Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12374


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Full Text

III......
AMO XLVII. NUMERO 98.
V-*'

SEGUNDA FEIM I DE MAIO DE 1871.

tMk firmo i rou n piotuoa.
Portare DMMt adUmudo* .
Pr lea dttM idea. .
Por nove ditoi dem .
Por nn nao idem
Propriedade de Manoel
de Faria Filhos.
.
/
mam a
.flg Si*. Gerardo Antonio AIvm d Filhos, no Para ; Goncalves d Pinto, no MaranhSo ; Joaqnim Jos de Oliveira & Filbo, no
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;Felippe Estrella A C, na Parahyba ; Antonio Jos Grates, i
em Nazareth; Antonio Frreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavirea da Costo, en
. '

mo de Lemoi Braga, no Araeaty ; Joto Mara Jnlio Chave, no A| ; Antonio Marqaes daSn, no Natal; Jos JoJtW
i Penha; Belarmino dos Santo Buido, en Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
* Dr. Jos Martin Akes. na Baha; e Leito, Serqninbo & C. no Rio de Janeiro.
_
PARTE OFFICIAL.
,
s
Cloverao d.i provincia
187!.

k
V
>
!

XPEUIErTTC DO DA 23 DE ABRIL DE
Actos :
O presidente da provine a, em visli do que
representos comtiuniante superior da guarda
nacional cb municipio da Goyanna, quinto ao fae-
to da ni) haver solicitado no prazo legal as res
peeti ras patentas os alteres Americo Cesar de Al-
Duquequer.Paulra l'ereira de Albuquerque, Joodo
Cont Ribeiro de Mello, Manpel Antonio Dourado,
Sabino Baterra de Meuezes, los JeroDymo Cesar
do Alouqiierque, M;.ncel Uazerra da Anunciaco,
Reinaldo .le Souza Monteiro e Francisco Vicente
do V.itconcellos, nomeados por portara de 2d de
janeiroj, 1836 para a* 1.a, 2.a, .V, i-, 3.% 6. e
7.a eoqtpanhias do batalho n. 13 de infamara da
guarda aicional daqueile municipio, resol/.', de
conformidad* com o disposto no artigo 65 da lei
n. 602 de 19 de seiembro de 1830, pr.va-los dos
refer los posto.
O presideote da proviuca, attendendo a pro-
posta do tonente-coronel commandante do batalbio
o. 13 de iafaotaria a guarda nacional do munici-
pio de Goyanna, a a vista do offlcio do respectivo
commandante superior, ioterino de 8 do crreme,
resolte, de conforrai lade eom o artigo 11 da lei n.
SOS di 19 Je. setemtro de 1830, nomear para o
dito batalbio os otile aes segrate-:
Estadi-maior.
Atliires secretario Beilarmino Augusto Ribeiro
Lima.
1.' Ccnpanhla.
AltVrai ioo da Cesta Kibeiro Couto.
Atores I'So Ranulpho Cesar de Albuquerque.
1" Companhia.
Alfares Manoel da Costa Henrique do Carvalho.
3.a Companhia.
Alfares Jos Francisco t.ordeiro de Albuquerque.
Alfares Vicente Pereira Bezerra dos Santos.
'4.a Companhia.
Aliares Anselma le Albuquerque Mello.
Alfares Luu Gomes Correia da Oliveira.
5." Companhia.
Alfa-es Miguel Goncalves dos Santos.
6." Companhia.
Aliaras Abilio Peix ,to de Aodrade.
. 7.a Companhia.
Ufaras Jos Pereira de Albuquerque.
O presidente da provincia, attendendo a pro-
1>osU do eommandanle do batalbao n. 8 da guarda
nacional do servico da reserva do municipio do
3onito, e a vista do que informou o respectivo
comouodaute superior era offlcio do 1." do corren-
t^ res.dva,. de conformidade com o artigo 48 da
le o. <$02 de 1 da setembro de 1850, nomear
para o dito batalbio os offlciaes seguiotes :
3.a Companhia.
Tenle o arf.jres da l., Francisco B9mcio das
Chaga
4.a Companhia.
Alferas o gtudj Joao Soares da Silva.
0 presidente da provincia, vi-ta do ofcio
do doutor chefe de po.icia, n. 535, de 21 do cor-
rete, esolve exonerar o alteres Manoel Aprigio de
Moraes, do cargo de delegado de polica do termo
da S. Beato.
O presidente da provincia, conformando-se
com a proposta d.> doutor chefe de polica, em offl-
cio o. 538, de 21 do crreme, resolve nomear para
o cargo de delgalo do terma de S. Bento, o alte-
res Antonio Henrique- de Miranda.
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do doutor chefe de polica n. 534, de 21 do cor-
rente, resolve exonerar o tenente Francisco de Si-
aueira Calateante, do cargo de delegado Jo termo
c Carean!.
O presidente da provincia conforraaodo-sc
com a proposta do doutor ebefe de polica o. 534,
do 21 do crreme, resolve nomear para o cargo de
delegado do termo de Caraar, o alferes Manoel
Aprigio de Moraes.
Expediram-se as necessarias coraraonicacoes.
O presidente da provincia resolve exonerar,
a bem do servico publico, Francisco Tito Xavier
de Lima, do cargo de quinto supplente do subde-
legado lo privaran distrelo da freguezia de Ga-
melleir?.
Oficios:
Ao vigario capitular, adra de qae, em satis-
lago a deliberacio da assembla legislativa pro-
vincial, informe acerca do incluso requerimento
do vigario collado da freguezia de Sossa Sanhora
do Rosario da Varzea, padre Joao Baptista da
Silva.
Ao coronel coramaadante das arma;, appro-
vando a medida, que propoz, de serem emprega-
dos no servico dos 2.a e 9. batalhdes de infamara
de liaba, alterna a falla que ha nelles da offlciaes
effectivos, os honorarios do exercito, capitio Joa-
qaim Azriplno Furta lo de MeodouQa, tenenles lo-
s Francisco de Paula Vellez e Leopoldo Francisco
da Silva, e alferes Frederico Paes Brrelo.
Comniunicou-se a thesonraria de fazeuda.
Acmesno, aatorisanio-o nos tjrmos desua
informarlo, a mandar dar baixa ao soldado recru
tado do 9.* batalbio de infamara, Manoel Laureo-
tino Pereira, viste js ter sido legalmente escuso do
servico iela ordem do da do ajudante-general de
16 de otitubro da 1868, n. 642, e ser-lbe applica-
vel a d;pol'5ao do aviso circular do ministerio da
guerra de i'k de dezerobro do anno passado.
A Pedro da AthayJe Lobo Hoscoso, a dispensa flor
elle pedida, do servio > medico militar, que esta
prestando gratuitamente na guarnico, devendo
agradecer-Trio taes servicos.
A insjieclor da tbesouraria de lazenda, com-
munieando qne o juiz municipal do termo de Ipo-
juca, ba:barel Joo Baptista de Siqaeira Caval-
cante, p issou no dia SI do correte por molestia,
o exerecio do cargo de juiz de direito da comarca
do Cabo ao segundo sipplente, o juiz municipal
do ter mi dete nome, bacbarel Jlo Goozaga II a-
cellar, que effeetivamente o assumio naqnelladata
Ao mes.mo, declarando que o bacbarel Joo
baptsu de Siqueira Cavaeante, juiz municipal e
de orphlos do termo de Ipojuca, assumio no da
10 do correte, o exercicio das funecoas da vara
de direi o da comarca io Cabo, oa qoalidade de
priraeir" suhstiluto.
Ao mesffle, transmitliodo para os lios con-
venientes o titulo confirmando Jos da Costa Ra-
bello, ao lugar de Sel do almoxarifado do arsenal
da man ha desta provincia, e bem assim a porta-
ra, pela qnal rol nomealo o coronel de comims-
io, Joi Aogeio da Moraes Reg, comia*ndame
do#reidio de Fernando de Noronha.
Per essa thesonraria maodou-se pagar.
A Jeronymo Perafra Marin', ou a Evaristo Men-
dos da Confia Atevedo, a qaantia de 241780, pro-
vanianU de diarias abonadas a tres reerutas e una
deserta', Que vieram do termo do Brejo, e (orara
apreseQ'-adoM ao eoron>l commandaote das armas.
Comnioniou-se ao doutor chele de po\ieia.
A Polvearpo Jos Liyrae, a de 17*280, de um
par de cortiaadoi, que venden para o palacio da
pmideila.
' Att inspeitor da tbesouraria provincial, re-
Mmandeau a expedicio de suas orden, para
que seju raooada nessa tbesouraria e conservada
oooi u entras a deposito, a qoaotia de um eoo-
(0 do rite, aSijrustoa |>eU Soeiedade do* Artistas
Mochas icos a Liberaen para as obras do edifico
josttaalo ao lyeood'ailes e offlcios.
Ao mismo, appi atando a ammatttfa Wu
por Miooel Taorou i(e Albiwaerqae >UraoW,
di ebes da osa ii jarreir da pW ,| S, Joo
r
com o abate de 37 por cento no Mbf do respec-
tivo ornamento.
A) doutor chefe de polica, a vista do que
informaram o -delegado do termo de Serinbaem, e
o subdelegado do primeiro districto de Gamelleira
nos otticios a que allude o de V. S., n- 490, de 3
do correte, relativamente ao facto de ter aquelle
subdelegado -preodMe- para retrata um aou aggre-
gado de nome Bernardo, tenho dizer-Jhs que
severamente exlranhavel o procedimento do sub-
delegado, por quanto nao devia, constituindo-se
juiz em causa propria, ajustar contas com um seo
assalariado, a costa da autoridade que Iba est
confiada, nem o exercito pode ser considerado,
como elle pretende, o receptculo de individuos
carece lores de correccao.
Sobreleva anda que o recrotado tinha a seu fa-
vor isencao legal, como reconbeeeu o delegado,
que o mandn soltar, sendo para notar que nao
obstante elle achasse regular e elogiasse o proce-
dimento do subdelegado.
Isto posto, sendo evidente que este nao compre-
hende o cu nprinealo-dos deveres inherentes ao
cargo, nem sabe resptM* os direit03 do cididao,
resolv exonera-lo nesti data.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recite, para que sem perda
de tempo seja inspeccionado o msico e guarda do
1." batalbao do i ufa otaria, Horoocio da Cuaba
Moreoo, que se acha recolhdo ao xadrez do corpo
de" polica.
Ao capillo do porto, para man Jar por em Ii-
berdade o reeraia Manoel Pereira Dias, que provoo
isencao legal.
Ao engenheiro encarregado das obras milita-
res, recommendanio que com urgencia proceda ao
ornamento das dspotas com os reparos precisos
na cosinha da fortaleza do Bram.
Coramuoicou-se ao coronel commandaote dis
armas.
Ao director interino do arseoal de guerra,
autorisaodo-o, em vista desua mformacao, a man-
dar alistar na companhia de educandos daquelle
arsenal o menor Antonio, fifho de Jos Freir dos
Santos. *
Ao juiz de direito da comarca do Limoero,
traosmittiado copia da denuncia apresentada pelo
bacharel Antonio Jos de Alcovia contra o juiz mu
oicipal desse termo, bacharel Emygdio Marques
santiago, e dos papis a ella relativos, am de que
proceda na trma da lei contra o dito juiz munici-
pal, nao obs ante as explcacoes por elle dadas,
visto haver oa mesma denuncia tactos, que de-
mandara justiticacao em juizo.
Ao chefe. da reparticao das obra3 publicas,
devolvendo as copia das clausulas e orcaraentos
para a conservacao e reparos das estradas do 2,
i e4a dislrictos, cuja arremaiacao mandou sustar,
aflra de que faca executar easas abras por em-
preada, preferiodo em igualdade de circumstan-
cias os actuaes conserradores.
Ao commandante da seecao de reserva n. 7
do municipio de Garanhuns determinando que era
continente, sab as penas da lei, deQra o juramen-
to devido aos tenentes. da Ia e 3a eompanbias da
seceo sob sea eommando, JoSo Florentino dos
Sautos e Eduardo Jos Alves de Mello.
Coramuoicou-se ao coramiodaute supsrior re-
comniendando-se que vee sobre a execacao dessa
ordem, e participe presidencia qu3l o precedi-
mento do referido commandante.
Despachos:
Abaixo assignados propietarios de engenhos de
fazer assucar e negociantes da villa e freguezia de
Barreiros.Informe o Sr. inspector da tbesoura-
ria provincial.
Companhia Recife Drainage.Deferido, a vista
da infurmacao.
Bacharel Carlos Eugenio Duarck Mavignier.
Certifique.
Henrique da Canha Trrelo.Informe o Sr.
inspector da thesonraria provincial.
r. Joaquina da Silva Gusrao.Ueraeltido ao
Sr. ospecior da thesouraria de fazenda para mau-
dar passar a cerlidS) peiidi.
Padre Joo Gualberto Luz de Barros Santos.
Prove o snpplicante se .leixou durante a licenca
substituto pago sua rusta.
Jos Bom Hamos de Oliveira.Corao requer.
Joo Jos de Luna Freir.Ja sta preenebido o
Jugar.
Joaquina Jos da Silva.Informe o Sr. Dr. chefe
de ptlicia.
Joaquira Hermillo Candido das Chagas.Sim,
era termos.
Manoel Cyriaco de Albuquerque Henrique.In-
forme o Sr. inspector da thesonraria de fazen-
da.
Marcelino Rosa do Nascimento.Concedo o
praso de 15 das.
Manoel Monteiro Salgado.Eotregue- se me-
diante recibo.
Rufina Mara da Conceico Correa.Indeferi-
EXPDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcios:
Ao coronel commandante das arma?, commu-
nicando, de ordem da presidencia, que segundo
consta de offlcio do Exm. presidente da Parahyba,
por doeote, deixoa de seguir para esta capital,
aura de reunir-se ao 9a batalhao de inantaria,
o 1* sargento Manoel do Nascimento da Costa Li-
ma, que all se achava com hcenca.
Ao me3mo, declarando, tambem de ordem da
presidencia, que por despacho desta data autori-
sou-se o fornecimento ao commandante do forte
do Pao Amarello, de urna bandeira imperial de fi-
lete, de urna liaste e urna dri;a para a mesma,
bem corao de varios pedidos fetos pelo comman-
daote do deposito de reerutas.
Ao inspector da tbesouraria provincial, in-
leirando-o de que, segunda participou o engenhei-
ro chefe da repirtico das obras publicas os arre-
matantes das obras da ponte sobre o rio Pirapaeu
e dos reparos da do Aojo teem direito ao reeebj-
raeuto das segundas prest ac es dos seus contra-
tos.
Ao Ia secretario da assem'ila legislativa
provincial, remetiendo para serem presentes a
mesma assetnbla, e definitivamente approvadas,
copias de diversas posturas, orgaoisadas pela c-
mara municipal desta capital e provisoriamente
approvadas pela presidencia.
Ao mesmo, enviando, para igual fira, copia
do ofihio, era que a cmara municipal do Rente
dtclara que, tendo Joo Saraiva de Araujo Salvan
e Guilherme Augusto de Alhayde oflereeido-se
para prestaren! seus servidos como escrives dos
juies muojeipaes desta capital nos processos eri-
ales, em que a justica publica dacabe. mediante a
Suaotia de 200J, aceitara tal ofterecimento e sli-
ta a necessaria aulorisaco da mesma assetn-
bla.
A' careara municipal do Recife, participando
haver a presidencia, de conformidade eom a so*
ioforroac), deferido o requerimento, era qoe a
companhia Recite Drainage pedia pertrissao pora
fazer no terreno do comtiendador Jos Pires rer-
relra, na roa dos Pires, a torre e machinas desti-
nadas para o bairra da Boa-Vista.
fgaal comraunicacid faz-se o engenTelro chefe
das obras publicas.
Ao engenheiro Cnrysolito Frreira de Castro
Chaves, propondo George Garland Starr e Datld H.
Clarck. corao testamenteiros o liquidatarios do
Starr & C, vender ao foverno imperial o preiio
da ra da Aurora era qoe tem fuodicJo, afim de
ser oelle collocado o arsenal de guerra, resolveu
S. Exc. o Sr. presidente da provioeia, designar a
V. S. para em comraissao com os engenheiros An-
tonio Vicente do Nascimento Feitosa o Fatippe de
Figueirda Faria examinar o referido predio o as
obras nelle existentes, a valia-las aproximada-,
mente, e emittir o seu parecer sobre o conreoien-
ca da sua acquisiclo e do fino a qne se desti-
na. O qne commuoico a V. S. para seu conbeci-
raento, de ordara. do mesmo Exm. Sr.
Iguaes mutatts muandis aos nutras engeohslroo
cima indicadc.s.
Ifio
PERNAMBUCO.
ASSEIBLEA PROVINCIAL.
Ao mesmo, declarando qne a presidencia re-
cebara no da 24 do correte, 1 hora da urde,
a comraissao, que lera de apreaeotar sanelo os
actos legislativos.
Ao juiz de direito da comarca do'Limoero
acensando, do ordem da presidencia, o recebioea-
to do offlcio era que don os motivos, pelos quaes
julgou taooonario prorogar flor au 30 dias a
correicao, que abri naquiUe termo.
ao director do arseoal de guerra, transmit-
tindo, de ordem da presidencia, e para osftns con-
venientes, o eotheeirnoato de dous eaixoea vindos
da corto oo vapor Cnsaw do Sul, coweodo 17l>
poras do supefMerteo oom aasjtoo ao 9 batalbio
Se ntantaria.
-Aebocharoi loan ah
SESSAO ORDINARIA EM 8 DE ABRIL.
PRESIDENCIA 00 SR. A GUIAS.
Ao meio dio taita a chanada acbam-se presen-
tes os Srs. Teixeira de S, Oliveira Andrade, Ri-
beiro Vanna, Firmino de Novaos, Gusraa) Lobo,
Gaspar de Drummond, Pioto Jnior, Pernambuco
Filho, Rufino de Almeida, Ges Cavaeante, Anto-;
nio Paulino, Henrique Mamede, Frreira de Afiliar,
Toiemino de Carvalho, Oliveira Foneca, Yieira
de Arauj), Ernesto Vieira, Correa do Araojo,
Hollanda Cavaeante, Arnaral, J. Mello Reg, Igna-
cio Joaquim, Paes Brrelo e J. Cavaeante.
Abre-se a sessio, lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. 1* secretario d conta do soguinte
EXPEDIENTE.
Offlcios : .
Do secretario do governo da provincia, coramu-
nicando que o Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia as daas horas da tarda recebera a coja-
raisso qoe tem de apreseotar sanccSo alguna
actos legislativos.In'.eirada.
D > mesmo, remetiendo por copia o contrato ce-
lebrado coro o bario da Soledade, para coaitntc-
co da estrada de ferro do Recite ao Limoero.
A conmissio de obras poblieas.
Da mesmo. declarando qne o Exm. Sr. eoase
llieifo presidente da provincia acba adoptavel o
peosamento essencial do projecto a. 131 do anno
passado e julga da mxima utilidade o immediato
estabelecimeoto da escola agrcola, sob a di-
recri do imperial Instituto Peruarabueano d>
Agricultura.A' quera fez a requisicio.
Do mesmo, seienlificando, de orden do Exm.
Sr. conselheiro presidente da provincia, era res-
posta ao offlcio de 29 de narco ultimo, que neata
data foram expedidas ordena ao engenheiro fiscal
da illuminaco a gaz, afim de satisfazer e que so
licitou a assembla no supradito offlcioIotei-
rada.
Do mesma, declarando de ordem do Exm. Sr.
cuuselheiro prsidente da provincia, que o indica
alphabetico das leis desta provincia at o anno de
1867, foi concluido e apresentada desde maio de
1869 o trabalhoda claseWeaeo das raesmas que
pende de exame e parecer de urna commisso que
para esse fira foi noraeada.A' qiera fez a requi-
sieo.
Do mesmo, transmitliodo o quadro da divida de
exercicios flndos. A' commisso de orcameoto
provincial.
Do mesmo, remetiendo por copia o offlcio em
que a cmara municipal desta cidade, propde a
medida.de entregarse a administraco e servico
dos ceraiterios de fra da capital as irmandades
ou aos parochos que se queirara enearragar de
semelhante servido.A' commisso de negocios de
cmaras.
Do mesmo, era reSposta ao offlcio, sob n. 18,
que o Exm. Sr. conselheiro presidente da provin-
cia manda declarar qne conforme consta da falla
do mesmo Exm. Sr. oa installacao da assembla,
os trabalhos estatistieos da provincia nio esli
ci ocluidos.A' qaera fez a requisicio.
Do mesmo, remetiendo copia das instruccSss de
8 de julho do anno passado sobre a execuco do
art. 2 da lei n. 941 do mesmo anno. A' ar-
chivar.
Do mesmo, remetiendo por copia o regulamento
expedido em 5 de agosto do anno passado para
execu^o de diversos artigos da le n. 963.A ar-
chivar.
' Do mesmo, remetiendo por copia o regulamento
para fi-calisago da illuminacao- publica.A' ar-
chivar.
Do mesmo, remeneado por copia o regulamento
para execucao do art. 30 da lei n. 963 do anno
passado.A' archivar.
PetiQoes :
Do Joo Jos Rodrigues, professor publico de
instrucco primaria da segunda cadeira de Santo
Antonio desta cidade, pedindo um anno de licen-
ca com lodos seui venciraentos para tratar de sai
saleonderaelhor Ihe convier.A' commisso de
petc5es.
De Joaquim Gomes Pessa, major honorario do
exercito, ejereendo a serventa dos offlcios de con-
tador e destrbuidor dos feitos da fazenda desta ci-
dade, pedindo orna remunerado pelos seas serv
eos em os fetos promovidos pela fazenda, qaando
esta decahida.V commisso de fazenda e or-
namento.
Da mesa regadora da irraandade de Nossa Se-
nhora do Rosario da freguezia de Santo Antonio
des:a cidade, pediudo {referencia para extraerlo
de urna parte da lotena'qoe lhe foi concedida.
A' commisso de orcameoto provincial.
Da mesa regedora da irraandade de Nossa Sa-
nhora da Coacaico dos Militares; penlindo pre-
ferencia para extraeco de orna parte das loteras
que Ibe fci concedida para as obras desua igreja.
A' comraissao de orcameoto provincial.
De Miguel Candido de Medeiros Pioto, proprio
tario do pavilbo de Santa Isabel, pedindo se Ibe
cooceda-licenta para conservar o referido pavf
Ihio at qoe se reeditiqoje o theatro de Santa Isa-
bel.A' commisso de petlc&es.
Da mesa rege lora da irmandade da Nossa Se
nhora do Rosario da freguezia de Santo Antonio
desta cidade, pedindo quota para o reparo da toa
igreja.A' commisso de orcameoto provincial.
Profeetoo :
Sio jalgadM objeetos de deliberacio e manda-
dos imprimir os seguittes :
o A assembla legislativa provincial resoiv* :
a Ar. 1.* Ftca creada a fregneaia de Noaw Sa-
nhora das Dores de Timbeaba.
t Art V A aova regoeua tora por lialtos es
do districto do nesno nono.
eoi
*
fo di assembla provincial de Pernambuco,
ibril de 1871.S. R. OlmiraAndrade.-
Palino.
asserabla legislativa provincial resolve :
Art. nico. Fica o presidente da provincia
do a conceder a Emilia Candida de Meno
ofessora publica da tereeira cadeira de S.
Goncalves do Recife, um nano de li-
n os aens vencimentos para tratar de sua
^816e convier.
, as as disposicoes em contrario,
das sessde* das eommissoes, 30 de mar-
1871.Poi Bando.
A assembla legislativa provincial resolve :
Art. nica Fica o presidente da provincia an-
ido a conceder a Antonio Joaqtim do Olivei-
idoera, primeiro esenpturario do consulado
ncial, oro auno de licenca eom seas vend-
~~ para tratar de sua sade onde lhe convier.
togadas as disposicSes em contrario.
la das sessdes das eommissoes, 30 de mar-
1871 -~Paet Brrelo. >
A assembla legislativa provincial resolve :
Arl nico. Fica o presidente da. provincia
sado a conceder a Digna de Santa Rosa, pro-
a da segunda cadeira de ibstruceo eieraen
a freguezia de S. Jos desta cidade seis rnezes
eeu^a para tratar de sua sade onde lhe con-
Me parece que
outra. Acredito que
Rerogadas as disposc.oes em contrario.
. t Sala das sessdes das eommissoes, 36 de mar-
co ie.!87I.JJa Barreto.
Parecer:
T approvedo o seguite :
c A eomeiisso de peticoes a quam foi presen-
te a de Alfredo Emilio Falco, em que pede um
auxilio para poder continuar na aprendizagem da
arto tachigraphica, offerecendo-se oa para coad-
juvar o trabalbo da secretaria desta assembla,
como anaouense ou para fornecer as notas, como
laf julgado raais conveniente; a commisso julga
saaanrio para dar o seu parecer que seja oovi-
da a oonnissio de policio, o jue requer.
Seta das sesoes das commissSes, 30 de mar-
co de Un.Paes Barreto.
ORDEM 00 DA.
Contina a Ia discoaoitf do projecto n. 2 desto
anao.que autorisa o presidente da provincia a abrir
eo eeossarios crditos para pagamento dss mdem-
nisaedes devida a Eduardo Moroay.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA: Nio abusare
da bmdade dos collegas : era poueas palavras di-
rei a razio porque voto en favor do projecto, ra-
bera eeneorde eom os nobres dopotados, qoe o
irapognain, em que o contrato Moroay foi de tris-
tes eonsequencias para os nteresses da provioeia.
(Anotados.)
Nao ligeiras eonsidericdes, quV^yn fazer en
jaotaocjo do raen voto nio segairaso exemplo,
peco licenca para o dizer, qne me derara algans
Jos Srs. deputados qoe impugnaran o projecto :
noiteajo peaso eu, necessidada da, na diseus-
sio fe to grave questio, apartarmo-nos das re*
grasjra& nos est aaonselhando a prudencia o a
fWBos o profecto, aaatyssmos eom todo o
rjgor o contrato Moroay, e a sua novacio, as
respeitando sempreas intenedes dos tunceionrios
pblicos que intervieram nestes contratos. (Apoia-
doo.) .
ii Su. Diputado :E' o melhor systema.
, O Sr Antonio Paouno d am aparte, que nao
Meaos
O Sr. Rufino de Alxsida :Nao contesto esta
direito, us emendo que este direito, oa ames e
irresponsabilidad^, que a lei aos garante pela ma-
nifestacio de nossos pensamentos nesta tribuna,
nos deve Impr o dever de pezarmos bera as nos-
sos palavras. para nao avancarmos aqu proposi-
c5ee, qne possam ir ferr as reputacoes albeias.
O Sr. Correa de Araujo :Vai isto assim em
ar de eonselbo.
O Sn. Rumo de AlmCtoa :E que mal pode
provir disto ?
O St. Correa de Araujo :Parece que conse-
Ihos so se do a qaem os pede.
O Sr. Rufino de Almeida : Pense cora o no-
bre depatado que encetou este debate, que a lei n.
649 de 25 de marco de 1866 urna excedente lei:
bem executada nao^pde ser de desastrosas con-
sequeneias para a provioeia (anotados) como se
disse.
Nao comprehendo como urna lei, que autorisa o
presdeme da provincia mandar estudar e de-
pois contratar cone-quem melhores vantagens offe
recer, ama rede de caminhos de ferro, que ligue
oo nossos centros productores cora o littoral e a
grande estrada de ferro do Recife a S. Francisco,
possa ser urna lei de funestas consequencias I
Tive que as suas consequencias leriara silo as mais
vantajosas para a provincia.
Nao rao demorarei era demonstrar as vantagens
dessa lei.........
Um 9r. Defctado :E a sua opportunidade ?
O S. Rufino os Almeida :Porque sera fazer
urna injuria ilrusiraco dos meas nobres colle-
gas. Fosse esta lei bem executada, e a provin-
cia.........
Um Sr. Deputado :Bnto foi mal executada t
O 5a. Rufino de Almeida :- Foi.
Otrrao Sr. Deputado :B aigaem erroa neess-
saafciraenteT
O Sr. Rufino de Almeida :Nao duvido era
responder qne sim.
Um Sr. Deputado :Ento hade admiltir que
aiguera foi prevaricador ou inepto.
Q So. Rufino de Almeida :Da que tenho tido
nao se pode eoncluir'pto.
Como ii disse bao desejo levar a questio para
o terreno das personalidades, oempre inconvenien-
te sanio perigoso.
Pens que os autores da atada le de 25 de mar-
co de 1866, era vez de merecerem censuras so me-
recer kravores pelo bem qe desejaram fazer a
Iproviocis. Nao os posso fazer responsavois pela
m exeeuco daquelle lei.
O Sr. G. de DtuMMOND: Apoiado.
O Sr. Millo Reg :Qaorn oo (es responsa-
vois'' -
O Sr. Rufino 1 e Almejoa rOs qae denomina-
rara a Jjide dulSfrlosa.
Repito, que nao podem, ser reapeasaveis os au-
tores da lei fleta sua mi ejwaeio.
0 8. CoR*de Arw:A' qaera se deve
censarsr?
O Sn. Rufino de Almeida :Aos exeentores da
lei, o nio aos seas autores.
O Sr. Correa dk Araujo : Mas nio bom cea-
O So. Rufino de Almeim :Qaera disse. isto t
O Sr. Correa m Arauw :O nobre deputado.
O Sr. Rufino m Almiioa :Podemos, e deve-
laos censurar a ni oxeoacio da laf; o que nao
devoraos avaocar aqu proposicSes oflensivas da
honra albo sen as acompanhar da prova neces-
saria, cerno ioMiimeote se avajseot- PodenoaJ
censurar, porra, nao iqfaarl oo fancraonarioa
. qae intervierara na exoeocAa da eluda
Um Sr. Deputado :Ou a os^tcooocio da lei
pruvada, oa Rio se Mfc pf0Ra, ceosa-
UmSb. Deputado :Quera dea essa qualiflca-
cao nio foram os que se oppoem ao projecto.
0 Sr. Mello Reg :Quera disse isto, fui eu.
0 Sr. Rufino de Almeida :Quj se tivessa em
vista am assalto aos cofres 4a provincia celebran-
do se o contrato Moroay, no que nao posso or
modo algara concordar.
O S. Mello Reg :Eu disse que do contrato
Moroay resultou am assalto aos cofres da provin-
cia.
O r. Rufino de Almeida :Nao s um outro
Sr. deputado, como o nobre deputado que me res-
ponde agora, disseram qae bouve um assalto aos
cofres pblicos, ou por entra, que o que se teve
em vistas naqueile contrato foi assaltar os cofres
pblicos.
O Sr. Mello Reg : Isso foi o que eu nao
disse.-
O Sr. RuriNO de Almeida
urna proposicio equivale a
qualquer das duas tem consequencias bem desas-
trosas para todos os tunceionrios pblicos qne in
tervieram nesses contratos : porque nao posso
comprehender um assalto aos cofres pblicos, sem
cumplicidade daquelles que, eocarregados de vel-
lar na guarda delles, nao os defenderam contra
esse assalto. fAooiados).
Estou persuadido que jmente o calor da dis-
cussio levou os nobres depatados usar dessa
proposicio, sera intenco de ofenderem a ninguem,
pjis taco dos nobres deputados muito elevado con-
coito para suppo-los capazes de se constituircm
aqu defamadores das reputares albeias.
(Crozam-se alguns apartes).
Admitto que tivesse havido precipitaco na exe-
euco da le; que tivesse havido taita de conbeci-
ment da materia sobre que se contratava : que
neste negocio tivesse entrado grande somraa de
amor proprio, multa aucia de realisar o contrato
durante o dominio do progresso : admitto mesmo
qae as relacoes de amizade de E. de Moroay, a
considerado de ter sido elle o contratante da nos-
sa primeira estrada de ferro, influissem para a
coneccao do contrato, em sentido favoravel ao
contratante ; emfira, aeeeito oatras quaesqner
consiieracojs detagradaveis, nio acceito, porra,
a d qae hoave ma f, e desejo de assaltar os co-
fres pblicos da parte dos tunceionrios pblicos
que intervierara no contrato, de qae nos oceapa-
raos.
O Sr Millo Reg : Ento Moroay,1 nao teve
desejo do assaltar.os cofres pblicos?
O So. Rufino de Almeida : O nobre deputa-
do permita qne nio me oceaps deste as-
surapto.
O qoe tenho dito eom relaco ao primeiro con-
trato applco inteiraraente i reforma do mesmo
contrato.
Nio admiti, repito, que tivesse havido o sup-
posto desejo de assaltar os cofres publicqs: taco
outro conceito dos tunceionrios que intervieram
nesta negocio.
O Sr. G. Drummond : -Era todo este negocio s
hoave desejo do fazer bera a provincia.
f O Sr. Rufino do Almeida : Nio estou longo
de concordar com o nobre depatado, nao obstante
a triste consecuencia do contrato.
Vou tratar da rescisio do contrato. Discord
completamente dos nobres deputados que impug-
nan a rescisio: emendo que o Exm. Sr. senador
Frederico, acceitando o Darecer da maioria da
commisso de inqaeritur," e os conselhos de pes-
soas competentes que fallaram sobre a questio,
jmente atienden ao bem da provincia.
Um Sr. Deputado :Foi apenas precipitado.
Sfruzam-se alguns apartes).
Sr. Rufino de Almeida : Os nobres deputa-
dos bao de perraittir qae eu aceeite de preferen-
cia opino dos que estudarara calmamente este
contrato, do que as do que apenas lgeirameote
tem aqu apreciado este negocio. Os nobres de-
putados nao diro por certo, que os raembros da
commisso de inqueritur, o inspector da tbesoura-
ria, o procurador fiscal, o director das obras pu-
blicas, e as pesseas habilitadas que o Exm. sena-
dor Frederico ouvio a rerpeito, estavam combina-
dos em favorecer a E. de Moroay, com prejuize da
provincia.
Se o Sr. senador Frederico z a resciso do con-
trato, foi porque entendeu nao poder prescindir
delta.
UmSr. Deputado :Porque oatros a nao fi-
zeram.
O Sr. Rufino de Almeida : E quem affirraou
ao nobre deputado que outros a nao fariam .'
Quera lhe afflancou que o Exm. Sr. Dr. Manoel
Portala, nao -faria essa resciso em caso al-
gara t
Um Sn. Deputado :Elle o disse.
O Sr. Rufino de Almeida :O que elle disse
foi, que dos documentos offlciaes que tinha entre
raaos, nao havia por ora base para a rescisio.
Nao se segu por isso que para diante, e as
circumstancias do seu successor ho flzesse o que
alio fp7
Como j disse, o Sr. senador Frelerico louvan-
do-& no parecer da maioria da commisso de in
queritur, e na opinio dos tunceionrios pblicos
Jue ouvio, nao teve por fira beneficiar a E. de
lornay.
Um Sr. Deputado :era concorrer para o as-
salto.
O Sr. Rufino de Almeida: Nem concorrer
para o assalto aos cofres pblicos, diz muito bem
o nobTe deputado.
De semelhante sentiraento, acredito, que nao
estavam possuidos p chefe da reparticao das obras
publicas, o inspector da thesonraria eo procura-
dor fiscal, que opioaram pela rescisia Inclino-me
a rer que elles estudarara esta questio cora mais
cuidado, o cora melhores bases do que nos ; nao
se veja nisto a menor offensa a ninguem.
O Exm. Sr. senador Frederico justificouse pe-
rante esta casa em seu relatorio.
Peco aos nobres deputados que dispensen) un
pouoo de alinelo ao trecho que vou ter relativo
a rescisio.
O Sr. senador Frederico, dando conta do sea acto
a esta assembla, diz :
t De accordo cora o mea nobre antecessor o
Exm. Sr. conde de Baependy, que, no final do ar-
tigo do sea relatorio com que abri a i
lo do
anuo prximo passado, se mostrou disposto a res-1 ^ S8gna> a rescisio do ^ato Mora
cindir o contrato celebrado entre a presidencia | ^iM ^^ ml M rotBro ; fr-lko
desta provincia E luardo de Moroay em data de
23 do maio de 1866 ; de accordo airada com as
epinldes do inspector e procuraior fiscal da tbe-
souraria provincial, que opinara por essa rescisio;
consultando o parecer da maioria da commisso
enearregada do exame de alguns raneo da admi-
nistracao provincial, maioria que era vista do ob-
servaooes. mui sensatas se prouancioa ioteirama-
te pera olvitre da rescisio ; oonforraando-me oom
a opinio individual de peaeoas notareis da pro-
vincia : Julguei que attendia bem aos interesses
da meama provincia, reteindindo esse contrato,
que reputo mol oneroso, o que acarralarla despo-
xaa aaperioree, nu eircamsteRotas aotuaeo, aei
recursos freaaeeiros, ponto assim termo i exf en-
ejas, por ventora, exageradas importuna 00
ndala de 19 de tevereirodesto anno asslg
MoFRay.
-ha
a merecida
que se as
torta
OttBJtRtO.lldO
astica : e concordar eoaiga, em
,. mos dallo ostiTosso poopar o in-
til sacrificio qne vai fazer i jatiri-wa,altan, lana
poopado nio reacindindo soaotaanto contrato ,
Seo contrario fes, foi porqao oatro iwedio nio
IfltVflJ, ( &D0&dO3 )
Lastimando as consequencias doeoatORto Mor-
bay, eooseqoenetas deoastrosaa, cono oteai os
abroa dapoudos...
O Sr. Oliveira Andrade : Dtp, doooo toaos-
tissimo contrato.
O Sr Rufino di Almiida :-Nao dorw dtixar
de volar pelo projseto am MaMit, porque assim
o extaem os bros deota praviartR.
O acto legal do Sr. senador FWlatlr.ii) deve ser
cuosarMo, o por han* aMater vo*ar-oa oo metaa
paraasaaexooaoao,oeslea taaioa sao oo qa o
eontam no | ytecto om dtacossio. .^,
Um Sr. Doctaro :Faltoa non
^K qao a otadad.
i hmor oral 3 SR.COUta* W ARAUJO
*> ra:nioPTotande'jojeRflRraj
troo eoHogas eom an toago
relorido contrato, o
, as tadii
WoH 4o aapra
^p^rj^raj asronaaR pw
como o fiz, oa exigir qae o coocessonorio eorri-
gisseos seus trabalhos para cotnecar a obra.
Poderia ter exigido que o concessioaario com-
pletasse os seos trabalhos, reputados defectivas po-
los engenheiros que o examinaron; mas, desdo que
eu julgava conveniente a rescisio, o que importa-
ra semelhante exigencia tanto mais qoe dara
ella, la I vez, lugar a oatras reelamaedes de indem-
naco, era conseqBenea do acerescirao de traba-
Iho e de despezas. De mais, se aquellos trabalhos
graphicos sao incompletos e defectivos, como creio.
menor deve ser a indemnisacao a gue tem direito
o concesionario, e menor eonseguinteraente a des-
peza, o prejuzo da proviacii.
Nao considerei procedente a objeceo qoe
consiste em nao se julgar obrigatorio o contrato
mencionado, por nao haver anda o concessioaa-
rio obiido do poder legislativo do estado, os favo-
res de quo trata o art. 31, pelas razdes segrales :
em primeiro lugar, nao se tenda marcado o prazo
dentro do qual aquellos favores deviam ser obtides
nao se pode rigorosamente concluir que o eooces-
sionario tenhadeixado de cumprir somelbanle
condico; em segando lugar, porque emendo qae
aquella condico, raeu ver, poaco regatar, se
refere antes ao cencessionario do que provincia,
visto que nao foi ella, o sira oconcossionario quera
se oorigou a solicitar esses favores.
< Nao me parece, com efteito, conforme com os
bons principios de administraco, qoe om contra-
to celebrado pela presidencia em virtude de aoio-
risaco legal,,e approvado por uraa lei provincial,
dependa para ser julgado obrigatorio da circums-
laoeia da coocessao de favores e seniles concedi-
das pelo poder legislativo do imperio.
< De mais como conciliar, essa disposico da
que trate eom a obrigaco imposta a provincia
pelo art. 29 do contrato, de indemnisar o conces-
sioaario do valor dos trabalhos graphicos, anda
na bypothese de nao ser o contrato approvado por
lei provincial "i
< Rescindindo, porra, o contrato, tratei como
me compila, de dar exeeuco ao que se estipulara
no termo da resciso. Noraeei como arbitro da
presidencia o engenheiro Manoel Baarqne de Ma-
cado, o qual com o arbitro nomeado por E. do
Moma arbitrariam a iaJemnisacio de qae trata
o art. 32, para 1 igo depois tratar do outro arbi-
tramento de conformidade eom o art. 9. Tendo,
porra, o Dr. Buarque le Macedo me declarado,
por offlcio datado de 21 de tevereiro, qoe afim de
poder dar o seo parecer na primeira questio, t-
nba aecessidade rigorosa de examinar a outra
queslo de indemnisacao, visto ser elle tambem o
arbitro della, e julgando ai.endivel o qae repre-
seatoa o arbitro da presidencia, assim o resolri o
eommuoiquei Mornay semelhante resoluco,
afim deque nomeasse elle o seo arbitro, ao queso
oppoz o mesma Mornay, sob o pretexto do nao
haver aqai pessoa habilitada a quera elle podesse
nomear para seuarbitro, e allegando que eu havia, -
com esta resoluco, alterado o qoe se estipulara
no termo da resciso : feito o que se retirou desta
cidade, mandando publicar no Joma' io Recife
orna potieio, na qnal protestou por perdas o den-
nos ; peticlo, sobre a qual aenhuraa resolacu no
foi possivel tomar, perqu nunca me foi apreaen-
lada.
< A sem-razio do procedimento de E. Mornay
evidente, a allegaco de nio tiaver aqu pessoa
habilitada quem nomeasse seu arbitro inadmis-
sivel, e o prava claramente a circum lauda de nio
haver elle disso tratado na occasio em qae fra
o contrato rescindido.
Parece-me qoe o Sr. senador Frederico jaitifi-
cou o seu acto: mostrea qoe arada mesmo abri-
gando o concessionario a completar e aperfeicoar
os trabalhos graphicos, anda assim nao salvarla
a provincia da indemnisacao que boje se deve
pagar.
Moroay poda acabar os estudos grapbios, do
modo que lhe convies>e, ou fosse fcil, podio, por
si mesmo pedir a resciso do contrato, e depoi
exigir as indemnisacoes que a lei Ibe garanta,
atnda guando nao realttasse o contrato, ou neo
fosse ee aprovado.
K. de Moroay tinha aa lei o raoio de chieanar o
dospacho do Sr. Dr. Nascimento Poriella : poda
app-llar para o juizo arbitro....
O Sr. Correa dk Araujo : De cbicanar.
O Sr. Rufino de Almeida Podia, corao ja
disse, completar ou apercoar os estudos graphi-
cos, e depois exigir por elles maiores quantia, do
qoe exige hoje, fundado em le.
O Sr. Correa de Araujo :Nao jiederia os
25:000X000 que hoje pede.
O Sr. Rufino de ALMKiDAt-Eztes 23:000*000
seriam incluidos nos aperfeicoamenlos dos estudos
graphicos...
( Trocara-se mutos apartes).
OSr. Rufino di Almeida .-Estou persuadido
que o Sr. Dr. Manoal Portella, amante cora ze-
loso at onde se pode s -lo, dos interesses desta
provincia, concordara afinal na necessidade de
fazer-se a recisio, aflra de evitar mal maior.
Nao roubaria tempo na questio, qae aqu se
levantou, de estar a resciso do contrato Mornay,
sujeito a approvaco desta casa. O mostrado de-
putado pelo 1 districto (o Sr. Teixeira de Si)
que me preceden na tribuna, j a.combatea per-
feitame.iie: Dio apenas qae e coatrato primi-
tivo foi approvado cora todas as suas clausula
por esta assembla : a reviso tambem o foi: nem
em um nem em outro destes actos reservou esta
assembla o direito de approvar a rescisio, cujas
clausulas oa condicSes .estavam estipuladas no
mesmo contrato.
Um Sr. Deputado : Nanea reservn este dT-
O Sa. Corra de Araujo :-Eslava reservad
implcitamente.
O Sr. Rufino db Almeida :A aulorisaco para
rescindir o contrato foi ampia, sem a clausula de
depender a sua approvaco de acto ulterior desta
casa, clausula que appareee em oulras aotorisa-
ofies desta casa.
(Trocara-se apartes).
O Sr. Rufino de Almiida, .Quem coobeoer,
Sr. presidente, os precedentes honrosos da vida
do Sr. senador Frederico, a sua austeridad a
proverbial raoralidade : qaem tivesse coohecimeo-
tr> n dOSgOStO DOr pll manifestado 00





