Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12379


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Full Text
*"
ANNO XLVil. NUfft 103
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filA A CAPITAL E 1DCARIS OIDS IAO SI PACA POITL
Pe? tres neze* iaotdoi .
Fw mu Llua Uatu.....
Pw11000Mam.. .". .
Cae mmti ava^o.....
# e
WUOO
421000
244000
120
.t
SABBDO 6 DE MitlO D 1871.
paia simo i rou da piovbcia.
Por tres mesea MfiaoUdot ........
Por seis ditos idea...........
Por do* tos tai. r.
Por osa nao idea ....
*...*

. \
47M
1SJM0
20121o
27IQ0O
DIARIO DE PEMAMBUCO.
Propridade de Manoel
AO A
de Paria & Filhos.





Oa Sn. Gerardo Antonio Alvea 4 Fhoi, no Pari ; Goncalves dt Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jote da Oliveira Filho, no Ceari ; poni da Leaos Braga, no Aracalj ; Joio Mara Jbo Chavea, no Ase ; Antonio Marques da Suva, no Natal; Jos Jtutin*
Pareira d'Almeida, asa Mamangnape Felippe Estrella d C, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Psnha; Belarmino doa Santos Blelo, em Santo Antio; Domingas Jos da CosU Braga,
J-jejef"4" *& Nazarear; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, en Alagoaf; Dr. Jos Martina Alvea, na Baha; a Leite, Serqainbo & C. no R de Janeiro.
PAKBOFnCIAL
verti da provlucla.
czpkismtk do ma 29 db abbil db 1871.
Achm :
O prndente da pn vioeu, asando da attri-
biucao que Iht: conere o art. 7 Ja lei d li de
agosto de 1831, resolve prorogar at o da 10 do
mi vmdouro a presente soasa> da assembla le-
gislativa provincial.
. O prstenle da provincia, alleudendo a que
oo cidadaut aotueados para os lugares de prunei-
roe qoiaio sopplentes do juiz municipal o de ur-
pniios do IcroM do Rio Formoso nao solicitaran]
nuiles e aem presta ram juramealo no prazo que
Ihes f disposlo oo art. 7a | 3* do decreto n. 9,012 de i
de noverabro de 1857, tran-farir para os lugares
immedialameate superiores cada um dos aciuaes
supplenie* e para os de quinto a texto, que ficam
vacos, oonwar os edados abati designados, na
ardem em que vio collocados, os quaes deverio
solicitar oe titulse prestar juramento no prazo de
quareota e cinco das a contar desta data : major
Francisco de Goava e Souza, Henrique Augusto
MVat
O presidente da provincia, de conformieade
ca o art 38 do compromisso da Santa Casa
de Misericordia, resolve concedera exoneracao
3ue pedio Vicente de Paula Oliveira Villas-Bas,
o lugar de mordomo da mesiua Santa Casa.
O presidente da provincia resolve de confor-
midade oom o art. i* do regulamento de 28 do
comente, noinear o engenbeiro Manoel de Barros
Barreto para o lugar do fiscal da eompanbia Per-
nambueo Street Railway, percebendo a gratifica-
rlo Se 2O0SO00 meosaes.
O presidente da provincia, attendendo ao que
roquereu Manoel Joio Beterra de Meoezes, capitio
da 4" eompanbia do bata I ha o o. 4 da guarda naci-
nal desta municipio, e a vista do que informou o
respectivo comiuaodaate superior em oficio de 22
deete mez, resolve que se Ihe d a goia de que
trata o art. 48 do decreto n. 1,130 de 12 de marco
de 1833, para o de Itamb, aonde ha fixado sua
residencia.
0 presidente da provincia, attendendo ao
ana requereu o bacbarel Manoel Annes Jacome
Pues, isa muoipal e de orpbios do termo de
Agua Preta, resolve eoneeder-lhe trinla dias de li-
canca com ordenado para tratar de sua sade.
Expedrara-se as necessarias communicacoes.
Offlcios :
Ao Dr. ebefe de polica, devolvendo o reque-
rttneoio de Joaqaim Jos da Silva, afim do que
mande verificar se o supplieanle casado com
Angela Bellarmina das Plores, o o mesmo indi-
viduo do nomo Joaquim Jos dos Santos, que co-
mo reeruta tora remeido capitana do porto.
Aa inspector da tbesouraria de fazenda, de-
clarando que, segundo aviso do ministerio da Jas-
tica de 15 de corrate, solieitou-se do da fazenda
a expedico das convenientes orden, afim de ser
essa tttesouraria hab litada com a quanta de 160*
para occorrer ao pagamento da gratificarlo con-
cedida por decreto de 24 de margo ultimo, ao ofi-
cial-motor da secretaria do tribunal do eommer-
co desta provincia, bacharel Julio Augusto da Cu-
nta Gumaraes.
Ao meuno, nteirando-o de baver o bacbarel
Cassiano Bernardino dos Res e Silva, assumido no
da il do crreme, o exercio do cargo de promo-
tor publico da comarca de Cabrob.
Ao mesmo, communicando ter o coronel eora-
mandante das armas, approvado a nomeacio, fei
ta pelo delegado do cirurgo-mr do exercito do
2 cadete reformado Joio de Souza Barroso para
exercer o lugar de entermeiro-rar da enfermara
mi atar, em substitu gao do que servio es se em-
pringo e fui exonerado.
, Ao da thesoorana provincial, autorisando o
am vista do sua informacio, a contratar com Ga-
briel Germano do Aguiar Montarroyos a exeeucio
dos reparos da Ponto dos Carvalhos, fiando se Ibe
vinte por cento sobre o valor do respectivo orea-
ment, visto nio ter apparecido licitantes a taos
reparos.Commnnicouseao ebefe da reparticao
das obras publicas.
Ao mesmo, recommendaodo que maade es-
tregar ao eogenhero Joao Bezerra de Mello, no-
meado para ir em commissio ao interior da pro-
vincia, afim de examinar varias obra* e orear on-
tras, a qunna de 677*500, a que tem elle direito
como ajuda de custo calculada pelas distancias que
va percorrer. Communcou-se ao chele da re-
particao das obras publica.
Ao mesmo, mandando pagar a segunda pres-
tai;o, a que tem direito o enenrregado da organi-
saglo e impressao do almanak da provincia, Pran-
cisco Pacifico do Amaral.
Ao cnsul de Portugal nesta cidade, trans-
an tiin do, para ter o conveniente destino, a certido
de bito do negociante portugoez Antonio Antones
Lobo, que, sendo domiciliado- nesta provincia, fal-
lecen na capital do grao-ducado de Mecklemburg.
Ao commandante do briguo barca tmara-
ca, declarando baver o Exm Sr. ministro da ma-
rmha determinado em aviso de 18 do correle,
que o navio sob sea eommando siga para a corte,
afim de entrar no dique, e all receber os reparos
de que preeioa. Communcou-se i tbesonraria
de Duenda:
Ao inspector interino da sade publica, re-
commendando que com a mxima brevidade pos-
sivel, envi quatro tubos com fluido vaccinieo,
afim de seren remeltidos para a provincia do Rio
Grande do Norte.
Ao eogeofaeiro eocarregado das obras milita-
ras, para que sem demora, mando reparar varias
rliras, que appareceram no telbado do quartel
Soledad* com as ultimas chuvas.Expediram-
se as necessarias eonmuocacoes.
Ao director do arsenal de guerra, recommea-
dando, que torneca ao subdelegado do districto da
Magdalena, dous cubos de madelra, requisiudos
pan o servieo 4o desucamenlo daquslle districto,
aodianie maemnisacio polos cofres provinciaes.
Pixaramso as necessarias eommnnicacdes.
Ao commandante do eorpo de polica, para
detsmioar ao 2a etrurgiio desse eorpo, Dr. Joio
Poraira da CoaU Malla, que seta perda de lempo
m pan s sYagaesis dos Moates, termo de Agua
Preta, afisi As prestar os soccarros de sua protls-
mo asa aasvalidas accommetudos da febro ama-
raUa, qme all grassa, provonindo-o de que deve
antea ipiaianau n ao Dr. inspector da saie pu-
toliea, para raeabor asta as precisas iostruecies e
ornaaaianlancu, s qne prtase servieo percebe-
as graUBcacio, a nal ser arbitrada oppor -
CeoMuajaaa-se ao inspector da
oo?, para a flscalisacio da mesma estrada, organi-
so os argos do posturas necessarios, afim de se
rail sabuieiudos approvaco da assembla legis-
lativa provincial.
Ao gerente da eompanbia Pernambucana,
para mandar transportar ale a cidade do Penedo
por eoota do ministerio da guerra o ex-seguodo
ctdete de volnotarios da patria Marcelino Jos do
Rosario e Silva. Communicou-se ao commandan
te das armas.
Ao mesmo, mandando dar urna passagem a r
at a Parahyba, em um dos lugares destinados a
passageiros de estado, a Joio Rodolpho Gomes,
agente fiscal daquella provincia,
(despachos :
Amaro Rodrigues Pereirs da Silva.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
mooicip o do Recife, onvindo o do batalhio res-
pectivo.
Arseliao Correa do Oliveira Andrade.Informe
o Sr. commandante superior da guarda nacional
do municipio de Itamb.
Francisco Manoel Bezerra de Vasconcellos.In-
firme o Sr. Dr. director geral inleriao da instruc-
cio publica.
Francisco Pacifico do Amaral.A' ttresouraria
provincial, com oficio desta data.
Gabriel Germano de Aguiar Montarroyos. A
tbesouraria provincial, com oficio desta dala.
Isabel Mara Brandio.Avista da informacio,
odeferido.
Irmaodade de S. Jo; da Agona.Indeferido.
Irmandade da Senbora Sant Auna. Informe o
Sr. inspector da tbesouraria provincial.
Joaquim Jos de Preitas. Ao Sr. joiz mu-
nicipal do termo de Garanbuns, para informar e
salisfazer o preeeito da lei.
Joaquim Francisco da Silva Solero.Fie anuda-
das providencias no sentido que requer o suppli-
eante.
Manoel Rodrigues do 0'. Concedo a dispensa
requerida por sesseola das.
Manuel Anuos Jacome Pires. Passe portara
concedendo a tcenla requerida.
Manoel Pernandes da Silva. RemeNido ao Sr.
director do arsenal de guerra para mandar cer-
tificar.
Manoel Cyriaeo de Atboquerque Henriques.
Concedo trala das de prorogacio, a contar do
em que findou o prazo anterior.
Dr. Manoel Buarque de Macedo.Sendo proce-
dente o que expoe o supplieanle em tempo sera
altendido.
BXP2DIKNTE DO SECRETARIO.
Oficios :
Ao coronel commandante das armas, declarando
ter a presidencia autorizado o fornecimento do
vestuario vencido pelo calceta Joio Flix Correa
da Cunba.
Ao inspector do arsenal de mariuba commu-
nicandr, de ordem da presidencia, qne, segundo o
aviso do ministerio da marnba, de 13 do correte,
o tere*iro escripturaro da eontadoria do marinha,
em commissio no almoxarifado desse arsenal, Ho-
racio de Gusmao Colho, s dever receber ven-
ciraeotos daquelle Ingar, a contar de 5 de Janeiro
ultimo, em que tomou posse.
Communicou-se ao inspector da tbesouraria de
fazenda.
Ao director interino do arsenal de guerra,
preveuindo-o de que a presidencia, em detrimento
ao requerimento sobre que versou a sua informa-
cio de 24 do correte, o. 72, coneedeu permissio
ao mestre da 6.a classe desse arsenal, Manoel Ro-
drigues do O', para retirar-se s tres horas da
tarde, durante sessenta das.
Ae gerente da cumpanhia Pernambucana,
inteirando-o, para 03 fins convenientes, de qne a
presidencia conceden a Mara Isabel de Jess urna
passagem de estado i prda, at o Cear, no vapor
que segu para o norte.
Ao primeiro secretario da assembla legisla-
tiva provincial, transmittindo, para ser presente
mesma assembla, copia nio s do oficio em que
o director geral da instrucelo publica faz sentir
a necessidade de urna cadera de primeiras lettras
na povoacao da Lagda do Emigdio, mas tambem
da r presentaran que fez o delegado litterario da
villa do Bom Conseibo, acerca de semelhante
creacao.
Aj mesmo, remattendo, para igual fim, copia
do oficio e mais papis, em que o inspector da
tbesouraria provincial pede um crdito extraordi-
nario, na importancia de 3.9421268 ris, para
pagamento dos juros vencidos das apolices emitti-
das por coota do crdito de 1:2001 autorisado
pela le do orcamento vigente.
Ao mesmo, envanao, para fim idntico, e-
pas das informagdes ministradas pela cmara mu
nicipal do Recife e engenbeiro chefe das obras pu-
blicas, acerca, nio s do requerimento em que o
bacbarel Laiz da Silva Gusmao pede um privilegio
para estabelocer um matadouro nesta cidade, mas
tambem do abaixo assignado de diversos morado-
res da travessa da estrada de Joio Pernandes
Vieira, pedindo a collocacao de lampeos de gaz
oaquella localidade.
Ao promotor sublico da comarca da Palma-
ria, efeissaalo a ata atloocao para o (acto que
partfcspoa a Dr. caafe aa polica, de ter Pedro
Franciaon Ptroira aseaestno no islrleio da Car-
iiuipe, uo samo as Agua Preta, a Manoel GUlo, e
Hansaaliss eaapregua as etfgiocia "
Aouoaam
isa
A'*
praaasao,
s aanato o tiapiati.
(rea da Caruaru, reeommendando
crlaM, isnsaarado em 3. Beato contra
ra a> laairilo Santo a o escravos
riawvk psie nartaro aissssisaie so Ig-
a SilravOSM na lasoa issisaato
aoja* posnaas os cojeados.
_ moniayat do Racs, para qna, e
~f- '^i "se <^^^^^99tm *a^B^SSJ,,,aaj^'"'' ^"^sbjs *
ia estrai* s tarro do Aeclfa a Apipa-
Gabinete da presidencia de Pernambueo, 27 do
abril de 1871.Sudo insofflciente a quanta de-
positada nos cofres provinciaes para a constrneco
do predio destinado ao Lyceu de Artes e Oficios,
cuja Ia pedra foi lancada no dia 23 do corrate
e de tejando augmentar os recursos precisos
sua conclusas ; resolv nomear urna comosisio
composta deV. S o dos Srs. negociantes Jos Mstheus
Ferreira, H. H. Swift, E. A. Burle, Francisco Gon-
calves Metto, P. P. Borgqs o Alvaro Augusto de Al-
meida, para, de commum aecrdo, e do modo qne
enlenderera conveniente, agenciar donativos pecu-
niarios destinados aquella obra. Contando qne V.
S. e seus dignos eompanbeiros aceitem de bom
grado esta incumbencia, antecipo-lhes os mens
cordiaes agradeeimeatos, o espero que com o pres-
tigio que Ibes reeonheco, dem mais esta prova
de seu civismo. Aprsenlo i V. S. os protestos de
distincta considerado e apreco com que sonDe
V. S. silencioso venerador e criado obligado Dios
Vilko Cavilcanti de Aibuquerque.Sr. commen-
daior Henrique Bernardas de Oliveira.Igual
mutatis mtandis aos outros.
Illm. o Exm. Sr.Tomos a honra de acensar o
recebimento dos offlcios de V. Exc. que individual-
mente se servio dirigir-nos em data de 27 do^pas-
sado, nos quaes V. Sxc. se dignou oomear-nes
san, am commissio, agenciar donativos para au-
xiliar a coostruccao do predio destinado ao Lyceu
de Artes e Oficios. Em resposta cumpre-nos com-
mumear i V. Exc. que, reunidos boje, deliberamos
dirigir-nos 4 V. Exe., declarando que, comqumo
o estado da praca nio oftareca osperanca se um
resultado lisongeiro, em atfnco i possoa da V.
Exe. a ao fim mil i que alo destinados aquellos
donativos, vamos fazsr o possivel para desempe-
asar saasfaesonameate tio ardua commissio.
Daos asarse V. ExcRecite, i de ataio e
1871.Illm. s Exm. Sr. conselbeiro Diogo Velao
Cavalcaati de Albaqoerque, digno presidate "
provtacla.Henrfu* Bernaries de "
Matheut Ferrnra. L B. Smft, S. A.
citco flsafaaaai Kcfro, JUcoro Aum$H t MWM|
F. P. MafN.
PEBNAMBGO.
ASSEMBLA PBOTDICIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 10 DE ABRIL
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
3a disenssio do projeeto n. 15 deste anao, ap-
provando o contrato de compra feito pelo gover-
no, do predio que serve de paco i assembla.
O SR. PEDRO APPtNSO faz algumas conside-
raides sobre a materia.
O SR. JOAO VIEIRA :Sr. presidente, nio pedi
a palavra para justificar a emenda presentada,
aem para fundamentar o projeeto, mas para ex-
plicar o meu pensamento em alguna apartes que
uve a honra de dar ao nobre deputado pelo 2a
districto.
Eu disso em aparte parecer incoherente decla-
rar o nobie deputado hoje que o acto da presi-
dencia tinha sido irregular ; porque a le do or-
camento vigente prohiba qne o eredito votad') oo
art. 48, tivesso applieacio difireme daquella que
|he era dada ai mesma lei....
O Sr. Pedro Arronso : Foi irregular, mu fol
mil.
O Su. Joao ViiiRA :... e ao mesmo tempo
concluir pela approvaco desse acto.
Algumas propositos que o nobre deputado
a vaneo u nesta casa estio en desacord com o pa-
recer.
O nobre deputado, que foi o relator da commis-
sio disse : (le)
c A commissio de fazenda o orcamento, a quem
foram submetidos os documentos relativos com-
pra e venda do predio situado no campo das
Prineezas, ajustados antro o govorao e o Dr. Jos
Jcaquim da Monas Sarment, teodo-os examinado
e verificado que se achata com as formalidades
legaes, com quanto fosse ajustada a referida com-
pra pela verba do art. 48 da lei do orcamento vi-
gente cujas applicacoes se acbam especificada. >
At aqu foi o nobre deputado coherente.
Vejamos para adianto. (L)
< Attendendo, portn, a que resulta grande e re-
coobeeida ntilidade a provincia, com a acquisicSo
do dito predio, o que essa aequisieio se tornara
urgonto, afim de que nelle funecionassem proviso-
riamente esta assembla etc.
E' sobre esta periodo que eu chamo a attencio
da casa.
O nobre depntado disse qne a compra deste
predio, onde nos acnamos, se tornava urgente, ea>
treta nio na dscussio parecen doixar perceber o
contraro, deixou mesmo escapar a idea de que a
assembla podia ter autorisado a compra.
Eu entendendo mal o nobre deputado, pergun
lei-lhe em aparte se quera que a assemUa
comprasse predios, e entao parecen me oavl*h>
manifestar a idea de que em vez de apprqvarmos
o contrato, votando pelo projeeto, podia esta as*-
sembia autorisir o presideuto a eoupra, como
dando orna nova autorisacao, como se nada hoa-
ves OSr. Pedro Apponso :Nio prestou bem al-
inelo no modo por qne me expremi, uu eu me
expremi mal acerca oeste ponto.
O Sr. Presidente : O nobre deputado o
primairo a reclamar contra os apartes,
O Sr. Joao Vieira :0 nobre deputado que-
rendo impugnar a idea j approvada na 2a disenssio
ez umaespecie de razio de ordem referindo-se a
uiidade e conveniencia do contrato feito, contes-
tando asna legalidade, eu entendo, porm, nio s
que a compra foi til, como tambem que a vista
aa urgencia qne havia da compra do predio.....
Ua Sr. Deputado :Se toroou legal.
OSa. Joao Vieira :... sendo indispensavel o
meio empregado, visto como a assembla tinba
prohibido na lei do orcamento a abertura de ere-
ditos extraordinarios___
O Sr. Pedro Affonso .Legal nio.
O Sr. Joao Vibtra :O acto tornau-se legal,
relevando notar que no contrato se estabelecia que
se a assembia nao o approvasse, (Icaria de ne-
nlium elTeito o mesmo contrato, restituindo o cea-
tratante o que bouvesse recebido, reduzndo-se
ludo ao amigo estado.
(Trocara-se apartes.)
O Sr. joo Vieira : Devo insistir sobre esle
ponto.
O presidente fez o contrato, ditendo que ficaria
dependente da approvfcio da assembla ; ora,
desde que havia a mxima urgencia dessa com-
pra, que o presidente, nio se aebando faneeionan-
do a assembla, nio podia por ontro meio baver
diulitiro para fazer face a essa despeza necessara e
oaddiavel parece que semelhante acto so nio ple
considerar Ilegal.
O nobre deputado, relator da commissio, diz
mesmo que achou tudo com as (anualidades legaes;
parece ser incoherente afflrmando-nos que uorjtve
irregnlaridade.
O Sn. Pedro ArroNSo:Irregnlaridade acei
do modo de fazer a transacclo.
O Sr. Joo Vieira :Se o acto nio fosse regu-
lar e legal nio havia consideracao que Ihe flzesse
approva-lo.
O Sr. Pedro Affonso da um aparte.
O Sr. Presidente : Poco ao nobre deputado
que deixe discutir e Sr. deputado que tem a pa-
lavra.
O Sr. Joao Vbira :Quanto, agora ao objeeto
a que se refere a emenda do nobre deputado pelo
Ia districto, eu pens que nio ba eonvaateneia
nenbuma em determinarmos quaes as repartieses
que devem funcclooar oeste predio. A adminis-
tracto a auiea competente pela propria natore-
za de suas attribuicdes, para avallar se urna re-'
particio, cojo pessoal e material muita ves nio
mohecemos, pode ser accemfflodada nesta ou na-
quetla easa. .
O Sr. Pimo Arrimso :Nos nio i'aeiisjaTh-
ze-lo ?
O Sr. Joio Viira :Aeho mesmo qne as tea
do de proceder do modo contrario, deviamos pedir
informacdes ao preseata ia provincia, e todos
os das as pedimos.
Nada mais direi a favor da emenda. a
Voto pelo projeeto emendado como sa acha, por
qne so o acto da presidencia prceedesse autorisa-
?ao da assembla, nib trataramos hoje da ap-
provaco que se podo, e nisto est a aa legali-
dade.
O SR. ALMEIDA PERNAMBOCO faz considera-
c5es em jusiificacio da emenda, o responde s ob-
serva^es feitas pelo Sr. Pedro Affonso.
O S. OLIVEIRA ANDRADE fu algumas ea-
serva6oe.
A diseuesio fica adiada pela hora.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do dia o
levanta a sessao.
O Sa-i* secretario da eoau so sagointe
F.XPEWBNTB t
pondo algumas medidas que me pareeem de sutn-
ma importancia e de imeira conveniencia para os
intorosses da provincia.
Sr. presidente, nra fasto que est no animo de
todos o mal gravo que soffre a sociedade esm o
furto de cavados, 'principalmente os horneas do
campo, os agricultores, e ainda principalmente
aquellos qne perteneenr a classe pobre. Esse eri
proximafindo^r-Al qnam foi aoaaai- nto-sa-soasaiiiii ao- taato-froqaeaaia ana, roe
parece que nio' falto exactidio quando digo que
nio ba semana em que elle se nao reproduza as
diversas localidades do domo campo. Dabi se ve,
Sr. presidente, que a reproluceao desse erime
provm da insuffleieneia das leis, qne actualmen-
te temos para soa punieio, d onde se cooclue que
lei mais
DneBiPatarlo d) aovamo da provtaaia, reasot-
taad o-paro cor impresoo sobro a raseisio do con-
trato de Eduardo do Mornay a bom assim a copia
do reqaarimeoio deste, acarea do san contrato
primiva, e solicitado pela assembla em oficio de
ieao.
Pelic5ss
De_ Antonio Ludgero da Silva Costa, eserivio de
orpbo s do erime do termo de Santo Antio, pe-
dindo ojio so marque no orcamento municipal
anota pata psgamsnto da quanta da 204*180 que
Ihe devo a cmara municipal daquelle termo de
cusas procesaos decahidos.A' commissio de or-
camente* municipal.
Oo prajessor jubilado los- Candido da Silva
Braga, pastado reparacio a iniustica que soffre-
ra da tnssouraria provincial na hqoidaca) da gra-
tillcagao da terca parte do seu ordenado a qne
lea direito.A' commissio de legislacio.
Do Jola Pitta Virios, pediwlo a admissio de
toa filbo loaquim Hygino Pita Virios, no Gym-
nuio pwocul.-A" eommis.-ao do petiedes.
Da soeivdade Moato Pi Popular Pernambueano,
pedindo a eoneosaio de urna louria de 120:000*
para aavao dos sneargos de sua institoicao, sendo
seu beaolcio rodusido a apolices da divida publi-
ca provincial, devendo ser exlraboa nma p*rle no
futuro exaicico.A' commissio da peticSas.
Do Manoel Eloy alendes, eserivio da collectoria
provincial do Rio Formoso, pedindo usm asatifica-
cia>A' commissio de ornamento pwvinelal.
De Beaadieto Jos Pereira, ox-praea do esrpo
da polica, pedindo para ser aposentado com o
tempo de servicns que prestara. A' commissio
de forea policial.
Do Beilarmiao Aires Se Aroeba, airamatante
de 9 talaos so acouguo poplieo da ribiira de S.
Jos, pedindo que se The espaoa por mais 3 aams,
o prazo da ralerida arremataco.A' commissio
do oegoeioa do cmaras.
ta Galdiae Beutorio Teixoira de Barros, pro-
fosoor pablase de instraccio primaria da fregu
zia do S. Caetaoo da Raposa, pedindo urna gratifl-
eadb ea remuneraeio ao ensias a aouts, que
vafrantariasfeate se areetoo a algunas sessoes se
soa freguoaia.A' commissio da fazenda s orea-
Projeotas; m
Sao julgados objeetos de deiiberacio o manda-
dos imprsafr as sgniatos :
a A araasaaiiisifi de brea policial, qnam foi pre-
sente a ssacio da Jos Antonio Pesua, ex-toaoa-
te do corre dt polica, aa qual reclama costra a in-
jnstica que a seu respeito pralieou o Dr. Joio SU-
veira es Seasa, a pedo soa aposentadoria; consi-
derando ajao peticionario tioaaom face da lei n.
276 do 9 do abril de 1851, direito a sor aposenta-
do ; considerando mais qne o peticionario aos 3
de jaatao de I8S2 requeren soa aposentadoria ao
eatao piaslihaSs De Jola Silveira do Soasa, a
qual toaaasW astoado-lo oi4JodAa*to-o salo do tu-
do (como lao cumpria) inspeccionar, seeattio o sob
o falso e ftil pretexto de qne nio tinhaelle prova-
de inhahiliucao para o servieo, o domis havia so-
licitado o obudo o oficio do contador e partidor do
tormo do Limooiro, o que aio exacto, a vista do
decreto que castos a aomeacio polas raides de-
claradas no mesa de nio ter o peticionario soli-
citado a nomeacio para dito oficio : de parecer
que merece ser attandida a pretencio do sobredi-
lo Pesian, para o qne offerece consideraba da
assembla o segurte projeeto de lei :
< A assembla legislativa provincial resolve:
Art. !. Fie o presidente da provincia auto-
risado a aposentar ao extenente do eorpo de po-
lica Jos Asios Pestaa com os vencimentos a
que tivor direito.
Ficam rerogadas as disposoSes em contrario.
Paco da assembla provincial de Pernambueo,
10 de abril do i&74.Hfc R.Olimra Andrade.-
6. de Drumtmmd. >
< A assembla legislativa provincial resolve :
Art nico. Fica o presidente da provincia au-
torisado a conceder a Francisco Apoligoro Leal,
eogenhero do 5.a districto das obras publicas, 6
mezes de licenga com os seus .vencimentos, obr -
I;ando-se i durante o tempo de sualresideucia no
ugar para onde 'r fazer qualquer serviQJ^de sua
profissao qu (r ordenado pala reparticao das
obras publica?.
Revogadas as di*p)sic5es am contrario :
Sal das sessoes das commissdes, 30 de marco
de 1871. Paes Brrelo.Get Cavalcanle.
c A commissio de agricultura, commercio e
obras publicas, a quem foi prsame o abaixo as-
signado dos moradores do povoado dos Remedios,
solicitando desta assembla urna providencia que
os ponha ao abrigo da falta d'agua potavel de que
se resente o dito povoado; considerando qua de
mximo atrresse publico o abastecimento d'agua
do qualquer ponto povoado da provincia ; consi-
derando que pela sua importancia o povoado los
Remedios credor desse melbbramento, e atten-
dendo a que crescido numero de signatarios tron-
o o abaixo assignado referido o que attesta a ur-
Senca do. pedido ; de parecer que seja deferida
ta policio com o seguinte projeeto de le:
< A assembla legislativa provincial resolve :
< Art, 1.* O presidente da provincia manda-
r construir Um eneanaraonto d'agua potavel e
um ctufariz no povoado doa Remedios, pela cora-
panhia do Beberibe, tenAo em vista, o que dispoe
o 16.a do art 1* da lei provincial a. 4B de 14 de
junho de 1837 e boafissim o contrato celebrado
pala referida comajfjda.
< Art. 2 a Ficam ^rogadu as dispoaiQdes em
^SaaV sessQas, 12 de abrfl ajB7l.-P>-
htpe de fgueiriraria.Antonio PaeJiito.
A assembla legislativa provincial resolve:
Art. nico O, oficios de eserivio do tormo
do BoaJto sarao oxorcidos por desUeuo, a ex-
i ^ff%i&?l .***. m->-
.JUbftSVS8 n* a>aoiaiiiacao de tonto Pto^Pepolar Peft^ao-
^oVotadas as disonsieOes aa
. A assembla iegisUUva proviuciai de Parnam-
bitaotas o imposto paosoal, tem aio poneos osta>
beleciraomus eommereiae que cootribaaai para
as realas geraes, provinciaes a muotekpaes ; o
antigo povuado tem apenas amas vmto raainaas
aaroinadas a ama ou duas ubernas de paaaeaa
importancia, a qne bom reveta o sen estado da
abatiuiemo...
O Sa. F. FiGUgtaoA : Sao es las exactamente a
mforma^oes qne lenho.
O Sn. Amarai. :Quando, Sr. presidente, anda
exista a sede da freguoaia ao amigo povoado. v
occasiao de all ir observa/, por mera euriosidade,
as eleicoes primarias, qae se estavam procedond
o entao notei que o povo que concorria eieieio
nio encontrava urna s easa para oboletar-so, re-
reoidoat aeata
0/iseJreS
*n&.-
catnaanra de villa a
nstitliafo a freguo-
Eaitos ounlclplo
SESSAO ORDINARIA EM 12 DE ABRIL.
prbsumwcu no sa. aa. asuaa.
Ao meio da rail a euaataak aebaram-se pre-
senta o Sn.: BJbeiro Vianaa, lgBaoioJaaaaiaL J.
Msao Rogo, Barros WaadaiWrv, tala a Silva, Haa-
riqae Maaaode, Firmiao do Navaas, uuaha Caval-
canta, Oliveira Andrade, Antonio Paulino, Nata
ASonaa, Goa Cavalcaata, 6asmlo Lobo, Cuaba o
redo, Pinto Jnior, Ylaira do Aranjo, Per-
ra da Agaisr, Per n sabes PMao, Tetteaeo da
>jo, Eoneoto Vaara, atarai, Paanse es Pb>
a, Cerroia es Axaujo.G. Se Drnaw
'.xoira deS, Rufina de Almoida, uraaee
ttjiiflra, Oirvatra Paaciss e Has Bcrroto
antosaesate.
qs Vseirs nJfoti*wSak easa para a casa-
r municipal, reapefliva por qoelquer litle que
Arimio Derpeie relulvamente ap mu<
nmf lZ&SL2?? lmJlli JfT^a'4elaoao.sa-algamaspessoas sem vourrnio so por
urna le mais eficaz e enrgica, oflue possa arran- iaM co enconlravam o que com-
ear pela raz este mal, que ttnlo martynsa os ho- Dra' o^lS! mtl l a aataae JZEL
meas do campo, se confeccione.
Um Sr. Deputado : Este pensamento j susai-
tou um decreto que temos.
0 Sr. Ratis e Silna : O decreto n. 1090 do
I* de Miembro de 1860, longo de ser orna provi
deocia para a repressio desse erime, pelo eon
trario, parece que o acorocooo, porque desde que
se publicou essa lei, como que toram mais fre-
quentes os furtos do animaes. Islo prova, Sr. pre-
sidente, que a lei ni) lera for^a bastante, qne *>
lei nio prodacio o effaito desojado. Me parece,
pois, qne o remedio mais eficaz para semelhante
mal, est consignado em nm projeeto que vou of-
ferocer consideracao da casa, o qual se eonceba
nos segumos temos: (l).
E' oslo o projeeto que tenho a honra de offe-
recsr usideracao da casa, cojo acolhimento
aspen).
E' julgado pbjecto de deliberaeio o segninte
projeeto :
A assembla legislativa de Pernambueo re-
solve :
Art. 1.* Os contratos de transferencia da do-
minio dos animaes cavallares de qnalquer natn-
rexa que seja essa transferencia, s poderio ser
celebrados por escriplura publica as notas dos
eserivies dos juizes de paz, delegadas o subdele-
gadas mediana o emolumento de 21000 cada es-
criatura.
Art. 1* Os eserivies nio poderio lavrar laos
escrpturas, sena qee Ihes soja apresentado o titu-
lo, que prove a legitimidade da posse, a dominio
do eavalk), que pretender negoeiar, sob pena de
rosaoasabilidade.
Art 1* O ca val los aet talmente possuidos s
poderio ser vendidos, comprados oa trocados
apreseatando quem os possuir um attostado, ou
goia de juiz de paz, delegado, ou subdelegado do
lugar do sea domicilio deridamente reconhecido o
sellado.
t Art. 4.a Os eserivies dos juizes de paz, deio-
Sacias e subdelegadas, serio obrigados a ter dous
vros especiaos numerados e rubricados pela an-
toridads competente, o sollados, sondo ara par
laoeameato dos contratos de transferencia de do-
asi aio, a ontro para faaeawapto dos animaes ea-
vallareo de amaos os sexos das fazendas de cria-
5S0 com seus farros, o signaos desde que fuerera
a primeira venda, sondo obrigadjs a dar gratis
por ama s vez aos donoo das animaes certi-
do dos lancamenlos immediatamente depois de
faltos.
Art. 5 03 creadores de animaes cavallares,
quer nos sertSes quer nos anennos, ou ouiras
quaesquer proprisnades sio obrigados a levar ao
registro os animaes que possuirem e se acharen)
as condiedes de ser laucados- no livro do registro,
devendopreviamenteferra4os como ferro proprio
do suas fazendas, para que seja tambem laucado
dito ferro, pagando de registro 100 res por cada
cabeca para o cofre da raunicipalidade.
1 Art. 6.a Os animaes cavallares, que forera
aebados 60 das depois da publca$io da presente
lei sem ferros, e nao estiverem lanzados no livro
do registro, estando as condicSes da o ser do
conformidade com o disposto no art. 4a, serio con-
siderados bens de evento, e como taes terio o
deslino que as leis determinara.
Art. 7.a Os eserivies nio farao lancamento de
animal algum, sem qae se Ibe aprsente o cenhe-
eimento de estar pago o imposto de 100 ris por
cabeca. passado pelo procurador da cmara muni-
cipal respectiva.
Art. 8.a Os eserivies sao obrigados a decla-
rar no eorpo da escrpturas a integra dos ttulos,
que Ibes forem apresentados para prova da legi-
tinidade da posse e dominio do animal que so
pretender comprar, vender, ou trocar.
Art. 9.a Picara revogadas as diposic5es em
contrario. ,
Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambueo, 11 de abril de 1871, Ratis e
Silva.'
E' dispensado da impressao o prolecto que con-
ceda urna lotera de 120:000, ao Monte Po Po-
pular Pernambueano.
ordem do da.
Contina a 3a disenssio do projeeto n. 15 deste
anno que approva o contrato de compra da casa
do Dr. Moraes Sarment. E' approvado com a
emenda ofierecida em 2* disenssio.
3" disenssio de projeeto n. 124 do anno passa-
do, qu tnnsfere da povoaco do Pilar pira-a da
villa Vera a sede da matriz de Iiamarac.
O SR. AMARAL :-Sr/presidenle, -tendo do ne-
gar o meu voto ao projeeto que acaba de ser sob-
meitido tercoira disenssio, o nio tendo assistido
i Ia e Ia diseussSes do mesmo projocto, preciso
se roo laz dar as razos em qu me fundo para
recnsar-lhe o man fraco apoi.
Conheeador, como son, Sr. presidente, da tope-
graabiada freguozia de Itamaracv vist> porten-
cor olla ao municipio em qus moro, o entretendo
reUeSeseom a mafer o melhor parto dos habitan-
tes daquella fregoezla, suppouho-mc habilitado
para informar i casa.'se ceevra oa nio a traos-
fereacia de ne traes o projeeto.
A ilha de Itamarac, Sr. presidente, tem nove
libas da exfensao e qpatro poueo mais oa me-
aos, de largura; a povoacie do Pilar est siloada
no Miara! da mesma IHm, e dista poueo meaos da
claco ratinas do extremo septentrional enanco
mais de austro da. extreraidade raendioaai; o,
portaato, easa pavoaeio est situada qpaai no
centro da parte mala habitada da ilha, qae-ia do
tittorai, o aove po consegrante, ser pretenda ao
povoado da villa. Velba para sede da toosBBBla,
visto que o parocaoalH coilocado pode eoaa mais
faeilidade o aromptidio dostribnir o pasto espiri-
tual pelos seos trassaaa.
Nio poaem, smsmo por esta eirtajastaneia,
alias nanita attandivel, que saspoaao incoavenien-
le a traasforoaeia, outru muitas exj&tem qua rae
rocera a attoacio da casa qae, a tnu ver. tor-
nam essa inconvonienci aanilesta e rrefu-
tavei.
A/tt %* Ficam raaaeaaai as dispoi(oea em
OW.RATOESILVA.-Sr. presidante, aMio
.......isas
K 'aovoacio do Pilar, Sa. nrtaidente, Uode
prximo da exttaccio ; a novoapio qo Pilar cer-
eada como se aehaVao sois e iiumereeas salinas.
prar para comer,
daquelle povoado.
Na povoaco do Pilar residen militas possoa
abastadas a aptas para exercer qualquer cargo
policial ou eleiloral, no amigo povoado nio coaae-
co orna s pes.-oa, alm do professor de prieaaim
letras, que possa oecupar taes cargos...
Um Sr. BSvutado :Como foi que o vigario ca-
pitular informou favor ?
O Sr. Auaral :Poda ser levado por nasa ia-
formacSo inexacta como me parece qae foi.
O fado, Sr. presidente, de terem algumas pes-.
soas da ilha requerido esta assembla a trans-
ferencia de qua se trate, nio deve indoair-nos a
conceder ou decretar essa transferencia sem su
estejamos ioteiramonte convencidos de sua ntili-
dade.
Os signatarios dessa petioao, com bem poueaa
excepedeo, sao pobres e ignorantes pescadoras,
canoeiros que aoeram no amigo povoado e que a
isso se presiaram, segundo me consta, i pedido
de algaem qae tem inleresse nio confeisavei na
transferencia.
A melhor o maior parle dos habitantes da fre-
guozia em 1865 requereu a transferencia para o
Pilar, e hoje insta pela conservado da seda
all. I
Quando em 1866 esta assembla decretos a
transferencia para o Pilar, onde se acha, onvi nao
s ao prelado diocesano, como tambem cmara
municipal de Iguarasstl, e quer aquello, quer esta
opinaram pela transferencia; sendo que o prelado
eslava de tai modo convencido de sua ntilidade
ou necessidade, quo antes mesmo de ser decretada
a transferencia, alie aulorsou o parodio a residir -
no Pilar por ser o povoado maior e mais central
da freguezia. As razos que antio existan para
qne o prelado, a cmara municipal e esta asaom-
bla re nhecessom a povoaeao do Pilar como
mais conveniente para seda da (reguezia, sao as
mesmas que existem boje e que acabai da por
i casa ; o portanto nio vejo motivo para revogar-
mos a lei qne determiaoa a transtereacia dtoig-
eando o Pilar para sede da paroebia.
E verdada que o Exm. e Rvm. Sr. vigario ca-
pitular sendo agora ouvido por esta casa, opinou
pela transferencia para o amigo povoado ; mas,
Sr. prosideole, o nosso virtuoso a mol digo t-
gario capitular aio conhece bem a topographia
da freguezia o nem lio pouco o seu pessoal.
O Sr, Cu.nha e Pigbiredo : J andn por l
missionado.
O Sr. Amaral :Esteve tn Iguarasstl e nio
em Itamaraea.
Sem duvida, Sr. presidente, S. Exc. Rvma. para
dar-nos essa informacio ouvio a alguem, que tai-
vez nao resida naquella freguezia e que por enga-
o ou por outroqualquer motivo...
Uu Sr. Dbputado : Por inleresse.
O Sr. amaral : persuadi a S. Exe. de qua
era conveniente a transferencia, na qual supponho
que nao concorda o parocho, que deveria lar sido
ouvido.
Respeito rauito a opiaio da autoridade eeele-
siastica em taes assumptps, mas nao unto que a
supponha infvlivel: ella pode, assim como qual-
quer um de nos, errar, e urna vez demonstrado o
erre deve reformar o seu pareeer, porque assim
tez todo o homem sabio, religioso e bem intencio-
nado, como por corto o nosso disliocio vigario
capitular.
Eu supponho, Sr. presidente, que nio devenios
crear, supprirair e dividir freguezas, e nem mes-
mo transferir as suas sedes de uns para outros lu-
5ares, s porque alguns dos seus habitantes o pe-
era sem plena demonstra^io de ulilidade de taes-
medidas.
. O Sr. G. Drummond :O projeclo restabelece
que era amigamente. ..
O Sa. Auaral :Mas o que existia anligamoa-
te demonstrou-se que nio era conveniente e da-
raooslroB-se por modo regular e convincente.
E' foreoso eoofessar, Sr. presidenta, qae a-igra-
ja do amigo povdo que servio longo tempo da
matriz, maior, mais espacosa que a do Pilar,
mas est arruinada, carece de grandes a impor-
tantes repares, visto que nio sa a cabo u a obra
que, ha annos, se principiou a fazer a cuata da.
provincia ; entretanto que a groja do Pilar tem.
as precisas aceommodacoes, tema decenda conve-
niente e tem nm bom patrimonio para ser matriz,.
tanto assim que o vigario ainda nao sollcitou desta
assembla quola alguma para reparos da dita
UaSa. Deputado :Mas a antigl povoacio est.
no centro. .,
OS* Amaral :O autigo povoado. conhecido
pala denomlnacao deVilla Velhaest situado,
como j ponderei, na extremidada meridional da
ilba o nao no centro, como por epgaao da o no-^
ora deputado: no centro ou qoasi ao centro este,
o Pilar.
Supponbo, portanto, Sr. presidenta, que nio
toado for^a obligatoria o parecer do Exm. vigario
capitular, visto que se nio trata de crear, suppri-
mir ou dividir freguoxias, mas sim eonservar o
que existo regeitando o projeeto, e nio estando
demonstrada a ntilidade da transferencia, cuja in-
conveniencia aotoria, devemos.sjattressa trans-
ferencia, aitealondo assim a supstrea que nos de-
rigio a malbor o mais importaato parte doa hab-
tantesda freguezia de que se trata.
E' este o meu parecer,, a casa delibere com
entender. ...m.
O SR. G. DRUMOND -Manifcste-se s favoT
do projeeto.
08R. CU>fflA.I:WUEIAiaOIfoao^^
da commasia da aagpctoa "p***"*^
pareeer a orgaaiocu o l>r^j^.,Mf^
Biotomoia SsavVp" *?J*J*S:*'
- eommisoiD pana torraolar o mesmo aroieoto._
>0 aaaa passao fot reoetUda a commissao da
nef0aaeoa>satealeoadequoeuf^
^v

