Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12387


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Full Text

MNO Mfli. NUMEBO lil
iH
n
qjp ,V
?A1A A CANTAL I 10C4MS OIDE IAQ SE PACA NNI.
Jor tres mezas adiantauos................, ooo
Jr cada saumero avulso. ................. 390
?* *

fBM 16 DE MAIO DE 1871.
?
. FA1A IDTIO I rOLL DA nOTCIA.
Por trM ment adiantaA......
Por Mis ditos idem. .,. .
Por nove ditos idem......
Por un ano idem


.........
,
......
DIARIO DE PERMMBUCO.
-------*
e#7
13*600
I7#00O

.
. I
Propredade de Manoel Figueira de Faria Se Flhos.
*
__ UAO AII1M:
Q. Srs. Gerardo Antonio Ahes d Filhoa, no Para ; Gonces 4 Pinto, no Maraohlo ; Joaquim Jos da Otwira Filho, no Ceari ; Antonio de Lomo. Braga, no Aracaty ; Joio Maria Julio Chavea, no Ano ; Antonio Marones da SIt, no N tal JtaaJ j^
Pereira tTAlmeida, em Mamangoape ;Felippe Estrella d C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Tula da Penha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo Aullo; Domingos Jos da Costa Braga, '
____________________6m Nazareth; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyaana ; Francino Tavares da Costa, em Alagan; Dr. Jos Martins Ates, na Babia; e Leite, Serquinho d C. no Rio de Janeiro.

PEMAMBCO.
ASSEUBLliA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 15 DE ABRL.
PRESIDENCIA DO SR. AGUIAR.
(Ccucluaio.)
ORIIEM DO DA.
Entra em discusso o parecer adiado da com-
misso dav nslrucc) publica deferlndo para oe-
casiio owPrtuna o pedido dos professores das es-
colas noturnas de-ta cidade.
6SR. GUSMAO L.BO (! secretario) : Sr.
presidenta, roqaereran alguns professores de es-
cotes nocturnas, de par com urna providencia, que
radicaran), sobre as duspezas indispensaveis ao ex- '*-q- e. ,e
pediente, movis e luz das escolas que regem noi
te decretarlo de um acto legislativo que, tendo
atteocao ao fatigante o acrrimo trabalho a que
sio obrigados, inelbore as condicoes de sua jubila-
cao.
Estadado o assnmpto, resolveu a nobre commis-
so de instruego publica declinar para a de fa-
senda e orgamento a primeira parte do pedido e,
quanto i segn Ja, adiur o eoahecimenlo da maie-
.: 1.1 para oecasio opportuna ; e occasio opportu-
na Ihe parece ser a da dtscussao do projeeto de
sua lavra qae emende cora os varios ramos e ne
e.-sidades desle servirlo.
Concordando, Sr. presidente com a primeira
oueluso, e esperando da nobre commisso de or-
namento qae ter em ittonco o justo pedido des-
ta ciaste de professores; simo de vera discordar
anda ama vez, e nao ser provaveimente a ul-
tima, do juizo da comnisso sobre a segn j? par-
te do pedido.
/ulgo to aceitavel a reclamago dos professores
i qnem me rellro, que nao posso eonvir no a lia-
.aenio proposto.
O redobra lo trabalho que obrigada essa
classe de profesores, Itus d incontostavel direito
.; raelhoria de jubilacao que solcitam. El les nao
podem raaoavelmeote ficar equiparados aos que
:e Ha vera ama injostica relativa em exigir de uus
e oulros. os que regem urna ou daas oselas os
mesmos annos de serv jo para a jobilgo (apoia-
dos e nao anotados)
Nao sendo estra occasio de discutir o assump-
lo, quero dar resonaJitnieffrsraioes que me de- .
raovwn offarecer como eotsjria concluso do ,. j? toJ.,0,,"i*0 saa re**'* taobem o i vis-
^areeer o projeeto que vevsr :
(O orador l o projeeto quo est sobre a
mesa.)
Com man oji menos nsodiicaco, espera qae a
casa adopte as ideas cipitaes do projeeto como
providencial que tendean compensar servieos
dignos de apreco. Pareee muito elevar ao dobro
> lempo em que o professores teoham regido es-
colas nocturnas ? Vira a discussio esclarecerme
esclarecer-nos; mas em todo caso dar-se-ba so-
lirgo um astampto qae a oaer:e.
O qae eerto, me o adiaraento nao tem razio
que o justifique (anotados e nao apoiadosi. Que
conveniencia poje vir da ligar o deslino desta pre-
isbco ao do magno projeeto que vai to lenta-
mente o sea camiono f
.wisiuha-se o termo da sesso. Nenhuma das
leis annuas est votada ; e o lempo corre iaexo-
ravel.
E" conveniente que nos ltimos das, e qoando
a uossa atteacao estiver empregada em outros as-
sumptes de importancia, entremos discutir o ex-
teasissimo projeeto de reforma da instruccao pu-
blica ? Ha ah assumpt) que -eja mais exigente
Je estado reflectido, demorado e paciente f
Nao. Decedtdamente oenhum ha qae mais pro-
iunda meditaco nos deva inspirar i apoiaJov.
D'abi vem, Sr. presidente, que nutro os mais
: nadados receos de que nao o possamos discutir.
Deploro o fado, por que esta seria a occasio de
rever e retocar profundamente essa hybhda le-
gisla(o que pesa verdadeiramente sobre os des-
linos da instraccao pusiica e que a commtsso
trausportou com leves modiflcaoes para o seu
aro projeeto.
E devoremos esquecer, o que qaasi o mesme
que adiar (oo apoiado.), tudo quanto se prende
a instruccao publica at que o fallado projeeto ve-
o.'.a discusso.
A propria commisso rao nos tem proposto nu-
merosas medidas e'm projeclos que vo seu cami
nbo parte ?
Permitta-se, pois, que i providencia comida na
conclaso, que ollereco como substitutiva a do pa -
recer, corra o destino que Ihe est reservado sem
dependencia do projeeto de reforma.
Nao justifico a medida, pois nao esta a occa-
sio de o fazer com a exlenso que merece. Mas
jiilgo ter demonstrado que adiar esta e oatras pro-
videncias nao o mais ssgaro alvitre.
O SR. HOLLANDA CAVALCA.N1E faz algumas
eonsideracoe* contra o projeeto.
0 SR. GUSMAO LOBO faz ainda algumas con-
"ideragdes em resposta ao precedente orador.
Encerrada a discusso, approvada a 1* eonelu-
sao do parecer, bem como a emenda ofTerecida pe-
lo Sr. Gusmao Lobo i' concluso.
1' discusso do projeeto n. 7 desle anuo, con-
cedendo urna subvencao annnal de qnatro eontos
de ris ao seminario episcopal de Ciliada para
sustenUco de Ganos pobres.E' approvado.
3' discusso do projeeto n. 2 deste anno, anto-
risando o presidente da provincia a abrir os neces-
sarios crditos para pagamento das indemnisacSes
dsvidas a Edaario de Mornay.
O SR. G. LOBO faz largas considerares sobre a
materia.
0 SR. RATIS E SILVA :Sr. presidente, depois
da uaver orado to brilbantemenle o mea nobre
collega, o Sr. i1' secretario, depulado pelo 1* Jistric-
to, depois do seu luminoso e cloquate discurso
em qae elle dispondo dos maiores recursos intel-
lectuaes, desenvolveu todas as queslSes que pe-
dan nascer da discusso do presente projeeto, eu
uada poderia accrescentir, desisteria mesmo da
palavra se oo enivesse, por assim diier, compro-
metido a dizer algnma cousa acerca do (ira prin-
cipal, qae me cbamou tribuna, islo alguma
coasa para justiilcar o meu voto o projeeto qae
se discute.
Sr. presi late, quando tomei assento nesta casa
ontrava em 2' discusso o projeeto de qae se tra-
ta, nao tenho idea alguma delle, nao o tirona lido e
oo esta va de posse da eiclarecimentos alguns pa-
ra dar um voto conscieiicioso ; entretanto a dis-
cusso daquelle-dia me dea alguma luz para qae
podesse acompaohar a rmioria, e votei pelo pro-
jeeto. '
Vas. Sr. presidente, e j aguardava aiada o lapso
do intersticio para pode; estadar a qaeitao, am
de poder dar o mea vol na 3* discusso com
rraquillidade de conseieneia. O mea espirito
aehava-se um pouco inquieto ja pela maneira por-
que havia votado bascado unieameoie na discos-
sao a que ttinba assisti lo nesta casa, e mais in-
quieto se tornou elle anda qoando vi um reqae-
rimento de dispensa de intersticio apresentido pelo
nobre deputado pelo 4* crculo. Vendo assim qae
rtnttava em discusso o srojeeto, e qae ea alo te-
ra lempo para estuda-lo, para poder dar um voto
de eouiceocia, entenda qae devia pedir ao meo
nobre collega a retirada do seo requtrimento.
0, Ja. Jlo VuiHA .O qae de multo boa von-
tadejls.
O Sr. Ratis i Silva :--O meu nobre collega te
ve toda a cooUseendeswia, e com aquella genero-
a4,Com aquella avalbeirismo que ss Ihe co-
nheee tero a oondade de retirar o sea reqaerimen -
y joai quo a.-az me perkoroa,
Nao pude, Sr. presidente, apreciar devidamente
a materia do projeeto, porque para miro, que nao
iinba estuJo algum, era pouco o lempo do inters-
ticio, a vista da importancia e da gravidade da ma-
teria ; mas, ao menos, ea me jalgaei habilitado a
vetar por elle, e desde ent tambera me jalguei
obrtgado a dar a razo do mea voto.
Sr. presidente, com muita reeeio e com muito
acanhamento que vou aventurar algumas conside-
raedes aeerea do projeeto.
Nao serei ea qae v dar o desenvolvimento qae
deu o meu nobre coilega que acabou de fallar
acerca das_ quesloes levantadas na discusso do
projeeto, nao, senhores, nao serei ea qae torna
esse empando, nao so porque ellas foram o mas
salisfaioriamente desenvolvidas pelo nebre orador
a quem me tenho referido, como porque emendo
que ellas nao deviam ser tratadas hoje nesta easa ;
visto que se trata de materia vencida, de materia,
que na pbrase jurdica, j passoa em jalgado.
Sr. presidente, eu nao eoaheoo a razo de ser
em virtade da qual se levanton nesta casa lama-
oba opposico ao projeeto, tamanha celeums.
Vejo, Sr. presidente, que a apresentaco deste pro-
jeeto nao seaao urna e onaeqaencia, nao seno
um corolario, nao seno o complemento de ac-
tos anteriores que foram decretados nesta easa
(Nao apoiados)'.
Sr. presidente, o contrato Mornay foi celebrado
em virinde da le qae passoa nesta casa, da lei n.
619; a lei n. 649 autorisou o contrato, o contra-
to foi celebrado e approvada por lei desta easa,
a de n. 757 ; foi alterado por iulorsac,io desta
casa, le ereio qae n. 757, essa alterado aiada
foi approvado por lei desta casa, a de n. 791, per
gunta-se, qual o objecto do projeeto em dis-
cusso f
Qual o Um delle ?
Nao dar execuco a todas essas leis que esla
mesan assembla confeccionen ?
Pois esta assembla approta o contrato, esta
assembla approva a sua alterac.o, nessa altera-
(ao nao entrn o art- 32, qae garante a possibi-
lidade da resciso arbitrio do presidente da pro-
vincia T Esta caa approva a resciso e agora
nega os meios neeessarios para leva-la a effeito,
para realizar aqnillo qae se fez em virtude .de
um contrato legalmente autorisado .'
Sr. presidente, provado foi aqu com a maior
lucidez, cora a roaior exhuberancia, e proficien-
cia qae o contrato era valido, que o contrato era
ta do art. 32 do mesmo contrato, mas ea emen-
do qae todas essas quesloes qae foram aqu sus-
citadas e nao quaes mostroa o nobre orador qae
me precedea o sea talento desenvolvendo-as com
a maior preciso, e clareza qae era possivel, nio
deviam ser tratadas agora, ellas deviam ser tra-
tadas na occasio em que se discutio o contra-
to, na oecasio em qae se tratoa de approvar o
contrato, na occasio em qae elle se autorisou,
na oecasio em que se apreciou a saa reviso,
mas dapois de todo islo feito, querer agora negar
am voto ao pagamento da divida qae o contrato
autorisou, negar um voto aquillo a que se est
obrigado, por honra mesmo desta casa; o que
nao comprebendo.
Um Sr. deputado :A resciso nao foi sujeita
a approvaclo da casa.
O Sr. Ratis e Silva : Eu vejo que em am of-
ficio o Sr. inspector da thesonraria diz assim: (l)
Um Sr. deputado : Isso foi a lei qae approvoa
o contrato.
0 Sr. Ratis e Silva :Pois bem, foi aalorisada
a resciso. ,
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Ratis e Silva :Senhores, eu tfo posso
dizer mais do que o que foi dito pelo illaslrado
orador que rae precedea, e, j disee, o mea llm
qae justificar o mea voto, e tsto o que e!tou
fazendo.
Entendo, entretanto, que nao era ociasio de
se ventilaren! essas queslSes que foram aqu
tratadas, o que se trata agora de autorisar o
pagamento daquillo qae foi autorisado por esta
casa.
Nao posso deixar, senhore3, j que estou com
a palavra, de unir a minlia fraca voz do nobre
depuiado que me precedea para dizer que
summamente injusta a censura irrogada ao dig-
no administrador da provincia que autorisou a
resciso do contrato, o Sr. senador Frederico de
Alraeida. O administrador da provincia, conhe-
cedor como estava das crcamstancias dos cofres,
aitendeo ao mal qae devia resultar da execu-
co do contrato, entendeu, e entendo eu tam-
bera, que era de conveniencia pnbliea a sua res-
ciso, para evitar qae a provincia soitresse maior
grvame do qae aqaelle que Ihe podesse resal-
tar dessa resciso : por tinto procedeo elle mui-
to bem; precedeo com a presidencia, tino, e expe-
riencia, qae tero dos negocios pblicos; pelo qae
longe de merecer as censaras injustas, que Ihe
fazera, merece pelo contrario louvores.
Assim, Sr. presidente, tendo iastiQcado o meu
voto, e termino o meu breve discurso, declaran-
do qae voto pelo projeeto.
O SR. PEDRO AFFONSO'pede o adiamanto da
discusso para a sesso seguate.
Pica a discusso adiada pela hora.
O SR. PRESDEME designa a ordera do dia e
levanta a sesso.
SESSAO ORDINARIA EM 17 DE ABRIL DE 1871-
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
Ao meio dia feta a chamada acharam-se pre-
sentes os senhores Ratis e Silva, Goes Cavalcan-
te, Cosan Cavalcante, Pedro Anonso, Firmino de
Novaes, Pinto Jnior, Felippe de Figoeira, Per-
nambuco Filho, Cunha Figueiredo, Ernesto Viei-
ra, Tolentino de Carvalho, Gusrao Lobo, Anto-
nio Paulino, Agoiar, G. de Drommond, Ignacio
Joaqun), Joo Cavalcante, Eduardo de Oliveira,
Ribeiro Vianna, Hollanda Cavalcante, Augusto
Cavalcante, J. Mello Reg, Oliveira Andrade.Tei-
xeira de S, Paes Brrelo, Barros Wanderley, e
Vieira deAraojo:
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. i secretario d eonta do seguate
_ EXPDIKKTE.
PecSes :
De Joo Izidro Gongalves da Cruz, professor
jubilado, pedindo para continuar no exeretcio do
magisterio, sendo nomeado para qualquer cadei-
ra vaga.A' commisso de instruccao publica.
De Joo Jos Barroso da Silva Juvenis, pedin-
do a dmisso de um seu filho no gymnasio
provincial.A' corara sso de petiedes.
De Pedro Antonio Balaio, pedindo a dmisso
de 4 (linos em qualquer estabelecimento de ra-
ridaie.A' commisso de petiedes.
De Anacleto Publio de Moraes Carvalho, pe-
dindo qae se autorlse a directora da Insirac-
co publica i mandar Ipassar-lhe o diploma de
alumno do extracto curso commercial.A' com-
misso de inslruccio publica.
De Joaquim Jos de Moora, professor publieo
de instruccao primaria da eadeira de Cachoeira
do Roberto, pedindo que se Ihe mande adiantar
a qaantia de 8004000 para ai despezas de sua
viagem, alugue! da easa e objectos necessarios
escola.Ar commisso de fazenda e orsaraento.
Projectos :
Sao jalgados objectos de deliberago iBaqdados
imprimir os seguinles:
< k cammiso de ordenado), qnem foi pre-
sente o requenmeutQ d retinto do Reg Barros
naso*, Amanuense do Asylo de Mendicidide em
?ue pede augmento de seos vencimsntos.Tonside-
indo que o peticionario, por ser o anico empre-
gado da escripia desta reparlico est bem sobre-
carregado de trabaihs e nao gosa das vantageus
que tem os ontros empregados da mesma repartf-
co, por quanto nao percebe a diaria ou relo qae
estes percebem, de parecer que merece ser at-
tendida a pretenco do mesmo para o qae offere-
ce a considera^o desta assembla o seguate pro-
jeeto de lei.
t A assembla legislativa provincial resolve:
< Art. nico. Pieam elevados a 1:0004 os ven
cimentes do amanuense do Asylo de Meaiiclade.
Revogadas as disposicSes era contrario.
t Paco d'assembla, l de abril de 1871.Oli-
veira AndratU.Pinto Jnior.
c A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Art nico. Fica o presidente da provineia au-
torisado mandar admtttir gratuitamente no gyra-
nasio provincial, corao pensio nista a Joaquim Hy-
gino Pitia Vires, Qlho legtimo de Joo Pitia Yi-
raes.
> Revogadas as dispisicoes em contrario.
Sala das sessoes das eommissdes, 17 de abril'
de 1871. Paes Barreto.Ges Cavalcante.
> A assembla legislativa provincial resolve :
Art. nico. Pica o presidente da provincia au-
torisado mandar admittir gratuitamente no gym-
nasio provincial dous netos de Angelo Custodio
Rodrigues de Franca.
Revogadas as disposijfiss em contrario.
Sala das sessoes das commissSes, 17 de abril
de 1871.Pom Barreto.Ges Cavalcante.
< A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
c Art. anico. Fiea o^presidente da provineia an
torsado a conceder um anno de Hoenca com os
seus vencmentos a D. Graciliaona Kelicissima Ca-
bral, professora pnbliea de irulrnccao pnmaria da
villa de Barreiros para tratar de saa saade onde
Ihe conver.
< Revogadas as disposiedes era contrario.
< Sala das sessoes das eommissdas, 17 de abril
de 1871.Paes Barreto.Ges Cavalcante. i
< A assembla legislativa provincial de Pernam
buco resolve :
< Art. 1. Pica o presidente da provincia auto-
risado a contratar com quem melhores vantagens
offerecer a factura de ama estrada de rodagem,
que parndo da cidade do Rio formoso termine
no povoado de Gamelleira.
t Art. 2. Picam revogadas as disposicSes em
contrario.
< Paco da assembla provincial de Pernaraba-
co, 17 de abril de 1871 Rotes e Silva.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
bueo, resolve:
< Art. i.r Ficam creadas duas escolas de ins-
truccao primaria, sendo urna no povoado de S.
Jos da Extrema da freguesla de Gameleira ; e
outra no povoado de Po-Branco da fregueziade
Serinhero.
Art.'2. Fieam revogadas as disposicfos em
contrario.
< Paco da assembla provincial, 17 de abril de
1871.flafi e Silva. *
ORDBW DO DIA.
1." discusso do projeeto n. 38 deste anno ele-
vndola 7204 os vencmentos dos guardas da illu-
minacSo publica desti cidade.
O SR. PEDRO AFFONSO oppSa-se ao projeeto.
O SR. PINTO JNIOR : Sr. presidente em
apoio do projeeto que se acha em discusso, do
3oal son signatario, como membro da commisso
e ordeoados, diret apenas algumas palavras para
mostrar a easa especialmente ao nobre deputado
pelo 3." distrieto as razoes que levarara a eommis-
so dar parecer favoravel na pelicao dos guar-
das encarregados di (iscalisaco da illuraioaco
publica, o que determinou tambera a commisso
presentar consideracao desta assembla o
projeeto em discusso.
Sendo esla petieo remettida a commisso de
ordenados, esta querendo basear melhor o sen
parecer, pedio que fosse ouvido o director das
obras publicas, este funecionario informando a
petico dos guardas da illuminaco pnbliea, disse
que aebava de jnstica que fosse a petico deferi-
da, porque a repartija > nao tinha mareado malo-
res vencmentos a esses empregados p >r estarem
elles estipulados no regulamento da illuminaco
publica.
O Sr. Pedro Affonso demonstrou a necessi-
dade do augmento de vencmentos t
O Sr. Pinto jnior :Eu nao tenho a preten-
co de levar a convieco ao espirito do nobre de-
putado, porm, darei os motivos que levarara a
commisso redigir esse parecer.
O director das otra' publicas disse que o orde-
nado que percebiam esses guardas era exiguo em
relajo ao trabalho qas faziara, mas que a repar-
tija) oo podia dar maior vencmentos porque es-
ta vam elles marcados no respectivo regulamento.
Os guardas da illuminaco publica, cu jo servtgo
todo noturno, e por consequencia mais pesado
do-qae o servico diurno, percebam de vencmen-
tos 424000 mensaes; V. Exc. e a casa sabem qae
os lapeoes da illuminaco publica nao sao acesos
nem apagados sempre a mesma hora, nem ha oc
casidas em qae esses iampedes sao acesos mais
tarde e apagados pela manha, ouiras era qae sao
acesos as daas e tres horas da madrugada, confor-
me o apparecimento da Ina ; esses empregados sao
obrigados todos os das de manha a darem a re-
parlico um mappa dos Iampedes do seu distrieto
que estjverara apagados ou amortecidos, daqual-
' cajos vidros nio esto convenientemente lim
les
pos, ete.
Ja v, pois, V. Exc. que o servico torna-se bas-
tante pesado para esses empregados, e que a re-
tribuido que percebem por elle nao sufflciente
para sua subsistencia, tanto, mais quanto o servi-
co, sendo todo noturno impossibilita de trabalha-
rem durante o dia, e tem anda a obrigaco de
se apresentarem na reparticao para darem parti-
cipago das irregularidades que encontraran! na
illuminaco publica.
A commisso, Sr. presidente, entende que aug-
mentando o vencimento desses empregados para
604000 mensaes, pratieava um acto de justija, sem
comtudo elevar os seus vencmentos a quantia ex-
traordinaria qae fosse pesar e orcamento, tanto
mais quanto sendo esses guardas apenas qaatro,
o augmento de verba nio era avallado.
Ja v o mea nobre collega qae o augmento que
Ihe pareoeu extraordinario nao .
O Ss. Pedro Aptonso :Nio disse que era ex-
traordinario.
O Sn. Pinto Jnior :Emquanto a dizer o no-
bre deputado qae aesta casa ha a manis de se
augmentar os venoimentos dos empregados...
O Sr. Pedro Aptonso :E' a tendencia natural
dos empregados.
O Sr. Pinto Jnior :Nio acha naia de cen-
suravel em que os empregados pajara, augmento
de seus vencmentos.
A commisso tem sido cautelosa em augmentar
vencimentos, e o nobre collega deve lembrar-se
que mais de urna petijio tem sido indeferida pela
commisso, o qne fari sempre qae reconhecer
qae nao ha Justija da parte dos empregados qae
pedirem augmento de seas vencmentos ; mis a
eommlssio Rio pode nem tem o proposito de lo-
deferir todas as patiedes, ainda que aellas nao re-
conheca jostica palmar.
Em vista, pois, Sr. presidente, do que acabo de
expor, tenho justificado os motivos que levarara a
commisso t apresentar a consideradlo da casa o
projeeto qae se discate.
Nio faz desde ja qaeslo do augmento, ou nio
augmento dos vencimentos em questio, mas sem
assegarar qae os lagares de flseaes da Ulamina-
jo publica sao desnecessarios, entende todava
que foram arbitraria e irregularmenle creados.
(AponkO?.)
Um regnlamento expedido era 1858 ou 1859,
eerto, antorisava a ereaco de guardas da illumi-
na5* at o anno passado flcou estaaatorisa
jao desaproveitada, nunca dea a assembla quota
para o provlmento detaes Ingares.e a sua ereaco
jalgoa-se sempre dejne:e illarainacyto continuoa a ser feita pelos inspectores
de qaarteiro sem inconveniente algum para o ser-
vico publico.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Mello Reg o servico foi sempre feito
regularmente; ha mais de doie annos que temos
illuminacio pnbliea, eat o anno passado tudo cor-
ra sem reclamsjSes.
Nio sabe porque, s agora,.sem aotorisacSo no-
va, e baseado em am regulamento qae nao foi
approvado pela assembla, sem o que nao po-
de vigorar as creacSes de lagares, deu-se guardas
a lluminaja 71
Um Sr. Deputado : O qae me parece fra de
duvida, que depois que foram creados ginrdas
para a illaminaco algumas maltas tem sido re-
col h idas aos cofres provineiaes, o qae at ah se
nae dava.
O Sn. Mello Reoo : Nao islo milagro dos
guardas, antes deltes tambero haviara multas e
av altadas.
(Trocara-se apartes.)
0 Sr. Mello Reg o que sabe qae a inspee-
cao se fazia e fazia-se regularmente.
Mas nao contesta a necessidade de augmentar-
se o vencimento dos guardas, nem mesmo contes-
ta a necessidade da ereaco desses lugares, o que
diz que elles estao ereados illegalmente, a assem-
bla nunca approvon o regnlamento que 0 creou,
aera presidente algara se jalgoa autorisado a Bo-
rnea-los, nemao menos houve assembla qae des-
se quota para tal despeza.
Um Sb. Deputado : E' o regulamento das
obras publicas.
O 8a. Mello Reoo :Nio. senhor, o regnla-
mento expedido para execuco do contrato da il-
luminajio.
Entretanto, sera quota a sem autorlsajio legal
foram os taes guardas ereados ltimamente 1
Um Sr. Deputado : O regnlamento est ap-
provado f
O Sr. Mello Reg :Nao.
Um Sr. Deputado : Ea appello para o bom
senso da repartjo que creou esses lugares.
OSr. Mello Reg : Que bom sean I Fazer-
se nomeaco de empregados sem antoras cao de
lei t
Um Sr. Deputado : E como se baria de fazer
a (iscalisaco.
O Sil Mello Reoo : A liscalisajao est regula-
da do contrato. 1
Um Sr. Deputado :E' ama censara que o no
lira deputado -est fazendo.
O Sn. Mello Reoo nao censura o qae est di-
zendo, esl apenas expondo as suas duvidas ; se
quizesse fazer censuras, ss qaizesse atacar o espi-
rito de aflrhadagem qae resalta do acto a qae al-
lude, o faria francamente, nao careca de meios
indirectos; mas esl disposto a esqnecer e per-
doar qnelle a quem o nobre deputado suppoa
que quer censurar.
O reqaerimento qae faz nestes termos : (l.)
O Sr. Mello Reg parece-Ihe muito rasoavel o
qne prop'. Se vierem informacoes, dizendo que
sao neeessarios esses logares, autorisa-se a saa
ereaco, marca-se a neeessaria quota, e concde-
se at melhores vencimentos. Se porm as infor-
males forem em sentido contrario, no de serem
esses lagares desnecessarios, para qae hivemos
de aagmentar-lhes os vencimentos ?
UmSr. Deputado :Devemos condemnar mi-
seria assim alguns pas de familias.
O Sr. Mblro Reg : A nossa misse nao de
candade, nao manter a fnnte a pas de familias,
outra muito differente, a de fazer boa applica-
co das rendas; se subordinado a este principio
podemos concorrer para imenisar a sorte dos pas
de familias, fazer-lhes os possiveis beneficios, nao
ereio que se negu a isto : nanea ftz o mal po-
dendo fazer o bem>
Vai a mesa e apoia-se o segaintereqoerimeotn :
< Reqneiro qne por intermedio do presidente da
provincia se peca informa jilos sobre a convenien-
cia da ereaco dos lugares de guardas da ilumi-
na jao e dos motivos porque foram creados, fica a
do o projeeto adiado al virem as informajoas.
S. R.-,J. Mello fago.
OSR F. DE FiGUEIROA declara que vota a fa-
vor do pedido de esclarec meatos, com a differen-
ja, porm, de qae oo qaer concorrer para qae
o projeeto nio passe em primeira discusso. Assim
como anda ba outras discusses em que poder
o projeeto ser regeitado, como as informaedes se-
jam desfavoraveis, offerets urna emenda ao re-
qaerimento, para que sejam ellas pedidas sem pre-
juizo da primeira discusso.
Vai 4 mesa e apoia-se a seguate emenda :
Accrescente-3e ao requerimentosem prejui-
zo da primeir t discusso.F. de Figueiroa.
Encerrada a discussio o requerimento posto
a votos,e verifieando-se empata na votaco, fica a
discusso adiada.
Contina a segunda discusso do projeeto n. 2
deste anno, autorisanda a abertura dos necessa-
rios crditos para pagamente das indemnisacSes
devidas a Eduardo Mornay.
O SR. PEDRO AFFONSO faz considerajSes con-
tra o projeeto.
O SR. A. PERNAMBUCO : Sr. presidente, nao
pretenda tomar parte no debate do projeeto em
discusso, por isso que os nobres depatados que o
tem sustentado, collocando a qoesto no terreno
proprio, em qae devia ser collocada, mostraram de
modo claro e convincente que outro nio poda ser
o proeedimento da casa, que nio o de approvar o
mesmo projeeto.
Tendo sido, entretanto, Sr. presidente, convida-
do por mais da ama ves pelo meu distincto coile-
ga e amigo, deputado pelo terceiro distrieto, e qae
encetoa o debate para manifestar o mea voto, e
nao tendo podido satisleae-lo na primeira discusso
do projeeto por me haver sido concedida a palavra
em hora j muito amantada, venno agora i tribuna
satisfaser a essa convite, dando as razoes em qae
me fundo para volar pelo projeeto qae consigna
auloxisajSo presidencia da provincia para abrir
O crdito necessario, aflra de satisfazer a aderarj(_
saco qae tem direito Mornay pela reseis^0 do
seu, soBtrato.
A lei n. 649 de 20 de marco de 1866, ^ae auto-
risou o presidente da provincia a con'.,-^ fopoi%
de previos estados, urna rede de e^rtdas de rod
gem ou de carris de ferro, que, ligua os e#~ ,'1
populosos da provincia coro, a estacio. i- ''V?'
de ferro de S. Francisca e coro 04 > }
^bbbi 'JS',8?'*** UIvei aae Umo
?*, n 3.?! ^lo le. dominando de modo
1(0 do administrador da provincia de
feccionado, o estado previo da estrada e a orta-! ., ,___sjl. i ^o. ** .. .
mucio do orcamento, por onde se conhecesse o S!*!* n lerrtf00 Jondiep, reconhecem o direit*
sea custo, e assim a importancia da subvencao, ?L 7 *-'" ln.,le"0n,8*do *' d ***'
com qae a provineia teria de concorrer, nao roodia tl.i a r aos estadl)3 e orcamentos apre-
' Dr. Manoel dementino, apena 1 decorridos "
o Sr.
dous meses de promlgaos a lei, sem os estados
determinados, jnlgar-se habilitado para realisar o
contrato.
Quem, com calma e reflexo, quizer examinar
esse contrato, ver que se pos am pouco de parle
os mteresses da provincia, estipulando-se, em re-
lacaoa Mornay, smente clausulas .favoraveis aos
seos interesses, e em relacao provineia, pura-
mente obrigaedas.
Como nao se trata agora, Sr. presidente, da ap-!
provacao do contrato, pois que foi elle approvado
pela lei n. 791 de 2 de maie de 1863, com altera- 1
joes anda mais prejadieiaes provincia, flz ape-
nas estas consideraedes para tornar saliente a opi-
nio qua teaho, de qae a indemnisao que somos
forjados a pagar, o resaltado de am contrato
aceito sera reflexo, e tal qual foi apresentado
0 2* argumento, de que Iratou o nobre deputa-
do, foi que a resciso, para produzir effeito, preei-
sava da approvaco desta assembla.
O Sr. Pedro Afpokso : Desde que tinha sido
feita irregalarmente.
O Sr. a. Per.vamhucd :J demonstre!, Sr. pre-
sidente, qae o administrador da provincia, resera-
arado o contrato, usava do urna autorisaeao legaL
Concedo ao nobre deputado que a apreciacio das
circunstancias fosse errneamente feita pelo pre-
sidente; mas pergonto :deixa de ser legal o ac-
lo feito, porque aquelle que o fez, em viitude de
autorisaeao de lei, nao apreciou bem as cireums-
tancias, que deviam concorrer para a realisatfo da
resciso f
Pode ser prejudicial o acto, mas nao deixa por
13*0 pelo patrono de Mornay, qaVteve o^cadadcTde !JaFis,as "* garantir muito mais os mteresses dste, qae os da {"'i68..?..d're,t0 de Ja,a.r as causas, que Ibes fa-
provinca.
eolio, 0 Ir
vasse a querer desde logo contraa
esse rneiD jramento, acedando o contrato que Mor-
nay roe. apresentava, san qae se compenetrasse
f. grdente determinaco da lei.
Digo que o presidente nio se cosjpenetroadopru-
hre fmslS% SiJ ,5^.? ^i* ^ I ^^ *tirii? W*. V W preelpado na
ti ^.SS.fe,'*?ttl.pof Ut0-V*i S^M- oelbricjo io eontTato,porque^estabolecedo a lei,
fer a oc-nslderafao da cas m fSfiueriraeqio, jooao c!atfa pfiacipal rara qi9 esle fossa wa
A quesuo, no terreno era qae foi e devia ser
collocada, limita-se ao segrate :A assembla
ou nio autorisar o crdito para pagamento
da indemnlsajo, que em virtade da resciso,
devida a Mornay ?
Os nobres depatados qae impugnara o projeeto,
procurara, com a apresentaco de diversos argu-
mentos, mostrar que a assembla podia rejeitar, e
nao devia aceita-lo.
Procaro por raiaha vez mostrar que os argu-
mentos dos nobres depatados nao sao proce-
dentes.
O priroeiro argumento apresentado pelo nobre
deputado que me precedeu na tribuna, consiste
era que o presidente nio tinha legalmente rescin-
dido o contrato, por isso que nao tinha na lei au-
torisaeao para lazer a resciso do modo por que
a fes, e nem se haviam dado as circunstancias
que deviam concorrer para ella. E como o art.
32 do contrato diz qae o presidente fica autorisa-
do a rescind lo, se entender, a vista do orgamento,
que a subvengao com que a provincia baja de
concorrer, superior a forca des cofres provin-
eiaes, dizem os nobres deputados que, nio existi-
lo estados graphicos e orgamento,. por onde se
conhecesse a importancia da subvengao, nao podia
ser rescindido o contrato.
Este primeiro argumento, Sr. presidente, tem a
sua cabal refuta j 1 nos proprios documentos em
que os nobres deputados procuram fundar-se.
Nao ha ora s parecer, Sr. presidente, nao he um
s rea torio em qne se fandassem os nobres depu-
tados, onde nio se reeonheeesse a existencia dos
estados graphicos e a de oreamentos.
Um Sr. Deputado : -Imperfeitos.
O Sr. A. Pk*nambuco :Sendo qae o Sr. sena-
dor Frederico diz no sea rotatorio que pelo orca-
mento a estrada estar oreada em seta mil e du-
zentos eontos.
Obrigados os nobres depatados a reconhecer
a existencia dos estados graphicos e do orcamento,
e perianto sujeitos conelnso lgica e imperiosa
da disposigo do arl. 32, procuram dizer que esses
estados e orgamentos nao sao perleitos.
Mas, Sr. presidente, se pelos meios determina-
dos no contrato, a iraperfeigo desses estados e
desse orgamento nao foi declarada, quem poder
laxa los de tal, em face do contrato ?
Um Sr. Deputado : Tratasse disso o presi-
dente.
O Sr. A. Pernambuco :-Estabeleceu se uo art.
3i do contrato que as questoes scientifkas, isto ,
que as questoes, que versassem sobre a perfelgo
ou imperfeigo dos estudos graphicos e sobre a
rerdada dos orgamentos, seriam decididas por lou-
vados de ambas as parles, sendo submettida a de-
cisao, no caso de empate, a um desempatador em
Londres. Assim, Sr. presidente, para que o ad-
ministrador da provincia podesse impugnar esses
astudos graphicos, como imperfeitos; para que
podesse impugnar o orgamento como nao verda-
deiro, era neeessario qae o juizo arbitral viesse
dar a sua deeiso esse respetto.
Um Sr. Deputado : E o presidente porque nao
tomou esse partido para entao fazer a resciso ?
O Sr. A. Pernambuco :Porque nao era neees-
sario para fazer a resciso.
Vou mostrar aos nobres depatados que o presi -
dente, em virtade da aatorisago do contrato, po-
da rescindi-lo.
Em face do art 32 o administrador da provincia
tinha aatorisago para rescindir o contrato, se pelo
orgamento qae lbe fosse apresentado, se conven-
eesse que a subvengao exceda s forgas dos co-
fres provineiaes ; e, se censta pois, que esses es-
indos graphicos e e:se orgamento exisiiiam e ser-
vi ram de fundamento para o governo nsar da at-
tribu jao conferida, claro que o presidente podia
rescindir o contrato muito legalmente.
Mas, diz o nobre deputado pelo terceiro dis-
trieto : o contrato nao era obrigatorio, o contra-
to nao estava perfeito, e como tal nao podia obli-
gar a provineia ao pagamento da indemnisago
pela resciso.
Sr. presdanle, eu admiro qae os oobres depa-
tados peraote V. Exc, qae foi sea mestre de di-
reito, digam qae contrato em^qua ambas as partes
concordaran! as condigoes, e em que se estipula-
ran! os direitos e as"obrigajoes, nio um contrato
perfeito.
O Sr. Pedro Affonso :J disse qae nao disse
isso, foi a commisso.
O Sr. A. Pernambuco :Se entende que a com-
misso laboraw em erro, o nobre deputado nio
devia se fazer solidario com a commisso qae
errou.
O Sr. Pedro Affonso :Foi am homem compe-
tente, qae entendeu assim.
O Sr. A. Pernambuco :Se o nobre deputado
atteadesse aos principios de direito, e se quizesse
darse ao trabalho de consultar as leis qae rega-
lara 03 contratos e obrigajoes, havia de encentrar
claramente dito qae perfeito e acabado o con-
trato era qne as partes sao aocordes as condigdes
direitos e obrigagoes.
E o qae ainda (mai^ estranho, Sr. presidente,
ter ouvido o nobre. deputado pelo segando distrie-
to, qae hoje_ 1*4 esia presente, tallando a respeilo
desia qaest^0j ,jler| para provar que o contrato
ora perfeito, qae nio tinharn sido exeeatadas
*'8uraa! de suas clausulas.
ar. presidente, como que o nobre deputado
quera qae am contrato imperfeito podesse ter
forca de obrigar ? O nobres depatados, quando
assim argumentara, parece-me que nio reflectora
lambem qss cus (aencias de seas argumentos.
Os estrs deputados ao passo qae dizem qae1 esse
Voptrato nio era obrisalorio, reconhecem todava
qae, em vista do contrato, o presidJnte da provin-
cia tioha o direito de determinar que o contratante,
eumprisse as obrifsgSes da seu contrato,
(Ha am aparte.)
O Sr. A. Pernambuco :E' onno o coAtratb
obriratorio ? Se o contrato nio obrigatorio, isto
, se nao tem forga de obrigar, o presidente nio
Sodia exigir a execuco de nenhuma de suas coa-
icSes; se obrigatorio, do mesmo modo qne o
5residente tem o direito de exigir o corapriment
s eoodioSa por parte do contratante, este tem
de exigir por parte da provincia o eamprlmento
de suas obrigaedes.
E foi em virtade desta torga obligatoria do con-
trato, que Mornay argumentou contra o despacho
Sr.W.
do
coar
Nascimento Portella, mandando aperfei-
os estados; foi em virtade desta forga obrl-
rem sojeilas, presume, verdade qae elles daro
sempre sentengas justas, mas, se proferirem sen-
tengis injustas, se apreciarern mal o direito da-
quelles, que ante elles liligam, nem por isso as
suas senteDgas dtlxm de ser legaes e exeea-
tadas.
Pergunlo ainda aos nobres deputados:A exe-
cuco de ama lei precia da proraulgago de os-
tra para que possa ser respailada ?
Um Sr. Deputado : Ahi nao ba execuco de
O Sr. A. Pernambuco : O juiz, quando julga,
exacula, applica a lei, e a applicaco errada da lei
nio pode estar sujeita i outra lei, qae venha dizer
qae nao poda produzir eQeito a deeiso dada, por-
que a applicago foi errnea.
Um Sb, Deputaoo : Se o nobre deputado pro-
var qae o presidente procedea regularmente, res-
ondrado o contrato.
O Sr. A. Pernambuco : J prove que procedea
logalmejte.
O Sr. Pedro Affonso : E1 entendo qae elle
nao proceden regularmente.
O Sr. A. Pernambuco : A resciso foi con-
signada no contrato como urna clausula do mesmo
contrato, no caso de se darem taes circunstan-
cias : esta clausula foi approvada pela assembla ;
por tanto, ficen com forga de lei, e a saa realisa-
go nao mais nem menos do que a execuco de
ama lei, ama vez qae a presidencia entendeu que
se davam as crcamstancias demandadas para a
resciso; e, se a clausula da resciso precisava
ser de novo submettida assembla, para a sua
approvagio, segue-se que todas as outras clausu-
las leriam tambera, quando exeentalas, de vir da
novo a assembla, para que por urna lei se deca-
rasse torera sido bem ou mal interpretadas ecum-
pridas.
Assim, fra de duvida que a deiibaraco do
presidente, qnr eamprindo a clausula da resciso
do contrato, qor cumprinio as oatras n'elle coa-
signadas em virtade da lei, oo precisava, para
ser execotada, de outra lei, que a viese approvar.
Me parece que seria aflmente extra va ante qua
a execago de urna lei, para produzir tffeito, de-
pendesse de urna outra lei.
O Sr. Pedro Affonso : Nao est respondendo
ao qne eu disse. '
O Sr. a. Pernambuco : Parecer-rae qae tenho
respondido ao argumento apresentado pelo no-
bre deputado, de que a resciso, tendo sido feita
em virtude de urna lei, devia ser submettida i ap-
provaco da casa.
OSr. Pbdro Affonso : Eu dissefeita irregu-
larmente.
O Sr. A. Pernambuco : J disse e concedo
mesmo ao nobre deputado que a rescis > fosse o
resultado de m apreciago das cireumsiansias ,
mas o qne o nobre deputado nao ple sustentar
que essa resciso fosse legal, porque legal se dia
a resciso que feita em virtude de urna lei, qae
a autorisou.
Para que um acto seja legal, basta que exista
para elle aotorisago na lei, e nao obstante ser
isto de intnigio, apresentei ao nobre deputado am
argumento com reiago sentenga de um juiz,
que pode aprsiar mal o direito das partes, sem
que a sentenga deixe de ser proferida, Iegalraenie,
embora seja injusta.
Sobre este ponto, Sr. presidente, o nobre depu-
tado nao pode absolutamente, por mais recursos de
que disponba, por mais esforgos que empregne,
convencer-me dos principios, em contrario, por
elle estabelecidos.
O Sr. Pedro Affonso : Porque nao quereos
convencer-se.
O Sn. A. Pernambuco : O 3# argumento, apre-
sentado contra o projeeto, pelo nobre depulado
pelo 2* distrieto, foi que, qoando esta assembla
tivesse de votar am crdito para pagamento da>
indemnisago a Mornay, esse crdito nao podia
passar alm do valor dos estudos graphicos.
O Sr. Correa di Araujo : E ainda minu
opinlo.
O Sr. A. Pernambuco : Mas, Sr. presidente,
esta questio est resolvida com a solugio da i*
qoesto. Se a reseisio foi legal ; se ella foi feita,
em virtade da autorisaeao de urna lei, como de-
monstre!, i consequencia que o eumprimento da
clausula, qae determina qae, no caso de resciso,
Monny ter por esse fado direito a ama indem-
nisago, qne nio exeeda trinta eontos de ris,
oo pode ser seriamente impugnado.
Portante, esta questio desapparece, resolvida a
da legalidade da resciso, como o deve ser.
Aconselhsm es nobres depatados assembla
a recusa do crdito para o pagamento da indem-
nisago. Parece-me que semelhanie proeedimento
seria muito desairoso para a assembla provin-
cial, porque importa apresentar-se a assembla,
que fes a lei, dando am exemplo de falta de res}
peito i mesma lei.
O Sr. Cunha k Figueiredo : Abengoada Mor-
nay I
O Se. A. Pernambuco :Disseram os nobres de-
patados, flaslmente, qde nio era opportuoa^a vo-
tagio do crdito, por isso qae ainda pende ae so
lucao o arbitramento.
Sr. presidente, pelo contrato de resciso se es-
tabeleceu qae a indemnisago, pelo faci desta, se-
ria paga immediatamente, e qae o valor dos esta-
dos graphicos seria pago este anno, logo depois do
eucarraraeoto da assemhla provincial. Se appro-
va-se a reseisio; se julga se legal o acto pratica-
do pelo presidente da provincia, acceiura-se ne-
cessariamente as condicSes do actq 'iegal ; o aoto
legal a reseisio ; e se a res^ao nio pode deixar
de ser camprida e w^ala, pela mesma lera*
nao se pode de'.;ar 4, respailar as condiflttos dessa
mesma F&soisio. Ora, se ama das eondhfSe* foi o
"pagamento este anno, como derxirmo de Tolar >
crdito nejessario para habilitar o goverao a iwT-
faci da obrigacio contrahida ?
1T preciso Sr. presidente, que se atienda que presidenle oa pr^mcia nao am simples particu-
lar, qae contrata um alto funecionario, quo
contrata em nome da provincia, e que isto fas, au-
torisado por urna lei; e se os contraanles serta-
lares procuram respeitar a f dos ees** % fo-
tetno nio pode deixar, com matoria-derasi^de
procurar eom o mesmo esforco eamprir tamfeem
aquillo qne est obrigado.
Sio esta, St. T^sMeeto, s raides por que votoi
voto pelo projeeto qae sutorisa o preside** _|a
provincia a abrir um crdito para pa|aassMo aaj
duardo do Uso
-gMoiia que 79 arbitros, e tota os. jim usaram a nay.
fademnlsagdes qae m direito Ed



