Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12383


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Full Text

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ANUO XLtfil. NUMEfifi 107

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Por tre metes latidos ...............
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Por novo ditos dem ....':..;...... .
Por am anuo dem
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JO.


de Faria & Filhos.


AO AtMTKH
Hrfr. i Umt, m Ifauungup. ,WM, M, 4 c, .. P.hjb. ;IMMIm uAtMi; Nnii do. Sa-.o. Baldo, talo Aotlo; Doniop. lori CoMa Lg.
_____ '__________________** """^: A,toDi "*"*" "' *"ar' mi Ga""a r~cto T"~ "<. *-' >' lorf Mwio. Alfc o. B.bi.; Uit, Serooliibo 4 C oo Jo de Jaeiro.

PABTE OFFICIAL
*overno da provlaca.
ADMlfciSTIUClO 00 EXM. SB. DR. MANOEL
'QNASCIMENTO MACHADO POHTELLA.
XMCDlENTR DO DA 4 DE MAIO DE 1871.
Offletof :
Ao inspector da thesouraria de faienJa, traas-
rnittindo par os devidis as, a iliago de cinco
'.rnelas engajados para o servico do 8. balalho
di infamara da gnarda nacional deste manicipio.
Ao mesino, communieando qie a I do cor-
rente reassuini > as funCgoes do cargo de juiz de
direit) da eoraarca dj Cabo o baclurel Joo Bap-
tisU de Siqoeira Cavalcanti, co oo tea I. substi-
tuto.
Ao mesmo, inteir.inlo o de que a 1 do cor-
rate o sachare! Joa. Goaiaga Bacellar reassumio
o exereicio dn fuocg"es de juiz municipal e de
orpho do termo do Cabo.
ao mesmo, declarando que, segund) ofllcio
do commandanto superior da guarda nacional des-
le fliooielpiu, teve escusa do servio o clarim do
primeiro esiuadro de cavaliaria Raymundo Ro-
driga dos Santos, por ter Ando o lempo de seu
Ofajamento, e n> querer continuar a servir.
Ao mesmo, para maadar ajustar contas e
pasear guia de soecorriment ao coronel graduado
Jas Angelo de Moraes Rsgj, que sogue para a
corte.
Cxpedio-se ordeno aos ag-nles da companhia
brasilera de paquete?, para dare.n transporte
dse olucil,.ujr conla do raiosterio da guerra.
Ao inspector do arsenal de nunnha, dizendo
que Die, cuno solcita, passar o exercicio da
iflspsegao desse arsenal ao ssu substituto legal,
vista constar do diario ofucial ter si Jo exonerado
aaanelle lug.ir por deoret Jo 22 de abril ultimo.
Rscom nenloj-se ao inspector da tbesouraria de
fazeada que entregue ,he a competente guia de
soccorriMenti), e aos agentes da companhia brasi-
lerra de pai|uetei para darera transporte at a cor-
te, por caita di ministerio da marinba.
Ao'coituiaadaate suprior da gaardi naci-
ual do muikpio di Recife, recommendando que
orirte eom toda a argencia um mappa demonstra-
livo a forra da guarda nacional sob seu com-
mando super.or, ora especiftcacao da do servido
actiro e de reserva, o qual Ihe tem sido por veies
pedido.
Igaaes mrala mtandis aos cororaandantes su-
priores de Itamb, Garaar, -Nazareih, Santo A-
il), Tacanu, Flores e Cabrob.
Ao director do arsenal de guerra, para que
receba nesse arenal 3i espadar que furoeeea
por.empresraa em IS69 ao deposito especial de
nstruccao, visto ,no (er o mesmo deposito mal
aeceioidade dellas, segundo declaren o coronel
'omraaudaoie das
Communicou-se este.
Despachos -
Coronel Antonio Gomes Lea).Informe o Sr.
ospector da thesouraria de fazenda.
Rento Joaquim Gomes.Como re iuer.
Christovio Pereira Pioto. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Demetrio da Gusmo Gclho.Informe o Sr. ins-
pector da theaouraria provincia!, oavnlo o admi -
aistradr do consulado.
Tenente-coronel Francisco de Miranda Leal Seve.
Remettido :io Sr. coronel commandaote superior
da guarda nacional do manicipio do Recife, para
atle^ler ao supplicante ua forma requer Ja.
Tenente Joni Francisco de Paula veliez.Infor-
rn i o Sr. coronel commandcnte das armas.
Leopotdino Antonio da Fonseca.Como recaer.
Tenente coronel Manoel Francisco de Souza Leao.
Informe o Sr. engenneiro ebefe da reparticao
lis obras publicas.
Maaoej Goncalv'es Ferreira e Silva.Informe o
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio.
KPEDIE\ri5 DO DA 5 DE MU DE 1871.
'Juicios :
Ao coronel commandanto das arma?, decla-
rando, ein adJItamento ao offlcio de i do corrente,
que, em vista do que requereu o coronel gradua-
do Jos Angelo de Moraes Reg, deve elle seguir
para a corte no vapor da companhia brasileira,
iu? chegar depois do Cruzeiro do Sul.
Ao me?mo,. inteimnlo o de que, segundo
participon o Exm. p residente da Parahyba, foi re-
mettido para esta capital o !. sargento do 9. bata-
Ibo Je infaataria de linha, Manoel do Nascimeoto
'.< Jta Lima, qae all se actiava doente.
, Ao mesmo, remetiendo para os devidos Un?,
ipia do avir o do ministerio da guerra de 19 de
abril ultimo, relativamente aos officiaes honorarios
do etercito.
. Ao Dr. chele de policia, communicanJo que,
segundo coas a de offlcio do coronel cemuandante
das armas, fci posto em'bberdade o recruta Jos
Bezerra do iVascimento, visto ter sido julgado in-
capaz do servico do exercito em inspec;ao de
saneo,
Ao inspector da thesouraria de fazenda, trans-
mittindo, para os lias convenientes, copia do aviso
do ministerio da guerra di 12 de abril ultimo,
acerca de pgamenos requeridos por diversos for
necedores de objeclos ao arse nal de guerra desta
provincia.
Ao mesmo, mandando pagar ao pharmaceu-
tico Augusto Gaors a quantia de 237J160 em
que imporlaram os medicamentos remellidos, de
ordem da presidencia, para o povoado dos Mon-
tas, afim de serem applicados ao tratamento dos
mdigentes accommettidos da febre amarella.
Ao m soto, transmittinJo, para os lias con-
venientes, as cootas documentadas da receita e
despeza da enfermara militar, relativas ao mez de
marco ultimo, bera como o parecer da junta de
saude, qae as conslderou no caso de serem aceitas.
Ao mesmo, recommendando que, sob a res-
ponsabilldade da presidencia, nos termos do de-
creto 88i do 1.* de feverearo de 1862, mande
pagar a ajuda de casto qae competir ao conielhei-
ro Diogo Velho Cavalcanti de Alboquerque, como
dapatado assembla geral legislativa, visto ter
ella'de seguir para a corle, no vapor ttue se espera
do norte.
Ao da thesouraria provincial, declarando
qae, a Ignacio Barroso de Mello, na quadadale
da procurador do arrematante da obra da canali-
sacao do riaelio Taquara, Dionysio Rodrigues Ja-
cobina, deve ser pega a quaotia de 1:045JUO
proveniente da primaira preslatio aquella
CoTimunicou se ao Dr. chefe de policia.
Ao inspecOr 6o arsenal de marrana, aatori-
sanlo-o a mandar alistir na companhia de apren-
d tes artfices desse arsenal, visto estar naa condi-
g5os legaes, o menor Capitulino, de que trata o o
cluso requerimento do bacharel Julio Augusto da
Cunha Guimaraes, e sobre que versa a sua infor-
raacao de 2 do corrente, n. 2,171.
Portarla :
Ao gerente da companhia Pernambucana,
mandando dar urna passagera de estado at Ma-
cera a r do primeiro vapor que para all seguir,
ao tenente Raymundo Pereira de Carvalbo.
Daspachos :
Bacharel Amrica FernanJes Trigo de Loureiro.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial .
Antonio Francisco Cordeiro de Mello. Indefe-
rido.
Companhia Santa Thereza.Junte a companhia
ao sea requerimento a relacao dos objectos, que
durante um anno precisa imporlar para o fia de
saa erapreza.
Jos Joaquim Pereira de Oliveira.Requeira por
intermedio da cmara municipal.
Joaquim Antonio de Faria Barboza.Informe o
S\ inspector da thesouraria provincial ouvindo o
Dr. procurador fiscal.
Jos Mara dos Anjos Informe o Sr. coronel
comraandante das armas.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha Jnior. A'
vista da informaco, nao tem lugar o que requer o
supplicaote.
Joaquim dos Santos Azeved).Depende de pro-
posta do Sr. inspector da alfandega o provimento
do logar que pede o supplicante.
Joaqaim Jos da Silva.Informo o Sr. Dr. che-
fe de policia.
Pedro Jos Mirtia- Broga. Prejudicado por sa
achar preenchido o lugar que o supplicaote re-
quer.
Rita Virginia de Srat'Anna. Nao ha que de-
ferir.
Ulysses Cocoles Cavalcante de Mello. Informe
o Sr. inspector da taesourari* provincial, ouvindo
o administrador do consulado.
KXPEDICNTK DO SECRETARIO.
Olncos :
Ao coronel commandaote das armas, com-
raunicando que a presidencia mandn satisfazer
os pedidos do J batalhao de infaataria, 03 quaes
vieram annexos ao seu offlcio de 2 do cotrenle
sob n. 312.
Ao secretaria da assembla legislativa
provincial, remtteodo para terem o conveniente
deslino duas eoilecQoas das leis e decisoss do go-
verno geral oo anno de 1870.
Ao mesmo, enviando para serem presentes
essa assembla, 40 exemplares impressos d rela-
lorio apreseniado pelo engeobeiro ebefe da re-
particao das ubras publicas..
*>*a afamo, IransmminJo para igual lim.
copia das informales ministradas pelo coen-
raandante do corpo de policia e thesoararia pro-
vincial, acerca dos officiaes qne actualmente se
eham aggregado ao referido corpo, e das aposenta-
dorias conceJidas a outros, com deciaraco dos mo-
tivos que as determinaran).
Ao mesmo, remettendo para lim idntico, co-
pia do offioio cora o qual remellen a cmara mu-
nicipal de S. Bento, o incluso abaixo assignado de
alguns moradores daquella villa, pedindo a revo-
gacio da le n. 966 do anno passado, que desmem-
brou territorio do termo do mesmo nome para o
de Cimbres.
Ao mesmo, remettendo para os os conve-
nientes, copia da inforinsco de engeobeiro chele
da reparticao das obras publicas, relativamente as
peticfos, era que Carlos Jos de Medeiros e Ma-
noel Nones Pereira se propoem : o 1 a construir
urna casa de banhos nos arrecifes do porto desta
cidade ; e o 2" urna linha frrea, que partindo da
capital v terminar em Paje de Fiores.
que ceifa a populacao da capital da Repblica Ar-
5entina nossa adiada na campanba do Paraguay,
importe das subscripedes V. Exe. se dignara en -
viar a esta reparticao, onde o capitao Jos Antonio
Pereira de Noronna. e Silva, exetce o carga de
lhe.-onreiro dos dioheiros destinado* quelle fim.
Deus gaarde a V. ExcJoo Fretlerico Cuide-
vtll.Illa, e Exm. Sr. coronel Jos Maria Ilde-
fonso Jacome da Veiga Pessoa e Mello, comman-
daote das armas interino.
(Assignado).Jos Maria Ildefonso Jacome da
Veiga Pessa e Mello.
Esi conforme.loaquim Manoel de Medeiros,
capitio ajudante de orden/ interino eacarregado
do delalhe.
Paco da cmara muniipal do Recife em 8 de
malo de 1871.Illm. e Exm. Sr.A cmara mu-
nicipal do Recife considerando qnanto V. Exe.
tem se esforcado pelo dssenvolvimeoto physico e
moral desta provincia e quaoto tem sido severo e
recto na administracao da itulica, congratula-se
com V. Exe pelo seu procedimento filho das me-
Ihores iutencSes e reitera a V. Exe. os seos since-
ros protestos da mais perfeita estima e conside-
rarlo.
Deus guarde a V. ExeIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Diogo Velho Cavalcante de Albuquerpue,
presidente da provincia.Jos alaria Freir Ga-
raeiro, pro presidente.Dr. Pelro de Athayde Lo-
bo Moscoso.Caetano Cyriaco da Cosa Moreira.
Dr. Silvio Pessoa da Silva.Angelo Hennque da
Silva. 4
PEBNAMBCO.
ASSEMBLA PBOTIWCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 13 DB ABRIL
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
Ao meio dia feita a chamada aenam-se presen
tes os Srs. : Bates e Silva, Barros Waoderley, Pe-
dro Alfonso, Amaral. Canoa Cavalcante, Ribeiro
Vianna, Firmino de Novaes, H. Marneoe, Tolenti-
no de Carvalho, Vieira de Mello, Pinto Jnior, *** ioformaciei
Teixeira de S, Peroambuco Filbo, Antonio Pan
'rao, Oliveira Andrade. Cunha e Figueiredo, L Joa
Agniar, J. Mello Reg,
e o peticionarlo reintegrado, como se v da postil-
la no ua ltalo de nomeacJo.
Sala assembla no anno prximo paasado con-
eea Curai Comaiercial.
t B Hnalnteate o peticionario lem prestado rele-
vajiii servicos qae o loraam digno da graca que
PJ**> 2nando Pra isso nao tivesse direito incon-
leavel. Prtanlo a mfesmi eommis<3o de pare-
cer qee se adopte o seguate projecto de lei :
A assembla iegslativa provincial JePernam-
buco resol ve :
Art. nico. Fia o presidente da provincia au-
tonsado a maadar pagar os vencimen'.os do pro-
fessor de desenho do gymnasio provincial, Joaqnim
Jos do Urvalho Siqueira Vareio, a contar do
lempo em que foi tapprimida a referida sadeira al
o da en que o meimo reassamio o exercicio del-
la. levogadas as di?posic5as era contrario.
i sala das commissdes, 12 de abril de 1871.-
Ges Cavalcante.Paes Barrito.
A commisSo de pelicies, a que.n foi presente
o ra^aerimento de Octavio Affonso de Melle, es.
ere vente da reparlicao das obras publicas, solioi-
laode seis mezes de licen^a com todos os seus
yencimentoa para tratar de sua sade, julga ser
iU8l5 t>TelM'^i0 do snpplicaDle, e assim enten-
Jendo, a mesma commissio de parecer que se
adopte o seguale projecto de lei:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resol re :
Alt nico. Pica o
4.* secgao. Palacio do governo de Pernam-
buco 3 de maio de 1871.
IMm. e Exm. Sr.O dever ae representante da
nago chama-rae a capital do imperio e por isto
entrogo a V. Exe. o governo da provincia.
O meu estado de saude inhibe-me de prestar os
eselarecimentos recorameadados na circular de 11
de margo de 1848 de outro modo que nao seja
olferecer atencao de V. Exe. a falla com que ias-
tallei a assembla legislativa provincial.
Os meus actes, no curto periodo decorrdo da
data deise documento para agora, constara ao ex-
pediente, cuja pnblicaco deixo em dia.
O conhecimento que V. Exe. tem da provincia,
como seu digno filho e Ilustrado administrador,
acabar de supprir a minba falta, toda involunta-
ria. Despego-rae de V. Exe. agradecendo o apolo
com que me honrou, e desejando Ihe urna feliz
adminislragao.
Deus Guarde a V. Exe.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Nascimento Machado Portea rnuito
digno vice-presidenleda provincia de Pernambuco.
Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque.
obra, e nao a de 1:868/476 ris, como por engao
se declaroa em offlcio da presidencia de 13 de
abril ultimo.
Ao mesmo, recommendando qae mande en
tragar ao secretario do Gymnasio Provincial, ba-
charel Antonio d'Assu npclo Cabra!, a quanlia de
1:4104, em qae importan, as soctisalidades dos
alofflDos internos pensionistas da provincia, no se-
gundo trmesje de abril a junho deste anuo.
Communicou-se ao regedor daque le esiabelec-
nteoto.
Ao raescio. mandando pagar ao capitao Jos
Firmo Perelni do Lago a quanua de 194*700, pro-
vioiente da (espeza feha coa o sustento dos pre-
sos pobres di calis do termo de Ourienry, do-*
r.inta os mekes de feveiro e mar;o deste anno.
'Coraraunlcou-se ap Dr. ebefe uo policia.
Ao commandanta suoerior da guarda nado-.
il do manicipio do Recife, receairai adn Jo a ex-,
ijadleio.de. toas ordena, aflm de ser despenso de
srvlgo, em ([uaato exertwr o cargo de admioisira
dar da Casa de Dateogao. o ajudante deste, teneo-
o- di 4* ompanhia do 2* batatbao de iofanlaria,
J a-iuia Pereira dos Santos.
eoiamaudo das armas.
QUARTEL DO COMMANDO DAS ARMAS NA PRO-
VINCIA DE PERNAMBUCO, tO DE MAIO DE
1871.
Ordem do da n. 553.
O coronel commandanto das armas interino
dando pnblicidade ao offlcio circular expedido
pelo Exm. Sr. conselheiro ajudante general do
exercito 21 do mez passado appellando para os
sentimenlos de humanidad e caridade qae dostio-
gera a offlcialidade brasileira em prol das victi-
mas pobres da epidemia pertinaz e*coasteraadora
qae ceifa a populacao da capital da Repblica Ar-
gentina nossa alnada na campantu do Paraguay,
unindo leus votos aos do mesmo excellentissimo
Sr. conselheiro, convida em sea nome aos seohores
coramaodantes de corpos, de depsitos, de forta-
lezas e chefes de estaedes militares a concorrerem
com o seo bolo, destinado ao mais santo fim,
qual o de sicecorrer a seas irmaos em desgraga.
Para facilitar a acquujgao das quautias com que
cada uts qaeira expontaneatiente dar, encarrego
aos senhores comoaanJaates dos batalhoes 2 e 9o
de infantaria, dos depsitos de recrutas e especial
de instruegao e das fortalezas, de abrlrem urna
subscripgao entre os senhores officiaes seus cora-
mandados, encarecando-lhes a brevidade da en're-
ga das qoaatias subscripta'.
Do mesmo modo, eocarrega ao Sr. Dr. dolegado
do cirargjo-ror do exercito/ de agenciar urna
subscripgao entre os senhores officiaes de sade.
Para os senhores officiaes generaos, dos wpos
de engenheiros do estado-maior de 2' classe, e
de artilharia, assim como para os reformados, dea
aberta urna subscripcao no quartel doaommaado
das armas, sendo dalla eacarregado o^^cap.tao
ajudante de ordans Joaquim Mantel deSjfeiros.
O coronel Oymmaodante das armas goowquj o
appello feixo aos militares desta guarnigs nao
sera improficuo, e que as vietimas da epidemia a
mais desastrosa, aeoario nelles caridoso acolhi-
mento. h
- Circular.
Reparticao do afodaaie general, Rio de Janeiro,
21 de abril de 1871.
Convicto dos sentifeotos da humanidade a can-
dado que distog^em os officiaes do exercito, con-,
aflm do ser despenso do vid a V Exe, os commandantes de jforpos e
Cortalezss para promoverem subscrlpol|i, cndor-
reblo todos os offloraes dessa'guaroigao cora o
aa espontaueamenle quizerem era favor das vc-
ma* pobres 4a epidemia peitiuai e coasiernjttra
ouim, Agaiar, J. Mello Reg, Ges Cavalcaole.
Angosto Costa, Rufino de Almeida, Gusmo Loba,
F. de Piguelra, G. de Drummond, Joao Cavalcan-
te, Vieira de Araujo, Eduardo de Oliveira e Oli-
veira Fooceea.
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da
anterior.
O Sr. 1 Secretario d coala do seguate ..
KXPKMKNTB.
' Petigee :
De diversos moradores em S. Pedro da osaar-
ca de Pao d'Alho, pedindo que se nao iransflra
para a Cambds a cadeira de insirucgo primaria
daquelle povoado.A' commissio de petigOes
Da Livio de Souza e Silva, pedindo que se nao
coaceJa o privilegio pedido para a fabrica de car-
vo animal por ser offen-ivo da liberdade de in-
dustria.A' comraisso de petigSes.
De Adelaide Joaquina Xavier Billenconrt, pe-
dindo que se marque na lei do orcamento quota
para o ragresso de um seu filho no gymnasio pro-
vincial.A' comraisso deorgamenlo provincial.
De Manoel Eugenio de Souza, pedindo que se
marque no orcamento municipal qnota para paga -
meato do que Ihe deve a cmara do Limoeiro.
A' coramisso de orgamento municipal.
De Adolpbo Cavalcante de Oliveira Maciel, pe-
dindo am privilegio por ciacoeato annos para
construir urna prate que ligue ao continente a
Ilha de Itamarac. A commisso de obras pu
blicas.
Da irraandade de Nossa Senhi",pi *i Assump-
gao da imperial capela das fru; la Estan-
cia, pedindo preferencia para a e.\ >o de duas
partes da lotera que ihe foi CouielJa para as
obras de sua igreja.V commisso de orgamento
provincial.
Da Luizdo Reg Barros, regente do hospicio dos
alienados, pedindo que se Ihe coaceda aposentado-
ra proporcional ao tempo que tem servido o seu
paiz.A'comraisso de petig5as.
Pareceies :
Sao approvados os seguintes :
A commisso de petigoes, a quera foi presen-
te o requerimento de Vicente Ferreira de Paiva
Simoes, servente da repartlgao das obras publi-
cas, para emittir seu parecer, precisa obler infor-
magioss da mesma repartigao, acerca da preten-
go do supplicante, e por isso requer que sejam
pedidas por intermedio do presidente da pro-
vincia.
c Sala das oommissoes, 12 de abril de 1871.
Ges Cavalcante.Paes Brrelo.
A commisso de agricultura e obras publicas,
para dar o sea parecer sobre as petigdas de Car-
los Jss de Medeiros, em que pede um privilegio
por qaareota aooos para construir urna casa de
banhos nos arrecifes do porto desta capital, a de
Manoel Nunes Parreira, era que solicita am pri-
vilegio por nvenla annos para construir urna li-
nha frrea, que partindo desta cidade v terminar
em Paje de Flores, precisa de informaedes, e por
isso requer que se solicite da presidencia da pro-
vincia.
< Sala das commissoas, 11 da abril de 1871.
Gaspar de Drummond.
Projectos :
Sao julga los objeclos de deliberaco e manda-
dos imprimir os seguales :
i A commisso de petigoes, a quera foi presan-
te o requerimento de Manoel Luiz Vires, ex-ad-
ministrador do camiterio publico desta cidade, ao
sentido de Ihe ser concedida aposentadoria em
proporgo ao tempo em qne o peticionario exer-
ceu o referido cargo, examinando com a devjda
atteogao e iraparcialidaie o mesmo requerimento
e todas as pegas qae o acompaabam, ihe parece
rasoavel e digoa de ser atteodida a preiengao do
supplicante ; por quanto este faaeeionario exer-
ceu o sea emprego sempre com zelo e aciividade,
como se v dos relatorios e alteslados de diversos
administradores da provincia e esta assembla tem
concedido igual favor a outros erapregados em
ideticas condiedes, que a despeilo da 'demisso
foram aposentados. Assim a mesma corarais-ao
entendendo, offerece considerado da assembla
o seguinie projecto de lei:
c A assembla legislativa proviaciofcde Pernam-
buco resolve :
Art. nico. Fica o presidente di provincia an-
torisado a aposentar o ex-admimslrador do cern
terio publico desta cidade Manoel Luiz Viraos,
cora os vencimentos proporcionaos ao tempo em
que o mesmo exerceuo referido emprego. IJevo-
gadas as dlsposigOes em contrario.
Sala "das commissoes, 11 de abril de 1871.
S. R.Ges Cavnkanie.Pae$ Bmreto. .
rcomjttljso de petigdes, a quera foi presen-
reqajpneoto do bacharel Joaqun) Jos de
Carvalho IsTqyaelra Varejo, exaraioaado atteola-
meoie o pedido do supplicante, enteade qae dia- -
no de ser aiteadido pelos seguintes faadsmeoaoT: orador.
c O peticionario na qnalidade Je professo|B
desenhojjio jjjrmnasio provincial, nao pediaVkf
privadOTle seos veacimeotos. pelo -Jacto de ser
supprim^o o refer Jo lugar pela lei e 20 de iu-
nho de 1861 ; porquaato Ihe assista como a todos
os demais prwolsorei do mesmo estabeleei ment
a privilegiada vijalieiedade, conforme diapdem as,
leis em vuor, aceresceodo que o rae&wo lugar (o
aoYameaie creado pala lei ae 18 dQ abril de 1866
presidenta 4a provincia
autorisado a conceder ao eserevente da reparticao
das obras publicas, Octavio Alfonso de Mello, seis
metes de lieenca com todos os seas veocimentos
Daa .traur de sua sade onde Ihe coavier. Revo-
gadas as disposides em contrario.
Sata dss commissoas, 12 de ?brille 1871.
Goei Qnalcante.Paes Bar reto, n
A asserabla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
< Art. 1. Pica creado mais ara disinct o de paz
no manicipio de Santo Ando da cidade da vic-
IMM'ai
< Art. Fica o presidente da provincia auto
riadf a delerminar os limitas do mesmo disiricto,
medisole as ioformagss da cmara municipal.
Jlevogadas as disposicoes em eootrario.
" I'*co di assembla, 13 da abril de 1871.-
Goxs CaoQkante.Henriqut Mamedt.
< A assembla legislativa provincial de Per-
nambaco resolve :
Art. 1.a Pica resumido a fregnezia de Nossa
Seohora da Peana de Gamelleira, todo o territorio
desmembrado dalla pela lei o. 90 do anno passa-
do, e accrescentado a fregoesia de Seriablem.
Art. 1* Fieam desmembrados da freguezia de
S. Jos de Agua Preta, e perteneendo t de Nossa
Senhom da Penha de Gamelleira os seguintes
engeeaW iP^rtirinliSj Vanea Grande, Yaraee>No
va, Pa4Sangue e Cachoelft Grandw, segnteOo dshi
a di viso com a fregueet* de S. Jos de Agua Pre-
ta inclusivamente -pelos engenhos Pualable, Ca-
rhoeira Lisa, Pacas, Alegra, Capoeiras e Funda,
c ratinaando dahi por diaote pela diviso existente
com a fregnezia do Bonito e a de Nossa Seohora
da Escala.
< Art. 3. Fica tambera desmembrado da fre-
guezia de Nossa Seohora da Eicada e unido a de
Nos Vicente i',impeli com a- qaatro propiedades del
le a pouce separadas, a saber : S. Pedro, Para-
n, Palestina e Araquara e mais os engenhos Dro-
medario, Leao, Oriental, e a parte do engenho
Rainha dos Anjos, qae ora pertence fregnezia da
Escada.
< Art. 4. A freguezia de Nossa Seohora da Pe-
nha de Gamelleira assim augraeirtada, formar am
termo, cuja sede ser o povoado de Gamelleira,
que Oca elevado a cathegoria de villa.
ArL 5. Fica creada urna comarca com a de-
norainago de comarca de Nossa Seohora da Esca-
da, a qual comprehender os termos da Escada e
o novo termo de Nossa Seohora da Penha de Ga-
melleira.
f Art. 6.* Ficam tambera creados dous termos:
am com a denominago de termo de Santo Amaro
de Jaboalao, o qual comprehender as freguezias
de Muribeca e Sanio Amaro de Jaboalao, cojo po-
voado fica elevado a cathegona d villa, sendo
esta a sede do referido termo ; e outro com a de
S. Loureago da Matta, que comprehender somente
a freguezia deste nome, Meando elevado cailie-
goria de villa a povoado do mesmo nome.
ArL 7. Fica creada urna comarca com a da
nominaco de eoraarca de Jaboalao, a qual com-
prehender os termos de Santo Amaro de Jaboa-
lao e o de S Lourengo da Malla, sendo a primeira
a sede da comarca.
Art 8.* Picara revogadas as disposicSes em
contrario.
Pago da asserabla legislativa provincial de
Pernambuco, 13 de abril de 1871.Ralis Silva. >
O SR T0LENT1N0 EE CARVALHO, justifica e
manda mesa o seguate reqaerimeate, que
apoiado:
Requeiro que pelos canaes competentes se pa-
gara copia do parecer dado pela commisso no-
meada pela cmara municipal desta cidade, para
examinar os negocios do camiterio publico no
anno de 1869, e da represenlago que a mesma
cmara dirigi a presidencia da provincia contra
o ex-admioistrador Manoel Luiz Vires.Tolen
lino de Carvalho. >
Posto a volos o requerimento approvado.
ORDKM DO DIA
Contina a 2a discussao do projecto a. 12a do
anno passado, que transiere para a antiga matriz
a sede da freguezia de Iiaraarac.
Encerrad > a discusso o .projecto regeitado.
Ia discus-51 do projecto o. 26 deste anno, que
concede ama lotera de c ;ra cantos de ris para
auxilio das obras da matriz de Caruar. E ap-
provado.
2a discusso das emendas offerecilas em 3a o
projecto n. 10' deste anno, concedido licanga a
diversos erapregados pblicos. Sao approvadas.
Ia discusso da projecto o 123 do anno passa-
do, elevaado os veocimentos do portelro di repar-
tigao Je obras publicas.E' regeitado.
Ia discassio do projecto o. 31 deste anno, qne
faz alterarles oo contrato celebrado eom a compa
nhia Pernambuco Strtet Riiluay.
O SR. PEDRO AFFONSO combate o projecto.
O SR. FELIPPE DE F1GUEIR0A resooade ao
Ilustre deputado que ioicioa o debate sobre o
projecto n. 31, abundando as consideraedes qne.
n'outra occasiao, j expenden em prol da conve-
niencia de serem modificadas algoaus. das clausu
las do contrate celebrado com Jos Renrique Trin-
dade, para a construego de ama liaba, da carris
de ferro ao Recife e arrab 'des, movida por Carga
animal. Igualmente responda ao illustre diputa
do do 3a drSlriclo, quanlo 4 parle do sea discurso
que se referi ao regimmto, expaadeado em ra-
zoas em ordenar demonstrar que o assembla o
n-> infringi qaando j,ulgou*o objecto de dp,Use-
TsR, TOLEWriNai^ CARVALHO, faz alga-
mas coBsiJerag&s era. resootta ao precedente
[ vantada pelo nobre deputado pelo 3 disiricio so-
bre o modo de entender e executar a disposicao
do art. 131 do regiment.
Ha quesldes qae basta expo las era termos um
tanto claros para deixar transparecer a sougo.
Exprmase por estas palavras o peosameato
qae se encerr ao art. 131 do Reg.:
t Quando um projecto fr regeitado, nao se po-
dtr tratar delle. nos tessdes do mesmo anno.
O qae campre'averigar e deixar asseale, se
o Reg. irouxe sraeote em vista impedir aova dis-
cusso sobre assumpto vencido, ou se quer cor-
tar pelo exame de todas as quesldes que, proxi-
ma ou remotameate, se possam prender ao as
sumpto visto e urna vez resolvido.
Atenho-me, antes de tud, letra expressa do
Reg. que nao d margem duvida. O que 1 ella
resulta, que o projecto, regeitado urna vez, nao
p Je ser reconsidera do aoeorto periodo da mesma
sesso. Quiz por este modo o Reg. previoir o
inconveniente de poder-selraduzir m acto legislati-
vo dentro em pequeo espseo de lempo qualquer! 0 determinar
medida qui urna deciso soberana houvesse posto
fra de discusso ( apoiados).
Estou longe de pensar que a disposigo prohi |
bitiya do Reg. smente so entehda extensiva
projeclos que de oenhara modo se differencera do
que toaba sido regeitado.
Nao creio que um qaalquer modificago, mais
oa menos notavel, na forma eom que se revista
eovolvem clausulas desvaniafcosas provincia ao
publico.
Nao tenho a ingenaidade di acreditar que *
companhia as hooverasoHertado-sf ni> Ihe resaltas-
sera equivalentes eoropensagoes danova despeza e
novo encargo que se obriga. Antes creio, a
ninguera ha que o nao crea, que dessas modifica
Com entrev a empreza augmento de proveilos.
mais ou menos consideravel (apoiados).
Mas que seja consideravel, islo razao para qn*
se nao instaure exame sobre as modlficagOes qne
a empreza solicila?
E', primeiro qne ludo, n'este exame que resii-
o principal e nico inlere-se desta qnestao.
O que quer, pois, a empreza f Qoaes sao essa*
modificagffes qae nos sao propostas ? Qne inte
resse oceulto podem ellas encerrar T Qne cem-
pensagSes podem vir d'ahi para a provincia, para
o publico? 'v
V. a resposla estas nterrogacSes que deve mo-
tivar o voio da assembla: neuhnra outro motivo