-
A.
i

ropTeleaiasis a muitos habitantes da fi^fuezia,
de Itaivacl aediaao a. este am a traasfereacia.
Ve Sa,DaNTADo:
que asnero
WK*
do'pelx'^fosqBaatada por inwmem
seas do eoMant qus IH vaeerover^e da
raATaaBsa^^
peretef
.aariafeaaar-
oieW PW*
mais ou meaoo. aaa?
O.S. CaataA a Fwur^Beaa : ^Slo. passe aejia-
onr-eto, mas afirmo oae aio eras), mm s ... .
Se. Amaaal : -Re tem -asm um ai eropna-
ees rsareenelaelo,
m a eye awanjasajiyw,
Pncmmb ,Erain muitos.
esa eava eoaea oa onroonamao saw
TimSI^tlim* % sitar, aa\ rsisaio^aete, w%ae era grade
predjoe qae pagam. wdm vsaee a seus ba




'
/



=
que Toi lida na cas a dona das, e remettida i
inesma WMfc tfe TWte presentado soOre a qaal a commissao nao dea
Sareeer algum, porque ja estando em orin
ia do projectp, votado em 1 e 2a discassio jul-
goa qae Mil* discassio pedera diiar alguroa
cousa aeetraM f'represen!; cao.
L'm Sr. BnfVTAr.0 : Me parece qae a cousa
e-i compeasipU, o vi gario epiaa pela nao iraris-
(erencia. ***
O Sr. Corma E Ficbibboo : Parece qne o pa-
recer do vigario em nadaj)de aitorar a volejiu
do projaMe qaando Ex, rigarlo capitular fes-
pondeu que a trausfainncia ona/enierile. A casa
nipr 41 4 uo*aae
Diario d Prii&nibt\co -- S.bbaiJo 6 il^ Maio e entra reprasentacao; a
poder examinar
prmeira seao me (alna a memoria, tsm asigna-
toras de diversas lettras, a segnn la que est aqu
(mostrando) parece que todas as .-.ssignatoras san
da mesma latea e ua j ha recdnheimenio alfum;
uro d wumenio sem valor.
O Sr. Am.viml : Po^so Bie garantir que sao
verdadeiras essas assiga toras.
O sa. Cormaf. Futckirei >: Um dis maus no-
brea collegas fji quem ctnmou a miaba timi;ao
para essa circumsuncia, porque eu na melhor
boa f ni) a haria reparado.
Entretanto eu posso diter alguma eonsa sobre
esta questai, pirque qaando nccupal indignamen-
te o lugar de vigario geral d-> apoiados) o Sr. D. laia de grata recordacio, para
dar um parecer convoraaruta sobre a transferencia
dasede da Ireguezia vclha para o lugar em que
tooje se acha, maudou-me em c-immi*ao para
examinar esse negocio, mindou-m* verificar, per-
% untando s pessoas nais importantes do lugar
qual era o seu voto acerca da transferencia da
freg nena. Eu fui ali. estiva na aoliga sde da
freguezia e eslive no Pilar, mesmo no Pilar en-
oaatre pessoas que me as'egurarau o segra-
te: qiM a povoaeo, posto que-mehor e mils ha-
Miada, e eu nao iwgo o qse disse n nobre deputa
da a esse respeito. o Pilar una povoac > de p s-
cadore que toinou incr-smento; oorm [<'- Ss
naasmo do lugar me disseram que rasa povoaca
dorante o invern (cava cercada de alagados, ou
afuas encharcadas de modo que ne**e lempo s
ni inte se administrava o pasto espritu il a pessoas
que residlam na povoacao, por na pvler com
decencia sabir o Sacramento certas distancia?.
Eotretant i qm do lagar eu da igreja da velha
raatru o traoeito franco, livre em todas as es
toc i do asno.
A sede da freguezia deve estar eolleead* no iu
par mais adecuado para que com toda a facilidade
e deeencia pus sabir o Sacramento nw oeeasies
neeetsarias e a qnalquer hori segundo as exigen
eias do pato espiritual e mesmo sem o Suramen-
to deve sahir a qualquer hora que Mr administrar
o neeessario remedio a seus keguezes en suas
pr)prias_ residencia, pitando transitar em tod-is
aa estates d anno, e j u lamente o que se d
no logar da veto freguezia, que senao est no
centro, sl na melhor oondicao po^sivet.
O Su. Auaral : Xa vetta fregjezla, nego.no
Pilar, sim.
OS. C.nha r PMimnDO :Nao verdade que
no lempo de invern a pevoaco Asa cercada de
alagadas ?
O Su. Ahmml : Nao, senhor, ten apenas nm
maoei pequea distancia, os terrenos sao enxu-
toa.
O Sr. Cumia i; Fiui'eiredo : Esta informacao
morprebende : entrelaiiiu posso atrtrraar a casa
qae me M dada por pessoas moradoras no Pilar,
o que atol de dizer.
B foi esta informa fio qne eu transmitti ai Sr.
bispo; da qual o imii dinno % provisor do bispa-
do Sr. conego Gama foi l-temunlia e* poder dt-
xe^lo se Ibe nao falisr a memoria ; porm o Sr. B.
Mo depois de negar por muito tempe f e>w-
sentimonte paraa transferencia, o deaiafinat, por
motivos que leve* para itto, e esta casa, creio que
em 1866 decretou a iran-ferenc.
A transferencia nesse tetnpe f.. determinada por
moiivos poiiticos. V,
O Su. F. dk FwfiROA: As mesinai razoes
adaam hoje.
O Sr. Cuma b Fmvnawo: frti o aoHre de-
putao maito eDganado. A transferencia fetta em
d8S6 pr motivos polticos foi 3romov4da por un
ebefe do partido liberal daquHIa (reguzia que ti
nba grande influencia no partido quee^tava no
poder, e este consegoio qae o presidente da pro-
vincia inflarse para que a le passasse.
Agora, porm, nada dito existe, e o qae o pro
jecto determina repr as cousas ao seu amigo
estado.
(Trojam-ae apartes).
O Sn. Comba b PteMtamd: Pois, getiliores,
eu a,uereodo informar a verdade nao posiw referir
tuao quanto me enasta anda mesmo qnando son-
besse por informacSes particulares, parM que re
puto ndedigna?
Eu nao contesto o que o ceilega avaneon, que
-existe maior numero de |iopulaQio no Pilar, na
contesto qne alli, como a populado maior, o*
recursos para as d.rpezas do cuito sejam mais
a"Ppb.s, [lotera nio posso concordar com a sua
opiniao, nao ol-*tan e respeila-la muito, porque
e-tau informado do que acabo de dizer.
Bemais accresce urna (utra razio, que deve
pesar mnito no .mimo desta casa. A igreja da
amiga matriz de Itamarac foi leila, como disse o
mea nobre colleg i do 3* dlstrrrto qa me prece-
den, naquelles teopos de s.iodosa memoria e alrn
de serum templo historico.foi fundada d^baixode
toda as regras da arte, com toda a solidez; emBm,
foi um dos prime .ros le nplos que se edific j nes-
ta provincia qaando a donirtaoto p-inuguer* no
Brasil.
Caoforme os costnmes antigos, que ea respeito
e adatiro, se fez. urna igreja cora todas ss propor-
edes aocessanas para urna matriz, se fez naquella
igreja urna cap IU propria para o Sacramenl',
aonde pode Santissirao estar collocado na forma
determinada pelos caones entrelaoto que namni
pequea igreja do Pilar nao existe essa capella,
urna igrejinha insofflciente para ser matriz, sem
capella reservada onde se eohooue o Salissi-
aao.
Ora se o Santsimo Sacramento, segando doler-
minam os caones, deve aUf enllocado em lugar
muito decente, s sn pella reservada sonde
nem mtfflo'os leigos que se empregam no aervico
da igreja cheguem e passem por alti eaatinuada-
mente, emSm, que seja o Sacramento enllocado
no sanca sanciornm aonde pesaoa algum* alm do*
sacerdotes possam entrar, gdardando-se todo res-
peito. Gomo se qaer agora faaer e contrario de
ludo isto e ueixar fra do seu antlgo e tollo tem-
plo, onde alia foi edhocada desde -u:\ creaco, dei
xanan urna famosa igreja om abandono 1
U Sa. Dbtutado:Est em ruinas.
O Sa. Cumia e Fioueiiiedo :JSSo exacto, es-
tivo l e afflrmo que est bem onserrada, e eston
informado que os moradores prepararam a capel
U-mr, que est bella. A razto de mator poputa-
cao no Pilar nio deve prevalecer para qne a ande
da matriz nao vojie i sua amiga igreja.
O projeet nSb faz mais do que restablecer
com justica aqnillo que era antigaraentejoao ama
mudanca caprichosa como diz o nobre deputade
que me precedeo. Os comraodos pata* os votan-
tes, qae lamenta o nobre depataio, (icario como
era amigamente. Ha alti casas safflcieuts e essa
mesma razan fara edlflcar-se oairas'. Atm disso a
povoac) do Pilar esta em om logar desabrigado,
aeade nio ha barra, entretanto que a pbvoae3o
amiga esta dentro de ama excelleate barra qae d'
entrada barcacas, e crelo que a toda especie de
navios, e smeme', per este motivo muito prametic
para o futuro. Pdae ajnd hvar1 all atoa efunde
ritis ama vtlla.'
Sn. Dapurnt: Foi sempr em deciden
~0 Sa. Cusa a B-Panunusoo:Parque a inflaen-
cu dos dominadores da poltica cbacorrt pra isso
andando a sede da matriz e nao me daflflo eertor
auxilios, o qne fez com quo o povo procurasse o
Pilar eom preferencia; porm riara o tempes mu-
daan as circumstaaeias e com a transferencia pro-
jeetada poder* anda Rorearer villa vtto. Nio
irtrndo, pordntj desprefar al infwatotnes qne
acabon n> dos aar om dos aojso* eorrata, que diz
qae eoobeee a totatrapnta de Ingar e atiesta a
roarrenrenda di nio tnnsItifRRrl, en nroponMd
caal.d'vfti'rWdWar oeste emido, qMwM adia-
da adisctrss*) que v.rtavkroa 4.Exe. t*a. o
proJaetp coto a nova rnpreseatarld qu bi Ms na
^ptofetttQtofwitoo rfrtuWiWWate Mtoe
oeaso.noi tw parecer medada, m vrim a
leputado signatario do projecto, conclaio dizendo ella calcaoa. para se evitar a agglorae
aguas pluvlses, qne trais tarde te trnala
ptrida, causando damnos fmmeasos '
blica. Achando se
qae, suppondo a casa sufflcienteraente esclare-
cida, achava dasnye^iftoaaj|gir jfljid) novo
Exfh. vigarto eapivnlar;*oJtRr^Tttsrrawl rasoavel
como nio insistira por certo em aea urinaeira.
parecer ; mas qae se por deferencia o por outri
qualquer consideraci a caa raiolvesse onvi'lo
segunda vez acerca de um asjumpto j lidataba 4 CaMu,totaV
4
_ comdja
e scgiifcat> oa,tJca e
pdo, elle respeitaria como deve essa deetso.
K" Encerrada a flisussi* verifica se empate ni vo-
tacao do requeriraento, pelo qae Qca a diseussio
adiada.
t* discassio do projecto a. 131 da aao:o pa
do, que autotfea a eraacao da ama aaeola a
cola.
O SR. (i. DE nHUMMON'O olT-roee
projecto Mihstiintivo, que apoiada.
< A assemlria legislativa provinaiat de Pe:
baco, resol ve :
< Art. 1 Pica o presidente da provincia
risado para auxiliar o Inparial Iiwtituto Parnasn-
bucaao de Agricultura, aa toadar* de ama anata
theorica e pratica de agricultura pelos seguales
meios:
I. Concorrer com a quantia de 108:0001
para acquisicio dos terrenos e mais objectos n-
cessarios ao rgimen da scnia, iin ra^Ses de crdito que entender conveniente, eom
tanto que os juros respectivos nio excedam de 9
U|0 ao anno.
i i 1 Subvaacioaar> escola eom a qnantia aa-
nol de 20:00J<00t), desde o dia em que eime-
car a funocnnar.
< 3.a Anoexar escila mediante as coo~>es
que jastar e da accordo-com a Sania Casa de -
seric rdia, o estahelecimeato dos orphaos e expos-
k a eargo desta.
< i 4l Igualmente aanexar pela mesiiia forma
o Asylo de Mendicidad.
Art if Os objectos adqaeridos cus da
provincia reverlero ao seu dominio a lodo tasa -
po que o Imperial Instituto Pernambucano de Agri-
cultura deixar de mauler effactivauMnte a e-dla.
< Art. 3.a O presidente da provincia dar eonu
I i ii-o da prseme autorisacao na prxima rea-
nio da assemJ>lea. Kevogadas as dupdiic a em
cuatrahe.
< Paco da assembla provincial, de abril da.
1871.Gaspar de Drunmond.rFeitppe V F<-
raa Furia. Amonio Paulino.i. 4* Mello Heoa.
J. Vieira.Teixeira de S.Barras Wanderlru
Oliveir* Audraie.iliifm'io Lobo.PiUO Ja-
mar. >
Estabelectda a dlscussao de preferencia deferido
o projecto substitutivo.
O SR. RAT1S E SILVA:Sr. presidente, urna
vez que o projecto que se discute foi Mi'.isiitiwd-i
por um outro, que foi preferido para a .ti- -u? o'.
nao estando esse outro, que fu aprsentelo, anda
impresso, me pareca conveniente q i f ise ada-
la a discusrio delle ale que, sendo impreeso, fosse
destribuido palos Sr?. deputado, para poder ser
estudaio o a-sim poder sor discutido. tequeiro,
por imo, o adiamanto at quo o projecto volle da
irnfxesso.
Vai a masa e apoia-ae o seguinle requeriin.into
< Re i'ieiro o adiamento dn projecto subMHuiivo
a; ser impresso.Rttis e Silva.
<>S. F. D&FIGUEWOA pedo a retirada do
projecto n. 131, o une llie concedido.
u Su. G. DE DRdliUOM) faz seiir a desne-
ceesidade do adiamento, visto que entre' a prsenle
diaeassao e a 'erceira deve mediar o intermieio
suilieieote para ser s.itisi'-.no o desojo do uobre
deputado antes do requerimento.
i' su. RaTIS E SILVA pede a retirada da aea
requerimento, no que a casa consenle.
Encerrada a dscuse, o project so+fcliiuti\o
approvado.
t* diseissao do projecto n. 31- dasle anno, que
altera os limites da ftegoezu do Bonito.
Vai mesa e apoia--e o sgulotn requeriraento :
Kequeiro qse *rja onvido o Exm> vigario ca-
pitular sem prejuizo da i* discassio. Ges Ca>
ruteante.
KneiTrada a di-eussao, o pnjeclo approvado.
bem como o reqoarimenta.
i disenssao do projecto n. 16 dst aaoo, coa-
ceden do privilegio a Antooio ua Cista. e S, par
coaduzlr as carnes verdee da tnata-iouro peblhvi
en carrocas especiaes;
Va > mesa e sao apoiadas as segokites emeu-
das :
Redoza-sa o pritHefio 5 anaas | Btala de
prompto o calca
mal de guerra, e seudo
essa de que tratamos,
pode ser aitenfiido serae
esperamos.
E MNASnC0.~Remet-
a
mn
rmj
ulta
nhec
ie * equeaye, yaa
do entuusiaaar
este imparto, ande
C\f HftfJESTRE
tem-nos o seguiote :
a-
i
riti
>| Es
ralilei
brlsta,
as capitaandas pnivi
toin exWaV-as seos t
Eojeads artkb
especiajHi?io,|>el
raveis Vafjalhos.
* ) director, Ant
ainda bem joven causn grande spo3acio' na corte
a m aaseus irbltos i canMo em palto./ rtlra-
tood^afa }ttatppt na sua vwtigimMietW"
tica car reir pelos valles e montanhas da Ucrnina,
ora o gaeho mrtr trBtrrffny" but snar conerias
pelos vastos pampas do sal. 1._ s
Em Pars no Circo NapoltBo, em cWaTBYno
Roya A!lmmbraHem Berlinv na /foafs,emajpaJea
IKima, MrMfo, ncWr Chmtiirti sob a tflreetpiddo
celebre E. Guillauaie, uos Eatadus-Unids e Jiv
vaha na eompanhia Grande Octano, gairtloa A.
Cario lujiDarweasjvaU curdas de iattx .es louro^,-
Carlos db Carmo, pattllsta,
tvara ao artista o tastemnnho de sna
qne Ihe aureblam a fronte.
t Neaia imperio tem elto eblido asfdafajjdoi
trlumphos. Em S. Paulo a enthusiastca e librri-
ma moctaada acadmica laureou por- itniumeras
vezes ao genio brasileiro.
Flores, joas de alto preco e primor, corda de
n-raa, de piala e curo, paosla* ludo' fot toneado
aoa pee do artista, genio na sua arte. >-PagueoVs-
Varella, Preyi, PeJro Laia, Alarias, ftittenconrt
swnpaio a ttt murtos poetis, acadmicos de
entao,irlbH\
adawracio.
No Para, [Maranhao, Baha, Alagas, Cea,
tem A Carlos arrancado phreoelicos aplausos e
eethu>astea* avce( |uaodo etibibe os seas tra-
ba.h s
O ionartf 4a Forttilet n. 3 do eorrenle aano
em artigu duj-odaenu tlz: o Sr. A. Cavtose-
velou seu imnwnso inerit", m.miando um cavsllo
ai oda pouco edncadrv, em pello, a exercrHhde po-
sicoei lao perigosas. quanto sorprehenJemes. O
circo-cotorm o de pahvioc na raomaria gMoi-onv
Era urna sean* origisl, executada com maiia
bravura ogaihardla I
U Cearente diz:
O indio cavallo um trabalho moi benito,
o foi bem desem.iennado peto artista A Crte.
\eaia genero o ariista iaagne, e perito, e nao
nenhim effeito o mesmo privilegio logo que aea'
mar municipal qaeira incumbir-se do ser*ice do
transporte.Gusmao Lobo, i
Accresoente-se ceilen lo o privilegio a cmara
municipal quando ella liver construido o mata-
dnur> publico, mediante indemniaxcio do material
errr:>regado Gex CaudeOnte.
Encerrada a discusssio o projecto approvado
com a segonda emenda.
Verflcandc-s nao anver easa, o Sr. presidente
designa a ordo do dia a levanta a sessao.
TUVTSTA DIABIA.
ASSEMBLA PRAV1NCTAL. Deiwm liontem
de funecionar por falta de numer legal dos Srs.
deputados.
GUARDA RACIONAL. Porportatia da presi
ileucia da provincia, do 1* do crreme, foram no-
meados :
Para o 16 batalhio de infamara do mnnicipio
de Pao d'Alho : alteres secretarlo o sargento Por-
firio da Silva Tavares Coatiabo ; i* eonipazrhia
alteres o sargento Urbano Carvalhn dos Santos ;
4* ditateuente o altores Je.-uino Oomingues Car
neiro, alferes o sargento Jos Lino Marques Baca-
Ibo ; 6* ditatenante o alferes Francisco Vieira
de Mello, alferes os sargentos Poneiaoo Pereira
Leite e lo Vieira de Mello Franco.
Para o 53a balalhao de lufantaria, do municipio
do Limoeiro : alferes da 4* companhia Jos de
Moura Santos.
SECRETARIA,DO GeVKRXO-Por pertarfit da
presideati* ta pr >vmcia, dffv3 do- norrente, foi
nnmeado o Dr. Juao Vieira de Araujo ebefe da
4* eccao da secretaria respectiva.
SANTA CASAOS MISERICORDIs.Por porta
ria da presidencia da provincia, de i do crreme,
foi exonerado, aba pedida, de mordono da rama
administrativa da Santa Casa de Misericordia, o
Dr. Felippe Nery Gollaee.
ASYLO DE MENDICIDAD*. Por) portarla da
presidencia da provincia, de 2 do correte, foi no-
meado o alferes honorario do exerefto /e3e Ro
drigues de Sonza, para amfnueaSe do Asyb de
Mendicidade.
PROFESSORA I'lILlGA.Por portara da jare-,
sideneia da provincia, de 2 do corrate, foi jubila-
da, con o ordenado proporcional ao lempo de seos
servicos, de eraformidade joib a segunda parto do
art. 29 da le n. 369 de 14 de mu de 1833, a
professora publica da puvoacao do Orno d'Agua
dos Uredos, D. Maria Benedicto da Meta SiWeira.
ARSENAL DE MARINHA. Diixa bje a 10
hora do dia o ezeroiuo de inspeevor do arsenal
de marinha desta provmcut, lugar-que servio cer-
ca de det anaos, o Exm Sr. oaale de divsao Her-
menegildo Antonio Barbosa d Almeida, afim de
ir oeeupar na corte do imperj, o importante a-)
elevado cargo de memoro eflectivo de couselho
naval, para o qual foi noraeade por dec/oto d ii
de abril ultimo.
O Exm. Sr. ebefe de diviso Barbosa de Almei-
da, foreaeonfessar, exereeu sempre eom inlelli-
geneia, eircaraspeccao e verdadeiro aelo a honro-
so e pesado cargo de inspector de arsenal de ma-
rtnha, gotaado por isso o apreco a estima, do
particulares e do governo imperial as reeoeapera
sas que mal saeu calar no eoracao de uubur,
as promecaes*Tntinaadas, peta qm. tonda viada
desraeuie a reputaeao adqoirida as prineipaes
capitaes da Eampa e Erados Oaides.
O Puilieador diz :
O Sr. Antonio Cario? am artista insargeoto I
.Ni ha penna que prwsa ds*rever o detitie,
que provoca no publico, qaando exhibe seus tra-
balhos I
Oatros moKi* jornaes temAs-em frente, qne em-
t?iam A. Crlo>, a seria por d nais enfadontw os
ciar moa.
Segue-se AirMrto Frer*, panlista. Alada etn
tenra idatle, eei 1899, em S Paulo, ittrahie .ettoo
pubtiejpara o c^rco de P. Mame, onito farta tra-
ba ihos espantosos e sorprendentes I FftoH a intol-
ligeote, tem elle feito da arte am sacerdocio.
f Bm rU?*b a-esto ariista, diz oomai da For-
tuna :
Noc serffl trnhalhtt do rame baafce igual
os meliuies artistas da Europa, qne te*m vindo
ao Braeil: au trautlh) sobre es feV, aea/ep idw
na posicio quo tomavam m M-dwdrM.nialiara
dos artista japoaeees Ibe snpartor ; eodo qne
ha sort*s de iinvttto> go de vidt'do Joven Manuelitn se tora* rito eoasad,
aablime, que, enMHiHasm eeomroevn. O vtista
Alberto nm talento consummado, para queav
o futuro nao pode dexar de ser muito esperan-
zse.
Segqem se os artistas- R. Freir, rmio do
preeadeote. igual aquel em agrfidade, deatresa e
iimpoia nos irablbos; Teteira Junio, eferta-
liino da Magalhaes, mH equif*Tlsta m ^nmeira
f.irva, a squeHo destocaMr mexeedivel/atnao da
rautta babHidade e perfetc*e evo seus ranaHtos';
Ai ves dedliveira, Sra Freir, perfetla Amazonas,
NanadMo e outros, sao todos e ceejtWete de art.
tas-, genios a mh w ^
O Diario do 6m Par ir. 5* do preseate
aaoo dia em artiga tfe red*eeao
Aquellas horneas fazem prodigios. Para elles
na hajmpossivei. o#j gymnaitas, ee aerobatos,
os equilibrista-', pdem erguer a fronte em qaal
qoer parte em- qne trabamarem, porque hiede
ergoe-la eogrinaldadaeomeoroas, tribno\qae mes
devera lodos os povos caites. Aqoillo a suprema
expressao da arle, betto, sorprendento, qae se ad-
mir com abnndancia de coracio, mas que nem se
lenta descrever. E o que mai encanta a so>e-
rana hirmora, i\o vfacota todos aqoelte talento
n urna s maaifeslacao esplendida, desdambrante.
Casu o espectador tistmanir o ethnr artista
iodos sao grandes, dtgno da fama que es prece-
den, dignos dos festejos com qne foram aeethidos.
O sr Aogasio palhaco da companhia a pi-
lueria ambulante, o riso em evolnQSes diablicas,
a gargalbada a walsar, a facecia cabriolar I
Respeito elle diz o Sete ie Setembro :
Neste mondo nio existe om pamaeo mais espi-
rituoso, nem mais er^rraerd-. r*r ofrrvj'meleqa en
dlabrado, sambador, cantador de chahr sempre
faceto, eapaz de fai*f ,'ir i lodos os seres 'ds un
verso 1 Ssrnos coavencidos qae o Sr'. Angosto"
cam am anico gesto provocar riso as prdpfias'pe.
dras, sendo como t verdadeirb encyclopedeo
da riso e da galhofa. a
Diversas trabalho de eqnitacao, gymoaslica,
equilibrio, acrobacia, jogos malabares, e omros
muitos serio paternos ao nosd puavico dne; com
certeza, como as de mais de outras provincias,
render pretb ae tsleotoa dos joven brasileires,1
que se lancam sdb a proteeco de um pWico tic
generoso elibenrl^ eomo o nossO sde se.
Os artistis sao todo arasileire, e isto ser
man nm ineemivn para ehamar a attencao do es-
trangeiro geaeroso edoltraaileiro patriota.
LOTERA.A que se afta i venda 1 a 192
baaefleio da matriz do Graultb; a irttal corte no
CEirrER10PrftLIC0.-0bmatte"d-.l|l tdb
correte :
Tneodora Maria da CdtcefcaD, pirda, Pernatfl-
traco, 90 annos, vlava, Graca ; apoplxa.
Mara, eserava, Pernartbeo, 9 meze, i. os ;
apante.
Mara, parda, Pernotme*, 1 l/f roez, RdciTe;
Pedro/os RoJrlgties dz Sltra, pirdo. Peruam-
bueo annos, caaitao. Sam Antn; ajthmx
Antonio Mendes de Santiago, pardo, Pernambn-
co, 38 annos, sofiriro, Santo Antonio ; auizara.
Jola, braaep, muadjued, 3 meza; Santo Ai-
toam : eonvui5e.
Maria, branca, r^namltect), fstu; Reeife; n-
J?a*j{*'-
Mara, eeirrava, pretay l*rbamnnco, 26-aonbs,
Mld de Fernando de Noronha, publicada
o Pernambucano de 16 de marco, que
o factos praticados pelo Sr. coronel Jw
de Moraes Reg na admralstracao do mes-
lio, t iraaram sobre ette a attencSo dq
autor da citada publicacio, Baldo de recur-
sos para ama defett qne desfizesse a-Hnpreseao
dessgradavel que prodnzio a referedbla desses lac-
ios, sem mesmo justiBcar um s-delles, conten
tou-se em declarar, urbe el orbi, a Sr. coronel Mo-
ler sua heojstMadtHKresad/e
publico, vienma dea emprefados es-
negociantes, que* aelle vlf|m um
up=ravel aos seu* ve-erados eos-
njar dinheiroforalos iKieHoj. r
mnia vil I
oel Jos Angelo de Moraes Rea,
nunca tedtfjecasiao de notar noa pmpradjidos de
Fernanda-safa de honesddade, aeaasim aehou ne-
gociando. { enhtim com plaataeSs; nenham
mandando vender bolos, rJiiadezas e fazendas pe
los sentenciados I
0 numera de oamanrfas que tinha om, tinhiu.
IddQ e foram conservados per S. S.
E se em commandos anteriores ao sen, eoipre-
-g*do henve que itveram ptontotoes, sentea-
*.a ^. *e-U9 serviS0?> Tenda de D0108 e miu-
deeas, otrdti finha S. S. que ver com taes cousas
I que nao erara do seu lempo.
- Ao que me perieaen, declaro alto e bom som
que oSr. coronel Moraes Rgo, nao obstante ter
ewgae a Fernaado'ne prepsito de redazlrroe
oao sei mesmo ao qus, nein unaa simples adver-
tencia me fez em qualquer sentio ; as suas or-
dens do dia, iflmhrfi^av a anAnla"""!'"8 nunca
f^m meutrurattde nome tojaram t
Sei que aff otl.-ias rezeiivatilis trtWm de mim
ao g ivern \ man aafJ sef qnaea as acensares que
me fez. Tentlo tranquilla a consclencia a respei-
to dos meus actos em Fernando.
Se o Sr. coronel libraos Reg, quando da corte
veio para commandar Fernando, nao tivesse des-
ndiarcado nesta ridade e se demorado um mei,
ainda boj* estara trauquiUameute no seo empre-
go em harmona com todos oa empregados seus
subordinados.
Nao foram o empregados de Fernando que
coneorreram para a demisso do Sr. coronel Mo-
raes Reg, foram, todos sabein, os intrigan te in-
flis a calumniniadores que abusando da boa f
do mesmo Sr. o illodiram infaroememe cero o
(ira de lirarem desforra de veibas quexas ; e, an-
da nao satisfeitos, eontinaam a compromeue lo
com o goveruo por meio de eseriptos insultuo-
ua.
Disposto como estna a chamar a respongabili-
dade o autor dos arigos publicados contra mim,
que iavolvem injuria ao raen carcter de empre-
gado publico, e que atacara pessoas dignas de
todo respeito e veneraco, nio me cansarei em
responder a esses artigos, dseuda, entreunto, qu,s
.
ii ii

