Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12367


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Full Text
ANKO XLVII. NUMERO 91

1 *'"

-



HU 4 ClflTAl E lGAEIS OHDE 1*9 SE PAGA FOETE.
Por tres mfews jdKantJdM................. OOO
Por mb ditos idem.......,........... liJWOO
Porom inno idea.. ..."................ 24J00O
Cade mamero atolso................... 320
+nat
fl
SBBADO 22 DE ABRIL DE I87I.


HU BIIT10 I rORA DA P10VHCLL
Por tre mwew Cantados .
Por seii ditos idem. .
nove ditos dem < .
or mn auno dem .
a? e
t



13#800
17#00O
Propri^We de Manoet Eiguertfde Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvea d Filhos, no Para ; Gonc*!?M dr|W&, M MaraaMo ; Joaqqim J Pereir* d'Alnaeida, en Mamaogoape; Antodto Alewodffao de Lima, nt^arthyba ; Antonio Jos Gome*, na
em Naiareth 'Antonio Ferrara de Ajotar, en Gojanoa; Franeino Tavares da Costa, em Alago;
^
PARTE WTICIAL.
Hepartico la pjfft\.
i. scelo..-Secretara d* aercra' & Pcrnam-
baco, t9 de abril de W7I.
film, e Exm. Sr.Sebeseito crosiderasio de
V. Exc. a- iofornnc* lamas por opia, minis
trada em data de to d# ruare) ultimo, pelo dele-
gad de polien de ter* de danto Aula"), relativa-
rabote e*na pablicacS) inserta no Diario de
Pe~niml>nc) de 5 do crreme do mesan raez, as
signado por FeHppe Antonio Itoirigues da Costa-
Deas guarde i y. ExcIllm. e Exm. Sr. coa-
selheiro Diogo Velbo Cavaleante de Alboquerque,
(ttgmsetmo presidente da* provincia. O chefe de
polieta, f.niz Antonio Fernandez Pinheiro.
PERIA1IBUG&.
-'"
Delegada de p-Mi.rh do term'ua Santo Antao,
29d"mr* de 1871.lili. Sr. Cumprindo o
io de V. S. de 3 do correte n. 1S00, a qne
aco.npanli >u o Diario de Pernambuco le 2 do
mesmo mez, com a correspondencia de Felippe
Aniroio Roirigues da Co-ta, tenho a honra de in-
formar a V. 8. com a rebuta d> 3" supplente
em exercicio do subdftlegado do 1 dttricto deste
teran, a quera raanlei oavir, a qaal toda firma-
da com a pura verdade. porqnanlo estou a par
dos ptrmen)re de taes facto, de qae accosado
n dito subdelegado em exercicio qae hoje ola-
d) por alguma pessja*. por ser assiduo no eunV
priment'i dos seus deveres e de accordo co.nmigo,
prohibido o abuso de andar-s pelas ras desta
ciiade armados de faca de ponta o rovolwers, e
esta oodero fii sen reserva do cores polticas.
Amar! fazia garbo de anJar sempre armado,
mesa depois de posta em exeeaclras ordens a
rspeilo. e s dizia que entregara a faca pela
ponta desprezindo os conselhos dos parentes da
tnulher, que reprovarara eu procedmento.
Du guarde a V. S.Illm. Sr Dr. Laiz Antonia
Pernandes Piaheiro, maito digno chefe de polica
(Ja Peanambuco.O delegado de polica supplen-
te em exercio, Jos Cavbante Feras de Ale-
redo.
illm. Sr.Pasio a responler V. S. a res-
peito das falsas accusacoes que contra mim se
tem no Diario de Pemambuco de 2 do eorrente.
Senbor, eorao arrematante do imposto municipal
de licencas, eoerei esse imposto na razio do du-
plo, por assim ter (oseado em dellbsracio na
cmara, tanto assim entendeu a cmara qne ele-
vou o preeo da arrematarlo do dito imposto, qae
sendo d'antes arrematado por 300 e tantos mil
ris, eu o arremalei por 813^000. Devo aecrescer
raais quo coraprerendendo uestes 800 o tantos
Dril ris estavam englobadas as lieenoae de fogo e
(|ue foram abatidos 200*000 por ter careara
separado esta eobranca das licencas de porta aber-
ta, na occaaio qna elevou o duplo, e fez cm ra-
mo separado, assim coma desappareceu a cobran-
za do duplo depois que a illustmsiraa cmara
onsultou ao excellentisirao senhor cooselbeiro
presidente da provincia e ao mesmo exeeflentissi-
mi senhor presidente declarou que devia ser co-
brado como anteriormente, devendo ser assim en-
tendida a mesma lei com as cisas de offlcinas de
foco que estavam na* circumscripeos da ciaade.
A euampilha de le000 eu nao a exiga, fazia
ver apenas aos contrihuintes jie o collector liaba
feito e.-ta reclamaclo cmara e esta maudou que
eu a executasse.
Que culpa tenho eu que a cmara assim deter-
minasse ?
O facto de priso do Amaral foi exacto, mas
accrescenlando que elle andava publicamente ar-
mado, e eu encontrando-o com a arma prendi-o
pelo lempo necessario para formular o termo da
adiada da arma.
O mais, senhor, lao ftil, tao mal contado,
que eu entendo que nlo devo descer a refutar.
Ahi v5o explicados os fa'.tos que poderiam com-
proraetter minha dignidade como cidadao e cjmo
autoridade.
V. S. far chegar ao conhecimento do illU3lns-
simo sennor doutor chefe de pofieia.
Cidadi da Vicaria, 20 de abril de 1871
Deus guarde a V. S.Iilra. Sr. coronel Jos Ca-
valeanle Ferraz de Azevedo, digno delegado sup-
plente em exercicio do termo de Santo Aniao.
O lente lote Mana Marques de Carvalho, 3o
supplente do subdelegado em exercicio.
Scelo l*.N. 5*8.Provincia de Pernambuco.
Secretaria da polica de Pernambuco, 18 de abril
de 1861.Illm. e Exra. Sr.Passo s raaos de V.
Exc. o ofio junto por copia, que sob a data de
27 de marco ultimo, eoderecou-me o delegado de
polica do termo da Itambe, a quem ouvi sobre o
que publicou o peridico Liberal do 11 daqnelle
mez, afim .de que V. Exc. tenha conhecimento
do que a tal respeito informa a mesma autori-
dade.
Deus guarde a V. Exe.-Mm. Exm. Sr. conse-
Iheiro Diogo Velh* Cavalcante de Albuquerque,
presidente da provincia.O chefe de policaLmz
Antonio Fernandes Pinheiro.
Illm. Sr.Informando a V. S. sabr o que re-
tare o Liberal de 11 do eorrente, cumpre-me
scienticar que inexacto que o preso Seraflm
Anselmo Pereira de Lucena, goza dos commodos e
da vida de que falla o noliciador. Serafn) Lacena,
lando appeilado com outros para a relacio ao'dis-
tncto da settKa ao Dr. juiz de direito pelo crl-
me* de tonuda de preso, crime por que foi
deipronunciado por esta delegada reque-
reu por motivo de molestia, e s por essa
rar o resultado de sen recurso como elle mesmo o
n3o pode seguir para a cidade, adra de ah espe-
causa tam se demorado nesta villa como por to-
dos sai ido. atoaos pelo solicitador do Liberal qae
no proposito deliberado de esenvinhar e mal di-
zer da. antortdades detta lecalidade, nao trepida
ante o eipantalho da mentira para tu do avancar e
arrojadamonte publicar que vai ferir caracteres
como (loalferes commandante do destacamento,
moco zelooo, iotelligente e fiel cumpridor de seus
devores.
Esta delegacia nao ign >ra e que se passa no
uoartel, nao etque suas obrigacoes e eneratCamen-
te providenciara nao s para aeaulellar helos da
ordea dos que se trata, como inda para reprimir
os abusos de seus subordinados.
loao Luz Pernandes. indigitado como autor de
om tiro destechado em um soldado do destaca-
mento, por oeeoiia de en nuda prender dous
ladnta de eavallos que sahiam da villa hora
adian.ta.da 4a noote. e Umbem do qne soffreu o
alferes Pedro Gongalves commandante do destaca-
mento, na madrugada de 30 de Janeiro ultimo,
foi preo pelo Dr. juiz municipal posteriormente
aos autos de perguntas a que esle^procedea, e do-
lido na cadeia com as neoosurias camellas, sera
coa tilde sofkor a menor pressao e incommunica-
Bilitake. MBdo por conieguinle menos verdadeiro
que elle vira, como diz o Liberal, aliemado, em
re e eesn pera dormir, quando pelo contrario
loe commedos que pode anferr qoalquer
eivaeo de defeKos e vicies como o que al-
r curie a V. S.1 Itamo 27 de marco
loo 1*71.iHm.Sr. Dr. Luiz Antonio Fernandes
f Piahoiro, mei gno chele de polica da provincia
lee Peraamboeo.O delegado em exercido-t/r-
[snlini CaMfcimfc U Reg Vu$c*tu*Uo$.
ASSEMBIEA PBOTliaAL
SfiaSAO OBDIMARU EM 3 DR A8IIIL.
- pneoiMNCiA do n. dr asviar.
(Cooclusao)
OIIDKll 10 MA.
Contini a diseusslo aiMiafa (Ia) do projecto n.
2 deste anno, qae autorisa o presidente da pre-
vioria a abrir o crdito nstwsaro para paga-
mento das indemnisacOe? devldas a Euardo
de Mornay.
O SR. PEDRO AFFONSO :Srs., principio de-,
plorando que a diseusslo deste projecto tenha cj-
mefad desviada do terreno das conveniencias
saa que se duvia manier; que, argumentadlo
catan, se toaba sabstiluUo a invecliva insolente.
(OaflauaoOes.)
O Sn. Pfbno frONSn :Emprego a palavra
insolente, porque ella foi "aqoi jogada contra a
minha pessoa.
0 Si. PassiDENTE :Mas o nohre depulado vio
qus f u reelaroei nessa occasiao, assim como agora
nao poaso permiltir qae se ase de semelhantes ex-
pressoes. '
O Sr. Ptnno Afkor) :V. Exc d uceaba
qne exp ique o mau pensamento ?
O Sr. Presidente .Mas que eu nao posso
emittir disenssao nestes termos.
O Sr. Pbdro Affonso : V. Exc. nao sabe o
que vuu dizer. Por occaeiHo de orar acerca deste
projecto o honrado depulado, rneu distincto amigo
collega pelo 3 districto, fazeodo urna allusao
para eoadjuvar a sua argumentadlo, diriga-se de
modo nao injurioso para os nobres deputados da
bancada opposta ; um deases Srs. deputados in-
sista para que o meu honrado collega fliesse ap-
piicago do seu pensamento, ao que se negava o
distincto orador; entao eu dissemuito ingenuamente
de modo mnito simples, refira-se ao Sr. deputa-
do. Ple a casa ti ;ar convencida que nlo bouve
oessa occasiio, da minha parle, inlenclo e nem
prepsito de irrogar umi injuria a aquelle Sr. de-
pulado.
Entretanto, respondeu-se-me com ama invectiva
insolente I
O Sr. Mblbo Rsco :Se a iotencao nao era of-
fonsiva, eu retiro o que diese. Tomei como pro-
posito de me offender.
O Sr. kdro Affokso :Faco apenas esta obser-
vag:lo, que me cumpre fazer, depois do incidente
que se deu, porque quero provar, anda urna vei
a casa, que nao ha, nem nnnea haver da minha
parte intenclo positiva de offender nenhara dos
meus collegas.
O Sr. Mello Rbgo ;Agradego-ibe a dedal acao.
O Sr. Pedro Atonso :Se alguma palavra me
escapar no calor da diseusslo, um pouco mais as-
pera.....
Um Sr. Deputado :Crespa.
O Sr. Pedro Airastso : .Aaceito a palavra
crespa,nao hjuve, fiquem cerios, inteacao de
emprega-la.
Sr. presidente, a questao que vamos discutir
importante e do roaior alcance. Vamos dispor
de urna somma avultada, tirada dos rendimentos
da provincia, resultante dos tributos, dos impostos,
resultante do suor do povo, da nossa aclvidade e
do n&sso trabalho. Sempre, pois, que se trata da
applicacao dos dinheiros da provincia, a questao
assume a maior importancia, tornase da mais
alta consideradlo, por menos ponderosa que
ella pareca pnmeira vista.
O honrado deputado pelo 4o districto, responden-
do ao meu distincto amigo que iniciou o debate
desle projecto, comecou o seu discurso declarando-
nos francamente que se dera um assallo aos colres
da provincia. Ora, Srs., deu-se de hilo, segundo
disse o honrado deputado, um a?>alto aos cofres da
provincia, e nos devemos raanler na ailitude pas-
siva de assaltadosl...
Devemos-nos resignar a essa attitude passiva
de assaltados sem reagirmos centra o assal-
tante ?
OSr. A. Pernambico : A questao do meio
deieagir.
O Sr. Pedro AlMiieo :- Tratasado acert, da
conveniencia da reaccao ; essa justamente a
questao.
Precisemos ainda mais os termos da questao :
Devemos approvara rescisao do contrato Mornay?
O Sr. Cnha e Figueiredo:Nlo, mil vezes nao.
O Sr, Pedro Apfonso :Foi regular a rescisao
desse contrato hito palo Sr. senador Frederico ?
Esta que a quesilo.
O Sr. F. de Figueiroa :A questao nao esta
absolutamente ahi, porque a rescisao est appro-
vada ipso facto.
O SRf Pedro Arromo : Eu vou provar que
nlo est.
Um Sr. Deputado :Oucamos.
O Sn. Teixeira de S .Esperemos a damons-
tracl' jurdica.
O Sr. Pedro Affonso :Eu nao tenho as habi-
litacoes do nobre deputado, nao tenho conheci-
mentos tao profundos de jurisprudencia; o nobre
depulado ter occasiio de manifestar a sua supe-
rioridade sobre mim, com o que folgarei muito.
O Sr. Gusmo Lobo :0 nobre deputado nao
faz questao, espera a demonstradlo jurdica por
que oulra nlo vem a ponto.
O Sr. Pedro Affonso :A questao pois, con-
siste em verificar se foi regular o acto da presi-
dencia que rescindi o contrato celebrado eom
Eduardo Mornay, ese est ou nlo sujeito a appro-
vacio desta casa.
Um Sr. Deputado :Apoiado, esta a questao.
O Sr. Pedro Affonso : Sr. presidente, em vir-
tude de ama lei desta assembia, foi celebrado em
1866 um contrato entre o presidente da provincia
e Eduardo de Mornay.
Um Sr. Deputado :Quem era o presidente t
O Sr. Pedro Affonso :Era o Sr. Dr. Manoel
Clementino.
Pelo contrato se obligara o contraante a cons-
trneca>de urna estrada de ferro que, partindo de
um dos protos da estrada do S. Francisco, se diri-
gase a Bezerros ; nesse contrato se eslabeleceram
condicOes entre as partes contratantes, sendo de
notar que as vantagens do contratante foram de
preferencia attendidas.
Entlo, Sr. presidente, havia-se desenvolvido
nesta provincia grande inleresse pelos melhora-
raeatos materiaes dessa ordem ; muitas propgstas
para construecdos de estradas de ferro, foram
naquella poea apresentadas"; era pensamento ge-
ralraente acceito que deviaraos dotar a provincia
com estradas para todas as direccSes, e este pensa-
ment determinou sera duvda a confeccao da lei
que deu lugar ao contrato celebrado com E. de
Mornay. Bizerros ou a villa do Bonito eeam con-
siderados centros productivos do grande futuro ;
assim pois, apresentando-se Mornay coro o pensa-
mento de construir urna estrada de ferro para Be-
zerros ou para Bonto, foi o seu pensamento inme-
diatamente acceito. Mornay, porem, uzeiro e ve* I
wiro nos meios de illudir a boa f daqulles com
quem trata, apresentoa as bates para o contrata, e
essa3 bases foram acceitas......
Um Sr. Deputado :Com inepcia.