A primeira modificago, sobre que o project >
providencia no art. 1, referese ao assentatneaio
de liabas que, em vista do contrato, nao podam
ser seno singelas. Preteode-se que possam ser
duplas nos lugares em que o permita o espago
sem inconveniente para o transito publico, reser-
vando-se o governo o drreito da faxer remover ama
das linhas logo qae se verifiqae a saa inconve-
o projecto sobre materia veacida, o ente da pro- nieneia.
WlvSL* ,R*?-.. Muito aceitavel se me augura esta modifleacao.
Assim eotendido, na Ja sena mais fac do que S por nm [ado recolhe a erapreza ^.^rproTriio
liluJiracada passo o pensameoto qae raot.voa pei wleridade dss Iviagens, tera-ws o paWico
mais regalares, espigo? menos longos, mais re-
i
o I
O SB. GUSMO IOBO (Ia sacre4,r0) :Sr.
prwidjat:-Pasto., que al; disen^jio de um
projee nao dev '/eraar senao soh>e a utilidade
e eoownieucia da medida que elle, M prope con-
sagrar era ae.lt legislativo, nio v^sjdoessa a oeca-
siJo proprla de o aJgar ou n/*o eemo aeeampto
digno do deiibsraao; >l>w-m/.. t^prifada am res-
pinO aejjtdajiedftle, qae M sjaiappe.. eatre os
essa disposigo. Um leve retoque na forma- de um
projecto, o poria coramodamente conerto da
irapossibilidade decretada pelo Reg. ( apoiados ).
Mas o que nio quiz e nao poda querer o Reg.,
que eom a solugao dada um assumpto fique
tolbida a discusso de todas as auasldes qae te-
aham com elle relago mediata oo. immediata.
O que o Reg. fulmina com a disfosieao prohi-
bitiva, a ideatidade e nao a analofia da oova
queslo ( rauito bem). A' nao o entender as-
sim, chegar se-bia nslurslmeate ao absurdo di
eliminar da discusso tedas as quest5es qae
preadessem de perto ou de loage nm projecto
regeitado.
Applicaado o.preceilo do Reg. ao caso qae se
ventila, justo interrogar: Ha mais do qae ama
relago de analoga eotre o projecto qae se ds-
enie e o que foi regeitado sebre este assumpto ?
Consagram ellos a* mesmas disposigdes 1 Difie-
reagara-se sp o sombate pela forma qae Ibes em-
prestaran os seas autores? A materia de am
rigorosamente idetica do outro que se ven-
cen I
O Sr. Pbdro ArroNSO : -Rigorosamente ; .
O Su. Gusmo Loso :Basta recordar a materia
de nm ede ouiro. chamo muito para este ponto
a aitenco do nobre deputado qae, Um loavavel-
mate, se reveloa esforgado eontra a aatorisacao
qae se continua no pfijacto regalado.
Em nm, autonsava-se a administracao rever,
corrigir, alterar, modificar, e nio sei que mais, o
contrato celebrado para a colloeago de -arris de
ferro qae liguen s cidade aos suburbios.
Nio se precisavam os raparos e modificagoes
de que esse contrato podesse depender para
a saa prompla e fcil execugio. O que se pedia
a asserabla, era urna autorisago'ampla, sera res-
tricges, podendo versar sobre tolas as clausulas
e eondigoes do contrato.
Por mais que devessemos confiar do zelo da
administracao que ceno nao se servira da autori-
sago seno em proveito do interesse publico
( apoiados); por mais e melhor acamellados que
devessemos suppor os legtimos Interesses da pro-
vincia em qualquer reviso ou altero cao do con-
trato ; nao parecen do melhor aviso, e segura-
mente nao o era, amansar a reviso de am caa-
trato, solemnemente celebrado, sem determinar
as clausulas que se raostrassera dignos de mod-
tica^o,
S em um pomo se parece o novo projecto com
0 de n. 3i ; e que um e outro propoem actos
legislativos tendentes ao mesmo contrato. Diver-
sificara-se em todo mais. Nao os liga nenbura
outro parentesco.
Em quanto naquelle se autorisava urna reviso
sobre pontos indeterminados, consagra o novo acto
providencias, altamente justifreaveis, que tendsra
a remover verdadeiras difficuldades que se oppoem
execucao do contrato.
E', portanto, iaapplicTvel para a queslo o pre-
celto-.do Reg.
O que curapre indagar por um exame detido e
escrpulo-o, se as modificagoes que o pr.jeeto
consigna conduzera-se sraeote a acariciar o in-
teresse particular d o erapreza, boje cargo da
companha Pernambuco Stnet Railway, ou se,
pelo contrario, se combinan i> -Has o interesse
publico como inleresse partir .
Esta para mi o toda a que. ao; oem outra
pode ser suscitada.
Cumpre examinar se vista do contrato, sam
taes as alteracdas propostas que o desvirtuem e
quasi possam constituir um novo contrato que fi-
caria por este modo celebrado sem a presenga in-
commoda do espectro da concurrencia. E' para
aqu qae as nossas attengoes devem voltar-se
justamente preocenpadas de salvaguardar esse sa-
1 ntar principio da concurrencia.....
O Sr. Pbdro Aftoxso ; Que a melhor garan-
ta dos contrates.
O Sr. Cuskao Loro : que resguarda e acau-
tela preciosos interesses.
E' para este poolo que eu desejaria muito ver
oncaminhada a discussio. Nao so possa dizer
que a boa l publica vai ficar Iludida com essas
aovas convengdas, nao se possa pensar qae os
contratas; em que a provincia parle interossa-
da, sao letra morta ; que, espantando a concur-
rencia pelo olTerecimento de eondigoes vanlajosas,
se pnssa mais tarde, a todo o tempo, obter urna
reviso ou alterarlos que desnaturen o contrato
primitivo ( muiio bem ).
Sao os contratos, Sr, presidenta, verdadeiras
leis entre as partes. AquUto que as partes coa-
tratantes qoizeram livremente e expoDtaneamente,
essa i a le qaa deve regjslar os seas direitos e
de veres correlativos (apoiados).
Has da natoreza de todo contrato que possa
recebar modiftc?.gao peta, vootade das partes que
o acceitaram. De outro modo nao ha um. con -
trato.
Fago a, mais plena, jasliga aos honrados senii-
raentos. qne a ai mam n nobre deputado pelo 3* dis-
trelo e as vistas qne exprimi ^obre a inconve-
niencia de, retocar contratis saOTos da concur-
rencia. Prer.A como elle o principio que iodos
repatam providente era acautelar o bem pu-
blico.
Vem dV.ni, da conviego em que estou de que
a concurr.enoa ama garanta salutar dos con-
tratos er/j qne parte o governo, a attenco es-
crupulosa que vou levar s rao liflcagSes propostas
no provecto.
Coooarrv eom o meu voto para a egeigio do
projecto n. 34 coa que se permittia a reviso deste
poalrato sem indcagSo dos pontos sobre qne ella
devia versar. Fi-lo tanio mais eoavencidameate
quanto se sabe qae, 4 concurrencia berta i esse
contrate, nio acudi sioio o primitivo contrata-
dor que pie por este modo ver aceitas as mas
condignas sem confronto com outra?.
petidas (apoiados).
A collocagioo de linha dupla permUte assim a
fiel execugo do art 9 do contratreelebrado era
19 de margo de 1870, nos termos da lein. 87f de
23 de junho de 18W, na parle em que se conveio
que o servgo dos cafrej seria incessante.
E' por este modo qae raoJilicagio proposta,
sem trazer nenhum onus provincia, torna pos
sivel e praticavel a execucao de ama condiga o
imprtame do contrato.
Qzeouira consa se pretenden com o contrato
seno promover facH transporte? Ora, a linha
dupla, prestando se muito melhor ao servico qa
a iinba singela, vai contribuir para a faeilidade da
locomooio.
J que a empreza est evidamente autorsada,
e por ama Tara felicidade sem nenhnma subven-
gao, o publico s pode reeolber preveito de que
as viageps, mais aceteradas, se presten melbor
aos seus comroodas. D*asde qae nenham ona
vem d'ahi provincia ; desde qae i troco desta
modifleacao nao se pede nenhnraa compeojagio;
sinlo dentro em mim qne faria nra verdadetro des-
servgo. reeasaade-lbe o meo asseotimento.
Yolto aos termos do projecto para recordar qne
om psrmiaan nin. A'awce*jk seoip nom *
convenientes reslrtegSes. AfMtMo que a eot-
locago de dnas liabas de carris ser inconvenien-
te ao transito pnblico em muilas de nossas mas,
e que a companhia, qae vai nistu interessada, pe-
der ser poueo escrupulosa era prevalicer-se desta
nova clausula, vejo acauteladas estas difflcnldaJes
pela faculdade qne se reserva ao governo de re-
mover a linha dupla onde qner qne se mostr in-
conveniente.
(Ha um aparte).
Sr. Gusano Lobo :Conloe presumo, porque
devo presumir, qae se dar lei a mais Sil exe-
cugo. O administrador da provincia est rodea-
do dos necessarios auxiliares para iafordmr-se
sobre o modo porque o contrato seria execatado ;
e quem quer que elle seja, muito de presumir
que nao pospenha ao interesse publico o interesse
particular da companhia.
As melhores leis, as mais refiectida?, podem
ser a origen de fune-tas oonsequencias pela iu-
fldelidade de sua execugo. Ao legislador s in-
cumbe decretar a Isi; a outro poder que est
conimettida a execugo. A lei nao pode levar
em seu peasameaio o temor da inexecugo uu, de
urna execugo infiel (muito be ral.
Nao posso convir, Sr. presdeme, em qne seja
esla urna exigeucia desarrazoada da companhia.
Concordando em que a concurrencia nio deve-
ngar ii.na mentira por successivas modificagoes-
nos contratos, nao vou at sacrificar ao principe
o que me parece aerara real raelhoramento. Nao
sacrifico um legitimo interesse ao qne se podera.
dizer um quasi capricho. Tratem-raeos (actos a.
conviego de que vai sendo preciso oppor ama
barreira essas successivas reoovages era qne
podem estar muita vez interesses incoofessaveis ;
mas quando parecerem fundadas em motivos iseo-
tos de suspeils, quando nao- veoba d'ahi incocua-
niente aoJjnteresse publico, nao vejo boa razio
de nega-los.
(Trocam-se apartes).
O Sn. Gusmo- Lobo Sin. Nioguem pode to-
Iher n direito de petigo nm individuo ou .t
urna empreza que urna pessoa moral. 0>em
Ihes pode impedir que requeiram modifiesgoas
um contrato ? Os poderes pubieos faz-W>es-bio
justiga. Eis aqu Indo.
Suato Sr psesdeote, alongar esta discusso que
despp ver iealleradamente estabelecida em sea
veraadeiro terreno. O de que se trata, este e o
nosso assumpto, Ae consultar si as clansoras
propostas no projecto poden ser concedidas sem
pr-eraizo do oleres publico,
(rocam-se apartes).
O Sr. Gusmo.Lona :Peaso qae seria am in-
til sacrificio vaidade recasar mea voto ao pro-
jecto s porque elle pode interessar um particu-
lar, individuo ou empreza, quando com o toleres
se particular esteja cousorciado o. interesse pu-.
blico.
O Sr. PfiDRO Affonso : E" o-qne eu estou fa-
zendo.
O Sr. Gusmo Lobo :Como estou looge do o
pensar I Sou dos que fazem ao sobre deputado
mais completa jasliga, todos, os seas incorjesta-
veis raereciraentos
Dou por terminada a justiflcaco do 1 artigo da
projecto. Outra modificacao, e por ventura, mais
digua de prender a attencao, a que se refere a
revogaco da condico IK-do contrato, cj ma-
Ihor, saa sabsiiiuigio.
O que pretende a empreza, e Iba concede o pro-
jecto, que, em vez de 20 por eento sobre.o ex-
cesso de 12 por cento.da renda liquida, concorra
annualraante para a receita provincial eom a qaaa-
ta de 4:000*.
Cabe aqu a palavra energa das cifras. Por
meaos que me julgue competente oestes assamp-
tos, recebo dess proposta una impresso favora-
vel. Em qoaoto, pela clausura do contrato,
a provincia devera reeolber en nm futuro que ma
parece incerto, at mprovavel, 20 por ceulo sobr
o excasso de 12 por canto da receita liquida da
empresa, recolheriannualmente, e desde a abertu-
ra do trafego, urna qnaniia certa, determinad},
qualquer que seja a sna reeaita liquida, exceda
ou nao 12 por canto do capital realisado.
O Sr. Pedro Arrowso:O qae admira, que a
companhia prefira pagar urna quanlia corta a po-
der deixar de pagar.
OSr. GvaaiXo Lobo :Tatobej
objeegao. Mu vem de molde
rendo para a fazenda provl
lia qne nao acompanha a
Ma'liquida, a companhia i

-"
'
n)onbroi|a meia^j, iCir j? Lave ua queatio le-lconieguimen
Pu aeudin esta
une, ooneor-
m nma qnan-
_ da sns recis
-j da ftscalisji-
\ofaru anda contra o actual projecto si o eu-'. gaa a que de outro modo estaa *WW"" JJ'*"
me da iuo^1"__*~ '" J_ .- i. _____-.
nao convences
ILEBIffl.
*


i la i .KllMli
nio '"K"flM(mito, jiturt fin ftnrt,,'T*'--" 4
eetas eneoiBftodas xigeociasa troco de ama equi-
val-mle cotnpensacio pecuniaria.
Teaho vista um memorial tmpredft que oYlro-
feres der*|aea> terin por su >'Ln-iot em
que estMJHu MtJl ex*posfa por maeoira i trio-
quillisar'^H luietos escTanalfc
Colho WJk, p>ra viriprevfil!gflui*en-
diffleDtofWlMVoie de SO "/ do exceaao sobre. 12
% da rewiu quda, ser preciso que a circula-
do diaria nao seja inferior 5,000 passageiros.
Por naale-que su
Diario dt Pernambuc L_ Quinta leira 11 (U Malo d 1871
=fc
UI
possam ser e jlevam
que a ciriulacao-pro-
_l ei 200 W. o preco
difflculdade, se aproxima
a&. PED
dente ora
8 JQ
atnVl onsioera-
favor di projeeto.
ptcte'tA vero"! W qoe para oe ejue Icen aresenl^
os uccessos deste scula e pira os qtte a-siatei
boj aos tremendos acontec mantos de Pars, o la
Jo mando ou pela menos da aocodada, a da Era-
jocerrada a disctalo, o projeat peeto a w tnt, perca estar ji ch
tos e approvadoJ
Verlficando-se nao haver numero, o Sr,
dente designa a orde f. do dia e levanta a
ser sospesado,
vavel em ussa
de cada ptssagaB
r d'esse algansma,
A experiencia ri era un pouco que raros em
pretas dtvidara trtfatobre capital realisido no-
primeros anuos i i sua existencia. Nos annos
autifluetit5, AareI-me que nio sera muito fcil
" (afeuda pal Beqfcer 4:000*' Ulule de
20 % sobre o'tetees.io'da- recala liquida de 12 /,.
Quando draguet> lempo de 11 irascencia da empro
zs, em qua essa exeesso se eleve a tal algarsroo
qoe poasa pro uxir ruis de V.OOOi, a fazenda pro-
vincial lera-recomido com seguranca urna boa re-
talla que, a.ar ta-aampeujado Jo que de menos ve-
eha eutac rtcolher.
Len*r Muda que o onus do e nitrato, nao sen-
do flxo e determinado, mas variaud" segn lo a
c*ntaeaA( oa mewos (Iludido. A mais severa e impertinen
te flsealisacio ple ser contrariada palos meio<
de qe a fraude potisue o segred-o.
Assim, nao vejo inconveniente em que se saos-
ti la por ama renda fixa o que pelo contrato
non renda toearn, indeterminada e em todo caso
Urda.
NI me julgo habilitado, e seguramente nao o
aoa, para xar a quanlia qae deve substituir a
renda eslalielecida no emirato. Seria lalvez de
meihor avisj qu', em v,i de Qxa-la no quantum
qae propJi a empreza, se dexa;se i adiuinslia-
co, co;no juiz competente que no assumpto, a
faeuldade de rhegar n'este ponto aeeordo com a
compannia. fixando-se asatm a qu^olia que fosse
julgaJa equyaleole i enuncia do dircito creado
pela clausula I.'
O Sb. Pinto Icniub : Para voltar d?poU aqui
ser reformada?
O Sr/Gusmaq Losa:- E porque nao. se for caso
de reforma^?,,Para que suppr sembr o abuso,
i. o escaa*ilo"f
(Ha ui abarte).
O Sr. Gusia^ obo :Reformar-sc ha. O no
bre dcpulad nao reforma todos os das as suas
cpinioes"
OSb. I'into Jcniiir :Est engaado.
oflensa. De nura coufesso que todos os das ni
uutd&n, e lodos os das me julgo digno de refor-
jo Sr. l't.vro Juniou ;Eu nao me reformo todos
OS dias.
O Sr. (Jso Lobo : Nao o censuro oem o
mivo por iaf. Quem tum docidade para modi
^r-se,vi injt'ivpiniodS anda mais aproximado
da venada do que aquella que se obstina em acei-
U-U, ,
^ V Sb Obpctad : E tambera do erro.
O Sa. (iusailo Lobj :-Dzia eu, Sr. presidente,
e oar.reformo o que vinha para dierque a Bxa-
rio do quantum poda ser deix i la con) vantagem
ao poder ad^iaistrativ.'. P^r mais npregoquolri-
4 bula o aobre^autor do prwjeeto, protessional neste
assampto eeaamuitos nutrs, nj sai se andou
bem infoiaiad em aceitar o'eBa parte a propo-ta
. da eompachia. A" idminstra'cao que adbejam
raeiosdo informar-se, podiria Hitar reservado o
direito de pr-se n'este ponto em accordo cora o
proponen le. _
Estas raz3i dizem-me conveniente a sabs'itai-
cio clausula do contrato, tantas vezes citada.
Preflro, ja o disse, ama reala assegurada certoja
urna reda iucarta e inJi HniiinaJ.i. Prefiru-a at
por que a receita problemtica, onve.icionada no
contrato, dependera grante parte da probidade do
gerente o a director da empreza, e exigira'em to
do caso a craao&o do um agenta estipendiado pelo
governo para acoropanhar alteotameate a marcha
da empreza, o sea.moviraento lnanceiro e tod u
os negojii' que Ihe fossem relauvos. Oa easa
i.aspeccao bou seria aulla em seus eleitos, e fa-
ilmente illudida em tus metas de iadagacao,
on se constituira iim embretado de calli^gori
euperor, e cora elle mais ama verba da despeza,
para xarcer urna firoveitosa nscalisagao.
R tndo islo, Srs.. troonida urna renda, variavl.
mcerta, problemtica no futuro e seguramente
impoisivel no prsenle.
ma w :Impossivel I
O Sa. (usmao Lono : Sira; irapossivel. Nao
lia. extensa, tao soffrega a impacienie da movimen
to a noss.i ctdade que se possa augurar, desde j
empresa iraraeiiatQs annos de prospera receita.
Vlver*-hao amitos annos antes queessa n^bre
imnaeiencia entre em nossos hbitos.
* Invoco de passagena a attengo do nobre deputa-
do qae impugooa o projeeto para a clausula con-
tida ao art. 2.* em que se e^tabelece urna liscalisa-
ci, de atis resultado?, em qne nao se pensara
no contrato primitivo (apoiados). Ligo mulla im-
portancia esta nova condicao para qoe a deixe
em silencio. Fot aem davida urna omissao do
contrato que, por eete modo, fica corrigida.
lacontestavelrnente, seria desconveniente qae,
tratndose de ama empreza que deve es.abelecer
na eidade um systoraa, duplo ou singelo, de carris
de ferro, ao fossem as suas obras sujetadas lis-
calisaco por parto do governo. Sem a presenta
importnna de um rl-cal, ella podara muito fcil-
meato abasar ; a abuso seria muito mais diili:il-
cv'nte corrigido (apoiadis).
A* islo acode o projeeto com a salutar providen-
eU contida no art. 2.* Nao somenle as obras,
como todo o servigo da companhia, sero inspeccio-
nados por um agente do governo pago pela cam-
pnula com a gratificado que for coovencionada.
Nio se trata, portanto, como se pode pensar,
de distribuir fevore' a urna empreza era pura per
da do interesse pubheo.
Estas fio, Sr. presidite, as razoes desordena-
damente expostas (nao apoiados), qne obltveram o
mea voio m favor do projeeto que se discute.
Respecto, tanto quanto o honrado depntad pelo
3* distrieto, o prlaeipio da concurrencia. Que-
ro-n aplicado em toda sua verdade .
(Ha nm aparte.)
O Sa (dsmao Lobo :Mas nio exafgero o prin-
cipio at sacrificar-Ihe o que me prese ser o in
teresse publico (Muito bem.)
Ha inconvenientes coBbecidos em antorisar e
decretar modiflcacSos a contratos dasta nalureza
(apoiados). Os ha, cora effeito ; e son o primeiro
a reoonhec-los.
Mas preciso erigir neste assumpto principios
por tal modo inexoraveis que, celebrado uraajin-
trato, nao possa por nenhuma razio ser miia ou
menos profundamente mod.ficado ?
(Ha um ap-ne.) (
. O Sr. Gusmao Lobo : Ssja-se cauteloso; seja
se al severo, mas noimplaeavel. Todo o escr-
pulo em julgar do mrito des-as modifiea(oes in-
eootestadaraente laivavel; mas resignar-se a to-
das as c nsequeneias de ura contrato, so porque
* rerdadalra lei ectre a-; partes que o qulzram,
e isto iovariavelraente, importa fazer am desser-
vlco .
(Ha nm aparte.)
O "sa. (jtsMAo Lotio: Pds?a recordar assm-
bla ama oulra preleocao de igual aalureza que
Caaia do parecer d urna de nossas comniissbrs.
smhro o razoaVel pedido da companhi de tnlhos
urbanos do R?cife -OImda sobre a dipensa de
urna intil flanea que est aindo obrigada, res-
tnecio fi- -al des'necessaria, desproveiWsi, de'de
qne a empreza abri estrada a eSreulaeio pa
blica e comprometlea o'ella imprtame! eamtw*.
Tanto de sympthias merece-me esta em-
preza .
O Sr. PnEsiBfiNTR : Observa ao nobre (Jopa-
Una qoe nao a- te o objecto da dlseusio.
O Sr GvstiAb Lobo : En ia dizer, Sr. presi-
dente, was j o nio posso fazer completamente,
que a empreza da trilhos urbano? do Reclfo i
/ 01 inda das poQcas que se podara dizer eminan-
tsmeale riacionaes. O stu capital pertence-nos;
fbi lovantado aqu na provincia, fui pedida i bolsa
de eonlribuintes de todas as crasse-. Isto desva
eee-me. Talaas oosss prbftsSe esli ah re
aresaotalas em fraccSes do cnlial social. AijnSl-
se, montSo de ecooomias foi levado 03ra tli palo
CB&mprriimti% n'r a/,-ifnllnr n.O,^ hncM.Ma. <*-
io e obras
leShmasu
priviM
aplicaren
a venda A a ri'
ito, a qual corra" n
bomens de
ddstflallfl*, por lOttos
cammerciajite, peto tg'tS,
Httraa, |uio artista,, pelo*
(nnito bem.)
Tod estoi eoilVracfie serio nentrpss-ite-
rante nmi qoajquef reelamacio Ja'nijJr'sA?
Somos um paitnoVo; era- tihe *a esttrWf <*
lorar. Toda aeaerosiaale.'toda 'lriaeza .
1871-PROIECTO N. 109.
A commissio de agricultura, commsrcio a ol
publicas, a quera foi presente a pejUB *
h C, que slicitam a coaeeaiio da al* prtvi
por 10 anaos, para f elles usarem e applic
um nov> systema de assentamento da laxas e
coustruccj de (oraalhas para eafaahos de assu
car, sytema por lies inventado; consiJeraado
qae a c institu cao do imperio faraute privilegio
ios inventores o introductores de melhoratneatos
uten -tea qoVtquer ravtio dcimtussrta, css > em sb
se acham ospetioiatarlos, e ueadenlo a que o
invento dos teferidea peildoaarios de maP al-
cance econmico atara a industria fabril do assu
car, que elle sera duvida vai dar noi*vel iofre-
ment; de parecer que seja defendomiU^doio
com o segrale projeeto de le, que rffereee:
A ASSMBI.KA LEGISLATIVA ttt f-BUNAUSeCO RK
SOLVK"
Artigo nico.Fica concedido nm privilegio,
pela esuaco de 10 annos, a Sumla, jt Q., .para s
eltes podei'em asar o asseatar nm sa'tema da ta
xas para engenho da assuxar de sua iuvenoiu,
uesti provincia.
Itevogadas as disposic m era e> ntrario.
Sala das conWnissdss, U de mairi d 1871. Fe-
iippe Je Figuttri.Antonio Paulmt.
REVISTA UlAKlA.
ASSEMBLA PRV.NGIAL.-Na sessio de hoa-
tem a assemola approou era 1* discssao as
em-udas offerecidas em 3 ao prometo n. 81 deste
aono, qie fz extensiva aos profesares de itostruc
c,io secundaria a disposieo da le que miada dar
urna gratiliaacie juellas professsires que, teUJo
compieUdo o lempo para a jubilacio, eontmuarem
no magisterio ; em 2.* dsenssio as emendas ofla-
reciias ao projeeto n. TI deste anno, auiorsando
o prosidenta da provincia a conceder lionac* a di
versos empregado-; era 3.* o de n. Sd*!e *nno,
eoocedeodo urna lotera de 120 conloe de res be-
neficio da soeiedade Monte Po Popular-Veraam-
bucano.
Gontinuando a 2.* discusaao do arl. 1G do ora-
raento provincial, foi e>te approvado, depofs de
orarera os Srs. Guarnir} Lobo,- R"iW Alraeida e A.
Peroambuco.
A ordem da dia para hile : conilnaac8) da
anterior, 1.' dlscusto do projoew 'n. 98 dasw auno
e 99 do anno passado.
ASSASS1NAT0.No dia 22 de abril fol assail-
nido na fazanda Ctedra, do termo de FloresU,
Gypriano Pires da Silva, por um grupo de crimi-
nosos, que se poz em fuga.
SPCIEO AE MIGROCOSMO.-Ha vera hoje sefsa o
ordinaria desta soeiedade, as 10 horas do dia, uo
lugar do cosame.
LY :EU DE ARTES E OFFICIOS.A assemb'a
provincial deentoa, per acto de h intern, a con-
cerno da urna lotera de l0:00U em favor da
AssoeiafigJos Artistas Hhthatu'txs e Lberaes, eom
a piicajao especial do beneficio consirnccao,
attriauidn i mema assccfacao, de am palacete
destinado ao enaiao prus-ional ilo artes e ulikios.
Foram autores da emenda os Srs. Gnsmao l/iho,
Teixeira de'31, Ignacio Juaquim, Hollanda Caval-
canti, F. de Figueiroa. Pinto Jnior, Mello Reg,
IVroambaeofMtio e Tolenhno de Oarvalbo.
INSTRUCGAO PUBLICA.-Oom o prazn de trio
ta diaV, contados de lo do correal^ wtiaisaaber
u a'-in^enpeo para o taina d? 'ftattiitaoiaptra
o magisterrptimarlo a directora peral da instrncr.o paMfea.
GUARDA NACIONAL.No dia 12 do jrrente
deve hver inspeccio de eal(L.ria secretaria do
cajtnmando superior do inaiclN'd Recjli, para
os uflkiaeie ^racas que a'r'equfW'm.
JUSTO PEDIDO.Reuoetieuj-uos o seguste, pe-
diado sua pubiieacio :
Pela segunda vez pede-se a certa familia mo-
radora em um segundo andar a ra de aiareilio
Dias o f ivor de nio fazer do telhado do solio qua
rador do roapa, poit, assm ineoeimoi nao mi as
pessoas que estao aa varanda do. primeiro aadar,
como ta libera as que passantpela roa, pede se
mais de nao lanear ajuas ptridas ao uaiutai prin
cipalmente quanto estiver roupa de gomuia aas
cordas; para este pedido invocamos, providencias
do chee da easa, se acaso nao as oer pausar palo
dissabor de ver o numero da casa, e o seu nome
estampado ifla mesma RevUta e osis alguma
cousa, que pouco ou nada Ibe ha de agradar. *
THEATRO DA I5SURRE1CAO EM PMIS.-
Actnalmeirte o theatro da nieta compreherde to-
dos os arredores de Paris qu se eueadem entre
Asn'wres, ao norate, e o Momh Sequet' por da-
baixo do forte de Ivry e de Vltry, ab sut.
Asnires o ponto mais avanca'fo qoaoccapam
os federados. Esta posicio est armada fe seto pe
gas de calibre 2, collocadas em bateras. Colom-
bes, qne est por cima, ?cha-se era poler das tro-
pas de Versalhes, assim como Courbevoie, Pu-
teaax, Nenilly, Sablonville e Levallois.
As tropas de Versailes estendem-se, alm disso,
pelo bosque de liolonha e pelo parque de Nenil-
ly, aehaado-se al in-falladas as casas que guar
necera a zona exterior dos baluartes, na porta
Maillot.
Pelo lado de oeste, o exircito de Versailes es'
em Saint Cloud, era Sevrese em Meudon.
Desie ultimo ponto tinha no dia 9 approxiniado
mais as suas ayancadas para Pars ; os federad s,
porm, estao tambera maito adiantados, e nao se
passa um so dia em que nio se dem sanguino-
lentas escaramuzas as proximidades de Sevres e
doBaixo Meudon.
Os fortes de Montrouge, Van ves e Issy per len-
cera commnna, porra, as tropas de Versailes
oceupam frente frente as posiedes corresponden
tes a cada nm desses fortes e acampam as pro-
prias avenidas das povocoes situadas oa vertente
septentrional dessas positoas-
De.-cendo mais para o sul, apparccem as tropas
de Tersailes slidamente esubeleeidas no vaWe de
Bievre, porm, Ricotre, Hantes Bruyeres e o Moi-
nho-Saquet esto occtipados pelas milicias di
commnna e todos os arredorei esto coroaio3 des-
de essas alturas.
As avenidas de Villejaif o Brotes Bruyeres es-
li sobretudo, muito vigiadas ; por isso qoe os
versa ilezes teem que retirar para Hoy, Cltevilly e
Choisi-le Rol.
Sceanr, Breneox, Fontenay-aax Roses, Chavil-
loo a Claman soffrem sem tregoas o fogo dos fOr-
ts do sul.
No parque de Issy estibeleceu-se nma ribva
balera, que junta os seus fogis com os do fbrUt.
Os btalhSes federados, desde Issy al Ivry,
obedecem ao commando superior do general
Euies.
Essa grande extensao da linha de operacSas
evidentemente o ponto Iraeo da resistencia dos fe-
det ados. Entre os meios d defeza com que ests
contara, figura urna asqaadntni de ranhoaeiras eO-
couragadas entre a ponte da Concordia e a dos
Invlidos, as qnaes estao constantemente prepara-
das para snbirera o Sena at Mendon e Asnires.
A referida esquadrilha nio tinha anda emprean-
dido manobra algara* e estara-se acabando de ar-
mar urna batera fluctante cora seis pecas d ca-
libre mediano.
Alera diSso, os federado? trablfeam activamen-
te em construir militas obras de d'-feza.
QUE BONS DOrORES I -> Lse o seguate
a*ura diarlo ffaocez :
< Deu-se ultltnametite em P.aris ntn facto alnd?
pouco conhecido. Na sgun1ifara passada, os
enfadan- Valles e G mpil, delegados da instruccio
publica, distrbufram aos seas collegase amigos
qoe u desejaram diplomas de hachareis e de graos
universitarios.
i Esses diplomas sao ante datados e passados de
modo qae fazere persuadir que foram obtidos de
pois dos respectivos exames.
ET a ifto que^s eidadios Valles'e Goopil cha-
mara rspUHir a mstrnc^o pelar rtlassa* I
O FIMJDO MUNDO.la amas cetebrbs propb-
cla d Trostradamirs, as qnaes entriouii'a cu-
sas st di1 Ia* qo'id0 Detis &' eru^ifieado na
.da d S. rorge.rsnseftar ao dia de S.\ Mansos e
se sole.rani,sar a toa presemja na
estar cnegado o nm do mundo. >
lw a rshaac'ke esta prophecia, qae? conB-
-----fie do no?so povo, o tremendo
bVm prximo, e lio prximo,
tttie drate aooos pira a saa
'aquellas coincidencias Se ni*
1866, segundo IIBrma orna po-
'LOTBR1A.-A qua
beiatieio da aiaiiizdo
da 13 do correatr'
PASAGEIllOJ.-SahiSos pan o norte, no va-
por Tocini'ni :
Joafnim daprdi de |ast,pitaa Man
quim Bella. Jbpioo MMteiro de Millo, F
de Paula a fflv Prma, :aUno RJbetro
valho, liWtajlieda SLei'.ao, Jjj,, imoel A&anso
Barroto, o^ib di bar I bao na* j I FioreneTbio-
rcira e.*oaza, Maooel da Costa Mangirieio J-
nior, M. dos S. Pereira, freso Qeaientine Pedro de
Lima e4-pra^s. Aatoolo Gcajaj Leal Jnior, Jos
Mamio/e Carvdlii Raatel, jc* Lor^n-isau, Fe
lippe Madasto, IfcrmaamM.ya:* Wegande. J pra-
a*. da fuariU naMMal, imfo Das Maefcrrto,
Mayer Ruback, Manoel loaquira Barbosa, Antonio
Furtado da Molla.
Sabido* para o sul, as vaaar CraWw da
Sul :
Brrgadeiro Francisco Joaqnim Pereira Litio, e 2
eriadts, desembargador Firmo Jos de Mallos. Joao
da Costa Sanios, J'.s Rodrigues da Suva, Traillo
d? fragat Auguli Cesar Pires de Miranda, ennse
IheiroJos Bunio da Guoba Figneiredo, 2 lllba,
i criados e i escravo. I)r. L|iii Felippe le Souz-i
Leal, saa senhra, 2 Bli*, i criad* e 4 Scfur-n.
desembargador Alvaro Barhalho UcUoa Cavalcanti
e I criado, Mantel-MtrM Ludavlco de AraflJ&LsVs
r. N^poleo Silverio da Silva, Bernardino Jos dos
Sautos AlexHodrina Mara do C iracio de Jesns.
Dr. Fraosiwo Lia*-Correa de Andrade -Silva e 1
^se^tvo, cliefe de diviso Hermenegildo -Antonio
Barbosa tie Alraeida, sua senhora, h nWi-js, 1 ir-
mia 5 ioscravos e criado*, Cmolly, Tuom.z de
A tuitia Silva Lnnreiro, Jo: AI ve* de Aguiar, con-
selhelro Dhgo Velho Cavalcanli de Amuquerque e
2 criados,.Ignacio Francisco Mia,, Manuel Citrira
Jnior, 1 escravo d Antonio Jos dos Sanios, D.
Urabefid Amelia GoBCtlves CosU, Cosme Jos da
Silva, Joaqnim Conoalves da Siiva Rocha, Kabu
Coschei, Dr. J,0o Inouceacio Feneira de Aguiar e
l criado. Amonio Jos Game?. Pedr# Rajnalho,
preso Manoel da Canha, 15 pracis e i officiaL
CEUITERi PUBUGO.-Obiiuaiio do lia 7 do
certeme :
Mara, branca, Pernamboeo, 2 mezes, B ia-Vis-
ta ; diarrhea.
Mara, recem-nascida, Pernarabaeo, Recife ; as-
pbyxia.
oio do Reg Barros, branco, Rio Grabde do
NirnyieVanaas, viuvo, Bia-Vista,; bexiga.
Joao, pardo, Peroambuco, 45 annos, S. Jos ; in-
llanimaco.
. Jos Juaquim d->s Reis, Nraneo, Portugal, 43 an-
uos, easadi, Boa Vista ; infocio purulenta.
96 asnos, casado. Atogado ; asphyxia.
Joao Bapti-ta Copiano, branco, haba, 6'i annos,
so'teiro, Recife ; apoplexia cerebral.
Mara Joaquina da Conceic-io, parda, Peroam-
buco, 20 anno, solteira, Rieite ; hepalite.
Joanoa Mara das Dore*, branca, Peraaaibaco,
18 nanos, solteira, Boa-Vista ; fetore typhoide.
Felippa Mara da Coneeicao, parda, Pernambu-
eo; 0 anoos, solteir -. S. Jos ; conge Mithil-le, brm, Peroambuco, 23 dina, Boa-
Vista ; convulsoes.
AbraliaajJJn;olH,branco, Pernambueo, aadmez,
intente. T)
jj_______- > i
fHROMCt JimfflWtJL '
TRIBUAL DA lUiLAlAO.
SBSSaO BM 9'OR MAI I DE lili '
PBRSIDBNCrA ao Exai. sr. oossaXHKno' a*ltA(o
satanM*.
Secretario Dr. Kirat/io Coelk. ,
As 10 horas da maoliia pMantes os Sr. desem-
bargadores Guian, G jerra, ptxwuradoia corda,
LoaraoRo Santiago, AliMida Albuquevqua, Mona,
Doria, omingoes da Silva, Rguirt Corta,' Souza
Leo e Frertas Hanriques, abrise a- tessao.
Paseados os ftos deram-sa os jilgamautos se-
guiMas
nsctmsas ctuaas.
Itenrreote, o provaoior puUici do Aligoas ; re-
corridos, os directores da eai*a **ooasardl.-->u-
zesnsSrs desombarraaare Wfoeira Cida, Al
nenia- Aibuqaerque, Dala a Gviiraaa.^patptacB
denfe. ** irTT
Recerreate, o jofeo de *Hotw de 6fa%B ;'ra
corrido, ffeucfque Pereira de fi-iaeiM.'-^/nies os
Srs.desmbargadoies GitiraB, Dira, Almi Al-
bwraerque. Sonta Leiio.ImproCHdele.
aoabiAo- d* pmeo.
Aggravante, o Dr. Nabor Caroeiro Bezerra Ca-
valcinl ; aggravadaj'o jnirt.iiabJes os Srs. des
embargedores Glraa'a, Frailas" Henriqus e' f>oria.
D;raa arovimbnto.
AfPElLACiES crVms.
Dojuizo mntueip'al da AreiaAppelrairles, Jos
Igaato Nanea Freir a nutra; apaellaote, Mraael
(iomes da Canlu Lima.Reformfla a smtcna:
Do joito municipal da Alilaya.A'ppellante, Pe-
hppe da Cunha Lima Rocha ; appellado, D. Amia
Joaquina de ArDuqaefque. Confirmada a sen-
tenca.
Do joizo mooicipai de Nazareth. Appellante,
Manoel Thomaz de AlbaqnerqUe Marantio ; ap-
pellado, Ignacio Viera de Mello. Refornd*a a
seatenoa.
D jaio municipal do Araeaty. AppeBattte,
Isaas's Rodrigues Braga ; appellado, Manoel do
Nasciment Rodrigues Braga.Confirmada a Sen-
tenca.
Do joizo municipal do SobralAppellante, An
ionio Lopes de Aguiar; appellado, L-iiz Antonio
da Silva e outros.Conlirmada a sentenc.a.
Dojuizi municipal de S. Bento. Appelltnl,
Joiu Atrtooio das Nves; appellado, JoS Gomes
da Silva.AOouHaram o prdeesso.
Do iaiz* mum'iipal oa* Areia.Appellait. Ma-
noel Gomes 1l Conqa Lima ; appeMafdo, Manoel
Fraueisso AWes Gima.Recebram os embargos.
Do julio moniipal de Porto Calvo.Appellante,
Jos d Olivera Lima ; appellado, Joio PerreJra de
Garvalho.Nao tomaram cohejlmento.
, Do juizo municipal do Recife.-^-Appelfsnte, Pran-
cisfo Gwca+ves Nett. appellado, Maooel Joaquim
Baptista.Reformada a seolenca.
Do jairo RiudleipM da Atalaya. ppllanle,
Cosme Lop's^Barbosa : appellado, Jos Thomaz da
Silfi.-CobflrtDta a sentnca.
Do juizd de orphaos do Reeife.Appellante, Ao>
gasto Coelho Leile: app3llada, D. Mara salme' de
Miara e Mattos.Reformada a sofeoca.
: Do jareo maoicipl da Fortaleza. Appellantes
D. Joaon Mrcolia de Sampaio e oolra ; appel-
iada, a earbara monicipal.Nullo o procesa.
Do juizo municipal do Sobral.-Appellante, D
Carolina Amalia Parete; appellado.Manoel Per-
rer da Pona.-neeberra os embargo'?.
Dojnizo rnunicip,! de CamaVaWbe.-tppeHah
te, Manoel Jos de Urna; appellatlo, tferiente-co-
roe Joao Martnbo Pircfo Sicupira.Despresados
os emoargos.
Do juro moniipal do RerTe.Appellante, los
Ferreira CoeUjo ; appellaa'o, f-oiz Lopes Caslello
Branco.Confirmada a senteiiea.
Do juizormaneipal de Givanna. Appellante,
P.rmo *'Cott tlHaf ; appliad., D. Bsmeria Ro
li* Acciory Vihar -Confirmada senteiiea.
D'Juiz-/ munijipal de Agua Preta.Apbellan
!^'ifla"'oFarreira'etmtros'; appefladb, An-
tomo Gomes de Maceo.Conlirmada senteoc
UO joizo municipal do Bonito.Appellante, Vi
cerne Farreira Padilha Calamb'y ; appllados, Jo'
Minannode Araojo e ontros.Nullo a folha 99
era oante.
Do julio mameipil
tBalhazar Lopes de Lima ; appellado, Francisco
Cordfliroda Crot
.Do Sr. aesombargador Guerra ao Sr. dasenlbar-
fftd,n Loorenoo Santiago :
Do juizo municipal do Cear-MMm. Appellan
ts, PeJro Jos Antunas da Miranda e estros ; ap-
fpelladoKDr. Vicente Ignacio Pareira a antros.
Da 8r. desembirg*dor Louren?o Santiago ao Sr.
'arg dor Alraeida e Albujuerqae
nova, freguezia de Nossa en
Inteirada e qao se offlce
uradon.
Qutro do meimo, transrairtado a i jtcatmara
copla do offl:io d\ comraissio eocarregada das
experiaaelas oecessarias par doH aisla pro
viocia a meina primiiiva-itemo datavmina o avt-
so do minisJario da imperio- de- I 4e aovembw
[.tittimo.A' commls-io de sade.
pellada, Francisca Mara da Coneeicao. Do jury
, de Flores.Appellanie, o juizo appeiUdo, Jos Do-
^ aaiogues de Olivera. "
Do Sr. desembargador Alraeida Albuquerque ao
9r. desembargador Motta:
AppellaoSes crimes.Appellante, o Jazo ; ap<
peltado, Manoel Antonio Arres. Appellante, o jai-
zi; appellado, Bernab Antonio do Nasciment.
Embargas-remetliJos. Embargantes, Joaquim
Fra.icisao de Albuquerque Santiago ; embargada,
D. FraneUca Tnoraazia da Cinceieo Cunha. -
Do Sr. desembargador Motla ao Sr. desembarga-
dor. Doria: .
> jury do Asari.Appelliote, fos (tomes de
Aranjo; ppellada, a juslica. Do jury dlguaras
sa.Appellante, Jos Pedro Rodrigues; ppellada,
a justica. Do jury do Ipil.Appellante, o juizo;
anoelladoj Jas iUbeiro Duarle. Do jazo munici-
pal do Recife.Appellantes e appellados conjunc
lamente, o bacharel Joaqoim Francisco de MiranJi
e D. Gertmaes Anglica Joaqaiua.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr.desembar-
jador Domingues da Silva:
Dia de aparecer.Do juizo municipal do Reci
f Appehante, a mesa regadora da irmaodade de
Nossa Senhora das Fronleiras; appallala^D. Ce
ineotina Theodota da Silva.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Freitas Henriqus :
AilpeBacio civel.Appellantes, Paulino Rodri-
gues de Ollveira ; appellados, Francisco Gomes da
Silva Marra.
DELIOBNCIA CHIME.
Ao Sr. desembargador promotor da jasiica :
Di jury de Pao d'Atho.Appellante, Luiz Mar-
tins de Souza ; ppellada; a fostica.
Assiguou-se diapara julgameuto dos seguintes
teitos :
APPELLAQOES CHISTES.
Do Jury -de S. oio.Appellante, o jazo ; appel-
lado, Jos Luiz Ft-rreim.
Do jury de Garanhuns.Appellaate, o joizo ;
appellado, Narciso Correa de Mello.
Do jury do Pereira.Appellante, o juizo ; p-
pellada, Bufreslna Mara da Coneeicao.
Di jary do loo. Appellante, Roque da Rosa
Freir ; ppellada, a juslica.
Do jury da Fortaleza .tppellanH, Paulino Jos
de-Castro ; appellaHo, Heonque Saxes
Do jury do Stboeiro. Appellante, lUymunlo
por sea cara ror; appellado, o juizo.
D. jury do AraeatyAppellanm o jazo ; ap-
peilado, Maaoai Xavier da Silva Moreno.
Do jury de Mamamguap.Appellante, Domin
gs Rodrigaes Represas Alves; appellado, Joio
Goncalves Ferreira.
Dojary do Jlecifa.Appellante, Dr. Joio Fran-
cisco Tix:ira, como curador de Jaeinlbo Ramos
Machado ; ppellada, a juslica.
Do jury de Porto de Podras.Appellante, Her-
cuU AUaw de Jaiuis; aaoeUada, a juaiiea.
AfP8U-Ayi;:S GiVEIS.
Dojuizftaafidipaal da Berfe.-App''llantes, os
herdeiris nVLoureoco Jos das Neves ; appella
dos, os hentetros de Jos da Rocha Paranhps.
Do juizo ammaaai de Camaraaibe,Appellan
te, Marianun Marinho da Rocha Wanderley ; ap-
pellado, .Manuel Jos, de Lima.
Dos feitos da fazen do Re:ife. Appellante,
Joaquim Garateante de Albuquerque ; ppellada,
a ftietada.
Da jatea miraichsal da Fortaleza. Appellante,
Franaaco.Hunuo de Souza ; appellado, Ignacio Al-
va Barreira.
?T DKSTHlBLigXO.
Ab Sr. dejembargidor tteguoira Costa :
O cdn/Het da jarisMcci eaare o jnix munici-
pal e de orphaos da capital do Cetra e o juiz mu
uiclpal e de orpMUe do termo da Parcar .
APPLLACor.S CniMK<.
Por stibsiituioo ao Sr. desembargador Assis ao
Sr. desembargador Domingues da Silva :
Da jury do Liraeuu.Appetlaute, o juizo ; ap-
pellado, Feliciano Gomes de Olivera.
Ao Sr. desembrgaor RigaeiraGc.sU ;
Do jury de Cimbrai.Appetlante, Deodato Be-
nedicto da Silva, por seu carado;-ppellada, a jos-
?rc>
Xa r. desembargador Souza Lea :
D>jnry da Bsrbalha.Appeflaat", o jaizo ; ap-
pellado, Antonio Hyppolito da Costa.
APPKLI.AgoES CIVEIS.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do juizo municipal da villa do Cabo. Appel-
lante, Braz Antonio da Cuha Albuquerque ; ap-
paHdo, M raoel Ignacio de Jess.
Ao Sr. desembargador Guerra :
Do joizo municipal do Pao dos Ferros.Appel-
lante), Maooel Leite d E-ninto Santo e toa mu-
iher ; appellados, Manoel de Caldas Costa e sua
malher.
Ao Sr. desembargador Lourenfro Santiago :
Do juizo municipal da Areia.Appellanie, Joao
BaptistaGomea appellado, major Ahlohlo Jos de
Oliveira.
Ao Sr. destAarg**>r Almcida Albuquerque :
Do jarzo inncipal de Bananeiras.Appellante,
Mara MoreirrBa silva ; appollado, Manoel Vicen-
19 Pureira de Mallo.
Ao Sr. desembargador* Motta:
Dt Jrtho de orphios do Recite.Appellantes, D.
Isabel Mina Nuoes de Oliveira, por si e como to-
tora de seos filhos ; appellados, Manoel dos Santos
Nunes de Oliveira e outros.
Ao Sr. esembargador Doria :
Do juizo muoifcipal da Areia.Appellante, Ale-
landre Quedes Ateofirado ; appellados, Francisco
] Antonio de Assis e sua mulher.
ACCBAV03 DE PETHJAO.
Ao Sr. desembargador Rigueira Costa '.
. Do iaizode efanaos do Recife.Aggravante, D.
uosa Franciica a Seona Coelho ; aggravado, o
jdiz.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do juizo municipal da segunda vara do Recife.
Aagratanie, Antonio Franciseo Dias Lima ; ag-
gravado, o jilizo,
APRELLAgXES CRIMES.
Ao Sr. desembargador Ottirana :
Do iory do Aracty.Appellanie, o juizo ; ap-
pellado, Prhcisco X-axier de OhVeira.
Ao Sh desembargador Lourenco Santiago:
Do jury de S. Joii.Appellante, o juizo ; ap-
peliadQ, Jdio Viira Bages.
Ao Sr. desembargador Alraeida Albnquerqae:
Do jaryda Fortaleza.Appellanie, Munoel Lou-
renco de Araujo ; appeUado, c juizo.
Do jury fle Caroartt.Appellante, Matnias Jos
da Silva ; appellado, o jhizo.
Ao Sr. desembargador Motta :
Do juizo de direito di Rqcifa. Appellante, Jos
Ferdandes da Silva D^tra ; applla(Jos, Vicente
Ramos Pereira da Silva e outros.
Do iury do Crato, Appellante, o juizo; appl-
iad*), Francisco Jos Leipj.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do Jury do^etfe. Appelrante, o promotor ;
appellado, Canillo candido Ramos.
Do jdry de Mara Pereira. Appellante, o pro-
motor ; appellado. Jos Franclsc de Mello.
'' .JLl
de Aga-Prela.Appellao
te, Serafrm Ignacio Paes Brrelo : apnellada. Anna
Mana da Conceicie.-Reforua a'SSB
Do jtilto dos'fBoa da' zaSra dirfiiSe'-Aii-
pellante, o jorzo; ap'pelhdos, Antoto Ttlffa G-
.nao Jnior e o^m.-OotMIrofalila a'aentn.
JJW ^ fcJt09rv*' A,af*--Amellante, D
BMtns Hermelmda Carneirae K\batt^rqva;t^
pellada, a'M^jd a wniencl.
ga^SG'oS^3r.N^ffl4rla Sr: $$"***?
O Sr. Gutatlolibo : t dlzil toda
dada, toJa largueza: accresceDte-se-comaatrt.'l |a mm-A* tofcrlda puWieteio
com a Jnslica, oin i moralldade, com Tt %fm#a pas-eltpa de XctiHt* era ttieabS,
I.ser a priaeira lei da le dos contritos, dia ds S. Maco, M lattHlm a stu-fedra da
Sr. presdunte, Justirhar o meu voto. I parxio eahirtcoo i de S. Jorge e o Crpe da
a,e o von prestar em bato da protteda.f Dens no de S.oftjBaptista,* 24 e janho, a dita
: Maito- bem; atollo bem. | mais remota desta sotemaidada.

