Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12389


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Full Text



1
AUNO XLI/il. NUMERO 113
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SEXTA FEHM 19 DE MAIO DE 1871.
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Por trea matea aflamado .
Por m dito* dem. .
Por nova dito* idaaa .

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Figneira




ao Avmwrmmt
Oa Sra. arardo Antonio AJtaa d filos, no Para ; Gonces 4 Pint, no Maralo ; Joaqnim Jos do Oliveira & Filho. no (W; Antonio da Lomo. Braga, no Araoaty ; Jlo Mana JoJio Chavea, no Atio ; Antonio Marqoa. da Silva, no Natal Jote Joafet
Pereira d'Almwda, em Mamangaape ;Felippe Estrella A C, na Parahyba; Antonio Jos Gomea, na Vdh da Penha; Belarmino doa Santo Bnleio, em Santo Antio; Domingo Jos da Costa Braga,
N"reth: Antonio Ferreira de Agotar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Alago ; Dr. Jos Martina Altea, na Baha; a Leite, Serqainho C. no Rio de Janeiro
--------------------------____________________________*
PARTE ornciAL
"everao da provincia
BXPElU.VTg DO DA 11 DE M.'.IO DE 1871
Actos :
O rice presidente da provincia, attendendo ao
que requereram diversos moradores da povoacao
de Beberibe, e (endo em vista a informacao pres-
tada pWo engenbeiro cbefe da repartida) .las obras
publicas em offlcio de t do eorrente u. Ii7, resol-
ve pafallir qae a compsnnia da estrada da ferro
do Recito a Ulinda e Beberibe abra provisoria-
mente ao tr.nsilo publico o ramal qae parte da
eoerasilhada de Bolea para aquella povoacao at
o ponto (rooteiro ao eaminho que vai ler no porto
la nadara.
O vico-presidente da provincia a'.teodendo ao
lie requeren o capilao da 2* companhiado 2 es-
inaJro do 1* eorpo de cavalUria da. guarda oa
i.mal do municipio de Flores, Antonio Gimes'de
i'.ampos Pelico, outr'cra Antonio Gimes Coimbra,
resolve qae se Ihe passe a (na, de qae trata o
artigo (3 do decreto o. 1130, de 12 de marco de
1833, visto ler transferido o seu domicilio para a
idade do Grato na provincia do Cear.
Expediram-se as ne:essarias communicaeoes.
OfJkios:
Ao coronel commandante das armas recom-
tuendaodo a expedicao de Mas orden?, para que
urna (orea de 10 pracas comraaodada por inferior,
se aprsente na casa de di-tencao nodia 13 do-cor-
rento pelas 7 horas da manhia, alim de escoltar
at o termo de Iguaras- seis criminoso., que
vio all responder ao jury, devendo a me colta deimrar-sa naqueila villa at o encerra-
ment da sesso do tribunal.
i'.)ramunicou-se ao Dr. chufo de polica.
Ao vice-provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, mandando admillir no collegio das orphas
a menor Josepba, fllha natural da Gandida Mara
da Coaceico ja fallecida e euja certido de idade
remeta.
Ao Dr. chele de polica, chamando a saa
tien<;o para o que representa o frente da com-
panhia BrazUtan Strrd Ralway Limited no offlcio
junto por copia, que alinde o do engenbeiro fis-
cal, alia de que cois toda a urgencia providencie
* esse respailo com as medidas que estiverem a
seu alcance.
Gommnnicou-se ao engenbeiro.
Ao inspector da ihesourana provincial) re-
omraeodando que m indo entregar aojeonego Jeo
Ghrisostomo de Paiva Torras, encarrefado das
obras da igreja dos Milagrea em Ulinda ou ao sen
procurador Dr. Joo Capistraoo Baadeira de Mello
Filbo os 500*000 votados na le do ornamento vi-
ente para as mencionadas obras.
Por asa thesouraria mandou-se pagar:
K Leal tt Irmos na qualidade de procurado-
res do major Sebaslio Antonio do Reg Caval-
canti a importancia dos aingneis da caaa que serve
la quartel ao destacamento da villa de Pao d'All,
na razio de WiOOO meosses, e a contar de agosto
le 1809, como se v do incluso requerimento.
A Francisco Pacifico do Amaral, com prefe-
rencia a ontra qualquer depeza 1:0004000 que
se Ihe estar a dever, proveniente da 2* prestaro
Ja subvenco como encarregado da confeceo e
impressio d > almauack da provincia.
Ao iomraandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife, para que mande des-
peusar do servico activo do \? batalho de
artilharia o alumno da escola nocturna da fre
aezia de S. Fr. Pedro Goncalves, Joo Cbrisosto-
uo Ribeiro.
Communicou-se ao director geral interino da
instrucco publica.
Ao engenbeiro chefe da repartigio das obras
iai.licas recomendando que providencie em ordem
i desapparecerem as differentes aberturas exis-
tentes na ra do destino nos canos de esgoto.
Ao mesmo para que determine a Recife
Uiainage Company Unuted que faca expr no
:?tado em que se achava o calcamento desta ci-
i.tde o qual se tem estragado com' as obras da
mella compaobis.
Portaras:
A cmara municipal da villa do Granito ap-
provando a arreoiatacao por districuis de paz dos
impostos municipaes, na importancia 1:2334260
de que tratara os seus ollicius de 10 de Janeiro e
H da marco ultimo.
Ao gerente da compaohia pernambucana
aiandando dar urna passagem da estado a r al
i Rio Grande do Norte a Augusto Carlos de Amo-
rim Garca.
Igual mutatis mutandis acerca do baelurel Ju-
veaal Rodrigues Pinbeiro at o Cear.
Despachos:
Abaixo assjcnadGs moradores e proprietarios na
estrada da poVoaco do Beberibe. Nesta data fi-
cam.expedidas as ordens convenientes no sentido
Jo que requerem os supplicantes.
Angelo tMeves da Poreiuneula Gomes.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Gonego Joao Chrisi stomo de Paiva Torres. A,
ihesonraria provin:ial com offlcio desta data.
Padre Joo Baptista Soares.Pica o supplicante
autersado a despender com as obras da matriz
de que trata, ate a quantia correspondente ao be-
dicio da lotera exlrahida em favor das mesmas,
a obrigado a presur opportunaraen.e contas na
thescorara provincial.
Costna Mara da Gonce icio.Di rija-se ao Sr.
.trovador da Sania Casa de Misericordia.
Mara Perreira Diniz Brando. Informe o Sr,
.njpoctor da thesouraria de fazenda.
Major Sebastio Antooio do Reg Cavalcanti.
A thesouraria provincial eom offlcio desta data.
XP8DIBNTE DO SECRETARIO.
Officios :
Ao inspector da thesouraria provincial, com-
nuQicando, de ordem da presidencia, que por
acbar-se concluido o melhoramenio da parte do
aterro da ra Bella na cidade do Rio Formoso,
faltando apelas o empadraraento do aterro conti-
guo aquella ponte, mandn o chefe da repartidlo
das obras publicas, lavrar o respectivi termo de
ntrega provisoria, deduzindo se 8003000, impor-
tancia daquelle ompedramento, que ser paga
i linio se effictuar a entrega definitiva.
Ao i* secretario da assembla legislativa pro-
vincial, transmittindo, para terera o conveniente
destino, os anlographos das resolucoes, sob ns.
'"'.' a 982, sanceionadas no correte anno.
Ao mesmo, remetiendo para ser presente a
saa assembla, copia do offlcio e raais papis, em
qua a cmara municipal da cida.te da Victoria,
insta pela crea cao de um terceiro districto de paz
naqueila eidade.
Ao mesmo, transmittindo, para igual fim, co-
pla da informacao ministrada pela cmara muni-
cipal desta eidade acere do requerimento, em
rio do pavilhio Santa Isabel, site no Campo das
Princezas, pede licenca para consrvalo at que
e reedifique o theatro de igual norae.
Ao gerente da compaohia Pernambucana,
'Vf l*rn*> Pra os fias convenientes, naver a pre-
sidencia concedido por despacho a Mara Isabel
ltaos, urna passagem de estad) at o Cear a
proa do vpor que para all vai seguir.
- 12 _
Actos:
O Tiee-presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Victoriano JM Marinho Palha-
res, rejolve de conformidade com o disposto na
>i a. 973 de 25 de abril prximo ndo, conceder-
Ihe seis mezes de licenca com todos os respectivos
venoimeolos para tratar de sua sade, na qoalida-
de de amanuense da instraccao publica.
O rce-prasideute da provincia, attendendo
ao que requereu Joanna Carolina de Araujo Fi-
gueiredo, profesaora publica de prmeras lnttras
da cadeira da povoacao de Allianc, nllmamenle
removida paja a da ponte de Carvalhos, e a vista
da (afraselo do director geral interino da ins-
trueco publica de 18 de abril ultimo, sob n. 131,
resolve conceder Ihe dou* mezes de licenca eom
ordenado, na forma da lei, para tratar de sua
sade.
Kxpediram-se as necessarias eommnnicacdes.
Offlcios : ^^
Ao inspector da thesouraria de lazenda, re-
metiendo em saiisfacio ao sea pedido, copia do
termo de arrendamento das casas, pertencentes
extinsta colonia militar de Pimeoteiras.
Ao mesmo, communioando que por haver
expirado em 10 do correte, a licenca de trala
dias, que pelo conselheiro presidente da relaco
fra concedida ao juiz de direito da comarca do
Rio Formoso, bacharel Marc s Correa da Cmara
Tamarindo, passou elle a gosar a de seis mezes,
3ne obteve do governo imperial, por aviso de 28
e abril ultimo.
Ao mesmo, inteiraado-o de baverem sido
abonadas as faltas, que por ineommodos de sale
deu o juiz de direito da segunda vara desta capi-
tal, bacharel Manoel Jos da Silva N'eiva, nos dias
10 e 11 do correte.
Ao nesmo, declarando que a 5 do correte
reassumio o bacharel Vieente Ferreira Gomes, o
exercicio do cargo de juiz de direito da comarca
de Pao d'Alho.
Ao mesmo, prevenindo-o de que a 10 desle
mez, assumio a jurisdtceao do cargo de juiz de di-
reito da segonda vara dVta capital o juiz muni-
cipal da segunda bacharel Arminio Coriolano la-
vares dos Santos.
Ao mesmo, eommunicando que a 8 desle
mez, deixou por estar anojado, o cargo de juiz mu-
nicipal do termo de Goyanna, o bacharel Joaquim
Cordeiro Coelho Cintra, passando-o ao respectivo
sopplente.
Ao mesmo, inteirando-o de que o bacharel
Arminio Coriolano Tavares dos Santos, reassumio
hoje o exercicio do cargo de juiz munieipl da se-
gunda vara desta capital.
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
Ao teoMte Joao Pires Ferreira a quantia de
OOJOOO, proveniente do aluguel das cagas que ser-
virara de quartel ao destacamento do termo de
Flores, a contar de 19 de juoho do anno passado
a 19 de abril ultimo.
Cmumiton- a* Or. chafe de a*Ueia.
A Jerooymo Pereira Marina oa a Evaristo Man-
des da Cuoha Azevedo, os vencimeotos relativos
ao mez de abril ultimo, dos guardas nacionaes des
tacados na villa do Brejo.
Gommuoicou-se ao respectivo oemmaadaote su-
perior.
A Pergentino Rodrigues de Miranda, a gratifica-
cao de 4*000 disrios, que vencen, a contar de 23
de julho a 23 da outubro do anno passado, como
eacarregado do tratamento dos iodigentes accom-
mettidos das febres, que grassaram na villa de
Salgueiro.
Ao desembargador procurador da corta, sobe-
rana e fazenda nacional, para dar parecer sobre
o requerimento em que o major Antonio Bernar-
do Qainteiro, pede ser condecorado com o grao de
cavalheiro da ordem de Consto.
Ao Dr. chefe de polica, dizendo ficar intei-
ralo de quinto participou acerca do assassinato
de Cypriano Freir da Silva, ommettido pelo
grupo de facciooras do Caldeirao, e approvado a
requisicao feita pelo delega lo do termo de Flores -
ta de ciocoenta pracis da guarda nacional para a
persiguico e captura de taes criminosos, o que
muito recommenda, afim de serem punidos os de-
lnquentes.
Offlciou-se ao promotor publico de Tacarat,
chamando a sua atlencao para esse facto, e re-
commendando que empregue as diligencias lagaes
para a captura e puoicao desses faccinoras, e d
andamento ao processo crime, que fr instaurado;
e communicou-se a thesouraria provincial quanto
a forca que foi chamada a servico.
Ao inspector da thesouraria provincial, di-
zendo em resposta ao seu offlcio, que approva a
medida indicada era dito offlcio, de fazer correr
por conta dos 30:000* recolhidos pela cmara mu-
nicipal desta capital ao cofre dessa thesouraria
pira a compra da casa do Dr. Jos Joaquim de
Moraes Sarment, as despezas com a impresso
das apolices provenientes do crdito extraordina-
rio de 1,200:000*, autorisado pelo art. 48 da lei
do orcamento vigente.
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
A Joo Jos Ferreira ou a seu procurador Joa-
quim da Silva Costa, a quantia de 170*600, em
Pergentino Rodrigues de Miranda. A' thesou-
raria de fazenda eom offlcio desta dala.
WBMKtrrC DO SECRETARIO.
Offlcio:
Ao 1* secretario da assembla legislativa
provincial, remetiendo para serem presentes a
mesma assembla, copias das informaefiss presta-
das pelo vigario capitular e cmara municipal da
villa de Bulque acerca do projaeto n. 146 do anno
passado, alterando os limites da fregueiia de Nos-
sa Senhora da Concelco da Pedra, pertencenle
aquella villa.
3ue importaram as despezas feitas com o sustento
os presos pobres da cadeia do termo de S. Bento
nos mezes de dezembro do anno passado a marco
ultimo.
A Luiz do Amor Divino a de 68*400, dispendi-
da cora o sustento dos presos pobres da mesma
cadeia, durante os mezes de outubro a dezembro
do anno passado.
A Marcelino Jos de Lima a de 88*000 prove-
niente do alaguel da casa que servio de quartel ao
destacamento do districto de Nossa Senhora de Ipo-
juca.
Ao carcereiro da cadeia da villa do Cabo, An-
dr Avelino do Espirito Santo, a de 27*000; dis-
pendida com o sistento dos presos pobres da men-
cionada cadeia, durante os mezes d fevereiro a
abril deste anno.
A Jeronyrao Pereira Marios ou a Evaristo Man-
des da Cunha Azevedo, a de 131*040, correspon-
dente ao sustento dos presos pobres da cadeia do
termo do Brejo.
Communicou se tudo ao Dr. chefe de polica.
Ao juiz de direito da comarca de Tacarat,
declarando em resposta ao seu offlcio, que appro
va a reqaisico das cincoenta pracas da guarda
nacional para auxiliar a polica na perseguico e
captura dos criminosos, que infestam essa comar-
ca, o que convm, seja efflcaz e prorapwmente fei-
to, afim de desasombra-la, e serem punidos os
mesmos criminosos, trazando ao conheeimento da
presidencia o resultado das diligencias empregi-
das nesse santido, e tecommendando que, apenas
nao seja mais necessana a mencionada forca, a
laca dispensar de modo a serem alliviados os co
fres da despeza resultante do seu servijo, a qual
so as circumstancias extraordinarias, que se do
na comarca, obrigam fazer so.
Ao coronel Francisco de Barros Nascimen-
to, louvando o interesse que tem manifestado pela
ordem e servico publico, prestando-se a perse-
Suicao de criminosos, que infestam essa comarca
e fjcaral, e declarando qne espera prosiga
com todo o empenho no auxilio qne est prestan-
do, e que tao relevante se torna.
Despachos :
Compaohia Recife Draioage. -Informe o Sr. en-
genheiro chefe da repartigo das obras publicas.
Compaohia Recife Drainage. Por acto desta
data Oca approvada a planta a que se refere a
supplicante.
Compaohia dos trilhos urbanos do Recife a Olin-
d.Encamiohe-se.
Bernardino da Silva Cos. Campos.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Edmundo Rodrigues Germano. Informe o Sr..
commandante do brigue barca Itamarac.
Manoel Bernardo das Virgens. Informa o Sr.
inspector da ihescarari provincia!.
c onnaando daa armas
N. 330.Illas, e Ex. Sr. No peridico 'que
nesta cidade se publica sob o titulo Liberal, dala-
do de 6 do eorrente n. 100, em urna das publca-
teos pedido, qae tem por epigrapheCousas de
Fernandose me faz duas argnicoes; prmeira ter
eu dado licenca ou permisso ao calceta Barbosa
para ausenlar-se por seis mezss e estar este eom um
grande rocado as vi-inhaocis da cidade da Victo-
ria, onde a polica ojfoi ltimamente surprehender,
o qual estando munido de urna ressalva assignada
pelo commandante apresentoa-a autoridade, e
bastn sso para o deixarem incolu ne e tranquil-
lo; segunda ter viudo preso em marco ultimo do
presidio de Fernando o alfares Joo Miguel Mendes
para ser subroettido a eooseto* de Investigaco
por haver invadido noute n'aqaeNe presidio a
easa de urna paisana, qne espaneou atrozmente,
como a um sentenciado que arrastou, sempre es-
bordoaodo-o at guarda do eommando, nao s
foi sobmettido ao sapra-meneionado eomelho
mas at em lugar de estar encerrado em urna for-
taleza conserva-se em um dos qaartdis desta ei-
dade, sabe Deas como.
Em cumprimento do mea dever, tenho de de-
clarar a V. Exc. quanto a prmeira arguico: que
o calceta Joo Francisco Barbosa evadio-se do
forte do Buraco com o soldado que o eseoltava a
12 de abril prximo passado, e a 13 e 19 do m*s-
mo met deprequei ao Dr. chefe de polica a ex
pedico de suas ordens no sentido de ser o .calceta
capturado, como V. Exc. ver das inclusas copia
ns. t e 2, e ao commandante do forte offlciei tam-
bem pela maneira constante do offlcio n. 3, eom
s qaaes Acara V. Exe scieo te do mea proeed-
meato com respeito a esta occurrenea. Nada di
rei sobre a phanusiada licenca, porque seria re-
baixar-me de minha digoidade.
Quanto segunda arguico, 'direi que sendo o
alferes Mendes acensado em differentes offlcios do
eommando do presidio, involveao tactos qae nio
tinham relaco com o attenlado qae pracara oa
noute de 21 de fevereiro deste anno, ordenei ao
mesmo commandante qae em um s offlcio capi-
tulaste o crime commettido pelo alferes e anexas-
te o rol das testemuohas de aecusaco para sobre
elle nomear-so o coaaoll de mvestigacao.
O offlcio que me dirigi aqoelle commandante
em cumprimento de minha ordem, que datado
de 22 de abril, foi receido no dia z do eorrente
mez, e a 6 nomeado o eooselbo, do qae se depre-
hende qae nio houve de minha parte intencao de
demorar o processo, mas sim de regularisa-lo de
conformidade cem a lei.
O alferes est recolhido prso no quartel do
seu batalho9.* de iufanlaria, e nao vejo que
seja essencial mandar para as fortalezas os offl-
ciaes que sao submettidos procesaos de investi-
gaco, quaodo a lei faculta menagem aos qae res-
p >Rdem em coDselhns de guerra.
Deus guarde V. Exe. Quartel general do
eommando das armas de Pernambuco, 9 de maio
de 1871.Illra. e Exm. Sr. Dr. Manoel do Nasci-
oiento Machado Portel la, vite presidente da pro-
vincia. Assignado/ Mara Ildefonso Jacome
da Veiga Pasta t Mello, coronel commandante
das armas interino.
Illa). Sr.Communicaado-me o commandante
do forte do Buraco que o sentenciado de justica
Joo Francisco Barbosa, que aili faz a faehina, se
evadir com o soldado Serapbim dos Aojos, do 2.*
batalho de infamara, que o guardava; rogo V.
S. se digne dar as providencias para que sejam
capturados e remettidos ao quartel d'este eom-
mando. Deus guarde V. S. Quartel do eom-
mando das a, mas de Pernambuco, 13 de abril de
1871.Illm. Sr. Dr. Luiz Antonio Fernandos Pi-
nhsiro, chefe de polica d'esta provincia. (Assig-
nado).Jos Mana Ildefonso Jacome da Veiga Pes-
soa e Mello, coronel commandante das armas inte-
rino.
Illm. Sr.Tendo se ausentado do forte do Bu-
raco, onde fazia o servico da fachina, o senten-
ciado de justica Joo Francisco Barbosa, coosta
Sua se acba do eogeohoQueimadasdo termo
a Santo Aoto, onde mora a mulher. Este sen-
tenciado j urna vez sabio do forte, foi casa ver
a mulher, e voluntariamente voltou no fim de
dous ou tres dias em companhia de um irmo,
ambos cavallo.
Rogo, portanto, V. S. se digne expedir suas
ordens ao delegada daquelle termo para o captu-
rar e remetter esta cidade. Deus guarde V.
S. Qiartel do eommando das armas de Pernam-
buco, 19 de abril de 1871. Illm. Sr. Dr. Luiz An-
tonio Fernandos Pinheiro, chefe de polieia desta
provincia. (Assignado)Jos Mara Ildefonso Ja-
come da Veiga Pessoa e Mello, coronel comman-
dante das armas interino.
Sendo de presumir, que o sentenciado de jostra
Joo Francisco Barbosa, que ha dias se ausentou
d'este forte, conforme Vmc. partieipou em seu
officio de hontem datado, fosse para o engeoho
Queimadasdo termo de Santo Anto, onde
mora a mulher, acabo do requislar ao Dr. chefe
de polica a captura desse sentenciado. No entre-
nlo, emquanto nao capturado, deve continuar
a menciooar oa parte diaria a sua ausencia:
Deus guarde VmcQuartel do eommando das
armas de Pernambuco, 19 de abril de 1871.(As-
signado)Jos Mara Ildefonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello, coronel commandaote das armas
interino.Sr. alferes Mariano dos Reis Espindola
commandante interino da forte do Buraco.
21:886*060
344*880
2:645*980
1:021*700
31:086*080
274*580
458*540
298*470
8*208
9:786*792
8:309*544
2:253*811
7:748*580
1:831*837
408*500
101*950
*3ADA DE FERRO DO RECIPE AO S.
rioanuSGO.Esta compaohia arrecadou no mez
Passageiros
Trens especiaes
Bagagem
Animaos
Mereadorias
Armazenigera
Telegrapho
Transportes do governo
Reeeitas diversas
As despezas elevaramse a 30:441*034, destri-
buidos :
Cooservaco
Tracco
Carros e wagdes
Trafago
Administrado a tele-
rapho
Despelas sanitarias
Ajadas de costo
A proporcionalidade entre a receita e a despeza
foi de 52,46 0/0.
21:042 passageiros eireolaram nos trens; estes
transportaram 71:296 kitogramraa* de bagagem e
3:740 toneladas e 691 kilogrammas de mercado-
ras.
GOVERNO" DO BI3PADO.-Pr provsoas do
Exm. e Rvm. Sr. eonego vigario capitular, foram
noraeados :
Vigarios encommendados das fregnezias: de
Nossa Senhora das Dores da villa i Triumpho,
em Pernambuco, o Rvm. Joo Evangelista dos
Santos Urna; de Alagoa do Monteiro, dem, o
Rno. Olympio Emiliano Caraeiro da Cunha; de
Panillas, ideen, o Rvm. Antonio Malaqiias Ramos
de Vseoueetlos ; de Mamaaguape, na Parahyba,
o Rvm. Frederco de Almeida e Albuquerque; de
Porto Alegre, no Rio Grande do Norte, o Rvm. eo-
nego Joo Bernanuvem Maciel.
Coadjuetores das freguezias : da Boavista do
Recife, om Pernambuco, o Rvm. Themistoclea Ru-
mio Pereira dos Santos; do Quipapi, dem, o
Rvm, Jos Vicente Ferreira; de Santo Amaro de
Jaboatao, dem, o Rvm. Aatonio do Monte o Silva;
de Campia-grande, na Panhyba, o Rvm. Fran-
cisco *>es Pequeo; do Cuit, dem, o Rvm. Jos
do Coraco ds Mara Castro; de Baoaneiras, dem,
o Rvm. Manoel Correa de Soaca Lima; de Goyan-
ninha, no Rio Grande do Norte, o Rvm. Jos Luiz
Cervoira.
LOTERA.A que se acba venda a 193'
beneficio do Livramento da Victoria, a qual corre
no dia 23.
CEMITERIO PUBLIGO.-Obituatio do dia 15 do
corrate:
Josepha Mara Ramos, preta, Pernambuco, 9
annos, S. Jos; fobre typhoide.
' MaaaaJ. escrava, preto, Pemambaco, 38 anuos,
olteir, S. Jo#; tuwreoJos pulmonares.
Domingos, preto, frica, 73 azuaos, solleiro,
Boavista; bemoplagla.
Antonio, preto, frica, 86 annos, solteiro, Boa-
vista ; pbylhisa pulmonar.
Luiz, escravo, preto, Pernambuco, 2 dias, Santo
Antonio; espasmo.
Maria, frica, escrava, preta, 50 annos, solteira,
Boavista; diarrha.
Joo, braneo, Pernambuco, 2 mezes, Capuoga;
convulsoes.
largo e 19 era sua sabida, hateado de mais alpo,, donio iaoorar ane o asan* da arteria nnt.
.i? SS^Sl^S. d8, ^!** ??,n^,' P"'len> dMM P pulrolo, que dkva "
sao que a abertura de outra travessa antes a jecaodoar e asa oxiMnacin ntaumiLa
: SffSESSit di ed"kiC d T&EmSK sendo qufVktmTXtZ
LTrtSff f, de .pareeer ,a6 M m*nle" I8* 1 "e. a experiencia em experiencia, le-
. 2.ra/e9Sa Ji Sftfit qm ,9 P85* 5 ,BP l'ou a evidencia o que tinoa obsemdo.
pressao da que esta indicada na planta, afim de
i'
!H
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL. Na sesso~de
qoarta-feira a assembla approvou em 3' discusao
o projeeto n. 85 deste anno, declarando qua a lei
que creou a freguezia de Sama gueda nao tirou
ao vigario o direito de opcao; em 2' o de o 12
transferido para a povoacao de S. Jos a sede do
termo e da freguezia de Iogazeira ; em Ia o de n.
118, autorisando a encorporaco de urna compa-
ohia de pesea e salga de peixe, sendo dispensado
o intersucio requerimento do Sr. Felippe de Fi-
fneirda ; em ama nica disenssio o de n. 113 so-
re posturas da cmara municipal do Brejo ; em
3' algumas emendas offerecidas ao projeeto n. 97,
que manda admittir no gymoaso, como alumnos
gratuitos diversos menores.
Continuaado a 2* diseussio do orcamento muni-
cipal, foi approvado em todos os seus artigos.
Approvou ainda, em 2* discusso, o projeeto n.
146 do anno pastado, dando novos lmites a fre
guezia de Nossa Senhora da Coacetco da Pedra;
adiou em 3* discusso o projeeto n. 25 deste anno,
creando districto de paz na povoacao de Jarema,
da freguezia de Qaipap.
A ordem do da para hoje : conUoaaclo da
anterior, 1" discusso do projeeto n, 116, i' dos
de ns. 118 e 109, 3 do d n.- 40, todos deste auno.
CMARA MUNICIPAL
SESSO ORDINARIA AoS 3 DE MAIO
DE 1871.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BENTO COSTA.
Presentes os Srs. Gameiro. Costa Moreira, Pes-
o da Silva, Dr. Moscoso, Heoriquea da Silva, e
Dr. Pitanga, abrio-se a sessio e foi lida e appro-
vada acta da antecedente.
Lea-se o segulnte
EXPEDIENTE \
Um ofii 'io do Exm. presidente da provincia,
convidan lo a esta cmara para assisiir no palacio
da presidencia ao recebimento dos angostos via-
jantes, sua alteza a Sr. princeza imperial e seu
augusto esposo o Sr. marecnal do exercito conde
d'Eu.Inteirada.
Outro da secretario da presidencia, eommuni-
cando de ordem do ara. presidente da provincia,
que de conformidade com a informacao desta c-
mara n. 48 de 12 do mez prximo passado, defiri
o requerimento da companhia Recife Drayoaga,
que pedio permisso para oecapar eom as obras
da torre e machinas destinadas para o bairro da
Boa-Vista o terreao do commeodador Jos Pires
Ferreira.Inteirada.
Outro do mesmo, convidando de ordem do
Exm. pre-ideote da provincia a esta cmara mu-
nicipal para as-istir a eollocaco da prmeira pe-
dra do edificio destinado ao lyceu das artes e offl-
cios.lotelrada.
Outro do inspector da thesouraria geral, com
despacho do Exm presideute da provincia, man-
dando esta cmara informar acarea da petico de
Jos Joaquim da Costa Maia. A eommisso de
edificaco.
- Outro do Exm. visconde de Camaragibe eom data
de 6 de julho do anno prximo passado e recebido a
29 de abril dr anno correte, trasendo a esta cmara
o conheeimento do aviso do ministerio do imperio de
4 de julho de 1870, em que Ihe foi eommuaicado, ser
muito do agrado de S. M. o Imperador a Micita-
So pela terminaco da guerra contra o ex-presi-
ente da repblica do Paraguay, que Ihe fora di -
rgida pela eommisso nomeada per esta c-
mara -Inteirada e que se agradeca aos membros
da commiss) o baverem aceitado o desempenha-
do tal eommisso.
Outro do subdelegado do Poco da Panella, Dr.
Jos Bernardo Galvao Alcoforado Jnior, eommu-
nicando haver entrado a 18 do mes prximo pas-
sado, ao exercicio do sea cargo
Outro do 1* supplente do subdelegado da fre-
guezia da Boa-Vista, Horacio de Gusmo Coelho,
eommunicando haver entrado no exercicio do sea
cargo a 18 da abril prximo passado. Inteirada.
Outro do advogado desta eamara, eommuni-
cando nio podar proseguir em seas termos o pro
cesso intentado contra Antonio Moreira Reis e
Amancio de tal, por infraeco de postaras, por
haver morrido ama das testemuohas qae fra in-
dicada pelo fiscal e nao ter o mesmo indicado ou-
tra.Ao fiscal para substituir a testera un ha.
Um parecer da eommisso de edifieaeSo favon-
vel petico da companhia Drainage, sobre a qual
mandou o Exm. presidente da provincia informar.
__Qae so informe de conformidade com o pareeer.
Outro da eommisso de peticoes, favoravel ao
requerimento de Miguel Candido de Medeiros Pin-
to, dirigido a assemoia provincial, sobre o qual
mandn o Exm. presidente da provincia, que esta
cmara inormasse.Approvado, volando contra o
Sr. Dr. Moscoso.Que te informe.
Outro da mesma eommisso, favoravel a petico
de Candido de Souza Miranda Couto, dirigida a as-
sembla provincial, sobre a qual mandn o Exm.
presidente da provincia, qae esta cmara, infor-
masse.Approvado e que se informe.
Outro da eommisso, acerca de requerimento da
compaapa Pbeoix Pernambucana, nos seguin.es
termos :
c A eommisso encarregada de entender-se eom
c Jos Rodrigues dos Pasaos o seas saccessores
c acerea da permuta do terreno da casa incendia-
f da na ra do Mrquez de O inda, pela qual for-
t ma a travessa de Manoel Goncalves na mesma
ra, autos de entender-se eom os mesmos, pro-
< eedeu a exame na dita travessa, se veriflcou que
f ella tem apenu em sua ntrala 16 palmos de
que os proprietarios do terreno possam nelle
edificar,
f Paco da cmara municipal do Recife, 26 de
< abril de 1871.Dr. Prxedes Gomes de Souza
< Pitanga o Jos Maria Freir Gameiro. > Appro-
vado e que se pega so Exm. presidente da provin-
cia autorisaco para alterar a planta, volando con-
tra o Sr. Costa Moreira.
O Sr. Gameiro, apresentou o seguate requer-
ment :
< Requeiro qoe se dirija ao Exm. Sr. coose-
< Ibeiro Dlogo Velho Cavalcaote de Albuqaerque,
< segainte congratulado :
Illm. e Exm. Sr.A eamara mnnici >al do Re-
cife, considerando quanto V. Exc. tem-se eafor-
cado pelo desanvolvlmento pbysico o moral des-
c ta provincia, e quanto tem sido severo e recto
i na administrado da justica, congratula-se eom
f V. Exe. pelo sea procedimeoto filho das melho-
< res intencdes, o reitera a V. Exc. os seos since-
< ros protestos da mais perfeita estima o conside-
raeao.
< Paco da eamara mumeipal do Recife, 3 de
t nuio de I7I.tai Maria Freir Gameiro.
Apnrovado, o que se offlcio oeste sentido a S. Exc.
U n offlcio do engenbeiro cordeador, informaodo
favoravelraenie o requerimento do capito Joa-
quim Francisco Lavra.Conceden -so.
Outro do mesmo, .informando contra o requeri-
mento de Livio de Souza e SilvaIndeferio-so.
Outro do mesmo, informando favoravel mente o
reqnerimento de Jos Theodoro Gomes. Gonce-
deu-se.
A eommisso encarregada de examinar as dif-
ferentes plantas apresentadas para construccao do
mercado publico desta eidade, de parecer que se
prefira a do engenbeiro desta eamara, nao so por
ser de preco mais commodo, como por ser a naica
que preencheu as eondiedes estipuladas nos an-
noacios feitas pela mesma eamara, pelo qne emen-
de qoe deve esta ser approvada, e qae se facam
eonvites aos concurrentes para ostudarem a mes-
ma planta, afim de sobre ella eslabeleoerem pro-
postas.
A eamara conformando-so eom o pareeer, ro-
solveu que se Aseosom annuneios mareando trila
dias a quera quizar cencorrer para a construccao
para apreseattr as suas proposta?.
Despacharam-se as pelicSes de Antonio da Silva
Perreira Janior, Aristides Chsege, Andr Ramps,
Antonio Jos de Araujo Barros, D. abbade do moa-
teiro de S. Bento, o bacharel Aureliaoo Augusto
Pereira de Garvalho, Antonio Joaquim Casco, An-
tooio Augnsto de Aievedo, Antonio Francisco Mar-
tins de Miranda, Boaventura Jos de Castro, Caro-
lina Souvage, Carolina Francisca de Mello, a C-
lao dt C, Fredereo da Costa Carvalho, Fraaeiseo
Ribeiro Pavio, Francisca Emilia de Albuquerque,
Francisco Bezerra de Vasconcellos, Gomes Leite 4
C, Joo Honorio Bezerra ds Meoezes, Jos Fran-
cisco Pereira, Joaquim Ferreira da Silva, Joaquim
Jos Dias, Jos Theodoro Gomes, Jos Ricardo Coe-
lho, Jos Feroaodes de Mello, Julio de Frenas Bru-
na, Jos Pereira da Cuoha & Filhos, Jos Augusto
de Araujo, Joaquim Francisco Lavra, Luiz los da
Costa Amorim, Manoel Hemeteno de Hollanda, a
mesa regedora da irmandade de Nossa Senhora da
Boa-viagem, Maooel Eleuterio do Reg Barros,
Manoel Ferreira da Costa, Manoel Pereira de Ma-
ga Ihes, Maooel Ferrtira Pinto, Paulo Francisco
Gastier, Pedro Jos de Freitas e Dr. Symphronio
Cesar Continbo ; e levantou-se a sesso.
Declaro em lempo, que nao se tendo ldo o re-
querimento do Sr. vereador Freir Gameiro, no
qual pede que se officie por parte desta cmara
ao Exm. Sr. conselheiro presidente desta provin-
cia, coogralulando-o pela saa sabia e muito Ilus-
trada admimstraco, foi elle enserido na acta por
engao, e resolvern) os senhores camaristas que
se considerarse, como nao lido.
Eu Loarenco Bezerra Gameiro da Cuaba, secre
tario subscrevi.
Bento Jos da Costa Jnior, pr-presidente.
Or. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.Jos Maria
Freir Gameiro. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Boas.Ignacio Pessoa da Silva.Dr. Prxedes Go-
mes de Souza Pitanga.Angelo Henriques da Sil-
va.Caetano Cyriaco da Costa Moreira.
PUBLICACOES A PEDIDO.
0 DR. CAROLINO FRANCISCO DE LIMA SANTOS AO
DR. JOAQUIM D'AQUINO FONSECA, ACERCA DO
EMPREGO DO SULFATO DE QUININA NA FEBRE
AMARELLA.
X.
Taes considerares oecorreram me, antes de
proseguir o assumpto j meio de-envolvido no pre-
cedente artigo, que nao devo deixar de aqu es-
tampa-las, na mesma ordem em que se efferece-
ram.
Os qae pensam qae, de urna diseussio, ainda
bem vehemente, acerca de um pooto d scieocia
medica e da falta .de deveres de alguos (de seus
apostlos, resolta algura mal para a mesma scien-
ca e desar para os que se debaten), engaara-se
perfeitamente; porque pela discusso, que ex-
prime o movimenti) e di vida s scieocias, que do
descoohecido teem surgido'as grandes descobertas,
que levaram a medicina ao p de grandeza em
que se acba, anezar da nio ter podido ella ainda
resolver o problema, que tanto aspiram os trreflac-
tidos, qual o da immortalidade da carne hu-
mana, m
Em luta e lata de extermioacao, ao ponto de
quasi ser qaeiraao-vivo, riumphou o grande Har-
vey, com a descoberta das leis sobra a eircnlaco
do sangue ; elle que, apezar de j ter a sublime
ideia sido entrevista por dous celebres mdicos
anatomistas de seu lempoServet e Vsalefoi o
que, rbcorrendo prova experimental ebegoa a
con verter em facto o que eoto nao passava de um
ideial ou eonjectora; elle, que nio copin dos
tratados de medicina um ou dous textos, para,
apresen'.a-los aos collegas, como a obra mais puri-
ficada de seu agudo engenho I
Sem luta nao entrou Galeno no chamadoBan-
quel des savans de Athne, depois de ter conquis-
tado urna grande reputac, por suas descobertas
sobre o coraco, o desenvalvimento do feto, a ana-
toma do cerebro, a localisaco das molestias, etc.
O celebre pbysico, mathamatico e naturalista
descubridor da lei, que detera a la na rbita quo
descreve roda da trra, e os planetas em saa
rbitas roda do sol; o autor da grande obra in-
titulada Tratadus de quadratura curvarum, et
enumeratio hnearum tertii wdnu.Newtoo, emfim,
que sempre temeu publicar suas espantosas des-
cobertas, que fugio o mais possivel das discusses,
nao pode todava evitar a lata, donde resultou a
solides de suas verdades.
Se ni) fosse a luta, ttaller, acoromeltido pelo ha-
)il Wbyt e mais urde por La-Meitrie, este qae
at em afronta a HaUer fez um livro intitulado
l'Homme Machine, e dedicara-lbe, nio teria conso-
lidado a sua grande reiutaco oom a deseobarla
das leis sebre atrritabiliiade.
Se ainda. nio fra alla, LoWer nio teria talvez
chegado.a deseobriroo momento de ver o sangue
de csV-wva cpr/ac de ama vea pulmonar, j de-
E,vendo da vea pulmonar correr sangue arterial,
nao dirigin-se imprensa para dizer aos eollegas:
Eu vos aQaaco que a smgui/kacao te opera oo
pulmo pela aeco do oxigeaio do ar. porque vi :
vos aeonselho, portanto, qoe o experimeateis; eer-
los de guenao aceito dtscussdes I
Se nao fra, o estmalo da epocha, nao existira
umBicbat; e eooseguinternaate talvez que ainda
se igoorasse hoje as condices orgnicas que de-
terminan) a morte; e nio se soubesse como que-
da vida do coraco depende a do cerebro, da vida
do cerebro a dos pulmoes, e que cada um dos tres
orgos necessario ao outro. Sim : Bicbat latn
muito pela vida humana___para morrer tio sedo
por desprezar a propria I
Se nio fr emfim, a lutt otero na scieocia,
quem podera afiaorar oa abonar os brlbanles
resultados do sulfato de qu nina as febres em ge-
ral, inclusive a amarelia (menos no periodo de
reaccol) nos casos em qae hamanifesta remissio,
nterznittencia, e adynamia; do trtaro emtico as
pneumonas; do mercurio na syphilis, do opio
contra as dores ; do ether e do ehloroformio as
operaedes; do ferrro em certas anemias, chloro-
ses etc. ; do eoxofre as sarnas ; e do eenteio es-
pigado na inercia do ulero, etc.
Anda techo em lembranca urna diseussio qae
noave aa Pacaldide de Medicina de Pars, entre
Malgaigne e doos concurrentes cadeira de ope-
raedes deixada pela morte de Blandi Ainda nao
pude esqnecer o que dizia Piorry de Trou-seau, e>
Trousseau de Piorry, sempre qoe subiam is ca-
deira* do eusino, e tiohim occaso de combater
as doolroas um do outro I
E para mais prova do qae teobo dito, para aja
transferir! o que escrevera Orfila em seu tratad >
de medicina legal (tom. 3* parte i*) contra Giaco-
mini de Padoue, Deverge, e M. Rogoeltehomens
lodos notaveis, por terem elles oonjbatido a liga-
dura do asophago, oas experiencias feitas em aoi
maes, eom o fundamento de que tal ligadura per-
turbara os resallados daquellas experiencias, fei-
tas por Orfila, o qae diminua lites o valor que
se Ihes quera dar.
Quanto a Giacomini o menos que disse foi o se-
ointe: Caite assertion est tellement trange
ans la bouehe d'am homme qui crit sur la ma -
tire medcate et sor la therapeatique qui ae de-
vrait, par eonseqaence, pas ignorer ce point
quelle est l'aclion de l'emetique sur l'economie
aaimale, que j'aurais pu crotre ne faute typo-
graphique, si malheureus ement je n'avais pas
trouv daos plusieurs pages du volumineux trai-
te d'oa elle est extrait!, bien d'aotres propositions
tont aussi extraer di naires. Esta asserco na
bocea de um homem qae escreveu sobre materia
medica e therapeatiea, e nio devia coiisegaiote-
mente ignorar a aeco do trtaro emtico na eco-
noma animal, tao extravagante qua, a nao ter
eu infelizmente encontrado em muitas paginas do
voluraoso tratado donde elle a tirn, outras pro-
positos semilhanies-dira que ttnha sido um erro
typographico.
E o mais que se pode dizer em um lvro contra
um medico da ordem de Gtacomini, aulor de um
tratado philosophico e experimental de, materia
medica e de therapia; obra, que chegou a ser tra-
duzda por Mojn e RognetU I
Quanto a Deverge assim se expressou o mesmo
Orfila: M. Deverge s'est galement elev contra
la ligature de l'tesophage qui, suivant lui, ne doil
inspirer que fort peu de couflance; mais les mo-
tifs qu'il a misen avant pour justifier son opinin
ne valent mime pas la peine d'etre combattus.
Os motivos que apresentou Devergie para justificar
sua opinio sao taes, que nio vale apena comba-
te-Ios.
Taes expressoes, dirigidas a um medico da or-
dem de Davergie, s podem ter desculpa pela ce-
gueira do amor sciencia e s proprias convic-
ces.
Emfim, referindo-se Orfila -a RognetU 'o que
disse ? < De son cote, et ceci paraitra fabuleux,
H. Rogoelte est venu dir devant la C ses de Riom, que si les chiens erapoisonas par
factate de plomb avaient des selles cela dependan
de ce qu'on leur avait pratqu la ligature de l';c-
sophage. On ne ponsse pas plus loin l'iqn /ranee de-
fait.
Portanto, nao pela discusso, ainda a mais ca-
lorosa, entre homens da sciencia, qne hade esU
declinar da altara a que tem chegado, pelo pro,
gresso nascido das discusses. Ao contrario, -
pela discusso, que apparece o estimulo iodispen
savel a todas as associaedas, o temor ao desaeertc-
a dobrada attenc) as experiencias e observa
ces; e por fim ou a descoberta do erro, que j
e um progresso, ou das verdades que se coover-
tem em principios iualteraveis, em doutrnas qa
sio bases da sciencia.
E se alguna ha que temam as discussdes iden-
tificas e com ellas percam de mais a mais avista
do senso commum, soos curandeiroi. Esses in-
sectos ageureiros, qoe se bem inveslem esplendi-
da luz para mais fcilmente abrasaremse nella
e desapparecerem com o fumo do e*turro.
Observar e experimentar, camiohar por cami-
nhos oscuros em procura de urna luz natural :
aquello que comsigo leva a alampada dos prinei
pos chega, ainda que muitas vetes, por entre mil
difficuldades, a toca-la, etudo v. ste o verda-
dero observador. O que, porm, faltando a alam-
pada, lenta ebegar at a luzperdido na escur-
dade, raramente, s quaodo o acaso toma-o pela
mao, peder alguma coasa atliogir, mas que c)
ser a verdadeira luz, quando nio estale o cra-
neoperdido nos laberinthos. Este o corandeiro.
XI
Reatando o fio, a que estava preso o objecto do
meu precedente artigo, continuo a demonstrar a
falta de fundamento das asserces do Dr. Aquoo.
Este medico nio coneluio qae a febro amarella
era de natureza paludosa, por ter conseguido,
forca te dar o sulfato de quinina na mesma fobre,
resultados iguaes aos que geralmente se obtem as
febres intermitientes, remitientes e perniciosas;
Ta; sim, entre outras razos, por ter o professor
Andral (seu mestre) estabelecido o paralello do
cholera-morbus da India, da peste do Egypto, do
typbo da Europa o da febre amarella da America;
(Diario de Pernambuco de 31 de Janeiro) partindo
d'bi, com a idea fiza de ser a labre amarella le
natureza paludosa, para dizerque se devia dar o
sulfato de quinina, atormente no periodo de reae-
o2, com aquelle fundamento ; e maiso de ter o
sulfato a propriedade de ir ao organismo, ora au-
xiliar as forcas vitaos no empeoho de eliminar o
Serraeo paludoso, ora oeutralisar este agente, oa
estrui-l >, on precipita-Io I
Primeiramente direi que Andral nunca astabeie-
ceu paralello do cholera-morbus da india, o da fe-
bre amarella, debaixo do ponto de vista da ideo li-
da de da causa e natureza de taes mol'astias com a
das febres intermitientes ou paludosas. E vou
provar com as proprias palavras de Andral.
Quanto ao cholera-morbos diste essa celebre pro-
fesor :
t'Mais la cause efficiente du cholera lui mime
qui la tmnait ? Personne, et toutes les investi-
gations possibles, les hypttheses tes plus tng-
meusts, n'ont fait que confirmir cettt conclusin,
que ta cause da cholera est absolument i*C(m/f
Ms quem parveatura conheoe a causa offl-



