Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12378


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Full Text
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AUNO XLV11. NUMERO 101
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SEXTA FElfU S DE MAIO DE 1871.
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tU DIITBO I TORA DA PB07HCIA.
Por tros mozos adiantodoc ...... una
Por Mis ditos dem................... isEnn
Por nove ditos idea......' ......... AaiT
por om no d .....;; ; ; ; ; ; J5gjg



Propriedade de Manoel Figueira de. Faria & Filhos.
f
AO ACJBMTil :
Os Srt. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; GonCa!ves & Pinto, no Ma'ranhlo ; Joaquim Jos de Oliveira. & Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaiy ; Jlo Mara Jnlio Chaves, no Ass ; Antonio Margues da Silva, no Natal; Jos Justo*
Pereira d'Almeida, emMamanguape ;Felippe Estrella &, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, *na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bolcio, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,

em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aflojar, em Goyanna ; Francino Tavafes da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Babia ; e Leite, Serqoinho d C. no Bio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Goveruo da provincia.
25 DE ABML DE 1871.
[')
EXPEDIENTE DO DA
Actos :
O presdeme da provincia, attendendo ao
qne rejuereram Francisco Antonio de Assis Ges
e Antonio Jos Mauricio, eapites, ete da 2* e
aquelle da 6' companhia lo o batalhao de infan-
taria da guarda nacional dests municipio a vista
do parecer da junta.de nale, que os julgou inca-
pares de coniiasarno servio > activo, e da infor-
maga) do respectivocomraaudante superior em of-
fleio n. 46 de 21 deste mes, resol ve de conforrai-
dade com o are. 69 da le 60 de 19 de setembro
de 1850, transferi-los para o trrico da reserva,
(cando aggreados a 3* batalhio illli.
O presidente da pnvincia, attendendo a pro-
posta do commandante i!o3 b.ilalho de infama-
rla da guarda nacional deste municipio, e a vista
da informacao do respectivo commandante supe-
rior em offleio n. 37 de :!i do corrente, resolve uo-
laear de confonnidade cora o arl. 48 da lei n. 602
de ll> .le sete nbro de USO, os ofllciaes seguintes :
Estado-maior. Alferes stcretario, o guarda
Henrique Bernardo d Oliveira.
2" corapanbia.Capilo o lente da mesma Jo-
s Eleuterio de Azevedo.
8' compaohia. Capilo o tenente aggregado
Ernesto Vieira da Araujo.
0 presidente da provincia, a vita do offleio
4o Dr. chefe de polica n. 346 de 24 do corrente,
resolve-exonerar sen p?dido, Manoel Jos de Pal-
va Pinto, do cargo de primeiro supplente do sub-
delgado il i Poco da Panfila, e do terceiro, Fran
cisco Mamede de Almeida, por nao ter prestado
juramento.
O presidente da provincia, confirmando-se
com a proposta do Dr. diere de polica em offleio
p. S46 de 24 do correte, resolve noinear para os
lagares de i n neirn, segundo, quarto e quinto
wpplenb?s do subdelegado da fregaezia do Poco da
Pauella os cilados seguintes, na ordem em que
vio collocados : hachare! Loo renco Bezerra Car-
neiro da Conhi, tjoeote coronel Sebastio Antonio
o Reg Barns, capillo Joo Luiz Vctor Lien-
i *r, Tnomaz Lias Caldas, Francisco de Paula do
Bfo Barros.
O presidente di provincia, attendendo a que
) prestaran) juramento os cidadios nomeados
ir portara ds 31 de maio do anno Ando, para o
areo de quarto e sexto sapplenles do juizo mn-
cipal e de orphaos do termo do Buique, resolve
conformidade corneo art. 7* 1 3a do decreton.
ti de 4 de tiovembo quarto logar qfquinio actual Joo Hypolito de
, e Bornear rara os lugares de quinto e sexto
.io* eu*]tesf ni. ordem em que vo col-
'rtat ^uaes/devero solicitar os seas titnlos
"/f-'!Wk**dento no (razo de quarenta e cinco
JSt> nje major Francisco Vaz Ca-
ateantt?, major Severiaoo Camello Pessoa Caval-
O prefjenle da provincia, a vista da infor-
eo da cmara municipal da villa do Boique
offleio de 17 de maio ultimo, resolve marcar o
lazo de quarenta e cinco dias, para entro del-
es tirarem os respectivo! ttulos de suppleotes do
iL".9 municipal e de orpliaos do termo dasse no-
je os cidadaos major Antonio Marques de Alba-
uerque Cavalcante e Jos Hypolito '.'e Sjuza, que
mu ell.es prestaram juramento.
O presidente d\ provincia, attendendo ao que
fcqoereu Jos Joiquim da Cosa Maia, e tendo em
ista a informado do capitao do porto de 18 do
prreote, sob n. 24, resolve conceder-lhe permis-
os para collocar um guindaste no caes Viole e
jusde Novembro no uspaco comprehenJid) entre
ponte Sete de Setembro e a rampa fronteira
i-i dos aulilorios.
Expedram-se as necesarias communicaroes.
Ofcios :
Ao Exra. presidente da provincia das Ala-
is, declarando que deixaram de seguir para Pe-
no vapor da eompanhia Pernarabncana, o
sentenciados e escolta de que trata o oiflcio desta
presidencia de 14 do correle. .
Ao )r. chele de polica, dizemjo em vista da
infraucao Jo delegado do tsrmo da Escadt, que
v 9 allere; Manoel Joaquim Torre; Galindo, ho-
mem rix )so, nao devem >s autoridades deixar de
proceder contra elle, a pretexto de escaparem os
aeus actos a accao offljal; visto haver o recurso de
'az-lo assigna'r termo de bem vivir: ne.-te senti-
jo, poi?, deve dar as convenientes insiruccoes ao
referido delegado.
Ao inspector da thesouraria de fazenla, com-
tuioicando que, segundo cun^a de offleio do co-
rawl comman Jante das arnus, no dia 23 do cor-
rate, principiou a respe:'.iva secretaria a func-
oi:ar no predio da rut Je Santo Amaro, para o
qial foi removido.
Ao mesoio, inteiranilo-o de haver o juiz mu-
nicipal 4o termo do Cabo, bacbarel Joo G>nzaga
Bacellar, rassado por molestia, no da 23 do cor-
rite, o exercicio interino da vara de direto da-
qn.la comarca.
Ao mesmo, declaraudo, para os flos conve-
Denles, que o conseheiro Pedro Autran da Malta
e A Ibuquorqui .participando acharse desde hontem
ac exercicio de direct >r da Faculdade de Direito
desta cidade, per ter o respectivo proprietario,
Eim. viseonde de Camarag,ibe, de seguir para a
cartea tomar usento na assembla geral legisla-
tita.
Ao raesrno autorisando o em visla de sua
lOlormacao, a mandar pagar pela collecloria de
Giyano? o ordenado, ve acido e que for vencendo,
o carcereiro dacadeia daquella eidide, Francisco
de Souza Ponle.
Gommunico'j-se ao Dr. ebefe de polica.
Por essa thesourar a mandoa-se pagar :
Ao pharmaceulico Augusto Caoes, a qaantia de
WM398, que importaram os meJieamenloe por elle
oraeetdes enfermara dos aprendizes menores
4aauelle arsenal.
Goramunicou-se ao director.
A' Manoel Antonio Teixeira a de 384S800, sendo
544/900 proven ente dos coniertos, caiadura, pa-
lura, desobstraegao, e novo preparo da lalrina do
aartel do deposito de recrutas, e 40*000 do con-
cert feito no lell.ado da enfermara militar, assim
coma nos restieciivos algeirss.
Ao padre Joo Vicente Gaedes Pacheco a de
l'.*7S660 por haver execulado os concertos da co-
berts do quarto, em que se guarda a palamenta
do Ferie de Fio Aurelio.
Csamanicoa-se ao engenbeiro eneirregado das
ora* militares.
> Jko inipector da ihesoararia provincial, re-
(ttMBindando que das quamas em deposito na-
|ki thesouraria, manda eaj/egar ao Ihesoareiro
refanicio das obras paracas a de- 2:000*000
para eccerrer as despejas c*m as obras do palace-
te destinado ao lycea da artes e oficios.
C*flB)BDaioa-ld ao ebefe das okras publieas.
Ao inspector do ai seal de raarinha, para
Jua a bem i3 servico publico, como reclama o
f. cnWe de |K>lteia, mesde dispensar do ponto o
terciro escrptorario da conladoria de raarinha,
W> commissio lio almoxarifado daqaelle arsenal,
Msracio de Gbmbo Coi'lho, emqaanto estrrer no
(Nido do uargo de uubdetegadj de polica da
rremu da Ba-Visu, na qaaJUade de seo pri-
merosupplette.
for
} deix
JiQnolu|;arcoaipiai,
, engao do cotilla da
ven ieixou de ser publicad* este dia
secretarla do go
de expe>
Communicou>se ao ebefe de polica.
Ao c*inmani**nte saperior da guarda naci
nal do municipio de Caruar, dizendo que, visto
nai constar da matricula do batalhao n. 27 de in
fantaria, existente na secretaria da presidencia,
que baja nelle postos vagos de alferes, e nao re-
querendo permuta os alferes Silvano Borneo Tor-
res (Jal lindo e Jos Francisco da Silva Gyquiry do
! de reserva, nao podera os mesmos alferes ser!
transferidos para o servigo activo, nem para o"dito
batalhao.
Ao commandante do corpo de polijia, auto
risando o engajamento do paisano Antonio Perei-
ra da Silva, se lr acto.
Ao engenheiro encarregado das obras geraes,
approvaodo o contrato quecelebroucom Jos Joa-
quim Ramos e Silva para se incumbir da execu-
cao dos reparos necessarios ao edificio onde fuoe-
ciona a Facullade de Direito desta cidade e auto-
risando-o a empregar a quantia de 3734000,
que ah Jf o seu offleio de 17 do corrente, no for-
ro da saleta do director da mesma Faculdade, e
na abortara de mais duas janellas, sendo ama na
secretaria e outra na sala dos lentes, conforme so-
licita o referido director.
Expediram se as necesarias commumeaedes.
Ao promotor publico da comarca de Itamb,
das nformacoes prestadas pelo juiz de direito da
comarca de Itamb, com audiencia do municipal
do termo desse nome, bacharel Menelo dos San-
tos da Fonceca Lias, resalta o seguate :
i.* Que este jaatara mesma'mesa cora Sera-
phira Lacena, reo prenunciado, convivera no logar
marca? o com Trajano Evaristo Ferro Castello-
Branco, a quem eslava processaodo em crirae de
responsabilidad!!: pedir licenga para dar lagar
a serera absolviJos pelas suoplentes do juzo es-
ses e outros reos, e Qoalmenie entregara ao escri-
vo Balduino Amando Freir, de quem hava exi-
gido os autos de respousabilidade de Trajano ape-
nas reassumira o exercicio, sem a petigao j des-
pachada, que dentro dos mesmos aut havia ido,
na qual o promotor publica appellara da decisao
de absolvicao do dito reo.
t* Qae o major Ursulino do Reg Cavalcante,
nao obstante ser fiador do mesmo Trajano, futre-
cionara como juiz supplente era seu processo, pro-
cedendo inquiriQfies e a outros actos.
3. Que o tenente coronel Mariano Ramos de
Mendon^a dentro de 24 horas, em que Ihe fdrara os
actos conclusos, proferir senten;a absolvendo
dito Trajano, nao podendo em tao poaco lempo
te los examinado.
4 finalmente, que o bacharel Maximiao Jos de
Inojosa Vareja), nao obstante Ihe haver sido com-
mueicado ter sido outro nonrea Jo promotor, persis-
tir em considerarse tal, retendo os autos.do dito
Trajano, que loe foram com vista para arrsoar.
Couvindo averiguir a exacidao de semelbaites
fados, que s em juizo podem ser decididos, de-
termino a Vmc. que vista de taes informacoes e
documeohs, que jumos Ihe envi por copia, pro-
mova peranle a autoridade competente a respon-
sabiliaade criminal dos qaatro mencionados func-
ionarios, traz mdoao conhecimento des'.a presiden-
cia o resultado do processo.
Ao da comarca de Caruar, chamando a sua
atiencao sobre os fados, que parlicipou o Dr.
ebefe de polica, de ter Auna Izidora do Espirito-
Santo assassinado a sea marido, Ignacio Baptista,
no sitio denominado Prata, termo de S. Beato, e
Antonio Gomes de Andrade igualmente assassiaado
a Jos Vicente no districlo de Quipap, e recom
mendande empregue as deligencias legaes, aflm de
que tenham andamento os respectivos processos, e
sajam punidos os delinjuentes.
Ao mesmo, ordenando em vista dos papis
que devolve :
1." Que promova denuncia contra o ex 3upplen-
19 do juiz municipal do termo de S. Bento, Luiz
Paulino de Hollanda Valen^a, pela irrcgularidade
com qae proc^deu na arrecadacao do espolio do
linado portuguez Faustino Simoes Ferreira, assas-
sinado em Qaipap, e pela subtrago ou desearai
nho de ebjecto3 pertencentes ao mesmo, devendo
haver-se com toda adiviJade e participar o que
fjr occorrendo.
2.a Collija novos esclarecimenlos quanlo ao fac-
to do assassnato, e trate de promover outro pro-
cesso contra os autores da morte desse portuguez,
pois nao admissivel que fique impune um crime
semelhante. O processo decabido por falta de
prova, pJe ministrar bise para a nova denuncia,
sendo que maito encarece o camprimento destas
recommendacoes, cujo resultado aguarda.
Ao da comarca de Garanhuns, recommen-
dandu o processo de responsabilidade instaurado
pelo uiz de direito daquella comarca,-ao escrivao
Antonio Florentino dos Santos por crime de falsi-
fieacao, aim de que, como convm, tenba proiap-
ta solugo, sejam punidos os autores desse fado.
Portaras ;
Ao gerente da companhia Pernambucana,
mandando dar urna passagem de estado a re do
vapor qae segu para o norte ao chefe de secgo
da thesouraria de fazenda desla capital Joo Seve-
riano Kibeir'o, at o Cear.
Ao mesrao, para por i disposico de Manoel
Saturnino dos Santos Neves, duas passagens de
estado at o Aracaty proa do vapor que segu
para o norte.
Ao conselho de compras de arsenal de guer-
ra, autorsando-o a promover o fornecimento dos
art gos mencionados no pedido junto, os quaes
saa precisos para supphmento do respectivo almo-
xarifado e da enfermara dos menores.
Despa hos :
Anna Monteiro de Lima Reg Vlenos.Re-
queira pelos canaes competentes.
Antonio Francisco Paes de Mello Brrelo, Joo
Cavalcante de Albuquerqae e Thomaz de Carva-
Ibo S jares Brando. Concedo o prato de oile
metas.
Compaohia Santa TbTeza.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Ernestina Beranger.Remettido ao Sr. direc-
tor geral interino da instrueco publica para at
tender a supplicante nos termos de sua informa-
cao de 3 do correte.
Baebarel Joo Dias Cootinho de Araujo Pereira,
A' vista das informacoes prestadas, nao ha que
providenciar administrativamente: recorra]osup-
plicante aos melos ordinarios que Iba faculta a
lei.
Joaquim Duarte Pinto e gilva, Joo Jos da
Silva Pa:beco e Jos Malheus Nuues. Nao tem
logar o pagamento requerido vista da informa-
Cao.
Jovino Bandeir.Selle a planta annexa, e volte
querndo.
Je Calisto Soares.O sapplicaate vai ser re-
mettido para o termo de Iogazeira, aflm de ser jal-
gado.
Racbarel Jos Antonio Coelho Ramalho.A' vis-
la da informacao do Dr. jais de direito da comar-
ca de Garanhuns nao tem fandamento a represen-
taco das snpplicantes.
Manoel Gomes Ifepomaceno.Deferido.
Manoel Leandro Bezerra.Requeira pelos tra-
mites devidos.
Phipps Brothers & CRemettido ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial para mandar cer-
tifie r.
XPEDIRNTI DO KCBBTARtO.
Officios :
Ao conselb;^ presidente do tribunal da re-
>*C*, -.iMdo qe a presidencia flcou inleirada
de haver sido efeito depatodo desse tribunal Alv .
ro Angosto de Almeida, em subnituiQao ao p^-0.
ciaote Jos Teixeira Bastos, qae fallece.
Ao cotqael eommandante das nijsi |te.
i rando-o de haver a presidencia concedido nesta
I dala ao remita Maooel Gomes Nepomaceno o pra-
zo da 30 dias para provar isenclo legal.
Ao mesmo, declarando que, por despacho de
hoje, autorisou-se o ornecimento dos utensilios
pedidos para a secretaria desse commando.
Ao iaspector da thesouraria provincial, cora-
municando de ordem da presidencia, qae o enge-
nheiro Manoel Baarqae de Macedo assamio em 20
do corrate o exercicio do lagar de engenheiro
fiscal da estrada de ferro do Recfe a Cixang.
_ Ao jaitde direito da comarca de Santo An-
tao, acensando de ordem da presidencia, o recebi-
mento do offleio em que parlicipou ter aberto
correicao no termo da Escada.
Ao i secretario da assembla legislativa
provincial, remetiendo por opia, para ser pre-
sente a mesma assembla, o offleio em que o di-
rector da escola normal* faz algamas conaldera-
(des sobre a medida que solicitou, para o com-
plemento do estado da calygraphia, e pede seia
votada a quantia de 500*, era qae est calculada
a compra de livrqs necessarios aquello estabeleci-
ment.
Ao mesmo, enviando para igual fim, copias
das informacoes prestadas pelo vigario capitular
cmara municipal desta cidade, acerca da posta-
ra que devolve, orgaoisada p >r aquella manicl-
palidade para probibicao de dobres e repiques de
sinos.
Ao mesmo, transmittindo para fien idntico,
copia da informacao da repartigi das obras pu-
blicas, acerca da aposentadora pedida pelo sr-
veme daquella repartieio Vicente Ferreira de Pai-
va Simoes.
Commando superior.
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR OA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO REClFF.. 3 DB
MAIO DE 1871.
Ordem do dia n. 15.
O IIIai. Sr. coronel commandante superior man-
da fazer publico para conhecimento do* corpos
sob sua jurisdec,o, que nesta dala reassumio o
commando do 1' batalhao de artilharia o Sr. t-
ente- coronel Deeio de Aqaino Fonceca por se ter
recoibdo da commissao ao presidio de Fernando :
qae por portara do Sr. conseibeiro presidente da
provincia de 28 de abrM prximo paseado, foi nao
s privado do posto de alferes secretario do 3* bi-
ta! bao de reserva, Firmino Hercalano Baptista
Ribeiro, eom> nomeado para esse posto o guarda
Francisco .da Sil*a Reg, e para o de porta-baa-
deira o gnarda Luiz da Veiga Pessoa, de confor-
raidade cora a proposta do respectivo eotnjsaa-
dante ; e qae por portarte do mesrao Exm. Sr
prndente da provincia, de 29 do mesmo mez. Se
mandn dar guia de passagem ao capillo do 4*
batalhao de infamara Manoel Ju vene i o Bezerra
de Menezes para o municipio de Itamb, onde tem
lixad.i sua residencia.
Recommenda o mesmo Illm. Sr. coronel eom-
mandante superior, qae os Srs. comman Jantes de
corpos e esquadroes, facam apresenlar ao capilo
quartel-mestre general al o dia 4 de cada mez
os prets dos sidos dos seas tambores, cornetas o
clarins, aflm de evitar-sea demora da organisa-
co do pret geral, e consegaintemente o seu rece-
bimento, corao at agora tem succedid com gra
ve prejuzo des interesses dessas pracas.
' Rodolph) Joo Barata de Almeida, coronel
chefe interino do estado raaior.
mesa e apoiado o seguate requer-
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL. '
SESSAO ORDINARIA EM 11 DE ABRIL.
PIIRSIDKNCIA DO SB. DR. AGI(R.
Ao meio da, f-ita a chamada, acharam-se pre-
sentes os Srs. Henrique Mamede, Paes Barrero, J.
de Mello Reg, Correa de Araujo, Ignacio Leao,
Pedro Alfonso, Firraino de Novaes, Ralis e Silva,
Barros Wanderley, Canha Cavalcanti, Cunha Fi-
gueiredo, Ges Cavalcanti, Teixeira de S, Gusmo
Lobo, Oliveira Andrade, Antonio Paulino, Pernam-
buco Filho, Barros Reg, G. de Drummoad, Joo
Cavalcanti, Toleotino deCarvalho, Vieira de Arau-
jo, Ribeiro Vianna, HoPanda Cavalcanti, Ferreira
deAgaiar, Rufino de Almeida, Felippe de Figu'ei-
roa, An.aral, Pinto Jnior, Ernesto Vieira, Au-
gusto Costs, Oliveira Fonseca e Eduardo de Oli-
veira.
Abre se a sesso, lida e approvada a acta da
antecedente.
OJ5r. Io SECRETABie da conta do seguints
EXPEDIENTE
Officios :
Do secretario do govetno da provincia, remetten
do por copia o oili :io do Exm. vigario capitular,
em que declara haver exigido dos respectivos pa-
rochos as informabas precisas para poder dar sea
parecer acerca do projecto n. 23 do anno passado.
Inteirada.
Do mismo, remetiendo por copia o offleio em
que o Exm vigario capitular emitte s;u parecer,
sobre a materia do projecto n. 12 deste anno.1A'
quem fez a requisico.
Do mesmo, era additaraento ao de 22 de marco
ultimo, remetiendo por copia a petico de Fran-
cisco Mara uprai, em que pede a coadjuvaco
pecuniaria para a pubh'eaco do peridico Brasil
Agrcola.A' eommisso de peticSes.
PeticSes :
Da Irraandade do Saotissimo Sacramento da ma-
triz de S. Fre Pedro Goncalves do Reeife, pedindo
preferencia para a exiraeco de duas loterias que
Ihe foram concedidas para auxilio as obras da
matrizA' eommisso de f.zenda e orcamento.
De diversos moradores de Craangy, pedindo a
mudanca da sede de sua freguezia para a referida
povoacao.A' eommisso de negocios ecclesias-
licoi.
De Isidoro Marinho Cssar, professor publico de
instrueco primaria da povoacao de Timbaba,
pedindo que augmente a quota destinada aluguel
de casa.A' eommisso de orcamento provincial.
Projeclos :
Sao jalgados objectos de deliberado e man Jados
imprimir as seguintes :
A assembla legislativa provincial resolve :
Art. umeo. Pica e presidente da provincia aa-
tomado a, de aecordo com o governo imperial,
auxiliar com a qaantia defessenta contos em duas
prestacfos anoaaes coistrucco de ama linha te-
legraphica desta cidade capital do imperio.
< Revogadas as dsposicSes em contrario. Paco
da assembla provincial, 11 de abril de 1871.G.
de Qrummoni.Tekuira de S.Gusm3oLobo..
Pernambuco Filho.Ol\tera Andrade.
i A assembla legislativa provincial resolve :
c Art 1.* Pica concedido annaalmente ae semi-
narlo episcopal de Olinda a qaantia de 4:00010""
para sastenuco de cinco estodantes do-^.
se mostrarem com verdadeira toca** "...'a"
sacerdotal. ** e8ld0
t Art. A escolha de ... ... ..
arbitrio do ordinario, "'^.J}L*,**mXn sera,ao
reanos 1 ot e1*' 'rtienndo entre os seas dio-
l'osmhos'd -aCJn(los do collegio dos orphaos;
i Revi" .-*811 Provinci>-
d i '*** ** dwposieSes em contrario. Sala
P? ^mmissdes, 10 de abril de 1871.A. Cunha
r.tgueiredo.C*nha Cavalcanti.frmno de Yo-
t'as.
Redacgoes:
t Vai
ment :
c Requoiro que se pega de novo as nformacSe*
solicitadas a presidencia era 6 de maio do anno
passado, acerca dos officios de juanea da provin-
cia, aparte que *e refere aos eserivies do termo
de Cimbres.y. Ftnra.'
O SR. VIEIRA D'ARAUJO faz algamas conside-
rares era jusicacao do sea re^aerraeato, qae
approvado. ^
OllDEM DO DIA.
2.* Sacarais do projecto n. 23 leste auno.
Art. 1.* A forc policial para o nno flnanceiro
de 1871 a 1872 compdr-se-ha de 8W pravas, po-
dendo esse numero ser elevado at 1000, segmdo
as exgencjas lo servico publico.
O SR. G. DE DRMMOND faz algunas consi
deraedes.
O SH. PEDRO APPONSO qaasi qae s? julga dis-
pensado de entrar no debate. A concluas do dis-
curso donoblepatado, que o precedet, evita a
dilcusso poltica sobre o projecto. O orador, por
sua vez tambem nao a encaminhar : nao tem
motivos para ato, e se o flzesse Acara desp-
eado de sua posi^o. Aceita, por n, o repto para
a 3* diseassao, porque nessa oceasio que o
projecto admitte emendas. Entretanto, vaf fazer
sempre algons reparos an diicarso de seu cdlfga
merabro dissiden da eommisso.
Entende o orador qae nao ha inconveniente era
abrir-se o debate poltico, embora nao verse elle
sobre os actos da,admiuistracio. A diseassao ptli-
tica sempre pnveitosa.
O Sr. Teixeira dk S :Era abstracto ?
O Su. Puto Atfonso : Era abstracto a dia*
casso dos principios e das ideas, e essa discnssai
no seu entender, tem todo mereciroeoto.
Un Sr. Diputado : -Ni perteoee algada desta
assembta.
O Sr. Pkobo Aitonsc oao entende assim. O
acto addieional aMrlbue s assemblas provineiaes
0 direito de velar la guarda da coustituici) e das
leis; confere Ihe, pois, aiiribaicdes polticas qae
eavolvem a disejamo dos principios geraes da po-
1 i tica. O orador leaabra-se de j ter ouvido animada
diseassao poltica nesta assembla, quando, pela
primeira vez, te ve a honra de oceupar aqui urna
eaHeira. E en teS)pos mais remoto* esta assem-
bla dea, ueste sentido, a mais bnlnante copia
de si.
O Sr. G de Drummoxo :Ni9 de mea tempo.
Outro Sr. DuOTado : Mas M que tempo se
disenta poltica geral t Crao oppoekieaiilM ad-
ministragio geral
O Sa. Pxdro Affoaso : Casiwlteni-te oe aa-
ttaes e vr-se-ha qiu a politfca geral foi aqu por
murtas trepetidas j*. larga etUaaneatdi*-
cntda por ceeasio da discusso das leis annuas.
J hquv lempo em iae esta assembla se elevoa
altura de urna verladeira instituicao politice, e
nesses lempos presin provincia os mais rele-
vantes servicos. Euo sentavam-se nestas eadei-
ras os borneas mais eminentes de cada um dos
partidos existentes, ps cidadaos mais dedicados
cansa publica, e diotiam amplamente a poltica
etn suas relacSes gerae?.
O Sr. G. Lobo :Aqu estamos para ouvir as
suas ideas abstractas em poltica.
O Sr. Pedro Afkinso nao se incumbe disto :
est apenas fazendo reparos ao discurso de seu
honrad) collega de, cramisso que o preceden ua
tribuna. O nobre ws|utado disse que nao entrava
no debate poltico, porque junta sua inteira adhe-
so actual adminatracao, e qae durante seis
annos, nesta casa, profligara a adminisiraeo da
provincia, por oceasio da discussio do projecto
de flxaco de forc,a policial, e que est acosturaado
a proceder deste molo, qoando a administrado
nao mereca sua contiaaa poltica
O Sr. G. be DrumMnd :Eu disse maispres-
to o meu apoio admnistraco da provincia, janto
mea apoio adminlstnco do paz.
O Sr. Gsmao Lobo -Pois vamos discutir poli-
tica, o nobre depntado proponha as tbeses.
O Sr. Pedro Affokso ja disse que nao se in-
cumbe disto. Esl se dirigindo a sea collega de
districlo e eommisso. Sem dunda os 6 annos a
que se referi o nobre deputado, foram os do do
minio progressisla T
O Sr. Pedro Apfonso :Que o honrado depu-
tado de facis rautaodes polticas.
O Sr. G. DninauoND : Eu repulo esie insulto
de V. Exc.
O Sr. pnBSU>BNTE :Eu acho bem que o nobre
eputado nao continuo ueste terreno, qae da la-
gar e recriminacdes'desagradaveis.
O Sr. Pedro Aptonso:PersuaJia-se que a
pbrasemuta$5*s ptliticasde que moa na* era
insultaos...
O Sr. Oliveira Andrade :E' um insulto que
nobre deputado est fazendo muito deliberada-
mente.
O Sr. Pedro Apfonso:O honrado deputado que
acaba de honra-lo com um aparte, nao compre-
henJeu o seu pensamento. As mniacoes polticas
podem-se dar muito honestamente. A poltica do' l(,il .
nosso paz as determina f-equentemenie. Mnitas *"
conducta poltica do honrado depntado ; e afflrm
qne nao leve o proposito de levantar ama questo
pequenina acerca de sua pessoa. Entretanto, je-
gava-se aggredido e precsava reagir nos termos
em que o fez. O honrado deputado, a qoem se re-
fere, por diversas vezes Ihe diriga apartes aspe-
ros e offensivos, procurando indicar, por esse aso-
do, que exercia urna certa influencia sobre o ora-
dor.
O Sr. G. DrummosD' : Eu nuuca tive seme-
lhante pensmeato.
O Sr. Pedro Afponso affirma o fado e ap-
pella para a publicacao dos debates.
O Sr. G. Drummond : Felizmente quem tem d*
julgar a provincia.
O Sr. Pedro Affo.nso- appelle tambem, e com
. para a opinio publica : a pro-
rara um e outro.
O orador nto corapreheode a que vem essa alie- Reculo,
gaco qomo prova do apoio que o honrado deputa-
do presta aetual adminlstraco... O honrado
depntado naquella poca velo aqai com o manda-
to qae Ihe conferiram eleitores progressistas.
O Sr. G. db DRUMMofe : Mas nao era da po-
litica do eleitorado, qu tinha c nvcgo profunda
de que votava n'um adversario poltico.
O Sr. Pedro Affoxso justamente o que nao
com prebende.
Um Sr. Diputado :-No ncomprehensivel :
i Dr. Ferreira da Veiga foi deputado no dominio
da poltica progressisla.
OSr. Pedro Affoxso :O caso nao tem pan-
dado. O districo que lbgeu o Sr. Veiga,_ assim
como outros, era em sua maioria da opimao con
servadora. Eatretanto qae o distrcto qae elegeu
o honrado deputado, a quem se refere, era inteira-
mente progressisla. O orador, pois, nao compre-
hende como 0 Sr. deputado eleilo pelos progres-
sistas, vinha a esta casa hostilisar a administracao
que protega os interesses polticos daquelles eleito-
res. Suppot qae o aobre deputado transiga com
os seaTprincipios para obter o mandato...
O Sr. Teixeira de Sa
ta que eu comba.
(lia ouirosf apartes)
O Sr. Pedro Aipo.vso
de S): D s mi
que Ihe convier; ra
entende que se o ho
com o; seus principios
Eis ama these boni-
Para o r. Teixeira
avras a enterpretaco
jusfica... Odor
_,iUdo nao. traHegia
ticos porque identifica-
tos que se ligan s relagoes mais geraes e Jegiti
mas. Hoje podamos pertencer a um partido e
amaoha a outro, sem que nos seja isto desai-
roso.
Um Sr. Deputado Segundo a theoria de V.
Exc.
_0 Sr. Pedro Affo.nso :Diz que essa theoria
nao sua : existe no paiz autorisada por inn-
meros exemplos. Em todos os partidos vai encon-
trar desses exemplos. Ainda a pouco fez parte
do um ministerio conservador una notabiliJada
poltica que, em outros lempos, fji exagerado li-
bera I.
(Ha um aparte)
0 Sr. Pedro Afponso .O orador est provan-
do que nao leve em vista irrogar urna injuria a?
seu collega.
O Sa. Pedro Afonso :Est me dando o seu
retrato.
O Sr: G. Drummond :Est persuadido que
o 83 refere a si; pelo menos nunca solicitou fa-
vores e nem votos de conflanca de seus adver-
sarios poltico-. Nunca teve a pretenco de oceu-
par sempre e a todo o transe, urna cadeira nesta
casa...
O Sa. G. Drummond :V. Exc. eslava dormin-
do em c asa em santo ocio, eraquanto os ou-
tros trabalbvam.
O Sr. Pedro Afponso :Assegura que nao se
ocenpava smenie em dormir: alguma cousa fa-
lla em prol da causa de seu partido na loealidade
onde reside; nao allega, porm, os seus servidos,
e o pnmeiro a reeonhecer qae os servicos do
honrado deputado erara de ordem muito sape-
rior.
O Sr, G, Dhmmonb.Pelo meaos nao me cons-
ta nada qae o tovnaste saliente
O 9r. Kuiio affonso :Continua a confessar
que oo pode competir com o honrado deputado,
qae sempre aodoa adiaate do orador.
O Sr. G. Drummond :Sem duvida, vinha para
este salo.
O Sr. Pedro Affonso : Nao neg isto ; e admi-
ra mesmo a flrtntsa de seas principios, a dedica-
cao aos interesses de seu partido.
O Sr presidente :Lembro ao nobre deputado
qie estylo desta casa, por oceasio de descatir-
se o art. 1* do projecto de forja policial, em 2'
diseassao, tratar-se de negocios polticos, mas ista
nao poltico.
O Sr. Oliveira Andrade;E' urna poltica
mesquinha.
O Sr. presidente :Sao discussoe3 todas pes-
soaes sempre inconvenientes.
( Ha outros apartes)
O Sr. Pedro Afponso :Est fazendo lgueiros
reparos a que d lugar o discurso do honrado
deputado.
O Sr. Teixeira de S :Ha de concordar que
por ahi nao vai bem.
O Sr. Pedro Affonso :O tpico do discurso
de que se oceupa provocou da parte do orador as
observacSesqae est fazendo, eos apartes, que
Ibe estao danlo, levam-no adianto. Quando o
honrado deputado nao poupa o orador, atacando o
desab ridamente e proposito de tudo, nao v
motivos para nao reagir, e deixar passar sem re-
paros as preposicoes emitlidas pelo honrado de-
putado quepro:ura exaltaros seus mereciraentos,
e at a circumsiancia de ser deputado, ba meio
ra-se com a situaeao progressisla.
OSr. G. Drummond :-V. Eac esl perfeita-
mente engaado, os annaes desta assembla fallara
mais alto. (Apoiados)
O Sr. Poo Affonso : comital* na mesma
diffleuldadfl. Antesjgner almittir que o eleitora-
do daqaelle tempofra eaaaervador. Mas, sabe
qae at o ebtfe da situacfo pretressista nesta pro-
vincia, reeommendara a eleicao do honrado de-
putado. O orador tem provas disto.
O Sr. G. de Drummond :Apreienet-as, eu o
provjeo a que as aprsente.
OSr. Pedro Ajtons: tetras* a cartas es-
cripias em favor da eanUtetara do honrado
deputado------
OSr. G Drummond :-Deixe-se de reticencias,
aprsenla as provea.
OSm. Paoao Affon-o :Ka da apreaenta-laa
app/oRoaameaie.
0 Sr. G. DtrcauOND :-Aees*s a acuasaolque
qwaer.
O 8s.. Paimo Jitonso :->reje-lhe que tocou
na mai delicadataseepilbilidae Sr. depntado.
Decora isto, e pe* ao aeu dieUtSiireollega que
nlo se ncommoia tanto. A conaasfo 6 Jas qae
*riO toG!'L^iiam> :-Vsls raaito para mlm.
Se ?. Exc. aao prestt atteaeie ao* sea* crditos
ooliiieos, eu presto muita, .
v o Sr. Pbpho Affonso -^*0]?,4o V *
deputado a qf meio leculo, "W H
ttoctocoliea.-..
Um Sr. Dsnrrano y+ya aaao* i m.o saeu-
lo?
0 Sa. Pedro Atretua :-*Desde qae eoohece o
bcmrado aepotao, deafle sua afaicia, qaa a va
oeeapaade ama eaaetraaa asa. Rame-lhe je
Um Sr. Deputado : Coalou os annos ?
(Ha outros apartes.)
O Sr. Pedro Affonso principiou declarando
que se limitara a oppr simples reparos ao dis-
curso do honrado deputado. Vai agora tratar de
outra parte de que se oceupou o seu honrado col-
lega- .
O Sn. G. Drummond : A diseassao e a rainha
pessoa e nada mais.
O Sr. Pedro Affonso nao v conveniencia
em discutir a pessoa do honrado depoiado : ana-
lysa apenas as sOas palavrts, comparando-as com
os sens actos. Tem sido aggredido e est defen-
dendo-se. Pedio informaedes sobren numero de
aggregaos existentes no aetual corpo de polica e
as aposentadoras que tem sido concedidas. Pre-
cisa dessas informacoes porque conta cora a ira-
pugnacao que o seu honrado collega vai fazer ao
projecto que sTliscnte. Ainda nisto vai exereer
um legitimo direito de defesa Persuade-se que
chegar a provar que, na conreceo do projecto
do anno passado, se teve em visla, principalmente,
Iludir a lei que garanta as reintegrares nos pos-
tos aos bravos qne foram sacrificar suas i
em defesa da causa nacional.
O orador, quando justifico u o seu requerimento,
referio-se tambem a modo descommunal e des-
abrido por qae fra atassalhada a. reputaco do
Sr. coronel Alexandre, que, alias, iustificou-se das
graves impalacSes que Ihe fez o honrado deputa-
do. A casa e a provincia sabem do qae se passoa
aceres desse militar, e do modo justigoso como foi
eile aitendido pelo Sr. conseheiro Diogo
O orador, pois, llmita-se a estas consideracoes,
aguardando a 3' discusso do projecto e a s
impnVnacao.
O SR G. DE DRUMMOND abunda as ideas
emitlidas, respondendo ao precedente orador.
O SR. OLIVEIRA ANDRADE fax algumas con-
sideracoes.
OSR. PEDRO AFFONSO vai dizer poucas pala-
vras, limitar-se-ha poucas observares : a casa
observan que o orador eareeia de assumpto quin-
de se levaaton pela primeira vw. e nao teria oc-
cupado sua atteocao, se o discurso de seu collega,
qae o precedea na tnbuoa, nao contivesse propo-
sicSes provocadoras de reparos, mrmente dalle
orador, a quem o Hbnrado deputado nao poupa, e
sobre quem se atira todas as vezes que tem ocea-
sio.
O honrado deputado, a quem o orador esta sa re-
feriado, disse que, nessa casa, dorante o dominio
de partido progressisla, raantivera-se sempre no
seu posto de honra, com relaco ana firmeza
de principios e dedicaco ao partido wnservador
O orador linha duvidas a eme respailo; assim co-
mo nao poda comprehendetUemo, tendo o mmre
depntado profligado wmpTl as administrasSes
progressistas, eonlinuasse a ser acceito JJJ """*
cer a confianca do districlo que represeutave,
cujo eleitorado era reputado progresante em sua
t a depos que ouvio ao nobre deputado,
Foram approvadas as dos projeclos ns. 5 e 6 do j4 ameie eeculo, porejl
escale anno. I > Sa. G. Loas :-Qa ffm Wv T
velbe.
v da-lhe mesmo os seus sin
, por ter reconhecido a malar c*a#-
nTtwcedimento de seu dlsac* caliega
C^sM le nae correo, de corrnn^- -^^
para appludir a firmeza e abneaclo que o boa-
rado depntado moatrou ter mantido.
O orador, pois, applaude-a por ler fornecido
eecasllo de ser to vantajotamntt explicada a
O Sr. G. Drummond : E' quanlo me basta ; mas
eu quizera que o nobre deputado aponlasse a oc-
easio em que Ihe dirigisse qaalquer aparte offea-
sivo.
[ O Sr. Pedro Affonso : Constam das notas ta-
chigraphicas que tem em sen poder.
O Sr. G. Drummond : Pois publique os s os
discursos.
O Sr. Pedro Affonso ouvio o honrado deputa-
do historiar a sua vida poltica, exaltando os seus
mereciraentos e dedicaco a* partido conserva-
dor ; Qca sabsndo que o honrado depntado nao A
nenhum; abyssinio qae adora o sol no oriente e
apedreja-o no ociase, e qae nao pertence
classe daquelles que frequentam os presidentes,
apertam-lhe as mos para depos desacaia-los.
O orador precisa responder cabalmente sua al-
Inso que nao tem applieaco si. Ha poneos
das o honrado deputado pelo 1* distrcto, respon-
dendo ao orador, usou da mesma alluso.
O Sr. Teixeira de S : I com a mesma inno-
cencia.
O Sr. Pedro Affonso *mbora tivesse debal-
de provocado ao nobre deputado, a quem se di-
rige agora, para declarar se se referia a si, e de-
vesse esperar pela publicacao de sea discurso,
vai todava declarar alto e bom sora, qae nanea
teve perante os presidentes desta provincia preten-
cSes qae nao fossem de interesse publico relativas
a loealidade onde reside.
O Sr. Presidente : Se eu soubesse qae havia
urna insinuac i as palavras qae se refere, que
linha applieaco ao nobre deputado, eu ehamava
ordem.
O Sr. Pedro ArFoxsn nao Mronr iuo r iram empregadas aquellas palavras, se na
continham ama insinuarlo.
O Sr. Presidente : O nobre deputado est sa
defeRdendo corao se isso Ihe fosse attribuido, mas
nao foi, se fosse, eu devia ter chamado ordem.
O Sr. Pedro Affonso em todo o caso a pro-
posico foi aventurada e rep3tida cora referencia
a si : deve, pois, coatestar a sua applieaco ; a
repete que nunca solicitou favores particulares da
nenhum presidente, e nem to poaco do presiden-
te a quem se allude, por ter o orador censurado
a sua administracao ; nao esteve em contacto om
aquello presidente, frequentou-o poucas vezes e
por motivos de servico publico. Arada mesmo
quando tivesse mantido relacSes amistosas nao
eslava privado, por isso, de apreciar um oa outro
acto de sua administracao. Aqai o orador_ cum-
pre com a obrigagao de seu mandato, nao vem
attender s consideracoes particulares.
O Sr. Cunha e Ficueiredo:Apoiado.
O Sr. Pedro Affonso do mesmo modo que o
honrado deputado que pretenda tirar partido do
orador, incumbindo-se de deffender o presidente
de sua predilecco, como se aquelle presidente
fosse alguma raulher de Cesar que nao podesse
ser nem suspeitada...
O Sr.Teixeira de Sa : -Isso commigo ?
O Sr. Pedro Affonso : ... o honrado deputa-
do pelo 3 districto usou da mesma insinuacao.
O Sr. Gaspar de Drummond: O qne ba de of-
fensivo a sua pessoa ? Disse que eu nao sou abys-
sinio, que nao apedrejo o sol no occaso quer di-
zer que o nobre deputado o seja ?
O Sr. Pedro Affonso nao comprehende a que.
vinh a repetico da phrase se ella nao linha
applieaco.
O Sr. G. de Drummond: Achei-a aproveitavel.
O Sr. Pedro Affonso o honrado deputado
deff-radendo-se comparou o seu procediroento
com o do orador, no anno passado, ao qual dea
a qualificaco do iafantil desaccordo e de nimia-
mente inconveniente para com seos collegas,
com os quaes est este anno, depos de ter-
Ihes dirigido apodos e insultos........... lv
certo que o fador, durante a sesso do anno pas-
sado, e em rauitos assumpto?, esteve em diver-
gencia com alguns de seus collegas, com os quaes
esl presentemente de aecordo ; aecordo em que
se explica pelas Ideas e principios tanto como pe-
los interesses geraes.
O Sr. G. Drummond : Na o censurei por
sto.
O Sr. Pedro Affoxso desde que nao existen
divergencias polticas os desacordos o occasio-
naes. O orador nao v aqui adversarios, e din-
ge-se segando suas conviccoes. Nao vai alm ; a
promette publicar seus discursos.
O Sr. G. de Drummond -Afflang-lhe que nao
aeixarei de publicar nem um s dos que proferir
em resposta a V. Exc.
O Sr. Pedro Affonso lembra ao seu collega
que convina publicar o discurso que proferio o
anno passado acerca do coronel Alexandre...
O Sr. G. de Drummoxd : Dou-lhe as notas ta-
cbygraphcas, corrija-as e mande-as publicar. Com
nobre deputado guardo todas as attencfos.
O Sr. Pedro Affonso nles de coocluir va
referir-se tambem ao discurso do honrado deputade
pelo 2* distrcto, seu collega de commissao, e que
lamenta nao se achar presente.
O orador nunca pretenleu constituir com o se
distracto collega urna solidariedade completa, e a
respeito de todo.
Pensa qae devem ser solidarios qaanto a sus-
tentarlo do projecto qae confeccionaran! em com-
mum; quanto ao mais eada um procedec come
entender. Deplora, apenas, que o seu procedi-
mento, com relacio ao honrado deputado peto J
districto, tenha eneomraodado lasaajt)jay.gP.
O honrado depntado est no seu dlreUofj omaaa
a defeza daqaelle qae Ihe merece ^J**S
conflanca; mais pode fazo lo semftedir agota-
dor e em emprestar-lhe intencflea r****-
Nada mais dir sobre este ponto. Vai concluir.
declarando que est sentido de ter **"
do a eneommodar o sen collega pelo 3 mstneto,
embora tivesse dado lugar ao diacurao sentimen-
tal e palhetioo que tanto impressionou o.
Encerrada a diseassao o art. posto a votos a
approvado.
Sio successivamente approvado* os segualas
* tfAft! 2. Fica autorisado o presidente da pro-
vincia a dar ao corpo de polica a organisacao
que ihe parecer mais conveniente, e a reformar
o seu regula ment, podando por em execucio a*
reformas qae flzer independente de aapro>5ae
desta assembla
Art 3.* O vencimento ri0 aM pracas d*'
compete para faraamento, a qual mee fie
11600; sendo exprwwmsnte -ea elevada a
descont para a msica. TaS qaalquer
Art. V* Fica autorl**' ,. __
oa a cono*" f p^* H**
v v ._; os officiaas ou inferiores que fb-