Ojujzo mn^Wpnl do Reeife:
eoradorda preta' Fraila ;
esta di S. Joao, gasto RcIhoMivIrTrler.
A^Sr. desembargador Lourenq Santiago :
Do Jnrt da P^rea.-Ap>elSala,ffo' jairo;
peilado, Manoel Candido dtL&NtjJj l
lait.Appellflte,'o' pVomof
ao-Deelo de Mello. Dd
Appellante
Ssotos.
Mito, o
Aor.dt
Do Jury- ia
reir dy-OWniaa
Ao Sr. deaamaatrgaador
Dojouo iaaahcia*A de
liante, o
uft AU-
Do jury do Caseavel.Appellante, o juizo ap- Outro to secretarlo da assembla provincial ao
secretario da presideocla.'eom despacho de S.
Exc, mandando a cmara Informar acerca do qoe
pede o proprietario di pavilhio Santa Isabel.A'
commissio de peticSes.
Oulro do masmo, tambera com despacho de S.
Exc mandando informar acerca do que requer o
amaunense aposentado desta cmara, Candido de
Seuza Miranda Cinto. A" coramissao de pe-
licoes.
Oulro do engenheiro ordeador, informando fa-
voiavelmente o requerimento do Dr. Symphronio
Cesar Coutioho.Gonceieu-sa.
Outro do raesmo,. remittendo o orciraento e
planta da estrada da Torre.
Q te se peca aulorisacao a assembla provincial,
por intermedio da presidencia, para se gastar al
a quaniia de 7:700 com a mesma estrada, senJo
essa quanta carregada as sobras de oatras ver-
bas desigoadas no orcamento municipal.
Outro do contador, informando sobre a policio
-le Jos Francisco de Souza LiravAo procura-
dor qae pague pela verba divida passiva.
Sendo addiaia a requerimento do Sr. vereador
Moscoso, a discussao sobre a observacao que fez
o grocuiaJor desta cmara acerca da petizo de
J iao Francisco de Souza Lima, com despacho da
mesraa, para se sacarera letras de 50* coa ra dito
Joao Francisco de Souza Lima, votaram contra o
addiamanio os Srs. ven-adores PiUnga e Peuoa
da Suva, motivando seu voto oestes termos :
< Voto contra porque tando sido a materia re
olvida definitivamente na sessabde 16 lefeverei-
ro ultimo, nio pola voltar a cmara para ser de
novo dejiberado por bservacio feita pelo procu-
ralor a qoera enmpre observar as ordena da c-
mara, c nupanlia o parecer o Sr. vereador Pessoa
da Silva.
Um nlfliio do administrador do ceraiteno publi-
co desta eidade, corarauuicaudo htver chegado
quelle cemiterio, do hospital Pedro II por diver
sas vezes cadveres cm estado de putrefaci), sen-
do que no da 17 do correle ebegaram ires, um
de bexigas cora 32 horas, outro cora il e outro
cora 40, e pediodo abarraque para desinfectar o
ar em raes occisi5es.Que se ofQce ao presi-
dente, pedilo providonte,
Um parecer da commlsso de peticSes concebi-
do nos seguintes lermos :
Tandi j a cmara municipal cuidado de sa-
lisfazer a necessdade palpitinto de am mercado
publico, tanto que tem convidado os cidadios a
fazerem propostas, j na cmara municipal existem
tres proposlas que se esli examinando, assim
parece nio ter cabimento o que requer o pe-
ticionario, tanto mais quaado ella pretende um
previl'gio, que as propostas que existera oa cma-
ra municipal nao oxigera, por isso a coramis-
sao de parecer que se informe a peticio de Maia
cora o que fl:a* ponderado..
Paco da cmara municipal do Recife 19 d
abril de 1871.Henriqus da Silva e Ignacio Pes-
soa.Approvado e que se informe a sua excel-
leocia.
Outro da mesma commissio concebido tambem
nos seguales terrans :
A commissio da peticSes a qaem foi paesanle
as petizas de Augusto Hygioo de Miranda, Jos
I)jarte Pereira e Miguel Xavier da Siuza Fonce-
ca, vendo que e3as peticoes se referem ao molo
de fazer a limpeza da eidade, o que importa urna
alteracio as condicas estabelecidas para o con-
trato da mesma limpeza, adoptadas pela cmara,
a commissio posto entenda que as Condicdes esia-
balecidss para a arrematarlo da limpeza devara
ser alteradas e modificadas, adoptanda-se algu
mas das lembradas pelo peticionario Xavier Fon-
ceca, todava competinlo a commissio, que orga-
nisou taes condict5o, o organisar essas alterafcoes
e raollBcac5es, a commissio de peliifSes requer
qua sejam taes petigoss devolvidas aquella com
mi.-sio para dar seu parecer.
< Recfe 4 de abril de 187LHenriqus da Sil-
va e Ignacio Pessoa.Approvado. e "que seja de-
volvida a mesma commissio indicada.
O Sr. vereador Gmeiro apresentoa o seguate
requerimento :
< Tendo a companhia Drainage oceupado toda
praca do-Mrquez do (larval com canos de es-
gotoHsera obterucenia desta cmara, e coro ma-
nifesta ioTrecio as leis municipaes, requeiro qae
se maida ao uscal declarar a razio porque nio
mult u a mesma compai.-hia nos termos do arl.
2 da postura de 7 de julho de 1370.
< P(o da '-ama-a municipal do Recifa 19 de
abril do 1S71. Jos Mara Freir Garaeiro Ap-
provado e ai fiscal para responder.
D9spaCtiarim se as pelladas :
Da Antonio Ferreira Braga, Antonio Jos Cor-
rea, Angelo Angelino de Sanl'Aaaa, Adolpho Tei-
xeira Lopes (2), D. abbade do roosteiro do S. Ben-
to, bacharel Alvaro Ciminln Tavares da Silva,
Bartholoraeu Francisco de Sonta, Bento Monleiro
da Silva (2), Cusloiio Dotningue Coleceira, Car-
los Augusto de Arujo, Eduardo Gadout, Fran-
cisco Antonio da Silva Mu Francisco J >- Gon-
calves da Silva, Francisca Emilia de Albuquer-
que Maranhao, Jos Ricardo Coelho, Dr. Jos So-
nano do Souza, bacharel Jos Roberto de M >raes
e Silva, Jos Minoel, Jos Ignacio, Luiz Gracalves
da Silva, Luiz Jos da Costa Ararira, Maxiiniano
Antunes Tavares,Manoel das Neves Teixeira, Ma-
noel dos Santos Costa, Porfirio Aotoe.ii da Souta
Pioheiro. Dr. Symphronio Cesar Coutinho, Pedro
Jos de Freitas e Virante Ferreira da Costa e le-
va nt n-se a sessio.
EuLourenQo Rezerra Carneiro da Cunha, secre-
tario subcrevi. 5
Benm Jos da Costa, pr-presidente. Jos Ma-
ra Freir Gameiro.Caetano Cyriaco da Costa
More ira.Ignacio Pessoa da Silca.Dr. PeJro de
Atkayde Lobo Moscoso.Angelo Henriqus da SU-
aa.Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
di modo a ser eonsdarada loexeque<; a por Mso
aMBedoaa deAitaaUaVprovideocia, pdT arle da
"llSoedadsn
ira, a a pro-
iqto que
_ e prospe-
ad i na aisambla pro-
pio presdeme da
raodincac.oes ao
LTrndade para
ia eidade, ao
do apreseu-
*o5es dos
parte do 36,
veri Bear o Sr.
a execacio da
ieaes aoa inte-
contrato refe-
me-
4a>
aer
inra, e
ra||is requln-
sysr
rque que] nio
Ao Sr. desembargador Domogues da Silva :
Do jury de SennnSBrn.Appellante, 0 juizo; ap
,petladb, Jos Goutes da S.tva.
Do1nry.de Cariiarii.-Appellante, o Juizo; ap-
pella lo, Jos Rqfroo Pereira.
Ao Sr. desembargador Rigaerra Costa:
D joizo d direito de Pedttis de Pogo.Appel-
la'nte, o promotor; appellado, Trajano Evaristo
Fe.rfio Castello Braaeo.
Da JorT do Crjto.--AppellaUte) o jizo ; appel-
lado, Aofoplo GoncMvas de Menear.
ACSr: i^tntargauor Sonta LeSo:
Drfjory da Tma.-Appelrajile, o juizo; appella-
s, Jos Ftpisjo de LeTDos e outros.
"" o jury laTTaradhons.AppelISdte, o pro-do-
torpobiica ; appellados, Manoel Joaquim de Mello
le^aro.
Ao ir. Uembafgaot freitas Heoriquas :
Da' jury de Pao uAlo.AppllaHle, Luiz
tins dVSouza ; appellado, o Juizo.
A I hora*e meta encerrou^se a sessio.
Mar-:


SES&AO EXTRAOIDIN.WA AOS
laaaiaawuA ao w dr. Btio oota.
" u Sr. Dr. Aaajeto Heenqnes, Dr. fu
d* Silw, Beata- Mna*Bj>- Gameiro, e
PUBLICACOES A PEDIDC.
O SB. DR. BUARQUE DE MACBDO E A ESTRADA DE
FEr.RO DO I.IMOF.IUd.
No Diarto de bootem vem o Sr. Dr. Buarqoe
de Macedo com urna publicaco em iue, a pretex-
to de salvar asna respoosabilidade, para com
amigos seus, de cufia negocios sf snearregara, tan-
ca assembla legislativa provincial, a proposito
das modifleaedes obtdas pelo Sr. bario da^Soleda-
de ao contrato da e ama tasioUaio de gravisslmo -alcance.
Nio acompanharei ao Sr. Dr. Buarqoe oa apre-
cia ;ao detalhada das occarreocias que se deram
acerca da celebracio do referido contrato. S:n-
do, porm, memoro da assembla provincial, e
tendo vetado pelas modtflcacSes qae foram autri-
sadj aquefle contrato, devo expr os motivos
que determinaran! o mea voto; motivos esses que
maalfestei opportanameote, e qne potteria calar,
por ora, aguardando a pubiieacio do discurso que
profer.
Si pro-.alImetRo da assembla provincial a mon-
do as radiflcacoes ao contrato da estrada do
Lbnotro, a ser acceito, segn lo emende o Sr. Dr.
Buarqae,inaugurara um systehn absurdo inad
raissivel am ora paiz moralisado
Pens) que nio vem mais a proposito discutir a
acceitacao ou uo do acto da assembla, desde que
elle foi sancelooado pelo poder cimpetente, aue
sar da procedencia das allegacoes do Sr. Dr. Buar
qae. S o acto da assembla, pof immoral e absur
do, nio devesse ser acceito, certamente ter-lbe-ia
negado a sanecio o justicelro e probo Sr. conse-
Ibeiro Diogo, para quem se appellou multo a tera-
oo e ser evitada a immoraldad a qde elle ia da?,
lugar.
E se a queslSo Me de soUdaritdaie para o
governo da provincia, nao compre ao actual presi-
dente senio execatar o acto que fol sanecionado
pelo seu antecessor.
Varaos, porlp, em que cnsfstiram as raodffl-
cicues obtdas pio Sr. bario da Soledade o sen
a quaes os motivos qtte as determina-
Eotretaolo ac|
posee do seu coalj_
vincia privada doi
tantddeve non cort
ridade, qnan lo foi i
1a*l,. em
profleeia, um i
contrato celeM,
o assentamento de
qual projeeto nm lio
ton ura addiliva aulorli
arts. 6, 9, % 3 du art,
do contrato da estrad
Essas raodflcaeSa^:
Dr. Buarque, sio l data'
empreza, e de ueahum'
resses da provincia. O an
r e--e a tarifa que era regulada pela da estrada de
S. Francisco, que, sendo anxilada eom garanta
Jos juros Jf t> di o capital pregado na sua
eoostrucro, p le manle-la por ff 017:1 inferioteaao
das estradas qoe nao UMB lesma va Ola -
gera ; o an. refere-se ao DQtt -o de trera rodan-
te que era exiguo en umal logo
no comeco da estrada; m auortaa-
\a a desapropriacio da estraia i* ao 30 annos
pormeio d>- afiolices profir.ciae* juros de 6 per
ceoto I A uitima parte do art 38, ualmeale,
refere-se a renuncia do doamn* peii'
parte do empr^zario I EssaU bsOJtda
e extravagante, nio merefl
Quando se tem era \jsl
Ihorament do alcance*
que sa trata, e que esa',
realisado sem onus nenhum'
era para o palz, nio se daJ
tada ineptidao estam-lcerW
biltem, e mestno intorpecam a ..
Lembrarei tambem aosr.5MH
a primeira nein nica vez qoe a as eintoiea legis-
lativa -testa provincia, autorisa mod llcatSerweon-
tra:o^ celebrados em concorreocia ni) exeeula-
dos. Todos os contratos d; estradas da .ferro eele-
irados neMa prr\inc.ia, em diff.-renies pocas, tatm
sido mais ou menos alterados, e algans aoitfiae
serera exentados. 0 celebre contrato Mo'nau.lar-
garaenle subvencionado e favorecido, antes de ser
exaculado foi modificado, em vriude de autorisa-
cio da assembla conferida ao Sr. bario de Villa
Billa, quando presidente da provincia.
Se o Sr. Dr. Buarque reconheee. que o contrato
da estrada do Limoeiro, tal qual fura celebrado,
tornara-se inexequivel, e qne o Sr. bario- da Sole-
dade nao eslava obrigado a submelie-lo a aova
cuncarrencia, pidendo manter-se oa poste do mfes-
mo, por muifos annos, com a oblenca, da proro-
; roes de pras is josiificaveis, qqal o ilisio qae li-
nha a a .semidea de atender ao tgrandioso meibu-
ramentoi qne cumpre realisar e naiojiroteiUr ?
Eslou persuadido que o di floe|o Sr. Dr. Bar>
que se nao tivesse nectssidade,,porexcasa<> aaj-
crupulo, de justier-se para com os seas amijjpe
aoseates. nio leria sido tio ioexocave1 pari coa* a
assembla provincial que,com oseo acto, attendeo
incontestavelmente a urgencia <|oe reclama ara
grandioso melh ranenio.
Maio, 9 de 1871.
Pedro Affonso
COPIA DA SEGUNDA PErlCAaBURlCJDA A fc EJIX
O SR. DUStMBAIir.ADOH ASS4S, PtliattlIO iTMB
PRESIDENTE DESTA PROvINCtA, TM W IW
SETEMBRO DE 1870.
Illm. e Exm. Sr. presidente Si provine!*, de W-
nambuco. F. M. Duprat edictor e principal re-
dactor do permalco Brasil Agrcola, IndusiriaL
commercial, s:entillco, litierario e nuticlbao, tire
c immunica^ao em 3 do crranla de despacho que
V.Exc. foi servido dar em 1a rassmo mt a pe-
to qqe Ihe dirigi em SI d"pilho prximo pasear
do, e agradece V. Exc. o intetesse que inostra
tomar ao bom xito da mesma, pois que, lando
infirmado a thesouraria qoe o orcamento prsvin- .
aial nio indica va verba especial destinada ao Bra-
sil Agrivota, lodavi V. Exc. recomraoda qu a
peticio do snpplcante seja tomada-em considera-
cao pela prxima futura assembta piovihojl de
1671.
So ela nova denrora da pubiieacio do Brasil
Agrcola, que se acha pararysad* desde Janeiro*de
1.05 0*
contrato,
raiOi
Or.
qne o
eootn
da ."ttire
rio-sa a -tessioe'M
Ifjela d aoOHwaeote.
oSeatiaie
XPtBtMtF..
*&*
Buarqae, c
I termos em 1
'tornara-se n
de nm .grandioso
Mar; ffmie; pordaas'vze,]
da'a cbneort-Bcia"que"sobra"
abrir, at qne o Sr. desembargado
'"mi-i a eaieora-lo
aspassots.j
aspetaria
resgoado a abertura da sessio Indicada em o des-
pacho de V. Exc. ; pois -lie f repreienta nata
UUidarte e (ca pr-'judicitlo cm ora, a provincia
como um milhao e o imperio todo cotoo'Do X daz
uiilhoes.
Mas a nterrup5o d tres a qtlatro an
dila publieaeao a eau&a da nio reallsa.fi
esta data e grands-pttprsaas da vital
que podiam e-tar em expen!
e cujas o paiz tem n mais afl
interesse em ver realijar-se- qa*D
tanto essas taitas, estas don
de grande atraso, perdanT
a grande familia brasileir,
habitantes desla provincia.
Estes intoleraveis preferirs teriam aea to aa
muito tempo se bastassmparaobfer eats'-was
resultados os bons desejos- do rtppUdUt, 'tnta-
festados em numerosos sS-llge* lonfliroento expeo-
OiJos por elle nos 7 nmeros O e>a'Jlniii/
Agrcola.
Para remediar a estes .malea o maii bneVflTJbs-
sivel, o snpplieantu, tem a uotra de tlclirtra) V-
Exc, com a franqueza e meeridade qne".o tprae-
iersara,que se nao tivesse ha mais quiote as-
nos a couscieucia e a cooviccio d ftnte B*>
c ssi iade que ota provinjota, nava i I ataja impor-
untes do imperio da Santa Cruz, teto d adoptar
quanto antes os diversos'melborameotns maieriee
e moraes principiados a tratar ao actual Broaii
Agrcola, nio tasi=iira* ha tanto taJi-e-. CQ*o
publico e notorio sobre ditas oeeeSsdadney dio
gastara sen tempo e seo dhalavo, em fuer novas
peticoes e nio viria anda bolrW(idrtaittr T.
Exc. para reclamar delta' ft pruvjdeBellB ^t o
casoexgc, pois que estas tfaaoaeai se por ubj
auxilio pecuniario qae a [(residencia'da provincia
pie mandar tirar", per abM rn, da verbaifta-
tuaes do orcamento provincial.ou mesm dotbe-
souro geral, se o thesonro provincial naolet rau-
dos para pagar esta despeza de reconnetda e ur-
gente necessdade para bem do paiz inteiro.
O supplicante asta1 pfbmpto a continuar sea
pubiieacio logo que ttyer recebido ato aoxaioe
rnantem serio a valioso o que lera dito e eseripto
relaiivamente aos dffleretirnenios qne d seu mola
propno e espontaneananab! lera fetto at> governo
imperial e provincial envrliversos amigos de utili-
dade publica, estampados 00 Brasil Agrcola, posto-
que, publicados ha anuos, elles sao tao novos, tao
uleis e appliciveis boje, como ss estivessem W-
criptos agiira, e as grandes empresas de que tra-
tara tem sempre a mesma razio de sereno reali-
sadas agora.
Muitas d'ellas poderiam estar em eiploraio
ha 6 ou 8 annos, se isso dependease soq
boa vonude de ser otlij* pato, como o }
cante o tem mostrado oites oromos n
que tem completamente risrdtcfo para elle,
oregando seu melb^r tenpo effl procurar desde
i8-o* realisar grandes aiflpresis Kidostrlaes per
meio da associacio dopequeno capital, alavaaea a
mais poderosa dostompos modernos, mas qoe nesu
provincia nao tem MfcMroselyos ou as emprens
tem raorrfdo nonato
Estas empresa* ftidni6tiae3 tbuam por fltu'De-
capar utilmente centenas a mM'hWros ae erapree-
dn- o tribilhadors nacion.ies, qn presenwraeuas*
nio tem octupacio regarlir e vauajosa.
A realisacao tuajiaclo.Onprat-da gran^rfeto-
presa de a^H Aanas e" rnraes
prospecto data de dezembro Se 1860
tada escola normal da agilcoltura
rganisacfeo 80P|
em rWl a taWTiaw *c!1a-e reprodu
na 8 a T3 e outm do BrsOiLAgneaM I
Com ai duas escolas d ifea e 1 V.'w
cidaS nos etlficios dessaa dois'graa'ies
o supphcante u-m a certaza de acabar
annos eom o empresobafia feto
espirito da maorta da Bucidade brasl
tilisa muito df-JjattQa <|ito maior v
rarlam do seo t mprtgaf
-
roffleo do Exm.'presidente da
profano o ircamewto nppleman
a(e/|por eeu eamara, paft a abra Uo aYeeVaX eIta*J daoe eon>
X
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CW
.<^j. .j.ii:^.
juc^Mkav ^ .;;:
t patrioHea 6
'a qual pres-
j"i tita a qul o stip-
o anlameuio a publi-
1,0 Vrnil Ajricola.
f. Exc. delerimeoto.
MD de 1870.
pifa a despeza de que o
IX* pode ser considra-
las! em visV-i do ti. 33 da lei do orr-a-
eale-jnaydide ler lugar o que requr.
jada provincia de Penoam-
bueo m 3i (fe Maaro de 1870.
Assigu-do.Amu.
Estrada de ferro do
Imoeiro.
oto do Sr. Dr. Uuarque
Do Diario de Pernambuco
me a necessdade de op-
a gae inickiu na asamblea pro
Katar-se o contrato (cito para
; eMrada de-ferro do Limoeiro, e
% flca tM Hff 4 respoDsabilidade que me
, aera ver "eaj silencio attribuir-se a mesma
assembla o decnlo de iim sy tierna tao absurdo
qui nao i crivei te inaugure em um paiz mora-
o hoto tjvtol*-*1* mo4,fioaco,'s em un
coatratn, resal wtfo. lvidamente, os interesses da
previneta, constitu syiteme absurdo e improprio
tapaize, raoraliaaes; nao foi a actual assem-
Jalea mi o intwtloiK Da provincia, foi tena da
tkbra wmbtea de 1866, da jael a*a P
Sr. Dr. Bparque de Macado.
E eu Ate eeordo o decanttSo contrato M >msy,
realisado *n virtede de uaa tei de iniciativa sua
alterada um anno depois.
EbiSj o Sr. Dr. Buarqae tinha sem davia opi-
Oiao diversa de hoje, oso o preoccuparam os sys-
Qnias.qaa deveoj sor adoptados nos paires morali-
sados i
1 AJsm deste contrato, fui modificado por assem-
bla da situaco em que representa o papel sa
lente, o da estfljlfet idade Ollada ; e isto
se fez 8. n pregafit*Birlreoras appheaveis aos
paizes mcralisadM-, eomo afeaba de fozer !
Como inuiara os lempos I
Entreunto )ust que me conceda o direito do
pensar queaquiilo que o Sr.Baarque e os seus ami-
gas fherinkMJftna moralidade ; podia a as-
sembl eMlF ffbfear sem dar motivo aos seas
reclames.
Aceresee a isto que o propria Sr. Dr. Buar-
que que eonf-ssa o propala que a estrada do Li
oweiro significa um methoramento grandioso, o
faet, por bonito rasgo de patriotismo, quera ligar
o seo eaelareoMo Dome.
Nao ine encarrego de demonstrar que o Sr.
Barao da Soledade nao fez o contrato com as con-
niodes estipuladas por gusto proprij, e sim por m-
desate coaccao que Ihe imposeram, nao me faco
cargo de demonstrar que o argumento da concur-
rencia Iludida demasiado fraco, em face das
craamsiaacias que oceerreram; meu ftm consis-
ta em dzer, em peucas palavras, os motivos que
4eerminaram o acto relativo a modlcacdes do
asesino contrato.
A assembla, convencida da grande importancia
futuro da airada do Limoeito, prefera auxilar a
ana realisacao.em vez de servir aosinteresses parti-
culares ; proferto prestar a devida attenco ao re-
latorio do Exm. Sr. conselbeiro presidente da pro-
vlncia, a ceder a consideraos de iteresses pri-
vados.
S. Exc. fallou as vaotagens que de tal e-traa
resaltariam- provincia, nos defeitos do contrato
realisado, e chamou a particular attenco da as-
sembla pera o assimpto.
Ora, vista disto, faria bem a referida assem-
bla em abandonar tao grandioso melboramento
asa Mam da atm eeatrato tatvez iaexequivol ?
via sojelu lo s deiongas que neeessariamen-
ta precedariam realisacao de um novo contrato,
o que nao poda ler lagar sen&o depois de esgota-
eos os prazos do existente e resciso deste ?
He parece que este alviire nao seria o mais
conforme aos intenases pblicos.
A eoncessao eiti nio aearrelna onus provin-
cia, ao contrario dale aer-lbe de maior proveito.
em simelhante eoneeasio pie estar em rela-
jo mita ao contrato Mornay, largamente sub
veueionalo e fatalmente concluido, sem merecer
talvez as maldldea do Sr. Bnarquo de Macedo.
Em toda o ea^o, do que acabo de ponderar nao
entenda o Sr. Buarijue de MaceJo que Ihe estra-
nho o systma, que inaugurou, de jutiflcar-se
com os saos amigos lo^strangeiro ; e muito me-
aos qae repare Da moda astin ps de Ida, com
que ageiUr-lhes e negocio da grandiosa erapreza,
qual ardsotemenfe deseja ligar o sen nome. Lou-
vo-o por isto, e atij dou-lhe razao em querer rea-
lisar o adagioa diligencta, i mi da boa ventura.
Noto apea .qao poda ter sido menos rigoroso
e acerbo para com a assembla provincial, quali-
Qcando lacoaveniiitemuite um acto seu.
Has, se v qd nestas liohas faitei-lhe com as
conveniencias do es.tylo. me desca par a.
Assim o espero.
"i, 9 de maii de 1871.
i. de Mellt
de^de
qe
'da e
no qual afflrmava que nenhuma offensa cimtinha
mim.
Nunca neguei o Sr. Perminio os foros de va-
len, mis suppuoha-lhe um espirito mais calmo
e refleetido, itcapaz dos assomosi que eontm os
artigos, qfle a raeu respeito pnbllcoa.
E porque nao gosto e mesmo twe partee nao fl-
car bem a homons qao if pre.-am, o direi eu dt-
re tu, das polmica?, declaro ao Sr. Perminio qua
uo voltare mais a imprensa, onde nada adlanta-
remos, urna vez que ambos ns somos bem cooba-
eidos do pnbllce.
Ser melhor, portas, qne o 8r. PeMiflio, em
lagar de murmurar vagas allusSes, precise >s fac-
tos e os leve, se quizer, ao conheetmento dos Irl-
bunaes, certo de que oeui receio a eomasiaai.'ao da
loi, eom^soe amea^a-ma, porqne esta s rna
para os que delinquen) e nem to pouco intimi-
dam-me os arreganhos e as oravatas, com qae o
Sr. Perminio se dirige a mim em seos eseriptos.
Eugeoho Bdac'ca 7 de maio de 1871.
Antonio Domingos da Costa AHfuqaerqitt.
N. 4.-VALE A PENAO EXPEWMEI1TAR-
SE A SADE ? Se assim leitor, doenie, sois
convidado seguir no trilito da grande multidao
qae encontraram melhoras e allivio, quando elles
quasi qae baviam cessado # o esperar,as pi-
lulas as; acaradas de Brislol. A extenso da sua
operario medicinal vasta. Ellas nao so produ-
aem os effsitos os mais benficos em todos os ca-
sos remedalos de mole.'lias do estomago, do Bga-
do e dos ntejtitos, mas tambem em grande nu-
mero de casos fortuitos.
os casos de espasmos e ataques convulsivos,
sao ellas tidas, nao s pelos mdicos os mais ex-
perimentados, como tambem pelos nao iniciados,
como o mais completo e porfeito de todos os re
medios. Ellas renovara 6|systema geral, ao pa so
qae branda mente movem o ventre, e por isso/nes
casos de prestracjio phy;ica, qaer tenha.sido mo-
tivada pela idade, ama con-tituicao fraea, ou por
qualquer nm oatro sofrimento especifico ; ellas
para isso sao aprecia veis. Emquant > qae os ou-
tros purgantes debilitara e cansara clicas e nau-
seas, ellas pelo contrario reeuperam as frjate
refreseam o espirito.
As pilulas acham se acondicionadas dentro de
vidrinbos, e por isso conservara-se perfeilas e
iovariaveis em todos es climas. Em todos os ca
sos de impurezas do sangae, a salsaparrilba de
Bristol, deve du ser administrada junctamente com
as pilulas.
vafo IriltJ |;:iHci, ara do rfinte
'depo' de rnio dl, i pt-ria di mftsflw re-
)>artic5o, um e^pilr ofl ]i L6^oas
remos, que o corasiteint* $*
cet Saint George ced m pwltmV Q
sosteno m tripolatUa f faflw* BrajVW> h -r-
Gflorg -Ronr e Chbb Afhr, apori!W Hffnspeo^io
COMMERCIO.
C, com caa de ttyromflreb
p commis.'a*e'oj;.
l:000e .-
Sewetai
nambuco I ila m
de
sWFeroanda oode foram alirrl'ntados,
ilestle I defeveniro a 10 de marco ultimo,
por Joanna Paala Madeira, conforme a sua
conta di importancia de ris 915200.
Alfahdaga de Pemambuco, 8 dena
4871. -
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O Dr. Settatt do llago Barro de l,acarda, i un
de direito especial do comme,rclo desti ciaade
do RcUe de Prnambueo, por Sa IfagesMde
IrrtpWtM.'t'qaem Dos gnarde, et.
tifo se*er aos qde o presente edital Tirem e
delle noticia liverem qae por eate-jaizo foi reno-
vado o prazo para, dentro de trinta das, contados
da data da publicacio do presente, receber pro-
postas em canas fechadas pa* arramlacao por
venda, a quem mais offarecer, sobre a ivaliacio
das pseravas abaixo declarada?, tiste s ter apre-
seolado-e ueste ju'zo ama propasta, a qiial depois
de lindo o arase aoaeditaes | pualieados, as
niie estjravis sio os Mgui*le>;
Rojaria, crioula, "ae 30 >OT V, poif mais ou
menos, sadta, com habflMafdes, pdr 1:108-1000, e
Manoella, tambem crioula, de 18 annos de idade,
pouco mais oo menost sarfia. sem habilidades, por
1:2001080; as quaes pertedceflte3 massa fallida
de Tboraaz de Figueiredo, e vSo i praga i reqne-
e a arrematacib ser feita pela forma que deter^
mina o artigo primero do decreto n. 1,695 de 15
de setembro da 1889.
E para qao chegne ao conhecimento de quem
interssar possa nwndei fazer o presente edital
que ser aOxado nos lagares do costme e punt-
eado pela imprensa. -
Dado e passado-nesta ctdada do Reeife de Pr-
nambueo, aos 9 de maio de 187*. .
Eu, Ernesto Machado Frire Pereira d* Silva,
escrivSo o sobscrevi. ...
Sebnstiao do Reg Barros de Lacerda.
a VenctiotAf
iros: a jsfar
Alte
( Faz-M puBUefl1 ^
axaminando na forma determinada no regubjjnento
anoexo ao decreto n. 13 de 5 de everairo de
1851, os casco?, nwchlnaj, caldeirae, apparaUos;
mastresefles, velarne-, amarras e ancoras dos va-
pores Jaguarbt e Maniak da companhia Per-
narobucana de navega$5o coslera, achou todos
ises objeelos em estado de poderetn os vapores
csolmuar ho tervio> era que se empregam.
Inspeccao do arsenal de mariolu de Peroam-
buco 9 maio de de 1871.
O inspector interino,
_________Francisco Jeronymo 'onsalve?.
EiscalisafSo da fregozia d) Poqo da Pa-
nella 10 de maio de-1871.
Acba-sa depositado nesta fl*_
lo de cor alasio que foi pegado
ras em um sitio no Arraial
direito ao raesmo comparega 1
qae pagndoos direitos qismm
entrego*.
O fiscal,
S.baMo Affonso do Itego Barros.
it\sPEra;A0TJO arsenal de mahinha.
m caval-
avo-
gar com
alisaQ,
Ihe se
De ormt do Exm. Sr. Inspector faeo pahlico
que achare mareado o praso de 60 das, a con
rimento do carador fiscal da referida massa fallida, i,p a data do prsenle, para concurso a que se
DECLARACOES.
No dia 11 do corrate. Anda a audiencia do
III m. Sr. Dr. juiz dos feitos da fzenda, vai praga
por execuga > da tasenda provincial contra o falle-
cido Sebastio Jos da Silva, dnas lergas partes do
sobrado n. 42 em Beroflca margena do Rio Ga -
pibaribe, avaliido todo o predio em 3:008*, con-
forme o escripto e edital em mo do porteiro dos
auditorios.
THE ALLIANCE BRlTISH dr FOREIGN.
Life and Fire Assaraoce Company estabelecida
m 1814. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomam seguros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqai prejuizos devidameate provados.
Rabe Sohmettau & C
Corpo Santo n. 15.
rtACA DO RECIPE 10 DE MAIO
DE 1871.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
Cotacoes offlciaes.
gUfflD de Peroambuco 1" sorte190 rs. por kilo
Aigodao da Parahyba 1* lorie 524 e 527 rs. por
kilo posto a bordo a frete de 9(16 e 5 0|0
Aigodao do Rio Grande do Norte-517 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 3|i e 5 0(0
(Cambio sobre Londres 90 d/v 24 3[4 d. e 25
d. por 14000.
H. G. Stepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
endimento do dia i a 9. .
dem do dia 10.....
260:192*305
44:697*948
304:890*253
HoTlmento la alZandega.
Volamos entrados com fazendas
i com gneros
/olamos sabidos com fazendas
i com gneros.
007
113
491
71
495
-----566
A cmara manicipal destl cidado faz puulico
para cooheeimeolo de quem infBressir possa, que
leudo, dado- preferencia' ao plano io edificio do
mercado publico, apvesentado pelo seu engenheiro,
convida aos preleodentes para apresen tare m anas
propostas no praso de 30 das, afim de se levar a
efTeito ana conMrucca).
Paco da cmara municipal do Recite, 4 de maio
de 1871.
liento Jos da Costa
Pro presidente.
Loareng) Bazerra Carneiro d Cunta
Secretario.
anta casa le Miaericortlia do
Keelfe.
A Illraa. jcmta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Becife tendo de reconstruir o pre-
dio qae possne o patrimonio dos estabelecimenios
de caridade ra da Mocda, com dods Indares e
soto, transformando-1 em outro de ura s andar
iue contenha dons armaren?, um no pavimento
terreo e outro no sobrado, precisa contratar a
factura dessa obra com quem mais vantagens
offerecer, tomando-se por base a quanna de
5:000*C00 j proposU pw um individuo ; poden-
do o contratante aproveitar do auligo predio o
materiaes qae forem jalgados em boro estado.
Secretaria da Santa Ca-a de Misericordia do Re-
eife, 6 de maio de 1871.
O escri va o,
Pedro Rodrigues de Souza.
vai proceder nesta inspeccao para preenchimento
Ja vaga de um lagar de amanuense da secretaria.
Os preteDdenies deverao inscrever-se no men-
cieasdo praso, e as babiliiag5ea que exigi-se-
Ihm, de anfurreidade com o regulanetto de 15
de malo 1* Mkii, sao :
Prova dt bom comportaiuenio e da idade de 18
aooos, peso roeoss.
Mostrareonio- escraver boa leiw -e -eeBliecimes-
to perfeiloda grammatics e lingua nacional, as si .ti
como da aritbmelica at a tbeoria &*yroporc.5.8
inclusivamente.
Inspeccao do arsenal de marlnha de Peroambu-
co, 29 de abril de 1871.
O secretario,
Alenndra Rengues dos Aojos.
, Ceari, M
Granja.
O vapor lgnarib* commantet-.
te Gullherme, segnir pUTos
po'os acimano dia 15 do corrent*
as S Jwras da,Urde. Recebe car
a at o dia 13, neommendas,
_jein'2. frete at as 2 oras da
dia da sabida : escriDtorio no Fbrte Ir
sfcWosa/i.t. ________
. COMPANHIA PEKNAMBUCA>A
M
VaT3ga;So eostelra por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor inaeional Mandah
eommandante Julio, seguir
para os porto* cima no dia
15 do corrate as cinco ho-
ras da urde.
Recebe carga at o dia 13, neommendas, pas
sageiros e dlohiro a frete at s 2 horas da ur-
de do da da sahida: no escriptorio do Forte do
Matto o. fl.____________________________
COMPANHIA PEHiNAMUUCANA
DE
Navegando costeira por vapor.
Mamanguape.
O vaper Coruripe, ton-
mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 12 do corrate as 5
horas da tarde.
Recebe carga, neom-
mendas, paseageiros e di-
jneiro a frite : no escriptorio do Porte ds Mal-
los n. fl.
rlgtte
Jtilzo nos fltoa da fazenda
n-telo nal.
De ordem do Exm. Sr. Dr. jaiz dos feitos da
Conselho (fe compras de na-
ftate.
O coo.-elh) promove no dia 12 do correte mn
visla de propostas recbfdas at as 11 huras da
raaobia sob as condiedes do esiylo a compra dos
objeelos do matenal da arma la seguintes ;
10 baldiadeirasde folha, 4 bules de folha dobra
da, 100 cobertores de aigodao, 100 cobertores de
la, 12 duzias de colheres de ferro esUnhado, 6
cargas de rarvo de madeira, 10 duzias de chiba-
ras e pires de f'ha, 6 cassarolas de ferro, 30 li-
bras, de cera preU para lustro, 26 pecas de cabo
de linho, sendo 2 pegas e 5 polegadas, 2 de 4, 3
de 3, 4 de 2, 4 de 1 3|v, 3 de 1 1|2, 4 de 11|4 e
4 de I, 50 desesneos'de metal, 6 vardas de ferro
quadrado de 4 polegadas, 20 funiz de folha, 12
facas do cotinha, 20 hbns de fljr de ail, 12 ta-
chaduras de camarote, 2 fogareiros de ferro, 20
leogoes de ferro de 1 1|16 de grossura, 90 barras
de ferro ioglez de 1|2 pnilegada d grossura, e 1
i, 1 3|4, 2 polegadas, 2 1|4, 2 l\t, 3 1|2, 3 3)4 e
J5|8 de largo, W barras da ferro ioglez de 3|8 de
grossura, e 1 Ii2,1 3|4, 2 polegadas, 2 li4, 1|2,
2 3|4, 3 polegadas, 3 li? e 4 polegadas de largo.
20 guarda-morroes do folha, 100 tapes de cores,
200 lapes pretos, 20 duz3s de lapes 4e pedra. 4
lifros grandes de 200 rfhas, 6 jogos de medidas
d folha, 4 libras de obreia franceza redonda, 500
pucaros de folha, 50 paos de quiri, 6 panelas de
ferro, 6 meios de sola atanada,4 terrinas de toma,
dobrada, 6 duzias de talheres, 8 duzias de'Uboas
de pao-carga de 3|4 de polegada, 2 tornos grandes
com 3 ps e 6 polegadas de compnraento e t a 7
de bocea, 1 torno menor com 3 ps e 6 pollegadas
de comprimento e 6 a 7 de bocea, 100 medidas de
verniz de collar, 6 vergooleas de nioho para paos
de cotello com 33 ps de comprimento e grossura
no meio 7 polegadas, e 50 \ar5es de ac fundido
de 4|8, 5|8, 7[8 e 8|8.
Tambera o conselho no mencionado da 12 do
eorrente mez, de Igual forma, contrata o forneci-
oaento no eorfte trimestre de abril a janho de
DAS
Messegeries martimos.
DE
Urna cisa terrea sila roa da Jasmm n.
7, com graoda terreno a* fraile e aaa *v "m
potiSo ae ferro.
O agente Poqtual, compeientflaeate anlprisaio,
vender em leilao a casa terrea apipa, edificada ni
solo proprio
Sexta-feira 12 do correte
do armazem a. 16, ra do Imperador, i 11
horas.
Leilao
de lonca, moris, vidros egaz. como
sejam :
Urna raobilia de iuarinil, i saactuario, 29 tMr
deiras de Uearani, "Tapete.-, 1 eadeiras dar kav
lineo, 3 mesas redondas, 1 cama'oejacaraadsy
mesa quadrilonga, f nard8-*ops, 1 caiti*.
commodas, -14 eadehrae, 1 caima^ie. f^aogas, I
armario, 2 jarras, 1 earleira, 1 caadaiaon, liir-
ta-licr, 1 candieiro, 4 lata.- com gfcz, 50 mei-
tijas com cerveja, 1 quadro, 1 lavatorio, I guanta-
loo^a, 4 mesas, 1 marqnex, % bsnoaa, 1 armar,
trem de cozioba, 2 apparelhos para cb, 2 garra-
fas, 12 copos, 2s;ifsr 2 camas de f-rro, t eadei-
ras americanas, 2 inarqoezas, 1 meia commoda, I
lote Iijui.ii, 2 lavatorios, 1 baca de cobre, Ilaboaa
de louro enma. grade
SEXTA FE1RA 2 Di MAIO.
O agente Pinto levar leilio, reqnerfmento
de Corbinlano de Aquino F.ineeea, iflveatariante
dos bens que flearam por fallecrmemo m com-
raendader Tbomaz de Aquino Fenceca, por man-
dado do Ulna. Sr. Dr. jn\i de orphaos, e com an-
Buencia dos Herdeiros, os movis e mais objectos
cima mencionados, existentes n> sobrado da raav
do H spieio n. 54. onde se tffectuar o leilao.
Principiar s 10 horas. ..-^
ia ao w mh.-. ^^^
mu

