Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12368


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Full Text



p
mO XLVII. NUMERO 92.
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PAAA MIT10 I F01A DA PBOTUCIA.
Por tros mezes tmtsa..........
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Propriedade de Manoel Kfueira de Faria & Filh
Mi i|
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Os

AO ACOTES

Srs. (omdo Antonio Alves Filbos, nofarf ; Goncalves & Pinto, no torinhao ; Joaqnim Jos de Oliveira, no Cari ; ^rtonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jlo Mara Mo Chave*, no Am ; Antonio Marque, da Suva, *
Pereira d'AImeida, em Mamangnape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahvba ; Antonio Jos Gaam* Tilla da Penha; Belarmino dos Santos Buido, en Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
______ m NaMrtth Antonio Ferrera <* Aguiar, em Gojanna j Frantno lavares da Costa, em *goas; Dr. Jos Martina Alves, na Baha; e Leite, Serquinho 4 C. no Rio de Janeiro
^=^------------------------------_____
no Natal; Jos Justino
parte ornciAL
Gorerao da provlacla.
RXPBPIEJI'n: DO DA 17 DE ABRIL DE 1871.
JJO presidente da provincia, tendo ouvido o
inspector da thesouraria provincial, resolve de
oonfurmidade com o regulamenlo do 21 de julbo
de 1868, prceacber os lugares vagos da uella re-
par tifio pela seguale forma :
Tbesonraha.
i* eseripturar o, o 2* Joo Caraeiro Monloiro da
Silva-Sanios.
2 dito, p 3 bacharel Sydronio Lydio de Oli-
veira Magalhaes.
2* dito, o praiieanie Antonio Sorano do Reg
barros.
Cartorario Jos Affooso do Reg Barros.
Consulado.
^escripturario Jos Xavier Cirneiro de Barros
(Campello.
O presidente da provincia, resolve, de con-
l ormdade com us arla. 8 e 10 d js eslatutos de 23
de dezembro de 18S9, nomear os membros do Im-
perial ln>tiioto Pernambueo "Tle Agricultura, te-
nante-coronel Jos de Moraes Gomes Ferreira e
baro da Soledad para exerceram ioterinameote ;
o primeiro o lugar de vice-presidente e o segan-
do o de thesGureiro do mesmo Instituto.
-J O presidente da provincia resolve, de eoa-
tormidade com o art. 1* do regulamenlo de 13 do
correte, nomear o engenheiro Manoel Buarque de
Macedo para o lugar de fi cal da estrada de ferro
do Recife a Caxang, percebendo a gratisacao de
200*000 mensa*.
O presidente da provincia, attendeudo ao
ifji) reqnereu o bacharel Miguel dos Aojos Bar'os,
juiz municipal e de orphaos do terrro de Iagazeira,
resolve conceder-lira mais trinta das de licenca
sem vencimentes, de vendo nesse prazo seguir para
0 dito termo, e reassumir o exercicio de sua ju-
risdieeo.
Exped rara-se as necessarias communicacSes.
Officio s :
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia,
acensando recebida a relaco, que remelteu, dos
individuos tratados de felre amarelia no hospital
Pedro II, dorante o raezde marco ultimo.
Ao mesmo, declarando que, viste do pare-
cer que remelteu, pode mandar admittir no colle-
gio dos orphaos, se houver vaga, o menor Jos, ti-
ln de Urobelinz Cecilia das Naves, que assim re-
qnereu.
Ao me-rm, aotorisando-o a mandar inscre-
ver no'quadro respectivo, aflm de serem admiiti-
das no collegio das orphaas, quando se derem va-
gas, as menores Oiulia, Columba, Mara, Isabel e
Mara; as dnas primeiras, Albas de Francisca Ale
xandrina de Caraargo Muniz ; a terceira de Da-
miana Mana dos Prazeres, a quarta de Josepha
Mara dos Aojos e a qointa de Isabel Mara de
Jess.
Ao coronel commandante das arma?, para
mandar por cm liberdade os recrutas Appoliuario
Jos dos Prazeres e Thom Gomes da Silva, visto
lerem provado isengao legal.
Ao mesmo, dizendo em raspaste ao seu offl-
eio, que p le autorisar o commandante da forta-
leza de Itamarac a remeter para o arsenal de
guerra, aflm de serem all concertados e pintados
a oleo os oaldes, toneis e j trros de madeira, por-
tear-entes raesraa fortaleza, mediante a quaotia
de ti/OOO, porque cootratou a conduego desses
tbjoelos, e que dever ser paga por conta das des-
pezas miudas do referido arsenal.
Offlcioa-se nesle sentido ao diretor.
Ao Dr. ebefe de polica, mandando louvar o
iiibdelegado do segundo distrelo do termo de San-
to Antio, capillo Joaquim de Hollanda Cavalcan-
te, pela captura, por elle pessoalmente effectuada,
do criminoso Clemente Bezerra Santos, pronnn
ciado como ocurso as penas J) art. 193 do codi
go criminal.
Ao inspector da thesouraria de fazenla, com
municando haver o jaz de direito da comarca do
ttuique, bacharel Joo Hircanu Alvos Maciel, assu-
mido o exercicio de seu cargo no da i do cor*
reate.
Ao mesmo, inteirando-o de que no dia o do
crreme Salyro Ferreira Leite, assumira as func-
i;0ej de juiz municipal do termo de Cimbres, na
1 jslidade de quarto snpplente.
Ao mesmo, declarando ter o bacharel loa
jaira Cordeiro Coeho Cintra, reassumido no da 6
do crreme o exercicio de jutz municipal do ter-
mo de Goyanna.
Por essa thesouraria raandou-se pagar :
Ao tenente-coronel Jos Chrispiniano R>drigues
Coelho Brando, ou ao sea procarador, os venc-
meatos relativos ao mez de fevereiro ultimo, dos
guardas uaciooaes destacados em Petrolioa.
Communicou se ao commandante superior do
municipio da Boa-Vista.
A pessoa competente os vencimentos das
pravas empregadas no deposito de recrutas duran-
w a primeira qulozena desle mez.
Ao inspector da thesouraria provincial.De-
claro a V.S. paraos lias convenientes, qae de
ccoformidade com a soa proposta couda em of-
ttcio de 17 de marco ultimo, resolv Beata data no-
mear o 2* escripturario dessa tbesoorara, Joao
Caraeiro Mooteiro da Silva Santos, para o lugar
vago do i*; para de 2*, o 3 bacharel Sydronlo
Lydio de Oliveira Migalhae?, e para o de 3* o pra-
ticante Sorano do Reg Barros.
Tambem oomeei Jos Affonso do Reg Barros
para a vaga de cartorario da mesnta thesouraria,
attendendo a qae esse lagar por saa aatareza nao
da accesso, nem codcqtso, e apenas pelo respec-
tivo regulamenlo lem a caihegoria de i* escripta-
raro.
Para a vaga de 2* escripturario do consulado
provincial fot igualmente nomeado Jos Xavier
Caraeiro de Barros Campello, visto nenhum dos
lercelros escripturarios do mesmo sonsulado ter se
habilitado em concarao e ja haver aquelle presta-
do exame de sufflciencia para o logar de 2* es-
cripturario dessa thesouraria.
Ao chele da reparticao das obras publicas,
para qae, era atisfacao a deliberacao da assembla
legislativa provincial, ioforme sobre o obiecto da
inclusa peticio de Adolpho Cavalcante de Oliveira
Maciel.
Ao engenheiro acarregado das obras geraes
aotorisande-o a contratar com o marcineiro Pau-
lo Baptuu Caraeiro, de conformidad* com as clau-
sulas e orcamento qae rennettea, a mobilia e mo-
vis necesearios para a Facaldde de Direito, ex-
cefjto o viole e cinco beos na knportaneia de
i74t I dever ter a applicacao qae fr radica-
da pelo director da mesma PacaWade.
Commanieoa-se i thesoararia de fazeoda.
Ao eomaiaodanie do eorpo de pelieia, per-
miniad* o engajamenlo do paisano Joaqaim Ber-
nardino Arnaalo, se for idneo.
Ao jais de direito da comarca de Caroar,
dizeodo em respostt ao lea offkio ue, pode man-
dar remover as pedras rooteiras aedwpu do acode
dMuelU cidade para o logar onde deve ter Mo
* Hlfgio do mesmo arad*, (Uspwmmdo para liso
ate a ouaha de 4804, visto ser aecemaria essa
renoelo, afta de salvar-se as obran j exeeutadas.
IWdiratn eo as necemariaa eemmanicnooes.
^msfwmntor pnbiko te ernaanu de Sute
Amia, ojmmsajfl a toa axtencansara os f;
-----------------o Dr.^LmTaeJsllel, de
r Carie* amanraMW em um
tboem atoo gwniMd
n M dusefuiam Bo oesme djstrictv
noel do Nascimento ferio gravemente a Laarindo
Jos Ferreira, e finalmente qae no eogeoho Bom
Successo no lOraip da Escada um eanravo do me-
jor Jos Antonio fereira.de nome Marcelino, ferira
gravemente a pret Balbioa, e a Igoacia Mara da
jVwrtjein^-e reeoramenda4- emprefo-dae de- kcaotetlar a perpertacao
ligencias legis, sm fe que tenham andamento
soflram
os procejsos, e soaram os deliaqueales a devida
punicao.
Portlrias:
Ao gerente da companhia Peroarabucana,
para mandar transportar at.ao presidio de Fernan-
do de Noronha, por conta do ministerio da guerra,
a raullier do sentenciado militar, ex-alferes do ex-
ercito, Pedro Alves Tmeira, e a um seo fllho,
mener, bem como a jtnlher do ex-praca, Vicente
d Annaaciacao.
Ao mesmo, mandando dar passagem proa
al o presidio do Fernando de Noronha, a Luiza
Mana Eleuteria, vinva do ex sentenciado Jos Bar-
basa Caraeiro, a qual va all buscar um seu nlho
menor.
Despachos :
_Abdias Bibiano da Cunta Sales.Indeferido por
nao se ter habilitado e.u concurso.
Amelia de Santa Roza.Informe o Sr. Dr. di-
rector geral interino da instruefo publica.
Antonio Rodrigues de Albuquerque.Indeferido
por nao se ter habilitado em concurso.
Capilo Antonio Jos Cordeiro Simdes.Deferido
Bario da Soledad?, Jos Mendes de Freitas, e
Jos Goncalves Ferreira Costa. Volte ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial para Informar.
Companhia dos trilhos urbanos.Informe ao
Sr. engenheiro chefe da reparticio das obras pu-
blicas.
Damiaoa Mara dos Prazeres.Dirija-se ao Sr.
desembargador provedor da Sania Casa de Miseri-
cordia.
Estanislao Gomes de Abreu Mello.Informe o
Sr. director do asylo de mendicidad?.
Francisca Alexandrina de Camargo Muniz.
Dirjase ao Sr. desembargador provedor da Santa
Casa de Misericordia.
Frederico Augusto de Lemos.Sejam entregues
mediante recibo.
GermanaMaria Sima.Seja posto em liberdade.
Isabel Mara de lezus. Dirija-se aoSr. desem-
bargador provedor da Ssnla Casa de Misericordia.
Jos Francisco de Pal* Velez.Ao Sr. com-
mandante das armas interino para attender ao
supplicante. p
Joo Caraeiro Monleiro da Silva Santos.Paste
orlara nomesndo o supplicante para o lagar de
' escriptnrario.
Joo Cesar Cavalcante de Albuquerque,Inde-
ferido.
Joaquim Lacillo de Seqaeira Varejo.Prejudi-
cado.
Josepha Mara dos Aojos.Dirija-se ao Sr. de-
sembargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Lacrado Barbosa de Jezus.A' vista da infor-
raacao nao tem lugar o qae reqaer o supplicante.
Manoel Jo- da Cunha Porto.Informe o Sr.
coronel commandante das armas, interino.
Capitao Manoel de Souza Braga,Concedo 3
mezes de licenga.
Pedro Alexandrino Machado.Indeferido.
Pedro Semeo da Silva Braga.Indeferido por
nao se ter habilitado em concurso.
Bacharel Sidronio Lydio de Oliveira Magalhaes.
Passe portara noraeando o suppltcaoie 2o es-
cripturario.
Thom Gomes da Silva. -Seja posto era liber-
dade.
Umbelioa Cecilia das Nev?.Dirija-se ao Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcios:
ao coronel commandante das armas, cora-
mullicando ter a presidencia autorisado oforne-
ciment dos pedidos, qae vieram annexei aos
seas effleios da 15 do corrente, sob ns. 260 a 262.
Ao inspector da thesouraria provincial de-
clarando, de ordem da presidencia, que a 16 deste
mez destacaram em Nazareth um inferior e 10
pravas de baialho n. 18 de infantaria da guarda
nacional daquelle municipio.
ra, no dia 30 do prximo passad >, anda me nao
sobrou lempo pela moita influencia de sarvlco.
Para que possam as autoridades satisfazer os
desejee do peridico Litoral nao so era neces-
irio que tivessem o dom da previsao para
dos erimes, como o d
ubiuuidade para se achar em todo o lagar onde
elle se baja de perpetrar o qae v V. S.,v tedo no
mera dotado simplesmeote de senso commom, qae
a impossivei mesmo dentro das cidades, onde
accao da justica pode ser prompta e media
ta,e nos no campo onde a distancia e a ex-
teasao dos districtos e serapre um obstculo
ao curapremento dos deveres.Deas guarde a V.
S..Illm. Sr. capitao Antonio Peregrino Cavalcan-
te de Albuquerque digno delegado de polica do
termo de Serinhaera. O subdelegado em exerci-
cio, Francisco Tito Xavier'dP Lima.
toado. Jos Mara Ildefonso Jacorae da
Pessoa e Mello, coronel commandante das
as interino.
a conforme loaquim Manoel de MkUiros,
ao ajudante de ordens interino encarregado
eialhe.
Secco 1.'Secretaria di polica de Pernambu-
buco 12_de abril de 1871.Illm. e Exm. Sr.Pas-
so as raaos de V. Exc. o offleio junto por copia que
sob a data de 22 de marco ultimo me dirigi o de-
legado, de polica do termo do Cabo, em respo-ta
ao que loe dirig exigin Jo iaformagoes sobre o que
sob a epigraphe 46imo policial publicoa o peri-
dico Liberal, aflm de que" V. Exc. tenha conheci-
mento do qae a respeito de urna publicado
declara aquella antorldade.
Deas guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Diogo Velho Cavalcante de Albuquerque,
dignissimo presidente da provincia. O chefe de
polica, Luiz Antonio Fernndes Pinheiro.
Delegacia de polica do termo do Cabo 21 de
marjo de 1871.N. 118.Illm. Sr.Com a infor-
mado do subdelegad do primero districto d'esta
fregueza, que junto em original remotto a V. S.,
julgo ter cumprido saas ordens em offleio de 14 do
corrente mez.
Deas guarde i V. S.Illm. Sr. Dr. Luiz Anto-
nio Fernndes Pinheiro, digno chefe de polica des-
la provincia.O delegado snpplente, Luiz Fran-
cisco de Paula Cavalcante de Albuquerque Laceria.
SabJelegacia do primeiro districto do Cabo 22
de margo de 1871.Illm. Sr.Em conformidade
do offleio de V. S. datada de 14 do nrrenle, qae a
reqaiscao do Sr. Dr. chefe de polica me mandou-
Ihe ministrasse inforraacSes acerca do artigo trans-
cripto no peridico Liberal, sob a epigraphe Abuso
policial, respondo o qae, entendendo-me offlcial-
mente com o subdelegado, capitao Paulino Pires
Falco, recebi 'elle o efflcio qae a este acompa-
nha, igualmente por copia o offleio do inspector de
quarteiro dirigido aquelle subdelegado. F.' o qae
lenho a inlormar a V. S.
Deas guarde V. SIllm. Sr. Loix Francisco
de Paula Cavalcante de Albuquerque Larerda, dig-
no delegado do termo do Cabo!O subdelegado
primeiro saonieate do primeiro districto do Cabo,
Bernardo Ferreira de Barros Campello.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Reparticao da polica.
Semjao 1'.Secretarla da polica de Pernamba-
co llde abril de 1871.Illm. Exm. Sr.Sub-
meti a considerado de V. Exc. o offleio junto
por copia, qae sob a data de 6 do corrente me
dirigi o delegado de polica do termo de Seri-
nhiem, a qnem ouvi sobre |uma publicaeo inse-
rida no peridico Liberal, aflm de qae V. Exc.
tenha eonbecimento de que a tal respeito declara
a mesma antoridade, convindo dizer a V. Exc.
que ja foram expedidas as precisas ordens para a
captura do criminoso, Manoel Ventana, de qae
trata o citado offleio.Deus guarde a V. Exe
Illm. Exm. Sr. conselheiro Diogo Velho Cavalcante
de Albuquerqne, presidente da provincia.O cha-
fe de polica, Luiz Antonio Fernndes Pinheiro.
Delegacia de polica do termo de Seriohaem 6
de abril de 1871.Illm. Sr.Em resposia
ao offleio de V. S. firmado em data de 29 do pas-
sado em o qnal pede informadlo relativamente ao
assassioato praticado na pessoa de Jos da Hora,
por Maooel Veotaoia em trras do engenho Ama-
ragi de Agua do 1* districto da fregaezia de Ga-
melleira, cumpre-me apresentar a V. 8. o offleio
qae me dirigi o respectivo subdelegado a qnem
as solieitei e a deparar a V. S. qae e assassinado
charaava-se Manoel Francisco e nao Jos da Hora
como disto o peridico Liberal o. 67. Dj mesmo
offleio conbecer V. S. que as accasaefies feitas
pelo peridico Liberal n., 67 que veio junto ao
efflcio a V. S. a que aliado, deixam de ser verda-
deras qaanto ao camprimento dos devere) do
funecionario publico naquella localidade, visto
como se conhece que o mesmo subdelegado foi
Lorompto em proceder ao eorpo de delicio no as-
Hassinado, e a instaurado do processo por seme-
ihante crime (o qae ja tive a honra de comrau-
oicar a V. S. em mea offleio de 24 de marco pr-
ximo passado) ni) podeodo ser tasado de indife
rente pela falta de prisio d) delnqueme, visto
cono se poz elle fra da ccao da Justina, apenas
se dea o facto criminoso, o qae por sem davida
nao era possivel prevenir. Entretanto recommen-
dei com instancia a prisao do predito Manoel Ven-
tana, e apenas ella se verifique, se por ventara
estiver elle oeste termo o communicarei a V. S.
Deas guarde a V. S. Illm. Sr. Dr. Luiz
Antonio Fernndes Pinheiro, digno chefe de poli-
ca da provincia.Antonio Peregrino Cavalcante
de Albuquerque, delegado de polica.
Subdelegada do i* districto da fregueza de Ga-
melleira 4 de abril de 1871.Illm. Sr.-Cumprin-
do qaanto V. S. raim exige sobre e facto de haver
Manoel Ventana assassinado a Jos da Hora, ne
engenho Amaragi i'Agua, oaveodo o cadver
dette etUdoat as 9 horas do dia tem tebaver feito
o eorpo de delicio como diz o peridico Liberal a.
67 de 24 de margo, informo que falsa, injusta
semelhante censara, porqat apenas tive noticia, do
aeoaieeimmto anreteniei-me no logar do ^eiicto
e proced ao competente eorpo de delicio do qual
coasta qa foi ella feito ai o horat ^ maahia,
ftdo sjao q gime perpetrado as 8 & noite do dia
, taeWiatameme trAel a iajtaarar o
JLffH'i** ??c -dia, faltando torna-
te o dMftMm tmm^a oe ainda nio prole
rl porque uavsQdo vqUado 03 autos da promoto-
Illm. Sr.Respondndo ao sea offleio de 14 do
corrate, sobre o aviso publicado no Liberal a. 56
a epigraphe Abuso policial.
Nesse artigo se l o segrate : que Luiz de Santa
Annae Manoel Chimbte travarara-se de razdes
e de faca em punho accommetteram-se quebrando
um d'elle a faca*de encontr a parede do oitao da
casa onde brigavam, e que presos e desarmados
pelo inspector qae me os remenea, ea por eonbe-
cimento sollei a Santa Anna e por desencargo de
censciencia a Manoel Chimbute. Devana limitar-
me a dizer qae o noticiador do Liberal mentio,
nao quero ser to conciso em mesma resposta, al-
guma coasa accrescentaret em ordem a demons-
trar o que levo dito.
Es o facto :
Chimbute e Santa Anna, moravam na mesma
casa na praia do Gaile, e viviara com urna mes-
ma mulher. Sao dous pobres sera arrimo nem
protecclo qae vivem a jornal ou pescando, sendo
um delles ex-praga de marinha.
O facto do-abandono da mulher a um delles dea
lugar a qae se travassem ama despata de pala-
vras na oceasiao em qae o inspector Maximiano
passava, oavindo e vendo tal altercagao, dea-lhe
voz de prisao a mesma ordem, e para correccio
m'os enviou cop o offleio por copia junto. Ape-
nas forara-rae presentes taes individuos interro-
gnei-os, bem como a patrolba qae os conduzia, e
comprehendendo em face da resposta que obtive,
e da leitura do offleio qae os acompanhon, qae
nao havia motivo para prisao preventiva, os paz
em liberdade. Eis o facto tal qnal se passou.
Massangana 18 de marco de 1871.
Deas guarde V. S.Illm. Sr. major Bernardo
Ferreira de Barros Campello, digno subdelegado
do primeiro districto da vil a do Cabo. Paulino
Pires Falco.
Quarteiro de Gaibd e Teriri 7 de margo de
1871.Illm. Sr.Commanico V. S. que prend
Luiz Jos de Frang e Antonio Ribeiro dos Santos,
para correcgo a ordem de V. S., por se achiren)
altercando palavras insultuosas mutuamente, os
quaes submetto a deliberago de V. S.
Deas guarde V. S.Illm. Sr. capillo Paulino
Pires Falco, digno subdelegado do primeiro dis-
tricto do Cabo.O inspector, Maximiano Ferreira
Rio Luna.
Conanaando das armas.
QUARTEL-GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO, 21 DE ABRIL
DE 1871.
Ordem do da addicional de n. 546.
O corooel commandaote das armas inte-
rino, em camprimento deliberacio toma-
da pela presidencia,communicada em officio
de 20 do correte, abaixo transcripto, de-
clara que Qca nesta data exonerado do ser-
vico medico militar da gaarnicao desta ci-
dade o Sr. Dr. Joo Bautista Gasanova.
Aos loovores e agradecimentos que a
mesma presidencia, no seu citado officio,
manda dispensar ao referido Sr. Dr. Gasa-
nova, pelos bons e importantes servicos
qae gratuitamente prestoo desde abril de
1.863 at o presente, o coronel comman-
dante das armas interino jolga que de soa
part corre ihe o dever de manifestar tam-
bem a sua gratidao pelo zelo, intelligencia
e assiduidade com qae o mesmo senbor
doator se bouve no longo espado de seis
annos, comespecialidade durante a guerra
do Paraguay.
Officio:
Ia secco.Palacio da presidencia de
Pernambueo, em 20 de abril de 1871.
Illm. Sr.Don solueao ao sea officio de
17 do coiTente, sob o* n. 269, dizendo-lhe
que pode dispensar o Dr. Joo Baptista Ga-
sanova,' de continuar no ser vico da guarn
Cao, agradecendo-lhe os que tempreitado
at esta data.
Deis gusrde t V. S.(huigns^Diogo
Velho amaleante i Atbuyterqm.-*Ko le-
nhor coronal tommaodaqte das armas inte-
rino,
RECIFE, 13 DE ABRIL DE 1871.
Solidas importantes da Europa.
Amanheci hontira em nosso porto o vapor in-
glez Oiinda, trazenlo datai de Lisboa at 5 do
corrente. Eis o que colhemos dos jornaes recebi-
dS.'
P.1ANCA.
Contina gravissima a situagao da Franca,
como melhor vero osletores dosltelsgrammasin-
fraeopiados.recebidos em Lisboa desde a passagem
do Amazone al pouco antes de partir o O/inda .
Brdeos, 36.As noticias de Paria de 25 sao
contraditorias e variaveis. Ni noute de Jidizia-
se qae eslava effectuado o accordo entra o gover-
oo e osinsurgentes. Depois, porQ, de muitas al-
ternativas os batalho.'s da junta central tem feito
preparativos de defeza formidaveis. Os deputadoa
e os manes de Pars convoca* os eleilores para
domingo convidando os habitantst a na) se abste-
rem de votar. Muitos joanaes protestara contra as
eleigSes ; mas a miioria do pvo aeceita-as. O
spelo de Pars geral raen te tranquillo e socegado
boje. Aj carraageos e os mnibus voltaram ao
seu servgo. Os jornaes partidarios da janta re-
voiucionaria atacam violetamente a assembla.
\o ha noticia de nenham acontecimente desa-
grada veL
Londres, 27.No sabbado, na assembla de
Versainas, Lois Blanc anoaneioa qae os ratires e
depatados de Pars conseotiram hontem as elei-
coei maucipaes ; a qaestao do recoabecimento
d este procedimento foi referido eommissao. Pi-
card disse qae a ordem traha sido completamente
reslabslecida em Lyon e Saint Etienne. O almi-
rante Saiaset em Versailles despensoa o sea esta-
do maior e separou-se dosteut bataibdes. Hon
tem as eteigdes de Pars effectaaram-se socegada-
raeate. A ordem perfeita e a tranqullidade pre-
valece. Os insurgentes sao rauito decididos e ener-
gioot A insurreico to forte qae os habitantes
reoonheceram a necessidade de te submetter. A
proelauacao da eommissao central diz qae a soa
raissio concluio e qae entrega os poderes as
raaos oa membros da commaaa novamente elei-
los. Corre que a revolla em Argel ganha terreno.
A assembla est ramio irritada com a inaetivida-
de de Tolera ; foram dalas ordena para a prisao
de Garisaldi. Os depntadot -illam em mudar a
a^hi| jf^n Toara, e de ohttgar Thiers a de-
raetti>se,^ana) o p>der principal executivo ao
dofae d'Anmale. Thiers tem dito particularmen-
te ijae hade esperar at que tenha 100,000 homens
dignos de cooQanga em Versailles e qae depols
hade atacar Pars seos insurgentes se nao rende-
reo. Os insurgentes capturaran) as canhoneiras
do Sena. Os postos avaogados prassianos tem ido
avine.ando at as muralhas e at s portas de Pa-
rs e Vineennes.
Brdeos 27. -Paris 26.A junta central revo-
lucionaria declara terminada a saa missao, e re-
eoinmenda ao povo que aleja homensjde trrbalho e
ponha de parte os advogados. A maior parte dos
jorear inglezes parecem prever a reoceupacao de
Paris pelos prussanos. O general Chanzy voltou a
Versailles. O almirante Sauset parti tambem
para all dipois de ter feito evacuar os postos oc-
capados pela guarda nacional. Por oatro lado a
junta abandona tambem muitos postos, continuan-
do todava a oceupar os pacos raunicipae?, a pre-
feitara de polica e a praca Vendme. As 4 horas
da tarde augmenta o numero dos eleilores. Presu-
me-e que as listas mais votadas sero as que tem
os nones dos depatados e dos maires actuaes, ou
mesmo dos antigos maires. Paris apresenta o as-
pecto ordinario dos domingos. A esqaerda repu-
blicana tem tido tres reaoides na sala do Jogo da
Pella em Versailles. Resolveu apoiar o governo em
quanto estese conservar no campo da republi a. >
Londres 28.Paris est perfeitamenle tran-
quilla. Os vermelhos tem grande maioria as elel-
goes, as quaes foram feitas sem alterar a ordem.
Espera-se que Blan ]ui ser pre.-idente do novo go-
verno. O povo est submisso, mas descontente, e
reclama a ntarvengo da assembla de Versailles.
Thiers justiOcou hontem perante a assembla, o
silencio guardado pele governo, e emphaticamente
repudran toda a tengo de anniqullar a repblica;
tambem juntou que nao davidava que a Franga
havia de per termo a urna insurreico to crimi-
nosa. Deram-se ordens para formar batalhoes de
voluntarios mobilisados em todos os departamen-
tos. H je rene em Bruxellas a primeira sesso
da conferencia Ja paz.
t Brdeos 28. Ajanta-central de Paris diz
n'uma preclamagao datada de 27, qae qaer impr
a assembla nacional a promulgagao de urna lei
eleiloral tendende a fazer com que a representa-
gao das cidades nao-seja absorvida pela represen-
tag) das povoagdes ruraes. O programma da
commana de Paris qaer qae a assembla seja so-
mente os interesses geraes do paiz, qae decida da
paz ou da guerra, qae vote impostes; mas que os
negocios esencialmente parisienses sejam do do-
minio da communa de Paris. Em geral a lista
da junta e adherentes tem grande maioria em qusi
toda a parte. Parece muito eonsideravel o nume-
ro das abstened.
. Londres 29.A situagao das coasas de Pans
contina sera alteragao; acidado est tranquilla.
O jornal offleal do comit central de Paris pede a
condemnacio morte dos principes em geral, e
do duque de Auraale era particular, como um ac-
to de dever publico. Falla-te da madaaca dos
ministros, actualmente servindo com Thiert. Gran-
des coros de tropa esto ebegando do occidente
da Franga. Tem-se formado um campo em S.
Geranio. O governo pretegne resolutamente |na
organisaco de una forca em qae pjssa depositar
cooSaoca Acidada deMarselha est tranquilla.
A insurreico em Argel torna-se malt) seria ; um
ebefe da tribu Monterani, testa de 30:000 ho-
mens est entre Aumale e Setil. *
f Londres 30.Paris est tranquilla, mas muito
desanimada. O governo de Berlina eonsenuo dei-
xar aagmealar o efficiivo da tropa para guarne-
cer Paris al 80,000 homens, isto o dobro da
forca estipulada as condigdes da paz. A comma-
aa foi proclamada em Paris na terga-feira, e os re-
voluncionarios esto todos os das tratando de se
consolidaren) no poder e de ganhar forcas. Os
jornaes moderados diiem qae o governo deve fa-
zer algum arraajo com os insurgente?. A cidade
de Marselha est declarada em estado de sitio. A
commana foi tambem proclamada em Tolosa. Se-
gando diz um telegrama de Vienna, o ministro
austraco em Buohvest receben instrucgoes a res-
peito da attitude que toma o tea governo, em coa-
tequeacia dos ltimos distarbioa do estado da
Bouman a ; refere-te a nm accordo du grandes
potencias, para exercerem ama aeco commam e
obsurem a repetigio de teraelhantes disturbios. >
< Brdeos ao.Pars, 29 4 tarde.Hontem nio
se chegofl a tomar nenhuma deettao na commana
por falta de lempo. Delesduie eTltard deram a
demlssio de nietnbrot da commana. Nenram
dade YerBuesl Bww^so^Stoae Pars.
O general Barra!
das tropas em
Londres, 3*.Reina"! completa' tranquillidade
em Pars. Caicola-se qae 160000 pettoas deixa-
rain cidade durante os 10 das passados. A
joaagatteio da coramuaa ter lugar publicamente.
no domingo baver ama revista de todas as tropas
neis communa, no campo de Marte. A bandeira
encarnada ser proclamada bandeira nacional. O
governo de Versailles recusoa-se a deixar entrar
mantimentos e eavallos era Paris. O comit cen-
tral eondemnoa morte Wilfred de Fonvielle. Ul-
nc de Fonveille est erganisando urna legio de
guardas leaes. Os allemaes accetaram modiQca-
cao o urna das condigoes dos preliminares da paz,
pela qual o pagamento de 500 rcilhoes de indem-
nisacao que se vence araanha, seja demorida.
'A^SS^SXSS^era chefe SLa ?Paris- "*"a ^ *" *" *>
Oa maires- de Paris, chegadot lodos Versail-
les, foram apresenladoa assembla no dia 23 pelo
br. Armand (de l'Arriege), que disse que essw
m tmham ido a Versaillee no intuito de se
purera em communicacio com a assembla. 0 Sr.
Armand pedio em nome dot nutres de Paris o
concurso da assembla, o disse que se esta se as-
sociava communicago qae aqaees vnham fa-
zer bes, se restabeleceria immedialamenle a tran-
quillidade em Pars. O orador disse que deixava
ai presidente o cmdado de conciliar com s exi-
gencias e usos parlamentares a realisaco desse
desejo.
O presidente disse que nada era mais fcil" do
3??!.C0?5.liar _es8e? dotts. I10010? : o maires de
ca, Gailhermina Frederica,
Marselha est tranquilla. Morreu'a rainha da Sue- LT.
. &.ui.:_. i que lorem deputados serao na tribuna os
princeza de Orange,
nascida a 5 de agosto de 1828 e casada a 19 de
junho de 1830. >
Bordos,|31.Marselha, 30.-Comraiia a ha-
ver tranquillidade. O movmtnlo est quui sulTj-
cado. O miire tomoa o oraraaado da gaarda oa-
ciooal. A populado espera com impaciencia o
um do movimeoto. >
Londres, i.Pars contina tranquilla, mas
muito desanimada; as tojas esto fechadas, e os
habitantes fogem era grande numero da cidade.
As communicagoescom Versailles esto Interrom
orgos dos seas collegas e pr-se-ha ama tribuna
a disposicao deste3 ltimos, aflm de que possam
assistir a sesso.
O Sr. Baze disse que j se tlqbam tomado as
disposigoes necessarias para esse um.
Os maires de Pars entram com as suas bandas
e sao acolhidos com phrenelicos applausos por
toda a esqaerda qae grita : t Viva Paris l Viva a
repblica I > A direita protesta, e varios dos seos
membros levantam-se e interpeUam cena vehe-
mencia os maires de Paris, pondo o chapeo na ca-
neca. O presidente agite em balde
pidas. A comoiaaa-apoderose-do-eorreio geral, &T=^7gagf ""P^'-
e os esenptorios commerciaes eslo fechados. A esqaerda gritara :.AbI.x'o
bolsa sera transferida para Versailles. Maadou-
se fechar as portas de Pars, porque es insurgen-
tes esperam brevemente ser atesados. Ha grande
divergencia nos chelos daommuna. Um regi-
ment de liaba deserten de Versailles em massa,
para ir junur-se com os insurgentes. O general
Duerot est formando um exercito em llenos
com os prisioneros qae voltam d'Allemanha. To-
das as tropas disponiveis no sul occidental de
Franga estao-se concentrando em Angoalme. Ha
socego em Lyon e Marselha.
< Londres, 2.O estado das coasas em Paris
est sem mudases. A Gazela de Btrlim diz que
nos districtos oceupados pelas tropas allemaes
tem-se dado ordens competentes para declarar o
estado de sitio, mas eonvencionado para ter de
accordo cora as leis francezas e com as raadaagas
3ue as cironmslancias reclamassem. Um jornal
e Bruxellas dn qae os prisioneros fraaceies na
Allemanha nao hao de receber as saas armas em
paseando a fronteira alleraia para Franca. >
< Brdeos, 1as portas de Paris es o fecha-
das desde sexta-feira por ordem da junta. A circa-
laco pelo caminho de ferro interrompida com Ver-
Mines. Ha grande irriuco em Pars excitada
pela suspeosao do servgo doa terreras. A inler-
rupgio das eemmooicaces e o eneerramehto das
portas caasaram grandes apprehensSes onusto na
popultco parisiense. Diminue consileravelmen-
te a chegada de vveres e de rticos de consa-
mo. >
t Londres, 2.Na-sexta-feira honve combate
entre os insurgentes e a tropa, debaixo das ordens
de Dacret, perto de Puteaux e Bois de Colombes.
Um ataque que os insurgentes tentaram perto de
Svres ro recebido cara urna fazilaria bem sus-
tentada. O exercito que est em Versailles espe-
ra ser atacado, e os seus postos avaogados esto
em frente de Neuilly. Todos os batalhSss d)s io-
surgentes esto alerta. Os jornaes da communa
sustentam o principio da abolicao da heranca. Os
fortes oa margem esquerda do Sena e os reduc-
tos de Nantes e Gruyeres foram oceupados pelos
communistas. Todos os das chegam tropas no-
vas a Versailles. O governo mandou voltar s
provincias todas as tropas do pouca conflanga. A
tranquilidade est completamente restablecida
nos departamentos, e a ordem reina em Marselha,
Lyon, Perpignam, St. Etienne, Creuzot e Tolosa.
Em Narbonne 03 insurgentes.foram derrotados.
< Londres, 3.Honve combate renhido no do-
mingo de raanhaa, perto de Coarbevoie, entre as
tropas de Versailles e os insurgentes; estes foram
repeilidos e obrigados a abandonar a aldeia em
consequeneia da grande qaaotidade de granadas
langadas do Mrate Valeriano. As barricadas em
poder dot insargentes foram violentamente toma-
das ponte de bayoneta pela tropa de linba ; os
insurgentes retiraran) para dentro de Pars, per-
den U 200 horneas. Diz se que os prisioneros to-
mados aos insurgentes foram fusilados por ordem
do general Vinoy. O effeito moral da victoria foi
ptimo : espera-se um ataque sobre Versailles.
O exercito de Versaille occapa St. Gloui e a liaba
do Sena. II) grande excitago dentro de Pans.
O banco da Franca adiantoa tres milbdes de fran-
cos 4 commaaa para evitar o saque. >
> Brdeos, 3.qt- Um despacho offleal de Ver-
stiles, do dia 2 noute, diz qae tendo os insur-
entes feito movmentos na direcgo de Rueil,
ourbevoie e Puteaux, tendo defendido com barri-
cadas a ponte de Neuille, o general Vinoy man-
dn atacar no dia 2 de raanhaa pelas suas tropas
as posigdes dos insurgentes. As tropas tomarara
as posigSes fortificadas com impeto notavel. Os
Insurgentes fugirara precipitadamente ; numen-
sos moitos, feridos e prisioaeiros. As perdas das
tropas de Vinoy sao quasl nallas.
< Londres, 4.Hontem houve ama grande ba-
talha ; os guardas insurgentes de Pris, em nu-
mero de 100,000 horneas, commandados por Ber-
geret e Flonrns, deixaram a cidade. marchando
em tres colavnas para atacar Versailles por Cha-
tillon, Point da Joar, e Neailly. Os insurgentes
tinturo a esperanga de qae o forte do Mont Vale-
ren olo faria fogo contra elles. u Mont Valerien
foi atacado e responden vigorosamente, cortan lo
ao meio a ala direita das torgas insurgentes de-
bailo das ordens de Bergeret com 10.000 homens
e de Flourens com 15,000 homens, a qnem se dei-
x iu de proposito effectuar ama junecao das saas
tropas. Esta forga em numero de 35,000 homens
est completamente cortada do eorpo geral, e tem
qae se bater oa reader-ee. O mareehal Mae Ma-
non foi nomeado commandante em chefe do exer-
cito de Versailles. A commana de Paris denno-
ciou Thiers, Jalio Favre e os mais ministros, co-
mo inimigos da patria, seqaestrou-lhe os seas h-
veres e tomoa posse d'elles. Um decreto da com-
mana manda separar a igreja do estado, mais de-
clara qae todos os bens da igreja sao propriedade
nacional. O estado nio qner a igreja, flcando-lbe
porem com os bens.
< Versailles.Os insurgentes avancaram hon-
tem para M radon e reductos de Ch til Ion e Rueil
e foram completamente batidos. G. Flourens foi
morl. Os insurgentes tiveram grandes perdas.
A attitude das tropas cuja*unlca esperanea era a
derrota dos insurgentes, excetlente. Os insur-
gentes qne esto nos fortes de Vanves e Assy ati-
rarara este manla contra as tropas. Esto sen-
do atacados no reduelo do Castillo, Espera-se
am saccesso prorapto e completo. O discurso de
Thiers na sesso de hontem, dis qae o governo
seri severo para eom os promotores da insurfei
cao e indulgente para eom os que foram Iludidos.
Foi multe appUudido.
Na ttalo da farde da assembla nacional,
detSftt mareo, adiou-se para o dia segrate a
diseussio sobre e parecer, prorogtndo tree meaet
mais o veneimeato ata tttru commerelaet. Va-
rios depottna prennnciaram em ngwda sentidas
porteas tafert na aseasslnios comasettidoe no t
anterior em rarlt, faxeodo fofo toare urna mtai-
sobre
v reate oa seteno fot watsgraao a apn
Varios deputados da
. oa chapeos I Estis
insultando Pars !
O presidente, depcis de tentar em vio restabele-
cer um pouco o socego na assembia, suspende a
sesso.
Um instante depois, s seis e meia, torna o pre-
sidente a oceupar a eadeira e levanta a sesso, de-
clarando que eslava terminada a ordem do dia. O
deputados da esqaerda conservam-se assentadoa
nos seus lugares : os da direita evacuara lenta-
mente a sala. A maior parte das tribunas, espe-
cialmente a dos maires de Paris, diplmalas e jor-
nalistas, continuara occapadas. Aflnal, retiram-se
tambem os deputados da esqaerda.
Na sesso da noute, qne principiou s dez
horas, j.no assistiram os maires de Paris, qae
tmham regressado capital. Em nome dettes,
disse o Sr. Arnaad de Pars, qae esteva araeacado
da guerra civil na toa expresso mais espantosa,
e que o restabelecimente da ordem e a salvaco
da repblica exigiam qae a assembla estiveese
em communicago mais directa e mais intima eom
as municipalidades de Pars, que os maires fossem
autorizados a tomar as medidas reclamadas petas
circunstancias, qae as eteigdes da guarda nacio-
nal se flzessem a 28 e as do csnselho municipal
antes de 3 de abril.
Declarada urgente a proposte, rejeitou-se o
projecto de enviar Par ama eommissao de 15
membros, porqae a assembla pareca indigno ir
pactuar com'a revojaejo, anio lira qua poda ter
urna eommissao que nao la acompautiala da forca
sutSciente.
Interpelado o ministro dos negocios esirangeiros
obre os despachos dirigidos ao comicio insurgente,
o Sr. Julio Favre disse qae nao poda dar explica-
goes, e que nao era esta a humilhago mais pe-
quena entre tantas qae a Aligera o governo. O mi-
nistro accresceota qae traba recebido novos des-
pachos com reservas ameagadoras; mas so por
ama parte os prassianos consigoavam o seu di-
reito a snffocar a insarreigo de Paris, por outro
lado entravam em negociagoes, qae deviam ser
motivo de inquietago para o legitimo governo.
A dolorosa realidade, disse Favre, que os
prussanos affrouxaram o movimento de retirada,
e que as qneixas dos francezes sao mais vivas do
que nunca, como se os exerctos eslrangeros qai-
zessem fazer expiar s populagoes que alravessam
as consequencias do qae e passa em Paris. Todo
deyido essa maldita insurreico que coosum-
mar a desgraga da patria, porque suspenden as
negociagoes e a realisaco de um emprestmo que
devia livrar-nos da presenga do iaimigo.
A sesso levauton se meia noute e meia hora,
e ple jnlgar-se pela linguagem do ministro radi-
cal que grande ser a amargura dos patriotas
francezes.
A sesso de 24 abri-se s tres da tarde com
raelhores impressdes, porque as noticias dos de-
partamentos erara boas. O projecto de adiar os
vencimentes de letras de commercio foi deuda-
mente discutido, como a gravidade da medida exi-
ga, e foi approvado com a emenda de reduzir a
um mez a prorogago.
No_flm da sesso, o Sr. Tirard mamfestou qae
era to grave a situagao de Pars, que devia re-
unir se a assembla naquella mesma noute para
accelerar as eleigoes muoicipaes. A assembla
resolveu reunirse s dez horas da mesma noute
de 24. /
No dia 21 foi afflxado as esquinas do bairro
da Bolsa em Pars, o seguate aviso offietal:
Queridos coneidadaos : apresso-me em levar
ao vosso eonbecimento, que, de accordo com os
deputados do Sena e com os maires eleiios de Pa-
ris, obtivemos do governo da assembla na-
cional : '
.< 1.*O reconhecimeoto completo das voseas
garaotias eleitoraes.
c !A eleigo de todos os offleites da guarda
nacional, indurado o sea commandante em chafe.
c 3.* Modificacdes na lei sobre veocimentos.
t 4.* Um projecto de lei sobre alaguis, favora-
vel aos aquilinos, al aos alagaeis de 1,200 fran-
cos inclusive.
At confirmardes ou rejeitardes a minha no-
meago, conservar-me hei no meu posto de honra
para velar pela execugo dis leis de conciliagii
qae conseguimos obter e contribuir assim para a
seguranga da repblica. *
Pars, 23 de marco de 1871.O vi ce almiran-
te, commandante em chefe provisorio.Saissel.
No dia 29 teve lagar a proclaraacao da com-
maaa, sobre cajo acto assim se exprime um jor-
nal de Lisboa:
A's 2 horas da tarde de 29, toearam as trora-
betas a reunir em todas as roas. Um n >vo susto
e geral alvoroco. Averiguado oawo, tratava-ie
de proclamar a commana das jammias do Hotel de
Vilie, e rennlram-se para isso os guardas nacie-
naes qae nio eshvessem de serveo, aflm de dar
mais solemnidade ao caso, A ceremonia era veda-
da aos profanos. As sentinellas nio dexavam
entrar na praca, senio os reeenheeldamente ver-
melhos. A coasa fez-se as quatro horas em ponto.
Diante da porte principal do palacio levanlava-se
ama tribuna destinada aos aovos eleitos ; a esta-
tua de Henrique IV eslava tapada com nm panno
verraelbo, e ante delta poeto nm busto da rep-
blica eom sen gorro abrygio, tendo por fondo um
tropheo de bastoneras vermelbas A' medida que
os batalhoes da guarda nacional chegavam, ara
os porta baudeiras coaocar-se ao p da tribuna.
Quando o relogia do palacio batea as quatro, ou-
vi raro-se salvas na peale Caange. Os tambores
e ai eoraetas fueas-te ouvir e as msicas toeam
a Manetheta, que 40:080 votes cantara ota coro
O comit entra aa tribuna reservada, sanando
teetamaooN dos
praca, neto agitar das baaietraa e ate I
toa na poete dea bayonetas. O
pede silencio faite :-Qiadaos,
S
encaema
pos-
g^jtwix