cierne do chi
todas as p
sas hyputlieses, farenfconfirmar a sej
el a saoque a cansa do chotera m
desconheqdaLAndral, patbol. int. tono. 1." pag.
Diario 't Pernambfcc* Sexta {eir 19 de Maio da 1871
do germen dtleUrio. como a rntoairt, noy que. { n^inei-AQML^s
ene. cnega a aesenvoiver no
107.
Visto .MMlliilo, qae nao podio Aadrel ter dito
ser o chn)Jrtt>rhus provepenje de epiauacOes
semelhantee gjfflfoductoras da febre amareila, e
conseguinlemenle das febres intermitientes. "
Saroir ou' on ignore est nn conmencenunt de
science. jf ~ ^"
Mas na i ludo. O mesa Anflal, dlBpanlo-
se especialmente da lebre aparca, ntVfe liv
stabeleceu paralello aotra asta febril ata ver
deiramenle paludosa*,orno sin as sezoja,!-man-
do por principio a ideaiidade #as cansen nrtu-
rea das duas molestia?. O que dissifliJe Tai
que a febre amareila era usaa anojeslia pwpria dos
paites quentes, queso a alo ofcerv ala de
48*de latitud); qoo ia clev..ei'Mu ni 4a toara
depend a o sen dewnvolvimeni', prqipe a nVjja^fibi
encontrava nos pateessitaados a maisde2 000 me
tros cima d) nivel do mar, etc.4 e quanto a ser
ella ou nao contagiosa, depois de expr as opinioes
contraras s dos que sustentam o -contagio, ci
laudo Chema, e outro?, conclue : ________.
t Notts sommes dhpo- d croire nonconta-
gin, d'tvtlant mienx que toutet lesexpriences
dinecntation qut ontt faites avec le sung ou les
liquidescirH*nus dam les voies. ipstiv.s ont Um-
jodi ickou
A qae veio, pois, cita/ o Dr. Aqniaa epiatio
do prufessor Acd.-al com o flm de probarque era
a febre amareila de natureza das sez3es, e conse-
(uiatemeute proveniente de emaaatoes paludosas ;
qaandn san autor nada disse quelite fosse Gave-
ra vel ?
Quanto, p-irao, lembrar.ca que to.ve o Dr. Aqui-
no de se melter a explicar aas allega*, no Dia-
rio ie Pernnmhuco e logo con a clausula de nao
aceitardiscusset, a accio intima do sulfato daflui-
nina contra o germen paludosocansa, a- !c.a. V^r
continente da febre amarelU.accrescemare ao que
j a respeiro expend em meu penltimo artigo, al-
gumas opinioes m;, com o ora de evidenciacr-
que om veneno do reino orgnico, como o oer
mea paluJo-o, p'rova vlateme se nio conservar
por mutto t agente therapeutreo vi l no seio da vita'id de,
no meio d< man profunda, estructura, destru lo,
on neatralisa lo.
Vejamos med. legal, tom. .1. part 1 : .....en effet. une
multitud* ile causes peniient [aire que les liquides
conknus dans le canal digestive d'un indieidu qm
a vtritablement succomb l'action d'un toisn ne
sotenl pis vanux. La subsiance cinineuse peut
atoir ele decomposc dan Cestornie par les ali-
mens. les boissons ou par les tusus animaux,
ou tiens'elrecmbineaveceux ; (aote-se qoeose-
gainle exemplo pruva" alm dos venenos org-
nicos) ainsi, pir ex'.mple, 60 cenlinrames de su-
blin corrssif sant acales par unbcniine li.upor-
tant ; il prouve les symptSmes de t'empoanne-
nent, el ,1 nuurt ; on fal towerlure iu cal.ure
vingt-qiuitri trente tix ou quaiante-hu: liewes
tipies; on fait acaler un chien les molieres con-
tenues dan le canal digest f, el il n'en est #aint'tn:
eommod.
So, pois, pelo que liz O.Qla, pdd o v-ueno, an-
da o inorgnico, soffrer no organismo diversas re
aeces dos lquidos e'tecidos orgnicos ao p.jnio
de o decomporera, a nao ser mais encontrado, nem
pela ana yse, nem pela experiencia, dando s 1 a um
cao as matorias apanhadas no curpj. do envonena-
docomo succedeu, no caso cima citad), cora o
sublimado corrosivo, que o animal sujeito ex-
periencia nada h Treucomo eooia/-se cjiu a per-
manencia e inalterabilidade do supposo agr,U
paludoso, e d'ahj as:evrar-se a certfza do cemba-
te, di victoria do sulfato da quinina na fepr^
amirella, ainia depois de tres repetidos vomilors
de trtaro ti
Tainbem Tirdieu, nm dos mais notaveU e mo-
dernos toxicolugistas, diz, quanto i a^;io do oj-ga
nismo sobra as subitancias venenosas : Si la
substance qu'il dt examiner ;o chimie | est de
nature orgmiqe. la dificult 'acci'oit; la reac-
liotts carcter litigues deviennent plus rares el sonl
iTun controle monis assur. Alterables el dcompo-
sables a t'ii.fint, es crps orgauiqaes sonl dones
aune grande mobdtl et se pielent mal aux sepa
rationt nettes.>
Se a subs ancia a analysar-se de natureza or-
caaiea, na: 1 .!. --. a diQkuldade : as reaceojs
caractersticas tornam-s mais raras e de re-
sultados menos seguro?. Alteraveis, e de fcil de -
compj^icj incalcnJavt-l, es cor jos orgaoicos sao
dotados de urna grande mobiliiade, e mal se pres
lam s precisas separaco^s.
Consegumtementj, 11.10 se pie considerar ioal-
teravel no organi-mo o germen paludoso, (le qae
trata o Dr AqninO q*te veneno orgnico, apezir
da acc) constante das forcas vilaescausas mui-
tas vezes das varadas e novas combiniros
espera que o sulfato o v lecompr, destruir ou
ntulralisar, segundo o pensar do rico senhor, que.
nenbum ouiro meio actiou de exphC3r a ura,
pelo sulfato, na lebie amareila, seno por meio da
cbimica dos nossos laboratorios.
Vaso collega devia lembiar- se que nos nossos
laboratorios ebimicos nenliuma reaccao e da, sem
a roanipulai}o do chimico e a presidencia de sua
razio, que a que eonhece os meios de approxi-
mar as breas, nat'uues dos elementos ou das subs-
tancias materiaes, anm lim concebido e determi-
nado por elli ; e que no seio do organismo o chi-
mico, o manipulador, cijo dlo pSe em jogo os
:.gmtes e prev os resultados uteis das reaecoes,
a -natureza.
.....Celle loiorance absolue des molifica-
tions intimes de torganisme, dans la production
de la maladie-i Jiz o grande Ghonkl) s'ltend
rgalement & chucune des ses priodes successtees
des que ntiiis ettjfjfii de surtir du domaiuedes
phenomenes tc:otd um jiour nous clecer la re-
iherche des f.iiis primitifs.....
A ignorau ia absoluta das modificares intima?
do organisinu, r.a produccao das molestias ( eis a
tradoegn) se e.-lende tambem a cada um de seas
success'ivos periodos, desde que procuramos sabir
do dominio dos phenomenos secundarios para en-
trarnos na investig^co des fastos primitivos. (Ele-
mentos de path. geral, pag. 663.)
O Dr. Aquino, mettendo-se a explicarcomo o
sulfato determina a supposta cura, ao ponto de di-
ter: ora, que tal agente ia socearrer as forcas
do organ smo, no empenho de eliminar o germen
paludoso ; ora, que alacava logo o mesmo germen
e o destrua, ou nentralisava sanio certamente
do dominio dos plienomenos secundarios pira en
rar na investiglo dos fados primitivos; e,
porlaoto, ap.irtou-stj do preeeo do grande mestro
para con-tituir-se ignorante.
Contina Chomel : t Ainsi, nous con
naits ns les condilions dans lesquelles se montrent
les flcres ntlermilteiUes, mus nous ne ponvons
taisir le mcanitme ie leur orod'iction et da re-
tour de leur accs; nous constalons dans une mu-
tadie digne dfs priodes successires d'augmenl,
d'tat et de dc'.in, non* appraons les changemens-
successifs ju'otfrenl dms chcane des ees priodes
les symptomes de la malndie, miis la puissance
que preside ees chaugemens ie soslrait ims
nos efforts pour la icoucrir. ( a roesraa pagina)
&Era v r tute, nao ha medico qae ignore quaes
as coudco3s deloealilade necessarias ao deseo
volvim^nto das sezSss; e mesmo as pessoas que
nao si) da profissio sabemque as ntcrimliea
les pnv, n dos lagares alagadizos, em que, o a
10 penetra a accio do sol, coa o saccede na?
maltas vigens, on, alm do exce^sivo cal r, dao
se oaira co, por mais babil que se ja e melbor ob-orvad ir,
que possa explicar o mecanismo da producto das
das aezdes, da volta d.s aceessns, e estado de de
cimacio em oeriodts cortos. E' justamsote o que
diz Chomel no testo que acabo de citar.
E contin :
Peco a atienda) dos leitores. t Bian plu.
lors qu' i'aide don moyen auisi aergiquo que
le quinquina nous avoos le pouvoir de sospendre,
a a joor el i i'h-iure, en aeique sorle, ou nous
le jugeons eonveoable, la cours de la maladie,
non soiu nei obbgs de reeomaitre que oou*
ignoros, la fois et complfment, la nature in-
time du mal que nous avont eombalo, et I'e-
tiou indine di remis qui en a triompb. pag.
citada).
De mais, anda que, em da e hora que mais
nos paree coavenlenle, segundo as eiream cas, pide-nos, o^r meio de om lio poderoso agen-
te eomo a quimoa, sospender o eorse das f-
feres intermitieotes, (oreados somos a sonfe?ar
noasa total ignorancia, tan a respelto da nain-
reza intima dn mil combatido, e*mo da ac-Oo do
rtmtiio que delle triumphou. Bis o qae ati diz
Cnoael.
Befeito, alada (fae S4 nio ignorem i condieSos
iodljp^nsHveis ao apparecimfnto das febres ioter-
documentos existentes na
0/ganisraj tod os I ria da presidencia Nao desojo declina
>,Jk rtPit ignora- nem a isto me forjar o Sr. Assis J
os*e WUmedlb TOrWWT>alWHo^hega d- cerumente, tera coniciencii da que
rectamente ao sangue, como pretendfliiAadP|iax(L, AMt " ir os prflfflWinWlflF M O^a3tadou a mulla gente, dont;
par*, alterlndd-o.TlesCnvolver os'f__
eundaries que eompletam o quadro syuptomlMi, TWpr^i
pu o diagnostico da molestia ; .ou, se,indo ttmfM-* NtvsBMn,
mente ao baco. o altera, segundo p pensa#|,fl
PiorVy ;'ou se," actuando primitivamente sobre o
syslema nervoso, ahi produz urna ncrostenta,
ou tMMrordade
ii-'or*, cMBdMi Br
faSl!1
leader de
Verdade ^ue SB_
aillo e\ 1 aera i. 1 a iBma
naj^Hml
rienda e dt
r.era
Ifaee do qae ressumbra dos
gil jMHH ni H IHH
xlas em geral. Sendo um dos professores a quem
mais otivi,'durante todo o terapo em
em Pars, posso alaocar qae ao seo
ligava se nma looga pratica
sino, qn nio coxnmum as escolas. -
Urna cousa a letueridade em querer-se ex
plicar o proiesso iotraio das acefies e reaecO^s
mrbidas; o outra cludo empenhar para mais
a meaos ebemr ao complem >oto d>) iHtplositco
pe consideraco atienta das causas nvwbidas, de
na manetra da aeloar no organismo *), da im-
nressao especial e dos effeilos qae ellas prpdu-
wn ; peloifeame alterno dos sy*pwmas, dd-astu-
do das fnnec,oes. das rea^oes, das ympaihias,
das accoes stmuttaneas phisiologicas (sinergtts) e
ios e=forcos da natureza ; pelo esludo das mudan-
zas materiaes ; pelo conhecimento emflm dos effei
i> variados do icalamento pelro de toque
(Gjatrac. pag 303) que saneciona ou desnwnte as
ideas que win formado o pratico sobra a 01 ture
za diversa das molealias. Sjturam morbornm
jstendunt curaUonct.
Do seguale artigo ser objecto principal a pro-
va especial de quea febre amarel'a nao da
natureza paludosa.
Dr, Carotao Francisco de L.{oi'i Santos.
(Continmr-u-ka.)
cnauA '-.
POE4IJ1
0PF.(\f Cir\ AO DISTINCTO FLAUTISTA CANDI-
DO, XA NOITE DE SEO* BENEFICIO, 30 DE
ABRIL DH 1871.
' Diier-te em meg*s (alias ea quiwra
Qtanto bello no raund) ser artista.
Ergue, artista, a fronte nobre
Em quo arte se traduz,
Pois, a gloria, que le cobre,
Brilba vais que brilha a lu.
Na passagem trabailiosa
D'essa e-irada wagestosa
Hlf |lT(l'10H"' nai re ta duvida i|ue o.Sr. des-
emnargaor, guiado anta* e provavelmeote por
othos Ucaet,^o)ocoix ao Sr. Bario da Soledade
,em edini
1 e Sr., em (Wra fjVrr^K Vmai
josa nneflHo] s*)BipsH| afaceei
ases aprajBpdts ps^HoveHBnao s c
ude i flK da exil^Ba dBHiras eaepj
oposftsjj ] nafas ba^pr*^|pcia qj
1 garant!,
M que
0%. di
conveniencias da provincia t Era preciso que o
A1MB%raJHW7IIA,
e a facilidade de ao- sis Jnior, o presidente zelava os iinteresse3 da
. provincia DiaoU das prelaosda*, em lace das
conveniencias dos Srs. Bardes da Soled
vrameoio, o Sr. dejembargador Assis
zelava os intaresses da provocia protellando ou
aviliado a realifij^i) de um grandioso melhora-
raento I
E em se diga, eom-> pretenden Sr. Asilsia-
nj^.ajue o conirato, tal. qual f e ebrado, era
(avaAvel a atovinct. Mi ara fiwravel t> pro
vipcia. oa contrato do qual ni) poda resallar o
meMwamento que se tinha em vista ?
Que o eontrato se tornara inxequival a|o.*o-
du_ acordes emaflVma-lo. Geasnrt-i-o por i-i",
e nao. como parecen ao Sr. As-is Jnior, por, nao
ser favryeJ M Sr. Bario da S Jedado.
Faz-qwtpjfl;liga o Sr. Assi suppoodo-me in-
c'inadoaw^Jaiarasses daquelle Sr. Se o Sr.Bario
do LivraatoplSjiBm quem reconbeco louvaveis e ap-
olaudiveia paos para os misteres a que se de-
dica, tivesje tjdo o preferido, em idnticas .cir-
cuinstaaciaa, pre-lir Ihe-ba, na aMembla, o meu
apolo, do-naaaqo modo qae o presioi Sr. So-
ledade. ifnue disto certo q.S#. Asi>
meu enpenho nio fei outrosenao ooaeoraer
para reparar o de-aro do ir. sau pai; desaw que
foi reeonhecfdo, quasi unankneate, pela assem-
ba.
Itecife, 17de maio de 1871.
Pedro Afonso Ferreira.
<3irco ecuestre.
K-treiou no fabbadc a companbia brasileira
equilibrista, eqaesire, gytnoaslica e acrobtica do
Sr. Antonio Cirios da Carino, no pavilhio por
elle fejio para tal fin no campo das lYiocezas.
. Nio nos e ppssjre dascrever o nnltmsiasmo de
que nos acharaos aossoidos ao verino* asse on-
nhado de artistas patrcios nossos, que vieram
saciar nos o desrjo que libamos 4e v-io#, ex-
liibinlo irabalbcs que s vista se podar acre-
ditar qae .i tanto chegne o engenho do liomem.
Realmtmiftj b>ie u/Ua o Brasil dizr qae as
. -. glorias d'arte colbidas por arti.Us e.-lraogeiros
timbean as e'ioquistam para si com Igual mere-
cimento aquelles distincUasimos brasfleiros.
Verdaderamente amante desse genero de di
tertimenio temo* ido assistir os espectculos da-
dos pela companhia, e em verdade admiramos
a auatuo />ia chagar o arrojo da natareta hu-
ol.

Qae lu segues pressuroso,
Has de achar magos ihesouros,
Cingir cora de lauros,
Ser. em liuo, beai veaiaroso. 1
Mas um artista aqu nada
Por mais pro vas que ella d,
Sua pericia depr- zada,
Ninguem a quer, ninguc:u er ;
Por que aqu, neslo paiz,
Para o artista aer feliz,
Ter vlcr e protecca>, moa.
Hija embora arte sobeja
E' aysVor que tambem seja,
Estrangeiro de na^ao I s t<
Aqui, sempre do estraqgoifo
E' o mrito apreciado,
Mas, do artista brasiloiro
Uuasi sempre desprezado
Seja um homem de talento,
Mostr n'arte sar portalo,
Si porm for nacional;
A arte ilea descrida,
Sem amor, sem lux, sen vi la,
Nidi importa, nada val II
Mas, nio pares, segu, avante I
Qia na de o njundo saudar-le,
Como um artista brlbaote,
A palma ia gloria dar-le ;
E, assim reconhecida
0 >m o valor que te deviilo,
Bradars:en sou feliz,
Tenho orgulho eobranceiro,
Sou artista brasileiro,
No que honro o meu paiz I
Gtilherme Lopes.



liha de Fernando
Dai a Cesar o que de Cesar e a Deus o que
de Deus.
Do luminoso relatorio que o Sr. coronel J- A.
de Moraes Reg, ex comman iante da ilha de Fer-
nando, est pablicand) no Jornal do fkcife, nota-
mos que o mesmo senhor para achar occasiio de
elogiar o S'. eapilio Jjaquim Antonio de Moraes,
den como teado sido comecada por elle a edica
cao da olaria do Curral, obra de importancia para
a ilha, nao : pela elegancia e solidez, como pelo
ioteresse qne deve deixar ao estado no fabrico de
Mhas e tljullos para as obras da mesma, materiaes
estes, qae sendo comprados aqoi na capital, parte
se inutiHsavam na eonduccio para Feruando, viu-
do assim o governo i ter nao pequeo prejuizo.
A olaria doCurral foi prnjeelada e comecada na
administracio do Sr lente-coronel Sebastiio An-
tonio do llego Barros ; quando em ooverabro do
anno prximo passado, elle se retirou de Fernn
do, dajxou-a prompta para receber a coberta e de
forno feito e at caiado.
O correspondente de Payando para o Correio
Pernambucano tratando da adatinistracio do Sr.
t;nente-coronel llega Barro, am nma das soas
cartas de julho on setembro, fallou da edifieacao
da citada olaria.
Nao queremos com o que tica dito, empanar as
glorias do Sr. capitao J. a juim Antonio de Moraes.
na administrado do ir. coronel M iraes liego ; to-
dos os qne estiveram em Fernando no* quatro
mezes dessi admnistrac>o, sabem a inanejra por
qae o Sr: cap;tio Moraes, servio ao Sr. coronel Mo-
raes Reg, para delle merecer os elogias que Ihe
foram dados.
Urna das grandes obras que o Sr. coronel Mo-
raes Reg, em seu dito paklorio aprsenla como
lendo sido feita em sua aministeagao, a do atil-
de do Carral, mas, este a^ade, quando 0 Sr. coro-
nel chegou a Feroanlo ji'e-tava sendo alargado ;
a idea, por tanto, nio foi de S. S., que nda mais
fez do que continuar o que j schoo.
E' verdide que o Sr. cl roal deu vastas propor
Ci5es a este acade, qne com quanto nao passe ain-
da hoje de um buraco grande, pois, qae nem urna
obra d'arta possue, est em melbores C')ode5es
que ontr'ora, para receber a3 aguas qae se desli-
sam dos morros aa estacio invernosa.
Como o relatorio do Sr. coronel Moraes Reg,
31o sedo confeccionado parao inglez ver,;
eve contar verdales, ja'gamos coiveaiente fazer
asta observaQdes para o l-n de dar a Cr-.nr o que
d de Cesar a Deus o que de Deas.
Recife, 17 dornajo de 1871.
H.
dos recibos
dinheiro em 4 parcellas.
Sr. Manoel Bernardino nao truer ser afaifj'.^
age sua letra e o saldo de sua conta de
nao queira ajustar eonteum insultos
credores. /rTT
_U8 flea dito, justamente JCjnm passou,
descanca o protestante que^lMRFtransac-
cao alguma com sua letra porQff a sua Arma
mmiiiiimo conceituada, e a prova est nos re-
petidos annuncios que os Srs. Tasso & Irmaos
neste
sses.
voltar
aipto, fTSsto fique
convencido, poi?, a distan
ta! re.-ps|to, assun o exig
Recife, (I de maio de
Francisco
ndo-o a
B
obra tal as-
Bernardo
noa separa a
71.
''a Cosa Maia.
AO lNsH
LFI.AUT!,TACANDIB^ NA NOITEJJ
SEU BENEFICIO.
ella e doce harmonio
uanto fulgor I guanta luz
A lerna voz sublimada
paspa |auiojMospirala
Que mago efieilo produz I
Qae portento quinta arte )
Nada taaoiv para 4W4
Ne.-ia grande oeeasiio I
Masapiai, com pasmo.
as azas do enthusiasmo
D te solennmovacao I
E sers sempre applaadldo
Com loavor descomedido,
Por la fama geral I na
A teus ps, neste proscenio
Me corvo perante ogenin, *-"w^
Que faz teu nome im'uorta t

r r
:
I
I
..
Estrada do Limoeir.
Julgava me dispensado de proseguir na dlscus-
sao que, acerca das mod.flcacoe, sutorisadas pela
assembla pro ocia I, ao contato da estrada de
ferro do Limoeiro, suscito-a o Sr. Dr. Bu rque de
'Macedo Nem me occorrera quo a referencia qae
llz, em mea primeir'a.artigo, ao Sr. desembarga-
da Assis Roeba, podesso dar lagar a a.'gress 1
que venbo de soffrer, no Di rio da bootem, por
parte do Sr. Assis Jnior I
Para nao acorrer, poro o, na comminacio de
leviano e detractor, que nn infringe o infesa
dinho Sr. Janior, vejo-me fcresdo a acudir ao sen
convite e explicar as retioenciis de que usai eom
rea ci a seu honrado pai.
Disse e su'leolo q sis, na eelebracio do cnatrato da ostraia do IA
notiro, collocot os licitantes em dtflculdades acer-
bas. ..
O n bargador, perants qaem se apresentaram di'er-
sos licitantes ao contracto daquella estrada, entre
y quaes os Srs. Borde* de LUranMnto e da Sole-
dade, tergiversara, por mais de orna vea, sobre a
accetaci> das praposlas desdes doas licitante4, e
at se propuzera a concil"ia-lo, prevaleeeBdo-se,
aira i?so, da intataeia do saa posieo
Tive occastoss da preciar a longanm'dide do
miUente-, ni tem sido possivel at hoje saber-je Sr- denenabargador A-sis Rocha, e, coaseqaeOte-
oaweaoismo de sua* impressSes, no org oMmo e nente, accellei veroao qae corr a seo respWtoj
Tolla ci.nh ei'l. dosaec?isos. .*em toaavia attribair-me improbldade, di gae'o
Sabemo, porque a exariencia nos lem moalra
da, ane *IUi pmvittfas emanaeo pa'alois;
maities ijiooramos qiaai cejm W prio'pios
o'ko Isento.
Foreado agora a ripaodsf ao tr. AJsis Jaaiar
proeorei oavir de oot a diversa* pessaas, e fs>
A eotnpanhla da Umjta4issimo numero de
artistas; porm neojium lia. cu jos trabalbos nio
nos excite a manir admiracio.
D'entre elle prjmam nossp ver o director
da coinpanhia o Sr. Carlos do Carmo em seus
trabalhos equaitras, o Sr. Alberto Freir, syrapa-
ihi;o gymnasta e .-crobalA, a o Sr. Tertuliano de
Magalnas, arrojadissimo equilibrista pernara-
bucaoo.
Com cffeito arrojadissimo e altamente aeri-
gos o trabnlbo.de equililirar sobre os ps urna
enorme escala, cajo peso avadamos de urnas 3
a i arrobas a receber aipda mais, o pez > tsjvez
le amas 3 arrobis Jo nm artista que nos de-
gr-w superiores faria difflciliinas evoluo5s e em
diversos sentidos, notando-ss que todos os mais
jrabinos desse eximio artista sao dignos de urna
apreciaci que nesse momento 11 u fjzemos por
qne sera de certo enfadonha, rogando, entretan-
to. Instantemente a todos os pernambucanes quej
nao admirar nm comprovinciano que nos enno
brece e nm artista qae faz honra distincta e
importante ehsse i qne perteaee.
O sympaihico Alberto Freir am artista de
real mereeimento : nunca vimos melhor no sen
genero de tribalho. No domingo mo-tron o que
no sen trabalho chamado de sali onde tam-
bem mostrnu-se digno de geTaes applausos o seu
sympaihico Irmio Hyppolito Freir.
Ha um outro artista, cuj) nome ignoramos, de
urna (urca muscular espantosa, o qiial fez no
trapesio, sorprendentes trabalhos de forca.
E o p3lhaco! Q que deveraos dizer do pa-
Ihaco 7 I Nao ba ditos mais chistosos, e nem
possivel que se exija mais espirito era pilberias.
Todo* sabem que a almad'am diverlimeniodaqael-
11 ordum o palbaco, e a respeito de.-le nao po
dia a eompaobia do Sr. Carlos do Carmo estar
mais nem prv.da.
Nio ba um s momento de monolonia no circo,
porque os otervallos da om a cairo trabalho
sao preencbdos com umita gaiatice daquelle es-
pirituoso artista.
Devemos agora dizer alguma cousa sobre o
Sr. Aolcnio Garlos do Carmo, director di eom-
paobia.
Este insigne equestre j bera condecido do
oosso publico, e anda o vimos agora affroular,
zombando, a veloz carreira de um eavallo pura-
mente em sso eom aquelle garbo e pericia de
am artista qne pode ter o desvanecioeolo de
snppor-se mestre do sen genero de trabalho.
O circo tem estado sempre repleto de povo,
que nao se satisfaz de admirar lio importantes
artistas applandindo-os phreneiicameute, e at<
rando-lhes bem merecidas flores.
Nos, qae tambem somos brasileiros, sentimos
urna indisivel satisfacio escrevendo estas toscas li-
abas que perfeitaruente traduzem ama pagina de
gloria para nossa patria.
Prosigan! es-es nossos patricios e cnllivem as
arles que urna vea chegar em que a Europa
ipteira dos tenha de admirar I
Honra ao Brasil I
Honra i esses distinetos brasileiros.
Brnarto Califturckon.