inm



i i an nnw * Utano 0 SR. CUflRX' 1 HHWlKMWrSTpresiden- [trato foi approvado com a clajosola 31'
le, eu tinha protestado nao voltar a dluMMMhfpo|ir dahforqj ^jflfW'!*!^
bre este assampto, ddarei o da segunWWVir VrotaHilsto^nsiilaroT !)fffro to osle,
ft,,ei- .. ^
Um Sb. D^rVo :Vai qnbrat o protesta.
O Sil. Curra* i FinrEinsoo :--*!, Sr. presiden-
te, forana tito generosas e cavalheirasca* as exprs-
sftes do nobre **. 1* secretoria, qqando faltn, foi
elle tio benevolente para commiro quando convi-
doo me a scompinha lo na roUgao, como cm iU-
tras occasioes tenho leito%....
Um Sr. Drputado :Catoquisou-Cw
"a coi
Outro Sn. Deputao:M nada consgalo.
O Sb. Cckha e Fmjboredo : ... que a nio
posso deixar de, mioifstar o respeito muito
pronunciada gralido para coa o mevi nobre coi-,
lega Sr. secretario. tornate por deferencia a
elle rollo a tomar o tempo a casa Bao par tirar
vantagem deste dbale |a lio plorado, mas para
expender algasias considera}* -s, com as qases en
possa demonstrar ao meo, nobre ee-Uega a razio
porque nao o posso acompanhar na votago do,
projecto, no modo porque elle emende a ques-
lonjue es occupa.
Eston, Sr. presidente, lia acostnmado a receber
inimigai uesle val a de lagrimas em que nos
achamos, qu eu fi iuot mesmo maravilhado, flquei
sorprehendido quande de alto da tribuna o nobre
epatado me fez a jist*ga de dizer que filo estava
perfcilameeta coitveacano de que eu levantando
esta queso nao lvs enhum outro proposito se-
nao desempeuhar uin dever de conscicncia, e que,
confeecendo as minhas paras intengoes, esperava
convencerme.
Devo daqui agradecer cot toda a effusa da
minha alma a ja*tcj. que o mea honrado collega
eo dignou fazer-me, porque senhotes se irouxe
esta questao pelos cabellos, segando a jocosa phra-
se do honrado depntado pelo Io districto foi real-
mente a conscienci a do dever que imneio-me a
isto, nao obstante julgar-me indigdor(nao apelados)
incapaz de sostena la na aliara que ella merece,
de modo a convencer os meus nobres collegas.
Antes do facer alguroas igeras rt flexiles para
mostrar ao meu nobre amigo o Sr. secretario a
razio porque maniendo ainda mioha opinio. mas-
mo depois da ouvir o sen luminoso, brilhante e
lgico discurso, nio posso acompanha-lo ; devo
dizer daas pala iras ;io mea nebro e distincto col
lega de dislricto que falln em ultimo lugar nesso
di, estraahaodo o ur sido levantada esta questao
sea algama razio de ver, e segundo a sui exprs
sao, inieiramen'.e dislocada, e sem oeca-io p-
portunat
O Sa. Ratis e Silva : Nio disse que nao era
opportuoa a oceasio.
O Sa. Cokha e Fkiueiredo '. Se o raen nobre
eoliega pensa assim, peco lieenea para dizer-'he,
que quando levantei esta questao julgaei a com
muita razo de ser, peo-o Jifferentemente delle,
julguei-a muito opportuna, jalguei qae o -devia
fazer, alo para accusar a pessoa nenhuma, como
parece se qur attnbuirme urna intencao menos
nobre (nao apoiado ;. Nio, Sr. piesidente, nio
tive a mais ligeira iutengo de censurar ne n as
atondado?, ncm a pessoa algama particular que
ini -rviera n neste contrato.
Ua Sr. Dkpotabo :Eot5> andn ioteresse par-
ticolar neste contrato.
O Sn. Cumia e Ficuriredo :Honvo, ao menos
o do contratante, a quem tambem nio quiz offen-
der.
Cumpra cada qnil o sea dever, responda cada
um por i.
>'to e lnio apresen'ado oatra oceasio era
na se-so do ar.no passado nem nc:la, nio se ten -
do anreseniado na casa acto algama pelo qtral pj
desse en manifestar a minha opinio, aehei qae
agora qae se a presenta um projecto mandando
pagar a E. Moma y ana enorme qnanila jua eu
emendo se Ihe nao deve, era o:casiao opportuna
de levantar e tecipado puder-se-hia dizer-se qae 'inda procera
do descobrir cousas que estovara entreguss ao es-
qnecimento oa exist ara as trevas. Na oceasiao
em qae se trata de fazer effectivo o pagamento das
celebrrimas indemnisa^Des Mornays, entend que
era eh"gado o momelo de agitar osta questao.
O Sr.-G. Drummond : Sbia disent-la cora o
projecto de firc policial.'
O Sr. CuNna e Figeiredo:Mnito de propo-
sito nio quiz lisculila com o projecto de forca
P licial en cora o ornamento provincial, para que
- polticas.
Um Sr Depuoaoj :Era o logar competente.
O SB. Cunhr e Fiqueiredo : Se eu quizesse en-
trar em quesloes polticas, para o que me nao jal-
eo habilitado (oao ipniaiins), p aproveitar ess is occasides; mas n o o qirz, estava
no proposito de esperar para quando se tratasse
deste negocio pir quilquer modo, orno agora qae
e trata do pagamento, para entao manifestar o
men voto,
(Troe:im- O Sb. Cuxhv e Fiiusirrdo : Pois sensores al
por I-to s-! faz censura ? Eis porque en dwso que
eston aos.umado a feceber injusticas neste mna-
do aonda vivo, e as conheco bastante desde que
coraecei a !er u?o de razio. Nao sei se possa di-
zr qne o mni distincto secretario, senio for
o primeiro a rae fazer justie.i, o menos um
des.es esplritos nobres qae, cohecendo a verda-
de, proclamvi cora franqueza, colleeando o nego-
cio em seu verdadeiro lagar, e fazendo-me jastica
e por isso Itu agradeijo muito.
OmSr. Dbpotado : -Isto qae fazer injastica.
O Sn. Chicha e Fioueiredo :Sejam ditas estas
palabras para jnstiflear a razio porque tive oatre-
'ment de ser o primeiro a levantar pelos cabel-
los x queslao Mornay, qaando se iratava de anto-J
nsir o pagamento' das indemnisaedes por um
projecto muito simples, muito innocente, que diz:
Ficm o presidente da provincia aittorisaio a
abrir um crdito para p gar o qe se deve a Mor-
nay considerando-s; o negocio jimai liquido.jnl-
gando-se ja a provincia devedora I Oo I senhores,
infelif provincia I I.,.
Un Sr. Ddpctado :E o : a provincia ere-
dora.
O Sn. Onu e VuBMfKBM:Sem roais coasa
algnma sem se diier a casa como e de que modo
foi arranjado este negoeio, apparece um projecto
mnito simples mandando pagar o que diz-se ferer
a Mornay sem ao menos dizer em quanto importa
esto divida I Mas eo vi que este projecto era ama
serpente que se escorregava occalta por entre as
reivas dos prados para envenenar a sua presa :
a nossa triste provincia.
Nao serei perdoado de tar tido a nasadia inqna-
lificavel de trazar aqu pelos cabellos a guetlao
M pedindo aos eollegas que me ajndassem na dis-
eosso para conhec?rmos a venia Je, para fir-
raos a devida jusca a esta pobre provincia, pobre,
digo en, porque est em vesperas de ama banca-
rota.
O Sr. F de Fioiteiroa :Misericorlia I
O Sr. Cbnha e Figuriiutbo :Q e ella est era
vspera de banca mu demonstrare! mais tarde,
se me deixarem fallar.
4} Sn. F. de FiGomoA -.Felizmente V. Exc.
nao propheu.
OSr. Ci'xh e FiGi'EinRDo:Ea rnostrarei roais
torde, sem ser propbeta.
Recorra legilacio, veja se os contratos em
virtade de'la esto fetos, e que ja forara eumpri-
dss pelos empresarics; e diga-rae se estes sao
pacos.
Levantei a minha fraea vos pedindo o aoxilio
dos eollegas, que rae ajndassem a salvar a provin-
cia deste prejuzo qae traz darano, elesio enorme
para a provincia.
Logo no primeiro discurso qae proaaociei nesia
casa, desal nhavado >i sem nexo, como agora eston
fazendo, declarei qie tinhamos o dever rigoroso
de pagar a indemnisagao pelos trabalhoa grapbi-
cos, mas qae nao tinhamos, nem temos, por le
neubuma o dever do pagar mais ama indemuisa
cao de SS:U00J003 que se qaer dar de mi beijA-
da ao Sr. Mornay.
A' titoio de que, scnbor presidente, se dio esses
l5:0WXJ0l)f A lei nandou pagar os trabamos
grapbicos...
llai Sa. Deputaco :R*espeita-se o eontrato.
O Sr. Ou.nha e Kiijeireoo :--., nianla--e pa-
Sir alera disso io:(XKi*UK): quero saber titulo
Un Sr. riETOTADo :S pelo fasto di resetso.
O Sa. Cti.fHA a Fkwbiredo :E' justamente
njaiasirada resei.iio que conibte. A indo
nisacao dovia ser era conseqoeoci > dos irabalho
omtcaios, por desaezaa per elle adiantadas, que
A provincia devia sausfazar, quando livease Je
rastindir o coptrato.
(Irneam se apartoi).
O Sr. Cimju a Figueiredo :O mea nobre
coliga e-pera ara poueo, j voa loe mostrar que
nos nio tetaos ob/igai'Ao de pagar senao os traba-
sata araphieo--.
O Sb. G. Lob9 '.-4'Aom esperando resgnala-
meato.
Aja, fitwuA a Fteutjrwsw :-Em jistoda jai
n.HV uAi apoda oss?n orcamento marcar i
saateiciQ queaprevinct devia dar a Mornay
para a emjresa: l por5 qna a le os per
mitli) ntos do eontrato apprV**0- 0ra C0D'
qne o faz
o, em
. es%-
quanto tata favores nao (overn concedld*.
"E'pois" evidente que oa trabaihos grapriieos de-
viam preceder ao retmento, e qoe sem este ja-
mis se podara eamprs u eontrato ou reselndi-lo,
pagando-se a Mornay oatra indemnisagao que aao
fosse a provemente dos trabalhos grsphicos.
(Ha diversos apartes).
O s%. Oiwa t PieKraRDo:-Dit aconic
Si':se dos orcaraeatos o presidea da provt
cia entewdar que o sacrificio qae a provincia tei
de fazer superior as sois forca*, tea antorisa
a fanr a resefeao do contrito, inaasnnisan.lo a
Moran nao s di eolio dos inhalaos Rrapluoos,
como dando-lhe ama indemnisagao que anca sera
superior a 30:600jQOO. _
m Sa. Djnwado :Cis a rarao por que se dio
os 1000i0Ua.
O Sr. Gt-Kt s Fmoriaf?fa voa la; mi
estira procurando achar a verdade.
Logo o qae se conclde qoe a segunda iudem-
nisagao de 15:000*000 devia ser era consequeocia
de actos fraileados por Mornay, por despesas ou
uassos qao elle tivessse dado na aWfsaaia para
cumprir a clausula do contrato, isto obtendo os
favores da clausula 3t.*
O Sa. IUtis e Silva :r-Nio isto o que diz o
art 3i.
O Sn. Cunha r Fici'BiREDe ; -Yalha-ma Deus I
Saio da linha qae me tinha traado par oompa-
nhar o nobre deputado na laterpretacao deie
artigo, conforme ello quer e para a qual me *r-
rasta. ,
Antes ie tado, senbor presdeme, devo aqu ra-
zer ama reflexo, qae devia ler eito no principio,
mas que me passou. Gomo ja disse nao tive ero
vista aier a mais Itgeira aecusagao ao Sr senador
Frederioo. Qnando eHe esteve aqu na presiden-
cia reeebi drlie as maiores pravas de coasideraco
a que minha aamrMe pasicio nao me di direit > :
agradeco ao Sr. senador Frederieo a bondad* oom
que me tratou. Estou prompto a tcer coro os
meas sobres eollegas os mais solemnes elogios
pela honradez, probidade, intelligen -ia e alta po-
sicio do Sr. senador Frederieo....
Um Sa. DcrtiTAno : Eolio em que peccoa
elle.
O Sr. Cuma EFicuraasDo : Estoa prompto a
acompanha-los nisto. Mas. meus9enhor pai, o propno mea pai so achasse na presidencia
e eorametiesse um erro cora prejuizo da provia-
cia, eu respeitando-o, pedtodolbe sua beucao to-
dos os dia<, havia de diaer-lhe para t es erro*,
dar-vos-heis ura e//< de indemnidide ; mas na)
posso deixar de reprovar o vosso acto em prejai-
zo da provincia.
Eis aqui como ea colloco a questao era roiacao
ao Sr. senador Ffelerico, e collocaria em relago
aqoaliuer outro administrador da provincia.
OSa. Teixeiha D8 S:Mas um lilho dando
bil de inlemnidade ao pai r
OtJTR" Sn. Deputado : Nio podia ser juiz.
O Sn. Go.in.v e Fraustaeoo : Coraojlegislador po-
dia, e o nobre deputado faria o mesmo, fago-mu
justica.
Goiocada a qnestao neste ponto, on explcala
assim a minha posicio, para qae so nao sapponha
?ue eu tive em vista fazer censura ao Sr. senador
rederioo, eu prosegulre na analyee da autorisa
eio para qual o njbre depalado ehamoa a minha
alinelo.
u Sa.T8iXEiRA db S :-0 nobre depntado est
cantando a palinodia.
9 Sn, Cuhha a Figoeiredo : Gomo a lea Sr.
prndente, dizia que se d;se ama quota; pule
do valor do orcaraenlo, sendo valor kilomtrico da
estrada qoe se contratarse, era indispensavel para
se poder avahar essa qaota pane, era vista da le
que reilzessera os trabalhos graphicos, eompeoi;
poraaa smrate por ellas se pohria fazer os orea-
mentos, em vista dos quaes que se podia ca'cular
a snbvencao que a provincia doveria dar a Mor
nay, on segundo a clausula 3i rewindtr o coaira
to se pelo orearaento saa execucao fosse preja li-
cial. O espirito Ja le era, co n todos veera, e
da prirneira intuico, que se lizasje a estrada, cora
a ni: xi na economa e de modo qu i a importan
cia deilt nao fosse superior as torcas da provin-
cia, oa que neste ultimo <;aso f )sse rssae-jdido o
contrato; lijando a provincia sem maior onus ao
permiitido as leis n. 6iJ e n 737 que tnan-lou
rever o contrato, e na lei qae o approvou, leis
qoe ain 11 reforcavam este pensaraeoto dizanlo
qae o Dresideate em quilqaer alteracio que ti-
vesse de fazer no contrato nao eraoenhasse a pro-
vinoia ora qaantia superior a ai.V0.0u0i, por anno,
Daqoi o que se eonlue- qae o espirito da lea era
livrar em tolo caso a provincia de um compromis
so que ella nio podesse satisfazer, ou qne loe
viesse traaer dilncul lados.
O Sn. Ratis b Silva : Esta interpetracb do
art. 3if
O Sr. Cunha e Figueiredo .Eston procurando
explicar a lei, para ir ao art. 31
Se pois a intencao da le era atar a estrada o
mais barato possivel, de modo qae nio compro
mettesse os interesses da provincia, claro que
o contrato conservando esta idea perieitaraente,
trazia nelle exarada a disposicao de que feito an
tes todo os trabalhos graphicos para se conhecer
o valor do orcameoto, para coneccao do qnal nao
podia deixar de entrar os favores mencionados no
art. 31, qne mni expressamente declara qae sem
ellos o contrato (icaria sera elfeito.
O Sn. Ratis k Silva :Isto oatra qaestio.
O Sn. Cunha e Figueiredo :E' claro que esses
favores deviam pezar no orcameoto, procurando
sa qae fosse feita a estrada o mais barato pos-
si vel.
(Tmeam-sa apartes).
O Sr Cunha e Figueiredo :Esses favores ira-
ziara dimraucio das despezas.
O Sr. Antonio Paulino :Quinto val a dispen-
sa do recrutanmnto Y
O Sr. Cunha r Figueiredo :Esses favores di
minuiam o costo da estrada, nao s diminuira o
prego dos maieriaes com a dispensa dos direitos
de importacio, como pondo o salario d03 trabalba-
dores mais baralo ; p>rque sendo dispensados do
recrutamento, maior seria allaoncia du trabalba-
dores.
Um Sn. Deputado : Nio acredito seraalhante
cousa.
O Sn Cunha e Figueirroo :Po* conseguate ela
claasala importa va muito ao bem di provincia,
assim nonio a realisacaj da empreza.
Depois como pedera a estrada funceionar bam,
como faria o trafego completo, nao obtendo os fa-
vores que Mornay se obrigoa a obierom ralacid
ao transporte de passageirm e mercadorias pela
estrada de S. Francisco T
Perianto, conclno eu daqui que sendo esta con-
dicio necessaria para exequibihdade do contrato,
tanto qne declarou-se que cana sera efTeito o
contrato, se os favores nao fossera obtidos.
O Sa. Ratis e Silva :A disposicao do art, 31
foi apenas um favor ao joncessionano.
O Sn. Cunha e Figueiredo : Gomo se poder
admitr o absurdo de ter o contrato elfeito para
ama parle e para ontra nio; o qae qaer dizsr
contrato sera f-ffaito para o concessionano, e cora
efTeito para a provincia ?
O eontrato ioteramente do se calige da letra
e inleliigencia do artigo.
Ponlanto, o que parece qne tiveram era vista os
contratantes quando estabelecerara o art. 3! que
se deve-eolenler assim : se nao obstante esies fa
vore*, ainda dos ornamentos se concluir qae o sa-
criAelo ser snperior as forcas da provincia, e
presidenta Acara aotorisado a rescindir o eontrato,
isto mesmo quando obtidos os favores do an.
31 e estaada o contrato em exeeaeao, o presidente
i ara antorisado a rescindir o eontrato, por que
do contrario, como poderia o art. 31 mandar res-
cindir o que estava sera eifeil), nao obtidos os fa-
vores da clan rala 31.
Era ama verdadeira contradicio.
Mas, qual a obrigagto daquelles qae interpe-
tratn os arts. de ou contrato oa lei que parece
surera era eontradicjio T
E* harrnooisa-los de modo por que o teo.no feito
Soderio melhor fazer oa nobres collegas enteadeu-
o deste modo por exemplo, Osa sera effeito o con-
trato, se nio forera obtidos os favores neces>arios
Sara a execncao da empreza, segundo a diraosci
o art. 31; mas se nio ibstaote haverera sido obii-
dM as favores se reconheeer.e.n v.sla do oro imenii
qae a empreza #ra a ser gravosa para a provin
el, (tea o presidente autoriaado a rescindir o con-
trata E tanto assim senhores, que alora dos
trabalhos graphicos manda o art, 33 pagar mais
urna indi moisa^ao, que nao excada a 30.000/.
porque sappoz qae o contratante, alera dos traba-
lhos graphicos, tivessa foilo outr servicot e ad
qiti.rlao antros direitos eom a obtencao daquelle*
favores dos quaes curapria indemoisa lo. rra
di-to, n}o obtidos taes favores, que razio de ser
Se esto olo a Intelligeneia do artiga doi
trato que os nobres dapuudos chamara le.
Um Sr. DiPutado :Nao hi t
|-jh)fr GawaA t Fkiuereido: nbres depata-
ios oia:aaiTi-no lei.
Um Sn. deWjIado .Nio l
{JSH. F. bb Figueiroa :V. Exc. nao tem o'pct^
dar da farer eom que nio seja lei.
O Sr. Cunha e Figoriredo : Adnittindo qae
serve eita interpreiagao ?
ontrate foi approvado por ama
consiiWem lei para as partea
que raaio os nobres dsputadas
er traeata a otaftau a 3| o dttv
aaiMUM .Hlil-OWMv.
lera a indemnbago de ISiOOfli?
Senhores s esta nio a rerddoira intell.geneia
dests artlgos do eontrato, ea ola conheco paira.
[^riA a FioyiuBDO :Coma *fl nxpliea
entao a contradiaaio entre oe a/tigos 31 31, di-
zeado-sa a'om que o contrito fie em ettpito, e
aontn aatorliaado a resciso t
seja lei, nao ili
Se por q "
e os .con
atraanles;
fesrein fazer
pebsam a 31 t. ..
Bm Sr. Dbwtado : Gomo se detprezoat
O Sr. GBRBA k FiGuamBDO : Dizendo qne o
contrato est em e(f;iio ; fue a araviocla obri-
pada a tado, e Mornay eom todo o direito de le-
sa-la ?
Sr. prswente se, coa os nobres depntados r-
conhecem, o contrato lei, e se nessas circams-
Uncas estao os dous argos que pareeaoj antin-
micos, lodos dous oevein ser M, e se sao lei am-
bos, forcoso pelas regras conhecidas na herrae-
aeaMfca, proeorar bartaonisar a disposioao dos
dous arttgos, e ea nio aeho oulra inierprtogo se
nio qae acabei de dar.
Sr. presidente, ea tiuba aqai al? ios apontamen
tos para entrar eia Mtras emnlabraf^ies, ma< vejo
que intil fatigar a casa ; por qoe j est ma-
nifestar Afi-'ji qno todos mostrar de acabar esta
discusso, cada qual ja lera o seu ,jnizo formaJ>,
por hmo devo-terminar. Deixo, perem, de mostrar,
posto que ligeiraraenic, que o Sr. l)r. Vianoel Por
tetla, qnano raandoa completar os trabarnos gra
piucas, nao fes mais do que onVater a o coniri-
taute urna oceasio da satisfazer aqnillo qu.' era
indispensawel para terminar a quesi) entre Mor
nay o a provincia, isto dar a anbTeneao tara i
exetugan da empreza, sunveogas qui smnate po-
llera ser dada em vista do orcameoto, oa se- e-ta
fos*e superior aos recursos da provincia, cumorir
o disposto ao artigo 32 d > contrato, andando pa-
gar a Mornay oa trabalhos graphi sos lmeme, ou
todas as rademnisaroes, se entre tanto, elle tvesse
cumprido a clausula 31 do mesmo cntralo.
No mea entender o&rou o Sr. Fortella, conjo am
jariseonsulto. Qaiz salvar a provincia das amea
gis, que Mornay, armado com a reseisao, nos est
tazendo. C>m) potado, en none da provincia,
eu Ihe agradeco, dir.jo-lhe ura voto de reoonheci-
men lo.
( Trocam-se aparte*.)
Sr. Cunha k FiouatREDO : .Nao era necessa.
rio que no contrato estivessem especincado os es-
tutos graphicos qne se exigan, e era qie estes
estudo fossera apreciados em Londres: para se
fazer o orgmiento erara necassarios os perfls Ion
gitodiaaes e transversaes, plantas das obras d'arte
etc. ; e como se havia dar a subvengan, sem o or-
gdmento e ganad i Mornay apreseolou apeaas um
prlil longiiudiu.il, que segundo os onien i?lores
d'arte era impossve por aquelles trabalhos fazer
ara orgamento, nem ao raen js aproximado 1 Oo '
senhores I como se ple apoiar tanta mi f de
Mornay, o eonderanar-se a provincia a pagar-lhe
10) eoutos d9 reis sem d'elle receoer o mais in
signifleante beoefleii ? Poderia havor nada peior
do que a resciso ?
E' inquestionavel que Mirnay nao podendo por
o contrato era excogito, nom ebter a resciso, aca-
bara por nos deixar em paz, a fugir da pagar aa
mallas a qua a provincia tinha direit-i por talla de
execugao d-ot deveres qae elle nao cumprio.
Um Su. l)i.;pur \no : -E a inJomolsagao doa Ira
balhos graphicos ? de que o Sr. Portelta quiz ser
jaiz em cansa propria T
,0 Sn. Cbnba e Piouhirboo :A lei auDrisoa a
facer os estudos iodependente do contrato, se Uor-
aay queria erapreheo ler a obra era obrgado a
apresentar os estudos completos, por qae a lei n.
649 os auppoe indispeusaveis para o orgamento da
empreza-, era vista pois da le, ella seria pago quer
eontratasse, quer nio, quer o contrato eslivesse
completo o ora execugaa, quer nao.
Por tanto, je v o nobre depalado, qae o qae
exiga o Dr. Portilla era em viado da lei, e que
provocando Moroay a completar os trabamos, nao
foi juiz era causa propria, quiz camprir a lei ou
dar occasao a Moroay para fazer o contrato en-
trar em execugio ; p condigno 31 esse contrato nao podia ter effeito,
nem para ser execuiado, nem para ser rescindido.
Extranb> como se qaer considerar o contrata
urna lei toda (avoravel a Mornay fonema defa-
voravel a provioda I
Um Sa. Deputado :O contrato lei, quer e
nobre deputado o considere tal, quer nio.
O Sr. Gunhv e Fwokirrdo :Pois bem, se o no-
bre deputado entende q>w o contrato lei, se qaer
qae seja observada a clausula 31 que manda res-
era li-lo ; por que razio nao qaer de modo nenhum
que se admita a torga do disposto na condigao 31,
que diz sera restriegao qne o contrato flear de
neuh'im elfeito, se nio forem obtidos esses favores
solicitad; do goveroo geral f
O nobre primeiro secretario suslentou lque a
clausula 31 nao tioba elfeito suspensivo no con-
trato e o suslentou com tanta persnazao qae ea
desconriai da minha intelligeneia, supput que me
acbava completamente era erro.
Cora elfeito, se a clausula 31 ni) tvesse effeito
suspensivo, e ira tvesse eneito desde o momento,
era que o contrato foi assignado, como o nibre de-
putado argamentoo.
Um Sa. Deputado :E nao arguroeutou bem?
O Sr. Ccnha e Figueiredo :Conforme os prin-
cipios qne elle estabeleceu, nrou as illagoes, que
Ihe approuve ; mas pego liseng ao nobre Sr. pri-
meiro seoretaaio, qne agora preside s trabalhos
da nasa, para Ihe mostrar a razio por que nao
posso deixar de votar contra o projecto e o peior
da brilhante arguraeolagio de que se servio.
Diz o nobre deputado qne a claasala 31 nao
suspendeu os eifeitos do contrato....
O Sn. A. Paulino :Elle nao disse isso..
Un Sn. Deputado :Elle o qadisse foi, qae o
emirato era pereito.
OSr. Cunha e Figubiredo :Disse que era per-
feito e acabado desde a sua aisigmiura, e dabi
condujo que, se era perfeilo e acabado o contrato,
a sua reseisao nao dependa* da claasala 31, qae
que s tinha referencia a Mornay, e nio a provin
ca ; conseguraieraonte, que a resctfao foi legal,
que nao dependa de approvago desta casa, que
devia nos pagar por jue era am dever de honra,
e se era una dever de honra deviaraos olhar s
mente para isto a oaj para qnestoes de cifras.
Muito bam, ea appiau li o nobre depntado, enihu-
siasmei-rae a ponto de passar-rae a dor de cabega
com que eslava.
Mas. senhores, passanlo a impressao di enthu-
siasmo, eu voltei a ler da aovo o contrato, voltei
a ler os documentos que me taran, mandados era
ultimo lugar para ver sa adiara ura meio de tur-
ra misar o meu tolo eom o do meu nobre amigo
mas confrmei a minha cooviegao contraria a delie:
cora seutiraento o digo I Da nova leitura qae fiz
aohei que o obre deDuiado da mais torga ao con
trato do que o mesmo Mornay, achei que todos os
nobres collegas que quer era interpelrar o contrato
ptnsam, o interpretrara-no com mais ravor para o
concessionario do qoe o proprio Mornay; vio alora
do que elle cooessou perante a provincia. Mornay
re juerendo ao goveroo augmento Je prato para
poder fazer os trabamos graphicos, allega o se-
grate : (lendo.) -
t IHm. e Eira. $r. presidente da prorincis.
Eduardo de Mornay nao havendo podido levar a
effeito, no prato do contrato celebrado com o go
verno da provincia para a eonslrucgao de um
tramway, as trabalhos alli designados, vera eonc
tar de V. Exc. a prorogagio do referido prazo por
mais 6 ra zes, ero a Henean aos motivos ponderosos
que derara lugar a isso e qne sao: I., o ser o ter
reno a explorar era grande parte da linba desco-
nhecido, coberlo de manos e muito montanhoso ;
!, ter sido f rgado a demorar-se na forte muito
lempo a'ra do que previra, para o fl-n de obter d
g i vento imperial os favores de que depend a eat-
qutbilidoie do contrato, en lo qae es*a ausencia
toread i o impedh de exeraer a vigilancia pessoal
aecessaria ao bom andamento de taes trabalhos,
ote. i
Ora. ofs-aqaij) raerao Marnay dtwwdo que a
exeqmmlidacle do contrato dependa da eoneassaa
do.aos favoret *> goveroo gera, de qna trato a
claasala 31 Jo eontrato.
O Sa. Bats e Sttr*:G) relaeao a quem f
A eile snanla. .
O Sb. Cunha tPKuwaino: Gomo, sentares I ?
Assim rae aera .inspusMve tirar ama conclosio.
E o que qaer dize/ ura eontrato, eon elan*nlas
obrigatorlas para ambos os anoirauutes ser sxe-
quive para ama parte sement, a para outra
nio ? I---- *
Serla uecessario que a claoauu.ai dieeofl, 0i,
nio obtidos tn favores, o contrato (Icaria sera ef
toilo para Mrnay tome
riarn os onus 'nf le esup
A claa-'ula nao particular,
pOe para am-oaa s partes.
(Ha am aparra 1
O Sr. Cunoa i FlOORmn:AjIbo pois, se a
mesmo Mornay entende qoe a exeqoibilldade do
cootrato depeidia da radican 31, cu dos favores
mas qo* oooiiouv
f dos para a provincia.
" em gsrai *
iooados, claro qne o contrato estava
lo; a se estova sem effeito nao podlafatt*
aenhuma de suas clausulas, nem
snjeitava os. trabalboa>n||iicos a
ama pRnmis!ie de engenheiros em.Coadre^.
vJwSsr. brputabo : E que direito tmbi ogo-
iwrno-de os exigir ?
OSa. Curra e Figueiredo : -Pjfcv tacto de
Mornay se apresentar queredo fazer o contrato,
e pela disppsicao da lei o. 6i9 que na parte
do j f d.art. ^ diz: (lendo)
s O eoutratanio podera InJependea'.e danta ap-
B*vagi,- lar comego aos estados e prepara
dos planos das obras, os quaes cario me-
le mimmasagao pertenceote a provincia
f caso nao saja approvado o contrato celebrado.
Ora, se Mornay quera realizar a contrato, on
ser empreaiio, podia e devia coma{r por fazer
os trabalhas .frauhicos determinadas nesia lei,
por que afajfa mesmo nao se fazeadjP o eaatrato,
ou nao senflo approvado, on flcaado sem effeito,
o que a mesma ooisa, Mornay seria nderanisa-
do desses trabalhos graphicos. 0t #>
Um'Sn. Danrraa*:O nobre depOUiio teria
muita razio se se tratasse do contrato.
O Sn. Cunha r Fwuewrbo : Eston tratando da
eoijtrato, e aa,rescisao illegal, apezar de nio ter
conseguido Convencer.
(Trocam-se apartes.)
- 0 Sr. Conha k WGoaraBBo {depoh de nroa pan-
sa) iQual a minlia proposigao senhores I
K' que qnando 0 presidente exiga o eomple-
meoto dos trabalhos graphicos, nao ora obriga-
do a mandar exarotna-los em Londres, segundo as
clausul as da contrato, porque o contrato estava
sem effeito.
Um Sn. aa aunan :Como I l' ,
O Sn. Ci-mia e Figueiredo :Pela elaasula 31.
O Sr. G. Drummond : Se o oentrato nao esta-
va pe feito e acabado, qual abate que tinha o
goveroo para dizer que o orgamento aao era re-
galar.-
O Sn. Cunha b Fiqubirbdo : Dizia-o porque
esse orgamento apresentado por Mornay eslava,
seguado opintdss dos profissioaaes ioteramente
fra das regras d'arte, referia-se somenie ao
perill longetudraal, nao existindo os penis trans-
versaes sem os quaes o orgamento era iinpossivel
ser calculado, aera mesmo aproxidamente.
Para o orgamento ser feito regularmente e cal-
cular- a subvengan da lei era neeessario que
o contratante apresentasse os trabalhos comple-
tos.
Um Sr. deputado :Da lei eonclue-se sto ?
Su. Cunha e Figueiredo: Certamente. B
qnando nio se eoneluisse isto da lei, era conse-
quencia necessaria desde que sem ellos era im-
possnel um orcameoto e sem o orgamento jamis
se poderia determinar a subvengao kilom-
trica. -
Um Sr. deputado :De aecordo eom o con-
trato, logo o cjitirato estava perfeito.
(Troeara-se apartes.)
O Sn. Cunha b Figueiredo : Desta maneira os
nobres deputados me levam de vencida. J es-
tou arrenpendido depois qae voltei terceira vez
a tribuna, porque eston fallando sera nexo, sem
ordera, nao tinha mesmo me preparado para
fallar terceira vez e menos para solTrer seme,lian-
te contestaran p r apartes descompassados que
me obrigam a repetir o qoe j demonstrei. Des-
te modo nio posso deixtr de me sabir mal sen-
do interrompido desta maneira constante e im-
pertinentemente, nao poderei continuar.
O Sn. Rans s Sn.v.v : So estn Ihe incommo-
dando nao dou mais apartes.
O Sr. Cumba b Fiouehirdo :Nao eontinaare,
Sr. presdeme, oreio ter provado qnal apa a opi-
nio do mesmo Mornay eom relagao elaasula
31, qae elle considera va a execugao desta clau-
sula indspeosavel para reaiizagao do contrato-
Mas, Sr. prisi lente, rejo que os .nobres de-
patados que restam na sala estao de Ui manei-
ra infundada que nac qnereaa deixar-me con-
tinuar :v jo que Intil fazer mais estorgos,
nio apresentare a emenda que pret;ndia apre-
sentar a mesa sobre o projecto, nao eom e*pe-
rangai que ella passasse, porm soments para
levar a cruz ao Calvario.
Veriflsando-se nao haver numero, Qca a dis-
cusso adiada.
OSR. PRESIDENTE designa a ordem do di a
e levanta a sesso.
HEVTSTA DIARIA.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.-Na sessao de hon-
tem a asserabla approvou em segunda discussao
o projecto n. !*9 do anno passado, regulando o
exercicio dos officios de jnstiga no trra i de Cim-
bres ; era terceira o do o. 110, deste anno destinado
para auxilio da educagio de libertadas, melade da
qu na votada para eraancipago de escravas;
adiou, por empate na volagao, o de n. 93, crean-
do mais um olbio de escrivao de orphaos no ter-
mo do Bonito ; approvou era terceira o de n. 52,
elevando a villa a povoago de Aguas Bsl'as ; em
prirneira o de n. 109, concedendo* Smoliz & C.
privilegio para introdozirem na provincia um no-
vo systema deiornalhas e caldeiras para o fabri-
co de assucar ; em segunda, o de a 6 de 1869,
rev.igando a lei n. 723 de 12 de maio de 1868 ;
em segunda, o de n. SIS deste auno, creando um
districto de paz na povoago de Jureraa da tre-
guezia de Quipap, fleando adiada a discussao
quanto ao artigo additivo que Iha foi ufferecido.
Continuaado a segunda discussao do orgamento
provincial, tora ni approvados os arts. 31 a 35,
bem como os additivos.
Passando-se seguoda discussao do orgamento
municipal, orarara sobre o art. 2* os Srs. R. de
Aira-ida e A. Peroambueo, Picando a discussao
adiada.
A ordem do dia para hoja : contiouagao da
anterior, prirneira discussao dos pmjectos n. 106,
102, 111 deste anno, 61 de 1870 ; terceira do de
n. 53 de 1869 ; segunda do de n. 95 deste aano.
LYCEO DE ARTES E OFFICIOS.-Folgara de
anounciar ne-ta Revista que S. Exc. o Sr. Dr.
Manoel dos Mascimeoto Machado Portella, digois-
simo vioe-prestdente da provincia, animado do
mes rao ardonle desejo, que o sea antecessor ma-
nifesteu, de dar incremento generosa idea de
derramar a instraecio proGssional pelas classes
operaras, acaba de dirigir ara oflicio a sociedade
patritica Doze de Setembro, solicitando o sea au-
xilio e cooperagao para a obra do Lyceo de Artes
e Ofacio, qae se ach em vas de eonslrucgao.
Nesse offlcio S. Exc. demonstra completamente
qual o sea pensndolo de proseguir nessa glorio
sa tarefa, e assim d prava cabal do seu amor
por essa inslituigio popular, caja frente se aeha
um grupo de artistas credor de todas as sympa-
thias.
Lonvando a deliberado muito acertada do Exm.
Sr. Dr. Portella, aqui transereveraos, nio s o
cilicio i qae Iludimos, mas tambera o qne em
resposta dirigi a S. Exc. a directora da socieda
de patritica Doze de Setembro, ambos os quaes
sao pegas dignas de leitura :
gabinete da presidencia de pbbnah
BUCO, 9 DE MaIO DE 1871.fj..Srs.Ha ara
anno a Sociedade Patriotica'Doze de Setembro, do-
minada, como semore, dos nobres seotimentos de
amor a patria, -inicion a idea de am monamente
qae atleilasse aos vindouros a honrosa paz con
quistada pelas armas brasileras e das nagSes
adiadas na tremenda guerra do Paraguay.
< Cireamslancias independemos de saa vontade
flzerara-na uio proseguir nos estorgos ji combina-
dos e manifestados.
. Pareca-ma que assim nio rematou ella a hon-
rosa misso a que se propdz.
Entretanto off-rece-sef-lhe boje oceasio de
reunir os seas esforgos aos j erapregados para
ereegao de anf monumento de outro genero,
verdade, mas nio meos expressivo da nova ri
que a norosa paz mareon para o progresso do
Bcas.l1
O lyceu das artes qae aeabi-de ser fundado
oesta capital, tocando germen de lisongeiro fatnro
Jira as arles mechanicas e liberaos di provincia,
a mais significativa exoressao dos impulsos gene
rosos a humanitarios dos obreiros do progresso.
< O edificio, cuja prin: eir pedra foi assentada
no meio de geral applauso, nao podar ser promp
lamente concluido se nao houver o eoncurso effl.
caz da popolagio, sempre solicito am eorrespon
der ao reclamo das ideas uteis.
< Conhecedor de quanto efflcaz e prompta
pie sor a aceo da Sociedade Patritica Doze de
Setembro era bem de lio esperaagosa instuigo,
a deaejoso da quanto am mira couber auxiliar a
sociedade das Arles Mechaaioaa e liberaos, confla-
damente dirijo-mo a W Sv, lembrando-lhes que
chegada a oceasio de fazerera a Patritica Doze
de Setembro dar urna maaifesiacio dos elevados
seotim-ntos qna tonto a deslingairam desde sua
fandago.
O que pretenda alia fazer para recelo do
monumento material man txpresstvo da par, fa-
gv.o agora para a do monumento awral-qoo bal'
lamenta xraduz os seas effeitos.
Quando outro motivo nao hoovasse bastarla a
lembraaca da parto qae mas manitoiiagoes da Pa-
tritica Doe da SatomWp tomoa *empre a Mora-
da classe, a cujoi destinos se prende o lycea das
Ha. y 9?frf. r i
a Nutre, a firme esperanga de que Vv. Ss., aco-
Iheado a minha lembranga, tado. farjo no sentido
della, tornando cada vez mais merecedor de geral
app1au?o asoeedade que lio dignamente dirigera
e da quel rae honro de* fazar parta. *
Queiram Vv. Ss. aceitar oa protestos de minha
particular estima e consideragao.
t Srs. presidenta e merabros da comrasso cou-
tral da Scciedada Patritica TJoza de Setembro.D
Vv. Ss. multo atlencioaa amigo venerador e crea
do.Manoel 46 Nasoimnto machado Portella.
Sociedait Patritico, Des* de Setembro.Ra
eife. 9 de mata i I87.Illm. e Exm. Sr.k eom
misso central desta sociedade receben cem vivo
prazer a caria offlcial qna V. Exe. se dignou diri-
gir Ihe em dala da hoja convidando-a a auxiliar
com seus esfjacos aoaanislas na edifleagio do
lyceu das arteamecbaareas e Uberaes.
H'or mais da am motivo esta sociedade ap-
plaude e comparlilha os sentimentos de V. Exc. em
religa) dktincta classe dos artistas, fadada a
grandiosos destinos.
< Nunca ser esto sociedade desconfiedla ao
valiosissBio Daenrso qna para a eonsecueo dos
sem Pras Ihe prestario estes dedicados filhos do
povo: em suas manitostagdes patriticas a Socie-
dade Patritica Doze da Setembro sempre os en-
contrn animados do mais santo e nobre entu-
siasmo : aceitaran) a nossa idea e nunca desmen-
tirn! o sen patriotismo.
< Urna vez que esta sociedade, por motivos in-
dependentes de sna vontade, e que ella ainda hoje
lamenta, nao poda dotar ,a provinciacora o mo-
namento da victoria, symbolo do nosso herosmo
na lucia gloriosa eom o Parannay, bate palmas A
idea de substituir-se o projsetado monumento pelo
lycea das arles e oftieios, e a eltodediea-se de
bragos abortos e coragao.
Ser lamben uro monumento victoria : mas
a victoria contra os preconceitos que nos tem pos
dos fligellaram eiaata dastes obreiros do pro-
gresso, aotriorapbe que al can ga c. mira a igno-
rancia.
P le, pojs, V. Exc. coatar que a Sociedade
Patritica Doze de Setembro com a dedicago oom
que se afana de sempre pmstar-se a causa do po-
vo, vai ampregar todoa os estorgos ao seu alcanee
para que es-a idea, aasegura aos arti-ias ara bri-
Ihantissimo futuro, seja em breve ama realisa-
gio.
nos que fazemea sinceros votos pela pros-
peridade e engraa leaimento de nosso paiz, taremos
cerno inexiimaval recompensa a gloria ie bave-
rem coocorrido pira urna insiituigo proraetied>
ra de verdadeiro progresso. Deus guarde a V.
Exe.-IHm. e Exm. Sr. Dr. Manoel do Naseimento
Machado Portella, mu digno vice presidenta da
provine .Adolpko Lanunhn Lint pr-presiden-
te, La Goncalfs da Siten secretario, Jos Anto-
nio Pinto ihesoureiro, Manoel Jos da Stloa Gui-
maraes, Francisco de Paula Salles, Joaquim Cor
rea de Araujo.
INSTITUTO AGRICOLA.-Hoje, s 11 horas da
maoha, ha sessio do dir torio do Instituto Agr-
cola, onde se tratarlo de assomptos importantes.
LAMEN'TAVEL DESASTRE -Houtera as 9 ho-
ras da noite ura trem de roateriaes, que se reco-
Ihia de Caxang para Apipucos, "conduindo alguns
trabalhadores, detcarrilhoa li fatalmente neste
ultimo ponto que dea lagar a licarem com as per-
as fracturadas dous iofelzes operarios,
Determinou o accidente o (acto de se achar a
va obstrnida por espeques e pedras all collona-
das por mo malvada^
Os feridos forara transportados para o Recito no
trera das 9 1/2 horas da no te, e ebegando ra
da Aurora, toram levados*para a casa do Dr. King,
&nda receberam osprimeiros curativos, devendo
depois serem cooduzidos para ara hospital.
A hora avangada em que escrevemos esta noti-
cia nio nos permute ser mais minuciosos : se-to-
bemos araanbi.
GUARDA NACIONAL.-Raunem-se ao da 31
do correte, as diversas raalrizes da provincia,
as juntos de 'ualiiioagao da guarda nacional.
NOVO MUNDO.A' livraria franceza acaba de
ehegar o n. 7 do Novo Mondo, conlendo, entre
outras gravnras, o retrato do Sr. senador Zacaras,
nm quadro representando as (estas publicas em
Berlim, e o procesra de preparo e embarque do
guano. Como sempre, traz este numero, grande
serie de ampos importante' sobro oa assomptos
mais debandos de prseme ao mnndo, como se
jara : A questo de rncaa, A abolicao da etoaavid&o
e os recursos no Brasil, Estrados de ferro pucha-
das cavallo.
PRONUNCIA. -Pelo subdelegado d\ S de Gira-
da foi pronunciado, como curso as penas do
art. 201 do codigto criminal, Hereolano Jos Pi-
nheiro, por ter ferilo ao subdito Ingles Williara
Richards.
JUSTA REGLAMACAO.Pro'cnron-noi hontera
ama cororaisso de artistas ferrairos, composta dos
Srs. Manoel dos Santos Villaga, Joo Lourengo Pe-
roira da Costa e Eduardo Minanpt, para o lira de
inserirmos oesta Revista as lionas que vo em se-
guida, as quaes reclamara os artistas ferreiros
desia cidade eootra a execugao da poslura muni-
cipal de 7 de novembrp do anno prximo Pind.
Aceitando essas loSba e dande-lhes cabimento
aqui, pedimos lllraa cmara raonicipal que tome
alguma providencia no sentido de obviar ao mal
que sem duvil ha de resollar para as industrias
que aquella arte pedera auxilio, certos de que a
edildade do Recito nao descurar de attender
urna justa reclaraagao.
Eis as liabas :
t Os ferriiros establecidos nesta cidade, ten-
do-se visto obr'gados a fechar as suas oQdciaas, o
que j desde hontera tlzeram, rogamaos Srs. era-
prezarios los diversos joroaes que se publicara
oesta cidade, o favor da publicaren, para eonhe-
craento do pablico e especialmente das pessoas
com quem os mesmos artistas tem compromissos,
que elies virara-so toreados a assim proceder, em
consequen :ia da vexalor'ta e inexeqaivel postura
municipal de 7 do novemhro do anno passado,
pela qual esto prohibidos de rrabalhar, sob pena
de malta e do dobro aa reincidencia, com carvo
de podra, e obrigados a construir em cada oflkraa
ama chamic era altura superior ao mais alto edi
(icio da visiohanga no permetro de eem metros.
< Quem tem conbeetmenio do offlcio de ferreiro
e das cinemas era que trabalbam a maior parte
dessa classe de nossos artistas, nio pode deixar de
esperar que a Lima, samara municipal ainda re
considerar esse sea acto; e para esse ra os
meamos artistas invocara o contara com a oler-
vengio des diversos orgaos da impreosa pernam
bucana > *
DINHEIHO 0 vapor Merrimak levon :
Para a Baha. 208 41?*90
o Rio de Janeiro. 5:3i0*o00
O vapor JeqiA tronxe para os Srs:
Joaqnim Jos Gongalres Bellro. 1:000*000
Dr. Joo da Silva llamos. 670*000
Amontn Irmios 4 C; 300j')00
Os vapores JroadVza e Jaguaribe levaran)
hontem:
Para Macsi. 66:700*000
i o Natal 5:000*000
oAracaty. WHOO
REUNlAo ACADESnCA.-Deve ter lagar no dia
17 do cor/eite (uaria-feira) a seguBda renno
dos Srs. acadmicos para j> nm de oovirem ler e
descutir a rfpreseataeaoa'caraaras contra o de-
creto que reformoq as academias do imperio.
ALAGO AS.Recaemos jornaes da capital at
12 do correte.
Achava-se roisiionanio, na colonia Leopoldi-
na, o Rvir. missionarip capuchiho fre Venancio
de Ferrara, e prcraovendo ao mesmo lempo a
eonstrocgao de ara cemilario.
A' respectiva assemola legislaiiva requera-
ram Araberg & C. privilegio para fazerem rebocar
os navios que demandarem a barra do rio S. Fraa
cisco, mediante 1* por tonelada.
CIDADE DA VICTORIA.Copiosas e abundan-
tes chuvas, diz o Corttit d$ Sanio Anido, tem ca-
bido s bre esta cidade dorante o correte mez.
LOTERA.-A que te aoba renda a 193*
benecio do Livrameuto da Victoria, a qual corre
oo dia 23.
PASSAGEIROS.-6wiperamar1eano Mtrnnuct
levon para a ania e iVo da Janeiro:
Joao Gregorio doa Saatot, bario de Aragagy,
sua seub-ira, 1 lilao e 3 ariados, Jos Leopoldo
Bourgard. K-tln, Dr. Angosto F. da Otiveira e 1
criado, Bacellar Borges da Goal, GeUecla Emilia
da Cosa, Marianno Francisco Aires, Mara de le-
sna, Jos Lua Nery.
Sabidos na barca porlugueza Vencedora par
o Porto:
Horacio Antonio Mangabeira, Jos Joaquina dos
Santos, Anna Julia Forraira, Jo Duarta da Cu-
nha Pinto, Joo Antn Martina Pereira, Sebaliao
Jos Martina, Mara Gandida da SMva Ramos.
VinJos de Lisboa nd brlfoe portugqei Ja-,
HoracjA Jkplpn'Q, Manqubaira. Jos Joaqaim dos
&nta, Ad&iolia^ertWalTos Daarte da Caoha
Pinto e sua senhora, Joo Antonio M. Braga,
ebastiio /^mrral.
Sabidos para aaorte.no aapwr Jiatwribe :
Maria Emilia, da yaa, v'raa m a*inha U-
nhares, Giandioa Francisca u> Yascpacellos, Jos
Antonio n> Garramo crfffo, B. uVenal Rodri-
gues Pinheiro, Augusto Carlos de Amorim Garca,
Manota Jos do jwal. LejeaWBNInflno de Frai-
las, Baavenuto da Blva Jaldanh a um sebrinho,
Joio Paraira, Vieencia Maria da Gbncelgo, Sal-
viano Ramos, Joio Fraaebeo Rota Outra, suate-
nhora a 2 lilhos, Silvia* Alfredo S-nza Franco,
Joo.Fefippe Guimaries, DoramgM lusafifincalves
I'oncade Len e 1 ascrava, Anioa|B Sabidos para os portee do soJ ao vapor ama-
i leaaa Merrimack :
Joio Gregorio das Saatot, bario do A-agagi, sna
senaarir, 1 litio e 3 criado, Jos Leopoldo B., M.
Kahn, Dr. Augusto J. de Olweira e 1 criado, Ba-
cellar Borges da Costa, Colleta "Emilia da Costa,
Mariano Francisco Alves, Maria de Jetas, Jos
Ijjz Nery.
^- Sahidos no lugar p rtugnez Julii: .....
Prncisco Jos Gongalves, Manderino Francisco
de Salvador, Carlos Gris de Nalale.
PUBLCAME? A PEDIDO.
Estrada de ferro do Limo-

