Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12372


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Full Text
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AUNO XLVU. NUMERO 96
AHTAI Z IUCA1K OIDI IAO SE PACA FOHl
fot vu wii adwoudoi .."............-. 61000
11*81 i VruU A- ft2 mi *4*ktH ?fl
SUTA FElfU 28 D ttflIL DE 1871.
s
1
Propviedade de Manoel

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O Sra. Gerardo Antonio Alvos 4 Fhos, no Para ; Goneolves & Pinto, no MaranhTps||Bd^Jrji de Oliveira A Flh* m
Pereira "Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estfey<(i^'!fy8-t Antonio Jos Gomes, **'\
m Nuareth ; Antonio Ferreira de Mar. a Gt*aofla; FiiltW Taiared da Coslay ti

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"' -...
PARTE OFnCIAL
t overa o da proTlncla
DE ABRIL DE 1871.
esta* m eumpriado
EXPED UNTE DO DU Si
Actos :
O presidente da provincia, vista do que
represeotou o conselheiro presidente da rria^ao,
mi oficio de 16 do correte, quanto ao inpeeV
ment temporario do eservao de apeeNacOes da-
(jaeile tribunal, Jos Peres Campello de Almeida,
e de nao poder nenham dos eservaes eompanhei-
ros substitai-lo sem prejaiio do servico, resolve
de eooformiade com o art. l.do decreto d. 1291
da 16 de Otembro de 185:), nomear Joa Fran-
cisco-Meneie* de Amorira para servir provisoria-
mente o dito olfkio, eroqaaftto estiver impedido o
referido servealnario.
O presidente da provincia, de eonformidade
oom o arL I* da lei d. 758 de 3 tWjolbo de 1887,
resolte oonaear ioao Brindisley Fox para o lujar
vago de aounaense da secretaria da reparticao da
luitruecio publica.
O presidente da |rovneia,attendendo aoque
requeren Manoel Ferreira Barbosa, e vista da
uformacio do commandante superior do munici-
pio do Liim eiro, em offlcio de 26 de Janeiro ulti-
mo, reaolve reintegra-lo no posto de capitao da 4.'
coenpaohia do batiibio M daquelle municipio,
visto oio ter requerida a reforma que loe foi con-
cedida por portara de 6 de marco de 1868, fl-
cando aggregado ao referido batalhao o capitao
Vicente Joaqnim de Miranda, qoe o tioha substi-
tuido eo dito posto.
pro idnta da provincia, attendendo ao
qoe reqMma Joaquim Zeferioo de Hollando C-
vatela, al'eres do 10* batalh) de infamara da
guarda, nacional do muoicipio de Ignarass, e
a vista da informacao do respectivo e mmandante
.juperior em offlaio de 10 do corrente, resolve que
ge Iba d a gaia de que trata o art Vi do decrete
u.4130 de ii de mareo de 1853, para o de Mos-
sor, na provincia do Rio Grande do Norte, onde
tea lixado a sua residencia.
O predente da provincia, atlendendo ao
:|iw requeren Leopotdino Teixeira de Aguiar Reg,
iteres do 9." batalnio de infantaria da guarda na-
cional da provincia, de Alagoas, resolve que, de
conrormidade coro o art. 45 dp decreto n. 1130 de
l de mareo de 1853, saja aggregado ao batalhao
50 do municipio de Garntanos.
O presidente da provincia, ajlendendo ao qae
' requereu o iel do arauzem n. 6 di alfandega
desta capital, Elia< Francisco de Minlello, e ten
de em vista as raformac5es ministradas pelas esta
"oas competente?, resolve eonceder-lhe tres mete
de licenca com ordenado, aa forma da lei, para
tratar de sua aaade.
Binairan-se as neceaiarias commuuicasoes.
Oficios: /V.'
Ao Bisa, presidente do Rio Grande do xox-
t,e, remeitotido, em satislacio sua requisicao,
seis tobos capillares ontendo fluido vaccinieo.
Ao c.maelheiro presidente da retacas para
informar so existen naquelle tribunal, e em que
oslado, as appellacSes crimes tolerpostis pelo juiz,
de direito da comarca de Florea, das decisoas do
jury do termo le Villa Bella, nos processos em
que sio rtios Joio Flix da Cruz, Florencio Vieira
diCrua, Burnardioo Correa dos Siatos e reiix
ios* de Lasa.
Ao coronel commindante das armas, prev-
vindo-o de que at o da 26 do correte deve ene-
jar esta capital o vapor iuglez Douro, e sendo
arovavel que venham nelle como passageiros sua
Alteza a Sra. princeza imperial e seu >nt*tO es-
poso o Sr. marechal de exercito conde d Eu, con-
vm providenciar de modo que aos augustas via-
jantes sejara feitas todas a honras que Ibes sao
devidas.
Fizeraro-se varias outras commuoicaQoe.
Ao l>r. ebefe de pil.cia, respondendo coi
urna copia da informacao do commandante do
corpo de polica aoseu oBoio, acerca da represen-
u?aodo delegado de Salgneiro, comrelaaoai
destacamento all existente, e que se acha a os
pt si^o de mesmo delegado, no que diz respeito
ao servido policial. .
Ao mesmo, recoramendando a expeiiQao oe
suis ordens, para que regressera capital da Pa-
rahyba, na primeira opportunidade, as duas ornas
de polica, que vieram cooduzioo o desertor Ma-
noel Goncalves, devendo ir na mesan oceasiao por
ellas escoltado o sentenciado daquella provincia,
Lourenco Mendes da Silva.
Particlpou-se ao Exra. presidente.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, trans-
mitundo, para os flns convenientes, ">Te or^'n''
sendo tete do thesouro nacional, sob ns. 58 a 6, e
duas em nplicata, expedidas pela repartiQao ao
ajadante general, datadas de 20 e 31 de marco ul-
Ao mesmo, deelarando, para os devidos effei
tos. que desde 25 de Janeiro ultimo, o Dr. Pedro
de Ataayde Lobo Moscoso, por autorlsagao da
presidencia, entrn no exercicio do cargo de ins-
pector da sade publica, indepeodentemente de ti-
tula, h_
Ao mesmo, recommendanlo que, se nao nou-
ver inconveniente, made dar execucao a carta
precatona junta, a qual foi obtida do juiz especial
do eommsreio, por Costa Uaia & C, para embar-
go nena thesouraria de quantia oerteneente a
Aatonio Casimiro da Trindade & C.
Ao mesmo. comraunicando que o Joua *
reito da comarca do Pao d'AIno, bacharel Vicente
Ferreira Gomes, entrara no goso da hcen$a oe io
das que obtivera.
Por' essa ihesooraria mandou-se pagar.
A' Menoel Aotonk) Teixeira, por conla do crdito
a> 20:000* aberto sob a respensabilidade da pre-
sidencia para te despezas com a epidemia da febre
araarell*, a quantia de 2:330^260 ris, prove-
mete da eaiadura, pintura e reparos fetos na
aafermaria militar.
Gommunicouse ao engenheiro ene arre gado aas
obrae mili tarea.
A" Raflne Manoel da Crux Consseiro, sb a rea-
jiat)ilidade da presidencia, a de i .2630988 res,
4e praltleiraa e cabides qne fea para o quartel do
'9.' Dattlhio de infantaria de linha.
Binannm-se as necessarias commumeacoes.
Tbiipector da thesouraria provincial, para
-,,? aatate flaoc* idnea, mande eniregar ao
SriTaa fretaezii de Cabrob, padre Antonio
Joa Pirateo de Novaes, o cont de ris volado
ato ai!. 7. da lei do orcamento vigente para
l obrai Vela matriz daquella freguezia.
Por Mi taesouraria mandou-se pagar
Ao delegado do termo do Buique, ou a pessoa
Mr coa 0 uatalo de urna escolta di paisanos, que
^Mtacn i captura do criminoso Dionysio, indicia-
4t a norte do Ufere lago Rodrigues Lina de Al-
manSicou se ao Dr. cliee de iwlicia.
nBr- da pvoac) da Atilinta. Joanoa
CawlHlieAraBjo Figueiredo, os seus vencimeis-
TalSiTobrie di consigaacio da irt. 4 1 14 i
lei (aaetait vigente.
A' (tanto Jos-de Mieede Pcae, oe voneimentos
4oe iiiardM meiooies deaucades na villa d
Acm freu, dorante o mez de marco ultimo.
Coismiaeon-ae ao oeimiodwtg Pf, ,
A' llenan ana a Silva Gosatto, arremitinte
4n cisma 4a ama soara a rio Pirapaj. ^Pr-
taniU da prfeaein rurestaejio do ssaMni*
- A comsnandaaMTdooorao de poiMin, doela-
riaao, em rosposu ao seu offiote, qne so envi
p*fi a fwtalft! do Broa praja qoe tej sen-
tenciada, e providencie da raefnor
alimeotaco daquella?, que
pena, podendo adoptar a medido nte lembra, da
remetter *s diariaswlellas ao com manante daquella
fortaleza.
Ao mesmo, aotorisanJo o eogajamento do
paisano Maaoel Francisco de* Santos, se tur
idneo.
Ao mesmo, mandando aggregar ao corpo 'sob
aen commando o affbres do extincto corpo de po-
licia, Amador de Araujo Pessoa.
Aos gerentes da companhla-Recrfe Draina-
ge declarando ser peosameato da presidencia
crear o lugar de fiscal das emprezas da cidade, e
baveodo a isto acqnic-cldo diversas companhias,
qneiram declarar se Concordara e estao dispoatos a
concorrer com a quantia de 2:iOOj annuaes para
a caJisacio, na parte relativa ao servico respec-
tivo.
De-pachos :
Abaixo assignados empregados da thesouraria
de fazenda desta provincia.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Antonio A gu^to Maclel.Subsista o despacho
de 17 de mareo ultimo.
Padre Antonio Jos Firmino de Novaes.A' the-
souraria provincial, com offlcio desta data.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.Aguarde o
sopplicante que se venga o pr&zo de que trata o
art. 45 do decreto 1130 de 12 de marco de 1863.
Costa Mala & CA' thesouraria de fazenda,
Com offlcio desta data.
Eulalia do Carino Brrelo.Infirme o Sr re-
gador do Gymnasio com urgencia.
Francisco Ferreira Mascarenhas.Infornse o Sr.
Dr. juiz de direito da comarca do Buique.
Flora Umbelina de Almeida Xavier.A*vista da
informacao, na j tem logar.
Gabriel Germano de Aguiar Montarroyos.In-
forme o Sr. engenheiro chufe da reparticao das
obras publicas.
Genoveva Mara dos Reis Fonseca. Entre-
gue-se.
Horoncio da Cunha Moreno. -Ficam expedidas
as convenientes ordens ao commandante superior
da guarda nacional do municipio do Recite.
Henedina Floresta do3 Santos Cordeiro.Defe-
rido.
Irmaodade de S. Jjs da Agona erecta na igre-
ja do convento de Nossa Senhora do Carmo.De-
ferido.
Joao Domiogues da Silva Piulo Guimarles.
iotorme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Faustino Marinbo Falcao.Informe o Sr.
juiz de direito da comarca de Girinhu) sobre o
qu" requer o supplicante, juntamente se a mo-
lestia do serventuano Carapeba de aatureza que
o imposibilite a servir.
Joa Anta) de Souza Magalhes.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional de
municipio do Reelfe. ..-.
Joanna Cavalcanti de Araup Figueiredo.Diri-
ji-sa thesouraria provincial.
Manoel Antn o Teixeira.A' thesouraria de fa-
zenda, com offlcio desta data.
Manoel da Silva Santos.'omo requer.
Maa Albina de Qliveira.-Ao Sr. director geral
interino da instruc?ao publica, paiT declarar a
quantia que compete supplicante para o expe-
ndiente de sua aula.
Thomaz Jos da Silva Guarni.A' thesouraria
provincial, com offlcio desta data.
Rufino Manoel da Cruz Cousselro.A th>sou-
rana de fazenda, com offlcio desta data.
IXPEDIBNTg DO SECttETARIO.
Offlcios: ...
Ao 1. secretario da assembli legislativa
provincial, remeneado, para ser presente mesma
asserabla, copias do offleJO da cmara municipal
do Recife e dos dous requerimentos que elle se
refere, nos quaes o Dr. Pedro de Athayde Lobo
Moscoso, na qualidale de vereador, prop5e a cons-
truccio de um mausoleo no cemiterio publico
desta cidade, onde se depositen) 03 restos mortaes
do Baraj de Itaiaarac, e solicita intorUieio para
a mesma caara despenler, nao s a quantia dj
1:50 com o mencionado mausoleo, mas tam-
bera a de 8:000 com a deeoraso e movis de que
necessita aquella cmara, e declarando que a pre-
sidencia une os seus votos ao da municipalidade,
yara que memoria de to Ilustre pernainbucano,
se preste cssa merecida homenagem.
Ao juiz de direito da comarca do Brejo, di-
zend( que a presidencia flcou inteirada de haver
sido convocada a primeira sessio do jury daquelle
termo para dia l. de raaio vindouro.
vedo e capiOn da 8* Otleneote aggmfado
Ernesto Vieir* de Amejft.
BofolphT&to BtramAlmeiM, rjorooe*
ce interino Aceitado maior.
PERNAMBUCO.
Commando das armas.
UARTEL-GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO, 27 DE ABRIL
DE 1871.
Ordrat do dta n. 548.
0 coronel commandante das armas intenoo
declara para os flos convenientes, que ne3ta data,
em virtude de autorisacao que lhe foi conferida
em offl;io da pre3idencia dtalo de 2i do corren-
te abaixo transcripta, dispensado a seu pedido,
do servio medico militar da guarnilo desta ci-
dade o Sr. 1* crurgio honorario do exercito Dr.
Peiro de Athayle Lobo Moscoso.
Aioda em cumpnmento ao citado of :io. o co-
ronel commandante das armas tem a satisfaeio de
fazer publico que o mencionado Sr. Dr. Moscoso
no tempo decorrido de abril da 1865 at hoje ser-
vio com assiduidade, zelo, totelligencia e dedica-
50, pelo que se fez sempre digno de loovor, m-
xime lendo-se em coosideracio que seus servidos
foram exponUneos, gratuitos, e prestados de mul-
to boa vonlade.
Offlcio: _
Seecao 1.*-Palacio da presidencia dePernam-
buco, 22 de abril de 1871-Hlm. Sr.Autoriso V.
S. a conceder ao Dr. Pedro de Athiyde Lobo Mos-
coso 1 dispensa por seu pedido do servico medico
militar que est prestando gratuitamente na guar-
nicao. devendo agradecer-lhes taes serv?..
Deus guarde 1 V. S.Diogo Velho Cavalcante
de Albuquerque. Ao Sr. coronel commandante
das armas interino. Assijnado. Jos Mara R-
defonso Jacome d Veiga Pessoa e MelU*.
Est conforme loaquim Manoel de Medeirot,
capitao ajudante de ordena interino encarregado
do de .aI he.
Cominando superior.
ASSEMBLEA PR0THOA1.
SBSSO ORDINARIA EM 4 DE ABRIL.
PBKSIUBUCIA DO SU. DI OiiSMAO LOBO.
Ao meio dia feita a chamada acturam-se presen-
tes os Sr-. Oliveira AOdrade, Pinto Juaior, Ribairo
Viaana, Barros Reg, Firmmo de Novaes, Fiiuei-
r6* da Faria, Henrique Mamede. Pedro ABonao,
Paea Barreta, Gusmio Libo, Okveira Fonceca.
Pernambnxo Fillio, Amaral, Teixeira de S, Cor-
rea de Araujo, Antonio Paulino, Ernesto Vieira,
Huao de Almda,Cuoha Figueiredo, G. de Dram-
mend, Ges Cavalcante, Cunha Caraleante, J. Mel-
lo Reg, Vieira de Araujo, Ignacio Joaquina, Joao
Cavalcante, Augusto Coala, Tolentioo de Carvallo,
e IIollanda Cavalcante.
Abre-se a sessao, lida e approvada 1 acta da
aniehor.
O Sr. Skcbgtario di eonta do segointe
KXPBDKNTE ',
OBcios: ,
Do secretario do governo, transan tundo por co-
pia o.requerimento de Francisco Luiz WinderJey,
offerecendo-se i empreitar as obras do aterro da
vanea do engenho Rosario no termo de Serinhaera.
e ai informales da reparticao das obras publicas
sobre tal assumple. A! commissio de obras pu-
blicas. _
Do mesmo, traasrattiodo por copia o offlcio em
que a cmara municipal desta cidade expoe a na-
cessjdade de dous empregados que se encarreguem
da cobraoca do imposto de 300 ris, e bera anim
um projecio de posturas.A' commissio de nego-
cios de cmaras.
Do mesmo, remetiendo copia das mformacoes
ministradas pela cmara municipal desta r-[dade>
acerca da policio dos negociantes e fornecedores
de gado, para o consumo desti capital.A quem
fez 1 requesicio. .
Do mesmo, remetiendo 40 exemplares do ba-
lancele da reeeita e despea provincial, venQcada
no 1 semestre do exercicio de 1870 a 187L A
desiribuir.
Represenlacao:
Illuis. e Exms. Srs. deputidos provinciaes.
A' Vv. Exea, vem mu respeitosamenia a socieda-
de Emancipadora di Pernambuco expdj alguna
inconvenientes, que resultara da libertacio de en-
ancas as condiccoe parque tem sido goralmente
bilis, as meiaednariu4oe; e solicita pira esta
imporuoto Vj'ttllia """'''' e palrwlismo, com
que esta Ilustre assembla tem trita'Strdo etameo-
to servil. jaw .
t Do norte ao sol do Brasil, as maiores ida-
des, como nos mais pequeos povoados os possui-
dores de gfande como de oemiouto numero de es-
cravos, as corporacoas religiosas e as sociedades
de emancipacSes diariamente libertara escravos de
ambos os sexos, e todas as idades; alm de mul-
los casos de liberiocao do veutre.
Ja se nao pJe dnvidar de que aproxima-se 1-
poca do iriumpho do evaogelbo, esse reflexo da
eterna luz do Golgotha vai di3slpando is ouyens,
qoe obscureciam a razio humana,. affasiando as
argucias do interesse irreQeclido contra a verda-
de e a justca, e expurgando do coracao dos brast-
leiros os senlimentos oriundos da barbaria e do pa-
ganismo, para dar lugar 1 manifestarlo do senti-
raeoto mals divino do ebristimismo, a igualdaae e
a fraternidade. .
t Nao se passa um dia sem que tenbamos oe
registrar urna libertacio e j para ninguem du-
vidoso qoe a idi de abolicio do elemento servil e
a magna queslio no Bra*il, e que urgente extir-
par esse cancro social disiruidor da moralidade
as familias, da pureza dos cesturaes, do trabalho
livre, e que constlue-se de victima em algoz na
parase de um Ilustrado brasleiro.
t Convm pois, Exms. Srs., auxiliar e desenvol-
ver essa iniciativa verdaderamente naeional, que
eleva a dignidade do homem, que a p5a em prati-
ca; morafisa a sociedade, e desenvolve a riqueza
nacional. *
t Seria, porm, Incerto esse resultado se ao la-
do da liberdade nao se collocasse como sentinella,
e guia a educacio e a moralidnde, ensinando aos
libertos a respailar a justica e a exercer pacifica
mente oa direilos de cidadao brasleiro, e viver de
seu trabalho.
t Convicta uUaciedade Emancipadora das ra-
zos que acabo de expr relativas libertacao de
escravos ostabeleceu em seus estatutos a criacio
de um asylo de libertando?, que as dfflculdades
inherentes a criacio de toda sociedade nova e a
crse, porqae tem passado nltimameqte o commer-
ci, nao lhe permittiram estabelecer.
Nestas clrcumstancias julgou necessano ap-
pellar para o patriotismo desta Ilustrad asssem-
bla, que tantas pravas tem dado de nio se deixar
execeder no trabalho para 1 ibolicio do elemento
servil, ati n de applicar a criacio de um asylo de
libertaados de ambos os sexos toda ou parte da
quantia annualmente votada para a libertacio de
criancas do sexo feminino.
c A sociedade Emancipadora nio pede para
que a applicacio das quaotas decretadas pela as-
sembla provincial seja feita por seu Intermedio.;
porque o governo directamente ou qualqaer ou-
tra corporacio melhor o poderiim fuer ; nio se
recusa, porm, a esse trabalho no qual emprega-
ria todo telo, sob a permanente fiseasacao do
governo, conforme se ach previsto pelos seus es-
ututos art. 31.
c Os fundados re ce i os que nutrimos, de que o
torpe interesse ligado aos mais balxos sentlmentos
venham a especular com a liberdade das criancas
em pouco tempo, transportando-as para outras
iiovinciis, os eisos de miseria por abandono, e
alta dos indispensaveis cuidados para *
JF,
"<
FU MmO I FOIA DA PMTDrCIA.
Por Jpm aettt adiantadof.................
Por ae ditoa idem. ..................
Por flotn ditos idea......... ...?<... .
Por un amo dem ;.................
l11500
dM^M^P
I7IMO

.

de Faria & Filhos.
-.

.

T
:,
Leinoa Braga, no Arafaty ; Joao Mara Jaljo Chavea, no Ana ; Antonio Marqnoa da Si, no Natal; Jos
Belannino doi Santos BiricJo, em Santo AotJo; Donsingos Jos da Costa Braga,
Martina Alvos, na Babia; e Leite, Serqoinbo d C. no Rio de Janeiro.



*
De
Vndosjpni
frengale .
I hora mean 1
comraisHa 1
Da Jas
privil.
ama I
pelo
..- do termo do Buique, pedindo
pagar a quantia de 60*000 que
agencias policiaes.A' commissio
ment.
de Mello, eserevenle da re-
pblicas, pedindo seis mezas
seus venvimentos para tratar
loe convier.A' commissio de
cisco Vaz Cavalcante, pedindo
os vencimentos de 35 pracas
recrutas do Buique para esta ci-
lissao da fazenda e orcamento.
Americo de Caldas Brandio, pe-
le crdito tara pagamento di dif-
v-mcimeais, em virtude do me-
"tove em tui aposentadoria.A'
to provincial.
ornes da Silva, pedindo nm
annos, para tundir nesli cidade
perfumaras, o bem assim isencao
ac de tempo de todos os direilos
" ive os de exportacl'.A' cora-
cao da sociedade Emancipadora
indo para que toda ou parle da
para a libertacio da criancas do
ija applicada creado de um
de arabos os sexos.A' com-
nto provincial.
ebjecto de deliberaqo os segun-
de orJenados a qiem fot pre-
d dos empregados da thesouraria
que pedem augmento de seus ven -
Weranlo que deve haver justa pro-
ibuicio dos empregados pblicos
arios estio em condciss inferio-
repartieSes sem razao plausvel
usti^a notavel, pois o expediente
oio nem mais fcil nem manor,
ue sejam ditos veocimentos aug-
0 que offerece a considerado des
segointe projecto de Iel.
legislativa proviucial resolve:
veocimentos dos empregados da
viacial ficam augmentados com
dos que actualmente percebem.
ra revogadas as disposicSes em
A
sent 1.
calisacio
do em
era sui
cao do
quantia
sexo fea
asjdo de libe
misado da 01
Projettoaj
. Saojolga
tes :
A coma
se ote 1
provin
cimeotos, 1
porcao ni
e que os p
res aos de <
e antes con
na thesor
de par
atentados,
ta assembl
Ai
Art. i.*1
thesouraria!
mais om
t Art.
contrario. .
Paco da asserabla provincial de Pernambueo.
4 de abril. |e 1871.-0/iPria dWrade.-Pmfo
Jiuaor. > ,
' io de ordenados a quem foi pre-
dos guardas encarregados da ns-
umnacio publica desta dade, tea-
cao o qns allegara os supplicante.'
e coofarmando-se com 1 informa-
das obras publicas em que jutga
aquerido, de parecer qoe deerm-
do-"sea>nepeilpwsf adapte o seguinie pro-
1 A asfembla Ugislaliva proviocial de Per-
nambnoo resolve: _^
t Art. onico. Ficam elvalos 1 720OOO an-
nuaes os vencimentos dos guardas encarregados
da fljcalisacio da illumnaco publica desta cida-
de. Retogadas as disposicSes em contrario.sa-
la das comraissoas da assembla provincial a
deabritde 1871.-8. R.Piafo Jnior.O/iwiro
Foncec*. .
t A commissio de orcamenlos tenio Iido com 1
devid attencio a peticio dos continuos da secreta-
ria do governo, na qual pedem que lhes sejam aug-
mentados os seui veacimenTos, de parecer at-
ientas as rarSes apresentadas pelos supplicantes,
qoe sejam alies elevados a om cont de ris; pelo
que offerece e seguinte projecto de W:
t ATL onico. Ficam elevados a 1 .000*000 os
veocimentos dos cootionos da secretaria do go-
verno, sendo 800*000 de ordenado e 200*000 Qe
gratifleacio.Revogadas as disposl?3es em contra-
rio.Saladas sessSss, 21 de mar? de 1871.!.
&Oliveira Fonceca.Pinto Jnior. .
A commissio de ordenados a quem foi pre-
sente peticio de Aquilino Jos dos Guimaraes
Ferreira, professjr publico de instruccio primaria,
em qoe pede qoe se lhe mande pagar os vencimen-
tos correspondentes a cinco.raezes e dezesete da?,
a contax.de 13 de julho do aano passado "ao ultimo
de dezembro do mesmo anuo : considerando que
o peticlooario eslava gravemente enfermo miando
requereu a esta assembla seis mezes de licenja
com todos os veocimentos, favor este de que nao
pode gozar o peticionario porque o vice presi-
dente fa provincia nio quiz servir-se da autori
sacio que lhe foi concedida por esta casa : con-
siderando mais que nessas circnmstancias as po-
da o peticionario tomar conta de sua eadeira, como
lhe foi ordenado pelo mesmo vice-presidenie; e
de parecer que se lhe mande pagar o ordenado
corresponlente a aquella tempo, para o que gtle-
rece a coosideracio da assemblavj segrate pro-
gxe
de Pernambuco re-
ideracao
jecto de lei :
t iPassembla provincial
c ArtM.* Fica o presidente da provincia auto-
risado 1 mandar pagar a Aquilino Jos dos. Gai-
maries Ferreira, professor publico de lostruccao
primaria o ordenado correspondente a cinco mezes
e dezesete ds, tempo em que deixou de exercer
o magisterio por estar gravemente enfermo.
Ficam revogadas as disposiso em contrario.
-Paco da assembla provincial de Pernambuco,
4 de jbtti de 1871.S, ROhveira Foncec* -
Pintnntor.
onsm do wa.
Contina a discu3sao do projecto n. 2 oeste
no qoe lutorisa a abertura dos necesrarios
ditos para pagamento das tndemnisaooes
* o Su nIBA DE S:-0 nobre deputado
pelo3districto-Sr. presidente, que durante qaasi
toda a sessio de hontem oecupou 1 attencio da
cua, ralln era desbarato dos dinheiros pblicos
em ssajto aos cofres...
OSnTPKMW AFroMso :Reeru-me 1 onjro.
O Sa. Twxsn de S :.. .iproposito do pro-
cre-
devidas
t^j!^^iij!-^4^^f^S22aK
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 27 DE
ABRIL DE 1874.
Ordem do dia n. 14.
0 Illm. Sr. coronel commandante supe
rior, manda publicar, para os (ios convenien-
tes, qoe por portara do Exm. Sr. conse-
Iheiro presidente da provincia de 85 do
corrente, foram transferidos para o servico
da reserva, fleando aggregado ao 3o bita-
Ibio della, os Sra. eapit3es do 3 batalhao
de Infantaria Antonio Jos Maaricio e Fran-
cisco Antonio de Aasis Ges; a nomeiados
para q mesmo batalnio de cooformidade
coa a proposta do respestivo commandante,
alteres secretario o goarda Henriqaes Ber-
nardo de Oliveira, eipitao da 2* companbia
o tnsale da mesma Jos Eleuterio de Aze-I
mente nio existindo urna curatella especial.
f Por outro lado recebe constantemente i so-
ciedade odertas de libertacio gratis de enancas de
ambis os sexos com a eondcao de crli-las e edu
calas, e com verdadeira magua sao recusadas peta
impossiblidade de cumprir Belmente essa eond-
cao.
i Estabelecidu pois o isyto de libertandos Ir-se-
ha gradnalmeate sobstmodo o trabalho escrivo
pelo trabalho livre em poneos anuos, impedindo a
orna graode pirte di nov geracio i icqouicio
dos vicios e defeitos inherentes i escravidio,
que seriam infalvelmente transmiltldos i quasi
toiaiidade dos libertos, a permanecermos no sys-
lema al hoje adoptado de abandonar as criinc
io cuidado dos ex-senhores sem interesa em so
criicio, e ios pas escravos, que nada podem tt-
zer em sao beneficio. ,
Espera, por tanto a soaedsde Emancipadora
ser attendida por e.ja illuzlrada assembla, qoe
cortamente nio querera abandonar o posto lio
honradamente adqunrido na vanguarda dos qne
trabalnara para i abllelo do elemento servil no
Brasil, nico paiz que no continente da liberdade
o Sr.
ex-
esse as-
senador -.
presidente desta provincia, tora levado I
tiRo por um acto deploravel.
O fc Prono Amwso :-Hao foi elle qoe praU-
M0 Sr. Tauxiaa bbSA :Diaae anda, qne faxia
distinecjp eaire acto dsploravel e icto censura-
o'Siu Prono Affonso :Sin, senhor.
OSa.JmxMna m 8 :...; nessa oecaaiio,
nsistinoo eo para qoe o nobre deputado nos es-
clarecase e expcaase essa disUnogio, recasou-
se a prwlsar o seu peosamento.
O Sn. Po Arrowso :Fi-w-hei un oeeisiio
'tl'snjlnttu t>a 8i -.Dase maU o nobre de-
notado; ose o Exm. Sr. Dr. Naacimento Portelli
nio tlnha cedido a tanttenhos sttpplieas e exigen-
cias loMsVronas do Sr. E. de Mnraay, mas que o
Sr. soanierfredartco, qoe logo depois assomiri a
almraUtracio da provincia, nia dnvidar taier i
rescisio do contrato.
O Sa- Proao Arrosso:Ha tez nmi T
OSn.TaixniiM8A:H noniS- DiUvras do
Sr. prndente, ama, aggressio
sui posicao, da irresponsabilidade que a lei lhe
garante na tribuna, devia dizer eom franqueza,
que o Sr. senador Frederico, errando de boa f,
Jra inepto, (parque, Sr. presideose, emendo qne
a Ucilidade no erro em quesloes de tanta imp-oi -
tancia revela inepcia ;) Ou alias faltando-lhe a
boa f commeltera um grave abuso. O nobre de-
putado, repito devia formular suas censuras de
ura modo mais condigno de sua missao.
O Sr. Pedro ArroNso :Abi est o- nobre depu-
tado designando o modo por que davo proceder
oesu casa I
O Sa. Taneina de Sa :Levantadme, pois. Sr.
presidente, para defender a reputacd-> de um ci-
dadao eminente, e distracto servidor de Estado,
encanecido no servico do paiz (apoiados), de urna
abnegacio e honestidade nunca suspeitadas, de ura
homem invulneravel calumnia e madicencia
apoiados, muito bem), que est sobranceiro aos
botes traicoeiros e cobardes....
O S. Pkoro Affiwso -.Esta cima do erro t. >
OSr. Teixeira de Sa : ...ni digo de niini-
gos i por que o Sr. senador Frederico nao os tem
nem mesmo entre os seus adversarios polticos )
mas de abyssinios expecnladores, que viiam al-
gum lucro, alraejar alfumi vantigero, por entre
e descalabro das reputacoes alheias, peta auda-
cia com ana nvestem contra os caracteres mais
puros e elevados f
O Sr. Pedro ArroNsa:A quera se refere ?
O Sr. Tkixbibadb Sa :Nao me dirig ao no-
bre deputado.
O Sr". Oliveira Fonceca :Ou nio vem a pro-
posito, ou ura insulto.
Um Sr. Dehutado : -Vem i proposito da defeza
do Sr. senador Frederico.
O Sr. Teixeira de Sa' :Trata-se, Sr. presiden-
te, de urna queslio das mals transcendente?. Eu
enunciare! o pensamento do nobre deputado a
quem respondo Sempre que se trata de urna boa
ou m applicacio dos dinheiros pblicos, a ques-
lio assume proporcoes as mais serias, dispende se
do suor do povo ; dispende-se a fortuna publica
accomulada por impostos, que afavam o trabalho
do pobre e o patrimonio do orpnao.
Conheco perfeitamente a gravidale e imp>rtan-
ea da queslio. Mas, enundo, Sr. presidente,
que, ao lado de.ta questao, existem outras de nao
inferior circumstancia eponderacio; quero fallar
das que envolvem a dignidade e o crdito da pro-
vincia, a f dos contratos e o desempenho de obn-
:o6 solemnimenle contrahidas.
m Sr. Dbtotado :Apoiado, isto muito para
attender-se. .,
O Sn. Trixkira de Sa' Trala-se, Sr. presiden-
te, do projeto que autorisa a presidencia a labrir
um crdito extraordinario para a indemnisacao
resultante da rescisio do contrato Hornay.
A dtseussao tem sido desviada do seu verda-
dero terreno (apoiados). O nobre depoudo que
eocetou o debate (parece que nio esta na casa),
que iani<^fa liiiiobmit. segando elle mesmo
wiisse, rjart^B^ftr^oeptiUu^^'o.S'jlulricto
entoar a'Dsalmodia, pelo de/ejo de dar maior ex-
pansio a sua celera contra o projecto...
O Sr Pbdro Aftonso : Gotera TI...
OSr. Teixeira de S :Sim, colera ; at de
Deus se diz -que tem colera. Nunca o nobre depu-
tado ouvio fallar na colera divina ? na colera dos
deuses f
0 Sr. Pedro Affonso :Erradamente.
O SR.TfrxuRA de S :-De veras, haahi erro 1
Pois bem, fique consignada a sua autorisada opt-
niio.
Diila en, Sr. presidente, que o nobre doputado
que encetou o debate, para dar mais expansao a
sua colera, trouxe pelos cabellos o contrato Hor-
nay lela da discussio.
O Sr. Soma Leao :E cabelludo o contrato ? !
O Sr. Oliveira Andradb : E' expressio mu
usada e correcta no sentido gurado.
O Sr. Souza Lkao :Eu j sabia disso, nao des-
colirio a plvora.
O Sr. Oliveira Akdrade : Entao para que a
observacio ? Ora esta...
O Sr. Teixeira de S :E assim foi bom, Sr.
presidente, que o contrato Mornay viesse i baila.
Nesta questao, pois qoe a levaram para terreno
escabroso, convm que todas as responsabilidades
Qquem claras e definidas.
O Sb. Pedro Affinso :Qum que nao quer
isso 7 ."
O Sr. Tkixsira d S : Em 1866, senhores,
esta assembla autorisou o presidente da provin-
cia a mandar estndar e contratar urna rede de
Insnumrn; que ligassem os centros populosos do
interior da orovracia com as diversas esU^oes da
estrada de fdrro do Recife S. Francisco, ou com
os pontos do litoral de fcil accesso navegado.
Lei de 20 de raar?o de 1866. .
Por esta lei tlcou o presidente da provincia auto-
risado a cootrahir um emprestimo i dentro ou fora
do paiz, que o habihtasse a dispender urna sub-
veurio nao superior a 400:000*000 ; e se esta-
tura, que o contratante, c ncessionario ou compa-
ohia, que celebrasse o contrato, ficarii com direi-
to indemnisa?io...
O Sr. Pidro affonso : Sabe-me dizer Tjual e
o numero da lei a que se refere 1
OSr. Teixeira de S : Oh senhor I E a
lei de 20 de margo de 1866.
O Sr. Yiira de Aravio :Numero seiscentos
e quarenta e nove.
0 Sr. Tbixrira db Sa :-.,.. Se estabeleceu
por essa lei, que o concessionario ou companbia,
que flzesse o contrito, Acara eom direito a indem-
nisacio pelos estudos tectinicos e preliminares a
queprocedesse, mesmo antes da approvacio dal-
le, e nio s isto, mas ainda no caso da nio ap-
provacio do mesmo contrato.
O Sr. Pedro Affonso :Isso foi no contrato.
O Sr. Teixeira db S :Foi na lei. *
OSr. Pbdro Affonso .-Quero que me mostre-
0 Sr. Trixkira db S :O nobre deputado, ou
sceptico, ou tem o proposito de interrompar-me.
Aqu est o qne diz a tel : (lendo.)
O contratante poder, independente desta ip-
provacio (do contrato) dar comeco aos Rinden
prepracio dos planos das obras, os quaes fiarao
moAi.nfa in,iemnisacio 'Dertencendo a pr

