Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12385


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Full Text

ANNO XLVII. NUMERO 109
.
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*ABi 4 CAPITAL E lCAMS OIDS IAO SI PACA POHTZ.
Por ires mates ]iit>t*tea........... mooo
Por wig Uilw hkm................... ,joOO
forwuinnoHem............... .... jjjjjj
Cada mumero avolso................ 5 I 830


O
SABBADO 13 D MAIO DE 1811.
a
#
PA1A DHT10 I F01A B A flO VHCL4.
Por tret netas tdiantadot ,...........
Por Mil ditos idem.................
Por nove ditos dem ,......':-....
Por nm no idem ......
W7I0
1SIB00
MIMO
mooo
MAMBUCO
.

Propriedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos.
ao Aoiniit 4 :-------
O Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filbos, no Para ; Goncah* Pinto, no Maranho ; Joaqnim Jos* de Oliveira & Filho, no Cear ; Antonio de Lemoa Braga, no Araca^j ; Joao Mara Jalio Chavea, no Au ; Antonio Margosa da Suva, no Natal Jote Jaitin,
Pereira d'Almeida, em Mamangoape ;Felippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VUh da Penha; Belarmino doa Santos Bulcio, em Santo Antlo; Domingos Jos* da Costa Braga,
________________________________em Nazareth ; Antonio Ferrara de Agoiar, em Goyanna Francino Tavares da Costa, em#agoas; Dr. Jos Martina Alves, na Babia; e Leite, Serquinbo C. no Rio de Janeiro.
EXTEMOR.
K'HTBVIDKO, | DE MAK DK 1871.
E' sera duvida neubuma este o paiz em que os
ininialro e altos fuucciuoarios podera desprezar
completamente a opiniao publica, .om que por is-
so sejam apelados do poder. Parece urn parado
xo esta proposican, nodo se atteade a que se
trata de urna repblica, de uai E-lado cuja orga-
niaaeao democrtica repona uo mais lato desen-
volviraento da accao popular. Entretanto assim
e. Eieito o presidentn, escolbe os membros do
sea governo, econ ellos eoustilus o ministerio.
Baaaaaatt gozarem do sui conllaaca nao ha meio
de derrocalos. Ple o corpo legislativo apre-
sa clamar sera reponso, tudo sera debalde se o
primeiro magistrado persistir em consrvalos.
Saj apenas seas secretarios de estado, e as vota-
ijes do parlamento de nenbuma surte iuil.em em
>eus destinos.
Estas consideracdes sahera-me inseosiveimeute
da pdnna ao ver o que ora se passa aqui.
Quando o gjveroo convccoa extraordinaria-
meute as cam iras para Ihe subministrarera re-
cursos, o Sr. Fernaade.s Torres, que de proposito
accamulou tambem a pasta da fazenda para sus-
tentar os projectos relativos a este llm, promet-
teu apresenlar as coma* do thesouro, pelas quaes
se podesse avallar quaes t nham sido os. recursos
da admlnistracao no auno (Inanceiro correle, e
as despeza em que os liavia esgotado. Esta pu-
blicarlo lornava-se atada mais necesaria, porque
a imprensa da opaosicao havia annonciado escan-
dalosas delapidacoes e gastos superluos, indican-
do cerno reajedios mu salutares para a crise li-
nanceira moralidaie na administraco e ecoco-
inia severa as despeis. A este respeito ella nao
frz mais do que manifestar a opiniao geral.
Apezar de to solemne proraessa e da necessi-
dade que o governo tioha de justilicar-se de ac-
cusacoes lio graves, para re tornar merecedor da
v.,ta.;a> de novo, sacrflfieios, o ministro ate lioje
anda nao cumprio sua promessa, e fez mais ain-
Ja, dase na cmara que, serii iropossivel conla-
doria apresenlar tal Irabalhj nesta sessao, pare
cendo-lhe sulljdeotw as Inforraacoos verbaes que
aeabava de dar particularmente a alguns epula-
dos.
Que diriara os oonoa a nm governo que pro-
cedesse por igual maneira, elles que, apenas se
demora a distribuicio das tabellas, se julgam In-
hibidos de discutir o cremento geral, e levanlam
acres censur/s administradlo ?
Ontra promessa seria deixou anda em letra
mona este ministro da fazenda, que tem o dom da
imperturbabilidade om am grao superlativo, e que
,'. diondas responsabilidades.
Cora justa razio criticou o Stglo que o governo
>:ontrausse sempre todos os abastecimeutos pre-
cisos para o uxercito em recorrer con^urren-
.13, dando direito a..se fzerem os juiz js mais te-
merarios a tsu do methodo seguido, que nenhu-
na Hscalisacio admiltia, e que protega nm ar-
bitrio alum< ole immaral, e anti-econmico. Mo-
vido por esta? considerafdes, ao que parece, o
governo annuociou que recebia propostas para
um emprelimo immediato de 300,000 pesos, mar-
cando uto prato iimi limitado para apreseotacao
dalia.
No mesmo dia, ou poueo depo, annunciou tam-
bem que preci-ava comirar 4,000 uniformes do
invern para a tropa, o aquello jornal natural-
mente sal sfez-so com o acatamento qne pareca
ter merecido sua indicaco.
i'rincipiou-se a ronar que o habitan! foruece-
dor de uniformes por contratos directos com o
governo estava preparando urna mystificaeao de
accordo com o minMro da fazeoda, qae tambem
o da guerra. A Tribuna, orgao afaai-oflUiai,
d?smentio o boalo. que ganhava corpo. Entre-
tanto, na ultima so'mana appareoo estampado nes-
sa mesma olha um documento assigoado pelo Sr.
Fernandes Torres, que prova quo fundadas eram
u ap^rehensos do publico, e que dse de d sein-
I>arago possue esto hornera para proteger um es-
cndalo.
Xesse papel, que licar registrado como um dos
triis curiosos dos lempos acluae?, o ministro da
fazenda declara que s urna proposta recebau
para o emprestimo djs .100,000 pezos, mas que
:-;i nlo se acliava as condigoes annunciadas,
porqnanio o concurrente s fornecia 200,000 pe-
zos em diohijiro, o o resto em arligos de farda-
ment pelos precos anteriores. Nao obstante S.
Exc. a considera va aeeitavel, visto a necessidade
daquelle dinheiro, e afflrmava qae mesmo o far-
iamento era indispensavol e at insuilieienie, pois
>iue, em vez de 4,000 horaens, o governo lnha
ae distribuir roupa de invern a 10,000 que com-
punbam o exercito nacional, presentemente mo-
bilsado I Nao se pJe mentir com mais au-
dacia.
Este escndalo nada anda comparado com
jutro, conhecido aqui pela denomioaco de suc-
ressao Castro, que tende i aborver do erario na-
da menos de 1,600,000 pjjos I Ciieole quantos
advogados nao trabalharao para que o exhausto
thesouro pague esta divida reconhecida pela
presso exercida anleriormen'o no corpo legis-
lativo I
Como dahi na poderia sahir am real, lanza-
ra ase famintos sobro o fuado de reserva que a
junta de crdito poblico, incumbida da amor-
izicio dosbilhetes bamario-, tem accamulado
m exeeucao da lei qae Ihe encarregou este
servco, o qnal deve ter urna applicacao eventual,
naturalmente procedente do mesmo servco.
Dabalde a respcitavel junta demonslrou cem
argumentos irrespondiveis qua o governo nao
jodia desviar taes fondos para m to diverso.
U ministro de estrangeiros, em ama communi-
caeao que Ihe dirigi no dia *3 do mez fidj,
isxprobra Ihe qae ella qneira ser mais telosa do
crdito da naci do que o proprio governo, e
intima-lbe qae cumpra o disposto, applicando ao
pagamento dos abonos emitirlos em represen-
tacao daquella divida o excedente, aos 800,000
[jezes precisos para a amortizado do papel
bancario.
A respeitavel junta repablicana no dia 29,
provando em um documeoti perfeitamente bem
redigido o engao em qne laoorava o ministro,
xiginio qae ella dejobedecesse ao seu mandato,
terminoa appellande par i ama inlerpretaco do
orpo legislativo, que fliesse desapparecer esta
divergencia de apreciacao das leis qae regulara a
materia.
F.rabora escrpta em ai-na liogaigem elevada e
tienciosa, esta rplica es naga o governo, e re-
vera1 serie de abasos p r este praiieados para
patrocinar o pagamento da sueeeuio Castro, a
comecar pela omisso das bancos sem ser por
ntermedio da junta, qual nem ao menos se
dea coahteimento doassimpto.
Eis o eslado a qae se tem redazldo a adminis-
iracao do preaidente .Balite. Sea descrdito
extraordinario, e dahi o desalent em snstenta-lo,
qne se nota nos horneas boas, qae anda restam
no ptiz, e qaa piq sa deixam carromper. Desia
forma ella ni) sabe a qasm recorrer, repellida
pelos cornouBjansiiuidoit qae a denam siisteq-
tar. '
A eaaJara de Naresenuntes debalde tem sido
aoUeNaca para reaoif^ aflm de corresponder
ao appallo qae so IheTez. Anda nenhama sesso
tere logar por falta de numero. O senado des-
(3fiipi-se cora a cmara, ti qaso) competa a ini-
ciativa da votacao da le de fondos; esta com a
parte de apresentacao dos documentos promet-
idos pelo m nislro, que devem servir de base
discussio, e assi'ii e vai passando o terapo.
Como, porm, tem vivido o governo. ha mais
de um mez, nos apuros era qae se achava ? Por
meio. dos recursos extraordinarios que a alfan-
dega tem dado ltimamente, em consequencia
de estar fechado o poito, de Buenos-Ayres, e
haver-ge tornado este porto o emporio de ara
commercio activo com o Rosario, e por ah com
lodo o interior da confederagio. O mal do vizi-
nho tornoa-so am bem como se v.
Entretanto o papel continua a depreciar-se sen-
sivelmente. J sofre um descont de 15 1/2 ./,
e para descer anda mais acaba de estabelecer-se
o Banco Uniao, qne nao mais do que o Banco
Italiano resuscitado, e que ji principiou a>lancar
no mercad) ?ua circulagao. Algumas casas res-
peitaveis que tinhara aeces do mesmo, banco
protestaram contra sua chrisma, e denunciaram
ao publico o abuso commettiio pelo gerente, que
o Sr. Guimaraes.
Chega a impudencia dos fanecionarios neste
paiz a tal ponto que, havendo o Dr. Ramrez de-
nunciado no Siglo que um commandanle de cor-
po dava indevida, applicacao s somraas recebi-
das para pagamento de substitutos, este, em vez
de defnder-se em publico apresentando as contal
respectiva?, ou em juizo chamando o escriptor a
responsabilidade, preftrio mandar desalia-lo pa-
ra um duello. Este inciJente leve am desfecho
cmico jomo era de presumir.
Cra grande crime acaba dehorrorisar a popu-
larlo desta capital, excitando colonia italiana de
um modo extraordinario. Em urna das noutes da
semana passada, seriara 10 horas, parou um carro
na porta do Dr. Feliciaogeh, e o cocheiro dsse
que vnha busca-lo para ver doenle que resida
na ra do Oliraar, prximo ao cemiterio inglez.
Recosoa aquelle por aigum tempo sahir, mas afl-
nal ceden as repetidas instancias do eocheiro, e
metteu-se no carro, tendo o cuidado de levar com-
figo um rewolver a seu criado. Estas precaucoe3
de nada servirlo ao infeliz, como se vai ver. O
carro parti rpidamente, e em breve parou em
urna casa da indicada ra, cuja porta abri se
immediatamente, apparecendo duas pessoas qae
introduziram o^raedico, dizendo-lhe que o;enfermo,
cujos gemidos se estavam ouvtndD, se achava bas-
tante na>. Ou porque a idea do estaio afflictivo
do doente o preoccupas.se naquelle. momento, ou
pt rque seu espirito se hoavesse tranquillisado na
viagera, o doutor acompanhou-seus guias sem des-
conllanca.
Ao penetrar no quarto em que Ihe diziam estar
o eufermo, mao occnlta descarregou Ihe com nm
martello urna tremenda pancada na cabeca que o
estendeu logo sem vida no chao. Immediatamente
eabiram oatros sicarios sobre elle, e nao s o apu-
nhaiaram como o degolarara, para flearem seguros
lo golpe. Feito isto dirrgiram-se para a porta e
chamaran) o criado, dizendo-lhe que o amo o que-
ra para ir buscar remedid! de que careca Bste.
que nao tioha podido tranquillisar-se, qne pensa-
va ter ouvido certos gemidos, que Ihe parecern
do amo, e qae na pbysionomia alterada dos doa
snjetos, e no modo imperioso com qae Ihe trans-
mutiam o recado, de.-cobrio o crime que acabavam
de commelter, era vez de obedecer, largou a cor-
rer, bradaodo por soccorro. Ento os sicarios as-
sustam-se e dizem ao cocheiro que parta inme-
diatamente.
Este fustiga os cavallos, mas nao pode evitar que
o temivel criado se agarre trazera, onde conti-
na a chamar soccorro. Por fin apparecera vela-
dores e serenos, qne prendem o cocheiro, e ouvem
a deicripjio que Ins faz o criado. A aatoridade
i:naie lia lamen te cerca a casa, que encontra desha-
bitada, mas dentro della a pobre victima no estado
em que j descrevi, e os instrumentos do seu mar-
lyno. Posto em confias) o cocheiro, denuncia os
seus cmplices, sem grande esforco, os quaes sao
quasi que simultneamente agarrados, escapando
rnente um que tem frustrado todas as pesquizis.
A* mais con radictonas versSes corrram logo
a respeito de?te trgico successo. Uns queriam
ver n-lle o resultado de urna vendetta, e ch-garam
at a indicar o Sr. Raff), encarregado de negocios
da Italia, cemo o mandatario, accosacio inveros-
mil, qua s registro para ser fiel na expsito
dos facios; oulros o atlnbuiram ao intento de rou-
bar ao doutor, como parece provavel, pois que o
despojaram do seu relogo e de um annel de bri-
lhantes de que usava. A ca naquelle mesmo dia, e devia servir para oceultar
as scenas de horror que premeditavam execatar
aquellos bandidos, que se haviam organisado era
ama quadrilha.
O cflaver do desgranado Dr. Felicangeli foi
conduzido ao cemiterio por um extraordinario con-
curso de povo.
Causn tai admiracao a presteza cam qae a po-
lica descobrio e prendeu os criminosos, o que nao
rauito comraura aqoi, que se dsse com muita
generalidade que o ebefe poltico D. Jos Candido
(Justamente havia arrancado as revelacdss do co-
cheiro, ameacando-o com tormentos, e chegando
at a agir que o ia mandar fuzilar dentro da
pri-ao.
Provocado pelo Siglo para jastificar-se desta ac-
cusacao, o chefe poltico provon qne nio tinha em-
pregado taes meo-, indignos de nossa poca e con-
demoados por nossos coigos. Antes assim,
Milito se lera fallado, e muito se tem discutido
nesta qninzena a proposito da paz. Todos estio
concordes em sua necessidade, mas, a respeito dos
meios de realiza-la, cada cabeca cada sentenfs.
Oada eirculo a deseja cora a condcao de que Ihe
fique garantido o poder.
Indicando-se a chegada do general Osori > para
tratar desta melindrosa questao, a pedido dos bel-
lige'rantes, marcndose at dia eerto para sua en-
trada em Montevideo, comeciram os trabalhos dos
circuios a activarem-se, de modo a obterem aquel-
lo resultado.
Entao o Sr. Ramn Gomes e oatros Orientaas
convidaram a varios cidados inflnentes dos dons
lados e a algn* estrangeiros para ama reaniao,
na qual se assentassem os termos de am ajuste de
paz, na basa da am governo mixto. Na noute em
que essa reunio se effeetnava recebeu o signata-
rio da circular ama intimado do com mandante
militar, dizen lo Ihe qae tal asarapto nao poda
ser tratado, visto que importava ama conspiricao
conira o governo existente, sendo que estava da-
posto a considerar todos os qae toraassem parte
em semelhante deliberarlo como aiados de Appa-
ricio, e como taes sojeitos a pjr.-eguiQao da poli-
ca I Coma real nesta trra repablicana a in-
violabilidade do domicilio do cidadao, qae nem elle
pode reunir seas amigos para combinaT nos meios
convenientes a por termo a ama lata fatrleida I
Entretanto ahi, na corte de nma monarehia que se
quer fazer crer que e absoluta, a propaganda re-
publicana se faz ostensivamente, sem que nin-
gaera loeomnnde seas prgadores.- Oade est a
liberdade, aqu ou l ? a
Nio posso crer na realisacis da paz. por maior
qae seja o respeito e a consideracio que ambos os
partidos dedicara ao nosso Osorio. Elle vem en-
ontrar j as intrigas dos circuios, se vier, o que
todava duvidoso, e Ihe ser mu difflcil harmo-
nisar as exigencias, principalmente nio tendo ele-
mentos para garantir a Itberdade as etoicss.
A Triftirna qaer qae a p\i se faca, sabraetten-
do-se o partido contrario a antoridrde, e appellan-
do depois s ornas para eleger nma cmara qne
represante Belmente a opiniao do paiz. O Siglo di-
verge essencialmeote, e declara como proflsso de
f poltica que adrogar pela paz sobre a base da
um appello immediato soberana radical do paiz,
representada por ama convenci nacional, sem fa-
zer questao de quem ha d s presidir este acto au-
gusto de soberana popular.
E' este o ponto era qne Seamos. Entretanto os
exercites beligerantes se approximam de oovo i
capital. O.* blancos passarant o Rio Negro, e pas-
seiara pelos departamentos de S. Jos. Florid o Da
rasno, cobrando a contribuida > directa ; os colora-
dos ainda esli ao norte daquelle rio, porque
aqnelles destrairam a- barca de passagem.
Sao estes os fados mais notaveis deste paiz.
N contederacao Argentina ludo contina, mal.
A epidemia era Baeoos-Ayres, depois de parecer
qae principiava a declinar, reerndescen do novo.
Algumas familias qae por falla de recursos se
ayentararam a voltar apital foram acommettidas
violentamente.. Em nma popnlacio qae hoja nao
excede de 23,000 almas, a mortalidade tem sido de
160 a 170 por dia I Os nevos casos si) temivais ;
o vomito preto apreseata-se qtfasi serapra, toraan-
do-os ordinariamente faiaes. A desgranada sita-
cao de Buenos-Ayres tornou esquecila inteirarae
te a cidade de Corrientes, onde o ftigello tem sido
ainda miis cruel. Esta cidade esta completamen-
te deshabitada. Seis mdicos e tres enfermeiros
ana nella exisliam sucenmbirara na luta. D;pois
a febre amarella surgi a cholera-morbos, que
est acabando cora alguns infelizes, que ainda exis-
tem all.
E, se sio verdadeiras as noticias que nos che*
gam, outra popuiacio argentina comtca a soflrer
os estragos da febre amarella. E' a cidade de La
Paz. perlencenle provincia de Entre-Ros.
Naqnella provincia, onde anda vertem sangne
as feridas prodazdaspela guerra civil incitada por
Lpez Jordn, os espiritos se achara outra vez em
grande estado de exaltacio, e muito se recea urna
coofisgracio. E' ama desgrana qae todos devo-
raos sentir.
Causn aqni profunda sensacio a chegada do
transporte Isabel no dia 28 com varios mdicos e
quantidade de auxilios a favor de Buenos-Ayres.
Todos os fazam justica e proclamara os sentimen-
tos philaotropicos da capital do Brasil, admirando
a magnanimidade do chefe do estado, do governo
e do corpo do commercio.
Teado-me cabido a honra de despertar a atten-
c ii do paiz para este iamentavel tim aestas colum-
nas, desvaneco-me de ver correspondidas minhas
emerancas com unto brilho.
Na mesma tarde seguio o Isabel para as ilhas de
Hornos, onde j deve encontrar duas escunas "ra-
zias, para'as quaes transbordar tudo quanto con-
duz. Estas escunas seria rebocadas a Buenos-
Ayres pelo mes.no vaoor qne as tronxe at &lli,
segundo corobinou o Sr. chefe da estaca com o
consulado argentino.
tres annos o prazo para a mportaco e axporla-
Sio livre de direitos na provincia de af itto-Groso.
Ilustrado Sr, viseonde do Rio-Braoco praticou
um acto do elevada poltica, que ha de ler influ-
encia nos futuros tT&rQk^a quella proyocia.
Acaba de reconhecer**TJ a existencia da ser-
niga, e consta-me que ao ir. presidente do eonse-
iho foi enviada urna amostra Jaste rico producto.
E pena que a poltica conssajp divididos hoje os
Cnyabano3 de tima muajmt to profunda, que
ellas nao se preoccupem,o de denegrir- se o a*
aosXratros, esperdicandw^ Doderosos elementos
de prosperidade que o governo geral -ihjs tem
proporcionado, vio ha realmente peior politisa
d) qae a de aldea, e se nio hajam vista certas
cartas publicadas ltimamente neste jocnal dando
noticias de Cuyab-
)e nenhama materia da discassSe se
tea occapado a cmara dos depntados, a
qaal tem empregado o seu tempo em ele-
ger commijsao, como de costume nos tres*
prineiros das.
N> snalo, p .rom, caminbaram as coo-
sas com mais rapidez, e j hontera, por oc-
casiio de discotir-se diversos projectos que
Uentam di direito o material de algomas li-
abas farreas provinciaes, bonve nma grossa
scaramuca^rovjcada pelo Sr.Silveira Lobo,
o qual preieMen, que toda a discassao ticas
se addiada, u qae se sonbesse se havia
oq n5o govertjo no paiz, pois qoe apenas
sabia-se. por se ter lido na Gazetilha do
Jornal do Commtrcio, que o Sr. Paranhos ha-
via sido encarregado de orgaoisaro gabine-
te, mas que nena,1!) parlamento, nem o paiz
sabiarn por que seteva de organisar tal ga
biaet-s, se foi orgarisadoje pira qae ; e por
qoe, emm, deixoude vi ver o qae exis-
tia,
Neste gosto foi-se o orador alargando com
a sua costumada violencia, e por tal guiza
que o Sr. Abaet teve da ir-me a mao, para
qut se ciagisse ao objecn da discus>3o
O hamem recalcitrou, eocommendou-se,
mas o presdante da casa, enrgico eomo
custutTu ser, persisti em nio deixa-lo ir
per diante, nem quiz aceitar-lhe o reque-
riveato do addiamento, por estar passada a
bttra.
Sentou-se, emflm, o Sr. SiWeira Lobo,
n>j)i substituio na tribuna o Sr. Zacbarias,
qde, tentando mostrar que o anterior ora-
dor tioha razio, foi navegando as mesmas
aguas. Mas o Sr. Abaet sabio-lbe tambem
pela proa, a elle teve de dar fondo, nSo
sea qne protestasse, e proraettesse voltar
em outra occasiio tribuna.
Cfi@ASSA&>^ ferda^^/LnT9 ^ Cm^a 7 t
Bepo.iiavam.se grandes espertas noSgva.iosos S^^S^T^*!^ *
soccorros que enviara e.-ta rica raelropole, e es-
tamos convencidos de que taes esperantes ainda '
"JSJggW.!!!!^J5Maii*-. .>ente-oronel do corpo do estad JXri^l A.**^C5221L'E,S*,"" ,"tari**^ M dV Alencastro, para o lugar
s noticia de importancia. Os dons exer- de commandante
Por portara de 2 do enrronm f,ii nnm^A"
nente-coronel do corpo do estadsfsroaior
citos Contendores opera vara nos deparlamentos do
Salto e Paysandii, mas.sera virera s raaos, a nao
ser era algam recontro parcial e sem resulla-
do.
Quera all saber-se Lpez Jordn, o famoso
caudilho de Eatre-Rios se achava internado em
Porto-Alegre. Na referida provincia argenna ti-
nham principiado as eleic5es para instituir um
governo legal.
. da escola do tiro do Campo-
Grande.
6
Sua magestade o imperador acompanhado de
seos semanarios, visitn hantem a escola cen-
tral, onde assistio desde as dez horas da ma-
nha at ama hora da larde s lices de diver-
sas aolas.
Por caria imperial le 29 do mez ndo, foi apre-
sentado o padre Joio de Campos Silveira, em nm
canonicato da cathedral da dioeese do Rio-Grande
do Sul,
Foi expediio o segotote aviso :
Rio de Janeiro, em 3 de rnaio de 1871.film, e
Exm. Sr.Segundo a dontrina dos avisos ns. 303
e 333 de 30 de jnDho e ii de julho, e os de ns.
41 e 633 de 18 de Janeiro e 30 de dezembro, todos
i de 1869, importamjirregularidades substanciaos na
Xr^"Lil^ID^LttJ^BUr'>l0 d0lerrao!eleit5esparochiaes : a falta da acta especial da
1' chamada exigida p;lo art. 49 da Ifi regolamen-
Por decretos de 22 de abril ultimo :
Poram nomeados juizes municipaes e de or-
phios :
O baeharel Manoel Jos Hurtinho, do termo de
Pocon, na provincia de Matto-Grosso.
O baeharel Amonio Pereira da Silveira Castello
Braoco, do termo de Batril, na provincia do
Cear.
Seguio-se o Sr. Saraiva, que tendo as
seates anteriores qoalincado de detestavel
a presidencia do Sr. baro de S Lourenco,
na Babia, veio agora om grande espanto de
todos, declarar qoe eslava de opiniao mu
Sooba que o governo imperial ampikra por mais dada, e qoe se anteriormente tinha dirigido
censuras a aquello administrador, era so-
monte na parte poltica, mas nio na admi
nistrativi; pelo que fazia votos- pela sua
*>--" < k' a". "* '" *"*"."?* gam para a reserva, aleando aggreuado ao 1
anservacio, a sentina qua, para m saala Mto iwt ajanfea.
de Aracaty, na mesma provincia.
Poi concedida ao baeharel Antonio Casimiro da
Motta Pacheco, a demissio que pedio do lugar de
juiz municipal e de orphaos do termo de Lavras,
na provincia de Minas-Geraes.
Fez-se raera da serventa vitalicia dos segninies
oflicfes:
Da i tabelliao "e escrivio do crime e cvel do
lernjo de Bataril, na provincia do Cear, a Israel
Bezarra de Menezes.
FWram nomeados para a guarda nacional das
segrales provincias:
Pernambnco.O capitao Thomaz de Araojo e
Alonqnerqne, major ajudaote de ordens do com-
mando superior do municipio do Brejo.
O tente Jos Alves Marioho Falcio, capitio
secretario geral do mesmo comraando.
Nano Camello de Sqaeira Cavalcante, capitao
quartel meslre do mesmo rommando.
Manoel Francisco de Pontea, capitao cirurgiio
mor do mesmo eommando.
Rio-Grande do Norte.manoel Joaquim Freir
e Fgoacio Jos Rlbeiro, majores ajada ates de or'
deas do eommando superior dos municipio de S.
Jos e annexos.
O lente Francisco Luiz Belm, capitao secre-
tario geral do mesmo eommando.
Bmygdio Renrique de Paiva, capitio quartel
meslre do mesmo eommando.
O lente cirurgiio Manoel Basilio de Monra
Rolim, capitao cirnrgiio-mr do mesmo eom-
mando.
Coneedeu-se ao coronel commandante do 1* ba-
talhio de artlhana da guarda nacional da provin-
cia da Bahia, Jos Pereira da Silva Res, passa-
baia-
Correspondencia do Diarlo de
i'ernambiico
hlO, 7 DE MAIO DK 1871.
Aproveito o dia de hoje que domingo,
para;escrever-lhe algumas linbas.
Abriram-se no dii 3 a* cmaras, O
desaso em que, desde muitos annos tem
cahido o preceito constitucional qae manda
comecar as sess5es nesse dia, desappareceu
este anoo. Nos jornaes encontrar a falla
do tbrono, a qual, indican io as reformas
qae ao governo perece mais urgentes, esboca
em traeos longos, mas francos, o pensamen-
to liberal de que se acba animado o minis
terio; de tal modo que os mismos liberaos
dizem, que, sa o conservadores consegui-
rem realisar as mesmas reformas, no senti-
do indicado, a elles nada car, para faze-
rem, quando por ventora subirem ao po-
der.
Abordando a quesillo do elemento ser-
vil, que as duas anteriores sesses nio fi-
gurou no discurso da corda, assim se ex
pressa o gabinete:
- Considerares da maior importancia
aconselham que a reforma da lgislacio s )
bre o eslado servil nio continu a ser urna
aspiraco nacional indifinida e encerta.
E' tempo de resolver esta questio, e vos-
sa esclarecida prudencia saber conciliar
o respeito proprie iade existente com esse
melhoramento social, que reqaerem nossa ci-
vilisacio e at os interesses dos proprieta -
rios.
Aos adversarios de qoalquer medida nesse
sentido ter parecido summamecte imperati-
va a expressio tempo de resolver esta
questao; e naturalmente acbaram ahi um
pretexto de censura do ministerio, qaando
se boa ver de tratar dessa questao no parla-
mento.
Tenho ouvido dizer que o governo aceita
o trabalho da commissio especial apresen-
tado na sessao passada, com duas pequeas
modificaces, qae nio alteram a essencia
do projecto, e antes alargam a sua baze.
Nos jornaes de hontem encontrar igual-
mente o projecto da licenca ao Imperador,
apresentado na sexta-feira pe) ministro do
imperio, como proposta do poder execu-
tivo. A princesa imperial conferida a re-
gencia con indas as prerogativas magesta-
ticas conferidas pela constituido ao poder
noderador e ao chefe do poder execativo.
Hontem devia ter sidodido o parecer da com-
missio de constitaicao e poderes, de que
sio membros os Srs. Paulino e Teixeira
Jnior, e o qae a dita proposta remetlida.
Mas, por ser sabbado, devia se? a sess3o
noite, e tendo estado esta, om tinto nom
da, parece que alguns dentados receianm
const.par.se, e tob ;e9Qlfoa n3o haver na-
mero, galo h-n8o fo Q parecer 1d0j mQ
ava.
Z'T aos dissideotas, entre os-quaes sa acha-
va o Sr. Cot3gipe, tivesse o governo de
retirar de sua provincia tal administrador.
Por abi, e com o geito que Ihe proprio,
foi o orador explorando a materia e ainda
mais orna sabtil intriga entre os doos ba-
rdes bahianos.
Tomoa a palavra o Sr. Cotegipe para
contestar a qualificacjto de dissidente, e o
fez com a vantagem com qae sempre se
sahe em taes debates.
Por fim interveio o Sr. viseonde do Rio-
Branco no debate, declarando qae, em res-
peito a deliberadlo do presideite da casa,
nio poda ioternar-se na discussio, no ter-
reno eji que os doas primeiros oradores a
h.viam collocado; mas que se nio recasa-
va e antes desejava acceia-la em qoalquer
occasiio opportana, pois tinha f qae nio
deixaria sem resposta cabal qualquer inter-
pellaco que houvesse por bem fazer-lhe a
opposicio; que o paiz tinha governo, eque
como ministro estava ella na tribuna res-
pondendo ao Sr. Silveira Lobo.
O que aqoi muito perfonctoriamente ex-
tracto, talvez Ibe no'd exacta idea do qae
se passou nessa sessio da Siberia, que
desta vez mostrou se mais quonte do que o
lodostio. Mas bem v, qoe nos limites de
urna ligeira carta nao pode caber o resumo,
por mais di mi uto que seja, de urna dis-
cussio de mais de duas horas de pajavrerio
continuado, do qaal, entretanto, resuitou
ama especie de ajaste ou desafio para a
sessio de amanbia, segunda feira, hora
apropriada s interpellaces.
Amanbia, pois, far-se-ha oavir, natural-
mente, o Sr. viseonde de S. Vicente, para
explhar as causas da retirada do sen gabi-
nete, e provavel qae baja debate e de-
bate interessaote; porque o Sr. Zacaras
nio deixar passar a occaaiio de exbibir-se.
Provavelmente os Srs. Silveiras (Lobo e
Motta) ario outn tanto, e isto levar tam-
bem os no vos ministros tribuna.
Paro aqoi, porque ainda quero ir hoje
ao Jardim Botannico ver os Tenentes do
Diabo que l foram assistir a um leillo para
tino pi, qual o de esmolas para as obras
da matriz da Lagoa.
Nio Ihe parece repognnte qoe quem
convive com o diabo, procure esmolas para
asigrejas?
? 03&P*-
nio de Jv\i:mo
i DI MAIO DE 1871.
De Buenos-Ayres recebemos pelo vapor italiano
Espresso folhis at 35 do passado. J se nio po-
da duvidar de qne a epidemia entrara Analmente
no periodo decrescente, nio se tendo registrado no
ultimo dia mais de 95 bitos causados por ella. Em-
bora a emigrarlo continuasse, era em muito me-
nor escala do que a deste decreseimento, e por ou-
tro lado ji algn* mais corajosos principiavam a
recolher-se eidads, apasar dos eonselnos em con-
trario, porquanto os que vrabam habituados aos
ares puros dos campos, necessariamente se aona-
vam expostos a maior perigo do que aqnelles que,
nunca se tendo arredado do foco da infeerjao, como
se haviam gradualmente lamiliarisado com o vene-
no qus respiravam.
Noiava-se tambera qn d'entre os atacados do
mal se salvara raaif) maior numero d) que nos
primeiros tempos da epidemia, ficto alias feral-
mente observado. Apesar de todo era grande
ainda a miseria, e grandes os esforc que empre-
gava a junta popular j paja acudir aos enfermos,
[ para aitenuar as terrlvels eonsequonciss de urna
crise que perturboq |eda a Ttdj^ 'aoolat e ecqnq-
rnioa.
De toja a parte afiluiam donativos, e a noticia
deque na capital d.oimperio se Iniciara tsrabem
9nrtSStm' da mesma dala honre S. M. o Im-
perador por bem:
Perdoar ao baeharel Rufino Colho da Silva a
pena de tres mezes de prisio simples e multa cor
respondente a melade do lempo a qne foi eon-
demnado. em grao de appellacio, pelo iaiz de di-
reito da comarca de Olinda, na provincia de Per-
narabuco, por crime de injurias verbaes.
Por decreto de 29 de abril:
Foi nomeado o juiz de direito Francisco de Son-
za Cirne Lima, chefe de polica da provincia do
Poram removidos:
O juiz de direito Hermogenes Scrates Tavares
de Vasconcelos do cargo de chefe de polica da-
quella provincia para ignal cargo da de Pernam-
bnco.
O juiz de direito Hanoel Rodrigues Jardim, da
comarca de S. Joao do Principe, de 1* entrancia,
na provincia o Rio de Janeiro, para a da Victo-
ra, de 2a entrancia, na provincia do Espirito
Santo.
Foi concedida ao juiz de direito Luiz Antonio Fer-
nandes Pinheiro a exonerarlo que pedio do cargo
de chefe de polica da provincia de Pernambu-
co.
Foi designada ao mesmo 'mi de direito a co-
marca de S. Joao do Principe, de 1 entrancia, na
provincia do Rio de Janeiro, para nella ter exer-
cicio.
Por decreto de 21 de abril prximo finio foi no-
meado Luiz Aognsto Coln para e lugar de tlicsou-
reiro da alfandega do Maranho.
Por ttulos de 29 do passado foram nomeados:
Continuo do thesouro nacional, o orreio a pe
Jos Luiz de Almeida.
Correio a p do mesmo thesouro, Augusto Fe-
lippe de Castro.
tar das eleicots, e o excesso de votos apuradas
relativamente ao numero das cdulas recetadas;
e, porque entre asadas da eleicao feita em de-
zembro ultimo, n fregaezia de Cabeeeiras, para
jnizea de paz do uovo districto da Mata-Virgem,
nao se encorara aquella, porm, urna nica das
tres chamadas, e na da apuraco appareca eieito
com 300 votos o cidado Joao Antonio de Albu
querque, quando s 2i0 foram as cdalas reeo-
Ihjdas urr.a ; destaro a V. Exc. que confirma-
do o acto pelo qual essa presidencia resol ven an-
nullar a referida eleicao, conforme participon-me
em offlcio n. 10 de 12 do mez fiado, que fica as-
sim respondido.
Dens guarde a V. Exc. Joao Alfredo Corma-
de Oiivena.St. presidente da provincia da Para-
hyba.
7
Por portara de 5 do crrante mez conceden-
se licenca ao Dr. Antonio Ribeiro Fernandes For -
bes para aceitar as nomeacoes de commendador
das ordens militares portnguezas de Nosso Seohor
Jess Christo e Nossa Senhora da C mceicio de
Vitra-Vicosa, com que foi agraciado por sua ma-
gestade fidelissima, e para usar das respectivas
insignias.
Por decreto de 29 da abril prximo fia lo, foi
transferido para a 8* companhia do 9* batalhao de
infamara o major graduado do 15* da mesma
arma liento Luiz da Gama, e para a 7a companhia
deste batalhao, o capitao daquelle, Aureliano Au-
gusto de Azevedo Pedra.
Commnnicam-nos: Os alumnos do imperial
lyceu de Artes e Oficios, incorporados em nume-
ro do mais de 600 foram ante-nonlem offertar ao
Sr. eonselheiro Dr. Joio Alfredo Correa de Ohvei-
ra nma penna de ouro, com memorativa do decreto
n. 4,701 de 25 da fevereiro do eorrente anno, pelo
qnal foi concedida nma medalha de mrito aos
alumnos que mais se distinguirem nos diversos
ramos de bellas artes que all se ensinam.
< Feita a entrega da penna por nma commissio
dos mesmos alumnos, foram elles ainda rennidos
eomprimentar pelo mesmo motivo o presidente
desta iostituicao o Sr. Zacaras de Ges e Vascon-
celos.
3-
Por carta imperial de 29 do mez (indo foi no-
meado secretario do governo da provincia do Rio
Grande do Norte o baeharel Antonio Pedro Ferrei-
ra Lima.
Por decreto de igual data foram nomeados oppo-
sitores da scelo de sciensias medicas da facnlda-
de de medicina da Bahia os Drs. Egas Carlos Mu
niz Sodr de Aragio, Ramiro Alfonso Monteiro e
Claudimiro Augusto de Moraes Caldas.
Por decreto n. 4,700 de 21 de fevereiro foi con-
cedida sociedade franceza de Gimnstica, auto-
risacao para continuar a funeciooar e foram appro-
vados os respectivos estatutos.
Pelo paquete inglez Coquimbo da linha do Pacifi-
co, recebemos de Montevideo folhas at 27 que,
estando interrompidas as commnnicacdes telegra-
poicas em Buenos-Ayres, nada adianiam s noti-
cias que linhamos destajiltima cidade.
Na republici do Uruguay andavam torcas blan
cas pelo departamento da Florida cobrando impos-
tos. Apesar do clamor geral pela paz, ainda pa
reciam irreconciliaveis as aspirarles dos dous
partidos. O presidente Bail havia convocado urna
sesfo extraordinaria daassembla legislativa para
propdr algumas medidas.
As republios do Pacifico fleavam tranquillas.
Por portirias||da i dg corrate mez concede-
ram-se lieencas. ;
A o baeharel Joifi Pedro Carvalho de Mora**., ju-
pa, aceitar a noraeicio e asar da insignia de com-
maador da ordm de Leopoldo, que Ihe foi con-
fera por S." M, o rei dos belgas.
- Ao padre Custodio Gomes Carneiro, para tam-
Recebemos hontem as nossas folhas e carias do
Rio da Prata, trazidas pelo Amazone. Ainda nma
vez recradescera a epidemia no infeliz Buenos-
Ayres, o que se altribnia ao prematuro regresso
de multas familias.
Nesias eireumstancias foi prorogado at 15 de
maio o prazo pelo qual se haviam fechado as re-
partieses publicas.
-No ultimo da de qne ha aorrcu, o numero
de bitos cansados pela epidemia elevou-se a 171,
em nma popnlacio calculada agora em 25,000
almas.
De Montevideo nao ba noticia de importancia.
cmaras legislativas, extraordinariamente con-
venadas pelo governo, nao se haviam reunido
ainda.
Na Assumpcao o c&rpo legislativo votou a crea-
cao de nm banco.
siai
1 alr
v
O administrador da lypograpbia nacional, en-
tregou hontem ao Sr. bario de Mana, thesonreiro
da commissio encarregada dos donativos a favor
das victimas da epidemia que assola Buenos-Ay-
res, a qnamiade 159/1500, proveniente da subs-
cripto promovida para tal fim, entre os empro-
gados daquella repartilo.
8
Pelo transporte de guerra Leopoldina, entrado
honlem dos porros do sul, .livemos datas de Porlo-
Alegre al 25 do passado, do Rio-Grande at 29 e
de Santa Catharina at 4 do crrante.
Acbava-se j approvada a lei do oreamento da
provincia de S. Pedro.
Pora tambem approvado pela asiembli u pro-
jecto mandando contratar com Caetano Pinto de
Irmaos e Holtzwissig, a introdcelo de 10,000 co-
lonos, no praso de 10 annos, mediante a subven-
cao de 60a por maiores e de 25/ por criancas.
Conceden se privilegio para construco de doa
estradas, em que aerao empregadas as machinas
trens do sysiema Thompson ; sendo urna d-
Santo Amaro ao Passo do Jacohy. e outra de S.
Leopoldo ao Mando-Novo e Samo Antonio.
Foi antorisada a presidencia a tomar 2,000 ac-
Sles da companhia de mineracao do Arroio dos
atos, negando, porm, a assembla a tomada de
acedes da estrada de ferro de Santa Catharina a
Porto-Alegre.
Pela presidencia fura nomeado para tomar coa-
la do eommando da scelo da cavallaria de poli-
ca da capital o teen te-coronel Francisco Antonio
de Moraes, que exercia o cargo de delegado de
polica no Rio-Graode.
No dia 27 do passado o Dr. juiz municipal diri-
gi-se a pagadona militar, e ali prendera o teoea-
te Jos Bernardino da Rocha, que exerce as fanc-
c5es interinas de pagador, e acompanhoa-o ao es-
- i v
HE*
lado-maior do 7* batalhao de infamara.
Esta prisio era considerada como medida pre-
ventiva vista de reclamacos da tbesouraria de
fazenda, e constava que se ia proceder a nm exa-
rae no cofre e escripturacao da pagadoria, haven-
do sido reqoisiiado o comparecimenlo do pagador.
De Santa Vi curia escrevem ao Diario do Rio-
Grande o seguinte :
c No dia 16 de marco, Ernesto Pereira, ao se-
guir desta para o Estado Oriental com nma par-
tida, foi i casa de Matbias Cardeso, subdito bra-
sileiro, cidadio pacifico e de todos eslimados, e,
tazendo-o sahir em mangas de camisa, perio da
casa o mataram a lancacos e depois o degolaram.
t Passados quatro ou cinco das veio a esta fre-
;uezia o referido Ernesto, acompanhado de Deo-
ndo, e om grande bebedera tesiejaram a mor-
te de Cardoso, ameaeando quem nio os acom-
panhasse em suas libaedes
O Sr. lente-coronel Nicolao dea ordem para
reiirarem-se, o qne fiaeram, porm sempre amea-
Caodo, o que fez com que a guernicao desta fron-
leira estivessem em alarma por uns quantos das,
f Destes e ontms desmandos que se dao pela
fronteira preciso qne o governo ten ha conheci-
mento para por cobro a elles. >
Em Pelotas tratava-se de arranjar, por meio d
subscripcSes esportillas, qne deviam ser envia-
das is infezas victimas da peste em Buenos-Ay-
res.
Para este lira pnraoveram os commereiante
daquella p/aca Srs. Nicanor Galigniana (t C urna
snbscripcao, que j suba a 1:3844, e o Jornal io
Commercio outra, que chegou a 625|, esperndo-
se obler muito mais ainda.
Cartas de Bag, communicaram ao Jornal do
Commercio de PelotatMrem sido descoberlos o
assassinos do Dr. Pedr Mara de Oliveira.
O mandatario, segundo as cartas, um tal Pe-
droso, de Bag, e os assaaaites um esrivo 4o
mesrao e um indio.
Pedroso eslava plraado uaj rodeio, qaando aris-
tn a escolta que o ia prender, esta aio pode et-
tSetaar a prisao em consequenoia da pedroso Wfr
sa retaliado no mito '
J*-*llf> kddoS*l i
,^i da mesma cidade que davara
iniwramente infundadas as suspeiUa
hiam sobre Pecoso.
que
como






