Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12369


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Full Text
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I
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ANNO XLVII. NUMERO 93
Iffrl *b >kU
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QIDE IAO SE PACA MITI.
?AIA 4 CAHTAl E
* m 0MM6 dwnudo .
fi*XO
12#0flO
*4#M9

311
IV
O Sn. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; floKjwrna 4
Pereira Almeida, em Mamangnape ; An1
em Nazareth ; Antonio Ferreira
PARTE OFFICIAL.
orerno da provincia.
sxpbwutte do da 18 de abb>l de 1871.
Actos:
0 presideote da provincia, attendeudo ao que
requereu Goncalo Gavalcaoti de Aibuquerque, e
infurmou o eommaodante superior da guarda na-
cional do municipio de Serlnhem em offl :io de
13 do correte, sob n. 7, re&oNe dispensa-lo do
tapio de lempo, aflm de poder tirar no prazo de
quarent* dias, a contar desta data, a patente de
alferes da segunda companhia do bataiho n. 4?
v do dito municipio, para caj) posto foi nomeadopor
psrt iria de 3 de outubro do anao passado.
O presidente da provincia, attenlendo ao que
requeren o capillo do 1. bataiho de infantaria
4a uarda nacional deste municipio, Antonio Jos
Cordeiro Sim5es, resolve conceder-lhe seis mezes
de l cenca para tratar de seus negocios onde Ibe
coavier.
O.'Bcios:
Ao viga rio capitular, convidando-o a celebrar a
ceremonia religiosa da collocacao da primara pe-
dra do edificio destinado ao I vceu de artes e ofBcios,
a qual tera lugar rna de Santa Isabel desta ci-
dade pelas 5 horas da tarde do dia 53 do c rrente.
Svpedio-se ordem ao commandante superior da
guarda nacional deste municipio para mandar
aprasenlaralli nm batilho, alia de fazer as hon-
ras devidas; e foram convidados para asistir ao
acto como paraoympbos os Srs. conselheiro Jos
Beato 4a Cunha Figueirelo, presidenta da pro-
vincia, quanto foi organisada a soeiedade ; Dr.
Joao Jo< Ferreira de Aguiar, presidente da as-
sembla legislativa provincial; baro do Livra-
meato, que doou a quantia de li:515i; Jos da
Silva Loyo, presidenta da Associacao Commercial
Beaeflcente, a .qual doou 10:090/ ; Dr. Joo Jos
Pinto Jnior, director geral interino da instruccao
publica ; Manoel Pereira de Hollanda, presidate
da soeiedade das Artistas Mechanicos e Lberaes ;
Flariaao Correa de Brito, presidente do Ginb Po-
pular ; Bernardo Falco de Souza, presidente do
atonte Po Popular ; tarabem foram convidados,
afim de assislir ao acto, t )dos os cheles de repar-
tieses e seus empregados.
Ao coronel commandante das armas, auto*
n sando-o, nrs tormos de soa iolormacao, a mandar
_ dar daixa ao soldado voluntario do deposito espe-
' cial de instruccio, Joo Pereira de Amorira, para
s*r entregue a Joao Romarico de Azevedo Cara-
pos, que o reclama como sen esera-vo Aottnio,
urna vez qae seja provada legalmetite a ideotida-
de de pessoa do referido escravo, e indemnisada a
rsenla nacional do que honver elle recebido de
sold, etapa, gratificicio e hrdamento.
Cornmancoufe i thesonraria de fazeada.
Ao mesmo, reeoramendando a expedico de
anas ordens, para que diariamente se apresentem,
ato domingo, ao engenheiro fiscal da estrada de
ferro do Recife a S. Francisco 1 inferior e 4 praeis
pira policiarem a linha at a eslaelo dos Prazeres.
Commua coa-se ao engenheiro.
Pela the-ourana de fazenda mandou-ss pa-
gar :
A' Heraclio Constantino de Paula Monteiro, a
iiuantia de 2IJ80 ris, proveniente de objectos
forneeidos para o expediente do delegado do ci-
rurgiSa-mr di exercite nesta provincia, durante o
trimestre decorrido de 12 de agosto a 12 de no-
vembro do anno passado.
Ao bacbarel Joao de Hollanda Cunha, juiz mu-
nicipal nomeado para o termo de S. Romo, na
provincia de Minas Gera^s, a ajada de costo que,
por aviso do ministerio da justica, de 27 de marco
ultimo Ihe fui arbitrada, na importancia de G75OOO.
Ao superintendente da estrada de ferro do Re-
efe a S. Francisco, a quantia de 204550 ris, pro-
veniente de transportes dados nos trens daquella
estrada, durante o mez de marco ultimo, por conla
do ministerio da guerra.
Communicou-se ao mesmo superintendente.
Ao gerente da companhia Pemarabucana, a de
13#6 ris, proveniente de comedorias abonadas
ao coofereute da alfandega do Maranho, Joao Jos
Hsnnques, at a Parahyba ; a ura reei uta e duas
Sracas de Mossor a Natal, bordo dos vapores
aquella companhia.
Ao inspector da thesouraria provincial, man-
dauda entregar ao vigario da freguezia do Bonito,
padre Joaquim da Cunha Cavalcaotl, mediante
inga idnea, os doas contosderis votaoos pelo
7." do art. o." da lei do oreara soto vigente para
as obras da igreja matriz daquella freguezia.
Paressa thesouraria mandn se pagar :
Ao empreiteiro do calcameato desta cidade a
ouantia de 9:63520i) ris, por ha ver executado,
no mez de marco ultimo, servico nessa impor-
unca.
Ao superintendente da estrada de Ierro do Re-
cife a S. Francisco a de 257-5550 ris, proveniente
de transportes dados nos trens daquella estrada,
cor conia da provincia, durante o mez de marco
ultimo.
Commnnieou-se ao superintendente.
Ao capitao Aolonip Bento de Oliveira a de &0J,
correspondente ao aluguel de qaatro mezes, venci-
dos em marco ultimo, da casa que serve de cadeia
no tormo de S. Bento.
Ao lornecedor da casa de detencio a de.......
3:644ffi321 ris, despendida eom o sustento e die-
ta dos presos pobres recolbidos casa de detengo
durante o mez de marco ultimo.
Commonicou-se ao Dr. chele de polica;
A' pessoa competente, a de 18,920 ris, em
que importou a despera feita do trimestre de Ja-
neiro a marco deste anno, com o sustento dos
presos pobres da cadeia do termo do Baique.
Communicoa-se ao chefe de polica.
Ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares, dizendo que para poder ler lugar, por parte
do commandante do forte do Buraco, a fiscalisa-
cao reeommendada no aviso do ministerio da
uerra de 8 de marco de 1852, faz-se preciso que,
e con ormidade ora a requisicio de eorenel
oxamaadante das armas, d sciencia aquelle com-
mandante das obras, que se vao alli execatar, e
bem assim do termo de contrato, se por ventora
forem eitos por arrematadlo.
C immunieou-se ao coronel.
AmadT Rodr
pelos candes eoj
Hirao do Llvw
da thesouraria
supplicantu titulo
A
Maranhio ; Joacraim Joa &hin, no
o de Lima, na Parateyfta; AMeof Jm4
em Goyanna ; Francino Tvm da Cotia,
. Vello-" ao 9r. mpector
para mandar paaiar ao
wfy) de qe se trata.
tntanu-
Compaohla PerOmBncBa.-Diriia-se
raria de fazerida.
Companhia PernambacanaDiriia-se thesou-
raria de fazen&a.
Franc ?c*j de Paula Carneiro Leao Janior. Co
m9.requer.
Francisca Eugenia de Lima. Satisfaca a sup-
pilcante a exigencia do procarador fiscal, contida
no parecer escripto no verso deste requerimnto.
Francisca Maria da ConcecSo. Declare do une
constar. H
tor da thesonraria de fazenda.
Francisco Gongalves Rodrigues Franca. = Re-
queira ao governo imperial.
Francisca Candida da Silva Cardoso. = Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Genoveva Mana oos Res Fonceca.Requeira ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenna.
Jos Augusto de Araujo. Ao Sr. engenheiro
chefe da reparlicaj das obras publicas para infor-
mar. r
Jos Gonealves de Oliveira. Ioforme o Sr. ins-
pector da thesooraria de fazenda.
dente n'um bellf e paqueo
I iqterpre>
elle ora apeas flal'iBtrpreJe dos lentfmentos
quells, que a paueo re revartar o producto de
monumento com memorativo dedicado soa
ora b nefiui de oa*a*jle msiraccao publica.
terminou danisi- vivas su44iagasla4a o __
4pr o Sr. D. Pedro U, a fa*la imperial e ao
peroambucano, os quaes lorajn calorosmeote
respondidos.
tAMWllO I P01A da hovnciA.

Per trt mezet maoUdos .
ditoi idem. .
Por m
Por nore ditos idem .
Por nm auno idem




^

6*7*0
Ir "
Propriedde de Manoel %ueira de Faria & Filhos.

Aatonio^de lemoe Braga, no Anca* ; Jlo Maria Jolio Chave,, oo A.. ; Antonio Margne, da Wm, no Nata]; jm jmm
m da Penha; Belannino doi Santos Baldo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Leite, Serqninbo C. m Rio de Janeiro.

piro-So8"50"' Cm ,*nn* Jo,(lain do Ea'
UMunod' A,ves Correa, com Olivia Flora Pereir a
Deusdedit .Firmino Xavier da Fonseca, com
Aostrosiaa Fernanda d<> Soma.
Eaiz Jos de S)uza, com Alexandrina Marque?
da Silva Mascareobas.
Rvro. cabido de Olinda; appelladus, Domingos Jos
a costa Guimares e outro.Conflrmaiia a an.
tenga.
Urna commiisao nomeada pata soeiedade arlia- Lima.
tica acompa,Bheu S. Exc. o Sr. presidente desde o
palacio de su.residencia at o lugar em qoe se
achaya o pvllbio.
Fot offertada pelo Sr. director das obras puUP'
cas a peana de ouro cum que S. Exc. aaaipikM o
termo do assentiment da pedra ; dignando-se S.
Exc. agradecer a offerta.
O acto estove brilhahte e na altura da festa.
Ura c mtiogente do 2. batalliao da guarda nacio-
nal fez as honras do eslyld.
O palacete construido com a cjadjuvacSo da
Assciacio Commercial Beaeflcente, do Exra. Sr.
Bario do Livrameoto, da prepria socieda -le dos lia Coiceigao.
Jos Joaquim da Costa Maia.A' cmara muni-
cipal do Recife para informar.
Jos Ignacio Ferreira Rabello. Sira, pagos os
direitos nacionaes.
Joaquim Antonio Rodrigues Sobrinho.Sim, pa-
gos os direitos nacionaos, devendo o supplicante
apresentar a planta do terreno de que se trata
Lapito Joao Romarico de Azevedo Campos.
Dirija-se ao corooel commandaote das armas.
Maxiraiano da Silva. oforme o Sr. in-pector
da thesouraria provincial.
Manoel Jos de Camino. Informe o Sr. cora
mandante superior da guarda nacional do munici-
pio do Cabo.
Capitao Manoel Salvador da Cruz. Informa o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Dias da Silva Santos. Declare o sup-
plicante qual dos terrenos pretende transferir o
dominio otil a Manoel Ferreira Escovar.
___ BXP8DIENTE DO SECRETARIO.
OfHcios:
Ao coronel commandante das armas, cora-
municando que a presidencia, por despacho de3ta
data, autorisou os concertos de que precisam o
relogio e outros objectos, constantes do pedido que
reraetteu.
Igual mutatis mutandis acerca do fjrneciraento
de 50 arrobas de plvora para salvas, pedidas pelo
commandante da fortaleza o Brum, e de livros
para o deposito de reerntas.
C o tu iii a mo das armas.
ARTEL-GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBCO, 24 DE ABRIL
DE 1871.
Ordem do dta ti. 641.
O coronel commandante das armas interino, au-
torisado por offlcio da presidencia de 22 do cor-
rente, determina que flquem nesta data addidos
ao 2.* batalhao de infantaria os Srs. offlciaes hono-
rarios do exercilo capitao Joaquim Agripino Furkt-
do de Mendonga, e tenente Jos Francisco de Pau-
la Vellez, e ao 9. da mesraa arma os Srs. tenente
Leopoldo Francisco da Silva e alferes Fredenco
Paes Birreto, tambem honorarios, afim de fazerem
nos referidos batalbos, que lem falta de offlciaes,
o servico que Ihes competir.
Assiinado. Jos Maria Ildefonso Jacome da
Veiga Pes3oa e Mello, coronel commandante das
armas interino.
Esta conforme.loaqmm Manoel de Medeiros,
capitao ajudante de ordens interino encarregado
do de.al he.
PERNAMBCO.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife S. Francisco, transmittinlo para os dev-
dos effeitos, copia do aviso de 27 de marco ulti-
mo, em que o Exm. Sr. ministro da agricultura
di aolucao as duvidas, constantes do rotatorio e
aeta 4 decembro do anuo passado, sobre o juro
4a qoaatia dentinada construccao dos novos ar-
mazeos 4a estacJo da Escada ; ordenado do advo-
gada da companhia, e modo de distribuir e saldo
da estrada em relacio s duas quantias de 7 /,
do capital angioal e 5 >/> do addiciooal.
Aoa directores 4a estrada de ferro do Recife
OMadi para aue, visto ter-se de dar regala-
inento para a Oscalisacio da mesraa estrada, de
coafornMade com o respectivo contrato, decla-
ren! ae lem impugnado a fazer ao expedido para
o meara o flm com reiacao ao de Apipacos, eons-
uate do laeliM exemplar do Diario de Pernam-
Hco, e conviddndo-os a concorrer tambem com a
aaatia de 1:400/000 ananaes para o referido ser-
PMpualms:
Ama lar 4e Barros Cavalcaute Lias.Paase por-
ttlll?,,!2? l,eenv marida.
Aburo ismraado eraprefado da (hesouraria de
ueada .-Informe o Sr. ospoeter da Ifaaaooraria
REVISTA DIABIA.
ASSEMBLEA PROVINCIAL -Na sessao de hon-
tem a assembla approvou em segunda discusso
as emendas off-jrecidas em terceira ao projecto n.
34 deste anno, que aulorisa o presidente da pro-
vincia a rever o contrato da companhia Pernam-
buco Street Railway ; a liou por 24 horas o de n.
36 deste anno, que eleva os venciraentos dos em-
pregados da thesouraria provincial ; approvou era
segunda o de o. 111 do anno passado, autorisando
o presidente da provincia a contratar com Irino
Evangelista de Souza, ou quem melhores vantagens
offerecer, a construccao de urna estrada de Una
a Leopoldina ; em segunda o de n. 62 deste anno,
autorisando o presidente da proviocia a aposentar o
offlcial maior da secretaria dogoverno, Dr. Antonio
Annes Jacome Pires; em primeira discusso o de n.
45 deste anno, que or$a"a receita e fix a despeza
da provincia para o prximo futuro exercicio.
A ordem do dia para hoje : contiouac3o da
antecedente, segunda discusso dos projectos na.
47, 66 e 68; terceira do de n. 49, todos deste anno.
INSTRUCCAO PUBUCA.-Por portara da pre-
sidoncia da provincia, de 21 do crrante, foi no-
meado Joao Brindley Fox amanuense da secretarla
da instruccao publica.
ARSENAL DE GUERRA.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 20 do correle, foi no-
meado o capitao reformado Manoel de Mello e Al-
buqaerque, ajudante interino do director do ane-
oal de guerra.
TRIBUNAL DA APPELLAQO.Por portara da
presidencia da proviocia, de 21 do correte, foi
oomeado Jos Francisco de Menezes Amorim, para
servir uterinamente o lugar de eserivao de appel-
lacdes do tribunal da reiacao, em quanto durar o
impedimento do effectivo, Jos Peres Campello de
Almeida.
FORO DO REClPE.-Pe!o Dr. juiz municipal da
segunda vara, foi hootem nomeado Theophilo Al-
ves iaSilfa, para servir interinamente o offlcio de
eserivao de capellas e residuos, de que proprie-
tao Galdino Tnemistocles Cabral de Vasconcel-
los, por ter fallecido o servenluario que o exercia
interinamente.
LYCEU DS ARTES E OFFIC10S. Ante-non-
tem, pelas cinco horas da tarde, foi solemneraeute
assentada a primeva pedra do palacete que tem
de servir de lycea de artes e offlcios.'
Concorreram a este acto mais de 4,000 pessoas
de todas as classes e jerarchias, teodo offlciado no
acto da benjo da pedra o Etm. Sr. vigario capi-
tular e seu secretario. ^
Em nm improvisado pavilhao ricamente ador-
nado, de forma octangular, estava erigido o altar
para a celebracao das ceremonias religiosas da
Delicio.
Um grande barraco convenientemente prepara,
do servia de abrigo aoa convidados, soeiedade
dos Artistas Mechanicos e Liberaos e s commissoei
de diversas sociedades que se achavam presentes.
Depois da benco da pedra foram ldos diversos
discursos na ordem que se segu : do director in-
terino da instruccao publica ; director das obras
SJlica, Dr. Jos Ttburcio Pereira de Hagalbaee;
arador da Sociedad* das Artes Meeaaaicaa* Libe-
raos ; do orador do Moble-Pio Popular Pernim-
tacao ; do presidente do Club Popular, Flortano
wraia de Bnto ; de Victoria Palaarw do Dr.
Torra* Handeira Ftlaa
Artistas Mechanicos e'Lberas'e dos cidados que
quizerem concorrer com o sen obulo em beneici
das tlasses operaras.
. Eis o termo de assenlameoto da primeira pedra
d'esse palacete ; quanto aos discursos, publicare
mos era- DOssa 8." pagina aquellos que nos chega
rem s mos:
No anno do nascimento de Njsso Senhor Je
sus Christo de 1871, qumquagesirao da indepen
dencia e do imperio do Brasl.aos 23 dias d i mez de
abril.pelas 5 horas da tarde.no terreoo situado roa
de Santa Isahel.caoto da rna do Mrquez de Herval
da freguezia de Santo Antonio d'esta cidade do Re-
cife, capital da provincia de Pernarabuco, vieram
o Ulna, e Exm. Sr. cooselheiro Diogo Velho Caval-
caute de Albnqaerque, presidente da provincia,
Illra. Sr. brigadeiro Francisco Joaquim Pereira Lo-
bo, Illno. e Exm. Sj conego Joo Chrysostomo de
Paiva Torres, goveroador do bispado, vareadores
da cmara municipal, deputados geraes a provio.
ciaes, lllm. Sr. Dr. chefe de polica Luiz Antonio
Fernande3 Pinheiro, lllm. Sr. commandante supe-
rior da guarda nacional coronel Antonio Gomes
Leal, director do gyranasio provincial conego Fran
ci -:o Rochael Pereira de Medeiros, offlcialidades do
corpo de polica e guarda nacional e comraissoes
de diversas sociedades, muitas pessoas gradas e
povo, com assistencia do Sr. baebarel Jos Tibur-
cio Pereira de Magalhaes, engenheiro chefe das
obras publicas, autor do projecto do edifiaio para
o nm de solemnemente benzer-se e colloer-se a
pedra fundamental do palacete destinad/ ao lycea
das artes e offlcios da provincia de Pernambuco,
mandado construir por deliberaco do Exm. Sr.
conselhero presidente da provincia.
O Exm. Sr. vigario capitular cooego Joo
Chrysostome de Paiva Torres, heozeo solemoemen-
ie, acompanhado do seo clero, em altar decente-
mente paramentado para esse acto, e o Exea. Sr.
conselhero presidente da provincia coHocou e as-
sentou a mencionada pedra fundamental do pala-
cete do lyceu de artes e offici >s, era presenta das
pessoas sopra meaconadas e do povo.
< Esta pedra fundamental foi enllocada e as-
sentada no centro e base do alicoree em local para
sse fin disposto por baixo da porta central 4a
fachada. Contem ella em grossos caracteres, gra-
vados e aberlos sobre a face poli 1a da mesma pedra,
que formada de ama so lamina de marmore fino
a seguinte inscrpcio : e Acs 23 de abril de 1871
imperando o Sr. D. Pedro II, generoso promotor da
nstruceo publica, foi collocada a primeira pedra
d'este palacete, destinado para lyceu de artes e of-
ficios por deliberaco do presidente da provincia
cooselheiro Diogo Velho Cavalcante de Albuquer-
que.
_ Por baixo da mesma pedra em urna escava-
cao rectangular, aberta em cantara foi depositada
urna caixt de metal contendo um pergaminho au-
thographo do presente termo.
As insignias necessarias para o asseatamento
aa referida pedra foram levadas pelos paranympbos
por S. Exc. o Sr. cooselheiro presidente da provin-
cia nomeados; a saber : O conselheiro Jos Ben-
to da Cunha e Figueiredo, como presidente da pro-
vincaque aotorsou a orgaoisacao da soeiedade
Manoel Fraocisco Rabello, com Maria Ciclia de
Moreira da Cruz, com Anna Felicia
Custodio
dos Santos.
2.a denunciacao.
ioel Gera|do do Sacramento, com Emilia Ma-
na d& Costa Oliveira.
Joao Guerra 4e Carvalho, com Elvira Duarle
Manoel Soares de Brito, com Senhorinha Maria
aa Looceico.
Fahio da Costa, com Januaria Maria da Con-
,eei?a.
Filomeno Jo3 de Souza, com Francisca Maria
Antonio Jos Pereira,
minha.
com Joaquina Alves Ca-
Augusto Pacheco de Faria, com Neomisia Laura
! Marlnha.
Fraocisco Jos de Mello, com Julia Maria da Con-
eeicao.
Fraocisco de Hollanda Cavalcante de Albuquer-
que, com Maria Francisca de Araujo.
oatyro Jos de Moraes, com Isabel Maria da Luz.
Jos Maria Correa, com Clara Maria da Luz.
Joao Fraocisco dos Anjos, com Gertrudes Maria
da Conceicao.
3.' denunciadlo.
Vicente Domingues, cora Joaquina Maria da Con-
ceijao. "
Antonio Jos Braga, com Maanas Placida.
Porfirio Guedes, cora Joanna Maria Vicencia.
Pedro Jos Rufino, com Francolina Maria da
Cooceigao.
ArthurCiStello-Branco, com Maria Emilia da
Cunha Figueiredo.
Francisca Xavier de Lima, com Francelina Ma-
na dos Sanios.
HOSPITAL PEDRO II.0 movimento desse es-
taberecimento de 17 a 23 de abril de 1871 foi
de 2611 existentes, entraram 37, sahiram 28, falle-
cern 8, existen, 266, sendo 171 horneas e 95 mu-
Iheres.
Advertencia,
dorara visitadas as enfermaras estes dias as
6 1/2, 7, 61/2, 7,7 1/2,8.J6 1/2. pelo Dr. Ramos ;
as 1,11, 8, 11,12 i/2, pelo Dr. Sarment.
Fallecidos.
Jos Laurentino de Soma ; tubrculos pulmo-
oaras.
Jos dos Santos do Nascimento
a sen-
Do juizo-municipal 4e S. Joo.Appellaote, Do-
re francisco de Oliveira ; appellados, Domingos de
Barros Brando e outro.Despresados os emba -
ges.
Do joizo muoicipal de Barreiros.Appellaote,
Joao Guilberme de Mello ; appallado, Tiburcie Va-
leriano Baptisu.Despresados os embargos.
Dojuizo municipal do Recife.-Appellanie, Theo-
tonio Alves Ferreira : appellado, Joaquim Fran-
cisco Lavra.-Depresados os embargos.
DtLIiiENCIA CIVEL.
Ao Sr. deserabargador procurador da coroa :
Dojulzo dos feitos da fazenda. Appellaote.
uaudio Dubeaux ; appellada, a lazenda.
Ao Dr. carador geral:
Do joizo municipal do Recife.Appellantes, Joa-
quim Ribeiro de Moraes e outros : appellados, Ma
galhaes e outros.
Assigooa-se dia para julgamento dos saintes
teitos :
APPELLACOES OVIS.
Do jaizo municipal do Recife.Appellanie, Izi-
dro por sea carador; appellado, Fraocisco Ma-
ooel de Siqueira.
D> joizo muoicipal do Aracaty. Appellante,
Aotooio Correia de Sea ; appellado, Antonio BapJ
lista Barbo-a.
Da juiz j municipal de Cascavel. Appellante,
Jos Victorian Pe reir ; appellado, Jos Francisco
de Miranda,
D> joizo muoicipal da Area.Appellaote, Ma-
noel Gomes da Canha Lima ; appellado, Manoel
Francisco Alves Gama.
AGORA VOS DI PETI6AO.
Ao Sr. desembargador AimeidaAlbBqaeraue:
Aggravante. Joo Francisco do Nascimento Fei-
tosa ; aggravado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Motta :*
Aggravaaie, a junta da Santa Casa de Misori-
cordia ; aggravado, o joizo.
APPELLAQO CIVK1S.
Ao Sr. desembargador Molla :
D> julzo municipal de Porto Calve.Appeilaa-
alfir A BarbSa'appeHad0' *" i0ie
Ao Sr. desembargador Doria :
Do juzo municipal do Araealy.AppeRaote, i.
cmara municipal; appellado, Aodr Ferreira dos
saotos Cmara.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
Do juno municipal da Escada.Appellante, Be.
larmmo da Silva Lias; appellados, D. Maria Eufra-
zia do Rosario e outros.
Eocerrou-se a sessao a 1 hora menos 1 quari
a tarde.
PUBCACOES A PEDIDO.
PASSACENS
Do Sr. desembargador Lourengro Santiago ao Sr.
desembargador Almeida e Albnquerque P
ury de Pedras de Fogo.Appellantes, Sera
Do
Tenuiuado estes discqrjgrj S.!.. q Sr, ffsai- Brinda Ramos.
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar, presidente da as
sembla provincial ; Baro do Livrameoto ; com-
mendador Jos dajSilva Loyo, presidente da As-
sociacao Comraerclal Beneficente; Dr. Joo Jos
Pinto, director interino da instruccao publica: Ma
noel Pereira de Hollanda.presidente da soeiedade de
Artistas Mechanicos; Floriano Corroa deBrito. pre-
sidente do Club Popular ; Bernardo Falco de
Souza, presidente do Monte-Po Pernambucano.
Este palacete construido com a coadjuvaco
da Associacao Commercial Beneficente, do Baro
do Livramento, da propra Soeiedade do3 Artistas
Mchameos e Liberaes, e de varios cidados que
concorreram cora prestarles em dinheiro em be-
neficio do ensino proessiona! das classes ope-
raras.
' E para constar se mandou lavrar o presente
termo em lvn especial em que assigoaram todas
as pessoas que estiveram preseotes, seodo ree-
reodado pelo engeoheiro chefe das obras publicas.
Eu, Feliciaoo Rodrigues da Silva, conductor e
secretario das obras publicas o eserevi e assignei
Feliciano Rodrigues da Silva.
JANTAR POLITICO.Efectuou-se hontem o
janlar que, S. Exc. o Sr. conselheiro Diogo Velho
Cavalcante de Aibuqoerqae, offerecaa assembla
provincial. A festa durou at tarde reioando nella
um espirito verdaderamente eordeal e amistoso e
pronunciando-se discursos em qoe transpareceram
ideas elevadas e nobres. Depois daremos conta
da festa mais minuciosamente.
NAVIO ARRHADO.No domingo pela manha
arriban nosso porto o vapor inglez Galata, frota-
do pela Paaf Steam Skip company para fazer o
servico do mez de marco, por ter partido todas as
P do behee. Este vapor, que sabio de Liverpol
a 23 de marjo, traz sen bordo dozentoi passa-
geiros, entre os quaes o celebre artista dramtico
Ros si, cora a sna companhia eomposta de 32 pes-
soas, com destino ao Rio de Janeiro, onde vai dar
algans espectculos. Apenas substituir o hlice,
seguir este vapor ao seu destino.
PHARMACIA POPULAR.-Este acreditado esta-
belecimeato, sito ra da Iraperatrit, acaba de sof-
frer grandes melhorameotos, que o collocam par
dos melhores e mais bem forneeidos desta cidade.
CAPTURA DE CRIMINOSOS.A' cada do ter-
mo do Salgoeiro foram recolhidos os criminosos
Goncale Josde Souza e Adelo Jos de Souia
Vieira, pronunciados oesse termo, Miguel Gomes da
Silva e Camilla Maria das Virgens, pronunciados
no termo de Viila-B illa, os quaes foram capturados
oo termo do Jardim, da provincia do Cear.
. MORTE CASUAL.No dia.21 do eorrenta foi
tirado de dentro de um pooo,no lugar Pvranga, da
freguezia de Afogados, o cadver do menor Jos,
tllho de Jos Vicente Ferreira. Das pesquizas a
que proceden a autoridade compatente, venficou-
se soffrer dito menor de alienacao menul, e ter
sido a raorte casual.
PROCLAMAS.^oram lidos no domingo 23, na
matriz da freguexia de Santo Aatoaio os proclamas
seguintes:
1.* deaunciaco.
tta4?ai,0, d*BriU' COm ,*cinUu Deodor* 4*
Joa Paulo deAoanias, comLaixa Mari da
Monte.
rcente Ferreira do Nascimento, con} An|ep>a
. anemia.
tubrculos pulmonares.
Candida Maria do Nascimento ; anasarca.
Bernardo Pereira; tlente chronica.
B-Tric uillierme; febre amarella.
Mana Vicencia da Coaceicao ulceras ebro-
oicas.
Joaqu]m Jos de Sant'Anna ; interite chronica.
LEILAO.Hoje, s U horas, effecta o agsote
Martios o leilo da loja de calcado ra do Baro
da Victoria n. 30, pertencente massa fallida de
Fernando Stepple da Silva.
Amaobaa (26) efrecta o agente Pinto o lei-
lo de movis, anca, crystaes, obras de ouro e
prata, conforme est annunciado para o sobrado
da ra Nova n. 61.
LOTERA.A que se acha a venda a 1190.-)
beneficio da imperial capeila da Estancia, que
corre no dia 28.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 21 do
corrente :
Virginio Freir de Oliveira, branco, Portugal, 22
annos, solteiro, Santo Antonio ; febre perniciosa.
Laiza Maria dos Santas, Pernarabuco, 76 anuos,
solleira, Graca ; congesto cerebral.
Isabel, branca, Pernarabuco, 3 mezes, Santo An-
tonio ; ioflammaco.
Joo, escravo, Rio Grande do Sul, preto, 21 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; colite.
Verissima Maria da Triodade, parda, Pernambu-
co, 21 anoos, viuva, S. Jos ; phthysica pulmonar.
Jasepha, parda, Pernambuco, 16 mezes ; denli-
cao.
Acnylles Danglado, braoco, Franca, 29 anuos,
solteiro, Graca; congesto cerebral.
22
Marcemilla. parda, Pernambuco, 3 annos, S. Jo-
s ; eonvulsSe3.
Julio, pardo, Pernambuco, 2 mezes, S, Jos; ma-
rasmo.
Joaquim, escravo preto, Pernambuco, 49 an-
nos, solteiro, Santo a atoo o ; tubrculos pul moa a -
res.
Francisco, pardo, Pernambuco, 8 mezes, S. Jo-
s ; metnte.
Vicencia da Conceico, parda, Pernambuco, 23
annos, solteira, Boa-Vista ; ulceras chronicas.
Bernardo Pereira, preto, Pernambuco, 70 annos,
solteiro; inttrite chronica.
Elvira Olindioa da Cuoha Gaivo, branca, Per-
nambuco, 16 annos, solleira, S. Jos ; congesta
cerebral.
CHRONICA JUDKIRU.
I RIBl VI. D.% RRLAlAO.
SESS.-iO EM 22 DE ABRIL DE 1871.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO CAETANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerqne, Motta, Doria, Domingues da Silva,
Souza Leao e Frenas Henriqaes, faltando com
causa es Srs. desembargador Guerra, procarador
da corda e Ribeira Costa, abrio-se a sessao.
Passados os feitos deram-se os jalgamentos se-
guales :
recursos canas.
Recrreme, o juizo de direito do Crale ; recor-
rido, Pedro Dantas Barrete.Juizes os Srs. des-
embargadas Domingos da Silva, Motta, Gitirana
e Almeida Albnquerque.Improcedente.
Recrreme, o juizo de direito da Agna-Prata ;
recorrido, Manoel Jos de Santa Anna.Jnizes os
Srs. desembsrgadores Freilas Henriqaes, Lourenco
Santiago, Souza Leio e Gitirana.Improcedente.
APPELLAg?>RS caiMKS. -
Do jury do Aracaty.=Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Joo Vicente da Silva.A novo jury.
Do jury da VictoriaAppellante, o juizo ; ap-
pellada, Isabel Joaquina da Canclelo.Improce-
dente.
Do jury do Bom Couselho.=Appellanie, o jai:
appellado, Bernardo los de Oliveira.A aovo
Do jury da Fortaleza.Appellantes, Candido
Francelina de Souza e outros ; appellado, o Jaizo.
A novo jury.
Do jury do Taearat.-Appellaole, o juio; ap-
pallado, Padro GarraA novo jory.
Do jury de Podras da Fogo.Anpeilante, o jul-
io ; appellada, Tibartina Jos dos SantosConfir-
mada a senlenca, e ir,andaram responsabilisar ao
eserivao do jury.
Da juizo de dimito de S. Matheus.Appellante,
0 Jaizo ; appeiUio,' Anuncio Joa NogueirtIm-
procedeote.
Do jur> o TaizairaAppeUanta, Braz Vicente
Feml>aLima ; appeltad, a Jaattca.-Anaallaram
o?>oeeiao.
. au.ao8z8 cmts.
1 Do joizo municipal do Recife.AppeUante, o
flm Anselmo Pereira e outro ; appellada, a justi
ca- Do jury de Lavras.Appellante, o juizo ; ap-
pellados, Joaquim Antonio Pereira e outros. Do
jury de Alagoa-Grand.- Appellante. o jaizo ; ap-
pellado, Manoel Gomes da Silva. Do juizo muni-
cipal do Sobral.Appellante, Jos Rodrigues Li-
ma ; appelledo, Casimiro de Assis Brito. Do juizo
municipal de Porto Ca'vo.Appellaute, o tenente-eo-
ronel Jos Igoacio de Meodooca ; appellado, Ale-
xaodre Waguer. Do jaizo muoicipal do Recife.
Appellaote, Joaquim Fraocisco de Albuquerque
Santiago; appellada D. Francisca Thomazia da Con-
eeico Canba.
^ Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Aopellaelo civel.- Appellante, Francisco Lopes
da Silva; appellado, Sebastio Accioly Santiago
Ramos. Appellagoas crimes.Appellante, o jaizo;
appellado, Antonio Francisco de Araujo. Appel-
lantes o julio ; appellados, D^ocleeiano Nogueira
Carvalho e outros. Appellacfies civeis. Do juizo
muoicipal de Caonafistula. Appellante, Trajano
Amorico de Caldas Braodo, administradar do pa-
trimonio de Nossa Senhora das Dares ; appellados,
Joaquim de Sauza Barbosa e outros.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria:
Do jury do Recife.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Francisco Baptista da Silva. Da juizo mo-
n:ipal da Atalaya.Appellaote, Cosme Lopes Bar-
bosa ; appellado, Jos Tnomaz da Silva. Da juizo
municipal do Recife.Appellante, Joo Martins de
Barros; appellado, Antonio Jos da Silva do Bra-
sil. Appellante, a preta Maria por sea curador ;
appellado, Amancio Francisco Mendes. Do jaizo
municipal de Camaragibe.Appellaote, Luiz Mar-
ques de Lima; appellado, [guaci Manoel Saiva.
Do jury de Penedo.Appetaote, Jos Francisco
Pinheiro Caj ; appellado, Manoel Francisco de
Lima.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Do jury do Banito.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Ignacio Francisco da Soledade. Do jury do
Aoarac.Appellante, o juiz; appellado, Luiz Mar-
tins da Silveira.
Da Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa :
Do juizo municipal da Iraperatnz.Appellante,
Felippe Jos de Castro ; appellados, Manoel Thom
Ferreira e outros. Do juizo municipal de Pao
d'Alho. Appellaote, Firmioo Pereira da Canha ;
appellado, Jos Francisco Pedrosa. Do juizo mu-
nicipal do Cabo.Appellante, Manoel Pedro do Re-
g ; appellados, Manoel Joaquim e seus filhos. Do
juizo de orphos da Parahyba.Appellante, Anto-
nio Angello Fernandos ; appellado, o carador ge]
ral. Do jaizo municipal do Cabo ; appellante, Ig-
nacio Araerico de Miranda; appellado, Fraucisco
Paula e Silva.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Freitas Henriques :
Appellacocs crimes.Do jury do Recife.Ap-
pellante, o jaizo ; appellado, Canuto Candido Re-
guros. Appellante, o juiz a; appellado, Joo Joa-
quim Eleuterio. Appellante, o joizo ; appellado,
Belcbior dos Res Pavo. Da juizo municipal do
Recife.Appellante, Manoel Martiniano Leite ; ap-
pellados, viuva e herdeiros de Jos Ferreira do
Nascimento. Do juizo municipal de S. Joo.Ap-
pellante, D. Joaquina Maria do Rosario; appella-
do, Joo Candido de Macedo. O conflicto de ja-
risdicas eotre o juiz muoicipal do termo de Goyan-
na'e o juizo dos feitos da fazenda do Lecife.
Do Sr. deserabargador Freitas Henriqaes ao Sr.
desembargador Gitirana.
Do jury do Sobral.Appellante, Hylario Paes
da Silva Saotos ; appellada, a justica. Do jory do
Cabo.Appellante, o joizo ; appellado, Jaaio Cor-
deiro de Araujo. Do juizo municipal do Rscife.
Appellaote, o Dr. Joo Francisco ; appellado, Dr.
Antonio de Vasconcetles Menezes de Dru jamona.
Do juizo.municipal de Maceio.Appellante, Fortu-
nato Angusta de Souza ; appellados, D Maria An-
tonia do Nascimento e seus filos. Do juizo mu-
nicipal de Batunt.Appellante, Bernardioo Go-
mes da Silva ; appellado, Augusto Alexandre cas-
tello Branca Da juizo dos feitos da fazenda do
Recife.Appellantes, Joaquim Cavalcante de Al-
buquerque o soa malher; appellado, o Jaizo. Ap-
pellantes, Joo Luiz Ferreira Ribeiro e outro ; ap-
pellada a fazenda. Do juizo municipal do Recife.
Appellanie, o curador da preta Francila ; appel-
lado, Luiz Angosto Rolim Mavigwer.
DESTllBUlQAO.
Recursos eriales .
Ao Sr. desembargador hegueira Costa :
Recrranlo, o promotor publico da cidade de
Maceio; recorridos, os directores da Caixa Com-
mercial da mesma cidade.
Ao Sr. desembargador Souza Lelo :
Recrreme, o jalao de direito de Campana ; re-
corridos, Dr. Feliciano Henriques Hirdenan e ou-
tros.
Ao Sr. desembargador Freitas Henriqaes :
Recrrante, o juizo de direito de Agua-Preta ;
recorrido, Manoel Jos de Santa Anna.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Recorrente, o Juizo de direito da Imperatriz ;
recorrido, Bernardo Simia Alves.
HICUBSO DI FALLENC1A.
\ Da joizo especial do Recite :
Ao Sr. desembaraador Almeida Albuquerque :
Recorren, o joo ; recorrido, Joao Lucio Mar-
ques.
Ao Sr. doaembargador Motta :
Recrrante, o julio; reoorridoa, Fonceca 4 Su-
toa.
Ao Sr. desembargador Doria :
Recorrente, i00 i recorridos, Oliveira \ Cat-'
O DfU CAROUNO FRANCISCO DE LIMA SANTOS AO
DR. JOAQUIM D aQUINO FONSECA, ACERCA DO
EMPREGO DO SULFATO DE QUININA NA FEBRF
AMARELLA.
III
Alm das tres principios proposicoes qoe rea-
saltara do fallado cammuoicado de 31 de Janeiro,
e que consisten)em ser a febre amarella proce-
dente de iofecco piadosa ; no emprego do sul-
fato de quinina era qualquer periodo desta fe-
bre ; na aeco da quinina ou do sulfato de jana-
na sobre o'germen paludoso (como se fra orna
especie de perxido de ferro hydratada ou o afa-
[rao de Marte aperiente neotralisando o acido ar-
senioso)outrs existem, que Bao podem deixar de
ser seguidas e precedidas de certa ordem de coa-
siderafoes, e isto farei antes que em outros ara-
gos me oceupe, par e passo, de ludo mais quanto
extravasou a fervura da sciencia pathologiea 4o
collega, em seus artigos explicativos.
Em primeiro lugar direi : que o Dr. il iiiiiae
nao foi bastante grave para com a boa f pnica
quaodo citou autores, que empregaram o slta-
lo de quinina, logo no principio do segando perio-
do da tebre amarella, periodo de abatimeoto a 4
adyoamia ; e outros, que tambem o emprega-
ram, oo caso de apresentar a febre manifest ele-
mento intermitientecom o fim de provar. qoe o
sulfato de qainina podia ser dado, anda com mais
forra de lgica e de raciocinio, no maior auge da
febre e em seu primeiro periodo I___
Foi assim, que citando Giacomini e os discpu-
los da asela italiana,'para roborar a idea da
que o sulfato hyposthenisante (o que em todo o
caso contra a propria asserco) disse, que esee
autor asseverara,que um certo Casson reconbe-
ceu, qoe a quinina era eficaz na febre amarella.
Mas, em qoe circumslancias, em qne periodo, aa
no primeiro ou no segando, se como meio geral
ou excepcional, foi o que oceultou o Dr. Aquino.
Como se, depois de ter e-tabelecido a theseie-
que o sulfato de quinina o nico remedio, o pri-
moroso especifico, dalo no primeiro penodo da
febre amarella, ao ponto de dizer, que se nao en-
carregariade doente que nao se quizesse sugeiiar-
ao uso desemelhante agente fosse-lhe iodifferente
provar, j com a autoridade dos mestres e j com
factos dioicos proprios, escriptos e irrecasaveis, c
esseDcial da these ; isto que a eflicacia-la sulfa-
to de quinina, na febre amarea, dependa da me-
Ihor occasiao, que era o primeiro periodologo fff
pois do effeo de um vomitorio.de trtaro.
Dep ais cita anda um tal La-Fuente, que disse
ter salvo a muita gente, affenaua dp faare .ama-
rella, com o emprego do sulfato de quinina, e
ssmure cora o mesmo calculode occaltar as
coodicSes em que La-Fuente applicara o sulfato :
se no maior auge da febre, e logo no principio
do segundo periodo, se nos casos de msnifesta ioter-
raitteocia I Sendo que tambem oo se esqueceu de
Hedoin, que publicou urna these em 1806, somante
para a respeito desta c do autor dizer :Hedoin.
tambem empregou com vantagem a quinina na la-
bre amarella I.... E esta ? I...
Se a questo principal, repito,nao o emprego
do sulfato on da quinina na febre amarella ; ma*
o emprego do sulfato ou da quinina, como espec-
fico, como contra veneno paludoso, no primeiro pe-
riodo da febre ou em seu maior auge, qoe foi c
qoe asseverou o collega, claro que taes.autores
foram citados, se nao subrepticiameote, beca tara
de proposito; e que o rico Dr. proceden diversa
mente do que ihe cumpria, e vem a ser:nio s
citar autores de crdito qoe asseverassem a efi-
cacia do sulfato de quinina no primeiro periodo da
febre amarella, sua preeminencia, qual a que so
observa as febres intermitientes, ou anda co-
nhecida ^efflcaca, como no rbeamatismo e en
certas nevroses de forma intermitiente, onda a
nao pode dizer que o snlfato obra como an nea-
tralisador ; assim tambem apresentar um certa
numero de observaedes proprias, bem laboradas,
cheias desse material, que so fornecem nma atora-
da experiencia e a cooseiencia de quem a fea,
guiada pela luz dos principios.
O aue nao teodo feito, oo antes tendo-ae Irma-
do em um mero ideal, em simples conjeetnras, em
ciacTus que por nem um modo podem abrager
a especialidad^, o ossencial asserco oa proposi-
cio emittida. qoe a constante eficacia th sulfat
no maior auge da febre amarella, digo, que pelo
menos peceou por falta de conformidad*.
Outrosiza ; ainda no mesmo artigo, depois 4o
ter dito rnui terminantemente o Dr. Aquino : Eb
como procedo, e submetto o tratamento, que ene-
prego invariavelmente e com vantagem conatazae.
experiencia dos collegas que o queiram experi-
mentar sem preconceito, tendo ooragem em soa
applicaco >, expressa se maia adianle nos seguin-
tes termos: i Tem-se procurado oppor 4 essa al-
feccao diversos agentes, eonsideranda-ee 1
algn; como especficos; mas as ezM)
sido desfavoraveis aquelles que bao
dos. tST No tratamento da Ubre i
se t m jtito mais do que apptmar tm
lem combater symptomas ; mas feaj
causa do mal. (Tambem era o que fu
os symptomas de urna molestia fottea Maia
mesma} e por isto qaaodo a infeccaa alausa, a
morle vem a ser a.terrainaco da fenre. S se ni
der (note-se bem) triumpkar do mal indo-te des-
truir ou modificar a causa dtlle : a anda aoaa>
me pareceaio soffrer do vida, a febre amarel-
la devida orna iofecco auamialtda pahulua.
s um agente capaz de destruir o principio tnaa
poder dar resultado satisfactorio............ >
Eis ahi envenenado todo o corpodaotrinario i
doutor, por foco de infeccodelettria, constltaid
por auas proprias assercSes. Eis ahi o eollega des-
truido por si mesmo ; sera duvida porque desa-
brochaodo-se em verdadeira offenaa a seuaooUa-
gaa, em momento i* Ihe pareeea propicio oetea-
tar sabeoca, qoe julgara fura dta alcance 4a lo-
dos, se nao lembrou das judlcioaaa palavraa a*
Sneca : Primnm argumtntum ^aa compet
ta mentit, existimo, poste consUtert, tteum em-
ron.
Se, pois, certo-ter* pt^M Uirnop
o. febre amanilla dir*-^ -g. Imm*iaeran
%. nWfS'
qwao aUae*
-A*
.exptritncifu tem $i
lUm$mMkdSi