Francisco Jdto GQBCjJjai. Maodwiuo Francisco
da Salvador, Cario Ha W^fataT
- Salwds para LUbo, na ture portugueii
Vencedora :
eiro.
vNao devo dar porterrmaads a diieastWhavida
acerca da estrada es ferro do Limeetro, sm apa-
gar a nltiraa prevengao que se geroa no anhno
do Sr. J. de Mello Rege.
S. S. faz me injustiga snppondo qae retirei ao
Sr. bario da Soledade a qoalidade de bomem de
Ixm que geralinente se Itie aUribue. >
Nao i-t-> qne se eollige dos meas eseriptos.
Para qne asaim'fosse, era preciso admitlir o qae
sempre contstei, isto que o Sr. bario da Soleda-
de fosse capaz de ceder ama coaccu mdecente
luo nio existir), e tvesse contratado da^m f.
'ac outro cnoceito de S. Exe.
I'ambim nn foi minha ioteneo laogar odioso
sobre assembla provincial.
Tinha necessidade de tirar isto a liuopo para
por a salvo os ataos principios de educagae,
Quanto an mais, nao sinto necessidade de dizer
cousa alguma de novo ; contento-me qae se lei
o qae esertvi.
Recite 15 de man de 1871.
Buarque de Mcalo.
liha de Fernando
De quanlos arlig s do reguiamento da Iba de
Fernando de Noronba, citou o Sr. coronel Josc
Angelo de Moraes llego em sua jusiilieago publi-
cada no Jornal do Henfe, de 13 do correte, ne-
nhum achamos qoe d apoi ao que o mesmo ee-
nhor, oa qnalidade de eommandanie, e o prinaairo
qoera corra o dever de camprir a le, praUeon,
vendendn publicamente os gneros da produega-o
da Iha que deviam por ferga do reguiamento, ser
destribuidos pelos erapregados e sentenciados, e
cujas sobras, quando houvesse, rovertoriara em fa-
vor da fazenda publica.
Oearcereiro Alexamire Deluea, vendjia lenha,
venda ceos e al as bananas redn?ia a dinheiro.
Era o presidio urna quitanda do goveroo onde ta-
do se venda I
Atetada dos vivanderos em Fernando nao e
contraria, s disposigdes do reguiamento, desde
qne o Erna, ministro da guerra na aviso era qae o
mandou vigorar, decarou qaellas continuassera
na ilha, ale qoe o goveroo taaadaase estacionar
ao porto da mesma o navio de guerra.
O goveroo quer que os gneros da ilba sejam
destribudos gralis pelos empregados e sentancu-
dos; o Sr. coronel Moraes Reg qaeria, nem i o
expr a venda esses gneros, como obrigar 'm(!a,
os empregado a pagaren no imposto! de 7*201/
aonuaes, por urna eartnha ou ovelha qne crias-
seral
O governo promettia a raeommendava a conser-
vago dos vivandeiros no presidio ; o Sr. coronel
Moraes Reg eonfessa qae as medidas por ella
postas era pratica tendaai a faza retirar os visbb-
deros, antes de esiacioaar naporto o navio de
guerra 1
O governo permittia qae os empregados qna ti-
ves-em plaataeoes antes de ser posto em araban a
reguiamento, colhesstm, e iadeinnisassem % fa-
zenda publica dan da ama parte da colhea ; 0 Sr.
coronel Reg, quereodoi como diz em saa prirnei-
ra ordem do da, por o reguiamento ero sna pla-
tude, nao adiando os empregados com plaotagots,
qaer que sejam criminosos da laza fazenda pu-
blica, os que nos commanlos dateus anieoetto-
res plantoram ainda mesmo para o proprio con-
sumo I
O eoase|h\ de estado em solucio ama eenaul -
ta do commandante do presidio qne Ihe foi presante
pelo ministerio da guerra, decidlo (uejos emprega-
dos de Fernando e os offlciaes destacados podiaro
plantar para o proprio consumo, criar aves e ani-
maes domsticos; o Sr. coronel Moraes Reg, nao
quis qae plantassem senio os sargentos Madeira e
Biltencoort, e considerara reos os que era ontros
commandos plaotavam I
Quando o Sr. Moraes Reg nos apresentar o arti-
go do reguiamento que o autorisou a formular to-
bellas e criar iraposlos, Ihe daremos razo para o
procedimeoto que tere, e qae alias nao podia ter
sem primeiro cumprir o que recomroenda o 2.*
do art. 4., que diz assim :
t Executar e mandar executar.com a maior pon-
tua.idade, as disposigoes do presente regqUmedio,
e propor ao governo imperial, por intermedio da
presidencia db Peraarobuwy as alteragGes e modi-
cagdes que julgar necessanas ao oosroo regola-
menta.
E ainda eima que eumprio o ?la dever e a te,
sujeitando os empregados e mais habitantes da
ilha, a sua tabella e impostos I Valha-nos Dan I
O Exm. gcnetal Roban tratando dos abusos aa*
se praticam em Remando, eita estas palavras dilas
pelo sabio general Abroa e Lima era am dos seus
escrptos a respeto do que elle proprio preseaota-
ra n'aquella ha : t Quantos crimee horrorosos
oocaltos n'aqnelle torrol Quanto arbitrio 1 QaaD-
ta injustiga clamorosa t Qnania imraoraiioade
praticada at por aquelWs que deviara ao mtaos
dar exemplo de orna moralidade aparent I
B o general Abren e Lima nao liona visto nada!
Recite, 1) de maio de 1871.
H.
<
Acaba de ser exonerado sea pedido, da car-
go de ehefe de polica desta provincia, o Sr. Dr.
Luiz Antmio Fernandas Pinheiro, qoe por esta-
co de don amaos, poueo mais ou,neno% exeroeu
dito cargo, recomooendando-se aaestima poWiea,
pela independencia, imparcialidade a energa com
qne sempre soube haver-se.
Magistrado mnito intelligente e probidoso, dena
o Sr. Dr. Pinheiro em seas arios provas as raais
inconenssas de sea zato, amor justiea e reapmto
le).
Carcter nobre e elevada, lutado flot roaia.es-
mavels predicados qne podem exaltar ao hornea;
qngr em sua vida publica, qur partienlar, o Sr.
Dr. Pinheiro delta anda nesta trra aao empate
.ffeiro's, mas anigos verdadeiros que serapr* se
recordaro com viva saudade de sua pessoa.
Estes amigos aao podem deixar de lamentar %
rearada de lo prestimoso quanto destinlo aava-
Iheiro, e f-zem os mais sinceros votos para-qtH a
fortuna me taja sem ora propicia, e qne o premio
que a sociedade deve cooferr ao verdadeiro rae-
reeiroento nunca faite a aquello qne sabe me*-
trar-se lio digno delle constituiado um doa ms
bellos ornamento da magistratura.
Recite 1S de maios de 1871.
Um amiao.
Ao publico.
Ainda urna vez volto imprenta para contaUT
raexaeiidoes avenudas pelo Sr. Dr. Luiz EaivJio
Rodrigues Vieira relativamente aos negooos ton-
oernbntes a eat e sitio ra dos HiupicJop. '2,
que a todo o iraate o mesmo senbur qoer tr^
car aos htrdairos do mea pai, o major rrahg
iuaquim Pereir* da Garrafio.
E sempre o mesmo systema
Felizmente pao de meus habites outro
dar qut aao taja, o que i aeonsolaado 'pee
vend Jo ao 4esrt)argi
tucara
nonvessem re
Llmittar-.
leelaraado i
le aun pai
finaiao
? falso que ti

flW
i
(
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JTcorreo ob aJ>fI|nphe--RecuiiecJ.
Ln






xk de rtfauttlilfo- ~ Tersar1 tora 10 tt**tfg f Jff
SNi.
ioeM
fil
dei
raoajaeonioc.csrti
apreoeauda. a amara
17 de agos-
ado, aperante a
i, j expaz a verda-
ove: que a eseripta-
_ foi pelo. Sr. Dr. Viaona
nao eslava completa ; que
rival, adquiriada oaBauadaviiente novos L-ium-
plio?.
*" *" Wlfaftir un jamante.o que iba fea cunta
mostrar para corroborar a preposta que em ao-
etu eicrplura re/ere ae lio tmente aos qoiohdes
iailro herdeiros priocipaes e un representan-
te do (tro hardt ro que falleceu dexando tres (i
uwa; (os fierdeiros priocipaes foram 8) que cadi
uta lesies quatro berdeiros ;da qua trata eaaa es-
eriatora reservn da tea quiaho ama parte na
razie de 16.0D0 para garanta e seguranca da
accie da cmara e berdeiros de Michles, obri-
Eo dejen ib argador a pagar renda propor-
va'.or nwervado, como se v da propria
ura, parte esta que fui omittida na ceriidao
W. Dr. Viaona apresantoa cmara; e que
uros tenaate-coronel Francisco Joaqum Pe-
.4a Carvdih i de quem fui procurador at a
data 4 seu allecraeot i, e Augusto Pereira de
Garvalbo de qoem procurador o Sr. capitio Ma-
noel Joaquina kalhado, naj veuderam os seas
quintados.
Nio fui conteelsdo oe&i podia se-lo pelo Sr. Dr,
Tintoa.
Entreunto, corno a cmara nao bou vesse acei-
tado a proposta por elle feta acerca da 15 das,
e eoocedeise novo praso aee herdeire para reali-
sarem a oomposifao tratada acerca 4a accao que
a mesma cmara inove contra os bardeiroj, ei-lo
de novo em desespero- por ver que a presa coco
que j contava fngio-lta aiada das maos, na in-
tencao de crear embaraces a qualquar traosacao
que os herddiros Jorreottra leuhaui de fazer so-
bre a mesma. ropriedade pora a termioacio do
negocio da eamar.i, volta a publicar inexacudoes
embora coovicto de ver mais ama vez provada a
fafeMade de suas aegaeSe.
. Triste expedieoie f
Aioda b.'n que a trica por demais velba; j
nao aproveiu.
Conclaiodo repitrei o que disse em o m-;u arti-
go da 5 de dezembro :
Felizxen(e acaatara municipal e o publico j
ostia ii4eirados do que e capa* Sr. Dr. Vianna
para coawgnir o sean das : tomar-ee sosrtior de
toda a refer Ja p*opr edade sam dar tmis eousa
alguma aos herdtiros.
liaja vicia a pclicao em que elle fes a cmara a
sua segunda proposta e o artizo que fiz publicar
o Bktrto de Pornambuco, de 17 de agosto do an-
nopasaado.
Qiier tuna qoar e ontro da* a-medida de sea
proceder.
O publico que sjuize e em ana consciencia 4-
he o tome que bom I be merecer.
eife, II de majo 4e 1871.
\ i' Mantean Jk. Pereira te Carwitho.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH < FOREIGN.
Lie aod Fire Assutinee Company*e8tabeleci4a
m 18. Capiul oTSo.OOQ
Os agentes desta eompaahia tomam segaros
coaira logo sobre predios, gneros e fazeodas e
pagam aqu prejuizos devidimente provados.
15
Rabe Schmettau 4 C~
Corpu Sanio n. 15.
HAIO
FKACA DO REOIF 15 DS
i J 1/1 HORAS DI TABDB.
CotaCoes ofiiciaes.
'Jambto sobre Lonflrea 90 4/f %i por U00O
do banco (sabbado).
. G. fttepple.
Presidenta.
P. J. tinto.
Secretario.
ALFANDEGA
ieodimento do dia 1 a II. .
dem do dia 18. .
380:7051880
37:936^154
418.641*039
'

A' cnllia rnrte ala lll-a e
Uan. Strav i#. icMiquiaia 8o-
Ifaela Pires Ferrelra Carael
ro Monte iro
Pezou-te Deas da vida na btlanca....
o flel estreoeeeo 1...
Poz na concha d'lm taas virtudes...
e devia-le o co I
Tbomai Ribeiro.
Fazem amanhai sete das que sabio i maasae
dosustos a Exma. Sra. D. Joaquina Bonifacia Pi-
xes rerreira Garneiro Monteiro, virtuosa consorte
H tallecido tenenie coronel Florencio Jos Car-
Mira Monteiro.
A Ilustre finada era dotada de todas as virtudes,
*aefflJealc*-r '?0 da.molaar, que sabe
eoaprehemler a sublimidadt de sua assio, e
cumprir os devtrsi quelbe sao inherentes.
Como esposa era estremecida e de urna dedica-
ci soperior a todo o sacrificio.
No carcter de me ana extrema affdicao para
cora seus filaos, lei sempre sem limites; e para
cora lo Jos era de una bondade que capta va o res-
pailo, a estima e a considera^ao de quantos a cj-
neciam.
Seus entimentoj religiosos erara como qno o
funda do sea carcter.
BUaara a mulb sr asgeKea, como a cbamava o
fallecido Dr. Meodes da Ganba, anda em vida de
sea marido ; nao deixava de assistlr a fesu, e
todas as novenas 'eitas a Nossa Seohora da Saude,
a uam consagrava especial devocio.
Poucos dias antes de morrer, a am parate
que e proearava reanimar cora a esperaaca de
prompo reslabelecimeoto dos seus encommodos,
disse ella cora a placidez de uta espirito contricto :
so grande o poder de Deas.
Quaado seatio qae se Ibe aproxiraavara os ol-
tittos momentos, pedio os soccorros espirituaes,
e dapois que estes lne foram ministrados, disse
com un sorriss de conlentameato : agora sim
astoa satisfeiu.
Eftpres.-ao sub.me e eloquente da verdadeira
cbxiaiil EstounatUfeita.... era esta a mani-
>.stac3 de sua pura e ardente no Autor da
creaca.
fiemfazeja e catholica, b3iubroa*sa de que nao
havia ajtasaado carta de liberdade ao sea escravo
Frederico. quaado j linha feito mae e duas
irmas deste. Mas este esquecimeato, que a af-
ligi no momento, foi logo sanado pelo taballio
Antonia Borges da Silveira Lobo, que gratuita
mente da melbor boa voatade se prestou a lavrar
a carta de alforria do referido escravo.
Seas din estovara contados.... A lata tei
tranquilla, e a luz da existencia se lne apagn,
esvaecendo-se....
Sa os recursos da medicina foram balda los,
os desvelos incensantes qae encntrou na familia,
o na de seu oncanhado Manoel Gongalves Ferrei-
r Silva (para caja casa ae tinba passalo com o
an de ver se melborava, e onde se achava rodea-
da de seos filhos e alguns prenles), podero ao
nos suavlsar-lbe os transes dos ltimos mo-
entcs.
A memoria da Exma. Sra. D. Joaquina Bonifa-
cia Pires Ferreira Garneiro Monteiro, ser iramor-
redoura para tocios aquellos que admiraram-Ihe as
qualidades pessoaes, qae tanto a ennobreciam; e
o tributo de dolorosa saudade, qae lne prestaran),
assistiodo nm grande numero aos seus ltimos
juffragi'is na igraja da ordem terceira do Garmo,
a acorapanhando seu iretro ao cemiteno publico,
ama bomenagem devida s suas virtudes, e ama
prova da estima e consideradlo de qae gosava.
Se e galardo do justo a bemaventaranca eterna,
a Exma. Sra. D. Joaquina Bonifacia Pires Carnei-
ro Monteiro, deva ter recebido no seis de De a
recompensa prometlida aos seas escolhidos.
Compartilhaado com sua familia a dor profunda
que experimenta pelo seu passamento, damos-lbe
nossos sentidos oezaraes, e deixamos eabir sobre
a lousa da Ilustra finada ama lagrima da ttrica
saudade, qua ora nos coofrange o coracao.
Recife, 15 de maio.