o sandia
SLTde inril aVlnVL io Uuhm fmrnr% **9 p'
preiidente da direcio.
Peejoea: ..
Po oijor SeverUno Camalto Pcssoa Cavalvante,
roedTante indem'nsacio 'pertencando "i provincia,
caso nio seja approvado o contrato celebrado.
O nobre deputado v T
Celebrado o contrato com o Sr. Mornay, me-
diaate rtclamacio delle, nio sei se a esta assera-
bla. se ao presidente da provincia, velo a lei de
5 de iulho de 1807, que autonsou modifleasoes e
alteracons no contrato sena novos onus pan i
orovineU, alm da sobvenclo em draheiro nio ex-
edente de 200:000*.
Fizeram-se as a!terac5es e o contrato assim in-
novado leve a sai homologaeio pela lei de 2 de
m Acompinho, Sr. presidente, i opinlio geralI de
que o contrato Mornay foi urna rt**'^
midade pira i provincia. A Iel W -
nntado qoe iniclou a diseussio ^%* ft^
bHme, eu i qualrttciret de dasastross. (Nio apou-
^pLtendla-ae dotir provtocli de nm melhon-
me?to1nitarl tnqneXiivatmente muito impor-
SnWaou otaro *2SSff*
que o Exm. Sr. Dr. Manoel Clementino Cirnelro'
da Cunha, caractar honesto e probidoso ftaco-i
inteir jusiiga) foi o presdeme que saneeioBon a
ewcatou a lei a que me refero.
O Su. Pedro ArroNao-:Qual ?
O Stt Teixeira de Si>:A Iel de 20 de tnant*
de rfJM. ,
O Sk. Pedro Affonso:Faca agora torna;-7
ao Sr. Dr. Manoel Clementino.
O Sb. Teixkira db S :E faco ;-reconhecodo,
porm, a rectidio de sua uusHM; o seu pierio-
Usmo.
O Sa. Pedro Affonso :Detxe-me* ure6> dn-
defender a esse ; j defendeno Sr. Frederico.
O S. Teixeira db S : -* Sr presidente, a-le
de 20 de man,") de 1866 autorizara o governo da
provincia a mudar estudor e contratar nma rede-
de caminhos de ferro, sob a denominaeio derVaav
'''!/< : l_/~" a mandar estndar, note-ie. Dona me-
zes depois da promulgado da lei o Sr. Dr. Ma-
noel Clementino Carneiro da Cunha flrmava eom>o
Mornay o celebre contrato de que nos occopa-
mos t
O Sr. Pedro Affonso :Eolia errou ?
O Sr. Teixeira db S : Com estas considera'
ees, Sr. presidente, eu deiae descripto o estado le-
gal da questao ; e entrarel no assumptp principal.
O Sr. Pedro Affonso :Isto o prologo.
O Sr. Teixeira de S iJ vimos qoe a ladeas-
nisacio pelos estodos technicos e prelinofe
preOxada pela lei constitua um direito perfeit da>
Mornay. ^^
O S. Pedro Affonso. iO- que que eonsiMna-
direito perfeito ?
O Sn. Texeira de S r-A disposicio da lea.
O Sr. Pedro Affonso : A dieposicao da le
constitua direito perfeito t
O Sa. Teixeira -de S ; A disposioao dnisa
qne Jhe dava indemnisaQio petos trabalhos pteo-
minares, pelos estudos technicos.
Suecedeu depois, Sr. presidente, o tacto ores-
cisio celebrada peto Sr. senador Frederico. Ku-
aqni o ponto em que esta hoje localisada a qnestao.
O Sn. Pedro Affonso :E saltn pelas altera-.
coes ? ^
O Su.Teixeira de S: Nada ha que ver com
as alteracdes para o meu flm ; nio procure exa-
mina-las, e mesmo nao tive tempo de- ler a Sexto
do contrato da rescisio ; bastara me is necoes
geraes que obtive...
O Sr. Pedro Affonso : Fica mano
corso. .
O Sr. Teixbira db S :.....no correr da dis-
eussio e cora a leilora rpida que fiz dos papis
concernentes a esie negocio. '
Mas, como dizia, Sr. presidente, passo a tratar
da rescisio do contrato Mornay.
Pergonta-se : podia o Sr. senador Frederico res-
cindir o eontrato ?Primeira queslio^
Devia rescindi-lo ?Segunda questao.
A rescisio depenjto de approvacio desta assein-
Ola Terceira qtfeslio. i.wonvnl.
Procurare! daa a estes tres pontos um des.nvoi
vimento mais ou menos gatufictorio. .
Em relacio ao primeira, se polia o Sr. senador
Frederico rescindir o eontrato Mornay o honrado
deputado pelo terceiro districto diste' verdadeiras
originalidades, aventnrou proposicSes, permita
que lhe diga, jocosas. .,.-.
O nobre deputado disse que para que o contra-
to podesse ser rescindido era necessano que se u-
vessera eumprid tedas as suas condlcoes....
O Sr. Pbdro Affonso : Para que se toroassa
obrigatoria a rescisio. ____- -
O Sr. Teixeira de S :-Para se tornar obriga-
toria a rescisio ...
Ora,Sr. presidente, V. Exe. m**2Jg**
ta mais de um contrato a rescindir rateiramento
Dp Redro Affonso : Iateiramente enm-
PriOSR. Teixeira de S : O nobre deputado o
disse : quando satisfeitas todas as c >ndi?oes.
0 Sr. Pedro Affonso :-Es O Sr. Teixeira, de S -.-Estou citando as pro-
prias palavras do,nobre deputado. -
E disse mais, Sr. presidente, que o contrato
Mornay nio eslava perfeito e abado.... -
O S. Pedro Affonso -.-Esta torturaudo o mea
P60 SR.eTE.'xEiRA de S.....por aattf dependen-
te de urna condicio do mesmo contrato, pelo Io"
disse-nos o nobre deputado, Mornay devera sei
obraado (por contrato ainda nao perteuo e aca-
bado) a satsfazer aquillo a que se ttnha obn-
gaoSR. Pedro Affonso :-l3S0 que Jocoso.
O Sr. Teixeira de S:-0 nobre deputado diss.
aqui isto, que nio sei se chame-paralogismo...
O Sr. Antonio Paulino :Nao sophisma i
" O Sr. Teixeira de S :-Nio : (rindo) en tae
justica a innocencia do nobre deputado.
O Sr. Antonio Paulino :-Peccou debo f.
0 Sb Teixeira de S -.-Segundo a tbeona do
nobre deputido, Sr. presidente, todos os eontraioa
condicionaes dependentes de urna eondcao sns-
pensva nio ficam perfeitos e acabados senio oe-
pois de realisada a condicio. _.
Vela-se quanto esta proposicao do pobre es-
putado um paradoxo.
Um contrato de promessa e obngacio de pagr
dependente da eondcao suspensiva do praxoisao
estara perfeito o acabado, segundo UpM
noore depnudo, senio depois de expirado e vena-
0OSr.*Pbdro Affonso: E' muito diverso o
C*OSr. Teixeibadb S :Mas, Sr. presidente, en
sei o que o nobre depotado quiz dfzer....
O Sr. Pedro Affonso -.-Vamos ver i tridncflo.
O Sr. Teixeira db S : Eo ben dicta tunaos
io oobre depuudo, quando S. Kxc. tallivi, qn w
meus apartes longe de o interromper, servtam da
o enearainhar na disenssio.
O qne o nobre deputado quiz olzer, br. peaei-
dente. que os effeitos obrigatorios do contrato
Mornay estavam dependentes da condicio suspen-
siva que havia nelle e que S. Exc. considera vate-
cante a ambas as partes. Creio qne foi esse o peo-
samento do nobre depotado. _^-
S. Exe. flrmava-se nos fundamentos de umiioo-
cisio proferidi pelo Exm. Sr. Dr. NasomeotoPer-
tella, cojos conbecimentos ilas "^fV*0.
a respeiur, rendendo a devida bcjnenagem sna.
illustracio: -
'
:.%1-

V
!
consderandq o ">a^.."oro*l
Praderico de Almeida.
O^WejaMVadopria ut? wajam da anas
A provincli terta de vergir
obligatorio para a provincia f^*?11L,lA
cumprida a condicio 31-, que ^V^t obuw
ser obligatorio, senio depois que "I^f
do governo geral os favores tos e r-aobre ban-
*0 t'KSlSSSKa corlo- cor. o a
^StSf :-C- a minorii d. coot-
m OSa; Teixbira di Sa' :-ComodWa, Spre-
sidente, acatando i illustracio ooSr. Dr. fortf.
e vejo que V. Exc. nesta questio teodo.proendo
o seguinte despicho : ______
a Aindi quando o suppRcante Uvesse enmprine
a condicie 31* do contrito para qn este tor-
nasse obrigatorio, norcamenw ptantan perfla tor-
oecidos pefo sopplleinte oio mO de 0*2*;
de com o art. 2* de modo a poderem nilwliari
remo i tomar resolncio nos termos do
mesmo contrato S. Su. c Sr. Dr.