-.


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esa*
ra
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iftt.3
H .11 uipi
* i
a febre manjlli nlt n Um fi> miU A-*!**"*
plisar hwkw (M piHbw eoMldter W'""^',**
-fiar do mal inflle destruir oa modificar a can
Tf^Y fIsMlf l"l'"<" t.mriilanfl-sivJtoBem
era P ratieos, 8 i* o imiado do XVII eeulo, e da volta
das ni4pa|HHp* QVtt manda,-poctm era ivae.
se corae5*%Mdar eom roais cuidado e teten-
ca a Obre amarella t hojp, nao tem sido posst-
wl destruir e modificar a causa deila) ; s por
aeaham modo se tem podidirveriftcar e maito me-
aos decidirqual gtj a cansa da fbre amarella,
se ama infeceto paludosa ou s ontro qualquer
priDcipio deleterio emanado de leos da ouira
oatoreu, o que o illustre don tur nao deixa de
cantil mar, desde que'dizqae Ihe paresia fora de
envida, que tenha ella por causa germen paludo-
so.; como que oca* aseverar a quasi intailibili-
Aade di sulfat de quinina na febre amarella ? I
Como que .comidera etpecifke com o, funda-
mento de que vio tantos o quanios doentes, sean
apresentar urna s observacao relativa a um caso
de felbre amarella ; e apenas por supporque a
cansa da fehre a mesma das intermitientes f .1.....
A respeito, porm, da phisiologia palhologlea es-
pacial f-nre anrxrena, da natureza intima da
causa, que a produz, da maneira porque tende o
germen deleterio destruir, e mutas vezes de
modo fatal, o equilibrio da organsacao. e torn-
een) a respeKo do tratamento at hoje em-
pregado entre a totalidade dos que se
achara na vanguarda da sciencia, diz um notavel
pathe topista quantd*a ultima parte: t,Vp tom-
mes port condure que letraitement de la flevre
aun? ttt bien peni avanc et que oh ne deoons
atoir qu'une confiance tres limite dans nos
mopens de actio.Ns somos forcados a concluir
que o Iratamento da febre amirella est bem pouco
miiantado, e que. ievemot ter mui limitada con-
flanri nos metes de neciio.' Eis o que se eocon-
ira na obra de Wallex, refundida por Lorain,
professor da faculdide de Medicina de Bat.-1,
tom. i; paf. 90,. dlc. de 1866.
E crea o lekor, que assim se pronunciando o
citado autor a respeto de tu to qaaato at hoje s
tem exogttadr, empregado e sido rigorosamente
experimentado contra a febre amarella, nio deix ra
deoeeuparse especialmente da ineflicacia do
-sulfa'o de quinina naquella febre; ineill;acia, ja
fca rauito conhecid.i, mas qua o rico doutor teve a
eorar ero de, fazeorio de seas collega* um regimen-
t de nesclos, converle-la em infallibtlidadem-
cobeila pelo raciocinio delle.
Em verdsde, a singular descoberta des3e collega
bem seatelhaate a de um suseito, de S. los do
orto, de que se oceupou ha das o Jornal do He
i/*: que espantado por ver uros vez a vitrifica-
ci das areas, produzida por fluido elctrico,
apre,saado eorreu gawta estampar o prodigio,
recommendando sciencia e a industria do mundo
um dos fragmentos do producto, que elle suppu-
nha por nioguem anda visto.
Ao que acudo-lne logo um certo audaz, curioso,
a dtter- Ihe: *...'........ Perca a ejpsranca o
ootisiador, de S. Jos do Nort de tirar vantag?m
para a idustria de somelhante achado ; pirque
ceses tubos vi treos ou fulgurites a sao bem conhe-
cidos de lodos, sendo que at hoje os sabios da
Frao;a anda nao poderam tirar delles proveito ; e
M s vi nos lanos de Brdeos, onde apparecem
eom muila frequencia.
Astira digo eu ao Ur. Aquino : Eises fulgurites
si bem ooiihscidoa por todos; e perca a esperan-
ca o collega de tirar vaotagem de sua recommen-
A i|ues.tao do embrego dos tnico, inclusive a
qmai a suifito de quinina na fsbre amarella, ,
como disie, questi velha, debatida e batida, consi-
derada db o ponto de vist da accio especifica Je
UM agentes; sendo qae nao ha tratado de path>-
4ogia em que se nao encontr a historia do sulfato
de quinina oa febre amarella. K fii por isto, que
dmrou-meque o Dr. Ajumo, fallanJo a mdicos,
acerca do nprego do sulfato de q.iinna na febre
amarella, f&axpm-wasse, como se tratasse de urna
grande novitti le? dovda mais a seu propri esfor
{o do que ao athei >, pelo segninte modo:
< ll-iK'ctindo o parallelo qae ha entre o chole-
ra-morbos da India, a peste do Egypio e o typho
da Europa, e a febre amarella da America, c as-
lando -persuadido que o germen de tolas essas
affeec&es o mesmo (urna conjectura e nada mais),
isto i, que todas proceden de inffeccao paludosa,
sendo ellas idnticas em qnanlo sua natureza
emborarevestinio-se de symptonas diferentes (i), e
alo ignoran!) que o agente therapeuiico mais po
deros3, que temos para eomhatcr e estguir este
agente, quinina, considerada por isto, e com ra-
zao, como especiico tal vez a nico que possa sus-
tentar sem cnte.-iacao sua reputaeao, julguei que
prcederia lgicamente (Note-se bem I)se subor-
dinasse o t.-atamento da febre amarella ama
prescripcio invari.tvel, qae live-se por base esse
agente, considerando todos os outros que sao ge-
ritmente erapregados coma acc8ssori03 ou adju-
rantes.
Deaianeira que, nao foi pelo que leu o Dr.
Aquio acerca do emprego do sulfato de quinina
a ebre amarella, que elle chegou a eroproga-lo
em f oa clinici; mas sim por terreflectiio no
par alelo o cholera morbus, da peste e do t$pno
com a febre aman Ib i, e sido induzido pela lgica
e pelo tasiteinio, a hncar mo de um agente, cuja
accio tiv:sj3 por lim combater o elemento palu-
doso, qae Ule pareca ser a causa da febre ama-
rella II.......
Assim, at ento, era para o Ilustre medico ln-
t'iramente desconhecido o emprego do sulfato de
quiaiaa aa febre amarella; porque, a ser do on-
tro atado, elle, depois de feilo o tal raciocioio, nao
conelairia: c........... julgaei que procedera
logieamente se subordinasse o iratamento a febre
amarella ao emprego do sulfato de quinina!
Donde resulta anda o que j urna vez foi di-
te: qae, oa o Dr. Aqaino ignorava completameo
te a historia do iratamento da febre amarella, em-
bota a tivesse nos lirros e alfarrabos de sua bi-
bliotheca; e consegamtemente quantos tratamen-
loa ea tem empregado at boje, sem exdusao
poaaivel do sulfato de quinina ; oa quiz abu?ar da
boa l publica, ^injuriar a corporacio medica de
Paraambuco, apresentando-llies como novidade f
por 6Ue sabida e nasclda de si mesmoo emprego
do sonata de quinina aa febre amarella, snppos-
ta satareta paludosa desta, ect. 1
Entretanto, eis o que dn Grisolle, autor eludo
peleDr. Aquino, (tom. 1, pag. 78) cora relaco-as-j
emprego da qmna e de saus compostos na febre
aaaareJIa. Peco ao leitor toda atlencao. *le qmn
amina, est, aprs les sangsoes, le moyen donton a
peal tre le plus abus dans le traitement de la
ivre jaune. Sons le retine de la doctrine de Brown,
te ttidieint franrait, ungais et surtont les espag-
mosprtseritaient,ds le debut, des doses enormes
dafuiaquina, jusijua t'M grammes (8 oncas) en
trame stxbeures (I); plus tar en a prfr le sul-
fat ie qumme. Mais si ees medicaments ont t
BatnifJstement otiles dans ctrtaines-pidmief.cela
n'a em lieu que momentanment, et t'exprtence a
promti qxon ne poucai en faireune tnelkode de
Jraitement applicable la gnralil des cas.
Aujour d'hui, flite des tndcins qui praliquent
daos les pays ou la lie-vre jaune svit est i pea-
fres unas i me pnur re-erver I empic du quia-
aaiaa oa du sulfate de quinina pour les deux in-
dieations suivauu?, qui sont: iderelever les
forcei aaand elles sont tro) prostres; 2 de eem-
ketre les sympimes de priodicil quand ils
exislait >
A'iuini ( a traluccao di que diz o eitado aa-'
torj i depois dos sanguesugas, o meto de que <*
va "ie tenha mais abusado no tratamento da fe-
are amarella. Sob a influencia 'da doutrna d-
Brov, oh modcios fraucezes, tnglezes e sobre to-
dos < be^pinboes, prescreviara desde o principio,
etwrMtt.dim de quina, ar oito oncas no espaeo
da 3>\ noTj|s iepiis prefera se o sulfate de qni-
nma.
Mi,(tiMioa atradu.vaj) se como certo taes
jnefltauDoatos tem sem d'ida apresentado resul-
tados, ei certas opidemias. estes tem sido mamen-
Uumt.epor experiencia se tem visto a smpottibi-
UiMms ie jazer do sulfato um melhodo de trata-'
ment) appllcavel generalidade dos casos.
Hoja, os mdicos mais di-tmcios que tam pratica-
de ios ptizes, em que reina a febre amarella quasi
JM aio aceordes, em reservar o etspreao da
ffMaviOH is tuifalo ie quinina para quanda ie
fsrtcam as iwueac.b~e seguntes : de levantar at
ffQssqsindoeas faltan de mais, de combatir
M $tmpt*ms(t* periodicidade qaando estes etu-
MlStS-
eartotsaq^H|(asAntlhas. como Rufz, Sou-
*/,Cainitas (ros empregaram, nos casos de
re ara-relia, a deeoeao de
dO ceotiuraramos de
letin da leal, de mod
Sent .qae Dootrolsn, medico
) sulfato le quinina,
tramaos por hora, tomsntt
febrt amarilla arreantava o
tiittnte. r
. outroi muilqj aatere noUveis
iodo ffl antros artlgos traannos
ttl explicativos do collega,
lio, qde nio poda e nem dwfs> o
tharw dt
dsse.,
ts, \ hram ministros de estado
rtrnaiubuoea '-
Ter(;a
iubsjb^H
aAarella I) e
preso tacara
_____________ ___ asiituto ; como Levy, que amia hojad
orinante t com vmtagssmtmsta**: ** c*U la ieejebre hospital "
aperinco doi coHtfla, ftif o eat/an SUfsfl- s^o mmvifi ejoe foi
mentar sem preconceit, tendo corasen em ta>ap- jatee i comaf raneheui, c
pleagro.......................T............ illradores Htes de Psris,
.............. .-.Eaponuo e que applieo, e peco
aos collegas que experimenten) affoutamnte o que
indico deixando-sa guiar antes pelo raciocinio de
que pela retina, etc............>
Para qn assim procedes tao daseommunsl
mente esee oollega, seria preciso^ eeajlgor, que a
dea de emprego do sulfato, oa da quina na febre
amarella fosse s delle, ou desconheeida por todos
os eutros mdicos; que se aun eaeonlrasse M-
tampada e combatida por ao da experincia,
em todos os grandes traudos de patholegia, hiela
sive o dos autor lama atados to expiiclja-
mente, toda essa velha dotrma, de cujos ped eos
eervio-pe elle para cnrnpAr o celebre tratamento
de trtaro e de sulfato ds nna-ianimanlo-se
a apresenla-lo como seu tolva-vidas ; *jde,emfia),
os mdicos ignorassem (a respeito da wbi* ama-
rella) o que contm qualquer livro ahi a respeito
da deflnljao delta, synonymla, freqnencla, causa
acclimacao, iofeccao, contagio, symptomatologa,
marcha, duracao, 4es3es anotomicas, diagnose,
prognostic j e ira lamentolodos quantos tem sido
empregado* at boje.
Mo sundo isso possivel, segue-se quedo colle-
ga Dr. Aqoiao...........-.....------ainda sub
os elleit )s da cqngesto cerebral,............
titubou a alma na f acerca de seas collegas
na, cren?aa respeito da medicina.
E quaato 4 vaniagem constante que disse ter
tirado do emprego do sulfato de quinina, e qe o
levou a asistir para qoe os collegas o empregas
sera logo no primeiro periodo da febre amare'la,
qne o estajo de maior nge de febre, deancie:
dade, de vomilos, de caWr excesslvo, etc.direi
como, complemento deste artigo, o que hajjuasi
dous scalos disse ti. Le Cterc por occasio do
grande aba o qne se fazla do antimonio :
Un homme ne tnomphe jamis qu'it n'en ait
bien tu la guen:; eteest ainsique fantirnoine
triomphe .........E*c?est ainsi l'alcaloide de PeHetier et Caventou triomphe sur
la ficre aune.
Dr. Carolina Francisco de Lima Santos
(CotJinuarse-ha).
Resposta a um altemfto.
Sabbado, 2z do corrate, ao lermos o Diario, de-
paramos cora um artigo assignadoporum alleroao.
E' intil dizermos. que a leitura de seraelhaute
artigo causou-nos ara profundo sentimento de t
dio, visto orno fra raysier ur renegado o sen9o
comraum para nao epehergar nelle um parto he
diondo d'ura d'esses indiiduos que contm em al-
ta d que .n'esse escrinto se diz por tal forma abjeclo e
vil, qae nao ha noniera sensato que se nao sinta
levado olha-!o com o mais justo desprezj. Se,
pois, nos esforcaraos a responder-lhe nicamen-
te para os hrasileiros que julgarao de nos com a
sua Imparcialidade bem couheclda.
Procarou-se ainda urna vz provar com esse es-
cripto que a civilisacSo geralmente derramad* na
Allemanha.nao essa civilisacao tao preconizada e
qaasi deificada, pois que transformou-se urna
questao puramente poltica era urna qaeslo mani-
festamenM religiosa. Nao se crea porm que nos
assombra nos ante essa idea; nao, pelo contrario ;
acompanharenos o escriptor em todos os ritor-
nelos do seu espirito.
Cbamou-se-nos fllhoj de Israel. Se nessa obra-
se envj|ve-se am iazulto, cerlamente ella nao tem
ruda de lisongeiro para os catholicos, porque des
de o Papa, em sua magestosa baslica, al o mais
modesto parodio de aldeia, todos os curas de al
mas chamara aos fiispoyo de Israel.
Dizer-se que costumamos invocar Moyss e seus
prophetas to grande ab^urJo como se dlsiesse-
mos que os allemes tem por habito invocar Lu-
thero, Calvino, os ou cabellos das esposas d'esses
fenhores.
E' de simples iotuicao qae quindo um alsaca-
no oa Lnrrainez protesta contra o acto pelo qual
se Iha quer impur urna nacionalidada aothipatlca
essa rovolu do espirito de liberdade poltica nada,
uada absolutamente tem com a religlao, urna vez
qae todos, catholicos, judeos ou prolestinte, todos
desejam continuar a ser francezes. Orna prova
irrecusavel d'esse adrairavel espirito de patriotis-
mo apresantam Keller e os 36 deputados qne ^e
collocaram na vanguarda do radvtment) de protes-
to contra a cessao de territorio do seu patz natal.
Serio allemes essea patrbus? Serao aiala alle-
mes as senboras de Strasburgp eMetz que tra-
jara pesado lato desde a invasao barbara de sua
patria ? Sarao tambera allemes os militaros de v-
luntarios da Aitacia e da Lorraina, que sabiram
de suas torras, abandonando os commodos a gosos
da vida, para se irem unir aoexercito dos Vosie.-'?
Sero finalmente allemes : o digno prelado de Poi-
tiers, que protestou em urna carto, dirigida o re
da Prussia, contra a annexacao de seus compatrio-
tas aos estados da Allemanha, e Toul, e Phalsbnr-
go, e Bitsche, que regara ra com o sangne de seas
heroicos habitantes o oho abencoado onde 'se Ins
embalou o bercp ao sou das poticas caaepes da
patria? t
Pergunte-se, interrogese toda essa nobre.
gente, todos esses sublimes patriotas qual a sua
religio. Ab I estamos .cortos de que elles, t-
brando-se as azas do mais explendente amor res-
pondero-amor pela Franca I
lofeliz idkul S o signatario d) artigo a que
alludimos deixari de reconhecer que em nisso patz
s sao allemes as bayonetas dos soldados que man-
chan) com os seus pes impuros o chao de nissa
patria I
Ejcreveu-se que em 1789 fei a poca da nossa
emancipacao; mas, quem tal disse, esqueceu eer
tomento la Sainte Barthelemy etFEditde Nantes.
Escreveu-se ainda n'esse artigo que os judeos,
que habitavam Portugal, se refugiaran em Ham
burgo e Amstherdam, na Allemanha. Aqui ha um
erro grosseiro de historia, porque naquefle tempo
Hamburgo era urna cidade lvre, que tinha suas
leis e f eslava dependente de si, e Amstherdam
hontem como anda hoje urna cidade hpllande-
za, onde a liberdade de cultos um dogma, e oa
de todas as lber.1aJes sao o apan-g'o dosclados,
como nos paites mais livres do mundo, taes orno
a Inglaterra, a Franca e a Blgica.
Occupemo-nos, porm, eom essa patria oriental
qae se nos quiz dar
E" verdade que temos essa patria, mas tomo-la
da inesm forma qua os catholicos a tem. AIi re-
psam em seus sepulchros ae cmzas de Abraho,
de Izaac, de lacob e de David; e n'aquellas r,e-
giSes se aoham dS tragos e vestigios mais respeta
veis dos aconleciraeotos qae formam o velho tes-
tamento, caminhando por assim dizer ao lado dos
do novo. Ali encostra se tarabem, escripta cora
seus indeleveis.caraeteresi toda a historia do povo
jadeo, que por sua civilisago adiantada foi raaior
do que o povo romano e 'do qne todos os p jvos pa
gaos de sua p ca. "
Foi oa Juda que se fortaleceu o berco d'essa
religio que lio querida ao-j povos catholicos;
foi ali que vio a luz do da essa Vrgem quera 03
catholicos chamara Mae de Deus a dos hozeos;
fot d'ali que sabio derramar a dotttrina le Jasas"
esse horaem que mereoeu de seu mestre o dora de
fundador da greja de Roma, Pedro, o apostlo esti-
mado de Jess ; foi ainda ali qae vverana e raor-
rerara esses prvphetas quera o eatholielarao re-
conhe'ca como os prenunctadores da viada de um
Messias.
D'ahi aetl de coneluir-se que esta patria
oriental que se uo* quer daf la > nossa eomo
dos catholicos que se presara ainda boje em ir
beijar os eantoa lagares as torras do Oriente.
D'ahi se v ainda que, filhos da mssnia me,
onanlos da mesma raoa pe) sentimento religioso,
\ apenas um erro de dala sobre a vlnda do Messias
traz-nos separados n'esse raesrao campo roligioso
Ah I pensou-se insultar-nos obaraando-se-nos
judeos I ."Nao, nao se aos irrogou affronta alguma,
porque, collocaada-3e:no3 sobre o pedestal da re-
ligia.) jdlaici, impliciiameole se nos leu por com-
paobeiros essas tantos milhoes de catholicos que
reconbecem e applaudem as verdades do velbo
testamento.
Deixemos, porm, esse campo, e occupemo-nos
eom algaos fados da aelualidade, que todava
a lie i? prendera, e qae provara qae os paizes que
aos tem por filhos adura e tem sempre achado
em nos oe meiraos loesoaras do amor patrio que
encontrara nos outros filhos que Iba aqaeceai os
seios. '
Na Inglaterra, em cgja cmara dos commun,
tem assanto B )thscbl|d, Monteflore e Disraeli ;
onda j oecapou carg->s de elelgao popular, de
Lord-mayor, em Loulres o sympathicj Salo-
mos, ofiando dos amigos filhos i Jadea ; nao
se olhoa por certo a origera desses saltos immi-
oeatas para Utas confiar encargos qae lio de perto
se Mvolvera ais mal i trascendentiM quesldes
em qae porveatara ae afila o paiz.
A Fraoca, qaaao ergaea i altaras saperjeras
dirigi ertrabslhos do supremo \ri
ca ; coma Monck e Fraa.k, qae en
26-J Abril dt 1871
kcEn
=
fe^
do Valle de
ornamento das
coronel de un) corpoda
qae saecumaio na de
IM 'fflFdnJRal do mundo, na phrase de Vctor
Hago ; e como Laoa Gozlan, escriptor estimado;
nao va evidentemente nessM laa*queridos, como
em tantos milhares de outros, aano as suas apti-
does, as suas viriudes, a su ttlustra^o a oaeu
pairiotiimo, e, antes de perguatar-lhes qual a re-
ligia ) qua professavam, eslrltba-os ao seio a ba.
te]ou-os eom as auras da gloria e da fama, chi
mandos tRios queridos de toa alma.
A pioprta Allemanha, qaaado reconhecea Jaco-
by como befe do sea partida liberal, partido que
mu bijjfimenta ha de orguer a espirito poltico
desse povo, que Guillame c Bismark todos os das
comprimem com ro) de ferro, nao cogitou eer-
lamente se elle r-ra jud > ou allemo, para Ihe
confiar essa posifo aominente. Tarabem ella nao
quiz saber seeran-' Judis, e contentou e corasa^
ber que era allemaa essa plyade de escriptores
que se cbamam Heori Heine, Loois Borne, e Hoses
Mendelsohn, o amigo intimo de Ephrain L*ssiaf.
Ainda eila se ensoberbecen em contar como filho
o grande, o insigne Meyerbeer, quaado, mandando
levar 8e Paris suas cinns, honrou-as at o c/mi-
terio israelita com a preeonca da corle de Berlim.
Todos esses nonios, qua temos citado, que rao
outros tantos monumentos qua attestam as nossa I*
forcas vivas, nao se ergueram to alto pelo seu
oliro e fortuna, mas sim pelas suas virtudes e il
lulraco ; suas patrias respectivas os honraram
como elementos-de grandeza pelo sen mrito, que
foi a sua maior, a sua nica e verdadeira fortuna.
Assim, pois, se hoave como eremos, iotencio de
se nos offender, expondo-se-nos ao ridiculo, nao
foi conseguido esse lim pelo signatarro do artigo,
qne respondemos, o qual, jogando-nos como.pepha
o epitlmto de judeos, eobrio-se antes de lama do
que nos enlameuu.
Mas, continuemos.
Chameu-se-nos errantes I Se se ple chajnar
errantes qaslles que, longe de seu paiz, viven to-
dava cora as recordscoes da patria no seio de ou-
tras povos, que nao professam as mesraas crengas
refigmsas, nessecaso tambem s5o errantes os alie
m-'s protestantes, aqui residentes, que nao s nao
t n pastor, nem templo, nem ao menos um lugar
em que possam guardar as cintas de seus irmaos
em crencas, arrancados i vida pela parca fra,
mas tambem, por isso mesmo que nada disso tm,
sao fnrcidos como nos a recorrer aos favores da
colonia ingleza.
Se o facto de se nio ter as mesmas crencas re-
ligiosas, que sa> mantidasnas constituicoes te di-
versos povos como religio de estado, imputara o
epjtheto de errantes; entio sao errantes os alie-
mos proteslaiits que tem vivido e vveni aetual-
mente no Bras.l, as outr'ora colonias hespanholas,
em Franca, na Blgica, na Hejpaaha, em Portn-
gal, na Italia, na Russia, na Grecia e na Turqua.
Se Jerosalm no3'a capital pelo facto de ter
sido o Oriento o berco da religio israelita, nesse
caso forca que tambem seja Berne a capital dos
allemes protestantes, pois que foi na Sama qas
Luthero fez os seas primeiros proselytos, e pregou
em pr.meiro lugar a sua doutrna schrsmatica.
Ssgmdo esse raciosinio, i q%e fomos lavados
pelos argumentos do articQlisto, veriftear-se-hia o
estupendo absurdo de poderem ser os allemes
protestantes o con ideraos como rrani na pro
pria Ba viera, que entretanto faz parte da Allema
oha, asslm como os allemes catholicos de Berlim
deveriam ser tidos tarabem como en-antes all,
pois que era uns nem' outros professam a religio
do estada em que vivera.
Nos porm, nao queremos nem podemos aceitar
sementantes principios, e para u- lei que, quao-
dn ura. paiz qualquer pede aos. seus filhos pjajtos
generosos que o defendam, nao flus consulta a
icrenca, e soliclta-lhes stmplesmeote o auxilio pa
triotico, que porventara aquelte em qae se eetri-
batn todos os noores senliraentos polticos.
Voltemos, porm, i outros fados.
Ainda se articulou coptra nos que em 18V8 co-
meemos a introduzir uo Brasil as jolas de ottro
bai.co e cobre iouivdo !
Quem qur que bao seja ti) iguorante como o
articulista, certamente ha de confssar que iodas
essas joias de que se falla no artigo alludidi, sao
fabricadas smeote na Allemanha, que posstie e-
dades inteiras euja nica industria .-esta, taes
orno Pfurzhein, Hanaa e oatias.
E' all, e -s all, nessa to fallada tlertanha,
jueos presentes nnpdaesconsistem em jotaslal-
as, ornadas de pedras falsas. 1P
E' all qua o noiro mimosea a sal desposada
com essas prenias de ouro baixo cheias de breu
e de pedras serri valor, recebendo em troco de
mos mimosas nm copo gigantesco para cervejae
ura eoorme cachimbo meto qailolado por labies
cr de saogue de boi.
E' all ff s alli que, quando algum rcaco por
excepeo, pretende mimosear sua* fntara, declara
previamente qu mandn vir jolas d Par*, aflm
de se fazer notar, sem se lembrar entretanto que
por essa forma coacorre para o descrdito de sua
industria.
Cravem notar, alm disso, qae a primeira casa
que mandou buscar essas joias para Pernantbuco
foi urna casa allemaa, e em tempo muito anterior
viada de qualquer joalneiro francez para esta
provincia.
Falloo-se ainda em dolos, engaos, embustes,
fraudes, etc., etc., por nos commettulos I
Sobre isto apenas temos a dar a segninte res-
posts, appellando para todos os proprietarios do in-
terier da provincia, aflm de que digam se oa
nao verdade :
Existi e existo ainda urna grande orise mone-
taria nesta provincia ; eremos qae nao ser posto
em duvida esto falto.
Pois bem 1 Pergunte quem quizer esses pro-
prietarios qual delles j foi por nos encommodado
por causa de pagamentos de deb'tos t I Pergunte-
Be-lhes se j recorremos juslica do paiz para qb-
ter o saldo desses dbitos, que montana entretanto
muiias centenas do contos de ris ? 1
A nossa praxa sempre esta : se a colhrita
boa e se elles nos podera pagar, recebemos o nos-
so capital; se, porm, eila a m, temos sempre a
condescendencia de esperar, o que suceede nao
raras vezes.
E- verdade que o que nos vendamos -nos com
prado com um lucro razoavelraente vantajoso, la
ere que calculado tendo-se em visto essas oc-
currencias, que provm de causas superiores e
tmprevijtas; mas tambera eoovem notar qae eHes
lora a certeza de nao ser arrestados aos tribu-
naes, nem de ser despojados de sbus naverej,
quando por Infortanio no atisfaiem aeus debaos
no da do vencimento de iettras.
Nao, elles nao sao exbulhados do seu patrimo-
nio, e nem oeobum de cj ainda aario-lbes fl-
lesela pata tet e dtneito do fallir ao da seguate,
e por essa forma entrar oa posse de ricas pro
priedades qu sao ambicionadas. Nao, essa praxe
ao a no3Sa, porque assim nunca procedemos,
nem procederemos amis, como se tem procedido
n'outras espneras, onde o luxo das fallencias tal
que no da immediato o fallido ostenta o vlver es-
plendido dos heos, custa dos saores albetos.
Mas, toda essas rajaras, todas tsas calumnia*,
que nos sao liradas face, nao provam senao
que o articulista encommodou- se. e encommoda'
se de veras eom o procedimento de todas as na
?*es clvtllsadas que tem reprovado alta e sobera
aam-mte a expoliaeo que se nos gaet fazer desse
torra abeaeoado da Aisaeia e da Lorraina.
Sim, isso que o encomraoda; Isso qne o tor-
tura, assim como Ihe anlquilla as aspiracSes qua
si immuadas ver que aqui nesta nobre torra da
Santa Cruz, lodos, horneas e raalheres, todos tem
corrido em auxilio das miserias da Franca I O que
o eucommoda que rau.Ds brasileros tenhara
aberto e enchido listos dadivosas em todo o impe
rio, para mandar seus iufelizes irmos nm auxi-
lio, que elles devem estar artes de que ser-lhes-
ha retribuido am oceaslo por ventura semelhaote,
occasio qae (azemos votos para que nao chegue.
Eis o que libamos a dtzer ao articulista do
Diario de sabbado ultimo. Nao mais viremos
irop"rensa responder diatriba daquellas qua te
nos Irrogou.
Se alguem ha qae de boa f queira disentir
oomnosc >, que essa alguem apparoca; mas sem
a macara que Cvbre os erabiuUiros e calumnia-
dores, porque com ladiviluos qae manejara ar-
mas to miserava sob o aaouyiao, protostamosi
n> medir asuaseas armas francas e leaes.
Eis ludo.
llecife, 24'de abril de 1371.
Vm francs.
Saldo liquido.................. 1:41**480
tbesouraria provincial, para ter a devida p- .Vjpor Dg^T^7-Zea1o^,
Desta sonma apurada a soeiedade offerecea a
quaniiade ItOOOiOOO para as obras do lyceu de
artes e offlcios que se vai construir, a qual foi re-
colhida porordem do mesmo Exm. Sr. conselbel-
ro
plica
Basta ainda em podar da soeiedade urna lista de
ftaadeifaae um camarote, des'.riouldos por S.
Kxe., e que ainda nao oram pagos, aflm de serem
cobrados pela mesma soeiedade.
Fazendo esta poblieaco, a soeiedade nio pode
dentar de manifestar ao Exm. Sr. couselheiro Dio-
go Velho Cavalcante de Albaquerque, mui digno
presidente desta provincia, os mais ntimos senli-
raentos de profunda gratido pela distiaeta pre-
teceo e favores que ihe tem dispensado, em todo
decurso de sua sabia e sempre lembra la admi-
nstraeo, certa da que sao elles de tanta magni-
tude para o incremento e prosperidjdo da mesma
soeiedade, que jamis serao por ella Iancado3 ao
olvido.
Otro sim, a mesma soeiedade faltarla a ura de-
ver imperioso, sena) deixasse consignado d) alto
da imprensa um voto do agradecimento, nao s ao
Sr. C. Harbain, distlncto director da Companhia
Franceza, pela maneira cavalheira e digna com
fue se houve em sua generosa offerta, como aos
rs. professore* Julio Poppo, Antonio lartins
Vianna. Salnstiano Libanio Thcnono, Marcelino
Cleto Itibeiro, Antonio Jos Duarte Coimbra e a
todos qqanto eoadjuvaram a soeiedade em seme-
ntante emergencia, ebem assim s distincta* fara-
milias e cavalheiros que se digoaram abrilhantar
o divertimeoto.
Pernambnco, 22 de abril de 1871.
Haaoel Pcreira de IIollanda,
Director.
Simoes de Souza Monteiro,
Io secretario.
Antonio Ferreira Quedes,
2o secretario nter rao.
Antonio Bazilio Ferreira Barros.
Orador.
A soeiedade dos Artistas Meehaoeos e Libertes
faz pobliee o resoltado do beneficio offerewao pe-
.lo Sr, C Hurbain, director da companhia frasee-1
xa do theatre de Santo Antonio, ao Bxm. 9r. con-
selberro DIogoTlbo Cavalcante de Albaquerque,
_ eporS. Eie. deaUnaao i esma sodedade,em
horneas con Poald, Goudchaux e CreroieuC Qa <* ae i-* d0 pattado.
. ITA.
do ama I camarotes distri-
por lotarBiedio' de S. Bxc___
am 105 caderas, dem polo
rmedfe,..
comHtso dos artistas
s da segunda orden
7S0100B
843*000
f^sui8waol>nfcctidw~IOaVv?( d. por UCOO
B. GL Stopjila,.-, 4
Praaideota.
P.. J. Plato,
' Sacreurlo.
472S L ALFANDEGA
DESPEZA.
Com o espectculo, rnaaica, illumi-
f-uacSo, decoracao, etc..............
680*0
527:081*009
26:881 i987
553:9621996
noTlmesito da ttlfaaalega.
Volumes entrados com fazendas
< < eom gneros
Volumes sabidos com fazendas
t oom genero.
281
482
75
46
Descarregam hoje 25 de abril.
763
121