**
Iffrll Ifl liflni
roelama
snonicipal.
inspirara
A os do II* e 18 dhtrictos, por rmirtf MfWtt. famlf
condecidos. Tornam as masa a tocar a Marte-
lheta. OsMOes Visad Lavalatto profereni
discursos. YUS* iz : Ar#W^?
manifestacis afOrraa os direitos do povo sO-
5or^4lteattseorol de Berln e de
3. Pet leTanu mais f* rte qne nonca, regenerada pelo
biptisno da repblica. Lavalette du '. A nossa
attuude traoqui la moair* a rabi* Je Ver-
saiUes a nossa forgs. Estas discursos acabaa
pelos grito* de : Viv\ a BWiticA bbmocSUTici e
social 1 A turba rpete. Al micas 2ffpcm
a Marselheia, o canto da partida o o can PF"
rondn is ; ouvemss novas taifas, o a |or**-
cional de>fila por es ico do anashora, aiadaaao
de novo a repblica e a eommnna. __
O Cri du Peaple, joros! deJPans pnbuea o
seirninte progranwa da caasmnna anreris
Reorganijaco immedfau dos dBWWos da ct
ade, segundo a situacao iodustrial o eommercal
de cada ba rro. .
c Autoneraia da guarda nacional, formada de
odos os eletores, que nomeia toios os sens cha-
fes e o seu estado mslor-genersJ, consorra a or-
ganisaco civil e federativa, est representada pela
junta central e a qnal deve o sea tnumpho a re
volocao de 18 de atareo. '
t Suppressao da prrMtura de polica. Vrgvm-
ca da cidade, exercida pera uanla nacienal postt
sob as ordens imiaediatas di ComiHuna
Suppressao, era qnanio a Pars, do esercito
permanente, tao perigoso para a lberdade cvica,
como carioso para a economa especial.
Orgaoisaci) fioancelra que perroiiu citada
Difera dt rniambiic% L- Domingo 23 de Abril d 1871
esses n m
de Pars dispar interior e Kvremente do seu rea
ment com excepcao da sua parte Je coninbowws
as despezas corles e sarveos pblicos e que re-
parta, segundo o direito e oquidade, os encargos
do contribuate cOfla rolacio aos sai vicos recei-
dos. 7'
t Supjressao dotla a subvencio que favores
os cultos, os iheatros ou a im prensa.
Pjpaga<;io do ensino seenlar e integral e
professional qae conoilie a liberdsdt de conseteo-
ca, os interssjos, os direitos do lho com os dt-
reitos e a lilterJade de p>i de familia.
Comee* > iramedla de orna vasta infornucaa
que ettbele$i a respons.bilidade que incumbe
aos-ttomeos pblicos nos desastres que acabara de
envolver a Fraotja; que precise a sttaawu iman-
eeira, commerol, iniwtrial o soeal da eidaJe, o
capital o as treas de que dispfte, os recursos de
qne goza, e que subministre os elementos de urna
liquidacSo geral e amigavel eeessana para o pa
gamento dos atrazos e a recoustituicio do redro.
OrganisacJo de ura sVtema de segaros cora-
manaes centra lodos os riscos sociaes, iaclusa a
suspensao de trabalho e a quebra.
Invesiga^.o incestante e assidua dos meios
mais proprios para proporcionar ao prodactor o
capital, o instrumento do trabalho, os mercados e
o crdito, alim de concluir de urna vez para sera
pre, eotn o assalariamento, o horrivel pauperismo,
aflm de evitar para sempre a repelcio da* retvto-
dcac5>s sangrentas e das guerras civia, que sao
as sais ennsequencias fataes.
O Journal dea Debats publica os segrate
pormenores sobre a priso do Sr. Lnller :
O Sr. Lulller era moderado. Quera que a
coraroisso central so cotendesse cjf os maint e
os deputados de Pars para obterem da assembkia
nacional as knmuoidades munolpaes, demonsirau-
I qr, se se obtivissem essas corKes^Ses, a- om
missao central nao leria de que arrependur-S' por
ler tomado o poder. O Sr. Lnller pedia tambera
em lodas reuoid-.s a oltora do gneral Chausy.
c Estavam as eojsas nests ponto, qaaodn oa
quiaia feira ao meio aia se deram os acontec-
meatos da pra$a Vendme, o ano o Sr. Lullier
eensmou. .\a "noute desso depforavel di, houve
urna nova remiiao da commissao central, entre-
gando o Sr. Lul'ier novos eoforeos para conven-
cer os setis cocgis. As suas palavras furaa
mal acolWdas e val-ram-lne a accasaca de reac-
cionario, de d.-fa for e de partiJario ds Chausy.
U qualifuacdes irritaram o Sr. Lnller, e forca-
ramo a responder commissj uo mesmo lora i
Que seriam os s^uhores aqui sem mm ? Fui
m que os tronxo para aqui, o aquella qu Ibes
d.n o poder pode lambem rerar-lh'o.
i Tfota a-neaca assustou o seos collegas, que
para prevenrom a sua rellisaeao, chamaram os
guardas nacionaes emandaram-o prender. No
diz;r da commissao cotral, os guardas fteariam
de sentinella ao Sr. Lnll'er, afim da o impedir que
se arraneeasse pela? janellas, porque (segundo a
avalo da referida commissij) fura atacado de un
aecosso de loucura.
Os segurares documentos foram afflxados as
esquinas do l'aris:
ffpnblica Franceza.
x Lberdade, igoaldade, fraternidade.
Pars. 22 de marro de 1871.
Cidadaos: No-dovidamos que experimenta-
reis, ai ler a sessao de hontem, o sonleieuto de
Jue a nossa alma esta possoida. Nao dependen
e n> que esta sssa) nao livesse outro carcter
e raelhores resultados.
Nao obstante, ohlivemos o recoohecmento
formal do direito do Pars, que par coosequeneia
ser chamado no prazo raais breve a eleger nm
ccnselho muncipaL
Neta situacao, comprebendereis, como nos. a
necessidade de evitar os desastres que surgiran
ueste momento de todo o conflicto entre os cida-
daos.
Vtva a Franca I Viva a repblica I Os re-
presentantes de Sena, Luiz Blnnc, FAjar Qaitut,
s eider, A. Peyral, Edmond Aden, Ck. Floqitet.
H'irHn-Bernard, jinglis, Ei. Lockroy, Farey,
Henri Brisson, Greppo, Militen, Clemenceau, Ti-
rar, Tolatn.
Repblica Franceza.
Lberdade, igual da le, fraternidade.
A' guarda nacional e a todos es cidaJaca, os
inaires e adjuntos de Pahs,e os deputados do Se-
na.A patria eosaogueutada e mutilada eii pro
.vina a expirar, e nos, seus filhos, assestamos-lhe
o ultimo golpe. O estraag-iro est s nossas por-
tas espiando a occasiao de entrar nella como se-
nhor; e viltaramos uns contra os outros as nos
sas armas fratricidas I
Em nome de todas as grande rocorhi-oes da
nossa desditosa Franca; em nome dos nossos fi-
Ibos, cajo futu.-o destruiramos para sempre, os
nossos coraedes quebrantados appellam para os
mssos: unam-se anda as nossas mos como se
adran Jurante as h iras dolorosas e gloriosas do
careo! Nao pareamos n'ura dia esta honra, que
cinco meics de valor sem exemplo tinhara conser-
vado intacta.
< Busquemos, cida la u, o que nos Tina e nao o
que nos divide.
Queramos a conservado, qneriamos que se
arraigas se a grande institu cao da guarda nacio-
nal, cuja existencia inieparavel da da repu
Mica.
Te-la-hemos.
< Queramos que Pars recobrasse a su lber-
dade municipal, por tanto lempo eonflseada por
am arrogante despotismo.
t Te-la-hemoj.
O nossos votos foram levados assembla
nacional pelos vqssos deputados: a assembli
flen-lhes saii-f^cio por meio de urna votacio una
nime, que garanta as eleieSes nrunieipaes n'am
brere praso edr Pars e em todos os mnnlelpios do
Franca.
< Emqaaoto nao se fazem essas eieicSes. nicas
legaes e regulares, nicas que sao conformes cera
ps verdadeiros prinepios uas instiui3s repnMi-
caaas. o dever dos bous cidadaos nao responder
a am cbaraamenio que ao ibes dirigi sem titulo e
aea direitu. *
< Nos, os voseos representaoles muncipaes, no*
os voss./:< deputados, declaramos, pois, qu i n *
conservan-.os compleuinaole eatrnobos s eiecoa
ananaciadas para amanlia e protestamos coalfa a
ana iliegalidade.
CiJados, unamo-nos no respeito a le i e sal
var-ie-bo a patria e a repblica.
Yam. a tfraafa / Kuws o repblica I
ffaris, S do marco de 187L (Sjguem-se as
aaaajaalatraa).
O primeiro numero do lar+nl Oficial dos insur-
-f entes coooha os seguintea aotaaneotos :
ftierarao repwbeana di gnmra nacional. .
< O.'gao do iwinicio central.
Se o cuucu) oaotaad^a guarda nacional fosre
aa ova-no, podara, pata ipUada din sety
wanare, deixar da se jiianttear. Mas aoiao a sua
PrtaMira aSraaiiaa MaVcatrar qce ao walan-
atelaoiar o lugar ate.qna4aanta>errobdoa alo
' popular, avosenanda-iM bonmda eam
iT a**" IP"*W 4o aadata)M
era graade.
. < -Na foi deaennhecido
expressao dos sijrTragos d SIS baulb5es ua utac-
da nacional.' 'J~
' filo fol proantor > desordens, porque a
guarda aartanak, qae Ibe-fee a sua direccv) nao commetteu excessos nem repre-
salias, a nwetrou-ao iajirilf ln e (orlbala sensa
tez a uderiflo de saTprSSpin. ot.
fi todaarta, no^blUTaai as praaoaacOes, e to-
dava o gotario oio eeison,-files rela*mai^ var-
gonaaos, da tentar a exparlaooia aMttais espan-
toso dos crate* : afnerra civil.
Calumatoa Pai j revoltn eanUa file a fW
vieta.
t Tronse oontra i os noaaos tasaos do ener-
cit.i, qae fe raorrer debi nunossas
etaananto os asperavam os sens rara*.
Qali lropr-BO m general em c*e*.
Tentn por assaltoa nocturaos, despoj
dos nossos cannoes, depols de obstarme**
enlregasse osfrussianos. *^*v
t Disse-emlm, a Pars, com o auxilie eos seus
cmplices de Bordeas: t Acabas de te mostrar he
roico ; ora nos temos medo de ti, por consegurate
arrancamos-te a corda de capital.
Que -fea o coraictp central pata responder a
estes ataquesf' FhibU afederafio; pregoO a
tioderacudigamoiavefJadetra -palavra ene-
rosidade; quaodo prncipava o ataque armado,
dizia ello a todos: Nada de agrosio, e respndei
s na ultima exiremdade I
< Chamon a si todas as hrtefi'gencia, todas *s
capacidades; pedio o auxilie do corpo do offl
caos; abri a sua porta todas as veaea que a alto
batiam em nome da repblica
De que lado estavam, pais, o dirvito e a jasti-
c t De qne lado eslava a ra f T
t Esta historia muilo corta e esta multo pr-
xima de nos, para qne ni i esteja anda na memo-
ria de todos. Se a eserevemos na wspera do dia
em que vamos retirar-nos, repeiimo-lo, para as
peisoas honestas qne aceitaram ligeirameate ca
lumnias dignas dos que as tinham arremas-
* ido.
Um dos maiores motivos de colera doctos all
mos contra nos, a obscurilade di>s nossos no-
mes. Ai I bastantes nomes eram eonhecid is, mui-
lo conferecidos, e essa notoriedade foi-nos bem
falal1..........
Queris saber qoal foi nm dos nltimos meios
que eiles empregaram contra nos ? Recusara pao
s tropas que antes quizerem deixar-se desarmar
do que fater fogo sobre o povo. E chamam- nos
assassinos, ellos que castigara coro a fome
noncia ao assassioioj
Dizemo-lo com*Adimacio: a lama sangrenta
com que tentam stygmalisar a n>ssa honra e urna
infamia fgnobil. Nunca por nos fot aasignada orna
seotenga de execuco; nanea a guarda nacin"
tomou parte na eiecncio de nm crime.
Que interesse teria ella nisso t Qae inetresse
teriamos nos ?
B' to absurdo corno infame.
E dentis, quasi vergoBhoso defender-
rtio-nos o nosso proceJermosira defiaillvamente
que somos. Disputamos subsidios aa hourus?' Se
somos deseonheeidos, tendo podido ohter, como
obri vemos, a emtancf de 2IS batMid>s, nao
porque desdentamos o fzor propaganda em nosso
favor? A notoriedadeoblem-se barata: ba*tam
algumas phraies balotas ou ama poaca da cobar-
da ; lo est provado ftor am passado reeeBtis-
slnto.
Nos, eoearregaJos de um mwidado que fazia
a*ealade de o ser, tajaUacsa aos
veres pira oblar nf*llivelnwnta os seas
c Cidadaos Tonho sumiuo prazer c
miltir, em nome do comit eentral, os
porque stbrra nafra) ^*rpntal>a*o*isr,1(, ocoragem qne '
de 18 e no dia 19 de
sei, que merecesies a ma
'.neral de brigada etc.Ganier.
(j vale* ^ue em Paria reparte o comido
central dos insargeote dizem assim
i I
Diah*lra.
tJeoeaanalimentl.-.io*.
No can de resist
csrregaa da reqnis
"'onae* d<
rodi f
leiram
dejSfersiiade
ca
, o.-sHado X..., sa-
la ser auxiliado palos
o.
am
asignado......
seros.
: Rtptttticalranceza ; outro : federa-
OtI
se o segrate; n'nmt forr*ipmdecia de, ucn n'mn corto pfasoum*eT.er
iaefoi ***>, 9* aons^akansifrapa-a
peraanaliitades qne Uea. o daas na-aada/eo
*er. b c !* iL-..
< ni danpunlian. sjna. ssarnva na sua dfcsna
a randa palaSra ^M>erMA^ .ngfcCini
~a%M nm rntt. sjMfwntaii ~
*oeata* ajoe HfaliW
aUaaatesacwsjCTa^oeoal: aiseasaMtn-
pesar sobre as nosas caneca nma terriael. res
ponsabilidade, de sem medo, e mal que nos vemos cRegados ao tmo,
dizemos ao povo qne nos estimoa o su* diente
para ouvir es nossos conwHu-' 'Aqu tens o
mandato que nos confiaste : onde o noeso inte-
resse pessoal eomecaria, aeaboa o nosso dever;
faze a tria vootade. LibertaHs-te. btenns ba a-
goas das, volfamos obseoro par a mas ft>ira>,
e mostrar aos governos que se pode desocer, da
eabeca erguida, os degraos do tea betel do Ville,
com a certeza de encontrar ao Qm o aporto da toa
leal e robsta mao.
Os mamb.-oa do comcio central. Ant. Ar-
naud, Assi. Billioray, Ferrat, f biek, Kd. Morcan,
C. Dapont, Vartm, Bousier, Mortier, Gonltier. La-
valelte, Fr. Jowd, Rousseau, Ck. Lulker, Henry
Fortun. O. Arnold, Vtard, BtowAet, J. Orotiari.
H. Greme, Fabre, Pougeret Born.
O Jounal o/fictal publica o s -guite na parte ofTl-
cial :
Cidadaos de Pars :
D'aqui a tres diae seris crismados, com toda
a lberdade a nomear a municipalidade parisien-
se. Os que por necessidade urgente oceupam
agora o poder, deporo enlo enlao os seus mu-
los provisorios entre as mos dos eleitos do povo.
Ma alm disto urna deciso importante qne
devenios tomar immediatamente : a que diz res-
pailo ao tratad i de paz.
Declaramos desde ja, estar Srmementes desi-
didos a fazer respailar esses prelirainires, aflm de
salvaguardar ao mesmo lempo a salvac/ da Fran
ca republicana e da paz geral O delegado do
governo no ministerio do interior, V. Grellier.
Os habitantes limitrophes das grandes vias de
commonicacao que servara para o transporte de
viveros para alimontaco de Pars sao convidados
a disporem as mas barricadas de molo que fique
livre a circulaco das carrnagens.
Pars 19 de marco de 1871.Pelo comicio con-
tra!, Castioni. G. Arnold, A. Bowt.t
Esse jornal insere mais o siguite documen-
to :
Aos departamentos.O povo de Pars, depois
de ter dado desde & de setembro provas irrecu-
saveis de patriotismo e adhe-o a repblica, depols
de sopportar com a sua constancia e am valor
sopinores a todo o elogio, os soiTrimentos e as
lulas de nm cerco extenso e penoso, bdo trou-se
de novo altara das circitmstancias presentes e
dos esforcos que a patria devia esperar delle.
Com a sua attilade tranquilla e imponente,
:om o sea espirito de ordena republicana, soabe
jaatar com vinculas enromons a immenaa maio-
ria da guarda nacional, attrabir as sympslbias e
o activo coocurso do esercito, manter a tranquil-
izado publisa, evitar a eluso de saugue, reorga-
nizar os servidos pblicos e respailar os conveoios
internacionaes e os preliminares da paz. Espera,
portanto, que toda a imprensa reoonhecer o far
constar o sen o-pirit) de ordena republicana, o
seu valjr e a sua ahnegic^o e que ces-aro as ca-
lumnias ridiculas e odiosa divulgadas ha algaus
das as provincias.
Os departamentos, Ilustrados e desengaados
prestara jusuca ao povo da capital e compr.-h-n-
dero qne o accordo de toda a naco indispen-
savel para a salvacao commura. Aa grandes ej-
dadea provarara as eleicoes de 1860 e ao ultimo
plebiscito que sai acbavam animadas do mesmo
espirito republicano que Pars ; as novas autori-
dades republicanas esperan que Ibes preslarao o
seu concurso formal e enrgico nasdaciuae cr
cumsiancias e que os ajudar) para levar a cabo
a obra de regenera cao e de salvacao qae erapre-
henderam no meio dos maiores perigos.
Os habitantes do campo apressar-se-bo. a se-
guir o exemplo das cidadet, e a Franca inteira,
depois dos desasiros que acaba de soffrsr propor-
e-ha ram (ni nico : assegurar a salv.ic.ao com-
mum. Ess grande obra digno do povo, e se-
guro uto nao raenar. Uuwdo-se a provincias
com a capital, provaro Europa e ao mundo qae
a Franca quer evitar toda-a divisu ioteslioa, to-
da a effusao de jangua.
Os poderes achsaes ss esscncialraeuie provi-
sorios, e substitu-lo-lia um eonselho municipal.
qoe ser eleito oa prxima quaria Caira do
rorrela Aor*vsem se pois.as pruvmeias a imi-
tar o exempio de Pars, daoJp se urna oiganisa-
co rojublicaua, que quanlo antes se pouha om
relag-s com a capital, por meio de delfgaaoa.
' A toios nos inspira o men espirito do oonr
cordia, de uoio e de amor republicano. Tenha-
raosumis esperanca; propoqrTama-nos a oq)
6m OAic.0 : a salvacao d patria e o triampho de-
lioitivo da repblca democrtica, lina o indivisi-
vel.Os delegados no Jqmal OfficioH.*
Era Mratmarlre foi afflxad* a segualo pro-
clamaco :
. i. Repblica, franceza. -- Cidacais, offl-iaes e
guardias nvuuaes da 18-1 circumscjipca.0 co-
ma ceairal com seda na easa u* cmara, coa
liou-me a henra de vos eommandar.
Veabo declarar-vos qua saborei (tornar-ma
digno 4o mea mndalo.
Somos todos republeanoas Wnnps a manu-
tendi da repazca demoeraaic^ sogUJ
ih wada^ajf w VM3* :bpns
a, iMMra tojm^, 8J#- auwliaraa*
sdr *>*>
aj-W* <*tw*
r iicgafur? coa. aac
Par dirigida a am diario hespanhol:
A commtssi central de t87t qner erapregar
os mesmos meios que tornaram triste
lebres os nomes de Marat e de RobespirFe,
qne o terror se ja o ideal das Srs, Assy e cotnpa-
HaVsn.
Para o cooseguir, poueo mes importa>* ^ala-
vra que Ibes sirva de ebnlra-senha, visto que
toda sao boas para os.ravolucianaaa de Par*,
jad em poneos rnezes'airrotaram a capitel eom
esles gnies *
"Era \i, de iu,lho de J870 A Berln I
Em i de seleoibro Viva TVoehu I
i Em 37 Jo mesmo mez Gnerra a todo o
transe 1
m 31 de ontnbro < eommuna I
Em 22 de Janeiro de 1871 Traicio 1 .
Em 2 de fevereiro t Vinganca!
< Ku 3 de naryO a Fedexico I
Em 19 do mesmo mez Commissao cen-
tral I
Apeznr destes-gritos nao se assioHlharam naa
aos outros, o flm defles c o mesmo : o terror em
primeiro logar e com o apoie das classes proleta-
rias ebegar-se ao socialismo,
< Para isso, trabalham todos de acfordo e As-
sy membro da Internacional dos trabajado-
res quo flgurou em primeiro logar por occa-
s5o da iosurreicao do grande estabelecimentoln-
dustriai e mineiio do Creusot, serve a sorieddc
que o uslenu e Iba paga, o por isso figura Da
commissao.
Para auxiliaros planos do club da Casa da
Cmara, ha agentes que impe lem que os opera-
rios vio para as suas oficina. A principal fa-
brica da relinaco de assucar qae ha era Pars
sustent^va j amos da revoluco da 18 de marco
300. operario?, oue u'veram de abandonar o traba-
lho por causa As ameacis que Ihe dirigiam.
Mr. Iloaher dirigi so jornal Ia France. de
Pars um. protesfo contra a pa priso, e das vio-
lencias de que foi victima em Bou'.ogoe. O oro
testo i: datado do BauxeIJaj onde se acha
llouhe.r.
ti-lo
'A cansa directa, do arto arbitrario e violento
de que fui victima, 6 a calnrauia ofelal inserida
n'uma proelamaejo do governo, na quaj se aecu-
sam os mperiaJisias do urna parcipacao na abo-
minavel insarrelcao que ensaguenta Paris. Es-
pm'ousd lar.aiuuma sons-teuiia a essa mentira
redozind pri^53 um. antigo raioisrro do impe-
rio. Essq clenlo dj ple oxiitar senao a indig-
na ' fa homens iue icabam tl organissr o terror
na ajpi-il do raou desgragifo paiz s> os masraos
que iniluiram \)Mo motlm o governo de 4 de se-
tembro.
0 dia 18 de mirjo nao mais que o desen-
volvimojuo d'aquolia pnmeira bsHi'). Os pari-
sjensos veem boje as terrveis consequenctas qae
traz. a derrocac^q de ara governo regalar. As pa-
lavras de Mr. Juo Pavre assembra naelenai
s^o iuseasatas ou perversas. Os imperialistas fa-
zpjn votis ardentes para que o gjvernu de Ter-
saiU'^ irinmplia dadejnagogia : depreciara e mal-
'iiiom jai a Franca inieira essa plebe ignobil que
UiSiCCflor j ciApls duros di gaorra oin.p es-
trangairo, os borrorra da guerra dril.
< Vuna circular qas acabo de Idr, pcdtode
Mr. Thiers que en fol detcoherlo em B/jutogne, e
que as metidas adptalas contra, mim fram moti-
vadas, tanto peraflfnha chegada ditanidade;-en
coronanhia dos Srs. Chevreau e do Sr.Baitelle,co-
mo pela posse de ama cafxa de papis mysterlo
smenle sellada.
A verdade sobre essas duas partes a te-
gninte : N.io fui dseoberto em Boalogne. Ticha
chogado all havia rin^ das ; eslava inscripto no
hoUl com o mea nyme o lovava passaporle expe-
dido olio dias_antes dcLonlre pele eonsul geral
da Franca, i rainha demora naquella cidade era
ostensiva, e nao era ignorada nem das autorida-
des nem dos habitantes.
Os Srs. Chevreau passmm comigo em In-
glaterra urna parta destea nliimos seis meaja, du-
rantes a qi al aprend a estima-Ios e qoere-los
conUnuam, e a hnpreasa nlrsa pianbllaaan
i cbifes mililares de rem os instigado-
motores deltas. A verdade a que os. af'
algaram chogado o momento de procla-
ma independencia por jttgnaini a Fran.
la oeste moaejiio para coriftannr a submet-
Esta erenca justiTici-se po:a (acjarates fe-
tas perante os conselhos de guerra^Uos soldado
spas, qne promoveram o primeiro movimento
or. t^nVnAS^fLSSV [sIMWPMroifnknrliios na cmara ios
do districto ie ElrMilla, pertencenla, .Jlo succedeu assim, e loaa,da se unir, a de*-
e niaguem duvida
bastantes elementos
vinfljBe Constasisia, e
sunnDtao conta'com
toda da Colonia a Argelia
< Em prona disso dir-lhe-bei qne os rabes da
parte de Bordj, uto de Raa-ei-Qoed, lambom a
inlWgiran\rincipando por furursm os rebabos
de om talaran e assaisinarara oa operarios da
estrada ds Set.f s Portas de Parro. As casas
foram absafenadas e os lo-urgente, em numero-
sas qaadrMjss de malfeMnras, poraarrem o pala
conunelleodo roabos e assassfnato*. E' veraade
qna_atd goratera:ia. animado a mpunidde
cmnvMiapsiD de qae a Frarc
JMrn _
faelio mb xito
s trapos qua
mais cada da. Um del les velln Pranca no
raesmo barco que eu : nao oatoral que lenha-
mos tomado juntos oeamraho da patria ? E' na*
terialmente inexacto que Mr. de Boitelle estivsse
em Biulogne : anda qaando estivos-* a aecu-
sardio nao seria por isso menos pueril.
it Emqaaoto tos mea* papis, eslavam raettidos
n'ama caixa de madeira branca eom effeito de
viagem. Esse sello misterioso, que parece ter
excitado a desconlianca do presidente do eonse
Ibo, simplesmente posto pelo Sr. sub-prefito
de Boulogne na caixa no momento de tomar conta
delta, nao estando en presente. -
Mr. Thiers enviou a Arras um delegad) para
examinar esses papis. Esse delegado, n'um le-
legramma efreomstaneiado, deoconta ao presiden-
te do conseibo e> soas investigaedes. Encontroo-
90 urna Itnha, ama palavra que" possa serrir de
pretexto para criminar a mioha condona oa meus
sentimentos? Nao. Delencao, priso, pesquias,
lodos esses mos tratos nao conduziriam mai9 qne
impoiencia e confusio ; e nao obstante o pre
sidente do eonselho expedio ao prefeilo de Arras o
telegramma segrate :
t Ponda em riberdade Mr. Reaher ; eavai-o
para fra de Franca, pedrada me a sua palavra de
honra de que uio t>imar parte alguma nos ds-
turbr s aclaaos. Escolhei de aceordo cora elle o
camnho que Ihe olereca menos perigo.
a Pedir a mioha palavra da honra da que ni
tomaroi parle algnmawnos disturbios actuaos I