Srs. fl teiro Oemocraho, vi maravilbado mea pobre nome
e o do meu companbeiro e patricio o padre Joan
Gazzaoeo, apresoniados ao publico como jesutas.
Em hoora da verdade, porm, pe?o a VV. SS.
que fae manifest por intermedio de sea apre-
avel j'iroal, qua uunca fomos religiosos ; mas
padres regulares educados em am seminario.
Rogo, pois, ao Sr. redactor do Oaieiro Demo-
crtico que pooba mais diligencia em conhecer a
verdade dos fados qae refere.
E VV. SS. por essa dedaraco resebam a ex-
pressao do mea sincero recoahecimeato.
Gloria de Goii, 10 de maio de 1871.
O coadjactor,
Padre Donato Barruco.
N. 03. Agua de Florida de Marray e Lao-
"18- .7* lifflcultoso distioguir-se a^enhora
de delicado e rtiflaado gosto, pela qualidade dos
perfumes da que geralmeote usa. Tanto as se-
nboras da moda como as senhorltas da Amerita
Central e do Sel, dao urna indispuUvel prefereo
ca i t Agua da Florida de Murray & Laaman, em
lugar dequalquer um outro perfume para o lenco;
e teem-se aferrado ao raesro para mais de viole
annos esta pirte, ea abandono do Extracto de Lubin, assim como
de miUtos outr perfumes e esseneias Europa mais ou manos agradaveis, mas em oenbuuvcaso
tan aromticos o de proprie lades lio saavels e re-
frigerantes. As nossas proprias iBeldades,- sio
boje pnraeirs.s justificar a ajuizada senteac
pastada pelo pibljco da America do Sul, em fa-
vor desta rquiMinia esseneia floral, a qual vega-
ta e te propaga pelo mundo inteiro altiva e sem
HoTlsento ala alfandega.
^olamos entrados com fazeodas
com gneros 45
Volames sahidos com faxendas
c com gneros.
------45
tu
60
-------214
? Descarregara boje 16 de malo.
Brigae inglezLauracarvio e canos.
Patacho inglezAlberto mercaduras.
Lugar inglezUniondem.
fatacbo inglesAliciavarios gneros.
Patacho norte-alleutioManadem.
Barca inglesa Wttak o/ *** Tegn canoa.
Lugar portuguezJu/'ovarios genero?.
Despachos de exportando no dia 13 de
maio.
Na barca ingleza Zennia, para Croostad car-
regaram Kelter & C. 101 saceas com 6,991 kilos
de algodo.
No navio austraco Colibre, para Marselha
carregaram : Keller & C tOO saceas com 12,153
kilos de atgodao.
Na escuna norte-alleraao Asna, para o Rio
da Prata carregaram : Preira Garneiro di C. 40
meias barricas com 1,850 kilos de assucar brinco.
No navio brasiliro Attfusto, para o Rio da
Prata earregoo : Joaquim JcsGjn;al?os Beltro
35 barricas com 2,537 kilos de assucar branco.
RECEBEDORIA DEPRENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBCO
Condimento do dia t a 13. 31:452*557
dem do dia 15..... 5:5061420
6:9684977
CONSULADO PROVINCIAL.
tendimeoto da dia 1 a 13. 36:6371358
dem do dia 15..... 4:351il25


40:1*881183
MOVIMEKTO PO PORTO.
lvavioj entrados rw (fa 15.
Rio de Janeiro 15 dias, polaca hespanbola Jo-
ven Hasalia, de 235 toneladas, eapitao C. Amo-
nio Oliver, equipagem 13, em lastro : a ordem.
Rio-Grande do Sol 3 dias, patacho nacional
Salapuedes, de 229 toneladas, eapilSo Jos Pe-
dro de Atmeida, equipagem 14, carga 13,000
arrobas de carne ; a Rezende A C,
Rio de Janeiro 14 dias barca portagaeza Har-
mona, de 389 toneladas, eapitao Antonio Jos
da Croz, equipagem 15, em lastro ; a Tbomaz
de Aqaino Fonseea & C.
Copeohagem 66 dias, barca ingleza S. Morton,
de 417 toneladas, capitio W. R. Paule, equi-
pagem 12, carga madeira, a ordem, veio refres-
car, e seguio para o Cabo da Boa Esperanca.
. tiYaouu tahidos %o miesmo da.
Aracaj e portos intermedios vapor braseiro
Mandaku', com mandante Julio Gimes da Silva,
carga differentes generas.
Granja e portos intermedios vapor brasieiro Ja-
guaribe, commandante Guilherme, carga varios
gneros.
Rio da Prata escuna norte ailemaa Anua, ea-
pitao S. Lucbet, carga assucar.
Paraescuna portuguea Galarm, eapitao Santo3
da Costa Gaspar, carga assucar, agurdente e
outros gneros.
Liverpoolbarca sueca Ostendia eapitao N. Lors-
sen, carga algodao.
EDITAES.
Francisco Antonio Pereira da Silva, commendador
da ordem de Cbrst\ offlcial da imperial ordem
da Rosa e commandante do 8* batalnao da
guarda nacional do municipio do Recife, fre-
uezia de Santo Amaro de Jaboatao, por S. M.
nperial, etc.
Faco saber, que tendo de reunir o conseibo que
lem de rever a qualiucacao da fregaezia de Santo
Amaro de Jaboatao, segando o artig> 9' do de
creto 1130 da lei n. 602 de 19 de seleaibro e das
instruccoes de 25 de oulubro de 1850, as 9 horas
do dia 21 do corrente mez, no consistorio da igre-
ja matriz; aonde os interessados podero compa-
recer ou reclamar o sea direito : para constar
raandei affixar o presente edita!, em que me as-
signo.
Commando do 8- batalho da guarda nacional
12 de maio de 1871.
Francisco Antonio Pereira da Silva.
Tenente-eoronel presidente do conseibo.
O inspector da alfandega faz publico que
tica transferido para o dia 17 do corrente, depois
do raeio dia, a arremalacao de am escaler cons-
tante do edita] de 8 deste mez annnunciado para
boje, que por falta de licitantes deixou de ir 4
pra?a.
Alfandega de Pernambuco 13 de malo de 1871.
O ebefe da 3* seccio,
L. de C. fots de Andrade.
Decio de Aquino Fonseea, cavalbeiro da imperial
ordem da Roea, tenente-eoronel commaodanlo
do 1* batalho de artlbaria da guarda D&eional
do municipio do Recite e presidente do conselho
de qualiicacao da parochia de 3. Fr. Pedro Gon-
Calves.
Faco saber qae de conformldade cora as iestrue-
edes de 21 de oatabro de 1850, e decreto n. 1130
de 12 de marco de 1853 nos artigos 1* e 9a, reu-
nirse-ba no dia 21 deste mea, na igreja matriz do
Corpo Santo, o conselho de qaalificaco para a re
viso dos guardan alistados na respectiva fregu
zia.
E para que etaugne ao eonbecim'nto de todos e
a quem interesjar possa, mande! passar o presente
(|ue ser publicado pela imprenia e atusado nos
lugares nuls pblicos da fregaetia.
Quartel do commando do 1' batalho de artlba-
ria da guarda nacional do Reoi fe 11 de maio de
1871.
___________Dacio de Aqaino Fonseea.
Facaiflde de Direito.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro, vice-diree-
tor, faco publico que dea mareado o prazo de seis
raezes, cootados ala dala 4este, para a ioscripcao
dos que pretenderem eoncorrer ao lagar de lenle
substituto desu Faculdade, vago pelo accesso do
substituto Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes
de Drammond cadeira 4e que era proprieiario
o conselheiro Loureoco Triga de Loureiro. Pelo
que todos os pretenaeules ao dito lugar pndero
apresentar-se desde j na secretaria desta Facul-
dade para assignar seus nomos no tivro compe-
tente : o qae Ibes permitlido facer por procu-
rador, se estiverem mais de vinte leguas desta
cidade, ou tiverem [nato impedimento.
Devendo outrosim apresentar documentos que
mostrejn sua qualidade de cidado brasieiro, e de
qae esto no goso de seus dirsitos eivis e polticos,
rito certido de baplismo, folha corrida do lugar
de seas domicilios, e mais o diploma de doator
por ama das Facaldades de direito de imperio, oo
publica forma, just&cando a imposMbilidale di
apresentacao do original, e na raesma occasia po-
9er5o entregar qaaesquer docamenios que jai*
garera coovenieates, oo -eomo titulo de habilita^
edes, uu coma provas de servicos prestados ao
eslado,
Ibes
os arts.
de 1
feven
E
man
.vate, fie seri
e as da corle.
Secrvs*iadaPaculilaaeide Direitoo R
de maiode 1891. W"
"ti SecrSWHo,
Jos Honorio B. de Mmezes.
i,- iij-
Deiphim Luiz Cavaleante Pessoa, oat>uio eomman-
danta interino do 6a batalho de infamara da
guarda nacional do municipio do Recife e pn
sidente do conselho de quafifleacio 4a fregaezia
dos Afogsdos, etc.
Faco saber a quem ioleressar posea, que de oon-
formidade com a lei de 603 d s 19 de setembro de
1850, se lem de reunir no dia 21 do corrente mez,
no consistorio da igreja matriz, o conseibo de qua-
liticacao para a re viso dos guardas naelonaes,
alistados na niesma fregaezia
E para qne chegne ao conhecimento de todos
mandei passar o presente, raja ara publicado e
afflxf do nos lagares mais poaMee 4* freguezia.
Quartel do commando hulMo dB batasbaa*
infantaria da guarda nacional do mtllcipio doRo-
cife 5 de maio de 1871. .
Deiphim Uta CiWif te Pesase,
Capitao, commandaute interino.
por
se faz-;
qustro dias, I
as
estiva
cas
tratal
o ella proj
a i.'signaT
tr do pra
e, qualquer i
Perante a cmara municipal dobla cidade,
estara em pra^a nos dias 15, 16 e 17 do corrente
para sef arrematada por quem menor prec, i oTe*
recer, a obra da consiruecio de nm ardo e alter-
ro ea aova estrada da Gapuga, avahada em res
3:330*000.
As passoas que pretenderem arrematar, con-
parecara no paco municipal em os referidos dias,
munidos de flanes.
Paco da cmara municipal do Recife, 13 de
maio de 1871.
Bento Jos da C'sta,
Pro presidente.
Lonreaco Bexrra Carnetro da Ganba.
Seubtarin.
DECLARACOES:
INSPECg0 DO ARSENAL DE MARINHA.
De ordem do Exm Sr. Inspector faco puhlieo
qae acha-se marcado o praso de 60 das, a con-
tar da data do presente, para coocorso a que se
vai proceder Beata iospeccao para pree.nchimento
da vaga de um lugar de amanuense da secretaria.
Os pretndanles de veri) ioscrever-se no men-
cionado praso, e as habilacSes que exigl-se-
Ihes, de conformldade com o regulamento de 15
de maio de 1869, sao :
Prova de bom edmportamento e da idade de 18
annos, pelo menos.
Mostraren no escrever boa lelra e conhecimen-
to perfeito da grammatica e Iingua nacional,assim
como da arilbmelica at a iheoriadas propor(d:s
inclusivamente.
lnspeccao do arsenal de marinba de Pernambu-
co, 29 de abril de 1871.
O secretario,
_____ Alexandre Rodrigues dos Aojos.
mm\ mu
80B A DIUECCaO J>B
(IIEPERTORK) DE OFF1MBACH)
i espectculo* lero lugar In
Tarlavel vente na
Tereas,
nintaa
Consulado de Franca em Per-
nanibueo.
As pessoas qne teem relogios retirar da relo
joaria do Sr. Aaglade, e possoe alguns que elle
dava durante & reparaco dos seus, queiran com-
rareeer nos dias 15 e 18 do corrente (2* e 3' feira)
das SWioras as 4 da tarde ; prevenindo se qae
nao se aceita, depois deste praso, mais reclama-
Q5es.
Domingos.
AMANHA
A' pedido.
Qi'Ml-HU 17 DE HAIO
8- REPRESENTAQAO
da muito applaudida opera bofa phaataslioa em 3
actos e 4 quadros
LE PITIT HKT
(Msica de HervJ
Ornada de danga, transfromaqCe, tramoias, il-
ammacio mgica e fogos cambiantes.
Principiar s 8 horas.
anta Casa de Hiserleerdla do
lee i fe
A lllmo. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia de Recife tendo de reconstruir o pre-
dio qae possue o patrimonio dos esiabelecimenios
de caridade ra da Moeda, com dous andares e
solo, transformando- o em outro de um s andar
-jue cootenha dous armazens, am no pavimento
terreo e outro no sobrado, precisa contratar a
factura dewa obra com qnem mais vantagens
offerecer, tomando-se por base a quantia de
5:0004100 j proposta por um individuo ; poden-
do o contraanle aproveitar do amigo predio op
materiaes qae torea julgodoe em bom estado.
Secretaria da Saeta Casa de Misericordia do Re
cie, 6 de maio de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigaes de Senzs.
De ordem do lllm. Sr.' conselheiro inspec-
tor da thesouraria de fazenda desta provincia, se
faz publico que no dia 24 4o corrente mea, s 2
horas da tarde, perante a junta da mesma thesou-
raria, se devero arrematar por quem maiores
qaautia offerecer 9 casas, um barraco, um telhei-
ro sobre estivas, nm ferno de olaria, tres frentes e
doos oi'oes de lijollo, am alicoree, um reiogio da
sol e objeclos de moblia pertenjentes a extincta
colonia militar de Pimenteiras.
Os pretendentes devero dirigir suas propostas
em cartas fechadas ao mesmo lllm. Sr. conselheiro
inspector al o meio dia do dia 21 do correle
mez.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 13 de maio de 1871.
Servinio de ofBcial-maior.
Mauoel Jos Pite.
CAMPO DAS PR1WCEZAS
Sabbado 20 do corrate.
Espectacalo beoefici9 off^reeido a Socio-
da de Emancipadora, pela sociedade
dramtica particularRe-
creio Campestre.
Subir a scena, desempennado pela sociedade
Recreio Campestre o magnifico drama em 5 actos
de Aoicet Bourgeols e de Emerv, intitulado :
0 MEDICO
DAS
O lanzador da recebedoria de rendas internas
desta cidade abaxo assignado, proseguindo nos
lancamentosdes diversos impostos na freguezia da
Boa-Vista, para o exerccio de 1871 a 1872, previ-
ne aos moradores e donos de estabelec mantos das
ras Formosa, Uoiao, Saudade, Santa Isabel, Ria-
chuelo, Fer retro, Gamarao, Hospicio, Destino, So-
cego, Principe, Palacio do Bispo, Pires, travessa
da mesma e ra do Atalho, que tenham promptos
os recibos e contratos e arreodamentos dos pre-
dios que oceupam para serera aposentados no ae
to dos mesmos lancamontos, afim de evitar-se o
arbitramento de que tratam os arts. He 12 do re-
galamento de 23 de margo de 1869.
Recebedoria de Pernambuco, 13 de maio de
1871. .
Jos Jeronyrao de Souza Limoeiro.
SAtf TA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE
A lilraa. junta administrativa da santa casa de
misericordia do* Recife precisa contratar qualquer
pharmaceulco approvado para exereer e lugar de
boticario do hospital Pedro II, mediante coodiedes
que sero] patales aos interessados nesta secre-
taria.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 12 de mai de 1871.
O escrivo,
______________Pedro Rodrigues de Sonza.
dulzo nos fltos da fazenda
nacional,
De ordem do Exm. Sr. Dr. juiz dos feito i da fa-
zenda, taco constar aos arrematantes das compre-
bensSes denominadas Caric e Paogaa do extrac-
to vinculo do Itamb, qne loes tica mareado b
praso de 30 dias para preslarem as devidas bypo-
thecas, e assigoarem as respectivas letras na the-
souraria de fazenda, sob pena de licarem sem
etTeiio as mesmas vendas.
Recife & de maio de 1871.
O escrivo,
Luiz Francisco Brrelo de Almei Ja.
A samara municipal desta cidade faz publico
para conhecimenw de quem interessar possa, que
tendo dado preferencia ao plano do edificio do
mercado publico, apresentad pelo sea eogenhero,
convida aos pretendentes para apresentarera suas
propostas no praso de 30 dias, afim de se levar a
efiViio sua con-lruceao.
Paco da cmara municipal do Recife, 4 de maio
de 1871.
Bento Jos da Costa
Pro presidente.
Lourenco Bazerra Carneico da Cunha
Secretario.
OoDSulido de Portugal,
Pelo presente se fax publico que, tendo de pro-
cader-se liqoldaco do espolie do fallecido sub-
dito portugus Virginio Freir de Oliveira, o qual
consta de ara estabelecimento de mothados sito no
largo da Santa Cruz o. 4 ; e qae acbando-se esie
sujeto ao passvo de 22:702*161 re, para paga-
mento do qual, os maiores valores que o espolio
lem, consiaiem em dividas e que teodo sido
apreseoiada por alguns dos oredores daqaefte fal-
lecido, nma proposta firmada pelo Sr. Joaqaim
Ferreira Lobo, as leguintes condigies : 1.* Iran-
ferir-se-lhe todo o direito massa do espolio para
elle liquida lo por sua coala e debaixo de sua res-
ponsabilidade; !, obngar-se a ptgar a todos os
eredores do mesmo esooiio 65 por oento de sena
crditos a prazos de 4 8, U e 16 meses ; 3.*, ga-
rantir o pagamento eom letras aceitas por elle e
garaniidas pelo Sr. los Lopes Araeiro 4.', obri
o
a
en
o
_ res
Ur.Mm q
__dos Jb*l!*_
* pessoa qne oreicnda licita/ etire a massa
Hmo espolio, o- posea fizer, lotindo como
tp-oposta cima refertde, easstd i as pro
TJTie pretenUam fazer, sob as couta tut
claradas, em carU fechada, -este coosolado, e
coropareceodo no mesmo dia 19 do crreme s 11
horas da manha, afkn de serem aberus as toas
propostas, e dar-se conheciraenio d'eilas aos ore-
dores 4o dito Virgioio Freir de Oliveira, que para
esle fim, e para o de reolverem sobre a ac9ltacao
das mesra9 propostas, e da garanta dada a ellas,
ao pele presenta coovidados tambera a compa
recer.
No referido prazo de quatro dias pode qualquer
retendente a licitar oa liquidadlo da massa do
mencionado espolio, examinar oeste consulado o
bataneo do seu activo e passivo,
Recife, 15 de maio de 1871.
Shaneller,
quhn Trnunfi de .Sent.
' leilao
es (azei
andada
ler exami
a- feira 1
rponio, no
a prfa Jo Corpa
.ebjeclos cima
le da tne.'nta
ha em mo do
sendo vend-
Trente, s 10
n'no andar do
o. e ra do
THEATRO
DA
NO
I
Terminar o espectculo com a prirr.eira repre-
senlaco da comedia em um acto, original brasi-
eiro, compeaieao do Dr. Carneiro Vilella, intitula-
do :
Como se ganha urna aposta.
Principiar s 8 horas. sS
AVISOS MARTIMOS.
II
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul espenUk
at o da 22 do corrate, o vapor
Paran commandante Carlos Go-
mes, o qual depois da demora
do eostume seguir para os por-
tos do norte.
Desde jreeebem -se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no ala de sua ebegada, encom-
iendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
j actos de pequeoo valor, e qae nio excedam a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de med-
cao. Tudo que passar oestes limites dever ser
embarcado como carga.
Previoe-se aos senhoras passageiros que suas
passageos s se recebem na agencia, ra da Cruz
a. 57, prmeiro andar, escriplorio da Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.
COMPAMA BBAS1LE1BA
DB

Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 27 do corrente o vapor
Tocanlins, commandante F. Fran
co qual depois da demora do eos-
tume seguir! para os do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-ae.'a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no ala de suachegada. neommen-
das e dinheiro a frete ate as 2 horas da tarde
do dia da su sabida.
Nao se recebem come eacommandas senao ob-
jetos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicac
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhoras passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, ra da Cruz
a. 57 prmeiro andar, escriplorio de Antonio Luli
de Oliveira Azevedo A C
llha de 8. Mmuel
Para o porto cima segae at 30 do eorreote o
pababole Galena : para o resto da carga a pas-
sageiros, trata-se cun os seus consignatarios, Joao
so Reg Lima & Filhn, roa do Apolla n. 4.
Maranho.
Est carga para o porto cima o palbabote
Goribaldt: a tratar eom Tasso Irmos & C, a
roa do Ainorimn. 37.
LEILOES.
barris pequeos com peixe
HOJE
1 do corrente
Serio vendidos pelo agente Pesua, em leilao,
no dia ter^a-feira 16 do corrente, por coata e risco
de quem pertoneer, de 100 barris pequeos eom
peiXetv em 1 oa mais lotes, oo caes da Alfandega,
armaren! n. 3 A.
mu
de mobiliaa de Jacaranda a Luiz XV, com lampos
4e podra e sem ella, ditas de araareilo, consol ;
avnfsot, comraodas ie a-marello, gaarda-roopa,
guarda-vestidos, 1 piano de Jacaranda com escol-
ente vos, machinas de costaras, gaarda-loaea,
mesas para jamar, 1 ofre inglez,cama para casal.
apparadore*, sofs, mesas redondas, eadeiras ame-
ricanas ditas de amarello, estantes, mesas para
escripia marqaezai, camas de ferro, marquezues,
lonca para jantar, apparelho para almoco, copos,
clices, caadieiros a gaz e mullos outro ob-
jeclos
iHoji:
fe do cor rente.
O agente Puntual, compelenlemeote aotorisado
por urna pessoa que retirou-se para a Europa,
vender era leilao os objeets cima mencionados,
no armasea da ra do Imperador o. 16, as 11
horas em ponto.
LEILAO
do sobrado de 3 andares u. 7 ra do Se-
nbor Bom Jess (ootr'ora ra da Croz
QUARTAFE1RA
24 do correte; s 11 horas em ponto.
O agente Pialo proceder leilao, a requeri-
mento dos htrdeiros da finada D. Joanna J. M.
Pires Ferreira, e per mandado do lllm. Sr. Dr.
juiz de orphaos, da casa de sobrado de 3" andares
da roa da Cruz n. 7, s 11 horas do dia cima
dito, em sen escriptorli ros ida Crnt n. 38.
Leilao
DE
DIVIDAS
- soflamando 31:786^070 res.
A 19 do correte.
Por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz de direito
especial do comraerek) desta cidade, a requer-
ment do administrador da massa fallida de Guilher-
me Carvalbo 4 C, o agente Oliveira far leilao
publico pela segunda vez, servando de base a pri.
raeira oflefta, das dividas supra, pnr letras e do-
cumentos coja relacao pode ser anlecipadamente
examinada, oo oo acto do leilao, qae ter lagar
SEXTA FEIRA
19 do correte, ao meio dia, oo escriptorio de dito
agente, roa da Cruz n. 53, primeiro andar.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de ama ama para servco domes-
tico de casa de pouca familia : oa ra Duque de
Caxias n. II, ootr'ora ra das Cruzes.
Pbrgunta inDOcente
Porque anda se espera para aonnnciar o torne-
cimento de medicamentos para a enfermara mili-
tar permanente desta cidade ? Responda quem
competir.
Precisa-se de urna ama qae saiba bem cozi-
nbar : na ra da Florentina o. 3.__________
Oa curadores nscaes da massa fallida de
Joo Franciscc Borges Ferreira rogam aos deve-
doret da mesma massa o obsequio de irem saldar
seus dbitos ra do Mrquez de Olinda n. 40,
escriptorio dos mesmos curadores fiscaes.
Criado.
Precisa-se de um criado; na ra nova de Santa
Rita o. 89.
Aluga-se a loja do sobrado da ra estreita
do Rosario n. 45, propria para qualquer estabele-
cimento : trata-se na mesma do meio dia as 2 ho-
ras da tarde, ou eom o capitao Jeo Henriqes da
Silva.
Moleque.
Na ra da Paz (amiga do Cano) n. 34, aluga-se
ra moleque de 18 auuos de idade, proprio para
carregar laboleire com fazendas ou outro qual-
quer servido.
Precisa-se de urna ama para cozinhar, que
seja de boa conducta .- na ra do Vigario n. 5,
2 andar.
LEUAO
DE
diversos objactos de moblia de casi e es-
critorios, e' 134 caixas com viaao do
Porto.
Hoje
A reqaerimeuto dordepositarios da massa falli-
da de Marques Barros & C, e por despacho do
Illa. Sr. Dr. jala de, direito especial de commercio,
Aluga-se
um sobrado de um andar e sotao ltimamente ree-
licado, com grandes accommoda^oes para grande
familia, na ra do H>spici : a tratar oa ra do
eneral Victorino o. 29.
Caixeiro
Precisa-se de um menino pertugaez para cai-
xeiro de taberna, cem pratica ou sem ella : na
ra da Concordia n. 152.
Gasas em Olinda
Quem precisar tomar alguma asa por arren-
damenlo, fazendo os concertos que precisar, diri-
ja'se roa do Imperador n. 28, armazem do
Campos.
Precisa-se de ama ama de lelte sem
Gibo : na roa Duque de Caxias t. 12.
AMA
Escripturaco mercantil.
Urna pessoa qae dispoe de lempo, com loaga
pratica de cootabilidade, encarrega-se de escrip-
turar os livros de qualquer casa de commercio a
retalho ou mesmo delmportaco, para o que po-
der ser procurado travessa do Queimado a. 3,
escriptorio, ou roa Imperial n. 148.__________
Preto.
Precisase de um prelo para o servco de pada-
ria : oa roa estreita do Rosario o. 19, deposito.
Urna pessoa que se encarrega de cobraocas
para fra da cidade, offerece vantagem para os
donos das dividas, por diminuta porcentagem, dan-
do conhecimento de sua conducta por pessoas i lo
neas : na ra Duque de Caxias (ootr'ora das
Cruzes) taberna n. 41 se dir quero
Escrava
Na ra da Cadeia o. 56 A precisa-se alogar
ama eserava para lavar, comprar e cozinhar.
.111-1111111-10
Eiigeoh) Belo-prado
Arrenda-se ou vende-se o engenbo Bel-
lo prado, sito oa comarca do Bonito, com
tfr;
imperial
mllenlo de N. 9. do
_loan conselho
Dirigido pe Seraphiro de Assis Carvalao.
Tero eomoco oeste instituto no dia 1* 4e junbo
as aulas de rbetorica e lingos portuguesa.
T7... .....na- hi i. iar -' mrts.
Paalo Cavalcaote de Albuquerqne, eordealnien-
te agradece as pessoas do seu c mheclmenio e
amizade o earideso acto de acampaoharem ao ul-
timo jasigo a sua sempre lembraaa esposa.
Eokeoho Pindaraca, 15 d< maio de 1871.
Ronbsram da casa o. 105 A, ra de _
nos a f gados, de Tbomaz Teixeira Bastos, i
se que foi oa madrugada de f do corf'
ladrSes entraram pelo fando de sitio da i
arrombaram a poru que do (erraos i
eozinba, e arrombando as mais portas, mw
a sala da frente, e roubaram o seguate : .
1 reiogio americano de parede, de 1 pamror de
altura, imilacio de Jacaranda.
2 pares de laoerw?, 1 cor verde e otttro Sul,
com mangas largas, tendo velas deeor.
1 candfoiro de gaz pequeo eum globo cor de
leile.
2 garrafas de crystal com divisoes de I eheiros,
tendo as rolhss compridas.
1 refvrolver de 7 tiros, inglet.
I dito de 8 tiros, fraoeer, do fabricante SefuL-
eheoer.
1 eolher de prala para sdp*.
7 dilas de dita pequeas com a marea 1.
5 facas de cabo de metal.
Diversas comeres de metal para sopa e garlos,
e entre el les alguns anda nio servidos. *
Diversas pe_$as de prata ingleza, 1 cafeteira, I
bnles, 1 assucareiro e 2 pecas 4e ama maniei-
gueira.
1 casal de ehieara chioeza.
Diversos praios, una imitando cbinezes, outros
cor amare la eom relevos.
1 sopeira eom prafode ridro flne,or atol com
filete dourado.
1 toalha com bico em roda, camisas, lencos, leo-
toes e muias ouiras pecas de roupas com a mar-
ca T.T.B.
Diversos clices de vidro branco para viubo.
1 grvala de seda, maota, oer rdxa, teado segu-
ro am alfiaele de ooro com perolas e carai
Diversas chicaras e pires de lonca una branca
com desenhe! rxos, o qae por hjra se d por
falta.
Os lalroes deixaram fiear duas chaves de braca
qae traziam.
1 chambre de chita com dezenbos cAr 4e rea.
1 caixinba de folba, redonda enrerotsaa cor
de caf, com dinheiro de cobre.
1 eastical grande ce m plngente e podra Mal,
tendo spermacele de cor ezul.
2 tigellas de touca branca ina eom Reres r-
xas e flete prateado.
1 sacco de chita de coberta com roopa soja.
1 rodioha de rame Magoeslom qne mi-
to se assemelha ao rame de prata.
2 vdros redondos com nitrato de prata crysta-
lisado, para uso de pbotographia, um dos vdros
aioda lacrado.
1 escova para cabera, cabo de bfalo.
Roga-se a qualquer pessoa que descobrir os la
dro-'s, ou der noticia de qualquer dos objeclos
roubados, que apoaro.a no armazem n 60 a roa
do Mrquez de Olinda, outr'ora. ra da Cadeia do
Recife, que ser generosamente graiiQcado e se
guardar todo o segredo.
Joaquim Pires Carneiro Monteiro. Caetana Pires
da Coste Monteiro, denriqueta Garneiro Moatelro
e Joao Lucio da Cesta Monteiro, agradceos aor-
dialmeote a lodos os seas prenles e amigos que
se dignaram assistir aos snffragios de sua querida
mi e sogra Joaquina Pires Ferreira Carneiro
Monteiro, que tiveram lagar no dia 11 de maio oa
ordem terceira do Garmo ; e de nove pencos por
especial favor a todos os seas prenles e asnigoz
para oovirem ama missa, qne pelo repooso eterno
de sua alma ser celebrada oa mesma ordem ter-
ceira do Garmo, terca-feira 16 do corrale, pelas
8 horas do dia ; pelo que desde j Ibe acaremos
moito gratos.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Margo (ootr'ora mi do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigaado, tendo vendido nos seos fe -
lizes bbetee om quarto n. 961 com 5:?60j000,
um intoiro a. 3175 eom 9000X000, um quarto
o. 1981 com 400*000, om quario o. 373 com 100J
e outras sortes de 40 e 20* da lotera que se
acabou de extrabir (192*X convida aos possuido-
res a virem receber oa cooformidade do eostume
sem descont algom.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
1.a parte das loteras, a beneficio do Livrameoto
da Victoria (193.*), qae se extrabir na terca-fei-
ra 23 do correte mez.
PRECOS.
Bilhete ioteiro J000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porejo de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*300
Manoel Martina Finta.
O abaixo assi&nado participa ao respeavel
publico qne em sea estabelecimento, no pateo do
Garmo o. 20. trabalha pela arte dentaria ; pra-
tica a extraccao de dentes sem dr; chumba-os.
garatindo dez annos, e obrigando-se a repra-
los oo espaco de 20 dias sem depeodensia de qual-
quer paga; assim como lera agua para alvejar
dentes sem oflender o esmalte dos mesmos : os
pretendentes podero deixar as notas de suas mo-
radas.
____________________________-Ernandy.
Precisa se de urna ama que
saiba cozinhar para casa de
familia : na ra do Pires, ta-
heroa n. 56.
Gapites de campo
Roga-se aos senhores capitaes de campo compa-
re <;am ra do Queimado n. 30 aonde se Ibes de-
soja fallar.
safra j criada, boas malas e diversas
bemfeitorias : a tratar nesta cidade eom
Dr. Miguel Bernardo Veira Je Amorim, _-
ra Pires u. 12. e all cora o pro- Mllll 1 lilil
Arrenda-se um engenho distante desu praca
cinco legoas, cora bora sobrado de vivenda, capel-
la, excellentes trras de plantacoes, casas para
lavradores, porto de embarque na porta, pedreiras
e fornos de queimar cal e muitas outras vantagens
qae se a presen taro aos pretendemos: gf roa da
Sol edade O. 78.
AOS 5:00041000
Esto i venda os fellxes bilhetes da lotera da
tabla, oa casa feliz do arco da Cooceico, loja da
orives oo Recife.
ANTA CASA DA MliERICORDM DO RECIFEc.
A lllm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordis do Recife faz publico que no dia 18
do correle irlo em praca os alugueis das casas
abaixo declaradas pelo lempo de om a tres annos.
O* pretendentes devero vir munidos de dadores
ou cartas destes____________________^_
CASA DA FORTUNA
RA 1' DE MARCO OUTR'OftA DO
CRESPO N. .
Aos 20:000^000.
O abaixo asignido tem sempre exposto ven-
d os feliies bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como eosiama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro *O00
Meio 12*009.
Quarto 6*000..
Manoel Manas Finia.
SnHH attlllll 11 ADVOCADO
w.mmmmm mm""^^" m dr- joaqw Gorba dk Araujo
5
Dr. Joaqum Correa dk Aratjjo
67Roa do Imperador67 ^j
llill 1 lilil!
iv QQv ^\ Na ra do Torrea n. lo, *
%k\^li\w\. andar, precisa-se de urna ama
^> Ty nfc quecoznbe, compre eengom-
me para ama pessoa.________________
H-.raeio An ooio Moogabwrai voi a Mnropa.
Aluga-se a casa da roa dos Prazeres a. 42,
com enmmodos para fltrolHa.
Precisa-, e ee urna ama para anfom-
mar : na roa Nova n. 22*
4

AMA


Diario Je Fertuuubuco X*f {ira

Iff.;*! Mmo de .||M
Oozinhelro.
na ra larga do
Koaia-sTH
RoSSlftf501'00*
te.ulBa mulber.d-} meia. idade
se/tico nwnof o* orna casa de hornen sol-
enea mesio; : a tratar na roa da Penha o.