Ao publico,
Sorprehenden-me bastante nm protesto do Sr.
Manoel B. Vieira Gavalcaote, inserido neste Dia-
rio de 13 e Ib* do correte, nio > pela falta de
verdade, eomo pela maneira inslita trilhada pelo
protestante que modispeosou o epitheto de torpe
que intacto Ih'o devolvo, e s por allen.ao ao
re-peitavi;l publico, passe a exir o que se deu :
Em li de novembro do aano passado, recebi ama
carta do entio meu commilente o Sr. Msnoel
Honorato de Barros, em que me eommunicava ter
e estabelecido nesta cidale seu llho Franeisco
Mirinho de Birres, e por isso se va. foreado a
(zer-Jhe romssa ds seas assueares, eque pro
porcio das remeesas que flzwse o dito seu fUbn,
ira am irlisando o ten debito, qae nsesa data
montavaars. 3:MSf800. sendo rs. 1:110*800
costa de livro, e r-. 8:015*000 urna letra de
seu aceite, vencivel a 8 de favereiro do corren -
e anno, indo de eont)rm>dade com a conta cor-
rente qae ao mesmo Sr. firoeci em 30 d vembro em satisfacio a seo pedido de 14 do
mesmi moz. N) decurso do mez de dezembm,
recebi doSr. Marinhi de Barros, diversas qaaa-
lias em dalas distiuetas, como consta de 4 re-
cibos qoeao mesmo Sr. passei e nao me indi-
ca ido Conta de quem era, e em resto do con-
teodo da carta do Sr. Manoel H morato, aebten-
dido eslava que deviam ser crepitadas a este Sr.
como de l\cto foram.
Logo que f.>i salda a eonta d livro do Sr. Ma-
noel Honorat, observei seu filho, que Dio es
lando anda vencida a letra de sea pai, aoaava
conveniente levar o excedente do dinheiro rece-
bido o crdito da coala do Sr. Maooei Beraar-
iboo Vieira Gmleante (seo caohad>) efundo o
que este Sr. me disse era caria de i9 re no-
vembro pasado, o de felo leve) A sea ere-iil > a
qaaatta da rs. 23ajS0O, sen lo que o sea' debito
naquolla data, era d rs. 51**00, mparuoci*
de ordens pagas, e nma letra de sea aceite de
rs. I:33t#5l0, wodiisindo sudo em JO de abril
ultimo, um total de 1:93111(8, conforman eon-
ta corrale Asada nesta data, e em polar de
meu procurador o 8r. Carobne do Prazers ne-
g, com qaem ji o gr. Mraoel Beroardtov se
epteodw por.eaerpto aflm de eoavaoralrem >o
pagamento do que me devedor.
O Br. Manad Bsrairdino arranjanda acelera-
damente o sea protesto, e disendo que a aaniia
ara paga invgrslrneate em 8 de deitembra^ nao
t fembroa de arte jae *e dia U sutiO:*^
Desie mea canto a pobreza
Direr nao po le a grandeza
Que toa ploria eoatn
Apenas coma patricio
l'-'-tej 1 o leu beneficio
Dando-te palmas tambem I
*tti>ti t>at6nihfiiiaa1s'"?
r-i I
D03 JtTTEES, M0BDOMO9 R MAIS EMtRF.GADOS
QUE HO DE FESTEJAR A SENllOnA SANTA.
ANNA NO i MOSTES BGARARAM3 NO ANNO
dr 1871 A 4872.
Jais protector.
O Illm. Sr. Innnoeoei Rodrigues de Miranda.
Juizes por elelcio.
0 Dr. Joaqaim Goncalves Aleiio.
Franclseo Jos dos Passos Guimariwf.
Tenate Manoel Antonio Viegas Janior.
los Antonio Miireira.
Angosto J Texelra. c-.o,
Beoto Santos Ramos.
Jaizas por eleici).
As Baas. Sr.}
D. Hermalinda Floriaai do Carmo.
D. Arehangela Marta i Rosario.
D. Candida llosa de Alboquerqne Saralva, esposa
do IHm. Sr. Jos Aotom Sarava.
A censorio do Ilha. Sr. Domingos Antonio da Suva
leste.
Juizes por devocio.
Os lllms. Srs.:
Gandaneio Aaanaclo da E-pirito Santo.
Leocadio da Silva Santa Ora.
Ltris Antonio di Sil vi Pereira.
Jos Joa-jnim dos Santos. 1
Thomaz J& das Nevos.
Jaizas por devooaa.
As Exmas. Sras.: *
D. Anu 'de Alboquerqne Lias.
D. Josepha, esposa de Franeisco Antonio de Mello.
D. Unbelisa Dattro daoaencao Fernandas.
D. Mara Igoez da Conceicio.
Bssnvaes por eTeieio.
Os lllra. Srs.:
Anacleto Manoel dos Dantos.
Alfredo Gardoso Pereira.
Jo-.Alexandrino dosbantos.
Antonio Jesumo Marques.
Escrivaas por eleicio.
As Exous. Sras. :
D. Justina Mara dos Prazares.
D. Delpbma Lourenca do Espirito Santo.
D. Carlota.
Eserivaoa por devocao.
Os lllms. Srs.:
Andr Jo< de Alraeida Calanho.
Jos dos Santos Mor-ira.
Bernardo Ferreira L^urelrp.
Manoel Goncalves Agr
Escrivies por devecio.
As Exmas. Sras. :
D. Jacimha Freir de Azavedo.
D. Joanna Mara de Mello.
D. Adelia Mara da Roeba Lins.
D. Aana Mana da Conceicio e Silva.
v Mordomes.
Os Rvdms. Sri.:
Padre-mestre Fr. Jorge de Saai'Anna Looio.
Fr. Joio de Santa Thereza.
Fr. Bento do Monte Carmello Flores.
Fr. Flix da Naiividade Pimeniel.
Fr. Augusto da Immioulada Coneeieao.
Fr. Iiinocencio, prior do Carmo de Olindi.
Fr. Antonio das Dores Tartaruga.
Vigario Joaquira de Aragao Colas.
Padre Jos Estevas Vianna.
Padre Temistocles Roraao Pereira. dos Santos.
Padre Francisco Alves de branles.
Padre Thomaz Coelho E-tima.
Padre Lino do Monte Carmello Luna.
Os lllms. Srs. :
Jos Cciho Barbosa.
Francelino Domingos de Moura Mattos.
Rodolpbo Mamede do Amaral.
Lourenco Jnstiniaoo Valenl m do Nascimento.
Tente Francisco de Paula Ucha.
Antonio Joaquim de Andrade.
Antonio Franciseo Martms.
Procordor geral
O Illm. Sr. Claudiano Antonio Jos de Mello.
Tbesoureiro
O Illm. Sr. Landclino Ferreira Lima.
Procuradores.
O lllms. Srs. :
Manoel Caelano Barbosa.
Francisco Jas de Sales Bezerra.
Franciseo Procopio Pessoa Darnellas.
Miguel Franciseo de Lima.
A esposa do lUm. Sr. Jos Jai de Aiaeriiu Jnior.
Mordomos
Os Ilims. S-. :.
Jos da Silva Loyo Sobriuho.
Jos Ribeiro da Fonseca.
Joio Pedro da Cruz Sevea.
Joaquim Ferreira Venancio Nogueira.
Bernardino da Sonza Pinto.
Antonio da Silva Campos.
Jas uaauim da CostaAranj <.
Joao Coslba da Rosario.
Francisco Lua Goncalves do Lima.
Prooorador
Fortunato de Souza Das. ,
Prolector
Poly :arpo Ramos de Jess.
Fr. Felippe de S. Luiz Paim,
______ Rebote.
i*. 36a-AN.\C41lT. PEITRAL.-A8 curas
prodozidas pala aomposioo de anacabuila peitoral,
sao realmente milagrosas.
D. Clemente Silva, que reside na ra do Estado,
Siotiago de Chile, escreve a nossos agentes em
dita cidade, que liavenda soffnJo atrozmente de
Eleipo
dos
JUIZES, JUIZA8, ESCItIVES E MAIS MORDOMOS
QUE IIAO DE FE8TEJAR A NOSSA SBNHORA DA
SOLEDADE NA IGREJA DE NOSSA 9ENHORA
DOS PHA7.r.ftE3 DOS MONTES 6UAIU1UPES.
Ju'z por eleigao
O Illm. Sr. Joio Joaquim da Silva.
Jui por devocao
O Illm. Sr. Lino Jos de Sant' Anna.
Juila por eleicao
A Exma. Sra. D. Taoodosia, esposa de Antonio Jos
Galvao.
Jmza por devocao
A Exma. Sra D. Theotooia Perpedigna de Jess
Monteiro.
Escribo por eleicao
O Illm. Sr. Rodulpho Mamede do Amaral.
Escrivao por devocio
Q IHm. Sr. Manoel Joaqaim do Espirito-Santo
Trindade.
Eserivaa por eleicao
A Exma. Sra. D. Isabel Mara da Conceicio.
E A Exma. Sra. D. Marcelina Carolina Gomes da
Rocha.
Mordomes
Os Iilms. Srs.:
Franciseo Aleandre Cordeiro Jnior.
Ricardo.
Pharraaceutieo Jos Antonio Saraiva.
Manoel ThoJoro do Naseiraento.
audioo Papa.
Mordemas
As Exmas. Sras:
D. Eugracia, esposa do Illm. Sr. Patrocinio Jos do
Rosario.
D Mara Itosz da Coqeeicio.
D Mara Rodrigues de Miranda.
D Alejandrina Hvpolita de Araujo.
D- Mara Xavier e Oliveira.
a Balbioa Mara dos Prazers.
Procatador
Forlunato de Souza Das.
Protect)r
Polyearpo Ramos de Jesns.
consta ter sido entregue Recife+Jl de abril de 1871.
Fr. Feltppe de S. Luiz Paiml
ASil 22 Py ^lsJgeMi.?tr
; E ei(jo
ios ...
juizes, JiiiZAS, EscnjyAos, escbjvAes e mor-
domos QUE HAO DE FESTEJAR NOSSA gENHO-
RA DA SOAftEUDE, .KA_liiREJA^lBV^tfAA
SKNHORA lOS'PlAZKfHg IOS MONTES OUArU-
Rvpes. JIan&e bjiWI a 1872.
Jai por etoicio
Os lllms,. Srs :
Commendsjdor Joofia Cuaba MagalLias Jnior.
Paulo Pereira Si mies.
Juizes por evocao
Cs lllms, Irs.:
CapitSo Joi- J?tedro das Nete.
Joao Carlos Bastos de Olivera.
Escrivaos por eleicio
6D dDfiL'C i HHWrSc0 Antonio Francisco das Neves
Jos* Ferrefra da Costa.
' Escrivaos por devocio
Os lllms. Srs.:
Joio Baptisla Ferreira.
Jos Marques Ayrosa Braga.
ulns |or eleicao
As Exmas. Sras:
Bironeza de Campo-Verde.
Baroneza de B^mllca.
Julzas por devocio
As Exmas. Sras. :
D. Mana Rita da Cruz Neves.
D, Joanna Simoas Barbosa, esposa
pharmacautico Manoel Alves Uaibosa.
Escnvaei por eleicao
As Exma. Sras:
D. Canalla Mana da Cruz Ne>ea Correa, e*posa
do Ulna. Sr. pbarmaueulico America iNuaes
Correa.
D. Rita Mara das Neves Cardoso, esposa do Illm.
Sr. Antonio Francisco Correa Cardoso.
Escrivies por devocio
As Exmas. Sras.;
D. Alejandrina dos Sanios Miranda Magalhaes,
esposa do Ilm. Sr. Joio da Cunha Magtlhes.
aio JoaTc
Peretrr, eaupagem fff, carga 7,8350 arrobas de
RitS&M^o *l-MFl3s, brigue nacional Ho-
norio de 222 tonelada^ capifeJdaiwel Estevio
Upes,>qurpagem nvera l.OrJfJ arrobas de
car8e;aAmosay|mWl:^ *f
Brunswi :k-i diaMleUMawertaanio Gatnbea,
de 5 toneladas, .vytol. N. AJIey, equipa-
gera*8 cargA madeira ; a Henry Forster 4 C.
JVacio sahidos no mesmo da.
Porta A leur
taoAnhBi
d,W*.
Rio da Prata Logar
pillo R senberger.
Rio Grande o Snl
-lamen, capillo Jos
ssjrar e apuanleiiK
Llverpnnl Vtfor ihl
E. I. Dofry, carga
Ubsery-acuo.
Saspendeu do lamario para o Cabo Verde a
barca p Ttugueza Harmona capilio Antenio Jos
da Cruz eom o mesmo lastro do Rio de Janeiro.
No dia 18 al meio dia nio bouve entrada
nem taidas._______________________~.
nglez
f
isernti
\pathya, eapi-
ucar e agoar-
Augvstt, ea-
lleiro S. BavOo-
ro, carga as-
ulinit, commandante
ao. -.
feP
para
do Illm. ir.

EDITAES.
~:------7
nder"
^~
-n*9n
O inspector da aliandega faz publico que sexta-
feira 1 do-corrente serio levados a hasta publica.
depois de meio dia e a poita da mesma reparti-
do os (bjectos abaixo declarados livres de drei-
to ao arrematante.
Armazem n. 6.
Morca T J PSsiu uum-ru.-3 lwriea| eom
fragmentos de ferro, pasando lirntf Itlll kil;.-
u:i los no avio americano lirun/u*, ansraio em
7 de agu>to ultimo, e>oo9igoados-a ordo valer do
kilo 20 rs. tidal 4JAP*. h u*a%M^
dem C T JN. ".". ( raixa c-Tntendo272 kilos,
pp.so liquido real, de moldpras de madeira dourada
vindas na barca franeeza Cobgjil. entrada em 17
de agusio ultimo, consignada a M. Bernel, valor do
kilo 55666, lotal 7MJHM.
dem demS kilos, poso qnido real, de
moldura de madeira donrala, desarmada ero
porte, valor do kilo 3jflOO, total hWifm.
dem J M PN. i*798 a i'Hi.O caixas com
latas contendo legumes em conserva pelando
bruto as latas 330 kilos, vindos na barca franeeza
Fgaro, entrada em 5 de setembro nltimo, consig-
nada a Jes Maria Palmeira, valor do kile 666 rs.,
total 366*300.
Alfaudega de Pernambnco, 16 de maia de 1871.
^___________/?. Xavier S. He Mello.
tfrtcit i do d^ Direifo,
De ordem do Exm. Sr.. conselheiro, vice-direc-
tor, fago publico que Oca marcado o prazo de seis
mezes, contados da data de>ie, para a inscripcao
dos que prelenderem concorrer ao lugar de lente
substitnti desia Faculdade, vago pelo accesso do
substituto Dr. Antonio de Vascncellss Menexes
de Drnmraond caelra de que era proprietarn
o coosejhelro Lourenco Trigo de Luurero. Pelo
qae todos os pretendemos ao dito lugar pdderio
apresentar-?e desde na -ecretaria desta Facul-
dade para assignar seus n^roes no livro compe-
tente : o que Ihes d pern-.ittido fazer por proen-
rador, se c-tiverem a mais "4e viole leguas desta
cidade, oa liverem justo impedimento.
DevenJo outfosim apresenur documentos qae
astbma, pelo espaco de mais de sete aanos, sem mostrem sua qaalidade de cidarto brasileiro e de
h._> _j!._ .1.____i; ____ il. U.......* ^~,. iiii.s nslnn nn n.-/o Aet .pna /VV:l(-vo ai ira i\ r\nlti*.~,J
que medico algum ji mais -llio boavasse propor
conado o menor allivio ; decidio-sa finalmente ero
tomar da composic-ao de anacahuita peitoral, e de-
Eojft-ot.uavaraD0a.-ts lamido dous frascos, deseo
ro com sorpreza, que a gr..nde oppressao do
peito havia qaa-i ompleiamenia desaparecido.
No em tanto foi continuando a faz t uso delle
e no fim de tras mezes se a:bou pcrfeilamente cu
rado, CAO) grande assombro e satisfacis de lodos
os seus pareles e amigos, os quaes j haviam per-
dido as esperanzas de j mais v-lo boxn.
Disse tambem qae desde eolio esta parta o
tem rei:ommendaao um grao le numera da seas
cooheeido* que soffriara de dITsraoles ?fT:ccots
piil-nouares, tao Irequenles aas costas do mar Pa-
cifico, oa America do Sal, e que seus baos resol-
lados tem sido universaes.
COMMERCIO.
THE ALLIAiNCE BtUTISH & FOREIGX.
Lfe an 1 Fire Assprance Company estabelecida
em.lii. Capital 8,000,000
Os agentes desta eompaohia tomam seguros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
psgam aqui prejuizos devidaraente provados.
Rabe Sehmettao & C
Corpo Santo n. 1.1
1-11ACA DO REC1F& 17 DE MAIO
DE 1871.
AS 3 1/1 HORAS DA TARDI.
Ootacoes ofiiciaes.
Cambio sobre Londres 90 d/v Ja l|i d. por
1*000, letras de fra (hontem).
H. G. Slepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
er.dimento do dia 1 a 16. .
dem do dia 17.....
IfoTiaueato da alfaadega.
Volames entrados com lateadas
1 eom gneros
436:035*723
25:4u7i78i
461:4431312
213
Volnmes sahidos com fazendas
com gneros.
213
139
167
------306
Descarregam hoja 19 de maio.
Patacho inglezAJowtemercadorias.
Barca iagleza Witch of Ihe Teign dem.
Lugar iaglez Union-ideo.
Lugar portuguezJi/wvarios gneros.
Patacho ioglez^Jitfwvarios gneros.
Patacho americanofiaaae/ataboados.
Detpachos de exportafSo no iia 17 de
maio.
No vapor inglez Olinda, para Liverpool car-
regaram : Saqodors Brothers & C 100 saccas eom
17,595 kila de algodio ; James Ryder & C. 134
saccas com 24,4(4 kilos de dito ; H. De Lagrange
19 saceos com 957 kilos* de carnauba.
No patajbo portuguez Restauraco, para
Lisboa anegaran) : E. R. (tabello & C. 300 sac-
cas com 22,r>t0 kilos de asquear branco e 200 di-
tos coro 15.000 kilos de dito mascavado ; Jos da
Silva Loyo 4 Filho 1,050 barricas eom 78,750
kilos do dito mascavado.
No brgue hesnauhul Clora, para o Rio da
Prata carregaram : Amorim Irruios & C 975 bar-
ricas eom 101762 kilos de assuear branca e 12
barricas com 14,395 ditas de diio mascavad.
No navio nacioual Infeliz, (ara o Ra da
Prata earrigaram: Amorim Irooaos A C 100 bar
ricas com 11,858 kilos de assuear mascavado e
300 ditas com 32,777 ditos de dito branca
No brigoe portuguez Laia I, para Lisboa
earregnu : Adraao de Albu merque 50 saceos
com 3.750 kilos da assuear mascavado
u paitiabole americano Cnlle.no, para a ilha
de S. Miguel- carregou : Joio Maros Nogueira
Santos 108 barns eom 288 decilitros de mol.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAD
GERABS DE PERNAMBCO
andimento do di* t a 16. 30:425*952
dem do da 7..... 1:0681261
3):)942I4
C0NSULA.D0 PROVINaAX.
andimento da cha t a 16. 44:1001388
dem do dia *7. 4:430*320
48.630*708
! J I Wl -Sll-gg"
MOVIMENTO DO PORTO.
nae estio no goso de seus dir-itos ciyis e.pplitjcos,
jsto certiJio de baptismo. folha corrida do lujar
lie seus domicilios, e mais o diploma de dootor
por urna das Paculdades de dreito do imperio, on
publica (rma, ju apresenlacio do original, e na mesma ocealjo po-
ilerao entregar quaesquer documentos qu jul-
axem eotjvenientes. cu como titulo d,e hbilita-
Ces, ou como prQ'vas de servieos preftactos ao
astado, humanidade ou seienia, dos quaes.se
Ibes passar reciKJ : tno de cccf.rmtdade cora
os arts, 36 e 37 do decreto n. !28o' de 28 de abril
de 1854, e 111 e segolbres do de n. 15G8d> 2i de
fevereiro de 1855. ,. ..
E para que ebegue ao conbeciraento de lodos,
mandu o Exm. Sr. vice-direttcr sfflxar o pre-
lonte, que ser publicado, as foJhas desta cidade
e as da corte.
Seerelaria da Facultado de Dreijo do Heclfe. 15
de maio de l87I,
O secretario.
Jos Honorio R. i> Menezei.
lo Francisco Pires, oflkial da imperial ordem da
Rosa, teaente-coroBel eommaudante do 4o bata>
Iho de infantera da guara nai una! do moni-
ripio do Rrcite por S. M, o Imperador, ta.
Fa;o saber a quem iateresssr, que ea virludi-
do que dispoe as uistruc^V de 2"> de outubre de
1850 e decreto n. 1430 de 12 de marco de 18o*
tem os eonselhoi da qualiGascjo r, viso da guar-
da nacional das freauezias do Poca da Panella e
Varzea, aistrictos do batalbio do mea commana,.
de darem principio a seos trabalhos no dia Sl-do
correle, os quina fuoccionarao 15 das conteci-
tivos nos ;: ivisi'jna das ditas inairizes, das 9-
boras da manhaa em -liante.
Qurtel do commmdo do 4* bataUjt) de infant-
ria da guarda nacional du lisotfe 13 de maie de
(871.
Jos Francisco Pires,
Tenonte-coronel c ommanoaate.-
Joaqaim Pereira de Meodunca Ju.nor, capitio com-
mandante Interino do 2* baialhio de int miarla da
guarda naeional do municipio do Reefo, o pre
sideoie do conseibo de qnaticncfio da parorfaia
de S. Jos.
Faro saber qne decanformidade com as ioatroe-
5oes de 21 de ootibro de 1830, e os artigos 1 e
do decreto n. 1130 de II de mareo de 1833, se
reunir ne dia 21 do corrente, ,*s 10 horas da ma-
nbaa, o conselho de qualificacio para t revisan
dos guardas Dacienaes alistados na mesma p .
rochia.
E para ehegar ao conhe:i ment de todos e a
quem interessar possa, mande i passar o presente,
qae ser publicado pela imprensa e aflixaJo nos
luirares mais pblicos da respectiva frecueila.
Qair;el do coramatdo interino do batolbio
de infamara da guarda nacional do munielpie o
Recife, 13 de maio de 1871.
Joaquim Pereira de Mendooca Janior.
__________Capitio eowiWiandanie Interino.
Francisco de Araoda Leal Stve. officialda
imperial ordem da Rosa, iene#e-coroorl
comrtMrrdante do 3o brtaldlode inftntaria
da guarda oacional do.municipio do.Re-
cife, e presiildflte do cooseliio da qoali-
fic?o da fregneiia da Roa Vista, por
S. M. o Imperador, ele.
Faro saber que, de cooformidade com
as iosLruec&s de I de oaiubrn de 4850 e
aris. 4a e 9" do decreto n. 4.430de 12 de
marco de 4853, se reunir, domingo 84 do
ooxreote, o coaseibo de qtialicav5o e re-
vis,5o dos f uardas aacioaaes da mesma
frwrtiezia.
E para que conste aos titeressados, man-
dei passar o presente, que ser publicado
pela imprensa e afiixado nos lugares mais
pblicos da referida freguezia.
Quartel do commando do. 3" b lalftSo de
infamara da guarda nacional <1o municipio
do Recife, 43 de maio de, 4871.
Francisco de mrandu Leal Sun,
Tene-nte-cerun-l fio-nwwndwte.
DECLARACOfS.
Por ordem de IHm. Sr Dr. jais de oratacs
desta cid> de va> i praca por arreodamento no dia
21 do corrente mez, depois da audiencia respecti-
va, o engeoho Roncador, sito na frefnesla de S.
Lourenco da ITafa, por tempo de seis antos asesa
sement, e aondieao de se fazer reparos no meto
engenho, servindo de naso nara o arread imeoto
qnantia de l:WO< annnaimenln. ^_^
De ordem do liliu. Si. conselheiro \f**-
tor da thesouraj-ia de fazenda dea* provicci|se
faz publico que no da, 124 do corrate mes,
oras datarla, pranle a junta ua mesma i
raria, se dOTerao artemalir p ir- oaetn. roi
qaaalia ofterecer 9 casas, um uarraciu, omj
ro sobre estiva-, ora to/oo de oUria tres
dous oies de Wi dio. nm alicerce, um n
sol i objectos de motojlla perten-eolW
Os prelendanrM dawlo dirljrir soas,
em cartas fechadas ao ummo Om\r.
fiav/ps entrados no Ua 11.
Rio de Janeiro23 da, patacho nacional Bon
Jitns, de 16i toneladas, capillo Joio Caldoso
de Meirelles, eqnipagem 9, carga caf; a Bar-
tbolomeu Loarebpv
Hio Gran Jo. do ?ul25 das, patacho nortugaej iasiiector at o meloda do dia 24 do
Vm J*r, #; M$to.capilio Iferopel JPe- u ,.',
Francisco do Carmo.l$awft|o,. eqmnaaem % Scretvi* da, lloarara d8 Um^M^nt-
carga 9;8D/3 arrobas de carne; a ordeipT {.M^iuco, 13 de malo de 187!.
Rio Grande do 9ut25 das. Ijiate nacional Bmi, f Seriindo de offlcial-raalor.
lia, de 1*4 toottoda', nffito Antonio 9gjal Usaol ia6 Pinta.

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*"aiwa <' m
Vr

diario d JPemambuco Sexta feira J'9 de Ma de 1871.

a
SANTA (TMI)E MISERICORDIA DO-
J.m>; i^W'J aiiajinilraliva da santa casa fe
nwwncordia *> Retire prteisa contratar qnalqaer
eaarttaceotlc umeirfo do hospital Pedro II, mediante eonli$des
qae wrto) tenles aus iateressados pesia eOM-
Jagralaria da Sanu Casa de Miseriordla do Re-
cito 11 aa b**L de 1371.
1-fc O e-crlvo,
Pedro Rodrigues de Soma.
H
Cl
da
de Miatrlcur.IU
Hllgl).
A ima. junta aduinulrativa da Sania Casada
ftBioordia do Recife teodo de reconstruir o pre-
dio que possue o pMriaaewo dos estabeleciroenios
de caritrade ra da Moeds, com dons andares ei
sotau, transformando-) em outro de ooi s anda/
que cotenha dona armaren?, oro no pavimento
terreo e outro no sobrado, precisa contratar a.
IWW litan tata eomejvem a*'s vaatageas
ofiferecer, tomara* por base a quantia de
5:000*100 j prp#sta p* ara individuo ; poden-
do o contratante aproveitar do auligo predio op|
materiaes que forera julgados em bom oslado.
Secretaria 4 Santa Gara de Misericordia do Re
cite, 6 de aiafo de 1871.
O eserivo,
Pedro Rodrianes de Souxt.
fg Segunda (eir z2 >, orreote, iloda a au-
diencia do Sr. Dr. jaii don orpn ir de novo a
praca de venda a usa sita ilna do Retiro, Paa-
,-agem da Magdalena, em cha) proprio, era boa
iocaJidaid ti com uiuitos bas cummodcs, avallada
por 3:2003, c-ido qiM a oae ha ver lanzador qoe
cubra este preco, sata aartgoada com a quinta
parta do abal.
tnazt aa* fei44M da fazeada
uweioaal.
De orein do Exm. Sr. Dr. juiz dos feito da ra-
teada, faeo constar as ai rematantes das comer-
henses detwmiuada- Caric e Pangau do exlinc-
to vinculo do tumb, qua Ibes Ika manado o
praso de 30 das para praaiarara a devidas hypo-
thecas, e assignarem as ratpeclivas letras na, tbe-
soararia* de fainada, sob pena de (Icreos sem
efTeito as mermas vendas,
Recife 4 de maio de 1871.
O escrivo,
Luie Francisco Barreta de Almeidn.
A cmara municipal desta cidade (ai publico
para conhecimento de quem interessar posea, que
tendo dado preferencia ao plano do edificio do
mercado publico, apresentado pelo seo engenheiro,
convida aoH prettndentes para a presentaren! suas
propostas no praso de 30 das, adra de se levar a
cffeito sua con-trucc).
Paco da cmara municipal do Recife, 4 de maio
de 1871.
Beato Jos da Costa
Pro presidente.
Lourenc> Bszerra Garuar o da Canha
Secretar*).
OuDSuhdo de Portugal,
Pelo presente se faz publico que, tendo de pro-
ceder-se liquidaco do espolio do fallecido sub-
dito portug n;z Virginio Freir de Oliveira, o qual
consta de um estabeleciment de molliados sito no
largo da Santa Cruz n. 4 ; e que achando-se este
sojeito ao passivo de 22:702sl6f rs., para paga-
mento do qual, os maiores valores que o espolio
ten, canastero em dividas; e que tendo sido
apresenlada por alguns dos credores diquelle fal-
lecido, ama proposta Armada pelo Sr. Joaquim
Ferreira Lobo, as seguimes condieaes : 1." trans-
ferir-se-lhe todo o direito massa do espolio para
elle liquida lo por sua conta e debaixo de sua res-
ponsabilidade; 1.*, abrigarse a pigar a todos es
credores do ateaato espolio 65 por cento de seos
crditos a pratos de 4, 8, 12 e 16 mezes; 3.', ga-
rantir o pagamento com letras aceitas por elle e
garantidas pelo Sr. Jos Lopes Alheira; 4.", obri-
gar-te ao pagamento de todas as desperas de in-
ventario do espolio, de impostes a que estiver su-
jeto o estauelecimentj, de alaguis de casas, e de
ordenados de caixeiro*, de enterro e de tratamento
medico do unido ; e que tendo sido esta proposta
aceita por todos os credores que a a-signaram ;
as.-ioi se faz constar, para que dentro do prazo de
quatro das, contados da data deste, qualquer ou-
tra pessoa que pretenda licitar sobre a maesa do
mesmo espolio, o possa fazer, tomando como base
a prepoeta cima teferida, enviando as propostas
que preteadam fazer, -b as condiQoas cima de-
claradas, era carta fechada, este consulado, e
coraparecendo no raesmo da 19 do correte as 11
horas da manhaa, aQin de serem abenas as suas
propostas, o dar-se conhecimento d'ellas aos ere-
dores do dito Virginio Freir de Oliveira, que para
este Ra, e para o de resolveren) sobre a aeeitacao
das mesinas propostas, e da garanta dada a ellas,
-lo pele preseute convidados tambem a compa-
recer.
No referido prazo de quatro das pode qualquer
retendente a licitar na liquidacao da massa do
mencionado espolio, examinar oeste consulado o
bataneo do sea activo e passivo,
Itecife, 15-do- maio da 18.
O chaneeller,
Joaquim Femandes de Soulo._______
Pala recebednria de rendas internas geraes
se fu publico, que oeste mez de maio que se
linda o prazo do pagamento, sem multa, do impos-
to pessoal relativo ao segando semestre do exorci-
zo correte de 187071, depois do qual prazo se
r pago com a multa de 6 por cento.
Recbedoria de Pernambuco, Io de maio de
1871.
O administrador,
Manoel Carneiro deSouza Lacerda.
THEATRO
OS
nimia F
SOB A D1RECCaO.DE
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)
rapectaenlos ter lugar in-
Tarlavelmciite na
ttaartaa.
Quistas,
*abt>ado,
Domingos.
THTRO
GAMTOMPR1MCEZAS
DA
!f>
TIT" ****
1-FElRI 19 M CBRENTE.
leelta Urasrdhiar la
fir--movida pela direncio da sompinhia hespaaho-
a da Ziruielia, favor do pintor peenographj
Leoii CBapelifi
e na qial tomaui parte por obwquio ao mesmo
i artistas Ci-auceaes': Mcaes. Poaoelet, PoppjB e
iiooo, e Mr*. Bfltbaln^JIwehand. Maris e kar-
tista portugueFl.irhdo.
Aeaaolo--;ea flireccap da companh da Zar-
zuela, etr, coone^Beia dot revetes qte temssof-
frido, na impossibi laJa de salisfaar o seu debi-
to para com (rartisu L>o Chapen, pelos traba-
Ihos sceoofratillic s, por et!e feitos para a aes-
tna eompanba, laagna ailo daste oiico raeio que
Ihe restan para sol ver una divida 'sagrada: es-
peraadj>/)ae o generoso imblico deste capitalinao
Ihe arar asna valiosa cooperacao par| um
fira ao jirst^. _
MJieaa.
Operau mam tetn, i;Ofehibanb, des-
ompenlMa per Mme. Pjppe Mrs.-Mafchand e
rf_
Les troubadours) i
Extravagancia ornada de msica danc.a.
Granle sucjesso por#I3M. 'once!et e Mr. Har-
balo.
UM BRILHANtRfASSO DE DANCV
executado por afile. Faoeo,
Pelos" artistas lwspanhes
DESOJE SOPRANO DA.ZAVZBLLA
RELMPAGO
pelos Sras. D. Nnaes de CastIHo e D. Luir Lar-
tiller.
Terceto *e sopranos e teaor eomiee da mesma
Zariaeha.
Pelas Sn, D. Tfteve de CasUil, D. Luiza Lar-
tlller e pelo Sr. Grana*.
Romanzas de contralto e soprooe del Relm-
pago.
Pelas Sn*. D. Laha Lirtilter e D. Nieves de
Castillo.
9* ri
bufa pb
D. Esdrjulo
jogneto lyrieo
Granados.
pela Sra. D. Lnixa LartWnr e o Sr.
Pelo artista portuguez Florind*, i seena conantsa
Joaqnira sacristio assistindo a reppesentafao dos
Milagrea de Santo Antonio.
Os me;tros JaHo Poppe n Linanto Colas dirigi-
r.-) alternadamente a orcneHra, por obsequio ao
artista Chapen.
AVISO
Ddoois do esaectaculo ha ver ara trem' extraor-
dinario para Apipucos.
Principiar a 8 oras.