793* 73"

alncete da recelta e despeza
do Monte Pi Portngnez em
'criimihuco. trimestre de
Janeiro a mareo de i89i.
J?e/a.
Saldo que aprsenla o balaneete pas-
sado..........................
Entrada de socios.
Pela entrada de 19 socios, sen lo um
destes remido e diplomas dos mes-
. m03..........................
Mentalidades.
Pelas que se receberam oeste triraes-
tre............................ 1:835*000
Importancia.
Proveniente de menaalidades de so-
cios e recebida pelo ex-cobrador,
da qual ainda nao foraeceu nota..
"Juros de a plices.
Recabido da thesooraria geral, jaros
de 13 a plices em 6 mezes......
594*000
2)2*300
Lugar BglezAmelia Vfilsonidem.
Biigue. inglez- Clanzanldcanos e carvio.
Barca* francezaSpherepertences de dragas.
Sseuna inglezaIsmenemercadorias.
Vapor inglezOlindavarios gneros.
Hiato nacionaladefina dos Anjosmercadorias.
Despachos .ie exportando no dia 22 de
abril.
No brigue inglez Lady Aberden, para o Ca-
nal carregaram : Keller 358 saccas eom
16,770 kilos dealgodo.
Na barca ingleza William Water, para Li-
verpool carregaram : Johnston Paler A C. 100
saccas com 6,788 kilos de algodo.
Na barca ingleza Htlene Isabel, para Liver-
pool carregaram : James Ryder A C 150 uceas
com 13,158 kilos de algodo
No brigue inglez Brtlhante, para Liverpool
carregaram : James Ryder & L. SI fardos com
3,826 kilos de algodo '. Saunders rolhers & C.
28 saccas com 5,460 kilos de algodo.
= Na polaca hespanhola Dorothea, para Barce-
na carregou : Pedro M. Maury 128 saccas com
9,588 kilos de algodo.
Na polaca hespauhola Pastora, para Barce-
lona carregou : P. M. Maury 78 sacea.- eom 5,591
klo de algodo.
No lugar norte-allemo N. Struve, para o
Rio de Piala carregaram : Pereira Carneiro & C.
50 barricas a 30 meias ditas eem 9,132 kilos de
asaucar branco.
Na barca ingleza Mennie Gray, para o Ca-
nal carregaram : Saunders Brothers & C 2,000
saccas cora 130,000 kilos de assucar mascavado.
No lugre inglez Ladte Helton, para o Canal
carregaram : Saunders Brothers & C. 950'saceos
com 71,250 kilos de assucar mascavado.
No brigue portugaez Soberano, para Lisboa
' carregaram : E. R. Rabello & C. 1,000 saceos
com 73.000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Vencedora, para o Por-
to carregaram : Soares Primos 400 saceos com'
30,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue portugus Triumpho para o Porto
carregaram: Soares Primos 200 saceos com 15,000
kilos de assucar mascarado ; Domingos Nones
Bairo 1 caixo com 52 kilos de assucar branco,
1 caixo com 15 kilos de doce em massa a 1 bar-
rica cora 66 kilos de farinha de maadtoca.
TABELLA nos precos dos gneros sunerros a di-
HEITO DK KXPOaTAQAO. SBUANA DK 24 A 29 DE
ABRO. DE 187 L
Mercadorias: Unidades. Valores.
390*000
Dtspsfa.
Beneficencia.
Quantia despendida com
soecorro i a viuvas oo-
bres de socios falle-
cidos............... 435*000
I le n idem com soccor-
ros de socios pobres.. 99*000
Despezns geraes.
Importancia paga por annuacios, es-
molas de missas celebradas por al-
mas ila socios, ordenado e poreeu-
tagem do cobrador,, livros para
utas de receita e despezas etc..
Saldo a favor que pasta para abril
prximo Ando.................. 3:063*703 dem alcool
Abanos
Algodo em caroco .
dem em rama ou em la.
Carneiros vivos. ; .
Porcos dem.......
3.864*9731 Arroz com csea. .
dem descascado ou pilado
Assucar branco ....
dem mascavado. .
dem refinado.....
Gallinhas......
Papagaios.....
Azeite de amendoim ou men-
dobira. ........ litro
531*000 fdemde*oco .-....
dem de mamona. ...
Batatas alimenticias. .... kilog.
Baunilha .-......
Bebidas espirituosas efnrmentadas:
Agurdente cachaca. .... Utr.
dem de canoa...... >
dem genebra......
, dem restilada...... >
267*2b'8
duzia 300
kilog. 165
> 449
um 4*000
B 2*000
kilog. 68
J77
250
t 142
> 436
urna 1*000
* 5*000
Tbesouraria do Monte Po Portuguez em
narabuco 31 de marco de 1871.
Joaquim Manoel Ferreira de Souza,
Thesoureiro.
Per-
Balancete da reccita e despeza do monte
PI POhTUCL'EZ EM PEnNAHBUCO, DURANTE
OS TRES MEZES DE OOTUBRO, NOVEMBDO E
DEZEMBBO DE 1870.
Receita.
Saldo recebido do ex-thesoureiro...
Entradas de socios.
Pela entrada de 8 socios e diplo-
mas...........................
Mentalidades.
Pelas que se receberam............ 1:200*000
dem cerveja......
3:864*973 Mein vinagre.......
dem vinho de caj......
Bolacha fina, comprehendidos os
hiscoitos....... .
dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom.......
dem escolha ou restolho .
dem torrado ou moide. .
Cal branca. .....
dem preta.........
Carne secea ( xarque ).....
Carvo vegetal.......
Cera amarella.......
dem de carnauba em bruto. .
dem idem em velas, ....
Cha..........
937
675
525
102
5*450
137
300
330
300
337
600
300
660
kilog. 476
508*363
211*000
1:919*363
Despeza.
Beneficencia.
Despendido com soccor-
ros a viuvas desvalidas
de socios............ 445*000
dem idem de socios po-
bres, ioclasive despezas
de entorrro eom um
delles.. ..:.......... 294*000
739*000
Despezas geraes.
Despen lido com livros em branco,
urnas, anunncios, quadro para a
3om3nclatura dos socios, ordena-
do e poiceotagem ao cobrador, es-
molas por missas etc. etc........
Saldo a favor do Monte Po........
386*890
793*473
1:919*363
Thesooraria do Monte Po Portuguez em Per-
nambnco, 31 de Jezembro de 1870.
Joaquim Manoel Ferreira de Souza,
Thesoureiro.
AGUA DB FLORIDA DE MURRAY E LANMAN.
Que os poetas embora fallera dos t ares odo-
rficos da balsmica Arabia > porm apeiar de
todo pode-se maito bem por em duvida, se ja-
mis algum desses loreseentes bosques de canel-
lelrss ou larangeiras produzirio incens e perfu-
me mais refrigerante a deleitavel, do qae aqaelle
delicioso e delicada aroma que exbala e dimana
desta admiravel esseacia colhida dos campos vir-
gioaes de Flora. A atmosphera, a' qual roaba e
diveste a fragrancia quasi todas as mais aguas
cheirosas, parece produzir bem pouco effeito so-
bre a exquesila raridade deste aroma, a qual per-
teaee por excellencia asta preparado sublime e
refrigerante. Ella eocerra em si, por assim di-
zer, o ondensado respiro e s\da das flores a mais
exquesitas e odorferas do reino vegetal e sua Ira-
rancia parece inexliaurivel, ioexgoUvel, mesmo
apois de ter sido exposta .uraa prolongada eva-
paraco ou difosao. Nesta respeito ella se asse-
mellia original Agua da Colonia de Faria, e
preferida por toda America de Sal e as Antilbas,
nio obstante o valor e casto dobrado daquelle ou-
iro perfume. -
COMMERCIO.
:-------
THE ALLIANCE BRIHSH & FOREIGN.
Life and Fire Assurance Company eslabelecida
ara 18. Capital 6,000,000
Os agentes desta eomeaohia tomara seguros
contra rogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagara aqni prejultos devidamente provados.
Rabe Sehraettaa & G
Corpu Santo n. (5.
PHApA DO RBCffB ti DB ABRIL
DB 1671.
AS 3 i/1 BOBAS DA TABDI.
Cota?6t offlciaes. %
Algodo da Parahvba i* avio 551 n. poi ki
posto a bordo arete da 1(2 d. e 5 0|0.
Ideai ideo aorta--483 jra.,p?r kila posto a
afrt*ed^Te3 0|0.
um
i
kilog.
>
i
duzia.
*
i
cento
'
Cocos seceos.......cento
Colla..... .... kilog.
Couros de boi, seceos salgados.
dem idem espichados.... >
dem idem verdes I.
dem de cabras 'cortidos .
Idom de .moa.......
Doces era calda ....
Idem em gela ou massa. .
dem seceos.......
Espadadores de penuas grndes .
dem pequeos ......
lem de palha.......
Esleirs de carnauba ....
dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......kilog.
Farinha de araruta .....
Idemde mandioca..... >
Feijo de qualquer qualidade.
Fumo charutos...... centro
dem cigarros......
dem em folha bom .... *
dem em folha, ordinario oa res-
tolho ........
[dora em rolo e em latas bom .
dem, ordinario ou restolho. '
Rap.......-. .
Gomraa de mandioca, (polviiho).
[pecacuanha ( raiz).
Angico (toros).
Caihros......
Enxams ,s .
Frechaes......
lacarand (eoucoeiras)
Lenha em achas. .
Idem era toros .
Linhas e esteios. .
Lour s (pranchoes). ".
Pao Brasil........
idem de jangada......
Quiris "......
Vinhatico costadinho de 25 a 30
mi Uimetros de grossura. .
Idom pranchoes de dous costa-
dos al 50 milmetros da gros-
sura .........
dem taboado de menos de 25
milmetros de grossura .
Taboado diverso. .... >
Tatajuba........kilog.
Travs m,.....ama
Varas para pescar. .... daiia
dem para aguilbadas ...
Idem para canoas.....urna
Cavernas de sucuprra(em obra)
Eixos de cicupira para carro. par
Melaeo........
el de abelha. .....
ilho...........
Ossos .......
Palha de carnauba.....nrethos
Pechury......? kilog.
Pedras de amolar
dem de filtrar......
dem de rebollo j i
Peanas de enta. ...*.
Piassava. ,......moaos
Pontos ou chires depoviroo ou
vacca.........*>
kilog.

s

kilog,

.
>

i
duzia
um
>
i
duzia
eento

tun
kflog.
am
duzia
am
duzia
204
476
442
959
39
27
258
168
442
436
763
4*360
4*000
1*438
479
640
260
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
272
3*000
320
1*090
613
681
546
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
3*000
12*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
16*000
20*000
144*000
96*000
3
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
33
Tapioca. .
YasaouiW de cal
dem de piamva
dem de Imb. .
Alandeg oa Pi
O i.* canfeaaala.
Approvo.
Paet de Andrade.
A?
.canto
duzia
Mft
3
71

d 1871,
Jkt
I-A. WatsrtiH,
,32 de abril daM71
Conforme.Jstquim Tutulians de Medeiros.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNHBUCO
iaodimento do dia l a ti. 41:067*481
dem do dia 21. 5.114*197
46:181*17
CONSULADO PROVINCIAL.
tendimento de dia 1 a 21. 08:171*973
Idem do dia 24..... 3:719*020
71:890*193
MOVIMENTO DO
POnTO.
Navios entrados no dia 23. L_
Liverpool por Lisboa 28 dias, vapor loflt Ca-
latea, de 1,300 toneladas, commandanle L D.
Smilts, equipagem 6s, carga lazenda e outros
gneros; a ordem. Arribana esta porto-tara
concertar o hlice, seu destino o Pacifico e
traz 260 passageiros.
Mossor 8 dias, hiate nacional Aiettno, de 95
tonelalas, eaptio Manoel Francisco Marfins,
equipagem 6, carga algodo e ontret neros;
a Jos Lopes Davim.
Aracaty 11 dias, hiate nacional Soto-olma, de
97 toneladas, capito Vicente Ferreira da Coala,
oijuipagem 9, carga algodo e outrol iM*** '
i Si Leitio & Irmo.
Rio Grande do Sul 25 dias, patacho portugaez
Novot Abultado, de 201 toneladas, capito An-
tonio' Henrique Fernandes, equipagem 8, carga
9,400 arrobas de carne ; i Joaquim Jes do-
ea! ves Oeltro.
Ro de Janeiro 18 dias, patacho oriental Pem
Garravide, de 130 toneladas, capital Pablo Ba-
ratn,, equipagem 9, carga 3000 qnintaes oes-
panhes de carne ; Pedro Martyr Maury.
Montevideo33 das, patacho norte allemo O*-
lina, de 130 toneladas, capito Konig, equipa-
gem 6, em lastro ; Amorlm Irmo k C.
Montevideo 25 dias. brigue hespanhol Clara, da
298 toneladas, capito Antonio Ponlanil!, equi-
pagem 15, em lastro ; Amorim Irmo A C.
Navios sabidos no mesmo dia.
S. Mathens Pataeho nacional Ros Penira, ca-
pito Manoel Duarte Pereira ; em lastro.
Rio da Prata Lugar norte allemo P. Struve, ca-
pito Struve, carga a>sucar e agurdente.
Nanos entrados no da 24.
Bio de Janeiro 19 dias, escuna brasileira 'fres
Amigas, de 150 toneladas, capillo Joaqoim
Fernandes Coelbo, equipagem 9, earga fariha,
caf e outros gneros ; a Fernanda rmo:
Rio de Janeiro 11 dias, polaca bespatmnla La-
taluna, de 150 toneladas, capito Tolo S. Joan,
equipagem 12, earga 18988 kilogriownas da car-
ne ; a J. J. 6. Beltro,
Rio-rande do Sul 26 das, brigue nacional
Amelia, de 228 toneladas, capito Manoel ad
Silva Loureiro, eqnipigem 10, carga H^Ofl ar-
robas de carne ; a A. L. de O. Aievedo & C.
Obseriacao.
Nao houve ahidas.
16
1*000
817
31
4*m
160
2*800
EDITAES.
O inspector da alfandega de Pernambuco,in
publico, qae tendo-se evadido o infractor oq.in-
fractores qae condirziam sobtrahin to ao paga-
mento dos respectivos direitos dous saceos coolen-
do: 15 calcas de flanella azul, 36 carnizas de dita
de cores, 11 pares de botinas de couro [para ho-
rnera, 9 japonas de oliado e 9 calcas de dito apnra-
hendidos no dia 17 do correte per Anteojo (Ro-
drigues de Oliveira, Antonio Felippe de Sanliaf
Francisco Ignacio da Silva, ficam ciladot para
dentro do prazo de 15 dias improrrogavea. coata-
dos desta data prodazirera saas def.-zas, tostemu-
obas e documentas bem de seu direito, sob pa-
na de Ando o mesmo prazo proceder-se a Man-
ila na forma da lei.
Alfandega de Paraambuco, 20 de abril da 1*71.
Assignado,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Devendo a cmara municipal coain
tara facturado edificio do mercado publico,
tem ezposlo no paco da mesma camaca o
desenbo e ore.imeto do mesmo edificio,
para ser examinado por aqoelles qae qoi-
zerem concorrer dita arrematac3o, podeo-
do os preten(lentes apretentarem planta do
merca 1o, que podor ser -acceita, no caso
de preferida.
A arrematado ser feita sob as condi^oes
seguintes :
1.a A obra ser feita segundo o plano
approvado, no logar determinado pela c-
mara municipal.
2.a Ser feita toda obra sob inspecftao
immediala do engenbeiro da cmara-e da
commisso qne para isso nomear.
3.a SsrSo todos os materiaes emprega-
dos na canstraccSo da obra de primeira e
melhor qualidade.
4.* Receberi o pagamento da mesma
constroccSo em seis prestares na raz3o ds
seis partes da conslrucc5o, devendo a ulii-
ma prestado ser paga seis mezes depois da
entrega, e os recebimento serto feitos me-
diante certificado do engenheiro.
Pago da cmara municipal do Recife, 23
de marco de 1871.
Bento Jos da Costa
Pro presidente.
Lourenco Bezerra Catjtmro da Cunka,
Secrai
Achando-se a camakl' Uftictpal deeu
cidade autorisada pela lei 'provincial o. 936
a contrahir om empresinw de........
300:0004000 para serem empregados m%
construccao de um mercado poblieo tob
hypotbeca da mesmo mercado e rendac
delle, convida a mesma cmara a qowai
coovier para apresentar soa proposta de
emprestimo a amorlisacJo, isto ao,praio
de 3t) dias.
Paco da cmara municipal ta Recife, 3
de marco de 1871.
Beato Jos da Costa, .
Pr-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da (hsnhm,
Secretario.
DECIARAOOES.
Pelaj-ecebederia de rendad astee fataae
se faz putolteo, qae ueste raet ^ade abril ips>
ximo futuro, rniem aagundo sfenwttra da eYaaaa
correte, relativo ao imposto sobra wdustrtas a
proiissdB?, que oemprebenda Mm as
meatos coramereiae9,fabriease.,<
sar pago saas malta, a qne, lodoa vaBuda sal
se-lo-ba a a malla de 6 por oanto.
Recebedoria da Pernambnco 3 4 marao da
1871. O anrainstioder.
Manoel CartMiBBlASaue Laeerda.
Santa (Jasa
do Redfe.
Pela sa^raariHkajnta
Recife t5o PPaos, de ...
oa-parente* das drph|as em
para que venham requerer a s,
gio, visto que peto respectivo
devem mala alli continuar por taran
a idada dli. tonos.
aOaneefcSo, urna fle Leocadia
Un1;
Sopbia
iCfccBicJb.
Y
itfj


i>iario de Peraamftcb* ~/ Tenga feir 25 d Abril d 1*11.
\
>
Sha |e Jomos Ma-
la Miter i corla do Re-
M W- i*U admioklraliva da Sania Casa de
Mutii-.ordia precisa concitar cora quem por me-
nta* Pt) liztr, o aterro da caraba existente no
WWa4 9nMosla na sala, da suas seasSes al s 3 ho-
Mgifc larde do da 20 do corrate.
Je*tara da Santa Ca?a de Misericordia do Re-
te, 14 do marco de 1871.
O escrivo,
_^__________ Pedro Rodrigues da Sonta.
ftagpecqao do arsenal de ma-
rinha.
Plz-se publico qae a commisso de peritos
tnaninn i1r na lernur determinada no regulamento
mono a decreto n. 132 de 5 de fovereiro dt
164, e eaaeo, machina, caldeira, apparellio,
auttreacao, veame, amarras e ancoras do va
por Paraktjtia da compauhia Pernatnbacana de
lm^la cosieira, acbou qae, era vista do con-
erto i qne se proceden neotes ltimos das, cala
tetondp-ee as esc uvas e as costaras do costado
qnejtfaiftm abanas, pJe o vapor continuar a
navega/..
ewfedo arsenal de marinha de Pernam-
imco 80 o abril de 1871.
O inspector,
-H. A. Barbosa de Alineida.
- O Inspector da alfandega faz publico que do
aJ#do corrente ao meio dia, poru desta re-
io, serao levados a basta publica, livra de
sites ao arrematante, os objectos abaixo decla-
Ctdot, qne foram apprehendidos a bordo da barca
gMa Brante pelos officiaes de visita.
Urna dan a de camisas do flauella, valor da du
sacleaotto mil ris18000. Ce ti bainhas decou-
1*0 para facas, valor de urna dnzentos ris20#>000.
Cento e oito cintos de conro, valor de ura duzen
UMtt 21 600. Urna duzia de escovas para ca-
bello, valor da duzia oiio mil ris8*000. Quatro
albuas, costas de cooro, pesando quatro kilogram
oa, valor, do kil. -20Oo. Cincoenta e cinco
ralas de seda, pitando um kilogrammo,. valor
kil. seasenla mil ru005000. Doze afiadores
de das faces, valor8JO00. Quarenu e dons
quadros pequeos, pesando cinco e meio kilogram-
mos, valor5*130. Oito forro, de la simples,
valor de um mil ristotal 8*000 Tres correales
de peqbisbeque, pesaudo selecentos e cincoenta
grtomos4880. Djze pentes de osso para ali-ar
potando mdio kilogramo! >, valor do kil. 2J1*.
Sois botnaduras posando meio kilogrammo, va-
1 or-C66.
Alfandega de Pernambuco 21 de abril de 1871.
Emilio Xavier SobCeira de Mello.

-
THEATRO
mWSMMB
(REPERTORIO DE OFFEMBACH) '
Oh espectculos tero lagar la-
var iaveluirutc aas
Te re as,
Quintas,
Sabbados,
Domingos.
iio.n:
Terqa-feira 25 de abril de 1871
Grande successo
QUINTA. REPRESENTAgiO
Da
apparatosa opera bufa phailasca em 3
actos e 4 quadros do maes'.ro Herv
Ll P1TIT fiST
Parodia da moito conhecida opera lyrica
Fausto de Gnond.
Faost
Valenm....
Un cocher...
Un pin.....
Wagner
Brander
Altmayer ...
Mepbisto
Frita.......
Marguerite ..
Clorinde
Lisetle-.....
Agla
Distribuicao.
___ Mr. Maris.
Mr. Hurbain.
Mr. Ualbleib.
Mr. Raynaud.
Mr. Carn.
Mr. Josepb.
Mr. Antoine.
Mlle. Poncelet.
Mlle. Zelia.
Mlle. Poppe.
Mlle. Lonize.
Mlle. Zelia.
Mlle. Fuoce.
COROS.
Soldados, estudante9, velaos, diabos masculinos e
femeninos etc. etc.
O scenario do 2* e do 4. quadro inteiraraente
novo e pintado capricho pelo distincto sceno-
grapuo Len Capelin, merecendo especial alten-
cao a esplendida decor.cao do 2* quadro, que re-
presenta um jardim magnifico em noute de festa,
d ura effeito sorpnehendente.
Os vestuarios e accesorios sao igualmente no-
vos.
O raacbinismo foi preparado com todo o cuida-
do pelo macbinista da companhia, Mr. Antoine De-
n Principiar s 8 horas.