se de ama ama que saiba eogommar,
r comprar para casa de poaea farorka :
a traiaf no boeco (lo Campelb n. 4.
1 flede-se a todo* os senhores delegados, su>
eiegados e inspectores de polica da proyiscia e
tora della, a appreheosao de dous meninos apren-
dixes de artfices dti arsenal de marinba desta pro-
vincia, o 1* de nooie Jos Nabaco de Veras, de 14
a 15 asnos de idade (branco) e o %* de nome Au-
Ksto da Fcnseca, le Idade de 11 a U annoe, ac-
clado, com (alta de dous denles na trente, os
quaes desappareceram do mesmo arsenal no da
Si de abril Onda, os fazendo recolber no mesmo
arsenal de marraba. ___________________
Trossm-ae tres imagens rauito perfeitas e
segada Diurnamente de Portugal, sendo Menino
Des*, Santo Antonio e S. Jos: na ra do Apollo
a JO, escriptorio. __
CiSA DO 011)
Boa do Baio da
Victorias
Outr'orara Nova n. 63 e casas
do costume.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
O abano assgnado acaba de vender entre o
SSBi muito Mites bilbetes a sorte de S: 000*000 ero
dous quartos de a 961, a sorte de 200*000 em
om swio de n. 2,025, a sorte de fOO em um bi
Ilute inteiro de a 771, e dons quartos de a 373
com a sorte de 1001, alm de outras sortea me-
noree se O#0O0 e 20*000 da latera que se aca-
bos de extrahir (192), podendo seos poesuidores
viresa resaber, roe prompumente serio pagos.
O mesmo abano assignado conrida ao rsspei-
ttssl abaco para virem o sen estabelecimentc
comprar os asases bilhetes garantidos, que nat
deaxara s> tirar quJquer premio como prora pelot
asnos annuncios.
Aeham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantios da 1* parte das loteras em beneficio da
igre)a dj-fJvraniir.to da Victoria, que ser extra-
tuda ns da terca fiira 23 do correte.
.trecos.
Inteiro 640001
Helo 3*000
Qnarto 1*500
De 1000000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 2*700
Quaito 1*350
Joao Joaqnim da Costa Leita
Segona'feira 15 do correle, linda a audiencia
do Sr. Dr. joii de orpbios, tero de ser arremata
da a renda anaual da casa terrea o. 52: na
4a Praia, boje Pedro Alfonso.
DACAO
Da importante e bem conheda fej, e fabrica de chapeos de sol da roa do Bario da Victoria, esquina daCsmba doCarmo.
u dono aaqneua estabelecimento, qaerendo acabar com elle at o fia do corrente anno, convida aos seos numerosos
tregoezes a aproveitarem a ctrcumstancii para munirem-ae por barato preco de todos os objectoa existentes no mesmo, constando
ae coapeos de sol de todas as qualidades, Umanbos e feitios, tecidos, armarles e mais aviamentos para os mesmos, armas de
rogo, entilara, bengalas, chicotea, a ama infinidade de ootros objectoa, entre os qoaes os afamados afiadores para navalna de J.
Pradmes, premiados Gas exposicoes de Pernaabnco, Londres e Paris. '
MANUEL dQ.
Tea a satisfacao de participar aos seas numerosos freguezea, qne em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
establecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recite n. &, be je roa do Mrquez de Olinda
onde acharao os pretendentes, muito avallado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidadea e por pre-'
Sos mas commodo8 do que comporta'o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendaa, pois poderlo as&im serem maja bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macSes as lazendas que a demora da fabricacJo bem diminuta.
41 RIJA DO MRAO D4 VICTORIA 41
Neste novo armazem tem om
variado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, allemiu e to-
das todas s vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Caaemiras inglezas,
francezas, de todas aa
quididades, brins de
;res e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
9nos.
DI
ARRDA IMlOS.
ra
As novidades do Cam-
pos,
Ra do Imperador n. 28.
Xiscijoa do sertao, sendo de manteiga e qualha.
Ditos de Minas, flamengos e pratos.
Cha Hysou cuzim mnito superior em caixinbas de
6 libra.
Cervejs de Noiwegian e ingleza de Oblers e Bel.
Vioho da Bairada e dito verde.
Cal lavas e de mocka.
LiBguas inglezas em conserva
Cmaros seceos do Maraoho.
Manteiga ingleza e franeeza em latas de 2 c 4 ti-
tiras cada urna.
O Campos avisa aos seus collegas, qne tendo
receido de sua ei crame nda, urna grande par-
tida de manteiga, em latas, est disposto a vender
cota poaco lucro ; assim convida-os a virem sor-
r-se desse genero tao escasso presentemente no
mercado.
Hotel da prapa
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS N-
.VERO 9.
O bovo proprietario des te estabelecimento (ou-
tr'ora Hotel da Boa Fama) tendo novameote orga-
nisado-o, vem moi respeit smente participar ao
respeitavel publico, qae os seus frequenttdores
poderao apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e (arabem recebem assiguantes e se en-
carregam de mandar comidas em qualquer casa,
tudo por preco commodo.
N.9-Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9.
Arrenda-se urna casa com grandes commo-
dos para grande familia, na Capanga, roa das
Pernambucanas o. II: a tratar no Chora-Meni-
nos com Jos Antonio Marques.
Alaga-se o 3.* andar e solio do sobrado da
roa da Imperatriz n. 14, com excedentes commo-
dos para ama grande familia, tem a vaotagem
de ter agua e gaz encanados, e pintado de novo,
aluga-se tambera a loja do mesmo sobrado; a tra-
tar no 1.* andar do sobrado da roa do Vigario
n. 1.
Officina de marmore
Roa das Cruzes numero 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as dita
sj o palmo em qaadro._______
Limonada e agua gazoza
Os Srs. Henrique Leiden & C. teem a honra de
participar ao respeitavel publico, que desde egora
sao promptos em satisfazer qaalquer pedido neste
refresco, seja para negocio ou para particulares.
Lembramo1! novamente a nossa eerveja nacional,
tranca e preta
RA
.-
Bario da Victoria
aatfarea
NOVA
N. 41.
Assim como tem ama grande
officina de alfaiate, montada com
todos oa prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qae
pela ana promptidlo e perfeicao
nada deixam a desojar.
Roopa de todos os
amanos para bomens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qae ha
na Eoropa.
RA

Bario da;Victoria
antifs ru
NOVA
E 41.
tnendas !^ii^?i"ImI"*''>i *^ d< "* reforma radical em acceio, artistas ecommodos. e m pontnalidade as encom-
todo afim de melhor servir os seos numerosos fregnezea deia-se de annnnciar toda as fazendas, para
alo se tornar masante
Thomaz de Figueiredo pode ser procurado
para demareacio de trras, nivelamentes, plantas
e tudo mais quanto fdr tendente i soa proflssao,
no Recife roa larga do Rosario n. 21, 2. andar
para ondopodem os pretendentes dirigir seus con-
vites.
Arrenda-se o engenho Camarao ; moente e
corrente sita na freguezia de Santo Amaro Jaboa-
tao, por nm cont e qoioheotos nil res aoouaes,
por seis aooos, com seis cootos de reis a vista -
tratar no mesmo engenho ou no Recife : rus da
Penha n. S, 1 andar.
AMA
a cozinhar.
Precisa se de ama ama i na ra
de S. Francisco n. 54, para comprar
Precisa-se de ama ama para todo o
servico de urna casa de familia com
tres pessoas : ra da Conceicao nu-
mero 37.
Seguros conlra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN,
^P'18'-.......20,000:000*050
Fundo de reserva ., 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lahan C.
RA DA CRUZ N. 38.
de Mello, s
roTincia,
flotel
NU-
Precisa se de urna ama para cozinbar em
casa de psaea familia : na roa do Cabng n. 2 B.
Precisa-se, para casa
de pequea familia, de
orna ama, que engomme
eande com urna menina:
tratar na p -ac da Boa-
vista n. 30, 2* andar.
AMA
Aloga-se ama casa de dous andares com
grandes eommodos para urna familia, ou para daas
-ee ara lamente, tendo sido receotemeote construi-
da con todo gesto e asseio, tendo agua eneanada
e gaz: qaem pretender dirija-se a escadinha da
alan*
da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS
MERO 9.
N te novo hotel baver todos os domingne
das santificados boa mi de vacca ; ; ssim como
na todos os das pela manhaa excellente papa da
bem conbecida gomma de milbo de Glasgow e
New York, sendo este ultimo alimento mais bara-
to que em outra qualquer parte. Previne-se que
o cozmheiro dcsta casa leve bom meslre e emen-
de perfeitamente de soa arle.
t. 9Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9
/oaquim Lopes de Almeida
D. Rita alaria Firmina de Almei-
da, Joaquim Lopes de Almeida J-
nior, Rita Mara de Almeida No-
gueira, Mara Francisca de Almei-
da Gomes e seas tilhos, Esmenia
Lopes de Almeida. Joaquim Bap-
tisu Nogneira, Mara Lopes daLapa, Antonio H. de
riw '??' M,ria da ConM'v*o de Almeida, mulher,
tubo, lilhas, netos, genio, irmaa e sobriohes do
Tallecido Joaquim Lopes de Almeida, agradecem a
todos os senhores qae ihes flxeram o obsequio de
assistir ao sea faneral, e de novo os convidam,
Dem como a todos os seus amigos e do fallecido a
assistirem a missa do stimo da, qae ha de cele-
brar se na quartafelra 17 do-correnle, as 7 horas
da manhaa, na matriz do Gorpo Santo.
orna-sabuco Street Rallway
(ompany
De ordem da directora convida-se aos Sn. ac-
conisUs desta companhia a realfSarem, dentro do i
prazo de vmte dus, a terceira entrada de 20 /'
do valor das acedes no esenptorio de H. Forster
& C, roa do Commercio n. 8.
Recife, 1* de raaio de 1871.
H. H. Swift,
^__^_^^^ Assistant Treassarer.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira
crivio na eidade de Nazareth desta p:
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a.concluir
aquello negocio qae V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira chamada dests jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada c umprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim; pois y. 3. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qoanoo o snior san
flho ss achava no es > <1t it .
A Sra. Mara Candida Vllella, professora
particular, qae moroa oa mora em N. S. do O'
Fotographia imperial
AVERIA DE PINTURA
DE
J. Ferrara Filela
Desde o da 7 de abril pausado acha-se aberto c
novo estabelecimento photograpUeo sito & roa do
Gabug n. 18. esquina do pateo da matriz. Ostraba-
Ihos qae dsede entlo, tem sahido de nossa officina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
algjons com admiracao pelo extraordinari) pro-
gresso que ltimamente tem tido a photc graphh,
s por ootros com alegra, por verem a provincia
dotada com nm estabelecimento digno d ella, e in-
:ontestavelmente o primeiro qns nesse genero
boje possue : tambem nao nos poupamos em coasi
ilguma para monta-lo no p em qae se acha, es-
perando qae o publico de Pernambuco saber i
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
s estrangeiras que gostam das artes, oa tiverem
aecessidade de trabamos de photographia a visi-
tarem o nosso estabelecimento, qae estar sempre
aberto e sos disposicao todos os dias desde as 7
toras da manhaa at as da tarde.
Para os trabalhos de (>hotographia possuimos di,
versas machinas dosmelbores autores franceies-
nglezes e allmemies, como seiam : Lerebours et
Secretsn, Hermagis, Thomaz Hess, Voigtlander el
Sonh s Wulf. ltimamente recebemos tres novat
machinssi sendo orna dellas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 oa 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas a
igualmente soladas, de sorte qne no caso de
grande concurrencia poderemes retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartees de visita, e assim em menas de
um qnarto ds hora despachronos 8 differenie
pessoas que pecam cada ama, ama duzia de cartees
mais oa menos, com os seas retratos somonte, os
em grano com outras.
Enearregamos-nos exclusivamente da direccaV
feitura dos trabalhos de photograpbia dei-
xando pencia e talentos do distincto pintor
illemao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintora, a aqnarela, a oleo, i
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa poi
ama escriptura publica, e at o presente tem-se
desvellado na execooJM de seus trabalhos.
No nosso estabelecimento acham-se expostos oo-
tros trabalhos importanbs do Sr. Roth, tanto em
miniaturas a aquarella como i oleo, retratos i
oleo, qnadros sacros e diversos ootros trabalhos.
Tomamos encommendaa de retratos oleo at o
tamnho natural, assim come de qnadros sacros
para ornamentacao de igrejas oa capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de qoadros histor-
eos.
Asseguramos qae os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mn! rasoaveis.
CARTSES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10f$00 A
DUZIA -
CARTOSS DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL 165000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 201000 cada um, iodo convenientemente en-
aixilhado em moldara donrada e regalando o
basto da pessoa retratada de 3 i 4 pollegadas e
todo o qaadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarlo os precos cima para
darmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
istableeimento, quanto soa perfeicao cada nm
venha julgar por seos preprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
oosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de orna hora s 5 da tarde
m casos especiaos pode-se tambem retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chava, oa por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os mais favoraveis aos trabalhos de photograpbia
pela doenra e persistencia da luz, e por termos o
aoaso terraco construido com taes proporedes t
cnelhoramentos, qne asada chovendo i jorros ns-
ohum inconveniente Ju para fazer-se bellos re-
tratos.
J. Ferreira Tllela
0 NABNOU
E' no elegante armazem junto ao mano, que
qaalquer chele de familia forneee sna dispensa do
melhor que existe no mercado e por precos mui-
to favoraveis, eoinfsejam arroz a 100'rs. a libra,
velas stearioas a 640 rs. o masso, visho flgosira
por 500 rs. a garrafa e tambem ha mais barato,
balaios de diversos tamanbos, cafxiohas propria
para mimos, caf de moca, erviibas portugnezas o
francezas, ameixas em fraseos, latas e bocetas,
marmelhada de Fernando Rodrigues, conservas,
molhos e mostarda, licores de diversas qualida-
des, doce de goiaba em caixao e latas, bolaxinhas
de diversos autores, massas pare sopas, soblas
Srandes, azeitooas em baris e latas, vinhos finos
o Porto dos melhores autores, qoeijos prato s do
reino a 3/000 e a 31300 ; o proprietario desta ar-
mazem responssbilisa se pela boa qnalidade dos
gneros vendidos em sea armazem, assim coma ga-
rante todo asseio o limpeza, em virtude do qual
convida a seos numerosos freguares e amigos a vi-
rem vigiia-lo.
Yende-se
orna machina de costara, aioda nova e.em mnito
bom estado : pessoa que a preteoder dirija-se
roa das Cruzes, l(ja o. 28, qo
traur.
que achara com qaem
Cal de Lisboa
Chegada pelo brigue Laia,vndese ns ras do
Apollo, armazem n. 30, de Antonio H. Rodrigues
& G. _
Calcados
Bolinas de brim e doraqae branco bordadas de
setlm a 61 o par: i roa do Bom Jess n. 21,
toja.
ATTENQQ
erra
Vende-se urna jardioeira de jacarando .
lampo de pedra qaasi nova, por muito pones di-
nheiro : a pessoa qae qaizer dirijs-se a Olinda
na roa do Amfaro n. 29, casa terrea.
Aos cigarreiros
ehegon roa do Mar-
Papei de milho
qnez de Olinda n.
sarros,
15.
CarRAJVDE
LIOUIDACAO
Pees de algodo ara] 55 eovasos por 51000
nr roa do Crespo n. 20, loja do Guilhsrme.
Vndese a 101000 s barrica : no armazem da
bola amarella no oitao da secretaria da polica.
Madapolao
. A 41600 a peca, fazenda de 61500.
A 51600 a pees, fazenda de 71500.
A 81000 a peca, francez, superior.
Na loja de Gaspar Antonio Vieira Guimaraes,
roa Duque de Caxias n. 43 (antiga do Queimado
numero 1).
Licor de alcatrao de Goyot a 141600 o
frasco.
Para cara de catharros da bexiga, vias orina-
ras, pulmoes etc. Vende-se oa botica Popular da
roa da Imperatriz n. 77.
Superior gomma do Acataos e
Granja.
& Manta, i ra do Marqaez de
Vende Cuoha
Olinda n. 40.
Vndense
Alngs-se urna esirava qae sabe cozinhar e
lavar pan casa de pouca familia : na roa da Ca-
deia- Veltaa n. I, 2* andar. ,
Ama deleite
Preciaa-se de ama ama de leite, preferindo-se
semulbojna roa dos Guaratapes n. 1
Na loja de lonja da ra do Imperador n 46,
alm do esplendido sortimento de chrystaes. por-
celana e louca qae tem, receten ltimamente nm
bonito sortimento de castieses pratiados proprios
para oratorios, qae vende pelo Imitado prego de
11200, i 1600 e 21 o par. Tambem receben ba-
cas de louca de p de pedra, muito grandes, para
lavar recem-nascidos, e para banho de pessoas
adaltas, a 201, 281, e 301 cada urna.
em Goyanna. rogada a vir ra do Cabug nu-
mero 2 B. ________________
Serra do Pontes
Parabyba do Norte. J,
Pede se ao Illrao. Sr. Antonio Lelis de Soma
Pontes, qne qoeira mandar ultimar o negocio de
sen interesas com os abaixo assignados nesta ei-
dade, que pedem desenlpa de nao ir oa mandar
la pela grande distancia e incommodo qae Ibes
causa, come pela incerteza de o encontrar.
Recife, 28 de abril de 1871.
Tasso Irmaos,
Em llquidaco.
0 Sr. ferrailo Chaves de
Souza
Por se ignorar sua morada, pede se-lhe qae
chegue ra do Amorim n. 37, concluir nego-
cio de seu interesse.
Tasso Irmaos & C.
SOCIEDADK PATRITICA DOZE DE
SETEMBRO.
Pela commissao central de.la sociedade,
alo convidados todos os socios reunirem-
se no Ciob Pernambocano no da 18 do
correte as 6 horas da tarde.
Sendo o flm desta renniSo combinar os
esforcos com qne a sociedade deve auxiliar
a ediScacSo do lyceo e artes, sao tambem
convidados todos os artistas desta eidade
para tomar parte em dita reoniio.
Recife 15 de maio de 1871.
vioISes, violas e guitarras malta bem feus, tanto
em grosso como a retalho : na labriea ds roa da
Roda n. 39.
Vende-se moa eaoa nova e muito bem
construida, que pega L0O lijlos de alveaaria
grossa na roa Imperial o. 251.
a 640 rs. a libra-
na roa Im-
Vende-se msssa para fogo .
s fogaetiBhos de todas as qaalidade;
peral n. 251.
sdep, armazem n. 5.
Rogase a todas as pessoas qae teem concer-
tos na officina de chapelleria da travesea do Oovi-
lor n. 14, o obsequio de virem oa maodarem bus-
a-Ios no praso de tres dias, do contrario serio
vendidos para pagamento do
Recife 12 de maio de 1871.
servico nelles feilo.
Precisa-se com urgencia de 4001000 para
erem pagos em prestaos de 1001 mensses, me-
diante um joro razoavel: quem qaizer deixa carU
nests typographia N. S.
Cozinheira.
Precisa-sede urna: tratar das 9 horas da ma-
nhaa s 3 da tarde na ra estrella do Rosario n.
17,1* andar; e das 3 em dianie na roa do Mr-
quez do Herval, outr'ora da Coocordia o. 99.
O agente de leilfcs F. J. Pinto' precisa fallaj
com o Sr. Francisco Bexerra Cavalcante. e nao
atiendo soa residencia, pede ao mesmo Sr. se
digne comparecer em sea escriptorio: roa da
Crozn. 38.
Companhia Allianca
DE
negaros martimos estabelecids
aa Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
.CAPITAL..Rs. 2,000:0001000.
Toma seguro ds mercadorias e dinneiro a riso
fluritimo em navios de relia, e vapores para den
tro e ra de Imperio. Agencia roa do Com-
"?*, 17, escriptorio ds Joaquim Jos Gon
carree Beltrio.
PROTESTO
O abaixo assignado protesta e procedimeutp tor-
pe que tem tido Fraoeisco da Costa Maia, pois
que autbnrisando a meo canbado Francisco Ma-
riono de Bairos para pagar nm mea acceite ao
Sr. Maia, e o mea cunhado pagando-o em o dia
de seu vencimeoto (8 de dezembro do anno pr-
ximo passado ) a importancia de reis 1:5361310
de que constava o referido acceite, occorre que
o Sr. Maia at essa data nao o tem querido en-
tregar, pelo que previne ao publico, que ningnem
negocie a mencionada letra.
Manoel Bernardino Vieira Cavalcante.
. Precisa-se de om eaixeiro que tenha pratica
de taberna : na roa Angnstt n. 116.
Adolpho Ferreira Carneiro Jos Julin Carnei-
ro e Miguel Raggio y Carneiro, irmaos e sobrioho
de Gamillo S. Carneiro e Ernesto A. Carneiro,
fallecidos ltimamente em Buenos-Ayres, convidam
todas as pessoas de saa amizade para assistirem a
urna missa, que pelo eterno repouso das almas
dos fallecidos, mandam celebrar no dia 16 do cor-
rente, as 8 horas da manhaa, no igreja do Corpo
Santo, pelo que desde ja se confesjam gratos.
NUVENS
Versos de Plinio de
Aluga-se o 2 andar da roa de Aguas-Ver-
de.- o. 86 : a tratar na loja de calcado da roa do
Livramento n. 25.
AMA
Predisa-se de ma para casa de
>equeoa familia : na ra estreita de
Rosario n. 32, 3* anlar.
% travessa da roa
das Crazes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilhai-
tes, seja qual for a qnan-
a. Na lesna casa com-
pran-se os mesos me-
taes e pedras.
PURPURINA AMRRICANA
Tinta inalteravel
Para escrewr e copiar.
E' recommondavel esta especial e exeeilssle lia
ta pela saa boa qolidade, fluidez e dorado, co-
mo a melhor e mais inalteravel tinta qae se eo-
nhece. N) suca as peonas d'aco e da tres en-
cllenles copias E* prefenvel a qnabuer outra
tinu para os livros do commercio e documentos
qae carecam de tonga dnraejio.
NICO DEPOSITO
aa pharmacia americana de Ferreira tlaia 4.C.,
roa Duque de Caxiasln. 75, antiga do Queimado
PERNAMBUCO.
Peca 3#00
(Sambraias brancas finas com am peqneoo toque
de avaria, pelo diminuto preco de 31500 a peca,
c;>mbraias de cores por 240 rs. o covado, alpacas
de ama s cor pelo baratissimo pre^o de 3flt r*.
o covado : na roa do Queimado n. 7C, loj* ds
Guilherroe Porto ft C confronte ao teceo da Con-
grega cao.
Assignatura na typographia do Correia Pernam-
bucano t hvrarias dos Srs. Laillacar e Medeiros.
> Ta P/*5'8*-8 de idade, com pratica de taberna : tratar no
peteo do Terco n. 68.
Feitor
rraneiseo de"
Frelus Barbosa, vea agrade-
cer pelo presente a todos og Srs. credorta a non-
dade com que o tratara D0 processo de saa 'al-
inela proteUndo Ihee sea eterno agradseio!>snio.
Boga a todos os aens devores de viem oa osan*
daris solver seos debito* visto qae em virtu'de
da quluco seral qoe obteve forafs^he entremsi
por ordem lo Illm. Sr. Dr. joiz de direlio espe-
cial do comcercio, todos 3s seos bon, livros e pa-
ss,e habilita lo psrarcotwr amigavej ouiodi-
cialmeate.
Precisa-se de um feitor para tratar de. um sitio:
quom pretender dirija-se roa de Pedro Affooso
n. 29, outr'ora roa da Praia, qae achara coa
qaem tratar.
Chapellerie desdames
Este estabelecimento previne as Exmas. senho-
res que acaba de reeeber pelo vapor Sindh nm
lindo sortimeoto de chapeos para senhores e me-
ninas, ternando-se recommendaveis pelas lindas
formas, qne sao mais e egantes qoe o dos (amigos)
Tiroliens portan rogamos s Eimas. Sras. que
qneiram sisiUr nono esubelecimenlo, jue se
acta aberto at 9 horas da noite, aonde encontra-
rao os chapeos de mais gesto que tem apparesido
actualmente. vv
Chapellarie des dames, roa do Cabug n. 12
1- ander.
MONTE PI POPULAR PERNAM-
BUCANO.
Nao se tendo reunido o socios n dia 14 do
correis em auembla geral como foi anonneiado;
de ordem do irmao director convido aos mesmos
Srs. para omparfceerem ao dia 18 as 10 horas da
masis.
Secretara so Monte Pi Popular rw-oambucaoo,
45 ds ffltut de >87. ,
rrbaao 9mM*toie Asunt.

Cezinheiro
Paga-s bem a nm coziobeire o a um servente :
nojoiel francs, rna das Larangeiras n. 10.
Engommadeira
J/^a^J*6? a ,ra?.b0* 9Doniroadeira : na es-
?S S Josf* ^ "** B- 2' iotu da ire'
Precisa-se de urna ama que tenha boa con-
ducta para eogommar e tratar de meninos: na
roa da tenzala Nova n. 30.
Custodio Jos Alves Gaimares, nico socio ge-
rente da casa eomraercial de Guimaraes, Pontes
* C, desta praes, previne quem interessar pos-
j &a, que esta promovendo a dissolucaq da mesma
urma, e entrar 'em seguida aa respectiva liqui-
dajio; sendo que nao ha letras pelas qoaes esteja
! a firma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar dorante a mesma dssolucao e iaui-
dacio. ~ '
Precisa-se de urna ama livre, de meia idade
e boa conducu, para o servica interno e externo
de casa de mnito pouca familia : na roa de Santa
Therera o, 11.
ATTENCAO
Furtaram de urna casa de familia nm anei gran-
de de euro com qoatro ollares, teodo nm dia-
mante esmaltado: julga-se ter sido furtado por al-
go.n escravo da casa, e por isso pede-se a quem
comprou, ou a quem f6r offerecido o favor de
leva-lo roa estreiu do Rosario n. 23, escriptorio,
qne aiem de se loe resumir s importancia da
eeropre, se dar mas orna grat8ea$ao.
aan
i O advgado Manoel Jos Pereira de Mel- M
lo passou sua residencia para o segundo
g andar do sobrado n. 19, na roa da Peoha i
e o escriptorio para o 1* andar do sonra- |
do o. 43 na rus do Imperador, onde exer- j
cara sna proiisso, e poder ser proco- 9
lajigaiai mMmm tm
aslHaaiaji asmomm BIW
lf A k Pf^claa-se de ama ama qae saiba
tl A /l C0BDnar Pa" casa de duas pessoas :
1TJ./1 a traur os roa do V. Itaparica n. 81,
ootr'ora raa io Apollo.
Precuase de urna ama livre ou escrava
ra direita n. US, (riaieiro andar.
g Advogados *
FRANKLl.V TAVORA
m, CASTELLO BRANCO 2
m da frente Imper*dor 43r' 1# ,Bar' *Ja2
I
COMPRAS.
COHPRA-SE
Gompra-se nms casa terrea dentro ds praca, de
valor de dous a tres costos de reis; qaem tiver
para vender, qoeira eixar em caita fechada s in-
dicacao de sua moradia. no pateo do Paraiio n.
9, oo qaalqoer otro esslarecimento, para ser pro-
curado.
Compra-se
Aloga-se o 3'o Angosta ; a (rajar di /.> larga de Rosario n. 44,
'latanas.
Solicitador
, P bacharel Francisco da Conha Cas-
te lo Branco tem seo escriptorio de soli-
citador na roa do Imperador n. 43. !
sn lar, sala ds frente.
om sitio qae tenha arvores, sendo em conta:
roa ds Imperatriz o. 31. aa
VENDAS.
Cimento portland
Vende-se o verdadeiro Cimento Portland: no
largo da Alfandega, armazem do Aunes.
Vende-se por preco commodo om csrro ame-
ricano de qnatro rodas, muito bem pintado, for-
rado de aovo, e excellente a lodos os respeito : i
tratar na ocheira de Mr. Gorgean, a roa da Flo-
rentina n. 16.
------ '---------r^^_
Cooro efe jaezerro
Mt'ito novo s oltimameate caogado veode-se
em eva de 8. T. JonsUm A C : roa da Scula
I Nova n. 4C.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 49.
Jos Bigodinbo, com loja de miadeza*,
avisa a todos os os seos fregnezea qoe est
torrando todo pelo preco, a viata da fazeo-
da, para todos admirar, a saber :
Grosas de boles de looca bracea a 120
Capachos mnito bonitos i 600 e 700
Caixas com 100 envelopes faxenda
fina a 500, 6C0 e 800
Pares de sapatos de 13a para me-
ninos a 320
Espetos de moldara donrada a
800 e d,500O
Pontea pretos volteados para me-
ninas a 240
TiDteiros com tinta preta a 80 e 100
Pocas de fita elstica moito fina a 200
L;itai com superior banba 60,100 e 2C0-
Latas grandes com superior banba a 320
Frascos com oleo de Pbi!o:ome a
800 e 800
Frascos com macassa Peroia. a 340
Caixas cop 12 sabwetes mnito
Anos a 14*000
Frascos om agna de Colonia vers-
deira a 14000
Ditos com oleo de ba )osa snderor a 320
Silabario portugaez livro maito
bom para enancas a 400
Carritels de retroz preto com 2
Ditavas a 600
Ricas tooqninbas de fil para me-
ninos a 200
Caixas com aguibas francezas a {60
160 240
Petas de liras bordadas a 500, 600
800 e jJOOO
Garrafas com a verdadeirs agua
Herida a 4#30O
Cartilbas da Doctrina CbristSa a.<
mais modernas a 400
Livro das misspss abreviadas a 1500
Co|>os grandes com superior banba 105OO
Mat;os de pallitoa para denles o
roelbor qoe ba a 160
Pacotas coa 3 labenete* inglezN
fizendafloa a. ftOO
Caiitas con pos para hm;ar Jemes.
1 f,?epB fina a ^oo




I- I

D .rio (le I'ernajnbuco
Tei\tt
aira
16 Muio Je 1871.
AO DE (MLLEIREIRO
imeiro de Mar jL(, n. 7 A Io andar.
NeeU bem montado estabelecimento, os amadores C _.ioda ;enContrar5o o qot
ha de mais moderno e delicado para penteados, como sejam: bonitos e excellentei
cokes, trancas, cache-pnes, assim como faz-se iodo e qualqoer trabalbo de cabelle
que se eocommendar.
Acba-se tambera, o acreditado Tnico Delsoc qoe se recommenda pela sua ex
cellente composi;3o. O dono desie estabelecimento d'ora em diante, pode ser pro
carado a qnalqaer hora do dia, para os misteres de soa proSss5o.
CABELLEIREIRO
A TRANCA MONSTRO
Ba Duque de Caxias n. 59 Io andar
Sallo para cortar, barbear, frisar e tingir os cabellos cora aceio
e perfeiqo.
Recebe-se encommendas de todas as qaalidades de posticos, '.nio para a provin-
cia como para fra delta.
Aa armazem da
Vapor Franeez,
na do Bario
da Victo ra (ou-
tr'ora ma Mo-
ra) o. 9.

A TURQUEZA


Esta nova toja tem, alm de completo sortimento de fazendas, o segniote qoe
vende barato :
Crotones de cores fizas a 400 rs. o covado.
licito boas nvassalinas a 480 rs. o dito.
Baptistas a 'J60 rs. o dito.
Fustoes da cores para vestidos a 600 e 800 rs. o dito.
Liainbas a 440 e 560 rs. o dito.
Alpacas de cores a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinhas de lis tras a I 500 o dito.
Organdys brancos a 800 rs. a vara,
Saias de Ha e brancas de U a 120000.
Lindas camizinbas a 400000.
Lapos de fita para cinto a 40 e 50000.
Ponbos e golla de grs a 40000.
Chales de merino estampados a 30500.
Balees a 30000.
A' na do Bario da Victoria n. 9 (antiga ra Nova) loia da TURQCEZA.
Perfumaras, qninquilharias e briri-
quedos para meninos.
Aoabam da chegar novas fataras cora importante sortimento. dos artigos abaixo
possivel.
LIQIDAgAO
DE
Calcado lrancez.
PARA ACABAR
O grande e variado sortimento de calcado
de todas as qaalidades, existente na loja n.
30 da roa do Baro da Victoria (ootr'ora
ra Nova) est exposto concorrencia do
respeitave publico, a qoalquer hora do dia,
e a noite at s 9 horas, e qnem all appa-
recer com dinheiro e disposicio nSo deixa-
r de comprar, porque, quasi que pode-se
dizer o comprador quem faz o prego.
Dignos chefes de familias chegada a
occaeiio de faierdes um deposito de calca-
do por algum tempo, pois destas pee hin-
chas nio apparecem sempre.
Srs. cheles de familias vossa espiahosa
posicio digna d'inveja, n'ama quadra
Ha,
R apastada, roa-se, por nao poder tomar
parte no banqueta das pechincbas, em igual
direito aos chefes de familias.
Quena nio correr a toda pressa, nio che-
gara tempo, porque sendo grande a con-
curreaeia, afina I algum tem de ticar des-
costse,
RUADORARAO DA VICTORIA N. 30.
Agurdente.
Agurdente de caj e de laranja, team pata
vender Cmrha Irruios & C, na ra da Madre de
Deusn. 34.
Libras st^rliaas.
Vende-?? no armazem de fazendas de Augusto
P. de Oliveira & &, i roa lo Commereio n. 41
Plvora a 16^000 o
barril
To escriptorio da ra do Vigario n. 31, lem
amostra de superior plvora ingleza, e vende-se
pelo barato preco cima.____________________
Vende-se um pequeo sitio na estrada de
Belem junto a estac3o do mesmo norae, enmmodo
para embarque e desembarque, tem mais de 1,000
palmos de fundo, minios arvoredos e boa-agua de
beber: a tratar ni ra Duque de Caxias (ontrn
das Cruzes) o. JO, 2* andar.
Vende-se a taberua do paleo do Terco n, 4
por seu dono achar-fe doenle : a tratar na mesma
Leamos de lbyntho
Vende-se algn? de muito bom gosto e a preco
mdico : na ruado Apollo n. SO, escriptorio.
Attenpo
Vende-se papel de seda e linho para cigarros,
assim como cigarro* de todas as qualidades por
menos preco do que em outra qnalquer parte :
ra Diretta n. 5.
Vende-se ama casa terrea na ra das Nym-
phas (freguezia da Boa-Vista) n. 5 : a tratar na
ra do Prweipe n. 10 A.
Vende-se urna arenacao no pateo de S. Jos
n. SI, propria para quataiier principiante ; a ca-
sa bastante afreguszad* para trra : tratar na
mesma. '
!iiumini
AGUA DEVICHY
DAS
Fontes
Hauktnce e Ceiestins.
Veade-se em grosso e a retalho
no armazem c1 a rn do Vigario n. 11
s
Vende-se deus cavalios andadores no corre
dor 4e Bispo o. 33. '______________
A
Vende-se saceos com farinha de mandioca, roe-
dindo 18 cuias, pelo baratsimo pre jo de 5* cada
saceo; na ra ao M rqnez de 01 inda c. 40, e*-
riptorio.
Sementes novas de
hortaliza.
Na loja de Ferreira Guimara'es .
Daqoe de Caxias n. 95.
roa
Vende-se
daas casas terreas em chaos proprios, em bom ca-
tado, com gaz e agua do encanamento, junto da
estaco do Manguinne n. 29 e
na da Soledade n. .
31 a tratar na
PARA
vestidos, com grande variedade de odres, a
240 rs. o covado
Na roa Pr i metro de Marco (outr'ora do'Crespo)
n. 13, loia das Columnas, de Antonio Correia da
Vasconcelos.
Al#800
Bramante de linho para lencoes, tem doas me
tros de largura ; anda ha na roa
xias n. 65. antiga do Quejando,
pechincba I)
I) o qae de Ca-
Aproveite m a
A 5#000
o corte de casemira, fazendi qne val 94- na Ib de
perder a occasiio : s na -ra Duque de Cintas
n. 66, antiga do Queimado. ________