-




***
*
-.
11 II

~-rr
.j-j ipi* ..r, 4Jiano d PtHUoinbuc Segunda lei
. ___-....- ___________ .
eir 1 de Maio (! 1871
I <
C ^ UP' l
_^__
aerioreoi e estou certo de qae eomos Traeos. Te- I demnisar o frabalhos que Mornayjoaedcu fazer, \ THESOGRAWA PROVINCIAL. Per portara
lo, nio Tirei tatr tai IrefU me atora pfovar,
V

'

"curios do que dispooho.
nessa dicus-io. ictretanto orno prelado vo-
ttr contra o projecto, considero, uro. ever jasli-
lificiir es US nw loio.
Bi-.m saque alela mesrao quando tivessem al-
guna forca as onJiirvagOes que vou faaer contra
a adopcK1 desse pr)jecto, nao trtara valor bas-
taat parj coavencer i maioria da meus colle-
jas', qae segando pens Iho dio o sea apoio: _
nmodiflcil, se nao irnpossivel levar convicca>
aquelles.. qus nao se querera caove cer, oa que
Ja estii convencidos do contrario daquillo, que
se qner provar. Apegar disso. porm, vou fazer
cito algum&s consideraces no sen:ido de mos-
trai", que o projecto nao deve ser adoptado ; e
como nao tenbs esperanca de qne prevaleca essa
roiiiba opiuijio, restar-me-ha o pnzer, de ter-
mo esfor\}ido em na defesa, *
fk-. presidente, o projecto em discussio diz as-
sin Oca o presidente da provine* Worisado a
abrir no correte exercicio os crditos extraor-
dinarios, que fore n necesarios, para realisar o
pasamento das io;lemiiacoes a que tem .direito
Eduardo Mornay. pola rescisao do contra o qne
litro frito, para nma estrada de trro de Trom-
beias al Bezetros. *
Segando o mea modo de pensar este projecto
enterra em si duas questies muito importantes :
i* a do abarse o presilente, que rescindi o
contrato, tinha poder para aze-le, a 2" so Eduar-
do Moruay no casa da rescisaocomo foi feito
lora direito outras indomnisar/ies, a nao ser O
qne Iho sao dividas pelos estuos graphicos, que
xuandou proceder nos terrenos por onde linha de
pausar a mu projetada linha fi-rr- a.
O So. Amonio Paulino :Tudo est resolvido
oo contrato.
OSn Cohiiv de Araujo:E' mesmo no con
lrs,to que vou basear a ruinba argumentagiio, e
por ella mostrarci ao' o.bre deputado, qne nem
o presidente da provincia IMH poder para fazer
a reselsao, nem jrnay tem direito a outra io-
deanisagao, alera da que Ihe divida pelos esiu-
doH tatos para a construee* tfa linha projeciada.
Sr. presidenta, Dla clausula 31 do contrato foi
estipulado, qne ele nio seria obrigatorio, se por
ventura o concesionario ni) obtivesse dos pode
res ieraetfaveres s >bre isengode (!ireilo, recru
tantelo, recehimento do passgelros etc. ele.
Portanto, desdo qne taes favores na) [orara oblido*,
manifest, que o contrato nao deve ser con.-i-
aerado obrigalori'-.
O S. Mello Reg:-Essa clausula s apr'oveita
ao cooeessionario.
O Sa. Correa de Arauj : Essa clausula nao
ple deixar de aprovear tambem pro vinel :
na i s parque do sin propria letra nao se ple
coiligir ou'.ia eousa ; ma* aluda e principalmen-
te porqne pelos artigo* 7 e 21 do mesmo coolra
to se cstipuloo, que no valor do ornamento das
obras, para as qoaes a prjvincia tich de cooor
rer coi a 41 parte das de-pezas. mmar-se-hia em
cousidera^o a importancia dos favores concedi-
dos
S e-sa clausula se referisse snento ao con-
ce~sio:iario, t-ria sido redigida do modo seguinte:
o presente contrato nao ser obligatorio para o
concesionario, etc.; e nao como foi. Demais sa
a nio ubrigatorieilade aproveKa^se Mimante a
Mcroay, o contrito seria, c mo se nao existase,
porquanto ello poda dlzer : n*i (|uero pedir
iseacao de direitos, nao quero obter farores d>
goveroo geral, e coaseguinlemente iii sou obri
gado a realtsar a enipreza.
i)n, ja veem os nores dcpalados,*qae nao pe
di- ter sido hito um contrato nestas circunstan-
cias ; ara contrato em que ama parte era sem-
pru obrigada, e a ouira ioiclramnite tivr. Ilepito
a clausula 31*, resolutiva da obrigaloriedade,
aproveita, o nao rola diixar de aproveilar tanto
a llini.iy, como provincia ; e nma vez que ella
oio foi >ati-feita era livre a qnatjner ama das
partes abrir ma i de contrato.
Em quao'.o o gjvern) geral nio ti vene cooca
did'o a Mornay os favores que elle pretenda, a
Src vincia nao eslava ubrgida pelo contrato, isso
iaeon testa vel.-
( Trocam-se apartes.) *
" l) Sh. Coiibev dr Aiiaijo: Ora, urna vez que
nloae realisoua clausula 31% da qntl depnlia a
obiigatoriedada d, contrato, claro est que elle
oii poda ser considera!) lei, porqne incom-
preiiensivel ama lai san f o .a de obrigar e se
o loatratj nao era urna lei, soente em virtule
de um de teas arirgo?, o Exra. Sr. senador Fre
derico nao poda lar feito a rescisao, iodependen-
te Je approvaeo desta assem! lea.
(Trocam-se apnrtes.)
i) Sr. Courv Ds A rado : Dejiois, Sr. presi-
dente, a prwviu.-.. s tinoa o direito de Mscindir
contrato Mora/, quaudo os estados da estrada
projeetada mostrassem, que as obras a fazer exi-
gan urna subvangao superior, que podan)
comportar os cofr a provmciaes. Perguoto en, fo
raui apresentados es.-es estudo ? fii apresentado
algam ornamento, palo qual se verifjcasse, qne a
pn. vinca nao podara supportar o onus da sub-
vei^co estipulada ?
O Sb. Miixo U oo : Forara aprosentados es-
tudas.
O Sr. Joa.i CavALCitrri: E houvo at um en
Setiheiro allemo, que examinando esses trba-
los, disse que a planta da estrada estava perfei-
ta, faltando apena:* o que >6 se poda fazer depois
da cometa-la a iresma estrada.
OSn. Conn^ de Araujo:Ja acaboa de dar o
seo. aparte f
A qoesto nao saber e as ptantas apresen-
tadu por Mornay estivam regulares, ou irregula-
res, nerfeitis ou imperfeitas; o quv importa ficar
li niidado se fii foito algum oreimcnkL pelo
qi;l podesse o presiJealerfhgar ao c.nnfcimen
de que hivera grande onus para a provincia se
por ventura o contrato fo se executado.
Un Sr. Depta.jo : Fui apresauudo o orQ3,
meato.
O Sa. Correa de Armjo:O orcamento apre-
santado era irregular, omo opmou urna commis-
iq, nomeala pelo Exra. Sr. Conde de Baependy
para examinar esic o outns ci cia ;e portanto n. > poda serv.r de base para um
calclo, ao menos provave', ds de pezas que a
provine.-a tmha de fazer. E, p lis, se nao era pos-
sivel chgar ao coohecim'anto de que a subvea-
;.t.i estipulada era superior a>s oossos retir-.- ;
se ainda nio ti ola sido apresentado um orna-
mento completo, um ornamento capaz de de-
m.astnr, qoe se a empreza f)?so lavada a effe.to
a provincia tinha de faz-r grandes sacrifuiss; a
-re-cs i nio tinha razio da ser, nao poda, nio
de a ser feita.
Repi-.o o argamento, que apresentei ainda ha
poico : o contrato nao era obrigatorio, o que nio
nbrigatorio nao ple, nao deve ser coajjdjrado
cono lei; e portelo o Sr. senador Fxederico por
nma das ?lau poda ter fto a rescisao.
O Sr. Mrllo Reg:Es ah o qne en neg\
13 Sr. Corre de Ana; : Qiando c nobre
de]>utado me responder e-te argumento ; qnan
do me convencer de que o contr.ro era obri-
gatorio ; qaando rae provar que o presidente lev;
ovbase cjra fara reconhaier que a provincia
nao podia dar a subvencSo estipula la, por Ihe ter
isso oaito oneroso ; d?e7aro que vdto pelo pro
jeclt. com muita fatisacio
Agora, Sr. predeotn, vou apreciar a segunda
qoestao, Mornay tem "direito a oatta inlemnisa-
(io, qoe n3o seia a do estados griiphicos?
l'eoso que ttaln Motmy apr*entadi trabalhos,
tena direito a recetar una inlemnlsac,a) da pro
Tincia....
U Sn. Deputado: Logo o contrato obriga.
torio.
O Sr. Corre. de Arauj y. ..-..nio pela clan-
aula 2E1* do ontrato em que sso Toi # mais pola for^a do art. 2 da Ui n. 819 de
20 de marca de, 1868, lei e sa que autorisou o
pr sidente a contratar rjma rla'de trmwnji.
Pelq art. ctao'se determinba tino o contra
tante poderla irilep&ndrntemente da approca^'io
io cravalo por eav$f:i)bla, dar edmeQo aos
estados, e prepararlo dos plaas da dbra me-
iiante memitua^ao.
E', portapto. em vista dessa dlsposieao da lei, e
na i pelo contrato, que consider i provtfrl'vjbri-
gatla a iddemnisr.r os estados.
Um Sr. Deput> do : E como determinar essa
inJemnisarao ?
OSn. CORRE. db-Abaujo :KM. pao cogitou
Aliso ; mas o te>i;o que se Hladava o direito
de recebar ama inOeranisa^j pelos etiudos, a
qcam conrratasso a linha da tn-mieayi,.ainda
mejmo quirado o contrato nao toes.j -approado;
non maioria da Tatio osea in lemnisacao e^, devi-
da, nma narid cono foi appro'ado, muito embora.
nao osse (brigafori
fie. porm, ente ido que Morr*y do ve sr adem
liado dos eatadDi>fKVbicos 4 9 tneim^nio^con-
teii qaanto aos 25.0004 de que traa o,art. 32 do
anowral ; ePddMvjIr Hr /deyd, e
lipimtenteale OSr oft^-Bodemoa do modo. alr
algum a reetber os 2S:<1
os meus nobres collegas.
to com a propria letra do contrato.
i Anda se ssvjna este apreciavel jornal na rea
do BaTft Jestts d. 5 primeiro andar.
, PROTESTOS DE LETTRAS.-O escrivao dos pro-
DemoRstrart este acer- Accieli gara W escnnturario da tnesdnrarwpro- ^sms, Jo? Mariano, eau de semB nra do S.
nio tem direito'da presiieacia .da provincia, de iv do.correoi*,
qae Ihei querem dar :Toram Borneados: o continuo "Jos Laiz Raigal
Sr. presidente, pela clausula 32 fi stiplad'o, brai.
vnciil; e continuo Eduardo Claudino Garrda ca
que qnando o valor do oT^ameoto tfss a conbe-
cer, qne a subveacio_ a qne seobrigaw "pro-
vincia, era superior .'aos seus recursos, podia ser
o contrato rescindido, percebendd por isso o on-
trataote urna ind'amnisscio que nio
30:000*. *
Ora, pergenio eu a rescisao foi feita porqe
so reconhecesse, qoe a execncio do contrato ra-
zia embaraces para a oroviDCia, seria um onus
iriSupportavel para ella ? Certmente qoe nao.
o ttotfttato mi li^AHio ; lii
oitqu entenda, pe estavm ol
SANTA CASA DE MISERlCORDIA.-Por porta-
riada presidencia da provincia.de 2 do correnta,
forara exonerados, sea pedido-, os sdfojnte'f
membos da junta administrativa da Santa Casa
excedesa de Misericordia do Recra : desembargador Ansel-
mo Francisco Peretti, provedoj ; coaameodador
Jorros Ferreira, lltesoureiro; DrJLioel Fer
reir da Sil, Antonio Culos de W)bo Borges,
Justino Perra de Farla, Jos loaquinl Aniones,
Antonio Jos Gomes do Correin, Amaro#) Barros
A base para chegarsse ao descobriraenio dessa Correa, Antonio Ramo, Albino Jos da Silva,
verdado nao existia ; nio se podia saber qus! o pi^riaoo Correa de Rrito, Antonio Valentim da Sil-
justo valor do orcamento, por que esse oo esta- v$ Barroca, Dr. Antonio Herealano di Souta Ban
va regular e ilcvdameuta feito; e perianto^era dejra^ e Dr. Jas Eosta-mi Perreira Jacobina
impossivel reconber-se, 'e
mbv
a snbvencfo qne tinha
superior as suas for-
ra. Sr. ba
de dar a provincia era
gas.
O ^n. .Teixeira deS :A clausula 32 nio faz
a rescisao dependente da apresentacij do orna-
mento.
(Trocam se oulros aparte.)
Sn. Correa de Ario :-0s nobres ^epota- to"dt"l^1e-|at at 9i d eoVnV exonerado.
mordomos.
Foi ordenado ap vice-provedor, o
rao do Livramemo, que assotna o exerfleioe pro
"Videncle no sentido de serena sobnituids os mais
iimccionarios, na fornja do ara" 37 do compro
misso.
OBRAS PUBLICAS.-Por partaria da pretiden-
dos, perdoem que Ibes diga, estao ophisaia
eu agora%nao-1ratava Ha rescisao ; ja di'sse que
quantoamim ella nao devia, o oeo podi *cj t
feita ; a roinha quesio era saber se Mornay tem
direito aos 25:Q00ycaJ) pagamenlo oolonsa o
pr>j etn, e pela propria letrado art*3? j prove
qoo nao tem.
i sen pedMOj oe condaetor intorlnu da reparticio
de obras publicas, Jos llarbalho Ueba Caval
cant. -ar.
ESTATIST1CA DA PROVINCIA. ^Por^ortaria
da presidencia da hrovincta, de 27 tfp correte, f
i prorogado por m; O Sn. Mello Reco :A mira nao provu nada,; dz-mbro ultimo, o prpzo eslblecido para awn-
le.a, o coutralo e veV que eir enganao. clsSo da prganiMcno da euansncaWesta.^rovm
OSn.CoREg de Arujo : Pareeeime qaeo ci. MMaUdt-eom o Dr. Jod toaqurm Tavares
contrato nio est na casa, foi a Hnprirnir, por i Belfort.
isso n.io posas saltfazer ao nobre deU'ido;
mas tenho presente b parecer da commVsao no-
meada pelo Exm. Sr. conde de Baependy, e em
um do leus tpicos se l :
A clausula 3' figura o caso da rescisao do
ontrato, quando pelo vaor ooryTHtntO e rteo-
nhecer que a subvenido supeitor aos recursos
da provincia.
FALLEClMESTi>.-T)eo sabbado alma ao Crea-
dor o 1* escrinluraio do consolad^ provincial An-
tonio Joaquim de Ovrra Baduen."
Na cidade do Porto Bnou-se o Importante
capitalista Joa8 de Alroelda Pinto eSilva, Jaomem
destincro pela Sda forma d proceder, pela gene
rosida lo de sqa alma, e ras's qne tudo, or Seo
Ora sdosestudos nio se lo le ainda saber Anlon0 tai, deOIiveira AzVedo, damos
qual ojusto valor do oteamento; se fndo noa faz snqer0s psames,
recular este mais elvalo do que o Sen verdadtrot u .,,,,
costo (vid. os pareceres dos engenheiros), cmo'
sea digno cunt
lo,jor ser
idWbSr
nos noJIo
ji algum tempo iaae
vaca pelas auas d'esia cidade Cleraentina Mareira,
resera lirum contrato de ut.lidade nnblitt, ijfc h h esmolanUo a caridade
lano a orov.ncia a urna intemnisaeao nwa* ani n5n se acna ?on a pre3b5o Je ||.
um fado n j d9 aIleMC0 memal, d que solTre
provincia a urna
perior a 10:000*000, por
do?
J v, pois, a casa, qoe me louvo as pilavrs
de un parecer dado per pessos reconhecida-
mente hahilliada*. a* nnae* tendo esldioo davi-
repetidas vezes, tornando-se enlao ioconvenijpte a
su a estada no raeio das ras da cidade. Urna vez
quo saa familia, que nos Informara inorar no Af"
habilitadas, as quacs tendo eetbdrto oev,. ? eonde di pobre morhbr, pera-
dan, ente esse contra o nao era.n p owto capa- ( administrativa da Santa Casa de
ze de dtzer que helle havfa eseai oui aqneHa clan- ; M irdia,(1,antl^.a recjlher ai hoSplc0 de alie-
sula, sem quo alla.enectivameDK iMdd*. ev,iando assim os escndalos, que ella di.
Sr. presidente, nao sei sob qual fundamento, rn\SHAMPNS NOTWEIS Da
K/Bt"** va' 'Mornsy r ..... mama^^Sn^^iTJS,
Concord-jq.,ese Ihe indemnizem os esto los, por Napoleao III 63 o re da **g*^'fi&
que em virtoJe do artigo da lei j citada, da-. de que Thiers, Gu.zoi terei 80 ""^Jjftj^
viam er pagos mesmo quando o contrato daixas- iperto de 80, ^rarex M, De Remom?jAWnre
it er i.inpnviiin 73, o principe de Girtschakori 71, v*i otilce 7n,
Um Sn St> '-Se Concorda qae se pague ; S Marc Gjrrd.n ^ V Hngn 69 Van Robn 68,
a Mnrmv pmir. v,mp nntn nroleeto Israel 66, Gladstooe 63, Julio Favre 62, Luiz
0 Sr Corre a deffl -S i o projecto con- :Btane 58, Bisma.k 57. o duque de Nemou/s 57,
A^?i^mSS. S esta- Julio Simn 57. lord Granvi.leM. o^principe de
dos feit os; e se o valor desses estndos ja tivesse loinville 5-, o conde de Ctumbord ^o duque
sido dado, havealo aJsim opportunidade para o de Anmale 49, o conde de Pars 3J e Gambatia 32.
pagamento-jiao Ihe negara o mea apoio ; mas I MEZ DE MARI V.Comecoa hontem era diver-
ura i vez qae nio issiro, sendo certo peto con- j ss igrejas desta cidade a solemnidaHi do mez de
trado que n lie se consjgni a Idea, nao s de dar Mirla. T-'
a indemnisar5)Ue i|u'e trata o art. 2'J do conlaato,! E' cnriosoTna'rar a origem desta festinas a
como ai'da a'do art. i, nao po*s-j deixar do -o- Franca tero ntrodutid) era todo o orbe'eatlw-
tr contri. (lie.
En quanto nio fr deTlqiiva-nente arbitrado o o mezde miin era ceiebmb entre os pagaos
prego dos trabalb.0*, acbo demasiada precipitagio por ceremonias e costnmes cajos vestigios enjoa-
Je nossa parte autorisar a anerlura de um'cfedi- tram-se ba Idade media.
o extrao dinaho pira rhdmnis-fo?. I O di Io de maio era em muitas regioasjja
O Sn. Mici el Per-vasibuco :O'arMtrimento j riado. O; ahleoes eostumavam planur amaran
se 'z, falta somaote a decs io do desempatador de! qne se chamava maio.
Londres. H-rtlfve al paizes 6m que esta manca torna-se
O Su. Correa de Aracjo: Sei que pelapre-.. ama brlgagio Teudal, entre oatros Chateaobeaf.
sdencia foi norado dm genheiro. o por Mor- j Multas rendas pagavam-se na raesma poea e
nay outro para aabitrarem os estudos ; sei le rtm chamadas na baixa lattituda, miitigium. No
e:.>es ion eagenheiros discordaran quanio ao ala Io de maio Tf Cfnarda mallos recebia na mesa
valor, jue Ibes deviam dar ; sei flnal,nehte que dj re, na baixa da floresta de Fontaiqebleau as
ese- foram rcmetlids para Londres ; para qtio o? rendas que c^sistiara era bolos, prasonlos, vi-
lesempaudor escolhido se decidisso por um, oa. nhos*tc. MMT ,
- as cidade-
fe-
rvore
O costumeJde praotar am mi
subsista anda no secado VXIl.
fem t6IO plantou-senm no paleo do. Loavre.
Os Bazichlanos tmhafm tamnem por costura le-,
vantar um no pateo do palacio- qae recebennt a
nc
nos a
por outro Tado; mas perganto en esse begocto ja
63ta inteirameote liquidado t j se sabe ao certo
'{amo tem de payar a provincia t Anda nao ;
logo nao oceasio opportuna para se ftzer tese
^agamerito.
JNo sei como au'orlrVns o presidente a' oome de pateo de maio
abrir um crdito extraordinario para a Sudemhi-1 A corporagio dos ourives de Pars
sacio de trabajos, cojo valor certo ara ta se lg-'costrale de faaer um presente todos oa
ora. pareja de Aforre fame, no da 1" de maio.
Sr. presidente, dexet de fazer* em lempo eove- j Em I4W, off-.receram ama arvore verde que
nlenla urna consideragao ao mea ver poderosa, -sa chamen o maio vrrdejanie. Depois elegeram
para mostrar, que o contrato Mornay -nao deyia para apresenlar o maio dous d'entre lies que fo-
ser rescn Jido, e vem a ser : foi estipulado que ram appellididos es principes do mato.
para o entr'oftcameWo da linha projectada de Era 1499 accreseentaram ao maio tima obra de
Trombetas Bezerros na estrala de ferro do Red- architectnra em forma de tabernculo, cora sooe-
fe S. Francisco haveria aecroo com aquella tos, ronds e outras pegas da poesa,
companhla.
Frafciace, em frente roaDuque de Caxlas.
' LOTERA. A qu se acha venda a 191' a
baneeto da igrejada Nossa Sonhora da Soledade,
a qual corre no da 5 de maio.
LE1LA0 Hoje effectiia o agente Martina, s 11
horas do dia; o leigio d'armagao e calgado da leja
n. 30 da roa do Bario-da Victoria, perlfqfente
msssa fallida de Slepple da Silva.
HOSPITAL PORTUGUEZ. Movimento s,
de f 3 a 29 de abril :
Existiam em tratameot
Entraram
rege lora da irmandade de Nossa Senhora da Es-
taBcia.
A l hora da larde eneerroa-se a sessao.
Sahiram enrados
Palleceram
Exisiem em tratamento
36
9
4
36
-49

Oroordomo,
ternarilno Hitarte Campo,"
CHROMCA Jl'DI IARI\.
TRigjLJX %X DA REJLA$.10.
PRESID
m ni
Um Sr. Oeputad) : Bastava-havtr esse accor-
do, quando se rivesse de comegr os traba-
lhos.
(Trocam se ontros aparte").
O Sr. Correa de Araujo : Essa clausula do
contrato era suspensiva : em qoanto nio se ti-
v'esse obtido consenrimento da coftipanhia da es-
trada ra ferro do Wflsfa S. Francisco, nio po-
dia ser executado o contrato Mornay.
Ora, se nio tinha havido ainda esse iccrdo, s
a eXequibilidade da empreza Mornay nio era an-
da urna coosa provada ; si a corrrpanhia de S.
Francisco podia nao con-entir no entroncamento,
tornando as*im de nenhom effeilo todas as coosi-
deragSes ajustadas, para fjne rescindir o con-
trat ?
Sr. presidente, creio qne tenho justificado,
quanto cabe em minhas torgas, o voto que preten*
do dar contra o projoct) em dscu^sio
to devo diier, quo se os meus dlstinctos collegas
refutarera de ura modo completo As considerag5.!s,
qoe acabei de expender; se conseguir oven-
c?r-mo de que o ontrato Mornay era obrlgatorio
pira a provincia antes de rbarfzar-se a c asula
31; se me provarem qae ms'mo srldo feita como
foi a rescisao o concesionario tem direito a rece-
ber a inderanlsagao de 25:0004, em vista d clau-
sula 32 ; si finalmente me mostraren) quo a resci-
.-io en inevitivel (ir que a provincia Bao 'pdd-a
lar a subvengio a que se linha obrigado ; podem
contar cdht o mea apoio.
O SR. GOES C.WALCAMTE impagda o pro-
jecto.
OSR. TEIXEIRA DES :-0 nobre depotado pelo
3o diftricto, que impugnou o projacto, disse qfle fe-
ria de 'pedir que a votagloTlesteiirojecto fosse'no-
tpnal. Expressando esse desejo creio que o"no-
bre deputado o que rjuiz/oi que os "fssos'votos
ficassern conhecido. do publico o flfem jalgSdhs
pela opiniao da provincia. Eu jasilffipjei'qaanto
coabeem minhas fergas o mea Voto, e desde j
declaro me favroravel ao projecto.
O Sn. Presidente :O nobre deputado pedio a
palavra pelaxrdem.
0 Sr. Teixeira de S : -Desej.iva que a vonta-
de manifestada pelo'nobre'depgtado tossesatisfeita,
e assira requeir quo a votaga seja nominal.
Posto a votos o requerimento approvado.
Encerrada a dlscasSo, procede -se voTatio no-
minal e veriflea-se votrm a favor do prdjcto os
rs. : Antonio Paulino, Pirmino de Novaes, Vie-
ra de Mello, Teixeira de S, G. Lobo. Ribeiro Wn-
na, G. de Drummond, H.'Maipede. Tierra de'Araui
jo, Paes BirrdtQ Ges CavaTCaale, ToMrtnb d
Carvalho, Cavafcanic de Aibuqaerque, Amaral
Mello Reg, Almiaa Peroanibiico; rruflno de Alt
raeida, Oliveiri'Andrade ; cobtfa'os'Srs. PratoJa
nior, Corre i de'Aradlo, Sonsa L'do, Orlvetra Pbn*
c;ca, II. Cavalcanto.
0 SR. G. fJRJMOND p*?fle dhperrta do inters-
ticio para que seja o projecto Incluso na rderrtilo
dia, o qu Ihe e concedido.
Ia discuasio do projecto n. 21 deste anno, qne
xi a for.ga policial para o futuro ejercicio, i
; Verificando se iohaver irahieTo, flea''nls-
cassio adiada,
0 SR. PRESTDETte designa i brnm"ap dia e
levanta a.sessio.
^iii-i, i *m -|-ii-
REVT8TA.JMA&A.
ASSEMBL;r*ri'0v,INelAL.-if,s*Jde4*
lado, a as^ranj approvoa em 3*'dWtlssao
pn jact n. Cf ffest? ajrdo, antorisando d'flrdltoei.
da prvttftta aapn?rhar"o'offlaf*n1or'aialftt
taria dp goveruobacharel AntoqHfHmM^IiMDe
Pires, cora' dons tteos dos VertiTbento,,'ne ora
pertbs aden* py 24 horas' "
Sr. Mell Rrgo, o proieV;
MdHrJclillJ *
ir 11
Em 1533 o tabernculo foi ornado ^e qoadri-
nhos represenundo a historia do tango testa-
mento.
Em 1608, offereceram com o tabernculo tres
qoadros. EraNra o ppsente de maio cooverteu-
se em nm quadro votivo qae se chamou quadro
de maio; o assnmpto era tirado ordinariamente
dos actos dos apostlos.
O quadro de mato lHe exposto na frente da
igreja nos prraeiros oas do mez, e dorante o res-
to de maio era pendnrado na capella da Vir-
gem.
Assim urna selemoldade, que limltava se no 1
de maie, assignalada cora presentes, hoje estende-
se aomez inlero, rendendo-se culto Virgem,
sendo a eorporagoo dos ourlvVs quera iniclou esa
transformagio.
A'quellas pessoas que se dedicam essas solem-
ent'reta'n- nidades, offerecemos osseguintes versinbos :
Quena o prato eooera, ^
Qaando v chorar Mria I
Quem deixar de alegrar-se,
Q.iandj exulta de alegra ?
O' rainha poderosa,
Nossos males compadece,
D-nrjs*-a vida, a ventura,
De que o povo ten carece.

