada inais houve.
FUBLICiTODtS A PIDIDO.
Contrato do Limoeiro
Devo urna explleaclo ao publico, seo me for-
i o Sr. Bnarque de Macedj com os seos com-
muoieados.
Nao venho contestar o facto a que alindo o Sr.
Buarque, com referenia a concurrencia da es-
trada de ferro para Limoeiro.
Antes confirmo que o Sr. Buarque, depos de
haver se assoeado comigoe outros, veio dizer-me
quespodia adralttir-me na sua proposta, mas
cumpre me em bera de mio9a dignidada declarar
que desde este momento, nanea raais o Sr. Buir-
rtne me falln em semeltunta neguHo; pareceo-
do-me mesmo que mo evitava, at que final-
monte deixou do ser coacurrente, sem que
dessa ana resoluc2o me fizesse a man leve com-
monicagio. Em vis, pois, de tal procediment,
s eotao, resolvi-me a concorrer por mim, sem
procarar raais eotesder-me com o Sr. Buarque!
isCo tousa diversa do que pubflepu o Sr. Baar-
fqno,
Diz S. S. que o motivo que o levou a dirigir ao
presidente o requerimento, que publicoo, foi o de
instirlcar-se para com os seus amigos jle Londres
Wariog A IrmSo?, mas ha de permtttirnie que
bao aceito essa sua assercao. porquanto e o Sr.
Buarque oa > gosa da conlianca, que inculca ter
daqueltes senhores, o precisou, com rjocamentos,
aitestar o que Ihes lavia dito, a remessa do con-
trato e a le que facuRava a alteracio, bastara
para satisfazer as exigencias de seus amigos o
traoquilsar sua consciencia.
Oulro foi, poriaoto o motivo que lvon o Sr.
Buarque a dirigir o requerimento e a vir publi-
ca-lo ; e esse motivo me parece antes ser o deso-
jo, alias muito louvave!, e que est sempre a in-
quietar Ihe o espirito, de ligar seu obscuro aome
a urna empresa importante.
Nao o censuro por isto.
A faculdade que conceden a assembla provin-
cial ao presidente para alterar certas condtcSes do
contrato de Limoeiro na< facH virgem, e trario igual concessao se tem dado a todos os con-
tratos; sem exc%pcao, me parece, de um s ; ah
eslo os dasjeraproias, Mornay, S. Francisco, Api-
pucos, Olioda, Jaboallo, calcamento das ras da
cidade, o Drayaaige ; e somonte veio o Sr. Buar-
que achar na concesao da estrada do Limoeiro essa
immoralidade de que tanto se doeu I Entre tamo
que quando S. S. concorrla embraza por si e de-
pois por terceira pessoa, lembrou esse arvitre, que
agora reprova, ao Sr. hars 4o Livraraonto, mas
ento S. S., como professional, de ante-mao poda
saber que o contrato sob as condicoes, em que o
assigoei era inexquivel, circurastancia que bem
poderia ter escapado aos iuexperientes, embora ho-
mens de honra.
O que po m fora de dnvld.i A que a provin-
cia com a concurrencia eeoom9ou avnltada quan-
tra qne feria de dar de subvencao conforme a pro-
posta de S. S.
A circunstancia de nao se achar encorporada a
companhia para que podesse, ou devesse ser alte-
rado o contrato, me pareee, que nao e um argu-
mento serio, e abstenho- me de sobre elle fazer
qualquer considera^ao.
Pode muito bem ser que o Sr.Buarque smente
tivasse sciencla da opinio do Sr. oonselheiro Dio-
go Vetho, quando Ihe foi externada por meio do
despacho exarado no seu requerimento. Pie
muito bem ser. Mas o despacho de S Exc. nos
ltimos mementos de sua adminlstracao, e quando
em virtude de urna mesma le que acabava de ser
por elle sanecionada, concordava as modiflca{5es
do contrato Railway, fazendo-lhe alteracoes de
grande alcance, eeondemnava as de Limoeiro,
adiando procedentes as consideragSes do 3r. Buar-
que, me parece inexplicavel.
E desse depaeho tira o Sr. Buarque grandes ar-
gumentos quer em apoio de sua opinio.]
Continu o Sr. Buarque a justiflcar-se para com
os seas amigos Wariog Irroos, e se precisa aioda
mas algum documento para o seu auto de justi-
fleaco ah tem este que agora Ihe ealou forne-
cendo.
Recite 22 de maio de 1871.
Baro da Soledade.
DMpachot.de exportando no dia 20 4*
. > j. maio.
No ptrt-ho portugus, HetlauragiTo, para
Lisi))a cAtfogca: Oljvairi.FUhos A C. 10 sacca
com 836 kilos de algodao ; Jos da Silva Loyo A
Filhos T50 saccjs com 11,230 kilos de assucar
branco e 200 ditos cora 15,000 ditos de dito mas-
cavado.
Na brigue hespanhol Clora, para o Rio da
P/ata carregaram : Amorim IrraSos 4 C. 95 bar-
ricas ci 4^388 kilos de assncartraaco.
. Patacljo o.ientai P?po r. a Prata rregoa : P. M. Maury 100 barricas
com 11S8T Utos-.de assucar masoavalo e 130
netas ima*cofn 1IV850 ditos de dito aranco.
ftECEBEDORlA DE RENaS INTERNA!}
GERAES f)E PERNAMBUCO
lendim9nto do dia^l 20. 3$;!
do afaenM de
riiiha
SSSl rw^ic.(? V* a c<"nmissio de perito*
axamDAudo na ferrna determinada no regulamento
- annoxo ao decreto n. 1324 de 8 de fevereiro de
iVsV,,*?"08; raaohQa4. ra, appareihos,
M,reS pI / Velaw?' arc**.e woras dos va-
a! 2;1 ^a Pr*>pri^ade de CaeUno Lourenco
!, a e Parah'M da companhia Pernambu
cana de navegacao costeira, achon todos esses
^bjactos era estado de puderera os vapores conti-
nuar no ser neo em que so e:opreiiam.
hnfW d0 *8e/-* i'rlnhalc Pernam-
buco 1U da maia de 871.
O iosuootor Interino,
_________Francisco Jan y mo 'Jonc.alves.
Marauhao.
rS*a,r?a pMl P0"0 aelma Po'habole
(tribaldi: a tratar com Tasso Irmaos A C, a
raa LEILOES.
dem do dia 22.
Consulado provincial
EJ? mea de junho prximo comeca a correr
Le. 1 :,9 "i"! o pagamento voluotario
nesta wparticao da cootribuico da daeima ur-
nana, ae o 0|0 sobre o rendimenlo dos predios do
corporales da mo moru e de 73 rs por litro
oe agurdente, relativamente ao 2* semestre do
anno linanceiro de 1870 a 71 ; o que faz-se sden-
^respectivos contribuiotes que nao satisfa
rSn. f?lro de4ie PrM0- encorrem na mulla de
o iu- at enserramento do exercicio.
Con-ulado provincial 22 da maio de 1871.
O administrador,
________ Antonio Carneiro Machado Rios.
de fazendas avariadas cajeado ingles para
bomem e meninos, fnkim, cacas e fato
inteirfs de panno e de brim milito u-
periores, e alGnetes de peito para adatan
de lindos goatia
A 26 DO CORRENTE.
O agente Oliveira tfr leilia d fazendas lagfe-
zas avariadas, por conta e risco de quera perten-
cer assim eomo das mercadorias snpra menciona-
das em perfeito e tado

5M3M61
il:881!2
CONSULADO PROVLNCIAL.
lendimento d da 1 a 20.
dem do da 22. .

53:607*2*1
2.938*812
56:546*086
MOVIMENTO 00 PORTO.
Navio mirado no dia Si.
Rio Grande do Sal 17 das, patacho brasileiro
David, de 22 toneladas, capito Carlos E. Al-
ves, eqtupagem 10, carga 10,000 arrobas de car-
ne ; a David Ferreira Balthar.
Navio sahido no mesmo dia.
BallirnorePatacho americano Carolme, capitSo J
H. M. Farland, carga assncar.
IVaoOJ entrados no dia 22.
Rio de Jandro e Baha-7 dias, vapor nacional Pa-
ran, de 830 toneladas, commandante pnmeiro
teoeute Carlos Gomes, eqnipagem 65, carga dif-
ferentes gneros; a A. L. de O. Azevedo A C.
Rio Grande do Sul-19 das, brtgoe porluguez Boa
Soite, de 244 toneladas, caplao Joaquim Jos da
Silva, equipag*m 9, carga M33 arrobas de
carne; a ordem.
iVanoj sabidos no mesmo dio.
MarsellePatacho austraco Co/I&re, capitae Piz-
zoh, carga aljrodfc e couros.
Rio da Prata-rigue fcrasileiro InfHiz. capitao
Antonio dos Santos Pereira, carga assncar.
Portos do norteVapor nacional Paran, eom-
maudante prlmeiro lente Carios Gomes
Consulalo de Portugal
Por ordem do Sr. cnsul, e em coaformidade do
dtsposto na convengo c insular em vigor, se faz
pflblioo qiia, tendo fallecido o sobdio portuguez
viritimo Freir de Oliveira, se est procedeodo ao
inventario por este consulado, pelo que sao cha-
mados os credoros para aprasentarem suas cautas
devidamente justificadas nesta chnncellaria no pra
zo de qiozo dias, para seren attenddas, segundo
o producto dos espolios.
Consolad) da Portugal em Pernambuco, 29 de
abril de 1871.
O chine ller,
Joaquim Fernandts de Souto.
iulzo nos fito da fazenda
nacional,
De ordem do Exm. Sr. Dr. juiz dos feitoi da fa-
zenda, fai;o constar a:s arrematantes das compra-
hensoes denominadas Caric e Pangau do extinc-
to vinculo do Itamb, que Ihas fica mareado o
praso de 30 dias para preslarem as devidas hypo-
thecas, e assignarem as raspeclivas letras na the-
siuraria de fazenda, sob pena de flearem sem
effeito as mesmas vendas.
Ilecife 4 de maio de 1871.
O escrivio,
Loiz Francisco Brrelo de Almeida.
93 do corren i c.
Augusto C. de Abreu continuar o sen leilo de
um esplendido sorlimeolo de fazeodas ioglezas :
boje terci-feira 23, s 11 hors da manhaa em
ponto, em sau armazem ra do Mrquez da
Olioda. '
Quinta-feira
s 11 oras da roanhla, emlaai escriplorio
da Cruz n. 53, primeiro andlT^
ra
O
de cerca de 200 barricas Gom
faiinha de Trieste
HOJE
agente Pestaa far leilo por conta o risco
de quera pertencer e para fechar comas, de cerca
de 200 barricas com farinha de Triare, marca
Fontaine e S S S pequeos, as quaes serao vendi-
das hnjes 12 horas em pon/}, no armazem do Sr.
los Duarte das Naves, no caes do Apollo.
A pessoa que aonunciou precisar de 600*000
dando ara bom ascravo como garanta, e fleando
os servicia do mesmo pelo premio, pode ser pro
curada na olaria doneminadaAmarellano pateo
do Hospital Pedro II, a qualquer hora do dia.
Precisa-so do ura mestre fornei o, para
urna padaria na freguezia de Uua : a pesso
qus trer as hahililacSes necesarias para este ofli
co, pode diriRir-se a na do Principe n. 3, ou no
caes da Eseadinha n. lo, queahi achara com quera
tratar.
No armazem do porto do eapra n. 5, pre-
cisa-se fallar com o Sr. capllo Antonio Peregrino
Cavalcanti o> Albuquerque, a negocio de seu in-
teresse.
da armaqao e lelcadbs da leja
n. 73 da ra de J/arcilio Dias
(outr'ora ra Direita).
O agente Hartms far l i lo ftr anta e risco do
quem nerreocer, da, loja calcados da raa aeima.
constando da armseaV, fazendas, pertences o di-
versos moseis, coja loja so torna roeommendavel
pela 11.- uidade e accommoila(OM, ga antindi-se a
casa ao rompartor do esulieleeimento :
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
s 11 horas do dia, na mesiaa, ktfa.
AVISOS DIVERSOS
EDITAES.
JIZO
Ao publico.
O abaixo assignado, socio capitalista da socie-
dado commercialGuimares Puntes A C, previne
a qnem eenvier, que a mesma sociedade n3o pode
entrar j em liquidacao, como tem annuociado o
socio Custodio Jos Alves Guimares, porque, em-
bora haja ama sentenca do juizo arbitral, que oon-
demnou a essa liquidacao, a dita sentencia se acha
appellada por nullidades, era que labora, como
consta da certido abaixo transcripta, e por isso
evidente, que nao pode ser desde j executada por
aqnelle modo. lito posto, o abaixo assignado pro-
testa haver lucros ce-santes, e damnos emergen es
de quem quer que effectuar, concorrer, ou assen-
tir a dita liquidacao.
Recife, 20 de maio de 1871.
Antonio Ribeiro Pontes.
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do com-
merco.Antonio R beiro Pontes a bem de sen di
reito precisa, que V. S. se digne de mandar, que
o escrivo Manoel Maria certifique se j se acha
tomada1 por termo a appellacao, interposta pelo
supphcante, sob fundamento de nullidade, da sen-
tenga arbitral, que condemnou a dissolucao o li-
quidacao da sociedaae -Guimares, Pontes & C,
da qnal o supplicaote socio capitalista. Nestes
termos pede a V. S. defarimento. E R. M
Recife, 19 de maio de 1871.
Cerlfliue-se. Recife, 20 de maio de 1871.
Barros de Laceria.
Manoel Mana Rodrigues do Nascimento, serven-
tuario vitalicio de um dos offleos de escrivio
. do juizo especial do -commercio da cidade do
Recife 8 son termo, capital da provincia de Per-
nambuco, por Sua Magostada Imperial e Consti-
tucional o Sr. D. Padro II, que Deus guarde,
etc.
Certifico que j se acha lavrado, assignado, e
intimado o termo da appellacao Interpola pelo
suDphcanto da sentenca mencionada em sua peti-
cao retro, a pela razo tamoem na mesma decla-
rada : o referido verdado, e aos respectivos au-
tos me reporto.
Cidade do Reeife,- 20 de maio de I871.-Escrevi
e asslgn-i era fe de verdade.
^^Manoei Mara Rodrigues do Nascimento.
DOS FEITOS UX FAZENDA.
NACIONAL.
O Dr. Abil o Jos Tavares da Silva, ofBcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz privativo dos feitos
da fazenda de-la provincia por S. M. I. e C. que
Dees guarde etc.
Paco saber que em virtude da exetoco, que a
fazenda nacional encaminaa contra a vioiva e her-
doiros da Julin ?erein Mattuse, ex colie.-tor do
Cabo, fez-se penhora em uro sseravo de nome Se-
cundiuo, mulato, com 28 anuos, ponco mas ou
menos, pedreiro, avaliado por l.aOO*, era conss-
Suencia do qne, em face do decreto n. 1695 do 15
e seterabro de 1869, e em virtude de roqnerimen-
to do coronel JosFilixda Cmara Pimental, ees
sionario da fazenda, sao convidados pelo presente
quaesquer licitantes para apresentarem suas pro-
postas dentro do praso de 30 dias, a contar /esta
data, aehando-se o mesmo eseravo era poder do
depositario particular Pedro Vistor Bouletreaux
no engeoho S. Joo da comarca do Cabo.
E para qoe chegue a noticia de todos mandei
passar o presente, que sera publicado pela impren
sa e afflxado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco em 12 de maio de 1871
Eu Luiz Francisco Brrelo de Almeida, escrivo
subscrevo
________ Abilio Jos Tavares da Silva.
Pala recebedoria de rondas internas geraes
?e faz publico, que neste mez de maio que se
linda o prazo do pagamento, sem multa, do iraposi
to pessoa! relativo ao segundo semestre do exerci-
cio correte de 187071, depois do qual prazo se
r pago com a multa de 6 por cenlo.
Recebedoria de Pernambuco, Io de maio do
t871.
O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Subdelegada do Peres
Por esta subdelegada se faz publico que foram
aprehendidos no dia 18 do crreme, dous ca val-
Ios que se presume sereno fuados, sendo ura
pedrez, inteiro, e com urna malha no pescoco que
eoraprebeiio parte da cabeca, e ontro eastanho,
velbo e magro.
O subdelegado lsupplente em exercicio,
Antonio Correia Maia.
LEIL40
do sobrado de 3 andares n. 7 ra do Se-
nbor Bom Jess (oalr'ora ra da Cruz
QARTAFEIRA
- 2i do crreme, s 11 horas em ponto.
O agente Pinto proceder leilo, a requeri-
mento dos herdeiros da finada D. Joanna J. M.
Pires Ferreira, e por mandado do Illm. Sr. Dr
juiz de orphaos, da casa de sobrado de 3 andares
da ra da Cruz n. 7, s II horas do dia cima
dito, em seu escriptoro ra da Cruz n. 38.
LEILO
Tribunal do
A cmara municipal desta cidade, pelo
presente con vida a3 pessoas, que se qujiram
encarregar do planto de arvores, e aformo-
seamento do larg) da Casa Forte, na im-
portancia de 1:430,?, a comparecerem na
secretaria da mesma cmara nos dias 20,
2. 23 e 24 do corrente, para exsminarem
o ornamento a fim de levar a effeito o mes-
mo planto.
Paco da cmara municipal do Recife 19
de maio de 1871.
Benlo Jos da Costa.
Pro-presidente.
Lourenco Bizerra C. da Cunha.
_______________Secretarlo,
commercio.
Por esta secretara se faz publico que fleam ar-
chivados competentemente :
O contrato da sociedade de Manoel Ramos Cr-
rela e Manoel Ferraira Cruz, estabeleei los nesta
cidade com armazem de geaeros solidos e lquidos
sob a -firma de Ram A Cruz, e o capital de
ll:63270 em dnhero.
O contrato de Manoel Espindola de Mendonca e
Antonio Jos Ferreira Refinador, establecidos nes-
ta cidade com alvareagaa e botes deatinados a
carga e descarga de navios, sob a firma de.Manoel
Espindola de Mendonca A C. e o capital de
50:000j em alvarengas, botes, escravos e dnhero.
O dstrato da sociedade da Manoel Leao Carnei-
ro Pinto e Jos de Souza Reg, que gyrava nesta
cidade sob a firma-de Leao A Reg, cuja liquida-
cao Ac a cargo e sob a responsabidade do ex-so
ci Reg.
O dstrato da sociedade de Antonio do Souza
Reg e Manoel Az-vedo de Andrade que gyrava
nesta cidade sob a firma de Andrade Reg, cujo
liquidadlo Sea a cargo e s ib a responsabilidade
do ex soeio Andrade.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 17 de maia de 1871.
O official-maior,
Julio Guimares.
DE
UIOBIIilA ETC.
A 25 do corrente
O agente Oliveira far leilo, por despacho do
Mro. Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio
des a cidade, a requerimento do depositario da
massa fallida de Joo Francisco Borgos Ferreira,
da mobilia da casa desta, consislindo em urna
guarnicao de sala cora 12 caderas, sof', conselos
e masa-redonda com lampos de marmore, raar-
quezao, mesa elstica para jantar e outras da pi-
nna, lougas, arligos de coznha, bancas, lanternas,
jarros para flores, assim como
prata, corrente de onro e outros obieelos midos :
QUINTA-FEIRA
s 11 horas da manha, no primeiro anlar da
ca?a era que existo seu escriptorio, ra da Cruz
n. 53.
Monte-Po Portogez..
E' sincero o reconhecim#nV} qu tributamos ao
Illm. Sr. Joapuim Mra l Ferreira de Sonza, Uw-
soureiro actual desta humanitaria e philanlropica.
a3siiciavio. Sao dignos de dmiracao e nspeiio
a dedicaci. actividafle, zeli, postos em pratica
por to dtincto cvalhelro, i aspira ndo-se sempre
na prosperidade desta santa arfa de caridade. ja
augariando para o quadro Social no circulo' de
sous amigos o maior oumero que Ihe possi-
vel, e j dirigindo-se ao domlcijio do indigente
assoeado a levar-Ihe 0 balsamo &a copsolaco
E' imposive! a indillereoca para com'homens
como o Sr. Joaijuim Manoel, cuj dignjdada e in-
dependencia elavam-n'o altura do nterecimento
do lugar que com Unta dtdicacao a adnsolado
amor exerce.
Que acbe imitadores pela prosperidade da santa
causa da assoclaco (tio esqoecida pelosiiomens
e enriquecida pelos ns que se presta ) a o quo
de^ejaraos; o querer poder.
Correspoadleafita de Portipkal
O encarregado da entrega de>ta folba previne
aos assignantes que d'ora era dlante sernlreguo
na ra do Vigario n. 15, 1 andar, no escriptprir
do agnte Pestaa, e provino o qne s se entre-
ga vista do< candas. .
---------------------------------------------------------!.------------
Precisa sede oaaa ama
qne saina n zangar e
comprar coro peifkicao,
Iiara nroa casa de-^onca
amlia : na ra da Au
rora n. 84, 2* andar.
AMA
Aluga-se um preto bom eczinbeiro, lava e
engomma, proprio para hotel ou casa eslrangeira:
na ra da Cadeia-velha n. 1, 2a andar.
U'fereee-se ura mulhar de idade para ama
de casa de pouea familia, caapra e cozmha : a
tratar na roa do Sebo n. 31.
Alug.i-se a casa terrea da Uiixa-Verde n.
16 : tratar na ra do II ira i da Victoria nume-
ro 73.
O secretario da irmandade da Santa Crut
dos Cinoeiros, convida a saus irmaos a compare-
cerera no consistorio desta igreja a tira de tratar-
le da eleico que ter lugar no dia 25 do cor-
de ura relogio de rente#
Precisa-se
mero 31.
de urna ama : na ra Bella nu-
Precisa-sede orna cosrahelra livre ou as-
crava : ra dos Prazeres (Soledade) n. 7.
THEATRO
SESSO JODICIAR1A, EM 19 DE.MAIO
DE 1871.
nS8D>BNCU DO 1XM. sa. DSBMBAROADOR A. F. PI-
BTTI.
Secretario, Julio Guimares.
A meia hora da urde declarou-se aberta a ses
sao, estando renoidos os Srs. desembargadores
Silva Guimares, Res e Silva e Accoli, e os Srs.
dapnudos Miranda Leal, Candido Alcoforado,
Olin'o Bastn e Alvaro.
Lida, foi ipproirada a acu da sesso passada.
ACCORDAO ASIOJJADO.
Errrljarfanlo D. Maria Fahsratna do Beso Costa.
eoabargado MaiOClPeroimMiftlhe.
COMMERCIO.
A cmara municipal desta cidade faz
publico para conhecimento de quem interes-
sar possa que, os 30 dias marcados no edital
de 4 do correte sao para exame e estado
da planta e orcamento do edificio do merca-
do e n5o para confecfSo do projecto do mes-
mo mercado que serSo ao sea tempo aa-
aonciados.
Paco da cmara municipal do Recife 19
de maio de 1871,
BentoJos da Costa.
Pro presidente.
Lourenco Bizerri C, da Cunha.
___^_ Secretario.
mmi.1 mu\:
SOB A DIRECCaO j)E
i iffei,
(REPERTORIO DE OFFEMBACr) "
Os espeetaeolos tero lugar la-
?arlavelmeate na*
Qaartas,
Quintas,
Sabbados, .
Domingos.
O inspector da alfandega faz publico que era
virtude da portara di tbesouraria de fazenda
sob n. 66 de 19 do correnie, ser vendido em has-
ta publica no dia sabbado 27, depois de meio dia
L,T?i.T mem\ repartico. o guindaste do
ponto tt.cal denominado eseadinha A arre-
matagao sera livre de direitos, cabendo, porm
ao arrematante a despeza cora ,o desarmamento'
e remocao do referido guindaste.
AfanJega de Pernarabue^, 22 de maio da 1871
. Emilio Xavier Sbreira de Mello.
DECLARACOES.
nizo especial do commercio : appeHanta exe-
Te J s iloncafvas Pereira, a'pplafa embar-
gantes Joaquina d'Almeida Pioto e outros, exeen-
tados os herdeiros d-> D. Miria Francisca da* No-
ves ; jnizes os Srs. Reis Silva, AertiM, CUdldo
Alcoforalo e Otioto Baste* Fi reformada a sen-
tenca appelhda em parlas, 0 en parle confirmada.
Juizo mucicipal e do ommercio do Bom-Con-
THE ALLIANGE BRITISH. 4 FOREIGN.
Life anl Pire Assnranca Company estabelecida
em 18fi. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomam seguros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e irisado pagar "no seu escrintorl
pacana aqu premiaos devidamentei proradoa. ZL S ". "a S3
Rabe Schmettaa & C
PtAfA
Corpo Santo n. 15.
DO
MAIO
RailFr! 22 DE
DE 1671.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDf.
Ck)tacoes offlciaes.
Cambio obre Loneres W d/t J5 1|4 d. por
UO00 (homem).
Dito sobre dito90 d|v ?5 Ijgd. por 1000 (hoje).
H. G. Stepple.* '
Presidente.
P. J. Pioto,
Secretarlo.