t agente
flan-j
( Mosica da HerrJ
neiaiar as 8 1/2 horas.
Sabbado 20 do corrate.
Especherto beieflcio offerecio a 8oeie-
dade Emancipadora, pela si ciedade
dramtica particularRe-
creio Campestre.
Subir a scena, deeempeonado pala socledade
Recreio Campestre o magnifico drama em S actos
de Anicet Bourgeois e de Emeif, feoMulado :
0 MEDlF
DA*
m punto.
lio, a req
dos. Jjerdefco aa Inadto V. Joaana
Pires Ferreira, e per mandado do Illro. Sr."
juizde orphaos, da casa de sobrado de 3 andares
da ruada Cruz n. 7, a 11 horas do da aelma
dito, em eu escritorio ra da Croa n. 38.
U
AVISOS DVtsosr
INSTITUTO ARCBELOGIGO Utmmi-
CO PEMAIBL'CASO
sessao orJioara sexta feira, 19
raez, pula 11 Loras da ma
Termnala o espectculo con a primeira repre-
sentaco da eaauda em um acto, riginal brasi-
leirQ, composicao do Dr. Carneiro Vilella, intitula-
do :
Como se ganha urna aposta.
Principiar s 8 horas.
Havara
do correte
Ma,
OBDKM Da >IA.
Ptreceres e aiats tratallH decoaiaats-
Massa fallida
.....'
8. Miguel,
suppoe
corrente, os
da dita cas ,
vai para a
oram at
de
Leitura de um ndice nominal a arpbale
tioa das priocipaes pessoas que militaran)
na guerra contra os hollandezes, seguido de
notas biograptiico-explicativas, palo Sr. ma-
jor Salvador Henriqoe de Alboqaerque.
Secretaria do Instituto, 15 de maio de
1871.
'- J. Soaret cTAznedo
_________ Secretario perpetuo.
Preto.
EOESTRE
LARGO DAS PRI\CEZ\S
Companhia brasileira, equilibrista, ecuestre, gymnastica
acrbata.
DiuECTOR e Amwri
Amanha sabbado 20 de maio de 1871.
9 (SE O TEMPO PEftMITTIB)
Grande e variado espectculo, estra do joven MaooelitQ (.ho de Sergpe)
Sra. Freir insigne equilin isla.
Os bilhetes vendem-se em casa da companhia rna de Santa Isabel n. 1, daa
horas da manliaa at a hora de principiar o espectculo, pelos pracos seauintes :
Camarotes para cinco pessoas l^OOO
Cadeiraa tanto para seohoras como para horneas 25000
Entrada geral para todos 16000
A- bandeira naciotal arvorada do tope do mastro do circo, signil certo de haver
espectculo.
e da
10

Domingo 21.
Grande e pomposo espectculo com escomido e variado programma : nos dias
santos e domingos principiar as 6 horas da tarde, e nos dias uteis as 7 horas.
Urna hora antes do espectculo a porta do circo ser franca ao rospeitavel pn-
Mico:
AVISOS MARTIMOS.
mmm nwuww
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperado
at o da 92 do corrente, o vapor
Paran commandante Carlos Go-
me?, o qual depois da demora
do costume seguir para os por-
tos do norte.
Desde j receberase passageiros e engaj-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual daver
ser embarcada no ola de sua ebegada, encom-
nendas e dinheiro a frete at s S horas da tarde
de sua sabida.
Nao se recebem como eacommendas senu ob-
j otos de pequeo valor, e que nao excedam a i
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
evo. Tudo que passar deetds limites dever ser
embarcado coma carga.
Previne-se aos sniores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, ra di Cruz
n. 57, primeiro andar, escriprlo da Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEIR!
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 37 do corrente o vapor
Tucn!ins, commandante F. Fran-
co qnal depois da demora do cos-
tme seguir para oe do sol.
Desde j recebem-se passageiros a engajada a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deyer
ser embarcada no ala de sua chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as 1 horas da tarde
do da da su; sabida-
Nao se recebem como eacommendas sena ob-
j .'os de pequeo valor a que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medigao
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagens so se recebem na agencia, roa da Cruz
a 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Lu;
de Oliveira Aievedo 6 C-
llha iie SS. Miguel
Para o porto cima segu at 30 do corrente "o
pa habte Gotena : para o resto i carga e pas-
sageiros, trata-se cura os seas consignatarios, )o5o
so Reg Lima & Filho, ra do Apolla n. i.
HOJE
:
PreeisMe de o preto pata o -ervico de pada-
rb : aa fra .'aHa do Itisar n |9,-deposito.
lima pessea que ^e enoarrega de cbranlas
para fora da eulad, oereca faltasen para os
duaoi das divtdaa, or aVainata aarcaopm. dan.
' i caubBcimaatodesua ceu4i*i par pwoas i lo
'as : na ma Duque d Cibk* (ofora das
Cruzes) tabt-raa o 4t sa dir quem 6.___________
I" DE* I I I H
Calcado lrancez.
PARA ACABAR
O grande e variado sortimento de calcado
de todas as cualidades, existente oa leja n.
30 d ra do BarSo da Victoria (ootr'ora
roa Nova) est exporto concurrencia do
rospeitavel publico, a qualquer hora do da,
e a noite at s 9 horas, e quem all appa-
recer com dinheiro e disposico n3o deixa-
r de comprar, porque, quasi que pode-se
diier o comprador quem faz o pieco.
Dignos cheles de familias chegada a
occasiSo de fazerdes um deposito de ca'ca-
dp por algum tempo, pois destas pechin-
chas n5o apparecem sempre.
Sra. ebefes de familias vossa espiahosa
posico digna d'inveja, n'ama quadra
desta.
Rapast'ada, roa se, por naV> poder tomar
perte no banquete das pechinchas, em igual
direito aos cheles de familias.
Quem nao correr a toda pressa, nlo che-
gar lempo, porque sendo grande a con-
currencia, aiual algum tem de Mear des-
gostoso.
R\ DORARO DA VICTORIA N. 30.
Gabriel Ocampo y Rodrigues, partecipa ao
re.'peitavel publico, que comproa ao Illm. Sr.
Dr. Jos Bernardo taivao Alcotorado, proprieta-
rio da casa em que tinham essabelcimento An-
tonio Palva da Fonceea 4 C. no logar da Casa
Forte, esiabelecimento denominado Progresso
Lusitano pelo que aUi aebaro sempre bons
gneros tanto de taberna aorao de padria, servia-
do se toaj os tregaatet dao* a-.maaaao e acceio.
Pfaciea-se de ama ama livre, de meia idade
e boa conducta, para o servica interno e externo
de casa' de'muito ponca familia : na ra de Santa
Thereza n, il._______________________________
Precisa-se. alagar orna preta escrava de
meia idade que sirva para lavar roupa e vender
na roa : quem a ti ver Destas condictes pode diri-
ir-se roa de Pysanda' a. 17 (amiga Passagem
a Magdalena) oa a ra do Mrquez de Olinda n.
50 (antiga ra da Cadeia), qoe achara com quem
tratar.
f do corrente
em seu escriptorio ra do Mrquez de Olinda
n, 15, s 11 horas.
Leilo
DK
DIVIDAS

Maranho.
Est carga para o porto cima o palbabote
Ga-ibaldt: tratar com Taaso Irmos & C., a
roa do Ainorim n. 37.
LEILOES.

LEILAfl
Maris.
de urna casa terrea n. 9 da ra
rdo Cxo, na cidade de Olinda
O agente Martins far lei'o por ordem dolja.
'(- coquI da Portugal, da casa terrea ac ma,
inrbprio, parteocenta ao espolio do padre fos
Antonio dos Santos Lesaa
sommando 31:7865070 ris.
A 19 do corrente.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. ioiz de direito
especial do commercio desta cidade, a requeri-
mento do administrador da massa fallida de Gullber-
me Carvalho & C, -o agente Oliveira far leilo
publico pela segunda vez, servindo de base a pri-
meira ollera, das dividas snpra, pnr letras e do-
cumentos cuja relacao pode ser anteeipadameote
examinada, ou no acto do leilo, que ter lagar
HOJE
19 do corrente, ao meio dia, no eeeriptorio de dito
agente, roa da Cruz n. 53, primeiro andar.
LEILO
DE
Objectosde onroe prata
sendo anneis de onro esmaltados e com
podras, alfioetes de ouro com pedras
para camisas, rosetas de prata com pe-
dra, botOes para abertura de camisas
muitos outros objectos de costo.
HOJE
pelo agente Martins, em seu escriptorio ra do
Mrquez de Olinda n. 15, primeiro andar, onir'ora
ra da Cadeia, cojos objectos sero vendidos pelo
maior preco
cima.
para fechar conta, s 11 horas do dia
LEILO
DE MOVIS
ldiversos objectos pertenceates massa
fallida de Marques Barros AC.
19 do corrate.
0 agente Pista n levara de aovo- leilo
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial da ce
awreio, diversos movis e mais objecfs ej
(entes no escriptorio do largo do Corpo Santo
), pertencentes massa fal.ida de Marques Bar
ros & C, s 10 horas da manhaa do dia sexta
feira 1 9 do corrate, no raesmo escriptorio.
D.
LEILO
de cerveja, gfliwbra, chale azeite doce
A it DO COMENTE.
O agente Oliveira far.leilo de cerca de 113
barricas de cerveja branca e preta em garrafas e
raeias, da marea Allsopps, de ama factura de ge-
nebra de laranja e vida eterna, 19 meias caixas
cha ver Je e 10 de preto de superiores qualidades,
e de 59 caixas de azeite doce Plaignol
SEGU.NDA-FEIRA ^
vendendo-se a cerveja s iO horas da manhaa em
ponto, no armaziw ao 8r. Annes, defronte da al-
fandega, e logo apon os gneros sopra menciona-
dos, no trapiche do Sr. Cuaba, no Forte do Mattos
Offcrece-.-.e ama portnaaeza de bous oosla-
mes qae engomma e cose com perfeico, para
casada ponca familia : na ra de Pedro ARooso
n. 59, i' andar. _________________________
Precisa-se de l:000i000a 1 1|S 0,0, dando-
se por bypotheca um predio de valor de 4:000,5 :
na ra estrella do Rosario, loja de barbeiro a. 10,
das 11 horas a 1 da tarde.
Precisa-se de ama preta para vender na raa:
uem tiver dirija-so ra de llortas n. 98, sobra-
a de om andar.
Alaga se ama casa terrea em Apipucos : a
tratar na roa Sete de Setarabro (outr'ora neceo dos
Ferreiros), casa com sol qoe tem porlo de fer-
ro ao lado.
Sociedade Beneticente Luso-Brasileiro
De ordem de nosio presidente Agostinho Peni-
do, coavida-se aos socios da mesma sociedade pa-
ra qne comparecara a sessao de domingo 31 do
correoU as 11 horas da maoh, na sala das ses-
soes a roa Nova de Santa Rita n. I.
1* aearetrie,
Graoltrano "Wnderley.
Na praca da Independencia n. 33 se d di-
nheiro sobre penhores de onro, prata a pedras
preciosas, seja qnal for a quantia; e oa mesma
casa se compra e vende objectos de onro e prata;
igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
AO PUBLICO
O abaixo assigaado, tendo regressado de Paje
de Flores, e achando-se recolhldo ao estade-maior
do corpo de polica, vem do alto da imprensa pro-
testar solemnemente contra as calumnias e tor-
pes arguiedes qne Ihe forana assacadas pelo Lina-
ral, a proposito do assassinato dos criminosos Na-
zarios. 1/IlJ
O abaixo assiglado em lempo opportano prt vari
Siena e exuberantemente, com documentos irre-
agraveis, que nenbuma parte toraoa as scenas
de Paje de Flores, e antes deplora profundamen-
te, que infelizmente ellas se tivessem dado, duran-
te o tempo de saa commissao naquelle termo, onde
ore-ton servidos taes, que forara loavados pelo
Exm. Sr. ministro da Uasiica.
Rec*, 17*3 maio de 1871.
Jcao Vu el Fertira.
Santo de
Irmaodade do Divim> Espirito
S. Francisco.
Em virlude de alguns irmao3 terera recusado
os cargos para qae forara eleitos convida da ordem
do irm > juiz a tolos os nossos irmios para com-
parecer m no domingo 11 do corrente pava ato
assembla geral elegermo3 novoj faccionarios.
Secretaria da Inoandade > Divino Espirito
Santa de 3. Franaisao, 18 4e nfeio e 18/1.
Harcolino Augusto na S. Villar.
lili
Prac-a se de ama ama para comprar
e cozinhar : na ra da Imperatriz
58, luja da Rosa Branca.
D.
Ao Sr, Manoel Bernardioo V Cavalcaute ou
ao aao procurador se precisa fallar nesta typo-
graplwa. _________________________
Precisa-se de urna ama de lene : em Pora do
Port?s, rna do Pillar, casa n. Bl.
Attenpao
Um profes'or Jubilado de instracao elementar
prestase a leecionar em casas particulares h em
algum coliegio: a tratar na botica do 'patao'>
Cams a. 3.
103 A,
z,Tei
i de
W dl>
u do
. jsaaai
e roobarara o segninle :
erieano de parede, de 2 palmos
altura, imitacao de Jacaranda.
2 pares de lanternas, 1 cor verde e outro azul,
com mingas larga, lando velas de cor.
f candieiro de gas pequeo etm globo cor de
lette.
i garrafas da crystal com divisas de 4 chairos,
lando as roihas eompridas.
1 rewolvar da 7 tiros, inglez.
1 dito de 3 tiros, franeez, do fabricante Seful-
cheuer.
1 eoiber de prata para sopa.
7 ditas de dita pequeas com a marea J.
5 faca de cabo d metal.
Diaras calares de metal para sopa e garios,
e eataa ales alfana atada nao servidos.
Diveaae paeas de prate ingleza. 1 cafeteira, 1
botes, I assaaareiro e 2 pecas de ama mantei-
gaaira.
I casal de chicara cblneza.
Diversos pratos, uns imitando chineze?, ontros
cor amare la com relevos.
i sopeira eom prato de vidro flno, cor azul com
lile te doorado.
1 toalba com bieo em roda, camisas, lencos, len-
Diversos callees de vidro braneo para vinno.
1 grvala de seda, manta, cor rosa, tendo sega
ro um alflnete de ouro cora perolas e coral.
Diversa* eticaras a pires 4a loaga fina braaca
com desanos rxos, o qne por lora sa d por
falla.
Os ladrea ieixarara fiar doas chaves da broca
que trariam.
chambre de chita com dezenbos c5r de rosa.
1 caixinba de flha, redonda envernisada c;
de caf, cora dinheiro de eol re.
1 eastioal grande com pingente e pedra azul,
tendo sporroacete de cor azul.
2 tigelfas de louca branca fina cora flores r-
xas e filete prateado.
1 sacco de chita de coberta com roupa suja.
1 rodinha de rame Magnesram qae mnt-
se assemelha ao rame de prata.
2 vidroa redondos com nitrato de prata cry-ta
isado, para uso de photograpbia, um dos vidros
anda lacrado.
1 escpva para cabeca, cabo de bfalo.
Roga-se a qualquer pessoa que descobrir os la
droes, oa der noticia da qualquer dos objectos
roubados, qoe appare-.a ao armazem n. 60 a roa
do Mrquez de Olinda, outr'ora roa da Cadeia do
Recife, qoe ser generosamente graiificado e se
guardar todo o segredo.
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
\ rna Primeiro de Marco (outr'ora rna dt
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigaado, tendo vendido nos seos fe
lizes bilhetes um quarto n. 961 com 5:080,1000.
um inteiro n. 3175 com 9000000, um quart
n. 1981 com 4001000, om quarto n. 373 com 100
e outras sortes de 40i e 201 da lotera qoe se
acabou de extranir (192a), convida aos possuido-
res a virem receber na conformidade do costume
sem descont algum.
Aeaam-se venda oa bilhetes garantidos da
1.' parte daa toterias, a beneficio do Livramento
da Victoria (193.'), qae se extrahir na terca-fei-
ra 23 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 31000
Quarto 1*500
Em porcao de 1O01OO0 para cima.
Bilhete inteiro 64400
Meio bilhete 2*700
Qnarto 1*350
Manoel Martins Finia.
S5o cai
tados co


Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
tica de taberna, de 14 a 18 anoos : na roa a
Concordia n. 95.
Pede-se ao Sr. 1. D. S. C. o favor de vir pa-
gar o seu Oca uestes oito das, do contraro ter o
desgosto de ver o sen nome por extenso._________
Precisa se de um preto de meia idade para
servico leve : a tratar na padaria da ra do Ran-
gel n. 9.
Encadernacao
Encaderna-se qualquer qaalidade de encader-
nac.o cem perfeicao e rapidez, por menos preco
que em outra qualquer parte : na ra de Santa
Rita n. 2.___________________________________
- Anda se precisa de urna ama qae lave bem,
cozinbe e faca o mars servica de casa : no pateo
da Ribera o. 13.
Aluga-se o 2" e 3o andares do sobrado n. 25
da roa de Santa Rita : a tratar na roa do Quei-
mado n. 2
GASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OTR'OflA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:OOG>000.
O abaixo assigaado tem sempre exposto & va-
la osfelizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, como costama, qualquer premio.
PREgOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000.
Manoel Martins Fiuza.
T/<
es enfafiafaixo no-
--Jrem no'eseflptoTRral rna do
Vigano o. u arimairoandaa.para rgaakafp as
quaaHas qae me aertencem, pTovenfMaMb 1-*.
I.*, 3., 4., a> e 6.* dividendoa-. Os pagamaatos
serao feitos toda, as animas-(Vas das 11 har
da manhaa a 1 da tarde, e al o dia 26 da tor-
rente.
Recife, 3 de maio da 1871.
Os Srs. :
Abraoau) Ewslivard
Antonio Pernandes Ribeiro
Antonio Barbosa d Barros
Antonio Domingos Pinto
Antonio Baraardino Sf ana
Antonia do Reto MedeiroS
Antonio Mara O'Connel Jersey
Antonia Mara do Rosario
Alves a G.
Antonio Leite de Magilhaes Bastoa
Barbosa A Stmaes "7
tahia Irmoa C.
Celestina da Coata
Cae tana Carolina da Costa Ramea
Caetona Olvmpia da Cotia a Silva
C-ampiano & Cordeiro --v \>-1
Carvalho & C.
Ciixa Filial do Banco do Brasil
Domingos da Rocha ; 'I <
Eduardo Presten i .< .
IVli-arda da Coala 1H-Va
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo
Francisco Simoea aa Silva
F. H. Cordis
Francisco Guedea de Araujo
Francisco Gaoealvaa da Silva Pereira
Francisco Men
Francisco Pereira de Medciros
Francisco Manoel Barroso
Ferreira & Manas
Flix Anioni Alves Mescarenhas
Francisco Jnlo de Barros
Cuilherme Ferreira Pinto
r j ,hn Lili.y
i ot Gomas Yieira
jeta Aoftuf ira da Costa- Soares
js Baptista da Fonseca Jnnor
ji Luiz Ferreira da Cwta
os da Footes
,-( Mara Ferreira
los;Felippe Martins
Jos Portella da Costa e Silva.
Joao Jos Gooveia
Joo Silverio de Souza
Joo Baptista de Albuquerque
loanna Mara dos Prazeres
Krabbe Tho.n & &
Lucrecia, escrava de L. 1. C. Amoriaa
-uciu Fio-culo da Silva
Manoel Alves da Costa Braneante
Manoel Gon^alves de Oliveira
laanoel Antonio de Carvalho
Manoel da Silva Sampaio
Manoel Ferreira da Silva
Manoel Alvet Barbota
Mano. I Joo Antunes Torras
Mara Eleateria
Mara Isabel da Costa
Mara Isabel Baptista da Fonceca
Massa de Jfc Luiz Per.- ira Jnior
Massa de francisco do Reg Mello
Marques Barros & C.
Mello & Irmo
Orphaos de Agostinho Baptista da Foa-
ceca
?. Maurer
1*. Woo Sboslen
Uaymundo Carlos Leite & Irmo
Simeo Joo Alves de Carvalho
Simn Len Ploy
Thomax Ferreira da Cuaba
Thomaz Caborn
Theodora Joaquina de Sooza Braga
Victorino Augasto de Canalho
Vianna & Gaimares
Dividendo embargado por Maia & Espi-
rito Santo : de Manoel Azevedo Ca-
nario
Recife 25 de abril de 1871.O' administrado-
res, Jos Jeronymo Monteiro, Justino Jo de Sooza
Campos.
Horacio Amonio Mangabeira, vai a Europa.
7*286
21400
1394440
aaao
I*ai0
4aMD
3**20
30*680
2*aW
3:044*SfO
47*570
38*080
846*080
284*1164
331600
5*3*l
*8I0
22*377
20*140
28*00
78*862
200
86*400
91*500
31*850
298*680
69*520
78*000
677I4O
ittm
18*390
23*360
48*000
186*740
120*000
7a*M0
5*590
119*880
23fc*800
I i *

e '
21*080
19*000
6*220
MaaW
10*880
*4f760
4*840
17*490
zmw
39ft*456
10*640
38*000
30U48O
63*00
3*750
544720
192*662
127*168
72*000
95*930
44*290
26*280
842*600
Cozinheiro.
Precisase de om cozinheiro
Rosario n. 44.
na rna larga do
Precisa-se de um caixeiro com pratica da
taberna: a tratar na roa di Aurora a. 56.
Mudanza.

Joaquim Jos Ooncalves Beltro modon o sea
es.t|itorio da rna do Commercio n. 17 para a
mesma rna o. 5.
O Sr. Arthur Castello Braneo queira vir a
esta lypograpbia concluir o negocio qae o mesmo
nao de va ignorar._____________________
Precisase alngar'nma preta escrava d
conducta afianzada para tratar de tres meninos,
na ra do Mrquez de Olinda o. 35 : a tratar cora
.llfredn Jos Antonio Gaimares.
GAFE
A'
s
ADVOGADO
Dr.' Joaquim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67
me para ama paasoa.
Na roa do Torres n. 16, 2
andar, precisa-se de urna ama
que cozinhe, compre e engom-
A
PURGATIVO
ESGAMONEA
De B^ Barral
Pharmaceutlco-t'bliulco
A utilidade ana purgantes nao soffre demons-
tra-^oalguma; a prescripeo diaria que aelles
fazem os mdicos e o oso anda mais freqaenta
feito pelo publico slo provas irrefragaveis taota
como a quautidade innumeravel deste genero. So
falta aperfeicoar cada ver aais o modo de admi-
mstraco, de maneira que conservando a sua ac-
cao, elles possam ser tomados sem repugnancia
nem asco e sobretudo sem receio neni perigo.
Muitos purgantes afamados so devem este bom
xito ao seo efTeito intenso e excessivo. D'ahi o
perigo, porque irritacoes de estomago, inflamma-
Soes de entraahas sio ineviuvelmenta o resulta-
o de seu emprege. Nada diaso tem-se de recear
eom o caf purgativo.
Tados eonaeeem por experiencia o aroma sua-
ve a o efleito ligeiramente tnico a exciunte da
caf. Ella a melhor auxiliar dos purgantes dos
i quaes diatarea o cheiro o sabor e ajada a aeco
i soliicitande vagarosamente os movioantos peris-
' talticos de intestino, e preveniodo o seo efleito
multo intenso sobre o estomago. Misturado eom
escamonea, facilita as evacuacOes com pronptido
e sem eotcas, e torna-se um purgante brando,
certo, fcil a tomar a preferv**. a todos os outros
salvo urna iadJcacao espacial aa qual o medico
o nico juiz.
A innocuidade do caf purgativo permute de
! emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
j tando a atona do intestino e activando a sacre-
cao deste, destre a dureza de venir, as veato-
M. sidades, as flaluosidades e excita o appetite. Era-
Mia LSlreil OO K0Sr0"i4 Pread0 mais mind0- conveniente para eva-
cuar com vagar a bilis e os humow es Vweosos a
e faz dessa maneira desapparecer a eaxaqaeea,
as dores da cabeca e prev os ataques de sangue
as pessoas que a estes sao predi^postas.
MODO DE BMPRTO.
E' to simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, poro ou misturado com nm
pouco da leite trio assucarado, oa agua assnca-
rafla. O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto ; duas coliures de caf bastam para
as- snhoras e para toda e qualquer pessoa que se
par facmenle.
. ara as enancas de 8 10 annoa, a matada do
vidro suficiente ; de 3 a 8 anoos, ama colher
de caf, e a qaarta parle do vidro somante abai-
xo desta idade contra a gosma.
E' por iato d'uma aaministraaio maita mais
fcil do ana es btcoatos, choao(atas oa polos
parnativot.
a-se inmediatamente depois leite qnente as-
sucarado ou caldo lava, e duas ou tras chavenas
de cha preto oa de tilia. -
nico deposito na pharmacia e dragarla de
RarthoJnmeu 4 C : ra larga do Rosario n. 34.
DYVETOT
nica casa neste genero
Compra e vende roupa feita
nova e velka, objectoa de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
ce ao uso do-
Alaga-se a casa da ra dos Prazeres
com coramodoa para familia.
:,geut) Belem
Arreoda-se o eltaado nos soburbios da villa d*
Pao d'Albo, moente e eorrenta. cora matas, tena
de plantarles, machina nova, ata : a tratar no
mesmo engeono.
, -------------- *-------------------------------
Aluga se v
um sitio na Torre, com exeMente casa de vlvend
e banho frente desta no ri, sendo optraa mo
rada para estraogeiro : a tratar na ra do Pires
n. 29. _________
Deseja-se arrendar um engenho que sej
moente o corrente, prximo da embarque, e que
possa afretar animalmente 2,000 paes: a tratar
na ra da Florentina n. 28.
i i i
Aluga-.-e u,ua es;iava qu*
lavar para casa de pouca familia
dla-velba n. I, 2*. andar.
sabe cozi libar e
: na ra da Ca-
Aluga-se o 8* andar do sobrado n. 2 di ra
,do Queimado : a tratar na loja do mesmo.
Chocolate de sade, de Miwer
B" pelo tea agrdavel goslo a suave aroma 4*9
est classlflcado como a primeira quaildada 6
chocolate, e com joata raz|o tj groconim como o
melhor de todaaaaawatd|ocolate cooheci-
das. Obera coftna*dfc de Meiiitr nos dis-
pensa d sermo atai< estaataa.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Daqaa de Caxias
numere 57.


Diaru vU rruambuco Sexta era 19 i* Majo 1 i"l

''
Troesm-se tres imagens malto perfeitas e
chegadas ltimamente de Portugal, *ndo Menino
Deo, SaUa Antonio t S. Jos : u ra do Apollo
n. W, escriptorio.____________________________
-lUO MU
Bua do Baiuo da
Victoria,
ufr'ora ra iVotxi n. 63 e casas
do corfume.
ttllhete garantidos da pro
Tela.
O abaixo assgnado acaba de vender entre n
sena omito feiixet bilbetea a aorte de 5:000*000 em
dona quartos de n. 961, a sorte de 500*000 em
un meio de n. 10*5, a sorte de 100* em um bi-
Ihete inteiro de d. 771, e dona quarios de n. 373
eom a sorte de 100*. alm de ouiras sortea me-
nores de 10*000 e JOJOTO da leteria qne se aca-
ben de extranir (199), podendo sena possuidores
tino reeeber, que proitptameme serio pagoa.
O naesmo abaixe resignado convida ao respei-
tavel publico para Virem ao sen estabelecimenu
comprar os feto bilbetea garantidos, qne nc
dcazari de tirar qnalquer premio como prova pelo;
seamee annuaeioa.
Aeham-se a veoda os moito feliies bilbetea ga-
utidos da 1* parle das loteras em beneficio da
igreja di Li\r-am;nto da Victoria, qne ser extra-
hida no da terca feira 23 do corrate.
PRECOS.
Inteiro 6*000]
Meto 3*000
Qaarto 1*800'
D 1004000 pan cima.
Inteiro 8*100
Meio 2*700
Quarto 1*380
__________Joao Joaqnim da Costa Letta.
Segunda feira 15 do correte, linda a audiencia
de Sr. Dr. joii de orpbios, tem de ser arremata-
da a renda annnal da casa terrea n. 82: na rna
da Praia, baje Pedro Affonso._____________.
As novidades do Cam-
pos*
Haa do Imperador n. 28.
Queijos do seriar, sendo de manlega e qnalha.
Ditos e Minas, flamengos e pratos.
Cha Hyson cnxim mnito superior em caixinbas de
6 libras.
Cerveja de Noiwegiao e ingiera de Oblers e Bel.
Viobo da Bairada e dito verde.
Caf lavad" e de mocka.
Linguas inglezas em censerva
Canardes seceos do Maranbo.
Manteiga ingleu e francea em latas de 2 c 4 li
brat cada urna.
O Campos avisa aos seos collegas, que leudo
receido de sua eucommeoda, urna grande par-
tida de manteiga, em latas, est disposto a vender
eom penco lucro ; assim convida-os a virem sor-
tirM desee genero tao escasso presentemente no
mercado.__________________________"^
Hotel da prapa
PATEO DA R1BEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
O novo propietario des te estabelecimento (ou-
ir'ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-
nisado-o, vem mui respeit menle participar ac
respeitavel publico, qne os sens frequentaaore-
podero apreciar a especialidade dos eneros ali-
menticios, e lambe m recebem assignantes e se en
car reg m de mandar comidas em qnalquer casa,
ludo por preco eom modo.
N. 9Pateo da ribeira de S. JosN. 9.
Officiiia de marmore
Hua da C'.ruzes Quinero 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a podra para as dita:
i* o palmo em quadro.
Da importante e bera conhecida loja e fabrica de cbapos de sol da rna do Bario da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
O dooo daquelle estabeleciaieDto, qaerendo acabar eom .elle at o fim do correte armo, convida aos eus numerosos
freguezes a aproveilarem a circumstancia para muoirem-se por barato preco d todos os objectos existentes no mesmo, constando
de cbapos de sol de todas as qualdados, tamanbos e feitios, tecidos, armares e msis aviamenios para os mesmos, armas de
fogo, cularia, bengalas, chicotes, e orna inOnidade de outros objectos, entre os qiaes os afamados afiadores para navalba de J.
Pradines, premiados as eiposicQes de Pernambuco, Londres e Paris.
MANUEL O-
atisfaclo de participar aos seos numerosos fregnezes, qne em vista de ser-mes mais
Tem a satis
qne em vista ac ser-mes mais commodo, tem
estabelecido ama nova fabrica de'chapeos de sol, a roa da Cadeia do Recife n. ), boje raa do Marqnez de Olinda,
onde acharao os pretandentes, moito avahado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qnalidades e por pro-
cos mas commodo8 do qoe comporta o nosso mercado : convidara especialmente aos Si s. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderSo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macSes as tazendas que a demora da fabricarlo bem diminota,
i*f\vnvkv*iv\('t^\i^0ifxyt^m'* t^*i S*'d-K3il
*

41 RUi DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
cariado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, allemias e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
plida des, brins de
:res e brancos, colei-
rinhos moderaos, cha-
peos de sol de seda,
inos.
DE
ARRUDA IRMAOS.

RA
Bario da victoria
antiga ra
Linn.nada e agua gazoza
Os Srs. Henrqne Leiden & C teera a honra de
participar ao respeitavel publico, que desde egora
sao promptos em satisfazer qdalqner pedido neste
refresco, seja para negocio ou para particulares.
Lerubrarao* novamente a nossa cerveja nacional,
branca e pret i______________________________
Precisa-se, para casa
de pequea familia, de
urna ama, que eogomme
eandecom urna menina:
tratar na p a;a da Boa-
vista n. 30, 2a andar.
O agente de leiloes F. 1. Pinto precisa fallad
eom o Sr. Francisco Bezerra Cavalcante. e nao
sabendo sua residencia, pede ao mesmo Sr. se
digne comparecer em sea escriptorio : roa da
Cruzo. 38.
Companhia AlLian DE
seguros martimos eslabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadonas o dinneiro a riset
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencii rna do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon
calves IJeliro.
Fran;isco de Freitas Barbosa, vem agrade-
cer pelo presente a todos os Srs. credors a bon-
dae com que o trataram no processo de sna fal-
lencia protestando Ihes seu eterno agradecimento.
Boga a todos os seu3 devedores de virem ou man-
daren) solver seu; dbitos visto que em virtude
da ijuit cao geral que obteve foram-lhe entregues
por ordem do Illm. Sr. Dr. juiz de direito espe
cial do coranercio, todos os seas bens, livros e pa-
pis, e habilitado para reeeber amigavel ou judi-
cialmeote.
NOVA
N. 41.
Assim como tem ama grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha d e melbor,
dirigida por habis artistas, qne
pela sos promptidio e perfei<;So
nada deixam a desojar.
Roapa de todos os
amanaos para homens
meninos.
Por todos os paqae
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras qne ha
na Europa.