No dia 12 do correte mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor fraucez Amazone, commandan-
te Joret, o qual depois da demora do costme
eguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
a Lisboa. ,
Para condicjes, fretes e passagens, trata-se na
igencia, ra do Commercio n. 9.
A1 moaaorla le meu amigo, o
baeliarcl Francisco Leonardo
de touza tilrau Ja Cont, fal-
leeldo em Brigtnca do Para.
Offerecido a uut parentn.
Perd Jo viajor, onde te abysraas ?
Porque f >ges sombro no deserto ?
Como nm phantasma pela noate iofindi I
Para o negro cors)___ longo o termo.
Que bnseas na phantasflea jornada
Ao loogo dos sepuichros '
Descarregam hoje II de maio.
Logar ioglezUnionvarios geoeros.
Basca ioglezaOcean Spretidem.
Barca iogleza Wttchofthe Teignidem.
Barca francezaSp/iCT-fpertences de dragas.
Patacho portuguezRMfaurufovarios geoeros.
Patacho ioglezAlicia varios gneros.
Patacho amerreaoo-Carolinefarinha de trigo.
Paucho americano Galenataboado.
Patacho inglezberfovarios gneros.
Patacho inglezO. Sprayidem.
Brigue inglezLauraidem.
Patacho norte-allemSoWunaidem.
Brigae portagaeaLata /.lagedos.
Despachos ie exportaco no da 9 de
maio.
Ifa barca sueca Ottendta, para Liverpool
carregaram : Rabe Schameltau
saccas
seceos
zenda, fac.o constar acs aireinalanies das 1compre-, ^^o,,-,^. troa90 Ma os navios da armada
hensOes denominada Cane e Pangaua io e*tiOc- a.,h.i.^, ,.nk. a m,r,nh,
to vnculo do Itamb, que Ihes flca manado o
praso de 30 dias para presurem as devidas hypo-
thecas, e assignarera as respectivas letras na tue-
sooraria de fazenda, sob pena de flearem sem
efTeito as raesmas vendas.
Reeife 4 de maio de 1871.
O escrivao,
Loiz Francisco Barreto de Alraeida.
A pra$a annuneiada para venda dos mor
veis penhorados a Flix Jos do Sacramento Ra-
raento Ramos, Qcoa transferida para hoje, ter?a-
(eir 9 de malo, pela 1* vara civel. O escrivao
Santos. ____

Qae deusa essa, de vestidos negros.
De estridulo voar, como a loucura, -
Que te preeede oa earreira insana ?
Tem na sinistra a fonoe desraudada,
E a dextra birU aponta o iolintio...
.a
Adens I tn dlzjs. Pelos ecbos lgubres
O som de tua voi secuto anda,
Como o canto monotoao de urna ave
Quo vai vanlo... Adeus, e para sempre I
De olhos enxtttos, iraneastvel quJo,
Eu Q:o em p no awk> to deserto !
Aguardo lira volu.
O dia foge ; (ira illusao, urde I
si.endo os bracos, s encontr o nada,
O /acuo, a tr;va, a soido, ignoto.
Eis-me ssiobo em meio d araplido,
A taoru n'alnu. a r ao eorasao.
&C. 306
eom 23,787 kilos de aigodao e 540 couros
salgados cora 6,480 kilos.
No navio austraco Calibre, para Marseitia
carregaram : Rabe Scuametiau & C. 40 saccas
com 2,812 kilos de aigodao ; Keller & C. 237 sac-
cas com 14,578 kilos de aigodao.
No brigae hespanhol flomanfico, para Bar-
celona carregou : P. M. Maury 216 saccas com
15,408 kilos de aigodao.
Na barca fraoceza Vencedora, para o Porto
carregaram : Gomes de Mattos Irmaos 17 saccas
com 920 kilos de algodo.
Naescuoa oorte-allemao Anna, para o Porto
carregou : Francisco da P. Amorim 100 meias
barricas com 6,552 kilos de assucar braneo.
No brigue hespanhol Clara, para o Rio da
PraU carregaram : Amorim Irmaos & C. 400 bar-
ricas com 42,040 kilos de assucar braneo.
Na escaoa ingleza sniene, para o Canal ear-
regarara : Thomaz Jefleries & C 100 saceos com
7.500 kilos de assucar mascavado.
No navio inglez Azalia, para New-York
carregaram : Heorique Foster 4 C 4,200 saceos
com 31,500 kilos de assucar mascavado.
No vapor iDglez &inda, para Liverpool car-
regaram : Silva & Cardoso 1 lau com 750 kilos
de doce de golaba, l dita cora 750 kilos de doce
de arae, t fraseo eom 500 libras de doce de
arag, e 2 ditos com 100 kibs da piraenta em
conserva.
aECEBEDOWA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBCO
COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO RECIFE.-
No dia 12 do eorrente haver inspeccSo de san-
de na secretaria do cammando superior para os
seobores offlciaes e gaardtf-'que requereram ins-
peccao s 10 horas da raanhaa.
Secretaria do commando superior 8 de malo de
1871.
secretario,
Firmioo Jos de Oveira.
e estabelecimenios de marinba
Sala das sessSes do conselho de compras de ma-
rinha de Peroambuco 9 O secretario,
Alesapdre Rodrtgne dosAnjos^
THSTRO
Companhia americana ebrasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 *do correte esperado de New-
York por S. Thomaz e Para o vapor ame-
ricano Merripiick. o qual depois da demora do
costme seguir para os portos do sul.
Para fretes e passagens, traU-se com os agen-
tes Henry Forster & C, rna do Commercio n. 8.
Maranhao.
Est carga para o porto cima o palhabote
Ga'ibaldt: tratar com Tasso Irmaos & C.,
roa do Amorim n. 37.
DE
PREDIOS

NA CAPUNGA
O agente Pontoal, competentemente aatorsado,
vender em leilao duas casas terreas sitas roa
das Creoolas ds. 33 e 35 (solo propr.o), frande
quintaes com arvrres fructferas e cacimba, Ilu-
tas sitas ra da Ventura (ou Quatro cantos Bf-
13 e 16 (solo proprio) tambi-m com grandes quin-
taes, cacimba e arvores fructferas, um sitio com
urna excellente casa ctm soto (solo foreJro) sito
ra das Pernambucanas n. 60, sendo o sitio
todo murado e tendo de frente 30 palmos e *0
de fundo, e todo plantado de arvotes escolhidas
SEXTA FEWA
19 do eorrente.
no armazem da ra do Imperador o. 16, as 11
horas.
AVISOS DIVERSOS.
..IH1.1 lli-ll
SOB A DIRECCaO DE
Acftegada do vapor francez, largar do
"aes da Companhia Peroambocana, um pe-
queo vapor, qae poder facilitar o desem-
barqi' aos passageiros no-s que 6 des-
ttnarem para este porto, como daqoellea
Srs. qae qoizerem ir a bordo como visi-
tantes. Tambem duas horas antes da mar-
cada para a sabida largar ootra vez do
meiroo lugar com o fim de conduzir os Srs.
passageiros qae embarcarem, e que deverSo
com antecedencia tomar passagem no es-
criptorio da Companhia Pcrnambucana.
Preco 55000 por pessoa.
O mesmo vapor levar e reboque qual-
quer embarcarlo com passageiros ou baga-
gem mediante mdica paga.
Rebocam-se alvarengas com carga oa sem
ella do ancoradouro para a alfandega, e vice
versa canoas com carv3o, tijollos, pedras, &,
para qualquer parle dentro do rio.
O lancador da recebedona de rendas inter-
nas desta cidade, abaixo assigoado, continuando
com os laocamentos dos impostes de industrias e
prolissoes pessoai a dino addtcional das cor-
porae6es/-4eiBab mora-paT, %lexercrcio de 1871
a 1872-na freguema.^eoa-Viia, previne aos mo-
radores e donos de de Samo Amaro, trar>, Fnndicij), Costa e travessa
do Lima, queTeffham pvtjBTfjIos os recibos e con-
tratos de amadamemos dos predios que oceupam
para serem apresentados no acto dos mesmos Un-
gamentos, afim de eviur-se o arbitramento de que
tratam os artigos 11 e 12 do regulameoto de 23
de marco de 1869.
Reeebedoria de Peroambaco 8 de maio de
1871.
Jos Jeronvmo de Sooza Limoeiro.
landimento
dem do
do dia l a 9
dia 10. .
12:479*991
517U576
"lT65il567
Mas, quao Jo ara da, pela nonle escara
Li nessa immensa soidSe, sentires
Um ai inflado.. .e o arroCho da saadaie
No peito tea que a minha voz suspira...
Amigo, trfflo, son eu que te prantelo t
Reeifemaio de 1871.
;.Mm
Jnior.
CONSULADO
leudimeoto de dia 1 a 9
dem do dia 10. .
PROVINCIAL.
. 28:12618o6
. 2:9161657
31:0431513
MOVIMENTO DO PORTO.
Srs. i-edactore t remettdo para a im-
frenea ama reeposU'* rmioio
raneiseo de Panela Mesqa pabiiear ao Li-
beaal de 21 de atril prxima Aneo, qnande
amigo rn'a devolteo, aeoBMlhando-me aae
allmeotasse pjlemxas on discossOes pela impreo-
ta qae eram sempre desagrada
Esuva oesu proposito quaado lenlo o Libe*
4a 4 do eorrente, depare) com oatro artigt^H
qae ir. Peraaiaio eom ama pretenciosa an^H
cu ae: saca-roe eom a lei, per nSo Ihe ter t^M
rato o sentido, eoi que em urna de miabas reipos-
Uf aopregoei a palavrawards e acaba asr
Navios entradot no dia 10.
Mamanguape13 horas vapor nacional Cururipe,
de 222 tonelada?, commandante Jos Henrique
da Silva, equipagem 17, carga algodo ; a com-
panhia Pernambucana. .
Rio de Janeiro15 dias, barca hespaohola Caro-
Una, le 146 toneladas, equipagero 13, em las-
tro ; Pedro M Maury.
Navios lahidoi no mamo dia.
Rio da PrtuEscuna dinlurqueza Filia, cap-
Rio (iraido do Sai r- Patacho brasileiro Jbtm
Grande, cap tao J. S. Pereira, carga atc
IWTAES.
O inapf
fazenda, 1
Arrematapao4
No dia 11 do correte, iluda a andiencia do Sr.
Or. jaiz dos orphaos ser arrematada em praga
pub iea ama casa terrea sita no Retiro, freguezia
da Boa-Vista, no lagar da Passagem da Magdale-
na, para pagamento dos credores e da fazeoda pu-
blica, tendo a diu casa' muito boto eommodos e
em bom estado, avallada por 3:2001, a requer-
meo'o do inventarame dos bens da tinada D. Ma-
ra do Monte Coelho de Alem.
(REPERTORIO DE OFFEMBACH)
Os espectculos terl lagar Id-
variavelmente na
Tercas,
tilintas,
sabhados,
To mingos
0U\TA-FEIR\ 11 DE MAIO
successo .
5' REPRESENTACAO
da muito applaudlda e apparatosa opera befa em
4 quadros.
1
da 6 do corrate, ser le
Bispado de Peraambuco,
Da ordem do Exm. Sr. vigario capituhr, faco
publico, qae o nico ecarregado de receber as
peiicoes de dispensas matriraoniaes, o Rvm. Sr.
cooego Francisco Jos Tavares da Gama, oa cida-
de do Reeife, entretanto que devem ser procura-
das na secretaria capitular d'e la cidade, em po-
der do Rvm. Sr. Joaquim da Assumpco : pelo
que nenhuma responsabilidade baver para aquel
las que t verem difiranle destino.
Olloda, 6 de maio de 1871.Cooego Tranquili
no Cabral Tavan s de Vaseomellot, secretario do
bispado. /jmJ|
__ ".--------------------
Por esta secretarlo se faz publico que fl:am
archivados: _
O contrato de sociedade de Antonio Aunes Viei-
ra de Souza, Hanoel de Araojo Alcoforade e Adol
dho Alen forado, eatabelecidos nesta cidade sob a
Arma de Alcoforado Vieira & C. eom easa de com-
mercio de fazendas em grosso, e e capital de___
60:0004 era dinbeiro, forVecido por iodos.
O contrato de sociedade de J os Vicente de Li-
ma e Manoel Jos Qoncalves Pereira, eatabeleci-
dos nesta eidade com easa de nsgoeio de gneros
d estiva.em grosso e a retalho, sob afirmada
Jos Vicente de Lima de C e o capital de 10.400*
em gneros, utensilios etc.
O diatrato da so'cie Ja de de Lourenco R. da Cunni
(Xiveira e Jos Luiz de Mello, qae gyroa* Qr
roa de Mello & Oliveira e cojo praao e:
ando a suaJIquidacao a cargo do ex
que flca na posse do esubelecimento.
O diatrato de J.iao Paulo dos Santas
Jeronymo Dias Alves Pimenta, dissotreado]
roa de Alves Pimenta & C. que gyrou nesta
liquidajao. tica cargo do ex-socio Al
menta. 1
contrato de.soeiedade de Manoel da Silva San-
1 tos e Joo Qniriao de Aguilar, tabelecldos nesU
Jcidado a firma o Joio Qniriao de Agoilar &
(Msica deOffemback)
Principiar s 8 horas.
Depois do espectculo haver nm trem extraor-
dinario para Apipacos.
LEILOES.
LEILAO
Hodie mibii crastibi
Um amigo do in, 011 sol a vel capilo Del-
pbim L. Cavalcanti Pessoa manda celebrar
ama missa por alma de sua prezada e sem'
pre lembrada esposa ; para a qaal convida
o mesmo capitao, aeoft filbts* prenles a
amigos para assistirem a mesma, qae lera
lugar na igreja de S. Francisco,
boras da manha de quiota-Jl
corrate, stimo dia de sea
pelo qae se coofessa etemgi
>
COMPANHIA BRASItEIRA
EQUILIBRISTA E KYIYLSTICA
DIRECTOR O ARTISTA PAULISTA
-Antonio Carlos do Carmo
Tem a honra de aonuociar ao Ilustrado e ge-
oer jso pnbtco Pernambacano, que vem pela *.*
vez visitar esu bella capital com urna companhia
de artistas nacionaes todos de grande ment e
roputaco em todo imperio, que de passagem da-
r lt espectculos, sendo seis consecutivos, eom
prograrama escoibido e variado em cada noate.
Qual ser a pe-soa que nesles 4 annos tenua
vizitado a corte qae nao conhega os insignes e
sirapathicos artisUs AlbsftQ Preire ( Filho do Rio
de Janeiro) e Joio Tertaliaae Ferreir de Maga-
Ihes o mais prodigioso e arrojodo equilibrista,
primeiro no Brasil no sea geaero, leve o bergo
oesta hroe capital de Peroambuco e a 16 annos
qae olhe gloria para oossa (erra ; em todo man-
do e sempre applaudido e admirado oo Brasil to-
do,e norte a sal, tem trabaloado, s loe falta sua
Istmttn). porm breve ebegar o dia e enio
nnsto de ver aro gmio. Hypolito Preire,
josTTmeira, Augustj Rodrigues Ouarte, pa-
Ibaco de toda imperio, joven Manoel Alves, Sra.
Preire,' lodos anuas de alto meroiimento, cada
.qual tem a sua especialidada.
Breve ser aanunciado o da do 1 espectculo,
pregos, e seropre que esteja a ban
-orad 00 tope do mastro sig
~^BIl^o

DAS
DIVIDAS
da massa fallida de Cypriano Alves de Souza oa
importancia de 3:1514110.
kji:
11 do correte, ao meto dia.
O agente Pinto far leilao requerimento dos
caradoras fiscaes da massa fallida de Cypriano
A ves de Souza, e por despacho do Um. Sr. Dr.
juiz especial do commercio das dividas activas da
referida massa na importancia de 3:1511110 ao
meio dia do dia 11 do eorrente rna armazem da
rna da Cadeia n. 38 por occasiao do leilao dos
bens da massa fallida de Magalbes & Irmaos,
IJEIIiAO
N
90 duzias de chales de ganga e 7 pecas de
casimira eofestada.
HOaTE
Qaiota feira 11 do corrente-s 10 e meia horas.
O agtmte Pinto levar novaraente e pela ultima
vez leilao aquellas fazendas d"i massa fallida de
Magalbes .Irmaos, qae no segundo leilao nao
obtiveram preijos superiores aos do primeiro,
consUndo de chales e casimiras existentes 00 ar-
mazem da ra da Cadeia n. 88, oode sa effectuar
o leilao t 10 e roela horas do dia cima dito.
LEILAO
de um pequeo vapor hlice e um bote
Hoje
Qainta-felra 11 do crrante ao meio dia
em ponto.
O agente Pinto, eumprindo o mandado do Illm.
Sr. Dr. jofz especial de commercio, levar leilao
um vapor d nm bote, bens que fazem parte da
massa fallida de Magalhes 4 Irmaos.
Os concurrentes podaruo examinar os referidos
objectos no dia e vespara do leilao no caes do
Apollo, em frente ao armszem do Barao do Livra-
raento, e concorrerem ao teilSo ao meio dia do da
cima dito, no arraaiem da rna da Cadeia n. la
' ~N
Capitao Delpbim Lins Garateante Pessoa.
e seos Albos cordialmente agradecem a to-
das as pessoas que se dignararo acompa-
nhar ultima morada sua sempre lembrada
esposa e mai D, Claodioa Senhoriaba de S
Cavalcanie, ltimamente fallecida; e de
novo convidam s mesmas pessoas, aos
seus parentes e amigos afim de assistirem
a missa de setii.o dia, qae lera lagar na
igreja matriz de N. S. da Paz dos Afola-
dos, pelas 7 boras da manhia do dia 41 do
correte, pelo que desde j se confessam
eternamente gratos.