O Sb, Pbdbo Affonso :......consignanao-se
nella a desvantajosa clausula da conveniente f#s-
cisao do contrat.
Um Sr. Debutado :Ahi sita va o veneno.
O Sr. Pidro Affokso :Nossa poaaival o con-
veniente rateisio 4o contrato, apraveiundo me do
aparte > nobte epatado, estaya WHq o- ve-
neno.
''"
a Braga, no Aracaty ; Joio Mara Joo Chaves, m Asa ; Antonio Haronea a Suva, no Natal; Jote Juan*
Penba; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Aatao; Domingos Jos da Costa Braga,
Jos Martins Alvos, na Baha; e Leite, Serqninho & C. no Rio de Janeiro.
OSr.
provincia*!
de pre"
curap
provieei]
base)
P*
graphieos.1
Um Sr.
criffclos q
OSr. Pea
resallara na
vineia
para sei
rer de sea
slo imper
esees estad
ment '
UmSr.
ra contra a
OS. Pin
contra a con
mea pensa
Se o boar
missao de
devia ver qa
do, censara
' Moroay eontratava com o administrador da pro-
vincia, quo esteva, sera duvda, de boa f, e com-
penetrado apeaa*- a necessidade da construegao
Saqsella eMraa, qne importava um melhoramen-
lo de gran le alcance ; Mornay, porm, ora diri-
gida por pensamento especulador ; era-Ihe pre-
ciso obter o privilegio eom grandes vintagea* para
venderle por boro preco do mercado de Londres,
e assim Mornay realisou o sea contrato estipa! in-
do nelle a ca sala htallssima qae determlaoa a
quesilo qae debatemos hoje.
Peito o eontralo, traton Moroay de reanaar a
sua venda, o quo ni") podeodo ob?r, toraon esta
provincia. .
Um Sr. Dkputado :Se o qaauate vender, sem-
pre nvia de hver quem o coaaaraane.
O Sn. Prdro Affonso : Voltea Mornay a esta
provincia com o flm de obter vamanees superiores
aquellas que Unba obtido em saa primitivo con-
trato ; empregou para esae flm os meios que po-
deria empregar, e qae nos nao conhecemos preci-
samente ; recorren s suas relaces, aos seos ami
go?, estabeleceu advoga to, e aloai obteve desta
assembia urna lei pela qual era autorisado o pre-
sidente da provincia a alterar o contrato primitivo
e conceder-lhe modrkac5e3 no sentido de seus
desejos. -
Em eumprimeato dessa le, o eolio presidente-
da provincia, o Exm. Sr. bario de Vflta Bella, alte
roa o emirato coneedendo Mornay modifleacoes
com as quaes htihnente ee podesse realisar a
venda do sea privilegio em qaalquer praca da Ea -
ropa. Este histrico qae tenhi hito da questao
M)row, est coudo no parecer da cororoiso no-
meada" pelo Exm. Sr Conde de Baependy ; essa
coramisso provoa do molo mais explcito, do
modo mais positivo, que o flm de Mornay exgindo
alteracSes no contrato, nio foi outro senio obter
vantagens que podessem facilitar a venda do mes-
mo ; evidentemente procorava um privilegio para
vender, e nio para construir urna estrada, dese-t
java, emflm. um lucro immediato, como j havia
ft-ite com outro privilegio que oblivera do governo
geral para a conslrnccio da estrada de ferro do
Red fe ao S. Francisco, e Unto era assim que, con
tratando com a provincia, calculou com vantagens
e concessSes que podia obter do governo geral, do
mesmo modo como j obtivera para a estrada a
S. Francisco, cujo privilegio a casa sabe que elle
vender em Londres por oom preco.
Assim, pois, seahores. fra de toda a duvda,
nlo merece contestadlo, que o ooieo pensamento
que determinou Moroay a procurar obter o privi-
legio de que se acha de pjsse, hi aaferir um luero
immediato com a venda do mesmo.
Um Sr. Deputado :Apoiado ; mas a questao
nio est:.
O Sn. Pedro Affonso :Eu j dlsse que M**-
tao consista em saber se nos deviam >s ou nao
autorisar o pagamento da rescisao. En cbagarei a
este nonio, que o proto capital da questao.
O Sn. Cunha e Figueiredo .-Esto mn%f res-
sados
O Sa. PEm Amaso -Objido o privilej
modificado o :ontrato, tratou Mornay del
seu projecto. ,
Em virtude do contrato, Mornay era obrgaao
a fazer os trabalbos graphieos, planta e orgamento
para determinar o custo da obra. Desses e3iodes
preliminares que devia resultar o ornamento.
Nieto estou apoiado pelo honrado deputaio que
est sentado a minha direila, e que prouesional
na materia.
O orcamento era conico si ne qua, non, era
coudicio indispensavel, imprescindive, para que o
contrate se tornasse perfeite e acabado. Mornay,
entretanto, aprsenla cousas que s elle elassilica
de estudos graphieos, tal a imperhicao e ra-
exactido de seu trabalho, paramente de Pb'ne'e-
A commis3lo encarregada pelo Sr. Conde de
Baependy para dar parecer acerca da questao, da
qual fieram parte engenheiros distinctos, enten-
deu que esses estudos graphieos nio estavam com-
pletos, nao erara exactos, e que o ori;amenlo era. JDSr. Teixeira
phantasiico. asaclusoes ?
O Sn. F. de Fioueira :A esse seu argumento,
responde perfeitamente o contrato. i
O Sr. G. Lobo :E o nobre deputado prou--
sioual.
O Sr. Pedro Affonso :Eu vou Ihe mostrar
que nao responde. Esl argumentando sem ter
lido o parecer da commissio.
O Sr F. de Figueiroa :-Nao l, mas li o con-
trato, que quanto me basta.
O Sr. Pedro Affonso :-Se visse esse parecer,
convencerse-hia que' elle argumenta com pron-
ciencia na demonstradlo de que os estudos gra-
phieos nio slo perfeitos, nlo sao completos, e que
portanto nio ple baver orcamento. .
Dir o nobre deputado que Mornay nao era obn-
gado a sujeitar esses estudos graphieos a aprecia-
do e approvacao do presidente da provincia 7
Como assim ? Pois Mornay nlo estava obngado a
isto ?
Um Sr. Deputado : Estava obrigado.
OSr. Pedro ArroNso :-0 presidente da pro-
vincia tinha, como anda tem, o direito de apre-
ciar esses trabalhos, de verificar se ellas sao ou
nao exactos, le approva-los ou nao. A base do
contrato precisamente essa, e assa base que
determina a possibilidade da rescisao. Mornay,
assim como a provincia se obrigaram mutua e re-
ciprocamente, a provincia a dartma indemmsa-
co a Mornay se o valor do orcamento nao fosse
superior s suas forjas, e Morjay a fornecer a
provincia as bases indispensavewe exactas para
esse orcamento.
O Sr. Cunha e Figuejredo : Perfeitos e
exactos.
OSr. Pedro Affonso .Assim, pois, como
que o nobre deputado diz que Mornay nao eslava
isto obrigado t
0 Sr. F. de FiGuamA :Mas era preciso que o
arbitro em Londres declarasse se os estudos eram
ou nao sufflsienles : ahi que esl o denle.
O Sr. Pedro Affonso : Nio me interrompa.
Eu principiei lastimando que o contrato eonti-
vesse urna clausula que eu ditse ser inteiraraente
desvantajosa provincia, a da conveniencia da
rescisao.
O parecer da commisslo, senhores, desde o
principio ale o flm, censara o contrato, e estigma-
lisa o procedmento de Mornay, a saa ma fe, em
apresentar como estudos graphieos aquillo que de
modo nenbum pod ser considerado como tal.
A maioria da commisslo nlo dosejava a rescisao
do contrato; concluio seu parecer declarando que,
em virtude do contrato Incompleto, Inconveniente,
desproveitoso, debaixo de lodos os pontos de vista,
proviucia, o presidente, se achasse mais conve-
niente, se entendesse mais acertado, poderh res-
cindi-Io, porque essa clausula era facultativa.
Assim, quando o honrado deputado pelo 4 dis-
tricto disse que o contrato devia ser rescindido,
porque havia isto aconselhado a commisslo.....
O Sr. Mello Reg ;Eu nio disse isto.
O Sr. Pedro Affoso : Eu tomei apoatamen-
tos oeste sentido.
O Sb. Mello Reg :Por essa razio alo.
O Sb. Pedro Affonso :En diga qne nlo, a
commisslo nio opinou pela rescisao, disse que o
contrato era suseeptivel desse raeultado.
O Sr. Mello Reg :Lela o parecer da com-
missio,
O Sr. Pedro Affonso :Ea quera poupar-ee
ao. eeapraxer de fatigar a attendio da casa leseo
todo o parecer. aMnaai
O Sr. Mello Reg :Lea as codtusoes.
Affonso :Est nos inlaresees da
ndir o contrato, diz a commisslo,
a cumpri-lo, porqae entende que o
ise contrato seria onerosiMuno
s a commisslo eonfeaaa nio ter
r o sea jnio, porque o ornamento
visto serera inexactos os estados
tao.i : Nio foi isso, forneos sa-
ja de fazer a provincia.
Affonso : Dos estudos fornecldes,
vultadissima despeza para a pro-
rgunio, qual a baso certa, perfeita
isto ? A comraisaao em todo cor-
recer diz qoe os estudos graphieos
slo inexactos, e como que com
raphicoj se pode determinar orca-
OSa. Pkebo Atohso :-0 nobre deputado nao 0 Sr. Peoio-Arreao : Estoa tradnzmdo
sabe cora o qne eu estoa de aeeordo, e ja rae peasknmo da commJ9,ao, ella nVusou lEh*
Eu-ja Ihe dlre caca quem estou de ,rju de qQe 95lou saad0) mm f0SS9. repT0(ia-
' zir as suas palavras, emende que bo se devLi
pnmeira-', fI8r a rescsio.
interrompe t
accordo.
O Sr. Teimmia
de S :E' preciso
tado :J est argumentando ago-
nmisslo.
fonso:Nlo estou argumentando
issio, nio tradusa deste modo o
o.
deputado lsse o parecer da con-
cpio ao flm com> attencao devida,
a eomuisslo principia stigmatisan-
lo, ^presentando como cousa nio
exacta, como cusa f.i'-a, como urna mentira, isso
qne Moroay apresenlou como estudos graphi-
eos.
O Sr. TsnlkiRA de Sa : -Eolio essa concluso
nao est napremi3:.a9.
O Sr. Pebbo Affonso :Est.
Diz : maieria da commisse Mornay llludio-nos
enganou non; illaqueou a nossa bsa f, nao pos-
sivel talvet, ou difflcil desvencilbarmosnos
delta.
Reg :Tanta astucia do Mornay,
quem contratou I
o Affonso : Eu tomo nota deste
responde-le.
Reg : Nio dscutirei esta ponto.
o AFfoitso;-Hei de provoea-loa
O Sr. Mi
lana boa f
OSr. P
aparte; bei
O Sr. M
OSr.
isto.
Mas, disse) a commisslo.Mornay enganon-nos
illudlo nos, poderemos pagar-Iberas despezas fei-
taa eom os estudos graphieos, de coja quaotia nie
cogiton a commisslo por nao julga-la elevada.
O Sr. Almkida PernamUcco:Devia cogitar
at dojmaif.
O Sr. Paoie Affonso:-Nlo devia. A com-
misslo coatava eom o interesse e descernimento
do presidente para acabar com a questao.
Mas, Srs. o pagamento dos estadas graphieos
dependa da verificado, da exactido delles, nlo
era negodo esse de boa f....
O Sr. Mello Rbgo : Eolio nao houve boa
f? 4
O Sr. Pedro Affonso ;-0 Sr. depotado pertur-
ba-me tanto... .
. O Sn, Mello Reg : -Perturbado fui ea bontem,
aae nio me deixaram fallar
O Sr. Pemo AfTONso .O presidenie aoe aehts-
- :- ,Jaleri' -i rtaresses da proviuea, nlo
tataaot Uto e,
nao deviafaiePa feelsto, aceitando como base para
ella os taes estados sem, mandar verificar se eram
ou nio exactos.
UmSr. Deputado : At ha um voto era separa-
do da commisslo.
OSr. Pedro Affonso:Eu vou lr. Eis aqni
o que diz a condiei.) 4* (l)-
Leio o'parecer da commisslo e chamo a alin-
elo dos honrados deputados para a sua leilura.
V-se que a commisslo principiou censurando
a falta do cumprimento das condicSes por parte
do contratante.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Incorreu n urnas
poucas de inultas e nunca as pagou.
O Sr. Pedro Affonso :Srs. preciso attender
que a que9tio de longa data, a commissao lo-
mou conhecimento delta muito lempo depois de se
lar feito o contrato. *
de S :Mas o que diz das
Sr. Pedro Affonso : Nio aconselha positi-
vamente a rescUio do contrato.
O Sr. Mello Reoo :Oh I Srs I
O Sa. Teixeira de S :Torne a ler.
O Sa, Pedro Affonso :A commisslo niD acon-
selha positivamente ao presidente qae faca a res-
csio, nio diz que indispensavel, que obriga-
teria, que dever ser hita.
UmSr. Deputado :Nem -podia, a commissao
era consultiva. i
O Sr. Pedro Affonso : -Pois bera, a commissao
manifesta o seu peosaraento sera reservas.
Um Sr. Deputado :Nem outra cousa poda
fazer a commissao. -
OSr. Pedro Affonso:Sem duvila, isto o
que estou dizendo. Os nobres deputados nao me
permitiem nunca concluir um pensamento, raier-
compem-me constantemente com os seus apartes.
OSr. Cunha e FiGUEiREne -.Porque nao con-
vm que o nobre depulado tire as concrasSes.
O Sr. F. de Fioubiroa :Eu desde boje espero
pelas concluses.
O Sn. Pedro Affonso : -Conliaua a tnterrora-
per-roe com os seos apartes ?
O Sr. F. de Figueiro* :Para nao raportuna-io
retiro-rae at da sala. .
O Sr. Pedro Affonso :Antes me coadejuvas-
se com as suas luses.
A commissao reconheceu que os estudos gra-
phieos eram falsos, mae> quem devia verificar a
falsidade desses estudos? Sem duvda o presiden-
te da provincia.
Um Sr. Diputado : -Mas na commissao existiam
dooseogenheiros. ^^
OSr. Mello Reg.A ceMBJWsao disse que
os estados eram incompletos ; nao disse que eram
(lisos
OSr. Pedro Affonso :A exaetidio dos estu-
dos graphieos devia ser mandada verificar pelo
presidente da provincia, que para isto Unba os
meios. .
O Sr. G. de Drummond :Eu creto qae isso fot
O Sa. Cnha e Figueiredo :Nio se le.
Um Sb. Deputado :Foi ouvido o engenheiro
fiscal da estrada de ferro e a reparticio das obras
publicas.
0,8aWPedro Airosto:E o que disseram eases
engenheiro.
O Sr. G. Drummond -.Disseram que os estados
eram imperfeitos.
O Sr Pedro ArvoNSO :Por conseguinte se
eram imperfeitos, seudo elle a nica base para o
orcamento, como se determinar o custo das obras,
as despeas eom qae a provincia tinha
de car-
regar ?
MaM
O Sn. Pedro wonso : (L)
O Sr. TeixataAlll S : -Qaer mais claro ?
1 O Sr. Mello Rbgo ;Agoaselha ou alo ?
as, da commissao destacaram-se dona raero-
)ros qne deram parecer em soparado; esses
dous membros opinaram no sentido de qae o
contrato era ventajoso, exequivel e que coatioha
execuu-lo, emimando-'sa ao eonlnUnte para cum-
prjr aquillo que eslava obrigado.
OJh.Teikira dr S :E concordA tom esse
parecer?
O Sr. Pedro Affonso : -Eu Ihe direi mais
tarde.
O Sr. Teixeira de S : O nobre deputado prin-
cipiou lamentando o contrato,
OSr. Pedro Aflujo :Bn principie! deploran-
do principalm^tj as concaesots qae se flzeram
ao contrai^ prmitivo, e por Uso que me oppo-
' que se hcam. ceucetsrjet a ookAi con-
tr
*-