f*"t eom as forcee do sea pobrissimo orea ment
fxecucio de tio ulil quao custoso emprehendi-
manta; qnando o governo imperial reaoldte, e to-
cado de nobre eonfianea, se dirige s aesemblas
e .cmaras munieipaes das varia provincias, qae
devem participar dos beneficios da linha. convida-
las e interessa-las por essa obra grandiosa ; nao
permK-ir a assembla provincial de Pernamboco
que a grande provincia, de que representante, d
prova de urna despreocupada e culposa iodiffa-
~enca em assumpto qae diz lio de perlo com os
seus mas caros interestes.
Quando toraam logar no conselhos da cora
dous jovens pernambacano, e aoseu amor pela
provincia qne se deve a generosa idea de tradu-
zir em faci esto nolavel melhoramento ; nao qae-
rer a assembl.'-a provincial dexar de associar-se
ao nobre peneameeto-qae despena tio justas sym-
pathias.
Nao Ihe sejam embarazo a difflcaldades finan-
ceira?. Explieaveis por causas qae tendera a
desapparecer, esli ellas muito longe de ser o
signal de decadencia da recua.
Coatam no futuro os mais tmidos. Os emba-
reos de toje sio a culpa da nossa timidez.
Tudo quanto em nosso paz possuir o segredo
de sapprimir ar dfstarncias, digno de solicitar-
nos os mais custosos sacrificios.
-
J nem o Sr. coronel Moraes Refp, era lodos o-
nieus deiratoree rtuaidos sao capazos de apresen
tar am doeameuto offljial que prove ter eu urna se
vez m desviado do caminho da hoaestidaJe.
Ser bom qae nao me obriguem a apresautar
ao publica a cerliilo qae requer fosse extrah
dadoliro de eorrespondencia do c< mmando de
Fernando o anno de 1832, e que por demais pro-
va a iiooestidade docantaua de cortos indivi-
duos.
Reeife, 5 de maio de 1871.
Clemente FrancUio Tavares.
\ aiImiiiVfetrato do toxm.
rouNelhelro Mogo Velho
vnlcauti de llhunnrqiie.
II
Ca-
em outubro de W61 no posto de capio-tinento Aa'(ja|u io-.
eapiaa-derfra- iJ5.2
passou em denerabro desea anno capilao de fra-
gata, em agosto de 1865 capilao de mar e nar-
ra, a em dezerabro de 1889 i ebefe da din,
sendo distinguido em marco da 1870 eom a coa-
menda da ordera de Avia
Felicitando o pela nova distinecio qne me nam
ferio o geverno imperial, aaaajatno a S. Ba*. a
> aua Exma familia prospendadaa a ventoras.
MWWtlr}.Aeh-se abert, desde o 1* do
correrte m>z, a matricnta H aultt peWica, do se.
xo munlnn, na itoVfHdl labaalin. a rMal
regida pelo proteaur CMstovl de Barres Gomes
H
solteira, S. Jas bjeirooaia,
Aotonm braijc, Peraambufeo, 3 moxe. Reeife ;'
convulsoesf. '
Antonio Joaqnim de'pF
Prianoaeb W itrtts
1 Jq&o Paieira Rar
tdr, vTnVb', Saiho
i*e1ipr.
48 atino*, ra,
MetirrtWia Rayfthii
tti, 8
PftOinVWO,
(a, Pernam-
o remethda
desta
^R 'en nao >44ot MUrunmm mai Ia6 ,eia aedfdo.
" tSSSr, ^ **T CA#AA MtVCtfAL DO Rg(3E.
-ja^degninte rifjtevIiaatO f erpagacae dade prearoaoia ao piano, a#r> s
UM fTill a -****?**** sentado ato sen Bgeon^iro, para a eadlcacao do-
-a im. msrM*i piMtlar' mareado pubiiee, con vida jusl las ^oa que-
* IgL"!1^" IjWUWIaMlirigtd IQ'ievea roatrator dato atnto90co, a irea fsjdrr,
Biliav^la'e^ghetl.aeltoBalra. mm oftoae e arciiimira f -preaNlara ari ,
i propestoe at 3*1 dtf errar mea. .
J0"**'*:**? can e T1ABSA m AMaVAb mamnk.~n. I
pas
d
|oe/,
E' felizmente am pernambucano qie so ira-
proim, em toda sua soberana exigencia, as graves
solacoesde que a ultima adranistracao dispoz os
elementos com to rara fcilidad.
Quer isto drzer que ura novo esludo paciente das
uecsidfls da prorinxi* n5o absorveri tempo
precioo ao novo administrador. Visto no eonhe-
ciraenlo dbs horaens e dos factos da provac2,
exleniaraenle relacionado, e j. experimentado na
ortica administrativa, rene o novo administrador
todos os predicamentos indispensaveis a realisaco
dos elevados designios que Turara a enastante e
apaixonada preoeenpacao dj ultimo periodo.
Nao o Sr Dr. Manbel um hornera novo. En-
trado desde annos na vida publica, tem na per-
corrido na provincia sem oentima interrpco.
Stfbra-ihe mereetmento,'; e ao sea mereei-
meadl que deve a honrad* po-icio social que con-
qnistou sera difrlcaldade. Como todos qae podem
dizer o mesmo, elle nao ter esqnecido que o
apreco d soeiedade em qne nascen e em que
vive cercado do justos respeitos, a melhor e
mais ambicionada recompens que o bomem pu-
blico pode aspirar.
Pernambucano Ilustre, o novo administrador
eenhece a fundo e pilan a melindrosa sitacao
des negocios da provincia. Conhece a em suas
necessidades de toda natureza. Nansa estove des-
applctdo e inactivo sobra a marcha- dos- negocios
pblicos para que Ihe seja perdoavel a indeciso
qae vera da inexperiencia.
Sciento e consciente das dlffhuldades de sua
neva missao, o Sr Dr. Manuel Portella segura-
mento nio os desfarcar seas pfoprlos othos.
As manfeuaoes qae ah se levantan) com ama
generosa espontaneidade em honra ao ox-admi-
strador, dizem multo alto que de severas res-
ponsabilidades cabem em legado 1 nova admini.--
traco.
Nao podem essas manifestares ser sospeita-
das. Ellas vem de toda as classe?, sob todas a-
formas da gratilio publica, por todos os orglos
da opjnao. Ellas tradazem seffl reboco, e em
honrosa competencia, o reconhecnaento de ama
soeiedade que grande, generosa, imelligente e
corneca a aer impaciente at yir a ser inexoravel.
Mais que nunca, o mrito de ama adma3tracao
alo pode consistir no expediente fcil, na distr-
buioao da justica, na inspec^ao dos servicos or-
ganisados. Tanto nSo pone bastar a urna grande
provincia que habiiuou-se a urna accao enrgica,
nobramento inspirada, ardentemetite deveada
pela soluco des mais difllceis problemas.
Eotrevijaps o futuro u'essa verdadeira agitado
de torgas desprovetadas. Commereio, artes, in-
dustria;tudo se ergueu :om um nobre aWoroQo
ao cheque elctrico da oipulsao administrativa,
de que lomos testemunh'a. Nenhuma (Testas tor-
cas reaes da soeiedade pede resigUar-se urna
bruscaimerrupoio de ideas que acariciou e afagou
Esta'de'pd, e est atiento, o espirito publico. Em
tlitude atnaruamenle exigente, todo relardamento
te hmfmante.
Naa-se quera entorpecer este esplendido pro-
nuncamenlo da opinio.
E o segredo da admlnistracao trazer interes-
aaria a soeiedade pelos seus proprios destines; ae-^
nhuroa complcidaue pod ser mais proveilosa ao'
seus una.
O pensamento administrativo dad deve solar-se;
si elle faz o vacuo em torno de si, e retrabe-se na
dobras de urna vaidosa circuuispecco, nao tarda
a reeooiiecer-se impotente.
O administrador deve ver tudo ; infbrmar-se de
indo; deve estar am toda parte. Ouvir sa a
todo'; nio dasprezar nenhum aviio, mas dar a
cada nm valor que merecer. Rio excluir n
nhuma aoqp*^rc4o ; mas, nenhuma deve aer infle-
Fot*gracde parte devldo es'us recoroninda-
vel luipaailfias au a &*#&** Diogo Ve-
po chegou a ganbar a conflanc priblica.
Melhor premio pao Iba aodia caber por sorte.
O administrador nio e nao poda ser i iveali
axtoff pacaeme que aa_ acopa ao eontaclo *a so-
eiedade eomo ama dlvisao estranua aos fias da
sclencia. Nao e aabio aue se reosiie a intimi
daddaa|iiMPMBrIaa ^a^uabremaaia egosta
deseutompa B o bontam de aepao prompu,
*Jforos, daeiaiva, que vai ao encontr da ocie
dadaa a-cator os seo*, ifiterejeas, sent-loa,
meidar-ie por elle, a dirig-lof e encamlnha-lo
' eaaaiwo quei oMiao iba-traz lateado.
- de tndo o elevado representanto das
fJarbtiaa de Altnelda Mato,
Possa o lfosire pernambucano, que nesta mo-
mento toma a gesiao do oegecios pualicoa, apar-
Mpr-aa da wftode dssiaa rotaron*.
i Honrosa aoeiedade espira ver consagrado am
70 arates o seu reconocido patriotismo.
ns a&K '-', -; W^k djc
.ide^
ana epoena. Ir em ellas, e em amato, o ^
Xegocioa de i'iraaulo.
O Liberal nestes ltimos das, tem publicado
a'guns artigos a pedido, sobre negocios de Fernn-
do, em liguagem peuco conveniente e contradic-
toria coro a sua atlitade, em relacio a admiaislra-
i,io do Exm. Sr. conselheiro Diogo Velho.
O grande esforcn do autor dosses artigos con
siste era fazer o panegrico do e\-commandanie do
presidio, e para attingiro sea flm, eatendea agre-
dir de modo descommunsl o distraclo administra-
dor, que, por sua nobre conducta, jonne collocar-
ie cima das boles do despert e dos interesses
contrariado*.
Era preciso muita fatnidade, prrstiwpcao e boa
f era alta dose, para que prelendesse algaem de-
monstrar que a demissio dn referido ex-comman-
laflte foi desacert e deservico. Era preciso au-
dacia demasiada para querer alguem mentir no
espirite publico, que S Exc, que soa sabe loria
e tino administrativo, junto'-i os salutares effertos
do sea esptritn de justica e iioralidade, em vez da
pratica de um acto de energa c mira um mo
funecionario, desmercese o brilho de sua adrii-
aistraciocom um acto de leviandade e precipita-
cao.
Mas ha gente pm tudo e man algnma coasa I
Entreunto cao levaramos mal que o articu-
lista, no empenho de resalvar o dezar qae fieoa ao
sea dilecto amigo, com o acto da'demissio, ten-
Ussa justifica-lo do* abusos que Ihe sao attrlbai-
dos, e procurasse, pT meto de elogios anda inde-
vidos, diminuir a m impressij que Ihe crou o
sen infeliz commindu.
Ito, porm. poda fazer sem atacar a acto de
jnstica que o poni e o alto funecionario qne sou-
be cora moraltdale e energa camprir o seu l-
ver.
Se este fora o caminho adoptado pelo articulis-
ta, nao Ihe embargaramos o passo, era opporia-
mes reparos ao seu proceder; mas exaliar o mo
funecionario, innocentar os seos antfsos e escan
dalos, desvirtuando ao mesmo tempo a aeeio re-
flectida da aatoritoda qae satisfei sempre, se n
distinecio de cores polticas, os anhelos dos ho
mens honestos da provincia, a dignidade e morali
dadeflb alto cargo qne lha foi confiado, o que
nao nos solfre a paeieneta.
O articulista procura fazer tao alias concepe_5es
do negocio, diz-se tio senhor dos horneas e das
cousas, dos planos tenebrosos machinados cora
agentas por toda a parte para sacrificar o coTi-
mando enrgico e moralizado, do sensivel ex-eom-
mandante qne final cahe no terreno d> ridiculo,
restando apenas d%tudo quanto e.-ereveu ojnsal-
t*, a calumnia, e as allnsoes tor pes, que nao me-
recem que se diga, s;o laucadas ao desprezo.
Por tanto j se v a face por onde devem ser
apreciados a demissio dada pelo governo impe-
rial ao ex-cominaodante e os actos do presidente
ue preceder m a demissio.
Neste ponto o ex-commandante ganhiria mais
litan lo ind-.fezo do que leudo a sua causa por pa-
trono o articulista.
Ha factos que nio podem ser negados, ha aecu-
sacoes irrefutaveis, ha imputaQoes que nao podem
ser justificadas e para as quaes o mximo esLrco
da dsfeza hbil impotente e quando inhbil coo,-
proiietle a causa, fazendo sobresahir o despeito e
mos senimentos de todo o culpado, cujo recurso
muita vez o que empregoa o arti minia.
O ex-commandante do presidio de Fernando es-
ta neste caso. a
O governo imperial derattindo-o pralicou um
aeto da mais alta moradde e justica, e o muilo
digne presidente desla provincia proceden no nc
goci i com a circumspecco e tino que todos
reconbeeem, detoriaioando previdencias que
clamavam instantemente a urgencia do caso
verdade e gravidade de factos imputados a
funecionario que pela natureza de snas attrlbui-
coes, e lagar onde as desempeuhavs, fra de vigi-
lancia de quero prevnisse qnaesquer eventualida-
des, poderia continuar a pralicar abusos e os
maiores allantados.
Nestas circumstaneas a questao tica collocada
em terreno tal, que a previdencia da administra-
cao sobe de poa:o, e nao tanto avulta a deofissao
de um empregado transfignrada ridiculamente em
calaraidade publica, como as malversado s e aba-
sos altamente eacandalosos desse empregado.
Sim. A conveniencia do servico publico, a or-
dem e mnralidade que devem reinar em um esta-
belecimenlo daquella ordera exigiam aprompta re-
tirada de qnem o administrava ; assim se fez.
Passaria dcsapercebidamente o facto da demis-
sio como a de qualquer fuaccionaro, as raz5es da
ordera publica, porm, que rooiivaram-n'a, que
tem a importancia que se quer emprestar a um
aeto tao commum.
O ex-commandaota impute a si -mesmo o facto
de que se faz victima.
O governo imperial e o seu delegado nesta pro-
vincia continuaran) a dar-Ihe todo o apoio de que
precisasse para bem europrir os seas deveres, se
logo desde o comee 3 de seu exereiciQ nao reeo-
nhecessem qae o comroanaaote de Fernando se
desviava deUes em detrimento do servico a que
estio ligados tio importantes interesses de ordera
elevada.
ET evidente a imparcialdade eom que procede-
raro e governo, a administrado desta provincia 6
o digno commaadanie das armas nos negocios do
presidio, em todas as phaa.^ de exerCieio do ex-
commandante at a ana demissio, qne resolveu
eomo o caso exiga toda as dOeuldade.
Quem era esse ex commaadanie contra o qaal
sera razio se previnia o governo Imperial, o pre
denle e o commandaato daa armas desta pro-
vincia ?
Qae- persooageos ou vultos nolave inQoen
eamo governo para arrancar-Ihe providencias e
actos injustos contra am commaadanie que serve
bem o sen lugar t
A preveuoo do governo, os aeus actos posterio-
res, os inimigog do ex-eoromandante de Fernando
sao es factos que se Ihe auribuam cora^rovas r-
recoaa-ei e que nao ibe podiam desviar a damis
ao,
E' verdade, como diz o articulista, qne tu aba-
sos inveterado e de todo glnero am Fernando,
mas nao menos certo que o ex ceamaudanta nao
s nao os corrgio como pralicou 190110 por
sua propria canta e que o articulista nio just.fi-a,
enumerando os de outros funecioaarios, que o go-
verno o apreciar, uaindo opportuoa e devi-
aamenie oa seos autores visto da prova que o
ex-oommaudanie pode alias exhibir.
Muslos abusos relatados na apologa do ex com-
mandaate aao al conlderados cotno actos muito
lcitos e iadispeoeaveis ao boa lagimeu a ditci-
aJioa do commando.
Isto aquilata o valor da otfoza do e-comuun
dame.*
1 As fallas graves coramettidas por este perdem
as proporcoes, por qae sio arepeticao de outras
fraileadas am datos auforiorae: 09 castiga bar-
* taro ieflragidM a inieviiee neQlenciados, e as mais
do dia
ennfenTos offleies, eomo offlcibTe ardeos
asswnado. *> pra panno.
a aescrrpcao do rjSTallD rm que e achava o
presidio quando caqgon o ir r mffilrt""' todo
auanto indieaVa para meTnojar j itrio ramc
do servico, o rgimen e e^om#ddrenteBera-
dos, a cousa digna da iota, aWaJHV qne com-
pre mette muito a apuaaa. tapardada e bom sen-
so desse ex comraandante julgado to competente
para regenerar os cestumes daquejle estabeleci-
me oto.
Se tratar mal os seo* subordinados, ter vida
' i accoes oflensi-
plo, pratieado
aos seos com-
uistos essen-
importantts al-
ie oio pode le-
fo o ex-com-
perdeu.
ereoo im-
lbe
re-
e a
am
ea
escandalosa, animar, a pratica
vas a moral, dando coaatatte el
assim, fazer vexaedos de teda
mandados, e jurisdicionados. sao 1
ciaee ao funecionario ieeuinbidei
trbaies, e colloead era logar 1.
mer prompto e iinme lalo eorreelii
mandante talhadojtora 'o cargo 1"
Elle far ludo tese e foi m*"
postos em ordem do da, determinen asnaarreca-
dacio, nao respeitoa a propriedade privada, pre-
texto de defender interesses do Estado, e chegou
* propr oflic.alente que se tacilitasse no pre-
sidio a entrada da maior namero pagiival de me>
Iberos que serv-sera da concubinas aos senten-
ciadas e habitantes de Fernando, para evitar a
rxas e desordena causadas pelo cime provocado
por m-iiios, xi'tiodo all pe ameno amen de
gente daquella laia I
Essa providencia reclamada pelo ex-comman-
dante, segnndn npinava, garanta com certeza no
futuro a tranquilidade e seguranza do presidio.
Fazer proiiosias da ordem dessas que .- podem
ser aurbuidae aa eymsme revoltante, 00 ao des-
arranjo de iiBRpifitt (leinenlmriratMfferNrvado
no e>; c munandante tao arroadtnarte e'ogiado,
as cooais de Femando.
O governo imperial, o seu digno e fiel delega-
do nesta provincia e o disiincto comraaudanie das
armas interino nao dvam sob pena de colpavel
eumplcidade eii*r qae por essemodr fosse des*
parrado o c mmando da importante ilha a qne
esiao ligadoi lanos ntereiHs de ordem paWiee,
do Estado e de particulares, rigorosa e igualraeoto
respeitaveii.
Dexar que o ex-commandante pratieatsa seno
ystema i5o infelizmente ensaiado, sem. recetor
pelo futuro das cousas de Fernando importancia
nao inepcia, mas responsabrtidade grava que se
oo poderia desviar do governo.
O ex-commaodante (Icaria mnito mal, se vieasa
a iropreosa todeo vasto arsenal dematertaea -
cumulados pela sua correspondencia com o ga-
verno e as respectivas autoridadas.
A soa deten precisara sahir do terrena coa-
modo e fcil das calumnias e obliieracao dos facto
para descer explicar o seo proeedimento no
preiidin, os seus actos publicse particulares com-
parados at a evidencia.
A justa demissio do ex-eommaudante de Fer-
ntado motivada petos allantado de todo genero
que pralicou, e provocada em devidos termes al
pelos jornaes que se oceupavam minocio-amanta
de tudo quaato se pasaa 00 presidio, nao ebe-
g"u a ser apreciado como injusto, parcial ou
me mo precipitado pela impronea desta prot4n
ca, a nao querermos referir-nos aea artigos dpe>
dido a qae aHadimos.
K injii-iica revoltante desafia a censara aa me-
nos ao adversario do governo, coja opposieio
muita vez sistemtica sobro lacles de valor in-
significante.
E' pois, certo, que se o acte da demissio lio
causou iraprtsso e no prenden a alteraran panu-
ca, es artigos publicados nao aKkigire o alvo a
que se dirige.
Porlanto, torese reconhecer que todos quan-
to intervieram na demissio do Sr. Moraes Rogo
cumpriram seu dever e obeleeeram ao dicto*
raes da justica.
Para os Nrs. deputados ro-
Tluelaea Icrem.
Na prmeira' dlscussao do parecer dado pea
commissao de pelicoes da assembla provincial
relativo aposeotodria por mim requerida no
lagar de administrador do cemiterio publico, da
que fui exonerado, consta-me, dous seottors de-
putados, levadas por iaformaejies inexactas, me ae-
cusaram de fados deque j categricamente dei
explicacoes no Diario de Pernambuco n. 122 de
29 de selembro de 1861) e cujas explicados nao
foram, nem sequer, comraraidas por meas injus-
tos deiraclores.
E, como apezar dis.-o ainda hoje as accosocSes
se repeiem e agora com a malfica intenro de me
prtjudicarem, porque se discute.pretenclo rolnna,
a qual se referem as accusa<;es, de novo veflhu-
ao publico explicar os factos censurado, para qae
por falta do couherimento d verdade nao se ar-
rastem por informa ;js falsas e inexecta?, os que
querem proceder era tal assumpto com justgi e
circumspecc,u.
Em um parecer dado pelo camarista, o Sr. Dr.
Mauoel de Barros Barreto, em urna das sessde da
cmara municipal em setembro de 1869, se diz
qae, toado sido extrahids da cmara muni-
cipal 680 guias para serena sepultados cadveres
ne cmterio publico, s tinha no enttauto sido pa-
ga a poreentagem de 10 0/0 sobre os carros fne-
bres de 257 das referidas guias, perfazendo esta
cifra com a de 186 de pobres enterrado por ea*
ridade a de 433, havendo porlanto, ama differen-
ca para o numero de 680 de 227, cuto poreenta-
gem nao fra paga, afflrraando o referido Dr. Bar-
ros que isso era em prejuizo da cmara, que
assim era fraudulentamente lesada.
Pelo mappa aballo se veri qoie injusta t' a ar-
guicn do Dr. Barros Barreto, e como seras pre-
cipitados os que ainda se deixarem levar pelas
aecusaroes, que gratuitos mmigos me fazem.
Guias fxirahidas da enmara municipal para st-
rem sepultados no cemiterio publico.
Abril1869. Guias.
Pagaram poreentagem de 10
0/0 sobre carro fnebres de 1"
2a e 3* ordem, 17
Pobres enterrados pela rnnni*
cipalidade, cujos carros nao pa-
ga m poreentagem. 61
Escravos qae nao pagam por-
ceutafam. bi
Carros de4' ordem e que nao
pagam poreentagem. 30 246
Main,
Pagaram poreentagem etc.
Pobres te.
Escravos
Carree de 4' ordem ate.
Janeo.
Pagaram- poroentagem ate.
Pebres.
Escravos.
Carro de 4*
ordem ea
Telegrapio elctrico
.ti mamaato esa qae- a patrtotiea asaembtoa
e*c*r*ettoar a reetota e> dest
rararoicia, entopra i>linil a sna sotr-
P a roairaacao d'eMs arolrietonadn
aaeantMMcaoeaparA aa rolar/Bes iizes
da te%geao a mi qraaata do
^ lkr.a.fcLs^^a tanto quM ea _
[^a* matofastnal da- j
a da Bt- 3 toda especie
cyntoas otTenaai a moni.
Os aboso.
Abril.
Escravos.
4* ordem ect.
Maia
Esoravoa.
4a ordem etc.
Junaa.
Efcravo.
i-ordem etc.
Resumo.


-
ai
cdjaV- m .
I .Mei-.
dos commaados aoteriore laaam ape-
nas ootaae, es do ea>a provades em setos aoiaetHoos a ddomrmia pa
leos que nao podem aar eesatatidos tUw
origioal do aniteuirito,
Acoirespoadaixialtorvida ant reo m-*vmvt
danto e o saos auparrposf g pavo arraeuMvei
dd mrmm
< Ai medidas que propontia e as pravHeoeies Q 1 o otra accasaqao. OOe la
aolioiuva ex-oroiBao4anto oa seatod da o- eonauaira gna aodartoao
thorar e rootmao aaoapsmi ao iniatoii -para
rtorOtaaiah>:rqelaer d^aejftftTf aorawaiafa-
e ceae*to, qae aiaP Boa* me-
eesival para iiiatrmar-ae oootra
le Ijioiod
|%( 4o presidio, o aeto de prepotencia o'attsdl
feitos pelo ex-commandahte nio
tom explieaeo poasivel, porque constam de do-
iJ.:ila,
Ora j se v por eato mappa 000 1
guias extrabida da '
te eem o numero 1
tagem tora eflectlva
que a daviam pata*.
Oadeairaadef Oarat o prajoiao-1
O Sr. Dr. Ha rae 1
O eMrmr rolatf*a aos awrarao o aos <
toa am earm de ? etoaaOo o mhx, 1
bM parte da de 660^Olaalia)sBl
da > vatdOda dea aro, coja verdad sa acor* airaatipionas a
assaoiasda eomara,arara, ea qnaimai/mato.
Bmseonia dia. patiSa, mTJZZ*
dSouza LeaO aaOra aso
ddAatoatoJaat
Rfotihiotm auane
Betaite* to ouaiiiat aotoira
t-eaai e.ocmfa-aaa
oso o
aa qriaaaaaf,
Has, al atoa ajutos
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marcando ou-
9,*' ? ***lMe* la garas competa o ad
^iWrAdfc^q^^ il6jie. aa pfupriaurio
NI" fca a to* uta Ligar no oemiierio, la-
etortataatto, ejo direto toraa-se cumlelo
22* ******'**J **>. o prepriela-
ttotolfai eeesau merece o meu proced
9 nsiigao Batorte, porqee uada aiqu*o
a carie qu ato hoja 17 an
o tas luanlo, e sendo por
aira iada serio qu a gala da compra de Duarle
a*i iodiCMd, orno neahura outra indicara
toffeno# lujar cerlo e determinado, o aformo-
guiar ediliaacio do camilerio nio
r a caprichos es propietarios da ter-
na*.
<;*, victo do ajto oe dito, oneio que nao maraco
taMTM. qiM oeatra mim se-desencadeiam.
llacife 4 damaiode 1871.
____ Manoel Luiz Vreles.
COUSAS INTElEBSAItTIf E INNOOSNTES A PRO-
POSITA DA EMPKKZA DA 24RZUGU.A HESPA-
NHOLA.
No anno prjimo ftndo ebegaram esta eidade
alguns artistas emaocedade con o flm de darem
alguns_ especenles de zarzuella. Como qner
fla* ais irvaaaeBk atonto suficiente para montar
aaearztoitos, aqu se completaran com alguma*
auristas Btois pessaal dispeasave!.
i*wo4o tffleuktodes de obter theatro,
vwai f foroatoi a ir trabaihar no ento circo
ejueetrej depoto da- iraasforraado em saio de es
pajtajratos, loa>> o/m s rehra>se, como defacto
retiroa-se. aeompaaliia etmestre.
4'IMII o mias necea?!ros para faer os
arattaMaMBJDladoi ai ciroo para prestar-*' ao
sed not myster', fbf I sociedad naspautiola obri-
Plda a aavsr dioheiro, do que se inenmbo e Sr
irtyler, mediante a clausula de que 50 % a be-
neficio liquido da da recita seria app'licada
amortisacao do debito contrahijo pela sociedade.
Preparado o theatro, comegaram os artistas ai
trabaihar ; e como era raysier atguem rae ffgu
rarse como director, es Srs. Castillo e Lartyller
foram incumbido? rerbatraeme, por mutuo acer-
do dos socios, desaa dtrecco, e desde logo loma
rara" o titulo de eptfarfbs.
Pauto depois da estra, a sociedade te ve a inf-li
eidade ere perder" um prestiinoo socio o Sr. Castillo,
tenor; desde entao ficou sera poQer trabaih r.
Os artistas desde esse terapo estao i mingua, n;i >
fefieem um real, e em vio esperam que se com
pele -o sen pessoa! para se desempenharem da
onrigaco, que oontraiiiram, de pagar as repara
ijoes fetas do amigo circo, hoje theatro da zar-
zuela.
O Sr. Lartyller contina a arrogar-se o titnb
de mprezario de urna empreza que nunca exis-
ti ; n'e-sa qualidade, que nao tem, tero requerido
subvences e tutt quanti, sem dar parte aos so-
cios da sociedad.', sem taz los sclentes das oceur-
reacias qne se vao daado, como por exemplo alu-
feuii do' fhtatro companhia italiana, que aqu
esteve, e companhia dramtica que all func-
ciona.
Eis as perguntas Innocentissimas que fazemos a
esse respeito,
Com que direito o Sr. Lartyller retm aqu,
quasi na miseria, alguns artistas estrangeiros 7
Com que direito se arroga o titulo de empreza-
r,V
Com que direito alaga theatro e faz petlc,5es em
nome do que nao existe ?
Com qae direito.............?
Chamamos para isto a reepeitaral atteneao do
Sr. 'Hee-consul hepanhol. a qaem oorfe o dever
de nao deixar entregoes ao abandono alguns infeli-
ces artistas, qne vieram ter asta trra, confiando
que seriam protegidos por su leis.
Clamamos para isso anda a atl9m;ao vi
*8r. r. clwli de polica.
i se fr preciso, voltaremos iraprensa.
Um brasileo.
Ko tveram provi-
mento.
O 9r. juiz de direito da V vara criminal nBfou
provhoenio ao reetrm que Ihe ioterpoaecam os
reos Francisco Antonio Alves Mascareohas, Beoe-
dicto e Aotonio Jos Joaquim de Oveira, pronua
ciados como ocursos as penas do art. 266, se-
gunda parte do eod. crim.
Assim teem de Mr as mesrao reos conduzidos
a barra do tribunal do jury desta eidade.
Rectificapao.
Li no Diario de boje o extracto de um raqae-
rimento da viuva do desembargador Firmino An-
tonio de Sjdm, qne dii propnzara ella pagar c-
mara a divida de 7:300*000 pela qual Um a ca-
nora kypotktca no sitio n. 2 do Hospicio, sendo
6:000* dinaeiro visto, e o resto a i e M me-
ses, dando para garanta a mesma proprielade.
Ten do sido eu quem escreveu o requerimento,
nao posso deixar de rectificar o extrac lo, por
oonter materia eslranha.
O fallecido Francisco Joaqnim Pereira de Car-
valho, tenio afllsnrado Antonio Joaquim de Mello
Pacheco, proetnrader da caara, e, licando este
alcancalo em 7:300*, propoz a cmara accao aos
herdeiros pelo alcance, sendo estes condemnados
em 1859. Posteriormente venlerara os herdeiros
o sitio n. 2 do Hospicio, o nico bem qne pos-
suiara, mea sagro o desembargador Pirmino, re-
servando em deposlt) em poder do comprador
oito conloe, para eatregar 4 amara, se esta ga
nhas'e alia! a demaada, e aos herdeiros, se a
cmara perdesse.
Estando ainda hoje a demanda no mesmo p.
e que estova em 1869, e nio se verificando o
tompo, era a pessoa a quem se devia entregar a
quanti a depositada, minha sogra propoz, em prin-
cipios do anno passado, cmara fazer-lhe ceseao
da- divida e direitos sobre os herdeiros de Fran-
cisco Joaqaira, offerecendo para garanta do res-
tante a mesma propredad. Cumpre notar que
alguns herdeiros na mesma occasiao requereram
tambem cssso e toram preferidos ; pediram seis
oiezes para darem enmprimento proposta e nao
deram pediram outro prazo, qae tambem se es-
gotou inulilmente.
Nao ten lo nos outro interesse senao verificar a
quem, e qoaodo devemos entregar a referida
quantia, aguardavamos o resultado para nossa do
liberacao, quando soubemos qae os herdeiros nao
nhara cumprido a promessa. N'esta circom-
stancias, requeremos de novo cmara qae, de-
vendo estur convencida de que os herdeiros s
procaravam demorar este negocio, ja por domis
demorado, se dignasse ceder-nos a divida e a ac-
cao. V-se, pois, quesendo esta a integra do
requerimento de cessao, ha equivoco, ou ao ex-
tracto do requerimento, ou na publicacao ; pois
offerecer-se a pagar, indica obrigacao directa, e
pedir cessao Importa sobrogar-se nos direitos de
credor, e offerecer o sitio por garanta, mo.-.tra
qae elle nos perteoee sem oaas algum real, e des-
tra a idea dehypotheca, qae nao ha, e pelo que
julguei dever fazer a presente rectifieacSo. E'
verdade que aigaos herdeiros proeuram alterar os
factos rzo fel qual flz o aanuncio no 1 de
janelro desie aa\M, mea stoa mesmos nao avan-
zara que o 3itio esteja hypothecado cmara, ou
a pessoa alguma.
Reaife, 5 de maio de s7.
________^_ ,.4 B- fianna.
fU alfaadoc;*
/olnmes entrados com fazendas
t com gneros
/olumes sahidw eott feuwnda*
com genero?.
318