i
oraemy'd(f
rior.J-diseoiiweqidl-..
n. o, i- do-**. s^wmtmmK.
Qaando aos astros'sobe a Virgem.
Nos deixa em triste saudade,
Mas com seas rogos ampara,
Como Me, nossa orphandade.
as man lanas tempestadas,
Sea coragao invoquemos,
Elle nos alcangara
Que ao porto feliz chegueroos.#

Ta que semvre nos atiende,
I)-nos era leu peito abrigo ;
Porque quem Majp acolbe
Nio ple temer OTlIigo.
O' V*err>, carm e,treIU
Que airige os navegantes,
De'stas treVas, la nos salva,
De'sfas ondea incessantes.
O', fu, que a glora renes
De Mae Santa e Vlijejp pora,
Como OJhos. nos ampara
No'correr da ndte escura.
trella do mar, exMaV
las irevas nuevreobram,
E -cou) tetTiafiaxo acalma
As vagas quAMs sogeojam.
Pois qqe o somoq jf nos toma,
Paz, Mio>do casto Amor,
Que o eoaso corajo vele
Para amar o Creado*
Gloriaba o Padre;ao Verbo,
Ao Paraclyto^drairavel,
Dennem coBebeu a Virgem
(TSarvadoradoravel.
ISd"**BmilJ que n eoso,
DWNIH *^eiW1ndes, V
Di-nes-o fogo que abrasa,
'iJlJofa ga^ bra -^ie abundas.
;


ILUMHJC& HESPANHOl,A.-Af aba "de che
horas'JjreuWPfblebte do- gar o o.'tt>de*te taponante Jcrrnal de Madrid, ira
le n. itPWh&fh'fttei- zeodo, entre optras gravaras, algumas awi
&MW*'* ?. *.**?>w-e*aHrrnWm
to EM'29 DE ABRIL DE 1871.
DO EXM. SR. CONSELHKIRO CASTAO
SANTIAGO.
, V fiera ario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da maohaa presentes os Srs. desem-
bargadores Gitlrana, Lourango Santiago, Almeida
Albuquerqo, Molla, Doria, Domingues da Silva,
S)U7i Leao e Freitas Henriqnes, faltando com
causa os Srs. desmbargadores Guerra, procurador
da eora e Rigoeira Costa, abri se sessio.
Passados os feitos derara-se os julgamentos se-
gurles :
RECURSO COMHKRCIAl,.
Recrranle, o Jniz); recorridos, Oliveira A Car-
valho. Juizas os Srs. d sembargadores Doria,
Freias Ilenrique?, Almeida Albuquerque e Do-
mingos da Silva-Improcedene.
RF.COriSO CRISE.
Do juzo de direito.Recrreme, o juizo; recor-
ridos, Dr. Samuel Henrique Hardmau e ontros.
Jnizas os Srs. dfeserabargadores SrazaLeao, Do-
ria, Gtlraaa e Almeida Albuquerque.Improce-
dente.
AGORAVO DE 1>ETIC0.
D) jaizo municipal -lo Recife.Aggravante, Joao
Francisco do Nasciraento Feitoa ; aggravado, o
^uiza.Juizes os Srs. desmbargadores Almeida
Albaqaerque, Mott e Doria. Negararn provi-
raento.
DELlfiENCIA CtVEL.
Ao Dr. carador geral:
Do juizo municipal de BnnaOeira".Appellante
Luiz e Felipp), p)r sea curador ; appellado, Vir
ginio Emilio Cavalcante.
Do juizo dos feitos da fazenda.Appe'lanies, o
juizo e coronel Jds^Peres'Carnpello ; appellados, o
juizo e o bngadeiro Gaspar de Manezes Yascon-
cellos de Drummond.
Assignou-e dia para julgamento dos seguntes
teitos :
AfPRtt.V'KS nniMB.
Do jury do S ihral.ApjHlaaie, Hylario Paes da
Silva apppllada, a jattici.
Do ary do Reeife.Appellante, o jaizo ; appel-
lado, 'ranscisco Baptis'a da Silva.
Do jury da Arrea.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Severino Bispo da Silva.
Oo jury da Tal ha.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Jos Alves da Costa.
Do Jury do Bacife.Appellante, o juizo ; appe'.-
tado, Caandido Runis.
D) jury do Recifa.Vppnante, Dr. Joio Fran-
cisco rafeen, carador do rea Jaciniho Ramos
Machado ; appellala, a jastiga.
Do jary da Impera'riz.Appellante, Antonio Al
bino de S)uzi iappetlada, a instiga.
REVISTA CIVKL.
Do Rio de Janeiro. Racorrente, a preU Euge-
nia, por seu carador; reiorrido, Manoel Lipes
de-Moura.
passagems
Di Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
nargador Lourengo Santiago :
Do jury da villa da Taihi.Appellante, o juizo;
appellado, Jos Vicente de Oliveira. Do juizo Jos
feitos da fazenda.Appttante. Joaquim Cavalcan-
!e de Albo juerquo ; appellala, a fazenda.
Ao Sr. desembargador Guerra :
Do jaizo munieipal do Recife.'Appellanle^Fraa-
clsco Googalve Netto, como intor do orpho Ar-
thar; appellada, Manoela Joaquina Bip'ista.
D* Sr. desemtargador Lonrengo Santiago ao Sr.
dpeembarg dor Almeida e Albuquerque :
Do juizo municipal da villa de S. Joio.Appel-
lantes, pidie Paulino Villar dos Santos Barbosa e
oatros ; appellados, Maria, Lydia. Joaquina e ou-
tr s. Do juizo municipal do Recife.Appellantr.s,
os berdeiros qe Manoel Figuairoa de Firi e cu-
tros ; appelados, Manoel Por ira Magalbies e ou-
tros.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ac
5r. desembargador Motta:
Appellagdes criraes.Appellante, Francisco Jus-
tino di Suva ; appelladaja justiga. Appellanie, o
juizo ; appellado, ManoeHenvier da Silva Moreno;
Appellante, Domingos Perrs Alves; appellado, Joio
Gongalves Ferreira. Appellante, Raymundo, es-
cravo ; appellada, a jasliga.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria:
D) juizo de direito do Ip.Appellante, o pro-
motor ; appellado, Antonio Francisco de Araujo.
Ao Sr. desembargador hegueira Costa. Juiz
certo :
Do juizo municipal do Rocife.Appellantes, Jos
Maria da Silva e sai muher ; appellados, Voldivi -
no Ribeiro da Silva e sna mulher.
Do Sr. desembargador. Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
D) jury do Recife.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Jowioim Bezerra de Santa Anaa. Da jury d)
Bom Conselho.Appellante, o juizo ; appellado,
Francisco Jos Gongalves.Do juizo municipal do
Recife.Appellante. Joii Marlins de Barro3 ; ap-
petate, Antonio Jos da Silvano Brasil. Do juiz>
municipal do Penedo.\ppallante, Jos Francisco
Pinto ; appellado, Francisco Manoel de Lima.
Ao Sr. desembargador Riguaira Costa.
Do jaizo municipal de Pedras de Fogo.Appel
fiante, Trajano Americo do Caldas Braadao ; appel-
lados, Jos de Soaza Barbosa e outro.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. uesembargador Sonta Leio:
Do jury da Nazareih.Appellante, Antonio Gis-
par de Azevedo ; appellado, o juizo. O conflito
de jurisdiegao, entre os jaize3 de direito da pri
raeira e segunda vara do Recife.
Do Sr. desembargador Frelas Uauriques ao Sr.
desembargador Gilirana.
Do jury da Imperatrz., Appellante, Antonio
Albino de Souza ; appellada, a justiga. Do jury
J do Bonito.Appellanie, o ju'zo ; appellaio, Joao
Bernardo de Sooza. Do juizo municipal do Reci
fe.Appellante, Manoel Martioiano Leite ; appal
lados, os herdeiros de Jos Ferreira do Nascimen-
to. O conflicto de jurisdiegio entre os juiz muni-
eipal da cidade de Gayanna e o. juiz dos feitos *
Jazenda do Recifd.
DESTRTBUigAO.
Recursos erimes :
Ao Sr. desembargador Loaren?) Santiago :
Recrreme, o fBizo de direito da Areia^ recor-
rido, Manoel Marinho de Faria.
. Ao Sr. desembargador Alinejua Albuquerque:
Recrreme, o jaizo de direito do Saboeiro; re-
corrido, Jos relix da Silva.
Ao Sr. desembargador Motta:
Recrreme, o juizp de direito do Cabo ; recor-
rido, Jos Joaquim (Te Santa Auna.
Ao Sr. desembargador Doria :
Recrreme, o juiro de direito de Goyanna ; re-
corrido, Jos Francisco Gomes de Lima.
APfl!Lt.cIo ClVKt.
Ao Sr. desembargador RigueiraGostt^:
Do Jaizo muuicipal do Cabo.Apperlante, Bent
Me de Oliveira ; ppeRedos, a viava e herdeiros
de Miguel Mendes da Silva.
aggravo Di'pnriQAo.
Ao Sr. desembargador Dona : ,
Do juizo nfcnicrpat dq flecife.Agravanfe, D.
Auna Benedicta Gomes ; aggravado, o juizo.
Substituigao ao Sr. desembargador Assis: ,
*PS*LI,*C)BS cbois.
Ao Sr. desembargado? Doria :
D*1nryda Portaleza.-rAnpellaBle, o juizo ; ap-
peRado; Joio da Peeta/iWQiiveira.
Ao Sr. desembargador Dmiegues aa Silva:
Be jury de Porto CiY.tA|#eianie, Pedro Jo-
s da Silva; appellado, a iusga.
AfPBLtAUO C1V8L.
AeSr/deMajbWadorDqria :
Do juizo moaicipal-do.-Hif.nA|Ul*ta*0V
st*
VrraN^Ke (gaHtfKVmM ftliilia-^oaado-oiofohaiaoi-p^rtoM itMoeT
i vfna- O potos** de !** tata, eatado taidaafoe d*lhotple^wTta*Mi-
H^^1tSS!SSSXt
ao f;;pici des Jnenrtf U.
le, fota-ta Minan ds Seonanb
PUBL1CAC0ES A PEDIDA.
Bonito, 25 de abril de 1871.
Se o Diario de Pernambuco de 23 do me Ando
tivesse de ser lido somenie nesta comarca, por
certo qae eu nio me occapara em responder as
acensares qtie nelle me foram foram feitas pelo
{h--qe advogadu) Jos Cypnann, e contentar-me-hia
em allkar nos lugares mais pul.icos essas aecu-
sages, aflm de que aquelles que as lessem, ou
onvissem lr, se erabrassem deste cooselho que
certa mulher perdida dava su a Hura : Cha
ma, nniiha Slha, ant-s que te cliamem; mas,
ten lo esse jornal de ser lido em logares onde nio
sou conhecido, campre-me destryir as accusagSes
de que (ol-vletima, para gue se faga o merecido
conceito do homem, que na) duvidou erigir a ira
prensa era pelourinho da reputagao alheia.
Nao venho abrir discussao pelos jornaes com o
Sr. Jos Cypriano, e nem patenteiar ao publico o
que elle e o que foi al 18ti8: aquelles que li-
verem necessidade oe conhec lo, que se dem ao
trabalho de pedir infor'magoes. aos homens hones
tos de ambos os credos polticos de ta comarca e
lgoos da Escada : venbo defander-mp, e o farei
de modo a nao esquecer o que devo educagio
que reeebi.
Antes de oceupar-me do- factos que me foram
attrihuidos, devo dizer ao ponlfo, a qoem me di-
rijo, quo nao. lootei parte no combate havido na
cidade do Recife, no dia 2 de fevereiro de I8i9,
e neo pertenci ao batilhao de voluntarios, como
o da a en'.ender o meu aecusador, sendo que na
epocha mencionada contava eu dez annos, e cono
essa idade nao podia ter opniao em publica nem
fazer parte 'um balalhao. Nao digo isto porque
supponlM ura desdouto ou um infamia o t;r mi-
litado nessa rvolcio por parte de qualquer dos
partidos que se dbateram; apenas, o lago para
que a verdade jiio fique sacrificada ao oliodo
meu aecusador. Tive, verdade, dous irseos
que fizeram parte do batalhao de voluntarios i\
assistiram ao mooconado combato, poriando-se
nelle 'de modo a receberem elogios dos seus offi
ciaes ; mas es-e faci quo nunca ple mareara
boa repuueio de qae elles semprc^gosaram, nao
prova senao que tiveram o denodo, qae nem todos
podera ter, de sustentar com as armas aa raao as
ideas qoe abracaran).
O pnmeiro fado de qae fui argido foi ter ido
cora brea prender Manoel T:avassos, conhecido
por Esparrn-bodes, e l lo edlorJoado nessa occa-
siio. Nao rae defenderelraesla aecusacio, invo-
cando somonte o tesiemnnho dos h^biaotes desta
villa-; fa-lo-hei com o spguinte documento qae est
cima de toda a censura, por ter sido fornecido
por um meu adversario poltico, o 1* supplenle do
delegado, em exercicio oeste termo :
Atiesto q-i tnt i ao Io quesito da psncao supra,
que fui eu quem na qualidade de delegado de po
licia mandou prend-r com otlem escripia a Ma-
noel Travassos, conhecido porEsparra bodes-
para recruta, sendo a isso levado pela carleza que
tinha da que elle era de pessimos coslumes; quanto
ao ', atiesto que verdade ler elle soffrido no
acto da prisao ura paqueao ferimento na caben i,
o qna I Ihe foi eito pelo cabo da esquadraTor
quato. e, segundo as informages que tive, foi esse
ferimento occasionado por ter Trava*sos se metti-
do valentib ; quanto ao 3o, atte*to que deixou
Torqiiato de ser processado p-or ter sido leve o fe-
rimento, e nao ter elle sido preso em flagrante;
erado que foi tal a natureza do ferimento, que ires
ou qnatrd das deoois flz seguir Travassos para o
Reeife, por ji estar bom ; qaanto primera par
le do i" quesito, j est attesiado cora o attestado
do primeiro, e quanto segunda parte, sei que
Travassos, teudo sido julgado in'apaz, voltou para
esta villa d'onde ponaos ajas depois mudou-se, e
nio ma consta que tenha fallecido ; quanto ao 5',
attesto que nao me consta qua tivesse ,o supo'i-
cante lido parte no ferimento receido por Tra-
vassos. E' o qoe tenho atteslar ora f do meu
cargo, e passs o presante por rae sar pedido.
Bonito. 2i de abril de 1871.
Antonio Jos Pereira,
Dalegido era exarcicio.
R-conrieg) a firma somn por ler della inteiro
conneimento, do qae doa f. Bobilo, 2 de mar-
go de 1871.
Km testemaobo de verdade.
O tabojliio publico,
Sergio Antonio de Sonto Maior Albuquerque.
Ora, se Emparra-bodes foi preso por ordem es-
cripia do delegado de polica, qne era o Sr. capi-
tao Antonio Joo Pereira, obvio que o mea ae-
cusador laocou sobra si a pecha de calumniador,
quao!> asseveron que eu fui era forca armada
effeeiaar a prisio daquelle individuo, e esbor-
doa-lo.
Cmlinuando no seu systema de faltar i verda-
de, diz o Sr. Jo- Cvpriano, que forara aquelles a
qnom ee denomina mata defunclos, que subtra-
rtirara urna custodia de prala do podar do tenenta-
cronal Bezerra da Hallo, quanio tbesoureiro da
matriz desta villa.
fm porque coplei con o
4a pfonua-
di
OMDdntfoa
Ksta aecnsagao, qne bam mrecia ser vetada ao
flesprezo, destruida cora a resposla segoiote :
Illm. Sr. Dr. Gitirana.Aqn' mesmo respondo
sua caria, dzendo-fhe que oio me consta que do
podar lo meu fioadd marido, lente coronel Bez
zerra da Mello, tenha desapparecido uma custodia
paitaacenia matriz desta villa, ou uira qaal-
quer gn-ji; e parece-tlte irapossivel qae um fac-
i de lama monta se dsse, sem que eu, que sm-
pre estiva era companhia de meu marido, Tosse
sabedora. Sei que vieram da Europa urnas obra
de prata para a matriz, mas nio veio castodia, o
qne o Sr. poder verificar pela alfandega ou por
intermedio da casa que veodeu essas obras no
Pono.
Nunca sobe que do poder da meu marido ti-
veSsern desapparecido ornamentos da matriz. Sou-
be da insinuagao em que envolveram o nome de
V. S.. o aelio que, para destrui-la, basta lenlbrar
qoe em 1839 sahio V. S. desta Villa com um anno
pouco mais oa menos, e a ella voltou em fias de
1939; e a viuda das ebras de que fallei, deu-se
em 1836.
Sompre mereceu V. S. mu marido a mais
plena confianga.
Sou de V. S. eflada e serva.
Josepha Joaquina Bezerra de Mello.
2o de abril de 1871.
( Est reconhecido.)
Alera desta asseverago da Exma. yiuva do te-
nente-oronel Rezerra de Mallo, publicarei em bre-
ve a cerlidio do despacho d'a'faadega, relativo aos
ohjeclos de prata vindos d'Enropa para a matriz
desta villa, por eocommenda'fle mea pai, feita a
pedido do tenents-coronel Bezerra de Mello, e delta
conhecer o publico que esses objectos forara un
thuribulo, uma naveta, um cala e uma patena,
que exislern no servigo da dita matriz.
Estou convencido de que lio perfWa aecusagao
levo por alvo marear a memoria de duas pessoas
qae me eram muito caras, e a mim se nio podia
dirigir, porque ornete cinco annos depois da
vrada dos objectos que mencione!, foi que appa-
pareci nesta villa, d onde tmha sahido com a ida-
de de ura anno ; mas -fi ine e pobco convencido
de que 'seaJirei a destruir tio torpe calamnla
4om o mesmo empefifPJ com que igaria e'fla
eicpres.saraenfe me-fosse dirlgWa.
Aecusagao rio iosusteniavel nio ha de fazer es-
tremecer era seus tmalos aquelles que sempre
pautarara o seu procedirt>entO'pehs regras "do justo
e do honesto; e por nao-querer violar o parce
sepiiltis, eu oio a fago resfalar para algum t-
mulo, d'onde fresando agurdente, e Imraoralidade
a mais requintada.
Continuaudo no caroinho acetado, diz omeu ae-
cusador, que indazi o digno exjuiz municipal des-
te termo, Dr. Jos Rodrigues do Passq_ Jnior
pronunciar Roque do tal, sobre quera nao pesava
a mnima respoBsabilidade, aflm de ganhar 600i
com oreenrso. A resposla e:ta aecusagio se
comm na seguala certilao :
Cerfffro'que revendo oprooeso 'da que Ut
menco a petigio retro, delle exlMhi os seguinteB
tpicos dos depoirantoS das testomonbas quciob
foram aponalas pelo sapplicante.
I.' taslaraunlia.Disee mais, qoe sabe, por Ihe
ter dito o soldado dai guarda nacin; I Manoel BJ
zerra que Riue Antonio de Figueiredo fazen lo
parle da patrulha sem arma de wgo, era caminho
tomifaiima tpiagaria de am dossTdados,"as-
sistlodo ao acto da prisio con)'dita arma. ,
4." tasleintinha. Manoel Francifco aa> Suya,
disse que sua mulher ihe disera taubmoor a-
vir dizor por Juste,-man dpi mprlos-dlzer-metfde.
vio oa occasiao da deftgeocia Uoqua de ta| allrar
cora arma de tgo no infeliz Ignacio, reuilanJo,
desse tiro a sua morte.
A'. |e*AVraunha.-Franoisco
pondej) que sebepor.lhe ler
" Mello, roo presente que r
noel Baila, paMMdojiek casa
ila T^reTtt-.
moel BezTfra
o piitedaipa-
Fazattdiiia, sob
de Figueiredo, este independente de nolifleagio
aeofnpantoia a pairttlha-aesarmado, porm solee
de ehegar ao logar do conducto apossou*se da
espingarda do dito Manoel Beterra ; na occasiao
qae o subdelegado eOeeiuou prisio do dito Bal-
la apresentando-se o mencionado Roque como qae
qaerendo assassioar o medcionao Baila j preso
eeotregue ae soldada ManoelBetVrVa, o que foi
obstado por elle Bezerra. Disse mais, que o dito
Manoel Bezerra Ib declatoo que Uolu entregado
a espingarda a Roque, carregada, e quando a re-
ceben depois do conflicto eslava-oescarregada.
1. testemunha.~J*io Francisco do Naseimento,
disse mais, i|iie quando lam em eaminho ^eunio-se
i forga Roque. Antonio de FigneireSo sem que fos-
se notificado, e antes de'chegar ao logar em qne
se deu* a prisao, pedio a um dos soldados*de nome
Manoel, a gianadelra dizeodo que cBalla era sea
desafecto e podia fazer-lhe algum mal, ao qoe o
soldado anuio : oa occasiao da prisao apreseoloa-
se o Raque dingiado tlgumas palavras to dito
Baila, com insulto : disse mais qne tambem ouvio
dizer que Roqae foi quem atiroa no sea genro
Ignacio.
E por nada mais me ser pedido deixo de decla-
rar; do que dO f.
'Villa do Bonito, 14 de abril de 1671:
Eo, Patcicio Gomes da Silva, escrivo do jury o
eserevi.
Os que po erem ser Jaizes na materia, roe di-
?am-em vksia daste d)cnraento, peo sr. Dr. Passo
tinior pronunciando Roque Aolonio de Figaeire-
do, contra as opinV-s do Dr. promotor publico e
do delegado de polica, cumprio'ou nao o seta de-
ver.
Se intentei o recurso,
auxilio da documentos obtid-is" depois
ca, como se evidencia do segntoi lopteo do des-
paebo cora que o Sr. eapitao Oiinnoo, qoe alio
eslava no exercicio da vara municipal, reformou
a provincia de Roqae : ___Atteudendn que o
documento com qae o recrreme inslruio o pre-
senta recurso, destroe perfectamente os nucios
que daram lagar a si pronuncia, etc., ele*
Mercd de Deas, nio osti no mea arater insi-
nuar juizej, e nunca irabalhci cora juiaes fnna-
Jo, capazas de ee deixarem insinuar : se tenho
sido procurado para sao, ainda mesmo em pocas em que tenho bdo
juiza desafactos, devo-o a sioneridade e pontaali-
dade cora que curapro os meas tratos e com que
presto cootas dos negocios de-que me enearregam.
Dura ata 7 annos de pr*tica nao tenho ti do oc-
casiao de v-'-r aquelles que tem rae eocarregado de
suas quesloss desg-stosos comigo, nem por cansa
da marcha que a ellas urda dado, e nem por cau-
sa de honorarios. Alm disso, digo-oeemorgolbo:
nunca cffeieci os meus servigos a pleiteante al-
gum : no meu pscrp'.orio espero- ^ne me ereca-
rera os que era mim querem depositar tu* cen-
lianga.
Diz ain la o rneu aecusador, que me comproroet-
li, medame 2:0004 levantar a interdiegao de
Mara Jos do Sacramento e de promover o s-
menlo dola ; e para qulllear o oteo nroced-
raento usa d'uma retideocia insultuosa. Despre-
jando como devo o insulto, pnue. elle quando
alirado ao homem honesto produzo efeito da bol-
la da borracha qne arremessada a nma conraga,
passarei a occapar me do facto do levntame ni"
da interdiegio de Maria Jor do Sacramento.
Tratei perante o juiz munieipal* :?upplente em
etercici), oSr. eapitao Qmntioo, de levantar a n-
te.rdicgo dita, e obtive-a com anoneoca do ara-
dor da interdicta, e do Dr. curador geral, Costa
Machado.
Cumpre dizer que este Dr. raen adversario
poltico, o leva o sea excesso ao ponto de nao
raanter comigo relagdes d'amisadeapenas -Dos
'cnmprimentamos quando o acaso nos rene.
Ora. se ello em ues condigoes deu o sea pare-
cer fnoravel a pretengio por mim requerida e
provada, ful sem duvida porque areconheeeu
de justiga, em vista dos locumentos exibidos. Mes-
se processo apenas fooccionou o Sr. Dr. Passo J-
nior para assignar o mandado de entrega dos aaens
que estavain era poder do carador, e isto depois
ae levantada a interdiegao, como se evideacia da
seguinte certdao :
CertiGeo quo revendo os autos de que faz anen-
go a peligao supra, mo-irase do primeiro, isto,
dos de iotrdiegio, a folhos 3 verso, ter sido-o Dr.
Antonio Columba no Seraphico de Assis Carvalho
quem jula-ou a inierdiegio de Maria do Sacra .
to em data de 22 de seiembrn de 1868; quedas
de exlingio de interdiegao fettias 6 contter
sido o jaiz mnnicipsl supplenia, eapitao Francisco
ijhiintino da Silva Vierra que o'eiress ruoccieou,
tendo ouvido o curador geral, Dr. Joio da-Costa
Ribeiro Machado qoe deu pmcer favoravel a
mencinala interdicia ; que a fallas 5 des ses-
mos autos v-se que foi o Dr. Jote Rodrigues do
Passo Junbr quem mandou entregar ao marido
da dita Mana JoMijdu Sacraraeoto, os bens visto-ler
sido ella considerada em estado de deliberar, tenio
sido respeto ouvido tambem o referido Dr. cura-
dor, que limitouse a dizer em seu parecir, que
fosse feiia justiga.
E mais se nao continua em ditos autos aos quaes
me reporto e dou f.
Carnar, 21 de abril de 1871.
Eu Gregorio Francisco da Torres Vasconcelos.
escrivo de orphios que o subscrevi.
Para que a verdade appareg i era ludo, devo
dizer ao publico, que pelo recurso de. jjoqne reee-
bi 300^, que me l.rain dados sem qae tivesse o
.vi lo ajuste a respeto dos mees honorarios, e para
promover a extinecao da interdiegao e tratar da
arrecadagao dos bens doados a Maria los do
gacrameoto, no valor de cerca de 16:0001, reeebi
1:0004, sem que tivesse tambero feito ajuste.
Sirva esta retifteagio de atteouar o furor de
qae se deixam possair os uieur inireigos,-qaando
sabem que atiero algam lacro do exercicio dami-
uha protissio.
Finalmeute respondo a aecusagao relativa ae
meus sentimenlos filiaes, declinando do jaizo do
meu acru-aJor para o das pessoas que me conbe-
cem, e deejarando ao publico, que seode como
sou pai de familia, pego a Deas que inspire aes
meus fiihospara comigo, os seBlimeotos que sem-
pre tenho nutrido a respeto de meas pais.
Se o facto narrado pelo Libertl Ae ter o Sr.
Jos Cypriano, estando no exercicio da subdete-
gacia desta distrielo, receido doos eavellos 4ara
tratar da soltura de Leonardo, nio verdadeira
sejam aprrsr o'.adas as provas disso; roas nao pro-
cure e Sr. Jos Cypriano illulir a aecusagao que
soffreu, dizeodo que ganhou esses cavallos cono
advagado, porque o publico sabe perfeitameo"
qae o advogado obrigado o restringir o enera-
co de sua predi sao quaodo est exerceodo car-
gos Ipoliciees.
Aquelles ijue quizerem saber quem sao os advo-
gado* deste termo que porouvirem orna auiorida-
de promelter a soltura de aro preso, eorrm a-ca-
deia exigera desse mesmo preso um eavalk>,
conversem eora o proprietano Jos Ribeiro Ribas;
aquelles que quizerem saber qoem sao os tdvs-
gados que exigera dioheiro das partes a titulo de
gratificar o escrivo e fieam coro e dioheiro ece-
bido; aquelles que quizerem saber quera sao as
pessoas que tem applieado objeetes da matriz em
proveito proprio, procurem envir k respeito os Ju-
bilantes deste termo.
fi' o que me cumpre dlser -per agora fero res-
posta aos incultos que me forero jogados, e o fago
peUs-ratees expeodktas no prioaqo deia.
Jos Ctfirone.
|P __
S tans''rWde.
Depois de-Dew -granioa
virtude.
{8ttveiru Jr*e*-SerHio ms
exequias do Conde Me Barbeos.>
Desappartceu da nossa ierra, e para seopYe,
ura dos seus filhos mais destnelos ero virtudes I
Parti se o fio leoue de orna vita preciosa I
Morreo urn homem de boro I Jtas nao moma
a fama e suas proverbiis virtooes : essa t
veu no coragao de todos os seos asOigos, ne
tou-so mais vvanla mete de todos que o con
eiara I E quera ha abi no Porto qoe nao c
cesse Joao de Almeida Pinto e Silva 7 Que'
abi qoe Ute. preouneiasse o >o*ne, que o oio
oempaehasso do respeito o eenerago que s a
virtode-e a probidade inspirara ?
Botado de una austeridade ioexieedivel_de)
cipkis, Jei de Almeida nao oootaca
ajusto : o a veadade Diiae-VAtar
va-Ihe do oeragio aos Ubio*,oui.
noeecieneja> ee qnem s 4 verdor**
Vive pobr se merru pobre
de um borne ro i 1|bem nio
.yiver e nfrer rico,
fofi'ana, Jcfio de Almei
ltellze?, o protector .
MfiidoA era favor W,
Wa-Q",i^t
:mas"da8w9ts t _
#veM t fevintr I
Amado tfemortrrirt peros lonsv^nc-
leu-
Dr' S*'
ilbo/
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4




A>iario de Hrniuc* Segunda leira J d* MaiViie toi\.
n lo >\m **W **afo paj* eeaaeciios,'
raipeiu* pVU l o* H fatua pera gosare*
okaan.** Id ) etfci 4e..iiu jaiada iudes ?
MNHMMf *t njrolocro te/reslrn que enoerra-
* r*'e *'* voares ao p6s 4a Daus
j PCfl**fM a pa.au do trlumpho, iue o emble-
TJM 4 eroa Bemav,mtunoca.
1i*> era rreciso uto oUirao Surja atr'
achirla mas diBefl distancia que vai do
iiarntfade. Alravessate-:i, emh'ra, enire
a alma qua su daspede para sem-
lo pelas .lagrimas aos amibos que
am .^ leu paasamanL Agtra que ests
por nos.
de
rada, de qpe se aciiam revestidos
cipucoinho?, estf, lo#oa o aabem,
i . jmeos em iodos os lempos e lagares teem
prstalo santa catn da religiao christa.
-9m irn veaea -oaos lido a- elicidada de vermes
ocre cj
ve Boa eo
nar, devida- nica
de net o tos Teti fioai
-se?
que-aipi Mu talo,
t*mf<. Venancio Mar* de Ferrara
ario*, e, guando nos
siria, qjaasi a Rfcecio-
* eforcus e sacntfclo
ist -ados rendames gra-
eslenelckw, rogamos
a ie eira vento ter-
virtuo-
vimos pela
uaareaan*Qifastar.U oosus reijonhecmenios,
pao^to-t) qae acaba de fuer, nao pregando a
san ptavra de Deas, aAninistramto a santa com-
lauMao a numero so penar a mil pessoas a plan-
ta* apa oenaftke desiefct verdadtaro eo.* e
He,l4ispor da !>*, como laattet cooperando,
Uitfo quaoio Ibe foi possivel, para vermos nossa
a tre no linm ao lamento em jue val.
Hete virtuoso hornera, que esqu ceado os pr
om, *> oui4q p* s Mwagraf a eas de Deus,
a |B. iiio Irepicou aja deixar a gua patria par
w watre nos exeicer a sua santa roiss\ per-
tniitt q-M rh* beijraos as mo* em iignal do vivo
raemaocimeaio ce mi nevo que i etle e- hh
dgate eompaubtiros 4eve a felieiiadede tarara
Pi,tempJo, onda brevemente poder), adorando o
sjfor, roaJer grecas por tinta f dicidade.Vi-
mflerenlam) Marque, padre Jlo Angosto do
Pereira, majm Jo* Pedro Vellosa d Svera,
Frnsiersco Tito Xivier da iima, Jacintho Soares dis
Uanese-'i, Fra^iicrli JpeliGdei. Manoel Ma-
ra II Jes % $4 a,rtbalJ4a(t>aiu Pereira, Joao
%mpi alendas da SW, Francisco Aatonio de
Mitra Lima, Jos da.Silva. Maja, Adolpbo Astolpho
Lili; de Albuqaertitw, Jeronymo Barreiros Rangel,
AnBio Joaquim i', do Cirrallio, J. de Paula Meira
Lio, Jos Lamberto Paes Barreto, Antonio da
Silva rVwielia.
New-York-Bfigne nerae|neoe& Tora, capiliq
Roslrap, carga assucar.
k'acilco com escalla peta Rio de JaneiroVapor
Jnglet Qalatea, eotnmandante Hama, com. a
nw*m;i carga que tronza, dos portos da Europa.
Granja e portas iniertna'na Vapor nacional Ipo-
juca, comroaqdaai Monra, carga varios ge
eros.
Aracaj a Portos intermedios Vapor brasileiro
Gequi, eommandanle aacedo, carga varios gne-
ros.
navioi entrados no Ha 30.
Babia8 das, hrigue portugaez Aiclmo, de 196
toneladas, capifio Manoel Joaquim da Silva,
eqnlpagera 13, carga 11,100 arrobas de cama;
a-Aalter Oiivwra i, &
Mew-York 33dias, harca inglea Talismn, ds
30 toneladas, eapilo Blackford, equipagem 13.
carga 3673 barricas com farinha de trigo; a
Pnipps Brothers & C.
Ifavios sahios no mesm Ha.
BahiaBngue italiano itoeJ, capillo Grata me,
carga dinereotes gneros.
Liverpool. Barca laglea Bartoehan, eapito Me.
Jy, carga algodo.
EDITAES.