ATINO
O resto dos camarotes e cadeiras acha-se a dis-
posicSo do pablico no escriptorio do tbeatro, onde
se entrefam tambera os bilhetes encommendados.
Havri sempre depois dos espectculos um trem
extraordinario, tocando em todos os pontos ale
Apipncos.
THEATRO
DA
ZARZUELA IIFJP.UHOL.I
COMPANHIA
DRAMTICA
SOB A DIBBCC. 0 DO ARTISTA
IIE-CisIOTA INI
QUARTA-FBHA 26 DO CORRENTE.
LINDOS VARIADO ESPECTCULO
Renellcio do Ia flautista peraambucano
CANDIDO" QUINTO RODRIGUES LIMA,
Depois do professores da orchestra dirigidos
pelo maestro Colas exeeutarem urna brilhante ou-
vertnra, representar-se-ba, pela primeira vez, o
iuteressante drama em dous actos :
PEDRO 0 TEGELAO
ou
A honra do operario
!" Toma parle a Sg* D. Jesuina e toda a compa-
sa ia. '-f*
No, intef vallo ao ao V acto o beneficiado
executar a importante pbanlasia
: II templario
Findo o drajna o 9r. mvlano cantar a lio i a
Ciliconla '
ME YOYO VOCE ME MATA
Em seguida o beneficiado exeeutar armonio-
a varjacDes sobr^ motivos da opera
LUCRECIA BORGIA. jtfl
Segaindo se a pedrdo pela Sra. D. Jesuinl e o
Sr. De-Giovanni o sempre aDplauldo dueto *
A PANELLV DOFBirigO x
Terminando o espectacnlo com admirareis e
acrprendeales deslocajoes. ejecutadas pelo arlis-
ta.a Sr. VJijilio, qno espontanea oob*qrjfosa-
meitte> ye presta.
0 benelffilb confia na valiosa protwqSo dos
illoatree eorpo* acadmico a fimmereial ; assico
oome de sena omprovinciaMS
, Os bilhetes podem ser mRVMes na casa do
'beneficiado, a rna BeHa n. lf e no da da espec-
tculo no escriptorio do theatro.
Principiar-s 8 1|4 horas.
N. B. Em um dos intervallos o beBoflciado ir
aos camarotes agradecer aes seas respeitaveis
convidados.
Depois do espe/aculo haver nm trem do Recite
a Apipucos, que tocar em tod is os pontos.
AVISAS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Navegando coseira por vapor,
Mamaoguape.
O vaper Coniripe, com-
mandole Silva, seguir
para o porto cima no
dia 28 do corrente as 5
horas da larde.
" Recebe carga, encom-
mendaS, passageiros e di-
abeiro a frete : no escriptorio do Forte do Mat-
tos o. 13.
Ulm. Sr. Dr. jni
quenmento do
Fernando Stepi
rna Nova n. 30 (|
so moris
BAHA
O lugre inglez Amelia Wilson segu em poneos
das para o porto cima. Carrega a frete com mo-
do : tratar com Tasso Irruios & C, ra do
Amorim n. 37.__________________;________-
Rio de/aneiro
Para o porto cima seguir brevemente a escu-
na nacional Tres Amigos ; para alguma carga
que lhe falta trata-se com Fernandos & Irmao,
travessa da Madre de Dos n. 11,
DE
Paquetes a Vapor
D09 portos do norte esperado
at o da 28 do corrente, o vapor
Santa Cruz, commandante 6.
'Wadlngton, o qnal depois da de-
mora do costume seguir para o;
portos do sul."
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sna chegada, encora-
nendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sna sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
j setos de peqneno valor, e que nao exceda\u a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
cao. Todo que passar deates limites dever ser
embarcado comocarga.
Previne-se aos seohores passageiros que saas
pasgeos s se recebem na agencia, ra da Cruz
n. 57, primeiro andar, escriptorio Antonio Luiz de
Olivelra Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
Navegagdo costeirapor vapor
Goyanna.
O vapor Mamanguape, com-
roaadaate Oliveira, seguir
para o porto cima no dia 26
do corrente as nove horas da
non te.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete : do escriptorio do Ferie do Mattos
n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavega^o cosiclra por vapor.
Parahyba, Nata?, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Maodah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca commandan-
te Moura, seguir para os por-
tos cima no dia 29 do crreme
as 5 horas da tarde. Recebe car
t ga at o dia 28, encomienda.',
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte de
Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
\'avega?5o costeira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor nacional Giqut
commandante Macedo, se-
guir para os portos cima no
dia 29 do corrente as cinco
boras da tarde.
Recebe carga at o dia 28, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at s 2 horas da tar-
de do da da sahida: no escriptorio do Forte do
Mattos n. 12.
PARA O
CEARA'
segu por estes dias o hiate Flor do Rio Grande :
a tratar com Gomes de Mattos Irmaos ra do
Vigario n. 26, andar____________________
ilha de 8. Miguel
E' esperado dos Estados Unidos o mnito veleiro
palbabote Galena, e para o porto cima tem
promplo parte do seu carregamento : para o resto
que lhe falta e passageiros trata-so com os seus
consignatarios Joao do Reg Lima & Filho a ra
do Apollo n. 4.
RIO DE JANEIRO
E' esperada dos Aceres por estes pone dias a
barca portngueza mizade, e demora-se neste
porto apenas um dia; recebe passageiros, para os
quaes tem bellos commodos: a tratar com os seus
consignatarios Joao do Reg Lima & Filho, ra
do Apollo n. I. _____________^_
Lisboa e Porto
Para esses portos segu com rauita brevidade o
brigue portuguez Relmpago. Reeebe anda al-
guma carga a frete commodo e passageiros e tra-
ta-se com os-consignatarios T. d'Aquino Fonseca
4 C. successores, na rna do Vigario n. 10.
Lisboa e Porto
Dever seguir com ponca demora a barca por-
tngueza Vencedora : para alguma carga que lhe
falla e passageiros trata-se com Soares Primos,
roa do Vigario n. 17.
MARANHAO
A barca portngOftaJopAina, capitio Joaquim
ie Soaza Amellas Jnior, segu no dia 20 do cor-
rente, anda recebe carga a frete: a tratar com
Miguel Jos Alves, ra da Cruz n. 19-.________
BAHA
Pretende seguir em poneos dias o brigue italia-
no Pegle, e por isso quem quizar embarcar gneros
a frete barato, dinja-se ao consignatario Joaquim
Jos Goncalvcs Beltrao, ra do Commercio n. 17.
PARA UM
O brigue portuguez Soberano, capito Bngigan-
ga, vai sahir com brevidade por ter a mior par-
te da carga engajada ; para o resto que lhe falta,
trata-se com os consignatarios E. R. Rabello & *
ra do. Commercir. n. 48.
E
LEILOES.
da loja de caiga
ver
O agente Martina
^edl-
or mndalo do
mereio, e a re-
ja fallida de
de calcado da
0 e diver
~IS&E
A's 11 hoffcs do dia.
Os pretendemos pdem examinar o bajaflOP em
mao do msaroo agento. _
DE
200 saceos com farinha de mandioca
hmi:.
M4k do- corrate
0. agepte Pestaa far leilo para fechar contas,
de 200 sacces com farinha de mandioca em per
feito estado, as quaes serao vendidas em um ou
mais lotes, conforme os concurrentes, no dia ci-
ma, torga-feira 25 do corrente, s li hoas da
macha, no trapiche do Baiao do Uvramento,
Forte do Mallos.
b00 de fondo,
terreno do
com a estrada
roacio
casa pon
quartos,
fructferas
19

r
QUINTAFEIRA
do eorrent.
. wmm
lou$a, chry>taes e relogios
COMO SEJAM :
Um piano forte, 1 eacallente mobilia de jaca-
randa, com 1 sof, 1 jardineira, 2 consolos, 4 ca-
deiras de bracos, 18 de gprncao (ludo em per-,
feito estado ) 1 e-pelho grande oval, 2 ditos para
consolos, figuras de porcelana., jarres para llore?,
escarradeiras, tapetes, 2 bolas e 2 cadeiras e.-pre
gui^adeiras.
Urna mobilia de faia, cadeiras de balanco, l re-
logio de parede, 1 dito de ouro patente inglez, L
guarda ronpa, 1 toilet, 1 cama fraoceza, 2 ca-
mas para meninos, i riza caixa de msica e i
poltrona,
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 2 appara-
dores cora pedras, 2 ditos sera pedras, lopca, vi-
dros e chrystas, 1 machina para baler ovos, 1
galheteiro, 1 faqueiro de electro pate, 1 tero) de
bandejas, 4 cestas de electro plata, i machina pa-
ra caf, l'relogio do algibeira, 1 rico apparelho
do coral e ouro, ooras de prala e maltes oatros
objectos.
Quarta-feira 26 de abril
No sobrado da rna Nova n. 61.
O agente Pint levar a leilo por authorisaco
de ama familia que muJou de residencia, os mo-
vis e mais objectos cima descriptos existentes
no sobrado da ra Nova o. 61.
O leilo principiar s 10 boras. ____
LE1LA0
DE
saceos de es'opa-superior para assocar
a 26 do corrente.
O agente Oliveira far leilo de cinco fardos con-
tendo 2,578 saceos de estopa franceza de superior
qualidade, muito bem ,-ozidos, proprios principal-
mente para assocar e ontros misteres :
QUARTA-FEIRA
ao meio dia em ponto, em sen escriptorio ra i
Cruz n. 53, primeiro andar.
LEILO
dos utencilios e armario existentes na re-
finaro sita no pateo do Paraizo n. 2.
O agente Puntual vender em leilo, por man-
dado do Ulm. Sr. Dr. juiz do commercio, os uten
cilios e armara-i da relinaco cima
Quarta-feira 26 de corrente
dos gneros e mais objectos de escriptorio
que fazem parle da massa fallida de
Fonseca & Santos i
Quarta-feira 26 do corrente,
A requerimento do depositario da massa fallida
de Ferreira & Santos, e por despacho do Ulm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, o agente Pestaa
far leilo dos gneros e objectos de escript rio
pertenceotes mesma ma3sa e existentes nos ar-
mazens da ra do Amorim, ra da Moeda, trapi-
che Moreira e trapiche Baro do Livramento. O
leilo ter lugar no dia cima, quarta-feira 26 do
corrente s 10 e meia boras da manha. tendo
principio na rna do Amorim n. 39.
Leilo
De um exct lente harmnico de folies
com teclado.
Prato do Porto em um faqueiro, salvas,
colheres e castices.
Um aderezo de coral e ouro, louca, vi-
dros e differentes movis de casa de fa-
milia.
Quarta-feira 26 do corrente
Por intervena) do agente Pinto, no sobrado da
ra Nova n. 61.
LEILO
dos gneros, utencilios e armacSo que fa-
zem parte da massa fallida de Joo Fran'
cisco liarges Ferreira.
Quinta-feira
27 do corrente.
A requerimento do depositario da massa fallida
de Joo Francisco Borges Ferreira, e por despacho
do lllm. Sr. Dr. juiz do commercio, o agente Oli
veira far leilai dos gneros, uteneilios e armaco
penencentes mesma massa, existentes no arma-
zem n. 18, rna do Commercio, e bem assim de
2,000 reeteas eontendo vinte e cinco milheiros de
sebollaa grandes, vinte e cinco milheiros de ditas
pequeas, 1,125 bagres seceos, 2001 tainhas, 15
barricas de camaro e 25 saceos com sevada, qae
se acbam borde da barca brasileira Mimosa, e tem
de ser desembarcados nesse dita, na eicadinba da
alfandega.
O leilo ter lugar no dia cima, quinta-feira
27 do corrente, principiando s 10 horas, pelos
gneros que tem de ser desembarcados de bordo
da referida barca brasileira Mimosa.
mili AO
de cofres de ferro, e utencilios existentes
no armazem e no primeiro andar do pre
dio sito ra do Vigario n. 7.
O agente Pontual vender em leilo, por man
dado do Ulm. Sr. Dr. juiz do commercio, o se
guinte, pertencente massa fallida do Sr. Joo
Licio & C. :3 cofres de ferro, 1 mesa com escri
vama, 1 balco com gradea ment, 1 secretaria
de amarello, 1 mesa, 1 lavatorio, 3 bataneas e"l
carteira, armaco e caixoes do armazem
Quinta feira 27 do corrente
No mesmo armazen o 1.* andar cima, a i
hora da tarde.
LEILO
DE

No armazem da ra do Imperador* 3 11 hora.
AVISOS DIVERGS.
Assoch.c?.o Tvpographie
Pnrlli)BMHii'linH
Be ordem do presidente desta asaooiaeo, con-
vido a todos os cosaos consocios compareierem
easa b. 27 da ra da VkacSo, no da 30 do cor-
rete, pelas l horas da manbaa, aliin e cons-
tuirem a assembfa geral extraordinaria que hade
apreciar e discullr as bases da projectada reforma
dos estatutos soclaes, e algunias indicadores dr in-
teresse commnm. ^^
O presidente espera que os senhores associaifos,
comprebendendo a alta responsabilidad^ qiie con-
irahiram para coma sociedade, torraro na devida,
consideraco este convite, pois que ha pya dece-
dir-se negocios urgentes e que alfeclam o Interesse
de toda a corporacao.
Se as II horas nao bou ver numero sufflciente
para deliberar, o qae nao para esperar, ficar
addiada a sesso. para o domingo 7 de mato
Recife 24 de abril de 1871.No impedimento qo
i* secretario,
Francisco e Assis Monteiro Petsoa,
2* secretario.'-
l
Os abaixo assignados, hivando de 'eommam
aeeordo dividido em doas partes ignaes a impor
tancia qae falla ser liquidada do activo da firma
viuva Lima Jnior & C.. Picando a cargo de cada
nm a cobranga e liquidado da parte qne lhe per-
tence, participam ao corpo do commercio e a quem
interesar possa, que esta firma de boje em diante
est extincta, e especialmente participam e pre-
vinem aos Srs. devedores, para que em lempo'al-
gnm aleguen) duvida a respeito.
Recife 21 de abril de 1871
Amaro Francisco Cavelcante Lima.
Antonio de Soqza Pavolide.
Precisa-ae fallar com o Sr. Joo Aydaao da
Cos* Imbuzeiro : na ra do Baro da Victoria n.
Os doze atraz dos vinte
't Pertencem os seguintes bilhetes do Rio ;
^Lotera n. 333:
N\ 2566-inteir.
.V 584.1-meio.
N. 364Jquarto.
Da provincia
Precisa-se de um caixelro; o pateo do
Terjo o. 63 padaria, e precisa-se de ama ama pa-
ra coinharecoinprar^_______
JoajairaJ Manoel Ferreira, vai a Lisboa e
deixa por sea procurador o'Sr. Joaquim Manoel
da Coste. .-.
Antonio Jos Rodrigues de Souza em seu si-
tio no Monleiro, precisa a I ugar ura escravo de li
a 16 anuos para o servico de casa.___________
Trilhas nrbanosdo Recife a
Caxang*'.
Faco scente ao publico, qne demitti-me desta
empreza a 28 de marco de 1871, por nao querer
sujeitar-me mais s condiedes mesqolobas do Sr.
gerente Rawlinson, e tambem por ver as injus-
ti^as que elle praiica com os operari ? habilitados
aos cuidados de engenheiro nesla empreza.
Capitulino de Je'as Pessoa.____
LEIANI.
O Sr. Ino E. Reed, rogado a ir a ra do Ba
rao da Victoria n. 46 negocio. ___
es fprambaeo, ob:
, Mara do Livrametap
a cr Antonio Marques dos San-
tos, sendo esie natural de Portugal e aquella li
Iba da Jreguezia d S. Lonreneo da Maita, onde
realisoa o seu consorcio a 28 de janeiro de 1871.
, \ t Vm prenle.
i O advogado Manoel Jos Pereira de Mel
lo passou ?ua residencia para- o segando
andar do sobrado n. 19, oa rna da Penna
eo escriptorio para o 1* andar do sobra-
do o. 43 na rna do Imperador, onde exer-
cer sua prefissc, e poder ser proco- i
rado.
Precisa-se de araa ama qne saiba cosinbar,
comprar engommar para urna pessoa : oa roa
da Santa Cruz n. 48, defronle da ribeira da Boa-
Vista^____________________
Agr & C. faz ver a tolas as pessoas com
quom tem transaces, qae o Sr. Pedro Advincula
de Almsida, nao mais-sen caixeiro, desde o dia
24 do corrente, e que nao se responsabilizan] e
nem levam em .consta recebimentos kilos pelo
mesmo Advincula, deoois desta data.
Aluga-se ama escrava de 14 anuos qne j
fas tod > servido de casa : na ra do Imperador
0. SO, 3* andar.
N. IHo-inteiro.
Lotera 190.
O thajonreiro,
M. Ferreira.
Advogados
FRANKLIJ TAVORA
E
t CASTELLO BRANCO
i Roa do Imperador n. 43, 1 andar, sal
da frente.
Solicitador
O hartare! Pranclseo da Conba Cas-
tello Brauce tem sen escriptorio de soli-
citador na rna do Imperador n. 43, t*
andar, sala da frente.
00 G*0*& OO00
-^A Sra. Mara-Candida Vilell, professora
parlieolar. qne morn ou mora em N. 9. do O'
en*, toyanna. rogada a vir rna do Cabng nu-
mero B.
Distilador.
Em um engenho, oit) legnas distante de Ga-
melleira precfsa-se de nm homem qae saiba dis-
tilar agurdente, para ser cncarregado de um
alambique qae distila orna pipa por dia: tratar
na roa do Duque de Caxias n. 6o, loja.
Precisa-se de um cozioheiro ou cozmbeira
hvre ou escravo, para casa de familia : na roa
do Progreiso (Soledad?) n. 7._______________
AMA
Urna familia que se retira pa-
ra fofa da provincia precisa aln-
gar urna araa nacional ou es-
trangeira, para tratar de nma
criare : a tratar na ra do Corredor do Rispo n.
22 ; paga-se bem. _________
Precisa-se
mero 31.
de nma ama : na rna Bella na-
ATTENCM)
Pede-se aos devedores da massa o hotel de
Gandolpho, para virem satistazer seus dbitos no
praso de oito dia?, sob pena de serera publicados
sens n ornes pelo Diario, e isto ra da Moeda n.
39 das 9 s 3 da tarde.
a -m- m Precisa-se de una ama : na ra
iBulvMim. do Vigario n. 33, 2* andar.
O Sr. Miguel Candido de Medeiros
Pinto erogado a vir a esta typographia.
__Precisa se de um menino de 12 a 14 annos,
nara caixeiro : na padaria da roa do Rangel
M- -
ISSTITUTO ARQUEOLGICO E (JIOGIAPHI-
CO PEMAMCATO
Haver sess3o ordinaria quinta feira, 27
do corrente abril, pelas 11 horas da ma-
nha.
onnr.u DO DIA.
Eleii.o das differentes commisses da
casa ;
Discusso do balando do Ia trimestre;
Pareceres e mais trabalhos de commis-
sSes.
Secret ira do Instituto, 24 de abril
1871.
J. Soares d'Azevedo
Secretario perpetuo
de

MOLESTIAS DOS OLHOS
O oceulist
DR. PIRES FERREIRA.
| medico pela faculdade de Pars, e
S* considerado habilitado para exercer
a sua profissao no imperio do Bra-
sil pela facnldade de medicina do
| Rio de Janeiro, bacharel em scien-
I cias pela academia de Sciencias de
5! Pars, membro titular da academia
imperial de meJicina, ex-chefe da
I clnica de molestias de o'Iio do Dr.
g| Weeker em Pars, etc., tendo o sea
Mt gabinete d'oculstica na ra do Ro-
sario n. 64, e residindo na ra da
Ajuda n. 42, ahi preparou accom-
I modaces especiaes para receber
91 doentes de olhos em tratamento,
^ desta forma offerecendo vantegens
I inapreciaveis aos doentes das pro-
Sa vincias que tenham de procu-
! rar recursos na corte, tendo a
I certeza de abi encontrar todas as
K commodades necessarias para um
!S bom tratamento.
mmmmmm iiim
Cadete de cavaliaria.
Na roa Direita n. 83. loja de firragens, precisa,
se fallar aoSr. Hercnlano Cavalcanti de Albuquer-
que, cadete de cavaliaria.__________________
Cozinheiro
Precisa-se de um cotinbeiro forro oa captivo :
na raa-da Florentina n. 20, fabrica de cerveja.
Crespo n. 7 A, 1
Precisa-se de nma ama
par comprar e coiinhar: na
roa Ia de Marco, antiga do
andar.
Terrenos .e predio.
O agente Pontual, competentemente autorisado,
vender em leilo os terrenos seguales : 1 terrenc
com 140 palmos ds frente e 150 de fundo, foreiro,
fite travessa do Caldeireiro, divtdindo pelo
lado do nascente com o terreno do Sr. Fortanato
Ribeiro Bastos, e pelo poente com o do Sr. Manoel
Antonio da Jess, 1 diio sito entrada de Joio de
Barros, eom 45 palmos de frente, (ao norte do
desta estrada) e 40 da fondo para a ra de S. Joa
qaira, tendo 420 palmos de comonmento, dividindo
pelo lado do pwmte com o Sr. Leoncio e pelo sul
com Mr. Georgean, 1 dito na mo?raa estrada, eom
185 palmos de largura na frente para a ra de S.
Joo, leudo o fundo a me?ma hrgura, tendo Be
comprmelo 800 palmw de roa -rna, dividindo
pelo poente com diversos, e pelo Haseente com "ter-
renos dt Sr. Manoel da Coste Mangirico, 1 dito
na estrada de Belm, com 10J palmos de frente e
Offerece-ae urna mulber de boa conducta
para o servido de casa de homem solteiro : na
ra da Gala n. 33, 3" andar.
j4t& de leite.
Precisa se de urna sem filho : na roa de Hortas
n. 30, sobrado._______________________
Precisa se de uaia ama secca para
criar ara menino : a tratar na rna
do Imperador n. 79, laja.
AMA
AVISO
iiStudo dQ preparatorios.
Jos Soares de Azevedo, prefttsor de lingua e
litteratara nacional no gymnasio provincial do Re-
cife, tem aberto em sna casa, roa Bella n. 37,
Um corso de lingua portugueza ;
de franeei;
de geographia;
de historia ;
de pbilsophia;
de rhetorica e potica.
Os alumnos qne quizerem frequentar qualqucr
destas aulas, pdem dirigir-se indicada residen-
cia, aflm de saberem as horas de cada classe e
mais condicoes de entrada.
C.M III) 0110
Rna do Bavao da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 eceua
do costmme.
Biihete* garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entra o
sena mnito felizct bilhetes absorte de 900*000 em
ura meio de n. 2105, a sorte de 100* em dona
quartos de o. 2304 e um bhete inteiro do n. 3132
com a sorte de 100*, alm de outras senes me-
nores de 40*000 e 20*000 da leteria qne se aca-
bon de extrahir (189), podendo seas possaidore
virem receber. qae promptamente aero pagos.
O mesmo abaixo assignado convia ao respe-
tavel publico'para vir ao sen Mtabelecimento
comprar os felizea bilhetes garantidos, que nao
deixar dt tirar qualquer premio como provapeba
mesmos annnneios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetan ga-
rantidos da 4' parte das loteras eo beneficio da
Imperial Capelia da Estancia, qne ser eitrahida-
sexta-feira 28 do correte n.ez.
1PHECOS.
Inteiro 6*0001
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 100)9000 para cima.
Inteiro 5*400
Moio 2*700
Quarto -1*350
Joo Joaquim da Costa Leiu.


Aluga-se
ama casa com sala e dous quartos, rectificada de
novo e alngnel commodo, no becco do Fundo n.
5, entrada pela rna do Visconde de Albuquerque
o. 41, outr'ora roa da Gloria n. 5 : a tratar na
ra Mrquez de Olala n. 60, armazem, outr'ora
ra da Cadeia do Recife.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A. rna Primeiro de Marco (outr'ora ra ck
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe-
laes bilhetes quatro quartos n. 54 com 5.090*,
nm meio n. 2105 com 900*, um quarto n.
2304 com 1000, e oatras sortes de 40* e 20* da
lotera que se acabou de extrahir (189*), convida
aos possaidores a virem receber na conformidad?
do cosame sem descont algum.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
4.a parte das loteras, a beneficio da Imperial
Capelia da Estancia (190.*), qae se extrahir na
sexta-feira 28 do corrente.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Km porco de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Moio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Pinza.
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A' OUTtfDA.
e Beberibe.
Por ordem da directora.convido aos Srs.
accionistas pan, no dia 2 do corrente pe-
las 10 horas da manha, se reunirem no
salo da roa d'Aorora, afm de ser lido o
relatorio deste semestre, dd *ecordo cera
as disposic5es do art. 13 dos estatutos.
Escriptorio da companhia SO de abril de-
1871,
Joo Joaquim Altes,
1 secretario.
GASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo asignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Jan:.ro, pajssSj
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRESOS.
Inteiro 24*000.
Meio 12*009.
Quarto 6*000.
Manoel Martins Finza.
mSmmm
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araijo
67Ra no Imperador67
"wmm
Pela segunda vez pede-se aos Srs. Trajanc
Cesar de Albuquerque e sea mano Juventino C
de Albnqnerqne o favor comparecerem loja di
rna da Imperatriz n. 48 a negocios qae nao gno-
ram.__________________________^_^^_
AOS 5:000^000
Estio venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Coneeico, loja d;
mri ves no Recife.
O cirurgo dentista F. Maia previne ao pa-
blico qae se acha em sea consultorio rna Du-
que de Caxias (ontr'ora Qaeimado) n. 31, para o
trabalhos de sna profissao todos os dias atis da:
8 as 3 horas da larde, e nos dias de domingos e
santificados das 10 as 3.
ESCRAVA
Precisa-se alogar urna escrava, para o servico
interno e externo d'uma casa de familia : a roa
da Cruz n. 54, armazem.
Offieina de marmore
Re* da Cmze numero 11,
Gravam-se letras a 60 rs., a pedra para as ditas
li o palmo em qdadro.
travessa da rna
das Crazes n, 2, pri-
meiro aBdar,da-se di-
nheiro sobre penhores
de ooro, prala e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos
taes e pedras.
91
wsmmwm
m ai
AU
DYVETOT
Unica casa neste genero
14-Boa Estreita do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ceao uso-do-
mestico. -
4IH4
Precisa-se de ama ana para co-
zinhar e engommar, para casa An
hornera solleiro : ra. de Pedro Al-
fonso n. 29.
Cozinheirp
No collegio da Conceicao precaa-ae de nn co-
zinheiro.__________________f __________
A. ra do Visconde de Pelotas n. 7, precisa-
se urna preta ou parda sojeita, vara trrico da
casa e qaitandeira.___________
Precisa-se de um homem forro oa escravo
para o servico ordinario : na padaria da roa da
Senzala Nova n. 30. _______
Precisa-se d ama ama pa-
ra Duque
Segundo.
Piofessor
/

ra tratar dftij
saiba eozer i Ho,
de Caxias n. 9tM val Sera
Tendo-ee perdido a cautela n. 4i5, passada em
22 de dozembro de I&C9, na casa de penhores do
Sr. Nathan Uanhaisser, roga se ao mesmo sennpr
qae s aceite o resgate da referida cautela pelo-|
stu proprio dono, do que passar recibo.
Married on 19 ui. lost. ai lhe Cbapel of Si-
Francis Haviers, at H. B. M's Consalt-lc loe En-
glish Church, Tbomas Me. Connan ti Annie Ma-
i'eida Dunbar. No Caris. Al faome 2 ai 4 3-bd
prximo.
Precisa-se de ama ama para coiq-
prar e cozinhar para pasa de pona
familia : tratar na ra do Crespo
n. 18, 2* andar^_______^^_^^_
Caixeiro
' Precisa-se para caixeiro de ura menino portv
gnez ltimamente ehegado de Portngal, para li
para o Brejo da Madre de Deas-: i tratar na raa
Primeiro de marco n. $, esquina.
Offereee-se nm prorssor para-
letras em algum engenho' petii
quem pretender dirija-se roa i
sa n. 40, em caria fechada com as
Precisa-se alugar urna ama de leite sera
filho : na ra Nova n. 31, Io andar.
Jos Pereira Marlins,^*
EaropaVaiar de
Precisa-se de
de urna casa : na
AO.
O Sr. Antoi
mandar esta fd
resse.
D Tj
perfeico, mnit>
ohora paiu
assim como oosta]
para baptizadas,
qaer
rejos matto ra
l< andar.
quei
tea inte-
-
I
MQPISTA.
la
r maita
rde se-
nsatos:
uariui
ir gn*'-
plillo e
Nova o. 67



t
s?
-*-
PefnmJboo Terva {eir 25 ?., Afril <*z
M.
c.
Um estrangeiro
tio, em algom dos
do GomuMreio av
SITIO
Lum pequeo si-
eidade : roa
- -f
Ra do Bafo da Victoria, esquina da Gamboa, do Carmo, n. S3 (Antijp Ra Nova^
temos i honra de participar a cosaos numerosos fregueies qoe com a chegtda de um des socios da Europa, supro-se a
- com om completo sormento de chapeos de sol de todas as qualidades como tambem, de iodos os mangues pm os meamos
. como sejmaraacoes de todas as qualidades, sedas, mirin6s, alpacas e pannos, assim como do espeaal cotbma, armas
fltaoaca chombeiros e polvarinhos. Os chapeos de sol terfo abatmento de i2, 15 e 25 por cento, con ao a dipnerro.
- neeiia-sa.de umaama para coa-
nhar e eofemmar para easa d% pona
familia ; tendo alm disso virn mole-
que par! ajudar: na ra da Uniio
n. el
4
Joaquim Fraacisco do Espirito Santa leodo
regressado de aua vlagern ao Ro Grande do Sal,
assnmio a direceao de sna casa coramerelal, e
pede aos seohores credares de sua coneordata.se
sirvara de mandar receber a segunda prestacao da
mesma no sea efcriptorto i ra do Imperador nu-
mero 24.
wm IM VIRIS
GENERAL VERS AMMJNG
SoMyjbend deo i9 April Abends 7 tj2 br
im Hotel Victoria
HWKCK.
Berathung neber einen Beilrag fuer die Invali-
den Stiftung.
Die Ver amnilung ist mil irgend einer Anzabl
Mitglieder Bescbluss faehlg.
Der sccretair,
H. Ledebour.

O baeh re Lut Emigdio EL Vianna de volta
de sna viagem Alagoas, contina no sen escri-
torio de advocacia roa do Crespo n. 12,1" an-
dar, onde pode ser procurado das 10 boras da
manhia as 3 da tarde.
A mesa regedora da irmandade de No sa Se-
nbara da Conceicao dos Militares, tendo de con-
tinuar com o preparo e donramento da capella-
mr da mesma igreja, convida por isso aos ar-
tistas que estiverem habilitados a levarem a effei-
to a mencionada obra, a enlregarem roas pro
postas (depois de examinrcm o que ba fazer) at
o dia 30 do cerrente mea i ra de Marcilio Das
n. 74, ao abalxo assignado.
Francisco Antonio de Sa Brrelo Jnior.
Secretario.
E'
O
**0
O abaixo assignado tendo justo e contratado
oom o Sr. Horacio Antonio Mangabeira a compra
da fabrica de cigarros sita i travessa do Queima-
do n. 5, livre e desembaraeada; se algnem porm
se jnlgar com direito mesma reclame no praso
del das, a contar desta data.
Recife, 22 de abril de 1871.
Stanoel Franciico Acacio.
Roubo
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata O brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
b lei.
UOKEIBA DIJARTE .

alugar duas pretas
Corredor do Bispo n.
Precisa-s
aitandeiris
a tratar no
CAIXE1R0.
Precisa-se de nm eaixeiro de 12 a liannos,
com pratica de taberna : na ra do Brnm n. 65,
no elegante armasen) Jomo ssL
c;ualquer ebefe de familia forneee sna expensa do
melbor que existe o mereao e porprecos Jfj-
to bvoraveif, como sejaas arm a 100 ri. a IB re,
velas stearinas a 640 rs; o mateo, vino flfMra
por 500 rs. a garris e tambem na mala barato,
l.alaios de diversos tamanbos, caixinhas prepriae
para mimes, caf de moca, ervilbas portnguezai
rancezas, ameixas em frascos, ralea e hpoUw,
tnarmelbada de Fernando Rodrigues, tenetiftea,
molhos e mostarda, licores de diversas qnaMa-
des, doce de goiaba em eaixio e latas, bolaxmae
ie diversos autores, massaa para sapas, teboUs
grandes, azeitonas em baris e lata?, vinbos UM*
do Porto dos melbores autores, queijos prato e do
reino a 3*000 e a 3*300 ; o proprietario deste ar-
mazem responsabilisa se pela boa qoalidade dos
{eneros vendidos em seu armazem, assim come ga-
rante todo asseio o limpez, em virtude do qnal
convida a seus numerosos fregneies e amigos a vl-
rem visita-lo.______ .
Franjas pretas.
A agnia branca receben do Rio de Janeiro om
peaueno porm bonito sortimento de franjas pre-
tas para enfeites de vestidos.__________________
Massa de plvora
MANUEL &Q.
Tem a satisfacJo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-lhes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
onde acharSo os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidan especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar>
mandes as (azendas que a demora da fabricado bem diminuta.
Roubaram da casa n. 105 A roa de S. Miguel
nos AfTugad. s. de Tbomaz Teixeira Bastos supie-
se que foi na madrugada de 22 de 'corre nte, os
ladroes entraram pelo fundo do sitio da dita
ca:a e arrombaram a porta que do terrajo vai
para ccsinha e arrombando as mais portas, fo-
ram at a sala da frente, eroubaiamo seguinte;
1 relogio a i ericanode parede de dons pal
d altura, imita gao de Jacaranda.
2 parea de lanternas, um cor verde, e ontro
azul, com mangas largas, tendo vellas de cor.
1 candieiro de gaz piqueno com globo cor do
leite.
2 garrafas de crystal com divisos de 4 cbeiros
tendo as rolhas comprdas.
1 rewolve de 7 tiros, inglez.
1 dito de 3 t'uos, francez, do fabricante Seful-
cheuer.
1 colber de prata para sopa.
7 ditas dita pequeas com a marca J.
5 facas de cabo de metal.
diversas eolberes de metal para sopa, e garfos
e entre elles alguns anda nao servidos.
diversas pega de prata ingleza, 1 cafeteira, i
bules.e i assncureiro e duas pecas de-uma man-
teigeira.v
1 casal de chibara chineza.
Diversos pratos, uns imitando ehinezes, .outros
cdr amarelia com relevos.
1 soopeira com prato de vidro fino, cor azul
com filete donrado.
i toalba com bico em roda, comizas, lencos,
lengoes. e omitas entras pecas de roupas com a
marca T. T. B.
Diversos calixes de vidro branco para vinho.
1 gravata de sed, manta cor roxa tendo se-
guro um alfineite de ouro com perolas e coral.
Diverses chicaras e pires de louca fina branca
com desenbos rxos, o que por ora se d por
falta.
Os ladroes deixaram ficar doas chaves de bro-
ca que traziam.
Roga-se a qualquer pessoa que descobrir os
ladroes ou der noticia de qnalquor dos objectos
roubades, que appareca no armazem n. 60 roa
do Mrquez de Olinda, outr' ora roa da Cadeia do
Rocife, qne ser generosamente gratificado e -
gnradara todo o segredo.__________________
COMPRAS.
C0MPR1-SE
Frascos vasios da tintara Japoneza y a ra Du-
qne de Caxias n. 50 e Mrquez de Olinda n. 51.
Apolices.
Compra-se dez apoliees da divida publica : a
tratar na roa do Commercio d. 4, com o tbeson-
reiro da aasociaco dos praticos Manoel Estanislao
da Costa, das 9 noris da manbS as 3 da tarde, nos
dias atis.
Yaldevino da plvora vende mase* a 310 rs. a
libra, no sea armazem de sal n roa Imperial nu-
mero 249._______________________
Vende-se nm terreno com 47
pairos
Ae ttii
Irnos iefreo-
pa quasi
freo
quem pretender diri>a-ie Bo-
Progrsso.n. 19, que acitara
te e 400 de fundo, e urna easa
prompta, sita n'Agna Fra de baiio defrenta 4*
ama taberna :
Vista, roa do
quem Irstar.