-* f
142
55
maio
19
Deacarregam hoja6 de
Brigne inglezftira/bacrthao.
Brigue ingle/uasoaatanos e carvao.
Barca francezaSpfKre-nwtMits de dragas.
Lugar inglez-iMwn-Yartos genero!.
Barca ingleza-Oaan Sjwal-idem.
Brfgae portagaezlaiadem.
Despachos de^tportafiQ no di a 4 de
maio.
N vapor ingles Lay Allxrdtm, para o Ca-
nal carregaram : Beller & C. 130 saccas cen
11,110 kllos-d algodat.
Na .barca sueca Oirdia, para Liverpool
carregaram r Keller 4 t. 184 saccas com 13,799
kilos de algodao.
- No vaaor inglez Qliiula, para Liverpool car-
regaram : D. Joan liusson 52 saccas com ifi33
kilos de algodao.
No brigne hespanhol Romntico, para Bar-
cellona carregou : P. M. Maurv 407 saccas com
30,539 kilos de algodao.
No brigne portuguez Triumpho para o Porto
carregou : Antonio Alves de Moraes 23 saccas
com 1,819 kilos de algodao : Manoel Fernandos
da Costa 60 saccas com 4,029 kilos de algo Jao ;
Jos Firmino Alves Quiutal caixas com 80 kilos
pe doce em nmsa'
No brign* hvapanaol Clara, para o Rio da
Prata carregaram : Amorm Ir raaos & C. 150 bar-
ricas com 1K.313 kilos de assucar mascavado
iSO ditos com 29,294 ditos de dito branco.
Na barca portuguesa Vencedora, para Lisboa
carregou Francisco lUbeirn Pinto Gaimaraes 500
coaros seceos salgados com 6,000 kilos.
IECEBEDORIA. DE RENDAS INTERNAS
6ERAES DE PERNAMBCO
^endiraaoto do &u i a i 5:741*330
dem do ffk 5..... 948*729
6:690*05*
da abri 18w,MlaaJ'Wlcida em 26 deja
Urna leti aecjta pato m^m aaacM
da abril *>18Cf a i ames veaaat ra<
nhoTe m, 500*s7.
Urna latir aceita pelo mi, sacaada*^
JWA almeses, veueifla, ea Jsft de a#Mto i*<
Urna JMtfa, aeaita por Ignacio aead*e34dBveralM- de I8W. ai ?*,
'S^*1 >"to-* wm, mfyirlt
VtaalNiri acierta por Aatrmm Danta i otrta,
sttemrm lde setembro *s 1WI, lAinaM
vencida em 10 de setembro de 1866,114^95* rs.
Qujra lauras acceitas por Antonio Jas de Qti-
v4r JurfW, saceada n 49 de ootubro i im, a
36 mezes, vencida em 19 do outubao a> 1866.....
867*217H
hmtn relacao estova aaaa eatompilh* iautsa-
Bseifei 20 de abril da 187 i.-Auna Radrtfues
daCeata,
E por torea da dita sentenca, a raapwiivo ts-
crivao fez passar o prsenle peto sfMl -A aMhsttoor
Chamo, ello e bol par citados a referido sup-
pilcados, paira que dentro do praso de 30 das
coajparecaas aatte aata juizo por si ou por seus
procoratloxB^atl^rrado rprouadu cunefdrai
para (ftrf U sl|fprtoaW4 dqffi'm?fess
toda e qualqneci*soapaiiaotos,amgos a conhe-
cidos dos supplieados, que do presente edilal live-
remno pendido.
K para qo criagne as eonhaeiaeoto da todos
mandet f er o presento adsM que ser attxad
nos iagares do costme a pararedo palos jaroes.
Dad a paseado neato atojada do fteeifs de Per-
Bambuco, aos 29 de atril de 1821.
Eti, IsYnesto Machado Freir Paraira da Silva,
esenvo o sobsoreri.
SektUiSo do Reao Barros it Layer*.
O inspector d'alfamtega faz publico, que n* sj-
dio qne
de candi
sollo,
]ue coi
torreo
batan
offere
5:000i
doo
material
Secretar!
sile, 6 de maio de 1871.

escrivo,
adro nodrigas* da gtosa.
I. -.
THEATRO
36*
CONSULADO PftOVINCIAL.
.lendimento da' dia 1 a 4
dem do da 4
12:506*101
2:f29#6651
14:735*766
M0VIMENT6 M PSRTt.
DlaS.
Ne houve entradas nem sabidas.
EDITAES.
inte
MMMEBCIO.
THE ALlivIE BUrrJSH FOREIGN.
Life 2nd Fire Assurance Gompany eatabeleoida
smi 18ii. Capital 5,090,000
Os aaentes desta companhia tomam seguros
:omra fog.i sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqni prejnizos devidamente provados.
Raba Scbmettaa & C
Corpa Santo n. 15.
HUAICA
A.3
DO
MBC1PR 5 DE MAIO
DK 1871.
1/2 BOBAS DK TABJ.
Colacoes officiaes.
.\s8aear Brato americano2*300 e 2*450 oor 15
kilos (hontem). K
Assucar Canal1*800 por 15 kilos (hontem).
a. G. Stepple..
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretarlo.
_ ALFANDEGA
Randiainto do dia 1 a 4 ,
dem do dia 5 .
152:937*960
21:598*167
174.536*127
O Dr. SenasiiSo do Reg Barros de Lacerda, juiz
de direito espeeiai do commereio desta eidade
do Recife de Pernambnco, por Sua Magestade
Imperial, a quem Deoe guarde, etc.
Pato raber pelo presente que D. Aona Rodri-
guesda Costa, por seu procurador me dirigi a
peticao do theor seguintb :
Illm. Sr. Or. jttlz da commereio.D. Anna Ro-
drigues da Costa, viuva de Diogo Jos da Costa
quer enterromper a prescrpcao dos devedores
constantes da relacao junta perlencente ao seu ca-
sal, corno os ditos devedores se acham ausentes
em lugar nao sabido, a supplicante requer a V. S.
se digne marcar da. e hora para a sapplicante
dar suas teszemunha. para jastifl jar a ausencia e
serem citados como determina o art. 453 3.* do
cdigo commereial, tomando por termo o protesto,
asiorpede a V. S. Bfariraeoto e receber awc,
Eslava ama estomptlha ioutilisadi de 200 rs.
Recife, 20 de abril de 1871.
O solicitador Frederico Chaves.
E Basta peticao dei o despacho do theor se-
grate :
Destribuida, justifique a ausencia dos snppiica-
dos, tomando-se por termo o protesto providencia
re -imimacSo.
Recite, 26 de abril de 1671.Barros de Lacerda.
E sendo eila a destribuioao ao escrivao deste
juizo Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
este lavrou o seguate termo de protesto :
Aos 21 de abril de 1671, nesta eidade do Recife,
em raen cartorio- peranie miai e as testetntrnbas
infra assigoadas, eorapareceu a sapplicante por
seu procurador Frederico Chave?, e por esto foi
Jito qae redazo a termo o cometido de sua pe t-
5* a retro, que olterecia como parte deste em que
depois de lido assignou com as testemunas.
Bu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva o
escrev Frederico Cna ves.Francisco Xavier de
Souza Ramos..\ntoniu Soares da Malta, a depois
do que produzindo a supplicante suas les tem un has
que deposeram convenientemente acerca.ia ausen-
cia dos supplicados, o respectivo escrivao fazendo
sellar prepar os autos me os fez conclusos, nos
quaes dei a sentenga do theor seguinte:
Jolgo provada a ausencia dos supplicados indi-
cados ra relacao por mim rubricada "de folhas 3,
e mando qae por editaes com 30 das de praso
afflxados nos lagares do cosame e publicados pe-
los jornaes Ihe seja intimado o protesto de folhas
5, depois de assigoadas pelas lestemunhas, castas
ex-causa.
Recife, 26 de abril de 1871.Sebastiao do Reg
Barros de Lacerda.
Relacio dos devedores, que trata a snpplleante
na sua peticao que juntou aos respectivos autos.
Urna leltra aceita por Manoel Gomes Bezerra,
saccada em 30 de marco de 1866, a 6 mezes ven-
cida em 30 de maio de 1866, 80*150 rs.
Urna laura aceita por Taomaz d'Aqaino Camello
saccada am 17 deuovembro de 1863, a 30 mezes,
vencida m 17 de jodii da 1866, 1:8691470.
Urna leltra aceita por Francisco Coatinho de Lu-
cena, saccada em 6 de dezembro de 1865, a 6 me
zer, vencida em 6 de jalbo de 1866, 599*860.
tna lettra aceita por Th ornar. d'Aquino Camello
saccada em de outubro de 1865, 6 mezes, ven-
cida em 1* de abril de 1866, 0:012*370 rs.
Urna lettra aceita par Antonio das Chgas Ca
mello Pessoa, saccada em 17 de dezembro de 1865,
vencida em 17 de abril de 1866, 4 mezas, 86*\80.
Urna lettra aceita por Ignacio Simao da Silva,
saccada em 27 de outubro de 1866, a 2 mezes
vencida em 27 de deaembro de 1868; 405*830 rs.
Urna lettra aceita por Cieraentino drCunha Fer-
relra, saacada em 23 de mateo de-1816, a 6 me-
zes, vencida era 23 de setembro de 1866........
l:*3SM0n.
lima lettra aceita por Ildefonso Leobino da Sil-
va, saccada em 27 de novembro de 1865, a 5 me-
zo?, vencida a 27 de abril de 1866, 60*.
Urna lettra aeeeita palo esrao, saccada em 24
de novembr da 1865, .8v6 mazes, voaeida em 24
de maio de 1666. 424*0*).
Urna lettra aceita por Jos Freir de Brlto, sac-
cada em 19 de dezembro de 1865, a 6 mee, ven-
cida em 18 de junho de 1866, 161*675 rs.
Urna lettra afeita por Oldrado Nunes Pereira da
Silva, saccada m 11 demarco de 1866, a 2 me
zes, vencida ero fl de malo de 1866,166*700 rs.
Urna lettra aceita por Joaquim francisco Borges
Uchoa. j foi protestada em 16 de marco de 1867,
90*000.
Urna lettra aceita por dementino Cavalcaote
Arcoverde, saccada em 3 de setetembro de 1866,
a 2 mezes, vencida em 3 de aovembro de 1866,
9650rs.
Urna lettra aceita por Vicente Ferreira Lima,
saccada em 24 de marco de 18S6, a 10 dias, ven-
cida em 3 de abril de 1866, 10000.
Urna lettra aceita por Felipe Mtra de Bessone,
saocad* em 27 de Janeiro de 1866, a 3 mezes, ven-
cida em 27 de abril de 1866, 76*270 rs.
Urna lettra aceita pelo mesmo, saccada em 4 de
marco de 1866, a 30 das, vencida em 4 de juuho
da 1866, 229*360 rs.
Urna lettra aceita por Feliope Mana Bessone sae-
eada era 19 da junho de 1866, 30*000.
Urna lettra aceita por Domiog s Ferreira ds
Costa Romeo, saecada em 9 de fevereiro de 1865,
a 15 mezes, vencida em 9 de maio de 1866, 21*.
Urna lettra aeefta por Vicente Ferreira Coutinho
saccada m 16 de dezembro de 1865, a 4 naces
vencida am 16 de abril de 1866, 95*750 ri.
lima lettra aceita por Jos Carvalbo Araujo Ca -
valcaote, saccada em 9B.de fevereiro de 1866, a
2 ntetes, vencida em 28 de abril de 1866,......
35821.
Urna lettra aceita por Jaeintho Soares de Mone-
zes, vencida em 12 de maio de 186o, a 12 mezes,
vencida em 12 de- maio de 1866, 395*208 r.
Urna lettra aeeita por Francisco Jos Corts Mar-
ques, saccada em 12 de deaembro de 1865, a 4
mezes, vencida em 12 de abril de 166, 554*120 rs.
Urna lettra aceita pelo mesmo, uceada em 26 de
* "Lil4886- a W dia, vencida em 26 de malo
de 1866, 500*006.
Urna lettra aeeeita pelo mesmo, saccada em 20
gunda feira 8 do crrante, ao rfrelo 6Ha, i por da
me^ma repaTticjta, serao toradas hasta publica,
livres de direito ao arrematante, osobjeoits abai
xo declarador.
Armazem o. 1. M
Marca JIL. n. 84,83: 7. =stafmm brira
de linho e algodao trancado, viudo do Hira no
bngae francez PaUstro, pesando 62taif^fng,
valor do kilogramma 2*665 rs., total 1odT*2S-
dem dem. N. 86.Uaa caixa viatto do Havre
r mesmo brigne Pakstro, eirtrado-cm 5 de rars*
de 1876, com brim de Hnho aUredaO' trarreano,
pesando 255 kilogrtramas, valor do kwaramma
2A666 rs., total 679*330.
Ideas idem. N. 88.1 dito; da mesan proce-
dencia e entrada no mesmo samo Paktlro, em 7
do mesmo roes, costeado brka de Itabo e algodao
trancado, pesando 205 jtpgrajnmas, valor do-ki-
logramraa 2*666, total 5i6*5i0.
dem EAB5C. N. fl. l"sacc VtoBp de
Marselha na barca fcancaza ufutta, entrada em
21 de Janeiro 79, comlgoada a E; A utla
k C.; sem- valor. -
IdemT J.-tbarrftas vindas de New-Yorlf o*
barca ingleza Bary Crowel, entrada em 14 de ju-
nho de 1170; contendo arabas ferro gusa, pesando
'itio kilou-ammas, valor ta-ltograauna 50 rs. to
Ul 18*000.
dem dem. 4 caixas, mesma procedencia,
navio e data cima, contendo 8 candlairos para
gas, de metal invernisado com virola dbtaradas,
sendo 3 de deas breo, de olio dito?, e 1 de nni
s bico, os valoras.sumados para os de aaus bi-
eos sao de 30* cada ai, para es dt orto 80*. e
para um 15-*; total 165*000.
1 gazometro porttil e completo, valor 106*000.
dem A L H, L B C5 caixas com garrafas de vi-
nho viadas do Havre pela barca franceza Sphire.
entrada em 22 de jonha de 1870, eontendu 100 du-
uaa de gatraTas eora vtobo, m^fcedo 800-Miras,
valor do litro 980 rs., total 312*000.
Alandega de Perdamouco, 5 de maio de 1871.
Emilio Xmier Sobretra it Mello.
J____L-LJ i ipmaii iimii anim
tllPAl I
SOB A DIREO

PORTO-
Segae viarm no da 6 do eorTente o brigne
Triumpho, arada pode receber alguma carga mui-
da e passageiros: a Mar no esertpiorio de Soa-
res Primo?, rna do Vigario a. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegando costara por vapor
Gofanna.
fWPERTOrrfO D 0FFBM:H)
Quinta,
DECLARACOES.
fulzo nos fltos da
nacional.
De ordem do Etm. Sr. Dr. juiz dos feitoi da fa-
zenda, fago constar acs arrematantes das compre-
henses denominadas Carle e Pangau do exlijc-
to vinculo do ftamb, qne rhes ffea marcado o
praso de 30 dias para prestaren) as devtdas hypo-
tbecas, e asslgnarem as respectivas letras na the-
sonrarja de fazeoda. sob pena de flearem sem
fftito asroesmas vendas.
Recife 4 de malo de 1871.
O escrivao,
Luiz Francisco Barretp de AHoeida.
O vapor Xcmwnjmpe, eom-
mandaate Olivetra, seguir
para a orto cima no ala 6
do corrento as nove horas da
late.
Recebe carga, encommenda?, passageiros e di-
nheiro a frete e passagens: noescnplorio do For-
te do Mattos n. 12.
Domingt 7 de maio
Granft snccsi
3." E > REPUESRNTjACOES
da molto applaudlda w$faxt!ttn opera bufa em
quiltros.
(db'sca de ffmback)
frvidade ,
Adectcio do "V acto que por falta de tempo
nao pode ser apreaeniada as prieaeiras repre-
sentacoes, como se pretenda, sata exiblda mata
'neute peta pTrnTeira1 Vez.
|0 papel de Earidyce desempenhado por Mme.
Distribuicafc
Arsieu e Plafao.
Japfter..........
Orpbea.........
JenaStyx.......
Mercurio.......
Me..........
Eurydice.......
Dlaa..........
A Opiniio publica.
Juuo...........
Voos..........
Cupido.
. A cmara municipal desta eidade faz publico
para conhecifioeoto d quem iatferessar possa, qae
lendo dado preferencia ao piano do edificio do
mercado publico, apreeentado pelo seu eegeoaeiro,
-convida aos pretendentoa para apreseotarem suas
propostas no praso de 30 dias, am de se levar a
effeito sua construccao.
Pa?o daeamaramoolc%l dbRaeie, 4 de maio
de 1871F
Beato Jos a Costa
Pro presidente.
LoareQ) Bezerra Carneiro da Cucha,
____________________Secretario.
Pela secretoria da cmara municipal desta
eidade se faz publico para conheoimento de seus
municipes de se haver modado o sea paco para a
casa que foi do Dr. Jos Joaquim da Moraes Sar-
ment, sita no largo das Princezas.
Secretaria da cmara municipal do Recite 4 d
maio de 1871. .
Lourenco Beeerra Carneiro da Cunha,
________________Secretarlo.
4' scelo.Secretaria da presidencia de Per-
nambtlCo ffl 2 de maio de 1871.
Por esta secretaria se Taz publico, para o eonhe-
cimeuiu de uuetn lateressar pussa, que em obser-
vancia ^fm-^Wtmff d#i8ez rindo, se acha
em concurse eonT o prazo de Vinte dias a contar
desta data, o privUgd db dez' annos para trans-
portar as carnes verdes do matadeuro para os
acougues em carrorjas eenstraHai de eonformida-
de com o m% das posturas fcnalclpaes de 7 de
novembre da anna fiodss passande o privilegio a
cmara municipal, logo que estiver construido o
matadouro publico, sendo, porm, indeonisado o
material empregado : os pretendentes legalmente
habilitados apresentem nesta secretaria suas res-
pectivas propostas.-
O secretario,
Elias Frederico dg AJnjeida e Alboqnerqne.
4.' seccao. Wcr aria da presidencia Ue
Pernambuco em 1 de maio o 1871.
Pela secretaria da preatdewta se faz publico pa-
ra conheciraento de quem int9r3ar pos-a, que o
Exm. Sr. Dr. Manoel do NScimento Machado
Portella, viee-presidente desla provincia, di au-
diencia nos das tueis de urna as duas horas da
tarde.
O secretario,
Elias Frelerieo de Almeida e Albugaerque.
Arrematm^ao,
Sabbado 6 do eorrante, depois de anea a au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da 2* vara, sera
arrematada por venda a casa n. 4 da trave3sa dos
Mattyrios, perlencente a espolio % Joao En>
listo do Naseimeritd, d que. inventarame B;
Mara Rodrigues Ferreira Postes, a qaal Molo
sido avahada em 2:000*, vai aovameote praca
aiii' una
Mr. Hurtaba.
IbMr.
ehand.
is.
d.
Mr. Antoine.
Mme. Brescia.
Mlle. Poppe.
le .Poneelet.
*. ZeHa.
.\ftte. bnuize.
Mila. roeeo.
CORPO DE CORO
i, Baccr, Hareules, flanimede?, Miner-
a, Bbt ele etc. Deuses e esas, da-
tes, guardas da opinio, erei.elo.
1." quadro,
1 inerte d'Eurydice.
Um sitio campestre nos arredores de Thebas.
2."
0 Orytnpo.
decora^ao pintada por Mr. Len Chapelin.
Keptu
feos dia
tUM,
raoaa
abreu
BRAS1LEIBA
DK
Paquetes a vapor.
Dos portee do sal esperadi
at o da 7 do corren te a vapor
Tbcuntins, commandanle F. Fran
co qual depois da demora do eos-
. fesme seguir para os do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
o vapor aoder corwuzir, a qual dever
cada ni lia de suaxhegada. lacommeD-
inheiro, f frete at aa t horas da Urde
su> safnd
Nao se recebem como eacommendas senao ob-
j setos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Sud qm pensar oestes limites devera ser embar-
id*copaaBas
IfeviBMe aos sehores passageiros que sui's
naasageB s se recebem na agencia, roa da Cruz
a. 67 primeiro andar, escriptorio de Antonio Lu:
de Oliveira Azevedo A C.
iTB-2,r,e'T,,*i1^ mm^[ i,er,eit
? IbbWL ^ um* exc""He mobiliade
jacaraelaW, jTros e vasos para flores, castices e
mangas, topeto, searradeiras.
Unta cama franceza da Jacaranda, 1 trUta, f
lavatorio, 1 garda-vestldo, 1 fcommoda, 1 cama
para menino 1 aarqirzio.
Urna mesa elstica, i uarda-louca, 2 afyatet-
dorai, 1 soto, 12 oadeiras, lauca, vidroa, cbrysUoB
e ramios outroj objectos
Terca-feira'9 do orrenta
O agente Pinto levar a leilo, por conta e ordem
de urna *pessoa que vai Europa, os movis o
mais objectos cima descriptor, exislentos a as-
guodo andar do sobrado da rna do Bario da Tie-
tria(cutr'ora Kuva) n. 26.
AVrfOS IIVERSOS.
Pede-se a um cerlo sajeito i.i.ict'Aaao
morador ua eidade de Olinda, qu largaa o
mo vicio que tem de andar fallador contas
que nunca acontecera, porque do contra-
rio ser peior para o mesmo sentar ajaa
ser chamado peranle o tribunal de ks-
i h;a, para provar semalhintae ealaMaJa ;
isto pois qutm pide
O esmQ.
I ''
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperado
at o da 8 do correte, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandanle
Alcoforado, o qaal depois da de-
mora do costme seguir para os
portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se a
carga qae o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua ebegada, eocom-
nendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
jectos de pequeo valor, e qae nao excedam a 2
arrobas d peso ou oito palmos cbicos de medi-
cao. Todo que passar oestes limites dever ser
embarcado eomocarga.
Prevrne-se aos senhores passageiros que suas
pasttgl s se recebem na agencia, roa da Cruz
imeiro andar, senptorio Antonio Luiz de
Aseveib&C.

Nova
Magnifica deeoracao completamente nova, re-
presentando om esplendido Camarina ao palacio
deWufto.Tralltlbo de M* CrWpelm.
Os memo?.
Decorado phantastica, illuminada por fogos-
camtantes, apresenundo o interior dos dominios
infefes, na occasiao da fesla offerecida por Plu-
iao aos seas crlelas db Olympio.
Mr. Marchand, no papel de Orpheu, por elle
desempenhado em Parla centenares de vezes eje-
cutar elle proprio na sua rabee o slo do 1*
ateto e toflas ss mets partes concertantes, confor-
me fui deterinsdo na ereacio da peca pelo maes-
tro OrTembaeh.
A orchestra ser dirigida palo maestro fappe.
Todos os vestuarios accesserios sao preparar
dos a capricho.
O mise ea scene, eompreheodendo o minuete e
galope de 4* quadro o grande canean tioaL
regulado pela maneira porque foi posto om sceaa
no theatro dos Borirfes deiaria.
Pr inri Mar e8 befas.
Os camarotes encommendados entreaam-se des-
de ja no escriptorio do .theatro, onde se acha
tambem venda o resto dos burletes.
Depois do esoectacolo havernm trem extraor-
dinario paja Apipucos.
THE
ZVUZIELLA pfAMOI
KO
CAMPO DAS PRINCEZAS
Da
DOMINGO 7 DO CGRRENTfc
B^nefd d/o emprexario
Grande e variado espectculo em 6 partes,
:esentaijo da linda Zarzaeiha
LfltflFS.
LEMO
DE
FAMAS
geraes, francezas, suissas e in-
g'eww,
todas proprias do mercado
a 8 do corrente.
Monteiro, Gregorio k C. farfc leilo, por in-
tervetrcio-ab sffeine OHvelra, de frande sortimento
de fazendas, eonsistindo em pannos grossos mes-
ciados e pretos, e de casimiras diversas todas
proprias da estaco actual, assim como de grande
variedaxte de orifrs rateadas das procedencias su-
pra indlcada, -e as mais proprias do mercado, as
uuaes teem- de ser vendidas para fechar contas
SEGWfefEItJA
s 10 horas- da raanhaa
em sem arroatem stto roa da Cruz n. 86.
..-------
Massa fallida
ps .
AMORIM, FRAGOSA, SANTOS 4 C.
DIVIDKNBOS PAGAR.
SSo convidados os senhores credores abaixo no-
tados comparecerem no escriptorio a ra do
Vigario ?. 13 primeiro andar, para receberem aa
uantias que Ihe pertencem, provenientes do ?.*,
2.v3., 4.*, 5>eo* dividendo. Os pigssMSitos
serio fetos todas as quintas-eiras das. 11 fcn*
da manba 1 da tarde, e al o dia 26 do car-
rente.
Recife, 3 de maio de 1871.

Os Srs. :
Abrabam Evrstivard
Antonio Fernandes Ribeiro
Antonio Barbosa de Barros
Antonio Domingos Pinto
Antonio Bernardino Senfa
Antonio do Reg Medeiros
Antonio Mara O'Conne! Jersey
Antonia Mara do Rosario
Alves tt C.
Antonio Lei'.e de Hagalhes Bastos
Barbosa & Simoes
Baha Imaos & C

Joias ?de euro 0 bri
Ihantes dados em
penhor.

Segupda
om acto I
EL
com o abate da lei.
ARREMATABAN..
No dia 8 do corrale, depois da audiencia do
Dr. Juiz de orpbos, pelo cartorio do estrivab
Guimariee, Ir praei de venda, a casa terrea no
lugar do Retire, na Magdalena, pertencenle aos
Dens da finada Burilara do Monte Uelho d'Alm
avaliada pela qaantia de 3:200*. para pagamento
de credores ea fszenda publica, achando-se a
casa em bota estado e em boa situaeao, em terreno
proprio, com boas eommodos.
Santa Uasa de Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa se fax selente que
no da 15 do corrente, pelas 9 horas da manhia o
i xj ,hs<">rro interino major Laurentin'
Jos de Miranda, no salie da casa dos expostos
rara pagamento s amas qua>oon4uzirem os me-
ninos que estao criando, dat meoaalidades relati
vas ao trimestre de Janeiro marco nodo, ,
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 'O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
anta Gaaa de Misericordia do
Recife.
A Illraa. junto administrauva da Santa Casa da
Misericordia do Recife tendo de reconstruir a pre-
em
DO
Actores
D. Luiza.
Mara Neves.
reas.
3f. Ganados.
-representar- envobse-
Persan
Vesco
Elena
D. Ai ,
D. WaWatt*
O 9r. Plan*noS1^
qo ao beneticiado a linda scena eomica
0 matulo aparrafhado
Terceira parte,
djfera. D. Mara das Neves de Castilho cantar
a liada aria Rocina do Barbero de Se-vilba.
Ouaria-parte.
Era seguida o Sr. Fiaviana*Coelho cantar a
linda ana cmica
Mu y5y voce mte mata
Quinta parte.
A pedido de muitas pessoas cantar o liado do
intitulado o domin azul, pelas Sras: D. Luir
el). MWw'rreie* '
Terminar* seectaculo com a linda tonadilha
hspazthjlanltrtaiada: .
A viuva c o sacfiatao
i'
ao
Persooagerk WP^ i *
Viuva..... Sra.D.Lofta.
tiirtoHo.. sr. Graaadee.
Principiar is 8 1|2 em poBt.
Os bilhetes acham-se i theatro. M
N B. Ha tambem reaeryados pa:
senhora a 2.
. ra .
4) baajre ingles Abutos Miso
diai#ara o port/irTasosmo -arrej
da : tratar caeima. rsios 4
Amorim n. 37.
em p jucos
a rete commo
C, roa do-
Maranhao.
Est carga para o porto cima o palbabotel
Seg^inda feira 8 de maio.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, nio tendo po-
dido, por eircmstaneiss Imprevsias, effectaar o
leilo annunciado para os das 10 e 14 dr. mez
prximo passado, o far no da cima, de todos os
objectos vencidos e nao pagos, dados em penhor,
pouendo seos donos resgata-los ou-pagar os juros
qne estao devendo ante o acto do leilo, o qaal
sw effectuado por intervenrb do agente Martin*,
sehdO efl os os. R4, 13, 194, 217, 184. 226,
214.235, 220, 173, 239, 31 B, 245, 247, 249, 231
B. 232 I, 383, 238, 295 B, 41, 78 B, 260, 204, 272
278, 282, 283. 285,286, 290, 292, 62. 295, 274,120,
300, 362, 22, 256, 240, 210, 265, 387 B, 2G4, 255,
240 C, 194 m, 18 m, 153 C, 112 C, J145 C, 64 C,
m C, 76 mi ffil 3U W.262 C, 114
m, 247 m, 12lnftjm, M (f JJ*, 60 C, 212
m, 219 m, Ul Wl tffl t |6fm, 23 C, 31
C. 204Cjjrc, 197 C, 28om. 6C, I08C, 214 C,
234 C,fl& m, 179 C, 14 Ct 273 C, 41 C. 45 C, 48
& 115 C, 174 (X o* C, 70'C, 71C, 136 C, 257 C,
72 C, 77 C, 87 C 161 C, 92 C, 207 C. 10$ C, 104
C, 105 a 106 C, 110 C, 208 C, Ut C, 69 C, 268
C, 184 C, 185 C. 227 C, f96 C, 199 C, 200 C, 201
C, 210 C, 217 C, 215 C, 218 C, 261 C, Mt C, 226
C, 229 a 234 C, 250 C, 266 C, 274 C, 290 C, 292
C, 297 C 304 t, 1*8 C.
0 leilo ter lugur na prcx da Independencia
n. 33, s II horas dcvjia acirpj._ _t .^
Celestina da Costa
Caetana Carolina da Costa Ramos
Caeuna Olympia da Costo e Silva
Campiano 4 Cordeiro
Carvalho & C.
Caxa Filial do Banco do Brasil
Domingos da Rocha
Eduardo Pfeston
Pelisarda da Costa
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo
Francisco Simoes da Silva
F. H. Coris
Francisco Guedes de Araujo
Francisco Gonealves da Silva Pereira
Francisco Men
Francisco Pereira de Medeiros
Francisco Manoel Barroso
Ferreira & Martins
Flix Antonio Alves Mascarenhas
Francisco Joao de Barros
GUifberme Petreira Pinto
Isabel Mara da Costo
John l.ilily
Jo?e ti ornes Yieira
los Nogueira da Costa Soares
Jos Baptlsla da Fonseea Jnnior
Jos Lu? Ferreira da Costa
os do Fontes
Jos Maria Ferreira
Jos Fslippe Martins
Jos Portella da Costa e Silva.
Joao Jos Gouveia
Joao Sitverio de Souza
Joao Baptista de Albuquerque
Joanna Maria dos Praxeres
Krabbe Too & C.
Lafereeia, escrava de L T. C. Amorim
Lacio Fioscalo da Silva
Manoel Alves da Costa Brancante
Manoel Gonealves de Oliveira
Manoel Antonio de Carvams
Manoel da Silva Sampaio
Manoel Ferreira da Silva
Manoel Alves Barbosa
anoe 1 Joao An tunes Torres
aria Eleuteria
Mara Isabel da Costa
Mara Isabel Baptista da Fonceca
Massa de Jos Lult Pereira Jnior
Massa de Francisco do Reg Mello
Marques Barros 4 C.
Mello & Irmo
31220
392580
2A00B
a:044aaao
471570
38*000
lliOOO
840*000
2&U904
33*600
af360
50*880
224377
20 i 140
28*000
78*362
LHLAO
ctoria
da ra do
n. 30 (anu-
da loja de
Baiao d
ga ra PWa^
TRAItSPERIDO PARA TERCAFEIRA 9 DO
C0RRE.NTE
.agente Martins levar leilo pela terceira
or rfespaiho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
(rejo, a 1oja de calcados da ra do ffaro da
a n. 30, perlencente massa fallida de
db Stepple da Silva
Terea-feira 9' o corrente
II horas do dia, na mesma loja. Os preten
deutes pdam examinar
agente.
Ib'
o mndalo em mo do
de 12 barricas cora toacinho marca F R II,
4 dita*-com carne da por en, idem
Terca-feir* 9' do corrente.
O agente Pestaa far leilo, por eonta e risco de
quem pertencer, de 12 barricas com loucinho e 4
com caree de porco, chegados ltimamente, os
quaes serio vendidos no dia. ter^a-ia 9 do cor-
861
9i*S00
J1J850
98*680
69*520
i
88f60S
N%
74*200
16*383
18*390
75*000
15*590
119*880
234*00
18*000
21*080
2SS
47*S0O
10*800
44*710
4OW
1T#*)
3*700
399*446
10*SaO
38/
I8B2
1921662
32,
51
Orpbos de Agostinbo Baptista da Fon-
ceca
P. Maorer
P. Won Shosten
Haymundo Carlos Leite A irmo
Simeo Joao Alves de Carvalho
Simn Len Ploy

Thomas Ferreira da Cuaba
Thomaz Caborn
Theodora Joaqeina de Sorna Braga
Victorino Aa gastoi deTCarralBO
Vianna & Gcioiarie
Dividendo embargado por Mala
rito Santo': de Manoel An
torta
Recife Wde abril de 1871.-0'
res, Jos lerenymo Menteiro, Justino Jos de Souza
Campos.-;________

'SSSS.
127*168
72#O0O
95*930
44*290
29*2t<0
843*600
administra do-
nr Aoionlo Brtr-fs l>eal CaW-
tello Braneo.
O capillo Arestides Cesar de Almeida, sob a
pressae de verdadeira dor a profundo pesar pela
iri-te noticia que acaba de chegar pelo vapor
Santa Cruz, do infausto passameolo do sea ree-
peiiavel e prezado primo e amigo o Dr. Antonio
Borges Leal Castello Braaeo, convida aos seas
amigos e aos do sea oado primo para ouvirem
ama missa qae, em suffragio de ana alma, manda
resar no sabbado 6 do crrante, na capaila do col-
legio de S. Francisco Xavier, as 7 1 2 bnras da
manha ; e desde j agradece o ^tleJoso obsequio
que Ibe dzerea todos o qne all comparocorem.
Os abaixo assignados, haveudo de comraum
accordo divididos em duas partes iguae's a impor-
tancia que falta ser liquidada, do activo da firma
viuva Lima Judiot & C, ficand a cargo de cada
um a cobranca e liquidaco da parte que Ib per-
tenee, partcipam ao corpo do commereio e i quem
ioteressar possa, que esta firma de hoje em dianto
est exlioela, e especialmente participas e pre-
vinem aos Srs. devedores, para que em lempo al-
gum aleguem duvida a respailo.
Recife, 21 de abril de 1&71.
Aurora Francisca Cavalcante Lima.
Aotonio de Sodm Pavolide.


*
\ X,
\









#
'
\
0Uri. a. lVn^c SabWo 6 d. Muio^^l
Escanlalo

De or.
fiscal da fre*
aedaaVSan-
^^MttfcwM que nao mehtmbonibi ner*
Rudo!l2S2^~ W<* ttesmittbern se
as **umijateiesiarv, q-,e w mesmos aeTim ler.
K* awa* MaCa-nos que se rende 400 grammas
por M Ufar, fcte dse ja saber te verdade
Ojslno de 9. Francisco.
Da importante a bem conhecida loja e fabrica de chapos de sol da ra do Bario da Victoria, eiqaina da Gamboa do Garmo.
0 dono daquelle estabelecimento, querendo acabar cm elle al'o fim do correte aaaav coariaa e asa* nnaaaf-nios
tregelas a aprowtareaa a ctrcumsUucia para muoirea-ae por barato preco de todo oa otyeciof exiate*ene, constando
de estopeas di sol de todas ae qoadades, tamanhos e feiiios, tec.dos, armacoes e mais aviamenlos pata os nonios, armas de
rogo eolttaria, lualas chicotes, e ama ioQnidade de ootros objectos, entre os qoaes os afamados afladores para navalna de h
Pradioee,
as exposicoes de Pernambuco, Londres e Piris.
H3
MANUEL Q.
latisfacSo a paraapar aos seas numerosos fregaezes, ae esa vista de ser-ibes man
Tem satisfacSo de participa
commodo, tem
etabeiecido ame nv* fabrica e~ chapeos de sal, na roa da Cadeia do Recife n. 9, beje roa do Marqoex de Olinda,
onda acbarlo os pretendentes, muito aTOHad sortimento de chapaos de sol de todos os precos, qualidades e por pra-
cos mas aommodos do qoe comporta o nosao mercado: convidan especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas eacommendas, pais poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher ai ir-
macQaa as taieodas que i demora da fabricac9o bem dimiaat*.
A iff A P"*s-ae de nina ama para comprar
n.ml\ t cottohar para
ro: a tratar em Santo Amaro
na da Airn d. 44, 1* aodar.
de
em
aojte
seguimento


W RIA DO DARO DA VICTORIA 41
"*'-
Neate aovo armazam tem am
variado sortimento de Tazendas
fr ajanan i, inglezas, allemias e to-
aag ledas aa venden par precos
modrcoe, afim da acreditar a este
navo ansaxem.
Casimira inglezas,
fraaeezas, da todas as
ajoadadas, brins de
corea a brancoa, colei-
rinnoe modernos, cha-
pee* da sol de seda,
DE
Assim como tem ama grande
_____ _, oficina da alfaiate, montada com
ARRUDA IRMAOS. SSSg?SS
nada deiant a desejar.
Ri
da Victoria
uOf a raa
NOVA
N. 41.
Roapa de todos os
amanboa para bomens
menino*.
Por todos aa paqne
tas recebeavae a* am-
inore! e mais moder-
nas casemiras qoe ba
aa Europa.
RA
Bar i* adietarla
NOVA
N. 41.