ques$ pan olerreno escabroso em que etti w J>
ene deaijak, aV, >*ante %miKlt


T
'
o governo prdir a.prr*"ftr a*. i tfT** raindicio
Jifl tora tstabeleeda s era fenr do concessona-
o, referente i indultos extraordinarios,...
O Sa. Pewki AWosso :- era essa cndilo a
gas sa refarie. o despacho (la Sr. Portella I
OSr. Timaia*m S l Sim, senhor; quer
me lhe mandil n despacha para !r ?
Trato, par era.'seroenteda primeira parta den,
fiaero ao nean dar mofado ao meu discurso. O
obre depotado por confiar demats nos recursos do
ea talento despreou o methodo e por isso rto-se
desviado pelos innocente! apartes que lhe davam.
O 8b. Pkdro Affonso : Gomo nao havla de-ver-
aae, nio tendo os recortes j nobre depotado?
aratona tico, jariscoasalto, tem tudo quinto pode
de.ejar.
J Sr. Tbixf.ira db S :Se a'refecida condijo
xa farorarelnieote ao eorieessfonarjo, o contrato
spoda flcar de nenhun iffeito n caso que ella
aa&im quizessu; mas ae Homar, ao contrario, re-
conuecia que do contrato ridham-lhe todas as
vaongens possivels, dira ao pr lapo puesta o desse9 favores, presoioda delles, in-
vito non jatnr bw/icium ; quero que o contrato
riore.
OSn Pedro Affonso :fmbora nao e'amprisse
asr*Mdi9-H a qae se linas sujeitado ?
O Sr. Teivrfiu de S : Mas se eu ja dase que
essa eondico era favoravel a elle.......
O Sr. Pro Affonso-.Est argumentiodo de
m f ; lela todo o despacho.
O Sa Teixfira de S : Ja l roa : o nobre
deputado nao qaeira precipitar as nuuhas refle-
Oes.
Mas, Sr. presidente, o despacho do Sr. Or. Nas-
einaato Portella anda fizia dependamos os effeitos
obn'gatorios do contrato da condica t da apresen-
lacio dos reamamos, plantas e penis torneados
por Mornay.
Sf. presidente, sobre este ponto ea reto que o
despacho (ahora ra falso snpposto.
O Sr Pedro Affonso :Vamoatase.
Jftt. Twxenu dh SV :-0*e-tades preliiHoa-
res, osorcameiiio.', plantas e perlis das obras fo-
rana apresemadoa consideradlo do governo....
O Sr. Pbpro Aftonso :E forau approvados ?
O Sn. Teixkiri dk Sa': -----creio que esto,
oomeaudo urna ttqVmisso de dous ngenheiros
para dar parecer sobre erses trabamos toram es
tesialgado; Inteiramento defectivos, imperfeilos ;
relo mesmo que houve um segando cadinho de
exatne acerca da perteicao e exactido desses ira-
haihos.
-UmSr. -Dhputado : E o qae den esse ca-
dinho!
O Sr. Tciveira di: Sa' :En nao afflrinei que
livoese havido esse segundo exarne,
O Sr. Pedro Affo.nso :Como est pouco conhe-
eedor da questio I
OSb.Teixf.iiia de Sa' :Mas isso ama cir-
carastancia muito peqiena.
O Sr. Prono Affonso :Mnilo importante.
O Sr, Tf.ixeira de S.C :Mas, Sr. presidente, o
contrato nao poda estar dependente da exactido
desses jrabalhos ; porque, quando t>e disse'se, q e
o estado i preliminares, teclraieos, erara inexactos
6 ae mandasso qae o contratante proe*lesse a ou-
tro*, querer-se-lm cntao a execuco fiel do con-
traf) e nao que flcasse elle suspenso.
O Sr. Cinha e Pi.;v kirki'o : Mornay alo po-
dia adiar melhor adragado.*
O Sr. Tbixbira de Sa' : Nao ba=tava diter que
os trabaltns erara imDerfeitosj nesle caso o con-
coasionario teria de proceder novo?, e ento
nuiores de^pezas se faziam que toruariara mais
fratasa a indemnisacio.
Dentis, Sr. presidente, qnem era o competente
para diieros estudos preliminares, os estudos te-
cbnicas esto imprf4tos T
O Sn. F. de Picukiroa : Rae opus, ah est o
iiervo da uta
O Sn. Tbixbira de Sa' E^tabelecen so no
contrato, con 1k;o 34% que todas as que.*to)s re-
lativa tntr ilhos scientifleos, e estudos techni-
cos, fossem submeitidjs a jaiies peritos n nooadoa
por accordo do amhas as partes.
O Sr Pedro Affoxso :Leu o parerar do Sr.
Baarqne de Maeoto acercada qncsto f responie
perfeitamente a e:i tpico do discurso do nobre
deput.id) : elle dzia q'ie nao en possivol autori-
sar-fie a resciso___
O Sr Teivkhu -oe Sa' : Esses apaes o
os que tnterrompem.....O nobre depuiado que-
ra qae eu tivosse lid) o parecer do Sr. Ruar-
4)iie de Maccdo ; confesso que nao o li : mas pro
meao que em outra oecash, ama vez que me
dado anda fallar, a suisfarei.
O Sn. Pedro Aff.inso .Agora est exploraodo
o tor/ooo.
OSn TeiXEiBA dfSa':Si. poi Sr. presicn-
te, tiara e.-taheleciJo. como clausula do contrato,
que a aprecisgao e julgaroento dos trabalhos U-
peior. do qae r^ww *Q0;OOQ|y) ro, m oorio 1 ddrlgtl mu, UWBifoa qae a drseusso ti
aproximada sem resoludo nenham.
O i. TMft* n| Sx':WWrfee^v*- prifl-
dent, que damonstrei a necessidade da rescisao,
siHorisada at pelas propriaa pilavras da Sr. Df-
Nascimeato Portella, qae conslderou o contrate.
muito oneroso pira a provincia, suieriir s soa
forjas, caso m que o presidente poda o doria
resciD'lMo. *
. O Sr. Pedro Affoso: Devla* ?
O Sr. Trixkiradk Sa' : Dovia porque o con-
trato assim oneroso eonapromottia. o rotare da pros
vmeia (ipoiadoa).
Pica, portante, demonstrado tambera que o 9r.
>enador Frodorico nao so poda resoindir o coa
trato, pois que para uso estara antorttado, con
que doria ue-lo; pirque reoonh?ci se que
mesmo contracto era eminentemente fatal e gra
roai i proriodl
O S. Cuma e Fisubibbdj : -^Niaatara aata-
risadaaa le a rosjisao.
O 9n. Teixeira w Sa* litara wtirhwla ao
contrato.
C Sn. Souxa Leao Anda Mtavamas or>
menlos que to estavam feltos.
O Sr. Tbixeiraj>e Sa:Sitie o Sr. Dr^artel-
la nao podia avahar o saertftera qae impanha o
contrato, ne.n saber so era ei nao superior s
Torcas da provincia.
O Sr. Souza LeIo: Sappox, preaam;o ser so-
perior.
U Sr. Teixeira de Sa: Mas prsenlo muito
sensatamente....
Resta roe, Sr. presidente ojoapar-en so neate
de nra ponto...
O Se. Peono Arromo : fm o exrdo f*
raaior.
O Se. TEixciex dbS'-%.. qoe* o de alosar
dependente da approvaco desta casa e resciseo.
Sr. presidente esta qeestii A* tai fcil intui-
cao, lio evidente, que, creio, faltando porania
urna assembla (lastrada, aio ser aeeostart e*-
en'olver longn argumentos em ordem a sust^e
Pec-se nm contrate, esse contrato foi approrad >
pela assembla, aollo cdnsigava-se aatoriseeao
dependeots de pradente arbitrio p ira resciodr-M,
a administraclo rescindio-o attendeado s conve-
niencias di provincia.....creio, que usonde nn
direlto perfeltoi
( Ha um apirto )
O Sn. Teixbwa he Sa':Mas; dit o nobre de
putado pelo 3* districto ; toda a-euestio de dis-
pendio anda mesmo aotorisado por esta casa,
como est o de qae se trata pelo contrato e pela
le que o approvou, deve" roltr a assembla. Por
este principio, como s disse h miera em aparte ao
uobre deputado, teda a dspota decretada na le
do orcament > devia voltar tamben a approraco..
O Sn. Paoao Affokso:Eesmagon-me om esse
sea aparte. -
O Sr. Tbixrira bs Sa':O nobre depotado na >
podej mostrar a disparidad* o j a falta de analoga
des te argumento.
Rogo ao nebre dsm'.aio que sa digne tomar no-
ta e resDonder-me.
O Sr. Cukha Frjueirbdo :A argomentaco
cUra, mas nao coDcludente.
O Sr. Gaspar Drummond : E' at conveniente.
O Sr. Tbixbira de S : Sr. presidente ech-
me fatigado....
O Sr. Pbbro Afonso :E j demonstrou que a
rescis > do contrato nao esta va sngeita a approva-
Cao da casa ?
O Sr. Teixeira de S : Fallando perante urna
assembla Ilustrada oo precisara dar matee dea-
envolvimento a rr i ola argumentaeo.
O Sr. Peuro Aromo : Nota eitoa a le que
approroo o contrato.....
O Sr. Tbixbira db S :Sr. presidente nao sera
talvez a anica o ultima vez, qae leuha de oceupar
me do assumpto, mesmo q lero .aiisfaz-r o nobre
depatado pelo lerertro disirieto... ,
O Sr. Psdro Affonso : Principioa todo colera,
lodo arreh.lamente___
Sr. Teixeira de S :Mas fui pef.-sanente
reeebido pelo nobre deputado.
Paltam-roe habilitacdss e o desombaraoo qae d
a frequencia da tribuna ; ( nao apohdoa) nao te-
nno a fecundia, a elegancia, a precisao do estylo e
frasiologia do nobre deputado...
O Sn. P|dro Affonso .-Muito agradecido.
O Sn. 'eixeira de S :Desojo e dou me por
bem c impensado que o nobre deputado reforme o
seu juizo a respeito do Sr. senador Frederio...
O Sn. Pedro Affonso :Nao preciso ; lenho o
moa julzo formado a seu respeite ; he de provar
que nao o ataquei.
O SR.fEixiciRA de S :.i.. o nobre senador
procedea com^umma t)rudeecie*'tfepO.
Eu espero que o nobre deputado mudar de ru-
mo, aguardando-so para um da teoao sesentona
do longas considerases qa%"WMli'uiram
aro do discurso do nobre dantadb, disse-
bj porera, 101 a minia orpreaaaj. joT>Tle que ia entrar na qaesto tntte com-
do qae o TJ<*rado depaudo petinhou no .majsW promeltia a trtala debaixo de trafcBentos -!
do proposito, desriada d-) terreno das
cas, do sea terreno legitimo. rt prec|
Exc, com o sea-talento tio preoonlsa
eoM-aasat (Mirra utonsada, eollocar
no sen ?rerdedo|ro terreno. Epei qao^
flwase; grande, porra, foi a mink serpre
do que o Tarado deputado petioJiott ao l_
terrado das meaDvenieneias. Se a qaestao s de
va ser discutida debaixo do ponto de vista inri
dicn oaAdinifiejWtvo, porita a
Srreno o hnrala de[ itio phase per >hase, poeto por. ponte, ap
do tedia as ooaarrenciM qae se aerara ater
edartratoT
"o, pe, aatida a mloaa sorprwa vendo
"rato depuUdo incorrer aas memas faltas; q
trbulo aoe astros, e coawnetter os mesmos er.
ineenvenieaaias.
Ora, e Rearado eeputnda chegg|.a dar q
trouaeca Fcuotrata peloajaatilloB aera aab c
4 O Sr. Teixeira 'e SX>Nao me refineao-
d- putado.
O SvIVedro Artoit;-Diflmue_,
ztdo o contrato pelts cattellof pira e?te
O Sr. Tbixbira de S : Nao roe refera ao no-
bre depala ib. "
O Sa. Cumia e Fnueirrm : Se
mm, 4enho nisso a mior
a poputefio peruaiBbueana^a hade tazer ;us-
Sa. Pnaao A^rpiao:Entij era o honrado de-
putado { apuntando para o Sr. Cunha e Pigueir-
.to) a quam ae refera t S umanln violencia
fetta o contrato poda provocar tantas explosdes
de colera I
O Sa. Cunha e-FifiCRiRRoo :Se nao fosse Ira-
tido petos cabeHoe j te tmha rotado a indemnisa-
ci'.
Octro Se. Deputado.:E aeha qne nao psssa?
O Sr. Cunha b Fioueiredo : Pois nao, bada
passar ? Disso estoa ea certo.
O 8a. Pedro Affo.nso :Era fJreeio, Sr. pre-
sidente, que o contrato rjesse arraeteio pelos ca-
bellos, pora esta casa, para que fosse disentido ; e
de que modo ? Oh senhores I que intolerancia da
parte do honrado depotado t
Nem deriamos discutir esse negocio por nao
aelle fomoa parto o honrado Sr. senador Prederi-
co, cuja admiuistracSo, emoenhnm ponto de risla,
est sngeita a nos*a apreciaci) I..
IJm Sr. DepuTAao :Nao por isso, mas por qu
nao est em discus>3o.
O Sr Pedro AFrojrso : Nao devia ser irazido
o contrato discussao, por qae as nconveuieociss
appareceriam, e era preciso evita'-las com relajao
ao O Sr. Mei.eo Reg:Entio discuta-so o con-
trato com franqueza e liberdade.
O Sr. Psono Affonso:E' o que esna fazendo
e continnarei a fa i.r.
O Sr. F. de Pigueiroa :Tudo is*era dispen-
sa re.
( Troeam-se msis apartes ).
O Sr. Pedro AffonsoO honraio deputado,
(apontando para o Sr. Mello Reg) quando falln,
disse-nos que o contrato importara am .malto_aos
cofres provinciaes ; accrescentando, pornj, que
todos havi:tm procedido de boa f.
O Sr. Mello Reoo .Et engaado. x
O Sr Pedri Affonso:T)mi neta dessa sua
exgresso, e j me refer a ella no mea primeiro
discurso; ento iaterrogoei ao hnralo depotado :
se dizoii que o contrato importa um asfalto aos
cofres da provincia, como defendis squelles qae
nelle tomaram parte, como justificaos a sna con-
fceo ?
O Sr. Mello Reg: No qaiz fazer censuras,
mas se quer aiuda acjeito a dijetrajoTranca
sobre isto.
O Sn. Pedro Affonso :Estimarei qae o. hon-
rado depatadj discuta esse ponto da jaestlo.
Prometi acompanhalo nesse terreno : quero
mostrar-lhc que nao son menos Intrpido...
O Sn. Mello Reg :En intrepidez cedo a pi-
no*'1 ,mDredPte1o; son muito timido.
O Sr. Pedro Affonso : -Disse-oos anda o hqn-
rauo deputado pelo primeiro dislricto que, era vez
i *eiLia ,ei n" ^ ('ae aatrisott o contrato, nmi
it sublime, como a qualifhou o meu amigo e cot-
agnardo a pablleagia dw wa para esindar asna doctrina, a.---------
rehend j a sublimidad da argumso-
. de treiBontos :t.*
so poda o Sr. senador Froderico rescindir o ron-
rato ; se est assa rescisio dependente da p-
^desje-aasembla; 3.* se, dada a resaieio,
"s IP!r de rotar nota pare o sea paga-
Bra de S :8su a mesma .*
PfeMM Affonso :Efcto quaes form os
"fN^WipfJf nobre deputado disents aeridea-
talmente o asfeneiro ponto e emittlo es oatrot, em-
bota livesse-es menciona Jo.
ffaanto ao primeiro ponto disse o bonrsdo depa-
tado, que ktajRiso era OBakatort, que derla ser
resolvida, e tanto assim qae o proprtn Sr. Dr. as-
cimento Portella reconheceu no sea relalorio a sua
alidada indeclinavel -Peco licen^i ao hopra-
uia4oirieaiesttr sota as paravras do
Potletla esta' sua errnea acensca. fj
ar. Dr. Portella nao aconselha a conveniencia da
resesao, qoera Ter de boa fe 6 sea reftorfS; Reo
!M : Se referia-se; # aheqsra M Me apenas jalga-a pislirel, realiu-
g'oria, o niaior orgulho; das as ohrigacoes par parte de Morney. (ApoUdo).
A
Madeos periencia a jues peritos aopodia o pro cmara doseenhflrei desatados cahr sobro oejni
noeote da provincia dizer a Mornay, parte eoo-/ nisieri'os ederora-loe
o mesmo presidente vossos| O 511. PEDRO AFFONSO :-Sr. protjeote, nao
u,IhX qunn:u o.ueu ainrgo e coi- gnnr-mepelos documentos offlciase
., f"lf';t0lw,a. a? cn'rar">. u'"a lei desasa encontm nenhumu base pura resolver
aT\ eJnicnJen,en}l">i>. (pondos enadapota- m. E assim por dtspaeho de I* de c
Sl'i23c cei,nore*. I" ,J hopraid-depatad clarei ao emprezario que aprsenla-
trabafhos estao imperfeilos, diicricionariameDie,
sew violar o contrato.
Portanto, j v o nobre tapetada qae o Sr. Dr.
Nasciraeto Portella nao resolveu a qaesto....
nao fez mais que addie-la.
Eatroa o Sr. senador Fredenco na administra-
gio o aenou as cousas ne^se estado. Mornay que
tmha requerido seos direitos presidencia e ti-
olia-se-lhe dito o contrato nao ple prevaipcer,
porqae esta condigo, qae avoravel a vos,
aiada que h ija desistencia delta de vos^a parte, o
governo a quer tambera para si, o esses estudos
que apreseotaes, apezar de me faltar a competen-
cia peraJnlga-los, digo que sao imperfeitos.....
O Sr. Pedro Affonso: Islo e que areume-
tar de ra f I
O Sa. Pernambuco : Argumentar em face da
lei.
Q Sa. Teixeira de S :Argumentar de m f I
Prometi demonstrar evidentemente ao nobre de-
putado que S. Exc. que foi nimiamente injusto
em sua aggresso a um carcter eminente...
O Sn. Pedro Affonso: Vamos ou'.ra vez a esse
p 'ate ? j est esgotado ; o nobre deputado disse
tanta cousa I
OSr. Teixeira db Sa .Eq Insisto ainda nesse
poalej porque tenho sabido que o nabre deputado
at as ante-salas....
O 8b. Cunha e Fi6ijeiredo : Vera para aqu o
que se diz aas ante salas I
O Sil Teixeira de S : O exemple parte do
nobre deputado na sessao do anno passado. O no-
bre deputado tem procedido do modo mais acer-
bo contra aquel le cidado...
O Sh. Prdro Affonso : Oh senhor I
O Sa. TgixEiiiA de S : Dizia eo, Sr. presi-
denteque o Sr. senador Frederuo adiando a
qaestao no p em que e;tava, como acabo de des
crerer, tioha de resolve la ; compulsou o contra-
to, as aheracoes que se lhe flzeram ; nao resolvea
a quesio por seu simples alvitr* ; coorocod om
torno de si pessoas autorisadas, caracteres respe
te veis, qee o aconselhjssem a respeito de om ne-
gocio de tanta grvida le; e posso dizer que a
materia dos pareceres e opioiOs foi quasi ananl-
me par que se flzesoe a resciso. O contracto,
diiiam, urna vordadelra calainidade para a pro-
riucia, rescinda-so esse contracto. E diziamn'o,
Sr. presideote, talvez com o mesmo seutiraetHo de
iadignaca e colera que agjtou o nobre deputado
qneeUcetou o debate, quaodj disse quena que
O projecto fo>se aqu morto no tapete da sala.
Q Sb. Ciniu e Figuiredo: Celera ? en dis
se isso com colera ?
O 9a. Trieira o? S : Ea disse ao nobre
deputado pelo 3 distrlcto que colora so attnbue
ai aas deuses: j v qod ea oio lhe attribao um
senumento menos digno. O nobre depuiad poda
lar as mais ju tas in.ten3e? e raesrao colera con-
tra o pr"e:to : nao lhe faco offoosa em dizer
18J0.
E mais. Sr. presidente, o Sr. senador Prederco
onvio o parecer do Inseector dathesourafta provin-
cial, do proepraior flseal, nomeoa urna eommis-
sio que esluJ*s?e o contralto em todas as suas
di;K)3iy.5.,5 e dusesie qual o mefhor alvilro a se-
guir; e, reconvndo at ao relatorio do Sr. Dr.
Nascimeato Portella, rio que S. Exc, que alias di-
zia o ter encootraJo dad.os para resolver pela
resaco, considerara o contrato muito oneroso
para a provincia ; que o estado dos cofres nao
cemportajr' a despza nscesaria. Ora, compa-
tando esta asercio do Sr. Dr Porlelfa cont a
coodieo 3t' do contrato, que reza assim :
rwo p< verno envnder vfjfa do valor" de-DT-
vMnenio oue :\ subveujo rnecionai no presen-
te contracto .stipertor aos reculos da provincia,
prViD-d-lo ; neste caso ter oconcessfo-
w dirdro. al n do valor dos estados, a ama
pretenda occapar a tribuna logo api ao nobre
deputado que acabou de occapa-la preudeado a
ltenlo da casa, Siote-me sob desegralarel ira-
pressao, o eocootro erabaracos se nao pare res-
pouder-lho ao menos, para contentar as sus ob
servaces. Como a casa vio o nobre deputado revd
lou-se um unmiuente orador, reunindo para ss-j
todos os dotes precisos...
O Sa. G. Lobo :V. Exc. est no mesmo caso.
O SR- Pedro Affonso :Revelon se ama ver-
desoir llusiracao em jurisprudencia que o es-
tudo de sua preeronda, o ao mesmo tsrap es
pirituoso, jocoso, as vezes iracundo, phrenettcj, e
exiliado; omfim o nobre deputado...
O Sr. Teixeira dk S :-Siu nm mosaico des-
'a.s qualidadts.
O Sr Pedro Affonso : ... dea ao san dis-
curso todos os tons, encaminhou-o de tal forma,
deu tal expresso aos seus sentiraentos diversos,
cora as suas palavras jue eu por certo, nao pode-
re acomp nha-lo.( no^apoiadas ) principalmente
no que diz respeito a sua prolkieacia jurdica.
Entretanto, Sr. presidente, deploro que o nobre
deputado com a fecumlidude oratoria que exhibi...
O Sr. G. Lobo : Fecundidade oratoria ?
O Sr. Pedro Affonso :Foi a expresso de que
usou o Sr. deputado.
O Sr. Teixeira de S:Eu disse facundia.
O Sr. Peoro Affonso : Aceeto a correceo.
Deploro, porra, Sr. presidente, que o n*bre de:
putado com a sua facundia oratoria, tivase pro-
ferido urna difamacae declamatoria enVVe de um
discurso parlamentar. Princpiou o nobre depu-
tado attribuindo-rae aqullo que ed.oai. diise In-
rsrteodo o raen pensameuto, torturando as mionas
expressoes; e, se me fosse permiHldo dizer, at
caluinniando-rae.
O Sn. A. Peunasibuco :O que rale que nao
permiuido ao nobre deputado dizer isso.
O Sr. Ame Affonso :Coraecoa o nobre de
putado d/.endo que eu ataca-a....
O Sr. Teixeira dk\S : Citando as sois pro-
ptias palarras.
O Sn. Pedri Affonso :.... a repatacio do
Sr. senador Frederico, que atassalhra sai repti-
tacao illibada, iaunaculala e que est cima de
toda e queque/ imptenlo dessirosa ; m^ra que
aj as ante-salas eu atassalbava a reputagao de
tao iraminente e honrado cidado,
Sr. pwiaesto,Jquer as ante-salas cujas con-
versacSis nao de.vem ser trazidas para este re jito...
O Sr. Teixeira de S :=0 nbfe depata io deu
emplo dilo.
O Sr. Peoro Affonso -Qaer_ne3le recinto, eu
aunja me mauifestei de. modo que fosse oitensiv
Bj injurioso ao carcter do Sr. senador Frederico.
Disculindo aqui, esmeoleagpi a resciso do con-
trato Mornay celebrada por aqdelle Sr. senador;
qualitliuei-a de inoonveniente, desastrada e de-
plora vel. Ora, por que., disse qpe o acto de S. Etet
nos deraon>t?asse e-se sea acert, que descesse a
pro va de sua allegaco; eotretanto, o honrado
denotado liraitou-se a atlrar-nos qssa praie s.jJu
~ ama lei desastrosao na la raah...
Estou me dlrigindo ao' honrado depjgado que
rece querer evitar ft ratahas respes:por
o motivo qnalGcou o honrado denotado de
desastrosa" a fei *
O Sr. Trixbiba de S.Pelos seas effeitos.
OSn. Pedro Affoxso: Qo, senhores, porque
a le deu lu^ar a um ontrlo, no qual nao forara
i guardados todos os idfersses da'provincia, por
que deu lagar a am contrito deflcwote, def;,tuo-
, a conwqaenci que a lei desastrosa ? Pa-
lavra por palavra adrtntta honrado depn'adb qae
eu oppqobAj niinln palavra, embora humilde, i
sna autorisada, e qie lhe diga, por rainha tez;
que a lei a que se referi, em vez de ser desas-
lro" e muito provertosa para a provinda, porque
habilita a reasacao de melhorainentos materiaes
do mais elovado alcance...
Lu Sn,Deputado : Qae nao podiam reali-
sar-se.
OSft. Peoro affonsd :-___ e instantemente
reclamados. Qae importa qae a lei dsse lagar a
um abuso, que ds3e lugar a nra contrato mal
fono ? "
Analysando o contrato, concluo o honrado de-
putado que, fosse qual fosse o onus qne do orna-
mento da estrada devesse resultar provincia, e;ta
eslava obngada a suporta lo, nlo havia que an-
ta-I >.
E" asse un modo de argumentar originalissrao
do honradMepotado : aventa urna proposico por
mais paraduxal qao seja, e esta dito I
O contrato, seuhoros, como j* tire occasiao de
demonstrar, faria dependente a sua realisaco do
cumpriraenta de condicos reciprocas entre as
partes contratantes: de am lado era a provincia
quera reclaoisvaura ornamento para por elle ava-
har da somma cora que deveria contribuir, do
03us cora que deveria sobrecarregar ;*era a
provincia qn6m exiga estudos griphicos, es-
tuaos preliminares exactos e completos, que des-
semjog--
co
Diz o Sr. Dr.-forteUs.an "i relatorio : Oeni-
prezario dos h-mtoys, Eduardo de Mornay, dV
rigi me urna peqo f*aenda anbr qao ionio
meo antecessor, de accordo com rcommissSo,
que noraeara para examinar differeate eonhra-
tos, se mostrado disposto a rescindir o contrat,
qae com etie celebrara-a provinda, exigrado de
eu procurador procurar > em forma, era esta
k aprosentada para qne eu desee "ima solacio de
modo que podesse olla ou dar cxaensso aoeon-
trato, ea harerasademni'SOAp dtirida, no caso 'a
ao resciso, propondo a< reeren;ia desta solaco
ministro era Lindre, declarando estar disposto
a acceitar nutro qnalquor accordo rasoerel que
resolvesse o negocio nos termos o eoudico-M do
mesmo contrato, o eoncluindo qne ao cao de
falta de sotaeio protestarie por perdae e dara
nos, afm das tndemnlsacOes e acaotetaria o seu
direto petos rneie competentes
Do relatorto do mea aotecersor (contina o
Dr. Perlelll nSo consta qae elle honvesse-resol-
vido rescindir o contrete, o era qne a com mu-
si hoaresoe opinado pela rescUio. E pois, 14
mando om eonsiderscao aquella petico, rerill-
qttei o setnmte: l. qae o contrato nao ainda
obrigatorio, risto como ainda nao foi satiaferta a
eondicSo 31.* qne expressa em declarar qne
s elle obrigatorio quandoo cessionario ebii-
ver dos poderes geraes os f ivores sobro,i>encao
do direitos, recrnianvnlo, recelMmoato de passa-
geiros o roereadorias dentro da zona do privile-
gio daestradi de 8. Francisco e porcontagera
sofero o transporte na mesm.i estrada, de que
trata o projecto de lei apreseniad eete anno na
cunara dos Srs. deputados.
Qoanto esta parte di;rehtorio que estou leudo,
disse o honrado depotado, que o Sr. Dr. Portella
deixou de ser jurisconsulto par* tornarse simples-
mente presidente, e presideatinho, e que sao me-
rece ser disentida... (continuando a- le) Nao ten-
do ha vi lo esse aeeorlo e era aquella resolu-
c5o de poder legislativo manilesto que M-
c ta a condieJo sseneial para qne a provincia,
< tome a si o onas inherente ao contrato, sendo
certo qae a-juella eondicao relativa apents ao
eraprezario o nao provincia, ds modo que soja
o contato obrigatorio para esta e nao para aquel-
le, pelo nao cmprim-nto da referida condico;
i* qae os trabalhos ofTerecidos pelo eraprezario,
sio noinizo do director das obras publicas, do
ajudmte do engenheiro fiscal da estrada de fer-
< -o e no da maioria e minora da corarais ao tao
iraperfeita e deficiente qao nao p xlem bab-ltar
o gorernc a ajaizar do cusi das obras, e por-
i tanto da qaota com ifie para ellas tem a pro-
rela de coneorrer.
Posto que em ger. I e emenda qae o contrato
i muito oneroso para a prorineia o que aim dis-
i te o estado doseofre nao omporta a despez, a
i mim como- adminirador nao compria seni
r-rae pelos documimtos offlcase nelle nao
rcsolver\pela resci-
outubro de-
emprezario que apreseBta*se os orea
a meneos detalhados a que se obligara, para o que
rnafquei-lhe noro prazo.
Oh senhores ( como qne o honrado depotado
rvfcmdo-se a esse relatorio dis qae o Sr. Dr. Por
talla aeonselhara a resciso do contrato I
O Sr Almeida Pernambuoo : Elle nao disse
qne aconsathou.
O 9h Ppiv:.i Affonso :Disse.
O Sn. Almeida Pernambuo :Qao iolgava one-
roso o eonlrat, superior as torcas daproviocia.
O Sa. Pedro Affostso :Disse que o Sr. senador
FreaVijco no seo relatorio aliad ia ao do Sr. Por-
tellt; o qnotambem nao exacto.
O Sr. Teixeira db Sa' :Nao disse ito.
O Sr. Pedro afpono : O Sr. senador Frederi-
co pretenden apadriohar o seo acto, permitta-rre
dizer sssim eom as oplnies emittidas pilos seus
antecessoreseonde de Baependy e Dr. Portella.
O Sr. G. ds Drummond : Neta elle falloo no
Sr. Portella.
OSr. Pedro Affon>o :Este a respondeodo ao
honrado depuudo pelo 1 distrido. D licenca
que contine ?
OSr. Teixeira deS.a':Eu nao disse nada
disso que o nobre deouiadoestaraneanJo.
O Sr. Pedro Affonso : g" porque j nao se
1 nrbra do quj disse. Nio estoa aqui levantando
castellos para ter o gosto da derruba-los. Disse
ainda o honrado denotado que ao presidente da
provincia ni-) competa o direito de verificar a
exididao dos trabalhos Mtof por Mornay, e que
era virtule do contrato tolas as questSes que aesr-
ea dos mesmos trabalhos se agitassem, seriam re-
solvidas em Londres por arbitragem do engenhei
ro ngloz.
Vk Sr. Deputado :\ A rospeito dos trabalhos
scientificos.
O Sr. Pedro Affonso :- Se nao caba ao presi-
deate conhecer d i exactido e perfeico dos estu-
dos prelimiqar-fs, s4e"via acroitar e submetter-se
aos qne Ib fossem apresentados, tambora nao ti-
no o direito de chamar Mornay ao camprimento
de seos deveres, e nem de exigir qu&elle apresen-
e os estudos. Neste caso o connWto, alm da
Inepto ; pirque as garamias e van-
exclusi,'a8 do concesionario. Em
Jo norqoeest elle na.c iqjciejcja da casa '.?",
O/ianla o, contara qae o Sobre depatedo-exbi-
bisse sobre i qaestio magas os seus preconizados
conheomeato juridieo, quando eu- contare qae
ios trouxesse a taz, nada diz. porque o qae pode-
ria dizer esta n; consclencia da casal....
(Troeam-se apaes).
O Sr*. Pedro Affonso : Agradece apreforancr,
desejava fallar depois de ouvir aos honrados de-
pntados.
Um Sr De puta mi:A deten segoe-se sempre
contesiacao.
0 Sr. Pedro Affonso:Assim, Sr. presidente,
grande e completa fot a mlnha sorpresa vendo o
obre depntado ubtrarr--e discusso, recorren-
do para a illostrscao e consciencia da casa I
O Sr. Teixeida de S :Agora o nobre dopado
faca a taz.
. O Sa Pjsdro AFTOftse-:A lei que approrod as
odiieaeoes ao j-onlrato.. primltlrp, e qne o nabre
deputado nem ao menos itou, nao podia referlr^-s
,a hypothesejla rescsOo.
Um 9t.BapuTADo:Eolio approvoa as altera-
CTm e nal! trprovou o conirato ?
O Sb. Pedri Affonso : O fim do contra'n con-
sista em ser realisada a obra a que elle so refera,
e s devia ser resdndido se a provincia nao po-
desse comportar com o onas qae elle lhe aeirreta-
ra-; ora, se o contrato, por colpa do contratante
nao eslava na condiedes de ser realisado, de sor"-
nr o seu effeito, unibem ao eslava as eonili^oss
de ser rescindido em proveito semelhanto do con-
tratante; e nem a lei qae o approvou auterisou a
resciso, que era cnnseqaencia do soa inexeqoibi-
ttdxde. Ka todo o caso, Irregular como fot a res-
ciso devia ser sojeitada e estar snjeita a appreva-
co desta assembla.
O Sn. Vieira de Arau-o : Anda niogaem
cogitou disto.
O Sn. Mello Reso : Isto qne nao eom-
prehender.
O Sr. Pedro Affonso :Tome nota para respon-
der-me.5Pergunto : o contrato esteva no easo de
ser .realisado, quauto a sea flro, quer por ama,
quer por outra das partes contrtenles ? lncontes
tavelmente nao.
Um Sr. DeeuTADO.: Porque ?
O Sn. Pedro Aefonso :Porque nSo estavam
cumpridas as suas conliQdes suspensivas e resolu-
tivas; isto o contrato ten lia a caducar, torna-
ra-se Irrealisavel por colpa do concessionarie, e
foi sobre esse fundamento que o Sr. Dr. Portella
ausenten o sea despacho.
Senhores, faz-se nm contrato, coja eoneessio
tica dependente de cbndicdes suspensivas e reso-
lutivas, as partes contratantes nio eumprem com
suas condicOes, e esse contcato est perfeito e aca-
bado jara iodos os seus effeltos ?
Um Sr. Deputado :Perfeito est.
O Sn. Pedro Affonso :O nobre depaiado nao
demonstrou, nao apresentou argumentos que me.
conveneara. Ia-umba-se dessa tarefa.
O S. Almeida Pbrambuco :O nobre deputado
estudou direito, tem ohrgacio da saber.
O Sr Pedro Affonso :- Pecn-lbe qae me escla-
rec.
O Sr. Almeida Pernambuoo :Est na le.
O Sn. Pediio affonso : Senhores, duendo que
o contrato Mornay nao esteva perfeito e acabado
para surtir todos os seas elT-itos, repito o qae disse
a commissao Coropo-ta de pessoas competentes, e
frente da quil achava-se o Sr. dazerabargador
Araripe consummado jurista e llustradissimo.
O Sn. Mello Reg : A co nu.isso nio diz
islo.
O Sn. Pedro Affonso:Lea o parecer a pag. II,
onde a "commissao repele a mesma phrase por
muitas vezes. Sr. presidente, levante-me para
responder ao honrado deputado pelo Io dislricto,
e para istotoniei algomas notas do exordio do
seu discurso. Deploro que o honrado' depntado
tenha-e limitado ao exordio, e deploro tanto mais,
porque estou baldo de assumpto, risto que acaba-
ram-se as notas que tomei. Nao posso e nem de-
vo acompanhar o honrado depntado as suas jico-
si Jades.
Um Sr. Deputado:Est na berlinda.
O Sr Prdro Affonso :Elle se collocoo. Sr.
presidente, v.m senter-rme lamentando ter abusa-
do por maisjempo do que pretenda da alinelo
da cr.-a (nao apoiado) e lamentando sobre tudo,
que o honrado deputado, que comecou o seu dis-
curso com tanto calor e euergia tenha-i termina-
do tao desanimado, extenuado da torcas e fatigado.
Esptro, porra, que o honrado deputado, como
prometteo, renha de novo a tribuna, e fac) rotos
para que se manlenba, al o lira, com a mesma
torca, com o mesmo vigor % eathusiasmo, como
comecou baje.
O Sr. Cumia e FiGUEiRKOj'justifica e manda a
mesa o segrate requerimento :
< Requeiro o adiaraento da discusso at que
sejam impressos os documentos relativos quesio
Mornay. Cunha e Pigueiiedt. t>
Di-poi de aigumas c >n-iders.;; pola ordem
feita pelo> Srs. A. Pernambuco eGes Cavatcante
fica a discusso a diada por falta de numero.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
leva na a sessio.
l Wxxi telrn que res a existir on> Resai,
Afilrtis comb' o Sr. b&mjZJmjL muado
eom intervalos secohr,tnnDB Ss erran-
tes que visium a ierra-Ovo faniSu eriodes,
espalhando o assomoro e etB*SSi4ktMBiracaa
os poros, qne n'eL'es vem urna prova da gran-
deza de Dtu. ^^
Qa'J?ml P^f* fn^?ip prisalr as
commoedes daqaeBa sima de fofo, apando no aso
nolofoew l'aeto, da se eceaie attstia entre e
corante que lhe dis ama etfanbeca oue Uw
dlz-daVer? aji.~v.qa.we
Quem poder descerer esse eafsquio=dialcgo
do 'acto em qae rtodrifa, o Osa ae justifica pa-
rante taiiaeoe, ana amaate, da atarte do sea pai,
D. Goaaes,. em combate fraaeo lat T Quen pe-
der tradnzir essea subrknefe' taanaportes do odie
rigale pela hrmra ultrajadr se ft apaixeaa-
do. mas a Rugido por nma d6r immensa T
E no qoarto acto, 4como elle eonla ao re o me-
moravel combate, em qae, teste de um punhado
de bravos hespanhoes, soubo eom o seu valor e
eftergie cobrir ee cloiis o remo na tsaetatia^-^aa^-
cendo os mouros I Com que emphase, cora que
nobre furor elle pinta o msis renhido da Inte,
braco abraco, peto pe lo I E o dialogo ce
Clmeao, a'esee mesmo ac), ernqoe'waialaai-
plica de npvo, qae o mate para rinjrar seu pai D.
Oomes, e en qae lhe diz qae se detxar natar
por. D. Sancho, qae lhe dispata a honra de deapo-
zera amante I
E esse final do 5* acto, depoi* que e cei aae-ae.
dous amantes ; esse ofhar chelo de mor, sunUaW
de eloquemia, qae' seaerjeahs aata Ibaae re-
passada de deciuso per funes, taVXJbsete
dos labios como um ^''im? ^yjffi^gf^pafa as
doas Dobres e eslremeciiss afanaaX,
Tudo aqullo como Avnamentefllio'.'ceiestial-
mente pintado, raaeestosameun exprimido, apio
gesto, pelo olhar, pela palavra, por todo o arlar
de um paito em que se debaten os mais aobreaa
generosos sentimejitos, por teda o sentir de oesa-
alma em qae so agitan oe mate eapteodoraao.
cenimeitimentos 1
Nio, nio embado ne a Europa eharaa go- .
nio ao iunnorlal Itoss. Elle justiltoa pJt nanete
o ano coticeito en que o tem o mande reino, alte
concito que o novo mundo ha de igualmente for-
mar.4o nuior vallo a ni tico qae rae pisa.
. O resto da companbii, que tratwloou anteaos
tem, digna do son mostr.
D. Celestina de Paladini, primera dama da caa>
panhia, ama artiili de nimio mereciraenio. No
seu papel de Clinene, ella portou-se taagestraJ-
mente, corapreheadendo-o o execnlando-o coro
muito primor e arte. t
Depois da tragedia, reio a comedia annnncia-
daPor causa de nma carta, un Rede treca-
dilho cmico, .em qne o espirito sallite coma o
colebns sobre as llores.
Newa comedia tomou parte o Sr. Leopoldo
vestri, primeiro gala cmico da coiopanhia. 0 VesUi um artista notabilissimo no seu genero, a
cujo espirituoso trabalho angariou inoitee applaa-
sos, fazeado rir baadeiras desprogadas.
Tambem tomaram parte n'essa comedia daas
senboras, cajos nomos iguoramos, e qae se raeev
laram boas artistas.
O Sr. Rossi foi chamado scena cinco vezes,
sendo daas nn tira d. tragedia. Unsonos e enlassias-
tieas applansos lhe toram tribua*:*, con paluda
preito rendido ao sea genio. Tambem lhe c*b-
ram aos ps rouitos e lindos raraalbetes de Reres
natnraes. o o Sr. Plinto de Lima, joven e uleateeo
poete, reciten tres .bellas eslrophes que impraes-
sou no theatro, dedicadas ao Ilustre e emii
atrases.
E' pena que o Sr. Rossi se nio demore
lempo entre, rj.
MACEIO'.Recebemos hootera jornaes al 2o
do crreme.
N- jolganienlo do reo David Alvet da Cosa
Leite, depois da aeensacao e da desata, feito a-rer
samo dos debates cora toda a lucidez, I nini pn>
Dr. juiz de direito apresentados os segrales qneai-
* h ao eonselho deenteaca :
i David Alves da Coste Leile fez a escriptora-
cii mercantil da Caixa Commercial desta catada
falsa
noita-
. fdra desastrado, sfue-se qde irrogaelfhfl nma in-
juria ? pois, o Sr. senador ,' por rentara falli-
'om.iqgar a nm oreara oto perfelio,-e que o con- oneroso, seria
^osMonario.cbtivesse-do jroverno geral as vanta- tagws eram
urn^nVrto0Lqie'hViaecompromeHl,loaso,,,i' *pim dis, en o honrado dopot.de que/quanto
oniVe n ri/ii" empre* M '^Das!? eX?' 2 e,M Pnt' ,Sr- Ba>riJ06 fle Masedo, com a pro-
Kh lo da m. ..a,fa a einceT"2. tfl flleDei" 10fl reeonhecda no assumpto, lhe
,,,,* prvn.cia a sat'sfacSo da snbvencSom responda cabal nenio.
o "*- Sa compromettido a concorrar:
i oaja o concessioiiario exigir da prrineja Wa o nobre deputado o parecer do Sr. Buarque
aqullo a que ella se bavi compromettido. antas de Macodo, como arbitro, por parte do governo,
Je ter ella satisreit" elausolas a que se hiva'na quesio da abitragera, e as sugeitado ? Por cetto qpe nao. E'nqaanto- Mor-! merobro da commissao, nomeada pelo Sr. Baepen-
ny nao n e33e apresentado os estados prelimina-1 d)V 1"e tanto era um parecer como em oo
ros e orMfWhtos exactos e" completos nao ttnh.o ,ro Sr. Buarque demonstra perfitameote que o
direito de exiflr da. provincia aqullo a que ella se Itoverno devia exigir que o ooncessionario satisfl
havia comprome.ttld >, e era preciso que os ore-',i98, a8 clausulas a que se comprometiera ; e que
m-niM tojse.m jnigaajs eXefi)*, ((0 os eejudos! fluestSadaroscIsao e indemnisajo ostavadj-
preiiramares, dos qaaes deria resultar os orea-: Podente da vericaco da exactido dos estudia
meatos, foMe/n ijljjados completos e perfeito? :e P^limn?rs.
nra precia arada que Mornay tlvesse obtra do i E, por certo, como se iratarda rscisan e indem-
goverao gerai vantagetis- favores que tor- "'s^cao devida,.setn verificar a impossibilidade de
REVISTA DIAKIA.
A3SEMBLA PHOVINCIAL. Deixou hontem
de funeciouar, por falta de numero legal de Srs.
deputados.
PRONUNCIA.Pelo Sr. subdelegado da fregu-
zia da Boa-Vista foi pronunciado, como ocurso as
penas do art. 193 do cdigo criminal, Maooel Ro-
dopiano da Craz.
C0MPANH1A SANTA THEREZA.Recolhen-se
efrec:ivameaie aftte-hontera ao nosso porto, Cum
31 dias de via^fem, o brigue io?loz Unan, proce-
dente de Liverpool, conduindo 6"8- voloraes com
pecas do machinismo para as obrss do encana-
pento d'agua potavel para a cidade d* Olinda.
' FESTIVIDADES RELIGIOSAS. Domingo (30)
celebra-se, na capella do collegio de S. Francisco
Xavier, ra do Hospicio, a festa do patriarcha
S. Jos, orando ao Evangelno o Rvm. padre Berti.
= A's 6 hars da tarde desse da comegaro os
exercicos do mez mariano.
D1NHEIR0. Os vapores Jaguartbe e Cururipe
trouxeram para os Srs.:
Jos Bom Ramos de Olveira
Goncalves frraao A C
A. Ferrera da Silva Leal & C.
Souza Maa & C.
Joaquira Jos Goncalves Beltro
Jos Joaquira Fernandes
Amorim irraos & C.
ament, isto escrevendo, quasi sempre e d*
proposito, soinmis qne eram maiores do q ie o t j-
tal das addicfies soramaaas?
David Alves da Costa L'ife obieve de algara
devedor da mesma caixa quantias pertenotDtea a
esta, usand) para isso de artifichis fiatidoUrater 1
< David Alves eom os laisos algarisiaes qna es-
crereo noilivros, Diario o Kazo da Caixa Com
mercial, leve por Am auxiliar desvie eilo, por
quera quer qne fosse, do capitaes da mesma
caixa 1
. David Aivrs da Costa Lene pralion o fatal
de eserever algarsmos oa sommas falsas por
ajuste feito com ooiros ?
, Eislem circuiBManciaa atlenuantes om faror
do secu-ado David Alves da Costa Leite t *
O jiry respVnden ao primeiro qnesito ao por
sete votos; ao segundo de por unanimidad de
'otos, Meando os demais qnesitos prejudicados.
O Dr. juiz de direito, depois de declarar qne
appellava para a relacao do distrioto, terrn a au-
gurare sentenca :
Visto a deciso do jncf, absolvo a DarM Al-
ves da Costa Leite do crime de esteilioaato, o
tambem do da falsidade, acerca do qoal versara
a quesio do quesito primeiro ; em conseqoeneia,
porm, de haver en appellado, como antes de la-
nar a presente sentenca dedarei, na pirte relate-
va somente ao crlme de falsidade, ex-vi do art. 79
da lei da 3 de dezerabrode 1841, fimo sem e-
foit y a execncio da sontenca at deiisio do tn-
buual superior.
A sessao termtnou I/i hora depois de mcia
noute.
f?n,9Qaq ^ ,ri0la Conlos.....
u sr. Viu> Airosa:-Quera nega issoT
2!^!* raesuw nio ^to d'aile o am
or$iiBale regular ( e.no poda ser a
fe leafto
contrato era
nm
_ sua auer-
muiio pensada) todava julgava qae o
ra mano ooaruso para a provincia, oue
os-esaao podiam comportara dosoeza o
iteianaiarai.a /oreada. .
Ifn. fc.THA b Fioueiredo :E" devia 39r teta
*"ap ra f Quera qae me dissese se ha ad
M Sb. Dbputado :/avnineravel re que nio.
O Sr. Pedri Affjmso -.-^ir que a resd-fr do
contrato Mornay foi celebrada pelp Sr. cenador,
segue-ge que foi, ips$ faci, acortada ? Pbr ren-
tura os-aetjs di administraclo d Sr. senader nlo
podemeer oeosurados Oh senhores I qae tnio-
laraacia.l
O Sr. Tbixeiba de S :Felizmente o nobre de-
putado coofessa tudo quanto linha a.
0 5b. Pbdb.0 Affojcso : Nb costumo negar
aqullo qne digo O mea discurso ha de ser im-
prenso : peco ao honrado| dopufado qoa-se d ao
enenramodo de o ler, e re* que nao injurie;; nem
desacate! ao Ss. senador Frederico ; disse salente
qne o seu acto nao fura acertado o qtia era de-
plorare!.
OSr. TeaeiBA pe S:Nio faz dlstinrrfo^D-
tro acto deptoraref a acto censurare!, qalinjao-
do desteoliioio ruedo aprajidenefa do Sr. senado
Froderico 7
0 Sb. Psbio Affosso : Acto deploravjl nao esta?a pbrido a
aquelie para o qual aao.na remedio.,, Se o Sr. se-; nares e orcameotosa q
oador urwa eito a leseislo, sea que ella ettU sin nnk a 'laMr
..resse sngeflS ao Julgamento desa assembla. t--fl> ouMadpio ^
ido o sen acto siapleimeirte' deptoravel: asi, 'B&atm i
desde qae esse auto wti ngetto ao co1*ecrtn!ifti pormefa st# el
d^UasseaBbla.terda-se e^sorerei, nem oteo romft&,&e!
itiiiiif ki uafr
nassem a si empresa reaHsave!
Entreiaqto senhores, Mjrnay.em ver de cora-
prir com as Cransulas do contrato a eme se havia
compromettido, solieltaya o -Obdulia da dtovci
ontrasvafltagftns e favores asna emprea:
Mora?* D,,n^'Awr-NS', honre'redamafio de
*>nLtt;JS^ft1*'-ft **''ttreanenca
de redamac; que-Ho obtve as MteraCosdo
r^XaaD'.ra^ '''^* era TWada d* le n. 757.- alie- '
poder a provincia suportr o enusai aue devia
coneorrer ?
Agora quer a casa saber do que se particular
mente acerca do eusto e perfeico dos ues estudos
preliminares T E' que Mornay phantasioo-.
O-mu Auhida Pbbambco:-0 Sr. Buarque
avahou-os em 65:000*. J
4ASrt. Pioao \ffons.) :Para fazpr esses estu
^pcorreu Moroaj a um seu palrido, distincto
H ni^esiJ,50t Agua-Prea,. e offero-
seu-me 3:000*;.por todos os astados graphices,
)plantes, orcamoruos, ecu, petos quaes exige da
pronuea 170:000*; e popqoe o referido seu pa-
incio lhe pedisse 5.000.nao oquis iniombir
aaqueile trabamj, e emgcande paite phanta-
siaaos no sea g*bn*t9. Da disoripca* dos tees
etmdo9 se verifica que s estavam bem fetos osi
desenos, que o uabatho de gabinete!
O Sb. CiiNHk a FiouFjBEOo:Elle j
a eondesceodeiicte. 4a assembla.
6 391*200
3:387*100
2:087*680
1:903*600
1:500*000
1:280*000
1:296*000
I 232*750
I:l9i*000
1:053*000
978*003
800*000
600*000
572*910
400*000
400*000
400*000
2o0*f00
210*000
200*000
120*000
100*000
u a psdro AFroirSj -"u. gnu sen1
9D, hJiiFL^1^1'^59: r k prtfrRwik:etae U.
i j conlava com
;- t>f apresentaco dos wa-
4*prWmiirftTes, naotraiia o dreKfrfe-exigir qie
primitivo, .
prorogaco de praso pac
d^prelFniimres, nao tmna o nriw de i
^am^flipreretnairo VraiJlMno do con-
0*. Pedr) APFUffsb1:Lt o pafcerdo non re
uarf|ue e ver < i''J^* d6 vfcl^.-'-en"v8ta de st^r drdJida a res-
cisoi e para por tetmo a quesio.
Sir. Cpnab FloosfREoo:Banebr- dopatadn
quArapagar 6<^mil libra3 ao ,rDi,ro te Mornay.
;^8!^.caTKi:i^^R-:"^"**B
panivel. AlBr
O ba/aik. dajsBtadc-, qne tntto a honra de aso
Mseionnio Portella disse qa o nssitnaritr
0 Sr. Pbcro Arroitso :Sf. presidente, o nobre
SL",nd0LK2I?l:!C? i8in*Mn10_0.5e'' discurso disse que;
se refero
. o seo discurso _
coairato^ dopo da -ardua e diffleil tarefa de qe se ineum-
52? rfart {!** ^ W'\J- approvaflih desta assombli, e que
%\?9,uet ^!;p^r ^^^*n>agna. a qnostioca-
ai.. a M*'J8^, P*We oW q* sorpresa ouvl o Sr,
mr o depaUdo recorrer, ainda desta res, e quaada se
dj- refera a qaastio magna, ao seu expediente favo-
V
l. Psrster A C.
Silva & Alves
Carga rrmos
M. rques Santos A C.
P. A. Monteiro Jnior
F. R. Pinto Guimaraes
Bsliro, Olveira & C
Francisco S. Morcira
Alfredo 4 C.
los Hudngues de Sonza
Manoel M reir de Souza
Jos D niz Brrelo
Manoel Vicrale de Sampayo
Manoel Fernandes da Costa & C.
Goncalo Vieira de Mello
ASSASSfNATO. Em trras do engonho Atti-
nho, do dislricto de Carsuipe, no termo de Agua
Prora, Pedro Franoljco Pcreif* assaseaou eom um
uro a Haooel Gil, pondo-so em faga.
OSR. ROSSI'E SUA COMPANHIA.Estrararo
aate-hontem no iheatro da Zirznela Hespaanola,
ao Cam;ip das l'rincezas, o Sr. Rossi e os mais
artistas da sua eompanhia, declamando a trageda
eiassjea do eminente e amigo autor Corneille, ver
ida para o italiano pelo abbade Greetli.
O deseqtpenha eorreu sublime de esplendor, e
nem era licite esperar menos de artistas em qnem
se rcfluctem es ratos fuminos de u mostr qae
com razio enche de pasmo, extasa, e oommove
at as lagrimas, todos qaantos tem a ventura de o
/invir e ver no pa|co. .
O Sr. Rossi, o nriortaPtHoMpto*f genio da
tragedia, grande como um colosso. Joio Caeta-
no, o artista trgico brastieiro poV xceflencia, era
graude; as janto de Rose sna-um pipudo, MI
e o talento, tal o conjuncto harWmtCso,,desistes
cora que a naturen o tudo.en fraternai ara-
pxo, Diimosearam-n'o. engrando'eeram-n'o_ su-
biimarar.i-n'u par-o oaco, crisndo-o o asembro
das almas, que o admirtru, b noe.i prendera a
suo.por-fsse 8o electrice tiyjnrtaea qe* raa o sean ment, e que-j miridoi peto bello e
grande artisuco, pelo genio, que nma*mtnji
CIO IJ&US.
completmeuto a immeaaa inultrdio que eacbia o
iDeatro, e para quem uia guto do ruste trans
cendeutaU urna patarra, um^lhar, am.suspiro,
um nada, era o acenso que a trarfip^jrtavaaool'
time eo do peso paro^ee*(ad4ffelttftBai raios laminosos oue -'stlwim i ibbimii Ji
poesu, d* ka** teareaa Corueille, quando eatreeou i admira
Windo off uWitneB rSfsos d ras fr^aqnv
RE0TIFICtC0.-.7a noticia qne hontem de-
mos sob o titulo Drainage Company eseapou na
revio das proras a palavra Senhor que antepu-
zemos ao nome Ganibareao. O linal do paragra-
pho deve ler se assim:A' essas linhas cmpre-
nos accrescenlar que o Sr. Gambareau, proessor
de piano, etc., etc.
Pedimos venia ao Sr. Gambareau por am tai
engao, 01 ho de um descuido nicamente.
CHUVAS. Ten cahido nestes nllfuKS dous
das urna tal quantidade d'agua o com laata iu-
leD>idade, que lado leva a cier que as chavas .-o
geraes. Urna prova disso parece acbar-se nu
grande volume d'agaas que j aprsente o rio Ca-
pibaribe, cuj i superficie no Caxang elevava-so
lioarem i cinco palmos cima de nivel ordinario.
ZARZUELA HESPANIOLA.-Faz b, je beneficio
no theatro Zarzuela hespanhola o Sr. Canudo
Quintuio, artista brasileiro, bastante tlentoeOy
coja II i ota tantas vezes tem merecido applausoa
do iio-,-'> publico.
O Sr. Ca udido credor de animacio, o o nosso
publico a quem reeomraendamos o espectculo
variado que eile leva em seu beneficio, cartamente
nio deixir passar etaexcellenle occasiao de cor- .
rer era sea auxilio, moetrando-ss assin pcotectur
dos artista nacionaes.
MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA GRACA.
E' li ije > da marcado para o convite, que. em-
nome do jais da irmandada do Saatfssaaa'aaira-
mento da Capnnga, ae fu emt lagar oompewaroi
aos irrai.vi respectivos, para em sessio 9er*laas
apresentado o disentido o coropromlsso. i
LOTERA. A que se acha renda 'a rto^nr1"
beneflero da imperial eapelndaEslan1*), que-oor^-
re !ioje._
LEILAO. Hoie (2S do eorrenter effeetoVa
agente Pinto as 10 horas emlponto o telllo'dd'e*"*
Jectos para escriptorio, fazenda?, e mais arniroa
do ai mazeos perlencente a massa fallida de Ma,
galhes A Irrao, roa do Marqnet de Oupda^
n. 28, outr'ora ra da Cadeia.
-PASSAGEIROS.Viodos de Penado ate i
Jagnarie:
Dr. Jos Joafaim Firmino, toooate-i
Alves de Agniar e 1 fllho menor, Jote Hedrsanai
da Silva, Orillo Y. Cavaloantl, JQj'Mwaxnafciayi.
Joo Erencio da Craz, Araberp, Jos FAtdslHnvK
dos Santos Mata, Jos Antonio da Croa lWe,<
Saturnino C. Cardse, Josqolra X. dk >Uto iat-
qnw,.Df. Jorge Dornellas Rlwlio Pessea,,ao* sa*
nhwae 1 flma-menor, I. Goncalves da SU*Be--
cha. Francisco JoM'iim Reis Fllho, njlijajatatulaa
Jos da ira- Z. Zlerrelin Jon", CIUa- Madrean
Anin Pedrn'da Iva Marque o 1 craa na-*
noel Bento Rorges da Cmara, David Flcanaferu
iva Rosa, Joo Jos de Sani'Anna, os ftMM a
Silva, Jos Gomes Feroz, Dr. Laopblalbr kaan)*
da Foneees, corenel Dintete- Warajtad dedil na.
55_ Bm. Oaerr, Jo Dptisa d^Avaatosf Atada *,f i
Sniamn '.na ""* <8 "^JSS** f"* |M Flix de" Aojo, CyprdI aW.laMaV
- Evtirto ppoliio da As UOrert, aaalM*
o 1 lho menor, 1 praoas do palien e I* aacos,,
CEamiw'piJfiLIOO.-Ohtaar do da I da
correal c t rntfT A
siaria, lariatanMiMkatiIrafitja naMka.YteVfia
teuno
MkaaaJy asaravsi, parda,
%, Jen; owrtngite.
PeroaathaB
u'oq ti.
Al
,aaaa,
* tV-i
I
<
.