O Sr. Mello Reoo :Eolio nlo letra estar de
1 aeeordo com o parecer fue qaer xeen>9o da
I contrato.
mente que esleja de'accordo com sigo mesmo.
OSr. Pbbwc Affonsh :Me parece que esiarei
desde que nao estiver com o nobre deputado.
O Su. Teixeika de S :De corto qne ao.
O Su. Pedro Affonso : A minora da commis-
sao entendeu que o contrate era exequivel, traza
vantagens a provincia, qae era necessario que se
coagisse o contratante a comprir as obrigacoes a
que so havia imposto.
Um Sr. Deputado:) nobre deputado princi-
piou negando a exequibilidade do contrato.
O Sr. Pedro Affonso :Estou referindo aopi-
niao da minora da commissao, nlo a minha
opioilo
O Sr. Cunha e Figuembdo : Vai indo muito
bem.
Oi'Tno Sr. Dictado Espero que mostr que
esse parecer favoreca a sna opioilo.
O Sr. Pedro'Affonso :A maioria da commis-
sao entendeu tambera que o contratante nlo com-
priria as obrigacoes a qae se havia sujeitado e
ifue ora preciso coagulo a Isto.
Ora entre a maioria di coramissio e a mi-
noria ba ente ponto de aeeordo, ponto essencial,
|ue o contratante devia ser coagido a camprir as
oDrigacdes que se havia sugeilado, e era esta
cortamente a solucio mais conveniente.
(Trocam se apartes.)
O Sr. Pedro Affonso:-Os nobres deputados
rae mierroropem de tal forma eom os seas apar-
tes que eu nao posso discutir.
O Sr. Teixeira de S :Eu quera auxilia-lo,
quero exclarece-io.
O Sr. PEDno Affonso :Nio me esclarece, pelo
contrario, desva-me da argumentadlo..
A ma oria e a minora da commisslo entende-
rn) que o presidente devia coagir o contratante
ao cumprimento das obrigacoes a que se tinha
elle sujeitado, logo o contrato, segundo a opiaio
tanto da maioria como da minora da commissao,
alo estava perhilo. .
O Sr. Teixrira de S .E nao estando perfei-
tf, como podia obrigar t
O Sr. Pedro Affonso :Sem duvda, nao era
obrigatorio, a conclusao a qae vou- chegar.
O Sa. Teixeira de S :E 'devia ser obrigado o
contratante ? ...
Um Sh. Deputado :Esta conctaeio boa I
O Sr. Pedro Affjnso :E' a verdadeira, a le-
gitima, a qne se pode tirar.
(Trocam se apartes.)
O Sn. Pedro Affonso : Alm disto, o contrato
eslava dependente de concesses do governo geral
ea relacio ao contratante...
O Sr. Teixeira de S :Que elle podia re-
nunciar.
O Sr. Pedro ffonso :. .^estando lambeta de-
pendente da raalisagao de clausulas a qae se ha-
via sujeitado o contratante..
(Trocara-se apartes.)
O Sr. Presidente :Peco aos nobres depuia-
dos que deixem ao orador continuar,, pois desta
maneira a diseusslo toroar-se-ba inlerminavel.
O S?. Pedro Affonso :Sanhates, parece-me
que nao avango urna proposicio sem fundamen-
to, dizendo qua o contrato nio eslava perhito e
acabado, porquantv a commisslo tanto em saa,
maicria como em sua minora entendeu assim.
O Sr. Mello Reg :Se o contrato nao estava
perfeito e acabado nio era obrigatorio, mas a mi-
nora da commissao diz que obrigatorio e quer
que se compra.
O Sr. Pedro Affonso :Com relacio ae con-
tratante e nio com relacio a provincia, porque
aceita por base os estudos graphieos, embora nao
estejara perfeitos.
Que base temos nos pira dar por verifisado o
que nlo esl ? .
Nao temo ser contestado nesse ponto por ne-
nhum dos nobres deputados que me honrara com
seus apartes, isto nio poderlo provar que o
contrato se tornara obrigatorio para ambas as par-
les.
Um Sr. Deputado :A commisslo aceitn os
esludos graphieos.
O Sr. Pedro Affonso :Se elles nio sao verda-
deros...
A maioria da commisslo. certo, afloal aceitn
o facto consumado, entende qae vale a pena, aca-
bar cera a queslio, por ser slo mais conveniente
aos iateresses da provincia. Mas qaer qae se
paguem os estudos, as despejas hitas e nio a in-
demnisacio cerno multa.
O Sr. Teixeira de S :O nobre depulado diz
que a existencia do contrato dependa da execu-
co dos estudos hitos, isto a causa dependa
do effeito.
O Sr. Pedro Affonso :O nobre deputado es-
tabelece um argumento a que nio estou prepara-
do para responler.
O nobre depulado que tabelliio deve saber o
que contrato perfeito e acabado.
O Sr. Cunha e Figueiredo :-Ser urna sabati-
na de escola ?-
O Sr- Teixeira de S.:Sei perhitameate, e es-
toa dizendo ao nobre deputado, que nio- eompre-
hendo, do modo porque se est exprimiado, o qae
contrato perfeito e acabado.
O Sr. Cunha e Figueiredo : -O nobre deputado
agora, argueute ?.
O Sr Pedro Affonso : O contrato que depen-
de de coodicSss exceuciaes i saa realisacio, sem
o cumprimento dessas condidJes, poder .ter exe-
cussio ?
O Sr. Teixeira de S :Crea que sim.
0 Sr. Antonio Paulino :Obriga a ambas as
partes.
O Sn. TEixRiaAj>E S :-E' preciso qae s con-
dicio seja resolatortano contrato.
O Sn. Pedro A'ffohso :Eesta O orcamen-
to dependa dos estados preliminares, e devendoa
provincia obrgar-.e em vist-4esse orcamento, nao
sendo exactos esses estados, nlo se poda saber
com quanto devia a provincia concorrer, e por-
tanto nao bavia obrigac/to de sua parte.
(Trocatn-se apartes).
O Se. Pedro Affonso^Sem a existencia ao
orcamento, que unto mforta a sua ineractidao, a
provincia devia comproraetter-s pelo valor qoe
Ihe fosse arbitajpito contratante ?
O Sr. MellOT*00 :Existe orcamento fei-
to ?
O Sr. Pedso, Affonso ; nobre deputado ar-
gumenta ora eoetra a maioria e ora contra a mi-
noria da commlsaVi.
Nlo madarei 9trabalho de lera parecer da
maioria da eommissao e nem o da minora, entre-
tanto transcreve-lo hei quando publicar o meu dis-
curso.
A maioria da commissao entendeu qae convi-
nha r,oupar as, despezas de uherftres estudos gra-
nhjts e queje, pagassera .sosiente as despezas
hitas com oseados existentes, despezas que nio
deviam exeeder de 8 a i0:00h* talvez.
O Sa. Cunha e Fioueirew :-E isto havenao
^BSSKese :-Talves mesmo Dio che-
g,DM^3tmAoo :-0 arbitro da provincia ava-
llou em muito mais.
O Sr, Pbpro Atfohso ;-A mioona da cmam-
ela, ejrfm, eahndea qoe oio ,se devia ^er a
Mcisio de molo nenhnm, qae Kasortariabio em
pase a provioeia, em desvantagem, por
Shrtdt coareoieaie.
, MPlITADt
rescisio i
um onus |
mDb
rAoo :Nesses iermos ?
Um Sr. Deputado :Ifio entende isso posrflra
mente.
O Sr. Teiyeira de S':D-melisenoS para om
aparte ?
tt'Sn. Pedro Affowso :^Eslou dlspeelo a alo-
respoeder mais a apartes-que s tem por hra- in-
terromperem o fio dj mea discurso.
Sf conreniente, necessario que esta qnesli
seja mnito debatida, maito discutida, interairfen-
te liquidada. Nio perdemos lempo com ifto. O
nobre deputado pelo 1 dtatrieto, junsconiulto
abalisado ter occasiio de exhibir-re, de pvodatir .
um fulgurante e bello discurso.
O Srs: Teixeira de S i-'SHe prometter qaa
responde a todos os meus aparte*.
O Su. CoiiRBiA de Araujo :Assim o nobre-de-
putado ftea sem materia para o discurso.
O Sr. Pedro Affonso : O nobre deputado est
habilitado para fazer acerca do assampto-um bo-
nito discorso, e dar assim copia de si a provincia
Trata-se de queslio de alia monta, e de sumo in .
leresse, porque se trata da fiscalisacio dos dlanei-
ros'pblicos, da legitima applicacao das contribu-
ces e impestos.
O Sp. alweida Pernambuco :Nest Teuto a
nobre deputado tem toda a razio.
O Sr: Mello Reoo :A fiscalisacio -tarda.
O Sr. Pedbo Affonso : Porque lardia ?
Nesia casa sempre rae conservei nesta posico.
- OSr. Mello Reg :~ Nesta questao.
0 Sr. Pedro Affonso:E em todas as ou-
tras.
O Sr. Mello Reg :Digo qne tarda nesta
questao.
OSr. Pedro Affonso :Vou provar que* op-
portuna.
Senhores, depois de ter ehegado a qaestae ao
p que hei referido embera embaracado pelos hon-
rados deputados com os seus apartes ; lomou coa-
la d administradlo da provincia o Exm. Sr. Dr.
Manoel Portelia.
O S Sr. Tejxbjra dbtJv :Ainda est ne exor-
dio r
OSn. Pedro Affonso : Faca idea quando ehe-
garel a peroracio.
Q Sr. Gusmo Lobo:Eu aqui estou com a
mais sublime resgamelo.
O Sr. Pedro AffIBo ;-0 Sr. Dr. Manoel Por
hila tomando conta da questao nesie p (pego a
attenoio dos honrados Sr?. deputados para o pro
cedimento do Sr. Dr. Manoel Portelia), tomando
conhecimento das reclamac5es-de Mornay, recla-
raacoes desde o principio imperUnenies e infunda-
das, porque o peosameuto flxe da Mornay era ob-
ter cada da maioros vantagens para realisar a
vosea de tea previlogio.
O Sr. Dr. Portelia em vez de contemporisar on
esijuivar-se s reelamaedas de Mornay impoz-lha
o cumprimento das obrigacoes a qae se tinba alh
O ShTTeixeira de S -Sleia o'despacho.
O Sa. Peimu Agfonso :EU aqui o despacho :
(l).
Parece- me que os nobres deputados nio lm o
qae responder a isto.
En tiro daqui a seguiote coaclusfo : o Sr. Dr.
Manoel Portelia era vez de attender aos pedidos,
s soltcitacoes, s exigencias, s instigaeoes por
parte do contratante, impoz-lhe o cumprimento
de seas deveres.
Se se tivesse hilo o mesmo posteriormente, nao
teriamos hoje a questio que se est debatendo, e
que tao caro nos custar. '
Um- Sr. Deputado :A esse tempo seria possi-
vel, hoje nio.
O Sr. Pedro Affonso :Em todo o tempo
possivel.
(Trocpm-se apartes.)
OlSr. Pedro Affonso .Aquelle distincto ad-
ministrador, jurisconsulto vanlajosamente conhe-
cid entre nos, (apoados) que tem exhibido de si
as melhores provas, entendeu que nio devia at-
tender a Mornay em quanto elle nio curaprisse
com as obrigacoes do seu contrato, oque a resci-
sao dependa essencial monte da execucaouas obri-
gacoes que se rehriam ao contraante.
Um Sr. Deputado :A commissao achou con-
veniente. .
O Sr. Presidente :Pego que nao interrum-
pan) ao orador.
OSr. Pedro Affonso :J passe do parecer
da commissao para o rotatorio do Sr. Dt: Portelia,
como que o nobredepuiado ainda vem com o.
parecer da commisslo ? ;
Ao Sr. Dr. Portelia suceedeu na administracao
o Sr. senader Frederico de Almeida e Albuquer-
que, que, apezar do mlatorio de seu antecessor e-
do lucido parecer do Sr. Buarque de Maced, a
quem nomeou arbitro por parte do governo da,
provincia, decidio-se a fazer a reseieao do oeav.
trato e infelizmente realtsou-a.
O Sr. G. de Drummond :Cedeu aos empnate;
te I y *7
O Sr. Pedro Affonso :-0 aobre deputadij dii
isto ? Aceito a sua declaradlo. .
O-nobre deputado eotreteve ualacoes ramro. inti-
mas com o Sr. senador Frederioo, deve saber se
elle cedeu a emaenhos. Aceite a aa dawlaracio.
O Sr. G. de Qmummond :Nio digo ae codea,
perganto so cedes. m m ^_ _
O Sr. Pedbo^ffonso : O Sr- Dr. r*r*ea*,oa
outro qualquer adminislraor podia lee pwermdo
eom mais deernimento, cem mais aserto, e mais
nos nteresses da provinc* do eaeo.Sr. senador
Frederico, sem qne o procedmento. doete. rsteme-
nos honesto on improbo..
O qae porm, deploravel que o Sr. senador
procurarse apadrmbar a sua desacertada delibe-
raco eom o relatorio do sea antecessor...
USa. DRPOfABO.:-Com om des seas anteees-
sores.
0>Sa, Pedro ABroNso..Osea, antecesaor aao
acoaselhou-a por certo, antea oppox-se a elra co-
mo os nobres deputados virau ; nao a qnia lazar
nunca e de modo neuhura entendeu sempre que
nio devia ter hito. Agora perganto : qaal a lar
qae aatoriioa a rescisao. do contrato. ?
Um Sn. DtWFADO >-Esta qae a qeeelio.
Outro Sr. Depwfabo :-0 propno eontralo.
0 Sa. Pebro Affonso :0 contrato, aalorfsava,
sem duvda, a rescisio ; mas para o a preci-
so qoe elle losse primeiramenle Woaiii
contratante. EmauanU as cUosulas coudas eo
contrato pele cumprimento das quaes se havia
obrigado o contratante, nao fossem exteatsaas por
este, nio devia ser realisada a reswlo, esaDors
previsu no mesmo contrate, visto nlo te poder
oonsidera-lo perhilo e aeabado para os seas eflei-
tos. A' Mornay, poi. oorria e obrigado de apre-
sentar os estudos preliminares, planta e 'oreme*
to que fleavam dependentes da approvacio o go-
verno ; e alera disto havia tambem se compromet-
tido a obter do-giveroo geral eertat coeeeesdes o
favores que aproveitavam i exiquibihdade do con-
trato.
0 Sr. Teixeira dr S di um aparte.
O Sb. Pioro Affokso :O nobre deportado pe-
dir a palavra e demonstrar a saa oeealno.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Onofcfedsfweev
deve pedir a palavra e disentir a W
03a. Tiuira di Si. :-4 O Sn. Paeo Affonso :Al ***__'
*. rescisao de cooajato, tele 55 oto I
. i