GRANDE
L1QU10ACAO
Na ra do Duque de Caxias, antiga ra. do
Queimado n. 19, vende-se chitas de cores es-
curas e roatisadas p*lo preco de JOO rs. o cr rudo,
cambraias de cores, bonitos padrdes a 240 rs. o
covado, e pecas de cambraias branca fina c< m 16
varas a 3 e ditas com 8 ditas boa por 41, peca?
de madapolo de 41, 44960 9 Si, e algodo i tran-
co de 3*300 e 4*006 a peca; tudo por | eco
que admira.__________________^_^__ _
mencionados a precos mais resumido qne
CALCADO
Botinas pan enhoraadunque branco,
preto e de outras muitas cores escolhidas
do ultimo gosto da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatlnhos de salto para senhonduraque
preto, branco e.de cores, e de couro da lus-
tro.
Botinhas para criancas, proprias de bap-
tlsados.
Botinas de diversas qualidades para ho-
mem.
Botas russianaa para montaa, tanto in-
glezas la couro da Russia para viagem,
como francezat d Melier, beterro fino, pa-
ra passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 6
amos.
Sapatos de brim branco para homen?.
Sapatos de vaqueu de lustro com sola de
a (eir, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para bomens e se-
nhoras.
Snales abotinados, de diferentes modelos,
mui o bons e fortes para niaemos e meni-
Sapatos de pete, avellanados, Ctiarlot,
twshnira preta, de tranca portuguetes, para
homens, Motoras e memas.
Perimarias.
Extractos finos, naneas, cosmticos, leos,
opia-as, aguas decclogne em garrafas de
crystal para oresentes, agua divina, agua,
florida, dentitrice lavando, agna de toiret,
tintara para bar*a e cabellos, pomada hon-
groise para btgedes, pos de arroz e sabo-
netes, tado fste de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver-e Lubin.
Qninquilharias
A armaueam do
Vapor Fraacei,
roa do Bario
da Vctorl(oo-
tr'or rao No-
va) a. f.
85
Lavas de pellica braneaspreeas e decores
Espertaos grandes arados. para salas,
quartos e gabinetes.
Leqnes para sentoras e meninas.
Jeias seiraf^-gotoes de pannos, de abertura, cor-
rentos e chaves Jerelogio, tudo de ouro
bom'e lei.
Bracos de plaqoe imitacao de ouro.
Gwrentes para reiegio.
Kbctoadoras para colletes e para punhos.
Aibuns de vanado e marroqura para re-
tratos.
Mammadeiras de /idro ara-enancas.
fjiTiiitia ie costara, novos modelos com
-msica, prcorias para presentes.
Oaairinnea donrados para retratos.
Toncas a sapstinhos de lia para criancas.
Capel las para noivas e para pastoras de
prexpioi
Carimbas oem vidros de aocmeito pera
ver-se em ponto grande a -pbetograpbfc
dos retrate*. I
Pee de vidro para pianos.
Thesoarlobas para oosnre-e nnbas.
Boicinhae-de seda e 4e vetado.
frtoliit pan braco de mtninas.
Balatoa para costura.
cesioa drame pratiado pan frutase
pi a[mesJ
Ricos artigos de phantasia necessarlos
Prajjnetesl proprios de nresentes.
Jarrosje bouqoets de porcelana para san-
tuarios. r ^
Registros de papel fino mol delicados.
Quadros promptos pare collocar vistas.
Molduras douradas para qualros.
Estampas de bellas payssgens de cida-
des, de figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notes e para dinheiro.
Caixinha ira msica de dar-se corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e cha
ratos.
Grvala* de seda pretas e de cores.
BengaUs de cana com castdes de marfim.
Ditas de bafeia, junco e de muras quali-
dades.
Pentes loos de marfim para caspas.
Efcoevaa para (acto, para cabello e para
d'jntes.
Lonetas on penclnec de prata doorada.
Dhos-de urtaraga e de-apo-
6eu1es de prata doorada a de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperma-
C8ta.
Hordas para violo.
^ort-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objeetos novos de mgicas o melbor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e -boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ibas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes-com martellopara viagem.
Ditos de mirtos modelos, de junco e de
loJajaj,
uovas de fio de Escocia.brancas, t de i
cores. ,
Ditas de camurca amareltas.
Machinas para fater cafe.
lobos de papel de cores para illomlna-
coee de festas campestres.
"ttalSes de cores, de sabir ao atr fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, vsperas,
rodetes, bagatela e ootres jogos allemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tes, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordions de "todos os ta-
maitos novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios taaunbos, coas
dlfferentes vistas mui pitor escs.
Grande
LIQUIDACA.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Ciullhcrrue.
160, 200 e 210
o co-
ATEI Qjk O
Chitas clara; e escaras
vado,
Bitas riseados prussianos 280 o corado.
Ditas chinelas para cobena a 240 o covado:
Cambraias, o/gandys miudas a 240 e 286 o co-
vado.
Ditas bordada brancas e de cores para corti-
nados, a 326 o covado.
Ditas hispo lisas finas a i a peca.
Ditas brancas com 16 varas, a 3*000 e 3*306
a peca.
Bita Victoria, a 4* a peca.
Mussnlioa branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo francs, a 6| a peca.
Dito ingle de bom a especial, a 4*066, 5*, 6*
e 7* a peca.
Algodaosiouo a 3*, 3*500 e 4* a peca.
Alpaca de cor com listas, faienda superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisadas a
600 ts. o covado.
Dita preta coai flor bran:a, o 566 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padrdes miudos e modernos a 360
rs. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linho embainbados a 4* a duiia-
Cbila, fazenda bem conbecida pela sua fortido,
mais larga qae chita para roupa de escravos, a
206 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 1*500 o eovado
Cortes de casemira de cor, 3*C06, 4* e F*.
Cortes de meia casemira, a 1*!06.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 326 rs. o co-
vado.
Algodo iargo merca T a 5* a pega.
D-se amostras com penhor.__________
I
Rua Nova d. 22
Para este estabelecimento acaba de chegar um
riquissimo sortimento de objeetos, todos novos, os
qnaes sao das seguintes qualidades :
Machinas para fazer caf, em cinco minutos, as
qnaes fazem o caf enm todo o aroma, e com me-
nos quantidade do que se costoma a asar, por se-
rem de um systema Dleiramente moderno.
Estes pecas importantissimas podem tambera se-
vir para cima de mesa, sendo os seus precos de
cinco at cem mil reis.
As explicaceesparafater-ss o cafveem erapor-
tugnez e inglez.
Tare bem ha para vender neste estabelecimento
requissimas esteiras brancas e de cores, para for-
rar salas, por precos muito baratos. Bem como
muito boas vassouras para lavar casas ladrilhadas
e assoalbadas, as qnaes sao de qualidade inteira-
mente nova neste mercado. ______^^
13 A
Brinquedos
O maior sortimento
"de todasorte de ti
'diversos pases da
, oiversos panes aa
I ment das criancas.
qae se pode desojar
uodos Jabricados era
arepa para entrete-
ROBE DE LAFECTEUR.
Na'botica popular, ra da Imperatriz n. 77.
ROBE DE BOY-VEAU-LAFECTEUR.
Na botica pupular, ra da Imperatriz n. 77.
CAPSULAS DE OLEO DE FIGADO DE BA--
CALHO
Na botica-popular n. 11. ra da Imperatriz.
PERO LAS DE ETHER DE CLHTrfN.
Na betica-popular, ra da Imperalrir n. 77.
DBAGES DE ERGOTNA DE BONJEAN.
Na botica-popular, ra da Imperatriz n. 77.
PILULAS DE IODURETO -DE FERBO DE BWiN-
CARD.
Na botica-popular, ra da lmperatriz-a. 77.
PEROLAS DE TEREBENTINA.
Na boticatpopular, ra da4mperatm*n. 77.
.PEROLAS DE ASSAFTIDA.
Na botica-popular, ra da Imperatrit n. 77.
XAIiOPEOE NAF E'PATILHAS.
Na botica popular, ra da Imperatriz n. 77.
XAROPE E PASTILHAS PEITORAES DEBLAYN.
Na botica-popular, roa da Imperatriz n. 77.
OLEO DE FIGADO DE BACALHiO IODADO.
Na botica-popular, ra oa Imperatriz n. 77.
-XAROPE DE CI7R.VT0 DE FERRO DE CHABLE
Na botica popular, roa da Imperatriz n. 77.
POQAS & C.
tem a honra de chamar a 8ttenc2o
chara expostos em sen armazem.
dos entendidos, .para os seguintes artigos, que se
COLLARES.
Vioho -especial ji cenbecido, para o qual chama atleoc5o particular dos amado-
res oeste especial liquido, proprio para todas as estaces, visto a simpiicidade de sua
composico.
MIIAD1
Esta qualidade espeoiai -de vioho, tao apreciado pelos entendorec,
acba-se igualmente exposto a- bda pinga.
com ju6tica,
amantes 4esta
FIGUEIRA
E'para este excellente vinho com especialidade que chamamos a attenf5o dos
conhecedores da materia, visto as diversas marcas que temos, sendo das melbores que
vemao mercado: aqui s com,avista.
BAS3
em barril, sendo especnlklade seste artigo, visto ser vindo directamenle, por urna en-
ommenda de om nosso coJIega.
QTJEJJOS
do *serto soperiores, melbor presos.
Ra Estreita (Jo Rosario -n. 9. junto pac aria.
MVA POBLICACO
MUSICAL
Phantezia Polka.
Acaba de poblicar-se esta lindissima peca
de msica para piano, composic2o do insig-
ne e (lustre maestro.
J. Smoltz.
Acba-se venda no bem conbecido ar-
mazem de pianos e msicas de Antonio
Jos de Azevedo, ra Novan, ti, boje
Ba?o da Victoria.
Preco 25000
AN senhoras.
A' ebapellaria da rna Primeiro de Margo n. 6
acaba de ebegar da Europa, pelo ultimo vapor,
ora liado e variado sortimento de chapeos echa-
pelinas da ultima moda para sentioras, qae se
vendem por presos muito rasoaveis: na mesma
ctiapettaria ba um grande sortimento de cheqos
de todas as qualidades para bomens e meninos.
Machina, para costura
Veade-se urna machina para costara, em per-
teito-estado, por preco eomaodo : na roa de S.
flranoico n. S.
Ferro galvanizado.
Vende-se ferro galvanisado cm folhas de diffe-
rontes tamanhos : m casa de Adamson Howie dr
C, ra do Comtnercio n. 40.
EXTRACTO DE CAKNE PARA CO.NVALES-
CEXCA DOS EJiFEllMOS.
Na botica-popuiar, ra da Imperatriz d. 77.
XAROPE DE THRtDACO POR ABfiADYE.
Na tica popular, ra da Imperatriz n. 77.
XAROPE DE DIGITALS FOR LA3ELO.NYE.
Na botica-popular, rut da Imperatriz n. 77.
ATTENGAO
Vende-se om sitio oa matriz da Vanea junto ao
sitio do Sr. Que.roz, com casa na frente, com bas-
tantes commodps, corioha fra, bastanjes arvore-
dos te diversas qualidades de fruetat, o qual per-
tenee vluva Amaral : quem o pretender dirja-
se ra do Rosario da Boa-Vista n. 16, que acha-
ra eom qnem tratar.
Venda*ie as seguintes obras :
As Tres Lagrimas, 1 ton eneadernado por
M00O.
Solfejos de Rodolpho encadernado por B*.
Maawa Intknlada Lucrecia Borgia era broTura
MQM*.
dem do celebre autor Bertini dem if.
Um livro em bnanco para copiar msica 5j.
A 3p0
Baldes, o que tero appareeidti da mais moderno,
de Caxia b. 85, mig do QaeJma-
Sapatos de borraza
Para enflora ou rapazes que calcero 35'e 36 ;
borzeguios para hornera a W500 rs. e oro com-
pleto sortimento de calcado por preco mnimo ;
roa Direita n. 45.
COMPLETO
sortimento de molkados no lar-
go do Carmoon. 33
ESO.UINA DA nUA EE SANTA THEBEZA.
COMPLETO
sortimento de molhados no largo
do Carmo n. 39
.QUINA DA RA DE SANTA THEBEZA.
Vende-se remedio contra o callos, experi-
mentado por dirersas pessoas, as qoaes tem tira-
d > bom resultado ; ra Primeiro de Marco n. 3
(antiga rus do Crespo) ra do Mrquez de 01 m-
da n. 50 A (antiga da Cadeia).
rea Duque
do, eiopsp senhora,
tambe* tem pira raenioa*
V1RH8 COLLARES
Vende-e o verdadeiro vinbo de Collares, vindo
oltiraamenie telo vapor Olinda, ero barril de d-
cimo : m W da Madre de Drai o, 18.
A:ha-se sempre prompto esta novo estabelecimento de molhados para servir
a o* amaveis Ir eguezes com um sortimento completo de gneros dos majs novos, que a
vista do comprador agradar e por commodos precos, turto quanto procuraren! neste novo
crstabelecimento achario, como bem ;
Manteiga iogieza or ajnelbor qoe lia,no mercado a J06OO e 1-3300 a libra. Dita
franoeza a 1/1400. Passas novas a 480 rs. n bra. Amexas em latas de diversos l-
mannos a 341800, f',400, IrVieo, lAOO e 7QS rs. Figos novos a 200 rs. Talbarim
macarro e aletria ltimamente legados a 406 re. a libra, Doces de golabas em latas
a I,$600. Dito em caixoes a 10000. Cnourie de Lisboa a 00 rs. a libra. Came-
lada a 720 rs. a libra. Ervilhas e doces de diversas froctas da joropa a 700 rs. a lata.
Batatas a le80 a caixa e 40 rs. a libra. CamarSen seceos a 640 rs. o kilogrammo.
Vinlios de diversas marcas e queijos de diversas qualidades qoe s a vista do compra-
dor se far os precos.
ANTIGA FABRIGA DE PIAROS
DE
JOO VPES srccEWB ,1. RHIG4S
55 BOA DO IMUDOit B. 55.
Grande sortimento de pianos, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz
N Encontra-se nesfe eslabe/jcimento vm grande sortimeot de msicas classicas
e modernas para piano, canto, flauta, pw. e'c.
Os concerios de pianos e afl1nc5M si0 ''tos com o maior cai C .ncArtm se 01 pjanoa velbo dt m^otr? a se tornare novos.
Vende- se por preco mdico nm terreno ex-
cellente para edificar-se um engeoba, que ter de
iratoalher com agua, tendo ja feito pela natureza
mor parte do paredio do acude. O terreno de que
cima tcata-se eootm bastante matas virgens e
antig partidos de .plantagao de canoa, os quaes
ser vira m a um muito antigo engento que aUi
bouve, e coatm para mais de meia legoa de leste
ie oeste, e de poneo menos de sal aoaerte : quem
poto qoteer fazer negeeio to vantajoeo, dirija-se
ao proprietario do angenho Velbo da;ftguezia de
Jaboatao, que far todo negocio.
DISC0B60S E BWERSOS ESCMPTOS
PELO
Dr. tprtlo Jusf iniano da Silva
Ciolrnaaries.
lente de 49$*mia poltica na faculiade de
direito do Ret fe,
NATURAL DE PERNAMBDCO.
Ruada Imperatriz 13
DE
JOAQUIM BEZERRA^PESSOA & C
Os propriet?,rios deste novo estabeleci-
mento de fazendas veem identificar ao res-
peitavel publico em geral e em particular
as Exms familias desta cidade e fora della
que ebegado pelos ltimos paquetes da
Eoropa, o mais bello sortimento das mais
lindas fazendis qae at boje sSo vistas em
nosso commereio, e que esto despostos
venderem por todo preco.afim de venderem
moilo e apurar dinheiro, saber:
L'ndos casaquinhos de gurgnrSo preta
enfeitados para todos os precos.
Cortinados ricamente bordados para ca-
mas e janellas.
Camisinhas de linho bordadas para sfc-
nhoras.
Ricos tapetes avellodados com lindos oe-
zenhos para 2 e 4 cadeiras.
Ricas grinaldas e capellas para noivas e
meninas.
LSa para bordar de todas as cores por
commodos precos. .
Chapeos de sol de da inglezas a Miso
por todos os presos.
Ricos e modernos cortes de organdy bran
eos com modernas listas.
Ditas di cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 5000.
Pecas de cambraias finas a Victorias com
10 e 12 jardas a U, W, U, W e 7,j000,
Ditas transparentes finas para todos os
precos com 2 larguras.
Variadissimo e elegaantes sortimnlo ce
lias para vestidos de todos os prec. >s e qua-
lidades, que, quem as vir a vista dos pre-
sos comprar.
Modernas popelinnas com littras a izo
rs. o covado barato.
Grande variedade em chitas finas, para
200, 210, 280, 300 e 310 rs. o covado.
Pechincha em alpacas de cores lavradas
e muito finas, o covado 400, 500 e 600 rs.
na Flor da Moda ra Imperatriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA r A ELLA ANTE
QUE SE ACABE ?
S5o camisas francezs finas a-l300 cada
urna, fdmira a vista da fazenda. S ca
Flor da Moda ra da Imperatriz n. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de 35000. '
Madapoloas finos e largas com 20 varas
a 4^, 5 e 6000.
Brim pardo trancado de linho nno o
covado a 30 e 4C0 rs. admira.
QUEM QIZER VENHA COMPRAR NA
FLOR DA MODA RA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima la de cor a &>,
65, 6 45000 brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a zut,
240 e 280 rs. o covudo.
Lencos de chitas graBdes e bonitas a d-
zia 25000 rs.
Grande quantidade de lencos para me
nios e bomens sendo :
Com barras de bichinchos e catangas L-
zendo gyoastica a dozia 15200, 15500,
25000 e 25300.
Ditos' brancos finos a 25300.
Ditos de linho ambanbados finos a 05 e
75000 a duzi.
Cimisas de meia o melbor qne b, urna
15, e 1^00.
Ditas inglezas fioas de linho para borne rs
e meninos por todos os precos.
Collenohos, punbos, grvalas, moas,
toalhas, lencoes. crochets para cadeiras c
jardineiras.
Complano sortimento de casimiras preta
de cores .
Pannos, finos pretos e de todas as qual*
dades, brins brancos pardos e de cores por
todos os precos.
Roupas leitusoaFlor da Moda
-Sobre-Gaacos. palitots-saccos a fraks c?t
todas as q* i i dad as prero comino lo.
Calcas da casenaris pretas, de c6re5, de
brins brancos, pardo* e decores.
Ceroulas francezas de linho e de algodo
commodos precos.
Na mesmo estabeieciment* encontrarlo
os amaveis frequezes um bom alaiaie para
tomar medidas dos que quizerem manda*
fazer suas obras e sujeiando-.oos a ficai
com aquellas que n3o sabirem a contento
afim de bem servir todos aqoeiles que nos
bonrarem eom sua oroteccJo neste estabe-
lecimento orna eoQidade de artigue qoe
deixamos de mencionar para nao se tornar
massante aos leitorea, o estabelecimento
est aborto das 6 as 9 horas da noite s
ordeos do respeitavel publico.
N.-13 A RA DA IMPERATRIZ N.-13 A
Um vol. de 440 pag-, ntidamente impresso, na
Lypographia de C E. Mullen.
Acba-se no prelo, e assigna-se ra do Impe-
rador n. 27, i* andar.10/ cada exemplar,
O autor collige aloans de seus diseorsos, que
tao benvolamente bao sido acolhidos por mullos,
retocndoos e ancoiando-os ; e inclue no seu li-
vro algans escriptos, embora {rencamente, lula de ideas em que o
paiz se val empennando : precede urna longa in-
trodcelo.
O livro nao tem a cr de urna poltica de parti-
do coro relacSo ao imperio ; e sim tem acorde
urna poltica de Jberdait, que e ser sempre a
dos homens de bem de todos os bandos polticos e
je todos os pafzes.
Armazem Dous IrniaOs
RA DA PEJHA N. 8.
Gat a 30 rs.a garraa.e 6/600 a lata, vinbo Fi-
guaira superior a 500 r?. i garrafa e a 34800 a
caada, arroz o que ha de mclhor a 100 rs. a libra
e a 31 a arroba, toncinbe a 500 rs. a libra, pas-
sas e figos superiores a 320 rs-. a libra, doces sec-
eos, dem em calda, marmelada fina, tombo de
poreo assado, linguica fina prompta, latas de todo-
os lmannos coro bolaebinhas e biicoutos de toda;
as qualidades, amenas fransezas em caixinhas
frascos e Utas diversas, vinho Bordaux francez s
00 rs. a garrafa e a 6/ a caixa, e outros muitof
gneros que se vendem a pTeco raioavels.
I
Vende-se 90 a golires da Companhia Pernambu-
canvde valor de 9001 cada urna, dando-se o des-
cont do dividendo vencido no anno prximo pas-
aado. Isto urna boa acquisigao para quaro
qnizer empregar dinheiro, visto como a dita eom,
panhla, tem dado os seus dividendos regulares
e o possoidor daa meamas apolices as vende por-
qae tem de retirar--e para a Europa, ji tendo
por esle motive lijul<^'> todos os seus negocie!
ureieoder toda?
nesta p.-aja
re d'-s,
s:
qoe acHSM^cm -;iar_
rejender
toda? ou
rs n.
Para saceos e fogmetelroi.
naecos
PARA ASSICAR
CER^JA DE .\MBC4
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas.
Cambraia Victoria
As verJaderas trazem o nmeros estampados
oas pec.as e nao as etiquetas
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gummercto 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peea om bllte-
le com o norne
.DOS
nicos importadores
__________2. JEFFERIES C.
Vende-se um terreno de 1,000 bracas dn
frente e 1,200 de fundo, no lagar de Jatobi; term..
de Agua Preta, cora pro,porc5es para um bwn en
Spnho, vino serern as trras do muito boa pro-
accao e star pilo da- estacSo da via-frrea ,
sendo que, estando o mesmo terrajo bypothecadQ,
o respectivo credor intervir^-
prefender dirija-se ra 4a_*
ra da Cruz, no bairro do I
quero u
onla'ora
Chocalatt borcGi, i4!* Uadras e
obao, veede-ee c* rVI *** Roia*i
lochao
Irogaria b^meopainfea.'
ras e do Ma-
osario:
a


w

k


iatn de Pe'naHllmoo
VENDE-SE
Jaaqiu.D Jos rtaaaoe, na'rua da Craz o. 8, t*
andar, vende algodo azul americanos verdadeiro
e pregos americano a. 3 e i.
Agencia em fernambueo
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cora a phthyska e todas as molestias do paito
alia parrllha
Cara ulceras e cbagas antigs, impigens a dar
tros.
Tnico
Conserva e limpa os eabellos.
Plalas cathartleas.
?uramonte vegetaes sem mercurio ; cura se
tk,i, pnrgao e puriftcam todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa de Samuel P
Johoston & C rus da Senzalla Nova n. 42.
Nao
LIQUIDACAO
Ni,
LOJA E ARMAZEM
wr
DO

ha Mala cabello brasero.
Tintura japonea.
So e nica approvada pelas as academias de
ciencia, reconbecida superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principal rna da
v-idea do Reelfe n. 81, andar, era tedas as bo-
ticas e casa de eabeHeireiro.
feczapre a Kmra Esperanca!!
AO BELLO SEXO.
Sala loja bem eoshecida pela sna elegancia e
auperioi marte de seua objectos, acaba de receber
muilos artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a ni/U-l, aflra de compraren) aquil-
lo que precisaren para preparos de vestidos toi-
lete ou lacadores, e sesmo qualquer objecto para
fazer algom prezente..|pois que si na Nova Espe-
ranca liearo satistaftos, j pela qoalidade e pre-
sos razoaveis, e mtsmo por qne a Nova Esperan-
ca ufaua-se em nao aa mpacteoiar em dar a es-
colher os objectos, prestando-se cora o agrado
com que coaiu ta receber a todos, aflm de qne
saibam rom o firme proposito de voltarem ou
mandarem a mesma loja, logo qne precisem de
qualquer artigo por pequeo qoeseja.
LUYAS ,DE PELLICA.
Reeebeu as de Lisboa a Nova Esperanca para
torneos, senbora e meninos, sendo brancas e de
core*.
NOVIDADE.
Bico de qaipnre preto com branco, a Nova Es-
peranca so quem tem 11
Caixas para joias.
A Nova Esperanca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Uecebeu as de mullas qualidades a Nova Espe-
ran <;a. r
Para extinguir panos oo sardas.
A Nova Esperanza 4em leite de rosas brancas.
Para tangir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
giera.
Pan refrescar a pello e aformozia-la.
A Nova Beparaoca roa Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francez como inglez, estao expostas a venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranca.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laraoja, florida e de lavan.de, etc., etc.,
tudo de superior qaalid?de : veode-se na Nova
Esperanca i ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a roa Duque de Caxias n-
63, receben um lindo sortimento de lia para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a ella antes cine se acal
PAVAO
NA BA DA IMERATRIZ 60-
DE
SAL
Vende, Jote Dias Soares. (em Maeo)i superior
superior sal oti podra, o aiqueire a 400 rs, para
bareaca, e 440 res para navios, pono a bordo,
emnsrcando-s qualquer encommenda por maior
qua >"ja com toda a presteza possivel. Pie tra-
lar sea travessa da Madre de Dos n. 1, 2o an-
dar, om Antonio Perora de Miranda.
Jornaes da Europa.
Asignatura* para todos os jornaes da Europa
Puntnalidade e garanta uo servico.
_________LIVRAR1A FRANCEZA._________
Tabellas Vermfugas
Este medcamelo o nico qne pelo sen bom
aroma e gosto agradaval se torna o mais proprio
pura a expulsao da.: tombrigas. E' (scil de tomar
i |ue o seo geste igual ao do chocolate, e de
iirompto efleito.
DEPOSITO
Pbarmacia americena do Ferreira Maia & C, roa
Dnqua de Caxias n. 57.
Jabonete de alcalrao.
Esta novo preparad applicado com grande
loroveitamento contra as molestias de pe le coro-
aicas e reneldes empigens, manchas escuras ou
iiannos que vem ao rosto e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e comiences, mesmo aquellas qoe em
celtas partes deealas do corpo tanto mortifican),
fioalmeote o oso continuado deMe sabooete con-
tnbue para tornar a pelle asss mimosa. E' igoal-
tnente efllcaz para amaeiar a pelle do rosto ou
entras parles do corpo, qoe por motivo de erysi-
pella? ucaro speras e escamosas. Preco de cada
jabonete 610 rs., em dunia se tari abatimento.
Luico deposito em Pernambnso, pbarmaca ame-
ricana de Ferreira Maia & C, roa Duqoe de Caxias
ti. 57, amiga do Qoeimado.
Aos cigarreiros
PAPEL DE SEDA E DE LINHO PARA CI-
GARROS.
Acaba de ebegar ama grande encommenda de
i i'" l de seda e de linho largo, para cigarros, na
N'>va Esperanca, rua Duque de Caxias n. 63.
Nao duvidem
que na na Duque de Caxias n. 65, amiga do Quei-
imdo. se vende pecas de madapolao, porm sem
avaria, a 3#SM e mais precos, e pegas de algodao
c 3fi, o qne admira.
1 Rua do Duque de Cavias 119
Chamins para gaz a 320 rs. II!
Chamices para gaz a 320 rs. !lt
Chamins para gaz a 320 rs. III
Da qualquer tamanho a 320 rs. MI
97-RUA DO DUQUEDE CAXIAS-97
DE
. VDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia $ C, rua Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do Queimado.
CUENTO.
FEUX PEREIRA DA SILVA & C.
Os propietarios destB grande e jtabolecimento tendo em ser ama avultada porcio de
fazenda, e tendo continuado a recebar por todos os vapores e navios imaeosa por{5o
das rassDias, tem resolvido fner ama GRANDE LIQUIDACAO, afim de deminnir o gran-
de deposito e apurar DINHEIHO. D todas as fazendas qoe se vende baratissimo se dio
as amostras, icaado penbor oo ie mandam levar em casa das Exmas. familias, assim como
as pesoas que negnciam em meoor escala, n'este esta-elecimeatoso poderlo sor.ir em
peqoenas porpes pelos mesmo pre?fs que compram as caas exportadoras.
PARA LUCTO
0 Pav3o tem om grande sortimento de
fazendas pretis para laclo, cono seja: 13a-
siobas unas para vestidos JO e 440 rs.,
merm maiio leve para vestidos e roupas
para borneas U e 2^200, alpacas com
lavares brancos, cassas pretas lisas e eom
raocos, bomtoazinas pretas, cantos, e oa-
tras militas fazendas todas proprras- para
lulo, que se veaie nais barato quo em
outra qualquer Irte.
CHITAS DE CORES
O Pav3s (em reiebido grandes sortimen-
tos de chitas firras, tanto ciaras como escu-
ras, tendo tambe grande sortimento dts
mais delicada* percalles miodrabas prprfes
para vestidos e roupras de enancas, e ver>
de-ae por menos do qoe em oofra qnalquer
parte, oa rna da Imperatriz n. 6&.
LENCOS BRACO A DU2IA a5(00
O Pa\3o vende fioi simos leocos brancos
J embanbados, em duzia pelo brralo preco
de 3'J00, e outras omitas qualidades, tanto
de esgoio como de camoraia de Imo, e
cbinezes.
Taalhas de Psrto a 190000 a dnii
O Pavo vende sueriores toalbas para
rosto, sendo de linho do Porto 10)5000,
ditas de f oco fazenda moito boa f 20PO
n duzia, ditas coalchoadas a 70500 dozia
ao 640 rs. cada toaiba.
COLCHAS A 3j00
O Pav3o vende colchas brancas de fustao
sendo bastante grandes pelo barato preoo
de 3^000, ditas de cores moo Qnas ...
7(j000, ditas muito graudes brancas de fus*
t3o e muito encorpadas 60060, ditas de
croxet, proprias para cama de coi va 15&
ORGANDYS BRANC&
O PavSo receben os mais finse delicado
organdys brancos para vestido, sendo lodos
com lavores miudinbos, e vndese pelo
barato preco de 800 e 1000rs-. a vara,
fazenda que vala motto maisMinheiro.
GUARDA BANHA
O Pav3o vende orna grande porc3o de
pann 8 de crochet proprios para eecosto de
cadeiras, taDto de brago como de gaarnic3o,
ditas para encost desofii, ditas paraeobrir
pianos, assim como ditos redondos para co
brir difierentes movis ou outros.qnaesqoer
objectos, e pade-se vender por msnes do
que em outra qoalquer parte, atteadendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 20890
O Pavao vende bales de merino muito
grandes e encorpados 2*500, ditos
imita cao de chioezei 20500, dito pie tos
de renda com 4 pontas 20000.
CHALES PRETOS BORDADOS-
O Pav3o vende os maiores e metoores
ricamente borda-
vende
chales de me in pretos
dos com largas franjas de retroz, e
por menos do que em outra qualquer jarte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
melhores camisas inglezas e francezas com
peitos da linho para todos os presos e qua-
liades, assim como ditas de ditos de
algod3o para todos os preces e tamanhos,
endo tambem para erianeas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ce roelas
de linho e algodao, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para homens e meninos, que todo se veade
por pre^o muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem constantemente om grande
sortimento dos melhores cortinados corda-
dos para camas e jaLella?, qoe vende-se de
80000 al ao mais rico qoe costuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tan'.o tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, colchas
de crochet, damajeo para cimas de noivas,
e cortinas, e vende-se no Bazar do Pav3o.
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem om gande sortimento das
mais bonitas lasinhas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principando de 200rs. para cima ; porm
tSo grande a qnantidade que seria enfa-
donha especificar qualilade por qoalidade,
s a vista do freguez e das amostras se lhe
vendero por precos t3o cmodos qoe
engues deixar ce fazer om vestido de
13a por to pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDAO A 640 R8,
ALFAIATE
qoe se encarrega de ezecoUr qualquer en-
commenda da toa arle vontade do fre-
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimento e promette servir bem a todos
os fregoezes qu lhe boorarem a sna casa.
ALGODOSINHO A 3S500 A PECA
O Pavao vende pecas d'algodaosinuo de
muito boa qoalidade, teodo 20 jardas eada
peca, pelo barato preco de 30500, dito mui-
to largo e encorpado 60000, dito o me-
llior qae tem viudo ao mercado, muito en-
corpado e largo para leeros, pelo barato
prec de 60500, grande pecbincfaa.
MADAPOLAO A 40000 E 40500
O Pavao vende pegas de madapoiao com
24 jardas, sendo fazenda moito superior
pelo barato prego de 40500, das com as
mes nas jardas a 44000, ditas fioksimas a
50500, 60000. 74500 e 80000. pecbincha.
MABAPOLO FRANCEZ A 100
0 Pavo vende (ecae de Onissimomada-
pclo verdadeira mente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baratissimo preco
de 100000 peca, sendo faeenda qoe sem-
pre se venden 140OOOV e liqaila-se per
este barato preco por estar algasna cousa
tmcbnvalbada na pona de lora.
ALGCSOSINIKr-ENFESTADO A #0 10280
O Pavao vende verdadeiro algodiosinho
americano, tendo- 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes
70000 a vara, dito da mesma largor sen-
do trancado e muito encorpado 0280.
BRAMANTES PARA LEKQOES A 2*400 2*8903
O Pavao vende o verdadeiro bramante de
linho tendeHO palmos de largara, qoe ape.
nas precisa para umrtacol orna vara ernaa
quarla, pelo barato preco de 20490 vara,
dito melhor de 208 O e 30000, tendo at
do melhor qoe vem ao mercado i 3050*
e 40000, assim como oretones fortes para
lencoes, sendo urna eneorpada fazenda fran-
ceza com 40 pernos de largara 200 rs.
o metro, e bramante d'aJgodo com a mes-
ma largura HWOO.
SAJAS BORDADAS A 40500 E 60009
O Pav3o vende graude pecincha ea saias
brancas rica mate bordadas, teodo cada orna
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
40600 e 60000, sendo faeend qoe sempre
vendeo-se pr 80 e 100000.
Fiaeods para svts a 102ft, 10280 t t#50o
<) Pa/ao vende superior fazenda bordada
aScom pregas proprias pata saias, 10200,
10280 e 105(0 a vara, sendo preciso para
orna saia apenas 3 varas oo 3 l|2.
Aos 3000 crtes de caertnia a J03S9-
0 Pavao vende ama grande ponsSo de
cortes de oambraia organdje; tanto brancas
como de cores, sendo com Hstrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 205OO, cada eorte,
fazenda que vale muito mais.
Ag*2OG0 cortes*antbrai* boratls a-50O(
O Pavao vende urna glande quantidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos qoe tem viudo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
lonaes, e com muita fazenda para um ves-
tido, e liqnida-se pelo baratissimo preoo de
50000, sendo fazenda de mulo maior va-
lor, grand'pechincba*
CAMBRAIAS
O Pav3o veode grande qnantidade de pe-
as de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, taado de 30 a peca at i mais
fina q,ue vem ao mercado.
CHITA A MO RS.
O Pavo vende chitas largas com- bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o eovado, grande pechiocha.
LASINHA A 160 RS. O CCWADO
O Pavo vende boeitas lasinhas transpa-
rentes pelo barato preco de loO rs. o eova-
do, pacbincba na rua da Imperatriz n. 60
CORTES DE CASSA A 20500
O Pav3o vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 24500 > corte, ditos muitu
lindas 30000, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o eovado ditas fiaissimas com os desenhos
mois modernos que'iem v ndo ao mercado,
pelo barato preco de 50 rs.
CRETONES
O Pavo veadt finissimos cretonas oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
co.vaJo, ditos de fl roos, proprios para c-
pelo
MACHINAS
PAKA COSTURA
Chegarasa ao Bazar Universal da roa No-
ta n. 22, m sortimento de machinas pa-
ra costara, das melhores qualidades qoe
existe na America, das qoaes muilas j sao
bem conhecidas pelos seus autores, oomo
sejam Weller & Wilsoo, Grover Boki,
silenciosas, Weed e Imperiaes e oatras
muitas que com a vista deverSo agradar aos
compradores.
Estas machinas teem a vantagem de fa-
zer o trabalho jue trinta costureiras pdem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fticSo, como as mais perfeitas costuretras.
Garntete a sua boa qualidade e ensina se
a trabalher com perfeigo em menos de i
hora, e os precos s3o tSo resumidos que
d^vem agradar aos pretendentes.
Injecfo amercina.
Espeeialldade dos pkamaceatl-
a Ferreira naja iV c.
Esta injeefaa composu especialminte para a
cura das pnrgacdes antigs ou modernas, foi eom
feliz resallado ensatada petas mais habis e reco-
nocidos mdicos, e por elles couOrmado ser esta
injeccio a nica qne radicalmente enra em menos
lempo qnalquer agnorrba oa pargacio amiga 11
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E' tambem til nas leucorreas oo flores brancas,
quer sejam antigs oa modernas.
DEPOSITO
Na pbarmacia americana, roa Duque de Caxias
nnmero 87.
Em casa de THtSODORO CUKISTIAN
SEN, roa da Craz n. 18, eocontram-se
effectivamante todas as qoalidades de vinho
Bnrfteanx. Bonrgogie e do Rheno.
%