.
,V
OctftT
__L
' unoii Phiitt^^'tiirfe"^ d Iba JT71.
-tari.
13 mezas, 3.
MkX con vi.
Alfredo Temistocles de Vasexmeelos, *raoo,
buco, 14 anoo, solleiro,
Saoto Anio'io
18 raezes, Recife?
EHTIEI.
C aana-aando das larnu
Active ca aeeretarta do rassmo commando o
iiulo 4a voluntario do soldado Jos tiaymanio
liana, mjeasseotttunraga, na provincia do Piauay
S.o mesmo los Rajmundo se achv nesta pro-
vincia comparaba para recebar o sea titulo, que
MiTuiwJes. Tff
""MBhta Silva Castro, *raneo,Porttgl, 20 an*
^f^W^^i^^^^^l ol remeido pela Vaparl.cio^'j 1udanie'giaeVa
prela* ser entregue.
Secretaria do commando das armas de Pernam-
f*aocvf7 e atril delS7l.
Francisco Camello Pessoa ie Laceria
Teqeate-cerooel secretario.
aaratuoa, 8 meta, S. Jos ;
n^a^Sla, ;***.*,. preta, Peraamboeo, 30 das,
. isate aataaip tlpnmn
M>n> Obraute Aicatdt, branca, Petnambueo,
*t ^ManM'TioM, & Jos;; uarlysa
4:ifnHJSH |hru*tiCtMiaicin; parda, Pernam-
**, W a***, NMn, Boa-Villa ; toberaalo;
t
' 'JImm, pava.-Poroambuco, 30 annos, Santo An
^*;'fc1*4avlM aguda.
"'a. ''yo.jtjWnw, oMefW, Vala; taronlos
MWtM,-erMO, paado, Araeay, 35 anuos,
"w*1l_w^ Oraos ; anemia.
' ** fafiti^K-jto*, iperotii*jo, -fltews, Boa-Vis
'{.'dwhae?.
5 **auk,^la, P<^mhuco, auno?, S.Jos ,
"55
Fr
A PEDIDO.
Ihww Masca
C0tW S-*** AtMaIS> Bo
_5*_dll. > ...
Mw lo *sposU au amo quacaba-
mes de ler, sob a epigraphe cima, pobli
i'Mttvo Diarin dd boje (7); desafiamos de
toado o mtissotemna a positivo a tea au-
thor, para que exbbatambem a'plibtieidade
ae mpdiimdtsdfi qoe ah (rala.
. ..Foraiaastas, explU&f&s toma-la* por ter-
mo, mente coMthaem un impor-
UD'.'grimapera naauma se o articulista
additar-lfceKir/swJW commi qae ha de ncon-
tr.ar (pos .Iba garantimos*...) o Ira qaa-
tor, tomas noventa e cinco* entradas
e saidm ds pww i'antiga cadeia.
' Oa pota, Sr. articulista, acceite o cartel
avolte assim armado, ornis breve possi-
vel, qae ancioso o aguarda.
katilicus.
Recife 27 de abril de 1871.
Ce oslando ao abaixo assignado, pharmacentico
ptpiavado, que alguna inimigo? raocorosos da
ptaarmaeia e casa e drogas dos Srs. C. Cato &
C,-propagam pof ahi que o abaixo assifnado nao
pmpregado na pharraacia dntes sensores, venho
peiu presente tnnuncio declarar qne inexacto e
calumnioso o 9>ae ttftem, porqnanto sou nao s-
meme pharmaeeuiR.*o, mas tawibem ncarregado
por el les ha mnito lempo, como enasta te una
procoracio bastante lavrada pelo thb^lha? Porto
Carreiro, de solicitar perante as repartieses publi-
cas todos os pagamento en negocio* d otesma.
Oulrosim declara mais o abaixo assignado, que
e>t todos os das em servico do estabeleciraento
dos raesmos senhoree ; e para que nao reste a me-
n*r duvila alai re^pei'.o, rugo-lhe t./.er publico
awto sen eooeeiloado jornal esta minlu de araejao
por mim feita e assignada.
Recife, 3 de abril de 1871.
O pharmaceutico,
J0S0 Pereira da Si tve ir a.
O Dr. Sebastio do Reg Barros de Lacer-
Ua, juiz da durado espacial do coromer-
c nesta cid*de do ReciH de Pernambuco
por S M. I, ele. a
Faco saber pelo presente que n dial0
do raez de juabo do cor re ule son e ba
de arrematar por venda em praca publica
das te juiz odepois da audiencia respectiva
aquem maia offerecer pela casa terraa mU
na ra deMotocolamb n. iO, nos Affoga-
dos, com frente para o nascestos, (endo duas
salas, dous qoartos cozitrha fra, qoirjtal
aberto, e nm p de coqoeiro ara'lraaa por
BOT-A'OOO, cuja casa *a a pra^a por exec
c3o do Engleeh Baack ol Rio de Janeire,
contra Joaqaim Antune da Silva, e na falta
de lecitante qoe cubra aprefio di avaliaolo
ser a arrematarlo feita pelo pre^o da ad-
judicado com o batimen^da Jei.
M para que cbague aeaoabecAento de
todos roandei fazer o prseme edatal qne
ser affixado nos logares do costme e pu-
blicado pela imprenta.
Dado e panado nesta cidade da Recife
de Pernamboxo aes 25 d'abril de d&71.
tu, Ernesto Ifactedo Freir Peatfra da
lilra fscrivla sibsejevi. r
Sebasttao 3o Reg Barros de Lacerto.
nm 11 u^^1
Oepois dos
telo maestro
venara,
nleressant
ressante drama em dOs
PEDRO 0 1
4r& orebestra dirigidas
a u.ma brilhante o-
bU pWQeira vea, |o
A honra do op#Ap
Toma parte a Sra D. feipjoa eMfonna-
. No tervallo do ao V acto o beneficiado
exeoour a pedido de diversoa inante phaausia sobre a opaii Moa Foeari de
sua composicRo. -
Findo e drama o Sf. Favlano eanlar '
canccqeu I
J m X Em saiulda q aeoeficiado eaeculaB aarmonio-
as variaepes ooVe tnotiyi arpera
LUCRECIA ROROrA.
8*guiado aea pedrio pela Br. 0. tiuina e o
Termnaado o espectacilo vun admiraveis e
sorprendentes desloca$5es xectada peto artis-
ta ie 8r. 'Vlrgihj, qoe wponMtoB'a =obseloisa-
neate a e sama.
O beneficiado confia na valiosa proOotin dos
illcutrea enrpos acadeatico o cominereial; assin
oomo de sens comprovinctono?..
'Os bilhetes podera 'w'proeaTados natasa'do
BoneUcado, roa Bet'n.^t Do da (Jo espec-
uottlo no wor^torio do tawakro.
. Principiwfis i labora.
N. B. F.ii) um dos otervados e beneficiado Ir
aos amarles ffgralecet aw sbns 'respeltrveis
convidado;.
Depois-de fcjpelaculo haver ura tra lo Redife
a Apipdc's, que tojara em tod >s os ponfos.,
........il I 11' '
falta
es Primo
^Jran
recita-se de un,-
O brigue portoguez Soberao Hpnio^ngjftin-
ga, val aahir com brevidade-por ter a maior par-
te da carga engajada ; para o resto qne ihe falta,
4 li,,fcl'*tSlf5s#- **> ferffper.
WWd 6alMnhm, Rio' fdrmosd e
Tama;
tO vaajl
,ntWl ^JeBi'ra
portos cima nTuZ
te a meia noute.
Recebe carga, en
geiros e dinheiro
do Manos n. 12.
gjg^;'
r> particnlar
te 41 Fariij tua das
ras a. 4
eozinhelro fcom i' paga-se
lllliDS
o partieHr.
Pree
Hwrtai
Josa de Pif ttMreK pofesso-
epartiennrr de meoinas, aatoTtsida pela
directora geral da, instruccao publica
mndoo sua residencia para a roa da 01o-
ria n 8i, onde noVamente ea^era a con-
1 proteegSo da poblk, *^eoa da
"' infancia.
i fianza
m m m Precisarse da ama para eozi-
imlTJalim. nhar: na ra dos Pire n. 46, ta-
JaftaT ::___________'
*- Na tm4* ataJi'. da Roa.Vis a a, 56 i* an'
oar, tem ajag-eag-ag para 1 ajugaf.
5iT
AluinvM.ofaadar doaobrado a. bTda ra
do Rangel: a tratar roa Duque de Caxias o
criDtorio
AVISM IMinTfMOS.
DECLARACOES.
Santa Casa de Hlserleordla do
ReHfe.
A Iflma. juma administrativa da Sania Casa de
Misericordia precisa contratar com qnein por me-
nor pfec.'> flzer, o aterro 4a oambda existente no
quintal do cohVgio dos orpbaos, para o qae rece-
be propostas na sata de saos sessSca at s 3 ho-
ras da larde do dia 20-do correte.
Secretaria da Santa Ca-a de Misericordia do Re-
cite, 14 de mareo de 1871.
O escrivao,
______________Pedro Rodrigues de Soma.
No da S9 do correte, depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz mooicipal da 2* vara e provedor
de capelln da comarca, ae proce lera a venda em
hasta publica do orna casa sita na povoacao da
Boa-Viagem, doada ltimamente igreja d mes-
ma poveacao, afim de sor seu producto conver-
tido em apolices intraoslednis da divida publica
interna fundada nos termo? do art. 9 do Reg. que
baixou cora o decreto .o. 413 de 12 de Janeiro do
anno passado.
OMPANHIA PERNAMBCAItn
(DR '
'Mtioeggtto costtirm p* wpar,
Mamanguape.
D vpt^ Vormpe, tom-
andaole Silva, seguir
para o parto cima no
dia 18 a* avente al
horas da taMes
Recebe carg:., ene o ni-
meadas, nassa&eifos e di
abeiro a trate : no crip'.brio do Furte do Mat
toso. 12.
--------------..... 1 Mil------ .,,).., i, 1 ,4.,
m
i
Conpanliia a ni mean a e brasil ci-
COMMERCIO.
THE ALLIANCE tITISH d FOREIGN. *
Uh a*d Fita Asivamee Cotijiany esubelecida
am 124. Capital 5,008,000
4V agentes deeta conapanhia toraam seguros
cofltfj fofo sobre predios, gneros e fazendas e
pagMn aqu profoius devidamenae provados.
Rabe SchmeUan & Z
Curpd Santo n. 15.
rttACA DO REC1PR |27 DE
ABRIL
DR 1871.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDK.
CotaiTies olficiaes.
Aigoilao de Macei 1' sorta 331 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 7,8 d. e 5 0|0.
Camt io sobre Londres 90 d/v 24 3r4 d. por
l
-mino.
H
n. G. Slepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
Rcadimento do dia la 26. .
i ('3 a do dia 27.....
393:708X461
23:308*740
617:017*101
MoTlmeno da aMandega.
Voiinos entrados com fazndas
4 eoui geaeros
Volunaes sabidos coin fazndas
com gneros.
381
843
-----1226
16
8i4
860
Descarrectam boje 28 de abril.
' Lagar inglezUnon~mercadorias.
-Logar ing'.ez Amelia Wi/omercadorias.
rfrigue inglez- CUniz-inuldcanos e carvo.
Barca franeezaSpkereperlences de dragas.
Vapor naeional/aguantevarios gneros.

Despachos ieexportaco no dia 26 de
abril.
<- No brigue inglez Barlochau, para o Tanal
carre|[aram : Keller & C. 109 saccas com 8,670
kilos ile algodao.
Na barca sueca Qslendta, para Liverpool
carretn : Sunders Brlhers -V C. 298 saccas
com 21,08) kilos de algo Jao.
Na polaca liespanhola Si/#ncio, para Barce-
lona carregaram : Amorim lrmos 234 saccas
com 17.931 kilos de algodio.
No brigue portoguez Triumpho para o Porto
carre^aratn : Mam el doares da Silva 2 barricas
com 76 ki.QS de arroz pilado. 4 ditas com 184
kilua le assQCar branco, e 1 dita eotn 22 kilos de
tapioca.
No brigue portugnez Softrano, para Lisboa
carrejraram : E. R. Rabatlo & C. 300 saceos com
22,500 kilos do assucar branco.
Na barca p^rtugueza Vencedora, para o Por-
to carregaram : Soares Primos 600 saceos com
45,000 kilos de assucar raacavado.
lio brigue tranwz Vendiaua, para o Havre
carrejaratn r B. A. Burle & C. 400 coaros verdes
com 8.400 kilos.
No vapor idgiez Douro, para Moatsvide ear-
regtm : Marioio Jos dos Santos 1 caixute com
sement de hortaliee.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GfiRAES DE PERNAMBUCO
ttoaJiment do dia 1 a 23. 51:900/040
dem tfe dia 27..... 2:656*990
ft*>
54:557/030
CONSULADO PROVINCIAL.
Readiaento d dia 1 a 26.
lqein do dia 27.
75:629/256
1:001*397
77:230*653
DO PORTO.
Nastoe entrados no dia 27. .
Aracaty a porto Intermedios.5 das, vapor na-
cioriil Jngumtbe a 459 toneladas commanda
te G'Uilbnrme de lastro, equipagem 30, aarga
3u:ar algodaj; Companbia Pirpambueana.
Navios taitidos no metido dia.
Rio;Grande do jal. Brigue nacional Uniao, ca-
pitn Joaquina do? Santos Silva, eara assucar.
Aracaty Hiate brasileiro-faria Amelia, cap-
tao K. T. de Assi?, earga difiereates gneros.
Rio da Piala Polaca hespanhola Feliz, capitao
Antonio Pa, carga assucar.
No dia 1* de maia, depois da audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de orpbaos. tem de ir a praca
por veoda a casa de sobrado ra da Imperatriz
o. 48, por lempo de tres aanos, pelo preco annual
de 1:838*878 que servir de base para a arrema-
tar), eoja casa vai praca a requeriioentodo
consenbor Antonio Henriques Rodrigues.
THEATRO
mnrnk m
SOB A DIRECCaO DE
WnMXR
(REPERTORIO DE OFFEMBACH) '
Os espectculo.* terSo lugar lo-
Tarlaaelmente as
Tercas,
ttuintas,
abluidos.
Domlugos.
lIO.Ii:
Quinta-feira 27 do correte
Erando successo
ULTIMA REPRESENTADO -
DA
apparatosa opera bufa pbaatastica em 3
a tos e 4 qoadros do maestro Herv
IIPITIT FAUST
Parodia da mnito conbecida opera lyrica
Fausto de Gnoud.
Distriboicao.
___ Mr. Mari?.
Faust.
Valenlim....
Un cocher...
Un pin.....
Wagoer....
Braader ....
Altmayer ...
Mephisto
Pritz.......
-Marguerite ..
Clorinde___
Lisette......
Agta.
Mr. Hurbain.
Mr. Halbleib.
Mr. Raynaud.
Mr. Carn.
Mr. Joseph.
Mr. Antoine.
Mlle. Poncelet.
Mlle. Zlia.
Mlle. Poppe.
Mlle. Louize.
Mlle. Zelia.
Mlle. Fuoce.
COROS.
Soldados, estudaates, velhos, diabos masculinos e
femeninos etc. etc.
O sceoario do 2* e do 4.* quadro inicuamente
novo e pintado capricho pelo distincto sceno-
grapbo Ljn Cbapelin, merecendo especial atten-
cao a esplendida decoraco do 2 quadro, que re-
presenta um jardim magnifico em noule de testa,
d'um elTeito sorphehendente.
Os vestuarios e accesorios sao igualmente no-
vo?.
O maehiniemO fo preparado com todo o cuida-
do pelo machiuata da conapanhia, Mr. Actoine De-
mard.
Priacipiar s 8 horas.
AVISO
O resto dos camarotes e cadeiras acba-se dis-
posicao do publico no escriptorlo do theatro, onde
se entregam tambem os bilhetes encommendadns.
Havera sempre depois dos espectculos ura irem
extraordinario, tocando em lodos os pontos at
Apipnos.
DA
NO
CAMPO DAS PWHCEZAS
- COMPANHIA
DRAMTICA
SOB A DIRECCAO DO AllTISTA
S&XTV-FEIRA28 DO CORRENTE
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
Beneficio do 4 flautista pernambuesno.
CANDIDO fiUISTlNO RODRIGUES LIMA,
ra de jaqueles a vapor.
Aleo dia Io de maio esperado dos portos do
sul o vapor americano North America, o qual de-
pois da demora do costume segnir para New-
York tocando no Para e S. Thomaz.
Para fretes e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Forsler & CL, ra do Commercio n. 8.
de fazndas, i ajjBacio e p
mazem e escripto
COSTANDO DE:
Seiscentas pecas^de cambraia Bishop Tawns,
197 duzias de chales de ganga, 60 pecas de chitas
escarales, 9 ditas da casimira, 20 ditas de panno
prelo, 118 eimfcas para senhora, 1 vestuar
para enanca, 18 camisas para seohoras e 75:
bertores de la. C J"
Urna armacao para armazem, 1 dita coinjporta
e vidraca, 2 maca 5. 1 efcada de caracol e* du
zias de garrafa? cdnrtognac
Um cofre de ferro, 1 machina de copiar, 1.
tijjlra, 2 cartoiras, 1 mes I relogio de pareu.-,
100 caUas com capsulas para revolver, II rei-
na de papel e t sWenoop-n.
>S da caM-j-eoe
A*a 18'4wraa d dia.
O agente Pipto levaoi.-Tel %o, a reqnerimento
^ep||>^illsa:a*TalsflTSClfi a> Hajatitas &
i*,e por mandado ao fTffp. St. ItEiuiz ev
ciaM-.Ojar|aerlo,%s fiaeadaa ejtais mercado-
1 MmMttUfkim, aue *m Mrtela ferkla
existentes no armaz ;n Ta ra da C-
.,J*ae ffcctuar'Oletfeos a) horasi
'a cima dito.
cvra^Jkv9 , e Refcerbe.
Por ordem la fractoria 'convido aos Srs.
accionistas- fura, po dia 20 do correte jpe
10 boras ftt taanblB, se reunirem no
da roa d'AQtora, afim de ser Itdo <\
rio deste seiipelfe, de accarda can
posicoes do art. 13* dos esfM*o.
ripterio da rjoiapanbia 20 da abril e
MOLESTIAS DOS OLHOS
O oceulista
DR. PIRES FERREIRA
medico pela facnl Jade de Pars, e
S considerado habilitado para exercBr
I- a sua proSssao no MpetHv dBr8>
sil peta faculdade d oiediadl do
Rk> de Janei o, bacbatul au adenv
cias pela-academia de Seieaoiaa da
Paria, meribta tiUdar da acadsmia
imperial de me ieina'; BX-tibetorits
clnica de molestias de dlioi do Dr.
Waker tm Pars, aj., tendo o sea
gabinete 'oculstica na ra do R>
sario n. 64, e residindo na ruada
AJu> d>>42, ahi preparou accom.
modaco^S" especia es pra receber
doentes de olhos em tratatnento,
desta forma o He recen do v.nt-gens
kapreciaveis aos dientes das pro-
vincias que teObatii de procu-
rar recursos na trte, tendo a
certeza de abi encontrar todas as
coaamodades necessarias para nm
boa tratatnento.
*-

Joo Joaquim Atve,
1* secretario.
S A W fWlTOH
Aos 5:000*
(Transferido
HILAD
BOJE, M DO CORREN!
.0
Rio de Janeiro
Para o porto cima seguir brevemente a escu
na nacional iTres Amigos ; para atguma -earga
qae Ihe falta trata-se Com Fernandes & Irmao,
travessa da Madre de Peo- 0. 11.____________
Para o P&r
vai sabir com a maior brevidade a barca portu-
gueza Despique II, capillo Faustino JoSo de CarH
valho, por ter a maior parte do sea carregamento
engajado, e para o resto que Irte falta, trata-se
com Ferreira & Loureiro na travessa da Madre de
Dos n. 10,
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperado
al o dia 28 do correte, o vapor
Santa Cruz, com mandante 6.
Wadington, o qual depois da de-
mora do costume seguir para os
portos do suh
Desde j reeebem se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder conduzir, a qnal dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
nendas e dinheiro a frete at s t horas da tarde
de sua sabida.
Nao se reeebem como encommendas sen3o ob-
j actos de pequeo valor, e qne no excedam a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de med-
cao. Tudo que passar destes limites devera ser
embarcado comocarga.
Previne-se aos senhores pa3?agelros que suas
passagens s se reeebem na agencia, ra da Cruz
n. 57, primeiro andar, escriplorio Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PEUNAMBUCANA
DE
Yavegaeo eostelra por vapor
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac a
Gtonja.
O vapor Ipojuca commanda-
te Monra, seguir para os por-
tos cima no dia 29 do crreme
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 28, encommendaf,
oassageiros emnheiro a frete at as 2 horas" da
arde do dia da sahida : escriptorio no Forte dr
vatios n. 12.
CORRENTS
de wtein por
causa da oh 11 vA) ^
O agente Oliveira far leili, a aMuerimeato do
depositario da massa faiMa a* Juio Francisca lar-
ges Ferreira, e por despache "do Hm. Sr. Dr. jah
de ratta speolid do ormnerato desta aidade, do;
seguate :25 mlbiros de cebollas pequea^ e 25
ditos das .grandes, 1,125 bagres seceos, 2004 tal-
abas,'la barricas de cainarao e 2o saceos com
sevada :
SEXTA FEIRA
as 11 horas da mantisa, no lugar daoscadinha da
altandega, e por eccasiao do desembsarque dos dte
gneros.
LEUAO
1
I
dt uttticlioi existentes na re-
ftnagdo sita ao paleo do Pa-
raizo n*a.
O sgente Pomaalaendert era leSo, ir man-
dado do Iflm. Snaual juiz do a^iainarcii, em uai
ou mais lotes, os uteqcilios da refloaco cima
SEftUNDA-FEIRAi'D: MAIO
na meeina refinaco, s 11 horas.
A roa Primeiro de Marco (outr'ora ra dt
Crespo) n. 2S e casas do costume.
O abaixo.-asignado, tendo vendido nos sens fe
lia biihetee toado aariaa n. 54 com 5.090*.
am weio n. 2105 com 900*, an qaarto n.
2304 com 100*, e outras sones de 40* e 20* da
lotera qoe se acaboo de exlrahlr (189*), convida
aos possoidores a virem receber na conformidad*
do coswane seaa descont atgum.
Acbam-se venda os bilhetes garantidos di
4.( parta das loteras a beneficio da Imperial
Capaila da Estela (190.*), qne se extrabira na
sexta feira 28 do crrente.
PRESOS.
Bnete inteiro 61
aMa bnete 3
Qaarto
Em porciode 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
wobilhete 2*700
Ooarto 1*350
Manoel Martins Finia.
Offidna de marmore
Hua das Criaaes d ubi ero f i,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as dita
1* o ptlmo em qnadro.
Cadete de caval'aria.
Na raa Direiu n. 53. loja de ferragena, precisa-
se tallar ao Sr. Hercolano Cavalcanti de Albuquer-
que. earlete de ejvallaria..
( para liquidagd) ) .
NO DIA l. DE MAIO] PRXIMO
O agente Oliveira far leilaode um bello
sortimento de perfeitas fazndas inglezas e
francezas de lei, e as mais proprias deste
mercado, as quaes serio vendidas sem re-
serva, visto que seus dooos teem de reti-
rar se para fra da provfnc por estes 15
das :
SEGUNDA-FEIRA
s 10 boras da manhaa, no primeiro andar
da casa a. 12, sita ra da Cruz do Re-
cife.

LEILAO

. COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Vavegaeo eostelra por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
0 vapor nacional Giqui
commandante Macedo, se-
guir para os portos cima no
dia 29 do corrente as cinco
boras. d tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas, pas-
sageiros e dioneiro a frete at s 2 horas da lar-
de do dia da sahida: no escriptorio do Forte do
Mattoa n. 12: ______
TARA O
CEARA*
segu por estes dias o hiate Flor do Rio Grande :
a tratar com Gomes de Mattos frmjtas ra do
Vigario n. 26, 1* andar.__________________
Iiha de W. aiigael |
E' esperado doe Estados Unidos o mnito veleh-o
palbabote Galena, e para o porto cima tem
promplo parle do sea carregamento : para o resto*!
que Ihe falla e passageiros trata-so com os seus
consignatarios Joo do Reg Lima A Filbo a ra
do Apollo n. 4.______________________
-RIO DE JANEIRO
E' esperada dos Acares por estes pone dias a
barca portugueza Amizade, e deraora-se neste
porto apenas um dia; recebe passageiros, para os
quaes tem bellos commodos : a Iratar com os seas
consignatarios Joo do liego Lima & Filbo, ra
da Apollo n. 4.
1 da loja de Garleados da raa da
-Bato d Victoria a. 30.
O agente Martin3 levar novaraente leilao, por
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do eom-
me; ci, a armacao e calcados da loja n. 30 da raa
do Baro da Victoria (amiga ra Nova), que faz
parte da massa fallida de Fernando Stepple da
Silva
Segondaleira
! DE MAIO.
A's 11 horas do dia, na mesma loja. Os preten-
dentes pJem examinar o balando em mao do dito
agente,
"I
Lisboa e Porto
Para esses portos segu com nanita brevidade o
brigue portugnez Relmpago. Receba ainda al
guma carga a frete commodo e pa-sageiros e tra-
ta-se com os consignatarios T. d'Aquino Fonseca
A C. successores, na ra do Vigario n. 10.
BAHA
Pretende seguir em poleos dias o brigue italia-
no Pegle, e por is-r> quem quizer embarcar gneros
a f.'ete barato, dirija-se ao consignatario Joaquim
Jos Gonc/Jves Beltra, raa iq Commercio n. 17.
'
Al
SBtVERSOS.
----------------.
>--> 8J

Attenpao
i ha-se justa e contratada a casa terrea
da ra do Jardim n, 16 ; se alguem bou-
ver qne se julgu* direito a mesma por
qaalqaer titulo, dirlja-s no praso de tres
dias a esta typpgraphia, que achara con
quem tratar. Recife, 27 de abril de 1871,
:.'{ ,,_________________________
Assocf^ao Xypographica
PernambuRua
De ordem do presidenta desta associacio, con-
bvido a todos "os nossos consocios a Comparecerem
casa n. 27 da raa da Viraje, ne da- 30 do eqr-
rente, pelas 10 horas da manhaa, afim de consti-
Iairen a aseembia geral eatraordioariaque hade
apreciar edtscottf as bases'da prajeetaoa reforma
do estatutos sociaes, e algumas radicacoes de in-
teresse commam.
O presidente espera que os senhores associades,
comprebeodendo a alta responsabilidade que cott-
trabiram para com a sociedade, ton arlo na devida
consideraco esta convite, pois que na para deee-
dir-se negoeios urgentes e qae atlectam o interesse
de toda a corporaco.
Se as 11 boras nao bou ver numero sufficiente
para deliberar, o que nao para esperar, fiear
addiada a sesslo para o domingo 7 de mato
Recife 34 de abril de 1871.No impedimento do
! secretario,
Francisco e Assis Monteiro Pessoa,
. 2* secretario.
Copeiro.

Offerece se nm rapaz brasileiro de boa conducta
para copeiro, prefere cesa eMrangeira : quem pre-
tender pode deixar indicada sua morada so paleg
de S. Pedro n. 20. ,_____________
Precisa-se di um^aix'eiro qne tenta pratl-
a de taberna, de 14 a 16 annos de ide : na
ra da Gloria n. 95. _______'
hi Gomes Villar vai Europa.
a flgnrlno de modas
NOVA MODISTA.
D. U. Canegal, cose, corla e prepara com muila
peralcao, mnito gosto e moda, vestidos de se-
ofcora para casaaientos, bailes, soirs ou nasseios,
assim oamo costumes para eriaocas, e vestuarios
para baptizados, e eacarrega-se de cortar qual-
quer costura, garaotlndo a maior promptidao e
precos mnito rasoaveis. Na antiga ra Nova n. 67
Agr fc C. laz ver a todas asjpassoas com
gnem nm *raasa?oes, qae o Sr. Pedro Adviacula
de Ahnsrda, nao mais seo caixeiro, desde o dia
24 do corrente, e que nao se responsabilisam e
nem levam em consta recebimentos feilos pelo
raesmo Advincula, deaois desta data.
Aloga-se nma escrava de 14 annos que j
faz todo servico de casa : na ra do Imperador
n. 50, 3* andar.
*^F\ '^rx ^1 ^~^ ^^^- j^9^* <^r\. -*^**" f^P**. ^w^. -^ar**v /^"*\ .^aa**. -^p*\
A _
Irmandade do Divino Espirito Sao- S
to erecta 00 convento de Santo *
Antn o da cidade do Recife.
De ordem da mesa regedora convido
a todos os nossos caarissimos trmSos pa- _
ra comparecerem no domingo 30 do cor-W
rente, pelas 2 1|2 horas da larde, no con- M
w sistorio da nossa irmandade, para encor- .
JR porados irmos acompanbar a proeisso W
tt do Palriarcha S. Jos da Agona, que
l_ tem de sabir do convento de N. S. do ^
W Carmo, para o qae fomos convidados
A pela respectiva irmandade jB
Consistorio da irmandade do Divine X
Espirito Santo, erecta no convenio de f
Sanio Antonio do Recife 26 de abril de
1871.
O secretario,
Marcolino Augusto da Silva Villar.
Alft-ldi^ft-fft
AMA DE LEITE
do Livrsnento n. 33, primeiro andar,
1 de ama ama de leite que nao tenha
i
Ka roa
precisa-se.
lilbos.
Club dos radicaes
Scienlifica-se aos senhoress socios desta impor-
tante sociedade, qne segunda-feira 1 de maio ha
reunan da assembla geral, s 7 horas da manhaa
no fugar do costme.
O secretario,

Rna do Bai'o da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 ecaas
do costume.
Ullhctea garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender -entre ot
sens muito felizes bilhetes a sorte de 900*000 em
um meiode n. 2105, a sorte de 100* em dons
quartos de n. 2304 e om bilbete iBteiro do n. 3132
com a sorte de 100*, alm de outras sertes me-
nores de 40*000 e 20*000 da latera que se ac-
bou de extrahir (189), podendo sens possoidores
virem receber, qae promptamente serio pagos.
O mesrao abano assignado convida ao raspei-
tavel publico para vir ao sea estabelecimentc
comprar os felizea bilhetes garantidos, que nt
deixar de tirar qualquer premio como prova pelot
mesmos annaneios. _.
Acham-se venda os mnito felizes bilhetes ga-
rantidos da 4* parte das (oleras em beneficio da
Imperial Capaila da Estancia, que ser extrahida
sexta-feira 28 do correte mez.
JPRECGS.
Inteiro ft*0001
Mel 3*000
Quarto 1*500'
Da lOOiJOOO para cimi. .
Inteiro 01400 > '
Meio 2*700
Quarto 1*350
Joo Joaquim. da Costa Leite.
Precisase de orna ama secca para.
criar um menioo : a tratar na raa
do Imperador o. 79, loja.
Precisa- e de um caixelro eotn pratiea i
taberna, sendo a pessoa activa nao se do vida dar
_D interesse : na pracir-da Santa Cruz o. It sa
* qnem qner.______ ________________t
Precisa-se de umaVna para o servico ater-
Mb e externo de urna casa de pouca familia .' a
tratar na raa da Imperatru n. 26. loja. _
Seguros cpiilra-fdgo
COMPAA
NORTHERN.
*3*
Capital........2O,0O0:C0O*OOf>
Fondo ae reserva .... 8,000;O0*O0O
Agentes.
Mills Lulhun RBA DA CBUZ N. 38.
O Sr. Miguel Candido de Medairoa
Pinto erogado a vir a esta tjrfjberaaaia.
AHI4
Precisa-se de urna ama para cosi-
nhar a engommar para, duas pes-
soas, sendo de muito boa conduca ; tratase raa
do Livramento n. 19, lija.
Apesaea juajirecisarde urna ama portagoeza
Sara todo servico, ovaferindo se hornera aoJMra.
iiija-se a raa do Amorim n. 36, que achara
com qnem tratar.
OITerece-se tima mulher de boa conducta
para aervica de caaa de bomem solleiro : na roa
da Guia n. 53, 3* andar.
Precisa-se de om cozinheiro ou cozmbeira
hvre oo escravo, para easa de familia : na raa
do Progretso (Soledade) n. 7._________________
A Sra. Mara Candida Vilella, profeasora
particular, qqe morou on ttora em N. S. o O'
em Goyanna. rogada a vir ra do Cabug Da-
mero 2 B.
jStudo de preparatorios.
Jos Soares de Azevedo, prefessor da lingua a
litteratura nacional no gymaasio provincial do Re-
oife, tem aberto em sua casa, roa Bella a. 37,
Um curso de lingua portugueza ;
e fraocez ;
de geograpbia;
de histeria ;
de philosophia;
de rhetorica e potica.
Os alumnos que qiiizerem frecuentar qualquer
destas aulas, pdem dirigir-so indicada residen-
cia, aua de saberem as boras de cada classe a
mais coodcSes de entrada. ^______
Pela segunda vez pede-se aos Srs. Trajano
Cesar de Albnquerque e sea mano Juvetrtmo C.
Se Alboquerqne o favor comparecerem loja da
ra da Imperatriz n. 48 a negocios que nao igno-
rara.
.Cozinheiro.
Precs-se de um bom cozinheiro
Barao de S. Borja n. 34.
na raa do
O cirurgio dentirU F. Maia previne ao pu-
blico que se acha em seu consultorio roa Du-
que de Caxias (outr'ora Qoeimado) n. 31,para os
irabalhos de sua profissao todos os dias otis das
8 as 3 boras da larde, e aos dias de domiagos a
santificados das 10 as 3.
pwi
Programma
da festa e procissao do Glorioso
palriarcha S. Jos da Agona, no
convento de N. S. do Carmo.
Sabbado, 29 do corrente, ao meio dia, a
ama mosica militar postada em frental
da igreja tocar algumas marsbas nova?, _j
e urna salva annunciar ao respeitave
publico a festividade do Santo Palriarcha.
As 4 hojas da manhaa de domingo 30
haver missa, e a msica militar execu -
tara algumas pecas novas; as 11 horas
do da dar principio a (esta, sendo xa-
{ente da orchesara o distincto maaatro
os Coelho Barbosa, e o serma ser
feito pe) Rvm. padre meslre Fr. Augus-
to da Immaculada Conceicao ; acabada a
festa, as 4 boras da tarde sabir em so-
lemne procissao as imagens do Glorioso
Palriarcha S. Jos da Agonia, S. Joaquim,
Sant'Anna e X. S. de Carmo, as quaes lera
i de percorrer as seguintes roas.: ao sabir,
| pateo de N. S. do Carmo, roa da Camboa do
! mesmo nome, raa das Flore*, Mrquez do
Herval, ra do Bario da Victoria, Cabu-
I g,raa larga do Rosario, estrellado mes-
;.mo nome, largo de Pedro II, roa do Im-
perador, travesea do Ouvidor, roa Duque
da Caxias, Rangel, paleo da Ribeira, ra
da Penha, Livramento, Marciho Dias, tra-
vesea 4 >. Pedro, pateo do mesmo, raa
de Horlas, pateo do Carmo, a reooUier ;
dudo o que entrar o Te-Deum, senda
Sregador olvtn. padre meslre Fr. JoZa
j Santa Tbereza. Rega-se aos senboaaa
1 enesrregados da lmpeza das ras o espa-
cial favor de mandaran) Ittnpar as que
"tem de transitar a procissao.
Consistorio da irmandade de S. Joc da
Agonia 26 de abril de 1871.
Jos Joaguim Barbosa da Silva.
1* secretario.
Kftatt*
AVISO M
Tendo-se perdido a oauteUa n 10 passada
em 10 de abril desle aauo ni casa de penhores
do Sr. Nattran Danhawsr, roga-se ae mesmo se-
nnor que s acceile o resgate da referida cautela
pelo seu proprio dono do que passar o recibo.
__Precisase alagar urna .escrava del e sera
vicios, para o servico Interno e externo de nma
casa de familia : no largo do Terco n. H, sobra-
do de um andar. _______________________
A pessoa que alugou um baebarel
morador nesta cidade uns falos pelo carnaval. -
vem por esto declarar que est completa-
mente satisfeito, como esperava.
O Sr. Antonio da Cunba S. Guimarss queira
mandar tsla typographia a negocio de seu inte-
resse.
Companhia Allianca
DE
seguros martimos estab-lecidia
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..lis. 2,OCO:OrO?0?.
Toma seguro de roercadonas o dinheiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para a>o-
iro a fra do Imperio. Agenc a roa do Coaa-
mercio a 17, escriptorio de Joaqun Jos Gott-
calves Bellrao. .
>..

\


III.
' #;
,:PrT a' f'^y'^'ibnjA^. bmMakMiljkiK i
r-i-
CHAPEOS DE Wtf11'm
Roa do Barao da Victoria,
Temos honra de participar a **-

(TO
10.
recisa alugar um peqi
rrafcaldei cesta cldada :
!
.
eoo si-
roa
Precisa-ie de umalama Dan con-
familia ; tendo alm disso nm mole-
rua da Uniio
que para ajudar; na
n. 61
^"'^ dm Camb*, Utoo, n. 23 (Antiga Ra Nova^
ni- numerosos regoezes que com. a, legada da wa de* ocios da Europa, suprio-se a
S^^SmV-- a* speos de sol de todas as qualidae cc*o iambern. de lodos, enum para os meamos
\-acOei de tdas as qualidades, sedas, mirine, W*J*^^}W_to?!^^4mm
ee.cbn^
polvarinhos. Os chapeos de
abaltaetfto de 15 e 85 por cento. comprando i dinfaeiro.
Precisa-se de urna ama pa
ra eozinnar e comprar para
_ eaaa de pouca familia : na
roa da Cadeia do Recife n. II, loja.
^m^
I
$-jt*-'
.