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v




-"-

.j ,*....... >;
Diario *!
rem&nibuc
MMMM~
SVla feira 5 .1* Maio d 1871
mandados serwee ptr-a-o interior-da -pre-hsposa e frHm;-vn ijunes em erajuneiun*>
Vine' sm gratiucatio do 10*000 a 10*000 raen- *
te?, contada desde o di era que iahirem ate
aqaelle ira que se reeolherein ao qu artel, sem
preiuito 4a ajada de casto que Ibes competir.
Art. S. Av*Ms de offlclaes que se derem no
corpo serio preew.hidas de preferencia pelos ofll
eiaes que rxlswnjiggregados ao eorpo actual.
ArL 6'FIbmb era vigor as disposi;oes dos arta.
4 II l, 18 e H da lea n. 9*1 do anno passado.
' (Continuar-te-ha.)



1%
REVISTA. DIAEIA.
ASSEMBLA PrOVINCIAL.Na sessio de non
tem a assembla occopou se com a 2* discusso
do ornamento provincial, approvando o art. 6*, de-
pois de oraremos Srs. Runo de Alnieida.Felippe
de Figueira, 6. de Drummood e Mello Reg.
A ordem do da para hoje : continuara > da
anterior ; 1* discusso do3 projectas ns. 48^ 90,
*i e 97 deste anno e do de n. 6 do anno pas-
uda.
TE IMO DO RIO FORMOSO.No tendo tirado
-titulo no devido prazo os Io e 5o snpplentos do
jniz municipal d>> lermo do Rio Formoso, por
portara da presidencia da provincia, de 29 do
pascado, (orara transferido! para o? lugares imme
diatam#u:e superiores cada um dos nitiia*"-* sup-
lientes, e nomeados par 5*Francisco de Gravea
e Souza, e para 6' Heorique \ugusto Mil le.
SANTA CASA DE MISERICORDIA.-Por porta-
ra da presidencia da provincia, de 29 do passado,
foi exonerado Vicente de Paula Oliveira Villas
Boas, as;u pedido, de mordomo da junta admi-
aiairativa da Santa Casa de Misericordia.
KURDA NACIONAL.Por portara da prei-
deacia du pr ivincia, de 29 do passado, mandou-
sedar guia de passagem pra o municipio de
ltamb, ae capitio ca 4" companhia do 4* batalha.
da uiaauna do municipio do Recife, Manoel Joao
Beierra de Meneze.
NHEIRO.-O v;tpor Sania Cruz levou ante
liontera :
Para Mac ri 19. 1*930
. a Bahia* UfcJMattW
* o flio de Janeiro 97:62o(H0
sendo desta oliima parcella 76.800000 paao
iMeoaro nacional.
O vapor Pirapama trouxe para os Srs.
2:")80*000
1:0004000
I:il00'i00
930*000
-)7*08
309*000
353*000
3004000
224*000
2*910
A. Alberto de Souza Aguiar
Pedro Osorio de Cerqueira
Lmz A Sequeira
Lni; Gnuealves da Silva dt Pinto
Jos F. Pinto de Magalbies
Maaoel Marques Pinto
H. Le den k C.
Jos Luir. Ferreira da Costa
Maacel Moreira de Souza
Jetqnim Jo- G. Beltrao
DIPUTADO GERaL.-Naeleicio que se pro-
cede no 2o distrido da provincia, para cwi dipu-
tado i arsernbla geral em substituicae do Exro.
Sr. conselheiro Tneodoro Machado Freir Pereira
da Silva, chamado aos eonselhos da cori.obtcve
esee Exm Sr, 100 vetos no collegio de Limoeiro
48 do de Nazjreth,
13STIIUT ARCOEOLOGICO E GEOGRAPHI-
CO.Iteooio-se honleni este Instituto too a pre.si
dencia do Exm. cooselheiro monsenbnr Muir Ta
vares, com asistencia djs Srs. Drs. Soares de
Asevedo, Air n-o co Albuqoeniue, Jacintho
Satnpaio, Fjuceca do Altjujuerqo,; e o Sr. majar
Salvador Heunqoe.
' lida e approvada a acta da antceJente.
O Sr. secretario p;rpetuo mericiona o eguinte
expediente.
m offlcio do Exu\ conselheiro Diogo "Velho Ca
valnate de Albuquerque, acceitanJo e agradecen-
do o titulo de socio honorario q ie o Instituto lhe
conferio. inteirado.
Ootro do Io secretario da soeiedarte dos Artis-
tas Mechanicos e Liberacs, c mvi i md o Instituto
a te fazer representar no acto da bsi t\* e colloca
fio da primeira petlra do Lycj de Ai tes e OlD-
cot.Por-oo ter cliogado a temio o ofll^io dei-
xoa o Instituto de ser aili representad.).
O niesmo Sr. secnstario perpetuo d cunta das
seguintee offertas : varios nume/os do Diario de
rnNuMfrvtu, peiu ^uo^tu t>i. r-..J1r;,i : ol(r,,n<
nmeros do Americano, 31ei cantil de Goyanna,
i'nio Li'.eral de Aligoas, e Jornal da Fortaleza,
pelas respectivas reuaceoes; diversos nmeros do
jornal Santa Cruz, pelo Exm. vigario capitular.
Todas estas offertas sao recebidas com grado e
mandara-se archivar
E' approvado o baianco do 2o trimestre, cujn
dicusso foi adiada na ses>o anterior.
E' igualmente discutido e approvado o balan w
relativo ao 3o trimestre.
Faz-se a deslrlbuicao do n. 20 da Revista Tri-
aensal do Instituto.
OSr. raajor Salvacor Henriqna, inscreve-se para
oceupar a atleDyio dj Instituto na seguiote ses-
ao, cm a litura de Om ndice neminal e alphabe-
uoo, por elle organisado das principaes pessnas.que
militaram na guerri contra os hullandezes, des-
de a invazio em 1630 at a restaoracao em 1654 ;
segoide de notas becgraphico-explicativas.
THEATMO DE SANTO ANTONIO.-A compa-
nhia franceta, dirigida pelo 3r. Harbain, cantou
aoie-bontem n'essu tlieatro a opereta tuffa Orplie
aux enfers, msica de Offenback.
Seodo ja bem canliecida do nosso pobliim, era
de crer que a empreza se esmerasse ein p-Ja em
sc^* Cm lodo e apnrato, de forma uao des-
agradar de todo, como .pde-se dizer que infeliz
mente acontecen.
Nio so ttia agred? ram as decortcoes scenicas,
que especialmente no Olympo, no seguodo qnadro,
estiveram paupe rimas e at ridiculas, mas tam-
bera ficou mnito qtiem do que so esperava o des-
eropenho da opereta, cojos papis fonm-poueo es-
Utdados e por Isso bastante sacr.heados.
A excepcao da Sr.* Pnn:elet, que cantou com
muila gra^a e bem |Wlo pequeos entrechos'mu-
wcaes do seu mitnot) papel de Opimo publica ;
o Sr. Maris, que comorehendeu e executou per-
_MttBeiite o sen papel de John Siytc ; e do Sr.
-Halbleib, que foi um bem regular Jpiter ; todas
as nato figuras, njlusivampote os Srs. Hnrbaia-e
Mareband, alias ptimos artistas, todas estiveram
asalxo do que fora licito esperar.
Eurydiee foi cruelmente martyrisada pela Sr."
Breada.
OSr. Marchand, que no primeiro quadro pare-
ca dever st um ptimo Orptio, deixou eclipsar-
te a tua estrella, e como que ez-se esquecer do
publica.
Sr. Harbainesorcou-se ; mas nem Arlsteo
nem Plnto Ibe flearam dever se nao algorras
patarras em portugutz, que >provocaram illaridade
e sJfumas palmas.
A Sr.' Poppe, que empre desempenha os papis
da que se incumbe com algmu taleoto, luieira-
Me debocada, s leve de Diana os trajes e as
Dm rnais figuras, alias bem pooeas para o que
requer o libreto, nao convm dizer eousa alguma.
iwf" 5 Sr" *lQrt'a'n I10S quiwe attder, aeonse-
lhavamos-lbe que retirse da sceua o sea grotes
co Orphe tiu.c enfers, ciofiudo-e asim ao que
os eeotta ru fora oitservao pelo tea talentoso
ckefe de orcbeslra, coja opmio fci que lo desee
esea opereta, ja raoiui eonheeida e muito melbor
MUda no ewineto tltettrode Santa isabel. .
O Sr. Poppe, que bem eonkeoa m artistas com
fan>.Tl"i nao se enganou pois; e, iespeito dos
am inauditos esfor^it para qne o detempenho
lotaa aseaos mao, teve o desgosto de assistn: uta
4iiu euteriramento. I
CORRIDAS.Oj promot.)Fes dastes dlvertimeQ-
tet em Saat Amaro, Mimados pela concurrencia,
e boa ordem que remeu dorante as corridas que
tiveram lugar em 3 do passado, resolver con-
tiaoa-las do domingo 7 do corrate, depoi* de 4
horas da tarde. Na campia se apreseaurao ca
taIoj preparados pai.t correrem com os que ap-
parecaro. Sobre os iulgadores seguir-se ha ai
eoodicSet ja aauuacia das.
1GMRJA DA SLEDADE,Oevendo bofe * latera era beneficio das obras da igreja da So-
ledad?, as qiiaes vio bastante adianudas, pedem-
*>" lembrar qaellas pessoas quera eoobe-
raa ai prerr iot matare s, que deera algaraa etmo-
la para o prottguimenio das trabalhos.
MVt DE MARA.Celebra- te desde e da 1* de
rente o mea Mariano no convento de Su Fraa*
ea. craaat tos esjore>t do Rvm guardio de
Meo rooveote, "fas quintas e domingos o pre-
** Pre Mi de San\ Thereta faz onvir a sua
j*?>r as v,rides e amor de Mara por teus
il'ctiva sobeata, com k saudade p^ninoe de umche
fe digno a retpeites, o etoealo di' atPtw-se em
pregado todos os meios humanameate possiveis
para prndelo vida.*
f Si a sua per Ja Ipestimavel .para a familia,
a queu lega apenas ura oome honrado, no, roe
nos sensivel a saa*B
provincial, onde "era l0-?criptarario e servia
desde a respectiva installaco, com intolligencia e
probidade exemplar, ailiadasi maneiras attenrio-
sas, tendo por isso conquistado
racao de todas.
i No mesmo da teve tambera lugar o enter-
ra ment do Sr. Francisco Rodrigues Pinheiro, em
pregado na altaudega; o qual fallecer noute
anterior sorTrimentos amigos, que de costnme
reappireceado-lhe quasi psriodicameole sem.con
sequeoeia, desta vez tatuaran sobre o principio
vital de modo a neutralisar todos osasforxjos M>-
oregdos pir diversos mcdicovrompenio aODa o
no da existencia, qus o prenda a sua familia,'cu-
ja desolacio sera limites, em presenca de iua
realidade cruel a nao mais.
O Sr. Rodrigues Pinheiro era um nneelonv
rio antigo, tendo sempre sabido haver-se era suas
felacSes offloiaes com zelo e honra, deixando em
heranca sua familia a pobrezi classica daquel-
les, que se votara ao servic-i publico em nossa
trra, onle os venciroenlos mal ehegaio para a*
neees^i lades diarias do individuo.
LEILO. Hoje electua o agente Marns as
11 horas do dia, o leuao da armaco e caload) da
l-jadaruado Baro.di Victoria, pertenceote a
massa fallida de Fernando Stepple da Silva.
LOTERA. *A que se aefta veodad a 9i a
liiiiBik-io da igreja de Nos-a Senhora da Soledade.
a qual corre hoje.
PASSAGE1H03.Entrad is do-Graaja e portos-
intermedios no vapor brasileiro Pirapama:
Tenente Raymundo Pereira ae CarvjHn, loa-
quim J.is de Almeida MnH, Dr. Manoel T. Bar
Guilhenne effreo, teen-
j;
frerT)-pTrvrwl1o por Wennos para, a ceadi
das o.irnes para oe acougnos, de parecer que se
iuformeera favor da conveniencia do paojatfi
tabeleceadu-se todava a clausula de ao
que esta cardara pa caro ttalaitadto chamar a ai o privilegio, wja o
privilegiado aarigado ?celer-lhe todo o material
einpregodt era dita condusc>o meditte a devida
indemnisscSo.
t Pagoda cmara municipal do RecifdjBm 29
de mareo de WH.-Dr. Lobo Maaecso aMriaaas
seapre a con.-ida- da Silva.Apeando. _
Outro da commissao de tteacao.. O ierre-
no em que quer edificar D imingai Jos da Silva,
nao esta en lagar que deile frente para foa, por
quanto ao quintal da casa n. da ra de *. Goo-
calo, onde e acham estabelecidat pequeaas casas
setn coqNaados, e muito p.uco ventiladas, e esa
que haaUen alguns iuUancs que se caupaeo no
servido )ie*angrab-ir: teen 60 palmos de largo e
23 de ftiado, sua. coaMraeci) cecupar a frente
iie urna peiuena abertura de 306 palmos por on-
de tem enirada os qaa babitam naquedas peque-
ais cipas, e portante ebsOrue em grande parte i
abertura nica por ona^ faz a veatfla^ao ero
prejuiso dos qu all morara, alera de snlepor-sn
a alg imas das habiucdes existentes. Este local
nao pode legalroeote te prestar a editicacao teco
ferir em frente as po-turas municipaes, no entap-
io a cmara resolver o oe entender.
t Pac) da cmara municipal do Rcife, 24 de
marco ie 1871.-Dr. Prxedes Gome de Souza
Pitanga, Jos Maria Freu-e Garaaro.Appro-
vado.-
Dous pareceres da mesma commiisao sobre o
requerimeato fle Be.llarmino do Reg Buros e ou
tros, em que pede-ui assembla provincial con-
cesso para estabelecer carrls de ferr que sir-
vam pira cunduzir gneros, volumes e bag^gens,
sendo um assignado p'lo ir. verealor Gameiro,
que foi approrado, e outw pelo Sr. vereaaor Pi
tanga, que ricou prejalU oSr. venador Angelo flenriques .urna modiSeicao
explicativa por Ine parecer que ambos os aigdait-
no de que
s que
uzam actdalme'ot; da industria Me coaiuzir esses
gneros. 1. A cnmmUso da editlcac^ao, tendo
examinado a penca? de Bellarmioo do Reg Bar-
ros e nutras, qie iud-rerarara assembla pro-
vincial, pediud) privilegio exclusivo, por espaeo
de cineoenta annos, para coflocarem trilhos de
(erro uas ruasdesta cldade, aiim de effectuarem
o transporte e quasqner geoeros, volumes e ba-
gagens, n- da e-tacao da estrada de ferro, as
Vinco Poota, p*n oj mUerentes barrros da cida-
de, p .re esu-s entre si, e sobre cujapreienca)
fui mandada oovir esta cmara, por*rottoiedio
do govertt) da provincia, eotende qne a mesma
cam ira (fcve b ..-ear a sua informaba > nos seguin-
tes lopicis:
Pnoeiro que, seudo 'Tipre vtntljoso e dig-
no de attencao todo o mein empregado para facili-
tar o rabaitio, e, especialmente, em urna poea
am que a escacez de bragos por todos sentida
e faz eljecto da solicitud* dos poderes soberanos
Jo E-tado, nao poje a cmara deixar de recontre
cer jue o assenlaJiento de trilhos de ferro, nos
tti uros propostos pelos suppli untes offerece indis-
pauvel iiuiidade.
Segundo, que tanto essa otilidatte foi recont-
cida pela cmara, que nao utrrrdod BSta''"permitirr
ai-s -iiipp!cantes a realisaco de sua empreza, con-
.-Ji.do iguil permisso aos outros que requ>re
ram, visto nao ser-lhe permitlido aecorfl.T privi-
legio exclusivo alguem
< Paco da cmara municipal do Rcffe 22 de
raaroo de 18? 1. Jos 'Mara Freir Gameiro.
I." Divirjo do parecer apreseolado jiero Sr.
Freir Gaov'iro na iwticao de Bellartorno do liego
llarrose uutros, s.iiedte na parre Je recoubee
a ulidade di privilegio : por '.nairto nSa era m-
dusiria nova o fazer transportar bagagens b ideT-
cadorias de uns para Otitros pintos da oidade, e
rjepi Jen3>) nows e desciuhecidas os msis de que
M"** "' "*
receoer. .
iraruias e valores de
posaxios.......
Mobilia etc. do Banco.
Diversas' contas.....
Caixa..........
bosa Freir e 1 criado,
te-coronel Manoel Caroeilo Peseoa, Jos Antonio d* Im d(M parecerej etaboraram no engao d
Carvalboe 1 criado, Joequrra a:c Alves 4at ae- coooessSo empuara a eXclusao jtquella
ves, .1 i.i | u i ni Siqoeira Cava!cante, sua sentiiira e 1 ., t>i,i,i.A,. ,i, ,i,uirii mi o.in.m*n-
eaabada, Antonio Fa^aoha, Bardo de Mecejana e
1 criado, Boaventura da Silva S.ildanha, Antonio
Pompilio de Albuquerque, Joaqairo Jos do ('Ar-
mo. Flix Alves da Crnz, Francisco Joe de Medei
r*s, FraocisTO Igoacio Queriao e fu eenliora,
Franklim Jos de Andrade Pog^i, Manoel Pinto en-
castro Garcia, Joo Evangelista dos Sant, Jos
Rodrigues de Siqueira Corles, Joaquim Fraueisc
LuslusaVJoio Faustino Jnvita e l Alba, >yuuiedo
Leonardo da Silva Brrelo, Manoel Jo- Birbosa
Beda.-Dr. JerTreson M. de Atevedo. sua senjwr, I
criado e z escravas a entregar, Manoel do JUsci
raento Cosa' Lima.
Sabidos para o sol no vapsr brasileiro Saa-
ta Cruz :
Mauoel Francisco da Cunha Machado Bt Ura i e
1 criado. Africano liberto Pedro, vigario Manoel
Pereira Darncho, Dr. Joo de Hollanda Cuna, sua
senhera, 3 fllhose 1 criada, Miguel Francce d>
Santos tambor Manoel Goncalves de Moraes e sua
senhora, Maria Francisca de Anossias e duas cria
da", Manoel Jos Machado. Marcolina Maria de
Harrea Jeaquim di Silva Costa, Lewelj Gomes,
Siluriano Das Cantoso, Jo> Gomes Veilude, Jos
de Lemes Ferraz, Banto Augusto du Silva, Jo* d
Oliveira, Gonealo Teixeira L-iit, coronel Dyonieic
Ae Iricue-i de Sello Castro, Joo Evencio da Ck,
Anionio J iaquim Alws da Silva, Manoel Pdroira
d-3 Oliveira, lose Fraadsco da Silva, Jos Fraa-
cisco das Chagas, todos reerntas de-mariuha, M i
thias Carneiro Antones Gnimares, Maria' Prao-
cisea Bezerra,'Praocisco Xavier Pereira, Aniinio
fMbeatvel Sdlteiro, Rapham Biptisu Marques fliis,
Thomaz Mark, Mmoel Joaquim Gomes Braa,
FranoiCo Xvier Pereira dlatlMea, Man-wl fin-
rae da CttIIii, Maria Felrsrnina do Carino, A.
essv. Zeforiuo Manoel da Costa, Epaminon las Jo-
s da "Silva, Manoel de 4'aivs Coeltio, Ev*ri.-to
Hyppolto de Assfe Oliveira 7 esersvose eatae-

CMARA MNK1ML.
SESSXO EXTRAORDINARIA AOS 29 DE MARCO
DE 187 L
PnESlDB.NCJA DO SR. DR. DIENTO COSTA.
Presentes orws. aiueiiv, Dr. MoMMua**^
tanga e Dr. Aagelo Henriqaes, abrio-se a sesso
e foi lida e approvada acta da aotecedeoie.
Leu-se o segotnle
EXPEDIERTE .
Um offlcio do Exm presidente da proviBoit,
recommendando a cmara municipal, que apesta,
convi es aos seus municipes para consagraren! o
dia de abril aos suffragios pelo repoutu eterno
da virtuosa princesa, cuja perda o paz lamenta.
In tetrada e que se espessam convites.
Oulro da cmara municipal da villa do ften
Conselho, commumeando as difleuldades coro que
lula para obler de seas municipes o concurso de
urna iiuantia qualquer para a obra de am monu
ment que pretende erigir esta cmara em me-
moria dos trinmphos cbtidos na guarra do Para-
guay. Inteirada.
Outro do viesroo sentido da cmara municipal
da villa do Ouricury.Inteirada.
Outro do advogado desta cmara danao os mo-
tivos porque se escu-ou de tratar da quesi > do
orocesso de embargo de obra nova, requerido por
Manoel Alves Barbosa contra Jos Jacome Tasso, e
indicando para suhstiini-lo o Dr. loo Jos Fer-
reira de Aguiar.Que se cfBcie dando as razies
por que a cmara havia tomado a deliberar! de
le pe lira indieacJo do advogado que o deve
substituir, e approvando a indicacao do Dr. JoSo
Jos Ferreira de Aguiar.
Outro do mesmo, dando as explieacSes exigidas
pelo Sr. veriador Hoscoso. Inteirada, declarando
o mesmo Sr. veriador flcar eatisfeito.
Outro do engenheiro cordeador, informando fa-
voravelmente o requerimento do lenle coronel
Manoel Dionisio Gomes do.Reg.Conceden-se
Oulro do mesmo, informando fa voravelmente o
requerimente de Maaoel Pachsco da Silva.Con-
ceden-ss.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
reqrj'rimento de Joto Ferreira da Silva.Con*e-
deu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Joo de Medeiros Raposo.Coa
cedeu-se. '
Oulro do mesmo, informando faaoraveliTiente o
requerimento de Jos da Cruz Amorim.Cotice
deu-se.
Ootro do mesmo, informando ftvcravela|ente o
requerimento de Francisco Alexandre Coroeiro..
Consedeu-e.
Outro do mesmo, informan 3o favoravelmente o
requerimento de Maaoel Jos GuedePde Magalhes.,
Loncedeu-se.
Outro do mesmo, apresentando o orcameato
das despesas a-fazer-se com a abertura das seis
janellas, as duas casas da entrada do c?miterio.
publico desta cidade.Ru se offlcie ao adminis-
trador do cemilerio para obler a licenca.
Um requerimento da companhia Recife Drayna-
(fe, com despacbo do Exm. presidente da provin-
cia mandando informar, sobre as diteuldades qne
allega a companhia para de proasplo se fazer a.
o^sapropriacao dos terrenos que foram designa-^
dos para se eollocer a torre e macbioat to bairro
da Boa-Visu, e sobre a vantagem que allega a
mesma companhia ie te permiuir, que as obras
se faeam ao terreno do commeodador h Pires
Perreira na roa dea Pires.A' oamroisao de edi-
ftcacao, acompanhando o parecer da meama epai-
nliasao.
Um requerimento de Jos Daarte P*re;ra, pro-
poodo se a arrematacao da Limpeza e irriga^ao
desta cidade.A' sommisso de PeticSes.
Oulro do me;mo seotiodo de Migoel Xavier de
Soasa Fnoceea, apresedtaodo as cendicoes do con-
trato.a' mesma commissao.
sd queren servir ospeticiunario "para levareth
effdilo a sua empreza, que de sua iniredacco no
paiz resuilasse grande* vaatttete oDeoenci-s, nao
devem ser attendldospor qoan(o :
t 1>, pifbTicoenotorioijuearversos sao os hJ-
divi luo* que se occujum deste servico, un? por
meio d.vehieulos. e buiros eom"o emprago de
hr i-is, de que (iras os mein* para rnanlarer-3e
a si'e as suaTamiliis, *e joellJifro prelefelosd
ura direito j adquiriBo.
< t.u, possnem capitaes erop'regacros *n material neces-
sario a este servijo, e que srif prejndicados com
a coeceso de um privilegio. !
3% que deste material 6 nieloTesnfW nSo pe-
queo producto para a fazenda provincial que ser
d'elle privado.
< '*.*, que finalmente o privilegio retirando a
competencia em materia mnito sdlea'ebotiheeida
ettabelecida, estibelce o mmpollb, linda que
sogeito a uraa tabella, qne trari ou prejuizo a
marcha cominerciaj, ou grvame Dar as merca-
dorias transportada's e por Udldpou de paree: r
i|e se informe a presidencia.
l>, que sendo sempre vbfliajoso e dlgnb de
attencao todo meio empregado para facilitar o tra-
balho, e especialmente em nmi poca em que a
escascez de bracos pdr todos sentida e faz objec-
lo de slkitude dos poderes soberanos do estado,
nao ple a cmara deixar de reconhecer a uli-
nade do assentaraento le carra de ferro que sir-
vam para fazer transportar rrJateriaes de uns para
oalrn pontos da cidade.
2., que lal servico s peje produzir o bem
desejado, quan'do nao servir tara natrla de pri-
vilegio, e f..r saa competencia diputada por di-
versos concurrentes.
< 3.*, que tanto estas verdades foram reconhe-
cidas pela cantara municipal, que nao duvidon
permiltir nao 6 aos peticionarios, como a outros
qne se spresentarara pedindo igualfanar por jul
gar nao ser objecto de privilegio, e Wr de su
competencia, o que loria deixtdo de fazer se o con-
trario enlende' i
Paco da croara mrjnicMl do Recife 26 He
marco de 871.Ve. Prxedes Gomes de Souza Pi-
tanga.
O mesmo sftnhor Vereador Pitanga, apresen-
ton o seguinte requerimento, que posto a votos foi
approvado :
Requeiro que seja remettido asserab'a pro-
vincial o parecer por mira dalo era separado ha
peticao de 8ellrmioo do Reg Barros, e que nio
fora approv ido.
Paco da cmara mnicitttl rJofleelfe 29 de
marco de 1871.Dr. Pitanga.
O Sr. vereatfr Gamelro, a'presentou a seguin
le proposta, que tambera posta a ttos foi appro-
vada :
Proponho para o lugar d supplente de -fiscal
da freguezia de Jabuatlo ao cidado los Antonio
de Miranda.
t Pa$o da cmara maaicipal do Recife 29 de
margo de"I8Vl.G|areiro.-Que se commoajque
ao borneado. m *
O Sr. engeabelro Gervaro Peafc Campello, pe
dio vocalmerdresclarecimentas Jwr^ ^o OTfca
manto do majando publico da c
rrS dados, rnfclvenfloa Pamara1
sao, m obrlgr a pagar
.ras (Uhlculo, que por
'crdenlo.
Depacharafn-se as petles de Aritonia Fran
ciscada Coneeicao, Antonio Jo- Teixeira Bastos,
Antoalada Assamp^ao Gabral, Antonio Frncwco
Martins de Miranda, Bernardo Gomes de -Souza,
Bailar & Oliveira, Francisco Alexandre Cordeiro,
Joan da Cruz Aiaria. Joo Luiz Viaana, Jlo Fer-
reira da Silva, Jola Cordeiro fiabello, Joao Fran-
cisco de Sopza Lima, Jaaa deledeiros Raposo,
Jovine Baadeira de Ueilajtoiqum ana de Car
valiio, Jos Luiz de Souza, Maaeei Isidro de Miran-
da, Manoel BellarpiB IdelfoDso Cibrai; anoel
Dionisio Gomes do Reg, Mafia Carolina de Figuei-
redo, Manoel Jos Guedet Mafi.^Ibaes, redro Dor-
dettUeira,
e,"^ne Ibe %-
a presente "es-
nte as dilTereb-1
houvesse no er-
60:6173400
409:4540570
ttttt$8740
78816830410
Rs. 2,668:9950920
Contas
pies.
corr
iStCO.
ntes *im-
529:8300910
Depsitos i praso luo,
com
tras
aviso e, por le*
,219:3360710
Ttulos era caucao e de-
posito ......
Diversas contas. ..
. 4,740:1670620
409:4*40570
510:3730730
Rs. 2,668:9950920
S. E. 0.
Pernambuco, 4 de maio de 1871.
F. B. Bloxham, raanager.
h. Henderson, accoDDtant.
TABELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE ABRIL DO
(JRRENTE ANNO FlNANCEIJtO, COMPARADO COM O DE IGUAES MEZES DOS DOUS
ANNOS LTIMOS.
Jntportofao