RA
Bario da Alelor la
utfana
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
nendas, Onalmente em todo afim de melhor servir os seas numerosos fregoezes deixa-se de annonciar todas as fazendas, para
lio ge tornar massante -
Thomaz de Figueiredo pode ser procurado
para demarcacao de trras, nivelamentos, plantas
e tudo mais quanto fr tendele sua prossao,'
no Recife ra larga do Rosario n. SI, 2. andar,
para onde podem os pretendentes dirigir sens con-
vites.
Arrenda-se o engenho Camarao ; moente e
crreme sita na freguezia de Samo Amaro Jaboa-
tao, por um cont e quinhentos mil res annuaes,
por seis annos, com seis cornos de reis a vista :
a tratar no mesmo engenho ou no Recife : rna da
Penha n. o, i andar.
Seguros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
1MA
e cozinbar.
Precisa se de urna ama : na ra
de S. Francisco n. o i, para comprar
Hotel da pra^a
PATEO DA RIREmA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N te novo hotel haver todos os dommg >s e
das santificados boa mao de vacca ; issim como
ha todos os dias pela manbaa excellente papa da
bem conbecida gomma de milno de Glasgow e
New York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to qne era ontra qnalquer parte. Previne-se qne
o cozinheiro dcsta casa leve bom mestre e emen-
de perfeitaraente de sna arte.
N. 9Pateo darribeira de S. Jos-N. 9
Cozinheira.
S
t
ugeiiho Belio-pivjdo
Arrenda-se ou vende-se o engenho Bel-
lo-prado, sito na comarca do Bonito, cora
safra ja criada, boas matas e diversas
beaifeilorias : a tratar nesta cidade com
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim,
ra do Pires n. 12, e all com o pro-
prieta rio.
Imperial Inetiito de IV. do
Hora Conselho
Dirigido pe'o bacharel Antonio Columbario
Seraphico de Assis Carvaloo.
Terao eoraoco neste instituto no dia 1* de jnnho
as-aulas de rhetorca e liogoa portngueza.
Paulo Cavalcante de Atotujuerque, cordealmen-
te agradece as pessoas do seu coohecimento e
amizade o carideso acto de acompanbarem ao ul-
timo jasigo a sua sempre lembrada esposa.
Eogeobo Pindaraca, 1S djmaio de 1871.
AM
Precisa se de urna que cozinhe bem
e que compre : tratar na rna do Ba-
rio da Victoria n. 13.
Perffuota innocente
Perqu anda se espera para annunciar o forne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade ? Responda qnem
competir.
Os curadores fiscaes da roassa fallida de
Joo Frauci-cc Borges Ferreira rogam aos deve-
dores da raesma massa o obsequio de irem saldar
sens dbitos A rna do Marqnez de Olinda n. 40,
eseriptoro dos mesmos curadores flseaes.
Precisa-se de ama: tratar das 9 horas da rna-
nhaa s 3 da tarde na ra estreita do Rosario n.
17,1* andar ; e das 3 em diante na ra do Mar-
quez do Herval, outr'ora da Concordia n 99.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a 12 annos
de idade, com pratica de taberna : tratar no
peteo do Terco n. 68.
Capites de campo
Roga-se aos senhores capites de campo coopa-
recam a rna do Queimado n. 30 aonde se lhe.3 de-
seja fallar.
Escravi
Na rna da Cadeia n. 36 A precisa-so alagar
urna escrav. para lavar, comprar e cozinhar.
Capital........20,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Latkan & C.
RA DA CRUZ N. 38.__________
i'ernambuco Hreet Kallway
Couipany
De ordem da directora convida-se aos Sn. ac-
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, *
crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a raa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocia que Y. S. se compromettea reali-
sar, pela tereeira chamada deste jornal, em fin?
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a (vereiro e abril, e nada enmprio,
e por este motivo 6 de novo chamado para dito
fim ; pois y. S. se deve lembrar que esta negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor san
flho se achava no es i lid..
A Sra. Mara Candida Vilella, professora
i particular, que morn on mora em N. S. do 0'
conistas desta corapanma a real.sarem, dentro do Goyanna rogada a vir ra dp Cabug nu-
das, a lempira pniniin t\a 9(\ /,' mero I B
Fotographia imperial
m E
calera de prarrvRA
DE
/. Fmretra Filela
Desde o dia 7 de abril paseado acha-se aberto c
jovo estabelecimento photographico sito roa do
Cabug n. 18, esquina do pateo da matriz. Ostraba-
Ihos que desde enlae, tem sahido de nossa offleina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
ilguns com admiracio pelo extraordinaria pro
iresso qne ltimamente tem tido a phott grahia,
a por outros eom alegra, por verem a prevmcia
dotada com um estabelecimento digno d ella, e in-
iontestavelmente o primeiro qne nesse genero
boje possue : tambem nao nos poupamos em cousa
ilguma para monta-lo no pe em qne se acha, es-
perando qoe o publico de Pernambnco saber
apreciar nossos esfbreoe e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naeionaet
s estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
aecessidade de trabalhos de photographia a visi-
taren) o nosso estabelecimento, qne estar sempre
aberto e sua disposicao todos os dias desde as 7
boras da manbia at as E"a tarde.
Para os trabalhes de pbotographia possuimos di,
versas machinas dosmelhores autores francezes*
nglezes e allraemes, como sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Thomaz Roes, Voigander et
SonheWulf. ltimamente recebemos tres novas
machmasi sendo nma dellas propria para tomar
wbre o mesmo vidro 4 on 8 iraagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica cbapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartes de visita, e assim em menas de
am quarto de hora despachamos 8 difireme?
pessoas qoe pecam cada nma, urna duzia de cartes
oais ou menos, eom os sens retratos smente, on
sin grupo com outra?.
Encarregamos-nos exclusivamente da direceo
feitura dos trabalhos de photographia dei-
zando pnela e talentos do dislincto pintor
illemo, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aqnarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escrptura publica, e at o presente tem-se
desvellado na execucae de sens trabalhos.
No nosso estabelecimento aeham-se exposlos on
tros trabalhos imnortanu s do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como i oleo, retratos
Meo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacro?
para ornamentadlo de igreias on capelln. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Asseguraraos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mni rasoaveis.
cartSes de visita NAO COLORIDOS 10(500 A
DUZIA
OARTOES DE VISITA COM O COLORIDO AO NATU-
RAL 16(5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo on aquarella de
16 2O4000 cada uro, indo convenientemente en-
jaminado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 i pollegadas
todo o quadro palmo e meio de tamanno.
Julgamos que bsstario os precos cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
establecimento, quanto sua perfeicao cada um
'enha julgar por seus proprios olhos.
As melbores horas para se tirarem retratos nc
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manha
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
em casos especiaos pode-se tambem retratar qual
iner pessoa.
"Nos dias de chuva, ou por lempo sombro po
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
3s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e por termos o
aosso terraco construido com taes proporedes
rneUioramentos, que anda chovendo jorros no-
ohum inconveniente ?ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. Ferreira Villela
prazo de vinte dias, a tereeira entrada de 20
do valor das acedes no escriptorio de H. Forstr
& C, ra do Commercio n. 8.
Recife, de maio de 1871.
H. H. Swift,
Assislant Treassurcr.
Na loja de lonca da ra do Imperador n 46,
alm do esplendido sortimento de chrystaes. por-
cellana e louca que tem, receben ltimamente nm
bonito sortimentu de casticaes pra liados proprios
para oratorios, que vende pelo limitado preco de
1*200, 1*600 e U o par. Tambero receben ba-
cas de louca de p de pedra. nimio grandes, para
lavar recem-nascidos, e para banho de pessoas
adultas, a 20*. 28*, e 30* caoa una._________
NUVENS
Versos de Pnio de Lima
Assignatnra na typographia do Qorreia Pfrnam-
bucano e livrarias dos Srs. Laillacar e Medeiros.
Serra do Pontes
Parabyba do Norte.
Pede se ao Illrno. Sr. Antonio Lelis de Souia
Pontes, que queira mandar ultimar o negocio de
sen interesse com os abaixo assignados nesta ci-
dade, qne pedem deseulpa de nao ir ou mandar
l pela grande distancia e incommodo que Ihes
causa, como pela incerteza de o encontrar.
. Recife, 28 de abril de 1871.
Tasso Irmos,
Em llqnidacao. ______
0 Sr. fe railo Oiiaves de
Souza
Por ?e ignorar sua morada, pede so-lho que
chegue ra do Amorim o. 37, concluir nego-
cio de seu interesse.
Tasso Irmos & C.
m
Na travessa da rna
Ciros n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhclro sobre penhores
de onro, prata e briihai-
f es, seja qual for a (pan-
lia. Na mesina' casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Mdanc*.
O bacharel D. Lniz da Silveira mudou
U3 residencia para a praca da Boa vista
I. 30, 2* andar, onde pode ser procura-
do para todos os negocios, quer particu-
lares, quer tendentes sua profissao de
adrogado.
8
Na rna estreita do Rosario" n. 23, 1* andar,
deseja-se fallar com o Sr. Pedro Alexandrino dos
Prazere? a negocio de seu exclusivo itteresse.
ra do Amorim n
Precisa-se de urna ama pa-
ra cozinbar para nma casa de
% pouca familia : a tratar' na
. i?, armazem.
Precisa-se de nma ama para casa de pouca <
familia, ser vico interno, paga se bem : na roa da
Hoeda 0. 3, z* andar.
COMPRAS.
Compra-se
um sitio que tenha arvores, sendo em conta : na
ra da Imperatrz n. 31.
Compra se um balco nsado em bom estado :
quem o tiver, nestas condiedes, dirija-se ra do
Rosario o. 53, na Boa-Vista, ou annnncie sna
morada.
VrNDAS.
Vende-se dens cavalios andadores no corre-
dor do Bispo n. 33. _____________^^^
Joaqu'm Jos Gonealves Beltro tem para
vender no seu escriptorio rna do Commercio n.
5, os gneros abaixo notados, qne vende mais b 1-
rato do que era outra qnalquer parte :
Azeitonas em aneoretas.
Amendcas em barrica-. >
Caf muido em massos de 1 libra. *
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca manel frres.
Enxadas.
Farinba de mandioca de Santa Catharioa, sac-
eos de 3 e 2 alqaeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Babia era novellos.
Fonces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para elgarro?.
Dito azul para botica.
Palitos pata denles.
Pregcs sortido?.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedreso na Bahia.
Rolha?.
Rap popular da Baha.
Botim em fardo).
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
5 Tabaco simme da Babia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caix de 12 gar-
rafa?.
Dito de dito em barrs, proprio para engarrafar.
Dito muscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de nma duzia.
Dito de caj era caixas de urna duzia.
Engenho
Vende-se o engenho P050 d'Antas. moente e cor-
reme, situado a urna legoa da estacio d'Agua-
Prea : para informaedes dirijam se a rna da Ca-
deia n. 30, 2 andar, ou no mesmo engenho ao
propretario.___________ _____
ps de abacates e sapotis, figueiras e laranja cra-
vo, e roseiras de varias qualtdades : na rna d.
Visconde de Goyanna n. 101, (outr'ora Mondef
nu-
Maia
outra
A' ra do ommercio
mero 10
No escriptorio de Jos Joaquim d Costa
ha para vender mais barato do que em
qnalquer parte :
Vinho do Porto particular era caixas.
Dito de dito de Pasto dem.
Dito verde de ditj dem.
Dito Figneira em barrs
Dito da Bairrada em aneoretas.
PECHINCHA
Chapeos de castor pelo diminuto preco de %l
para acabar na rna Direita n. 61.
Aos senhores de engenho
$ Um estrangeiro qne frequeatou por alguns an-
oos os collegios de FraBca, se offerece aos senho-
res de engenho, nao ? para leccionar primeiras
lettraz portuguezasL como para ensinar o francez
com toda a perleijao e assumpto francez em es-
pacj de seis meses, pelo grande conhecimeoto das
maneiras mais facis de aprender-se e de como se
ensina nos collegios francezes, alm de ter grande
pratica por ter tambem aleccionado em engenhos
das provincias do Brasil ; qoera de seu prestimo
se quizer ntilisar ple deixar carta fexada a
Jualquer hora, cora endereco a Mr. R. B., na rna
a Imperatrz n. 5", loja de modas, rna do Livra-
meoto n. 17, loja, e rna Direita o. 118, botica.
Precisase de urna que sai-
ba cosinhar, para casa de fa-
milia : na ra dos Pires, ta-
berna, a j liga mente n. 56 e boje 64.
^m\*
Precisase de urna uegnnha para andar cora
urna crianca : quera ttver e queira alogar, diri-
ja se a ra de Brumo. 69.
Aluga-se
Chapellerie desdames
Este estabelecimento previne s Exmas. senbo-
ras qne acaba de reeeber pelo vapor Sindh nm
lindo sonimento de chapeos para senhoras e ice-
ninas, tornando-se recummendaveis pelas lindas
formas, qne sao mais e egantes qne o dos (amigos)
Tiroliens : portanto rogamos s Exmas. Sras. que
queirara visitar nosso estabelecimento, que se
acba aberto al 9 horrs da noite, aonde encontra-
rlo os chapeos de maia gosto que tem apparecido
actualmente.
Cbapellarie des dames, roa do Cabng n. 12
1* ander.
Aluga-se o 2o aDdar da ra de Aguas-Ver-
de.' n. 86 : a tratar na loja de calcado da ra do
Livramento n. 28.
AMA
Predis-se de ma para casa de
quena familia : na ra estreita de
osario n. 3i3*an'ar.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava : na
ra direita n. 112, primeiro andar
II
Custodio Jos Alves Guimares, nico socio ge-
' rente da casa commercial de Guimaraes, Pontes
i & C, desta praca, previne auem interessar pos-
; sa, que esla promovendo a dissolucio da mesma
Hrma, e entrar em seguida na respectiva liqui-
darlo ; sendo qne nao ha letras pelas qoaes esteja
a firma respormvel, e nem o annnnciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissologao e liiui-
daco.
Arrenda-se um engenho distante desta praca
cinco lecoas, com bom sobrado de vivenda, capel-
la, excedentes trras de plantacoes, casas para
lavradores, porto de embarque na porta, pedreiraa
e fornos de queimar cal e mnitas ontras vanlagens
que se a presentarlo aos pretendemos na ra da
Soledade n. 78.
AOS 5:000^000
Estao venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Conceico, loja d(
>urives no Recife.
Precisa-sede urna ama para cozinhar, que
seja de boa conducta : na rna do Vigario n. 5,
i" andar.

um sobrado de um andar e sotao ltimamente rec-
tificado, com grandes acsommodacSes para grande
familia, na ra do Hospicio : a tratar na ra do
Seera I Victorino n. 29.
Criado.
Precisa -se de un criado; na ra nova de Santa
Rita n. 59.
Alnga-se a loja de sobrado da ra estreita
do Rosario n. 4S, propria para qnalquer esubele-
cimento : tratase na mesma do meio dia as S ho-
ras da tarde, on com o capitfi; Jeao Henrqres da
fierra.
Caixeiro
(Jasas em Olinda
Quem precisar tomar alguma casa por arren-
damento, fazendo os concertos qoe precisar, dir-
jale ra do Imperador n. 28, armazem do
Campos.
AMA
i Precisa-se de urna ama de leite sem
filho : na raa Duque de Caxias c 12.
Preiisa *e de um mmioa perloguez para cal-
Miro de ubarna, c?in pr on sem pl|a ; na
rea da Omeordia o. l>?,
Escrpturco mHrcantil.
Urna pessoa que dispoe de lempo, com longa
pratica de coniaMdade, eoearrea-se de eserjp-
turar os livros de ^ualquer ca?a de commercio a
reuiho on esnro fla iarp.tac3o, para o ene po-
der ser otom> ^^fclisima'-' c 3,
i
1TTENCA0
O propretario do mnibus para Caxang fax
sciente ao respeitavel publico que de boje em
diante as passagens serlo de 500'rs., e as assigna-
turas de 20*, do 1 de jnnho era diante.
O abaixo assignido, esiabelecido com urna
taberna no lugar das Ama?, freguezia dos Afoga-
dos, na razio ds Beoto Manoei Carlos de Mello &
C. declara que dissolveu amigavelmente dita so
ciedade com oseo ex-socio o Sr. Boavenlura Jos
de Castro Azevedo no dia 13 do crreme, ficando
o annnnciante quite com o Sr. Azevedo, e este na
posse do estabelecimento. Re:ife 15 de maio de
1871.
Beato Manoel Carlos de Moli
AMA
Preclsa-se de ama ama para engom-
mar; na roa Nora n. 2.
Precisa-se de nma ama para cozinbar em
casa de pouca familia : na ra do Catag n. 2 B.
S Advogados
FRANKLIN TAVORA
m e
m CASTELLO BRANCO
Ra do Imperador n. 43, Io andar, sala^
da frente. W
f Solicitador
O bacharel Francisco da Cunha Cas-
telio Branco tem seu escriptorio de soli-
citador na ra do Imperador n. 43,1*
an lar, sala da frente.
*** *$**** ***
Matriz de Santo An-
tonio
A mesa regidora da irmandade do Santissimo
Sacramento da Matriz de Santo Antonio-, deso-
jando aiieaar todo o seu patrimonio e reduzir o
seu capital em apolices da divida poblici, convi-
da Modosos seus charissimos irmos para se
reunlrem em mesa geral no domingo 21 do cor-
reme as 10 horas do dia no consistorio da mcroa
matriz flm de se iratr de soraeibante assumpto.
Consistorio da matriz de Santo Antonio do Re-
cif, 18 de maio de 1871.
Francisco Faustino de Briio,
EscrlrJo.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Iodemnisadora, estabelecid;
nesta praca, toma seguros martimos sobre
oavios e seas carregameotos e contra fogo
em edificios, m^rcadorias e mobilias: n;
raa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
ENG0MMADEIR1
Na ra Angosta n. 89, lava-se e engom-
roa-se com toda a perfcigao, por pre-;o com-
modo, a p> ssa que qnizer derija-.se a dita
casa, qoe sera bem servida, e da-se boa fl-
anea.
Joaqnim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, o, I' andar.
Sacca por todos oa paquetes sobre o banco de
inho, em Braga, e sobre os seguintes lugares es
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
finimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vet.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
ViUa ReaL
Villa-Nova de Fanjecao.
Lansego.
. Lanos.
3oviIhia.
Vascal (Valnasso).
Mirandella.
Reja.
Barcellos.
0 ;drogado. Manoel Jos Pereira da Mel-
Slo pasin sua residencia para o segundo
andar do sobrado n. Io, na roa da Pinna
e o eerip!oiio para o I* anar di sobra-
do c." 43 na ra do Imperador, onde exer-
ser sua proflssio, e peder ser proco- a
rad.o.
m
Vende-se a arma cao da casa da ra Direita
n. 38, propria para taberna ou mesmo ontro quai-
qner negocio : quem pretender dirjase mesrsa.
ai Vende-se urna ca feira, junto da casa do Sr. Caldas, por preco com-
mode : tratar Ba ra o Hospicio n. 30.
Rob-i nte-rheuma tico.
Remedio efflcacissimc contra as dures rhenm
ticas at hoje o mait conbecido pelos seus mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO. um dos medicamM>-
tos que sua eficacia as eniermidades, tos.- >.
sangne pela bocea, bronebites, dores fraqutza
no peito, escrobuto e mojestias de ligado, que me-
lbor tem aprovado.
TINTWA DE MARAPUAMA. A celebre ri
de marapuama, cuja energa e eficacia as par-
lysias, intorpecimeno, etc. etc. mullo se recou-
menda.
Todos esses preparados se encontrara na pbr-
macia e drogara de Bartboiomeu C, nico t-
psito na ra larga do Rosario a 34.
Pos dentfricos amerieano^
omposlfo h y p lea lea.
Estes pos sao os nicos que reqavm em sea
composrco (odas as qnandaiks hfgienicas \-.
prias a dar urna grande alvnra aos centes, ccd-
servacao delles e fortifcaco das gengtvas.
DEPOSITO
Na pbarmacia americana, roa Duque de CaxX*
n. 57, de Ferreira Maia A C.





Vende-se a-taberna do pateo do Terco t. 4.
r seu dono acbarse doenie : a tratar na mesnu
mmmmmwmw^mm]
VERDADEIRO LE ROT
t sieieiir,
laa carrafa, ni, latN mMm aaal anl
Mk-afi ilsett, am aafafci Ifiim im,
iaiiMk*>i.iiMHnmmMU
t^^m aa*M^ 1 i*T
Me Iwtmtm V
kwaik,MtHatfi
a te iHat t riiii
MKiilajMjMa.v


D ^rio de feruunibiujo SeMa .'eir 19 Ue Malo de 1871.
/
SAL DI CABELLE!
Rna PHMro de Mtfco (Mitiga Crespo)
n. 7'A Io andar.
Nest* bem montado estabelecimento, o amadores i ppit entooirarao, o qut
tu de mate'moderno e delicado para ponteados, como sejam : bonitos v exceltentet
cokas, trancas, cacbe-pnts, astim como taz-se lodo o craalqaer irabalho de cabelk
qoe so encommeodar.
Acba-se tambera o acreditado Tnico Delsuc qoe se recommenda pela sua ex
cellente composicao. O dono desie estabelecimento d'ora em diante, pode ser pro
corado a quilqaer hora do dia, para os misleres- de sna profisslo.


CABELLEIREIRO;
A TRANCA MONSTRO
Ra Duque de Caxias n. 59 Io andar
Salao para cortar, barbear, frisar e Ungir os cabellos com aceio
' e perfeicfio. ^
Recebe-se encommendaa de todas as qoalidades de posticos, tanto para a provin-
cia como para fra della.

ATURQUEZA
Esta nova loja tem, alm de completo sortimento de fazendas, o seguate qae
vende barato :
Crotones de cores flxas a 400 rs. o covado.
Moito boas rnussulinas a 480 rs. o dito.
Baptistas a 560 rs. o dito.
Fasfes de cores para vestidos a 600 e 800 rs. o dito.
Laazinbas a 440 e 660 rs. o dito.
Alpacas de cores a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinhas de listras a i 500 o dito.
Organdys brancos a 800 rs. a vara,
Satas de 19a e brancas de 44 a i20000.
Lindas cainizinhas a 10,5000.
Lacos de fita para cinto a 4$ e 50000.
Panno* o golla do grs a 40000.
Cbales de merino estampados a 30500.
Baloes a 30000.








*
A' roa do Bario da Victoria n. 9 (antiga ra Nova) loia da TURQUEZA.
Libras sterlinas.
Vende se do armazem de fazendas de Augusto
F. de Otiveira & C, roa lo Comroercio n. 42.
Plvora a 164000 o
barril
No escriptorio da ra do Vigario n. 31, tem
amostra de superior plvora ingleza, e vende-se
pelo bario prego'aciroa.______________________
Vende se urna casa terrea na roa das Nym-
phas (fregueria a Boa-Vista) n. S : a tratar na
ra do Principe n. 10 A.______________________
Venile-se ama armacao no pateo de S. Jos
c. Si, propria para qoalquer principiante ; a ca-
sa bastante aireguezada para trra : tratar na
mesma, -
Sementes novas de
hortaliza.
Na loja de Ferreira GoimarSes & C. roa
Duque de Caxias n. 95._______
Vende-se
daas casas terreas em chaos proprios, em bom es-
tado, com gaz e agna do eneaamento, junto da
estaco do Mangainho n. S) e 31 : tratar na
roa da Soledade n. 2
s
s
AGUA DE VICHYi
DAS
Fon tes
Hauteitve e Celeslins.
Vndese em grosso e a re'albo
no armazem da roa do Vigario n. 11
k

Vende-se saceos com farinha de mandioca, rae-
dindo 18 cuias, pelo baratissimo preco de ,"* cada
a "jo ; na ra ao Mrquez de ulinda n. 40, es-
criptorio.

Vende-se as segaintes obras ;
As Tres Lagrimas, 1 lomo encadernado por
ijOOO.
Solfejos de Rodolpbo encadernado por 5*.
Msica intitulada Lucrecia Bcrgia em broxnra
f<000.
dem do celebre nitor Bertini dem 4/.
Uro I vio em bnanco par* copiar msica 5J.
Vende-se ama canoa nova e mnito bens
instruida, qie pega 1,800 lijlos de alvenaria
grossa Da roa Imperial n. S31._______________
A 3*500
Balde.', o qae tero apparecido de rnais moderno,
ra Duque de Caxias n. 65, antiga do Queiroa-
do, sao p"^ m-nlioras, tambero tem para meninas
Sapatos de borraxa
Para s chora ou rapares qne calccm 33'e 36;
borzeguins para hornera a 1300 rs. e um com-
pleto sortimento de calcado por preco mnimo ;
ra Direita n. 45.
Cimento portland
Vende-se o verdadeiro Cimento Portland :
largo d* Al/ande ga, armazem do Aunes.
no
Vende-se por preco commodo um carro ama-
ri;ano t qoairo rodas, muito bem piolado, for-
rado de aovo, escolente a todos os respeito ; a
tratar na cocheira de Mr. Corgean, a roa da Flo-
rentina a. 18.
Cadeiras
PARA
vestidos, com grande variedade de cores, a
240 rs. o covado
Na ra Primeiro de Marro (oulr'ora do Crespo)
o. 13, loja das Columnas, de Antonio Correia de
Vasconcellos.
A
Bramante de linbo para leneos, tem dous me-
tros de largura; anda ha na ra Duque de Ca-
xias n. 65. antiga do Queimado. Aproveitem a
peehincba I) ____________________^___
A 5#000