COMPANHIA
DO
BEBERIBE
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
;vrega?5o costeira por rapor.
Fernando de Noronha.
O vapor Giqui, comman-
dante Mdcedo, seguir para o
porto cima no da 24 do cor-
renie ao meio dia.
Rebe carga at o dia 23,
encortmendas, passagns e di-
nheiro a frete at as 10 horas da manhaa do dia
da sabida : no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
VIGOR Dll CABELLO
. _______DO CELEBRE E FESTEJADO CHIMICO
n DR. AVGR.
0 GRANDE PRODIGIO E EMPEHHO DA POCA
. Ni ha Part0 alguma do corpo de qoe mas dependa da sua belleza, do que
um cabello bonito. Sejam as nossas eices ligeiras, mas tenhamos o cabello bonito,
eis-nos com um neo encanto ; pelo contrario, seja o cabello ruco e spero, es qne
toda nossa phyjtonomia, por mas sympaihi.a e expressiva que seja, por si s, esmo-
rece, e assume um aspecto semiteresse.
Neste sentido desojamos mui respetosamente chamar a especial attencSo das
stftboras e cavaloeiros de bom gosto para a delicada prepararlo cima mencionada.
0^Vigor do Cabello o resoltado de urna longa serie dd estados p-ofondo*.
emprebendidos pelo mcaasavel chimico Dr. Ayer, auxiliado por outros profesores emi-
nentes, com o fim de descobrirem urna nova preparado para os cabellos, que, sem
conter as propriedades nocivas que se encontrara nessas outras, que mais tarde occa-
sionam a perda dos cabellos, fosse realmente eflkaz para conseguir outros effeitos de
na muito desojados.
O Vigor do Cabello, n5o urna tiotara, nem contm substancia alloma niu-
nosa. N3o soja as mos, nem a cabega, e nem a cambraia mais fina. O Vigor pro-
mette :
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formarlo da caspa. Evitar e curar a queda dos cabellos, e re$tan-
rar a cor natural. Torna os cabellos raacios, sedosos e brilhantes. perfutnando-os
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos org3os vitaes de que depende o
crescimento do cabello, fazendo-o crascer abundante e vigeso. Com o aso qootidiano
do Vigor, as calvices sero neutralisadas, caso as glandes capillares nao se achetn cor-
rompidas.
Senhoras e homens que aDtes da idade se vem cheios de cabellos braceos, e
que tem perdido a esperanca de ver restituida a sua belleza natoral, este bello orna-
mento pbysico, regosijar se-b5o quando virem os effeitos que pdem conseguir com o
aso do Vigor. Para os toilettes em geral. n5o se poder encontrar perfome mais agra-
davel e delicioso do que o Vigor Ayer.
Yende-se em todas as drogaras, pharmacias e
armarnhos do mundo.
W. R. CASSELS a C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA O IMPERIO DO MlASIIL.
CiceroRio de Janeiro
-L.
O cajxa hiterioo desta companbia o
CorbinaDOTAquioo Fonsera, acha-se anth
roa do
da tarde
na pro-
Vigario n. 19, das 10 Coras as 3
o 46 dividendo desta companhia,
por?ao de 3jt00 por cada accSo.
Escriptorio da companhia do Rebeiibe,
20 de maio de 1871.
O fecretario.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
. Tribunal do c mmercioT
Esta^secretaria fas publico rjue nesta daa foi
admiuldo i malncrjla o,8r. Leopoldo Smith de
Vasconeellos cidadSo brasilero, de 23 anno de
idade, estabelectdo n capital do Cear com casa de
COMPANHIA PERISAMBCANA
DE
Navegagdo costeira por vapor
Mamanguape.
O vaper Corunpe, com--
mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 27 do corrente as 6
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas, pa.>ageiros e d-
jneiro a frete : no escriptorio do Forte do Mal-
tos n. 12. .
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Navgagdo costetrapor vapor
Goyanna.
O vapor Pastthyba, seguir pa-
ra o porto cima no dia f6 dt
corrate as nove horas da noote.
Recebe carga, encommendas
_ passaaefros e dnhero a frete n>
iscriDtono do Forte do Mattos n. 12.
IlhadeS. Miguel
Para o porto cima segne at 30 Jo *'
pa habote Golena : para o reato <- corrente o
carga e p.is-
Os proprielano3 deste estabelecimeotooriico neste generoconvidam ao res-
.peitavel publico para concorrer ao mesmo e analysar os variados artigos qne oxistem,
certos de que encontrarlo, como sempre, franqueza e sinceridade.
, AIS APRECIADORES!
Presuntos.
Ditos de fiambre.
Pastis de differentes qualidades.
Vinhos de Porto, Caery, Bordeaux e
Champagne.
Cognac e xaropes refrigerantes.
Licores, Charterease, Aya-Paaa. Crme,
CacIo Cheuva.
genebra de Hallanda.
Crme de M^ka,
ele etc. etc.
Bol ranos para cha.
Ditos ioglezes.
Dore de f ucla secca
Dito crystalisa*- ..
Cb au*' -"> e em calda,
rv jjorior hysson.
^uq dito preto.
Cbocalate de superior qualidade.
Amendoas
sageiros, trata-e caraos sea'
30 ^ Lima &F"^-,,ruadCo0g,:
consignatarios, Joo
"a n. 4.
"Drt- Oam4-. AM4- L0OCalaw Q6 superior qualidada.
Para Santo Ap*onio s> Jo0 e s pedro
ndciseoneitidas, pk Mra e. 7 ,* ****v
. yeu para sortes de differentes qualidades.
,f AOS ENGERIENTES!
v yerdifjelre^ibo da Bairrada, chegadooltimameDte pela barca Gmido.
A'
\


Recabe se toda e qualqoer encommenda, tanto da pra$a como do oalo, todo'
com proaaptido e asseio : a tratar na roa do Imperador n. 26. ,



*
iario dt PMkfcnibuoi Ter<;tt
es*
_3 de MlO
1"-^

Bua do BarSo da
Victoria,
OttfrVa ra Nova n. 63 0 casas
do costume.
Bilhete ir mu Idos da pr o-
-laela.
a' hiiro miaado acaba de vender entre o
^ttfSffietes a sorte de DO en
donsmartos de n. 961, a ^rte de 200*000 em
nmffiN?B !(). eorte de 100* eni nn, b._
Ibete ioteiro de a 771, t doni quartos de n. J73
m a sorte de 100JL alm de outras sor me-
nnrm de 40*000 elo#O0O da leteria que se aca-
*t*Sm.v**> seo8-pfl^'dsore!
-tram reeeber. qne prompumente serao pagos.
O mesmo abaixo aaeHnado convida "
_**l nublico para virera ao seu esubelecimentt
Wuo! J5a brthetea garantidos, que nac
SSrt de tiiw qualquer premio como prava pelo*
mMSmtt5*~W** KM!
raatMoeda 1- parte das loteras em beneficio da
ErejTd > _lvram*to da Victoria, que ser extra-
bida no da wealeira 28do corrente.
toieiroi6*000J
Meto 3*000
Quarto 1*8Q0
D 10O4000 para cima
bteiro 5*400
Meto #700
Quarto 1*350
BSSSSiSS E-T-SE-i ;r.r= Bassrw
ffiines,premiado! Has exposiooesde Pemambucc>> Londr* i^arii.
IHISSBo. !L fregnez? -*- de."Sff^j.
commudo, tem
Mrquez de Olinda,
.
tom a satisface de participar -. "-"" ii do" Redfe n. 9, trote roa do Mrquez de Onda,
establecido urna nova fabrica de chapeos de sol,^i^So^S de tos os procos, quaades e por pre-
onde acharlo os pretenderte., mu. o rmhtdo sortimeoto ^^^^Hod Srlompradores por atacado- g
.^.s^^^ssi^ S^~ sC servidos-visto poLem e8C01her a8 u- m
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000*
Bilhetes fearantidos.
4 ro Primeiro de Margo (outr'ora roa d<
Crespo) n. 23 e cuas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seale
liies bllhetes um qnarto n. 961 cora 5:C6O*O0O,
um intelro n. 3175 cora 9000*000, um quarto
n 1981 com 400*000, ntn quarto n. 373 com 100*
e'outras sortea de 40* o 10* da lotera que se
tcabou de extrablr (192-), convida aos possuido-
rea a virem reeeber na cooormidade do eoBtumt
"Sitl o. bretes garantido, da
1.. parte das loteras, a beneficio, do Loramente
d_ Victoria (193.-), que M extrahirt na tercafei
r_23 do corrente me^.
Bilhete inteiro Mjg
Mel bilhete 3*000
Quarto i.**00
Em poro de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro W400
Meio bilhete #700
Qnarto i#3l
Hanoel Martins Finta
Casa- de aiDpo
um sitio e casa de inoradla oo prje-
"*- com una i"*3
ha iota, dispros >
te atna
casa de
Alaga se
cipio da estrada do encanara entotm Mi "^
3 quartos grandes, wpiar, coainr
mais om quarto, e cacimba- de eflewnwe .9
para beber : a traur no mesoso lugar
oiioes emaxello*.______ _______i
- Preeisa-se de urna ama para casa do pouca
familia, servico iqteroo, paga se bem ; na ra na
Moeda n. 8. anear.___________<___________
Offerece-se orna pessoa habilitada parajrtl-
naco, quer como mestre quei corno i
tambera4 ie olferera para tomar <>a* _
uberoa por balanco attanfando a
quer
condala
macSes as
tazendas que demora da fabricacio bem W^*
Joio Joaquim da CoaU Leita.
de
n. 11
ralr'no pate do Parafto n. 1
Preci-a se denma ama qoo
cuzinbe e engomme bem e
saiba trtUr de todo trvic.o
casa de humem solteiro no pateo da Ribeira
^la^
Precisa-se de urna ama que
dueu, para casa de familia :
na rna do Vigario o. 5, andar.
Hotel da pra PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
Q aovo proprietario deste estabelecimento (ou-
tfora Hotel da Boa Fama) tendo novemente orga-
otsado o, vem mui respeitsmente participar ac
respeitavel publico, que os seus requentadore?
Doderio apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e tambera recebem assiguantes e se en
carregaro de mandar comidas em qualquer casa:
tudo por preco com modo. .,,
9-Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9.
Oficina de marmore
Ra da Cruzes dlimero ti,
Gravamse letras a 60 rs., a pedra para as dita
1# o palmo em qnadro._____________
Limonada e agua gazoza
Os Srs. Henrique Leiden C teem a honra de
participar ao respeitavel publico, que desde egora
sao promptos em satisfarer qualqner pedido neste
refresco, seia para negocio ou para particulares.
Lembramo novamente a nossa cerveja nacional,
branca e preta_________________________.--------
Preeisa-se, para casi
de pequea familia, de
nma ama, qne engomme
eande com urna menina:
tratar na p-a^ada Boa-
vista n. 30, 2* andar.
41 RA DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
.-aado sortimento de fazeudas
(rancezu, inglezas, allemias e to-
das todas se vendem pr procos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
rancezas, de todas as
qualidades, brins de
;6res e braceos, colei-
rinbos moderos, cha-
peos de sol de seda,
moa.
RA
DK
'/
ARRUDA IRMAOS.
AMA
Hornera perdeu-se, desde a rna do Pnraeiro
de Marco a alfandega um conhecimento de 16
barris de vinho marca ALHB que vem a bordo
da barca Cor Duque de Caxias n. 48.
na ra do
Bario da victoria
antiga raa
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
officiua de alfaiate, mouda com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidSo e perfeic3o
nada deixam a desojar.
Roupa de todos os
amaobos para horneas
meninos.
Por todos os paqae
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Dfc
Bario da'Tlctor la
intiga rna
\OVA
CASI Di FOtTVIU
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 3.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto i ven-
la osfeliies bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
oromptamente, como costuraa, qualquer premio.
PREGOS.
Inteiro 4*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000-
Manoel Martins Fin.
rmmmmmmmwmmm
ADVOGADO
Dr. Joaquim Cobba db Araujo
67Ra no Imperador07 _
10 o
COMPRAS.
Compra-se
um sitio qne tenba arvores, sendo
ra da Imperatriz d. 34.
em
conta: oa
-*-*l
COMPRA-SE .
frascos vasios da tintara japoneza, e paga u a W
r. cada um : ra Duque de Caxias n. 80, e
Marquei de OUnda n. Si.___________
30.os
Comprase na ra da Senxala-oov*
aviiraentoe para faier farinha de mandioca.
1IIIIIII
En si no de preparatorios 0
) O NOVO PROGRAMMA |(
Para exames 0
1