W



,1
mfrln MlifiififiUn .riimlii o coairita tai am
alara lempo approvado 1
S. OiWtado :-Foi.
O Sa. PbOro Affonso : Porque Hf t
O St* Viaja a dz Abaojo : -Pela lei 79i.
M^BK) Affokso : A lei Jue autorisou as.
^44u^^i4^ w fliftaAL
Biarw df rifh&hKat* Sobbir- M J* ALrl U 1871
nE Abau :A le 4c 1868.
O Si> MMt Affoxso :-rEssa le ao app(ovou
contrito, e sirn as alterares qae nelle se ftie
uro., A redaccio da lei essa.
Um Sr. Deplt/do ; Approva o oantrate.
'0 6b- Peoro Attottso :-a>Ni rntendo assim.
Um Sr. DRMiTAoa^-DflfclWTrma. da lei.
O Sr. Pedro Atfohso kkt se o eoatrafo aia-
Lf8**'* deprataalt docaadicoes..,.
Un Sr. DEWTADt*A eommisso diz o amtrv
n disso, diz qaa alo lia nada mais a taaer, que
id presidente t;av*fawr a raacisan oo, nao.
O Sn. Mrllq \\t : -Fu favor de ler o lerce
roperiodo do pareaar da eomrtNsio.
O Sr. Pebi AFreoto :L>. ^_
A maioria da eommissao quem entende assim,
a miona nao entende pela nwina forma ; eniea-
t joe e contrato nao devo e nern pode ser res-
-~ Trttaaiaa da roeoisad, o,o Xfiss do coatreio, que eslava dependente por soa
wz do camprimento de certas e determinadas con-
dijfss tjttopciaes sua oxecuc.o.
Or, tale que Munatv ad tmha saoOteito a
tsnadffrjiBea que se sugeiura, o confio au se ha-
"vu turnado obricatorio para a otwineia ^ Marnay
Anao poda, pois, exigir-a sua Tcsciai e nomo
tnais a que o co nprometiera a provincia.
.. Sepilo, a resdsao apeadla da realisanao de to-
wl' claosol h para ella ^wcifTcadas.
Um Su. Dei'ctaqo : Cu contrate approvado
eos, como que lodos oa seua autor ea procedern)
do boa fe ?
0 9 fldPAR de Dnumio.iD :O ma ftroraio o
6Gnxja,Mr parte da prevtatia.
O SR. pno Affonso :Nao estoj ra referindo
(f Sr.-dpmado, que dv fallar por si nesta ques
Jio, t*toa rte refertado ao honrado deputado pelo
i- dtstricto, qua nio precisa do sen auxilio.
U Sr. <&R ofDjUHUipuiQuom me ple
profibir IHu di|ajfcafa acusa ?
OSr I aja* Airoaa* :-M&4,reif coro mada nu?ena #n h ,wnk> dtp uta do.
O Sr. db Unuiaaiti.N():Dijixt estar qae ni
perde.dailvaniagerft, Uei la repetir mtsm
cousa ftal que teoba t-.ia a vaiitagam oa dis-
cusso.
OHfonc Awa|o :-Poi, trate de expli
car | m> sen* o ceadrato mn aako aoa cofres
pnbjta todo* pniMtirao alna M.
OWCiAsAn i"TRti.MJtrjND:Ra nloolsse s-
saito.
timloria de li.
8 Sr. Pi
Pkbro AtroKse :O conlreto, appwvaaV.
on oao, litia de ser exocutado ou*cindid, mas
tanto efk ana como em outro case eaUva depeo-
'Atole de condic^es que se u-i realizaran,- -oa i cumpriram logo, nao poda ser rescio&do I
OStt. A. Pebsambio : Mal o contralto deixa
'ftadi apreeiacn do presidente.
O So. Gaspar be Brummou : Lea e rea torio
o Sr. Buependy oa ultima parte.
O Sb. Pebb*i ATFONao : Eu j passei adianto.
Vio, poi>, uslabelecido que a resciaa depenJn
do coniprimeato das ceoirgies a que Uoroay se
sobn.'Liera.
Um Sh. Diputado : Nao apoiadu, dependa (
ou f overno.
O Sn. Teixrira dk S : Moma) cumprio as
Ctadices ou queria cumprilas"?
O Sn. Mkjll Reo :CurapnU, p#rque anreen-
tou oa estudos.
O Sn. Teixura de S : Se nio cumprio, por-
que O aaj obrigaram '
o So. oi'utado :- Porque a commissao achou
qne era oierow.
O Sr. Pedro Affomso : A cojnmissao expoz a
M epimo ; nao a inipoz, um dos membros da
ooiomiso me decJarau que o seu pnsamento
nonca foi e>ie.
O Sr.. Gt,siiAo beoo : O peneamenlo da com-
missio au transparece do parecer f
O So. Pkobo Arwso :Eu bei de Iranscrever
parecer no meu discurso.....
{\ f*-1"81""* ws S : E faz muilo servico.
O Sr. Tkxeira db 3.v :A commio disse
qae convinba cortif a masii-j paitando-se as des-
peras feiL-is.
Vs Sr. Dept-ado :-Mw. naj determinava o
m^J}(\- pagar essas despecas feilas ?
O Sa. Peiwio Aftanso :-nSo commissao enteu
Moa que a resciso devia se faz'er todo o tran-
se, qua era iodtspeomol, dil o hjx; mas
eonatoifsao quem emende quo a eoulrato nao
larmma a resciso, sto uai a impo, porque
bij e obriza lorio.
Ora, se o-contrato nio era ainU
eoaii qua un das dar
eisio?
1 era
rtes poda
de
obriga'.orio,
iipp<")r a res-
S quaado se Uvetsum mimpri io as obrigacSes,
a que o contratante se baria imposto.
O Sa. Awro.Mo lv.tiu.so :PajH *er sescipdido
o contrato era proco (muboki c*npridas as con-
diras do nwjmj conii itoF
O S. Pedro AmtMo : -A miona da C')mnais-
*t> oo sea parecer diz, .|u < o contrato dar ser
soeaprido, seod) chmalo o eoatrataola ao cum-
priatento de sen* d:vero*; e aecreseenta que a
rescislo incowemeo'e, petqoe f se de*ia raali-
tar se estivesse pregado quo a eaecucJo do eoa-
arato era soperfw s f jrcae da pravWcia ; qne
ao se Teriflcou por falta de ora orcomeoto re-
goJar.
Assim, senlwres, en emendo que o Sr. aenadpr
rralerico, reilisan*) a reNcisao do contrato, pro
redeu desacera laiaeote ( Cao apoiado*-^ apoia-
Emendo, repito, que procede desacerlada-
roeiito.
O Su. Ci-.vha k Fkieireoo .E iHegalmente.
sr. AtsiEiDA Perkambgo lUegalroente
O
a>.
O So. Pedro Arro.Nso : Emendo que procedeu
deoaeerttdamente pelas razGes j expendidas, e
one a resciso e-ta o nem pode deixar de estar
depeadento da approvaijao desta cafa.
UM So. Deputado :Apenas do modo da an-
teadnr do goveroo provincial.
O So. Pedro Affoxso :Btn todo caso a res-
ciso tem de ser discutida e julgada pe* -.
Dai Sa. Deputado :O nico juii era o presi
dentada provincia.
O Sa. Pedro Affoxso : E por esta oasa tam-
ben*.
O sb. Antonw Paixino : Mas aotes de Rescin-
dir detia consultar asenibla proriudal ?
O So. Teixbjra do Sa :Agora Bao se qiuixa
do* apartes, lem falta da materia.
O Sa. Pedro Affokso :>": teoho falla de ma-
laria.
Hat Sn. Depilado :Po s enlao contine.
O Sr. Pedro Affos* :O honrado doputado
atrapalha-me com os seus apartes, que realmente
aaoetpirituosos I...
O contrato devia ser execolado ou rescindido,
dopott que elle se tornas.e perieite e acabado.
O Sa. Correa de Ara>:jo : Apolado.
)So. Mello Reoo:Tolo contrato assim.
O Sn. Antonio Pailito:Todo contrato depoa-
de de eondicoes.
O Sb. Pedro Aftonso :DomonMre Isto.
, Q oW fa>w o^ttOMM; Mu t mnollia m h
noa a reseiaio T
TJ Sr. Presidinth :fitwclo, seohores.
O.Sa. TE|XE.a.\ ps S :-0 n.bre doptiada -4
que esta interrogando.
O "So. HeNrkJue MAEDE^EIle est toando.
O-Sr. Pedro Aptos;-Aeha queeiST1
. PUeram-me perder jj So do discurso.' Tmlu
tomado apontamentos, mas nio os pode seguir em
consequancia dps apartes.
O Sr. PacsiDont :-aecommaoda ao nobro do
potado toa anda cora o ato disearao
O Sr. Pbbro Awo.ns() : -li djata, e repit
qoaoto os honrados deputados aao roe pr<
qua exista eontralo perfeit e aaaaado,
n-.i me (lemonatrarem aoja o cooarato da tk\**
trata o perauaocj laaa*tati na minaa otn-
viccao. ,m W-r-
(Trocanse apartes).
O Sn.1ha>no Amxso:-*Emqaanto nao reosena
ompridjj as eoBdlen l-e^ w rm^tow sapetto
as partes, a provincia oao era obrigada a rescin Jir
o contrato, t nem Mernay poda cxiajfcPi
manto das obrigacSas por parte da '
Disse eu que o Sr. senador Predertce commotte
roo iiTn flOMT3i lo tOQQO rOorttriMW orvMvflaW.
Uo Sr. De utxdo:Desacert deploravol.
Sb. Probo Affonso : "ot desacert deplora
re, como diz o obre deputado, e nao appravarel
por esta asa.
O Sr. Tkueiua oa S : Fm\ Un mais curo,
faca a distmeco.
O So Pedro Affomso: -Uixojfapei, em ecQasiao
opportuaa.
O Sr. Tb{xewa be S : Ppia ser ana atlosio
injuriosa.
U Sa. Pedro A fu, so : Nao oxeo osa allusao
injuriosa, Dio enira isso m meo proposito. For-
mo do Sr. seoador Krederico o roeUtar juizo da-'
baixo do ponte de vista de sua honesUdade; la-
mento, porr, que o Sr. senador Frederice oao
proeorasse veriQcar qae arotoay ara um sapeeula-
dor torpiasisaimo. Meraoy Ja novia abosado da
conlianca do goverao feral com relacao ao arivi-
ttaao qqe obteve pora a estrada de farro dd S.
Francisco; Moroay j tiavia abusado da eootianca
e queslioaado com os seas psoprios paadaioa.
O Sn. Trirhra be S : S um tota Qoichote.
O Sa. Pedro Aaroosa :Siornay nao gosa re-
putaco de honeste; era ooa especulador, um
avenuireiro, om o dis:eo honrado depaatao autor
do procedo, veo cem o peasamatito deliberado da
dar um assalto aos cofres prevniciaea. I Ora, o pre-
idala da provincia devia ter isto em considera-
gao, e em vez de rescindir o contrato...
Um Sr. p.putabo : &cvia cbieaoac
O Sr. Pedro AFreNse:.,. devia exigir que
Mornay cumpriase as obrigaedes que se liubi
imposto; i>to d, devia conformarse com a opioiao
de sen antecessor o Sr. Br. Poriella.
O 3R. do, ma< nao tsta a questao.
0Sb.4ja?ar be Bbummunb : A questao se no-
temos alguaia cousa cota a reseiaio.
O Sb. Peobo Abforso :Puqo ao honrado depu-
tado que entre nesta disenssSo e esclarcca-nus.
O Sr. Gaspar oe Drummonb : Posso alHiurar
que hei da aotrar.
O Sn. Peobo AfPONSo : ma das razos que se
aprsenla, nao nada casa, razio alus que aao ,
sulflcieote para deaiover-nos, roas que, at ceno
potito, pode actuar ao espirita da alguem, qne
essa que-lo mulodrasa debaiso do pobl da
vista internacional.
Fh 8r. DBw;T*ao:-.Para quo traz isto para
aqu.
O Sn. Pebbo ATfokso : Porque aao bei de tra
zer r Acho que po-so irazer, porque j um hon-
rado deputado, reforiod-j-se a ma sobre esta
tolo, disse : oa todo caso ndi nao tomas mai- o
que fajar porque esta orna que-lio iniarnaoio-
nal; Mornay sacriil;. os crditos do Drasil, nulli-
Jica o nosso crdito imposibilitando a6 transoccoea
futuras por parte da provincia; Mornay nos tror
ama qaestio internacional;, a Inglitt-r.ra Ip vira
coa uina e-quad:a poderosa intimir-nos impr-
nos a satisfacao daa exigencias de ilonnav.
O Sn. Tuxeiua de S /-Bonita enarguia.
O Sn. Peono Akkonso : Entretanto oao sou rp
Iborioi.
E' esta urna das ooasideracoes quo se aprsen-
la, consideracio irrisoria....
Um Sn. Deputado : Se irrisoria para que a
trouxe para a easa.
O Sr. Pf.dro Affo.nso:Paaa *r apreciada, nao
ha-inconveoieaem em rofori-la.
Mornay senhores apenas um icglez : (para o^r.
Teixeira de S) cencord-. com Issa*
Q Sn. TEJXEin.i dk S : O nebro dapoudo.o
diz. |
O Sn Pedro Afko.vso :Sio i m- h.unsm de
reputarao- tao altamente aslsbelecida que se possa
presumir que exeree infleyoefa soliro a direecio
dos negocios pblicos de sea paiz; o coa coito q'ue
devemos fazer do Morosy ne?le pot>i i4.'vlsla.
-O,
[oempreheBdido. 9e o contrato onePbto, tH^H Sr Pedro Anoxso :-L9) o orosedl aanto
a-m disto coBt.tqe om assalto ao% aoftaa oobo- deNe nio foi regalar
*
(alu materia.
O Sn. Pbdro Affokso : -A realisa^io da resei-
aio lorooo necesaria urna despeza 'que precisa
aer aatorisada por esta caea, logo esto casa tem
a apreciar a regularidade co que o presidente
proceden.
Um Sr. Beputado :Nao approvasse o con-
trato.
.0 Sn Pedro Afponso:hio nao acontecer.
O nobre depulado dir tambero que-nao existe
oaasola expreaea para ser o cooirato de aovo
anometido i deliberacao tiesta esa; mas isso nao
ara neseisario, todos os conwatos autosad-os
pato aaaembiea ineluera HOplicilaineme asta con-
Osfai.
9 Sa MatLO Brgo :Ainda nao Inuve urna
booso que viesso assemOla.
(Triicam-sc raais apartes).
Sr. Pedro Arro.vso: Admira qae es b jara-
no* de potados digato semelhante cousa 1 De modo
qaeautoriBa ae ao presideate da proviucia cele-
brar am eootrato que implica despeza, e esta des-
paca tom de ser votada por us, e aotretanto nao
temos o direito de conhecer da regulanade com
ajoo o presieonte procedeo.
Om Sn. Depotado .Podamos eensorar o acto.
9Jba Pedro Arro^so: Pdenlos censurar, diz
o cobr deputado, mas quem pode censurar nde
tambero punir T "^
O q:ie quer diter ceB m .Sa. Deputado :Pode slig-maliaar o acto.
O Sn. Pj;dbo Affokso:S nos nao '.vessataos
oweiti) do pprovar ou deiatiprovar, autorisanJo
oo oae o pagamento, enlao dira eu que nao de-
riamos nem podamos censurar, porqae seria isso
nota vordadeira incouveniencia.
O Sa. laixaiaA de S :3egue-se que todas
a* daopetas voladaa do or^mnulo devia ser ap
Brotad tk oaara vtz por eaxa caa.
Q Sa. ftiontf A>fii(so:Todaa as despeas no
oreaneato davem ser apprpvadas e eiTactivameate
aao; a quaodo alguma for foita pelo presidente
da proviuc.i, depende da oossa approvacao, e U-
M o direito de. nao approva-lar.
O Sr. jeu.0 Hecu: As despeas fettas devem
wacau paraaerem lalisadas ?
A\a- PEI)ao A*o*>o : 3ip j> caso, muito
uwuij; trta-se de um contado que nio poda
r- i.s parfeito e aoabado seuao quaodo sa rea-
utaaaaB ascondiJas qae se bsviam iraopato ?
Jirt^eqoraiaotes, essaj cotiietet ufo foraro
mropa;8a apaettsj
qne elle ama i n significa ote individualidad'! que
-se perde no seio da grande pepulaco ingfea.
Um Sn. Deputado :Isso roo em nada para a
queslio.
O 9r. TeixEma bb S :Poaeei qae ello ora
cousaI
O Sn. Podro Afonso :Mornay. portante nio
tem influencia para abalar os crditos do Brasil, aj
menos qna esset crditos nio sejaro aquillo qne se^
diz. Eston intiuiamenle convencido que Mornay
nunca podar alterar o conheciraento que de nos
tem o povo inglez e o sen goverao.
Um Sr. Deputado : os j pagamos
de subditos ioglezes.
O Sn. Pedro Aproase :^-Vidas de subditos io-
glezes nio se comparam com urna especahajo da
orden da de qne tratamos. Porque pagamos as vi-
das do subditos ingieres, devemos pagar as espe-
cularles torpes, e direi mesmo, as ladroeiras dos
subditos ingieres T
O Sr. Mello Rbgo : liso eu nao disse.
O Sn. Pedro Affonso : Mas eu quero em pregar
a expressao, o honrado deputado disse qudera-se
um assalto aos cofres da provincia, logo hoave um
a-saltante.
Um Sr. Deputado :A palavra mais bonita.
OSr. hdro Affosso: E havemos de tolerar
esse assalto Nao, nao Domis creio que mngnem se convencer seria-
mente de que Mornaj- pode exercer es'a. inflaenr
cia qae se diz sobre o goverao inglez, Eitou per-
suadido que te nos tivessemo3 qaem, no estran-
geirj-, vse mais alternamente, com espirito mais
patriota, os negocios da tet ra___
O Sr. Cavalcantb bs Aibquerque : Deas
queira que breve vejamos o uubre deputado como
representante, dj Brasil n'uma essas grandes
corles da Europa.
O Sr. Pedro Aff.wso :Dajeja isto?
O Sr. Cavalcantb de Albuouf.rque :Muin.
O Sr. Pedro Avfomso :Agradec os seus bous
desejo, aiada que eu nunca poderei competir
com o mbra deputado qu* tem aem duvida raais
habilitarais do que eo, que vreada no conlieei-
mento d.n linguas, qae tem viajado etc.
O- So. Cavalcamto de ALBL'ERauE :O nobre
depuiado sabe que nao bstanle ler viajado para
representar dignamente um paiz.
O Sr. Pedro Affojjso :Eo nao p^sso oompettir
ero cousa nenhoma com o nobre deputado
Os nossos agentes em Londres responderan! ca-
balmente as injurias, as dfffamanSes que nos lera
irrogado Mornay, mandando publicar o aue se deu
aqu entre elle e seus patricioe Com relacao a neg
cos da estrada de ferro de S. Francisco; quaiquer
ma impressao centra nos se desvanecera, estoa
ceno, baba-se qia Mornay teado Iranlerdo o pri-
vilegio da estrada do S. Francisco, travon aqoi a*
mais desageadaveis Jotos com o Sr. Peniaton e ou-
tros agentaa daquefla comjaobia, alias'todos ho-
s notaveia, da mais floa edueacio e peefeitos
jtete?6"*. ""*""
O Sn. Gaspao de Drdmmoxd : Porqae estoo
m meo drretto, V. Bxc. nao me pd le morrin*.
O Sr. Pedro Afpomso :Tenho ivpbaaa o direito
de observar que j Sr. deputodo procede inconve-
njemeroente.
O Sk: PnasroTr : 'u nio vi inconveniencia'
idanma, se yw (fia cJiaatada o Sr. deputado a
O So. Gaspar de DRUuao.v di um aliarte.
O Sr. Pedro Aff.ws : E* preciso dier, que
eo doa-pouca impoftaacia a esse o-lo por que se
exprime.
O 8r. Gaspar dr DanmioN : Ha quen d
polea imponancla al i m:malgnu aoan.
O So. Peo) Anoten : O htutrado deputado
aoMoqua e contrato fitra uto assalto aos colres pu-
bboos, atas que oingaem era catpado p?r esse as-
salto.
O So. Mello Reg : -Ni) disso.ato.
O Sr. Pedro Affoxso : interrogo o honrada
depatado para explicar essa soa proposito.
O Sr. Mello Heuo :Ruexpliqaei.
O Sa. Pedro aoro.vso: Nao ouvi a ex pli-
C'cao.
QiHuito a Mornay, eompreheodo eo que tivesje
prnceJido sempre de nit f, mas se tojos proco-
deraro de boa f i___
O Sr. Anto.vio Paui.ivj : O njbre deputado
oonca erron do boa fe. **j
O Sr. Pedro Affonso :Todos, disse o nobre
depatado.
Um Sn. Deputado : Todos menos Mornay.
O Sr. Podro Affonso :A noto que loraei diz
que f >raro MM.
O Sn. Mello Reg : Eu disse que Mornay era
aro a van tu retro.
OSb Pudro Affoxso: Eu digo que houve
quera precedesse desastradamente nesse nego-
cio. ..
Qaasi todas as observ.icoes do hMirado depata-
do, lem sido mais ou menos, senao respondida-i
ao menos commentadas p>r mim no correr do
meu discurso, apezr dt euterruprio que tenho
soffrido.
Disse ainda o honrado depatado que o contrato
foi nimiamente eila<>, pos que submette to-
das as qoeste que sa suscilarem sobro a| soa
execassao a decisao d*s meamaa em Londres. Eu
digo que isto nio assim ; em LMitres s tem a
Aicidir-se ctrea da arbitragem.
Um Sn. Deputado :E a dos ostulof.
OSn. Pedro Affomso :A questao dos estados
graphieos e a que e suj-iu a arbitraos aa>
Lopdw.
O Sr. Melm Ret.o : -E' jutamente i.-lo.
O Sr. Pedro Af/onso :Mas o honrado depola-
do disee qua todas as quejido* doviam ser rasolvi-
das em Iv odres.
O So. Mello Ricoo: Relailvamente- estados
graplNcos.
O Sn. Pedro Affokso :Eu nio me ocenpei de
alterar as opinioss emettda< pelo honrado depata-
do nesta eaa para ter o o O So. Muflo Reg :Eu referia me estados
graphtoa*.
O Sa Pxnoo Auro.vs) : Disse o hanrado depu-
tad<> qoe o-nnlrato fra mal feito, daria lagar a
muitasqiestoas, ecomo Iota essas queaioes es-
tarn dependentes da arbitrogem era Londres,
todas ellas seriara resoividas em favor de Mornay
e contra nos.
(Um aparte),
OSb. Pudro Affonso:Hai dt requerer api
empo votacao nomiaa', vista qua a honrado depu-
tado est m uito iDleressAOo ama aabatio.
O Sr. Mello Reoo Jeinoinjenaada ?
O f-n. Peono U-fo.v*o: Apdetentadd-i o projeo-
to dIo demoastreu esse miares s f Eu emendo
qoe esloa me lotereseando por parte da pro-
vincia.
O Sr. Mello Rbgo :Eu tamhamiestou par pir-
te da provincia.
O Sr. Almida PstwAoawa : Ea estou por
parte da lei.
O Sn. Peoro ArroNso :5o modos de entender,
e por isso qae-eo appello d'aqui para a opiniai
publica. A provincia ha de saber quem coacorreu
para se satisfazer a *mbico de Mornay.
O Sr. Almeida Pernamquco :Qutm raspeitou
a lei o-qnem nao a respeitoo.
Sr. Pedro Affokso:Disso ainda o hnralo
deputodo, observondo-se-Iho que o Sr. Baarque
de Macedo tinha feito parte da commissao e (taha
at vidas dado parecer opinando pela nio resciso yjea-
trato, que a opiniao do Sr. Buarque era suspeiu.
Nn vejomnlvo para que a opioiao do *r.
Buarque nesta questao seja averbada ae suspertO.
O Sr. Buarque falln coivo engenheir, faiiou em
curaprimeato de seos devares e na altara de sua
dignidade
O Sr. Millo Reoo :A:onseihando
do contrato.
O Sb. Pedro Afto.vso : Nao faco sanio ura re-
paro : a parase do honrado deputado passando
desapercebida, poda ser entendida de modo in
convenieate para T pessoa a qoom eila se roferia,
portauto, diga o honrado deputado p?r que motivo
arasospeito a opiniao do Sr. Buarque.
O Su. Mello Reg : -Eu dei urna razio oo meu
discurso, se quer agora elogiar o Sr. Buarque,
outro caso.
' Sn. Pedro Affonso :Se eu tives3e ouvio a
razio qae deu, nao faria esta observaer
O Sb. Cu.vma r Fioijeiredo :Disoa apenas que a