ir.ai -t ruin ei fttiisat?
Otario el* rrnnmbr.c* = Sfcbatlo 13 de Maio ,U 1871

'
f
Ao laguarlo Egiira n* TH T8 do passado o
n* regiment de (avallara, do mando do Sr. 'e
nenie-coronel Iziion Fernandas de Olrterra, qnefioS)
vai estacionar sandia fronteira.
Pela presidencia Jai approvado o contrato fe'ito
pela cmara Va %Mi de S. Jo-o do Norte com l)
Ignacio GaulM^fes Hermenegildo de Paria e
Jorge M. Itodrvgaw, para a quietac/io a renogao
das aras.
Fallecen, na freg jezia de Santa Isabel, D. Isa-
bel Panstiaa Correa, deixarrto viva reeordacao rie
suas virtudes, sobretahindo entre c*Tras a da ca-
ri dade.
A #*!* era na'ural de-la pnrvim-ia, coatava
mais de 85 annos, e eaada com o Sr. capltio Jos
Correa Mirapalheta ta 70 a a os. Do seu matrimo-
nio deixa 16 Qlhos, 117 netos e 92 bisnetos. A
finada e seu marido foram os fundadores da fr-
guezis de S mta Isabel.
D. Francisca Maria da C>aeeic.o; residente na
Palma, regaeiia di Poro-Novo, psssou carta de
liberdade a 4 escravos de sux propriedade sem
onns algnm, depois do qu> fet-lhe doacki de
duas datas de trras com 200 bracas de frente e
fundos correspondentes.
Constav no Kio-rande que o brigideiro Fide-
lis oom nina farea de SO homens da eavallarla e
ontros tantos de infantaria atacou no da 2o do
pasudo a villa de Artigas, pretenlendo lmala.
Fei, por.n, repel do por forra do Batuda blan-
co. Alguma* balas ciliiram na cidado de Jagua-
rio, sem todava o(T-nder a pessoa algurua.
Em Sania Caitm ioa passou era 31 d sealo
na assembla provincial u prejeato sebre a tic-
tuxa da estrada de hagas, bem como em 2J o da
creacio do estabeir-eimento do meninas desval-
lidas.
Fot demittiJ) do carg) de pfi'.ial-raaior da si
cretaria da presidencia o Sr. Juan do Prado Fa-
rias e reratregado o Sr. Ovidio Antonio utre.
Tamben Aira exonera-Jo o capillo reformado do
exereilo lo-.e MajijH de Suu Bobrintao do lugar
de commandante da forca policial.
la abrir- e na provincia una suh-cripcSo po-
pular a favor das. viuvas, orphos e desvalidos de
Bueno? Ayres
Fjllerra na capital, na dade de 77 annos, o
cidadi pcrltrguez J i- G >a il.-.s dos Santos Sil
va, pessoa all geralmente estimad* por suas vir-
tudes, illu'traoo e servico* prestado^ pruvteia,
uQddi;ha ha mais de quarenla annos.
provendo recta, administra ]
tontS?"*"-
No dia 1.1 de abri pnxirro pas-alo, s 7 horas
da tarde, f.i rerebdo em audiencia piblica no
palacio de S. Christovao por 8. M. o fnpendor o
Sr. Saint/ Pierre, ministro residente da Prussia para
entregar ao mesmo ugusto aenhor urna carta de
gabinete, cuja a-sumpto se acha esprcifleado na
segrale allocuco, que nessa occasio profera o
dito ministro :
Senhor. Ij-umbido da honrosa mis-o de
depositar cas excelsas raaos de V. M. Imperial a
caria pela qial 5. M el-re o iofjrma de ter acei-
tado a digrjid do imperial tfferreida ao meu au
gusto amo paljj seus alliados,tenha a honra de
aprosenlar es-a carta t V. M. I nperiai.
Apruveito oom prazer esta Miz crc'nm-Un-
ea, <| i.- traz me presenta de Vaeaa Mig para tornar me mais urna vez junto a Vossa*Ma-
gestade o intreprete dos sentimentos de alta esri
ma e perfeila ara.zade que lite v..ia o meu augus
to seberano : ao mesmo lampo rugo a V. M. lo-
ptriil ao digne recebar a expressao do meu pro-
fundo respeito.
S- M o Imperador responden ao Sr, Saint-Pierre
neates termos :
Siu multo sensivel a esta nova mariifesta^aj
de amizade de meu muito presado irmii e primo
o r-ei da Prus.-ia e [aparador da Alleraanha.
Pur decreto de 22 de abril nllimo fui .Iterad"
o regulamcuto da escola de msrinha, em virtude
da autorisc;io concudidj na le do 27 do setoin-J
tro de 870.
DlflRIO DE PERMAMBUCO
RECIFB, 13 DS MAIO DE 1871.
^otclu do su! do Imperio.
Hontem, depois de roek) dia, chegnu o vapor
frasees Amazone, trazendo datas do Rio da Prata
at o 1*, do Rio de Janeiro at 8, e da B hia al
10 do correle. Sob as rubricas Exterior e infe-
rior en rastrarlo os leitores por extenso as noticias
mais importante*, alm das quaes so irazem es
jornaes as qfl seguem :
nEi'CCLi.: \s oo tacifico.
No Chile a cjuvencao do pnldo goverHista
eseolbera para seu eilidato presidencia da re
publica D. Frederico Errazuriz, que obteve 70 vo-
tos, cabeodn i ao candidato da minora da con-
venci. O candidato da liga opposicionigia, ja
sabemos que era D. Jos Tbomai Urmeneta. a
A 25 do passadi sentirn) se na capilal da dita
repblica alguns tremores de trra, nao havendo
desastres, e apenas grande pinico. Chegaram all
seis ongenheiros ingitzes, e eram esperados, outros
res, para estudarera seriamente a estrada de ferro
pfk Aades. O estillo levara seis inezes, o tra-
r di nra anno, c a construyan da obra seis. A
estrada ter a rteosla de 1 000 milha?.
Do Per e da B livia nada ha de novo.
IUO DE JVNEIRO.
No dia 3 do crrante teve lugar a solemne
abertura da assembla eral legislativa, compon-
do se assim as comm so :
Para receber a 5. 31. o-Impera-lor:
Depatado?, os Srs. Teixeira Jnior, Menezes
Pralo, Leandro Maciel, Moreira da R'jcha, baro
I Anajatuba, Bhi Cicero Dantas, Junqueiraj
P.-re:ra Franco, Soox ll gosto Chava*, Dyonysio Mirtns, Barros Brrelo,
iienjamim, Mmotl ijlementiuj e Gincalves da
Silva.
Sanadores, os Srs. duqae de Cixias, baro das
Tres Barras, viseando de S. Vicente, Teixeira de
Soasa, Tones-Homem, bario de Cot< gipe, Fernan-
da Braga, Figueira de Mell), visconde de Cama-
ragibe, visconde de Iiab da Cuolu.
Para receber a S. M. a Imperatrlz :
DepnUdos os Srs. Candido Men les, Coelho Ro-
drigues, Jos Calmoa e Carneiro da Cutira.
Sanadores, os Srs. Sonza Franco e baro de
Maroim.
Para receber a SS. kX. a princen imperial e o
Sr. coode d'Eu.
Bepoudos, os Srs. Jansen do Paco, Cruz Macha
do. (uimaraes e Assis Rocha.
Senadores, os Srs. Zachiri ,s e baro de S. Lon-
HM.
Logo que S. II. o I operador loma assento c
maada a-sentar os s-nh iros depntadis e senado-
re, W a ,'egninie filia :
Augustos e dignissimos senhores representan-
tes da o? cao.
CoDgrarolo me jala reuoio da ssombla ge-
ral, cujas 'uz' e patriotismo inspiram ma sempre
a mais undaia'conrlanca.
> Grai; ii Divioa Providencia, nenlmm aconte-
cimento parturbou a tranqnilidade publiea, e o
estado sanitario na-corte e aas provincias em
geral, satisfactorio. Traspassado da. tn.is aso*
gente dr commanieo-vos que no dia 7 de feverei
ro ultimo fallecen em Vienna d'Austria mlnha
mnito amada e presada nlha a priocza D. Lto-
pollina. duqueaa de Sate.
Resignme submiss) aos decretos do Aitissi-
simo, e as manifostai;5os de pezar que recebi de
todos os Brasileros, t q-iaes sou eordealmeote
reeonbcid >, moit-i conlriboem para mitigar-me
tio profunda magna.
As r.-|,.i_-(Vs entre o I nperio e as dermis po-
Q'a? si? ds perfoit:, amisade e meracem ao go
verno a niaior srli-itid'.
Celebrou-se o record previo dos goveroos
alliados para os ajustes defiaiiivos de paz com a
repblica lo Paraguay. G*pero que brevemente
poder proseguir a negociacao e ser lvala ao de-
rejado termo, como o exifem os direitos o inleres-
es dos alliados e da naci paraguaya.
As rendas do Estad) tm deereseido n> car-
rete exeriem, mas si) transitorias as prinei
paes caasasi densa dniinaieao e portaoto, de
presumir que reaasurcam dentro em ponco lempo
o seo movimeMo ascendente.
Nio obstante-os grandes encirgos que pesam
actualmente sobra ollia-ouro nacional, nossos re-
cursas na tu raes sofera t para aontmaar a sitisfa-
se-los pontualmente, sm que ao mesmo lenpo dei
xm de l-r impjl-o on metboraraentosde que pre
osa o Brasil. C-inseiuirauMi este duplo resal-
lado, se, a par de beTeotendloa econoraia, prceu-
TX^Qt ""mar a Uvoora e* o eonmtereto par
nulo eilaat, arineipi4wKe coa a introduccao
de braos hvres, a fa-i'idade dos meios de tran<-
jMne o oVunvoltimf nto das linbas telsgrapWBaa.
. A constuo^rao do EsUao affianei a.) titoil,
braaHaJro amptt iiberdtde civil poijtie*. A ffl^filopleis a segoiote
acta, aortn, deHia g,vantias aapaade das pv *
deaeiai core que as leis ordinarias as coqaajfero,
1 da^aridaWakataA
*itf raapnaaaM a nacessldale de reformar
wm
a Nes'te intuito constituir a iut jridade jalgado
ra com melBbros condir;aos oe eapaciJal"; extre-
mar a aceju da polieia, reducida attribuieSes
de seu peculiar servido, restringir a pria aas
casos de indeolinavel oecessidade ; facilitar as
flaneas e recursos, especialmente a tutelar garan-
ta io kabeas-corpus, sao medidas altamente r:
clamadas.
< Se a virtude das leis msJeaesenta na sua boa
execnelo, do que as medidas preventivas do 11-
gislador, e-te coneeito applica-ae coas aiaior fun-
damento s qae regalan ao exercieio do direrto
eleitoral. Sendo, porm, a verdade das eleicSes a
base de todo bosso syswma politice, rrrpr.s que
a lei resguarde o mais avusivel a legitima expres-
sio d) voio nacional, eoarctaado os anu-os que a
pratica ffim demo- irado.
i A lei da guarda aneionol e a lo recrotamea-
to militar carecem tambem de ser reformada-. O
servico que a primeira exige dos eidados alo
deve priva-los do tempo necessario ao san Iraba-
Iho industrial, neto ser convertida em arma de
perseguidlo poltica.
t O recruiamento pelo systema actual exclue
do exea:ir.o os eidados mais idneos para o pobre
servico das armas, ao passo que se presta lile
calidades e vexaroes, contra o< qaaes nem sem-
pre fflcaz a vontade e a aec) repressiva do
gjvaroo.
ConsideraQJ9S da maiar mpirtancia acon-e-
Iham que a refirma-da- legislaco -sobro o aMald
servil nao continuo a ser utna aspiracaj uaciona
indefinida e incerta.
I;' tempo de resolver esta queslao, e ossa
esclarecida prudencia saliera conciliar o respailo
propriedi.de existente com esse melh jr ame uto so-
cial que requeren) n.s-a civilisaco e al o iole-
resse dos proprietarios.
O goveroo manifestar-vos-ba opportun iinent-.
todo o seu psusamento sobre as reformas para
que tenbo chamado ait-mgao.
a Augustos e dignissimos seobores represenasa-
tes da nac-j. A ostabilidade da nossas instkui-
c.dis e a prospendade do ilras rr.uito vo^ devem.
Confio que examinando com o mais decidido em
penho os pn-jeetos que vos serlo. aprescnttdns,
habilitareis o governo para realsar, qimito estej i
sen alcance, o bem d nossa patria.
< K-u aberta a testan.
A mesa e commisso do sealo ftcaram as-
sim conslituidis :
Corrido o escrutinio, foram renebidas 36 cdu-
la, sendo duas em braoco, e sahio eleiw pre-i
dente o Sr. visconde de Abae', com a inaioria
absoluta de 30 votos.
Para a eleico 1o vice-presidente foram igual-
manta recebidas 36 cdulas, sondo 3 em branco.
e fji eleito o Sr. bar) das Tres-Barras, coma
maioria absoluta d; 29 votos.
Foram em seguida recebidas, para a eleloao de
Io e 3* secretaria, 26 cdulas, sendo 3 em branco,
sahiram eleitos, 1* secretario o Sr. A'm-iJa e Al-
buquerque por 26 votos, e 3o dito, o 5>r. Loitaj da
Capte por 17,
Para a oleicao de 2o e 4o secretarios foram rece-
bidas 36 cdulas, sealo cinco em branco, e foram
elritos os Srs. Jobin, 2o secretario, por 30 votis.
a baro de Mamanguaoe, 4* diio, por 11 votos; 11 -
cando supplenles os Srs. Jaguanbe e Figueira de
Mello.
O Sr. Leillo da Cunha, convite do Sr. presis
dente, oceupou na mesa o lugar de 3- secretario,
para o qual lora eleito.
Pasara se elaico das coanssoe3, quo fioa-
aain assim composu*:
RespssU n falla do ibrou >.
Os Sr.. : birlo de S. Ijiuri-oco. pir 2i votos ;
Carlos Carneiro de Camp is, por i; e Jaron y mo
Martiniaoo Figueira de Mello, pw 21, recebedo-
se 6 ce lulas ain brauco.
Constitnic-) e diplomacia.
Os Srs.: viscooje de Sapucahy, por 28 votos;
Jo* Bentoda Ca*h^i*igueireJ'>, por 21 ; a Jero-
nymo Martmiano Figueira de Moli, por t6, rco-
baudu-;e 3 celulis em braujo.
Fazenda.
Os Srs. vi.-oh le de Itaboraby, por SI votos ;
Carlos Carneiro de Camnej, por 20 ; e Bernardo
de S )uza Franco, por 16, recebenlo-se 3 cedtUis
em branoo.
Legilaco
Os Srs. : Jos Tno.nas Nabuco de Araujo, por
28 voto*; baro das Tres-Barras, pr i" ba-
ro de S. Loa rengo, por 26 ;'reoebeoJo-ae 3 cela-
las em branco.
Martnlia c guerra.
0 Sr-. : duque de Caxias, por 28 votos ; ba-
rio de Muritiba por 2i ; e Damiogos Jos No-
gneira Jaguanbe, por 2i, recebendo-se 3 cdulas
era branco. '
Commereio, agricultura, industria a artes.
vOs Srs. : bario do Ban-HeUro, por 30 votos ;
JTaqoim Anlo Fernandas l>ao, por 17 ; e Joi-i
Lins Vieira Caosanslo de Sinimb por lo. Htinve
duas cdulas em branco.
E nprezas privilegiadas obras pabaeas.
Os Srs. Jos Pedro Das de Cirvalno ,,or 27 vo-
tos, Joaqun) Delphioo Hibeiro da-Luz por 27, e An-
tonio Rodrigues Fernandos Braga, por 27. Hiuve
duas cdulas em branco.
Instrucc) publica e nagoeios ecclesiaslicos.
Os Srs. visconde de Camaragibe, por 2o votos
Francisco Octaviano de Almeida Rosa, por 21, e
Zacaras de fi s e Visciueellos por 18. Hjuve
urna cednla em braaeo.
Siie pnbli.-a.
/)s Srs. Antonio Pinto Cbicborro da Gama por
24 votos, baro de Itaoa por 18, e Francisco dj
Paula da Silveira Lobo por 15. II -uve orna ce-
lula em branoo.
Relaco das leis.
Os Srs. visconde de Sapucahy, por l voto, vis
conde de S. Vicente por 28, e Firmiuo Rodrigues
Silva por 12. Houve duas cdulas embiauco.
Estatistica xathecbese e colonisacao.
Os Srs. baro de Marolra per 18 votes, Garniel
Meles dos Sintos por 16, e baro do Bom-Retiro
por 15. Houve tres cdulas em branco.
Assembiss provincisas.
Os Srs. Man >el Teixeira de Souza por 17 votos,
Jos Antonio Saraiva per 17 e Gabriel Mendes dos
Sanios por 14. Houve duas cdulas era brano.
Cominissao de orcameiito.
Os Srs. Francisco de Salles Torres Hornea, por
21 votos, visconde de Iuborahy per 27, Bernardo
de Souza Franeo por 26, Joaquim Ailo Feroaa-
des Lelo por 16, Jjs Pedro-Das da Carvalho por
23, Firmino Rodrigues Silva por 22 e Joaquim
Deipluno Hibeiro da Luz por 22. Houve ama c-
dula em branco.
A mesa e coansiesdes da cmara dos depa-
lalos tiearam assim coroposias :
Presidente (65 cdulas).
Conde de Baependy, 53 vuU>.
l. vici-presidenta <5S eedala).
Antonio Candido da Cruz Machad >, 6o votos.
2.' vice-presidente (64 cdula).
1 -Inocencio Marques de Araujo Gw, -jj vo!os.
3.a vice-presidente (63 cedurasL
Antonio Jos Hooriques, 51 votos.,
1. secretario (63 coduias).
Joaquim Pires Machad Poridla, t_> votos.
2. secretario (64 cdulas).
Jos Mara da Silva Prannos, 63 votos.
3. secretario (61 cdulas).
Francisco Pialo Possna, 54 voto.
4.' secretario (63 eedula>).
Manoel Pereira Campos, 54 votos.
Sapplentea.
Luis Jos de^arvalno Mella Mallos.
Luii Joaquim Duqne-K-trada Taiaeira.
Resposta i falla do throoo (63 redla.).
Junqueira, 49 rotos; Cndido Mondes, 38 ;
Alencar Araripe, 34.
C in-tiiuigo e poleres (t> J e-dulas).
Paulino de Souza, 46 votos ; Teixeira Jnior,
31; Silva Kanes, 45.
Orea ment.
Uenriques, 58 ; Pereira Fraaeo e Manoel Glo*.
maiino, 37 ; Borges Moateiro, 56 ; Diogo Velb >,
35 ; PerJino M .Iheiros, 53 ; Pereira da Silva,
50 ; Co?la Pinto, 49.
Na sessi de 5 fot IHa a seguinta pro-
posla :
f Augustos e diruissnos Srs. representa uses da
naca.S M. o Imperador deseja fazer urna va -
geto Europa, por motivo do estad) da sauda de
S. M. a lmperatrii, liasiiando sua ausfaeia-atao
arimelros dias do mez de abril do a nao proxioio
fu taro. t>
Nio podeado 8. M. imperial sabir do imperta
sem o consanmenta da assemh-ii geral, em eon:
firmidade do ari. 104 da onMiHircio, e nao ha-
vena-i ansa lei de regencia aue declara a observan-
cia das dispisicdes constiuicaeaae, qa se-referera
aos diferentes easos ds impedimeuv) da Iapera~
dor, -vnho eump ir o honroso dever de polir-vos
< Art. 2.* Durante a ausencia de S. M.n Impe-
rador, governari em seu lugarMaprinceta imperial
a Sra. D. Isabel, cerno regente, com ss ailrfbui
goea que omaftem ao peder moderador e W
chefa d) poder ecutivo.
Rid"te Janeiro, 5 do maio de 1871. Jto M
frtdo Corra* ctli;ira.
S. A. Imperial a Sra. Conlessa d'Eu a seo
e-poso enviaram um cont de res commisso de
soccorro.s Bueoos-Ayrej. ______
Nidia 4"assmira o eommind-i da corveta
BuhiiH'i o caphio de fragata Jola Antonio Vives
da Nogueira. Bate navio davia sm brete sabir em
viagern de inslracgo.
LemoJ aeguinie no Jornal do Commereio '
'_ Hontem (4) s 5 horas e 25 minutos da ma-
nhs. manifeetou sa incendio nos predios da roa
da Lampadoaa o. 23, uertenrenta aos herdeiros do
majar Suekow. e n. 304 loao Gomes (ampos Su-
zano Freiatkiambo." ocenpados pelo HofetD. P?iro,
de propriedade de Reanetti Redes e Mara Siefl.'
c ".ompareceram promptamente o Sr. tenentt-
anaenel oommandanta do coriw e bombearos, con
claco bambas, 1 carras a o pesioal correpondeoR
Compareceram tambem as bombas d)todos-cs
postse as das seeces auxiliares dos ar-maes e
maripha e guerra.
J o incendio lavr.ivaom grande intemWar.e
e as chammas tinham se apocado dos dous pre
dios. Jii'gan-lo-se Wnp^sstvel slvalos, eoovergi-
ram os esforcos do corpo de b>mbeiros para loci.
ii>ar o iricendir, o qne se consejub d-miis ie
muito trabalho. L'ari- do segun'o anUr do pre-
dio a. 16 desboa subre o n. 24'; ambos eram ami-
gos, a Acarara n uito deteriorados.
Lngj que comegou o Incendio; o Sr. Domingos
Porto maudou que t>s seus aseravos o fmulos ai)
xiliassem os trahalb >s da extinccjio.
t Estiv-ram presentes o Sr. chefe de poliria e
(miras rjtorida4e, a'm de diversas pessois lo
pa% que presiarau4i>ns seivinos.
kc_0 sarviQ) f.,i sm dirigido e desempenhrfo
com acvidaJe, nao se tendo dado felizmente de-
Msrro algnm.
A's 7 3/i horas da noita e-tav?rtnclaid i o
trabalho da extmcco ; fl ; n no rugar do incendio
urna Bomba oom o p< ssoti preciso, p >r i/so que o
eotullio ainda fuaiegava aquella hora. Acompa-
nharam os trabalhos at ao mn osSrr. cominan-
datites do corpo de bombiro?, smbilegad) aV.
-Navarro a tenle. F,ria, da guarda uinana.
O predio i. 23 eslava seguro por 40:COOi, na
coiupauhia Argos; o hotel por 3o:Q0 na com
pan ,ia Fide.lidae, e os carros da coheira por
i&.momo.
t He*oltaudo"das averiguagoas a que proce-leu
o subdelegado do dislricto su-peiia de nao ir
sido casual o incendio, por g haver obsr-
valo as lojas do botel gr/ntR qnamidade de
espirito de vinho derramado lo sobrado, e estar
ainda hmida, por ter sido ra'Iluda oom o m?s
mo liquido a armacao de uro lilbury exist-.nt- na
l"ja, foram Heuriele Hades a Mara Steffc interro-
gados e em se^-ui la rec-ilhiJDs priso.
ilon'.em (16) ao mel di i e 42 minutos ma-
nifes.i'ii-se incendi i no /rapiclie denominado do
Carvalho, ra da Sau h n. 58.
Audiramipromplan:uto ai logir do in;e.4io
varias autoridfde, o Sr. eommanlante do corpo
d bombeiro) eom o pessoal e material s suas
ordens, o Sr. Dr. Reb ncas cm urna bomba a va-
por, a as It-iint) s dos arsenies. Grabas aos es-
forcfis eiupregado?,.conseguio se localisar o in-
cendio uo .irni.'zaro n. 58, mas s S horas da noi-
le ofogo ainla nao eslava complelamene ex
uncto.
c Podemos oolncr apenas algunas ntorraacte?,
das quaes resulta que o incendio, coinecmdn no
trapiche, tomou logo granle intensidade o consu-
mi o predio. Ilavia no armazem curca de 3,000
fardos de ilgodij c alguns saceos da Itijio, o que
ludo ii destruido pelo fgo.
S.llreram muiti os armazens ns. 56 e 54.
pilenlo-se entretanto salvar as mercadirias all
existeole. S.ff en tambeu a Ub-rna n. 6).
A inai-ir parte do algoJo c os armazens eala-
vaan segures em diversas companhias. Avalia-se
o preju:zo resulunte do incendio ein q'iana su-
perior a I00:000<000.
' Eis as noticias comoereiaes da ultima data :
lciuiadi transacod-s regulares em emibio
obre L >u ires, eloctuadas boje a 24 7/3 e 2o d.
p.vra o pipel bancaaio e a 23 1/8 d. para o.part-
cular. sjrrlmam as op?rac5es desta qninzena :
Sobref/m>lre, wrca da 734,000 a 24 3/4,
24 ff e 23 d. para o papel baucarii, 2o 1/4. 3/1,
?."i I i H". T/O *: 1 J i ,J ... ,. n- mm
-.=
psstham a S. Exc. o seu secretario a o offleial
_ hete.
UA *uleza do mar den as salvas devdas ao
Inwfqveppr. .iuuia\
r Os estudantes da Faeuldade d dkina ele-
*un representante de cada annopoTroando
m nma commissio composta dffWWIiembros
ira redigir e Lzer ebegar ao poder'competente
ama representaco contra o decreto o. 4,673 de
14 de Janeiro de 1871.
o Petara eMtos os seguales ?rs,: %
* %.' anao Jas Eluarlo Froiro da Carvalho Fi-
i % dito Ltriz Anselmo daFoosaca.
S 3. dito Joo Carlos Raliaasar da Sihreira.
*. dito Pudro Ribeiro Moreira.
5" dito Jlo das Chagas Rosa.
6. dito Eatichi i alejada.
O j!l*Mr<'or Andr C-irrino Piolo Chi-
chorro da Ganra conc-dea lioerdde a sea ascra
vo, de cdr.pornome Benedicto, qne Ihe serve de
interprete, sob condico de continuar a exercer o
mes me mister. >
O cambio sobr Landres regula va 25 Vi e sobre Prriz 372 a 380 rs. por franco.
K|ue onMiutais na viagern, e cjasaqaeaUaMata que
Art. I
PapesU :
iT oatorgado o caasenlimento de gu
ataraaendo tu be>ai experfeD--ia e ao prpgreas irau o ai:. WV da catUniAj, para qua-S. ,M. o'
.Im'peralor O Sr. D. P*ro I "-'possa faftir do len-4aergpe,
erio. ^^ Exm. Sr,
25, 1/d, 24 7/8, 25 i/i, I/i d para o particular.
t Sobre Franca cerca de frs. 700,000 de 375 a
380 rs por franco.
S.*re Hamburgo cerca da M t 110,000 a 708
n. por atarea banco.
Sobre Lisboa' e Porto regulou o premio la la-
bella segoiote : '
H */ vita.
'121/.-< *>d/v.
HOA 60 0/v.
e ilv.-a 90d/v.
< N) houve alleraco nos precos das apolices
geraes d- 6 / ; al;uos lotes regulares ch'.iveram
90V. 99'l/4 /. a draneiro. As do emprestimo
nacional de 1868 foram negociadas a L040')00
> Alm das vendas do earsio, qua demos em
nossa Revista de hontem, consta a de 461 tooela
das de carvo fino para forja, vinda no Sotherie,
de Nova Castle.
. Sahiram para 1'eroambuco : a 4, o hiale
nacional Deus te guarde, e a sumaca hespanhela
R-tta ; a 7, o hite portoguez Novo Proteg 'o.
ULNAS CEBAES.
Recebemos folhas da capital al 27 doapas-
sado. Nesse dia assumira a adu.inistrago da pro-
vincia o Sr. Dr. Francisco Leite da Costa Belrn,
4 viee^presldente.
S. PAULO.
Tamos folhas da eapital e Santos at 30 do
passado.
Na tarde de 29 o r. ooselheiro Vicente Pi-
res 4a Molt passara aaiministracaj da provincia
so Sr. bario de Tiet, 5 vice-presidente.
Por actos de 21 e 14 foram pela presidencia
da pr ivincia caaeedides privilegios ao bario da
Piraeicabipara o prolengameoto da va frrea de
li cidade do Tiei, e cempanbia SoroCabam.
para a construccio, eusteio e gozo de nma estrada
de ferro notre a capital e a fabrica de ferro deS.
Joao de Ypanema, passando pelas cidad-s de S.
Roque e Sorocaba.
Foca marcado o dia 5 do correle para a
eeltbrcio das exequias effl;iaei petamotte de S
A. a Sra. princesa D Leopoldina.
A relaco la fiateta de Campias abrir em
seu escriptorio nma subscripao etn favor dbs ha-
bitantes de Buenos-Ayres.
A folhi citada noticia o seguinte, em dala de
2? d'i passado :
Nos trabalhos da estrada de ferro, perto des-
ta cidade, aa esta c> do Funda i, dirigida pelo Sr.
.apilai Linhares, leve lugar no dia 2z do erren-
te o desmoronaroento de urna b: rreira, ileando de-
balxo da trra tres trataihadores livres e dnas rar-
rooas. Foi chamado immediatamtnte o. Sr. Dr.
Cissiano, que encontrn ja mones dous dos ira-
balhadores, e um gravemente contuso, que foi re-
colhido para a enfermara do mesmo doutor, ex
perigo de vida.
f A I >ja maconica America nomeara nma com-
missio para pedir soccorros paca Buenos-Ayres.
No dia 30 appareeera na capitil o Io nume-
ro da Imprensa Acadmica, jornal dos estudantes
s-S. Paulo, sob a redaccio do Sr. Carlos Augus-
to de Carvalho
L-se na Revista Cmnmercial de>27 :
< Consta nos ter sido chamada a irmanda-Je da
Sarita Casa de Misericordia, pelo juiz provedor de
espertas, a prista cao de coalas. N'So tendo obe-
dec lo s reiteradas intimacSes, loi removida a
m?sa regedora anomcado para substitu-la ote-
rinam-nt-, ern>ydTirm,iirrl5) procrte*eleivio de
nova mesa, o Dr. Hearique da Cunta Moreira,
que nao lind aceitado, fui substituido pelo cida-
dio J.io Baptsu d Silva Bueno.
' H mtem dirigi sa o juiz provedef aquella es-
tabelecineoto para d.r posse ao nevdibrovcdor, e
nao-indo eacoatrado nenhan dos masarlos pre-