O verdaieiro vinho
DA
lilil lt\lA
O Campos da ra do Imperador n, 28,
tem a aaiisfacJo de avisar rauito particular,
aos amantes do j bem conhecido viobo da
Bairrada, que est nannica poseed'uma re-
messa desse nctar, viudo pelo brigue So-
berano, e qae nao v5o por annuncios bom-
bsticos, que sao acdis muito de proposito
inventados, para nelles cshirem os inexpe-
reotes.
Assim pois, aquellos qae qaizerem sabo-
rear o verdadeiro nctar das vichas da
Bairrada, nao tem nais que dirigir-se aoar-
mazem do Campos da ra do Imperador n.
28, onde encontrfo amostras do dito vinho
que s darlo tambero para as casas particu
lares.
Vejam e examinem........
Cuidado com as imitacdes
^luga-se
o primeiro andar da roa da Penha n. 25 : a tra-
tar no mesmo.
De?eja-se saber se exH e^Tlrftmbttco, eu
outra provincia do Imperio, Maria do Linimento
d'Oliveira, casada eom Antonio Marques <,ollSa|J"
lo, sendo este natoral de Portugal e aquella n-
lba da freguezia de S. Lourenco da Malta, onde
realisou o sen consorcio a 28 de Janeiro de 1840.
Om parete.
SttftMMMMttM*
O advogado Manoel Jos Pereira de Mel- I
lo passon sua residencia para o segundo
andar do sobrado n. W, na rna 9a Penha
e o escriptorio para o i andar Lo sobra-
do o. 43 oa rna do Imperador, onde t xer-
cer sna preftesio, e poder ser proco- Z
"-^TPre9a-sede urna ama que saiba cosinbar,
comprar e engommar para ama pessoa : na rna
da Santa Croz n. 48, defronte da ribeira da Boa-
Vista.
r a-8e
frasco vasioe da tintura hpoheia ra f>t
qae de Caxias u. SO, e Mrquez
n.
roa Du-
de (Juada
VENDAS.
mi
M
I <
Est antgo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de podor servir vantajosamente os sens freguezes, atten-
to o grande sbrtimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
Distilador.
Em nm engenho, oito leguas distante de Ga-
melleira precisare de nm homem que sama dis-
tilar agurdente, pira ser enearregado de nm
alambique que distila nma pipa por da : a tratar
na roa do Duque de Caxias o. 65, loja.


O MARMORE
E' no elegante armazem junto ao Diarm, qualqaer chele de familia fernece ta diepensa do
melhor qoe existe no mercado e pererecoa mui-
to favofavete, como sejam arrox a 100 ra. m libra,
velas stearinas a 640-rs. o matee, vinho Igaatra
por 500 rs. a garrafa e tambero ha mate tralo,
batatos A* diversos maabos, eaixmhas yrefria
para miraos, caf de moca, ervilbas portogueaM o
francezas, ameixas em frascos, latas e boeetas,
marmelhada de Fernando Rodrigues, eoneerraj,
molbos e mosurda, licorea de diverjas qaateia-
dee, doce de goiaba em cauio e latas, botejteba
de diversos autores, mauaa para sopas, aetelae
Srandes, azeitonas em bar* e latas, vinboa Ibo>
9 Porto dos raelhores autores, queijo* pratf do
reino a 3*000 e a 3*300 ; o proprieurio delta af-
maxem responsabilsa se pela boa qualidai djas
gneros vendidos em sen armazem, assim eome ga-
rante todo asseio o limpexa, em virtndo do qmal
convida a sens numerosos freguezes e amigos e vi-
rem visita-lo.
2in
W*%
Precisa-se de urna ama
para todo o servido de urna
casa de pouca familia : na
rna da Penha n. ES, segundo andar.____________
Precisa-se de nma ama para comprar e co-
xinhar : na rna de Hortas n. i.
TIOKEIRii DUARTE C.
MANUEL & C.
.
Tem a satisfacJo de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-ihes mais commodo, tem
estabelecido una nova fabrica de chapeos de so!, na ra da Cadeia do Recife n. 9, heje ra do Mrquez de (Muida,
onde acharao os pretendentes, muilo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macoes as lazendas que a demora da fabrcalo bem diminuta.
l
'A RIA DO BARIO DA VICTORIA A\
..
Neste novo armazem tem nm
cariado sortimento de fazendas
fnmeexa.}, inglesas, allemias e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Caaemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
corea e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
fios.
DI
ARRUM IRMiOS.
RA
mnro da Victoria
antiga ra
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeigao
nada deiiam a desojar.
Roopa de todos os
amanos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
K
Bario da'.victoria
aatya na
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer nma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annuociar todas as fazendas, para
Dio fe tornar massaute _____
' Precisa se para casa de pequea familia de
nma ama, que enaorame e que tome conta de
orna menina; 4 tratar Praca da Boa vista n. 30,
2> andar.
Mudanza.
O bacharel D. Luix da Silveira mudoa
sua residencia para a pra?a da Boa-vista
n. 30, 2* andar, onde pode ser procura-
do para todos os negocios, qner particu-
lares, qner tendentes sua pronsso de
i! Ihm ai
Precisase
aJngar um moleque de idade de 1S a 18 annos,
oa preto de mete idade, paga-se bem : a ra No-
va loja n. II.
Solicitador
Vicente Licinio da Costa Campello eonlina^
xercer sua proQssao nos auditorios desta provi n
cte, residindo xua Augusta n. 3, e tem escripto-
rio ra do Imperador n. 35.
Empresta se
tirsmio de t i/2
desembarazado : na ra
a qoantia de 3 a 4:000*000
com hypotheca em predio livre e
de Hortas n. & se dir
Attenpao
tJma pessoa competentemente habilitada propoe-
-*e a entinar em algnm engenho da provincia as
Mgnteses 'materias ou parte d'ellas: portugus,
laiun, francez, geometra, rhetorica, e geographia,
d.'indo fiador de Hna condocu, caso seja neeessa-
r>; quero pretender dirija-se i ra da Impera-
tr i n. 76, loja, em earta fechada com as iniciaes
J W.enabeleeendo ae eondtcfos.
Convida-f e a nma senhora de idade de mni-
Ut baos exemplofl, que se queira preatar a servir
4a cooipanhi a ama outra que se aeha em trata-
malo n'urn dos arrabaldes d'esta cidede a quera
.i orante nao bom traument como remone-
.E deseas bons rvicos; nesta lypographia
.m dir quera pretende. __________________
Precisa-se de om caixeiro eom praliea de
.Jaberm : a tratar na roa da Aurora n, 36.
Ama e criado
Precisa se de nma ama para cozinhar, e tambera
de um criado : nafran dos Pire, taberna n. 46
AMA Na roa d0 ^orredor b9p 5
il"li* precisa-se de urna para o servico de
urna casa de dnas pessoas.___________________
MOFINA
Companhia
Santa Thereza.
De ordem do conselho de direccao sao convida-
dos os senhores ccionistas a realisarem a 5* en-
trada de 20 0)0 do capital subscripto at o dia 27
do correte, no escriptorio do director cala 0
Exm. Sr. Baro da Soledade, praca do Corpo
Santo.
Recife 19 de abril de 1871.
O gerente,
Justino J. de S. Campos.
Companhia Santa Thereza.
Esmlasia de iOO acedes le
50 cada urna.
Tendo nm dos senhores accionistas desta com-
panhia, na forma do disposto no artigo i 2 dos
estatutos, perdido o direito nao so as acedes que
subscreveu, como i primeira entrada de 20 0)0,
nniea qne realisou, sao convidadas as pessoas que
pretenderen) ellas, i dirigir seas pedidos A direc-
eao eom declaraco da quantidade, aflm de serem
convenientemente attendidas. Recife 20 de abril
de 1871.
O gerente,
Justino Jos de gaga Campos.
METHODO CASTILHO.
Seeondino Jos de Paria Simoes, professor par-
ticular de instraceo elementar pelo methodo Cas-
tilho, avisa ao respeitavel publico e com especla-
lidade aes pal de seus alumnos, que est abena
a sna aula desde o dia 16 de Janeiro, rna da Pe-
nha n. 25,ande continua a receber alumnos in-
ternos e externos por preco commodo. O mesmo
professor promette multo se esmerar pelo adian-
tiraento de seus alumno.____
servico da mesnxa.
18, 3* andar.
Precisa-se de ama ama for-
ra oa captiva para casa de
urna pessoa, e fiara farer e
A iratir na roa do Croz u.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, *
crivio na cidade de Naxareth desta provine.
favoT de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pete terceira chamada deste jornal, em fin*
de dezembro prximo passado, e depote para Ja-
neiro, passon a tevereiro e abril, a nada eumprio,
e por este motivo de novo chamado pan dito
flm ; pote V. 8. se deve lembrar que este negocio
de mate de oito annos, e qoando o senhor ten
fino ae achara no atado nestt cidade. ^________
Attencao
Urna pessoa habilitada propoe-se par roestre
de msica de guarda nacional, ou alguma socieda-
de fra desta cidade : achara com qnem tratar
no pateo da Ribeira n. 15. ___________
Prensa-s de urna engommadeira,
de familia : na ra
n.7.
escrava, para casa
Soledade
livre ou
do Pro-
greteo
GASA DA FCRI
ROA i* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto 4 ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, como eoetoma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 2U000.
Mete 124009.
Quarto 4000.
Manoel Martina Finia.
ADVOCADO
DB. JOAQUIM CORBA UE ARAUJO
67Ra no Imperador67
isnHn raM
TosTPerelraTBjUns. subdito portaguex, vai
a Edropa tratar de sna ande. ___________-
' Urna mnlber estrangejra deaeja empregar-se
em casa de estnngelro para eogommar e mais
servico interno : quem precisar dirjase ra da
Iroperatrw ft. fj.
Serra do Pontos
Parahyba do Norte.
Pde-se ao Illmo. Sr. Antonio Lelis de Soma
Puntes, que queira mandar ultimar o negocio de
seu interesse com os abaixo assignados nesta ci-
dade, que pedem desculpa de nao ir ou mandar
l pete grande distancia e incommodo que Ibes
causa, como pela incerteza de o encontrar.
Recife, 28 de abril de 1871.
Tasso Irmos,
Em llqnidaco.
Aluga-se orna casa em Olinda, na ra da
Boa Hora, om bastantes commodos, quintal mu-
rado bastante grande e com alvoredos, cacimba
de agua doce por buato prego: tratar na ra
do Queimado n. 58.________________
De ordem da mesa regadora da eonfraria do
Senhor Bom Jess da Via-Sacra da Santa Cruz,
sao pelo presente convidados todos os irmos
confrades a coroparecerem no dia 30 do orren
te, pelas 9 horas da raanhaa, no consistorio
daqnella igreja aflm de proceder-se de conformi-
dade com o artigo 2i do compromisso, a eleicao
dos fanecionarios que tem de reger a eonfraria
no anuo compromissal de 1871 a 172.
O esenvao,
Theodoro Jos Tavare?.
O abaixo assignado convida aos pareles e anu-
os do finado Je ae Teixeira Lopes para no dia 2!)
lo crreme assistirera a raissa qae se ha de cele-
brar por aima daqnelle Uado, na igreja de S.
Sebaatio da cidade de Olinda, pelaa 7 horas da
raanhaa.
Joio Francisco da Lapa.
S. L. PLUTO
Pertence mesma os meias bilhetes ns. 728 e
4078 da 353' lotera da Cflrt.
P. X. Ferreira,
Secretario.
Os abaixo assignados, h'wendo de commum
accordo dividido em duas partes iguaes a impor-
tancia qne falta ser liquidada do activo da firma
viuva Lima Jnior & C., ficaodo a cargo de cada
um a cobranca e liqaida^o da parte que Ibe per-
tence, participam ao corpo do commercio e a quem
interessar possa, qae esta firma de boje em diante
est ex ti neta, e especialmente participam e pre-
vinem aos Srs. devedores, para qne em tempo al-
gum aleguen duvida a respeito.
Recife 21 de abril de 1671.
Amaro Francisco Cavelcante Lima.
- Antonio de Sonta Pavolide._________
Precisa-se de um caixeiro; no pateo do
Terco n. 83 padaria, e precisa-se de urna ama pa-
ra cosinbar e comprar.
lrmaiuh.de
do Divino Espirito Santo.
De ordem da mesa regedora convido aos nossos
irmos comparecerem em nosso consistorio do-
mingo 30 do correnle, as 3 horas da tarde, para
encorporados, aeompanbarmos a proeissao de S
Jos que tem de sahir do convento do Carmo des
ta cidade.
Secretaria 26 de abril de 1871.
O escrivo,
J. dos Passos Jnior.
.------------^
A pessoa qae precisar de um criado dirja-
se ra estrella do Rosario n. 24,1* andar.

< \ >*>
REQUIESCAT IN PACE.
Galdino Themistocles Cabral de Vasconcellos
(ausente), D. Senhorinha Angosta de Figoeiredo
Vasconcellos, sna raSi, fllha, genro e irmaa agra-
decen cordialmente a todos os seus prenles e
amigos o especial favor de terem asistido a en-
coramendacao solemne e acompanhado ao eemite-
rio os restos raoriaes de sen muito prezado e sem-
pre chorado filbe, neto, irmio, ennhado e sobrl-
nho Alfredo Themistocles Cabral de Vasconcellos;
e os convidam anda a oovirera as missas e me-
mento do stimo dia, que se celebrarlo sabbade
29 do correte, pelas 7 horas da manba, na ma-
triz de Santo" Antonio ; e desde j e confessam
sumisamente penborados por esse acto de cari
dade, pedindo-lbes ftensas por alguma falta que
em laes occasioes hoqvesse occorrido.
JoaquimJ Manoel Ferreira, vai a Lhboa e
deixa por sen procarador o Sr. Joaqaim Manoel
da" Costa.
Antonio Jos Rodrigues de Soaza em sea si-
tio no Monteiro, precisa alagar um eseravo de 14
a 16 annos para o servico de casa. ,
Quem precisar de nm rapaz ba pouco che-
tado, com praliea de negocio, dirija-se ra do
vrameuto n. 1.
1RMANAUE DO SANTISSIMO SACRA-
MENTO DA CAPNGA.
Tendo o Illm. irrao juiz da irraandade do San-
tsimo Sacramento de Nossa Senhora da Graca da
Capunga marcado o dia 28 do correte as 5 horas
da larde para se reunir a mesma irraandade, aflra
de ser-lhe apresentado e disentido o respectivo
compromisso, que j se acha confeccionado pela
commislo nomeada, convido a todos os irmos
para em os referidos dia e hora comparem na casa
do tbesonreiro o Illm. Sr. lente Francisco Anto-
nio Pontoal Jnior, junto a igreja do S, Jos do
Manguinbo, que serve actualmente de matriz.
O secretarlo provisorio,
Joo Baptista Vieira Ribeiro.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinbar : a tratar
na ra da Alegra n 5.______________________
O Sr.. Caries Emilio Peixuto, tem urna en-
commenda : no esccriptorio da Companhia Per-
nambncana.
Preci*a-se de ama ama para comprar para
casa de homem solteiro : na travesea do Livra-
ment n. 28.
Feitor
No escriptorio de Leal & Irmo, a ra do Mr-
quez de Olinda n. 56, precisa-se de um feitor sera
familia para o eogenbo Pares da comarca de Na-
zareih.
Cozinheiro
Precisa-se de um : tratar i roa do B-um nu-
mero 91
Terpsichore
Julgamos conveniente que o publico saiba
quem sio os eavalheiros que compoem a directo-
ra desta soctedade. Ei-loa:
Presideete.Antonio Annes Jacome, defronte da
Alfandega.
Vice-presidenie. Manoel Francisco Cardoso
Guimaraes, rna do Trapiche.
1* secretario. Antonio Ferreira de Carvalbo,
defronte da algandega.
Tbesonreiro.Carlos Alves Barbosa, ignora-se
a ana residencia,
Continuaremos
Anacleto Jos de Mattos participa ao respeitavel
cerpo do commercio e a quem convier, que dei-
xon de ser socio do Sr. Deodeclo Ribeiro de Bri
to desde o dia 18 do correte no trapiche altan-
degado denominado Guerra, Picando responsavei
pelo activo e passivo da mesma casa o mesmo Sr.
Brito. Recife 27 de abril de 1871.
A tres das que a Companhia Carobrone fez
escavaedes nos quintaes da rna de S. Francisco a
ponto de oa inaJisar, resultando desabamenlo de
arvoredos, etc., e oeste estado permaneesm. Pe-
de-fe providencia a qnem competir : a proprieda
de alheia deve ser respeilada.
O abaixo assignado declara a quem interes-
sar possa qae comprou ao Sr. Joo Possidonio da
Sirva Rics a loja de tartarngueiro n. 1 sita rna
das Larangeiras, livre e desembaracada de toda e
qualquer divida ; entretanto se algnem se julgar
credor queira apreseotar suas contas dentro do
praso de oito das, aflm de se pagar.
_____________Julio Rodolpbo de Souza.
Preelsa-se ne caes 22 de Novembro n. 28 da
ama ranlher poriu^aexa honesta qqe queira ir
Na roa do crespo n. 20.
Leja de Cinilhersae.
Chitas claras e escuras 160, 200 e HO o ca-
vado,
Ditas riscados prasslanos i 280 o covado.
Ditas chinezas para eoberta a 240 o eovad*.
Cambraias, organdys mindas a 240 e 280 o eo-
vado.
Ditas bordadas brancas e de eorea para narti-
nados, a 360 o covado.
Ditas brancas com 10 varas, a 31.000 e 34300
a peca.
Dita Victoria, a 44 a peco.
Museulioa branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao fraoeez, a 64 a peen.
Dito inglez de bom a especial, a 44500, Sj, 64
e74 a peca.
Algodosiobo a 34,3#500e 44 apee*.
Alpaca de cor com listas, fazeoda superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miadas matisadas a
500 is. o covado.
Dita preta eom fi r branca, o 500 rs. o on-
vado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada om.
Dilos de linbo embainbados alia dnxia.
Chila, fazenda bem conhecida pela sna forlido,
mais larga que chita para roupa de eseravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 14800 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*fi00, 44 e 54
Cortea de meia casemira, a liiOO.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amareiia lisa e de lista, a 320 rs. o co-
vado.
Algodo iargo merca T a 54 a peca.
D>se amostras cora peobor.
Vende-se
um pequeo sitio no Arratel, bem alvorejado de
frncteiras : a traur no Forte do Mattoe, becoe da
Boia n. 14. taberna.
terceira de N. S. do Car
do Recife.
Veneravel ordem
mo
Por deliberadlo do irmao prior convido os nos
sos cbarissimos irmos a se reunirem no dia 30
do vigente, pelas 3 horas da larde, aflm de acora
panharmos a proeissao do Patriarcba S. Jos da
Agona, qae nesse dia deve ttr lagar.
Secretaria da veneravel ordem terceira de N.
S. do Carmo 27 de abril de 1871.
O secretario,
Antonio de S Lei to.
* '/V>?:.'
Um aTiifc a; linade Alfredo Themistocles Ca-
bral de Vasconcellos pede encarecidamente a as-
sistencia de* todos os prenles e amigos do mesmo
para urna mista que manda resar pelo repouso
eterno de sua alma, no dia 29 do correte, stimo
dia de seu fallecmento, na igreja de N. S. da Pe-
nha, as 7 horas da manba : e por to candoso
obsequio desde j protesta sea eterno reconbeci-
mento. __________
Jttez Mariano.
A irmandade de N. S. Mi dos Homens, erecta
na igrrja da Madre de Deas, tem de celebrar na
me-raa igreja os actos do Mez Mariano, qu tero
principio na madrugada do da 30 do correte, e
aos quaes presidir o Sr. reverenda vigario de S.
Frei Pedro Goncalvo.
Irmandade do Senhor Bom Jess dos
Passos.
Em nome da mesa regedora convido aos nos
sos irmos a comparecerem domingo 30 do cor
rente mez pelas 3 horas da Urde em nossa igreja,
(Corpo Santo), e encorporados irraos acompanbar
a proeissao do patriarcha S. Jos do Agona, qae
tem de sahir do convento de N. S. do Carmo, e
tara cujo acto famos convidados pela respectiva
rmanJade.
O esenvao,
Thomaz Fernandes da Cunha.
Manoel Espindola de Mendc nca', morador ,
ru* do Brum, e Antonio Jos Ferreira Refinador
morador a ra da oneoidia, socios da firma
commereial Manoel Espindola de Mendonca 4 C.
tem seu escriptorio rna da praca da Asso-
ciaclo Commereial roa do Trapiche n. 28 an-
dar, onde pode ser procurados para se encarre-
garem de carregar e desearregar navios para qne
teem bem construidas e novas alvarengas, e pro-
mettem servir o commercio nio so com pontoali-
dade, mas por menoe preco qae outro qualqaer.
I
Da casa n. 38 da ra dos Pires sanio na ooite
de 26 do corrate am cavallo castanho, tendo ape-
nas am signa! braneo no qnarto e querdo, sera
ferro algara, gordo e bom andador : qnem o ti-
ver e quizer resttui-lo, dlrija-se a mesma casa,
que ser recompensado.
Pede-se ao secretario da irmandade de S.
Jos da Agona digne se reformar sea annancio a
respeito do transito da proeissao, lato em lugar
de passar na fravessa do Onvidor, passe na roa oe
S. Francisco a entrar para a roa das Cruzes, e
que ninguem dexa de passar pela rna do Livra-
raento para o fazer pela rna do Rangel. espera-
se bom acolhimento.
Um irmio.______
- Acha-se jusu com o Sr. Antonio_ Leali de
Castro Delgado a uberna siu na travs do Cos-
ta : quem tiver alguma rectamnclo a fazer, din-
ja-se rna da Guia n. 7, laberna, no praso de troi
dla. .___________________
Attenpao
de ma criada, sendo* para engom-
Precia-5t de orna crian, seuu.r para engon
mar e arranjos desasa : na ra dos Pires n. 23.
COMPRAS.
Feijo.
Vende-se feijo malatinbo novo em porcao
retalbo alia cute : na rna Direita n. 8.
e a
MACHINAS
PARA COSTURA
Clit garam ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, um sortimento de machinas pa-
ra costura, das melhores qualidades que
existe na America, das quaes muas > sao
bem conbecidas pelos seus aotores, como
sejam Weller & Wilsoo, Grover 4 Boka,
silenciosas, Weed e Imperiaes e ooiras
muitas qae com a vista deverio agradar aoa
compradores.
Estas machinas teera a vantagem de fa-
zer o trabalho ]oe trinta costureiras pdem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fec5o, como as mais perfeitas costoreiras.
Garante-se a sua boa qnalidade e ensinase
a trabalber com perfeico em menos de i
hora, e os precos sao tao resumidos que
divem agradar aos pretendentes.
MACfflHAS
A 10^000 A SERRA, PABA DESCARO-
gAR ALGODO.
Vende-se no armazem
roa da Cruz n. 26.
de J. A. Moreira Das
Jabonete /Je alcatro.
Este novo preparado e applicado com grande
aproveitaraento contra as molestias de pelle caro-*
nicas e reoeldes empigens, manchas escuras on
pannos qae vem ao rosto e peilo, borbulbas, sar-
na, lepra e comiches, mesmo aquellas qoe em
certas partes delicadas do corpo tanto mortifican),
finalmente o aso continuado deste sabooete con-
tnbae para tornar a pelle aseas mimosa. E" igual-
mente efficaz para amaciar a pelle do rosto oa
oatras partes do corpo, que por motivo de erysi-
pellas ficam speras e escamosas. Preco de cada
sabonete 610 rs., era dunia se far abatimeuo.
nico deposito era Pernambuco, pharmaoa ame-
ricana de Ferreira Maia A O, rna Duque de Caxias
o, 57, antiga do Queimado.
Novo Mundo.
AssIgnatuTas para o segando semestre
Rs. 54000.
__________L1VRARIA FRAiNCEZA.
Bruno Seabra.
O festejado poeta acaba de
tude brasileira, com o mate
creancas
Alforge da boa razo
Rs. 11000. ,
LTVltARIA PRAICEZA
resentear a javen-
iito livrinho para
Flores para o mez manaao
Na rna estreita ''o Rosario, sobrado da m an-
dar n. 35, aprorapla-se toda eocommenda- de Do-
res, sendo arcos, capeiUa, palmea e bonqnets,
'- alu
_ arcos,
tndo proprio para enfeite de
>ltar do mes de Ma-
rta, tem rosas", palmas e booquets, todo prompto.
e vende por barato preco
de papel a 1*000.
rosa e dalba
GRANDE
LIQUIDACAO
Na roa do Daqoe de Caxias, antiga roa do*
Queimado n. 19, vende-se chitas de coree es-
curas e matisadas pelo preco de 200 rs. o covado,
cambraias de corea, bonitos padroes a 240 rs. >
covado, e. pecas de cambraias branca Boa com 10>
varas a 34 e ditas com 8 ditas boa por 44, pecas
de madapolao de i*, 44500 54. algodao oran-
co de 34500 e 4*000 a peca; todo por preco
qoe admira. ____.
VNDESE
lama casa em Ojiada* roa de Maullas Ferreira
D. 23 : quem pretender dirija se roa do Coto-
vello n. 4.
H5=a; Ar^ wt^rttgsneintt
Vende-se frncteiras de todas as qualidades,
todas a cesto, e a'gntras ja botando, por preco
cimmodo : na travesa do Padre Inglez (Caroioho
Nove>.
oa ma do R^rau-
Venoe-se ranos de man
n. 67.

/
/

ir



en" >

Jn$ ,/o iik/Pefc.attlfcua* -ri/Stta em,tAfi,.Afe't\Wil 4*. 4^71.

=^
iw FraMez, na
do itarl da victo-
Wi4L m va
por Francei, ra
do BarSo da Victo-
ria (outrora ra
!?) I.
m
Perfamarias, qxdnquilharias e brinquedos
para meninos.
Aaban de efcHtr nova* tatnras con importante sortimento dos artigos abaixo mencionados
rep mais resumido que possvel.
CALCADO
Boinas pan senhorasdemque branco, preto
4) ontras omitas odres escolbidas do ultimo gos-
'o di moda.
pao a
Botinas pan meninas igual sorti ment.
Sipatinkos os salto para seohoraduraqne pre-
brenco de cores, e de couro de lustro.
Sotbibes para craecas, proprias do baptisa-
lo*.
Botinas O* diversas qnaltdades para hornero.
Botas rtssianas para montarla, tanto tasjlezas
c >n*B a Rnsst para viagem, como francezaa
U liMMr, Deserto flno, para paeaaioa,
Bmsu perneiras para meamos de W a 16 an-
' ~ fiioiitoi 8e irtm branco pan homens.
Sapatos He vaqueta de lustro com sota de ma-
-jetta, propftos para banhos.
Suatas de borracha para homens e senioras.
Sapaios abotinados, de diferentes modelos, mui
yo \toe Torres para meninos e nmraas.
8apntos de tapete, avellndados, Cnartot, casi-
mira pwu, ds tranca portugietes, para tomens,
tsnttons e meninas.
Perfumaras.
Ufeietos Anos, banana, cosmticos, daos, opia-
tas, sanas de Cologue em garrafas de crystai para
presentes, anua Tina, aua florida, totifTia la-.
aas, agua de loilet, tintura para barba e cbel-
os, pomada honsjroise para bigodes, pos de arroi
iilbitiln. to isto de primeira^ualidade, dos
alineantes Coadray, Piver e Lubra.
ftninquilharias
Lnvas de netHca braneasJotrvin. ____
Bspelhos grandes dourados para salas, quctos
js^inetes.
Lentes pera senioras e meninas.
Joiaa #s onro, brincos, trsnselins, putseiras,
ot'es de pmrhos, de abertura, correntes e dhaves
Je lulnoa, tndo de ouro'bom e le.
Brisara de plaqu imitacSo de ouro.
Corrales para relogio.
AbKtursj era colletes e para punho*.
Alten* debelado e marroquto para retratos.
a aan mide i ras de ridro para enancas.
Catrcbas de costura, novos modelos
Na ra da Imperatriz n. 72 leja da Arara
Alpacas d esres
>trk tm* Vende-se alpaca de
,i|500, aSOf "
U800
Grosdenaptles
Vende-se grosdeoapoles preto .-
ido de senhoras e menina, a U. 1500, a 50Tl 640 n. o lo
uea, proprias cara presentes.
; dourados pera
tuncas -eaapatinhos Je lia para criaajas.
Qmdrinhos dourados psra retratos.
flnnt"" peia no i vas e para pastoras ^de pre-
apios '
t'^ff*" com vidros de augme ite ipara ver-,
a ponto grande a photographia dos retratos
Ws de Tribro para pianos.
Wiosuinflahas para cosura e unhas.
Boicinhes de seda e de veludo.
Cestnhai para braco de meninas.
Balados pan costura.
Cesas d'arame pratiado para frutas e
esa.
Ricos artigos de phanusia neeessarlos para toi
Ihetes e proprios de presentes.
Jarros fe bouquets de porcelana para santua
ri<*- .. .
Registros de papel fino mu delicados.
Sndros promptos pan colloear vistas,
oidoras douradas para qnatros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espsnadores de penas e de palba.
Carteiras pare notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse curda.
Ponteiras de esporos para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com candes de marfim.
Ditas de haleia, junco e de muitas quahdades.
Pentes finos de marflra para caspas.
Escoras panfaeto, para cabello e para denles.
Lonetas on pnctnei de prata donrada.
Ditos de taftat*ga e de ac-
Ocntos de prata donrada e de ac.
Reverbero transparente para caodieiros.
Wtos para taviternas de planos.
Ootos econmicos para vellas de spermacete.
Gordas para violo.
Port-prates para mesa.
Calxinhas de diversos modelos e precos.
Obiectos novos de mgicas o merhor possvel,
para divertir meninos.
Malas, ecos e boleas pan viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para sahos.
Chicotes fortes com martello para -viagem.
Ditos de muitos modelos, de junoe e de baleias.
Lonas de fio de Escocia brancas, e de cures.
Ditas de camurca awarella?.
Machinas para later caf.
Otebos de papel de cores para illaminafoet de
festns campestres.
B16es de cores, de subir ao tr fcilmente.
'legos de domina, da gloria, visporas, rodetes,
batela e ontros jr^gos alemes.
Ssterioseopos com as mais bonitas vistas, de
inoras destacadas -grupos de familias.
Armnicos on accordions de todos os tamanhos
com mn- -e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios taroanhos, com differen-
tos vistas mui pttoreseas.
e3jo covado.
Cssenra prela i 3*30 t serle
Vende-ge cortes de casemira preta para
calcas d henens a 3#80O, 4#, H, 6* e
7,1000.
ATTENQAO
Precisa-se fallar com os segnintea se-
nhores: a negocio que lhe tix iojfeito, e
de seo interefses, na ra da haperatru
Jet Germano Maogabeira Jnnior.
Jo? da Usa GalvSo.
Joio Actonk) doa Santos e Silva.
Francisco Brito dejlello.
Joaqun Aine da Ponceca.
Francisco MiBoel Al ves.
Feliciano da Cimba Canlcante de Albn-
queroae.
Dr. Gorneio Teizeira Franca.
Leonardo Jos dos Santos.
francisco Basilio Cbavier de Mello.
Altas pratas
Yende-se chitas pretas para loto, a 200,
* 240, 280 e 320 re. o corado.
Chitas fraateus escarna
Vende-se chitas fraocexas escoras para
vestidos, a t40, 280 e 820 o covalo, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Caitas para saertas
Vende-se chitas ensarnadas para ct ber-
tas a 320, dita de cores, largas a 360 e
400 re. o covado.
Fusta para vestidas
Vende-se fu*to para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
risMtina tranca
Vende-se brilbentiDa branca jara vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Indares Inas pira vvsvldas
Vende-se percalas finas para vestidos de
senhoras a 4%0 rs* o covado.
Cassas francesas
Verde- vestido devcDhoras a 240 e 280 o cralo.
Org- ndis de Mrra
Vendo>so organdis de cores para vesti-
do de senhoras a 440 e 5C0 rs. o colado,
Lnasinkas nafra "ks'ss
Vende-ce laasiobaa para vestidos a 400
e S Alfosio'ile vista
)ara vestidos,
6anSaa part falcas I
Vende-se gangu esfnss pira caigas do
homens e roopa psra etinos a 240 o co-
vado.
Bro 4a csres con listas
. Vende-fe brim de cores com lista s dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
toja da Arara, na da Imperatriz n. 72.
Grvalas freas de seda
Vende-te gravatas pretas de seda, largas
e aatreitas a 800 re.
Lances trance 1
Vende-se lencos a 24 a dozia, ditos chi-
nases a 3*600, para liqoidar.
Chales e atrio
Vende-se chatos de merino estampados,
a 24 e 2,5500; para liqoidar.
Ceotrtas de taitas
Vende-se cobertas de chita fioa a 24500,
ditas encamadas a 3*500, ditas forra da s
Vende-se saceos com farinba de mandioca, me-
diado 18 euias, pelo baratsimo precode 5* cadi
saeeo; na rna do Mrquez de Olinda n. 40, es-
criptora, ____
FIO
Para taceos fo^aetetros.
NACCS
PARA ASSUCAR
CERVEZA DE \f.\BG4
IJADEJI
Brinquedos
O maior sertasento que se pode desojar de toda
:sorte de nrinqnedos fabricados em diversos paizes
da Europa para eotretemeoto das enancas.