o crtenle casemin, tazad i o,ue val 9f. na Ja de
perder a oceasilo : na ra Duque de Caxias
n. 6o, antiga do Qneiinado.____________________
GRANDE
LIQUIDADO
Na roa do Duque de Caxias, antiga ra do
Queimado n. 19, vende-se chitas de cores es-
curas e matisadas pelo preco de 200 rs. o covado,
carobraias de edres, benitos padross a 240 rs. o
covado, e peras de cambraias branca lina com 10
varas a 3 ditas cem 8 ditas boa por i, pecas
de madapolo de 44, 4J500 o 5/, e algodlo crn-
eo de 3/500 e 4*000 a peca; tudo por preco
qoe ajmlra.______________'________________
HOBE DE LAFECTEUR.
Na botica popular, rna da Imperatriz c. 77.
ROBE DE BOY7VEAU LAFECTEUR.
Na botica pupular, ra da Imperatriz n. 77.
CAPSULAS DE OLEO DE FIGADD DE BA-
CALHO
Na botica-popular n. 17. ra da laip'eratriz.
PEROLAS DE ETHBR DE CLETaN. -
Na b- tica-popular, ra da Imperatriz n. 77.
DRAGES DE ERGOTINA DE BNJEAN.
Na botica-popular ra da Impe'ralnz n. 77.
P1LULAS DE IODURETO DE FERRO DE BLAN-
CA RDV
Na botica-popular, ra da ltnpera'.rii n. 77.
PEROLAS DE TEREBE.NTI.NA.
Na botica-popular, ra da Imperatriz n. 77.
PEROLAS DE ASSAFETIDA.
Na botica-popular, ra da Impsratri: n. 77.
Novo serliraanto de cadeiras francezas de faia
ao natural e a iraltacio de Jacaranda, mogno, etc.:
dos arasazens de Tasto Irmos & C, ao cas de
Apollo jmtfo a ponte provisoria.
Calcado ba-ato
Borzefuios de toererro e cordavio para boroem
9/000.
Ditos preUs de plaantazia para senbora a 3/
Ditos de uraqne de cor para senbora a 4/.
Ditos de phantazia pira menina a 3/.
Sapatos; avelladados para senbora a I/.
Vene-:'e na praca da Independencia n. 39, loja
do calcado de Porto k Bastos.
Fumo'do fara
.-vcaba de ebegar do Para nova remetsa de ci-
igarre especia e (amo picado para cigarros e
cachimbo, o melber possivel para o uiii.'o depo-iio
ztasu pievincia, praca da Independencia n 39.
Corado de chita a 160 rs., pe-
gas de madapolo superior a
31000: na loja FJor da Boa-
vista, de Paulo Guimares.
Chitas lie cores litas e bonitos patries a 160 e
960 rs o covado.
Madspnlio, superior qualidade, ecra algom;
avaris a!ie4|a prca.
Cavara** i coros a 140 e 280 rs covado.
Lias par* netMos de 240 a U o covidr.
Alpacas Moceza, alta noviade, a %iQ rs. o
ovado: i-o 4 Inpe/atriz n. 48, jonto a pada-
tl fraoeeu.
XAROPE DE NAF E PASTILHAS.
Na botica popular, ra da Imperatriz n. 77.
XAROPE E PASTILHAS TE1TORAES DEBLAYN.
Na botica-popnlar, roa da Imperatriz n. 77.
OLEO DE F1GADO DE BACALHaO 10DADO.
Na botica-popnlar, ra aa Imperatriz n. 77.
XAROPE DE CITRATO DE FERRO DE CHARLE
Na botica popular, ra da Imperatriz n. 77.
EXTRACTO DE CARNE PARA CON VALES-
CENCA DOS ENFERMOS.
Na botica-popular, ra da Imperatriz n. 77.
XAROPE DE THRIDACEO POR ABB.AYE.
Na botica popular, ra da Imperatriz n. 77.
XAROPE DE DIGITALIS TOR LADELOXYE.
Nabotica-popular, ;rai da Imperatriz n. 77.
Vende-se um pequeo sitio na estrada de
Belem junto a esta?3o Ho meimo nome, c mmodo
para embarque e desembarque, tero mais de 1,000
palmos de fundo, mu tos arvuredos e boa agua da
beber : a tratar na roa Duque de Caxii loutr'ura
das Crnzea) n. 30, 2* andar.
Vende-so remedio contra o callos, experi
mentado por diversas peasoas, a; .gases tem tira
d<) bom resultado ; ra Primeiro d Marjo n. i
(antiga ra do Crespo) ra do M.T jnez de Olin
da n. SO A (antiga da Cadeia).
rara ldpf mh-Itm Meaa d
/'
Bocha ik C. roa do Mrquez de OHo la o $,
vM-M ama ame'*) i latiq f oa u urm-
)r de rfdro.
Cal de Lisboa
Cbegada pelo brigue Atia.vwde se na ra do
lApollo, armazem n. 30, de Antoulo R. Rodrigues
AC._____________, ,
Vende-se raassa para Toao a 640 rs. a libm,
e fbgaetiflhos de todas as qualidJNes : na ra Im
perial o. fol._____________
Peca 3*100
Cambraias inoeis on cota urc peqosno loque
de ararla, pelo diminuto preco" de 3jtaO'J a ptea,
cambraias de cores per 240 rs. o avado, aftea
de urna t cor pelo baratissimo arecf de 360 f*.
o C'wado : na ra a Q'ieiraade o. 7e. loj ^
Gnilh,tae fn*q r. r:.Qfron''- rr br*.y- 6t Con-
A* *rm*ttm do
vapor Fraaeez,
rna do Bario
0
---------TTTir-- Til------- 'T* ^-*
Perfumaras" qninquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabam da chegar novas faturas .com Importante sortimento dos artlgos abalxo
mencionados a precos mais raeumido que possivel.
Botinas para senhorasduraque branco,
preto e de ontras muitas cores escolbidas
do uKimo gost) da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos de salto para senboraduraque
preto, branco e de cores, e de oouro de lus-
tro-
Botinhas para criancas, proprias de bap-
tisadn.
Botinas de diversas qoalidades para ho-
mem.
Botas russianas para montara, tanto n-
flelas le couro da Russia para viagem,
como francezas d Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Heias perneiras para meninos de 10 a o
an tos.
Sapatos de brim branco para bomens.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de
ma iflira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para horneas e se-
nhoras. IP
Sapatos abotinados, de difTerentes modelos,
mu o bons e fortes para uinecuos e meni-
nas.
Sapatos de tapete, avelludados, Charlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
bomens, 'nhoras e meninas.
Perfumarias.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos,
opia as, aguas de Cologne em garrafas de
crystal para oresentes, agua divina, agua
florida, dentfrico lavande, agua de toilet,
atura para barba ecabellos, pomada hon-
groise para bigodes, pos de arroz e sato -
netes, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Qninquilharias
Lnvas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes donrados para salas,
quartos e gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joas de ouro, brincos, transelns, pul-
seiras, so toes de pannos, de abertura, ca-
rentes e chaves la relogio, tudo de ouro
bom de le.
Brincos de plaqu imitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para punhos.
Albnns de velludo e marroquioi para re-
tratos.
Mammadeiras de Airo para enancas.
Caixinhas de costura, novos modelos com
mustia, proprias para presentes.
Quadrinhos donrados para retratos.
Toacas e sapatinhos de la para criancas.
Capaila? para noivas e para pastoras de
pre i -pios
Caixinhas com vidros de augmeito para
ver-se am ponto grande a photograpbir
dos retratos.
Pao de ndro para pianos.
Tbesenrtnhas para "eos Ara e nabas.
Bolcinhas da seda e de veludo.
Cestmnas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Gesoe d'arame pratlado para frutase
pao a^mesag
Reos artigos de phantasia necessarlos
para toilnetes.e proprios de presentes.
Jirros;e bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui delicados.
Quadros promptos para eollocar vistas.
Moldnras dooradas para qua tros.
Estampas de bellas paysagens de cida-
des, de figuras e de santos.
Espadadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e cha
rutos.
Oravatas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castdes de marflm.
Ditas de baleia, junco a de muitas quali-
dade*.
Pentes finos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
dentee.
Luneta? ou pencinez de prata dourada.
Dito* de tartaruga e de ac.
Ocales de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para eandieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperraa-
cete.
Cordas para violio.
Port-pratos para mesa.
Caixinha* de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ihs.
Esporas de metal branco para saltos.
Cbieots fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de
balefas.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de
cores. ,
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para lazer cal.
Globos de papel de cores para Ilumina-
(des di festas campestres.
Baloes de cores, de sabir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e outros jogos allemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordions de todos os l-
mannos e novos modelos eom trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com
diflerente vistas mui pitoreseas.
Brinquedos
O maior sortimento qae se pode desojar
de todasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para entrete-
mento das criancas.
E' no elefanta iroiazem junto ao Diario, que
qualquer ehefe de, familia fjrneee-sua dispensa d
melhor que existe no mercado e por precos mu.
to fcvoravai* cono sejam arrox a 100 rs. a libra,
veas sterinas a 640 rs. o ntasso, vinho figuein
Eor 5X0 rs. a garrafa e tambera ha mais barato,
alaios i diversos tamanhos, caixinhas propria-
para mimos, caf de moca, militas portuguezas e
francezas, ameixas era frascos, latas e bacetas,
marmojnada de Feraando Rodrigues, conservas,
molhos e mosUH'da, licores de diversas qoalida-
des, doce de guiaba cm caixio e latas, bolaxinba*
de diversos autores, masas para* sapas, selas
Standes, azeltonas em baris e latas, violtos tinos
o Porto dos me hores autores, queijos prato e do
reino a 31000 e a 3*300 ; o proprittario de-te ar-
mazem reiponsabiUsa se pela boa qualidade do
gneros vendidos em ten armazem, assim como ga-
rante todo asio o limpeza, em virtnde do qaal
convida a seus numerosos freguezes e amigos a vi-
rem vlsita-lo._______________________________
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Ciiillhernic.
Lias de cores miudas a 80 rs a covado.
Bramante de linbo eom 10 palmos de largura a
2/500 vara.
Chitas claras e escuras a .160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Ditas riseadoeprussians 280 o covado.
Diias chioezas para coberta a 2W o covadn.
Cambraias, organdvs miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lias finas a 31 a peci.
Ditas brancas com 10 raras, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a pe<;a.
Mossulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo franeez, a 61 a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. 5*, 6*
e 7* a pe?a.
Algodaosiaho a 3*, 3*500 e 4* a peca.
Alpaca de cor com listas, fszenda superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisadas a
600 is. o covado.
Dita preta com fhr branra, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroes miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada nm.
Ditos de linho erxbainhados a 4* a dnzia.
Cbila, fazenda bem conbecda pela sua fortidlo,
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o eoyado
Cortes de casemira de cor, 3*800, 4* e ?*.
Cortes de mea casemira, a 1*100.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o co-
vado.
Algodao iargo merca T a 5* a peca.
D-se amostras com penhor. -________
ATTEIClO
POCAS <3cC.
rif
Bua Nova d. 22
Para este estabelecimento acaba de ebegar um
riquissimo sortimento de objectos, todos novos, os
qoaes sao das segnintes qoalidades :
Machinas para fazer caf, em cinco miputos, a
quaes fazem o caf com todo o aroma, e com me-
nos quantidade do que se costuma a usar, por se-
ren de um systema ioteiramente moderno.
Estas pegas importantissimas podem tambenvse-
vir para cima de mesa, sendo os seus preces de
cinco at cem mil res.
As explicacdesparafazer-ss o caf veem em por-
tuguez e inglez.
Tambem ha para vender neste estabelecimento
reqnissimas esleirs brancas e de cores, para tur-
rar salas, por precos muito baratos. Bem como
muito boas vassouras para lavar casas ladrilhada;
e assoalbadas, aa qnaes sao de qualidade inteira-
ffienie nova neste mercado.___________________
A'* scd horas.
A' chapellaria da ra Primeiro de Margo n. 6,.
acaba de ebegar da Eorep), pelo ultimo vapor,
um lindo e variado sortimento de chapeos echa-
pelinas da ultima moda para senhoras, qae se
vendem por precos muito rasoaveis: na mesma
chapellaria ha um grande sortimento de chaqos
de todas as quali lados para bomens e meninos.
tem a honra de chamar a attengo
achara expostoa em sea armazem.
dos entendidos, para os segrales artigos, que se
COLLARES.
Vinho especial j coob.eeido, para o qual chama attenco particular dos amado-
res deste especial liquido, proprio para todas as estares, visto a simplicidade de sua
composicao.
RUIIADi
Esta qualidade especiar j vinho, lio aprtciado pelos entendores,
acha-so igualmente exposto a, eciac&) publica, a particularmente dos
boa pinga.
e com justica,
amantes desta
FIGUEIRA
E' para este excedente vinho com especialidade qoe chamamos a atlencSo dos
conhecedores da materia, visto as diversas marcas ?ue temos, sendo das melhores que
vem ao mercadu: aqoi s com avista.
BAS3
em barril, sendo especulidade neste artigo, visto ser vindo directamente, por urna en-
commenda de um nosso collega.
QUEIJOS
do~ serlSo superiores, melhor do que isto impossivel, e vista se concordar dos
presos.
Ra Estreita do Rosario n.9, junto igreja.
COMPLETO
sortimento de militados no lar-
no do Car'mo n. 33
ESQUINA DA RCA CE SANTA THEREZA.
COMPLETO
sortimento de molhados no largo
do Carmo n. 39
ESQUINA DA RIJA BE SANTA THEREZA.
If *|a?; >.
Acha-se sempre prompto este novo estabelecimento de molhados para servir
aos amaveia freguezes com um sortimento completo de gneros dos mais novos, que. a
vista do comprador agradara* e por commolos precos, tudo quanto procurarem neste novo
estabelecimento acharan, como bem ;
Manteiga ingleza flor a melhor que bario mercado a ??S00e i 500 a libra. Dita
franceza a 14400. Passas nov'.is a 480 rs. a libra. Ameixas em latas de diversos ta-
manhos a 3jJ800, aiOO.-WOO, l-)200 e 700 rs. Figos novos a 20J rs. Talharim
macarrao e aletria ltimamente cbegada a 400 rs. a libra,' Doces de goiabas em latas
a <600. Dito em caixoes a tiJOO. Ciouricas de Lisboa a 800 rs. a libra. Marme-
lada a 70 rs. a libra., Eiviihas e doces de diversas froctas da Erropj a 700 rs. a lata.
Batatas a 1280 a caixa e 40 rs. a libra. O martes seceos a 640 rs. o kilogrammo.
Violtos de diversas marcas e queijos de diverjas qualidades que s a vhta do compra-
dor se rara s presos.
,1040 VIIIS m J. RHIGiS
55 BOA DO IMPEBiDO 11. SS.
Graode sotliraenlo de piano?, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz
Encontrase nes'.a eslabeleciraenlo um grande sortimento de mosteas classicas
e modernas para pi n ', canto, flauta, etc. etc.
Os cocenos de piaooa e ffSc6?s sSj eit03 com o qfaior cuidado e rapidez
^flSSivBl.Ji-
c-ncrum fe. os pianoj velhoj t man'f9 se loraarem novoi.
Machina para costura
Vende-se urna machina para costura, em per-
lero estado, por preco commodo : na ra de S.
Francisco n. 52.
Ferro galvanizado.
Vende-se ferro galvanisado em folbas de dille
rentes tamanhos : em easa de Adamson H. wie &
C, ra do Commercio n. 40.
Vende se por prejo mdico um terreno ex-
cellente para edificarse um engeobo, que ter de
irabalhar com agua, tendo j feito pela natureza
mor parte do paredo do acude. O terreno de que
cima trata-se contm bastantes malas virgens e
aDtig >s partidos de plantagao de canoa, os quaes
serviram a um muito artigo engenho que all
bouve, e cootm para mais de meia legoa de leste
ao oeste, e de pouco menos de snl ao nerte : quem
pois quixer fszer negoein tao vantajoso, dirija se
ao proprielario do engenho Velbo da fregnezia de
laboatio, que far todo negocio.
DISCURSOS E DIVERSOS ESCR1PT0S
PELO
Dr. Aprlglo Instlnlano da Kllva
O. if na raes.
Lente de economa poltica na faculdade de
direilo do Recife,
NATURAL DE PERNAMBCO.
Um vol. de 480 psg., ntidamente impresso, na
lypographia de C. E. Mullen.
Acba-seno prelo, e assigna-se ama do Impe-
rador n. 7, i* andar.J0 cada exemplar.
O autor eolbge algn: de seus discursos, que
tao benvolamente bao retocando-os e annoiaudo-os ; e inclue no seu li
vro algaDs escriptos, que ?upp8e luteresfarem,
embora francamente, i Iota de ideas em que o
paiz te ai empenbando precede urna looga in-
Uoducjlo.
O livro nao tero a :Ci de ama politica de prfi-
do eom relacSo ao imperio ; e sim tem a cor de
urna politica de Liber4o.de, que e ser sempre a
dos bomens de bem de todo? es bandos politices t
de t*dos os paiz --.
13 A Raada Imperatriz 13 A
DB
JOAQUIM BEZEKRA PESSOA & C
Os proprietarios deste novo estabeleci-
mento de fazendas veem identificar ao res-
peitavel publico em peral e em particnlar
as Exms familias desta cidade e lora della
qae chegado pelos oltimos paquetes da
Europa, o mais bello ortocento das mais
lindas fazendis que at boje sao vistas em
nosio commerciu, .e que estao despostos
veoderem por todo preco,aflm do venderis
moilo e apurar diobeiro, saber:
L'ndos casaquirhos. de gurgnro preto
enfeijados para todos os precos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janell&s.
Camisinbas de linbo bordaday para se-
nhoras.
Ri:ps tapetes avelludados coro indos de-
zenlras para 2 e i cadeiras.
Ricas grioaldas e capellas para noivas e
meninas.
L3a para bordar de todas as cftres per
commodos precos.
Chapeos de sol de da roglezat a balSo
por todos os prec-os.
Ricos e modernos corles de orjaody bran
eos com modernas listas.
Ditas d3 cambraias de salpicos uranecs
e de todas as edres a 5000.
Pecas de cambraias finas a Victorias coca
10 e 12 jardas a 3, 40, 5. 60 e 70OCO,
Ditas transparentes finas para iodos os
precos com 2 larguras.
Variadissimo e elrgaantes sonitonto ce
ISas para vestidos de todos os pro. s e qua-
lidades, que, quem as vir a Mst dos pre-
cos comprar.
Mjdernas popelmnas com litrau a li'^
rs. o covado barato.
Grande variedade em chitas nas, para
200, 210, 280, 300 e 3*0 rs. o covado.
Peehincba em alpacas de coreo lavradas
muito finas, o covado 400, 300 eCOO rs.
na Flor da Moda rin Imperatriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA I A ELU ANTES
QUE SE ACABE ?
S3o camisas francezas finas a l)SO0_caca
urna, rdmira a vista da fazenda. S na
Flor da Moda ra da Imperairizn. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baralissi-
mo prego de 3l000.
Madapoljs finos e largas com 20 varas
a 4, U e (C00.
Brim pardo trancado de linlio uno o
covad > a 120 e 400 /s. admira.
QUEM QIZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA-
TR1ZN 13 A.
Cobertores definissima 13a de cOr a 8,
6-, e 4^000 brancos.
Cambraias de cores fhas e finas a 200.
240 e 280 rs. ocovdo.
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia2?W<0rs.
Grande quandade de lencos para me-
ninos e bomens sendo:
Cora barres de bichinchos e caiungas (-
zendo gyna^tica a duzia l^OO, 5 2r>000 e 25500.
Ditos brancos fin'is a 230.^.
Ditos de linho ambanhados fino; 6 e
7^000 a duzia.
C.roisas de meia c melbor qne li, urr.3
1,5, e 10500.
Dilas inglezas finas de linho para bomer.s
e meninos por todos os pre;os.
Collennhos, ponuos, gravatas, meias,
toa'has. lences. crochets para cadeiras e
jardineiras.
Completo sortimento de c=issimira preta
de cores.
Pannos finos pretos c de todas as qoa!;
dades, brins brancos pardos e de cores pe;
todos os precos.
Roupas eit?sna Flor da Moda
Sobre-casceos, patots:saccos e raks de
todas as qualidades pte$a coramo 13.
Cairas de casemiras pretas, de cores, de
brins brancos, pardos e de cores.
Ceroulas francezas de linbo e de agodSo
commodos precos.
. No mesmo estabeieoimeno eD-;on!rard;
os araaveis frequez-;s um bi m alfaiale para
tomar medidas dos que quizerem, manda:
fazer suas obras e sujeitando-ooo' a fic.*
com aquellas que nao sabi'em a contento,
afim de bem servir todos aqueles que dos
honrarem com sua proteccao neste estabe-
lecimento orna enfiiidade de artigi-s qoe
deiamos de mencionar para no se tornar
massante aos leitores, o estabelecioieno
est abeno das 6 as 0 horas da noite s
orden? do respeitavel pubico.
N.-13 A RA DA IMPERATRIZ N.-13 1
ik>
Para saceaa e fgneleltra*.
" NAC O
Aimaz m Dous Irinaos
RL'A DA PEMIA N. 8
Gaz a 320 rs.a girrafa.e 6/600 a lata, vicho F-
gueira superior a 300 rs. s garrafa e a 3|800 a
causea, arroz o pe ha de melhor a 100 rs. a libra
e i 34 a arroba, tou'-'ioho a 500 ra. a libra, )>-
sas e figos supeiiores a 320 rs. a libra, doces sec-
eos, idem em calda, marroelada fina, tombo de
porco asaado, linguica 'na prompl?, Islas de l .'J-
os tamanhos eom bolachnhas e bircoul js de lodas
as lualidades, ameir.as frin:?zas em caixitifns,
frascos e latas dNersas, vinho Bordaux ftancei a
600 rs. a garrafa e a 6| a calza, e outros mullos
genero? que se vendsm a inecoj ratoaveis.
Vende-se 50 aaoSeti da Corapanhia Prnambo-
ana, de.valor de J00 cadi. ama, tsnd.)-se o dts-
conto dj dividendo vencido o j ann" prximo pas-
sado. lato urna boa acqoi*$S3 para que
quizer empregar dluheirf, visto como a dita com,
panhia, lem dado os seus dividendo* regulares
e o-possuidor das mesmas apoliccs as vende por-
que tem de retiiar-se para a Iiurops, j tocio
por este motivo liquidado todo os seus negocios
nesia praca : a pessoa qae pretender todas ou
Srte detla, pode dirigir-se ra Nove, casa u.
. que achara com qqem tratar.__________
(Jurc de be2erro
Muito qcvo e r.,iir.aiitele i-hegadi v-tnd-!
em easa de S. P. ,' na. .Vcv n. 40.
PARA A^i'CAK
CERVEJA bE DC4
Eagr.\.ada e-pecllmc'.e para o L.ajil.
Charutos de Havana
Lona para vela6:
Cambraia Victoria
As verdadairas Irazoui o< cunero- -".lampa" -
as p;ra e nao as etiquetas'
VenaVm-sa
Eai asa de
T. JEFFERIES i C. .
46 Ra do GbMmct'Cto 4
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trarem cm cada |eca uau Mbe-
fe coiu o uoaie
DOS
tilicas impirta lores
________I. JKFfEMES C._______
Vende-se um terreno >Je 1,000 braja? <
frente e t,2CO d fundo, no l:par de Jalob; i
de Agu;. Preta, coni piop'>rrV'5 pira um bom tt>-
genh.-, t;H se rem as"
duccau e;ar p -no
seudo que. rslaudo o
o rdpectvi cred
prcierider 't
ra da C.r::.
3 pr-
rrt.: .
uo bjoolheca.
a* Krt

I
) Irrgart
iihii'j



lb d 1^'rnambut
Svat eira 19 e
mi
le
1B71
a
VEHBE-SE
J'iaqui,t Jos llana, na ra, da Crin n. 8, i-
andar, vende algodao azul americanos verdadeiro
e pregos americano n. 3 4 4.
Ageacia em f ernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
. Cora a phthysica e tois as molestias do ph
Hafn parrllha
Cora ulceras e cbagas antigs, impigeus dar
ros.
Toaleo
C icserra e limpa os cabellos.
Pflluaa eatbartleaa.
Puranww* vegetaas sem mercurio ; cura se
ices, porgao e poriflcam todo o sy3tema humano
Vende-se eflecti va osete em casa de Samuel P
Johnston 4 C ra da Somalia Nova o 42
Nao ha Mala cabellos braaeoa.
Tintura japone a.
S e nica approvada pelas as academias de
.-ciencia, recoonecida superior a toda que tem ap-
arecido al hoje. Deposito principal roa da
oadea do itecife b. M, f andar, em todas as bo-
'.icase casa de cabelleireiro.
i
i
Se
Ll
LIOUIDACAO
Ni
LOJfl E ARMAZEM UAl

NA RA DA IMERATRII 60'
i
ff
FLIX PERERA DA SILVA ft C.
s propietarios deste grande estabelecimeoto tendo em ser ama avultada poroso de
fazenda, e tendo continuado a lecebr por lodw.os vaprese navies haaecsa porcao
das mismas, tem resolvido fizar ama GRANDE LIQUIDAgO, afta de deminuir o gran-
de deposito e apurar DINIIEIRO. De ioda as faxeadas que se vende baraiissimo se dio
as amostras, ficando penbor oo te maridaos levar em casa dasExmag. famijiss, assim como
as pe-soai que neg pequeas porces pelos mesmcs preces qoe conpram na casas exportadoras.
MACHINAS
STURA
ipre a Xmwa Kaperanca t f
AO BELLO SEXO.
Esta toja, bem coohtcida pela soa elegancia e
supwnoridade de seos objectos, acaba de reeeber
muitos arligos para o qne respeilosameola convida
ao bello sexo a viatta-la, afirn de compraren aqoil-
lo qoe precisaren! para prepares de vestidos tl-
lete ou tocadores, o mesmo qualquer objeclo para
fazer algnm pr ranca licarao sali.-feitoe, j pela qualidade e pre-
sos razoavea, e mesmo per que a Nova Esperan-
za ufaua-se eoi aae se impacientar em dar a es-
colher os objeclo, preslanJo-se com o agrado
cara que costu 1 a reeeber a todos, aflm de que
jaibam com o firme proposito de voltarera ou
mandarem a mesma loja, logo qoe precisen) de
qualquer artigo porptqueno queseja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu as de Lisboa a Nova Esperanca para
ooroens, senuora e meninos, sendo brancas e de
i]
NOVIO A Ni.
Bico de guipare proto com branco, a Nova Es-
peranca- qoom tem 111
Caixas para joias.
A Nova Esperaba receben dos caixas de sn-
dalo para guardar joia.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de murtas qualidades a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos on sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para fingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta In-
glesa.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Casias n. 63,
vecdj verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As memores, e do mais conhecido fabricante,
lauto fraueez Come mglez, esli expostas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranca.
Extractos, baoba, oleo, sabonete?, agoas de co-
louia, de laranja, florida e de lavando, etc., etc.
todo de superior (fualid?de : veode-se na Nova
uperanca a ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
W, re<:ebeu um lindo sorlimecto de lia para bor.
lar, vm lo as cores mais procuradas, branca, pre-
la. e-i-arbte etc. etc. a ella antes que se acabe 1
SAL.
vende, Jo: Das Soares (em Maco)Huperior
superior sal em podra, o alqueire a 400 rs, para
barcas, e 410 rers pa^a navios, posto a bordo,
embarcando! qualquer eu:ommenda por maior
que seja or. Ioda a presteza possivel. Poje tra-
.ar se imessa na Madre de Deus n. I, 2 an-
dar, com Antonio Pereira de Miranda.
Jornaes da Europa.
As-igaiuras para todos os jornaes da Europa
PuQlualidade e garanta no servico.
_________LIVRARIA FRANCEZA._________
Tabellas Vermifugas
Este medicamento o nico que pelo seu boic
.".roma e gosto agradavel se torna o mais propno
' i,' expertsaodas lombrigas. E' fcil de tomar
porque o prompto elTeilo.
DEPOSITO
Pbarmacia americena de Ferreira Maia & C, roa
Duqua de C'Xias n. 57.
Jabonete Je alcalrao.
Este novo preparado applicado com grande
iproveitamento contra as molestia j de pelle chro
cicas e rebeldes empigen?, manchas escuras on
pannos que vem ao rosto e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e comlchoe*, mesmo aquellas qoe em
certas partes delicadas do corpo tanto mortifleam,
finalmente o uso continuado deste saboneta con-
tnbue para tornar a pelle assi mimosa. E' igual-
mente efS^-iz para amaciar a pelle do rosto ou
outras partes do corpo, que por motivo de erysi-
Relias tic a ni speras e escamosas. Preco de cada
saboneta 640 rs., em dunia se far abatimento.
nico depisiti em Pernambujo, pharmaca ame-
ricana de Ferreira Maia & C, ra Duque de Caxias
u, 57, amiga do Qaeimado.
Nao duvldem
que na ra Duque de Caxias n. 65, amiga do Quei-
mado. se vende pegas de madapolao, porm sem
avaria, a 3icO) e man prego?, e pegas de algodao
8 3S, o que admira.
I
99 Ruado Dizque de Caxias 99
Chamins para gaz a 320 rs. f
(lamines para gaz a 320 rs. !!l
Chamins para gaz a 320 rs. III
D qiiilquer tamanbo a 320 rs. 111
U7-UUA DO DUQEDE CAXIAS-97
DE
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia % ll, ra Du-
que e Caxias d. 57, anti-
ga do Queimalo,
HET0T
-." -'Jeiro porlland. S se vende na
raa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Jeio Mariins de Barro?.
PARA LUCTO
O Pari tem nm grande sortimenlo de
fazendas pretispara leeto, como seja : 12a-
siohas finas para vestidos a 4 merino muito leve para vestidos e ronpas
para bomens 20 e 2/4200, alpacas com
lavares brancos, cassas pretas lisas e com
orancos, bombazinas preias,caot5es. e ou-
tras mnitas lateadas todas proprias para
lulo, que se venie mais barato que em
outra qualquer parte.
CHITAS DE CORES
0 PavSa tem resabido grandes sor ti rae ti-
tos de cuitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tambem grande sortimento d is
mais delicadas percalles miudiobas proprias
para vestidos e roupras de criaocas, e reo-
de-se por menos do que em outra qnalqoer
parte, na ra da Imperatriz n. 60.
LENCOS BRACOS A DZIA 34KOO
OPa\aovende fioi simos lencos brancos
a ebaDhad"s' em duzia Pel Da""ato prego
de 30UOO, e outras muitas qualidades, tanto
de tsguio como de cambraia de lindo, e
cLinezes.
Tolhas do Porto a 100000 a duiia
O Pavo vende su 6riores toalbas pira
rosto, sendo de lioho do Porto 40000,
ditas de Toco fazenda muito boa 120(100
n duzLa, ditas coakhoadas a 70500 duzia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 350C
O Pav5o vende culobaSkbraoeas de f jstao
sendo bjsianto grandfs pelo barato prtco
de 30000, ditas de cores muito Adas ...
7(J000, ditas muito graudes brancas de fus-
t3o e muito encorpadas 60000, ditas de
croxet, proprias paracama de noiva t50.
ORGANDYS BRANCO
O Pav3o recebeu os mais finse delicados
orgaodys traucos para vettido, sendo lodos
com lavore? miudinbos, e vende se pelo
barato preco de 800 e 1000 i rs. a vara,
fazenda que vale muito mais ndinheiro.
GUARDA BANHA
O Patio vende orna grande porco de
pann 8 de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de goarDisJo,
ditas para encost de sof, ditas para cobrir
pian s, assim como ditos redondos para co
brir diflerentes movis oo> ouiros quaesquer
objectos, e pode-se vender por menos do
que em outra qoalquer parle, attendeudo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 20500
0 ['avilo vende chales de merino amito
grandes e encorpados 2>500. ditos
imiucao de cbinezei 20500, ditos pretos
de renda com 4 ponas i 20000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pa^5o \ende os maiores e naebores
chales de me n pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qnalquer Larte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
me'hores camisas ioglezas e franceaas com
peitos da linbo para todos os presos e qua-
li'ades, assim como ditas de ditos de
algodao para todcs os precs e tamanbos,
endo tambem para criaocas, e no mesmo
estabe!ecimenle tamben) se vende ct roelas
de lioho e algodao, tendo para todos os
pre;os, assim como meias croas inglezas
para homens e menino?, que ludo so veade
por preco mnito limitado.
C0R1INA0S BORDADOS
0 Pavlo tem & nstaotemeote um grande
sortimento dos raelhores cortinados borda-
dos para camas e jaiellas, que vende-se de
80000 al ao mais rico qoe ostuma a vir
o'este genero, assim cerno bonitas carabraias
adamascadas, tasto tapadas como transpa-
reates, proprias para'o mesmo fin, colchas
de crochet, damaico para camas de noiva?,
e cortinas, e vende-te no Bazar do Pavo.
LASINHAS BARATAS
O Pav3o tem um g ande sortimento das
mais bonitas ilasinbas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
princip ando de 200 rs. para cima; porm
lid grande a quantidade qoe'seria enfa-
dooba especificar qualiJade por qualidade,
s a vista o freguez e das amostras se Ibe
venderSo por preeps t5o cmodos qoe
engue n deixar fle fazer um vestido de
15a por to pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O Pdvao vende as maii lindas alpacas de
cord'o para vestidos e roupas de criaocas
pelo barato r.reco de 640 rs. o covado,
ditas oissimas cornos mais lindos lavoree
ALfAIATE
que se encarref* de exeeaUr qualqtter ea-
commenda da raa arte vontade do fre-
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimen'o a promeite servir bem a todoi
os fregoe?e* que Ibe bonrarem a soa caa.
ALOODAOMNHO A 3*800 A PECA
O PavSo veade pecas d'algodlosinbo de
muito boa qualklae, teodoO jardas eada
ptes, pelo barato prefo de 305CO, dito nwi-
lo largo e encorpado 00000, dito o me-
Ihor que lem vi^do ao mercado, mnito en-
corpado e largo para lenccea, pelo barato
prec-1 de 64500, grande pecbiocha.
MADAPOLAO A 40000 E 4050
O PavSo vende pefas de madapo 3o com
24 jardas, sendo f.-zeada muito supetior
pelo barato proco de 40500, di as coa* as
mestnas jardas a 4*000, ditas fiDissima a
50500, 60000. 70500 e 80K)O. pechincba.
MADAPOLAO FRANQS2 A 100
O Pavao vende tecas de ftoissimomada-
polao verdaderamente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baralissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vendea a 140000, e liquida-so por
este barato preco por estar alg.ma cousa
enebuvalhada na pona de lora
AlGODAOSINHO ENCESTADO-A10 10280
O Pavao vende verdadeiro algodaosinbo
americano, tetido 7 palmos de largura e
muito encorpado,. proprio para lencoes .
70COO a vara, dito da mesma 'argora sen-
do trancado e muilo encorpado 102>-O.
BRAMANTES PARA bEN0OE3TlJf4eO'*80035
O Pavao vende o verdadeiro bramante de
Imho tendo 10 palmos de largura, qpe ape.
as precisa para ua-Uncol urna vara erma
qaarta, pelo barato proco de 20400 vara.
dito melbor de 808- o e J0OOO, tendo at
do melhor que tea- ao mercado 30500
e 40000, assim como cretooes fortes- para
lencoas, sendo urna* encorpada fazeada fran-
ceza com 10 palmo* de largura iOO rs.
o metro, e bramante d'jflgodo com a mes-
ma largura 10800;
SAIAS BORDADAS-A 40500 E S0OOO
O Pav3o veade grande pecincbl em saias
brancas ricamente bordVdbs, tendo cada orna
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
40500 e 60000, sendo fazenda que sempre
vfndeu-se per 80 e H)0OO.
Faienda* para saias > 10200, 10280 1050o
O Pa?Jo vende superior fazenda bordada
ajeom pregas proprias para saias, i02OO,
10280 e 105(0 a vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
tos. 3000 caries d caaOvaia a t&ff}*
O Pavo vende urna gratSe porco de
cortes de cambraia organdys; tanto-brancas
comov de eres, sendo cbm listrinbas de-
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 20500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2466 cortes de abra-as bordada.a 000
O Pav3o vende urna g ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desanos mais
lindos e mais vistosos que tem vindo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gooaes, e com muita fazenda para ana ves-
tido, e liquida-se pelo baratsimo prego da
50000, sendo fazenda de muitonnaltlr v-
lor, grande pechincba.
CAMBRAIAS
O Pav3o veode grande quantidade de pe-
Cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 30 a peca at i mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 160 1S.
0 Pavao vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pechincba.
LAASINHA A 160 RS. O COVADO
O Pavao vende bonitas laasinhas transpa-
rentes pelo birato preco de IcO rs. o cova-
do, pauhincha na roa da Imperatrte o. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O Pav3o vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em sea papel, pelo
barato preco de 2*500 > corte, ditos muitu
Iradas 30000, pechincba.
CASSAS FRANCESAS A 200 RS. O*COVADO
O Pav3o vende bunitas cssas de corea
para vestidos, pelo barato preco de 200 rt.
o covado ditas oissimas com os detenaos
raois modernos que'tem v ndo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
0 Pa5o vend finissimos cretooes oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
cova-Jo, ditos de fl r5os, proprios pira cc-
Universal da roa No-
va n. 22, OTE sorffmento de machinas pa
ra costura, das melhores qoalidades que
existe na Amorba, anques muitas ja s9o
bem conhecidaa pasos seos autores, como
sejam Welle*! WHson, Grorer 4 Boka,
silenciosas, Weed e Imponaos e outras
muitas que ;om a vista deverilo agradar aos
compradores.
Estas machinas teem a vantagem da fa-
zer o trablio pe Irinta costore.ras pdem
fazar diariamente e tozem com tanta per-
feie*, com' as mas perfeitas costureiras.
Garntese a sua boa qualidade e entin se
a trabilber coas perficao em menos de 1
hora, e os precos sin t3o resumidos que
devem agradar aas pretendentes.
Injecfo araercina.
Espeelalldade dos pharmaceall-
c# Ferreira Hala c.
Esta iDjeccao composla especialmenl* para a
cura das pur|ac6e$ antigs oo modernas, foi eom
feliz resultado ensalada pelas nuts habis e reco-
nhecidos medico?, e por ellos confirmado ser esta
ojeeeao a nica que radicalmente enra em menos
lempo qualquer agnorrba ou purfaeio amiga > i
moderna, sem o auxilio de oulros medicamentos
ET tambem til as leucorreas ou llores brancas,
qaer sejam anf'gas ou modernas.
DEPOSITO
Na pbarmacia americana, ra Daque 4o Caxia?
_______________numero 57.
Em casa de THEODORO OHRISTIAN
SEN, roa da Cruz n. 18, encontram-se
effectivamante todas as qoalidades de vinho
8nrrteani, Boorafogae e do Rheno.
Vxs
- 2(r-RUA DA IMPERATRIZ-20
FARIA & LESSA
Os proprietarios deste novo stibeletmento vem participar ao respailare! poblico
e com especialidade s excellentissimn familias, qoe teodo comprado um bello lorti-
menio de fazendas de todas as qualidades, esiao resolvidos a vende-las por precos os
mais razoaveis possiveis para vender muito.
*
~co



*9
-
Popelinas de seda, fazenda nova, a 20.
Vestidos feitos de cmbrala branca, rica-
mente eafeitados, a 160 e 200.
Basquinas de seda de 160, 180 e 200.
Superiores grosdenaples preto de 10800
a 50 o covado.
GreoeiHoes de seda a 10HK) o cevado.
Completo sortimento de I3as e alpacas
de cores, o que ba de mais gosto, de 640
rs. a 10.
Cambraia de stlpico branco e de cores.
Dits victorias de 30500 a 90 a peca
Ditas t< ansparentes de 30500 a 100 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas fazenda de muita pbaatasia, a
100.
Ditf s ditos tambem de listas a 40500.
Organdy branco de listas.
Cortes de cassa de cor a 20500.
Pecas de babados bordados, de tnda as
larguras, o que ha de melhor e mais gosto.
Panno trancado e liso para toalbas, com
9 palmos de largura vara a 10500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
50.
k i
Toallas blandas- para rosto duzia 90.
Ditas lisas para rosto duzia 70 e 90.
Pecas de bamborgo soperior a 90&O.
Pannos de chrochet para cadeiras e so-
fas.
Tapetes de todos oa tamanhoa e precos.
Sortimento completo de meias para se-
ohoras e harneas.
Grande variedade em chitas e para todos
o* precos.
Madapolao francez soperior a 70500 a
peca.
Sortimenlo de madapolao de 30500,
40500, 50. 60 e 60600.
Cortes da cambraia bordada a 30, gran-
de pechincba.
Cortinadas brdalos para camas e janel-
las.
Camizinhas e corpiebos brancos para se-
nbrra a 30 cada um.
Panno de lioho abretanhado, fazenda
propria para seroulas, lencoes, toalhas e
outras muitas coosas, pecas coa 20 varas
por 90500.
Bramante da linbo para todcs os pre-
cos.
Todas estas fazendas s3o grandes pechiebas vista do .preco.
.Unjco feralmente aotorisado e approvado
pelo consom de saude.
orneo aerosuo
em
PERNAM8CO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME & C.
. 3*Ra larga do Rosario34,
lnguida das Hias em latas
O- mejbor qae tem viudo a este mercado : ven-
den Joio do tego Lima & FHfto : roa do Apol-
lo ni 4.
LIOUIDACAO
Peca da algedo azul SScovaJos por 5'
cr ra do Crsipo n 20, leja do uilherme.
imitaco de agracianas a 8t 0 rs. o covado, berta, sendo fazenda muio encorpada pelo
b-nitos glacs com delicadas corese los- barato preco de 81 0 rs. o covado.
trosas como se la I0COO o covado, e ou- EBa>Pin" u casiquihos a 200 e 250
tras muitas fazendas de gosto e luxo para favJo vende bsqjias ou casaqoinhos
vestido, na roa da Ioaperairiz a. Co. de seda prttos ricamente enfeilades, pelo
POUPEUNAS | baratsimo pr< g > de 200 e 250000, sendo
0 Pavao recebeu as mais delicadas e me- "J,"'10 moilt''oos, assim cox ditos de cro-
Ihores poupelinis de soda para vestides, cbele redas pretas que se vendem muito
com os mais modernos lovores, e outaas li- m con'3, Pa rna da Imperatriz n. qO.
zas c>m as cores mais novas qoe tem v.n 'o,, I'M 'ntranf,das piracobertis a 360 rs. o covado
e vende-ss 20000 caa c vado, assim', P t5 vea le cbi,ai ntftncjidas com
cono del cadas sedas de Hstinhas, tanto delicadgs desenbos psra cobeitss ou c i-
para vesti los de senboras como de meninas,
q vende-se 20000 cada covado.
SETINS DE COR
0 Pavo tem constantemente um bonito
sortimentj d eoliose grosdenaples de to-
das as cores, que vende-se em conla.
ROUPAS PARA HOMfcNS
O Pav3o temeonstaotemen/e nm grande,
sortimento de roopa, lauto de panno como
de brios branco e decOres, de case-
Mi S na loja do barateiro, ra do Crespo
8m a. 1, junto ao argo de SaUo Antonio.
Algodao americano com nm pequen-
ttqae de 7arii a o a peca.
Madapolao flao, idem a J a peca
Chius baa, fieatia boa a 240 e 160-
re o covado
Ideo, idem idem a 180 re.- o aovado,
b o barateiro, roa do Crespo n. I.
Brms pardos trancados *340 res o co-
rvado.
.Ditos doctores trancados superiores a.
700 t. a vara.
Cambraia* de odres li*ai a 860 rs. e
BBcovado. ^
8 Chitas uas, padrSes modernos a 360
e 4(Kj rs. o covado.
Pe$as de Cambraia transparente e ta-
m pada, com 10 jardas a 4*;
dem ganga para coberla a 380 rs. o
B. covado.
. Cambraia snissa transparente, fazenda
toa com 10 jardas a 2X860 a pega.
Pecas de madapolao francez, fazenda
Boa com 20 varas, a 7*50, 8J e 9f.
,iJ$3s de brilbantina. branca com 18
"eOvMaos a 5|.
I Cankbraia para cortinado com O varas i
pelo barato preco de 8. a pega.
-fl|- S na luja do arateiro I
, Toabas de lioho, fazenda lina a 71 a H
| duzia. W
Lencos de cambraia de linbo, fazenda
K" una, ja abanhadas aTZa duiia.
Dltoade exguio de linbo a 4*500 e 5*
H a duzia.
E. una variado sortimenlo de fazendas 5*
de todas as qaalidades, que vendem por I
mnito limitados preaos.
S4 naSoja do Barateiro, ra do Crespo
, n. I, junto ao arco de Santo Atenio.
9llili@igiii"
fope peitorai de James.
nico legalmente habilitado pelo conselho de
saude, ensaiado e aarovado nos bospitaes : nico
deposito na pbaraaeia americana de Ferreira
MaiaA C, roa boque de Caxias n. 8?, (amiga
do Qaeimado. *
a melhor cerveja nacional do
Brasil o sobretodo do Peroambuco.
{* Em vista da melhora do cambio, a cer-
veja tem soTrido abatlmeBto no preeo desde o l
oo crtenle.
ATTEClO
Vende-se orna jardineira de Jacaranda com
tampo de pedra quasi nova, por muito pooco di-
nneiro : a pessoa que quizer di rija-so a Olinda
na ra do Amparo o. 29, casa terrea.
PARA LIQUIDAR
*______. iiJOOO CADA UM
nn 2SJS5? '"." Se?do osLTmactlad08 de aC mnilo bom proprios para carpnas
oa engenhos: vende-se ra Nova n. ii. v
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha: roa Nova, armazem n. li.
Pregos americanos
de 2 a 3 poJlegadas, proprios para barricas, a 80 r*. a libra: i roa Nora, armazem
o. II.
Tazas americanas
i
*