Em veHade qoe o vergonhoso. Qae xito se es-
pera dessa manobra perfidia e culpavel que verte
a calumnia, sobre am partido innocente ?
Deixa se Mrs. Thiers de sppellar para ess
expedientes e abandone ao comicio eentral do Ho-
tel de Ville o cu'dado de declarar-nos saspeitos;
sto est no sea papel. Todo o equivoco Impos-
iv.el : a bandeira dos insurgentes de Paris ce-
nhecida de teaos: 6 a do socialismo o do terror,
a infamo bandeira vermelhi. Contemperanisar
oa transigir com esses homens oerder o paiz.
A energa a untes'que ple assegurar a-'; salva-
cao. A gente honrada est dsposta a coibater.
Para os meas amigos e para mim, a nossa supre-
rm dr na compariilhar n'etes momentos os
perigos que corramos bons cidada.
otre o enterro-dos geeeraes Lecomle eTho-
ma^ lemos.no Soir:
Eis algons preraenores sobre os lacios que se
segurram so assassmato dos gsnsraes Macomte e
Clemente Tbomaz:
i I se sabe qne durante sabbado e domiajo
ambos os eorpos dos generaes, borrivelveirtte ma-
ullados, foram expostos em Mantmarir na ras
das Rosefras. Serviram-lhes de leiso duas persia-
nas lirandas de>duas janellas e um lenool pedido
a urna mdmerdas visrahanjas servid de morisma
as victimas. .Duraste todo a din ot euriees cor-
rer-am parad casa ende estavam expystos bs ca-
dveres Ambos-oa generaes tinham as eabeess
descoborts, ms siam lo disflgarados pelas
murtiplicadas minl|lav^M, que era qmsi impos
nvel recoohece-ks.
?a segonda/frade ard* os mdicos decla-
rara m que deeomposiefe eslava a poota de
apresenlar pengo o em cbnssqueneia disto resol-
ven-se proceder-se a ua enlerrsnento- Brerisorto.
.No alto de .Moftfnsr.re, a popea dfetmea da re
si lencia do parocljo, ha mn |>eqano- oemvterio,
que fof fchalo bn trila auaos. Pal oeste ce-
miierio qoe d eorpos-foram sepultados *or na
bmo cjveiroesea a mnima earensonia reli-
giosa.
Ajusta, deallr que ee spporia o ensato
possivel a qaeMsem reilos rasarnos ae dos ca-
dveres, i rnc
^PMcarua^alscotanl ttafim Oa
^fWrWfV^ km m%
i
conir*
macla
ligar e os nao fizar entrar na obdiencla e sub-
mlsslo, ss eonsequencias podero ser transcen-
Onlra carta de Argel, datada de 20 de marco
d mais os seguimos pormenores :
A insnrreco dos rabes da provincia de
Costaniina toma proporc.Ses cada vez,, mais
assastadoras, e nio sao j goerrilhas de 200 ho-
rneas as qae saltera a campo, com chafas da pones
importancia, ma.- sim outras mais numerosas
commandadas por um caadllho de grande val-
ment a sympa'hia*, e o mais rico de toda a Ar-
gelia, o qual srvors a baadeira da guerra anta
declarando a guerra somente Franca. Bst
candilho o Bach Agha (ebefe superior) de Med-
jana, SI Moukrani, senhor de mais de 200:000
nctares oe ierra, e que escreveu ao ebefe militar
do districto de Bordbon Arreridj, renunciando ao
enorme sold que Ihe conceder o governo do ex-
Imperador e a cruz de offlcial da Legiio de Honra
com que o linha agraciado pelos eminentes ser-
viros qoe tinha prestado. Na sua renuncia ao
sold e s honras da :larou : que se prepara para
a guerra chamando os rabes para a defeza da in-
dependencia contra o conquistador, a qnem_0e
ierrfra de castigar por sens crines t murpaces.
a A'vez de Moukrani snblevouse todoo dis-
tricto de Medjana e grande parte do commando
militar de Boni-Ali Cperif, isto a Kaoylia ori-
ental, tendo a estas horas reunidos uns 5:009 in-
fames e 3:000 cav los.
Assevera se que Bordj, povoacio de mais de
1:000 habitantes, cahioem poder dos sublevados,
sa.ty3ndo.-s8 a guarnicao e os 300 e tantos eslran-
geiros que estavam na fortaleza.
< Assevera-se tambem que Setf foi tomado pe-
los barbaros, porque e general Augers, que par-
tira precipitadamente con as torcas qua pude
reunir para proteger aquel! 1 povoacao,assim como
as aldeai oa sua deraarcacao, leve qae delera
marcha a. pedir reforc-os com urgencia.
Na fronteira deTunis o Olio de Abd-el Kadar
reaqio maita gente e prosegue ni iosurreicaossm
ipposicSo alguna, fal'aido tropas para acabar
com e la radicalmente.
< Todas e*ias notxias reesbau-as o general
Lillemond por talegrammas ds DeWys, o desle
esse ponto por ara proprio, em ccnsoonencia de
esta-era cortados os flos telegrspbicos que liga
vara asta povoaco da Con-tan ina. Para reme-
diar esta interrupcao as tommunicacSes tefe-
graphicas, o mesmo general pedio ara vapor
corapaabla das . afim de ao ler levar
ordens LO com n indama ger al do leste de Bugia,
assim como os seus lespaehos ao governo de Pariz.
O vapor Hermus, que se encarregou destt missao,
sabio daqui em i, as 1 ta manba, e regressou
na dii 18. ^
E" e-ti a sitaaca a que nos coaduijo o ab-
surdo decreti do rain i tro republicano Cremieux
declarando cidadaos fraacezes tidosos jud3U3 re-
sidentes na Argelia, natoralisagi qae ferio o
amar proprio dos rabes, que teera derramado fre-
queotis. vezes o seu sangae pela Franca.
< Esta lei lao laopportana, decreUJa por um
ministro sara direito pira legislar, sendo elle pro-
prio juJen, urna das causas mais poderosas
d'esti levaolamento.
O general LalLemanJ, depois dos 13:090 ho-
mens, que pedio ba poucos dia/, pede agora 50:0O
qua sai indis pe nsaveis para a conservar) de-ta
colonia para a Franca.
Nao termiao e3tt carta sem Ihe dar mais por-
menores acerca do famoso Moukrani. E' ilho do
grande chefa Vloukran, qae em 187 servia as
or Jeos do duque de Aumalo. Herdero da in-
mensa fortuna de seu pal, e de tilos os sen* t-
tulos, honras e prerogativas, era conselhoro ge-
ral da provincia de Con-ttuiina, senhor de gran-
de tanda de cainpauba, de inteligencia clara e
esmrala eduoaco. Visilou Mea, Um estido
diversas veas em Paris, tem rauitas relaces de
familia e inleressos era Argel, e as saat infinen
ciss olas si) polticasmas tin.b ALLEMANHA.
No dia 20 de marco abrio-se o parlamento
allemo, pronunciando o cooda de Bismark, em
nome do imperador, o seguinte discorso :
Honrados senhores.Depois da lula gloriosa,
mas sanguinolenta, que a Allaraanhasustentou vis
toriosaraente a favor da sua inlepeodencia, vajo
pela prmeira vez reunido ao redor de mim o rei-
chstag allemo. Simo antes de tudo a necessida-
de de manifestar o mea reconbeci nento para eom
Deas pelas victorias, inscriptas na historia, com
que a sua grac*. abracooa a leal concordia dos
alliados allomaos, pelo herosmo e disciplina de
nossos ejrcitos, e pela abnegaclo do povo alle-
mo dfsposto a todos os sacrificios.
< Conseguimos o qae os nossos pas desejaram
em todos os lempos.para a Allemaoba : a sua
nnidade e a sua forma orgnica,, a seguranza d is
nossas frontoiras, a inlnrinMtosrt do nosso legitl-
mtdesenvolvimento nacioJaC '
A consciencia,da sua^ifeBUe, anda qae obs-
curecida, eslava sempre viva no povo allemo;
dissipou esse vu o ethasiasrao com que lo Ja a
na cao se levantou para dt-fendera patria ameaga-
da, e com o qual signicou em caracteres ndele-
veis nos campos de b a tal ha de Fran;a a sua vou
tade de ser anico povo unido e c mpacto.
< 0 espirito que anima o povo allemo, qae
a alma da sua vida intellectual a moral, e que se
revela Unto na consti uicao do imperio como as
suas tnstiiuicotrs mililares, preserva a Allemanha,
no meio das suas victorias, de toda a lenlacao de
abusar das furcas que adquiri por meio aa sua
nunidade.
O respeito que a Allemanha redama para a
sua propna independencia, conceie-o pela sua
parta voluntariamente independencia dos outros.
estados e poyos, pequeos e grandes.
< A nova Allemanha, lal como sahie da prova
da actual guerra, ser urna garanta segura da
paz europea, porque bastante forte e tem bas
tanto consciencia de si propria para salvaguardar
como urna heranca exclusiva, mas sulliciente, a
gerencia dos seus proprios negocios.
Tive a particular satisfocao em poder fazer
ouvir com xito, nesla espirito de paz, e guando a
guerra euva mais accesa, a voz da Allemanha,
por occasiao da conferencia de Load res, qne ac
ba de ter nm xito satisfactorio.
Os projectos de lei que vos serao subraelldos-
relerem-jef"por consequpncia directamente a urna
nova orgaaisaco na Allemanha.,
As estiDulagdes constitnclonacs etadss nos
tratados da novembro de 1870 serio reunidas
n'uma redarco nova e regalar.
< A partieipaco dos diversos Estados nos ne-
gocios correles do imperio dever ser regulada
pela va legislativa.
Ser-vos-ha pedida a vossa cooperacao para a
iotroduecao das leis daAlhmanha ds Norte na
Bavier.
< O em prego da indemnisacli de guerra que
a Franja tem a pagar ser fixado cora a vosse
i api'rovaoo segundo as necessidade 'do imperio a
- os direitos d< sane osembros.
Dar-se-vos-bo aootaa das soattaas emproga-
das na guerra, lio proinptjmeQle como as cir-
cumstanciss o permittam.
Ser pedido igualmente o vosse concurso
para ama lei sobra as pea**oi dos ofneises aoi-
dados de todo o exercito allemo, e sobra a moli-
das a tomar para socorror as suas famillias. Que o
restabelecimeniodo Imperio slierrao poss ser o
sym bolo db-nma nova grandesa. H
Posta a nrra ia isaperi aHemiA que to
glpriasasasaie zemos, Nrsagutda de ums paz nao
rasaos,gloriosa a psrmilur ao povo ajlemao qoe,
se mostr d'ora avante vencedor na,^lue pelse
benefieie pa paz.
A Queta 4a GnOi orga semi-offlcsldo gavea-
c Depois da terrivel guerra de 1870, qae ar-
ruinou a Franca como n'oulro lempo Napoleo I
arruioou a Prussj, julgva-sa qie os franceses
so aspiravara a reorgansar o sen paiz, a regene-
rar a"sua'fuenda a "stabelecar nm governo seVio
e energice, qae, momrchlco ou republicana, fose
capaz de inspirar conflanes s demals oacSS.
nnio e anarchia dominam asa toda parte.
A assemhla naeiooal triste irona que
era chamada a dar exemplo ds cordura e da iden-
tidale de vistes, compSe se be 10 parados diffe-
renies, e en vez da proeeder eom energa, entre-
ga-se a esterisdi^cussoes e a mesqninoas dispu-
tas. Os raprasentaates da Pranca pansam assis
bas snas pessoss do qae na nscio : o paiz recia
ma enrgicas medidas e elles contenlsm-se eom
pronunciar diconos.
a Pans'est n'ama verdsdeira anarcfala.
* Os gua/das nacionaes, qae nao sonbe-
fram danvraar o iamigo invasor, seobe-
ram aftedwar-se dos canh5es, e levando-os
para as alturas de Montmartrc araeacam d'alli o
coracio do capital. FTourens protesta por am llo
eraquaoto Blarjqui pra a indisciplina e a deser-
cao enlre os. soldados. N'uma palavra, a Franca
que devera lar-ss aprosentado unida a inlivitiv.-i
passa hije nornma crisa, cuj termo e resultad)
niaguem pls prever.
1 A Franca, nao obstante, diram o que dlsse
rem, o centro da Europa, e o mundo necessita
de que esse centro subsista. A sua ruina, a que
a leva desurrilo, seria urna desgrsca psrs no*
e deyemoj lesejar qae uto nao succeda.
Para tt>ar a Franca e a Europa do actual
conflicto, h o meio de levar a Pars os solda-
dos da confederacio alleraa. Cem m'l homens
destej basiariam para domar um partido menos
forte e numeroso 4o qua ee jnlga.
" Por oatro lado, nos estaramos dentro do
direito e da razio, reclamando ao Sr. Thiers o im
mediato restabeleciramto da ordem, taoneeessario
para nos pagarem o que nos devera. Se o chefe
do poder execulivi nao 8a considera bastante firte
para consegnir este intuito, os nossos soldados
podem apoderarse da apital e amansar esses
damnados, a que erradamente se chama homens.
Tal vez o Sr. de Bismark se acanlelsse | para
executar este plano. A Pranca e a Europa pre
cisara de paz, e mster dar-lh'a.
Lemos no Jornal do Commtrci, da Lisboa,
de 4 do crreme:
Assegura o Diario de Oreada que o ministro
da gnerra saxooio, o Sr. Fabriee permanecer era
Franca por algum tompo, asumln1o a representa-
cao da chancellara imperial, em tolas as qaes-
tees que se suscitaren) eom referencia ao preli-
minares do tratado da paz,
Dz-se qne em coaseqaenca do seu estis
de saude, se retirar dentro em pouco, o general
Koon j do cargo de ministro da guerra prns-
siano,! aponiando se como successor o gene-
ral Podbielki, qae desempenhoo, segundo sab-
inas allemis, um brilhante papel no estado maior
durante a ultima campanfta.
A imprensa nliemaa esfS de accordo oro jul-
gar como prognostico de urna polilica pacifica o
discurso proounciado pelo imperador (nilberme
no acto da aber'ira do parlamento germnico.
< Esperase qua o governo se dedicar actual-
men a cicatriz as cTiagss abortas pela guerra
com a Franca, tanto na popnlaclo como oa rique
za publica de lodos os estados da confederacao.
\ Correspondencia Provincial, orgo offl-
coso do conde de Bismark, afflrma cathegorica-
mente que os allemes na tomar am a menor par-
le nos assumptos interoea da Franca; mas que
o governo federal adopten, todas as medtdis iodis-
pensaveis para conseguir, ganha quem ganhar r
e en todas as occai5es, o cumprmenlo das obri
gacea qua em sea favor se tenhara contra-
nido.
.S'estas medidas certa.mnto se Mrapreheode a
saspeusi do movimealb de retirada das tropas
que oceupavam os departamento fjaoaeies; as-
sim cjpno agora deiarmiooa qae nao voltasserapor
eraquanio patria ot prlsiooeiro qna se acbatn
anda nos depsitos ds Allemanha.
No rech'rath foi nomeado presidente o_ ami-
go presidente do parlamenta da confederacao do
norte, o Dr. Simpson,
Para primeiro vce presidente Ooou sleito-o
principe de Hohenlobe, bavaro de origera e para
segundo, Mr. Weber, presidente que era da c*-
raara dos deputados no Wurtemr>erg.
Os perodicot o'.liciosos d'Austria, insstem
em qoe me w.m as mais cordeaas rstsedas eaire
os ministros da Cisleitaoa e da Hungra. Dizem
que as suas deas diversas cmcordarain os con-
des Hohonwart a Anlrassy, na necessidade de for-
mular em occasilo opporluna, o orcamentos do
estado para o correnta anno, e om convocar as
delegabas no prximo mez de maio.
t Mas a ranspto cooiinda a existir no imperio
l nao sao Potocki, nem Grokoslki os designados
para ocenpar o ministerio especial qae se vai
crear para a Gali'za. Falla se agora, para des-
emeenhar aquello cargo, 00 conde Volzicki, um
dos principaes chafes do partido feudal.
Parece, segundo esta mdicacao, qua os go-
vernantes rejeitam-o aulonomismo, que a exis-
tencia livre das eommuuilale populares, e a in-
dependencia politico-econoraico-adminisiraiiva das
provincias com o reconhecimento dos direitos li-
gados a cala uraa das nacionalidades. Assim se
expressam as folbas liberaos, demonstrando que,
dos actos do governo, sa dapreheide exactamente
o contraro ; o mais anda em preseoca da alttudo
que o gibneta tem iomido relalivamente aos fau-
daee. E' portanto tenaz e viva a lata dos partidos
na Austria.
A Presse pela sna pars examina a mpressao
produaida as provincias mixtas e de origem al-
lem.i, pelo decreto do g >verno que prohibi as
manfesiacss de symprhia para cora o novo im-
perio germnico.
< Nao estranha aquella folha a preponderancia
dos slovenos na Caroiol, Corimhia e Siyria^aaem
a dos slovacos na Moravia, ira* procura a causa
da atiude ministerial, em que se collocaram os
trolezs, e encontra-s no* actos do gabinete e dos
seus agentes, que, iotimamanie unidos aos cien-
caes, aos jesutas e a corle pontificia, conseguirn!
convencer aquellas simples monlanhezas de que
as liberdades consiitujionaes sao a marte da reli
giao, a ruina da patria e affronta do governo im-
perial, a qne elles ligara tanta dedieaco.
Era preseoca disto, emende o indcalo jornal
qne corre grave risa o rgimen) parlamentar se
os ultramontanos dpTyrol ebegarem a adquirir
uraa regular influencia' no reichsrath.
t A Nava bnprensa tmm falla do projacto do
eongresso dos slavos, e comquanto o nao jnlgue
urna frivolidada, acredita, comalo, que nao deve
tom-tr-se muilo a serio, eon'derando-o como nm
dos mnilos manejos dos tchequos, polacos esla-
vos qae se fUaram com o apoio do ainisterio lio
hoowart poderam > xtgerar cada vez mais as suas
exigencias e aocentuar a sua opposico a ooidade
da mnnarchis.
t E' assim que se expressa \ Nota Imprenta
Livre, sem todava se desviar da poltica que
sempre tem seguido.
f Segando um despacho de Vienna, aeooimisso
de fazeuda acceitou a proposia formulada pelo go-
verno, de acord eom 8 Hungra, para que > ter-
ritorio crois, coanecido com o ama da Confias
mililares obtenba agora o mesmo rgimen admi-
nistrativo, qoe teas o resto da Croacia, a qual gosa
do carcter oia, nao obstante a reserva de que
aquella deciso nao possa prejudicnr na menor
causa as preteheoss da Carniola, com relacio ae
districto da Sicherburg, e ao municipio de Marieu-
ihal. i)
INGLATU1U.
na cmara
ciimtnons para poqparj toezg, inkMlia-
cavl dos aioheiros do povo: qonca d'abi
resultou senSo
dade ; e con ve
veroo-bascado nosys
pletamente sob a inflas,
lisarn actuatalilite
Ci, o qae n3o porcons
faxer nos oteressas 4a
o fo-
COBl-
direcco de
que mooopo-
blico di m-
icia apto para
sociedade mteira
Mlj Depoh de itm, s nossa pobre Prnssls flep
Sagoado referem os prnaes de Lon-
dres, o cidado George Qdpar, por ios-
tigacio de muiios radican* bem conbeci-
dos, eonrocot um meeling na noole de 2
em WeliingioQ Brooke Street Ko'bori. A
assembla ara chamada .a tarnar disposices
enrgica! para prodozir om grasWe rnovi-
menlo republicano. Era p cidado OJger
qae oceupava a odeira da presidaocia. P.r
toda a parte se viaro- bandeirs Verrnelnas
e boneis phrygios. O presdaos' fet om
longo, discurgo estabetecefldo (fri, apeiar
de n ler \,bUdo mpito boa) exilo n'ouiras
oao-o esanbnvnoininnio^da^ nfsli)lic> o
d*ver dn p-tvf ioglw n Mminnr qne for.
^-^W^'W'lW fipdnrU epovir
a tofyaquntir- Er*.pw^.ter emeonja
s aiHra*j-<>Mlaf6s. Pwa aoilata. 104
jlanKi* ^onVt-d>MMWii'4rjnin o*>
^41* nYttttay, m Msn* aeaaW, l
1 nW 18 MBBf^HtViil
leis largas e fecondai. deetiraraos qoe s
urna forma repoblicat da governo capn
de desenvolver os grande recursos do
paiz e digna do apuio de tedas os bons In-
glstes.
Esta resolucio, apoiada pelos idadaos
Smiib, Lees, e outros, foi approvada.
O presidente annuncieu que o program-
tna repoWiBO n*> tardam s-^er stjWwi-
tida aprecia?o do paiz.
Este meeling fui promovido pela socie-
dale Internacional Asslstir*m a elle mil
t> quinhentas pessoas, e dizem diversos jor-
naes que todas ella< eram membros da dita
sociedaie.
ROIIAMA.
As noticias da Ronmania sjo rer-
mente dignis de interesa*. Falf-t* da
mancommunacao dn Roesia r^rasaU mntra
a Turqua. Tinba-se dito que as duas po-
tencias bariam aconselbado o pr'meirje Car-
los a desistir da sua pretendida renuncia ao
titulo e posico de priacipe da MoldoTtola-
chia.
Mis alguos jornaes declaram qoe hinria
em tado isto um mysterlo, que coaerp a
decifrar-se. Diz se qae as duas cbaaceJla-
rias moscovita e germnica, chegaram a um
aceordo para sastentar o p atipe Itobea-
zollern. Em consequencia deste os respec-
tivos representantes" em Constantinopl, ge-
neral gnatieil e conde Kayserling declaca-
ram ao gro-vizir, de *ima maneira termi-
nante, e at aRgressiva qaa absolutamente
necesearia a reviso da coostituico da Ito-
mania, por isso que, em relacao as snas
bases acluaes, oso pode aqoelle- priocipe
cumprir com os seos deveres de regente,
que sao incompativeis com o direito uV> su-
prema soberana, qae o tratado de Parte
reserva ao sulio.
Esta a ni 1 n de das duas potencias diurna
nova dreceo ijuestao don principadas.
Anda se nSo sabe qtial ser a rescindo qne
o governo ottomano adoptar em preaeao
desta aova poltica, a que algumas foibas
cbamam emboscada; mas dz-se deada i*
qoe Ali Facha peosa em propor que aa oa-
Ces que t imaram parte as conferenciaa *
tS5f> assigoem um novo tratado.
sanan
Termnaram, sem ulterior novidada.
os aconlecijieotos de Zarich. A agitaglo
que elles prodoziram tambem se calmen
completamente. Revogou-s-3 o estada de
sitio, e a oceupago militar, regressaodo a
Berna o commtssario federal, Mr. llsar,
alim de ioformax o poler execulivo da re-
publica a respiito d'aqielles successoe.
Gratjas importancia, independeneta e
respeitabilidade.do poder jodicial naqeall*
confederafo, ple por se termo a ama si-
tuacao, que linha em lucta o governo coa-
tral eom o povo de Zortcb.
E? aqoelle poder o encarregado le asola-
recer os factos e de applicar a penas qne
feorrespooderem aos verdadeiros colpad.
As funecoes deste poder serao exercidas no
processo de que se trata para julgar os ac-
cusados da classe civil pelos iribuoaes do
cantil, compostos de tres membros do tri-
bunal federal, e de doze orados escoltados
nos cantees de Argovia, Zoricb, Scbaflease,
Taurgovia, Scbwytz, Zug, e Nuterveldea.
S os militares sei ao julgados por coase-
Ihos de guerra. Este systema de apura a
verdade, e de applicar a pena, applajT-
do por toda a impreasa liberal, como o
nico meio de respeilar as garantas iadin-
daaes, fazondo ao mesmo tempo respaiter
a lei, e man tendo a ordem e a seguran ca,
sempre necessaiio entre os povos, qualqoer
que seja a sna condico.
HOILANDA.
0 governo bollandez apresentoo aa
cmaras os ornamentos para 0 anno actat!.
As despezas elevam-se a 68 milbuaa d
lorins, dos quaes 8 milhoes pertercem a
divida publ'ca, 2t defeza oacionil, da ven-
do os restantes 10 embregarse as diver-
sos ramos de admini-tracij civil e judicial.
Os j >roaes do paiz fa lam da grande das-
proporcao qne se nota naquellas parceras,
e alguns ilelles 'emonstram os prejoisos
que ao povo neerlaudet resultara do estada
permanente de guerra em que se acha a Eu-
ropa por ciusa da amticao da familia de
Ilohenzollern.
O decit oa Hollanda de nove railbas.
S as medidas milttarea qne reclama a si-
tuago nio obrigassem o governo ojeerlandez
a novos exprest'mos, fcil Ihe seria niveltar
os seos orcameatos, voltaado ao sea antifa
estado de procperidade, pelo deseavoinima-
to do seu commercio e da sua iodostria.
BELGtCA. .
Na cmara dos depulados aa Blgica
agita-se a questlo de supprirorr o imposto
que o estado cobra dos estabelecimentos- de
bebidas alcoolios, e de tabacos.
J no dia 20 de novembro ultimo, .sais
diputados* os Srs. de La Wsye, Qetoaart,
Theux, Lefevre, Lbenart, eMoncbeor tinha
apreseniado ma proposta de lei, suppri-
miedo desde o *. de Janeiro da*W&o
impost i sobre o estabelecimeoto de bebidas
aleo titeas, e derramando qoe a prosna
revisao das listas eieiloraes sanio ooote
esse imposto para a formacao das isaan
t Nio s foi esta proposta de 'ri-ntoaas
pelas commissoes, mas n'ama defas'.foi;-am-
pliada, brewando-sa o praso pva*Qo'pa4p-
raento dos oovea dWeitos sobwuetejiasa.
Esta propQsla apreseotad* fr^Kggf^m>
w
concebida oestes termos1.'
a Os imposios sobra o stabelesiaun4o,
relativos a bebidas afcwltc e labw qna
se cabria a beoaQcio do tba^onro, Btsai
aboltd raiaantar do s\ < Desd*** prxima reviain daniislns asa*-
toraes, estaa, kapoatDS cessatfo de.*aar
conU'iea D*r%a;ofmacjQ das listas.
Paraca sjpeena,vif tu de da aU*i3a-da
cmara iKat# iianillu^ot
apjceseoton neia.sT*a narte a**
assM
nMsa