viainei e iDlimadps para faaerem- entrega de lodos
os Jivres e bens da irmaodade, mandn abrir o ar-
chivo da ega,.oude so foram encontrados Ji'urss e
papen eriaas I
Aguardamos meihires inforraacSss sobre o
facte. *
B*A.
Apsoas encontramos nos tornees as segaia-
tes nticis i
. Era virtude de offllcio que receben da eoro
missao encarFf gada na curte de enviar soecerros
i repblica Argentini, to flagelada pe'a epide-
mia. S. Exc.o Sr.Jk. rice-presidente daprorin-
efa oflleou a, junta directora da Assoolaoo Coro-
raereai soliciiaado-lfl aue promovesse nma snbs-
cnpcio, convidndoos balitantes4eau cidadee
de ouiras localidades da provincia para soccor-
reten* JalefaearrganlUM''^attos auxiliares pa
guerra que per laotos e luctmaos anuos osten-
tamos coaira a repnblica do Paogiuy.
Wo'y^po^^AneajA segnio para a provincia de
assawcas. releas da aduvioistraelo o
'{. Aoloro Candido di CuoUa Leillo.
PEBJ.AMBCO.
REVISTA DIARIA.
A3SEMBLEA PROVINUAI. Na sesso de
mem a assembla approvon em I' discosslo o
projectan. 110 deste anno, mandando appliear ai
auxlio de um asylo de educandos melatfe da ver-
ba consignadi annualmenla para libertaco de. es-
crvas; o de n. 93, autorisando o governo a eon-
iraiar com Antonio VileniMn da Silva Barroca o
es'.nbelecimento de urna fabrica de hco de te-
cidos; o ae a. 91, eoncedend) privilegio para
eoostrneca de urna ponte no lu^ar d) Caldirei-
ro ; adiou em 1' discusslo, remetiendo commis-
s) de consliinico, o projeclu n. 9) do anno pas-
sado, mandand i que o efficio de eserivo de or-
phaos do termo de Cimbres seja servido por des-
tribuiplo com o eserivii do eivel.
Continuando a (liscusso doorcamento provin-
cial foram approvjdos alguns artigas adduivos s
disposigoes geraes, tomando parle na discusso os
Srs. fiusmlo Lobo, e J. Mallo Reg..
A orlem do dia para h antecedente, 1* discnssj dos projeelos ns. r05,
lf)f) e 107 dasle anuo; e 2* dos de ns. 99 e 10J.
ANX1VERSARI0.Amanhaa o da do primei-
ro snniversario do pa|sam*nto do Exm. Sr. D'
Francisco Csrdoso Ayres, nllimo hispo que leve
a dioeese da Pernamioo.
S. Exc, falleceu, como se lembraro os nossus
leitores, uo meio do sua tarefosa vida de membro
do concilio ecumnico, que s6b a lireeean do santo
padra Po IX, abno-sa em Ro na 8 de dezembro
de 1869.
A' 14 de maio de 1870 o venerando prelado
exlulu o ultimo suspiro na cipital do Orbe Ca-
tholico, sucenmbindo urna f. bre perniciosa, que o
linh* prostralo pomos das antes no le:lo da sof-
frimemo.
\ tgre/a pernambacana desde ento tem tra-
jtdo luto e por longos annos traja-lo-hao no co-
raco todos aquelles que tiveram a ventora de sa
aproximar de to eminente ministro de Chrislo, e
de oovir de sens labios a pahvra santa do verda-
dairo di ntrimsta ca'hol eo, qu- o balsamo con-
cousolador q-ia cura as chagas do curacio e da
alma.
DINircmO E VALORES- O vapor franeez
AmizoRfftrooxa do Rio de Janeiro e Bahia, com
destino Europa 40 642 francos em diaheiro de
ouro e prata,' 375,030 francos em brlhanles
brutos.
CORREI > D!7- PERN.AMBUCO.-E'U reoarlieao
arrecadmi, no mez de abril ultimo 6:l03i>420.
PARA A EUROPA.-O vapor SiadJi, levon hon-
tem, ftwn o- recebi los em nosso porto, cerca de
300 passageiros.
ANNIVERARIOS.-Nascido 13 de maio de
1792, en S nigaglia, cida le dos estados romahos.
rompleta hoja 79 annos o illnstre fliho do cande
Jeronymo Mastai Ferretti S. S. Po IX outr'orrtar-
dear ion Mara Masiai.
Ao darrflw esta noticia cumpre nos, como ca-
iholieo, fizermos votos, a Omnipotente, para que
o chefe da cbritandade goze amdi de longos das
de vid i, em compela paz de ospirilo.
Segnnda-feira completan)-se 43 annos que
insiallou se o corso jurdico de 01 inda.
T1ULH0S URBANOS POR BE8 CRIBE. Inau-
gnra-se amaohla provisoriamente o serv; de
irn-portes de passageiros e earg do Recife para
Beberib", cora o segiiinteTnr.rano de partida :
Domina- s t Has santal.6 horas e 25 minuto-.
7/5,.8/f3, e 9/25, da meaban ; 1/25, 2/25, 3/25,
4/5, 5/25, 6/io e 7/16 da Urde do Recife para
Beberiue ; 7, 8 e 9 da manhaa, 2, 3, 4, 5, 6, e 7
da Urde de-Boberiba para o Recife.
Din uteis 1/2, 7 1/2 e 8 1/2 da manhaa,
4 1/2. 5 /2 e 7 1/2 da larde de Beberibo at a En
cruzilbada; 6/43, 7/46, e 8/45 da manual, 3/43,
4/io, 5/4), e 7/15 da larde da Encroztlbaaa pan
B.-beajbe.
Em lodos os dias baver urn irem de carga do
Recife para Beberiaa,s ll*oras*85minutos da
manhaa, tocando em lodosos ponas desde a Eu-
cruzifhada al Beberiee.
LUSO B tASILEIRA.Amaonia deve reunir-se
a soeledade bentOcrule Luso Bratileira, is 11 ho-
ras do dia na lugar do eosrume.
FESTIVIDADE RELIGIOSACcletra-se ama-
aba, na igreja da Madre Deus, a festa da Santa
Cruz, padroeira dos eanoeires da estacan do Re-
cife. A' ooute ser entoada urna ladainba.
COMPAMHA rER.NAMEUA.NA-ll je o ul-
tirxo dia era que>rectbam carga os vapores Ja
guaribe e MandaH para os portos do norte e sul
conforme o annnncio da eompanhia.
ARTISTA ALFAIATE.Para a grande fflcina
dos Srs. Gome?, Silva t C. acaba de chegar da
Europa, no vapor Sindh, nm hbil offleial de al -
faite alim de assumira direcelo do estabeleci-
mento.
LOTERIA.-A que se aefia venda a 192-
beaellcio da matriz do Granito, a qoal corre boj*.
PASSAGEIROS.Vindo de Mamanguape no va-
por Cornripe :
Manoel' de Souza Mar fia), G incalo da Trindade
Souza, Antonio Baptista Selbor, J. B. Carvalho,
Joaquim Jos da Co.-ta, Jos Joaquim Tavares, Ma-
n >el Francisco F. Cosu e Joaquim Baptista Espl-1
ola.
Sahidos para a Europa no vapor franeez
Amazone :
Eduardo Frey, Henrinue Eluardo F^, Mara La-
vergne, Clemeutino Ciors, Paschoal CTno, Manoel
Alves, Jo> Mirtms, Rodrigues e sua mu her, Joa
quim'da Costa Maia Jnior, Jos Joainim Dias
Ferreira, Fortunato Pacheco da Silva, Joaquim di
Costa Mtrtins, Antonio X. Dias Fernandes, Dr.
Marees Corris da Cmara Tamarindo e sua se-
nhora, Jos Gomes Villar, Joaquim Luiz Vieira,
Antaaio Joaquim Vaz da Miranda, Jo Rodrigues
Cauholo, Manoel Ferreir, Manoel Jos Ramos
Correia, Tbomaz Antonio Coimbra, Augusto Li-
Dille.
Vindos do Rio Frmese no vapor Pura
'kyba :
Joaquini H. de Oliveira, Jos Fereira Cardoso.
loo Baplisia, Joo Manoel de Barros e i criado,
Antonina Pereira e um menino, Francisco Deniz e
um criado, Francisco da Costa Miia, Manoel Men-
des Barrabeirao.
Viudos da Europa no vapor franeez Ama-
zone :
Inucenso Pe, Vineen'O Pellegrnio. Joaquim F.
da S Iva, Wiliiam Wilton Huppo, Frer ck Ferdi-
nond, Pioto Hchete, Jos de Onrinjaureguy sua
mulher Jria, e 1 infante de 2 annos, Fraocesso
Stella, Franceliao Manoel de Santa Rusa, Fram is-
coFerr.ira Baltar, Cetario C, ViUl Jos Maria
da Silva, Willianm Wluie Bread.
CEMIfEKIO PUliLICO.-Obiiuario do dia 10 do
crrente:
S baslio Pomaer, branco, Hespanha. 19 annos,
sotteiro, Recifa ; febre aroarella.
J Nones do Menezes, prelo, Babia, 83 annos,
easado, S Jos ; gastro inierile.
Rosa Miriada Conceico, preta, frica, 30 an-
ees, solteira, Recife; febre perniciosa.
Maris, parda, Peruambneo, 8 das, 'Unto Anto-
nio ; onvulsfles.
Bosa MarU do Monte. parda Pernarabhco, 43
annos, csala, S. Jos ; calila aguda.
Recemoascido Manoel, pardo, Pernambuco, S."
Jos: espa* nc.
Maria, Arrice, 72 annos, sottetra, Boa^Visia ;
apoptagda.
Albano,. branco, PerntmbaaaH4>ario,S. Jos ;
hydrocephalip.
Eotea Mariana da Concrica, braaea, Porta-
pal. 41-MNkH.aatMira: altarte.
CHRONICA ilWCimh.
rRIBl!\il, OO COtfHERCIO
4CTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE l
DE-MAIO DE 1871.
aasrouHci* no rau. sa. desbmbaroador AJWtu#c
FRANCISCO PSRET [L
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs.
JepuUdos, secretario Miranda Leal, Olintb Bastos
Candido Alcoforado e Alvaro Augasto de Almeida,
S. Exc. o Sr. presidente dectaren aberta a eseao.
Foi lida, approvada a acta da aeaso de 8.
KXntUENTB. d)
OCDcio do conservador do commereio de Maeei,
remetiendo urna relaco dos livros'sellados na al-
fandega daquella cidade, e rubricados por aquella
eonservatoria no mez de abril prximo passado.
O tribunal deliberou que fosse archivado dito ofi-
cio.
Oiuco do Dr. luiz municipal e do commereio do
termo do Porto Calvo, declarando sa se ter aberto
o'aquelle juizo a fallencia de Luiz Gonzaga dos
Santos raquerimento de Joo de Siqueira Fer
rao.Mandoo-se archivar.
Offlcio. do do termo de Villa Bella, certificando
nunca se ter dado perante o seu juizo caso alguna
da fallencia.dem.
Jornal Oficial, de n. 97 a 101.Para o aren vo.
F iram rubrica os livros : Copiador de Braga
Gomes A C, Diario da Domingos Francisco Rama
Iho, dito de Shau Hawlr a>C.
ESPACnOS
Pctijia de Jos Antajo Mureira D;as, commer-
ciante matriculado, peflndo qua se Ihe certifique
se seus caixeiros, que est) inscriptos neste tribu-
oal.so eidados brasileiros.Certifique-se.
D- Keller & C, pedindo o registro do docu-
mento, que juntara, pelo qual sao aulorisados a ad-
mioi.-trurem a casa comuiercial de Henrique D.-ttli
A C, desta praca. Vista ao Sr. desemargador
fbeal
Da Bastos A M irlins. submettendo registro a
a > ::_ i.j:i, de seus caixeiros Laureotino Cavdlcaule
da A baquerqua e Luiz Jusuniano Pereira.-Gomo
requeren).
Dj Joaquim Gerardo de Bastos, juntando para
so Ibe registrar urna procuraco bstanla por elle
eserpita e assigoaa.-Scia registrada.
De Gomes da Silva A C, apraseotando registre
a nomeaco de seu caixeiro Trisla de Araipe
Faria. -Seja registrada.
Da Joo Jos Manoel e Vicente Bertholini, fffs
receodo registro o distrato social da firma que
corapuuhajp de Bertholini A C. Haja vista o Sr.
desembargdor fiscal.
Da James Ryder A C, padmlo que se elimine
da complanle matricula os nomes dos caixeirus
Ailoni abanes Vieira de Souza e Jos Aunes Vieira
do Souza, aquella Por ter deixaio a sua casa, e
esta por ter fallecido; e que seja admiuida re-
gistro a noraeacj, que juntara, da seu caixeiro
Pairo Augusto da Oliveira.Gomo pedem.
De Faiicisco Farreira Borges, gerente da Com-
panbia Pernambucana, juntando a procurado
quo ss Iho exigi por despacho do 5 de Janeiro
do correte anno.Deferido.
Da M .noel lia-nos Canea e Manoel Ferreira da
>uz, contrato social. Vista ao Sr. desembarga
dor fiscal.
Su :n.na rio ex-ollicio que se instaurou contra o
corrector Gaorge Pat:hett. Vista ao Sr. desem-
bargalor flseal para os flos convenientes.
COM PARECER DO SR. DESEMBAROADOR FISCAL
Peticlo do Manoel Azevedo de Andrada e An-
tonio da Souza llego, distrato social.Registre-se
na forma do decreto n. 4394
Da Manoel Espindola de Mendenca s Antonio
Jos Ferreira Refinador, contrato social.Sim.
De Mano*l Lela Carneiro Pinto e Jos de Souza
Reg, distrato social.Na forma requerida.
Nada mais havendo a despachar, o Exm. Sr.
prosi lente encerrou a ses-o s II 1/2 horas do
da.
bre arnarella devida a urna, utfec-St miasmtica-
pfiui^.yrd ob*auia. fon fruillez, que disse
3ESS0 JUD1CIAR1A, EM II DE MAIO
DE 1871.
MbllBA DO EXM. SR. DESEOiBAnaADOR A. ?. F|-
nsrn.
Secretario, Julio GuitnarSes.
Ao meio dia declaren se abena a sesso, estando
reunidos 03 Srs. desmbargadores Silva Guima-
res, Ueie e Silva, Accioli e Freius Henriques,
e os Srs. depuiados Miranda Laal, Candido Aleo
forado, Olioto Bastos e Alvaro.
Lida, foi approvada a acta da sessa passada.
Foi lili o oficio da 22 do mez passado do Exm.
Sr. conselheiro presidente do supremo tribunal de
justica, remetiendo 5 listas da reviso da anligni-
^dade dos Srs. desembargad' es: e o Exm. Sr. pre-
sidente aecusou o recebiraento.
ACCRDAOS ASSir.NAD.i-.
Embargante Antoai > Joaquim de Vasconccllos,
embarg.ot .s os aamioistradores 4a masas fallida
de Joo Ferreira da osla Soares e ontro ; appel
lamo J .o Lauriui d'Arrochellas Galvlo, appella-
do Francisc-j li-ieves Alves.
JULOA.VKNTOS.
Juizo especial do commereio : embargante exe-
CQiado Alexxndre dos Santos Barros, embargado
exequene Manoel Jos de Miranda ; juizes os Srs.
Silva Guiarles, Accioli, Miranda Leal e Olmto
Bastea. Nao se tomn conhecment dos embar
f^w, seud > voto vencido o Sr. desembargdor Ac-
cioli.
Juizo espeeal do commereio : embargos de res-
tiluico ; embargante appellante reo Dsomadonle
de Almeida Magalhes, embargado appellado autor
D. Juan Busson; juizes os Srs. Accioli, Silva Gui-
maries, Miranda Leal e Candido Alcoforado. Nao
fi.ram almittidi-s os embargos.
A pedido dos Srs. deputados adiaram-se os iul-
gamentos las feitos entre pares, appellante Ma-
noel Hibeiro .Bastos, appellado Trame Jaaquim do
Nasclmento; appellante Jos Concalves Pereira,
appellados Joaquim de Almeida Pinto e oatros.
PASSA6SNS.
Do Sr. desembargdor Silva Guimarles ao Sr.
dssembargador Res e Silva : appellantes os adrai-
niilrado-es da mas-a fallida de Amorim, Fragoso,
Santos A C, appellado Jo.- Jacorae de Araujo.
Do Sr. desembargdor Res e Silva ao Sr. des-
embargdor Accioli: appellante Theodoro Cbris-
liansen, appellados Habe Schmettau A C.
Do Sr. desembarga lor Accioli ao Sr. desembar-
gdor Freitas Henriques : appellama Jos Barbo-
a de Carvalho, appellado Aui-uio de Soma Braz.
Do Sr. desembargdor Accioli ao Sr. desembar-
dor Silva Guimares: appellantes os administra-
dores da rnas&a fallida de Antonio J so de Agut
redo, appellado Francisco Jos de Oliveira Jnior.
PSTniBurcdss.
Ao Sr. desembargdor Silva Guimares: ap-
pellante Mauoel Daarte Rodrigues Pinto, appella-
dos .os curadores liscaes da maesa fallida do An-
tonio-Jos Gomes,
Ao Sr. desembargdor Reis e Silva : appellante
Antonio de S Alfeqnerquc, appeliada D. Maria
Quiteria Rodrigues Ferreira.
Ao Sr. desembargdor Accioli : appellante o
brigaleiro Joaquim Bernardo de Figueiredo, ap
oellado o Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunha
Mi rinda.
ACGRAVOS.
Juizo especial do commereio : agravante Eduar-
do da Silva Ferreira, sggravado Antonio Faustino
Cavclcante da Araojo. O Exm. Sr. presidente ne-
gou provimeaio.
Juizo municipal e do commereio de OJiada :
aggravaote J Antonio de Maltas, aggiavdo Cy*
priaoe Antonio Rodriguea
O Exm. Sr. presidente rwgou previaaaato.
Continuara sobre a mesara) tr.bunal os IWitos
entre partes: embrgame Jos Alves de /guiar,
embargados os administrailores da massa fallida
de Antonio Jo daFigueiredo ; appeanle D. Ma-
ria Keiisniina do Reg Costa, appellado Man el
Perena Msgabes.
Encerrou se a sesso urna hora da tarde.
PUBLCACOES A PEDIDO.
OOn. CAH0LI.NO WIANCISCODE LWA SANTOS AO
DR. JO AQU O'AQU NO FOMSKCA, AOWCA DO
KMPREGO DO SOL-ATO DE QUININA NA BRE
AMARELLA.
Antes que rerorra .pruva _da autorldade des
mestres i* soienoia, aflm de nHsirar que pelo me-
nos nenhum certeza ha deque aeja a febre ama-
relia de naturna aenwmaete las retares intermi-
tentes ou tfv) quantas provra da eaaaaqdas paiu-
dosas; e qnand nao saja tanto pela orova de au
loridad-, pelos, /acto, raciocinio e melhores indac-
'S levar evidencia a diversidade das duas af-
-efdesapresse me em para aqu tran-fc-rir om
los pontos inris salientes da fal!aaaiatoNJ/'to do
Dr. Aqiiiuo, taUtiva ao tralamenlo da khf uu\
relia. B lacle axis por seresse ponto, pde-e di-
zar,.a cuave do liaiaar oar onde ease^ojitfaprot
canw asaar Mijasdllall aaasaeaa
simplesmenle ser a febre amarella do natureza
miasmtica para provar gne ella en de natureza
paludosa)-s um ageattpapaz de destruir o prin-
cipio deleterfo poder^lr ramiHado- aitisfacti-
flo.
Por semelhanfe principio rarament! se encon-
traria, no quad-o nosographico das enfermidades,
m lesftV que podante ser aonvideradacuravel ;
porque mudas nae^to as oiestia, rnjas causas
efficiaoass sejam eonbecidas e estejara cm relar,o
comas impressoes paihotoglras seprenles.
E porvantura conhee#6 Dr. AqMno todas as
causas efllcientes das pneum mias-flbrinosa, hy-
pnslatiea, a lobulardos recem-nascidos.eic. ?Ser
tambem o gorman paludoso essa que n> seu en-
tender ou por coneloso, de sua linaria, o can-
sudor de quantas frbres ba oo rauad, sem qutsi
exeepeo de nma s f Nao : p >rqne o Dr. Aqnino
ni sa animou a lambona su-teniir qne deixava
de. considerar o trtaro cmrttco o especifico
contra as pneumonas agudas; embora seja cer-
to que multas vezes sao os miasmas causas
da' pneumonas agudas de marcha rpida e as-
sustadira. E sendo o trtaro emtico o verdadeiro
especfico contra as pneumonas, como o sulfato
de quinina contra as febres paludosas, anplicalo-ha
sempre o collega era seus doeutes : ffeotadoa de
frau.-a pneumona, porque conheca qual a cansa
esprcilica ou enicienta desta molestia ? Ou o era
serapr.' .i|)pliead->, pirque, a experiencia dos mes-
irea Ihe tem ensinadoser esse ajrnle as pn9Q-
m-nias o mais eficaz dentre lodos ?
Coohece o collsga a natureza d causa sy-
phiiiiica ? Nao. E poiqueampregacegamente o mer-
curio e seus com (Kistos contra a syrmiles, apenas
giiado pelos remHadjs de- saas appaientes im-
pre-soes mrbidas 1 Conheee ainla o medo ou o
processo intimo di aoglo da cau-a eficiente do
rheumatismo ? N) d>r que sim : E como con-
tra o rheumaiismo emprega, ou o sulfato de qui-
nina em alta dte, ou n n trato da pofatXa em Ha
dse, ouotanaro emtico em alta r!3sa7 Sem dn-
vida, por'serem estes os melos mais preconissdos
por todos os praticos ms rheirraiismos, eoaa ex-
cluso dos da natureza especifica que reelamam
raeios tambem especillcos.
Visto portant i, que tendo dilo o Dr. Aqnino :
S s.' codera triumphar-do mal indu-se destruir
ou modificar a causa delle avancu nma propo-
,-ici) inconsiderada
Entretanto, logo depois de ter assim tio- mal se
pronunciado sobre um ponto da paibologia geral
(no artigo de 31 dej neim), omtlnuando em sea
doutnna, disse mais : Quando o mia-mi infee-
rionante nao fr aasorvida em lio grande propor-
ci'i, que faca cessar a< forcas vitaos, porque ludes
nao lera a mesma aptiJo de absorpeo, os esfor-
cos da organismo-coadjuvados pelos meios Ibera-
peuticos conspgnem a eliminarlo. .............
Cesftid'is as farras rilaes.... morlo estar logo
o doenle I E eni___tolhlur questio : rilo ees-
sadas as f >rcis rilar*, a que os esforc- do organismo, coadjnvados peles
meios theorapeoticos, consognirio a eliminaco I....
Ainda ludo contesto : pori|ue poletn as breas
vitaos nao terem eessado, mas anda reagirem,
bem qne fracamente, e rao eliminaren) o elemen-
to mrbido, api zar de lodo o soceorro dos meios
ihrapeutic is. E com a comprehender-se, que ees
sera completamente as forcis vitvs, havendo am-
da pulso, vida, calor animal, nflate nervoso, di-
recelo do erebro e do espirito ? Nao faeil ce-
lamente. Ellas deixaro de dar signaes de si, mus
(xistindo sempre, posta que (era do alcance dos
nossos mei s de observ.ieio.
Esasstmse poder explicar o ficto, mnitts
vezes roccedido e observado de se haver abando-
nado um doente por incuraval, ei razio de falta
de farras titaes, e ero ponco asas reaniraarem-se
e samdirem o jago da enf-rmidade. O que n5o ra-
ramente tem dado gaoho da cansa e triumpho es-
plendido a >s curan Iciro", que deixam eorridoa e
erabasbacadas os que, ainda estando os doentes
lora dos fluimos paroxismos da vida, considerTi-
no, logo em estado de cessaco completa das for-
fnis v*aes, e os derengatianr.
Mas.qnaes soasse mafl Iherapeolico., qoe
soccrretido as forras d <^r,isn.o;htem eliminar
0 gemen paludoso na febrs aniarella ? Sem dn-
vda que o sulfato. Eatnja o su'lati napobra eo-
mo meio oentral salar ou" como anti loto do vene-
no paludoso ?1 O a tem o s.nfatodua-. acriies, cada
qual mais di-iincta A de jocar a eipelhr o
germen paludoso, e a da neuiralisa loaso nao
seja o veoeno em proporra i tal, qae fafa cessar as
for?as vitaes !
Tanto o soldlo da nomina, qn o Dr. Aqnino
considera eotre ps meio-' iberapeutieos soceorre-
1 >res da forjas do organiseqn no artigo pn-
hlicado no Dirio de P^nvmtovm di. l'de marco
(8* pag. eyl. 3) assim se erpres?> ti iptit vetbts.
.......Ogetmrn da febre, que s; acna disstai-
nado pela aihmosphera,.: absorviJo, e entra rm
lata tomo organismo, qv cmprtfi .vs esforcos
para rence-lo ou expeUt-lo : desta lata resulta o
oetuimento ou de un oh de ontro...............
-----Dando o sulfato de quinina, ven em soceorro
do organismo, fornecendo-lln nm auxiliar capar,
de vencer o germen-----i
Mas, no artigo publicado no Diario de 31 de Ja-
neiro disse tambem o doutor : N minha opi-
niio (palavras texluaes) a quinina nio elimina ou
faz expellir o germen ietti febre : ella o desire
ou torna irapoteot fazendo o talrez passar por
urna decemposico, que o torna inerte ou ai
accao toxica sobre o orpnismo
Haverl qoean concibe esees dous lexlos ? I Alli
o sulfilo de quinina enfra no onianismoe vai'au-
xdiar as f..rcas da natureza, que esto em lula cotn
o germen paludoso para las ;a lo lora de se do-
rainio ; aqui o mesmo sulfato de quininaqui-
nao se ocupa de expellir o veneno, mas sim em
neutraltsu lo ou destru h I I
E se nao certo, como se deprehenie do adver-
bio /ti/re;empregado pelo &>Hega, que o sulfa-
to acta, tornando inerte ou sera aeco o germen
paludoso ; tambera i) pode ser certoque eeo-
s la sna .treo bem-lica em soceorrer o organis-
mo, no esforc de lancar lora, ou eliminar o prin-
cipio do mal; e eoasegolntemente tambem fa-
certeqne as dnas figuradas natnrezas de accao
do sulfato sejam verdadeira*.
Destruir, auxiliara quem procura eliminar um
mil, tornar impoienn na inerte, nentralisir oa
precipitar o germen flo mal, sis consas lie diirer-
sas, que nao ha necessidade de demonstraelo. Sen-
do ceno que auxiliarnao afci obrar em sentido
opposto e de modo diverso ; augmentar a accao
existente. E-te arelo do organismo no sentido
de expeliir ou de eliminar, o sulfato auxiliando
nio faz mais do que augmentar a accao expulsa-
ra. 'Bdido que o solfaw obras.-e em ontro seiti-
do, diverso de plano do organismo, deixarla de
existir somma de f.ircss ; e o elemento mrbido,
cansa eficieirte da molestia, triumpbaria. batende
an.bos os Inknigos nm aps onlro, por rtfenhum
ileliea ter reparadamente a forca precisa para ven-
ce-lo.
Ontro sim. Como ro le fnanr,ar o Dr. Aqnino,
que sen germen paludoso, causa efienle da febrfe
arnarella, se conservar sempre o mesmo, tal qoal
parti do foco de infere!, no seio do organismo f'i
S lendo certera de .qne lal germen, nao pasun-
do nunca por certa iransformcii ao acto memo
de produrlr seos enVitos delaienes, se conserraria
inal'eravel em sna essencii, -podetia o colleg ex-
plicar a lua do solalo com aqoeHe germen palu-
doso. ? i
-Mas essa certeza qne se nio pode fer por mo-
do aiguvti. krs contrario, sa o Dr. Aquino consiae-
raese nm peuronos principies da lexicologa ; 9
i.vesse compulsado O. fila, flriand, Tardieu, 'e-
voil e onlro?, vera que a granle dificnldade fB*
ha em se encontrar as eicrecoes e nos cadveres
ve'ligios de venenos vegelaes ou orginiew*t>r>-
pende da fari'idadeqae lam ellesdesedesimporem
e farraarerfii novos productos oo organismo, anda
jue no acto mesmo ou depois de aiverem prod.t-
zido seus cffaos txicos.
Da idenlidadeem as natnrezas que resalta al-
Hnidade e a altrcca >, e multas v,tej a neutraltaa-
? io O que so alo d eertamMieoaaf o aaaaaio e
utros venenos inorganteos ; qne se ceaaereaRvae
organismo sempre o ma-mi, anda depais ie-qnin-
za, v.nie e mais Jias, segundo as CH-cumstaateiae
especiaos que pavas actuar nos aseios oatataes
de absorpcao e eiiininati-i, sapnaio o *m*w
combinado coa aigum aarcoliao oa octro asesoee-'
metbante qne aarin race lanitienvaa raacades riaaw.
Porianlo, havendo tdi prihubdartsp tf
gvmenpnhulm (doria a bepMbciMiolMB^
so dissoivesse ji depon eaier.aBppeneialBMaV*?-
composto ou doaarganisado os priapirllai erja--
icos-soWos oo avio-; ot a> a>aaW|nea *m
outres eWmeatce orfaaicos oa base eraagnai
dHa aeuiraiisado ; e-aeot
mo prsbabiltdada -eilslindo
dissenao pasea de nma
todo qaaato disse o erilegaeci
anlfato cem o germen paluljee,
osamenta collocasa-ae. id, parirn, a livll, laUa*i
Dase olir. A-jaioo : S se peder triomphar A loiao, prrgapto.eu :-~QdS'
do mal iado-e daaWniramrnadiftcaraaaaaa eHe, ah o unarotJMiieof... Verdade
e. aando ome-aaa pacaae.aao eoffwr davia*,*- ollega : aplico nw,