g^SEGUN
n nrofessor Torres Bandeira tem aberto
* os mocos, que se preparara para a
iMa.i. de Direito, alm dos cursos de
de rhetorica e poetiva, e de
VENDAS.
A enpreitros de obras
Ha para vender na fabrica do gai co zas a I*
cada carroca, excellentes para eneher alieerces,
etc., etc. "_____________
BR philosophia, ae mm o nmtv-, -
Q gfoqraphia e hst,na, um curso especial '
de Ungua pciiugueza; e em relacao as &, ,
senhoras, cujo eosino tambem se dedi ^
^ ca, igualment. se propoe dar hedes de W
S linnun porlugueza, de Ungua [ranceza e
S de geographta. Mera i ra dos Marlynos g
o &&&*&
T_ o agente Pestaa participa ao poblico e cora
epecialidade ao respeiuvel corpo do commereio
que raudou sea escriptorio para a ra do Vigario
n. 15, 1* andar, onde pode ser procurado
horas da raanhaa as i da tarde._________
Vende-se a taberna do pateo da Ribeira n.
12, bem afregnezada para a trra, o motivo por
sea dono estar doente e ler de se retirar para
Portugal: a tratar na roa estreita do Rosario n.
9 eom Possas h C. _______________
Aluga-se o i andar da casa n. 41 raa do
yangel : na ra de Qneimado o. i.____________
Machinas
Vende-se tres machinas, sendo duas para cos-
tura e urna para cooro, em perfelto estado e por
commodo preco : na rna direita n. 64, lo}a.
N. 41.
D-se am cont e tresentos mil reis a pre-
mio aob a ganntia de hypotgeca era propnedade
nesu cidade do Recife : i iraur na ra Duque
de Caxias n. 53^_____________________________
Precisa se alugar urna escrava que
saiba cozinhar com perfeicao : na fa-
brica a vtpor de cigarros, ra larga
do Rosario n. 21. _________^^_^^__
AMi
NU-
flotel da praca
PVTE0 DA RIREIRA DE S. JOS
MERO 9.
N te novo hotel haver todos os domingis e
das santrflcados boa mo de vacca ; i ssim como
ha todos os dias pela roanbaa excellente papa da
bem conbecida gomma de milno de Glasgow e
>'ew York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to qoe era outra qualquer parte. Prvine-se que
o cozinheiro dcsu casa leve bom mestre e emen-
de perfeitamente de sua arte
N. 9Pateo da ribeira
t* MM cu d. Mr.r m, r dm $lgT2* SttZXZ
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus
ilo se tornar massante
das 9
de S. Jos-N. 9
Aluga-se o andar do sohrado da ra Nova
d. 58 : traur na toja do rnesrao.______________
Cozinheira.
Precsa-se de nma: tratar das 0 horas da ma-
nha s 3 da tarde na roa estreita do Rosario n.
17, i* andar ; e das 3 em diante n ra do Mar-
qnez do Herval, ootr'ora da Concordia n 99.
Capit&es de campo
Roga-se aos senhores capites de campo compa-
recam rna do Queimado n. 30 aonde se Ihes de-
seja fallar.
"" Na loja de louca da ra do Imperador n 46,
alm de esplendido sortimento de chrystaes. por-
celana e louca que tem, recebeu ltimamente um
bonito sortimento de caslicaes pratiados proptlos
para oratorios, que vende pelo limitado prec.o de
1*200, 1*600 e 2* o par. Tambem receben Sa-
cias de louca de p de pedra, muito grandes, para
lavar recem-nascidos, e para bsnho de -nessoas
adultas, a 50*. 2f*. e 30*-caia urna.
r|
NUVENS
Versos de Plinio de Lima
MOFINA
Roga-se aoIllm.Sr. Ignacio V.eira deMeUo,
crivo na cidade deNataxeth deeU provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qne V. S. se comprometteu reaJj-
sar,7ela tercena chamada deste joraaL em fin
de dexembro prximo passado, e depota para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumpno,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm i pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mata de oito annos, e quando o senhor wo
flho se acbava no es \ Uti .
A Sra. Mara
Alviijaras.
50*000 a quena achou
e moer entregar os documentos segulntes, perdi
dos dentro de uns autos deixados em um vangon
do trem de Olinda.
i Urna lieeoca dada pela cmara municipal,
para o proprietario da casa terrea da ra das La-
raDgeiras n. 29 deraolir a cornija, levantar frontal,
collocar cano de esgot, rebocar a frente e oiioes,
concertar a cober, obras que foram execuUdas
pelo proprietario. .
2' Urna certido do consulado provincial, com
a quai provava que a dita casa, onde Martinho
Jos de Faria tem um hotel, fra por elle dada a
colleu para pagar os imposto sob a base de JW*
ananaes. .
3. Doos conhecimentos das dcimas pagas de
1869 a 1871 a razo de 360*.
4. Um mandado de penhora executiva pela
quantia de 300* de singuis vencidos, para ser
execatada contra o dito mqa lino, e alem destes
mais alguns opontamentos particulares.
Os autos foram entregues na estacao da ra da
aurora, faltando os documentos que so interessam
ao inquilioo Martinho Jos de Faria ou ao abaixo
assignado, que offerece a quantia supra a quera
!hos restituir.
So/Msjono A. P. de aoitca Prez.
Aos senhores de engenho
l Um estrangeiro que frequenlon por alguns an-
uos os collegios de FraBca, se offerece aos senho-
res de engeoho, nao s para leccionar primeiras
lettrai portugueas, como para ensinar o frincez
cora toda a perfeicao e assnmpto francez em es
paco de seis mezes, pelo grande conhecimento das
maneiras mais facis de aprender-se e de como 9e
ensina nos collegios franceses, alm de ter grande
pratica por ter tarahem i leccionado era engenhos
das provincias do Brasil; quem de seu presumo
se qnizer utilisar pode delxar carta feixada a
3nalqoer hora, com endereco a Mr. R. B., na rna
a Imperatriz n. S, loja de modas, roa do Livra-
meoto n. 17, loja, e rna Direita n. 118, botica.
Preeisa-se de urna qne sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
milia : na ra dos Pires, ta-
aotigamente n. 56 e hoje 64.____________
berna, amigamente r
Assignatura na typographia do Crrela Pmxam- n e moroa on
leano e "vrarias dos Srs. Laillacar e Medeiros. g^an^ roglda a y
mero 2B.
bucano
Candida Vilella, nrofessora
mora em N. S. do O
vir ra do Cabug nu-
Chapellerie desdamos
Este estabeleclmento previne s Exalte, senho-
ras que acaba de reeeber pelo vapor Sljiih nm
lindo sonimento de chapeos para senhoras e me-
ninas, tornando-se recommendaveis pelas liadas
formas, que sao mais e egantes que o dos (amigos)
Tiroliens : portanto rogamos s Exmas. Sras. que
queiram visitar nosso estabelecimento, que se
acha aberto at 9 horss da noite, aonde encontra-
rlo os chapeos de mais gosto que tem appare;ido
actualmente. .
Chapellarie des dames, ra do Cabuga o. IS
1* ander.
Ao commrecto
Os abaixo assignados, membros da sociedade que
tem gyrado sob a firma social de Goncalves Ir-
mo 4 C fazem sclenie ao poblico e especialmente
ao coramercio desta praca e de entras, com as
3aaes tem transaccSes, que, por mutuo accordo,
eixon de fazer parte daqaella sociedade o ex so
ci Manoel Jos Monteiro Torres desde 31 de de-
zerobro de 1870, de cnia sociedade se reliroa pago
e satisfaito de sen capital e lacros, e desonerado
de todos os compromisos relativos i mesma : a
liquldacio do aetivo e passivo Qca cargo do ex-
socio Antonio Goncalves de Azevedo, compart-
Jbando da mesma tambem ex-soco Marcelino
5oncalves de Aaevedo. Recife 22 de maio de
1871.
Antonio Goncalses de Azevedo.
Marcelino Goncalves de Azevedo.
Hanoel Jof Monteiro Torres.
Casas em Olinda
Quem precisar tomar alguma casa por arren-
damento, fazendo os concertos que precisar, dir-
janse roa do Imperador n. 28, armazem do
Campos.
E-criptursco mercautil.
Urna pessoa que dispoe de tempo, cora longa
pratica de contabilidade, encarrega-se de escri-
turar os livros de qualquer casa de commercio a
retalho on mesmo de iroportacSo, para o que po-
der ser procurado i travessa do Queimado n. 3,
escriptorio, on roa Imperial n. 148.
m. do
SOCIEDADE
Mente po popular pernam-
bucauo.
Por ordem do rmo director t trao'ferida a
nessao do conselho que devia ser amanhaa 24, pa-
-a hoje 83 as 7 horas da noite.
-Secretaria da sociedade monte po popular per-
Dambucano 22 de malo de 1871.
O secreum,
Urbano N Machado Autnnes.
" Preeisa-se d oro caixeiro com pralica de
padaria : a tratar na roa dos Pescadores n. 1.
JRNAES JLLUSTRADOS, HESPAINHUKS
As pessoas qne desejaro eonhe:er os jornoes La
Hoda Elegante Ilustrada e Mustiado* Espinla
y Americana, podem mandar aviso na ra da
Cruz n. 5 primeiro andar, ou na da Imperatriz
n. 48 primeiro andar, que se Ihee enviarara al
guns nmeros dos mesmos. Em abono de ditos
jornalo, bastara dlter-se qne tem o primeiro 30
anaou e segundo 16, de publicarn, sem a menor
uterropQo. hto e o fabuloso numero de subs-
criptores qne coaum em America e Europa; indi-
-am i importancia litterana e material qie oootem
aqaelles jornaet. Para mais esclarecimentos, in
formarlo oa agencia.
Arrenda-se um engenho distante desta praca
cinco legoas, com bom sobrado de vivenda, capel-
la, excellentes trras de plantajes,-casas para
lavradores, porto de embarque na porta, pedreiras
e fornos de qneimar cale mnitas outras vanugens
que se apresentario aos pretendentes na ra da
Soledade n. 78. ________
AOS 5:000^000
gstao venda os felizos bilhetes da loteria da
lacia, na casa feliz do arco-da (]oDcei^io, ioja d<
>arives no Recife. -i* __________
0 Sr. Hermilo Cbaves de
Souza
Por se ignorar sua morada, pede se-lhe que
ebegne ra do Amorim n. 37, concluir neg*
co de seu interesse.
Tasso Irmaos 4 L.
Ptrgunta innocente
Porque ainda se espera para annunciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade 1 Responda quem
competir.______________________________
A luga se
um sitio na Torre, com exiellente casa de vivenda
e banho frente desta no rio, sendo ptima rao
rada para estrangeiro : a tratar na rna do Pires
n. 29._____________________________
Pechmcha stmiguai
Chitas largas escoras a 200 rs. o covado.
Las de qaadrinhos a 220 rs. o covado.
Cambraias de cores a 200 rs. o covado.
Chitas claras a 2i0 rs o eovado.
Madapolao a 4*500 a pee, qoe so se encoaira na
roa da Imperatriz n. 54, loja das Ny-phae.
Mobilia.
Na ra de Sania Rila n. 75 ha para vender urna
mobilia de Jacaranda com pedra, com pouco uso e
muito bem conservada : a pessoa que pretender,
depois de a ter visto, pode dirigirse ao Ferie do
Mallos na prensa do Sr. Jos Lnlz Goaiaeo.______
Novidade
Presunto de Weslpphlia, salame, ervilhas sorli-
das. lentilhas, feijo dociobo, macaa secca, amei-
xas ditas, sevadinba, sag fino, farinha de aveas
epecial para doentes, repolho encarnado e braneo
receben ltimamente de Hamburgo Maternus Lenz,
na rna da Gaia Wjj..____________________
Urna pessoa com pratica de taberna deseja
associar-se e entra com fundos suficientes para
nm estabelecimento desta ordem, solteiro e sem
familia : o proprietario do estabelecimento on ta-
berna que Ihe convenha dar sociedade, dirija se a
roa estreita do Rosarlo n. 36, 1 andar, que acha-
ra com qnem tratar.
Vende se o armazem de louca Boa e ordina-
ria da ra Nova n. 49, a qualquer pessoa que se
quizer eslabelecer a dinheiro ou a praso com ga-
rante, a vontade do vendedor: quem o preten-
der dirija se mesma a traur com seu verdaeiro
deno. que Jos Maria Goncalves Vieira utaa-
raes,_________________________.______________
Fumo do Para
. Acaba de ebegar do Para nova remeisa de ci-
garros espeeiaes e fumo picado para cigarros e
cachimbo, o melher possivel para o nnico degosito
nesta provincia, praca da Independencia n 3P.
Para loja de ouiives oa eaa de
rfiodaa.'
Rocha 4 C rna do Mrquez de Olinla n. 8,
vende-se urna armaco de lato com oito prate-
leiras de vidro. _____
Precisase de 1:5O0* a 2 0,9, dande-se hy-
polheca em escravos: a qaem convler annundie,
indicando a morada.
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontes
4 C, desta praca, previne qnem interessar po_s-
que est promovendo
sa,
a dtssolacao da mesma
, e entrara em seguida na respectiva liqni-
dacao ; sendo que nao ha letras pelas quaes esteja
a frm responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar duraule a mesma dissolucao e liqui-
dado.
Imperial Ine.ltnlo de X.
Kom Conselho
Dirigido pe Serapbico de Assis Carvalbo.
ao __ma neste instituto no da 1*
Terao comooo neste instituto no
as anlas de rhetorica e lingoa porlugueza.
de junho
Precisa-se de urna ama pa-
ra cozinhar para urna casa de
iouea familia : a traur na
, armazem._______________
Precisa se de urna ama for-
ra ou sujena para o servico
de casa de urna pessoa : a
traur na ra da Cruz n. 18, 3* andar.
*%*
^v
ATTENCAO
O proprieUrio do mnibus para Caxang faz
scente ao respeiUvel publico que de hoje era
diante as passagens serao de 500 rs., e as assigna-
turas de 20*, do 1* de junho em diante. _______
Bxrnardioo aa Cosu Campos, esUbelecido
com padaria ruado Onde da Boa-Vista, oulro-
ra rna da Esperan^, julga nada dever nesta pra-
ca nem fora della, mas se algoem se julgar seu
redor tenha a bondade de apresenur-lhe sua con-
u no praso de tres das, coudos da publicacao
deste, para ser immediaumente paga, urna vez que
seja legal. Outro sim declara que nao se respon-
sabilsa por debito algam contrahido em sea norae,
ama vez que nao seja provado por documento de
sea proprio panho ; faz estt advertencia para que
ningnem possa allegar ignorancia, e afim de eviur
alguma extorco qoe maliciosamente se Ihe pre-
tenda fazer como acaba alguem de praticar com
elle. Recife 16 de maio de 1871.____________
na quinU-feira 18 do corrente no trem que deseen
de Apipncos as 8 horas e 20 ms. da tarde,perdeu-se
urna pulseira de oure, gosto antigo, sem esmalte :
roga-se a qnem a chou e querendo restituir pode
entregar na pra-ja da Independencia n. 29, loja de
Porto 4 Bastos.___________________
Precisa-se de urna ama
para o servico de pequea
familia e tratar de urna cri-
: na ra Direita n. 117, 2*
anca, paga-se bem
andar._____________________________________,
1 Pre:isa-se de duas amas, urna para
Aulas cozinhar e ontra para engomroar i na
rna Direila n. 2>, Io andar. ______________
pechincha sem igual.
Superiores lias eacocezas de cdres.mnto lindas,
fazenda de gosto para vestides a 40O r. o cova-
do vende-se na ra Primeiro de marco, ontr o-
ra do Crespo n. 1^ loja das columnas, de Auto-
oto Correa de Vaaroncellos.____________________
Cemento Portland
em barricas de 13 arrobas a preco mais commo-
do do que em outra qualquer parte : vende so
nos armazena de Tasso Irmao 4 C
res em 1
jo, era 2 s
Offerece-so nm rapaz braeileiro para lee-
:ionar primeiras lettras, em qualtraer dos en?e-
nbos oesU capital e saas immediacSeg, por pre-
Sraaita commodo e mediante as condicoes que
em eomraudas : qdem precisar drija-se a
rna wireita do Rosario casa n. 10 : assim como
a mosto oessoa e proroe a ser caixeiro de qual
wr anfenhi, conforrea o W V* ''"*'
lefajer.
^fluga-se
o primeiro andar do sobrado do Mrquez de Olin-
da a 60, outr'ora raa da Cadeia, cera.commodos
para familia ou eseriptorh, tornando-se recom-
mendavel pela boa localidad* e ser muito fresca :
a tratar no armazem do mesmo, ou na ra da
Imperatriz n. 8.
A quem interessar,
Itaa-arae.
D. Antonia Coelho de Andrade, tilha legitima de
Joaquim Jos Coelho e sua mulber D. Merenciana
Francbca de Andrade, ja fallecida, moradores no
Pillar de Itamaraca, vem por meio do presente fa-
zer publico e protestar em qualidade de uni:a ber-
deira daquelle casal,contra a venda ]oe acabam
de fazer seu pai e madrasta a Francisco Cordnro
Cavalcante, tenente-coronel da extincU guarda na-
cional, de um curral de apanhar peixe, denomina
do BarreU, sito na estacio daqaella ilba, com ca-
nda, ferro e redes pertencentes a o mesmo curral,
na importancia de 600*, visto como acbande-se
dito sen pai com 85 annos de idale, e sua ma-
draita llladMi, a referida venda nnlla em direi-
la como em tempo opportnno ba de provar, bem
eorao o esttdo de sua madrasta, ^oe
notorio nanaelle logar,
Companhia Al Lianza
DB
seguros martimos estabelecula
na Baha em 15 de janeW
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma segara de mercadonas e dint-eiro a risa
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencii raa do com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos bon-
tarves Beltrao._______________________________
Offerece-ae urna porlugueza de bons :ostu-
mes que engorama e cose com perfeicao, _para\grapbia.
Jos Antonio da Cunh Guimaraes tendo de
retirar-se para Europa deixa por seus procurado-
'" lugar o Sr. Francisco Guedes de Arau-
seu soeio Francisco Ribero Guimarej,
era 3 Antonio do Carrao Ferreira. Julga nada
dever nesU praca nem fra della, mas se alguem
se julgar seu credor tenna a bondade de apresen-
i ur sua conU no praso de tres dias._____________
Sitio para alagar
Aluga-se nm Dora sitio com murtas arvores de
frocto, gratvie casa de vivenda com comraodos pa-
ra grande familia, na Passagem da Magdalena :
a tratar no escriptorio de Djraingos alves Matneus
ra do Vigario n. 21.____________________'
Pre{isa-se alagar uma preu escrava de
conducta afiancada para tratar de tres meninos,
na ra do Mrquez de Olinda n. 35 : a traur com
Alfredo Jos Antonio Gilmarie..
Precisa-se de uma
para todo servico de
casa de pouca familia
rna boque de Caxias o. 12,1* andar.
M.%
ama
orna
: na
i Na praca da Independencia n. 33 se da di-
; nheiro sobre penhores de ouro, praU e pedras
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e praU;
igualmente se faz toda e qnalqner obra de en-
commenda, todo o qualquer concert tendente a
mesma arte._____________________
Ao Sr, Manoel Bernardino V Cavalcaute ou
ao sen procurador se precisa hilar nesta typo-
casa de pouca familia
n. 59,2* andar.
na ra de Pedro Alfonso
Pde-se todos os senhores delegado?, sub-
defegados e inspectores de polica da provincia e
^Tjo^Fracisco de PanU e Ulysses da Costa de fra della, a aprehendo de dona >_*
Spinola declarara ao commercio desta praca e a.aprendize8. de arfices do arsenal m
qnem mais interessar possa, que nesU data d.ssol- desta provincia o primeiro ^J,'C?
veram araigavelmente a sociedade que tinham na| de Veras de 14 a 15 annos de MM^
prensa de algodo sita roa da Madre de Dos o. iegnndp de noroe Augusto da Ponseca de, i aoe
6, a qual gyfava sob a firma social Paula 4 Spi- 11 a 12 annos, acaboculado, com a falta de dona
ola, fleando todo o activo e passivo cargo do lentes na frente, que desappareterara do_me.mo
soeio Jof Ferreira de Paula, e o socio Ulytses da arsenal no dia 22 de abril
CosU Spinola disresponsabilisado de todo qual-
quer onos qoe tenha relaja* mesma extlucta
sociedade. Recife 1 de maio de 1071.
Precisa-se de orna >raa livre ou escrava pa-
ra o servico de uma casa do ponca familia ; na
ra do Bar_o da Victoria, antiga ra Jova, n. oz,
1 andar.___________________________________
A pessoa que annnocii u querer cjraprar nm
os fazendo reco-
llier ao mesmo arsenal de raarinha.
Na ra do Apollo n. 26, existen bons ar-
mazn? alfandegados para deposito de fazendas,
ou gneros de qualquer especie ou natureza, a
precoi raoavi8 : quem precisar dirjase a roa
ra do Bom Jezus, ootr'ora
das Cruces o. 6.
Chocolate de sade, de linier
E" pelo seu agradavel gosto e suave aroma que
esU classificado como a primeira qualidade di
chocolate, e cora josU razao o procurara como o
melhor de todas as marcas de chocolate coaheei
das. O bem conhecido nome de Memer nos ais
oensa de sermos mais etensos.
DEPOSITO
Na pharmacia ameriMna, ra Duque de Caxias
numere 67.
illliill
PARA
vestidos, com grande variedade de cores, a
240 rs. o covado
Na ra Primeiro de Marco (outr'ora do Crespo)
n. 13, loja das Columnas, de Antonio Correia
Vasconcelos.__________________
00
Gal de Lisboa
Chegada pelo brigue taia, vende se na rna do
Apollo, armazem n. 30, de Antonio H. Rodrigues
4C. ^________
640 rs. a lbra>
s
m
s
lo cordato de aro.
40-DA RA LARGA DO ROSARIO-40
de
Manoel Ferreira doi Santos
Reoebeu uma grande quanlidade
Vende-se masa para fogo a
e foguetinhos de todas as quaTidades : na roa im-
perial n. 251.
Peca mW
Cambraias brancas finas com um pequeo toqoo
de avaria, pelo.dimmuto preco de 3*500 a peca,
cambraias de cores por 240 rs. o-eovado, alpacas
de uma s cor pelo bartssimo pre?o,de 360r.
o eovado : na ra do Queimado n. 76, loj o
Guilherme Porto 4 C. confronte ao becco da Cob-
gregacao.______________________\------------------.
Gallados
Bolinas de brim *nraqne braneo borlada? ^
setim a 6* o par : i ra do Bom ^'ns n. si,
loja._______;________ *_________
Vende-se uma casa terrea em chao proprio,
na ra das carracas n. 19: 4 tratar na ra Nova
a. 69._________ --------------^--
" Vende se a casa terrea aa roade s. Joao ..
26 : traur na mesma roa n. 7.
obras de bnlbantes, taes como
de
aunis,
feetuda poneos #aa depofe de
esacramenudo sen palII..
QuipotttJ cayere cajiat
_2r__-B_--S toi_ --0-' bomeopathico pelo Dr. G. G. Jahr, qu
32a i_a._ahr,n.l rendo ^ar 50*000 por um, annane para se Ihe
..mandar entregar.
v
Failencia. ,
Jos Joaquim Diu-ftrnandes, daMatatraor da
massa fallida de Cypriano Alves de Soma, r?_
lodosos sentara* eredros de apresenur-lhe oi
seas ttulos de dlvM* ni praso de oir? dia afim
le pid art. 839 do Ci. do Om.; WW"? ? Madre
9 Deoj n. 12.
Francisco Ribero Guimaraes faz pob Ico que
vendea ao Sr. Jo? Antonio Pires da rroz,
po
rroz, a ta- _
na da Cadeia Nova n. 15, livre o
berna a a
desembaracada de dbitos e do qualquer onus:
e alguem se julgar com direito a qualquer reela-
iisao, dirija-s'i a mesma taberna no praso de 3
das'._______________________________ .
> i" ,va roa do Mrquez de Uiinda n. W,'
AJ-1A ontr ora radi. prei?a-e > oas-am'
pera -loilnhir.
Pretisa-se de uma ama qoe saiba bem cot-
Bhar e queira sahir rna : a traur na ra do
Stbo.P.29. ._____________________;_________
Seguros cMlra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
. 20,000:000OOO
.... 80O;00O.M3OO
Agentes,
Mili Lathan A C.
DA CRUZ N. 38.
Capital- .
Fundo de 'Merv
RA
-_ rozetas, cruzes, aleles para gravaus e :
entre ellas um annel e um par derozeua
especialisirao, Unto pela qaalidade como
pelo tamanho, e tambera outras rouitte
obras de ^hanUzia. Quem quizer ver o
I que bom e barato no genere, venha a
| dia loja qoe ser bem servido.
3mm Mffi* mu
ATTENCAO
O abaixo assignado deparando com nm annun-
ci neste Di'rio vem por elle mesmo responder ao
annuncante que elle nunaa contra ton com pessoa
alguma vender pirte de casa que nunca possuio.
porque fe assim o fliesfe commettena um enme,
O abanto assignado pede ao yoiimnte que
dspase da entriga e falle a verdade sobre.o> n
ha entre o abaixo a-signado e o Sr. Valdevino Ri-
beira da Silva com referencia as partea da casa n.
218 da roa Imperial, -om ft rwppsta do annun-
ciarrle o abaixo aigosd.> "olura, brando a roae-
cara da (aindad*. BeHh t ae mam de 1871.
Pedro Jw) de Frertas. .
' Fneio no di.i'14 '" '-">mM* m papagaio
ahador: roga-se > quetr 8 pejoo, o obsequio de
o levar w paWJ da \J segundo tdv, que sora ivu^oaamenie recom-
"_ ^ende-se jacaraula em dnzia oj a retalla :
na roa Direita a. 34.____________________
Vndele o hotel da roa do Codorniz n. 10:
quem pretender dirija se ao mesmo, que achara
com quem tratar.___________________________
" Vende-se urna carroca pouco asada e um
cavallo mellado muilo novo e grande :im os com-
petentes ar reos lamqem novos e porm^ n-.
modo prec-i: a tratar na roa Impertan _* do
rotulas amarellas, em frente da padaria n 8.
Gran le liqnidacSo de
calcados
S Santos Falcio 4 C, rna do Mrquez 6i>
Olinda n. 45, pode vendar por 8* botinas paja
homem, proprias para a esucio, nao 5 porjer
habito seu vender barato, como por ter reieom^
de sna eonta cerca de 1,000 paros de borzegum-
pelo ultimo vapor proJedeate da Enrop. .aifia^
do inglez. sola grossa, por 8* : s .em, casa de
Santos Falco S a i roa do Mamnez <* onwla
numero 45.
Rtaoada vende-s orHcamente
JJftK
nu
9e
*e ^'U f??*^1
uo fliesir"'- f'jrmsif

1
l
]
'.



I
h traeca mostro
Ra Duque de Caxias n. 59 Io andar
Salo para cortar, Barbear, frisar e ungir os cabellos com aceio
e perfeiqSo.
Recebe-ae encoramendas de todas as qualidades de posticos, tanto para a provin-
cia como para fra della.
TTROEZA
Esta nova loja lera, alera da completo sortimento de fazendas, o seguinte qae
veade barato



..
i
Cretones de cores fixas a 400 rs. o covado.
Morto boas mussona? a 480 rs. o dito.
Baptistas a 560 rs. o dito.
Fustoes de cores para vestidos a 600 e 800 rs. o dito.
Liazinbas a 440 e 560 rs. o dito.
Alpacas de cores a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinbas de lis tras a 1*500 o dito.
Organdys brancos a 800 rs. a vara,
Saias de Ha e brancas de 44 a 120000.
Lindas camizinhas a 10^000.
Latos de fita para cinto a 44 e 50000.
Poneos e goliat de grs a 4iJ0OO.
Chales de merin estampados a 30500.
Baloes a 3*000.
A' ra do Bario da Victoria n. 9 (antiga ra Noto) loia da TURQUEZA.