":


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UttiA Wteriwuft^^^oini^^^vAbfJI tf<**71

^
T!


le de
- IWrVv
yniHiitirioda aerea *
4ri|r-*idiilw j (ao 3a Kbiva,
Manante ailua-
o gooeroe
,citteotr4tt-se em Orwn-
aaeroea* jacas do warcito de 8-
fttiabs lffo vfc mprifceoder as oai
Kh alonoj mas Jo Tjmd<3Ma,
MBftto o loaatats per di* pantos ao aus-
iscquaM serio s confiig da
e as'fwlw do Gaoy-Naria.
po (testa gaerra de conquisla,
parte da Russia, sen3o o ter feito
i atrons pers.oaejras rseos
nfiml>m9Co dos
awWespcoifl^rwx,
mefmo do Si".
STforfes, ateratdi-
sob proposta
Leal, dos como
OMottaratidpii Liital.; .* lettras e as artes confraleraisasQfc>*o*Qr
do com i !tii -mgica apajrtr os v9J*^f
de antigs e Djuito inventeraflas dissencoes
entre as dais familias paninjaLres. Pre-
o-iie naftadigM dti se tranacrever em se
guinwmo i esta* noticias fugitivas, a des-
CfipiJJ trae retcHo, e anda mala portee
naUa se coatem algn*, escorpios da Turnio-
sa veraao da Goethe.
< danto aos trabalbos pariaaantarta;
ag0raTV5d"pregdndo oa antes principian-
do o debatas que se referem ao augmento
dos im ;ostoi, mas por ora no seio dos com
misjas.
c Na commcs de /senda termiaon
a, a- Umcb alguna dos seus subditos
paMWdras cwaxanas aoropi
ssam opaiz.
1 expedido ser de gran traascan-
dencia, ni) s pan a Asia, mas tambem
far* t*aaa, fwrisso.qae ha de nnlic-tr
nntavpimanni jjhfo$es entre o governo
rasao, 0 4|*aofejtalMa, n>li> quasi em
imcip as su^s cqloolas n'aqullas regies,
S3JUuanda*ad vez qui a ri valida Je
WWtan p*j sflcsedor tiver boro esitp
x-quu& de -Kolsa, b-cir flcat eihor de:
um grande numero de paveajjoea mussal -I
manas, coja canonista loefacilitar aproxi-,
Meada India, -talvez que dom tur den-
WI peuco a pode roja atea dos Alghaoes,
.oaUocaudo-sa assim nos ngulos da Persa,
o dWipario'm to-Wileoico, e podando -aim
*HWlorflpreiiar novae aventuras, para
fctM|oir aior eogModacimento casta
de ?P'ia^ttque fatlam os correspondentes
(foBUbmais largos parownores, a respeito
_djs_intco5es do governo masaovita.
Receamn*so.M!guiae8talagrammas:
t al.dril, *.^AooicipaIidad) deMa-
tirft rtsWbleceti o Import do consumo
ftHrestabelecita a ordera em Mareelh-i.
dhi porneado nsbefe -das /oreas con-
em VersalUes. O municipio pari-
iese.'fauoiu-se honiem.
"t~Mama, i.0 duqoe Gor snbstituir
Zabala po quarto militar do rei. O muni-
de Paris annuocia a reorgaoisacao da
i .nacional. Augmeolam-se barrica-
la'tpraca de Vendme.
>id, 2.A^sessoes preparatorias de
as cmaras nomeiam eommissoes
-fjara-receberemorei. A Austria, se con-
tinuaremos doBoafleo na Romana, pre-
para-se para interferir. A Prussia em vis-
ta dos acontecimentos de Paris, permitte a
coofceqiriclo demrqpaB, prohibida pelo tra-
tad! de paz. >
ptytfjtl, 3.Abriram-ie escories. As
oppost^8i ahstiveram-'se de concorfer
*esM. O publico s era admittido ses-
4dSiat bilbetes. O rei len o discorso e
faWraxjaeotes vezes ioterrompido por ap-
plausos.
e Madrid, 3.O discurso da cor&a dir
qae se espera concordata cem a curia ro-
mana, a pacificacao de Coba, que se me-
morar a fazenda publica, declara que o
governo seguir as indicages parlamenta-
res. Ha soccego geni.
t Madrid, a.VeriBew-ae as 2 horas di
tarde a abertura solemne das cortes. Ao
entrar S. M. el-rei foi recebido na sala
com vivas entusisticos dos senadores, di-
putados e do publico, que oceupava as tri-
bunas. Dorante a leitora do discurso S
M. foi alvo de demonstrares do maior af-
Zecto e carinbo, sahindo das cortes acom-
panbado por igual entbusiasmo. No tran-
sito S. M. foi victoriado pelo povo, n5o
occorrendo a mais leve desordena. Reina
completo soccego e o recenseamenlo mili-
lar vericou-se hontem sem a menor diffi-
culdade em todas as provincias.
PORTUGAL.
Em 5 do corrente escreve nosso cor-
respondente de Lisboa:
desta vez o piquete de Liverpool foi
ni* do que pontual, pois avisou para a
e j boje s 2 da tarde tira a mala. Irre-
gulares sempre em seus avisos, ora para
mais, ora rara menos I Emfim pouco pos-
so escrever-mes, mas vai o principal:
< Qaanto nos3a poltica interna, todos
os dias se annuncia que v5o ameacar as
hiatiiidads parlamentares na casa elecli-
m, -Atas nao tem passado por ora de boato
oa bons desejos da oppostc3o.
X' qoestSo das ostras (concessSo pedida
pelo marqnez de Niza,) entreteve longos
dias de debate, com) desenjoativo. O que
este debate provou qae a proposito de
ostras se pode revelar moito espirito. En-
tre taaitoa discursos chistosos tornou-se
nolavel o do mogo deputado Osorio de
Vasconcellos, que por sua originalidade
merecen ser dado em felhetim pelos jornaes.
Ootro escripto digno de mencSo es-
pecial, a representicao do conselno do
"'lyeeu naeiooal do Porto estampado oo Dia-
rio do Governo, (o que anda 6 oais no-
taveij eoatra a portara de 3 de dezem
bro ultimo qoe approvou os ltimos pro-
grammas para o ensioo secundario. Est
/risante e muito vehemente, mas o estyllo
b o pwco oficial, chega a ser mesmo
t3o inconveniente, que fez um certo motim.
E' peca demasiada lnga, e nao o lenho
i]i a mi impresso parte, porque o
eaeaplar que me enviaram, nao o tenboem
casa.
c Outra Hovidade da semana o esplen-
dido ttru Irtteratio dado pelo ministro d|
Hespaoha .era Lisboa D. Agel Fernandas de
los Rios, em honra da iitteratura portn-
gueza, a proposito da leitnra qe o nosso
prptiao'iviBConie de Casulho, foi fazer na
legado aa "sua recente tradnc?5o do Dr.
Fausto de Guthe. E' admiravel este novo
monumento s boas lettras naconaes. Por
falta de lempo io poaso esorevar ampia-
mente sobre-a opalefteias de estyllo, de
rithmas e de metros que tud >s que all esli-
vsmos admiramos em tal trab nias de cem os convid-dos, to:o3 escrip-
lores, p tas, ou artistas de subido mrito
c claro que me exceptu deste qualifl-
citivo, embara tivesse lid) a satisfafo de
exoatrar-me em to agr^davel comuhon-
(iota companhia e juatisse all os mus hu-
ttiriies aoplJO:os iM qia fesp ntaneatnaato
fTdm tributados ai meu excollente meslre
% ainijo desde 1847.
t N>* sp'.cebs quj i a se Gzeramoao
ss passou do campo neutro da confratemi-
dide iUtirar entre oj dais paixes convini-
mos. Ser muito eiibora nuais urna hbil
nilQifestac3o do talento diplomtico do Sr.
aoniem a vo'.acfio a respeito i coatemui-
glo pessoil. A comaiisso reaolvea>afl-
ter as aotoMs taxas 6us, nilo approvando
o augmento de 20 7o Qae era'paid. j
commrssSo approvou a proposta augmen-:
t*ado a -direitos aobre o tabaco. Desta
d-ver resutar om augmento de receita
4 2iO ootos. Daquella, pelo menos 60
contoi stwceptiveis de crescerpela bafij-
c^lisacSo.
< O que todos instara cora o governo
para qae trate quanto antes de apresedtar
as propostis de ecooomaa, porque de ou-
tro modo sero boldidos tolos os sforcos
para memorar a situago titianceira.
* O Diario do Goeerm tem viudo alaga
do, todos os dias, de representacjtea dos
dtitflraft?ng'im'rtC jndjif'rf1g'*i'i,'lr':'a*laxas
coa qae sSo ajn^aoadas nela proposta de
le que de va brevemente -entrar em disens-
so. Para algumas ciasses sa) aquellas la-
xas elevadas a 50J e a 600 por canto!!
t Foi votada na commissad de fazenda
a diminuifSo dos direitos da carne H i uuem
n5o approve asta medida, alias recomren-
dada por consideracoes bygienicas 9 ecooo-
micas.de lod o o peso.
< Na cmara here litara tem o marquez
de Vallada e oulros pares do reino pedido
diversos esciarecimeutos wbre as joias da
cora portugueza.
* Ha socego em todo o paiz.
c 0 estado sanitario regalar.
Principiou a semana -santa, com um
lempo magnifico. Preparam-se maitas e
suaaptuosas fostividales tus templos da ca-
pital.
t A poltica dar tregoas. Fallo da nter
oa, porqae para a externa, e sobretudo para
a de Franca, nao ha semana santa nem lio
cedo Ihe caegar o dia da Pascboa !
OOVtMTA. O r. Dr. Mw
tiMto JMtioo peta fiooldadt da nf|ip|ei
Pari, aeaba da abrir no Rio de Janeiro, aa ra da
fij$a n.S, diflA asa para recebar doentes de,
^SfS'lJr.Pirts Ferreir* oftM-to-!
4ai M *WBorodMds *ja Movhiciaaoa qae par
all taran sejur, lavando ea aen*nxilu)
eus ali^jtoo&clmantos da ocolislica, lamo da
ciencias medicas 1 qat se tem dedicado, e em
" O npor farolpbo, vlado da
^JKSPtBr4>[***
senhora. /So Xhtenb Alve Oa $lva e criado,
nairfl JqvS POffifO.
Saludos ftta o**i m vaporaaiotal 6;u-
aei'ro 4 Su:
DonUrwaa lanoel Wbtko, Manoel de Soon As-
Irade, Srtasliio ot tt 8it*a Braga, ana Moho
ra, I Wtwnwor, A riada 3 ascravos, Gerar-
dina Ferreira de Vencosa, Jle Anlonic-Bvaofa-
lista Quiu:iliaoo Bernardo Heaviqoe, JoSo Flix
de Honra, 'Df. JBnta foa Alves Vuona, Manoel
Gustavo Faria Lelte, lasjhenes Xos Avelino.
PERNAMBUCO.
tratando-se,
ha de derramar
qoao.
Scida
mMmhmMm. I .
Na
tooa earn
14,139 _
___ ___________o Rio
Frau dBdl MaaroflHMleas
mas draVcdM^Saa IcilonenRear branc
100 barricas com 11.279 kilos de dte mascavado.
No patacho fraocez Berthe el Jeanne, para
o Rio da Prata carragaram ; P.-HV MaanCtfS
barricas om 20.708 kilos de asso
vi uva de Jos Aniooio Bastos 1
eias ditas ;om 20,750 kilos de
JAUTAR MUTlOa: ^0-lwttf
Srs. embroi ia a!*mbl4a roviaelal
lh^ro Mag Velho Cavalcante fAikaeoMaiift
deve ter logar amanhia, cjrao j ttmH ^. No lugar norte-allemo N. Struve, para o
4m. W.aeaflado andar da ediflwo ond<|nmccionai PraU ^^^^ Pereira Carnsiro C
eama aaMmbka. J 600*ifKie> ce.5MI Joto de assooar branco.
*-' WK'igae oorpjtfoeJB* r7oro, para New-
York earreax "','- *'* Jt 8l' u* ^^
ijm aacc VW "**W ***3'4fi ***l m**"
Ladif tiritn, para o Canil
v)iitoersia'i7IO# aa4cw
r mascavado.
as FeAtU ai-
da Dfliataajd
PUBLICACOES A PEDIDO.
alaaeete 4a recelta depea
do Moate Po Portugac na
Iern nibuco. o trliuetre de
Janeiro a amaneo 4e 4 J 1
fecca.
Saldo qae apraseuia o balanoate pas-
sado ... ..................V!7 793IU3
Entrada de socioi.
Pela entrada de 19 socios, en Jo om
destes remido e diplomas dos men-
inos.......................... &JO00
MepMiidaet.
Pelas qae se receberam aesie trimes-
tre........................... UH5J000
Importancia.
Proveniente de mensalidodes ds so-
cios e roebidM pelo ex-obrador,
da qual anda nao foroeoau nota.. iSJtfoOO
Jurot de a/plicu.
Reoeoio do tbasqnraria geral, juros
de 13 a plices em 6 mezes......
3:86H973
Jksptza.
Benetlcencia.
Qnantia despendida com
soccorro.t \ vi uvas po-
bres de socios falle-
cidos.............- 435^000
Meu idem com eoccac-
ros de socios pobres.. 9*0O0
831*900
HE VIST A DIA.BDL
ASSEMBLEV PROVINCIALNa sessode hon-
tem ipproveo a assembta em 1* dteossao o pro-
jecto n. 55 deste aooo eatabelaeend normas para
os contratos de traasmisio de propriedade de
animaes ; em 3.a o do.o. 31. fazendo alteracoes
no contrato da companhia Pernambuco Street
Riilway ; em 1.a o ds o. 68, mandando estabe-
locer na fregaezia da Gra^a a cadeira do sexo
ferattuno creada para a Passagem da Mag-
dalena; addinu em 3' diicusso por 24 horas
profecto n. 23 deste auno, qae flxa a orca poli-
cial; em 1* o de n. 111 do amo passado, auto-
risando a canstrneco de urna estrada de (erro
de Uaa a colonia Leop)ldina.
Entrando em Ia discoasao o do ornamento pro-
vincial, detxoo de votar-se por falta de numero.
A ordem do dia para boje : coatinnacao da
anterior, 9* discussai dos projectos as. ai e 62
deste anoo, 111 do aooo passado ; 3e do de a. 36,
e 2' das emendas ao 3i deste auno.
ASSOCIACAO CDMMERGIAL BEXEFICENTE.
Eita illastrada corpsracao, acaba de dar urna
eloquente pruva de consideracao e alto apreco ao
Exra. Sr. cooselbeiro Dtogo Velho Gavalcaote de
Albuquerque, presidente da provincia, nomeaado-e
sea socio honorario, "e enviando S. Exc. o res-
pectivo diploma, acompanhado de um hoarorissi-
rao offlcio, em que a associaco se maDifesu pe-
ohoradissima pela inteireza, zelo e criterio com
que S. Exc. 6 Sr. conselheiro Diogo Velho diri-
gi a provincia nos poneos mezes qae aqui tem
estado, corando seria e e&icazmente dos seus
mai i vitaos interesses.
Essa tembraoga deve ser tanto mais grata S.
Exc, qaanto, partindo de urna associacao impor-
tante e respeilavel, exprime os votos de urna das
mais vastas e bem consideradas classes^da nossa
populacao, classe alias credora de todos os enco-
mios e consideracoes.
HONROS.-Hontem, na assembla provincial,
e na hora do expediente, foi iido e approvado um
reqoerimento, assigoado por grande numero de
Srs. deputados, no qual se pedia a nomeacao de
orna ommiseao especial de 5 membros para era
nome da mesma assembla ir testemunhar S.
lixe. o Sr. presidende da provincia os votos sin-
ceros de agralecimento di primeira corporacao
poltica da provincia, pela solicitada enrgica, zelo
e alto criterio com que S. Exc. alministrou Per-
nambuco no curto, mas focando lapso de tempo
em qae dirigi os sens negocios.
Esse requerimento foi approvado unnimemen-
te, e a commisso deve .ir camprir o seu mandato
em da prviam^ate marcado.
Foi uaa bella e patritica lembranca da assem-
bta provincial, que assim mottroO qnanto lhe
grata a boa direccao lin#essa no machinismo
administrativo da provincia, mxime quando
d'essa direcelo prevideote e solicita resultam me-
didas de alcance para a mesma provincia.
ASSASSINATOS.-As 10 horas da noute de 9
do corrente, no dtslrLcto de Qaipap, Antonio Go-
mes de Aodrade assassinou eom um tiro de pisto-
la Jos Vicente, sendo preso em flagrante.
No sitio Prata, do distticto de S. Beato, em
um dos ltimos das de mar;o, Anaa Isidora do
Espirito Santo assassinou sea marido Ignacio
Baptista com um golpe de machado sobre a ca
beca, tendo por cmplices Joaquina e Estevao, es
crayos de Luiz Nunes da Silva, com os quaas ella
entrenaba relaces Ilcitas. O delinqaentai fo-
ram todos presos.
GUARDA NACIONAL.Por portarla da presi-
dencia da provincia, de 18 do correnta foi dis-
pensado do lapto de tempo, atim de tirar patente
do posto de alferes da 2' companhia do u.* ba-
talaao de inantana do municipio de Strinbaem,
Gao^alo Cavalcante de Albuqaerqie.
VILLA DA PENHA-Escrevem-ao deiu vil-
a, no Ro Grande do Norte, o seguinte enr8 do
pasudo :
c Acaba de seguir da eapital para a corte o re
querimanto dos habitantes desto local, podiodo a
rasiauracio da agencia do correio, seado infor-
mada peto administrador dessa ropartic no sen-
tido de ser augmentado o numaro das viageas
dos estafetas da capital para aqui, em vea da crea-
qo de ama liaba esaeeal entre o Natal e Reci-
fe, como eonvlnha. J qa nao possivel este
melhorameate, veaha ao menos o raiajdio pro-
posto.
c A bexiga, qae aqui matou cerca de qna-
renta p^ssoas, em pouco* dias, vai decrescendo.
O ia*erflo cornac m a 18 do corrente, ani-
mando-nos.
t C'rtititrdi ainda o desanimo no comawrcin por
(alta de diahe.ro. O miih > ven Jen se a 6*000 o
alqaeir, a firioha de maoiioca a 400 rs. a euia)
a carne verde a 200 r'. a libra, e o algodo em
pluma a 5|500 os 15 kilos.
LYCEU DE ARTE 3 E OFFICIOS.-E' boj, s 5
horas da tarde, quedee effectuar-se a biojtoe
assentameoto da primeira peira do palac^e, que,
para tyceo de artes e ott;ios, vai sar coostruilo
oo angula de oeste da ra da Santa Isabel.
Paraas eoremonia do auto preparam-ao pavi
ihoes es ipciaes p*rto-do local onda deve flear a ali
ce ue da frente principal do edificio. MuUo>nnviies
forara distribuidos, e de esperar qoe saj>grande
a concurrencia da {esta que vai marcar, lm'duvi-
Despezas geraes.
Importancia paga por annuncios, es-
molas de raissas celebradas por al-
mas de socios, ordenado e portea
tagera do cobrador, livros para.
guias de receita e despezas ate..
Saldo a favor que pausa para abril
prximo fiado..................
S7*G8
3:863*705
Thesouraria do Monte Pi Portnguaz em Per-
nambuco 31 de marco de 1871.
Joaqutm Manoel Ferreira de Souza,
Tbesooreiro.
BALANCETE DA RECEITA E DESMSA DO MONTE
PI POBTOCUEZ EM PEnNAMBUCO, DORANTE
OSf TRs" HEfES DE #O0TBRO, NOVESBRO E
DEZEMBOO DE 4870.
BxeHa. i \ an
Saldo receido djo ex-tliesooreiro... 508*363
Entradas de sooios.
Pela entrada de 8 socios e diplo-
mas............................. 11U000
Mensalidodes.
Pelas qae se receberam............ 1:200*000

Despez.
Benetlcencia.
Despendido com soecor-
ros a viuvas desvalidas
de socios............ 415*000
dem idem de socios po-
bres, inclusive despezas
de enterrro.com um del
les.................. 39i*000
i:91&*363
do dsabrado b. v -
escripto edital acha-se n>
op <\afrmtjm(it ir
Tin
roa
nao
mperador, o
MSSSKB
THEATRO
Nojnjre
eari^BmMrT:
com 90,000 kilos
No brigue
boa carregara
eos com 2i,5ftr-r
- No brigoe portuguez 1Vi**^koara Porto
earregou : Jos Joaquix doe Solo#
eom 45 kilos de farlnha de mandieea, I
eom 48 litros de aguawleaie, 2 aeia bar
180 kilos de assucar branco.
No brigne portoaaez Soto-aao, pa
ca re^aram : E. R. RiKlio & C. 50 pi
agurdente.
RECEDEDORIA DE REND
GERAES DJLPERNAM
*.endimenia do dia I a 21. .
dem do dia 22. .
CONSLaW) provincial.
iendimentodsdialarl. 63:I99*0'9
dem do dia 22. ~ 4:972*87
O
PRAGA O RECIFE
IM 22 DE ABRIL DS 1871 AS 3 HORAS DA TARDE.
REVISTA SEMANAL.
Cambio*.Sobre Londres effectuarara-se trans-
bancafias a Id. e panrsoJaiw deJol/a
6. por 1*. Sen Jo o total dartraosaf/Jes de
H**0- nrv/vJV biiai
Algooo.Vaodou-se o do JJarnambaco .asco-
Ihid.i e regular .de 7*MPa.7F$0J) por arroba oa
18 kls. L
AasucAR.Venen-le o matfavado pareado de'
|*300 a iW a ofertan de 24350 a i>iO0 por
Aanuz.O pilado da India \endea-9e a 2*500 '
por arroba.
Azeite-dockO de-Lisboa vetdease a 3JW00
e do Estreito tambera a 3* por galio.
BacalhoVendeu se relaibou-se a 17* por
barrica.
Batatas.Vendeu-se a 14 a arroba
Bolachuuus.dem a 54500 a barriqulnha de
22 libra.
Caf.dem de 5*500 a 64200 a arroba.
-Cha.dem de 2*100 a 2*5Mibra. -
Cervkja.dem de 4*500 a fJMB a duzia m
Botijas ou garrafas. ^ ^avj
LouqaVendease a inglezaordimria a 280
por cento de premio sobro a Btptura.
Mantbiga. A inglesa veodea-ae a 1*000 a
libra o a franceza a 4*300'.
Massas.Venderam-se a 4* a caixa era leiljo.
Oleo dk lixuacadem a 2*200ogatao.
Passas.dem a 4*209 a caa.
Presuntosdem a 184-a aaroba.
Queijos.(a.flamengoo vend*raifl-o a 3*000
cada um e o prato 900 rs. fibra.
Sabao.Veudeu-se aJ70 rs. a libra domilez.
Toucovao. Vndenle o de Lisboa a 4300
a arroba
Vinaqk.O de Portugal vea4au-se a 1204 a
Vbhoj__Os delishoajrenderam-se de 2004 a
2*0* e os do oulros paize.- de 190* a 2204 a
Vla*As de aapo5ao tflBderatn-sa de560
a 530 rs. o pacote de o veas.
Descont.O rebata, de letras regulou de 10 a
12 por cento ao annA^ i f flA^Jl
FiiTiiSUo algodio, destepar o porto do Li-
verpool, 1/2 d. porUbra e 5% e a Barahyba,
idem a 9/16 por libra o 5 '/o Do assacar d'aqui
para o mesmo porto, om lastro, 17/6 por tonelada
sem capa, para o Canal de, 30 a 27/6 e 5 %, e
para os Estados-TJmdus a 85/e 5*/, sendo dos
portos visinhos nommat a 38/ o 5 /o
'' i. '.!
B A DIRECCaO DE
(REPERTORIO? KPrjIFFEMBACH) ""
cspectM^i> nrto lugar In
******
"SipaJngoa
de looca, porcellana, ligaras, bonecos,
hrinfloedos, jogos, porta-cigarros, agoar-
e*e' % cana engarrafada, vioho bran-
co, viaaSe e outros artigos.
Uti wNfao.envidraca'a, balcSo, i carte-
ra, i sof, 2 mesas, t cadeiras e outros
3UNDA-FEIRAH COtEMaTl
Por ioldtiqofSo W A#i|t4 Prttto.
Na loja aa ro da Imgt^Ki tyJ, fcWUctfo
F. Dabarry.
Principiat s 10 b^*,**"*
i
daJoja de calcadcs da ra Nova o. 30 e di-
versos movis.
ente Martina fir leilio por mandado do
Dr. juiz epeciaCo commereio, o a re-
to do depositario da massa fallida de
Stepple da Silva, da toja de calcado da
n. 30 (boje Bario 4a Victoria) o diver-
TERCAJKlRA
.95 d vrreate
A's 11 horas.do dia.
Oa pupIfdentes pdem examinar o balanco em
aja-do pfenw agente._______________________
'abril
M
REPRESENTAGOE6
sa opera bota pbantastica eo 3
e 4 quadroia-o maestro He/v
Parodia da moito conhecida opera iyrica
Faualo do Guoud.
I fiistribai
Faaat.......
Valntim-----
Uo
Un
Wa
UP
Mtmyer
Hephisto
Fritz.....
.rjaetia
tiiorlnde
Lisotte .
Agla..

Mr. Harbain.
Ir. ttatbleib.
Mr. Rayoaad.
Mr. Orn.
Mr. Joseph.
Mr. Antpine.
Mlle. P-mcelet.
MI le. 7. -lia.
Mlle. Poppe.
Mlle. Louiz
Hile. Z41ia.
Mlle. Fuoce.
COROS.
DE
200 saceos com fartoba de mandioca
TEaCAFHRA
t& do corrate
O agente Pestaa far leilao para fechar contas,
delw sac-;s eom farinha de mandioca em per-
*iitp estado, as quaes sero vendidas em om oa
fais lotes, conforme os concurrentes, no dia ci-
ma, terca-feira 23 do corrente, s 11 oras da
(Oaoba, no trapiche do Baio iU Livramento,
----------- '----------------------
Forte do Mattoo.
E
LEILA0
DE
u
fflmHfr:-"km--
MOVIMETO DO FflRTO:
7394000
Despez geraes.
Despen lido com livros era branco,
ornas, annuncios, quadro para a
nomonclatura dos socios, ordena-
do e porcentagom ao cobrador, es-
molas por missas (etc. etc........
Saldo a favor do Monto Pi........
3864890
7934473

u
1:919*363
Thesouraria do Monte Po Portugus em Per-
nambuco, 31 do decembro do 1870.
Joaquii Mantel Ferreira de Souza,
Tbesoureiro.

COMMERCIO.
Soldados, estudaates, velho, atabos masculioos o ,
leraeninos etc. etc.
4scenario do** e do4. qoa*o loleiramente
e pintado capriajie polo dutiocto ceno-
graph Lon Ghapelio, moracaado especial alten-
cSo a o^plondida daoor*cjo do quadro. que re-
preaaatanm isfdim magnifico em noute de fesU,
'um afeito sorphehendente.
Os vestuarios e accesorios sao igualmente no-
vos.
O machinismo foi preparado com todo o coiaa-
do pelomacbinisia da companhia, Mr. Antoine Ds-
Principiara as 8 horas.
COMO SEJ4M : f
Um piano forte, t excelente menilja'de Jaca-
randa, com 1 sof, 1 iardineira, 2 consolas, 5 ca-
Louiae. deiras de bracos, 18 de goarnico (todo em per-
feito estado ) 1 emelho grande oval, 2 ditos para
coosolos, Bguras de porcelana, jirres para iores,
escarradeiras. tapetes, 2 bolas e 2 cadeiras wpre-
AVISO h x
O resto dos camarotos e cadeiras acna a ais-
posico do publico no escriptorio do theatro, onde
se entregara lambera os bllhetos encommeadadn.
HaverTsempre depois dos espectculos um trem
extraordinario, tocando em todos os ponto al
Apipucos.
THTRO
DA
ZARZUELA HISPAOO
COMPANHIA
DRaNUTICA
)B A DIRECCAO DO ARTISTA
guiaadoiras.
leafl
Urnamobiliade fai, cadeiras de balanco,!ro-
logio de parede, i dito de ouro patente inatez, 1
guarda roupa, 1 toilet, 1 cama franeeza, i ca-
mas para meninos, 1 rica caixa de mu^iea e 1
poltrona.
Urna masa elstica, I guarda tonca, 2 appara-
dores cora pedras, 2 ditos sem pedras, loja, vi-
dros e ehrytaes, 1 maehin para balar oaa, 1
gilhcteiro. 1 faqoeiro de electro plato, 1 temo de
baodeM, 4 oestas de eleciro pate, 1 machina pa-
ra caf. 1 {elogi de algibeira, 1 rico apparelho
do coral e ouro, oaras de prata e mullos ostros
objectos.
Quarta feira 26 de abril.
No obrado da roa Nova n. 61.
O agente Pinto layar a leilo por authorisacio
de ama familia que inudou de residencia, o* (llo-
vis e mais objectfs cima descrjptoe aajBtentes
no sobrado da ra Nova n. O leilio priecipiara s 40 horas.


THE ALUANCE BRTTISH < FOREIGN.
Life and Fire Assurance Company estabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia toraam segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqui prejuizos devidamente provados.
Rabe Sclimettau & C
Corpo Santo n. 15.
ftlACA DO RECIFB 22 DEJ ABRIL
DS 1671.
S 3 1/2 HORAS JJA TABOI.
CoUCO'JS officiaes.
Algodao do Rio titeado do Norte521 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 3|i d. e 5 OjO por libra.
iambio sobre Londres 90 d/v 2a d. por 1*000.
Cambio sobre- Lisboa 8 d|v 117 OjO de premio.
H. G. Stepple.
Presidente.
P- i- Knto.
____Secretarte.
Navios entrados no dia 22.
Rio Formoso6 horas, vapor nacional Pa-
rahyba, de 104 toneladas, commanlaote
' Oliveira, eqaipagem 14, em last o ; a
Compaubi* Pernambucsoa.
Liverpool por Lisboa22 dias, vapor Qglez
Olinia, de 577 toneladas, commandanie
E. I. Duffy, eqaipagem 28, carga fazen-
das e outros gneros; a Saonders Bro-
thers de G
Babia10 dias, sumaca beapanbola Cecilia,
de i 16 toneladas, capii3o Antooio Robas,
eqaipageaa 10, cargo 8:400 arrobas de
carne; a Amorim IrmSos A C.
Rio de Janeiro 21 dias, escana portagaeza
Galarim, de 120 toneladaa, capital San-
tos da Costa Gaspar, eqaipatjem 9, carga
caf e outros gneros; a Etnabio Rapb?el
Raballo d C.
fiew-wrk36 dias, lugar inglez Amalia
Wilson, de 208 toneladas, capitlo Wat-
son, equipagem 9, carga farinba d trigo
e outros gneros; a ordem.
Buenos-Ayres27 dias, escuna dinamar-
qaeza Filia, de 117 toneladas, capito
Fisber, equipagem 7, em lastro; a'ordera.
Navios sahidos no mesmo dia.
SantosPalhabote nacional D. Luna, ca-
pillo Manoel de Carvalho Pessoa, carga
assucar.
Rio da PrataPatacho hollandez Gesusters,.
capitSo Reidder, carga assucar.
. Al^ANDEGA
eodimento do dia 1 a 21. .
dem do dia 22.....
503-.V72J074
23:60:
B27;081*<
IWTAES.
Mevimeato da alfaadega.
/olumas sahidos eom fazendas 99
i eom gneros. 112 <*
------211
Descarregam boje 2i de abril.
Ecuna Ingierafsmenemacbintsmo.
Brigue noruofjuaiwe Fltra trilhos de ferro.
Vapor inglesO/indamercadorias e varios ga-
ndos, i
Brigue inglez- Ctanzanldcanos e carvo.
Barca francezaSpitere pertences de dragas.
Escana inglezaFalannvarioi gneros.
Despachos de exportaco no dta 21 d*
abril.
- lo brigue ingle?. BriUwmle, para Liverpool
carrejar*m : Saunders Brottiers C. 355 saccas
eom 6,555 kilos de aluodij; James Ryder & L-
82 saccas eom 18,248 kilos de algodio.
- No brigue inglez Barlochau, para Liverpool
carregara m : Keller & C. 455 saccas com 27,467
kilos oe algodao.
JQIa barca sueca Qstenia, para Liverpool
caroavA : Joaujmm 9 Ramos 181 saccas com
l7,(jl-> kilos de algo.'o.
Na polaca haspaaoota Paetora, para Barco-
lona earregou : P. M. Maury M sacca? com
lo.UO kilos de algodao.
Mi '"
0 inspector da alfandega de Pernambneo, faz
publico, qae tendo-se evadido o Infractor oa in-
fractores qae conauzinm subtrabinoo ao paga-
mento dos aespoctivo direitos d^us saceos comea-
do : 18 calo de Saaella azul, 36 eaazas do dita
de cores, 11 pares de bolinas de con.ro fpara bo-
raem, j i penas do oliao e 9 oaleas de dito apara-
hendidos no dia 17 do corrate, por Aoloiio Ro-
drignes deOliveira, Antonio Feiippe de Santiago e
, Francisco Ignacio da Silva, ftcaai citao para
oaWjafcntro do prazo de 15 dias improrrogavel, eonta -
71^ ao desta data prodazirem saas defzas, testemu-
nhas e documentos a bem de sea direito, sob pe-
na de Odo o mesmo prazo proceder-so a reve-
lia na forma la M
Alfandega H *rn|mbuao, fJMe abril de 1871.
SLa oSflMfi'o Xavier Sobreira de Mello.
DECLARACOES.
DIRECgAO
QUARTA-FEIU 26 DO CORRENTE.
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
Beneficio do Io flautista pernambucano
GANDIDO OL'IXTINO RODRIGUES LIMA,
Depois dos professores da orebestra dirigidos
pelo maestro Colas eleeutarem urna brilhante en-
vertnra, representar-se-ba, pela primeira vez, o
interessante drama em dous actos :
PEDRO 0 TECELAO
oo
A honra do operario
Toma parte a Sra D. Jesuina e toda a compa-
obi*- .
No intervallo do 1 o V acto o beneficiado
execatar a importante pbantasia
II templario
Findo o drama o Sr. Fiaviano cantar a linda
canecneta
MEU YO YO VOGE ME MATA
Em segaMae beneficiado execnur harmonio-
sas variacSej: sobre motivos da opera
LUCRECIA BORGIA.
Saguino se a pedido peta Sea. D. Jesuina o o
Sr. Do-Giovanni o sempre ajoplaudido duelo
A PANELLA DO FEITICO
Terminando o espectculo com admira veis e
sorprendentes desloeacSes executadas pelo artis-
ta o Sr. Virgilio, qae espoatanea e obsequiosa-
mente se presta.
O beneficiado confia aa valiosa proteccao dos
Ilustres enrpos acadmico o eommereial; assim
oomo de seas comprovincianos.
Os bilbeles podem ser procurados na casa do
beneficiado, a ra Bella n. 3, a no da do espec-
tculo naascriptorio do ihaatro.
Principiar s 8 1(4 horas.
H. B. Em um dos iolervaHos o beneficiado ir
aos camarotes agradecer aos seus respeitaveis
convidados. .,
Depois do espefacalo havera nm trem do Recite
a Apipucos, me tocar em todos os pontos.
LEILIO
DE
suecos de estopa superior para assucar
a 26 do corrate.
O agente Oliveira far leilio de cinco fardos con-
tendo 2,578 saceos de estopa franceza de superior
quaiidade, muito bem cozidos, proprios principal-
mente para assucar e antros misteres :
QARTA-FE1RA
ao raeio dia cm ponto, em sea em^Utla i xua da
Cruz n. 33, primeiro andar.
LEILAO
dos utencilios e arrnaclo existentes na re-
fina(3o sita*no pateo do Paraizo n. 2.
O agente Pontual vender em leilo, por man-
dado do Illni. Sr. Dr. juiz do commereio, os uten-
cilios e armacao da reGnaco cima
Quarta feira 26 de corrente
dos gneros e mais objectos de escriptorio
que fazem parle da massa fallida da
Fonseca de Santos
Quarta-feira 26 do corrente,
A requerimento do depositario da massa fallida
de Ferreira A Santos, e per despacho do Rio. Sr.
Dr. juiz especial do ccramercio, o agente Pestaa
far leilo dos gneros e objectos de esjpt rio
pertencentes ;i mesma massa e existentesHis ar-
mazens da ra do Amorim, ra da Moeda, trapi-
che Horeira e trapiche Baro do Livramento. O
loitSo ter lugar no dia cima, quarta-feira 26 do
corrente s 10 e meia horas da manba. tendo
principio na roa do Amorim n. 39.