Cavao
'A RA DO BABiO DA VICTORIA \\
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, allemas e to-
da* todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
odres e brancos, colei-
riobos modernos, cha-
peos de sol de seda,
DK
ARRDA IRMOS.
RA
arodaVk-torla
antija ra
NOVA
N. 41.
Assim como tem ama grande
oficina de alaiate, montada com
todos os prepares que ha de melbor
dirigida por habis artistas, que
pela sna promptidio e perfeic3o
nada, deizam a desojar.
Ronpa de todos os
amanhoa para homens
meninos.
Por todos os paqne
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
RA
K
Bar o da Vctor la
tEt'ga rea
NOVA
N. 41.
Comprase um Manual Homeopatbico pelo Dr.
G. H. O. Jabr : na ra da Cadeia do Recife n. 4.
Lompra se um manual Homeopatbico
do Sr. Jabn, na casa de detenclo on na
praca da Boa-vista loja de cera.
VENDAS.
O verdaieiro vinho
DA
lIJaiaillllA
O Campos da roa do Imperador n, 28,
tem a satisfacao de avisar muito particular,
aos amantes do j bem conhecido viobo da
Vende-se um boro c aval lo na roa da Boda, ce-
ebeira do Sr. Jos Doarte Pereira : a tratar a*
ra do Bario da Victoria n. 9, antiga roa Nova. .
Eogenho
Vende-se por 12:M0# nm solTrivel engeotae de
animae?, distante da via-frrea 4 mullas, tambem
se vende a safra ereada : na roa do Livramento
n. 14 se d t informaeges.
MACHINAS
PARA COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, om sortimento de machinas pa-
ra costura, das melbores qualidades que
existe na America, das quaes muilas j sao
bem conhecidas pelos seus autores, cerno
sejam Weller d Wilson, Grover & Boka,
silenciosas, Weed e Imperiaes e ouiras
Ba.rrada, que est naun.ca poned orna re- ^ a vsta ^^ a(Ur Kt
maceo nocoa nnrtnv virnln no a hrinna V/i_ ?

^e
Precisa-se de urna ama pa-
ra cexinbar e comprar para
casa de pouea familia
ruada Cadeia do Recife n. 11, loja.
na
ATTENCAO
Bogase a um bacharel, morador nesta cidaJe,
o obsequio de pagar o alugnel de dons vestGarios
de velludo, dos quaes se ntilisou nos tres dias.de
okrnavai, entregando-os depois a seu dono em es
jiw. j 94t:e nao poderem ser mais aproveitados. Pre
- vjn*-se que se nao pagar ver o seu nome por ex
teeso, at que restitoa o alagoel. ________
Quem perdeu ama cassoleta entre as ras
do Queimado e Crnzes, queira annuncir sua mo-
rada.
messa desse nctar, vindo pelo brigbe So-
berano-, e que nao vo por annuncios bom-
bsticos, que sao ardis muito de proposito
inventados, para nelles cshirem os inexpe-
rieotes.
Assim pois, aquellos que quizerem sabo-
rear o verdadeiro nctar das viobas da
Bairrada, nao lem mais que dirigir-se ao ar-
mazem do Campos da ra do Imperador n.
28, onde encontro amostras do dito vinho
que se darlo tambem para as casas particu-
lares.
Vejan) e examineiu........
Cuidado com as imitapOes
Vende se a loja de calcado nacional
da roa da Imperatriz n. 38: a tratar na
mesma, das quatro horas da tarde, ouno
largo do Forte do Mallos n. 4 com o pro-
prietario da mesma.__________________
Vende-se a casa aa ra do Alecrim o.
5 ; a tratar na roa do Mrquez de Herval
n. 2.
AMA
A Marculioa qne se offerece como
tal, pode apparecer no Corredor da
Bispo n. 5.
Pede-se a algara dos berdeiros dos fallecidos
Srs. Jos Leopoldo da Silva e Silverio Joaquim
Martina dos Santos o favor de comparecer no so-
brado n. 39 da roa do Bao da Victoria, das 6 s
9 horas da raanhaa; visto que se ibes dejeja fallar
e ignora-se suas respectivas residencias.
CRIADO
Na roa estreita do Rosario n. 28 precisa-se de
um criado. -___________
AMA
Precita-se de urna ama
treita do Rosario n. 28.
na ra es-
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e Am pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annonciar toda as fazendas, para
nao se tornar manante
Precisase de dons amacadores, na pa dara
espanfaboia, em Santo Amaro. ____________
dADE DA VICTORIA
PiTgunta-se ao Sr. Joao Rafioo Ferreira Filbo,
M tem especiaos poderes do Sr Leonardo Bezer-
> ra Cavalcante para cobrar o imposto das agur-
denles aos habitantes desta eidade; pois como
mnilo bem sabe, se o Sr. Leonardo, cesionario,
por compra feita ao arrematante deste imposte ;
caso nao tenha Sr. Rufino taes poderes, desde
j protesta-'.- mira qualquer cobranca qne fizer,
como pessoa incompetente, nio Ibe podendo apro-
veitar os poderes dados pelo arrematante, os qaaes
acabara* com a sessio feita, de que nao se pode
dizei ignoraste.
Um interessado.
AMA
-* Precisase para casa de peqaena familia de
ama ama, que eneomme e qne tome eonta de
ama menina ; i tratar Praca da Roa-vista n. 30,
2* andar.
Mudanza.
O bacharel O. Luiz da Silveira mudou
Ma residencia para a praca da Boa-vista
ii. 30, 2 andar, onde pode ser procura-
do para todos os negocios, quer particu-
lares, qaer tendentes sua pronssao de,
advogado. Sgf
MttM Ksanuiffi
reroece-s cernida com asseio e promptido,
Precisa-se alugar urna ama forra
para comprar e engommar : na roa
raa do Cabug n. 2 B.
Na roa dos Pires, sobrado n. 27,
jecisa-se de urna ama que cozinhe
m, forra ou eserava, tendo boa
conducta, paga-se bem.
AMA
Ama e criado
Precisase de urna ama para eozinhar, e tambem
de um criado : na raa dos Pires, taberna a. 46
Ama de leite.
Quem precisar de ama ama com bom leite para
criar e tratar de meninos: derija-se mi da
Lapa n. 4._______________
Na roa do Corredor do Bispo n. 5
precisa-se de urna para o servico de
ama casa de duas pessoas.
Cozinheira.
Precisa-se de um bom cozinheiro : no grande
hotel del Universo, praca do Commercio o. 2.
Os fiadores ao Sr. Joaquim Francisco do Es-
pirito Santo, tendo recebido desse a quantia que
desembolcaram al esta dala, para o pagamento
da segunda prestacio de sua concordata, decla-
rara que flea suspensa a contribuicSo do paga-
mento da mesma no Eogli-k Bank, por isso que
o Sr. Espirito Santo passa a faze-lo em o seu es-
criptorio, a raa do Imperador n. 24. "______;
MOFINA
Conrado Pereira de Sonta, morador na Ponte
dos Caminos, faz ver a qualquer pessoa qae rao
faca negocio com urna letra de 6004 assignada
por elle aos tantos do mez de dovembro de 1870,
com o praso de tres metes, cuja letra j elle pagou
ao sea cuchado Manoel Martinho Santiago na data
de 16 de abril de 1871; e como a dita letra de
sappareceu de sua casa por um descuido, raza o
por que previne ao publico para nio fazer tal ne-
gocio com qoem quer qae for qne esta Ihe apr-
sente. Cutro sim: presentemente nao havera
qnem aprsente letra dalle, e caso appareca J
losa.
Aluga-se
nm moleque para todo o servico, tanto de casa
como de roa : na roa do Rangel n. 26.
Urna mulber de bons costuxes se offerece
para ama de andar com criancas : a tratar na roa
da Praia n. 43.
JJRDPIROIII
criado. .
Offerece se um pertugnez com algnma praiica :
a tratar na roa do General Victorino n. 8.
AMA
em easa de fmula : na
promptido,
roa das Cruzen. IS.
Prtcisa-se
alagar nm inolequ de idade de 12 a 18 anns,
ou preto de meia idade, paga-te bem : roa Xo-
a loja n. 11.
--
Solicitador
Uompanhia
Santa Thereza.
De ordem do conselho de direccao sao convida-
dos oe senbores accionistas reamaran a 5* en-
trada de 20 0|0 do capital subscripto at o dia 26
do corrente, no eseriptorio do director calxa o
Exm. Sr. Bario da Soledade, pra>;a do Corpo
Santo.
Recife 19 de abril de 1871.
O gerente,
Justino J. de 8. Campos.
Viente LwiDfo da Goata Campello eenttna"
exercor aa prflflatan nos auditorios desta pro vi n
eia, Meidindo roa Angost n. 3, e tem escripto-
lio roa do imperador n. 38.
Bmpr*a>B a guarna de ;i a 4:OOfljooO
ramio a> 1 l/l oin hypotheca em predio livre e
-JaBsobara^a-le : es rn*' *e Hortas o, 4 re dir
qnem.
Uompanhia Santa Thereza,
Esalssio de le acfes de
504 cada asma.
Tendo um dos senbores accionistas desta com-
panhia, na forma do dispoeto no artigo 12 dos
estatutos, perdido o direito nao s s accoes oue
subscreveu, como primeira entrada de 20 0(0,
nica que realisou, sao convidadas as pessoas que
pretenderen) ellas, dirigir seus pedidos direc-
cao com declaraco da quaotidade, afim de serem
convenientemente attendidas. Recife 20 de abril
de 1871.
Oferente,
_____________Justinoi Jos de Sonza Campos.
'Joaquim FvOpe* Sfaobado, aua seabora e uta.
fibo vojS a Europa.
Roga-se ao Dlm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivao na eidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qne V. S. se comprometteu reali-
sar, pela tereeira chamada deste jornal, em flns
de dexembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a (evereiro e abril, e nala enmpria,
e por este motivo de novo chamado para dito
nm ; pois Y. S. se deve lembrar que este negocio
de mala de oito annos, e quanao o tenhor sea
flho se achava no eetudo nesta eidade.
Attencao
Urna pessoa habilitada prepoe-se para mestre
de msica de guarda nacional, ou alguma socieda-
de fra desta eidade: achara com quem tratar
no pateo da Ribeira n. lo.
Precisase de urna engommadeira, livre ou
eserava, para casa de familia : na raa do Pre-
gresso (Soledade) n. 7.
Attenpao.
A" loja da Torqueza, sita
Victoria n. 9, troca-se cobre
sem cambio.
raa do Bar> da
em saceos de 304
Atttnc&o.
Lava-se e engomma-se com promptido e asseio:
na roa Velha n. 39.
Precisa-se de urna ama que
saiba cosinbar e engommar
y para casa de familia de doas
pessoas : na ra do Visccnde de lU;>ari:ac 31,
outr'cra ru *> Apollo,
Vl^%
SEGUROS
MARTIMOS
E
CO\TR4 FOCO
k companbia Indemnisadora, estabelecidi
aesta praga, toma Seguros martimos sobre
oavios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, m ;rcadori^s e mobilias
ruado Vigaro n. 4, pavimento terreo
D
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATfflCO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habiuntes'do interior podem-no
consultar por escripto, no que serio sa-
bsfeitos com promptido.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a proco mdica
Consullas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ba do Bario da Victoria43
(Antiga ra Nova).
Chave perdida
Quero aehou.oraa chave qne se perdeu da rus
Imperial s Cinco Ponas, qaerendo eolrga-la.
peder dirigirse mesma ru> n, 52, que ser
gratificada.
Azeite e vinagre.
O melbor que tem vindo a este mercado em
caixas de dozia de garrafas; vende-se no eserip-
torio de Cunba & Manta roa do Mrquez de
Olinda n. 40.
Grande
LIQUIDABA.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de caiilherme.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 240 o co-
vado,
Bitas riscados prassianos i 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 240 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 360 o covado.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 30900
a pe i; a.
Bita Victoria, a i i a pega.
Mossulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolo francez, a 6i a peca.
Dito inglez de bom a especial, a iSOO, o, 6J
e 7/ a peca.
Algodoshbo a 3i, 3*300 e 4 i a peca.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
440 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisadas a
300 i s. o covado.
Ditapretacom flor branca,-o 600 rs. o co-
vado.
Lencos de cassa com barra de cdr, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linho embainhados a 4a a duzia.
Cbila, fazenda bem conbecida pela sua forlidao,
mais larga qae chita para ronpa de estravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e 3*.
Corles de meia casemira, a 1*200.
Casineta preta e de cor, a 300 rs. o covado.
Ganga amarelia lisa e de lista, a 320 rs. o co-
vado.
D-se amostras com penhor.
Vende-se
esleirs novas grandes e pequeas, muito boas e
preco barato para acabar, assim como oarinhos
curtidos!: na roa do Vigario n. 33.
compradores.
Estas machinas teem a vantagem de fa-
zer o trabalho qne trinta costureiras pdem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicao, como as mais perfeitas costoreiras.
Garante-se a sua boa qoalidade e ensina-se
a trabalber com perfeicSo em menos de i
bora, e os precos sao tio resumidos qne
dvera agradar aos pretendentes.
i cndC'Se seguntes
dade de Mamamguape,
eBgenhos ^erto da cl-
Excellente propriedade com ptima
casa de vi venda, engenno e mais casas precisas,
tudo de pedra e cal, e muito bem constrnido.
Pregona
multo bem situado por ser junto do
porto de embarque dos vapores da companbia
pernambucana, e onde tem de Andar a estrada de
ferr projectada, de Mamanguape.
I iriClO situado ao p deste.
Quem pretender qualquer urna destas excelen-
tes propnedades, queira se entender com Tasso
Irmaos C.________________________________
MACH1HAS
A 10($O0O A SERRA, PARA DESCARO-
CAR ALGODO.
Vende-se po armazem de J. A. Moreira Dias:
roa da Crnz n. 26._________________________
Aos cigarreiros
Vende-se papel de seda e de linbo, em resmas,
dos verdadeiros fabricantes : na roa de Maris e
Barros, ontr'ora raa do Codorniz n. 8._________
Jabonete de alcatrao.
Este novo preparado appKcado com grande
aproveitamento contra as molestias de pelle ebro-
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras on
pannos que vem ao rosto e peito, borbnlhas, sar-
na, lepra e comtchdes, mesmo aquellas qae em
certas partes delicadas do corpo tanto mortifican),
Analmente o uso continuado deste saboaete coo-
tribue para tornar a pelle assas mimosa. E' igual-
mente efficaz para amaciar a pelle do rosto on
outras parles do corpo, qae por motivo de erysi-
pellas Bcam speras e escamosas. Preco de cada
sabonete 640 rs., em dunia se (ara abatmento.
nico deposito em Pernambuco, pbannaOa ame-
ricana de Ferreira Maia & O, raa Duque de Caxias
n, 57, antiga do Queimado.
Vende-se ou permnta-se por predios nesta
eidade o engenho Velho sito na freguezia de Ja-
boatao, com excellente ca-a de vivenda, asa de .
engenho, de purgar e de bagaeo, Mido de lijlo,
barro e cal, contendo cerca de nma tegoa de ter-
reno de sul a norte, e outro Unto em parte do
leste a oeste, com bastante terreno de plantario
de vanea e ladeiras para safrejar para mais de
3,000 pies, com bastantes matas e terreno sufi-
ciente para edicar-se um outro engenho, que
tambem ulcera cim as agoas do rio Mussaiba, as-
sim como o engenho cima dito me com as do
Jaboatlo. O terreno snfflciente para novo enge-
nho conten bastante vanea e ladeiras todas co-
bertas de matas e capoeiroes : quem pois qoiter
fazer qu&lquer dos negocios cima dito, dirija -se
ao sea proprietario no mesmo engoano._________
RING OFPAIN
ou
orei da'dor americano -
nico deposito. do .verdadeiro, na pbarmacia
americana de Ferreira Hala 4 C, roa Duque
de Caxias n. 57, antiga do Queimado.
Livros classicos.
Para inglez: m
Maeaulay. Essays.
Lingard. H. of Eng'and.
Select Passages.
Motta-grammatica.
Para francez:
Regnier-Thf tre elassique.
Chateaubriand. Goie du christianisme.
Mariyrs.
'Filon-NarraUons.
e todos os mais livros para examea.de preparato-
rios.
LIVRARIA FRANCEZA.
Vende-se
u' pequeo sitio n)
fructeiraa : a tratar
M* tj. II, Ub|gV|
\rraial, bem alvorejado de
' do Mallos, becco 4a
ASOOrs.
Espanadoree >niiiha : na pra^a da lodepen-
densi o. 39.
Novo Mundo.
Asslgnaturas para o secando semestre
IU. 5*000.
___________LIVRARIA FRANCEZA- .
Bruno Seabra.
O festejado poeta acaba de presantear a.jnven-
tude brasileira, com o mais bonito u'vriano para
creancas
Alforge da boa raio
Rs. 14000.
LIVRARIA FRANCEZA
Flores para o mez mariaao
Na roa esireita do Rosario, sobrade aa um an-
dar n. 38,.aprompta-se toda encommenda de flo-
res, sendo reos, capellaa, palmas e bouquets,
tudo proprio para enfeite de altar do me de Ma-
ra, tem rosas, palmas e bouquets, lado prometo,
e vende por barato preco, (dinas de rosa e daiha
de papej a 1/000.
GRAUDE
LIQUIDAQAO
Na roa do Duque de Caxa* aatiga roa
Qaeimldo n. 19, veade-ae cWtasde cores es-
caras e roalisadas pelo preco de 200 re..o covado,
cambraias de cores, bonitos parOes a %
>
covado, e pecas de cambraias
3ras a 34 e ditas com 8
madapolo do 44, 445004
jo de 340We 4*00'
ine arnfra.



y
D rio dt Pernanibuco Ter<> Um 8 de Abril de rfiW
i*._______
i wfaiM' !*> -------,i

i
ao artuteat do Va-
Fi antea, rna
* Bario a Victo-
ria tr'ora ra
Mo*
a arttaxen da va-
por Francez, rna
do Bario da victo-
ria (ontr'ora ra
IVoTa) n. f.
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Acabam de chegar. novas (ataras com importante sortiraento dos artigos abaixo mencionados
fecos mais resumido (rae possivel.
Cestinhas para brago de meninas.
Balaies para costara.
CAIiCAUO
Botina* pera seohoras=-doraqne branco, preto
de aras moitts cores eseoJUdas do ultimo gos-
io da moda.
Botinas pira meninas igual sortimento.
Sapatinhoe de salto para senhoraduraqae pre-
se tmneo e de cores, e de cearo de lastra
Betflhtt pare criangas, proprias de baptisa-
oa.
Botinas le diversas qaalidades para homem.
Botas rnssianas para monteria, tanto inglezas
de eonro da Rossia para viagero, como francezas
e Heiler, beserro fino, para passeios.
Maia* perneiras para meninos de 10 a 16 an-
eo*.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos As vaqueta de lastro cora sola de ma-
leira, proprios para banhos.
Sapatoe de borracha para bomens e senhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos. mu-
o boas e lories para meninos e meninas.
Sapatos de pete, avelludados, Cbarlot, casi-
mira preta, de tranca portogaezes, pare bomens,
'horas e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
'*, afnaa de Cologne em garrafas de crystal para
pneeJMea, afta divina, agua florida, dentfrico la
nafa, affoa de toilet, tintura para barba e cabel-
los, penada hongroise para bigodes, pos de arroz
sabosetee, todo isto de primeira qaalidade, dos
afcrfcait** Coudray, Piver e Lobin.
Quinquilharias
Lava* de pellica brancasJouvin.
Bapelhos grandes doorados para salas, qnartos
ueqnee para senhoras e meninas.
Jolas de uro, brincos, transelins, pnlseiras,
otSes de pannos, de abortara, correntes e chaves
i relogio, tndo de oaro bom de'lei.
Brinoos de plaqu Imitagao de oaro.
Gorrenles per* relogio.
Abeteednree para coHetes e para punhos.
Albuns de remido e marroquim para retratos.
Mamraadfliras de /Idro para enancas.
Cainnh* de costara, novos modelos com nu-
nca, propr.aa para presentes.
Qowlrinhos doorados para retratos.
rondas e sapatinbos de lia para criancas.
fleptiltil pan noivas e para pastoras de pre-
valalas
GRANDE LIQlffi .
rna da Imperatriz n. 72 loja da Arara
res4eiapelM Aleteas it ares
Vende-se grosdeoapoles preto jara ved- Veode-e alpaca de cores para vestidos,
ido de senhoras e meninas a U, 2|600, a 500 e 40 rs. o covado.
n*ra
Varan
com vid ros de aogmeito par* ver-
Cestos 'Vrame pratiado par* frutas e pi a
esa.
Ricos artigos de phantasia necessarlos para toi-
Ihetes e proprios de presentes.
Jarros e bonqaets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mni delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Moldaras doaradas para qua iros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e da santos. -
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
C*ixioh de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda preta* e de cores.
Bengalas de cana com castdes de marflm.
Bitat de baleia, Janeo e de maitas qaalidades.
Peales Anos de marflm para caspas.
Escovas para fado, para cabello e para denles.
Lunetas oa penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ago.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para eandieiros.
Ditos para lanlernas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Cordas para violio.
Porl-pratos para mes*.
Caixinhas de diversos modelo; e pregos..
Objectos novos de mgicas o melbr possivel,
para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello par* viagem.
Ditos de mu tos modelos, de junco e de baleias.
Luvas de flo de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas par* fazer caf.
Globos de papel de cores para illumlnagdes de
festas campestres.
Baldes de eflres, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e ontros jogos allemae?.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos on accordions de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com differen-
tes vistas mu pitoreseas.
Brinquedos
Jf "*? ?i.,*1tographia d0S ntnXoB- O maior sortimento que se pode desojar de toda
vv ^J-hwVT...^.- i... sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
tBSSSseda%7eUvreVdoanbaS- |d> Enro" eWretemn, das ***
SALAO DE CABELLEIBEIRO
Ra Primeiro de Marpo (antiga Crespo)
n. 7 A Io andar.
Neste bera montado estabelecimento, os amadores C .oda eocontrarSo o qpt
lia de oais moderno e delicado para ponteados, como sejam : bonitos e excellentet
cokes, trancas, xjache-pnes, assim como faz-se todo e qaalqoer trabalbo de cabelle
que se encommendar.
Acha-se tambem o acreditado Tnico Delsuc qae se recommenda pela sua ex
;aUeoie composicio. O dono deste estabelecimento, d'ora em diante, pode ser pro
carado a qnalqaer hora do dia para os misteres de soa profissao.
I VAPOR DAS


.
RA DA IMPERATRIZ N 36
Grande reduepo nos presos
PECHINCHA SEM IGUAL!
S Leito de 01i?eira, proprietai ios deste bem conhecido e elegante estabeleci-
meoto, avjsam aos seas amaveis fregaezes em geral, e com especialidade ao sexo
araavd, que eslSo resolvidos a venderem todos os objectos qae compem o bello sor-
timento do sea estabelecimento por precos admiravelmente commodos, que em ootro
qaalqoer costara o duplo, visto ser a mor parte dos objectos cbidos de conta pco-
pria das principaes cidades da aflamada Earopa.
Eis algumas das p- chinchas :
Latas com banha a 80 rs.
Ditas de tambor com banha a 160 rs.
Paos de pomada a 80 rs.
Frascos de vidro com banba a 240 rs.
Ditos cora agua de Colonia a 500 rs.
Agulbas com cabo para crochet a liOrs.
Booeqainbas de louca a 440 a rs.
Pecas de babadinbo bordado a 700 rs. .
Sabooetes de menino a 200 rs. e a dozia a .
Pecas de ntremelos com 12 tiras (12 varas) a U500 6,20.
Finos espartilbos a $ e 5&.
Dnzias de carritis com 200 jardas a I >.
Ricos e elegantes laques imitacao de marflm a -2500.
Leqoes de madeira pintada a 10500.
Soperiores meias croas para homens a 40.
Finisstmas meias para senhoras a 40, 50 e 90 a duzia.
Fioissimas meias cruas para senhoras a 10->.
Pecas de tranpa lisa a 40 rs. e o masso a 360 rs.
Crochet preto e tranco, fazenda boa, covado a 800 rs.
Caita com 100 envelcpes a 500 rs.
Pecas de fita para cs a 400 rs.
CordSo para vestido, masso com 25 e 30 pecas, a 500 e 600 r?.
Baralhos de cartas a 120 rs.
Trancas largas de caracol, 12 pecas, 700 rs.
Lencos de cambraia de linfao bordados a 10, I :j500 e 20.
Dito* de cambraia bordados a 500 re
Sabonetes transparentes a 80 rs. I '
Finissimas teioaras para unhas a 800 rs.
Boioes de setim de todas as cores dozia a 320 rs.
Caiza com 4 papis de agolbas (ando de oaro a 240 rs.
llm dos objectos qae cima vio relacionados, existem moitr/s outros, como se-
jam ; bico de seda branco e preto, lavas de pellica e de seda, ptimas perfumaras, lo-
ques de marflm, sndalo e madreperola, botinas para senhoras, sapatinbos de setim e
tooeaj do mesmo, pentes de tartaruga para alisar, as novas anqoinhas. objeclo este de
grande oovidade, e que se loma recommendavel s senhoras do bom tom, Anos espar-
tanos, flores, IS a para bordar., e maitos ontros objectos qae se tornara recommendaveis
pela toa et^iMcia'e modicidade dos presos.
ros rogam s exceilentissimas senhoras a visitaren; o sen estabeleci-
meoto pai convencerem, e aquellas que se n5o quizerera dar a este trabalbo pode-
rio nindar bascar o que desejarem ver, ou se Ibes mandarlo levar em suas casas.
O Vapor das Novidades
RA DA IMPERATRIZ N. 36.
20800 e 30 o covado.
Cateaba preta 30SM carie
Vende-se cortes de casemira preta pan
calcas de homens a 30800, 40, 50, 60 e
WOO.
ATTEN(?A
Precisa-se fallar com os seguiotes se-
nhores: a negocio que Ihe diz respeito, e
deseas interesses, oa roa da Imperatriz
n. 72.
Jos Germano Mangabeira Jnior.
Jos da Coste GalvSo.
JoSo Antonio dos Santos e Silva.
Manoel Cardoso Vieira de Mello.
Francisco Brito de Mello.
Dr. Ventura de Maroim.
Joaquira Alves da Fonceca.
Francisco MaBoel Aires.
Feliciano da Cunba Cavalcante de Albu-
querque.
Dr. Cornelio Teixeira Franca.
Leonardo Jos dos Santos,
francisco Basilio Cbavier de Mello.
Chitas arelas ,
Vende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o covado.
Chitas fraselas escaras
Vene-se chitas francezas escoras para
vestidos, a 340, 280 e 320 o covaio, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Chitas para eehertas
Vende-se chitas encarnadas para c< ber-
tas a 320, ditas de cores, largas a 360 e
400 rs. o covado.
Fusti* para vestid**
Vende-se fastao para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
Brirhaitiaa hraaea
Vende-se brilbaotina branca (ara vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Perelaras Anas pira vestMes
Vende-se percalaa Qnas para vestidos de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cassas frasceas
. Vende-ie cassas francezas de cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o covado.
Org-ndis de eeres
Veude-se orgaodis de cores para vesti-
do de senhoras a 440 e 500 rs. o covado,
L5asinhas para vesTas
Vende-fe llasinhas para vestidos a 400
e SCO rs, o covado.
Alfada* de lista
Vnde-se algodio de lista propro para
roopa de eteravos, por ser;forte a 160 rs.o
covado.
Ga**|as para calcas
Vende-se gangas escoras para calcas de
bomens e roipa para mednos a 240 o co-
vado.
Irisa de cares cea lisUs
Veode-ie brim de cores com lista s dos
lados a 400 rs.. o covado; para liquidar, na
loja da Arara, roa da Imperatriz o. 72.
Gmas pretas de seda
Vende-te gravatai pretas de seda, largas
e estrellas a 800 rs.
Lene* bruces
Vende-se lencos a 20 a dozia, ditos ch-
neles a 30600, para liquidar.
Chale* de crin
Vende-se chales de merino estampado,
a 20 0 20600; cara liquidar.
Ceherus de chitas
Vende-se cobertas de chita fioa a 20500,
ditas encarnadas a 30500, ditas forradas a
60, cobertores de algodio com pello a
10460, oa liquidaclo.
Certes de faifa ""*
Vende-se cortes de ganga para saleas de
homem a 800, ditos de brim de lista, a
10500.
Br Iba
Vende-se brim liso para calcas de traba-
lbo a 560 rs. o metro.
Bria pard* trancado
Veode-se brim pardo traficado a 700,
800, 900 e 40 o metro.
Bramte a 10860 e metro
Vende-se bramaste para lences e toa-
ibas por ser moito largo, a 10800 e 20800
o metro,
Algeda* eifestaJe
Veode-se algodio enfestadoja 900 rs. o
metro. .
Pecas de alfadlo
Veode-se pecas de a'godo com 20 jar-
das a .30800, 60, 60, 60606 e 70.
Pecas de adapelie
Veode-se pecas de madapolio com 24
jardas a 50, 50500, 60, 60500, 70, 80,
80500 e 100.
Cellarinhos de papel
Vende-se om resto de collariobos de pa-
pel a 200 rs. o duzia. e -
Grande liqaidaeie de reipa feita
Veoden-se palitos de casemirasde cores,
aobrecasacos a 90, ditos fraq es a 80, di*
tos saceos a 60, ditos pretos, panno bom,
a 80 e 100, ditos de alpaca de cor a 30,
ditos pretos a 30500 e 40, ditos de meia
casemira* 20, ditcs de brim de cores a
10500 e 20; ditos braceos a 90.
LOJA DA DISTA
Ra do Cabug, n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
Os proprietaros deste oovo estabelecimento jalean de sea dever fazer apresen
tacao de seo titulo, para obterem do respeiUvelpflbJico, .om especialidade de seus
freguezes, o acolhimento de que todos nerawitswajanen tirocinio commerial.
A Conquista, ro garante nem pode dar fpjppas a seos fregaezes, mas tendo
por divisa coaquistar a todos, para que Dio compren era outras casas, affirma-lhes
que serSo tratados com agrado, lealdade e muita moderacao oos precos.
A Conquista acbando ser euTadonbo para os leitones o mencionar o seu grande
sortimento de fazen Jas finas, apenas descreve sement as fazendas pretas e objectos
proprios para a quaresma, como sejam :
Grosdenaple preto de diversas qaalidades.
Gorgur3o preto para vestidos.
Casaqoinbos pretos de seda.
Ditos ditos de gorgurSo com cinto.
Maniinhas brasileiras para cabeca.
Cbapelinas e chapeos para senhoras, o que ha de melhpr.
Luvas de pellica brancas, pretas e de cores.
Os proprietaros da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualqoer objecto
amostra, para qualquer casa que para isto Ibes mande nicamente o nome da roa e
numero da morada.