JSK 1&71
%
Bireitos de eonsuuio___
Dito de augmento de 40
DRode dito de 30 "/.....................
Bitos addicioaaes de 5 %................
Expediente de 6 / dos gneros livres de di-
i eitos de consumo.....................
Anuazenagem..........................
Despache martimo
Ancoragem.............................
Bxportacao
Piris de 15 "/o do pao brasil.............
Ditoenlo 9 % de exportacao.....:......,..
Ditos de21/2 % idem,................'.>.
ptos de I l/a / de ouro era barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Cxpedienle das capatazias................
Interior
Renda da typegrapbia nacional............
! proporcional por verba......
ixo,.....................
adhesivo..................
Emolumentos...........................
Imposto de trans nisso de prop rinda de, a ta-
bsr : de 5 ./ da venda de embarcaeoes..
Dito de 1 % da arrematacao do bens movis.
Extraordinaria
ReceiU e e\-cntnaj........................
Depsitos
Depsitos de diversas origens.............
Oizimo da pnivincia das Aiagas..........
Dito da provincia da Parahvba............
Dito da provincia do Rio Grande do Norte.
Gontribuicao para casa de caridade*.........
:II9:876266
106:8o8Jil5
:0iii00
59:509**27
2.16791
9:917*718
6:3b3*250
146:978*521
734*809
uooo
13*800
umum
5(50*430
2*074
572*511
655:446*412
428*557
5:418*900
8:015*434
36*078
1:532*575
75:87766
Alfandegade Pernambuco, 4 de maio de 1871.
1869 1870
398;3I2*92>;
147:430*192
2:507*370
78:983*983
2:347*500
896*183
5:508*000
219:978*752
889*780
/6S*000
50*000
83*400
1:051**00
715O70
518*140]
1:109*143
1868 1869
860:498*138
7:303*043
11:630*337
325*050
879:756*568
671:085*929
92:413*233
1:1185324
4:030*950
254:091*970
962*880
243*000
783*700
65*001
263*250
988*912
1:026:047*168
12:121*884
8:454*485
H:57*36y
813*600
fi7Q;Oi3*306
Serviodo de chefo da 2* secoao,
Anselmo Jote Pinto de Souza.
Uotro do bacbarel Luiz Emigdio Vlasna, pro
pondo-se a advegado dos pretoi pobres, era mais nelias doi Sanios e Porfirio (aea^f
onas pare a monicipalidade do qae o que aeiual- .levaoie-se a sejsaa
Eu Lourenco Beierra Carneiro da (Jid!.*6'
jTioftafaT catdaver

mente posa sobre ella pelos reos <*aolvtJos,A'
mesma e-Mnmissaa.
Ootro de D. Maria Benedicta Gomes deaeota,
viuva do desembargador Firmino Antonio de Soo-
za propondo pagar a osta cmara a divida de setn
oaotos e tresedtos mil ris, pela quaUen a camaJ
ra a bvpoteea do sitl> da roa do Hovnieib, n. 2,
pela forma tegointe : pajara 5:060*000 a visti
ao pastar da eseriptora de cesf3o e dous eooto e
treieutos rail ris era dons pagamentos a dote e a
viotde qoairo metes a -otar da data da1 aerip-
tara, dando por garant! I msala propriedade.
Ao advpgido.
Oot-o de Jeiaieo Ferreira da Silva, apre-entto-
do a qu.iniii 55*t00 arrtcada la entre al-
guns moradores da Casa Forte e Calderefrn, pan
a eamara tomar a si o levar a effdilo o caoieeu da
arborisaciio do largo da Cata Furie.A Mgaohei-
--------- roparajDftirmar minueiosamMte soprea que ha.
^a^n* ^e .P? do mesmo dia (jpfjwwaoa.tMBiirtes terrno :
boles,:; ^ga,0 P0> f& I&IjSBS ^Jar ^^
i/Mlalbidlrinton,,. Wfc?, Z. itt'J^^J'^^o P^^ **%.
doeaeforais da mediciQi e -^ -
UmMMoi, en qne foi eere..
matadauro, toa-
tirio subterevi.
Jos Maria Freir Gameir,
Dr. Ft>0 it Alhaje Lobo Moa,
lloco da Costa Moreira.Angelo
tu.-Dr. Praatdii fleaan dt 8w
CapItaJ ( TJalMrj em
50jO00accoe8(le*2
ii cada urna.. .
Capital realisado .
FrJnrt fJerSrt*.
PyBUCACTES A PEDIDO.
ODR. CAROLINO r"ANCISC0 DE LIMA SANTOS AO
DR. JOAQUIM D'AQUINO FONSKCA, ACERCA DO
EMPREGn DO SULFATO DE uU I NI.Va Na FEBRG
AMAR ELLA.
VII
Antes que continu na aoalyse do quanto disse o
Dr. Aquinosobre ser a febre amarella de naiu-,
*eiapalidoafarei mah algumas con^tderajoes
acerca-de tons pontos que bae se deve perder de
vista ao corri-r desi.-i qaest^.que -nao tem por
mode %um perdido sen carcter scientifio.
O prtmetfu fonle relativo i es--critica de
qne fiiRoa e 4)r. Affnloo em en primeiro comma-
ieado, fnn4 M tnexncfn espmirSn de pessoas interessadas e
iemafC
O segando sibre a confnsao, adrede lalve, lan-
eaa pele Dr. Aq'iiao em suas expasicoes, e de
qno se pdem servir os de m f coito lira de m
fundirem o qne tenho exposto com a maior cla-
resa>poitivel.
vjeandoresorvl-me a eserever contra os artigo*
1or)r. Aquino, nSo tive sement en vista com-
bater a parte puramente scientiflca; mis tamliem
a em qne elle, faltando o respeKo e deveres para
cora a seleneia e os collegas, procunu fazer
distinc^es e mostrar offen-iva snperioridade em
materia qoe, alias, tera m-jstrado saber meaos do
que oatro.
Sendo assim, nio podia eu elaborar duts ordens
de rtigos ; uns relativos a qiesto medie i, e ou-
tros falta de deveres, e publica-los separada-
mente, s por temor da critica.
E 'fui Dortanto obrigudo a entremear meus es-
cripos de consideracei qte,-se nao tem relaeio
com a parte seietilica, nao deixvm de ler intere;-
se pelo qae toesm aos deveres e direitot do medico;
resultando d'ahi que sara paixao se nao poder
eoBsiderarqnestSo pessoal de involia cora a parle
cientiRcao ficto de tr eu procarado combater
os erros scientifleos daquelle collega, publicados
em urna gazeta de geral circulacio, e, ao m6-mo
lempo, a sua falla de consideraban para com luda
a eorporacao medica da provincia, falta con-
tra a qaal nao ce&arei da fallar.
Impdr n Dr. Aquino em publico aos eollega?,
contra es preceitos de Hufeland, opinides, como
snas exclusivamente, ms que sao eonhecidas de
todos coms pertencentes aos autores ; sustentar,
as doutrinas que expoz, com fados que contra si
tera a oegacao viva da experiencia de'tantos an-
nos, anda at boje mamila pee dobradas expe-
riencias de tantos anuos, nao commetteu se-
ment nma faltafez urna offensa depois de ler
muito descido.
E pao seria para defender-me de haver censa
rado isso que praticou o collega, e muito meaos
dar explicacSs aos que pouco sabrnn considerar,
qae seguisse en a Ramazine, que aconselhoa
que o medico deven* andar miagando do que a
sen'respailo fallava o vulgo ou diziam os crticos.
Soraente ao publico, que veio do passado, existe
do presente, e permanece sempre o mesmo em
todos os futuros, a qnem rae dirijo sempre res-
petosamente, ainda que traga bem em lembranna
as palavras de Forget: La conscience est, coup
s&r, un meiUeur guide que [opinin que, d'all'urs,
ne manque jamis iaboyer en s-ns contratre.
Agora quanto ao que toca confusao, quo fez a
Dr. Aquioo na expasicao de suas iheses, e que
pode levar a duvida aos espiritos inexperienles,
proedrarei ainda urna vez reraove-la do methor
modo, que possa favorecer o correr da dianussa i.
Seodo usual o emprego do sulfato de quinina
na febre aftiarella, mui conhocidos os seus ef-
ftitos em toda parle, por onde tem lavrado tal fe-
bre, s o Dr. Aquino isso contestn ; e tanto que,
por considerar eb o i rata ment do trtaro e do
sulfato de quinina, disse : Eis como precedo, e
submetlto o tratament que -emprego invariavel-
mente e com vantagem constante, experiencia
dos collegas, qae o qaeram experimentar sen
preconceito tendo coragtm em sua applicacao, etc. >
.........-E tanto que esbufuu se para provar,
com a autoridade de Woillet, que a febre amarel-
la era de naturczi paludosa, a dahi inferir, por
um raciocinio especial, que se devia dar sulfato
de quinina do primeiro periodo, no estado de reac-
coLsem baver a natural iaierrailteacia ou decli-
nacao, Indicada pelos outros.
0 qae levoa-rae a contraralo, mostrando in-
teiramente o contrario; i-to, qu; de longa iiaaa
nm sem numero de ob-ervadores, da Amrica e
da Europa, dem sempre empregado o sulfato de
quinina na febre amarella, e mais o trtaro e ou-
tros medicamentos, com resultados quasi iguaes;
" que a dar-se o sulfato no. primeiro periodo, _db-
B&VWtS* Costa e 8a, on^aqnsm msls wnti|eqt C*r-j caaroiadw.....
BalancD dacaa 6ioi,d>-
30 de abril de 1871.
litra mcoDtarJn. Wft
veria serno caso de haver intermiitencia, man
(esta remiitencia ou declioacan nattiraes; sendo
q-ue o trtaro raramente prodna, sem causar
arrandedamno, favoraVal queda do pulso, e que o
n que poderia elle faw sem risco, se conse-
gua cam a mesma frequlfccia medanle os sudo-
rficos, 01 laxantes etc.
De jjanaira que, ou por ignorar ou por ter oc-
coludo Dr. Aqnioo a historia do trtaro, e do
s'nJfatobaiabra amarella,. luppoado ,ob collegas
igno^aot de luJa, sahio-ie om o tratamentoj
que o'Jase ter .espciJDmento sea, a dirigir-se a'
no modo poritae o fea,
st'arte aeooseTlando a tocios, e como des
..**>*. o empregod snirato dado a lorto e a,
dl3E*Mt ",^!e<'ua coniMversia. que me obrigou:
falta de dereMa, de *tt* 'w l>Ui cara M m]m
%** Dr. equino W*\tfUt
Pernambuco etse tratamenU, ie ^Ta'
or.amoa.ten, ja Uwdo tirado.sua, '*!?.
*W siano-wra e.n.quaiquer tr-iado^^C,
roisso, quando c certo ter a experiencia mosrradr
qaeas mais das vezetelle prodnz ou apressa o
e-ta lo adyoamico ? Nao, eenamente.
Os medicamentos com rebelo a natnreza, forma,
gravidade, marcha e varledade das molestias po-
dera ser divididos ero quatro calliegorias: mi
como especficos, e ueste etse est) o mercu:io e
seus composioscontra a syphilts; o trtaro eme
ticoas pneamouias, como contra estimulante;
o suif in de quininaas febres intermitientes i
perniciosas.
Ou como mcios de elncacia genrica (que rae
nos que ser epecility); ou como meios de resul-
tados incertos; ou corno meios para casos ex
traordinarios e exceptivos.
Os que pertencem as tres ultimas cathegorias
sao a*signaUdos por um crio nnmere de reso'
lados pralicos colhiJos depois de aturada ob-er-
vaco ; ibas que mnito diterou dos da primeira
ctihegona pela constan: dos resultados destes.
Ura exemplo. O sulfato de quinina, oa mesmo
a quina, dados oas febres intermitientes e perni
ciosas, que proven 4>s elflavios ou Jug.ire? apau
lados, nao pelo naethodo chamado romano ou de
Torti, mas '-onTorrae acooselham Syienhan, Bre-
t ranean e Talbot. que o seguido por quasi to-
dos os melhores pratieos do mnndo, aprsenta
geralrafente urna aecao ma prompta e eflkaz, foi por iso considerado o remedio especillco para
taes febres.
Has o mesmo sulfato de quinina, dado as fe-
bres intermitientes anmalas, qae sao iadabita
velmente provenientes de emanaces paludosa*,
mas que, como saiii lo, muito differem das inter-
mtenos regulares, pe. vaneJade no tempo e na
for'ca dos acce->sos, na mani'e'taclo dos sympto-
maj, e que, segando Chomel, apieseaiam quatro
especies prino'paes nao doixa de declinar de
sua elucida ; seja isto devilo a nem sempre
a mesma irregularidade caracterstica de taes
febres dar occasiao mais opportuna applica-
Qo do sulfato ; seja por alguma outra circuas-
tancia que at hoje tem escapado s vistas dos
memores observadores.
O certo que, jor experiencia propria, posso
aseverar a sensivel dilTireniji, que ha nos resul-
tados do sulftto dado as febres intermitientes re-
galares, e as anmalas. Nestas o etTeito 'me
nos segaro do que aaquellas, onde quasi sem-
pre cfQcaz, salvo nos casos em que ao elemento
intermitiente, de efMios peridicos regalares, se
ligatn os effeitos de alguma conslituicao medi:a
heterognea ou diversa das ordinarias as tsta-
eejs uniforme?.
Rase mesmo sulfato, dado as febres esencial-
mente remitiente?, que, orno se sabe, sao as qae
apresentam mais ou menos declinacao em saa reac
cao e esta com regularidade, mas uuoca extioeco,
como suceede as verdadeiras sezdese as chama
das perniciosas; com quanto anda aprsente raailos
boas res-litados (ci.no tambera tenho observado),
j nao com a frequencia dos easos quo offert-
cem as intermitientes, e as perniciosas em que
o elemento mrbido paludoso nao altera o syste-
raa bilioso, como suceede as esseoclalmente re-
mitiente.;, que,-sem prora diffi-.il, se pode asse-
verar tem por causa us eflluvios ou emaoaces
paludosas, com a differen?a de se localisarem
symptoraas especiaes no sytema gastro-hepatico
Ainda oas febres chamadas larves cara-ue
risada? por accessos peridicos, e qoat. codera ao
satfato de quinina, quaesqUer que'wjarn seus
symptoroas, e que, como as pseu nb visto muitss vezes principiar por ama regu-
lar latermiheneia, longe est a estatiitica de for-
necer o numero de Tactos em abono, da eUteacia
do sulfato, como suceede as sezes propiamen-
te ditas, e mesmo as perniciosas ordinarias, ou
sera symptoraas decididamente mortaes.
Entretanto, n'e-tas febres que tenho visto a
passagera para ama formal conlinuidadede mo
carctertyphoide, ataxica, adyuaraiea eti., se por
qualqoer cirenrasuocia escapa occasiao o em-
prego de urna boa dse de-sulfato de quiaiaa.
E posso raais aeseverar, que oas febre' que pas-
stm pelo dominio do elemento intermitiente, mas
que nao sao essencialmeate intermitientes, a d. do sulfato a combal-las nio pode ser a mema
as mtermittentes simples, proprianieAte ditas,
pode a dse de sulfato ser menor, dadaem mijo-
res intervallos e muito depois do fim do paroxismo
sem inconveniente algura ao menos apreeiavel. Ne
remitientes, porm, e em oufras, nao ( a dse do
sulfato deve ser augmentada de uraa gramo
por diante cerno dada no mais curto espaeo de
tempo postare!, e meaos dividida.
O mesmo qae se pratiaa nas-pernieiosa', h> ffe-
cessidade qae se faca umitas vetes oas febres re--
mUientes, uu continuas com sensivel declinacao e
remitleocia.
as perniciosas tenho dado, -conM-ramttos colle-
gas o lerio feito, daas e rasis grarnfnas de sulfato
do quinina pela boca, J em limonada sulfrica, e
ja em afua ingleza, alm de clisteres de InfasSo
de camom Ha concentrada, on mesmo de vinho do
Porto on da mesma agua inflen ; e Isso ero cer'
tos intervillos. logo depois do paroxismo ; nuuca,:f P"^/0
porm, durante i pyrexie, -salto quando a nerol-
ciosa de natureza diaphoretica, que ao uso do sal-
alo devem preceder atgsbs routeos abileptteds,
i*iiUntes, rrrmenie, te le ^ralile o estado de-
reacc) e o ordinario resfriameolo que acompv
nba o tnor.
as febres remitientes, ae peanena's dses de
sulfato, dadas com longos iutervilos on com, o
raedo propno dos ioexperienlea, se servir de ag-
gravar a sorte dos doentes. ftarameote te come-
iDtermitlentte e verdadeirameDte pemfciosai, s
iniertniltenles anmala*, as reralltentes propria-
mente dius, s pseudo continuas, com anda en-
tre amas e ontras da ma trWrea coptinnai,
e digo mal?, entre nfia metma epldetnia de wdt
conforme as localidades, ae condies
e a benignidade ou o da coDSlilui-
conunua
climatricas
ci medica.
E' assim,
nuas simples
pir exemplo, que as febres conti-
-. (atura .chamadas par oerhaave) oa
synoques, cujas ednsas aKnca Itodo consideradas
paludosas, como as contajnas epbeniera?, segundo
st deprehende do bello trabalho de J. Devasse
o nico talvez que melhor tea ob-ervado as fe-
bres* graogii*o emprego do anlfato tem logar,
caso apparera alguma sensivel declinacao. sem ser
mesmo a caracterstica das tebree intermitentes.
E com quanto as febres continuas simples di-
versifiquen! untada febre tvpboide, do typho fe-
ver (qae em 1505, 1580, 1643, e no scalo XVIII,
segando Sermk, Izcat e ruen, assolou Verona,
Montpeller e Oxford) da febre amarella, como
diversificara a bilis do mcco pancretico e a agua
do vicho, rom indo a semelhanca que muitas ve-
zes ha enire o principio de uraa febre typhoide e
a febre continua simples ou iynoque, com rara
levou a que I. Devale muito recommendasse to-
do o cuidado no diagnostico das duas febres.
E realoienie comprehende-se bam qual o pengo
da confusao. Pelo menos consiste em snbmstter-
se a um simples tratamtnto, qnal o recomroenda-
do pelo mesmo J. Devasse, na febre crnlnoa sim-
plesnma molestia lio grave, de marcha lio r-
pida naturalmente insidioa, e de conseqneneias
lio funestas como a febre typhoide, tieepcao
la forma mucosa, (jus a Uni'ca quo i ole ser mais
fcilmente combatala.
Era tai caso, bavendo sentv. I declina eao da
febre, manda a boa razio e aci.a*elba a ex-
periencia que se nio daixe de dar o sulfato
da quinina era dse e. aveniente, qtie deve ser sem-
pre mais alta do que a que ordiuariaraente se em-
prega nos nasos de stmpl s sezScs ; porque, como
j disse, dado o sulfato em (ualquer febre, em
dse inferior s proporeSea da molestia e qne fr
reclamada pela occasiaoem vez de effeiio btni-
eo resultar exarerhacao da febre oo desvio da
marcha regular, cujas Cwnsequencias a maguera
dad avahar.
Eulretantr, compre que fique romo incidente o
facto de quepelo meo s no Brasilrara a ftbre
que nao maaifesla ou remisaao, ou sensivel decli-
nacao, ou declarada intermittencia, por mais con-
tinja que seja ella ; e qae tola diffkuldadp est
em ser qualquer desses estado surprebendido, a
ser cori\( nientemt nte aproveitado.
Assim como cena, pelo muito que tenho ob-
servado, a tendencia qae tem as lebres, anda as
mais o uigna?, de tomar nm carcter maligao
ou pernicioso, >e, inanifestando se o elemento in-
termiitente, ou remitleoo, ou simples declinacao,
nao se eraprega a lampo, e em d-e soulciente, o
sulfilo de qniuina ; ou quando, logo em principio
e mesm em adiaotada correr da molestia, aates
dos fyroptomas mortaes., nio apparece qualquar
dos mencionados elementos das dpressao avorawl
do pulso, e que se poeria chamarpliysiologlct.
J bem se v que emeaso alguna se deve dar o
sullato no maiur auge di febre, em que a vida
toda, estando em sua maior reaccio contra o ele-
mento mrbido oa seus ffleib> profundos, tde,
t>or um i*itempestivo soccorro artificial, desviarle
lo plano iudicadu pela natureza das censa*.
dest'arte resultar mais daino do que tffeo be-
nfico.
E tanto se aio deve dar o su.fu i de quinina na
reiccao na no maior auge de nma febre, seja ella
continua ou ui, que os prwpros Luiz e Uioanel
(dous celebres pyretnlngiatas) recommendando O
emprego dos tnicos e do sulfata de quinina na fe-
bre typhoide, quando o doenie apre. eota extrema
fraqueza, nao deixam de marcar as eondicoes, em
que devwn ser dados taes agentes ; sendo que Luiz
assim se expreasa are- ca do traumento da febre tjr-
phnide: Let circunstomeis Ui plus favorables a
l'aclion des tonques sont:... un .pouls tres cahn'.
puis de moius em mnins nccilr, une diarrhm le-
gue, faiisence de wtUoritnu.
Eis abi a regra geral. Mas porgnnta-se : Cata
se nao dem as circumsWnrias indicadas por Lnir,
a febre, ao meio dos sj-m^oraas raais pengosos
ataxicos oa nervosot,adyoairqcos, mas arada, ba-
vendo accelersco do polso, gnrade dyarrhea, Ca-
milos, solacos etc.eoutiiiue, levirado assim, hora
hora, o doenie aot ltimos paruxisWs da vida,
ve se dar o sulfato? Cerlamente. Ma)**!il,uP
que
-
V



5
catos extraordinarios de que cima V*"e,'i**m1a'
nenhum modo pdem consumir regra .oer
de fados q-.ie sirvam de uie a un me' **;.
vo racional. E tanto que a tal reapeito ou lqa>iu
Cepeadant il ne fnut pis nglger d'admini^"
ees mdicamenls, dans les cas o I'udynamie/fre
{onde tejouint uccekratton de pouls..z-.
Portaato o sulfato de qjininalem u uaacco eape- .
cificasobre as fehros intermitientes e todas qtau-; y
las decididamente provenham do germen paludo-
so, sem outros sympumas alm dos propriamenle
paludusos, que denotera a accao de algum outro
principio mrbido perturbador da acco do mes-
mo germen paludoso ; o sulfato de quinnaiea
nina accao beoelica geral, mas que nao lio
pronunciada vUta dos fados, que o constita
iiaenleespecifico, e oeste caso est elle com rera-
i;a i s febres ps anmalas, etc.; o sulfato de quiuioa tem urna accjle
ainda menos tilica do que uas primeiras duas Or-
dens de febres, e que se poder chamar de "ter-
eelra ordesa,como quando elle applicado as
febres contienas de natiuiza e formas diversal
febre typhoide, febre amarella etc......
E afinal tem anda o sulfato de quinina nma
qnarta caih -goria, devida a quasi nenhuns resol- I
lados beneli-os, apezar de ser empregado relo-
nalmente, os quaes nio plem constituir tegra
fundada era fados; iguaes aos que constituiram-00
agetfle especifico, meio geralmenle proficuo e me>
nos proficuo.
E dadas as mencionadas quatro categoras do
sulfato de quinina, cathegorias, que nascem da
experiencia, e que as reconheco por observaco
propria, ser justo' que se o queira consider
na febre amarella como especifico dado do
meiro periodo da dita febre no maior a
dos symptomas febris, fra inleiramente de da
estado de natural remissao, ou seosivel declina-
cao, ou mesmo InterraitieQcia maaifesla ; fra ia-
teiranonte dos casos recommendados por DuiroQr
lau e Rufz, e que j em outro lugar mencionti
e Dizer-se que se nio deve empregar o sulfato-
de quinina no primeiro periodo da febre ama/ella,
seguirse o principio geral, e Dio sustentarte
que tal agente aio deva ser dado absolutamente
no primeiro periodo. Tanto mais qoe certo qae,
nao ha auctor qae trate dos meios contra a febr
amarella, que nao diga : a presentando a febre
amareHa inlermiUencia, remitiendo ou sensivel
dftlinacio no pulso, deve-se logo dar o sulfato atV
ilumina em alta dose .
& bem se v que assim se expressando lodos-
una mee -nj podiam referir-se por modo algura
ao segundo periodo, que e o de adnama, onde se
nao d mais a ioterrriitteocia, a remissao ou sensittT
deciiaacio benficas, alias lio raras quanto des>-
j-das por lodosos pratieos ,quese tem visto a frtn-
ie da febre amarilla, aatvo se a marcha do, te-
cundo periodo deixa de ser a ordinaria e umalo
a do priaeiro, e ahi sobrvier o elemento ln-
lermiilenle.
Mas isto sncceJe to raramente, que era 6*
dos observadores, tratou de especificar as ooonV
de de seinel.iaoie estado extraordinario.
Quando pois o Dr. Aqnmo disse qne se
dar o sulfato de quinina na febre amarella,
teve era coosideracio o quau.o tera dito e esi,
to os melhores pralicos do mundo, acerca do ira-
lameolo relativo ao priraeira periodo dessa
Elle disse, absolutamente fallando, que se de
dar o sulfato de quinina na reaccao du primeiro Jk-_
riodo; lauto qne fez sentir a inuul-Jade do emprego
de lal agente no segundo periodo. *".
Mas, vendo-se embaracado diente da idea da
falla de natural remissao oa iolermitleacia o
periodotahio-se fiom o tarta'ro, a
fazer de.le remedio urna espada, cujos eopea pV
tariara era suas mies, dependentes oe sua fen-
lade, como se fossem de ago maibrad bem gil jogador de eseriraat- ias?bpraw 1
No segrate
ciarmente
do autor ih'tspcifiod
Dr. Carolina Frumnco dr Lima Santm.
iG*otinnr
"-
i i
1
--
y
gador de eapriaU aas?op^a fgiit
uinte artigo conHnaarei a tra!V :fMr.
da anaayB-lot artifes axpliabW
orsptcifioo mra t febfe am*****
gmr algum resultado ; s mal? das vetes estabe
recer-se-ha era a natureza mrbida ama especie
de cifeuI vicioso a tal pooto qqt, alada quando
mais lar'u? se chegue a empregar e su fato era
alia dse conven^ie, djfflcil aera Wer-se o re
abitado desejado. -, -
^s..8liRasjeaeialtna^lanna^ ( IBL-o
--------
.. tr MI -
ELEICAO da mn\ ratedora da ^stttn^
Vel confrarii do pir

nno de !WU liS.
ifcjii Jfmilfltii
tnWB:
*tl>.
inain.,mdaave \*w*fr* Andr^,, !*f V?'4******} *&**?* -^ Illra' Sr' *"*'^^ft1 ?#**
rocurando sustentar, que o u3deveria ser ,^P Wotoa effltcra do;alfalb daqa.nina,a .,--------.Vace-proajpdnr. -
o absolatimente do prlmeire periodo e no vista ** resaltados favoravelt, qoe cfferece a oh- 0 Hlm. Sr. JoaqQrffi ldj BstV.
ir, .etiaaiH Raior aDIe da tehre, por cootar, cora oertoU que servafio de iodos os pracoi do arando : diftV m q SPJa1aaW|. '
70:3WjB||Vlarlaro tioha o poner de producir artiBciil re- renca nio tf* om reaoao s f*bres rJJulirmeqte 11llra. Sr. Josdlanqnim Basten a SHva.
ium


*"^*
iiario dt nenian-buco Sexla feifa t> Je Malo Je 1S7T.
2:

i*.
Bttaailer
de Amo
O lila*. Ir, **t
rim.
1' proctxrador
Qlltnv Si*. Manoel Lmrengo Pairos*.
2 aroveior.
Q.Iflm, Sr. Manuel ftaftlvej d> Barros.
Rriaradar. geral
ft Btft Sr. Doin|,.j Antonio di Silva Boiriz.
Definidores.

^'" Cruz.
,


,9. Jos de Ifawido Pe?."
lio Joag,uira d) Almeida
W\ Arvej Saotiagf.
oel Pereira, U mello Pessoa.
- Vieira^ Cc.elho di Suva.
Car.
fiado,
noel Cardoso Jnior. ,
urloo Cmtidio dirMoraes.
Victorino de Almeta Rabello.
Alia )qiqs de A.meidi.
Manoel de Araajo.
lanoel Rodrigues Teixerra ohrinho.
Provedora.
A Illma. e Exma. ira. D. Aualia Calharraa
Paula Ribeteo Po*soa.
Vice-provedor*
A Illma. e Erna. ira. 0. Amalii da Silva Lima.
Hacie 1 de auu de 1871.
O secretario,
Jos Joaquim Barbota da Silva.
da


Eieic>)
-


por oevoqo.
Provedor.
too. Sr. Francisco Pereira de Man lonja.
'Irsee -provedor.
O Uto). Sr. Antonio da Silva Ponies Guimares.
ordoiDo*.
aballa* Srs.:
Joao Custodio Pereira Paiva.
Manoel Ranos Correia.
Manoel Gome Brasileiro.
Jm4 Loim* AHwrro.
Carlos Jos Hat.
Marciao i Gooralm Rodrigue? Franja.
Joio Mi: Mi as Rodrigues Fraue*.
Antonio Caetano Martina Marques.
Je*C!ta'> Vartios Marques.
Francisco Joaquim Gomes da silva.
Narciso Martmt do Eirado.
Dr. Francisco Leopoldino de G asumo Lebe.
Provedora.
A Illma. e IxTa*. 3ra. D. Mari Candida Altee, II-
lba de nosso irmo ex-provedor e Illm. Sr. Jos
M
Vce-prevedora
A Illma. e Exma. Sra. D. Abo* Correia de Almeida
Jnaqaim Carneiro.
Mordomas.
As lUmas. e Exma*. Sras.:
. Maria Amalia Pinto Late da Silva Nugueira.
D. Aagela Caroltni de Miranda.
D. Maria Umbelina dos Santos Maia.
r* Aooa Emygdia Xavier Guimares.
D. Candida Dioniz a da Costa.
D- Mara Emilia ilavalcante.
O. Anna Carolina de Medeiros.
D. Maria E alalia ck Miranda Castro.
D. Mana 4o Carmo Barbosa da Silva.
I). Maria Josephine Barbosa da Silva.
D. Lu;'.i Jiajuini Franja.
D. Andelpha Mari Franca.
Hecife da malo de 1871.
O secretario.
Jote Joaquim Barbos da Silva.
nio d 8 annos, solTrendo de am mal to dotoro
so quanti perigoo : eslava em oreauja com a
mitra, perfeiimeoto. Upad por ama pedr* ja
bsMrfM eresclJa.
Chame.; o Sr- Dr- EitevJ-) que tlenaio. a nata-
reta do mal *t eot^1 desconhecid por mim, e
dspoz-se a prih^r ff?- ...
Diversas ciroansla.-:ci*t> cuja dMcripcw seria
louga. vieram diffl :allar operado ; mas o Sr.
Dr fetatao, deseovol rendo graiiJe pericia e nal-
teravel calma, coosegoio pulicaria am um qnar-
10 de hora, com a maior perfeicao que P poda
desojar.
Receba, pois o Sr. Dr. Estevo, perloando-me a
ofTaosa (eita a sua molestia, a Uomeoagera que
rendo i ana scieacia, e aos protestos de ura pal
ag decido.
Reefe4dem>td^A^C.M,
Attenpao!
Faiemoi J4 vlsta'ae orrespondente da villa de
Cimbres a >-ilMr< seui0,a BOta do ^t\
mento da oriso do inocente e perseguido Jos
SS3ELriSBt 5tw* ^l,dmnlBrSopersegu"
^lif nn.!0-ridt<5 ** *"Bi!!Li u! Sai* Vel
ioa Beltrao Velloso ou Jos bv. oaiUral do
loso, braneo, casado, idada 17 anno, ., qj,0
Brejo di Madra Dem, proflssio agriddlli. ^h9.
de Francisco Luiz BaltrSo Velloso a Mara S"-^
rioha da Cooceico, esUtora S ps, 1 poMegao e
l ponto, cabellos pretos corridos, olbos pretos,
rosto comprido carpo, nariz e bocea regular*1,
barbado. .
Recolhido em 18 de agosto de 1859, a ordem do
Dr. jaiz municipal da t* vara, sentenciado. A
requisieao do Dr. joiz maaicipar da 1* vara foi
para o presidio do Fernando em 2 de noverabro
de 1859. .
Recresson do mes'mo presidio em 13 de agosta
de 1*61. Por portara do Dr. chaf de polica de
16 de ag >sio de 1861 fot mandado conservar pro -
so a dispoiiejio do Dr. jaiz municipal da 1* vara.
Por alvara do Dr. jaiz municipal da 1* vara de
ii de agosto de 1861, foi posto em liberdade, visto
ter sido absolvido por accordo do tribunal da
rela?ao de 13 de julho ultimo, do crime de resis-
tencia e homicidio, por que fora processalo pelo
julz municipal do termo do Brejo da Madre
Deu.
Em 10 de maio de 1869 a ordem do subdelega-
do da Magdalena, dispnsico do Dr. chaf de po-
lica como criminoso no Brejo da Madre Dens ;
em ti de maio de 1869 communicoa o Dr. chefe
de polica que criminle de roabo pronunciado
ao termo d) Breja da Madra Deas ; em 18 do
mesmo mez foi ioterrogado (aesta casa) pelo sub
delegado da Magdalena : em 7 deu junhj de
1869 foi remedid* para o Limoeiro dispesi-
Gio do subdelegado do 2 districto, aflm d3 se pro-
ceder nos termos da le, visto ter-sa-lhe apprhen-
dido tres cavados furtados naquUle termo.
Casa de detenc) 8 de abril de 1871.
Conforme.O escrivo,
Hernulindo Lar. de Carvalko.
~* -'^(^CjWS.
Recife. 0 de abril Se 187.1.Batros*
E sendo fita a destribdfflu ao esc/i
ioi!) Ernesto Machado F/elre Per
osle larrou o seguinte teraio de p'o
Aos 21 de abril de 1871, nesta eidaWATfcWf*
efljfccu ca/fofio peranie mim e sTestmona
infra aeaijaadas, cpmpareceu a 5uui|ieanlyor
seu proco/sdor, Fredcrico Chaves. I por P fo)
dito qae redaz*a a termo o con(etio> d&s#a pelk
ci) rrtro. qae offarecijt como pjrje desie eflf
^m^aWRwewcCL;
escrevi Frederico Cbajves.Francisco Xavier**
Souza Ramos. Antonio Soaros da Malla, e depoik
do que prodozindo a npplicahte'aostestemunb
que deposaram convenientemente acerca.da aa"
fiados supplicados, o respecvo-ascrrvao fau
sellar e prepar os autos roe os fez conclasos,
qaae dei a sentenca do tbeor seguinte:
Injgo ptovada a ausencia dos supp^ados iqjj-
oados na relaco por mim rubricadi.de folbaa J,
e manda oae por editaes com TO'dlasi'dj[WV
losbrnaeslhelflnlimado o prdlest d toHUs
5, depois da assignadas pelas la&tenuMhas, cus
ex-causa.
Becife, 26 de a*l da 1871.S^ast^o do Reg^o
Barros de Laceras.
Relaco dos devedores, que trata a sopplican|e.
aa sua petlcao qae junten ios respectivos autos.
Urna lattfa aceita por Manoel Gomas Bezerra,
saccada en 30 de muco de 1866, a 6 mazes se*-
" le maio de 1866, 80*130
preside;
teresbr tosa, 1 Vo
ascfanPJJlaaWdo
provincia/ln au-
urna s duas horas da
O ptetendenleapdn exanefoar o balanco em
maoa da mesmo agente;
COMMEBCIO.



is pala* ran acerca la eoloal
saco.
Acezar do nuito que se tem escripia e discutido
abre a colonisa?ao, aobre esse poderoso auxiliar
da progresso e (haenvdlvimenn dos paizes noyos,
i* deixareraos ce fazer algumas breves consida -
raois acerca deste imporiantissimo assumpt,
ww obstante a nossa pouca compeuncia na ma-
teria.
Pro momento etn que a qusstio do eleraeBto ser-
vil preoecupa todos o spiritos seriamente inle-
reaaados pelo fatur poTifieo desie vaslissimo e es-
pefancis) imperio, no momento em qae am ge-
neroso sentimento de lberdado irrompe de todos
os coraedes, traduiiodo-se era actos brilhantes e
multiplicados em favor dessa infeliz ciasse, enxer-
to das velhas instiiuicoss politicae, que todas as
sociedades moler as teem expedido de sen seio,
om o justo horror que inspira to negro cancro,
mete momento ; olemne, dizemos, nao tinto a
ningaem permatieeer iadifferente soluc.ao de^se
complicado e difficil problema da u bom syila-
n de colnisaco. .
Qaer o Brasil, e j tempo, dar urna saustac,a>
A iostca humana, offendida por esse tacto mons-
truoso e so digne dos tempes barbaros chamado es-
crasido, qaer .ubslituir o trabalho, deve dizer-
se forcado, e por isso mesmo pouco productivo do
escravo, pelo trabalho espontaneo lo homem li-
vre ; mas essa grande medida exige ontras, que
alo eoodiee5e, imprescindiveis para que ella em
vez de bens nao acarrale males e perigos meateu-
javeis ordem social. ,
Realmente, porque tremenda desorgaaisagao
paseara o oosso paiz, a que rao de abalimento
deseen, se o giganta commettmento da total
omaocipacao do elemento servil nio fosse prece-
Oido da urna boa organisacao policial, e sobre tudo,
da creacao de colonias agrcolas, habilitadas a
preeocuer fcil o vantajosaraente as lacunas que o
braco escravo deixar na lavoura, aps a sua
emaocipaco ?
Em geral o captivo, pelo abati mento moral em
que permanece, considera o irabalho, partilba da
vida humana, orno fatal consecuencia de sua mi-
srrima condieao ; e ama voz livre considerar-se:
ha diipensado dos labores eoramuns, e nao regara
THE ALLIANGE BRJTISH & FOREIGN.
Lif an* Fire Assurance Company eslabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomam seguros
contra fogo sobre predice, gneros e farendas e
pagraa aqui prejuizos devid amonte provados.
Babe Schmetuu A- C
Corpo Santo n. lo.
fUACA DO RECIPE i DE MAIO
DE 1871.
AS 3' 1/2 ROSAS DA TaRDK.
Cotagoes oficiaes.
Jambio sobre Londres 90 d/v 25 Iji d. por
UOOO.
a. G. Stepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
sandimento de da 1 a 3 .
dem do di a 4.....
107:819*033
46.1181927
152:937*960
lorlaiento fa alfandega.
/olumes entrados com fazendas
. com gneros
Volumes saludos com fazendas
t com gneros.
181
3i5
-----526
126
90
-----216
is co o seu suor o solo, d'onde brota o bam
estar do individuo e da sociedade, procurando an-
tes prover as soas necesidades pelo emprego de
uwios reprovados pela moral e bous costames.
E na> se diga qna as nossu palavras sao a ma-
nifestacio de um vio temor.
L sto os Estadas-Unidos, onde apezar do
enorme desenvolv mento colonial, a rpida eman
cipa;aodos esiravos prodazio to serios abalos,
qae obrigaram o governo a tomar medidas repres-
sivas do caractisr mais violento.
Grapos armado de libertos aasalttvara muitas
povoagoas pacilicas e laboriosos daquella repbli-
ca, destraindo e roubaado o que podiam.
f Nao traballiamoj mais, gritavam esses bandos
com selvagem cbstinafo, porque j nao somos es
cravos f E 03 poderes pblicos dos estados so
encontravam romedio a esta terrivel desordem no
deshumano fuzilaraento de centenares'ssies des-
grados; e as desventuras resultantes de laes
faciot senam cortamente muito mais lamentaveis,
se a eraigraclo espantosa, que para alli afllae de
tolos os pontos do velho mando, nao tivesse por
assim dizer preparado a scena, onde se devia re-
presentar aquella admiravel acto do poder e espl
rilo liberal de um grande povo. .
Baireta'nto, jomo dissemos no principio desle
artigo, a quest&o colonial tem merecido a attanclo
dos homans mais notavais do Brasil, e qaer o go-
verno geral, quer o das diffarentes provincias, es-
pecialmente das do sal do imperio, teem de algam
modo auxiliado a iniciativa individual na formarlo
de companhias, encarregadas de aetivar a emi-
grado dos habitantes do vaibo continente para os
nossos vastos o despovoados sertdes.
E' evidenle, todava, qae esta provincia, oa pelo
poaco xito colhido das primeiras tentativas de
estabelecimentos colonlaes, ou por ootras cirr
cimstancias q;ie nos sao estranhas, nao tem nes-
tes tillimos tempos concorrido para tio otile recla-
mada medida cora a mesma intensidade de ador-
na para tal Qti empregado por saas irmaasdo M.
com eseecialidade 3. Paulo, Paran, Santa Cama-
rina, etc. etc. ,
A creaeao do Instituto Agrcola, porm, qae
acaba de ser aotorlsada pela nossa Ilustrada as-
semtila provincial, parece ser um bom symptoma
do dispertar de um grande pensatnenlo. o qual pa-
recfu por algiim lempo adormecido. "
* B? necessano, comtudo, que as medidas acerca
da colonisacao nao fijuem-someate nisso. Acoro
coe-se e prole,a-se toda a Iniciativa particular, ten-
aen'.e a prorat ver a emigracao, veaba ella d'onde
viei, espontanea oa instigada, porque com ella vira
tambera o apdrieieoamenu.da lavoura e o deseo-
voh'imento da industria e lo cuuuercio, a rique-
za, portanto, desle paiz om proporcoas para ser
o oais rico do mondo.