Terrenos e predio.
Inspecco do arsenal de
oaariuha.
De ordem do Exm. Sr. inspector fa^o pabiitto
que oo da 2i do correte mez ter lagar nesta
in-perca o concurso j annuaciado para o preen-
ciiimeuto das vagas do dona amanuenses da se-
cretaria.
lnspect;ao do arsenal de marinha de Pernambo-
-.0 21 de abril de 1871.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
Pela recebeOurja do rendas internas ger
se Jaz publico, que oi ximo futuro, que o segando semestre do ex.er
crreme^ relativo ao imposto sobre Industrias' I *'
irufii>6ii, que comprehende lodos es estabeleti-1
melos commerciaes.fabricas e officinas etc., temt*1
ser pago sem multa, o que, fiado o reftiridO no
se-lo-ha com a multa de 6 por ooato.
AVISOS MARTIMAS,
Lisboa e
Dover ^ognir eom poaea demora a barca por-
tugaeza Vencedora : para algmaa ca ga que lhe
falu e passageiros trata-se com abares Primos, a
roa do vlgarlo n. 17.
MftftAMO
A barca portgutza Josephina, ca.pilo Joaqaim
de Souza Amellas Jnior, segu no dia 90 do cr-
reme, ainda recebe carga a frite: a tratar <
Miael Jos Alvos, roa da Cruz n. 19.
BAHA
Pretenda sognir era poneos dias o brigue italia-
no P*|l#'pr is a f*Mbat*a, ainja-se ao conignalario Joaqom
Jos Goncalwts.Helarlo, roa do Commereio n. iT,
raes
prj)
nu-iRM\
O rlgne pooguez Soberano, capilar Bugi(;an-
ga, vai sabir oom brevidade por ter a maior -par-
te da carga engajada ; para o resto que lhe falta,
trata se com os consignatarios E. R. Rabello ceC
ra do Commereio n. 48.
O agente Pontual, compeUniemaate aptoriaado,
vendar ^m leitao os terreno seguales: 1 terreno
com 140 pannos ds frente a 450 do fundo, foreiro,
site travessa do Galdeireiro, dividindo pelo
lado do naaoanta com o terreno do Sr. Fortunato
Ribeiro Bastos, e pelo paente com o do Sr. Manoel
Antonio de Jess, 1 dito sito estrada de Jaao da
Barros, com 45 palmos de trente, |(ao norte do
desta estrada) e 40 de fundo .para a raa de S. loa-
mos dflrcom|Tiiieatt),oiviilind
com o Sr. Leoncio e peto sul
t ditoa mesma estrada, com
185 palmos de largura na frente para a na de ?.
Jlo, tendo o futido a me?ma largara, tendo de
eemprimenlo 600 palmos de ra roa, dividindo
pelo poante oom diverso, e pelo BasceMe com tar-
reos d( Sr. anoel da Cosu MfBfWeao, 1 dito
na estrada de BeW'm, eom 1W *lo o freo e
309 do fondo, dividindo atf*ai Vnetie oom o
terreno do w. Jlo CoM* da Pai, limitando
eom a ertrada de ORoda, 1 casa terrea sita o-
voacio de Apotteos ao lado da igfeja, tendo a
caa porta e jaoetla eom rotlas, duas salas, 2
quarto?, cnzinha fra, quintal eereado e arvores
fructferas
jmm QUINTA-FEIRA
21 do correte.
No arraaienida roa do Imperador, s 11 horas.
iwswdivi^:
E-t para ahiiir-sa o 1' andar do sobrado
da ra d^s Aguas-Verdes tratar na roa do
Livramento o. t5. \'__________. _______.
Propisa-ae de ma* ama socca, para casa da
pouca familia, que saiba eogommar cozinbar:
tratar na ra d Copoai(ao a. 1, das 8 s 9 oras
da nonte._______-
Pr* isa-so 0> roa ama: na ra
'' andar.
O Sr Mufi.T tandblo do Mcdeiroa
Pint rogodo a- #J_la lypagraphia.
^Prcias";enioo1 para oaixe.ro ; -na, padana da rtu do ngel
o.9.
AHMl
j


&*m A FABRICA.
AC.
CHAPEOS
SOL

kbaldes flesta eidade
DA
PECHINCHA AMO e 400 rs.
A'.pabae le coras dt liadas: nadrfos a da matos
ir'jiramente noves a SO e 400 rs. o aovado :
Si de Marco (oulr'ora do Creepo) b. SO A,
idos Arcos.
Ra do Barao da Victoria, esquina da Cambda, do Carmo, n. 23 (Antira Ra No\ai
TWnoe i honra de participar a domo* nomerosos regoeaes one cera i fugad* de om des sodos da Europa. 'a0pri0ll|e
casa coi wa completo sortimento de chapeo* de sol de todas as qnalidadea comfumbem, de todos os matemos pr.a s Sesmos
fabrico, como sefcm arnacos de todas as cualidades, sedas, mrini, alpacas e pafnos, assim como do especial ootbtria, armas
para ca. chemSiros e polvarmhce. Oi cjaos de sol terlo abadnenlo de 12. i e 25 por cento, cempr'.odo a dinheiro.
lira
ENERA!
'too 2ir
im HotelVictoria
Soonabend-o 2$
1P
SAMHLUNC
ri! Abeads 7 \fl flhr
Precisa-so de uma.ama para cot-
nhar e engcmmar para eaaa de pouca
familia ; teado am disso am mole-
qne para aladar: na roa da Daiio
n. 61.
Ift
a3
-i
mw
$Z5

aCD
>
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brillantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cnjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
UOHEIR Y III ARTE .
V t V
xsey
s' 1 y. y t v ? v t v
MANUEL & C.
alistarlo de participar aos seos numerosos fregoexes, que en vista de ser-Ibes mais
Tem a sausfac*> de participar aos seos numerosos fregoexes, que etn vista de ser-ibes man commodo, tea
esUbelecklo ama non fabrica de cbapos de sol, na mar da Cadeia do Redfe n. 9, baje roa do Mrquez de Olinda,
onde acbarao os pretendentes, mnito avultado sortimento de cbapos de sol de todos os procos, qoalidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidan especialmeote aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivol saas encommendas, pois poderlo assim seres mais besa sonidos, visto poderem esoomer as ar-
macfas as taxeadas que a demora da fabricacjto bem diminuta.
Joaqoim Fraocisco do Espirito Santo teado
regressado de soa viagem ao Rio Grande do Snl,
assumio a direcgSo de soa casa commerelal, e
pede aos senhores eredaret de ni" eoneordaa se
sirvam de mandar reeeber a segunda prestscao da
oesma no sea eseriptorio i rna do Imperador nu-
roero tt.
0 baeb. re Loli Emigdio R, Viaana de tolla
de soa viagem as Alagoaa, contina no sen eserip-
torio de advocada rna do Crespo n. II. t* ai-
dar, onde poda ser procurado das 10 horas da
mannia as 3 da Urde.
ZWECK.
Bri.*'ln8 eeher etaee baisrag fuer da Invali
dea Sutong.
Die Vers amniloog ist mit irgend einer Anzahl
MRglieder Bescbluss faeblg.
Der seeretair,
_ _________________H. Ladehoar.
meu regedora da innaadade de No sa 8a-
nhara da Coneeico dos Militares, teado da con-
tinuar cono o preparo e donramento da eapella-
mr da mesma igreja, convida por isso aos ar-
tistas que estiverem habilitados a levarem a effei-
to a mencionada obra, a entregaren) saas pro-
postas fdepois de examinrem e que ha razar) at
o dia 30 do crreme mas i roa de Marcilio Das
d. 74, ao abaixo assignado.
Francisco Antonio de S Brrelo Jnior.
____________________Secretarlo._____________
Prccisa-s
aitandelras: a tratar no
O abaixo assignado lando tolo a contratado
eom o Sr. Horacio Antonio Haogabeira a compra
da fabrica de cigarros sita travesaa do Queima-
do n. 5, livre e desembarazada; sa siguen porm
se jalgar cora direito mesma reclame no praso
da 3 dias, a contar desta daU.
Recite, 22 de abril da 1871.
Manoel Frauciteo Acacio.
E' no elegante a
qislqoor ebela da
auskor que exista no
te faforaveis, camo sajas MJtm
valaa stearinas a 640 rs. o mssso
ir 600 rs. a garrafa e
laios d* diversos
****** *%!??*
asarrua ttQh.kWA
rs. o maaso. vtaha UH
s taasbaas ha ais Basas*
Rra mimos, cafa de moca, animas po;
incitas, ameixas em frascos, latas
marmemada de Fernanda lorignes,
momos e mosurda, licorea de vanas
dea, doce da goiaba em caixio tatas, i
de diversos autores, massas para sopas, -
Srandes, azeilonaa em baria e latas, vi
o Porto dos me! ores
reino a 3*000 e a 3*30( ,
mazem responsabillsase peta boa qoalidada)
gneros vendidos em sea armaxem, assim<
i ante todo assaio o limpeza, em virtnda
convida a seos numerosos fregoexes e amigos a vi-
rem visita-lo.
h
horas autores, qneijos prata t da
3*300 ; o praprieurk) daste ar-
iiliu se pasa boa ulidadf dea
alogar dnas
Corredor do B
retas
o n.
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
$
Neate novo armazn tem nm
variado sortimento de fazendas
francezaj, inglesas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, anm de acreditar a este
novo armaxem.
Casemiras inglesas,
francezas, de todas as
qoelkUdes, brins de
odres e bracos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
DE
ARRUDA IRMAOS.
.
RA
atedavk aanja
NOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande
officina de alaiate, montada eom
todos os preparas qoe ha demelbor,
dirigida por habis artistas, que
pan soa prometida o perfeicJo
nada deoam a desojar.
Ronpa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os paqne
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qoe ha
na Europa.
RA
araW da^Tle terla
astifarsa
NOVA
N. 41.
Boubaram da casa n. 106 A roa de S. Miguel
nos Abogados, de Tbonaaz Telxeira Bastos snpde
se que foi na madrugada de 21 do corre ntes, os
ladros entraram pelo fuudo do sitio da dita
ca*a a arrombaram a porta que do terraco val
pora cosinba e arrombando as mais ponas, fo-
ram al a sala da frente, e ronbaram o seguinte;
i relogio a ericano de parada de dons pal
de altan-, imita ci de Jacaranda.
i pares de lanternas, um cor verde, e ontro
azul, eom mangas largas, tando vellas de cor.
1 candieiro de gsz piqueno eom globo cor da
loite.
I garrafas de cryslal eom divisoes de 4 cheiros
tendo as rolhas eompridas.
i rawolve de 7 tiros, inglez.
1 dito de 3 tiios, francez, do fabricante Sefal-
cheaer.
1 colbe r de prata para topa.
7 ditas dita pequeas eom a marea J.
5 facas de cabo de metal.
diversas coibereo da- metal para sepa-, e garfos
a entre ellas alguna aioda nao servidos.
diversas paca de prata ingloza, i cafetaira, 1
bnlee.e i assucureiro a dnas pecas da ama man-
tasgafra:
1 casal de chicara chineza.
Diversos pratos, uns Imitando ehinezea, outros
cor amarelia eom relevos.
1 soapetra eom pvato de vidro fino, cor azul
eom Aleta dourado.
1 toalba eom bieo em roda, comizas, lencos,
lencdes. e muilas entras pecas de ronpas esm a
marca T. T. a
Diversos ealixes de vidro braaeo para vinbo.
i grvala de seda, manta cor roa feudo se-
guro nm alfiaeite da ouro eom perolas a coral.
Diversa chicaras e pina de louca fina branca
eom desenbos rozos, que por ora se di por
falta.
Os ladroes deixaram fkar duas chaves de bro-
ca qna traziam.
Rogarse a qoalqaer peseoa qoe dessobrir os
ladrara ou dar aolieia da qaalqiaar doa ohieetos
ronhados, ana apparaea, aa ana ateas a. 10 rna
do Mrquez de Onda, outt- oa roa 4a Cadeia do
Roerte, ame aera generosamente gratificado a sa
aazaaartades) aagrado.______________
Precisare de tuna ama pa-
ra eozrabar e comprar para
casa de pouca familia: aa
roa da Cadeia do Beeife n. 11, loja.
A pessoa que precisar de orna ama portu-
gueza para todo servico, para easa de homem sol-
teiro, dirija se rna do Amorlm n. 36, que achara
eom anean tratar.___________________________
CAIXEIRO.
Preeisa-se de nm caizeiro de 12 a 14 anuos,
eom pratlea de taberna : na rna do Brnm n. 05,
~ Ao. flgnrlmo de smexlaa
NOVA MODISTA.
D. U. Canegal, cose, corta e prepara eom mnita
perfeijao, mnito gosto e i moda, vestidos de se-
ohora para calamentos, bailes, soirs on passoios;
assim como eostnmes para crianeas, e vestuarios
para baptizados, e encarregase de cortar qual-
qner costura, garantlndo a maior promptidlo e
Srecos muito rasoaveis. Na antiga roa Nova n. 67
. andar. ?
\^%\
Perdeo-sa da rna do Raagd al a ruda
Praia as papis apaleada ama eapia da testamen-
to a algtms recibos : qnem os acaoo leaha a boa*
dada da oa ir entregar na taberaa da roa da Ran-
ael n. 09, que ser gratificado.
Monte pi portngnex.
Siqnem
Feitor.
="^'V%%SH?
-s

FrmMM
lo**v im moiom( <\> i4* da I a 19 annai .
i.i pfU da mcia idad", psra-w Pea : '* *' iv'naio se tuno^aei. a
va toja n. 11. r* ment n. 38. Bafist
Preeisa-se de nm eaisarrvda 1S a 14 aaaas coa
praties. da meSaadaa, ame qaeira srra-
nsr-e ,n my* ^ia ** riA*A-4x Vlrtflrl*.
Miar na rus
Attentfo
Urna pesaos habiHada pras>V-se pan mestre
da mosiea de guarda nacional, oa algnma soeieda-
de fra deata risada: adiar eom qnem tratar
o pateo da Riostra n. 1S.
Precisa-se da urna enirommadeira.
.ttTT. ~- mm'IIM un npiHni>. i.ii uu
j esema, para Ma de'famTra : ns rna Jo Fra
j treso (SoWade) n. 7.
A PURLICO
Felizmente aeeodio espora o Sr. Joaqnim H.
da Silva Fragoso I
Priende este seohor defender a sua senbora e
eonhado na pretendida liberdade qoe coocederam
ao escravo Lniz pertencente ao casal de seo pal.
Has foi to infeliz na defesa ana pablcou no
Diario de hontera, nomo poda ser o advogado qne
se encarregasse de ama causa perdida.
Pois o escravo em qnestao naa foi partilhado
nem invenurtado, esUva hypotbeeado pelo sen
legitimo sennor, como eonfeasa o Sr. Fragoso, e
poda dons berdeiies do finado sennor lberta-lo
sem a aeqniescencia dos de mais berdeiros, e do
bypothecario ? Ora, Sr. Fragoso, aconselhe-se
qnando quizar fazer defosas, qoe a qoe fez certa-
mente comprometi a causa defendida.
A bypotbeca est nnlla e de nada vale I Quera
decretu a nnllidade ? Em qne tribunal j foi ven
tilada essa qnestao? Ontro offleio men bom se
nbor, qne para advogado sao serve.
Se qnizer fazer cortea faca eom o sea cha-
' AHENCAO
Bogase a am baehare), morador aesta ddade,
o obsequio do pagar o alague! de doas vestuarios
de velludo, dos qoaes se otilisoa ase tres dias de
carnaval, entregando-os depois a sea dono as es
tado de nao poderes ser mais aproveitados. Prr.
viaK-MqwsaafeBoe^rverioseanoeK por ex-
taeso, at ama rwtwaa
COMPRAS.
COMPRA-S
Fraseos vastos da tintara Japoneza ; a ra Da-
qae fle Caxlas o. 80 e Msrqnez de Olinda n. 61.
Compra-se orna casa terrea na freguezia da
Boa-Vista, qoe teoba 3 oa 4 qaartos, em bom es-
tado : a tratar na rna da Imperatra n. 74.
Apoliies.
Compra-se dez apoueee da divida publica : a
tratar na roa do Commereio n. 4. eom o tnewn-
rairo da associaco dos praUeoa Manoel Elanislo
da Costa, das 9 horas da maani as 3 da tarde, nos
dias nteif.
Na roa Nova o. 3 compra-se Diario de
Pemamboeo.
Compra-se nm Manual Homeopatnieo pelo Drf
G. H. 6. Jabr : na roa da Cadeia do Reefe a 1.
TiMIas Veriihps
Este medicamento o maca ama pelo sea I
aroma e gosto agradavel sa toma o mata
para a ezpnlso das lombrigas. E' fcil da tensar
porque o sea gesto igual ao do chocolala, a da
prompto effeito.
DEPOSITO
Pharmacia amerieeaa da Farroira Mal C, rs*
Dnqna de Caitas a. 87.
(irande pechincha
Alpacas de cores de liados padrSes e da pstM
inteiramente notos a 960 e 400 rs. o cevada ; or-
s de cores de padrdd) moderaos a tSt n. o
: a rna Prmeira de Mareo (outr*ara lo
n. SO A, loja dos arcos.)
Grande !iqmdft$o
Na roa do Crespa a SO.
Cambraias fraaeesaa flaaa da asista braaeo
eom flores pretas padroos miados, a 140 re. o ao-
vado: na loja da Oollhersaa.
" ESPELHOS, VIDROS, E M0LDMA8.
a loja da Agota Branca acaba do recabar
um faado sortimento deespelbos, ata mol-
duras dourada?, emitando jacarandl; aashn
como vidros, e moldara para queros, ot-
pelbos, (te., e como de costme os frteos
sao commodos.____________________
VNDESE
Joaqnim Jos Rasaos, na rna da Crat a 8, !
andar, vende algodio and amereaaos veraadaro
a pregosUmericano a % a 4>
Vende-se barato vidros para
tobos, a Lniz XV, de 0 10
roa da Imperatrto a. tf, h4 d
X
A'f sen horas.
A' cbapelaria da rna Priaseiro
da Enroo .
ao cpeos
acaba de ebecar da Eoropa
aeiro da Marca 8
pela nlQmo varaa
i chapeos a rteaaSaaa
compra se om manual Homeopatnieo
do Sr. labn, na easa de deteneSo oa na
praca da Boa-vista loja de cera.
VENDAS.
as nm
AMAkW5i*ss'"-
CRIADO
alaga-M
a Praia 43.
JIUWW H
criado.
(Merece se am portagoez eom algunu praca :
atratraarnadoCoaarai Vietoriaoa^a
, Massa de polvo
Valdcvino da plvora nade masas a 3a) rs. a
libra, no sen armuet esal na roa imperial nn-
merfl >
O verdaiero vinho
DA
BABBAD1
O Campos da roa do Imperador o, 28,
tem a satisfac de avisar moto particolar,
aos amantes do ji bem conhecido vnbo da
Barrada, qoe est na nica posse d'oma re-
meta desse nctar, vindo pelo brigoe Go-
leirano, e qoe nao vJo por annoncios bom-
basticos, qoe sao ardis molo de proposito
inventados, para nelles sabrem os ioexpe-
rseotes.
Assim pois, aqaelles qae qoizerem sabo-
rear o verdadero nctar dos viobos da
Barrada, nao tem mais qoe dirigir-so sosr
mazem do Campos da roa do Imperador n
28, onde encontrara amostras do dito vinho
qoe se darlo tambera para as casas partico-
lares.
Vejara e exarainem........
Cuidado com as imitac^es
Hado i
da ultima moda, .
So rasoaveis i
sordaseals de chapeo* del
para bornease
ana
Vende se s loja de calcado nacional
da roa da Imperatriz o. 38: s tratar as
mesma, das qaatro horas da tarde, oa no
largo do Fot te do Mattos o. 4 eom o pro-
prietario da mesma.
SEMENTES
H0RTAL1CA
CHEGADA8 LtTlUMENm
Aprovakai tema arvaraaao. ida.se arsaaaa
saber:
AJgej*.
Abobora d'agna.
Dittdoeampo.
BrocoOaa.
Conve aliaga,
DUanabiea.
DiU da penca.
Dita tronchada.
Coentro de tooeeira.
ErvUbs flor branca.
Dita flor rosa.
DiU flor brases raiteira.
CeboHobo.
Peijio ervllbeiro (7 sano)
Dito papo darMa.
Orellos da edn.
Epnabres.
Plmentees.
Nabos de 8. CessM.
Rabaaates rxo.
Pepinos,
Seaoorai.
MeHo.
k

Vende-se a casa da roa do Alecrn o.
5; a tratar na raa do Mrquez da Henal
n. 2.
Azeite e vinagre.
O melhor qoe ;em vindo a este mercado em
eaixss de dozia de garrafas vende-se no escrlp-
torie de Coaba & Manta a roa do Mrquez de
Olinda 40.
A 194 a
de pares de apat->s de tranca do teo para ho-
mem e senbora, nmeros surtidos : 88 praca da
Independencia n. SI
Grando
LIQUIDARA.
Na rmade* en
20.
Chitas cura a es^am a de, S8f e A8 ca-
vad,
aMM fM9Vw ffWtm^$ V JPr # tfflt,
HfJst CaWsMsTsM g^sta C9Msv % M9 0 09910,
afJe)#SWasv
DMsa bardada kcaoeas # 3ttu$ para cwiV
snasaSsaa Inaasa, m n
*SmSmmin
07S9
40J0900? f VgV^^^av w&f ^pr
M0aa.a
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dr sesasa,
a taro aVeflr, a
fifi
Tomates graodsi.
BalfM.
Reoolbo.
Xieofta.
dale.________
Lingotea das libas em latas.
O mttor qoe tem vmd a asta meresda, mh
dem Jlo de Rogo Uro Fllbo a r* d Aaallo
amar 4.
CnRAMDK
Para a #.
CMIalf $HW00 Nfl t0m0tm0 P^& ## i WsW,
maw larga ota ehHa, par reas de asamiaa,
" s. cavad sa me doCraepo a %, Wpsdo
_r.TTEIiql0_
Camqatahos a doeassa
al ammtfiaBSSSSlw sm^ssssaa Plfd^Bsssss^BSSstdt jMmmlKa^fjm^L fj^g^kaW
ai.
Am
riftxwOH
vumoH%Aa
Ath aV dbsay awi ssraasV ^a^easasaaa da
e^evi^y^^aae
sa
isa. a
CarSaada
saamaasaaw, %um tnm
Ssasra d a, lmM
laibraari a USS.
caVe^aSMsauaeaoade.
a t de Mam, W$ n. a t+
sree d aa m aaiqaer aotfa Senn*,aaraa
de(>eaaa,istaaxdA;esqniaa d de Oaamada.
aaaaaj janeas exeaspiares qne reatas da imm-
ta&tC*ir Cnmercmlfertm/mx pal Exm
Sr. eeaaeajeiro Dr. Dioge Pereira Pergas de Saaa-
paio Pimeatel, eximio lente :atiiedraueo deaa ma
terUamnarrersidade de Ceimbra, aans aV sasaai
oarepae grenaV vbliMe poraoedui do Cedsao
Comwtreimi Brmikirc, pea sna inteira hamaga-
nsidsds com aaaaUe ontro. Na mesma to)a aa
veadem as memoria do Cote Je;as de Braga em
r*caaatampas, ofcta a' t::'at*t ut./w
ridadla aortofnr.
xtOfBM piouMs
BAIRADA.
aaatsffaacaaa
dea fKUr iritcm,
metas dkaa a harria da s>,|
mi arradhila salas vei
estajeaos lar tasada
bamoKSTe
VXSSB?SS&r
i Otro, i roa da
4 C, atad aa--------
en tosa o agrada >-.
dosohredltoaiaiMl*. re
amo do presente ananacie aos
m do bom sisma, aara eme oa
am nutra emelqo.-
jHira wai}w**H:io ypb*: _
Irant ortatir ROM*-.



O rio dt PemambnoQ Domingo 23 de Abril da. 18*1
I
I
>


o Bar* i*l rfai (mtr'orsi r
BlOTS)- f.
5aneez, rna
4a Tleto-
oat>'ra ram
f.
Perfomarias, qninquilharias e brinquedos
para meninos.
Acabam de ebegar novas (alona eom importante sortimento dos artifes abaixo mencionados
ricos maia msumion qne 6 posnivei.' _,_____.___
CAIiCAOO
r^bm san senboras-duraque branco, preto
i* ootras mnitas cores escoluidas do ultimo gos-
t o n moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapitmfaos de saho para seobora-duraqne pro-
brinco e de cores, e de eouro de teatro.
para crianza, pronrias de baptisa-
Cestinhai para braco de meninas,
ara costura,
jame pratiado para frutas pao a
Balate* para costura,
aru
i de diversas qualidades para homem.
Bote* rnssianas para montarte, tan infieras
4e cono da Rsate para viagem, como brancezaa
de Miar, knanrro fio, para pemloi.
Haba pemeiras para mewnoa de iO a 16 an-
08.
Sapillos de brim branco para borneas.
Sapioos de vaqueta de lustro eom sola de ma-
eira, proprtos para buhos.
Snalos de borracha para bomens e senhoras.
Saputos iwtinadoa, de differentea modelos, mu-
o boos e fortes para meninos e meninas.
Saphtos de tapeta, avelludados, Chariot, casi-
mira preto, de auca portn|Mm, para bomens,
wnfaoru meninas.
Perfumaras.
Kxtr ictos finos, buhas, cosmticos, leos, opia-
tos, afuaa de Cologne em garrafas de erystal para
presentes, agaa divina, agua florida, duttrice la
tande, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodea, pos de arroi
* saaoneten, tudo teto de primeira qualidade, dos
tabrteantos Coudray, Piver e Lubin.
Qninquilharias
Lutis de pellica brancasJouvin.
, grudes dourados para salas, qnartos
aa para senhoras e meninas.
Jolas da oup, brincos, transelins, pulseiras,
otoa de pannos, de abertura, eorrentes e chaves
i* retegte, totdo de onro bom de lei.
Brteuoa de plaqu i imilacao de ouro.
Qerrsutee para relogio.
Abetaanrai para eoiletes e para pannos.
AlbuBS de venado e marroqaiu para retratos.
Hamandeiras de riiro para enancas.
OiWwhM de costara, novos modelos eom mo-
tica, proprias para presentes.
Qoadrmhos dourados para retratos.
Toacas e sapatinhos de lia para eriucas.
QlpaBaa para noivaa e para pastoras de pre-
Mfiaa
<7ijyinh eom vidros de augmeito para ver-
te nm ponto grande a photographia dos retratos.
Pie ile vwro para pianos.
Theaimrinhas para eos ura e nnhas.
Boteinhas de seda de velado.
Casos
esa.
Reos artigos de phantasia necessarios para toi-
lhetes e proprlos de presentes.
Jarros e booqaets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel ,flno rnai delicados.
doadros promptos pira collocar vistas.
Molduras douradas para qpalros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras de saatos.
Espanadores de penas e de palba.
Carteiras para bous e para dinbeiro.
Calxinha de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana eom castoes de marflm.
Bitas de baleia, junco e de mnitas qualidades.
Pentos finos de marflm para caspas.
Escovas para faca, para cabello e para denles.
Lunetas ou penclnei de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oeuloe de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para linternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Cordas para violo.
Port-pratos para mesa. _n^>
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melbor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos eom navalhaa.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes eom martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de janeo e de baleias.
Lavas de no de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarillas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para illaminacoes de
testas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogoe de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e ontros jogos allemaes.
Esterioscopos eom as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordions de todos os tamanhos
e novos modelos eom trmulos.
Realejos pequeos eom novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, eom difieren-
tos vistas mui pitoreseas.
Brinquedos
O maior sartimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretemento das enancas.
Alpacas de cares
Vende-* grwfrttpolBi preto )tn ves- Veoda-ae al^y^a de cores pan mudos,
do de MDhom e eainii a U, SIMO* a W* eff & <**<>
24800 e 3* o covado.
Caseaira prata 4 *48M corle
Vende-se cortes de etietnira preU para
calcas de borneo* a 31800, 4 5#, 6* o
7#Wfc -
ATTEN Precisa-se tallar con os seguiotes se-
nhores: a negocio qrje lhe dix respeto, t
Germano IMpBBBs^H
di
j"
Jlo Aotoaio descantes e Sita.
Manon! Cardo Vieirs de Mello.
Francisco Brito de Mello.
Dr. Ventora de Maroim.
Joaquta Altta da Fonceca.
Francisco Manoel Aires.
da Cunba Cavalcante de Albu-
Teixeira Franca.
Jos dos Santos.
Basilio Cbavier de Mello.
Chitas pretas
ende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o corado.
Chitas francesas escaras
Venle-se chitas franeexas eicnras para
vestidos, a 240, 280 e 320 o covalo, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Chitas para etbertu
Vende-ie chitas eocar nadas para ce ber-
tas a 320, ditas de cores, largas a 360 e
400 rs. o covado.
Fastie para vestidas
Vende-ee fostlo para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
Briftaatia branca
Vende-se brilbantina branca para vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Pe retaras liaa para vestidas
Vende-se percalas finas para vestidos de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cansas fraieeua
Vende-e cassas francezas de cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o covado.
firgindis de cores
Veade-e organdis de cores para vesti-
do de senhoras a 440 e 500 rs. o corado,
L3asiihas para vesties
Vende-se iSasinhas para vestidos a 400
e 590 rs, o covado.
Alfadia de lista
Vende-se algodio de lisia proprio para
roopa de ccraros, por seritorto a i 60 rs.o
covado.
Vdndae gdVu acoras para jgaicas de
boaiensT-sf ro^para metfm a $40 o t-
vao.
Bria de estes etm listas
Vender brim coral coa lista s dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
loja da Arara, roa da Imperatriz n. 72.
(matas pretas de seda
Vende-se gravitas pretas de seda, largas
e estreitae 500 rs. \J f if
Lencas \tmm .
Veode-se lencos a 24 a doria, ditos cbi-
nesee a 3*600, para liquidar.
Chales de aertoo
Vende-se chales de merino 'estampados,
a 2 e 2*500; para liquidar.
Cenorias de (bitas
Veode-se cobertas de chita fioa a 2*500,
ditas encarnadas a 3*500, ditas forradas a
5*. cobertores de algodio eom pello a
1*400, na liquidacio.
Car tes de faifa "*Tv"
Vende-se cortes de ganga para calcas de
homem a 800, ditos de brim de lista, a
1*500.
Bria lisa
Vende-e brim liso para calcas de traba-
loo a 560 rs. o metro.
Bria parda trucada
Vende-se brim pardo trancado a 700,
800, 900 e 4* o metro.
Bramante a 1*800 a antro
Vende-ee bramante para lences e toa-
tbas por ser moito largo, a 1*800 e 2*800
o metro.
Altadle infestada
Vende-se algodio enfestadofla 000 rs. o
metro.
Pecas de aliadlo
Vende-se pecas de a'godo eom 20 jar-
das a 3*800, 5*, 6*, 6*600 e 7*.
Pecas da nudapelie
Vende-se pecas de madapoBo eom 24
jardas a 5*. 5*500, 6*, 6*500, 7*. 8*,
8*500 e 10*.
Cellariibas de papel
Vende-se om resto de collarinhos de pa-
pel a 200 rs. a dnxia.
Cruda lifiidacii de rsnpa feita
Vendem-se palitos de casemiras de cores,
sobreeasacos a 9*. ditos fraq es a 8*. di-
tos sacos a 6#, ditos pretoa, paaoo bom,
a 8* e 10*, ditos de alpaca de cor a 3*,
ditos pretos s 3*500 e 4*. ditos de meia
casemiraa 2*, ditos de brim de cores a
1*500 e 2*; ditos brancos a s*.
11^
Vende-se saceos eom farinha de mandioca, me-
diado 18 cnias, pelo baratsimo preco de o* cada
na ra do Mrquez de Olla'
Algodio asol de 550 Ib. olfado a
J10 rs., s se venll peto intejra, cada
ama eom 56 eovaae
Ca\taB n. 41, antiga do
Para
na toa Boque
Quetaado d i
de
saceos e fognetelros.
saecos
PASA ASSUCAB
CE1VIJA DE.MABCA
/
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadelraa trasem os nmeros estampados
as pecas enio ais etiquetas.
Vendem-se
T. JEFFERIES & C.
46 Ra d Gommercw 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazent esa cada peca ata bilhe-
te eoia o aoaae
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
DE
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferrera Maia^ C, ra Du-
que dr> Caxias n. 57, anti-
ga do Queima^o.
CEMENTO.
O verdadeiro portlaud. 8*
ras da Madre de Deas f. 22,
lefeMarrMde
rs.
Loja de Gaspar A. V
Lias eom mselas di anta
mais larga que cbita francea a 500 n.
Dita eom Hstas a 360 rs. o covndi, cu
dinbas a 200 rs. o covado.
Dita superior a 240 res o covado. dita
Dita matisada a 300 r. o envan.
Dita escocen de cores flxaa a MO re.
Cambraias > cores flxas a MO rs.
Dius brancas a 4*\ 4*300, 4|800, 1*000 e
5*600 a pees,
Madapoln bom a 4tnO a peen.
Dito a S, 5*800 e 6* rs. a paca.
Roa do Duque de Casias i. antiga mn do
Qqeimano n. 1-___________________________^
Plvora barata s>ara acasVar
Vende-se plvora Dna para caen, em han de
librar, metas e qaartas, assim come i granel em
barris para caca e festeja : para ver i minri t
tratar na rea da Crus o. 16, (armaieai)
tonio Ce.ano Uoreira Dias.
BATATAS
a 60 ris a libra, 140 o kilo la) arrsnn.
Polvo secco e baealbo grande d eatau : vs
dem. Pocas A C., i ra estreitt Aa Biinrii n.,
junto a igrea.______________________________
Portas americanas
snSM
Vende-se portas jmericanas mnito
e to baratas qne mandando-so fuer nnai
em mais s madeira : no afanara da
amarella, no oito da wereuria de pocia.
neta
A 1W00O
ADUZIA
de pares de sapatos de tranca do Porto, nniBerw
sonidos : vende-se na praca da IiAenendeaca
numero M.
SALAO M ABELLEIRE1B0
Ra Primeiro de Marpo (antiga Crespo)
n. 7 A Io andar.
Ueste bem montado estabelecimento, os amadores . hi de mais moderno e delicado para penteados, como sejaro: bonitos o excellentei
coTiee, trancas, cacbe-pnes, assim como faa-se todo e qnalquer trabalbo de cabelle
qae se encommeodar.
Acna-se tambem o acreditado Tnico Delsnc qne se recommenda pela sna ex
lteme composic5o. O dono deste estabelecimento, d'ora em diante, pode ser pro
;arado a qualquer hora do dia para os misteres desoa profisso.
Fita especial
para os qne fizeram a campaoha do Paraguay. A
agnia branca ra Duque de Caxias n. 52 rece-
ben deesa fita.
Vende-se
3
OfreS de teiTO e diSerentes manhos.
XTenSaS e ^-ro para copiar cartas.
WapaS e ferro gavalnisadas para telbeiros.
J. aCDOo de feiTo para assncar.
mlT8tC10S americanos para vanea e ladeira.
LaCninaS ^ vapor e de cortar fono.
i/amnnOS de mae para saces* e a;terros.
Venezianas para janeiias.
BalanCaS decimaes e onuas.
FOgSeS d, ferro.
11X01 re saitre, etc. etc.
LOJA DA CONQUISTA
Ra do Cabng n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & 0.
Os proprietarios deate navo estabAlecimento jolgam de seo dever faser apresen
taco de seo titulo, pan obterem do respeiUvel publico, xim especialidade de seos
fregaeles, o acolhimento de qoe todos neceasilam em sea tirocinio commerdal.
A Conquista, nao ghnte era pode dar farenflas a seus freguesas, mas tendo
por divisa conquistar a todos, para que nao comprem em ootras casas, afflrma-lbes
que serJo tratados eom agndo, lealdade e muita moderacao nos precos.
A Conquista achando ser enfadoobo para os leitores o mencionar o seu grande
sortimento de fazeodas finas, apenas descreve somente as fazendas preUs e objectos
proprios para a quaresma, como sejam :
Grosdenaple preto de divenas qualidades.
Gorgurao preto para vestidos.
Casaquinhos pretos de seda.
Ditos ditos de gorgurao con cinto.
Mantinbas brasileiras pan cabeca.
Chapelinas e chapeos para senboras, o qne ba de melbor.
Lavas de pellica brancas, pretas e de cores.
Os proprietarios da Conquista prcslam se a ir ou mandar eom qaalqoer objecto
amostra, pan qualquer casa qae pan isto Ibes mande
numero da monda.
Superior vinho de nva pnra especialissimo, pas
to, em 5. e 10. de pipa.
Dito do Porto muito fino em 20.* de pipa, pro-
prio para mimo.
Dito dito D. Luiz I em eaixas de 12 garrafas.
As qualidades "superiores destes vlnhos dio a II-
beidade ao possuidorjje garantir aos comprad)
res a pureza de sua preparacao : a tratar na ra
do vigario n. 14, primeiro andar, escriplorio de
Jas Lopes Davin. _________
-liraM
nicamente o nome da roa e
Ferro
Vende se telha de ferro* galvanisado de 6, 8, 11,
11 e 17 palmos, mais barato do que em outra
Salquer parte vistt da qualidade : na ra 1'
liaren n. 6.