PARA LIQUIDAR
LE RE DES DAMES
&tnu
et aves afee fsff
tulle noir
ata de ,)eux an velloar, ce qo'il de ence
i i ni vens rf-;a aossi des riches'capotora
ion* vedofs 4(iJreoevoir c'pji q

12, pfimeiro and^
MiaCSiaSCS iaMEPJOiaXrOS
10000 CADA UM
J com cabos de faia, sendo os macnados de ac muito bom, proprios para carpinas
ou engenbos : vende-se ra Nova n. II. ', .
Gadeiras americanas
com bracos e assentos de pallioha: ra Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegada?, proprios para' barricas, a 80 rs. a libra: ra Nova, armazem
n. II.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamaoqueiros, oa outro qualquer
mister, com toque de ferrugem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa -80 a caixa com 150
macos: ra Nova, armazem n. ll.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para homem, a 200 cada om. de gracia, mandando-os vir
costana 1500 cada om: vende-se ra Nova, armazemn. II.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo de madeira, proprios para prender a roopa que so bota a seccar em cordas, a
240 re. a duzia ou 60 a caixa com 38 dozias. E' dar, nSo vender: ra Nova
PARA raWEXHO
om recebedor e conduotor.de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qnizer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvez o nico que existe
nesta provincia : vende-se moito barato, ra Nova o. 11.
AOS 2,000 PALITOTS
POR '
PBECOS BAKATISSIMOS
NA LOJA FLOR DA BOA-VISTA
PAULO _
Palftots de meia casimira de 20, 30 a 30.
Ditos de brim p?rdo de'20, 30 a'40.
Ditos de alpaca branca e de cor de 30 a i-S.
Ditos de alpaca preta de 20 a 60.
Ditos de merino preto de 30500' a 60.
Ditos sobrecasacos de panno preto d!120, 200 e 400.
Ca cas de bjim de 800 rs., l600 a 20.
DilM.de meia casimira de 30; 40 a S0.
Ditas de casimira superior de 80,100 a 120.
49Rna da Imperatriz48
JUNTOA PADARfA FRANCEZA.
Vende-se steco com farinha de mandioca, m
dindo 18 cni*., pelo baraliKimo preeo de 3* cada
-eco; na roa o Marque* de Olioda n. 40, es-
crjptorlo.______ -t^bm
TTOT
Para saceos e fogue*tros.
8AOS
PARA ASSl'CAR
CERVEJA DE MABCA
m
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pecas e nao as etiqueta*.
Vendern-je
Em cas* de
T. JEFFEBIES 4 C.
46 Ra do Gummercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem cae cada peca ana bilhe-
(e com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
0 vordadei/o portlaod. S se vende h
roa da Madre de Deas n. 22, armasem de
Je3o Marns de Barro.
DE
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia ^ C, ra Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do Queimado.
Fita especial
para os qae Czeram a eampaoh* do Paraguay. A
agnia branca roa Duque de Caxias o. 52 rece'
ben dessa fita.
Vende-se
Superior vinho de nva pura especialissimo, pas
to, em 8.* e 10.* de pipa.
Dito do Porto moito fino em 20.* de pipa, pro
prio para mimo.
Dito dito D. Luiz I em caixas de 12 garrafas.
As (nulidades superiores destes vinhos do a li-
berdade ao possnidor de garantir aos comprado
res a pureza de sna preparaban : a tratar- na rna
do vigaro n. 14, primeiro andar, escritorio de
Js Lopes Davin.
Ferro
Vende se telha de ferro galvanisado de 6,8, i i,
14 e 17 pemos, mais barato do que em entra
qualquer parte vista da qaalidade : na rna 1
de Marco n. 6.
RODRIGUES & IRMA
Ra do Mrquez de O]inda n. 6
.Veode-se do excellente cofre de ferro, pro-
va de rogo, por prego maito commodo.________
Doce. Doce. Doce.
A' ra de Marcilio Das, ontr'ora Direita, n. 91,
se ar ha om completo sortimento de doce de guia-
ba em caixoes e latas, o qae ha de mais Uno' e
fabricado com teda a perfeicao.
Um complelo sortiraento de caixoes de 1 a 4 li-
bra* par* todos os precos proprios para satisfaaer
encommeodas de fura da capital.
Tambem ha sempre doce de laranja, limo, ci-
dra e bananas.
Qnem dnvidar venha ver, que ir satisteito com
oa Tecos e qaalidades._______________________
A 18A a duzia
de pares de sapatos de tranga do Porio para -ho-
meme senhora, nmeros sirtidos : na praga da
Independencia n. 22.
Favas.
Vende-se a retalho a 160 o -kilogrammo
padaria da rna do Rangel n. 9.____________
na
v A's senhoras.
A' chapelaria da rna Primeiro de Margo n. 6
acaba de chegar da Europa pelo ultimo vapor um
lindo e variado sortimento de chapeos e chapelinas
da ultima moda, para senhoras, qae se vendern
por pregos muito rasoaveis; na mesma chapelaria
ha nm grande sortimento de chapeos de todas as
qualidades para bomens e meninos.
l/.ja de Gaspar A. V Gaimaraes.
L2as com mselas de seda, fareud superior e
mais larga qne chita franceza a 300 rs. o covado.
Dita com listas a 360 rs. o covado, bita roa-
dinhas a 200 rs. o covado.
Dita superior a 240 res o covado. dita 160 rs.
Dita matisada a 100 rs. o covado.
Dita escocer* de cores Das a 240 rs.
Cambraia* dj cores flxas 280 rs.
Ditas brancas a 4, 4J500, 4*800, 5*000 e
5*500 a p< gs,
Hadapolio bom a 4*900 a peca.
Dito a 5*. 5*800 e 6* rs. a pega.
Roa do Duque de Caxias n. 43, antiga ra do
Qqeimano n. 1;__________________
Plvora barata para acabar
Vende-se plvora fina para caga, em lata* de
libras, meias e quartas, assim como a granel em
harris para caga e festejo : para ver a mostra e
tratar na ra da Cruz n. 26, (armazem) com An-
tonio Cetario Moreira Dias.
CONTINUACO DA GRANDE LI-
QUIDAgAQ DE FAZENDAS LIM-
1 AS, A' RA DO DUQUE DE
CAXIAS N. 19.
Chitas finas, claras e escuras a 160,
200, 240 e 280 rs. o covado; cambraias
de core a 200 e 280 rs.'o covado ; alpa-
cas de cores com flores e de listras a 400
e 500 rs. o covado; algodao branco i
4*000, 4*500 e 5* a-pega; madapolio a
4*000, 4*300 e S* ; dito largo a 5*600
6* ; algodio de listras proprio para
ronpa de escravos a 60 rs. o covado ;
brim pardo trangado e escuro a 5C0 rs.
a vara ; chales de merino lisos a 2* ; di-
tos estampados a 2*500 ; chitas para eo-
berta a 2.0 rs. o covado; cambraia bran-
ca 2*500 e 3* ao corte; dila victoria
fina a 4*300, 5* e 8*300; tochas felpu-
das a 83000 a duzia: lencos braceos a
1*600,2*, 2*500 e 3* ; ditos grandes *
3*500 e i* ; ditos de seda pequeos a
500 rs. cada um; ditos de linho fino
5500 e 6* a dnzia; cambraia para forro
a IJ580O a pega.
s
rro 1
*3
i
Ra Nova d. 22
Para este estabelecimento acaba de chegar nm
riqnissimo ortiraenlo de objectos, todos noves, os
quaes sao das seguintes qualidades :
Machinas para fazer caf, em cinco minutos, as
quaes fzem o caf erm lodo o aroma, e com me-
nos qnantidade do qae se costuma a asar, por se-
ren de nm -ystema jieiramerte moderno.
Estas pegas imporlanti3simas podem tambem se-
vir para cima de mesa, sendo os seus pregos de
cinco at cem mil res.
As explicagoesparafazer-ss o caf veem empor-
tuguez e inglez.
Tan bem ha para vender neste estabelecimento
requissifnas esteiras brancas e de cores, para fer-
rar salas, por pregos muito baratos. Bem como
muito boas vassouras pira lavar casas ladrilhadas
e as3oalhada>, as quaes sao de qaalidade integra-
mente nova neste mercada.
pechincha sem igual.
Superiores laas escocezas de cores muito lindas,
fazenda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do vende-se na ra Primtiro de margo, ontr'o-
ra do Crespo n. 43, leja das columnas, de Anto-
nio Correa de Vasconcellos.
Linguiys das libas em latas.
0 roelhor que tem vindo a este mercado, ven-
dern Joao do Reg Lima & Filho ra do Apollo
numero 4. J
Tabellas Vcrmifagas
Este medicamento o nico qae pelo sea bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais proprio
para a expakio das lombrigas. E' fcil de tomar
porque o seo gesto igual ao do chocolate, e de
prompto effeito.
DEPOSITO
Pharmacia americena de Ferreira Maia & C, rna
Duqua de Caxias n. 57.
. Vende e a quarla parte do sobrado n. 120
da roa Direita : quero quizer entnda-se com
Hermenegildo Eduardo d Reg Monteiro, i ra do
Qneimado n. 33.
mmmmmm-mummmm ?
FAZENDAS FIRAS
BARAT48 .
Ru do Crespo n, 25
CAMRRAIA BRANCA com 10 varas, a
3* a pega.
CA BU Al AS BORDADAS, brancas e de
cores par C'rtnadn., a 600 a vara.
CAMBRAIAS VICTORIAS fina?, eom 16
varas a 8* a pega.
CASSAS LISAS eom um pequeo to' I
qne de avaria de M5 varas, a 6* a peca.
LENCOS da India pira rap, padrees
de seda a 3* a duzia.
CAMBRAIAS de cores finas, indos pa-
dree, a 28ft o covado.
CHITAS modernas de lindas cores se-
; guras a 280 rs. o covado.
Brim de Angola padroes imitando ca-
semira a 1* o covado.
CHALES de merino, pretos e de todas
as cores a 2*500
COLCHAS adamascadas brancas e de j
corea, a. 34, 5*. e G*.
MADAPOLAO fino a 3*500,4*, 4*500, |
33 3/, 5*800 e 6*500 a p> ca.-
ALGODOZINdO a 3*200, 3*300 e su-
wm perior a 5 pega.
CHITAS claras e escuras, cor segara,
S a 160 e 200 rs.
Dao-se as amoslras com penbor.
A' rna do crespo a. 15
*ft* ato** ***
(jrande pechincha
Alpacas de cores de lindos padrdes e de gostos
inteiramente novos a 260 e 400 rs. o covado ; or-
gandys de cores de padroes modernos a 280 rs. o
covado : a rna Primeiro de Margo (ontr'ora do
Crespo n. 20 A, loja dos arcos.)________________
Griinde liquidaco
Na roa do Crespo n. 20.
Cambraias francezas finas de assento branco
com flores pretas padroes. miados, a 240 rs. o_ co-
vado: na loja de Guilherme. _________
ESPELHOS, VIDROS, E MOLDURAS.
A loja da Agota Branca acaba de teceber
um variado sortimento deespelhos, de mol-
daras dourada*, imitando Jacaranda; assim
como vidros, e molduras para quadros, es-
pelhos, de, e como de costme os pregos
s2o commodos.
ATTEMCO
Vende-se ama jardineira de Jacaranda com
lampo de pedra quasi nova, por muito pouco di-
nheiro : pessoa que quizer dirija-se a Olinda
na roa do Amparo n. 29, casa terrea.
Ga^aquinhos a duquezaT
De gorgoreo preto ricamente enfeitados, reee-
be.-am-se na I"ja da America, Tu do Cabuga
n. 10.______________________________________
os cigarreiros
PAPEL DE SEDA E DE LINHO PARA CI-
GARROS.
Acaba de cliegarAm*.grande onccmmenda de
Bine) de seda e de linho larjro, para cigarros, na
ova Esperase*, roa Duque de Csxias n. 63.
Vnde-.^ c?l d Ln-boa da mais nova qu
i mercado, oo armazem da Eseanba n.- 3,
a 4*000 por barril; e em porgos de 30 barril
fe fan abatimeoto de 10 por cenfo.
s
s
de oqo e sndalo
A agnia branca acaba de reeeber daqaeiles bo-
nitos leques de ogo e de sndalo, obras essas, cuja
perfeicao ser recoaheeida por qnee as vir; as-
sim, pois, vai reapparecendo o sortimento do bom,
e os pretendentes qne se dirijam dita loja na roa
Duqne de Caxias n. 58. '
TeTdf>sT
Violos, violas e quitarras maito bem
na roa da Boda n. 39.
feius
IIMI
I.K-ITItlO
DA
BAIRADA.
Tendo chegado ha poneos dias et.1* prlea no
navio porlugti"z Soberano opia pequeaa remessa
deste nctar delicioso, constante meias ditas e barris do 5, ja bem conhecido e
bastante acreditado pelos verdadeiros anree*do-
res; e tmo nos ter teeado a primnJ
possuidbreidete imprtanle artigo) cbamamoipor
este meio attengao dos araaoies do mptrior vigho
da Bairada, para que se difnem cwcorrer ao ar-
tlo, e muito conhecido estaoeleeimeoto do Braco
d'Onro, ra do Imperador n. 36*. de Rodrigue*
it C, aand serao servidos, perfeitamenle bem,
com todo o agrado e sizudez. Os proprieta^os
do sobredito estabelecimento resolvern orientar
aor mei do presente annunc;o aos dignos aprecia-
pdores do bom vinho, pra qu* nao sejam illu(dS'
am oolra qOalquer casa, visto qne s a ellerae-
tualmene compre a venda do verdadeiro refrige-
ruie erinnio tairaia.
L muL
Para oa ra. 4c if*4 * rr.
.

-
-
i



Wte'*riM*-'Ji*iKL\*H* vi ^sera w aat*ttrtaj.
SB
RIVAL Sl SEGUN09
RA DUQUE DE CAXIAS N. 49.
late .Bigoawuo, com Iija.de miu^ews,'
avisa 3 todns os os seus f eguezas que est
torrando todo pelo prego, a vista da fazea-
da, t para todo admirar, a saber:
Grojas ce uoi5js de louga branca a
Ka pachos mu to bonitos a 6(0 e
Ca xas cora *00 euvalopes fazenda
fina a t09, 600 e
Pares de sapatos de 15a para me-
niacs a
Es ponos de moldara dourada a
00 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a-
Tin.eiros cota tinta preta a 8) e
Peen de Ota elstica muito fina a
Latas com superior banha CO, |t)Ge
Latas grande com superior banha.a
Frascos com oleo de Piocoiue a
500 e
Frascts crm macass Peruta a
Caixae com 12 sab.netes mulo
unos a
Frascos san agua de Colonia verda-
deir* a
Dii '8 coa oleo de ba >osa suderior a
Syllaoario p>rmgae livro muito
bom para or ancas a
Carriteh de retroz preto com 2
oitavas a
Ri .ai toujuinhas de fil para me*
nios a
Caixai com agulbasfraneezas a 160
160
Pesas de liras bor .aJas a 503, 600
800 e
Garrafas com a verdadein agua
flor.da a
C'-rtiHus da Doutrioa Christa as
mais modernas a
Livro das missas abreviadas a
Copos grandes com supe ior banha
Micos i pailitas para derrtes o
melbor qoe ba a
P, cotes com 3 sabono'es inglezes
fazenda fina a
Cxas o m pos para lim.ar dentes
f .zenda lina a
Escovas muito finas para iiupar os
dentesa
120
700
800
320
4*000
240
100
200
2(0
320
800
24u
1,5000
1,0000
320
400
600
200
240
15000
1*300
400
15500
15500
160
600
200
210
Sempre a Nova Rsperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem conhteida pela sua elegancia e
-euperioridade de seas objectos, acaba de receber
mailos artigo* para o qoe respetosamente convida
ao bello sexo a viiita-la, afira decomprarem aquil
lo qoe precisaren* para preparos de vestidos toi-
lete ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
fa::er algum prczcnte...[poi que so na Nova Espe-
ranca flearo satifeitos, j pela qualidade e pre-
ces razoaveis, e mesmo por que a Nova Esporaa
es. ufana-se em nao se impacientar era dar a es-
colher os objectos, pre>tando-se com o agrado
cera que costoaia receber a todos, afini de que
baibam com o firme proposito de "voltarem ou
mandarem a mesma loja, logo que precisem de
qnalquer artigo porptqueno qneseja.
LUVAS .DE PELLICA.
Recebeu as de Li-boa a Nova Esperanca para
homens, senhora e meninos, sendo brancas e de
cores.
KOVIDAE.
Bico de qnipure preto com branco, a Nova Es-
peranca so quem jera I 11
Caixs para jolas.
A Nova Esperanca recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Filas largas para cintos.
Recebeu as de muilas qualidados a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a verdadoira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Gaxias n. 63.
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais eonhecido fabricante,
tanto francez como inglez, cstao expostas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
raba.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavando, etc., etc.,
tuilo de superior quaiid?de : vende-se na Nova
Ejperanca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu um lindo gorliraento de lia para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. escarale etc. etc. a lia antes que se acabe I
Chocolate homeoptico de Londres e do Ma-
raotaao, vende-se na ra estrella do Rotarlo n. 13,
drogara h<>niPopaihica.
Para substituir a grande falta de madeiras do
paiz, a nica e competente para isso, o pinna de
raiu, que nao tendo branco, deve ser preferido
ao louro, nos forros de cosas, e oulras obras que
requeren gosto e duracao (fallamos por expe-
riencia propria), e quem duvidar que experimen-
te ; por isso temos venda um sorlimento desta
iiudeira de nossa encommenda, composto de ta-
boasde diferentes grossurae, larguras, e cempri-
nientos para fazerem-se obras sem emendas; ac-
cressendo de mais a vantagera no preco por que
se vende no armazem de madeiras de pinho de
Paulo Jos Gomes & Climaco, caes 2 de Novem-
bro, oito da secretaria de polica n. 24.

SAL.
Vende, Jos Das Soares (em Macan) superior
superior sal era pedra, o a'.quejre a 400 r., para
barcas, e 440 res para navios, posto a bordo,
embarcando-.-e qaalquer encommenda por maior
que seja com toda a presteza possivel. Pode tra-
tar se travessa da Madre de Deus n. <, 2 an-
dar, com Antonio Pereira de Miranda.
AO
A RA DA IMERATEIZ N. 60
Pa >Wli
DE
FLIX PEMIRA DA SILVA 8: C.
Os proprietarios deste importante estabelecimento querendo diminuir o grande
deposito qne teem de fazendas, resolvern? liquida-las, fazendo por oonseguinte nma
grande reuccSo nos progos das mesmas, afim de poderem vende-las por preyos, mai>
baratos, do que se encontra em outra qualquer parte, por isso cooiidam ao respeita-
vel publico e a seos numerosos fregaezes, virem sortir-so em mo etabelecimento,
certas de que enettra a) um variadsimo sortimento de fazenda modernas e do mais
a pora lo gosto; alm e um gran-le sortimento das fazendas de primera necescidade,
ludo por precos muito commodos, visto tersm os proprietarios adoptado o systema de
s venderem a diabek para poderem vender pelo costo. As pessoas que negocian
era pequea escala podero fazer seus sertimentos nesta loja o armatem, pelos mesmo
precos que se compra as casas inglezas (importadoras), assim como para mais com-
modidade das Exmas., familias se darlo as amostras de toda as teudar, ou m Ibes
mandam le rar polos caixeiros, em soas casas para escolberem. .*

<
um mm\
Alpacas de cores, padr8e3 inteiramente novos
e mait finas a 540 rs. o covado. cassas de cores
flxas e padrdVs lindisslmos a "80 e 240 rs. o cu-
vadj, las a 400 e 260 rs. o covado, fazenda muito
boa : na I ja dos arcos, ra do Crespo n. 20 A,
esquina da ra das Cruzas. ___________
Aos wrs. acadmico da laciilda
de de direlto do Reelfe.
Avisa-se que se achara venda por roais barato
Srecp do que em qualquer outra livraria, a ra
o Crespo, loja n. 25 A, esquina da do Qaeimado.
os rnai po'ic*n exeiBplar.es quo restam das Atino-
taques do Cdigo Conmercial Vurtuguez pelo Exm
Sr. cjnselheiro Dt Diogo Pereira Fjrgaz de Sam-
pao Pimentel,.eximio lente ca!liedra.tieo desa ma
tena naunivjjrsidade de Coimbra, otra de subido
e grande uttliiade para o eslndo do Cod>o)
Gomwcm Drasileirfi, f>U roa inielra hom:ce-
neidade cm aqaelle ontro. Na iin>sma Inia "sr
v. Blem as memorias do Hora fvms de Braga com
gHSffide graDde mcrilQ para "id
VENDERSE
.ioaquim los Rarnoe, na ra da Cruz n. 8,
andar, vende algortio aal am ricanoa verdadlro'
e ptegos anvjricano o. 3 e 4'.
CORTINADOS PARA CAMAS E J.VNEt-
LAS A 84, iO(, m, m E lOijOOO-
No Bizar do Pavao vende-se cm grande
iortimenlo dos melbores cortina los borda-
dos para camas e janellas que se veBdem
de 8(? o par at 25)5, pschincha na roa da
Imperatriz n 60 Bazar do Pavao.
PoupeliBas de seia s o Pavao.
Recebemos um dos mais brillantes sor-
timentos das mais modernas e lindas peu; e-
linasde seda e linbo, com delicadissimos
padroes, assentados na; ma'S modernas
cores, e vead. m-se por menos do que em
outra qoalqner parte, no Bazar do Pav3o
ra da imperatriz n. 60.
Sedas de listinlias a 24 o covado.
Vendem-se bonitas sedas de listiobas com
lindas e moernas cores, pulo barata preco
de 20 o covado, no Bazar do Pavlo, ra
da Imperatriz n. 00, de Pereira da Silva & C
I^aazinbas modernas com lis-
tras entselas de seda a 40
rs. o covado.
Chegou para o Bazar do Pav5o um ele-
gante sortiaento das mas modernas 13a-
zinbas com listras e mselas de seda, pro*
prias para vestidos, sendo fazenda demuita
phantasia, e liqoidam-se pelo barato pre$o
de 640 rs. o covado, pechincha, na roa
da Imperatriz n. 60 loja de Pereia da Sil-
va & C.
MERINOS ESCOSSEZES A 800 RS. O CO-
VADO.
Vendem-se os mais modernos merinos es-
cossezes, proprios para vestidos e bornous,
sendo neste artigo o melbor qoe tem vindo
ao c:ercada, e qaidain-se pelo baratsi-
mo preco de 800 rs. o covado.
POIL DE CHVRE A 500 RS. O COVADO.
Vende-se- purissimo poil de chevr com
as mais delicadas cores para vestidos, tendo
escuras e alegres esecdj muito lustrosos
e liquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
fazenda para muito mais diobeiro, ist? np
Bazar do Pavao, roa da Imperatriz a. 60,
de Pereira da Silva C.
LINDAS AGRACIANNAS A 560 RS. O CO.
VADO.
Vende-se no Bazar do Pav3o um bonito
sorlimento das mais lindas a^rariaonas para
vestidos, tendo listras de seda, as quaes se
vendem pelo barassim.3 preco de 560 rs.
o covado, sendo fazunda que vale muito
mais dinbe ro, peobincba na ra da Impa-
ratriz n. 60, do Pereira da Silva C.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bazar do PavSo vende-se um grande
sortimento de camisas ioglezas e fraacezas
com pe i ios e pnnbos de linbo, sendo das
melhores e fios mais modernos que tem
vindo ao mercado, por precos mais baratos
d qae emoulra qualqar parte, por se ter
feito urna grande compra ; oade o freguez
encontrar para todos os pre.'os, ditas com
peitos e punhos do algod5o, trmbem em
graDde qiantidade e de variedade de pre-
cos. E' pechincba na ra da Imperatriz
n. 60
LASINHAS A DOUS TOSTOES
S do Bazar do Pavo vendem-se bareges
on lSasiobas transparentes, com delicadas
cores, pelo barato preco de 200 rs. o
covado, pechincha, roa da Imperatriz
n. 60, loja de F Pereira da Silva d C.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
O PavSo vende bonitas chitas largas e de
cores fixas ^elo- barato preco de .200 rs.
o covado.
L5as garibaldioas, covado a 320 rs.
No Bazar do Pav3o vende-se um elegante
sortimento de bonitas I3as garibaldinas,
de tolas as efires, pelo baratsimo preco
de 320 rs. o covado, na ra da Impera-
triz n. 60.
Pana preto do pav3o covad a 24008 rs.
Vende-se panno preto fino pelo barato
preco de 2000 e 20500, o covado,
grande pichincha ra da Impsratriz n.
60, Bazar de F. Pereira da Silva 4 C.
Bramante do pava on crcgnellas a?j a pifa
Vende-se urna grande porc2o de pecas
de bramaDte de Lnbo de urna s largura,
sendo fjzenda propria para lencoes, toalias,
cerou'as etc, tendo 20 jardas cada peca,
pelo baratissimo preco de 70000 a peca,
grande pechincba -K na roa da Imperatriz
o. 60 Bazar de ?ereira da Silva A C.
Ksparlilhos do pava* a 40009
Venle-se espartilhos modernos de todos
os tarrianhos, pelo barato preco de 45000
cada uro; na ra da Imperatriz n. 60 Bazar
de F. Pereira da Silva & C.
Saiis bordadas de Pavio a 80000,
Vende-se ricas saias bordadas com 4
alai is pelo barato preco de 80000, sendo
fazenda que sempre se vende a 150000
e 160000, assim como panno proprio
p?ra saii^' sendo com pregas e bordados,
vende-se a 10280, 10400 e 156 JO o metro,
sendo apenas preciso pira cada saia 3 1/2
metros, pecnin;ba; na roa da Imperatriz,
o. 60.de F.* Pereira da Silva & C
Cortes' de cbita a 20000
Vende-se caries ft caitas fran-v-zas tendo
10 covados cada um, pelo baratissimo pre-
co de 2^000; nr. Bazar do Pavo, ra da
imperatriz n- 60 dt J. Pereira da Silva &
C.
imeirmna.
e dtos pnamaceuM
rrerra Mala A
E*U bmo. coaposta, Mp
un d*s porgagCoi aiiga va
reliz resaltado ensalada pelos mato babeh e reco-
nhecidos medico?,,e per eiies-.eonflrmado ser esta
injeccio a nica que radicalmente cara em menos
tempo qualqar agncrrha on purgacSo antigaii
moderna, sem o aoxitio de oalros medicamentos.
E' tambem til as leucorreas ou flores brancas,
qaer sejara saigas on moderna,
DEPOSITO
Na pharmacia smericana, ma Daqoe de Caxias
______________numero S7.__________^^
Em csa de THEDORO CHRISTIAN
SEN, mi da Cruz n. 18, eocontram-se
effectivamente todas as qtialidades de vjnbo
"Bordeaui, Boorgogne e do Rheno.
A' AGIM BRAMA
UUA DUQUE DE CAXUS N. 50
(Ontr'ora Quemado n. S.)



*";.J^


LASINHAS A BENOITON A 400 RS. O
COVADO.
Cbegoo para o Bazar do Pavao nm gran-
de s >Ftimento de liadissimas lSazinhas
Benoiton com as cores mais. ludas e mo-
dernas,: sendo de urna s cor e tendo azul,
iyrio, violeta, peroila, ros i, c'tDzento e Ce
muito boa qualidade, qne se vendem pelo
baratissimo pjeco de um erozado o cova-
do, por harer grande porco, se n9o seria
para muito mais dinheiro, isto na roa da
Imperatriz n 60, lo, a de Pereira da Silva
de C.
CBETONE FORTE PARA LENCES A 20
CADA METRO.
Cbegon para o Bazar do ParSo orna
grande porco de verdadeiro crtone forte
para lencoes sendo muito encorpada e boa
fazenda com 10 palmos de largura sendo
preciso apenas para cada lencol um metro
e urna quarta ou um metro e meio, vistp
que a largura da fazenda da o comprimen-
to do lenco!; grande pecbinctaa a 20000 o
metro na raa da Imperatriz o. 60 loja de
Pereira da Silva 4 C.
OS BRAMANTES DO PAVO A 4K8?0 E
20500.
Vende-se superior bramante de algodao
com 10 palmos de largura, proprio para
lencoes pelo barato preco da 10800 rs., di-
to de linho puro com a mesma largura a
20500, d to francez o mais superior que
tem vindo ao merca lo a 40 e 50001 rs. a
vara, isto ni raa da Imperatriz n. 60, loja
de Perein da Suva & C.
LUTO BARAT, CASSAS PREAS
A 240 RS>
Veude-se no Bazar do Pavao a raa da
Imperatru n. 60, cassas pretas francezas
para luto por nao estarens bem pretas-
assim como chitas toda preta, porm tams
bem com defeito na cor, mas muij) forte,
a 120 rs. o covado; e peehidu d>ereira
da Silva & Corop.
CASSAS FRANCEZAS COVADO A 3O0 RS.
Vendem-se cassas de con ver da de ira-
mente francezas com delicados padroes e
com desenhos miudos e graodos a 300 rs.
cada covado, ditas inglezas finas bonitas a
200 e 210 rs.; pecbincba do Pavao.
TARLATANAS LISTRADA8 PARA
PARTIDAS.
Chegou um elegante sortimento das mais
bonitas tarlatanas com listras, tendo de to-
das as cores, seodo de muita phantasia e
muito proprias para vestidos de baila e
vendem-se no Bazar do Pavo a ra da
Imperatriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLO ENFESTAD
A 30000
Vendem-se pecas de madapolJo entes-
tado, francez com il metros a 30000 rs. a
peca; pe-hincha ri Bazar do PavJo a ra
da Imperatriz n. 60.
CAZAQINHOS E BASQUINAS DE SEDA
A 18| 200 E 250000.
Chegou para o Bazar do Pavo nm gran-
qe sortimento de ricas basquinas on casa-
duinhos de seda pretos ricamente enfeita-
pos, sendo d(s modelos mais modernos que
tem viudo e vendem-se a 180, 200 e 250
na ra da Imperatriz a. 60 loja de Pe-
reira da Silva & C.
RICOS CHALES PRETOS COM FRANJAS
LARGAS,
Chegou para o Bazar do Pavlo um gran-
be sortimento dos melhores chales pretos
dordados a seda, com franjas muito largas
de retroz, e vendem-se muito em conta, na
roa da Imperatriz n. 60. Bazar do Pavao.
Ponpelinas do Japao a 500 rs. o covado.
No Bazar do Pava o vendem-se delicadas
p o upe linas do Japao, para vestidos, sen-
do padroes inglezes, pelo barato preco
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
de urna s cor e muito lustrosas a 500 rs.
ditas a biO, bonitas lSasiobas a Benoiton,
com delicadas cores a 440rs., ditas poil de
chvr a 5ti0r s. ditas con listras de seda a
640 rs. todas estas laas sao de grande van-
tagem em precos liquidam-se i ra da
Imperatriz n. 60.
LAZINHAS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A 800 RS,
Vende-se um elegante sortimento de ra-
zinlias amazonas muito lindas e :om as mais
delicadas palmas de seoa, tendo largara
de chita franceza, e com as cores mais
novas que tem vindo ao mercado, e liqui-
dam-se pelo barato preco de 800 rs, o co-
vado, no Bazar do Pavao a ra da' Impera-
triz n. 60 de Pereira da Silva A C.
CHITAS BARATAS
Chitas a 200 rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 200 ra.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 230 ri.
Chitas a 240 rs.
No Bazar do Pavlo venle-ss urna grande
porc5o de chitas ciaras e escuras, miadas
e grau las e do muito bom gosto, pelo ba-
rato preco de dous tustSas e doze vinteDs
o covado pe binena, k roa da Imperatriz
n. 60* de F. P-reira da Silva di C.
Chales de renda a
O Pav5o vende gran
preta sem def ato algu
tas a 2^500 rs., e de tres ponas a !0tfOO
rs. ^ pecbincba, no Bazar do PavSo. J
. v
Un(co legalmente autorizado e approvado
pelo conselho de tade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
. BARTHOLOMEU & C.
34Raa larga do Rosario34.
GAFE PURGATIVO
A* ESCAMONEA
De B'" Barral
rharmaceatlee-Cblmfco
A ntilidado dos purgantes nio soffre demons-
trado algama; a prescripcSo diaria que delles
fazem os mdicos e o uso ainda mais frequente
feito pelo publico sao provas hreragaTeis tanto
como a quantidade innumeravel deste genero. S
falta aperfeicoar cada ?e mais o modo de admi-
nistracao, de maiwira que conservando a sua ac-
co, elles posaam ser tomados sem repugnancia
nem asco e sobretndo sem receio neni perigo.
Muitos purgantes afamados s devem este bom
xito ao sed effclto intenso e excessrvo. r/ahi o
perigo, porque irritacoes de estomago, inflarania-
c6es de entranhas sao inevitavelmente o resulta-
do do seu emprego. Nada disso tem-se de reeear
com o caf purgativo.
Todos conneeem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeramente inico e excitante ds
eaf. Elle o rneHior auxiliar dos purgantes dos
quaes disfarca o cheiro o sabor e s-juda a aecao
soHicitanJo vagarosamente 04 movimentos peris-
tlticos de intestino, e prewnindo o seu effeito
muio intenso sobre o estmago. Misturado com
escamonea, facilita as evacaaciSes com promptido
e sem clicas, e torna-se um purgante brando,
eerto, fcil a tomar e preferivel a todos os outaos
salvo urna indicacao especial da qual o medico
o nico jui.
A innocui4ade do eaf purgativo permute de
emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atonia do intestino e activando a secre-
e>o deste, dandi a aBTBBI dventre, as vento-
sidades, as ftatuosidades e excita o appetite. Em-
pregado mais i miado, J^coavea-mte para eva-
cuar com vagar a bilis e os humo, es viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de cabera e prev* os ataques de sangue
as pessoas que a estes sao predispostas.
MODO DE EMPREGO.
S to simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, pura on misturado com um
pouco de leite fri assucarado, ou agua assuca
radar O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto ; duas eolhes de caf bastara para
as seobora e para toda e qualquer pessoa que se
pur fcilmente.
. ara as mancas de & 10 anuos, a metade do
vidro suficiente ; de 5 a i anuos, urna colher
de caf, e a quarta parle do vidro smente abai-
xo desta iade contra a gosma.
E' por isso d'uma admimstraco muito mais
fcil do que es biscouios, chocolates ou bolos
purgativos.
Da-se immediatamente depois leite queate as-
sucarado ou caldo leve, e duae ou tres caaveuas
de cha preto ou de tia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Bartholomeu A C. : ra larga do Rosario n. 34.
Chocolate de sae, de Minier
E' pelo 8eu agradavel goslo e suave aroma que
est clasificado eomo a prime-ira qualidade d;
chocolate, e com justa razao o procuram como o
melbor de todas as marcas de chocolate coaheci-
das. O bem eonhecido nome de Menier nos dis-
pensa de sermos mai* estensos.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, raa Duque de Caxias
:_________numere 57._______________
Elixir americana
Usado as gotas este elixir em um eopo com agua
um excedente conservador das gengivas e (im-
pela da bocea, bochechando todas as manhaa*. E
tambem um poderoso e verdadeiro calmante as
dores de dentes.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numero 87.
LENCOS BRANCOS PARA ALGIB EIRA
A Agaia Branca na ra Doqoe de Ca-
xias q. 50, est vendendo baratamente leo-
coa brancos e de tamanbo regular para al-
gibeira. Os differentes precos de 2\
z-,5400, 20800, 30*00 e 40000 a doiia,
s5o os qoe de mais barato se pode encon-
trar em t9o boa fazenda. Tambem ba ou-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais fina a 40 a dazia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyrintho com bonitos desenhos, e per-
feita imitacao do tecido no paiz.
BONITOS ENTRMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas de 12 tiras, e proprios para cor
pinbos, etc., ele,
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 1S de cores para crianzas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfcites de bandejas, ba-
los, eto., ete.
TOROAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas ou stereoscopos .em ponto
grande.
Esses panoramas com 34 vbtas, bellas e agra-
daveis, dSo um perfeito intretenimento para reu-
nidos de familias.
Objectos para luto.
Boniios e modernos aderemos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pirjgentes.
Correles pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
peseoo.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Polseiras pretas.
BARRETES EM.POlft
meia para recem-nascidos.
LIVBJNHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em ponto maior para os mesmos fias.
NOVAS TRANCAS DE PAL/3A
para enfeites de vestidos de Ha.
PERFUMARAS INGUtAS
A Agnia Branca tem recebidp finas per-
fumarias inglezas, seodo extraos concen-
trados de agradaveis cTieiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a ^jlpaca, agua
da colonia, dita de lavaader at. etc. aatim
como finas escovas ingieras, o opiata para
dentes. Tambem receben Urjido sorti-
meolo de sabonetes, que os est Tendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes arosadeos a
10, ditas com 3 ditos transparentes a (0,
10500 e 20OCO.
Sabonetes rcenlos a 500 n., dito" 4a
alcatro a 80o e 1000 rs. cada um.
Pasta de amendoa para lavar e amaciar
as mos e o rosto a 10 o frasco.
E assim muitds ootros. objectos de per-
fumara.
Alfinetes pretos com piogeotes e sem'
elles.
Guan roes de b o toes pretos para pnnbos,
abertura e collarinhos.
lYnnas de ac Meo il ko(a
Caixas com urna grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Chegou nova remessa de topM mata
mosca e continua a ser vendido- M loja da
Aguia Braaca.
A.
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AROPE
PURATlV
DGBERr
MEMBRO DaACABEMIAdeMEDICINA
Preparado por deslauriers.ph.
S/c" DE BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clry Paris
O Xarope depurativo iodu rado do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bem, certo e constante na cura
dasimpigen, escrfula, mokstiasdapelte,
vicio ao sangue, obstr ucedes lymphatic&j,
molestias contagiosas {syphilrticas), leves
su inveteradas, ede todos os accidentes que
d'ellas dependen.
A receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars..
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
em Pernambuco: Maubeb e Cu; Joaqdim
Martinho da Cruz Correia ; Joo da Gott-
ceiqao Bravo e C1*; Augusto Caors ;
Bartholomeo e Cu; Alexakore Ribeiro;
Abrb Ribeibo ; Joo da S* Fabja cIrmao.
liquidacao
De ],80 cortes d casimira
Cortas de casimira de cor Yazf nda superior lisos
e de quadros a 4<000 e o'jtOOo o corte, eaijlmira
jireta superior pelo baratsimo preco do t/300
covado,
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S5o finalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparageSs
do Dr. Radway r C. de New-York.
Depois de alguns annos, em que as falsificares de Hamburgo e mesmo deNew-
York tiveram entrada ueste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qoe
estes remedios haviam alcancado por seus maravillosos efeitos conseguiram introduiir-
se, illudiodo o publico incauto, com urna redcelo de prego, nollificando o verdadeiro
mrito destas admiraveis preparares, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos oullos efeitos, lembrouse o autor de fazer a declaracio abaixo, e a
dar diplomas aos que venlerem os seus legtimos preparados.. *
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparar, es 4o Dr. Ra-
nwAv s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rott tal ao desta
annuncio.
Nos abaixo assigoados. declaramos e certificamos, que os Srs. Raymondo Orlos Lei-
te d Irmao, da cidadedo Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, s8o agentes
geraes, pela venda denossos remedios, tanto no dito imperio como, Portn-
gai. Noticiamos ao publico, que nSo se podem.obter os remedio Radway i C,
(e que sao preparados, no laboratorio do mesma dontor na cid ork nos
Estados-Unidos), senio das pess taco e que a produzem, subsaipta 0 issjaa Srs. Ray-
mundo Carlos Leite & Irmaopmo ao p. Dr. Ra-
dway & C. s3o acompanhado de cdulas 341 il* c-
lificagao.
Examine-se bom a assigoattira da fin
sertiflcacJo e comprese com0 facwke pi_____________