COMMERCIO.
tm ALLIANCB BRITISH 4 FOREIGN.
Lite inJ Fre Assnraoce Compan\ eslabelecida
am IBli. Capital 5,000,000
(]s gantes deua companhia tomam seguros
contra Ogo sobre predios, genero e fazendas e
jjMgttt sqai prejnizos devidamente provados.
Rabo Sebmettaa & C
C-irpo Sanio n. iS.
t-rtACA DO ItvPK W DE ABRIL
DEWl.
.U 3 1/ HORAS DA JARl't.
CoUedes officiass.
Ai^odo da Parahyba 1* S)rte 551 rs. por kilo
i oslo a bordo a (rete de Ij d. e 5 0|0.
dem dem 2' sorte483 rs. por ko posto abordo
a (rete ds trz d. e 5 0j6 (homem).
n. G. Stepple.
Presidsnte.
P. J. Pinto,
Secretario.
Coinutaaido das armas.
Acha-se na secre tari do njesmQ commando o
itnKi de. voluntarte do soldado Jos naymundo
Bispo, qna astentou praga na provincia do Piauby
a 10 de manjo de 1868.
Se o mesmo Jos Hay mundo se aehu* nesta pro
vincia comparec para receber o sea titulo, qae
Tul remeltido pela reparticio do ajndante general
com rrucio de SO de marco ultimo, sob o n. i,701,
para I he ser entregue.
Secretaria do commando das armas de Pernam
buco, V de abril de 1871.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda
Tenante-coronel secretan
mente jusiikadas nesta enaceitara no praso da
15 dias, para seram atteodIJis aeguada o produc
to do espolio.
Consulado de Portngal em.Parnambuoo, 9 de
abril de 187!.
Joaqnim FernandetdOdatfl.
Cai^He de conpms d# jft*
rinha.
O conseHio promove no da 3 de maio prarimo
rinlonro, i vista de propostas recabidas at as 11
horas da manha e sob as eondic533 4o estylo, >
compra dos bjectos do material da armada se-
guintes :
4 boles da .i'ha dobrada, 100 cobertores de al-
godo, ISO aobertorea. da la, 1 doiias de eeJhe-
res de ferro esunbada 6 cargas jle carvio do
raadeira, 6 vardes de. ferro quadrado, de 4 plega-
das, 10 fnniz de lblha, i I temt a#iba, 20 li-
bras de dpr de ail, 11 fecbaioras ae camarote,
2 tagareiros de ferro, 20 tences da ferro de ijl6
de grossara, 50 varde de ac fandido t 4|8, ofi,
7|8 e 1 polegads.iO guarda- aoaria da olba, 100
O Dr. Arminio Coriolano Tavares dos Santos laiz
manicipal provedor de capellas nesta cidade
do Recite e seu termo por S M (. etc.
Faco saber a todas as oorperacSes de mao mor-
a qne o presente edital virem o* delle conheci-
mento tlverem, qae em enraprimeoto da circular
do presidente da provnola de 20 de dezembro
prximo* passado com referencia ao dlsposto nos
arts. 2* e :* dn regalananto qae baixou com o
decreto o. 4453 de 11 de Janeiro da 1870, ordeno
a todas a ni).ludadas que estio seb a jurisdijao
deile juizo, que m praso de oilo das, a contar da
publicajiwdt'ste, remettam a este mesmo juizo
urna relaco de todos os seas beas com declaracau
da situacao, destino lo valor approximaio, da
data e titulo da acquisicao dos mesm js bens, o
que enmpram sc>b pena de serem removidos os
actnaes administradores d.-.s irmandade3.
Recite 29 de abril de 1871.Eu Domingos Nu-
nes Ferreira, escrivao escrivi.
- Erminio Coriolano Tavares dos Sanios.
OECLARACOES.
ALFANDEGA
anitmento do din 1 a 28. .
dam do dia 211.....
638:3364306
17:111)1106

655:4 Wi 12
TIOTloieiito da alfandega.
V>umes entrados com fajeadas 22
< com gneros 214
Votiuoei subidos com fazendas 187
< com generes. 181
25C
368
Descarragam boje 1* da maio.
dafie racceza Sphereperlences de dragas.
Pucfae inglesAloertvarios gneros.
ji:ue inglezCknzanaldcanos e carvao.
Lijar ingleUnionmereadorias.
nespackoi dt expvrtapo no iia 28 de
airiL
No brigua inglez Laiy Aberdan, para o Ca-
nil carregaram : KeBer 6t C 106 saccas com
7,816 kilo? de algodao.
- Si Lrigue inglez Barlochau, para o Hanal
ca.-rogaram : Kellar I C 4 saccas ooiu 3.0M)
k'.l'is ao algodSo.
Ma barca saeca Ofenda, para Liverpool
earnegaeam i Corga limaos IfiOsac.:as com 15,446
ktlua de agodo.
o brigue portnguez Soberano, para Lisboa
carregou : E. i apha;l Ilabello 88 saccas com
6,113 kilos de algodao.
No patacho francez Berthe et Jeanne, para
o Rio da Prata carregou : P. M. Maury 200
barricas cora 23,2.15 kilos de assuear branco e 50
d.uis com 26,971 kilos de do roascavado.
No patacho norte-alleraao Chrisline, para o
Rio da Prata earregaram : Pereira Carnoiro & C.
.lili, barricas com 41,346 kilos de assuear branco
e LSD litas com 17,236 ditos de d o mascavado
No brigue portugaez Triumpko para o Porto
earregaram : Antonio Joaquim Vaz de Miranda 2
ln rio.i com 110 kilos de assuear branco, 1 caixa
cflin ura garrafo contendo 16 litros de aguarden-
u, 1 barrica com 50 kilos de caf, I caixa com 34
kilos IHsna de ema.
IJ) vapor francez La Plata para Lisboa
cif-regarari : Jos da Costa Pereira 1 caixote com
9'i kilos do doce de caja'. Para Soutampton, Sann
d.vi Brothers 5c G. 2 calzas com semeutes de
atsear.is.
R30S8EDOR[.\ DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMI3UCO
Rjodiiaei:) do (ka 1 a 28. 50:0951982
. iieu |p da 29..... 11:702*786
Coasalado de Franca em Per-
nauboi-o
As pessoas qae teem relogios para concertar
na relojoaria da raa do Imperador, periencente ao
Sr. Anglade, j fallecido, sao convidados apo-
sentar soaa reclama^des no consulado de Franca
de seganda-feira 1* de maio at sabbado seguinie
do mesmo mez: passado este praso nao ser
altendida reclamscio slguma.
No dia Ia de maie, depois da audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, lem de ir a pra^a
por renda a casa de sobrado ra da Imperatriz
o. 46, por tempo de tres anuos, pelo prego annaal
de 1:838*878 que servir de base para a arrema-
tar ), caja casa vai praca a reqnerimento do
consenhor Antonio Hennqnes Rodrigues.
Inspeerao do arsenal de na-
rinha.
Faz-se publico que a commissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, os cascos, machinas, caldeiras, apparelhos,
mastreaedes, velamos amarras e ancoras dos va-
por fpojuca e Qiqui da companhia Pe mam buco
na de uavegacao costeara, achou todos esses b-
jectos em estado de poderem os vapores navegar.
Inspec^ao do arsenal de marinha ds Pernam-
buco 27 de abril de 1871.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
CONSULADO
Randi-uenndo dia 1 a 21
dem do dia 29. .
.
71:698*768
PROVINCIAL.
. 78:7061068
. 1:385*2U


80.09U309
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados o dia 29.
> n s da?, patacho nacional ilarinho II, de
192 toneladas, capitn Antonio Alves da Silva,
equipagem W, carga 9,030 ajTBbas de carne ;
a Amorira lrrao & C.
St George (pescando)30 das, barca americana
Per, de 320 toneladas, eapito Glass, eqnipa-
gr, 27, carga azehe de peixe ; a) mesmo eapi-
to. Veta refrescar e seguio para Rostan.
Muelo 3 dia?, lugar inglez Caroline, de 360 to-
neladas, cap.tiio Womers, oqnipagem 10, carga
assuear ; a Johnston Pater & C. Veio reetber
ordens e segu) para New York.
Tena-Nova27 das, barca ingleza Lavenia, de
250ton3latas, eapito Me. Kenie, equipagem
3, carga 2,240 barricas com bacalbo ; a
Saunders Brothers & C.
Montevid)30das,brigno lespanhol Romntico,
de 197 toneladas, eapito Salvador Argsraon,
eqoipagem 13, carga couros: a Pedro M.
Marty.
LiYar|)ool-60 da?, patacho ioglrz Albert, de 308
toneladas, eapito Duncan, eqaipigem 9, carga
liVrreMes geoero : a Jolmrton t'ater k C.
(.tiadlou|)e38 dias, galera inglesa Contest, do
1.190 Dneladas, eapito J. Russeli, equipagem
26, em lastro ; ao mesmo eapito. Velo re-
frescar e segu para Pondieherry na India :
tm 500 indio l -
Navios sonidos no mesmo dia.
AraratyHiate brasileiro J>ui h guie, eapito
Manoel Fernandes Jallo, carga differente g-
neros.
Rio da Praia-T-aiaehoamerijano William D. An-
ima, capuao W. U. Geokms, carga assuear.
Tendo, 4a coaformtdade com o *rt. 10 do
decreto n 4316 de 23 de marco de 1869, de proce-
der-se do de maio em diante o lanfamerito dos
impostos sobre Industrias e protiss5es,pe3soal e de-
cima de mo morta para o ezercicio de 1871-1872,
na freguezia de Santo Annnio desta oidade, previ-
ne-se aos senhores locatarios dos predios da refe-
rida freguezia, de qae deven exhibir os respecti-
vos recibos e contrates de arrendamento, vista
dos qaaes tem de ser Azada a qnota dos sobredi-
tos impostos, como determina o ari. 8 do decreto
n. 4052 de 28 de dezembro de 1867.
Recebedoria de Pernambuco 28 de abril de 1871
O laneador interino,
Ernesto Augusto de Attayde.
O laneador da recebedoria desta provincia,
abaixo assigoado. tendo de dar principio ao dia 1*
do mez vindonre ao lancameato dos impostos pes-
soal, de industrias, profissoes e decima das corpo-
raedes de mo morta as freguezias de Afosados,
Jaboat), Muribeca, S. Loaren,o da M..tn, Pd;o e
Vanea, previne a todos os moradores desta? fre-
guezias que tenham mo os recibos e contratos
dos predios qae habium afim de que vista del
le possa o mesmo abaizo assignado mare-.r a taxa
com qne cada um dave contribuir para acuelles
impostos no futuro ezercieio de 1871 a 1872.
Recebedoria da Peraamboeo 29 de abril de 1871
O laneador,
Manoel Io; Soares de Avellar
Mpas de coras, S0 lapas pretoar 0- dudas de la-
pes de pedra, 4 livros grandes ifi 100 folbas, 4
lamplSis grandes de folha, 6 Jogosde medidas da
folba, 4 libras de obreia francez redonda, 800
pucaros de folba, 30 pao de quark 6 maio d
sola aunada e 4 terrina de f -Iba dobrada.
Tambem o conseibo no mencionado da 3 de
maio prximo vindouro, de ignal forma contrata
o fornejiraenjo no eorrenle trimestre ^de abril I
junlio, i assuear branco grosso para os navio
da armada e eeiabeleciraeoto de marinha.
Sala das sessoes do conseibo de compras de ma-
rinha de Pernambqeo 29 de abril de 1871.
O secretario,
__________Alaxaodre Rodrigues doa Aojo
InspeccSo do arsenal de
atarlaha.
De ordem dp Exm. Sr. inspector faco publico
que aeha-se marcado o praso de 68 dias, a contar
da data do presente, para o concurso a que se vai
proceder nesta inspae jao para preenchimeato da
vaga de um lagar de araaaaeose da secretaria.
Os pretendemos devoro oscrever-se nc roen,-
eionado praso, e as babiltteeoes que exigl-e-lbes,
de conformidade co-n o r egqlamento de 15 da
maio de 1869, sio :
Prava de bom eomportamentp, e da. idaie de 18
anno pelo meos.
Mostrarem no concurso boa letra e eonhecimea-
to perfeito de grammatica e lingo nacional, assim
eomo da aritbmetica at a tneoria das propor(des
inclusivamente,
In9pecco do arsenal de marinha de Peroambu-
-.o 29 de abril de 1871.
O secretario,
Alezandre Rodrigues dos Anjos.
Santa Casa da Misericordia do
Kecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia precisa contratar cora quem por me-
nor prec) lizer, o aterro da camba existente no
quioial do coilegio doa orphos, para o que rece-
be propostas na sala de suas sessoes at as 3 o-
ras da tarde do dia 20 do corrente.
Secretaria da Santa Ca-a de Misericordia do Re
eife, 14 de marco de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues 4a Souza.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que ueste mez e no de abril pr-
ximo futuro, que o segando semestre do exercicio
corrente, relativo ao imposto sobre industrias e
profissoes, que comprehende todos os estabeleci-
mentos commerciaes.fabricas e oficinas etc., temde
ser pago sem multa, e que, lindo o referido prazo
se-lo-ha com a multa de 6 por cento.
Recebedoria de Pernambuco 3 de mareo de
1871. O administrador,
Manoel Carairo de Sonze Lacerda.
iroiro de Song
THEATRO

(REPERTORIO DE OFFEMBACH)
Os espectculos tero lugar lu-
varlavclmcntc nao
Tercas,
tilintas,
atibados,
Posalugo.
AVISOS MARITIMOSr
BAHA
O lugre inglez Amelia Wilson segu em poneos
das para o portJirTasostno arrega a frete commo
do : tratar eo cima, ralos & C., ra do-
Amorira n. 37.
O laneador da rocebedona desta proflncia,
abaixo assignado, previne aos donos dos estabele-
cimentos, oficinas e moradores da freguezia de
S. Fr. Pedro fioncalves, que tendo de proceder do
1 de maio em diaote ao lancameato sobre indas-
trias e profissoss, decima dos predios das corpo-
rales de mo-morta e de imposto pessoal, das
roas da Cadea, Encantamento, Cacimba e V,gario,
faz se preciso qoe tenham em seo poder os com-
ptenles recibos ou papis de arrendamento, em
vista dos quaes tem de ser-lhes marcado a quota
dos ditos impostos no acto do laocamento.
Recebedoria de Pernambuco 28 de abril de 1871
O laceador,
Jos Theodoro de Sana.
sortimen
ianceza
mercado, a
8enra^pr
rar se para
dias :
elas fjztffcs OgleziSy as mu pooprias des)
seru vapdMUB
ds doi
sem
de
da prottacia*pr)r estes
i ns
Tendo a alfandega desta cidade da comprar
diversos movis e outros artigos de que precisa
para seu ser vico, constantes da relaco que se
a ha em mo do parteiro respectivo ; o Sr. ins-
pector mande convidar as pesadas que os quelram
vender por prego menor daqaelle em une foram
estimados aapreseutarm sa^s propostas em carta
fechada na quioti-feira 4 de maio prximo futuro,
para ser preferida a mais vantajosa:
Alfandega de Pernambuco 28 de abril de 1871.
O 3 escripturario,
Joao Carlos Augusto de Figueirado.
Juizo.. dos Mtos da fazenda
QaiU'felra 4 de maio prximo futuro, depois da
audiencia respectiva, s II horas do dia, tria
praca por venda o seqainte :
As casas terreas ns. 286 e 288 da ra Impe-
rial, aquella eom 7 palmos de frente e 28 de fun-
do, 2 salas, quintal em aberto, cosinha interna,
avaliada oJfSOOjr; esta eem 18 palmos de fren-
te, 33 de URdo, 2 salas um quarto, cosiuba fra,
quintal em aberto, avaliada em 200*. para paga-
mento do qae devem os hedreiros de Amaro An-
lonio de Faria.
-*- A casa terrea n. 61 da ra da Gloria, com
20 palmos de frente, 2 salas, 2 quartos,'cacimba
roeeira, avaliada em 150*, para pagamento do
que devem os herdeiros de Marta Risa d'Assump-
cao.
dem n. 16 da ra do Cxo, em Olinda, com
20 palaKis de frente, 56 de fundo, 2 galas, 2 quar-
tos, cosinha dentro, quintal em aberto, por 3001,
para pagamento do que devera a viuva e hjrdei-
ros de Miguel Custodio) Lea.
Recife 28 de abril de 1871.
O solioilador da fazenda provincial,
Jlo Firrarao Correia d,e Araujo.
(consulado de Portugal
Por ordera do Sr. cansul e em conformidade do
dspof to qz convengo consular em vigor, se faz
publico que tendo fallecido o subdito Virginio
Freir do Oliveiro, so est procedendo ao Inven-
tario per este consulado, pelo qneso chamados o
credores para apresenlarem suas cenia? davida-
Companhia americana e
ra de paquetes a vapor.
Ateo dia 1 de maio esperado dos portos do
sul o vapor americano Nortk America, o qual de-
>is da demora do costme seguir para New -
ork tocando no Para e S. Tbomaz.
Para frotes a passagem, trata-se com os agen-
tes Uenry Forster A C, ra do Commereio o. 8.
Rio de Janeiro

Para o porto cima seguir brevemente a escu-
na nacional Tres Amigos ; para alguma carga
que Ihe falta trata-se com Pernandes & Irmo,
travessa da Madre de Dos n. 11,
f ara o Para
vai sabir eom a maior brevidade a
gueza Despique II, eapito Faustino
valho, por ter a maior parte d} seu
barca portu-
Joo de Car-
a, ijui re a uiaiui jroi re ui.-cu carregamento
engaprfo, e para o resto que rae falta, trata-se
com Ferreira & Loureiro na travessa da Madre de
DeosTJ. 10, _______
Mid fe Miguel
F' esperado do Estados Unidos o muito veleiro
palbabote Galena, e para o porto cima tem
promplo parle do seu carregamento : para o resto
que lhe falta e piftsageiros trata-so eom os seus
consignatarios Joo do Reg Lima 4 Pilho a ra
do Apello n. 4.
RIO DE JAlEiRF
iioji:
as 10 horas da mauhaa, no p
da casan. 12, sita ra
cife.
ro aatrar
rtiz do Be-
o* utenciltos existentes na re-
fiago sita a pdtt d Pa-
roizo n. 2.
O agente Pontnal vender
dado do llfm. Sr. Dr. iaiz do
ou mais lotes, os uteociiios da
HO
na mesma refmaco, s 1
por man-
co, em ugt
cima
8?"*S- 34, 137, 194. 7, 184, tt
S*8, !^I% >^. 98. 74,1),
PWPvtmTmiKO, 26* -387 R. 164, MS,
'?-***M W3C,tfC, 245 C, 6*7C,
S 76.S mc 3 c' 9 C, 262 C, 114
"SZ^'Ste"1* ,37C,2>L60G, 212
m, 219 a, HO^ 223 C.aW'm. 264 13 C, 31
Clv^A8' C 97 C, l7m. cTioc 114 C.
n04,?*,!?; C 14 C, 273 C, al C. 45 C, 48
C, lio C, 174 C, 54 C, YO C, 71 C, 136 C, 257 C,
72 C, 77 C, 87 C. 161-fi, 92 C, 207 a 103 C, 104
S* 2? S'JfiP C, 140 C, aSO C, IMC, 169 C.208
G. 184 C, ttS C. Ht C, 196 a 199 C, 200 C? 201
KO 7 C, Ufl-C SlftC, Mo G tti C, M
ailf 0,134 0. WC,266C,274C1 290 C, 292
O leilo lera lagar da pr.ca da Independencia
o. 33, al If horas ge dia cima.
LEH4
AVISOS BIVE8S0S.
Acha-A i
lttan(?ao
fal
da ioja de calqados da ra do
Baifto da Victoria n. 30.
O agente Msrtins levar novameote i leilo, por
despacbo do Illm. Sr. Dr. jou etpeeial do com-
ercio, a ar.macae e clcalos dJpia n. 30 da ra
'Baro da Victoria (amiga roa Nova), que faz
TU d* massa fallida de Feraaopa Stepple da
BOJE
fDEMAlO.
A's 11 horas do da, na mesma Ioja. O* prelen-
dentes pdera exaraiiar o balancam mi do dito
agente,
LEiLtv
r
(Transferido por causa da
chura.)
A 2 DE MAIO PltOXIMO.
O agente Oveira faca le la >, a reqnenmento do
deposiario da massa fallida de Joo Francisco flor-
es Kerreira, e por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz
ie dirata especial do commereio desta cjdade, de
todos es artigos do estabelecimeoto de dito fallid'),
consisindo em diversidades de licores e cognac
naos, champaaha superior, vnoos eepeeiaes, eer-
vejas, doces era lats, barrilinhos e em fraseos, sar-
diabas,sardilhas e ervilbas, conservas, sopas ingle-
zar,mochos de palbinha, mesas eom marmore, copos
e chrystaes, lenca, mesas e lavatorios, cartera, oce-
lo de alcance, cofre de ferro, machinas e formas,
sorveleiras, prensa para cartas, relogio de parede e
talheres e trinchantes, garrafoes, Jarra, caudas
vasios e iaouroeros outros artigos, segundo a rela-
cdodelles em mo do dito agente. Em seguida
ser vendida un;a raobilia de amirello contendo 12
cadeiras de gaarnico, 2 consoles, 1 mesa redonda
eom podra e 1 sof, 1 relogio de prata, 1 corrente
de ooro e outros artigos mlndof:
TERCA-FEIRA
s 11 horas da manha em ponto, no armazem
sito ra do Commereio n. 18.
LEILAO
os
FAZENDAS
INGLEZAS LIMPAS B AVARIADAS
TERCA-EEIHA
2 de maio, a 10 horas em ponto.
Milla Latham A C faro leo, por intervengo
do agente Pinto, de madapoloea e algodo -innos
com a varia d'.igua salgada em continuado e para
fecbamento da eontas vendero tambem algumas
faxenda limpas eahlBjnt&s na acmaiaa 4a ro* 0>
Cruz n. 38, onde se efectuar o leilao.
de madapoloes e algodes avariados.
TERgA-FEIRA
2 de maio, s 10 horas em ponto.
0 agente Pinto levara leilo, por conta e risco
de quem pertencer, differentes madapoloes e algo-
ddes, parle de volaraes avariados bordo dos na-
vios inglezes Minnie-Grey e Flora, s 10 horas do
dia cima dito, no armazem do sobrado da ra da
Cruz n. 38.
DE
limpas e militas ava-
lladas
i 3 do corrate maio.
Pbipps Brothers St C faro leilao, por interven-
cao do agente Oliveira, de diversidade de fajeadas
inglezas limpas, e de porgues de outras em estado
de avaria
QARTA-FEIRA
s 10 horas da manha
em seu armazem, sito ao largo *do Gorpo Santo,
Recife.
IMalLAO
da taberna sita ra de S. Jos
n. 2.
O agente Pontnal vender era leilo, por man
dado do Illm. Sr. Dr. juiz do cornmercio, os tten-
elio?, arraago o gneros existentes na taberna
cima, pertencentes massa fallida da Venancio
Ferreira da Cruz, em diversos lotes :
HARTA FEIRA
3 falo corrente
na taberna sita ra de S. Jos a. 2, s 10 e meia
horas.
.-aa iuaai e contratada
raa do Jardim d, 16 ; se
a casa terrea
al|uem boa-
ver qae se julone com direito a mesma por
qoalqoer litlo, dirija-ae no pras de trea
dias a esta typographh, qae achara com
qoem tratar. Recife, 27 de abril de 1871,
Preeisa-se de um eaixeiro que tenha pratl-
a de taberna, de 14 a 18 annos de ida de : na
roa da Gloria o. 95.
Jos Gomes Villar vai Europa.
JKi-
Precisa-e de urna ama para com-
prar e cofjnhar : na ra da Impera-
fria'o, 8, Ioja da Rosa Branca.
Hospital dos lazaros.
PrecJaa-se de loas serventes para o aervico do
hospital tendo praida, casa e ordenado, a fallar
eooao regente no mesmo hospital a qualqoer hora
do dia.
Francellno Ferreira da Fon-
seca, ferido da mais paogente dor, pela
prematura raorte de sna prezada e sempre
chorada esposa, Emilia dos Qaadros Lins,
agradece cordialmeote a todas as pessoas
qoe se dignaram acompanhar os restos mor-
taes ao cemiterio publico, e convida-os de
novo, assim como aos prenles da dita fina-
da, para fazerem o caridoso obsequio, de
assistirem a missa do stimo dia, qne man-
da celebrar no dia 2 de Maio, p. f. pelas
5 horas da Manha, no convento do Garmo.
Recife I de Maio de 1871. *
Um amigo do finado Joo Alves Machado manda
resar urna missa pelo repooso eterno de saa alma,
as 8 horas do dia terca-feira 2 de maio, no con-
vento de S. Francisco, para o que convida os pa-
reles- e amigos do mesmo finado.
'; 'v
Claudino d'Araojo Guimares, tendo recibido
a infausta noticia do fallecimento de seu presado
p*i o Sr. los Joaqoim de Araujo Guimares,
manda rezar algumas missas pelo repouso eterno
de sna alma ne 4ta trra feira 2 de maio prximo,
futuro ? 7 hora da maanaa, na igreja do con-
vento de S. Francisoo. Roga aos seus amigos e
aos 4o seu fallecido pai o caridoso obsequio de
assistirem a ella.
V^
%1^
o. 15, Ioja.
Precisa-sede orna ama que
saiba coziohar e comprar
com perfeico, para urna ca-
sa de pouco familia -. na ra da Aurora n. 84,
2 andar._______________________
Preeisa-se de urna ama li-
vre ou escrava, para cozt-
nhar : na raa da Imperatriz
Ama de leite.
urna sem filho '. ra de Hortas
Precisarse de
n. 30, sobrado.
Os abaiio astiguados tem adraettido como
socio de sua casa commercial ao Sr. Tbomaz J.
Harding, desde o dia 1' de maio corrente do anno
de 1871.
Recife, 19 de abril de 1871.
_____________MMbens Aistin A 6.________
Precisase de. um eaixeiro de fia 18 an
nos de idade, que d fiador de sua condneta, para
a taberna da ra Augnsta n. 116.________ __
Precsa-se de urna ama de rtie idade e de
boa conducta para casa de pouca fo?Ja4M9gfrrua
deSaolaTherezan.il ________^#_
*Aluga-se o I* andar n. 47 da ra do Imperador,
concertado, catado e pintado, podando ser babi -
tado por qualqoer familia : no sobrado n. 39 da
roa do Baro da Victoria.
jr*.i>
Aatoaio Jos da Silva Albnquerqno pelo pre-
senta convida a seos prenles e anigos para as-
sistirem a missa do stimo da do passamento de
auassmpce chorada esposa, na igreja desse povoa-
do, as 8 horas da manha, terca-feira 2 do corren-
te, e desde j agradece a todas as pessoas que
concorrerem a asta acto de oaridade e religiao.
Povoaeo dos Montea 1 de maio de 1871.
A raa Primeiro de Marco (outr'ora nm da
Crespo) n. 23 e casas do costana.
O abaizo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lixes bilhete nm roeio n. 2239 com 5.080*000,
dous quartos n. 2683 eom 200*000, e outras
sones de 40* e 20 da lotera qoe se acabos de
extrabir (1901), convida aos possuidorea a vrera
receber na conformidade do eostume sem descont
algoso,
Acham-s venda os bilhetee garanMos da
4.* pane das loteras, a beneficio da igreja de
Nossa Sennora da Soledade (194.a}, qna ea ax-
iraair na saxta-feira 5 do mes vioOeoro.
PREgos.
Bilhete inteiro eaXX
Meio bilhete 3*000
Qoarto |*f00
Em porco de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Hato bilhete 3*700
Qoarto 1*350
________________Manoel Martin Finia.
No betel do Universo, Da rna do Cemajorcio
n. 2, se precisa de um cosinheiro e um copeare ,
quem estiver as eondiedes de bem servir
reca.
AVISO.
riA>J2-.o sabor oo ohMo cbp PoroutuDUCC, 001
tutra provincia do Imperio, Mara do Livrameato.
d'Oliveira, casada eom Amonio Marques do San-
to?, sendo este nalcral de Portugal e aapeHofi-
Iha da freguezia de S. Lsmrenco da Mal 14, efde
rea)iou o sea consorcio a 28 de Janeiro dja |aV.
_ Um tarante.
MI MS MU l Hl
O advogado Manoel Jos Pereira de Mel-
lo passou sua residencia para o segundo
S andar do sobrado n. 19, na roa da Penba
I e o escrptorio para o 1* andar do sobra-
do n. 43 na ra do Imperador, onde exer-
5 cera sua protissao, e poder ser proco-
rado.
Precisa-se de urna ama qne saiba rnaiohor.
comprar e engommar para urna pessoa : na ra
da Santa Cruz n. 48, defronte da ribeira da Bea-
Vlsta.
ATTENCAO
O professor de mnsica Antonio Martins Viaona
ex-mestr* da msica do corpo de polica, fes
sciente ao publico, que nao foccon mais na dita
msica em razio de ter sido despedido por pug-
nar pelos direitos de seus musieos e por ser
contra os caprichos do eapito Alvaro Conrado
Ferreira de Aguiar, que entendeu que devia ser
itimigo lidagal do msicos. O mesmo profesar
deelara, qne por se aclnr presentemar.te folgado
de tantas occopacoes que o ac>rretavam, contina
no desempenho de sna arte, leceionando msica
e qnalquer instrumento, pelo que offereee se a to-
dos qoe Ibes qnizerem dispensar suas proteedes :
na rna da Paz, outr'ora ra do Canno n. 28.
* II" A Na tua de Hortas n. *8 existe urna
alH'l escrava para o ser vico domestico.
0 Dr. Augusto Trajano de Holanda l^saco
nao pjdendo despedirse pessoalmente de lodz
os seos amigos, do que Ihes pede de-culpa, o faa
por meio do presente, e offerece-lhes seu fraco
presumo na Europa, em quaiquer parte em qoe
se achar.
Restaurante de Pars, ra das
Lar auge i ras n. 4.
Precisa-se de um cozinheiro bom : paga-se
bem.
1 Easino paiticular.
Mara Genorosa de Figueiredo, professo-
i ra particular de meninas, autorisada pela
JS directora geral da instroeco publica,
B mudou sua residencia para a roa da Glo-
8 na n 84, onde novameote espera a con-
fianca e protegi do publico, a bem da
edueaco da infancia.
g. m* ja Precisa -e de urna para cozi-
Jm.irM.im. nhar : na rna dos Pires n. 46, ta-
berna.
5

1 i(< $1
E esperada dos Acares por estes pouos das a
barca portngueza Amizade, e demora-se neste
porto apenas ura da; recebe passageiros para os do naqnella occasio effeetnar-se dita venda defl-
quaes tem bellos commodos: a tratar com os seus
consignatarios Joo do Reg Lima & Filho, ra
do Apollo n. 4.
Lisboa e Porto
Para esses portos segu com rauta brevidade o
brigue portugus Relmpago. Recebe anda al-
guma carga a frete commodo e pa-sageiros e tra-
ta-se eom os consignatarios T. d'Aquino Fonseca
& C. suecessores, na rna do Vieario n. 10.
LEILOES.
LEILAO
G
( pa hquidagd) )
NO WA DE MAIO) PRXIMO
agente Oliveira far leilo de ura bello
nitvamente, com quem melhor offerta fixer : o
leilo ser effectuado s 10 horas era ponto, no
armazem da ra da Cadeia n. 28.
' LEILAO
DE
JUVENOO ANTONIO GAIO.
A socledade Baneftcente Restauraco Pernara-
bucana convida a lodos os seus membros, paren-
tei.e amigos do finado Juvencio Antonio Gaio,
para asistirem as missas que se hode celebrar
peto repouso eterno do referido-seu muito prezado
de cambraia, chales d ganga, pannos finos,
casimiras, cobertores, 1 armario, 2 me-
sas de pinho, 2 macacos, 2 metros para
donas de garrafas com cognac, 1 escada nb> ^u 7 horas do d.aj amanha 2 de maio.
de caracol, i macuina de copiar e 10
caixinhas com capsulas para rewolver
QUARTA-FEIRA-3 DE MAIO A'S 10 HORAS.
O ageoto PntoJevar aovamente leHo, de
conformidade conro despacho do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do commereio, as fazendas e mercado
ras pertencentes masa fallida de Magalhes A
Irmo?, servindo de base as efferlas obtidas no
leilo do da 28, de abril proxTmo passado, deven

Joias de ooro e bri-
lhantes dados em
penhor.
Segunda feira 8 de maio.
Maurieio Jos dos Santos Ribairo, nao tendo po-
dido, por circumsiancias imprevista, effeotuar o
leilo annunciado para os dias 10 e 14 de mez
prximo passado, o far no dia cima, de todos os
bjectos vencidos e nao pagos, dados em peohor,
podendo seus donos resgata-los ou pagar os jaros
;qae esto .devendo ante oaclo do leuio, o qoal
TRILHOS URBANOS
oo
Kecife Olinda
e Beberibe.
Por ordem da directora sao convidados os se-
tibores aeckraistas para, no praso de 10 dias, con-
tados do l*de maio prximo futuro, roalisarem a
sexta prestaco de snas acedes, da 9* emsso, na
razio de 10 00.
Para esse fim sera encontrado o Sr. thesoureiro
no escrptorio da companhia, roa Nova n. 33, 1*
andar, das 10. horas da maoha s 2 da tarde de
todos o dias uleis.
Escrptorio da companhia 28 do abril de 1871.
Joo Joaquim Abes,
1* secretario.__________
Atuga-se urna exceilenle e liol escrava para
comprar e eotinhar em esa de familia ou homem
jolteiro : quem precisar dirjase em Santo Ama-
ro ao sobrado junto do cemiterio inglez.________
V Bom
Precisa se defama ama boa
eogommadeira : oa ra dos
Pire, sobrado a. 27.
iii im
negocio
Precisa-se de 600*, dando-se um bom escravo
como garanta, fleando os servioos desse pelo pre
ma : quem qnizer fazer este negoeio annoncie
para ser procurado.
Companhia Allianca
DE
seguros maritimos ostabelecida
na Babia em 15 de Janeiro -
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mereadorias e din- e:ro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agenc i ra do Com-
mereio n 17, escrptorio de Joaqnim Jos Gon-
ealves Reltro._________________________
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRI FOCO*
A companhia Indemnisadora, eslabelecida
aesta praca, toma seguros maritimos sobre
aavios e seus carregamentos e contra fogo
dio edificios, rn'rcadon.'.s e mobilias : na
roa do Yigario n. 4, pavimento terreo.
aMHMMaVMaVWMmWMmmmmMHB9
'm
\ryi
Joo de Almeida Pinto e lira.
Antonio Lniz d Oliveira Azevedo e sens filhos
pungidos de doloroso sentimenlo pela infausta no-
ticia, qne acabam de coceber, do fallecimento do
seu prezado cnonado e lio Joo d'Almeida Pinto e
Silva na cidade do Porto, no da S de abril prxi-
mo passado, msndam celebrar missa do rquiem
pelo .repouso eterno da alma daquelle, que to
charo era tua otima, amizade e gratido. na
Igreja matriz do Corpo Santo, pelas 7 horas da
manba de quarta-feira 3 do correle. Para este
acto de religiao e caridr.de christa espetara ser
acompanbados em astisieneia Dlas pe?, as de.
snas relactSes e amizade ; certos de que por lio
relevante obsaquiendade gravaro em sens cora-
c.5es um justo tributo de gfatido., j_______
Ai;
- Na rna da Saudade, casa o. 27 (Boa-
Vista) precisa-se da urna ama que cexi-
nhe bem, a cas de pouca familia e
paga-se razoavelmente.
Joaquim da Costa Martins vai Europa'
Advogados
FRAKKUN TAVORA
0 CASTELLO BRANCO 0:
m Ra do Imperador n. 43, 1 andar, sala
* da frente.
I Solicitador
0 O bacharel Francisco da Cunha Ca-
JM tcllo Branco lem seu escrptorio de sol'
25 citador. na rna do Imperador o. 43, i!
9. anlar, sala da ^^'^^^^


.
!
BBmxaxete


Dimito tU l'eruaaufcuoo Sejaiida fcira 1 vlc Jaio i* ^jl
i i -i
#
BERTHOLINI C.
^^^ "^^ ANTIGA, E BEM, CONHECIDA FABRICA.
CHAPEOS DE SOL
iRua do Barao da Victoria, esquina da Cainb6a, do Carmo, n. ^^V^}0^
i
SITIO
ai- ara pequeo si-
esta cidade: & roa
Um estringeiro precisa al
lio, mu algara M arrabaldes
Uo Commereio o. 40.
. Precisa-se de arnaco para cozi-
nkar e engommar pan casa de poaca
familia ; tendo alm disto um mole-
que pan ajudar: na roa da Unio
B. 61___________
Precisa-se de ama ama pa
ceziobar e comprar para
casa de poaca familia : na
roa da Cadeia do Recife n. 11, loja. _____
can
fabrico,
para c*ca,chnmbeiros e
MANUEL c C.
Cadete de cava^aria.
ama Direiu r. 53. loja de ferragens, precise
se tallar ao Sr. Hercnlano Cavalcanli de Albuqar*.
qoe, cadete de cavallaria.
%Hfc
O verdaieiro vinho
DA
I tff
cominodo, tem
boje roa 4o Marques de Olinda,
ansa, h. **-* JHf != SS? S"^-rsKSf";K
S*5Xii wl*w. nulo raludo iriM d cb.po de sol <
i aTtawmdaa rae a demora da fabricas* bem denota.
AO] figurn* de moda*
NOVA MODISTA.
D. U. Canegal, cose, corta e prepara com muiu
perfeicio, maito gosto e i moda, vestidos de se-
ahora para casamentes, bailes, soirs ou passeios;
assira como costames para criangas, e vestuarios
para baptizados, e encarrega se de cortar qual-
qaer costara, garantlndo a maior promptidao e
precos muito rasoaveis. Na antiga roa Non n. 67
l. andar.________________
HAIIlItAlll
O Campos da roa do Imperador. n, 28,
tem a satisfago de a vitar muito particular,
aos amantea do ja bem conhecido vinho da
Bairrada, que est naunica possed'uma re-
mcssa desse nctar, vindo pelo brigue Se-
berano, e que nao v3o por aDnuncios bom-
bsticos, qoe sao arda muito de proposito
inventados, para nelles esbirem os inexpe-
rieotes.
Assira, pois, aquellos que quizarem sabo-
rear o verdadeiro nctar das viobas da
Bairrada, nSo tem mais qoe dirigir-se so ar-
mazem do Campos da na do Imperador n.
28, onde encontrJo amostras do dito viobo
que se darlo tambem para as casas particu-
lares.
Vejara e ezamioem........
Cuidado com as imitac&es
Agr A C. faz ver a todas as pessoas com
Juera tem transagdes, qae o Sr. Pedro Advineula
e Almeida, nao mais tea caixeiro, desde o da
24 do correte, e qoe nao se responsabilisam e
nem levam era coasta recebimentos fetos pelo
mesmo Advincula, deois desta data.______
AMA DELEITE. ,
Na roa do Livramento n. 33, primeiro andar,
precisa-se de ama ama de leite que nao lenha
fllbos. '_______
Co/inheiro.
Preeisa-se de um bom eozioheiro na roa do
Bario de 8. Borja n. 34.
OIMARHIORE
B' no elegante armazem junto ao Diario, ana
qaalqaer chefe de familia forneee sea dispensa Jo
melhor qae existe no mercado e por precos mui-
to favoravtis, como sejam arroz a 100 ri. a Ufen,
velas suarinat a 640 rs. o masso, vinbo flfwira
por 500 rs. a garrafa e tambem ha mais paralo,
balaios de diversos tamanhos, calinitas protrta
para mimos, caf de moca, ervilhas portngneas
francezas, ameixaa em frafcoe, laus e scela*,
marmelhada de Fernando Rodrigues, conserva,
molhos e mosttrda, licores de diverus qnaUda-
des, doce de goiaba em caiiio e latas, bolaxiibas
de diversos aotores, matsas pan sapas, sebrtas
rndes, azeitonas em baris e latas, vanos rao
Perto dos meibores autores, qneijos pralo e do
reino a 3*000 e a 31300 ; o proprietari deste ar-
mazem responsabilisa se pela boa qualidide ios
geoeros vendidos em sen armazem, assim coa ga-
rante todo asseio o llmpeza, em virtade do ni
convida a seos numerosos fregueies e amigos a ti-
ren) visua-lo.
Na roa da Matriz da Boa-Visia n. 56, Ia
dar, tem ama escrava para se alagar.
an-
Pela segunda vez pede-se aos Srs. Trajan<
Cesar de Albuquerqne e sea mano loventmo C
de Albaquerqoe o favor comparecerem loja di
ra da Imperatriz-n. 48 a negocios qae nao Igno-
ram.
i\ RA DO BMO DA VICTORIA \
&
Neste novo armazem tem um
nriado sortimento de fazendas
francesa), inglesas, allemlas e to-
das todas se vendem por precos
mochas, aflm de acreditar a este
novo annaaem.
Ceseum-as ktglezas,
fj-anceeaa, de todas as
quididades, brna de
orea e brancoa, colei-
rinbos modernos, cha-
peos de sol do seda,
tnoa.
DE
ARRUDA IRMAOS.
BA
da Victoria
antiga na
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
oficina de alaiate, montada com
todos os preparas que ha de melhor,
dirigida por habis artista, que
pela soa promptidao e perfeicjfo
nada deixam a desojar.
Roupa de Udos os
amanos para homens
meninos.
Por todos o paque
tea recebem-ae ta me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
ROA
IV..