D. Carolina Soares de Amorim Moreir, seus
pais, irmaos e cunlndos agradecemos pessoas do
sea conhecimento e amizade, a earidosa attenco
que tiveram era assistir os ltimos suffragies pres-
tados aos restos mortaes de seu prsalo jgarido,
genro, eanhado e irmao Candido Affonsa Mweira;
e rogam-lhes novameote o obsequio da sua pre-
senta ao acto da missa do rquiem e memento,
que pelo eterno descanco da sua alma, se ba de
celebrar na sexu-feira 12 do eorrente s 8 horas
da manhaa na igreja do Corpo Santo.
Sociedade monte-pio popu-
lir perrambucano.
De ordem da directora convido os Srs. socios a
corapartcerem domina.o li, as 10 horas da ma-
nha, para, em sei-sao da assembla geral, oavi-
retn a leitura do relatorio dos trabamos dea 6
mezes Qdos, e tratarse de ontros negocios da
importancia.
Secretaria da sociedado monte-pio papular per-
aambacano, 9 de maio i'e 1871.
O seereurio,
Uibano N. Machado Antones.
LEILAO
le redes
MARTIMOS.
m
'dia lt d aomate a bam
de ama caixa com
para cab^H
com avaria d'IH
Qinsrt A PEIRAAi w
Vaz & Leal levarlo
agente Pinto, por conta^^^H a <-m perlea-
cer, ama cai'u com 200 dtuias do rdea para ca.-
bellos, avariada vapor inglez, Dour.
O leilao ser effeetudo s 10 horas do da oalaio-
(ira If da eorrente armaaem da ra da Ctela
n,8.
Joaquim Geraldo de Bastos, em sua digresso
aos portos do norte do Imperio, deixa como pro-
curadores de aua casa commeitul no Reeife os
Srs. Aotomo Adolpho Leite do Reg e Joso
Joaquim Alves em Io logar, e em r o Mm.
Sr. cimraendador Jos da Silva Loyo, e como pro-
curador do seu estabelecimenlo em Olinda o Sr.
Joaquim Bernardo Barreiros, socio no mesmo es-
tabelecimento desde 1* de abril pretrito.
Reeife, 9-de maio de 1871.
Juaqoim Gerardo de Bastos.
O, agente de teuSes F. J. Pinto precisa falla
com o Sr. Francisco Bozerra Cavalcante. e nao
sabendo saa residencia, pede aomesmoSr.se
I-digne comparecer em sea escriptorio: roa da
CrcriP. 38._________________________l
- abaixo assigoado declara que vaa a Por-
tugal, e deixa eacarregadode seus negoeios aos
Srs. Antonio Joaquim
Perreira Leal.
da Silva Brito e /oaqoim
AM4
Precisa-i
Ida am wxjaaairo oa
Precisa aa, para oagrer >**
Ba raa 213pafairii *, k>i* **
Roaa Braawa.
M deNovemOro^n-ax
M de
II


4

1
-
Dm d. Fact QuinU eira 11 d Muio d lfll
Di importante e bem cocheada loj* e 'abrica de chapeos de sol da rtta do Bario da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
> dono daquelle esiabelccimento, querendo acabar com e.Vie at o fim do torrente anno, cooviJa aos seas numerosos
regaozes V aproveitarem a circumstancia para munirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, eonstandv
de chacos de sol de todas as qual'dades, tamanbos e feiiios, tecidos, armacoes e tois aviamentos para os tnesm s, armas de
fbgo, cutilsria, bengalas, chicotes, e urna infinidade de outros objectos, entre os quaes os afamados afladores para n-valni de J.
Prediiws, premiados as exposicSes do Pernarcbuco, Londres e Paris.
MANUEL A C
Tem a saiisncSo de participar aos seas numerosos fregueses, que m vista de ser-Ibes maia commodo, tem
stabelecido una nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Gadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
onde charlo os pretendentes, maito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qnalidades e por pre-
sos mas conmodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encomroendas, pois poderlo assim serena maia bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macoes as lazendas que a demora da fabricacSo bem dimitite.
41 IU4 DO BARIO DA VICTORIA 41
Weate novo armazem tem nm
miado sortimento de fazendas
francesa, inglezas, alientas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armasdm.
Caaooriras inglezas,
francesas, de todas aa
qualidades, brins de
crea e brancos, colei-
rnhea modernos, cha-
peos de sol de seda,
fines.
DE
ARRUDA IRMAOS.
RA
Vario da Victoria
wtts na
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidio e perfeicio
nada deixam a desejar.
Roopa de todos os
amanos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Bario da'Victoria
iBti| ru
NOVA
N..41.
mentas SmlJ^mff .Si dC *?** "a reforma radMl em accc0' ** e commodos, e m pontoalidade as encom-
e melhor serva-os seus numerosos fregoezes deixa*e de annunciar todas as fazendas, para
O verdaieiro vinho
A
r BAIRRA1IA
O Campos da roa do Imperador n, 28,
tem a satisfacio de avisar muito particular,
aos amantes do j bem conbecido vinbo da
Bairrada, que est naunica possed'uma re-
messa desse nettar, vindo pelo brigue So-
berano, e que nao vao por annuncios bom-
bsticos, que sao ardis muito de proposito
inventados, para nelles cshirem os inexpe-
rieotes,
Assim pois1, aquelle! que quizerem sabo-
rear o verdadeiro nctar das viohas da
Bairrada, nlotem mais que dirigir-se ao ar-
mazem do Campos da roa do Imperador n.
28, onde encontrSo amostras do dito vinho
que se darlo tambem para as casas particu-
lares.
Vejara e exarainem........
Cuidado com as imitares
CASA DA FORMA
RA DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000. .
O abaixo asrgnido tem scmpre exposto i ven-
la os felizes biihetes do Rio de Janeiro, pagande
oroniptamenle, como eostnma, qaalquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
_____ Qoarto 6*000-
de orna j pesaos
terceiro andar.
Preeisa-se de ama ama for-
ra ou captiva para o servido
interno e externo de ama casa
a trata na roa da Crnz n. 18,
- TaSSO IRMAOS EM LIQIDAgAO, por ig-
noraren] a residencia do Illm. Sr. Manoel Bernar-
dino Vieira Cavalcante, vera por este meio rogar
lhe o obsequio de entender-se com elles em sea
escririoro ra de Amorta n. 37, a negocio de
interese reciproco.
Engommadeira.
Preeisa-se de ama mulher qoe engomme bem,
e Afilelos, sitio n. 33, logo no principio ao entrar
pelo Manguinho direita, ou rna da Cadeia do
Recife n, ai, toja.______
Hotel da prapa
PATEO DA R1BEIRA DE S. JOS NU-
MERO 9.
O bovo proprietario deste estabelecimento (ou-
tr'ora Hotel da Boa Fama) tendo novamente orga-
nisado o, vem mu i respeinsamente participar ao
respeitavel publico, que os seas frecuentadores
podero apreciar a especialidade dos gneros ali-
menticios, e tambem recebem assigaantes e se en-
carregam de man 1ar comidas em qaalquer casa,
todo por preco commodo.
N.9Pateo da ribeira de S. JosN. 9.
Precisa-se para casa de pequea familia de
ama ama, que engomme e que tome conta de
ama menina ; tratar Praca da Boa-vista n. 30,
r> andar.
Aluga-se
ama casa e sitio, om tomtnodos pira familia, tan-
do aljamas fracteiras, capia .para l a 3 catallos
e algcimas flore?, lerreno excellente para tartaJi-
ce; o sitio todo murado, com extenenle cacimba
e dous tanques junio de ara grande copiar, omito
porto da estacSo do camlnho de'Ierro, e pea porta
passa o mnibus que val al Jataatio, na roa
de S. Miguel nos,Afogados: a tratar na rna da
fmperatrlz n. 8, armasen?.
A luga se
urna pequea casa no becc) da Pando n. 5, en-
Irada pelo n. 6, roa da Gloria, boje n. 41, rna Vis-
conde de Albuqaerque : a tratar na ra da Ira-
peratria_____armazem.
Aluga-se urna escrava que sabe cornber e
lavar para cara de poaca familia : na raa da Ca-
dela-Velba__ I, 2* andar. '_________.___
Na raa da Gloria o. 128 lava-se, engomma-
se e csese eom muita perfeicio, ludo por preco
commodo : quem precisar dirjase mesma casa
a tratar cim a pessoa.
Muita attenpo
Antonio Jos. Alves de Brito, previne aos seus
amigos e especialmente aos do respeitavel corpo
do commercio, que nao se responsabilisa por g-
neros, oa dinheiro que em sea nome vio pedir
embora com documento apresentado, por quem
quer que seja, visto constar-lhe qoe lhe esli fur-
tando a firma.
Noto Mea de Mara.
Esta para chegar da Corte nm novo mez de Ma-
ra composto pelo conego Dr. Manoel da Cosa Ho-
norato, e approvado pelo Exm. Sr. Bispo do Rio de
Janeiro. Esta obra torna-se recommendavel pelo
novo melhodo adoptado pelo sea autor, e pela im-
portancia de seu assurnpto, pois nella se contera
toda a vida de Mara Santissiroa. Lego que che
gue a esta cidade ser exposto venda em casa
de Nogueira & Mederos.
Chapellerie desdamos
Este estabelecimento previne s Exmas. senho-
ras que acaba de receber pelo vapor Sindh un
lindo sortimento de chapeos para sentir ras e me
ninas, tornndose recommendaveis pelas lindas
formas, qoe sao mais e egantes que o dos (amigos)
Tiroliens : portanto rogamos as Exmas. Sras. que
qaeiram visitar nosso- estabelecimento, que se
acha sberto al 9 horas da noite, aonde encentra
rio os chapeos de mais gosto que (em apparecido
actualmente.
Chapellarie des dames, raa do Cabug n. 12
1* andar.
Cozinheiro
Paga-se bem a nm cozinheiro o a um servente
no hotel franeez, raa das Larangeiras n. '0.
Attenpo
Pergnnta-se a qnem souber responder se certo
ter se perdido a barca pertugueza Zulmira, bem
assim se o frele, carregamento e navio est no
seguro ? Serio coasas de quem est feito ? II
. Os pa paga ios.
1 If A Predis-se de urna park a> fc
A Jl A Ee
osario n. 32. 3* an^ar.
Officina de marmore
Bna das Cruxen iMasaero 11,
Gravam-se letra a 60 r.( a padra para aa dtai
l# o palmo em qaadro.
Limonza e agua gazoza
Os Srs. Henri^ue Lel.io J, C. teem bonfl de
participar ao respeitavel publico, que desde egora
sao promptns em satisfaur qualqtier pedido Oeste
vrreaw, ja para negocio on para particulma.
Lembrain novamente e nossa cerveja nacional,
branca eriet*
Preci-a se de nina ama para eottobar r!
casa de | ouea familia : na roa do CaMiga O. t B.
-*-Precisa-se da quanlia da 2:000*000 con by
potheca em ttcravos : quem qaiier innancie pa-
ra ht procurado, pagando-re o premio qne fcr
eonvenconzd1). _
S rgento retbriiiid) da
porcia <
Quelra vir a ra de Vtfal Nefrelfo, tOdaifir
o negocio que re na refioa_ao dos AfJbAdos
com o caixtiro da mesma, do contrario ae deca-
rara por extenso neste ornal o negocioboj I
O conselheiro Dr. Jo Boato da Caoba Pi-
gaeiredo offerece o sea diminuto presiimo na cr-
te a todos os seus amigos e conatitninles, de qaem
nao pode desped;r-se pessoalmente e avisa a ea-
les que seu irmao padre Antonio da Canon Pi-
Saeiredo e seu filho Walfrido da Caoba Plgaeire-
o Acara) substitaiodo-o nostrabattKis forenses.
Jos Gomes Villar, retirando-se para Europa
geixa encarregado de seas negoctoa os seos ami-
gos os Srs. commendador Dr. Francisco do Paala
Peno* e Montelro & Correia.
COMPRAS.
Comprase nm Manual Homeopathico pelo Dr.
G. H. G. Jahr : na rna da Caaeta do Heclfc n. i.
COMPRASE
Gompra-se ama casa terrea dentro da praca. de
valor de dous a tres contos de res; qnem liver
para veuder, queira deixar em carta fechada a in
dlcacao de sua moradia, no pateo do Paraito n.
9, ou qaalqaer outro esclarecimento, para atr pro-
corado.
VENDAS.
H
\
)
AOS 5:000^000
Estio i venda os felizes biihetes da lotera
iahia, na casa feliz do arco da Conceicio, loja d(
lurives no Recife.
Dio se tomar rmsstnte
Preewa-se alugar urna escrava que
saiba oosinhar com peretcao, agra-
dando .-paga-se bem. Na fabrica
vapor 4e cigarros; ra Urga do Ro-
sario n. 41.
"pomai de Rgueiredo pode ser procurado
para demarcaco de trras, nivelamenlo?, plantas
e ludo mais quanto fr tendente sua proflsso,
no Recife a ra larga do Rosario n. 1, 2.- andar,
para onde podem os pretendentes dirigir sens con-
vites.
Da-se 400* sobre hypoiheca : a dirigir-se la
roa do Pugne de Caxias n. 42.
Pjecisa-se de urna ama que saiba
bem engommar e coirabar, sendo de
a conducta para casa de hornera
' o, tratando de todo servieo da
no pateo da Ribeira n. 13.
casa:
Ao figulino d moda?.
Nova modista.
D. U. Carregal, coze, corla e prepara eom mui-
ta perfeicio, maito gosto e a moda, vestidos de
senhora para casamento?, bailes, soirs ou pas-
seios; assim como cosanles para criancas e ves-
tuarios para baptisados; e encarrega-se de outra
qaalquer oeslura, garantindo-se a maior prompti-
_m n. 67, 1 andar.___________
Arrenda-se o engeoho Carnario ; moene e
correnle sita na freguezia de Santo Amaro Jaboa-
lao, por nm cont e qoinbentos mil reis aonuaes
por seis annoe, com seis contos de reis a vista :
a tratar no mesmo engeoho oa no Recife : ra da
Penha n. 5, f andar.
A pessoa a auem perteasdr uoi caxjrro Ide
raga galgo, que fo achalo as ras desta cidade
vagando a eimo; dando os signaes e pagando este,
ee lhe dir onde esta, nesla typographia.
AMA Precistw
cozinhar. ,
de ama ama : na roa
de 6. Francisco n. 34, para comprar
Precisase de orna ama que saiba
engommar, sendo para casa de poaca
familia, preferindo-se pessoa j de ida-
de : quem esver nestae condicSes di-
nja-se a roa da Livramento n. 8, qoe achara com
<)uero tratar.
ARA
Uoniem 9 do correnle, a noute, iu\ escondi-
do ou desappareceuum^acborrinhe raldeiro, de
<*om os cabellos das ruaos cortados, com carau-
nhqs nos ps, respondende ao nome de Ruff. A
pessoa qoe o devolver na imperial /abnca de cer-
weja, 'Pua do Sebo que ser bem recompensada.,
TILHOS RBAKOS
DO
RECIFE A\ OMMIA
e Beberibe.
A directora maoda fazer publico que,
oo escriptorio da mesma se pagar os biihe-
tes da companhia todos os das otis, at o
(lia 20 do correte, das 11 horas da ma-
rihaa, at s 2 da tarde, e, des?e dia em
diaate, somente s qaiotas-feiras e as mes-
mas horas.
Escriptorio da companhia 5 de maio de
1871.
Joo Jeaquim Alves,
________i" secretario.
Cadete de avallara.
Na raa Direita n. 53. loja -de ferragens, precisa-
se fallar aoSr. Hercnlano Cavalcanti de Albuquer-
que. cadete de __________
Seguros onki-bgi
COMPANHIA
NORTHERN.
_P_l........20,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:000*600
Agentes,
Mills Lathan C.
RA A CRUZ N. 38.
MOFINA
floga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira
envao na cidade de Nazareth desu ni
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo paasado, depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na-la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pola V. S. se deve lembrar qoe este negocio
de mais de oito annos, e asando o sentar seo
flho se acbava no es i lili .
A Sra. Mara Candida Vilella, professora
particular, que morn oa mora em ft S. do O'
em Goyanna. rogada a vir roa do Cabug nn-
mero S B.
Precisa-so de orna ama que
saiba cozinhar e comprar com
- perfeicio, para ama casa de
poaca familia : na rna da aurora n. 84, 2 andar.
Precis a-i u i n i ii
znbar, e queira ir is compras:
io Sebo n. 29.
111 rail
a tratar
> bem
na rna
Preeisa-se de ama ama para todo o
servieo oV urna -casa de familia com
ires pesaoas : rea da Coneeicjto nu
mero 37.
A _T.A Precisa s* de ama ama para eogom-
iiuux nm- para _liag peggoj, : trat_r na rna
do Imperador o 79. loja.
Tasso Irmus & C, consignatarios do navio
norie allemao Iduna, entrado de Uambnrgo, pe-
lem aos Srs. recebedores de mereadorias-mani-
festadas orden;, oi volumes abaino menciona-
dos, mandaren! ao seu escriptorio i coa do Amo-
rta o. 37, declarar seus nomes, para-se Ibes fazer
entrega de ditas mercaduras na descarga.
Marca B 13 amarrados com 104 c*'"?, fo-
fo da China.
dem 12 ditas com 96 ditas de dito.
dem M B M 5 canas com objectos de vidro.
dem 4 ditas ditos.
dem 2 ditas eom drogas.
dem J M R 10 ditas om pbospboros.
dem P T B 100 ditas eom bebidas.
Tftotel da praga
PATEO DA BJBEI11A DE S. JOS N-
_ MERO 9.
* e novo hotel bayert lodos os doming e
Attenpao.
O Sr. Bpi^ianio de Lona Preire deixoa de ser
caixeiro da Fandicao do abaixo signado desde
o da de orrente.
__________ Maboel dos SantosWillaca.
icrnaailniea MM Aallway
CMBopany.
De ordem da directora convida-se aos Sn. ac-
cionistas desta orapannia a realisarem, dentro do
prazo de viote das, a erceira entrada de 20 /.
do valor das eocea no escriptorio de H. Forater
ai L, roa do Commercio n. 8.
Recife, f de malo de J71.
J. H. Swift,
_______._.. Assisunt Treassurer.
Serra do Fontes
Parahyba do Norte
Pde-se ao Illmo. Sr. Antonio Leus de Sonta
Pontee, que queira mandar ultimar o negocio de
sea interesse com os abaixo assignados nesta ci-
dade, que pedem descnlpa de nao ir oa mandar
l pela grande distancia e incommodo que Ibes
cansa, como pela incerteza de o encontrar.
Recife, 38 de abril de 1871.
Tasso Irmaos,
___________ Era llqmdario.
GUSA MI 010
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e cas aa
. ., do costume.
Bilhets garanltdon da pro-
Tlmela.
O abaixo assignado acaba de vender entre ot
sea mnito felizes biihetes a sorte de 5:000*000 em
bilhete inteiro n. 2454, a sorte de 100*000 em ura
quarto de n. 74, e um bilhete inteiro de n. 743
com a sorte de 100*, alm de ootras serles meno-
res de 40*000 e 20*000 da lotera que se acabou
de xtrahr (191), podendo sens possuidores virem
receber, qne promptamente sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sen estabelecimenu
comprar os felizes biihetes garantidos, que n<
deixara de tirar qualqner premio como prova pelo
meemos annuncios.
Aeham-se venda os mnito felizes biihetes ga-
rantidos da Ia parte das loteras em beneficio da
igreja matriz do Granito, que ser extrahia no
sabbado 13 do crrante.

Eogominadeira
.-.Paga se bem a orna boa engommadeira : na es-
treda da Ponte de Ucba, casa n. 2, antes da igre-
ja de S. Jos.
Precisa-se de um criado para o servieo in-
terno e externo de urna casa : na ra do Impe-
rador n. 57, 2 andar, entrada pelo lado da
ponte.
Moleque.
Precisa se alugar nm moleque de 14 a 15 an-
nos fiel e deligente para servieo de creado ; tam-
bem se compra: tratar na roa Nova n. 19, 1*
andar.

Vende-se urna armacao no- pateo de S. Jos
n. 51, propria para qualquer principiante ; a ca-
1 bastante afreguezada para trra: tratar na
ma.
(nteifar 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio H700
Quarto 1*350
_____________Joo Joaquim da Costa Leu
Arrenda-se urna casa com grandes commo-
dos para gr.- ude familia, na Caponga, roa das
PernaiLbucarr s n. 44 : a tratar no Chora-Meni-
nos com Jos Antonio Marques.

Irmandade
do Divino Espirito Santo
De ordem da mesa regedora convicio a todos os
nossos irmaos a reunir-se em nosso consistorio
domingo, 14 do correnle, pelas 9 horas da manha,
afim de enmprrem o disposto na ultima parte do
art. 102 do nosso compromisso, e em seguida da-
rem execucjio ao qoe ordena o t do al. 95 do
mesmo compromisso.
Secretara da irmandade 10 de maio de 1871.
O escrvlo,
________________F. J. dos Pasaos Gaioaares.
Sociedade provisoria phi-
lotimia.
Por ordem do presidente desta sociedade aviso
a todos os sus membros, qne as sessoes ordina-
rias foram modadas para os dias de quarta -reir
s horas do costme.
Boaventura R. de Amorim,
_________Secretario interino.
Na roa do Torres n. 16, !
andar, precisa-se de ama ama
que cozinhe, compre e engom
0 MARMORE
E no elegante armazem jnnto ao Diaru, qoe
qualqner chete de familia fernece sna dispensa do
melhor que existe nq mercado e por precos mni-
to favoraveis, como sejam arroz a 100 r. a libra,
velas stearinas a 640 rs. o masso, vinho figaatra
por 500 rs. a garrafa e tambem ba maia barato,
balaios d- diversos lmannos, caixmhas proprias
para mimos, caf de moca, ervilbas portngneaaa e
francezas, ameixas em frascos, latas e hocetes,
marmelhada de Fernando Rodrigues, conservas,
molbos e mostarda, licores de diversas qualida-
des, doce de goiaba em caiiio e latas, bolaxinha-
de diversos autores, massas para sopas, ttalas
Srandes, azeitonas era baria e latas, vnoos finos
o Porto dos meibores autores, queijos prato e do
reino a 3*000 e a 3*300 ; o proprietario deste ar-
mazem responsabilisa se pela boa qoalidada dos
gneros vendidos ero sea armazem, assim come ga-
rante todo asseio o limpeza, em virinde do qne)
convida a seus numerosos fregneies e amigos a vi-
rem visita-lo.______________
Madapolfto
A 4*600 a peca, fazeda de 6*500.
A 5*600 a peca, fazenda de 7*500.
A 8*000 a peca, franeez, superior.
Na loja de Gaspar Antonio Vieira Gntmaraes,
raa Duque de Caxias n. 43 (antiga do Ooeimado
numero 1).
<;
me para urna pessoa.
ROUBO
Alng-a-se
4)14
Preeisa-se de ama ama para casa
de ama familia de daas pessaa :
tratar na rna Nova de Sania Rita,
serrara a vapor o. Si.
Caixeiro
Precisa-se de um menino portugnez de idade de
11 a 12 annos para padaria : na ra estreila do
Rosario n. 19.
Precisa-se
-_ Na ra da Crnz ,(hoje Bom -Jeans) n. 33,
sa-te d'uai ama para cosinhar o diario de
poaca familia i pagase tasoavel-
nna casa
mente.
de
de ura preto para o service de padaria
estreita do Rosario n. 19, deposito.
na ra
AMA
- Na ra Nova a. 48 precisa-se de
ama ama para cosinhar e comprar
paga-se bem. ________
Alnga-se para familia urna aotea muito
lesea com ama sala, 3 tnartos, dispensa : na ra
da Sepzalla Nova a. 30.
Precisase de ama ama que
cozinbe bem e qne compre :
a tratar na raa do Bario 4
0 Sr. flermilo Chaves de
Souza
Por se ignoraT soa orada, pede-e4be qne
ctoagoe a raa do Amorim a. 37, concloir aeg*
co de sea interesas.
_________________ Tasso Irmaos &-&
um sitio na estrada de Joao Fernandos Vieira
n. 5, com casa de vivenda, com cento e tantos ps
ae coqaeiros, muitas aryores de Tracto, viveiro e
grandes baixas para capim, canas e verduras ele,
mangues para lanha, nma cacimba e nm bom
tanqne para banho e lavagem de ronpa, com en-
eanamento d'agua do Beberibe:" quero pretender
arrendar dito sitio dirja-se raa estreita do Ro-
sario n. 10, 3* andar.
. Purtaram no engenta S. Francisco da Var-
zea, na nonte de 2 de malo, um cavallo de sella,
castanho, novo, capado argel, sem ferro algum,
grande, gordo e bonito, que cusa a deixar mon-
tar, e as veres anda salta quando se monta, o
quJ anda de passo e carrega. D-se no mesmo
engenho 50* a qnem entregar o dito cavallo, e
100* a qnem entregando-o der a conhecer o la-
ladro, e o modo porque se fez o furto.
Precisa-se na ra da Impera tria" n 13, so-
brado de urna ama Hvre para todo o servieo de
-casa de familia peqnena.
Victoria n. 13.
Na refinb$o
da raa Bireita numero 22 precisa-se de nm for-
nalbeire.
Alnga-se o 2 andar da ra de Aguas-Ver-
CRIADO
atodw^VJS^ mi0*? *s *m* nomo
h?m r^iiM wl* b*dWU eeHette papa da
% York *ma" P mild0 de fil">* e
.lew York, pdo eate ultimo alimento auis tra-
lo que em outra qnalqw, Wto. Rr^'.Tqne
o cozinheiro drata casa lera bm mestre t entn-
e perfeiUmimte de aau arte.
N. 9Pateo da rilwri de R. JoaN
Na rna li'Qarfatr do Bispo ."9
preelsa de H ra para carragar
ama citan p.
Dase irnia rul reis por ama criada que ira-
bathe eom perfeicio: na ra de S. Francisco n.
72, eollegio.
Precisa-fe de am caixeiro cora pratiea de ta-
fcerna, que d fiador a sna conducta : na ra do
nangel n. 10.
Alagase o 3.* andar e.aotao oo stbrado da
rna da Imperairiz n. 14, com excellentes commo-
dos para ama grande familia, tem a vantagem
de ter agua e gaz encanados, e pintado de novo,
aluga-se tambem a loja do mesmo sobrado ; a tra-
tar no l. andar do sobrado da raa do Vigario
BNCOMMADEIR&
Na roa Augusta o. 89, lava-se e engom-
ma-se com toda perf.So, por pre$o com-
modo, -a pessoa qoe qoizer derija-se dita
casa, que ser bem servido.
Em aditamento aos objectos qoe foram rouba-
dos e t.mbem publicados pelos jornaes rna de
S. aligue! dos Afogados, da casa de Thomaz Tei-
xeira Bastos, mencionase mais os segnintes :
I chambre de chita com dezenhos cor de rosa.
1 caixioba de falla, redonda envernisada cr
de caf, com dinheiro de col re.
1 casti^al grande com progenie e pedra azul,
tend spermacete de cor aznl.
2 tigellas de loaca branca floa eom flores r-
xas e filete prateado.
1 sacco de chita de coberta com ronpa snja.
1 ro'Jinlia de rame Hagneslnm que mai-
to se assemelba ao rame de prata.
2 vidros redondos com nitrato de prata crysta-
lisado, para uso de photographia, um dos vidros
ainda lacrado.
1 escova para cabe _a, cabo de bfalo.
* O Dr. Goilherme Nacgeli, medico oca- _f
lista de volta da soa viagem a Babia, con- W
4P tina a dar consultas no sea escriptorio
no caes da Companhia Pernambucana,
as horas a eos turnadas.
Licor oe alcatrio de Goyot a 14600 o
frasco.
Para cura de catharros da bexiga, vias mina-
ras, pulmdes ele. Vende-se na botica Popular da
ra da Imperatriz n. 77.
Rot>-: nte-rheunintico.
Remedio efflcacssime cofitra aa dOres rbeuma
ticas at taje o mais conbecido pelos sena mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO um dos medicamen-
tos que sua eflicacla as enermidades, toase r
sangue pela bocea, broncbiles, dores e fraqneu
no peito, escroboto e molestias de flgado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPDAMA.- A celebre rail
de marapuama, cuja energa e efflcacia as part-
lystas, intorpeeimento, etc. etc. maito se recom-
mendaf
Todos esses preparados se encontram na phar-
macia e drogara de Barttalomeo & C., nico da-
pesitona roa larga do Rosario n. 34.
Elxir amereaao
Usado as golas este elixir em nm copo com agaa
om exeellente conservador das gengivas e lim-
peza da bocea, boebechando todas as manbaas. R'
tambem ara poderoso e verdadeiro calmante na',
dores de denles.
DEPOSITO
Na pharmaeia americana, ma Duque de Caxias
numere 57.
?'
Vende-se dnoa cavados aodadores no cerra-
dor do Bispo n. 33.
k
NUVENS
Versos de Plinio de
Asignatura na typographia do Correia Ptrnam-
bucant e livrarias dos Srs. Laillacar e Uedeiros.
d<
Jos Rodrigues Canboto vai a Europa tratar
de sua aaude, e deixa por sena procuradores ao
Sr. Joaquim Pereira de Carvalta e seu socio
Francisco CardoW de Amas, ecift J de maio de
. Pharm taT
Precia* sede amoflkial depliarmaeta eom ftoa
>r-<'* ; na botica da OK-rieo if.W.rw da
4TTECAO
c.k!2?A~i?',0,qBt? s*lT*dor Pessoa de
blqawra ^avaicante pretende vender escra*os que
esto oenboradps por execacto de am irmfo Sal-
vador de Siquerra CavaJcanowuira que 2ni_nera
tonta entrado em negocio ubre asardWV
sitarlo de 3_______ P*dHit-an a depo-
Jbaqfelro'
des_a_aod.
Alage-ie o
Santa Ritan. 28
04 Oxiai b. i, outr'om do
H aadar oTj
a tratar na
tratai
da fu do
roa Duijue
GASA DA rORTUlU
Aos 5.-O00*
Biihetes garantidos.
A nu Primero do Marco Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abatato assipaado, tendo vendido nos seus le
lea biihetes nm meio n. 2082 eom 430*000.
nm parto n. 2913 com 1001000, doos quartos n.
74 eom 104000 e ontras sorte de 40* e 204 da
lotera qoe se acatan de extrahir aos possoldoree a virem recetar na conformidad*
do costme aem descont algum
Aebaame i renda oa bilhatea gaeandos da
1.a parte das loteras, a beneficio da matriz do
Granito (I9t-), que u extrahir? iwsabbado 13
do carrete mez.
PRECOS.
Btlbete inteiro *000
Meio bilhete 3*000
Quarto 11500
J porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete t*70
Owr lVK
. Manoel Mart&i Irn.
N. 2Raa do Bario da Victoria n. 2, antiga ra
Nova n. 2.
Amaral Nabuco & C. proprietario deste-grande
estabelecimento acabara de rtceber dos por-ios da
Earopa o mais bello e variado sortimento de cha-
peos da seda e de vedado para senhora e meni-
nas, garantindo o bom gosto e fazenda ; e convi-
dara a seus. amigos fregaezes para virara ver
que ha de mais moderno neste gen<-ro, assim
como um bello sortimento de cokes a Thirs,
Tambem receberam,
Calcas de meia de seda eom p para danesri-
nos, luvas de pellica prelas, brancas e de cores
para homens e sentaras e meias de lia para hc-
roens, sentaras e me*inas, proprias para a esta-
cao invernosa e para quem padesse de rceumaiis-
mo, fij Idade e beriben.
Alcatifas para forro de sala, tapetes avelodades
grandes e pequeos para ota, ditos para janellas,
capachos de pajba de coco para portas de eseada
e salla, pannos de crochs para encost de fof.t e
cade iras.

I '
Os fiibos, genro e netos do fallecido Antonio
Roberto, tendo de commemorar o 1* anniversario
do seu passamenio, rogara todos os prenles e
amigos do finado para assistir as roissas de re-
Juiem e memento que hao de se rezar na matriz
e Santo Antonio, sabbado 13 do correte pelas
6 1|2 horas da manha, pelo que se confessam
desde j gratos.
A viuva D. Delfina Marinha Tavares Cordeiro,
seu pai, filhos e genro agradecem cordealmente
a todas as pessoas que assisliram ao acto fne-
bre de sea presado amigo, finado Joao Baptista
Campiano e acompanbara.n seus restos morlaes
ao cemiierio publico, certos de sea carcter reli-
gioso os convidam a assistir a missa de stimo
dia, pelas 7 horas da manha do dia 12 do reote. na igreja da Madre Deas. .
Aluga-se urna eptibu escrava para comprar
e eveiohar era casa de familia ou hornera sotte/ro :
__|t| precisar dirija-se em Santo Amaro ai
raid Jomo ao earaiterio ioglei.
Alojase tuo.i nejtriita oe 10 armo muito
pronna panr certoo (eri_.w domesticoi, e princi-
paloente para atadar eom meninos : a tratar na
rna des Pina n. iS.
Armazem Dous rma<3s
RA DA PENHA N. 8.
Gaz a 320 rs. garrafa, e a 0* a lata, vinho Pi-
gueira superior a 500 rs. a garrafa e a 3*800 a
caada, arroz o que ha de melhor a 100 rs. a libra
e a 3* a arroba, toocinbo a 500 rs. a libra, pai-
sas e figos superiores a 310 rs. a libra, doces sec-
eos, dem era calda, mariceUda fina, tombo de
porgo assado, linguica fina prompta, latas de lodot
os tamanbos eom boiaehiahas e blseoutos de todas
as inaHdades, ameixas franaezas em caixinHas,
frascos e latas diversas, vinho Bordaux franeez a
600 rs. a garrafa e a 6* a calxa, e outros muitas
gneros que se vendara a pTecos ratoavei^
Mulla.
Vende-se urna mulla maio boa para cabriola,
carrosa ou sella, grande/tiora e esta bem tratada:
para ver e tratar na roa do-Sol, coctaira o. 37.
Preoa^e de urna para oo-v
^r e enjjomraar.
____ -_
Vende-se um terreno de 1,000 bracas *
frente e 1,200 de fondo, no lugar d* Jaiebi; rarm,.
de Agua Preja, coco proporjeee para om tara en-
genta, visto seren as ter ras" ds m uto bea pre-
daecao e estar j ;o" 4a vaforrea ;
aana qua, eeUi rreno hypotheeado.
e respectivo redor interwri aa venda : qpi
pretender dirij io Bom Jess oai
rna 4_Cro. no > BaeH^ a- 3B.
_a fnr *__) r*."irnfiiildo ram fjkTfii ama.
fado da o
1
USr
T I___