DE riKLLGREIIO
Sita Primeiro de Marpo (antiga Crespo)
n. 7 A Io andar.
Tiente bem montado nstabeleeimento, os amadores :oda encontrarto o qn*;
ha de mais moderno e delicado para petrteados, como sejam: bonitos o excellentar
cokes, tcancas, cache-pnes, assim como az-se lodo e qualqner trabalbo de cabello
qoe se-oncommeodar.
Aoha-se tambera o acreditado Tnico Delsuc qoe so recommeDda pela sua ex-
cellente composicSo. O dono desie estabelecimento, d'ora em diante, pode ser pro-,
carado a qnalqaer hora do dia para os misteres de soa "pTofisslo.
Vfide-se algodao-de lista proprio para
roopa de osera vos, ipor ser;forte a s/60 rs. o
aovado.
54, cobertores de algodSo com pollo a
14400, na liquidadlo.
M&f* Cartas e saoga
Vende-se cortes de ganga para alcas de
bomem a 809, ditos de brim de lisia, a
14800.
Brim liss
Vende-se brim liso para calcas de traba-
Iho a 500 rs. o metro.
Brim sarde trancado
Vende-se brim pardo traacado a 700,
800, 900 e 14 o metro.
Bramante a 14800 entre
Vende-se bramante para lences e toa-
lhas por ser moito largo, a 14800 e 24800
o metro,
Algsdi* infestis
Venderse al jodio enfesudoja 900 rs. o
metro.
Picas de algolie >
Vende-se. pecas do a^fodlo com 20 jar.
das a 34800, 54, 6#, 64600 e 74.
Pera* it madajalle
Vende-se pecas de madapoQo com 24
jardea a 54, 4500, 6sJ, 64500, 74, 84.
84500 e 164.
Otllarinhos e papel
Vende-se nm resto de collarinhos de pa-
pel a 200 rs. a dosia.
<9HKtt HqsancSe de napa ftita
Vendem-ae palitos de casemiras de cores,
sobrecasacos a 94, ditos fraq es a 84. di-
tos saceos a 64, ditos pretos, panno bono,
a 8f e 104, ditos de alpaca de cor a 34,
ditos pretos a "34500 e 44, ditos de meta
casemiraa 24, (lites de brim de cores a
1#86t) e 24; tos braocos a 4.
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
lona para telas
Cambraia Victoria
As verdsdeiras trazem os nnmeros estampados
as pecas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C. c
46 Ruando Gtmmercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Truene cua cada peca una bllhe-
te cosa o nonae
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
0 verdadeiro port|and:
roa da Madre *de Deb d.
JeSo Martina de Barros.
S se vende Da
22, arnrazetn de
mm

DE
YIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia % C, Tua Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do Queima'jo.
L ja de Gaspar A. V uimari
L3as codfmesclas de da, fazenda superior e
oais larga que chita france;a a 508 r.e covado.
Dita com listas a 360 rs. o covado, (hitas miu-
dtohas a 500 r?. o covado.
Dita snpenor a *0 reis o covado. dita 160 rs.
Dita malisadt a !00 r>. o covado.
Dita escocer de cies fixas a 840 rs.
Cambraias da cores Ixas a 280 rs.
Ditas. brancas a 4*300, 4*800, S*000 e
3*00 a pk c?,
Madap.Ilo bom a 4*900 a pees.
Dito a 5*, 3*800 e 6* rs. a peca.
Roa do Duque de Caxias n. 43, amiga ra do
Queimano n. 1" _____*________
' l'olvora barata para acabar
Vende-se plvora lina para caca, em latas de
leras, meias e quaitas.asaim como a gnanel em
barris para caca e festejo : para ver a mostra e
tratar na ra da Crui o. 16, (armaiem) com An-
tonio Cetario Moreira Dias.
C0NT1NUACX0 DA GIl\NDE 11- M
QUIDAgAQ DE FAZENDAS LIM-
I AS, A' RA DO DUQUE DE ,
CAXIAS N. ;9.
Chitas Unas, clarase e.'nras a 160, i
200, 240 e 180 rs. o covado ; cambraias S
de cores a 200 e 280 rs/o covado ; sipa- i
cas de core; com llrese de li.-tras aiU
e 800 rs. o covado ; algodao branco a -<
4*000, 4*500 e 8* a peca; madapolaoa jg
4*000, 4*500 e 5* ; dito largo a 8*500
e 6* algoJSo de lis-tras pror para E
roupa de escravos a 160 rs. o mos; 1
brim pardo tranca Jo e e^.uro a 5C0 rs. m
[ a vara ; chales de nierii.0 lisos a 2* ; o- g.
tos estampados a 2*500; chitas paja ce- I
Iberia a 2>0 rs. o covadi-; cambraia Lran- BBH
, ca a 2*500 e 3* ap corte; da victoxia m
Bna a 800, 5* e 5*500; loi.tias fclpu-
I das a 8*000 a duiia : lencos braeeos a
[ 1*680, 2*, 2*500 e U ditos grandes a
I 3*o00 e i* ; ditos de sed ..PW"10 _
00 rs. cada um, ditos de hnho uno- a SBJ
\ 5^500 e 05 a duza; cambraia para forro -|
1*800 a peca. --.--mS

i
Fita especial
para os que Creram campantia do Paraguay. A
aguia branca roa Duque de Caxias o. 52 rece-
ben dessa fita. __ ___
Vende-se
LOA DA CONQUISTA
Ba do C&buff n. 6
Superior finho 9e uva pura 'especialissimo, pas
to, em 5. e TO.' fle pbpa.
Dito d Porto mnito fino em 10. de pipa, pro-
prio para mrmo.
Dita dito D.Tjkz 1 em cairas de 12 garrafas.
As nalidad superiores berdj.de ao possuidcT de gnrantir aos comprado
res n pureas de sna rrepnracao : a tratar na ra*
do garln. 4, primeiro andar, escriptorio- de
Iis Lopes ?avio. ______ -_____
Ferro
IIAPOR
BIA DA IMPEJIATRE N. 36
Grande reducto nos presos
PECHINCHA SEM IGUAL!
SLoto & Olweira, proprietai ios deate bem corjoaciik e elegante estabeleci-
meoto, avwam aos seas amaveis fregaezes em geral, com especialidade ao sexo
amavel., qos estso resolvidos a venderem todos os objectos qoe compem o bello sor-
timeoto do fieu estabelecimento por precos admiraveimente oommodos, que em ootro
qoalqoer costaria o duplo, visto ser a mor .parte dos objecoe cbidos e confa pro-
pria das prindpaes cidades da adamada Europa.
Eis algomag das p- hinchas:
Latas com banha a 80 rs.
Ditas de tambor com harina a 160 rs.
Paos de pomada a 80 rs.
Frascos de vidrocom banha a 210 rs.
Ditos com agua de Colonia a 500 rs.
Agolbas com cabo para crochet a 140 rs.
Ronequinhas de looea a 140 a rs.
Pecas de babadinbo bordado a 700 rs.
Sabonetes de menino a 200 rs. e a dozia a 2.->.
Pecas de entremeios com 12 tiras (12 varas) a 1500 e 2o*.
Finos espartilbos a i e ">>.
Dozias de car rilis com 200 jardas alo.
Ricos e elegantes loques imilacao de marfim a 2#500.
Leqoes de madeira pintada a 10500.
Superiores meias cruas para homens a 43.
Finissimas meias para senhoras a 40, 54 e 90 a dozia.
Finissimas metas croas para senhoras a 100.
Pecas de tranca lisa a 40 rs. e o masso a 360 rs.
Crochet preto e branco, fazenda boa, covado a 800 rs.
Caiza com 100 envelepes a 500 rs.
Pecas de fita para eos a 400 rs.
Cordao para vestido, masso com 25 e 30 pecas, a 500 e 600 rs.
Baratos de cartas a 120 rs.
Trancas largas de caracol, 12 pecas, 700 rs.
i Lencos de cambraia de linho bordados a 10, 10500 e^20.
Ditos de cambraia bordados a 500 rt. .
Sabofietes transparentes a 80 rs.
Finissimas tesouras para unhas a 800 rs.
Boies de setim de todas as cores dozia a 320 rs.
Caiza com 4 papis de agolhas fondo de ouro a 240 rs.
Alm dos objectos qae cima v3o relacionados, existem muitos outro, como se-
jam : bico de seda branco e preto, lovas de pellica e de seda, ptimas perfumaras, le-
ques de marfim, sndalo e raadreperola, botinas para senhoras, sapatinho9 de setim e
toncas do mesmo, pentes de tartaruga para alisar, a3 novas anqoinhas. objeclo este de
grande novidade, e qoe se torna recommendavel s senhoras do bom tom, finos espar-
tilbos, flores, 19a para bordar, e muitos ontros objectos que se tornam recommendaveis
pela soa elegancia e modicidade dos precos.
Os proprietarios rogam s exceilentissimas senhoras a visitarem o teu eMabeleci-
txento para se convencerem, e aquellas qoe se n5o qoizerem dar a este trabalbo pode-
iSo mandar bascar o aue desejarem ver, oo se Ibes mandarlo levar em suas casas.
O Vapor das Novidades
RA DA IMPERATRIZ N. 36.
Gabng
tDfi
latonio 3Francisoo dos Santos A G.
Os proorietarios deste novo estabelaetmento jcrtgam de seo. dever fer apresen-
taSo de sea tHuto, para obtenem do respettavel patolico, xm especialidade de seos*
freguezes, oaoolbimento doqae todoaoaeesstam om sea recinio eommercisl.
A CosMfOKta, lo garanta nem pcMe dar fanendas a seas fregueses,' mas tendo
por divisa oooouietar a todos, para queno comprem em outras casas, af9rma-lbes
que serlo patudos com agravSo, lealdade emuitaimoderacao nos procos.
A Cfeooaistacbando ser enfadonbo paraos leitores o "mencionar o seu granee
sortimento de fazendas finas, apenas descreve sement as aaendas pretas e objectos
pwsprios para aqaaresma, eomo sajan :
Grososaple preto de "diversas qoltdades.
Gorgorio. preto para vestidos.
Casa^nsahos pretcs de -ieda.
Ditos ama de gorgoreo Maniiwba-s' bnisileiras para cabeoa.
CbapemtS".e chapeos, para seobres, o qoe ha de memor.
Lovas e pellica braocas, pretas -e de cores.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com omostra, para qoalquer casa que para isto lhes mande nicamente o nome da roa -e
somero da morada.
Vende--se tema de Ierro jalvanisado de 6, 8, H,
11 e '#! palmos, mais barato do que -em mura
ualquer parte vista da qualidade : ma ra !
Hartn. 6>_____________________
HODRIGL'ES &
Roa do Mrquez de OHnda n. 6
Vndese nes> xcellente cofre de ferro, i pro-
i de fogo, poc preco umita commodo.
m Doc. Doce. 'l)cce.
A' rus de Hsrcilio Das, outr'ur Direita, n. 91,
l^se aeha om eompleto fortsmeoto de doce re goia-
baemca1x9es e latas, o aue'-ha de mais fino e
fabricado com toda a [wrCeco.
Um oesnpieto sortimento de caixoes de 1 si 4 li-
bras para todos os precos proprios para saisfazer
encoewasndas de fura da capital.
Tasnoemlu sempre doce de laranja, lin, o, ci-
dra e bananas.
' QotO) davidar venha ver, que ir salisfei: to com
os preces e qnalidades.
ua Nova d. 22
Para e&le eslabelecinieDlo acaba de chfgar um
riqusimo so.tmenlo de obkejqv tedos-novos, os
nuaes sao das stguintes qualidatles :
1 Machinas para faier caf em cinco minnt, a
auae. faxem o caf c m todo o arena, e com me-
nos quantidade do que se cestuma a usar, por .e-
rem de um >ystema intiiramette moderno.
EslM pecas Imporuntlssimas podem tambem, se-
vir para cina de me*., sendo os seus precos de
cinco u cem mil reis. __,-
Asexplicacesparaater-sso afvtem empor-
^Taabem^^ara vender neste estabelecimento
reflu simas esleirs brancas e de cures, oara, fer-
rr la oor creeos mu to baratos. Bem como
SIS 1^ w*.Si para lavar casas ladrUbnd
e assoalhadas as qoaes sao de qualidade inteira-
menie nova neste mercad-.____________
pechincha sem igual.
Superiores las escomas de tjmg*
farenda de costo psra vwudos a 400 rs. o eova
do !end?-te na Vua Primeiro de marco ontr,
S do Crespo n. 13, U i ds cclumnas.de
nlo Corri de Vasconcelos-.-.
Ant
T
i00 CADA UM
^ cm cabos de faia, sendo os macoados de ac mnito bom, proprios para oarwaas
ou eegenbos: vende-se i ra Nova n. H.
Cadeiras americanas
com.bracos e asasatos de pailwha: i na Nova, armaiem o. II.
Pregos americanos
de 2 a:3 poltegada&,^roprios aara barricas, a 80 rs. a fiara : i rnalfeva, armaeom
n. 11.
Tasas americanas
cabeca redonda de 5/8 -de comprimento, propwas para UmaiM|ueiros, oo onlro qoalquer
raister, cam toqne deearogem, a-80 rs. o maco de maia libra, oo 84 a caiaa com 150
macos: roa Nova, armazem n. II.
VELflCIPEDES
aun doas radas, proprios jara bomem, a SO0 costam iSO-cadi om: aade-se ra Nova, armaiem o. II.
Grampos de pao pata segurar roupa
sendo de madaira, proprios ^ara prender a roqpa que se *"
240 ra. a duziaou H a cai\a com 36 dozias. X dar,
PA.K1 IMCBWHO
om reeebedor e conductor de bag,-,o da meenda, leraodo por si o bagaco na distancia
qoe te nesta provincia : veode-se muito barato, rt*"Nova n. al.
'-Vndete a ooaita parte do sobrado n. iiO
di rna D re U : quem lttizer eulenda-se com
HermenegildoGuardo do hego Mon.etro, a ra d>
Qqelmad n. 33. ________,----------
Yei-de-s
ViolSes, violas e quitarras mu,o
na ra da Uno u. 39.
bem feita?
\V% II
Mc-irino
DA
A i. a maila
A pares de sapatos de tranca do Porto pa xa ho
meme seobora, nmeros sonidos : na pr a^a d
Independencia n. 22. I
Lingoigas das Ilhas em latas.
O mentor que tem vindo a este mercado,
dem; Jsao do Reg Lima & Filbo ra do
numero i.
| ves-
Apollo
.'boas
araor
i-aur
B, de
rna
Tabellas Yermfgas
Este- Medicamento o nico que pelo s>
aroma- e gjosto agradavel ae torna o mais
para a espul.-ao das lombrigas. E' fcil de
porque sea gesto igual ao do cbocolal
prooote ffeito.
DEPOSITO
Pbarmecia amerieena de Ferreira Maia & C
Pugna de Caiias n. 87. '
BSPfiLHOS, VIDROS, E MOLDUR. kS.
a -loja -da Agoia Branoa acaba de re ceber
um \mviado sortimento deespelbos, de mol-
dura? delirada-, emitando Jacaranda ; i issim
como ntdros, e moldaras para qoadros.. es-
petos* etc., e eomo de costme os pn )cos
sao cu nodos.
bota a seccar em cordas, a
nSo vender: roa Nova
OLEO
DE FI0AD08 FRESCOS
DE BACALHAO DE
PHco2RueCastiguonePar!
is 9. AURE1I O Cu, *m Ptnamhuo; iOSK BELLO, w Ptrlt AUpt\
SILVA LOPES, mBckit; FEBREmA ^ C1', Maranhao.
ATURQUEZA
EsU nova loja tem, alm da completo sarumepto de /alendas, o segomte qoe
vende barato : ,
Cretones de rores fixas a 400 rs. o covado.
Moito boas minsa'ina; a 180 rs. o dito.
Baptistas a 560 rs. o dito.
FostSes de cores p3ra vestid"! a GOO e 800 rs. o dito,
LSazinhas a 440 e 560 rs. o dilo. -
Alpacas de cores a 700, 800 e 900 rs. o dito.
Sedinhas de listras a 1^500 o dito. -
Organdys brancos a 800 rs. a vara,
Saias do 13a e braocas de 4 a I2000. .
Lindas camizinhas a 10-^000.
Lacos de fita para cinto a 4$ e 3^X)0.
Ponhos e golla de grs a 4<5EOCO.
Chales de merino estsmpados a 3500. ,
Baloes a 3,5000.
A' rea do Bario da Victoria n. 9 (mig ">* Nova) loja da TURQIJEZA,
ATTEMQAO
Vende-se oasa jardineira de Jacaranda cota
lampo de pedra quaei nova, -por soito pouco di-]
ubeiro : perno* que quixer drrqa-se a Olinda
na rna do ASjoro n. 29, casa terrea.
BAffiADA.
Tendo chegado ha poneos das esU praca ik .
aio portusupz Soberano nma pequea remes? a
devte neelar delicioso, constante de alguraas pw ,?,
meias ditas e barris de 5'. ja bem conhecidr ^
bastante acreditado pelos verdadeiros apreci ,d,j-
res ; e visto nos ter tocado a pnmaiia (ce o moj
OOsanMores deste importante artigo) enamaro os p,)r
ste meio attengao dos amantes do .peno NRAo
da Bailada, para qne se dignem oncorre' ao ar.
ligo, e muo conheeido e-tabel-eirnento d0 nrao
Onre, i ra do Imperador n. 3b, de Rodriuus
& C, sonde sero servidos perfeitanr ente bem,
com todo o agrado e Manaes, ys f ,roprietarios
do sobredito ilabelerimenlo resolver rfm orientar
aormein do prseme annuncio aos d' gaos aprecia-
pdores dt> bom vinho, pra que nav*yam illudi
em onlra qualquer rs', visto qow s a elle ac-
tualmente euwprs a vuSa do veedadeiro refrige-
raate. ar.iund airada.
I.

Paro oo rs. de engenho vrr.
Cha, fazenda bem conheeida pela sua fortida i.
mais larga que chita, para roupa de escravos, a
200 w. o covado na ra do Crespo n. 20, loja do
Goilherme.
<3a^agiiiiiiios a duqueza
De orgurlo praio ricameotn enfeiados, rece-
beram-se na loja U America, rna do Otug
n. 19.

PAPEL DE SEDA E DE LLNHO PARA CI-
GARROS.
Acaba de ehegar urna grande en*.Qmmeflda de
papel de seda e de Hnho largo,- para cigarros, na
Nova Eperaaca. ra Duque de Caxias -n. 63.
Vende se a loja de calcado nacitaal
da roa da Imperatriz n. 38; a tntar na
mma, das qoatro horas da larde, oo do
largo do Forte do Millos n. 4 com o pro-
prietario da mesma.
Livros classicos.
Para ingles:
Macaulay. Esssys. -'
Liogard. H. of Kngland.
Slecl Passages.
Motta-grammatica.
Para francei:
Regnler-Thf aire classiijue,
Chateaubriand. Goie du christianism?.
> Martyrs.
Filon-Narratlons.
e todos os mais livros para exames.de preparato-
rios.
_________L1VRARIA FRANCEZA.__________
Franjas pretas.
A .lauia branra receben do Rio de Janeiro jm
pequeo porm bonito sortimento de franjas pre-
u par enfe'iw de vestidos._______________
-r Vepde-se o sobrado i). 7 da roa do Boro
Jess, ontr'ora da Crur : a tratar na ra da Jta-
dre 4e D*? % 36, | andar.
KLN'G OPPAl.N
' ou
o'rei da or ame icano
Unrco deposite do verdadeiro, na pharmacia
americana de Pemira Maia ra duque
de Caxias n. 57, amiga do Queimado.
Continua ?o
Da graede liqaidaclo de fazendas
limpas e barata, a roa Do-
que de Caxi?s- n. 82
Riscadinha de lindos padroes a 160 rs.
o covado.
Chita de cores a> M0, JO e JiO rs. o
covado.
Ditas escuras a !40 rr.
Alpa-as flnas'de cores a 560 e 640 r.
twsdo,
tais com lisiras de seda a 500 rs. o
covaoo.
Madapolo a 35100, i 5a, 5*500 :
6* a peca. ,
Dito muito largj a 6* a pec<.
Dito f.ancex a 9*300.
Brim do cor fiuo a 400 rs. o covado.
Dito pardo trancado a 500 r, a vera.
Chales de merino a 2*.'
Camfcraias de cores, lindos padroes a
2i0 o covado.
Ditai branca para 2*000, 1*500, 3*000
e 3*500 a pee/.
Casemiras eseuras a 2*000 o covad-
Algor ai branco 4*000 a peca.
D:(o com 4 palmos de largura a
Ergenno
Vende-se por liSCO* o seflrfvel engenhe de
animas*, distante da via frrea 4 milhas, lamben
se vende a safra ereade : na ra do Ltvrameata.
0. 14ed r *fornC*-



l*toa***6e>Tem*lBma ,-ai Sexta ean S8 d* Abril le #71.
aj.
......


'
RIViL SER SECUNDO
RA DUQUE DE CAXl.t N. 49.
Jokj Bigodiabo, com leja de aiuexsi,
avista tod'scs o seos fregnezas torrando tudo ptlo ureco, a vista da fazeo-
da, para toaos adairar, a saber :
Gratas de bo5ee de looca branca a
Capachos mu to bonitos a WOe
Caitas com lOO aovelopes fazenda
fina a 500, 6(0u
Pares de sapatoi da' 15a para me-
ninoa a
Espelhos de moldara doorada a
00 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta prtta a 80 e
Pecas de fita elstica omito fina a
Latas com superior banha 60, (00 e
Latas grande com superior banha a
Frascos com oleo de Philocome a
5O0e
Frasees erra macas* a Peruia a
Caixas com 12 sab.netes imito
Irnos a ^JIOOO
Frascos om agna de Colonia ferda-
deira a
Dilos-eom oleo de ba )Osa suderior a
Syllabario portogae? litro muito
bom para crianzas a
Barritis de retroz preto com 2
oitavas a
Him tonjuinhjs lie fi para me-
ninos a
Caixai com agtillia francesas a 160
160
Pecas de ti ra bor Jadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Cirtilhs da Dontrina CbristSa as
mais modernas a
Lino das missoss abreviadas a
Copos grandes com sopeior banha
Ma^os de paHitos para deotes o
nielhor qoe ba a
Pacotes com 3 sabonetes ingiezes
fazenda fina a
Caixas c f-zenda fina a
Escotas muito finas para I i apar os
denles a
20
700
800
320
UOOO
2i0
100
soo
2(0
320
fr.O
24
1*000
320
-400
600
200
240
11000
14300
400
15300
500
160
COO
200
Sempre a Nova i:*i>eranca! t
AO BELLO SEXO.
Esta luja bem conhecida pela soa elegancia e
Japeiwidade de seas objectos, acaba de receber
mmtos artigos para o qoe respeosamente convida
jo bello sexo a viiia-Ja, aflm de compraren! aquil-
o qoe precisarem para preparos de vestidos toi-
ete ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
iazer algum prezente..4pois qae s5 na Nova Espe-
raba carao sati.-feitos, j pela qualidade e pre-
sos raroaveis, e mesmo por qae a Nova Esperan-
ceuiana-se em nao se impacientar em dar a es-
oolher os objecto?, preslando-e com o agrado
en que cosiuma receber a todos, aflm de que
saibam com o Drrae proposito de voltarem ou
naodarem a mesma toja, logo que precisem de
qnalquer artigo por pequeo que seja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as do Li>boa a Nova Esperanca para
rmmens, seuaora e meninos, sendo brancas e de
cores.
NOYIDADE.
Bico de quipore preto com branco, a Nova Es-
peranca e so quem tem I II
Caixas para joias,
A Nova Esperaqca recebeu boas caixas de sao-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de omitas qaalidades a Nova Espe-
ranza. *
Pan extinguir panos on sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
g.era.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxia n. 63,
vende vefda teira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
lauto francez como inglez, esto expostas venda
na ra Duque de Caxias n. 3, na Nova Espe-
rarla. Y
Extractos, .banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavando, etc., etc.,
m lo de superior qualidrde : vende-se na Nova
Esperanca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ru Duque de Caxias n-
63, recebeu um lindo sortimento de la para bor
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
la, escarate etc. etc. a ella antes que se acabe I
-Chocolate homeopalhico de Londres e do Ma
ranbacj, veude-se na ra e.treita do Rosario n. 13
drgaria hi meopaihiea.
NOVIDAIWi|| '|fl
* w.
AO
BAZARBO
aaaceull-
feliz reaonfdo ensalada pelts mais habis e raco-
nhecidos medico, e or elles eooflrmado ser esU
a nica qoe radicalmente cora em menos
M
A WBA DA IMERATRIZ N. 60

DE
:
f-
<-Ji FEUX PEREIRA DA SWJk ft C.
Os prfiprielarios deste importante estabelecimento qaerendo dimianir o irande
deposito que team de asflodas. r*aoleram liquidad, .fezend per conseiruinte Tma
grande redcelo nos precos das mesmas, afim de pederem watedia por precos osis
baratos, do gue ae encuato emoutra iqualquer parte, por jso comMam ae rasaeUa-
vel publico e a seos rnimeresos fregoezes, virem eoftirtie ,eat*MTeitabelecimelto,
certos de que enciLtrafao om variadissimo sortimanlo de fawaiM auderna Ao maja
apralo gesto; alm e um grande sortimento das farendas de primera naceacidade
todo pnr preces moito commodos, visto tefam o$:froptietaries adoptada etfstejar d
venderem a dmbei o para poderem vender pelo costo. As peaaoas aue ofiociam
em pequea escala podeo fazer seas eertimentos nesia ioja e etmazem, pelos mespios
precos que se compra ms casas ingleaj (iaiportasiorasi, assim como para aaais c>m-
modidade das Exnws., "fwilias se dar3q as.jnoia(as de \.*i* & fdpMdas, eu se (bes
mandam lerar pelos caixeiros^em saas casas para escolherem.
1 qnalquer agnfrrh o pwgieSo aiitigarf
BiM, sm o ttxlto ootroe medicameoiee.
E" tambem otil as |aoone>a qa flpres brancas,
qoet 1(^*01 antigs ou modernes.
pEPOSITO
'Na pharmacia americana, ra Daqoe de Casias
______ numero 57.
Em csa de THEODORO CHRISiITn
^'.W *H0W* ^r encootram-se
ege^tiahtjayieiai ii gaaidades de riohc
BqtdBanif.Bonr^Qggftfl do.Roeao.
A AGUIA BRANCA
RA DUQUE DE CASIAS% 50
>
(Outr'ora Queimado n. 8.)
i*J v
'%-*
SAL.
_^
Vende, Jos Dias Soares (em Maco)' superior
superior sal em pedra, o alqueire a 400 r., para
barraca, e 4i0 reis para navios, posto a bordo
ernbafcando-se qualquer encommenda por maior
que seja com toda a presteza posivel. PJe tra-
tar se travessa da Madre de Dos n. i, l an-
dar, com Antonio Pereir. de Miranda.
Ao rs acadmicos da facuida-
de de dlrelto do Recite.
Avisa-se que se acham venda por mais barato
pre.;o do que em qualquer outra livraria, na ra
do Crespo, Ioja d. 25 A, esquina da do Queimado
os riBI poocoi etemplares que resUm das Awno-
tageesdo Cdigo C-.mmercial Portvguex pelo Exm
Sr. coKs,-lheiro Dr. Diogo Pereira Furgaz de Sam-
pau Pimcnt-.l, eximio lente calhedratico des-a ma-
teria na umversidade de Coimbra, ob-a de subido
aprep e grnnde utilidad* para o esCudo do Cdigo
Lomnemal Brasileo, pela sua integra horntge-
neid.ide com aqaelle outro. Na mesma Ioja e
vrndem as memorias do Bora Jems de Braga com
ricas estampa, obra de grande mrito para tod'.
cidai'ao poituguez.

VENDE-SE
Joaquim Jos Ramos, na roa da Cruz n. 8 1
andar, vende algodao azul americanos verdad'eiro
e prfgns americano a, 3 e 4..
D'iodurfto de potassio de L. Foucber.
Estes emeitos teem a vantagem de junto i
maior exictida na dosagem (5 cerneen orna
gramma de odareto de potas>io) nao leem o sabor
desagradavel das solocSes : soa efflcacia incoo-
testavel, perqu o medicamento cheg ao esto-
mago sera ler soffrido a menor alterare, o que
muit3i vezes acontece solucao pelo metal co
iner que serve para a medir, alm destas a -oV
mu fcil transpone em viagem, evitando assi'm
a intf rrupcao do medicamento : nico deposito
na pharmacia americana de Ferreira, lisia A C,
ra Daquo de Caxias n. 57, amiga do Queimado.
CORTINADOS i>AM fiAMAS E J*NEL-
US A &M0|. lil.W'BtfiMOO-
No Bazar do Pav5o ven*e-8 em frande
sor tinento dos melnore* errtin Jos borda-
dos para camas e janellas que s TeBem
de 8<9I o par al 55, pechincha na roa da
ImperatrtzTj ?6# fazar do PavSo.
Ponpelinas de se da s o Patio.
Recebemos utn dos mab brilhantesisor-
tjmeotoe das maismodefas e Uttdjai pobpe-
lioas de seda e linbo, com tfcieadissimos'
padroes, assentadbs na< mas modernas
cores, e Tendtm-sepormencs do qa em
ontra qualquer parte, no Batar do Pav3oi
ra da imperairiz n. 60.
Sedas de listjnbas,a U o corado.
Vendem-se bonitas sedas de I i stinhas com
lindas e modernas cores, pelo bsrata preco
de U o covado, no Bazar do Patio, ra
da Imperatriz n. 00, de Pereira da Silva A C.
I.a/Juha moderaas com IIh
tras e inesclas de seda a6IO
rs. o covado.
Chegou para o Bazar do Pavio om ele-
gante sortimento das ma;s modernas 15a-
zinhas com listras e mselas de seda.pro-
prias para vestidos, sendo fazenda de mnita
phaotasia, e liquidam-se pelo barato preco
de 640 rs. o covado, M pecbiBcba, na roa
da Imperatriz n. 60 Ioja e Perei a da Sil-
va C.
MERINOS ESCOS.SEZES A 800 RS. 0 CO~-
VAOO.
Vendem-seos mais modernos merinos es-
cossezes, proprios para vesiidose boroous,
sendo neste artigo o melhor qne tem \indo
ao mercado, e qaidam-se pelo baratissi-
mo preco de 800 rs. o covado.
POIL DE CHVRE A SCO RS. 0 COVADO.
Vende-se purissimo poil de cbevr com
as mais delicadas cores para vestidos, tendo
escorase alegresesendj muito lustrosos
e liquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
fjzeuda para moito mais dioheiro, isto no
Bazar 6o fti-vao, roa da Imperatriz n. 60,
de Pereira. a Silva C.
LINDAS AOIIACIANNAS A 560 RS. O GO.
VADO.
Vende-se no Bazar do Pavo um bonito
sortimento das mais liadas agraciannas para
vestidos, tendo listras de seda, as quaes se
vendem pelo bara issimo prego de 560 rs.
o covado, sendo fazenda que vale muito
mais dinhe ro, pethincha na ra da Impe-
ratriz n. 60, do Pereira da Silva A C.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bdzar do Pavo vende-se um granda
soniuento de camisas iuglezas e raacezas
com pei03 e panhos de lineo,- sendo das
melhores e Idilios mais modernos que tem
vindo ao mercado, por precos mais baratos
do rjoe emoulra quaiqcer parte, por se ter
teito urna grande compra ; oade o fregoez
encontrar para lodcs os precos, ditas com
peitos e punbos de algodao, trmbem em
grande quantidade e de variedade de pre-
ces. E' pecbinca na ma da Imperatriz
n. 60
LAASINHAS A DOS TOSTES
S no Bazar do PavSo vendem se bareges
ou laasinhas transparentes, om- delicadas
cores,-pelo barato pre^o de 200 rs. o
covado, pechincha, roa da Imperatriz
n. 60, Ioja de F Pereira da Silva & C.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 900 rs,
O PavJo vende bonitas chitas largas e de
cores tixas ^elo barato preco de 200 r
o covado.
L5as garibaldina?, covado a 320 rs.
No Bazar do Pavao vende-se um elegante
sortimento de bonitas las garibaldinas,
de tolas as cores, pelo baratisimo preco
de 320 rs. o covado, na ra da Impera-
triz n. 60.
Panno preto do pavo covada a 2,5006 rs.
Vende-se panno preto fino pelo barato
preco de 2000 e 20500. ocovado,
rande pjehiecba ra da Imperatriz n.
bO, Bazar de F. Pereira da Silva & C.
Bramante do pato ou trfgncllas a 7,5 a eea
* Vende-se nma grande porcao de pecas
de bramante de l.nho de urna s largura,
sendo fazenda propria para lencoes, toalhas!
cerou'as etc, tendo 20 jardas cada peca,
pelo baratissimo prego rje 70000 a pega
grande pechincha; na roa 1a Imperatriz
a. 60 Bazar de 3ereira da Silva & C.
Esparlilhos" do pavo a JgOOft
Vende-se espartilbos modernos de todos
os tamanhos, pelo barato prego de 40000
cada um; na ra da Imperatriz n. 60 Bazar
de F. Pereira da Silva C.

. lornaes da Europa.
PoBUMhdade egaraoa no serv.co.
_UVtURIA FRA-NCEZA.
\nodi se rap Rocha Sobral,
na ra larga do Rosario n. 38.
muii i novo
ciffarreiros
Vende-se pap^f de Hed e de tinho, em resmas
dos teidadtiri-s fabricantes : na roa do Mariz e
Barros, outr'ora ra do Codorniz n. 8.
Saias bordadas do Pavo a 80000
Vende-se ricas saias bordadas coa 4
oalmos pelo barato prego de 80000, sendo
fazenda qne sempre se veede a 450000
e <60OOO, assim como panno prbprio
psra saias' sendo com pregas e bordados,
vende-se a 10280, 10400 e 0GOO o melro,
sendo apenas pr< ciso para cada saia 3 1/2
metros, pecbin;ha; na roa da Imperatriz,
o. 60.de F. Pereira da Silva C
Cortes de chita a 20000
Vedo-se curtes d chitas franeczas tendo
10 covados cada um, pelo baratifsimo pre-
co de 20OCO; nc Bazar do Pavao, ra da
imperatriz n- 60 de F. Pereira da Silva &
LAASINHAS A .gNflXQM A ,400 RS. O
Chegon p?ra o Bazar do Pavao am gran-
de s -rmento de Jiadissimas ,J3azKnas
Benojtoaxom n ores xah luidas e ny>-
deroas, sendo de urna s cor a tendo azul,
lyrjp, violeta, perolla, roxo, ciozento e
multo boa qualidade, qu se vendem pelo
bara issimo prego de um crozado o cota-
do, por -bater grande pcrgSo, en3o seria
para moito mais dinhefro, isto o a ra da
Imoeratriz n. 60,. Ioja de Pereira da Silva
CRETONE FORTE PARA LENCES A 20
CADA METRO.
CbegQapaiai.o-Iaatr do Pavo ama
grande porgo de verdadeiro toce forte
para lenr.es sendo moito encorpada e boa
fazenda com 10 palmos de largura sendo
preciso apenas pira, cada lengol um metro
e urna quarta ou om metro e meio, tisto
que a largura da fazenda da o comprimen^
to do lencol; grande pecbincba a 20000 o
metro na ra da Imperatriz o. 00 Ioja de
Pereira da Silva & C.
OS BRAMANTES DO PAVO A- B:o E
2#500.
Vende-se-superior bramante de algodSo
com 10 palmos de largura. proprio para
lencej-peo barato prego de ftS0O rs., di-
to de linho puro com a mesma largura a
20500, d.to francez o mais superior qne
tem vindo ao ajenado a 44 e,r60OOOrs. a
vara, ieto na ru# da Imperatriz a. 60,1oja
de Pereira jda Silw & C.
LUTO BARATO, CA4SAS PRETAS
AJ40.RS,
Veude-se no Bazar do Pavao a ra da
Imperatrii n. 60, cassas pretas francezas
para luto .par jiSo estarem bem pretas-
assim como chitas teda preta, porm tams
bem com defeito na cor, mas muito forte,
a 120 rs. o covado; peebkcha de Pereira
da Silva dr Cemp.
CASSAS FRANCEZAS COVADO A 300 RS.
Vendem-se cassas de eor verdadeira-
mente francezae com delicadas padroes e
com deseahos aiudos e grandos a 300 rs.
eada covado, ditas inglezas finas bonitas a
200 e 240 rs.; pechincha do Pavao.
TARLATANAS LISTRAOAS PARA
PARTIDAS.
Chegou um elegante sortimento das mais
bonitas tarlatataas com listras, tendo de to-
das as cores, sendo de milita phaotasia e
muito proprias para vestidos de baile e
vendem-se no Bazar do Pv3o a ra da
Imperatriz n. 60.
PEQAS DE MADAPOLO ENFESTADO
A 30000
Vendem-se pegas de madapoljo enfes-
/ado, francez com H metros a 30000 rs. a
pega; pe-hincha no Bazar o Paypo a ra
da Imperatriz ru 60.
CAZAQUINHOS E BASQUINAS DE SEDA
A80.2OA&2SWOO.
Chagou para o Bazar do Pavao ma fran-
qe sortimento de ricas basquinas oo casa-
duinhos de seda pretos ricamente enfeita-
pos, sendo d(s modelos mais modernos que
tem vindo e vendem-se a 180, 200 250
na ra da Imperatriz n. 60 Ioja d Pe-
reira da Silva & C. t,
RICOS CHALES PRETOS COM" FRANJAS
LARAS.
Chegou para o Bazar do Pa3o um gran-
be sortimento dos melhores chales pretos
dordados a seda, com franjas muito-largas
de retroz, e vendem-se raafto em conta, na
roa da Imperatriz n. 60. Bazar do'Pavao.
Ponpelinas do JapSo a 500 rs. o covado.
No Bazar do ?av3o vendm-se delicadas
ponpelinas do Japo, pata vestido*, aen-
do padroes rcglezei, pelo Jarato prego
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
de urna s cor e moito lustrosas a 500 rs.;
ditas a biO, bonitas tasinhas a Benoiton,
com delicadas cores a 410 rs., ditas poil de
chvr a 560r s. ditas com listras de seda a
640 rs. todas estas laas sao de grande ?in-
tagem em pregos e liqnidam-se ra da
Imperatriz n. 60. .,
LAAZINHAS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A 800 RS,
Vende-se um elegante sortimento de 15a-
aobas amazonas muito lindas e :om as mais
delicadas palmas de seo a, tendo largura
de chita franceza, e com as cores mais
novas qoe tem *iado ao mercado, e liqui-
dam-se pelo barato prego de 800 ra, o co-
vado, no Bazar do Pavao a roa da Impera-
triz n. 60 de Pereira da Silva 4 C.
CHITAS BARATAS
Chitas a 200 rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 200 ra. *
Chitas a 240 rs.
Chitas a 2C0 rs.
Chitas a 240 rs.
No Bazar do PavJo vende-sa urna grande
porg5o de chitas claras e escuras, miodjs
e graulas e de muito bom gosto, peh ba-
rato prego de dous tostoes e doze vintens
o covado pecbincha, roa da Imperatriz
n. 60 de F. Pen-ira da Silva A C.
Chales de renda a
O Pav5o vende gran '
preta sem defeito alga
tas a 25500 rs., e de tres pontas a 10600
rs. pechincba, no Bazar do PavSo.