Este estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seas numerosos freguezes deixa-se de annonciar todas aa fazendas, para
nao se tornar massante
Diario de Pernambuco.
Preeisa-se comprar o Diario de 11 de Janeiro de
1869, paga-e bem : nesu typographia.
AMA
berna.
wm&~irm*K a-
Precisa-se de ama para cozi-
nhar : oa raa dos Prea n. 46, ta-

Aluga-.-e am escravo para todo o servico,
principalmente de padam : no pateo do Terco
Damero 33._______
Arrendase o engento Carnario, moente e
B
o Borges Leal
a.
r. A atalo Borges Leal Castel-
lo Branca.
O Or. Halaqaias Anlomo Goncalves convida os
. seas amigos e os de sea finado cuchado Dr. Amo-
drrente, sito na freguezia da Santo Amaro Ja- nio Borges Leal Caatello Braoeo para aesisurem
fioalao, por am cont e quiohentos mil res an- aigumas missas sabbado 6 do crtente mes, tri
nnaes, por seis annos, com seis contos de reis
arista : tratar no mesmo engenbo ou no Recife,
roa da Pecha n. 6,1 andar.___________
Carta.
A Illma. Sra. D. Mara Augusta Lias Babia da
Cunba, tem ama carta na roa do Trapiche n. 96
(oatr'ora do Brum), que loe ser entregae, pagan-
do o presente annnncio.
gesimo dia de sea passameoto, na matriz de Santo
Antonio, asj horas da manha.
Precisa-se alagar ama escrava que
saiba cosinhar com perfeicao, agra-
dando paga-se bem. a fabrica
vapor de cigarros; roa Larga do Ro-
sario n. II.___________
Na ra do Apollo n. 20, trocam-se 4 iroa-
gen< de perfeita escollara, cbegadas do Porto, das
onvocacoes, Santo Antonio, S. Jos, Menino Deas e
X Senhora da Coneeiclo.
Precisa-se de ama ama de meia idade e de
boa conducta para casa de pouca familia : da roa
-de Santa Thereza n. 11 ________
Precisa-se de ama ama de boa con-
ducta para casa de pooca familia, pira
cozinbar e lavar para doas pessoas :
na ra de S. Jorge, oatr'ora do Pillar,
AM
somero 59.
Thomaz de Figueiredo pode ser procurado
para demarcacao de ierras, nlvelamentoe, plantas
todo mais quanto fr tendente sna profisso,
no Recife ra larga do Rosario n. SI, 2. andar,
para onde podem os pretendenles dirigir seas con-
t ^^iles.
AMA
Preeisa-se d'oma ama
nhar e comprar para casa
solleiro, na ra Nova u. 37, loja.
Sara cosi-
e bomem
Na raa da Cruz (boje Bom Jesos) n. 37 pre-
cisa-se de ama ana para cosinhar o diario de
ama casa de pooca familia, paga rasoaveJmente.
a
Defcoote 4o thaatro de Sanio Antonio, na roa
da Florentina, travessa do Came, oatr'ora Julio
Grosgean, ata aberto am bello hotel saisso, tanto
para oa apreciadores do theatro, como para o po-
clico em geral ; ba sempre bellos peUscee e am
exeelleMe reereio.
BOUBO.
Roobarsm de hontem para hoje 4 de raaio, do
/juinul da casa da ra -Imperial d. 133; am ca-
vado alazao cachito, meio camodo, iotelro, mar-
ea (erro M no qoarto direito, a mi esqaerda cal-
aa, 1 estrella branca na testa, o qnal so tem pas-
to-: pede-ie as autoridades polieiaes, e pessoas
particulares a apprehencio do mesmo eavallo e
levar oa mesma casa cima mencionada,, qoe se-
r recompensado.
'Ua pessoa cbegada h pouco tem urna carta
4e intrnese para o Sr. A. S. Lsmos e por isso
pie qoe annnncio ana morada, por ignora-la.
Di-t iOOi sobre bypotheca : a dirigir-s a
roa do Daooe de Caxlas n. 41________________
O abaixo assigoado declara qae lena vendido
ao Sr. Jos Rodrigues Martins a sua taberna sita
a ra da Biea de S. Pedro n. 1, em Olinda, livre e
dasembaracada. Recife, 2 de maio de 1871.
______________ Antonio Ignacio Branda.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
Em virtude do disposto no art. 68, convoco os
membros do conselho fiscal, reoDirem-se am
sessao ordinaria, em nosao consistorio (domingo)
7 do correte pelas 9 horas da manhia.
O procurador geral,
_________________7Vwt_flz Fernanda da Cunka.
soeuBDAn:
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes de Pernambuco.
De ordem de ooSfo respeiuvel irraio director
convido a todos osaocios desta sociedade a cem-
parecerem no dia da partida do vapor Cruzeiro
do Su para a Corte, pelas 3 1|2 horas da tarde,
no Campo daa Princezaa, afim de eneorporados,
acomnanharmos at ao embarque ao Exm. Sr.
conselheiro Dr. Diogo Telho Cavaicante de Albu-
querque ; outro sim convidamos a lodos os artis-
tas em geral para fazerem parte nessa manifesta-
cao de agradecimento; e esperamos qoe a distinc
u claiee dos artista nao deixaro de aecndir a
esse reelamo, como tributo da verdadeira gratido.
O 1* secretario.
Sime de Souza Monteiro.
MOFINA
Roga-se ao Iilm. Sr. IgMcio Yjk MeBo,
crivio na cidade deNasweth dan provinck
favor de vir a roa do Imperador a 18 a cooclair
aqoelle negoeie que V. S. se otnprometten reali-
sar, pela tercena eaaauaa desto jornal, em fins
de dezembro prximo paseado, e depoU para Ja-
neiro, passou a Cevereiro e abriL e nala cnmprio,
e por este motivo de aovo chamado pan dito
flm ; pois V. S. se dev* lembrar qoe este aegoeao
de mais de oito annos, qnando o senhor asa
fino se acfaava no es nesu cidade.
A Sra. Mara Candida Vuelta, profseaera
particular, que morou en mora en N. S. do 0'
em Goyanna. rogada a vir roa do Cabog nu-
mero 2 B.
Thomaz Antonio Coirobra, subeiSo portugnez,
val i Portofal e deixa por seas procnradores, em
prmeiro lagar ao Sr. Jos Lopes Alheiros, em
segundo ao Sr. Antonio Angosto de VascnceHos.
eem terceiro ae seo conhado o Sr. Daniel Jos
Moreira da Costa.
0 atwixo assiriado
declara qae tendo justo e contratado com o Sr.
Jos Rodrigues de Soaza a sna cara de pasto tita
roa Nova de Santa Rita n. 1, livre e desembara-
cada de qaalqoer onos oa divida que possa appa-
reeer e quera se jolgar com direito ou reclama-
cao, o far no prazo de tres das, nodos os qoaes
nenhoma reclamacao se attendera.
Recife, 5 fe man de 1871.;
AfalAiai Gomes Moreira.
Vneravel confraria de San-
ta Rittft.de Oassia
De eonbrmidade com o actual eompromisso
convido a todos os irmies se reunirem ama-
ohia, 7 do correte pelas I horas do dia, no con
sistorio da igreja, afim de eomporem o eollefio
represenutivo, qoe tem de eleger os fancciooanos
do auno de 4871 a 1871
Consistorio, 0 de maio de 1871.
O secretario,
- Jeronymo m Costa Lima.
Preejsa-se 'de tima ama qtte salbalbem eo-
tlohar, e qoeira ir s compras: a tratarr%a rna
do Sebo n. 29.
COMPRAS.
Compra-se um Manual Homeopathico pelo Dr.
G.1H. G. Jahr : na rna da Cadeia do Recife n. 1.
Compra-se
frascos vas ios da tintara Japonesa a roa Du-
que de Caxias n. SO, e Marques de Olinda
n. 51.
VENDAS.

Escola particular
Casa n. 25.
Saate Aaiar* das allaas
O abaixo assignado, protessor provisionado pela
directora da tnslrnecao publica, declara que ten-
do transferido a soa aula de primevas lettras, da
roe do Destino para a sobre-dita cesa, all conti-
nuar a exereer o magisterio das 9 horas da ma-
nhia s 2 da tarde. Recebe o estipendio de 6*
neesaes, adiantado, por eada alumno, fornceo-
do-lheearta de a b e, papel, peona, tinta, lapis e
caaeta; mas, nio deixar de receber menor esti-
pendio, por aquelles alumnos cojos paes se mos-
traren) no caso disso.
Luiz Francisco Teixeira.
D-se a premio de um e meio por cento
1:600000 5 obre bypotheca em predio nesta cida -.
de ; a quem coovier anoaocie. _______
Oterece-se ama senhora para coser costuras
de chapeos de sol, e armar os mesmos: qnem de
seo presumo precisar, dirja-se roa da Palma
Na ra de Hortas o. 68 existe urna
escrava para o servico domestico
AMA
Antonio Joee Gordeiro !
retirar para a Europa, e nao podendo despedir-se
das pessoas que o honrara com suas amisades, o
faz pelo presente, oBercendo sen diminuto pres-
ta em qnalqoer parte que se aebar. _______
Precisa-se de am menino
de idade de 10 a 12 annos : a
Rosario da Boa-Visto n. 18.
livre para criado,
tratar na roa do
AMA
Predtsi-se de una pan casa de
quena familia : na roa estreita de
osario o. 32. 3 andar.
Offitina de marmore
Raa daa Crazea numero 11,
Gravara-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
1# o palmo em qnadro.______________________
Precisa-te de um criado para copeiro e mais
servicos de casa: na roa da Aurora n. 40.
Os Srs. Joio Jos Rodrigues Mendos e Eva-
risto Teixeira Pinto Gomes, teem urnas encom-
mendas na ra de Mareilio Dias (oatr'ora Direito),
n. na.
Mutepio pqrtuguez
Vlcterlama Mtateos Ferreir.
Segunda feira 8 do correte, pelas 7 e meia ho-
ras da manhia, manda a directora do Monis Pi
Portuguez rasar na igreja da ordem tereeira do
Garmo orna missa por alma de sen socio e conse
lheiro Victoriano Matheos Ferreira, para cojo
acto convida e astoeudos, como da Exma. familia e amigos do
finado. a
Secretaria da directora do Mate Pi Portuguez
em Pernambuco, 4 de malo de larl.
Manoet Flores,
1* secretario, _.
limonada e agua gazoza
Os Sr. Henrique Leiden k C teem a honra de
participar ao respeitovel publico, qae desde egora
sao promptos em satisfazer qaalqoer pedido oeste
refresee, seja para negocio on para particulares.
Lembramo* oovamente a nossa eerveja nacional,
branca e pret
a melhor eerveja nacional do
Brasil e sobretodo de Pernambuco.
N. B.Kan vista da methnra do cambio, a eer-
veja tem soffrido a batimento no preco desde o i.*
do crreme.
PRECISASE
alugar urna easa terrea que teoha quintal, para
peqnena familia, mis suburbios da cidade, oa al-
;um pequeo sitio qae fique prximo estrada de
erro do Recifc a Apipaeos, e qoe sea aluguei nao
xcedo de 600*000 : quem a ti ver dirija-te i roa
Duqne de Caxias (anliga roa das Cruzes) n. 30,
terceiro andar.

Urna superior mobilia de Jacaranda (medalbao)
cbegada ltimamente, contendo 18 cadeiras de
guarnieao, 4 de bracos, 2 consolos, jardineira,
com lampos d marmore branco fino, e sof, es
tando ainda bem acondicionado qae pode servir
para qaalqoer encommenda de fra ; vende-se
por nao ter chegado a lempo de servir pessoa
qae traba feito a encommenda para ver e tra-
tar oi roa 1* de marco (aotiga do Crespo) n. 6,
fabrica imperial de chapeos.
0 MARMORE
E' no elegante aroazem junte ao Diam, qae
qnalqaer chefe de familia forneee sna disneas* do
melbor qoe existe no mercado e por precos Mi-
to favoraveis, como sejam arroz m rs. a ttta,
velas stearinas a 640 rs. o matee, vwbo flgerra
Kr 800 rs. a garrafa e tambera ha Mis beraa,
latos de diversos tamanhos, calimbes pranotas
Kra mimos, caf de moca, erviltM aertiigaaati
acezas, amelzas ras rafees, has* beonaaa,
marmelhada de Fernando Rodrtooes, conservas,
molhos e mostarda, licores de diversas qaaaas-
des, doce de goiaba em caixae e latos, bolaxiehas
de diversos autores, massas para sopas, sebelae
Srandes, azeitonas em baris e latas, vinbes ffSM
o Porto dos melhores autores, aeijos prato e do
reino a 3*000 e a 3*300; o proprieiarto desto ar-
mazem responsabilisa se pela boa qualidad* asa
gneros vendidos em sen armazem, assim cerne ga-
rante todo aselo e limpeta, em virtude i* qnel
coovida a seus numerosos fregueres e amigos a vi-
rem ,jita-Jo. ._______
Novo Mundo.
Aos Srs. acadmicos do 4 aano da facul-
dade de direito do Recife.
Avisa-se qae se acham veuda por mais bara
to preco do qoe em qualqaer ootra livraria, na
roa do Crespo, loja n. 25 A, esquina da do Qnei
mado. os moi poneos exemplares qae restam das
ilnnofacSj do Cdigo Cotnmercial Portuguez pelo
Exm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Pereira Forgaz
de Sampaio Pimeutel, eximio lente calhedratico
dessa materia na uolversidade de Coimbra, obra
de subido apreco e grande utilidade para o esludo
do Cdigo Cotnmercial Brasileo, pela sua inleira
homogeneidade com aquelle outro. Na mesma
leja se vendem as memorias do Bom Jess de
Braga com ricas estampas, obra de grande mri-
to para todo eidadio portuguez
Cambraias brancas avariadas
Na loja de Pavao roa da Imperatriz n. 60,
vende-se fioissimas pecas de cambraia braoea
transparente com um leve toque de avaria, ficaodo
perfeitas logo que se lavem, e vende' se pelos ba-
ratos precos detjgOO s 3*500 a peca'_________
Fazendas avariadas
Rna do Crespn. 25
Algodao largo Sicopira a 5*fa pessa.
Madapolao fino marca X a 5*500.
Alpacas trancadas de cores, fazend nova a
320 o eovado. E ontras fazendas que se dao amos-
tras com penhor^___________________________
I
DA
Constituido poltica
DO
Imperio do Brasil
ou
Theoria e pratica
Gverno conslitucional Brasifeiro
PELO DESEMBARGADOR
Joaquim Rodrigues de Soutd.
Acha-se veoda na rna Prmeiro de Marco n.
2, livraria Econmica, detronte do arco de Santo
Antonio.
2 voluntes por................... 12*000
Vende-se frncieiras, fracta-pio e todas as
qualidades, era cestoapor preco commodo; na
travessa do Padre Inglei, Carainbo Novo n. 7.
Vende-se remedio contra os callos, experi-
mentado por diversas pessoas, as qoaes tem tira-
di bom resaltado; roa Prmeiro de Marco n. 3
(antiga raa do Graspo) roa do Mrquez de Olin-
da n. 50 A (amiga d* Cadeia).________________
Libras Stwliaas.
Vende-se no armazem de fazendas de Angosto
F. de Oliveira & C, ra lo Commercio o. 42.
Vonitoi** *ma casa terrea em Olioda na roa
de S. Pedro Hartar, tendo boas commodos para fa-
milia : a tratar na rna de S. Jorge o. 17.
Precisa -se de ama ama para coziobar em
easa de pooca famiha : na raa do Cabog o. 2 B.
Cadete de caYabana.
Na roa Direita n. 53. loja de ferragens, precisa-
se rallar anSr. Hercolano Cavalcaati de Albuquer-
qne, eadet v vallara.
ROUBO.

Moleque
Precisa-se de nm moleqne de ti a 18 annos, fiel
e diligente, para ser vico de criado. Se agradar o
serviqo, tambem se poderi comprar, querendo
vender : a traur na roa Nova n. 19, prmeiro
andar.
Jos Gomes Villar, retirando-se para Europa
|eixa encarregado de seus negocios es seus ami-
gos os Srs. commendador Dr. Francisco de Paula
Peona e Montetto 4 Correia.__________________
Ofiereee-se ara moco de 18 19 asnos para
caixeiro de pdara, refinacao ou taberna : na ra
das Flores o. 15, achyi com qnem trotar.

A quem for offerecido tres cadeiras de Jacaran-
da lisas com a palbinba am pouco eocardda, dig-
ne-se leva-las rna estreita do Resairto n. 12, i*
andar, qae ser recompensado, pois forana ronca-
das pelas 8 horas da noite de 2 do eorranti
Os abaixo assignados tem admettido como
socio de sua easa cotnmercial ao Sr. Tbomat 1
Harding, desde o dia 1' de malo correte do uno
de 187T
Recife, 20 de abril de 1871.
Mubeus Austin & u
Attenco
Na roa do Naseeote n. 38 existe tres roanas vi >
vas todas com fimos desvalidas; pedera aj pessoas
Ce ramillas qae coadjayem com os seus ssrvicos,
lano engoromadps. como vestidos para coter de
toda qnalidade, qoe atrio servidas com presteza
eassuio, ____________________
k Precisarse de urna ama for-
|\ ra pu captiva, para o slrvico
vO iotero<>e externo de nmt cata
de urna po*pa ; a trata c raa .da Crur, v, JP,
lerceiro andar.
I_

I
Candido de Souza Miranda Couto, D. Mara de
Souza Miranda, Tenante Candido Leodoro de Sou-
za Miranda Cont, D. Carotina Francisca de Mi-
randa Cont, D. Raymonda Mara de Miranda
Couto e Joaquim de Souza Miraoda Cont, paes,
irmos, cantada e lio do bacharel Francisco
Leonardo de Souza Miranda Couto, fallecido em
Braganca da provincia do Para de cojo termo
era juiz municipal e de orpliaos, repasaadns da
oais acerba dor pelo seo prematuro passaroento,
ven pel presente rogar a todos os seus prenle
e pessoas de sna amizade o earidoso obsequio de
assistirem a algumas missas que por alma da-
quelle finado, mandara rezar M matriz da Boa-
Vista, em o dis 8 do correte, pelas. 7 horas da
manhia, e pe? que desde j Ibes protesm sua
eterna gratidfio.
A Inga-se doos'em.M'oi, om d anuos,
[>adi:jio. e o outro de 30 tsdt; coro olflelo : na
ruada Roda p. 17, andar, achara CWD qupm
irsiar,
BRAZILIAN STREET
Railway Company (Limited)
Pede-se aos senhorea passsgeiros que
tragam a importancia corrsspoastora* i via-
Sb qae tiverem da fazer, visto qae por
U de troco em taoeda, r*cebeoflqgjm
bilbeta* estas s dao direito A pasugem
nos trens e ote a serem trocados por di-
nheiro pela cotnpanhia, que 'tambem os
recebem em pagamento de assigaatura e
de frete de bagagem. T '
Escriptorio da companhia, 3 de maio
da 1871.
William Rawiinson. /?
_______________ Garaata._____
Aluga-seo a* andar n. 47 da roa do lmperatrjx,
coocertado, catado e pintado, podendo ser habi-
tado por qualquf r familia : o sobrado n. 39 da
rus do Baja da Victoria.

Y
ros c^ntra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital. .....20,000:0001000
Puado de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Latkan C.
RA DA CRUZ N. 38.
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A' OIM \ DA
eBeberisW!
A dtrectoria manda fazer publico qae,
ao escriptorio da mesma se pagar os bilbe-
tes da companhia todos os das otis, at o
sai SO do correte, daa 11 horas da ma
obla, at s i da urde, e, desse dia em
diante, somente s qointas-feiras e as mes-
m AA Hnrfttt
*~W UU| VIS*
Escriptorio da companhia 4 de maio de
1871. w
Joio Joaquim Alves,
A 1* secretario.
Na roa da Paz, outr'ora do Cano o. 26, tem
para vender o approvado remedio para rhenma-
tismo._____________________________________
Pecas a 2$ 00 e 3#
Cambraias brancas com om pequeo toque de
avaria, pele diminuto preco de 2500 e 34 a peca,
chitas miadas propras para camisa por 160 ris o
eovado, na ra do Queimado o. 76, loja defronte
do beeco da Congregarlo, de Guilherme Porto
& C.
Asslgoatoras para o secundo semestre
Rs. 8000.
___________LIVRARIA FRANCEZA-__________
AN senhorak
A* empellara da rna Prmeiro de Mai~?) n. 6,
acaba de chegar da Eorepi, pelo ultimo- vapor,
am lindo e variado sortimento de chapeos acha-
plinas da ultima moda para senhora*, sae se
vendem por precos ranito rasoaveis: na ssesma
chapellara ha um grande sortimento de eba*M
de todas as qualidades para bomens e meninos.
BAZAR VICTORIA
Ruado Barao da Victoria n.
2, atiga la Nova
Acaba de receber este novo estabelecimento di-
versos artigos de gosto como sejam :
Lovas de pellica branca e de cores, de nm e oos
botoes para senhoras e bomens.
Ensignias massonieas.
Colchas de algodao e de lia, brancas e de core
adamascadas.
Babadinbos e entremeiot bordadados.
Cartas Anas para joco.
Camisas para^homem e menino, inglezas, francesa*,
I1 zas ebordadas, de flanella de cores, de meia?
de algodao e de lia.
Meias de fio d'Escossia de cures para seahoras e
de algodao branco Anas para bomem, senhoras,
meninos e meninas.
Fita de seda para cintos e cintos de diversos as-
delos.
Capotes e perneiras de borracha.
Lia de cores para bordar.
Cobertores de lia de cores muito fiaos propries
par* invento.
Toalbas felpudas para boho, e de ontras cuali-
dades.
Fronbas de labyrioto de diveasos tamanhos.
Palitots de cachemira de cores ingreses.
Tapetes de velludo e de coco.
Collarinhos e punhos inglezes para hornera
Ditos ditos de crep para senhora, propros para
luto.
Charutos Bahianos e Ha vana, e tumo desfiade pa-
ra cachimbosBest Bird's-eye e outros artigas
qoe se vendem por commodo preco.
.No 2* andar do sobrado n. 62 da roa da
Guia vende-se por preco commodo 2 conistes, 1
marqueta, 1 cadeira de bataneo e 6 de guareicie,
ludo de amarello e cora pouco uso.
Engenho.
Vende-se por 12:000^000 um soflrivel engenho
de animaes, distante da via frrea i miibas, lact-
bem a* vende a safra creada : n rna de Livra-
mento o. 14 se dario informa;5es.
Na raa de Mareilio Dias, oatr'ora ra Di-
reita, n. 99, vende-se per preco muito comando
flores mui liadas chegadas da Europa no ultimo
vapor. Os Srs. armadores e pessoas que festejara
o mez raariaoo nao perona jjfc pcefaincha.
Machina p ara costura
Vende-se urna machina para costura, em per-
feita estado, por preco commodo : na raa de S.
Francisco o. SI
Perro galvanizado.
Vende-se ferro galvanisado em folbas de dtflk-
reates tamanhos : em casa de Adamson Hovie &
C, roa do Comasereio o. 40.
Agurdente.
Agurdente de caj e de laranja, teem para
vender Cunha Irmos & C, na ra da Madre de
Dos n. 3i ______________________________
Vende-se o hotel da roa de Pedro Affon-
n. 28 A proprio para um principante.so : tratar
oa venda jauto,_____________________________
YHH8 COLLARES
Vende se o verdaaeiro vinho de Collares, vindo
ltimamente telo vapor Olint, em barril de de-
cirao : na roa da Madre de Deas n. 28.________
Calcados Dglezes
Grande sortimento de calcados inglezes para
crlaoc*. dos melhores que tem viodo ao mercado:
na roa do Bom Jess (oatr'ora Cruz n. 2l,sobra-
de amarello.
GRAMOS
LIUIDACA
Veode- se por preifo mdico nm terreno ex-
cellente para edificarse nm engenbo, que lera de
trabalhar com agua, tendo j feito pela natnreza
mor parte do pared Jo do acude. O terreno de. qae
cima trata-se contm bastantes mam virgen* e
antig m partidos de plantacao de canoa, os qoaes
serviram i ora muito amigo engenbo que i
boUve, e cooim para mais de meia legoa de leste
ao oeste, fle poseo menos de snl ao norte : quem
pois qolter ftser negocio lio vanujoso, dirija se
ao proprietaro do engenbo Velbo da freguesfa de
laboatto, qae far lodo negocio._______________
Ter. eno venda
Vende se um terreno proprio com 234 pal-
mes de largara, sito ra do Destilo, logo ao
principio ao entrar pela roa do Hospicio : a tratar
oo 3 aodar do sobrado o. 36 da roa das Crasos.
Algodozinho a va-
riado.
Na loja do Pavio roa da Imperatriz a 60,
vende-se o mais largo e eneerpade aigodoasae
com um leve toque de avam, por preco atuMe
barato.
Madopoiao avahado
Na loja do Pavio i ra da Imperatriz n. 60,
vende-se raandapolio fino muiti largo com nm
leve toque de avaria, por preco multo barato.
Peca de algodao
nr raa do Crespo n
azul 55 covados por 5*000
20, loja do Guilherme.
II
Piauhy
Eliseu Martins convida as pessoas qoe o honran
com Ibas relacoes e estima, para ouvirem urna
mlssa as 7 1)2 horas de manhia do da 8 de cr-
reme, na igreja matriz da Boa-Vista, em homeaa-
gem i memoria'Tle seo irmio e dedicado amigo
Homero S. Martins, fallecido a 21 de mareo ne
Plaohy._________________ :
aaaaBBva
pratica de
Prec.'sa se de um caueiro com
taberna ; na raa do Bario de i. Borja b. 51.
Por ordem da directora sao convidados os se-
nhorea accionistas para, no prato de 10 dias, con-
tados do f de maio prximo fot'oro, realisarera a
sexta pretacao de suu acedes, da eaissio, na
razio de 10 0|0.
Para esse flm ser encontrado o Sr. thesoareiro
oo escriptorio da eompaohia, raa Nova o. 35, !
aodar, das 10 horas da machia s 2 da urde de
todos oa dias uteis. ,
Escriptorio da eompaohia 28 de abril de 1871.
Joio Joaquim Al"es,
1* secretario.
DE
VIRAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia # C, ra Du-
que ga do Queimado._________
Sapatos de borraxa
Para senhora ou rapazes que calcero 35 e 36;
boraeguins para bomem a 4*500 rs. e um com-
pleto sortimento de calcado por preco mnimo ;
ra Direita n. 45.
Deposito para agua
Vende-se um rico deposito para agua, de ama-
rello, forrado de chambo, com tonira de bren1-
ze, ( qual se aeha em bom estado, e pode conler
15 on 20 canecos d'agoa : quem o pretender pode
dirigir se raa Nova, easa o. 2!, que achara cera
qoem tratar.____________'
Grande espelbo para sof,
Vende-se am rico espelbo com algam uso, e
qual i proprio para eollocar-se por cima de soto,
o qual vende-se por preco commodo ; bem como
doos ditos menores que servem para cima de con-
solos, assim como quatro qnadros da biblia sa-
grada : na raa Nova n. 21
Vende-se a taberna sita oa roa da Conquista
o. 1, com pooeps fundos, propria para princi-
piante : a tratar na mesma___________________
VNDESE
ama casa era Olioda i raa de Matbias Ferreira
23 : a tratar na raa do Cotovello n. 4.
Vende-se nm piano com pouco aso, de am
dos melhores autores; tratar eom o proprieta-
ro do hotel do Monte, on na raa das Cinco Pontas
o. 16.
Attenpao
O ir. Epiphaoo de Luoa Freir deixou de ser
esTxeiro da Fundicao do abaixo'assignado desde
o dia Ia do correte.
.__________Maboel dos Santos Villaca.
V!^
Precisase de ama ama pa-
ra todo o servico de urna
easa de familia com tres pes-
!<(? : na raa dConceicio o. 37. '
Vende-se a IIO0O a barrica : no armazem da
bola ama relia no oilo da sicretara da polica.
VENDE-S
a Banda da barea^a Bom iuccesso : a tr.tar oa
ra do Marquei de 0!'nda o. 21, loja de miudezas.
M4CHINAS
PARA COSTURA
Gbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, am sortimento de machinas pa-
ra costera, das melhores qualidades que
existe aa America, das qoaaa muitas ji sao
bem condecidas pelos seas actores, como
sejam Weller & Wilson, Gravar A Boka,
sileociosas, Weed e Imperiaes e outra*
muitas qoe com a vista deverio agradar ao*
compradores.
Estas machinas teem a vantagem de la>
zer o trabalbo. qoe trinta cosloreiras pdeni
fazer diariamente e coiem cosa tanta per>
feicSo, como as mais perfeitas costoreiras.
Garante-s a ana boa qualidade e en*na se-
a trabalbar coin petelcio em manos de I
hora, e os procos sS > to resumidos que
d;vem agradar aos pretndeme*._______ -
Choeolaio hwfie. \ ranhio, vende-se o ro estrnlado Roraxio o. 13,
drogara trmeopathica.


t

'
)
D rio t Pernambtico Sabbado $ 4e Maio d* 1871
>i
tas m
Tem i Tenia em aras arma: ens, alem de otros
rara as mo nsfocio regular, os seguimos, qne
" fe*nrecos ma/s njjdtaosqiie em ou-
raBTilIKwDM aimoadjulaa.
U*8 ss fcrojMur cerca.
ESTIRAS sa tafia fftra cama e torrar salas.
CAJWB se barro frastei para esgoto.
Qaoaerior asi porcdes e a conteni.
CnUOTO de toda* as quaKdasee.
MACHINAS de descarocar alfodio.
"SaorisjbasdaRnssia.
DOS americano! para ferro de cama
S americanos mnilo bons e econoraicoe.
se iorfcaux.
OOoKAC wfirlJi de Oaotier Prerta.
rARILLO sm aaceos grande a 3*600.
A.GOA sonsa lajimi

MUSEO ELEGANTE
.- i
lsgltl
Ei
ingenio
Veaoe-se por 12:000* um soffrivel engento de
anlaaaes, distaste da va frrea 4 milhas, tambem
M vaose a Safra creada : na raa do Livramento
i. 44 sa dar iBfbraaacges. ________________
l.KV\lK
LIUIDACO
MJA DO CRESPO N. SO
De 1,800 cortes de casimira
Cortes de casimira de cor fazenda superior lisos
e de qoadros a 4*000 e 5*000 o corte, casimira
prata superior pelo baratissimo preco de 1*500 o
esvsss
RELOGIO
de ouro e prata
dos fabricantes mais acreditados da Europa, o
sobar tase ae pode deaejar naste genero, para
botnei e sennoras, vende-se por precos al boje
dBeoBhecldoa na loja de joiaaEsmeralda-rua
do Cabof-a d. 5
Moreira Duarte A C
N. I RA ESTREITA DO ROSARIO I
A BOIII TOH
H!
I


ATTENCA
Troca-se ou vende-se urna casa na povoacao de
Dnarte Caetbo, em Olinda, com bailantes eommo-
dos pan orna graad familia, leudo quintal mu-
rado, cacimba e arvores de fracto, por oatra na
freguecia da Santo Antonio oa da Boa-Vista, em-
bora soja mais pequea, com tanto qne tenba nao
meos de 3 qaartos e J salas, e tambem cacimba:
a qoetn conrier este negocio dirija-se i travessa
da mMiix de Santo Antoaio, casa n. 6, qne acbar
coa qjmm traur ; oa anauncie por esta folha pa-
ra Ar pmearado.
Fundijao da Aurora.
C. Starr & C. era liquidacao vendem por procos
mais bernias do Uixas de forro batido e enado, alambiques, moen-
daa e meias OMendaa, rodas e rodeta., e rodas
d agua para genho, crivos e boceas de fornalha,
loindaales fcoias, jolo de rogo (re b.ick), cy-
lindres para padaria lano ingieres como america-
nos, arados todos de ferro, etc., etc.
Musen Elegante
eio'iJxxO)
iW* Acia**?/6 abrir e*te ,mPortnte estabelecimento de miudezaa superiores, artigo de laxo e da moda para boaens e e-
nooras; esplendido sortimento de perfumaras dos mais aflamados fabricantes de Paris e Londres, como sejam Pfver, Libin, Con-
onj, Hegand, PiBaod'Chonoeaox, Monpelas, societ hjrgienftrae, Gosnel, Rrmmfl e Pieise Lubin, etc. etc.
No Musen Elegante
eocontrarao ae pessoas faltas de vista um
completo sortimento de ocalos de aro de
tartarnga, bfalo e ac, e tambem pencinei
de tartaruaja, bfalo, ajo
Ao* cabellos broncos
MUSEU ELEGANTE
venda a multo acreditada tintara ingleza
(a qual mostra o sea bom effetto pouco de-
pois de appllcada) e o sablme liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigenio Ri-
gaod) que em menos de oo dias d aos ca-
bellos a sua cor e brilhe primitivo, e depois
deste tempo so bastar osar de oito em oito
das para conservar o matiz adoptado.
Exposipao de lenpos
MUSEU ELEGANTE
vende lencos brancos finos a Id700,, 20700
e j abanhados.a 3,5500 a dozia, e moito
finos de esguilo tamben abantados a 6)5500,
U. Htim dnxia.
ESTAO-SB ACABANDO.
Reducido de presos para acabar
Al mantinhas Olindenses de 15500 a \&
cada ama, toalhas para maos e para
ps a 445001 dozia, ricoe estojos para va-
gem com todos os acensnos por barato
prepe.
ORES E ENFEITES PARA CABEQA.
O Mosc Elegante recebeo ricas grinal-
dae de coree, e Indos enfeites e chapeos de
velludo pin as Exms. senhoras, assim
como fitas lisas escossezas moito largas
para cinto.
Novdades do Masen
Capas e perneiras de borracha, fazenda
superior por preco baratissimo, tapetes ave
ludads muito lindos para sof e portas,
panos de crochet para sof e cadeiras, gran-
de sortimento de jarros finos de 10$ a___
2S^fo0 o par.
MUITO BARATO.
Camisas ioglezas com peito de linho muito
finas a SU e 55,5000 a duzia, ditas bor-
dadas fazenda de apurado gosto a 140^ a
duzia, as mais finas camisas imitando as de
linho por 33,5000 a duiia, ceroolas de li-
nho a 344000 a duzia, ditas superiores in-
glezas a 444000.
At tila de familias.
Encontraro no Museo Elegante nm com-
pleto sortimento de roopinhas para recem-
nascido, corpinhos de fustao e de cambraia
bordada a 800 e t^OOO, vestido paracrian-
Ca a 24, 35 e 44000, cullarinhos bordados
com bico para senhoras a 320,500, rs. col-
leirinhos e punhos para senhoras a 640,
800 rs. o par, collerinhos e pnnhos frisados
e bordados a 14000 e 14500o par,fazenda
que sempre se vendeu a 34 e 44000,
muito ricas e modernas gollenhas para se-
nhoras, as mais modernas gravatas de fil
bordado i 14000 e 24000 cada urna.
Labyriiitho.
O Muzen Elegante vende toalhas grandes
todas de labyrintho, fazenda que sempre
vendeu-se a 4 44 e 154000, por 84500
fronhas de labyrintho a 640 rs. as pequeas,
as maiores a 14200, bicos rendas tudo por
preco baratinho.

acua-De orovido de un lindiasno sortimen-
to ae Dabadinbos e entremeto! laptoe e
transparentes, e de ricos e modernoe eapar-
tibos de44 a 124 cada um. '
Mhsen Eltgwte
recebe por todos es nparn leras de pelli-
ca da primeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm.u familias oeste impor-
tante estabelecimento om grande sortimento
de artigo* para casamento, como sejam ri-
cas grinaldas, finissimas meias brancas de
seda, ligas, lavas brancas, leqaes finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
trancas, galSes, boloes, bicos de blond, fi-
tas de grosdenaples e de setim de n. 1 a
\ dhs de filudo, bicoa de crochet bran-
b preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
spara-Yestidoa, cambraia franceu preU
e branca para forro.
Cntilara do Musen
Elegante
Navalhas muito finas, cabo de tartaruga,
marfim e bfalo, do aflamado fabricante
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, tartaroga, marfim, tesouras
rias para unhas, costura e cabello, talberes
para mesa e para doce, de diversos preoos
e qualidades, ditos multo finos com. cabo de
marfim, superiores garios de metal branco,
grande sortimento de colheres para cha,
e sopa de metal muito fleo, trinchantes com
cabo de marfim por barato preco.
ATTENfjAO

. 1
- .

p*?S^^ *-
N.
NO MUSEU ELEGANTE
1Ra Estreita do Ronwio N.tl.
DE
FSmiJlRA, MARTIVIS C,
.-

7
i : .
i
... .


v
DO
CYSNE
GRANDE ARMAZEM
DE

-
U R11,4 DA HKMTIIZIV. M
DE
FIGUE1RED0 ft LOPES.
LOCA, POBCELAHA, VMOJ
-
\4R0PE
DE
RABO DE TAT
Planta indegena


Especial id ade dos phar mace uticos Ferreira Maia & C.
A tosse convulsa a que apresenta mais pertinacia naquelles que della sol-
frem eax com que muitaa vezas suecumbam os enfermos, sem que mailos ootros*me-
dicamentot applicados coosigam resultados favoraveis, sendo essa affecrSo tanto maii
grave quanto menor a idade dos accommetlidos; e por isto novos preparados sao
constantemente publicados por meio de pomposos aununcios sem qne a sua applicaco
atieste o que delies se espera.va.
Acaba de ser enrequecida a tberapeulica das diversas molestias do peito, desde
a pharyngite oa mal da garganta at a toberculisacan pulmonar, com o XAROPE PE-
TORAL AMERICANO DE RABO DE TATO', que tomar o primeiro logar entre todo>
os medicamentos al boje para tal fim conbecidos.
v O XAROPE PEITORAL AMERICANO DE RABO DE TAT', garantido pura
mente vegetal e s contem em sua composicao a parte medicamentosa da planta vulgar-
mente denominada RABO DE TATU\ cuja propriedade benfica na cora das molestias!
que pertencem aos orgaos pulmonares foram por pessoas competentes observadas, do-
rante longo tempo e com ptimos resultados cada vez mais crecentes: felo que nos
julgamos autorizados a compor este xarope que agora apresentamos, e a offercce-lo aoi-
medicos e ao publico.
Poderiamos apresentar moitos attestdos nao s demedeos respeitaveis, con
tambem do publico que tem feito uzo deste salutar xarope; porm dispensamos- estas
formalidades para nSo caneamos o publico, pois que o melbor attestado que se pdf
apresentar sem duvida a cura completa de mudares de pessoas.
Poderiamos citar aqui pessoas que esta*o completamente reslabelecidas das di
versas molestias de peito de que este xarope poderoso medicamento, e tem curade
como sejam a asthma, bronchites, defluxo, catarrbo, tosse convulsa, rouquidao, irritaeje
do peito e garganta e pbtbisica pulmonar etc., etc.
nico deposito em Pernambuco pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C.:
rea do Duque de Gaxias n. 57, a(ntiga do Queimado.)
Cada frasco costa i5000. Cuidado com as falsificaces.

h.