Agiradecimento.
^'enho imprensa cumprir um dever de gratl
dio para coui o Sr. Dr. Estevao Cavalcante de
Albuqawrque si#eraol9 o publico, render um trl
bulo de hrneoagajl sciencia desse meduo il-
lustre, justo redor da oosflaor;! geral.
Vi com profunda magua mea uuiso fllao, me-
Descarregam boje 5 de maio.
Barca francezaSp/irrpertences de dragas.
Vapor nacionalPtrapamavarios genero.
Barca ioglexa-Ocro Spretidem.
Lagar inglezl/niemercadorias.
Brigue inglez Claasanald canos e carvao.
Patacho inglezAlbertomercadorias.
Brigue inglez flora/baeilhao.
Patacho inglez Azalea -idem.
Despacho de exportac&o no dia 3 de
miio.
No brigue hespanhol Clora, para o Rio da
Prata carregaram : Amorim Irmaos & C. 50 pipas
com 24,000 litros de cachaQa.
No vapor inglez Olinia, para Liverpool car-
regaram : E. da Costa Oliveira 100 saccas com
7,619 kilos de algodao.
Na barca portugdeza Vencedora, para o Por-
to carregaram : Soares Primos 311 saccas com
30,056 kilos de algodao.
No patacho dinam&rquez Tylla, para o 1110
da Prata carregaram : Jos da Silva Loyo & Filno
i50 barricas com 121,534 kilos de assucar braneo
e 180 ditas com 11,17 os de dito raascavado.
No brigue porwguez Soprano, para Lisboa
carregou : E. H. Rabelo & C. 6 pedras de filtrar
com 90 kilos.
*ECEBEDORW DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
\endimento do dia l a 3 4;9M)*^
dem do dia 4..... 800*370
5:74U330
MOVIMENTO Bp PORTO.
^ V em 30 de maio de 1866, 80*150 rs.
iw le"ra aceita por Tnoraaz d'Aquino Camello
saccadd nJ *k^r\tTmAn"'
vencida 04 *. ?**$*& CoatiSode Lu-
oena. Mocada enf oa deitj. .H66 59^860.
zar. veneida em I ai julbo de 'qano Camello
Urna hsttra aceita por Thamazj -m-zes, ven-
saccada em 1 de oulobro de 186a a t.
eida em de abril de 1886, 6:0f#379 r. A|,
Urna leitra aceita por Antonio dos Coaga ~.
mello Pessoa, saccada am 17 da dezembfo de .18W.
veneida em 17 de abril de 1864, 4 MM, 86**80.
Urna lettra aceita por Ljnacia Simaoda Silva,
saccada em 27 de ontubre de J866, a i meits
vencida em 27 de dezembro de f8W, 403*830 re.
ITma lettra aeerta por Clemenno d* Cunh Fr-
reir, mecada em 23 de marco de 1888, 6 ma-
zes, vencida em 23 de setembro de 18W.....
1:481*390 rs.
Urna lettra- aceita por Rdefonso Lsobrao dSil-
va, saccada am 17 de novembro de r885, a 8 me-
zes, vencida a 27 de abril de 1866, 50*.
Urna lettra aecei* pelo mesmo, saccada em 21
de novembre de 1865. a 6 mezes, veacida em 2*
de maio de 1866, 424*000.
Urna lettra aceita por Jos Freir da Brito, sac-
cada em 18 de dezembro da 18S5, a fi mezes, ven-
cida em 18 de junho de 1866, 161*675 rs.
Urna lettra aMita'por Oldrado Nones Perelr* da
Ni va, saccada era 11 a> atare 4e 18S6, alme
zes, vencida em ti da maia de 1868,166*700 re.
Urna lettra aceito por Joaquim Francisco Borsts
Ucha, j loi prlasada en 16 de raarc.o da 1867,
00*000.
Urna lettra aceita por Oementino Cavalcaate.
Arcoverde, saccada em 3 dn-satetembro de 1866,
a 2 mezes, veneM em 3 de novembro de 1866,
9A630r?.
Urna lettra aeeila por Vicente Ferreira Lima,
saccada env 21 de nwrc de 1886, a 10 dii, vea-
cid em 3 de abril de 1866, 10*000.
Orna lettra aceita por Felipe Mria de Beascne,
saccada en 27 de >aeiro de 1886, a 3 mezas, vea-
cid em 27 de abrB de 1866, 76*270 rs.
Urna lettr* anetta pelo mesmo, saccada em 4 de
marco de 1889, a 30 dias. veneida em 4 de janli)
da 1866, 229*360 rs.
Urna lettra aeeita por Felippe Mana Bessone sac-
cada em 19 de jnnho de 1864. 30*00a
Urna lettra aceita, por Domingos PerMlra la
Costa Roeaeo, saocada em de fevereira 186o.
a 13 mezes, vencida em 9 de roci da 1866, 21*.
Urna lettra aceita por Vicenta Ferreira Couiioao
saccada era 16 de dezembro de 1865, 1 mezas,
vencida ero 16 de abril da 1866, 55*750 rs.
Urna lettra aceita por Jos Carvalbo Araujo Ca -
valcanla, saccada em 28 dafeverairu da 1888, a
2 mezes, veneida em 28 de abril de 184% ......
358J5M. ,a
ma lettra aceita por Jacmrho Soare Ab lene
zes, vencida era 12 de maio de 1865, a-12 meza?,
vencida em 12 de maio de 1866, 305*208 re.
Urna lettra aeeita por Francisco Jos Correa Mar-
ques, saccada em 12 de desfibro da 1865, a 4
mezes, vencida em 12 de abril de 1866, 354*120 rs.
Urna lettra aceita pelo mesmo, saccada. ean 26.de
abril de 1866. a 30 dia*. vencida em 24 de maio
de 1866,500*000.
Urna letira acoe pelo manean, a de abril de 1846, a 60 dias, vencida em 26 de J- .
?no de 1844, 800*000.
Urna lettra acula palo mesmo, saccada em 26
de abril de 1866, a 3 mezes vencida, em 26 da ju-
nho de 1866, 500*000.
Urna lettra aceita pelo m'tmc, saccada em 26
de abril, a 4 meces, vencida em 26 de agosto lie
1866, 501*220 rs.
Urna lettra aeeita por Igoaeio Simo da Silva,
saccada em 31 de novembro de 1866. a 9 meses,
vencida a 31 de agosto de 1866, 471*0ln.
Urna lettra acceila por Aatonio Danta; Correa,
saccada em K) de setembro de 1861, a 24 majes,
vencida am 10 de setembro de 1866,114*050 rs.
Qaatro lettras acceitas por Antonio Jos de Oli-
veira Jnior, saccada em 19 de outubro de 1863, a
36 mezes, veacida em 19 do oulubro'de 1866.....
867*217 rs.
Nesta relaco eslava ama estampilla inatilisa-
da de 200 rs.
Becife, 20deabril de 1871.Anna Rdrigus
da Costa.
E par forca de dita senteirc.a, o respectivo es-
crivo fez passar o presente pelo qual e seu tbeor
Chamo, cito e hei por citados os referidos sup-
plicados, para que dentro do praso de 30 dias
comparepam ante este juizo por si ou por seus
procuradores, llegando provando o qae for a
bem dateu diraito e juslica, sob pena de revelia;
para que os sopplicados nao fiqueco iodefesos,
toda e qual quer pessoa, prenles, amigos e conde-
cidos dos supplicados, que do presente edital uve-
rera noticia poder Ihes-ho fazar sciente do ex-
pendido. _
E para qae chegae ao conhecimeoto nle todos
man dei fazer o presente edital que ser afflxado
nos lugares do costme e publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
namboco, aos 29 de abril de 1871.
Eu, Ernesto Machado Frire Pereira da Silva,
escrivio o subscrevi.
Sebastio do Reg Barros de Laceria.
Perna
Pela
Naval
Ezm.
Portella, vice-presdanle
diencla nos dias uteis de
Urd*
0 secretario,
Elias Frelerico de Anoida e Albqqoerqae.
Sabbado 6 do'corren te, depois de frnda a au-
diencia do Sr. Dr. jaiz municipal da 2* vara, sera
arrematada per venda a cata n. 4 da travessa dos
Martyrios, pertencenle ao espolio de Jlo Evange-
lista do awmeqio, de qo invenuriante D.
alaria R>drigues Ferreif a Pontea, a qual leodo
sidoavaliada era 2:000*. vai noyamenta praija
com o abate da le. '^BBaV_________T
ARREMATAvjIlJ..
No dia 8 do crrante,
Df. jaiz de orpbos, pa
Guimares, ir prag awt..
logar do Batir, na Magdalena, pariencenle aos
Dens da finada D. Man do Monte Lolbo d Alero,
avaliaaa pelaqoantia de 3:200*. para pagamento
de cr^tfores e da fazenda pubtee, ichaudo-se a
casa erri bom estado e em boa situarlo, ei
uroprio, com bons commados.
14
redW^
pdiencia do
_,o escrivio
asa terrea no

mobilia de Jacaranda a Luiz XV com tamo
pedra, am piano de armario, urna naachina
de costara, nma cama de Jacaranda pare casal,
um guarda-vestido, gnardalouca, mesas para
jamar, guarda-roupas, consolos, marquezo,
marquezas, roobilias de amsrello, cadelras de
de raa, de amareHo 9 Jacaranda, camas de ama-
relio para caral, toilette de Jacaranda, commo-
da e meias ditas, lou;a para jaotar e alraoco,
copos, candieiros a gaz, laoternas, compotoiras,
relogios, quartinheiras, cabidas, solas de Jaca-
randa avulsos, bancas para jogos, espelhos e
mullos outros objeclos que sero vendidos ao
correr do martello ____
iioji:
pelo agente Pootual
no armazem da ra
ponhoras em to.r
do Imperador n. 16, s 11
AC
HOJE
THEHTD9
iw^ flF
4MaJjW^"
(REPERTORiO DR OFFEMBAu.^ .
a- pintatlos trri lugar a.
TarlaTOhavcntc mas
Tercas,
Quintas,
Uoailngos.
SEXTAFEIRA 5 DO CRREME.
O agente Pontnal vender um excellente cofre
de ferro, prova de fogo, logoqae principiar o leilao
de diverses trastes annunciado hontem 4 do cor-
rente. '________.
aMorih, FRtOsb, Si
mVIDtoS PAGI
Sio convidados os aanlipres craB| abaixo no-
tados coraparecerem no. escripan da roa do
Vigrio n. 13 pr 1 metro andar, parjf^ rdceberem a
quantlas que ihe r>rteocev..proveMBntes do l.;
i.', 3.*, k.%j.' e 6.* dividendos. Os pagamentos
seraofeitee todas as quintas-feira das 11 hora
da rasinnaa 1 da tarde, e ate o dia 26 do 441-
rentfc-
Bicife, 3 de maio de 1871.
OsSrs.V
Abrarraro Ewstivard 50*340
Antonio Fernanda Ribeiro 42*000
Antonio Barbosa de Barros ^*2?
Antonio Domingos Pinto S5^
Antonio Bemardino Senna 'S'fi
Antonio do Reg Medeiros *"^f
Antonio Maria O'Connel Jersey ,*i*.
Antonia Maria do Rosario 45*780
Alves & C. 34W
Antonio Lete de Magalhaes Bastos 34*080
Barbosa & Sim5es 2*008
Babia Irmaos A a 3:044*890
Celestina da Costa
Caetana Carolina da Costa Ramos
Caetaoa Olympia da Costa e Suva
Campiano f Cordeiro
Carvalho & C.
Caixa Filial do Banco do Brasil
47*570
lAznu
geraes,
111-
in

DA
NO
THE\TR0
Z.MILL.I
CAMPO DAS PR1HCEZAS
DOMINGO 7 DO CORRENTE.
Grande e> variado espectculo em 6 partes.
Primeira part*.
SegMda representacio d linda Zarzuella e
am acto intitulada :
EL VESCONDO
francezas, suissas e
g^zas,
tyfy proprias do mercado
a 8 do corrente.
Monteira, Gregorio & C. fario leilao, por
t?,-venrio do agente Oliveira, de grande sortimeoto
em pannos grossos mes-
casimiras diversas todas
assim como de grande
le C* 0Qlras 'azenaas das procedencias
pra inolicadas, J mais proprias do mercado,
mm tKm de ser andidas para fechar contas
quaes teero de j-^Jh^
s 10 horas em seu armazem sito roa da* Craz n. 86.
fazendas, consistido
pretos, e de
ai .
t-toaC* e pret09' e
WotW da est*5io actual,
'Zade t.4* 0Qlras fazendas das procedeoefas su-
as
LEILW
Fersmagtns
Vesconde....
Elena.......
D. Albnso..
D. Rodrigues
At*rts
Sra. D. Uta,
Sra. D. Mar! Heves.
Sr. Gardas.
Sr. Granados.
bri-
em
Navios entrados no dia 4.
Granja e portos intermedios8 dias, vapor nacio-
nal P ir apoma, de 312 toneladas, commandante
Azavedo, equipagem 30, carga diffrenles gene-
ro* ; a companhia Peroambucana.
Londers40 dias, brigue inglez Laura, de 174 to-
neladas, capilao TOomiz Couch, equipaajem 9,
carga diffarentes gneros ; a Tolo Antonio de
Antojo.
Lisboa30 dias, brigue portugaez Lai'a J, de 270
toneladas-, capitao Aotonio Francisco Vieira,
equipagem 14, carga varios gneros; a Thomaz
de Aquioo Fonceca dt C.
Liverpool46 dias, barca ingleza Zennia, de 453
toneladas, capito J. J. Browo, equipagem 11,
carga carvao ; a Syoipson.
Navio sdktio" no mesmo dia.
Pondcherry-Galera ingleza Contesl, capitao J.
Russel, com o mesmo lastro que trume de Gaa-
deloupe.
Segunda parte.
O Sr. Flaviano Coelho represenur em obse-
quio ao beneficiado a linda scena cmica
0 malulo aparvalhado
Terceira parte.
A Sra. D. Marta das Nevos da Castilho cantar
a linda aria Reala do Barbeiro de Sevilha.
Quari parte.
Em saguda o Sr. Flaviano Cocino cantar a
liada n cmica
Mea yy voce me mata
QuaU parte.
A
dido de manas paesoas cantar ojiado dao
nado o domin azul, palas Sras.T). Luna
e D. Maria Netas. _.,.
Tarmiaara a espectculo com a linda tonadilba
hesaanbla inWalada :
A viura c o saensto
Personagens.
Vluva..... Sra-D.Luiza.
SacrlstSo.. Sr. Granados.
a> Principiara is 8 112 em pooU.
Os bilhetes acJtam-a venda no escriplorio do
theatro. ';
~SVIS6T MARTIMOS.
"" BAHA
O lugre inglez Anteha Wton segua em poneos
dias para o port'irTasosmo^arrega a rete comino
do : tratar co cima, mos A C, a ra do-
Amorim n. 37.______________________________
"Fara o Para
vai sabir com a maior brevidada a barca porta-
gueza Despide II, capilao Faustino Joo de Car-
valho, por ter a maior parte do seu carregamento
encalado, ejiar* o resto que Iba falta, trata-se
com Ferreira 4 Loureiro na traves da Madre de
Dos n. 10, .
------------
DE
Joias 'de o uro e
lhantes dados
penhor.
Segonda feira 8 de maio.
Mauricio Jos dos Santos Bibeiro, nao tendo po-
dido, por eircumstaacias imprevistas, effeetnar o
letlio annuociado para os dias 10 e .14 dr mez
prximo pasudo, o far no dia cima, de todos os
objeetos vencidos e nao pasos, dados em penhor,
podendo seus donos resgata-Ios ou pagar os juros
qae estao devendo ante o acto do leilao, o qoal
ser effeetnado por iotervencio do agente Martms,
eodo estes os ne. 134, 137. 194, 217, 184, 226,
214.235, 220, 173,239, 316 B, 25. 247, 249, 231
B, 231 B, 253, 235, 295 B, 41, 78 B, 260, 204, 272
278, 282.283, 285,286,290, 292,62. 295, 274,120,
300, 302, 222, 256, 240, 210, 265, 387 B, 264, 255,
240 C, 194 m, 18 m, 153 C, 112 C, 245 C, 64 C,
20o C, 76 m, 89 C. 93 C 00 C, 262 C, 114
ra, 247 m, 120 m, iU m, 137 C, 247 C, 60 C, 212
m, 219 m, 146 C, 223 C, 252 m, 264 m, 23 C, 31
C, 204 81 C, m C, 285 ra, 6 C, 108 C, 214 C.
254 C, 298 m, 1I9C, 1VC, 273 C, 41 C. 45 C, 48
C, 115 174 d 44 C, 70 C, 71 C, 136 C, 257 C,
72 C, 77 C, 87 C, 161 C, 92 C, 207 C. 103 C, 104
C, 105 C, 106 C, 110 C, 208 C, 151 C, 169 C, 268
C, 144 C, 285 a 17 C, 144 C, 194 C, 200 C, 201
C, 210 C, 217 C, 21* C, 218 C, 261 C, 222 C, 226
C.229 C, 234 C, 250 C, 266 C.274 C, 290 C, 292
C, 297 C, 304 C, B C.
O leilao ter lugar na pca da Independencia
o. 33, s 11 horas do dia cima.
Domingos da Rocha
Eduardo Presin
Fe l i sarda da Costa
Francisco Luiz d Oliveira Azevedo
Francisco Simoes da Silva
P. H. Cordli
FrauclicoiGuedes de Araujo
Francisco Goncalves da Silva Pereira
Francisco Men '
Francisco Pereira de Medeiros
Kranciseo Manoel Barroso
Ferreira A Martina
Flix Antonio Alves Mascarenbas
Francisco Joo de Barros
Gailherme Ferreire, pinto'
,'-*bd Maria da Costa
John l.ilily
Jos Gomes Vieira ,
Jos Nogueir da Cosa Soares
Jos Baptista da Fooseca Jnior
Jos Luiz Ferreira da Costa
Jos de Fumes
Jos Maria Ferreira
Jos Felippe Martina
Jos Portella da Cosa c Silva.
Joio Jos Gouveia
Joao Silverio de Souza
Joo Baptista de Albuquerque
Joanna Maria dos Prazeres
Krabbe Tbo.n & C.
Lucrecia, escrava de L. J. C. Amorim
Lucio Fosculo da Silva
Manoel Alves da Costa Brancante
Manoel Goncalves de Oliveira
Manoel Antonio de Carvalho
Manoel da Silva Sampaio
Manoel Ferreira da Silva
Maooel Alves Barbosa
Manoel Joao Antunes Torres
Maria Eienteria
Maria Isabel da Costa
Mara Isabel Baptista da Fonceca
Massa de Jos Luiz Pereira Jnior
Massa de Francisco do Reg Mello
Marques Barros A C.
Mello A lrmo
Orphaos de Agostrnho Baptista da Fon-
ceca
P. Maurer
P. Won Shosten
Raymundo Carlos Leite A lrmo
Simeao Joio Alves de Carvalho
Simn Len Ploy
Thomaz Ferreira da Cunha
Thomaz Caborn
Tbeodora Joaquina de Souza Braga
Victorino Augusto de Carvalbo
Vianna & Guimares
34*600
59*36
21*377
(140
2
200
400
AVISOS DIVERSOS.
31*450
298*680
69*520^
7aHT~
677*440
455
fjMJM
514
14*390
23*360
.;nooo
4v. "*.
148*7%v -^
120*000
75*000
119*880
234*000
18*000
21*080
19*000
25*220
47*500
10*800
44*760
4*0i0
17*490
3*700
349*456
10*640
38*000
26*882
303*444
65*200
3*750
54*720
192*662
19*000
328*830
55*760
148*400
24*060
127*168
72*000
95*930
44*29
29*284
DECLARACOES.
Jnizo nos fltos da fazenda
nacional.
De ordem do Exm. Sr. Dr. jaiz dos feitos da fa
zenda, faco constar aos arrematantes das compre-
hensoes denominadas Caric e Pangau do extine
to vincnlo do Itamb, que Ibes Oca marcado 1
praso de 30 diaspara presta rere as devtdas hypo-
thecas, e assignarem as respectivas letras na the-
souraria de fazenda, sob pena da flearem sem
bffeito as mesmas vendas.
Recife 4 de maio de 1871.
O escrivio,
Luiz Francisco Brrelo de Almeida.
1ARA r
at .
PORTO-
Segu vtagem no dia 6 do corrate o brigue
Tnumpho, anda pode recebar algn carga miu
da e nassageiros: a tratar no escriplorio de Soa
res Prunos, ruado Vigario n. 17.
Maranho.
Pede-se a um certo sojeito linguarudo
moradorna cidade de Olinda, que largoe o
rno vicio qae teta de andar fallando cousas
que nunca aconteerjm, porqae do contra-
rio ser peior para o mesmo sentior qae
ser chamado peranie o tribunal de jos-
tica, para provar semelhanles calumnias ;
isto pois quem pede
0 Destituido.
Est carga para o porto cima o
Ga-oaidi: tratar com Taaso Irmaos &
na do Amorim n. 37.
bote
C,
LEILOES.
EDITAES.
O Dr. Sebastiao do Reg Barros de Lacerda, iuiz
de direito especial do eommerelo desta cidade
do Recife de Pernambuco, por Soa Magestade
Imperial, a quem Deas guarde, etc.
F..ijo saber pelo presenta que D. Auna Rodri-
gues da Costa, por sea procarador me dirigi a
peticlo do theor seguinte :jk.
Illm. Sr. Dr. jniz do eommercio.D. Anna Ro-
drigues da Costa, vinva de Diogo los da Costa
quer enterromper a prescripcio dos devedores
constantes da relacio junta perlencent ao seu ca-
sal, e como os ditos devedores se acba'm ausente
era lugar nao sabido, a supplicante requer aV."S.
se digne marcar di e hora para a supplicante
dar suas testeraunhas, para justificar a ausencia e
serem citados como determina o art. 453 3. do
cdigo commarcial, tomando por termo o protesto,
assim pede a V. S defenmento e recebera merc.
Eslava urna estampilha nutilisad* de 200 rs.
Beci, 20 de abril de 1871.
O solicitador Frederico Chivas.
E nesta paticio dei o despacito do theor se-
guale :
Destribuida, justifique a ausencia dos supplica-
dos, tomaodo-ie por termo o protesto providencia-
rei intimac.ao.
A cmara municipal desta cidade faz publico
para conhecimento de quem interessar possa, que
tendo dado preferencia ao plano do ediflei do
mercado publico, apreaentado pelo sen engeoneiro,
convida aos pretendentes para a presentare m suas
propostas no praso de 30 dia, aQm da se levar a
effriito soa construecio.
Paco da cmara municipal do Recite, 4 de maio
de 1871.
Bento Jos da Costa
Pro presidente.
Loaren?) Bezerra Carneiro da Cunh,
Secretario.
Pela secretaria, da cmara municipal data
cidade se faz publico paca conhecimeoto de seus
municipes de se haver mudadu o sea paco para a
casa que foi do Dr. Jos Joaquim de Meraes Sar-
ment, sita no largo das Princesas.
Secretaria da cmara municipal do Recife 4 de
maio de 1871. 4> -
Lourengo Bezerra Carneiro da Carina,
________________Secretario.__________
4" seecao.Secretaria da presMencia de Per-
nambaco em 2 de maio de 1871.
Por esta secretaria se faz publico, pira o conhe-
cimeoto de quem interesar possa, que em obser-
vancia da lei n. 977 de 25 do mez Hado, se acha
em concurso com o prazo de viole dias a contar
desta data, o privilegio de dez annos para trans-
portar as carnes verdes do matadonro para os
acougues em carrosas construidas de coofofmda-
de com o art. 4* das posturas municipaes da 7 de
novembre do anna Ando, pasMude o privilegio a
cmara municipal, logo qae estiver coniiruido 9
de
LEILAO
x ..
M
S
165 barricas com cerveja^
branca e preta
A 4 do corrate.
KellerC avio leao, por inlervencao do
agente Oliveira, 4a carveja sapra declarada, sendo
das mais superiores qaalidades, e da muito acre-
Lditada marc' de^E. Jdfcnston & C. de Liver-
pool d'onde naaw mente chegada, e epera-se
seja toda desatf sada at o dia do leilao, qae
ter lugar
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A*. OMVIII
e Beberibe.
A directora manda fjzer publico que,
no escriplorio da mesma se pagar os bilhe-
tes da companbia todos os das otis, at o
dia 20 do correte, das 41 horas da ma
nba, at s 2 da tarde, e, desse dU em
diante, somenie s quintas-feiras e as mes-
mas horas.
Escriptorio da companhia 4 de mate- de
1871. ,,
Joo Joaquim Alves,
Dividendo embargado por Maia & Espi-
rito Santo : de Manoel Azevedo Ca-
nario 843*600
Recife 25 de abril de 1871.Os administrado-
res, Jos Jeronyrao Monteiro, Justino Jos de Souza
Campos.
MJBO.
Ronbaram de hontem para boje 4 de maio, do
quintal da casa da ra Imperial n. 133; nm ca-
vallo alazio cachito, mel carnudo, inteiro, mar-
ca ferro M no qoarto direito, a mao esquerda cal-
Cada, 1 estrella branca na testa, o qual so tem pas-
so : pede-se as autoridades policiaes, e pessoas
particulares a apprbencao do mesmo eavaUo a
levar na mesma casa cima mencionada, que se-
r recompensado.
Urna pessoa efeegada ba pouco tem urna carta
de ioteressrt para o Sr. A. S. Lema por isso
pede que annuncie sua morad, por Ignora la.
Guia perdida
O capito Joaquim Antonio de Moraes, pardea
no dia 2 do correte, da ra do Destine at a pa-
(tadoria, urna guia passada pelo almoxarife do
Fernando de Noronna ; pdVse a pasaoa que a
lver acbado levar-Ihe a ma do Destino n. 29,
que ser giatiiicado.___________________________
D-se 400* sobre hypotheca i a dlrigir-su a>
ra do Duque de Caxias n. 42.
V"
Io secretario.
oja
a's 11 horas da raaohaa, nos armazens dos
Praocisco de Araujo, KeHer dt C, 00
Hatto. ....._________________
Srs.
Forte do

LEUAO
da loja> de calgado da ra do
Baiao da Victoria n. *0 (anti-
ga ra Nova).
O agente Martina levar. nmrrraate i. leilao,
pela tereeira vez, pota despacho do Illm. Sr.-Dr.
juiz especial do eommerelo, a armaco e oleados
da loja cima, pertencenle massa fallida de Fer-
nandoSleppleda||,AFEiRA
HOJE
A's 11 horas do da, na ueima loja,
,
D. Aob de fteodonca Paes Brrelo, raajor
Francisco de Paula Paes Brrelo, D. Catharina de
Mendonga Paes Barreto, capito Antonio de Men-
doea Alarco Ayalla, D. Maooella de Mendoza
Alarcio Ayalla (auseas) Camerino Francisco Paes
Barreto, D. Maria da Conceico de Mendonca Paes
Brrelo, Julio Cesar do Reg Barros e D. Rita de
Meadeoca do Reg Barros, viava, filhas e genros
de Jos de Mendonca Ayalla'Brrelo, cordealmen
te agradecem aos seus prenles e amigos da Vil-
la do Cabo, que acompanharam o cadver de seu
sempre chorado esposo, pai e sogro i sna ultima
morada, Igualmejte convidara aos roesmos parea-
tes e amigos a aasfctirem -*- __*l'5_1d,i_
que ha de ter lugar pelas 8 hora da-ftnhaa de
dia 9 do corrate, na igreja
villa. "

Candido de Soaza Miranda Couta, toa muloar a
fllhos, repassado da mai acerba dor nata infauv
la noticia do prematuro passamento da san mat
prezado fllho e irmo baoharel t*raeiaaa Leoaar-
*. de Souf a Miranda Cont, jai* monieipal e de
orphaos do termo da Braajaae da provincia do
Para, vem pelo presente rogar a todos os sena
prenles e pessoa de sua amizade o cando ob-
sequio de assistirem a algumas mtsau qu por
alma daqelle finado mandara rosar na matru da
Bo-Vist, no dia 8 do oorrenta, pela 7 hora da
maobia e pelo que desde j lhoa prntaaHm lo*
eterna gratidio.
_?
1*1 ^}
1
i ;
Dr
Anomio
tello
O capitn Arestide
I
CU-
matriz da referida
AttenpSS.
O Sr. Epiphanio de Luna Freir deixoa de ser
eaixeiro da Fundicao do abaiio ass.gaado desde
o dia i* do corrribto.
00 Mb*ldo3 8ntoViHac.
Precisare de ama ama pa-
ra tolo o strvigo de urna
%!
seas
casa de familia com tres pes-
ar Toa. da Conceico a. -37.
Borges Leal
Braneo.
Cesar de Almeida, sob a
nrossaTdTWrddira dor e profundo pesar pela
iri-te noticia que acaba de ehegar pelo vapor
Sania Cruz, do infausto passamento do seu res-
nettavel e prezado primo e amigo o Dt Amonio
Borges Leal Csstello-Braneo, convida ans seas
amigos e aos do sen fhado primo para aavirem
urna missa que, em snffragio de sua lasa, manda
reear no saboado 6 do corrnte, na capella do eol-
legio de S. Francisco Xavier, aa 71,2 horas da
manhia ; edesde j agradece o piedoso obsequio
qae Ihe memo todos a ojie all comparce_rem.
_ T tlAOS^M LJQJJIDACAO, oor ig-
norarem a residencia da IUm. Ir. "Manoel Bernar-
diao Vieira Cavalcante, vem por este me rogar-
Ihe o obsequio de entender-se com ella __*
escririorio ra do Amorim n. 37, 7,J.
ioteresse reciproco. _________-
Precsa-se de um ^^^_, ^ S
tinhar, e queira ir s compru a Ha- a *"
do Sebo O.W.