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K jl ro #. i
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LENCOS JRANCOS PARA ALGffiEIRA
A Aguia Branca na ra Duque de Ca-
xias a. 50, est veodendo baratamente len-
cos braceos e de tamanbo regular para al*
gibeira. Os diflerentea prego* de 20.
204CO, 20800, 3|200 e 4|000 a duzia,
t3o os que de mais barato se pode encon-
trar em tio boa fazenda. Tamben ba an-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais fina a 40 a duzia. -
TOALHAS E ERQNHAS
de labyrintho com boBitos desenbos, e per-
feita imiugo de tecido no paiz.
BONITOS ENTReaWIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pegas de 12 liras, e proprios para cor-
pinhos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 13 de cores para criangas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
Wes, to., etc.
TORGAL PRETO, BRANCO'E ENCARNA 0
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas a stereoscopos em ponto
grande.
fes! panoramas com 4 ttan, Mas e afra-
dave,diomnperfeito ratretenimento para reu-
nioes defamHias.
nico legalmente antorisado e approiado
pelo consellro *Je sade.
orne ETOSITO
em
PERNAMMJCO
Pharmacia e drogara
de
RARTHOLOMEU & C.
_____34-^4rua hrga do Rosario34.
CAFE PURGATIVO
.A' KCAJUONEA
De B,NBarral
l*harmaccntleo-c:bIml4.'
A ntilidade dos pactante nao soffre demon
traco algutna; a preseripcio diaria qne dalles
fazem os mdicos e o nao anda mais frecuente
eitQ pelo publico sao pnms irrofragaTeis tanto
como a qnantidade nnumeravel deste genero. S
falta perfeico3r eada ve mais o modo de admi-
nistracao, de manja qne conservando a sna ae-
cao, elles poa nem a?co e sobretado sem receio neni perigo.
Muitos purgantes afamados s devem este bom
xito ao sen efTetto intenso e exceasivo. D'ahi o
pango, porque irriacSes de estomago, inflamma-
coes de entranhas $5o ineviUvetment o resalta-
do do.sen emprego. Nada disso tem-ae de recear
com o cafe purgativo.
Todos connecem por experiencia o aroma sua-
vaA ^e,t? "&eiraraente tnico e excitante da
cafe. Elle o melhor auxiliar dos purgantes dos
quaes databa o cheiro o sabor e ajuda a aeco
soMicUando yagarosamento os aovimentos p7is-
lafticoa de intestino, e pretenido o sen efleito
nuito intenso sobre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacuacSes com promp'do
e sem coBcas. e torna-se um purgante brando,
ceno, fac! a tomar e prefrivel a todos os outros
salvo urna ndicacao especial da qual o medico
o muco'jnir. H
A iauMcuidade do caf purgativo permitte de
emprega-lo era todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
efe deste, destro a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flataosidades e excita o appeUte Em-
pregado mais i miado, convenote para eva-
cuar om vagar a bitia.e os hamft.es viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de caneca e prev 03 ataques de sanira
as pessoas que a estes sao predispostas.
MODO DE KMPRBGO/
E tao simples como fcil. O cat ^orgativo
deve ser tomado fri, pura ou misturado com um
pouco de teito fri assucarado, ou agua assuca-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto ; duas cothjres de caf bastara para
as senheras o para toda e qualquer pessoa que se
por fcilmente.
,i *r5 Mcr.ianCa9 le 8 10 annos, a metade do
vidro suficiente ; de 5 a 8 annos, urna colher
ae care, e a quaru parte do vidro smente abai-
xo desta idade contra a gosma.
E' por isao d'nma administracao muito mais
raen do que es biscoutos, chocolaies ou boios
purgativos.
Da-se immediatamente depois leite qnente as-
sucarado ou caldo leve, e duas ou tres chavenas
de cha preto ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e. drogara de
Bartholoaeu A G. : rna larga do Rosario n. 34.
BARRETES EM PONI Xtf
meia para recem-nascidos.
LIVRINIIS COM DESENHOS
par a roe bal, matea etc.
FOLHAS IB PPEIS COM DESENHOS
em ponto maior ara os mesmos las.
. NOtAS TRANCAS DE PALHA
para enfeites de vestidos V'Jf* v>""
.PERFUMARAS INGLEZAS
A A guia Branca tem recebido finas per-
fumarias ingleMs, sendo eitnrtlof concen-
trados de agradaveis tJelros, pomadas fi-
nas eMee as ouaea se neta d'alpaca, agua
da colonia, cita de lavander eto. cao. assim
como finas escotss ingleas, e- opiata para
denlas. Tambem receben, xirfado.sorti-
meoto de sabonetes, qoe oe est \oadeado
baratameate.
Cminhas com 3 saboaetes reiEalicos a
10Dt>u e zpuuv.
Saboaetes areentos a 500 "rs., kis da
alcatrSo a 00 e 006 ti. cada to.
Pasta de amendoa para la\ar e amaciar
ae mSos e o rosto a I o fcafco.
E assim moito euros ebjeries de per-
fumaria.
Alfinetes pretos com ptngentes sem
al loa
mfuiSS iv08 pretos com ^Guatniebea de botoes pratos para ambos.
borlas lapidadas. abertura e collarinhos.
Brrncos de boaJo, e crystaL lapidados, e _
Contas grossas, redondas e lapidadas para Caixas com nma osa 800 rs.
pescoco.
'Voltas de cootas, tambem redondas e la-
pidadas, com crazes.
Pulseiras pretas.
Objectos para lnto.
MATA MOStA.
Cbegou nova remesaa de pajttl jnaU
mosca e tntiuua a ser vendida m jafa da
Aguia Branca.
50
s
o
Ia
o
fr fi

Chacolale de sade, de Minier
E' |elo seu agradavel gosto e suave aroma que
esta classicado como a primelra qualidade da
chocolate, e com justa razao o procuram como o
melhor de todas as marcas de chocolate Moheci-
das, o bem conhecido nome de Menier nos dis-
pensa de sermos mah estenss.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
.-_____ numere 57.
Elxir americano
Usado as gotas este elixir em um copo com agua
e um excePenle conservador das gengivas e lim-
peza da bocea, bochechando todas as manbaa. E'
tambem um peeroso e verdadeiro calmante as
dores de denles.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numero 57.

5AR0PE
PURATIVI
BoDGIBElr
MEMBRO DA ACADEMkDEMEDICUVA
Preparado por oeslauriers.ph.
S/c os BOUTIGNY'DUHAMEL
31 Ra de Clry Paria
O Xarope depurativo iodu rado do Dou-
tor bibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom, certo e constante ra cura
aas tmpi0i*, escrfulas, molestiasdapelk, ,
victo do sangue, ohtr vecoes bmiphaticaj,
molestias contagiosas {syphUkas), leves ,
tu inveteradas, e de todos os accidentes que
a ellas dependem.
rJt aT deste XarPe foi approvada
pea Academia imperial de Medicina de
Pars.
BrDs^K>sito nas principaes pharmaciasdo
veZlam,bu?'- MARERe C; Joaqdim
Si^S da GRUZ Correia Jo da Con-
E Bravo C\ Augusto Caohs :
?B^On0MEO e CU' AI.EXANDRE R.BEIR0
Abreu Ribsiro ; Joao da S* Faru elRIo.
Linguiqas das Ilhas em latas
,2, mJ 1?' ,em vind0 e8,e mercado : ven-
jo n. 4 g ma Filho : a rua d0 APQl-
S T
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novo superior,
^nf^.TDi psra erabrque em pequeas e gran-.
des porges: vendem Joao do Rega Lima & Kilho.
a rna do Apollo n. 4.
do ^KX9!tS^ff^^seganda vez as verdadefas preparacfl5s
Depon de algons annos, emqoe as falsificagees de Hamburgo e mesmo de Nw-
Yorktiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito ooe
estes remedios haviam alcancado por seos maravilhosos effeitos conseguiram introdonr.
EEffi i PJlbl,C0 ,ncaQt0j com'Dma reducai) de Pre?- nnlliOcfcdo o verdadeiro
ment destas admiravels preparacfjes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nollos effeitos, lembron-se o autor de fazer a declararlo abaixo e a
dar diplomas aos que venderem os seus legtimos preparados.
Previnase o respeitavel publico do qoe as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
dwat so se vendem nos depsitos cima declarados e trazem nm rotulo iiraaJ ao deata
annancio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymondo Carlos Lei-
te 4 IrmSo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, s3o os nossos agentes
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Portu-
gal. Noticiamos ao publico, que n5o se podem obter os remedios do Dr. Radw,at1 C.
(e que s5o preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de Nw-York n0i
Estados-Unidos), sen5o das pess as que podem produzir a presente certificaco e altea-
tafo e qne a produzem, subscripta e assignada do Dr. Radwat A C. e dos Srs. Ray-
mundo Carlos Leite Irm5o como ao pe. Todos e cada om dos remedioa do Dr. Ra-
oway 4 C. sa"o acompanbados de cdulas smelhantes as que parecem aopesta cer-
tificafaa -
Examnese bem a assignstnra da firma do Dr. Radwat C. ae p di presenta
sertiflcaeo e compare-se com o fao-sime as cdulas com todo* os-frascos efaixinba,



l
VM <* tt**aJltt>W *vlto*ftft
rwrw|waeQmur Ma.
CANOS Ss bw ftfcaer f*t ee^to.
Wjar en avefe t a eoateato.
dttodas as quaiidadet.
, deaascarocar algodio.
!* arlarte fe Rsala.
MOftSS^" to coaomieos.
SaSS^SS^* G*atiar Frflrl-
isSieBBf1"'*.
.tan.; t.t?SL^,r,, *ACf,,w de
GRXIIE
*. i ra mmn m mm
AO BOM TOM
o,
'r
vm i
!!Ws2dS^^^^^^ d. moda ^ borneas
^wraaws: as sstt^~r^&'
pnmeiro inroduefcor dos pocos tubulares daibys-
sinia, em Pernambuco.
Camisas a ceroulas
0 moteo elegite vende camisas Sus
dadaaa 520 e maito finas a J20J a dua
e?ro? de RDb0 moi, flnM de *W iHo
m b& pannos de crochet para sof e ca-
empre
temo.
De \M
tendeo, pos
Mantihas olindenses
%&SLttt91 recebea ricas i-|^JSDa,A"$edi!l,foeijda
to de babadrabos e- entremetas: Opados e
S^?!"* f-? rii08 e W*'n6' espar-
tibos de 40 a f 2 caa om, ^
Musen Elegante
recebe por to.dos os vapores lavas de pelJLi-
o da primen-*, bbrica de sboa, assim como
encontrar as tm* familias ueste impor-
'aole estabeJecimeoto m grande sertimf nto
le artigos para smenlo, coa s*jan ri-
cas gripaldas, finiasinias metas brancas de
ida, Hgas, furas branca*, Jeques finos,
anca de seda. h**nt> soperior,
nbw I i./^.--- \ "MioBuwi- -../- iuui u 8cu, lazenaa soperior,
merina! lm ?raJ Pj sermeras (ancas, galfes, botoes, bicos de blond, 15-
Cortes Qe Casimira W > as W' esti-vendendo pero W- tas de grosdenaples e deYetm
Corles de casimira de cor fase oda sqperlor lieos
^ de qaadrt a 4*000 e SjOUO o corte? catiioira
c.^adf Pe' b,ra,issin, P* o de '300 o
ouro e prata
mais acreditados da Europa, o
ra
RELOGIO
de
dos- fabricantes
melhor que se pote de-ejar neste gene'
tasan e senuoras, vendeoe por breos al boie
Moreira Doarte d- C,
Vendase uma porcio de prata do le ni
raa de Hortas p. 94, sobrado. D*
Feijo mulatiuho novo,
Yendem em saceos grandes, Joo do Reg Lima
* FUbo : a rna do Apoto n. 4.
Os acredita-
do eylindros
para padaria;
venda no arma-
zem da travessa
do Corpo Santo
n. 25.
ra oho preco de 1,9000, estam-se acabando,
bellos aderecos de tartaruga e de madrepe-
rola, e mo.to 0no pretos de crystat, casso-
letas para cadefas de relogio, ditas de pra-
ta dourada para retratos, as mais lindas ca-
leas de p'aqn para homens, bengalas de
.canna cora c?stao de marfim e de osso, ch-
cotes de baleia com castSo de marfim e de
unicornio; completo sortimento de espelhos
de coiomn e de moldora dourada para sa-
las, lindos colleciohos e pnnbos de linho
bordados para senhora, grande sortimento de
ponhos e collerinhos para homens a Oxford,
Refleman, Pnebla, Exqnizito, Napolitano e
vera-Lruzas mais lindas e modernas gra-
va as para homens, orna infinidade de ticos
botoea para pnnhps e collerinhos e d'entre
elles os desejados botoes artistiqaes e a imi
tacao de onjx para punhos.
de n. 1 a
80, ditas de vedado, bicos de crochet blan-
co e preto, verdadero bico valeocienne ba-
leas para vestidos, cambraia franceza prela
e branca para forro. F
Gntilaria do Museu
Elegante
Fnndipo da Anrora*
C. Starr & C em lijaidajao rendem por preces
mu Baratos do que em outra qoalqner parte,
unas de ferro batido e eoado, alambiques-moen-
dasemeas moeuda?, rodas e rodelas, e rodas
a agua para engenho, emose boceas de ornalha,
gnm.lastes e boias, tijplo de ogo (tire b. ick), cy-
;jnar9s para padaria tanto ingleies como america-
Bos, arados todos de ferro, etc., etc.
Jffnsen Elegante
acha-se prvido de um lindissimo sortimen-
Navalhas moito fina*, cabo de tartaruga,
marfim e bfalo, do aflamado fabricante
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, lartaroga, marfim, teeouras
tinas para unhas, costura e cabello, tallares
para SfS e parj doce do d'vros preces
e qQalidade?, ditos amito finos com cabo de
marfim, superiores garfos de metal branco,
grande sortimento de comeres para ehi,
e 6pa de metal moito fioo, trinchantes com
cabo de marfim por barato preco.
Museu Elegante
vende chapeos deso commerciaes a 2*800,
ATTEMO
proprws para as peaaoai qoe estio passan"
ricot ahl,.rCmt* b,Dh0' e *****4
preco. BWl "*** por *>***
No Iffnsen Elegante
SSS0 ,aa peMoa8 faHa81*v *"
SrK T,Tl deocol8 der0de
Lamparinas do gaz
VeBde-se no Museo Elegante a 200 rs. a
I C31X3,
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a moito acreditada ttotara ngleza
(a qual mostra o sea bom effeito pouco de-
pois de apphcada) e o sublime liquido repa-
rador da efir dos cabellos (colorigenio Ri-
gapd) que em menos de orto das d aos ca-
bellos asua cor e brilhe primitivo, e depoi-3
deste lempo s bastar usar de oito em oito
das para conservar o matiz adoptado.
Exposipao de lencos
AfUSEU ELEGANTE
vende lencos brancos finos a 1700, 2*700
e j sbanbados a 3506 a doeia, e muito
finos de esguiao tambem abanhados a 6*500,
7*. 9* e m a duzia.
Participa ao respeitavel Dobfico que aUimamenla
im recebido a qoarU remessa dos ditos pocos, e
os pertencas completos e apermifaados para a colla-
cacao d'elles em pouco lempo, tasto em terreno mole
como em trra de barro, massap
As vantagens que offerece esta STStem* de ad-
qoinr agna sobre omlowr oom, sio imaeosai
sen indo nao smenta saa **ti#m wmz menck,
nadas, como tambera las cacimbas j feltas, aonde
anda nao um btmbas oo a agua od pura, p elle* est3o manidos deum filtro qoe nodeha en-
trar impundades, vanUgfm qoe eio tem os cutres.
Alm disso, a grande qoantfdade dVgos'qofr
elles deitam de 5 a 8 pipas pofbora, conforme o
dimetro dos tobos, a facilidade com que elles fanc-
ciomm, a simp'icidade, perfeicao e solidez, oom-
binada com a elegar cia de sos oim?. qoe paran
apcreciada basta ver-se.
O annunciante tem ama pessoa especialmente hab^
litada, tanto na collccaclo *elle. como o* escolh
do terreno ou lugar man proprio, qoe se encarreg
de ues fervicoa por preco commodo ; e, visto o cam-
bio ser mais rivoravel, vende-se elle por precoe
mais moderados, recebendo-se a importancia t de-
pois de collocado e funcionando a satisfcSo do com-
prador.

Para encommeadss e mais es-
clarecimentos a re^p^ito trata-se
pa toja do Sr. F. J. Germann. ra
Nova d. 21 enaofi ioa de meta
es do Sr. Paulo Jos da Silva Fre-
re, largo da Concordia n. 7.
mandarenZRmrtaVPreC,ad0re8 do MPeritao e deiic08 Perfume.
wSR2!SlS3Ht qae 8er5 fle,m6nle ^8P^hados,
S ZL l 7^ bem l08 compradores, tanto
quanto eslao resolvidos a vender.
que apenas precsarem desse artigo ser bastante viren ou
ior J53.E priro0pnetar'08 dfle. ^vo estabelacimento trabarcam nica-
na superior qoalidade de suas mercadonas, c mo nos baralissimos precos por
N NOMSEELEGANTE
IN. 1Kua Estrella do Rosario-^N. 1.
.
ATTENCAO | GRANDE ARMAZEM.
00 PAPAGAIO W, FOBfiELAM, VDIU
.

RUfl DA IMPERATRIZ N. 40
do beceo dos Ferreiros
DE

MENDES a CARVALHO.
.
-

'
DE
3*000
CHITAS ESCURAS 200 0 C0VAD0 OU A
2*000 O CORTE.
A leja do Papagaio acaba de receber um
prande sortimento de chitas escoras com
padros im;tacao de cassa, e vende pelo
barato preco de 200 rs. o covado ou 1*000
o corte, na ra da mperatriz n. iO.
ROSDENAPLES PRETO DE 2* \ .*
0 COVADO.
Um grande sortimento de grosdeoipJei
pretos e gorgures de seda, dos mais es-
treitos at os mais largos, vende-se por me-
nos preco que em ootra qualquer parte na
oa do Papagaio.
CAPAS DE MERIXO' PRETO A 10>000.
Vendemse capas de merino* proto bor-
ladas com vidrilhos, muito modernas pro-
pnas para a qoaresma, fazenda de muito
mais dinheiro, para acabar a 10-jOOO, s na
loja do Papagaio, ma da Imperatriz n.
10.
.Madapolo enfestado a 2300, U e 4*000
a peca.
Ven3e-se pecas de madapolo enfestado
jom 12 jardas 2*300, 3* e 4*000 pe-
ohiocha.
RRAMANTE DE LINHO
com 10 palmos a 2*000 rs.
Vende-se bramante de lino com 10 pal-
mos de largura, pelo baratissimo preco de 2*
o metro, 6 pechincha, na loja do Papagaio
ras-da Jmpwatri n 40.
POUPEUNAS DE COR A 2*400 RS.
A loja do Papagaio acaba de receber um
bonito e elegante sortimento de poupelinas
de seda com qaadrinhos, fazenda inteira-
mente nova no mercado e vende se pelo
barato prec de 2*400 rs. o covado na lo-
ja do Papagaioi
CORTE DE CHITA AI2*, 2*400 E 2*800.
Vende* se oMes de chita de difTerentes
cores a 20, 2*409,2*800 e 3*200 sendo de
lOy II e leovados, pechincha, na loja
do Papgaio.
Cobert.is de faslS branco e de cora 3*000
Veneem-se coberlag de fustSo branco e
de cor, muito grandes, e vendem se por
este preco por baver grande qnentidade, na
loja do Papagaiov
ESTABENHA A 1*600 RS. O COVADO.
Alcedo Papagaio vend chita oti estame-
Dba, (agenda moito larga a 1*000 rs. o C0-
vaa>, pechiceha.
FWNELLA AMERICANA A 1*000 0 CO-
VADO.
Acsbadechegar loja do Pipagaionma
fazewda inknranwnte nova, piMpria-para fa-
zer saias, a largara d a altura da
rs.
que se vendem poa preco muito commodo
na ra da Imperatriz n. 40.
PARA LUTO.
Laasinha preta de 440 e 300 rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rs. o covado.
Cassas pretas a (40 rs. o metro.
Alpacas pretas a 500, 000 e 800
o covado.
Bombfizina lisa a 1*280 rs. o covado.
Dita transada a 2*000.
Cartea de eretonecom || eovados a 3*600.
Chegou loja do Papagaio nm variado
sortimento de cortos de vestidos de croto-
nes de cores, fazen la inteiramento nova, pa-
drees muito delicados e cores fixas cada
corle d vestido de duas saias a vontade, e
vende-se por este preco para acabar na
ra da Imperatriz.
Algodiosinho de 2*800 at 7*000 rs.
pea.
Madapoloes de 5*. 6*. 7* e 8* a peca.
Hamburgo e cregaellas para-todos os
precos.
Espartilhos delinbo de differentes precos.
Tapetes aveludados, para portas jane Has
e sofs.
Setim da India de 640 e 800 rs. o covado.
Damascos eslreitos e enfestado de 800 e
1*600 rs.
Laasinhas a 320 e 400 rs.
Alpacas lisas e lavradas de 500 at 800rs
Tarlatanas de cores e brancas a 720 rs.
Fil branco, liso e de salpicos.
Dito preto de dito.
Cambraias victorias de*. 6*, 7* a-10*.
Barejes mescladas, finas a 400 rs. o co-
vado.
Atoalhado de algodio trancado a 1*500.
Dito pardo trancado a 1*500.
Dito de linho adamascado a 3*200.
Dito de algodo adamascado a 1*800.
Panno9 de linho de differentes nmeros.
Lencos brancos de algodio a 2* a dozia.
Ditos ditos de bretanba e esgoiHo.
Ditos cbioezeB a 3*000 a dazia.
Esguies de 1 nho de 1*600 at 3*000.
Bretanbiis e silecias de linho precos bar*-
tos. Chales de merino lisos e estampados.
Cambraraa transparentes de 3* at 10*.
Gnardaoapos de hsbo pardo de 2* a
4*000' a dozia.
8*0003raPara bWBeM de **' m' 7*'*
Ditas para senhoras e meninos.
Toalbasde algodio para rosto a" 300 rs
Ditas de linho a 1*000 e felpadas.
Redfl* de listrasTnoRo grande a 12*000
.... ,.,<,, xr ROUPA PEITA POR MEDIDA.
qae logar a fazer-ae^ma sata, rom poa- Na loja do Papagaio, alm de baver anr
na lja do Pana- gran3e deposito de reopas reta de teda
as qualidades e feitios na um bonito sorti-
mento de casemiras de core pretas, paonor
Rua
PER EIRA, I R M AOS
Primeiro de niarqo n. 15, outr'ora
ra Uo Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico'em geral e particularmente aos seus numerosos amigos
participara Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Costa Pereira, qae acabam de
Bandar om rico e sumptaoso armazem de louca, porcelana, vidros e chystaes ra
Primeiro de Mareo, outr'ora iua do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira
Irmios.
A longa pratica e coabecmentos de que dispSem os annnnciantes nest ramo
ae commercio, a qae, ba maitos annos, se dedicam, os tem habilitado a ratisfazer as
necessidades da populacho desU provincia e suas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do qae qualqaer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignndose de visitar este novo estabelecimento-com-
mercial, verificar por si mesmo o que os anaunciantes vem de dizer.
iamnaanawaisHiai ^sainafuoiss
- -.....--------- r

&
P
K. 3 A RA DO CABUGA N. 3A. I
AfiOSTIMIO 1
co
pn
Com este titulo acha-se aborto inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregoezes e amigos encontrarlo todo quento
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de' oorivesaria, o Collar deOare
observar delicadezs.no trato e setteiridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe'de melhor em
aderecoa de brilhantes, esmeraldas, robins e pfolas, meios aderecos, pal- i
ceiras, brincos, alfinetes e aunis de todas as qualidades, prata de lei aquei- *
ros, colheres, paliteiros salvas e ontros maitos ojeetos que seria eoradonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedral finas, pormaior preco do
qu em oatra qoalqner parte, troca-se e coflcert-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte. '
anawnaanaai mmimiimimi

3
S
saia, o
fres de ferro
Prensas
Chapas d
Tachos
ldj* do Papa
gas*.--''
CUfBAIAS E CASSAS DE CORES
a 500, 360 e AFiOTl a' vart
?wdy-se caitrbraias e cassas de cor de
diffsnuieg p,art5es, de cores Qxas, com
.ab &% miti(Rmas e gr*Was> W
loj F*pa^aio.- *
' CrRGieDf g.-
Cneg(/a la do Papagaio om grande sdrv
meoto de otgtittp fa litriai em cor-
kt, iw^Kas e-'.d^%es ai mahr decedii
pretos, zoe e verdes, corts; de gorgorae
de seda para colletes e om pertte alfaiate
para quea quizer obra feita com perfefeSo-
e esmero, e qoando a5oBt peca defeituosa, fica sob a resp*oesa*Wdde-
dos doBoado tabeleoimento.
DS^-se asaostra^ a quett-exigH'.
A LOJA DOPAPAA10estr aberta das
6 di DMBit s y tora* di noute.

j-a-->!

' fc o om
I
9"p8i/ttnbs Umanhos.
d# ferro para copar sartas.
ktw gavalnisadas para teiheiroa.
de ferro para asestar.
AraClOS americanos para varaaa e ladeira.
laCnlIaS! vapor e de cortar famo.
CarrinhoSae
.
M artigo acoam-se avaad|
casa d&s-importadores
ROA DA'AMSfN. Ab.
mo para saceos e atierros.
VpaBWias PaMett
TOlntt^aS dtotoae, 100trw<
Elixofire,
riasa
DO
GALLO VIGILANTE
Roa do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem conhecldo estabel*
cimente, alm dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciaco do respeitavel publico, man-
aaram vir e acabam de receber pelo ultimo vapoi
da Europa nm completo e vanado sortimento >
asa e mni delicadas especialidades, as quaes e-
lao resolvidos a vender, como de sea costami
t presos mnito baratinhas e commodos para
, com tanto que o Gallo.^.
Mnito superiores luvas de pellica, pretaa, braa
cas e de mui lindas e&res.
Mni boas e bonitas gollinhas e punhos para 8>
nhora, neste genero o qne ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas da>
Exmas. senioras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que pode havw
de methor e mais bonito.
Superiores e bonitos Ieqnes de madreperola.
marfim, sndalo e oss, sendo aquellos branco
com lindos desenhos, e estes pretas.
Muito superiores meias fio de Escssia para se-
nhoras, as qua^s senipre se venderam por 30/OCK
ia daza, entretanto que nos as vendemos por JO*,
alm (tetas, temos tambem grande sortimento d
ontras qualidades, entre as quaes algunos muiu
Anas.
Boas bengalas de superior canoa da India i
castao de marfim eom lindas a encantadoras figo
ras do mesmo, nosto genero o que de melhor si
pode desejar ; alm destas temos tambem grandi
quaadade de outras qualidades, como sejam, m>
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia i
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para han
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tao&
bem assegurams sua qualidade'e delicadea.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlhas para machina e para cro
Linha mnito boa de peso, frouxa, para encht
labyrintho.
Bous- baralhos de cartas para voltarete, assio
como os tontos para o mesmo flm.
Grande e vanado sortimento das melhores per
fumarias dos melhpres e mais conhecidos per
fumistas.
COLARES DE ROEB.
Elctricos magnticos contra as convulsdes.
a/litam a enticao das innocentes criancas. S -o
mos desde muito recebedores destes prodigioso)
collares, e continuamos a recebe-los por todos cu
vaporea, afim de que nunca faltem no mercado
tomo ja tem acontecido, assim pois poderSo aquel
les que delles precisarem, vir ao deposito do gall<
vigUante, aonde sempre encontrarao destes verda
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
para que sao applicados, se venderao com um mn
diminuta lucro.
Rogamos, pois, avisto dos objectos que deiamoi
aecurados, aos nossos fregueies e amigos a viren
comprar por precos muito raioaveis loia do caili
vigilaate, y na do Crespo n. 7.
(B ha mais cabello* brancos.
Tintara japoneza.
S nica approvada pelas as academias de
sciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
arecido al hoje. Deposito principal rna da
cadeia do Reelfe n. 5t, andar, em tedas as bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
Pos dentfricos americanos
Coanposl^So hyglenica.
Estes pos *lo os nicos que reunem em sua
compoeicao todas as qualidades bygiemcas pro-
dar ur "
Rival seai redundo
Rna Duque de Casias a. 49
Jos de Azevedo Maia e Silva, en sua lo-
ja de miode?as a ntiuna a vender todo
por baratos preces que r lodos admira :
Libras de linha de novello, a nelbor
possivel. i ,1500
Duzia de lencos de caava com baira. 1oCO
C-tizas de liubas com 30 r.<,\ellos a WG
Vara'de franja branca para toalhas 160
Donas de metas craaa moito toas a 3500
Dozias de meias finas para senho-
s a ore
Dorias de facas e garfos Clavadas a BJkiOO
Dazia de palitos seguraaca a 120,
210, 320 e
Na vainas muito fins, para fazer a
barba a
Caixas com pennas de ac cem to-
qoea
Caixas com peonas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita di'o verdadeira; a
Caixas com 20 caderuos papel ami-
zade a
Pecas de tiras bordadas 12 meiros
cada uma
Pecas d fitas para coz com 10
varaa a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a
Dozias de liuba fatua para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Ditos de ditos de tapete moito
finos a
Dozias de baralhos muito fios a
2^400 e
D.tas de ag'oihas para machina a
Libra de pregos franceses a
Resmas de papel almajo upen r a
Ditas de dito piolado o melhor a
Caixas com rabonetes fructa a 720 e
Libra de lia para bo dados a
Carrteis de linha Aexandre a
Gravatas de cores moito finas a
Ditas pretas ponas bordadas a
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a
Novello* de linha branra, 400 jardas
Dazia de carloes de liaba branca e
preta e de cores a
Thesouras moito fioas para onhas
e cosiura a
Baralhos fraocezes moito fino* a
200 e
Caixas redondas para botar rap a
fiob-ante-rheunihtico.
Remedio efflcactssime contra as dflres rhenma
ticas at hoje o mais conhecido pelos seus mara-
vilhosos resaltados.
XAROPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua efflcacia as enfermidades, tosset
sangue pela bocea, broaches, dores e fraqoeu
no peito, escrobnto e molestias de figado, que me-
lhor tero aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre rau
de marapuama, cuja energa e efflcacia as para-
lysias, mtorpecimenlo, etc. etc. muito se recom-
menda.
Todos esses preparados se encontram na pbar-
macia e drogara de Rarthoinman a. c, xuoo pesno na rna larga do Rosario n. 34.
S00
UOOG
320
8^-0
IfjSCO
lOt
1(5500 -
5(0
soo
1^800
l280
2^800
2000
240
3J6M
4CO0
taooo
7(>C00
100
600
600
60C
60
120
500
240
ld*C0
coa-
prias a dar uma grande alvura aos entes,
servacSo deljes efortiflrac^o das gengivas.
DEPOSITO
Na pharmacia araerieana, roa Duque de Caxias
! s. C7, de Ferrelra Maia & C .

e viee-versa,
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAUDE
. PELA FARIKUA
A fevalesciere ihi Barry
Esta farinha que las grande use tem na Eoso-
pa, mnito se recommenda para as criancas e pes-
soas debis e convalessentes. Como medicamento,
inlallivel p3ra os-casos prijo de ventre, he-
morrbolda*, ms digestoe?, aria, amargos de boc-
ea, dores de estomago, diarrha, eoxaqaecas, af-
fecc3es de figado, dos polmdes, dos rins, da bexi-
ga, etc., ele., contendo muito mais principios nu-
irlentes e restauradores para os msenlos, atrvos
e celebre, que, (res vezes o sea peso em earne, e
por coosequencia, de conservar melhor as torcas
physicas e moraes, reslabelecendo as funcedes di-
gestivas estragadas, dar appetile, e covlr os
stomagos ainda dos mais enfraqaeeios.
Sea oso 4 lio simples como fcil : a Revaltt-
cirre du Bany deve ser desfeita e cosida como a
farinba ordinaria, podendo ser osada na agna sim-
ps/Com vinho branco, no caldo sem gordura e
no bUHlelto, fazendo se ainda bolos com manteig,
lefte ou assnear, etc., etc. *
! nteos depositarios em Pernambuco
RARTHOLOMEU & C.
p,' 34-Raa larga do Rosarlo34} -
LUIS MU
AftA
Ventos, CmtraDdervariedade de cores, a
2*0.re. o evado
Vende-se as segnintes obras :
Diccionario fratcez-poringuez
tomos encadenados por 54000.
.^'rre8 L*fc'BSi w encaderaao por
4^000. *
Solejos de Rodolpbo eicudernado por 5J.
9?l5?10* ,ntlaJadi Lacrecto Bcrgia em broxur
dem do celebre aoter BwtW dem i*.
Um livro em bnanco para copiar msica 8|.-
Agencia m Praambuco
1^0 Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthyslca e todas as molestias do peito
Salsa parrllka
Cura ulcera* chagas antigs, lBpigens as
troa.i
Cnseme haaps es caUtos.
Pllfas eatbarUeas.
PurantoDie vegetMs sem njercorio ; cura ar
idos, ptBgao e ptuaflMAtosao Kem hvnae
Vende-se nfliilliw.....n jisaTsa liaaiJ P.
Xi^pe ititord de
UoJao legalmeato aabiVtae
lo e aarovae* nee
- pharmacia 1
lula C., ra Duque de
o Qtetaa*.