ATTENQO
a o armazem do
vapor Francez,
raa o Bario
da Victo ra (ou-
Ir'ora ra Mo-
ra) n. f.
Ao ariuazeai do
Vapor Francez,
m do Bario
da Victoria (on-
tr'ora ra No-
ra) n. I.
i
as para senhoajduraque
h8
,
fe

D. W. BOWMAN
Engenheiro com ]
FUNDlCtO '
M RIA DO BaVH
PASSARDO 0 CHAFARIZ a
Pede ios senhores de engenho e ontros agricultores, e empiregadores de ma-
cbinismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimento
compteto que ahi tem; pois sendo tudo maito mais barato em preco do que jamis te
nba vendido, est ainda superior em qualidade e fortidlo ; o que com a inspeccJo pes-
soal pode Be verificar. _
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUAFUNDIQAO
onni V UpOrCS O lO X tamanhus convenientes para as-diver-
sas circum?tanaas dos senbores propf rtanos.
WAA1M A,s. aamma de todos os tamautros as raelhores que aqui
moendas de canna exstem.
XbOCLaS Q6I1 taCiaS p^ animees, agua e vapor.
Taizas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
UTanViVncTYiria Para mandioca e algod5o,j Podeodo todos
MMWHIUlttUlUP e para serrar madeira f ser movidos a mao
Hnmnao 4por agoa vapor'
jKllUUtt je patente garantidas...................*ou roimaes.
XOQaS aS maCUinaS e p6Cas 6 qae se cosiema precisar.
Faz qualquer concert
Formas de ferro
Pnnnmnian^QO_____Incombe-se de mandar vir qualquer machinismo- von-
J^nCOnUllDllUclS la(je ,jos clientes, linbranio-lhesia vantag'itn de fa-
Perfumaras^ quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabam de chegi.r novas faturas com importante sortimento dos artigoi abalxo
mencionados a precos tnais resumido qae possivel.
Ceslinhas para Braco de meninas.
Balaiog para costara.
Cesas d'arame pratiado pan frutase
pao alraesal
Ricos artigos de phanttsia necessario;
para toilhetes.e proprios de presentes.
Jarrle booquets de porcelana para san
toarte*.
Registros de papel fino mni delicados.
Qnadros promptos para collocar vistas.
MoMoras doaradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cida-
des, de figuras e de santos.
Kspanadorej de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Caixinha de msica de dar-se corda.
Pooteiras de espuma para cigarros e cha
mos.
Grvalas de seda pretas e de core?.
Bengalas de cana com csstdes de marfim.
Bitas de baleia, junco e de umitas quali-
dades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
denles.
Lonetas ou penclnei de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de aco-
Oenlos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Dites para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperraa-
cete.
Gordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objeclos novos de mgicas o melbor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ibas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de janeo e de
baleias.
Lavas de fio de Escocia .brancas, e de
cores. ,
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para facer caf.
Globos de papel de cores para llumina-
c5es de testas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar facil-
de macbinismo a preco -mui resonando.
tem as rae'.bores e rnais baratas existentea no mer-
ca'Jo.
zerem suascompraa por intermedio de pessoa entendida
d e que em qualquer neeessida-
'-.
AMI1A1L
CALCADO BARATO
PARA LIQUIDAR
E' pura verdade, e nao desejo de Iludir com falsos annoncios ao respeitarvel
publi:o.
Na roa do Bar5o da Victoria n, 30, (outi'ora ra Nova) est -a queimar-se por
tt-de preco um varia i i e novo sortimento de calcado francez e inglez.
Para senbora.
Para hornera.
Para menino.
Para menina.
Eapaziada do cricket.
Correi aos borzeguins apropriados esse di-verlimsnto e .di melaer qaaliade,
por meta de do costo.
Sapttos de trans poruguezes, e marca Claves.
Aretalho e em porcSo por preco moito mais barato que em nutra parte.
O propmtario deste estabelecimento desojando concloir per todo este mez com
o ca'fado existente, n5o consentir qoe o freguez retire-se de casa sem deixar dioheiro,
e para facilitar o granie movimento diario conservar aberto o nw-mo estat>e!ecimeno)
at as'9 horas da non te.
30=Rua Jo Batiao da Victoria30
-
<
Cimento portland
.'
Liaras stoiliaas.
DO
Veode-se o verdadeiw Cimento Portland
largo da Atfandega, armanem do Anne.________
Vndese por preco SoomoM um carro am-
ricaoo de cuatro rodas, mui;o bem pintado, for-
rado de oewc, encllente a todos os respeilo ;
-tratar na eocheira de Mr. Gorgean, a roa da Fio-
rentina n. X.______________________ ____
Oadeiras
Kovo sortimento de cadetes francezas de faia
ao natural e a imitado de Jacaranda, mogno, etc.:
nos atmaiens de Taeso Irmos .& C, no saes oV
Apolle junto a |toDte provisoria.
Vende-sfi no armazem de fazendas
F. de Oliveir 6t C, ra lo Comroer
'Plvora a 16$
barril
Na oscriptorio .da r.na do Vicario n.
1 amorras de superior plvora inglez, e
, pelo karto.preco cima
3!. tem
vende-s
A
S
>
/,
Covado de chita a lfiO rs., pe-
__ j i. sacco; u
<5aa de madapolao superior a criptorio
31000: na loja Flor da Boa-'
vista, de Paulo Guimares.
CMtaa de eeree ixai ? b->nitos padrees a 160 e
10 re ocovade. \
Maeprctao, superior -jualdade, com algom..
varia, a W e t a pe;a.
Cnvljraws da e^res a 240 e 360 rs. o .-ovado.
Lias para vestidos de 240 a 14 o eovadt-.
Alpacas seosezas, alta novtdade, a 6'nO rs. o
covado: ruda Imperatr n. US, jant> a pada-
/ia franeen. _____
Vende-t scos com faw'nha de nfandioea, me-
^indo 18 cu8, pelo baratiiimo prejo^lt o* cada
sacco; na raa do Mrquez de Ol'nda n iO, es-

GRANDE
Na na tic Dnque de Casias, antiga ra do
Qnrimrtt B- 19, veode-se chita de ores es-
coras e matlsadas pelo prejo de 200 rs. o ovad.,
eambraias de cores, bonitos padroes a i'tQ rs. o
eoado, e peca* de eambraias branca ana com 10
vara* a 31 e itas fom 9 ditas boa por i, pecas
de audtaotio de kt, &WQ 3<,9 algodo braD
co de 3*500 e 44009 a> pi";a; tado por preco
qne admira._____________________________
Vende-se remedio contra ""o* ^toii spari-
menudo por di viesas pessoas, as aai.*& teaa tira-
do boca remHado ; i roa Primero di 2**> 'L '
(Mligam do Crespo) 1 txt do IWsraeet Je ''C
' flhp. fiA fajKiga da Ca?-?a*.
X
Vcnde-se as segaifl!? As Tres- Lagrimas, I lomo enaaderiia'do por
i0O9.
jIV o i!e Rodolpho encadernado jur Si.
'alusfea intitoiada Lnrrecia Bcrgt en bro.vur
2*000.
Mein ik> celebre autor Brtini idom >l
Um lr..) em bnancb para copiar msica -j*
Saptos de borraxa
Para -enluira oa rapazes qne cjieem 35'e 36;
borzeguins para hornero a i S-WO rs. c :im om-
ieio sortimento te calcado por preco mnimo ;
r* Direita n. -.
Guiado ba ato
Borzeaeins de bezerro e eordavio para horaem
aOOCT
Dito? pelos Je phaolaz'a pain .i-jnhora a 3*-
Ditcs Je duraqus de cor pai.i senbora a tfi
Ditos de nhartazia pira menina a 3*.
Sapatoc aveifiMados para eolnra a 1 ,.
Vende-se na pracJsla IndepepiJeDCia n. 39, loj
el" i!.j(to rio |orl< A ttot.
Botinas para senhoTasduraque branco,
reto e de ontras minias cures escolbidu
o ultimo gost) da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinbos e salto para senhorednreque
pret), branco e de cores, e de couro de las-
tro.
Botinhas para criancas, proprlas de bap-
tisados.
Botinas de diversas qaaHans para ho-
mem.
Betas rnssianaa para neuaria, taato in-
glesas le couro da Roesia para viagem,
como francezas de Melier, bezerro fino, pa-
ra paselos. /
Meias penniras pant meninos de rO a o
anws.
Sapatoa de brim branco para horneas.
Sapatos de vaqceu de lustro com seta de
ma rain, prdprioa para banhoa.
Sapatoa de twrraefaa para feomeva e se-
nhores.
Sapatos abotinados, de diff-rentes modelos,
mc o l)ons e fortes para memos e meni-
Sapatos de tapete, aTOfradados, Charlot,
casimira preta, de irania norrnf nezes, para
hoaiens, Perfumarias.
Bnactos finos, banhas, cosmticos, leos,
opre as, aguas de Cologiie em garrafas de
crystal para presentes, agua divina, agua
florida, dentifrioe lavande, agua de toilet,
untura para barba e cabellos, pomada hon-
^roise para bigodes, os de arrote sabo-
netas, tudo isto de pnmeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Viver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de odres
Epelfcos -grandes dourados papa salas,
quinos e gabinetes.
ueqnes para senboras e meninas-
Joras de ouro, brincos, transelins, pnl-
seiras, sof5es rentes e chaves U reiogto, tudo de ooro
bon'de le.
Brincos de plaqu imfecio de ouro.
Correntesipara reloj io.
E' no elegante rinazem junto ao Diarto, qni
qualquer ciefe de familia ferneco sna dispensa d
najjbor, qTexjste no mercado e por precos mai-
to favoravels, como sejam arroz a 100 rs. a libra,
velas stearinas a 640 rs. o masso, viuho figaeira
Sor 500 rs. a garrafa e tan-bem ha mais barato,
alaios de diversos tamanhos, caixibhas propria>
para mimos, cafe de moca, trvilbas pertuguc-zas t
francezas, ameixas cm frascos, latas e boceras,
marmelhada de Fernando Rodrigues, conservas,
molaos e mostarda, licores de diversas qualida
des, doce de goiaba cm cjisao e latas, bolaxmhas
de diversos autores, maesas para sopas, ceblas
grandes, azeitonas em baris e latas, vinhos finos
do Porto dos m hores autores, queijos prato e do
reino a 3*000 e a 3*300 ; o proprietario deste ar-
maren) responsabilisa se pela boa qualidade do?
gneros vendidos em seu armazem, assim como ga-
rante todo ass,.-io o limpcza, em virtude do qual
convida a seas numerosos freguezes e amigos a vi-
nal visita-lo.
% i i i: \< a o
J9l
Gr^ide
LIQUIDACAO.
Na ruado crespo n. 20.
Leja de Gullherme.
Laas de cores miudas a 280 rs e covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
2*500 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 240 o co-
vado,
ditas riscados prussianos a 280 o covado.
ditas cbinezas para coberta a 240 o covado.
Carabraias, organdys miadas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 3* a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Bita Victoria, a 4* a peca.
Mussulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao francez, a 6* a peca.
Dito ingles de bom a especial, a 40O6, 5*, 6*
e 7* peca.
Algodosiubo a 3*, 3*500 e 4* a pega.
. Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
440 rs. o covado.
Dita braoca, com llores miudas malisadas a
500 is. o covado.
Dita preta com flor bran:a, o 300 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padrSes miudos e modernos a 360
r?. o covado.
Lencos de cassa com barra de c6r, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo eabainhados a 4* a duza.
Cbila, fazenda bem conhecida pela sua fortidlo,
mais larga que chita para roopa de escravos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*J0O, 4* e o*.
Cortes de meia casemira, a 1*IC0.
Casineta preta e de cor, a 500 r.. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o
vado.
Algodo iargo merca T a 5* a peca.
D-se amostras com penhor._____^^
Abcteadaras paraailtaese para puntaos.
Albons s velludo
mente.
logos de domin, da gloria, visporas,
e oarroquim tara re- gg^ios^po, co,,, mis bonitaa via-
"*0"* .,*- tas. de fieures destacadas e grupos de fa-
tfammadeiras do n*?o para naneas. "V UfU,*a uosi-*u a y
Caixinhas de costara, novos modelos com i a"jk^JdBh5ag ou accordionS de todos os ta-
j^anaa^yfartaatyyreaentea. m BOV08modelog eom tremnlot
ietta 525 criancas. BeteJ08 VW* con no'8 mw\cu.
co-
[ID
Toncas e sapanbos ae iu pwa cnancaa. i rmmJ-,.,' flft varios I
eaptas para noivs e -para pastoras ^JSS^^^StST^
re i pos i __ m
Brinquedos
com
pre
Carxinhas enm vtoms de aqgmeito para
ver-*se em ponto grande a if hotographic
dos retratos.
Pos de vidro pi^ pianos,
"rbosonrinhas par cosura e nnbas.
Bokinhaa do seda e de vtalo.
O THiior sortimento que se pode desejar
de tedasorte de brjnqaedos fabricados em
diversos paixes da Europa para ntrete-
manto das criancas.
11
Kua Nova d. 22
Para este estabelecimento acaba de chegar um
riquissimo sortimento de objeclos, todos novos, os
quaes sao das segnintes qnalidades :
Machinas para fazer caf, em cinco minutos, a:
quaes fazem o caf com todo o aroma, e com me-
nos qoantidade do que se costuma a asar, por se-
ren de nm systema inteiramente moderno.
Estas pecas importantissimas podem tambem se-
vir para cima de mesa, sendo os seus precos de
cinco at cem mil reis.
Aa explicac5esparafazer-8s o caf veem em por-
tugus e inglez.
Tan bem ha para vender neste estabelecimento
reqaissimas esleirs brancas e de cores, para fer-
rar salas, por precos muito baratos. Bem como
muito boas vassonras para lavar casas ladrilhada;
e assoalhada?, a3 quaes sao de qualidade inteira-
mente nova neste mercado. _______
POQAS C.
<**} a Lvnra de chamara altelo
*flbrj spostos a seo armauetn.
dos OQteadidos, para os seguintes arligos, que se
COLLARES.
Vicho especial j conaecido, para o qual chama atteoco particular dos amado-
res :oapesic5o.
AIBIIABA
A'-* senhoras.
A' cliapellaria da roa Primeiro de Margo n. 6,
acaba de chegar da Europ, pelo ultimo vapor,
um lindo e variado sortimento de chapeos echa-
pelmas da ultima moda p..ra senhoras, que se
vendem por prerjos muito rasoaveis: na mesma
chapellaria ha um grande sortimento de chaqos
de todas as qualidades para bomens e meninos.
Machina oa r a costura
Vende-se urna machina para costura, em per-
leito estado, por preoo commodo : na ra de S.
Francisco o. 52.
Ferro galvanisado.
Vt nde-se ferro galvanisado em folhas de diffe
rentes tamanhos : em casa de Adamson H"wie &
C, rna do Commercio n. 40. _____
Esta qualidade especial < achare iguaImente.aposto .;i..-eciac3o publica, e particularmente dos
boa. pinga.
-o com justica,
aneantes desta
fIGUEIRA
' para este encllente-!ubo coscepecialidade que chamamos a attencao dos
onbeardores da materia, \isto as diversas mareas sue temos, sendo das melfcores que
em o mer;adir: aqu so com avista.
BAS3
ero barril, sendo espedalidade nese ariigo, visto ser vindo ^ireelamente, por urna ea-
commeoda de um aosso-collega. ________
QUEUOS
do s#tao uperiores, melbor do que isto mpossivel, e i vista se concrdala aos
preco?.
Ra Estrerta doosario ja. 9, junto igreja.
COMPLETO
ortroeatc de rochados no fa-
go do Carmo n. 33
ESQUINA DA ROA TE SANTA IfHIMl.
OJMPLETO
sortiioeuto de molhados no fago
do Carmo o. 39
E6QU1NA DA BA DE SANTA Tfc!EREA.
A'.'ui-fe sempre pr^mpto este novr estabelecimento de molhados para servir
aos amaveis /rguezes com um sortimento completo de gneros dos mais nevos, que a
vista do comprador agradar! e por commo.los precos, tudo quanto procorarem neste novo
cstabelecimetato arbarSn, como bem ;
Manteigj inglea aor a melbor que ha eo marcado a '.ti00 e 11500 a libra. Dita
franceba a I40O. Passas wtm a 480 rs. a libra. Ameixas em Utas de diversos ta-
manbo a :)$600, 1->VX), J:>300, 1->20Q e 70Q rs. Figos novos a 03 rs. Talbarim
macarrSo e aletria ottimamente chegados a 400 rs. a libra, Doces de goiabas em latas
a 1^000. Dito em caix5esa 1^000. Crio.urcas de Lisboa 800 rs, a libra. Marme-
iada a 70 rs. a libra. Ervilius e doces Je diversas fructas da Erropa a 700 rs, a la.a.
Batatas a ld80 a caisia e 40 rs. a libra. CamarSes seceos a 610 rs. o kilogrammo.
Vmhos de diversas marcas e queijos de diverjas qualidades que s a vista do compra-
dor se fara" o procos.
DISCURSOS E DIVERSOS ESCRIPTOS
PELO
Dr. Aprlglo Jnstiaiauo da ftiilva
.nlmares.
Lente de economa poltica na faculda.de de
direito do Recifc,
NATURAL DE PEHNAMBUCO.
Um voi. de 480 pag., ntidamente impresso, na
tvpograpbia de C. E. Mullen.
Acha-se no prelo, e assignase ra do Impe-
rador n. 27, Io andar.10# cada exemplar.
O aotor collige alsrun de seus discni-os,, que
tao fcenevolamentp. bao ido acolhidos por muitos,
retocando-os e annotando-os ; e incluo no sen li-
vro algans escriplos, que suppoe ioteressarem,
embora francamente, i luta de ideas em que o
paiz se vai empenbando : precede urna looga io-
troihiccio.
O livro nao tem a cor de urna poltica de parti-
do eom relacao ao imperio ; e sim tem a cr de
ama poiaica ie Liberiade, que e ser sempre a
dos homens de bem de todos os bando* polticos e
de todos os paizee.
la da Toipefatriz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
Os proprieUrios deste novo estabeleci-
mento de fazendas veem identificar tu res-
pettavel publico em geral e em particular
as Exins familias desta cidade e fura della
que thegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sort.aento das mais
lindas fazendas que al-boje alo vistas em
nos: o cou.mercic, e que esli despostos
vender m por todo preco.afim de venderem
muito e apurar dinbeiro, a saber:
I.mrIos ca&aquinboa de gurgoto prelo
enfeitados para todos os precoa.
Cocinados ricamente bordados para ca-
mas e janeiUs.
Camisinhas de liuho bordadas para se-
nhoras.
Ri:os tapetes avelludados com lindos de-
zenhos para e 4 cadeiras.
Ricas gi inaldas e capellas para noiva e
meninas.
Laa para bordar de todas as cores p< r
commodos precos.
Chapeos de sol deda inglezas a barao
por todos os precos.
Ricos e modernos cortes de orgaody bran-
cos com modernas listas.
Ditas d- eambraias de salpicos brincos
e de todas as cores a 50C0.
Pecas de eambraias finas a Victorias com
10 e 12 jardas a 3,9, 45, U, U e 750(0,
Ditas traiispar ntes linas para lodos es
precos com 2 larguras.
Vaiiadissimo e eligaantes sorlim nlo de
15as para vestidos de todos os prec s e qua-
Ldades, que, quera as vir a vista dos prc-
Cos comprar. '
Modernas popelinnas cem li.-'.fcs a 12C
rs. o covado barato. 7
Grande variedade em chitas / finas, para
200, 210, 280, 300 e 320 rs. o covado.
Pechincha em alpacas de cores lavradas
e muito lina?, o covado 400, 500 e 610 rs.
na Flor da Moda ru lmperatriz 13 A-
GRANDE PECHINCHA A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
Sao camisas francezas finas a 1^500 cada
urna, : dmira a vista da fazenda. S na
Flor da Moda iua da Impeairizn. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de 3(5000.
Madapoloes finos e largas com 20 varas
a 4, 5l e r^OOO.
Brim pardo trancado de linbo fino 0
covado a 320 e 400 rs. admira.
QEM OLIZER VENHA COMPRAR NA
FLOR UA MODA RA DA IMPERA-
TR1ZN 13 A.
Cobertores de finissima 13a de cor a 84,
65, e 45000 brancos.
Cambraias de cres fixas e finas a 200,
240 e 280 rs. o cov do.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia2J(0rs.
Giande qoantidade de lencos para me-
ninos e bomens sendo:
Cim barr;s de bichinohos e calungas f;-
zendo gynastica a duzia 15200, 15500;
25000 e 255C0.
Ditos brancos finos a 253]f>\
Ditos de linbo ambanbados finos a 65 e
"5000 a duzia.
Camisas de meia o melUor qoe l., urna
15, e 15500;
Ditas inglezas finas de linbo para hetnens
e meninos.!or lodosos precos.
CoetHihos,. punbos, grvalas,- metas,
toaihas, lencss. crochets para tadeiras e
jardineiras.
Completo sortimento de cassimiras preta
de cores.
Pannos linos pretos e de todas as quali
dades, biins brancos fardse decores por
todos os preco.
Roupas eit-*4ia Mor da Moda
Scbre-casacos, ptots-saceos e fraks de
todas as qnalidades pr( co coturno Jo.
Calcas de casemiras pretas, de im, de
biins traucos, pardo e de cores.
Ceroulas francezas de linbo e de algodo
comrrodos precos.
No mesmo estabelecimento encontraiSr.
os amaveis fieque-zes umbtm alf?iate paia
tomar medidas dos que qeizerem mandat
fazet suas obras e sojeitando-oos a ficar
com aquellas que n5o sabirem a contento,
afira de bem servir todos aqueiles que nos
honrarem com sua-prcteciio neaie estabe-
lecimento orna enfaidade de artigr s que
deixamos de mencionar para nao se tornar
massante aos leitorea, o estabolecimenlo
est aberto das 6 as 0 bem. da noite as
otdens do respeitavel publico.
N.-I3 A BA DA IMl'EJ\AtfUZN.-l3A
Armaz^m Dous Irmaos
RA DA PENHA N. 8.
Gas a 320 rs.a garra(a.e 61600 a lata, vioho Fi
ueira superior a 500 rs. a garrafa e a .1*800 a
cacada, arroz o que ba de melbor a 100 rs. a libra
e a 3# a arroba, tonoinhe a 800 rs. a libra, pas-
sas Jigo* supeiioree a 3S0 rs. a libra, doces sec-
eos, dem em calda, marmelada fina, lombo de
porco atsado, Jinguica fina prompta, latas de lodo-
s t,KDabo9 tom btnacbinhas e bircoutos de ludas
as ualiade?, ameixas frngelas em caixinhas,
frascos e tatas diversas, vinho Bordsux francez a
600 rs. a garrafa e a ti a calxa, e oatros muitos
gneros qae s vendam a preco razoaveis.