*~*gaj**-*
m
,D ri de Pernambuco Quinta eira 11 de Malo de 1871.
A* amacena do
vapor Franeec,
rna do Bario
da victoria (ou-
tr'ora rna \o-
a) b. 9.
Ao arraaiem do
Vapor Franeez,
ra do BarSo
da lie t orla (o u-
tr'ora rna No-
va) n. 9.
Perfmarias, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabara de chegar novas faturas com importante sof-timento dos arligos abaixo
mencionados a prados mais resumido que possivel.
-E
CAJLCADO
Bot.DM para senhorasduraqae braceo,
Sreto e de ouiras militas cores escolbidas
o ultimo gost > da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos e salto para senhoraduraque
pftt j, branco e de cores, e de eouro de lus-
tro.
Botinhas para criancas, proprias de bap-
tisadoa.
Botinas de diversas qualidades para ho-
mem.
Botas rnssianas para montara, tanto in-
gleas te cocro da Rnssia para viagem,
como (ranelas de Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meias perneiris para meninos de 10 a 6
amos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de
ma mira, proprios para bannos.
Sapatot de borracha para homens e se-
nhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos,
mol o bons e fortes para Dinamos e meni-
nas.
Sapatos de tapete, avelludados, Cbarlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
homens, minoras e meninas.
Perimarias.
Extractos Anos, banhas, cosmticos, leos,
opia as, aguas de Cologne em garrafas de
crystal para iresenles, agua divina, agua
florida, dentilriee lavande, agua de toilet,
tintura para barba e cabellas, pomada hon-
groise pan bigodes, pos de arroi e sabo -
notes, tudo isto de pnmeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Qnnquilharas
Lavas de pellica brancaspreeas e de core*
Eso-ilhos grandes donrados para salas,
quartos e gabinetes.
Legues para senhoras e meninas.
ioias de ouro, brincos, transelins, pul-
seiras, sjtdes de pnnhos, de abertura, cor-
rentes e chaves It relogio, tudo de ouro
bom de lei.
Brincos de plaqu imitacao de ouro.
Correles para relogio.
Abctoaduras para colletes e para pnnhos.
Albons de velludo e marroquita para re-
tratos.
Hammadeiras de /idro para enancas.
Caixinhas de costura-, novos modelos com
mus proprias para presentes.
Quadrinhos dourados para retratos.
Toncas e sapatinhos de lia para criancas.
Capellas para noivas e para pastoras de
pre i ipios
Caixinhas com vidros de augme ito para;
ver-se em ponto grande a photographie
dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Tnesourinhas para eos ura e nnhas.
Bolc'inhas de seda e de veludo.
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cestos d'arame pratiado para fratase
pi a'mesag
Ricos arligos de phantasia neeessarios
para toilhetes^e proprios de presentes.
Jar ros,'e bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras donradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cicla-
de?, de ligaras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse curda.
Pooteiras de espuma para cigarros e cha
rntos.
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castdes de marfim.
Ditas de baleia, junco e de muitas quali-
dades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para fado, para cabello e para
dentes.
Lunetas ou penclnez de prata doarada.
Ditos de tartaruga e de ac-
Oculos de prata donrada e de ac.
Reverbero transparente para eandieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperraa-
cete.
Cordas para violao.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melbor pos-
sivel, para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Eslojos de viagens, completo com nava-
lhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de
baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, e de
cores. ^
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para (azer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
c6e de festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e outros jogos allemaes.
Estcrioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou aecordions de todos os l-
mannos e novos modelos eom trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
G'osmoramas d varios lmannos, com
differentes vistas mui pitorescas.
Brinqnedos
O maior sortimento que se pode desojar
de todasorte de brinqnedos fabricados em
diversos paizes da Europa para ntrete*
ment das criancas.
-f
1
SiLiO DE (MLLEIREIRO
Ra Primeiro de Marpo (antiga Crespo)
n. 7 A Io andar.
Neste bern monlado estabelecimento, os amadores ( .oda encontrarlo o qu
ba de mais moderno e delicado para pinteados, como sejam : bonitos e exceilentei
cokes, trancas, cache-pnes, assim como faz-se tod" e qualqoer trabalbo de cabelb
que se encommendar.
Acha-se tambem o acreditado Tnico Delsac que se recommemla pela sua ei
cellente composic5o. O dono desie estabelecimento, d'ora em dianle, pode ser pro
carado a qualqoer hora do dia para os misteres de sua profissao.
CABELLEIREIRO
A TRANCA MONSTRO
>*
Ba Duque de Caxias n. 59 1 andar
Salo paxa cortar, barbear, frisar e tingir os cabellos com aceto
e perfeicao.
Recebe-ae encommendas de todas as qualidades de posticos, tamo para a provin-
cia como para fra delta.
Sapatos deT>orraxa
Pa senhora on rapares que calcen 35'e M ;
borxeguins para homem a~i-S500 r. e um com-
pleto sortimento de calcado por preco mnimo ;
ra jireita n. 45.
Aos Srs. acadmicos do 4o at.no di facol-
dade de direito do Recife.
Aviaa-se que se acham i venda por mais bara-
to preco do qne em qnalquer outra livraria, na
ra do Crespo, luja n. 25 A, esquina da do Quei-
mado. os mui poneos exemplares que re-iam das
Annolar$$ do Cdigo Commertial Porluguez pelo
Exm. Sr. conselbeiro Dr. Diogo Pereira Forgaz
de Sampaio Pimentel, eximio lente calhedratico
dessa materia na amversidade de Coimbra, obra
de subido apreso t grande utilidade para o estudo
do Cdigo ommeittal Brasileiro, pela sua inteira
homogeneidad* com aquelle outro. Na mesma
leja se vendem as memorias do Bom Jesos fe
Braga eom ricas estampas, obra de grande mri-
to para todo cidadio portugoez.
! l NAO HA* MAIS I
MOLESTIAS DO
PEITO!
Cambra las brancas avahadas
Na lo ja de Pavao roa da Imperatriz n. 60,
vende-se fioissimas pecas de cambraia branca
transparente com um leve loque de avaria, ficando
perfeitas logo qn se lavem, e vende-se pelos ba-
ratos precos de 2*500 s 31500 a peca'________
Fazendas avariadas
Roa do Crespo n. 25
Algodao largo Sieupira a 5* la pessa.
Madapolao fino marca X a 5*500.
Alpacas trancadas de cores, fazenda novl a
320 o eovado. E outras fazendas qne se dao amos-
tras com penhor._________________________
Vende-se remedio conira os callos, experi-
mentado por diversas pessoas, as quaes tem lira,
do bom resultado ; rna Primeiro de Marco n. 3
(antiga ra do Crespo) rna do Mrquez de Olm-
da n. 50 A (antiga da Cadeia).______________
Libras sterliaas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
F. de Oliveira A C., ra lo Commercio n. 42.
Agurdente
Agurdente de caj e de laranja, team para
vender Cunha IrmSos & C, na ra da Madre de
Dens n. 34________________________
VlMe COLLARES
Vende se o verdadeiro vinho de Collares, vindo
ltimamente pelo vapor Olinda, em barril de d-
cimo : na ra da Madre.de Dens n. 28.
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maja # C, ra Du-
que de Caxias n. 57, anti*
ga do Queimatio.________
. Chocolate homeopatbico de Londres e do Ma-
ranbao, vende-se na ra e.-ir tita do Rosario n. 13,
drogara bomeopatbica. ____________
Leqi
ues
Chegou pelo ultimo vapor da Europa um bello
sortiment) de leques de sndalo com seda e sem
seda, e de osso emitando marfim, o qne ba de
melhor e mais moderno : na rna Duque de Ca-
vas n, 49, loja do Trinmpho.
Vende-se tres arrobas de penas de Erna
ra da Senzala Nova n. 30.
na
Vende-se un habito de Aviz, um dito de
Chrislo e urna medalha da restauracio da Babia,
ludo por prego commodo : na ra Nova n. 63.
Deposito para agua
Vende-so um rico deposito para agua, de ama-
relio, forrado de chumbo, com torneira de bron-
ze, i qual se acba em bom estado, e pode comer
lo ou 20 canecos d'asua : quem o pretender pode
dirigir se a ra Nova, casa o. 22, que achara com
qnem tratar._____________________________
Vende-se a taberna sita na roa da Conquista
n. I, com poucos fundos, propria para princi-
piante : a traiarnamesma_________________
miado
Vende-se urna jardineira de Jacaranda cem
lampo de pedra quasi nova, por muito poaco di-
nheiro : pessoa que quizer dirija-se a Olinda
na ra do Amparo n. 29, casa terrea. ______
Vende-se |
ou aluga-se urna casa no Caxang, na volta do
Outeiro da Una, maito prxima da eslacao do ca-
minho de ferro de Apipucos ao Caxang, com 2
salas, 3 qnarlos, coziDha fra, cacimba e quintal,
com algumas frucieiras : a tratar na ra do Im-
perador n. 67, I" andar.___________________
/
ARTIGA FABRIGA DE PIAROS
DE
.1010 VllilS mmm i. MUGAS
SS 101 DO IMPERADOR II. 55.
Grande sortimento de pianos, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz
Encontra-se neste estabelecimento m grande sortimento de musitas classicas
e modernas para piano, canto, (lauta, etc. etc.
Os concertos de pianos e aflinaeSes s5o feitos com o maior etiidado e rapidez
.possivel.
Concertaro se os pianos velhos de maneira a se tornaren) novos.
A TUROUEZA
Esta nova loja tem, alm de completo aortimeirto de fazendas, o seguiote qne
veode barato :. -
Crotones de cores fizas a 400 rs. o eovado.
JSL'2 Moito boas aoussolinas a 480 rs. o dilo.
Baptistas a 560 rs. o dito. -'
Fnsfe de cores para vestidos a 800 e 800 rf. o dito.
LSazinhas a 440 e 560 rs. o dito.
Alpacas da cores a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinbas de liseras a 15500 o dilo.
Orgaodvs braocos a 800 rs. a vara.
Sitas de 1.1a e brancas de 41 a 124000. .
Liadas camizinhas a 104000.
La;oi de fita para cinto a 44 e 34000.
Ponbos e gojla de grs a 4*000.
Chales de merino estampado? a 3AWO.
naio wm.
S' na do Biif3is ^.- 7UH0t'EZ4.
Aviso aos Srs. de en-
gento.
Tbeod Cbri.-tian^en, rna da Cruz n. 18, encar-
rega-se de mandar vir formas para assucar, de
ferro calvanuado, e;tanhado e pintado, aos precos
da fabrica. Tambem toma encomroendas para
quaesquer instrumentos e machinas para a gri-
cnltura________________________________
Sementes novas de
hortaliza.
Na loja de Ferreira GimaiSes A C. roa
Duque de Caxias n. 93.
XAI\0f>l DE MDEGOSO.
E' de ama efBcacia verdadeiramente ma
ravilhosa como calmante do alterna ner-
voso e applicado contra a paralysia, aslb-
ma, tosse convalsa ou coqoeluebe, tosses
recentes ou antigs, Sffocacoes, catharros
bronchicos, etc. e em geral contra todos
os soffrimentos das vas respiratorias, e na
pbtisica pulmonar, e sua virtade contra o
ttano ou espasmos, e convulsSes, incon-
testavel, e ningoem ba que a desconhega.
Xarope pelioral de rabo de tata
(contra a tosse)
PLANTA DO BRASIL.
Este larope, de sabor moito agradavel,
empregado com constantes resaltados
contra as tosses antigs ou recentes, ca-
tharros, bronchite8 chronica, hemoptise, co-
queluche, soffocacao, e em geral contra
todos os padecimenlos, causados por irrita-
cao das vas respiratorias. O sea aso con-
vm igualmente para alhviar os soffrimentos
causados pela pbtisica.
XAROPE PE1TORAL DE HERICINA
E' o mais poderoso medicamento contra
as defluxoes, catharros, tosses recentes,
chronicas e convalsas, e contra a asthma.
Tem grande repotac3o na Europa.
O Dr. Cbrestien de Montpell ier, diz o se-
guiote respeiio deste xarope:
Depois de 50 annos que exerco a me-
dicina, aioda n3o enconlrei remedio mais
efJQcaz de que oXarope de Hericina(Es
cargots) contra as irritacoes do peito.
XAROPE DE AGRIO
E' um medicamento coja eflicacia as
enfermidadestosse e sangae pela bocea,
bronebites dOres e fraqueza no peito, es-
corbuto e molestia do ligado melbor tem
provado.
O NICO DEPOSITO D'ESTES MEDICA-
MENTOS
NA PHARMACIA DO PINTO
antiga roa dos qaarteis, hoje ra larga
do Rosario o. 10
JUNTO A 0 QARTEL DO CORI4 DE POLICIA.
PARA
vestidos, com grande variedade de cores, a
240 rs. o eovado
Na roa Primeiro de Marco (outr'ora do Crespo)
n. 13, loja das Columnas, de Antonio Crrela de
Vasconcelloe.
pechincha sem igual.
Superiores lias escoceas de cores moito lio Jas,
fazenda de goslo para vestidos a 400 rs. o eova-
do vende-se na ra Primeiro de marco, ontr'o-
ra do Crespo n. 13, loja das columnas, de Anto-
nto Correa de Vasconcellos._________________
Couro de bezerro
Muito novo e ltimamente chegado vende-se
em casa de a. P. Jonston & C. : roa da Senzala
Nova n. 40.
Aos cigarreiros
PAPEL DE SEDA E DE LINHO PARA CI-
GARROS.
Acaba de ebegar orna grande encommenda de
papel de aeda e de linho largo, para cigarros, na
Nova Esperanca, ra Duque de Caxias n. 63.
lidra
de superior qualidade em calas de duas dunas
de garrafas, cerveja branca e preta dos melhores
fabricantes, contina a venderse ra do Com
tfKmfD D.'n
NOVA PBLICACO
HlSICAL
Fhantezia Polka.
Acaba de publicar-se esta lindissima peca
de msica para ptanr, composicj do insig-
ne e Ilustre maestro.
J. Smoltz.
Acba-se venda no bem conbecido ar-
mazem de pianos e msicas de Antonio
Jos de Azvedo, roa Nova n. 11, boje
RarJo da Victoria.
_________Prego 21000________
A'-* senhoras.
A* chapellaria da rna Primeiro de Marco n. 6,
acaba de ebegar da Borepi, pelo ultimo vapor,
um lindo e variado sortimento de chapeos echa-
pslinas da ultima moda para senhoras, que se
vendem por precos muito rasoaveis: na mesma
chapellaria ha um grande sortimento de chaqos
de todas as qualidades para homens e meninos.
LIQUIDACA.
Na ra do crespo n. 20.
Leja de GulHternae.
Chitas claras e escuras a J60, 200 e 2i0 o eo-
vado,
Bitas riseados prussianos 280 o eovado.
Ditas chinezas para cobena a 240 o eovado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o eo-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o eovado.
Ditas hispo lisas Anas a 35 a peca.
Ditas brancas com 10 vara?, a 3000 e 3J500
a pega.
Dita Victoria, a 4 a peca.
Hussulina branca, a 400 rs. o eovado.
Madapoiao francez, a 6 a peca.
Dilo ioglez de bom a especial, a 4000. i., 63
c"ipeca.'
Algodiosiobo a 3J, 3*500 e 4/ a pega.
Alpaca de cor com lisias, fazenda superior a
440 rs. o eovado.
Dita branca, com flores miudas matisadas &
800 is. o eovado.
Dita preta coai flor bran:a/ o 500 rs. o co-
v ado.
ITTEICAO
13 A Kuada Imperatriz 13 A
DE
JOAQUIM BEZERRA PESSOA & C.
Os propietarios deste novo estabeleci-
mento de fazendas veem'scientifiear ao res-
peitavel publico em geral e ;em particular
as Ex rus. familias desla cidade e fura delta
que chegado pelos ltimos paquetes da
Euri'P', o mais bello soitimento da's mais
lindas fazendas que at boje sao vistas em
nos; o commercio, e que eslao despostos
venderem per torJoprtco.afim de venderem
muilo e apurar dinheiro, a* saber:
Lndos casaqoinhos de gurgniSo preto
enfeitados para todos os prti;os.
Cortinados ricamente bordados
Ditas de cores padrSes miudos e modernos a 3G0
r-. o eovado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs., maj* e janetliS.
cada om. Camisinuas de lmho bordadas
Ditos de linho embainhados a 4* a dozia. nhoras.
Chila, fazenda bem conhecida pela sua fortidSo, I R:os tapetes avelludados com
tStSSt^ PararoPade e8Cravo8'azenhos para 2 e 4 cadeiras.
* Casemira preta superior, a 1*500 o eovado
Cortes de casemira de cor, 3*{00, 44 e ?*.
Corles de meia casemira, a t?C0.
Casineta preta e de ewr, a 500 rs. o eovado.
Ganga amarella lisa e de lisia, a 320 rs. o
vado.
Algodao iargo merca T s ,'j a pega.
D-se amostras com penhor.
para ca-
para se-
lindos de-
CO-
CONTINUACAO DA GRANDE Ll-
QUIDACAQ DE FAZENDAS LIM-
tAS, A' RA DO DUQUE DE
CAXIAS N. 29.
Chitas Anas, claras e escuras a 160,
200, 240 e 280 rs. o eovado; cambraias
de cores a 200 e 280 rs. o eovado ; alpa-
cas de cores com flores e de listras a 400
e 500 rs. o eovado; algodao branco
41000, 4*500 e 5* a peca; madapolao a
4*000, 4*500 e 5* ; dito largo a 5*500
e 6* ; algodao de listras prprio para
roupa de escravos a 160 rs. o eovado ;
brim pardo trancado e escuro a SCO rs.
a vara ; chales de merino lisos a 2* ; di-
tos estampados a 2*500 ; chitas para co-
berta a 240 rs. o eovado; cambraia bran-
ca a 2*500 e 3* ao corte ; da victoria
fina a 4*500, 5* e 5*500; toalhas felpu-
das a 8,8000 a duzia: lencos braocos a
1*600, 2*, 2*500 e 3* ; ditos grandes a
3*500 e 4* ; ditos de seda pequeos a
500 rs. cada um; ditos de linho fino a
5,8500 e 6* a duzia; cambraia para forro
a l*800a peca.
Vende-se urna vistura tra muito bom estado
com urna pare I ha de ca vatios gordos e bonitcs :
a entender-se na loja de livros, ra l* de Marco
(onlr'ora do Crespo). *
Vende-se a 3*000 o sarco de fejao molali-
nho, com furo : no trapiche Fontes no Forte
do Mallos n. 6.
Aos cigarreiros
Papel de milho e arriz, chegon ra do Mr-
quez de Olinda n. 15.
Nao leam
A 24(X rs. o eovado
Organdys o mais moderno possivel, para vesli*
dos : na roa Duque de Caxias, antiga di Quei-
mado, n. 67.
LIOIOACAO
Peca de algodao azul 55 covados po r 5*000
nr ra do Crespo b 20, loja do Snilherme.

Vente-e a 10*000 a barrica : no armazem da
bola amarella no oUaoda icretaria da polica."
a banda da inreaca Bom Sut-mso : a miar na
da Mrquez dorna 0?'od;. n. 21. lo|3 do atodeza*
Yendr te terreno
Vii3runi itmn J3i
de' IGr^ir
.hi enriar
'jbrfdo d
Palmos
ro pritfeipii
* WP do
Ricas giinaldas e capellas para noivas e
meninas.
La para bordar de todas as cores por
commodos precos.
Chapeos de sol de:da infjfz?s a ba'io
i por todos os presos.
Ricos e modernos corles de organdy oran
eos com modernas listas.
| Ditas d- cambraias de salpicos brancos
e de todas as cores a 5#00O.
Pecas de cambraias finas a Victorias com
10 e 12 jardas a 3,5, 45, U, U e 7^000,
Ditas transparentes finas para lodosos
precos com 2 larguras.
1 Vaiiadissimoe eltgaantes sortimnlo de
las para vestidos de lodos os prec s e qua-
lidades, que, quem as vir a \ista dos pre-
cos comprar.
> Modernas popelinnas cora listras a 10
rs. o eovado barato.
> Grande variedade em chitas fitas, para
200, 210, 280, 300 e 320 rs. o eovado.
Pechincha em alpacas de cores labradas
e muilo Boas, o eovado 400, 500 e 6CO t.
na Flor da Moda ra Im.eratriz 13 A.
GRANDE PECHINCHA I A E'.LA ANTES
QUE SE AC4RE ?
Sao cami?as francezs finas a 16500 cada
urna, idmira a vista da fazenda. S na
Flor da Moda ra da Imperainzn. 13 A.
Chapeos de sol de alpaca pelo baratsi-
mo preco de3000.
Madapol3;s finos e largas com 20 vara^
a U, H eflfOOO.
Brim paido~trancado de linho fino o
[cOv?dn a 320 e 400 rs. admira.
Para este estabelecimento acaba de chegar um nrjEj QUIZER VENHA COMPRAR NA
riquissimo sortimento de objecto, todos novos, os pi nn i,a uonA RITA fiA IMPFRA-
quaes sao das sgnintes qualidades : hLU" VA : .tl,lu.?/ .,7',
Machinas para fazer caf, em cinco minuto?, a 1RI/N lo A.
quaes fazem o caf com todo o aroma, e com me- Cobertores de finistima la de cor a 8<5,
nos qoantidade do que se costuma a usar, por se- qa e 40QO brancos
rem de um systema inteiramente moderno. j imK.- ,, c... f uno
Estas peSa importantsimas podem tambem se-1 Cambraias de cores fixas e finas a 200,
vir para cima de mesa, sendo os seus precos de 210 e 280 rs. o cov do.
cinco at cem mil res. Lencos de chitas grandes e bonitas a du-
As explicacdesparafazer-ss o caf veem em por-' za ^ ;q, q rs>
t0Ta"beemDhaeipara vender Mi estabelecimento a^Graode quaolidade de lencos parame-
requissiraas esleirs brancas e de crej, para kr- nios e homens sendo :
rar salas, por precos muito baratos. Bem como! Com barras de bichinchis e calungas L-
muito boasivassouras para lavar casas ladrilhadas zen(lo gynasljc, a duzia 1*20), M500,
e assoalhadas, as qnaes sao de qualidade inteira- u-Ann ^Knn
mente nova neste mercado. Z0UUU e zODUU.
Ditos brancos finos a 230\
Ditos de linho ambareados lieos a (54 e
7*000 a duzia.
Cmisas de meia o melhor qne h, urna
1*. e 1*500.
Ditas it)gleza8 finas de linho para homens
e meninos por todos os precos.
Collecnhos, punhos, gravitas, meias,
toalhas, lences. crochets para tadeira* e
i jardineiras.
Completo soriimento de c ssimiras preta
;de cores.
Pannos finos pretos e de todas as qoali
dades, brins brancos pardos e de cores por
Cambraia Victoria r^L e a na Fior da Moda
Ra Nova d. 22
FIO
Para saceos e foguetelros.
NACCON
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
%
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Scbre-cas?cos, palitols-fccos e fraks de
todas as qualidades prico commolo.
Cairas de casemiras pretas, de cores, de
brins branas, pardo? e de cores.
Ceroulas francezas de linho e de algodao
As verdadeiras irazem os nmeros estampados [
as pecas e nao as etiquetas
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gvmmercw 46 commodos peos.
DDIllC nr IIPl h *so merao e-^tabelecimento enccn'raro
[D K t El O Ut ANullLA os amaxtis freqci-z sumbim alfaiale para
OS LEGTIMOS lomar medidas dos que qoizerem mandar
Trazem coi cada peca om blihe- fazer suas obras e sujeitando-nos a fica
te cosa o noine com aquellas que nao sahi-em a contento,
- DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Machina para costura
Vende-se urna machina para costura, em per-
leito estado, por preco commodo : na ra de S.
Francisco n. 51
Ferro galvanisado.
Vende-se ferro galvanisado em folbas de diffe
rmtes tamanhos : em casa de Adamson Howie &
C., rna do Commercio o. 40. ____
Vende- se por preco mdico um terreno ex-
cellente para edificarse um engeobo, que lera de
irabalbar com agua, tendo j feilo pela natureza
mor parte do pared3o do acode. O terreno de qne
acuna tra-se contm bastantes matas virgens e
antgis partidos de planiacao de canoa, ca quaes
servinm aura muito amigo engenho que all
houve, e coaim para mais de meia legoa de leste
ao oeste, e de pouco menos.de sul ao norte : quem
pois qoizer (azer negocio tao vaniajnso, dirija se
ao proprietario dj engenho Velho da freguezia de
laboatao, que far todo negocio.
Algodozinbo ava-
dado.
^*
Na loja do Pavao ra da Imperatriz a 60,
vindo-se o mais largo e encorpado algodozinho
coro nm leve toque de a vari, por prejo muito
ha ralo.
r
amttttwi mmmwm
VNDESE
Urna casa em Olinda ra de Malinas
[ Ferreira n. 23, tem bons commodos para
familia, e cbos proprios : qnem preten-
der' derija-se na ra do
ue acliari com quem tra
deK derija-se na' ra do Clovello n. 4, K
i
gaj que ar.nara com quei
BOTK
Vende-fe um bote quasi aMflk hen: constroi
dos ejasembaracado : nara'lormparaaor d, 83,
taberna.
n .---------- _______
Vende-se qualroeentoa esueas, e dazentas
o ciaeoeatt cintas, tudo madeira de quajidade,
as qunfs pujem serv p*, c'ut'sl dgaao :
trJ.ar rta fe)- da Pv^; Do irg; ir) pera. t.
Vende-se 50 a?o|ices da Companhia Pernambu-
cana, de valor de 200J cada urna, dndose o des-
cont do dividendo vencido no anno, prximo pas-
sado. Isto nma boa acquisicao para quem
quizer empregar dinheiro, visto como a dita com-
panhia, lera dado os seos dividendos regulares ,
e o possnidor das mesmas apohees as vende por-'
que tem de reiirar-se para a Europa, j tendo
por este motivo liquidado lodos os seus negocios
nesia praca : a pessoa que pretender todas ou
parte aellas, pode dirigir-se ra N iva, casa n.
22, que achara com quem traiar.
afim de bem servir todos aquellos que nos
honrarem com sua proteccao neste estabe-
lecimento urna enfiaidade de artigas que
deixamos de mencionar para nao se tornar
(Bastante aos leitores, o estabelecimento
est iberio das 6 as 9 horas da noite'as
ordens do respeitavel publico. .
i N.13 A RUADA IMPERATRIZ N.43 A
1
4.1CVMH
Para os tara, de cn^enho ver.
Chila, fazenda bem conhecida pela sua fortido,
mais larga que chila, para roupa de escravos, a
200 rs. o eovado na ra do Crespo n. 20, t ja do
Guilherme. f
GRANDE
LIQUIDACAO
Na roa do Duque de Caxias, antiga ra do
Quemado n. 49, vende-se chitas de cores es-
curas e rratisadas pelo preco de 200 r?. o eovado,
cambraias de cores, bonitos padroes a 210 rs. o
eovado, e picas de cambraias branca fina com 10
varas a 3J e dius am 8 ditas boa por 44, pecas
de madapolao de 4, 4*500 e bf, e algodao brin-
co de 3*500 c 4*000 a pee; todo por preco
qne almira._______ ___________________
Polvra barata para acabar
Vende-se oeivora fina par caca, em latas de
libras, meias e quarlas.asiim como a gratei en
barrls pai^eaca e frst.jo para ver a moalra e
trtaf na ru da Cruz o. 1W, (armazem) com An-
onlo Cesarm Morara Das.______ .________
Ferro.
Vendeie tellus e fart ?alv;>D'SJid^. de g,
H, I*. '.' Ifpaaiw, nria bail* d<> jaq m
i.mra ijo^i.|iier parle, avista d o,iiii-tie iua
Priuiei,*) de Marco n."o".
ft9 lluado Dnqnede Caxlaa J
Chamins para gaz a 320 rs. III
Chamins para gaz a 11-20 rs !ll
Chamins para gaz a 320 rs. III
Daqualquer tamanho a 320 rs. MI
97 RA D) DUQUE DE CAXIAS-97
CEMENTO.
0 wdadeiro portland. S se vende na
! rna da Madre de Deus n. 22, armazem de
iJeo Marlins de Barros.
Vende--o saceos com farinha de mandioca, me-
diodo 18 cnias, pelo baratissimo precede 5* cada
sacco; na ra do Mar juez de Olinda n. 40, es-
criplorio.
/
Vende-se as sfgaratea eras.:
Diccionario rrancpi-pcrttiuez 'e viceversa,?
i.unos eneadernados por 5*000.
As Tres Lagrimas, t Kmo Dadarnado |
4*000.
Solfejos de RiidiMpho eucdtfnad*j,poi **
Msica iniitalada Lucrecia IV rgia em Rro*i>f'
2*000. ;
Ide-n do etkfci* autor Bar>i toVro 4*.
Um hvra i |yco par cm-'r ronsie B*
M' Triad:}
X* ,,j. d, P l'ivfr-Uiz
voede .-* n.acil "> larn.i ,,,.,
It ve noque-de-a varia, per |-reco n uto barato.
1


-*m~
-'- -
. .-.._.. -*
,_.....* f. ...

...
''
VfiDE-SE
Jua^uiD J )g Hamos, na ra da Cre n. 8, I*
andar, vende algodao axul americanos verdadeiro
u pregos americano i. i 4.
Agencia m Feraambuco
D> Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Gara a phthysica e todas as molestias do peiu
alsa parriTAa
Cura ulceras e chagas antigs, rmpigens e dar
iros.
Tonteo
Cocsen-a e limpa os cabellos.
PHnlsut calbarilcas.
Puramente vegetoes sem mercurio ; cera se
iSs, purgan e puriflcam todo o systema humano
VeDde-se efectivamente em cssa de Samuel P
Johnsion & C ra da Sauzall* Nova n. 42.
Sao ha mal* eabettus braucos
Tintura japonesa.
So e nica approvada pelas as academias de
ciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
paiccido al boje. Deposito principal ra da
.ladeia do Recite n. 51, 4* andar, em todas as bo
ticas e ca.-a de cabelleireiro.
LOJft E ftfliftZEW


k
K
Ufli
Nempre a ,%ovn Esperanza!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem conheclda pela sua elegancia e
snperioridade do seus object >s, acaba de receber
mtiitos ariigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a vizita-ls, afim de compraren) aquil-
lo qu precisaretn para preparos de vestidos toi-
Inte ou tocadorfs, e mesmo qualimcr objecto para
faier Igum pre7.ente...fpois qii9 sj na Nova Espe-
ranza ficaro sali-feitos,'j pola qoalidade e pre-
sos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
ca ufana-fe em nao se impacientar em dar a es-
colher os objeclos, presiando-se com o agrado
cara que costura receber a todos, afim de que
saibatn com n firme proposito de voltarem ou
mandarem a mesma loja, logo que precisen] de
qualijuer artigo por pequeo queseja.
LUYAS DE PELLICA.
Rebeben-as do Lifboa a Nova Esperanza para
homens, senfcora e meninos, sendo brancas e de-
cores.
NOV1DADE.
Bico de quipure preto com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I 11
Caixas para joias.
Nova Esperauca recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu ;;.. de rauilas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
Nova E?pi-ranca tem leite de rosas brancas.
Para ingir cabullas.
Tem a Nova Esperanga a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperance ra Duque do Caxia3 n. 63,
vende verd.i3nra albina branca de Lais.
Perfumaras
A? melhores, e do mais conheeido fabricante,
tanto francez como ingler, eslo expostas venda
na ra Duque de Caxias u. 63, ua Nova Espe-
ranza.
Extractos, panha, oleo, sabonetas, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
iudq de superior qualidade : vende-se na Nova
E-peranca ra Duque de Caxias n. 63.
agu a sim !
A Nova Esperance, a ra Duque do Caxias n-
63, receben un lindo sortimento de laa parabor.
dar, viudo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, carate ote. etc. a lia antes que se acabe I
NA BA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIRA Di SILVA & C.
Os proprietarios dtste grande estabeleci asento ieodo om aer ama avultada.por.-cSo de
fazenda, e ten<1ocontinuado a recelar por lodos os vaprete navioi imiMOM.-'porcSo
Jas 1119511135, tem. resollido fjzer urna GRANDE LrQUIDAGO, afim de deminiiir o grao-
de deposito e ap -rar DINHEIRO. De todas, as fazeadaa que se vende baratissimo se dio
as amostras, finando penhor owe mandam levar en cisa dasEooas. familias, assim coao
as pe soas que negociam em menor escala, n'esteesta'.a'eeimeatasepedarSo sonir/ein
pequeas percoes pelos mesmes pre?s que ompram as casas exportadoras.
A' AGIM BRANCA
RA DUQUE BE CAffiS N. 50
(Outr'ora ftueimado n. 6.)
o
Vende, Jos Das Soares (em Macan)! superior
superior sal em pedra, o alquerre a 400 rs, para
barcac^, e 440 res para navios, posto a bordo,
embarcando-ge quaUmer encommenda por maior
que seja com toda a presteza possivel. Pode tra-
tar se travessa da Madre de Dms n. 1, i an-
dar, com Antonio Peretai da Miranda.
Fazendas baratas i
N. 25 J
RA DO CRESPO
Loja de
Manoel Das Xavier.
ALPACAS trancadas de cores, lindos
padrCes, a imilaejio de merino, a 30 rs.
o c ivado.
CAMBRAIAS victorias muito finas com
0 j irdas a 4/, e com 20 jardas a 8*000
a pega.
COLCHAS ^damascadas brancas e de
cores, muito grandes, a 3*000, 1*1500,
5* e 6*000 I...
CHALES de merino pretos e de todas
as cores, iuo, i 2*ii.u, c estampados a
43000.
LENCOS de esguiao mnito finos a o*,
e de cambraia finos a 2*600 a duzia.
CAilBItAIAS bardadas brancas e de
core* ou de salpico branco a 360 rs. o
covado.
CUITAS de todas as qualidades, muito
bons panos, a 160 rs. o covado.
MADAPOLO born e muito fino a
1*500, 3*. 3*E00, 45, 4*3C0, 5*, 5*500
e 6 a pe?i.
ALGODAOZINHO de muito boa qnali-
dade a 3*, 3*500, 4*f00, 5* e 5*500, e
J superior a 6* a peca.
Dao-se amostras com penhor, na ra
do Crepo n. 25.
r
Jornaes da Europa.
Assignaturas para todos os jornaes da Europa
Pontualidado e garanta no servico.
____________L1VRAR1A FRAXCEZA.____________
Tabellas Vormifugas
Este medicamento o nico que pelo sen boro
aroma e gosto agradavel se torna o mais propnc
para a expulsao das lombrigas. E' tacil de tomar
porque o sen gesto igual ao do chocolate, e de
prompto efleito.
DEPOSITO
Pharmacia americena de Ferrelra Maia & C, ra
Duqua de Caxias n. 57.
Jabonete 'ie alcatrao.
Este novo preparado appllcailo com grande
aproveitaraento contra as mrlestia* de pelle chro-
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras ou
pannos que vem ao rosto e peito, borbulhas, sar-
na, lepra e eomlcbdes, mesmo aquellas qne em
certas partes delicadas do corpo tanto mortifican!,
finalmente o nso continuado deste sabooete con-
tnbue para tornar a pelle assj mimosa. E' igual-
mente eficaz para amaciar a pelle do rosto ou
outras partes do corpo, que por motivo de erysi-
pellas Ocam speras e escamosas. Preco de cada
sabonete 640 rs., em dunia se far abatimento.
nico deposito em Pernambuco, pharmaca ame-
ricana de Ferreira Maia & C, ra Duque de Caxias
n, :i7, amiga do Queitaado._____________________
ATTENCAO
Vende-se Da vUla da Escala duas mora Jas de
casa, sn^ nmafle pedra e cal coa commodida-
de para grande familia, e ontra de taipa propria
para um born estabelecimenlo, sitas na roa (.do
Commereioda mesma villa : quen pretender'di-
rija-se a ruado Apollo n. 49, 1* andar, escriptorio
de Afrtio Morara. Temporal.
Veoe-se urna carro,a com cavallo e arreios
todo novo e bom : tratar na ra Imperial n.
318, padaria.
PARA LUCTO
0 Pav5o tem um grande sortimento de
fazendas pretts para celo, como seja: 18a-
siohas finas para vestidos 400 e 140 rs.,
meri.i muito Uve para vestidos e roupas
para uomens S| e 2200, alpacas cem
lavores brancos, cassas pretas lisas e cem
brarcos, bombazinas pre'as, cantos, e on-
tras militas iizendas todas proprias para
lulo, que se vende mais bmto qu em
oulra qualqoer parte.
1.HITAS DE CORES
O Pav3o tem reoebo grandes sortimen-
tos de chitas finas, tanto claras como esca-
ras, lendo lambem grande sortimento dis
mais delicadas percalles miudinbas proprias
para vestidos erouptas de criaoca*, e ven-
de-se por menos do que em ontra qnalquer
p^rle, na ra da Imperatrizn. fiO.
LENCOS BRACOS A DUZIA 3^00
O Pa\o vende fini simos lencos brancos
j embanhadts, em duzia pelo barato preco
de 30000, o outras militas qnalidades, tent
de eSjjuiaj como de cam^raia de linjio, e
cLinezes.
Teilhas do Porto a 105000 a dnri
O Pavao vende su eriores toalbas para
rosto, sendo de linho do Porto 10/JOOO,
ditas de foco fazonda moilo boa 12^000
n duzia, ditas coabhoadas a 75600 dnzia
ao C40 rs. cada toalha.
COLCHAS A 350CO
O Pavo vende colchas brancas de f jsto
sendo bistante grandes pelo barato preco
de 350C0, ditas de cores muito floss ...
74000, ditas muito graudes brancas de fus-
il j e mu'to encorpndas 65000, ditas de
croxet, proprias paracamade roiva 155-
ORGANDY BRANCO
O Pavao receben os mais finse delicados
organdjs brancos para ve-tido, sendo todos
com lavore? miudinhos, e vende se pelo
barato preco de 8C0 e 15001 rs. a vara,
fazeoda que vala muito mais ndinheiro.
GUABDA BANHA
O Pavo vende urna grande porclo de
pann s de crocbet proprios para encoslo de
cadeiras, tanto de brar,o como de guarnigao,
ditas para encost de sof, ditas para cobrir
pian's, assim como ditos redondos para co
brir diflerentes movis ou outro qaaesqner
objecto?, e pode-se vender por menos do
que em outra qnalquer parle, attendendo
grande compra que e fez.
CHALES DE MERINO' A 25501)
O Pavao vende chales de merino muito
grandes e encorvados 2&500. ditos
imiUo de chineze? 25500, d.tos pretos
de renda com 4 pootas 25000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavao vende os maiores e melhores
chales de me no pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalqner tarte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortimento das
me'-hores camisas inglezas e francezas com
peitos da linho-para todos oj precos e qua-
li :ades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os preces e tamanhos,
endo tambem para crianzas, e no mesmo
estsbe'ecimente tambem se vende aroulas
de linho e algodao, teodo para lodos os
pre;os, assim como meias croas inglezas
para homens e meninos, que ludo se veode
por prefo muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pav5o tem c sortimetito dus melhores cortinados Dorda-
dos para camas e ja celias, que vende-se de
85U00 al ao mais rico que oostuma a vir
n'este genero, assim cernoboBitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
reates, proprias para o mesmo fi n, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-Fe no Bazar 60 Pavo.
LASINHAS BARATAS
0 Paio tem om gande soi tinento das
mais bonitas lasinhas para vest los, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
orincip ando de 200 rs. para cima; porm
tas grande a quantidade qne seria enfa-
donba epecificar qoalidade por qaalidade,
s a vista do freguez e das amostras se lbe
vendero por presos to cmodos que
engue i) deixar de fazer um vestido de
la por to r.ouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O Pavo vende as mau lindas alpacas de
cord3o para vestidos e roupas de criangas
pelo.barato prego de 640 rs. o covado,
ditas lioissiuias cornos mais lindos lavoree
imitago de agracianas 81 0 rs. o covado,
bonitos glacs com delicadas cores e las
trosas como se la 151 00 o covado, e ou-
tras militas fazendas de goslo e luso para
vestido, na ra da Itnpera'riz n. Co.
POPELINAS
O Pavo re :ebeo as mais delicadas e me-
lhores ponpelin3s de seda para vestidos,
com os mais modernos lovores, e outaas li-
zas com as cores mais novas que tem vin lo,
e vende-sa 25000 cada c vado, assim
como del cadas sedas de listinhas, tanto
para vest los de sen oras como-de meninas,
q vende-se 25000 cada covado.
SETINS DE COR
0 Pavo tem constantemente um bonito
soriiment 1 d) eoliose grosdenaplos de to-
das as cores, qne vende-se em canta.
ROUPAS PARA HOMENS
O Pavo tem constante nenie un grande
sortimento de roupa, tanto de panno como
de bros branco e decores, da case-
miras, para todos os precos e qualidades;
e tambem se manda (azer qoalqner pega da
obra om tjdo aceio e promptidlo, para o
qne se tem om perito
ALFAIATE
que se encarreg de executar qua'qucr en-
commenda d ua arte ventada, do fre-
iguez. e o proorietario d'esie graode esta-
belecmen'o e promelte servir nema,todos
os freguP7e qu ihe bonrarem a sna casa.
LGODAOSINHO A W500 A PECA
O Pavo vende pegas d'aigodaosioo de
muito boa qualidale, tend)20 janha cada
pfga, pelo barato prego de 35500 diiq mili-
to largo e encorpado 65000, dito o me-
Ihor qne tem vi-do ao mercado, muito en-
corpado e largo para lene/es, pelo barato
prego de 63500, c grande pecbideha.
MADAPOLN A 4000 E. OSOO
O Pavo vende pecas de madapo o cono
24 jardas, sendo uzeada mnito.superior
pelo barato prego de 45500, di'as com as
raes -as jardas a 45000, ditas finisstmas a
55300,65000. 75500 e 85DOO. pechincba.
MADAPOLO FRANCEZ A 105
O Pavo vende (ocas de floissimomada-
polo verdadeiramete franaz, ;teftdo 22
mstros ou 20 varas, pelo bfatisein,prego
de 1050C0 pega, ssndo fazeoda que sem-
pre se vendeu 145000, e liqoi'ia-se por
este barato prego por estar *lg ,ma cousa
encbavlhada na pona de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 15 15280
O Pavo veode verdadeiro algodiosinho
americano, teodo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para leocoes a
75OOO a vara, dito da mesma a-gura sen-
do trangado e muito encorpado i50.
Bit AMANTES PARA LENQOES A 2*iOO 28003
O Pavo vende o verdadeiro bramante de
linbo tendo 10 palmos de largara, que ape.
as precisa para umkngol urna ara erjna
quarta, pelo barato prego de 25400 a vara.
dito melhor de 258 O e 350CO, tendo at
do melhor qne vem ao mercado 35500
e 45000, assim como crotones furtos para
lem;o?,s, sendo urna encorpada hienda fcan-
ceza com 10 p Irnos de largura 20C rs.
o metro, e bramante d'algodao com a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 15500 E 6*009
O PdVo vende graade pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada ama
4 pannos, e vende pelo bara/o prego de,..
45500 e 65000, sendo faseqda *a-*npre
venden-se por 85 e 10500v
Fazendas para saias a 15200, 15280 r 1550o
O Pa "o vende superior fazenda bordada
a^com pregas proprias para saias, i 15200,
15280^ 155(0 a vara, sendo preciso para
urna saia apeoas 3 varas ou 3 l|2.
Aos 3000 corles de camliraia a 25300
O Pavo vende urna grande porga o de
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo baraio prego de 25500, cada corte,
fazenda que vale muito tmis.
Aos 2000 cortes e cimbrabas bordadas a S500C
O Pavo vende ama g-ande quantidade
de cortes de cambraias broncas bordadas
para vestidos, sendo com os desenos mais
lindos e mais vistosos que tena viado ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e com muita fazenia para um ves
tido, e liquida-se pelo baratissimo prego de
55000, sendo fazenda de mu'to maior va-
lor, grande pechincba.
CAMBRAIAS
O Pavo vende grande quantidade de pe-
gas de cambrahs brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 35 a pega at mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
0 Pavo vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixas. pelo barato prego
de 160, o covado, grande pechincba.
LAASINHAA 160 R5. O COVADO
O Pavo vende bonitas lasinhas transpa-
rentes pelo birato preco de 1,0 rs. o cova-
do, pachincha na ra da Imoeralriz 0. 60
CORTES DE CASSA 24300
O Pavo vende bonitos cortes de cassa'
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato prego de 25500 1 corte, ditos muito
lindas 35000, pechincba.
CASSASFRANCEZ AS A 200 RS. 0 COVADO
O Pavo vende* bonitas ctssas de cores
para vestidos, pelo barato prego de 200 rs.
o covado ditas finissimas com os desenhos
mois modernos qae'tem v.ndo ao mercado,
pelo barato prego de 500 rs.
CRETONES
O Pa-ao vende finissimos crotones esca-
ros matizados, proprios para vBStidos
chambres, pelo barato prego de 64J) rs. o
covado, ditos de fl roes, proprios pira co-
berta, sendo fazenda muir) encorpada pelo
barato prego de 81 0 rs. o covado.
{Basquinas ou casaqu'nljos a 205 j 255
0 rVvSo vende basquinas ou cisaqtiinhos
de seda prttos ricamente enfeitados, pelo
baratsimo pn g > de 205 e 255O0O, sendo
muito moderaos, assim cono ditos de cro-
chet e rendas pretas que se vendem muito
em coma. Da ra da Imperatriz n. 60.
Cuitas entrancidas para cuberas a 360 rs. o catado
O Pavo venie chitas encangadas com
delicados desenhos para cobertas ou orli-
nasde efires fixas, sendo fazenda muito en-
corpada peto barato pngide 360 o cooadO.
ESPARTILHOS A 45500
O PavO vende os mais modernos e me
lhores espartilhos, tendo de todos os ta-
manhos, pelo barato prego de 45500
CASEMIRAS
O Pavo veide um elegante sortimento
de deheadas casemiras ingiezis, sendo to-
das de lia e muio levesinhas, troto pro-
prias para bomens como para criangas, e
ditas mais encorpada, teolo de orna e de
dos* larguras, qae se veode o mais barato
possivel, na ra da Imperatriz 0. 60.
MACHINAS
m\ COSTURA
Coegaram ao Razar Universal da ru N >-
va n. 22, om sortimento de machinas pa-
ra costera, das melhores qualidades que
existe na America, das quaes muitas j sao
bem coBhecidas pelos seus autores, como
,sejam Weller.dt Wtlsoo, Grover & Roka,
silenciosas, Weed e Imperiaes e outras
muitas qae coaa a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas teem a vantagem de fa-
zer o trabalho pe trila costureras pd- m
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feigo, con as ma:s perfeitas costveiras.
Garante-so a sua boa qualidade e ensina se
a trabalher com perfeigo em menos de 1
hora, e os precos sao to resumidos que
d-ivem agradar aos pretendentes.________
bijecio amercina.
Bspeelalldade dos pharmaecutl-
cos Ferreira lala it C.
E?ta ojeccao compi?ta especialmente para a
cora das pnrgacSes antigs ou modernas, foi com
feliz resultado enriada pelos mais habis e reco-
nhecidos medico, e por elle conlrmado ser esta
injeegao a anica que radicalmente cora em menos
tempo qualquer agnrrrha ou purga;o nntigu 1
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
B' tambem til as leucorreas ou flores brancas,
quer seiam anfgas ou modernas.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numero 57.__________________
Em cisa de THKDORO CHKISTIAN
SEN, raa da Cruz- n. 18, encontram-se
effectivameote todas as qualidades de vinho
Bordeaux, Boorgogae e do Rheno.
LENCOS BRANCOS PARA ALG1RERA
A Aguia Branca na raa Duque de Ca-
xias n. 50, est vendendo baratamente len-
cos brancos e de tamanbo regalar para al-
gibeira. Os diferentes pregos de 25,
25400, 25800, 352OO e 45000 a duzia,
ao os que de mais barato se pode encon-
trar em to boa fazenda. Tambem bt ou-
tros com barras de cores fixas, o fazenda
nova mais fina a 45 a duzia.
TOALHAS E FRON1IAS
de labyrialho com bonitos desenhos, e per-
fe i ta imitago do tecido no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pegas de 12 tiras, e proprios para cor-
pinbos, .etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de la de cores para criangas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para eneites de bandejas, ba-
ldes, eto., etc.
TORgAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas ou stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas rom 94 vtas, bellas e agra-
daveis, dao um peffeito intretenimento para reu-
niOes de familias.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos aderegos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pingentes.
Correles pretas de .borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
pescogo.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Polseiras pretas.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
LIVRINHOS COM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em ponto maior para os meamos fins.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enfeites de vestidos de la.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis cheiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas inglezas, e opiata para
dentes. Tambem receben -variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendendo
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticos a
15. ditas com 3 ditos transparentes a 15.
15500 e 25000. '
Sabonetes areentos a 500 rs., ditos di
alcatrao a 80o e 15000 rs. cada nm.
Pasta de amendoa para lavar e amaciar
as mos e o rosto a 15 o (rasco.
E assim muilos ootros objectos de per-
fumaria.
Alfinetes pretos com pingentes e sem
elles.
Guarnicoes de botoes pretos para pnnhos.
abertura e collarinbos.
Ponnas de aro hico d lanfa
Caixas com urna grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Cbegou nova remessa fie papel mata
mosca e continua a ser vendido na loja da
Agnia Branca.
c