>
^^^^irjki^jd,:*t*MdL~*~f*& u ;.Aio k *tf#VJ

raitono (I. g > jk .> ekapado, no piimein pe-
riodo) lano i ao tartar sroslico, que
(ww Wruunar aoj tres jucfoj, e aypCQ-o durable
deus mt.h;et liaj cmucistitot, se. necesario me
pare*v r<;correaflj a^K-e acento thsrapeatico
otM sernare ps(a riH C^sadj 03 tfldilos-
do vemBorio e af>)B4y.|vpniiar o doente, ama
otarias horas. d*i)os danllimo wmitorio, applico
urna dje dp salate dquinina, etc.
Ora sabido-qo* na Bbre aroarellvcameca a de-
cimacio 4 jiuiso lcm> .no Od do primero periodo,
que de (res dos, ou principio do secundo pena-
do, que. do lercein ou quarto dia. (E' o que.se
patlifedp qt diz?m Andral ero seo tratado de|-
ttoloti*, lomo 3 ; lie, tomo !. pagina 7i ;
Bafle-, torpe I. pagina 311, e ootros.
E e do mies tenbo eu visto, de easos gravo',
aaaaracdr hgt o sitiado periodo, no 11 n do ta-
lud* dia ou principio do terciro, cura lodos os
cara cleros do estado adinmico.
I> onde rcofti, qaa o doente que tomar trtaro,
P)r; empleo de tris di ir c insectil ivas, seja pela mi- (
nhaa ou tarde, pjder a presentar a queda do
paba ;. roa* j nao por eT.-ito 0 trtaro, e sirn
por iliit) natural da febre. Em tal caso, como
nfctrvie se a tal remisio artificial por eftoito do
trtaro, o natural por effjito da* reacc"> >s vitaos ?
Mas, emti-n, dse qoe o trtaro srji dado muilo
ante do segundo periodo : C)mo explica o Dr.
Aquino sua acco intima e primitiva, diante das
Torcis vrtas, e da arc/u do veneno ?
Seoowltoga diese que appltoava e*le agente
innautatelmenle, fui .era duvida por eoosidera-lo
ti ejsoncial no traiamenii, como o sulfat) ; assim
0>no lamb'ni disi que seu lim era proiuzir
orna retnisij artificial iadispensavel ao emprego
o> sulfato ; e indispaasivel que, para conse-
gu U emurogava inwriatelmeHt* o trtaro. Tin-
ai que /o os.vi a iJa miginul, que mais chameu a
altelo do Dr. Sarment pai, em seu puiugyrico
do 26 de atril!
Entretanto foi o proprio Dr. Aqoino que em
ao migo Je 3* de iuiro disse que empregava
o trtaro emetiej, se preciso tosse, durante tres
dUs iueoe>S!voi, com o fia do combatir os co-
rnil 1, a uodt-r eoii xppkcir urna dio de sulfilo
de 8.a ti) graos I E para que nao Inj duvida,
aqu repctirei suas proanas palavrv. Quinad)
para tratar de qualquer do-nie, aocommeilido pela
tebre raiaante, applico imaiiatelmenU! um vomi-
torio, dando prefereacia ao trtaro entico (visto
que o collegt nao faz qnesio peta nalureza
do vomitorio, por nao considerar esoecitka a ac-
cao do fartar ) Cessaudo os elidios do vomi-
tiva, e dtfxaudo rep usar o doeule urna ou duas
hars depois do ultimo vomitari> apotio umid de snlfaio de quioiua Je 8 a 10 grao*, em meia
chicara de infnso de cafe prtto ; (note se que a
aciij do cal prci> sentare foi conservativa em
vet i elUnioadora) e se os doeates, em cou/e-
queneia dos vumito, que persistem, no pJem
conservar no estomao o sulfato do quinina, en o
applico em cfystfre!', o que f rae tem sido pre-
cnu em d.iu casos.
E'i iw, pelo citado .exto, que v se o trtaro
mudar dea.-co, isto deixar de produzir remit
teen, para romete dispdr o estomaga a bem re-
ceber o allalo L Taut>, qua nao cessando os v-
mitos depois do emprego d) trtaro, o collega tanca
logo iuao.de ootros meios : j recorre, como tam-
bera disse, limonada sulfrica cora o xarope de
morllm, ao sinapismo no estomago, e j ex falta
de tudod o sulfato em clysteres I
Has se o sulfato, dado em clysteres pode ir ao
centro do organismo destruir o germen paludoso
ou n.'utralisa lo, perqu nao o d logo pela bocea,
oes casus em que nao houveren vmitos ou forera
eslt brandes t Porque disseqoe empregava n-
Miiatetmcitte o trtaro, e com elle innislia al por
espaco de tre9 das, se fosse preciso ?
Qo*8tas contradiedes I Guantas infelicida-
des!!..........................
Outrosim : Se o trtaro tem o poder de conse-
ntir maravilhoos resultados, tases que levaran) o
coilega a emprega-lo invariacelnunie, nao cer-
ttmeule-sustentando as forjas vilaes na luta,
am o fin ie eliminar o germen paludoso. Isto s
podar, dar se cora os meios tnicos analpticos e
mesoM coco o sulfato de quinina. Ser porque ao
trtaro attribua ateo especifica enfraquecedora
djquelle germen ? Nao, porque o Dn Aquino
daseque directamente contra a acco do veneno
paludosopara neulralisa-lo ou destruido, s o
sulfata de quinina ; apezar de j ter ditoque
este apenas servia para auxiliar o organismo em
lua ou o germen paladea*.
E sendo o trtaro assim to efficaz quanto noces-
sario, deveria o collega deixar de explicar sua ap-
ea intima por meio dease sen fallado raciocinio,
que poder leve de mala para tudo escrutar sobre
o recoatro do sulf.u com o germen paludoso ?
J no meio dos gbbos sanguneos ; ja nos mai?
tenues tenidos oa stauantos dos parenchymas des
o ."gaos, e ja no intimo w scq5o d.is f .r.vis vitaes !
Se o trtaro tem o-poder de produzr invaria-
valinate, no organismo do alToatalo da febre ama-
ralla, essa remisto to necetiari* ao emprego do
sulfato, que nao deixa elle de ter acco vigorosa
directa, quasi certa, s-Are o agente paludoso ;
acr,o, sem a qual o pulso sao pedera cahir tao
aaluurmente, e era o vmitos pudenara d-ixar de
existir, salvo se elle tarabea) socorre- as forcas
vitaes.
Em verdade, vi-ti do quanto disse o Dr. Aqui-
no acerca do fin para que emprega o trtaro
emtico, elle um agente tao iadispensavel como
o sulfato de quinim, e perianto muilo ingrato loi
esse collega em negar ao trtaro a calhegoria que,
com lanto eslrondo, deliberou-se dar ao sulfato.
Entrarei agora em consideraces de ordem mais
esseacML
0 que anierisaria o Dr. Aquino a vir explicar
a eullegas, em urna gazeta tao publica, a es en
ca das molestias e o modo de actuaren) intima
menta os medicamentos no organi rao allectado de
feoreamarelIaT Oqu aprenieu de Andral, de Ibo-
rael, de Grisolle, de li iulint, Lfoyle, II uillaai e
ootros celebres pathologMae ? .Nao, ceriameate.
Foi am ideal, e nada mais ; mas um ideal que,
pela especie da coustellacao de ideas que o cer-
cara, a faxer se d'el.e un romance, nao passari
de um verdadeiro contraste, q-ial o quo d-seen-
tre as trovas e a lux, com Mac/, 1 ao de nra Milln
cora suas esplend tas pbanlasias. I'.n idead, em
medicina, lera a fir,n"Z". da simbra de um bitel,
por maior qie seja, proiectala era mar enoapella
do. cheio de escdihos e de mil diflculdades.
O modo por que se encaroim uo organismo as
impressoes mrbidas, isto o movimenlo molecu-
lar intimo, devid.; ao jogo das forcas physieaa, coi
micas e vitaes n) acto le recebera acj) dos ele-
mentos mrbidos, tangidos de f.a para d ra'.r 1 do
organismo ou furmid >s em seu interior, tem sido
at aoje lio desembocado, apezir das mais bellas
conjecturasdevidas a 3 djsejo> e etinjn dos
mais pro.niea:es perserntadores di naturtza,
quanto ignorada a vihedale dos raov ramios pro-
fundos, e desconheido o modo de estar molecular e
peculiar a cada partcula solida ou liquida ; seja no
sanlido de dilatacio ou expansao, seja no sentido de
irritjb I id 3 lo natural om relacao accao do
principio medicamentoso, levado j circuiacio,
j poeto em contact directo com os panos mais
delicados e snperflciaes dos S.ldo'.
Os elementos chara id >s p9r Gintrac nosogwni-
fi8>o depoistej elementares n gniratri
ut, e qie tambera f rain por Hifelanl denomina-
dos miladirs fondtmentales, sao onsilerados
por este ultimo autorama altera(o inlernamen
te independeos da materia, e tila provea;rol* da
vida ou da acca vitj.1 despertada p>r urai ontra
acco esiraaha, nuil oa msnos iatensa e ge-
nrica .
U'jfelan', eralm. leoaMon-se ao modo de ac-
co anmala do primpio vital para nessa ac;o
encontrar os proprioi traaos do phenomen) mr-
bido.
Para este celebre observador urna moleitia, em
ui naturoza esseucial, nao era mais do que ora
esforco fra do nitu-al, cjaira a n agente mrbi-
do qoalquer; mas em qis s entravam forcas vi
taas e nem um s morimealo inicial dos elementos
solidos.
Mas comprehealA-se, que conrpondo-se o orga-
nismo de partes solidas e liquidas, regidas todas
par leis que Ibes d) propriedades peculiares a
cali lecido, a cala q lantidade especial a cada li
quido, nao podem deiiar de ser primitiva-
mente logo na a 'cu dfelemeno mrbido em
que se dao rea.-co :s em todos os sentidos,mais
oa menos augmeoiadas ou diminu Jas oa enlra-
, segundo a forea e natureta das impressoes
bidas; e dahi re-ulUram-o tliictum 1 la-
xm de Toemison, a iHultie e l'asthnie de Brown,
a irritaron el atnrritation de Broussats.
Esses raidos de encarar os primeiros resalta-
dos das impressoes ir irbidas,deram oceasiio a ama
qnest) eterna entre os mais n itaveis pyretologis-
tas; e as febres f iram logo consideradas por uns
hidependentes do elemanto mMerial; e or ou
Vos o resollado dai perturbac<3^ ou alteraeSas
das priocipios solidos, occasionada3 por diversos
age-ules exteriores. S-indj qa?, por mas que se
dbatesseai e?se* eminentes contendoro1, nem nm
s d'entre elle con .eguio attiogir o mecanismo
intimo oa procesa intimo das operac,5es se-
cretas do organismo era si mesrao; entre o ele-
msfit mrbido e a toreas vitaes eaite os pria-
cip)l tv,snici\ materijes e oj elementos xa >rb-
do qnsoab sao estes de natuYeza- a produtr
seus etfeitoS e constrvar se oa intactos oa de
cmaoslos e modificadas no orgsmo; porque
cansas mrbidas existen),- que, ott.nl) se conser-
van em accao permanente, ou tuesmo desappare-
cem no organismo, depois da accao mrbida ter-
minada.
Anda a respeit deste ultimo ponto deveria o
Dr. Aquino ter considerado, antes de entrar na ex-
plieacao do modo porque o ajenie paludoso ac-
ta va intimamente no organismo, e o sulfato de
quinina .com eile entra va era luta oa deserga-
nisavs.
Suppooha-se que d om foco raissma'ieo par-
tem molculas que, perdidas no ar aimospherico,
chegam por via da respiraco ou nao a_ penetrar
a circularlo, depois de multo lerem alterado oa
vesculas pulmonares, as mocosas broncWca
ele: dahi sobrevir una perturbacio qoe, prin
cipiando por ser local, em pouoo tornar-te lu ge
ral e desoonliecida em seo modo de actuar; a'ahi
nma febre intensa, cooiioi com todoj os ca-
racteres lyphoides, adynamleos, ataxicos, remit-
lentes ou nao, se manfesta com om carie cortejo
de symptoroas que fo-rera os sentidose a inteligen-
cia do observador.
O que deaais, em tal caso, poder saber o ob
servador sena 1que a cansa foi um miasma; que
este miasma proveindeum f de pulrefac(o de
substancias animaes; que a febre intensa, re-
mitiente ou nao, grne oa nao, adynaiuica oa
nao; quaes os reme lies aempregir em vi.-u da
lolalidade dos sy.rapio nas pre dominancia d>> um
ouoatio? Elle pode anda saber qual ser o
prignoslico, avista do estalo do pulmo, do co-
rafao e do cerebro ou tendencia da molestia em
invadir oe oreaos por onde entra a morle, segundo
Xav. Bichat."
Has eabira logo em trovas o observador, desde
qus elle era vez de contenar-se cora os resoltados
das relaces entre o jogo profundo, molecular, In-
perceptivel dos orgos e dos lquidos, que encer
ram ou que os cercam, e as impressdss morbi las
produzidas pelo agento exterior ; desdo qu? elle,
era vez de conteaiar-se com a observa^i directa
dos symptomas, procura penetrar o jorque exi
como, na esencia e estructura dos orga s se pas
sara os phenomenos mrbidos, as reaccesjvitaes.
Ento lera de re:uar diante de soa tolal igno-
ra uci a.
Ojlro lanto, succede relativamente a ac^io dos
medicamentos. S pela observace e experiencia
que se ch 'ga a coohecer a eillcaeia ou nao dos
medicamentos as diversas eoadicSes das altara-
cjs dyaamica?. Mas desde que se procure enri-
quecer nossa palhogenia, cora ibservacoes do pro-
cesro intimo da accao dos medicamentos e reaceio
das forgas vitaes, servidas^os elemento' mate-
riaes cora todas as seas propriedades; d^sde que
se procure saber como o raedicamanto em con-
lacio com as mais tenues pincolas materlaes, l
operou a cura, se destruindo, se neutralisando,, e
eliminando o germencausa efOcieote da febre ou
da molestia cahir se-ba era um abysmo onde
s trevas cingirao o espirito do que a tanto se
propuzer.
No srguinte artigo estamparei a autoridade dos
raestres da seiencia, nao s aSm de roborar o |u
lenho dito, toma de provar que nao a febre ama-
relia de nalureza paludosa.
Recife1871.
Dr. Carolino Francisco de Urna Santos.
Continuar -se-^a.
Estrada do Limoeiro.
Em resposta ao artigo que publiquei no Diario
de hontem, pur for(a dos motivos que expuz, \ol-
la o Sr. Dr. Buarque imprenst a. modo de quem
quer liquidar, por esse meio, a queslao que sus
citou.
Nao tenbo tempo e nem gosto para disentir
quesies interminavcis e que affectara mais ou
menos a interesses particulares. Persuado-me
que o Sr. Dr. Buarque me far a justica de acreli-
jar qoe, entrei na questo, somente para antecipar
aexplicaco do procedimento que tive na asseu-
bla ; e islo porque vi no seu artigo orna iasi-
nuacao grave aquella corporacao, da kqual faco
parte.
Continuo a entender que a assembla proceden
cora acert e equidade. Pela ultima vet repito :
nao ligo nenhura ioteresse particular a essa ques-
to, O Sr. Dr. Boarqne que pretenda ligar o son
obscuro nome a grandiosa empreza > atlenha-ie
ao despacho do Sr. conse.'heiro Diogo, e prosiga
como entender.
13 de mai) de 1871.
P. Afonso Peinera.
Jos Al ves Tenorio a) pu-
blico.
Injusta, e grosseiramente, maltratado no Jornal
do Rocife de 10 do corrente polo Sr. Dr. Santos
Mello, que de modo inslito e em linguagem des-
commedida se atirou furioso contra o Dr. inspec-
tor da sa le publica desta proviocia,>ao posso
uem devo deixar de dizer duas pdavras ao publi-
co, que, se me conhece de muiros annos ne3ta ier-
ra, para onie emmhora veio aquella senhor,
ignora quem ello seja, e talvez Ihe d apreso im
merec Jo
Pergunia o Sr. Dr. Santos Mello em seu hydro-
pnebteo aranzel 1 Onde j sa vio em um paiz que
c tem academias, e era que s- permetiiio aos
t fi los dolas o exercicio de suas proQssoes, urna
f autoridade consentir, que h neos como Jos
c Alves Tenorio^se annnuncie como pr&fessor ho-
< mospatha ? 1 onde e como ofeleve este indivi-
1 do ttulos para podor exercer a medicina ? ac-
< crescentado, sefirmos campellidos explicaremos
sati.-factora mente.
o Como que fice do inspector da sade pu-
c blicas e das autoridades policiaes desta ierra se
< publica n'um almanak os nomes de Tenorio e
Francisco,de Paula Carneiro L-?o como habilita-
dos para o exercicio da medicina ?
Aates de ludo devolvo intacto ao S*. Dr. Santos
Mello a injuria, que envolveu suas pal tvras < h-
meos como Jos Alves Tenorio > pois s S. S.
ellas podem ter applcacao.
Pelo modo insuliuoso com que o Sr. D\ Santos
Mello traton as diversas pessoas, de quem se oceu-
pon naquelle seo embroglio de 10 do corrente,
ajuisar o publico do qae elle e de que cora-
meltimentos nio ser capaz; o hornera retratou-se
ali, e como o eslyilo o borneo), todos j o licatam
conhecendo.
Levantgo o Sr. Dr. Santos a sdica e mesquinha
questo dettulose islo bastara para se ver
quanto vals S. S. no oxercieio de soa profisso.
Quem vale pouco em si, de ordinario .recorre
sosttulos,mas felizmente nioguera ignora que
osttulosnao do saber, nem moralidade, e que
ao contrario sor vera apenas aos tolos e enfatuados
se julgarem grande cousa, quando alias sao tilos
por nollidades.
Nesta provincia ha muitos mdicos, e todos, fa
ca se jostra, s) bomens inteligentes, uns mais
instruidos do q le outros, pratieos e de muia
la clioica ; nunca qualquer delles se lembrou dos
litloscom que exerco a medicina homosja-
ihica, e Ibes devo a gralido de me trataren) com
delicadeza e atieocoos. Coube a > Sr. Dr. Santos
Mello a sa* .irosa trela de insultar-me Est seo
procedimento mesmo na ahu*~a de qaem faz ques-
to dettulossem dar poi? attulosseno o
valor, que elles tem em preseeca da lei; saiba o
Sr. Dr. Santos Millo, que os tenbo expedidos por
quem eslava antorisad 1 pela lei, e pelo goveroo do
paiz a expedi-los. Talvez o Sr. Santos Mell) ignore
tarahem o que dispoa a lei de i de oatubro de
1833,To que decidi a portara do uiiaisterii da
justica em dala de 37 de raarc de 18M I
Pois se ignora, como ha de ignorar ootras mul-
tas coalas relativas a meltcina, que S. S. exerce
por terttulosOque sabendo que baseados na-
quella lei e em a referida portara, e considerando
ainhas habilitacoss 00 sysleraa de medicina ho-
1 ie athici me honraram coa ltalos os Ilustres e
sabios mdicos Dr. Sabino Olegario Lalugero Pi
nho, de sandosa memoria, e Alexaodre Jos de
M-lio Moraes ; ttulos datados de 11 dejolho de
1833 e de 36 de dezembro de 1808, os quaes con-
servo em msu poder.
SS) ttulos aatorisado por lei qaa em todo o
Brasil habilitan aquelles que os possuem a exer-
cer a proftUio da medicina homeoptica sem qoe
jamis hnavesse inspector algum de saude publica,
nem autoridade -policial, que os menospresassem
prohibilo o exercicio professional que Ibes sao
inherentes, e que delles naturalmente demanam.
Q undo, porra, eu nao tivesse em mea poder
os referidos litalos, b isla va para me considerar
salvo dos boles raalodicantes e despetados do
tal Sr. Santos Mello o Joito e coneeito que de mi-'
nhas qialuiades pessoaes e qa miohas babilitagoes,
para curar pelo sy-teraa faomospatnico, erattiu em
pub ico, um particular, e sempre o sabio e insigne
medico o destnalo bommpalba Dr. Sabino, a quem
o tal Sr. Dr. Santos Mello nanea ha de imitar.
Eis o que a meu respailo ditia aqielle oaracler
nobre e talentoso discpulo de ilypjckrates e Sa-
muel Hahuomam; .
1863
lem
ti-
de fflt
ra
Ludg
sea
rofessbr
litado par;
Mello?
em bomoj.iaihia,
los Aloes Temr'
Trbulo ao mrito.
Segnio no dia 8 do crreme para a corte o
Ktm. sn ebe* de divi-o Htsrmsnegiido Antonk
Barbosa -de Almeida cora a sua tao dslincta, quao
estimavel familia.
5. Exc. foi assamir o cargo de membro d i con-
.-eleo naval, com o qual o governo de sua mages-
lade o Imperador aeertoa de galardoar-lbe os im-
portantos eincon testa veis servicos qaa prestou sem-
pre i esta provincia em particular, e nao raro ao
estado em geral, no longo e nonca aterronpido
exercicio da inspectora do arsenal de marinoa
deste Pernambuo, a qual, para que asslm o diga-
mos, veio a eooverter-se em pedr de toqu, j dos
vastos conliecimenios que ~m raWfirr a.juella res-
pei'avrl general un dos ornamentas da nobre ca-
se que pertence, j do zelo, activdade e lie on-
dea, que rcconhecer-lbe-ha quem quer que bou-
ver de julga-ld cora unaareiabdade, sem naia et-
der ac impeto de paixoesruiM, qsw de ordinario
desencadeiara-s^ centra o merecimenlo real ao im-
pulso dos mos seeiim-ntos qoe a inveja se ins-
pirar a quantos dem a desventura de nao saber
resisttr-lhe.
Sua virtuosa esposa, sua respeitavel sogra, sens
intersssantes e innocentes filfainbos levara a misso
paz domestica, de que carece o faccionario po-
ol ico para nao desfallecer em meio do escabroso
caminho que condemndo a percorrer em paiie*,
onde, coila nesle habituara-se a considera-lo nao
uiil e in lispensavel pes;a do machini.-mo adminis
iraliv, mas sem um fardo por de mais pesado a
maioria f sns eoncMadans ; p;.z domestica com
a qual rafia deparara aiis se na aquelles .a quem,
como a S. Exc, a Prvfencia Divina sedigna de
conceder esposa, progenie e collaleraes com quali-
dades quasi anglicas, e que, com respeilosos ca*
rinhos, rcalcados por incessantee si agalle praliea
de virtudes cbrisiias os rademalsam *s. toulra-
riedades e decepes, a que estn irreaafesllnien<
10 condemoados us que chegara a conquistar posi
Qo saliente no mundo offieial.
A' circumstancia, que acabamos de memorar, e
cavalbeirosa jovialidade que Ibe anata, devg
por sem duvida S. Exc. o phenomeno de haver
iransformado em amigos leaes e dedicados todos
quantos houveram a feliedtde de se Ihe aproxi-
mar de modo a poderes) aprecia-lo no trato in-
timo, que exactamente aquelle em que o homem
se revela tolo inteiro, e de raaneira a ser-lhe im-
possvel occullar aos olhos do menos perspicaz ob-
servador faltas, qoe, em respeit as conveniencias
publi:a*, cuidadosamente empenha-se por occol-
lar aos que cura elle conviven) no meio social
que pertence.
No decurso do largo periodo de tempo porqie
dsonipeohu a honrosa tarefa, de que dsoensa-
ram-uo para conferirem-ihe ouira que ainda o
mais, S. Exc. teve de tragar mais de um desgosto,
de arcar contra mais de embaraco.
Era compensa?*), porm, coube-lhe o inefavel
praz^r de ser devdamente elogiado em pleno par-
lamento pelo immaculado, independeole e justceiro
Sr. Francisco de Paula da Sveira Lobo, quando
e.-ie se cima testa da reparticao de marraha,
e dispunba, por conseguinte, de largos meios para
aferir-lhe compndamente o procedimento.
E, como se isto nao bastara para por em reler
o seu merecimenlo real, o Sr. Baro de Colegype,
quando ltimamente gerio a mencionada repariL-
cao, nao s expedio-lhe honrosissmo aviso m
agost de 1809, maslambem, era novem'ro segura-
te, promoveu-o a general da armada, e nao abri
mo da pasta, sem o baver condecorado cora a
commenda de aviz qual .- tera direito militares
de ilhbada e nunca suspeitada conducta.
Nao fallar quem ouse aliribuir a favoritismo
as provas de consideraco que assim foram destri-
buidas a S. Exc. com xponlaneidade que honra
tanto aos superiores que lb'as deslrfbukram quan
lo a elle, que recebeu-as, quando menos espera-
va-as por ventura.
Por mais malignidade, porm, que ostentem os
3ue dajuclla arle teoiem.amasquiohar-ihe os cre-
itos, sero coagidos a mudar de rumo o a curva-
rem-se submissos e silencios ante a evidencia
dos fastos, desde que recordaren) se dos leslemu-
nh. da :iff;Muosa gralido que se ni eausaram
de prodig r-lhe individuos de todas as ctaeses as
vesperas de sua retirada e no momento em qoe se
esta verificon.
De feito nos tres dias qae inmediatamente pre-
cedern) ao do embarque de 8. Exe a casi, em
que babitava, era incessanlemente invadida por
pessoas de ambos os sexos, de diversas coodiccoes
e de todas as idnde?, vndas al da cilade de Olio-
Ja, onde o venerando philantropo passra e ultimo
verao, para regarem -lbe com lagrimas do mais
sincero e profundo agradecimeoto as roaos, assim
como as de soa consorte, as da mi desta e a dos
lhinhos, que porli.ram sempre em imiti-lo nos
actos de caridade, que j mais se canina de pra-
licar.
Ao edificante qnadro, que a traeos largos aca-
bamos de esbocar, addicioaem os Ir.it.ire3 a scena,
que anle os olhos de muitos d elles abrio-se na oc-
casio em que S. Exc. se passou com todos os
st u- para a rampa de arsenal, alira de tomaren as
embareaedes qne devtam condut-los para bordo
do Cruzeiro do Suf; e nao poder) negar-se a
convir comnosco em que poneos cidados se tera
separado de nos sob t) bous auspicios.
Acompanhavam-no os mais dislinetos cavalbei-
ros e as mais respeilaveis selboras do meio so-
cial que ia deixar ;.os operarios, os empregados
e at os menores, sobre que havia superiolendido,
excediara-se era sinceras e insnspeitas demonstra-
do s da dor que os punga ao li -arem privados de
soa dirceco ; sendo que, nao satisretos de have*
rera-no como que envolvido n'uma nuvem de odo-
rferas flores, mandaram-lhe offertar dous bellos
ramalhetes de cravos brincos por ootras tantas
meninas, que, de vestes candidas, e com a inno-
cencia estampada as rosadas faces, assemelha-
vam-se a dous cherabins cahidos do co, como
que para prevenrem-no da orle qoe la lbe esta
reservada, quando cbegar-lhe a vez de terminar a
peregrinado oeste valle de lagrimas.
Terminada esla verdadeira ovacao, que fora
realcada pela recitica > de nma bella poesa, oulra
menos eslrondosa, verdade, mas igualmente sig-
nificativa e imponente, aguardava-o no tmbadilho
do Cruzeiro do Sul para o qual baviam-no segui-
do os cavalheiros e senhoras a que alludimos
mais cima, e que, lacrimosos e mergulbados era
profundo silencio, nao vultarara para ierra se nao
depois de lerem abracado, cada qual por sua vez,
a S. Exc. e a cada um dos membroslle sua excel
lentissima familia.
Observadores constantes da conducta do Sr. che-
fe de divisa), Hermenegildo Antonio Barbosa de
Al neida, j como funecionario publico, j como
homem particular ; teslemunhas oceulares do
tributo queso apressarara a pagar-lhe todos quan-
tos, como nos, haviara tido occaso de conhece lo
de perlo ; nestas circurastancias, dilemas, suppn-
zerao-nos na rigorosa obriga.o de escrever, e en-
tregar ao prelo, as liabas que preceden), e que na-
da mais e nada menos sao do que aponiamentos
que um dia podero aoroveiiar a qaem quer que
se encarregueda biogiaphla do Ilustrado e bene-
merio brasileiro, de qne nos oceupamos.
Recife 11 de maiude 1871.

Eleipo
Oa mesa re ?e dor a da confraria do Senhor
Bom Jasas da Va-Sacra da ig.eja d
Santa Cruz da freguezia da Boa-Vi.-ta,
que tem d-s funecionar do anno compro-
missal de 1871 i 1872.
Provedor.
O Illm. Sr. Manoel Miria Rodrgaos do Nasci-
meolo.
Provedora.
A Exma. Sra. D. Aoounciada Camilla Alves da
Silva.
41 Escrivo.
O Illm. Sr. Tbeodoro Jos Tavares.
Escriva.
A Exma. Sra. D. Alexandrina Marques de Arao-
rim Suva.
Thesourero.
O Illm. Sr. lente Manoel Domingues da Silva
Jnior.
Procuradores.
O Illms. Srs.:
Manoel Laiz Ribeiro.
Tenente Benjamn V'es Datra.
Definidores.
Os Illms-Srs. :
Jeronvmo Jos Ferrelra.

lino Jote
Matti
:e Jj5.
ol A
* Jos L
^te Mnoel An
rranciseo de
"im Leoeadio
>oel AntoaioCa
as Bapiism.di Si
.quiouAnlonf Caracio.
_ Dcfioidoras.
As Exmas. Sras::
D. Auna Candida de Souia Teixein.
D. Mara llosa Celestina de Stoza.
. Mana Cesar de VasconeeHos Lima.
D. Josepha Mtria da Coneeicao.
D. Mara Eoadina de Lemas Guimarae*.
D. Anna Balbina de Souza Branco.
D. Mara Florencia de Smza Agr.
D Felismina Alves Lns Braga.
D. Mana Severina da Paz.
D. Generosa Josepha d> Espirito Santo.
D. Caodida Olindina Soares da Silva Carioso.
D. Ciara Mara da COneeicao Mareada Castro.
D. Luza Candida Pm* e Silva.
D. Mara Joaaaa Ptn7dd Sowa.
D. Mara Ca(tt|oa MaMts.
D. Anna Candida de Alboquerqne Briso,
D. Joaquina Emilia de Figneirlo.
D. AnuavAmelia Mmiz de Almeida ifais.
D kmiba Amalia de Carvalho Fonceea.
D. Valentina Faustraa Campos.
D. Egydia Ferreira Cavaleante.
I). Mariana de Paria Boilho.
D. J'i^'ha Amalia do Bego Rodrigues.
D. U*Tdina Amalia Cavaleante de Mello.
Freguezia da Boa-Vista, 3 de msio de 1871.
Tltem stocles RomSo Pereira doi Santos,
coadjutor pro paroch>.
EaUnhido do archivo da sote-
dade amolatoria Boa-Vista-
na. *
1 iu:i namoradlpira poetisa.
Os .versos qa seguera copiados ipiis virgalis
do- opgiiiL' ao ig as da toda a.ajienco nao s
pea pureza da lingu.igem, bera como pelo esiylo
flueule, e wbre ludo, pela meiriflcaco modelo :
Tuio que o mar (I) eocerra.
Todo qaanlo a l*rra.rria (i),
Para mim nao vele nada
Sem i toa compnnia.
I
Oh I (3) quanto doce
Urna tai bella ooio.
Notaof pwios unidos,
Faiem um s coracao. (i)
Qaem ama a tal diviadade
Faz_mysierio tensa o veo. (5)
E tao perfeUo Manel.-inho.
Que parece, om aojo do co.
*
Bemsinho.....
(I) A poesa quer dizer amor.
(1) Porexemplo: vermts etc.
(3) Um apostrophe nessas alturas? Caramba I
Vad retro.
)) E' difflcil, mas a lberdile da poetisa
estender-se at o impossitel.
(o) Todo este verso est eoygmatico, e al bi
buco I faz mysterio cessa o veo.
A nossa mielligencia mu aeanhada para em
prehender cuusat lio difflees.
^EfifiliEDORtit m RBtmaS INTERNA!-
OERADE PERUMIBUCO
taadimailp.do.dk I a ll. I9:008ifl03
*m 1 > dia 1 .... 1^468*827
10:4771430
WSIADO PROTOlCAl7.~
4MlimakH0 d9 dia 1 & 11. 33:907ltta
Mbm do dia.lt) 1.0011803
^ 3o.809iio0
pode
Como prometti contestar ao articulista do Jor
nal do Recife, e al luje o nao fia, crer-se-ha tal-_
vez que rae calle por falta.de meios de o fazer.
Nao o & aote-hontem e hontem, por a;har-me
indtsposto e bem assim por ru'o ter pedid urna
pesaos, o qoe boje fago saber todas aquellas pes
sas inteiradas do contrario e s quaes afflrmo
em todas as partes que n artista da corapanha de
Zirzuella Hespanbola Binifacjo Rioza, como asso-
ciado e nao contratado da suposta empreza Lartyl-
ler, tendo vindo da ilha da S. Miguel para o Bra-
sil, em uno com o fallec lo tenor Castillo, da
mesma c )napanlWa, tem passado e passa as maiores
vscisHladas qoe que homioaaieiMe possvel
passar nm pai da familia, n'um paiz onde iutei-
ramente esirauhe, sem-ier relaces de amzade,
cora as qoaej possa conur, para aiuiliir-se a sua
fam ia por isso que, leo lo apparefido urna pu-
blicacaono Jtrntl dtJkcife, datada de 8 do cor-
rente, julga de seU nevar fizar e.-ta declarago,
para qae o publico Bque inteirado das soas cir-
curastaocas, bera co.no para preveni-lo da ver-
dade dos felos qoe ter de julgar no futuro.
Reerfe, 18 demaio de 18.71.
Bonifacio Rios.

MWhyENTO DO PORTO.
JVdt'ioi entrados no dia 12.
Ri> de Janeiro e Baha5 da, vapor fraocez
A\mazone, de 1907 toneladas, coramadaole Au-
gusto Ioret, equpagem 120, carga varios gne-
ros ; a Tessel freres.
Rio FormosoG horas, vapor nacional Parahyba,
de 10> tooelalas, coraraan lante Oliveira, equ-
pagem 14, em lastro ; a companhia
bncina.
Navios sahidos no mesmo dia.
Macelo -Patacho ioglez Rival, capio Wensor, em
ladro.
Bordean e partos iatermedios Vapor francez
Amazone, commandanie Iorrel.
Ilioi, de onfarraidadejom,o regulameato de t
de mato de 1809, siJ: '
Prova de bom comporta ment e da idade de 18>
annos, pelo manos. -..
Mostraren se escrever bun e conhecimen-
to perfeto da grammatica Irlingua naeonal,assim
como da ariihmetica al a tbeortadas prtpirjS.'S
inclusivamente. .^-4."*ft5
Inspeccao do arsenal de marinha de l'e>ua)rtio-
co, 29 de abril de 1871. ----------
O secretarlo.
'___________Alexandre Rodriguei dos Aojps.
Fiscalisacao da freguzw- do Hofo 4a Pa-
nella 10 de majo de 1^71.
Acba-se depositad nesta thcalisacao am caval-
lo de cor alasao que foi pegado diitrnlodo lavon-
ras em nm sitio no Arraial ; quem se julgar eom
direiio ao me.-mo comprela oeu fliaMisKan.
que pagndoos direitos que marca a lei lbe ser
entregue.
OflscsJ,
St-bastiio Aflonso do Rege Barros.
EDITAES.
Decio de Aquino Fonseea, cavalbeiro d* imperial
ordem da Boea, lente-coronel commandanta
do 1* batalbao de arlilharia da gnarda nacional
do municipio do Recife e presidente do eonselho
de qaaliflcacao da paroctua de S. Fr. Pedro Gon-
calves.
Paco saber que de conformldade com as iostruc-
edes de 21 de cutui.ro de 1880, e decreto n. 1130
de 12 de marco de 1853 nos arligos 1* e 9*, reu-
nirse ha oo dia ti deste mes, na greja matriz do
Corpo Santo, o conseibo de qoalieaco para a re-
visao dos guardas alistados na respectiva fregue-
zia,
E pare que cbeffao ao conheciranto de tidos e
a quera interessar possa, mandei passar o presente
que ser publicado pela irapren
nos
lugares mus pblicos da freguezia.
Ojimel do commaodo do i* balalbio de arlilha-
ria da guarda nacional do Recife II de maio de
71.
Dacio de Aqoino Fonseea.
Consulado de tri'ifftJB iaVfctiJer-
aanianw
remara- ^s pessoas que leem relogios a retirar da relo-
joaria do Sr. Anglade, e possue algons qoe ella
dava dnrante a reparaclo dos seos, queiraes eom-
rarecer nos dias 15 e 16 do corrente (2* e 3* feira)
das 2 horas as 4 da tarde ; prevenind so qoe
nao se aceita, depois desle praso, mais reclama-
rles.
anta Cana de Misericordia da>
ilecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife tendo de reconslroir o pre-
dio qae p..s.-ue o patrimonio do esialieloeiraeoios
de caridade rna da Meeds, com dons andares e
solao. tranffurniando-) em outrode um s andar
1ue~ooB#ea4n ons aimmieat, ooj mi pavlraeniO
terreo e oulro no sobrado, preeiaa contratar a
factura dessa obra eom qniqgi mais vantagens
oBerecer, tomando-se por base a quaotia de
,r).':HK)ji O ja proposta por om individuo; poden-
do o contratante aprovear do amigo predio o
raateriaes que fjrem julgidos em bom estado.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
'.ife, 6 de maio de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de,Sonsa.
O inspector da alfandega faz pub ic que
k} transferida para segunda faira 15 do
corrente a parte do leilo annuociado para
boje e qae por falta de licitantes deixou de
de ser eicctuada; a saber : os caadieires
para gaz e o gazometro porttil, tudo no
valor de 265 >000, e o ferro guza no valor
de 18|000, constantes do respectivo edita!'.
Alfandega de Permmbuco, 8 de maio de
de 1871.
O chefe da 3.a seccao servindj de ins-
pector
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
SANTA CASA 1>E MISERICORDIA DO
RECIFE
A lilma. junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recife precisa eoniralar qualquer
pb.irmaceoliro'approvado para exereer e lugar do
boticario do hospital Pedro II, medianil' coadcoes
que serol pa'.entes aos interessados nesta secre-
1 tana.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 12 de maiw de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sanca.
DECLARACOES.
96#0O0
1905000
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH A FORElGN.
Life anl Fire Assurance Company eslab.decida
m I8il. Capital 5,090,000
Os agenies desta companhia tomara seguros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagirn aqu prejuisos devdamente provados.
Rabe Sehmcttaa. & C
Corpo Santo n. 15.
t-HACA
DO
MAIO
RECIF 12 DE
DB 1871.
AS 3 1/1 HORA*, D\ TABDR.
CotacSes officiaes.
Cambio subre ManchesKT pagavel em Londres
90 d|v 25 d. por U (boiHem).
'Cambio sobre Londrea 90 d/v 24 3[4
UOOO, do banco (boje).
H. Stepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPEc
A Illm. anta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recife'faz publico qoe no da 18
do corrente irlo em praca os alogueis das casas
abaixo declaradas pelo tempojle am a tres annos.
Os pretendentes deverao vi munidos de fiadores
oa cartas dsstes.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra das Calcadas.
Gasa terrea n. 30......184*003
Ra de S. Jorge ("Utrera Pilar)
Casa terrea n. 73......SI 1*908
Roa do Bom Fim (Olinda)
Casa terrea n. 11 com obrigacao de
afzer concertos.......
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 25...... .
Ra do Padre Floriano.
Casa terrean. 43.......172*000
Roa -lo Bam Fim (O.inla)
dem dem o. IA....... 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Caes da alfandega.
Sobrado de 2 andares meias aguas
eom um armasem no pavimento ter-
reo e ontro ao lado d.*1 1:300*000
Ra da Cruz.
Sobrado de dons andares e loja n. 14 1:200*000
Roa de S. Jorge (outr'ora Pilar)
(dera dem n. 9................... 365*000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
irrematacao as soas naneas, oa compareceris
icempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
:ife, 27 de Janeiro de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Soqza.
INSPECCAO DO ARSENAL DE MARINHA.
lili111
SOB A DlRBCgftO.DE
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)
Oa eapeclaculoa tero lugar In-
Tarlavehateuie naa
Tercas,
Quinta*,
ftabbadoa,
lio mingo*.
r>
De ordem do Eira. Sr. Inspector faco puhlico
que acha-se marcado o praso de 60 das, a con-
tar da data do presente, para concurso a qne se
vai proceder nesta inspeccao para preencbimenio
la vaga de am lugar de amanuense da secretaria.
Os pretendentes deverao inscrever-se no men-
cionado praso, e as habiliacdes que exigi-se-
IO.IE
SABBADO 15 E
AMANHA
Domingo 14 de maio
IMPRETRIVELMENTE
Unas uItluias represeniacts
DE
liKS
FOLIES DRAMATIOUES
Parodia em 4 acte { i us.ca de Herv) na
qual a compauhia repr eutar 4 differentes ge
eros.
I* acto, comedia.2, iragedia-3', opera4*,
baile.
l'errainarao ambos os -.-peclacalos com a omi-
to applaudida cangonetn:
P0M1M
d
cantada em portuguez por Mr. Harbaio, (letra
Julio Xavier e msica de Ju';o Poppc)
Principiar s 8 horas.
Depois do esoeetaculo haver ura trem extraor-
dinario para Apipucos.
d. por
ALFANDEGA
lendiaieuto do dia i a 11. ,
dem Jo dia 12.
* *
333i tt*2*)
fl:l*o40
300.-989*936
tlorlnenio da alfai
Voiumes entrados com fazeadaa
t com gneros
Voiumes sahidos com fazendas
i com gneros.
idega
-----188
90
285
----- 373
Descarream boje 13 de jpaij.
Patacho inglexA/cm varios gneros.
Patacho norla-allem>dunadem.
Patacho americano Galenataboado.
Patacho inglesfoerfomercadorias.
Lagar ioglez/m'onideai. -
Brigoe inglezLauracanos de barro.
Barca inglesa Witch of the Teign canos de
barro.
Patacho americano -Caro/in*farinhi de trigo.
Patachj perluguezRestauracao mercadorias.
Brigue poriuguezLaia /.lagedos.
Despachos de exportacio'no dia 11 de
maio.''
No brigue hespanh >i CJora, para o Rio da
Prata carregaram : Araorim Irmos & C 20 pipas
com 9.600 litros de cachac.
No vapor inglez Olinda, para Liverpool car-
regaram : Soares Primos 80 saccas com 6,989
k lis de algodao.
Na barca (raneexa Vertdiana, para o Havre
carregaram : E. A. Burle & C. 40 sacca3 com
3,ltkilos de algodi>.
No navio austraco Calibre, para Mirselha
carregaram : Keller 4 C. 223 saccas com 14,005
kilos de algodao.
Na e-cuna norteTillemao Anna, para o Rio
da Prata carregaram : Jos da Silva Loy> A Filho
50 barricas e 50 meias ditas com 43,267 kilos de
assucar braaco.
No navio alloma) Augusto, para o Rio da
Prata carregou : Joaqun) Jos Gonjahes Beltro
550 barricas com 290.000 kilos de assucar brin-
co e 50 ditas com 5,874 ditos de dito raascavalo.
Na barca porigueza Vencedora, para o Porto
carregaram : Jos da Costa Mala 1 barrica com
100 kilos de assucar braaco e 1 dita c,m 50 ditos
de fartnha de mandioca ; Sores Primos 3 eaixas
com 29 caliles coro 58 kilos de doce de goiaba;
Antonio Loiz da Oliveira Azevedo 250 couros son-
cos salgado! eom 3,000 kilos .
" o vapor trances'Amatan, para Lisboa car-
regen: Joaqnm da Costa Martini 1 calxi c/m
30 kilos de doce seeo a 1 barrica com 60 kilos da
assucar mascavado.
CIRCO EQUESTRE
LARGO DAS MKCEIVS
Companhia brasileira, equilibrista, eqaestre, gymaastiea e
acrobtica.
DI HCTOR E ARTISTA
Sabbado 13 da mio de 1871.
Se o tempo permitlir haver o 1. espectculo com am escolhilo programan
pela prime'ra vez aestacapital, trabalhando o distinelo e sympatl>ico artista pernraibacaDo
pr.meiro equilibrista do Brasil Joao Tertuliano Ferreira de Magalb3es.
. Principiar as 7 horas em poni.
A bandelra naciooal arvorada no tope do mastro do circo, signal certo de baver
especlacalo.
Os bilhetes vendara se em casa da companhia ra da Santa Isabel o. 1, das fO
horas da maobSa atoa hora de principiar o espectculo, pelos prec >s seguiotes :
Camarotes para cinco, pessoas lOOO
Cideira> tanto para senhoras como para bomens 24000
,' Entrada gera! para todos t000
DOMINGO, SEGUNDO ES?ECT.iCULO, PRINCIPIABA.! A*^6 )tdRAS DA TARDE.
O prgramma dos sais espectculos quea^pafpnliia tem de dar consecutivos,
ser5o sempre variados e nos dias santo^e-ij mlSfi principiarlo sembr a* 6 horas da
tarde, e nos dias atis as 7 horj*r --"'SABBADO AS 7 HORAS.
do espectculo a porta do circo ser franca ao re&peiUvej pu-
co deita Ilustro e generosa capital, da qaem espera toda protec,So.
t






##'.
DarU da IVtruaaibmw ~ S-ibUdo 13 d Maio de 16U
II
AVISOS MARTIMO*.
.....ii
Ibranhao.
late cana para o porto Mima o plhabote
flnriiWdi a trittr cora Tasso Irraios 4'C, a
na 4 Amor ira 37.
llha Je 8. Miguel
Para a porto cima segue at 30 do corrate o
pa! nabo te Goltni: para o resto da carga e pas-
sageiros, trata) &>m os teas consignatarios, Joao
ao Bogo Lima 4 Filtao, i roa do Apolla d. 4.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
, i eoatelra por vapor
Macei, encalas, Penedo e Aracaji.
O vapor nacional Mandak
eommandante Julio, seguir
?tra os portos cima no da
5 do correte as cinco ho-
ras da taro>.
Recebe cana at o dia 13, encommendas, pas-
sageirove dinheiro a brete at s 2 horas da tar
de do d* da sa'aida: no escriptorio do Forte do
Manean. II
Oampanhki americana e brasilei-
ra h paquetes a vapor.
Al o dia 15 do correte esperado de New-
York por S. Ibomaz e Para o vapor ame-
ricano Merrimock, o qual depois da demora do
cosame seguir para os portos do sai.
Para frotes e passageos, trata-se cora os agen-
tea Henry Forster k C, roa do Commercio n. 8.
LEILOES.
LEILAO
de 10 caixas coniendo 500 latas de ervi-
lbas, 100 saceos com farit.ha de man-
dioca, e 50 barris maoteiga fraoceza,
sendo metade inteiros.
A 15 do correte.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio desta cidade, a requerimento
do depositario da msssa fallida de Jos Mara Pal-
merca, o ageaU OUveira far leiiio dos gneros
snpra declarado?
SEGUNDA FEIRA
principiando as 10 boraj da manbaa em ponto,
do armasen) de Sr. Annes, defronte da arcada da
alfandega.