Vento '.ii" <,av3'-
iiT do !?' aaadww ro
ARTIGA FABRIGA DE PIAROS
DE
.10til VII\ES J. MIGAS
55 RtU DO IMPEBADOH N 55. '
Grande sortimento de piano?MgaraDtdos e especialmente construidos para o
tfimt .'este paiz [ .
Encoutra-se ccfie artabelecimeolo tiof' grande sortimonti de msicas classicas
e mo-Jemas ara pi.ir.o, canU, /lauta, etc. ec.
Os oncftris de pune* i tfiai$9 sJo-feitos coffl o nuior C'JtVc^o e rapidez
Couro de bezerro
Muito novo e altimarcente chofido rende-si
em caa de S. P. Jonston & C.-: ra da Senz.ila
Nov o. 40.
FIO
Para saceos e fuet> *ro*
PARA ASSrCAR '
CERN'BJA DE MBC
rm
Ecganafad efpeclalmente para-o Brasil.
Cbamtos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
Vende-se
ama rica secretaria de Jacaranda niacico : em
:asa do machinista do gaz f.niz Moreira, travessa
da roa do Imperador p. 12, ontr'ora beceo d<>
Ouvidor.
Vende-se
!-l'lti l&.>*'
'. rrfir-rc-ie; o? piano! vel{of ^ inrieira-a S tornarm rj\0.
um terreno com 33 palmos de frente e 800 de (un
do, na roa do Lima em Santo Amaro : a tra'ar na
raa 1* de Marco, antiga do Crespo, n. ? A 1-
aedar.
O vertiadeiro ceuienio 'ortland
Vende-se mais barato do que em qualquer oa
tra parte : no trapiche Gnerr* no Re*ife.
A' ra do Comme cip' nu-
mero 10
Xo escriptoriode Jos Joaqaim di C-.su M.ra
i>a para vender mais barato de qae em outra
jwil|n-r parte :
Vinho do Porto psrfitobr tm'c i\a.
Di:o 'e d^t) de rio id-,-1?,
D;!vrrdde dlln lo-m. v -
Di!=j- Ftguoir:< cm barris
Dte da Bairrada em arelas -J
As
as
veidadeiras trazi'in os Bum?rw>s5mpado*
pecas e nio m etiquetas
V*Meflt*M
Em ca.-a de
jf T. JEFFEfilES i .
i o Itua do Gi. mmrcio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
-.iva/eiu fia catfa^cca um bllfc-
<" C'HI >
< DOS
Tilicos Mi.p rUvroies
T. JEME MES

1
I

VENIlE
bm
j

, ;u 10 carut de ira^aes rjii icr.-
- Je ,',r ila, tn
V-f! /!> a ai <.i,ao U"U J( /
, i. |>ra \M:riud oq ifi-^-iMtflaipSJ.Q
ivSo : 'jueu- prut-nder ofnja e nttmt.
mr:. Uiitfo i ri 3-J Ma
.'., ti. 8\ 'j'? i-*: j

IIHBH y


VNDESE
Joaqun) Jos lladEjia jua da Crui 8, f
indar, vende algodao azul americanos verdadero
- I'ragas amanean.. 3 4.
* fl nac raliellu hri'urov
Tintura japona a.
S e arica appwada pelas as academia de
ciencia. recoanecioa laperior a to4a que tea. ap-
parecidu at hoje. Djpbsitu principa? 'Tua da
..adeia Jo Recite n.JJiTl andar, em (odas as bo-
ticas e cas de eabelleireiro.
Siempre a Nova Esperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem conhecio> pela sua elegancia e
rtpenoridade do* sen? ob|oetu, acaba de receher
mnitos artigos para o qu* reepeitosamente eonvida
ao bello sexo a viiiu-la, !im de compraren) aquil-
lo que precisarera para preparos di- vestidos toi-
lele ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
fazer algum preifnle...{poi< que sjna Nova Espe-
ranca ficarao aati.-feitus, ja pela qualidade e pre-
eoa razoave.s, e mesmo por que a Nova Esperan-
ca u/aoa-se a colher bs objectos, prestando-se com o agrado
"f 'I" cono v receber a todos, aflrrt de que
saibam com o irme proposito de voltarem ou
mandaren! a mesma loja, logo que precisem de
q alquer ar;igo por pf queno que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as- de Lisboa a Nova Esperanza para
nomens, seonora e meninos, sendo brancas e de
o
NO VID A DE.
Bico de quipure prcto com branco, a Nova Es-
peranza s qnem tem f 11
Caixas para joias.
A Nova Esperanca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Rec^bcu as de mailas qualidades a Nova Espe-
ranza.
^ Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para fingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tint n-
flela.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Cxi as n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
LOJA t ARMAZEM
i
vm

.
%
NA EUA DA IMERATBIZ
FLIX PEREIMWk SILVA
Os pruprietarios deste grarde eitabe!ecanto tendo em ser urna av
fazendj, e leudo continuado a receber por todos os vapores e navios im
das mismas, teto revolvido f*zer ama GRANDE LIQUIDAQO, aSmdedeminoiro irran-
de deposito e apurar DINHEfRO. De toda as fazendas que se vende barassimo ee dio
as amostras, ficando penDor ou se mandara levar etn casa dasEsam. familias, assim como
as pe soas que negcaam eio menor escala, n'esteesta e'ectmeato se poderlo sor ir en
pequeas porgos pelos mesmts preces que compram as casas exportadoras.
porclo de
Perfumaras
As melliores, e do mais conhecido fabricante,
tmto franrez cotno'ioglez, eatao expostas venda
na roa Dwjue de Caxias o. 63, na Nova Espe-
ranca.
Extractos, Panha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
fido de superior qualid?de : vende-se na Nova
E'peranca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim I !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
63, rocebeu um lindo sortimeoto do Lia para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
la. escarate etc. ote, a ll antes que se acabe I
Tabellas Vermfugas
KEste medie amento o nico que pelo seu bom
aroma e gosto agradavel se loma o mais propnr
para a eipolsio das lombrigas. E' fcil de tomar
poftjne o ?-u gesto igual ao do chocolate, e de
-arompto effeilo.
DErOSITO
Pharmacia americena de ferreira Maia & C, ra
_________rninaa de C Sbemete Je a!catrao0
Este novo preparado e applicado com grande
aproveitamenlo contra as molestia< de pelle chro-
nieas e rebeldes empigens, manchas escuras on
paaeoa que vem ao rosto e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e conlebdes, mesmo, aquellas qne em
Bertas partes delicadas do corpo tanto morti6cam,
nnaiinenta o uso continuado de.-te sabonete con-
iribue para tornar a pelle ass? mimosa. E" igual-
mente efflcaz pata amaciar a pelle do rosto ou
autras paites do corpo, que por motivo de erysi-
pellas Pcam speras e escamosas. Preco de cada
saboneta 6(Trs.. em dunia se far abatimento.
nico deposito em Pernambuao, pharmaca ame
ncna de Ferreira M.iia & C. ra Duque de Caxias
o, 37. aniga do Queimado.
Vente se por prec-i mu razoavel, e com vanta-
gem ao comprador, o eogenbo Velho, sito na fre-
gnezia do Santo Am.ro de Jaboatao, cujo engetiho
acha-se moeotn e corrente, moeodo com agua do
rio Jaboatao, ciiendo cerca de urna legua de
trra de sal a norte, com miro tanto, em parte,
do leste ao oeste, com boas obras de casa de vi
venda, do engenta e de purg r, e casa para guar
lar bagasso. Qu<>n; pois, quizer fazer negocio
ao vantj ratar cora seu proprieiario, que far todo nego-
cio.
ATTENCAO
o
Vende-se por barato prec<> orna propriedade a
ma-gein da Gamba dos Remedios, fazendo-se to-
da vantagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinbeiro e parte era letras ou objectos de
prompu venda ; cuja proprieJade contera urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
tij .los de alveoaria gnxja e forno qne compona
25,000, com mais um foroo e la-tro para fazer-
se tefl)as, ladrilhos, cannos a louija, com excelien-
t6 barro para qualquer obra, com dous excelen-
tes viveiros de peixe e cora casa de vivenda para
grande familia : as pessoas que pretenderen) di-
rija-se.a dita propriedade a entenderem-so com
o capitao Delpbira Lins Cavaicante Pessoa.
. VDAGO
Uiiico deposito
Fharmacifi americana de
Forreira Maia ^ C, ra Du-
que e Caxias n. 57, anti-
g do Queimao.
Umento.
0 verdadeiro portland. S se vende na
ra da~ Madre de Deus n. 1% armazem de
Je) Martins de Barroa.
L10UIDACA0
PARA LUCTO
O Pa-.3o tem um grande sortimeoto de
fazendas pretis Dar lecto, como seja: Ilu-
sionas finas para veatfdos 4"0 e 140, rs.,
meri muho leve para vesttdca e ronpas
para homens 2 lavjres brancos, cassas pretas lisis e com
braocos, bombazinas pretas, cant5es. e oo-
tras muitas tazendas todas proprias para
lulo, que se venia mais birato qrjd em
outra qualquer parte.
(.HITAS DE CORES
0 Pava* tem rebebido grandes aortimeo-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
ras, lendo tambem grande sortimentj das
mais delicada* percalles miadinhas proptias
para vestidos e roupias de criaogas, e ven-
de-e por menos do que em ootra qnalqaer
psrte, na rna da Imperatriz n. 60.
LENCOS BRACOS A DUZIA 3,5'00
O Pa\5o vende fioi simos leucos brancos
|* embanhadi s, em dazia pelo barato prefo
de 3'j(X), e nutras muitas qaaliddes, tant >
de fsu5j como de cam'jraia de linbo, e
cLineaes.
Toilhas do Porte a 105000 a iluzii
O Pdvio vende su eriores toalbas para
rosto, sendo de Hnho do Porto 10500Q,
ditas de f oco fazenda moil) boa 120
n duzia, ditas coaklioadas a 7*>500 dozia
JOC40 rs. cadatoalba.
COLCHAS A 3J0C0
O Pavlo venie colchas brancas de fusto
sendo bistante grandes pelo barato preco
de 34000, ditas de coros muito finas ...
7 15o e muito encorpadas 6*000, ditas de
croxet, proprias paracamade ooiva 15*.
ORGANDYS BRANCO
0 Pav5o recebeu os mais finse delicados
(rgandys brancos para venido, sendo todos
com lavores miudmbos, e vndese pelo
barato preco de 800 e 1*00'rs. a vara,
(azeoda que vale muito mais "Vnbeiro.
GUARDA BANHA
O Pavlo vende urna grande porcSa de
pann s de crochet proirios para- encesto de
cadeiras, tsoto de brago como de goarnicSo,
ditas para encost de sof, ditas paracobrir
piant s, assim como ditos redondos para ee
brir diderentes mqveis 011 outrosqaaesqoer
objectos, e pode-se vender por menos do
que en ootra qualquer parte, attendendo
granda compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 2*500
O Pavo vende chales de merio muito
grandes e encorpalos 2*500, ditos
Imitito de cbineze 2*500, ditos pelos
do renda com 4 ponas 25(00.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pa\au vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que ear outra qnalqaer carte.
CAMISAS PARA HOMENS '
O Pavao vende um grande sortimento das
melhores camisas inglezas e francezas com
peitos da linbo para todos os precos e qua-
litades, assim como ditas de ditos de
algodSo para todos os precos e lmannos,
tendo tambem para crianzas, e no mesmo
estabelecioiente tambem se vende ctroalas
de linbo e algodao, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para homens e meninos, que ludo se veade
por preso muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavao tem cimstantemeote um grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jatellaf, qne vende-se de
8*u00 al ao mais neo qne ostuma a vir
n'este genero, assim cemobonitas cambraias
adamascadas, tan'o tapadas como transpa-
reotes, proprias para o mesmo fi n, colchas
de crochet, damasco para cima de noivas,
e cortinas, e vende-; e no B-zar no Pavao
LASINHAS BARATAS
0 Pavao tem nm gande sorticento das
mais bonitas i3asinhas para vesios, tendo
de todos os precos cores e qaalidades.
orincip'ando de 200 rs. para cima; porm
taa grande a qaantidade que seria enfa-
donba especificar qaaliiade por qaalidale,
s a vista do fregnez e das amostras se lhe
vendero por precos to cmodos que
engue n deixar oe fazer nm vestido de
lia por to ponco dinheiro.
ALFAIATE
quo seencarreg* de executar qualqoer en-
commonda dj sua arte vontide do fia
g.ucz, e o proorietario d'este grande esla-
beleciman'o a promelte servir benva todos
os fregoeze qn lhe honrarem a sea casa.
ALGODOSINHO A 3)1500 A PEQA
O Pavao vende jiacas d'algodSosinho de
muito boa qualidarte, tendo 20 jardaa eada
ptga, pelo barato prfeo de 3*5CO, dilomui-
u largo e encorpado 6*000, dito o me-
Ihor que tem vvdo ao mercado, moito en-
capado alargo para lemyes, palo barato
prec de 6S00, grande pecbincba.
MADAPOLAO A 4*000 E 4*800
O Pav5o vendeoecas.de madapojo coro
24 jardas, sendo fazaada muito mpeiior
pelo barato preco de 4*500, di'as com a?
MACHINAS
PARA COSTURA
Chfgaram ao Bazar Uoiversal da rija No-
va n. 22, um sortimento de machinas pa
ra costura, das melhores qualidades que
existe na America, das qoaes muitas j s3<>
bem conbecidas pelos seos amores, como
sejam Weller Wilson, Grover 4 Borka,
silenciosas, Weed e Imperiaes a oolras
muitas que com a vista devero agradar aos
compradoras.
Estas machinas team a vantagem de fa-
zer o ir.'b.iiho 1 iie triDta costure iras pdem
fazer diariameate e cozeaa com tanta per-
feiclo, como as mais perfeias costoreiras.
Garante se a sua boa qualidade e ensioase
a trabalher com perteigo em menos da 1
mesuas jardas a 43000, ditas fioissima* 1
5*500, 8*000. 7*500 e 8*000. pecijocha 5"' e os Pfe8 s5o.,3, resumidea qw
MAIUPOUn vkJcvil p.^l"ncQa- d'vem agradar aos pretendentaa.
Injeeflo asereTia.
l^pecinll Ferrelra m*k C.
1 injeeco composta especial mente para a
mrgagSes antigs on modernas, foi cara
1 pe
lita
cura das
feliz resflftad ensatada petes mais habis e reco-
nhecidos mdicos, e por elles cooflrmado aer esta
injeccao a nica que radicalmente cora em menos
tempo qaalqner agnrrrha on purgacao antiga > (
moderna, sem o anxiRo de ontros medicamemos.
R'tambem til as tetworras ou flores braoea
qaer sejam anttgts Munodernas. '
BEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
.__________Damero 57.
Em casadeTHEODORO PHKfSTUN
SEN, roa da Craz n. iS, encontram*se
efftsctivamente todas *$ qoalidades de Tinao
Bordeanx, Roorgngae e da Rheno.
ALPACAS DE CORDO 646 R8,
O P*vo vende as maU lindas alpacas de
cordio para vestidos e ronpas de enancas
Dlo barato preco de 640 rs. o covailo,
ditas finissiroas cornos mais lindos lavoree
imitacSo de agraianas 81 0 rs.. o covado,
b"n*tos glaci com delicadas corese lus-
trosas como se la 1*000 o covado, a ou-
tras moitas fazendas de goito e laxo para
vestido, na raa da Imperatriz n. 60.
POUPELINAS
O Pavao receben as mais delicadas e me-
MADAPOLO FRAJS'CEZ A 10*
O Pav5o vende ie{as de flnissimomada-
poiao verdadeiramente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baratissimo preco
de i0*000 peca, sendo faaenda que sem-
pre se venden 14*000, e liquHa-se por
este barato prego por estar alguna cousa
enebuvalhada na pona de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 1* l*20
O Pavo vende verdadeiro algodosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para langoes
7*000 a vara, dito da mesma !argora aen-
do trancado e moito eocrpado l*2fl0
BRAMANTES PARA fcEN^OES A 2*400 2*80035
O Pavo vende o verdadeiro bramante de
linbo twdo fO palmos de largaras que ape.
as precisa para malenco! urna vara eema
quarta, pelo barato preco de 2*460 vara,
dito nrnlaor de 2*8 0 e a*000, tenJo al
do melhor que vem ao mercado 3*500
e 4*000, assim como eretones fortes para
lencoas, sendo urna eaeorpada ftzeada fran-
ceza com. 40 palmos de largara 00 rs.
o metro, e bramante d'algodao com a mes-
ma largura 1*800.
SAIAS BORDADAS A 4^500 E 6*000
0 Pav3o vende graade pecincha em saias
brancas ricamente hondadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo barao preco-de...
4*50o e 6*000, sendo- fazenda qne sempre
vendeu-se per 8* e 10*000.
razends para saias a t^Zfl, 1*K0 rfjfSOo
O t'o '5o vendo superior fazenda bordada
acom pregas proprias para saias, 1*200,
1*280 e 1*5(0 a vara, sendo preciso para
ama saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 cortes de- carabraia a Z*W
O P.,vao vende ama grande porclo de
cortes de-aambraia organdys ; tanto raneas
como de cores, sendo com listrinhas de
cores tessidas e n3o estampadas, e liquida-
se pelo barato pre^> de 2*500, cada- corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 200 cortes de caabras bordadas a ,5*00c
O Pavao vende urna gande qoantidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que tem viedo ao
mercado, tanto em iiatras corridas como ada-
gooaes, e cem muita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimo preco de
5*009* sendo fazenda de me'to aaior *Jtl*m Joao |iego"Lima~&"Riho" rnTdo am-
ior, grande peobineba.
ne legalnujnte a^torisado e approvado
pelo conselho de sade.
nico nEPosrro
em
* PERNAMBCO
f Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOME de C
34Roa larga do Rosario34.
IdaguiQas das lhas em latas
O-melbor aue tem vindo a este mercado : ven-
*
CAMBRAIAS
O PavJo veade grande quantidade de pe-
as de cambraiaabrancas tapadas e trans-
parentes, teado de 3* a pega at mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS. *P 1
O PavSo Tende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fkas, pelo barato prego
de 160, o covado, grande pechincha.
LAASINH.AA 160 RS. O C&/AD3
O PavSb vende bonitas ISasinhas transpa-
rentes pelo barato pre?o de 1 (,0 rs. o eoaarfc*
do, pa mincha na raa da Imperatriz o. tfi
cortes de cassa a 2*500
O PavSo vende bonitos cortes de cassa
franceza vwdo cada nm em sea oapel, pelo
barato preco de 24500 1 corte, ditos muiu,
lindas 3*000, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A O RS. 0 COVADO
O PavSo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo batato preco de 20 rs.
o covado ditas fioissimas com os desenhos
mois modernos qae'tem v ndo ao, mercado,
palo birato preco de 500 rs.
CRETONES
O PaSo vende Hnissimos eretones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de64U'rs. o
covajo, ditos de fl r5os, proprios jwra co-
bprta, sendo fazenda muio ncorpada pisto
barato prco de 8'0 rs. o covado.
BBasqninas on casaqainhas a 20* e 25?
0 faviovende b+sq tinas on casaqoinhos
de seda pretos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo pr?de 20* e 25*O/10, sendo
muito modernos, assim cono ditos de ero-
INCA IB S
S na loja do barateiro, rna do Crespo
8. i, junto ao argo de Sanio Amonto.
Algodo americano cora um. eqaetf
tcaue de avari a 5* a peca.
Madapolo fino, idem a 5* a peca.
Chitas Anas, fozenda boa a 240 e 260
rs. o
a 360 i
Taca de algf'dao
t nr rna do f.rp-i.n n
azul 55 corados per i#000
20, loja jo Gnilherme.
se una armaban no pateo de S. Jos
ia iara qualquer prineipiante ; a ca-
afregoezada para trra : tratar na
se ama canoa nova e muito berr
"M", qie pega 1,800 tijol.s de alvenaria
, i ra Imperial n. 251.

SITIO
Vende se jijiilie Berlengas ao p da estrada pu-
L'i.a, p.*rtowo embarque, com 4 casas de telha,
sendo tuna de pedra e cal muito grande, muita.
frueleiraa da todas as qaalidades, muito bom ter-
reno de toda lavoura, bam cercado, ama porcad
an^s e nnja : quem o pretender dirija-p :
11 Ruarfn di Bja vista n. 42, oaao me
ihores poapelinis de seda para vitides, chete reodas preUs ane se Vfln uto, da IItr coi", teroo de ifiuarass. .ud se tem nm perito
com os mais molernos lorores, e outaas li-
zas c -m as cores mais novas que tem v n 'o,
e veode-ia 2*000 cada c .vado, assim
como del cadas sedas de listinba, tanto
para vest los de senhoras como de meninas,
q vende-se 2*000 ca SET1NS DE COR
O Pavlo tem constantemente om bonito
soniment) djcotinse grosdenaples de to-
das as cores, qne-vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMhNS
O Pavo tem constantenen/e nm grande
sortimento de roupi, iaoto.de panno como
de briog branco e dec6res, dd case-
miras, pira todos 03 precos e qoalidades,
"imhem se utsndi fazer qnalqaer peca de
i juj aeioepromptido, para o
em coma, ra ra da Imperatriz n. gO.
Gaitas entran; idas para caberlas a 360 rs. o carado
O Pavao ven le chitas entramadas co.
delicados desenhos para cobertas on c -rti-
naaie cores fixas, sendo fazenda mnito n-
corpada pelo barato precede 360 o cooadO
E5PARTILHOS A 4*500
O Pavio vende o mais modernos e mp-
Ihores espariilhos, ten'lo uo todos os l-
mannos, pelo barato preco de 4*500
CASE.V1RAS
O Pavao veide om elegante sortimento
de delicadas casemiras ine'ezis, senda to-
das de 13a e muito levesinbas, Un* pro-
prias para bomens como para criatDM, e
uitas mais encorpadas, ten lo d ama e de
duas largaras, que se vende o mais barato
possivel, na ra da Imperatriz o. 6 j,
rs o covado
Mem idem dem a 280 rs. o covado.
S o barater, rna do Crespo n. 1.
. Brins pardos trancados a 340 res o co
vado.
Ditos de cures transados .-uparktreja
700 r 3. a vara.
Cambraias de cores flxas a
Hcovado.
S '".hitas finas. padiSes modernos a 360
83 40 j rs. o covado/
Pe?as de Cambraia transparente e ta-
pada, com 10 jardas a it]
dem ganga para coberta a 380 rs. a
covado.
8 Cambraia snissa transpathto, fazenda
lina cora 10 jardas a 2^800 a pega.
Pecas de maidapolo francez, fazenda
- fina com 20 varas, a 7*500,8* e 9*.
Pecas de brilbantina branca eom 18
| covado* a 8a.
Cambraia para cortinalo com 20 vara*
M pelo barato prego de 8* a pega.
S na toja do Barateiro I
Mw Toalhas de linbo, fazenda fina a 71 a
dota.
J i Leogos de cambraia de linbo, fazenda "
fina, ja abanhados a 7a a dozia. l
Ditos de exguiao de linbo a 4io00 e 51 B
a dozia.
E um variado sortimente de fazendas
I de todas as qualidades qne vendem por
muito limitados pretjos.'
SS.na loja o Barateiro, roa do Crespo
n. 1, junto ao arco de Sanio Alonio. "
a rope peitorai de James.
nico legalmente habilrtado pelo conselho da
saode, ensaiado e aprovado nos hospitaes : nnico
deposito na pbarmacia americana de Ferreira
Maia & C., ra baque de Caxias n. 57, (ansa
do Queimado. [ f-
'
Pt
20-R DA IMPEMT
FARIA & LESSA

<>Lut
- ."P"6*3"01 desle novo estabeleclmcntovm participar ao reaMiiavl poblico
e com especnlidade s excellentissimas familias, que tendo comprado uuj bello sorti-
mento de fazendas de todas as qualidades, esto reaolvidos a vende-las por DMfiQS os
mais razoaveis poaiiveis para vender moito. *-
Popelinas de seda, fazenda nova, a 2.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica-
mente enfeltados, a 16<5 e 20<5.
Basquinas de seda de 16A, 18,$ e 20.
Snperiores grosdenaples preto de 1<>800
ajo covado.
Grenedines de seda a 1,5100 o covado.
Completo sortimento de I3as e alpacas
de cores, o que ba de mais goeto, de 640
rs. a Itf.
Cambraia de salpico branco e de corea.
Dits victorias de 30500 a 9,5 a peca
Ditas transparentes de 3/5503 a 105 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita phantasia, a
lOd.
Dit^s ditos tambem de listas a 4,5500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 2<55O0.
Pecas jtia babadoa bordados, de toda as
largaras, o qne ha de melhor e mais gosto.
Panno trancada e lito para toalbas, com
9 palmos de largara vara a 1)5800.
Toalhas par% mesa, fazenda superior, a
5(5-
Toalhas felpudas para rosid dozia 9,5.
Dilas lisas para tost duafcrTj e 9&.
Pegas tohambtltgo sopeffcr a 9)55CO.
Pannos de cbrocbet para cadenas e so-
fs
Tapetas da todos es Umanboa e precos.
Sortimeoto completo de meta* para se-
nhoras e homens.
Grande variedade em chitas e para todos
os precos.
Madapolo francs simerisr a "300 a
peca.
Sortimento de madapolio de 3,5500,
41500. 5,5. 6,5 6^500.
Cortes de cambraia bordada a 30, gran-
( de pechincba.
Cortinados bordados para camas e janel-
las.
Camizmhas e corpichos brancos para se-
nb ra a 30 cada um.
Panno de linbo abrelanluilo. fazenda
propriaj?ara seronlas, lences, toaihis e
ootras maltas cousas, pefas com 20 varas
por !5500.
Bramante de linbo para todos os pre-
cos.
Todas estas, fazendas sSo grandes pechincbas vista do preco.
.*
1
PARA LIQUIDAR
, :'" ". 10000 CADA UM
, a com cabos de faia, sendo os machados de ac mnito bom, proprios para carpin
on engenbos : vende-se rna Nova n. H.
Cadeiras americaifi
com bracos e assentos de pallioha: i roa Nova, armazem n. ;
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: rna Nova, armazem
Q. lie
'
I
i Taxas .americanas
mfS U'? de con,PrimeDt0' ProP"as para tamanqneiros, on ou tro qnalqaer
mister, com toqae de ferragem, a 80 rs. o maco de meia libra, op 80 a caixa
macos: rnaNova, armazem n. H.
com 150

*
s
s
a melhor friega nacional do
Bra-il e sobretndo de Pernambuco.
N. B.Em vista da melhora do cambio, a cor-
veja tem sofTiido abatimento' oo preco desde o l.'
do correte. '
comdM 4 VELOCIPEDES
com daas rodas, proprios para bomem, a 200 cada om. *. de graca, mandando-os vir
custam 1500 cada nm : vende-se ra-Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a rooMoue se bota a scear em cordas, a
240 rs. a dzta oa 60 a caixa- com 36 dozias. ETdar, n5o vender: ra Nov
n. 11 ,.
PARA EIQMHO
om recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si e bagaco la distancia
que se qojzer, economisando o trablbo de duas peasoaa. E' tal vez o nico que existe
nesta provincia: vende-se mnito barato, roa Nova n. 11.