Bario d *) Victoria
aatifa na
NOVA
H. ti
Este eiitabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e am pontoahdade as encom-
jDendaa, Analmente em tudo aflm de melhor eervir oa aeua numerosos freguezea deixa-ae de annunciar todas u fazendas, para
nio se tornar maaaante %
!
Allencao
Urna pessoa habilitada propoe-.-e para mestre
de msica de gnarda nacional, oa alguma socieda-
de fon desta cidade: achara com quera tratar
oo pateo da Ribeira n. 18.__________________
Precisa-se de urna engommadeira, livre ou
escrava, para casa de familia : na ra do Pro-
grenso (Soledade) n. 7.___________________
GASA DA FORTOHA
RA DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 13.
Aos 20:000*000.
O abaixo asrignido tem sempre exposto ven-
da i felizes bilheks do Rio de Janeiro, pagande
projiptamente, como eostnma, qoalqiier premio.
PRECOS.
Inteiro 54*000.
Meio 1SI009.
Quarto 6*000.
Hanoel Martins Finia.
m stawnMwatiM
m WHIMII
ADVOGADO
Dr. Joaqlim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67
Jos Pereira Martins, subdito portagnez, vai
a Enrona tratar do sna sande.
!
Precisa- se para casa de pequea familia de
ama ama, qae engomme e qae tome conta de
nma menina ; i tratar Praca da Boa vista n. 30,
9* andar.
A TUROUEZA
Esta nova loja tem, alm de completo sortimento de fazeodaa, o seguate qoe
vende barato :
Cretones de cores fixas a 400 rs. o covado.
Maito boas mussalinas a 480 rs. o dito.
Baptistas a 560 rs. o dito.
Fustoes de corea para vestidos a 600 e 800 rs. o dito.
Laazinbas a 440 e 660 rs. o dito.
Alpacas de cores a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinbas de listras a 1*5500 o dito.
Organdys brancos a 800 rs. a vara,
Saias de 13a e brancas de 43 a 12#000.
Lindas camizinbas a 10)9000.
Lacos de fita para cinto a 4# e t000.
Punhos e golla de grs a 4,9000.
Chales de merin eslampados a 36500.
Baloes a 3^000. mmn.,.
A' ra do BarSo da Victoria n. 9 (antiga roa Nova) Iota da TURQUEZA.
Mudanza.
O Lachare! D. Lniz da Silveira mudoa
soa residencia para a pnca da Roa-vista
n. 30, 2* andar, onde podo ser procura-
do para todos os negocios, quer particu-
lares, qaer tendentes soa pronssao de
advogado.
Solicitador
Vicente Licinio da Costa Campello contina^
exei cer sna profls: o nos auditorios desla provi n
ca, reeiiindo i ra Angosta n. 3, e tem escripto-
rio i roa do Impeador n. 35. ____
Alciga-se nma escrava de 14 aanos que-ji
fas lodo servico de cas : na roa do Imperador
n. 5<), 3* andar.
AMA
Na roa do Corredor do Bispo n. 5
precisa-se de nma para o servico de
nnu. casa de doas pessoas.
MOLESTIAS DOS (ll,H0S
O occnlista
DR. PIRES FERRE1RA
medico pela faculdade de l'aris, e
considerado habilitado para exercer
a sna profissao no imperio do Bra-
sil pela facoldade de medicina do
Rio de Janei o, bacbarel em cien-
cias pela academia de Scien<;ias de
Pars, raembro titular da acidemia
imperial de medicina, ex-ctefe da
clnica de molestias de olhoj do Dr.
Weeker em l'aris, etc., tendo o seo
gabinete d'oculstica na roa do R>
sario n. 64, e residindo na roa da
Ajada n. 42, abi preparou jccom-.
modacfies enpeciaea para receber
doentes de oihoe em tratanento,
desla forma offerecendo v^ritegens
napreciavais aoc^oenles dis pro-
vimiia que tenhein de procu-
rar recursos na corte, tendo a
certeza de abi encontrar tudas as
coaimodades necssaria8 pira um
bota tratndolo,
\mmsm mmmmnm
SALAO DE (MLLEIREIRO
Boa Primeiro de Marpo (antiga Crespo)
n. 7 A 1 andar.
Neste bem montado estabelecimento, os amadores ( joda encontrarlo o qut
ha de mais moderno e delicado para ponteados, como sejam: bonitos e excellentet
cokes, trancas, cacbe-pnes, assim como faz-se todo e qualqaer trabalbo de cabelle
qoe se encommendar.
Acba-se tambem o acreditado Tnico Delsoc qae se recommenda pela sua ex
ceente composicSo. 0 dono desle estabelecimento, d'ora em iante, pode tnT pro
corado a qaalqoer hora do da para os mistares de sua profiaaio._______^^^^__
CABELLEIREIRO
A TRANCA MONSTRO
Sna Duque de Caxias n. 59 Io andar
Salo para cortar, barbear, frisar e Ungir os cabellos com aceio
e perfeiqao.
Recebe-se encommendas de todas as qualidades de posticos, tanto para a provin-
cia como para fra delta.
MOFINA
Roga-se ao nim. Sr. Ignacio V.elra de Mello, 4
erivio na cidade deNazareth desu provincia.
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a < oucluii
aquelle uegocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela tereeira chamada deste Jornal, em fine
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a (evereiro e abril, e na la camprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pola V. S. se deve lembrar qae esto negocio
de mais de oito annos, e qoaado o senbor mo
flho se aebava no estndo nesta cidade. ____
METHODO CAST1LHO. "
Secnndino Jos de Pana SimSee. profeisor par-
ticular de instraceo elemeour pelo methodo Cas-
tilho, avisa ao respeitavel publico e ora espeeia-
lidade aes pais de ceas alumnos, que est abena
a sua aula desde o dia 16 de Janeiro, roa da Pe-
nha n. Vi, aonde contina a receber alumnos in-
ternos e externos por preco eommodo. O mesmo
professor promette maito se esmerar pelo adiau-
lamento de seas alumnos. <
ViaVfc
servico da mesma
18, 3* andar.
Precisa-se de ama ama for-
ra oa captiva para casa de
nma pessoa, e para farer
a tratar na raa do Cruz u.
MMn
Oompanhia '
Santa Thereza.
De ordern do conselho de daneco s5o convida
dos os senhores accionistas a realisarera a 5' en
trada de SO 0)0 do capital subscripto at o dia
do corrente, no escriptorio do direetor ealxa o
Exm. Sr. Bario da Soledade, praca do Corpo
Santo.
Recife 1 de abril de 1871.
O gerente,
Justino J. de S. Campos.
tr
Companhia Santa Tbereza.
Baalsai* de too aeeeea de
SO* cada nsaa.
Tendo am dos senhores accionistas desta com-
panhia, na forma do disposlo no artigo 11 dos
estatutos, perdido o direito nao so as accSes que
subscrevea, como i primeira entrada de SO 0(0,
nica qae realisoa, sao convidadas as pessoas qae
pretenderen! ellas, dirigir seas pedidos direc-
5ao com deolaracao da quantidade, aflm de serem
convenientemente altendidas. Recife 20 de abril
de 1871.
O gerente, .
Justino Jos de Souza Campes.
Preeisa-se de urna ama
para todo o serviro de nma
a. !*!U ISSk" ttoi d'? 1 -vcv.i fac!U : f;
ra* da P^-nua n. 2r>, p^ubIoi
Precisase
llagar nm moleque de idade de 12 a 18 annos,
oa preu de rue idade, p^ga-se bem : a roa No
~ l'.
^luga-se
o primeiro andar da roa da Penha n. 25
tar no mesma
a tra-
Preeisa-se de nma ama para comprar e co-
sinhar : na rna de Hortas n. 1.______________
Serra do Pontos
Parabyba do Norte.
Pde-se ao Illmo. Sr. Antonio Lelis de Soma
Pontea, que queira mandar ultimar o negocio de
seo inieresse com.os abaixo asignados nesta ci-
dade, qne pedem desculpa de nio ir on mandar
l pela grande distancia e incommodo qae Ibes
causa, como pela incerteza de o encontrar.
Recife, 48 de abril de 1871.
Tasso Irmios,
Em HqodacSo.______
Aluga-se nma casa em Olinda, na roa da
Boa Hora, c>m bastantes commodos, quintal mo-
rado bastante grande e com alvoredos, cacimba
de agua doce por bvato preco: a tratar na ra
do Queimado n. 65._______________________
Precisa-se de um caixeiro; no pateo do
Terco n. 63 padaria, e precisa-se de ama ama pa-
ra cosinhar e comprar.__________________
Joaquina Manoel Ferreira, vai a Litboa e
deixa por sea procurador o Sr. Joaqaim Manoel
da Costa.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinhar : a tratar
na roa da Alegra n. 5.
Precisa-se de nm
mero 91
Cozinheiro
tratar ra do Brom nu-
Os senhores donos de urnas obras qua
existe no becco do Sarapat n. 8, tenbam 9
bondade de mandar buscar at o dia 4 do
mea de maio.
Recife 26 de abril de 1871.
Agostinho Jos de Barros.
Seguros contra-fago
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital........ 20,000:000*000
Pando de reserva .... 8,000:0004000
Agentes,
Mills Lathan A C.
RA DA CRUZ N. 38.
MACHINAS
PARA COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da roa Na-
va n. 22, om sortimento de machinas pa-
r costura, das meibores qualidadea 400
existe na America, das qoaea murtas ja sao
bem conhecidas pelos seos autores, como
sejam Weller 4 Wilsoo, Grover 4 Boka,
silenciosas, Weed e Imperiaes e ontrai
moitas qae com a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas teem a vantagetn de In-
zer o trabalbo que trnta costureras pdem
fazer diariamente e cozem com tanta par-
feic5o, como as mais perfeitaa costureirai.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalber com perfeicSo em menos de 1
bora, e os precos sao t3o resumidos que
devem agradar aoa pretendentea.
O -Sr. Miguel Candido de Medeiros
Pinto erogado a vir a esta tvpographia.
A Sra. Maria Candida Vilella, professora
particular, qoe morn oa mora em N. S. do O'
em Goyanna. rogada a vir rna do Cabag no-
mero 2B.
AVISO
Teodo-se perdido a caotella n 1210 passada
em 10 de abril deste anno na casa de penhores
do Sr. Natban DannaUsr, roga-se ae mesmo se-
nbor qae s acceite o resgate da referida cautela
pelo sea proprio dono do qne passar o recibo.
O Sr. Antonio da Cunba S. Goimares queira
mandar esta lypogrsphia negocio de sea inte-
renee.
MACHIAS
A iOdOOO A SERRA,. PARA DESCARO-
CAR ALGODAO.
Vende-se no arroaxera
i roa da Croa n. 26.
de J. A. Moreira Das :
applicado com grande
s moleetiai de pelle chre-
Attenpao
Terpsichor^
Julgamos conveniente qae o publico 'saiba
quem sao os cavalheiros qae eompoem a directo-
ra desta sociedade. Ei-los:
Presideete.Antonio Annes Jacorae, defronte da
Aliandega.
Vice-presidente. Manoel Francisco Cardoso
Gulmaraes, rna do Trapiche.
Ia *fcreurio. Antonio Ferreira de Carvallio,
defrotte da alsandega.
Thesonreiro.Carlos Al ves Barbosa, ignora-se
a sna residencia,
Continuaremos
5 abaixo assigoado declara a quem interes-
sar possa qae eomproa ao Sr. Joao Possidonio da
Suva Ros a loja de lariarugueiro n. 1 sita a rna
das Larangeiras, livre e desembaraoada de toda e
qaalqaer divida ; entretanto se algoem se jolgar
credor queira apreseniar sus comas dentro do
praso de oito dias, aflm de se pagar.
/alio Rodolpho de Soasa.
Manoel Espindola de Mendcnca, murador
roa do Bram, e Antonio Jos Ferreira Refinador
morador rna da CODCoidia, socios da firma
commercial Manoel Espindola de Mendonca A C.
tem sea escriptorio a roa da praca da Asso-
ciacio Commercial rna do Trapiche n. 28 1* an-
dar, onde pode ser procurados para se encarre-
garem de carregar e descarregar navios para qae
teem bem construidas e novas alvarengas, e pro-
metiera servir o commereio nio s com pontoall-
dade, mas por menos preco qne outro qaalquer.
Preeisa-se de ama criada, tendo para engom-
mar e arranjos de casa : na roa dos Pires n. 23.
p Dr. Corte Real, segu ouje para a provincia
do Ceara, nao podendo despedir se das pessoas
da sna amizade, em consequencia do sen grave
encommodo de sande, o faz por este mel, apro-
veila a occasio para agradecer aos seas eollegas,
3ne tiveram a bondade de visila-lo, e aconselba-lo
arante sna molestia, offerecendo a todos o sea
prestimo, em qaalquer lagar aonde se eche.
Recife 29 de ebril de 1870.
AMA
Precisa-se de ama ama
treita do Rosario n. 3.
na ra es-
COMPRAS.
Comprase nm Manual Homeopatbico pelo Dr.
G.[H. G. Jahr : na rna da Cadeia do Recife n. 1.
Compra-se
1
Da casa n. 35 da roa dos Pires sabio na noite
de 26 do correte nm eavallo eastanho, tendo ape-
nas am sigoal braneo no quarto e querdo, sem
ferro algum, gordo e bom andador : quem o ti-
ver e quizer restitoi-lo, dinja-se a mesma casa,
qae ser recompensado.__________________
Acha-se justa com o Sr. Antonio Leal de
Castro Delgado a taberna sita na travessa do Cos-
ta : quera liver alguma reclamncio a fazer, diri-
ja-se a raa da Gola n. 7, taberna, no praso de tre <
dias.
Cidade da Victoiia
O abaixo assigaado, cesionario por compra fei-
ta ao arrematante dos impostes das agurdenles
dos habtiantes desu cidade, declara aos mesmos
habitantes ao publico qae o Sr. Joio Rufino Fer-
reira Filho nio tem poderes nem titnlo algum pa-
ra cobrar tal impo.-lo ; e protesta contra qualauer
cobranca qne o mesmo senhor fizer, como falso
procurador, sob as penas da le.
______ Leonardo Bezerra Cavakanti.
Preeisa-se de nma ama para o ser-
vico de dnas pessoas : na rna do
Coronel Suatsana (antiga rna Au-
AMA
gasta) n. 90.
Emprestase a quantia de 3 a 4:000*000
premio de 1 1/2 com bypotheca em predio livre e
desembaracado :*na ra de Hortas n. i se dir
pasa.
Joaqnim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, 1* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
inho, em Braga, e sobre os segnintes lugaree en
Portugal : <
Usbea.
Porto.
Valonea.
Guimaries.
Coimbra.
Chaves.
Viseo
Vla do Conde.
Arcos de Val de Vea.
' Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lao?.
Covilhia.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Bareellos.
O'ficiua de marmore
Rtia da cnizes maero 41,
Gravam-se letras a 60 ra., a pedra para ss ditas
H o palmo em quadro. ;
~ Preeisa-se de um ezinhero ou cozmheh*
livre ou escravo, para casa de familia : na ras
do Progre?" (Sjledsdc)-n. 7.
irascos vasios da tintora Japoneza rna Du-
que de Caxias n. 50, e Mrquez de Olinda
n. 51.
ODAS.
Vende-se ps de jaboticaba : no sitio do Sr.
Marcelino dos Lopes, na estrada do Arraial.
GUARDA R8PA.
Vende-se nm bom gnarda roupa de amarello
vinbatico, 2 bonitos e importantes lavatorios com
pedra marmore braneo, gaveta e prateleira, e nma
rica mobilia de Jacaranda massico medalhio du-
plo, constando de 18 cadeiras de gnarnicio, 4 de
bracos, 1 sof, I j irdineira e 2 consolos com pe-
dra marmore braneo ; vende-se por eommodo
preco para ln|uidacao de movis, assim como tam-
bem vende se om grande sortimento de fazendas
finas e grossas, mindeza, calcado, chapeos, per-
fumaras, crystaes, vidros, porcelana, toacas, quin-
qailharias e encerados para forro de carro ; tndo
por precM maito resumidos: na raa da Impera-
triz n. 15.
Vende-se fructeiras de todas as qualidades,
toda? era cestos, e a'gumas j botando, por prego
ora modo : na travessa do Padre Inglez (Caminho
Nove) n. 7. _________^^^^^
UMIO
ILEGITIMO
DA
BAIRADA.
Rodrigues A C, i rna do Imperador n. 26, re-
Klindo o qae tem dito em sen annaneio, com re-
gencia a identidade do vinho da Balrada, decla-
quem interessar, e principalmente aos apre-
ra 1 ,
ciadores do dito vinho balrada, para que se nao
enganem. com o vinho de Lisboa, vindo pelo navio
Gralidao e crismado aqui com a titulo pomposo
de vinho da Bairada, cqmo onsa e acaba de pra-
tiear um celebrrimo vendelhao, fazendo publica-
Soes recheiadas de termos sem signifleacao, aflra
e ver se desta forma pode Iludir aos incautos,
mas infelizmente engana-se, pok os propnett-
rtos do Braco de Ooro, tem bastante connaica
nos amantes do sempre apreciado vinho da Baira-
da, para qoe se nio deixem engaar, visto que a
existencia do dito vinho maito pequea e so no
Bra?o de Oaro, se poaeri ancon-ar o legitimo li-
cor sublime da Bairada.
fazendas baratas
A' riaa do crespo n. 15.
LOJA DI -4
Manoel Dias Xvle.
peni
rYlfcoMi-,
p?5-___
MADAPOLAO fino saperior 1
41500, S 8*800 e 6*000 a r
ALGDAOZlNdO a 3*200, 3*800 4*800
e 5*800 a pega.
CHITAS claras e escaras, cor segara
a 160 200 e 240 rs.
CAMBRAIA BRANCA com 10 varas, a
OOLCHASl'adamascaas brancas e de
cores, a 3*,
LENCOS da India pa rap, padfes
imitando seda a 3* a duzia.
CAMBRAIAS BORDADAS, brancas e de
cores para cortinados, a 360 o covado.
Dao-se as amostras com penhor.
Ra do Crespo n, 25
Jabonete 'Je alcatr&o.
Este novo preparado
aproveitamento contra as
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras ou
pannos qne vem ao rosto e peito, borbulba, sar-
na, lepra e comichees, mesmo aquellas qae, em
certas partes delicadas do corpo tanto mortifleaas,
finalmente o uso continuado deste sabonele con-
tnbue para tornar a pelle asss mimosa. E' igual-
mente efflcaz para amaciar a pelle do rosto oo
ontras partes do corpo, qne por motivo de erysi-
pellas fleam speras e escamosas. Preco de cada
sabonele 640 rs.. em dnnia se far abatimenlo.
nico deposito em Pernambuco, pharmaca ame-
ricana de Ferreira Maia A C, rna Daqoe de Caxias
n, 87, antiga do Queimado.
Novo Mundo.


Assignataras para o segundo semestre
Rs. 5*000.
__________LIVRARIA FRANCEZA.
Flores para o mez mariaao
Na raa estreita dar n. 35, aprompta-se toda eneommenda de So-
res, sendo arcos, eapellas, palmas e booqneis,
lado proprio para enfeile de altar do mez de Ma-
ra, tem rosas, palmas e bonqnets, tudo prompto,
e vende por barato prego, folbas de rosa e dalha
de papel a 1*000.__________________
GRANDE
LIQUIOACA&
. Na roa do Duque de Caxias, antiga rna do
Queimado n. 19, vende-se. chitas de cores es-
curas matisadas pelo prego de 200 rs. o covado,
cambraias de cores; bonitos padroes a 140 rs. o
covado, e pecas de cambraias branca fina coa 10'
varas a 3* e ditas com 8 ditas boa por 4*. pecas
de madspolio de 4*. 4*800 e 5*, e algodio bran-
eo de 3*500 e 4*000 a pega; tndo por prego
qne admira.____________________________
VNDESE
ama casa em Olinda i rna de Matblas Ferreira
n. 23 : quem pretender dirija se i ra do Co*o-
vello n. 4.__________________________ '
ENGOMMADEIRA
No becco do Sarapat a. 6, lava-se e en-
gomla-se com toda a perfeicio, por preco
eommodo. A pessoa que qoizer dirij-ae a
dita casa
Vende-se carros de mao
f Triumpho n. 67.
na roa do Bario
A'-* senhoras.
A' cbapeilaria da rna Primeiro de Margo n. 6,
acaba de ebegar da Eorepi, pelo ultimo vapor,
um lindo e variado sortimento de chapeos e cha-
pelinas da nllima moda para senhoras, qne se
vendem por precos omito rasoaveis: na mesma
cbapellana ha nm grande sortimento de chaqos
de todas as qualidades para homen9 e meninos.
Mdeira de amarello.
Jos Joaquim da Costa Maia, A roa do
Commereio n. 10. tem para vender cento
e vinte costados de amarello de qnirenta a
cincoeota palmos.
Vende-se nm piano de mesa em bom
estado, preco eommodo : a tratar na rea
das Agoas Verdea n. 3i. .
BAZAR VICTORIA
Ruado Baro da Victoria n.
2. antiga ua Nova
Acaba de receber este novo estabelecimento di-
versos artigos de gosto como sejam :
Lavas de pellica branca e de cores, de um e dona
botos para senhoras e bomem.
Enstgnias massoniess.
Colchas de algodio e de lia, brancas de corno
adamascadas.
Babadinbos e eniremeios bordadados.
Cartas finas para jogo.
Camisas para^onem e menino, mgletas, francesas,
l'zas e bordadas, de flanella de cores, de meias
de algodio e de lia.
Meias de fio d'Kscossia de, cres para senhoras e
de algodio nranco finas para hornera, senhoras,
meninos e meninas.
Fita de seda pira cintos* e cintos de diversos mo-
delos.
Capoles e perneiras de borracha.
Lia de cores para bordar.
Cobertores de lia de cores muito naos propriw
para invern.
Toalbas felpudas para banho, e de ontras quali-
dades.
Pronhas de labytinto de diveaso- tamanhos.
Pajitots de cachemira de cores ing'ezes.
Tapetes de velludo e de coco.
Collarinhos e panno i ingleses para homem.
Ditos ditos de crep para senhora, proprios para
lula
Charutos Bahianos e Havana, e lamo desliado n-
ra cachimbosBest Bird's-eye e ontros artigo'
que se vendem por eommodo preco. _______
Luvas de pellica.
Vende-se lavis de pellioa, brancas, preus e de
cores, para homem e senhora ; na ra da lorpe-
ratriz n. 18. ________
Ferro.
Vende-se telbss de ferro galvanisado de 6,8,
11, 14, e 17 palmos, mai* barata* do que em
ontra qualquer parte, avista da qualidade : i raa
Primeiro d Marco o. 6.
VENDE-SE
Uoucarrada
de Roa rlnho, si no n. v.
liad


.o ti IV^J-K~-^ '- Seguala (eir 1 de 3\Lj dt 1871
6
ATTNQAO
Ao araaaxem m
Taaor Franeei,
roa 4o Bario
ia Victoria (
tr'orat ra Do
va) f.
Ao armazem do
Vapor Francez,
roa do Bario
da Victoria (eu-
tr'ora ra No-
va) a. I.
Perfumaras, quinquilharias e brin-
quedos para meninos.
Acabara de chafar novas; fatarat cora importante sormento dos artigos abaixo
mencionados a pr^us mais resumido qae posstvel.
CAIjCADO
Botinas para aechcTasduraque branco,
Sreto e de ontras maitas cn:s escolhidas
aJUmofost) da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinnos de salto para senboraduraqae
pretj, branco e de cores, e de conro de lus-
tra.
da bap-
Botunas para enancas, proprias
Usados.
Botinas de diversas qaalidades para bo-
***
Botas rnssiitnas para montarla, tanto ra-
tinas 4a conro da Russia {tara viagera,
como francezas d Melier, bezerro fino, pa-
ra paasaios.
Malas perneiras para meninos de 10 a 8
asios.
Sapalos da brim branco para horaens.
Sapatos da vaqueta de lustro eom sola de
ma 'ra, proprios para banbos.
Sapatos de borracha para horaens a se-
n horas.
Sapalos abotinados, de differenles modelos,
mal o.boas e fortes para amamos e meni-
na.
Sapatos da tapete, avelludados, Charlot,
casimira preta, de tranca portugueses, para
horaens, aoras e meninas.
Perfimarias.
Retractos finos, banhas, cosmticos, leos,
opia as, aguas de Cologna em garrafas de
crvstal para arasantas, agua divina, agua
florida, dentfrica lavando, ag de toilet,
Untara para barba a cabellos, pomada hon-
groise para bigodes, pos de arroz e sabo -
aasas, todo tato de primeira tuilidade, dos
fabricantes Condray, Piver a Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancaspreeas e de cores
Espelhos grandes dourados para salas,
quartos e gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de onro, brincos, traiuelins, pul-
seiras, sotos de pannos, de abertura, cr-
ranles a chaves te relogio, todo, de onro
bom de lei.
Brincos de plaqu imitacao de onro.
Comotas para relogia
Abctoaduras para colletes a para pnaos.
Albnas de velando e marroquiu para re-
tratos.
Mammadeiras da v-idro para enancas.
fairlnhas de costara, novos modelos com .
antea, proprias para presentas.
Qaadrinaoa dourados para retratos.
roncas e sapatinhos de lia para enancas.
Capailas para noivas a para pastoras de
praiMMos
Calimbas eom vid ros de augraeito para
ver-se ao ponto grande a plietograpbic
dos retratos,
Ps de vidro para pianos.
Thesooriohas para cosura e nnbas.
Boleinhas 4a seda a de velado. i
L*
>
i
Gestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cas ios d'arame pratado para fratase
pi afmesaE
Ricos artigos de phantisia neceesarlos
para toilbetes;e proprios de presentes.
Jarrosfe bouqaets de porcelana para san-
tuarios.
Registros de papel fino mol faiteados.
Quadros promptos para eollocar vistas.
Moldaras douradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cida-
des, de figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Caizinha de msica de darse corda.
Pooteiras de espuma para cigarros e cha
ratos.
Grvalas de seda pretas e de corar.
Bengalas de cana com castdes de marfim.
Bitas de baleia, janeo e de muitas qaali-
dades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para
denles.
Lonetas ou penclnez de prata doorada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Ocelos da prata doorada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vedas de sperma-
cele.
Cordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e procos.
Objectos novos de mgicas o melhor pos-
sivel, para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para vlagens.
Estajos de viagens, completos com nava-
lhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de
baleias.
Lavas de fio de Escocia'brancas, e de
cores. j
Ditas de camorca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para Ilumina-
edes de festas campestres.
.BalSes de cores, de subir ao ar fcil-
mente.
Jogos de domin, da gtori?, visporas,
rodetes, bagatela e ontros jogos aliemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vis-
tas, de figuras destacadas e grupos de fa-
milias.
Armnicos ou aceordioos de;todos os ta-
annos e novos modelos eom tremlos.
Realejos pequeos eom novas msicas.
Cosmeramas de varios lmannos, coas
diflereotes vistas mui pitoreseas.
Brinquedos
O maior sertimento que se poda desejar
de fodasorte de brinquedos fabricados em
diversos paizes da aropa para ntrete-
ment das crianoas.
PARA LIQUIDAR
MACHADOS MERISAirOS
1^000 CADA UM
J com cabos de faia, sendo os machados de ac milito bom, proprios para carpmas
oc engentaos: vende-se ra Novan. 41.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha : roa Nova, armazem n. H.
Pregos americanos
de i a 5 peltegadas, proprios para barricas, a 80-rs. a libra : ia Nova, annazeni
o. II.
Taxas americanas
cabera redonda e 3/8 de comprimento, proprias para tamaoqoeiros, oa outro qualquer
mistt r, com toqoe de ferragem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa 81 a caixa com 154
maces: ra Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 20$ cada um. de graca, mandando-os vil
costam 1505 cada um : vende-se roa Nova, armazem d. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
Mndo d madeira, proprios para prender a roupa que se bota a seccarem cordas, a
240 rs. a duzia ou 44 a caixa -com 36 dnziaa. E' dar, n3o vender: raa Nova
n. 11.
PARA i:\4-K\IIO
om recebedor e conductor de bagaco da moeoda, levando por si o bagado na distancia
qae se qaizer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvz o nico que existe
nesta'provincia: vende-se muito barata, roa Nova n. 11.
GRANDE LIQUIDACAO
Na rna da Imperatriz n. 72 lo ja da Arara
Vende-se
r
[r
drogara especial
HOMEOPATHICA
_ DE
JOS ALVES THENORIO & G.
RA ETREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tbeaorio, professor em bomeopalbia, tendo-se retirado do
laboratorio hwneopathico e conioltorio de sen Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabino 0. L. Piano, qae por maitoa anuos estiveram sob sua directo, tera-
f te eatabelecido sob a firma de J s Alves Tbeaorio AC, i ra estreita do
Rosara n. 3, onde, animado pela confianza com que bonraram-n'o os amigos
.da omeopatbia, ibes oferece e 4 respeitavel poblico um completo sort-
meato de todas as preparares homeopataicas conbecidaa, receidas das mais
acreditadas casas de Londres e Pars, e Indgenas; bem como todo quanto
diz respeito a bomeopatbia e sua pratica, esperando que continuem a hnra-
lo com j raesma conflaqca. para o que nao se poupar esforcos.
PRESOS DAS BOTICAS
GLBULOS
1 botica de
I
1
1
1
1



i
12 meditamentos 104
24 20^
36 t 304
48 354 r* 1
60
120
404
704
1 botica
I >

>
>
de
*

*
>
TINTURAS
12 medicamentos 154
24 254
36 t 404
48 504
60 '604
120 > 1104
S3o uteis* essaa boticas aos Srs. mdicos, senhores de engenho, /azen-
deiros, chefos de familia, capities de navios, e em goral a todos quantos qui
zercm dedi;ar-se a pratica da bomeopathia.
Medicamentos avulsos pelos precos das oulra6 drogaras, bem emo
Chocolate pe Londres e do Maranho para a*o dos doentes em tratamen-
to pelo 'sysumj homeopatbirx).
mmmmmm m mwm
GrasdeMftles
Vende-se grofdeoapoles prelo )*n '-
idlQ de senhoras e meninas a 24. 24500,
24800 e 34 o covado.
Cisesiira preta I4S00 (re
Vende-sn cortes de eaiemira preta para
calcas d horneas a 34800, 44, 54, 64 e
74000.
ATTENCAO
Precia-se fallar com os stguintes se-
nhoras : a negocio que lne da r* W10
deseos interefies, nra da Mpwww
72- M
Jos da Coila Garri.
Joio Antonio dos Santoa n Silva.
Francisco Bnto de Melle.
Joaquim Alves di Fooceca.
Francisco Mstol Alves.
Feliciano da Caoba Canteante de Albr>
qoerque.
Dr. Cornelio Teixeira Franca.
Leonardo Jos dos Santos.
Francisco Basilio Cbavier de Mello.