no qae a pro;eJimento irregular pode
* pira fuadaraeoiar a opiaiio do honrado de-
m Sr. Deputado :-Aats?mbla provincial nao
tem direito da responsabili ar um prndente.
a-1.,!0"3 *nP0!"0 --Pelos molos que caben
aassombldi. Ea aise que poffii responsabilisar.
U srJ)eputado :-Disse que poilia punir.
O b.^Pboro affo*) :-Sr. presidente, ou ler-
2il*Ja-*-Ba dijear> kra est bastante
!*n**5 5 ett me "h rt'ltf. Naluralm occuoare do nov a trihuua. vhto qoe ps nobre*
fcputodot prometteram-me dar liedet sobre o as
aomplo.
Um 8jtDepwtado :-fjao modestia do nobre
deputado.
O 3a. faoRo Affo.nw :-Afaa'rdar para outra
0"ca3?iprole3to 10temQ qae pariendo fazer
com '"W0 80 meu l nesto-questio ; os hin-
rados deputados faro outro unto se quizerem dar
a rnesjna importauciaque nq doa auesti).
O Stt. WlXIStRlHiE S Pede d.amealo da
drscussao para a se*o segarnte.
Veriflcando-sa nio haver numero tica a diseus-
sao adiada.
S8. PRUDENTE dasigoa a orJera do lia e
ievanta a sessao.
HEVTPTA PXa\oUA
* ASSEMQLE V PROVJVCIAL.-Xa sessao de hoo-
tom approven a atsemblda em prlmeira dtcassao
o projacto n. 66 deate anao, que souprime o se-
gundo dutricto de paz da frega-zia de S. Lournc)
la W.iia; em prnuairao de n. 40 deste anos, sup
pnoimdo um dos oIBcio! de justic do tar-no da
(royMoa; adiou por ta h-M-as ero terceira diacus
sao o do n- Jque fixa a orca pplieial em ter-
cena e de o. 31 desie anao, abrindo diverso* cr-
ditos supplementares; em terceira o da n. 17 des-
te anno, mandando contar na aposentadona do pro-
fessor Joo do Praio Martina Bioeiro granaa^o
que percebia por mais de li anoos de xercicia
A ordem do di% para hoje : cominuacao da
antecedente, primeira discussio dos projectos ns.
45e 74. terceira do de n. 34 desle anno e prjmel-
ra do de o. 111 do anno pausado.
IMPERIAL INSTITUTO DE AGRICULTURA-
Por portara da presiden ia da provineia. de 17 do
correte, foram nomeados os membros desta asso-
ciacae tenente-coronel Jos de Moraes G im;s Fer-
reira e Bario da Scledade, e>lc para o cargo de
ihesoareiro, a aqaelle de vico-presidente. *
ASSEMBLEA GER.\L Reaniram-se aote-bon-
tem os collegios elenoraes do segando dislricto,
aftm de procederem eleigio de um deputado -
assembla geral legislativa, em substitaigio do Sr.
conelheiro Tneodoro Machado Freir Pareira da
Silva, chamado aos conselhos da coroa.
Xo coljego de Olinda obteve 37 votos o mesmo
Exm. Sr. conselheiro.
TRIBUNAL DO GOMMER 10. Reuoiram-se
hornera, no sali da Assueuca &mmercial Boe-
(icente, os comraerciantes matriculados, aft n de
procedere do commercio, em subsluigio do Sr. Jos Antonio
Bastas, que f.il'e:eu.
Tendo comparecido 39 comme.ciantes, obteve 36
votas o Sr. Alvaro Augusta de Almeida, e para
ua lagar de sapotate vago por este ac:esso, foi
Jeito o Sr. Joaqoim Mauricio Gongalves Rosa.
DIMHEIRO.O vapor Ipojnca trouxe para os
senhores :
L. Antonio de Siquaira 3:520000
Perdigo, Oliveira A G. 1.47O0O0
Garneiro & Nogaeira 1:416(XK)
Gampiaao A Gordeiro 1:31* lOO
Gomas de Mallo A Icmos 1:017*810-
Alfrelo dt C. 933*000
Albino, Amorira A G. 330*000
Bnliro, Oliveira A C. 283*13;)
J. F^rnandes dos Santos Bastos 234*000
S Leilao. & rmeos I8M*M
Dr. P. de A. Uho Moscoso 3B009
O vapor Cruzeiro do Sal levou de nossa pra
ca
Para a Parahyba 3:000^000
Para o Natal- 400*000
Para o Crar 10:300*0^
Para o Maranhio 3;0'JO*000
Par^, o Par 89:800*000
DIARIO BE PERNAMBUOO.-Se chegarboje o
vapor inglez Oneut, da linba de Liverpool, Josiri-
bujremos aman han nosso numero de segunda-
LIGENG A IMPERIAL.-Por portara do rainis-
tario do imperio de 10 do con ente, caOcadeu-se
Meanca ao Sr. Dr. Francisco Lpopoldrao de Gus-
raao Lobo, para gosar das honras e insignias de
grao de commendidir da ordem do Santo Sepul-
ohro.cjm tura agraciado pelo patriarcha de Jera-
salm.
a execucao
npidio do Sr. Baarriue era suspeita.
Ru-.T':-
Appelloipara toJos que
O 8r. Mkjllo
me ooviram.
OSn. Pedro Affovso : Entend que o Sr.
Buarque eraittio a sua opiniao com rooilo acero
como devra.
O Sr. Mello Reg : Se quer elogiar o Sr.
Buarqne, pode fr?-lo son ser a minha custa.
-a*' Pedro Affomso:O honrado depaUdo
lusiiflcando a necesstdade indeclinavel em que
esta esta assembla de votar crdito para o paga-
mento da reselsio, disse aue nio havia outro re-
curso, desde qne etar*^elebrada a resciso, por
isso qoe, indbpeodentefro'Mo de outras considera-
.goes que o honrajlo deputado nao quiz referir, ca-
ba ae presidente o direito de abrir crdito ex-
traordinario e eflectuar o pagameBo.
O Sn. MET.Lo'Heo : S?m dovida,
O S. Pedro Attonso :-t-Ms eu quero interro-
gar o honrado dep'itido em face do acto addiow-
nal, quanlo a appl>'*$ao das renda Ja pr-vincia
P3rle presidente abrir ereditos extraordinarios T
Lm Sb. Deputado :P r qoe nao.
O )r. Mello Reg :9 aue entend por credl-
Iob exiraorJinarlo *
O Sn. Pedro Affonso :Para que me inier-
rnP U6 a exP"caf2o que peeo.
mte pode abrir crdito para as verbas
MORTE CASUAL-No dia 20 do corrate, i 2
hora da larde foi encontrado morto, na casa de
sua "residencia na Gapunga, o subdita francez
Aclulle Anglade, declarando os peritos ler sido a
mora produzida por coogeslao fuiminapte.
PRINCIPES IMPERIAES.-Cmstaado qoe Calvez
I passem no vapor inglez Douro, 26 do correte,
da Europa para o Rio de Janeiro, auas -altezas o
Sr. conde e coodessa d'Eu, S. Exc o Sr. eeose-
Iheiro presidente da provincia pretende recebe-los
com todas as honras devidas s snas altas gerar
cnias, para o quo tora dado ai devidas providen-
cias, esperando que cada um por sua vez concorra
para o embellezamento da reeepcio.
COMPANHIA SANTA THEREZA. O brigne in-
glez Union, sahldo de Liverpool a 20 de marco
para o nosso port, iraz carca de 700 volumes com
machioisrao para a compendia da agua potavel e
lluminacio gaz da cidade de Olinda ; e no bri-
goo inglez Wild Wace, quo se achava carga na-
quelle porto, tratava-se de embarcar todo o resto
do material oecassario a empreza. Trazando j 30
das do vagero, provavel qae chegue al melado
de raaio o primero navio. Pazemoi votos para
que dentro em pouco possa essa companhia func-
cionar.
Com o prazo de 8 dia, a terminar a 26 do
crrante, sao chamados os accionistas desta com-
panhia a realisarem a quiota prestacio de vinte
por unto do capital subscripto.
NOVA PUBLICACO.-Acaba de sahir luz, no hyba, remetiendo i
Rio de Janeiro, a segunda edicio do Manjtal Mtr- que apresentaram
canfi'f ou Enri/copedia Elementar do Commercio
Brasileiro, pelo r. V. Henrique dos Santos Car-
valho, obra do rordadero mrito, comprovado
pela rapidez com que se esgotoa a primeira edi-
oo. Nella se acharo clara e precisamente reuni-
dos todos os rudimentos da selencia do aspirante
ao commercio, com os quaei se habilite ios esta-
dos soperiores dasse ramo de vida. O ssu Miar
leve sempre era vista a legslaco brasileira, ora
iraoscreveudo-o e ora resumrado as diversas dis-
posicoes. Recommendamorlp aos jovens aspiran-
tas ao commercio.
ALMANAK.Aeaba de sahir luz, e acha-se
venda em tolas ailivrarias desta cidade, o Alma
nai civil, admmiuralivo, commcrctal e agrcola da
provincia.
En letras fl:M3!Mt
Em aplleos 1:000*000
< Em. deposito 29:000*000
< Do exerclei) de 1871, a saldo de 49:618*107
assim especifcalo ;
Em dinfiein 44:680*107
E n letras 7:938*000
Domingo 9 Jo correte, lave lagar a instiloi-
cio cannica da fregaezia de Soure, e a posso du
sen primeira vigario, Rvd. Cincinato do Carino
Chave, dada pelo Rvd. Jote Loaraaeo da Costo
Aginar, qoe, auto* d'isto, sabindo ao pulpito, diri
gio urna aloquente praiica allusiva ao ateo, cen-
clarado coa a leitara das provisBes.
a \ *'s,w ,ctos rorm teitM cora Coda a solemoi-
dada, terminando por ama missa cantada. A'
pona da matriz se achava postada ama taarda de
honra, f Tinada pele balalhio dt cacatores da
guarda nacional do municipio.
Ao nov vigario (ai off^recido um lauto jan.,*
Car, durante o qaal reiaou muita saitaeao, aV-
vantando-se calorosos brindas prosperidade de
S.ura a aqaelle que fazia oobjecto da festa.
A oamir municipal de Maranguape envin
a sua santidade Pi IX a quantia de 300*000 para
occorre- as despezas do goverao da santa s.
O nosso aniigo Rvd. Joo Antoaio do Nasci-
ment S, vigario de Maria Pereira eoncorreu cora
a qnantla da 100*9u0 para igual fi n.
, Em diaa da semana pa-sada, na povoacio da
tubaia, do term de Maranguane, Juveneio Mella-
dor p,ir queseos de torra, olfreu de ura sea v(.
sioho, ura tiro de bacamarte, da que ficou grave-
mete ferido. O assassino evadio-se.
Na povoacio de Arronches, no dia 28 do mez
passado, M tnoel Ferrelra de Moura, eneontran lo
a Minoel Fa.br.icu, embrtogalo aspaacoa-o b rD-
ramante, deianlo o infeliz bstanle moiJu de
pao.
RIO GRANDENi villa de Cirabas fallecen,
com m lis de 80 ana, o tenante-coronel Amonio
Francisco de Oliveira.
PAR.AHYUA.Fallaceu, na capital o adminis-
trador do eeuuleri paolico, Jos Luiz NogUeira de
Moraes. f
Para preenchar esso cargo foi nomeado o
capJtaoJoao Jos L-opes. Pareara.
LOTERA A que se acha venda a 190%
beoeflcio da imperial capaila da Estaucia, que
corre no dia 28.
PASSA'JEIR03.Eotrados da Granja no vapor
brasilero Ipojnca :
Miguel J >a lo, D. Rosa de Figueiredo, 3 lilhis, i criada e i
escrava, Amabiloquio Giimaco Pareira de Arauj >,
Torquato Henrique da Silva, Vicente Ferreira de*
Sants Caminm, Genpo Ahilo G de Miranda,
Arl-d talas Gonr;.tlves Lima, Joaqun) Hemmiao de
Arrala, Elviro da Silva Caldas, Pedro da -Iva Ao>-
tons, Dr. Francisco Gomos da Silva Jnoior e les-
eravo, pidre Joaquim Severiano Ribeiro Di nas e
4 ^'brinhos, D. Josepha. Joaquim Soare Raposo
da Gamara, Antonio Francisco de Oliveira, late
Paulino de Andrade. D. Joanna dos Prazere, D.
Joanoa Evangelista Dantas. D. Isabel Ribeiro Dan-
tas, D. Joaquina Miro dina Riboiro, Amaro Barreta
de Albuquerqne Maranhio, Augusto Ramos l,v
ray, Francisco Jos Ferreira, Lourenco Maawt'l
Amancio, l'.osalina Maria da Concoico, Manoel da
Costa Vaseoncellos, J.ao Manoel de Jasoa, D. Ma-
ria Jos4, Francisco Alfonso rio Bego Mello, Joio
Antoiio C'irreia, Jos Mariins de Vascooeellus
Porto, Francisco Duarte da Silva, Antonio Jos
Teixetr de Meilo Belem, Joo Horique Pessoa,
Lan lelmo Cirolino da Silva, Jeronyrao Gabriel Pe -j
reir Facundos, Sarau-d Dolshim, Henry K Ma-
noel Polycarpo Venancio Borges, Jos Benlo Gro-
ba, D. Josephina Maria de Jess, D. Maria Joaqui-
na dos Prazeres, Jo? Gomes da Aranjo Quintalla
Jnior, Antonio Pasoheal, Joaquim Ramos Vieira
e sua VamiJia, Antonio Bap'isla do Nascimenlo. Dr.
Benw Jo'Ahes Viapna, Iznacio Cialho da Silva
Miia, Joaquim Francisco de Me'lo, Argeraira Ma.
ria da C-Macoioao, mijor Lutgardas A. P. Pi^uei-
rede, praeas e 1 desertor, 4 escravos a aotre-
gar.
CBMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 19 do
correle :
Benedicta ilo neteria dos Prazes, preto, Paraam-
buco, 33 anno*, casada S. Jos ; pneumona.
Francico Valtnlim Xavier de Salles, branco,
Pera.vn.bac.i, 33 anoos, casado, S. Jos ; luberco-
le pulmonares.
demencia, parda, Pernambuce, 2S annos, soi-
teira, S Jos : phihysioa pulmoaar.
Maria, parda, Pernamhuco. 1-dia, 3. J) ; es
pasmo.
Eafemii, parda, escrava, Pernambaco. 22 aa-
nos, solteira, Roa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Joa dos Santos do Nascimentn, pardo, Parnim-
bueo, 36 anu*, casado. Boa-Visto ; anemia.
Amonio Marques, branco, Poriugal, 39 aonoi,
soltelro, Boa Vista ; diarrha.
Antmio. par Jo, Peroambuco, 21 das, S. Jos ;
espasmo.
Mara, braoca, Peraambuco, 21 horas, S. Jos ;
convulsoes.
Balbioa, escrava, preto, Pernambaco, 37 annos,
solteira, Uoa-Vista ; apopiexia cerebral.
Homero Dora da SYz Pereira Cesar, branco, Per-
oambuco, 76 airaos,Jcasado, T. Jos : febre perni-
ciosa.
Antonio IVowpo dos Santos, pardo, Pernsmbu-
eo, 20 anoos, solleiro, Santo Antonio ; tubrculos
pulmonare,
Jooqoint, branco
)tnle leizaRs|do para.ajaJ^edita firmaSim.
Cruz MacJo, ofe-
o uto a costdms com relacao i quaolidadi de II-
f*,%2!r,J^Ie*:,," tonelada -nos carrepaaaa-
De Alaofwadp, Vtoir.,* c., tqaerendo o re-
Kdtrrc?^10 StH-VS Sr. deseca-
nrraa-rAmlrta k Refe,< aoo>ln*loTorralS8o pa-
mar a uiiluar-se do livro copiador nlli-
*oao''
conheciraeato do effectivo pa-
^1e sajg jarofissij relativo ao
87LOepois de registrado
o eonheeimanto, seja aotreaoafao supplicanie.
De Pacheco A Azevedo, coaaprindo o quahto se
Hms determinoa por despacho de 27 de marco ut-
liaio.Corno padea.
De Joaquam Pachoeo da Silva e Aodr Joaqoim
ae Azevedo. teado caatprido a exigencia do des-
pacho de 27 do oiez prximo pausado.Seja regis-
trado o contrato dos sapplicanles.
Doporleiro Amonio Correa Mala, para ser con-
sultado o goverao imperial aflra da Ihe ser abona-
da a gratilicacio que se julga cora direi'.o por
haver completado vate aonos erfectivos d bons
servaos.Consulle-se.
R-ralic* de Prancisco da Coca Maia, para ser
reconsiderado o dis[>acho que iadeferio saa pre-
toaoa de matricula de eom,hereiaute. Foi adiada
votan lo costra, o* Sr. Caudido o S Leilio.
Duvida aoSr. O offlciai-maior opposta sobre o
deposito do contrato social de Sarafva A C. por
oao tfooferin-m o* d ms exemplirea apresentailoo.
Procade-se a dovida da sacraiaria.
D ivida do m-a no Sr. Dr. orflciat-maior, sobre
ser do-'ido o sallo propon-iMi il ao poil JJarticular
de dUaobacf io dt soctadaoe Antio*) 4cavian^ dR
Souza A 11Procede-so a dav.fla/
A's II horas e maia foi. encerrada a sessao. "
SESSAO
JUDCIARIA.JEM 20 DE ABR*
raastOBNcu do bul, sa. dbsembaraioor a. a po-
BETTI. Y
Secrelaiio, Julio Quimarae*.
Ao meio dia, estonio reunidos os Srs. da<-
embargadores Silva Goioaiaes, Molla, Res c Sr- -
va, e os Srs. deputado*, Miranda Laal, Caudado
Alcoforado Oliuio Basca, e o Sr. suppiemo Sa
Leita>, faiiudo com parieeipacao o Sr. desembar-
gador AceiolL
Lida, foi approvada a acta da precedeata sas-
0 esenvo Albuquorque deetarou que o sau
prolocollo da cegistros de protestos de lettras coa-
serva a mesma numeracan e dato da oJlpa apre-
santacao : eo esci-ivio AJvea de Brito legisireo o
uinnw pretest) delettra sobre o nomero 228S a
18 do prosele mez.
O Exm. Sr. presidente ordeoou que foisem re-
matados para os cartaris s-mipetentes o (titos
viudos do supremo tribunal de jiistaca. entro par-
ts, recorreui- J.iio da Cuaba Wanderlev, racor-
ride os administradores da masaa fallida'de AttKi-
rim, Fragoso, Santos A C., recrreme Fraauiaeo
(joagalves Netto, recorridos os administradores da
massa rallida de Amorira, Fragoso, Santos A C
ACCORDAOS ASStGXADOS.
Appellante Jos Joaquim Salgado, appellado Joo
Bapiista Fernandas; embargante Joo de Azevedo
Pereira, embargado .Antonio Gamea Pires.
njl.GAMK.N'TOS.
Appellantes os administraJores da massa fallida
de Manoel de Souza Carneiro Pimpio, appeUado
Manoel da Cjsia Lima; apppellante Joao Francis-
co de Carvalho, appellados Manoel Franciacd da
Silva Novaes e outro.
Adiados pedido dos Srs. deputados.
Nio etaudo prosete o Sr. desombargador Ac-
cin uao foram por isso propalas %% feta^diados
as seesos anteriores, entre partes. appoManto o
administrador da rna.sa fallida de Sebastiai Jos.'.
da Silva, appellado Jyjjimt Lops de Almeida ,
empargante Jos Alves de Agutar, embargados os
administradores da massa fallida d* Antonio Jos
de Pipneiredo; app Hades Cazar Aogn#lo Zamoat e
oulro, appellado a adioiaistrador da raas-a allhla
de Pedro da Silva Rea; appellante Manoel Perei-
ra Magalhaes, appf Hado Juan Busaoa ; appoi-
lanto Firrmano ios Rodrigues Ferreira, appellado
Joaquim da Silva Cosa; appellanteJ-ao Lauaiat-
de Arroxellas Galvio, appellado Fi-andsco Eslavos
Alves.
CAUTA TESTE.WNHAVEL.
Juizo municipal do ceaiirrercio dt Olinda-: ag-
gravaote Jos Antonia de Mattos, aggravado Cy-
priaao Antoni- Rodrigna.
O Exm. Si. presidente dea pro imerat".
Encerrou-se a sessao roeia hora da tarda.
PUBLICACOES k PEDIDO
Pernarobnco, 5 mezes,
Vista tubrculos misenlericos.
Boa-