/
PRPOBINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrever attptdr.
E' recommondavel esta espe^at e exeellonte tio
ta pela sua boa qualidade, foidez e dor^cao, co-
mo a melhor e mais inalterawl tinta que se co-
Bhec. Nj ataca as pennat^f'a^ e d tres efc-
cellente copias. E'prefenval a qoalqner ontra
tinta para os livros do enumrelo e aocumentos
que carecam de tonca daraeSo.
NICO DBTOS1T0
na pbarmacia amerjeana de Ferreira Maia A C., i
rna Daqne de Caxiasln. 78, antipa do Queimado
- PERNAMBUCO.
\> de abacates e aapotis, guiras e laranja era-
vo, e roaeiras de varias qualidades : na roa de
ViscoQdo de Goyaona a. ioi, (ontr'ora Moodege)
Vende-se
violos, violas e gui larras multe bem feiua, tanto
fm grosso como a retalno : na (abra da ra da
Roda n. 39.
Lencos do labyntho
Vende ae alguna de mnito bom gosto e a preco
na rna do Apollo h. M, eaenptorfc
mdico
Licor de alcatrao de Goyot a 4JB00^
frasco.
Para cora de catbarroa da bfxiga, vas arma-
ras, polmoes etc. Vende-se na betiea Popular da
raa da Imperatriz n.'77. .
YIRHd COLLARES
Vende-se o verdaoeiro vqmA CilUrea, vindo
ltimamente pelo vapor Oltnda, en barril de d-
cimo : na roa da Madre de Deua S8.
Fundipao da Aurora.
C. Starr A C. em liqoidaclo venden por preeot
mais baratos do qm em ootra qjukpier parte,
taixas de ferro batido cnado, alanampL aten-
daa e meia* moetdae, odaa rodad a6at
d'agoa para engenho, rivea boceaa 1* fbnalba,
guindastes e bolas, tijolo de rogo (fin b ieMk cy-,
liadros para padaria unto tpgfczes Ama anerica-
aoa. arados todos de forro, de- etc.
&jotta a estar a venda; o pequaooMaa da
roa da Amigado n. 14 (Caponga) .* dj#*r na
roa das Crazes .,! taitt. '(D-n'fJMrJi
(


Diario dt Pemambuoo Trtja [eir 3 de Uno d# 1871
v
,
I '

Pa
rilMs
Ra I I i
da Aurora
niperatriz n. 2
Btl
m
*omi vendswfa tarifa,_______
toltti hitada fe 015 10 bou fcoMo, MR
fox grande redcelo de presos para maoHB.
de Tender nrai$ wrato de qae eto ootra qualj
ELEGA
00 ROSBlfl H. I
WWtt
' Joaqaira Jas Gon$alves Beitrao tem
fndor do sea eaeriptorlo i roa do CommerW
S, os gneros abaize Dotados, que vende maie ba-
rato do qae era oatra qoalquer parte :
Aironas em ancoretas.
Aaiendoa em barrica?.
Caf atrillo em massos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca mariel rree.
EDXadas.
Farlnba de mandirca de Santa Catharina, sac-
eos de 3 e 1 alqaeires.
Dita da Babia em saceos bruteo.
?' Dita de dita era barrica, proprias para casas
partlcnlre*.
Fto de algodao da Habla em norellos.
Pwiees.
Masadas.
Nozes.
Obras de palhets.
Papel pr Dito aiui pata botica.
PaliUs para denles.
Pregos sonidos.
Panno de aigndan da Ltbrto de Todos os Santos
de Pedrosa m Bahia.
Rolha's. ,,,.
Rap pepitar da Baha. .
Bolim em fardo).
Retror dos melhore ftbrJentes do Porto-
Tapioca do MaraoM. ~
% Tabaco sitnoMe da Baha.
Vernii copaL
Vinbo do Porto engarrafado, caixa do 12 gar
ffa!.
Dito de dito *m fcarris, profrto pm engarrafar.
Dito mscate I, verdadeirode Sctribal.
Dito Bordeanxm caixas de urna ouzia.
Dito de cajo en carxs de urna duzia.
Acaba-st de abrir este importante estabeleetteato miodetts icperiores, amigos de luxo e da modt'para bonasos e e-
do sortimento de perfurnarias dos maie afranjados fabricantes de Paris e Londres, como sejam Piver, Lubin, Con-
* dray, Regand, Itaaud, Chonneaux, Monpelas, societ hTgieoique, Gosnel, Rimmil e Piesse Lubin, etc. etc.
.
Tem i venda em seas armazeas, alm de outros
artigos de sea ncgai io regular, 09 segaintes, qae
adera ^por precos mans mdicos que em oo-
tra quaJquer parte :
PORTAS de (iinh GRADES de ferro para cerca.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS barro fraesa para escota.
G&SI0 aaperwr em preCes e a contento.
TO de toda as qnalidades.
AS de descwocar algodao.
{e brinaoes da Russia.
S americanos para forro de carros,
mericanos rauito bons e econmicos.
VTHO doBordewax.
COGNAC superior de Gautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3*.riOO.
AGUA florida legitima. -'
Novdades do Museu
Capas e pertieiras de borracha, fazenda
superior por preco baratissimo, tapetes ave-
ludados muito lindos para sof e portas,
panos de crochet para si f ecadeiras, gran-
de sortimento de jarros finos de 100 a. *..
250OOQ opar. 1
E MU1TO BARATO.
Camisas inglezas com peito de Itabo moito
finas a 52,51 e 550000 a duzia, ditas bor-
dadas fazenda de apurado gesto a 110*5 a
dola, as mais finas camisas imitando as dt
linho por.33)5000 a duzia, ceroulas de li-
nho a 345000 a doria, ditas superiores in-
gle zas a 44(JOCO.
As mais de familias.
Encontrado no Museo Elegante um com-
pleto sortimento de roupinhas para recem-
nascido, corpinhos de fustao e de catnbraia
bordad* 800 e 10000, vestido paraciian-
Ca a 20, 3d e 40000, collarinbo bordados
com bico para secboras a 320,600, rs. col-
leirinbes e punbos para senboras a 640,
800 rs. o par, colleriohos e punho,s frisados
e bordados a JOCO e 10500 o par.frzeeda
que sempre se vendeu a 3*$ e 40000;
- Veode-se ama caa na Escada, no pateo da
leira; jauto da casa do Sr. Gaklss, por preco com-
mode : tratar na rol do Hospicio n. 30.
nhoras, as mais modernas gravatas de fil
bordado a 1*5000 e 25000 cada urna.
Lafcyriulho.
O Mozeo Elegante vende toalhas grandes
todas de lahyrntbo, fazenda que sempre
vendeu se a 140el50QOO, por 8*5500
fronhas de labyrintho a 040 rs. as pequeas,
as maiores a 10200, bicos rendas todo por
preco baratinbo.
.
Museu Elegante
acua-ae orovido de m lioissimo sortimen-
to de Dibadiobos e ntremelos tapados e
transparentes, e de rico e modernos espar-
taos de |*j> a 125 cada na.
Musen Elegante
recebe por todos os vapores lavas' de pelli-
ca da primeira fabrica.de Lisboa, aasim como
encontrai as Exm.M familias neste impor-
tante e8tabelecimenk> um grande sortimfnto
de artigos para casamento, cerno sejm ri-
cas grinaldas, finissimas meias trancas de
seda ligas, luvas brancas, Itques finos,
franja branca de seda, /azenda superior,
trancas, galdes, botcks, bicos "de blond, fi-
tas de grosdenaples e de sc-tim de n. 1 a
80, ditas de velludo, bicos de crochet bran-
co e preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
leias para vestidos, catnbraia franeexa preta
e branca para forro.
Cntilaria do Musen
Elegante
Navalhas muito finas, cabo de tartaruga,
mtiito ricas e modernas eollenhas para se- Jd- j
r,hr ,..-;a.6_...... pj. marfim e bfalo, do aflamado fabrcenle
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperpla, tartaruga, marfim, tesotiras
finas para unbas, costara cabello, talberes
para mesa e para doce, de diversos preces
e qodidades ditos muito finos com cabo de
marfim, superiores garios de metal raneo.,
grande sortimento de coibere3 para cb,
e sopa de metal muito fino, trinchantes com
cabo de marfim por barato preco.
ftW

ARARA
ESTA YENDENDO O RESTO EE ^UAS PE0HIN>H4S
lfi ROA DA IMPERATR1Z N. 72
A SABER
No Musen Elegante
eocontrarSo as pessoas fallas de vista um
completo sortimento de bculos de aro de
tartaruga, bfalo e ac, e lambeta pencinez
de tartaruga, tfalo, a'co
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende 1 muitQ acreditada tintura ingleza
(a qual moslra o seu bom c-iluto pooco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dosj cabellos (colorigenio Ri-
gand) que em menos de oito dias d aos ca-
belles .a sua cor e brilhe primitivo, e dtpois
deste tempo s bastar usar de oito em oito
dias para conservar o matiz adoptado..
Exposipao de lencos
MSEU ELEGANTE
vende lencos brancos finos a.1^700, 2*5700
e j_tb5nf;ados a. 3*5500 a du.z;a, e muito
finos d esj?tii3b tambem abanhados a 6*5500,
7*5, 9^1 e 12*5 a duzia.
ESTOSE ACABAyDO.
Redur$d(y deprt$os para acabar
As mantinhas Olindenses de 1^500 a U
cada tma, toalhas psra mos e para
ps a 4500 a duzia, ricos estojos para va
gem com todos os accessorios por barato
preco.
f LORES E ENFEITES PARA CABECA.
O Mnfeu Elegante recebeu ricas crina
das de cores, e ilndos enfeites e chapeos de
velludo para as Exms. senboras, assim
como fitas lisas e escossezas muito largas
para cinto.

ATTENCAO
.0 Masen Elegante veixfc perfumaras do acreditado fabricante iuglez J. 4 E. Alkinson, previne aos amantes do bom
gosto, que os arugos vendidas oesta casa sSo por precos rasoaves e da primeira qualidade.
M NO MSEU ELEGANTE
N. 1-Ra Estreita-do RosarioN. 1
DE
11:11it 1;ina, utitij\ c.


. .

.


DO
CYSNE
U RM DA HKIATMZ \ M
GRANDE ARMAZEM
DE
a: LOPES.


Esta nova loja acha-se completamente sortida de fayenzas dfoste de todas
qnalidades, tanto de seda como de 13a, linho e de algodao, e dasejando seas proprie-
tarios dar sabida s mesmas estSo-resolldos a vndelas por precos to mdicos e
icommodMos ao fnteresse de todos que por certo agradarSo aos pretendentes.
Os proprietarios desta loja convidam, por tanto, s -excellentissimas familias,
aos mascates e todos em geral, a visitarem -sua swpradita nova loja e so offerecem
a dar s mostras e mandar as fazendas ;is casas, promettendo toda a commodidade nos
precos e sinceridade no trato.
.
Grosdenaples preto.
Ha um completo sortimento deste artigo
qae vendemos por preces baratsimos.
<-rodeiiapIe de crea
Temos os mais liados grosdenapies de
cores de superior qualidade, que vendemos
por precos baratsimos, por termos feite
ama grande compra.
Ponpelinas de cores.
Recebemos um sdrlmento completo, tan-
to com flores como em zadrez, e vendemos
por menos que outro qualqoer.
Setioa de lacea.
O Cysne receben os mais lindos set'ms
de cores, tanto maco tomo de outras qua-
lidades, que vendemos por menos qne outro
quarquer.
Alpaca.
Ha nm bonito sortimento, t-nto lavradas
como lisas e por precos commodos.
LS eom llstra de seda.
O Cysne recebeu ,'as com ristras de seda
de lindos padrSes, e preco commodo.
Ditas Usas de tma a cor a 400
rs o corado.
Ditas eom xadrez padros mnito modernos
qOe vendemos por 500 rs. o covado,
pecbincha.
Hadapelen.
O Cysne tem uta esmpleto aortimento
de madapltes de todoa o precos e qnali-
dade8.
Ttm s urna qualidade da madapoio fran-
Wi que especialidad*, tanto no preco
como n cjoalidda ie.
Cana'sas bordadas.
Temos camisas b( rdadas do raelbor gus-
to, proprias para casamento, que vendemos
muito barato.
Camisa fraacezaf inglezas.
Temos camisas desde ore&o mais ba-
rato at ao mais caro, a asi rtigw temos
ima qualidade qne vendemos a 3^000, e
para a qoiil Chamamos a aUeefo do nossos
iregoezes.
C-imisas de flaoellt Me cor.
Fiaemoi uuaa compra daaists de*i-
sslla da cOr, qos vwstnwrssr aratisshaloi
Diu d* ram de lodof os-sfeoi; temos
ama quaJiduda moito sapsrisr osa airas
da csr, 1 ***** !(>.
Tiraa bordaas.
O Cywa te tapados e traoaparetrtss, qne voleW me^
of atoa .Krrqttalqir.
P FRER A, I R m AOS
Ra
Casemira de cores
Temos um bonito sortimento de casemi-
ras de cores e pretas, que vendemos mnito
barato, assim como um sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira de Vienna.
Ha casimiras de Vissna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes pata guarnico de
sala, desde os maiores at os menores, e
os precos sao baratissmos.
Ctrtiaados
para cama e janellas.
Temos o melbor sortimento deste artigo,
tanto para cama como para janellas, os pre-
cos ao por meaos que em ootra parte.
Tambern temos catnbraia para cortinados,
que vendemos por barato preco.
Fustoes brancos.
Temos lindos fstoes brancos com listri-
nhas, proprios para ronpas de meninos e
mesmo de seanoras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brincos com 1 tetra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de.bom gosto, baratsimo.
Coicas brancas e de ooros.
Temos colxas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barato -preco.
CHALES.
O Cyflfe tem om bonito Bortimento de
chales Ife Hrib de cores a pretes, com
franjo de seda, e entre estas cualidades ba
nos que vendfftoe per li<otf, e yroe son
preco foi de 4*51.
Espartilbos.
Ha espartilbos de todos os tamanbos e
das melhores qoalidades.
Cmbralas de edres.
Ternas catnbraia- de c6res proprias para
Toopas de meninos e de senbora de HndtsJ
padrees e ptima qualidade.
Meias para borneas e seehoras
O Cysne tem comp'eto sortimento de
metas, tanto para'bomens como para se
roboras, meninos e meninas.
F izendas para loto.
Temos fazendas para loto, dotadas as
'qnalidades, como sejam : alpaca, contao
priaot za, merino, Corabraiaa,' laaa- pretes,
scete.
Cambraipa brancas.
Ha um completo sortimento de organdys
com listra aseliaada.da lindos fostos e un
I doraos.
Primeiro de marjo n. 15, ouir'ora roa do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seus numerosos amigos
participan Manoel Joaquim Pereira e Manoel los da Costa Pereira, qne acabam de
fundar um rico e sumiptuoso armazem de lonca porcelana, vidros e cbystaes ra
Primeiro de Marco, outr'ora ra do Crespo n. 19, sob a razo social Pereira i
Irmos.
A longa pratic e conbecimentos de -qne dispoem os aonunciantes neste ramo
de commercio, a que, ba muitos anuos, se dedicara, os tem habilitado a satisfazer as
necessidades da populacho desta provincia e suas limKrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantageoa do que qualqoer octro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignndose de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe os annonciantes vem de dizer.
LAASINHA A 160 RS. O COVADO
Vtnde-ie'arsintas (ara \esiidos de sen-
boras e meiMii-, e.o barato pteco de 160,
200 e 400 Tg. r covado.
CHITAS IARGAS A 2(0 RS. O COVADO
Vende-fe cbitas f. anea as para vestido de
easa, iOO, 240, 280,3-0 e 380 is. o Oo-
vdo.
CASSASFRANCFZASA240RS OCOVADO
Vend-se francezas para vettidos
240, *80, 400 i-. 440 ra o co*ado.
ALPACAS HE COliES.A COO RS. O COVADO j
Vende-so alpacas e cores pra vtstido
de senbfras a 5 O e 640 rs, o covado
nRlLHASTl.NA BHAN :A A 500 RS. O COVADO
Veaue-se bnibanlina blanca 500 rs. o
covado i
FCSTAO TE CORES A 360 RS. O COVADO los
1a? 3S0O, B, 6 s7tf.
COKTESLE CAiEMiRA PRETA A 3|?50
Vonde*se cortts de casemira i rita para
calca a W 0.' 4# e h pa-a liquidar-se.
CORVES DECAU.RAIA A 2A500
Vndese co/tes de cam'raada cors a
2500 pra liquidarse
Vende-se 2 r^gi^troe 1 judie ro para
caz, na ra da IraLeratriz n. 72
BANPE JJQTJIDACIO
DE R01*A*FE1TA
Vende-so palitota de panno jrtto >aceta,
a 6>, 8* e 100, fie castmira de coi *
5d e 60, dit^i de alf ata prcta i 3 e 4#,
dito de brim de cores i55 <, H e
25 30, ditos-re ntia casemira i 2d' e 3o\
fraques de casemtras de r> m 8 t
Vende s t fu-o e cotes para ves.idos W, coiletes de brm de ( es a Me
30 iisoc v;d ltSOO, ditos de casemra de cores wBBH
ALPACAS PRETAS A 5 O RS. 2(5S.O e 3^5CM,dito8 preoa depanno, e
Yffl.de-se \ Ipac^s pretas 500, 640 e 800, de eastmtra preta, |10 4*. Jilos 1
rs dUs do libias aaaULaias boa, para merit para Ido eben-bazma, a m
csl,ar calcas do ca.eufira de corw, a tj>
\LCOf>A0 PE LISTA A 160 RS. OCOVADO 60500 e 80, dita* de ditas prtta, para
VewtoM MrmIo de lista pira rcupa 6*500, 8*? e USO*, d.t
;,fgo-
de rswj lf C rs. o ef.vad .
HHLVI bOJNA A 50 R^ O .METRO
4*.
u,
6,
riaa < rti a-
rio, 10, IWO, 2J e 2*50,;para acatar,
dita3 psra Itto de alpaca de eoro epr.i;-
\eo."e-fe brioi lona sardo pata calcas de cesa U UU, ditas zoes Pfwcra-
quetn nabfta pnc ser muito forte, 500;v<>s s dit
rs. o ir cu o ou 30 rs. o covdo.
CHALES UE CASSA A 50 RS.
Vernie-se cnales de cassa braDca 500 rs.
<^a COBERTORES DE AL iODO A 04CO
Vende-se cobertores de algodao 10400
para acabtr.
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS A 20
Vende-se cb.-les de merino estmpalos
i 20000 e ^OO rara quidar-se
CNRTES DE GA^GA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortea de ganga para calca de
homem i 800 rs., para lqoidar-se.
LENCOS BRANCOS A ^6"0:0
Vende-se lencos brancos 20000 duzia,
para acabar.
BRAMANTE DE LINHO A 280C O METRO
Vende se bramautt de linho cem 10 pal-
mos de largara proprio para lencas
2800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 205OO
Venie-se cobertas de chitas 20500 cada
tata.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vender cm resto de c lannhos de papel
200 rs. du7ia.
MADAPOLO A 302IO A PECA
Vendc-se pte s de madapol3o m stado
3 30"2OO, dita> inglezas o tn 24 ja "das 50,
5i5i0. 60, rSeo. 70, 8<, 95 e lft|.
COhTES DE CASEMIRAS DE CORES A oi
Veade-se ctrtes de ca emins di cores
30000.
ALGODAO DE 20 JARDAS A 3800
Vende-se pecas de algo-5o cem 20 jsr-
800 is, camisas de ri.-cado rara s-tnic d
campo 800 is. e 10< O, para iiquiaar-6%
0 atrs militas rcupa'a ftils que te vende
sem r ta, tem afumas dtfefs, o qte f
vtnde mais barata da que etts anunciado.
GOLL^HAS ^ARA ACABAR
Verde--e goMmb^s pan senborjs e *
n'nas 100 e 2f0-n.
GOLIXHAS E MANGUITOS PAft.4 LIQUIDABA?
AoOOUS.
Pira liquidar-se vende-se goliahas de
trafpasso, multo boni as ."00rs, cada ud.
N0V1DADE
Roga-se a todos o deve.lreada m-ssr.
fJli a de Guimsics A Silva. denominJL
Jardim dsa Danvs, 0 favor de vir taldar
sof contaaou debitas- mais breve pistive).
1 que assim nao fizersei seu nome declarado
por extenS neste Diario, derij^m-se
ra da Imperatiiz n. T2.
COMViU LER
Precisa-se Miar c m os Siguintes Srs 1:
negocio qoe Ibe diz respeito a f ees iLteres-
sea, na ra da Im eratru n. 72.
Augusto enira Mjriiis Ribeiro.
Baltasar Marques de Uliv. ira.
Jo.' Thonuz no Nascimento
Manoel da CosU Trav.sscs
>ebastiSo Antonio de Albuquerqre.
Adelino da Sil* a Pinto.
Jlo Isidoro di Cos'a Jambozeiro Jaoior.
Igna o Francisco Gomes.
J;sR-'berto do Na.-cimento. .
Feliciano da Cuaba C. de Albuqneiqae.
IMPORTANTE LIQUIDA^lQ
BAZAR DA MODA