IIILIO
de relogios nevos e americanos de differentes l-
mannos e qualidades, de parede e de mesa, 1 re
ogio grande de madeira para amostra,' caixinbas,
vjdros e molas para relogios, 1 variado sorlimento
oe ferraroenia para relojueiros, 2 mesas com ga-
vetas, 2 armarios, 1 balcao, 1 grade e 25 garrafas
com cognac
Segunda-feira 15 do correte s 10 horas
Na relojoaria
da ra da Imperador n. 30.
O agente Pinte, aatorisado pelo Sr. cnsul de
Franca, levar leilo, em presen ca de seu chao-
celler, e por coala e risco de quem perlencer, o
fcaicao, relogios e mais objectos cima declarados,
pertencenles ao espolio do finado Achules Angla-
da, e existentes na casa da roa do Imperador n.
30,onde se effeotuario leilo, s II horas do dia
cima dito.
Na mesma oc;asiio vender-se-ha tambera roapa
usada e outros objectos pertencenles a oulros es-
polio.
Da importante e bem conhecida loja e fabrica de chapeos de sol da roa do Bario da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
0 dono daquelle estabelecimento, quereqdo acabar com elle at o flm do corrente anno, convida aos seas numerosos
fregaeies a aproveitarem a circrjmstancia para munirem-se por barato prego de todos os objectos existentes no mesmo, constando
de chapeos de sol de todas as qualidades, tamanbos e feitios, tec.dos, armagoes e mais aviamentos para os meamos, armas de
fogo, entilara, bengalas, chicotes, e ama inBnidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afladores para navalna de J.
Pradiqes, premiados Bas exposicoes de Pernambuco, Londres e Paris.
MANUEL Q.
aiisfaclo de participar aos seas numerosos fregaezes, que em tmU de ser-loes mais
Teaa a
_ sansfaclo de participar aos seas numerosos freguezes, qae em vista de ser-Ibes mais comaaodo, tem
estabelecido orna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recito 1. 9, beje roa do Mrquez de Olinda,
onde achario os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os presos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmeite aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel snas encommendas, pois poderSo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
mares as lazendas que a demora da fabricacSo bem diminuta,
"> **l l?*J t >**l> <*1 v)
fl RVA DO BARAO DA VICTORIA 'A
Neste novo armazem tem um
cariado sortimento de fazendas
francesas, inglezas, allemlas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
(rancezas, de todas as
qualidades, brins de
:res e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
lata.
DB
ARRUM RMAOS.
RA

Le) So
DIVIDAS
Seganda-feira 15 do correte, ao meio dia.
O agente Pinto levar novamente e pela ultima
vez leilo por despacho do llm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio as dividas activas da
massa fallida de Cypriane Aves de Souza,
na imporlanci de 3;151*1I0, servindo de base a
offerta obtida no leiiio do dia 11 do corrente, de-
vendo n aquella occasio effeetuar-se a venda com
qoem melhor off-na flzer.
O leilo ser effeetnado ao meio ia do dia 15
do corrente, na loja da ra do Imperador n. 30,
por occasio do leiiio do espolio do francez aq-
glada.
Sarioda Victoria
ailiga mi
nova
N. 41.
Assim como tem orna grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparos qae ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qae
pela sos promptidio e perfeicao
nada deizam 1 desojar.
Roapa de todos os
amachos para boment
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras qae ha
na Europa.
RA
Bario da Victoria
ai tija roa
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
iendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seos numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
1I0 se tornar massante
Thomaz de Figueiredo pode ser procurado
para demarcacao de trras, nivelameotos, plantas
e tudo mais qnanto. fdr tendenw a sna proflssao,
no Recife roa larga do Rosario n. 21, 2. andar,
para onde podem os pretendentes dirigir seas con-
vites.
LNLIO
de 200 saceos com farinha de mandioca
Segunda-feira 13 do corrente.
O agente Pestaa fara leiiio por conta e risco
de qnem pertencer, de 200 saceos com farinha de
mandioca, as quaes serio vendidas en 1 ou mais
lotes, no dia segonda feira 15 do. corrente, s 11
horas da manha, do armazem do Aunes.
de 200 barris pequeos com peixe
TERgvPEtftA
13 (lo correte
Serio vendidos ptlo age.Lte Pestaa, em leiiio,
no dia terca-feira 16 do correte, por conta e risco
de quem perloncer, de 200 barris pequeos com
peixes, em 1 ou mais loles, no caes da Alfandega,
armazem n. 3 A. _________
Liar
de mobilias de Jacaranda a Loiz XV, com lampos
de pedra e sem ella, ditas de amarello, consol
avnfsos, commodaa de amarello, guarda-mapa,
guarda-vestidos, 1 piano de Jacaranda com encl-
lente voz, machinas de costaras, gnarda-lou^a,
rcesas para jantar, I cofre ioglez.camas para casal)
apparadore?, sotas, mesas redondas, cadeiras ame-
ricana!, ditas de amarello, esiantes, mesas para
escripia marqueza, camas de ferro, marquezoes,
lonca para jamar, apparelho para almoco, copos,
clice, candieiros a gaz e truitos onlros ob-
jectos
TERgA-FEIRA
i lo corrate.
O agente Pon.ual, lompeuntemente aulorisado
por urna pessoa qae retiran se para a Europa,
vendar em leiiio os objeets cima mencionados,
00 armazem da ra do Imperador n. 16, 3 11
horas em ponto.
D-se 400* sobre hypotheca
roa do Duque de Caxias n. 41
a dirigir-se a
Segaros conlra-fego
COMPANHIA
NORTHERN.
O verdaieiro vinho
DA
BIAIKIIAEM
O Campos da roa do Imperador n, 28,
tem a satisfac9o de avisar muito particular,
aos amantes do j bem conhecido vinho da
Rairrada, que est naunica posse d'oma re-
messa desse nctar, vindo pelo brigue So-
berano, e qae nao vio por annuncios bom-
bsticos, que sao ardis muito de proposito
inventados, para oelles cshirem os inexpe-
rieotes.
Assim pois, aqoelles que quizerem sabo-
rear o verdadeiro nctar das vinhas da
Rairrada, nao tem mais que dirigir-se ao ar-
mazem do Campos da roa do Imperador n.
28, onde encontrSo amostras do dito vinho
que se darlo lambem para as casas particu-
lares.
Vejara e examinem........
Cuidado com as imitares
Engmmadeira.
Preeisa-se de ama mumer qae eogomme bem,
e da-se-lhe bom salario : a tratar na- estrada dos
Afilelos, sitio n. 33, logo no principio ao entrar
E?lo Manguinho direita, ou a ra da Cadeia do
ecife n, 21, loja.______________________
Hotel da prapa
PATEO DA RIBEIRA DE S. JO^ NU-
MERO 9.
O bovo proprietario deste estabelecimento (ou-
tr'ora Hotel da Boa Fama) lendo. novamente orga-
nisado o, vem mu i respeit )samente participar ao
respeitavel publico, qae os seas freqaentadoret
podero apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e lambem recebem assiguantes e se en-
carregam de mandar comidas em qualquer casa,
todo por preco commodo.
f. 9Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9.
tm no o
Boa do Bamo da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casas
do costume.
Bilhetea garantido* da pro
?lacla.
O abaixo asaignado acaba de vender entre ot
sea muito felizes bilhetes a sorte de 5:0004000 em
bilhete inteiro n. 2154, a sorte de iOOjOOO em um
qnario de n. 74, e um bilhete inteiro de n. 743
com a sorte de 1004, alm de oulras sertes meno-
res de 404000 e 204000 da lotera qae se acaboa
de extrahii (191), podendo seas possaidores virem
receber, que promptamente sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel pnblico para virem ao seu estabelecimenk
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nac
deixar de tirar qualquer premio como prova peloi
mesmos annuncios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 1* parte das loteras em beneficio da
igreja matriz do Granito, que ser extrahida no
sabbado 13 do correle.
PRECOS.
Inteiro 64000.
Meio 34OOO
Quarto 14500
De 1004000 para cima.
Inteiro 54400
Meio 24700
Quarto 14350
Joao Joaquim da Costa Leiu

f
Arrenda-se o engeoho Carnario ; moente e
corrente sita na freguezia de Santo Amaro Jaboa-
tao, por um cont e qoinbentos mil res ananaes,
por seis annos, com seis contos de reis a vista :
a tratar no mesmo engenho ou no Recife : roa da
Pecha n. 5, 1" andar.________________
Precisa se de urna ama : na ra
de S. Francisco n. 54, para comprar
AMA
e cozinhar.
Capital........20,000:0004000
Fundo de reserva .... 8,000:0004000
Agentes,
Mills Latkan de C.
RA DA CRUZ N. 38.
m
Precisa-se de nma ama que saiba
engommar, sendo para casa* de ponca
familia, preferindo-ae pessoa j de ida-
de : quem esliver nestas condicfos di-
rija-se na do Livramento o. 8, qae achara cora
qnem tratar.
Hontem 9 do corrente, a noute, fei escondi-
do ou desapparecen um cacborrinho fraldeiro, de
cr branca, orelbas pooco amarellas, cabellado e
com os cabellos das mos cortados, com carao-
nhos nos ps, respondendo ao nome de Ruff. A
pessoa que o devolver na imperial fabrica de er-
veja, ra do Sebo que ser bem recompensada.
f*erauumaeo Mreet Rallway
CoMpany
De ordeo da directora convida-se aos Sn. ac-
cionistas desu corapannia a realisarem, dentro do
prazo de vinte das, a terceira entrada de 20 /
do valor das aceces no escriptorio de H. Forster
di C, roa do Commercio n. 8.
Reeife, 1* de maio de 1871.
H. H. Swift,
Asaistant Treassarer.
Precisa-se de ama ama para lodo o
servico de ama casa de familia com
tres pessoas : ra da Conceicao nu-
mero 37.
AMA
UlO
do sobrado de 3 andares n. 7 ra do Se-
nbor Bom Jess (outr'ora ra da Cruz
(fUARTA-FEIRA
24 do corrente, s 11 horas em poni.
O ageole Pinto proceder leiiio, a requeri-
ment) dos herdtiros da finada D. Joanna J. M.
Pires Ferreira, e par mandado do Illm. Sr. Dr.
j1 uiz de orpho, da casa de sebrado de 3 andares
Jamada Cruz n. 7, is 11 horas dodiawima
Jito.em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
* AVISOS DIVERSOS.
Pegunta innocente
-il?a-ai0d.,,,*'per* P"*waociar o forne-
cimento de medici.roentoi par* a enfermarla mili-
tar permanente diu cWaiipda qnem
competir.
Precisa-se d ama ama
jahar na roa
All A Precisa-sede ama ama para engom-
a.aux mir para dQjj pessoas: traur na ra
do Imperador n. 79, loja.
Hotel da praca
PATEO DA RIBEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
N le novo hotel haver todos os domingise
dias santificados boa mi de vacca ; >ssim como
ha todos os dias pela manbaa excellente papa da
bem conhecida gomma de milno de Glasgow e
New York, sendo este nltimo alimento mais bara-
to qne em outra qualquer parte. Previne-se qae
o cozinheiro desta easa leve bom mestre e emen-
de perfeitamente de sua arle.
N. 9Pateo da ribeira de S. Jos-N. 9
Na ra do Corredor do Bispo n. 9
precisa se de orna ama para carregar
urna criapca.__________________
Joaquim Lopes de Almeida
D. Rila Mara Firmina de Almei-
da, Joaquim Lopes de Almeida J-
nior, RiU Mara de Almeida No-
gneira, Mara Francisca de Almei-
da Gomes e sens filbos, Esmeoia
Lopes de Almeida. Joaquim Bap-
tista Nogueira, Mara Lopes daLapa, Antonio H. de
Almeida, Mara da Conceicao de Almeida, malber,
(libo, filtias, nf tes, georo, irmaa e sobrnhos do
fallecido Joaquim Lopes de Almeida, agradecen) a
todos os senbores que Ibes fizeram o obsequio de
assijiir ao seo funeral, e de novo os convidam,
bem como a tolos os seus amigos e do fallecido a
assitirem a missa do stimo dia, que ha de cele-
brarse na quarla-feira 17 do corrente, as 7 horas
da manbaa, na matriz do Corpo Santo.
1 1 i 1 Hm*mm*mmmt9m*mn*
Gozinheira.
Precisa-se de ama: tratar das 9 horas da ma-
nha s 3 da tarde na ra estreita do Rosario n.
17, l" andar ; e das 3 em diante n roa do Mr-
quez do Serval, otltr'ora da Concordia n. 99.
Na reini.oao
da ra Direita numero 22 precisa-se de nm for-
nalbeiro.
a*.
viuva, filbos e genros de Francisco Jefe Al-
ves de Albuquerqoe agrad tes e amigos qae aeompanharam a sua ulma
morada, de novo os convida para a missa do 7*
da oue se celebrara segunda-fera 15 do corre-
te at*7 horas horas da manha na capella do ce-
raitero publico.
MOFINA
Raga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qne V. S. se comprometten reali-
sar, pela- terceira chamada deste Jornal, em fina
de dezembro prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e nada enmpro,
e por este motivo 4 de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mala de oito annos, e quando o senhor sen
tho se achara no es 1 111 .
A Sra. Mara Candida Vilella, professora
particnlar, qne morou ou mora em N. S. do 0'
em Goyanna. rogada a vir ra do Cabug na-
mere IB.____________________
Precisa-se de orna ama qae
saiba cozinhar e comprar com
perfeicao, para nma easa de
na roa da Aarora n. 84, 2 andar.
pouca familia
Serra do Pontos
Parabyba do Norte.
Pede se ao Illmo. Sr. Antonio Lelis de Soma
Pontea, qae qaeira mandar ultimar o negocio de
sen interesse com os abaixo asslgnados nesta ci-
dade, que pedem desculpa de nao ir ou mandar
la pela grande distancia e incommodo que Ibes
cansa, como pela incerteza de o encontrar.
Recife, 28 de abril de 1871.
Tasso Irmao?,
Em liquidacio.
Cozinheiro.
Precisa-se de um cozinheiro : na ra da
rentina n. 20, fabrica de serveja.
Fio-
^laV
0 Sr, He.mo Cbaves de
8ouza
Por se ignorar sua morada, pede se-lhe qne
chegae ra do Amorm n. 37, concluir neg*
ci de seu interesse.
_______________ Tasso Irmaos & C.
Aluga-se o 2a andar da roa de Aguas-Ver-
te n. 86 : a tratar na loja de calcado da ra do
Livramento n. 25.
AMA
Predis-se de ma pan casa de
pequea familia : na ra estreita de
Rosario n. 32, 3#anJar;
Precisa-se de urna ama pa-
ra todo servico de casa de fa-
milia pequea : tratar na
roa da Iroperatriz n. 13, sobrado._____________
AVISO.
Pede-re aos senbores passageiros qae teem tra-
tado passagens na barca Vencedora, o favor de vi-
rem legalisa-fas e trazerem seas passaportes at o Custodio Jos Alves Guimaraes, uoieo socio ge-
dia 13 do corrente ao escriptorio de Soaros Primos reate da casa commercial de Guimaraes, Pontes
ra do Vfgaro n. 17, porque o .navio sahe sem & C, de
Arrenda-se nma easa cora grandes commo-
dos para grande familia, na Capunga, ra das
Pernambucanas n. 44 : a tratar no Chora-Meni-
nos com Jos Antonio Marques.______________-
Aluga-se o 3.* andar e sotio do sebrado da
roa da Imperatriz n. 14, com excellentes commo-
dos para urna grande familia, tem a vantagem
de ter agua e gaz encanados, e pintado de novo,
aluga-se tambera a loja do mesmo sobrado ; a tra-
tar no 1.* andar do sobrado da ra do Vigario
n. 1.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (outr'ora roa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
lizas bilhetes nm meio n. 2062 com 460*000
um quarto n. 2915 com 100*000, dous quartos n.
74 com 100*000 e oulras sortee de 401 e 20* da
lotera qae se acaboa de extrahir (191a), convida
aos possaidores a virem receber na conformidade
do cosame sem descont algum.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
1.* parte das loteras, a beneficio da matriz do
Granito (191a), que se extrahir no sabbado 13
do corrente mez.
* PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porgao de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Maooel Martin* Finia.
Aluga-se
ama casa e sitio, otn commodos para famifia, ten-
do algamas fructeras, capin para 2 a 3 ca val los
e algamas flores, terreno excellente para bortali-
ce; o sitio lodo murado, com excellente cacimba
e doos tanques junto de nm grande copiar, moito
perto da estaco do caminho de ferro, e pela porta
passa o mnibus que val at Jaboatao, na roa
de S. Miguel nos Afosados: a tratar na roa da
Imperatriz n. 8, armazem.
A luga se
ama pequea easa ao beccj do Fundi a. 5, en-
trada pelo n. 5, roa da Glora, boje o. 44, rna Vis-
cond de Albuqnerque : a iratar na rna da Im-
peratriz n. 8, armazem.
Aloga-te nma es;ra* qae
lavar para casa de pouca familia
deia-Velha n. I, 2* andar.
sabe eo'iahar e
: na rna da Ca-
Muita attenpao
Antonio Jo- Alves de Brito, previne aos sei
amigos e especialmente aos do respeitavel eorp<
do commereio, que nao se re eros, ou dinheiro que em sen nome vio pedir/
embora com documento apresenudo, por queol
quer que seja, visto constar-lbe qae Ihe esli fur'
lando a firma.____________^^___^_
Novo Mez de Hara.
Est para chegar da-Corte om novo mez e
ria composto pelo conego Dr. Manoei da O
norato, e approvado pelo Bxm. Sr. Bispo do
Janeiro. Esta obra torna-se recommendavel
novo methodo adoptado pele sen amor, e pe;
portancia de sen aisumpto, pois nella se contera
toda a vida de Mara Sanlissiroa. Lego que che
ue a esta cidade ser exposto venda em easa
e Nogueira 4 Medeiros. __^^_
Chapellerie desdamos
Este eslabeleciroento previne s Eirnaa. senho-
ras qae acaba de receber pelo vapor Sinih om
lindo sorlimento de chapeoa para seiboras e me
ninas, tornando-se recommendaveis pelas lindas
formas, qne sao mais elegantes que o dos (amigos)1
Tiroliens : portante rogamos s Ernas. Sras. qne
qaeiram visitar nosso estabelecimento, qne se'1
acha aborto al 9 horas da noite, aood encontra-
rio os chapeos de mais gosio qae tem apparecido
actualmente.
Chapellarie des dames, rna do Cabog a. 12
_________________1* andar.
Cozinheiro
Pag-se bem a nm coziaheire o a nm servente
too hotel francez, rna das Larangeirae n. 10.
Attenpao
Perganta-se a qnem souber responder se terto
ter se perdido a barca prrtugueza Znbmira, bem
assim se o frete, carregamento e navio est no
seguro ? Serio coasas de qnem esl feito f II
______________________Os papagates._________
Engmmadeira
Paga se bem a ama boa engmmadeira : na es-
trada da Ponte de Ucha, casa n. 2, antes da igre-
ja de S. Jos.
Moleqae.
Precisa se alagar nm moleqae de 14 a 18 an-
nos fiel e deligente para servico de creado : tam-
bera se compra : tratar na roa Nova 0.19, 1*
andar.____________^____________________
Irmandade
do Divino Espirito Santo
De ordem da mesa regadora convido a todos os
nossos irmaos a reunir-se em nosso consistorio
domingo, 14 do corrente, pelaa 9 horas da machia.
afim de cumprirem e disposto na ultima parte art. 102 do nosso compromisso, e em seguida da-
rem exeeucao ao qne ordena o i* do art 96 do
mesmo compromisso.
Secretaria da irmandade 10 de maio de it7!.
O escrivao,
F. J. dos Pasaos Goiaaries.
Sociedade provisoria phi
lotimia.
Por ordem do presdeme desia sociedade aviso
a todos os seas meabree, qne as se3es ordina-
rias foram rondadas para os dias de quarta feira
s horas do costme.
Boaventnra R. de Amoro,
Secretario interino.
me para nma pessoa.
Na rna do Tema n. li, 2
andar, precisa-sed* nma ama
qaeeozfnbe, compre eengom-
falta na dia 14.
que
da Florentina n. 3.
Precisa te de urna ama que tena eoa-
*. para tHamwir e Ki\r o*f r.eXooj : na
/neaSfataia-tofa n. 30.
PROTESTO
O abafxo assignado protesta o proeedimento tor-
pe qne tem tido Francisco da Costa Maa, pois
que anlborisaado a mea caabado Francisco Ma-
rnbo de Bairos para pagar um mea aceeite ao
Sr. Maia, e o meu canbado pagando-o em o dia
de seu vencmento (8 de dezembro do aono pr-
ximo paisado ) a importancia de reis 1:530*410
de qae eonsilva o referido aeceite, occorre qae
o Sr. Mata at essa dala nao o tem querido en-
trega/, peki que previne ao poblico, que niogaem
nTrncisa twmetooada loi/j.
^^^jyj<' Rcrnardino Vieira Costa,
cisa-se m^I
Ama deleite
Precisa-se de nma ama de leite, preferindo-se
sem fllho : na rna dos Gaaratapes n. C2.
Na loja de louca da ra do Imperador n. 46,
alm do esplendido sorlimento de chrystaes. por-
cellana e louca qae tem, receben ltimamente um
bonito sortimento de castlcaes pratiados proprios
para oratorios, que vende pelo limitado nreco de
1*200,1*600 e 2* o par. Tambera reeebeu ba-
das de louca de p de pedra, muito grandes, para
lavar recem-nascidos, e para banho de pessoas
adultas, a 20*, 28*, e 30* cada ama.
desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que esta promovendo a dissolacio da mesma
firma, e entrarrem seguida na respectiva liqni-
dacio ; sendo qae nio ha letras pelas quaes esteja
a firma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar dorante a mesma dissolucao e liqui-
dacio.
Adolpbo Ferreira Carneiro Jcs Julin Carnei-
ro e Miguel Raggio y Carneiro, irmios e sobrinho
de Camille S. Carneiro e Ernesto A. Carneiro,
fallecidos ltimamente era Bueoos-Ayres, convidam
todas as pessoas de sai amizade para assistirem a
urna missa, que pe'o eterno reponso das almas
dos fallecidos, mandam celebrar no dia 16 do cr-
reme, as 8 horas da niaohaa, no igreja do Corpo
Santo, pelo qoe desde ja se confes'am gratos. .
NUVENS
de Plinio de Lina
Irmandade do Divino Espirito Santo erecta
do Convento de Santo Antonio da
Cidade do Recife.
De ordem da mesa regedora, convido a todos
os nossos irmos para reunir-se no domingo 14
do correte peas 9 horas da manhia nj consisto-
rio da nossa irmandade, afira de eleger-mos a nova
mesa qae tem Je fanecionar no anno de 1871 a
1871
Secretaria da irmandade do Divino Espirito San-
to de S. Francisco 11 de maio de 1871.
O secretario,
Marcelino Augusto da Suva Villar.
*- O abaixo assignado declara que vai a Portu-
gal e deixa encarregido de seas negocios sos Srs.
Antonio Joaquim da Silva Brito e Joaquim Luiz
Ferreira Leal.
^^^^ Manoe! Goncalves Ferreira.
Officina de marmore
Rea da Cruzes nnaaoro lt,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
lj o palmo em qoadro.
Limonada e agua gazoza
Os Srs. Henriqae Leiden & C. teem a honra de
participar ao respeitavel pnblico, qne desde egora
sao promptos em salisfazer qualquer pedido nests
refresco, seja para negocio ou para particulares.
Lembramos novamente a nossa eerveja nacional,
branca e preta
Precisa se de urna ama paja cozinhar em
casa de pouca familia : na roa do Ca'rog n. 2 B.
Precisa-se da quantia de 2:000*000 com by
potheca em eseravos : quem quizer annancie pa-
ra ser procurado, pagando-se o premio qne fot
convencionado.
AMA
Precisa-se, para casa
de pequea familia, de
ama ama, que engomme
eande com urna menina:
iratar na praca da Boa-
vista n. 30, 2a andar.
ROUBO
Em aditamento aos objectos qne fcram ronba-
dos e Umbem publicados pelos jeraaes roa de
S. Miguel dos Afogados, da casa de Tfcemaz Tei-
xeira Bastos, mencionase mais os seguales :
1 chambre de chita com dezetbes r> de rosa.
1 caxinba de folba, redonda envernisala cor
de caf, com dinheiro de cohre.
1 castical grande com piogeole e pedra azul,
tendo spermacete de cor azul.
9 tigellas de lonca branca fina rem lores r<">-
xas e filete prateado.
1 sacco de chita de coberta 1 rodinba de rame Magneslnro que mui-
to se assemelha ao rame de prala
2 vidros redondos com nitrato de prata erysta-
lisado, para nso de pbotograpbia, nm dos vidroe
anda lacrado.
1 escova para cabeca, cabo de lualo.
0 Dr. Guilherme Naegeii, medie* cea- 9
lista de volta da ana viagem a Baha, con- 9
tina a dar consultas no sen eseriptario
no caes da Companhia Pernaaibacaaa,
Ht oas horas aeostumadas.
Feitor
Precisa-te de um feitor para traut de boj slo:
quom pretender dirija-se a roa d n. 29, oatrora roa da Praia, toe aehar cora
qnem tratar.
vifcv
20 A, loja.
Precisa-se de nena ama
para cozionar: na rna 1* 04-
Marco, on'r'ora de Crespo n.
Quem tiver achado um sobreindo asol, pan-
no muito grosso, collerinho de velludo, skio pe-
sado, feitio estrangeiro, fcil de cennecer nao
tendo outro igual aqu, qoeira levar ao aroaiem-
0. 52, roa da Cadeia, qae sera agradeede e gra-
tificado.
Perdeu-se na na Mrquez de OliMa (roa
da Cadeia) para Corpo Santo, 21*000 de sdalas;
se fjrem apanhadas por pessoa de cons ciencia po-
de entregar no armazem da roa da Cadeia 51,
onde receben rouitos agradecimentos e gratifica*
cao exigida. _____________^^ .
Precisase de urna ama livre, de meia idade
e boa conducu, para o servica interno e externo
de casa de muito pouea familia : na roa de Santa
Thereza n, 11.
AMA
Precisa-te de araa ama para engom-
mar : na ra Nova n. 21
fferece-se nma malber seria, e dn boa con-
data para servico de casa de hometPsoltelro :
quem precisar dos seas servicos di rija-se a roa
da Guia n. 53, primeiro andar.____________
Alaga se ama casa de dous andares com
grandes commodos para ama tamilis, ou para duas
separadamente, tendo sido recentemente construi-
da com todo gesto e asseio, tendo agua eneanada
e gaz: quem pretender dirija-so escadioha da
alfandega, armazem n. 5. ________
Roga-se a todas as pessoas que teem coocer-
tos na officina de cbapelleria da travessa do Ouvi-
dor n. 14, o obsequio de virem ou mandarem bas-
ca-Ios no praso de tres dias, do contrario serio
vendidos para pagamento do servico nelles feito.
Recife 12 de maio de 1871. m--_________
Precisa-se com urgencia de 400*000 par
serem pagos em preslacSss de 100* mensaes, me-
diante um juro razoavel: quem qnizer deixa caria
nesta typographia N. S.
CRIADA
D-se 30*000,aor nma criada qae trabalhe Cita
perfeicao : na rna de S Francisco n. 72, c >lleglo
i) agente de vies F. J. Piolo precisa faliai
com o Sr. Francisco Beze'rra Csvaleaote. e nao
tabeado sos residencii, pede ao masmo Sr. se
|*ge com|nree*r en tea escriptorio: mida
I Ornz o. 3.
Os filbos, genro e netos do fallecido Antonio
Roberto, tendo de.conmemorar o 1* eaattversaro
do seu passamenlo, rogara todos os pareares e
amigos do finado para assistir as missas de re-
oiem e memento qae bao de se rear na matriz
s Santo Antonio, sabbado 3 do torrente pelas
6 1|2 horas da manbaa, pelo que se eonfessam
desde j gratos.
- TaSSO IRMAOS EM L1QU1DACAO, por ig-
noraren! a residencia do IMm. Sr. Maneel Beraar-
dino Vieira Cavaleante, vem'por este meio rogar
Ihe o obsequio de eoJander-se ion) lt*- f m sea
escririorio rna do Amorm n. 37, a negocio de
interesse reciproco.
Furtarara de nma casa de familia om anel gran-
de de ouro com qualro otia^a-i. malo ntar dia-
mante esmaltado: julga-se lee sido furia do par ti-
tan escravo da cas, e por sso pede se a que
o comproa, ou a quem f 3^m
ta
leva lo roa estrena do Rosar
qae alm de se
coraftra, se dar 3-
tae.
AlJga-snaoas:i t. 1
na roa b S, Fraoc: -co e.

*



f

* **
D irio de Pernambuco SuLbado 13 de Muta de 1871.
COMPRAS.
Comprase un Ilion! Homeopitbieo pelo Dr.
G.'H. G. Jahr : *a iu di Cadeia do Recife n. 1.
Gotnpra-se urna casa terrea dentro da prsca, de
nlor de doua a trea conloa' de reta; qnera liver
San Teodor, qaelra deixar ra carta fechada a in-
ieacio de sua jnoradia. do pateo do Paraso n.
9, oq qualqaei ontro escarecimento, para ser pro-
carado.
V1NDAS.
Cimento portland
Yende-se o verdadeiro Cimento Portland : no
largo da Alfandega, armazem do Anne?.________
Batutas iuglezas
Atnaolhorea que tero indo a esto mercado, a
1*600 reta a- arroba : na roa do Amorim n. 39 e
tmeasa da Madre de Dens 15. _________
Opinia Nacional.
Vende -se collecccs completas, encadenadas :
na jivraria de tose Nogneira de Soma k C.
Sapatos de borraxa
Para senbora on rapares que calcem 35'e 36;
bonegains para homem a 4*500 rs. e um com-
pleto sortimento de calcado por preco mnimo;
roa Direita n. 15.

#R1
A arattazeau do
vapor Francs,
ra do llar5o
da Victo ra (ou-
tr'ora ra Wo-
?a) a. f.
A* araaaieaa do
vaa*rFraaaeez,
rna do Bario
da victoria (*-
tr'ora ra No-
ra) n. 9.
Veude-so remedio contra os callos, experi-
mentado por diversas pessoas, as quaes tem tira-
do bom resaltado; roa Primeiro de Marco n. 3
Santiga roa do Crespo) i rna do Mrquez de Olin-
la n. 50 A (antiga da Cadeia).________________
Libras sterliaas.
Vende-se no irraaiem de fazendas de
P. de Oiiveira 4 C ra lo Commercio n
Augusto
Agurdente.
Agurdente de caj e de taranja, team para
tender Cnnba Irmioa & C, na ra da Madre de
Deus n. 34.
TlRHe COLLARES
Vndese o verdaaeiro vinho de Collares, vindo
ltimamente pelo vapor Otittda, em barril de de-
amo; na roa da Madre de Dos n. 88.
mi its
DF
VJDAGO '
nico deposito
Pharmacia americana de
Feroira Maia# C, ra Du-
que de Caxias n, 57, ant-
ga do Queima^o.
Veode-se as habito de Aviz, um dito de
Chpsto e ama medalha da restaaracao da Caba,
todo por pre?o cwnmodo : na rna Nova n. '63.
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabam de chegar novas (ataras com importante sortimento dos artigos abaixp
mencionados a presos raais resamtdo qae possivel.
Sestinha! para braco de meninas.
Balaioa para costara.
Botinas para sentiolasduraque branco,, Sesos d'arame pratiado para fratase
preto e de ontras nanitas cores eseolbidas pao a'meaj
do ultimo gost) da moda. i Ricos artigos de phantasia necessarios
Botinas para meninas igual sortimento. para toilheiese proprlos de presentes.
Sapatinhos e salto para senboraduraque Jarrle boaqaets de porcelana para san-
PARA
vestidos, com gnade variedade de core,
240 rs. o covado m '
Na roa Primeiro de Marco (outr'ora do Crespo)
n. 13, loia -das Columnas, de Antonio Crrela de
Vasconcelloa.
Couro de bezerro
Muito novo e ltimamente chegado vende-se
em casa de S. p. Jonetoo & C. : roa da Senzala
Nota n. 40.
CAIiCADO
tas para senhoTasduraque 1