20-RUA DA TMPERATRIZ-20
FARIA & LESSA


Os proprietarios deste novo estabelecmento vem participar o respeitavel poblico
e com especialidade s excellentissimas familias, que teodo comprado um bello sorti-
mento de fazendas de todas as qualidades, eslo resolvdos a venderlas por precos os
mais raaoaveis possiveis para vender moito.
Popelinas de sida, faxenda nova, a 20.
Vestidos feitos de cambraia branca, rica-
mente enfeitades, a 160 e 200.
Basquinas da seda de 160, 180 e 200.
Seperiores grosdenaples prtto de 10800
a 50 o eovado.
Grenedines de seda a 10100 o eovado.
Completo sortimento de lias e alpacas
de cores, o qoe ha de mais gostu, de 640
rs. a 10.
Cambraia de salpico branco e de cores.
DitiS victorias de 30500 a 90 a peca
Ditas transparentes de 305OO a 100 a
peca.
Cortes de cambraia branca com listas
bordadas, fazenda de muita phantasia, a
100.
Ditos ditos tambem de listas a 40500.
Organdy branco de listas.
Cortes de csea de cor a 20500.
Pecas de babados bordados, de tudas as
largaras, o que ha de melhor e mais gesto.
Panno trancado e liso para toalhas, com
9 palmos de largura vara a 10500.
Toalhas para mesa, fazenda superior, a
50.
Toalbas felpudas par rosto duzia 90.
Ditas lisas para rosto duzia 70 e 90.
Pecas de uamburgo superior a 9A5C0.
Pannos de chrochet para cadeiras e so-
fs
Tpeles de todos os tamanbos e precos.
Sortimento completo de meias para se-
nhoras e horneas.
Grande variedade em chitas e para todos
os precos.
Madapolao francez superior a 70508 a
peca.
Sortimento de madapolao de 30500,
40500. 50. 60 6 60500.
Cortes de cambraia bordada a 30, gran-
de pechincba.
Cortinados bordados para camas e janel-
las.
Camizinhas e corpinhos brancos para se-
nbora a 30 cada om.
Panno de 'linho abretanhade, lateada
propria para seroolas, lencoes, toalhas e
oatras muitas cousas, pecas com 20 varas
por 90500.
Bramante de linho para todos os pro-
cos.
Todas estas fazendas sSo grandes pecbinchas vista do preco.
Uniso' fegaJmente* aotorrsedfr e approvado
palo cooselho de satde.
U.NBEO" DEPOWrO
em
PEBJfAMBUCO
Pharmasia e drogara
de
BARTHOEOMEU Y 6.
34Roa larga do Rosario3*.
Lingawjas das Ilhas em ratas
O melhor qae tem vindo a este mercado-: ven-
dfem Joao do Reg Lima &- Plho : rua do- Apol-
lo n. 4. r
A 6^000 o par.
Tende-se bonegnins (raoeezes, obra ponlada e
boa qualidade, venbara a tta, antes qne se aca-
be : na bem eonbeeida ioja- de miudeaas da rua da
Cadeia n SO A confronte a roa da Madre de Dos.
S na loja do bartetro, rua do Crespo-
n. 1, junto ao argo de insto Antoaio.
Algodo affitricaoo com um pequeo
Icqoe de avaria a 5* a peca.
Madapolao fino, idea a o a peca.
Cbius finas, azenda boa a 240 e 260
trancados '.uperiores a>
O Pav3o veode as maW lindas alpacas de
cordio para vestidos e roupas do erianeas
pelo barato preco de 640 rs. o eovado,
ditas floissimas com os mais liodos lavoree
imitacao de agracianas a 810 rs. o eovado, i berta, sendo fazenda muiti eneorpada
bonitos glacs com delicadas cores e las barato preco de 8' >0 rs. o eovado.
trosas como se la 10000 o eovado, e oa- BBasa'nas casaqainhos a 200 e 25
tras muitas fazendas de gosto e laxo para
vestido, na roa da Imperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O Pavo reebea as mais delicadas e me-
lhores poopelinas. de seda para vestidos,
com os mais modernos lorores, e outias li-
zas com as cores roaisno vas que tem vin lo,
e ven de-i 3 20UOO cada c vado, assim
como del cadas sedas de listinbas, tanto
para vest los de senhoras como de meninas,
q vende-se 20000 cada eovado.
SET1NS DE COR
O Pava"o tem constantemente um bonito
sorlimenh dacotinse grosdenaples de to-
das as cores, que vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMNS
O Pavao tem constantemente om grande
sortimento de ronpa, tanto de panno como
de brios branco e decores, de case-
miras p?ra todos os precos e quilidades,
O verdadejfO portland. S se vende na le tambem se manda taser qualquer peca de
ruada Madre de Deas n. 22, armazem d^ I obra cim tjdo aceto o^romptidJo, para o
hy Mariios de Barra*. I que suem om perito
pasquinas on casaquinhos a 200 e
O P de seda prt tos ricamente enfeitades, pelo
baratissimo png i de 00 e 250OOO, sendo
muio moderaos, assim cono ditos de cro-
chet e reodas pretas que se vendem moito
em conta, na rua da Imperttriz n. qO.
Clitas eatrancadas paracobertas a 360 rs. a corado
O Pavao vente chitas mancadas com
delicados desenhos para cobertas u corti-
nas de cores flxas, sendo fazenda moito en-
eorpada palo barato prego oe 360 o cooad.
ESP\RT1LH0S A 40500
O Pavao vende os mais modernos e me-
lhores espartilhos.. ten lo de todos os ta-
manhos, pelo barato preco do 40500
CASEMims
O Pavio veide um elegante sortimento
de delicadas casemiras inglezas, sendo to-
das de lia e moito levesinhas, ttnto pro-
prias para homens como para erianeas, e
uitas mais encorpadas, teodo da ama e do
duas larguras, qoe se veode o mais barato
possivel, na rua da Impar atril o, 60.
dem idem idem a 280 rs. o eovado.
S o ba.-aieiro, roa do Crespo n. i.
Brins pardos trancados 340 rets o eo-
vado.
Ditos de cores
700 r j. a vara.
Cambraias de coree fixas a 260 rs. cj
aficovado. ]
Caitas finas, padrees moderaos a 360*
e 40) rs. o eovado.
Pegas de Cambraia transparente e ta-
pada, com 10 jardas a i
dem ganga para, eoberta a 380 rs. o
eovado.
Cambraia saissa transparente, fazenda
fina com 10 jardas a 2/800 a pega.
Pecas de madapolao francez, fazenda
Osa com 20 varas, a 7*500, 8* e 9*.
Pegas de brilbanlina branca com 18.
fiSJ covados a 5*.
Cambraia para cortinado- eom 20 varas
I pelo barato preco de 8 a pega.
Sana loja do Barate i ro I
Toalhas de linho, fazenda fina a Ti a
dozia.
am Lencos de eambraia de linho, fcienda ^
5 fina, ja abanbados a 7,a dozia. S
Ditos de exguio de linho a 4*500 e 5* K
m a duzia. ]
E um variado sortimente de fazendas
I de todas as qoalidadee, qae vetdem por
| mnito limitados precos.
S na loja do Barateiro, roa do Crespo
I n. 1, junto ao arco de Santo Atonio.
n mmwm mm mmmm*
Arrope peitoral de James.
nico legalmente habilitado pelo conseibo de
saude, ensaiado e aprovado nos bospitaes: nico
deposito na pharmaeia americana de Ferreira,
Maia & C, roa Dnqoe de Caxias n. 57, ( antiga
do Qoeimado.________________________
a melhor ceneja nacional do
Brasil e sobretodo de Pernambuco.
N. B.Em vista da melhora do cambio, a cer-
veja tem Boffrdo abatimento no preoo desde o i.
do correle.

*

.

N. 2Rua do Bario da Victoria n. 2, antiga roa
Nova n. 2.
Amaral Naboco & C propietario deste grande
estabelecimenio acabara de receber dos porios da
Europa o mais bello e variado sortimento de cha
peas de teda e de velludo para senbora e meni-
nas, garanlindo o bom gosto e faxenda ; e convi-
dara a seos amigos e tregeles para virera ver
o que ha do mais moderno neste genero, assim
como um bello sortimento de ci.kes a Thirs,
Tambem reeeberam,
Calcas de meia de seda com p para danearl-
nos, luvas de pellica pretas, brancas e de cores
para homens e senhoras e meias de lia para ho-
mens, tenhoras e meninas, proprias para a esta-
(So invernosa e para quempadesse de rhenmatis-
mo, fia Idade e beriben.
Alcatifas para forro de sala, tapetes aveladados
grandes e pequeos para sof, ditos para janellas,
capachos de paJha da cdso para portas de escada
e salla, pannos de crochel para encost de sof e
cadeiras.
GRANDES PECHINCHAS
1* RUA DA IMPERATRIZ. 15
32<* rs.
r> eovado de bonitas e finas alpacas de todas as cftres para vesdo, e muitas oatras
fazendas finas e grossas, miudezas, calcado, chapeos, perfumaras, qainquilharias
crystaes, vtdros, porcelanas, toncas, lavas de pelica, preta, de oras e brancas para
Domaos e sonhora, oleados para forro de carro, variedades e alguns movis que vn-
denlos todo por presos muito resumidos, por serem nossas compras feitas dinheiro.
tirando osj somonte o lucro de 10 por cento do descont qne temos nas casia im-
portadoras.
15
15 RUA OA IMPERATRIZ.
IMSSES & IRNAO.


t
PARA LIQUIDAR **
.io?.:o/j.tcg
I
m
^m)o CADA UM
a com cabos de faia, sendo os macnados de ac moito bom,
ou engenhos : vende-se rna Nova n. 11.
proprios para
catfinas
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pal liona: roa Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a feit: a roa Nova, armazem
de 2
n. 11.
Leques
Chegou pelo ultimo vapor da Eoropa om bello
lortiment? de leques de sndalo com seda e aero
seda, e de osso emiiando marflm, o qoe ha de
melhor e mais moderno : na roa Duque de Ca-
[xiaa o, 49, loja o Triompho.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqoeiros, oa ontro qaalaaer
mister, com toque de errogem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa 80 a caixa com 150
macos: i ro Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 200 cada om. n. de graca, mindando-os vir
custam 1500 cada om : vende-se rua Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roopa que se bota a seccar em cordas, a
240rs. a duiia ou 60 a caixa com 36 dtizias. E' dar, nio vender: riaffov
PABAEVt;FVUO
(ir o conductor de bagaco da moeoda, levandg por si o nagaco na distancia
que se qnizer, economisando o trabalho de duas pessoas. E! talvez o nico me arista
aesta provincia; veodo-se mullo barato, i roa Nova o. 11.


DMf^dft'PewmnbfioQ^.. Jeng^teir* litonMm*lto>MUl


3S
pfeK ,
s rmaiens, alm de outroa
i vroa* em saus irmases, alm de outroe
rde sen' iigdo regular, r por presos mais mfleos cpje em ou-
i,4s atho alatotadadaa.
p fe feno par cerca.
tAf da Indra para cama e forrar salas.
CAJKjS 4e barro frasee para esroto.
OTBS wparior era porcfiee e a coataato.
EMENTO de tolas as qualidades.
MACHINAS de de aromar algodao.
LONAS e briozoes da Russia.
WBfflOS flwrfeinot para ferro de carros.
POGOES araerteaMs muito bou econmico.
VINHO de Bordiaiut.
COGNAC superior de Gantler Freres.
PARELI.0 em sac va grandes a 3*500.
AgflA torida top-ima.______
pechincha sem igual.
Snpertoires 11 e; eoeens de tros mnito linias,
fazenda de goste pa ra vestidos a 400 rs. o coya-
do ven4-se na roa Prinuii o de marco, ouir'c~
ra do Crespo n. i3, loja das columnas, de Anto-
nio Correa de Vasroncetlo.
GRAIBE
LIUIDACAO
RA DO CRESPO N. 0
De 1,800 cortes de casimira
Cortes de-casimira de cor Taieofla tnperlor liaos
de qaadroa a 4^000 e 5^000 o corte, casimira
preta superior pelo baratissimo proco de 1*500 o
cevade s
MUSEO
N. I
nhoras
%\ RA ESTREIT DO ROSARIO
A BOM TOM
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento ele miudezas superiores, artigoa de luso e da moda pera novena e e-
[ esplendido sortiment de perfumaras doi me affaraados fabricantes da Parts e Londres, como sejam Piver, Labio, Con-
dray, Regand, Pmaad, Chonneaox, Monpelas, societ hygieniqae,
RELOGIO
de ^os fabricantes msfe acreditados da Europa, o
melhor qne se pde de*ejar ueste genero, cara
horneas e s -nhoras vende-se por precos at boje
desconheeidos na laja de joiasEsmeraldara
do Cabugi u. 5
Moreira Dnarte & C.
Pavilhao da Aurora.
Ra da Imperatrir. rk 2
O don d>te g r?nde e acreditado estabeleci-
mentn de fassodas finas de todas s qualidade,
avisa a seus numeroraa fregue/es que acaba de
receber om g ande sortiment de vestidos de cam-
firaias brancas bordadas Anas para senbora, o?
quaes vende maito barato, assim cerno entras
mnitas fntndas de maito bom gosto, as qoses
fea grande redaccao e precos para menas, ifim
de vender mais barato de que em ouira qaalqaer
parte.
Fundi(?ae da Aurora.
C. Starr & C em iqnidacSo vendem por precos
mais baratos do ^ne em ontra qnalqner parte,
taixaa de (erro batido e enado, aiambiqaes,.moen-
das e aeiaa moeedas, rodas e rodelas, e rodas
d'agnapara engarito, crivos e boceas de fornalba,
guindastes e botas, t jlo de fogo ffire b. ick), ev-
itadlos para padaria tanto ingleses como america-
aos, arados todos de ferro, etc., etc.
1 -------1--------------------------------------------
Novdades do Museu
Capes e perneiras de borracha, fazenda
superior por preco baratissimo, tapetes ave-
ludedos mnito lindos para sof e portas,
panos de crochet para si f ecadeiras, gran-
de sortiment de jarros finos de 100 a___
200000 o par.
fi MJITO BARATO.
Camisas inglezas com peito de Itabo mnito
finas a 20 e 550000 a duzia, ditas bor-
dadas fazenda de apurado gosto a 1100 a
duzia, as mais finas camisas imitando as dt
lioho por 330000 a duzia, ccroulas de li-
Dtao a 340000 a duzia, ditas superiores in-
glezas a 440000.
As mis de familias.
Encontrarlo no Museo Elegante um com-
pleto sortiment de rouptabas para recem-
nascido, corpinbos de fosiao e de cambraia
bordada a 800 e 10000, vestido para crian-
za a 20, 30 e 40000, collarinhos bordados]
com bwo para senboras a 320,500, rs. co
leirinhos e punbos para senboras a CiO,
800 rs. o par, collermbos e pnnhos frisados
e bordados a 10000 e 10500 o par, fazenda
que sempre se venden a 30 e 40000*,
mirto ricas e modernas golleras para se-
nboras, as mais modernas gravatas de fil
bordado a 10000 e 20000 cada urna.
LaByrintho.
O Minea Elegante vende toalhas grandes
todas de labyrirftbo, fazenda que sempre
venden-se a 440 e 150000, por 80500
fronbas de labyriniho a 640 rs. as pequeas,
as maiores a 10200, bicos rendas todo por
preco baratiobo.
Museu Elegante
acun-se nrovido de um lindissimo sortimen-
t de Dabadinhos e entremeios tapados e
transparentes, e de ricos e modernos espar-
taos de 40 a 120 rada um.
Museu Elegante
Gosnel, Rimmil e Piesse Lubin, etc. (
No Mi
useu Elegante
eocontraro as pessoas faltas de vista um
completo sortiment de oculos de aro de
tartaruga, bfalo e ac, e tambem pencinez
de tartaruga, bfalo, ac
As cabellos brancos
recebe por todos os vapores" luvas de pelli- MUSEU ELEGANTE
* a nrimoi *.*.>, Ac t tffti* A.t ^mn > acreditada tintura ingleza


ca da pnmeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm." familias oeste impor-
tante estabelecimento um grande sortim nio
de arligos para casamento, como sejam ri
[cas grinaldas, finissimas meias trancas de
seda, ligas, luvas brancas, Uqoes finos,
franja branca de seda, fasenda superior,
trancas, galftes, holes, bicos de blond, fi-
tas de grosdf naples e de selim de n. 1 a
80, ditas de velludo, bicos de crochet bron-
co e preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
leas para vestidos, cambraia franceza preta
e branca para forro.
Cutilaria do Museu
Elegante
N*valbas muite finas, cabo de tartaruga,
marfim e bfalo, do aflamado fabricante
Rodger, caniveles soperflnos -oem cabo de
roadreperola, taTtaroga, maffim, tesouras
finas para ntrtws, costura e caibello, talheres
para mesa e para doce, de diversos preces
e qoalidades, ditos moito fios com cabo de
marfim, superiores garfos de metal branco,
grande sortiment de comeres para cb,
e sdpa de metal muito fino, trinchantes com
cabo de msrfim por barato prego.
ATTENGAO
T
ARARA
EST VENDENDO 0 RESTO DE SU AS PEOHINCHAS
RA RA DA IMPERATR1Z R. 72
(a quat mostra o sea'bom cffeito ponco de
pois de applicada) e o sublime liquide repa-
rador da cor dos eabellos (colorigenio Ri-
gaod) que em menos de ofto das d aos ca-
belles a sna cor e brilhe primitivo, e depois
deste tempo s bastar usar de oilo em oito
das para conservar o matiz adoptado.
Exposipo de lencos
MUSEU ELEGANTE
vende lencos brancos fios a 10700, 20700
e j abantados a 30500 a dtizia, e moito
finos de esguiSo tambem abanhados a 60500,
70, 90 e 120 a duzia.
ESTO-SE ACABANDO.
Reducido depre$os para acabar
Aswantiohas Olindenses de 10500 a 10
cada nma, toalhas para maos e para
ps a 40500 a dzia, ricos estojos para via-
gem com todos os accessorios por barato
preso.
r LORES E ENFE1TESPARA CABECA.
O Museo Elegante receben ricas prinal-
das de cores, e Indos enfeites e chapeos de
vttludo para as Exns. senhoras, assim
eomo fitas lisas e escossezas moito largas
para cinto.
LiASLNHA A 160 RS. O COVADO
Vi nde-e' simas tara vestidos de sen-
boras e meoint, te'o barato preco de 160,
200 e 400 rs. o co*ado.
CHITAS LARGAS A 2C0 RS. O COVAD
Vende-se cbilas f.-ance as para vestido de
casa, 200, 240, 280, 3i0 e 380 o no-
vado.
CASSASFBANC1 ZAS A 240RS 0 COVADO
Vende-se weti fraocezas para vettidos
240, ^O, 400 e 440 rs. o covado.
ALPACASlE COhES A 500 RS. O COVADQ
Vende-se alpacas de ares pare vtstido
de seobnras 5t 0 e 640 rs, o covado.
BRILHANTINA BRAN :A A 500 RS. O COVADO
Venue-se brillantina branca 500 rs. o
covado
FUSTO DE CORES A 300 RS. 0 COVADO tos
A SABER : v
das 30800, 50. 60 e 70.
CORTES DE GASEMtRA PRETA A 30*00
Voode-p cortes de casemlra rnta para
calca 305 0. 40 e 50 p*ali(lH,jar-8e-
C0R1ES LE CAM.RAIA A 20500
Vndese cotes de lambra^ado cores a
20500 para liquidar- se
Vecde-se 2 rtgittroe 1 andiero para
caz. na roa- da Imc-eratiiz n. 72 ^
GRANDE LIUIDACAO,
DE ROUPA FE1TA
Vende-so palitc'ts de panno trtto facCCB,
a 60, 80 e 100, dito< de.cafemira de corea
50 e 60, ditos de alf. ac preta 30 e 40,
dos de brim de cores <05 0, 0 e
205 OP, ditos r"e rieia casemira 20 e 30,
fraques de casereiras de d r 80 e
ailetes de br m de (ores 10
Vende s fu>t3o de cores para vestidos }?* '
1(55G0, ditos de csea ira decresa 20000



O ?Io8eo Elegante vendo perfomarias do acreditado fabricante inglez J. 6t E. Atkioson, e previne aos amantes do bom
gosto, que-os artigoe veadides nesta casa slo por precos rasoaves* de primeira quaHdade.



M NO MSEU ELEGANTE
N. 1 Rea Estreita do Rosario N.
I.
v


c
FEKIU3IRA MlBTim C.



DO

CYSNE

-

i rha da nreATiiz \ u
DE
JI&CIEIREDO 8; LOPES.
Esta-nova loja acba-se completamente sortda de fa^endas de gosto de tedas a
qualidades, tanto de seda cmo de a, linho e de algodao, e desojando seus.propie-
tarios dar sabida ts mesmas esto resollidos a vende-las por precos lao mdicos e
acemmodadqs ao ioteresse de todos que por certo agradarlo aos pretendentes.
Os proprielarios desta lnja convidam, por tanto, s excellentissimas familias,
aoe mascates e todos em geral, a visitarem sna snpradita nova loja e se offeiecem
a dar as mostras e mandar as fazeedas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
precos e sinceaidade no trato.
GRANDE ARMAZEM
DE
LDHA, PfllGElAl, VIMOS


CHRYSTAES


DE
,
Grosdenaples preto.
Ha nm completo sortiment (leste artigo
qne vendemos por precos baratsimos.
GrMdeauaplee de edite*
Temos os mais lindos grosdenaples de
cores de superior qualidade, qne vendemos
por precos baratsimos, por termos feilo
orna grande compra.
Poupebaas de eres.
Recebemos om sortiment ccmpleto, tan-
to com flores como em xadrez, e vendemos
por menos que outro qnalqner.
ftetlne de cores.
O Cysne recebeu os mais lindos setins
de cores, tanto maca o como de onlras qua-
lidades, que vendemos por menos qne outro
qaalqaer.
-Alpacas.
Ha om bonito sortiment, tinto lavradas
como lisas e por precos commodos.
I.iis com llsrt de seda.
O Cysne receben !5as com listras de seda
de lindos padres, e preco commodo.
Ditas Usa* de asma o cor a too
* v o corado.
Ktas com xadrez padrs maito modernos
que vendemos por 500 rs. o covado,
pecbincba.
Hudapoloes.
O Cvsne tem nm completo sortiment
de madapoles de todos os precos e quali-
dades.
Tem s ama qualidtde de madapolSo fran-
cez qoe especiafidade, tanto no prego
como na quadda ;e.
Canil ias bordadas.
Temos camisas bordadas do melbor gos-
to, propriae para casamento, qne tendemos
maito barato.
Camisas francezas e Inglezas.
Temos camisas desde o prego mais ba-
rato at ao mais caro, e neste artigo temos
ama qualidade qoe vendemos a 3'KXK), e
para a qual chamamos a ltenlo dos oossos
fregoezes.
Camisas de flauella de.cor.
Fizamos urna compra de camisas de fla-
nella dec6r, que vendemos por baratiasimos
Dius de meia de todos os presos; temos
ama qualidade muito superior com Ustras
de oto, aoe vendemos barato.
Tiras bordadas.
O Cysne tem tiras bordadas largas e es-
treitas, a-sim come, otreraesM nordado,
rio: a^aqaparentes.^oe! wde per me-
que ostro qaalqaer.
Casemira de cores
Temos om bonito sortiment de casemi-
ras de cores e pretas, que vendemos moito
barato, assim como um sortiment de pan-
nos pretos.
Oamira de Yienna.
Ha casimiras de Vienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarnicSo de
sala, desde os maiores al os menores, e
os precos sao baratissimos.
Cortinados
para cama e janellas.
Temos o melbor sortiment deste artigo,
tanto para cama como para janellas, os pre-
cos sao por menos qne em outra parte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato preco.
FusiOes brancos.
Temos lindos festes brancos com listri-
nhas, proprios para roupas de meninos e
mesmo de seaboras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com listra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Cotias brancas e de cores.
Temos colzas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de odres de superior
qualidade e barato preco.
CHALES.
0 Cysne tem um bonito sortiment de
cbales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qualidades ba
uds que vendemos por 20500, e qoe sea
prego foi de 40COO.
EspartilboSi
Ha espartilbos de todos os tamanbos e
das melbores qualidades.
Cambraias de edres.
Temos cambraias de cores proprias para
roupas de meninos e de senaora de lindos
padroes e ptima qualidade.
Meias para hornees e senboras
O Cysne tem completo sortiment de
meias, tanto para hoawos eomo pare se
ohoras, meninos e meniass.
Fazenda para luto.
Temos fazeoda* para luto, de todas as
qualidades, como sejam: alpaca, contao.
princesa, merino, umbraias, laas prstas,
etc. etc.
. Cambraias brancas.
Ha om completo sortiment de organiys
com listra asseliaada de liados gostos e mo-
dernos.
PFREIRA, IRMADS
Roa Primeiro Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seas numerosos amigos
participara Manoel Joaquim Pereire e Manoel Jos da Cesta Pereira, qoe acabam de
fundar om rico e sutnptuoso armazem de louga, porcelana, vidroe e cbystaes roa
Primeiro de Maree, oatr'ora roa-do Crespo n. 15, soba razo eocial Pereira di
Irmaes.
A longa ortica e coabecimentos de qoe dispSem os annunciaotes neste ramo
de commerciQ, a qoe, ba mnitos anoos, se dedicam, os tem habilitado a satisfacer as
necessidades da popolaco desta provincia e su as limitropbes, oflerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
0 respeitavel publico, dignaodo se de visitar este rwvo estabelecimento com-
mercial, verificar por ai mesmo o qoe os anDoociantes ve de dizer.
36o ts. o covdt
ALPACAS PRETAS A 500 RS.
Vende-se *lpacas pretas 50O, CiO e 800
rs, dits de listas assttka las boa, para
;cahar.
ALGODAO DE LISTA A 160 RS. O COVADO
Vendu-se slgono de listayiaia rcopa
de efcraTo, ICO rs. o avsd*T
BRIM I OiNA A 5(0 R> 0 METRO
Vern'e-se brim lona pardo para calcas de
quena traba!!.* por ser muito forte, 500
rs. o met o ou 3(50 rs. o covado.
CHALES E CASSA A 500 RS.
Vende-se chals de cassa bracea 500 rs.
adi, tm.
COBERTORES DE AL ODO A 104(0
Vende-se cobertores de algodSO 10400
para acabar.
CHALES DE MERINO" ESTAMPADOS A 20
Vende-se chiles de merino estampados ni^lLl^.E
20000 e 20>OO tara quidar-se.
CURTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se cortes de ganga para calca de
homem 800 rs., para liquidar-se.
LENCOS RRANCOS A S0OCO
Vende-se lencos brancos 20000 dozta,
para acabar. _
BRAMANTE DE LINHO A 208OO 0 METRO
Vende-se bramante de linho com 10 pal-
mes de largura proprio para lencoes
20800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 205OO
Vende-se cobeitas de chitas 20500 cada
nma.
RESTO DE COLARINHOS
Vende-se um resto de c.larmbos de papel
i 200 rs. duzia.
MADAPOLO A 302CO A PEQA
Vende-se pees de madapolo mistado
30200, ditas inglezas am 24 jardas 50,
50500. 64, f<05 CORTES DE CASEM1RAS DE CORES A 5
Vende-ee cortes de ca emiras decorosa
50000.
ALGODAO DE 20 JARDAS A 3800
Vende-se pecas de algocao am 20 jar-
2SjO e 3/500, ditos pretos de panno, o
de esEcmira preU, iiffSCO e 40, ditos de
mrito para luto ebombazina, 30 e 40,
calcas de caiemira decores, 40 50,
60500 e 80, ditas de ditas prtta, para 6f\
6500, 80 e P50^, das de trio onfiira-
rio, 10, 10600, 20 e 205OO,;para acabar,
ditas pira luto de alpaca'de corda"',e prin-
cesa 30 e 30500, dilas zoes para escra-
vos 510 rs ditas de algodSo do li.ta i .
800 rs, camisas de rucado pra ^"vico do
campo 800 is. e UO0, para liquidar-ss
outras maltas roupas ftiUs qne se vendo
sem serva deprrf, entreessas roupasfet-^
tas, tem algama^s dtfe.tts, o que re
vende mais barato do que ett* annuciado.
GOLL^HAS "ARA ACABAR
Vende-i e golliobas pan senhor s e me-
GOLINHAS E MANGUt 3 PARA UQUIDAR-SK
A5oas.
Pra liqaidar-se veode-se golinhas de
tra?passo, muito bnni a& 500 rs. cada urna.
NVIDADE
Roga-se a todos oj deved falli a de Guimr5es & Suva, oenominado
Jardim dsaDams, o favor de vir aldar
sota contas oo debites mais Lreve pnslveL
(. que assim n3o fiersei seu twme deciarado
por exteo8o nesle Diario, derijam-sc
roa da Imperatriz n. 72.
COMVM LER
Precisa-se fallar com os Siguiles Srs :
negocio que Iba diz respeito a tets intert3-
ses, na ruada Imceratrwo. 72.
Augusto Fertira Marti ts Ribeiro.
Baltazar Marques de Uliyfira.
Jos Thomtz do Nascimenlo
Manoel da Costa Traves
sebaatiSo Amonio de Albuquerque.
Adelino da Silva Pinto. .
Jo3o Isidoro di Costa Jambozeiro Jo
Igna o Francisco Gomes.
Jjs Roberto do Na;ciment.
Fectano da Cuaba G. de Albuquerque.

IMPORTANTE LIQPIDACO
BAZ4R DA MODA

- -
De nm grande sortiment de perfaroarias finas, dos^afamados fabricantes de
ParisE. CoodrayEd. PinaudL. LegrandViolelGall FreresMompelsBleu-
se-HadancourtCottance-e do moito acreditadoG. Rieger te FraoefofL
Recebido todo directamente dos mnsmos perfumistas, e veode-se peles admi-
raveis precos segointes:
adas finas de K. toudray
fOfreS de ieirO de difierentes tamaohos.
X renSaS ^ fon ^^ copiar cartas.
xJuapoM fo ferro gavalnisadas para telheiros.
aCUCrS ,ie ferro para assocar.
Arados

americanos para varzea e ladeira.
JtaWMlIllES i vapor e de corlar famo.
baiTinilOS Venezianas
ses artigos acbaavM a venda
casa dos importadores
Shaw, Hawkks df C.,.
ROA DA CUDZ N. 4.
para janellas.
BalanCaS decimaes e ootras.
Fogdes de ^
Enxofre M]i^ etc. e
Em lindos vasos de porcelana
sortidos duzia ....
Dita milanesa.....
Dita flor de Iarangeira. .
Dita transparente ...
Dita schic-schic.....
Dita de viagem.....
Dita cosmetiques superfinos a
2(5500, 50000 e. .
Dita eoldeream para o rosto
duzil.......
DE G. RIEGER.
Dita moella de Boi.
Dita genaina .'...<
Dita philocome grandes.. .
Dita dita pequeos. .
DitaDnqaeza..... 240000
Dita cbineza para os bigodes.
Dita cpsmetiqoes duzia 70000,
i 14000 e ..... .
DE MOELPMAS
Dita sarfina duzia....
Dita de orso idem. .
Dita cosmetique fino .
DE BLEUSE-HADANCOURT
2O0TOO
2000(10
80000
90600
1008(0
200000
75O0
110COO
110000
120. 00
140000
90POO
60000
1400(0
90500
110000
70000
CONQUISTA
Ba do Cabng n. 6
DB
Antonio Francisco dos Santos & 0.
Este novo estabelecimento acaba de receber om completo sortiment
jectos de gosto e intetramente dovos, a saber;
Boa da Imperatoria n. 64.
JN#lftBtW beodas temos que podaramos annosersr, mas por se tonar
enfadonho a > re ipeitvbl poblico deizamos de e fazer. Podemos faraalir qoe a nossas
precos farao diflarancM de potra qualquer casa, poia estaraes reaoitid*s-, a feneVf talo
costo, parea i dmpii
de ob-
Crochels para cadeiras e sof.
Cokbas da rae e seda para cama. ,
Casaqoinhos de gorguro preto.
Rices enxovaas pira, baffitados.
Cbapelinaa chapos pan seaboras, e
que ha de melhor.
Lencos de linho, camisas lisas e borda-
das para, homem. jii(
Imanase daiJioba a atoalhado.
Baldes com as deseiadat aao/piobas
RAMDE
Poopelinaa de seda, com lidos dese-
nbos.
Nobresa de teda de cores e preta.
Corles de cambraia bordados. t
Orande soi tmenlo de lias e alpacas para
vetjtfa
Gortiaados ricamente bordados para ca-
ma.
Granadinas brancas, raasoda tot.
lilt.ta caatiaas beradaapam seabeta.
' Tapetes de todos os tamanbos. Bl6et com as deseiadat wniobas. pa,a ^**. f** S?
iecto em qaalqaer cesa que taca tatatiea marjaam-flrAaaUaaaaaaate da rna ?QOMrafa e .udo na
damarade
Dita da Ezposico duzia i4:0O0
Ditaespecial do Basar da
Moda....... 90000
DE COTTANCE
Dita mandarina em latas duzia. 800
Dita menages idem. 10200
Dtta om versal idem 10800
DE VIOLET
Dito C8ld-cream para o rosto
duzia....... H0OOO
Oros snperlores
DE E. COUDRAY
Oleo superfino duzia 50800,
40800 e...... 20800
Dito E. Coudray duzia 50800 e 9050c
Dito philocome idem.. 90500
DE G. RIEGER
Oleo pbocone duzia 110COO
DE COTTAKCE
Oleo philocome duzia 90000
Aguas para toilettes
DE E. COUDRAY
De colonia soperior duzia 50300
101600, 130iOO, 150504,
200000, 230, 560500 e .
DE G. RTEGER
Agua deatrifice duzia .
DE L. LE6RAXD
Agua de flores de Orisa duzia
110000
200000
80OOO
Agua dtntrifice Elixir idem.
Extractos sssperlores
E. COBDRAY
Extracto de sndalo duzia 130000
Bouqaet dos Alpes .... 30^00
Diversos finos dozia 40300 e.. 50500
DE E. RIEGER
Essencia de rosas duzia. 200(00
Triple extraxto..... 140QOO
dem. ....... .. 210000
dem...... H05OO
dem..... 210000
dem sortidos .' 200000
Bouqaet do Remo .... 400000
de mompelAs
Das bonitas damas dozia 180COO
DE ED. P'tNAUD
BooqoetJardim da Italia dozia 230060
Essencia de violetas idem 230000
Jockei-Clob idem .... 100090
Pos fiaos
DE E. COUDRAY
Chinezes psra os dentes dosis U06OO
Dentrificios idem .... 80000
De arroz em ricos vasos de por-
celana doorada duzia. 320500
Em picotes dozia 40 e. 70000
DB G. RIEG8R-
Ps denlriflcios superiores dozia: 170000
DB MOMPECAS
Linda caixas c.m pos de arroz
duzia 140 e.....200000
BaboBCtrs
DE E. COUDRAY
Violetas do Bofqpe dozia 90OGO
DE G. RIEGER
Transparentes finos duzia 60500,
90500 e..... 110500'
DB ED PINAUD
Transparente fina dozia. 160OCO
DB VIOLET'
Flcr de arros doia. 70800
DB GELLBR FRSfi
Em forma de rosa..... 3d500
DE COTTANCE
Bresiliennes dosis .... 10500
640000
AVISO
Vend-se por atjado em dozias e descontase 10 0/0 quera conprar e parar
vista quantia sopeiior 1000010.
Jos de Soiizi Suares & C.
Una Mora a. *o (saje do ario da victoria) esajad d
aato Asmara,
Ao bello sexo fem'
ra do Creapo n. 90, loj* so
Orpadys (eassas
~ m
tem d
straef*f*nt
i