Chitas pretas
Vende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o corado. <\
Caitas fraselas escuras
Ven1e-se chitas francezas escaras par
vestidos, a 240, 280 e 320 o covaio, ditis
claras a 320 e 360 rs.
Chitas para caberlas
Vende-se chitas encarnadas para ber-
tas a 320, ditas de cores, largas a 360 e
400 rs. o covado.
Fustas para Tfstides
Vende-se fustao para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado. #
Brillantina branca
Vende-se brilhaotina bracea para vest-
dos a 500 rs. o covado.
Perelaras fus pan vestiM
Vende-se percalas finas para vesdos de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cassss franeeiu
Vedde-fe cassas francezas de cores para
vestido de senhoras-a 240 e 280 o covado.
Orf niia de cares
Vende-se organdis de cores para vesti-
do de sentns a 440 e 500 rs. o co'ado,
Liasiibas para vest ta
Vende-fe liasohas para vestidos a 400
e 5u0 rs, o covado.
Algods ae lista
Vode-se algodlo de lista proprio para
roopa de cscraros, por ser;forte a 160 re, o
coudo.
lpicas de cares
Vende-se alpaca de cores para vestidos,
a 500 e 640 rs. o covado.
(tangas pars cateas
Vende-se gangas escuras pars calcas de
borneas e roopa para meninos a 240 o co-
vado.
Brim le cares casi listas
Vende-se brim de cores com lista s dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
loja da Arara, roa da Imperatriz o. 72.
(rentas pretas le seda
Vende-se gravitas pretas de seda, largas
e eitreiUs a 600 re.
leaess brutas
Vende-se lencos a 24 dazia, ditas cbi-
nezes a 34600, para liqoidar.
Chales le ueria
Vende-se chales de merino estampado*,
a 24 e 24500; pan liquidar.
Cobe/tas le chitas
Vende-se cobertas de chita fina a 24500,
ditas encarnada a 34500, ditas forra da s
54, cobertores de algodso com pello a
14400, na liquidacJo.
<"?* Cartea le faifa
Vende-se cortes de ganga para alcas de
bomem a 800, ditos de brim de lista, a
14500.
Brisa lita
Vende-te brim liso para cadas de traba-
lbo a 560 ri. o metro.
Brisi serie trincad
Vende-se brim pardo trancado a 700,
800, 800 e 14 o metro.
Bramte a 14860 BMtra
Vende-se bramante para lences e toa-
Ibas por ser muito largo, a 14800 e 24800
o metro,
Alfeiie enfestado
Vende-se algodlo enfestadoja 900 rs. o
metro.
Pecas le algedio
Vende-se pecas de algodio com 20 jar-
das a 34800, 54, 64, 64600 e 74.
Pefas le madaplio
Vende-se pecas de madapoHo com 24
jardas a 54, 54500, 64, 64500, 74, 84,
84500 e 104.
Cellariabos le papel
Vende-se om resto de collariobos de pa-
pel a 200 rs. a duzia.
Grande liqnidaefe le rsapa feita
Vendem-se palitos de casemirasde cores,
lobrecasacos a 94, ditos fraq es a 84, di-
tos saceos a 64, ditos pretos, panno bom,
a 84 e 104, ditos de alpaca de cor a 34,
ditos pretos a 34500 e 44, ditos de meia
casemiraa 24, ditos de brim de cores a
14500 e 24; ditos braceos a ?4.
Superior violto de ova pora especialissimo, pae
to, em 8. e I0. de pipa.
Dito do Porto muito lino em SO. de pipa, pro
prio para mimo. .
Dito dito D. Lniz I em eaixas de 13-garrafas.
As qaalidades superiores destes vinhos dio a H-
berdade ao possuidor de garantir aos comprado
res a pureza de sua rrepara^ao : a tratar na rna
do vigark) n. 14, primen..'andar, eseriptorio de
Jese Lapas Davio.
LOJA DA CONQUISTA
Ra do Cabng n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & 0.
Os propietarios deste novo estabelecisnento jolgam de seo dever faier aprMAn-
taco de seu titulo, para obterem do respeitavel puwico, :om especialidade de seus
freguezes, o acolhimento de que todos necessKam em sea tirocinio commertial.
A Conquista, n!o garante nem pode dar faze&das a seus freguezes, mas tendo
por divisa coaquistar a todos, para que nao comprem em ontras casas, affirma-lhes
que serao tratados com agrado, lealdade e muita moderacSo nos precos.
A Conquista adiando ser enfadonho para os leitores o mencionar o seu grande
sormento de fazendas finas, apenas descreve somonte as fazendas pretas e objectos
proprios para a quaresma, como sejam :
Grosdenaple preto de diversas qaalidades.
GorgurSo preto para vestidos.
Casaqulnhos pretos de seda.
Ditos ditos de gorguro com cinto.
Maniinhas brasileiras para cabeca.
Cbapelinas e chapeos para senhoras, e que ha de melhor.
I.uvas de pellica brancas, pretas e de cores.
- Os propietarios da Conquista prestamse a ir oa mandar com qualquer objecto
amostra, para qualquer casa que para isto Ibes mande nicamente o nome dt raa e
numero da orada.


0 VAPOR DAS __________
RA DA IMPERATRIZ N 56
Grande reduepao nos presos
PECHINCHA SEM IGUAL!
S LeiQo de Olifeira, proprietaros deste bem conhecido e elegante estabeleci-
mento, avisam aos seas amaveis freguezes em geral, e com espeoialidade ao sexo
amavel, que esiao resolvaos a venderem todos os objectos qae compSem o bello sor-
timento do seu estafoeledmeoto por precos admiravelmente commodos, que em outro
qualquer custaria o duplo, visto ser a mor parte dos objeotos recebidos de coota pro-
pria das prmeipaes cidades da arlamada Europa.
Eis algomas das pechincbas :
Latas com banha a 80 rs.
Ditas de tambe r com banha a 160 rs.
Paos de pomada a 80 rs.
Frascos de vidrocom banba a 240 rs.
Ditos com agua de Colonia a 500 rs.
Agulbas com cabo para crochet a UOrs.
Bonequinbas de looca a 140 a rs.
Pecas de babadinho bordado a 700 rs.
Sabonetes de menino a 200 rs. e a duzia a i-
Pefas de entremeios com 12 tiras (12 varas) a 14500 e 24. '
Finos espartilhos a 44 e 54.
Duzias de carrilis com 200 jardas a 14.
Ricos e elegantes leques imilaclo de marfim a 24500.
Leques de madeira pintada a 14500.
Superiores meias croas para horneas a 44-
Finissimas meias para senhoras a 44 54 e 94 a duzia.
Finissimas meias croas para senhoras a 104-
Pecas de tranca lisa a 40 rs. e o masso a 360 rs.
Crochet preto e branco, fazenda boa, covado i 800 rs.
Caixa com 100 envelopes a 500 rs.
Pecas de fita para eos a 400 rs.
CordSo para vestido, masso com 25 e 30 pecas, a 500 e 600 rs.
Baraidos de cartas a 120 rs.
Trancas largas de caracol, 12 pecast 70() n-
Lencos de cambraia de linho bordados a 14, 14500 e 24- ,
Ditos de cambraia bordados a 500 rs.
Sabonetes transparentes a 80 rs.
Finissimas tesouras para nnbas a 800 rs.
BoiOes de setim de todas as cores duzia a 320 rs.
Caixa com 4 papis de agulbas fundo de ooro a 240 rs.
A!cm dos objectos que cima vJo relacionados, existem muitos oulros, como se-
jam r bteo de seda branco e preto, linas de pellica e de seda, ptimas perfumaras, le-
ques de marfim. sndalo e imdreperols, bolinas para senhoras, sapalinhos de setim e
loucas do mesmo, pentes de tartaruga para alisar, m novas-anqoinhas. objecto este de
grande novidade, e que a*torna recommendavel s senhoras do bom tom, finos espar-
tilhos, lres, 15a para bordar, e moilos ontros objectos qae se tornam recommendavei
pela sua el ganda e randicidade dos precos.
Of pr prielarios rogam i$ exceilentissimas senhoras a visitarem o seu eHabeleci-
ment para seconvencerem, e aqoelUs qoe se nSo quizaren) dar a este trabalbo pode-
rio mandar .buscar o que des^jarem ver, oo se Ihes mandarJo levar Sfl suas casas. '"
O Vapor das Novidades
RMA pA IMPERATRIZ N. 36.
ItCDRICHES & IMAO
Roa do Mrquez de 01 inda n. 6
Vende-se nm fxceilenie cifie de ferro, i pro-
va- de fogo, por l>ree mmt" commodo.
A ftrfOOO o par.
Vndeseborzegnns frauceie?, obra pontiada e
boa qnalidade, vcntiam a elle?, antes que fe aca-
be : na bem conbeeida ioja de miudezas da rna da
Cadeia n 30 A fon Ir rile a roa da MaJre de eo*.
Na esquina da raa da Roda, defronte da tsucio,
.ca?a n. 62, ha ees te agougne carne i primeira
quahdsde de da domingo 30 em disnle a 480 rs,
o kilo. O dono deste esubelecimento garante
stropre ter carne gorda._____________________
Pavilho da Aurora.
Pa da Imperatriz n. 2
O done deste grande e arredilado estabeleci-
menm de fazendas Anas de toda as qaalidades,
avisa a tea numerosos Iregaeres que acaba de
receber nm g ande tortimeoto de ve.Midos de cam-
nraias bruncas bordadas tina- p.-.ra senbora, os
quaes vende mnito btrato, assim como entras
muilas fazendas de n:nito bi m gOlo, as qaaes
fez'grande redcelo de presos para menes, aflm
de vender mais baiatj de qae em nutra qualquer
parte._____________________________________
LlVRS classicos
Chatheaubri nd, Genie da Cbristisuisme.
i Mari ns.
Rgnier-Theatre Classiqne.
A' pretos commodos n bvratia Enciclopdica
rna da Cruz n. 6'i.
CEMENTO.
O verdadeiro portland. So se vende na
roa da Madre de Deas n. 22, armazem de
Je2o Martina de Barros.
pechincha sem igual.
Superiores las escocers de cores muito lin las,
fazenda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do : vende-se na rna Primtiro de marco, ouir'o-
ra do Crespo n. 13, loja das columnas, de Anto-
nio Correa de Vasconcelos.
Vende-: e a qaarta parte do sobrado n. 120
da rna Direita : quero qaizer entenda-se cem
Hermenegildo Eduardo de Reg Monteiro, ra do
Queimado n. 33. ___________-
Vende-s
ViolOes, violas e quitarras muito bem feitas
na roa da Roda n. 39.
A
Vende-se saceos com farinha de mandioca, oie-
dindo 18 cuias, pelo baralissimo prec de 5 cada
sacco; na ra do Mrquez de Olinda n. 40, es-
eriptorio.
ESPELHOS, VIDROS, E MOLDURAS.
A loja da Aguia Branca acaba de receber
um variado sertimento de espelhos, de mol-
duras douradas, emitando Jacaranda ; assim
como.vidroa, e molduras para quadros, es-
pelhos, tic, e como de costume os precos
sao commodos.
ATTENQO
Vende-se ama jardioeira de Jacaranda cent
lampo de pedra quasi nova, por muito pouco di-
nheiro : pessoa que quizer dirija-se a Olinda
na roa Ho Amparo n. 29, casa terrea.
Casaquinhos a dupeza
De gorguro preto ricamente enfeilados, rece-
beram-se na loja da America, ra do Cabug
n. 10.
Aos cigarreires
PAPEL DE SEDA E DE LINHO PARA CI
GARROS.
Acaba de chegar urna grande encrmmenda de
Sapel de seda e de linbo largo, para cigarros, na
ova Esperanca, ra Duque de Caxias n. 63.
Vende se a loja de calcado nacional
da ra da Imperatriz n. 38: a tratar na
mesma, das qualro horas da larde, ou no
largo do Forte do Mallos n. 4 com o pro-
prietario da mesma^__________________
KING OFPAIN
OD
o rei da dor americano
nico deposito do verdadeiro, na pbarmacia
americana de Ferreir Maia 4 (1, rna Duque
de Caxias n. 57, antiga do Queimado.__________
Grande
LIQUIDACA.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de -ullhcruie
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 240 o co-
vado,
Bitas riscados prussian:>s 280 o covado.
Ditas cbinezas para coheria a 240 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, ai 360 o covado.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3J5O0
a peca.
Dita Victoria, a 44 a pera.
Mussulina branca, a 400 rs. o covido.
Madapolo franez, a 6* a peca.
Dito nglez de bota a especial, a 4AS00, o, 61
e7al a peca.
Algodosiaho a 34, 34500 e 44 a peca.
Alpaca de cor coro listas, fczenda superior a
440 rs. o eovado
Dita branca, com flores miadas malisadas a
500 rs. o covado.
Dita preta eos fl r brau:a, o 500 rs. o co-
vado.
Lencos de casia cora barra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo tr, bainhados 44 a duzia.
Chita, fazenda bem conbeeida pela sua forlidio,
mais larga qae chita para roopa de cscravos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 14500 o covado
Cortes de casemira de cor, 34C0, 44 e ?4
Cortes de meia casemira, a 14100.
Casineta prela e de cor, a 500 rs. o cuvasfc
Ganga amareis lifa e de lista, a 320 rs.- o co-
vado,
Algodao argo merca T a 54 a peca. -
D-se amostras com penhor. *
nina i*uuia/]
L i* do Gaspar A. V Gairoaries.
Lias eom mselas de seda, fazenda aoperor
mais larga qae chira francea a 500 rs. o eovado.
Dita eom listas a 360 rs. o covado, coilas miu-
dinhas a 200 rs. o covado. v
Din superior a 240reis o avado, dita 160 rs
Di'a matisadi a 200 rs. o c,udo.
Dita escoceza de cores flxas a 240 rs.
Cambraias-dj cores flxas a 280 rs.
Ditas brancas a 44, 44500, 44800, 54600
34."00 a pees,
Madapclo bom a 44900 a peca.
Dito a 54, 54800 e 64 rs. a peca.
Raa do Duque de Caxias n. 43, antiga rna
Qaeiinano o. !___________________________
Plvora barata para acabar
Vende-se plvora Boa para caca, em latas de
libras, meias e qaartas, assim como a granel em
barris para caga e ftstej > : para ver a mostra e
tratar na ra da Cruz n. 26, (armazem) com An-
tonio Cano Moreira Dias.
%!M& HHitttt
_. CONTINUACXO UA GRANDE LI-
!
QUIDACAQ DE FAZENDAS LIM-
l-A'S, A' RA DO DUQUE DE
CAXIAS N. .9.
s
Chitas finas, claras e escuras a 160,
200, 240 e 280 rs. n eovado; cambraias
de core a 200 e 280 rs. o cavado ; alpa-
cas de cores eom drese da liatras a 400
e 500 rs. o covado; algoao branco a
44000, 44500 e 54 a pe (a; roadapolio a
4ooo, 4500 e 54 ; dito largo a 54000
e 64 algodao de listras procrw para
ronpa de escravos a 160 rs. o covado ;
brim pardo trancado e fscuro a SCO rs.
a vara ; chales de merino lisos a 24 ; di-
tos es lampados a 24500 ; chitas para eo-
berta a 240 rs. o covado; caabraia bran-
ca a 24500 e 34 ao corte; di-a victoria
fina a 44500, 54 e4."O0; !oa'tias felpa-
das a 8000 a duzia: lencos braceos a
14600, 24, 24500 e 34 ; ou.* raides a
34500 e 44 ; ditos de seda peqo+Ms a
500 rs. cada um; ditos de linbo fino a
54500 e 64 a duzia; cambraia para (erro
a 1*800 a pe;a.
II
l/B
Rna Nova n. 22
Para e?te eslabtlecimento acaba da chegar um
riqusimo soitmenlo de ohjfclusy todos novos, os
quaes sao das seguintes qualidades :
Machinas para fazer cafe, em cinco minutos, ai
qnaes fazcm o caf cm todo o roma, e com me-
os quantidade do que se cestuma a osar, por se-
ren de um systema ioleiramente moderno.
Estas pe;as importantissimas podem tambero se-
vir para cima de mesa, sendo os seas precos de
cinco i t cem mil reis.
As explicacoesparafaier-ss o caf veem em por-
toguez e inglez.
Tan bem ha para vender neste estabelecimento
requissimas esleirs brancas e de cores, para for-
rar salas, por precos muito baratos. Bem como
muito boas vassouras para lavar casas ladrHnada;
e assoalhada<, as qnaes sao de qualidade inteira-
mente nova neste mercado.
;bm*di:
[T
Para os Srs. de engeaho ver.
Cbila, fazenda bem conbeeida pela sua fortidio,
mais larga que chita, para roupa de eseravos, a
200 rs. o covado na ra do Crespo n. 20, luja do
Guilherme.
FIO
Para saceos e fogaetetros
NACCON
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABC4
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem o- nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas
Vendem-se
Em.casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gummercio 46
BRINS DE ANGOLA
08 LEGTIMOS
Trazem em eada pe?a nm bllhe-
te eom o nome
^ DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
Vendt-se
c
nm pequeo sitiu Do Airaiat, bem alvorej^dj de
frncteiras : a tralir no Forte do Mallo?, -neceo da
dola n. IV taberna. *
FeijSo.
\Vnde-e MJao rt;u!al:'nhj>Dovo em p
reUlbu a ci!- P rna Dreilan. 8.
e a
DE
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia $ 0., ra Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga dj Queimado.
8*mm mmmmmm mmmm
Continua pao
r

s
H
8
Da grande liqo dacao de fazendas
linipas e baratas, roa Du-
que de Caxias n. 82
Riscadinh de lindos padrees a 160 rs.
o covado.
Chita de cores a IfiO, 100 e 240 r?. o
covado.
D.tas escuras a 240 rs.
Alpa:as finas de cores a 560 e 640 rs.
covado.
Lias com listras de seda a 500 rs. o
covaco.
Madapolao a 3.00, 44. 34, 4300 e
65 a ptga.
Dito mailo largo a 64 a peci.
Dito francex a 94300.
Brim de cor tino a 400 rs. o eovado.
Dito pardo trancado a 300 rs, a vara.
Chales (je merino a 34-
Cumbraias de cores, lindos padrSes a
.10 o covadn. .
D la branca para 200, S4500, 34000
e 345C-0 a \.iy.
Casespirt? escaras a 24000 0 covad
Aif^a) branco 44000 a peca.
D to com 4 palmo de largara a 44800
Doce. Doce. Drce.
A' ra de Marcilio Diast outr'ora DiieiU, n. 91.
se acha nm completo sotnr.iento de doce de goia-
ba em ciixdes e Utas, o que ha de miis fino e
fabricado c>n tuda a peifei\'io.
Um completo sormento do caixVs ?> 1 a 4 li-
bras psra t dos os precos proprios par satistazr
encommeodas de ra da c?
Tan boro li.\ sempr rji, llmao, c:-
iia e bananas.
Qoetn dnvidar venha ver, que ir =aiisreilo os precios e qualidades.


PernamDuco i Secunda eira
ue
w '
9



RIVAL SEM SEGUWD3
R JA DUQUE. DE CAXIAS N. 40.
Jj bigedialio, coiu lija ce aiu ez>f,
avisa a todg c: os teas fiegae;-.js que. est
torrando ta da, para todoi adeirar, a saber:
Grujas de bo:5;s de louca branca a
Papacbo* mulo b >nitos a rXO e
Ca xas com 100 eovelopes fa/enda
fina a SOD, 6C0 e
Paras de sapaloa de lia para me-
ninos a
E< jelhos de moldara dourada a
800 e
Peales pretos volteados para nie-
'liaaa a
Tiiitein com tioia prea a 8: e
Pecas de Ota elstica nmito flo;i a
Latas com superior banda 60,100 e
Latas g andei com superior banba a
Frascos com oleo de Pbitocoma a
t>OOe
Frasees com macass Peruia a
Caixas com 12 sab oeles mulo
fines a
Frseos eom agua de Colonia yarda-
/kir a
Dina com oleo de ba )osa suderior a
Sylialario p>rtugaez livro rau'.to
bom para mancas a
Carriteii de retroz preto com 2
oiiavas a
Ri as too juinhas de fii para me-
ninos a
Caixas cora agoltias francezas a f-GO
160
Pecas de tiras bor jadas a 803, 600
800 e
Garraks com a verdadeire agua
florida a
C'it'lb is da Doutrioa Cbriata as
mai8 modernas a
Livro das misssa abreviadas a
Copos grandes com supe ior hacha
Ma?os da pailitas para dentes o
n.elbor que ba a
Pacoies com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Caixas om pos para lim-ar deutes
f zenda fioa a
Escovas muito finas para liapar os
denles a
120
700
800
320
15000
240
100
200
2^0
320
8.0
240
1JOOO
14000
320
400
600
200
240
1000
1*300
400
14500
1(5500
160
600
00
240
A NtVA
Ncmpre a Xora i: per auca!!
AOBELUOSEXO.
Kta loja bem conhecida pela so a elegaocia e
supmondade de seus objectos, acaba de recebar
moilos arhgos para o qaerespeitosarrente convida
ao bello sexo a miia-Ia,afimdecomprarem aquil-
o que predsareai para preparos de vestidos toi-
lete ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
fazer algara prezeote...fpois qae sj na Nova E ranfa ucarao satisfeitos, j pela foalldade e pre-
ces razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufaua-se em nao se impacientar em dar a es-
colner os objeclos, prestando-fe con o agrado
cm que costuxa raeeber a todos, afira de que
saibara cora o firme proposito de vultarem ou
mandaren) a mesma loja, logo que precisem de
qualquer artigo por p-queno que seja.
LUVAS ,DE PELLICA.
Reeefceo-as do Lisboa a Nova Esprranca para
nomina, senbora e meninos, sendo brancas e de
cores.
NOYIDADE.
Bico de quipure preto com' branco, a Nova Es-
perauca so quem lera 111
Caixas para joias.
A Nova.sporanca recebeu boa3 caixas de san-
1alo pora guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Recebe u as de muitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos oo sardas.
A Nova Espcraufi tem leite de rosas brancas.
Para lingir cabellos,
Tera a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
glea.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanc ra Duque de Caxias n. 63,
vendo verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francez como inglez, estao expostas venda
na ra Duque de Cixia3 n. 63, na Nova Espe-
ranza.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agota de co-
lonia, de laraoja, florida e de lavande, etc., etc.,
ludo de superior qualidrde : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Eiperanga, a ra Duque de Caxa3 n-
C3, iacebeu um lindo sortimento de lia para bor.
dar, vindo as cores mais p'ocuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a ella antes que se acabe 1
Chocolate homeoptico de Londres e do Ma-
ranhao, vende-se na rna estreita do Rosario n. 13,
drogara horaeopathica.
NOVIDADESf fl B
AO
BAZAR BO FAVQ
RA DA IMERATRIZ N. 60
DE

FLIX PEREIRA DA SILVA ft.C.
Os proprotarios deste importanta estabelecimento qoerendo diminuir 9 (rrande
deposito que teem de f jzd as, r < solvern? liquida-las, faMndfl por oonseguinte uros
grande reducco'nos precos daa mesmas, aflm de poderem vewde-hs por procos, mais
baratos, do que se encontra em outra qualquer parte, per isso coaridaflf ao-fespeitat-
vel publico e a seos numerosos fregaez.es, virem cortir-se em aea estabelecimento
certoa de que encentrarao um variadissimo sorfrmento de fazendas moderna e de mai
aporaio gosto; alm auna granle* goYtimelito d fazendas' e% prim#r necescdade,
tudo por presos muito commodoa, visto terera os proprietartoa adoptado o ayafema da
so venderem a diohei.o para podere veoder pelo existo. As pesaoas que nmm
em pequea escala poderlo fazer aeus aertimentos nesta lojr e anuazem, pelos mesmoi
precos que se compra as casas inglezat-(importadoras), asii-n como par ai com-
modidade das Exmas., familias se drSo as amortra de- tada'a* aeddalr, ot' Ibes
mandam Ie*ar pelos caixeiros, em aaas-casaa para eacolberem.
SAL.
Vende, Jos Dias Soares (em Maco)] superior
superior sal era pedra, o alqueire a 400 r?, para
bareaea, e 440 res para "navios, posto a bordo,
eranarcando-se qualquer eneommenda por maior
que seja com toda a presteza possivel. Pie tra-
tar se travessa da Mire de Deus n. I, 2o an-
dar, com Antonio Pereir.i de Miranda.
VENDE-SE
Joaquirn Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, 1
andars vende algodo azul americanos verdadeiro
e pregos americano a. 3 e 4.
D iodureto do potassio de L. Foucher.
I'- '.- onfeitos teem' a vantagem de junto a
maior exactido na dosagem (5 conteem nma
ramma de iodureto de potassio) nio teem o sabor
esagradavet das solocSes : sua effieacia incon
testavel, pnrqne o medicamento chega ao esto-
mago sem ter soffriJo a menor alterado, o qoe
muitas vetes acontece solucao pelo metal co-
lber que serve para a medir, alm de-tas a de
mu fcil transporte em viagem, eviaado assim
a interrnpcio do medicamento : nico deposito
na pharniicii americana de Ferreira, Uaia & C,
raa Duque de Caxias n. 57, antiga do Queimado.
Jrnaes da Europa.
Assignaturas para todos os jornaes da Europa
Poiitualidade e garaulia uo servico.
LIJ/RARIA FRANGEZA.
Vende-so o sobrado n. 7 d& ra do Bom
Jess, outr'ora da Cruz : a tratar na ra da Ma-
dre de Dos n. 36, i andar.
Aos cigarreiros
Vende-se papel de seda e de linbo, em resmas,
dos vnrdadeir* fabricantes : na roa Barros, qotr'ora ra do Codorniz n. 8._______
Tabellas Vermfugas
Esto medicamento o nico que pelo sen bom
nam a' U al* At 'ombriia*- E1 fcil de tomar
, DEPOSITO
rnarmacia amenceaii de Ferreira. Maia
Dnqoa to Caxiag n. 67
4C, roa
Fita especial
para os que Oseram a campaaha do Paraguay, a
aguia braacati roa Lauque de Caxias u. 52 rece'
betfdtua fita.
CORTiNADOS para cama e janel-
LAS A 85, m, W, m E 20,J000-
No Bazar do Pav5o vende-se om grande
sortimento dos melhores cortina ios borda-
dos para camas e janellas que se veadem
de 8^1 o par at 253, pechincha na ra da
Imperatriz n 60 Baar do PavSo.
Poupelinas de seia so o PavSo.
Recebemos um dos rois brHbanles ser-
timeDtos das mais moderna* e liadas pou.fr
lioasde ssda e linbo, com delicadlssimos
padr5ea, assentados naj ma8 modernas
cores, e vendem-se por menos do que em
outra qualqner parte, no Bazar do Pav3o
ra da iatperatriz n. 60.
Sedas de listinbas a 2(5 o covado.
Vendem-se bonitas sedas de listiohas com
lindas e modernas cores, pelo barata pre?o
de 2 o covado, no Bazar do Pavio, ra
daltnperatriz n. 00, de Pereira da Silva dr.
L.azinhas modernas con Re-
trase mselas de sola a f o
rs. o covado.
Chegou para o Basar do PavSo um ele-
gante sortioieoto das mas nndernas lia-
zinbas com listras e mesdas de seda, pro-
prias para ve-lidos, sendo fazenda demuita
phantasia, e liqoidim-se pelo barato prece-
de 640 rs. o covado, peebiucha, na ra
da Imperatriz n. 60 Iota de Perera da Sil-
va & C.
MERINOS ESCOSSEES A 800 RS. O CO-
VADO.
Vendem-se os mais moderaos merinos es-
cossezes, proprios para vestidos e bornous,
sendo neste artigo o melbor que tem viado
ao mercad), e liqaidam-se pelo baratissi-
mo preco de 800 rs. o covado.
P01L DE CHVRE A 500 RS.O-COVADO.
Vende-se purissimo poil de cbevr com
as mais de'icadas cores para vestidos. Undo
escoras e alegres send) muito lustrosos
e liquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
fazenda para muito mais dioheiro. ish no
Bazar do Bavao, roa da Imperatriz n. 60,
de Pereirarfa Silva d C.
LIADAS AGflACIANNAS A 560 RS. 0 CO.
VADO.
Vende-se no Bazar do Pav3o um benito
sortimento das mais lindas agraoianoas para
vestidos, lendo listras de seda, as quaes se
vendem pelo baraissimo prego de 560 rs.
o covado, seo Jo fazenda que vale multo
mais dinhe ro, pesbincba na ra da Impe-
ratriz n. 60, do Pereira da Silva & C.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bazar do Pavao vende-se um grande
sortitcento de camisas ioglezas e raacezas
com pei.os e punbos de linbo, sendo das
melhores e feilios mais modernos que tem
vindo ao mercado, por presos mais baratos
dn qae em outra qualqoer parte, por se ttr
feito urna grande compra ; oade o freguez
encontrar para lodos os pre;os, ditas com
peitos e punhos de algodao, trmbem em
grande qaantidade e de variedade de pre-
cos. E' pechincha na ra da Imperatriz
n. 60 .
LASINHAS A DOUS TOSTOES
S no Bazar do Pavao vendem-se bareges
ou aasinhas transparentes, com delicadas
cores, pelo barato prego de 200 rs. o
covado, pechincha, roa da Imperatriz
n. 60, loja de F Pereira da Silva C.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 T8.
0 PavSo vende bonitas chitas largas e de
cores fixas ^elo barato preco de 200 rs.
o covado.
Lias garibaldioas, covado a 320 rs.
No Bazar do Pavao vende-se um elegante
sortimento de bonitas laas garibaldinas,
de tolas as cores, palo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, na ra da Impera-
triz n. 60.
Panno preto do pavo covjd# a 20000 rs.
Vende-se panno preto Ono pelo barato
preco de 2;000 e 2)5500, o covado,
grande pjchkcha ra da Imparatriz n.
60, Bazar de F. Pereira da Silva C.
Bramante do aavll ou tregnellas a 7$ a pica
Vende-se urna grande porclo de pecas
de bramante de l.n'ho de urna s largura,
sendo f rzenda propria para lencoes, toalhas,
cerosas etc, tendo 20 jardas cada peca,
pelo baratissimo praco 7(5000 a peca,
grande pechincha; na rna da Imperatriz
n. 60 Bazar de ?ereira da Silva & C.
Lsjiar.ilLos do pavas a 4;)00j
Vende-se espartilos modernos de todos
os tamanbos, pelo barato preco de 45000
cada um; na ra da Imperatriz n. 60 Bazar
de F. Pereira da Silva A C.
Salas bordadas do Pavo a 85000
Vende-se ricas saias b riadas com 4
palmos palo barato preco de 8JI000, sendo
fazenda que sempre se vende a 1500
e 16)5000, assim como panno proprio
para saias' sendo com pregas e bordados,
vena>se a 1280, 4*5400 e 1)5600 o meir >,
sendo apenas prciso para cada sai) 3 1/2
metros, pcchin:ba; na ra da Imperatriz,
n. 60. de F. Pereira da Silva & C
Cortes de cuita a 2)5000
Vende-se corte3 de chitas francezas tendo
10 covados c'ada um, pelo baratissimo pre-
co de 2)5000; nc Bazar do PavJo, ra da
imperatriz c 60 de J. Pereira da Silva d
ontsaa
feliz resu
os phs'inacoutl-
errelrs Han *k C.
m speeiakmie p
otlgat ou modernas, fw cwn
ensatada pelvs mais habis e reco-
nhecidos medico, e ft Jtei confirmado ser esta
Mojeocia a Diea que radicalmente cora em menos
Mapa qtalquer agnrnba ou purgado antiga > t
moderna, sem o auxilio de oulros medicamento*.
E' tambera til as leucorreas ou flores branett,
quer sejwn amtigu on modernas.
DEPOSITO
Na pha/PMc americana, rna. Doque de Caxias
______________numero 87. _______
Em csa de THEODORO f HKISTfAK
SEN, rea a trwi 1. 18, encontram-se
effectivaiMate dw tt qnaRdades de vinht
Bordeaos. Boorsogae e do Rbeno.
A AGUIA BRAIVeA
RA DUQUE M CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
%
w1
'4+% %ul
*VA
LASINHAS A BENOITON A 400 RS, O
COfMM);
Cbegoo para o Batsr do Pavao om gran-
de s Ttimento de liadissimas liatiobss-
Benoiton cera as cores unir Ittdas e mo-
dernas, seado de ocas s cor oleado azul,
lyrio, violeta, peroila, rosa, ciosesto e d
muito boa qualidade, que se vendem pelo
baraissimo preco de um crozado o cora-
do, por barer grande porejo, se nao seria
para muito mais dioheiro, isto na roa da
Imperatriz n. 6, lo/a de-Pereir* da Silva
4 C.
CRETONE FORTE PARA LSNCESf A 2,5
CADA METRO.
Cbegoo par* o- B*zar do Pavlo nasa
grande porclo de verdadeiro crtone forto
para lenfes sendo muito encerpada e bet
fazenda eom 10 palmos de largura sendo
preciso apenas-pira eadi lencol um metro
e urna qoarta ou um metro e meio, visto
que a largura da fazeada da o comprimen-
to do lenjo!; grande pechincha a-2j5000 o
metro'na rea da Imperatriz o. 60 loja d
Pereira da Suva 4 C.
05 BRAMANTES DO PAVO A fJBOO E
2)5906t-
Vende-se superior bramante de a?goda
eom 10 palmos d*largtta. proprio para
lencoes pela barato preyo d* lj5800 rs-., d
to de linbo poro com a mesma largara a
2)5500, dito francez o maia superior que
tem vindo ao werado: a 4#e 5)5fOt fs; a
vara, isto aa rete j**lmperaiti& m 64, Jojai
de Pereira da Sifra C.
LUTO BARATO, CASSs PBJETAS
A 24UtS%
Vende-se no Bazar do Pavao a ra i
Imperalri. n. 60; cassas pretaa franaez
para luto por n5o estar bem pretas-
assim como caitas-toda preU,-porm tana
ben> com defeito na cor, mas mono rortev
a 120 rs. o covado; pecainofas de Pereira
da Silva & Coma.
CASSAS-FRANGKAS-COVABO A 300 RS-
Vendem-se cseas de cor verdadera-
mente francezas coa delicados- padroea e
com desenbos audes e graudos a 300 rs.
cada covado, ditas inglezas finas bonitas a
200 e 210 rs.; pecbincha de Pav5o.
TARLATANAS LISTRADA9 PARA
PARTIDAS.
Chegou um elegante sortimento das mais
bonitas tarlatanas com listras, tendo de to-
das as cores, sendo de muita phantasia e
muito proprias para vestidos de baile e
vendem-se no Bazar do Patio a ra da
Imperatriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLO ENFESTADO
A 3)5000
Vendem-se pecas de madapolSo entes-
tado, francez com li metros a 3)5000 ra. a
peca; pe bincha no Bazar do Pavao a ra
da Imperatriz n. 60.
CAZAQUINHOS E BASQUINAS DE SEDA
k.m 2G&E ^sjooe.
Chegou para o Bajar do Pavio um gran-
qe sortimento de rieas basquinas oo casa-
duinhos de seda pretos ricamente eafeita-
pos, sendo d(s mode'os mais mfdernDS que
tem viudo e vendem-se a 1S)5, 20)5 e 25)5
na ra da Imperatriz a. 60 loja de Pe-
reira da Silva 6YC.
RICOS CBALES PRETOS COM FRANJAS
LARGAS.
Chegou para o Bazar do Pav3o um gran-
be sortimento dos melhores chales pretos
dordados a seda, com franjas muito largas
de retroz, e vendem-se muito em coala, na
ra da Imperatria n. 60. Bazar do Pavao.
Poupelinas do Japao a 500 rs. o covado.
No Bazar do ?av5o vendem-se delicadas
poupelinas do JapSo, pata vestidos, sera-
do padrees inglezes, pelo barato preco
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
d nma s cor e muito lustrosas a 500 rs.
dias a hiO, bonitas ljasinhas a Benoiton,
com delicadas cores a 440 rs., ditas poil de
chvre a 550r s. ditas con listras de seda a
640 rs. todas estas laas s3o de grande van-
tagem em pregos e liquidam-se ra da
Imperatriz n. 60.
LAAZINHAS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A 800 RS,
Vende-se um elegante sortimento de 11a-
zinbas amazonas muito lindase :omasmais
delicadas palmas de sena, tendo largura
de chita franceza, e com as cores mais
novas qoe tem vindo ao mercado, e liqui-
dam-se pelo barato preco de 800 rs, o co-
vado, no Bazar do PavSo a ra da Impera-
triz n. 60 de Pereira da Silva 4 C
CHITAS BARATAS
Chitas a 200 rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a200rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 240 rs.
No Bazar do PavJo vende-se urna grande
porcSo de chitas claras e escura*, miadas
e gran las e de muito bom gosto, pelo ba-
rato preco de dous tust5es e doze vintens
o covado pe:biocha, raa da Imperatriz
n. 60 de F. Pereira da Silva 4 C.
Chales de renda a
O Pavao vende grao
preta sem defeito algo
tas a 2$500 rs., e de tras poetas a 1)5600
rs. pechiacba, no Bazar do PavSo. '