Calcados
Botinas de brim e doraqne branco bordadas de
i a 6 o par : ra do Bom Jess-o. ai,
ICj
naa^e cores fixas, sendo fazenla muito en-
corpada pelo barato prvc)de 360 o cooadO.
ESP.VRT1LH0| A 405OO
O PavSO vmde os mais modernos e me-
lhores eparlhos, te&!o de todos os l-
mannos, pelo *araio preco de 4500
CASEMIRAS
O PavSo veido um elegante sortimento
de delicadas casemiras ini'ezS, eado to-
das de 13a e n.uito levesiohas, timo pro-
miras p?ra todos os pregos e qualidades, pnas para homens como para enancas, e
- .-nhaiB bp n ndt fazer quali^uer^peca, de ditas mais encorpada*, tealo de orna a da
or., tm iJjuLeioeptoiDplido, paraoduae larguras, que se vende o mais barato
jue sejtem um perito | possivel, na ra da Imperatriz n. 0).
SUbTEMO RESTAURATIVO DA SAUDE
PBLA FARI.MIA
A Revalesciere i'u Barry
Esta farinha que tao grande use tem na Euro-
pa.maito_se recommenda para as enancas e pes-
soas debis e coovalessenles. Como medicamento,
i! ? par* os ctsos Pri'o de ventre, he-
morrhoidas, ms digestSes, azia, amargos de boc-
5a' i0re? S e>lomago, diarrha, enxaquecas, af-
reccSes de Ogado, dos polmSes, dos ri, da bexi-
ga, etc., etfc, coptendo muito mais priocipioa ou-
irleotes e restauradores para os msculos, nervas
e celebro, que, fres vezes o su peso em carne, e
por consequeccia, de conse. var melhor as forcas
pnyicas e moraes, restabeleceado as funecoes di-
gestivas estragadas, dar appotito, e convr aos
estmagos aiada dos mais eofraquecidos.
Seo uso lio simples como fcil : a Bevalet-
cifre au Bany deve ser desfeita e eosida como a
fariona ordinaria, podendo ser uada oa agua sim-
p es, com vibo branco, jjo caldo sem gord,ura e
no bom lelte, fazendo se aoda bolos com manteiga,
leite on assocar, etc., te
nicos depositarios em Pernaabnco
t BARTHOLOMEU k C7*
34-Rua larga d* Rosario%
m\SS SL SI de C0DQPrimnt(> P^P^s para tamanqueiros, ou outro qualquer
S'TXtt: srs- maco de meia ,,bra 8^a ca" s q.5o
da d VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para homem, a 20 cada um. u degraca, mandando-os vir
custam im cada um: vende-se ra Nova, armazem o. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
?n ?. t made,ra> Proprios para prender a roupa que se bota a seccar em cordas, a
ii Js. a duzia oa 60 a ewn com 36 dozias. E' dar, nJo vender: i ra Nov
M PARA EWGEIHO
um recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco oa distancia
que se qoiter, economtsando o trabalho de duas pessoas. E' "talvez o unioa que existe
oosta provincia: vende-se muito barato, ra Nova n. II.
PURPURINA AMRMCANA
Tinta inalteravel
Para escrever e copiar.
E' recommondavel esta espeaial e excelloota lio
ta pela sua boa qualidade, fluidez e dar. gao. c j-
mo a melhor e mais inalteravel tinta que so eo-
nhece. iNaj ataoa a penoa* d'aco a tres ex-
celente copla. V prefer**! a qoalmier outra
tinta para os livros do comaereio e documentos
que carecam de longa duracao.
NICO DEPOSITO
na pharmacia americana de Ferreira Maia 4C,
ra Duque de Caxlas.'n. 75, antiga do Queimado
PERNAMBUCO.
i
Vende-se
VkWes, violas e guitarras multo bem feis, tanto
em grosso como a relalbo : n fabrica da ra da
Roda.n. 39./
Lencos delaby-intha'
Vende se algons de muilo bom gosto e a preco
mqdico : na roa do Apollo n. 10, eacripiorio.
Licor de alcatrSo de Guyot a 13600 o
frasco. ...
Para cora de catbarros da bexiga, vas orina-
ras, puhnoes.etc. Vendo-jo na botica Popular da
roa da Imperatriz o. 77.
^Superior gomm^ do Acarac e
Grahjaf
Vende Con ha & Mama, i roa do Mrquez da
Otinda o. 40._______ ______________
YIRHe COLLW
Vende-se* verdadeiro vinho de Collarfs, vlodo
qliimameote telo vapor Offndi, enrbsrrM de de-
c'imo : na roa da Madre de Dens-o. 18.
Cemento Por tham
eo barrteu da l3-arw*at^prt3 taai caauMl
do do qne em outra, .oaaiy^r parle : veode-se
nos rmateos de Taaao inpfafjf C.
Vende-so raa asa "7 OModa eom beta
quintal: a fallar na taberna o. 9 da roa 4o m
paro.
V

'



r
*i 4 "ena; ora wtffWHfiHi, afiele bri
uW{ a- tagala,-o*agsfcKea,
im wip apa*
fSTJWtig da IUfe#ira om torrar sala.
G4m da barro feto*** pan agoto.
JSMigperior > porches, e a comento.
CEMENTO oe todas as (realidades.
ACHINAS de ejearocar alrodito.
LONASi.brintesteRussia.
g^AWfi aMertcuaos para forro de carros.
wSStSSSSlfflUit0 bon'MCOno,Di*
COGNAC superior #e SwKieT Frerw.
VARELLO en sacaos frandes a 3*000.
AflUAtoride leaifeaa._______.________^_
pechincba sem igual.
Superiores lias escocesas d otros milito lindas,
uzeada de gosto para vestido a 400 rs. o oova-
do: vend(-se na roa Primtiro de mar^o, ouir'o-
ra do Crespo o. 13, lojt das columnas, de Anto-
nio Gowa C l A AIIK
N. I
BfESTRElfl DO ROSARIO I
AO 1B09I TOM

dm a mxwtanitn
auAmi wlm
srcicgea tm :
lt.'
nhnra Acal?a"se de aDrr este importanje estabelecimento de miudezas superiores, artigos de loxo e da moda para bomens e e-
nnoras, epiendido sortimento de perfumaras dos mais adamados fabricantes da Par* LoBdres, como sejam Piver, Lubin, Con-
aray, rtegaqd, Prnaud, Cbonneaux, Moopelas, societ bygienique, Gosnel, Rimmil e Piesse Lubin, etc. etc.
RA DO CHISPO N. 20 ,
De f ,800 cortes de (msaira
Cortes de casimira de cor fazeocla superior lisos
e de quadios a 4*00Q e 5*000 o cort, casimira
preta superior pelo baratissiroo preco de (1500 o
coTade
RELOGIO
a
de ouco e prafa
dos fabricantes mais acreditados da Europa, e
melbor que se rJe de,-ejar nesle genero, para
homens e enbora, vende-3e por prego j i t boj a
deseonhecWos na tof* de joiasEsmeraldarna
do Cabug o. 8
More ira 1) narte de G.
Favilhao 4a Aurora.
Ra daImperatriz n. 2
0 done deste grande e acreditado estabeJeci-
mentn de f: zendas Roas de todas as qualidades,
avisa a seos numerosos fregueses que acaba de
receber um g ande orrwmo de vestidos de cam-
oraias brancas bordadas tinas para senhora, os
qnaes vende muilo barato, assim cerno unirs
muitas fazendas de mnito boro gosto, as qnaes
fez grande roducclo de preeos ara menos, a fin
de vender mais batato de que em oulra qualquer
parte.
Novidades do Museu
Cipas e perneiras de borracha, fazenda
superior por preco baratissmo, tapetes ave-
ludados muito lindos para sof e portas,
panos de crochet parasen ecadeiras, gran-
de sortiraento de jarree finos de 106 a....
234000 o par. J.
K MIJITO BARATO.
Camisas tnglezas com peto de linho moito
finas a 525 e 555000 a dozia, ditas bor-
dadas fazenda de apurtdo gosto a If0r5 a
duzia, as mais finas Motas imitando as de
Imho por 335000 a doria, ccroulas de H-
nho a 345000 a duzia, ditas superiores io-
glezas a 444000.
As anXIs de familias.
Encontrarlo no Museo Elegante om com-
pleto sortimen'o de roopinbaa para reeera-
niscido, corpmbos de fuslao e de cambraia
bordada a 800 e 4 000, vestido para crian-
Ca a 25, 3* e 4*000, collarinhos bordados
com btco para senhoras a 320,500, rs. col-
leiriRbos e puntios para senhoras a 6iO,
80ft rs. o par, collerinhos e ponhos frisados
bordados a 1*000 e 15600 o par.hzenda
que sempre se tendea a 35 e' 40000,
muito ricas e modernas goHenhas para se-
nhoras, as mais modernas grvalas de fil
bordado a 14000 e 20000 cada urna.
Lafcyrintho.
O Muzeo Elegante vende toalbas grande*
todas de lanyrintho, fazenda que sempre
yendeu-sea I45ei5000, por 80500
fronhas de iBbyrimho a 640 rs. as pequeas,
as maiores a 1*200, bicos rendas tudo por
preco baratinho.
Museu Elegante
ica-se orovido de nm lindtssrmo sortiraen-
to de Dabadinhos e entremeios tapados e
transparentes, e de ricos e modernos espar-
tibos de 40 a 120 cada nm.
Museu Elegante
recebe por todos os vapores luvas de pelli-
ca daprimefra febrica de4 Lisboa, assim como
encontrai as Exm.*5 famrlias neste impor-
tante estabekcimeito nm grande sorlim* nlo
de artigo para c?eamento, cerno sejam ri-
cas grmaldas, finissimas meias brancas de
seda, ligas, luvas brancas, hques nos,
fr?nja#branea de seda, fazenda sopenor,
trancas, galoe, botOes, brees de blond, fi
tas de grosdenaptes e de setim de n. 1 a
80," ditas de wllndo, bicos de crochet bran-
co e preto, verdadeiro bico valenclenne, ba-
leias para vestidos, cambraia franceza preta
e branca para forre.
Cutilaria do Museu
Elegante
Navalbas moito linas, cabo de tartaruga,
marfim e. bfalo, do aflamado fabricante
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperla, tarroga, marfim teaouras
finas- para unbas, cotura e cabello, talheres
para mesa e para dote, de diversos preces
e qtiilidades, ditos muito finos com cabo de
marfim, superiores garfos de melal braneo,
grande sortimcnto de colheres para cha,
EST VENDENDO"0 ESTO DE'SHAS PEGBNCEUS
HA RA DA IMPERATRIZ R. 72
e sopa de metal muito fino, trinchantes com
Icabo de marfim por barato preco.
No Museu Elegante
eoconarlj as pessoas faltas de vista nm
completo sortimento de ocnlos de aro de
tartaruga, bofalo e ajo, e tambem pencinez
dtartarnga, fcufalo, ajo
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a mnito acreditada tintara ingeza
(a qrM mostra o sen bom efleito pooco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigenio Ri-
gand) que em menos de oito dias d aos'ca-
bellcs a soa edr e brilbe primiirvo, e depois
deste terapo s bastara osar de orto em oito
dias para conservar o matiz adoptado.
Exposi MUSEU ELEGANTE
vende lencos brancos finos a 10700, 20700
e j abantados a 30SOO a dnz:a, e muito
fmos de esgoiSo tambem abanbados a 60500,
70, 90 e 120 a duzia.
ESTO-SE ACBAiWO.
Reditrgdo de pregas para acabar
Asmantinbas Olindenses de 10oOO a 10
cada xma, toalhss para m2os e para
ps a 40500 a duzia, ricos estojos para via-
gem com todos os accessorios por barato
preco.
FLORES E ENFEITESPARA CABECA-
0 Museo Elegante receben ricas prinal-
das de cores, e ilndos enfeites e chapeos de
vtlludo para as Exms. senhoras, assim
como fitas lisas e escossezas moito largas
para cinto.
A SABER
LlASINliA A 160 R5. O jCOVADO
Vtnde-se]i;sint.a3 [ata vestidos de ro-
borase iieoina;, re'o barato preco de 160,
200* 400 rs. o covado.
CH'TAS LARGAS A O RS. 0 COVAD
VeDde-se cbjta anee aspara vestido de
casa, 200, 240, 80, 3^0 e 3S0 is. o t*t
vado.
CASSASFRANCrZASASAORS OCOVADO'
Veode-se 240, 80, 400 b 440 rs o covado.
ALPACAS OE COLES A 800 RS. O COYADO
Vende-te alpacas de respa vestido
de senhoras 5 0 e G4" rs, o covado.
BB1LHARTLNA D1UN :A A 500 US. O COVADO
Vende-kb briba.nt na branca 500
corado



Pundipao da Aurora.
C. Starr h C. em lifjuidacio vendem por precos
mais baratos do que em outra qualquer parle,
taias de ferro batido e coado, alambiqaes, moco-
das e meias moendas, rodas e rodelas, e rodas
d'agua para engeoho, oriveae boceas de tornalha,
fioiadastes t bqias. lijlo de fogp (fue b. ickj, cy-
lindros para padaria tanto iogletes como america-
eos, arados todos de ferro, eto, etc.

.
: i


^^Z^S^ll^?^J0 acreditado fabricante inglez J. t E. A.kinson, e previne
...
aos amantes
do

bom




NO MUSEU ELEGANTE
t



Dfi


I i:i(lti:iIM, M IRTMS c.

____

GRANDE ARMAZEM


t
i
CHRYSTAES
.
Esta nova loja acha-se completamente so-rtida de fazendas de gosto de todas a
qualidades, tanto de seda como de 15a, linho e de algodo, e desejando seos propie-
tarios dar sabida s mesmas estn resolvidos a vende-las por precos tac mdicos e
acommodr-los ao interesse de todos que por certo agradarlo aos pretendentes.
Os proprietarios destaoja convidara, por tanto, s excellentissimas familias, Rnfl Primoirn ^a i ^..-'______ ,i *^_
aos mscales e todos em gerl, ai visitarem saa supradita nova loja e se offerecem' ua fnmero de marqo u. lo, outr.ora ra do Crespo u.
DE
PFREIRA, f R M A 0 S

FliaTO TE CORES A 300 RS. 0 COVADO
Vtude si fu 13o de cores para vesdos
36 is. o c vid..
ALPACAS TRETAS A 5 0 RS.
Vet rs, ditas de lilas asstli. alts boa, para
Cfcttr.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO
Vtmle->e ?lge.'5o de -lista para rcopa
de faiav!, trO is. o a-vad .
URIM O.NA A o'Q R^ O METRO
\e.i:e;se brim luna parlo pata calcas de
qiieui trabalba por ser muito furle, 500
rs. o rrct.-o ou SO rs. o cov;tu.
CHALES DE CA-SA A 500 RS.
Vt!Di)e-se chales de cassa branca 500 rs.
cadi ira.
COBERTORES DE AL iODAO A 104CO
Vende-se cobertores de algodlO 04OO
para acab-r
CHALES DE MFRI.NO' ESTAMPADOS A 20
Vende-se cb^les de merino estampados
i 20GOO e ?0'OO para liquidar-se
CKRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
homem 800 rs., para liqoidar-se.
LENQOS BRANCOS A ?0O:O
?ende-se lencos brancos 20000 duzia,
para acabar.
BRAMANTE DE LINHO A 208OD O METRO
Vede se bramante de linbo com 10 pal-
mos de largura proprio para leles
20806- o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 20500
Ven1e-se cobertas de chitas 20500 cada
cnia.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-:e rra resto de c lannbos de papel
200 rs. duzia.
MADAPOLO A 302AO A PECA
Vende-se prc s de madapolSo enf stado
30200, dita- i glezas c< m t\ ja-das 5?,
505fO. U, r05<'O. 70, 8<( 93 e 100.
CORTES DE CASEM1RAS DE CORES A U
Vende-se enes de ca emiras di cores
S0OO ALGODAO DE 20 JARDAS A 3800
Vende-se pecas de algo.3o cem 2,0 jar-
las 30800, 50, 00.6 74.
CORTES DE CAtEMiRA PRETA A 30500
Vende-se cortfs de casemira rrtta para
ca'ca i 305 0. 40 e ^0 pa:a qnilar-se.
C0R1ES UE GAMRAIA A 20300
Vndese cortes de tambra'ade cores
20500 p.'.ra liq lidar-s*
Vende-se 2 regitroe 1 ?ndie ro jara
gaz, na rna d.t ImfertHen. T-2
RAKDE UQUIDAglO
DE.ROKA FE1TA
Vende-so paltots de panno jreto jacers,
t a 60, 80 e 100, dito-de casimira de ectes
' 50 e 60, dit sde alp'a preta 1-0 e 40,
rs. ojdi'os de brim de coree <05 t, ?0 e
j 205)0, dilos i'e Ktiaeassvwa 2^ e 30,
dtios fraques de ca*wifas.de c paa a 80 e
100, ctfletes de l.r'm de (Ores *t> o
15C0, ditos da caeeoiifa tletere 20C6O
5.0 e 3/500, dilos prees de aun,, c
de easemira preta, WMO e 40, ditos de
mrito para leto ebtinbaeHia, 3 e 40,
calcas de 60500 e 85, ditas de ditas prtta. pafa 60,
6,6500, 80 e 850.\ d.Ufl de t-rin r.rdi- a-
rio, 10, 10600, 2* & 205tO,;para acal ar,
ditas p cesa 30 e 30500, ditas zoes paaa eecra-
] vi s 510 rs, ditas de Igooo de lista ..
800 rs, camisas de rUcado 13ia .ktt w;o do
campo 800 is. e l0 0, fara 1h)umu-s ,
ostras muitas i< upas K.il.s q< te vendo
tcm rtser^a deprc' entree;sas roupasfei-
las, tem algumas dtfel.s, o que te
vende mais barato do que a.- ti ainuaadu.
GOLLl.NHAS JARA AC\BAR
Vende-'e golhnks. per* senhor.ts e me-
n'nas 100 e 200 r*.
G0L1NHAS E MANGUITOS, PARA LUil'lDAR-SE
A500RS.
Pra liq lidar-sa ven-le-se golinbae d
traspasso, muito bonl as ir-OOrs cada nina.
N0VTOADE
Roga-se a todos o dcveJt res da nrss-!
fall a de Guim^rSes iV Silva, oenominv!.
Jardim dsa Dam s, o favor de vir tatdar
su;a contas ou dbitos mais prev p;:SMve',
i queassim nao fi*cr ser sen nome declarado
por exten8o n?ste Diario, derijim-se
roa da Imperatriz n. 72..
COMVT^' LEU
Precisa-se fallar c m o s.gutes Srs i-
negocio que lhe diz reapeito a fees mleiv
ses, na ra da: Im eratrii n. 72.
Augusto Fen ira Miriirs Rtbeiro. nt.
Baluzar Marques de olivcira.
Jote Tbomas do Naschaento
Manoel da Costa Trav saos
.-ebastio Amonio de Albuquerqce*
Adelino da Sitva Piulo.
J' i Isidoro di Cns'a Jamboz.eiro Jooinr.
Igna ii.i Francisco Gomes.
J >&e Roberto do Na-cimento.
Feliciano da Caoba G. de Albnqaetqne.
1 '.' 'V-




IMPORTANTE LIQUIDADO
NO
BAZAR DA MODA
toe)

'I at
a dar as mostras e mandar as fazendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
precos e sinceridade no trato.
Grosdenaples
yeto.
Ha nm completo sortimeoto deste artigo
que vendemos por precos baratsimos.
Grsdeuap|ea de cores
Temos os mais lindos grosdenap'es de
cores de snperior qoalidade, qne vendemos
por precos baratissimos, por termos feito
urna grande compra.
Poupelinas de cores.
Recebemos om sortimeoto completo, tan-
to com flores como em xadrez, e vendemos
por menos que outro qualquer.
dallas de core*..
O Cysne receben os mais lindos setins
de cores, tanto maco como de outras qua-
lidades, que vendemos por menos que outro
qualquer.
Alpacas.
Ha nm bonito sortimeoto, tanto lavradas
como lisas e por precos commodos.
Las coso tlstra de seda.
O Cysne recebeo J3as com listras de seda
de lindos padroes, e prego commodo.
Ditas lisas de urna s cor a 400
B rs o corado.
Ditas com xadrez padi5s muito modernos
qne vendemos por 500 rs. o covado,
pecbincba.
HadapolSes.
Q Cysne tem om completo sortimeoto
de madapoloes de todos os precos e quaji-
dadas.
Tem s urna qualidade de madapoio fran-
cez qne especialidade, tanto no preco
como na qualidda fe.
camisas bordada.
Temos camisas i rdaUs do melbor gua-
to, proprias para casamento, qne vendemos
muito barato.
Camisas francesas e Inglezas.
Temos camisas desde o preco mais ba-
rato at ao mais caro, e neste artigo temos
ama qualidatle que vendemos *i 30000, e
para a qoal chamamos a aUencae dos sesees
fregaeses.
Camisas de Uso ella de cor.
Fizemos urna compra de camisas de fla-
nela de cor, qae vendeaMM por baratissimos
piejos.
Dit.s da meta do todos, os precos; tenaos
ama qua'idade muito soperior com. mina
de cor qm veoderjeos sa/ato.
Tiras bordadas.
O Cyeft tem Hras bordadas largas e es-
treitas, a-siet como, entremeios tordados,
Upados e transparentes, qne vende por me-
aos ue Muro qualquer.
Casemira de cores
Temos om bonito sortimeoto de casemi-
ras de cores e pretas, que vendemos muito
barato, assim como um sortimeoto de pan-
nos pretos.
Casimira de Yienna.
Ha casimiras de Yienna com xadrez, ges-
tos bonitos e de superior qoalidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guaroicSo de
sala, desde os maiores al os menores, e
os precos s5o baratissimos.
Cr ti nados
para cama e janellas.
Temos o melbor sortimeoto deste artigo,
tanto para cama como para janellas, os pre-
cos sio por menos que eos ontra parte.
> Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato preco.
Fusles brancos.
Temos lindos fusloes brancos com listri-
nhas, proprios para roopas de meninos e
roesmo de seaboras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprio para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Coixas brancas e de cores.
Temos coixas brancas, grandes e peque-
as, e tambem teios de coras de superior
qualidade e bararo preco.
CHALES.
O Cysoe tem um bonito sortimeoto de
cbales de merm de coree e pretos, com
franjxs de seda, e entre estas qualidades na
ans que vendemos por 20500, e qoe sea
preco fui de 40 00.
Espartilhos.
Ha espartilbos de todos os tamanhos e
das melbores qnalidades.
Cambraias de cores.
Temis cambr.ia* de cores proprias para
roopas de meninos e de senhora de lindes
padroes e ptima qoalidade.
Meias para liomeos e senboras
O Cysne tem completo sortrmento de
meias, tanto para bomens como para se
ohoras, meninos e meninas.
Fazendas para loto.
Temos fazendas para loto, de todas as
qoaBdades, como se|am: alpaca, confito,
prinoza, merino, cambraias, I3as pretas,
etc. etc.
CambraiaS brancas.
Ha um completo sortiraento de organdys
. oom listra assenada de lindos gostos e mo-
I demos.
15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seos numerosos amigos
participara Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cosa Pereira que acabara de
ondar om rico e sumptnoso armazem de louca, porcelana, vidros e cbystaes i rna
'rimeiro de Marco, ootr'ora toa do Crespo fe 15, sob a razo social Pereira
Irmaos.
A longa pratica e coabecimento de que dispem oa annnnciantea neste ramo
de commercio, a que, ba muitos annos, se dedicam, os tem habilitado a satisfazer as
necessidades da popnlac3o desta provincia e snas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe os annunciantes vem de dizer.
de differentes tamaobos.

Ra da Imperatriz n. 64.
-'fazendas temos qne poderiamos annunciar, oes por se tornar
eniadonbo a respeitavel publico deixamos de Qazer. Podemos garantir que oa nossos
precos far3o rtiff^rHocaa de ootra qualqoer casa, pois estamos resolvidos a vender pelo
coito; potD dttAetfo.
'ofres de ferro
VUapaS fjd ferro gavalatsadas para telbeiros.
1 acnos de ferro para aggncar
aUvS americanos para varzea e la de ir a.
Juacninas vapor e dt corUr fame>.
varriQIlOS o mi para saceos e atterros.
VenezianasparaimUa.
stes artigos acbam-se a venda -p i _- rt0 a
casa dos importadores DuinIvUS decimaet e outraa.
Sbaw, Hawkes 4 C, T?r*rr?ne]
roa da Choz n. 4. XVgOco de ferro.
Enxofre galitre, etc. etc.
i
A


,
De um grande sortiraento de perfumaras finas, dos afamados fabikaate* (ie
ParsE. Coudray-^Ed. PinaudL. LegrandVioletGell FreresMompelsBieu-
se-Hadaocoort Cottancee do moito acreditadoG. Rieger de Fraoebrt.
Recebido tudo directamente dos mosmos perfumistas, e vende-se pelos admi-
ra veis precos segointes:
CONQUISTA
Ba do Cabug n. 6
DB
Antonio Francisco dos Santos & C.
Este novo estabelecimento acaba de receber um completo gortimento dt ob-
jectos de gosto e intetramente novos, a saber;
Poupelmas de seda, com lindos dse- Crochets para cadeiras e sofl.
nbos.
Nobresa de seda de cores e preta,
Cortea de cambraia bordados.
Grande sor tmenlo de feas^e lpicas nara
vestidos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
ma. .
Granadinas brancas, fazenda nova
Saiaa camisas bordadas para sentara.
Tapetes de teofcos lmannos.
Colchas de 15a e seda para cama.
Casaquinhos de gorgurSo preto.
Rices eoxovaes para baptisados.
Cnapelinas e. chapeos para senhoras o
qoe ha de melbor.
. Lencos daI*dio, eamisat litas e borda-
das peta beater.
Bramante de linbo e.atoaJnado.
B*l5es com, aa desaladas aoauinbaa,
Oa proprietarios de, Conqnista prestam-se a Ir on mandar com qualquer ob-
Pomadas Unas de i. Coudray
Em. lindos vasos de porcelana
sortidos dozia .... 20^00
Dita milanesa..... 203000
Dita flor de larangeira. 86000
Dita transparente .... 9(5600
Dita scbic-scbic. 404&-0
Dita de viagem..... W&OOO
Dita cosmetiqnes superfinos a
2500, 55000 e. 75O0
Dita cold cream para o rosto
dozia....... H6CO0
DE G. RIEGER.
Dita moeila de Boi. 11,5000
Dita gennina..... 12f5 Oti
Dita pbtlocome grandes. 14dOTO
Dita dita pequeos. .- ft#'00
DitaDbqoeza..... 24^000
Dita cbineza para os bigodes. t'iJOCO
Dita cosmetiqnes duzia 7,5000,
lf9K)00 e..... 14(K0
DE MOELPMAS
Dita sorfjna duzia 95500
Din de urso idem. HdOOO
Dita cosmetiqne fino 7<1000
DE BLESE-HADANCOURT
Dita daiCxposic^o dozia 24:000
Ditaespecial do Bazar da
Mode....... 95000
DE COTTANCE
Dita mandarina em latas duzia 800
Dita menages idem. 15200
Dita universal idem ... L-580J
DE VIOLET
Dito esld-cream para o rosto
dozia....... H400O
Oros superiores
DE E. COUDBAY
Oleo Superfino duzia 55800,
45800 e...... 25800
Dito E. Coudray duzia 55800 e 95501
Dito pbilocome idem.. 95500
DE G. RIEGER
Oleo pbiloeoa e dozia it|COO
DE COTTANCE
Oleo pbilocome dozia 95000
Aguas para toilettes
DE E. COUDRAY
De col mia superior dozia 55300
105500, 134 00. 15550J,
205500, 23|, 565500 e .
DE G. RIEGER
Agua dentrifice duzia .
DE L. LEGRAND
Agoa de flores de Orsa dozia
Agua dentrifice Elixir idem.
Extractos superiores
E. COUDRAY
Extracto de sndalo duzia .
Bouquet dos Alpes ....
Diversos finos dozia 45500 e..
DE E. RIEGER
Essencia de rosas duzia. .
Triple exlraxto......
dem........
!? .......
Mem. .......
dem sonidos.....
Bouquet do Reino
115000
205000
18500''
13500;
305OO
55500
205000
145000
2I000
115500
215OOO
2O5OOO
405000
DE MOVfELAS
Das bonitas damas dozia 1B40G
DE ED. PINAUD
BouquetJardim da Italia dozia 2350GO
Essencia de v.oletas idem 2350CO
Jockei-Club idem ...... 'WjjOOO
Poloos
Dft-E.- COUDRAY
Chinezes para os denles dozia .. 5^600
Dentrificios idea .... 000
De arroz em ricos vasas de por-
8M500
70000
175000
celana dourada dozia.
Em pacotes dosis 45 e.
DE G. RIEGER .
Pos dentrificios superiores duzia
DE M0MPELS '
Linda caixas era pos de arroz
duzia 145 e .
SalxasMtes
DE E. COUDRAY
Violetas do Busqoe duzia
DE O. RIEGER
Transparentes finos duzia 65500,
95500 e .. f*5560
DE ED PINAUD
Transparente fina doia. .,
DE VIOLET
Fkr de arroa dozia. *oih
DE GEbLER FRBRES
Em forma de rosa..... 34500
MfcarUTABCE
Bresiliennes duzia .
.objt*air<
., 95000
i6#ooa
JlWO
045000
AVISO
Vende-se por attado em dosias e desconta-se *0 0/0 i que
vista qaantia soperior 10050CO.
Jos de Souz Suares & C.
Nora n. AO
^Y^SOO
-"?ar
v-lrtr
.
(Je de Bario da victoria) esquina da
santo Amaro, u ^
UKA\I)i:
Ao bello lexo feme-
------------------ *****
^E59iJBB .*f*' *? !* ?*" Orgindyi (cassas ttaal nitrera ,tem nm j
k. OW,'ndatwweeemeWa Ha mufcrOefc, Htxte 11 iiilaJii> Mpar-'Soswiad' ftmhm*
____ i *ii"Si i mU 'tt3SSttS^Wtt.i&S^^
tu

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i da aerada.
* I ffuilherme.
1 aa roa o Ooemtdo-B. w.