De um grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricante d
ParisE. CoudrayEd. PinaudL. LegrandViiletGell Freres--MompelsBleu-
se-HadanconrtCottance-e do moito acreditadoG. Rieger de Frapfojl.
Recebido tudo directamente dos mnsmos perfemistas, e vende-se pelos admi-
raveis precos segoimes:

OreS d6 XeiTO de derntes Umhoi. *
x icDSttS fa ferro para COpij|r cartas.
OnapaS ge forro gavalnisadaa para telheiroe.
Tachos

Estes artigos achara-se a venda
casa dos importadores
Shaw, Hawkes 4 C,
rita da Chuz jv. 4.
de ferro para assocar.
XlxllUUp americanos para varaea e ladeira.
JuaClIaS wpore de cortar fomo.
varrluflOS ,je Mo para saceos e atierros.
. Venezianas para jIMUMi
BalanC^S decimaes e outras.
Pog5es de ferro.
EnXOfrO MttI,e, e.etc.1
M^OJA

Ra do Cabag B. 6
AntOBio Francisco dos Saltos &
a
fina da Imperatriz n. 64.
MsjUsOQtras fabadas temos que poderhoos aanitoetais mas
ntadeabo a r>ftpehave! pobneo detxamos da s-fliaer. Petemos ***&
5ffiMfJ JflfraDgai de ooirtrfaaliaer ckn> p*rs mvm-miifUM; *
Esta'ovo estabeTecimento acaba deTeoeber umeejapteto eormento
jectos de gosto e inte'ramebte nwos, a saber;
Poupeimas de sed, com lindos dse- Crochets para eaeiras e bou.
'nbos.
Hobreta de seda de csfes.j f reta.
Cortes- de cambraia bordados
Grande soitimento de Has e a: pacas-para-
veatilos.
Cortinados reamente torda** para ta-
ma.
'GratiaWiTas brancas, ts&i nova.
**ias ectmites bortfedas-ptrasirtiboTt;
'TifelW'la'IMlos 4s "
9t pmyrifttaio8 da Ci lina ft
de obr
lebas de 19a e sed'para cama,
aquinbos deflorgarao ptelo.
s para bapttsades.
chapees para seabovaa,
da morada.
bnho, camisas lisas e borda-
em.
de nbf esMitbao.
am as 'deiisMas aacjaiobas.
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8
Diario de Pertumbuco Trro eim 2S de Malo de 1871
JRISPRDEWA.
HC-io e
dcc
AMeM prarlmdal
Parecer da commissio de constit1
poderes icerca de tuna lei nio sanciona-
da, no ptoxim fiado anno de 170.
A commissio de constituigio e poderes,
devendo iaterpor seu parecer a respeito das
razoes que determinaran) a presiden ;i a
negar sancgo a lei de 4 do julho do anno
prximo paseado senle o mais profoodo pe
aar de exprimir o seu voto.
Por mais respeito que Ihe merecen) as
luzes da iatelligencia do magistrado }'>'
julgou aquelle acto legislativo como exor-
bitante dis attribuiges conferidas a esta
assembla e de resollidos inconvenientes,
a commissio obedece lei do dever e a
sentimento de intranbada convicgao expondo
em. termos os mais concisos possiveis
quaoto podem caber na materia os motivos
de ua divergencia acerca da tio grave as-
scmpto.
Dispoz a citada lei de 4 de jolho que as
caasas da fazenda provincial, que ora cor-
rem pelo juizo privativo dos feilos da la
'nda geral ficassem competindo a >s juizes
de direito do crime deta capital, e qoe'o:
presidente confecciooasse um reglame lo
especial para a ditribugij das mesmas
causs entre os mencionados juizes.
A (ira de serem bem apreciadas, e nio
perdertm o mnimo quilate de seu valor,
a commissio traslada para aqu, religiosa -
mame, as razas expendidas pela presiden-
cia em jostificagio do seu acto, deixando
de dar sancco a referida lei.
Nio compete s assemblas provin-
ciaes dar a empregados creados por lei ge-
ral aitribuices, jurisdiccio e alfada, qoe a
mesma lei garal nio Ihes dea : art. 10
7o do Acto Addicional e art. 2' do decreto
n. 105 de 12 de maio de 1840. >
< Aos juizes de direito desta capital nio
deu-a lei geral jurisdiccio civil e sua com-
petencia limita-se comarca.
t O presente projecto altera essencial-
mente as altribuicas e competencias dos
referidos juizes, o que equivale a creacJSo
de empregos geraes, qoe as assemblas
provinciaes de modo aigom podem crear:
citada lei art. 3*.
f O mesmo projecto assemelba-se e em
nada di Tire daqaelle que estabelecesse, que
ao juiz de paz ou delegado do Recife 6ca-
va comp-lindo o conbecimenlo e decido
dos feitos da frzenda provincial.
< Nio se ple argumanlar com as aitri-
buices queja teem os juizes de direito das
capitaes das provin-.ias em que nio ha jai
privativo doj fitos da Nzeoda. Foi a lei
geral, o poder competente que assim o de-
terminou (decretou)
Pelo lado da conveniencia, em qoanto
dorar a creagao do juizo'dos feilos da fa
zenda do vera nelle ser juigadas as causas
da fazenda provincial. As razoes sao as
mesmas, quer se trate dos fritos da fazen-
da geral quer da provincial.
Acresce qoe assim evitam-se conflictos e
maatem-se a homogeneidad da jurispru-
dencia. >
Por estas raz5es deixo de sanccionar
o projecto. >
Assignado Francisco de Assis Pereira
Rocha.
_ Parece commissao que seme hantes ra-
zoes n3o sao procedentes, e revelUo exira-
nbeza sobre a materia.
Trata se de saber : Io se podem as
assemblas provinciaes separar ou remover
do juizo dos feitos da fazenda geral o cor.he
Micelio dos feitos da fazenda provincial,
commetiendoo a onlro juiz : 2o se os
juizes de direito do crime podem exercer
essa jurisdiccio.
Qjanlo primeira qoestao nao pode ba-
ver dovida de que compele s assemblas
provinciaes o direito de designar juiz que
appliqne as leis provinciaes sobre impostos
e modo de sua arrecadago aos casos oc-
cnrreues. 1" dootrina baseada na aatori-
dade dos mais notaveis estadistas entre os
quaes avalla o sabio Visconde do Uraguay
em sua obra sobre a administrado das
provinciase que j foi consagrada pelo
decreto.de 14 de jolho de 1846 ouvidasas
seccfies de fazenda e Justina do conselho
de estado.
Conm citar a integra deste decreto :
As assemblas provinci es tem o direito
de decretar que as causas da fazenda pro-
vincial se processem e corram no foro
commum ou perante os juizes privativos
creados pelas leis geraes para ss caosas
da fazenda publica nacional, e de estabelecer
as reg as que mais Ibes pareci condu-
centes para a boa arrecadago e fiscalisa-
ce das rendas provinciaes, pois que sem
essa faculdade seria Ilusoria a qu9 ellas
tem de crear as mesmas reodas.
A lei geral n. 212 de 29 de selembro
de 1841 restabelecendp a jurisdiccio pri-
vativa e improrogavel do uizo dos feitos
da fazenda, determioou que, a excepto da
corle e das provincias da Babia e Pernam-
buco onde haveria um juiz de direito es-
pecial com a denominado de juiz dos feitos
da fazenda, servissem como taes as ootras
provincias os juizes de direito da capital.
Ora esta le oao falla da fazenda provin
cial: e seria indesculpavel semelbante
omisso se a assembla geral Dio tivesse
entendido que era da competencia das as-
semblas provinciaes resolver sobre a soa
fazenda.
O regulameoto provincial do Rio de Ja
neiro determmou, que toda a divida activa
da provincia, que nio fosse paga adminis
trativamente pelos collecttdos e os impos-
tos que Dio fossem pagos at o encerra-
ra nto de cada exercico seriam cobrados
executivarneute perante o juiz dos feilos da
fazenda geral.
Esse juizo foi extincte pelo decreto n.
733 de 20 de oovembro de 1850, que o
o&io ao juizo dos feitos da corle. Veio a
lei do orcamenlo provincial do anno seguio
te e declarou do sea art. 7 que 0 juizo
dos feitos da fazenda provincia! continuara
como se achava determinado, expediodo
para esse flm o governo o regulameoto e
instrucges necessarias e foi esse juizo de-
clarado permanente pelo art. 4o da li pro-
vincial n. 633 de 18 de oalobro de 1852.
Ficou sendo eolio juiz dos feitos da fa-
zenda garal o da corte somante e dos fei-
tos da provincia o juiz de direito de Ni -
theroy. Sascoo-se a qaestio da compe-
tencia attriouida a este juizo, ao qual tinha
o de:re.o citado lirado a jurisdiccio da fa-
zenda publica naciooa', e sendo ouvida a
seccio de f zenda do conseibo de Estado
declaro j, qoe oem por issa ficra o dito
juizo incompetente nos feitos da fazenda
provincial. E oessa occasiio baixou o
decreto n. 1298 que flrmou : que a ju-
risdiegio privativa que pelo art. 4* i lei
n. i de 29" de novembro de 1841 com-
peta ao joizde direito di capital da pro
vincii do Rio de Janeiro para conhecer dos
feilos da fazenda, .subsista, e coolinuava a
ser exrcida a respeito dos feitos da fazenda
provinci .1, enlendendo-se a extincgio deter-
minada soraente lm tada ao conheciment >
dos feitos da fazenda geral que eram os
joo deviara correr peante.o juiz desfeit
di crie.
Ficou por tinto prevalecendo a legisla
i;.a) prnvin iah e corroborado o decreto de
14 da jolho de 1818.
. A lei prd>in*ial do Rio Grande do Nor-
te n. 270 de 22 da mirgj de 1853 desig-
ohi o f'o commum para as causas da fa-
zenda provincial. E seo 1o essa lei reraet-
tid a seccio da jdsiica do conselho de Es-
tado, esta em sua maioria declarou, qo9
ella nada ti iba de exorbitante.
A vista de todos esses cisos julgadoj do
direito administrativo patrio, a commissio
nio pode deiiar de conformarse cora a
dootrina qua. eiles consagram e autarisam
inspiraudose no proprio Acto Addicional
que d as assemblas provinciaes o direito
i de legis'ar exclusivamente sobre os impos-
tos necessarios sdespezas da economa e
rgimen particular das provincias.
Por esta mesmi asse oblea foram p'o-
mulgadas leis nesse senti lo : a de 13 de
abril de 1839, estabelecindo qaea legisla-
?3o geral de fazenda em vigor regalara a
administ'acio e arrecadacio das rendas
provinciaes naqiilio que nio houvessem
disposto o contrario as leis provinciaes : a
de 17 de novembro d> 1846 passando o
conbecim rato doi feitos da fazenda provin-
cial para o foro commum : e finalmente a
de 6 de miio de 1852 que eslabeleceu a
carapetencia d> juizo dos feitos di fazenda
sjer I para cnhecer d05 f itos da fazenda
provincial.
A cornmiso pois diz com o senador
Vergueiro : como se pode c raceber o di-
reito de legis'ar sobre impostos e nio o
le determinar o modo de arrecada-los ?
Diz a presidencia, porm: nao compete
s assemblas prov.nciaes dar empreza-
dos creados por lei ger.il atlribuic5es, ju
risijicra i e aleada qu i a mesma lei geral
nao Ibes deu. Mas isto lio vago, para n3o
dizer t'o sem applicaQio ao objeclo, que
:abe no idein per dem. E' resolver a
questii pela questo, dando-lhe a forma
de aphorismo.
Resta saber porque nio podem as as
serablas provinciaes commetter a empre-
gados geraes attribaics sobre negocios
provinci-es ?
Mas onde est a lei que o prohibe ? A
commissio desconbecea, e, ao contrario,
ve o proprio juiz dos feitos da fazenda ge-
ral, e tambem provincial; em muitas-pro-
vincias o procurador fiscal geral, e provin-
cial ; e es collectores; todos empregados
creados p>r lei geral, e isso nio obstante
reunradj aitribuices, jurisdiccio e aleada
que a mesma lei geral nao Ibes deu
As assemblas provinciaes n!o podem, e
isto oulra cousa, crear juizes novos, par-
ticulares seus, para a arrecadafio particu-
lar de seus impostos, porque a organisagio
da justiga urna s em todo o imperio e o
acto addicional a reservn para a assemb i
geral.
Ni-i podem tambem estabelecer ordem
nova de processo para essa a-recalago,
porque as garantas qoe a ordem do pro-
cesso confere ao cidad3o sio de direito pu-
blico constitucional e devem ser derivadas
do poder legislativo da commoohSo afim
de serem uniiormes e idnticas em tod) o
imperio.
Mas, est escripto no acto addic'onal que
as mesmas assemblas em suas leis tm
direito exclusivo e independente de prover
acerca da arrecadagio administrativa, fiscal
e judicial das rendas da provincia e conse
guintemente de encarregar o tribonaes e
juizes creados por" leis geraes de conhecer
as questes jodicites relativas a exaegio e
cobranga dos impostos da fazenda pro-
vincial.
A justiga urna s no imperio; nao ba
jastiga geral e provincial. Os juizes sio
instiiui los para fazerem ju3tiga a todos e
sio obrigados a faze-la a to las as esiagSes
publicas ea todos 03 cidadios. ( Vi conde
do Uruguay )
Nao portanloo acto da assemb'.i que
Ihes confere carcter e jurisdiccio, mas qne
oscoistitue competentes para julgar de
urna cena ordem da factos do direito par
ticular das provincias, do mesmo modo
que, quando o cidadio recorre a .itonda-
de acerca das quesles do seu dominio pri-
vado, em que ella antes disso nio tinha
interferencia alguma directa, nio qos Ihe
d a jurisdiccio, o poder de julgar e deci-
dir as mesmas que-tres, mas a competen-
cia que o exercicio da jurisdiccio.
A commissio passa ao segundo ponto do
progrmala qoe frmulou.
Almittido que as assemblas provinciaes
lenham o direito de remover do juizo d s
feitos da fazen la geral o .conhecimento dos
feitos da fazenda provincial, podem com-
metter essa jurisdiegio aos juizes de direi-
to criminaos ?
A primeira proposito foi demonstrada,
primo com as disposicoes do acto addcioaal
interpretadas raclonaveimente, pois que ao
direito de imor contribuicoes e csrrelato o
de regalar e prescrever os tramites e o mo-
do de sua fhcalisacio e arrecadaoSes ; se
cundo com a opiniio aotorisada de estadis-
tas provectos e profundos na sciencia do
direito administrativo ; tenia com o voto
do coo8:ltro de Estado, com o decreto de
14 de julho de 1846 e finalmente com os
exemplos das assemblas provinciaes, que
tem deliberado no mesmo sent do, sendo
mantilasassuas resolugfcs e reconhecido o
seu direito.
Falta pro?ir o mais objectivo e essen-
cial: se podam os juizes de direito crmi -
naes ser designados para proverem judicial-
mente a arrecadagio das contribuigo;s e
impostos provinciaes. Ssgunda proposi
Ci.
A commissio j referi o exemplo do
juiz de direito de Nitheroy que deiundo de
ser juiz dos faitoi da fazenda geral, cargo
que passou ao da corte, ficou todava ser-
vindo nos feitos da fazenda provincial, Ci-
too o decreto n. 1298 que foi expedido pe-
lo goveroo gera!, manteado o mesmo juiz
ao exeracio des a jarisdicco a que nio se
podiam entender os effeitos da competencia
relativa aos feitos da fazenda geni afT-jcta
aoda corte.
Este precedente por si s bastara para
resolver a questlo, Nio era passivet que,
se elle importas ama anomala judiciara,
o poder peral encarregado de dir'wtrac-
C5es para a boa execugio das leis o conftr-
masse expeda lo o citad y decreto, do qu il
se v claramente qu? a jurisdiccio acerca
dos negocios da fatenda provincial inde-
pendente da ootra, como sao por exemplo
a orphaoologica, a commerciil, a provedo-
ria de capellas e residuos a'respeito da
civil.
Todos os negocios qoe pertencem a essas
jurisd;cgrjs especiaos, sabe-se, teem a mes-
ma orgem civil, partem das mesmas rea-
g5es modificadas porrreumstaacias relar-
vas e peciHires ao sado das pessoas.
O direito d') orphio di mesma fiature-
za do que tem a pessoa sui juris qda ad-
ministra libremente seus bens e d> mesra >
objecto, mulath mu'andis; mas 6 trata lo
perante juizo especial. A^sim que, emb ra
sejam os feitos e negocios judiciaes de urna
e oulra fazenda similares e homogneos nem
por isso djixam de pertcncer a duas diver-
sas e respectivas jurisdieces.
Se o juiz dos feitos da fazenda geral
fosse por isso mesmo juiz na fazenda pro-
vincial, desappirecia a questio ; mas j Q
cou d raionstrado que nio, que compete as
assemblas provinciaes designar o que deve
exercer essa jurisdiccio.
Ora, pergunta a commissio:Se o juiz
privativo drs feitos geraes pode accomalar
a jurisdiccio dos feilos provinciaes, que nii
Ihe foi dada pela lei geral, que nio urna
consequencia diquella qoe elle exercia por
essa lei, e que Ihe foi ommettida poste-
riormente, diramos melhoraccrescentada
por acto da assembla provincial, porque
nio podero acceta-Ji do mesmi modo os
juizes de direito criminaes ?
Onde est a razio da incompatbUidade ?
Na lei geral ? N3o. Esta deu a cada nm
a sua jurisdiegio circnmscripla e definida.
Aquelle juiz as causas fiscaes da fazanda
geral, e estes sj criminaes cora algamas
atlribuc5es civis, fuoccionam como tribu-
naes de 1* instancia no crime e exercem
em correi'cio os achs qua competiam anti-
gamente aos pr .vederes da comarca: ne-
nhum foi investido da missao de julgar i-s
ausas fi aquelle poda acceita la nio obstante ser
privativo dos feitos geraes, estes estio indo-
bitavelmente as mesmas condigSes e tem a
mesma aptido legal.
Ou o faci de ser juiz na fazenda geral
importa o de ser tambem na fazenda pro-
vincial, o que ni) verdade,ou, alias,
tanto aquelle como os juizes de direito cri-
min es, uns e o tros com attriboc5ej limi
tadas, podem exercer essa superveniente
jurisdiegio.
Deste dilemma ha de ser difficil sahir
ras que impugnam a lei ni) sanecionada.
Levautase, porm. a objeccio de que os
juizes de direito criminaes nio sio do foro
commum aos quaw se refere o decreto de
14 de julho de 1846
Jjizes do fdro commom sio, entenle a
commissio, os que nio sio do contrato, es-
pecaes, ou privativos. Toda a jurisdiccio,
porm, limitada. O foro commum o
que nao excepci nal, v. g o commercial,
o militar, o deorpboe; mas, nem por isso
deixa de estar comprebendido Das leis da
geral competencia judiciara.
Ora, os juizes de direito crimioaes nio
leem jurisdiccio excepcional: logo perteo-
cem sem duvida ao fdro commum.
A commissio deixa este ponto para ser
melhor dilucado na discussio afina de
nio abogar demais o presente trabaio, e
passa a tratar de outro especioso argooaen-
t) apresentado ex-adver$o>.
A jurisdiegio dos feitos da fazenda pro-
vincial, diz-se, compreheode todo o territo-
rio da provincia e a jurisdiccio dos juizes
de direito criminaes limita-se a circumscrip-
co da sua comarca: nio pode a assembla
provincial estende-la; ea-horbita se assim o
fizer.
A commissio contesta o principio de que
nio podem as assemblas proviociae3 crear
jurisdiccio sohre negocios puramente pro-
vinciaes. Pondera que o argumento prova
demais e por conseguate nio prova nada,
porque conclue que somente ple ser juiz
dos feitos da fazenda provincial oda fazenda
geral pela razio deque este tem jurisdiccio
em toda a provincia. Como se a jurisdic-
C) provincial nio tivesse por si a mesma
extenso, o mesmo privilegio, o mesmo
fdro.
Quera deu ou qual foi a bula que confe-
rio a > juiz d is feitos da fazenda geral como
juiz dos feitos provinciaes |toridade em
toda a provincia ? Seria a sua qoalidade de
juiz dos feitos geraes ? Nio.
Por outro lado o mesmo argumento fu-
da-se e a nm principio falso, o de snppor
]ue a jurisdiegio dos juizes de direito cri-
minaes rompe os diques acceitando elles a
jurisdiccio sobre a fazenda provincial.
A assembla nio estende de nenhum mo-
do aquella jurisdiegio, nio i altera nem faz
sabir de seus limites. O juizes de direito
criminaos como taes, apezar de juizes dos
feitos da fazenda provincial, ficam com a
sua jurisdiegio, geral, circumscripta a res-
pectiva comarc*.
Se orna jurisdiccio destnela da outra,
tendo cada ama as suas leis, o sea fdro'
particular, segue-se qoe nio podem fundir-
se nem alterar-se reciprocamente. Tam-
bem os juizes do3 feitos da fazenda geral
tem a sua jurisdiccio eircoascripta s a
conhecer desses feitos.
A commissio nio se recorda mais dae
nbuma outra objeccio a qoe Ihe cumprisse
respon 1er e Ihe parece que no terreno le-
gal da questio deixa a sua opiniio vetoe-
dora.
Qoanto s razdes de conveniencia e nti-
lidade do fim qoe se teve em vista tambem
nio tem duvida anda por esse lado, que a
lei nio sanecionada deve ser adoptada.
Est reconhecido que o expediente do
juizo dos feitos provinciaes j excessivo e
demasiado para ser accumul ido e desempe-
ado porura sjuiz. Esta provincia eres-
ce de da em dia em riquezi e populacio e
isto Dio pdedeixar de exigir a alleragSo
indicada na distribuigio do trabalho qoe
exercido por nm s onecionario desde qae
a provincia rege se pala forma qae Ihe foi