ATTENQAO
Vende-se ama jardtoeira de Jacaranda com
lampo de pedra quasi nova, por marto ponco di-
nheiro : pessoa qae qaizer dirija-se a Olida
na roa do Amparo n. 29, casa terrea.
Aviso aos Srs. de en-
genho.
Tbeod Cbristiansen, roa da Cruz n. 18, enear-
rega-se de mandar vir formas para assacar, de
ferro gatvamsadc, stanbado e pintado, aos precos
da fabrica. Tambero toma encommendas para
quaeaqaeT instrumentos e machinas para a gri-
coltora____________________________________
Sementes novas de
hortaliza.
Na loga de Ferrira GuimarSes A C. roa
_______Doque de Caxias n. 95.
Veode-se a 3*000 o sacco de feijo molati-
nno, com faro no mpiche Fontes no Forte
do Manos n. 6.
Aos cigarreiros
Papel 'de roiluo e ama, chegon ra do Mar-.
quez de Olinda n. 15.
CtBMIlE
lioidacao
Peca de algodao azul 55 covados por 5000
or roa do Crespo n SO, loja do uilherme.
Vende-se a 10^000 a barrica : no arwazem da
bola amarella no oitio da secretaria da polica.
VENDE-SE
a banda da -barca ca Bom Suecesso : a tratar na
4o Mrquez deru. Olinda n. 21, toja de miudezas
Mulla.
Vende-se uma-mulla muito bea para cabriole!,
carrosau sella, grsnde, nova e-esta bem trauda:
para ver e tratar na roa do Sol, cocheira n. 37.
Veade-se uin terreno de 1,000 braca* de
reate e 1,900 de fundo, no logar de Jatob; termo
de Agua Preta, com proporcSes para um bom en-
gento, wsto serem .as trras de muno boa pro-
dcelo e acar parto da estaco da via-ferrea ;
sendo que, atando o.mesmo terreno Jiypotfieeado,
o respectivo eredor otervir na venda : qurm o
pretender dirija-se rna do Bom Jess, qaU'ora
ra da Cruz, no fcairro do Recife. n. 38.
Madapollo
A 440)00 a peca, fazenda de 64500.
A 5*600 a peca, fazenda de 7*500.
A 8*000 a peca, fraooez, aoperior.
Ha loja de Gaspar Antonio Vieira Guimares,
rna Duque de Caxias o, 43 {aega do Queimado
amero 1). .
ticor de alcatrao de Goyot a J<)600 o
frateo.
Para cara de catbarros da bexiga, vas arma-
ras, polm&es etc. Vende-se na botica Popu'ar da
na da Imperatriz o. 77.
Vende-ee nina armacao no pateo de 6. Jos
n. 31, propria pan qualqner prineipiOte; a ca-
ta bastante afregaeza* para trra : a tratar Da
mesraa.
KM-MtRfM
GUA DE VICHY"
DAS
Pontee
Hatertre e Celesns.
Veode-se em grosso e a re'albo
no armazor 4a rna do Vigario o. I i
:nniiiimm[
Venl?-e d,.u! ca^it.-i a.fddof w -rre-
ix do Ri|* o .
wk
*/?)
pret >, branco e de cores, e de couro de las
tro.
Botinhas para enancas, proprias de bap-
tisadw.
Botinas de diversas qaalidades para ho-
mem.
Botas russianas para montara, tanto in-
glezas le couro da Russia para viagem
como franeexas de Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 6
anios,
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de
maieira, preprios para banhos.
Sapatos de borracha para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de dfferentes modelos,
mni o bons e fortes para atoamos e meni-
nas.
Sapatos de tpele, avelludados, Cbarlot,
casimira preta, de tranca portugueses, para
homens, nhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos,
opta as, aguas de Gologne em garrafas de
crystil para aresentes, agoa divina, agua
florida, deotrfrice lavando, agua de toilet,
tintura para barba e cabellos, pomada non-
gtorse para bigodes, pos de arroz e sato -
notes, ludo isto de primeira qualidade, dos
fahricanies Coadray, Piver e Lubia.
Quinquilharias
Laves de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes donrados para salas,
qusTtos e gabinetes.
Leqnes para senkoras e meninas.
Joias de onro, brincos, transetms, pul-
seiras, sotoes de pannos, de abertura, cor-
rentes e chaves le relogio, todo de onro
bom de le.
Brincos de plequ imitacao de onro.
.Correntes para relogio.
Abctoaduras para colletes e par-a ipunhos.
Albuns de 'rollado e marroqu ipara re-
tratos.
Hammadotras de /idro para enancas.
Caixinhae de costura, novos modelos com
msica, propnu para presentes.
SoadrUme donrados para retratos.
uucas n sapatinhos de lia para criancas.
Capellis para noivas e para pastoras de
preupios
Caixintias com vidros de augmeito para
?er-se em ponto grande a pnotographie
dos retmios.
Ps de vidro para pianoe.
Tnesourinhas para eos uro e unbas.
Bolcinhas de seda e de celado.
tuarios.
Registros de papel fino mal delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Moldaras doaradas para quairos.
Estampas de bellas paysageos de cida-
des, de figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha. -.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de dar-se corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e cha
ratos. x
Gravatas de seda pretas e de coras.
Bengalas de cana com castes de marfim..^
Bitas de baleia, janeo e de maitas qaali-
dades.
Pentes finos de marfim para caspa*.
Escovas para fado, para cabello e para
denles.
Lunetas ou pencinez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac
Oculos de prata donrada e de aoo.
Reverbero transparente para candteiros.
Ditos para laiternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperma-
cete. -
Gordas pan violao.
Port-pratos para mesa.
CaiKinbas de diversos modelot e precos.
ljjectos novos de mgicas o melhor pos-
sivet, para divertir meninos,-
Metas, saceos e boloas para viagens.
Cstojos de viagens, completos com nava-
Ibas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de maitos modelos, de janeo e de
baleias.
Lavas de 8e de Escocia brancas, e de
cores. ,
Ditas de enmarca amarellas.
Machinas pera fazer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
c5es de festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, vsperas,
rodetes, bagatela e outros jogos allemes.
Estertoscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou aecordions de todos os la-
madnos e novos modelos eom tremolo*.
Realejos pequeos com novas mosteas.
tiosmoramas de varios lmannos, com
dfferentes vistas mui pitoreseas.
Brinqnedos
O maior sortimento que se pode desejar
de todasorte de brlnquedos fabricados em
diversos paizes da Europa para entrete-
mento das criancas.
J-v
CABELLEIREIRO
A TRANCA MONSTRO
Eua Duque de Casias n. 59 1 andar
Kalo para cortar, barbear-, frisar e ungir os cabellos com aceio
e perfeic^o.
Recebe-se encommendas de todas as qualidades de posticos, tamo para a provin-
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
KIIVG OF PAI1V o re da dor
VJL-RJL USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
OVA PBLICACO
jflITSlCIi
Phantezia Polka..
Acaba de p ubi i car- se esta lindissima peca
de msica para piano, composicJo do insig-
ne e Ilustre maestro.
Ja Smoltz.
Acha-se i venda no bem condecido ar-
marem de pianos e mosteas de Antonio
J*ede Auvedo,ti roa Nova n. II, boje
BarSo da Victoria.
_____ Proco 2*000
N senhoras.
A' cbapearia da roa Primeiro de Marco n. 6,
acaba de chegar da Eurepi, pelo ultimo vapor,
om lindo e variado sortimento de chapeos e cha-
pelmas da ultima moda para senhoras, que se
vendem por precos multo rasoaveis: na mesma
chapellaria ha um grande sortimento de chaqos
de todas as goalidades para homens e meninos.
Machina para costura
Vende-se nma achina para costura, em per-
Jeito estado, por preco commodo : na rna de S.
Francisco n. 81
Ferro galvanizado.
Vende-se ferro galvanisado em folbas de dille
rentes tamanhos : em casa de Adamson Howie &
C, roa do Commercio n. 40.
. Vende- se por preco mdico nm terreno ex-
cellente para edificar-se om engenbo, qae tera de
trabalbar cora agua, tendo j Jeito pela natnreza
mor parte do parodio do acode. O terreno de que
cima trata-se contera bastantes matas virgens e
fntig >s partidos de plantacao de canoa, os quaes
aerviram a nm muito antigo engenbo qae all
bouve, e contera para mais de meia legoa de leste
ao oeste, e de pouco menos de sol ao norte : quem
pois quier (aser negocio lio vanujoso, dirija-se
lo propretario do engenbo Velbo da fregneria de
laboatao, que far todo negocio.
Armazem Dos Irmaos
RA DA PENHA N. 8
Gaz a 3S0 rs.a garrafa.e 6^060 a lata, vinho Fi-
foeira superior a 500 rs. a garrafa a 34400 a
aada, arroz o que ha de melhor a 100 rs. a libra
e a 3# a arroba, tooeinho a 500 rs. a libra, pas-
sas e figos snpeiiores a 3M rs. a libra, doces sc-
eos, dem em calda, marmelada fina, lombo de
porco assado, linpica fina prompla, latas de todos
os tamanhos eom bolaebohas e bicontos de todas
as qualidades, ameixas francesas em caixinha,
rrascos, e latas diversas, vinho Borda ux francs a
WO rs.' a garrafa e a 64 a caixa, e ontros muilos
gneros que se vendem a pTecos razoaveis.
Nao leam
-^240 rs. o covado
Organdys o maismioderno possivel, para vesti-
dos : na ra Duque de Caxias, antiga d > Qaei-
mado, n. 6?.
Grande
LIQUIDAGAO.
Na ra do crespo n. 20.
Lola de 4-ullhcrrae.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Ditas riscados pruesianos a 280 o covado.
Ditas chinezas para cobena a 240 o covado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 280 o co-
rado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas hispo lisas (loas a 3J a pc;a.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*S0O
a peca.
Dita Victoria, a 4da peca.
Hnssolioa branca, a' 400 rs. o covado.
Madapolao franeez, a 64 a pera.
Dito ingles de bom a especial, a 44000. o, 64
e 74 a peca.
Algodaosiabo a 34, 34500 e 44 a pe;a.
Alpaea de cor com listas, fazenda sopenor a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miadas matsadas a
500 rs. o covado.
Dita preta cora flor bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padroes miodos e modernos a 360
tt. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo embainhados a 44 a dazia.
Chila, fazenda bem eonheeida pela sna fortdao,
mais larga qae chita para roupa de esrravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 14500 o covado
Cortes de casemira de cor, 34*00, 44 e ?*.
Cortes de meia casemira, a i 1100.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de list, a 320 rs. o co-
vado.
Algodao iargo merca T a 54 a peca.
D-se amostras com penhor.
ATTEIiO
I
Ra Nova u. 22
Para este estabelecimento acaba de chegar um
riquissimo sortimento de objectos, todos novos, os
qnaes sao das segointes qualidades :
Machinas para fazer caf, em cinco minutos, a-:
quaes faiem o caf enm todo o aroma, e com me-
nos quantidade do que se costuma a osar, por se-
ren de aro systema inteiramente moderno.
Estas pegas importantissimas podem tamben) se*
vir para cima de mesa, sendo os seus precos de
cinco at cero mil reis.
As explicac5esparafazer-ss o caf veem empor-
tnguez e inglez.
Tare bem ha para vender neste estabelecimento
requissimas esleirs brancas e de cores, p.ara fer-
rar sala, por precos muito baratos. Bem como
maito boas vassouras para lavar casas ladrilhadas
aasoalhadas, as quaes sao de qualidade inteira-
mente nova ueste mercado.
Para

DiKrtiM, flu o da tuign, a nm di*.
Dar de eab;i, e dM>w i* Olvide a
ii*$ minuto.
Dar d4ente, tm iub innto.
KanralfU, em eiaae minutoa.
StaloMetM, a viaUniato*.
Oargarntaa Uehadaa, n dM minutoi.
Crtit VM Uta inUrmiUnU, Mnita,
Da aaa coiU noa ladas,m im
TtiaMpwifoaMartfradaa,** ta i
FUwaaU, am di*,
vdw astkam.
Morrtaidn broneWt*
Tnflwagae riaa,
DvapaptU, erTs^elaa.
Ifwwtkids flgae.
PilpiUgle RESERVE SEMPSE ESTE IUSMEDI0 EM SUA FAMIU
m A* MUSCAS SE APRESENTAM, 4JUA1TDO MENOS SE ESPBRAM,
OLEO ELEOTRIOOO "KINQ 09 PAIN" (O re d* dar) inleU* podUramenUdlartp* a* e dlAnMef
mAtftiu e dore*, e *UM* xuij o* loOMmetitoi e produ nm mal* ^crfelto eqollltuia ne tyitema banuuto, o \ae alad!
pode eSeotou no mermo Urnpa. eom qnalqaar ontro remedio medeclnal.
U multo popuUr remedie eit ajor n&ndo-ee feraljpenta, <>el ratio que mlOiare de pimu
aaatl* com o dito remedio pelo Dr. Qreth e ontroi mal*.
B*te lntfortante remedio nio oaereee d*m. curar todaa a* doengaa, porea tio tmente para aqneUu ettl
aaa hohu dk-eo^oe*.
EaU operiodo no* principio da ehlmlea a da electricidad por lata, eU appUeaval par* o enrameato mr*t
nr5o da e DISCURSOS E DIVERSOS ESCRIPTOS
PELO
Dr. Aprieto Jtisfi.laao da Silva
CiuIaMarief.
Lente de economa poltica a faculdade de
direito do Recife,
NATURAL DE PERNAMBDCO.
Um vol. de 480 pag* ntidamente impresso, na
lypographia de C E. Mullen.
Acha-se no prelo, e assigna-se ra do Impe-
rador n. 27,1* andar.104 cada exemplar.
O autor collige slgans de seas discursos, qae
tio benvolamente bao sido aeoihidos por amitos,
retocando-os e announdo-os ; e incluo no seo li-
vro alguna esoriptos, qae sappoe interessarem,
embora francamente, i Juta de ideas em qae o
pait ae vai empenbando : precede ama longa in-
trodnecao.
Q 4ivro nao tem a cor de urna poltica de parti-
do com relacao ao imperio ; e ira tem a cor de
ama poltica di Uberdadt, que e ser sempre a
dos homens de bem de todos os bandos polticos
de todos os paizes.___________. _________
Vende-se
doas casas terreas em chaos proprlos, em bom es-
tado, om gaz e agua do encanamento, junto da
estafo 4 Maoguinho n. 29 e 31 : tratar na
rna da Soledade n. 2
0 NARH0R1
E' no-elegante armazem junto ao Diarto, que
qualquer chefe de familia fornece sna dispensa de
melhor que existe no mercado e por precos mui-
to lavorareiss como sejam arroz a 100 rs. a libra,
velas stearmas a 640 rs. o masso, viiho figoeira
por 50* rs. a garrafa e tambem ha mais barato,
batatos d^ diversos tamanhos, caixmhas proprias
paca asimos, cal de moca, er-vilhas portuguezas e
fraocexas, ameixas era frascos, latas e boeetas,
marmeihada de Hernando Rodrigues, conservas,
moikoe moslanda, licores de diversas qualida-
des, daae de goiaba em caixo e latas, boiaxinhas
de diversos autores, nussas para sipas, sebolas
grandes, azeitonas em taris e latas, vinhos n'aos
do Porto dos meibores autores, queijos prat e do
reino a 34000 e a 31300; o proprietario deste ar-
mazem responsabilisa se pela boa qoalidade dos
gneros vendidos era cea armazem, assim como ga-
fnte todo assio o limpeza, em virtude do qual
caovida a seos numerosos fregaeies e amigos a vi-
res visita-lo.
FIO
saceos e iognetelros.
NACIN
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABC\
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras Irazem os nmeros estampados
as pecas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES i C.
46 Rila de Gummercio 46
BRINS OE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca aaa bi.he-
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Vende-se 50 a plices da Companhia Pernambn-
cana, de valor de 2004 cada ama, dando-se o des-
cont do dividendo vencido no auno prximo pas-
sado. Isto urna boa acqoisica para quem
qaizer empregar dinheiro, visto como a dita com-
panhia, tem dado os seas dividendos regulares ;
e o possnidor das mesmas apolices as vende por-
que tem de retirar-se para a Europa, jateado
por este motivo liquidado todos
nesta praca : a pessoa
irte aellas, pode dirig
I, que achara com quem tratar.
13 A Rtia da Imperatriz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
Os proprietarios deste novo estabeleci-
mento de fazendas veem ccieotificar ao res-
peitavel publico em geral e em particular
as Exms familias desla cidade e fora della
qne ebegado pelos ltimos paquetes da
Europa, o mais bello sortmentdTlas mais
lindas fazendas que'athoje fio vistas em
nosso commercio, e que estao despostos
! vender.: m por todo prefo.arim de venderm
muilo e aparar diubeiro,4 saber :
L:ndos casaquiohos de gurgorao preto
enfeitados para todos os precos.
Cortinados ricamente bordados- para ca-
mas e janelliS.
Camisinbas de linbo bordadas para se-
nhoras.
rti jos tapetes avelludades com lindos de-
zenhos para 2 e i cadeiras.
Ricas gi i nal das e capellas para aoivas e
meninas.
Lia para bordar de todas as cret por
commodos precos.
Chapeos de sol de.'da Dglezaes a bal5c
por todos os precot.
Ricos e modernos cortes deorgaodybran-
eos com modernas listas.
Ditas d* cambraias de salpicos brancos
e de todas aa cores a 5000.
Pe^as de cambraias finas a Victorias com
10 e 12 jardas a U, 4, 54. 05 e 74000,
Ditas transparentes finas para todos os
precos com 2 larguras.
Variadissimo e elfgaantes soriim'nlo de
lias para vestidos de todos os prec >s e qua-
lidades, qae, quem as vir a fltl dos pre-
sos comprar.
M nlernas popelionas cem liytras a 120
rs. o covado barato.
- Grande variedade em chitas finas, para
200, 210, 280, 300 e 310 rs. o>covado.
Pecbincba em alpacas de cores ~ lavradas
e muilo fina, o covado 400, 500 e GOO rs.
na Flor da Moda rui Im.eraliiz 13 A.
GRANDE PECIHNCHA A ELLA ANTES
QUE SE ACABE ?
Sao camisas francezr-s finas a I 5300 cada
urna, ;dmira a vista da fazenda. So na
Flor da Moda ra da Imperairizn. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de 30000.
Madapot.'s finos e largas com 20 varas
a 4,5. U e 66000.
Brim pardo trancado de linbo fino c
covado a 320 e 400 rs. admira.
QUEM QUIZER VENBA COMPRAR NA
FLOR A MODA RA DA IMPERA-
TRIZ N 13 A.
Cobertores de finissima la de cor a 8 GiJ, e 4(9000 brancos.
Cambraias de cores fixas e finas a 20O,
240 e 280 rs. o cov do. i
Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
zia 2.-S0: 0 rs.
Grande quantidade de lencos para me-
ninos e homens tendo:
Com barras de bichincbos e calongas f.:-
zendo gjnaslica a dozia 15-03, 15500,
25000 e 25500.
Ditos brancos finos a 25300.
Ditos de linbo ambarbidos finos a 65 e
75000 a dozia.
Camisas de meia o melhor qne h, urna
15, e 15500.
Ditas inglezas finas de lioho para homens
e meninos por todos os precos.
Collennhos, punbes, gravatas, meias.
toalhas, lences. crochets para cadeiras e
jardineiras.
Completo sortimento de c'S>imiras preta
de cores.
Pannos finos pretos e de todas as qaali-
dades, brins brancos pardos e de cores por
todos os precos.
Roupas eitis na Flor da Moda
iRAi\K
W
t*trco O"" KiWf or Pala opara luaetaairata no absorrcntei, faiando datappMMU' a InohaoSw da a
m nm tempo Inertral, brara Km parigo do aao nao debalxa d o.ualqnr olrowaiUncl.
r,*1'0> m Ib pao (Hoaxtarno a Interno, compotto Jo elamoto ooratlroi, raliaa, karru intrtt
Um, aenw aa ten naado do noaaot anUpaaaado, a da qaaca tem KTand4tadtBCla no mando, par orar tadMtf
BOlatUaa, aoneoU aahaodo-ie qnae ella* lio. ^^
Fol nm gran efpeolal deaejo da houldada de modeelna durante nsito* auno* 4e ezparlaaata para acraaaar V
melbora modo aae propor^oM da medaolna m darla ata/
SobrVcas?cos, palitols saceos e fraks de
ida do todos os seus negocios' todas as qualidades pr:co coturno lo.
N que pretender todas ou Ca|cas d( casenjins prtas, de core?, de
ingir-sea ra Nova, casa n. brns vbrancos> pir(Sf e de cores.
Ceroulas fra.vezas de linbo e do algodio
commodos precos.
No mesmo stabeiecimemo encontrar"! >
os amaveis frequezes um br.m alfaiate para
tomar medidas dos qne quizerem manda:
fazer suas obras e sujeitando-oos a fica
com aquellas que nio sabirem a contento,
afim de bem servir todosaqoeHe. que nos
honraren) com sua protervo neste estabe-
lecimento urna enG jidade de artig a qae
deixamos de mencionar para nio se tornar
mascante aos leitores, o estabelecimento
est aberio das $j& 9 horas da noite j
ordens do respevel publico.
N.-13 ARUAafe.MrERATRlZN.-13 A
l
Para oa Srs. de engenbo ver.
Chila, fazenda bem eonheeida pela sna fortdao,
mais larga que chila, para roupa de escravos, a
500 rs. o covado na ra do Crespo n. 20, loja do
Guilherme.
GRANDE
LIQUIDACft
Na rna do Duque de Caxias, antiga ra do
Queimado n. 19, vende-se chitas de cores es-
curas e matisadas pelo preco de 200 r?. o covado,
cambraias de cores, bonitos padroes a 240 rs. o
covado, e pecas de cambraias branca fina com 10
varas a 3/ e ditas com 8 ditas boa por 4t. pecas
de madapolao de 4 J, 4500 a 5/, e algodao bran-
co de 3*500 e 4i000 a peca; todo por preco
que aimira.
k
Vende-se
A
Bramante le llnho pap lencoes, tem dous me-
tros de largura; ainda na na ra Duque de Ca-
xias o.4o. amiga do Queimado. Aproveitem a
pealiincha i)_________________
A 5#000
o corte de asegura, fazend. que val 9*. na 3a de
pVder a oecasilo :.na rna Duque de foxia?
o. 65, antiga do Queimado.
A 7001 -a.
Vende-fe espanadores de palha os mais i>em
Mos possiveis : na roa do Baro da Viclqrie re-
mero 42.
EM PERINIAMBUCO
NiUPHARMACIA.E DROGARIjUDB
BAETHOLOMEO & Q
ffT-~34 Ro Larga do Rosario. Hf,
Cuidado com as faisiSescSes
ou aloga-se um casa no Casanga, na volta do
Ooteiro da Jlha, muito prxima da cstacao do ca-
minho de ferro de Apipuco? ao Caxang, rom 2
salas, 3 qnarto?, c(>zinha fra, cacimba e quintal,
com algumas fiucieiras : a tratar na ra do Im-
perador n. 67, Io andar.
3 lina ilo Duque de (*ls 5
Cbamins para gaz a 32) rs. fl
Chamins para ga? a 320 rs. ?ff -
Cbamins para g.tz a 320 rs. II i
D3 qualquer tamanho a 30 rs. II!
97 RA DO DUQUE DE CAX.AS-97
CEMENTO.
- Chocolate homeepa.hico de Utidres e doMa- i *^S^J^"*' ^ &Q V6Dde f
lanbo, vende-se na rna otreiu do Ry.ario a. 13, r.* aj-Madre do 9V n. 22, armazem de
Jrogaria homeopaihica. J^a) Mar'ms de Barros".
!
ATTENCAO
criptorio.
t>-
Vende-se um sitio na matriz da Varzea iuntcio^- Vn l. ? -In. di,wan,lill! w-
sitio do Sr. Qdcins, com rasa r.a f en com ba- i d,ndo iS eD,,?- barsti-siroo prejo de 5* cada
taotes commodo.'. eoaiDba fra! lime S*5-' 2^J* "* M!0* Olinda rr. ,5,
dos de diversa* qaalklade} de (rudas, o qual per i
tenee viuva Amaral : quem o pretener dirija-'
se roa do Rosario da Boa-Vista n. 16. qoa r om quem tralar. f
Vende-se
I
Ao bello sexo feme-
nino.
Organdys (eassas finas) n'nguem tem um tac
lido sortimento, nem ppr o medico pr>co como
rna Duque de Caxias n. 65 (amiga do Oaeimi-
do), vende o covado a J4fl r-, ver para -rer MI
na ra do Queimado j. 65.
Vende-se por preco eommodo om ca'ro amj
ricano de qoairo rodas, muj'o bem pintado. f rain de nove, excellenu a lodoi os rewoito f r t^;ioa A
tntar na ?o'6jj,-'p> Mr. (drifao, a ro '.aj'," c*
raen-a a, t. |,,. '
urna machina de costura, ainda nova e em muilo
bem estado : pessoa qrj? a pretender dirija se-
ra dis Crutes, I ja o. 28, que achara com
tratar.
quem
Vende-se as sVgniutes oLras t,.
Diccionario

vice -vc-rta, t
franerr.-porte grM
tomos eocaoernados por 000.
'.^!Trt, L^rin,as> tomo encadernaac
Solfeioa de Redtilpho ft^deniado per 9f.
Chegada pelo brgue Lata, vndese na roa i, Inntulada Lucris F-rgia oro Ir
Cal de Lisboa
f.r
Apollo,
AC. .
armaim n. 30, de Antunio H. Rodrigue*
Cahjados
Ctltbre autor
o; ico |iin
ii.,;io de biii,; duraqur brinco b^-rJadas i1('
c rir a rna tlj Boiu ntw o. .
do, sao;iara sec
umim uuo para aenx.


** u
VME-SE
Joa ji.ii J n liaroi*, na ja d* Cruz d. 8, 1
andar, vende algodo aiul amorlcanos verdadeiru
e prego* americano a. 3 4.
------ I I
Agencia em fernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica u toda as molestias do pelk
Natsa parrllha
Cara ulceras e enligas antigs, impigens a dar
lo.
Toa leo
Conserva e limpa os cabellos.
Plala* catbartleas.
Puraajonte vegetaes sera mercarlo ; cara se
k>, porgao e purifican) todo o systcma humano
Vaode-se eftdiv? mente era casa de Samuel P
Johnston 4 C ra da Somalia Nova n. 41.
%9 ha anal cabellos l> rauco
Tintura japona.a.
S o nniea approrada pelas as academias di
ciencia, reconhecida anperior a toda que tem ap-
jiarecido al boje. Deposito principal a rna da
adela do Recife n. !t, i* andar, em tedas as bo-
ticas e casa de eabelleireiro.
i
lil
II..
[|
Ll
stuipre a Xor lsperaoea!!
AO I1ELLO SEXO.
Esn loja bem conhecida pela sua elegancia e
; jpiTjri.iaJe de seos objecUs, acaba de receber
maitos artigos para o qne respetosamente convida
so bello sexo a viaH.-la, aflmdecomprarem aquil-
lo que precisaren! para prearos de vestidos toi-
lete oa tocadores, e mesmo qijaljaer objecto para
fazer algum prezenle..jpois que si na Nova Espe-
ranza llcaro sali-ft'itos, j pela qialidae e pre-
r)* razoaveist e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-e em nao .Je impacientar em dar a es-
colher os objectos, prestaodo-se com o agrado
c m que cosin i a receber a todos, aQra de que
saiharn com o flrnw proposito de voltarem ou
mandarem a mesma loja, logo que precisem de
qual jui-r arlign por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu as do Li.-boa a Nova Esperanpa para
homens, sentara e menino?, sendo brancas e de
cores.
NOVIDAE.
Bico de quipure preto cora brauco, a Nova Es-
peranza s quem tem I I I
Caixas para joias.
A Nova Esperanca recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de rooitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos ou sardas.
Nova Esperanca tem Icite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelle o aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francez como inglez, esto postas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranza.
Extractos, oauha. oleo, sabonetes, agoas de co-
louia, de laraitja, (brida e d- iavande, etc., etc.,
indo de superior qualidrde : vende-se na Nova
E'poranca ra Dujue de Caxias n. 63.
1!
Ni
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
NA RA DA IMERATWZ 00-
DE
FLIX PEREIRA M SILVA & C.
Os proprietarios dtste graede e.tabe'eci ment tendo em ser ama avultada poicio de
fazenda, e teado continuado a receber por todos os vaporee e afies inmensa poroso
das nusma.-', tem re.tf.Uido f.zer ama GRANDE LIQUIDACO, affm de deminnir o gran*
de deposito e aparar DIMIEIRO. De todas as fazeidae que sa vende baratsimo se dio
as amostras, ficando penBor ou se mandan levar em c sa djsExom. famft'-s, assim come
as pe soas que cegidam en menor esca'a, n'este esta e'ecimeatjse pederi* sor ir era
pequeas peredes pelos mesm< s precvs que compran as casas exportadoras.
Cbfgaram ao Bfear Universal da.rai.N>
va n. 22, ora sortimento d* nwcbmas pa
ra costara, das melhores qoaUdades que
exislDedMmiM. das qases muius j sio
bem ooeaeete'w peles seus autores, cemo
sejam Wdler & Wilsoo, Grover & Boka,
silenciosas, Wted e Imperiaes e oolrai
moM.qoe com a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas teera a vantagem de a-
zer o trabanTo marintacostareiras pdem
fazer diariamente e coze com tanta per-
feic3r\ como as mais perfetas costoreiras.
Garntese a sua boa qualidade e en-ina se
a trabalber com perfeic5<> em menos de 4
non, e os precos s2h t3o resumidos que
d-vem agradar aos pretendentes.
gera
sim
f f
t
K Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n-
63, recebeu un lindo ortimento de la para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. evarlate etc. etc. a lia antes que se acabe I
SAL.
Tende, lor Diaf Soares (em Maco)' superior
operiir sal en podra, o alqaeire a 400 rs, para
barco i, e 440 res pa-a navios, posto a bordo,
embarcando-* qualquer cneommenda por maior
qu seja con toda a prosleja posjivel. PJe-tra-
lar M i travetu da Madre de I> us n. 1, 2 an-
dar, cos Antonio Pereir.i de Miranda.
^S8-ra*iii
t
F^zendas baratas
RA DO CRESPO N. 25
oja de
Manocl D as Xavier.
ALPACAS trancadas de cores, lindes
padroes, a ioiiiaQao de miriL, '3.0 rs. S
o c vado.
' CAMBRAIAS victorias rcuilo finas com B
10 jardas a 4,-, o cora 20 jardas a 81000 |
a p>ci. H
COLCHAS adamascadas brancas e de H
cores, multo grandes, a 3|0O0, 44'C0, S
54 e fi . CHALES de merino pretos e de todas B
as cores, fiaos & 2*500, e estampados a S
41000.
LENCOS de ess(ni3o mniti fino? a 5*, jS8
e de cambraia fin a 2*600 a duzia.
CAMBAAIAS bardadas brancas e de I
8core ou de salpico braneo a 360 rs. o I
covado.
CHITAS de todas as qnaliJade?, muito 1
8 bons panns, a 160 rs. o covado. r?g
MADAPOLAO bom e muito finp a gg
| 250O, 24, 3*500,4*, 4*50, 5*, 5*300
e6* a Mea.
ALGODAOZINHO de muito boa quali-
I da Je a 3*, 3*500, 4*000, 5* e 5*500, e m
VJR superior a 6* a Be(a.
Dao-se amostras com penhor, na ra SE
{^58 do Cr>sno n. 29. B
rmzmum wmmm m
Jornaes da Europa.
Asignaturas par* todos os jornaes da Europa
Puctualidade e garanta nn servico.
_________LIVRAB1A FRAXCEZA._________
Tabellas Vermfugas
K : medicamento 6 o nico que pelo seu boa.
aroma e gusto agradavel se torna o mais propnc
para a expulsio dat lombrigas. E' fcil de tomar
porqaa o ^-u gosto igual ae do chocolate, e de
prompto effeilo.
DEPOSITD
Pbarmacia americea-i de Ferreirt Maja & C, ra
Dnqua de C-xias n. 57.
Sabonele 'le alcatrSo;
Este novo preparado 6 applicaio com grande
aproveitamenlo contra as molestia j de pelle chro
nicas e retieldea empigens, mancbas escuras ou
pannos qae vem ao jjste e peito, barbulbas, sar-
na, lepra e comlcbdes, mesmo aquellas que em
certas parces dclicalas do corpo tanto mortificara,
fina'mente o uso onlinaado de-te sab mete con-
tnbiia para tornar a,pefle aeai mimosa. E' igual-
mente efficaz para ainaeiar a pelle do rosto ou
outras parios do corpo, qae por motivo de erysi-
I ellas Dcim speras e etcamBH|.. Prego de cada
sabonele 640 rs., em dunia se fara abamento.
Caico deposito em Prnambuo, pbarraac a ame
ricana de Ferreira Mata & C^ rna Duque de Caxias
n, 57, amiga do Quenado.
Aos cigarreiros
papel de seda e de linhop4ra cl-
Carros,
Acaba de ekepMma gradfc.
ppe de seda e de cbo largiy
Nova Espenaca, roa Duque de
Na8 duvi
que na rna Dfte de Caxias n. 69SKa do Que i-
mado. se vende pecas de madipotwp porm sem
avacia, a 3*W4 e man preces pifas de algodo
a 3*, o que atoira,
PARA LUCTO
O Patn tem um grande sortimento de
fazendas pretis para Iceio, como 9^ja : 18a-
siobas finas para vestidos a V'-O e i'iO rs.,
merino muito Lve para vestidos e roupas
para bomens je 2)4200, alpacas cem
lavjres brancos, cassas pretas lis s e com
brarcos, bombazinas pre as, canloes. e ou-
tras militas tizeadas todas prepris para
lulo, que se venle mais btrato qm em
outra qualqner parte.
(.HITAS DE CORES"
O Pav3 tem re-.etilo grandes sorlimen-
tos de chitas finas, tanto claras como escu-
rs, tendo tamban grande sortiiuent) dis
mais delicadas perejiles miudinbas propreg
para vestidos eroupras de criaocas, e fen-
de-;e pjr menos do que em outra qnalquer
prte, oa ra da Imperatrizn. 60.
LENCOS BRACOS A DU21A U 00
O Pavgo vende flni simos lencos brancos
j embanbadi s, em duzia pelo barato preco
de 3/9UOO, e outras mu tas qnalidides, tanto
de (s^ui)como de cam.raia dtlinbo, e
CLinezes.
Teilhas do Porto a 10,5000 a dut
O Pavio vende sa eriores toa Iba 3 para
rosto, sendo de nho do Porto 10/JOOO,
ditas de f'oco fazenda moiti boa l'tfO'O
n duzia, ditas coaleboadas a 7^500 duzia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 350r0
O Pav2o venle colchas braoras de fjsto
sendo b^ante grandes palo barato preco
de 3)5000, ditas de edres muito fiaas ...
7(3000, ditis muito grapdvs brancas de fus-
ilo e mu to encorpadas 6^1000, ditas de
croxet, proprias paracamade coiva 155.
ORG.WDYS BRANCO
O Pavao recabeu os mais finse delicados
organdys brancos para vestido, sendo todos
com lavares miudinbos, e vende se pelo
barato preco de 8C0 e 1/100 rs. a vara,
fazenda que val* muito mais 'Uinhero.
GUARDA BANHA
O Pav3o vende urna gran le porgSo de
pao s de crochet proprios para encesto de
cadeiras, tanto de braco como de guarnicHo,
ditas para encost desoa, ditas paracobrir
pian s, assim como ditos redondos para co
brir diflor entes movis ou outrosqiaesqter
oljactos, e pode-se vender por menos do
que em outra qnalquer parle, atteudendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO' A 2*500
O Pavao vende chales de merino muito
grandes e encorpalos 2500, ditos
imici.o de cbioezei 2A300, d.tos pelos
de reada com 4 pomas 2CC0.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavo vende os maiores e memores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de relroz, e vende
por menos do que em outra qnalquer (arte.
. CAMISAS PARA HOMENS
O PavSo vende um grande sortimento das
ma'hres camisas ioglezas e francezas com
peilos di hnbo para todos o precos e qua-
li :ades, assim como ditas de ditos de
algodSo para todos os prec s e tamanbos,
'endo tambem para criaocas, e no mesmo
estbelecimenle tamban se vende oroubs
de liabo e algod'.o, leudo para todos os
pre;os, assim com) metas croas ingl.-zas
para homens e meninos, que ludo se veide
por preco muito limitado.
COR1LNADOS BORDADOS
O Pav3o tem o nsiantemeote um grande
sortincLtj dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ja. ellas, que vende-se de
84000 al ao nais rico que *ostuma a v.r
n'este genero, assim cemobonitas cambraias
adamascadas, uno tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, cileha-
de crochet, damajco par cimas de noiva*,
e cortinas, e vende-ie no B^zar co PavSo.
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem nm gande sortirxento das
mais bonitas laasinhas para vestidos, teodo
de todos os precos cores e qualidades.
orincip ando da 200 rs. para cima; porm
t. grande a quantilade qae seria enfa-
donba especificar qaalidada por qualidade,
so a vista do freguez e das amostras se Ihe
venderao por precos to cmodos qne
engues deixar oe fazer nm vestido de
13a por to ponco diabeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
.0 P cordJo para vestidos e roupas de enancas
pelo barato rreco de 640 rs. o covado,
ditas fiaissimas cornos mais lindos lavoree
imitacio de agra:ianas 810 rs. o covado,
benitos glaci com delicadas edres e lus
trosas como se la 1^000 o covado, e ou-
tras maltas fazendas de goito e luso para
vestido, na ra da Impera-riz n. 60.
POPELI.BS
ALPAMT
que se encarreg de executar qualquer en-
commenda daeua.arte vunwdedo fie
guez. e o proorietario d'eate grande esta-
belecimeno a promette servir bem a todos
os fregae7es qu ihe boDrarem a sua casa.
ALCODAOSINHO A 31500 A PECA
0 PavSo vende pecas d'algodSosiaao de
muite boa qnalMa'e, tend 20 jardaa eada
pti; 1, pelo barato prego de346C0, ditotnai-
to largo e eocorpado 6(J000, dito o me-
Ihor qae tem -do ao mercado, uto en-
corpado e largo para lene es, pelo barato
prego de 64TO0, grande pecnincba.
MADAPOLAO A 4)5000 E 45500
O PavSo vende pecas de madapo o com
24 jardas, sendo f.zeada mmto superior
pelo barato preco de 4500, di as com as
raes as jardas a 45000, dUa fioissimas a
50500, 60C0 75OOe80O0 pecbiocha.
MADAPOLAO FRANCEZ A 10$
O PavSo' vende 1 egas de flnissimomada-
polSo verdadeiramente francez, tendo 22
metros 00 20 varas, pelo baratissimo preco
de lOJOCO peca, sendo fazenda qae sem-
pre se venden l WOOO, e liqni la-se por
este b.-.r.iio preco por estar alg .ma cousa
enchuvalhada na pona de fra.
ALCODAOSINHO ENTESTADO A U U280
O Pavo vende verdadeiro algodiosinbo
americano, tendo 7 palmo de largara e
muito eocorpado, proprio para lencoes
731 '00 a vara, dito da mesma argora sen-
do trancado e muito ene. rpat.'o t-O.
BRAMANTES PARA LENfOES A 1*400 2*8003*
O Pavo vende o verdadeiro branaDhde
nhotenl 10 palmos de largura, que ape.
as precisa para amKncol orna vara erma
quarla, pelo barate preco de 2t}40J vara,
dito melbor de 258 Oe 3tfQ0O, ten lo al
do melbor que vem ao marcado 30500
45000, assim eomo crotones fortes para
lengoas, sendo orna encorpada fazenda fran-
reza com 10 pahaos de largura a 200 rs.
o matro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largaria 44800.
SA1AS BORDADAS A 40500 E 60009
O Pv!o vende graaie pecioeha em saias
brancas rictmeali bordadas, leudo cada urna
4 pannos, e vende pelo barao prego de...
40500 e 60000, sendo faienda qne sempre
vendea-s p r 89 e iO#QHO.
Fazenda* para saias a 10200, 10280 11050
O Pa ilo vende superi r fazenda bordada
acom pregas proprias para saias, 10200,
1028)e 105COa vara, sendo-preciso para
urna saia spe as 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 cortes de embraia a 205:0
O Pavo vende orna grande porcao de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, endo com listrinbas de
edres tessidas e n3o estampadas, e liquida-
se pelo b a i a o preco de 20500, cada corte,
fazenda qae vale muito mais.
Aos 20E 0 cortes de eamb a as bordadas a 50OO(
O PavSo vendo urna g ande quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos que tem viade ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e c.-m moita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo barat ssim j pr- c> de
50000, s9ndo fazenda de me to maior va-
lor, grandj pe chincha.
CAMBRAIAS
0 PavSo vene grande quantidade de pe
;as de cambrai is brancas tapadas e transa
parentes, t3ado de 30 a peca at mait
tina qae vem ao mercado.
CHIU A 160 RS.
O Pavo venda chitas largas com bonitos
desechos e ores fisas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pechiccoa.
LA&SINHA A 160 R3. O C0VAD3
O Pavao vende bonitasISasinbas transpa-
rentes pelo birato preco de lO rs. o cova-
do, pa hincha na ra da Im :eratriz n. 60
Curtes de cassa a 20500
0 PavSo vende bonitos cortes de cassa
francesa viudo cada nm em sea papel, pelo
barato preco de 24500 > corte, ditos muito
lindas 30COO, pechiocha.
CAS3AS FRANCEZAS A 200RS. 0 COVADO
0 PavSo vende bonitas ctseas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas fiaissimas com os desenhos
mois moderos qaa'tem v nJo ao mercado,
palo barato preco da 500 rs.
CRETONES
O Pa So veadt flnissimos crotones escu-
res matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo bar, to prr.o de640rs. o
covaJo, ditos de fl r5os, proprios pira co-
berta, sendo fmnda muio encorpada pelo
Injecfo
amereana.
Espeeialldade dos pharaaacentl-
co Ferreira Mala A c.
Esta injecgo composta especialmente para a
cora das purgares antigs oa modernas, foi com
feliz resallado ensatada pelos mais habis e reco-
nbecidos medico!1, e por elles confirmado ser esta
iojec(o a nica que radicalmente cora em menos
lempo qualquer agnr rrha oa purgarlo antiga > i
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E'tambem til as leucorreas oa florea brancas,
qaer sejam ant!gas oa modernas.
DEPOSITO
Na pbarmacia americana, rna Daqne de Caxias
numero 57.
En casa ae THSUDOaO f HKISTUN
SEN, roa da Gru a. 18, encontrara-se
effectivamaote todas as qualidades de vinbo
Bordean*, Bonrgngae e do Rheno.
A' AGIA
RA DUQUE DE CAMAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
<3*
A
%,