cavalbeiros.; aecntecendo que uraa "vez chegarara 1 Toe se esgotain"
as cousas a ponto de w o chefe on superialea- m Sr. Deputado : Isto nao
dente daquo:la estrada mandado exaelr Mornay "
de um wagou para lora, eauyj|aaiido-se para isto
violencia. Bf
E um tal hornera que naja-'pode desacreditar
parame o povo inglez ? Ptele admiti* a possi
pihdade de que um tal individuo osse compromet-
er ou mesmo abalar os crditos de nm paiz n-
ieiroT..
ia. e '^11 ArM> Vio a goostio; mas
estoa rererlndo o qae diz respeilo ao Wnmplo.
na questao preciiamente tratar e nvbre deoo-
Ldo com aquella proflcieneia com que cosium*
tratar todas as quesn>s. '
O SrTeixeiba dk S :-86tir.a>ssrlar-nes-. Pe-
co a palavra.
(OuJros Srs. dptrlatras pedem a palavra).
O Sa. Pedro Arromo :-Bu,tamM afanas apon-
menws para sabr ellos asseotor a rointa artta-
mentSBio, mas os nobres deudos (Si^na^
s proponefios emettrds peto- hoMaVI dudo'
peloi' distncto. Disse o bomtV^HK d eoolrtto praoBtroeo, t^^i^iSS8al'cM\
^r t^Mori. ISAt!*"* "**" "**>
, extraordinario,
crdito extraordmarm 6 o que sembr pajdcsp}-
zas novas para despezas conhecidas apenas cr-
dito sapplemeotar. k
,i,-Sa:- /0n,J ASWSdjT,0 presidente Pe
aurir crelilp quanlo se dio xigeneia de serv5
publ-co qua nao tenham sido cogitadas-...
O Siw -Ifaxo Reg :-E* o caso.
o sn. Pernio Ancxso: -Mas este crediw est de-
peodente da aprovaco da assembla.
MSn.Depotado:-Vera oepsli a appravaeia
u# C3S3,
, OSb.Pedep tofjysi :-<"a o crdito esi -
!!',? t?"!0?^0 ?'*Go prevalece'da arga-
mentacio do -honrado depuiado. Pora preciso que
se dsse a^ypcldeta le qae o presij|ruoanbraet-
lesse o sea acto a a*sembta, esto oie a arArevas
Hf*. H A nPAdiilanta 4hn<,. n___j '
se, e o nresialeme abrisae o crdito e depu'botra
assembla o apure"*
approvasse. Mis,
negassemos credjio aira o pa^a
5saptoa qae o'Sf. <>"-
Um Sa. Dm'Tj
Jh. Pbb'
Snpponot
* asaambla
da ntanoiuci-) m
recurso, pra faca das i
pnMenio
^"Tirn- "nrwirnji,
A'JS QUE EDIPICAM. Dasejando coneorrer
qo rato era si couber p-ua o aormoseamsnto da
oosaa edilcacio, o Sr. Joa Joaquim da Costo Msia
acaba de alindar vir da Europa grande porcao de
obras de cantara, de granito etc., nao = para par-
tes, como para obras inteiras, em lodos os gneros
e de todas as ordeas, com sejan ponida--, sacca-
das, grandes e peqaeoos arcos, columna, caplteis
) ?oie:ra, al-n de urna boa porcia de podras da
lagedo e de lousa proprlas para ladrilho de edifi-
cio. como quarteis, hospitaes etc. Igaalmante re-
cena esse senhor encommenda de quaiquer obra
nesse genero, garanlindo a perf-ita ex-scucao dos
dt.aarih-.s qe ihe foram forneeidos, e o bem ana-
Dado da oters. Quanlo precos crem js nio pode-
rom ser mais comraodos, por (wanto urna portada
completa de cantara varto do 2B0A000 a 600*000
segumto as suas dimensies. Os dsenhos e as ta-
Jat-de presos acaam-se eemoro no sea oscrip-
torio a ra do Gonraereio o. 10 armazem.
CE ARA'.Becebemos jornae3 da capital dedf a
13 ao corrento.
. ~ p rense trauscrevemos as segatntes m-
No sitio
:-rf\J^i' bypotti3ej
lSoj* Veho, i
' crdito para paja
Ifir, oio u
atlribai^des.

(RlOXir.t JIDMIARW.
rHIB^vii, DO OOHMBitClO
1CTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 20
DE ABRIL DE 1871.
'BSsIDEN ~TA DO EXM. SR. DSBMBAROADOR ANSBL5IO
FRANCISCO PERETTL
As 10 hora.- da manhia, reunidos os Srs.
lepando?, secretario Miranda Leal, Olinto Bastos,
Candido Alcoforado e o.supplente Jos Prancisco
S Leilio, S, Exc. o Sr. presideote abri a sessio.
E' lida e approvada a acta da sessao de 13.
EXPED RUTB.
Offlcio do secretario do trbanal do commercio
do Maranbao, enviando urna relacao dos commer-
ciantes alli matriculados nos mezes de Janeiro
marco do correrte anno.Para o archivo.
Offlcio do conservador do commercio da'Para-
relami dos commerciantes
rubrica e sollo seus llvros
durante o mez prximo passado.dem.
Offlcio do juiz municipal do termo do Ouricary,
cobrindo urna certtdio do esenvao competente,
declarando nao se ter aberto fallencia em dito ler
mo.Ramatteu-se pira o archivo.
Offlcio do juiz municipal do termo de Cabrob,
dizendo nao se ter aberto fallencia em dito ter-
mo. Mandoa-se archivar.
Offlcio do da Boa-Vista, no memo sentido.Qae
-se archivasse
Offlcb do da cidade da Vietoria, tambera de
clarando nunca se ter aberto fallencia parante o
juizo.dem.
Offlcio do do termo de Campia-Grande, fazendo
igual declara,*) coraprovada por ama conidio do
competente eicrivio.dem.
Offlcio oo do Cear-Meirim, declarando tambero
nao se ter abarlo falleneia alguma nesse juizo.-,
idera., '
Offlcio do de 3. Joio, da provincia da Parahy-
ba, fazendo inal dedantcio.-Idem.
O.flcio do presidente e secretario da joma dos
correctores, remettendo o bototto eeramerdal re-
lativo emana Irada" a tti docoarente. dem.
Presente o livro de registro da correspondeneia
offlcial achna-?e regularmente ferta a esenptara-
Qio at n. 44-"!.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os se-
guintes livr.os :
Copiador de P'felra Vianoa A C, dito de Isidoro
fiastos 4 C, dita de Joio Pereira Moatioho, dito
de Pedro Martyr Maury, lar de Maaoel Aae
redoade Andrade, dito de Correa & C.
O Sr. secretario por ofrsto de hoje datado den
execuco deliberajSo do tribuna! que mandou
agralecor diroecio da Assoelaco CommerciaJ
Boneflcente o prompto acelftlmeolo que dra ao
pelido qae se*lBe (faera em tffleW de 3 do cor-
rate.
^ DSPACOTiS,
Reqoeriraetitos .*
De Jos Ricardo Ferreira Marca', para se Bit
regi.-trar a sato nomeaeie do caixelro dos nego-
ciantes M. A. la. Roeha Jnior 4 Iiwi9. A es-
tsfrapilha da policio nao est deridaoieme aaHlr
sada : pote qae 10* ram a wwiidaeai*.
De Joo da SHv* FarTdR% Juffor, para laaaboni
da caUcei'ro de Mu
O DR. CAROLINO FnA.N.^iaCO DE LIOA SANTOS AO
DR. JOAOftlM D'AQULXO FONSECA, ACERCA Dr.
EAIPREGO DO SULFATO DE QUININA NA FKWE
AMARELt.A.
II
Bomflo, do termo de Sobra!, J >5o
Victorino do .Nasnmento, asaassinou a Joio Ber-
nsrdo do,.Aaclroento.
^ *eBr;1 do Braga W'wfrturawo o'crfrmnoso
V.ceniaFerreira e Spqza Malulo, 8 mesmo a quera
o captra cruz deu- escpata a' ano passado,
Li-l1 V .q'J'ilqu ment, wnlra qaem s lostoanvam tres processoe
s de furto a roabo, alm de am oairo de
" se aclTi prtmaoelad.
Bda caixao seus" auxiliares ata 31
veriflca-se exuir na thesaorar
TO, oaal-
Temendo que o mea gratuito preopinante ma ta-
che de virulento, era visto das conslderacoss que
liz em mea precedente artigo, todo empenUare
para nio rae afistar da r.-iesiio seieotiflca, taoju
oeste cornp nos demais arilgos, aura de nio moros-
tar ao collega em sua alta catliegoria; e dct'ane
nao dar pretexto algtim a que iodefenso sica vla-
gera para Paris, lalvejMpressada, por grande It-
cumbancia de que seonerasse.
Veraade que, a lempos desta parte, alcana ra--
aicos tem apparecido, cojo empenho mais se reve-
M nos meios de capitalsar e de craplamarem-se de
lilalguias, a maaeira degralhas com pennas/de
pavao, do que como em lempos idos sacceda,- que
toda nobnaa da profissao dependa mais da verda-
deira sufllciencia daquelle que a exercia, como-sol-
dado valeute a gloriflcar-ie, a resistir, e a vencer
poderoso inimigo em campo de batalba, do qae*d*
ganancia, com sacrificio dos principios e da cone-
ciencia do dever face do valgo.
Em ser o primeiro na cabeceira dos doente?, em
fazer lodo o bem poss-voLsem transigir com a Ttr-
dade da sciencia, consiste a alta missio do verda-
dero medico. Disto pode flear certo o 8r. Dr.
Aquino para mais nunca vir em publico diser, ata
um artigo medicoqiu ptn-a viver lke*Ao c nr-
cessano o ganhn da vspero ou do aVa.
Agora continuarei na analyse do artigo de 31'do
Janeiro. D-se qae s o raciocinio poderse servir
de goia aos collegas na applicacio de ijnaqnair
meio curativo ; poder-se-ha chamar raciotiuio. o
que fez o Dr. Aquino e lano recammeadon aos
collegas ? Nio, certamente. Principios falsoscob-
seqoenciaa absurdas Dizelle: A ftbro ama relia
provm dejajjario paludosa, as molestias aae
provm de inf&Qgo paludosa s podem ser comai-i
tidas por um Wpecifico, que o solfeto de quaj-
na; logo, o solfa to de quinina o onlco remedio
contra semelhanle febre. Cellegas, pelo raciociate,
sem pretsonceitos e tendo coragem............ ao
sulfato de qoinina I
Mas se nao est provado e fra de duvida, coate
mostrare!, que a febrs amarella orianda de
germen paludoso, qoe da meeattj- aalateta qae
as affeccws paludosas, claro 6 qam falsa, ioteas-
manle falsa, a conclasio tirada por tasa eollegai
Embora seja a medicina nma sciancia em pane
'speertativa oa theoriea, nio pode artaarvae ara
i)rrncipios problemalicos era em eonjeclatraa d
oeeasiao. E ana-lie que com toes bates sa tfttRire
no e*mpo da scienoia, trazando eat panboog'-vdie
do desalo, ou ha da ceder i enatsearaenaao de ana
lemendade, ou, comoumaenanoaaWBostai-aa.de
ospinhos, sem os perscratar aa.. oarreiaa aae
lorae.
Nio menos errnea fui outra piaaMiliidij de Br
Aquino estampad no referido arttfro.- mae o aai-
fato de quinina actuava e produzia a tan, jaim'
vantwjewi ronttan'e destruiodo geomattpalu-
doso, causador dos symptamat toastrtaintea da fa-
breannma. Tarabem nio teoda tiVfoatml
atoo presente, nemaesebiraiooa, rjeat aos uorttoo-
gi.-tas pcpvar a aceio intima o molecol dos
msdicamanto?, inclusive a do tavfitt 40 qoloina
nao foare verdideiraaotnte pallaaMiao, nao podio o
neo seorwr aveatarar serMibaaloiKoooeicio-iioaa &
mediaaed do afedVco sensata, -W""***
O rnelhor, porrn, qoe o iUatM doatuor ataode
wWPertr ?Mw ^8,^, **HHufi*o-a4.
tmjurm*mu, m serpnmmdei
pjtume, o de aasaaaRtar acrwaa^a>ttaa,
Miraaodo qaaoioa, misto para, qa*' asta 4
toja dado ao primeen perianv
***>J******* dTfta-aJ
MKWBV
1*M7#I73
da Miara r\ria^rrV'tr*: "ttS7wit^T*0fflB0,**
De Samael p^er.MhlatM C, par ser ett- Por onde v-se aaian
ramada a nome* aV' tatr M-eatadiro Oerardo btaa a pandado da*a^aa "
Jolor.--CBm reiitiorBtii-: _..... Ptea)h~por^taraatpS__
_ De Anlento'boweasjo Wielrai Mbravos; para-se mea paladoso a da mesma nature;
JrTS-oSOT ^
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;)
1