TV
Esta nova loja acha-se completamente sortida de farendas de gosto de tedas a:
qaaliaadee, tanto de teda como de lia, linho e de algodlo, e desejande seus proprie-
tarlat dar sabida s mesmas esto reaoUidos a vende-las par precos lao mdicos e j
aconmodados ao interesse de todos qae por-cerlo agradarlo aos preteadeotes.
Os proprietarios desta loja convidam, por tante, es excellentissimas familias, (Hua
aoe nacates e tolos em geral, a visitaren sua supradita nova laja e se offerecem'
a dar as mostras e maadar as tazendas s casas, promeltendo toda a oommodidaee nos
DI
o



u
precos e sincerklade no trato.
Grosdenaples preto,
a om completo sortimento deste artigo
qae vendemos por precos baralissimos.
Gre>*lenap1e* de cores
Tenes os mais lindos grosdenaples de
cores de superior quaiidade, que vendemos
por preoos ibaratissimos, por termos feito
nma grande compra.
Popelinas de cores.
Recebemos mn sortinento completo, tan-
to com flores como em xadrez, e vendemos
por menos ue outro qaalquer.
eaMna Ae orea.
O-Crine recebeu os mais lindos seiins
de cores, tanto macio como de outras qua-
iidades, que vendemos por menos que outro
qualquer.
Alpacas
Ha um bonito sortimento, tinto labradas
como lisas e por precos oommodos.
I4a nam lisera de anda.
O Cvsae fecebeu lias con listras de seda
de lindos padroes, e preco commodo.
las Usan de urna ao cr a 400
PE RE IRA, IR MAOS
...
"nnerTO de narco a. l, tMrlr'ora ra do (Vespo 15.
Ao respeitrvel puthco em geral e parnmlarmente aos seos femercuee amigos
Ditas com -xadrez padroc moho modernos
que vendemos por 500. o covada,
peciiincha.
Hadapoire
O -Cysue tem um completo sortimeoto
de madapoioes do todos os presos e quali-
dadet.
Tens urna qaatidde de-madapolSotan-
cez ose eepeoialidade, tanto no pceco
como a qoaliddade.
Camisa* bordndas
Temo* camisas btrdadasdo melbor gos-
to, propetas para caaameo>o, que vendemos
nono batato.
Comisas franeexas e Itaclezaa.
Jemos camisas desde o preco mais ba-
rata al ao atis caro, e oeste artigo temos
ama uilidade que vndenos a 36QO, e
para.aqtial chamamos a attneSe dos noesos
fregaaiot.
Camisas de flanelia de cor.
Fiaemos orna compra de camisas de fla-
nelia de cor, qne vendemos por baralissimos
precos.
Ditas de meia de todos os precos; temos
orna qualidade muito superior com listras
le cor, que vendemos barato.
Tiras bordadas.
O Cysae tem tiras bordadas largas e es-
treitas, arsim como, eniremeios tordados,
tapados a transparentes, que vende por me-
aos qu.t ostro qoajqaer.

Gasemira de cores
I participara Manoel Joaquim Pereira e Manoel iee da -Gesta Pereira, que acabam de
fundar on rico e samptooso amasan de 'knca, pereenaa, vidros e chyataes roa
jFrmeiro de Maroo, outr'ora la to Crespoe. 15, sob a rasao social Pereira
Temos nm bonito sortimento de casemi-. Irmfos. .. i
ras de cores e pretas, que vendemos muito A longa pratica e cosbecimeoos de me diepeen es anauaeiantes ueste ramo
barato, assim como um sortimento de pan-] e commercio, .a qae, be nuieos ninas, se dedicara, oa te habilitado a nattsazer aa
nos aretes. | seoessiaes da populacio desta provincia o esas limitrophes, offencendo aos consu- M?1"1 4*9 maiaores e mais conhecido? p*r
^iMsimira d^ VlPllllft < nidoresnaioTes vanUgens do que qualquer ootro estabelecimento deste genero.
Ha Guirnir de. Yienaa com xldm eos-' ,G ^S*?* ****> fO***** de ^itar esto novo esu*elece*o com-
tS^SS^SS^ ^l* ^* Pr mesmo o qne os noneates m de diser.
IsOoIA
DO
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem conheeido esubel
ennta, alm dos muitos objectos qne tinham ex
j a apreeiacio do respeftave! publico, man-
os Tir a acanam de recebar pelo ultimo vapci
a Earopa sin completo e vanado sortimento i>
finas a mui delicadas especialidades, as quaes e-
tao resolridos a vender, como de sen costuren
por precos mnito batatinnas e commodos para
dos. com tttMo crae o Gatlo....
Muito sspjriores-tavaa de pellica, preUs, brai
cas a asum bodas cores.
Moi boas e bonUas gollinhas e pnnhos. para a*
ahora, ueste genero o qne ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Liados riquissimos enfeites para cabecas d
Exmas. senhras.
Superiores traecas pretas e de cores com vidri-
abas e sem etles; esta fazenda o que pode hav
Se menor e-mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperoU
marfim, sndalo e osse, sendo aquelles brancoi
com lindos desenhos, e estes pretos.
Vulto superiores meias fio de Escossia para sa-
ohoras, aa quaes sempre se vendern) por 3000(
i dula, entretanto que nos as vendemos por 20*
alm deataa. tamos tambem grande sortimento <
outras quahdades, entre as quaes algumas muiv
flnaa.
Boas bengalas de superior cauca da India
castio ds marfim com lindas e encantadoras figo
ras de mesmo, neite genero o que de melbor u
poda ojalar: alm destas temos tambem grano.
uaim'dde d outras qualidades, como sejam, ms
Ba, baleia, aao, borracha, etc. etc. etc.
Faros, bonitos a airosos cbicotinhos de cadeia
tetraaqftd*fes.
Lindas a saasriores ligas de seda e borracha
pan segurar as meias.
Boas meias de seda para-senhora e para meo
sas a i a H anaos de idade.
TavaJbaa sano da marfim e ururuga para faz)
barba; sao aasito boas.e de mais a mais sao g
wntidas pelo fabricante, e nos por nossa vex tar,
fcom assefnrams sua qualidade e delicadeza.
Lindas e batas capellas para noiva.
Superiopee agulbaa para machina e para crox
Liaba moito boa de peso, frouxa, para ench*
aabrrlBibo.
baratos de cartas para voltarete, assin
aa 'tastos para o mesmo nm.
Grasos sanado sortimento das melhores pe
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guaroicSo de |
sala, desde os maiores al os meaores, e|
os precos sao baralissimos.
< i-timados
para cama e janellas.
Temos o melbor sortimento deste artigo,
tanto para cama como paja janellas, os pre-
cos sao por menos que em ontra parte.
Tambem temos can&raia para cortinados,
que vendemos por barato preco.
Fusl5es .brancos.
Temos lindos fustes brancos con listri-
nhas, proprios para roupas de menioos e
mesmo Cortes brancos de cassa
Recebemos cortes brancos com liatra bor-
dada, .preprios para bailes, fazenda oova e
de bom gosto, baratissimo.
Coxas trancas e de cores. ,
Temos colzas brancas, grandes e peque-
a, e tambem tumos de coras de superior
qualidade .barato preco..
Chales.
O Cysne lem nm bonitp sortimente de
chales de merino de cores e pretos, coa
franjas de seda, e .entre estas qualidades ha
os que vendemos par 2500, e que se*
preco foi de 4 00.
Espartilbos.
fia espartilbos de todos os lmannos <
das melhores qualidades.
Cambraias de cores.*
Temos cambraia? de cores propriis para
roopas de meninos e de seniora de JindM
padroes e ptima qualidade.
Meias para homens e senhoras
O Cjine lem comp'eto sortimento d
meias, lano para homens como para se
oboras, meninos e meninas.
f'wendas para loto.
Temos fazeodas para luto, de todas at
qualidades, cmo sejam : alpaca, comi,
pripceM, merino, cambraias, 1S. preUs|
ele. etc.
Ciwbraias brancas.
Ha um eorooleto sortime-lo de orgapdys
com slra asseliaada de liodos goslos e mo-
dernos.
wfres defer)dedereDte,
Prensas

-.

'
.'
- -

.
rae.

,

de ferro para copiar artas.
4>tiapilS ,erro gavalnisadas para
TaenOt ^ ierro para aasucar.
A l*flfli*MI
^Xaaanafvm americanos oara vanea e ladeira.
ilWhTTiilt i nagrs de corlar fono.
Caninnos ^ ^ ^^ ^^ e ntnroi,
BaiaBCftS dscman e otras.
F0gO68 de ferro.
lamiataa.
COLARAS DE ROER.
.Elctricos magnticos contra as couvulsS
?%*


stes an^os acnam-se a venia
casa dos importadores
Shaw, Hawkcs C,
da da Chuz n. 4.

-
acilium a denticao das innocentes criancas.
{moa desde sraao recabedorea destes prodigioso)
esHsrss, e cotiauamos recebe-los por todos 01
-vapores, aflm de qne nanea (altem no mercado
tamo ja tem aosslseido, assim pois podero aquel
tes que ssBea ssaciirea, vir ao deposito do gall<
vigilante, a osos sempre eoeontrarao destes verda
oaros ooUsrss, os quaes attendendo-se ao fin
qne.saa.ajpbcidos, aa venderao com um mn
oto loen.
Regamos, pois. avista dos objectos que dentamoi
daOarSSag, aattaastoarregaesea eamigos a viran
mMar por presos muitoTaaoaveis loja do gah<
vigilaate, raa ds Cwspo n. 7._______________
Mi na mala aoolloa brancos.
Tintura japoaeza.
JS e Bisa approvasa pelas as academias de
ciencia, reeoobecjda saperior a toda que tem ap-
parecido ac* boje. Desoeito principal rna da
usseia do fiaeife b. 51; ? audar, em todas as bo-
tieas 4 casa de cabelleirero.
Kival sem ce^nmdo
Ra Duque de faala* n. 4
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua lu-
ja de miodeVas c/ntirua a vender ludo
por l^aratos i recrs que e todos admira :
Libras de linba de novello, a tibor
possive'.
Duzia de lencos de cas?a com batra.
Ciixas de liuhas com 30 coveHos a
Vara A' franja tranca para toalbas
Dozas de metas cruas mu-tu leas a
Duzias de meias finas (.ara tetho-
ras a
Duzias de facas e garres- cravadas a
Duzia de palitos seguranca a 120,
2i0, 320 e
Natalbas muito 6ois, para lazer a
barba a
Gaixas com pennas de- ac com to-
qoea
Caixas c >m peinas 06 Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita di'o vcrdseiai a
Caixas com SO cadernos papel ami-
zade a
Pecas de tiras-bordadas t2 metros
cada urna
Pecas de utas para COI cm 10
varas a
Pecas de trancaJin de todas -aa
cores a
Duzias de liuba frtexa- {.ara bordar
a 400 e
Pares de sapato* de traeca a
Ditos de ditos de tapete muito
tinos a
Dorias de baralkos -moito -finos
2,5100 e
Ditas de aguihas pira macbiaa a
Libra de pregos ftaoce es s
Resmas* de papalalmaco soperi. r a
Ditas de dito paulado o melbor a
Caixas & me abnete sftucta- a 720 e
Libra de- ria para bo dados a .
Carr teis de lintia. A exandre a
Gravatas de cores mnilo iaas.-a
Ditas pretas pon tas bp'dadas a
Grosas de bot3e de madrvperola
para, camisa a
No vello.- de linba bran a, 400 jardas
Duzia de canees de liaba, branca, e.
prea e de core* a
Tbesours muito fioas para nabar
e coslura a
Baralhos francezes muito finos a
200 e
Caixas redondas para botar rap a
40500
tOOO
500
160
35C0
450CC
5,W00
500
l|5O00
320
800
1*200
708
iwoc
500
40
500
1*800
1*280
" 2*800
.2*000
240
3600
.4*^00
1*000
-70000
100
500
600
so:
60
12C
50
/
246
1*2C0
f-t dealifrC4)s americjios
7onnntalf5o nyglenleo.
Esle sos sas oc nteos que reunem em ana
composicao loda as qualidades hygjenicae pro-
prias a dar nnu graode alvnrs aos c.enle*, con
servicio ddles e iorUflcacao_dai gengivas.
DBPOS
Rob-snte-rlieumatiGO.
Remedio emeaeissime contra as dores rhenma
ticas at boje o ma* conheeido petos seos- raara-
vilhosos resaltados.
XAROPE DE AGRIAO um dos-medicamen-
tos que sua eficacia naa enfermidades, tosse i
saDgue pela bocea, bronchites, dores r fraqneza
no peito, escroboio e molestias de ligado, que me-
!hor tem aprovado.
- TIMTJBA DE MARAPDAMA- A celebre ra
oe marapuama, cuja energa e eficacia as para-
Ivsias, intorpenmento, etc etc. moito se reeoro-
' "fe
ToOea^cMtpreparados se eooontram na phar
macia e drofaaia-de Bartholomw A C, nico da-
pesito na rna laraa de Rosario n. 3*.
srro
Va pharmacia aoiercaaa, rna Duqne
a. 57,- de FernsJra Maia A C.
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAODE
-ELA F>BWH
A KevaJeseiere i/u
deCaJiai] 1
, Vende-se as gegaintes obras :
Diccionario francez-portune?
----------I tomos fcsdernadn por 5*000.
i 000Tre Lagrima?, 1 tomo encadernadu
e viceversa,?
por"
Barry
Ba da Imperatriz n. 64.
Eua de Cabugf n. 6
Antonio Francisco eos Santos & C.
-
< Est novo estabelecimento acaba de rsceber um completo sortiraenta de ob-
jectos de gosto icieiramente novos, a saber;
Poupelmas de seda, com lindos dere-' ^ Crochets para cadeiras e sof,
nhos Colchas de 15a e seda para cama.
Nobresa de seda de roer $ e preta. rasa^uiobos de gorguro preto.
Cortes de cambraia tordados Rtate soiovaes para baptisades.
'dande sor Omento di iSas e alpacas para tnapelinas e chapeos para senhoras, o
vestidos., qoetta do^melbor.
.Cortinados rieaAttw Urfodu para ca-' T* i#
rna. Lencos da hnho, camisas iims e borda-
|sH (aroha que to graode usa tem na Euro--1 ',^)0-
Solaos de Rodolpho ene; dernado por 51
Msica intitulada Lucrecia Bcrgia em brozara "
Granadinas trancas, /azend nova.
Saias e csroinas bordaas para lenhora.1
.Muiias oitras fazeoaas temos rjue poderiamos annunciar, mas por se tornar' Tapetes do iodos os nante0"
eoLdonhu nrespeitavfJ auWicf>'.d^irarrjo* de 6 fsk^r.- JMemos garantir que os dosi-os'. "
precos fa-aa 'fiflFtrenc at x>aiT> W^Vlfit casa, jioi3 e.stara resolvides ?. vender pelo celo em o
wslo, poi n i djBbejf5j da ^^3^.
das para homem.
oa
Bramante de lipbo e aloalhado.
Bal5es com as tlesejadas auqinhas.
pa, muu s reeommeoda para as crianeas e p-
stas debis e convalescenlej. Como medicamento,
intalliyel para os casos : prisio de ventre, lie-
mofrbeidas, ma~ digete, aria, amargos de boc-
ea, dorea de etlosugo, diarrha, eoxaqnecas, ai-
feceoes ,de ligado, sos poimdes, dos rins, da bezi- <
ga, etc., ele., conleodo muito mais principios r.n -'
l e celebro, qoe, tros veae o sen peso em enYie, e'
por coaseqsencia, de conservar melhor as forcas'
physicas e moraea, restabeleceodo as funeedes di- '
gestivas fstraadas, dar appoiite, e conylr aos'
estmagos anda dos mais enfriquecidos. 1
8tu uso Oo aimples como fcil : a Rtvalti-
ciere du Bctnu deve ser desfeita ecosida como.a
farlnha ordinaria, podando ser osada aa agua sim-
p'w, com vinbo branc^r no caldo sem gordura e
no bom flte, fatendo je .inda bolos tein manteca,
leite on assscar, etc, ele
nicos dep/isitarios cm Pefnambuco
BARTHOLOMB & C.
34 Ru> li-rga dp Rocano31
dem do celtbre autor Co-Uni dem 4i.
Lm livrj em bnancj para copiar masica B.
Agencia cm rrninibuc<
Do Dr. Ayer
Feitoral de Cereja
Cera a pbthvaica e toda as molestias do paite
fta'sa parrllha
Cura ulceras e ehagas antigs, Hnpigens e dar-
los
Toles
Conserva a limpa os caballoa.
Plalas nabojraloaa.
Puramente vegetaes s*n maresrio ; cura se
?,Turgao e parifieam todu o syitema bsmsno.
\ ende-se pfttctrvamente tK casa de Samuel P
frtosioo & C ra da Seniaa Nova a. 41
X r.pepeitoral djame
Os proprietarlof ija O n.ju:sW prestam-se* Ir on mandsr com qualquer ot
jf'quer ca Ww-jsu, ]{)< m^ntByiPi'arafinten rorr-da ra e brtarro
a. .......
BABA.
vestidos, com grande variedade de cftres, a
iO r?- o tw?d'i
.\i,Ti>Wiri'del-roy{.u'r,pra doCrt-p.) Mu,i u vr, ,' uli^ai
d. 13," I j.. Vl-CuJuaRlV, t ARu;,, f/;;re.a df rrr r-,. ,: j, p. j^^ f, Q-: ru da &m .i
, Urnco irgalroente habilitado pelo conseiao a
saa-le, er.saiado e aprovado pos bospilies: 1
deposito na pbarmaei americio*, de Ferrefra.
'** t, rna tuque e CaxiM a. 7, (acga
no Q:i-midn.
acurro nU- rhegado veol->
ncelN
Vas Doelkis.
,tov* a, 40.


'
3=

RIVAL SEWI SEGUNDO
RIJA DUQUE DE CAXIAS N. *9.
Jjt tiigviuii, cufu lija au aiuoews,
avisa a todos os o seos fregoezes que est
torrando twlo ptlo ortea, a isla da faxen-
da, para todos admirar, a Saber:
Grosas de oolBw de lonca branca a
Capachos mu to bonitos a b( O e
Caixas com 100 en velopes fazenda
tina a 500, 6Q0e
Pares de sapatoaTle 15a para me-
ninos a
Espetaos de moldura deurada a
00 e
Pentes pelos volteados para me-
nino a
Timeiros com tinta preta a 80 e
Pects de ia elstica multo fina a
Litas com superior banba 60,100 e
Latas g.-audei com superior banba a
Frascos com oleo de Phocome a
500e
Frasees com macass Peruia a
Caixas com 12 aab.neles mtito
i; nos a
Frascos com agua de Colonia verda-
deinra
Ditos com o.'eo de ba )Osa suderior a
Syila&ario p;rlugnez livro muilo
bom para criancas a
Carriteis de retrox preto com 2
oitavas a
Ri;as tou juialias de fil para me-
nios a
Caixas cora agalbas francezas a 1-60
160
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Crtilhts da Poutrina ChristSa as
mais modernas a
Livro das missoes abreviadas a
Copos grandes com superior banba
Macos il; pallito para dectes o
melhor qoe ba a
Pacoies com 3 sabone'es ingle'zes
fazenda fina a
Caixas c m pos para Iim;ar deutes
f zen Escovas muilo finas para limparos
denes a
120
706
800
321
1,9000
$40
100
200
200
320
800
24u
10000
I 000
320
400
600
200
240
14000
1*5300
400
10500
500
160
600
200
2i0
i
[I
Mcinpre a \ova i:-perauca! f
AO BELLO SEXO.
Esta loja bera cootucida pela sua elegancia e
Dperioridtde de seus objeetjs, acaba de receber
muilos artigo para o qoe respeitosameote convida
ao bello sexo a vizita-la, aflu de compraren) aqail-
lo que precisaren] para preparos de vestidos toi-
lete oa tocadores, e mesmo qnalqoer objerto para
faier alginn preiene...fpois que si na Nova Espe-
ranza (icario Ba>feitos, j pela qoalidade e pre-
cos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se em nao se impacientar em dar a es-
colher os objeetos, presiando-se com o agrado
cwn que ccwtuma receber a todo9, afim de qne
s.-iibam com o firme proposito de voitarem ou
mandarem a roesma loja, logo que preeisem de
quatjuer arligo porptqueno queseia.
LDVAS .DE PELLICA.
Recebeu-as do Lisboa a Nova Esperanca para
horneas, senhora e meninos, sendo brancas e de
cores.
NOVIDADE.
Bico de quipnre preto com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I 11
Caixas para joias.
A Nova Esperanca recebeu boas eaixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebeu na de inultas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanca tem leile de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
giera.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melbores, e do mais eonhecido fabricante,
tanto francez como inglez, estao expostas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ra nca.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavando, etc., etc.,
tudo de superior qualidde : vende-se na Nova
Esperance i roa Duque de Caxias n. 63.
Agora cim !
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n-
63, recebeu um lido sortimento de lia para bor.
dar, vm 11 as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a ella antes que se acabe I
SAL.
Vende, Jo Dia; Soare3 (em MacoJS superior
superior sal em pudra, o aiqueire a 400 r., para
baruac, e WO res para navios, posto a bordo,
embarca ado-se qualquer encommenJa por maior
que eja com toda a presteu poesivel. Pode tra-
tar se travessa da Madre de Deas n. 1, 2 an-
dar, com Antonio Perein de Miranda.
VENDE-SE
Joaquina Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, 1
andar, vende algoriao aznl americanos verdadeiro
e pregos americano o, 3 e 4.
CONFEITOS
D'iodureto do potassio de L. Foacher.
Estes confeitos teem a vanlagem de junto a
maior exactido na dosagem (5 conteem ama
gramma do iodurelo de potassio) nao teem o sabor
desagradare! das solnedes : toa efflcacia tacn-
testavel, porque o medicamento chega ao esto-
mago se.n ter soffrido a menor alteraco, o qne
multas vetos acontece sq|ncio pelo metal co-
lher que serve pare a medir, alem destas a de
mui fcil transporte em viagem, evitando assim
a interrupcao do medicamento : nico deposito
na pharmacia americana de Perreira, Maia 4 C,
ra Duque de Caxias n. 57, amiga do Queimado.
Jornaes da Europa.
Assignaturas para lodos os jornaes da Europa
Ponlualidadn e garanta uo servico.
LIVRARIA FRANCEZA.
Tabellas Vermifigas
Eete medicamento o nnico qne pelo sen bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais propno
para a eipulsao das lombrigas. E' fcil de tomar
porqne o cu gasto igual ao do chocolate, e de
prompto effeito.
DEPOSITO
Pharmacia americena de Perreira Maia & C, ros
___ ____Duqoa de Caxias n. 57.
Jabonete 'Je alcatro.
Este novo preparado anplieado com grande
aproveitamento contra as molestias de pelle ebro-
dicis e rebeldes erapigens, manchas escuras ou
pannos qne vem ac rosto e peitev borbnlbas, sar-
na, lepra e eonteh<5es, mesmo aquellas que era
certas pirtes delicada do corpo tanto mortiflcam,
ftnalmerte o aso continuado deste gabinete con-
tribue para tornar a pelle asss mimosa. E' igual-
mente elflcaz para amaciar a pelle do rosto ou
ontras partes do corpo, qne por motivo de erysi
pellas Y.am speras e escamosas. Preco de cada
sabonete 640 rs.. em dnnia se tari abatimento.
nico deposito em Pernambuco, pbarmaca ame-
ricana d>: Perreira Maia & C, ra Duque de Caxias
n, 57, amiga do Queimado.
LIOIII
(p mtina.
LOJA E IRMIZEM
DO
I 1 w-M B%#

NA BA DA IMERATRIZ 60-
FLIX PEREI8 JU S
Os proprietir.'os dfate gntifo estabelecifceTit trjcr em
fazenda, e tendo continuado a receber por todos os vaporas e
das masovas, ten revivido f.ter ama GRANDE LIQDID^O, ata e'dettmiir orfrau-
de deposito e apurarDINHERO. De todas aftfntMbsqoe s'f6ad0%a*aviasfa* se dio
as amostras, ficando penbor oo te roandam levar em cns>%R%mi. faariKas, asern como
as pe'soas qne negncian em menor escala, n'ssfcejta-e'Acimeato te peer9a ser.ir em
pequeas pertoes pelos mesmi s preg* que coaopram asa can* exprtateme.
ALiUaHE
llama ira 1 Ha d c
ialraente pasa ft
antigs ou modernas, foi cora
' > peto.BWa aabei. e roo-
r elet etal ruado ser Ha
radicalmente cura em menos
E' tambem til as leucorreas ou flores, brancas,
uer Mima amtgaa a mtntt.
- BEPOaTO)
Va pkurmaaia americana, coa Duque da Caxias
_______________ nnmero 57._______________
- m euam lUmtDOfiOCHHtian
SEN, rol darCrox n. f8, encontram-se
porclo
PARA LUCIO
O Pato tem om graode sortimento de
faieodas pretas para lacio, como seje: 13a*
siohas finas para vestidos a 40 e 440 rs.,
meriii muito leve para vestidos e roupas
para bomens %*> e 2*0Q. alpacas com
lavores brancos, castas praus lisas e com
brancos, bombazinas preus, cao45e. e ero-
tras muilas tazeodas todas proprias para
iulo, que se vende mais birto qua era
ootra qualquer parte.
L HITAS DE CORES
qoe ta eocarrega de ezettiiv
commeoda da s*a arl ayopi
m*. a proottaurio tfatk
belecimente e premeite servir bem a todos
es fregaetei qu Ae boorarem a toa casa.
ALGODAOSINHO A MSOO A PECA
0 Pavo veade B*f*s d'akodJosiabo de
muito boa qualidace, teadaaQ jaedaa cada
peca, pelo barate jK^aa>3f*M, diiomui-
fo largo e encorpado F6\ipOO, dito o me-
mf que Mr vadeamamada, moit eo
O Pavaa tem recetado grandes: sortimeo- culpada a Urga-aa hnc^se, pala tarato
los de cbias finas, tanto claras como osea-
ras, leedo tambem grande sorment) d
mais delicadas percalles miudiabae proprias
para vestidos eroupras de criaogas, e ven-
de-se por menos do que em outra qnalquer
parte, na roa da Imperatriz n. 60.
LENCOS BRACOS A DUZIA 3(5(00
O Pa\ao veade fin eiiaes lec.cos brancas
j embanhados, em duzia pelo barato preco
de.34U00. e uutras muitas qaalidides, tanto
de etguio cmao. de cambraiadolinbo, e
cQinezes.
Totlhas do Porte a 40*000 dniia
O Pavio vende su eriores toatbat para
rosto, sendo de Unho do Port iODOO,
ditas de froco fazenda muilo boa A ifjono
n?duzia, ditas coakhoadas a 7^500 dnzia
ao 640 rs. cada toalba.
COLCHAS A 30000
O Pavao vende colchas braceas de fjsto
sendo bastante grandes pelo barato prego
de 30000, ditas de cores muito fio*s ...
74000, ditas muito graudes brancas de fu|-
tio e muito encorpadas 60000, ditas de
croxet, propriss pai acama de coi va 150.
ORGANDYS BRANCO
O Pavao recebeu os mais fiaos e delicados
organdys braceos (ara ve.-tido, sendo lodos
com lavorei miudinhos, e vende se pelo
barato preco de 800 e 10000-w. a vara,
fazenda que vale moito mais^dinheiro.
GUARDA BANHA
O Pavio vende orna grande porcao de
pannos de crocbet proorios para encost de
cadeiras, tanto de braco como de goarnicio,
ditas para encost de sof, ditas paraobrir
pianos, assim como ditos redondos para co
brir diSerentes movis ou outros qnaesqoer
objecio?, e pode-se vender por menos do
que em ootra qual uer parle, attendendo
grande compra que se fez.
CHALES DE MERINO* A 8O0
O Pavao vende chales de merm muito
grandes e enco/pados 29500. ditos
imiutao de chioezei 20500, ditos-pelos
de renda com 4 pomas 20000.
CHALES PRErOS BORDADOS
O Pato vende os maiures e memores
chales de me in pretos rtcamenle borda*
dos com largas franjes de retroi, e ende
por menos do qoe em ontra qoalqoer t arle..
CAMISAS PARA HMENS
O Pavao vende um grande sortimento das
malhores camisas inglezas e francesas com
paitos d9 linbo para todos o pre$ot e qrsa-
lidades, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os precos e tamanhos,
iendo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimenle tambem se vende ce roelas
de linbo e algodao, teado para todos os
presos, assim como metas croas inglezaa.
para bomens e meninos, qoe lude te vede
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo lem cv ostantemecte um grande Parenles
sortimeLto dos melhores cortinados Derda*. *Qa clae
dos para camas e jacellas, que vende-se de
RA DUQUE DE CAXIAS N. 5B
(Ontr'ora Queimado n. 8.)
i-
todas aa qnalidadee de vinbo
Bordea, Baargogae e do Baaao.
S-M
,aokl