r
%.
&\
*
%
**

o
nico legalmente aatorisado e approvado
pelo conselho de sade.
ITNICO OEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 34Raa larga do Rosario34.
Linguiqas das llhas em latas
O melhor que tem viudo a este mercado : ven-
den) Joo do Reg Lima & Filho : raa do Apol-
lo o. 4.
A 635000 o par.
Vende-se borzeguins francezes, obra pontiada e
boa qualidade, venham a elles, antes que se aca-
be : na bem conhecida oja de mtudezas da ra da
Cadeia n.50 A confronte a ra da .Va ir de Dos.
S na loja do barateiro, ra do Crespo
n. 1, junto ao argo de Santo Antonio.
Algodao anuricano com um pequeo
I tcque de avaria a 31 a peca.
Madapolio fino, idem aoja peca.
I Chitas finas, fazenda boa a 240 e 260 i
5 rs o covado.
I dem idem idem a 280 rs. o covado.
I S o barateiro, ra do Crespo n. 1. i
* Brins pardos trancados a 340 res o co.- !
I vado. l
Ditos de cores trancados superiores a
* 700 t. a vara.
Cambraias de cores fixas a 260 rs. 0;
covado. -
Chitas finas, padrSes modernos a 360
I e 40.) rs. o covado.
Pe^as de Cambraia transparente e ta-
I pada, com 10 jardss a 4*;
dem ganga para coberta a 380 rs. o
I covado.
Cambraia suissa transparente, fazenda
I fina com 10 jardas a 2J800 a pega.
I Pecas de madapolo francez, fazenda
! fina com 20 varas, a 7J500, U e 9*.
Peeas de brilhantina branca com 18
I cavados a Si'.
Cambraia para cortinado com 20 varas
pelo barato prego de 8S a pega.
S na loja do Barateiro I
Toalhas de linho,
s
fazenda fina a 7S a
duzia.
Lencos de cambraia de linho, fazenda
5 fioa, ja abanhados a Ti a duzia.
Ditos de exguio de linbo a 41300 e 54
Mi duzia.
H E um variado sortimento de fazendas
I de todas as qualidades, que vendem por
muito limitados precos.
S na loja do Barateiro, ra do Crespo
I n 1 iunlo ao arco de Sanio Atonio.
OWiPMBPIBI5IO
Xirope petoral de James.
nico legalmente habilitado pelo conselho da
saude, ensilado 0 aprovado nos hospitaes: nico
deposjto m. pharmacia americana de Ferreira,
Maia A C, roa Duque de Caxias n. 57, (anliga
do Qaitaado.
8
a m^ttior cerveja aacioual do
sobretudo da Parnamboco.
N. B.Em visa 4* metbura, do cambio, a cer
veja ten soQUo abatimento no prego desde o 1.a
do crrante,



r
i*
\
GRANDES PECHINCHAS
15 RA DA IJ9IPERATIIIZ, 15
320 rs.
o covado de bonitas e finas alpacas de todas as cores para vestido, e. moitas ootras
fazendas finas e grossas, miodezas, calcado, chapeos, perfumaras, quinquilharias,
crystaes, vidros, porcelanas, lougas, loras de pelica, preta, de cores e brancas para
homem e senhora oleados para forro de carro, variedades o algn novis que ven-
demos tudo por presos muito resumidos, por serem nossas compras feitas dinheiro,
tirando nos smente o lucro de 10 por cento do descont que temos as casas im-
portadoras.
15 RA DA IMPERATRIZ. 15
ULYSSES & IRMA
f
PARA LIQUIDAR

AHE2T.:3.1TCS
10000 CADA UM
com cabos de faia, sendo os macnados de a$o muito bom, proprios para carpinas
ou engenhos : vende-se ra Nova n. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha : raa Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos $
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 r*. a. libra: 1 ra Nova, armazem
n. 11.
Taxas americanas
cabera redonda de 5/8 de comprimenlo, proprias para tamaoqueiros, ou outro qualqoer
mister, com toque de ferrugem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 9 a caia com ISO
macos: ra Nova, armazem n. 11.
*" VELOCIPEDES t
com duas rodas, proprios para bomem, a 20/1 cada om. n, degraa, mandndoos vir
castam 1500 cada om: vende-se ama No\a, armazem o. 11.
Grampos de pao para segurar rupa
sendo de madeira, proprios para prender a roupa que se bota a ccar J curdas, *
240 rs. i doiia ou W a caixa com 36 duzias. E' dar, nao vender: a raa Nova
IMHV EVtiKVOO ;
om recebedor e conductor de bageo da moenda, levando por at o bagaco na cjuttaacia
que se qniser, economisando o trabalbo de duas paasoas. E' Ulvez o nico qjm exista
Q68U provincia: vende-se muito barato ruiJP* a


Diario d i^fcambteo' Qtfttta eira 11 fe Mato d IWtl.


) f

-r
'
Tem i tanda en seus a:
fe tlrn
ORAOTB'* ferr pan cere.
SinAo d Indis para cuitlHnr sal.
CANOS de barro rancei para gafete.
SO sqoeriQr m porcdei e a contento.
VEWINW de toda* as (nulidades.
-ACfflNAS Se d*rot* algodao.
^AS e ftriBi^es o* Roatia.
araorioanoa par?, forro de carrss.
amaneraos maitc bons e econmico.
de Bordeaox.
COGNAC superior de Gaatier Ereres.
FABELLfl eon uceo* frandei a 3*306.
LBorid
AGUA
legtima.
OLINDA
Vende-se na ra de S. Rento nm terreno
com 38 palmos de frente e cento e tantos de (on-
da : quera pretender dirija se travessa dos 3ua-
'rvapes n. 3. _________
GRAxIUE
BA DO CBESPO N. JO
De 1,800 cortes de casimira
Cortea de casimira de cor fazenda superior lisos
* de o*fHa 44000 e 5*000 o corle, casimira
preu sooernr pelo baratissimo preco de 1*500 o
eovad
BELOGIO
te ouro e prala
dos fabricantes oais acreditados da Europa, o
meihor qne se |de. Oe-ejar oeste peero, para
Bomens eenteras, Vender por prrrm at boje
desconhecio ni loja de jotasEsmeraldara
do Cabug d. 3 ;
Mp| a Uarte & C.
Pavilhao da Aurora.
Ra da Irwperatriz n. 2
O dono deste grande e acreditado ettabeleci-
menm de fazenda* -finas de todas as qoalidades,
avisa a seus numerosos fregueses que acaba de
receber nm g andetortiroento de vestidos de cam-
nraias blancas bordadas finas para senhora, os
quaes vende milito barato, assim como entras
muius fszndja4i tnuito bera fosto, as quaes
fet grande re* I*" de presos para menos, alim
d vender matswrato de qu era outra qualquer
marte. &
RUI ESTREIT D UBttfftt 1 r^|
A BOJI TOM
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento e miodezas sdrjeriores, artigo de lujo e da moda para bomens e e*
nnoras; esplendido sortimenfode perfumaras dos mais aflamados fabricantes de;Paris e Londres, como sejam Piver, Lubin, Con-
aray, Regand, PiHaod, Cbonneaux, Monpelas, societ btgienique, Gosnel, ^immil e Piesse Lubin, etc. etc.
Novdades do Museu
HMflKH
ESTA VENDENDO 0 RESTO DE SUAS ENANCHAS
HA ROA DA IMPERATR1Z H 72
Fundad da Aurora.
C Starr O* liquidado vendem por preces
mais baratos *o qne era uutra qualquer parte,
Uixu da ferro batido e coedo, aiambiqaes, moeo-
das e aoeias moeadas, rodaa e rodelas, e rodas
d'agua par* enfermo, crivos e" boceas de torna toa,
ftindastes-e boias tijoto de fogo (fire b. iek), ey-
tiodros para padara tanto inglezes como america-
nos, arados todos de ferro, etc., ele.
Capas e perneiras de borracha, fazenda
superior por preco baratissimo, tapetes ave
ludados muito lindos para sof e portas,
panos de crochet para sof e cadeiras, gran-
de sortimento de jarros finos de 100 a____
250000 o par.
MUITO BARATO.
Camisas inglezas com peito de linho muito
finas a 520 e 550000 a dnzia, ditas bor-
dadas fazenda de apurado gesto a 110*51 a
duzia, as mais finas camisas imitando as di
linho por 330000 a duzh, ceroulas de li-
nho a 34,0000 a duzia, ditas superiores in
glezas a 440OQ0.
As mSis de familias.
Encontrarse- no Museo Elegante um com-
pleto sortimento de roupinbas para recem-
nascido, corpinbos de foslSo e de tambraia
bordada a 800 e 10000, vestido paracrian-
ca a 20, 30 e 40000, collarinhos bordados
com bico para senhoras a 320,500, rs. col-
leirinhos e puobos para seohoras a 640,
800 rs. o par, collerinhos e puobos frisados
e bordados a 10GOO e 10500 o par.faxenda
que setnpre se venden a 30 e 40000,
muito ricas e modernas gollenhas para se-
nhoras, as mais modernas grvalas de fil
bordado a 10000 e 2O00 cada urna.
Lafcyriiitho.
Moran Elegante vende toalhas grandes
todas de laryrintho, fazenda qne semprc
vndense a 140 e 150000, por 80500
froohas de labyrintlio a 640 rs. as pequeas,
s maiores a 10OO, bicos rendas todo por
preco baralinbo.
Museu Elegante
acud-ae prvido de nm lindissirao sortimen-
to de Dabadiohos e enlremeios tapados e
transparentes, e de ric,os e modernos espar-
tihos d45 a 120 cada um.
Musen Elegante
recebe por todos os vapores hiva t pelli-
ca da primeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm.M familias oeste ittpor-
tante estabelecimento nm grande sortimtnto
da artigos para casamento, como sejam ri-
cas grinaldas, finisstmas meia brancas de
seda, ligas, luvas brancas, leqoes finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
trancas, galfies, bolees, bicos de Wond, fi%
tas de grosdenapJ|8 e de seiim de n. 1 a
80, ditas de velloffou bicos de crochet bran-
co e preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
leias para vestidos, cambraia franceza preta
e branca para forre.
Cntilara do Museu
Elegante
Navalhas mnito finas, cabo de Jartarnga,
marflm e bfalo, do aflamado fabricinte
Rodger, caivetes superfinos eom cabo de
madreperola, tartaruga, tcarBm, tesouras
finas para wthas, costura e cabello, talberes
para mesa e para doce, de diversos preces
e qaalidades, ditos muito finos com cali de
marfiro, superiores garios de metal branco,
grande sortimento de colberes para cha,
e sopa 4e metal mnito fino, trinchantes com
cabo ds marfim por barato preco.
A SABI
LAA91NHA A 160 RS; O COVADO
No Musen Elegante
eoconlraro as pessoas faltas de vista uro
completo soriimento de oculos de aro de
tartaruga, bfalo e ac, e tambem pencinez
detarUrga, bfalo, ac
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a muito acraditada tintura ingleza
(a qual mostra o seu bom effeito pouco de-
pois de applicda) e o sublime liquido repa-,
rador da cor dos_ cabellos (coiorigenio Ri-
gaud) que em menos de oito dias d aos ca-
bellos a sua cor e brilba primitivo, e depois
deste lempo so bastar usar de oito em oito
dias para conservar o matiz adoptado.
Expositjao de lenpos
MUSEU ELEGANTE
vende lentos braocos finos a-10700, 20700
e j abaobados a 30500 a dnz finos de esguio iamb-nm abanhados a 60500,
70. H e 120 a duzia.
ESTO-SB ACABANDO.
Redcgdo depre$os para acabar
Asmantinhas Olindenses de 10500 a 10
cada urna, toalhas gara maos e para
ps a M500a duzia, neos estojos paravia-
gem com todos os accessorios por barato
preco.
FLORES E ENFE1TESPARA CABECA.
O Masen Elegante recebeu ricas erinal-
das de cores, e ilndos enfeites e chapeos de
velludo para as Exms. senhoras, assim
como fitas lisas e escossezas muito largas
para cinto.
Vtnde-e!a?sint'as'[nra vestidos de sen-
horas e aseiaif, re'.o barato pieco de 160,
200 e 400 ts. o colado.
CH>TAS LARGAS A 2(0 RS. O. COVADO
Vende-se chitas f aneis para vestido de
casa, 200, 240, 280, 3i0 e 350 is. acj-
vado.
CAS9ASFRANC1 ZAS A 240RS O COVADO
Vende-se rassa* francezas para vellidos
24*0, 280, 400 b 440 rs o colado.
ALPACAS DE COES A EOOUS. 0 COVADO
Vende-e alpacas dectres para vc-sdo
o covalf.-
!a 35SOO,50,65e70.
CORTES DE CA&EMiRA PRETA A 30500
Vende-se certei de caseraisa rrtta pzra
ca'.ca 305 O. 40 e 50 para ljquidar-se. .
, CORTES B CAMBRAIA A 20500
Vndese coitos de camtralade cores
20500 pn liquidarse
Veiide-se 2 r.p>troe i .andiero para
gaz, na rna da Imperar iz n. 72
GRANDE LIQUIDADO
DE EOUPA FE1TA
Vende-so palitotsce panno [reto tlM6>
a 60, 80 e 100, di'o cetca?emira de cores



enstn Jf'SSLSlK **** perfumarias do acreditado fabricante iegtez J. A E. Atkinson, e
gosto, que os arttgos vendidas nesta casa s8o por precos rasoaves e de primeira qualidade.
previne aos amantes do bom
N.
NO MUSEU ELEGANTE
1Ra Estreita do Rosario N.
1.
DE
-
FERREIR1, M1RTIW

de enhnras o-.0e 640 r, o covao.- .; ~j ItT-Hs"*U*Tmt i "Ul e iS
DRlHMiNA BRAN :a a COO US. O COVADO e 60, dil.s de al.a .a preta a .* eji#,
Veiitie-bbbhlbantina biauca 500 rs. oiw> de bnm de cores a 105 (, W e
f ovaoo 20510, ditos e a ta casemira 20 e .t0,
A 300 Rr. 0 COVADO-'^i'8 fraques decaseiniras de arfe 80 e
ves idos 100, a,lotes de brm de c es 40 e
[ 1.5500, ditos de caseuira de cores 25C00
FUSTAO DE CORES
Ver-de si fu:lao de cotes
360 ;s. o civ.dr
para
ALPACAS PhETAS A 5 >0 RS. i
25.0 e 350t>, ditos pretos de ramo, o
Vede-Ve"ipa'pr*eTas "500,640 e 800 j de emira preu. 305CO e 40. ditos de
de ILUs asstti:aias boa, para ment para Icto e bombazma, 30 e V,
cs!ea3 de ca-.eteira decore?, a 40 ca,
LGOAO DE I I>TA A 160 RS. O COVADO, 60500 e 80, dito de ditas pnta. parai 60,
' uaM'i'd.NA \% 0 RS 'METRO i ditas pira Icio de alpaca de corda-, e p: in-
SSm bri,n topa psrdo ,,a.a calcas dejeesa Ut Ufg. aitaSazos para escra-
qnem BlbM or ser muilo forte, 500 ^ a 510 rs;, ditas de algodao de I sU
30 rs. o cov;.do. ^0 rs, cantsas de riscado para ? ir vito
re.
o i! -.< on
CHALES DECASSA A 50 RS.
Vende-se chales de cassa briMt 500 r.
r.adi um.
COBERTORES DE AL ODAO A 104^0
Vende-se cobertores de algodSO 10400
para acabar.
CHALES DE MERINO' ESTAMPADOS-A 20
Vende-se chatos de merino estampados Mi W.
i 20000 e ?0>OO para liqutdar-se
CNRTES DE GANGA ESCURAS A 800 RS.
ganga para cales de
da
campo 800 is. c !0< O, para HqudlfS-,
outras muitas roupas feius q sem nserva deprre entre e-sas roupasfei-
tas, tem algumas dVfett-s, o que e
vende maU barato do que et annuciado.
GOLLIMIAS PARA ACABAR
Verde- e goilirih^s par: senbcrjs e. me-
,
DO
CYSNE
M RA M HKUTMZ \

GRANDE
DE
DE
MGtlEIREDO & LOPES.
Esta nova lo)a acha-se completamente sortida de fa^endas de gosto de todas a
quaHades, Unte de seda como de 13a, linho e de algodao, e desejando seus proprie-
Urios dar sabida s mesrnas eslo resolvidos a vende-las por precos "lao mdicos e
sconwodados ao interesse de-todos que por certo agradar3o aos pretendentes.
Os proprietarios delta kja convidan), por tanto, s excelientissimas familias,
sos mascates e todos em geral, a visitarem sna supradita nova Toja e se offerecent
a dar as moatris e mandar as fazendas s casas, prometiendo toda a commodidade nos
precos-e sinceiidade no trato.
Grosdenaples i>reto.
Ha nm completo sortimento deste artigo
qne vendemos por precos baratsimos. -
Grosdeaapl de coren
Temos os mais lindos grosdenaples de
cores de superior qoalidade, qne vendemos
por precos baratissimos, por termos feito
orna grande compra.
Poupelinas de cares.
Recebemos sa sortimento completo, Un-
to com flores como m xadrez, e vendemos
por menos que oulroijualqner.
MeHa de-M>ec.
O Cyine receben os rntis hados settas
de cores, Unte macis com d outras qaa-
lidades, qoe vendemos por nenes que ontro
qnalquer.
Alpacas
Ha um benito sortimento, t*nto tarradas
como lisas e por precos commodos.
Lis esMllatni de da.
O Cysne reciben lias con lietras de seda
de todos padres, e preco commodo.
Ditas llas ifc uuaa so cor a IOO
t **-.. ?ad.
Ditas com xadre^padros muito modernos
qne vendemos per 800 rs. o covado, 6
pechincba. "
Jiadafeies.
O Cysne tem o oompleto sortimento
de madapoloes de tofht os precos e quali-
dades.
Teors nma qsaiidadadia madapolo fran-
ez que es necia Ndde, tanto ne preco
como ta qoalidda te. I
easnlaaa neniadas.
Temos camisas bordl*8 do meihor gos-
to, proprias para casamento, que-vendemos
juuito barato.
Camisas fraaeezas e Muleats.
Temos camisas desde o precd mais ba-
rato at ao mais caro, e neste artigo temos
urna qolidade que vendemos'a-8#00, e
para a qual etasssmos a atteeeft dos nossos
fregeeses. .
Caiisas de flanella de c6r.
Piremos gma compra de Oinias de fla-
nella de cor, qK|Hwi barata
Tiras bordadas:
O tipas-lera liras bordadas largas a as*
trsitas, assim oosno, lwmiiifts tordsdoi,.
Upados o traospareotes, qoe vende por me-
nas me aatro ipiawer.
Vende-se cortes de
homem 80 rs., para liquidar-se.
LENCOS BRANCOS A. 00"0
Vende-se lencos brancos 20000 duzia,
para acabar. ^^
BRAMANTE DE LINHO A 2*800 O METRO
Vende se bramaute de linho com 10 pal-
mos de largara propiio para lenc.es
10800 o meiro.
- COBERTAS DE CHITAS A 20500
Vende-se caberlas de chitas 20500 caa
urna. .,__
RESTO DE C0LAR1NH0S
"Vende-se orn resto de cclannbos de papel
00 rs. duzia.
MADAPOLO A 302.0 A PECA
Vende-se pees de madapol5o enf.stado
30200, ditas inglezas e/>m 24 ja-das 50,
55t)0. U, COhTES DE CASEM1KAS DE COREb A Si
Vende-se corles-de ca emiras di cores
50OIH,
ALGODAO DE 20 JARDAS A 3800
GOLINHAS E MANGUITOS PARA LIQUIDAR-SE
A 300 RS.
P^ra liq idar-sa vente-se golinhas de
traepass!', ituito bnni-as EQOrs. cada urna.
NOVIt)ADE
Roga-se a todos o devedtres da missa
Mli a de Guiioxiaaa.de Silva, ueuominado
Jardim dsa Dam s. o favor de vir raldar
8u;a contas ou dfbitr mai; breve pfasivel,
i. queassim nao fizerse seu nome declarado
por exten8j neste Diario, derijam-se
yia da Imperatriz n. 72.
COMVtM LER
Precisa-s-. Miar c m os seguidles Srs a:
npgocio que Ihe diz respeito a feos icteres-
ses, na ruada Im erlro. 72.
Augusto Texeira Manhs Ribeiro.
Balizar Marquts de Ulivrira.
Jof Thotnaz Manoel da Costa Trnv ssos
sebastiSo Antonio de Alhuquerqce.
Adelino da Suva Pinto.
Jlo Isidoro d< Costa Jambozeiro Janior.
Igna io Francisco Gotees.
J j Robertf do Nucimento.
Vende-se pecas_de algoso com 20 jar- Fehoiano da Coaha C. de Albuqnerqiie.. ^
IMPORTANTE LIQUIDAQlO
Casemira.de cores
Temos nm bonito sortimento de casemi-
ras de cores e pretaa, que vendemos muito
barato, assim como nm sortimento de pan-
*os pretos.
Casimira de Yienna.
Ha casimiras de Vienna com xadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarnic3o de
[sala, desde os maiores st os menores, e
es presos sao baratissimos.
Cortinados
para cama e jsnellas.
Temos o meihor sortimento deste artigo,
tanto para cama como para janellaa, os pre-
cos sao por menos que em outra pacte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
que vendemos por barato prego.
Fustes brancos.
Temos lindos fustoes brancos com lietri-
nbas, proprios para roupas de meninos o
mesmo de seaboras.
, Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos eom lislra bor-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
de bom gosto, baratissimo.
Coixas braucas e de cores.
Temos coixas brancas, grandes e peque-
as, e tambem temos de coras de superior
qualidade e barato preco.
. CHALES.
O Cysne tem um bonito sortimento de
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de seda,. e entre estas qualidades ha
ans que vendemos ppr 20500. e que seu
preco foi de 40'. 00.
Espartilhos.
Ha espartilhos de todos os tamanbos e
das melbores qualidades.
Cambraia decores.
Temos cambraias de cores proprias para
roupas de meninos s de senhoy de lindes
padroes e ptima qualidade.
Meias para homens e senhoras
O Cysne tem comp'eto sortimento de
metas, tanto para bomens como para se
nhoras, meninos e meninas.
Fazendas para.loto.
Temos uzeadas parallo, de todas as
qoalidsdss, como sejam : aloses, ssaOe
princesa, merino, cambraias, ISas prelas,
ele: etc.
Cambraias brauf as.
Ha um completo sortimento de orgasdys
com llstra setlnsds ds lindos gostos e oto*
dernes.
PER EIRA, IR RAAOS
R* Priameiro de-maiqo k. l, ocrtr'ora ra do Crespo m. 15.
Ao respeimvel publico m gersl e partioolarnwnte aos sehs maerosos smigos
partlcipam llaaoel Joaqoim Pareira e Manoei *)s d Cosa Pereirt, fundar um riso e somptuoso srmazem de lou?a, porcelana, vidros e cbystses roa
Primeiro de Marco, outr'ora raa do -Crespo n. 48, sob a razio social Pereira
IrmiOB.
A tonga praacs e coabeoimentos de que dispoem os annonoianles neste ramo
de commerci necessidades us popcisco desta provincia e sosa limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qnalquer ontro estabelecimento deste genere.
O respeitavel publico, dignando-se de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o que os arjnunoiantes vea de diater.

BAZ4R DA MODA
De um grande sortimento de perfumaras finas, dos afamados fabricantes de
Paris-E. Coodray-Ed. Pinaud-L. LegrandVioletGell Freres-Mompels-Bleu-
se-HadancourtCottance-e do moito acreditado-G. Rteger de FrancfoiV
Recebido todo direcUmente dos mnsmos perfumistas, e vende-se pelos admt-
raveis precos seguintes:
rosnada floag de u. Coiidray
Ra da Imperatriz n. 61
. ,..^.Moit,>. 0Qtra fazsn.da8 temos qce ,-pd(Jeriaosjnofteiar. mas er se torjai
enra*Kff airVipttavel pubifeC donamos de ofazer. demos garantir age es noiso
PWosfarJo diasreBcas deootrs o^ilquer oass, pois esUmos resplvidos.a veosi palo
cossOjpecsai thabetro.


U616IT0 ^ diffojeotes Umanhos.
rrenSaS ^ ferr0T8ara copiar carta.
UnapaS ^ enw gjvalBisadas para
T W** de ierro para-asfloesr.
Om nwn amsiieanos paravarzea e ladeira.
Machinas VICPf. li)^Ut t9mo,
CAfTifiJn*
wMiiuHW je mao para saceos o aUerroi.
Tenesaanas ^^
stes artigos acbsm-se a venda "RqTotii*q*
casa dos importadores XRWHJlvW decinsaes e outras.
Shaw.Hawkps^C. WMa*
roa ba Csuz h. 4. XUgW ^ fe^.
aUXOITO saiiire, ate. etc.)]
B^^P#P"^L
Cabug
PE
Antonio Francisco te Santos <& C.
Em lindos vasos de porcelana
sortidos duzia .... 2O0COO
Dita milanesa..... 200000
Bita flor de tarangeira. 80000
Dita transparente .... 90600
Dita scbic-8chic. .... 1008.0
Bita de viagem..... 200000
Dita cosmetiques superfinos a
24500, 50000 e. 70500
Dita cold-cream para o rosto
duzia....... 0COO
DE 6. R1EGER.
Ka moella de Boi. MfiOOO
Dita.genuina..... 120 00
Dita pbilocome grandes. 140OCO
Dita dita pequeos. 90000
Dita Doqoeza 240000
Dita cblneza para os bigodes. 60000
Dita cosmetiques duzia 70000,
l'MOOO e..... 1400(0
DE OELPM3
Dita sorfiaa duzia. 90500
Ditadenrso idem. .- lf0OOO
Dita cesmelique fino 70000
DB BLESE-HADAiNGOURT
Dita-da Eiposicao dozis i:C00
Ditaespecial do Bazar da
Moda. ...... 90000
DE COITAItCE
Dita mandarina em latas duzia. 800
DHa menages idem. 10200
Dita universal idem J480U
DE VIOLET
Dtto esld-cream para o rosto
dnzia....... 110000
Oleo* smperlores
DE E. COUDRAY
Oleo superfino Muzia 50800,
40800 a. 20800
Dito E. Coodray duzia 50800 e 9050o
Dito philoeome idem.. 90500
DE G. RIEGER
QIftQ pbilocptte dnzia H0COO
DE COTTANCE
Oleo pbilocome dozia 90000
A atas para tollttee
DE.E. C0W\AY
De colonia superior duzia 50300
UdO^Oi 130(06. 1505O,
DE G. RIEGER
Agua deolrifice duzia .
DE L. LEGRAND
Agua de flores de Orisa duzia
1(0000
200000
180000
Agua dentrifice Elixir idem.
Extractos saperlarcs
E. COUDRAY
Extracto de sndalo duzia 130000
Bonquet dos Alpes .... 300000
Diversos finos dozia 40500 e.. 50500
DE E. RIEGER
Essencia de rosas dozia. 2O0GOO
Triple extraxto '. 140000
dem........ 2!M>
Z04C00. 230, 560500 e
640000
dem.....*
lem.....*
dem sortidos.....
Bouqoet do Reino
DB MOMPELAS
Das bonitas damas dutia .
DE ED. PINALil)
Bouquet-Jardim da Italia duzia
Essencia de violetas idem
JuckeiClub idem ....
DE E. COUDRAY
Cbinezes paraos deotes dozia .
Dentrificioa idem ....
De arroz.em ricos vasos de por-
celaos doorada-doria. .
Em picotes duzi* 40> e. .
DE G. RIEGER
Pos dentrificios superiores duzia
DE MOlPElAS
Linda caixas com pos de arroz
duzia 140 e......
Kabanelrs
DE E. COUDRAY
Violetas do Botqsa dteia .
DE G. RIEGER
Tsansparentes nos dozis 60500,
. >v#aOU e u r .
DB ED PINAUD
Transpareate fim dotj. .
DE VIOLET
9 arrDE.GEl!?Rvr1vEREs'
m forma de rosa.....
DE COTTANCE
Bresiliennes doxia .' .' .
110500
210000
200000
400000
180COO
230060
230GCO
100090
0600
80000
3W500
70000
170000
200000
90000
110500
160000
705OO
30500
WSOO
Este novo, ettbeleetmemo. acaba
a saber;
-dese-
jectos de gosto e miejrsmeote
Poupehrras de seVJs, 0
uQvS* *
Nebresave-Mda de c<)res t preta.
Cortes de cambraia bordajtot
Grande sortimenio' de lhjj| Iptcas -naTS
vestidos. lTI* *"'
CbrtiBados ricamente bordtdos para ca-
''ranai
8i8
d recaer um qoinpleto sorMpiento de ob-
Crocbets para cadeiras s sol.
chas de 15a e seda, para cama.
quintos de gorgnjl) preto.
t^Btlados.

ars senhosas, o
-
Rices enxovaes para,
Chapelinas e c
qoe ba de meihor.
Lencos de linho, cs^HIH
dMhPfr sema.
nte de Jb
ib a ir 00 manir
dem nicamente o orate da ra e
AVISO
Vepde-se por atesdo em duzias e descoUa-se 10 a/0 1 anan.oomsrar e pagar
i vista qnantia sDpeiior 1000010.
os de Sana* Binares & . 5 (hole o Baria TlediM) eavaa da
Manto Aaaaro,
'HO I.
CQVPaEXO
ilbaas no lar-
33
: K SANTA THEBEZA.
sortuaenta^s
do Canil
BSQUINA. DA JKA StSSIWA TIIHUtZA.
'Acbarfe sempre prompto este noto estabelecimento de mslbalos para sertir
efs freguezes com um sortimento completo de geseros asi mais noass, aaa 1
?gradara e por conmo jos precos, tudo quanto pracararein necio n*a
q, abaaj