LENCOS BRANCOS PARA ALGIBEIRA
A Aguia Branca na roa Duque de Ca-
las a. 50, est vendendo baratamente len-
cos brancos e de tamanho regular para il-
gibeira. Os differentea precos de 20,
20400, 20800, 30260 e 40000 a duzia,
So os que de mais barato se pode encon-
trar em to boa fazenda. Tambem ba ou-
tros com barras de cores fizas, e faienda
nova mais fina a 40 a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyrintho com bonitos desenhos, e per-
feita mitacSo do tecido no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pegas de 12 tiras, e proprios para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 13 de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
I5es, eto., etc.
TORCAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carrteis.
Panoramas ou stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 24 virtas, bellas e agra-
daveis. do um perfeito intretenimento para reu-
nides de ramillas.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos adereco$>pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pingentes.
Correles pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
pescofo.
Voltas de contas, tambem redonda* e la-
pidadas, com cruzas.
Pulseiras pretas.

x

v
nico legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMRCO
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU A C.
34Ra larga do Rosario34.
Linguiqas das llhas em latas
O melbor que tem viudo a este mercad : ven-
den] Joao do Reg Lima & Ftn : roa do Apol-
lo n. 4.
A 65000 o par.
^ Vndesebonegains franeezes, obra pontiada e
boa qualidade, venham a elles, antes que se ata-
be : na bem conbeada ioja de roiadezas da ras da
Cadeia n 50 A confronte a ra da Mal re de Dos.
tm visto
trancados superiores a
m (
feova
1* :
barato preco
rienda mi
d5"8: 0 rs.
q covado.
EBasfaius en eanqoinhos a 200 e 255
0 PavJo vende batqlinas oncasaqiihds
de seda prttos ricam -nte enfeitades, pelo
baratsimo pn c. i de 200 e 250OOO, sendo
O PavSo re:ebeu as mais delicadas e me- muito modernos, assim co no ditos de cro-
tores poupelints de seda para vestides,
com os mais modernos lo cores, e outias li-
zas c im as cores mais novas que tem v'n 'o,
e vende-s3 20000 cada c vado, assim
como del cadas sedas de listinhas, tanto
para vest los de senioras como de meninas,
q vende-se 2*000 cada covado.
SET1NS DE COR
0 PavSo tem constantemente um bonito
soritent i dj coti'.se grosdenaples de to-
as as cores, que vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMhNS
O PavSo tem constantemen/e um grande
'tmenlo de ronpa, tanto de pannj como
de brrs braneo e decores, ds case-
mira <, p?ra todos os preces e qnalidades,
ebet e rendas pretas qne se vendem.|iuito
em conta, r a ra da I nperatriz n. $0.
Caitas e itraafidaa aaratabertas a 310 rs. corad
O Pavlo vente chitas entraadas eos
delicados desenhos para cobeit.-s oa corti-
nas de cores fixas, sendo fazen la muito en-
corpada pelo barato pr c) de 360 o cooadO.
ESP.iRTILHOS A 405)0
O Pavio vende os mais modernos e me-
lhores espartilnos, tea lo de todos os"ta-
maoh08, pelo barato preco de 40500
CASEMIRAS
O PavSo veide um elegante sortimento
de delicadas casemiras inglez.s, sendo to-
das de 13a e rauito levesinhas, tinto pro-
prias para homens como para enancas, e
e tambem se manda fazer qualquer peca de ditas mais encordadas ten lo de urna e de
ohra om tjdo aceio epromplidSo, parao,duas
que se tem om perito
larguras, quese vende ornis barato
narui da Imperatrii n. 61).
So na loja do barai.iro. rna do Crespo
d. i, junto ao axgo de Sanio Antonio.
Algodao am-rieano com um pequeo
kque de ayaria a ~>4 a peca.
Mad;p.ilo Rao, iiera aoja peca.
Chias Anas-, aaeida boa a 2i0 e 260-
rs o covado
Mem idem dem a 280 re. o covado.
S o barateiro, rna do Crespo n. 1.
Brins pardos trancados a 340 res o co-
vado.
Ditos de cores
700 n. a vara.
Cambraias de cores flxas a 260 rs. o'
ado.
Chita Guas, padriea moderaos a 360
40J rs. o covado.
Pocas de Cambraia transparente e ta-
pada, om 10 jarda a 4."
Ideo ganga para eoberta a 380 rs. o
covado.
Cambraia suissa transparente, fazenda
flaa com 40 jardas a 2*800 a peca.
Pecas de madapolo 'francez, fazenda
fina com SO varas, a 7#300,85 e 9.
Pecas de brilbaatiua branca com 18
ovados 54.
Cambraia para cortinado com 20 varas
pelo barato prec, > de 84 a pec,i.
S na loja do Barateiro I
" Toathas e liniw, faienda fina a 74 a
duzia.
I Lencos de cambraia de linbo, fazenda
- fioa, ja abauhaJos a 74 a duzia.
Ditos de exguio de linbo a 4*300 e H
M a duzia.
** E um variado sortimento de fazendas
de todas as qualidades, qne vendem por
S muito limitados preco.
S na loja do Barateiro, ra do Crespo
n. 4, junio ao arco de Sanio Alonio.
Arrope peitoral de James.
nico legalmeote habilitado pelo conseibo de
saude, ensatado e aprovado nos hospaes : nico
deposito na pharmacia americana de Ferreira,
Maia & C, ra Laque de Caxias n. 57, ( antiga
do Queimado.
a melhor cerveja nucionaldo
Bra-il e sobretndo de Pernambueo.
N. B.Em vista da melbora do cambio, a cer-
veja tem soffrido abatimento no prego desde o i.1
do correte.
r?. 1P.o* Aj-Bario da Victoria n. i, amiga ra
Nova n. 2.
Amaral Nabnco & C. propietario deste grande
estabelecimento acabam de receber dos portos da
Europa o mais bello e variado sortimento de cha
peos de seda e de velludo para senbora e meni-
nas, garantindo o bom gosto e faienda ; e convi-
dara a seos amigos e Ireguezes para virem ver
o que ba de mais moderno neste genero, assim
como um bello sortimento de eokes a Tbirs,
. Tambem receberam,
Calcas de meia de seda cora p para dancwi-
os, luvas de pellica pretas, branca e de efires
pera homens e senboras e meias de lia para ho-
mens, senhoras e meninas, proprias para a esta-
ca0 invernosa e para quem padesse de rnenmatia-
mo, tu rinde e beribert.
Alcatifas para forro de sala, tapetes aveludados
grandes e pequeos para, sof, ditos para jaaeUa*,
capachos de palba de coco para portas de eseada
e salla, pagos de crochs para encost de sof e
cadeiras. %
Leques
Chegon pelo oltimo vapor da Europa om bello
sortimeet) de leques de sndalo eom seda e sm
seda, e de osso emtiando marfim, o que ha de
melhor e mais moderno : na a Stae de Ga-
nas n, 49, loja do Tr-
BARRETES Eltf POKTO DE
meia para recem-nascidos.
LIYR1NHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPES COM DESENHOS
em ponto maior para os mesmos fina.
NOVAS TRANCAS DE PALH*
para enfeites de vestidos de 13a.
PERFUMARAS INGLEZAS ..
A Agnia Branca tem recebido finas per-
fumaras ioglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis cheiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
cerno finas escovas Dg'ezas, e opiata para
(lentes. Tambem recabeu variado sorti-
mento de sabonetes, qne os est vendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes arcoevfeos
ifr. ditas com 3 ditos transparenteaXi i&,
1(5500 e 20000.
Sabonetes areentos a 500 rs., ditos, di
alcatrio a 80o e 1*000 rs. cada toa.
Pasta de ameodoa para lavar e amaciar
as mios e o rosto a 13 o frasco.
E assim amitos ootros objectos- de per-
fumara.
Alfinetes pretos co pingentes e sem
elles.
Guartiigoes de botoes pretos para ponbos,
abertura e collarinhos.
Pcnnas de ac bico d lanfa
Caixas com urna grosa 500 tu
MATA MOSCA.
Chegou nova remeset di papel mata
mosca e continua a ser vendido na loja da
Aguia Branca.

I
?
O
I
o
s

13a
9
o
O
1
03
a. b
B"8
0 O
CO
o
si
o


i':
GRANDES PECHINCHAS
15 RA BA IMPERATRIZe 15
.320 rs,
o covado de bonitas e finas alpacas de todas as edres para vestido, e moitas ostras
fazendas finas e grossas, miudezas, calcado, chap; s, perfumaras, quinqnilharias,
crystaes, vidros, porcelanas, loucas, luvas de pelica, preta, de edres e brancas para
bomem e senbora, oleados para forro de carro, variedades e algn? movis que ven-
demos todo por presos mu lo resumidos, por serem nossas compras feitas dinhero,
tirando nos smente o lucro de 10 por ceuto do descont qae temos as casas im-
portadoras.
15 EUA DA IMPERATRIZ. 15
'

UllMS & MO.

PARA LIQUIDAR
-
KEA.CHAXCS
imo CADA UM
com cabos de fa?, sendo os macnados de ac muito bom, proprios para carpinas
oc engenbos: vende-se ra Nova n. 41.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha: roa Nova, armazem n. H.
Pregos americanos*
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libre: i ra Nova, armazem
Q. 11*.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, oa outro qaalaper
mister, com toqae de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa 83 a caixa cem 150
macos: i ra Nova, armazem n. 11.
YEtOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a S0# cada ora. u degreca, mandaado-of vir
costam 1505 cada um : vende-se a ra Nova, armazem n. 41,
Grampos de pao para segurar roupa
sendo de madeira, proprios para prendar a roupa qae se bota seccarem^cor*^ a
240 rs. a duzia oa 65 a caixa com 36 dalias. E' dar, lio veedor: i roa ttiva
PARA EIGEIHO
oa reoebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagado oa distipia
qae se quizar, economisando o trabalbo de duas peasoas. E' talvez o nico que eSlft
mu provincia: vende-se muito barato, roa Noy* d. 11
_/


Diario de Pernambuco Sbulo 1 de Alai de 18V4wti i, /

-
?*
t
l
ateas, alero de ootros
r, os^gites, que
mdicos qae em ot-
Tem i venda em a
aiHn"de Sen neg, io.
veaiem per preewi ti
tra qaalqaer parte : anvnwi
A8 d Biche almofadada*.
dMSm ** ^rro Para cerea-
rRAS da India para cama e forrar sala?.
CANOS de barro raocei pera escolo.
O superior em porpes e a contento.
CEMESTO de todas as qualidadcs.
MACHINAS de deicarocar algodao.
I/)NAS e brintoes da Rassia.
OLEADOS americanos para forro de earros.
PGOBS americanos moito bou e econmico.
VINHOde Bordeanx.
COGNAC superior de Gaulier Freree.
FARELLO em sacos grandes a 3*300.
AGUA florida legi ime._________^___
pechinoha sem igual.
Superiores lias e^oems de cores muito linias,
faiena de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do j veode-'e na ra Primtiro de marco, ouir'o-
ra do Crespa n. 13, loja das columnas, de Anto-
Dto Corre i de Vasco aceito?.
tA do cr.Esro n. 20
De 1,800 cres d casimira
Corles de casimira do cor fazenda superior lisos
e de qmtros a 4O0O e .'(XX) o corte, casimira
preta superior pelo baratissimo preco de lloOO o
coral
RELOGIO
de onro e prala
dos fabricantes mais acreditados da Europa, o
melhor que se lls de ejar neste genero, para
hornease senbora?, vende-se por precos at boje
desconhecidos na luja de joiasE?u.eraldara
do Cabug n. 5
Momr.'i Dnart* i C.
Pavilho da Aurora.
Ra da Imperaiz n. 2
0 dono deste grande e acreditado eslabeleci-
meato de fazendas Cuas de todas as cualidades,
avisa a seus numero-oj fregueres que acaba de
receber am g ande sorliraento de vestidos de cara-
craias brancas bordadas finas para senhora, os
quaes vende uiuito barato, assim como entras
muitas fazendas de ir.uilo b. ni gosto, as quaes
fez grande redcelo de precos para menos, aflm
de vender mais barato de que ero ouira qualquer
parte.
MUSEO ELEGANTE
^ t I RU ESTREITA DO ROSARIO *l. I "^1
AO BOU TOM
Acaba-se de abrir este Importante estabelecimento de miodezas superiores, artgos delaio e da moda para bornese e-
nhoras; esplendido sortimento de perfumarias dos mais affamados fabricantes da Paria e Londres, -como sejam Piver, Lubin, Con-
dray, Regand, Prnaud, Chonneaux, Monpelas, societ bygienique, Qosnel, Rinanjrt Plesse Lubin, etc. etc.
No Museu Elegante
acua-ae orovido de om lindissimo aortimen- encontrara.} as pessoas faltas de vista nm
to ae nabadinhos e entremeos Upados e completo sortimento de ocolos de arb de
transparentes, e de ricos e modernos espar-
taos de 40 a 120 rada nm.
Fundipao da Aurora.
C Starr & C. em liquidacao veodem por precos
mais baratos do que em outra qualquer parte,
taixas de ferro batido e cuado, alambiques, moeo-
das e meias moenda?, rodas e rodelas, e rodas
d'agua para engrano, erivos e boceas de fornalh.i,
guiudastes e boias, ti oto de fogo flire b. ick), cy-
liodros para padaria tanto inglezes como america-
nos, arados todos de ferro, etc., ele.
Novdades do Museu
Capas e perneiras de borracha, fazenda
superior por preco baratissimo, tapetes ave-
ludados muito lindos para sof e portas,
panos de crochet para se f ecadeiras, gran-
de sortimento de jarros finos de 10(9 a....
23J5000 o. p?r.
KUITO BARATO.
Camisas inglezas com peito de linho muito
finas a 52,3 e 530000 a duzia, ditas bor-
dadas fazenda de apurado gosto a 110,5 a
dozia, as mais finas camisas imitando as dt
linho por 335000 a dozi, eroolas de li-
nho a 340OOOva duzia, ditas soperiores in-
glezas a 440000.
As mita de familias.
Encontrarlo no Museu Elegante nm com-
pleto sortimen'o de rotipinhas para recem-
nascido, corpinhos de fustao e de cambraia
bordada a f 00 e 1*000, vestido paracrian-
ca a 20, 33 e 4*000, collariohos bordados
com bico para senhoras a 30,500, rs. col-
leirir.hcs e punhos para senhoras a 640,
800 rs. o'par, coerinhos e ponhos frisados
e bordados a 0OOO e 1,5500o par,fazenda
que sempre se verideu a 3* e 4*000,
muito ricas e modernas jrollenhas p.-ra se-
nhoras, as mais modernas"grvalas de fi'
bordado a 1*000 e 2*000 cada urna.
Lalyrintho.
O Muzeu Elegante vende toalhas grandes
todas de lahyrintbo, fazenda que sempre
vendeu-se a 140 6 15,5000, por 8*500
fronhas de tabyrinlho a G40 rs. as pequeas,
as maiores a 1 ,$200, bicos rendas todo por
prego baratinho.
Museu Elegante
Museu Elegante
recebe por tedos os vapores luvas de pelli-
ca da primeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm." familias teste impor-
tante estabelecimento om grande sortimento
de artgos para casamento, como sejam ri-
cas grinaldas, finissimas meias trancas de
seda, ligas, luvas brancas, Itques finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
iranias, gafes, botoes, bicos de blond, fi-
tas de grosdenaples e de selim de n. 1 a
80, ditas de velludo, bicos de crochet bran-
co e preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
leias para vestidos, cambraia franceza preta
e branca para forro.
Cutilaria do Museu
Elegante
Navalhas muito finas, cabo de tartarnga,
marfim e bfalo, do affamado fabrie. nte
Rodger, caivetes Superfinos com cabo*de
madreperola, tartaruga, marfim, tesouras
Qnas para onhas, costura e cabello, talberes
para mesa e para doce, de diversos preces
e quididades, ditos muito-finoscom cabo de
marfim, superiores garfos de metal branco,
grande sortimento de colheres para cha,
e $pa de metal mnito fino, trinchantes com
cabo de marfim por barato preso.
ATTENCO
tartaruga, bfalo e ago, e tambera pencinez
de tartaruga, tfalo, ago
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a muito acreditada tintura ingleza
(a qoal mostra o seu bom effeito pooco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos caberlos (colorigenio Ri-
gaud) que (m menos de oito dias d aos ca-
bellas a sua cor e brilbe primitivo, e depois
deste tempo s bastar usar de oito em oito
dias para conservar o matiz adoptado.
Exposiqo de lenpos
MUSEU ELEGANTE
vende lengos brancos finos a 1*700, 2*700
e j banhados a 3*500 a duzra, e moito
finos de esRuiSo lambem abanbados a 6*500,
7*. 9* e 12* a duzia.
ESTOSE ACABANDO.
Reducido depregos para acabar
As mantinhas Olindenses de 1*500 a 1*
cada tma, toalhas pira mSos e psra
ps a 4*500a dozia, ricos estojes paraba-
gem com todos os accessoiios por barato
prego.
t LtlRES E ENFEITES PARA CABECA.
O Museo ElegaBte receben ricas orinal-
das de cores, e ilndos enfdtes e chapeos de
vtlludo para as Exms. senhoras, assim
como fitas lisas e escossezas muito largas
para cinto.
NO MUSEU ELEGANTE
1 Ra Estreita do RosarioN.
N.
1.
DE

, MIRTON C.

DO
CYSNE
U RLIA DA HIPEfUTRIZ X U
DE
FIGUEIREDO a LOPES.
Esta nova loja acha-se completamente sortida de fazendas de gosto de todas a
qnalidades, tanto de seda como do 13a, linho e de algodao, e desejaodo seus propie-
tarios dar sahi.la i-a mesmas esto resollidos a vende-las por pregos 13o mdicos e
acommodados ao interesse de lodos que por cerlo agradaro aos prelendentes.
Os propietarios desta l< ja convidara, por tanto, s excellentissimas familias,
aos mascates e todos em geral, a visitaran sua supradita nova loja e se offerecem
a dar as mostras e mandar as fazendas s casas, promettendo toda a commodidade nos
pregos e sincridade no trato.
GRANDE ARMAZEM
DE

CHRYSTAES

DE
PE RE IRA, IRMA OS
.
Grosdenaples preto.
Ha nm completo sortimento deste artigo
que vendemos por precos baratissimos.
rsdenaplea de eres
Temos os mais lindos grosdenap'es de
cores de soperior qualidade, que vendemos
por pregos baratissimos, por termos feito
urna gnnde compra.
Poupelinas de cores.
Recebemos nm sortimento completo, tan-
ta com flores como em xadrez, e vendemos
por menos que outro qualquer.
Sedas decore.
O Cysne recebeu os mais lindos setins
de cores, tanto maco como de outras qna-
lidades, que vendemos por menos que outro
qaalquer.
tlpacas
Ha om bonito sortimento, tnto lavradas
como lisas e por precos commodo?.
lis com listra de seda.
O Cysne recebeu as com listras de seda
de lindos padroes e prego commodo.
litas lisas de anta so er a 400
* rs i corado.
Ditas com xadrez padios muito modernos
qne vendemos por 500 rs. o covado,
pecbincha.
Nadapoldes.
0 Cysne tem nm completo sortimento
de madapoldes de lodos os pregos e qnali-
dades.
Tem's nma qualidade de madapolSo fran-
cez qne especialidade, tanto no prego
como na qoalidda e.
camisas bordadas.
Temos camisas tu rdadas do melbor gos-
to, proprias para casamento, qoe vendemos
moito barato.
Camisas fraueezas e Inglezas.
Temos camisas desde o prego mais ba-
rato al ao mais caro, e neste artigo temos
ama qualidade que vendemos a 3*000, e
para a qual chamamos a attengao dos nossos
fregoezes.
Camisas de bnella de cor.
Fizemos urna compra de esmisas de fla-
neJUie c6r, que vendemos por baratissimos
pcegos. *
Dita* do sneia de todos os wqqs : temo
nma qnaltd4de bdqUo aupeiior coa listras
da cor, aos veodumoa baralo.
Tirrs bordadas. <
O Cysne tem tiras bordadas largas e es-
treitas, a^sim conao,.entremeioB cordados,
Upados e -aisaareutes, que vende 4)or.me-
bos qaaiwtw qualquer.
Casemira de cores
Ra Primeiro de marqo n. 15, outrora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seos numerosos amigos
participara Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cos'a Partir, qoe acabam de
fundar nm rico e sumptooso armazem de loaca, porcelana, vidros e cbystaes 4 roa
Primeiro de Marco, outr'ora ma do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira d
Temos cm bonito sortimento de casemi- Irmios.
A longa pratica e conhecimentos de qne dispem os annonciantes neste ramo
de commercio, a qne, ha muitos annos, se dedicara, os tem habilitado a salisfazer as
necessidades da popularo desta provincia e suas I mitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
0 respeitavel pnblico, (Signando st de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o qoe o annonciantes vem.de dizer.
ras de cores e pretas, que vendemos muito
barato, assim como um sortimento de pan-
nos pretos.
(Jasimira de Yienna.
Ha casimiras de Yienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qoalidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarnido de
sala, desde os maiores al os menores, e
os pregos sio baratissimos.
Cortinados
para cama e janellas.
Temos o melhor sortimento deste artigo,
tanto para cama como para janellas, os pre-
gos sao por menos que em outra parte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato prego.
Fustes brancos.
Temos lindos fustdes brancos com listri-
nhas, proprios para ronpas de meninos e
mesmo de seaboras.
Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com stra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Cotias brancas e de cores.
Temos colzas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barato prego.
CHALES.
O Cysne tem um bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda, e entre estas qnalidades ba
nos qne vendemos por 20500, e qoe seo
prego fui de 4J:..O0.
Espartilhos.
Ha espartilbus de todos os lmanlos e
das melbores qoalidades.
Cambraias de cores.
Temes rambria- de cores proprias para
roepas de meninos e de senhora de lindes
padroes e ptima qnalidade.
Meias para homens e senhoras
0 Cy.ne tem comp'eto sortimento de
meias, tanto para borneas como para se
nboras, meninos e meninas,
Fazendas para loto.
Temos fazendas para loto, de todas as
qoalidades, como sejam: alpaca, cont5o,
prinoza, merino, cambraias, lias pretas,
etc. etc.
Cambraias brancas.
Ha um completo sortimento de organdys
.com listra asseliaada de lindos gosios e mo-
I demos.
de diferenles Umanbos.
Rna da Imperatriz n. 44.
t a -v 1*,feM<^*Mazenda8 ?>< qoe podeoaraos aanunoiar, mas poras tonar
enadonho ao rps;Deital publico deixamos de o fazer. Podemos garantir que os noasos
prepos farJo diflrengas de oatra qoalqaer casa, pois eaumos reaolvidce a ***** pelo
costo, porta i diMciis.
[Cofres de ferro
irrensas a ^q ^n ^-^ wiZ8m
v/flapaS de |erro gavalnisadas para telbeiroa.
i acnos de jerro para asgacar#
iiradOS americanos para varaea e ladetri.
laCinaS vapor e de corur /orno.
v/arrinnOS ,je mi para -atcopao.atierros.
Venezianas
tes artigos acbam-se a venda ilolotiaMia
casa dos importadores JCHtlItlIV** decimaes e ontraa.
Saw, Ha-wkbs dtC, ITrtrrKoc
ra da Cruz m. 4. XVgUO *e jerro#
EnXOfre 8alaM.*tc4e
para janellas.
ARARA
EST VENDENDO O fiESTO DE SUAS PECHINlU
M RA DA IMPERATRIZ H. 72
A SABER
LASINI1A A 160 R3. I) COVADO
Ytnde-re'arsintas jara vesiidos des^n-
boras e miuinis i c'o barato prego de 160,
200 e 400 rs. q coado.
(H TAS LARGAS A 1(0 RS. O COVADO
Vende-fe chitas f arce aspara vestido de
casa, 200, 140, 280, 3.0 e 360 rs. o ca-
vado.
CASSASFRANCIZASA240RS OCOVADO
' Vende-se (a*>a> francezas para vettidos
40, V80, 400 o 440 rs o covado.
ALPACAS DE COhES A COORS. O COVADO
Vende-se alpacas de erres para vestido
de Moraras 5 O e 640 rs, o coval*.
nP.llIiANTiN'A BRAN:A A iOO US. O COVADO
\u:.e->ej onlLiiit iid branca
FUSTAO LE CORES A 360 RS. O COVADO
la 33800, 3. 6fl ft 7l.
COHTESDE "ASEMiRA PRETA A 35500
Vond-sp cortes de casemira rrtta pr
oa'ga a :t<55 O. 4/J e h pa-a liquidar-se.
CORTES UE CAMtRAIA A 2/J5C0
Vndese coites de cambuja do cccs
2,5500 p^ra q-jidar-ae
Vecde-se 2 rrgbtroe 1 andiero paxa
gaz, na rna d lmr.erat'iz n. 72
GRANDE LIQUIDAQlO
DE ROWA FE1TA
Vtnde-so paliiots e paDoo (reto ^acf8,
a 6tf, 85 e 40,.dl'o- ce.ca;emir3 de cores
5d e 65, diL-a de alfa:a preta H e *d,
5500 rs. o!di;o! de brim de cores a t35'0, 99 e
25)0, ditos ("e ntia casemira i H&-M,
' f tit.s fraques de casemiras de c res SM e
Verde s fu to de cotes para vcs.idos 103, eoileles de br'm f>e (6 es a t e
36J s. o c>vjd'. |1530, ditos de casen ira de core* 2600-)
ALPACAS PRETAS A 5"0 RS. 25 O e 3/50H, dilos vrvo< de" ;8nnov C
Vei-rie-sc; Ipacas pretas 500., 610 e 800 b ess-mira prea, ?5(0 e k&, dos dd
rs d.tis de listas assiti a'as boa, para merir para lelo ebottbazini, 3| e 4,
ejbr. caigas de ca eaira decore?, 45 **<$.
ALCODAOBELL-TA A 160 RS. O COVADO 6/1500 e 85, ditas de ditas prjta. pera l#,
V:'mie-fe aleono de bata pata rtopa 6-^500, 8,5 e f/JiO'. d tas de Irin rrcMtfc-
rio, i l, IJ600, 2,5 e 2 ic ffira-i', tr.O rs. o c vid .
B1M H)-\.\ A 5 O Ri O .VETRO
\o.-.' e-fftjirijft lna parto jara caigas dejce
qnein t;;ti,t.a :m ^rr nn.ito f, rte, 500(^<_
is. o ::r. v uu 3O rs. <> cov?do.
i liALS E CASSA A 500 RS.
Veni)e-s chiles de cassa branca 500 rs.
COBERtftS DE AL ',ODAO A 14C0
Vende-se cobertores de algodSO 1^400
para acab'r.
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS KU
Vndese chiles de merino estampados
i 2C0O a ?^OO tara liquidar-se
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
Vende-se corles de ganga para caiga de
homem 800 rs., para liquidar-se.
LENCOS RRANCOS A SdOO
Vndese lengos brancos SflOOO' doz'a,
para acab-r.
BRAMANTE DELINHO A 28O0 O METRO
Vndese bramante de linho com 10 pal-
mos de largara proprio para lengtes
2800 o metro.
COBERTAS DE CHITAS A 2^500
Vene-se cobertas de chitas 2^500 cada
croa.
RESTO DE C0LAR1NH0S
Vende-;e cm resto de c: lanohos de papel
100 rs. duzia.
MADAPOLO A 302CO A PECA
Vendc-se peg s de madapolao ecf stado
30200, dita* ir-glezas c< m 24 ja'das 55,
54500. 65, P05HO. n, 8, 93 e 10*.
CORTES DE CASEMIRAS DE CORES A SI
Vende-se cries de ca emirs dj cores
B*060
ALGODAO DE 20 JARDAS A 3*800
Vende-se pegas de algo.5o am 20 jar-
ditas pira Icio de a'paca de corda" e prin-
cesa 35 e 34500, ditas aznes psra eecra-
s 5(0 rs, ditas de t>lgodio de li la
800 rs camisas de riado | ara ;ervigo do
campo 800 is. c l0 O, para lijuidar-s ,
aatras muitas roopas feil.s q> e re venCo
nm reserva deprtc-, entree-sas roupasfei-
las, tem acunas dt fe t< s, o q> e es
vende mais barato do noe e ti annuciada.
GOLLI>HAS 'ARV AC\RAR
Vende-e gotlu.h.s par; seoher s e nir-
n;nas 100 e 2f0 r*.
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQIDAR-Sl
A500RS.
P traspasse, imito b<>r>i s *"O0rs. cada uaBE.
N0V1DADE
Rogase a todos o> devei res da majsn
Mli a de Guiui*im & Silva. oeoominAo,
Jardim dsa Dam s, o bfaf de vir faliar
so^a contas ou debites mais r.reve priivet,
' queassim nao nierser seo noire declarado
por exterj8j nette Diario, derijim-se a
roa da Imperatriz n. 12.
COMVM LER
Precisa-s Miar toaa os si-gtiales Srs i:
negocio qoe Ibediz respeite fets Ltarc>-
ses, na ruada lm eratrizn. 72.
Augusto Ferrira .Mirrias Ribeiro.
Baliazar Marques da Oliv ira.
Jos Tboru-z Manoel da Costa TraT ssos
sebaslio Antonio de Albuqoerqce.
Adeno da Suva Pinto.
JjSt Isidoro dj Costa Jambczeiro JcLiorr-
Igna o Fiacc'sco Gomes.
J R.iberio de Ni.-cimento.
Feliciano da Coaba .0. de Albuquerque.
IMPORTTE LIQlDAQlO
BAZAR DA MODA
De um grande sortimento de perfumarias finas, dos afamados fabricantes de
ParsE. CoodrayEd. PinaudL. LegrandViuletGell Freres- -MompelsBlec-
se-HadanconrtCottance-e do moito acreditadoG. Rieger de Francfort
Recebido todo directamente dos mnsmos perfumistas, e vende-se pelos admi-
raveis pregos segointes:
Ra do Cabug
DE
Antonio Francisoo oe Santos & 0.
Este noy estabelecimento acaba de receber om completo sortimento de ob-
jectos de gosto e inleiramente novas,, a saber;
Poupelinas de seda, com lindos de-
nnos.
Nubresa de seda de obres e preta.
Corles de cambraia bordados.
Grande soi tmenlo de I5as e alpacas paca
vestidos.
Cortinados ricamente bordados paxa a*
Grawdinaa brancas, j^epda aova.
Satas e camisas bordadas para senhaj*,
' Tapetes de toioa o ;laaahos.
Crochets pira cadeiras e sof".
Colebas de 13a.e seda para cama.
Casaquinbos de,gorgorSo,preto.
Rkts eniovaes para baplitadoe.
; Cbapelinas e chapeos paja seoboras,
eme ,ba de melbor.
jecto.tji
Lencos de Hnho, camisas lisas e borda-
das'ptra bonete.
! Bramante de linho e atoalbao*
i Baloes com aaideaeiadu aoquinbas.
O prepriataria* da Conaujata preitaaHP a ir qmAMaoVc. caja qualqtw ob-
ilaaar cata -qaa p#rt,iaiqii pHoMm nKifiwae o om da ra e ooteero
y
Pomadas finas de i:. Coudray
Em lindos vasos de porcelana
sortidos dozia ..... 2O0COO
Dita, milanesa..... 201010
Dita flor de larangeira. 8)8000
Dita transparente..... 9(5600
Dita Ecbicschic.....* 40t8i O
Dita de viagem..... 200000
Dita cosmetiqnes superfinos a
2500, 5)?000 e. 75O0
Dita cold cream para o rosto
duzia...... itICOO
DE G. RIEGER.
Dita moella de Boi. 41 000
Dita genuina..... 12 Ou
Dita philocome grandes. 441000
Dita dita pequeos. 90lOO
DHaDnqneza..... 24,5000
Dita cfatneza para es bigodes. eOGO
Dita cosmetiqnes dozia 7000,
14^000 e ..... 4400(0
DE MOELl'MS
Dita sorfina dmia .... 90500
Dita de nrso idem. 140000
Dita cosmetiqne fino 70000
DE BLEUSE-HADANCOURT
Dita, da Esposigao dozia 24:000
Ditaespecial do Bazar da
Moda....... 9^000
DE COITANCE
Dita mandarina em latas duzia. 800
Dita menages idem. 40200
Dita universal idem 1080a
DE VIOLET
Diro esld-cream para o rosto
dozia..... Hf&OOO
leos snperlnres
DE E. COUDRAY
Oleo superfino duzia 50800,
40800 e...... 20800
Dito E. Coudray duzia 50800 e 9050"'
Bito philocome idem.. 90500
DE 6. RIEGER
Oleo philocoae duzia 110.00
DE COTTANCE
Oleo pbilocome'doia 90000
para toilettes
DE E. COUDRAY
De col oa superior duaia 50300
104500, 130.00. 1505OJ,
204600, 230, 560500 e
DE G. RIEGER
Agua dentrifice duzia .
DE L. LEGRAND
Agna de flores de Orisa duzia
1 i40rX)
2O0OOC
184000
130000
300000
50500
2O0OO
Agua dentrifice Elixir idem.
l^traetos superiores
E. COBDIIAY
Extracto de sndalo duzia .
Bouquet dos Alpes .
Diversos finos dezia 40500 e.
DE E. RIEGEn
Essencia de rosas dozia. .
Triple extraxto .. 440-000
dem........24OQO
dem........114500
dem........210000
dem sonidos.....20000}
Bouqoet do Remo .... 400000
DE MOMPELS
Das bonitas dems duzia 180(00
DE ED. PLN'AUD
BouquetJardim da Italia dozia 230060
Essencia de violetas idem 2340C
Jockei-Club idem .' ",. 104C90.
Pos fiaos
DE E. COUDRAY
Cbinezes para os denles dnzia .
Dentrificios idem ....
De arroz em rico* vasos de por-
.celana doorada dozia. .
Em paxoles duzia 40 e. _.
017 G. RrKER
Pos denrrifkhwsrrpei'rOTO dhzia
DE M0MMLS
Linda caixas cum pos de arroz
duzia 144 e.......
rjBoo
80000
320500 .
J0OOO
170080
DE E. COUDRAY
Violetas do Bosque duzia .
DE 6. RIE6ER
Transparentes fios dnzia 80500,
90500 e t .
DE ED PI.NAUD
Transparente fina doza. .
de viourr
Fkr de arroz duzia. .
DE gelckr freres
Em forma de rosa.....
DOOTTANCE
Bresiliennas duzia .... .
200000
90000
110503
6400
70800
3500
445O0
640000
AVISO
Vende-se por atado em dozias e desconta-se 10 0/0 quem comprar e pagsr
i vista quantia snpeiior 1OO0OCO.
Joe de Soiiz Soarf-8 & C.
Rna Nora n. & (ho4 do Bario da Victoria) es^nlaM da
Manto taar o,
COMPLETO
: ortimento de m abados no lar-
o do Carmo n. 39
EfOWMA DA MX RE SANTA TI1ERKZA.
GOfttfLETO
sortimento de molbados no Jatgo-
do Carmo n. .39
ESQUINA DA ROA B& SAUXA JHUUA-
Acba-w>eropr prompto este novo estabelecimento de moudos para^ervu-
aas amaveis fceauezes com um aortimanto compteio dekgeBeros d< n 1WW V19 a
vteta ^compraCLw agradar e por commodos pretcos,.tiwo gaii4aprflaf*mi neaie. oop
rMifbelecimenio aototip, emobw, i