m,


precndai*OO, grande aecbiacba.
UADAm^ A V0X&MW
0 Pavao veade jeca de aadaBaOo com
24 jardas, sendo fazenda moito superior
pelo torjlj eraco .y WtiP i* com as
mesoias jardee-a 40000, dttaa kuaafimas a
50500, 60GO, mDQeftIOOO, peeairama.
MADAPOLAO FRANCS A 100
O Pavo vende t eca* de QxMSsiaaamada-
polao verdadeira meo le francez, leedo %i
metros oo 30 varas, pelo baratissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda qoe sem-
pre se venden 140000, e liqui ia-se por
este barato preco por estar algjma cousa
eqcbuvalrjads aa potrta de fra.
ALGODOSINHOENFESTADO A 10 1^280
0 Pavio vende
americano, teodo
muito encorpado, proprio para lencoes,
70COO a vara, dito da mesma'argora sao-
do trancado e mnito encorpado 10280.
BRAMANTES PARA LENCOE9 A itmjimvA
O Pavio vende o verdadeiro tyejanM m
linbo tendo 10 palmos de largara, qne ape.
as precisajtjijimkacol omajaca-eema
quarta, peINI Pinole MOf a vaw.
dil j melhoa b 2ff v0% I0O|O| Uni at
do melbor -que ranr m merCa& i 30r5OO
e 40000, assim como crotones fortes pera
lencas, sendo urna eneorpada fazenda fran-
ioeaa-com W>liw de I ara re 480 rs.
o metros e Mramtme d'alga5oaam-a mas.
toa-minra m.
fS BOR9AVS A 4900-E WOOw
0*P*^ao vende graada eecincba' em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada orna
4 paanos, e vende pelo bara/o preco de...
40500 o 6-5000, senflo fazeadafae iempre
vendeu-se por 80 e *r)0oom M\
Fazenda* para mbs a IJW fN0 H03*0
O Pari vende soperior faaenda bordada
"com pregan proprias para saias, 10200,
10280 a 104X0 a aara.-aiando-areeiso para
ama sam aperas 3 varag-ee 3 4^2.
Aos SbO corle de cambrai a 2033
0 Pavo vende orna grande porcio de
cortes de. pal ata atgaady; taato brancas
como de cores, sendo em listrinbat de
cores ttissidas e nao estampadas, e liqaida-
se.-pelo bafato pceca de 05OO, eada core,
faaenda me vale muito mais.
ios 20C0 cortes de eaoAiaias bordadas a- S0OO
0 Pavao vende ama g aade quanUdade
de corles de cambraias broncas bordada
para vestidos, sendo com oe deseabas mab
lindos e mais vistosas que tem viada aa
mercado lano em iislras corridas como ada-
gooaes, e com muita fazenda pata am.vee-
tido, e liquida-se pelo baratissimj prtco de
30*00. eaodo faxeada de me*to maior va*
lor, grande pecbineba.
CAMBRAIAS
O Pav3o veade grande quarttimide d pe-
j;as de cambraias brancas tapadas e trans-
iendo de 30 a peca at* mais
vem ao mercado.
CHITA A 40 RS.
nico legaimente aotorisado e approvado
pelo coosetaa de sade.
atme ncrosrro
am
PERNAMBUCO
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.
34Rna larga do Rosara34.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De Bl* Barril
Fterrnaneeut'ieo-C tnico
A otilIJade ees purgantes nao soffre demons-
tra^ algam; a poaacrip^ao diaria qne delles
aaem oa atdico e o aso anda maia (requeme
vftrdadpiro alcurl mvwJ^^ pef l^".60. 35 P1"0 n-efragaveis tanto
- S a- S2^W5 ^P* W*1318 Unamaraval desto Wro. Sd
palmos de largar ef uiapartlisjar eada vor mais o modo de adml-
aistrtcao, de maneira qna couservandu a sua ac-
eov amff'iottiawoor Oomdoe sn repugnancia
nem asco o sobretudo sen receio neru perigo.
Muitos purgantes afmados s dovem este bom
eU> M oeaffeitu tonso e uaoKiv. lTafci o
rifo, porque irrilaejdes 4o eotomago, raflamms-
coes de eotranhas sao inevisavelmente o resulta-
do de sen eraprego. Nada drsso tem-se de recear
com o ca purpntivo.
Talos coaheoem por experiencia o aroma sua-
ve o o^fcito fgeiramento tnico e excitante do
caf. *EHe o meraor auxflier dos purgantes dos
quaes dtsfarea o ebeiro o sabor e ajada a accao
sollicitaBdo vagarosamente os mc-vimentos peris-
tlticos de intestino, e preveoinde o sea effeito
Pt^ifmm fre o estomago, maimdo eom
seaoBOBoa. facilita as evacna?3 con prooipo
a seto elieao. a torna-se am parfaate brando.
seota, taft<* toraar e preMIrao a tois oo oueros
alvo aam*a*cafl6o espacial da mato oasdiat)
o nnico juiz.
A inacuidade do caf purgativo permitte de
emprega-to em todos os casos simples. Desper-
tando a aloa do Oestino e activando a secre-
Qa doote, deOtre a dureza de veutre, as veoto-
sModeo* aa mtuoidadao e excita o appetite. Em-
pregao O0bU" mioe, convennte para eva-
eoar eom vagar a ba e os humo es viscosos e
e fat desaa maneira desapparecer a emaqueca,
as dores do cabera e prev os ataques de sangue
ato pooooas que a edtoo-sao ptedisaestas.
uo#o bvempAegA,
E' lio simples aom fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, poro ou misturado eom um
pouco de toite fri assucarado, ou agua aosoca-
rada. O vrdro inteiro 6 a dot ordinaria para
um adulto ; duaa cola:res de caf bastara para
as senhora e para toda o qualquer pessoa que se
por faettnetie.
,*n as criancas de a 10 araos, a melado do
vidro sufficiente ; de 5 a aoooo, urna cober
de caf, e a quarta parte do vidro somanto oaai-
xo desta idode contra a cosma.
BT por ieao d'uma aaministraeao muito mais
fcil do qae os bisceatos, chocolates oa bolos
pargauvoe.
Da-se iamediatameote depois loite quento as-
sucarado ou caldo leve, e doas oa tres chavenas
de eh preto oa de tilia.
nico deposito na paanoacia o drogara de
Bartholomea & C. : raa larga do Rosario n. 34.
donba especificar qoalidade" por qoalidade; ;CASSAS FRANCEZ AS A
s a vista do freguez e das amostras se Ibe Pav? veQ(i* fcuBr
vender5o por precos t5o cmodos qoe Para ^'d08 pe
deiiar ne fazer um vestido de ocovadO dita fiis *
engue a
lia por tao pooco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
O Pavao vende as man lindas alpacas de
cordJo para vestidos e ronpas de criancas
pelo barato preco de 610 rs. o covado,
ditas nissimas com os mais lindos lavoree
imitacio de agracianas a 8t O rs. o covado,
bonitos glacs com delicadas cores e los
trosas como seia 10000 o covado, e on-
tras muitas fazendas de gosto e loxo para
vestido, na roa da Impera'riz o. Co.
POUPELINAS
O Pavao receben as mais delicadas e me-
ibores poopelinas de seda para vestides,
80000 al ao mais rico qoe :ostuma a vir O Pavo vende cbitas largas com bonitos
n'este genero, assim cernoboBKas cambraias psennos e cores fixas. pelo barata preco
adamascadas, tanto tapados como tranpa- de *60, o covado, grande pechincba.
reates, proprias para o mesmo fi n, eolebas "AASINHA A 160 RS. O C07AD9
de crochet, damaaco para camas de noivas, pav3 vende bonitas IJasinhas traDspa-
e cortinas, e vende-se no Bazar do Pavao.- feDtesPeio barno paeco^eltOrs, o cova-
LAASINHAS BARATAS \ m'e pachincha na ra da Imperatrian. 60
O Pavo tem om gande aortimento das A CORTE-0 CA8SA A 20500'
mais bonitas taasinhas para vestiJea, tendo Pav5 veQde bonitos cortes de casta
de todos oa preces corea e -qaatidades, lSznceu vioda-aoda nm em' sea papeL pelo
)rincipiaade de 200 rs. para cima; porm farat0 Precode 2^500 cmtaadmoamaito
tile grande a quandade qoe seria enfa- l!lm?8 *-3i)0> ?tJeebhch.
ADO
res
e 200 rs.
desenbos
mois modernos qoe'iem v ndo ao mercado,
pala barata preco de 500 rs.
CRETON
O Pa3o vende finissii
ros matizados, propri
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covjilnditom^s fl ros, propoiosmaramm-
beimeando fttenda mu i (a eneorpada palo
bai
DUV-VB.
DNES ^
simaa^retoa|e
os para Hd
Chocolate de sade, de inier
E' pelo sea agradavel goato o suave aromo que
est classifteado como a primeira qoalidade da
chocolate, e com josta razae o procurara como o
melhor de todas as marcaste cfcoeolat conheci-
dao. O fcem eonhecido nome de Heaier nos dis-
pensa de sermos mai* alionaos.
DRPOMO
Na pharmacia americana, ra Dnque de Caxias
numere 57.
Elixir americano
Usado as golas este elixir em um copo com agua
am eacellaoas conservador das geogivas e lim-
peta do beeea, bochecbando todas as manha). E'
tambem am poderoso e verdadeiro calmante as
dores Mentes.
DEPOSITO
i\Ta pharmada americana, ra Duque de Caxias
numero 87.
JAROPE
PURATI
cD^GIBERf
_
de seda prt tos ricamente eofeitades, pelo
baratsimo prre) de t|0 e #^0000^ eji
muilo modernos, as8iwcoaa*diHd
chet e rendas pretas qoe se vendem muito
com os mais modernos lorores, e outaas li-1 em conta, na roa da Imperairii n. gO.
4 O 1% rtfl 1(1 nAn/vn irtn n v\n r klaa oIbk^bbJ*^---------* O- 'A
zas com as cores mais novas qoe tem vm lo,
e vende-os 20000 cada c vado, assim
como delcadas sedas de listinhas, tanto
para vest ios de senhoras como de meninas,
q vende-se 20000 cada eovado.
SETINS DE COR
O Pavio tem coostantemen'e om bonito
sortimento dd cotins e grosdenaples de to-
das as cores, que vende-se em coota.
ROUPAS PARA HOM8NS
O Pavo tem constanteaaen/e om graode
sortimento da roopa, laoto da panno como
de brin8 br neo e decores, de case-
miras, p?r.i todos os precos e qoalidades,
e tambem se manda fazer qualquer peca de
ohra c >m tjdo aceio e promptidSo, para o
que se tem om perito
Coilas entrabadas para roberas a 360 rs. o covado
O Pavao vende cbitas oatiaaeadas com
delicados desenbos para cobertas on cjrti-
nasde cores flus, sendo fsenla moito en-
eorpada pelo borato prtco de 360 o cooadO.
ESPaRTILHOS A 40500
O Pavo vpnde es mais modernos o m-
Ihores espartiihoe, tendo de todos o ta-
manbos, pelo barato preco de 40800
CASEMIRAS
O PavSo ve^de om elegante sortimento
de.delicadas*casemiras iogtezis, sendo' to-
das de 13a e muito levesinbas, timo pro-
prias para homens como para criancas, e
ditas mais encorpadas, ten lo da orna e da
duas largores, que se wode o maia barato
possivel, na ra da Imperatriz n. 6*
Mfctlii
RO MWlCADEiyiIADEMEDICINA
RAH.POR DESLAURIERS.PH.
V DE BOUTIGNY-DUHAMEL
Ba 4e ify PabsI
0_Xafopdepuiativo iodarado do'Dou-
'" ert offerece, no sea empregov am
do b*ni, certo e constante na cura
"pigtnt, escrofutas, molestia$dpelie,
do sangue, obstr uccoe* lymphatica.,,
.molestias contagietas {syphihiicas), leves
* 0teraAJUL todo os accidentes que
(Celias dependem.
A receita deste Xarope foi approvada
pela; Academia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito naa principaes pharmacias do
eposit
Bras.
em Pernambuco: Mabeb e Cta; JoaqIM
Martikho da Cruz Corbeia ; Joio da Con-
CEigAO Bravo e C; Augusto Caors ;
Barthoiomeo e C; Alexakdeb Ribeiro;
Abreu Bibxiro ; Joao da S* Fabia e Irmao.
Linguiqas das Ilhas em latas
O melhor que tem vindo a este mercado : ven-
dem Joo do Reg Lima & Filho : ra do Apol-
lo n. 4.
A 6*5000 o par.
Vende se boriegums trnceles, obra poatada e
boa qoalidade, venham a elles, antes que se aca-
be : Da bem conhecida loja de miudeas da ra da
Caieia n. 50 A confronte a ra da Madre de Dos.
LENCOS BRANCOS PARA ALGBBEIRA
? Aguia Branca na roa Duque de Ca-
sias o. 50, est vendando baratamente lea-
eos brancas e de tamanho regalar para>al-
gibeira. Os daterentee preses de 10,
201OO, 20800, 30200 e 40000 a dnzia,
sio os qoe de mais barato ee pode encon-
trar em t9o boa fazenda. Tambem ha ou-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais fina a 40 a duzia.
TOALHAS E PRONHA9 ,
de labyrintho com boBitos desenhos, per*
feita imitacJo do tecido ao paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas de 12 tiras, e proprios para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de li de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
ldes, eto., etc.
TORCAL PRETO, BRANCO B ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas oa stereotcopos em ponto
graode.
Esees panoramas com 54 vista*, bellas e agra-
daveis, dio am perfeito intretenimonto para reu-
nioes de familias.
Objeetos para luto.
Bonitos e modernos aderemos pretoa com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pingantes.
Cor rentes pretas de borracha.
Cootas grotsaa, redondas e lapidadas para
peeeoco.
Vollas de cantas, tambem redondas a-la-
pidadas, com crozs.
Polseiras pretas.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos. >a*
UVRINHOSCOM DWBffiOB
fars crochet, marca etc.
OLHAS DE PAPIS COM DESfifttOS
em ponto maior para es meamos fia*.
NOVAS TRANCAS DE PALA
para enfeites dfi vestidos da lia.
PERFUMARAS inglezas
A Agoia Branca tem recebido finas par-
fumarias inglezas, sendo extractos tangim
trados de agradaveit ebeiros, ornada i-
nas entre as quaes se nota, a d'alpaca, agua
da colonia, iitade laceadas am. etc. assim
como finas escovas iogietat a OMatamara
denles. Tambem rereSeo mrUo ofrti-
meoto de sabonetes, sjoa os ati aendfcdo
baratamente.
CaixJbhas com 3 sabonetes aronuiicoa a
f0, rat com 3 ditos transparentes a tf,
10500 e 20000.
Sabonetes areentos a 600 rs., dilaa da
alcatrao a 80o e 10000 rs. cada om.
Pasta de amando pera lavar e amaciar
as maos e o rosto i U Basco.
E assim muitos o o broa -objactos de per-
fumaria.
Alfiaetes protos eom pingentaa e aam
Guarnrros de betbes pretos para ponhos.
abertura e collarinbos.
Penas de afe bic d hinca
Caiaa com ama grose 9D0 m.
MATA MOSCA.
Chego nova remesfla de papel aasda
mosca a coBeua a mt asamola aa aoja da
Agnia Branca.


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Sio finalmente chegadas a esta praca pela segunda ves as verdadeira* preparaceds
do Dr. RXdwat A C. de New-York.
Depois de alguna annos, em qoe as falsiQeacAes de Hamburgo e mesmo da New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido cooceite me
estes remedios haviam alcanzado por seos maravilhosos effeilos consegmram iatradaBr-
se, illudindo o publico incauto, com orna reduego de preco, nullitkaodo o verdadeiro
mrito destas admiraveis prepararles, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nollos effeilos, lembroo-se o autor de fazer a declaracao abaixo, e e
dar diplomas aos qne venderem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de qoe as verdadeiras preparaces do Dr. Ra-
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo igual ao dejta
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymando Carlos Lei-
te 4 IrmSo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentes
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino da Prto-
gal. Noticiamos ao publico, que a8o se podem obter os remedios do Dr. Raitwat A C.
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo dootor na cidade de Nevr-York nos
Estados-Unidos), seoao das pessnas qoe podem prodozir a presenta certificacio e attea-
tacSo e qoe a prodozem, subscripta e assigoada d.o Dr. Raowat A C. e dos Srs. Ray-
mnndo Carlos Leile A Irmao como ao pe. Todos e. cada um dos remedios do Dr. Ra-
dwat A C sio acompanhados de cdulas smefharrtes as que parecem ao p desta cer-
tificacio.
Examnese bem a assignatora da firma do Dr. Raowat ir C. ao p da presenta
sertificacao e compare-se com o factsimile as cdulas com todos os fraseos e cauinhtf
Radwat A C
!
[


Di*o i* ^ffiiftmbnc9 Sebbad^J^JIfcio 4e 1M,
mil- >
** arnrazem do
Vap rna da Bario
da Victoria (ou-
tr%ra rat
va) a. .
Ao armazem do
Vapor Franeez,
rna do Bario
da Victoria (oa-
tr'ora roa IVo-
?a) a. 7.
Na rna
Pw
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
I
Aeabam de chogar novas (aturas cora importante sortiraento dos arligos abalxo
mencionados a precos mais resumido que po&slvel.
Cestinhas para braco de meninas.
Batatos para costara.
Cea** d'arame pratiado para (rotase
pao a.meti,
Ricos artigos de phantasia neeessarlos
para toilhetes'e proprios de presentes.
Jarrosje bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mu delicados.
Quadros promptos para oollocar vistas.
Molduras douradas para quairos.
Estampas de bellas paysagens de cida-
dea, de figuras e de santos.
Espadadores de peiias e de paiha.
Garteiras para notas e para dinbeiro,
Caixlnha de msica de dar se curda.
Pdoteiras de espuma para cigarros e cha
roto.
Grvalas de seda prelas e de cores.
Bengalas de cana com castdes de marfim.
Ditas de baleia, junco e de muitas duali-
dades.
Pentes daos de marfim para caspas.
Escovas para (acto, para cabello e 'para
oestes.
Lunetas ou peaclnez de prata doorada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oeulo9 de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente pa/a candieiros.
Ditos para tateroas de pianos.
Cotos econmicos para veftas de sperraa-
ceta.
Cordas para violao.
Pori-praos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
(Jbjectos noros de mgicas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viegens.
Estojes de viagens, completos eom nava-
Ibas.
CAUDADO
Botina para ttmoTa*Bnra'que branco,
preto e de. outras muitas corea escolhidas
do uluaofust' danoa*.
Botinas para asninas igual sortimento.
P*1!?^.0.* qe 9a,t0 P*ra ntaoradu raque
preti, brame e de cores, e de conro de tos-
Ira.
Botiihas para emacas, proprias o bap-
tisaaos.
Bottos de diversas qualidades para ho-
rneSa.
Botes ruslanas para mamaria, tatito la-
atezas Je euure da Russia para viagera,
coma franceas da Melier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meias peruelras para memaes d 10 a 8
los.
Sapatos de fera brinco para honras.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de
maieira, proprios para banhos.
sapa* de borracha para hohJehs e >e-
n horas.
Sapatos abotinados, de differentes modeios,
mui o bous e fortes para uiumuos e roso i
das.
Sapatos de tapete, alindados, Ctetrtot,
i casimira preta, de tranca portuguezes, para
horneas, ntioras e meninas.
Perfumaras.
Extractos Saos, bausas, tjosmetios, teos,
opia as, aguas de Cotogne era garrafas de
cryutal para >retente, agua divina, agua
fiorida, dentfrico lavande, agua de toflet,
tintura para barba e cabellos, pomada hon-
groise para bigodes, pos de arroe e sabo -
pele, ido sto de primeira quaMade, dos
fincantes Coudray, Piver e Lubta.
ftuinquilharias
LMas de pemca-*rancaspreeas -e de c6re3
sspiwcis (grandes dorados para salas,
quarlos-e gabinetes.
taquea para amMaras e aminas.
Joias de ouro, brincos, traaselins, pul-
se iras,-sjtoej de pannos, de abertura, cor-
rentes e chaves te relogio, todo de ouro
> bom-leei.
Brisaos de plaqu imita* la ouro.
Corrantos para relogio.
Abctoafuras para colletes e paca punhoe. ]
Albuae de velludo e marroqu para re-
rnos. .
Mammadelras da vidro para enancas.
Calxinhns de costera, novos modelos com
I musiaa, proprias pera presentes.
Q uadricAos Vmnides para Tetratos.
Tsaais a sapfcWatju da lia .para orlancas.
Capeltas para noms e para .pastoras de
prrfupios
Gaiitnhas com vidros de augme to* para
*eMe em poato grande a paatograprn!
> 4ps nfralas.
Pe de vidre-para punes.
Tbasuurinoas para eos otra e untas.
Bolcinhas de seda e de veludo.
(Srs(fnfpt1li
Vedfrrce itrofdeDpo
ido de senhors e ra
20800 e 3* o rotado.
Casealra prcia i 35800 corte'
Vende-se cortes de caseair preta pan
calcas de homens a 3J8DO, 40, '60, 6 e
7,5000.
d cores
Grande
ATTENQA

Esporas de metal branco para saltos.
Cbicotf s (orles com martello
de
- para nagem.
muitos modelos, dfl*flo de Escocia brancas, e de
Ditos
baleias.
Luvas
edres.
Shas de eamorea amarettas.
M**inas para teter caf.
Globos de papel de eores para illumoa-
eoes de (estas campestres.
Baloes de ores, de subir ao ar fccH-
Oente.
ogos de (tomm, da gloria, visporas,
rodetes, bagatela e ootros jogos alinales.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
Ms, de figuras destacadas grupos de fa-
milias.
Armonioos ou' accordions de; todos os ta-
manhos e novos modelos eom trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de vatios 'lmannos, com
wTereates vistas mui pitoresca.
Brin que dos
O maior sorttmeoio qoe se pode desejar
8 todasorte de brinquedos fabricados era
diversos paires da Europa para entrete-
ento das criaacas.
Preca-s fallar com os wguintes m-
hores: a negocio qae lbe dia respeito, e
de seus intereses, na roa da Inatfatm
JosdaLoMsQa>o. trn
Joao AiHodio dea SaBtos A-&U*v sfl .crt
Fraocisco Rrilo de Kello. -. n^r,
Joaquim Alvta da Forxeca.
Francisco Maaoel Al?es.
Felicia da Caoba Gavalcaata da tito*.
qoerfuev
Dr. Gornelio Teixeira Franca.
Leonardo los des Santos.
Francisco Basilio Cbatier de Mello.
Chitas pretai
Veafle-se bifas pretas para tato, a 200
240, 280 e 320-rs. o otado.
Chites frinceit escuras
Vene-se cbit.is fraiicetas escoras para
vestidos, a O, 280 e 320 o covalo, ditas
claras a 320 e 380 rsv
Chitas para roberas
Veftd-se chita* encamadas para a ber-
tas a 320, ditas de ce res, largas a 360 e
400 ri. o covado.
Fuste para vestidos
Vende-se fo>tao para vestidos de scnbo-
ras, a 360 o covado.
Brilbantina branca
Veode-se brilbaotiDa brfiea para vesti-
dos a 500 rg. o covado.
Perclaras finas p>rvestids
Veode-se percates finas para vestidos fie
senboras a 440 rs- o covado.
Oassas franenas
Vende-fe cassas fnmcezss de cores para
vestido de senboras a 240 e 280 o corado.
Orgpsdis de cores
Vende-se orgaodis de cires para vesti-
do de seotons a 440 e 500 rs. o ivado,
Lasinbas para vestidas
Vende fe ISasinhas para vestidos a 400
e 5u0 rs, o covado.
Alfada de lista
paca de cores para vestidos,
, a 500 e 40 rs. o cowdo.
banjas pira calcas
Vende-se gangas escoras para cateas de
bomens % roiij a para meninos a 240 o co-
rado.
Brim de cares coa listas
Teode-se btiin de cores cota lista s dos
lados a 400 rs. o corado; pra tlqoidar, n*
loja da Arara, roa daimperatrlzn. 72.
Gravatas pretas de seda
Vende-se gravatas prelas de seda, largas
e ettreitas a 500 r*.
Lencos briscas
Vndese lencos a U a duzia, ditocb-
ne2s a 35600, psra liqndar.
Chiles de mrin
Ve'tfde-se cules de metiD estampados,
a 2 e 2^500; rara liquidar.
Cobcrtas de chitas
Vende-se cobenas de chita Boa a 20500,
ditas encaroadal a 35O0, ditas forra das
5, cobertores de algodSo cotn pello a
13400, na lianidCO.
~ Certo d |anoa
Vende-se cortes de canga para Feas de
homem a 800. ditos de brim de list?, a
(500.
Brim liso
Vfnde-?e brim liso para caifas defraba-
lho a 500 rs. o metro.
Brin parda trancado
Vende-se brim pardo IraEcado a 700.
800. 900 e i$ o metro.
Bramante a I^ROO o melro
Vende-se bramante \f lences o toa-
ibas prfser muito !arfc-o. a IJ800 e 2480C
o metro,
Algodio eufeslao
Vende-se algodo enrestadojja 900 rs. o
metro.
Petas de algodo
o co
Ka rna do crespo n. 20.
Cintas cfars e acuras a 160, 00 e 2i0
vado, p n .
fcitas riscadosprussianos 180 o eovado.
Ditas chinatas para cou-na a 240 o eovado.
Cambraias, organdys miedas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas- brancas e de cores pan eorti-
nadoa, a 360 o \a Ditas bipo sb linas a li i peca.
Ditas brancas tom 10 varas, a 34000 e 31500
a peca.
Wtarde cof et pndrSe fniodos e modernos a 360
fs. o rotad'. *
Dita Vietoiia, a 4 ja peca.
Musiulioa hranra, a 410 rs. o covido.
Madapolao fraDcez, a 6f a pega.
Algodaosiabo a :?, 3500e hf a pega.
Afpae de eOr tora lisias, farenda superior a
440ra.ocevado.
Dita braooa, tom flores miudas masadas a
500 ts. o covad >.
Dita prea coi fl r bran:^ o 500 rs. o co-
ida.
>ito iogler de bam a espeeial, a 4*600. 54, 61
e 7i a pera.
Ltoos de cassa com barra de cor, a 120 rs
wrta un.
Ditos de lintio e^bainhador a 41 a dmia.
Cliila, fazeada bera conhuida \i, l> .ua fui lidio
inai lra que chita para roupa de escravos,
200 rs. o covado.
Casemira meta fnrerier, a l500 o covado
Cortis de csen.ira d* cr, 3t(,0, 4* e 54.
Cjites de meia rasemia, a 14300.
Casineta pri ta e de cr, a 500 r.. o covado.
Garga aiuarella lisa e de li.-ia, a 30 rs. o
vado.
Atdddio iwa-o merca T a 54 a peea.
Da-.e aimmras com poihor.
co-
| GOtfflNTMQSCr th GRARDE^Ll-
QIDACAQ DE FAZENDAS LIM-
r-AS.A' lliADO DUQUE DE
CAXIAB.M j9.
iooh^^^,n'" ?ca"8 a 160' I
Izuu, 240 e 2S0. rs. o owao ; caluLcaur
de cores a 200 e Wtfrs. o eovido F!
cas de erw com flores* de listras a
, e 500 n. o eovado; alfoda branee i
I 44000, 44500 e 54 a peca; raadatolio a
I 44000,44500 e 54 ; dito largo a 54500
, e 64 ; algodlo de listras proprio para
I rempa deescravos a 160 rt. o covado
[ brim pardo trancado e escuro a 500 rs.
\ a vara ; chales de merino lisos a 24; di-
> tos estampados a 24500 ; chitas para co
: berta a 240 rs. o covado; eambraia bran-
\ ca a 24500 e 34 ao rrte; di victoria
fina a 44500, 4 e 54500 j toallas felpu-
das a 80(I0 a duiia : teneos tranco a
UfiOO, 21, im e 34 ; duos grandes a
31800 e 44 ; ditos de seda pequpnos a
500 rs. cada w; dH* de lioho Bao
500 e 64 a dozia; eautbraia para Lrro
a IA800 a peca.
IB
Vendr-se
uir, pequeo.siii'. no Amial, hem atvoreiado dt
fru.-ieins : .^ tr;.r,rnnFortcdo Mallo?, becco da
doia n. 14 Liberna.
Feijo.
Vemf-se frijlo mnbiimho novo em porcao
retalho a 14 cmia : na rna D reita n. 8.
e a
Vene^s* pecas !da a'sjodJo com 20 jar-
das 38(J0, H, U, 6^600 o H.
Pifa* le madapelie
Veode-se pcas de ssadaporso eo 24
cWO0 104.
Gellirfabos de papel
Vende-se nm relio de coilarinbos o>pa
pol a 200 rs. s dosia.
Grande liqaidaeo de roupi feita
?eWem-so palitos de casemirasdo eores.
?(*roeaWcos a H, ditos fraq es a 8jJ, di-
tos saceos s 6t ditos preio, pamo bom.
a S 9 m, altos do alpaca de eor a 80,
i pfto* a 3(1860 e 4#, altos do me
cwes a-
,nVn,D"Se alg0dl ^ H'ta ^"P P"3
ronpa deescravos, por ser|fortca MWw,o meroiraa 2#, dit's de brl de
f*-____________________hH*ft dffcs braocos rH.
Na esquina da ra da Roda, defronte da eslacio,
easa n. 2, faa neste aconfne earoe de primeiTa
quahdsde do dia domingo 30 em dianle 4*0 rs
o kilo. O dono deste rfsubelecimente garaflie Superiores lias escocezas de cores muito lindas,
sempre ter carne gorda. fazenda ^Oe gosto pira vestidos a 400 rs. o cova-
: vevj|e**e ua ra Ftimt-iro de mareo, ontr'o-
Ante-
pechincha sem-\goBL
Ferro.
\ende-fe telhas de ferro galvanisado de 6,8,
11, 14, e 17 palmos, mais baratas do qae em
outra qualqner parte, avista da qualidade : roa
Pnmeiro de Maicon. 6.
X% i- ~ --------i---------' v*sae*se ua ru* Fh-imtiro de marco, <
Pavilhao da Anrortu ^S!5l%SJr "laamm *

Ra da Iiriperatri* o. it
O dono deste raade e acreditado esiabeleci-
menm de tazendas finas de todas as quaiidadas,
avisa a seus numerosos fregueses ue acaba de
receber n g ande sorrtmeBio de vestidos d* cam- ^?ial moo?*T:*r,l,h* "0'w.
nraias brancas bordadas finas para senhora ^i'<,10do lltni. P* baralosmo preoods.54 cada
quaes vende muito barato, assira como ratfas %?-* *** flaM"lufle '<> *0, es-
muitas faztndas de muito bom gasto, as quaes
fez grande rednoco de pregos para r
de vender mais barato de
UE4I.t1t.lf iO.
v' RAMONDA
Vende-se nicamente na rna da Matriz da
Boa-Vista n. 20.
Todo e quaiqoer pi do mesmo forauto que se venda na ra nao lbe
perteace.
parte.
de que em outra qu
is, aSxn
Utlquar
LJVROS CLASSIGOS
Chateaubriand, Geaie du Cbristamsme.
Iffartyres
Regnier-Theatre Classiqne.
A precos commodos na livraria Enciclopdica
rna da Cre n. S.
'.'-
0
Vende-se orna jardineira de Jacaranda com
,^00 de pedra quasf nova, por muito poueo di-
utielre : pesaoa -qu quier dtrja-se a Olinda
ua rna do Amparo n. Xt, casa terrea.
FaZENDaSBAEATS
A' rna lo Crespo n. 15. *
LOJA DE
Manoe I Das Xavle.r
MADAPOLAOfino superior a 34500,44.
44900, 6', 54500 e 64OOO a peca.
. ALGODAOZINdO muito bom a 3/500,
I 34*00. 44800 e 54800 a pega. i
I CHITAS de toda i as qualidades a 160, i
200 e 240 rs. o covado
CAMBHAIA BRANCA eom 10 varas, a :
' 94800 a peca. ;
COLCHAS adamascadas brancas e de i
cores, muito grandes a 34,
LENCOS da India para rap, padrSes \
imitando seda a 34 a duzia.
; CAMBRAIAS BORDADAS, brancas e de j
I cores, linios padroes a 360 o covado.
Dao-se amoslras com penhor.
Ba do Crespo n, 25
m
Hna Nova d. 22
Para este estaTielecimento acaba de chegar ui
riquissimo soriimento de objetos, todos Covos. o:
quaes do das remioles nualHlaile :
Machinas para aier caf, em ciaea miamos, a
qaaes fazem o caf c< nos quantidade dc que ?e costuma a usar, por es-
rem de um sysiema inteiramente moderno.
Estas pecas inDporlantissimae podren taarbem se-
vir para cima de ,ea, sendo o seus precog de
cinco i. t cem mil res.
As explicares para fa:er-ss o af vcem empor-
tnpuei e inglez.
Tanbem ha para vender neste estabelerrmer.to
requissioia esttiras brancas e de cores, para fii-
rar salas, por precos muito baratos. Bem cop*
muito boas vassouraa. pira lavar i j-as ladrilbadas
e a5?oalhada", as quaes sao de qualidade inleira-
meuie nova nesie mercad i.
-HA\BH;
Para oa lra. de engenlio ver.
Cbila, fazenda tem eonhecida pela sna forlida^,
mais larga que chita, para ronpa de escravo?, '
20u rs. o eovado na ra do Crespo n. t,] ja do
Guilherme.
CEMENTO.
Aos cigarreiros
f APEL DE 6EDA E DE LtNHO PARA CI-
GARKOS.
Acaba de ehegar urna grande enccmmenda de
iipel de seda e de liona largo, para cigarros, na
tova gaaeraoca. ra Duque de Casias n. 63.
Madeira de amarello.
Jos Joaqoim da Cjsta Maia, a ra do
Commerci a. 10. tem para vender cenia
e vinte costados de amarello de qnarenta a
cincoenta palmos.
GEADE
LOUlDgflO
Na roa do Dus.ue de Caiias, amiga ra do
(ueimado n. 19, vende-se chite* de cores es-
curas e matisadas pelo preco de 200 rs. o covado
cambraias de cores, bonitos padroes a 240 rs o
covado, e pecas de cambraias branca fina com 10
varas a 34 e ditas com 8 ditas boa por 44 peca
de madapolao de 44, 44500 o 54, e algoda bran-
co de 34500 e 44OOO a peca; indo por preco
que admira. r *
m?H a ^ POrtland. S se soda oaJ ~ ?*"-" urna armaca^.o pateo de S. los 1 ae.tr
roa da Madre de Deas o. 22, amazem d|?: IVK,- .SLqBA,qoer ^aufu*^ > ^n-ii para caca e festejo : para ver a
Jeo Mariiae de Barros. fJf1"16 areWMda Par ** tratar aa traur na ra da Gru n 26, (armazem)
___________________.^____ *- I tonlo Osario Moreira Dias.
Pltrtara barata para acabar "
Vende-se plvora Ana para caca, em latas de
Jbrae, meias e quartas, assim como a granel en
a moitra e
com An-
taPlO
Para saceos e fogueiefros.
WACCON
PARA ASSCAR
CERVEJA DE MABC*
3r
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampadas
as pecas e nao oas etiquetas
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGJT1M0S
Trazem em cada peca nm bllhe-
te com o Bonie
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
Vende-se 50 a plices da Companhia Pernambo-
cana, de valor de 2004 cada urna, dando-se o des-
cont do dividendo vencido oo anno prximo pas-
sado. Isto urna boa acquisicao para qnem
quizer empregar dinbeiro, visto como a dita com-
panhia, tem dado os seus dividendos regulares;
e o possuidor das raesmas apohees as vende por-
que tem de retirar-se para a Europa, j tendo
por este motivo liquidado lodos os seus negocios
nesta praca : a pesaoa qae pretender todas ou
parte dellas, pode dirigir-ae a rna Nova, casa n.
22, que achara com quem tratar.