Uako legalmeat* ante risada e approvado
pel cooseibo de saJe.
vxteo r/BrosiTd
em
PERNAMBUCO
/ Pharmacia e drogara
de
BARTHOL0&EU 4 C.
34--Ra larga do Rosario 34.
CAFE PRClIVa
A. A' ESCAMONEA
* De Bw Bam
PhaTaaceutlco-c biual?
A utilidad* ds purgantes nio soffre demon
tra^io algnma;. a proscripjao otaria qae delles
faiem os medieos- e o uso anda mais frayuente
tato peto pubtieo sao provas irwfcpaHf unto
como a quantidadb tnnuiaeravel deste gnerc. S
ftrfU aperfei^oar caAa Te mais o nodo de aAmi-
Dietracjio, de rmnin qn' conservando a sia a'
c*>, elles possanfsw tomados sem repu^uaacia
nem asco e sobretodo sem receio nsmpergo.
Hhitos purgaola altroasoa s devam este bem
xito ao sea eneito-intense e excessivo. D'ani e
penfo, porque irriteote de estomago, inflmiii-
c3es de entranhas sito merltavelmento a resulta-
do de-aen emprego. Ifada disso tem-se-de recear
com caf purgativo.'
Tedbs conhecem por experiencia o aroma sua-
re e o efleito ligeirameote tnico e excitante da
caf. lite o melbor aaxiHar dos purgantes dos
quaes Jistarca o chairo o saber eajudVa accao
BoUieRU vagarosanpeul o movimentos peris.
taltioal d* iatestino,'r nfwSsiMo o sea efleito
mnit#iBteaso< sobre- o esMnago. Misturase eom
escamonea, facilita as evaeaac5es com promotido
e en eebea* o loras-se om porgante brando,
certo, faert a tomar e preferiret a todos oa-outros
salvo ora, indicacio especial da qual o medico
nico aa.
A inoceuidade do caft- purgativo pernwtte de
emprega-i em toSos es- ceso* simples. Besper*
laaSe Uaia.aa miImoetnrantio Mere-
ci deste, destre a dureza de rentre, as wto-
sldades, a Batuosidades e excita o appetite-. Era-
pregado ais i miudo, oeures'nte para-eva-
caar' com vagar a bil e os han, es viseases e
e tai deas* maaeira deMpaerecer a enxaqoeca,
as dores seabeca e prer-os ataques de saogae
nae pessoae-ejae a estes sa predispostas.
MGODEfcWBEtO.
E' tao siaetee como faeit. O cat purgativo
deve ser tamado fro, paie- oo misturado c pouco de leite trio assueacado, ou aeua asquea-
rada. O wJro inteiro e- a dos ordinaria para
om adulto-;. daas colbaroe de caf bastam. para
as sesuorae-e- para teda e qaalquer pessoa ioe se
par facilnwcte.
. ara as.criaocas de 8 i.i anuos, a metade do
ridro sofieienle ; de 5 a- S annos, orna eolher
de caf, e a qoaru parte do viUro sment abai-
xo desta idade contra a geema.
E' or isso dL'oma aeaiiaistracao muito mais
aeil do qoe es biscoofcs chocolates oa bolos
purgativos,
Da-se humediatamente- depois leite qceota as-
sucarado oa caldo leve, o doas ou tres ehavenas
de cb preto ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Bartpoloman & C : roa larga do Rosario n. 34.
Chcetele de salde, de Ser
E'-pelo.sen agrada ve! gosto e suave aroma que
est clasificado como a primeira qualidade d)
chocolate, e com jqeta raxie o procuran como o\
melhor de todas as marcas de chocolate coaheci-
Ras, Obem conhecido nome de Menkr nos dis-
pensa de sermos mais e-tensos.
BEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
______________numere 57.
Elixir afflcricat!
Usado aa gotas este elixir em um copo com agua
um excedente conservador das geugivas e lim-
peza da bocea, boebechando todas as manhaa-. E'
tambem um poderoso e verdadeiro calmante as
dores de dente.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
nnmero 87.
LENCOS BRANCOS PARA ALGIBE1RA
A Aguia Branca os roa Doque de Ca-
xias a. 60, esti vendendo baratamente leo-
Coa braacos e de tamaobo regular para al-
gibeira. Os diOarantee precos de 2(5,
2di00, 25800, 3*200 e 40000 a duiia,
alo os que de mais barato aa pode encon-
trar em t2o boa fazenda. Tambem ba ou-
lros com barras de cores izas, e fazenda
nova mais fina a 4/1 a duzia.
TOALHAS E FROKHAS
de labyrintbo com bonitos desenbos, e per-
feita imitago do tecido ao paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas de 12 tiras, e proprios para cor-
pinhos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 13 de cores para enancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
los, etc., etc.
TORQAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas oa stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 24 vinas, bellas e agra-
dareis, dao um perfeito intretenimehto para reu-
nides de familias.
Objectos para lnto.
Bonitos e modernos aderecos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, o
com pingentes.
Correntes pretas de borracha.
Cuntas grossas, redondas e lapidadas para
pescoco.
Voltas de contas, tambem redondas-e la-
pidadas, com cruzes.
Pulseiras pretas.
BARRETES EM PONTO *DE
mela para recem-nascidos.
UVRINHOSCOM DESBWHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em ponto maior para os.mesmos fina.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enfeites da vestidos de laa.
PERFUHABIAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido final per-
fumarias mgiezas, sendo extractos ceaesn-
trados de agradaveis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaea se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas inglezas, e opiata para
dentes. Tambem reaeneo taado aorti-
mento de sabonetes, que os est \eudaado
baratamente.
Caixinhas com 3 aabooatss aaonatkcs a
1 A, ditas com 3 ditos transparentes a i*
ItfBOO e 2^000.
Sabonetes areentos a 500 ra., ditos da
alcatrao a 80u e 1,5000 rs. cada um.
Paila de amendoa para lavar, s amactar
as mios e o rosto a 13 o frasco.
E assim muitos ootroa objectos de per-
fumaria.
Alfinetes pretos com piageatea a sem
elles.
Guarnieres de botes pretos para punbos.
abertura e collarinbos.
Pennas de m bico M kaja
Caias com urna grosa 500 ra.
MATA MOSCA.
Chegou nova remesas de papel mata
mosca e continua a ser vendido aa bia 4i
Aguia Branca.
tf
i


XAOPE
BoO^IBErlf
mimbro da academi4demedicna
Preparado por deslauriers.ph.
S/ffO de BOUTtGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clpy Papjs
O Xarope depurativo iodu rado do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom, certo e constante na cura
nsimpigens,escrfulas, molesiiasdapelle,
vicio ao sangue, obstr ueces lymphaticaj,
molestias contagiosas (syphiliticas), leves
tu inveteradas, e de todos os accidentes que
d'el las depenem.
A receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pbarmacias do
Brasil. r
em Pemambuco: Maureb e C; Joaquis
Martimho da Cauz Cobreia Joilo da Con-
ceicao Bravo e C; Augusto Caors ;
Babtholomeo e C; Alexandre Ribeiro;
Abre Ribeiro Joio da S' Faru e Irhao.
5 s
2 2-S
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Linguiqas daa Ilhas em latas
O melbor
dem Joao do
lo n. 4.
ue tem vindo a este mercado : ven-
ego Lima & Filho : ra do Apol-
Franjas pretas.
' A aguia branca recebeu do Rio de Janeiro om
pequeo porm bonito aortimenlo de {raiiias pre-
tas para enfeites de vestidos.
S3o finalmente chegadas a esta praga pela segunda vez as verdadiras prenaraceS
do Dr. Radway & C. de New York.
Depois de alguns aonos, em que as falsificarles de Hamburgo e mesmo de Nsv-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido coocsito que
estes remedios haviam alcanfado por saos maravilbosos effeitos conseguiram introduiir-
se, illudjndo o publico incauto, com urna reducto de pre?o, nullincando o vsrdadeiro
mrito destas admiraves preparares, imitando as verdadiras; porm desacreditan-
do-as com seos nullos effeitos, lembrouse o autor de faaer a declaraco abaixo, e a
dar diplomas aos que ven Jerem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico do que as verdadiras preparaces do Dr. Ra-
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual aa desta
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raimundo Carlos Lst-
te & Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, ao imperio do Brasil, gao os nossos agentes
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto-
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radway A C.
(e que sao preparados oo laboratorio do mesma doutor na cidade" de New-York nos
Estados-Unidos), seoio das pess as que podem produzir a presente cerficacio s attes-
tacao e que a produzem, subscripta e assignada do Dr. Radwai A C. e dos Srs. Rij-
mondo Carlos Leite de Irm3o como ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dwat de C. sao acompanbados de cdulas smelhantes a que parecem ao p desta car-
tiQcagao.
Examine-se bem a assignatura da firma do Dr. Radwat < C. ao pe da presente
sertificafao e compare-se com q facsmile as cdulas com todos os frascos e caixiohai,'
Radway 4 C.


Di**4> tiftaVU
i
li

I
I
I

L*.

3
i
mu nts a c,
i venda em seas armaisi, slm de oatroi
n etnifSf arte regalar, os legnmtes, que
" 1*r tfeps ans modteo que moa-
qaer parte:
fcTAS de tiiiho alraofadadas.
a de lernvpara cerca.
[RUS da Taofa para cama e torrar salas.
W de bar fraacei para es ;oto.
80 nperior em poroto e a ota tonto.
(EMENTO de todas a quaitdades.
MACHINAS de desearocar algodao.
LONAS e brmzflee da Russia
OLEADOS ameicaiws para forro de carros.
FOGOES ameriranoe rauito bons econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior d Gatier Frem
FARHILO em srjeos grandes a 3,1500.
AOA florida legitima.
Engenho
RVende-se por UMQl um soffrivel engenhe de
anrmaes, distante da via-ferrea 4 milhas, larabem
se ende a safra creada : na ra dj Livramento
n. ti sedir ioformacos.
MA\iK
LIQUIDACAO
fluA DO CRESPO N. 10
De 1,800 cortes de casimira
Cortes de casimira de cor faz?oda superior lisos
e de qnadres a 44000 e 5#000 o c( rte, easimira
preca epenor pelo baratsimo preco de l#500 o
cavad_________
RELOGIO
MUSEO ELEGANTE
N. I RUI STRHTI DO MSIRlB 1 \ *?**"?
AO BOJII TOME
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento de raiudezas superiores, rticos de luzo e da moda para bomeos e e-
nhoras; esplendido sortimento de perfumaras dos mais sffamados fabricantes de Paris e Londres, como sejam Eiver, Lubio, Coa-
dray, Begand, PiBaod, Chonneaux, Monpelas, societ hygienique, Gosnel, Rimmil e Piesse Lobio, etc. etc.
proprios para as pessoas qoe esto passan"
do a festa irem ao banho, e tambero venrd
de ouro e prata
dos fabricantes mais acreditados da Europa, o
melhor que se pie de asuren* e senhora*, vende-se por precos at boje
desconhecidos na loja de joiasFjioeraldara
do Cahugan. o
Moreira Duarte & C.
Livros classicoa.
Para iglez:
MaeauUy. Esbhts.
Lingird. H. oflsgland.
Sslect Passages.
Motta-grammaria.
Para frarcez:
RefDier-Thftre classr^ue.
Chateaubriand. Gente du christiaaisme.
Mariyrs.
Fton-Narraticns.
toOos os mais livros para examesjile preparato-
UVBARIA FRANCBZA._______
Ftuidi C Starr A C em Hquidacao venden per precos
mais baratos de que em outra qualquer pacte,
taixas de ferro batido e euado, aiaitt iques, moen-
das e meiis moradas, rodas e rodetas, e rodas
d'agua para entrabo, crftos e boceas 4e fornalha,
guindastes e boias, tijolo de fogo (flrn b. iclt), ey-
ijOdros para padaria tanto inglezes cemo america-
na, arados todos de ferro, ele, etc.
Camisas e ceroulas
0 moseo elegante vende camisas tinas
inglezas de 605 por 54 a duzia, ditas bor-
dadas a !%$ o muOo finas a 1203 a duzia,
ceroulas de Jinho rcuito finas de 45* a du
zia 36*. pflnos de crochet para sof e ca-
deiras. fazenda que sempre se vendeo por
iOr?, vende-se a 6* o temo.
Mantinhas olinclenses
O museo elegante receben ricas manti-
nhas de seda (cousa nova) para senberas e
meninas, as qoaes est vendendo pelo ba-
ratinho preco.de 1*500, estam-se acabando,
bellos aderecos de tartaruga e de madrepe-
rola, e muito finos pretos de crystal, casso-
hitas para cadeias de relogio, ditas do pra
la dourada para retratos, as mais lindas ca-
deias de p'aqo para homens, bengalas de
canoa com c-st3o de marfim e de osso, chi-
cotes de baleia com castao de marfim e de
unicornio, completo sortimento de espelhos
de columna e de moldura dourada para sa-
las, lindos collerir.hos e pnnhos- de linho
bordados para senhora, grande sortimento de
ponhos e colleriohos para homens a Oxford,
Refleman, Puebla, Exquizito, Napolitano e
Vera-Cruz, as mais lindas e modernas gra-
va tas para homens, nma infinidade de ricos
bot5es para ponhos e colrerinbos e d entre
elles os desejados botdes artistiques e a imi-
taro de odjx para ponhos.
Musen Elegante
to de babadinbos-e entremeios Upados e
transparentes, e de ricos e modernos espar-
taos de 44 a 124 rada- om.
Musen Elegante
recebe por todos os vapores lavas de pelli-
ca da prrmeira fabrica de Lisboa, isstm como
encontrara" as Exm." familias neste impor-
tante estabelecimento tm grarwle sortimento
de artigos para c?ssmento, djno sejam.ri-
cas grinaldas,- finissimas meias brancas de
seda, ligas, luvas brancas, leones finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
iranias, galbes, botSes, bcos de Wond, fi-
tas de grosdenaples e d setim de n. t a
80, ditas de relindo, bicos de crochet bran-
co e preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
leisspara vestidos, carabeaia franceza preta
e branca para forro.
Cntilaria do Musen
Elegante
Navalhas muilo finas, cabo de tartaruga,
marfim e blalo, do aflamado fabricante
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, lariarag*, marfim. tesouras
finas para unhas, costura e cabello, Mberes
para mesa e para doce, de diversos preces
e qmlidades, ditos muito finos cem cabo de
marfim, superiores garfos ile metal brancf,
grande sortimento de colberes para cha,
e sOpa de metal muito fino, trinchantes com
cabo de marfim por barato prego.
Museu Elegante
acba-se prvido de um lindissimo sortimen- vende chapeos deso commerciaes a 2 . .....-, ^ ^. T ^
ricos albons para retratos por baratissimo
preco.
No Museu Elegante
.eccentrario as pessoas faltas de vista um
completo sortimento de oculos de aro de
tartaruga, bfalo e ac, e tambem pencinez
de tartanuga, bfalo, ac e prata dourada,
com vidros de cores.
Lamparillas do gaz
Vende-se no Mnseu Elegante a 200 rs. a
caixa.
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a mnito acreditada tintura ingleza
(a qual mostra o seu bom efleito pooco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
ratr da cor dos cabellos (colorigenio Ri-
gaud) qoe em menos de oito dias d aos ca-
bellos a sna cor e brilhe primitivo, e depois
deste tempo s bastar usar de oito em oito-
dils para tftiservar o matiz adoptado.
Exposico de lenpos
MUSEU ELEGANTE
vende lencos brancos finos a 14700, 24700
e j abantados a 34500 a dnzia, e muito
finos de esguiao lambem abanbados a 64500,
MROPE


Previne-se aos apreciadores do superfino o deiicioso per fama, que apenas precisarem desse artigo ser bastante virem ou
mandarem seos portadores, que ser5o fielmente despachados, pota os preprietarios deste novo estabelecimenlo trabalham nica-
mente para servirem bem aos compradores, tanto na superior qualidade de suas meicadorias, c mo nos baratjssimos preces por
quanto estSo resolvidos a vender.

N.
NO MUSE ELEGANTE
1 Ra Estreita do Rosario N., 1.


.


ATTENCAO
D
I RA DA fMPERATRIZ N. 40
Esquina do beeco dos Ferreiros

DE
MBNDES a CARVALHO.
'

DE
CHITAS ESCURAS 200 O COVADO OU A
2j$000 O CORTE.
A loja do Papigaio acaba de receb'er um
gaande sortimento de chitas escaras com
padroes **imitac3o de cassa, e vende pelo
bflrrato preco de 200 rs. o covado oo 14000
o corte, fia roa da imperatriz n. W).
GROSDENAPLES PRETO DE U A 34000
O COVADO.
Um grande sottimetito de grosdenaples
pr)tos e gorguroes de seda, dos mais es-
treitos at os mais largos, vende-se por me-
nos preco que em outra qualquer parte na
loja do Papagaio.
CAPAS DE MERINO' PRETO A 100000.
Vendem-se capas de merino preto bor-
dadas com vdrilhos, muito modernas pro-
prias para a qoaresma, fazenda de muito
mais dinbeiro, para acabar a 100000, s na
loja do Papagaio, ra da Imperatriz n.
40.
Madapolao enfestado a 24500, 30 o 44000
a peca.
Ven3e-se pecas de madapolo enfestado
com l jardas a 24500, 30 e 40000 pe-
chincha.
RRAMANTE D LINHO
com 10 palmos a 20OOO rs.
Vende-se bramante de lino com 10 pal-
mos de largura, pelo baratissimo preco de 20
o metro, peclncha, na loja do Papagaio
ra da JMftratriz n. 40.
POUPELINAS DE COR A -2,5400 RS.
A loja do Papagaio acaba de receber um
bonito e elegante sortimento do potpelinas
de seda com quadrjnhos, fazenda inteira-
mente nova no mercado e vende te pelo
barato preco de 24400 rs. b covado na lo-
ja do Papagaio.
CORTES DE CHITA A|20, 24400 E 20600,
Vendem se cortes de hita do diferentes
corea a 20,30100,20800 e 30200 sendo de
10, 11 e 12 co vados, pechiniha, na loja
do Papa-gato.
Co bertas'de fosfto b'ranco e de cora 30000
Vendem-se coaertis de fasUio branco e
de cor, mnito grandes, e veedem se por
le preco por haver grande quintidade,na
loja ido'fapagiio.
ESTAMENHA A 10600 RS. O-COVADO.
A loja do Papagaio vendextxla" ou -estame-
nha, fizenda muito larga a 10dOO rs. o co-
vado, pecbiocha.
FLANBLLA AAIBRICANA A LKWO O CO-
VADO.
Acbale chegar Toja do P ipa^o Cfma
fazenda inteiramente nova, propria para fa*
Mr salas, a largura d a altura 'da saia, 0
_ e da lugar a fazer-se ama -avia,'onrpou-
ttsatndu, d'awekitMaia/ n+^0'apa-
avd#'
GJaWAIAS fi CA*S BE >flRGS
Jl 00, >60 ,e eiOw.a^arau
Vecdeise cambraia3.e assa:i de efir de
brentea pailrSes, de. corea Jxas, com
atrfii'jii'florasmiddinhas e,.gradas, na
H Oi^^^fwRpagaio om grande.sor-
'fc^'frlifrjMHM iln lii'iinlii........11
que se vendem poa prego muito commodo
na ra da Imperatriz n. 40.
PARA LUTO.
Laasinha preta de 440 e 500rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. o metro.
Alpacas pretas a 500, 600 e 800 rs.
o covado.
Bomb'zina lisa a 10280 rs. o covado.
Dita transada a 24000.
Gertes de eretenc cem 14 evades a 50000.
Chegou loja do Papagaio nm variado
8orlimento de cortos, de vestidos de croto-
nes de cores, fazenda inteiramente nova, pa-
droes mnito delicados e cores fixas cada
corte d vestido de duas saias a vontade, o
PF REIR, IRWIAOS
Ra Primeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ae respeitavel publico em geral e particularmente aos seos numerosos amigos
participan Manoel Joaqun Pereira e Manoe4 Jos da Costa Pereira, que acabara de
fundar om rico e sumptuoso armaiem de louc*. porcelana, vidros e cbystaes ra
Primeiro de Marco, oitr'ora i ua do Crespo n. 15, sob a razao social Pereira
Irmos.
A longa pratica e conhecimentos de que dispbem os anqonciantes neste ramc
de commercio, a qpe, ha muitos annos, se dedicara, os tem habilitado a saiisfazer as
neceseiades da populacJo desta provincia e suas limitropb.es, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagam de que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de itoitar este novo estabelecimento! com-
mercia), verificar por si raesmo o qoe os annunciantes vem dedizer.
0 *peca.
todos o
vende-se por este preco para acabar na
ra da Imperatriz.
Algodabsinho de 20800 at 70000 re. a
prca.
Madapoloes de 50, 64, 70 e i
Hamburgo e creguellas para]
precos.
Esparlilbos de linho de difiere rites precos.
Tpeles aveludados, para portas jane Has
e sofs.
Setim da India de 640 e 800 rs. o covado.
Damascos estreitos e enfestado de 800 e
10600 rs.
Laasinhas a 320 e 400 fs.
Alpacas lisas e lavradas de 500 at 800 re
Tarlatanas de cores e brancas a 720 rs.
Fil branco, Uso e de salpicos.
Dito preto debito.
Cambraias victorias de 50. 60, 70 a 100.
Barejes mescladas, finas a 400 rs. o co-
vado.
Atoalbado de algodio trancado a 10500.
Dito pardo trancado a 10500.
Dito de linho adamascado a 30200.
Dito de algodSo adamascado a 10800.
Pannos de linho de diferentes nmeros.
Lencos brancos de algodo a 20 a duzia.
Ditos ditos de bretanha e esgtriSo.
Ditos chinezes a 30000 a duzia.
Esguioes de lnbo de 10600 at 34000.
Bretanhs e silecias de h'nho precos bat*
tos. Chales de merino lisos e estampados.
Cambraias transparentes de 30 at 190.
Goafdanspos de linho pardo de "20 4
40000 a duzia.
Meras para homens to 40, 60,"70 e
80000 rs.
Ditas para senboras e meninos.
TOalhas'de:aigdd5opara r*o'a 900'rs.
Ditas de' Itabo a 10060 e felpudas.
Redes-de ristras mdito grande a 120000,
HOUPA PEfTA 1WWJ1DA.
'Na loja'do'Papgaio.arm de Ynmr om
granle denosito de roopas feitaside'Wi|
as- qaalidades e feitios^tei ubi oaiio*-~
meniode casemires-de cor emrtlas, pl
pretos,;-atoes e Wfdes,"eOftes'^f^|#ra)or!
de seda para eblfetts eom perrto l"'
para qoem qoizer obra -feitacom
e esmero, e quaUdo -acootocasflotr Urwi
pec^defertoosa; ftoa sW) vntymMmtk
dos donos do estabe|ecimento.
"DIo-f^^B^s^yt'-OoOBMtgir.
imm APAOM^str ahrta-os
diMniHi 9
N. 3 A RA DO CABIG N. S A.
MTH01IRHM
i
0
00
11UVI/AJUIUV M >"----------- J^.
Com sto'titote acba-se aborto ioteirameiie Iranjformado esto antigo
esbelecfmento de jotas, onde oa freguexes e aaoigoa encootrarlo todoi quanto
a moda e o bom gesto tem in venado a ole de ounveaana, o CollaT de Ouro
obtermt delfcadeoiio trate o Bonciridadoemodecidade nos prtfioi.
Espera que o reopeiavel pnWico vaatba ver o que existe de melhor em
aderooo^de brifctntei, eswraMas, rebina o perolas, meios derecoi, pul-
ceiras, brinco, amnetes e anaeis de todatoo VfWideB, praU de le aqno-
roa, tlheros, paJitiroo salvas o outros mm objectoa que sena *nladwho
qu em outra qualquer parte, troca-oe, e concerta-se todo o qualquer objocto
pertencente a esta arte.
iiiiiniiBiiHii
(Cofres de ferro de dfferelUW umanho.
irrensas e ferro pira ^^ drtu.
OliapaS e ^o gavaliisadas para telheiros.
wWWB.^ lerrojixa wncir.
"'wWamerlcaiiospArexinot-o ladoJrt.
Wftt?nTlB6 vapor e de cortar romo.
UNVI^IUBV* ae nfjo para soceos e atierros.;
^eneB&liaS para janeHas.
JJAiailyMS dwimiea e ootres.
FegSas
tigos achara-se duenda
^do-iarro.
__
sthtpo,
RABO DE TAT'
Phnta idegena
Especialidade dospharmacuticos Ferreira Maia & G.
A tosse convulsa a qoe apresonta mais pertinacia naquelles qu,o della sol-
frem efaz com que umitas vezes suecumbam os enfermos, sem que muitos ou'ros me-
dicamentos applicados consigam resultados favoraveis, sendo essa affecg5o tanto mai
grave quanto menor a idade dos accommettidos; e por isto novqs preparados sao
constantemente publicados por meio de pomposos annuncios sem que a sua applicagSo
atieste o que del'es se esperava.
Acaba de ser enrequecida a tberapeutica das diversas mol?s:ias do peito, desde
a pharyngite ou mal da garganta at a toberculisacao pulmonar, com o XAROPE PE-
TORAL AMERICANO DE RABO.DE TAT', que tomar o primeiro logar entre todor
os medicamentos at boje para tal fim conbecidos.
O XAROPE PE1T0RAL AMERICANO DE RABO DE TAT', garantido pura-
mente vegetal e s contera em sua composiejio a parte medicamentosa da planta vulgar-
mente denominada RABO DE TAT', cuja propriedade beaefica na cura das molestias,
que pertenenn ao3*o-ga!>s pulmonares foram por pessoas competentes observadas, do-
rante longo tea-po e com ptimos resultados cada vez ma's crecentes: peto qne no
Tolgmos autorizados a compor este xarope que agora apresentamos, e a offerece-lo aos
mdicos e ao publico.
Poderiamos apresentar muitos attestados n5o s demedeos respeitaveis, como
tfmbf-ra*'do publico que tem frito uzo deste salutar xarope; porm dispensamos estas
formalidades para nao caiicarmos o publico, pois que o raelbor attestado que se poda
apresect.r sem duvicla a cura completa de milhares de pessoas.
!*o I-rumos ear'aqtii pessoas que est5o completamente restabelecidas das di-
versas moie.vtias cono sej*m a a.-tiima, bronebites. defloxo, catarrbo, tosse convulsa, rouquido, irritacia
do peito e garganta e pbtbisfca pulmonar etc., etc.
Uuio deposi#em Pernambuco pharmacia americana de Ferreira Maia & C,
ra do Dcqne de C.-xias n. 57, a(ntipa do Qoeimado.)
Cada fiasco costa 10000. Cuidado com as falsificaces.
LOJA.
DO
GALLO VIGILANTE
Rea do Crespo n. 9
Oa proprietarios deste bem conhecido estab'el-
cimente, alm ios muitos objectos que tinham ex
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daran) vir e acabam de receber pelo ultimo vapoi
da Europa um completo e vanado sortimento di
unas e mui delicadas especialidades, as quaes e*-
tio resolvidos a vender, como de sen costomt
Sor precos muito baratinhes e commodos para
os, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bras
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para s*-
nhora, neste genero o que ha de mafs moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas da
Exmas. senboras.
Superiores tranQas pretas e de cores com vidn-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode have>
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
marfim, sndalo e osso, sondo aquelies branco
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para e-
nhoras, as qnaes sempre se venderam por 30tfOC<
ia djua, entretanto que nos as vendemos por 20
alm destas, temos tambem grande sortimento d
outra qnalMades, entre as qnaes algumas mnitc
finas.
Boas bengalas de superior canna da India
castao de marBoi com lindas e encantadoras figo
ras do mesmo, neste genero o que de melhor w
pode desojar ; Alm destas temos tambem gr&nfr
Suantidade de outras qaalidades, como sejam, m
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de outras qaalidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borract
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para men
as de 1 a 1S annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para faz)
barita; sao muito boas, e de mais a mais sao ga
randas pelo fabricante, e nos por nossa vex tam
bem assegnrames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capeUas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croxt
Linha mnito boa de peso, frouxa, para enchr
labjrintho.
Boas baralhos de cartas para voltarete, assi
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das memores per
fumarias a dos memores e mais conhecid.os per
fumista.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convolsSes,
faciUtam a denticao das innocentes enancas. S-o
mos desde mnito recebedores destes prodigioso!
collares, e continuamos a recebe-Ios por todos o
vaporee, aflm de que nunca altem no mercado
como j tem acontecido, assim pois poderlo aquel'
les que delles precisarem, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
para qoe sao applicados, se vendero com om mu
diminuto lucro. *
Bogamos, pois, avista dos objectos que deixamo
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren
comprar por precos muito razoaveis loja do gai)<
vigilante, roa do Crespo n. 7._______________
Rival sem ^ efundo
Ra Duque de Casias n. 49
Jos de Azevedo Maia eSilva, em sua lo-
ja de miudevas continua a vender todo
4)or baratets \ rec/is que z todoB adniira :
Libras delinbade novtllo, a melhor
possivei.
Duzia de lencos de cas;a com baira.
Caixas de liubas com O cctellos a
Vara de franja tranca para toalbas
Duzas de meias croas mutto Loas a
Duzias de meias finas para tenho-
ras a
Duzias de facas e ga; fos cravadas a
Duzia de palitos eguranca a 120,
240, 320 e
Na*alhas muito 9b?s, para fazer a
barba a
Caixas com peonas de ac com to-
que a
Caixas com pesnas de Perry 'azen-
da fina a
Ditas de dita di'o verdadeira? a
' Caixas com 20 cadernos pa.tl ami-
zade a
Pecas de liras bordadas 12 metros
cada urna
Pecas de fitas para cx ao 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a
Duzias de linha frouxa para tordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Ditos de ditos de tapete moito
finos a
Duiias de baralhos muito finos a
24400 e
Ditas de agu'has para machina a
Libra de pregos franceses a
Resmas de papel almago .-o eri< r a
Ditas de dito pautado o melhajajp).
Caixas cem jabonetes fineta a 7Te
Libta de 12a para bo dados a
Carrteis de linba Aexandre a
Grvalas de cores moito fioas a
Ditas pretas ponas bordadas a
Grosas de botces de madrvperola
para camisa a
Novello* de linha branca, 400 jardas
Duzia de caribes de linha branca e
preta e de cores a
Thesouras muito fioas para unhas
e costura a
Raralbos francezes muito finos a
200 e
Caixas redondas para botar rap a
\5o ha malo cabellos brancos.
Tintura japonea.
S e nica approvada pelas as academias de
sciencia, reeonhecida superior a toda que tem ap-
parecido at boje. Deposito principaf roa da
3adeia do Becife n. 51, 1* andar, em tedas as bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
3~
Pos dentfricos americanos
Composlco hyglenica.
Estelos sao os nicos que reonem em sna
composicao todas as qualidades hygienicas pro-
prias a dar ama grande alvura aos denles, coo-
serucao delles e fortificacao das gengivas.
~ DEPOSITO
Na pharmacia americana, roa Dnqae de Caxias
n. 17, de Ferreira Maia & C.
1 fiSOO
ii&eoo
uoo
160
35C0
SfiOfO
5^000
500
4*000
320
BOO
1*260
700
1*500
50
40
500
1*800
1*280
2800
2*000
240
3*600
4*C00
1*000
7*000
100
500
600
503
P
120
500
240
IHOO
SUSTENTO BESTAURAT1V0 DA SAUDE
PELA FABINHA
A Revalesciere tt Barry
Esta farinha que tao grande asa tem na Euro-
pa, mnito se recommenda para as enancas e pes-
soas debis e convalescente!. Como medicamento,
intailvel para os casos: prisao de ventre, he-
morrhoidas, ms digestoe?, azia, amargos de boc-
ea, dores de estomago, diarrha, enxaquecas, af-
fecooes de Sgado, dos polmoes, dos rns, da bexi-
ga, ele, etc., conlendo muito mais principios nu-
trientes e restauradores para os msenlo, ervos
e celebro, qoe, tres vetes o sea seso em cama,
per conteqoencia, de conservar melhor as torcas
micas e moraes, restabelecendo as funecoes di-
gestivas estragadas, dar appetite, e convlr aos
estmagos alada dos mais enflaquecidos.
Sea aso to simales como fcil : a JUvaUs-
atre du flarru de ve ser desfeita e cosida come a
faajajM oMioaaia. podendo ser usada na" agua sim-
ples, com vinbo braneo, no caldo sem'gordura e
no hora Itlte, fazendose ainda bolos com raaoteiga,
leite oa astocar, etc., etc.
nicos depositarles tm Pemamimco
BARTHOLOMEU tTt.
34,TRoa larga, do Hosarto,34'______p
wmum ssm
PAlA
Hom gnaode. variedla* de,,ccm, a
2iO |St|A:()MldO
* Rb-bjite-rl).3T4iftatico.
Remedio efflcacissime contra as',dores rhenma
ticas at hoje o mais conhecido pelos seos mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO.E um dos medicamen-
tos que sna effleaeia na em^nnidades, mase
sangne pela bocea, bronchites, dores e friquis
no peito, escrobnto e molestias de figado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA A celebrarait
de marapaama, cuja energa e effleaeia as para-
lysias, intorpecimenlo, etc. etc. moito se recom-
menda
Todos esses preparados se encontram na phar-
macia e drogara de Bartholomeu & C, nico de-
pesito na ra larga do Rosario n. 34.
, ATffl.
Vende-se as segointes obras :
Diccionario francez- porto pe e vice-versa.J
tomos escadernados, por 5i"
As Tres I
4*000.
Solfejos de Rodolpho enesdernado por 5|.
Msica intitulada Lucrecia Borgia em brozara
2*000: lA
dem de celebre autor Bertlni dem 4*.
Um livro. em bnaneo para copiar mosica 6.
As Tres Lagrimas, I toma encadernado por
Agencia em Fernambuco
Do Dr. Ajrr
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as mebUUa 4o peito.
Saloa paurrllha
Can ulcera* e caaga
Orea.
pojEsa
seeOtoOTtaj
J*hsatooUB>C.rw#!
antigs, kapigeos dar-
Humano.
Na roa Primeiro de Marco
la.J3wjrijJw. tolampag." 4 Autos

Novan. W.