Mm
Liiario de heruaiuouco Safibado 22 ue Aimi de 1871.
lillMUl 1 * i
v
<
r
v x
edema
ni o snlfi
I*
onlro riadamemo alera do aui neiectoto ademis
u i*>'^^^B>ir* iW empregaern o sula-
IOMM1"-----------------
Dapoi
prorompt ------------------
< BiioiiMlW 1 |fl||tfaf l tfM'e
anuo, e prnumdo nao j apra*aotar Academia de.
Mtoina dt P#ry nimbas refiexBes, (zu***mm
flJf"*2 ** *ffl|Hs rtfflmcdes em v da observsStoa
comillas aas cabeceiras dos do-Hite*) a toaetto da
therapaiiea da febre ama relia, mnstambem offerem-
un fHno a anem smenstrar, eom /actos cimict
l>tmmii/*i\in,%*e oocwaaappheajie 0 enlisto
ds nioioa anfiyeetia daa Mr toiermillwHea; o
que alada nao est provado, ao menos por toj da
nna.aww ia4nbiuvi. Al paueei Mtci-
* MMlioao era coaeidwaflo como uin veneno da
claaje dos rUatUt, e Lato toi topadlo nos trazados
de mediciaa legal, sendo o o me njnaraiT; na
escala do Par?. O raesmo profesior O. Q!a eom) tal
0 considerou em seu tratado de medicina legal;
utratonio, estudos posteriores flzeram considerar
esaj|, substancia como nm doe hypastheoisaa-
'...... etc. >
Aajui/ aiyixttm iu-a&i....................
pe fog/ua pmtmimni tow mprt\,
riavelmenle e eom vmtopem cautante sulfato de
qaiaina no primeiro periodo da febre araarel
la ;. porque segundo Ihe parece esta ebre resul-
Udo.de mi germen paludoso, da uiesrna nature-
nMp as ebres de mar; o vai a presentar
Acjtnio da Mediana de Paria o que nao pode ser
ignorado por medico alaum do mando; senao por
experiencia or*>pria, oao multo que teem sido es
cnpto e apresM^ajcks academias por eo impuriantj', M^ftfafas. rom p m de viajarem
as ioua invr4fu/ | passa i de 48 grae de I ltate boreal e 8* grao de
latitud austfal l!........................
Mu, tambem l elle offtrectr um premian
qiememoustn; eom (actos clnicas bem terrea-
do, fue uooiva a applicac&e o salalo de qui-
nian a apyrexia das ebres inlermiltentea ; o que
aiada na i esta prava-k>, ao meaos para elle, de urna
maaeira in Jubtttwl i l.......................
fia o ha fi-tos chmeos bem veriikada, que
teaAira levado cooviecao de todos as orticos do
mudoa efttaaaia d. salalo da quinina na apy
raxia (otrioau de amencia de feore) du ebres in
teraiBttnUs, anla oa) ha iherap?uoa po'sivel ;
e a medrcmji t nci cbinjera ; mas etia niomna
cbimera cio not ttt <)us nos 'ran>milte o
astro do da t Mu. ir que admira, tenii caaa d,
Tai dizer o Or. A^uia>que, ao meaos para elkt,
aae esl provado, que seja nociva a .ipplie.i^So
do soUato de quinina na apyrexla das ebres in
termittentes.
Quera porveotura poi isto em ava se nao o
proprio autor do argp de 31 di Janeiro ? Qiem
ooncetUQ, aa cs'ad > aataal da sotaaa, >a pre-
?erancia lo mJi'wdo dd TaUvt, de Syndenham, de
Rre'.aneiu, e de qua (metOS la Esrapa da AmeTica (a nliST em eir- [.
cambiadas eucpcnaes ou extraer linarias, em
que rouitas vezas, a aveaiirar, cedj a lei o cam-
po a > arbitrio) ao metbodo romano outr'ora adop-
tada e ensiaal) por Torti T
S o Dr. Aquino quem aiaa vai Paris mi-
nide do nm premio para acuelle qaa demonstrar
a nocividad* do sulfato na apyrexia *s febres in-
termitientes ; BOCit-idaite, que arada nio est pro-
vada, ao minos para elle, de ama nuneira iodo
bitavel !....................................
E si dest'arte anda davida o nosso doutor da
cfficacia do sulfato de quinina na apyrexia das e-
bres intermitiente;, que sao as vrJ ,Jei ramea te
paludosas, eomo que disse logo no principio de
sea primeiro artiga em quesiaj |ue ftar oaside-
rar a quinina o mlo inals p->dsroso c-mtra o ger-
men paludoso, causa das fires iate/mittentes, a
empregava na febre amarellapar llis parecer
esla proveniente do mesmo germen paludoso ?
E se nio duvida, como por outro lado parece,
(pois cjrto que adue ben se presta o modo por-
que pxmz o objejte do premio) o c invernado esi,
por fados clnicos bem vtrifta*U>s, da efflcacia do
sulfato de quinina na apyrexia das ebres inter-
mitientes ; porqae reeomraenJou emprego de
semelhan'e agente na .-ibraamarella, era outru teni
po que n.lo o dadimmuico temporaria doaeees
so ou da renussia della, no caso de apresentar-se
debilxoda accao djelemeoto iatermiitente, e se-
gundo praticaram Raz, e Soaty, e aconselbado
pelos nais distinctos pyrelologistas ? Porque divi-
uisou-o na raaior forca do paroxismo ?
Al actuar a sulfato dequiaioa na febre amaral
la, destrnindo directamente o germen paludoso,
jomo disse o callega, razio oao liweria para qae
outro tanto nao suecedesse, e pelo mesmo modo,
nas ebres intermitientes. Mas a experieocia tera
moslrado a por tora de toda duvida, quo o sulfato
eaipregailo nas Intermitientesna funja do acc^s-
sonao s nao previne um novo accesso, como
toma mais forte o que tenha de appareoer, alm
desgravar a exeitacio garal produzida pela febre
em accesso e a local das vias gstricas, determi-
nando maicr anciedade, vmitos, mullas vezes
diarrbea, o contrario do que succede quando
dado o snfalto maneira da Sydsnhan, de Talbol e
da quasi totalidade dos prallco3na apyrexia. Lo-
go, a applicaco do sulfato de quioina no primei
ro periodo da febre amarella em sua maiorexaeer
-bacjioalm da ter contra si a experiencia, as
oais competentes autorJd*des, como irei demons-
trando, sem ser por inducas tiradas de suas mais
positivas e claras proposicSes, nem lgica, era
racional. v
Porventura ser a medicina nma sciencia, cujas
':;,i-e< depeadam mai> do arbitrio individual, das
pa&5e3 de oeca?iio, deiateresse invariaveisque
tentara sempre contra os principios, do que dos
principios que se converlem em lgica, razio, ra-
ciocinio, pratica, observacio, direito, jastiija, eqai-
dade, fon;a e triurapho t Se ella fosse o resultado
da cegnelra, do tino, da experiencia sem princi-
iio, dos principios sem experiencia, do calculo,
do simples ideal, do raleresse convertido em egos-
mo, em orgnlbo, era tyrannia da verdadeseria
o maiar flagello do genero humaia, acceesjvel a
todas as circaaistancias. Bao abrir de olhos de todo
o mandoparalyticos ou naopor elles penetra-
ran) os remedios de todas as caras. Observar, se-
ria dilatar as papillas, vis vis a todas as dnU-
culdades.
m aabio, fallando do metbodo de observacao,
asim se expressa : mi nesuffUpas de voir, il faut
satoir jger et conclare. Les obseroations, four
tre frueliuutet, doivent tre non seulement vrifies
par' expirience, mais encor conduites sutvant
cerlaines regles que l'exprimentatew le plus inte-
gre ne saarail ngliger sans l'exposer i es tnpri-
ses regretables sur les rlations effei.
A' urna observacao podem succeder oatra de re-
sultados mais seguros a invanaveis, ainda que
eom algam proveito oa base da qae fdr considera-
da errnea. E o que se est vendo qaotidiana
mente, lano na ordeno, medica como na astr rao
mica.
Assim, quem boje appare;esse snstentaado i
systema de Pibolomeo contra o ds Copernico, sem
apreseotar urna serle de faclos oa de resaltados
foroecidos por aovas observares servidas de prin-
cipios cortos e iuvariaveU, seria -emelhante ao que
porventura tratasae de eombater as bellas expe-
riencias de Oh. Bell (caletre anatomista inglez)
sobre os Aletea do aervo faoial-iDoir os do S
par-sensitivo, out'ora eonfuadilos por Galeno
fundadj tornete nm aeua raciocinios, sem em con-
trario apresen!ir urna serie de experiencias; ou
que procurasse sustentar qae o liquido cepkalo-ra-
hidiano era o regulador dos movimentos, citando
as experiencias de Magendiessas qae por Long
forano logo reconbecidas falsas e inadmissiveis, at
que a verdade aa oaracesse, demonstrada por Flou-
rense qae o cerebello o centro regalador dos
movimentos geraes. (Fleurens, sobre a vida e a
ititelligenoia, pag. 35).
Ja vi o 8r. Dr. Aquino, que ter-se atirado de
cliofre ao3 livros de sua bibotheca, para copiar
aqu e all antigs ppioies, na sciencia ja batidas
pelo progresso da observacao e da experiencia ; e
prezas urnas s oulras-nio pela relacjio dos prin-
cipios e natural connexo dos fadosmas apenas
pelo esforco de sua temerldade no designio de eom-
bater opiniaes gsralmeuie aceitas Da sciencia, e
fados verileados e sellados por beta aloradas e
novas obf rvacuas........ causa palor ainda do
que o sik'Kjo e a faga, qae tanto o ennobrao jam,
na qaa>iMiaiica FCtt'atoio Francitc) de Urna Santos.
(CoiJinuar'se-ha).
Wu sisd-Jnsepb and oananfoons
Antwo t : besebnitteije coabans. >
< Htlban'a "faro ron KnoWauchwailur
Da giabt's vaodaJischa Keiler.
aarliran Sie Teinch, s'il l'aus bl Jit
Denn wir verslenen nix frrrancaii. >
GxaMAMCu,
A Atsacla e a L,rrcna alie*ai.
c Les Bnfnnti sXlsratl raudantes nesta ci
4ad, preaeotafnaa.se cem o aan krmidavel pro-
testo na*eolmaaas i Diario da Pernambtico o
Jarmt i ecift, iuraodo por Mofte* a todos os
pnopbatas, jm'i/j feulent rtster ranh- la
Krani fumitle frn-anenise, t>n'i(s a etstent tu
etstronl chamis filme pons 'Franrais, el de
fouttHs Utuchour abbardenir la pelU et chirrre
Frrrtmoe, lemr toarle conmine A' la bon-
a haora I et aae le boa Diau d'Israel protege aas.
anfanu gars daos loor fatale errear I Amen.
Sem duvida I < tes Enfants errants > manilas
lando tanto fanatismo pela Franca, deram-se em
espectculo; fizaran papel de bobo. Coacedara -
as elles, por amapfuitr, liceo^a, que ibas faga-
u >s ver, qae estao engaados; qae nao sao f ran-
ee ze:, nem Alt emites, nem mesmo Europeas; tilo
Asiticos sua patria a Palestina e su capi-
tal Jerusaltm. Nanea procuraran), nunca coi-
earara amalgaraar-se eom os povos europeos;
ssmpre conservaram e eom abstinencia sna
religio, sea typo, seas hbitos e dialectos orien-
tae< at hojo ; a uaica matamorphose, pela qaal
passaram, oi a sua eraascipaco poltica e social
desde 1789 em Franca e 1810 n'Alleuoanha. Se,
portanfo, t hs Enfants d'Israel quizerem por
forca fallar em Patria commum. dirijam-se ao
grito-turco em Gonstaulinopla, e tratara cora elle
a eessio por compra da Tura Promasa ; ser
Ites-tiia fcil, rlsto o Turco ser pobre e Israel rica
Assim ormariam urna aaeXo Iotelligeote, rica
a forte, tal vez de 13 milhoes ds almas; fajara o
que Ibes recoaamanaou Yoltaire: i MaJkaureuse
i race errante I EVatoornaz ea Juda, votre pa-
v.lria, le pas ;t que voua poorrez Ji yous de-
mande seulement dtux oa trois tamules he-
c brti |ues pour etablir aa moni Krapack, ou je
demaure, un petil eommarce naecssaire, car, si
vous iw de tr ridioalas thalogiens { A nons
< anssi) vous fai dM omnurcants tres iotelli-
< geafe*, quoique, helas I ausst \ris uchants ( i i-
de os matulos logrados desta proc.icia ) ce que
bous ne sorames pas. >
Este permita-nos, Israel, s^a tambara o nosso
humilde parecer.
Os Vanialos modernos da trra dt Cereja sa-
mrain de jas fl irertas ; deram nm passeio mili-
tar sacrj-sanla cidnde dt Paris ; abracaram ca-
rinhosamente este coraeeho 4o mmic tivilisado,
e voltarara eom 1 V2 mrins* de Fizarfoa afran-
cezadoe qae Luiz XIV Ihes liaba roabado, cao-
tando :
L' "
03 agentes desta
cootra fogo sobre pt
patam aqui prejaitoa
Baba Sclimauaa 4 G
Corta Samo n. 15.
anjtpaov
m seguros
f azendas e
paovados.
Adieu I
Adieu !
Adieu I
Adieu I
la moselle et ses curaants vina
la boaae bire de Strassbourg !
la -devant froatire da Rhin !
les bolles Allemandes pour boujoari
^Bo ndlosen Kinder
l in Perno mbuco.
'< Alinas, aes odor ions
jjod. alio die bravea Teuions 111
03
Restabelcsu-se a paz. A cioilisada Franca a a
barbara AlUmauha ajustaran) suas contas antigs
e modernas. Nasceu a lepitbtwa universal de
Vctor Hugo e Ganballi. Os Alsacianos e Loit-
nos-chi istaes vollaram & patria commum, e s. Tri-
bu de Jada podese nao quizer subraetter-s9
aova ordeno de cousasregressar s eocanla loras
margina t.miyesloso Joriu, este Amazonas da
trra promissa, e azer nelle as soas ablucoes dia-
rias ; sera at fcror, aara assim a almosphera
das duas proviociss ii:ar pariflcaJa do nausea-
bundo cheiro d'alhos.
Seja-aos ainda permiitiio dizer mais o segundo,
porque iniereasa vivamente o pnelioa brasileiro :
li-n 18A8 comecou a raca errante Unear as sn\3
vistas eandosas sobre a abanjoada larra das *n-
nanas e ceos, para enfeita-la de saas preciosas
joias de ou-o baixo e cobre dourada. Desda en-
tii) tem augmentado espantosamente a inimigr-
cao destas aves de arribacao; tem abusado e apro-
veitado o mais poss3ivel da simptieidade di povj
brasilheiro, veniendo-lhe gato por lebre, e de tal
forma, que um delles o Cacique, soube aceamular
ama fortuna colossal.
O pubhoo sabe dos protestos demaitos seuho-
res de engenhss, escandalosamente logrados por
alies; sabe das espertezas que costamam empre-
gar, bour adrabber les impeds de madovtes ; est
ao Diario de Pernambuco de 8 de fevereiro desle
anno ; em surama, se quer saber do amavel ena-
ceito quefatem dans leur chrre Frrranc, leur 6a-
drie, dos brasileiros e brasileiras, recorra Revue
iesdeux mondes da junho ejulho de W63, e aos
Diariosde Pernambuco de 16, 1* e 10 de aetem-
bro de 1864, oitavas pagina, e lela e aprecie a bri-
Ihante e rigorosa refutaco do distincto padre ala-
geano Manoel Amancio das Dores Chaves.
Este Adolpho de Asso, autor da porcarla le
Bresl et les Bresiliens, nao pode ser oulra cousa
que um ladea dAlsacia, mscate de joias ; elle
mesmo o prova eom a minuciosa conta. que apr-
senla do fabuloso lacro qae deixam as felizes joias
dos papa albos.
Conclu nos; lembrando ainda astea furibun-
dos papa allemes circuncidados e especialmente
ao Kand Kaillard, que foi a hospitalera e toleran-
te Alleraanba, qae sempre Ibes tem dado agasalho
e proteccio nos horriveis lempos da mqaisicio,
aqui tamos as edades de Hamburgo e d'Amster-
dam, aonle residen) milhares de judeus portugue-
ses expulsados de Portugal; nunca, portn, nanea
la chrre Frrrance a foulu les dolrer che: elle,
e provamos isto eom a immensa qaantidade de
ctrcuncidados, espalhados por toda Alleminha.
Na Fr3n?a, na verdadeira Franca, tora d'Alsacia
e Lorrena, bem pouCos ha. Estamos convencidos,
que estamos pregando n 1 deserto, porque Israel
sempre foi emperrado, sempre desconhecea o sen-
tmenlo de grtidao, porm sempre conseguiremos
fazer couhecer aos brasileiros quatUo ^ alera r
Enfanls errantes d'lsrael. f -. ( K.
Voltaremos,se necessarlo for \\j -Jf v j
Recife 18 de abril de 1871. .___-
Un (tHenao.
\ saudsa memoria do meu
amigo Frauclsco Leandro Con-
vela.
Quanto triste o peosamonto da] mor te I E
sempre dolorosa a passagem de urna alma de
amigo, que, librada nas azas de um anjo dos se-
palcbros, vai repousar aas altaras da oternidadel
O cerrar eterno dos olbos de um amigo, o en-
volver de sea corpo nas dobras negras do sudario
sao scanas de um drama repastado de fel. A
m-:rte... separago eterna, nao caprichosa que
parte urna a nma as relacoes que prendem cora-
coes alimentados pela seiva da araizade, marty-
rio atroz que espedaca as fibras de urna alma, so-
pro rdeme que cresta e mata umitas vezes as flo-
res da esperando___ A morte.. nuvem pegra
e sombra qae eclipsa para sempre aa alegras da
vidal
Como a nu que, impellida pelo medonho fura
cao submergese no revolto abysmo do mar, meu
amigo, Impellido pelos ventos frgidos dos sepul
caros, naafragou no ocano da mortal
Verdade amarga t
De nada valeu o praoto da esposa, que, agarra-
da ao leito da dor, eomo a estrella ao firmamento,
ameaeada de perder-se na noute da viuvez, iraplo-
rava ao co compaixao; a os gritos dilacerantes
dos filhinhos, que angustiados, contemplavam o
monslro da orphandade I....
A infermidade per.-eguia-o durante seis annos,
que foram seis scalos de soffrimentos j a tudo
resista, sempre consunta a iaexeravel, at que
por fim fez presa daeuelle qae, voando s re-
gi5e3 dd eteroo, deixou irapresso ao coradlo de
am amigo'o sallo de eterna e profunda saudade.
E aiada agora aquellas qae o cooheceram bem-
dizem o sen noma, como o de um hornera, cuja
alma fortalecia-se n'um raanancia! de virtudes.
Has o qae fazer, quando estas acontecimentos
produzem-se sempre envolto no mysierios, e sao
assignalados pela dextra divina ? Procurarrao a
eonsolacio no seio confortativo da religio, nico
balsamo que mitiga as dores moraes.
Se grande a dor, maioras sao os designios da
Providencia.
Vn amigo..
Rponae aa Imbelle.
Poar la dermire fois Germnicas
Je m'abaisse te partez
Cochon circoncis, m'appelns-tu, Brutas;
La diHaience entro nous l cochon, tu l e entier 1
lena.
MAGA DO RSUFft SI D ABRIL
AS 3 1/1 HC4AS DA TAWI.
GotacOei offictaes.
Cambio sobra Londres 90 d/v 13 1,8 d. J lt4
d., e do banco 15 d. por UOOv
Dito sobre dilo 90 i|v 15 4. por U do bafloo
(hooiam).
Cambio sobra Portugal 90 d|v lia 0[0 da pre-
mio.
Cambio sobre o Haranhao 10 d[v eom i 0|0 da
descont (hon'em).
descont de lotras 10 0/0 ao aouo.
ecebedoria
1.
Manoel
THEATRO
sa..
P. J. Pinto,
leeraUrfo.