DOS PREMIOS DA
4
LISTA GERAL

191.
a
PARTE BAS LOTEROS CONCEDIDA POR LE. PROVmClAL t> L I a-mW

/
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ewji*n_
AV-.'BtJl
;^ils. : Mf. <. #
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*--, lafi 1 Mr,
74 84
^Aa.^ .11 f
II M
szzFOtec Tih m i 1 m -


-**
8
\hmto de Pernambaco Sabbado 6 de Maio de 1871
'l


UTFERATTOA,
A lomcraeoao pnblle* no* Esf a-
os-laldos.
(Contrauafao)
Dnaa novas di vi 5;s scentificas se esta-
ba eceram sem que 6 corso dos es indos
classicos lenba recebido o menor prejulzo ;
mas, bem qoe elle tenha sido manlido em
toda sua integridad?, as maiheoiaticas, e
- pbysica e as sciencias nataraes, sem .serem
a3 partes principaes da secgo classica, |i
regularmente easinadas.
A mesma observarlo se deve fazer do
que toca is divisos scienlifics, Das quaes
se dea larga parta is liogaas antigs, lit-
teratura, i historia e i philosopbia.
O estudante, que sopp5e ter sido conve-
nientemente prepirsdo Das escolas supario
res ou as academias, para seguir os cur-
sos dos collegios, acha pois, ao entrar na
universidade de M chigan, algumas ordens
ou secgoas parallelas que offerecem um cur-
so completo de estados e mais ou menos
independemos uns dos outros. Sao est *s :
um collegio classico, um scientifico, urna
escola de eogenbaria civil e orna de minas.
A'.m da secc5o acadmica, que abraoge as
quatro divisos ordinarias, tem ainda a un-
versidade orna escola de medicina e ciror-
gia, frequentada por 525 estudantes, c ou-
Ira de direito qu i tem 395.
O moco tem chegado a urna ida le m
que pod jolgar era conheeiihenlo de cau-
ta qual a ordem de estudos que deve
preferir.
Feita escolha comprehende elle que
do seu iateresse seguir at o fim os estudos
que come?ou.
E' assim que poder dbter conforme o
partido que fcouver adoptado, o grao da
bacharel em artes ou em scieocias, o di-
ploma de engenbeiro civil ou de eogenheirj
de minas.
Ao lado dessas quatro grandes divisos
os regentes fuodaram urna quinta, compos-
ta dos estudantes que, nao podendo, ou
nao querendo seguir exclusivamente urna
das quatro ordens de estudos que acabo de
indicar, desejam urna raslruccjo mixta, isto
, combinando o estado das linguas e
das literaturas antigs cora o das scien-
cias exactas e phy.-icas e das liDguas mo-
dernas.
O babil presidente da universidade de
Michgan, o Sr. Ha ven, da va parabens em
um dos seus sabios relatnos, ao conselho
de regentes, por baver renunciado o us i
de dar no fim do anno premios e recom-
pensas aos estudaotes que mais se baviam
distinguido.
t Os mocos, dizia elle, devem cedo se
acostumar a desempenhar seus deveres,
sem qae seja necessario appellar para a
ambicSo pueril suscitada pelo desejo de ob-
ter o primeiro lugar as aulas, premios,
medalhas ou oulra qualqacr recompensa
concedida ao mrito.
< E' duvidoso que semelbantes meios
elevem o nivel dos estudos, e certo que
engendrara o descontentamento e a oveja,
talvez o odio, e que tendera mais a dmi -
nuir o respeito de si mesmos naquelles em
quem tem influencia motivos de ordem tao
pono elevad, t
Os verdadeiros estimulantes para o estu-
do s3o a satisfag5o produzida pelo cora-
mercio mais extenso e mais intimo com a
verdade, e a vaotagem de acbar na colrara
intellectual o poder de fazer bem.
A experiecia, accrescentava o Sr. Ha-
ven, tem provado aos professores de nossa
uDiversidade, alguos dos quaes forarn em-
pregados em estabelecimentos onde era se-
guido o methodo contrario, que o nisso
systeina nao de modo algum desfavoravel
forga dos es.odos, e que mcompara-
velmente superior ao outro pela influen-
cia mo^al qae exerce sobre os nossos estu
dantes.
As quantias consideraveis que o Estado,
as corporales e os particulares dedicara
esta grande nstitc5o universitaria, s5o pois
empreadas explosivamente em enr'quecer
as bbliotheca, os gabinetes de pbysica, os
laboratorios de chiraica, o observatorio, os
museus, aa colleccSes miaeralogicas, g-o-
bgicas e anatmicas, onde os alumnos acha-
rao para seus diversos estados poderosos
meios de iostruccao.
A'guos pormaaores far5o eonhecir o va-
lor e importancia dessas collecges.
O observatorio foi construido expensas
dg cidadSos da Detroit, cidade situada a
27 milhas de Ana-Arber.
Est estabelecido em umi collina que
domina o rio Hurn.
O edificio consiste primeiro em um zim-
borio movel de 21 ps de dimetro, e duas
FOLHETIH
O FILHO DO CALCETA.
POR
PIBRM ,ZACCO\E
PRIMEIR t PARTE
VIII
baile de atascaras.
(Gontinuacao do n, 102.)
O viscoode esteve calado um bocadinho,
como que tomando folego e forcas para as
explicabas qoe iam seguir se.
Bem comprehendh elle o qoanto era
delicada a saa posicSo : as difficaldades
appareceram lbe claras e grandes, mal se
vio ua preaenca de Raymuado, e com
quinto fosse decidido a levar ao fim a em-
preada, ia j tesitaado em principiar o dis-
curso. _
Ha de perdoar, mea charo senhor,
disse elle amril, o vef-me obrigado a fal-
larme na soa dolorosa vida patuda ; mas
a proposta qae veoho fazer-lhe s pode-
r ser apreciada justa em ea defioindo
claramente os motivos.qae m'a inspirararn.
Urna proposta t disse Raymundo sem
aerceber nada.
Ora imagine, proseguio Aoatolio, que
a revelacio terrivel feita depois do sed ca-
samento com a menina Joanna -tinha app j-
rteido antes de realisjdo essa casamento,
3 madariam u coasas inmediatamente :
Joanna o5 o ettaria presa a nenhuns lacos,
disporia da toa completa liberdade, e. po-
dara readqairir na aociedade a posicSo a
qoe tinha direito pela saa formosora, edu-
cacao e riqueza.
Assim tena, approvoa Raymindo.
Comprebeodt uto ? ~
azis ama da* qaaes destinada aos Obser-
vadores, e a outra con tem um magnifico
circulo meridiano dado por M. Wa ker, I
um' dos maiores e melhores instrumento!
deste genero. Foi construido em Berlim.
O comprimento focal de sea telescopio
de o!to ps e meio. e a abertura do vidro
objec'ivo de seis pollegadas e meia. E'
acompanhado- de dous circuios de tres pol-
legadas de dimetro mais ou menos, cada
um dos quaes guarnecido de quatro mi-
croscopios, por mo dos qpaes as dvises
do circulo podem ser percorjdas durante a
undcima parte da um seguido.
A mesma sala contera um sino sideral,
cujo autor Ttiiede de Berlim, e doos eixo>
pticos Ccollimators;, um ao norte, ootro ao
sal do circulo meridiano para a determina
c3o do erro da observadlo (collimation)
Na aza do oeste est collocado um enroo-
grapho com o novo escapameoto isodyna-
mico de Bond, notando as observace fal-
tas pelo methodo electromagntico.
Um grande telescopio refractor est mon-
tado do zimborio c im o vidro objectivo de
13 pollegadas de dimetro, construido por
Henry Fitz, de New-York.
Eis aqu, pois, para o servico de um
esfabeleciment) universitario em orna pe
quena cidade .dos Estados-Unidos, um dos
mais pode osos e mais completos appa-
reinos astronmicos que existem do mond j.
O inn-eu de historia natural nao me-
nos notavel, tem primeramente urna esco-
lha de mineraes de origem europea, com-
posta de perto de 6.000 magnficos speci
raens que pertenceram oulr'ora ao bar3o
^ederer; depois outra colleccSo de espe-
cies de mineraes do Michigan e dos distric-
tos do Lago Superior. Provm esta em
parte das exp'oraces feilas pela commis-
so de m 'digao do Estado, e em parte das
do professor Duglass.
Acha-se ah tambem urna serie completa
de specimens paleontolgicos.
As diversas collecges geolgicas de
White, de Rominger, o do instituto smith-
soninno fjrmam um total de 35.000 speci-
mens pouco mais ou menos.
O gabinete zoolgico contm pelo menos
16.000 artigos.
Possue elle os passaros, a mai r parte
dos mamferos do Estado de Michigan, os
reptis de Les:e de Rocky Montains, 2.000
especies de mollnscos aquaticos e terrestres
do norte e oeste dos Estados-Unidos.
No deposito da sociedade smithsoniana
ha 2U0 passaros da regiSo rctica, um
grande numero de conchas do Pacifico e
do Panam, etc.
O gabinete de botnica n3o menos rico:
contm perto de 18 00) plantas.
Comegou-se ha pouco um museu de an-
tiqoidade onde sao recolhidos os vestuarios,
utensilios, armas de guerra, etc., qae per-
tenceram aos autigs indios da America do
Norte e aos insulares do Pac fico.
Tambem se reoniram all objectos que
recordara os principaes acootecimentos his-
tricos do paiz durante a paz m a guerra,
e principalmente dorante a ultima guerra
civil.
A universidade posse emfira um museu
anatmico e um de bellas artes.
As&ignada principalmente este ultimo
museu, cobo testsmonho dos serios esfor-
cos que por todos os Estados-Unidos sus-
cita a nobre ambicio de nSo ficar atrai de
nac3o a'guma europea, n3o s no dominio
da industria, onde poucas os iguatam mais
tambem no das letras e artes, assumpto
em que se Ihes tem censurado a soa in-
ferioridade, da qual elles forcejara por
sahir.
Comecam pois as bellas artes a tomar es-
pajoso lugar naf 3ucac3o publica, ao mesmo
t- rapo que as cidades rivalisam em zelo
para levantarem construcg5es monomentaes
e crearem moseus. O corto 6 que aenhum
dos nossos collegios possue urna collecgo
de objectos darte comparavel aos que vi
cora admirarlo, as salas da universidade
de Aon Arber. .\lli notei principalmente
urna galera cratendo copias de grandeza
natural ou reduzilas d.-. bastos e estatuas
antigs, cuja maior parte foi executada pelos
modelos do Louv.c por Oesachy, da Paris,
e os irmSos Micheli da Berln : oatra gale-
ra de mais de 200reducces ou modelos
de barro cozido de e-tatrjas, bustos vasos
e objectos antigos do museu bourbonico de
N.ip jles ou de outros museus da Europa:
urna serie de gravuras e photographias exe-
cutidas na Grec do os monumentos de arebitectura e escul-
tura da amiga Roma, Pompea, Pestom,
Alhenas e Cormibo, os medalhes histri-
cos de Hjrace Whita comprehendendo 450
camafeos amigos do real masen de Ber-
ln e mais de 500 relativos historia da
idade media e renascenga, e s personagens
E' clarissimo.
Infelizmente, contnnoo Anatolio, quiz
o acaso que todo saccedesse de oatro fei-
tio ; a menina Joanna unise legtimamen-
te ao bomem qoe teve i de desamparar no
proprio dia do casamento, e agora, presa a
urna cadeia qoe nao pode guebrar, est
sentenciada a viver ssinba, fechada n'oms
cela, onde se lbe apagaro fatalmente a
belleza e a mocidade, se nao a libertamos
de semelbante captiveiro, por um feitio
qualqner qae nos imaginemos.
Esse feitio, j o senbor imagioou ?
pergunteu Raymundo. i
Talvez.
Est-me dando coriosidadt de saber
como o senhor arranjou isso. -
Serio, serio, deseja saber t
Desejo immenso. | ... ;
Oaca entSo, redarguio o visconde
apds um pequeo sileocio. S o senbor
que pode facilitar a execuclo do plano
ideado por mim. Galcolei que o senbor
se ha de ter por moito infeliz depois do
que auccedeu ; que rauita vez lamentar o
triste viver qae no futuro ha para Joanna, e
de todas as boas qualidades qae lo senbor
tenbo ouvido attribair, infiroqae rauita
e muita vez se ter desperadado ante .o
impossivel de se desfazer ama liao, qae
aflnal de con tas apeo resaltante de aa
erro. Eoganei-rxe oestes calcofos ?..
Continu. t,
O resto acillimo. -
Melhorl ,. _.
^-^0 aanhor _moco, iotljp*), aB
enhum lafio di parentesco qae o prenda
a_Franca; at me est pareceodo que ha
para o sej^or verdadelro presettp em aa-
hr do imaerio 1
Snior l disse Rayaonds. .
- Porventora o ofieadi ..., o*
NSo, olo offendeu... Ism razio...
Isso qoe o aeohor diz para e simplesmen-
mais nota veis dos tempos modernoa. Ou
ira sala deatmada a receter aa cpiat das
obras pra4 4a pintuta noderna, 4tad|
a poca qoe preceden a Raphael at
das. J illi se tem ealabelecido lunas
copiaide bustos, estatuas e baixos relevos,
obras de Thorswalden. Cantfva, Powars e
ootros artistas celebres.
ciriTULorv.
Collegio Cornell. Universidade de
Itbaca.
De todos os eslabe'ecimentos de instruc-
cio superior, recenteraente fundados pos
Estados-Unidos, nenhuin ba qoe fo.se crea-
do em mais vasta escala e onde mais se
manifest aquello amor da liberdade e do
progresso que caracteriza os americanos,
como o collegio oa universidade de Ithac,
devido liberalidade de um dos mais ricos
e intelligenles cidadss do paiz, o Sr, Ezra
Cornell.
Parece qae quizeram reunir naqaela ad
miravel instituigSo todas as vaotagens que
ha meio scalo os mais eminentes promo-
tores da- instrucc3o publica se tem esfor-
gado por afiancar aos diversos estabeleci-
mentos da Unilo. Juntaram-lhe algumas
innovaces acolhidas com grande favor
pela oprao publica, e sobre cojo mrito o
criterio supremo de todas as cousas na
America, a experiencia, dever pronunciar
o seu juizo definitivo.
Em 1862. o coogresso, como precedente-
mente vimos, conceden trras publicas aos
Estados ou territorios qae fandassem col-
legios de agricultura e artes mechani-
cas.
O quinbo do Estado de New-York nessa
distribuico foi de 990.000 acres. A ad-
ministrado querendo concentrar em om s
estabelecimento a renda proveniente desta
nova verba, em v*z de epalha-la por mu-
tos, determinou-se a po-la disposi5o do
Sr Ezra Cornell, para dedica-la creac3o
de urna universidade modelo. O Sr. Cor-
nell obrigava-se a 'otar a institaicSo, como
elle mesmo propozen, era a qoantia de
25.000.000 do fracc s, sob a condic3o qae
nella se instruira gratuitamente nm estu-
dante por cada om dos 128 distrietos de
que se compon o Estado de New-York,
em recompensa do ten mrito e bom apro-
veitamento as escolas publicas e acade-
mias. O Sr. Cornell addicionon depois
qoe;les 2.500.000 francos 200 acres (80
hectares) de excelleote trra, com edificios
e urna fazenda rural, para a seceso de agri-
cu tara. As collecges de geologa e pa-
leontologa de Jewck, comprados por elle
por 50.000 francos, e de ootros donativos
do mesmo genere, montando a 125:000
Pagou elle mais 1.500.000 francos para
o reembolso do landscrip, representando o
valor das torras dadas pelo congreaao. An-
tes de todas eesaa doacoes novia ella j
fundado, na villa de Itliaca, polo preco de
500.000 francos, urna bbliotheca publica,
com largas talas e vastas gabinetes para
as renniSea eleitoraes. Com semelbante
doiacio, cojo algarismo se eleva a mais de
5.000.000 de francos, bem visto qoe era
difficil croar ama cousa incompleta e medio-
cre. E, pois, a universidade de Ithaca oc-
copou para logo om logar importante no
systema de edacacao dos Esudos-Uunidos,
ao qual systema se prendo per lagos officiaes.
O governador, o tea lugar-tenenle, o secre-
tario de estado, o supennteodeme da ina-
trocelo publica e o presidente da cmara
(speaker) alo os tutores (trtutm), bem
como o presidente da aociedade do agricul-
tura. A corporacio dos tutores a que est
confiada a administracSa geni, nSo se com-
pe de membros vitalicios, e sim eleitos de
cinco em cinco aonos, renovados pela quinta
parte todos os anoos. Um delles Dmes-
elo pelos proprios alumnos. ,
A iostroccao deve ser tneorica e pratica
ao mesmo tempo. Mas o fim principal a
que o Sr. Ezra Cornell se propoz, que o
systema dos estados seja de tal sorte com-
pleto, em todos os ramos, que cada alumno
poss3 achar iostruccSo em qualqner genero
d estudos qae sfja. O proprio alumno
deve escolherno yasto programma de ea-
sino os ramos qae prefere, systema este
qoe tende a gen era lisa r se cada vez mais.
O) mestre americanos encaram sempre o
bomem no estadante ; entendem, portan-
to, que nunc i codo do mais para come-
gar a tratar o estudante como bomem. O
Sr. Ezra Ccrnell entendeu que todo o alum-
no ao entrar na unuers^lade (considera-o
n3o como mandado constrangidameote, mas
como vindo de soa plena e espontanea von-
tade) deve habitaar-se a resolver as coa-
sas por si. NSo se 'deixar sem duvida
inspirar pelo parecer de seos oais, pareo-
tes ou meatres, e ser juiz do plano de es-
tados qae deve segair. Nenhama escolha
lbe ser imposta. Sabe cem qoe intuito
osr adqaifir a sciencia, em qae qoandade
convlofconsfgoi-i, naraz3ode saa po-
|ifo actial, do fatuto qae espera, de soas
preferencias e indinacooa, das aspiraces
da toa ambicSo. Esta confiaoca aa raz3o
dos meninos deva necessaramenle torna-la
maispreeoce, e pdese com effeito dizer
que nao na paiz algum onde o juizo e cri-
terio dos mancebos e donzellas amadureca
mais depres^i do que noi Estados-Uni-
dos.
Eis-aqui as disposicas do doador, pelo
qoe diz respeito organisaga geral dos
estudos a quo elle marcou primairo qae
tado um fim ortico. Nenhama preferen-
cia exclusiva dada a e-te ou aquella gene-
ro de estudoi; todos sao tidos em igual
estima. As sciencia* histricas e polticas
e a ii i teratura bem como as scieocias ma-
thematicas, naturaes e ag colas merecem
igualmente serios cuidados. Afora as Kces
dadas as aulas pelos professores ordina-
rios, ha de tempos em tempos conferencias
feitas pelos mais eminentes professores cha-
mados de outros Estados. Nenhuma pres-
cribi, nenhuma indicacio precsa-se de-
terminar para os exercios diarios. Os alum-
nos esto acostomados a amar a a:iencia
nicamente por ella.
O desejo do director estabelecer entre
os professores e os alumnos relaces mais
affectuosai e sympalbicas do qae existem
ordinariamente nos collegios A maior
parte dos professores se aproximara dos
estudantes pela sua idade.
O semimentb religioso dev
senvolvido, mas pelo m->do porque se pra-
tica em todos os estabelecimentos de ins-
truyo publica, onde se tem a peito estar
precavido contra o espirito de seila. To-
dat as crencas sao respailadas; nenbum
constrangimento se exerce oeste ponto
Nenhom professor p le ser escolbido ou
rejeitado erarazao de soasopoies religio-
sas e polticas.
Estabeleceram-se al i as seguintes sec-
c&es:
1." Agricultura.
2. Artes, mecha nicas.
3." Eugenbaris civil.
4** Engenharia militar e tctica.
5.* Minas e geologa.
6." Historia, scieocias sociaes polticas.
E>tes diversos cursos s3o repartidos por
46 aolas tendo cala urna seos professores
distinctos, os quaes abrangem:
Theoria e pratica da agricultura.
Cbimica agrcola,
Cirargia veterinaria. Gerago e criago
de animaos.
Cbimica geral e analytica.
Botnica.
Zoologa, a anatoma comparada.
Geologa o a mineraloga
Pbysica e a mecha nica industrial.
Mathematicas-
Astronoma.
Pbysiologia e a bygiene..
Edaeacle mor,al e pbysica.
Historia.
Economia poltica.
Legislacao municipal.
Direito constitucional.
Rhetorica, oloquencia oratoria e decla-
madlo.
Litteratura franceza.
Lingna franceza e as do Meio-Da da En
ropa.
AllemSo e as linguas do Norte.
Linguas antigs.
Eslhotica. Historia das bellas artes.
Engenharia militar. Esthetica,
Architectura.
Geograpbia pbysica e geologa.
amando professores peneocentes aos
differentes EsUdos da Uoile a irem dar na
nova universidade lices temporarias e ama
serie de conferencias, os fundadores da uni-
versidade de Cornell jalgaram prestar um
servigo assignalado aos professores resi-
dentes, aos alumnos e ao proprio estabele-
cimento.
Muitos professores arredados das gran-
des cidades ou centros de acg3o e do peo
samento em geral, s se communicam era
o mondo scientifico pelos livros. Pde-lhes
ser prejudicial o mosquinbo bairrismo pro
vincial. Quando, porem, elles se pem em
relaco com os homens mais eminentes na
sciencia,que especial objecto de teas es-
tudos. alargam-se-ifaes as ideas, o seo zelo
rocebe urna nova excitado. Satisfeitos com
oavirem liges de professores de fama, n3o
podem ficar fros e iodifferentes em sua
presenca, e os menos laboriosos to cons-
tantemente estimulados.
Essas conferencias, previamente annun
ciadas e feitas pelos mestres da sciencia, os
Agassiz, de Cambridge; os Daas, os Gil-
mans e os Noah Porters. de Yate ; os Si-
bsrs, de Now-York; os Guyts, de Prince-
te verdade, e fiz mal interrompendo-o...
Faz o obseqaio de continuar... "
Na sua posicio, pouco lbe deve im-
portar o paiz onde v refugiar-so, com
tanto que viva tocegado, sem privagoes,
e com a esperanca lisongeira de am fatuto
certo.
*Eo senhor vem de corto offerecer-
me tudo isso ?
Entende agora ?
Principio a entender.
Se aonair a doixar a Franca, a fazer
com qoe de todo em todo seja esquecida
a sua exUtehcia, exija de mim qoantos sa-
crificios quizer, qoe todos farei. O senhor
bem sabe, mea pai rico, e at se fr
preciso, a melhor motis da mioha ri
qaeza... -
Raymundo interrompea com o gesto,
perguntando com tom irme :
; E' s Uso o que vinha dixer-'me ?
. S I rospoodeu o visconde.
E' este o nico ntoilo da aoa vi-
sita ?
-E'o (mico, -
Vem offercer-me para sa sahir de
Franca a melhor motado da sua riqueza T
09 labios do atedico entreabram-se
n'um irnico o amargo torrir.
- E dam porque nao ? volveu lie, re-
primindo a tasto am solaco, ponas nSo
ha de ser assim, una vez que a mua f-
gida qaadra* tanto aoa dotejos de todos os
interessadoa/oeat aflicUvo aasomnto. Maa So h|via commettido, om enma de qae
cmo V. Exc bernia de caicaiar, comas
dostas nao sve a.genti fis-lat aja. ar,
preciso sabir, para ao depois toasecidir,
si o senbor viscotde veio auterfsado a fa-
zer essea ojfereamentot, Jn m -procede
uticimsnte ssgoado ot impolaps do seo
conejo. Disa li com framusa. Joanna
Nao (o, ni. ^lift.mrnoja Anatolio;
Itqdo, porm, itH7! crir qoq muito por
saa von tade ver fina triste situaclo que a
esmaga.
Qaem Ih'o disse a V. Exc. ?
*- Ningaem.'
E' apenas supposiSo ?
-Apenas.;
Muito bem. Basta-me saber isso...
Agora o negocio entre nos dous.
Mas...
Tenha agora a bondade de me ouvir,
senbor visconde.
Fortalecera-te mais a voz de Raymundo,
e al ia lomando ama entonacio de ahor-
ras severidde.
I O senhor esqaeceu-se de urna cousa,
qaando entrn em minba casa resol vi do a
dizer tantas frivolidades : esqoeoea se de
qas assei Joanoa, como s se pode amar a
Deas I i.. Nesse amor tinba eu resumido
oa memores -tonbot da minba vida, nelle
oha ateto todas aa esperances de folicidadel
Qosnds ase eHa desamparou, ao saber antes
de mim qae s bavla no seu Raymuado o
amo 4s om calceta, qaando fiqaei s, com
as illwiet perdidas, a honra ma ocha da e o
porvir despedazado, ab 1 comprebend en-
to qus era o mais deagragado dos homens
todos, e nsm tei porque n3o morri nesse
disi T-
Ssfairam-ts depois, senhor visconde,
sobre-humanos esiorcos a ver se pedera
esqoecer-me de todo... Foram balda-
dos I... Sapportei u maiorse vergonhas,
ti ve ot maiores remnos de am crate qoe
a nlo era criminoso... e todava nada
foi capaz de .ate apagar no peito o lonco
amor que vaf tobrevivendo contra todos os
Dturej... Csmprebende agora, tenhor
visenos, compreheode bem qae tocia lo-
ttisim impottivel para mim a (agida qae
protetJ Go*4i qoe me intiri s^for
cae pan dotampar i torra ondi tila vive,
e ir, sabe Dsaa oada, ver outras paiza-
goof qas illa viril Umbom?...
ton ; os Parks, de Aodover, etc., s3o pa-
blicas. Os cidadSos alfloem em maltidio
para ouv-los. A universidade, j recom-
menflada pelo talento conhioi lo dos pro
fessores residentes, recebo dest'arte am
novo brilbo do concurso qoe vao prestar-
lbe illustres estrrahat E* para a inslitui-
cao urna causa permanente de bons resul-
tados.
Seria grande erro considerar a universi-
dade de Ithaca urna escola exclusivamente
scieiifica e concebida no sentid) de-se
positivismo e predominio do espirito prati-
co de qae os americanos raras vezes se des-
pojara, sem duvida, mas que de -dia em
da se t rna cada vez menos exclusivo
Alli se proclama allarneotl o valor e impor
tancia dos estados classicos. A commissl
dos estados n3o hesita em declarar que
para aquellas qae tiverem tempo, o grego,
em razio de sua admiravel perfeicio, o
latim, pela otilidade pratica que aprsenla,
como chava das lingaas modernas e da no-
menclatura das scieocias, s3o dous instru-
mentos preciosos para a cultura intellectual.
NSo quer que baja eqoivoo a respeito dessa
cultura do entendimento, essa disciplina do
espirito que certos escriptores deseja-
riara fosse exigida smenle dos esludo3 sci-
entilicos, Convm, diz elle, dar ao espiri-
to n3o s nitidez e precisa o, mas tambem
largueza e extensSo. Se as mathematicas
cootribuem para desenvolver as primeiras
qualidades, cabe litteratura e historia
desenvolver as outras. Nunca bao de fal-
tar na Amarica homens d >iados de pene-
trado e sagacidade. Haveria, porem, pe
rigo em desprezar esses nobres estados,
qoe alargara o horisonte do pensamento
humano, inspiramo gostodo bello e abrem
ao espirito um campo sem limites. A poe-
sa, a historia, a philosopbia, a poltica sem-
pre h3o de offerecer por si mesmas bastan-
tes attractivos para cbamarem grande nu-
mero de discpulos, que alias se applica-
r3o com muito mais ardor, quando o lize
rem de pleno bom grado, -e sem que tenha
sido necessario exercer a respeito delles um
constrangimento que demasiadas vezes pro-
duz cansaco e desgosto.
E' inuil observar que todo o material dos
estados, laboratorios, bibliothecas, museos,
gymnasios do estabelecimento est3o em re-
lago com a rica dotacSo qoe lhe deu nas-
cimento.
Deo-se alli comeco a urna collecgo de
machinas pelo modelo das do conservatorio
das artes e officios de Paris.
Ter galeras de quadros, gravuras e
photographias, e modelos de arebitectura.
Avolta alli um bello observatorio, prvido
dos mais preciosos instrumentos para o
estado da astronom'a. rivalisando com os
que j possuem os collegios do Yale, Vas-
sar e universidades de Michigan, Chicago e
Alabama.
As vaotagens de que gozam os alumnos
attrabem grande numero deles vndos de
todos os Estados da Uoio.
A retribuirlo que devem pagar muito
moderada.
Pela matricula e despezas de estado,
de 35 dollars por anno ; no collegio de
Yale, 85 ; no Instituto Techoologico de
Roston, 130 no primeiro anno, 425 do se-
gundo e 150 no terceiro e quarto ; no col-
legio Harvard, 133 ; na Escola Scientifica
de Lawrence, em Cambridge, 250 a 300 ;
na universidade de Michigan, para os estran-
geiros 25 dollars (o ensino gratuito para
os mancebos nacionaes), no collegio de Dar-
mouth, de 57 a 63, e finalmente no collegio
de Hamilton 75 dollars.
Posto qae se tenha reservado um dos
edificios .para alojamento de uns cem alum-
nos, afim de prover as primeiras exigencias
de installag3o, o systema de casas de pen-
sao s quaes os Estados Unidos manifestara
justa repognanci?, inleiramente contrario
ao espirito liberal que funda a esperanca
de bons resoltados na independencia dos
estudantes, dirigindo-se e governanlo-se
por si mesmos.
Entre a vida de quartel, que necessita do
emprego de urna disciplina severa, sempre
considerada pelos alumnos como um jogo
odioso, e a vida de familia que o systema
dos externatos nicamente torna possivel,
n3o havia que hesitar.
Em Ithaca, como por toda a parte, os
alumnos ac'aara as casas dos habitantes
alojamento e comida por precos pouco ele-
vados.
Suas relages com os professores s3o
sempre agradaveis.
O espirito da nova universidade tende a
abater as barreiras que tanta vez existem
entre o discpulo e o mestre.
Pequeos feslins organisados todas as
semanas reunem uns e outros as mesmas
salas, e as relaces de sociedade que se
Aquella esposa a minba vida, a minha
alma toda inteira... E pareceu-lbe que
ea aceitara os seus offerecimentos ?..*.
O visconde mordeo os beicos. N3o se
tinha commovido, mas estava realmente
envergonhado. Volveu, pois, de om certo
modo qasi impertinente :
Esso qnadro que me pinta de certo
affiictivo, e nao dnvido nada qae o se-
nhor padecesse muito... Mas estava na
sua mo evita lo,
Como ? redarguio Raymundo.
Ora 1 O senhor bem havia de espe-
rar que mais tarde ou mais cedo se deseo-
brisse o segredo do sed nascimento... E
nesse calo, taris sido moito prudente...
' Mas ea igaorava semelnanle cousa.
' O senhor j disse isso mesmo.
E nSo acredita ?
Como diabo quer qua se acrediten
essas cousas ?
Raymundo esteve mesmo vai nao vai para
se atirar s gnellas d idalgo ; todo o
saogue lbe tinba affluido ao corac9o ; at
ebegou a ter medo de si mismo ; mas
anual reuni anda forcas para se comer e
levou as m3os ao peito como qoe para re-
primir o desordenado pulsar do coricSo.
Tem raz3o, disse e le bem amarga-
mente, tem razio ; de que serve querer a
gente convencer os joizes, ji de antemSo
resolvidos a condemnar, e deiladas as con
tas, que monta para om desgranado a es-
tima dos que nunca se compadecern)
dille? I!...
Ah senbor visconde, muito te tem rebat-
as lo neste assumpto, porque eu tambem o
conheco ha moito tempo; e j* que assim o
quer, ouvir todo o que tenho para di-
zer-lhe.
Esse arreos tamento... tartamudeo a
Anatolio* indeciso. ? -
Aa 1 Amfct-ai. nlo verdade?
Qaem sabe se at principia i ttr mido I
-^Seooor I .* -
ettabelecem sobre elles, -nvTrfhaim para
fuer nascer lacos de anViclo, sootimontoi
de coofianca s syoepatbia reciproca.
Eojom, orna das bcom mais csraetorit-
Ucas da escoto do Maca, a orgauisacao
ds ofikioas para ot trabalhos maossot,
atatoits as domo iotoito de proporcio-
nar aos alomos os meios do pagaran soas
despezas e robostecerem a saade com
exercicios qae dio ao corpa vigor e flssi-
bilidade.
v
Semelbante iostituicao, j om vigor om '
alguns collegios, n3o poda deixar de dar
bons resoltados em um paiz como a Amo-
rica, onde o trabalho honrado, e onde
ningaem jaiva desntwflcer manejando o
martello. rafele ou trra, para obter oa
meios de existencia.
J. J. Rousseau quera qae o sea joven fi-
dalgo aprendesse o officio de marcineiro,
em vi ta di rtvoiocio qoe elle presenta
prxima, afim de qoe no meio da tranafor-
macSo geral das condices sociaes, nao fos-
se co hido sem recursos. Isto, porm, nSo
passava de mn remedio extremo, e, em
todo o caso, excepcional.
As razes em que se funda nos Estados-
Unidos1 o respeito ao trabalho sao moito
mais simples; que o trabalho alli foi o
ser ainda por mnilo tempo ama necessi-
dade suprema e a prrpria le da vida.
Os mancebos que na universidade de
Ithaca estudam as altas mathematicas, a
pbilosophia, ou a historia, nio se pejam de
passar algumas horas do dia as officinas,
pera ah ganbarem honradamente dinbeiro
necessario para adqnirirem aquel le sabor,
que talvez algum dia os leve s funegoes
mais elevadas do Estado.
A qninta parte dos alumnos aprovejta-
rara o anno passado a facnldade de que
Ihes dada.
Os trabalhos qne execntaram foram pa-
gos pela universidade por 15.000 francos, e
os professores tiveram occasilo de observar
qae aquelles qae assim se baviam entregue
aos labores physico, tinham aproveitado
tao bem como os ootros as lices dadas em
todas as classes.
Tres borat de trabalho manual de modo
algum prejodicaram os trabalhos do es-
pirito.
Eis aqu a esto respeito al gaos pormeno-
res que me transmittem de Ithaca:
c Dorante os 15 dias decorridos desde
14 al 31 de outubro pastado. 133 alum-
nos, traba I han do tres horas por dia, rece-
berara 1.2S6 francos.
c Os que fizeram mais trabalho ganharam
21 francos por semana.
< No mesmo periodo de tempo, 37 alom-
os trabalharam na officina de carpinteiros
e receberam, conforme a habidade de
cada om, de tete e meio a des francos
por dia. ,
c No pensinate outros sote estudantes,
empregados no servigo da mesa, ganharam
por esse modo o sea sustento.
c Oatros deram semelhantemento o au-
xilio de seus bracos as diversas officinas
da cidade.
A despeza total de casa, comida i
gastos de estado para os mocos qoe vi-
vera cora economia, de 735 francos por
anno.
i Um bom trabalbador, empregaodo tres
horas por dia, consegue fcilmente remir as
despezas.
Yi, tanto as classes como as roas da
cidade, on na sociedade, alguna desses
mocos em companhia daquelles q#, mais
favorecidos da fortuna, recebem Je soas
familias meios de oceurrerem arapamente
a todas as despozas.
Nao preciso dizer que o seu tajar e ma-
neiras erara completamente semelbantes s
dos seus mais ricos companberos, e que
s3o para estes, como para os professores e
habitantes da trra, objecto de urna sym-
pathia respeitosa.
E' est um dos melbores symptomas da-
qoelle espirito verdaderamente democr-
tico, que nao reconhece nem estima oatra
superioridade alera da do trabalho e do
saber.
Se o culto do rei Miar acha nos Esta-
dos-Unidos numerosos adoradores, ha alli,
como vemos, virtudes morses que sao hon-
radas e respeitadas mais do qne em nenhu-
ma oatra parte do mundo.
i .8
(Continuar-u-ha)
Vamos l 1 O senbor veio dizer-me
isso todo, s depois de appellar para a mi-
nha lealdade... Mas olhe, nao hoje qae
pela primeira vez me consta a soa paixSo
por Joanna... j me ella fez chorar bas-
tantes lagrimas de raiva; e como rico e
fidalgo, cuidou que a sua riqueza e a sua
fidalgaia viriam ebrigar-me a engaitar quan-
ta felicidade ea esperava neste mundo 1
Pois desengane-se, e conheca-me tal qual
nasci. Soa o marido de Joanna, entende
senhor viscoode T. Nao ha na trra poder
humano capaz de quebrar ot lacos que
nos unem, e em qoanto vvennos ambos,
ea e ella, ningaem conseguir despedacar
essa cadeia I
Oh I oh I isso agora demencia...
NSo senhor visconde ; sjociomes.
Que diz ?
Digo-lhe qae lio ciumes; Joanna
minba, amo-a, a ha de pertencer-me sem-
pre.
E' a sua decislo ?
Pois atada davida T
O viscoode cortojoo coa friext.
Fico trente I redarguio efW eocami-
nhaodo-se para a porta. J esto intoirado
a demais, o estes sentimentos que abi so
fartou de aprogoar, j nao ilhtdom nin-
gaem : sio mismo settimentoa jm Btao ds
um calceto;
O insulto era croel eiltarisH; rtqas-
ria castigo exemplir, imotodiato.
Raymundo tnftocou om grito fi cega ira
e ferrou os dootst as mos hojodas para
Ss^SaqoH' diin sito csfl ys roa-
ca. Saia-qoanto antei! Km lllat tonto
'' aa


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