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JJkrio de Pemamhoco Tero* leira 25 de Abril de 14WI.
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Tem i venda em seas
de sea negoci r
i e torrar, nas,
pera esgoto.
roses e a contento,
quandadee.
\ dascarocar algodio.
idaRussa.
nerieaoos para forro de carros.
I pncanos mailo bons e econmicos.
IX.
I superior de Gaalier Freres.
1m saceos grandes a 3*500.
MNHi legitima.
* i' i
MUSEO
N. I RA E8TREITA 00 ROSARIO N. I
^ A BOJ TOM
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento de raiudezas superiores, artigo* de loso e da moda pata boraens e e-
nboras; esplendido sortimentode perfumaras dos mais aflamados fabricantes de Paria e Londres, como sejara Piver, Labio, Con-
dray, Regand, Pinand, Chonneanx, Monpelas, societ hygienique, Gosae!, Rimmil e Piesse Lubio, ete. etc.
O Bazar da Moda receben novo sortimen-
k> da fitndas do ultimo gosto para vesti-
4oa, assim como cbapeosintos, casacos,
orna. coques, camisinbas, etc, etc.
Cootinaa sempre o grande e afamado sor-
'imento de miadezas e perfumaras verda-
leiris, que tudo se vende por baratissimos
oreos.
Dam-se amostras e manda-so em Casa das
tanas, familias o qae desejarem, ra do
tarto da Victoria, outr'ora Nova.
Os acredita-
dos cylindros
para padaria;
venda no arma-
zem da travessa
do Corpo Santo
B. 25.
Fundi(jo da Aurora.
C Sttrr & C. em liquida cao vendem por presos
nais baratos do que em outra qualquer parte,
taixas de ferro batido e ruado, aian>biqaes, moen-
das e meias moeodas, rodas e rodelas, e rodas
d'agna para eogenho, crivos e boceas de fornalha,
guindastes e botas, tijolo de fogo (fire b. ick), cy-
..udros para padaria tanto ingieies como america-
nos, arados lodos de ferro, etc., etc.
Camisas e crcalas
O na oseo elegante vende camisas finas
ingle s de 600 por S4 a dtnia, ditas bor-
dadas a 52d e muito finas a 1204 a duzia,
ceroulns de linho muito finas de 45# a da
zia 36#, pannos de crochet para sof e ca-
deiras. fVzenda que sempre se venden por
10)51, vende-se a 6$ o temo.
JLfantinhas olindenses
0 museo elegante recebeu ricas manti-
nbas de seda (consa nova) para senboras e
menins, as quaes est vendendo pelo ba-
ratinho prego de l bellos aderecos de tartaruga e de madrepe-
rla, e muito finos pre tos de crystal, casso-
ltas para cade as de relogio, ditas de pra
ta dourada para retraaos, as mais lindas ca-
deias de p'aqa para homens, bengalas de
canna com c?st!o de marfim o de esso, chi-
cotes de baleia com castSo de marfim e de
unicornio, completo sortimento de espelbos
de columna e de moldura dourada para sa-
las, lindos collerinhos e punhos de linho
bordados para senhora, grande sortimento de
punhos e oollen'nhos para homens a Oxford,
Refleman, Puebla, Exquisito, Napolitaoo e
Vera-Cruzr;as mais lindas e modernas gra-
vatas [ara homens, orna infinidade de ricos
botoes para ponhos e collerinhos o d'eatre
elles os desejados b( toes artistiques e a imi-
tac2o de onyx para ponhos.
Musen Elegante
acha-e prvido de m lindissimo sortnen-
to de babadinhos e entremeios tapados e
transparentes, e de ricos e modernos espar-
tihos de U a 120 rada um.
Musen Elegante
recebe por todos os vapores luvas de pelli-
ca da primeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm." familias teste impor-
tante estabelecimento cm grande sortimtnta
de artigos para casamento, como sejam ri-
cas grinaldas, fioissimas meias brancas de
seda, ligas, luvas brancas, Uqoes finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
trancas, galBes, boiSes. bicos de blond, fi-
tas de grosdenaples e de selim de n. t a
80, ditas de velludo, bicos de Crochet bran-
eo.e pwto, verdadeiro bico valencienne, ba-
leias para vestidos, cambraia franceza preta
e branca para forro.
Cntilaria do Musen
Elegante
Navalhas muito finas, cabo de tartaroga,
marfim e bfalo, do aflamado fabricante
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, tartaruga, marfim, tesouras
finas para uohas, costura e cabello, tameres
para mesa e para doce, de diversos preces
e qualidades, ditos muito fios com abo de
marfim, superiores garios de metal braneo,
grande sortimento de oolberes para cha,
e sopa de metal muito fino, trinchantes com
cabo de marfim por barato preco.
Hnseu Elegante
vende chapeos de sol cowrnereiaes a 5800,
ATTEMO
propnos para as pessoas que estao pasaan"
do a festa irem ao banbo, e tambero vened
ricos albons para retratos por baratissimo
preco.

No Musen Elegante
eocontrarSo as pessoas faltas de vista uro
completo sortimento de ocolos de aro de
tartaroga, bofalo e ac, e tambem pencinez
de tartaruga, bofalo, ajo e prata dourada,
com vidros de cores.
Lamparinas do gaz
Vende-se no Moseu Elegante a 200 18. a
caixa.
Aos cabellos brancos
< MSEU ELEGANTE
vende a muito acreditada tintora ingleza
(a .qual mostra o seu bom effeito pouco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigeoio Ri-
gaud) que em menos de oito dias d aos ca-
bellos a sua cor e brilhe primitivo, e depois
deste teropo so bastar usar de oito em oito
dias para conservar o matiz adoptado.
Expsito de lencos
MOSEU ELEGANTE
ende, lencos brancos finos a 10700, 2#70O
e j banhados a 3500 a dnzia, e muito
finos de espufo tambem abanhados a 6$S00,
75, W e m a duzia.
primeiio intrcdnctOr* dos pocos tubulares da Abys-
ein8, em Pernambnco.
Participa ao respeitavel publico eme ltimamente
tem recebido a guara remessa dos ditos pocos, e
c-s pertencas completos e aperfeicoados para a eolio
cagao d'elles em pondo lempo, tanto em terreno noto
como em trra de barro, mastap
a
As vantrgens que offereee este systema de ad-
quirir agua sobre qualqner ootro, saoimmeosar
serviodo do smente as condicSes cima mencio-
nadas, cemo tambfm as cactoibas j feas, aonde
anda nao Um bi robas cu a agua c3o pura, poit
elles est3o munidrs de um filtro que nao deixa en-
trar iropuridades, vanlag/m que do tem es (otres.
Alm disso, a grande qcactidade d'agna que
elles' deitam de 5 8 pipas por hera. conforme o
dimetro dos tubos, a facidade com que elles fucc-
cionsm, a siropicidade. perfeeo esdidez. com-
binada com a elegaicia de sua foim?, que paran
apr rociada basta ver-se.
O annunciante tem urna pessoa especialmente habi-
litada, tanto na coilccacao d'elle, como naescolhi
do terreno ou lugar mais proprio, que se encarrega
de tres rervecs por preco commodo ; e, visto o cam-
bio ser mais favoravel, vende-so elles por pretor
mais moderados, recebendo-se a importancia t de-
pois de collocado e funcionando a satisfizo do com-
prador.
Para eccommendose mais es-
clsrecimentos a respeito tratare
na loja do Sr. F. J. Germano, ra
Nova n. 21 e na oifif ioa do meta-
es do Sr. Paulo Jos da Silva Fre-
re, largo da Concordia n. 7.
LOJA
.
Previne-se aos apreciadores do soperfiso e deudoso perfwoe. que apenas precisaren desse artigo ser bastante vreo ou
mandarem seus portadores, que serio fielmente despachados, pois os proprietarios deste novo stabelecimento trabalham nica-
mente parasen-irem bem aos compradores, tanto na superior qoafidade de suas mercadoriae, quanto estao reselvidos a vender.
N.
NO MUSE ELEGA1NTE
1Ra Estreita do Rosario N.
1.
ATTENCAO
GRANDE ARMAZEM
A'

DE
LOJA DO PAPAGAIO LOCA,



RUADA IMPERATRIZ N. 40
Esquina do becco dos Ferreiros
DE
NDES ft CARVALHO.
t^flTAS ESCUftAS 200 O COVADO OU A
2000 O CORTE.
k loja do Papagaio acaba de receber um
grande sortimento de chitas escuras com
padr5es imitado de cassa, e vende pelo
barato prego de 200 rs. o covado ou JjJOOO
o corte, na ra da rmperatriz n. 40.
GROSDENAPLES PRETO DE U A 30000
O COVADO.
Um grande sortimento de grosdenaples
pretos e gorgures de seda, dos mais es-
treitos at os mais largos, vende-se por me-
nos orejeo que em outra qualquer parte na
loja do Papagaio.
CAPAS DE MERINO' PRETO A 10/JOOO.
Vendem-se capas de merino preto bor-
dadas com vidrilhos, muito modernas pro-
prias para a quaresma, fazenda de muito
maiadH*eJro, para acabar a 10#000, s na
loja do Papagaio, ra da Imperatrz n.
Mjdapolio enfestado a 2^300, U e OOO
" a pe?a.
Vende-se pecas de madapolo enfestado
com 12 jardas 2500, 30 e 43000 pe-
chincba.
BRAMANTE DE LINHO
com 10 palmos a 20000 rs.
Vende-se bramante de lino com 10 pal-
mos de largura, pelo baratissimo preco de 20
o metro, pecbincha, na loja do Papagaio
ra da Jmperatriz n. 40.
POWEIflASDE COa A 20400 RS.
Papagaio acaba de receber um
bonito a elegante sortimento de poupelinas
dfi tada coa quadriahos, fazenda inteira-
mante non no mercado e vende se pelo
barato preco de 20400 rs. o covado na lo-
ja do Papagaio.
CORTE8-OE CHITA A|20, 20OO E 20800.
Venden cortes de chita de di Iteren tes
corea a 20.20400,20800 e 30200 sendo de
10, He licovados, 'pecbincha, na loja
do Paptgaio.
OJbertas de fuslao brabeo e de cora 30000
Vendem-se cobertas de fust3o braneo e
do cor, muito grandes, e vendem se por
eate preco por baver grande quantidade, na
loja do Papagaio.
ESTAMENHA A 10GOO RS. O COVADO.
A loja do Papagaio vende cbila ou estame-
nha, fazeoda muito larga a 10000 rs. o co-
vado, pecbincba.
FLAKELLA AMERICANA A 10000 O CO-
VADO.
** pr loja do Papagaio orna
ixwi tente nova, pr-mria para fa-
xer I rgora d a altura da saia, o
rjne 4a r a fazer-so urna saia, com pou-
co novados, bincha, na loja da Papa-
CAMBAIAS l CASSA i DE CORES
ara.
?en*>-
darotes
toja doPapj


'
DE
PEREIRA,
IRMA OS
DO
que se vendem poa preco muito commodo
na ra da Imperairiz n. 40.
PARA LUTO.
Laasinba preta de 440 e 500 rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. o metro.
Alpacas pretas a 300, 600 e 800 rs.
o covado.
Bombszina lisa a 10280 rs. o covado.
Dita transada a 20OCO.
Cortes de eretone eom 1 i corados a 30600.
Chegou loja do Papagaio nm variado
sortimento de cortos de vestidos de creto-
nes de cores, fazen 'a inteiramente nova, pa-
drees muito delicados e cores fixas cada
corle d vestido de duas saias a vontade, e
vende-se por este preco para acabar na
ra da Imperatriz.
Algodaosnho de 20800 at 70000 rs. a
PC.
Madapol&es de 50, 60, 70 e 80 a peca.
Hamburgo e creguelas para1, todos os
prcos.
Espartilhos de linho de differentes precos.
Tapetes aveludados, para portas janellas
e sofs.
Setim da India de 640 e 800 rs. o covado.
Damascos estreitos e enfestado de 800 e
10600 rs.
Lasinhas a 320 e 400 rs.
Alpacas lisas e lavradas de 500 at 800 rs
Tarlatanas de cores e brancas a '720 rs.
Fil braneo, liso e de salpicos.
Dito preto de dito.
Cambraias victorias de 50. 60, 70 a 100.
Barejes mescladas, finas a 400 rs. o co-
vado.
Atoalhado de algodSo trancado a 10500.
Dito pardo trancado a 10500.
Dito de linho adamascado a 30200.
Dito dealgodSo adamascado a 10800.
Pannos de linho de differentes nmeros.
Lencos branct de algodSo a 20 a duzia.
Ditos ditos de bretanha e ecgniSo.
Ditos chinezes a 30000 a duzia.
Esgui5es de 1 nbo de 10100 at 30000.
Brtanos e silecias de linho precos bara-
tos. Chales de merino lisos e estampados.
Cambraia transparentes de\0 at 100.
Guardanapos de linho pardo de 20 a
40000 a duzia.
Meias para homens de 40, 60, 70 e
80000 rs.
Ditas para senboras e meninos.
Toalhasde algodao para rosto a 500 rs.
Ditas de linho a 10000 e felpudas.
Redes de listras muito grande a 120000.
ROUPAFEITA POR MEDIDA.
Na loja do Papagaio, alm de baver um
grande deposito"Be roupaa fertas de todas
as qualidades 6 retiros ha nm bonito sorti-
mento de casemlras de cor e pretas, pannoi
pretos, zoes e verdes, cortes de gcrgoro
de seda /para colletes e um perito alfaiate
quizer obra feita com perfeicSo
quando aconteca flear alguma
fica sob a responsabilidade
bftciraento,
ostras a qoem exigir. .
im PAPAGAIO estr aberta das
s 9 horas d* noute,
Ra Primeiro de marco n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particularmente aos seos numerosos amigos
partlcipam Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da- Costa Pereira, que acabam de
fundar um rico e sumptuoao armazem de louca, porcelana, vidros e chystaes ra
Primeiro de Marco, outr'ora ioa do Crespo n. 15, sob a razo social Pereira d
Irmos.
A longa pratica e coahecimentos de que dispem os annunciantes nest ramo
de commereio, a que, ba muitos anuos, se dedicam, os tem habilitado a satisfazer as
necessidades da populacho tiesta provincia e suas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo estabelecimento' com-
mercial, verificar por si mesmo o que os annunciantes vem de dizer.
I
w
6
&
S3
I
NJlRGADOrjABUGPUiU
Com este titulo acha-se aberto inteiramente transformado eate antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesana, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos prcos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faqnei-
ros, colheres, paliteiros salvas e ootros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outra qualquer.parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.

s
Cofres de ferro A mmm Uttarim.
rcnsas 9 /erro para copiar cartalf
v&p&S ,je ferro gavjinjgjdas para^meiros.
laCOS de ferro paraassDcar.
AraflOS amerieaBOs para varzea e ladein.
MaChaS vapor e de cortar romo. "
vaiTlIluOS 9 aj0 para saceos e itterroav
Venezianas piP> 1M||M.
ates artigos acbam-se a venda Palanpna
casa dos impertadores uhiiav decimaes e ontras.
Shavi, HximBs d C, "iTao-Poo
roa a 0M-Mt *. J?'W(|WWI de ferro.
EllXOifr tiYxn, o(C.etc.I
GALLO VIGILANTE
Roa do Crespo u. 1
Os proprietarios deste bem coshecido estabel
cimente, alm dos muitos objectos que tinham ex-
tos a apreciarlo do respeitavel publico, man-
am vir e acabam de receber pelo ultimo vapoi
da Europa um completo e vanado sortimento di
finas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
to resotvidos a vender, eomo de seu costumt.
Sor precos muito bratinhes e comisodos para
os, com tanto que o Gallo..
-Muito superiores luvas de pellica, pretas, bra
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para -
nhora, ueste genero o que ha de mais moderna
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas d>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pode havw
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancoi
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Eseossia para se-
nhoras, as quaes sompre se venderam por 30#0OC
ia (tuza, entretanto que nos as vendemos por 10
alera destas, temos tambem grande sortimento di
ontras qualidades, entre as quaes f.lgumas muik
Unas.
Boas bengalas de superior canna da India
castao de marfim cora lindas e encantadoras figs
ras do mesmo, ceste genero o que de melhor *
pode desejar ; alm destas temos tambem grano*)
lantidade de outras qualidades, como sejam, ma
lira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotnnos de cadeia
da outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e bornchi
pan segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni
as de 1 12 annos de idade.
Navalbas cabo de marfim e tartaruga pan fazei
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ve tam
bem asseguramss sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulbas para machina e para crox
Linha muito boa de peso, fxouxa, para enchr
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assin
como os tentos para o niesmtf flm.
Grande e variado sortimento das melhores per
fumarias dos melhores e mais conhecidos pw
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes,
facihtam a denticlo das innocentes enancas. S-o
mos desde muito recebedores destes prodigioso
collares, e continuamos a recebe-los por todos o
vaporo, aflm de que nunca faltem no mercado
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do gall<
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes vera
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
panqu sao applicados, se venderlo com um mu
diminuto lucro.
;amos, pois, avista dos objectos que deixamoi
ados, aos nossos fregnezes e amigos a viren
ar por precos muito nzoaveis i loja do galh
ra do Crespo n. 7.
NSo ha mais cabellos brancas.
Tintura japonea.
S e nica approvada pelas as academias de
sciencia, reconbecida superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principal roa da
3adeia do Recite n. 51,1* andar, em tedas as bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
Pos dentfricos americanos
ComposleSo hygienfca.
Estes pos sao os nicos qae reunem em sua
composicao todas as qualidades hygienieas pro-
prias a dar urna grande alvura aos centes, cen-
servaco delles efortiflraclo das geogivas.
DEPOSITO
Na ptiarmacia americana, roa Dnque de Caxias
n. 57, de Ferrelra Maia & C.
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAUDE
PELA FARINHA
A Revalesciere Ju Barry
Esta farinha que lio grande uso tem na Euro-
pa, muito se recoramenda para as enancas e pes-
soas debis e convalesceote?. Como medicamento,
inta,ltvel para os casos : priso de ventre, he-
morrhoida?, ms digestdes, azia, amargos do boc-
ea, dores de estomago, diarrha, enxaqueeas, af-
fec^oes de figado, dos polrr.oes, dos rins, da bexi-
ga, etc., etc., contendo muito mais principios nu-
trientes eTestaoradores para os msculo.", ervos
e celebro, qae, tres vetes o sea peso em carne, e
por conseqnencia, de conservar melhor as torcas
pbysicas moraes, restabelecendo as funcedes di-
gestivas estragacas, dar appetite, e convlr aos
estmagos anda dos mais enfraquecidos.v
Seu uso lio simples como fcil : a Recles-
eme 4 Barry deve ser desfeiu e cosida come a
farinha ordinaria, podendo ser usada na agua sim-
ples, com vinho braneo, no caldo sem gordura e
no bom leite, fazendo se anda bolos com manteiga,
leile ou assoear, etc., etc
nicos depositarios em Pernambaeo
BARTBLOMEU de C.
34-Rna lrga do osario341
ld,
raa'Pri
. 13, Iota das
Yasooncelloi.
u
variedade de edres, a
aovado
(oatr'on *o Graspo)
'4e Antonio Gorrai de
Rival sem fegundo
Rna Daque de Caxias n. 411
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
ja de u>iude?as continua a vender ludo
por taratos rrefrs que r todos admira :
Libras de linha de novello, a melhor
p o ss i ve l. 10500
Duzia de lencos de cas?a com barra. IHCO
C-iixas de liuhas com 30 novellos a 500
Vara de franja branca pata toalhas 160
Dozas de meias croas mirto roas a 350G
Dozias de meias Anas para enbo-
ras a JOO
Duiias de facas e garios cravadas a 5^000
Duzia de palitos seguranza a 120,
240, 3S0 e 900
Na albas muito fins, para fazer a
barba a i000
Caixas com peonas de ac com to-
que a 320
Caixas com peonas de Pcrry fazen-.
da fina a 8CG
Ditas de dita dito verdadeiras a ttfSCO
Caixas com 20 cadernos papel ami- .
zade-a 7C0
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada urna i300
Pecas de fitas para coz cem 10
varas a 5G0
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a 40
Duzias de lioba frcuza para bordar
a 400 e 500
Pares de sapa tos de tranca a 1800
Ditos de ditos de tapete muito
finos a i 230
Du?ias de baralbos muito fines a
24400 e 24800
D.tas de ago>has para mach'na a 20CG
Libra de pregos franco; es a 240
Resmas de papel alrnaco operk r a 3600
Ditas de dito pautado o melhor a .i"00
Caixas cem abocetes fructa a 720e tjJOOC
Libra de 12a para bo dados a 70COO
Carrteis de lioba Aexandre a ICO
Grvalas de cores muito finas a 5X0
Dilas pretas pontas bordadas a 600
Grosas de bolees de madrvperoia
para camisa a 500
Novellos de linha branca, 400 jardas 60
Duzia de can oes de lioba branca 0
preta e de cores a 120
Thesouras muito finas para uchas
e costura a 500
Baralhos francezes muito finos a
200 240
Caixas redondas para botar rap a ifitCO
Bob-antorheumdtico.
Remedio effleacissime contra as dores rheuma-
ticas at boje o mais conhecido pelos seo* mara-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AORIAO. um dos medicamen-
tos que sua encada as enfermidades, toase >
sangue pela bocea, bronebites, dores e fraqueta
no peito, escrobnto e molestias de Ogado, que me-
lhor tem aprovado.
UNTURA DE MARAPUAMA. A celebre rail
de marapuama, cuja energra e eficacia as para-
lysias, intorpecimenlo, etc. etc. muito se recom-
menda.
Todos esses preparados se encontrara na pbar-
macia e drogara de Bartholorneu & C, anico de-
pesito na roa larga do Roseno n. 34.

Vende-se as seguintes obras
Diccionario francez-pertsmies e vice-versa,
tomos escadernados por 51000.
As Tres Lagrimas, 1 tomo encadernado por
4/000.
Solfejos de Rodolpho enesdernado por 54.
Msica Intitulada Lucrecia Borgia em broxura
2*000.
dem do celebre autor Bertini dem 4J.
Um livro em bnanco para copiar msica K.
., i i. i
Agencia em Teraambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phtbysica e todas as molestias do paito.
Salsa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e
tros.
ar-*
Genserva e limpa os cabellos.
Plalas catbartlr
PuranMnto vegetaes sem mercw to
CU*
Sea. purgao e puTifkam todo o systema humano.
taswe se rfttctwsnie casa de Samuel P.
Johnston 4 C. ra da Senatlla Nova i. 41
Xriropepeitorai de James.
nico tegahntDte habilfudo pelo eosseUM *
laude, essajado e aprovado Das hospitoe*: asas
deposito na pbarmcJa americana de Ferreirs,
Mala 4 o d beawjffo
em cau de S. P. oostos d C.: roa da Soasan
Hovan.40,