Fil preto de seda
m Bordado e eom salpico? receben se na 9H
leja da America, ra do Cabug n. 10.
Vestidos. I
De cambraia fina bordados a capricho : !
vede-se por mdico preco: na loja da |
Ameriea, ra do Cabug n. 10.
Para senhoras |
Camizinhas de cambraia transparente
primorosamente bordadas : recoberam-se
na loja da America, ra do Cabug n. 10
C0NT1NUACX0 DA GRANDE LI-
QU1DACAQ DE FAZENDAS Ll-
r-AS, A* RA DO DUOUE DE
CAXIAS N iO.
Chitos Anas, claras e escuna a 1*0,
200, 240 e 280 rs. o covado; cambraias
de cores a 200 e 280 rs.o covado ; alpa-
cas de cores eom flores e de nttrae a 400
e 500 rs. o covado; algodo branco i"
4*000, 4*300 e 5* a peca; madapolao a
4*000, 4*500 e 5* ; dito largo a 5*500
e 6* ; algodio de listras proprio para
roupa de escravos a 160 rs. o envido ;
brim pardo trancado e e:oro a SCO n.
a-vara ; cbale.* de merino lisoa a 2*; di-
tos estampados a 2*500 ; chitas para eo
berta a iSO rs. o covado; cambraia bran-
ca a 2*300 e 3* ao corte; dita victoria
fina a 4*500, 5* e 5*500; toallas Wan-
das a 84000 a duzia: lencos kran<
1*600, 2*. 2*500 e 3* ; (Utos grai
3*500 el*; ditos de seda pequeos
500 r?. cada um; ditos de lilbo fino a
5*500 e 6* a duzia; cambraia para forro
I a (800 a peca.
aaaaaaa
i
8
> ropa- mv
s::|
wnos a I
8
S
S
m
8
lias artigue acham-se a venda
casa dos importadores
Shaw, Hawres d C,
hua da Cruz n. 4.
carpinas
CONTINUA
A GRANDE LHHIDMO
FAZENDAS
Ao &000 rovado
DE
Alpacas Lateadas.
Atpacas de cores lavradas finas pelo di-
minuto preco de 560 e 600 rs. o covado.
S vina.
Cambraia de cores moito fina a 240 rs,
o covido.
Coates de merino lisos pelo barato pre-
co de 20OO cada um. E' de grasa!
Cambraias transparentes coin um pe-
queo deleito a 1*500 a Beca.
Ditas sem defeito a 2J, 2|500, U e
3*500.
Ditas Upadas a U e 3^500 a peca.
Dita tapada moito fina a 53 a peca.
Madapolao -fino a 4, 45500, 4*800 e
5*003 a pees.
Dito dito largo a 65 a peca.
Dilo fraocez muito fino a 0*500 a peca.
Al>:od5o bom a 4*003 a peca.
Dilo largo eom qoatro palmos a 4*800
Lencos de cambraia de Jinho fino a
5*500 a dozia.
Catuiiras de cores muito finas.
Bria branco e de cor, camisas para ho-
mem, tado por menos qoe em ootra qual-
qner jarte.
Chitas de co*es a 160 rs. o covado. 1
Ditas finas a 200 e 240 rs. o covado,
lindos padrees.
Dius riscadifthos a 160 rs. o covado.
Ditas escoras a 200 rs. o covado, cores
fixs.
Brim pardo trancado a 503 rs. a vara.
Dito de cores trancada pelo barato pre
co de 400 rs. o covado.
Alpacas lavradas a 440 rs. o covado.
Casimira escura cm duas larguras a 2*
o covado."
Chitas finas para coberta a 240 rs. o co-
vado.
Lencos eom barra de cor a 1*400 rs. a
dozia.
L3as eom listas de seda a 500 rs. o co-
vado.
Cambaias Victorias muito baratas.
Lencos brancos de todas as qoalidades.
Chapeos de sol de seda a 8* e 9*000.
R'iupa feiU para bomem deodas as qoa-
lidades.
Assim como mnitas outras aiesdas pro-
prias para senbora e meninos, qoe sera
enfadonho mencionar.
PARA LIQUIDAR
1*000 CADA UM
J eom cabos de faia, sendo os macoados de ac moito bom, proprios para
ou engenbos: vende-se ra Nova n. Id.
Cadeiras americanas
eom brafos e assntos de palfioha: i roa Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra: a roa Nova, armazem
n. 11.
Tazas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para Umanqueiros, ou oatro qualquer
mister, eom toque deferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, oa 8* a caixa eom 150
macos: roa Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES
eom duas rodas, proprios para boitem, a 20* cada m. E de graca, mandando-os vir
ouslam 150* cada um: veude-sa roa Nova, armazem n. 11.
Grampos de pfto para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roopa oua se bou i necear em cordas, a
240rs. a dozia oa 6* a eaixa con 36 dozias. B' dar, oo vender: roa Nova
PARA EWtfEWHO
om recebedor e conductor de bagaco^da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se qoizer, economisand o trabalbo de duas pessoas, talvez o nico qoe exi
oesta provincia : vende-se moito barato, i ra Nova n
Convidamos a todas as pessoas qoe tiverem de comprar fazendM a dirigirem-
ge roa Doqoe de Caxias n. 8J, par se cerficerm da birates? e qualidades daa
fazetrJ** qoe cima mnncfODamos.
Ba Nova d. 22
Pra este estabelecimento acaba ebegar nn
riquissirro sorlimento de objecto, tonoa mim, oa
qnaes fo das segoinles qnaiinanes :
Machinas para farer ca*, em cinco mmiM, a
qnaes fazem o caf eom todo o aromi, coa mt-
nos qnantidade do que e costana a usar, por te-
rem de nm ystama iot-irameote mnnerno.
Estas pe^as importantissimas podero lambem te -
vir para cima de mesa, sendo os seos precos 4e
cinco at cem mil reis.
As explicacdesparafarcr-ss o af veem em por-
to)roei e inglei.
Tan.bem ba para vender oeste estanuManMUt)
reqaissimas esteiras brancas e cores, pira fer-
rar salas, por preco* muito baratos. Bea eoniv
mnito boas vassonras pira lavar casas ladrillada-
e assoalbada^, a qoaes sao de qnaMan inteira-
mente nova nesle mercado.
Fejao molatinho noto.
Vendera em saceos grandes Joio do Reg Lima
& Filho, ra do Apollo n. 4._________________
Na rna do Mrquez de Oiiida n. -^ yeaute-ee
ama prensa para copiar caitas eom a competen
le mesa, par preco commodo.
RODRIGUES & IRMAO
Ra do Mrquez de Olinda n. 6
Vende-te nm exeellente cofre de ferro,
va de tofo, por preco mnlto commodo.
Oarroc s
Na ra do Livramenio n. 38 se dir qnem tem
duas carrosas das que trabalbo na alfandega as
qnaes se vendemtmnilo baratas._______________
pechincha sem igual.
Superiores las esioceas da cures muito lula-,
fazenda de gosio para vestidos a 140 r*. ova-
do vende-re na ra Ptimtiro de marco, oc:r o-
a pro* a d0 Crespo n. 13, loja das ej lumna, de Jnia-
nio Corre de Visroncello.
Semenles navas
qnez de Olinda n.
fomentes.
horlalica : na ra do Mar-
t.
NA
AOS 2,0W
PRESOS BAEATISSIMOS
LOJA FLOR DA BOA-VISTA
paulo saum
Palitots do meia casimira de 2, 3/ a 5.
Ditos de brim p;rdo de 24, 31 a 40.
Ditos de alpaca branca e de cor de 3^ a k&.
Ditos de alpaca preta de 2 a 60.
Ditos de merino preto de 30500 a 60.
Ditos sobreeasacos de panno preto de 120, 200 e 400.
Ca cas de brim de 800 rs., 10600 a 20.
Ditas de meia casimira de 30, 40 a 54.
Ditas de casimira superior de 80,100 a 120.
iBRna da Imperatriz48
JUNTOfl PAPARA FRANCEZA.
ttenpao
Vende-se orna jardineira de Jacaranda eom lam-
po de pedra, quasi nova, por muito pouco Oinhei-
ro : pessoa qae qulzer dirija-se a Olinda na ra
do Amparo n. 19, casa terrea.
Doce. Doce. Doce.
A' ra de Marcilio Dias, outr'ora Direila, n. 91,
se acba nm completa sortiroenlo de doce de gola-
ba em caixoes e latas, o qoe ha de mais nno e
fabricado eom toda a perfeleao.
m eom pelo sortimento de caixoes deii li-
bras para todos os precos proprios'para satisfaxer
encommendas de fra da capital.
Tambem ba sempre doce de laranja, liroao, ci-
dra e bananas. -
Quera davidar venta ver, que ira sasfwto cora
os presos e qualidades.
PARA ACABAR
Na roa do Marqoez de Olinda n. 39 ven-
de-se os seguintes artigos mais baratos que
em ootra qualquer parte.
Gooro de becerro.
Cooro de lustro.
Conro de porco.
1 Arreio de carro para 2 cavallos
(obra de gosto )
Vndf-se urna earroca e um toi : a tratar
eom Jos Paral Mantos roa da Palma d- 4.
GRAIDG
LIQUIDACAO
De 1,800 &>rt*3S de casimira
Corles de casimira de cor fareoda superior lisos
e de quadro a 4#000 e 5*000 o corte, casimira
prela sopenor pelo baratisaimo preside 1*300 o
cavado,
Vende-se
esleir-; novas grandes e peqnena?, muito boas e
preco barato para acabar, asslro como oorinbos
cnrtid-38?: na rea do Vigario o. 33.
P :uo da mes; m ri-.m eta na r ''alentinas, ouli'ora Agoas-Wr-
e Vende :e a qua/ta parte d) sonrad' n II"
da roa Direit* : qnem qniter eetonna-sn eim
Hermenegildo Eduardo de llego Ji-miriro, mn o
Qceimado n. 33.____________________________
Vende se um terreno eom *7 patows e fren-
te e 400 de fundo, e urna casa o uipa qnnsi.
prompta,siu n'Agua Fria balan, nefro^u*
urna taberna : qnem pretender dirija-se a mi-
Vista, ra do Progresso n. 19, qoe acnar eom
qnem tratar. ____ _____
IIIH' wtswHsIBB 9M
FAZENDAS FIHAS |
BARATA "
Ra do Crespo n, 25
CAMBRAIA BRANCA coaa 10 varaa, a
CA
cores i
CA
varas a St a oe^a.
CASSAS LISAS coro um peqoao to-
que de avaria de 16 varas, a 6* a peca.
LENCOS da India para rap, ianroes
de seda a 34 a duiia.
CAMBRAIAS de cores finas, liin* nn-
droes, a 186 o covado.
CHITAS moderis de liona? corta fi-
guras a 380 rs. o covado.
Brim de Angola padroes iawuido ea-
temira a to covado.
CHALES de merino, ptetoa i m tdaa
aa cores a 1*500.
COLCHAS adamascadas ranease*e:
cores, a U. H, e W- mMmmm ,...-,.
MADAPOLAO Uno a 9*900, !#, i#HO,
3/, 5*800ii 0#500 a peca.
ALGOD.iozrxo i *o, ye t Sl>
perlor a 5 peca. _____
CHITAS claras e escora, cor segura.
a 160 e 200 rs.
Do-se ai amostras cora
1BUAIAS BORDADAS, iraieas lea
s psra ciriinados, a 600 vara.
IMBRA1AS VICTORIAS flias, eom M

cora nennnr.
an A' rna 4* i r
sWWW
!*
de oqo e sanoalo
A agola branca aeaba de reeoter
nltos Icqnes de o?o e de sania'
perfeijao Ser reconhecida por q__
sim, pois, vai reappareicndo o sort)
e os preltalectos que se dirija
Duque de Casias i. 31
*<-

BariH


--a- ^wi^ll" J^i^ 7*i HkjJl.

zz:
9
420
7
maje
Mifcip'lilhn. .nwa ja e iueaas,
avisa a t*d torraodo turto po.sMft* a vista da fajea-
da, para todos admirar, a saber:
Grosas (jebttBa da louca branca a
capachos moto bonitos a *(0 e
Caixas com K9 tveii pee fazenda
fina a UOO, 6C0 e
Pares desnpatoa da lia para me-
ninos a
ISspelhos de mdldora doorada a
00 e
Pentes pretas volteados para me-
ninas a
Tinieiros com tiata prela a 83 e
Pegis de ia elstica mnito fina a
Lias com superior senta CO, MO e
Latas grandes com superior binba a
'Frascos com rileo de Philocome a
500e
Frascos com macassi Peraia a
Caixas com i2 gabletes incito
finos a
Frascos com agua de Colonia verda-
deiri a
Ditos com oleo de ba wsa suderlor a
Sylia lario p)rtogaei litro mu lo
bom para criancas a
CarriUh de retroz preto com 2
oitavas a
ti:ii tqujuiahas de fi para me-
ninos a
Caias ora a*olbas franco zas a 160
160
Pecas de tiras borJadas a 500, 600
800e
Garrafa com a .verdadeire agua
florida
C-.rtilh.s da Dcutrioa Cdristaa as
mais modernas a
Livro das mlssoes abreviadas a
Copos grandes com supe ior banha
Macos de paltitos para deotes o
meloor que ba a
Pacotas com 3 sabonetes ingieres
fazenda fina a
Caixas c- m pos para limar dentes
f-senda fiua a
lscovas muito finas para lija par os
demes a
acenfl
320
1(5000
210
100
200
2(0
320
850
24
amo
1,5000
320
400
600
200
M |
FLIX PEREIRA DA SUVA
JB '-ojas* sa eboeV
()s propietarios deste importante estabelecimento qoerendodimmotr o grande
deposito qae teem de farebdas, rsoljarant liquida-las, razando-por eenseguinte omi
grande/oauccSo nos preeoMae raasmas, am de poderem vende-las per preces, ai*
baratos, do qae se encontr, em outra quaiquer parte, por isso convidan ao -reepeita-
fel pobb'co e a seas oomeroeos Iregaezes. virem sortir-te em tea estabelecimentoj
cortos de que encaotca-o um variadiseimo aortimento de -fasendas modornas e amalo gostQ alm^am gTtnfle'irtimetito das fazendas de primen neceecidade,
tudo por preces mnito cemmedes, vito terem o propietarios adoptado o systema del
so veoderem a dmnei o para poderem vender pelo costo. As peseess que negocia
em pequea escala poderlo azer seas sertimentos nesta oja aranera, pelos mesmoa
procos que se compea as casas inglezas (importadoras), asi* como para neis om-
modidade dasExmas., Emilias se darao as amoitras de todas as foseadas, ou se Ibes
raandam leiar pelos caiairoa, em suag casas para escolherem.
240
1*000
10300
400
1,5500
i ()500
160
600
200
240
A NM ESPIMia
Hcmprc a "Vova i:*i>eranca! t
AO BELLO SEXO.
Esta loja bem conhecida pela soa elegancia e
superioridade de seos objectos, acaba de receber
muitos artigos para o que respeitosamente convida
ao bello sexo a vfzita-la.afim de compraren anil-
lo qne Drecisarera pra preparos de vestidos toi-
lete on tocadores, e-mesmo qualquer objecto para
.azer algura prezenle...lpoi que si na Nova Espe-
ranca licarao satiseitos, j pela qualidade e pre-
sos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-so em nao se impacientar em dar a es-
colher os objectos, prestando-se cora o agrado
com que cosiuma receber a todos, aflm de que
.ainara com o Arme proposito de voltarem on
mandarem a mesma loja, logo que precisem de
qualquer artigo por pequeo que seia.
LUVAS ,DE PELLICA.
Recebeuas de Lisboa a Nova Esperanca para
noraona, senora e meninos, sendo brancas e de
cores.
NOVIDADE.
Biro de qnipnre preto com branco, a Nova Es-
peranza 6 s quem tena I 1 I
Caixas para joias.
A Nova Esperanca reeebeu boas caixas de sao-
ca,o para guardar joias.
Fitss largas para cintos.
Receben as de muitas qualidades a Nova Espe-
rones. r
. Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanca lera leite de rosas branca?.
Para Ungir cabellos.
lera a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
ri za.
Pira refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxia n. 63,
wnde verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As mclbores, e do mais conhecido fabricante,
Unto rancoz como inglez, esto expostas venda
i a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranza.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
udo de superior qualidde : vende-so na Nova
Esperanza ra Duque do Caxias n. 63.
t j
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n-
J3, reeebeu um lindo sortimento de lia para bor.
lar, vindo as cOres mais procuradas, branca, pre-
la, escarate etc. etc. a fila antes qne se acabe I
lAZAlIfiTlI
A SITA DA WEMtm H. 60
16b sen ,ruiA
'Si.
m
'ii4

tov;r,

DE
-ssV
\ln b
ll
Agora sim !
Favas.
Venda-as a retalho a 160 o kilogrammo
I adaria da ra do lUnirel n. 9.
na
Para substituir a grande falta de madeiras do
\>m, a nica e competente para isso, o pinbo de
rezina, que na tendo brinco, deve ser preferido
ao loor), nos forro* de casas, e ontras obra* que
requerem goslo e duracao (filiamos por expe-
lienia propria), e quem duvidar que experimen-
te ; por ieso temos veada um sortimento desta
madeira de nossa encommenda, composto de ta-
boas de di(Terente3 grossnras, larguras, e cempri-
meatos para fazerem-se obras sem emendas ; ac-
ereesendo de mais a vantagera no preco por qne
a venl no armazem de madeiras de pinho de
'anlo Jcs Gomes & Cllmaco, caes 2S de Novem-
bro, oitao da secretaria de polica n. 21.
Cnonolate homeopiaico de Londres e do Ma-
nnhao, vende-se na rna estreit do Rosario n. 13,
d'Oana b'meopatbica.
SAL.
Vende, Jo Dht* Soares (em MaeAo) superior
superior sal ora pedra, o alqueire a 400 rs, para
baatae*, e 4W reis para navios, posto a bardo
erabarcando-se qaalqoer encommenda por maior
que seja coro toda a preste pos?ivel. Pode tra-
tar se travessa da Madre de Deus n. 1, 1 an-
dar, com Antonio Perein de Miranda.
VenJe-se um guarda roupa de mugno, obra
iraporianie, com espelbo de 45 polegadas de eom-
prido e 35 de largara, em perf ilo estado, e omi-
tes outros objectos de urna pessoa que se retirou
p.tra En/opa : podem ser vistos na rna das Cru-
zcs n 38, ( andar, das 10 horas da manhaa as 3
d tarde. Vende se barato.
Aos cigarreirus.
Vende-se papel de seda em caixinbas, assim co-
mo dito de liuno em resmas, e por pre
do : a tratar na ra de Mariz Barros o.
de Codorno.
cammo-
oulr'ora
7!
I
n
Alpti de eare, padr5s inteiramenle nevos
e nuito finas a SiO r*. o novado, cassas de cores
axjs e Pdra| lindissimos a 280 e 240 rs. o co-
vi\ lias a 400 e 260 rs. o covad). azenda muito
bpi : nal ji do arco, rna do Crespo n. 20 A
eVioina da ra das Cruz
UavalloT
Vende-sa om excellente tavallo de sella com
fc:>;i- traa-se na roa da Imperalriz n.
60, loja 6o Pavio.
CORTfNADOS para camas e janel-
LAS A 8S, Ofi, m, 'W E ^0,5000-
No Bazar do Pav3o vende-e om grande
sortimento dos memores c^rtnalos borda*
de 83 c par at 25tf, pecbmeha na roa da
Imperatriz o 60 Bazar do Pavio.
Poopelmas de seda s o Pavio.. t ;
Recebemos om dos mais brilbactes ser-
timentos das mais modernas- e lindas poupe-
lioas de seda e lite, cora delicadissimbt
padrees, assentadot na* mas modernas
cores, e veadf m-se par .menos do que em
ootra qoalqner parte, no Bizar do Pavao a
ra da imperatriz n. 60.
Sedas de listinhas a 25 o corado.
Vendem-se bonitas sedas de listiohas com
lindas e modernas cores, pelo bprate preco
de 20 o covado, no Bazar do Pavio, ra
dajoaperatriz n. 60, de Pereira da Silva t C.
Utazlhas modernas com II*-
tras rnesela de seda a 40
rs. o corado.
Chegou para o Bacar do Pavao nm ele-
gante sorliaetito das mas modernas la-
inbas com listras e mselas de seda, pro-
prias para vetidos, sendo fazenda demuita
phantasia, e liqr.idam-se pelo barato preco
de 640 rs. o covado, pechincba, na roa
da Imperatm n.60 loja de Perei a da Sil*
a C.
MERINOS ESCOSSEZES A 800 RS. 0 CO-
VADO.
Vendem-se os mais modernos merios es-
cossezes, proprios par* vestidos e bornoos,
sendo neste artigo o melbor que tem vindo
ao mercado, e liqaidam-ae pelo baratisei-
mo preco de 800 rs. o covado.
POIL DE CHEVRE A 800 RS. O COVADO.
Vende-se ponssimo poil de cbevr com
as mais delicadas cores para vestidos, tendo
escurase alegresesend) muito lustrosos
e iiquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
fazenda para muito mais dtnheiro, isto no
Bazar do Pav5o, raa da Imperatriz n. 60,
de Pereira da Silva d C.
LUNDAS AGRACIANNAS A 660 RS. O CO.
VADO.
Vende-se oo Bazar do PavJo um bonito
sortimento das mais lindas acracia anas para
vestidos, tendo listras de seda, as quaes se
vendem pelo barassimo prco de 560 rs.
o covado, sendo fazenda que vale muito
mais dinhe ro, pechincba na ra da Impe-
ratriz- 60, do Pereira da Silva A C.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bazar do Pavo vende-se um grnelo
sortimento de camisas inglezas e fraacezas
com peitos e ponbos de nno, sendo das
melbores e feitios mais moderaos que tem
vindo ao mercado, por precos mais baratos
do que emoulra qualqoer parte, por se ter
feito urna graode compra ; oade o fregaez
encontrar para todos qs pregos, ditas com
peitos e punbos de algodSo, trmbem em
grande qnantidade e de variedade de pro-
cos. E' pechincba na roa da Imperatriz
n. 60 i
LASINH.4S A DOUS TOSTOES
S oo Bazar do Pavao veodemse bareges
ou iaasinbas transparentes, com delicadas
cores, pelo barato -proco de 200 rs. o
covado, pechincba, roa da Imperatriz
n. 60, loja de F Pereira da Silva A C.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 is.
Chitas a 200 rs.
O PavSo vende bonitas chitas largas e de
cores ixas j.elo barato preco de 200 rs.
o covado.
Laas garibaldioast covado a 920 rs.
No Bazar do Pavao vende-se um elegante
sortimento de bonitas laas garibaidinas,
de tolas as cores, pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, na roa da Impera-
triz n. 60.
Panno preto do pavo coTid a 26000 rs.
Vende-se panno preto fino pelo barato
preco de 2000 e 20500, o:covado,
grande pjehiocha aros da Imperatriz n.
60, Bazar de F. Pereira da Silva A C.
Bramante o pava eu arguellas a 7 a peca
Vende-se orna grande porcao de pecas
de bramante de Lobo de urna s largura,
sendo fazenda propria pan lencoes, toalhas,
cerou'as etc, tendo 20 jardas cada peca,
pelo baratissimo prego de 74000 a peca,
grande pechincba ; na roa da Imperatriz
o. 60 Bazar de freir da Silva A C.
Espartilhos do pava a 4/1000
Venie-se espartilhos moderos de todos
os tamanhos, pelo barato preco de 4(J000
cada uro; na ra da Imperatriz n, 60 Bazar
de F. Pereira d Silva A C.
Saks bordadas do Pavio a 84 Vende-se ricas saias b >rdedas con 4
calmes pelo barato preco de 8|000, sendo
fazenda qne sempre se* veude a 15#00<
e 16(3*000, assira como panno proprio
para saia' sendo com pregas e bordados,
vende-se a ld80, 1^400 e 14600 o metr-,
sendo apenas pri'ciso para cada saia 3 1/2
metros, pecbin;ha; na ra da Imperatriz,
n. 60. de F. Pe eir di Silva A C.
Cortes do chita a z/hOO
Vende-se corles do chitas francesas tendo
10 covados cada am, pelo baratissimo pre-
go de 2(J0l'0; nr Bazar do Pa*3o, ra da
LASINHAS A BENOLT0N A 408 RS. O
-COVADO.
Chegou para o Besar do Pavao .om grao-
de s rtiment de Uedissimas laazmoas
Benoiton com as ores mais Jindas e mo-
dernas, sendo de orna s cor e leudo vzul,
lywo, violeta, perda, roxo, ciosento e e
muito boa qualidade, qoe se vendem pelo
bara.issimo pieco de om trozado o cora-
do,.por hater grande porcao, u n5o seria
para muito mais dinbeiro, isto ca raa da
Imperatriz o. 60, lo,, a de Pereira da Silva
A C.
CRETONK FORTE PAR* fcKrCES A 20
CADA METRO.
Chegou para o Bazar do Pavo orna
grande porclo de verdadeiro crttooe forte
para leoces sendo muito encorpada e boa
fazenda com 10 palmos de largura sendo
preciso apenas para cada lencol um metro
e urna qoarla on om metro e meio, visto
que a largura da fazenda da o comprimen-
to do lenco!; grande pechincba a 20000 o
metro na roa da Imperatrix o. 60 loja de
Pereira da Silva A C.
OS BRAMANTES DO PAVO A l(J80O E
2^300.
Vende-se superior bramante de algodao
com 10 palmos de largara, proprio para
loncespelo barato preco de ld600rs., di*
to de linho puro com a mesma largara a
20500, dito francez o mais superior que
tem vindo ao mercado a 40 e 50000 rs. a
vara, isto ni na Ira Imperatriz o. 60, loja
de Perein da Sirva A O fcf r _
LUTO BARATO, QASSASPRETAS '
A 24VRS,
Vende-se no Bazar do Pavao a ra da
Imperatriz n. 60, cassas pretas fraacezas
.para loto par nao estarem bem pretas-
assim como chitas toda prta, porm tams
bem com defeito na cor, mas muito forte,
a 120 rs. o covado; pedjcb'a de PereiA
da Silva A Comp.
CASSAS FRANCEZAS COVltO A 300 RS.
Vendem-se cassas de cor verdadeira-
mete francezas com delicados padres 0
com desenhos miudos e grandos a 300 rs.
cada covado, ditas inglezas Boas bonitas a
200 e 2i0 rs.; pechincba do Pavio.
TARLATANAS LISTRADAS PARA
PARTIDAS.
Chegou um elegante sortimento das mais
bonitas tarlataoas com listras, tecdo de to-
das as cores, sendo de maita phantasia e
muito propinas para vestidos de baile e
vendem-se no Bazar do Pavio a ra da
Imperatriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLAO ENFESTAD0
A 30000
Vendem-se pecas de madapelao entes-
tado, francez coa il metros a 3000 r. a
peca; pe-hincha no Bazar do PavSo a rila
da Imperatriz n. 60. v. | \
C\ZAQUifiHOS fiA&OINAS DE SEDA
A 180 20| E 25*000.
Chegou para o Bazar do Pavao nm gran-
qe sortimento de ricas basquinas ou casa-
duinhos de seda pretos ricamente enfeita-
pos, sendo d( s modelos mais ardernos que
tem vindo e vendem-se a 180, 200 e 250
na ruada Imperatriz n. 60 loja de Pe-
reira da Silva A C. nr. n ort i^ !.
RICOS CHALES PRETOS COM FRANJAS
LARGAS.
Chegou para o Bazar do Pavio um gran-
be sortimento dos melbores chales pretos
dordados a seda, com franjes moito largas
de retroz, e vendem-se muito em conta, na
ras da Imperatm n. 60. Bazar do Pavio.
Poupelinaa do Japio a.500 rs. o covado.
No Bazar do Pavao vendam-se delicadas
poupelinas do Japio, par vestidos, sen-
do padrees inglexes, pelo barato preco
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
de orna s cor e muito astrosas a 500 rs.
ditas a biO, bonitas asiobas a Benoiton,
com delicadas cores a 440 rs., ditas poil de
chvr a 56* s. ditas oom listras de seda a
640 rs. todas estas lias sio de graode van-
tagem em precos e tffoldanvse JSUfo
Imperairiz n. 60. ^wmm "
LAAZINHAS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A 800 RS .
Vende-se nm elegante sortimento de a-
siobas amazonas muito dudas e :om as mais
delicadas palmas de sena, tendo largaba
de chita franceza, t com as core mnis
novas qae tem vindo ao mercado, e liqpi-
dam-se pelo barato preco de >0O rs. o co-
vado, no Bazar do Pa*> a rol da' Impflra-
triz n. 60 de Pareira da Silva & C.
. .$8?BU,AS
Chitas a 240 rs.
ni
feliz rararfedoaniandaptlw mala tunis oroco-
hecldoe medico ynnnrmado aerea
Wocaso paisa IMt^kaJtoenU cor o nenos
MHQ^-islinar k^ML Tn purgacio anlgai
rmwsrna,-n o ntfflo'le ootros medicatnonto.
E tambera ntll nai lenoorvas ou floreo branow,
quer sejm anti|aa oS SioinriHa.
Xa nbaraiacii amerio j^ Hnqoe ie (^
Y Afili BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Ontr'ora Queimado n. &)
aflectivameate todaj u qpalidades de vicho
Bordean^ J|o,orjagne e do Rheno.

OS i
&
w

,olai usqjtslfr
't 0s** e ~At .
'
?sssoas-ii ujido
; OSE e 081 OJ
nico legalmente aritorfeailo e approvado
pelo conselho de sade.
t'NICO DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
oe *
BARTHOLOMEU A C.
34Roa larga flo Rosario34.
CAFE raGATIV
A' ESCAMONEA
De B,N Baml
Pbarsaaceatlco-tblmlco
A ntilidade ds purgantes nao soffre demons-
tra tfoalguma; a prescripcao diaria que delle?
faiem os medios o o oso anda mais freqnenle
feito pelo publico sao provaa irreragaveis tanto
como a quantidade ionumeravel deste genero. 80
falte aperfeieoar cada ve mais o modo de admi-
mstracao, de manirt que eoosonmndo a sna ac-
ci, elles possam ser tomados sem repugnancia
nem asco e sobretndo sem receio neni perigo.
Muitos purgantes afamados s derem este bom
xito ao sen etretto intenso e excessiro. D'ahi o
pongo, porjjue irritacSes de estomago, inflamraa-
C008 de entranhas s5o inevHarelmente o resulla-
do do seu emorego. liada dtsso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Tedos conbecem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeramente tnico e excitante do
caf. Elle o melhor auxiliar dos purgantes do
<'l?.eVd!Ma3a ch*iro Mbw o ojuda a accao
sollicpn# Jgarosaaaenlio os nlovimentos peris-
talticss di yestino, o preventado o sen effeito
muito-intenso sobro o estomago. Misturado coa
etcameoea, facilita as evacna^des com promptido
e sem clica, e ceno, facit a tomar e preferivet a todos oe outros
saUro urna dicagao especial da qual o medico
LENQOS BRANCOS MRA ALGIBEIRA
A Aguia Branca na ra Doqoe de Ca-
xias Q. 50, esl vendando baratamente len-
cos braocos e de taraanbo regalar para al-
gibeira. Os differentes precos de *M,
2,5400, 2,51800, 3*400 e 4*000 a dua.
sio os que de mais barato se pode encon-1
%*r em tfo boa fazenda. Tambem ba oo-
tros com barras de cores fizas, e fazenda
nova mais fina a 4* a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyrintho com boftitos desenhos, e per-
feita imitacio do tecido oo pas.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, tranlpaTerrte e ootros
em pecas de 13 tiras, e proprios para cor-
pinhos, etc., etc.
MEIA8 PRETAS PARA WDRES
ditas de li de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
lees, eto., etc.
TORCAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas ou stereosoopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 24 vl< ta., bellas o agra-
daveis, dio um perfeito Intretenimento para ren-
niSes de femillas.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos adereces pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com piogentes.
Correles pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
pescoco.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com crozes.
Pdlselras pretas.
BARRETES EM PONTO
mala para recem-oaseidos.
UVBJNUOS COM DESEHHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS BE PAPtlS COM DESIRH09
em ponto maiar part os mesase tas.
NOVAS TRANCAS DE PALflA
para enterles de vestidss sa Ha.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agoia Blanca tem recebido finas per-
fumaras inglezas, sendo extracto esta
trados de agradareis rtreirof. Mansas
as entre as qoass se leU Clspaca,^
da colonia, dita de lavaadsr esc
como finas escotas ing'nas, S Sptss;
dentes. Tsmbem receben variado *
ment de sabonetas, qoe es esl
baratamente.
Caixinhas com 3 sabooetee irrmstssi a
15, ditas com 3 ditos transparentes a f#
1500 e 2*000.