oatorgada na constituidlo.
As cansa fiscaes provinciaes, reunidas s
da fazenda geral, formara um expediente
in venc ve! para ser desempenhado conve-
nientemente por um s juiz cora a necesa-
ria presteza e aclividade, reclmalas pela
oatureza do objecto para que t instituido
o juizo. da arrecadagio das rendas, qur
provinciaes qur geraes.
Nunca a divsio do trabalho foi ioconve-
niente e antes sempre se consideroa-vsnta-
josa e proficua celerdade e ao resaltado
da exaccio e do aagumeoto de qaalqaer
servico.
tem, pois, psr todas esjas razo??, i
commissio de parecer q je a lei nio sane-
cionada seja de n vo suboetlida discus-
sio e votada na forma prescripta no acto
addicional.
Sala das commsses da assembla legit-
I itiva provincial de Pernambuco, 19 de
maio de tSll.Teijttim di S.J. Ca-
volcante.
Nio podendo concordar com o parecer
da maioria da commissio, e estando de per-
feto accordo com o parecer confeccionado
para ser apreseoado a esta assembla,
quando aquelle o fosse, pel Sr. depotado
Goncalves Lima, memoro effectivo da com-
missio e a qoem substituo accidentalmente,
apresento a considerac) da assembla o
referido parecer que siibscrevo.
Sa'a das commissdes da assembla legis-
lativa provincial de Pernambuco, 20 de
maio de 1871.Pernambuco Filho.
Vol em Reparado.
Nao posso convjr n >s fundam ratos em
que a maioria da commissio de conrtituicio
e podares pro:ura bisarsea pirecer sobre
a resoluco desta assembli. qne, traosfa-
nndo do jui o dos Titos da fazenda
para
os janes de direito da 1. e 2 vara desta
capital, o julgamento das cautas da fazaoda
provincial, deixou de ser sanciionid oel >
vice presidente da provi icia. E para justi
flear o mea vot, qao offaraco em separado,
passarai a ex or os motivos que a isso me
impelliram.
A materia desta resolugi) prendem-se t$
segaiot9s questas, cuja apreciagio previa
parece-me indispensavel para que seja adop
tada ou regeitada sua doutrina: 1.a, se as
assemb'as provinciaes podem crear juizes
especiaes, qae jalgnem as causas da
fazenda provincial; 2a., se polem as
mesmas assemblas, e em vrtode de
que dispo3ic3o, designir para o dito fin
os joizei creados por le geral; 3.a final-
mente, se o foro comuura, que o decreto
da 14 de julbo da 1846 permute que ellas
possam designar, s mete o civM, ou com-
prehende tambera o criminal. Da soluci"
destas questQes depende, meu var, a pro-
cedencia, ou improedencia da doatrina da
resolucSo.
E como sobre esse assumpto ji emtti na
sessio do anno passado o mea humilde
juno, em urna eaoosi.;i> cbolilencialmante
feita a um amigo, que Ihe deu pub'ieidade,
tranjcreverei com bgeiras midiflcac&es, para
fundameatar o meu voto, o qoe entio es-
pendi, e passa ter applcacio cada um
destas questSes.
1." questio.
As assemblas legislativas provinciaes nio
lera a atiribuicio de crearem juizes priva-
tivos para as cansas da fazenda provincial,
como est expressamente declarado por di-
versas leis geraes. e tem sido reconhecido
por leis provinciaes desti propria assembla
A lei g -ral n. 230 de 9> de novembro de
1841 revogou por inconstitucional ama lei
da provincia da Parahyba, promulgada do
anno de 181, p-rqae havia creado juiz
privativo para os feilos da fazenda da sua
provincia; e a de n. 316 de 21 de ootubro
de 1843 revogoo por igual motivo os arti-
Kos del a 9 da le provincial deSergipe de
7 de marco de 1839.
A incoustitaeionalidade dessas leis proce-
de da rocompelencia das assemblas provin-
ciaes para legislaren) sobre materia da ja
risdcco civil e criminal. Entre a aitri-
buices, qae Ihes conerio o acto addicional,
neoJuma Ibes d essa.faculdade, que pri-
vativa do poder legislativo geral. A err-
nea iatelligencia, qoe, em sentido contrario,
-t *}*am tempe se deu diposic3o do
i 7 do seu artigo fO-, cessoo desde que a
le de 12 de maio de 1840 declaran, que
a*ficaldide de crear e supprimir empregos
smente diz respeito ao numero dos mas-
aos empregos, sera- alieracio de sai nalu-
reza e aitribuices, quando forera estabele-
cidos por leis geraes. relativos a objectos
sobre os quaes oio podem legislar as as -
semblas, provinciaes.
2. quasto.
A legitmidade das atMboicSes jurisd:-
conaes depende da competencia do poder
que as decreta, e se as assemblas provin
ciaes n3o s3o competentes para legislarem
.sobre jurisdieces civis e criminaes, nem
para alteraren) a oatuneza e aitribuices dos
empregos creados por leis geraes, segue-se
qoe tambem nio sio competentes (rig rosa-
mente^ fallando) para determioarem o juizo
perante o qual devem correr as causas da
fazenda'provincial, salvo se j era compe-
tente por lei geral. Se nio era, na podem
as assemblas provinciaes dar Ihe compe-
tencia para conhecer de caasas, que nio
estio na espaera de suas attribuices.
Posto isto parece-me c'aro que o juizo
competente para conheeep de causas da fa-
zenda provincial e o foro commum, que
0 nico estebelecido pelas leis geraes para
todas as causas- civis, cora excepcio nica-
mente das da fazenda geral. para as quaes
fei creado, pela lei de 29 de novembro de
1841, iun foro privilegiado, um juizo priva-
tivo cora a denomioagio de juizo djs feitos
da faaenda
Nio tendo essa lei ampliado sua jurisdic-
cio s caasas da fazenda provincial,, antes
determinando no artigo 4, qae o sea jaizo
era improrogavel, deixou bem claro que a
soa jurisdiccio ficava circumscripta s an-
sas da fazenda geral; e sendo assim segue-
se que as da provincial em vigor de direito
de veri a m pertncer ao foro comnaom nico
competente pelas leis geraes para conhecer
de t>das as causas civis, era cajo numero
estio comprehenddas as de qae se trata.
Esta iatelligencia a que me parece mais
conforme ao acto addicional. e mais accom-
modada ao espirito de nossas leis; mas nio
a qae tem prevalecida na pratica, e sim
a doutrina do decreto de i4 de jaiba de
1846, que autorisoa as assemblas a decre-
taren), qae as caasas da fnenia provincial
corram perante o foro commum, ou peran-
te o juizo dos feitos da fazenda geral, como
1 es convier. As frequantes davidas susci-
tadas a esse respeito, e a urgente necessi-
dade de ama providsn a, que, fizando a
competencia das assemblas, puzesse termo
a soa tendencia para o arbitrio, deram or-
gem esse decreto que, supposto boaves-
se atalbado o mal de qae nunca coroa a
assembla geral, em avaha humilde opi-
niio excessivo das ttribaiges do poder
executivo, que nio poda exercer a atlri-
baiclo de interprei-r, como intrpretou, o
acto addicional, que da competencia do
poder legislativo geral.
Adcnittindo porm a doutrina dsse decre
to com) um facta consumando ha 24 anuos,
com sciencia e paciencia da assembla ge-
ral, declaro, qae ella tem sido quasi geral-
mente aacada, como base da competen-
cia das, tsembla; provinciaes attti mate'
r*
A assembla desta provincia o\?a o pri-
mei o exemplo, determinando qae o onbe-
cimento das causas da fazenda provincial
ficava pertencndo ao fdro commom, como'
se v das leis o. 160 de 47 de novembro
de 1846, e o. 208 de 27 de jalho de 1846,;
e no anno segrate transferio de novo esse
conhecimento para o juizo dos feitos da
fazenda, pela lei n. 237 de 25 de maio de
18 i9. O arbitrio pois que ella tem exer-
cido a esse respeito juntamente' aquelle'
qae d o citado decreto cuja dispasico lem
sido, desde a sua publicaclb, o termo regu-
lador de sua competencia nesse assumplo.
3 qusiio.
O fdro commum, q te as assemblas pro
vinciaes, em "irtude do decreto de 14 de
julho de 1840, podem designar para conbe
cer das causas da fazenda provincial*, so-
mente o civil, rio comp-ehende o crimi-
nal.
O foro criminal eo civil sao muito di ver-
sos em origem, meios e fins: necessda-
de de ordem diversa devem sua origem,
por leis diversas s3o reguladas, e para fins
diversos foram estabelecidos. S3o d versas
as attribuicoes, a competencia e a jurisdic-
cio dos respect voa juizes, diversos os pro.
C68S0Sempregados para os fins que s
prope, diversas as decisese os recursos,
e ain la diverso? os effeitos que d'ambos
resoltara. O complexo de disposicoes e ac-
Ces, que consliluem a jurisdicci) desses
joizes, estabelecido.por leis geraes; e urna
vez que as assemblas provinciaes nio po-
dem legislar sobre jurisdieces civis e cri
mioaes, como est demonstrado, segue-se
que nio podem alterar o qae a lei garal or-
denoo, nem confundir o que ella separou,
nem inventor as jurisdieces que estabele
ce'u para garanta das pessoas e direitos
dos cidadios.
Ora sendo as attribuicoes dos juizes da
crime novamente criminaes, lmitando-se
sua jurisdiegio a applicar as leis criminaes,
a a conhecer dos processos instaurados para
punigio dos dilictos, s debaixo do ponto
de vista exclusivamente criminal, isto s
com relacao as leis criminaes, e as aeces
crimDoaas o seu fdro considerado com-
mum ; mas sondo de natoreza novamente
civil o conhecimento das causas da fazenda
provincial, permittindo o decreto de 14
da julho da 1846, qae esse conhecimento
possa ser conferido pelas assemblas ao
fdro commum, parece-me evidente, que a
letra e espirito desee decreto refere-se espe-
cialmente a o fdro civil, nico competente
parlis geraes para processar e julgar cau-
sas civis. orno as de que se trata.
O argumento de que, nio tendo o decreto
feito distincelo entre foro civil e criminal
comprehende ambas, por que nio se deve
distinguir onde a lei nio distingae, parece-
me Bo ter aqu appcagio.
S&oos vedado fazer distioccio onde a
lei nio fez, qaando.sua disposigao expl-
cita ou implcitamente comprehensiva de caso
que ella nio distingue ; o que nio acontece
no caso verteote, em que nao pode o citado
desreto comprehender em sua disposigao
o fdro civil e criminal, sem confon lir juris-
dieces diversas, ejattribaices oppostas, fa
culdade qae involve a de erear jurisdieces,
que s pode ser exercida pelo poder legis
lativo geral. Seoactoadocioaal Dio dea
competencia s assemblas para crearem ju
risdieces, Dio era um decreto do goveroo
qae o poda fazer.
Demais parece memuito claro, que des-
de que se trata da autoridade, que deve
exercer actos de jurisdiccio-gvI, e o decreto
faculta s assemblas commetter o execicio
desses actos ao fdro commum, nio era pre-
ciso qae especificasse o civil para se dever
eotender, que s a ese foro se referia, por
que s- elle competente pelas leis geraes
para conhecer] de actos daquella oatureza.
Se se tratasse, por exemplo, de urna al-
imuit-ao criminal e urna lei ou decreto
conferisse ao foro commum, quera em tal
caso deixaria de sustentar que a referencia
era nicamente feita ao foro criminal ? Se-
melbantemenle, sendo a attribuicio de que
se trata meramente civil, nio pode haver
duvida de que a referencia feita ao foro
commum limita-se ao civil
Estas consideraos parecein-rae bastantes
para mostrar a inconstiiucionalidade do pro-
jecto n 117, cuja doutrina-nio s iuvasora
das attribuicoes do poder legislativo geral,
em vista dos fundamentas expostos a res-
petio da Ia questio,.como mesmo assenta em
base falsa, atientas as razoes expendidas a
respeito da 3a questio.
E iovasora das atlribuigoes do poder
legislativo garal, porque quer que esta as-
sembla conceda juizes do crime atteibui
ges de julgar no. civil,que elles nio tem
palas leis geraes; concessio que importa
a creagao de juizes especiaos para taes jal
gamenlos, que o que constitue a incoas-
tucionalidade reconncida pelas leis cima
citadas, de dde novembro de 184.1, 21 de
outubro de 1843, decreto de 14 de jalho
de 1816, em vista do disposto na|lei de 12
da maio de 1850.
Assenta era base [falsa, porque, fundn-
dole na erroaea interprelaci ao decreto de
14 de jalho de 1846, e nao podendo este
prestar-se iatellengia irracional e perigosa,
que selue quer dar, como est demonstrado,
se,'ue -se qoe a doutrina do, '.projecto. ea
destituida de fundamento ou assenta em
fundamentos falsos. *
Nada teria de accresceatar estas ebser-
vacoes, que nio foram reputadas, se a se-
guranza com que se tem invocado, a autori-
dade do vise ende do Uruguay a favor da
resolacio, nio me obrigasse anda 4 algu-
mas reffexes para mostrar qne suas doo-
trinas nio favorecen), antes impugnara a api-
olio da maioi-ia da commissio.
Tratando das attribuiges das assemblsa
provinciaes com relacia ao contencioso ju-
diciario, diz esse Ilustrado estadista nos
seus estudos orticos L I T. 2 cap. 8 sec
12 289 in fine: E' minha opiniio, que
a melhor, a mais conforme ao acto addi-
cional, por mais conducente ao jogo livre
e deseatbaracado das nossas insiituices, a
doutrina do decreto de 14 de jalho de 1616,
devidamente desenvolvida.
Desde que elle adopta a doatrina do de-
creto, e esta nio favorece a opiniio da
commissio, claro a divergencia entre a soa
doutrina e i di resolacio. Mas elle maoi-
festa-se anda mais claramente, quando, do
desenvtlvimento de sua opin'-io de accordo
com a dootrina do decreto; firma entre
outros a seguinte conclusio : Que nenhoma
disposigao do acto addicional obsta a qae
as assemblas provinciaes m suas leis en-
carregoem os tribanaes e juizes creados por
leis geraes ( tem os modificaren e a soa
economa) da arrecadagio jodicial de suas
rendas, a das questes judiciarias, que sio
relativM l sqa razendi, $ 290,
Na resiriccio, qae faz no parenlese. dai-
xi manife lamente ver, qoe as assemblas
provincias, u sroiclo do direito que
lss recoiihece, alo podara modificar os
pifos creados por leis geraes, nea soa
econdftia; e nisso est de aerfeite accor-
do com disposto no arL 2 da lei de 12
de maio d 4940. Mas conferir a attriboi-
gio de julgar os feitos da fazeode provin-
cial um juiz, qae nio tem jurisdiegio ci-
vil, nio ser dar-lfios novas altiiboicbes,
alterar sua jarisdicco 6 modificar as funs-
ges e economas do seo emprego ? E se
elle reprova essa raodifleago, como poder
concordar com a resolugio qae i estibe-
lece ? r
O argumento capital dos propugnadares
da resolugio o ficto snceedido na capi-
tal da provincial do Rio de Janeiro, e his-
toriado pelo Ilustrado estadista em sua
obra. Mas esse fado muito diverso do
caso figurado na resoluegao. Alli era am
juiz de direito, qae tinna jarisdiecia priva-
tiva para conhecer dos feilos da fazenda;
aqni sio j'iizes de direitos sera jurisdiccio
civil, nem cooraaium nem privativa. Ca-
os difieren tes sao podem ler a meima so-
lucio.
E' o decreto n. 1298 da 17 de dezem-
bro de 1853, que dk o juiz de direito de
Ni beroy, quando foi aatorisado i julgar as
causas da fazenda provincial, tinha jurisdic-
cio privativa para coobeoer dos feitos da
fazenda, oio obstante o disposto no art."78
do decreto n 736: He/ por bem declarar
que a jurisdiegio fWvaliva qoe, pelo art. 4
da lei n. 242 de 29 de noveaabr de 1841,
compete ao juiz de direito efe capital da
provincia do Ra de Jmiro para conhecer
dos feitos da faaenda, sobiiste, conlimar
a ser exercida arespeito dos feileeda fazenda
pr vmcial. .
Ai ida que a doutrina dete decreto- nio
me pareca fundada em noos principios, e
tenba seus visos de mistificago para- dar sa-
bida a urna oifficuldade pratica (porqjje
tS a comprehenlo como, depois de trausfe.
rida do juiz de direito de Nitheroy para o
dos feitos da fazenda da corte a faculdade
do conhecer das causes da fazenda, aiod
podabas so'asislir Daqoelle a competenoia
que Ihe da va a lei de 29 de novena'aro de
1841 ), comtudo, admittiodo mais esse fac-
i consumando, e partindo do principio qae*
elle estabeleee, nio posso dexar le convir
em que subsistmdo-naquelle joiz a jurisdic
Co privativa creada pela lei n. 243, como
declarou o citado decreto, rodobitavel era
sua competencia para enearregar-se do jul-
gamento das canias da fazenda provincial,
em vista do decreto-de 14 do jota de 1846,
cora o qual estio por isso mesmo de per-
feo aceordo as leis provinciaes n, 5S9 da
24 de se tem ro de 185-1 art. 7. e de 18 de
outubro de 1852 art. 4, que Hae deram
aquella autorisacio.
E como de tado isso sabia o visconde
de Uruguay, que todo bistoriou, segue-se
que, quaodo, alludindo esse fac, diz no
280 : Eslava a assembla provincial par-
feitamente no sea direito. Nio creoa nova
jurisciccio. Applieou a qoe era geral
provincial, conforme o decreto de 14 de
julho de *846 presoppoem naqueXe juiz
e jarisdicco estabelecida pela lei de 29 de
oovembro de 1941 e reconncida pelo de-
creto o 12t6%
O acto desta assembla, pelo contrario,
eonfere a aUribaicio de conhecer da*causas
da fazenda provincial fna capital de urna
provincia, onde ha juiz dos feitos da fa-
zenda) joiaea criminaes. qoe nio tem por
lei alguma jurisdiccio civil, nem privativa,
nem commum. Esta circumstancia, tollo-
cando estes jaizes em condiges muito di-
versas da era que eslava o de Nitheroy-, pri-
va-os de serem investidos por esta assem-
bla da aitvibuicio, que Ibes di a reso'.u-
Cio, nos termos do decreto de 14 de julbo
de 1846.
A doatrkaa do visconde de Urcyuay. anda
auxilia esta intelligeocia. No LtT.2
cap. 8 sec. lz 289 diz elle : Qeandoba
diversas aatoridades judiciaes eslabelecidas
pela le geral, urna commum, outra especial
para questes da mesma naturaza...
indispensavel que as assemblas- provin-
ciaes, quaodo organisam o seu servico pro-
vincia, e este se nio possa fazer sem a
interveneio iiaqoeHas autoridades... pos-
sam declarar a qual das autoridades se ba
de recorrer.
As palavras autoridade commum sao
entre nos appiicaveis duas especies de
autoridad >s, osa civil, outra criminal. Mas
elle ca acterisa de am modo lio claro e
oreciso a especie que oeste logar se re-
fere, que nio deixa a menor duvida de,
qoe civil : 1' porque sendo esta a ni-
ca que tem aitribuices da oatureza das.
que exerce a autoridade aepectal dos feitos
da fazenda, s ella sao appiicaveis as- pa-
lavraspara questes da aesma natoreza J
2? porque sendo a jurisdiccio criminal es-
sencialente diversa da do jaizo doefeites
da fazenda^ oto poda elle, sem absurdo,
-dizer que esses dous jaisos eram esteleei-
dos por lei geral para questes da mesma
natoreza. Logo a soa dootrina confirma a
intelligeocia de que o jaizo commum.
que se refere o decreto de 14 de jolho de
1846, o- civil, a nio o criminal.
E' porlaoto falso o fundamenta com qne
se atlribae ao visconde de Uruguay opiniio
idntica dootrina da resotucio ; doutrina
que tem sido impugnada por membrosnui-
lo dislinctos do cooselbo. .de Estado como
os Ilustrados senadores Costa Pereira, Al-
ves Branco, Vasconcellos, Marquea da Olio-
da e o o tros, qoe em seus pareceres sem-
pre a reputaran) inconstitucional.
J cima o dissa e insisto, a disposigao
desta resoluco importa a creagao de juizo
para conhecer dos feilos da fazenda provin-
cial, porque tanto vale crear novos juizes,
orno dar nova jarisdicco aquelle* que a
oio tem ; e qaalqaer das bypotheses op-
poera-se ao Acto Addicional e lei de 12
de maio d 1840, segundo a qual a attri-
buicio das assemblas provinciaes ea re-
lacao aoa emprsfos estabelecidos por leis
geraes, ou a respeito de qualquer ootra
materia, ou assempios sobre qoe nio po-
dem legislar, oio importa nenhuma ootra
faculdade se nao a de augmentar, ou dimi-
nuir o numero de taes empregos, e nunca
Iterar por forma alguma sua naiureu, e
attribuicoes, Pim Bao. Dir. Pab. Bras. T.
3 dec 3 I 7.
Foram estes motivos qae me dicidiram a
dissentir da opiniio da maioria da commis-
sio contra cojo parecer voto.
Sala. das (xmosissoes, 30 de marco de
1871.
/MffttM GuwUvuMno.
(Conmuar--Aa.)

)}
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lamiaaaaaaal


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