8
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kre> d FerBkfflWo Serta leir* ) <* Bfa0 dt
1*H
*-
IHTERATRA.
POESA
HECITADA AOS AMISTAS DA COMPANIIU BOU
TRK URASiCBmA, NO CIHCO, OLY.MPO,
N0ITE Dt: 14 DEIUIO DE 1871.
Qae vejot que 0051? am povo tramen
O applauso coral, o puro ifcenso
Que o genio mereceu *
\o meio dj contara um brido apo'recp,
Dai-lhe tarobem lugar se elle o merece
Esso brido son eu I
Jacy Monteibo.
. Ante om povo hospilaleiro,
Do geno apreciador,
Vem o artista estrangeiro
Mostrar sempre o seo valor.
E, o torteo a seu talento,
>e da i cada momento,
D'eothuaiasmo em ardores;
Sio inuumsr'as oyaces,
Milhares de saudaces,
A' seos ps se lancatn flores.
Mas agora o que faremos ?
Nossa menle o que bos diz ?
..'jando genio e art i veno*,
Em fi hos de.-te paiz ?
Qae dos tornemos saspeitos,
Que Ibes uegoemos os preitos,
Que pelo genio carecen ?
Nio I dotnos abr.tca-los,
Nos bracos bem estreita-los,
Jizer-bes que mais merecem !
Nos lirros de nossa historia
Os seos nomes escrever,
Como louros de orna gloria
Que jamis ba de morrer.
Dar-Ibes nossa proteceo,
Esteader-lhes a nossa mao,
Nessa estrada lao geulil;
E dizer aos estrangeiros:
Eis artistas brasileiros,
Tarobem lem genio o Brasil!
Alberto, Hyppolito, Teixeira,
E mais oulros, Tertuliano,
Sio da 1 ente brasileira ;
De cuja gloria me ufano.
Surjam flores, surjam palmas,
Nascidas de vossas almas
."esta scona tio brilbante !
E eu otTreca estes versos,
Da meloda dispersos,
Qu'exprimera somenteAvante!
Gcilherme Lopes.
caatello de W ildenborg.
DEZ ANNOS ANTES.
Nio osporem os leitores ver no decurso
deste livro desdobrar aseus olhos urna des-
sas ongnificas paisagens das provincias de
ege ou Luxemburgo, ante as quaes o
olhar se deslumhra perante risoobas povoa-
roes, dalando-se arrebatado pelas magni-
ficas Planicies, frondosas quebradas, sober-
bos aloautis, vistosas ramadas, espessas flo-
restal e poticas minas.
Nio intenso miaba conduzi los as mar-
gena do Mosa, onde a natureza aproove
orear os mais apranreis sitios, nem s ri-
boiras, linda mris encantadoras, do Escalda,
onde a fertili Jade do slo suppre vantajosa-
raenle a defficiencia do piltoresco.
Tambero os nao farei transportar s fer-
issinas planicies de Flandres, onde cada
trato de trra um campo hbilmente cul-
tivado, um prado vrente e productivo, urna
granja florida e risonha, como designada-
mente acontece no opolentissimo departa-
cuento do Waes, sem igual talvez na Euro-
pa, qnanto perfeicjSj com que o campa-
cez all traca os menores sulcos na trra,
convertendo-a n'um jardim, em que a in-
liustria humana se manifesta engenhosa,
demonstrando que um povo activo e labo-
rioso consegue sempre, forca de cogitado
e trabalho.tiiurophar da natureza aind a
mais rebelde.
Se, poim, Ibes apraz acompanhar-nos,
FOLHETIM
0 FILHO DO CALCETA
POR
PIERRB ZAME
PRIHBIRl PARTE
XI
Esperlezae de RenSrdn""
(Continuacjfo do d. 112.)
Hapbael oio oavia, scismara.
Aquello hemem qua ahi tinha diante de
si era om commissario da policia dos mais
sagazes... Bem conhecedor dos segre-
dos todos da capital, costumado a profun-
dar qaantos mystorios Ibe appareciam,
quem sabe se o calceta, desenvolvendo al-
gum geitoe manba, poderia obter informa-
roes do que necessitava saber, do que ia
procurar a Pars?... Levado por esta
idea, erguea repentinamente a cabeca, e
encarando de frente no interlocutor, retor-
quio con a voz segura :
0 senhor oio indiscreto nisso qae
est dizeudo. Eu nao teobo mulher, nem
amazia, e roa a Pars so por carioso ; pro-
1 avelmente fOi tambera por curiosidade que
c senhor veio a Brest ?
Eu I bradou Renardin admirado pela
i rgunla. Ora essa I Cuida que a gente
dispe agora, de tanto tempo que possraos
andar por ahi de passeio ... Fai a Brest
por obrigacSe... e mais nada.
Eolio que ha de novo ? perguntou
Raphael.
Nao 6 cousa de interesse para o
senbor.
E porque nio ?
Em summa... imagine que poneos
das antes de eu sabir de Pars, tinha-se
commettido am grande roubo nos armazens
de Dobar 4 C_
E nio apanhanm os ladros 1
Perora nada de novo.
lias j Ibes dea com a pista ? '
Quaii, qimi... espero so qae a loz
se espalhe de todo oeste cahos, qae me
tem parecido cada vez mais embarazado...
Ah I os Iadr58s sao uns-artifes muito fi-
nos I... Quer crer que os mariolas tive-
ram o atrevlmeoto de se metterem em casa
des raios Dubar, pelos subterrneos do
predio pesado, perteocenle a un tal Robn,
qae anda por fra do paiz ?
Roblo, interrompeu Raphael.
ser o nosso destino para ubi ponto inculto
e selvtico m interior dessa mesma Flan-
dres, cuja provebial f.rtilidade acaTaanoi
de exaltar.
Iraagioe-se om verdadero deserto, des-
na pido de vegetaclo; charnecas esterna como
as de Preothe e Champagne ; logaree des-
povoados como na Siberia; p aines loflndos
e incultos como na Hungra, I (eremos
orna idea do terr.torio que vamos percor-
rer.
Eniremos no camioho de ferro que de
Gand vai a Bruges e desembarquemos na
estac3o de Bloemeodale; lancemos anda
um relance de olhos para a columna de fer-
ro horsontelmeote projectada pela chamin
da vigorosa locomoii;a; esquecamos os
companheiros de vagem qua segueo at
Ostendt, tomemos o camioho solitario qoe
cooduz para o lado esquerd e embrenbe-
mos-nos pela torra dentro.
As risonha e floridas tilias ve-memas
das granjas flamongas vio-se saccedendo
gradua'mente os sombros e montonos pi-
nhies; d6apparecem tambera esses cam-
pos solcitamente cultivados, que a nda ha
pouco se nos sorriam ; os vidoeiros, com
suas vergonteas esgaias, substituem o fre
xo, o lamo, a faia e as mais arvores de
aspecto vrente que se ostentara por todas
as ouiras partes; j se nio vem as coaves
silvestres vergando sob o sea proprio pesj,
nem as amadurecidas searas de trigo, as
espessas sementeiras de trevo, as de aveia
formo-amente ondulantes e as do linho es-
pltndidamente lustrosas; mas, em vez de
ludo isso, depan-se-nos apenas a triste
cbarneca, o joio de vegetarlo espontanea, a
sombra verdura da eryea silvestre, por- so-
bre a qual se destacara n'um ou outro pon-
to os louros cachis de entre alguma sarca
de giestas.
Agora sSi tratos de terreno inteiramente
n e esterilsado, comj se o raio Ihe hou
vera devorado a vegetado ; o slo tem as
proporefos para trra cambsiivel, mas
nem. anda assm, foi exp'orado ; barrancos
de um e outro lado ; mais alera terrenos
alagadizos cobertos de ilusoria capa de
verdura. Caminha-se sem se encontrar
urna habit c3o/ um ser animado ; o hori-
sonte cerra-sa com florestas de pinheiros
Cada ponto arvorejado que se encontra vai
dar a urna clareira iramena, triste, silen-
ciosa, cortada a cada passo por vertentes
de agua, copiosamente eDgrossadas pelo
accidentado d s terrenos.
E nao se julgue que o slo ingrato e
iocap-z de prodcelo: devemos attribuir
islo a falta de bracos e recursos, a qual tem
privado de cultura .esta parte da Flandres
A iocommensuravel cbarneca desenpta
conhecida as antigs cartas toponrapni^as
sob o nona de BuiscampweH. Sagunlo a
tradicJo. foi ella theatro do sanguinolento
combate dado em 1128 entre o conde de
Flandres Thierry deAlsacia e Guilherraede
Norraandia, seu competidor ao condado.
Ns poca de que tratamos existia no cen-
tro desta estril planicia, am vasto casteilo
denominado de Wildenborg. N3o promel-
temos explicar por qae singular capricho o
proprietario escolhea tal si io para sua re-
sidencia. E' certo que o hornera se affeicda
quiHo que posse e que o sentimeoto da
propriedade um prisma que d aos objoc-
los ainda os mais feios apparencias de for-
mosura. Contentemos-nos, pois, em acre-
ditar qae, por este principio, o senhorio
daquellas trras se affaicoou aquellas domi-
nios e resolvea embelleza-los, construindo
all um poderoso solar. O casteilo de Wil-
denborg bava sido edificado em fios do
seclo XV por JoSo Wyts, senhor de Bou-
charderie, o qual oceupava um importante
cargo na corte do imperador Maximiliano.
Se consultarmos a edicSo de 1642 da
Flandres illdstrada de Sanderus, o livro
classico da velha nobrez*, o Vade-mecum da
antiga cavallaria, ahi encontraremos a des-
cripcSo exacta do solar de Wildenborg, n3o
como existe agora, decrepito, derrocado e
abatido, quasi desfigurado, convertido em
herdade, mas tal qual (ora ni poca em
que esta narraco comca.
i
r En nral. as comno.oel poilica* e re-
iigiosai f> >Hf> XVI trooxerMB o atando
oe da naior parte dos castelle ftflrfaei, e
desde qiarent aoaSH, qae daravad eetea
eploraveis pertorfeaOes, qae osdalgos
flamengos t nham juigado con veniente nao
regressarem a seus s-dares. E' c Ho qie
quasi todos ti nham motivos para assim pro
ceder: uns seguaos as nter ..naveis evo-,
Iuc5es militares do re de Haspaoba; au I
tros, co 'gidos a emigrarem em razio de
suas opintes religiosas ou da parte qo-
toraavam na revolucio conira Felippe II,
continuavam a res>r nos paites baisos re-
formados on na Allemanha. Alm de qae,
as qoadrilbas de salteidores, aproveitando-
se da desordera para roubarera, baniam to-
da a seguraoea daquellas alias macissas e
sol las hahitacres, cujas torres, ponas le-
vadizas e postigos ferrados se tornavam im-
potentes contrj oe ataques dos salteadores,
praticados a ferro fro e nesmo com as
armas de fogo. Todas estas razoas obri-
garara as familias poderosas a procurarem
refugio as cidades, e assim se explica a
circumttancia de, desde o Sn do seculo
XVI, se o3o ter construido mais casteilo
a'gum desdes qae outr'ora servurn de resi-
dencia a fidalgos poderosos, que exerciam
soberana iadependente nos seus lominiov
Veio a reforma religiosa : a om seculo de
aomioacio militar succedeu-se longo perio-
do de disputas religiosas e Iliterarias* a
espada curvoo se ante a penna, e os castei-
lo posteriormente ed<8cad>s Acarara redo-
zidos s propoifes e applicacoj da casas
de campo.
Conhe^e-o ?
Nada... n3o sei.;. cuidei que o
nome me era dtsconhecido...
E' um antigo agiota, muito pouco es-
timado, mas que pelos modos, nao mette
para aqu prego nem estopa.
Mas entu que esperanzas tara ? per-
guntou Raphael, que, sem saber o porque,
ia tomando interesse aa historia.
Renardin fez um aceno como quem ndi-
ca um mysterio grande.
Neste caso ha extraordinarias com-
plicacoes, disse elle ; togo de principio nos
engaamos.
Como assim ?
Disseram qua se tintan visto nodoas
desangue ao p de urna fresta da casa...
fui passar par lkuma vista de olhos, e veri-
fique! ser exacto o qoe aventavam. Recorr
ao principio da meada, servindo me dos
raeios que a polica tem a farta.e consegu
saber qae effeetivamerite am sugeito, um
doutor, que mesma hora vinha do palacio
da baroneza de Simier...
A baroneza de Simier 1 interrompeu
Raphael.
Conhece-a ?
De nome... conheco... tenhooavido
algumas vezes...
Renardin contentou-se com om sorriso, e
nao fez grande reparo na perturba3o do
companheiro.
Vinha, pois, o tal doutor de casa da
baroneza, prsegaio o commissario ; e
passava naturalmente per diante dos arma
zens dos irmlos Dabar, na occasiSo em qoe
os ladrQes iam fugindo ; qaiz talvez segu-
rar algum delles, e travoa-se a lata.
E do tal hornera, qae seria feito ?
interrogou Raphael.
NSo se sabe; apenas esqaadrinbei
qae se melt ra n'um trem de praca, qae o
trem o levara barreira da Villelte, e qoe
ahi o tinham perdido de vista.
Forte pena t porque havia de (flore-
cer justica bem boas pormenores.
Talvez.
E qae idea taz de talo isso ?
Faca multas ideas. Porque demonio
desapparecea o tal doutor logo depos do
rouoo ?
Tem razUo, lem.
Porque motivo, se tem pormenores
que offerecer juatica, e se homem
honrado, porquejajetivo nio manda prevenir
a jostica?... t ilei ira ter...
lfeMa pa iee-ne exqaisitora, pa-
rece .4 P da sti opino... Ledbra-
ne. Doren, ana coase; a baroneu de
Simier, e qaem o senhor ainda agora (al-1
Estava-se em meio do outomno ; o oI
dava aos objeelos urna cor baca, amarellen
ta, melanclica, que nao era nem a luz viva
de am da da primavera nem o reverbero
fatigante de nma mu-ha de esto. A na-
tureza eslava toda silenciosa; apenas de
vez em qaando ciciava pela copa amarelle-
ci la das arvores ama ligeira briza, sacudia-
do-lhes as ultimas folhas, que, cahindo len-
tamente e fazendoVedemoinbo no slo, pro-
duziam leve ruido, sirailha/iie a ura suapro
Entrara-se no ve.ho so'ar dos Wyts por
urna longa avenida de carvalhos seculares,
cuja folhagem ainda verde contrastara com
as cores dasbotadas da restante vegelaco.
Por esta avenida, larga e ampia como om
prtico da antigudaa>, caminhavam nma
mulher e um menino. Este, apezar da fa-
diga que bem se Ibe manife.-tava, ra e sal-
lava; os raios do sol cadente, reverberan
do-lbe nos louros cabellos, da vara loe n-
teressanie pbysionomia am aspecto angeli-
cal, sobretodo qaando destacara o oltiar
vivo e me go no rosto da mai, a quem ani-
mara com seus sorrisos e ingenua tagarel-
lice. Ella, porm, extenuada, abatida e
paluda, pareca nio poder suster-se em p:
medida que a vanea va, encurta a o passo;
as fdicas emmagrecidas t nham o caobo de
am soffrer profundo, denoaciando-se ao
mesmo tempo as andrajosas rodpas a mais
pungente miseria. E, sem embargo, na
fronte descorada desta mulher, naquelles
olhos nacarados palo pranto, baria ainda
tanta nobreza, taaomagestosa digaidade, que,
sealguen all pessasse, n> poderia daixar
de interrogar-se sobre a causa qua rednzira
aquella creatara a tal grao de infortunio, e
que serie de desgranas faziam rergar aquel-
la fronte altira e aobre.
Chegada que foi exinraidade da ate-
nida; a estrangeira paroa, e, ceriiScando-se
de qae nio baria ramor em volta dalla,
examinou com dolorosa attencio a fachada
lo solar, as janelias hsrmeticamentelecba-
das e todo o coojoncto de profunda tristeza
qaa o envolva: de repente fixou o inquie-
to olhar na cimalha do portio. Sobre o
brazio de pedra fluctuava am panno de
crep esfarrapado pelo rento e chura, e
por baixo delle lian-sa tragadas em lettras
da ouro as segaiatet patarras:
Morto a 24 de outubro de 15...
Meo Deus, morto f bradou a infe
lz, dando um grito despedacador.
E nao tere forcas para dizer mais nada :
na pbysionomia raanifestou-se-lhe a mais

too, poderia talvez dizer.
Tambem me lembrai disso.
E foi fallar-lhe ?
Logo no dia seguinte I...
E que Ibe disse ella ?
Apenas conhece o doutor.
Mas ha de saber como.se elle chama.
Sabe... Mase islo o que mais
corpo di s miabas suspeitaso tal medico
n3o se chama como toda a gente. Tem
apenas um nome so 1
E esse nome ?
Esse nome, Jorge ou RaymonJo,
cuido eu.
Raphael deu um grito, e, aportando enr-
gicamente o braco do commissario, repe-
li assombrado :
Jorge I Raymondo I Sio estes os
nomes que o senhor diz ?
Sio, de certo, redargaio Renardin,
fingindose admirado.
E diz que o feriram ?
Pelo menos, o quo se julga.
E nio sabe qae feito foi delle ?. .
Renardin repetenou-se no assento, dizeu-
do em ar de mofa :
Mas entio o senbor conhece toda a
gente ?
Eu... rolveu Raphael atrapalbado.
Porque diz isso ?
Pois se de todos os nomes qoe profiro
o senbor se admira I O Robin. a baroneza,
e at o tal Jorga... qae nem en conheco I
Raphael passoa a mi pela testa, e tor
non com ar desfallecido :
E' rerdade... tem razio... as eu
que estou sempre a imaginar qae o vejo
em toda a parte... e parece-rne quo nin-
guem falla senio delle...
E* algum amigo sea ?... perguntoo
o bsnerolente Renardin.
E' mais do que isso, mea charo se-
nhor.
E vai de proposito a Pars
visitar ?
Se conseguir encontrado.
Nio sabe onde mora ?...
Ora I Ha tanto tempo qae o nio
vejo I
O da policia bateu-Ib familiarmente no
hombro.
Pois mea amigurabo, disse-lhe elle,
se em ebegando a Paris vr grande difBcol-
dade para encontrar a pessoa que desoja,
venba ter comgo. Dizem qae sou dos
mais ladinos, tenho a cidade toda, aqu na
palma da mi, e s se fr o diabo qae
nio o desencantaremos.
Ah! o senhor excessiramente obse-
quioso I
Ranardia retorqoio muito amavel
^..Wf*>aopModei.
les, cahio 9or tarra san sentidos.
Peta nais inguur coincidencia, baria
f SBk y* *** dia' <,e **
IMrPt)or8 ftefa morrer naquelle an-
tigo soaforno M'Imm ainscripcia fon*
raria mencionada
A infeliz creanca, vendo a mii prostrada,
acercoa-se della, pegoa-lhe as ralos iner-
tes, acariciou-lb'as, beijou-lhe o rosto, e,
quando se desenganou de que n3o obteria
em troc nm orbar ao menos, proromp3u
na mais afflictvo pranlo.
A^oelld vetusto pal icio, silencioso como
urnas ruinas; aquellos brazes cobertos da
crep; aqjalla triste chameca, urna mulbar
cahi la por ierra, ama creanca em lio toara
idade 8entiado o supremo grao di ainiccio;
aqoolla atenida mage}t)aa, o reverbero do
sol cadente, formava talo um accordo tal.
estabelocia ama carta harmona de toas,
ama coraboacio de coloridos tio viva, q-ie
serla impos-drel imaginar-se am qoadro
mais surprehendenle.
Hara algans mnalos qae aquella tn ta
scem, e. lodaria, natural, darava, quando
doas alJeias atravassaram a avenid do
casteilo.
Qae aqoillo ? disse um delles o
primeiro que daparou com o grupo Urna
m-dier inanimada e urna creanca a chorar!
Olha, disse.o outroo pequeo" vio
nos. Vem para nos, Yz^rbyt.
Estidesmaiala, TobbraJisse aquel
le, fazsndo ao mesma lempo esforcos para
erguer a desventurada.
DaUaselh agu no rost? disse o
outro, eorreodo aura regato prximo, d'on
de trouxe uma escudeila chela.
Parece marta proseguio Yzerby.
NJ devemos deixar esta infa.iz ao aband)
no : ajula-me a transporta-la para a minha
cabana.
P, tomando a ambos nos bracas, dirig
ram-se, seguidos da creanca, sempre cpr
raido, para a pobre c baa, distante algu-
mas centenas de pasaos, onde foram prodi-
galisados desconhacid* os cuidados da
mais generosa hosp'talidade. Ella por fio
daspertou sobresaltada, psreorreo o olhar
desvairado ior sobre os objectos qae a ro
deavam, vio o fllho, aprlou-o convulsiva-
mente contra o peilo e balbeciou com roz
sumida algumas-pbrases incoherentes. Eu
louquesera a destitosa. Durante tres dias
ura delirio horrirel anniqailloa-lhe os sen-
tidos desairados; ao quarto cabio era I*
thargo profundo, falieceado nessa mesma
noute, sem qua se soobesse quem era
aquella desgranada mulher, donde viera e
que motivo a conduzira aquellas sitios.
Debalde foi interrogada a creanca, a qual,
pareceedo nao ter mais de quatro anuos,
mal poda satisfizer curiosidade de Tzer-
byt e saa famil a. Nio se enontrou papel
oa indicio algum: apenas ao pescoco da
murta havia suspensa uma medalba, mani-
da o'uma bolsinba, conteni algunas let-
tras entrelazadas feitas de cabello.
Visto qoa a Dos aproare collojar
esta creanca entre as nossas mios. disse
Yzerbyt a sua mulla -r, quando a estrangeira
soilou o ultima saspir adoptemo-la e
seja mis nm filho noeso.
San dwrirJaacodi) gostosameae a
bondosa aldeia Q lando boarer pi para
sote, hare-lo-ha tamben para oiio; talvez
sto c ame a beocio do co sobre a noss*
casa t
Nio tardoo que o innocente esquecesse o
objecto das suas lagrimas, que, a troco de
on sorriso oa de urna caricia, se foram ex-
tingoindo. O pequeo orpbo, qae pareca
atl.'ito de ba muilo- miseria, em breve
recuperoa a natural alegra : os seus an-
drajos foram trocados por um vestido de
camponez do Bulscimpweti e Yzerbyt cin-
gio ao pescoco- da creanca a pequea meda-
lba, esperando qae cedo 01 tarde se po-
dasse descolorir a origam de tio infeliz fa-
milia.
Segundo o que acabamos de dizer, fica
sabido que no fim do seculo XVI em todas
as provincias e espacialmente na Flandres
havia dispersas muitas habitaces feudaes
para o
l -
ejjail t E o senbor nio me fez arada
agora um importante obsequio?... Dentro
da bolsinba esta vara cousa. de qoinhentos e
cincoenla mil ris, e apezar de en vivar
menos mal, esta quantiasinba abra un
rombo famoso no meu cofre.
Raphael dobrou-sa n'uraa cortezia e oio
responden ma3 nada.
O irem segua pela estrada fra com
extraordinaria rapidez ; os cavallos iam a
todo o galope; e quando por acaso as
estaces de papagem appareciam alguns
soldados, bastara Reoardi declarar quem
era, e logo se setlravam.
O calceta ia pois muito socegado da sua
vida, e nanea tinha sonbado as tamanhas
delicias com qoe o acaso o brindara.
Ora, em quanto Baaoregard e Renardin
am a Brest de companaia, em quanto Ra-
phael fugia das gales com tanta faci,idade,
Laio nio tinha estado com as mios debat-
i do braco, e cumpriado risca os planos
qae formara, nio havia decorrido am nico
dia sem que proseguisse as suas investi-
garles.
Infelizmente, porm, ainda nio hara ne-
obum resultado til deesas investigacoes.
Hortense ia-o ajudando nesse empeoho
com a dedicacSo de qoe as mulheres sio
capazos em casos assim; mas ba de ac-
crescentar-se qae nio leve igual auxilio da
parte de Caetano.
O moco provinciano encaren ludo com
odifferenca. Leio notou com espanto os
modos taciturnos e tristonboi qoe no amigo
tinham saocedido ao crime, e s por falta
de occasiSo proporcionada que nio tra-
ma palestra nem provocara explijactas.
Uma tarde, hora da comida, entrn o
criado na casa do jantar e foi entregar a
Caetano om bilbetinho chegado naquelle
mesmo instante.
Qaem irooxe islo ? pergantoa Cae-
tano.
Foi ana rapariga, respondeu o cria-
do, mas oio disse nada ; poz s esse pa-
pel em cima do balcio.
Caetano desdobrou o aserilo, e Leio
qae nio deixava de o Atar, divisou-lbe as
feges uns taes ou quaes brranlos de coo-
trariedade.
O provinciano nio abri bico em todo o
jantar, e mal acabou de comer, levanion-se
da mesa.
Ao passar por ao p de Leio disse-lbe
amas palavrinbas ao oundo, e este ultimo
foi o segurado.
Ora at que afinal I disse Leio depois
de entrar no quarto de Cknnno. Conteno,
meu charo amigo, qae espero ha muito
tempo esta occasiio.
Entio porqae ?
abandnalas, cah'ndo m ruinas e offere-
ido-se vista apenas sob o aspecto an-
joso de una gran lea passada. Oeste
mece on o castalio de Wilatobtrf, si-
tuado, como dissemos, no meio de Bals-
campwell, entre Bruges e Tmell.
A vasta naolle de lijlos vermalhos'do
edificio dstingui-se ao longo por sobre a
ostaril vegetado do Balscampwolt, sem
mais agradavel apparencia do que a do ter-
ritorio adjaceate. Nos limites desta pro-
prielale havia uma ou ou'.ra habitacio, un
ou o;itro campinho mal cultivado, demons-
trando que a industria do pobre nio desani
ma ante obstculo algam. O casteilo nJo
t nba meloor apparencia; ludo all revela va
grande abandono. As ras do jardim, ou-
tr'ora ensaibradas e orladas de teixos, ba-
viam se p >uco a pouco confundido com o
mais terreno; as silrai e arbustos bravios
cresciam ivremante por tola a parle, e lio
desmesuradamente encideiadas com as p'aa-
tas parsitas, qua se nio podiam dilfereocar.
As8ebes vivas de Hespanha, coma entio se
chamaran), cresciam agora desordenada
menta : outr'ora entrabadas em forma da
torrinhas e pyramides, ji nio censar arara
o menor vestigio daquel'a alegan :ia a boi
ordem com qua se erabellezaram os jardn
at poca em que taes disposices foram
substituidas pelo systema inglez. Espessos
juocaes e gigantescos canicas cobriam a
agua earerdinhoda dos taniues, sendo ape-
nas attenuada esta deformidade pelo asoec
lo de alguns formesos e annrellos golfios;
nos corredores do interior e parapeitos das
p.*utes crescia esp antanea a reir; palas
numerosas fondas dos muros e r mpiara a
alfaraca e os lichens, e de envotta ostenta
vam-se abundanloi ente as ama relias fiares
dos goivos silvestres. Os telhados estarara
cobertos de um tapete de musgo; s cor-
nijas das janelias adheran ninbos de andu-
rinhas e as goteiras daram pacifico abrigo
a bandos de pardaes. Este conjunxto da
miseria cansara do primeiro intuito des a-
gradabilissirna irapressio ; quando, porm,
os raios do sol rererberaram aquella vege-
tarlo desordenada, sobre aquellas vdra;as
engastadas no chumbo, espalhava se pela
faenada do antigo solar uma apparencia da
melanclica poesa, que penetra va no intimo
d'a'ma.
n
05 ESPECTRO
Apa-aas se sabe da cidade de Bruges em
dreccio a Osteode, logo se conhece a in-
fluencia da proximidade do mar do norte
sobre a vegetado : as arvores comecaram
de rarear e as copas dallas apresentam-se
abatidas pelo vento all dominante, ainda
nos malhores dias. Alm de que, essas ar
vores sio no'ovelraente baixas, os troncos
delgados e as bastes racbiticas. Os amiei
raes, e as fileiras de carpios e aveleiras.
que orlam os campos de grande parle da
Flandres, rio saccessiramente escasseando
para aquellas lados, sendo substituidos por
rastas plantees, que apenas servara, para o
apascento de gados, encontrando-se s por
acaso, como o oasis no deserto, una por-
cio da terreno cattirado. S algam sat-
geiro ou carvalho arrosta ainda com os vio-
lentos tufos que o ocano produz daiuelfe
lada. A' forca de afoutadas, as plantas
pendom todas para a trra, como que a soc-
correrem-se sua taboa de salracio. Em
harmona com esta triste natureza, tambem
as casas sio de mediana altura, o que Ibes
r le para nio serem derribadas pelo luf3o
Tidas aquellas planteis, nuas, escalvadas,
agrestes como a crtera do Veza*io, teem
o mais melanclico aspecto ; ludo al i de-
nuncia o receio de uma invaso do mar e
cada objecto parece querer reduiir-se ao
mais inrimo tamanho, como para implorar
a mare do terrirel elemento. Esta ra-
ma .isa planicie, mais tarde poroada de al-
gumas aldaias, que era grande parte se
aciam inferiores ao nivel do ocano-, cer-
cada da montes, todos desiguaes, da aspec-
to esbranquicado, singular primeira vista,
parecendo no horisonte derer entroncar
n'ma cordilheira de montanhas, cajos pi-
cos em rao se projuram distinguir. Estas
Ora Porque tinha urgencia de Ihe
fazer algumas perguntas, a respeito da seu
estranho proceder.
N3o o entendo.
Pois j ra entender. N5o me disse
por varias vezes qpe era meu amigo, e
que em precisando do senhor logo estara
minha disposicio ?
Disse, e repito.
Ora muito bem I mas ba porto de
um mez qoe se de o espantoso desastre,
sabe o interesse que tomo na prisio dos
ladros, e depois de me ter primeiro dado
a entender que hara maneira infallirel do
filar os tratantes, Scou de bracos cruzados
sem dar uma passada em meu auxilio e
fugindo at de me fallar. Com franqueza,
responda l, os amigos verdadeiros proco-
dera assim?
Caetano apertou as mios de Leio e res-
ponden :
Tem razio; mas para me eu portar
assim, baria motiros importantes, qae eu
nio poda rerelar-lhe.
E agora j pode ?
Pedi-Ibe qae me acompanbasse, re*
solvido a fazer as revelares precisas.
Eolio que temos ?
Duas cousas, a primeira que tenho
andado ha orna semana com o visconde de
Grandlieu por amas espeluncas muito im
mandas, perdendo por li avultadas qaantias.
Ah tome conta, Caetano, olhe qae
o jogo orna ladeira escorregadia 1
Bem sei.
E qae tenciona fazer ?
Por ora nio sei. Mas perdi, ainda
oio disse todo... ha oatra cousa... esta
tarde recebi um bilhetioho.
E o qae diz ?
Lea.
E Caetano mostrou a Leio o escripto qae
Ihe 1 i nham entregado. Leio desdobfoa e
lea isto :
Tem c vindo muitas vezes para me
fallar, e eu negme sempre ; seja pruden-
te ; por ora, nada posso revelar; estamos
lodos em grande perigo, e diga ao Leio
que nio mecha em nada. <
Qaem lheescreveu esta carta ? pergun-
tou Leio depois de 1er.
Bem r... a letra de mulher, re-
dargaio Caetano.
Uma mulher que me drama assim
Leio, sem mais senhoria nem mais nada...
ella conhece-me ? ..
E o senhor tambem j a oonhecen a
ella em outro tempo.
Gomo se chama f
Carlota.
Ltio espaotou-se.
colimas, fre^eeates as costas do mar io
norte, denemiaam-se donas; sio formadas
da ele vacos* rragolares de areias, que o
vento aneota san cenar, e que oppoen ao
occeano ama barreira eficaz, com a qaal, a
menos qae se nio d am saccesse impre-
visto e extraordinario, se est seguro con-
tra as nnanlaces. NesUs areias ha ama
corapo'cio toda providencial de despojos
de conchas, de milhares de mflaseos e de
orna parte de silica. Juncos, plantas ma-
rrabas e gistas sio oa aicos regetaes que
crescem sobre aquellos montes tristes e es-
teris, onde apenas se abriga alguma coto-
via ou gaivota. O mar do norte nio tem a
transparencia azulada do Mediterrneo;
continuamente em morinwnto, resoltante
do Iluso e red jato qae Ibe sio propros, ai
suas aguas sao larras e amarellentas, sendo
* nica parte branca a cor* das ragas,
formada de 'espuma, o qae faz assemelbar
o oceaio, visto de longa, a pequeas cas-
catas, que, erapurrando-sa e entrechocan-
do-se em diversos sentidos, se precipitara,
cabera, ergaam-se do nove, desfazea-se e
desapparecem por ultimo at expiraremso-
bre a areia da praia.
O susiurro destas ragas tumultuosas tem
ama unifrmidade magestosa que atlrahe
insen relatante; a vista folga de solearar-.'e
na vasto espe -taculo do ocano; a fot do
mar lem a sua magestade como a do Irovio,
que nio se pode coatemplar sem qae se
medite protn lamente na magnitude de
Deas e das suas obras.
Penetremos no acampamento do archi-
duque Alberto defroate de Ostende. Com
o favor da loa, que, pesar da t mpestade,
se moslra de vez em quando airare/ de
uma noven repleta de fljidoeletrico, pode
o olhar abraogar a innomerarel qu mudado
de tondas de guerra que cobrem o terri-
torio ao horisonte da Ostende na direc.io
daNeuport As fogueiras do acampamento
brilbam ao longo, distiogmn io-se a grande
distancia as mil luzes que ailumiamas bar-
racas dos soldados. Era noute cerrada ; o
rufar dos tambores dando o toque de reco-
lher eccoara ainda, eonfundindo-se com o
ruido das ragas a estallar ni praia. Do
alto das donas podiam rer-se todas essas
obras gigantescas feitas no decurso de tres
annos pelos sitiantes para aoieciparem a to-
mada da cidade : alm dos fortes de San-
to Alberto, Santa Iza bel, Saata Cbalarina e
Santa alaria; aqoi oe reductos e torres a
lig rem entre si aquellas foriifieacoes; aco-
la es Irabalhos de aproxes dos bespanboes,
quasi sob as muralhas de Ostende ; depois
a propria cidade sitiada, qua, circundada
de orna triplico cadeia de bastios, escar-
pas, coatra-esearpas e meias leas, pareca
como qoe cerrada o'uma caixa de granito.
Agora reinava o silencio por toda a parte ;
do am e oatro Udov abrigados igualmente
por saos reductos e altas murabas, sitian-
tes e sitiados preparavam-se para gozar o
repouso qae Ihes deixava o interralka dos
ataques, dos asaaltos e sortidas, qae todos
os das se effectuaran.
Na parte mais occidental do acampamen-
to, do lado io forte de Santo Alberto, ba-
ria uma vasta barraca de madeira, em for-
ma da tanda, qae servia de ponto de rea-
ni5o e cantina aa tropas acampadas daqoelle
lado: porta ardia una enorme fogeeira de
ienba, em rolta da qual estavam agrupados
oes trinta soldados de diversas naceos, os
qjuaes folgaram, be Vado, rindo e conver-
sando; alguosaprovetavam o ensejopara
hmparem as armas, qoe re!uziara como
prata; oulros entrega vara se a animadas
conversas entrenzadas de jaras e paravres
grosseiros: e outros. sem embargo da se-
vera prohibido estabelecida, jogavam os
dados e cartas, proraptos sempre ao pri-
meiro sigoal a esconderem sob o gro-so
capote os instrumento do seu recceie. As
folhetas com serveja o agurdenle circula-
vara incessancemOnte era rolta de todos
alies, qae ejgftavam com a-apro\knac3o
do- repouso.

)Conlinuar-se-ka.

Carlota ? Oh d-se com a Carlota
Tenho-loe fallado duas vezes.
Em qoe sitio ?
Na baiuca do Patio Niquet, e no bai-
le de mascaras.
E ella tinha promettido...
Carlota confess >e>me que sabia quem
eram os ladros que tinham arrambado os
cofres dos irmios Dobar; ficoo de me dar
a esse respeito os mais circunstanciados
pormenores. Mas bem v que-ji recua.
Tem modo I
Nao ha remedio, senio reounciarmos
expbcacio do eoygma.
Leio ergae-se, e eatroa a passaiar pelo
quarto cora modos febricitantes.
Nada I bradou elle. Nada, n3o re-
nunciemos a cousa alguma I
Oaca.
Que qaer fazer t perguotou Caetano.
O senbor amedrontoa se com a amea-
Ca qae esta carta encerra ?
Qual I
O mea amigo, desde que vivemee
juntos, pareceu-me sempre e valorse, e
resolqtp.
E assin .
Pois muito bem : deitarmo.-aos .
empreza.
Como ?
Sabe onde mora t Carlota ?
Sei.
Vamos ter com ella.
Esta ooote 1
Quanto antes... nio est por isto ?
Estou, ora essa 1 Mas que planos
sio 06 seas ?
Mea amigo, venba dabi, ande, e oio
entreno* a perder tempo as hesitaces
sem pro vaho... pelo caminbo irei dizendo
o que tenciono fazer.
Esta dito I approvou Caetano I A
Carlota mora na roa do 11 eider, entremos
abi n'um trem... pomo-nos l n'un qoarto
de hora.
Os dous ocos sanaran apressadamenta
da hospedara da roa de Vernenil, e como
j fra calculado por Caetano, coagaram
ra do Heldar om quarto da hora depois.
Carlota ficou sem saber o qoe haVia de
fazer, qaando Ibe diste a criada que esta-
vam all Caetano e Leio ; decidio-se porm
e mandou os entrar,
(tontinuar-M-l*).
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