Sabonetes menles a 000 re..
alcatrio a 80u 16OO0 rs. sana asrs.
Pasta de amendoa para lavar s aaasjsr
as mios e o rosto a 14 o frasco.
E sssim muitos ootros ntijorasa 4o par
IunlwrTd.
Alfinetes pretos Com progenies s sea
elles.
Guarnico8 de bolees presos para psanos
abertura e collarinbos.
Peonas de a?o kiro k Uifa
Caixas coas ama grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Chegou nova remessa de papel santa
mosca e continua a ser vendido na laja da
Aguia.Branca.
A innocuid
uidade do caf purgativo permiti de
empretfwo en todoa es casos simples. Desper-
tando a atona .do intestino e actvando a secre-
cap deste, feotr* a reta de venire, as Temo-
sidades, as fratuoildadea e excita o appetite. Em-
pregado mais 5 nfludo, con venante para eva-
cuar coro vagar-a bilis e os hamo, bs viscosos e
e fax desea raanora desapparecer a enxaqueca,
as oros de caneca o prev os ataques de sangoe
as pessoas que a estes sao predbpoalas.
MODO DE EMPREC.
E* t5o simples como aoil. O cat purgativo
deve ser tomado fro, pnro on misturado com um
pouco d leite fri azucarado, ou ncua assnca-
rada. O *dro inteiro a dos ordinaria para
um adulto ; duas eotnares de caf bastam para
as sennorto o para toda o qualquer pessoa qoe se
pur fcilmente. H
..ara as enancas de 8 10 anuos, a metade do
vidro e snfflciente ; de 5 a 8 anuos, urna colher
de car, e-a guara parte do vidro smente abai-
xo desta idade contra a gosraa.
E* por isso d'uraa administracao mnito mais
fcil do que os biscoutos, enoeolates ou Moa
.purgativos.
Da-se immediatamente depois leite quente as-
sucarado ou caldo leve, e duas ou tre3 chavenas
de cb preto on de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Bartholomea. dt C ; rna torga do Rosario n. 34.
Chocofae de sade, de linter
E' peto son agraiavel gasto o suave aroma qae
Ma ctossifleado como a primeira qualidade do
chocolate, e com justa razao o procuram como o
melhor de todas as marcas de chocolate conheei-
das. O bom conhecido notne de Menier nos dis-
pensa de sermos mai* estensos.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
numere 87.
Elxir anericaeo
Usado as golas este elixir em um copo com agua
um excellente conservador das gengivas e lim-
pezada baoiu, bochechando todas as maobaa?. E'
amltom nm noasroso e verdadeiro calmante as
doras de dentes.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
- i numero 67.
j i a*-t-----r-#_______________________
UROPE
5D;iBERT
WmiO ^'ACADEMAdeMEDICINA
Preparado por DESUURlEflS.PH
S/no" oe BOUTIGNY-DUHAMEl
31 Ra de Clry Papjg
C.
Chitas a 200rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 2 JO rs.
Chitas a2lOrs.
No Bazar do Pavio venie-s* urna grande'
porcSo de chitas claras e escuras, miadas
e gran las e de muito bom nonto, pe ba-
rato preco de dons tostbes e doze viutens
o covido pecbiQcoa, roa da Imperatriz
n. 6o < Chales de renda a
O Pav3o vende grao ?
preta sem defeito algu
imperatriz n- 60 de ^F. Pereira da Silvia- tas a 24506'rs., e de tres ponas a l rs. pechincba, no Baiar do Pavfo.
O ^afope depurjUiv9 ipdfado do Dou-
I* fpar1 elferec^ni aju smprego, um
*W< bem, casto e constante na cura
flS5"aajaria,scro/u/ vicio do sangue, obslr ucfdes lytnphatica.,,
filestius contagio* -Uyphililicat), leves
n in*eteria$, de Hodos os accidentes que
aellas depettdem.
\ iperita dakta |aroae foi apn^ivada
ir fcademia apeHal de Mefcna de
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
om Pemamlmco: Miureb e C; Joaocm
Martinho daCat'2 Osbbeia ; Jolo da Con-
CEifAO Bravo e C*; Aoeusro Caors ;
Bartholombo e C"; AtEXAnnaE Ribiiro;
Abbeu Ribxiro ; Jofto da i>* Fama e Irmao.
Fartnha de mandioca superior.
De S ota Camarina e da Baha, tea para
vender Joaquim Jos Goncalve Belario^
trapiche do Guerra e do Moreira, e
tratar no sea escriptorio a roa do Commer
can 17; assim romo tem barricas coi
farinba sflpeffot da alaribeca, pro!
para casas particalares.
verdadeiras
i a
Sao finalmente ebegaflas a este pca pela segunda vez as
do Dr. Badway & C. de New-York.
Depois de alguos annos, em qne as falsificaces de Hambnrgo e
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido
estes remedios haviam alcancado por seas rnaravilhosos ffsitos consegnrram intinsWnii
se, illodindo o publico incauto, com orna reduegao de proco, nnnhlcando o veri
mrito destas admjravefs preparares, imitando as verdadeiras; porm da
do-as com seos nollos effeitos, lembron-se o autor de faier a deciandto
dar diplomas aos qoe venlerem os seos legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as" verdadeiras prepararles do Dr aU-
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo konJ an teu
annuncio.
Nos abaixo assignados. declaramos e certificamos, qne os Srs. Barmoado Carfc La-
te A IrmSo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os manar njsntea
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito Imperio como no reina ssPsrto-
gal. Noticiamos ao publico, qoe n5o se podem obter os remedios do Dr. Rbwj
(e que so preparados no laboratorio do mesmo dotrtor na cidade de New-Yei t asa
Estados-Unidos), senSo das pessoas que podem produxir a presente certifle*eiYi
^.taco e que a produiem, subscripta e assignada do Dr. Raowat 4 C. e dos 9re Ray-
mondo Carlos Leite IrmSo como ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
^wat d C. sio acompanhados de cdulas sdmeihantes w qoe parecem ao pe |
ticaco.
Bttmine-se- bem a assignatnra da fima do Dr. adwat dt C. ao p da
nkfln a compare-se com o fac-milt as cdulas com todos os Ti
BanwATd C.


s
'
I

*?* Mt\-d^mi,
^
CAJtpS de barro franca* pin
Biior tn porede a.
4* toas* u eneMade.
_. de descarocar algodao.,
e brinres da Roseta.
americanos pera rorro Se carne,
.omerieaaoe maia bao* o esoaoaicea.
~\ suporto de Gautier Fwj*.
0 era saceos grandes a S#S00.
AGUABeride togMm. ^TflWrk
iu AO BOM WBNH
k^.. ^'-6^8 **?' l Intpostante esUbekcisaento de mineaias asperjares, artfeee de laxo e da noda para bomas e e-
a^as, esplendido sortimento de perfumaras doa mais aflama^ odrSMtoa, do Par* e Londres, oomo ieim Pivar, Labio, ot-
dnj, Regand, PiBaad, Cboaneaoi, Moope!
Moopelas, societ hygieniqne, Gosnel, Riramil e Piesaa Lubin, ele. etc.
O Bazar da Moda receben novo sortimen-
o d aos, assim come chapeosinhos, casacoa,
ornis, coqnes, camisinhas, etc., ele.
Continua sempre o grande e afamado sor-
uto de miadezas e perfumaras verda-
|i, qne todo se vende por baratissimoa
jos.
Dam-se amostras e manda-se em casa .das
Ctm?8. familias o qne desejarem, rna do
BsrSc da Victoria, outr'ora Nova.
Os acredita-
do! cylindros
para pdaria;
venda no arma-
zem da travessa
do Corpo Santo
n. 2>.
Fu ndipao da Aurora.
C. litara & C. era liquidacio vendem j)or precos
nuis balos do que en outra qualquer parte,
taixas de ferro balido e euado, alambiques, moeo-
dase meias moendas, rodas e rodetas, e rodas
'aguapara engento, orives e boceaste fornalha,
guindastes e boias, lijlo de fogo fire b. ek), cy-
|Odro;;para padariamu ingleaescomo america-
'os, arados todos de ferro, electo.
Camisas e ceroulas
O anteo elegante vende casaises naos
inglesas de 60,5 por U& a duzia. ditas lau-
dadas a SU 9 muito finas a 120# a duzia,
ceroulas de lioho muito finas de 45 a du
zia 364, pannos de crochet pura sof e ca
deiras, f?zenda que sempre se veadea por
w&, vende-se a U o terno.
Mantinhas olindenses
O moseo elegante receten ricas manti-
nbas de seda (coosa nova) para senborae e
meninas, as qoaes est vendendo pelo ba-
ratioho preco de 10500, estam-se acabando,
bellos aderecos de tartaruga e de madeepe-
rola, e muito fiaos pretos de crystal, casso-
ltas para caderas de relogio^ ditas de pra
ta dourada para retratos, as mais lindas ca-
deias de p'aqn,para homens, bengalas de
canna com castao de marflm e de osso, chi-
cotes de baleia com castao de marflm e de
unicornio, completo sortimento de espelbos
de columna e de moldura dourada para sa-
las, lindos collerichos e punhos de linbo
bordados para senhora, grande sortimento de
punhos e collerishospara homens a Oxford,
Refleman, Puebla, Exquizito, Napolitano e
Vera-Cruz, as mais lindas e modernas gr-
valas para homeus, urna infinidade de ricos
botoes para punhos e collerinhos e d'entre
elles os desojados br loes artietiques e a imi
tacao de onyx para punhos.
Musen Elegante
acba-se povido de um lindissimo sortimen-
to de babadtnbos r entreineos tipadoj e
transparentes, e de reos e modernos esnir-
tibos de a Wntom. ^
Mnsea Elegante
recebe por todos os ptim lotes de peli-
ca da primeira fcbrc#*8?Lsboa, assim como
encontrara as Blm" latlai oeste injpor-
Unte estabelecimento efe jfraode'sorrtmfnto
de artigos para casamento, como sejam ri-
ca grinaldas, flnisstmis netas brancas de
seda, 'llgai-, lvas braheas, leones Anos,
franja branca de seda, fazenda superior,
trancas, galSes, botoes, bicos de blond, fi-.
tas de grosdenapes e de setim de n. la
80; ditas de velfude, bicos de ctqiet bran-
co e preto, verdaderro bico valent ienne, ba-
Ieia8 pira vesrdo, caabraia frxnceza preta
e branca para forro.
Gntilara do Musen
Elegante
Navalbas muito tinas, cabo de tartaruga,
marflm e bfalo, do aflamado fabricante
Bodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, tartaruga, marflm, tesouras
Anas para unhas, costura e cabello, taiheres
para mesa e para doce, de diversos preces
e qoalidades, ditos muito finos com cabo de
marflm, superiores garfoe de metal branco,
grande sortimento de colheres para cha,
e sopa de metal auito fino, trinchan tes com
cabo do marflm por barato preco.
Musen Elegante
vende chapeos de sol commerciaes a 2(5800,
proprios para as, pessots qoe esto pasean*
* a irem ao Danb e 'ambem vened
ricos tlboBS para retratos por baratitshno
preco.
No Musen Elegante
eecontrarUo a pessoaa faltas da vfsta om
oomplaso soriimeaio de oeotoe de are da
tartarofa, bafato e a^o, e tambem penciBez
da tartaruga, aufalov ata e prata doorada,
com vidros de cores.
Lamparinas. do gaz
VeBde-se no Afosen Elegante a 200 rs.
caixa.
Aos cabellos brancos
MUSE ELEGANTE
vende a muito acreditada tintura ingleza
(a qual mostra o sen bom effeito pooco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigenio Ri-
ga od) que em menos de eito das di aos ca-
bellos a sua efir e brilhe primitivo, e depoU
deste tempo s bastar usar de oito em oito
dias para conservar o matiz adoptado.
Exposijo de lencos
-MUSE ELEGANTE
vende lencos brancos finos a 700, 2*700
e j abanbados a 3*600 a dnzia, e muito
finos de esgofto tambem abanbados a 6*500,
7& 94 J2 a dazia.
ir ni TJ
priiiwrr intfotctor do pocos tabulares Abys-
sinia, em Pernambnco.
Previne-se aos apreciadores do superfino e deudoso pedome," qne apena* precisare deese artigo ser bastante- viran ou
S!!?* "JH,8!?8 PortadloreB 1 **** fielmente despachados, pois os proprietarios deste novo estabelecimento ca-
^^^^^SS!vn^ntt **"na Mpenor qDalidad9 da S,ft ffiercadflra*!
Participa ao respeitavel publico qoe
tem recebido a quarta remesaa doa ditoa ,
os peroneas completos e aperfeicoadoc para' a
cacao d'elea em pouco lempo, tasto eaa tem
como em trra da barro, maseap
As vantageos que offerece asta sjstema it aa>
quirir agua sobra qualqtiar oatro, alo ieai
serviBdo nao smente as eondfcfaa aeaau
nadas, como tambem as cacioibas ji feltaj,
anda n3o Um b< cobas ca a agua Dio pura, pea
elles estao munidf s de um filtro que nao deixa aa>
trar itrpuridades, tantagf m qoe nao ten os ratrae.
A!m dissn, a grande qoantdade d'afaa aja
elles deitam de 5 a 8 pipas per btra coofonaa e
dimetro dos tubos, a facilidade com qoe elles faat-
cion?m, a simpicidade, perfe-(Jo e ilidez. cosa-
binada com a elegai ca de sua inma, que paran
aprreciatfa basta ver-se.
0 annunciante tem urna pesoa eepecialmeote baa
litada, Unto na coIlccacSo d'elle, como aa eaccaba
do terreno ou lugar mais proprio, qoe sa entarrefi
d Ues ferves por preco commodo; e.vta a csa>
bio ser mais favoravel, vende-se eRaa por
mais moderados, recebendo-se a importancia t
pois de collocado e funcionando a satisfcSo do
prsdor.
Para ercoramendase mais es-
clarecimentos a re^peito trata-se
Da loja do Sr. F. J. Germanii, roa
Nova n. 21 enaofi ioa do meta-
es do Sr. Pbulo Joe 4a Silva Fre-
i e, largo da Concordia n. 7.
N.
NO MUSE ELEGANTE
Ra Estreita do Rosario N- 1.
BOA D* MPERATRIZ I. 40
Esqnina do h65o dos Ferreiros
.MENDES a
gbit;is bscuras 200 o covado ou a
2^000 O CORTE.
A loja do Papagaio acaba de recebar um
grande sortimento de chitas escaras com
padrw>s imitacSo de cassa, e vende pelo
barato preco de 200 re. o covado ou 10000
o orte, na roa da imperatriz n. 40.
GROSDENAPLES PR8T0 DE 20 A 3J000
O COVADO. .
jUm grande sortimento de grosdeoaples
pratow e gorgorees de sed, dos mais es-
treitou at os mais largos, vende-se por me-
aos preco que em outra qualquer parte na
toja do Papagaio.
OPAS DE MERINO' PRETO A 40,5(000.
Vendem-se capas de merino preto bor-
dadas com vidrilhos, muito modernas pro-
prias para a quaresma, fazenda de muito
mais dinheiro, para acabar a 100000, s na
loja dio Papagaio, ra da Imperatriz n.
Madapolao enfesiado a 2&>00, 30 e 40000
a peca.
Vende-se pecas de madapolSo enfestado
com 12 jardas 20300, 30 e 40000 pe-
chincha.
BRAMANTE DE LINHO
com 10 palmos a 20000 rs.
Ver.de-se bramante de lino com 10 pal-
mos ds largura, pelo oaratissimo preco de 20
o metro, pechincha, na loja do Papagaio
roa da Anperatrit a. 40.
POPELINAS DE COR A 20400 RS.
k loja do Papagaio acaba de recebar om
bonito o elegante Bortimenfo de peupelinas
de seda com quadriobos, fazenda inteira-
monte aova 0' mercado e vende se pelo
barato preco de 20400 rs. o covado na lo-
ja do Papagaio.
C0RTE8DE CERTAA|20, 2040 E 0800.
Vecdem se cortes de chita de differeDtes
cores a 20,20400-, 24800 e dM% sendo de
10, II a ti'covado, pechihebaj na loja
do Papagaio.
Cobetee de fostao braaee e detona 0OOO
Vendem-se cobertas de fusilo braneo e
de oo", moito grandes, e vendm se por
este reco por baver jrraad b^rafltrdade, na
loja do Papagaio.
E8TAMBNHA A I0OO HS. O COVADO.
A ltja do Papagaio vende chifa oe) es^me-
nba, lateoda mnHo larga a 10800rs. o co-
vado, pechincha.
FLAHELLA AMBWGAH; A BW CO-
VADO.
AcaN de ebegar loja io PiWgaio otp
fazenda mlraftteBt aova, prnprk para'fa-
aer UMM) +lvm d, aiu^ d4dfaia. 0
que da rogar a.jbzor-aa oina.s^cappoo-
coecoudfti, jTocbincb, *BB2SSjt*i*
Vende-se cambraias e cseas da edr de
** >4f%f tojtondHk* oam
w*imi*M (ty,! taittdahn ft, g-atiUti oa
1 IMaiNDYS.
Cbfgou loa do Papagaio om grande sor- M
que se vendem poa preco muito commodo
na ra da Imperatriz n. 40.
PARA LUTO.
LasiBba preta de 440 e 500 rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rr. o covado.
Cassas pretas a 040 rs. o metro.
Alpacas pretas a 500, 6C0 e 800 rs.
covado.
Bombazina lisa a 10280 rs. o covado.
Dita transada a 20OCO.
Cortes de eretone rom I-I coradas a 50600.
Cbegou loja do Papagaro nm variado
sortimento de cortos de vestidos de relo-
nes de cores, fazen 1a nteiramente nova, pa-
drees muito delicados e cores fixas cada
corto d vestido de duas saias a vontade, e
vende-se 'por este preco para acabar na
ra da Imperatriz.
Algod5osinho de 20800 at 70000 rs. a
pea.
Madapo!5es de 50, 60, 70 e 80 a peca.
Hamburgo e cregoeltas para todos oa
procos.
Espartilbos delinho de differentes precos.
Tapetes aveludados, para portas jane lias
e sofis.
Setim da India de 640 e 800 rs. o covado.
Damascos eslreitos e enfestado de 800 e
10600 rs.
Liasmhas a 320 e 400 rs.
Alpacas lisas e lavradas da 500 at 800 rs
Tarlatanas de cores e brancas a 720 rs.
Fil branco, liso e da salpicos.
Dito preto de dito.
Cambraias victorias de 50. 60, 70 a 100.
Barejes meacladas, finas a 400 rs. o co-
vado.
Atoalhado de algodla trancado a 10500.
Dito pardo trancada a 10500.
Dito de linbo adamascado a 30260*.
Dito dealgodio adamascado a 10800.
Pannos de linbo de differentes nomeroav
Lencos brancos de algodio a 20 a duzia.
Ditos ditos de bretanha e esgoiao.
Ditos cbioezesa 34000 a duzia.
Esguioes de lobo de 10600 at 30000.
Bretanbas e silecias de hubo precos bara-
tos. Chales da merm lisos o estampados.
Cambraias transparentes da 30 at 100.
Goardaoapos da liabo pardo da 2f a
40000 a daxia.
Meiae para homens da 40, 60, 70 e
84000re.
Ditas para senboras e meninos.
Toalhas de agodJo para roa toa 500 rali
DHaa de linbo a 10000 e felpadas.
Rodeado llsMe mito grande a I2J00O.
RWA FUTA POH MBBIDA.
Na'loja do Pipgaio, alera'de bavor oaa
granle deposito da roopaa feitis'da tedsaM
as qoaiidadaa o ftioa ba ajm bontasottl-
naaoio da caaeinras d6corepttw-pitatj
pretos, azoaa verdes, oavtaaoiee
de seda para colletes e o
para qaea quizer obra totMCpm
aoiaaer^a
7 Kna do ftneimado 7
HOftEIRA l BUSTOS
E' chegado a este aovo estabelecimento o mais bello aortimeoto da faaaa4a>
*nu, sendo sua especialidade enxovaea pera aoivado.
Vestidos de blond de.,seda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido t
Colchas de soda pora, para cama cos ricos deseoboa.-
Ditas de 15a o seda, idem idem.
Ditas de croz, idem idem
Cortinados ricamente bordados para cama e janellaa.
Croxa para cadeiras e sos.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laaa de diversas quahdades, lindos gostos e modernas.
Ricos baurnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ba de mais rico..
Crotones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas moito finas para homens.
Ditas jnglezas para homens e meninos.
Servlas da linbo, e um grande sortimento d ronpas ieiua a da faxaadas a.
I enfadonho mencionar.
Luvas freseas de Jouvm
Sortimento de tapetes para gnarnicoes de salas, alcatifes fiara forro
(rande sortimento du acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
IiOalA
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo aa. V
Os proprietarios deste bem eonhecido estaboio-
cimente, alm dos muitos objeclos que tinham ei-
postos a apreciacao do respeitavel publico, mas-
daram vir e acabam de receber pelo ulmo vapo)
da Europa um completo e vanado sortimento d
Anas e mu delicadas especialidades, as quaes e-
to resolvidofl a vender, como de sen costumi
por precos muito baratinhes e commodot para
dos, com tanto que o Gallo....
Multo superiores luvas de pellica, pretas, bra
Cas e de mui lindas cores.
Mu boas e benitas gollinhas e punhos para s
nhora, nest genero o que ha de mais moderna
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para caberas da>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pode hav
de meHior e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola
marflm, sndalo e osso, sendo aquellos brancot
com lindo desennos, e estes pretos.
Muito superiores meias fie de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30|00t
ia duza, entretanto que nos as vendemos por J0#.
alm destas, temos tambem grande sortimento d
entras (roalidaSes, entre as quaes algunas mui*
laXCrV
1#UW
a
l)b
3ffU
aJHt
UM
m
MU
7M
de salame
0
OS
p^ auvuiiiuwu iiiiiiiavu ^
Com esta titulo acba-se aberto e nteiramente transformado asta aatigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo toda qtanto
a moda e o bom gosto tem Inventado na arta da ourrvesaria, o Coea deOura -
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos proaa.
Espera que o respeitavel publico venha ver o qoe exiata de soalbor eaa
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e peroles, meioa aieracos, pni-
ceiras, brincos, alflnetes e anneis de todas as qualidadea, praU da lai faqBs*
ros, comeres, pafiterroe salvas e ootros muitos objsctos qoe seria aasdooba
mencionar. '
COmpra-se ouro, prata, brilbattea a pedrea fioaa, pornuior pcofo 4o
qu em outra qualquer parte, troea-se e coacerta-ea todo e qoalqoar objeato
pertencente a esta arte.
Bita nova loja tem, alm de campisto aorasoato de fazeodas,
vende barbas:
Crelasaii de tires fbtaa'a-400 rs. o covada.
Moito boaa masaatraas a 48^a. o dte.
Baptartas a S80 rs. o dito.
ftoaSTjeS de Aaaa para wstirsoe a^dOO a 800 rs. o dito.
Umito a M^a-SJB^a..,. diax !
Mpaaas daaaa a 70iasa10s>arfer>nJ o ato.
Ssatiobas de baferaa a.|Maiar,dria>i >
dys branasjta
que
m
*****
grsaefMfc
Boas. bengalas de superior canna da India
castao de marflm com lindas e encantadoras flgo
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s
pode desojar ; alm destas temos tambem graod<
quaotidade Se ontnu qualidades, como sejam, m
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borrach
para segurar as meias.
Boas meias e seda para senhora e para moni
as de i a 1S annos de idade.
Navalbas cabo de marflm' e tartaruga para fase;
barba ; sao muito- boas, e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vea Um
bem asseguram^s sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croxt
Linha muito coa de peso, tronza, para enchr
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para volurete, assiB
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das melhores per
fumarias dos melhores e mais conhecidoi per
ramillas.
COLARES OE ROER.
' -tcnicos magnticos contra as convulsSes,
faaliUm a denticao das innocentes enancas. So
moa desde muito recebedores destes prodigioso
collares, e continuamos a recebe-los por toaos 01
vapores, aflm de qne nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim pois podero aquel
les qne dellea precisarem, vir ao deposito do gall<
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fln
para qne sao applicados, se venderlo com nm mu
danaio lucro.
Rogamos, peis, avista dosobjeetos qne deixamoi
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren
comprar porprecos moito razoaveis loja do galli
vigilante, rna do Crespo n. 7._________________
Nio ha anata cabellos brancos.
Tintura japonesa.
S e nniea approvada pelas as academias de
sciencia, reconbecida superior a toda que tem ap-
parecidb at boje. Depsito principal i rna da
3adeia do Recite n. SI, andar, em tedas as uo-
tiras e casa de eabeWeireiro.
604
Rival seo reKmido
Rna Duque do Canias) sa. 4
Jos de Asevedo Maia a Sifva, esa aos la-
ja de mi de; as c< ntiooa a vendar tai
por taratoa trec/s qosc todos
Libras de liaba de novelto, a saesbat
possivel.
Duzia de lencos de easa com baira.
C fixas de lihas com 30 oo\eitos a
Vara de franja branca para toalhas
Dozas da meias croas moito boas a
Donas da antas finas paca seabo-
raa a
Duiias de facas e gaifos eravadas a
Duzia de palitos segurante a !i0,
240, m a
Na-alnas muito finas, pata fases a
barba a
Caiaaa coa peanas da ac cesa to-
que a
Caixaa com peonas de Perry (azea-
da fina a
Dias de dita di'o verdadeiras a
Caixaa com SO eadernos papel ami-
aade a
Pecas de tiras bordadas (2 metros
cada urna
Pecas de fita para coa otan 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a
Dozias de linha frouxa para tardar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Diios de ditos de tapeta moho
Unos a
Dmiss de baralhos moito fiaos a
2400 e
D tas de ago'bas para machina a
Libra de pregos franceses a
Re>roas de papel almaco >operi( r a
Ditas de dito pintado o menor a
Caixas ci m f abneles frocta a 7)0 e
Libra de lia para bo dados a
Carrteis de liona Aeandre a
Grvalas de corea moito lana a
Ditas pretas pentas bordadas a
Grasas de botoes de madrvperoU
para camisa a
No vello? de linha branca, 400 jardas
Duzia de candes de linba branca a
preta a de cores a
Thesouras muito fioas para nabas
e costura a
Baralhos francezes moito fios a
200 a
Caixaa redondas pan botar rap a i
Ru (-;. nte-rheum tico.
lSbi
iiaoc
7*rot
te
M
eoc
50
O
Pfe dentfricos americanos
Coanpoalcin higinica.
Estes pos fio os nicos que reunem em sna
composicio todas as qualidades bygienicas pro-
prias a dar nm grande al vara ao dentea, con-
servacao detles e fortlSraein das geogivu.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, rna Duque de Caxias
n. 57, de Ferrelra Maia A C.
SUSTENTO RESTARATTVO DA SAODB
PELA FARmni
i A Revalegciere *u Barry
- Esta farioba qne to grande use tem na Euro-
pa, mnito se recommenda para as enancas e pes-
jso debis e coonleeeestei. Como medicamento,
infallivel para os-csea: priso de ventre, be-
Imorrhoida^, ms digestoe, aria, amargos de boc-
ea, dores de estomago, diarrha, eoxaqnecas. af-
feccBei de flgado, dos pelmees, dos ria, da bexi-
ga, etc., etc., content moito mais principios nu-
aneles e restaondores para oe masclos, ervos
e celebro, qne, tres vetes e seo peso em carne, e
por conieqnencia. de conservar melhor as torcas
pbysicas e mone, restabeteeendo as nmefcs di-
gestivas estragadas, dar appetite, e convir asa
eeUMnagoa aioaa, dea maia eolraojOMidee,
Seu u*o lio limles como lacil: a Rtvaltt-
pun du Ban-v aove ser desfeita e cosida come a
farinba ordinaria, poendo ser soda no asna slm-
p!es,-eom vinho branee, no caldo sem gordura e
no bes lettt, faatnde m aisda bolos sao oMoteiga,
Mte on assoear, etc., ele,
Us* dweUhoa em Peroambuoo
BSTHOLOME A C.
34-Rna larga de Bosario34
Remedio efflcacissime contra as dore
ticas at boje o maia coooeeido peto seos
vilbosos resultado.
XAROPE DB AGRAO. 0*0 de mm
tos qne sua eSkacia nao eslwwdade,
sangoe pela bocea, brooekites, dore o
no peito, escrobuto e molestias do Sajado, sjso ano
lhorMem aprovado.
TWTUItT DB MARAPAMi.- A eosaro tais
de marapuama, coja energa e aslceeia so peso-
lysias, intorpecimento, ate. ote. moto so rao
menda.
Todos esses preparados so eaasatram oa pfesr-
macia e drogara de Rartbolouea A C, a
peeito oa-roo lora ao toorto s. Si.
Vende-se as seguintes obras :
Diccionario francez-portaaoes o vko-v
tomos eoeodernadoe por 5*000.
Aa Tres Lagrimas, i lomo escairoaii
AOOO.
Solfrjos de Rodolpbe encadernado por SA.
Mnsica intitulada Lucrecia Bcrgia sai kti
nm
dem do celebre antor Bertini idea 44.
Ua livro em boeooo para B^rlfcsj.*V
Agencia em finiiwilnico
Do Dr. Ayer
Pe toral de Cereja
Ceraophilwslcaoiiaao ai jsa)ssSss de pean,
horas da noota*
"f
. .dso*aors
Punhos e gom de
^Lass^T
J
A' ro do Bino di Victoria n. 9 frk*tjrrc* laasap baa di
3#50fX
.irCEAl tJ
tros.
Conaerva el
Puramente i
Xaaslca
^aSar
asBasok
*a.i
o