CXtTD
Holto aovo e
cau de & P.
iva o. 40.
^f^ma
1


s
Dttfes*
(eir fr4li* Jlftrfl *t WfP
FESTA UITERARtt
f
HBSPANflA.EM LISBOA.
, LEGACAO DE
I
CasfilhoGarca' Gttttitres
Fernandez de It'htos
Quem passava bonlsm uoute no largo
dj pbr4 e va tlluminado o palacio
l^gs^o bespiDhol, presuma logo que
Sr.' D. A.ngel Fernandez de los Itios, mim-
tro e Hespatiha em L'-sboi. fesvjm o da
do santo que dera o rime ao princip di
casa de Saboia, esc lindo pela tinosa nacSo
visinba para sentarle no throno de S. Fer-
nando. a
Nio adviabaria porem tao4acilmente o
que ae eslava passando juella hora as es-
plendida!, aalas da legacio de Hespaoba, e
como, grapas ao peusaroento oneroso do
Sr. Fernandez de los R.os, fralernsavam
al pela primeira vas pos nossos lempos as
lettras dos doos reinos da formosa pennsula
das Hespaobas.
Pi omitiera o Sr. visconde de Caslilbo ler
ao Sr. Fernandei dr los Rios a primorosa
traducgao do fausto, de Goethe, concluida
na peuco, e o esmerado escriptor qoe oa
corle de Portugal plenipotenciario de Cas-
ulla escolhera para 13o coiosa leilura o
dia do-ame de el rei de Hispanba. convi-
dando para assistirem a ella entre outias
pessoas mu disncias, os boinens di lettras,
coja presenca fosse raajs agradavel ao insig
ne traductor de Ovidio, de Virgilio e do
Mouere.
Enlendeu por ventora o diplomata hes-
panbol que neobuma esta seria mais digna
dos altos peusamentns do seo soberano, e
mais graia ao coragSo do principe, que a da
frateroidade da i relligeo< ia e do saber en-
tra Portugal onde sua augusta irma rai-
nba, e a Hespanba cuja cor o voto nacio-
nal !be collocu sobre a cabega, doos reinos
por tantos ttulos irmSos. coja economa se-
parada por muitus seculos os tornou diTe-
rentes sem apagar os vestigios da origem
ccmmum, e que tanto devem estudar se e
coubecer-se pnra que melbor se aprecien),
se amem e se respeitem. Enlendeu nobre-
mente o ministro bespaobol como quem dos
altos peosamentos que as lettras inspiram,
se nutre e vive.
Pelas seta horas da noute de bontem es-
tavam reunidas no palacio da legacao hes-
panhola mais decem pessoas quando o fiiho
primognito do illostre poeta, o Sr. Julio
de Castilbo, principiou a leilura do maous-
cripto, e cbegou ao tiro do i. acto por en
tre applausos calorosos que s vezes que-
bravam o rilencio e profanda aUengSo dos
circunstantes.
Concluida a leiiura do i.* acto, servo-se
o cha, e correram as salas muitas bandejas
com excelleoies charutos.
Segi'io-se a leitura do 2." acto. Igual at
tencSo e silencio, cortados por freqaentes
murmurios de approvacjo, e a final rnanifes-
tago sincera de entbosiasmo e de homeoa-
gem ao poeta. No fim da leitura do 2.
acto serviram-se ptimos gelados.
A leilura do oltimo acto obteve os mes-
mos teslemunhos de respeito, e de admira-
Cao, e concluida ella, como j acontecer no
fim dos outros, correram todos a abracar
o poeta e a agradecer ao Sr. Fernandez de
ios Ros tSo sngular prazer, e tSo delicada
a tengo.
O Sr. ministro de Hespanba agradeceu
eat5o a todos lerem-se reunido all, e pedio-
Ih.es que oovissera urna oda do celebre
poeta hespanho Garca Guttieres para que
naquella noute houvesse inteira communb
litteraria entre Portugal e Hespanha. To-
rnou o encargo da leitura o Sr. Calvo Aseen
ci, addido da lega 5o e esmerado traduc-
tor dos cimes do bardo do Sr. visconde
de Castilbo.
A brilbante poesa de Guttieres a el re
Amadeo I enttiusia.mou a todos e foi por
vezes int rrompida com bravos, e no Gm
celebra 1a com sinceras homeaagcns.
Seguo se depois a cea que nao po
dia ser mais delicada e bem servida. Nessa
occasio o Sr. Teixeira de Vasconcelos,
fazeado em come da imprensa um brinde
aoSr. Fernandez de los Bios, agradiceo-lhe
aquello magnifi o *arau em qoe as distin>
goes ao edmiravel traductor d fausto eram
tambem honra para a nag8o de cojas lettras
o visconde de Castiltio 6 genuino e eleva lo
representante, t
0 Sr. Meados Leai lembrou a instilaigio
de jugos fortes entre os doos paite* e bro
dou sauda de
ootros brindes
cel'os, Silva Tol
do p r fim alg
Ilustre poeta.
NSo esta a
uttierea. Fizeram
t'Aona e Vascoo-
Rbeiro, dizeo-
affecloosaa o
ecr o me-
aos leitorea
ac e geoti-
bon-

FOLHETIM
O FILHO 00 CALCETA
POR
FIERRE ZACCONE
PRIHGIR \ PARTE
(Contiauagao do n. 95.)
VI
Uina malhcr cuvencnada.
Qaando Beauregard cbegou hospedara
da roa de Varneuil, j lodos os hospedes
estovan asseniados mesa. A viava D
sormeaiix era qoem reparta o comer.
O corsario foi para o sea logaT do cos-
tume, entre l ao uGaoiaoo. Beto ultimo
n3o o ttha visto desde a vespera, e por
isso o comprimentou com pollidez reser-
vada. LS para elle j Beaoregard ia to-
mando as proporeftes de nm problema
complicadi8Simo. N5o quera, porm, dei-
tar se 3 resolve-lo, mesmo apezar da ca-
riosidade qoe tinba.
Beauregard respoadeo cortezia e as-
entoa-se.
A palestra nlo tinha estado por ora
grande coosa; excepto om oo doos ditmhos
esgracados, qoe Leao trazia dos tbeatros
de segunda odem, s se tiaba all fallado
acerca da chova e do bom tmpo.
Caetiino, eise bem se via qoe andava
preocccpado.
Jorgd, posto l para o fim da mesa, es-
Uva todo absorto em fonda meditafSo.
A chegada do corsario ia animar a con
versado.
Ola I o senhor esta noute safou-se
como orna eiroz, disse Beaoregard para
Ctetano, depois de ter comido a sopa.
Qoando cbegue ao meio da roa j nlo vi
r.inguem.
CaeUinoresteve a ponto de corar. Entre-
tanto l'oi respoodendo :
Inactivamente, vea recordarme qoe
tinha umitas descolpas a pedir-lhe. NSo
pode dJixar de ir con o visconde, e pas-
anos unto/ o resto da nenie.
Cbocoa f atalhoo Lelo. Agofl
conbecd viseondes f
E vitcoodes bem bonitos, seohtr
accodio Beafregard. Mas aaando ne
xaram, par onde foram ? awre:
volUnflo-se pan Caetaao.
Fonos para o caf Iagiez.
rilo da traduces
a amostra do quSM'ate
laza que fu'gem nella. Permitle-o a
dade com i)im sempre nos hoorou o Sr.
Casii h<, nosso -amigo e meilre.
E' a segunte:
Prologo do autor.
(Est o autor no seu causara passeando, e
fallando comsgo meimo, antes de com-
por o iivro).
Tornai-me a apparaer. eales maginarii,
que me enchieis outr'or* os olhos visionarios I
Poder-vo9-hei prender T... Tenho jnda coragio
cap:u du so reader vossa sedac(So T....
Chrgam.. que densa turba! Envolvem-me. N4o dojs
fui tsr-me ao seu iriumpho. Eis-me.vi*5ea^ou vosio.
Vai-s -me em nevoa o muodo. EmauagSes sutitls
que exh.ii.ii-, rea toraar-me aos aunos javeois.
Que imagpns que trazeis de dias tSo risonhos I. .-
Charas sombras! sois vos! aereas como em sonbos?..
Como recordaco de lenda j perdida,
volve o amor, a amisad;, e reassamem vida;
loma a dor a doer. Ob vid*! oh labyrlntho !
de novo o mesmo soi?. J renaseer me finio.
C esto os bDns de omr'pra, entes que j goaaram
horas de ouro e tambera, como ellis se escoaram.
Nii me hSo de ouvir agora os mesmos, bem o ej,
para quem n'outro tempo os versos mena eantei.
Sumio-se, anniquilou-se aquella amiga larba,
que ntm com som mjrtico os echos j perturba.
Vibra meu canto agora a igaota inultido. .
cujo applauso, ai dejmim me aperta o coragao ;
e os a quem meu cantar outr'ora foi jocundo,
erram, se inJa alguns ha, dispersos pelo mando.
Ai, placida manilo de espirito: morada !
revive na saudade, ba tanto dsseorada !
Comega em vagos sons meu estro a palpitar,
qual de ama harpa eolia o triste delirar...
J sini: estremegoes; o prano segu ao pranto,
e o duro coracJo se abranda por encanto,
O que foi torna a ser. O que perde a existencia,
O palpavel nada. O nada aasurae essencia.
Quadro primeiro.
OEnpxrio. Ao meio, o Senhor no tbrono.
A' roda, a corte celestial, com as sois
jerarchias : aojos, archanjos, cherobns,
serapbins, thronos, potestades, domim-
c5es, virtudes e coros.
Scena nica.
O Senh ir, a soa corte, e logo depois o
Mephistopheles
(\cercam-se do tbrono os tres archanjos,)
Rpahael (cantando)
No coro sideral o sol vai prosegaindo,
qual na origem Ih'o has dado, o carso harraomoso.
Tonitroante balxo em ten CDueerto inundo,
s maodandolh'o t, Senhor, ter repouso.
Sua luzdbra a nossa, inchendonos dee:p*nto
nao podermos sondar-lhe a portentosa esseda.
Como o f6ra a principio, sacra omnipotencia,
teu sol hoje aioda enigma, assombro, encanto.
Gabriel (cantando)
E da terrquea esphera a machina esplendente
em seu torvellinho, eterno, arrebatado,
porque ora luz dos cos fljrido Edn se ostente,
ora descanse involta em negro veo bordado.
O mar espuma, tra, investe as brotas fragas,
j.oe o repulsam desteito, em nanea fiada guerra.
Mas na perpetua lucia, as rochas com as vagas
seguem juntas, sera termo, o volutear da trra.
Miguel (cantando)
Dos soIjs contra o mar, do ocano aos confidentes
jogara-se os temporaes com impeto profundo,
zona de assolaco)* e creado js ptenles,
qoe desfaz e refaz perpetuamente o mando,
tunea precede a morte ao trovejanie horror.
Mas nos, os cortezos da tua immensidade,
gosamos luz e paz por toda a elernidade.
Bemdilo sejas lu, Sanhor! Senhor Senhor I
Os TRES (joolos)
As tuas creacoss eochem os cos de espanto ;
nem o archajo Ihes sonda a portentosa essencia.
Com> o fura a principio, sacra omnipotencia,
teu mundo boje ainda enigma, assombro, encanto
Na taberna de Auerbach em Lei
b botifogo d nm grande murro na
Ficam todos sentados escota. Levanta-
se com gra'idade
Atteocao 1 Vou fallar I Calesa-se todos I
Ningoem me negar qoe eu sei as regras
do bom vi ver. Aqoi nesta assembla
ha gente femeeira, qual eu devo,
em attenclo i so* dignidad*, .
offerscer, neste ser3o de amigos,
algum pratinbo bom Ah vai; sentido !
urna eancao do trinque; e voces, scucia,
berrem-me no estrjbjlho at quejejtoorem, I
(Erguem-se todos .vio'rodea-lo
(Canta):
copos na mi).
com os
Era urna vez om ratinho,
qoe tinba feito o seo ninho
n'nma dispensa real.
A dispensa era tamaoba, -
que em mar de raanteiga e
nadava o nosso animal.
baob
De maneira, que quando veio para
casa era j muito tarde ?
Pelo contrario, ponderou Lelo, era
ainda mmto cedo. Esta manhaa, por volta
das oito horas ao sahir para o meo emprego
dei de cara com o senhor Caetano.
rapazinho promette I
Safa I E qoe demonio flzeram at
t5o larde ?
Ora responden o provinciano. O
senhor bem sabe; o visconde, como anda
namorado, levoo duas horas a fallar-me
da mulber qoe ama.
E' urna grande massada, mas ao mes
mo tempo acho nataral.Qoando se tor-
nan a encontrar ?
Vou amanha almfar com elle.
EntSo qoe Ihe disse eo ? Nio lhe
afllancei que ainda teria de me agradecer.
Com certeza. n5o o neg... e pode
crer que...
Ora esta I interrompeo Leo Estao
abi a fazerons ties mysterios 1 NSo fal-
lan) sen?o m visconde para aqoi, visconde
para acola... Co'a fortona 1 Este tal
visconde ha de por torga ter nome !
De certo qoe tem, responden Bsau-
regard.
Pde-se saber qqal ?...
Oral...
Chama-se entlo ?...
O visconde de Grandlieo.
NSo se espantoo nenhom dos qoe all es-
tavam. S Jorge que franzio agesta,
erguendo por instantes a cabeca.
Forte brincadeira t redargoio Lelo
qoasi logo. E' nm visconde qoe tambem
en conhego !
O aenhor ? disse Caetano.
Pois est claro I Qaem nio ha de
coobecelo f... At sei el nmas consitas
a seo respeito...
O qoe vem a ser ?
Ora adeos! Cada qoal l sabe as l-
nhas com qoe se cose t...
Ouvi dizer qoe o pai delle o conde
de Grandlieo anda namorado da baronesa
de Simior...
Serio ? disse Beaoregard.
Ora 1 as lojas sabem-se os contos
ledos da vizinhanca I
E do visconde o qoe qoe dizera ?
Leao deo-se ares misteriosos.
- Lt isso ag ra mais serio I respoo-
Loem falla de um caso moito
notem qoe nio ift-
n timbea o viieot
I namorado I... Or
U de qoem ?!..,
Roe, roe, roe. NSo tem paranca,
E,ngprda; eresce-lhn a pansa
de om modo descoaimonal.
Nem o pai do nosso clero,
o g; ande Doctor Luthero
se gabou de pansa tal.
Cosinheira, que anda i espreita
dscbre-o, c troda le ageita
bom piteu arsnica!.
Apezar de andar sem foms,
O bicbinbo prova... come...
comea ludo; acboa-se mal.
SSo pinchos; s5o guinchos
Co' a dor interior,
que todos diriam
qoe dentro .lbe ardan
garrochas de amor.
cduo
Sim : dentro lhe ardiam ,
garrochas de amor.
O Botafogo, cootiouando a cantar:
Corra de cabo a cabo ;
dava dentadas no rabo;
fogia para o qointal;
morda ; arranbiva ; a frgoa
era tal, qoe mogoa d'agua
beba n'om lodazal.
amores
qoe norte
Senhor, por favor.
-raftt/daaTiMjv i
tais cosinhojW/1 *'-*
Jf>m come difttf t
CORO
Lkninos, Senhorr
Livrai-nos de amor!
iMv


Contemplar tanta agona,
em lagrimas desfaria
coragoess de pedernal.
Ver passar este nnoceole,
de urna vida tio contente
para om supplicio infernal.
Nem chia! Arqueja deitado I
Sent que' o termo ebegado
da sua vida mortal.
Molestias d'estas e ameres,
nao as enteodem doctores,
nem se coram no hospital.
.
0 PENEIBA
Como os semsaboroe* gostam d'aquitio 1
Qoe feito f enTeoear om pobre rato. -
0 BOTAFOGO
Don que este ratazana da familia. .
eJli5irj)<*wivBAiT6ai/m
E tu, paosodo da careca a mostra, r.
como viste no bicho o leu retrato,
fleaste consternado; inteodo e Iuuvo.
(Tornara todos a sentar-se, conversando
bauioho nos com os outros.)
Asssiiram esplendida fasta da legado
hespanhola entre outras as seguinles pes-
soas :
Os Srs. A. Coelbo, Adriano Machido,
Agostiobo de Ornellas, Antonio de Serpa,
Antonio Pereira da Cunha, Antonio Rodri-
gues Sampaio, A. Xivier R. Cordeiro, Ao-
tonio F. dos Santos, Antonio Mara de Cou-
to Monteiro, Alfredo Ribeiro, D. Aoton > da
Costa, D. Bernardo Iglesias, Brito Aranha,
Berton y Vedra, Batalha Res (Antonio e
Jayme), Bsrnardioo Antonio Qjmes, B>r-
dalo Pirraeiro (pai fllho), conde de Bran-
deboorg, conde de Rio Maior (Antonio),
Claudio Chaby, Costa Goololphm. Dr.
Caldeira, Cesar de Lacerda, consol de
Italia, Claudio Jos Nooes, Carlos Jos Bir
reros. Carlos Busch, maestro Coppoa, Do-
ria, secretario hespinbol em Londres, Edu-
ardo Coellio, Francisco Adolph) Coelb >,
Ferreira de Mosquita, Franco de Mallos,
Francisco Serra, F. de Almeida, Dr. Gil,
Goedes Quinboaes, D. G)ocalo 'alvo As-
een-io, Dr. Gusmo, Igoacio F. Silveira da
Motta, Innoceocio Francisco da Silva, JoSo
Antonio los, Joio Igoacio da Canha, Jos
Simes Dias, Jos Miria d'Abreu, Jos da
S. Mandes Leal, Jos Carlos Rodrigues
Setie, Joaqun) Toomaz Lobo d'Avila, Joa-
quim de Vasconcello3, Jos da Sildanba,
Jos C. de Freitas Jocome, J. Morato Roma,
Julio Cesar Machado, Luiz Fdippe Leite,
Leo Cabrera, Lessa, director geral. dos
correios, Luiz de Campos, Luiz A. Pal
meirim, Migoel de Bolhoes, MoorSo Pila,
Marx Sory, Mariano da Silva, marqoez de
Soz), Mariano Gbira, marqoez de Niza,
Pereira Rodrigos, Possidonio da Silva,
Ranget da Lima, Santos Nazareth, Sant'An-
na e Vasconcelos, Soromeobo, Silva Tullio,
secretarios das Iegac5es ingleza, italiam e
brasileira, Teixeira de Vasc ncel'os, Tho-
maz da Carva ho, Theodoro da M >tla, Tbo-
maz Bastos, Teixeira Aragao, visconde de
Beoalcanfdr, Vianna, Vctor Bastos.
Eram altas horas da noute quando saiam
os ltimos convidados, penboradissimos
das atteoeSes delicadas com qoe o dono da
O DE ARSL
dirigi ajs alsacianor e toreases a
caria. offerecetdo-lBes M refegm
trra hospitalein daquellas proviocias
ii rezas:
)a, que aexlaes errant s pelos caminbos
ncezes, pela Soissa, pela Blgica, fogindo
dos vossos lares incandiados. dos vossos
mmpm arrasados, a Fraoga africana, pela
minna intervengSo como" bispo, abre-vos as
soas portas e estende-vos os bracos.
Aqui eneohlrareis para vos* para vosws
lhoj
ab
i- .
Sao pinchos; sSo guinchos
co' a dor interior,
qoe todos diriam
que dentro lhe ardiam
garrochas de amor.
CORO
Sim: dentro lhe ardiam
garrochas de amor.
O Botafogo, continuando a cantar.
Sem lhe importar com ser dia,
m exaspero da agona
corre cosinha fatal;
e espumando a atroz peconha,
na amada manteiga sonha,
e bufa o spro Goal.
Foi seu fnebre elogio
rir-lhe sobre o corpo fri
a cosioheira brutil :
Acabe com isso I disse Caetano com
muita curiosidade.
De orna senhora qoe se apartoo do
marido no proprio dia do casamento, ao
sahirem da igreja.
Mas porqoe ?
Por, lbe dizem que tinha casado com..
o flbo de om calceta I
Hoove om sossnrro comprido. Chove-
ram orna ioGnidade de perguntas encon-
tradas, e quando o burborinbo acaboo ia
o jaatar no lira.
S ento que deram pelo desappareci-
raeoto de Jorge. Levaotaram-se da mesa
logo depois da historia contada por Leao.
A qiiasi todos os hospedes parecen ex-
traordinario este caso. Mas como o rapaz
era de genio tisioaho e carrancudo, alheio
sempre a o costumaio palestrar da mesa,
nao se fez grande reparo e continuaran
todos a comer socegados.
duas.-pesspas, porm, den no goto a
retirada de Jorge, a Beauregtrd e i Leio.
O primeiro logo introgio naqoillo om mys-
terio, prometiendo l de si para si qoe nao
licaria sem indagar todo. Leo nao foi tanto
por curiosidade como por sympathia que ao
levantarse da mesa foi procurar o medico.
Mis ao passar- lhe pela porta do qoarto
vio qoe tioha atirado a chave da fechadora
a temando ser indiscreto, dexou para oq-
tro dia as pergontas qoe quera faxer ao
amigo.
Jorge foi-se para o quarto.
Jorge,como o leitor j de certo adivi-
vinhoot--era o proprio Raymondo, o fllho
de Raphael, e marido de Joanna.
Ficon paludo, abatido, terrorisado.
Terrorisado, especialmente.
Ha via dous annos que paoba todo o coi'
dado em se occoltsr; tinha trocado o no-
me ; tinba procurado no sitio mate retirado
de toda a Paris ama habitaco modesta e
fracamente conhecida. All viva sosnho,
e sempre fogindo qaanto possivel da socle-
dade, qoe para elle s reservava om logar
de reprobo.
Raymundo tinba padecido moito e muito
desde qoe soobera o segredo fatal do seo
nascimento. No quieto ocego das nontes,
moita vez lbe atravessaram i aeote amas
ideas de suicidio; comprehendia bem 1
soa borroresa sitoacSo; atada qoe qoixesse
nlo poda Htadir-se a respeito do futoro
qoe o uperava; sabia do sobefo, qoe nan-
ea i sociedade perdoou nos Albo* oa orimea
dos paii.
YafU mais a norte, do corto, do qQ#
vida to nedool)!,
ios e para vossas UMm ierras mais
otaeUe' enwis Artes do qoe as qoe dei
xas'.es em poder do invasor.
Sob om'cu mais benigno, mais bello
do qoe o vosso ; n'om clima de qoe ficam
a pai sonados todos quaoios o visitam, poda-
reis formar aldeias habitadas nicamente
por individuos das v. ssas provincias, e nel
las pedis cjnservar o vosso idioma, as
vossas tradicoes-e a fe do solo natal. Aqoi
encontrareis,.para *os fallaf e instruir, sa
cerdotes do vosso paiz qoe vos servirlo de
guia; smilbanca das colonias sdn las da
provincias limitropbes s vossas, podis dar
aos ceiros que fordes creando os nomos
de cidade?, villas ou aldeias qoe mais que-
ridos vos sejam, como recordacSo da patria.
Nada mais fcil do que islo. O estajo
possue oa Argelia, ou pode adquerir fcil-
mente inilbes de hadares de terreos das
campias, as collinas, as monianhas e
b'ra mar. A m das ricas prodnccSes do
paiz. podis aeclmar asile as das vossas
regies. Aqui desenvolve-se fcilmente a
vioha, o trigo, o tabao e o linbo, e as
moaUnaas mais elevadas o lpulo ara fa-
bf.C) da cerveja. Os animaes domsticos,
como boi's, vaccas, carneiros, etc., acham
aqui lamiem boas pastos e prosperara.
i Podis entrar na posse desles terrenos
immediatamente, dividindo-os em porches
de 20 oo 25 oo mais Declares por familia.
Formaram-se j so iedadas para vos cons-
truir vi vendas, cuj) mdico valor podereis
pagar a poaco e pouco, quaado o trabalbo
dos primeiros annoi tiver principiado a pro-
porcionar-vos commodidade e bem estar.
DECLARAQE3 DE B1SMARK ACERCA
DAS RELACOES DA ALLEMANHA COM A
FRANCA.'Segundo um estrado da sessSo
do parlamento allemo no i." deste mez, eis
aqui o texto das declarares feitas pelo prin-
cipe da Bismark acerca das relaces da
Allemanha com a Franca :
c ... Pelo que diz respeito a saber se os
negocos externos daro lugar a negociares,
nao posso ainda formular urna opinio so-
bre o assumpto. Davemos esperar ainda
por mais algum tempo o desinvolvimeato
dos acontecimentos em Franca.
< Os goveroos alliados esto mteressados
e resolvidos a facilitar ao governo da rep-
blica, com o qoal concluirn, a pai preli-
minar, a, sua missSo tanto qaanto for possi -
vel, sem Ib'a tornar mais penosa por urna
ingerencia mal entendida nos negocios in-
ternos da Franca. O ponto de demarcarlo
n'este caso difficil de fixar, e ser mais
qoe temos
da oeiri.,
chaeMer da
seoiacio na assembla)
O PRINCIPE BISMARK.-O oelebre mi-
nistro prussiaoo acaba de ser agradado
pelo rei da Baera com mais urna gran
cru, a de Santo Humberto, sendo esta da-
diva acompanbada de orna carta do proprio
punho do referido rei. Sao inDumeras
as conde;orrcoes que Bismark possue e jul-
ga-se impossivel qoe elle possa salas
todas ao mesmo tempo
O titulo de principe, con o qoal foi l-
timamente agraciado pelo imperador, ri-
ca r na familia e passar sempre ao pri-
mognito.
casa auxiliado pelos addidos da legagl, fcil aos francezes reconhece-lo do jue aos
Calvo Ascencio e Caceres y Salamanca, tra-
tara a todos.
A eaaa hora expeda o Sr Fernandos do
los Ros a Garca Guttierres o seguale tele-
gramna:
< Oen poetase escriptores portu;oezes
honran esta nonte a miaba casa para a lei-
tura de om magoifico trabalbo do eminen-
te poeta Castilbo acaban de ouvir a sua ode
a S. M. El Rei Amadeo, e autorisam-me a
transmittir-lbe um applauso onlbime, en-
carregando-me de especial mencto Mandes
Leal.
V. que foi o primeiro poeta de Hespanha
chaado pelo publico .scena, tambem o
primeiro poeta qaem Portugal sanda com
o sea applauso.
Assim coaclnio esta festa de fraternidad
de litteraria em que os nomes de Castilbo
e de Garca Guttierres f ram victorados por
tantos bomens de letras, e o de Fernandez
de los Rios licou na memoria de todos-em
perenne recerdaco de agradecimento e de
sympathia.
Qnantas vezes o triste adormecen, pe-
dindo a Dos qoe lhe termioasseos soffri-
mentos! Na vida, s distingua desesperos
e miserias ; at a proprio felicidade que
passra, lhe faaia agora tedio. Scismava
na repulso que havia de inspirara todos
qoe o tinham conhecido, a lodos que 6
tioham estimado. Pensaran que Ibes ha-
via nenlido, que abosara dessa estima.
Quaotas vezes o oome do pai lhe ficra
suspenso dos labios, entre palavras de mal-
digo I
Seu pai S o tioha vist i om iostaoti-
oho, mas nunca da idea se lbe varreram
aquellas duas letras infamantes, que notara
no hombro sangrento e n do pobre calce
ta. Era ter rival isso I
No entaoto___qoem ir agora decifrar
este mysterio ?... momentos havia em que
no paito se lhe .levantava urna soprema
commiserafo, que talvez nao conseguisse
repellir, se seu pai all estivesse diante
delle.
Ass:m resvallava do sentimeoto na raiva,
da raiva na prostraejio, e neste derrocar-
se-lhe a felicidade, procurava desvairado
un lenbo a qoe podesse ainda segnrar-se.
Por entre o notin das soas recordares,
por entre as minas da ventora perdida,
do porvir dospedacado para sempre, er-
goia-se ainda ama esperanca. Tinha es-
tremecido moito Joaona, e nSo poda arre-
nessar fcilmente do peito um amor qoe
laocira nelle tio fondas raizes. Aioda lhe
qoeria cono de principio, ceno no solemne
oslante en qoe pozara a soa mo na delta,
parante Deas e perante os borneo l
Muitas vetes, senhoreado pela exaitacSo
que no espirito lbe susctava a lenbran(a
amarga do amor perdido, mollas vezes,
com a mao trmula e rdante, os olhos
ebeios de lagrimas, o coracSo em aovas,
muitas vezes tragara no papel o qoaoto pa-
deca as condonadas noutes da insomoia.
Era eolio que se espraava aquella alma.
Protesta va da soa innocencia, pedia, sup-
pleava o perdi.
So Joaana lesse aquellas cartas, bavia de
commover-se, bavia de voltar para elle.
Mis qoando o espirito se aqaietav mais,
qaando relia pela manhia as paginas, rev*
(adoras do sea estado febricitante, enver-
gonhava-se do si o tofo as rasgava.
Ecootinoaw amaado. Poda padecer,
poda chorar, poda morrer... mas nio po-
lioiqaocer!
Por iuo o nome da triste menina, pro-
noMido mlm do repoota, produin
estraogeros; a intencSo do imperador e
dos goveroos tem pois sido at agora, an-
tes orno depois, ab3tor-se de toda, a int?r-
vencJSo nos negocios internos da Franca, e
na maaeira porqoe esse grande povo vz-
oho entenle regular os seus deslinos (ota-
ros. (Aqail ci mar dea signaos de ap-
plauso).
t Quanto ao saber-se se esta reaolugSo
pode ser realmente executada at ao limite
em que os ioteresses alienaos fiqoen araea-
gados com urna naior ioterveogao, ou se os
resultados da paz prelimioar podem ser
postos em duvida pila circumstanca da
sern obra de um governo da faci, qoer
seja o actual, qoer on novo,nao quero
dizer qoe nao teria vootade, as r>3o teria
o poder de por essa paz em execogSo,
s o futoro oos pode g-iiar.
Se este imilla so nao tocar, segando
a nossa conviegao; se se desviar ) po to
de apoio da situago geral da Europa,assim
cmoda de Fran;a, poramos termo com
sentiminto, mas co ^ a mesmt rasolugo
VISITA DA RAINHA VICTORJAi^-A r-
nha de Inglaterra visitn no dia 3 de abril
em Chslehurts o inpecador o a impera-
trz dos fransetes. A eetrefist, taoito cor-
deal, dorou neia hora ftaando o >*J
que correo a receber a raona, vio esta,
acompanbada de Napolaao III, aobir para a
carruagam, confundi n ama mesna accla-
maglo, como oos dias felizes das primeiras
exposigbes de Londres e Paris, a soberana
de Inglaterra e o qoe foi soberano da infe-
liz Franca.
CASAMENTO DA PRINCEZA LUIZA.O
correspondente en Londres de on diario
hespaohol diz o s guinte sobre a ceremonia
do casamento da prioceza Luiza, filha da
rainba de Inglaterra, con o narquez de
Lome :
c A ceremonia do casamento da prioce-
za Luiza com o marqoez de Lorne veriflcou-
se na capeHa de S. Jorge, do piltoresco cas-
tello de Windsor. No goibico tenplo to-
maran assento no capitulo destinado 4 Or-
den da Jarreteira un grande nonero do
principes e soberanos da Eoropa, da Iadia>
ministros, duqoes e doqeezas, lords e em-
bajadores, e damas lndissimas, lado pre-
sidido pela raiiha Victoria, rodeada' de mag-
natas e prelados.
t N'aque la assembla esta va vago o la-
gar do embaixador de Franga, duque de Br-
glie, que leve de narebar oa vespera apres-
sadamente para Varsalbes. Tamben se via
vago o sitial do inperador Napoleao III, qoe
ten o grao de cavalleiro da Orden da Jar-
reteira e qoe est josianeote defronte do
do seu veocedor, o imperador-re da Alle-
manha.
* A noiva tem 23 anoos, bella e mui-
tissimo popular, como o demonstran) os infi-
nitos presentes que recebea da Escossia e
Inglaterra. O noivo, tambem joven e for-
moso, sobretodo qoaodo veste o sea Tato
escossez pertoaca a urna das mais Ilustres
estirpes e nelle coofirma-se urna prophecia
celt i que annunciava para estes dias gran-
des felicidades para a casa do duque de Ar-
g, seu pai.
< O golpe de vista da igreja, qoando re-
so -ivaro as suas abobadas as mais subli-
mes melodas de Haendel, era bellissno, e
nais potico atada o da povoaciode Windsor,
engrinaldada para celebrar esta festa do
seus res.
< No Palacio de Crystal tamben se io-
lenoisou este consorcio con un concert
monstro, oo qoal tomaran parto 7:000 vo-
zes e instrumentos cantando-se os Macha-
be us de Haendel, a Alalia de Moodelssohn
e o hynno britannico, e noute houve bel-
los fogos artificiaos e de Bengala, assistindo
a estas festas una concorrencia de 100:000
almas.
UM BOM GENERAL E UM.MAO DEPU-
TADO.Diz un correspondente de Berln
que o general Moltke, qoem chama o ho-
mem mais laciiarnodo mando, foi ltima-
mente eleito deputado por Memel e pola
Silesia, aceitando o mandato pela primeira
destas provincias.
Acere icen'.a o mesmo correspondente qoe
o general, como deputado qoe foi do par-
lamento norte-allemSo, nem sequer abri a
bocea durante todo o periodo da legislatura,
pelo que se couctue qoe um bom geoeral e
um bom deputado s3o daas coasas bem
distinclas.
um abalo inesperado. Despedagou-sd-lbe
o coragSo, singraram de novo as feridas.
Depois de fchala a porta, desalentado,
sombro, taciturno, foi buscar gaveta da
secretaria um retrato de mulber, a nica
prenda que della guardara, e esteve diaote
delle muitas horas, com a fronte descansada
oa pedra do fogSo, deixando correr as la-
grimas farta, e todo elle sumido na con-
templado qua lhe recordava a rpida felici-
dade que outr'ora gesra.
Aoeoteceu sen elle dar por isso. NSo
se ouvia o minino rodo. Os hospedes
tinham se recolhdo aos seos qaartos, e as
luzes j estavam todas apagadas.
S elle velava, s elle padeca l
Detoo pelo quarto om relancear de olhos
triste e descpnsolado, e j ia atirar comsigo
para cima da cama, quando lbe prendaram
a aitengSo ornas argoladas na porta.
Quem seria ?
Raymondo n3o tinha visitas.
O proprio Leio nanea all tinha entrado,
sendo mesmo assim o nico a quem Ira-
tava nais anigavelnente.
Eran onze horas, e Raynoodo oen por
soohos soppuaha quan virio desacommo-
da-lo naquella occasiSo.
Tomaran a bater.
Bem se via que o procuravam a elle.
Mettea moito depressa o retrato de Joanna
na grveta da secretaria, e foi abrir a porta.
Admrou-se qaando vio quem bata. Era
Beauregard.
Entrou.
Mea charo senhor. disse elle depois
de fechar a porta, quera desculpar se veoho
iocommoda-lo a esta hora da noute ; ape-
zar, porm das nossas retacos em casa da
viava Dsormeaox nunca terem ido alm
dos limiiei da usual delicadeza, julgo-me
aulorisado a vir sol licitar do senhor om
obsequio, qoe s V. S. me pode fazer na
aperlada circumstanca em que estou.
Entao deque se trata 7 perguntou
Raymondo, offarecendo una cadeira a vi-
sita.
Beaoregard seotou-se, e Raynundo fex
outro Unto.
O senhor medico, volvea a dizer o
corsario, atlentando moito do moco.
Soo, sim, senhor, respondeu Ray-
mondo.
Exerceu essa profissSo alguns annos?
Exorci verdade.
E se ne nao engao, oa polo menos
te atend ben algunas palavras proferidas
de vez en qaando pelo senhor, vivohaon
mais rotindo por ^ colar propa-
BOito inno

rando cojo os demais estudos oecessarios
ao magisterio :
E' isso raesmo.
Pois eu lhe digo do que s trata :
aote, porm, que fallo agora com o medi-
co, e se o homem hesitar m conceder-me
o que veoho pedir-lhe, espero que o me-
dico nSo deixar lolher-se pelos mesmos
escrpulos.
Estou prompto para o ouvir, tornou
Raymundo, qoe assomou ares sisudos e
graves.
Beauregard tornou felego e prosegua
logo depois:
Ha aqui perto ama senhora qoe re-
clama soccorros prompios e enrgicos.
Ab I... Estou s suas ordens 1 in-
terrompeu Raymundo.
Eo j coolava con casa resposta
Antes, porn, de o levar ao p da doente,
preciso advesti-lo qoe ella perleoce a una
sociedade en qoe o senhor peder ir en-
contra-la nais dia, nenos dia.
Se tal acontecer, juro que nio loe falla-
rei so ne ella nao fallar a mim.
Ainda lhe nio disse todo ; possi-
vel qoe o senhor v preseocear esta noute
alguns casos extraordinarios, que vi sor-
prender exquisitas revelaces ; poesivei
tamben qoe lhe desvenden algon mysterio
lerrivel e perigoso ; oestes casos ha de o
senhor pronetterne quede todo ao os-
quecer nal voltar para casa.
Raynundo respondeu digna e s Imples -
mete :
Meu charo senhor, ha occasioes so*
lemoissimas em qoe o medico deve sor
considerado igual ao confessor ; seccodao
qoe socceder prometto-lbo que de todo o
qoe vir e ouvir guardare! segredo comple-
to ; pode fiar-se na palavra do un bonen.
qoe en todo o correr da vida s se tan
aconselbado com a propria consciencia.
b / bem sei que eslou fallando con
un bonen honrado, respondeu Beau-
regard.
Repito-lhe que estou as soas ordena.
Ten razio, botf '* nio perder ten*
po... at os BioatofWo preciosos; nafta
ne esqaeci oa j disto.
- Vimos, vanos le i
Na ra estova esperando ana carroMOjp
de alague!. Beauregard donoa on
sobir prineiro, fez on oooso ao botoeiro,
o mouou-so tamhon no twm. qoe os doui
cavallos levaran por alh fra toda t
brida.
(Coa TT- 00 BlARIO-ftUA OU MJQOX DI UHi
r:i
I
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ff
al


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