r


f.......:
a-
f ftiu'io de Fernambuco Terca tfa 6'.ei Abril de 1*11
LITTERATTnLA
A lastrcelo puhUe* Eala-
dos-raidos .
CAPITULO X.
(Continuigio). v
As escolas gratuitas nao sio
mais do que os meios ; o Gna, porm, con-
siste no vslor da propria educarlo. Se
dever para o Estado estabelecr escolas gra-
ta'tis como meios de educago universil,
, tambara do sea dever faser com que
esses meios recabara completa execugao ;
por ootros termos, o direito de lomar ao
cidado ama par.e de sua propridade pin
a educado dos flbos dos ootros, implica
com o dever de velar em que os ditos II
lhos recebam relmente a instrucglo cuja
despezas elles pagam.
A lei do Massachussetts d a todo o me
nio, sem excepto alguma de raga, c6r on
religio, o direito de ser admittido ni es
cola do districto onde reside. Elh na i so
assegara o direito dos menino?, como tam-
bera ob iga os pais a cumpriresse dever.
Todo aquelle, dz-se all, que tiver seb
sua direccao um menino de 8 a 14annos
ser obrigado, emqu^nto durar a sna fotels,
a mandar esse menino auna das escoUs
publicas do township durante doze semanas
seis das qaaes pelo menos ser5o consecu
ti vas ; e na falta do cu mpri ment desie
dever, a parte cuipada dever pagar ama
mulla de 20 dolJars, se n3o provar peran
te os vigiianies (Triiant officers) que a par
te q io opggenciou este dever foi a isso
arrstrala pe i pobreza, ou que o menino
recebau por outro meio urna instrueg3"
suficiente, oa que elle por falta de saude
ou intelligencia incapaz de frequentar as
escolas.
c Toda a cidade de township tomar as
devidas informabas relativas aos meninos
de 5 a 16 annos, vagabundos, sem fre
qoen:ia das escolas, ou sem oceupagao
alguma regular e legal, ou deixados na
igaorancia, e decretar todas as medidas
nocessarias a tal respeito no interese pu-
blico. O menor poder ser levado para
urna casa de educago ou de correcgo, a
flm de que receba a instrueco que Ibe
ncessaria, e isio por lempo que nao esce-
der de dez annos. Esta medida ser
tomada em virtude de una decso do tri-
bunal de jusliga,
Nnhum menino entre 12 e 15 annos
ser empregado em qualquer estahelecim n-
to fabr.l, se n3o liouver frequen'ado no
correr de doze mezes an'eriores sua ad-
misso os corsos de alguma escol i particu
:ar ou publica, com mestres approvados
pelas commisses, ao menos durante onze
semanas, on sob condgSo de frequentar
esses cursos durante os primeiros doze
mezes de sua dmis;5o no estabelecimento.
Oj meninos de menis de 12 annos s
ser3o empregados, se houvermn frequenta
da as escolas ao menos durante dezoito se-
manas no anno qoa preceder sua admis-
slo ou no correr do anno em que forem
admittidos.
Nenguna menino de mais de 12 annos
ser etopregado era qaalquer fabrica miis
de 10 h>ras por dia. O propietario di
estabelecimento que se nao conformar com
esta piescripg3o soffrer a multa de 50 dil-
lars por cada menino empreg^o mais
tempo.
c A lei do Connecticut difiere em alguns
pontos da do Massachusetts.
Todos os pais, diz ella, e todas as pes-
abas que tenliam meoinos a seu cargo, de-
verao leva-Ios a qualquer estabeleeimento
regular, e velar em que elles aprendam a
ier, escrever, grammatica inglezi, geogra
phia e elementos de aritbmetha ; traver
empregados em seus respectivos townships
q n velem no corapartamento dos chefes do
familia, e n> caso de reconlteeerem que os
pais nao cumprem esle dever, lembrar-lhes
ho a execugao da lei. Se os meninos se
tornarem grosseiros, rebeldes e indiscipli-
nados, deverao elles depois de haverem con-
sultado o juiz de paz, tirar os meninos a
seus pais, on s pessoas encarregadas de
ua educago e entrega-Ios a um meslre
paz, os mogos at os 21 annos, e as mo
gas at os l*, nfim de que p.)s?am estar
ej estado deex^rcerem qualquer profissSo
Em algumas localida les antes de torna-
rem a respeito de mogos e mogas medidas
rigorosas, maudam nos para escolas chama
da intermediarias, onde fleam snjei'os
uma disciplina severa. Em Boston, rogo
qus sajara toito Igualas advertencias a
familias que persisten em que saos Albos
n3o ae aproveitem dos beneficios da educa-
cao, mandam-n'os para Dter Island onde
s3o conservados em estabelecimentos espe-
cites, e obrigados a instruirem-se. O me-
oin s que se achara oeste caso alo todava
tratados com mnita brandara, a logo que
sii mostram animados de bons sentimentos
s3o -ni egues sem demora a seus pais.
Enquanto a sociedade americana foi com-
posta de elementos homogneos, as leis con-
tra a vagabundagem foram quasi inuteis e
sem objecto.
H jf, poim, as grandes cidades, e ain-
da mais nasfabri-, existe um flaxo e reflazo
continuo de gente pertencente a nacionali-
dades eslrangdiras, que trazem hbitos e
educago difirenos, e exercem por conse-
guate con-ideravel afluencia em t>do osys-
t'ina social e poltico dos Est dos-Unilos.
Esti consideragao induz os directores da
educago publca a empregarem lodos os
esforgos para darem uma execugao eficaz
lei, cujo fim estabelecer para todos os
meninos do paiz uma med da de saber e
cultura inlellcctual que os ponha em estado
de preencher seus deveres de homem e ci-
dadao.
O Sr. Josph White, secretario da junta
de educago do Estado de Massachusestts,
estudando as causas que contribuem para
privar to grande numero de meninos dos
banecios da educago, menciona as se-
guintes: desanimo, ausencia de ambc3o
que sao a consequeocia do estado misera-
vcl em que se achim fo gadamenie os me-
ninos orphSos ou deleixados por seus pais:
nao tem em perspectiva melboramento al-
gum possiwl em sua sorte ; vivera do dia
da hoje sera saber o que far3o amanhaa,
obrigados a ontenlarem-se com o que pode
dos aaoraaa aaseatas ; ima esc ola par
lar raesber as atraiados. Abi recebarlo
ellas na mtrucgJo q os pregifci^t/t
entraMn aarescotas gradoaas. Osdp
qusota* racorrigivefe serSo postos em uma versos grioa, se ezecutam de modo satirfac-
FOLHETIM
O FILHO DO CALCETA
POR
PIERRE ZACCOXE
ItlMEIIVt PARTE
(Gontinaago do n. 92.)
V
'a casa do to Robla.
A casa em que viva o to Robn fcava
mesmo ao p do predio onde eram os ar-
nsaz;ns de modas dos irmaos Duhar & C.
Tinha om pateo grande, era de un andar
s, todo elle oceupado pelo amigo correc-
tor de neg ios, sua sobrnha Joanna e
ama cria la velha.
Havja poneos mezes que tinham vinlo
morar para all.
Depois daquelle drama de Bondy, o tio e
a sobrinba viajaram maito.
Onde tinham ido ? Nem mesmo a
Joanna o sabiadizer.
Deixra se levar sem gritara, sem cho-
radeira, sem desespero appareote ; s pode
chorar no dia em qae voltoa aldeia
d'onde namorra Kaymundo.
Tudo o que se dera Ibe pareca a ella
nm sonho. 'Nao podia anda acreditar no
(fie liabas accedido.
Amara-o tanto I Elle era to carioboso,
to lerno, t3o delicado... Notra-lhe ta-
manha franqueza oa voz, tamanha bonesti
dade no olbar...
A triste crianga nao ceusurava em Ray
mundo a infelicidade do pai : essa desgraga
ainda a obrigava a estremece-lo mais.
Tatnbem nlo o accasava por Ibe ter despe-
dacado o coragSo, emmorchecdo as espe
rao?as, anaveado o futuro ; todo isso ella
soffrii sem se qaeizar. O que porm Dio
perdoava a Raymuodo era o ter escondido
sempre o segredo terrivel qae liaba em si,
era o te-la engaado, era o ter-lbe men-
tido !
Neste pensar de Joanna nruito amor se
revelava aiada.
livra-'os da morte. Por outro lado, a igno-
rancia, a indifferenca, a intemperanga e os
mos exemplos dos pais actuam dos meni-
nos com d^ploravel inflaencia. Quantos ba
ah que no recebem ele suas familias di-
reegao alguraa para o bem, ou antes nao
tem familia digna deste nome ? A irregu-
a 11.1. 1 na frequencia das escolas engendra
a vagahundagem, que tem algumas vejas
org^m na repugnancia do menino a sub-
meiierse aos deveres da disciplina por um
sentimento de independencia, que para o
di rate se tornar grosseira libertinagem;
expulsao tambem uma das causas da va-
gihiindagem; por isso s deve ser mpo3ta
a i educando como meio extremo e quaodo
todos o.s o Uros houverem sido intilmente
empregados
Mas -sobretodo o emprego dos meninos
dos dous sexos as fabricas, que despo-
vi a* es;olas. Na miior parte dos Esta-
dos do centro ex ge entretanto a lei qae os
meninos frequentera as escolas 12 semanas
ao menos cada anuo, descontadas do tempo
om que elles eslSo empregados as ofici-
nas ou fabiicas; mas esta lei abertamen-
te violada, bem copao a que prohibe expres-
samente a admissao nesses estabelecimentos
de meninos de menos de 10 annos. A avi-
dez ou miseria dos pais os leva as mais das
vezes a s* subtrahirem a essas prescripgSas,
dictadas pela sal) doria e bumanidade.
E' aos proprios profeisores, aos membros
das juntas, que pertence velar naexecucjo
(ias leis. Devem informar-sa do estado de
miseria era que podem a:har-seas familias,
oc:upar-se caridosamente de procurar ou
faze procurar para os filho3 dos infelizes o
vestuario necessario e prover s suas pri-
raeiras nc3ssidaJes. E' o que com effei-
to aconece em toda a parle onde ha esco-
las establecidas.
Gragas a este intelligente concarso, lodos
03 annos militares de meninos s3o arraaca-
dos vagaDundagem e levados s escolas.
Miqoc'OSOS inquentos tem sido postos em
pratica, por exemplo, pelos membros da
associagao conhecida pelo litlo de Youny
aten chriatitm assoeiation, para procurar os
meninos que nao vo s escolas do domin-
go. Outras sociedades tomam o mesmo
cuidado, qnanto aos que nao frequentam as
escolas [iublicas.
A cidade de Springleld tomou recente-
mente a respeito da ausencia das escolas e
vagabundagem, as seguintes medidas :
Os mjstres sao coavidados a osarem
de todo* os meios que tm em seu poder
para prevenir os .gazeios; visitaro os pais
Mnito tempo levou esperangada em o
tornar a ver mais dia menos dia ; coidava
que viril defender-se, justilicar-se talvez.
Mas Raymundo n3o appareca. Nanea
recebau nem urna palavra delle, nem uma
letft s, imploranJo o perdao. Sentio-se
ferida no coraco, e entrou a ver se pode-
ria ejqnecer-se do ingrato.
Mal sabia a pobresinha as diligencias
com que todos aodavam para evitar a ap-
proximacio dos dous :
Era primeiro o visconde de Grandliea,
que a adorava, e que para tudo conflava no
tempo e na posigo falsissima da Joanna.
Era especialmente o tio Robin, que fi-
cra podre de rico com a descoberia do
segredo de Riymundo, e que se fazia com
trra de n3o restituiros trala e seis cootos
que recebera em deposito.
Por isso agarrn s mos ambas as pro-
postas de Joanna no di seguinte a o do
triste casamento, 'e parti moito resolvido
a voltar s depois da historia toda estar
bem esquecida.
Mesmo assim o lio Robin, naquelles .pri
meiros lempos depois de voltar trra,
andn cora a pedra no sapato. Qualquer
coosa Ihe era motivo de receios e de sas-
peitas.
noute, q ando ia para casa, se va
por all algom vulto a rondar por ao pe da
porta, ia-se logo metler no quarto, fechava-
se a sete chaves, e levava toda a santa nou-
te a sonhar as gales e nos calcetas.
Afina! varrer'am-se-lhe da cabega essas
leas de aranba e tornou a viver socegado
e tranquillo.
Joanoa era ainda a mesma; empallide-
cera om tanto desde a tal viagem ; os olhos
tinham perdido o brliio de algom tempo,
e pelo semblante, to sereno d'aotes e lao
puro, descia-lbe agora um denso veo de
tristeza. Essa tristeza, porm, desfazia-se
peto meos oa apparencia, com as delica-
das e ternas attengas da baroneza de Si-
mier.
A fldalga Uvera n'outro lempo algoos ne-
gocios de dinheiro com lio Robin ;logo de
pnoerpi engrapara com i a aobrina, e
vando-a
casa dejefugio.
Estas casas n3o sSo estabeiecid pira
punir os meninos, mas para instrai-los e
corrigir-lhes os mos hbitos. Fra para
desejar que em tolas as cidades se fundas
sem estabelecimentos do mano genero em
grande escala.
Nossa colonia de Mittray, bem conhecda
dos americanos, offerece-lhes neste ponto
um modelo que elles mostram muito deso-
jo de imitar
O Juvemleasylum e o Chitaren's act so-
ciely, em New York, s3o deas admira veis
institug5!8 sustentadas por uma ^ssocag3o
de candada, mas subardioadas junta de
educagao, em favor dos meninos abandona-
dos. Sao estes recebidos como pensionis
tas, e instruidos durante um periodo que
varia de tres mezes a dous annos. Q jando
do moslras seguras de haverem me hon-
rado seas sentimentos, s5o- transportados
em maglotes de trinta a quarenta por agen-
tes encarregados de^te servico, para os Es-
tados de Oeste, onde sao empregados pelos
lavradores que rauitas vezes os adoptara e
Ihes do uma familia. Dous mil moninos
dos doas sexos sao assim tirados iodos os
a naos s occasioes que oj arrastrariam ao
crime. Visitei o Juvenile-asylum, e encan-
tou-me a sua crganisag3o, e expeliente es-
pirito que all reina.
Por infelicidade, as pYescripg5es legislati-
vas, osconselhos, as iostituigresle carida-
deest3a amia maito tonga de remediar
eficazmente o mal contra o qnal tantas ve
zea g nerosos seergoem. A maior parte
das rae ndas adoptadas pelos legisladores
o mais facultativas do qae obrgatorias.
As penas cominadas, quer contra os pais,
quer contra os meninos, parecem por de-
ntis severas; e urna expeliente pessoa, o
Sr. Philbrick, de Raston, foz-me observar
que as leis que, n >s Estados-Unidos, vo
muito alm da opinio pablica s3o sempre
impotentes. A necessidade de prevenir os
funestjs resultados da ausencia pertinaz das
aulas e da igaorancia umversalmente re-
cjnhecida; n3o ha porm liada acrdo
suficiente sobre os meios de ihes suatar os
effeitos. Talvez ainda por multa tempo as
leis relativas iustrncgo obrigatoria nao te-
uliain mais eficacia do que as decretadas
contra o abuso das bebidis inebriantes. A
lei sobre os licores (liuqor latos), adoptada-
pelos Estados de Massachussetts e Connec-
ticut, abertamente viol ida Em Newha-
ven, a gente do povo, em vez de dizer :
Quer vir beber ? diz: t Quer vir in-
fringir i lei ? i Nao basta portanto fazer
leis, preciso ainda que o legislador oble
nha o consenlimeato do povo. Quem ,
com effeito, o legislador dos Estados-Uni-
dos ? dizia-me nm verdadeiro Yanke, o
povo mesmo.
Os superintendentes nao o h3o de torear
a frequentar as escolas seoo se conseguir
provar-lhe que do seu i tteresse mandar
a ell?s os meninos. E' o qae parece pen-
sarem os horaens de talento e carcter com
quem tive a vantagem de conversar em to-
das estas questo.s. Elles empregam a ener
g.a de qae sao capazes para estimular o
zelo dos instituidores aim da qua estes ac-
tivem sobre as familias, e Ibes facam anzo-
lar a indolencia e preguica. Elles mestnos
pubhcando seus relatnos, quasi sempre
reproduzidos pe s jornaes, esses poderosos
raes tres da narao, esperam que a opinio
pul) ica, qnal n3o cessam de dirigirse,
acabar por ser suficientemente esclarecida
e d "r s leis, cuja necessidade fazem com-
prebender, a sanc3o definitiva de que ellas
precisam.
CAPITULO XI
Po3icao social dos professares e profissoras.--Disci-
plina.--Abocao dos rate-bills epeoai corporaes.
Com um syslema de escolas publicas 13o
bem organisado, com as onsMeraveis quan-
tias que anoualmente Ihes sao consignadas,
com a dedicag3o e habilidada dos numero-
sos fraccionarios propoatos saa TjgiUneia,
os Estados-Unidos, cumpre confessalo, n3o
tem obtido at o presente resultados pro-
porcionados aos immensos sacrificios que
Ihes cnsta uma organisaro que nao tem
igual em paiz algum do muido.
Em parle alguna dev ra estar a instrnc-
gao mais umversalmente derramada, pois
a todos dada ampia e gratuitamente, e
no eauoto ha nativo para deplonr raoRas
cansas qua se oppoem a qae os meninos se
aproreitara raalmate dola. Por outro lido,
ae os prograaunas de ensao, em se di-
lorio aas grandes cidades e em moitas de
ordea menos elevada, esla btra Ionge as
localidades menos importantes, os munici-
pios rarae.de possair professores safficieo
teinente habilitados para preencherem seus
de veres de um modo completamente satis-
factorio. Fundaram-se e organisaram-se as
escolas com mais prompiid3o do que se
pregara vara e formavam professores capa-
zes ; e por mais numerosos que elles sejam
j, n3o sao ainda bastantes para occorrerem
s necessidades que de anno era anno se
tomam mais urgenles, gracis ao crescmen
to d t populagSo. Para os recem chegad
principalmente qa as escolas tem de ex-
ercer a sua acg3o civlsadora.
A esses cabe maior proveito na parteci
pago da torta educac3o que d3o os estabe-
lecimentos pnicos oa particulares. E'
portanto necessario appellar da continua
para novos mestres; mas estes passam 131
rpidamente dos bancos di aula para a ca-
deira de prbfessor, que n3o Ihes possivet
levar o saber e a experiencia, sem os quaes
s se podem obter resaltados mediocres.
Todos comprehendem muilo bem que
quaoto mais vala o professor mais vale a
aula, e que por consegrante, a obra capital
consiste hoje em formar bons mestres. Dahi
necessiladd altamente reconheciia de
multiplicar as escolas normaos, por demais
raras at hoje.
Nao ba paiz onde o pnfessorad sejt
mais esmado que os Estados-Unidos ; mas
posto que em todas as cidades os vencimen-
tos da directores e professores atinjam um
algari-m-a muito elevado, s3a elles nos dis-
tritos ruraes, fra de proporgao quer cora
as exigencias da vida, quer com as varita
gens que as cirreiras eommerciaes e indus-
(riaes ofterecem.
Em New York, 03 vencimentos de um
superintendente de escolas sao de 22,50.)
francos; os de sub intendentes de 20,000,
17,500 e 15,030 francos. O director di
escola noriml recebe23,750 francas.
Os vencimentos dos directores de escolas
publicas s3o, conforme o numero dosa'un-
nos, de 15,080, 13,750 e 11,250 franca;
os dos sab-directores de 10,000 francos;
dos directores de escolas de gramraatica de
8,500, 7,000 e 6,000 francos; dos mestres
7,250, e das mestras 3,775 francos.
Segundo os alliraos regalamentos, adop-
tados era 1868 pelo Estado do Illinois, os
ordenados dos professores da cida 1 de
Chicago estiio determinados como se segu:
o superintendente das escolas, 20,000 fran-
cos ; o director de uma high school, 12,500
francos; de uma escola normal, II.O JO
francos; de ama escola primaria, 10,030
francos depois de tres annos de exercicio.
As professoras s recebsm de 2,250 a
3,000 francos de vencimentos.
Em New-York, como em Coicago, estes
vencimentos, t3o superiores aos que rece-
bem na Europa os directores de escolas
primarias e secundarias, s3o julgados muito
insuficientes, e ba tendencia eral para aug-
menta-tos.
Dizia-me o presidente das esc tas de Coi-
cag): Os membros do clero recebem do
Estado, da 20,000 a 40,000 francos; os
advogados e mdicos ganham mais; como
se poderiam ter bons directores de escolas
primarias pela mdica quantia de 10,0 jO
francos ? e as infelizes professoras, que
podem ellas fazer com os seus 3,500 fran-
cos ? Poacas ba que nao ten aam comsio
uma velha mi oa um pai enfermo, ou ir-
maos ou irmas a quem servem de nico
apoto. E' indispensavel que se dapliquem
e at se tripliquem os seus salarios >
Joanna deixou-se ir; necessitava tanto
de se ver amada, que se affegoou baro-
neza mesmo sem o sentir. ,
Havia apenas um mez que se conheciam,
e j eram amigas inseparaveis.
Uma tarde, estava Joanninha no seu quar-
to4ratando de se vestir, porqao a baroneza
ti cara de a ir bascas para passeiarem, e o
tio Robin tinha chegado naquelle iastante
ao escriptorio, cora teng5as de arrumar to-
da a papelada estendida por cima da se-
cretara.
Rateram porta da ra. O velbo nao
fez reparo. Sabia que estavam espera
da fidalga, e coidou que seria ella.
Mas enganava-se.
A criada velha foi ver quem era, e vol-
toa procurando o patro.
O qae ? quem est l ?... pergun-
toa elle com viveza.
Perdo, meu senhor, responden a
mulbersinha ; sao dous sugeitos que deso-
ja m fallar Ibe.
Mas qae sugeitos ?
S um qae disse o nodo.
E quem ?...
O Sr. Beauregard 1...
O Robin 6cou zangado.
Temos por abi algoos massadores I
Est bom, avie-se, mande-os entrar.
Admira realmente a desproporg3o, que
existe entre oa ordenados das mulheres e
dos homens, era um pai/. Onde igualmen
te reconbecido que s3o as mulheres as qti >
sabem mehor edu:ir e dxigir, n3> s os
mais lenros meoinos, porm tambam os
mais adultos, sobre os quaes tera ellas,
gragas sua habilidade e dogura persuasiva,
muito mais influencia do que os homens.
Quem reflecte na importancia social qu-
se Ibes d o3o pode deixar de reconhecer
que ba ahi ama injustiga contra a qaal pro-
testara o bom senso e a bumanidade.
Um superintendente de New-York, o Sr.
Rice, notando qne os quatro quint >s das
io depois to tnslinbi e melanco
lica, formou o proposito da a consolar o de Toaos novdade ?
(azer del!a ama amiga. (sado e wm parir.
Instantes depois entrava Beauregard em
casa do antigo corrector de negocios, acom-
panbado pelo sea satelly'.e P de Forno.
Mas antes de irmos mais por diante,
ser bom contar ao leitor como qae o
P de Forno andava qaelia hora com
Beauregard, e o qae ambos iam fazer i
casa do tio Robin.
O corsario ti nha-se levantado tardisimo
naquelle dia, e depois de almocar menos
mal sabira e encaminhra-se pan i casa do
tio Robin.
Encontrn o ex-aclor ao voltar da roa
Verneail.
Apezar de fazer algum calorsito, o fgido
das gales vesta um casado muito compri-
do, e esconda parta da cara coa ama gran-
de manta de cor escara.
Beinregard conbecen-o n'am pice.
pergantou ipres-
0 P de Forno foi andando a par delle
pelo passeo fra.
Fallei ao visconde das Patelices. Dis-
se-me qae preciso desistir do tal biquinbo
de obra, ou eotSo esquadrinhar ca3a que
ollerega mais fcil communicag,3o.
J sei... E' s isso ?
Quera tambem aproveitr a occasi3o
para Ibe lembrar qae estamos quasi na
poca ajustada, e que por ora n3o ha nada
prompto.
N3o me esqueco.
Que quer que a gente faga ?
Por emquanto, nada.
Note, porm, qae no palacio da ba-
roneza v3o succedendo coasas que do cui-
dado.
Que cousas s3o ?
Diz o das Patticos que ae andam
preparando para sahir de Pars.
-Quem?
- Petos modos a baroneza.
Elle qaie te disse isso ?
Foi. Diz que vai por l todo mexido;
mas s escondidas. Esta manhaa estove l
duas vezes o conde de Grandliea.
Beauregard baten com o pe no chao e
bradoa en :olerisado.
Ah Se assim fr... se eu tiver
a certeza... desgranada I Hi de Ibe cos-
tar bem caro o ter-me engaado I...
E encarando no camarada, p^rgantoa de
repente
E o visconde, sabe dos planos do pai?
Ainda nao o tornei a ver.
Pois preciso ires ter com elle O
visconde um destes entes perplexos e
facis de transviar; vai camnbando mesmo
beira de om ibysmo, caja profuodeza nem
elle imagina, o carreiro estreitinho;
d-lhe um empardo, e vers como cahe.
Mas depois do qae se passoa esta
noute, desconfa de mira por torca.
Beauregarde olhon pira o comediante
qaasi com d.
Todoi voces lio uma sacia de patetas,
e at dio cabo do qae Ibes depara o acaso I
Que vena a dizer aa tai ?
O visconde nJo te foi procurar boa
peseoas eaipreaadas os escolas do feudo
sto senhoM/, coasi lera o ensin) como i
verdadeini o dallas.
' < A ele vaca" o da seu espirito, diz elle, so
comtnooica naturalmente aos e Incalidos qae
estio em relacio qaotidiaaa com ellas, gra-
ciosas, brindas e paras, ellas os tomam
brandos, peros e graciosos. A molher,
mnito mais penetrante que o homem, co-
nhece melhor do que elle o corag3o huma-
no e particularmente o dos meninos. Ella
os mantem no dever pela affeig3o, melbor
do que o fazem os professores com os seus
regul enlos e systeraas de represso. As
advertencias ternas produzem mais effeto
do que as ameagas e a fra lgica dos ho-
mens. Em lim podemos estar cortos de
que lodo o menino, educado por professo
ras capizes, sahir de suas maos cheio de
sentimentos incompativeis cora urna existen-
cia viciosa; lera coragSo sen3ive', nclina-
ces delicadas, espirito vivo e sublil. N3o
tenho duvida de que o futuro ser reco-
nhecido aos immensos senigos que ellas
tera j prestado s nos as escolas.
Esta opinSo a de todas as pessoas qu
se occopim do ensino publico, e faz-se 13o
alta idea do bom senso, jafro e luzes das
professoras que j algumas juntas de edu
cagSo as tm admittido entre os seus mera
bros; n3o tero por certo motivo de arre-
pender-sa d'isso.
Se apezar da inferioridade de seus orde-
nados, o numero das professoras com)
mutas vezes tenho observado, muito maior
do que o dos professores, porque para
estes o ensino n3o como para as mulbe-
es, uma carreira. Elles escolhem muitas
vezes esss occupagSo em falta de melhor.
Tres quarias partes dos professores empre-
gados as escolas de disirictos entrara para
ahi para se prepararem para outras profis-
soes mais lucrativas ; I go que realisam
algumas economas, deixam a escola, para
irem estad direito ou medicina as uni
versidades, ou ainda para se applicarem
profisses manuaes.
As professoras, essas qaasi todas conti-
nuara a exercer suas honrosas e penosas
funeges, at que, fallecendo-lhes as torgas,
s3o (abrigadas a dexa-las. Casam-se entao
quasi todas vantajosamente. Levam para
sociedade virtudes, hbitos de ordem e re-
gularidade, serias inclinag3S e amor do
trabalho. As que se poderam fazer conhe-
cdas as escolas supariores das cidades,
sao algumas vezes procuradas por homens
ricos, e, justo dizer que constituem a
po.-cSo mais respeitavel e disiincta da so-
ciedade amercaaa.
Qjanto aos funeciooarios do ensino as
grandes cidades, a posigo que se Ibes d
acaba por liga-Ios aos estabelecimentos que
os empregam e alguns directores e profes-
sores contam all longos annos de servidos.
Seria fcil tornar essa posiga ainda mais
estavel, se o systema de peculios ou qual-
quer outro meio Ihes assegurasse o futuro,
como se pratica ha muito tempo em Franga,
com os membros da instruego secundaria
e superior, e como se comega a pratcar,
gragas aos esforgos do Sr. Duruy, com os
professores e professoras das escolas pri-
marias.
Pelo que diz respeito aos dos dislrictos
ruraes, a precaria posigo dalles to pre-
judicial seus ioteresses como nociva edu-
cagao dos meamos. Esses professores em
geral, sao contratados por um anno srnen-
te, e algumas vezes por seis mezes; ha ora
semestre de invern e um da vero ; o pri-
meiro conta mais alumnos que o segundo.
Algamas vezes s3o os professores que di-
rigem os cursos durante o invern, e pro
fessoras durante o vero. Ha Estado om
que, de 3.000 professores, i.400 somente
ensinam ara anno inteiro. Em outros tem
havido dous mestres, um para cada semes-
tre, lito constit:ie um tal movimento de
professores que torna impossivel a direc-
go de uma escola e um ensino regular.
Acha -se-ho, sem duvida, os meios de
tornar a posigo desses estimaveis funcio-
narios mais vantajosa e por conseguate
mais estavel; porm, igualmente neces-
sario sujeitar provas mais serias aqnelles
que aspiram a entrar na fileira dos profes-
sores
Nao ha proflssao que nao exija uma apren-
dizagem, que afiance urna capacidade sufi-
ciente, e muitas vezes sem estarem para
isso preparados que mancebos de dezoito
a vinte annos se apresentam para dirigirem
uma escola.
Nei|oia mostr, aam duvMa, pe ier
Wtfcf.*! am* ***** poWieafse)a ter
eerU eabiSUgSo anortada por am certifica-
do qoo indique o grio de iastruccSp qae
elle possne, mu os eximes nao se faiem
em toga a parte pelos mesaos programma*,
e algamas vezas as necessidades do sefvico
obngam os juizes a seren iadalgentes. J
se tem adoptado programmas para cada
uma das classes de qoo se compbem as es-
colas graduadas; trata-se de generalisar
igualmente iquelles petos qaaes serlo exa-
minados os professores. Os diplomas qae
Ibes sao passados esto longe de terem o
mesmo valor. Un sao valiosos somente
por um tempo determinado, ootros confe-
rem o direito de ensinar em toda a parte
e sempre.
Em geral a commSsSo das escolas sob
a presidencia do superintendente, que exa-
mina os professores.
No Estado de Obio ha diplomas de qoa-
tro graos que dio direito de ensinar duran-
te 6, 12, 18 e 21 mezes. Em New-York e
o superintendente que examina os professo-
res e Ibes expede os diplomas. Mas, em
todos os Estados, as provas a qoa esto
sujeitos os candidatos slo julgadas inaaffi-
cientes. D se maito valor aos" diplomas
oblidos pelos candidatos que fizeram esta-
dos as academias e escolas superiores, e
sobretodo aos ttulos daquelles que recebe-
ra m graos universitarios.
Duas questoas importantes, hoje (feral-
mente resolvidas do mesmo modo, foram
durante alguns annos discutidas as reu-
nios poblicss, nos jornaes e relSiorios dos
superintendentes. Sao ellas relativas
abolig3> dos premios escolares e dos casti-
gos corporaes. A necessidade de supprmir
os rate-bills .--ostentada em am relaloric
da junta de educagao do Connecticut com
rauita torga e elocuencia, pelos Srs. Feo-
tn, de New-York, Eward Everet e Sears,
presidente da universidade de Brown. Em
toda a parte onde elles foram suppri-
midos, as escolas tornaram-se mais nume-
rosas e ftorescenles. Para estabelecer em
todas as escolas a gratuidade absoluta
que tantos homens ricos se teem mostrado
t3o generosos para com as escolas; esse
foi o alvo principal qae o Sr. Peabody quiz
altingir quando dedicou aos estabelecimen-
tos de instrucc3o publica uma riqueza t.
inexgoiavel com a sua benevolencia.
O estabelecimento de escolas particulares
para os pobres uma cousa deploravel,
offeosiva do amor proprio e dignidade da-
fuelles que sao objecto deltas, e que, alias,
nem sempre sero pobres. Fondon-se
uma na Carolina do Sul, mas ninguem
raandou para ella seus filhos, e a escola
cabio.
Uma curiosa correspondencia moslra &
estado da opinio publica respeito da gra-
tuidade absoluta das escolas. M. White,
superintendente de Ohio, faz saber qae o
rate-bill, adoptado primeiramente, foi aban-
donado ha quinze annos. Nao existe em
Estado algum do Oeste. Foi abolido no
da Indianna, no Iowa, no kansas, no Ken-
tucky, na Ponsylvaaia e no Massacbussets
Essa retribuiro tinha sido todava multo
pequea em toda a parte; a sal aboligt
absoluta, porm, est em perfeito accordo
com as disposiges da opinio publica
Hoje, em quasi todos os Estados nao s os
alumnos recebem inslracc3o 'gratuita, mas
ainda se Ihes do gratuitamente todos os
livros necessarios. Em New-York, por exem-
plo, e era Pbiladelphia, livros, pennas, pa-
pel, pedras, sao postos liberalmenle saa
disposgao em todas as escolas primerias e
secundaras. Esta despeza, para os 75.000
meninos que frequentam as escolas em Pbi-
ladelphia, de 340,000 francos por anno.
o que d, termo medio, uma qoantia dc-
4 francos o meio por alumno. Cada om
dalles teria de despender qoantia muitc
mus consideravel, se houvesse de.comprar
individualmente os livros e outros objecto*
de trabalbo. Em Chicago os pais sao obri-
gados a compra-Ios; para elles despeza,
muitas vezes superior aos seus meios. e o>
obriga a conservar em casa os filhos. O
ultimo relatorio do Sr. Clarke, presidente
da junta de educag3o, observava qne, para
um menino que houvesse frequentado os
cursos de tres graos, esta despeza poda
subir a 330 francos durante todo o tempe
Ida estudo.
om til doctor chamado Raymundo ?
I44T

Dahi voltas a casa delle.arranjas uma
historia muito pittoresca das pesquizas a
que temos procedido ; d a entender qne
j andas na pista de preciosas informages,
e o homem que parvamente quizaste assas-
sinar por eausa de meia duza de notas,
esse hornera ir buscar dinheiro ao inferno
para satisfazer todas as tuas exigencias.
Oh I que mina to famosa I gritou o
P de Forno enthusiasmado.
O semblante de Beauregard annuvion-se
de repente.
E depois, accrescentou com frieza,
nao foi elle proprio que t'o disse, esse des o
cendente dos Grandliens ? Traz no coraga
ouro segredo, risca no espirita.outro plano.
Mas o segredo faz-!be medo, o plano hor-
rorisa-o. Oh 1 a-combinago de am crme,
requer seu tempo I Todos nos assim te-
mos principiado, na a te lembras ? E qae
sabida tamanha 1 Safa 1 Como o singue
nos escalda as veas Que mar de san-
gue diante dos olhos! At ebega a gente
a cegar 1 O visconde vai nessas altaras.
Agora hesita, empalidece, perturba-se 1
At que na de fechar os oaos, e se ba de
a tirar propriamente na garganta infernal
coja profundidade o fascina e o attrahe.
Est-me a fazer arrepiar 1 disis o P
de Forno em ar de cagdada. Vamos a
saber, ir j daqui ter com o gajo ?
Ainda nao.
Precisa entSo de mim para hoje ?
Has de vir comigo.
Comsigo, mea amo, voa at ao fim
do mundo I
Deixa estar que nao te levo to longe.
Anda. I
J nao o largo.
Eolhal... jaizinno, os hipantes
bem abortos, e regala-te peio qae ea fizer.
E depois disto entra m o corsario e o
ex-actor em casa do tio Robin.
O velbo, mil se convanceu de que no
conbecil nenbnm dos doas, entrn i exa-
mina-tos com receiosi illeocio. para ver
se atiniva com qae especie de gente ia
fallar.
Robin de todos os oficios sabia
(Continuar-se-ha.)
lem,?i 'a N5 te QCDmbio de es cogitares, cochinho ; cbgivi i todas ai clai es da

sociedade.
Diziatn por all qae empreitavi
com immonsa usura ; o certo qae em de -
terminados das do mez, enchia-se-lhe i
casa de urna gente dificil de classiQcar, mas
que se encontra, todos os lins de mezas, no
escriptorio de qualquer agiota miis po-
brero.
Nem Beauregard nem o P de Forno po
diam entrar naqnella catbegoria, e o velho
usurario logo vio no primeiro relancear de
olhos, que nao ia tratar de emprstanos
nem de descontos.
Senhoreou-se delle ama apprehensc
vaga.
Dos dous homens que tinham entrado,
Beauregard que mais Ibe dea ao goto.
Ou por illuso, ou por acaso, pareceu-
Ihe que existia tal oa qaal parecanc entre
a visita desconhecda e o homem doe 96
contos.
Beauregard n3o pareca tio idoao ;.ti-
nha mais firmeza no olbar ; ora talvez
mais alto do que. o outro ; ais ae sices
erim as mesmas, a mesma configorago
da cabega, a masma largura na testa.
Nem tanto era preciso pira o deaaso-
cegar.
O P de Forno quedou-se pirado ao p
da porta, como quem quera Icar de goar-
dar a ella; Beauregard, depois da orna
corlezia foi-se chegando par o tio Robn, a
d izando :
Pego perdi, mea charo senhor, por
me apresentar assim em saa casa sam mais
recommendagoes ; mas para este mea mo-
do de proceder, tenho ama deacolpa fa-
mosa : nao conheco nenhom dos seus ami-
gos, e por isso foi obrigado a vir aoeiaao.
Robin fez i mesan do eitjl
pegaros olhos do corsario.
A maoeira qae elle ia fallando, i riba
confirmando as da vidas; a voz < ivii,
tinha at suas entonacea qat U lembra-
vam as do clcala.
da ima) perdao,

Nao necessita
reapoadeu q velbi
firmen. Estou d
at pena de saber cq


-
'


^M.
rxf

-------------------------


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