.-
m


;-:. a
\f
\*.
.*
- -, rernMnfc-M Serta rer? 5 & ^^ ^
is:i
LIOllBACAO
se

ba importan'.* e bem cooher'*
OdonodaqV .... U l^brc
fregueses a aprow ue AKabefecifreto, a
de chapeo* <*-
I*
rica de
de
d SOl da ra do Bario da Victoria, esquina da Camoda do Carino.
. qderthdo acabar com elle at o fim do corrate anno, convida aos seus numerosos
i Z'u S bircumstanci ""pah mutiirem-se por barato preco de todos os objectos existentes no mesmo, contando
EnSi-^'''? ias qua'lioaaos, tamanhos e feitios, tecidos, armac5es e mais aviameotos para os meamos, armas de
un, raiiuna, oK^g th|cotes, e urna inflnidade de ootros objectos, entre os qaaes os afamados afiadores para navalba de h
Pradmes, prejftiffloi ^M ekDosic
das exposicBes de Pernatrbuco, Londres e Paria.
v&f?
ICOiO.CO
MANUEL l C
Ten a satisfazlo de participar aos seas numerosos freguezes, qae em vista de ser-Ibes mais commodo, tan
estabelecido ama nova fabrica de cbapos de sol, na rna da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
onde acbarao os pretendeotes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os preces, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Sra. compradores por atacado
darem, sondo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
mac5es a > iazendas que a demora da fabricac3o bem diminuta,
Precisa-se de urna", ama para eozi-
nnar e engommar para eaaa de pouea
familia ; tendo alm disto nm mole-
que para ajudar: na roa da Uniio
. 6.
Wlfia
Precisa-se de urna ana pa-
ra cozinbar e comprar para
casa de pooca familia: na
rna da Cadeia do Recife n. ii, loja.
O verdaieiro vinho
DA
IIAiauliiA
O Campos da roa do Imperador n, 38,
tem a latisfclo de avisar muito particular,
os amantes do J bem conhecido vinbo da
Bairrada, que est naunica possed'ama re-
messa dae nctar, vindo pelo brigue So-
berano, e que nJo v5o por annuocios bom-
bsticos, qae sSo ardis muito de proposito
inventados, para nelles esbirem os inexpe-
riectes.
Assim pois, aqaeilea que quizerem sabo-
rear o verdadeiro nctar das vinbas da
Bairrada, niotem mais que dirigir-se ao ar-
mazem do Campos da roa do Imperador a.
28, onde eacontrlo amostras do dito vinbo
que se darlo tambem para as casas par,:
lares. r "c0'
Vejara e ezB>nii^m........
Cuidado co^ ^ imitaces
Cadete de avallara.
Na ra Direita n. ($3. loja de ferrafem^precisi.
se fallar ao Sr. Hercolano Cavalean de Albosuer-
qoe, tadete de cavaaria.
Na raa da Malrii da Boa-Visia a. 26, 1*
dar, tem urca eserava para se aigar.
an-
Os senbores ddnr& de urnas obras qua
Sx,*]e.D0 Jecco o Sarapat n. 8, tenbam a
boodade. fe mandar buscar at o dia 4 do
mez ue maio.
'Becife 26 de abril de 1871.
Agostinho Jos de Barros.
Seguros contra-fago
COMPANHIA
NORTHERN
Capital.
Fondo de
*Y.
reserva
RA
.- Agentes,
.ilti Latkan & C.
,000:000*000
8,000:000*000
. o marmore
E no eteganU armazem jnnto ao Diarto, qae
qualqoer chefe de familia forneee sna dispnsalo
melhor qae existe no mareado e por precos mui-
to favoraves, como rejara arror a^OOrs. a. Mra
velas stearinas a 640 rs. o maaao, viat, Awira
por 500 r. a garrafa e Umbem ha. m\i*Sutio,
bala.os de diversos tamanhos, cafc.-^" SE
para mimos, caf de moca, ui> ^teSUSi
franeezas, amenas em P'jm. ^im i KS.7
marn.elh.da de Ferna^ %% \*g>
molhos e mostarda, cor de dlverua qnanVU:
des 4oce de gou.U em caixio e latas, bolaxraaas
ue diverso intores, massas para sapas, sealas
grandes, azeifonas em baria e lata, vinbos fines
do Pwto dos racihores autores, qoeijos prale t do
reino a 3*000 e a 3*300 ; o propietario des te ar-
mazem responsabtlisa se pela boa qoalidade dea
gneros vendidos em seo armarem, assim come ga-
ranle todo asseio o limpexa, em virtnde do ejtal
convida a seus numerosos fregueies e amigos a vi-
rem visita-lo. .
^ ^A CRUZ N. 38.
COMPRAS.
a tra-
'
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 4
Neste novo armazem tem um
variado sortinwnto de fazendas
francezaj, mglexas, allemlas e to-
das todas se vijndem por presos
DI
filian
ofBcina
como um
de alfaiate,
ama grande
montadVfeom
mdicos, afim de
novo armazem.
acreditar a este
Casemiras inglezas,
franeezas, de todas as
fulidades, br.ns de
cores e brancos, colei-
. rinos modernos, cha-
peos de sol de seda,
RA
ario da ?tetarla
tija raa
NOVA
ARRUDA IRMAOS; SsggrSS
nada deixam a desojar.
Roopa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos oa paqae
tea recebem-se as me-
lbores mais moder-
nas casemirai que na
na Europa.
RA
Bario d; Vctor la
.^luga-se
pnnv rf0 jad,, da rut Al Penna K .
!* uo mesma__________
Serra do Fontes
Parahyba do Norte.
Pde-se ao Illmo. Sr. Antonio Lelis de Soma
Pontoa, qno qoeira mandar ultimar o negocio de
seo intereaae com os abaixo aasignados nesta ci-
dadfc que pedem descnlpa de nao ir oo mandar
la pela grande distancia e incommodo que Ihes
causa, como pela incerteza de o encontrar.
Recife, 28 de abril de 1871.
Tasso Irmaos,
Em HqnidacSo.
Compra-se nm Manual Homeopathico pelo Dr.
G.J.H. G. Jahr : na ra da .Cadeia do Recife n. 1.
Compra-se
faseos vasios da tintara Japoneza ra Du-
que de Caxiss o. 50, e Mrquez de Olinda
n. 51.
VENDAS.
Precisa-se de nm eaixeiro; no pateo do
Terco n. 63 padaria, e precisa-se de urna ama pa-
ra cosinhar e comprar.
N. 41.
Joaqoim Manoel Ferreira, vai a Lisboa e
delxa per sen procurador o Sr. Joaqnim Manoel
da Costa.

t >':.

NOVA
Francisco Lnii de Oliveira Azevedo, manda ce-
lebrar algnmas missaa pelo descanco eterno da
alma do seo presado condado e amigo Joio de
Almeida Pinto e Silva, fallecido na cidade do Por-
to a 5 do pretrito, na matriz do Corpo Santo pe-
las 7 i|2 horas da mannia de sexta-feira 5 do
gresenle mez, trigsimo dia do seo paasamento.
oga pote is pessoas de soa amteade o caricioso
obsequio de soa assisteocia, por enj) servico
religiao e memoria do finado gravarao mais um
penhor a sua man intima e cordeal considera cao.
Urna superior mobilia de Jacaranda (medalbao)
chegada Diurnamente, contendo 18 cadeiras de
guarnicao, 4 de bracos, 2 consolos, jardineira,
com lampos de marmore branco fino, e sof, es-
tando anda bem acendicionado que pode servir
para goalqoer encommeoda de fora ; vende-se
por nao ter ebegado a tempo de servir pessoa
que tinba feito a encommenda para ver e tra-
tar na, rna de marco (antiga do Crespo) n. 6,
fabrica imperial de chapeos.
do i^aono da facul
Aos
Srs. acadmicos
dade de direito do Recife.
Avisa-se qoe se achara venda por mais bara-
to preco do qoe em qnalqoer ootra livraria, na
ra do Crespo, loja n, 25 A, esquina da do Quei-
mado. os moi poneos exemplares qoe re.-um das
Annola^Ses do Cdigo Commercial Portuguez pelo
Kxm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Pereira Forgaz
de Sampajo Pimentel, eximio lente calhedratico
dessa materia na universidade de Combra, otro
de subido apreqo e grande ulilidade para o estudo
do Cdigo Commercial Brasileo, pela su'a inteira
horaogeneidade com aqoelle ootro. Na mesma
leja so vendern as memorias do Bom Jess de
Braga coi) ricas estampas, obra de grande mri-
to para ledo cidado portuguez.
H. 41.
i **ZffS^^l^^ reforma radMl "o> rusta, e commodos, e m pontoadade nai eocom-
tomr migante M 8eM nnmer0808 freguezes deiza-se de anannciar todas as fazenda, para
aseadas
po se tornar mamante
Attentflo
Orna pessoa habilitada prepe-se para mestre
e mostea de guarda nacional, ou alguma socieda-
no pateo da Ribeira n. 15. H
Precisa-se de ama engommadeira, livre oo
SUfS asi gresso (Sciedade) n. 7.
%la%
Jos Pereira Martins, subdiiu portugoez, vai
a Europa traur de sna sande._______
Aloga-se orna escrava de 14 annos que ja
las lado servigo de casa : na roa do Imperador
n. 50, 3 andar.
Diario de rernambuco.
JhtttU n comprar o Diario de 11 de Janeiro de
l69, paga-se bem : nesta typographia.
Precisa-se de orna para cozi-
nbar : na ra dos Pires n. 46, ta-
Precisa-se de ama ama boa
engommadeira : na roa dos
Pires, sobrado n. 27.
MOFIftt
AMA
Na roa de Hortas n. 68 existe urna
eserava para o servico domestico
Antonio Jos Cordeiro Simos, tendo de se
retirar para a Europa, e nao podendo despedir-se
das pessoas que o honrara com suas amisades, o
faz pelo presente, oftercendo seu diminuto pres-
tirao em goalqoer parte qoe se aebar.
AMA
Precisa se de orna ama na rna de
S. Francisco n. 54, para comprar e
cozinbar
ir.
AH
berna.
Aloga-se om escravo para todo
principalmente de padana : no pateo
numen) 33.
o servido,
do Terco
Arrenda-se
o engenbo Camarao, moente e
crreme, sito na reguezia de Santo Amaro Ja-
boatao, por om cont e qoioheatos mil reis an-
ziuaes, por seis annos, com seis contos de rete
avista : a tratar no mesmo engenho oo no Becife.
rna da Penha n. 5, andar.
i- *tf,S0
Tendo-se perdido a
cautella n 1210 passada
Vao m abri' dM, o Sr. Nathan Danhausr, roga-se ae mesmo s-
nior qoe acceite o resgate da referida cautela
pelo sen proprlodono do qne passar o recibo.
tarta,
A Illma. Sra. D. Haria Angosta Lins Bahia da
Camba, tem urna carta na rna do Trapiche n. 96
fonir'ora do Brom), qoe lne ser entregue, pagan-
ato o preaente annnncio.
Precisa se alngar urna eserava qoe
saiba cosinhar com perfeicao, agra-
dando pagase bem. ISa fabrica i
vapor de cigarros ; roa Larga do Ro-
sario n. 21.
Antonio Bergen Leal < asid-
lo Branca.
O Dr. Malaqnias Antonio Goncalves convida os
feos amigos e os de seo finado cunhado Dr. Anto-
nio Borges Leal Castello Branco para assistirem
algnmas missas sabbado 6 do corrente mez, tri-
gsimo dia de seu passameoto, na matriz de Santo
Antonio, s 8 horas da manha.
O abano assignado declara que tem vendido
ao Sr. Jos Rodrigues Hartins a sna taberna sita
a roa da Biea de S. Pedro n. I, em Olinda, livre e
desembarazada. Recife, 2 de maio de 1871.
(_____________Auionto Ignacio Brando.
O proprietario da cautella n. 400 da casa de
penhores, travessa da roa das Crozea^i. 2, avisa
ao Sr. N. Danhaisser, qoe nao entregue o objeeto
nella descripto senio ao aeu legitimo dono, que
passar o recibo.
Roga-se ao Ulm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, v
cnvo na cidade do Natareth deata provinehi,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a eoncuaU
aquelle negocio que V. S. ae oomprometaea" ttt-
sar, pela terceira chamada deste jornal, et% fin*
de dezembro prximo paseado, depote pata Ja-
neiro, paeson a (evereiro e abril. nada emnaatio,
e por este motivo de novo chamado para dato
fim ; pote Y. S. se dora lembrar qae este negocio
de mate do oito annos, a qnando o aaaawr md
fiho se achava no estado nesta cidade.
Precisa-se de om menino livre para criado,
de idade de 10 a 12 annoa : a tratar na roa do
Rosario da Boa- Vista n. 18.
Cambraias brancas avariadas
Na loja de PavSo roa da Imperatriz n. 60,
vende-se flnissimas peijas de cambraia branca
transparente com om leve loque de avaria, ficando
perfeitas logo qoe se lavem, e vende-se pelos ba-
ratos precos de 2S500 s 31500 a peca'
Fazendas avariadas
Roa do Crespo n. 25
Algodao largo Sien pira a 5 ra pessa.
Hadapolao fino marea X a 5 jfJOO.
Alpacas trancadas de cures, fazenda nova a
320 o covado. B ootras fazendas qoe se dao amos*
tras com penhor.
Novo Mundo.
- Assfgnatoras para o segundo semestre
Rs. 5*000.
__________LIVRARIA FBANCB1A._________
AN senhoras.
A' chapeilaria da rna Primelr de Marco n. 6,
acaba de chegar da Borepa, pelo nltimo vapor,
um irado e variado sortimento de chapeos o eba-
pelinas da ultima moda para seahoras, qae so
vendern por precos muito rasoaveis: na mesma
cbapellaria ha om grande sortimento de ehaqos
de todas as qualidades para homens e meninos.
BAZAR VICTORIA
Ruado BarSo da Vctoiia n.
2, ntiga ma Neva
Acaba de receber este novo estaaelecimeMo di-
versos artigos de gosto como sejaaa :
Luvas de pellica branca e de cores, de nm a daos
botoes para senboras e homem.
Ensignias massonicas.
Colchas de algodao e de lia, brancas e de toes
adamascadas.
Babadinbos e ntremelos bordadados
Cartas finas para jogo.
Camisas parajiomem e menino, inglezas, francesas
l'zas ebordadas, de flanella de cores, de snaJa
de algodao e de lia.
Meias de fio d'h'geossia de cores para senhoras
de algodio branco finas para homem, senboras,
meninos e meninas.
Fita de seda para cintos e cintos de diversos mo-
delos.
Capotes e perneiras de borracha.
Laa de cores para bordar.
Cobertores de lia de cores muilo finos prono
para invern.
Toalbas felpodas para banho, e de ontras finali-
dades.
Fronhas de labyrinto de diveasos tamanhos.
Palitots de cachemira de cores ingleses.
Tapetes de velludo e de coco.
Collariobos e punhos ioglezes para homem.
Ditos ditos de crep para tenbora, proprios para
loto.
Charutos Bahianos e Ha vana, e fumo desfiado pa-
ra cachimbosBest Bird's-eye e ontros artigas
qne se vendern por commodo preco.
A |f Predisa-se de ma para casa de
A M \ Pe1uena famili : na ra estreita de
l JLLTX11. Rosario n. 31 3* aniar.
Precisa-se de urna ama
para tosi o servico de ama
. casa de pouca familia : na
ra da Penha n. 25, segando andar, aa
vm
SITIO
Aloga-se nm sitio na Pasaagem da Mi
na livraria econmica ao p do arco
Antonio.
dalena :
e Santo
Officina de marmore
Rafia du Crines numero 1 S,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
la o palmo em qnadro.
Precisa-se de orna ama para casa de pooca
ramilla para cosinhar, engommar e comprar na
roa estreita do Rosario n. 22, 2 andar.
Precisa-se de om criado para casa de hornera
soiteiro : a roa da Camboa do Carao n. 21 1
andar.
r Precisa-ie de om criado para copeiro e mais
aameos de casa : na rna da Aurora n. 40.
Precisase de nma ama qoe saiba
comprare engommar para ama pessoa
da Santa Croz n. 48, defronte da ribeira
Vista. a
cosinhar,
: na rna
da Boa-
Vilella, profeseora
A Sra. Mara Candida vueiia, pi
parcnlar, qae morou ao mora em N. 8. do O'
em b021B,L nvA* r roa do Cabog nu-
mero IB.
Irmandade do^Divino Espirito
Santo.
Em virtnde do disposto no ari. 68, convoco os
membros do conselho fiscal, reunirem-.e em
sesso ordinaria, em nosso consistorio (dominiro)
7 do corrente pelas 9 horas da manhia. -i
O procarador geral, I.
_____________Thomaz Femandes da Cunha. 9ec! qae tendo
Thomaz Antonio Coimbr, subdito portuguez,
vai a Portugal o deixa por seus procuradores, em
pnroeiro lugar ao Sr. Jos Lopes Albeiros, em
segando ao Sr. Antonio Angosto de Vasoncellos.
e em terceiro ao sen cunhado o Sr. Daniel Jos
Morelra da Costa.
Na roa do Apollo
i ma-
l. 20, trocam-se 4 ..
feas de perfeiu eseoltnra, chegadas do Porto, das
JavoeacSes, ftento Antonio, S. Jos, Menino Deus e
II. Seniora (la Conceicao.
-- Precisa-se de orna ama de meia idade e de
ooa conducta para casa de pooca familia : da roa
e SanuThfreza a. 11
Attenpo
k..P P^*1! io ablixo s'gdo desappareceo a
fcilhete mteiro garantido pelo Sr. Jeao Joaqoim da
Cesta Lene, de n. 2,7 da lotera n. 191 que se
actuanoiinciada para o dia 5 do corrente : assim.
imm, pmmo ao Sr. tlwioureiro e a qnera mais
competir, que nao pagne o premio qoe por sorte
o** "bir se nao ao abaixo assignado.
Miguel Arcbanjo Fernandos Vianna.
Precisa-se de urna ama de boa con-
du;ta para casa de pouca familia, para
eoMohar e lavar para dnas pessoas
na roa de S. Jorge, ootr'ora do Pillar,
Btimero 59.
Thomaz de Figoeiredo pode ser procurado
gurai demarcacio de trras, nivelamentos, plantas
* o *** ato Recife roa larga do Rosario n. 21, 1 andar,
para onde podem os pretndentes dirigir seus con-
Subscripcao argentina.
Com o fim de soceorrer a infeliz popnlacao da
cidade de Boenos-Ayres, capital da RepaWiea Ar-
gentina, qoe acaa-se a bracos com o terrivel fla-
geiio da febre amareila, e enjos esttagos' fio os
mais horrorosos qoe se podem imaginar ; ama
subscripcio promovida pelo consulado argentino
nesta cidade do Recife, auxiliado pela Associacao
Commercial Beneficente, etc.
Um appello i caridade publica, om contingentas)
para os infelizes aueados pela epidemia, e om
a|radecimenlo antecipado a todos os contribuintes
sao os votos da naci Argentina, e das pobres
victimas, qoe, no leito da dor, esperara os benefi-
cios da caridade humana.
A snbscripcao acha-se aberta na praca do cora-
raercio, no consula lo oriental, ra do Mal
Olinda n. 4,
Jess n. 3.
0 ateixo assignado
i qne ando josto e centraUdo cora oSr.
J roa Nota de Santa Rita a I. livre a desembara-
caaa de qualquer onos oo divida qoe possa appa-
recer eiqoem se jolgar eom direito oo reclama-
cao, o far no praao de tras das. Godos os qaaes
nennoma reclamacio se attendera
Reafe, 5 d maio de lfi7l
.__________ Mathias Gomes Mor eir.
Mi
i\a ra da Saudade, casa n. 27 (Boa-
Vista) precisa-se de ama ama qoe cozi-
nhe bem, a casa de pooca ramilla e
paga-se razoavelmente.
companbia Recife Drainage reetbe propo-
a 65,000 lijlos de alvenana grossa para
Moleque
tas para w,uw njasoa ae ai vena na gross,
soas obras.entregues nos seguinies pontos : 40.00C
sobre o caes de Capibaribe jnnto ao chafariz pr-
ximo a e>;" n^jU iua da iinperairix, e 25,000
as Cinco l < \ Os tijolos devem ser de agua
doce e sua >, dado conforme a amostra qoe for
escoihida ; >- -etandentes podem dirigir-se ao
esenptorio i, '. roa do Imperador.
E
i
Constituipo poltica
DO
Imperio do Brasil
O
Theoria e pratica
'DO
Governo constitucional Brasileiro
PELO DESEMBARGADOR
Joaquim Rodrigues de Souzd.
Acha-se venda na ra Primeiro de Marco n.
2, livraria Econmica, delronte do arco de Santo
Antonio.
2 voiurnes prr................... 12000
Vende se fructeiras^ frueta-pio e todas as
qualidades, e:n cestos/por preco commodo ; na
travessa do Padrf Inglez, Caminho Novo n. 7.
Vende-se remedio contra o* callos, experi-
mentado por diversas pessoas, as qaaes tem tira-
dj bom resultado ; ra Primeiro de Margo n. 3
(antiga ra do Crespo) roa do Marqoez de Olm-
da n. oQ A (antiga da Cadeia).
No 2 andar do sobrado n. 62 da roa da
Goia vende-se por preco commodo 2 consoles, 1
marqueza, 1 cadeira de balaceo e 6 de gnaraicao,
ludo de a m arel lo e com penco oso.
Vende-se um terreno com 47 palmos de
frente e 400 de fundo, e orna casa de taipa qoan
prorapta sita em Agoa-Fria de baixo, na beira da
linha frrea. Retalha-se ootro na rna de S. Pedro
encostado a este : qoem pretender dirija-as a
Boa-Vista rna do Progresso n. 19. w achara
com quem tratar.
Engenho.
Vende-se por 12:000#000 nm sofirivel engenho
de aoimaes, distante da via frrea 4 milbas, tam-
bem se vende a safra creada : ni roa do Livra-
mento o. 14 se dario informacSes.
Na ra de Marcilio Das, ontr'ora rna Di-
reita, n. 99, vende-se por preco muio commodo
flores mu lindas chegadas da Enropa no nltimo
vapor. Oa Srs. armadores e pessoas qoe fettttem
o mez mariano nao percara esta pecninena. ^^
Machina para costura
Vende-se nma machina para costura, em par-
feito estado, por prejo commodo : na roa de S.
Francisco n. 51
Ferro galvanisado.
rentes tamanhos : em casa de Adamson Howie h
C, roa do Commercio n. 40.
G CANDES
Os Srs. joao Jas Kodrigues Mendes e Eva
risto Teixeira Pinto Gomes, teem urnas encora-
raendaa na ra de Marcilio Diai (ontr'ora Direita),
d. I2y.
re??:se d_e aa> n?oleqoe de 14 a 15 annos, 1
Se agradar
e diligente, para servico de criado.
TendS'- la fiel
o
andar.
traur na ra Nova n. 19, primeiro
AMA Pre/***"M ma ama para comprar
x*mf>- a cosinhar oara nu a kvL. iS,^
larq
__raaaa de
e oo consulado argentino, roa do Bom
Pernamboco 2 de maio de 1871.
Jos Joio de Amorim.
i cozinbar para casa de hornea sotei
traur em Sanio Amaro em segoimento
SOCIfiDADE
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes de Perntmbuco.
De ordem de nosso
respeiUvel
convido a todos os socios des
AMA
Precisa-se d'nma ama para cosi-
nhar e comprar para casa de hornera
soiteiro. na r*oa Nova n. 37. loja.
/- roa da Cruz (hoje Bom Jess) n. 37 pre-
ma eaaa de pouca familia, paga raaoavel mente.
irraio director
sociedade a com*
parecerem no da da partida do vapor Cruziro
do S* para a Corte, pelas 3 1 ri horas da urde,
no Campo das Princesas, aflm de encorporados
acomnanharmos at ao embarque ao Exm. Sr
conselheiro Dr. Diogo Velho Cavaleante de Albo-
qoerqne; ootro sim convidamos a todos os artis-
tas em geral para fazerem parte nessa manifesu-
Cao de agradecimento ; e esperamos que a distlnc
ta classe dos artistas nio deixarao de accadfr a
esse reelamo, eomo tributo da verdadeira grtidio.
O secreurio,
Simio de Sooza Monteiro.
para trabalbadorla
servico : a traur na
roa da Aurora a 44, 1 andar.
Oflferece-se nm ranas
enxada oo ootro qoaiqoar
roa do Rangal n 75.
a-i7. 2f 222.VJUr' retirn*>-se para Europa
|rixa enearregaa aa asas negocios os seas am-
Ks os Sr. comauadador Dr. Francisco de Paula
nnae Monteiro k Crrela. <* r*
Attencao.
Joio Jos de Sant'Anna Gain, comproo, de so-
ciedade eom o Sr. Ocuvio da Cunha Goiaona, tres
qoartos de bilhetes da 191* lotera qoe Um de
correr boje 5 do correnU, sendo 2 de n. 398, 1400
farantidos peL Sr. Fioza, e om de n. 2612, pelo
r. J. J. da Costa Lette. Acontecen, porro, qoe o
Sr. Joio Jos de Sanu Anna Gaio perdeu os tres
pedacos do lado dos numero. Meando o ontro socio
com as meUdes do lado do lalao ; peto que pede
ao Sr. tbeaoureire dss loteras qne nao pague
qnalquer premio, caso saia, sem a presenca do Sr.
Jos Gaio.
aasf
Vende se por preco mdico um terreno ex-
cellente para edificar-?e um engenbo, qoe ter de
trabalhar eom agua, tendo j feito pela natarea
mor pane do paredSo do acude. O terreno de que
cima traU-se codera bastantes maUs virgen? e
antlg is partidos de planucio de canoa, os qnaes
serviram a om moito amigo engenbo qne all
houve, e eootm para mais de meia legoa de lesu
ao oeste, e de pooco menos de snl ao norte : qoem
pois quizer fazer negocio ao vanujoso, dirija-se
ao proprietario do engenho Velho da fregnezia e>
Jaboatio, qoe far todo negocio.
Vidrapas.

15 RA DA IMPERATRIZ 15
820 rs,
o covado de bonius e nas alpaeas cora lastro, de
todis as cores, para vestidos, e muitas o atrs fa-
sendas, miodezas, calcados, chapeos, crystaes,
vidros, porcelanas, loucas, perfumaras, qoinqoi-
Iharias, oleados para forro de carro, luvas de pe
lica e graode vaned-.de de objectos, que se vende
por precos muilo barato.
Vende-se oilo pares de vidracas para janelias a
2 carros de mi asados : na roa da Ventara a
23, (Csponga). ___________________
Teri eno venda
Vende se om terreno proprio com 234 pal-
mos de largora, silo a roa do Desuno, logo aa
principie ao entrar pela ra do Hospicio : a tratar
no 3 andar do sobrado n. 36 da roa das Crnzes.
Offereee-se ora moco de 18 a 19 annos nara
eaixeiro de padaria, nfr, ou ubernafnara
Florea a 15, achara eom qoem tratar.
ROBO.
Oef/oate do iheatro
.d^oreatiaa aavesu S^^^X
erosgeao, esta sberto um bello hotel .o unto
jMra os aprarsadoree do -heairo, como tS *
A qoem for aMirecido tres cadeiras de Jacaran-
da lisas com a pnlhinba um ponco eocardida, dig-
i-se leva lasa roa estreita do Rasario n. 12, 2*
andar, qoe ser recompensado, pois foram rooba-
das pelas 8 horas da neite de 2 de corrant.
abaixo assignados lera admettido como
socio de soa casa Bommercral ao Sr. Thomaz J.
$rvfi' dh '* ^ mbiA immt> 4o "no
Bfejft, 29-de abril di 1871.
Muheo Aaso & Z.
BR|AN^TREET
Kailway Cbmpariy (Limited)
Pede-aa aos senhores pasaageiros qoe
irafam a imporUocia Mrrespoodente ?ii-
8n que tiverem de fazer, vUto que prjr
att de troco em moeda, recebeodo em
bilhetes estes id dio direito passacem
nos trens e nio a sercm trocados por di-
i-nheiro pela companhia, q0e lambem os
recebem em pagamento de
de frete de bagagem.
Escriptorio da compaobia, 3 de
de 1871.
Wiffiam Rawlituon.
________._______ Gerente. ,
Aloga-se o 3* anda/ o. *7 da rna do Imperatnt
wncerudo, citado e potad.',' podendo er habi-L
tado por qoalqutr fimtia : to sobrado n. 39 daf
Toa do Bario da Victor.
assigaatura e
mato
Montepo portuguez
vjctarlaao aAena Ferreira.
Seganda-feira 8 do correte, pelas 7 e meia ho-
rasda mannia, manda a directora do Monte Pi
Portogoez resar na igreja da orden Ureeira do
barmo urna missa por alma de sea socio e conse-
Jbeiro Victoriano Matheus P,erreira_# para cnj0
acto convida e espera a presenca, nio so dos Sr.
assoeadps, como da Exma. familia e amigos do
mesmo finado.
Secreuria da directora do Monte Po Portorae
em Pernamboco, i de maio de 1871.
Manoel ores,
2' secretario.
Limonada e agua gazoza
Os Srs. Henrique Leiden A C teem a honra de
participar ao respeiUvel pnblico, qoe desde egora
sao promptos em satsfazer qualquer pedido neste
retresee, seja para negocio oa para particulares.
Lembrarooi novaraente a nossa cerveja nacional,
branca epreu .
a melhor "ajerveja nacional do
.. 0Br*l1 e sobretodo de Pernamboco.
. B.Em tis da melhora do cambio, a cer-
veja tem sofrido abatimeeto no preco desde o i.
do^yrente. "_______
Libras st^rlias.
Vende-se oo a
P. de Oliveira A
zem de fazendas de Augusto
a ra lo Commercio o. 42.
Vende-se urna casa terrea em Olinda na ra
de S. Pedro Martyr, tendo bons commodos para fa-
milia : a tratar na ru a de S. Jorge n. 17.
Na roa da Paz, ontr'ora do Cano n. 26, tem
para vender o approvado remedio para rheuraa-
tisrao.
Pecas a 2&00 e 3
Carabraias brancas eom om pequeo toque de
avaria, pelo diminuto preco de 2J5O0 e Ji a peca,
chites miudas proprias para camisa por 160 ris o
covado, na ra do Queimado o. 76, loja defronte
do beeco da Congrega cao, de Gu Inerme Porto
& C
Algodozinho ava-
riado.
Na loja do Pavio roa da Imperairiz a 80r
vndese o mais largo e enetorpado algodozinbo-
eom nmJave toque de avam, por preco moito
barato. w
[Madopoao avariado
Na loj do Pavio rna da Imperatriz n.
vende-se mandapolao fino moit) largo com
leve toque de avana. por preco moito barato.
0,
nm
Agurdente.
Agurdente de eaj e de laranja, teem para
vender Caoba Irmaos A C, na ra da Madre de
Deas n. 31
Vende-se ama annacio no pateo de S. Jos
n. 51, propria para qualqaer principiante ; a ca-
sa bastante afregoezada para trra : tratar na
raesma.
Deposito para agua
Vende-s ora rico deposito para agua, de ama-
relio, forrado de chombo, com tornelra de brom
ze, c qua! se acba em bom esudo, e pode coater
15 ou 20 canecos d'agoa : qoem o pretender pode
dirigir se a ra Nova, casa n. 22, qoe achara con
quera tratar. ______
Grande espeiho para sof,
Vende-se ora rico espeiho com algom oso, a
qaal proprio para enllocar-se por cima de sof,
o qual vende-se por preco commodo ; beca como
dous di los menores qae servem pan cima de con-
solos, assim como qoatro quadros da biblia sa-
grada : na ra Nova n. 21
Vende-sn o bolel da ra de Pedro AfTon-
n. 28 A proprio par* ora prlncipiante.so : i tratar
na venda junio,__________________
, PRECISA-SE
alugar ana casa terrea qae tenha quinUl, para
peqnena ramilla, nos suburbios da cidade, ou al-
gom neqoano sitio qoe fique prximo e.-trada de
ferro do Recife a Apipucos, e que feu aluguel nao
jxcedo de 600#000 : quem a tiver dirjase roa
Doqoe de Caxias (antiga roa das Cruzes) n. 30,
terceiro andar.
YUIH6 COLLARES
Vende-se o verdiiieiro vinho de Collares, rindo
ltimamente telo vapor Olinda, em barril de d-
cimo : na roa da Madre de Deus o. 28.
Gallados ioglezes
"" 6rande sortimento de calcados ingieres" para
crlanca, dos melhbres que tem viudo ao mercado:
na ra do Bom Jes os (outr'ora Cruz n. 21,'sobra-
do aroarello.
(a 50 a oiiees da Companhia Pernambo-
k>r de 200# cada ama, dando-se o

Precisa-se de ama ama para cotiabar em
jejfa de pouca familia : 6a roa do Cabogi n. i B.
L10UIDACA.0
Vende-;
cana, de'
cont dj dividendo vencido n> anno iproximo p
sado. lato orna boa acquisicio para qne
quizer empregar dinheiro, visto como a dita com-
panhia, tem dado os seos dividendos regalares ;
e o po^soidor das mesraas apoliees as vende por-
que tem de relirar-se pare a Europa, ji toodo
por este motivo liquidado todos os seus negocio
nesta praca : a pessoa que pretender todas ea
parte della?, pode dirigir-sai ra Nova, ansa n.
22, que achara cora quem IfVar._____________
Vende-se a taberna siU oa ra da Conquista
n. I, com poneos fundos, propria para princi-
piante : a tratar na mesma
Peca de algodao azul
nr rn do Oepo o 20, I
$5 covados por 5000
>>i do Guilberme.
VNDESE
urna casa em Olind
i3 : a tratar ea ra
inn.ias Paireira.ii.
\ello i
. ..
!