Diario de Pwtwmbuco Tei^ eira 16 t
(CoDtioacao)
Notem bem, o qae padmos n3o preci-
samente o que em geral se chama dimito
das mtnorias. Pedimos a um lempo me-
nos e mais. O direito das minoras, tal
como se comprehende commummente
anda urna caasa vaga e indefinida.. Q-je
prori urna minora ? Urna minora pode
ser quasi ta numerosa como a raai ra;
poje tambem ser orna diminuta parle da
ng3o. E depois p !e nio haver mais que
ama minora em om p iz: no estado nato-
ral,por opposi'cJo s coalijoes impostas
por ama le inflexival, ha semppe em toda
a naci militas minoras, e essas minoras
sio de proporcoes differentes entre si, de
proporcSes variaveis em relacio maorp.
Definir de urna maneira absoluta a minora,
determinar prior o seu direito, marcar-
( Ihe de antemo a sua parte na repres.nia-
Cio, commetler arbitrio, expor-se ao
risco de atenuar oa exagerar essa parte,
ou conceder s minoras rea s urna satisfa-
go irrisoria, ou favorece-las altn de toda
a jnitica.
Vele os dous sysiemas q ie na Inglaterra
t'veram ha dous annos as honras de ama
discussio publica e seria no parlamento;
vede os dous sy.stemas do voto cumulatioo
e do voto incompleto. Que acompanhou,
anda o menos possivel, os debates do par-
lamento inglez durante a sessSo de 18(57
sabe logo de que fallamos. O voto cuma
lativo, discutido e finalmente repellidj p.-l i
cmara dos cowmuns, coasiste nisto : em
um collegio onde se devem eleger muitos
deputados, tres por exemplo, oda eleitor,
dispondo de tres suffragios, pode appiica-
!os todos, se quizer em um s candidato.
Um terco dos eleitores concordando em reu-
nir os seus vdos em um s e mesmo nome,
Gca certo de vencer e bbter um repres n
taate era tres. Qjanto ao voto incompleto,
adoptado pela cmara dos lords e pela d;s
comamos para os colegios de tres deputa
dos, eis o seu raechanismo.: sobre tres de-
putados, cada eleitor s pode escrever as
suas cdalas dous nomes. Um terco da re-
presentado tica, pois, disposicio da mi-
nora, que se apropria delle, com a condi-
gno da formar o r-rco do oorpo eleitoral e
concordar na escolha do candidato. A pri
meira vista, nada mais sedaclor. Um terco
dos eleitores tem direito a- nm terco da re-
presentarlo : expeliente, parfeito, por-
que proporcional; mas cuidado, as appa
rendas podem engaar.
Quaes slo as condices absolutamente m-
dispensaveis ao exercicio do voto ccamu-
lado ? E' mister aates de la lo que as di-
versas minoras, renunciando' sua existen-
cia propria, s suas legitimas preferencias,
aos seus candidatos mais estimados, se fun-
dara n'uma s minora, porquanto s deas
exercitos podem entrar em Iota, s dous
ejrcitos podem dividir ofructo da victoria.
Sabemos j;i que f nestas consequencias traz
c^msigo essa necessiiade de coalicSo; mas
diada in mais. Formando essa dupla ag-
giomeracjfo, maioria de um lado, minora
de nutro, necessario que cada urna deltas
saiba com certeza de quantos votos dispoe,
que sobre essa base determine malhsmali-
carnete o numero de candidatos que pode
fazer triumphar, eemfim qoe, ostabe.'ecan-
d) esse calculo, faca votar todos os seus
membros, sen excepcio, com umi estricta
disciplina e segundo o saato dado, sem que
onbum delles se desvie. Em faltando essas
precaucoes a maioria cornos minoria, corre
o risco, ou de deixar o adversario usurpar
ama grande parte do resultado, (por de-
masiada modestia as pretencoes) ou de
oerder completamente o quioho a que li-
aba jos (por demasiada ambicio, presump-
cSo e corfhnca em sua forca J. N'uma pa,
lavra, e preciso que os combatentes advi-
ahem e prejulguem de am modo certo o
resulta lo da balalba; nem basta que cada
um dos dous inimigos couheca exactamente
as proprias (breas; necessario calcular
aproxima Jmenla as d) adversario, e pre-
ver todas as astucias, sorprezas e azares da
'uta. Por outros termos com o voto cumu-
lativo, o mais nvejavel snecesso, o nec plus
ultra do triumpbo, que a miooria.. nio
diremos as minoras, a minora, ente by
briJo, formado decoalicei, decompromis-
sos e de sacrificios, obtenha di represeota-
Cio urna parte mais oo menos equitativa ;
mis j se vie que reaoiio pbenomenal de
condic5es irapossiveis exiga semejante re-
saltado : assim qae, na mor parte dos casos
deve aconiecer que a m:noria neohuma parte
tenoa na representacio, oa que a minora,
anomala mais extranha, que nBsorva
a rffpresentacSo toda era detrimento da
maioria.
Se duas minoras, formando entre si um
tere dp corpa eleitoral, nio consej?uirem
entenderse e votarem separadamente, a
maioria aproveih o lance para fazer eleger
iodos os seus candidatos. Se, pelo contre-
rio, a maioria, tendo de lular contra am
minora bem disciplina Ja, calcular mal t> seu
esforco e distribuir inhbilmente os seus
vtjlos; se, por exemplo, qaerendo assegu-
rar o triumpho de seu chefe, accamular
oelle demasiado numero de suffragios, e
enfraquecer assm as outras candidaturas, a
minoria obter duas cadeiras.entre tres, e
a maioria ficar com um s representante.
Enfim. se urna minoria, comoosta de am
pouco mais do terco dos volantes tiver de
l mar c m uma maioria formada de dous
matizes deopinies separados por um desa-
cord no momento do escrutinio, *minoria
obtem dous deputados, a maioria nenbum,
e fica o terceiro lugar vago. Procede se a
segundo escrotnio, por maioria relativa
desta vez, e^por pouco que continu o
mesmo dissentimento n i maioria, a cadeira
restan'e vai parar s m3os da minoria.
Singular suc?esso, -na verdad I Singular
justica I E n5o ros digam.: sio bypotlieses
gratuitas; nSo.sio probabidades natoiaes,
casos que se bfo de apresentar muitas ve-
zes na pratica. O voto cumulativo- nao
pois um meio equitativo de afiangar s mi-
norias uma parte proporcional de represen-
tac5o, om instrumento de confosao, da
sorpreza e de arbitrio; a possibilada de
usurpar a minora o lugar da maioria.
Quanto ao voto incompleto, prente pr-
ximo do voto accomolado, simples varie-
dade da especie, os mesmos argumentos se
levantam contra elle, os mesmos vicios nol-o
fazera prescrever: coalises imposta?, sepa-
rado forcada em doas campos inimigos,
consequentemente violacSo da libardade do
eleitor e anmagao absteogo, depois para
coroar ludo, ausencia completa de propor-
cionalidade no resultado, pela razio do
prodigioso concurso de circumstancias qne
necessario para que o systema chegoa a
uma solugo equitativa. E' mister suppr
que a minora exactamente igual ao terco
dos eleitores e que perfeitameote compac-
ta ; que a maioria igual aos dous tercos
lo perfeitamente homognea e dcil, e em
lim que cada opiniSo, gualmente bem dis-
ciplinada, s apres nta dous c-andklwos.
Se faltar uma s destas rodas, a machina
fica desarranjada,,'
Nao insistimos no
jallos agofJ o contrario ; a proporc*o nu-
mrica aindi a mesiaa, mal a maioria,
por,o5o ter podido coccordar na escolbaji
mandatarios, apresenU nloj dooa oa
ajas qaatro candidatos; oa votes ao dW
dem, e durante esse tempo a miooria, me-
Ibor aconselbada, ou melhor dirigida, abtem
a maioria, oa representado, apoderndo-
se da doas cadeiras sobre trei. E' tam
bem om calca'o simples. E quSo mais
provavel Dio se torna: esta eventoalidade
nos casosmu frequentesem qoe a mi-
noria mais de um terco dos eleitores f
Basta ento que a maioria apftsenle nao
dous, mais um s candidato mais, basta a
mais leve dispersad de votos, a menor
quebra de disciplina, para que a minoria,
contra toda a just'ca, sprprehenda a victoria
e usurpe a representado. E em tu Jo isto
reparem bemnSo ioventamoi vontade
difliculdades imaginarias.
Ha doos annos foneciona o voto incom-
pleto oa Inglaterra em alguna eollegios.
Que prodnzio elle me ultimas e!e<;oes ?
Justamente as siugulans injasticas de que
acabaras de enumerar t mais numerosag.
Em Birmogbam, o partido liberal, knpor
taote oa cidade, ao pode lograr ama s^ca-
deira, porque a sua"rorcl6i querjfar-se na
disciplina da maioria, apoatada oa nossa
primeira by^othese. Em Londres, o atm
popular, o mais estimado dos cao lidatos
vrhtgs, o barao deRjtbschildr Scoa na raa,
porque, confiando na popularidade do che-
fe, eu tfaram osliberaesldever concentrar os
seu eslorcos na eleicao mais AiWdosa dos
outroe-seus candidato. A favor deste sim-
ples erro de tctica, a miooria venceu o
mais importante, o mais unanimeoaente de-
sejadardo* deputados de maioria. 95o fac-
as qo se n5o podem recusar.
Eis ah- pois aonde v5o dar os dooe sys-
temas ; d<;ixam substitu, tornara Beaessa-
rias as coalises, a lute, a divlsSo- entre
concdadios. Era theoria^ eahem no arbi-
trio, s pelo facto de que-prejulgam e de
terminam ipriori de um modo absoluto o
quiDho da minoria, elemeoto essencialnaen-
te Vtfriavel; na ortica, cahem no absurdo
e oo injusto, porque ora frustam a mJoo
ra de todo a participacSo oa eleigo dos
deputados, eora fazem com que ella uour-
pe o lugar da maioria. Estavamos, peis,
em erro, qnaodo diziamos que estes doos
systemas nao eram proponinmes ?
Ueitai agorados olbos para ootro sys tem,
re;entemente cabido da peba de um dos
jovens candidatos da democracia radical oa
gtfav litl-^ -r^ ..
ave bomeoagem. O autor do projecto nem I preciso am quociente d 10.000 votos pirra
do a existencia de um saoir eleilo,temos om mandatario qoe
pera o seo partido reprsenla 25 deputados,
e comludo nao tora sais de am voto na
FOLHETIM
O FILHO 00 CALCETA
1>0R
HERR MO\E
PRIS1EIH.4 PARTE
X
O calabou^o.
(ContionacSo do o. 110.)
Qoaoto mais porm, se approximava o
r.raso fatal, mais crescia a agitagao, mais
o amedrontaya o futuro.
Uma noute, sabio de casa disfamado em
operario, e foi at ao bairro de S. Ger-
mano.
Batiam Ihe as fontes com espantosa vio-
lencii; tioba a vista eoevoada ; dea a mili-
to costo com a porta do palacio. S mais
tarde qae veio a entender o motivo por
qae encontrn essa porta meia aberta.
Entroa. Eslava bem ao facto do sitio
' onde o conde esconda o diobeiro. Havia
de se passar pelo quarto onde elle dorma.
Foi andando as pooliobas dos ps, allu-
miado pelo mortico clralo da lamparioa
qae arda cabaceir i do doente, e chegoo
ao sabido escondrijo...
la t3o perturbado e fra de si, que de
paaaagem, nlo .reparou na desordem em
qua estava todo o qoarto ; nao den pelas
cadeiras de percas para o ar, n3o vio as ga-
vetinhas abertas e remechidas. Se ootasse
lado isto, UWez se-detivesse, qaem sabe
ll
llu j tinha ebegado borra do velhote,
] meiiia as tremolas mos pelo meio das
ramas de oous e mooles de diobeiro.
Ensacou qoaato pode, e depois dos bol-
Sos bem cheio, e do cofre quasi despejado
tratou da sabida, pondo celia todas as cau-
telas que pozera na entrada.
Desta vez, porm, bateu fatalmente com
a vista no conde, e flcoa assombrado : o
infeliz jazia fiem vida, a cabeca dependora
da para fra da cama, e do peito rasgado
sabia o sangoe a jorro*.
Rapbael aontio o cabellos ericareraae
de horor t
irw Despedio om goiQcbo, andou-lhe a ca-
beca roda, e tena cabido redondamente
jw mel do chao, e a energa, dprcjrw
que ha de repugoante
oeste attribuir arbitrariamente minora um
terco da representacSo, qualquer que possa
ser para mais ou para menos a importancia
daquella minoria. A pratica do systema
offerece muitis outras extra vagancia*. In
ventado no int re-so da maioria, o voto in-
completo, na mor parte do3 caso, deixa a
minoria sera rapresentacao, e, em oatros.
inventado para estabelecer justa proporcSo
entre os representantes e os representados,
d a essa minora a probabilidade de subs-
tituir mais ou menos-completamente a maio-
ria. Eis. por exemplo, oa hypothese mais
favofavel, isto na hypothese de uma mi-
noria exactamente equivalente ao terco dos
eleitores, eis que a maioria, tendo apresen-
lado tres condidatos em vez de dous, de-
pois de um accordo feilo cora mais e tre-
la disciplina, e divid la em tres grupos, di-
vidido assim fseus saffragios : o primeiro
grupo vola pelos candidatos \ e B, o se-
gundo peles candidatos A e C, o terceiro
pelos candidatos B e C. O resultado ab-
solutamente certo, 03 tres candidatos da
maioria s3o eleitos, e a minoria, o terco
dos eleitores, fica frusiada sem recurso.
E' o calculo mais simples do mundo. Ye
das melhores iutences, o Sr. Herold par-
principio deste genero.
Por aoa propria autoridade, d 60 Oa-
iras mmofia. Porque 00? porque nSo
40? porque dJo 100? porque b3o 150?
Nlb isto arbitrio. Na praca porqae em
primeiro lagar, conservando tal qua! o ac-
tual voto por districta e maioria de saffra-
gios, o systema conserva imeira todas as
funestas conseqoencias, todas as violaces
da justica, da razSo, da liberdade, da cons-
cieDCia, da paz publica, j Untas vezes enu-
meradas ; depois, porque nSo concede em
suraraa As minoras mais qoe ama probabi-
lidade insignificante o ir, i oria. No pega-
mento do autor do projecto de lei, esse se-
gando voto, qae deve fazer asseotar em GO
cadeiras reservadas, 60 represeotaotQS na-
dooaes. s deve aproveitar aos membros
da miooria. F evidente que o Sr. Herold,
s peosoo naqoeHes eleitores que, batidos no
sea districto particular, vm oseosoffragio
aniquilado. A esees desbordados pensou
elle en dar am voto valido, e que cootribua
para a eieicad de um deputado; mas oa
realidade quem impedir os membros da
maioria die* empregareni por saa coota as
facilidades que offereeeis aos membros da
miooria? flfercal-os-heis- deaote m3oope-
(raco verdadeirameote KfBcil, e os ex-
cluiris do beoeflcio da fei'?" NSo, de certoi
Sabis eolio ev qoe acootacer ? E' que os
bomens da maioria comecarSo-por fazer ele-
ger os seos casididatos D" respectivos dis-
trictos, desigoaodo ao mesnao tempo outros
candi jatos vosea represeutacSo nacional,
como eiles sao maioria, isto, mais nn
raerosos que os oolros, e como por serem
maioria sao mais homogneo, mais disci-
plinados que as minoras espams, preen-
cheraO' vontade com creatura*suas a maior
parte, senao for a totalidade das- vossas 60
cadeiras. Que tercie gaobo .' Dreis dado
dout vot$ aos meittbfosda maioria sem dar
um s aos membros da minoria, e nao te-
res seqoer compensafao, porqoe-Qio tereis
certeza oenbama de qoe as poucae- cadeiras
que a miooria poder salvar do naufragio
venbanr caber a essas-celebridadesj.cojo tri-
umpho tanto vos preoeeapa.
V, pois, esta nova.eombinac3o para onde
esto as outras, a clase* das machinas inu-
teis ou perigosas. A todos estes syitomas
falta uma> coosa : apoir9e no prioeipio da
propordomiHdade, parVir da verdade supre-
ma de que o direiu o represeotaejto nada
tem cook o-direito de lecisa), qne todo o
ulimas eleicoes^o Sr. Herold. Animado, cidadao tem um direito igual de ser repro-
conservac5o Ihe nSo hoavesse revelado o
peiigo de maiores demoras naquelle sitio.
Fez um esforco heroico, furtou-se aoes
pectaculo atroz qua o facnva e deitou a
correr pela ra fra, at sem se lembrar do
dinheiro que levaba comsigo.
O criminoso na j pregou olho em toda a
noute, como bem bao de soppr. Tinha
medo, l isso tinha, e mesmo assim ardia
em fervengas de saber como saccedera
aquillo. .
No dia segqiote que soube toda a ver-
dade. Os diarios contaram que fra en-
contrado mor to no^seu palacio o conde de
Borseone, e que a roubo fra certameote o
motivo do crime, orna vez que haviam des-
aparecido cerca de noventa contos. Ac-
crescentavam as folhas qae o criado do ero-
de escapara por ter rugido a tempo. mas
chegando aioda a ver um dos matadores,
que em toda a parte seria capaz de conlie-
cer.
Rapbael ficou mais descaocado por causa
deste oltimo pormenor ; poz em parte se-
gara o diobeiro farlado, e eotrou oa casa
de Helena como qaem nao fra bavido nem
achado em coosa Iguma.
A primeira pessoa que eocootrou depois
de entrar foi o velho criado do conde de
Borsonne, o qual, deitando para traz das
costas o resreito devido dona da casa,
atirou-se com uohas e deotes ao gasnete
de Rapbael, herrando no apogeo da exal-
lac3o :
Elle c est... c est o assasino
este todo intairo I... Conheeo-o como
aos meas dedos I...
Custou muito a desenvenciihar o ladrlo
das mads do bomem, e sem attender objec-
Ces nem rogativas, foi logo de corrida in-
formar a polica.
Fallando verdade, toda a gente acreditoo
de principio n'um engao possivel.
- Rapbael era tido por pessoa de bem, e
apezar da pallidez qae Ihe desvanecen a
cara quando o criado o enganou, apezar
das contradichos no proceder, nSo havia
quem duvidasse da sua innocencia com-
pleta.
A justica a seguiodo sea caminho ; deram
basca cala onde elle morava, e oesse
mesmo dia o encaixaram na priso. En-
contraran) no quarto de vestir ama camisola
azol de operario, e uns sapatos com a sola
saja de saogue.
Deate teio que Rapbael foi parar
reito orna certa parle na representaco,
ctrta, isto prejalg^da pelo legislador.
Eis o que nos prope; copiamos as suas
proprias palavras :
Cada districto eleitoral eleger um Re-
putado.E' facultativo a todo o eJeitor s-j
creyer dous nomes na clula.O primeiro
ser o do cidatro que elie designa para de--)
putado do sea districto. 9> segundo nome
ser o de um c dsdo qae elle deseja ver
eleilo representante da. a{So, quer no dis-
tricto qaer em> outro.Os dous omes- po-
dem ser o do mesmo c'ulado; mas ntste
caso a cdula Dio valer por mais de um
voto no escrutinio do districto.O' segando
nome ser manuscripto sob pena de nutlida-
de. Os suQragios dados por meto da ios-
cripeo de um segundo nome no bohnm
sao recenciados em toda a Frang. e os
60 cidad>s que obtiverem O maior numero
fazem parte da representagao nacional,
contanto que reunam um numero de votos
igual pelo menos ao numero obtido. pelo de-
putado do districto qae foi eleilo- por me-
nos suffragios.
O fim da comb'nago.j se ha de ter
comprehendido, impedir qne as portas do
corpo legislativo fiqoem trancadas a esses
chefes Ilustres das minoras que milita vez
pela saa propria importancia e glona s5o
expostos derrota em um districto deter-
minado. Pela nossa parte, logo do pri
meiro lance, achamos que om tal systema
est coodemnado, irrevogalmente condena
oado, tanto emtaeoria codo na pratica; em
theoria, porque a idea da propor cionalidade,
raai de toda a justica e de toda a verdade
eleitoral, nao recebe aqu sequer a mais
sentado, e por cooseqoencia que todo o
te oo principio de que a minoria lem dir- grupo de eidadaos de otrta importaneia tem
o direito abioloto de obter um mandatario,
mas nada pode pretender a.em dielo sem
detrimento des seus concidados mais oa
menos nsflMrosos.
Ora, o primeiro systema em que pode-
riamos distinguir vestigios, anda que confu-
sos, desse grande principio, om systema
muita vez- rtdiculansado, e cujos efeitos e
.mecbanismos certameote nao iremos defen-
der: o-systema da tinidade do collegio.
Muguen ba que n3o eoohega, ao osnos de
outiva, essa famosa combinaco: todo o
eleitor, onde qaer qae esteja, tem o direi-
to de votar, e por qpem Ihe parecer, mas
por um s candidato. Todo o candidato
que obtiver certo numero de suffragios,
35.000 por exemplo, proclamado depu-
tado. Eis a, machina em toda a sua eimpli
cidad*
A idea prima sm da vida excel-
ente :. assegurar ao eleito plena e inteira
liberdade de consciencia, de escolha e de
voto-i afiangar ao mesmo tempo a toda a
minoria que contar um numero sofficiente
de adherentes a sua parte legitima na re-
presentagao, tal foi o pensaaento do Sr. de
Girar din. Por des g raga, a obra niocor-
respoude inspirago. Posto em pratica,
ira o systema directamente negag3o de
toda a propor.cionalidade entre a represen-
tagao e as diversas fraeses do povo. A
razao simples. Apresenta-se um chefe de
partido, om chefe da maioria; conbecido
em todi a parle, e a toda a pane estimado
e desejado. De todos os lados votam nelle ;
100.000, 200.000, 500.000 suffragios se
accumulam nelle. Tomemos este ultimo
algarismo. Que acontece ? No caso de ser
sa teimosia, osjnizes entraram com escr-
pulos, e por isso o coodemnaram s a vn
te annos de trabalbos pblicos.
Todava, quando se deu a sentenga, an-
da esta creatura nao estava de todo em
todo pervertida, e os vinte aonos passados
as gales, re tempera ram- no, deixem-me
assim dizer, e at o alentaram.
A imagem de Helena foi-se a pouco e
pouco apagando no horisoote do passado ;
e a maneira qne se desvaneca a geql fi-
gura, ia apparecendo ootra mais clara, que
Ihe prenda todas as vistas, todos os pen-
sameotos, o corago todo... Era Raymuo-
do, era seu filho I...
Estremeca s a elle, para elle s quera
viver.
E Rapbael, depois do acontecido no bos-
que de Boody, depois do medooho caso da
igreja, todo era fazer conjectoras a respeito
do qoe haveria succedido a esse filho, e se
os JDimigos teria dado cabo delle.
O- triste, recapitulara na iraaginaco todas
as circumst .ocias do medonho passado*
com todo o que havia estremecido, com todo
o qae tioba odiado.
Muito tempo levou supportando com pa-
ciencia o castigo inflingido pelas leis dos
bomens ; agora j se caneara de tanta resig
oagao a duvda era cousa muito mais ter-
rivel do qoe todo quanto padecer at all,
e s pensava em despedagir o grilbo igno-
minioso que de tanto tempo arrastava!
Rapbael jazia, pois, no calabouco entre-
gue costumadas cogitages, de cotovellos
fincados nos joeihos, cabeca pendida entre
as mos, e a ideiar maneira de fogir.
Tinha tudo arranjad; faltava-lbe 8 a
occasiao.
Oovio-ae de repente am barulho no cor-
redor dos tristonhos caiaboacos.
O calceta levantou a cabeca e escotoa ;
abrio-se quasi logo a porta de parm par
e o chareiro deixou entrar outro calceta.
O chaveiro trazia na mao s ama lante' -
oa de Lota-fogo ; o que vioha cem elle
disse-lhe meia dutia de palavras em calo,
e Rapbael deu um pulo do sitio onde esteva
quando oovio a voz.
Gonheceu Beauregard no calceta qoe vi-
Qham trazer-lhe para compaoheiro.
E'a t I T aqui I bredou Rapbael.
Ali! se c vieste, para me aiuociares
alguma desgraca I...
Era effectivameoto Baaorecard, como
Rapbael adivinboa: Baaartfird com iotoiro
feto d? calceta, cabsUo c;rudc i wc;vrs
e arrastaodo a correte sem grande cusi.
Rio da exclainagao de Raphael, e res-
ponden :
Pois,/ olha, vim c, sahi de Paris,
nicamente com o fito de te ser til.
Mentes I
Mo I Se principiamos pelos pala-
vroes mais gordos, nao sabe a gente ao
depois como ha de acabar.
Eolio que queres ?
Que me ougas oom toda a paz de es-
pirito:
Mas Raymonio...
Delle que venho fallar-te.
Viste-lo ?...
Est claro.
Vive ainda, nio assim ?...
De perfeita saade, como o pai e *
mi i.
Gonta-me, conla-me todo.
Beauregard abanou a cabeca, fez ama
careta, e redarguio pouco depois :
Safa, que nio l muito commodo
vir uma pessoa encontrar-te mettido nesta
baiuca 1 Tiva um trabalbo de todos os
diabos para ci chegar. Encontrei felizmente
um conbecido velhoserapre bom ter ami
gos at no inferno I e por meia dazia de
libras consegu resolve-lo a deixar-me es-
tar comtigo am instanlinbo.
Mas qual -a tua idea ? perguntou
Rapbael com ioteresse.
Ah 1 ah qae bate o ponto, redar-
guio Beauregard. LA ideas tenho eu muitas,
e preciso a gente fazer as coasas com
tino. Ora, vamos IA a ver, em primeiro
lagar : goslavas de sahir das gales ?...
Raphael olhou para todos es cantos meio
desconfiado :
Sahir das gales... eu ?.. Ser pos-
sivel ?
liso depende de ti.
Eotio como ?
Se quizares, encarrego-me de te dr
/agida daqoi a dous das, fago ao depois
com qoe passes a fronteira, e arranjo te
algom modo de vida para ti e para o Ray-
mando no paiz que muito bem escolheree.
Qae qaer isso dizer" ? peraantoa Ra-
phael?
Pota dovidas ?
Nao me teni icostomado a tamaitos
favores.
Com franqueza, isto nio A favor.
Kntioqte?
-r 2a c jara ti 3a tsaio sssrefofc.i1
cmara. Entretanto orna miooria de.....
100.000 votos afinas, com alguma combi-
nacao, elegir 5 Ipotado3, e deste modo
cinco vezes menos eleitores terio no parla-
mento ama influencia cinco vezes maior
E o que seria se suppozerdes doas parti-
dos de igaal valor numrico I Poderia acon-
tecer eoti a que a minoria tenha na assem-
Wa viole vezes, cincoenta vezes nuis forca
que a maioria, salva entretanto so desseis
ao depntado tantos votos no parlamento
quantas vezes elle obtivesse o quocieute de
votos oeeessarios para a eleigo. E' claro
que esse expediente reatabeleceria o equi-
librio ; mas teria logo um primeiro incon
veniente, tem fallar da oolros, qoe sio gra-
ves e numerosos: qoe semelbante med
da era nm paiz- de igualdade como o nosso
seria absolutamente inaceitavel e ioacei-
tado.
A uoidade deje'ollego seria pois menos a
representagao das minoras do que a ani-
qailacaVdas maiorfes. Ser precieomaspara
regeitar sem hesitado semelhante projecto ?
Bepallimol o, sem nos demorar-mos mais
tempo com elle ; de novo o dizemos, o que
repellim > aqui o machinism ?, a applica-
Cio pratica do principio; O principio, esse
,aceitamolo, abracamol-o enrgicamente com
o nico meio de salvacao-em materia eleito-
ral, porquanto s elle pode dar na^o a
concordia nao-fazendo da eleicio om com-
bate em que a victoria fropreco da fbrea,
eao eleitor aplenilude do seu direito ele-
vando-o cima dos antagonismos e dos
odio, arrancaodo-o ao Oagello das coali-
ses.
V.
Assentado o principio, resta so descabrir
o-processo de applicacSo. Ora, esse pro-
ceeso existe. Ba qaasi quinze annos que
dous bomens deseonhecidos- um do outro,
em dous paizes dilferenies, o-Sr. Androe-, na
Dinamarca, e o-St. Har, na Inglaterra,
quasi ao mesmo tempo o creeram, se nio
no todo, ao menos as soae- partes eseen-
ciaes: Ooal o*vicio radieal do systema
do 9r. de GirandiD ? nicamente o des-
perdicie de forca que far coa que um par-
tido soffra a accomulacio intil de um ra-
mero -exagerado de suffragios sobre um s
candidato. Encontrado o aaeio de evitar
esse- disperdicior encontrado-o meio de dei-
xar a cada candidato s o numero de suilra-
gioe-exigido, aancando aos- votos que Ihe
sio iooteis una representacao proporcional,
est- o problema-resolvido.
Pois bem, achou-se esso meio; nada
mais simples. Sendo os disti icios divididos
de modo qae nomeem certo numero de
depatados, cada eleitor deve inscrever na
sua cdula tantos nomes qiuaUos sao os-re-
presentantes que se vo eleg?r no districto ;
inscreve os por ordem de preferencia-; to-
dava a cdula nunca pode, acontega o que
acontecer, valer por mais de um vo\O Ter-
minado o escrutinio divid se o numero dos
votantes pelo numero de cadeiras. O re-
saltado da operago o numero necessario
e quanto baste para qae um candidato seja
eleito. E' o que chamamos quociente elei-
toral. Fizado esse algaaismo fundamental,
contase em. cada cdula o primeiro nome
Apenas nm candidato cega ao qoocienle
exigido, proclamado eleito, e as cdalas
que o elegerem ficam sm valor; depois,
se em algoma das cdulas seguirles vem
em primeiro Ingar o nome daqnelle candi-
dato, riscado, e s.seconta o nome do
candidato que est em seguida. Segue-se
o mesmo processo al qne se exgotem as
cdulas,, at' qae cada uma dellas tenha coa-
tribuido para eleger um deputado.
Deste modo nio se perde um voto que
seja. Gada eleitor tem certeaa de ser re-
presentado pelo mandatario qae deseja
mais. De duas cousas, uma: ou o seu
voto contado nos volos do. candidato qoe
elleescreveu em primeiro lagar, e contri-
bue para a eleigao, ou entio, se o sen voto
applicado ao candidato que.esta em segun-
do lugar os seos desejos como na sua c-
dula, que o primeiro candidato obteve a
consagracio do numero exigido de suffra-
gios.
O leito; tem em|o a dopia saUs&cio de
se ver repreguntado primeiro pelo diputa-
do j elerto, depoii pelo deputado para
cuja eleigao conlribue. Pela mesma razio,
cada opiniao, cada partido tem certeza de
obter o numero de representantes qne Iba
divido, mas tambem de s obter esae Ha-
rnero, porque n voto de cada um de seus
membros, repetimol-o, valido por nm s
nome. mas tambem nanea vale mais de um
nome,
(Contmuar-$*-ka.
VARIEDADE
preciso da la pessoa em Pars daqui a
poneos das.
A explicacio era diflkil.*. sabe s
qae as tuas parecences comigo, causadoras
de quantas infelicidades nos um soccedido,
bao de ser-me otis desta vez.
Alguma empreza arriscada ?
Talvez.
E cuidaste qae me prestara a seme-
Ihantes infamias ?
Estou convencaissimo que sim.
Isso brincadeira.
Pateta I... Pensas qae vinha aqu
a Brest sem meios de te obrigar ?
Qae meios sio ?
Anda t o perguntas I... E' a Hele-
na... eo Raymondol...
Meo filho I...
Tenho-os em meo poder.
Infame I...
Ora, adeus 1 prevani-me para tudo o
que dsse e viesse... Nada me tolher o
passo, diese Beauregard com firmeza.
Mas eu posso denunciar-te, grilou
Rapbael; posso entregar-te As autoridades
das gales, que nio te deixario fogir. Posso
chegar e dizer-lbes : E' este o assassino do
conde de Borsonne, e hio de acreditarme
depois de referir os pormenores do tea cri-
me, que sei agora todos tim tim por tim
tim...
Beauregard eolrou a rir.
E's sempre o mesmo, diese elle com
certo d, o mais despreaativo que poda
haver. Mas olha que me nio commoves,
nem me mettes medo,,. e se te nio re-
solves esa cinco minutos, fijas responsavel
pelo que vier a acontecer.
Qae teneiona entio fazer ?
Nao t'o disse jA ?
Raphael poz se a dar voltas roda da
prisio, oom ares propriamente de animal
feroi; de quando em quando, mettia as
crispadas mos pelas ropas esbaforidas, e
todo elle se igatanhava.
Afinal socegou mais; acndio-lhe ama
lembranga ; animou-se e encarou de frente
no corsario, dizendo com vigorosa entona-
Co:
Pois bem, seja assim 1 Fazo IA o
qoe qoizeres, prosegue as toas horriveit
machinaces, e leva as mais ementas ago-
aiaa onde eu s quizara ver socego e qoie-
tacio ; mas emende bemestoa resolvido
a nlo dar nem mais ama pasuda em eami-
nho lio sngrenlo,
ENTREGA DE NAVIOS.Segando dia o
Ncue Stettiner Zeitung, emtabolaram-w
negociaces entre a Allemanba e a Franca
para a reetitoicio dos navios alienases to-
mados dorante a goerra pela esqoadra-
franceza. O navio mercante francez loma-
do pela fragata de guerra prussiana Komgin
Augusta, actualmente no porto de Wilhelms-
baven, ser entregue A Franca. Outro na-
vio francez ear "poder dos alleaies oaofra-
goa as cosas da Noraega na sua viagem
para Kiel. Peles navio qneimados e sob-
mergidos pelos franceze pedir-se-ba orna
iodemoisacio, e a Allemaoba tambem pa-
gar* ootra Franga por um vapor francez
queado pela fragata Augirsta.
TENTATIVA DE ASSASSINATO; Se-
gundo dizem de Lyo, eram ullimamento
esperados em Genebra tres malfeitores man-
dados pela communa d Pars para assassi-
oarem o conde de Cbarabord. As autori-
dades tinbHB receido a denuncia d ebe-
gada dos aesassinos. sendo um delles um
licenciado de presidio, ootro acabara de sa-
bir de uma das prises de-Paris e do ootro
nao se sabram pormenores biograp'jicos.
Estes personagens, porm, nSo eocontraram
a pessoa que prucoravam* porqae o prioe-
pe tinba-se aasentado da- saa residencia.
Nao esta a primeira vez/ qae o conde de
Cbambord alvo de semeibaotes tentativas
desde que estaa Suissa.
CONTRA O'OIDHTM.UAvt-o segunte
oo Ihtparcial* Madrid:
t Um rico proprietario des-arredores da
Getta easaiou com felizexilea agoa domar,
em togar do ensofre, par- coaabater as
doeneas das vichas.
Desde que rgo as mioaas viahas, sen-
do knitaao peloe aeus vizinhos, di elle, o
oidittn desappareceo e os productos sio de
uma qaalidade superior.
A operago principia desde qw come-
ga a formar-se o agrago al qae o cacho
est madaco. Mita saber se, eat vez da
agua do mar, peder empregar-se a agua
salgada artificialmente. Chamamos a alten-
gao dos lavradoase para esta descoberta.
MEDALHA COMMEMORAtlVA.Segan-
do dizem de Rerlimy o imperador da Alle-
manba teneiona mandar faaer, do metal dos
caneos francezes conquistados na guerra
passada, uma medalha que ser distribuida
por todos os soldados qae-acerara a cam-
paaba, como am signal de recordagao. Os
soldados de Badn, Wurtemberg e Baviera
tambem receberSo a referila medalha, ape-
zar dos seos soberanos te un completa li-
berdade de instituir e distrinuir oulra qual-
quer medalha oa distinctivo.
FORTIFKA^OS DE PARS. Dia om
diario parisiense qae toda aquella captol ra
ser fortificada de novo cora barricadas, de-
moliodo-se as aotigas, que, constrodas
pressa, nao podiam offerecer resistencia al-
guma ao- inimigo, se este as atacasse com
artilbaria.
As barricadas- era projecto construir-se-
h3o da maneira mais solida, cimentadas no
pavimento das ras, e serio colocadas em
todas as avenidas e vas importantes da ci-.
dade.
Pois recasas ?lf bradoa Beauregard
cerrando os puohos.
Recuso I retorquio Raphael. Ah 1
sei que tambem posso ser seohor de ti I..
Vinbas de certo propor algum tratado ver-
gonhoso. e nio quero qoe jamis te oti-
lises de mim.
Era a liberdade...
Eu a tomarei ssinho..
E era tambem a riqueza.
Nio preciso de riquezas.
Era em summa a vida de teu filio.
Rapbael enxugou o suor que Ihe corra
pela testa.
Antes quero que morra, do que de va
a existencia a qualqer infamia do pai.
Beauregard redarguio com violenta arre-
messo :
Qaeres entio latar ?
Quero o que tu quizeres,
Posso matar-te...
Pois experimenta, anda... mtame,
e Dio poderes daqui fugir, e Qcars preso
no trama que urdas para mim.
E' resolucio iuabalavel ?
Beauregard era nesta occasiio realmente
acaeagador ; cem os olhos iajectados de
saogue, os labios a tremerem, e j sem po-
der comsigo ia talvez atirar-se ao calceta.
Neste momento raogea urna chave na fe-
chadara, e abrio-se a porta.
Era o chaveiro.
Qua Uso ? que temos ? pergoatoa
Beauregard admirado.
Toca a passar as palhelas, volveu q
recem-vmdo.
Mas porque ?
Ha por c novidade... Pelos mo-
dos chegou agora as gales om commissario
de polica.
Qoe demonio vem cA fazer o commis-
sario da polica ? retorquio Beaarsgard.
Nio pesco nejos.
Sabes o nome delle ?
Diseram-m'o agora.
Chama-se...
Reaardio I
O corsario dea am pulo.
Reoardia I Pois jA ?... Safa f que
Dio perdeu tempo.
J c o espera vas ? pergootoa o cha<
vero.
Nlo o espervs naoct mais.
(Centinuar-te^a^
f!i> 1WDIAM9-R0 V OiDOaH itU


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