IJTTEBATDBA.
ftUrcledaele de ArtfUitis Wecliaul-
ee e Liberaes
SESO MAGMA ME ASSKNT AMENTO DA 1.* PE-
MU M> LTCEO DE ARTES E OmCIOS.
Difcurto do orador da sociedade dos Artistas
Mchameos, o Sr. Antonio Basilio Ferreir
Barros.
lllms. e Exms. Senhores.Em cumpri-
meoto is leis a que me submetti, as func
cts inherentes a meu cargo, e anda mais
assaltado por urna voz nascida do intimo
de minha alma, en venho, nlo offerecer
vossa a^recic3o um i peca oratoria; nao
por certo; prque os recursos intelleetuaes
de que dispnnho n3o me collocirn nesga al
tora; mas attendendo ao objecto que no
faz a\qai e.-tr reunidos, os grandes vultos
que cotnpoam este coogresso, os armoDio
sos soca de afinados instrumentos, que
atravessando as differentes cama Jas de ar
vem reporculir em mus ouvido?, o ousado
foguete que em zigzagne parece querer tocar
co, mas oceultando'se s altas rtgies la
ao rubenta; todo isto.senhores.rae eatbusias
uu.de modo tal que nao duvido ped.r a
vQ6i,a benvola at!eoc3o para em nomo da
sociedade dos Arrhtas Mchameos e L beraes
de Pernambueo, a que tenho a raoito alta
e.djittocia, honra de pertencer, d'zer duas
palavras.
SiohoresConsjstindoa preeminencia do
fiomuro e.da jocj^dade no desea v-sl vi ment
Jis Vacuidades do ser inteltigente ou prin-
cipio pensante, temos como ideas co.reta
tivas e necessaras, que o homem se eleva
pelo oonhecimento da verdade, praiica do
bem eimitcodobellj almdissoos pfincici-
piopsycholegicosnos dizera que o homem
composto do duas substanciasa substan-
cia inmaterial e substancia material; e
que para aquella manifestar se e determi-
nar is-diffrenles classes de pbenom:cos
que se prendero a os diversos modos ou ac-
tivididedo espiito; preiso se faz que a
subsiancia orgraiea ou material se abe
convenientemente preparada e disposta.
Pus b?m sendo isso verdade inconcussa,
volvamos as nossas vistas para o Universo e
procuremos ver se abi encontramos um
acto que se prenda ao assuroplo da pre-
sente fe^ta.
A inmensa variedade dos seres, que
esse mar. tu azulado, semeado de um cem
oamero de pequeos ses encerra ; tsses
escarpados comes, esses soberbos ocanos,
essa compacta e rija trra, essas verdes e
frondosas plantas j,ue largamea'e se estn-
dem em vasto campo, esse ente mais per-
feito que todos os 'outros seres, emfitn
senh'es, esse todo creado e regularmente
orgaoiwdo.oos dizeu sou o universo. Mas
o un ver.-o assim organisado lem soas leis
e o* tas nascidas de dous principios, do
principio da mobilidade e do principio da
inercia, do que resulta dividirmos em duas
classes disuadas os conhecimentos da va
humanaconhecimentos materiaes e co-
nhecimentos do espirito; porem, senhores,
quem est fallando o ar. la e por isso
deveisiestar presumios de que elle nao po-
de entender nada do espirito; porque o
artista eatende a materia assim como o phi-
losopho o espirito, e como o universo seja o
composto desses dous principios achamos
nelle um fado que se prende presente
Testa. E fol entendendo assim que em
tempes contemporneos artistas rudos......
NSo.senh >res,a oxpressSo grossera en5o
son eu quem dsva. assim fallando, trazer
memoria autores de 15o grande obra; ar-
tistas e verdade, porem, de elevados pasa-
mento, agudeza da espirito, conhecedores
do bam e do mal, da verdade e do erro, do
bello e do desagradavel; estudando as nacoes
cultas, o seu desenvolvimento e progresso,
entenderam que, assm como o homem
syriihese-dg universo compoe-se de duas
sobst ncia?, como j dissemo?, s roysleres
das differentes classes em que se divide a
sociedade hum .na lambem se prendem a
dous principios essenciaes:O principio
sciencaque o complexo de deduccoes
logias que tendem todas para um princi-
pio universa', e o principioarteque
FOLHETIM
O FILMO DO CALCETA
POR
PEME zaccoxe
mm i % parts
vi
(na mnlhcr en ve nejada.
(Contrauac3o do n. 96.)
Beauregard desceu as cortinas das por-
tinhoUs mal o vehculo sabio da ra de
Verneuil. A Raymundo nao Ibe escapan
este caso, que denonciava bem limitada con-
nanea na sua palavra.
Essa precaucSo parece-me escusada,
ponderoo o dootor. N5o acredita por con
seguate no que Ihe eu disse ?
Antes pelo contrario, volveu Beaure-
gard, acredito absolutamente ; mas este^e-
gredo n3o e so meu, e preciso tomar cer-
tas providencias...
Paca o que entender ; deixo-me po-
rem oosorvar-lbe orna cousa.
Diga l.
Como estou calado quasi sempre, re-
paro raoito em tado, e mesmo assim, tor-
nando a affiancar-lbe que j amanh3a me
nio lembrarei do que vir boje, olhe que
antes de sabir da casa onde me leva, h-i
de dizer-lbe em que sitio flea essa casa, e
Ulvez Ibe d ga lambem o nome da mulber
que l vir.
Beauregard olhou de re vez para o doo-
tor.
Demonio I... disse depois com mal
disfarcada zanga. N3o cuidei que tivesse
lio famosas qualidades.
Aiteram os leus planos ? *
Isso n3o.
Pois eolio, crea o que Ihe digo I
qoauut mais depressa formos, melbor: dei-
xe-se de ae levar por beccos e traveseas;
nea assim me farl acreditar que vamos ao
flm da cidade ; amanbia e vo ar, nio
me illode assiea i
Beauregard fl:ou indeciso.
N1(!' tiona imagiciado perspicacia Umanba
no medico ; esteva aladas eu pedacito a seis-
nur naqoiUo, mas jiera tarde pan emeo
dar a mi ; e deaajjgppi^pns i outros
piaooa com que ebrifbr o aouter a guar.
dar aterido. MI
Dw por conseguate oova orden ao bo-
om systema rasoa lo de operaces proprias
a pradaiic um effeito importante vida e
que se no pudia esperar da naiureza s.
Dapoii de assim ente*derem, depois de
ass m pensarem, que no desenvolvimento
do elemento intellactual e e'emento mate-
rial est o engrandec ment e a felicidade
de um povo ; aquellos artistas, senhores,
sonbando sempre com o progresso da provincia da fcernamboco, vieram ao
conbecimento de que o elemento material,
socjalraenta Miando, n3o . dicoes de, como meio, concorrer para o ad-
antamenlo e progresso desta parte do Bra
sil, visto coeto as artes em Peroambucb, ou
antes 03 artistas viviam, seo3o em perfeit-
ostracismo, ao menos em completo aban
'Joo; e que o governo sempre preso s al
tas (jue.-toas sociaes nao tinha e nem cuida-
va do adiantamento das classes artsticas.
EntSo entre si resolveram corar das artes,
e um muito limitado numero de homens,
numero nSo excedente a dez, associaram-se
9 disseram : nos somos poneos nSo pode-
mos levar a effeito a obra mas a idea
boa e necesaria, ella ecboar entre os
artistas, lancemos os seus prime iros
fundamentos, eiles se reunir o e com esse
incentivo mais tarde faro a sua felicidade.
Possuidos dessa idea, efectivamente a 21
de novembrode anno df 1841 fundaran)
esta sociedade com o titulo de Arte's Mecha-
nicas e Liberaes de Pernambueo. Mas sen-4
do o im da sociedade a illustrac3o e desen-
volvimento das classes artstica, crearam
orn seu seio, a 4 de junho de 1842, as
aulas de geometra e desenbo, e como do
rend ment de seus cofres n3o podes-sern
satisfazer todas as dispezas, recorrern ao
espirito patritico da assembla provincial
pedindo-lbe um auxilio. A voz do Rlm
e Exm. Sr. conselheiro Jos Bento da Cu-
nta Figueiredo.entlO deputado foioprimei
ro que se levantou em prol da sociedade e
nao foiam improticuos os seus esforcos,
porque a assembla v. toa na lei do or amen-
to urna subvencSo de 500/J. Mas tarde,
crescendo anda as necessidades foi eleva-
da a subvenc3o a 700$ no anno de 1847.
Depois a sociedade reconbeceu a neces-
M.'ade do estndo de arebitectura e crea essa
aula. Em 1852, a 21 de outubro, a socieda-
de colheu os primeiros fructos da arvore que
a a'guus anuos passados tiobam plantado,
porque vio a provincia de Pernambueo se
rem examinados no salo da sociedade al-
guns socios,sendo assistido esse acto por um
grande coacurso de pesso; s gradas inclusive
o Exm. Sr. conselbeiro Jos Bento da Cuaba
eFigueiredo que diriga os destinos da pro-
vio ia.
Em 1854 a sociedade qoerendo a formo-
sear olsalo em que fuoccionava, o masmo
Exm. Sr. cooselbeiio nao duvidoo, man-
dando pela repartirlo das obras publicas
aaxilia-la.
Por effeito do primero exame o gosto
pelo esludo das materias que all se ensi-
navam cresceu, e foi por esse tempu que
creou-se as aulas de francez e primeiras
lettra*, que sendo immediatamente frequen-
tadas, com muita applicac3o da parte dos
alumnos, isto de modo-tal que no periodo de
7 annos contados de 1852 1859, a so-
ciedade deu por duas vezes exames alum-
nos de geometra, architectura, desenbo e
primeiras le'.tras.
No anno de 1859, tempo em que esta
provincia se achava cercada de glorias e
que dos peitos de cada um de seus habi-
tantes se via transluzir o fogo do verdadei-
ro amor aquello que sabe esquecer os toc-
tos dourados, descer humllale da cbou
pana e abi em aperlado amplexo ao despro-
tegido da fortuna dar Ihe um sculo de
vida; aquello que esquecendo o sceptro 9
cora sabe nivelarse com o povo para, co
nhecendo por si masmo das suas necessi-
dades, raiis tarde remore las; nesse anno,
Seobores. digo, a 27 de novembroS. M. I-
o Sr. D. Pedro II, de quem fallo, propugna
dor do progresso do povo brasileiro, cujos
destinos se acbam em suas mos, sabendo
que aqu existia urna sociedade composta de
artistas que se comprometa ante o paiz iu-
teiro e o estrangeiro de curar da instrueco
das classes artsticas, da pralica da verda-
leeiro, e pouco depois parava o trem por-
ta da baroneza de Simier.
Gi chegimos, dissa Buregard em-
purrando a porta descerrada. Sa qaer vir
contigo, eu Ihe ensino o caminho.
Kaymuodo enlrou, foi pelo vestbulo fra,
e cheeoa a um pateo tao escuro, que nem
elle pode ver se era grande, se era peque-
no. Todava, notou que surdira all uto
vulto e que se aohe^ra da Beauregard. O
corsario foi tambem ter com elle, pedindo
ao doutor que o esperasse.
E's tu, P de Forno ? disse Beaure-
gard depressa o a meia voz.
Sou eu, sou, responden o ex-actor.
Eot3o escuta c.
O P de Foroo deu urna passada mais,
e poz-sa de ouvido escuta.
Vai j quanto antes rua de Venenil,
disse Beauregard.
N'umpulo. *
Procura a viuva Desormeaux : se
fr preciso, obriga-a a levantarse da cama,
e entrega-lbe este bilhete, que fiz de pro-
posito para isto.
C no papel o que que diz ?
Peco a tia Dsormeaux que te d a
chave do meu quario. E' o numero 8.
Mas agora n3o ae trata do meu nicho. A
ilharga do numero 8 ca o numero 9.
E nesSe quem mora ?
Um medico anda rap. z.
O que all est ?
Exactamente... Nao preciso ex-
plicar-te, meu thiro, como has de entrar
no quarlo delle, e como has de abrir a.ga-
veta da sua secretaria. Aquaile homem
anda escondendo um segredo, ola se anda I
J adivinhei metade, mas quero sabe-lo
todo... Esquadriotu todo bem, ou viste ?
e daqui a orna hora vem dizar-me o que
acbaste.
Nio qaer mais nada ?
Espera... O tio Robn j se foi ?
Ha tres horas que estou na casa...
quero dizer qoe estou nos subterrneos.
Para onde foi elle ''
Foi para Bondy.
E- a sobrinba ?
Est emeasa da baronesa.
Beauregard flcou satisfeito, a mal o
P de Forno se afastoa, foi logo para o
dootor, dizendo:
Por ora vai a cousa bem; o doeote
anda a pedaco teve ama criae violenta,
mas eente-ae melbor, e ha esperaneai na
sdencia do dootor.
Awim dizendo fot pastando adianli M-
troa co Raymoodo ao palacio, qal do pa,
deiro beneficencia e do ejercicio das virtu-
des rehgiosas, procuroy visita-la.
Como j disemos, a 27 de novembro di
1859 dedignu-se S. M. I. visitar a eoflie-
dade, e ah chegando assstio as aulas de
primeiras lettras e geometra, que trabalha-
vam, e depois de se informar de algumas
cousas com relac3oa parte instructiva fez um
donativo de 1:030000; e concluio sua au-
gusta visita dando beija-m3o.
Em 1862 a sociedade reconbecendo algu-
mas laconas na lei que a regia, reormou a;
por efleito da qual tomou o nome de Socie-
dade dos Artistas Mchameos e Liberaes de
Pernambueo, e nos quer parecer que a re-
forma produzio novos e maravilbosos effei-
tos no gosto pelo estudo ; porque nesse mes-
mo anno a sociedade teve de dar exames
alumnos de primeiras lettras, grammatica
poriuguez1, architectura, dezeobo e pralica
do officio de alfaiate.
De 1862 para c a vida da sociedada tem
sido acompanhada de contrariedades qoe
seria abusar de vossa bonda Je o descrever
aqu oa diversos episodios qoe se tem dado
em sua marcha so., i a I; mas como Deus e a
Virgem do Amparo, em cuja guarda se
acba a sociedade, velam constante e mcen-
santemente em sea favor, mandn em soc-
corro um eorae3o bemfazejo, qoe se achava
em longes ierras, e com o qoe por um en-
canto foi trazido sociedade, no. da 17 de
fevereiro do correte anno. Esse da. senho-
res foi para a sociedade, sua restauracao, ella
viocoflso que findav-seo crepsculo da ma-
nila e me sorrir uraa nova aurora brilbante
cujos raios ibe assegoram das risonho* e fe-
lizes. ^
Esta, aurora- brilbante, esta estrella,. esta
luz o filia-, e Exm. Sr, conselbeiro Diogo
Velho Cavaleanle de Alboqnerque,.em- eojos
bracos a sociedade descansa, caasiderando
os seus feitoaeomo urna oova era que se
me abre.
entra nos: Sociedades artsticas, e um es-
jlvimeolo
e livre por
tabelecimento leadle ao desenvolvmeoto
iotellectoal desta enmtjfcaobre
sbtic
ana missio.
Senhores.Er sbCme ver-se te pu-
nbadode homens do marabysmo da igno-
ranciaelevaros olbo3 a Dens. e pedir luz I
e se n'isto encootrardes sublimidade, vede
o que de grandioso exisle no coraco del-
les.
Deus, Ilumine com sea olhar, qoe a tudo
d vida e forca, o espirito de fraternidade
aestafamilia:Romeiros do futuro!Eune
se o eommerco agricultora e as artes sob
os auspicios da sciencii e do governo,
e (eremos o c mpleto desenvolvimento do
paiz, o enarandecimento do povo, e por
tudo isto felicidade universal da especie
humaoa.
Artistas, homens uteis e Ilustrados que
ajudais e propagis o desenvolvimento do
artista, acceitai meas parabens.
Stiscurso do oradbr du Sociedade PhUantoo*
pica dos- Artistas^
Senhores.O mais fraco e menos erudi-
to entre vos, sem aliogaagem perfeita qoe
os intelligentes saben com a palavra soltar
dos labios; a vosso eoovite venh fazendol
parte da comraisso dirigida pela Sociedade
Pbilantropica dos Artistas, saudar a nova
aurora que para vos surgi, e dizer-vos qpe
ella, por ser vossa irada, se orgotoa de
vossas glorias.
Perdoi-me, se venhoprender vossa pre-
ciosa attenco, dizendo-vos pbrases pouco
importantes em assumpto to elevado.
Senhores. A' sociedade artstica vai-ge*
sando d'nmaextencao que jamis, entre dos,
attingio nos tempos passados ; gracas- ao
Exm. Sr. p esidente da provincia, qoe Km
trabalhado para o melboramento desta cas-
se, outr'ora oppressa e desvalida.
Os obstculos, que se antepunham ao seo
desenvolvimento remover ra-se I O'traba-
Ibo ba de ser coroado com as heneaos de
Deus, o um porvir brilbante est reservado
esta gigantesca sociedade por ser urna
das que em grande parte, coocorre paisaje
engrandecimento e bem estar da humani-
da de, *
NSo era, por certo, de espenar qpe, M
par dos progressos irresisveis da civilisa-
(3o actual de Pernambueo. retrogradasse,
nao conslituindo um lyceu em. attitude con-
veniente difundir instroccaO' e tratar daJ
perfectibilidade das artes*, fonta iooooieeiava
de immensas grandezas, que tonta utilidad
tem prestado e prestar sempre a todas as-
naces do mando civilisado.
De certo, se lancarmos a vista-para a his-
toria, veremos que, par do desenvolvi-
mento e cuKura das sciencias, asertescons-
tituiam objecto de coasideragao para as ge-'
racoes pretritas, e, paizes ha, que nellas-
miram glorias, que nlo tem podido a m3o
do tempo offuscar; ao contrario, mais fa la
realcar porque sao ellas os modelos das-
artes modernas.
Mas ba necessidade palpitante de sen
aperfeicoamento, e como poderiamos nos
obter?
necessariamente por meio da associagao- e
da instrucclo.
E' felizmente o que se vai realisando
A Inatrucco pvbllea oct Esa-
dos-iiaidos.
(Continoacao)
Nao sao os professores smente que es
renen) para examinaren estas diversas
qaestoes, qoe entrara na ordem do dn em
grande numero de ciJades,- onde os mais
eminentes habitantes se juntara para dis-
coti-las. Ahr se expoem os aetbodos qoe
se devem seguir, os meios prepostos para
tornar cada vez1 mais florescenles as escolas
publicas, coja existencia se lig essencial-
mente a j pro^-esso' social e prnsperidade
do Estado.
O ministros1 das differentes re)i*ji5ss s5o
convidados a faeer oeste sentido, algumas
de soas praticas ;- cumpre dizer que todos
sem distineco de* caitas, esto sempre dis-
postos aeropregar a' sua- influencia ao in-
teresse'db instrucgS) popular. Elles-mes-
mos, em soas escolar db domingo, prestara
dihectamenie o maores servicos aos mo$os
e meninos qoe acodfem por toda a parte
em grande somero ao seo convite.
No m destas 'conferencias publicas, a
assembla, segundo o notle todas as ae-
semblas, red%e as resoraefas qoe os jor-
[aaes publicara immediataraeote.
Era um tneetingi bavido em Mariden a
&te novembro de 1867, pela sociedad^'
paraos progresa- da instrnmtSn popular,
forano proclamados os seguintes axiomas
qoe resamem o systema geral das escolas
nos Bsiados-Uoidbs:
1 l.*'Dever do Estado, de- precaverse
contra> os perigos da ignorancia?
1 2.*" necessidade- de um systema de es-
colas publicas;
3/* Hada de eseeias especiaos dos po-
bres; escolas comanos a todos*;
4.* Gratitidde absoluta. Imposto re-
gularmente arrecadado sobre a propriedade
para occorrer com lifteralidade e despezas
da educaeSo publica p
5i" Mutlip'iear as escolas superiores;
* Fundar por loda-a parte aselas nor-
*'
leo se mostrava escuro e lgubre como um
tmulo de cemiterio.
Nao se via nem um criado s.
As luz:s dos corredores erara mwtic.as;
ebegaram ao quarto da baroneza sem que
apparecesse uia particulardado qualquer,
letras, brazao ou retrato capiz de revelar
ao Raymundo a primeira palavra do enygma.
Fallando verdade, o dootor nada via na-
quelle caso que-realmente o assuslasse.
L que nunca sentir iuclinaco pelo cor-
sario, isso certo; affastava-se delle o
mais possivel, por varios motivos que. Leo
coanecia, e na j tinha perdido tempo em
aprofundar aqaelle typo t3o exquisito, que
Ibe era de todo em todo iodifferente. Mas
o qoe se estava passando esta noute, pare-
cia-lbe a cousa mais n tural do mundo to-
do. Se-iam 4atvez alguns amores escon-
didos, algom dos extraordinarios enlaces
arranjados pela phaotasia, e que o acaso
anda originando sempre na irrequieta socie-
dade da cepita!.
Beauregard era um perfeito homem;
careca de alguma delicadeza nos modos,
mas nao era abi neohuma vulgaridade. Bem
poda ser que se Ibe tivesse affeicoado al-
guma mulher.
Mas qoe mulber T...
S nsso que bavia myster ios, mas Ray-
moodo j ia saber tudo.
No quarto da baroneza havia pouquissi-
ma claridade, estava s urna luz semi-mor
ta sobre a pedra do fog3o. O dootor en-
trou. Inferia-se do espalbafato em qoe
lodo estava, que se dra tal vez alli pavera
pouco tempo, alguma scena violentissima.
Cadeiras de pernas para o ar, gavetas
abortas e removidas, vidros partidos pelo
meio do cb3o...
E nem viv'alma... Singular cousa t
Raymundo avistoa afioal a baroneza, es-
lirada em cima da cama mesmo vestida ;
as cortinas estavam despedazadas.
Quando Rayrauudo reparn mais naqoil-
lo tado, apoderou-se-lhe do espirito ao
vago receio ; ia passar adiante para ver se
adivlnhava o resto, mas deteve-o Baore-
gard pelo braco.
Espere, disse-I be o corsario com a
voz imperiosa.
E foise nos bicoa dos pea at 1 cabe-
ceira da cama onde estava a baroneza.
A Qdalga tinba-se mecbido, desesrroa os
olhos, e pasjtfioo-os por todo o quarto,
altooitoi e espinudos.
E' o seobor, Eduardo ? perguntoa em
roa mqit (raca, e apeona perceptivel.
Sou en, soa, respondes Beavegard:
>M
T-." Reunir os- dis tre tos, cuja-popolaco
pequea, e cujos recursos sao-iasuffi-
cienles;
81' Recemmendar s-jan tas e'aos direc-
tores de escolas que velm ow meninos
pegligencades ou abandonados 'r.
9i EmCm, convidar todos o cdadaos
i se oeeoparem actualmente dan questes
alativaa edotaoSo nacional.
- As reunioas peridicas- dos professoras,
anda que aten para estimular Ibes o zeio
e Ilustrar Ibes o espirito, reconbece-ee qoe
sao muito insufficientes,. e algo es estabele-
cimentos regalares e pcrmaaer.tes se fun-
dam. pelo modelo das escolas normaos da
Ebropa.
No seu relatorio de 1867; o soperinten-
'dente da Indiana expanba qoe o Wurtem-
berg possuia 7, escolas normaos, a Bavera
!)> a Saxonia 10, a Austria tos a Inglaterra
23, a Fnnoa 97
Na America, o Maino-acabava de orgaai-
sar 2 ; Rbodelslands Gonnecticut, Ne*-
Jersey, MauyUnd, lllinos>.Michigan, Missou-
ri, lowa, ansas, Cafo/nia tinbam cada
um a sua; Wisconsin, Peosylvania, Mine-
sota, 3 ; New-York e Massachusetts, 4.
Ah I muito se demorn I
Trago alli o medico.
A baroneza tentoa assentarse ; cor re u-
Ihe por todo o corpo um estremecimento
nervoso e vollou-se para o douor, cono
quem Iba quera faltar.
Beauregard j se Ihe inclinara ao ouvi-
do, dizendo com autoridade :
Seja prudente, veja l I Tome corita
no que vai dizer.
'Nada me importa, porque anda mor-
rerei esta noote.
Nio ba de morrer juroJh'o eu.
Quem me salva entao. ?
Quera alli est I E para isso, Helena,
s Ihe peco qaietac3o da espirito e abso-
luto silencio.
A baroneza tornou a cabir para traz, e
Beauregard chamou Raymundo. O dootor
adiaotou-se.
O lance ia tomando proporcas. muito
differentes das que elle imaginara. O qoe
alii se estava passando naqaflle aposento
era o desfecho de um drama, cojo princi-
pio n3o atmava ; mesmo assim, sendo
aquillo tudo muito escoro, j linha visto
demais para acabar de entender c muera
grave a sitnacio.
Acercou-se da baroneza e tomn loe o
pulso ; mas targou-o loga e deitou um re-
lancear de olhos a corsario.
Que ? perguntou este.
Raymundo nao respondeu.
Teve medo de se engaar; debrocoo-se
mais, e entrn a reparar na fidalga mais pelo
meado. Foramdous minutos.
Beauregard esperava em p e impaciente.
A baroneza nao tinha tornado a abrir os
olhos.
Raymundo recuou dous passos.
Que tem ? perguntou Beauregard.
O dootor medioo da alto a baixo e bra-
doo meio borroneado.'
Est mulher est envenenada 1
Ah 1 j adivinhoo ? volvea o corsario.
Pota tambem o sabia ?
O a essa I Se eu mesmo Ihe dei o
veneno I
Raymundo qaando ouvo aquella revela-
do, agarrou enrgicamente o braco de
Beauregard.
O senhor t O seobor I gritn espan-
tado Conbssa qoi foi o aenbor t
Est bem visto que fot 1 responden
Beauregard.
Mas o veneno mortal I
Bem aei. E' o famoso toxico de Fava!
E o seabor nlo hesiton T
&ffltorio oi-M a mm aeereilpa,
A primeira acola normal foi estabelecida
em Ldxinglon, Massacbusetts, em 1840!
em 1044 o Esiado de New-York voton a
qoana annaal de 60:000 francos para ma-
nutengo da de Albany.
A cidade de New-York bavia organisado
em 1835, sob o nome de escola normal,
urna reuni3o de professores qoe se verifica-
va todos os sabbados, das 9 horas ao meio
da, sob a presidencia do subintendente e de
dous assistentes.
Essas reunios deviam ser frequentadas
pelos' raestres aspirantes aos graos supe-
riores.
Atli comparecan! elles, algumas vezes
em numero de 800.
Alora essas reunios hebdomadarias, obri
gatorias para os professores dos dous se-
xos, e as qoaes sao tratadas todas as ques-
tes relativas ao erwino pobfleo, a cidade
nslituio urna verdadeira escola normal, des-
tinada a formare preparar professores.
Para ser uelfa admitlido, cumpre ter 16
annos de idade pelo raeoers, e ha ver feito
exame satisfactorio de leitura, escripia-, geo-
graphia, arithmetica at as raizes quadradas
e aoalyse grammalfcal.
Os alumnos, ao eatrarem pitra a escola,
declarara que teem > iotenc3o de se dedi-
caren? ae eosino no estabeleciraentos- do
Estado, o que se apresentam m escola nor-
mal, para abi se prepararem mais- conve-
nientemente para o deserapenho de suas
importantes- fu necoes.
O curso do' primeira anuo, em que os
alumnos so-admiilidos, depois de haverera
frequentado, ikiraole um espaco- de tempo
ma ou meos longo, cursos-preparatorios,
consta de ; aritlimotica, geometra, botni-
ca, pbysica, astronoma, historia natural,
grammatica ingleza-, de analyse grammatcal-,
geograpbia. elementos de rhetnrica, histo-
ria ang, historia inoierua, e particularmen-
te a dos Estados-Unidos da America, tbeo-
logia natoral e economa poltica.
Durante o segundo-auno os alnanos es-
lud-ra chimica, geologa, mathematieas su-
periores, liltera tura ingleza, pLilosonhia mo-
ral e poliea, msica vocal, desenbo- ecal-
ligrapbia. S3o exercitadus em coaapre
improvisar;-habituados* na pratica de- eosi-
no, dirigndoaolas as diversas escote pri-
marias, e particularmente na escola amaea
ao estabeleeinrento. A pos estes dous aooos
sao concedidos diplomas aos alumno de
ambos os sexos que passaratn pelas pro-vas
ido exame e fOram approvdos : o diploma
di-Ibes o dreito de exercer por toda parte
o magisterio*.
Todos os Bstados da Uoiotm boje urna
o mais e-cetas normaes, qae s3o algumas
vezes estabetecidas as high$*sekools (esco-
las superiores/ de que s3o tuna di vi sao es-
pecial, o qoe perotte aos alumnos aprovei-
tarem todos es recorsos e instromentos de
traaalho qoe ah' sa acbam No Estado de
Vermont as escolas numaes sao estabeleci-
da em todas as academias e-escolas supe-
riores e vis le otee em cada un dos dis trie-
M
NSo sem razio que se cnta com estasj^50' J on menos flBrtscentes.
alis instituiceas para qae as escolae pos-
san ter dentro-de pouco tempo- professo-
res suficientemente instruidos e em perfeito
estado de drricireni os numerosos estabele- &~> a educaeso publica tena por fim princi-
oimantos qoe, neste ponto, sao muito in-
completos, principalmente as localidades,
redadas das-cidades. O ratrtnoramento-
es pera do realizar-ee-ha com tanta mais cer-
teza quanto qe as juntas, offerecendo ao*
professores e professoras. comoj, observe,
posices honrosas e convenientemente re
tribuidas, farSoioaa que elles 90 entregoera
mais s funcoss qae tem de desempenhar
e porao termo a essas frecuentes mudancas
de que se queima, cora razo as familias
dos municipios ruraes.
qahiulo xin.
Approva?ao geral da edacacao publica nos Esta-.
dos Unidos.
A precedente exposic3o poda dar, pens
eu, orna idea asss completando estado ac-
tual das aselas publicas nos Estados-Unidas.
N3o me parece intil resumir aqu os traaos
mus essenciaes.
Entre os americanos, as escolas publicas,
comr&on schools, free scfwls, s3o estabe-
depois
Qque
abri.a, tirou urna folha de papel,, orna
peona,.e voltandose para Beauregard cora
autoridad que nao admittia replicas, disse-
Ibs em tom firme e imperioso :
f Nao me pertence, agora esquadriobar
o terrivel drama que se representa aqu,
nem. o papel de que se incumbi. Mas se
nao fizer inmediatamente o que vou man-
dar-lhe> juro que amanbia, o- mais cedo
possivel, ser denunciado justica.
Beauregard ompallideceu e nao pode to-
Iher um movimento de raiva ; vendo po-
rem a resoluta compostura do interlocutor,
moderou-se e abaixou a cabera.
Ent5o que quer ? perguntou
com a voz em hesit coes.
Quero salvar esta mulber 1
Mas isso tambera eu quero,
se ha de tazar ?
Ha so. um meio.
Estou is soas ordens.
Raymundo escreveu pressa meia duzia
de palavFas no papel que tinha na mi.
Mande sem mais perda de- lempa alli
botica...
Sei onde .
-> E peca o remedio que digo aqni na
receta.
Vou en preprio.
Isso mesmo. O senhor proprio, en-
tende ? O senhor proprio ; a vida desta
mulber est pendente da pressa com que se
execotar esta ordem. Se votar em menos
deom quarto de hora anda a podemos
salvar. Se se demora mais alguns mi na-
tos, est perdida.
NSo tem mais nada qoe me dizer ?
V, ande I accrescenton Raymundo. E
se 6zer isso como Ih'o eu estou dizendo,
prometto novameote qae amaohia j terei
esquecido o singular caso desta noote.
Beauregard sabio orreodo sem oppr
mais objecce*. e Raymoodo foi outra ves
para ao p da baroneza. O medico tinha
substituido o carioso. Esqaeceu de todo
em todo o que se e.-tava pasaando e eotroo
a pensar nicamente na victima para qaem
tinham pedido os soccorros da sciencia. A
claridade que bavia no quarto era poaqois-
sima, como j dissemos.
A baronesa estava estendida sobre a ca-
ma e posta all em movimento, com o for-
mlo e paludo semblante rodeado pelas
ondas dos negro* cabellos ; antes pareca
mais urna pesaos morta do que ora ente
vivo.
Raymundo pegoa-lhe as mios. O pulso
eleva quaai ragnlar. A fidalga, qaando
sentio o medjeo tocar-lba, toda ae comise-
Ificimentoi fondados e mantidos com a **-<
especial provenante da ronda de certof --
renos desuados para a instroccao pobl: -
pelas tazas que os proprios habitantes M
impbem, e pelos donativos de alfana h n^
mena ricos.
Os meninos e mocos de om e outrn sexo
recebem dos 5 aos 18 annos urna educac3o
commum inteirameote gratuita. Nenhoma
differenca se estabelece entre a iortruccio.
que dada aos mocos e a qae se di s
mocas. A liberdade de qae gozara igual-
mente uns e outros, soa presenga'nos ates-
taos estabefecimentos, soa participacao nos
meamos cursos, dirigidos, indiferentemente
por professores ou professoras, s5q consi-
deradas como immensamente van tajos as-
para p desenvolvimento intetiectaal, moia-
lidade" e futuro social de todos elles.
Nao se confaecem ati oenbna d< s incoo-
venientes qoe pederas temer, em seme-
I han te caso, as na oes onde os hbitos e as
leis1 tem establecido como principio oas re-
laces entre o dous-sexo#, na esroh e Ba
sociedade, urna dreumspecco suspetosa e
urna inioriosa desconflanca.
A edncacSo publica tem per fim propor-
cionar a iodos os atranos uno ins rnceJo,
que elles1 podero, o sahiretrr das olelas,
applicar a's diversas- profisses da vida ea
ao cumprirsento de deveres impostbs ae
cidad3ds 00 cidad3s db orna grande repo-
blica. Tornando-se proprios para as diVr'
sas foneces ou profisses que nScrexigenr
superior cutoti scieotifloa, prepam-os ao
mesmo lempo para o eosino dos coMgios,
faculdades e escolas espeeiaes, oecessario
aos'bomens e frsenhoras qpe devem exer-
cer profissas liberaes e scienlificas. j
Avinstrucc3o duda a todos abraflge eses^
todos* compreben^dos naquiHo qae. em
Franca chamaramos in8irnc.5So primaria'
elementar e superior, eosino secundario es*
pecial e orna parte- de ensino- secundario
etessteo dos collegic e lyceo. Sete mi-
lbes de alumnos gn-ram de todn os recur-
sos qae proporciona em ensino enja maior
parar na Europa s dada aoyfflhos de
classes -privilegiadas; 450 mimes-pelo me-
nos s50 empregados todos os anno* na fun-
dacao OTiBfrtenc3o deseas escolas-poblicas,
cujo numero boje de dmfntos mif ( urna
escola para 180 babrtaotes), dirigidas por
350,000' professores 00 professoras (estas
forma dbrrs tercos); s5o ellas observadas
e inspeceionadas por funeciennrios-nomea-
dos por oonwnissoes qoe o pevo efge, e
que nao contaro menos de 300,000 mem-
bros, interessados directameote no pnogres-
10 da edneaeio popular.
Esta organisaeao qoe fdr cheganrd gra*
dnalmente a tao adrairavel combinaoi da
forcas activas e poderosas,- nao se appKca
como na EViropa, a poplateos ha amito
aglomeradas, e para as quaes s se* trata
de melhorar ou completar systemas de-edn-
Em um paiz que em If90 s tinha tres ^
mlhs de habitantes e ronta boje mais de f
ipal tomar contados milbaresde individuos
qoe a Europa enva todos o* annos aos Es-
tados-Unidos, modifica-loa .a como qae me-
tmorphosea-k>s, para convevler em cda-
daos de orna democraci' pora homens que
pa maior parte nenhuraa inetrucc3o tem e
pertencem s carnadas inferiores da socieda-
de. Taes homens levan- i America ideas
e hbitos muito contrarios aos que convm
dar-lhes. Asscolas poblicas, consideradas
romo instrumentos de eiviliaap, operando
maneira essas immensas machinas, indos-
triaes que prodnzem rauito e depreaea, nos
admirara nao tanto pela perfeicio dos resul-
tados como pela potencia dos meioe-. Como
essas grandes forcas da natureza primitiva.
empregadas na elaborscao dos tomentos.
que devian entrar na coraposic2o do nosso
globo, e'das criara o.presente pceparanrL,
o futuro.
,Continua) -se-ka).
vea, como se urna corrente elctrica Ibe
percorresse os membros. Teve por todo o
corpo urna contreccSo tal. quo at aleito
estremeceu ; p toras ficon depois immovel
e a respiraco volveu se muito fraca e_ mui-
to insensivel.
Edmundo t tartambdaou ella com a
voz moribunda.
Raymundo debrucou-sa para ella.
-r Nio sou Edmundo, minha senhora,
disse delicadamente.
A baronesa voltou-sa a casto.
Entio quem est abi? perguntoa
amedrantada.
E* o medico, responden Raymundo.
Ah E' omiedico... O medico f
E os olbos da baroneza fitaram-se- mor-^
bidamente no semblante do moco.
Est sosiaho ? interrogou ella,
Estou. sim, minha senhora. redargoio
Raymundo.
Mas elle elle t
Elle sabio.
A fidalga aperton a mo do dootor e poz-
se a encarar nelle com atteocio qoe pareca
qaasi doudice.
Raymoodo nSo tirava os olhos della.
Qaem o senhor ? perguntou a ba-
ronesa sem saber Ulvez o qoe disia.
J Ihe disse, minha senhora, ano me-
dico ; o homem que estava aqni a peda-
c.nbo qae me foi chamar. Disse-ma qoe
V. Exc. estava doeote e ea vim logo a
toda a presea.
Sabe entio qae estou envenenada ?
Sai, sim, minba senhora.
E que vou morrer ?
Morrer? laso niol... O veneno
qoe Ibe deram mortal, mas en conheco
o antidoto, e bei do salva-la.
Serio?
Joro-UYo !
Animon-sa o aarablaaJa da baroMu,
mas aquillo foi paeaagoiro, o o i bar vol-
veu-se oatravez Bao, ardeute, taqtriailorial.
Agitoo-lbe o corpo oot ootraoclo ;
augmentoo a pallidez, e a trate senhora
levoa u mos a comprimir o pojto com do.
loroaa eiprassio.
(Ceatmnarasial
Tt> fO pmWrfttfA PV P0901 CiSr*
L


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