Li

-.....-


D
Ja Pernamtucc' Sexta feira 5 de Mau Je 1871.
5
alMU^BNBSBSwM
ATTENCAO
A antaiea do
?r Franeez,
raa do Bario
la Victoria (ou-
r'ara raa ao-
va) a. f.
Ao armaiem do
vapor Franeez,
roa do Bario
da victoria (on-
tr'ora ra IVo-
Ta) o. V.
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acibara de chegarnovas fataras cora importante sortiraento dos artigos abaixo
mencionados a presos mais resumido que possivel.
\
^
CALCADO
Botinas para senhorasduraque braoco,
Sreto e de outras muitas cores escolbidas
a ultimo gost > da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinbos de salto para senhoraduraque
pret >, branco e de cores, e de cooro de lus-
tro.
Botinhas para criaocas, proprias de bap-
tfeadoa.
Botinas de diversas qaalidades para ho-
rneo.
Botas rossianas para montara, tanto in-
gieras le eoaro da Rnssia para viagem,
como francezas da Helier, bezerro fino, pa-
ra passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 6
anios.
Spalos de brim branco para horneas.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de
ma leira, proprios para banhos.
Sapatoe de borracha para horneas e se-
nhoras.
Snalos abotinados, de differentes modelos,
mofo boas e fortes para uraauos e meni-
nas.
Sapatoe de pete, avelludados, Charlot,
casimira preta, de tranca portuguezes, para
horneas, enhoras e meninas.
Perfumarias.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos,
pinas, aguas de Cologne era garrafas de
crystal para presentes, agua divina, agua
orida, dentfrico lavando, agua de toilet,
tintura para barba e cabellos, pomada non-
groiso para bigodes, pos de arroz e sabo
netes, tudo uto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubio.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
quartos e gabinetes.
Loques para senhoras e meninas.
Joias- de onro, brincos, transelins, pul-
searas, sotos de pannos, de abertura, cor-
reales e chaves le relogio, todo de ouro
bom e lei.
Brincos de plaqu imiucao de onro.
Cerrentes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para pnnhos.
Albuns de velludo e marroqun para re-
tratos.
Mammadeiras de Eaftinhas de costara, novos modelos com
msica, proprias para presentes.
Qaadrinhos dourados para retratos.
Toacas e sapatinbos de lia para criancas..
Capailas para noivas e para pastoras de' Jj'os,nfram.as
preiipios 4fferentes_yistas mu pitorescas.
CUt rabas com vidros de augmeito para
ver-se em ponto grande a photographie
JJretratos. O maior sortimento que se pode desojar
Ps de vtdro para pianos. | de todasorte de brinquedos fabricados em
Tnesoarinhas para eos ura e nnbas. diversos pases da E
Boleinhas de seda e de velndo. I ment das criancas.
Cestinfaas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cea os Trame pratlado para frutase
pao a'mesaj
Ricos artigos de phantasia necessarlos
para toilbetesfe proprios de presentes.
Jarrle bouquets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mui delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras doaradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cicla-
das, de figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para olas e para dinbeiro.
Caixinha de msica de dar-se corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e cha
ratos.
Grvalas de seda pretas e de core?.
Bengalas de cana com castdes de marfim.
Ditas de baleia, junco e de muitas qaali-
dades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
deates.
Lunetas oa penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga o de acn-
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sperma-
ce te.
Cordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
bjectos novos de mgicas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
lalas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com nava-
Ihas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco o de
baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, e de
cores. t
Ditas de camarca amare I las.
Machinas para (azer caf.
Globos de papel de cores para illumlna-
c5es de festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcil- (5^n
mente. @s
Jogos de domin, da glora, visporas, rodeies, bagatela e outros jogos alleniaes. ~
Esterscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou accordions de. todos os ta-
annos e novos modelos eom trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmeramas de varios lmannos, com
Brinquedos
iuropa para ntrete-
t

PARA LIQUIDAR
?lEF3*2rCS
proprios para carpinas
13ECS
14000 CADA UM
J com cabos de faia, sendo os macoados de ac muito bom,
oc engeobos : vende-se roa Nova o. II.
Gadeiras americanas
com bracos e assentos de palliuha : ra Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pMtegada?, proprios para barricas, a 80 rs. a libra : roa Nova, armazem
D. II.
Taxas americanas
cabeoa reandade 3/8 de coroprimento, proprias para tamaoqueiros, on outro qoalquer
miiter, com toque de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, oo 8J a caixa com 150
macos: iniaNova,armazem n. II.
M VELOCIPEDES
com daes redas, proprios para homem, a 20$ cada om. de graca, mandando-os vir
costam 150* cada om: vende-se ra Nova, armazem n. II.
(Jrampos de pao para segurar roupa
sendo de medeira, proprios para prender a roopa que se bota a seccar em cordas, a
240 re. dezia ou 6d a caixa com 38 duzias. E' dar, n5o vender: ra Nova
PARA EIGEMHO
om recebedw o conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagco na distancia
que se quizer, economisando o trabalho de duas pessoas. E' talvez o nico que existe
nesta'proviooia: vende-se muito barato, ra Nova n. II.
-V

drogara especial
HOMEOPATHICA
DE
JOS ALVES THENOBIO & C.
RA E6TREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alses Thenorio, professor em homeopaihia, tendo-se retirado do 5*?
laboratorio bomeopatbico e consultorio de seo illuetre e nado amigo o Dr. W:
Sabino O. L. Piaba, que por nitos anuos esvetara sob sua direceo, tem- i>#j
se estabelecido sob a firma de J s Alves Thenorio A C roa estreita do '
Rosario n. 3, onde, animado pela confianza com-que boararam-n'o os amigos
da-bomeopathia. Ibes offereee e ao respeitavel publico um completo sort-
meoto de todas as preparares homeopatbicas condecidas, recebidas das mais
acreditadas casas de Londres e Pars, e indgena, bem como iu diz repeit) a bomeopathia e sua pratica, esperando qae continuem a Hnra-
lo eom a mesma confianca, para-o que nio t-e poupar 6foreos.
PREgOS DAS BOTICAS
GLBULOS
I botica de
I >
i >
1 f
i
I
S1D otis easas boticas aos Srs. medico?, seirtores de engenho, azen-
deiro* chefes de familia, capitJes de navios, & em geral a todos quantos qiti-
zerem dedicar-se a pratica da homeopathia.
Medicamentos avulsos pelos precos das outras drogaras, bem c mo y
Chocolate de Londres ijbo Mabajvho para aso dos dueates em tratamf-n' ^^
to pelo systema bemeopalhico.
1 botica le 12 meditamentos I05
1 > > 24 t 200
1 > 36 f 304
1 48 3W
1 > 60 404
1 120 > 704
TINfRAS
12 medicamentos
24
36
48
60
120
154 *
254 <&
m fea
C04
GRANDE LIQUIDACAO
Na ra da Imperatriz n. 72 leja da Arara
GroUeupeles llsacas 4e csret
Venderse grofdeoapoks preto ?arai ves- Vende-se alpaca d cores para vestidos,
ido de senhoras e mecinas a 24, tfSOO, a 500 e 640 rs. o covado.
Vende-se
24800 e U o covado.
Ciseaiira treta i 34800 carie
Vende-se ce i tes de casemira preta para
calcas de hemens a 3^800, 44, 54, 64 e
74000. I
Gaifas para calcas
Vende-se gangas escoras para calcas de
homens e roepa para meninos i 240 o co-
vado.
Bria le cares coa listas
Vende-fe brim de cores com lista s dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
loja da Arara, roa da Imperatriz n. 72.
(matas tretas it seda
Vode-te gravataj pretas de seda, largas
e eitreitas a 800 re. J
Laicas hraaets
Veode-se lencos a 24 a dozia, ditos cbi-
134600, para liquidar.
Chales le erina
Vende-se chales de merino estampados,
a 24 e 24500; para liquidar.
Caberlas le chitas
Vende-se coceras de chita fina a 24500,
ditaa encarnadas a 34500, ditas ferra das
54, cobet tqres de algodlo com (ello a
14*00, na liqnidaclo.
a***fe- Cartea le |u|a
Vende-se cortes de ganga para calcas de
homem a 800, ditos de brim de lista, a
14500.
BriB lili
Vende-ce brim liso para calcas de traba-
lho a 500 rs. o metro.
Brisa parea trincado
Vende-se brim pardo trancado a 700,
800, 900 e 14 o metro.
Bramante a 14800 a metra
Vende-ae bramante para lences e toa-
Ibas por ser muito largo, a 14800 e 24800
o metro,
Alsalla enfesUde
Vende-se algodio enfestadoQa 900 rs. o
metro.
Pecas de aleadla
Vende-se pecas de algodSo com 20 jar-
das a 34800, 54, 64, 64660 e 74.
Pecas de madatalie
Veode-se pecas de madapolio com 24
jardea a 54, 54500, 64, 64500, 74, 84,
84500 e 104.
Colliriahw de aatel
Vende-se om resto de collarinhos de pa-
pel a 900 re. a dozia.
firaade liqaidtcaa de reata MU
Veodem-se palitos de casemiras de cores,
aobrecasacos a 94, ditos fraq es a 84, di-
tos saceos a 64, ditos pretoe, panno bom.
ATTENQAO
Precif a-se fallar com os segnintee se-
ohores: a negocio qne lbe dis respeito, e
de seos interesses, na ra da imperatriz
n. 72.
Jos da Coala Galvlo. ^r
Jo9o Antonio dos Santos e Suva.
Francisco Brito de Mello.
Joaquim Alves da Fonceca.
Francisco Maaoel Alves.
Feliciano da Canha Cavalcante de Albrf-
qaerqoe.
Dr. Cornelio Teixeira Franca.
Leonardo Jos dos Santos.
Francisco Basilio Chavier de Mello.
Chitas pretas
Vende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o covado.
Chitas franceas escaras
Ven'e-se chitas francezas escoras para
vestidos, a 240, 280 e 320 o ce va lo, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Chitas para caberlas
Vende-se chitas encarnadas para c< ber-
tas a 320, ditas de res, largas t 360 e
400 rs. o covado.
Futie para vestidas
Vende-fe fatuo para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
Brilbantina branca
Vende-se brilbantina branca para vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Perdaras isas pira vestidas
Vende-se percalas finas para vestidos de
senhoras a 440 rs* o covado.
, Cassas franceas
Vende-te cassas francezas de cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o covado.
Orgndisde cores
Vende-se organdis de cores para vesti-
do do seotor s a 440 e 5C0 re. o covado,
Laasinhas tara muas
Vende-te 13asinhas para vestidos a 400
e 5o0 rs, o covado.
Algodo de lista
J a 8| e 104, ditos de alpaca de cor a 34,
Vnde-se algodo de lista proprio para I ditos pretos a 34500 e 44, ditos de meia
roopa r'e ccravos, por ser.forte a I6 rs.'o jcasemiraa 24, ditcs de brim de cores a
avado. | 4500 e 24; ditos brancos a 4.
Superior vioho de uva para especialisslmo, pas
to, em 8. e 10.' de pipa. 4
Dito do Porto ranilo (loo em SO.* de pipa, pro-
prio para mimo.
Dito dito D. Lnii I em caixas de 12 garrafal
As qaalidades superiores destes vinhos diio a li-
berdade ao possaidor de garantir aos comorado
res a pnreza de sua preparacao : a tratar m ra
do visario n. 14, primeiro andar, escritorio de
Jts Lope Dayin._________
Na esquina dama da Roda, derronte da' (Sta;ao,
casa d. 63, ha neste acoogue carne de primeira
quatidade de da domingo 30 em diante a 480 rs.
o kilo. O dono deste estabelecimento garante
sempre ter earne gorda.
Plvora barata para acabar
Vndese plvora fina para caca, em latas de
libras, meias e quartar, assim como a granel en
barris para ca?a e festejo : para ver a mostra e
tratar na roa da Cruz n. 26, (armazem) com An-
tonio Cesano Moreira Das.
aw
&
Pavilho da Aurora.
Ra da Imperatriz n. 2
O doao deste grande e acreditado estabeleci-
mento de fazendas finas de todas as qaalidades,
avisa a seas numerosos fregueses qae acaba de
reeaber um g ande sortimento de vestidos de cam-
braias brancas bordadas Anas para senhora, os
ajases vende muito barato, assim como outras
muitas faztndas de rr.uilo bom gosto, as quaes
fez grande reducc^ao de precos para menes, aflm
de vender mais barato de qae em oatra qualqaer
parto.
LIVROS CLASSICOS
Chalheaubrund, Genie da Christianisrte.
Martyres
Rfgnier-Theatre Classique.
A' precos eommodos na livraria Enciclopdica
ra da Cruz n. 51
CEMENTO.
O verdadeiro portland. S se vende na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Jeo Martina de Barros.
ARTIGA FABRICA DE PIAROS
DE
MO VII1S mcE- J. RHIAS
58 IDA DO IMPERADOR 55
Grande sortimento de pianos, garantidos e especialmente construidos para o
clima deste paiz.
Encontra-se neste estabelecimento mm grande sortimento de mosicas classicas
e modernas para piano, canto, flauta, etc. el*.
Os coneertos de pianos e affinacQeS 'slrrfeitos com o maior cnidado e rapidez
possivel.
Gcncertam se os pianos velbos de maneira a se tornarem novos.
0 VAPOR DIS
RLA DA IMPERATRIZ N. 56
Grande reduepo nos presos
PECH1NCHA SEM IGUAL i
S Leito de Oliveira, proprietaios deste bem conbecido e elegante estabeleci-
mento, avisam aos seas amareis fregaezes em geral, e com especialidade ao sexo
amavel, que estao resolvidos a venderem todos os objectos qoe compbem o bello sor-
timento. do seo estabelecimento por precos admiravelmente eommodos, que em outrp
qnalqoer cuslaria o duplo, \isto ser a mor parte dos objectos recebidos de conta pw-
pria das principaes cidades da aflamada Europa.
Eis algomas das pecbincbas :
Latas com banba a 80 rs.
Ditas de tamb< r com banba a 160 rs.
pechincha sem igual.
Superiores las escoce zas de cores muito lindas,
fazenda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do vende-se na rna Primtiro de marco, ouir'o-
ra do Crespo n. 13, loja das columnas, de Anto-
nio Correa de Vasconeellos.
i
Vende-se saceos com faf Inha de mandioca, me
dindo 18 cnias, pelo baratissimo preco de ">f cada
sacco; na rna do Mrquez de Olinda n. 40, es-
criptorio.
ATTENCAO
Vende-se nma jardioeira de Jacaranda cem
lampo de pedra qoasi nova, por muito pouco di-
nbeiro : i pessoa qne quizer dirija-se a Olinda
na rna do Amparo n. 29, casa terrea.
Aos cigarreiros
PAPEL DE SEDA E DE LINHO PARA CI-
GARROS.
Acaba de ebegar ama grande encrmmenda de
Si pe de seda e de linho largo, para cigarros, na
ova Esperanca, ra Duque de Caxias n. 63.


Paos de pomada a 80 rs.
Frascos de vidro com banba a 240 rs.
Ditos com agua de Colonia a 500 rs.
Agulbas com cabo para trchela 140rs.
Bonequinbas de louca-a 140 a rs.
Pecas de babadinho bordado a 700 rs.
Sabonetes de menino a 200 rs. e a dozia a 2.
Pegas de ntremelos com 12 tiras (I2,raras) a l#500 e 24L
Finos espanilbosa 44 e 5.
Duzias de carritis com 200 jardas a 14.
Ricos e elegantes loques i imitacao de marfim a 24500.
Leques de madeira pintada a 14500.
Superiores meias cruas para bomeos a 4||
Finissimas meias para senhoras a 44, 54 e 94 i dozia.

.



Finissimas meias cruas para senhoras a 104.
Pecas de tranca lira a 40 rs. e o mas so a 360 rs.
Crochet preto e tranco, fazenda boa, covado a 800 rs.
Caixa com 100 envelepes a .500 rs.
Pecas de fita para eos a 400 re.
Cordlo para vestido, maaso com 25 e 30 pecas, a 500 e 600 rs.
Baralbos de cartas a 120 rs.
Trancas largas de caracol, 12 pecas, 700 rs.
Lencos de cambraia de linbo bordados a 14. 14500 e 24.
Ditos de cambraia bordados a 500 re. "
Saboeies transparenles a 80 rs.
Finsimas tesouias para uobas a 800 rs.
Boies de selim de todas as cores dozia a 320 re.
Caixa com 4 papis de agulbas fundo deooro.a 240 rs.
Alm dos objectos qoe cima vSo relacionados," existem muitos outros, como se-
jam : bico de seda branco e preto, luvas de pellica e de seda, ptimas perfumarias, le-
ques de marfim, sndalo e madreperola, bolinas para senhoras, sapatinbos de selim e
toacas do mesmo, pentes de tartaruga para alisar, as novas anquinbas. objecto este de
grande notidade, e que se torna recommendavel s senhoras do bom tom. Anos espar-
tilbos, flores, 13a para bordar, e muitos outros objectos que se tomata recommendaveii
pela sua el gancia e mndicidade dos precos.
Os preprietarios rogam s exceilentissimas senhoras a viaitarem o teu estabeleci-
ment para se convenceren), e aquellas que se nSo qoizerem dar a este trabalho pode-
rao mandar butear o que desejarem ver, ou se Ibes mindarSo levar em suas casas.
O Vapor das Novidades
t__________________RA DA IMPERATRiZ N. 36.
~DECJ&ARAAO.
PAO RAMONDA
Vende-se tiuieamente a ra da Matriz da
Boa^Vista n. 20.
Tpdp qu:'n*.r l?5o. ^o njestrf) f9rDDato oce .se venda na rna r.3o Ihe
perteote..
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gallherme.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 240 o co-
vado,
Bitas riseados prnssianos 280 o covado.
Ditas ehinezas para coberta a 20 o covado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 360 o covado.
Ditas bispo lisas linas a 3/ a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 34000 e 34500
a peca.
Ditas de cores padroes miudos e modernos a 360
t. o covado.
Dita Victoria, a M a peca.
Mnssnlina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolio franeez, a 6i a peca.
Algodosiabo a 3i, 3J5O0 e M a peca.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miadas matisadas a
500 i s. o covado.
Dita preta om fbr bran.-a, o 500 rs. o co-
vado.
Dito inglex de bom a especial, a 450O, 54, 64
e 74 a peca.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Dito* de linbo eabainhados a 44 a duzia.
Chita, fazenda bem conbecida pela sua fortido,
mais larga qae caita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 14500 o covado
Cortes de casemira de cor, 34500, 44 e 54-
Cortes de meia casemira, a 1/200.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 320 rs. o co-
vado.
Algodo iargo mtrea T a 54 a peca.
D-se amostras com penbor.
CONTINUACAO DA GRANDE LI-
QUIDACAO; DE FAZENDAS LIM-
1 AS, A* RA DO DUQUE DE
CAXIAS N. SO.
Chitas finas, claras e escoras a 160, i
200, 240 e 280 rs. o covado; cambraias 5
de cure? a 200 e 280 rs. o covado ; alpa- |
cas de cores com flores e de -listras a 400 I
e 500 rs. o covado; algodo branco 5
44OOO, 44500 e 5# a peca; madapolio a I
44000, 44500 e 54 ; dito largo a 84500 I
e 64 algodo de listras proprio para m
roupa de escravos a 160 rs. o covado ;
brim pardo trancado e escuro a SCO rs.
a vara ; chale; de merino lisos a 24 ; di*
tos estampados a 24500 ; chitas para co-
berta a 2.0 rs. o covado; caabraa bran-
ca a ?4500 e 3| ao corte ; di'a victoria
fina a 44500, 54 e 54500; toa'tias felpa-
das a 8JO0O a duzia : lencos brancos a
14600, 24, 24500 e 34 ; iius grandes a
35500 e 44 ; ditos de seda pequeos a
500 rs. cada um; ditos de linho fino a
5o00 e 64 a duzia; cambraia para forro
a 15800 a pee.
mam
Vende-se
ura pequeo sitio no Arraial, bem alvorejado de
frncteiras: a tratar no Forte do Manos, beeco da
Boia o. 14. taberna.
Feijao*
Vende-te feijao mulatiohp novo em porco e a
retalho a 14 a eoia : na rna Direila n. 8.
Ferro.
Vende-fe tenas de ferro galvanisado de 6, 8,
11, 14, e 17 palmos, mais baratas do que ero
outra qualquer parte, avi Primeiro de Marco n. 6.
FaZENDAS barat \s
A' ra lo Crespo ai. 9&>.
LOJA DR
Maooel Das Xavle.r
MADAPOLAOfioo superior a 3o00, 44,
44500, 5-, 54300 e 6*000 a peca.
ALGODOZlNrlO muito bom a 3/OO,
34500, 44800 e 5*800 a pee.a.
CHITAS de toda s qualida^es a 160, i
200 e 240 rs. o aovado
CAUBItAIA BRANCA com 10 varas, a
24800 a peca.
COLCHAS adamascadas brancas o de
corea, muito grandes a 34,
LENCOS da India para rap, padioes
imitando seda a 34 a duzia.
CAMBRAIAS BORDADAS, brancas e de
cores, lindos padrdes a 360 o covado.
SDao-se amostras com penbor.
Ra do Crespo n, 25
P
Mdeira de amarello.
Jos Joaquim da C sta Maia, ra do
Comruercio n. 10. tero para vender o.n'.o
e vinte costados de marello de qoi-renta a
cincoeota palmos.
GRANDE
LIQUIDACAO
Na ra do Duque de Caiiav, antiga ra do
Queimsdo n. 19, vende-se chius de c.tcs es-
curas e matisadas pelo preco de 2C0 n. o covado,
cambraia? de core*, bonitos psdro;s a 2'.0 rs. o
covado, e ptcas de cambraias branca fina com 10
var?s a 'M e dius c-jn 8dii. t>.* por 44, pecas
deta?l:pft0 le 44, 4/iOO j Sj, Mgod'i t;an
co i* 3i30rte iJOO a pee.-; i loOg pcr jreco
jue amia,
1
Rua Nova d. 22
Para este ettabelecimento acsba'de chegar ura
riquissimo sortimento de objectos, todos novos, os
quaes fio das seguintes qaalidades :
Machinas para fazer cafe, em cinco minutos, ai
quaes fazem o caf e< m todo o aroma, e eom me-
nos quantidade do que se costnma a usar, por se-
rn de nm pystema ifltriramenla moderno.
Estas pegas importantisfimas podem tambem Be-
vir para cima de mesa, sendo os seus prec/is de
cinco at cem mil reis.
As explicac5esparafazcr-fs o uf veem em por-
tuguez e inglez.
Tan bem ha para vender neste estabelecimanto
reqoissimas esleirs brancas e de cores, para fer-
rar salas, por precos muito baratos. Bem como
muito boas vassouras pira lavar casas ladrillada-
e assoalbada?, a3 qiaes sao de qualidade inteira-
mete nova neste mercado.
GRANDE
Para os Srs. de eogenho ver.
Chila, fazenda bem conhecida pela sua fortido,
mais larga que chita, para roupa de escravos, a
200rs. o covado na rua do Crespo 0. 20, luja di
Guilherme.
Para saceos e fogtietfelros.
Sil ecos
PABA ASSUCAIt
CERVEJA DE MABCA
z
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
ambraia Victoria
A* verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas
Vt ndera-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Rua do Gtmmercio 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem eiu cada peca uut bit he-
te coua o nonie
DOS
nicos importa Jores
T. JEFFERIES A C.
VIDAGO
nico deposito
Pharnacia americana de
Ferreira Maia $ 0., rua Du-
que de Caxias d. 57, anti-
ga do Queima^o.
Doce. Doce. Doce.
A' rua de Marcilio Dias, outr'ora Direita, n. 01,
se acha um completo sortiraento de doce de goia-
ba em caixdes e latas, o que ba de mais fino
fabricado com teda a perfelco.
Um completo sortimento de caixSes de 1 a 4 fi-
bras para todos os precos proprios para satisfazer
encommendas de fra da capital.
Tambem ha sempre doce de laraoja, limio, ci-
dra e bananas.
Quem duvidar venha ver, que ir satisfeito rom
os pregos e qualidades._________________'
MACHINAS
PABA COSTURA
Chrgaram ao Bazar L: ivetsa! da roa No-
va n. 22, om sortimento de meninas "pa-
ra costura, das melhores qoalit'ades que
existe na America, das qu;es muitas j sai
bem coDhecidas pelos seos autores, come
sejam Weller A WUcd, Grovcr 4 Boka,
siletiCiosas, Wecd e Imperiaes e oalras
muitas qi-.e :ora a vista dtvcr3o agradar ara
compradores.
Estas machinas teem a vaDlagem de fa-
zer o Iribalho jue trinta co;lureras pd-m
fazer diaiiameo'e c eczem com lama per-
feicSr, ci mo as ma s perleras costi-reiras.
Garanto-se a sua boa qualidade e en.-ma-ae
a traballier coji peifec5i"m menoi t-f'*
hora, e (s precos s3- tSo re'omido loe?
d-.vem agradar aos. pieUnuril*s.
5abouete 'Je alcalrao.
Este novo preparado 6 applicado com grande
aproveilamento contra as molestia) de pelle chro-
icas e reiedts empigen>, manchas escaras ou
pannos que wm ao r.;to e [ rilo, horbalba, sar-
na, lepra e comlcbdes, mesmo aquellas qae em
celtas partes delicadas do cerno tanto mortifican),
filala-ente o uso continuado dete sab .nete cen-
tnbae para Urnar^ petle as?is mimosa. E* Ignal-
meote effieai para inteiar a pello do rosto ou
outras partes do corpo, quo [cr motivo de er\
pellas cam aperas o escaircsa?. Prtco de cad*
sabonete 6i0 is, era duna e fari sbatitri,
rj*uico de|KnUi em PurnaniLu^, pharmaca ai
ricanade Ferreira Maia 4"C. tua Dauuo dasi^-
n, o7, amiga do Queimado.
Venda do elephante.
Vcrd;e :illin,J Ja ru; do Hospicio n. 20.
;rvprin psia principi.cte p.r :>r i>:acoe fu d
ha afiTjruciada tiubnn um conrmodo* (:!.
famil'a : a tratar cow seo douo.






'

^ji, ue a tiiui)uoa aexta ciiu t.e xuato le
na.
RIV4L SEW SEGUNDO
RU\ DUQUE DE CAXIAS N. 49.
J >t Bi^dtaot, com t-H dH niu.ex>s,
avisa a tod s es os *eus fregaezes que est
torrando tudo ptlo pre$o, a vista da uzea-
da, para torio* admirar, a saber:
Grosas i'e bo;5s de louca branca a
Capacho3 mu to besitos a tile
Caixa? com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e
Pares de sapalo* de lia para me-
ninos a
Espelhoa de moldura doorada a
600 e
.Penies pretos volteados para me-
ninas a
Tio'.eiros com Unta preta a 83 e
Pecis do (i a el;istica multo fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Lats g.-audes com superior banba a
Frascos com oleo de Pbilocme a
500 e
Frascos c< m macass Poruia a
Cai.vis com 12 aab netes muito
finos a
Frascos, com agua de Colonia verda-
deir- a
Ditos com oleo de ba >osa suderior a
Syllabario pn-tugaez l.vro muito
bom para criancas a
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a
Khas touquinhas de fi para me-
ninos a
Caixas cora agolhasfrancezas a 160
160
Pe^as de tiras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafa com a verdadeire agua
florida a
Crtilh ia da Doutrina Cbrislaa as
mais modernas a
Livro das missoaa abreviadas a
Copos grandes com su je ior banba
Magos di palito para denles o
melbor qoe ba a
Pacoies com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Ciixas c- uj pos para limpar dentes
f zenda fina a
Escovas muito finas para liupar os
denles a
5E==
120
700
800
320
45000
240
m
200
2C0
320
8-30
24i>
I 000
10000
320
400
600
200
240
15000
1*300
400
1(5500
1*500
160
600
200
LOJA E ARMAZEM
jwetio aneroiana.
tjyi rHftft'jafTsr'
r* l3^itiSflilfl,R0W esPecialente para
Mf*e*ltkfiaW*>tiga.s ou modernas, foi com
DO
PAVAO


NA RA DA IMERATRIZ 60-



DE
feliz resallado ensalada pelvis mais habis e reco
nhecidos medico?, e por etles confirmado ser esta
injeocao a nica qoe radicalmente cura em menos
lempo qualquer agnorrba ou purgacao anligan
moderna, sem o auxilio de outros medicamentos.
E' tambeni til as leucorreas ou flores brancas,
quer sejara antigs ou modernas.
DEPOSITO
Na pharmacia smerlcaua, ra Duque de Caxias
_______________najpero 57.
Em osa de THEODORO CHRISTIAN
SEN, rga da Cruz d. 18, eucontram-st
effectivamente todas as qnalidades de vinbjt
Bord^qx, Roorgo^oe e do Rheno._______
FLIX PEREIRA DA SILVA fr C. fc
Oe propnet-irios d-st. grande e>tabelecimento Modo em ser ama avuUada pot co e
fazenda, e teadoontinuado a recebar por todos os vaprese navioi inmensa porcto
Jas mesinas, tem re;<.Ivido f.-zer ama GRANDE LKJL'IDACQ, aflm de demiouir o gran-
de deposito e apurar DINHEIRO. De todas as fazeadas que se teoe bacaiisiimo le dio
as amostras, fleando penbor ou se mandam levar em osa dasEzmas. fami iia, assim como
a pe soas que negocia m em menor escala, n'este eUa.e'ocimeatose poderao sor .ir eaa
pequeas porc5es pelos mesmts preces quecjmpram nos casas exportadoras.
ALGQDOSINHO A 31500 A PECA
:'.:
A' AGUIA BRANCA
RA DUQUE DE MUS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
j

%
210
A
0
l
Kempre a Nova Iviperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta ioja b-m comVcida pela sna elegancia e
superioridade de seus objecus, acaba de roceber
mnilos artigo* para o que respetosamente convida
ao bello sexo a viiita-la, afm decomprarom aquil-
lo que procisarem para prepams do vestidos toi-
lete on tocadores, e mesmo qualquer objecto para
fazer algum prezcnte.w|poi> que sj na Nova K-pe-
ranca lie.irao sati-feitos, j pela qialidade e pre-
cis raznaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se era nao se impacientar em dar a es-
col her os objectos, presttndo-se com o agrado
om que cocuma receber a todos, afim de que
saibam com o firme proposito de voltarem oa
maadarem a mesma Ioja, logo que precisem de
qualquer artigo por pequeo queseja.
LUV'AS DE PELLICA.
R'?cebeti-as de Lisboa a Nova Esperanca para
hornee?, senhora e meninos, sendo brancas .e de
cores.
fOYIDADE.
Bico de qnipure preto com branco, a Nova Es-
perancu quem tem I t I
Caixas para joias.
A Nova Esperanca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
R 'cebea as de muilas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos oa sardas.
Nova Ejperanca tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
P.ira refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
A? melbores, e do mais conbecdo fabricante,
t.into francez como inglez, estao expostas venda
ni ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranza.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
ludo de superior qualidde : vende-se na Nova
E'peranea ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n-
63, reeebeu nra lindo sortimento de l para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. escarate etc. etc. a ella antes que se acabe I
C i. -oate homeopjtnico de Londres e do Ma
tanbao, vc.ide-se na ra estreita do Rosario n. 13,
drogara h mopithica.
SAL.
Vende, Jo.' Das Soares (em Maco)] superior
superior sal em pedra, o aqneire a 400 I*, para
barca;), e 110 res para navios, posto a bordo,
embarcando-se qualquer encommen la por raaior
qne seja eom toda a presteza possivel. Ple tra-
tar se a travessa da Midre de D:us n. 1, t" an-
dar, cora Antonio Pereirt de Miranda.
VENDE-SE
Joaquina Jos Ramos, na rna da Cruz n. 8, 1*
andar, vende algodao azul americanos verdadeiro
e pregos americano n. 3 e 4.
CNFEITOS
D'iodurcto de potassio de L. Foacber.
Estes confeitos tecm a vantagem de junto a
mi! .r exactido na dosagem (5 eonteem nma
gramma de iodnreto de potassio) nao teem o sabor
desagradave das soluco^s: sua efflcacia incon-
lestavel, porque o medicamento chega ao esto-
mago sera ter sollrido a menor alteracao, o maitas vezes acontece solucao pelo metal co
lii r que serve para a medir, alera destas a de
inui fcil transporte era viagem, evitando assim
a interrupcio do medicamento : nico deposito
na pharmacia americana de Ferreira, Uaia 4 C,
ra Duque de Caxias n. 57, amiga do Queimado.
Jornaes da Europa.
Assignaturas para todos os jornaes da Europa
Pontnalidade e garanta tm servico.
LIVRARIA FRANCEZA.
Tabellas Venuiftigas
Este medicamento o nico que pelo sen bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais propno
para a expnlsao da* lombrigas. E' fcil de tomar
porque o sea gesto igual ao do chocolate, e de
prorapto efleito.
DEPOSITO
Pharmacia americena de Ferreira Maia & C, roa
Dnqna de Cxia? n. 87.
Yeude-s^
ViolSes, viola e quitarras muo bem feitas':
na ra da Roda n. 39.
Vende-ae daus SaS mansos, lubalham em
carro e carroca : quem pretender dinja-se ao
pateo do Paraizo n. ).
Farinha fina a 4^)00t
Vende?e saceos cora superior farinha fina pro-
11 i.i para casas particnlares : na ra da Madre de
Dos n 7 a ella, antes que se acabe tal pe-
chincha.
PARA LUCTO
O Pa3o tem um granJe sortimento de
fazendaspretis para lucio, como seja : 15a-
sinbas finas para vestidos 400 e iW rs.,
merino muito leve para vestidos e roapas
para horneas 2.-5 e AOJ, alpacas com
bvjres brancos, cassas pretas lis s e com
brancos, bombazinas preas, cant588. e oa-
tras militas tcala! todas ur.prias para
lulo, que se vente mais birito qu) em
outra qualqupr parte.
LHITAS DE CORES
O Pava iem receLi lo grandes sortimen-
tos de cbitas finas, tanto claras como escu-
ras, tendo tamlim grande sortiment) da
mais delicadas perejiles miudinbaa proprias
para vestidos e rooptas de criancas, e ven-
de-e por menos do que em oatra qualquer
parte, oa ra. da Imperatrizn. BO.
LGNgos B1UGOS A DUZIA 35r00
O Pa\2ov0Dde fin simos lencos brancos
ja embannados, em duzia pelo barato preco-
de 35:'00, e oatras muitas qoalidides, tanto
de (s^uiSj como de camoraia de iinho, e
cninezes. <
Toilhas do Parlo a 100000 a doiia
O Pavjo vende su eriores toalbas para
rosto, sendo de linbo do Porto 10^000,
ditas de f-o'o fazenda muilt boa l^ooo
nduzia, ditts ootfa hoadas a 7)91500 duzia
ao 640 rs. cada toalha.
COLCHAS A 3/JOOO
O PavSo vente colchas brancas de fjst3o
sendo b istante grandes pelo barato prego
de 33000, d tas de cores muito fiaas ...
70000, dit is imito gnu Jes brancas de fus-
in emuto encorpadas 60100, ditas da
croxet, proprias paracamade coiva 150.
ORGASDYS BRANCO
O V ivao recdbeu os mais finos e delicados
organdys brancos (ara vestido, seodo todos
com lavares miudinho;, e vende se pelo
ti trato prec.0 de 800 e 1000 i rs. a vara,
fazenda que val muito mais^dinbeiro.
GUARDA BANrM
O Pav3o vende urna granie porgad de
pann de crochet proprios para encost de
cadeiras, tanto de b.-ago como de g jarnigiio,^
ditas para encost de sof, ditas para cobrir
pianos, assim como ditos redondos para co
brir ditlerenles movis ou outr.oj q aesquer
objectos, e pode-se vender por m^nos do
que em outra qual uer parte, altendendo i
grande compra que se f CHALES E MERINO* A 2(1500
O Pavo vende chales de merino muito
grandes e encorpalos 29500. ditos
imiUio de chinezei 20500, ditos pretos
de renda com 4 pomas 20000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pav5o vende os roaiores e melbores
chales de me n pretos ricamente borda-
dos om largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qfalqoer i arte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavio vende um grande sortimento das
mj ii iv< camisas ioglezas e francezas cem
peitos di linuo para todos os pregos e qua-
liJades, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os preces e tamanhos,
:endo tambem para criancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende c- roul is
de lioho e algod o, tendo para lodos os
pre;os, assim como metas croas inglezas
para bomena e meninos, que ludo se veade
por pre;o muito limitado.
COR1INADOS BORDADOS
O Pavao tem on>tant6mete um grande
sortimento dos melfiores cortinados uo.-da-
dos para camas e jauell!, que vende-se de
80000 at ao mais rico que costoma a vir
uVste genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tao tpalas como transpa-
re otes, proprias para o mesmo fin, colcha*
de crochet, damasco pira cimas de noivas,
e cortinas, e vende-se no Bazar o Pavao.
LAASINHAS BARATAS
O I\rao tem um gande sortixento das
mais bonitas laasinbas para vest los, tendo
de todos os precos cores e qualidades,
princip ando da 200 rs. para cima; porm
ti grande a quantilade que seria enfa-
donba especificar qaalidade por qaalidaie,
s a vista do freguuz e das amostras se lbe
venderao por pregos t5o cmodos que
engues deixar ae fizer um vestido de
13a por to ponco diubeiro.
ALPACAS DE COROO 40 R8,
O Pavo vende pegas d'algodaosinbo de
muito boa qualida le, tendo20 jardaa cada
pega, pelo barato prego de 30500, dito mui-
to largo e eocorpado 00000, dito o me-
lbor que tem vhdo ao mercado, muito eo-
corpado e largp para lengoes, pelo barato
prego de 60500, e grande pecbiocha.
MADAPOLlO A 4)J030 K W500
O Pavao vende pagas de madapo.o com
24 jardas, sendo f.izenda muito. superior
pelo barato prego de 40500, di.as com as
mesmas jardas a 45000, ditas finissimas a
50500, 60000 70500 e 8jJ000. pecbiocha.
MADAPOLiO FRANCEZA 104
O Pavo vende .egas de Ooissimo,mada-
polo verdadeiramente francez, tendo 22
metros ou 20 varas, pelo baratissimo prego
de 1000.0 peg,seodo fazenda que sem-
pre 83 veodeu k 140000, e liquit-se por
este barato prego por estar alguma cousa
enohuvainada na pona de fra.
ALGODOSINHO ENFESTADO A 10 10280
O Pavo mele verdadeiro algodiosinho
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito eocorpado, propino para lengoes
4%
<%:**
%
SSA