8
Diario de Peraambuco Sabbado 13 .ie Maio de 1871
i
UTTERATUR,
?-------------------------------
Socleiade c Llberaes.
VOTO DE AGRADIICMINTO MRKIDO PELO OKA-
DOR DA SOCIE1.VDK DOS AMISTAS KCHANI-
COS E LIBERIS, A. B. FMREIUA BARROS,
EM SESSAO MAGNA NO DA-4 DE MAIO Di;
1871, AOEXM. SR. CONSELIIEWO'DIOGO VE-
LHO GAVALCANTE DE ALBL'QERQUE, PRESI-
DENTE DESTA PROVINCIA.
Respeitavel irmio director, irmSos i" e
2o adjunctos, dignidades e officiaes da casa,
e vos, Illro. e Exm. Sr. senador do impe-
rio cjnselhsiro Jos Bealo da Cnnha Fi-
gueiredo, eu vrisaJo.
A palavra foi dada ao homem para por
meio della elle representar nio s as ideas
qoe suggerir possara era sen espirito, seno
nrabem as diversas sensagSes de sea co-
. racao.
Isso pooto, en esqaecendo que o mani
inteliigute por sua vez tambem cercou o
modo de representar esses seotimeotos d--
certos e determinados aecessorios; nio tre-
pido, para oavir-me, convidar-vos. N5o
qu'eo. aie faca xgo de inteligente, porque
a assin' pensar erm averbar-vos de ignj
rantes-; oas serdo um dom a palavra, c
natural ao hornera dizer o que quer, o q ie
seote, e o qoe emende; com a differenoa.
que o modo o que d'rerso, mas o .n
o mesmo : e*arto de que essa principio
geral no s exilie em mea espirito, como
tambem existe na consciencia llusirada de
Vy. Excs, .com todo o calamento e res-
peto peco van a para em phrases nuas le
positar e?ii vossos ps 'os sea timen tos que
se despreodem do peito de cada um os
socios do:ti Sociudada.
Illm. e Exm. Sr. conselheiro Diogo Ve'ho
Cavalcante de Altauquerque, muito digno e
dedicado admuii-trador dos destinos da
provincia de Pernambuco, a V. Exc. se di-
rige a Sociedade dos Artistas, por interme-
dio de 8u fraco orgSo.
Senhor. N3o vimos tacer urna capella
de odorfera^ Adres para vos offertar, nao ;
porque pouco.
Cantar os vossos feitos praticados nos fe-
lizes das em que com a bussola da razio
esclarecida eris o verbo desta provincia;
certo o3o para nos, fate-aos a Iyra de
ouro.
Fallarrao? de vossa dedicacio, zelo, inte-
resse pela tnstrucfSo, arte, agricultura, iu-
duslria, pelo povo emfim ; seria dizer que
sois um as'ro radiante e que nio das va-
riacbes atmosphericas qoe depende a vossa
luz, como sa ser as nebulosas ; o que nao
exprime ludo. 1
N3o trataremos desses* feitos na sua ver-
dadeira importancia, cgmparando-os com os
dos antecessores de V. Exc, para n3o des-
cernios alcm dos limites da moderaca >;
mas nao podemos calar un sentimiento que
abrasando os nossos peitos tambem nos d
vida. Beso sentimenio, Exm. senhor, .....
esperai. J urna vez tive occasi3o de dizer
que o artista, sendo filbo da bumildade,
falla de harmon a com a educac5o que se
Ibe ha dado.
Elle f liando desalinhado, escrevendo
mal traduzido, isso porque do nscador faz
a peona, da superficie plana d'uma taboa
faz o-p pe, do suor de seu rosto, lmpidas
gotas que borbultiando correm, faz elle a
tinta; e nessas condicSes, como eu diz;r
de mrdo a ser comprebendido, o se.iti-
mento que nos domina ; mas n3o fie a mal,
digamos s Respeitavel irmao director.Ao pronnn-
ciar esta palavra, que tanto tem de muito
alcancar, como tem, em sentido opposto,
de simples em seu mechanismo, nao posso
deix*r do fazer urna advertencia, e :
Quando o rtconhecimento dado quille
que prodigalisou beneficios a um terceiro,
nao por amor della, mas por amor de s,
de bem qoe seja manifestado o reconheci-
mento com a simales palavra :Milito obli-
gado. Porm, se o recoohe-.imento d3do
a aquello que nao estudou occasias, esque-
ceu preconcetos, deprezou costumes, des-
agradou a certos, e com o quero de har-
mona, com os principios de ctvtlisaclo e
raudas: e dando n3 a ultima palavra,
somos a' dizer que em nossos peitos a na-
Ureas ba gravado nio somonte esses im-
portantes ser vicos, como tambem a pessoa
de V. Exc, caja Iembranca passara a nossa
posteridade.
Sala das sess&es, 4 de malo de 1871.
Basilio Barros,
Orador.
progresso correa, n3o disse bem, corre d
bracos abortos, nnindo o seu ao peit) d'a-
quelle que viva no esquecimento e aban-
dono, Ihe esperanzando um porvir feliz :
digo, respei'avel irma director, que
justo, sono evanglico, qua essa prova seja
dada por um modo o mais solemne possi-
vel. E se na primeira hypothese se disse
simplesinenlemuito obrigado; aqui, como
prova de verdadeira gratid'o ao bemfeitor,
justo, repito, cstarmos todos de p e
saudarmos aquel-e que com phrenesi faz a
prosperidade das classes artsticas.
E' S. Exc. o Sr. conse heiro Diogo Veloo
Cavalcante de Albuquarque, muito digno
presidente desta provincia e vida da Socia-
dade dos Artistas Mchameos e Liberaos de
Pernambuco, que por seas feitos tornou-se
credor de nosso eterno reconbecimento e

FOLHETIM
0 FILHO DO CALCETA
POR
HEUHE me
ramei raparte
IX
No c&mlaho de Brest.
(Continuado do n. 108.)
O problema exisiia ; a solaceo que o
corsario bavia de encontrar.
Renardio tirou charutos da algibeira e
offereceu-os a Beauregard, pergantando :
Fama 1
Pouco, -habitaalmente, respondeu
Beauregard, mas muko quando viajo.
Ser o senhor martimo ?
Nada.
Vive em Pars ?
Ha moito tempo.
Entio vai a Brest para tratar dos
seos negocios ?
Exacto.
Renardin accendiJu o charolo, e redar-
guio :
Pois olhe, tal qual como eu.
E' talvez negociante ?
Aisim, assim.
E' parisiense ?
Propriamfnte nao... bus vivo em
Pars ha trala anns.
Vea a dar ni mesma t Aquillo
que 6. trra t Nio ha outra cidade qoe se
llie compire AJli ha de todo: liberdade,
O DIREITO DE REPRESENTAQAO DAS
M1N0RI\S
(Gonlinuafio) .
Por dwgraca, sente-se o mal mais do que
se conhece o que elle ; solTre se, e lasti
ica se sem curar de penetrar as causas do
soffrimento e estdar-lhe os remedios.
Quae-* s3 as queixas articuladas ? A pres-
s3o administrativa, directa ou riisfarcada,
eis p.-incipal capitulo da accusacSo. A
administrado faz vjtar a seu talante todos
os qoe tem o infortunio da estar na depen-
d/ftcla tella; a adminisiracJi) violenta ou
(orrompe as cons encas; a administrac3o,
planeando arbitrariamente os circuios e!ei-
toraes, viola os interesses mais legtimos.
pea a liberdade do eleitor, e destre como
Ihe parece as probabilidades eleitoraes dos
candidatos.
Eis o que so diz. e ha razo para o dizer;
m3s ser tu lo ? Vamos ao fundo das cou-
sas. Todas essas queixas em summa, re
duzem-se. a isto : o suffragi) uio lirre.
Se essa toda a molestia eleitoral, que
preciso para cura-la? Rastituir ao eleitor
a sua plena liberJaie. E como consegu-
lo ? Regenerando a administraco, dando
cabo das candidaturas officiaes, cortando
por toda a ingeren :ia do goverao, qoalqner
que seja, na escolha dos representantes da
nado.
Nada melhor do que isso. Mas em pr -
meiro lugar o remedio n3o t3o sim-
ples como parece. Respondam me de boa
f : onde se achara governo to ind'fferen-
te a soa propria conversac3) que sedes
ioteresse absolutamente da escolha daquel-
les que devem examinar os seus actos ?
Nao defenderemos cerlamenta as candida-
turas officiaes destes oltimos aonos. Nao
mster ser muito exigente pira ter o li-
reito de reclamar mais igaaldade as armas
e mais lealdade na luta ; mis esquejamos
p r um instante o -rgimen em que temos
vivido; imag nemo-nos na mais honesta
das repblicas.
Acaso se pensa que o ministerio n3o tara
candidato seu e n3o procurar fue los pre-
valecer ? Pela mesma razSo que a opposi-
Clo se esforca por assegorar o triumpho
dos s;us homens, mu natural que o go-
verno deseja var os seus pail darios victo-
riosos. Assim acontecen sempre no passa-
do, assim acontecer no futuro.
Vamos pois mais longa ; afastemos toda
a idea de presso prefeitoral o ministerial;
resta a corrupc3o, a corrupc3o administra-
tiva ou particular. Seguramente ne-te pon-
to, tambem se pode, sem demasiada ambi-
co, aspirar melhores dias; licito esr
per.ir o que ha de vir no tempo em que o
rastelU j n3o forem parte das instituicSas
eleitoraes; mas emfim a ccrrupg3o tanto
dos eleitores que a provocam como dos
candidatos que a praticam. Pjs bam I lla-
vera sempre genta que ter ou credihr
ter necessidade dos favores administrativos.
Pretender se-ha extinguir a raga dos ambi -
ciosos e dos vis ? Quanto a corrupc3o par-
ticular, bem hbil ser aquello qae achar
contra ella urna receita infallive'. Ser
preciso p/imeiro urna contra a embriaguez
e a cobica. E pois, se fac castigar os
actos vergonhosos quando ha provas delles,
taes provas nem sempre s3o facis de obt r
Nem sempre haver a felicidade de apanhar
contas com recibo. A corrupc3o mais pe-
rigosa e impossvel de prevenir justamen-
te a qae n3) deixi vestigios, a qie, sendo
de todos os di 38, de todos os instantes, faz
digamo-lo assim, parta dos costumes do
candidato e do eleitor, a q ie se cobre com
o nome de recepces e relacoes de socieda-
de, quando se dirige aos editares abasta-
dos, e com o titulo de caridades legitimas
qubiid) se derige aos eleitores pobres. Que
so ba de responder a um candidato que
diz simplesraente : Sou rico e gosto de
dar. Os que me cercam s3o pobres; eu
tenho por costme, como fizeram meo3 pais.
aliviar a miseria delle?. Oade est o mal?
o qae ha mais natural? ECfectivamente,
que ha abi mais nat ral do que isso ? Com
que pretexto presejever a caridade e o re-
conbecimento ?
Tal a realidade ; mas lancemo-nos ao
i leal. As administraces s3o cneias deabne-
gac3o, os eleit?res de consciencia, es candi-
datos de escrpulos. Ser completa a re-
forma eleitoral ? Sim, se basta assegorar a
independencia material dos votos; nao, se
preciso s>tisfazar algum outro principio
dejustica e raz3o. Ora, para nos, a refor-
ma eieitoral em tal caso, longe de estar
acabada, nao estara sequer esbozada. Do
grejfr eide-se, nao como 4 qui casa cidado usa-
^^p r do seu d.reito le /ep^ientaco. mas
lado da m>ral ter-se-hia dado ai gn
easso ; de lado da sincartdade, da ver
e da justica, n3o se terii adiantado ana* h uiiecidad t^rSocenc da proveitar esse
nha. A represen tacJo nacional otad (u- direito. Erro flagrante em nosso parecer,
ria de ser falseada en sea principio *JHi e vamos j rpidamente mostrar Ihe as con-
suas consequen-: as. Verdade essa que
desejavamos arlentemente tornar t5o chra
para todos qu3o evidente para nos!
II.
Antes da todo, cumpre sejararraos ddas
principios, dous direitos, caja confusio in
veteada cansa todo o mal: o direito de
deciso e o direito de repres'ntacao. Ex*
pliquemo-nos.
Oanlo se trata, em qualquer ass- mbla,
de tomar ama de i-3o, de oecess dade q .e
essa deJ:3) pertenca maioria. Que a
maioria sej exigida da melada dos votos
e mais um, ou de dous tercos, ou de tres
quartos, n3o menos exacto que o nico
meio de chegar a ama solu<;3 >, qae
maioria decida. Esti > reunidas 30 passoas;
estabelece-se urna, queslo: isto braoco Seja ; mas em primero lugar a bypothese
dista divisJ) quasi igual d)3 votos uio
impossvel e a experiencia j o provou. E
resposta djs dezeseis dave prevalecer"e fa- depois o resultado ser mus equitativo, se
ou preto ? Quaturze respoodem braneo,
lezeseis responder preto. E' claro que a
prazeres, homens de talento, raulheres en-
cantadoras. ..
E ladrees moito Qnos.
Como diz ?
Digoladroes muito finos.
Ora isso ba em toda a parte I
Em trra nenboma ha tamos como
em Pars.
Acaso o ronbariam ao senhor ?.
Amiml...
Renardin desenhou nos labios o principio
de um risinho sarcastico, em que Beaure-
gard flcou scismando.
O outro volveu a dizer pouco depois :
Como vive em Paris, certamente ou-
vio fa'lar no aqdacioso roubo commettido
nos armazens dos irmos Dabar A C. ?
Ora essa f volveu &9earejaYd, muito
apressado, mas reprimindo-se logo. Agora
mo lembro que eslava essa adat no baile
de mascaras.
Etect vamente foi n'ua sabbado. Pois
quer crer que a justica anda n3o come-
guio apanhar nenbum dosroubadores ?...
Serio ?
E' urna coosa qae ni-guem acre-
dita ?
Talvez a polica nao esteja bem orga-
nisada, ponderen Beauregard.
Renardin deu aos hombros, e retorquio
meio azedo:
Sim, o povo o qoe diz... todava,
ba oito dias que se tem dado bosca a todos
os sitios mais para desconfiaocss. Larga-
rara-se em~ todas as direccoes finissimos
perdigueiros, e por ora nada de novo...
Demonio rosnou Beauregard.
E admirando se daquelle sajeitioho andar
lio bem informado, sentio maiores desejos
de averigaif qaem elle* seria. I
zer lei. Pora questlo da faci que mis
ter decidir pralicamente e logo No seio
de um estado democrtico onde o governo
a absolutamente directo, 6 necassaro qie
na assembli pop dar o verdict di mnoria
spji soberano. .Nio ha outra sabida pos
sivel ; entiii necessidade material: o direi-
to da de isSo nao tem nem pode ter eii<
teneia fura da maioria.
Mis o direito de represen! c5 ? Como
cima, esl3o reunidas trala pessoas. Desta
ez porm ji n3o temas da raso!ver a q-ies
13o por nos mesmos. kic el mine. Tem >s
de escolaer tres delegados que. em ou ro
rectho, dehbararara por nos. Murara por
nos, discutirn) por nos, decidiram por nos,
tres homens que serio utros nos mesmos,
e, p .ra dizer tudo.Jnossos represent ates. A
quem devem parlincer esse3 tres represen-
lanies ? Atodo3 ns e iJentemente, a todos
nos em geral. e a cada um em particular,
mas nSo j a urna parte dentre los, anda
a mais numerosa. Nao se traa agora de
decidir uma*qaes.3o, nio se r>ta principal
mente de decidir quaes dentre devem ser re-
preseittados. Cada um de no* tam igual
direito a ser representado, e q direito,
inatacavel eai sua essencia, nio tem em
seus effeitos outro limita que o de ser exar-
cido por um grapa sufficente de vontades.
Donde se colbe esta cons'quencia, a um
tempo da lgica e de justica : cada um de
nos tem um direito igual, cada um voto
nosso tem igual valor, epivale a certa parte
de representarlo, e, deixem pasear a ex
presso a urna certa fraeco de repre-
sentante.
Qua preciso pois para que esse volor
seja effactivo ? Simplesmente qua cada frac
cao, isto cada voto, encontr outras frac-
1,'0,'S semelhantes em nume*o suffi icnte
para completa-lo, e conslitair com ellas urna
unidade. Constituida essa unidade, todos
os votos, todas as fraccSes contrarias, qual-
que.' que seja o seu numero, nao polem
prevalecer contra ella e influir na sua exis-
tencia, com maior razo aniquilado. A con-
clusio lgica da tudo isto que em theora
para, se ni reuno de trinti pessoas qae
ha pouco suppunhamos, es ti ver ara em dous
grupos oppostos, um de 20 votos, ou de
dous tercos, outro de 10, ou um terco, ao
primeiro grupo, fe houver tres delegados,
eaberao com justica os dous tercos da re-
presentarao, isto dous delegados ; mas
o segundo grupo ter incoaiestayei direito
aaterceiro delegado. Isto e claro, palpa-
ve', rigoroso como urna operaco'mat'iema-
tica: um simples calculo de propongo.
Em resumo, o direito de deciso nm
direito colleclivo, impessoal, que tem a sai
raz3o de ser as necessidades de fado, e
qua pela (orea das coasas reside exclusiva-
mente na maioria. O direito de represen-
tac3o um direitoin'ividual, pessoal, exis-
tente por si mesmo, e impercaptivel em
lo fo o cidado. Sao dous direitos essen-
cialmente distinctos. Ora, desde'a origem
do systema representativo, de que elles sao
as bases, um funesto preconceito os confun-
di, e to completamente, que ninguem boje
parece por em dfivida a sua idenlidade,
nem sequer suspeitar qua possa baver nisto
a sombra de urna difficutlade.
Como se fazem actualmente as eleicas ?
Pela simples maioria dos votos,maioria
relativa ou absoluta, pouco importa. Quem
obtem ii'uni collegio a maioria dos votos
eleito ; qaem tem apeoas a miaoria, por
mais imponente que seja, fici porta da re-
preseat ac3o nacional. Eis o fado; bru-
ta!, incontestavel. Reunindo-se os cida-
dos para escolherem os seus representan-
tes, cada cidad5o nao tem a facoldade de
exercer plenamente o seu direito ; cada voto
nao pode pretender a sua quota-parte na
representac3o. NSo ; na realidade, p5a-se
a voto;, nio a escolha de taes ou des re
presentantes, mas a queslio de saber que
fraegao da assembla ter represantes. De-
sequencias.
Notaremos primero que todo qua o sys-
tema actual injusio. Nio priva elle vio
lentamente de seu direito um numaro inde-
finido de cidadSos ? 35.000 eMtore-, o
algarismo legal boje em cada collegio,sio
chamado! para eieger um deputado : se
17.501 votantes estiverem da accordo, os
17.499 que restam sio excluidos da repre-
sealato. l'%
O sea mreito n3o fica preterido pelo da
maioria, fica aniquilad). Esses infelizas
17.499, at as proxinias ereicbas, estio pf
vados da representado legtima na direc-
gio dos negocios pblicos. Sao Como se
nio exiitissem; por falta da duas unidades,
sio iguaes a zero. Calculamos o peior"
A diligencia parou porta da taberna
do Leo d'ouro, qae era um dos sitios "on
de os viajantes podiam demorarse algum
pedacinho.
Renardin ia apei.r-se ; mas, ou por
acaso, ou de caso pensado, Beauregard
foi de encontr a elle, quanio quiz descer
pela mesma portiobola.
O primero pedio desculpa de tamanho
descuido, e entrou na casa de jantar.
. O corsario ficoa sosinbo, e aproveitoa-se
da occasiio para ver o sobrescripto de ama
carta que tinba cahido da algibeira de Re-
nardin, e qae dizia :
lm. Sr. Renardin, cominissario de po-
lica. *
Beauregard flcou assombrado.
Mo I mo f disse elle, carregando
qs sobr'olhos. O patriosinho vira com
ideas de me filar ?...
Depois entrou na sala compriraentando
Renardin com modo corlez e gracioso.
Mas o da polica ou tinha dado pela falta
da carta e .estava scismando no caso, ou
entio oatras preoccopacoes o avassallavam,
porque nio responden s cortezia, pregando
porm o olhar penetrante com singular in-
isteneia na cara do corsario. .
O hospede da viava Desormeanx era
bomem de d9o vulgar energa, e pouco f-
cil de amedronlar.
Toca para a mesa I gritn com mo-
dos de fo'gasio ; e sem se lembrar de
mais nada,. Isto de viajar faz ama azia de.
mil demonios, e est-me parecendo qae vou
comer do grande.
Tem fome ? disse Remrdin.
Que nem um pobresinho de Christe.
Pois vamos a desempachar; pelos
modos a demora de pouco tempo, e s'
se tratar de 15.000 contra 20.000 ou at
10.000 contra 25.000? A razio, a justica
e o direito fleam menos violados por isso ?
Este systema, alm disso, pengoso para
a paz publica: excita os cidadios ao odio
aos dos onlros Grajas a ella, no da do
escrutinio, o paiz se divid9 em doas cam
uos que se tratam como inimigos antas que
como concidad3os. A eleigSo urna bad-
ina em que deve haver um venedor e um
vencida, e o vencido deve ser derribada,
sulTocado, e aniquilado. Nio se trata de
exercer cada qual o seu direito, mas de
excluir o.d*reito dos ontros. Nao se trata
do ser representado, mas de impedir qoe
os oulros o sejam. Emfim, nio se trata do
viven mas da matar o adversario, Dahi.
que esforcos ardentos, que animosidades
que lutas, que violencias, que odios, q ie
olfensas rnorlaes a o seniimenio patritico e
verdaderamente nacional 1 e qoe offensas
liberdade do eleitor I
_Esla effectivamenle orna tercera conse-
quencia nio menos inevitavel, nio menos
fatal que as primeiras; o eleitor nio tem
a liberdade do sea voto. 12' inulit dizer
que nao alludimos neste ponto a nenhuma
espacie de cabala. Fallamos do eleitor in-
dependente, livre de toda a pressSo, de toda
corrapcio. Pois bem, esse eleitor nao tem
muita vez a liberdade de votar como Ihe
parece. A cdula que elle leva urna n3o
mais que um pedaco de papel, se elle
nSo fizer parte da grande massa. E' ne-
cessario pois estar lodo custo com a
maioria. Dahi as concesses, os compro-
mistos, as coacbes. O infeliz eleitor
desiste de esco.ber o candidato qae Ihe
con vera para aceitar o que tem mais proba-
bilidades. Elege, nao o que mais Ihe agra-
da, mas o que menos lbe dest&a. Cnsen-
te em ser meio representado, por me Jo tle
o nio ser absolutamente, por medo tambem
de que o adversario o seja. Assim se for-
mara essas maiorias bybridas, cojo nico
vinculo nao s vezes mais de qoe um odio
commum, a qae se sacrificam por um mo-
mento menores animosidades. Assim se
elegem esses deputados bastardos, irapostos
maioria dos seus committentes pela neces-
sidade de excluir cm nimigo commum.
A liberdade do eleitor tica tio telnida
lio aniquilada com todos esses compromis
sos, que mais de um prefere desistir do* seu
direito exerce-locomo escravo. Antes que
abdicar o seu livre arbitrio, que renegar as
verdadeiras sympthias e opinioes, conser-
va-s de lado e resigna-se a ficar ?em man-
datario, O numero dos abstencionistas,
cumpre que se saba, vai crescendo cada
vez mais. E' verdade que urna boa parte
delles nio obedece a outros sentimentos que
sejam o de urna preguica e indifferenca
culpaveis; mas quanto sio desanimados
pela- impossibilidede evidente de triumpbar
com as kuas propriaa'forcas 1 Qaaotos sio
retidos pela necessidade de estender a m3o
a outros partidos, e comprar, cusa de
cap.tulacoes de consciencii e de concess5es
repugnantes, um iriumpho incompleto e
muita vez perigoso I Assim que, essa lei
elsitoral que em lio alta voz proclama o
suffragio universal, essa lei cujo fim su re-
mo appellar para o voto de todos os ci-
dadios, essa lei repelle para longe das ur-
nas os mais honestos e os mais prudentes
eleitores: os mais honestos, porque recu-
sara mutilar a sua convicio e traficar os
seus suflragios; os mais prudentes, porque
nessas transaegoes tanta vez immoraes que
se chamara coalicas, s se lucra o sacrifi-
cio, e, deixem passar o termo, trata-se as
castanhas do fogo para outro mais forte ou
mais hbil.
- Anda se, cusli de taotis injusticas e
perigos, se obtivesse o resultado desejado,
o governo do paiz pela maioria dos cida-
dSos 1 mas, ultima e nio menos grave con
sequencia, o systema actual nem sequer
afianca o triumpho do principio em qua re-
pousa. A soberana da maioria nio passa de
om jotulo mentiroso, sob o qual nio se
pode bascar com certeza nem a eleicio do
deputado pela maioria real dos eleitores,
nem o governo do piiz pela maioria real
dos cidadios. Nos termos da lei, 35.000
eleitores tem direito a nm deputado (nio
fallamos dos di.-tridos onde o algarismo le-
gd augmentado com mais 5.000 ou....
10.00.) unidades.) Dstes 35.000 inscrip-
tos, nao vio ao escritunio mais de 20.000
ou 25.000 oa 30.000, no mximo. Saja-
mos generosos, tomemos esta ultimo alga-
rismo, poUo que sem nenhuma duvida o
termo medio e-teja antes quem do qae
airc.
Temo3 pois 30.000 votantes. O candi
dato eleitor por urna maioria de 2.000,
de 3.000, ou de 4.000 votos. O caso n3o
excepcional; as maiorias de 4.000 votos
sSo j consileradas como moito respeitavei,
e mais da um deputado se acba devdamen-
te eleito por urna maioria de 1.000 sufra-
gios. As ultimas veriff acoes da poderes
do prova di de um lado, 17.000 vola-ates que ganharam
a causa, do outro, 13.000 votos anoullidos,
aos qoaes se devera ajuntar 5.000 abstra-
ctas ; total 18.000.
O deputado pois eleito por 17.000 vo-
tos coolra 18.000 por ontros termos eleito
pela minora.
(Continuar $> ha.
VARIEDADE
A SADE DE APO LEO. L-se o
segninte no Daily-News:
Dizem-nos que o ex-imperador est
doente, e qua j n3o sabe do seu quarto ha
mu.tos dias. O Revd. Isaac Gaddard, pa-
dre catholico em Chislehurst, frequenta as-
siduamente o palacio, onde sao recebiios
poucos visitantes dos muitos que all con-
correm. As pessoas distinctas dos arredo-
res maodam-loe os seas bilbetes de visita.
Quanto aos estrangeiros que solcitam to-
dos os dias a sua adraiss3o presenca de
Napole3o, vera-se reduzidos adeixaremum
bilhete ao porteiro e raro ser admittido
algum. Desde que se Maula a qua o ex-im-
perador n3o sabia de casa, a multidio de
cur osos tam diminuido em Chislehorst
< Quanto imperatriz e ao principe im-
perial, quasi Ihe impossvel sabirem a
passeio, por causa da agglomeracio de gran-
de qoantidade de pessoas que pretendem
v-los.
PEDRO LEROUX.-Falleceu no dU 12
de abril, victima de ora ataque apopltico,
Pedro Leroux, philosopho e economista
francez.
Pedro Leroux nasceu era Paris em 1789,
prindpiou os seus estudos no lyceu Char-
lemagne e foi conlinna-Ios em Rennes, de
onde voltou para Paris, onde, depois de al-
gumas vieissitudes, foi typograpbo e revisor
de provas.
Em 1824 o Sr. P. Dubois, seu antigo
condiscpulo, encontrando-o na typograpbia,
onde tencionave imprimir o jornal o Globe,
associou-o sua empreza. Leroux leve
por colaboradores neste jornal os Srs. Bre-
gues, Guizot, Cousin e Jonffroy, etc. Em
Janeiro de 1831 adherio ao san-simonismo
e resolveu a transformacio d Glube, que
se tornou o org3o da nova doutrioa.
Collaborador da Revista dos Dous Mun-
dos, fundn em 1841 a Revista Indepen-
dente. A principal obra deste pbilosopho
um livro intitulado Da Tiumanidade, do seu
principio e do seu futuro.
Eleito em 1848 para a assembla nacio-
nal pelo departamento do Sena, pronuneiou
all muitos discursos sobre a fixac i das
horas do trabalbo e sobre a emancipacao
poltica e social da mulher, sendo reeleto
depois para a camira legislativa. Depois
de 2 de dezembro, Pedro Leroux renuncion
poltica e refugiou-se primeiro em Jersey
e depois em Lausanna.
lima das importantes obras desta philo-
sopho soc'alista ama notavel tradueco do
tTerr/zer do Gcelhe.
< Diz-se qoe a imperatriz Eugenia cae-
gou ba dias incgnita Stifesa, indo bospe-
dar-se no palacio qoe habita D. Isabel de
Bourboo, e qoe tambem te esperava all
Napoleio III; a chegada deste ultimo pare-
ce er menos certa.
< Diz-se finalmente qoe o marechil Ba-
saine est em Genebra com nome sopos-
lo e que se descubrir este segredo por
ama imprudencia da imperatriz. que lbe
mandara urna caria em cujo subscripto se
lia o seu verddeiro nome. Foram tam-
bem vistos em Genebra o marecbal Le-
b etif e o general Motkowa. Parece, oo
emtanto, que qnem dirige todo o Sr.
Pietri, e que este est tio satisfeito com o
andamento dos acoatecimentos, que diz que
dentro de um mez estera restabelecido o
imperio. Segundo o Sr. Pietri, necessita-
se pa a o conseguir que a communa de
Pars se sustente mais tns quinte dias ;
passado este prazo, os prussianos entraro
em Paris e restabelecerio Napoleio, para
cujo fim, duera, trabalham Cleuseret e a
maior parle dos membros da commopa.
Conla-se muito, para levar a efleito esta
plano, com a guarda imperial, que regresas
neste momento da Allemanha e se dirige
para Versalbes.
Ha quatro ou cinco dias verificou-se
em Genebra urna reoniio secreta da Inter-
nacional. Ha quem diga que se resolvea
na referida r.-oino obrigar a assembla na-
cional a distrabir as fircas qoe tem em
Versalhes, para cujo m se manda/io agen-
tes para todos os departamentos, afim de
prepararem desordens e excitarem levanta-
ment s. O plano, se ceno, cabir indo-
bilavelmente, porque o Sr. Thiers nio pre-
cisa de Jistrahir torca alguma parz repri-
mir os raotins parciaes dos departamen-
tos.
OS TUMULTOS DE PARS. Os jornaes
de Bordeus dio alguns pormenores sobre
os tumultos occorridos nquel ia cidade nos
dias 17 e 18 do correte.
As turbas apedrejaram s jaoellas de om
quarlel, ferindo am ajudante, e foram dis-
parados tiros da algumas casas, tendo sido
igualmente assaltada a li.biiac.3o do coronel
do 8. de linha; bastn, p rm, sahirem as
tropas ra para conter os sediciosos, ca-
jos gritos eram incessantes.
No (lia seguinte toroaram a ser insultados
os officiaes, que se virara obrigados a re-
pellir os grupos, at que veio tropa em sea
aqxilio.


REORGANISACO DO EXERCltO FRAN-
CEZ.O governo de Vertalhes jt decidi
sobre que bases redigiria a projecto de lei
para a reorganisacio do exercito, qoe ten-
ciona apresentar assembla.
O resumo das suas prracipaes disposi-
Coes o segninte :
< Aos 20 annos todo o francez ser sol-
dado. O servido activo no exercito dorar
dous annos.
< Nos dous annos seguales os soldados
pertencerio primeira reserva e fario ser-
vico em acampamento dous mezes em ca-
da anno.
< Durante outros quatro annos estes sol-
dados pertencerio segunda reserva. O
servco ser o mesmo da primeira reserva.
Os soldados podero casar-se, porm
o matrimonio nio os eximir de nenboma
das obrigaces do servco.
< Os dirditos eleitoraes nio poderio exer-
cer-se se nio depois dos vinte e dous an-
nos, ao entrar-se na primeira reserva.
I
jantamos logo l para as seis horas da
tarde.
Darou pouco o almoco. Beauregard fez
qoanto pode para divertir o companhero,
mas nio conseguio desarrugar lh i a fronte.
Quando o homem df polica tornou a entrar
ao vehculo, bem se va qoe estava pen-
sativo.
Passou-se o da todo sem maior novida-
de. A nonte, porm, antes do jantar, foi
o corsario dar com Renardin a coxixar com
o correio, e quando chegoa a hora da par-
tida, espantou-se de ver dous soldados ao
p da diligencia.
Faz o obsequio de me deixar ver o
sea passaporte, mea charo senhor ? disse
o cabo, da guarda ebegando ao corsario.
O bomem esquadrinhou as algibeiras, e
ao desensacar o papel pedido, foi deitando
a Renardin ama oloadella de revz.
Os dous olhinhos do commissario de po-
lica nio se tiravam daquillo tudo.
O passaporte de Beauregard era legal
nio ti vera m naa que Ihe dizer ; o cabo
reparn nelle com o maior escpalo, tornou
a entrega-lo, e a diligencia parti por all
fra a galope. *
Era j nonte.
Renardin eocovilouse l para o seu can-
linho. Beauregard foi tratando de fazer o
mesmo.
Nio me dir, perguntou elle antes de
se accommodar, porque motivo nos ped-
rana anda agora o passaporte ?
Nio sei, redargoo o outro simples-
mente,
tome c da trra ?
lo qae nio sei; todava, os sol-
dados iR fazem mais qae o sea dever.
liso U com certeza, e at catnprwn 1
RESTAURACO BONAPARTISTA.-L-
se o seguinte n'uma correspondencia de
Lyo, publicada por um diario estran-
geiro :
Assevera-se em Genebra que o partido
bonaparlista faz esforcos desesperados para
se aproveitar dos acontecimentos de Paris e
qoe para este fim mandoo n'um dos olti-
mos dias sete milhes de francos em metal.
Parece que se quiz remetter esta quantia
por meio de um cnsul, fazendo o persua-
dir que era piala em obra, mas o consol,
concebando suspeitas, negou-se a encarre-
gar-se deste negocio. Diz-se que foi pro-
curado outro meio, mas que se deu parte
delle para Versalhes. Talvez baja anda
tempo de se apoderar desta somma antes
de chegar a Paris.
perfei lamente as suas obrigaces. Pois
quer qoe Ih'o diga ? Nao seria eu que en-
(toasse este caminho a ladroes qoe quizes-
sem andar descangados da sua vida.
Ora adeus I tornou o commissario.
Isto de ladroes que trazem quasi sempre
os melho.es passaportes.
Entio porque ?
Porque os fazem elles mesmos.
Beauregard desatoo a cascaihar, e a
palestra flcou nisto. Mas entrn depois
a reflectir, e accudiram-Ibe mente urnas
ideas sinislras.
Cada vez se lbe tornava mais suspeito
aquelle Renardin. Que demonio ira elle
fazer a Brest?... Porque motivo Ihe
faiIou no roobo dos irraios Dubar ?___
Com qae fim tinba ido bascar os solda-
dos ?... Era claro como agaa, o commis-
sario que Ihe proporcionara o conheci-
ment com.o cabo da guarda.
Todo elle-se rebellava contra o bomem
da policia ; tinha moito que receiar de
semelnante companbeiro de viagem, e quem
sabe l se chegaria a Brest sio e salvo.
Pz-se a imaginar como podtr'a ver-se
livre delle, sem correr os perigos de
om assassioio.
A noute ia escara como breu ; a diligen-
cia rodava a toda a brida... poda abrir-so
a portinhola... cahir am homem na es-
trada... e- quem sbela?... at poda
ser qoe fosse parar debaxo das rodas...
Era um desastre casual. Para a realisa-
co de tto famosa Iembranca basta va ener-
ga, decisio, e doas bracos valentes. *
Beauregard plaaeou tado at a meia
noote.
Por volta das onie horas e meia, parou
o trem para desaguar os cavallos; o cor-
FUGA DO GENERAL HENRIQUE.Sa-
gundo refere a Verit, evadio-se da prisio
das Petitcs Ecuries de Versalhes, onde es-
tava encerrado, o general insurgente Hen-
riqne.
A fuga verificou-se do segrate.'modo :
Na occasiao em que om sargutigy encar-
regado de o guardar fra levar-,he de co-
mer, Henriqoe atacou-o com um ponhal e
matou-o. Em seguida cobro se comoca-
pote e com o bonet do sargento, e ao anoa-
tecer sabio do sea calabouco. Chegoa
estarn de Chant ers e nretteu-se no com-
boyo que nessa occasiio marchava para
Chartres. Dalli dirigio-se paa Etamps, on-
de substituio o capote por urna blusa, e
ebegou a Paris s 5 horas da tarde pela es-
tacad de 0;leans.
OS NEGOCIADORES DA PAZ. O go-
verno belga nio perde occasiio de fazer
cem que os plenipotenciarios franeezes e
allemes estrellera cada vez mais as suas
relacoes.
Depois de um grande banquete dado aos
mesmos, no da immediato bouve recepc3o
solemne no ministerio dos negocios estran-
geiros, para obsequiar tambem os encarre-
gados de assignar a paz.
-I
!

sario apeiou-se, mirou o vehculo por fra,
e reparou bem no fecho da portiobola.
Nanea se vio urna noule assim tio es-
cura como aquella, as |ouvens negras e
pesadas corriam com rapidez, e o vento
soprava rijo e frigidissmo ; o correio este-
va moito rebocado e estirado ao comprido
no fondo do trem.
Beauregard a tremendo o queixo quando
entrn outra vez oa diligencia.
Renardin continuava resonando a soma o
solt, sem desconfiar, nem por sombras,
dos medonhos planos do sea companbeire.
O vehculo segoio sea caminho, e o cor-
sario espern alada coosa de meia hora.
J nao saba da cabeci, e o sangue rsfer-
via-lhe as veas. Poz-se em p de repen-
te, e tapando a bocea de Renardin com
prodigiosa forga, abri a portiobola, s
alirou-o para o meio da ra.
Ouvi;-se am grito.
A diligencia corra entio a toda a brida
por ama ladeira abaiio, o vento fazii om
rodo de metler medo, e o coebeiro s
pensava em sopear os cavallos ; o grito da
victima foi mistorar-se com o barolbo das
rodas e dos elemento*... e ninguem dea
oor elle t
Beauregard: poz a portiobola cerrada,
para se attriboir o caso a om desastre, re-
petenoa-se as almofadas, e prioeipiou a
calcular as resposlas para dar no da seguin-
te s perguntas ate certamente Ihe fariam.
(Contmuor-$e-ka).
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