s

lWio.de *Wnibco fXxnmgo 4i4o*t*il >le ^*t*I
UTTEMTRA.
A Iastrmccis> smblica noa Esta-
do l Ido*
CAPITULO VIH *"
(CoDtiouacio). l
Desde 1862 fizeram-se reoniSes pu-
blicas em New-York, Bo.'to," Phllael-
phia, para logse formaran, sob a du-
pla influencia da hoannidade da relgio,
a associacSo para soccorrer os liber-
tos e a ossociaciio dos missioharios ero
New-Y.oik ; a, commissao de educaco, e n
Bostcn ; as sociedades de educando,. era
Philadelphi', Ciucioaii e Cnicago. For*:u
creadas revistas especiaos para dar coat
dos resoltados obtidos por cada am dessas
socieJade?, fazenlo coohecer a importanc a
dos donativos obtiJos.pelas commis-5es, c
publicaras cartas e relatnos enviados dt
todos os logares, onde os protectores dos
p'retos exertiara sua accSo benfica.
Logo no primeiro anno 1,500 escolas
poderam ser abertas. propo;go que ,0
exercito do norte toma va posse de algama
nova cidade, ama pbalanae dedicada de
professores e professoras ah entrava acom-
panhando-o. Incorporando aos sida los
os prel.s fugitivos, os generaos organiza-
vam para elles escolas reglmentaes. Os
capelles os iniciavara as verdades da re-
lig5o, nos principios da moral, e ao mesuao
tempo oj ensinavam a ler e a escrevar
Sberman, na Gairgia, Banks na Louisiana,
Howard no Tennessee, desenvolveram, para
cumprir este dever de bumanidade, a mes
mi energa que empregavam nos cuidados
da guerra. Cumpre dize lo, em honra da
raga, por tanto tempo desbordada, por tin-
to t.-mpo condemnada ao avistamento, ao
embrutecimento, ignorarcia, (urna lei do
sul prohiba sob pena de m'orte ensinar a
ler e escrever aos escravos), nenhum es-
pectculo era mais losante do que esse
eflorecido ento para aquelles desgranados,
velhos, homens, mulheres o crianca< t3o
acodados em correrem s escolas, onde a
nstrucgo ia reg'nerar-lbes a alma, co no
s casas hospitaleras abertas para Ibes
abrigar o corpo.
O hornera esfumado nao se atira com
mais avidez aos manjares que Ibe apresen-
lam do que esses pobres fugiti os aquello
pao do saber qie um inst'ncto sublime Ibes
i'azia considerar como a primeira cond i;.i o
de sua regenerago. A dedicajo dos. pro-.
I'essores e das professoras subi a tura
-esta grande tarefa. As offertas de dinbei-
ro, as remessas de viveros e roupa ebega-
vam de toda a parte. O berafazejo Peabody
consagran 5 milbas creadlo de escolas.
Urna associaco so, o Alissionario America-
m, recebia mais de 45.' OJ francos por m?z
e esta quantia era muito insulcienie para
seccorrer com efficacia os padecimeotos phy
ticos o moraes que te iratava de remediar.
O coDgresso deu 45 milhoes junta dos
libertos, coja presiiencia fra confiada por
Lincoln ao general Howard, que perder
urna pema em um dos ltimos combates.
Nao se pode imaginar tudo quanto essa jun-
ta ezecutou d sde o dia de sua iastallaco
Os infelizes, de quem se quera formar ho-
raens e cidados, reclamavam soccorros de
toda a casta. Era-preciso estabelecer para
ellos tantos bospilaes c mo escolas. Do
1861 a 1866, perlo de 400,000 libertos ba-
viam enchido os 48 hospicios creados por
elles, o nos quaes 20,000 succombiram
miseria, s fadigas e s feridas recebidas
combatendo pela causa que Ihes assegurava
a liberdade e independencia. No Qm da
guerra 40,000 haviam frequentado as esco-
las reglmentaes e sabiam ler e escrever.
Qualquer que fosse a dedLagao dos ho-
mens e mulheres incumbidos da educago
c"s meninos, o numero das-escolas que ia
sempre crescendo (contavam-se 4,006 no
cometo de 1868), requera mais mestres do
qoa o Norte e o Oeste podi.-.m fornecer.
Os generaos e os superintenden'es obvia-
ram isto craaodo escolas normaos para es
t retos, e confiando a elles proprios, logo
que recebiam as primeiras noces de ler,
escrever e contar, o cuidido de transmiitir
aos outros o que sabiam. Admira veis dis-
cpulos, os pretos tornaram-se excellentes
professores. Elles proprios poderam ento
f andar escohs. Sabe Deus cusa de qi au-
tos sacrificios e pnvagoes! Em 1868 sus-
tentavam sua cusa 1,200 escolas; 391
casas Les pertenciam.
Um s fado poder fazer apreciar a im-
portancia que elles ligavam educarlo.
Em 1863, a Loaisiana, gragas s taxas
com que contribuirn! os habitantes, tinba
FOLHETIM
O FILHO 00 CALCETA
POR
HERR ZACCOXE
IMllHEIII A PARTE
(Cootinuago do o. 91.)
IV
A haroneas de slnaler.
A barooeza de Siraier estava asseutada
ao p do fogo, com a cabega mollemente
recostada na nio, os olhos filos no sobra
do, e morgulbada em sombras cogitares,
[no ora Ibe arrogavam tristemente o rosto,
ora lhe mprimiam nos labios ama contrac-
gao nervosa.
Beauregard abri a porta com toda a
babilidade de am ladro ; a bareaeza n3o
dea por coasa algama, e o corsario pode
estar algam tempo entre portas, contem-
plando 1 malber a sea grado.
A fidalga tinba um vestido de cachemira
banca, to degotado qae Ibe deixava a des-
coberto toda a encantadora deileza do seto ;
os cabellos, nal seguros por am pente de
ouro, espalhavam-se-lhe todos pelas costas,
e os bracos sabiam alvos e rolicos das ren-
ds pretas qae Ibe guarneciam ais mangas.
Beauregard dea mais am passo ; a mu-
ner esircaneeQ. Agora tinba oavido.
Volteo-se, fes asi aceno coa a cabeca
singular visrla. O corsario achegou-se.
Era per stim que asperava t... dase
meio irnico sentando-se o p da ba-
rooeza.
Essa e boa l Pois a estas horas
q tem poderia c vir.... quem, seoio o se-'
nlior ?..
,X PQf Anda alo dase isso Mueuaado o
vi esta ooate no teatro dos Ito'anto, toga
j um nuraer- sudo da escolas qoa
aellas r 0,000 libert}.
Toado sido, em cojieaMlacia de necess:da-
des urgentef, supp imitatua, flciram os
libertos onWrnaaM, mil nlo perderam o
animo, reun-ras-sa. fi pagaran, orno os
demais habitiates, orna pirte da taxa im-
posta par^ a astruccSo pnica e teda em
p-egada na sustenJ^dts escolas destina-
das ao i brancos^ataVflR de qae. eram ex-<
cluid s 03 pretoj Ipw desta,injustiga,
pediram autoriiagSo para prestar urna con-
tri bu go espcitdAiaadi educag) de
sus Albos, senmolavia sereno des >brigidos
do iasposto coinmum, s snas escolas pode-
ram eniao manter-sd. Em siguas annos a
ra;a emancipada elivra-se j ao nivel da
raga civilistdora. WjL
Desh molo, escolas para os menino?,
e.-co'as de ad-altos, escolas de domingo, es-
colas superiores, escolss ao#maes, escolas
industriaes, escolas proflssionaes, pan
mocas, caixas econmicas* saajedades de
tamperanga, tinham sido creada* em toda
a prte como por encanto, 300,000 bomens,
mulheres e meninos p irticipavaia dos bene-
ficios da educag5o (9,009 smente sabiam
ler e escrever qaando comecoa a gaerra).
Bmfim, um jornal semanal, O Republicano,
nteiramente regido por homens de cor, era,
em 1337, fundado em Raleigh, capital da
colonia do Norte.
D cero, qua merece reconhecimento e
admirago esse povo americano, polo ardor
generoso com que, depoii de ter librtardo
quatro m Iboas de e cravo. prodigasoo
seu o uro e emprogo sua nabre e poderosa
iniciativa, para fszer com que seus novos
irmos gozassem d<* todas as vantagans que
a instrucgSo proporciona; mas nlo igual-
mente dajustiga admirar a hteiligaam que
fez comprehender a um povo inteiro de es-
cravos que n> poderia aspirar marchar
aps da seus ant-gos senbores seno ins-
Iruinlo se como elles ; isto fazendo des-
apparecer o signal mais carac'eristico da
desi naldade qae os separava ? Nunca se
comprebendeu melhor que os negros e os
brancos sao fimos do mesmo Deus, nem se
demonstrou/raais poderosamente que a na-
tnreza no/estanelecea entre ans e ontros
dilTtrerif aljiima essencial, qae a intelli-
genchj|reum preto desenvolve-se e augmen
ta I g/i que se faz peoelrar o divino raio do
saber naquella alma systemalicamente com-
primida por orna poltica cruel nos limbos
da ignorancia.
Considerava-ma sommamente feliz por
poder colher as provas. e chegando a Was-
hington, dapcis da primeira visita ao Sr.
Honry B.-rnard, commissario da educag3o,
e- ao sea zeloso secretario, o Sr. Angerer.
dei-ma pre.'sa em ir procurar o Ilustre or-
ganisador da junta de eraaocipacSo, o gene-
ral Hward e seu digno colaborador, o
Sr. Elid.
Fui em Washington que desde o anno de
1861 estaoeleceram-so as primeiras escolas
para os meninos libertos. ExLtera moitos
graos dallas, o at o general est mandando
construir vastos e bellos edificios, onde vai
fundar pira elles um collegio e ama unive -
sidado. Eslava ea cheio de recordag5os
que havia colhido as mais florescentes es-
colas do Este, e era-me fcil julg^r por
mim mesmo as (Merengas qae podossem
existir, sob o ponto do vista das aptidoes
intelltctuae?, entre os meninos das daas
ragas. Declaro que nenhuma encontrei;
todos os professores e professores que pude
consultar a tal respeito s5o da mesma opi
nio. Um homem cujo nome ligoa-se da
manera a mais h nrosa obra de emanci-
pago execntala pela junta de libertos, o
Sr. Z. W. Alvord, superintendente das es-
colas dos Estados do Su', domonstrou este
facto do modo m:is evidente nos admira veis
relatnos annuaes que dirigi ao major
general Howard.
Em urna dessas escolas, que rene 403
alumnos dos dous sexos, acompanbei os
ejercicios desde a auli dos meninos de 5 a
6 ancos, at s classes superiores, onde
os alumnos estudam as scieacias, a historia
e a liiteiatura. O emprego dos mesmos
methodos tem pro lozido em toda parte re-
sultados igualmente satisfactorios. At as
togas pretas, coofasso-o, pareceram-mo
dotadas de inteliigencia m:is clara o mate
prompta; pareciam comprehender logos
primeiras palay-ras as explicares -dadas
polo raestre; algumas exprimiam sa com
espantosa facilidade.
*As operagoes de arithmelca e algebra
faziam-se Com exactido o preciso nota-
veis. A professora mandou ler, as com-
posiedes do dia. Urna rapariga de 14 an-
uos rechou a sua, que tinha por objecto
a dizer eme em
aTsuirleit?
percebi que havia alguma coasa de extraor-
dinario.
E' mais am talento qae lhe eu n5o
conhecia : o da observa ga"o.
Admira-se ?
Nao me admiro, amedronto-me.
A fidalga sorrio amargamente.
Ando costumada ba tanto tempo a ler-
lhe no semblante I...
E esta nonte o que qae leu, pode
saber-se ?...
Qaer qaeIh'odiga ?...
Ser mais um faror para lhe agra-
decer.
Pois olbe, adivinhei qae me est
ameagando ama grande desgraga.. que
vai ter fim este remanso em qae vivo ba
lempos, o qae nao tardarlo .em recome-
car os meas tormentos, os meas desespe-
ros. Diga l nao verdade ?
E serei ea o causador da taraanha
balburdia?...
Oh I N3o brinque, Edmundo ; bem
sibe que nanea tive maior inimigo do qae
o seohor.
Beauregard ergueu-sa e poz-se a cami-
nhar devagarinho pelo quarto.
A baronesa segua o com os olhos a des-
pedirem um brilbo ferpz e com os dedos
encrespados ia rasgando as franjas da pol
trona.
Pelos modos, escolhi m occasiJo,
disse Beauregard em ar de motejo.
Entilo porque ? perguntou a dama.
Est esta nonte con o sea nervoso.
' Diga antes que estou desasocegada,
e dir 4 verdade.
Mas qae motivos ten para tamanbos
desasocegos ?
Pois-aiQda o pergaota ?...
-Pfrlaqlol
Tet|s msdo do senaor I
Ora essa I Quem a oavisso
qaewsoa o sea algos ^^mijm*
Tenho me do do seohor, lenh o, repe-
5?Tfi, ?ffli.t;
desgrasas, daas culpas, dotu crines Pa
mos um ptque-mqu, e oaso
nenhum de nossos collegios
dem as meninas desenvolver
ras tanta express3o e encanto. Descuidam-
se ao nosso pais da dar-lhas es talento,
objecto, como j diss, de escrnpuhsa at-
tongSj as escolas dos Esta los-Unidos.
Mas, ama sorpresa anda maior estava re-
serva la s p^ssoas.qaa comigo assiHiam
tala. Um mogo de 16 a 17 aonos, foi cha-'
raadp mesa do p'rofassor paralorsoa com-
posigSo. Leu-a com talento real. Quaado
acabou, um de seus companheros levntou
so disse aq meeto que JjhHra na pea versos ele cotnpuzera mailo superio-
res ao que ene acibava de ler e qae seria
boffl fazer-lh'os repetir. Jmn recusoa-se
a principio, mas a meu pedido conseotio em
satisfazero desej) da saus companheros:
foi oavido com religioso sleocio. Esse
poemeto da ceolo e oitanta versos cantinba
sua propria historia. Sea pai, sua mi e
sua irm haviam, antas 4a guerra, vivida
em ama cboupana pertencente a um rico
lavrador da Virginia. Um dia sua irm foi
arrancada a firo da ser vendida a um bo-
mem que a levou pira oOesta; sua valija
ssii morreu de pozar. S)a pai amaijjigoou
a crueldado que o separara da sua filha ;
foi maltratado. Elle proprio, pobre crian-
ga de dez a oaze aonos, havia sido esbor-
doado porque chorou quando levaram sua
irm,
Mas de repente, ouvra se um grito, no
paiz dos escravos, e um grito, a liberdade I
Eu era livre, exclamava o joven poeta, ti-
nha a libardade de caminhar diante de mim,
de contemplar a luz do sol, de ganhar pelo
trabalho o pao qaotidiano, do tornar-me to
instruido como meas senbores, de ler no
Ivyo de Deus!
O mogo continuou assim, at que sufo-
cado pelas lagrimas, vio-so obrigado a sus-
pender urna n^rrago que a todos nos ha-
via abalado at o fonda d'aTraa. Toda a
aula estava commovida, e nSo poderei des-
crever o aspecto que apreseutavam trinti
mogos doiramando lagrimas de ternura e
admirago pelo seu compaoboiro de es-
tudo.
Mmha opinio sobre a aptidio intellec-
tual dos meninos de cor partlhada pelos
horneas de. boa f que como eu percorroram
as escolas do sul. Um viajante oglez, o
Dr. Zink, expondo suas impressdes, diz, na
narrago de sua viagem America:
Coofes8arei minha admirago extrema
vista da vvacidade de espirito dos alum-
nos de orna aula de meninos de cor. Em
muito poocolempo adquiriram orna massa de
conhecimento verdaderamente notavel. Nan-
ea, em escola a'guma de Inglaterra, e tenho
visitado muias, acbei oos alumnos tanta
promplido em comprehender o sentido das
iifes lidas diante dalles ; nunca ouvi per-
guntas to jadiciosas e domonstrativas de
to clara inteliigencia do texto. >
O que me foi psrmittido verificar 00 col-
legio de Oberlin confina ou inteiramente a
opmio qae gerra em mim a minha visita
as escolas do Sol. Neste noUvel estabele-
cimento foi recebido um gcande numero de
estudantes de cftr. Frquentavem peta mor
parte os corsos que dio a astruflfcao pro-
rissional. Os qae continaam ess'es estados,
fazem-no com xito completo. Achei qua-
torze mocas de cor na classe mais adiantada
o que em nada pareciam inferiores as suas
campanheiras do ragajranca. Em 1868,
o grao AB, o de bachare em artes, havia
sido oblido por qunze mocas e dez mocos.
O principal, em am discurso dirigido aos
estudantes, fez-lhes saDer qae aquelles
alumnos nao tinham no estabelecimonto ne-
nhum igual no que toca ao -gosto luterano
e babilidade philolegica. A opinio dos
professores de Oberlin qaao ha difle-
renga alguma quanto inteliigencia entre as
duas ragas. Em urna aula de grego, onde
se achavam vinte e seto alumnos dos dous
sexos, e que dirigida por urna moca do vin-
te cinco anuos, filha de um dos professores
da casa, urna moga de cor iraduz muita exaotido am capitulo do Io livro de
Tnucydides. A raga preta forma pouco
mais on menos a quinta, parte da populacho
da Oberlin, e um dos professores assegu-
rou-me que os homens de cor sao os cida-
dos mais pacficos, mais regrados e mais
estudiosos da trra. No que toca a todas
as relagoas sociaes, e necessidades des ne-
gocios, esto confundidos con os brancos,
sem que nunca tenham motivos de queixas.
se sent
io a a
pal oa
m um
a pasto
ajada hontem da
imfeeifefoes pira
erentes sua condi-
0 o caso, accre3centava o profesa
sor, senos propazessera trocar estesrecem-
ral do qn so
nto ds Inteliigencia. Onde
a legislago nao cuidoa dos meios
a instrocgo obrigatoria, erguem-
se vozes geaerosas para proclamar a naces-
dado dessa medida.
Li no ultimo relatorio da commissao do
deseqvol
uuer qae
de tornar"
ia jarar
em cada urna das noutes qae precederam
essas grandes infelicidades, vi noe seas
olhos o mesmo brilbo qae tinham esta non-
te, percebe ? .
Beauregard dea aos hombros e estove
calado um pedrea. Depois redargoio :
Sempre 4 o qae ea dizia f A se-
nhora est nervosa... est ra vosa. e j
vejo que farei muito bem .guardando para
outrO dia o qae desej ara dizer-lhe hoje.
A fidalga saltou em p de um impeto
quando oavk) aqaillo e foi agarrar na mo
de Beauregard com autoridade feroz.
Tioba ento que me dizer ? pergun-
tou com a voz trmula.
Est claro que tinba. '
E para isso que c velo ?
Pois con que teoeoss me fazia ?
A baronesa apertou a testa com as mos
ambas.
Ah I nio importa O qee mais me
interessa, o que preciso de saber. ..4o
qae o senhor tem para me dizer...
Est safficieateneate socegada para
me oavh* ?
Oh I diga, diga I..- Ah, santa Deus I
Nao v que ne est matando com es sais
demoras tao sabiamente calculadas til
Beauregard sorrio-se. Agora, porn,
soobe a fidalga ler-The nos olhos, e por
muito babt qae elle fosse no disfsrce, re-
velou desta vez o que desoja va esconder.
Ah I Vem fallarme do conde I disse
ella de repente.
Tamanhasagacidade trame o traba-
lho de varias explicacSes.
Contina a odia-lo ?
Eu? Ora esse!
Faz lhe sombra ao senhor, alo ?
A mim 1 Qaal historia I
Mas aflnal, o qae qae qaer ?.. .
O corsaria ji se tinha sssentade ; indi-
coa ontrs esdeirs i baronesa.
, Eogana-se redondamente t respeito
Idas tencoes con qae veaho. O seohor
conde de Grandliea alo feto, at o telo
obegados por am naaler'o igual de estra J astado de Connecticut, publicado em 1868:
onos, nlo hesitaramos en.repellirsemelhao-
te propotta; por certo qua coa ola pardo-
riamoj.
Semelhanles senlmantos nao sao anda
geralmente partlhade pelos habitaajtM dos
Esud#47 lamui d.a que pS en-
fraqueca as repugnancias qae levantavam
entre ellas e ps bomens de sor invencivl
barreara. J o pre/erem -aos mmigrantes
irlaadezes qae se tem trnalo o fiagello das
grandes cidades. O* qu) pertenc s fa-
milias inferiores jJ sSo alnados como osme-
Ihras criados, quanio sao empregadoi
como fmulos.
Nai officinas esto satisfeitos com sua
probidade e zelo ; aquelles qua favorecidos
polas circumstancas, poden obter a admi-
nistrago de estabelecimeatos agrcolas ou
industriaes, a desempenbam com muito ta-
lento e inteliigencia.
Um aniigo escravo chamado Montgomme-
ri, coUiva actoalmente perto deWicksbourg,
no Mississipi, nm estabefecimento agriiola
pertencente a Jos Davis, irma do celebre
reb9lda do sul. Comprenheodendo que s
a associago poda fornecer-lheos meios de
lutar com vantagem contri os bran;os, reu-
ni r.ns cem pretos, e appplicou ao cultivo
do seu estabelecimento o systema de coo-
perago. Um canseho eleito pelo? socios
administra a empreza ; urna caixa de soc-
eorros fai creada para os doaotes e velhos,
o a fundago de nm capital de explorago,
permitlir dar mais importancia e desenvol-
viment) ao3 servicos. A medicina e o di-
reito coatam entra os recam libarlas Jio-
mens distinctos.
O beneficio produzido pelas escolas im-
menso. Todos os dias so^readas novas,
e os proprietarios do sol, que ao principio
viran com colera essas creacSes, e Ihes op-
puzeeara a mais tenaz resisten ;ia, camagam
a comprehender que em vez de ama po-
pulacho de escravos ignorante, grosseira e
sempre inimiga tem elles tudo a gmhar pe-
dindo ao irabalho livre e a homens eleva-
dos pela astrucglo digaidade de cidados
e d'ora em diante declarados taos pela le-
gislago da paiz,' am auxilio que at entlo
nao haviam podido obter sano de urna ma-
nera incompleta e pelo emprego de meios
violentos, lio contrarios bumanidade e
justig, como reiigio.
CAPITULO X.
V instrucgSo obrigatoria.Leis contra a fal-
ta de frequencia e vagabundagem. (Com-
polsory edacantion).
Nos Estados-Unidos nlo se considera of-
fensada liberdadaeindependencia dasfamilias
tornar-so obrigatoria a frequencia das es-
colas. Nao se qaer de modo algam tirar
assim aos pais a tutela de seus Albos; como,
porm, as escolas sao confiadas vigiiancia
de eommissoes, o dever destas velar em
que-aquellas sejam atis ao maior numero
possivel do cidados. A lei nio obriga os
pas a mandar seus Olhos para as escolas
publicas, mas a dar-Ibes edocacio, qualquer
qae saja o me de o levarem a effoito. O
Estado necessita da cidados instruidos :
os pais podem escolher ou a educago dada
em suas casas, oa a que os menin >s recebem
as escolas particulares oa publicas; nao
tea, porm, o direito de optar entre a
edueoco e a ignorancia. % .
A' despeito dos immensos sacrificios foi-
tos em prol da iostruego popular, a des-
peito das facilidades offerecidas a todas as
familias em proveito de seus filhos, contris-
ta ter de afUrmar qae por toda parte, so-
bretodo as grandes cidades, necassario
lutar com a indifferenca e m vonlade de
eertos pais.
Em todos os relatorios de superinten-
dentes e commissarios levaniam-se a este
respeito constantes lamentagoes. Apezar
das medidas tomadas para diminoir o nu-
mero do faltas de comparecimeota e das
proprias leis que obrigam os pais, sob se-
veras penas, a desempenliar, a respeito de
seos filhos e Anas, o primeiro o mais im-
portante dos deveres, o mal toma cada vez
mais assustadoras proporc&es. Nada, por-
tanto, parece mais justificado do que o cui-
dado que toman as juntas de educago de
cortar as consequencias da vagabundagem
bonito, poma ie* Uftm^ a fe* cao,
o bom gosto de reparar na senhora e de
se apaixoaar por si.
Diga antes que sou sua amante! re-
torquio a baroneza amargamente.
. Est na sna nao o casar com elle.
Bastantes vezes m'o tem pedido' o
conde: ainda hontem.
E recusou ?
Bem sabe qoe impossivel senelhan-
te enlace I
Entio porque ? -^
A fidalga fez un gesto devoras elo-
quente.
E a vergonba, volveu estreme :en do
toda, e as revelagoes qae o senhor ma ter-
rorisou ? Cuida qoa poderia viver rodea-
da sempre de inquietagSes que me pertur-
bassem a felicidade ?...
Beauregard pegou na mo da mulher.
E se ea vier agora dar-lhe esperan
(a, disse com a voz nais suave qu pode
arraojar, se for ea o primeiro a dizer-lha
qae realiso esse casamento ?.
O senhor ?
Ainda hesita ?
O aunar qaer que eu case com o
conde de Grao dbeaf...
Ea inploro 1
A baronesa recostoa-so para traz, ad-
mirada o man que poda ser. Roborece-
ram-se-lhe ss laces de repente, e estove
por instantes cono qoe ajoujada sob a in-
flaencia de Un inesperada felicidade.
Aquillo, paran, foi de pequea dura.
Por entra a perturbacio do espirito, vio
quarendo apparacer orna suspeita grave, a
poz-se a cogitar na imagioaglo o fim ver-
dadeiro con qoe Beauregard data agora o
sea coneeotineato. Apoderoa-se deila on
terror inieflnlvel. Basaron aa corsario,
ffltt nao intrugio nada.
EoHo T parfajaioo Besaregard ina*
tantas paseados. Qm diz ?
stoa atar saajtnho... tornos
a baroaen.
knmu 9 qoe '
O flto qae lhe rafprou
A parte mais triste deste relatorio
aquellavque d a conhecer a exianso aseus
tadora da falta de comparecimento as es-
colas e da vagabundagem. O numero de
meninos de 4 a 46 annos era em 1868 de
123:650, dos quaes 80:148 foram matricu
lados as escolas de invern, e 93 000
nss rscollas de verto. Ora, o termo
medio dos alumnos que frequentaram re-
gularmente as aulas nao passou do....
37.117 durante o invern e de 52.209
durante o verio. Mais de raetade dos meni-
nos con a idade requerida pira a admisso
as escolas, nao as frequeoiarain. Lavando
em conta aquelles qua aprendem em esco
las particulares, resta alada am numero
consideravel que vegetan na ignorancia, e
para os q-iaes a vagabundagem pelas ras
urna escola de vicio e crime.
As leis contra a vagabundagem sao ex-
cellentes, mas nao sao executadas. Sao
entreunto to uteis, como justas. .
As Common s.chools, diz um dos relato-
res da commissao das escolas de Connec-
ticut, sao instiluigoes da Estado, organisa-
das sob a dirego do Estado, e maolidas
em grande parte pelo tbesouro do Estado,
00 por capitaes reunidos sob a autoridade
do Estado. O principio que justifica esta
relago e o exercico de sua autoridade
aue a educago nacessaria para o bem
o Estado e a felicidade da sociedade qoe
elle tem a incumbencia de proteger. As
escolas desempenbam o fim para que sao
organisadas, principalmente quando abrem-
se para os meninos em idade de serem a
ellas admittidos, e ensinando-os para os
deveres que ho de ter de desempeonar em
sna qual da ie de cidados do Estado e
membros do corpo social. Esse Qm nao
obtido se os meninos nao frequentam as
escolas. Esta qoesto j tem sido tratada
em outros estados, e devo ?er para a nossa
commissao de educago o objecto da seria
attengo. Os mais urgentes interesses da
sociedade exigem que se tomem medidas
para assegurar a presenga as escolas de
todos os meninos que nao tm motivo al
gam justo para deltas se ausentarem.
So a virtude e o saber protegem a
propriedade, diz o commissario de Rod-
Island, justo que a propriedade concorra
para firmar ama e outra. Sa todo' o me-
nino tem direito educago moral e intel-
ectual, cada estado ten o poder de asse-
gurar o goso dessa direito mediante urna
lei obrigatoria.
Nao pode ser permittdo a menino al-
gom iseotar-se d'ella ; para um eslado po-
pular, a educago questio de defasa pos-
soal. Ha na cidade de Proridence, e em
ontras partes do Estado, centenas de meni-
nos qoe nao sabem ler, que esto em estado
permanente de vagabundagem, recebendo
exemplos de vicios e crimes de toda a cas-
ta ; esto abandonados, como se esse mal,
que toma todos os dias as mais formidaveis
proporges, nao fosse assignalado em todos
os nossos relatorios. Se esta qoesto que
faremos nos d'elles ? a ninguem abala, tai-
vez excite mais interesse essa atra que fa-
rdo ellei de nd* ?
< S ama cousa temos que fazer a tal
respeito ; dar-Ibes educago, estabelecer
escolas e velar em que as frequentem. Is-
to exigira, sem davida, urna sanego pe-
nal. Nao tem o Estado tribunaes e pri-
soes ?
Em 1819 a Prussia publicou urna lei
obrigatoria para a educago das mogas;
encontrn ao principio violenta opposig >,
e na forma do costume gritaram que era
umaviolagao djs direitos da familia. Mis,
ao cabo de 12 annos, os crimes e o pau-
perismo haviam diminuido quarenta por
cento, o hoje nao ha quem pense em revo-
gar semelhante lei.
Os timoratos diro: Mas nao temos o
direito da fazer semelhantos leis I Como I
Tendes direito da prender um hornera, e
nao tendes o direito de manda-lo para urna
escola ? Tendes lei para enforca-lo (sus-
pend by the gallotes), e nao tendes de en-
sinar-lhe o declogo ? Tendes o direito de
deshonrar um homem para sempre, e nao
tendes o de predispo-lo para ser honrado e
sesea iefcrieras
a oabeantse
.n sn
Que outro ser, seno o desojo de a
ver feliz ?...
E rica, nao verdade ? completou a
dama repentinamente orientada.
Erica tambara, sim... redargoio
Beauregard. At agora tenho feito sempre
quanto posso para conservar a sna casa
com decencia ; receio, porm qae venha a
faltar-me o dinheiro.
De manera que, proseguio a baro-
neza, nessa bvpolhese calen lo u o seohor
qae viria trazer-me o casamento ama ri-.
queza indopendente ; que adorando-me o
conde, segundo dizem, com cegaeira nanea
vista, nio deixaria d me assegurar am
dote ; mais ainda: o saohor vio qoa seria
fcil obter do fidalga am testamento, qae
por norte dille me deixasse herdeira uni-
versal. Diga l, nlo isto assim 1 Veja
como eu percebo todo o partido qoe se
pode tirar da sitnago I
Beauregard fez a sna mesura e volveu
com sequido.
Perfeilamente.
Como eslavam a rasgar-lhe a mascara,
doxou-se de mais fingimentos.
Conseguido pois o testamento, con-
tinuou a fidalga cada vez en ton nais se-
guro, s faltava matar o marido, para ficar
a esposa logo de ama vez rica e livre...
Realmente,, o piano dos nais habis I
Mas juro-lhe que nio chegar a polo em
pratica ; por muito miseravel qae ea seta,
por muito cobarde que tenha sido at boje,
mais fcil Ibe ser dar cabo de mim, do
qae obrigar-me a tomar parteen crime
tio odiento I
O corsario nao respondeu logo. Fez-se
nais branoo da qae a cal di parede, e disse
baronesa com nodos familiarmente gros-
aalros a Mlanseie.
Hatea j disse o qoe tinha para ta
t; agota farts o qae qaizeres, isso
Mas aeaatola-te, ouves ? E
aeeu da rjeeaoa can qoen lides!
nelheraaatarae ? sup-
- WthH^fcdo^B daaespe-
eJooa'tb -H>d < s* e^H
porgo guaerior de
de nossa mnaca. Niaaer
ana lei venha seccar s foaar
deoho, satas qoa ana torrala
trasborde e so derrame sobra
parncie do tempo 1
E' escosado observar ene <
pela falta de edoeacio das el .
infinitamente maior em am paiz
poderes polticos, en rimssojqsawia da anV
fragio univsrsal, perteaeen s saaaaaa pa-
pulares, do qae nos paisas en qsw a ala-
cusso dos negocios polticos asta
de urna miona composla da
recebaran edaeaeao; rnnitaanla^ asa asa-
ses paizes esteja ea tonga de psaaar ana
seja mil pira a salvado da todos, ene a
parte do povo qae nio ton ingerencia sna
poderes politices, seja conserve*
rancia; mas, a importancia qee
canos do a esta questio, poda fac
conceber-se.
< Nio posso terminar a saaa
diz o superintendente das escalas de
den ;e, san repetir o qae j diese aoa aaie-
ri-ras, isto que as noeeas ascetas sal
fram m is pala vagabaodagem da ana par
outra qualquer cousa. Nada ie tan fasto
at o presente para 0r torno a asta canea
de crimes e miseria. Se se Izasse ana
pintura exacta do rpido cresetneato da de-
pravarlo da mocidade, todo o verdstiro
amigo da bumanidade o orden aaciaJ toa
medo. A sement da hoje prodozir en
alguns annos bom triste colbeiu.
A admin str-igio seria moilo. caga sa
hesitasse em despender algumas
de dollars para prevenir os crimes,
de correr o risco de por em pergo a
priedade e -despender mi I bar es de
para puni-los e para corar todas as aae-
rias-que elles aearrelam aps da ai. >
Em urna carta enderegada ao Estado de
Ohio, pelo presidente da associago dos
professores, l-*e:
< Nunca foi mais imperiosa a oeeassida-
de de empregar todos os esforcos posme
para fazer desapparecer a falta da frequen-
cia das aulas e vagabondagem, ana todas
os dias fazen novos prograasos; aae aa
cidado qoa nio seja intereaaado en par
lira desordem qae nasce do numero sen
pre progressivo de ocos eetragaaa ta>
gabundagen e ao crine. >
M. Hapdali, soperintondenle da sasela
da New-York, exprime-sa assim safra a
mesmo objecto: Hazoes de salvacio
exigem imperiosamente qoe
meninos abaodonados e errantes petos
privados de toda instroccao a _
sejara arrancados a relages depravadas,
levados para as escolas publicas oa parti-
culares.
< Nao podemos techar os olhos eviene-
cia de que nio ba nanos de 100.000
nos qae nio vio s escolas, oa
de instraccio estio encerrados
tissimo periodo.
Por toda a parto se daa ii
por leis para aeducagio obrifnerh. lana
lais sao o complemento necessario das sna
aooliram as escolas granitos. Aquesto sna
paga o imposto exiguo para a edoeacio pu-
blica, ainda qae nio tenha filhos pasa nan-
dar a ellas, poda dnar entre ai ana aa a
Eslado Ibe impa para si proprio, tan sna
o direito de exigir qoe o Estado aa nto-
resse da sociedade, obrigae oa saaaaaaa,
em favor de quem cobrada aejaettl laxa,
a que se aproveitem dalla.
< Nosso systema (fret sckoohj, diz asada
am commissario das escolas de Oh, as-
ienta no principio da qoe o fundsnealo
mais segar o ds liberdade a mam lis
universal. Todas ss despezas q ie esto ea
casona sao justificadas pelo pristan de
qae a nais alta seguranga do Eslado e a
bem estar da sociedade dependen da df-
fuso universal das lozas a daa virtudes, a
que a consequeocia da edoeacio.
< Para occorrer a esto necessidade daa
g .vernos livres, tem as escolas sa aartaa
abortas a todos. Mas porque sa ton tto-
duziriam deste principio todas as suas coa-
sequeacas lgicas ? Nio o estabeleci-
mento de escolas de edacacio para toda s
mocdade, o que assegora a prospet idade
do Estado ; 6 a particpago universal
beneficio.

I
.1
I
a car-
(Continuar-tt-ha.)
Se nio andares direitinha,
pagar por ti.
Cobardas I
Ora adeos I palavras leva-as o
Pensa bem ; ainda te don c4o dias ; pau-
sado este praso, torna a ti as colpas do ana
socceder.
E metiendo-se pelas casas loras,
sario ebegou n'em instante aoj.M
controu o visconde das PatHictt.
Ainda te nio. deitoeto 7
Beaoregird com mo nodo. Que
aqu fazeado ?
Eslava sos aspara para na
umas cousas importantes.
Quaes sao ?
L vai: entre! noa
palacio.
Ah I ah I E depois ?
O qoa Vmc. qaer 4 ii
Porque ?
Porque vio dar a om
memte oppoato.
Nio ba remedio sanio
Ha renado, ba.
Tena algasia coasa en vistos T
Fia on sobada famoso I Una casa
qae nio diz nada por ttra, a Oca
pegada con o predio onde 4 preciso
mos.
Que casa vem ento a ser ?
Ah qae est o batuta l
pelos modo* a um ralbo
nella en companbia da
Sabes ao nenas a ao
Caanaavlbe a ato Babia
Bom, basa, est ban l Ta,
sim, nlo i tato patota
Estou gosUado de ti
corar nato nada ; a rosta]
coate.
Esendtxerm
hospedarla da
sHto
ssm


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