" <*<:?&
O Pavo vende as mais lindas alpacas de
cordo para vestidos e ronpas de criancas
pelo barato prego de 640 rs. o covado,
ditas finissimas cornos mais lindos lavoree
imitagao de aura anas a 8'. o rs. o covado,
bonitos glaci com delicadas cores e lus
trosas como se la 10000 o covado, e ou-
tras militas fazendas de gosto e luso para
vestido, na roa da Inoerairiz n. 6o.
POUPEUNAS
O Pavao reie'eu as mais delicadas e me*
ibores poupelinis de seda para vestidos,
com os mais modernos lorores, e outaas li-
zas eom as cures mais novas que tem vinlo,
e vende-sa 20000 cada evado, assim
como delcadas sedas de listinhai, tanto
para vest ios de senioras como de meninas,
q vende-se 20000 cada eovado.
SETINS DE COR
O Pavo tem constantemente um bonito
sortimento da cotinse grosdenaples de to-
das as core1:, que vende-se em conta.
ROUPAS PARA HOMENS
O Pavo tem constan te meo re om grande
sortimento de ronpa, tacto de panno como
de bros branco e decores, da case-
miras, para todos os precos e qualidades,
e tambem se manda fazer qualquer peca de
ohra cjm tjdo aceioeprompiidlo, para o
que se tem om perito
nico legalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
* NICO DEPOSITO
em
HERNAA1BUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.
34Roa larga da Rosario34.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De B,N Barral
Phanaacentleo-C- Marico
A utilidad dos purgantes nio sotfre demons-
trado alguma; a preaoripcao diaria que delles
fazem os mdicos e o uso ainda mais tregente
feito pelo publico gao provaa irrefragaveis tanto
como a quantidado innmeravel deste genero. S
falta aperfakoar eada ve aiais o modo de airni-
nistracao, de maneira que conservando a sna ac-
qo, enes possam ser tomados sem repugnancia
nem asco e sobretudo sem reeeio nem perigo.
Muitos purgantes afamados s devera este bom
xito ao sen efleito intenso e excessivo. D'ahi o
perigo, porque irricSos do estomago, inflainraa-
ces de entranhas sao ineviuvelrnente o resulta-
do do seu emprego. Nada disso tem-se de reeear
com o caf purgativo.
Todos contiacem per experiencia o aroma sua-
#eoefleito ligeramente tnico e excitante do
caf. Ble o menor auxiliar dos purgantes dos
quaes distarca o cheiro o sabor e ajuda a accao
sotlieitando vagarosamente os movimeutos peris-
tlticos de inteetiBo, o prevenindo o seu effeito
muito inteiso sobre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as ovacuacoes coa promptido
e sem clicas, e torna-se um purgante brando,
certo, fcil a tomar o preferivel a todos os outros
salvo una indicagao especial da qual o medico
o anico jora,
A innocuidade do caf purgativo permitte de
emprpga-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
ao deste, destre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatuosidades e excita o appetite. Em-
preado mais a miudo, conven'inie para eva-
cuar eom vagar a bilis e os humo, es viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de cabeca e prev os ataques de sangue
as pessoas que a estes sao predispostas.
MODO DE EMPREGO.
E' tao simples como fcil. O cat purgativo
de ve ser tomado fri,'puro ou misturado com um
ponco de leite fri assucarado, ou agua assuea
rdav O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adalto; daas eolhares de caf bastam para
as senhoras e para toda e qualquer pessoa que se
pur facilmonle.
. ara as criancas de 8 10 annos, a metade do
vidro snfflciente ; de 5 a i anos, nma colber
de caf, e a qnarta parte do vidro smente abai-
xo desta idade contra a gosma.
E' por isso d'uma administraco muito mais
fcil do que es biscoutos, chocolates ou bolos
purgativos.
Da-se immediatamente depois leite quente as-
sucarado ou caldo leve, e duas oa tres chavenas
de cha preto ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Bartholomeu & C. : roa larga do Rosario n. 34.
LENCOS BRANCOS PARA ALGIBEUtA
A Aguia Branca na ra Duque de Ca-
xias q. 50, est vendendo baratamente len-
cos brancos e de tamanbo regular para al-
gibeira. Os dilTerentes precos de 2d,
2)JiOO, 25HOO, 3200 e 46000 a duzia,
sao os que de mais barato se pode encon-
trar em to boa fazenda. Tambem ba ou-
tros com barras de cores Sxas, e fazenda
nova mais fina a 45 a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyrntho com bonitos desenhos, e per-
feita imitacao do tecido no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas de 12 tiras, e proprios" para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 13 de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
I5es eto. etc. *
TORCAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas ou stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com Si vista?, bellas e agra-
daveis, dio um perfeito intretenimento para reu-
nides de familias.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos aderecos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com piogentes.
Correles pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
Descoca.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Pulse.iras pretas.
750OO a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito eooorpaflo i i280.
BRAMAMES PARA LENQ0E5 A i#40e 2^800
O Pavo vende o verdadeiro bramante de
lindo tendo 10 palmo de largara, q00 apa.
as precisa para um lencol urna vara e r ma
qusrla, polo barato prego de 5409 vara,
dito melbor de 258.0 e 3*900, ten Jo at
do melbor que vem ae mercado a 34500
e 45000, assim como cretonas fortes vara
lencoas, sendo urna encorpada taeodefraa-
ceza com 10 pilaos de largura a o rs.
o metFo, e bramante d 'a I goda o com a mes-
ma largura A 108 00.
SAIAS BORDADAS A 4*590 I 0*009
O P<.v3o vende gr 1.1 le pecincha em saias
brancas ricamente hondadas, tendo cada orna
4 palmos, e vende pete barato precu de...
45500 e 60000, sen Jo fazenda qne sempre
venden-sa por 85 e lcmtO(K).
Jaiendas pira sala
O Pa '3o vende superior toeMla bardal*
d]com prega i proprias* para saias, 15200,
15280 e 15oTOa vara, sendo preciso para
urna saia apenas 3 varas ou 3 i\i.
Aos 3000 caries de cntrala a 2#$'J0
O Pavao vende urna grande porc3o da
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listriobas de
cores tessids e nio estampadas, e liquida-
se pelo batato preco de 25503, cada corte,
fatenda qoe vale muito mais.
Aos 2910 cortes i> can'ata Isrdadas a k|00i
O Pavo vende urna g-aude ftaetidade
de cifles* de cambraias brancas bordadas
para vestidossendo com oa desenhos mais
lindos e mais vistoso i que Mor viadotto
mercado, tntb em listras corridas como ada-
gonaes, e con muita fazenia para um ves
tdo, e liquida-septeto tiawt'ssima prec) de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, grshde pecliincba.
CAMBRAIAS
O Pvio vende grande quantidade de pe-
588 de cambraias branca* tapadas e trans
paredes, tendo de 35 a peca at mais
tna que vem ao mercado.
CHirA A 160 RS.
O Pava vende cbitas largas cam bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de irJO, o covado, grande pechinc'ia.
LAASWBAA 160 R3. O COVAD3
O Pavao vende bonitas laasinbas transpa-
rentes pelo barato preco de 1 .0 rs. o cova-
do, pashincha na ra da Imperatriz o. 60.
CORTES DE CASSA A 2*500
O l'a\aj vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu pape!, pelo
barato preco de 25500 o corte, ditos muito
lindas 35000, pechincha.
CASSAS FRANCEZAS A 2(K) RS. 0 COVADO
O Pavao vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs,
o covado ditas fiaissimas com os desenhos
mois modernos que'tem vno ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O PavSo vende fioissimos crotones escu-
res matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
covado, ditos de Atos, proprios pira co-
berta, sendo fazenda muifo encorpada pelo
barato preco^ de 800 r.s. o covado.
Basquinas on easaqninhos a 2*000 e 25500
O Pavo vende ba.-q finas on casaqainhos
de seda prdos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo preg 1 de 205 e 2550^0, sendo
muito moderaos, assim cobo ditos de cro-
chet e rendas pretas que se vendem muito
em cont. Da roa da Imperatriz n. 6o-
Caitas eafraafidas saraeobertas a 360 rs. corado
0 Pavao vende chitas onttancadas com
delicados desenhos para cobertaa oac^rti"
as de cores fixas, sendo fazenia muito en-
corpada pelo barato pr. c. )de 360 o cooadO.
ESPvRlILHOS A 45500
O Pavju venda os mais modernos e me-
lbores espartilbos, tendo de todos os ta-
manhos, pelo barato preco de 4*500
CASEMIRAS
O Pav8o veide um elegante sortimento
de delicadas casemiras ingle n, sendo to-
das de 13a e muito levesinhae, tanto pro-
prias pata hoatens como para criancas, e
ditas mais eocorpadas, ten lo de ama e de
duas larguras, qoe se vende o mais barato
possivel, na ra da Imperatriz n. 60.
ALFAIATE
qoe se enearrega de executar qualquer en-
commenda da sua arte Vofiude de fre-
guez, e o proorjetario d'este grande esta-
beiecimen'o e prometta servir bem a todos
os fregueze que lbe honraren! ? saa caa.
Chocolate de sade, de Hinier
E' pelo sen agradavel gosto e snave aroma que
est classirkado como a primeira qualidade i)
chocolate, e eom justa razae o procuram como o
melbor de todas as marcas de chocolate conheci-
das. O bem eoohecido nome de Meorer nos dis-
pensa de sermos mai< es tensos.
DEPOSITO
Xa pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numere 57.
americano
Usado as gotas este elixir em nm copo com agua
um excedente conservador das gengivas e lim-
peea da bocea, boebechando todas as manbaa;. E'
tambem nm poderoso e verdadeiro calmante ata
dores de dentes.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numero 57.
XAROPE
FPURATIV
oDRG!BERf
|membro daagademttdemedicina
Preparado por deslauriers.ph.
S/c DE BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clry Papls
O Xarope depurativo iodurado do Dou-
tor Gibert offorece, no seu emprego, um
resultado bom, certo e constante na cura
das impigens, escrfulas, molestiasdapelle,
vicio a sangue, obstr ucede* lymphaticaj,
molestias contagiosas (syphiltlicas), leves
M inveteradas, e de todos os accidentes que
d'ellas dependem.
A receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
em Pernambuco: Mairer e Cu; Joaodim
Martihho da Cruz Correia ; Jofto da Q0H'
ceicao Bravo e (>; Augusto Caors ;
Bartholomeo e C; Alexandre Ribeiro;
^Abreu Ribeiro ; J0S0 da S* Faru e Irmao.
Linguiqas das IIhas em latas
O melhor que tem vindo este mercado : ven-
dem Joo do Reg Lima & *iho : ra do Apol-
lo n. 4.
A 6*1000 0 par.
Vende te bortegr,iins francetes, obra pontiada e
boa qualidade, v.-obam a tiles, antes que se aca-
be ; bom cp,nhecida Ioja. de miudezas da ra da
Cadeia 50 a oonfronte a rna da Madre de Dos.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
LIVRUSHOS COM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em ponto maior para os mesmos fin.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enfeites de vellidos de 12a.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agoia Branca tem recebido finas per-
fumaras ioglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas inglesas, e opiata para
dentei. Tambem receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est \enaWdo
baratamente.
Caixinlias com 3 sabonetes aroseacos a
Id, ditas com 3 ditos transparentes a IB,
1*500 e 2000.
Sabonetes areentos a SCO rs., ditos de
alcatro a 800 e 1000 rs. cada na.
Pasta de amendoa para lavar amaciar
as maos e o rosto aljo frasco.
E assim muitos ootros objectos de per-
fumaria.
Alfinetes pretos com piogentes e aem
elles.
Guarnieres de botoes pretos para ponbos.
abertura e collarinbos.
IVbms de ac biei hs$a
Caixas com urna grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Chegou nova remessa de papel mata
mosca e continua a ser vendido na Ioja da
Aguia Branca.


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Sao finalmente ebegadas a esta pra?a pela segunda vez as verdadeiras preprateos
do Dr. Radway & C. de New-York.
Depois de alguns annos, em que as falsificarles de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada oeste mercado, aproveitndo-se do bem merecido conceito qoe
estes remedios baviam alcanzado por seus maravillosos effeitos conseguiram introduzir-
se, illudindo o publico incauto, com urna redueco de preco, nollificaodo o verdadeiro
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nollos effeitos, lembroo-se o autor de faser a declaraco abaixo, a
dar diplomas aos que ven lerem os seos legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparares o Dr. Ra-
owat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om roldo igual ao desta
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Rapntando Carlos Lei-
te & Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, ato os nossos agente
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como do reino de Portu-
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radwat & C
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de lrv-York nos
Estados-Unidos), senSo das pessoas que podem prodozif a presenta certificacao e attes-
tac9o e qne a produzem, subscripta e assigoada do Dr. Radwat C. e dos Srs. Ray-
mondo Carlos Leite 4 IrmSo como ao p. Todos e cada om dos remedios do Dr. Ra-
dwat d: C. sao acompanbados de cdulas smelbantes as que parecem ao p desta cer-
tificado.
Examnese bem a assignatura da firma do Dr. Radwat C. ao p da presenta
sertificac.30 e coopare-se com o facsmile as cdulas com todos os frascos e caixmhai,
Radwat de C

'


-
-

Diafi da R*tn*u< nei Sata* etm ,^. Jalao lktitii
#
j partai.
ara cama e ftrrar sala?.
_* para esgete.
VBBV pwoe aotalo.
d loto m qaaJMadea,
^ de descarocar algodo.
LONAS a brincos da. Russi.i.
DOt aaa>r**fca6 pan forro de arres.
MMBS aaaart asaos- moitc boas e econmico*
VWiQ de Bataauu.
COGNAC superior de Gautier Frerea.
MSELLO'era saecos grandes a 3*500.
JSOA-floftt-ltWma!___________________
bgenio
Ve*l*-s por 12:900* un seffrivel engente de
asiaue*, distaste da via .ierre i imitas, tambem
se Vende a safra creada : iu ra do Livramento
a. II se dar* inforroacoes.
ELEGANTE
MIT DO ROSMM fl
lO liOM TOH
tihirM.^S'li*^6 abrir wtof:J"Pante estabelecimento de rardeza soperiores. arligoede luxo e ajMdar. para horneo e e
Hra R! i? S01rl,enl < perfamarias dos mais affamados fabricante da Pan e Loadrej, como.sejam Piver, Lubfo, Coa
ray, ttegand, PiBaad, Cbonem, Moopelas, societ hygienique, Gosnel, Rimmil e Pieie* Lobiev etc. etc.
#^9i %>ii:
1UA DO CKE8PO N." W
B^86&cortes decasimira
Cortos de casinriM'de cor faienda superior lisos
e de quadre a 4MN SaOOO o corle, casimira
pnwi mipuu petoattatanoM preco de 1*800 o
cebade
de ooto e prat
Ufo fabrieaafles mais acreditados da Eowpa, o
melhor que -s* pote de-ejar neet genero, para
tiooaaos e antera*, vende-ie por preco* boje
de*cona*ci08 na- loja de joiasEsmeraldarua
do Cabug-n. 5
Moren* Duarte 4 C.
Treca-fe ou venderse ara* casa na pevoacao de
Doarte* Coelho, em CHiada, oom bastantes commo-
dtafMKnrnaqprattde familia, tende quintal ma
Novdades do Museu
Cipas e perneiras do borracha, fazenda
superior por preco baratissimo, tapetes ave-
ludados maito liados para sof e portas,
6 anos de crochet par* s'f ecadeiras. gran-
e sortimeoto de jarros fiaos de 10(5 a,...
23.JOOO. o par.
E MUITO BARATO.
Camisas ioglezas com peito de linho muito
finas a 520 e 550000 a dazia, ditas bor-
dadas fazenda de apurado gosto a UC0 a
duzia, as mais finas camisas imitando as de
linho por 330000 a dozia, ceroulas de li-
Dho a 340000 a duzia, ditas superiores in-
glesas a 440000.
As nails de familias.
EncontrarSo do Museu Elegante um com-
pleto sortimenio de roppinba para recem-
nascido, corpmbos de fstao e de cambraia
bordada a 800 e 10*000, vestido para crian-
C a 2,5, 30 1*000, collariokos. bordados
com bico par* seaboras a 320,500, rs col
leirinbos e puouos para senhoras a 6i0,
800 rs. o par, collerinhos e pondos frisados
e bordados a 10000 e 10300 o par, Tabeada
que sempre se venden a 30 e 40000,
muito ricas e modernas golleotm para se-
nhoras, as mais modernas" gravatas de fil
bordado a 10000 e 20000 cada urna.
Latyriutho.

O Mozeo Elegante vende lealoas graodes
todas de labyrinlho fazenda que sempre
vendeu-se a 140 e 150000, por 80HOO
froohas de labyrintho a C40rs. as pequeas,
rao, eawmbe o arvores de fructo, por nutra na as -aiaiores a l#0O. bicos renda tuita nnr
ireHMua de Senu.ttntoni.1 ihi d T.tia-Vni n.'nuA. k-..;..u -
frefaeiia de 9*m\o Abiooj ihi da foa-Vista, em-
tOra seja mais peuueoa, cora tanto qte tenha nao
nMBW de 3 <>ars 3 alas-, e tarotem cacimba:
da nutriz de 9mu Antonio, casa o., que aehar
ra ser proairado
Pondi^ao da Aurora.
C. Sbrr 4C'm liqnidacao rsadem por precoe
mais baraos flb qae enr otitra qualqner parte,
laMaa de ferro*Katido e cnado, alambniaea, raoen-
da*>at meiaa awendas, rodas e rodeus, e rodee
ato para marnrio, citob e'boceas de fofnalba,
goisdaste^ e'botas tijolo de fogo-fflre b.ick), cy-
1 i adres para padaria tao ingeies como america-
no, arados todos de ferro, etc., ele;
pr*Co baratiiiiio.
Musen Elegante
acha-se prvido de um lindissimo sortimeo-
to de bahadinhos e eotreaieio tapado* e
transpareotes, e de ricos e modernos" espar-
tibos de 40 a I2 cada um.
Musen Elegante
recebe por todos os. vapores lavas de pelfr
ca daprimeira fabrica de Lisboa, assim como
encooteari axm." familia oes**impor-
tante estabelecimento om grande sortimento
de ariigos para casamento, como sejam ri-
cas grinaldai, finwsimas meias trancas de
seda, ligas, luvas branca, Itque* finos,
franja branca de. seda, fazenda superior,
trance*, .gales, boloes. bicos de blond, fi-
tas de grosdenaples e de selim de n, 1 a
80, .ditas de vellodo, bicos de crecbet ran-
eo e preto, yerdadeiro bioo valeocieone, ba
leias para vestidos, cambraia franceza preta
e braoc* para forro.
Cutilaria do Museu
Elegante
Navalhas nwito finas, cabo de tartarega,
marfim e batato, do aflamado fabricnte
odger, caivetes soperfinos com cateo de
madreperota, taTtaropa, mattin, lesouras
finas para abas, costara e cabero, talheres
para mesa e para doce, de diversos preces
e quslidades, datos muito nos coa cabo de
marfim saperitres garfos -de TOetai branco,
grande srmeoto de jeres para cha,
e sopa de meW muito fHw. triooiantes com
cabo de marAm por barato -prece.
No Museu Elegante
eocontrarSo as. pessoas faltas de vista um
completo sortimento de oculos de aro de
tartaruga, bnfalo e io, e tambem peocinez
de.tartaruga,.bnfalo, ago
Aos cabellos brancos
v MUSEU ElEGANfE
veode a muito acreditada tintura ingleza
(a qual mostra o sen bom effeftQ poqco de-
poi de appiicadaie o sublime liquido repa-
rador da cor dos caberlos (colorigeno Ri-
gaud) qoe em menos de, pito dias d aos ca-
bellos a.*uacr. e.brilbe primitivo, e depois
deste tempo s bastar osar de oito em oito
da para conservar 0 majz adoEtado.
Exposipao de lencos
, MUSEU ELEpANIE
vende lencos br-*cos finos a 10700, 20700
e j abanhados a 30500 a duz;a, e muito
finos.de esguikoiambem abanhados a 60500,
70, 90 e 120.a dozia.
BSrlo-SB ACABANDO.
Reducto de presos para acabar
Asmantinbas Oindenses de, 10500 a .10
cada rjnw, toalha paira m8os e para
ps a 40500 a. doria, ricos estojos para ^i9-
gem com todos os accessorios por barato
preco.
rXORES E ENFEmSS PARA CABERA.
0 Museu Elegante receben ricas i ririal-
das.de cores, e Indos enfeites e chapeos de
vtDado para as Eta. senhoras, asjjm
coaio fitas lisas e para-cinto;



r^ ,0J3rS^ o, *. *, ua
I.
N mmm elegaw:
\. 1Hma Estreita d RosarioN.
Afi
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RABO DE TAT'
Planta indegena



&
I Especialtdjuie dos pharmaceuticos Ferreira Maia & C.
I A tosse convulsa a qqe aprsenla mais pertinacia nuqaelles qae della sot-
.rem efaz com que muitas vezes suecumbam os enfermos, sera qne rnttos ou'ros me-
dicamentos applirndos consigam resultados favoraveis, sendo essa affecr;3o tanto ma
trave quanto menor a idade dos accommettidos; e por isto novos preparados sJV-. *
constaatemenie publicados ponmeio de pomposos annoncios sem qoe a sua applicacStf
attestej) que del'es se esperava.
Acaba de ?er enrequecida a tberapeutica das diversas molestias do peito, desde-
apbaryngitc ou mal da garganta at a tuberculisa?ao pulmonar, com o XAROPE PE-
TORAL AMERICANO DE RABO DE TAT', que tomar o primeiro lugar entre todoi
os medicamentos al boje para tal fim conbecidos.
0 XAROPE PE1T0RAL AMERICANO DE RABO DE TAT', garantido pura
mente vegetal e s contem em sua composc3o a parte medicamentosa da planta vulgar-
menlg denominada RABO DE TAT', cuja propriedade beBefica na cura das molestias,
que purtencem jos ogos pulmonares foram por pessoas competentes observadas, da-
raole Jongq tenppo e cum ptimos resultados cada vez mais crecentes: pelo quo nos
bigamos autoiifados a compor este xarope que agora apresenlamos, e a ofierece-lo aoe
mdicos e ao publico.
Ppd taBibm. do'publico que tem feito uzo deste salutar xarope; porm. dispensamos esta
forma I Hadas para riao cancarmos o publico, pois que o melhor attestado qu se pode
presentar sem duvida a cura completa de milhares de pessoas.
Vo 1-jiarnos.citar a.ni pessoas quo est3o completamente restabelecida3 das -
versas olestias de peito de qne este xarope poderoso medicamento, e tem carado
como wjam a afthma, broncbes, defluxo, catarrbo, tosse convulsa, rooqoidao, irrilafSa
,do peito e garganta e phrbislca pulmonar etc., etc.
Unii.i deposito em Pemambuco pharmacia americana de Ferreira .Maia 4 C,
ra Cida frasco costa 10000. Cuidado com as falsificagSes.
BIJA M HKUTIIZ \ U
DE
.

t L(#ES.
Eala-nova loja cba-se completameate sortWa de fa/eodas de gosto de todas a i
qualidades, tanto de sed* como de 13a, liobo e de algodao, e desejando seus proprie-
taos dar*amdjrs mesmas estSo resollidos a vndela por precos tao mdicos -ei
acommodados ao interesse de todo qae por cerlo agradarlo aos pretendentes.
9s propietario* desta loja coawidam, por tanto, exceUentissimas familia,
aos mscales e todw-em geral, a vieitarem sua-eupradita aova loja e se offerecem
a dar a mastras e maadar as fazendas;s casas, prometiendo toda a commodidade nos
precos e-eiacetidade no irato.
LOJA
GALLO VIGILANTE
Ras do Crespo ai. 7
Os propietarios deste bern contiecido estabele-
cimetn?, a!m dos reaitos objeetos que tinham ex-
Ssslos a *preciacio do respeitavel publico, man-
aran w e acatam de reeeber pelo ultimo vapoi
da Enropa um completo e variado sortimento d
flaas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resoividos a vender, como de seu costuma
por presos muito baratinhes e eommodos para
dos,-oom tarrto-que o Gallo....
Koito superwre luvas de pellica, pretas, braa
ca e de mu lindas cores.
tui boas e bonitas gotlinhas e punhos para se-
ohora, neste f enero o qae ha de mais moderno.
Snaeriores pentes de "tartaruga para coques. i.. ~"T''" .____.
Lindos e riquissimos enfeites para cabe?as da> Ni vainas muitoHn.S, para fazer a
Bival sea f e&imflo -
Ra Duque de Caxjaa n. i
Jos de AzetedoMaia e Silva, em sua le-
ja de miude?as cuitn ua a. vender tado
por tralos rrec/s que i todos admira :
Libras delinna de uovello, a mtUior
possivel. 15500
Duzia de-lencos de cas a com barra. 10100
C.isas de lii.has com 30 ci.\ellos a S0&
Vara dn franja branca, para toalbas 160
Duzas de meias croa muito toas a 3 SCO
Duzia de meias finas para senho-
ras a 40OCO
Duzias de facas e pufos cravadas a 50000
Dazia de palitos seguraaca a 129,
240,. 320 e
Ha 'm'completo sorliaKoto deste arfgo
qae vendemos por preco* baratissimos.
ifoedeaapfes de ertres
TfJBos- os mais lindos ^grosdenapies de
corede soperior qualidade, qae vendemos
por preeos aaratissiraos, por termos feito
ama grande compra.
Pollinas decres
Recebemo om sortimeato completo, tan-
to cosa flores como era xadiez,. e vendemos
por menos qoe outro qualqner.
Meditas de corea.
O Ca-ane reeebea os mais Irados- setlns
de cores, tanto raaco como de ootrae qoa-
li ladea, que veademos por meos que ootro
qualquer.
ftlaea
Ha um bonito sortimento, t-nto lavrada
como lias e -por precos eommodos.
BilU oona llstra le sedo.
O Cysne reeebea liae com Hstrae de seda
de lindas padrees, e preco comraodo.
Ditas Haas de nina ao cor a -AOO
n orado.
Dita* com sedrar padrb mofto raodernb*
qae vendemos por 500 rs. o covado,
pechincba.
adaooles.
O Cyeoe tem aat eomplet ortimento
Casemira de crea
Temos um bonko sortimento de caseroi-
ras de cores e pretas, que vendemos maito
barato, assim como' um sortimento de pan-
nos pretos.
Casimira; de Vieuna.
Ha casimiras de Tienna comuadrez, gos-
tos bonitos e de superior qualidade.
Tapetes.
Temos lindos tapetes para guarcicao de
sala* desde os maiores al os menores, e
os precos sao baratissimos.
Certiaiados
para cama e janellas.
Temos o melhor sortimento deste artigo,
tanto para cama como para janellas, os pre-
cos s3o por menos qae em outra parte.
Tambem temos cambraia para cortinados,
qae vendemos por barato prego.
FustSesbrancos.
Temos lindos fustes braceos com listri-
nhas, proprios para roapa de meninos e
raesroo de seaboras.
Cortes, brancos de cassa
Recebemos cortes brancas com listra bfi-
dada, proprios para bailes, fazenda nova e
d bom gosto, baratissimo.
Colzas brancas a de cores.
Temo colxas brancas, grande e peque-
PEfiEirU, i a /tas:
Ra Primeiro de mango n. 15, outnora ra 4o Crespo n. 1-5,
Ab respeittvel publico em geral e particulanxwnte aoe sea numerosos amibos
partlctpam Maaoel Joaqoim Peteira e Manoel Jos da Costa .Pefeira, qoe acabara de
fundar am rico e somptuoso aMnazem de loa?*, porcelana, vidro chystaes roa
Primetro de Mapco, oolr'ora roa do fespo n.. 45, soba razio social Pereir* &\
Irmsos.
A lofiga ortica e coabecimentos de qoe dispoem o anoanciautesveste ramo
de commercio, a necessrades da popnlacSo desta proviaoia e soas limitrophes, offereamdo aos consu-
midores maiores vantagen do que-qnalqoer ootro estabelecimeoto dest* genero.
O respeitavel poblico, dignando-se de visitar esle novo estabel eciaaento com-
merelal, verificar* por si .mesmo o qoe o annunciantes veo de o&er.


de maaipolaei de iodo os preco' e qaali- nas, e tambem temos de coras de soperior
(qualidade e barato pirco.
Temos ama qualid de de madapolao fraa-
cez que espaeialidade, tanto no preco
como na.qoaliddai*'.
caaatoM bordada.
Temo cavasasv bordeo do melbor gos-
to, proprias para casamaoto, qoe feodemo
maito barato.
Camisas fraiicezas- e lemlezaa.
Temo camisas desdo o pe( ratrar ba-
rato at. ao- maie-cairo, e oeste artigo temes
ama qeaiaiaa- qae veodeaM '&tM0; 0
para a qual chamamos a ltenlo do nossos
reguezes.
Cama* de flanella de eOf.
Pizemoe ama compra de ea misas de fTa-
nelkr da^6>, qw vendemos por baratjssimos
DUdo'BWritde,to#oSf!osprfCOt,- temo
nma qualidade maito sopt^ftf com listras
de o&r. jo* vendemos bajita.
t ateTi
t*e .ae.
trei




.



CHALES.
0 Cyjno tem um bonito sortimento do
chales de merino de cores e pretos, com
franjas de'seda, e entre estas qualidade ha
ans qoe vendemos por 20500, e que seo
preco foi de 40TOO.
Espartillioa
Ha espartirhos de todos o tamanbos e
das methores qoalidadcs.
Caeabraia de cores.
Teneos cambraia- de corea propriasfpar*
roapts do meninos e do aeoeiera de aoooo
padroos e ptima qualidade.
Meias para hornen e senhoras
i O Cysne tea* comp'edo sortimento de
meias, tanto para bomens lomo para
nhoras, menino* e menina.
Temo faxeada pa'ra luto, de teda* ae _____
qoaiiardea, cerno sopa: alpaca, caatioi Pcaaelafa* da sea*, coa* bada dW
prjoer, merifi, ombraias, lia* praat, flhos. !%J ,fc
etc. etc. Ncbresa de seda de c0rejbf,u*.<7
Caa^raiaaaaaDra* Cor**-dt ca*oh*% r^orjaW k,h
Ha um completo sortimenle a segaadea areja stinaa*o>iit^MMMb
tornos jofejjtf &**_ .Lkllai au vJiia ea>
J.t.dlatfcrt' \-jv (I
f,y I
..*
|p.'t>||af>i'p ;;av *( .-
C^es de ferro ^ mws^ ^^
1/apaS de ferro g^jig^a, p^, &]h(iirot_
*^* americiBOs para varzea e latWra.
m "fftlMiMM 'i yjpof fl fl. corttr fano^
veneEiftnas m jaQellM.
istes artigo acbam-se a venda" TlfiTaaaaono
casa dos iaaporudore JNUMBQhI decimtee e outra.
boa da Cter N. 4. i OgOeft de ferro
.
.

Exmas. serioras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidn-
'Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pode hava?
de melbor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperla.
marfim, sndalo e esse, sendo aquellos brancot
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meiaa fio de Rscossia para se-
nhoras,-as quaes sempre se vendaran) por 30C0(
ia duza, entretanto que nos as vendemos por 20*
aim dfstas, temostambem grande sortimento di
outras-quididades, entre as quaes algumas muifc
tinas.
Bom bengalas de superior can na d India
castao de marfim om lindas e encantadoras fign
ras de mesmo, neste genero o que de melhor st
pode guaaaidade de.om*rasqualidades, como sejam,ma
dera,.baleia, osso, borracha, ele. "etc. ete.
'Fiaos, bonitos e airosos chieotinbos de cadeia
de ostras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracht
pana segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazei
bajba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tau>
bem assegnramvs sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capeUas para noiva.
Saperior,e9 agulhas para machina e para crox
Linha muito'boa de peso, frouxa, para enchr
labyrinMuw
Bons baralhos de cartas para voltrete, asstn
como os tentoa -para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per
fumarias o dos memores e mais conhecidos per
tomistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos mafpeticos contra as cenvulsoes,
taBitam a denticao das innocentes criancas. S -o
mes desde muHo reeebedores desloe prodigioso
coMares, e eonliauamos a recebe-los por todos o
vapores, aflm de qae nunca faltem no mercado
ano j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
lee que delles preeisarem, vir ao deposito do gall<
vi^inte, aonde sempre encontraran destes verda
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
paraque sao applicados, se venderao com um mu
diminuto ktero.
I Rocamos, pois, avisu dosobjeeios qne deiamoi
declaradoe, aos nossos freguezes e amigos a viran
comprar por precos muito razoaveis loja do gaat<
yi*aate,rna.do Crespo n. 7.
5C0
10000
3^Q*
8CO
102CO
708
oteVl
MSo fta mais eabelloa braacoa.
Tintura japonesa.
S e BDica approvad pelas as academias de
sciencia, reconbecida soperior a toda que lem ap-
narecido at hoje. Deposito principal roa da
^adeia do Recife n. 5i, andar, em tedas as bo-
ticas e casa, de caballeireiro.
USSB americanos
Compoalco higinica.
Eetee pa sao os unios que reunem en ana
eompoiio todas a* qualidades hygiemcas pro-
priaa a dar urna grande alvnra aos cenes, con-
aenrioteelles e.fortiflpacao das gengivas.
na pioraacia americana, roa Duque de Caxias
O. 67, de Ferreira Maia & C.
barba a
Caixas com pernas de ago cem to-
que a
Caixascom peanas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita di'o vcrd-jdoia- a
Caixas com *0 caderaos pa, 1 ami-
zade a -
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada urna
Pecas de fitas para coz c m (0
varas a
Pecas de tranca lisa de todas ai
cores a
Duzias de liuba frcaxa para tordar
a 400 e-
Pares de sapatos de tracen *
Ditos de ditos de tapete callo
finos a
Duii8 de baralhos muito 6n* a
20400 e
D tas de agB>has para machiaa a
Libra de pregos fi anee es a
Resmas de papel almaco soperirr a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas cr m a bonetes fracta a 720 e
Libra de 13a para bo dados a
Carrteis de liona Aexandre a
Grvala* de cores muito fioas a
Ditas pretas penta bordadas a
Grosas de botes de madTvperula
para camisa a
Novellos de linha branca, 400 jardas
Duia de car; oes de linba branca e
preta e de cores a
Tbesouras maito fina para ochas
costura a
Baralhos francezes muito finos a
200.0
Caixas redonda para bpiar rap a 10|QO
Roh-;inte-rhimy tico.
Remedio efflcacuiroe cootf a dores rheuma-
ticas al hoje o mais conbecidb pelos seus mara-
vilbosos raenUadee.
XAROPE DE AGRIAO nm dos medicamen-
tos que sna effloacia nas enferaaidades, tosse/
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqoeu
no peito, escrobnto e molestias de flgado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE Miiwro***-A. celebre rail
de marapuama, coja energa e eficacia nas para-
lysias, ntorpecimento, ete. ale. maito te recom-
menda. .
Todos esses preparadas se encontram na phar-
macia e drogara de Bartholomen 4 C, nico de-
pesito na rna larga do Rosario n. 34.
i'-
5C0
40
500
10800
10280
28Q0
20OCO
240
3-5600
40COO
10000
70000
ICO
501
6(
50
80
120
500
240
Kn o Cabug n. 9
Antonio Frawaseo dos ^*.'4,:..
SOSTKStO' RESTAORATrVO DA SADE
^^ PELA FARINHA
4 RlWescier^ Ou Bmty
, Esta farlnh'a qne tao grande use tem na JSuw-
flajmuitose recommeoda para as criancas e pes-
spaJluBsa e convalessente. Como medicamento,
itfaavMtpara ea casos : prisao de veatra, be>
f"a>|pa Hgestoes, acia, amargos deboe-
?!?>2 eitomago, diarrha, enxaquetas, af-
ftcjgetre flgado, dos polmoes, dos rios, da bexi-
iji"-. e^ioatende muito mais principios nn>
trnatoa e nMaoradares para os masenlosi nrvea
'9 eaiahra, a*, Oes wes o sea peao- em erok
por coasaqueDcia, de conservar melhor as f
_ *df ru^
rtjA fl moraes, restabeleeeodo as fbnccdai
**am' *rtr,&**9. lar appwite, e convlr aot
Vende-se as segaintes ohras .
Dlcconano francez-portognez e viceversa.>
tomos eBeadernadot per 5*000. ?" T*
iiAfta^68 L8grilD*s tomo encaderaaiD poi
Solfejos.de Rodolpho enea dentado por 84,
llnsica intiinjada Laprecia Bcrgia em broxur
3*000.
Idam do celebre autor Bartini dem 44.
Um livro am bpaoco par>^na>r mnsiqi.8*
jectOS d* goetO IB^OMQta, # g,^ I, TumimTl ^Ctere du n devTser desfeiU
iv*/k^, gm rijitijnj | nfj ; una. d<
Wailfc#ie^a*a jaaT
r*c***ta*
Casaqurahos d*
Wtomagos anda dot roa enaaqueaos.
tacil : a Retalet-
-_^..ta e eosida como a
rarroha ordinari, podesdo ser otada.na agooilm-
piea;(eoai vn* braneo ao caldo seos gnaura a
na boa hite, faaendo se anda bolos com
-akShe W^^aaaaa^j^a^a.
aa hrlf-fl al i r~
lafW
Ws^t^el. fazenda temos qoe f^darjadw aaquacia, -ana per te. heraaajl sapasae^aa
^aoreepeiUvl publico deixamos dela.aaar. Prjdeme*i*araea1rt*jia>oama4 Os propnetort
P^i-352SSg^.^ 0w qaalguer ca|a, pon estamos resoividos a veo* palahecto em qualqaer casa \U.*SSmm*
coaiefpitfTtWiaa/ ^SmnETifr* ^Inw" !5
c(.not
Bal
com
ash-
lem nicamente o nona
-nocir .*.
eup tisloai) .biweiai
oorrj
em
ne da
ra e nom
, con' grande Atarjed*ie rJe eflrot, a
240 rs. o^cAvaA
Agencia em l^T^ambuco.
Do Dt. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthvaiaa e toda*, aa mokatUe do pota
alta parrilna
^^Crntalcaa** alaga* aatita, ioaigen a **>
Ti '
Conserva e lsna o
ses, anrgae ^r^^TttTSmit fcuai"
Vende-se efieenvamenle am raaaiiaj laiiiail
fhn^aAanudaSaaaeJ^.!*^
~rope peitoral (tlvJ^I
nico legalmente habliudo pelo conselb
Couro del
Hola aovo e nltimaaMnO V
casa de 8. P. Jonalon & C : nu da SttU