Diario de Pemambuco Quinta eira 11 de Maio de 1871

VARIEDADE
THESOURO.Descobrio-se ltimamente
aos'sotos da casa da moeda de Paria a
qoantia de 20.Q0O francos em pecas de
20 ceotimos,|:tfOMS foram logo postan em
circulacSo, explicando se por este moilo a
enorme qoantidade das referids moertas
que boje corre de m3o em mo na capita'
da Franca.
As referidas ra.oed.is sao completamente
novas, teem a itTigie de NapoleSo III e as
datas, de 1860 e 1867.
AS MULHERES DE PARS. L-se o
segrale no Gaulez :
Como nos lempos das perseguirles pa-
g5as, comj nos "nefandos das do terror, os
sacerdotes que Acarara era Paris j nSo d-
zem missa senio para amigos cerlos e em
lugares occultos.
E isto suciede hoje em norae da liber-
dade de consnencia!
As vendedoras do mercado do Paris
apresemaram-se incorporadas ao delegado
da raunicipaliila le.
Que pedis, cidadias?
Pedimos a libe.d.ide de oosso pa-
rodio.
Do vosso parocho ? sabis o que
pedis?
Sim, sabemo-lo. e se nao o pon les
em liberdade, faromos alguma cousa que
vos leuabrar srapre as nossas pessoa*.
delegado, em vista de urna tal res-
pos^, accedeu ao pedido.
APONTAMENTOS ESTATISTICOS.As
ultima, cortes coasti imites de He-pan a
comecaram os seus trabalbos em 11 d fe-
vereim de 1809, e fecharara-se a 2 de Ja-
neiro de 1871.. Celebraram 332 sessSes.
Foram alli sanecionadas 124 lea. Hrave
34 interpellacoes que obliverstn resposlas
do goveroo, c 6 ni > respondidas; 577 pr-
guntas respondidas, 82 qoe o n5o foram, e
62 que se c raverterara em inlerpellaces.
O Diario das Sessdes tem 9,580 paginas in
folio, de 2 columnas de 67 linhas cada urna
com 46 a 47 lettras, termo medio. CoflO
os ndices sbem a 9,9^8 paginas reparti-
das em 15 tomos.
Tiramos estes ap(-nlamentos da interes-
sante revista econmica La Hacienda.
PRINCIPE EUGENIO NAPOLEAO. O
joven fllho doimpeador Napolaio acaba Je
ser instituido herdeiro universal do duque
Cirios de Brunswick. O duque quiz na
sua ultima hora deixar o mais solemne tes-
temunho de amizade que dedicava famjlia
Napoieo. A beraoca avultada.
CARTA DE GUIZT.-O aotigo ministro
de Ljz Felippe escreveu ao editor do Ti-
mes urna carta acerca da insurrec5o de Pa-
ris e do governo de Versailles. Nella diz
que o ciflligem mais os erros do que as des-
gracas da Franca, porque para reparar
estas sobejam elementos; que ba seto me-
zas a Franca ficou sem governo e sem exer-
cilo, e Paris salvou ent5o a boora da Fran -
ca. Des;a gloria cabio na vergonha de su-
jeilar-se ao dominio da plebe violenta e
inepta, e ao3 excessos detestaveis e absur-
dos da furia demaggica*
Depois nota que a revoluto de Paris nao
se propaga Onde quueram inaugura-la,
n) pJe sislentar-se ; cabio em dous ou
tres dias o sem grande luta. A assembla
eleita com a mxima liberdade, nao revo I
ucioaaria, e a naci inteira "sympathisa e
identifica-se com elh. S P,ris resiste
ventada nacional, e entrega-se ao arbitrio da
faccio anarohica.
Considera era seguida como, durante o
asedio posto pelos allemes, todas as das
ses estiverara unidas contra o inimigo es-
trangeiro, o como fela a paz, se dividirn
em campos differentes, mostrando-se atre-
w-los e resolutos os gaardas nacionaes que
em frente dos prussianos o nao tinliara sido
nunca, e pe. contrario parecenlo indecisos
o tmidos os amigos, da ordem qua sob a
direceo co governo de 4 de setembro ti-
nbam combatid) valentemente, e que se pe-
avam agora de voltar as armas contra 03
seos camaradas A timidez da gente hon-
rada nao tem desculpa mas explica-se.
Observa tambera qoe os prussianos, dse
osos de paz, te espantam da indolencia e
rresolucao dos cidadios serios de Paris e
de que adeude, tSooueigica e va'ente con-
tra o invasor estrangeiro, succomba s loo-
curas das faeces,, e nao traba forca p^ra
impedir a guerra civil. Seria honroso feito
para os parisienses debellar a insmreico,
mas j excede as forcas delles. A assem-
bla mais prudente e mais justa para cora
os proprkos insurgentes.
Vio que Paris estava em siLuaco muilo
difficil e complicada, accrescenta o Sr.
Guizot, e teve a paciencia de esperar que
a capitai sentisse b-m o peso da tyrannia
qoe a opprime. Notando, porm, a irraso-
lucio de Paris, resolveu a^ora auxiii r os
bona cidados. N3o o fjz c,m rapidez, a
al hesitou, porm a situaglo ca assembla
tambera er triste e difficil.
O primeiro lever da assembla seria por-
veutura atacar Paris ? Nio era a capital, ba
alguraas semanas, o baluarta e a bonra da
Franca ?
A assembla deu a si propria, e ao exer-
C'.to-e nacao o lempo de meditar na-jitua-
eSo dual da Frang, o de se unir pafcre-
sistr anarciia interna qua o peior e o
mais perig^so mal que nos poda caber
quaodo nao est, por diz-h assim, termi
nada a guerra c-Uvogera.
Nio mo demorarei a discutir as provi-
dtncias tomadas, a criticar omissoes ou de-
moras, ou a notar os erros que p >ssa ter
havido da paite do governo de Versailles.
A assembla e o pod?r executivo teem pro-
cedido com iolelhgencia, espirito prudente
e jnstica, e hoje arrastados ul iraa extre-
midad pela* toncaras, crimes e ataqnes
dos insurgentes, res'stem com energa e
est3o resolvidos a acabir com a revolucSo
que opprime Pari?, e com o poder nocivo
dos seus criminosos ebefes.
Um exordio novo e leal est reunido
junto dos representantes da naco e obede-
ce galhardamente s suis o;dcns e dos seus
generaes. J fora a victoriosos os seus
primeiros esforcos.
Quanto tempo durar esta luta ? concle
o Ilustre hornera de estado. Ninguem
pode dize-lo. Mas eu acredito que ser de
curta duracSo, que o resultado est asse-
gurado, e qu ser decisivo.
OS JORNAES DOS VERMELHOS.Da-
mos em seguid i alguns extractos dos jornaes
dos revoltosos de Pa s, como specimen da
linguagem de que usam.
Le Cri du peupki :
Se o exercito dos agentes e cmplices
do Pietri persiste ecn querer entrar na an-
tiga capital da Franca, ver desfazerera se
os seus regimentos como llocos de nev em
rio immenso.
Mr. Thiers calcolou que ihe era pre-
ciso sacriQcar quarenta mil homeos IQua-
renta mil homens, ouvis I humanitarios,
pacificadores, malbres e m3is IQuarenta
mil homens olferecidos era holocausto
razo do estado, quarenta mil homens cuja
morte necessaria, nao honra e salva-
0b da Franca, mas arabico dos politi-
queiros, realisacj de umi intriga e de
urna conspiracSo de parlamento I
Quarenta mil homens! Mr. Thiers sa-
crilica-los ha.
Mas calcnloa mal I N3o sio qiarenta
mil homens que Ihe ser preciso mandar
matar antes de ter obiido essa satisfaco
vaidosa e raiseravel. Sao oitenta ou cem
mil cadveres talvez que Ihe ser precis)
amontoar te perlas de Pars, antes de as
arrombar I
E quando as portas forera mettidis
dentrose a gum dia o foreranada estar
feito ainda. Ser preciso recomecar o com-
bate sangrento, terrivel, encarnicado^ no
ao mem dia en'regar-se-lhas-h3) os captivos
cora autorisaco de- fazerera dalles o que
optaran
posigo que Ihe promettia um brhaote fu-
turo para ir defender na sera patria a cao a
da iesurrcao, chegando a ser um dos seas
E se soltaren^os seas prisioneiroi tara jhefes*. Laiou por longo tempo, geralme
os levarem em-lriuoipho so Hotel dt ViU*,
compromeltemo-nos a n3o os impedir.
< Eis o oosso ult matum. Estamos con-
vencidos que Paris depor as armas no dia
em que Thiers consentir em acceita-l. H.
Rochefort.
Le Ronnel rouge :
t Comparar Julio Favre a Judas Iscario-
tes, calumniar Judas.
c Oqde est o desespero do infame qoe
entregoo aos prussianos paris, os seus for-
tes, a Franca inteira ? E qoera se apressou
a fa-e-lo na sombra, como um ladrSo, am
assassino, com recelo de que a las do da
illumimsse a sua vergonha, emquanto aba-
ta a nossa ?
O seo desespero I... o do lobo ou
do tigre a que falla a pre'ssa. Desde que
Paris o desatascaron, tornou-se bydrophobo,
esqueceu a mascara, e vomitn centra nos
todo o sen veneno. .
Enforcarse!... Elle I ao peteoco de
Tro.bu ou de Bisraark pode ser... mas
para se enforcar na reilidade evoto de
raais para f Prefere que nos o facamos.
t Emquanto espera, faz prosperar o
trila dinbeiros da sna traicSo.
EXEQUIAS DOS GENERAES CLEMEN-
TE THOMAZ E LECOMTE.-A ceremonia
fnebre celebrada na" cathedral de S. Liiz,
em Versailles, reunn na igreja e em volta
do monumento urna mullidSo consideratel.
A missa lnvia sido annuncia la para as
nove horas, e foi dita s dez em ponto.
Desde as oit i horas e meia a praca e as
proximidades estavam oceupadas ndr guar-
das nacionaes, soldados de linha ifffantara
de marrana que frmavam alas. ,Todas as
janell-s stavam tomadas. O desfilar dn-
rou milito tempo e assim se explica a de-
mora cima indicada.
A igreja estava forrada de preta no inte-
rior e mesmo no exterior. A porta princi-
pal via-so enquadrada em crep realcado
com bandeiras t icol res.
A nave e coro, igualmente armados, con-
tavara grande numero de escudos de armas
e ora cordSo de tela preta com franja de
prata que corra a o longo do corpo princi-
pal da cathedral.
No centro, sob ftm docel feito de flam-
"'ulas brancas e pretas, erguia-se nm cata-
falco de cinco andares de cyrios, cercado de
candelabros de ouro e de quatro trophos
de espadas e bandeiras. M.lharea de vellas
espalhavam as capellas o sen scratillar
multiplicado at ao infinito.
Todas as tropas de guare icio em Ver-
sailles se achavam representadas por des-
tacamentos. A guarda nacional, a marrana,
a artlbaria em grande uniforme, a gen lar-
qaal se abysmaria o maior exercito do mui-
do contra ama c:dade de dous milh5es de
almas que se defendo at morte, sabendo
qua o vencedor ser sem comp ixo, e que
convm extermina-lo antes de ser extermi-
nado por elle.
Le Social diz :
Ag ra j se sabe o que Versailles que?.
Versailles quer corabater, metralhar e
assassinar.
Versailles n3o quer conciliar-se. Ver-
sailles quer b ta porque pYeco.
Sabiamo-lo e dssemo-Io.
Le Mol d'Ordre :
S b a rubrica :As propostas de Mr.
raera forma vara tres alas no interior da
igreja e estendiam-se pela prafa.
Mr. Thiers chegou ao bate)* das dez ho-
ras, e comecou logo a miss, sendo cele-
brante o. bispo de Versailles. #
O chefe do poder executivo tomn lugar
na cadeira da frente, do lado squerJo.
Mr. Grevy, presidente da assembla na-
cional, occapava a cideira dolado dr*ilo,
na mesma fila.
Por traz de Mr. Grevy, os deputados to-
raaram lugar em toda a parte direita, com
os vice-presidentes e os queslores frente.
FOLHETIM
O FILHO DO CALCETA
TiersMr. Henri Rochefort publica um
artigo no soo jornal que -comeca por eslas
linhas :
evidente qoe desde a sua installacSo
e/n Versailles Mr. Thiers, para se aturdir,
d se bebida. Um velho, era estado de
embriaguez, s pode com effeito dirigir aos
delegados da Liga dos direitos de Paris a
resposta de qoe tanto se riam bo'ntem nos
boulevards. .
t Dapois termina pelo seguate ultim-
tum :
Pois bem visto que o pastor do reba-
nho dos fugitivo!, que reme a herva de
Versailles, tem de ser edificado a respeito
dos seutimenls da populac3o parisiense
com relscib ao seu bando e a si proprio,
vamos dar-fin as nossa; condc5es do mes-
mo modo que nos apre.-eaton as suas.
* Entregar-nos-ha Viooy, Gillfet, J. Fa-
vre, Pcard e Mac-Mahon, que desfilado
presos dous a lous, at aos Campos Ely-
seos.
Os filhos, as raulheres, os pas e os ir-
raaos dos guardas nacionaes morios pelos
obuses desses prussianos de alm Sna se-
ro enlo convocados para o mesmo sitio, e

l'OB
FIERRE ZACCOXE
primcir% imiiii:
VIH
Jalle de mascara*.
(ContinaacSo do n. 106.)
Juro I tornoa Raymnndo.
nfo poderia desde j
urna
E V. Exc.
revelar me...
historia medonba I disse a
E' a historia do
e a recordacao
dolorosa-
1
E'
baroneza estremecendo.
um pissado criminoso,
delle ainda boje me
mente I...
E essa incumbencia..
E' muito simples.
Diga, minba seohora.
Se eu at minba morte nada houver
conseguido, preciso qoe o senbor depois
procure doos desgracados, dos qnaes o
mais novo j raorreu talvez, e o mais velho
m viau annos que Jtz nas'gals."
-..7 ^a8. gl!lte' WP** Rymando estre-
moceado tambera.
- Admir-ser;o3o assim ?
E que relacio pode haver entre V
Esc.. e...
E essa desgracado, concluio a bar-
n^za levando as m5os- a esconder* o sem-
blante. Ab I realmente horrivel... e
n3o me sjnto com forfas de Ibe contar
agora tantas atrocidades. Basta por ora o
dtzer-lbe que desse amor 6 verdade, Sr.
Jorge, um amor entranhado e verdadeiro I
baste o dizer-lhe que desse amor n.s-
ceu ora fllho qoe rae foi roubado, qoe non
ca mais tornei a ver, e coja existencia ha
de ser continuadamente posta em perigo
pelos facinoras que ma cercam... Euten-
de agora ?
E como terei de proceder ?
Em eu morreado, tudo ser possivel,
e o senhor qae me ha de vingar.
Comprehendo.
E promette que realisar essa vio-
ganca.
Prometto.
Ah I Essa certeza tinba eu... o se
i.hor homem honrado, e tem um excel-
ente coracSo. Inspiroa-me Deas qaando
o mandei chamar.
A fidalga levanton-sa para ir bascar o
cofresinho em que linha fallado a Ray
mundo.
Mas o medico s prestava miogaada at-
tonco ao qae a baroneza dizia ou fazia.
Havia um instante que tinha preso o es-
pirito e a attenc3o n'outro incidente, e es-
cutava com avidez, debrucado para o gabi-
nete contiguo.
Percebiam-se doas vozes, ama das quaes
o commoven profuBdamente. asnheceu-a
logo ; era a voz de Joanna.
E a outra ? Da quera era a outra ?
Alteotou mais, contando..a respirado
iopondo sileooio baroneza com imperi
feesto. *",
J tinha conhecido a ralla So viscoade
Granriea. w'
Que tem ? perganlou a fidalga*
Ouca, onca I volven Raymondo com-.
pnmindo o paito com toda a forc*.
Joanna t dizia o viseonde com arde
sapplica, peco-rae qae me nfo duspmer"
posto, exactamente em seguida a Mr.
Thiers.
Viam se depois os membros do corpo di
plomatieo, entre os quaes chamavam a at-
tenc3o os embiixadores japonezea, e por
ultimo os generaes, os estados-maiores, os
almirantes, os officiaes de todas as armas,
os representantes da magistratura, do con-
seibo de estado, dos differentes miuislerios,
etc. etc.
O general Vinoy fra ara dos primeros
que ebegra, com o chefe do seu eslado-
maior, o general de Valdon.
No coro, direita, achavam-se tambam
o nuncio do papa, A secretario da nunciatu-
ra, um sacerdote empregado, e o bispo de
Orleaos.
O officio foi cantado com acompanhmien-
to de orgo e de msica militar. Foi a
msica do 36* de linha que executu diffe-
rentes trechos durante a ceremonia f-
nebre.
A missa terminou s (1 horas.
___
O GENERAL DOMBRQWSKI.- Ua>-dia-
rio francez publica os seguiotes apontamen-
ios biograpbicos do actual commmdaote das
tropas de Paris:
Dombrow.-ki, o chefe actual das forcas
de Paris, deorigem polica e coota actual-
mente 34 annos.
OHicial de estado maior daRussia qaando
rebentou a insurreicSo da Polonia em 1803,
abandono:) na corte de S. Petersbrfrgo urna
letombom xito, e fez soffrer "senWveis
pardas aos exercitos russos. Em nm co n-
bate cabio prisioneiro e foi condemnido
morte por um conselho de gaerra. Obteve
a parmisso de casar-se na pri3o, porm
o governo rasjo apressou saa diportar pa-
ra a SiDeria a esposa de Dom rowsKi,
* Na vespera da execuc3o Dombruwaki
conseguio eyadir-se; soube o destino quj
Uvera a sffo j>ven esposa, e com urna auU-
ca incr'vel atravessou toda a Russia illudio
sempre a vigilancia da pljfa, conseguio
por flm I b9rtar. a sua companhera, e al-
cancar com ella a frrateira sueca e pouco
depois a Franca; est3bale:eu-se em Paris
modestamente,, sendo honrado pelos saos
compatriotas, que Ihe confiaram o cargo de
secretario da junta de emigracSo.
Bem depressa, pjrm, e instancias,
sem dnvida, do governo d> car. Dom-
brow*ki foi preso pelo suporto cri me de
falsificador de notas do baco russo. Da-
poi de 14 mezes de deten.3o preventiva,
comparecen parante o tribunal de Asases
do Sena, onde conseguio confundir Os seas
accasadores, representados.pelo Sr. Barn:er,
o clebre juiz de instruccS), e pelo Sr
Ducheylard, commissariade polica.
t Dombrowski am noraera intelligente
e que tem dado provas da sua capacidade
miitar; tem escripia na lingua polaca urna
estimada obra sobre a guerra da Prussia
em 1886, na qul se preveem as desgracas
qae teem pesado sobre a Franca. E' pois
um verdadeiro general qoe a communa de
Paris escolheu. Com umjt lenacida le e um
valor digno de servirem a melbor causa,
Doraorowski hornera qoe ntes se deixir
matar do que capitular com as suas con-
viccSes.
t Sor o ponto de vista pbysico, D ;m-
biWki da peqnena estatura e fri como
o marmore; falla muito poucj e s 'i quan lo
precisa faze-lo ; escuta com religiosa alten-
C3o e examina a physionomia do seu inter-
locutor para cartiQcar-se se expende bem o
sen p-insamento.
Dombrowski um personagam que cer-
tamente desempernar um grande papel na
triste guerra civil qae opprime o coracS i
de todos os franceses.
A Communa da Paris publicoa a segra-
te proclamaco explicando os motivos por
que nomeou governador militar da prac i ao
cidad3o polaco Dombrowski:
Cidad3os. Sabemos que nSo cessa na
guarda nacional a inqaiehc3o que inspira o
cidad3o Dombrowski, nomeado governador
militar da praga.
Ceosora-se nelle a circamstancia de ser
estrangeiro e desconhacido da populacSo de
Paris.
Effectivamente o cidadSo Dombrowski
polaco.
Foi efeito principal chef da ultima in-
surrec3o da Polonia e resisti ao exercito
russo por espaco de moitos mezes
Foi general sob as ordens de Garibaldi
qae Ibe tributa especial estima. O que fez
logo Garibaldi ao ser nomeado chefe do
exercito dos Vosges fui pedir a cooperac53
do cidadSo Dombrowski. Trochu negou-se
a deixa lo sabir de Paris e at mandn
prende-lo.
O cidadaty Dombrowski combatea tam-
bem na guerra do Caacaso, onde defendeu,
grasaou depois a Munich, onde pratou A
batalhu de Lpsick para o'rei Maximiliano.
Este notavel artista deatinguio-se pela fa-
cilidade da composicSo, pelo movimento
dos personagans e pela minuciosa exactidSo
des pormenores. Denominavara o a Hora
ci Vernal da Aliemanha. Era cavallelro de
muitas ordens nacionaes e estrangeiras, e
raembro das academias da Berlin, de Vien-
na, de S. Petarsburgo e de Munich. Fandou
a sta ultima cidade, junUmeale cora Quag-
.'io, a sociedade das artes.
OS DEPUTADOS DO SENA.
Por estes Srs. foi publicado o seguala
man'festo: 4
Nio tempo de loag03 discursos, quan
do soa ocanhio; e aonde a< piix5es se
agtam, a voz da raz3> n3) tem probabili-
dade de serescutada. Todava, oanoisa qua-
lidade de ser represntanos de Paris, mem-
bros da a sembla nacional, n5o podemos
guardar silencio, ea presenca das desgra
Cas qae -filigem o nosso "paiz, vista de
Paris, no abaldono e no luto. Ha alguraa
coisa de pungente na tristeza que a elTi-
s3o de saogoe francez nos inspira ; sol re
mos muito, no p rasamente, com os soffr
raemos de Paris, condemaado, depois da
cruel provacSo de am cerco heroico, a nica
prova mais cruel, para qua do fundo dos
nossos coraces maguados, com tantos fe
rmenlos ao mesmo tirapo, n3o saia um
grito de advertencia e de dor.
Abster-nos-hetms de tudo quanto pos-
sa augmentar as coleras, ou envenenar os
odios; ab! n3o tem e'.les necessidade de
ser excitados E' na sua extinecao que se
torna necessario pensar.
Dirigimo-nos, pois, em primeiro lugar
a essa p^rte da populaco parisiense, que
quer ordem na liberdade, qua quer o res-
tabeleciraento do trabalho, mis que quer
tambem a conservar o da repblica, e que
teme o espirito de que orna certa fraeco
da assembla nacional est animada; dir
I be-hemos que seria inexacto imputar esse
espirito assemb'.a toda, ou mesmo
maioria ; segando a opinio de lodos a re-
publica existe de fado; coota ella na as-
sembia defensores enrgicos e vigilantes;
nenhum membro da maio ia poz ainda fran-
camente em duvida o principio repblica
no ; se esse principio for salvo, nenhuma
m vontade, nenhum pensamento reserva-
do a impedir de prodozir os seus fruc-
Todos os ministros-estavam do lado op- como ajd. a independencia de urna nac3o'
ameacada por um inimigo im..hcavel.
O cidad3o Dombrowski p is, incon-
teslavetaente, nm militar dedicado re-
pblica universal. >
1TE
amizade de nm homem qoe a conh'ece,
devo eu o poder agora fallar-lhe, e dizer-
lhe qne a amo, com amor fio repaitoso
quanto respaitavel, que teoho nm s desejo
ama nica ambicio : restituir ao sen vi-
ver as alegras que Ihe roubaram.
Ah t Joanna I diga, diga qae lije ajo sou
indfferente, e que talvez de futuro...
E qae Ihe hei de responder ? volva
Joanna. N3o sabe que perleuco aoatr-?,
NSo me falle assim I
-*- E porqae n3o ?
Pois nSo v qae esse casamenta foi
ama criminosa estrategia...
Qaa diz, senbor f
Porventura nio acre litar...
Cale-ae, cale-se.
E daoi, Joanna, deve ponderar qoe
esi ainda muito moca... que formosisii-
ma ; esta vida assim, sampre longe da so-
ciedade a que perlence por direito, esta
vida assim, oo pu> continuar I
Santo Deas I
Tempo vir em qae ha de seoiir a
a.ta de um amigo verdadeiro, de am amar
MORTE1 DE UM PINTOR CLEBRE.-
MorTeu no dia 4 do correte em Munich.
com 78 aonos de idadeuraa u"as glorias ar-
tstica da Aliemanha, Pedro de IIesse, no-
tavel pintor de historia.
Pedro de Hesse na*cera em Dusseldorf,
em 29 de julho de 1793, e era filoo do
gravador do mesan nome, com o qual
aprenden as primeiras noces de desanbo,
depois do que foi em 1806 estudar para
Munich.
En consequencia do movimento da na-
cionalidade alloma 1, fez as campanhas de
Fr nca de 1813 a 1815, as quaes Ihe inspi
raram assumpto para as suas principaes
obras, tornndose pintor de batalhas; en
tro as suas obras contara-se o seguintes
quadros : A batalh de A'reis-sur-Aube, A
sorpreza de urna villa franceza pelos cossn
eos (1817) ; A'defeza da ponte de Kinzig ;
Urna escaramuza entre dragues francezes e
hussards ausriacos ; Urna escaramuca dos
cossacos do Ooncom ca'mponezes francezes
prisioneiros, (1820); Um combate no des/i
ladeiro de Bdenbuhl e o combate de Wrqel
(1832).
Em 1839 0 imperador da Russia chamoc-o
sua corte para pintar os episodios da
campanha de 1812. Pedro de Hesse re-
sracero.
feliz.
Olh qae pode ainda vir a ser
repito, e ao me-
1
h me despreze,
e esperance,
mpossivel I
3o que espera i
qae espero...
'., diga.l
e, isto devraa horrivel. Tenbo
osado muita vez em ludo o qne me
Essas ideas nio me largam nem
a dia nem de noute, a toda a hora me
occorrem. -.
--- Edepois ?...
1 E depois'. lembro-me da que; estj
despedacada a nrnha vida, e qae j n3o
pode haver felicidade para mira oeste man-
do... 'Ah I eoaraava-o muito. Deas do
co!... acredita va as soas bonitas fal-
las... mas agora...
Acabe... acabe I
Agora, emquaoto elle viver, no terei
descanco nem alegra... em quanto me
prender esta cadeia, qoe n3o posso despe-
dacar, nSo me eiquecere nunca de que
pEaymundo meu esposo ; nao serei eu
pelo menos, qne mancbarei esse nome, qae
tantas vergonhas ma recorda !...
Joanna calou-ae coma que borrorisada.
la acabando essas palavras, quaodo oa-
vio no outro qasrto um grito de aflliccio
terrivel.
Emquaoto elle viver I Emqnaoto
elle viver 1 repeta Raymuedo enterrando
aa mios pelos caballos, todo offeganie e
com os olhos espantados.
Mas quem o senb.r ? pergantou a
baroneza com anciedade.
Pois olo adivnhou j ?
O senberchama-so Jorge?
Eu sou Raymondo, minba seohora.
' O marido de Joanna I
E oavio aqaillo, miaba senbora ? Em
quanto en viver n3o ter descanco nem ale-
gra. .. Emquanto eu vivar, ba de eaver-
gonbar-se 4o su nome I Ah I demaia,..
e demais... Meas...
Entao .Mi-ae e... {^rincipioa a dser
a baroneza.
-Dl
v qu
ma republicana, a qual, se tivesse" de pere-
cer, perecera certamente no dia em que a
violacao prolongada da legalid.de, os exces-
sos do arbitrio, a para'jsicSa do traba-
lho, a'guerra de cidade era cidade, e de
ciJadi m cidad3o, fizessem acre:itar a
existencia da repblica incompativel com
o respeito das leis, a prosperdade do com-
mercio e da industria, a seguranca indivi-
dual, e a paz publica.
Quanto qaelles que tiverem sido ar-
rastados a insur.-eicjio por urna exaltago
de ideas desinteressadas na sua violencia,
e severa no seu desvairamento, dir-lhe-he-
mos que deveriam estremecer s com o
pensamento de aggravar, de profongar o
flagello da occupasJo estrangeira, accres-
ceotando o flagello das discordias civis; se
legitimo pedir para Paris, como para to-
das as outras cidades de Franca, o gozo
pleno e inteiro das liberdadas communaes,
n3o legitimo pedi-lo a urna revolta coo-
tra o suffragiD universal; se o excesso da
centralisacSo am mal, a autonoma da
communa, impedida at destrabo da
uoidade social? obra de muitos securas,
am mal aioda muito maior, e trabalhar pa-
ra a desIocacJo da FraQca, remontar
antiga historia, abandonar o principio da
solioariedade, e repudiar as tradicoes da
repblica franceza.
Emflifl; ao governo, dizemos, que
procurando os raeies de suspender a eftusSo
do sangue fraucez, que deve, na nossa opi-
niio, restabelecer a ordem, e ni apreciaco
das medidas a tomar, para chegar a esse
fim supremo, convidamo-lo a Inspirar-so de
certas palavras, pronunciadas a 3 de abril
pelo chefa do poder executivo ; palavras
em que temos julgado descobrir, e era que
(eraos saudado com alegra a indicacio de
urna tendencia para adoptar a poltica de
moderacao, de tranquillidade e de esque-
cimeato. Porque necessario por termo a
essa horrivel lata entre francezes.
Palo qoo nos diz respeito, a no3sa li-
nha de conducta est completa'manti traca-
da. Tinh que seria possivel acabar as angustias da
populaco parisiense, e satisfazer os- votos
de Paris, sem passar pela guerra civil. Es-
ta espera^* foi Iludida; reconbecemo-lo
com um sentimento inexprimivel, por isso
que o sangue corre. Mis n3o desanimamos.
Conservar-nos-hemos no posto que os sof-
frimentos de nossos concidados nos indi-
eam, por mais trgica que sata 1 poslcao
que as circumstancias nos crearen. Em-
quanto nos restare forcas, aqu nos con-
servaremos.
Se a repblica correr perigo, seria pa-
r nos mais nma razSo para a defender aon-
de ella tiver mais necessidade de ser de-
fendida, e aonde ella existir com as armas
verdaderamente efficazes: a discoss3o li-
vre e a razio.
c Os representantes de Pars, presentes
em VersaillesLuiz Blanc. Hentique Bris- *
son, Admond Adn, E. Farcy, C. Tirard,
Dorian, A Peyra't, Edgar Quinet,- un-
g os.
O CORONEL LANGLOIS. O coronel
Lmglois acaba de ser coademoado, pela
segunda vez, morte.
Da primeira foi-o por ter servido de
ebefe de estado-maior do almirante Saisset,
agora -o por ter declarado na sessio do
dia 8 da abril da assembla nacional que o
Sr. Thiers era o hdraam necessario situa-
Cio.
Por ter profarido esta imprudencia, o
coronel Langlois atlrahio sobre ei as iras
do tribunal occullo. que dispe da vida e
da liberdade dos oidadaoa de Paris, e que
p meo escrpulo faz em cumprir as suas
secretas decisdes.
-
GRANDE INCENDIO. Ficou ltima-
mente redn/id 1 cinzas o Grande Caf de
Paris, em Lyo, situado esquina da praca
de Luiz XVI e do caes de Albert.
O fogo principian na fuligein da urna
chamin e coramuiiicou-se d'ah ao resto
da casa.
As pedas calculam-se em um milbio e
dozentos mil francos, tendo, alm disso,
(icailo moitas pessoas feridas e ootras
mortas ; do numero deslas contam-sa al-
guns bombeiros que trabalhavam na exUnc-
Ci do incendio e inquelioosdo predio.
N > meio das rumas encontrou-se j um
cofre conteodo algans milbes de francos
em ouro.
Algumas casas que esUvam prximas do
caf soffrerara tambem pTejnizos pelo fogo
se Ihes ter communicado. .
O ROUBO DOS TEVIPLOS.-L-se o se-
grate no Affranchi diario afiaicoado in-
sarreicra e que se publica em Paris :
Os jornaes da reaccio continnam com
agora, preservar de qualquer ataque a fr-
saqi
A verdade a segrate : todo o ouro
e toda a prata que tem sido encontrados nos
templos teem sido mandados para a casa
da moeda, assim como a baixe.lla dos mi-
nisterios, para com esses meties se conba-
rem escudos de oaro e prata, qce, postes
em circulaco, sero bem mais atis ao
trabalho e aos negocios.
Foi, pois, nma raudanoa de aso que
a cidade de Paris levoo a effeito na sua
propriedade. O direito de transformar o
que Ihe pertence para o grande interesan de
todos, nao dever ser contestado a Paris. >
PERDAS DOS INSURGENTES. A Mot
d'ordre calcula em 7,000 homens aj per-
das que tem soffrido o exercito da Com-
mona, e pede por isso que sejam proces-
sados'os qae ordenaram o ataque de Ver-
saines.
O GENERAL DU VAL. O general insur-
gente Duval, qoe ltimamente foi fuzilado,
era caldeireiro e estava empregado as of-
Qciaas de Letournaur, na ra de Santo
Antonio. Parece cousa provada qne sna
muliier, extremamente exaltada, exercera
em seu marido urna influencia que o levoo
aquello triste fim.
' OS CINCO GOVERNOS DE P^.RIS.-Sio
cinco os governos de qae actualmente se
compoe o poder era Paris, a saber: o da
raunicipalidade, o da commisso central da
guarda nacional, o da commis:3o central
dos vinte districtos, o dos maires e final-
mente o de ama commissio secreta que
exerce a sua influencia at nos membros da
municipalidade do terror.
BAILE DA COMMUNA. Individuos che-
gados a Versalhes, procedentes de Paris,
dizem que a Communa estava preparando
um grande baile no palado das Tuiberias.
teudo j convidado para isso a actrizes da
opera e os actores da Comedia Francesa.
Igaorava-se se por causa dos ltimos acn-
tecimeat s seria adiada esta festa commu-
na! e... puramente democrtica.
QUE BONS SOLDADOS Diz o Gau-
lez ser certo o seguinte facto :
O Sr. Raoul Rigault, delegado civil na
prefeitura de polica, poz em liberdade to-
dos os ladras.que estavam oas prisoes de
Paris, os quaes foram immediatamente eu-
corporados na guarda nacional.
E sabio,
acaso,
pelas
na cabeoi,'
delirante.
)eixe-njte I redarguio Raymundo. Nio
j me detoorei muito tempo ?..
ra, correado ao
v para.onda, mettendo-se
ras do jardim, sem nada
do em febre e at meio
Chegou ra dalli a um qaarto de hora.
A fresca viracio da noute, que Ibe bata
na cara em cheio, tirfba-lbe dado alent
novo ; mas o coracSo que nSo deixra de
pulsar com extraordiaaria violencia ; nos
ouvidos era um zumbido continuado e en
fadonbo ; nao se poda ter as pernas, e
pareca mesmo um homem embriagado.
Dan meia duzia de passadas, e chegou
a ruadoBae ; entonteceu-s-lhe'da repente
a cabeca; quiz segurar se parede, mas as
unbas qaebraram-se oas saliencias da po-
dra, e Raymundo cabio no meio do ch3o
sem Sentidos.
Estava dando urna hora nos reiogios.
Tudo por all estava silencioso e deserto
Alguns sugeHos qae se recolhiam mais tar-
de, viram aquello corpo estirado, quizeram
anda levanta-lo, mas reparando no (ato
sujo e em desalinho, cuidaram qae seria
algum bebado a cozer a embriaguez e dei-
xaram-n'o ficar.
Que tempe estara all o desgracado ?
Seria difficil dize-lo. Quando tornoa em
si, ji de tudo so havia esqaecido. Olhou
em torno, assim .a modos que aparvalhado,
e poz-se a ver ae da va accordo do qoe se
passira.
Estava arrumado aos armazens dos ir-
arios Dubar d C. e bata com a vista n'umi
/resta dos subterrneos, fresta larga e alta,
por onde noote era costume tirar os tai-
paes para fechar as vidracas das rajas.
Raymundo nio poda continuar a reunir
as soas reminiscencias, porque leve de
prestar toda a attsncSo ao qaa se passava
nos subterrneos, qae era um dos linces
extraordinarios a que jamis assistira.
Estavam l em baixo tres borneas alio-
miade* vagamente pelos raios duvidosos
de orna linterna de bota fogo.
Estavam agrupados n'um recaoto, a coa-
lar moedas de ouro e notas do banco. Eram
tres ladros.
Quaado acabaram de* contar, voltou-se
um dos bandidos, para os compaoheiros, e
disse:
E agora nio liguemos aqu de con-
serva. Est prompta a cousa... tocia
dar ama gyrata...
O primeiro doa taes sujeitioboe saltn
fresta com a ligeiresa de um macaco, e an-
tes de Raymundo se poder affastar, j elle
eslava no meio da ra, diante do medico.
Oh I oh I gritou elle algurna cousa
aparvalhado. D'onde sorde agoff este ?..
Tu nao ouves ? D'onde veos, que qaares?
Anda, responde.
Raymundo Uve nm rapto de energa ;
atirou-se s guellas do salteador, e segu-
rando-o cora toda a rbrea, entrn a gritar
por soccorro.
Mo, mo! Para isso nao te don en
lcenca... Ora espera, que ji t'o digo.
E sacando urna facca da algibeira, tio
leslo que mal poderia ser notado, enter-
rou-a ao acaso 00 ventre do infeliz Raymon-
do,'que nio pode ter-seemp.
Eolio... sem ceremonial disse o
matador por entre cynioas gargalbadas,
vendo o pobre moco, cahir baoiad* am
sangos. Roje cadeira, o assenla-so no
chiol...
Deitoa depois pela ra nm rpido rolan-
cear de olhos, e ufou-se abom correr
para a banda do caes.
(C0HIIMMM".|#-*.)
TTI DDIARO-RUA DU W|OK O #
i

rv


.



i


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