iZSSm


">

*r
UTTERATRA.
A iostrmcao publica moa Esta-
la Unidos.
(Gootinuaco)
Os diplomas de doutor en medicina e
de baoharel en direito conferem aos sem
possudores a faculdado de praticarem a
medicina e o dir.lo; os hachareis eru di-
reito pode ni funcciOQir em tolos os tribu-
naes d) Estado.
Os caodidatos aos graos passsm por um
exame oral e ootro escripto.
O numero das admissoes varia de um
qnarto a um torco dos- candidatos.
A universidade concede aos diplomas
francezss o mesmo valor que aos conferidos
pelas universidades dos Estados-Unidos, e
lb.es reconhece, p r coasegointe, inteiro
valor.
As pessoas que nlo tomaram os seus
graos as univer.dados do Estado de New-
York e desejam ter ejercicio nos tribuna s
de justica, devem passar previamente por
um exame.
Os graduados das universidades america-
nas est3o tao sujeitus esta formalidade co-
mo os graduzdos estrangeiros.
Pelo que diz respailo pratica da profis-
siio de medico, ahi nao estabelece distincc3o
entre os diplomas estrangeiros e os ameri
canos.
No demais, a leg3lac3o sobre a prat.ca
da profiss5o de medico muito pouco seve-
ra no Estado de New-Yoik.
A idade mnima em que se pode exercer
as profissods de medico e advogado de
2 I annos.
De 18GI a 1866, a universidade receban
17 hachareis em artes, 99 hachareis em di-
reito, 7 hachareis em sciencias e 330 duc-
tores em medicina.
CAPITULO HL
Collegio Darmoutb, em H mover (New Hams-
pbire ; Universidade de La Fayette, era
Easton Peosylvania) ; d'Ann-Arbor (.Mi-
chigan;.
COLLEGIO DARMOUTH.
Neste collegio encontramos, como na
maior parte dos estabelecimentos do mes-
mo genero, urna seceso acadmica, reunia
do em suas quatro divsoas 2(51 alumnos ;
urna secgo medica com 48 alumnos ; urna
escola de scien.ias (31 ditos); orna esc la
de. agricultura e artes mechanicas (tO ditos),
e emSm urna escola-recentemente fundada
para a arcbitectura e engeoharia civil.
Os estudos para as quatro classes de
alumnos da scelo acadmica, sao paulados
salvos alguns pormenores pouco importan-
tes, pelo modelo dos collegies de que an-
teriormente falle i. Sao as mesmas condi
509S de admisslo e os mesmos program-
las.
Linguas antigs e modernas, historia,
philosophia, rhetorica, mathemaiicas, pby-
sica e historia natnral, materias ensinadas,
como j observei, om nossas clasies de bu-
manidada e be las-letras. Ellas tem por
sauccio o diploma de bacharel em artes,
correspondente ao nosso bacharelado em
letras. Os raeios de instrucejo que o col-
legio Ojrmouth poe disposic3o dos mocos
as differentes soccoes de que elle se com-
poe, sSo os segnintes :
Algumas bibliotbecas reunindo, sem con-
tar opsculos, 39 a 40,000 volumes; os
apparelhos ordinarios para explicar ospbe-
nomenos da physica, e excellentes instru-
mentos para medievo das trras e engeoha-
ria; um observatorio astronmico e me-
teorolgico devido liberalidade do finado
George Shattock, de Boston, para a de-
annslracjto dos phenomenos celestes. Estes
apparelhos foram ha muito pouco tempo
augmentados pela addicelo de um barome-
trographo de Heugb, indicador perpetuo da
presto atmospherica, e de um sector de
eenitb, cedido ao observatorio pelo ins-
pector das costas dos Estados-Unidos.
O gabinete de H.ll contm urna
Co consideravel de specimeos de rochas,
mineraes e fosseis americanos e estrangei-
ros, suficientes pira o ensino completo da
mineraloga e geologa.
Este ultimo estudo facilitado por um
serie de excedentes dse ibos.
collec-
0 gabinete de zojloria, fundado pelo
professor lien y Fairbaoks, tem orna collec-
cao ornithologica do maior valor.
O gymnasio, erigido pelo cuidado de M.
George Bissdll, de New-York,' clstoo
120,000 francos. Fui abarlo em 1847.
E' um edificio sspacoso, commodo. de bou
gosto, com dous andares, de 30 metros de
longo sobre 16 de largo. Possoe ama mo-
bilia e um apparelbo gymnastico dos mais
aperfeicoados.
A introdiuco dos exercicios gymoasticos
no collegio j tem prodozido os melh re
resultados. .Todos os alumnos tomam par-
te nelle. Achara all nao s urna recrea-
cao agradavel, como tambem adqoirem
grandes vantagens pbysicas.
Depois da abertura do gymnasio, dizia-
me om dos mdicos d i casa, tenbo apro-
veitado (odas as occasiOes de asslstir aos
exercicios. Os fados qoe tenbo colhido,
corresponder iuteramente caraba espec-
tativa. N3o flbttve caso de .molestias gra-
ves no collegio, e boore menos ndtspo -
cois ligeiras do que dantas no mesmo
espaco di tempo. Desappareceram a dys-
pepsia, a debilidade e as affec5es deste
genero que acompanbaro a vida sedentaria
e qoe, aqoi, baviam sido frecuentes, prin-
cipalmente na poca da andanza da estaeSo,
do invern para a primavera. Manifest
melhoramento se observoa no estado sani-
tario da casa. O augmento* da forc/a mus-
cular e agldade dos mocos deu nos ehos
de todos anda os menos alientos. Estou
convencido que estes exercicioe tem gran-
demente cootriboido para a sanie gera dos
estndantes.
E' tambem orrmSo de tolas s pess as
qoe julgaram necessaria a inlrodocca'o da
gymoastica em nossos eollegios d Franca
onde cortamente produzirilo os saculares
eff'tos comprovads ni America.
Tem-se como nos r-utros estabelecimentos
fundado pens5e3, ordinariamente de* 300
francos, elevndose algumas vezes a 500,
para auxiliar os alumnos pertencente* a
fami ias menos abastadas.
Vinte e quatro destas penseos provm da
renda de terrenos concedidos ao collegio
pelo Estado de NW-rTampshire. S se*
d3o pessoas que tem' residencia no Es-
tado.
Grande numero de outras penses tem
sido fundadas para os mahceb s que se
destinam ao ministerio evanglico.
Tambem instituirn) benefieeotos doado-
res, varios premi >s para os melbores alum-
no-. Aos da aula de rhetorica esto des-
tinados 5,000 francos.
O grao de licenciado conferid a todo
o alumno com tres annos de- becbarei.
As despezas dos estados, cocopraben-
dendo a instrueco, o imposta- da bintotbe-
ca e do gymnasio, alojaroento, suelelo,
fogo no invern luz, variaa de- 986 a
1.300 franco*.
A secc3o scientifica deve o sou-nwaaen-
to doaQiio feita ao collegio, da qsaotia de
250.000 francos, pelo Sr. Chandrer, de
Boston. Es-aqui os termos deesa doa?3or
O Sr. Chaniler d e lega a qpantia
cima designada, aos admioistnador^a do
collegio, para o estabelecimenlo- e mano-
tenclo de urna escola de nstroecao perma-
nente, das artes uteis e praticas, compw-
bendendo principalmente a rn;cbamc, eo-
genharia civil, a invtin?3o e fabrica de ma-
chioas, alvenaria, carpintaria, archileclora,
dosenho, exame das propriedades o uso
dos materiae3 empregados as artes, l-
guas modernas, litteratura ingle*', e bem
assim a escripturacSo mercantil e lodos os
ramos de conhecimenios que melhor- pos-
sam tornar os mocos apropriados aos de-
veres e empregos da vida activa.
Professam-se all os segnintes cursos:
philosophia moral e menUl, rhetorica o bel-
las letras, anitomia e physiologia, enge-
nharia civil, physica e astronoma, geologa,
a lingua e litteratura francezas, a htteralu
ra alloma, a hiato ia natural e- cbimica.
As bibliothecas, o gymnasio, as collec-
coes e o observatorio astronmico esto a
disposigao dos estudante3 da escola scien-
tfica.
Depois de quatro annos de estedos regu-
lares na seceso, sao os alumnos admittiiios
Dkt* tte Firnakiio 8cU em i te Mak>
pira o bichaMlato t
de licenciado efliacii
pois detrea aanoa del
rovides do titulo fe "
Urna decisSo da legislatora da Mew^
Hampsbre estabeleceo, em 181M tualfoil*
gio de agricultura e artes mechanicas, reu-
nindo o ao collegio de Darmoutb.
De conformidad^ com este acto a insti
1(mc3o fui posta sob a vigilancia de om
coonelho de adminisiracSo norteado ero par-
parte pelo governador e o conaelbo, e ei
parte pela corporacao do collegio de Dar
moirtb.
Os cursos sSo regulados de modo que os
alumnos poisam passar os mezes de verSo
com auls familias, e dedica-loa i trabalhos
agrcolas ou mechanicos.
Os pais qoe oao tem necessidade de sen
filhos durante a colbeita, podem entSo en
ria-los ao collegio, emquanlo os mocos po-
bres procuram, pelo seu trabalbo, os mews
de occorrerem is anas necessidades durante
o resto do auno.
Se a agricultura, primeira oceapacSo do
homem, merece ser honrada como o fun-
damento do bem-estar de toda a tociedade,
e oecupa pw isao grande logar na metifW;
Co, a*artes mechanicas 9*) ahi objeclode
n3o menos- seria atncSo.. m todo oa
estudo seientifaTcoi* nlo s perem de vista
as apph'eaeSes- que podem ser feias aea di
versos ramos-d industria partcularmenla
construccaVde machinas e a lodfes-os pro-
ductos indwriaes.
Os estudo gerae s9> dirigido de ffla-
aeira a desenrolver Ada* as facuMades, e
a preparar o alumno para as prioeipaes
carreiras proSseionaes.
O museo de historia natural e de artes
meehanicas est em via dJB' aer formado :
j recebeu preciosos specmei comprados
na Europa, e ootrw proveniente* de inspec-
C5e geolgicas org&nisada peto estado, e
todo oa das se enriquece eooi doac5
que le sao feitas.
Don- peosoes cooeedldls aos- maucebo
pouco abajados, urna para1 cada airicto
senatorial; sao os senadores ou,.na falta
dellesi o* admioistradares do calleglo qu>
escjlhem os individuos-a'quem *& oouce
dudas essa- penses.
S3o de preferencia msoeados oa- qpe se
okigam a aagnir o cureointeiro dos- esta-
do. Aqnol|e q. depe-de haver aeasta-
do orna pnelo; dixa a maliluicaoaales de
Qnd o prmeiro anno, pardea pnsa#, e
deve, excepto no caso dpaaelestia, pagara1
retnbuicao ordinaria.
Ua doaco-de 2O9.00francos, oflre-
cida aos^directores e por alies aceita m
assembtea auiml1 de 1987, augmentada
com .O00frsr doados pato genesal Sil-
vanos Tbayer^deBraintree fj|aassaobo3ll);
permit annexaa ao collegio urna asela
onaef fojr l dkscco de ora
sado. osteotam theses an-
idada lOdiaa ao meaos aa-
e approvadaa pelos protes-
jspeciaidearcbaeatora e eagenhiHa *v*k.
Os doaderes, dando assim lastemuaift de
reccDheeimento a*a Alma* mte*, pafkta-
ram qpa n3o padiaai fazer aaalbor oso< de
As despezas s3o, pela matricula. 15 fr.,
pelos curios... 385 >
. pelos exiiws e
I 4 I fosMt......-100 >
Collegio La rayette.
A historia deste- collegio situado em urna
pequea cidade da Pensylvania, e afamado
pelo valor de seus estudos, um dos mais
interesantes exemplos d) que pode um es-
tabelecimeoto da instrucc3o publica, fonda-
do pela livre e independente iniciativa dos
cidadaos.
Esa 1624, niram para deliberar sobre o provecto de
estabelecer om collegio nessa cidade. No-
mearam urna coaaoii*s3o encarragada de re-
digir o respectivo plano, e de enderecar a
legislatura peti'cao de orna carta de funda-
Cao. Esta carta Ihea fot concedida em 1826,
sob a administrarlo do governador Shol-
tze
Na nesma poca, o general La Fayette,
visitando a America, rectora por toda a
parte como sabido, entbusiastico acolbi-
ment. A cidade de Easton deu ao seo
collegio o Borne do illostre amigo de Was-
hington.
Os habitantes qoe em sua primeira reu-
oiao, baviiH patriticamente1 declarado
que a casa de oo bomem livre nao pode
ser melhor defendida que pela1 braco de
oro homem livre, lembraram se piimeiro
de dar ao collegio o carcter de ama ios-
tituiCo- militar. tesavar. por consegointe
carta de fundacov de que o Estado Ihe
forneceria armas e equipamootos militares-,
e os primearos administradores foram es-
colados de preferencia entra os militares,
dos quaes oa mais distinctos foram o coro--
nel John liare- Powell e o general Robert
Paltersoo, amos naturaes- de Easton. Esse
primein> plano foi depois-abandonado. Gun>
pre entretanto notar que o espirito- militar
nao cessw de animar o coilegio; cojos alum-
nos acudivam acodados ao appello feito
mocidade americaata para combaten a re-
lelliio.
Em urna alloouoS dirgidaos ldanles,
o major Leaassigoeiava a parte toma* pelo
collegio La Payetie na defes da consttei-
co- federal. Na ooaasiSo da iovasSc* da
Peaeylvania palo gewral Lea, os gradoa-
do do estabelecimenlo baviaaa peg-i'ic-am
ama na proporcJo de 26 [,. Esta pro-
for&i na Nova Inglaterra havm sido s'
mente-de 23 %,e nos Estados do Centro de
20. B* de notar que oa mancebas qqe aa-
sim se baviam distinguid por sua coragem
e patriotismo aagoiraoi profssoea inteira-
meota-dfffrenles da proisslo miQlar. Um
relateo feito na synodo- de Phitadelphia-
xp&a que a metae dos- graduados-do col-
egio lia Payetle. naquellacpocaeoirara no
sacerdoaio.
O carcter mais distincvo do ensino no
mera, ao a Eneida de VirgMf &*' e*M n qu dft rtspai ao
lodo poda comprehender oia IwIjtk O Illinois, o lowf-, l kdfcna
anciosa do testo, pormenores mytbolag'/invejar nesU ponto ao Con
ticular di estudos, coja appltcacSo da- dia
em da se toma mais utrt. Gracaa ao
crescHDaoto dos reeorsos materiaes de paiz,
os maocebos adoajsudos nova escola, be-
berao abi com aflaite conheaimentos prati-
cos qpe assegonirthes-ha o. roturo. S>-aa
admiltenvalii ausHaos que tenham. o grao
de bacbareL m j^
O eosioo moko elevado: deve darar
pelo manos dous annos. Ha o maior oa-
ado.emiescoibar para o professorado bo-
menar. iliustradoa-e familaiisados con os
melbores methodos, empregados na Aaori-
e Europa.
Dous empregos- temporarios naenganha-
ria civil sao conced dos aos alomos coja
capacidado est prorada por serios sumas.
O diploma de enrenheiro- civil, conferido
pela escola, emoli procurado.
Os candidatos ao titulo de doutor em
medicina devem ter 2J annos da idade,
apresentar certificado de- moralidade, e ter
frequeotadOidous curso completos em lotl
dos os. ramos da *sciencia medica^ seja em
Hanover, seja em qoalqoer oulra escola de
medicina regularmente eslabelecida. Devem
alm disto, aprese nlar altestado de que de-
dic3ram tres antros completos aos seus es-
seu cabdal do qaaanknandaom ramo par- collegio La Fayette eo cuidado muito par-
os, biographlcos, histricos, aetapbysi
eos, iheologicoi, que o poema pode offere-
recer.o carcter do antor, o esplrtto do
seu tempo, comparares perpetuas com os
escriptores inglezes de differentes pocas,
as regras da comnosicjlo, os principios da
poesia pica, didctica, dramtica, etc.,
etc. Quanto liogua em si mesmo, podem-
se fazer observac5es sobre o valor, origem
e. historia das palavras, modo de forma-las,
sobre ludo emflra que entra no dominio da
philologia comparada. A lingua ingleza,
composta de elementos anglo-saxonios, al-
lemfies e francezes, oflerece sob este pon-
to de vista largo campo de observa-
C5es.
Depois de baver lolado por alguns annos.
contra as diiculdades que sempre encontra
orna creac) nova, o collegio La Fayette
entrn no caminho da prosperidade, donde
nunca mais abro, quando em 1857 o syno-
do presbyteriano de Puiladeipbia lhe conce-
den o seu pa'racimo Posio que o estabe-
lecimento continoe aberto aos eslulantes
pertenceotes a differentes cultos, o syno-
do que oomeia todos os- tutores e profeso-
res, e exerca urna vigilancia geral sobre os
negocios >o collegio, por meio de soas com-
missfies ananas. 0 Rvd, .Mac-Lean, pri-
meiro presidente eleto peio synodo, pode
Limeiro que todo assegurar casa o cap
tal de SOO.OOO' francos. D^sde eniao os
merobros do synodo presbyjeriano, aoaHa-
dos pelos habitantes opulentos d > paiz, nao
cessaram de trabafbar no augmento1 dos re-
cursos considerareis- que o collegio h je
possue-
Em fSGi. e'186^lbram successivamente
construidos um observatorio astronmico e
um laboratorio de cbimica, com vastas sa
las destinadas aos corsos, museus de his-
toria natural, mineraloga-, geologa, paleon
tologia, botnica e zoologa. Foi aro s
debitante de Bastn, o Sr. Barton Jookins.
que fez as despazas de todas essas bellas
conslruccoe*. Para completa-1 as, os eida-
daos de Easton votaram, em 1867, a quan-
t:i de 100,009' francos. Doas sociedades
Iliterarias, as de Washington e Pranklin,
forneceram as qoanlias necesarias creaco
da eapella. Alera' dos edificios- que serven
para o uso das aulas, sete lindas habita coes
destinadas aos professores se tem grupada
ero derredi r dos principaes- edificios, de
sorte qoe nada ooderia oflereoer nm speos
lo mais encantador do que o de todas essas
elegantes bahitacoes, oceupando o territorio
que pertence ao collegio, e coreando as ma-J
gastosas collinas, donde se deseobrem as
margeos de Lehigh e do Delaware. Oa ha*
hitantes do- Pbi'adelpbia derara depois. -
100,060 francos ao collegio.
Etofim, de todos- os bemfditeres do col-
legio de La Fayette o mais honrado e es*
timado pelo estabeleeimento oSr. Pardeo,
que tendo-lhe doado, em 1864, aqoantia de
100,000 francos para a creac3o>de orna car
I lr|lJslf
3m
FOLHETIM
O FILHO DO CALCETA
|P0R
PIERREAWE |
PRIHEIRA PARTE
(Gontinnac3o do n. 101.)
VIH
O baile de aascaras.
Passaram-se muitos dias depois dos
aconiecimentos referidos.
Caetane resonava ainda muito bem a
somno solt, quando por volta das oito
horas da manhJa lhe foi Le5o bater por-
ta ; n3o espern pela resposta, e entrn
pelo quarto dentro com toda a sem-cere-
monia da camaradagem.
Caetano acordou meio atarantado.
Que ?... Que foi?... Quem
est ahi ? gritn, com os olhos a cahirem
de somno.
Leo poz-se a rir e a dizer com modos
zombeteiros:
Abencoado mortal I... Ora ah estl
Estes que sao verdaderamente os dilec-
tos da sorte I Como n3o tem patr5o nem
loja, passam ammh3a na cama quando mui-
lo bem lhes parece!
Qa ? j larde ?
Sao oito horas.
E vena acordar-me to cedo !..
Ora sssa I Eu nSo eslon j acor-
dado? J
Mas vamos l, para om caso deites,
15o inslito, ba de baver motivo.
Tambem me parece.
Jogo (raneo, cartas na oao.
Abi va: tenbo ama pandega ajusta-
da para esta aoute, e lembrei-me de o
convidar tambem.
Para esta nonte ?
Com certeza...
E pode saber-se que
-atamosver amacousa
noj^* vio.
Eot3oque ..-
W o eu m> mais canoso que
poda baver en Taris.
Sirio ?. l ...
PalavoJM I A. gente anda for all
ticular que abi s* tem doealuda da lingua
nacioaai. A. oosnmissaa que impetrava
da legislatura obm carta do*roda550.expri-
mia-sa assim :. 0stod da lingua- ingle-
sa o qoe corre asis abaodonado na> maior
parte de nossas- casas" da educaoaov A
nosso ver, umadoucura despender tempo
e diaoairo em naaciesa inveslipc3o das lin-
guas alas lempos passados-e das nae5es es-
trangakas, emaaaoto se nagHgencia anossa,
cojo conhecimento seria tao-utd e ccio esta-
do offereceria tanto interesie. >
En 1837 estabateceram. os tatores do
collegio urna cadeira espesial para- o ensi-
no dadingua inglesa, exemplo depois se-
guido por om grande numero de estabele-
cimentos Nao queremos, diziaea 1858
o Dr.. Mac-Pbail, no seu discurso de inau-
guracJo, supprimir o gregp e o latkn para
substitui-los pelo ensino da lingua ingteza.
Pelo contrario, entendemos que indispen-
savel dar a dianteira no curso Iliterario s
tres linguas, que se preslam mutao soc-
corro
Applica-se,. pois, a lingna ingleza o me-
tbodo empregado no estudo das linguas
mortas. Uma obra classica, a de Milln, por
exemplo, i-tratada como a Moda de Ho-
sylvania e ao Maasaehussett.
A universidade de Michigan, ana em 8d8
cunta va 1.255 alumnos, ama das ata*
ilorescentes dos Estados-Unidas. AM *d>
o amor do progresso, animado ppr oat no-
bre espirito de emuIacJo, tan podido airar
o mais feliz proveito dos immaaana rocaraos
devidos ao intelligente patrioliamo dos ha-
bitantes.
O numero de seus alumnos, superior ao
de todas as ou tras universidades, a indoaio
ao principio, a largar a espbsra dos esta-
dos que de ordinario comeoem a seceso
acadmica. O conseibo dos regentes, aos
quaes a lei confia a adnrinistractk) do colle-
gio, jantoa ao ensino classiso, por muito
tempo limitado aos estudos paramente Ili-
terarios, odas sciencias mathewatieas e na-
turaes, estsbeleceodo-o em larga escala.
Satisfizeram por este modo as legitimas exi-
gencias dos partidistas do anligo systema
de estudos, qoe tenam visto com pezaraa-
crificar a lingua litleratoras aotigas, %-
damenlo indispensavel de loda a odoea^o
liberal, a as reclamages fe Has ao iateMlse
da soctedade moderna, coja prosperidada
ropooaa principalmente no deseavoIvidmo
do commercio e da industria.
(Contitnutrte'ha).
YABIEDABE
VAS FERRBAS NA EUROPA BE I80
A 1870.Do varios jornaes extrabimes as
segnintes e intereasanies cifras :
Em 186- po8so a Europa 5f:498 ha*
^metros de vias frrea. No fim* de trfWt ti-
oha esta cifra subido a 9i:90i kilmetros,
isto quasilinha dobrado em manos do
dex annos. Este deaeavolvimoalo effae-
tuoo-se na seguinte proparto pelos difieren-
tes paizes:
1860
alil.
1.&79I
?1:253'
9:319
5:402
4:384
*:9t6
r.T05
1^7-29
M7
963
259
Gra-Btotanha .
Allemaoha....
Franca -.....
Austria -......
Russia .-.....
Hespanha .-.-..
Italia... ^.-...
Blgica .*.,..-,
Suecia|.........
Soissa........
Paixes Baixas .
Luxemburgo- .
Portugal ..^.-
Dinamarca.. -.
Noraega.....
Turqua da Eu-
ropa.-----
131'
109
68
1865
Kil
21:366
?3:472
?3:570
6(445
3:6456:
4466
3:698
2:285-
1:379'
1:29b-
642
124
760
419
241
76
1870
kil.
22:889
17:593
16:920
8:300
996
5^47
5:563
3:107
1:703-
1:336
1:254
149
810
7
OO*
288
Total...- 54:496 73:830 94:901
Pelo que respaila ao deseovolvinaanto da
rede ferrovial da cada pan- separadamente
deira do mathemticas, algum tempo depois- durante o anno de 1870, a Russia qaem
destino leva-
qo o senhor
rauilo embarolhada, l isso anda ; mas o
senhor, para completar a sua aprentixa-
gem, precisa de observar bem todas as
classes socaes
Sou da mesmissima opiniSo.
Por conseguinte, como hoja sab-
bado, voa ao baile de mascaras com Hor-
tense.
Caetano assentou-se Da cama.
Que vem a ser isso de Horieme ?
perguDtou sorrindo.
Note, volveu Le3o, noto que nao
disse a menina Hortense.
E' a sua amante ?
Adivinhon.
Mas eu faza-o com mais jaizo.
Ent3) porque ?
Coidei que andasse com suas ideas no
casorio.
Ora I Isso l como tres e doas serem
cinco I Tenho boas tencOes de me esta-
belecer, e at j vou vendo qae, auis dia
menos dia, caso com i filha do patrio.
Ainda me nao entendeu... Qaam o
ouvisse no ootro dia, ia jorar que o senhor
ama a tal filha do tal patrap.
Pois est bem visto qae a amo t E
porque dSo ?
E anda por ahi com as amantes I..
Le3o espondeo ergueodo os bracos para
oco :
Mas,oh 1 santo Dos t que mal
pode haver nisso, e de que feilio aaaan os
senhores l na provincia ? Ora, man charo
amigo, fallemos com franqueza. Bertha
tem dezesete annos, e o pai oSo a casa me-
nos dos viste. Mesmo eu, tenbo ainda
muito que andar, antes de conseguir orna
posic3o capaz de justificar as miabas as-
piragSes. De modo qoe lendo en viste e
seis annos, exaltado as paiiSes. .
Vai-se entretendo por ora com Hor-
tense. .
Tal qual; costomeira valsa c por
estes sitios.
L na provincia tambem esees sos
oSo s3o de todo em todo descamadnos
mas cnidava en qoe o senhor andasse ni-
camente com o sentido em Bertha. .." _
Pois cnidava com razao... 4joAo
o sentido om Bertha quando me teattri o
casamento, e s ponho o serdidO" ssaf Hor-
tense quando quero ir aos bailas... Afioal
de contas, vai com a gente ?
Est combinado.
Famoso I Mas tome sentido :
oio vi para l fazer algaas rapapij
preseDleo'-o com 500,000 fraseos para se
instituir orna seceso- sciestifica,. eaje ensino
marchar par do- da seceso-. Iliteraria*
Dest'arte se constrok> ao p do oollegio pri-
mitivo aro estabelecimanto espacial pralico
para a angonharia oiril, topogra-nhica e me-
chaniea, minas, metalurgia, araaitactura e
appiicat;5es da cbimica agricultura e artes.
Estes estados completam-se coraos do com-
mercio, linguas modernas, histeria e inali-
tuicoes polticas dos BSlados-Unidos.
A organisago o combinara das aulas na
orden) classica e na scientfica permitte aos
estodantes seguirem as dos curaos que con-
vela a suas disposicoes intellectuaes ou que
esto mais de accordo com soos project >
de-futuro. E' do conformidade com osles
principios que so e ensino secundario em todos os-grandes es-
tabelecimentos que os Estados de oeste es-
lao fundando, aprincipalmenie na nova uni-
versidade de Ithaca, que ser objecto. d'um
capitulo especial.
Umversidads de Michigan-, em AniuArber.
Os novos Estados do Oeste que quanto
org nham a par dos da Nova Inglaterra, podem
sustentar vantajosamente a companaejio com
tense ; aqnillo *.em, um corceo muito sen-
sivel, cxiitadli b3o e m rapariga, mas d
o cavaquinbo pelos rapazes bonitos.
Caetano responden, acompanhando. a
resposta do uma cortezia a
J o provon com singular tino,, esco-
Ibendo o senhor para amante.
Ora adans I Ahi se poe o senhor
com mesuras de lisonja r Agora nao, lenho
tempo, senio agradeca. Muito coidadioho:
mesa nem palavra, ouvio ?
V descancado.
Com isto nao enfado mas, e jwso
as palhetas. ':
Lelo ia j abrindo a p ira, quando vol-
loa atraz e disse de repente:
E* verdade, nao o tenho. vjsto as se-
nhor estes dias ; ando com as contas do
flm de mez, J depois de amaoWa. a
temos de pagar urnas letras. Divertio-se
muito da outra vez coas o Baaoregard ?
Nao me divert pooco, nlo ?rolveu
Castao. E' nm socio bem exquisito !
Acha ?...
Caetano referi es dnerantas pormeno-
res da mote passada no theatr italiano e
na espelanca, accrescenlando Isao:
Aquelle Beauregard asi bornea ad-
miravel, e preciosissimo pai^Bas rapar--
mo eo chafado apenas da provincia 1 Co-
nhece tadafi gente.
Efectivamente, um sngoilinno moito
relacioaado. As vates divarts a gsnti oom
boas pilherias, mas...
Mas a qoe ? interrogoo Caetano,
a voz.
Olhe, quer
deu Lean abaixando
que lb'o diga ?
Diga l.
Pois... desconfi qoe per teo a
alguma quadrha /'
Caetano espantou muito os,olbos. Le3o
prosegoio :
Mas perdSo, estou a, incommoda lo,
sem. me lembrar de ir pana- a loja. Bem,
contamos comeigo.... Esperamos pelo se-
nhor s onze bora3, na roa dos Pe&eiros.
de Sorbona, n..3,; pergoate pela Hortense.
At noute.
At noute, respondeu Caetano.
E Le3o sabio apressado.
Quando ia no coatedor, vio a porta do
qnarto da Jorge nm pooco descerrada.
Deitou para dentro orna olhadella, evio o
, ico assentado. ao p do fogSo.
Ainda hesitan om instantinhn-
Leso aind Ibe nao tinba. podido fallar
desde qae elle se retirara da mesa, lm
figura em primevo logar, sondo a eateoaJo
das tahas abertal doranteo anuo superior
a < 2:570 ventos.
Esa Inglaterra e- em Frasca o cresehnen-
to das emprezas-fo pequeaa.
As biabas da associacao fcnrovial da AUe-
manaa esteoderaov-se, em> 1870/ a man
188--969 millas prussianas na Allemaoaa..
216:480 na Hungra aastriasay a 14:86 nos
Paixes Baixos, ao lodo 429.298milbaa.
Aassociac3o comprshendia.no l. de Ja-
neiro de 1871 ; 78 companbias com.....
4.091^10 milbas (contra 3l732,341>. na
mesma data do asno anterior), das quaes
49 eompanhias som 2.528:870 milbas per-
lencera a Allemaoha ; 24 com 1:273:110-,
Hungra austraca ; e 5 coa288:530 a on-
tros-paizes estrangeiros.
6ASAMENT0SEM PERSPfiCTIVA Diz-
se que o joven re da Baviara s resolve
oSerecer a sua mao granda-duqueza Mam
da Russia. Dixem de Munich que o princi-
pa- Leoooldo ira a S. Petscsburgo eaearre -
galo de pe din a mao da princeza em.nome
do re. J sa fallava noste consorcio quan-
do o imperador Alejandre estove em Kis-
singen.
conbece ha moito tempo ?
Jo
peludo pela bondade do sen coraclo, em-
Quer dizer, ba mofo lempo qoe
vejo sem o conhecer. Nem Jorga, uem i
lia Diormeaux, nem eu somos eapasaa de
saber d'onde elle raid, I qaa aspseia de
Sote pertence, e de que mina extrabe o
nheiro que tasto ifc-to gasta.
Todava, creio qoe adsajuMa aa alu
sociedade, cansa pooca HtW. -2
Exactawaatel Val ntae raa naal
Qdalgo, eosmseqBerVnea fummki+k
de ter notado como aa a soadaat arodicl ir ter comsigo
dxa... Em sumauL nlo,
aqui em casa tratar mL
Baaoregard, declaro qua aaaY
eDgracocosl8t..';tds*ib
ia-me sasapra aciiliafiM t^j^ *
-Mas aoUo ano ia te o
agora daUa T ':-"at 'D* v**1 *B*^''
T-Aida qaeico,,.4.- wpoa-
porroo mais a porta sam mesmo pensar
no qoe faaia.
Raymuodo levanto a eabeea come qaem
acorde sn ancia da um sonbo pesado.
Ah I o Sr. Leo I dase elle sor rin-
do irietaaaenle.
Le5o tinha ficado meio alrapalhado, e n3o
te atreva a entrar.
Eotao, fez favor de entrar I insisti
laasanndo coa delicadeza. Tem que me
diaar algaaa cansa 1
Lata apertou a mo do doutor, e redar-
cnioVida vacilante :
Eu nfc tenho nada que lhe dizer,
mis ea Todo o caso fleo bem contente por
fie podar fallar. .
Eatto porque?
Para lhe cont ir orna coaaa, qae trago
ba dias na idia... e no eoracJo.
.-i- sabor I... mas a que respeito *..
Lelo j eslava sedsor de si, e at to-
mara om ar muito serio.
Etltadlgo, Sr. Jorge, qoandono
oqtrodia o ssanor se Ittaataa da masa, o
atsa drimateo oaidado dspail dejaatsrfoi
f ter comsigo ; mas como vi a porta teae-
oV^sirdfidivttsd mteto. Todava, pare-
ad! vinhar as snas infelicidades, e eu
qaaastaatooeaaioss
da leisnarir asaiges
; paat aassa qoa o
she-p '?
Eo, tardide;, 9r. Jorga.* ^Wm
Su c sei perfeitamente que lh> n3o devo
perguntar o qoe o senbor me occuila ; mas
se precisar algum dia de qoalqoer auxilio,
lembre-so bem que me ba de encontrar
prompto para lhe ser til ou simplesmente
agradavel.
Ah 1. o senbsr um. excellenta ho-
mem t; bradou Raymundo commovido.
. Sempre bom haver assim alguns
rapazes.
Obrigado, e crea que me nao, esque-
cerei do seu offereciinento.
. E aceita-o ?
Aceito e agradeca.
'Bom. bem... ootro dia fallaremos.
J me tenbo, demorado muilo; boje tenho
o dia cheio. At ao depois, cont comigo.
RaymoQdo impressionou-se visivelmento
daqnelle honesto proceder.
Desde a noute que passou arromado ao
leito da baroneza de Simier, tnha-se per-
tarbado grandemente o espirito do doutor.
lterou o modo da vLver ; albeiou-se de
todo ainda mais do que at all, e mnitas
vezes Ibe tembrou o mudar-se daquella. hos-
pedara, e procurar um sitio mais* seguro,
onde ficasse bem a coberto da qoalquer
chocalhice.
Fugia o mais possivel a todas as palestras
e encootros com Beauregard. Era um ho-
mem que lhe faxia medo.
Ha via ainda' ootro motivo. Como vira
Joanoa, acodiram-lbe i mente as recorda-
Cfies todas do pastado, e apezar de reagir
com a maior foroa de vontade contra
aquellas perseguidoras imagens, bem com*
prehendja qoe o seu amor tinha revivido
mais intenso e mais poderoso. .
Era o priaairo, a havia da ser o naioo
amor da sua vida.
. Mil vetes Ibe dan a diablica tantalio
de voltar ao palacio onda a encontrara 1
Apinhavam-se-lhe na imaginaclo toda a
casia de insensatos planos queria lancar-se
aos pes de Joanna, pedir-lhe commiseracao,
offerecer-lbe a vida para se castigar pro-
piamente de ter soasado tanta desgrana
pala existencia dina.
Moito infeliz liaba lile sido I
Todava, om singular presentimenlo Ibe
dra animo por entre as lulas dos ltimos
1
*
I
ias, e cada vez qoe a saemosia Iba {atoe, a.MaMT Fj
ava o paludo e cono>edcT semWaots da
baaanoxa, logo se etrternecia pwfandamaa-
u a orescia-lhe aa mito nm sopraaa
D'onde resultava ttmanho oterew peta
mulber que nao coaheci. equj naqaella,
noute vio pela primeira ves ?
E' o que n3o sabia dizer.
Mesmo. assim, liebapeado saaafeilo por-
salvar a doenie, e pareca-lhe qoe muito
mais satisfeilo Qcaria se consogoisse pro-
tgela e rouba-la. espantosa tyranniA o
que era victima.
Assim recapitulaba Haymao lo todas ar
commpcoas que- o tmbam iaspressioasdo %
procura va. boa costoaameoto a maaai'.a
melhor para sabir-se da ti > affiidlaa tir-
en instancia, asando bateram porte.
Poda entrar I dissa, coa algoan re-
ceto.
Teve uaedo qoe fossa Bsansogard; logo,
porm, sa deseogauon, porque a porta
abarta da. par em par deixon ver oo um-
bral aa homem de p. ,.
Era o viscooda Anatolio de Grandlieu.
Ponorboo-te a vista da Raymasdo,
quando bateo com ella no fldalgo ; aarca-
mu que eslava dasooberto, e julgoa-aaper- .
dido.
O senhor viscooda da Grasdkeu.
tartaaudeou elle espantada*. aqoi... em
minha casi... -mi,
Toaai a libardada da o visitor, dissa
Anatolio adiaotando-se, a cuidei...
Mas quem lhe denuncioa o aeu va-
Ihacooto ? A qae cnocatasiro deve o se-
nhor o conhece-lo ?
. Que fez isso ao caso ? poaderoa o
visconde algaaa consa alrapalaada. Ha
muito teapa qua en procorasa a aaahor,
e...
Coa que Ba ?
O fim.44 o senhor vai saber.
Mas asta pasto... da sua parte.,
oas circumstoacias em qua aa acacha...
Este pasto j Ih'o voa explicar saa
mais demoras, se aa quer conceder alguna
minutos da allnelo.
Nioiei sa dava...
Nada racis, disse o visconde
me aqoi aa sentiaento qaa
ascender, asdfta direi nasas
nhor peda aafjdr aarfertaateett.
Diga aisla- diga... o, apezar da'
com a sua preaenca ae tratar i memoria
bsa cruentas rscordacoes, astoa prompto

J;..7.fl
(tnisii-'b oS'ldq
TTP- DO DIARIO-ROA,
'A


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