ALJ/ANDEGA
-lendimento do din 1 a 10. .
dem do da l.....
ido da alfa
/tantea sabidee eom fatandas
< eom genero*.
466:342*286
1 37:1J9#788
M3-.W21074
ca-
los
65
-----768
COMMERCICI.
THE ALLIANGE BRITISH & FOREIGN.
Lte and Pire Asarance Compaoy ostabelecida
em i83i. CapitaU. 5,000,000
Descarregam hoje S2 de abril.
Vapor nacionalIpojma arios ajenaros.
Encuna ingleaa hmenemacbiaisaio.
Brigue inglezClanzanMcanos e carvo.
Barca francenSoliere pertences e dragas.
Qarca ingieraMennie Qrmijcar vio de yedra.
Brigue norueguanae- Flora cmos de ferro.
(kipaclm de exportando mdia2Q ie
abn.
- No brigae iaf let Barlachau, pra o -Canal
carregaram : Kear C. 6 saeaas eom 7,262
kilos de algodao. ,
Na barca saeea Qslexia, para Liverpool
carregaram : Keiler A C 171 aaqcaa oom 13.571
kdos da aagolao.
No brigue inglez Brilhante, para Liverpool
carregaram : James Ryder & C. 146 fardos eom
926,259 kilos de algdo ; Saunders Bratners A
C 43 fardos eom 8,092 kilos de algedaj.
Na barca ogleza William Water, para Li-
verpool carregaram : Joaquim Josd Raijos 187
saccas corn 46,371 kiws de algodao ; Haba Scha-
mettaa A C 1 sacca eom 95 kilos da algodao.
No brigue portugnez Trmmpho para o Porto
carregaram : TertaHaoo Estanislao da Costa 30
saccas eom 1,977 falos de alaodo ; Bailar Ot-
veira Joa-i Pereira Meodes 6Utmarei I garradea eom
32 litros de agurdente e 1 eaixoie eom 28 kilos
de doce am mansa.
Na llagar nerle-allerao N. Struve, para o
Rio de Prata carregaram : Peraira Caraeiro A u
300 barricas cara M,87 kih da assucar branco
4ECEBEO0RIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
lendimento do da 1 a 20. 35:488*649
dem do dia 11..... 2:522*662
(REPERTO
Oa espeetat
Tarrl
fareaa,
Quintas
9aJ>bados,
Doml.ajM.
maliis.';
poattaai, bri
^orla-cigairoa, vinbo, agoar
onlrojrabintos^iBkiv
ado Wfbaiy
24 do trfeate-
s 10 horas
Por intervengo do agenle Pinto, na ra da Im-
peratriz o. 8.
38:01 U33I
C0NSL\D0 PROVINCIAL.
lendjuwatoddiala 20. 5!):381J412
ldam do dia 21..... 3:817A65a
C3:l99>0Bi
MOVIMENTO PO PORTO.
.Navio entrado no dia 12.
Granja e portos intermedios3 dias, vapor nacio-
nal Ipojuca, de 312 toneladas, commaadante
Moura, eqaipagem 30, carga differeotes gneros;
a companbia Pernambucana.
Navios sabidos no mesmo dia.
Ro da PrataBrigue hespanhol Moralidade, capi-
Portos do nortoVapor brasileiro Cruzeiro do Shlt
coitamandante Aiaeferade.
Observacao.
Fundou ao lamaro eH"facnaa dnamar-
queza, mas na) teve'comtnnnicacSo eom aterra.
EDITAES.
O Dr. Arminio Coriolano lavares dos Santos, juiz
municipal da 2* vara nesta eiaade do Recife de
Pernambuco, por Sua Magestaie Imperial a C,
quem Deus guarde, ele.
Faco saber pelo prosete, que, em virtude da
exeeueao que o Dr. Candido Alves Maehado nca-
mieha conlra Jos Florencio d'Oliveira e Silva, Jl-
zera-se ama penhora em urna escrava do nacao,
Je oome Joaquina, de quarenta annos de idade,
pouco mais oa menos, de propriodade do execu-
tado, avaliada em 300*000 : em conseqnencia do
que, e em faca do decreto n. 1695 de 15 de se-
tembro de 1869, sao convidados pelo presente
quaesquer licitantes, que qdelram arrematar a
me3ma escrava, a apresentar suas propostas den-
tro do prazo de trinta dias, a contar da data desia.
E como quer que semelltante escrava esteja sob a
guarda do depositario particular, Francisco Tbo-
mar de Barros CampeHo, dever -este apresenta-la
aos licitantes, alira de que possam fazer suas of-
fertas.
E para que chegue ao conhecmento de todos,
passou-se edital que ser devidamente publicado
pelo jornal.
Dado e paseado nesta cidaie do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 9 das do mez
de marco de de 1871.
Bu Guilherme Augusto de Atbayda, ascrtvo, o
subscrevi.
Arminio Coriolano Tavartt dos Santos.
O inspector da alfaodega de Pernambuco, faz
publico, que tando-se evadido o infractor ou in-
fractores qae coadaiam sabtrabindo ao paga-
mento dos respectivos direitns dons saceos conten-
do : 15 calcas de flanella azul, 35 carnizas de dita
decores, ll.pares de botinas de couro para ho-
rnera, 9 japenas de ola Jo e 9 caigas de dito appre-
hendidos no dia 17 do correte per Antonio Ro-
drigues de Olivera, Antonio Feppe de Santiago e
Francisco Ignacio da Silva, Acara citados para
dentro do prazo de 15 das iraprorrogavel, conta
dos desta data produzirem saas defazas, testemu-
nhas e documentos bem de seu direito, sob pe-
na de fiado o mesmo prazo proceder-se a re ve-
da na forma da lei.
Alfandega de Pernambuco, 20 de abril de 1871.
Assignado,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
DECLARACOES.
Para a audiencia do Sr. Dr. juiz municipal
da 2* vara no dia 12 do crreme, foi transferida a
praca por veoda da casa n. 4 da travessa dos Mar-
tyrios, requerimento de D. Mara Rodrigues Fer
reir Fontes, inventarame dos bena deizados por
fallecimento de Joo Evangelista do Nascimento,
cajo escripto aeba se em poder do porleiro do
juizo.
luapeeeio do arsenal de
marinha.
De ordem do Exm. Sr. Inspector faco publi
qae 00 da 24 da Brrente mez ter lugar nes
Inspecco o oneurso ji anaunciado para o pree-
cbimento daa vagas de dous amanuenses da se
eretaria.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernambu
so 21 de abril de 1871.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almoida
. Vai a prac> por arrendameato, segunda-fei-
ra 24 do crreme depois da andencia do lllm.
Sr. Dr. juiz de orphos, o armazem do fon-
do do sabrado n. 83 da r.ua do Imperador, o
escripto edital acha-se na mao do porteiro, deven-
op quem pretender ir eom seus fiadores sabbado
e aegunda-feira.
Pela recebedena de renaas internas
se faz publico, que 6 nesta maz e no de ab
ximo futuro, que o segundo "semestre do
eorrente, relativo ao imposto sobre a
profissoes, que eom prebenda todos os
mentos commerciaes,fabrAMfllcinas
ser pago sem multa, e qafkjlt) o refe,
se-lo-ba eom a malta de 6 por cerno.
iioji:
SABBABO
AMANHA
Domingo 23 de abril
Grande successo
3.a e 4.a REPBESENTACOES
. DA
appa-atosa opera bofa phantastica em 3^
a' tos e 4 quadroa do maestro Herv
IIPITIT liST
Parodia da muito eonhacida opera lyrica
Fausto de Gnoud.
Dtrstmid,
da loja de calcados da ra Nota a, 30 e di-
versos movis.
O ajante Mar une *r leiaio par maaado do
lllm. Sr. Dr. juiz etpaeiai do eoaimarno, a re-
quericaanio do depo-iUrio da masan fallida de
Fernando Stepple da Silva, da loja de calcado da
roa Nova n. 30 (hoja Baro da Victoria) e diver-
ses movis
15 dYeoffwwtfe
As 11 baa da dia.
Os prelendentaa pjmoi examina/ o balando em
do masmo anale.
gogcsjcao (tudo lea pe/-
grande oval, i ditos para
uras de Dorcelaja, jarras para Motea,
2 bolas e 2 cadeiras e^pra
* Faust.......
Valesm,....-
. Un cocher...
Unpiaa.....
VTagner....
Urand r ....
AKmayer ...
Mephisto....
FrIU.......
Marguerite ..
Clorinde ....
Lisette......
Agla.
flr. Maris.
Mr. Hurbain.
Mr. HalMeib.
Ir. Ilayaaud.
11 r. Cama.
Mr. Josepb.
Mr. AniaMe.
M le. Pmcelet.
Jllle. Z-ilia.
Mlle. Poppe.
Mlle. Looize.
Mlle. Zlia.
Mlle Fqoce.

' K.
COROS.
Soldados, estudantes, velhos, dabos masculinos e
femeninos etc. etc.
O scenario do 2' e do 4. quadro inlairamente
aovo a piolado capricho pela di>tintto sceuo-
grapho Lon Chaplin, merecendo espaoial alten-
cao a esplendida decor.cao do i ouadfo, que re-
presenta um jardim magu;lico em aottta de festa,
d'ura elfette surphebeadente.
Os vestuarios e accesorios sao igualmente no-
vo?.
O macbiaismo oi preparado cora todo o cuida-
do pelo machinista da companbia, Mr. Autoine De-
eiard.
Principiar s 8 horas.
AVISO
O resto do? camarales e caeiras acha-se dls-
posia,o do publico no ascriptorio do Ihealro, onde
se etregam tambem ps bilhete? encommeDda*)?.
llavera sempre depafc dos especiaculos um Irera
extraordinario, toeania em lodos es pontos *
Apipucos.
dei ras d
feilo esta
consolos,
HtcarraaaTras. tapetes,
gut^eiras.
Urna mohilia de faia, caderas de balanco, 1 re-
logia ile parede, 1 dito de nuco patente inatez, 1
guarda, rouoa, 1 imle, i cama fraaceza, 2 ca-
mas para meoinos, 1 rica caixa de msica e 1
poltrona.
Urna mesa elstica, 1 guarda loara, 2 appara-
dore* eom pedras, 2 ditos aem pedr'as, baca, vi
droa e cbrysiaea, 4 machina para nater ovos, 4
galheteiro, i f.iquejro de electro pate, 1 teroo da
bandejas, 4 cestas de electro pate, 1 machina pa-
ra cafe. 1 relogio de algbeira, 4 rico apparelho
do (oral a ouro, naraa de prata e uiuios outro
objaetos.
Quarla-felra16 de abril.
is'o sobrado da ra Nova o. 61.
O agente Pinto levar a leilo por authorisacao
ds ana faantia oae raudon de residencia, os me-
veis e mais objecloj cima dascriptoa existentes
ne sobrado da roa Nova o. 61.
O leilo principiar s 10 Doras.
al
avisos martimos;
para o
CEARA'
segu por estes dias o hiate Flor do Bto Graie :
a tratar eom Gomes de Mallos Irmos ra do
Vigario n. 26, 1* andar.____________________
PARA OMTO;
dever seguir eom pouea demora o brigue portu-
guez Triumpho : para alguma carga que lbe falta
e passagairos, tratase eom Soarea Primos, rua
do Vigario n. 17______
11 ha de S. Hlgoel
E' esperado dos Estados Unidos o muifo veleire
palhabote Galena, e para o porto cima tem
promplo parte do seu carregamento: para o resto
que lbe falta e pa??ageros trata-so eom os seus
consignatarios Joo do Reg Lima A Filho a ra
do Apollo p. 4. ________,
RIO DE JANEIRO
Ev esperada dos Afires por estes poneos das a
barca portugueza Amizade, e demora-se neste
porto apenas um dia ; recebe passageiaos, para os
quaes tem bellos commodos: a tratar eom os seus
coasignitarios Joo do Reg Lima A Filho, roa
do Apollo n. i.
PAMLISM
O brigue porloguez Soberano, capito Bogigan-
ga, vai sahr eom brevidade por ter a maiw par-
te da carga engajada ; para o resto que I he fclta,
trata se eom os cousignatarios
ra do Gommercir. n. 48.
E. R. Rabello A C.
Lisboa e Porto
Dever seguir cora pouca demora a barca por-
tugueza Frticedara : para alguma ea-ga que lbe
falla e passageiros trata-se oom Soares Primoa,
ra do Vigario n. 17.
MARANHO
if
A barca portugueza Josephina, eeailao Joaquina
de Souza Amellas Jnior, segu no dia 20 do cor-
rente, ainda recebe "carga a fret: a tratar eom
Miguel Jos Alves, ra da Cruz n.J9.
BAHA
Pretende seguir em poneos dias o brigue italia-
no Pegle, e por isso quem quizer embarcar gneros
a f rete barato, dlrija-se ao consignatario Joaquim
Jos Gongalves Beltrn. ru do Commercio n. 17.
1,18018 FoftO
Para esses porios se o* a mnita brevidade o
brigue portuguez Rean papo. Recebe ainda al-
gam a carga a frete comn oo a patsagairos e tra-
a-se cem os cooslgnatarii a T. d^Aquiao Fonseca
& C successoree, na ra io Vigario a 10^
LEILOES.
de loo?a, porcelana, flgnras, bonecos,
brinqaedos, jogos,' porla-cigarros, agur-
denle de cana engarrafada, vinbo bran-
co, vinagra e outros artigos.
Um arracSo envidrajAda, !*_
{ sola, 2 mesas, 2tB
A,FEIRA
irventp
d raa da ira
WmrpiMina 10 horas.
i oartei-
S oulros
louca,
chry0tw e relogios
Viceaia
ircaHa
. reafaindo'L _
'ri roa do Imperador n. 38.
O Sr. Antonio da Cunba S. Guimares qneir
mandar esta- typographia negocio da seo (at-
jense.
>mio d I f/lcr
embar
em.
AH
aquantia de 3 a 4:000*01
promio ae r \~JZ eom hypofheca em predio livw
de.1 einbaracado : na ra de Hortas n. 4 te dir-
qaem. _
rua-dt)
Na ruaydo (iorranor- da-
precia-se de nma. para o
orna caa de duas pes?oas.
bisoal
servigo de
OC
Companbia
Santa Tereza.
WW Wl I
i nsa>
Da ordeca do cpnsetho de direceo so couviaV
dos oa seobores accionistas a raalisaram a 8" en-
trada de 20 0|0 do eapital subscripto at o dia 20
do cornale, no escriptorio do director catxa o
Bim. %. Baro da Soledade, praca do Corpo
Santo, '
leo)! W de abril de 1871.
O gerente,
. Justino J. de S. Campos.
SQfevade Monte Ro Bra-
sileiro.
COVJO SEJAM
o forte,
1 sof, 1
reos, 18
) 1 eipelho
aaobila de iaca'
, 2 consolo;, 4 ea-
LE1LA0
DE
Terrenos e predio.
0 agento Pontaal, competentemente autorisado,
vender em leilo os terrenos seguintes : 1 terreno
oom 140 palmas ds frente e 180 de fando, foreiro,
Hte travessa do CaJdeireiro, dividinde pelo
lado do nascente cora o terreno do Sr. Fortunato
Rrbeiro Bastos, e pelo poente eom o do Sr. Manoel
Antonio de Jess, 1 dito sito estrada de Joo de
Barros, cem 48 palmos de frente, (ao norte do
deita estrada) e 40 de fundo para a ra de S. Joa
i|Bim, tenlo 420 palmos de cora oriniento, dividindo
palo lado do poaola eom o Sr. Leoncio e pelo ral
eom Mr. Georgean, 1 dit* na raesma estrada, eom
188 palmos de largara na frente para a ra de ?.
Joo, tendo o fundo a mesma largura, tendo e
comprimento 600 palmi de ra a ra, dividindo
pelo poente eom diversos, e pele naseeate eom tar
renoa $)<- Sr. Maaoel da Costa Maagiricao, 1 dita
na estrada de Belra, cora 100 palmos de frente e
300 de fundo, dividindo ao lado do norte eom o
terreno do Sr. Joo F. Colbo da Paz, limitando
c iva a estrada de Olinda, 1 casa terrea sita po-
voacao da Apitpucos ao lado da igreja, tendo a
cata parta e iaaeHa eom rotulas, duas salas, 2
quartos, cozjoha tora, quintal cercado e arvores
fructferas
QUINTA- FETRA
99 do eorrente.
No armazem da raa do Imperador, s 11 horas.
AVISOS DIVERSOS.
Est para alugar-se o 2* andar do sobrado
ta roa das Aguas-Verdes : tratar na ra do
Livrameoto n. 28.
Preeisa-se de ama ama secca, para casa de
pouca familia, qae saiba engommar e cozinhar :
tratar na ra da Conceicao n. 1, das 8 s 9 horas
da noute.
AMA
Preeisa-se de urna ama : na raa
do Vigario n. 33, 2 andar.
0 Sr. Mignel
Pinto erogado a vir
Candido de Medeiros
a esta typo(?rapha.
Olferece-ie nma muiner
de horneo) soHeiro de portas
Santa Cruz n, 12.
de Idade para casa
dentro : na ra da
E
lo.
4o fallecido
Socledade daa Artes Meclianl
cas e Llberaea de Pernam-
buco.
Deveado ter lugar no domingo 23 do correte
pelas 4 horas da tarda o asseotemento da primei*
ra pedra do Lyco das Artes e Offlcios, sob a '
re&pao desta soeied)de, de ordsm do respeitavel
irraao director, convido a todos os nossos charos
socios, artistas e operarios era geraf, paracotnpa
rocerem a esseaeto qae ter lugar na raa de San-
ta Isabel.
Outro ajnjH K-esente convida-so a todas as
sociodadeaV K, litterarias ou beneficentes,
coja aoavile "lRode ser eaderessado por nio
aabar-ae a sua sede, pede-se o comparecimento
e^sa falta artstica,, primeira Desta provincia e que
Jare ser esqaecldo de lodos os amantes do
Sala das sessoee |l de abril de 1871.
O 1* secretario,
Sim5 dt Souza Montiiro,
Teado esta spciedade de mandar celebrar
miesa por alma do fallecido socio Emilio Jos Sim-
jliijiO o di4 f\ do correle as 6 1|2 horas da au-
nhit, tu Iaeja de S. Goncalo, de oraem o eoa-
sellio afpeViisiralivo convido a todos os aeaborea
socios, e bem assim aos prenles e amigos do fal-
lecido pira assistirem a mesma.missa.
Stcretaria da sociedade do Monte Pi BrasUeir^
24 ie abril de 1871.
Jeropymo Bruno,
i* secretorio.
A' loja da Turqueza, sita roa do BarS > da-
Victoria n. 9, troca-se cobre em saceos de B&>>
sam cambio.
Atttn0o,
Lava-tea engemma-se eom promplilo a
na ra Velha n. 39.
iim Lopes Machado,
filho vio a Europa.
sua seniora e oa
Oompanhia Santa Therera.
Emlsso de lft# acede de K
&OA cada uani.
Tendo am dos senhores accionistas desta coan>
patihia, na forma do disposlo no artigo 12 es
estllalos, perdido o direito nao s s acedes que
rabscreveu, eomo primeira entrada de 20 OjO,
UDea aae realisoa, sao convidadas as pessoas qae
pretenderen) e las, dirigir seus pedidos direc-
cao eom declaradlo da qaantidade, aflm do serena
coBvementeriient atiendidas. Recife 20 de abril
de 1871.
O gereule,
Justino Jos de Souza Campos.
Cozinheiro.
No collegio da Conceiejto precisa-se de um co-
zinheiro.
Caixeiro
Precisase para caixeiro de nn menino porln-
gu para o If rejo da Madre de Deas : tratar na roa
Primeiro de marco n. 8, esquina.
Ull
vlkv
Precisa-se de urna ama para co-
zinhar a engommar, para casa A
homcm solteiro : i ra de Pedro Af-
bnso n. 19.___________'
Precisa-se de urna ama qne
satba cosinhar e engommar
para easa de familia de doas
pesisoas : nn raa do Viseonde de Itaparica n. 81,
o8''.r'ora raa do Apollo. ________________
A rna do Viseonde da Pelotas n. 7, precisa-
se urna preta ou parda sujeita, para serviee do
easa e quitaqdeira.________________________
Precisa-ae de um bomam forro ou enerare
para o servido ordinario : na padaria da ra da
Senzala Nova n. 30.________________________
Precisase de ama ama pa-
ra tratar de meninas e que
saiba cozer eom pdrfeicao.
de Casias n. 91, loja d Rival Sem
roa Duque
Segundo.
Chave perdida
Quem acboa ama chave que se perden da ria*
Imperial s Cinco Pomas, qoerendo entrega-la.
poder dirigirse mesma ra n. 'i, que sari
gratideado.
Potessor
Offerece-se um profssor para ensinar primeiras
letras em algum engenho perto desta cidade;
qaem pretender dirija-se roa da Sania Cruz, ca-
sa n. 40, em caria fechada cem as iniciaes G. M.
Precisa-aa alagar urna ama de leite sem
filho: na roa Nova n. 31, I" andar.
O abaixo assignado faz sciente ao respeilavel
publico a eom especian Jado ao corpo do commer-
cio qae venden sua taberna e padaria que tinba,
sita na Ponte de Uchda n. 37, ao Sr. Francisco
Pinto Moreira, livre ds qualquer passivo que apto
pareen at esta data, ticando o mesmo senhor eom
o direito de receber todo o activo dos ditos esta-
belecimentos; outro sim o annunciante julga nada
dever a pessoa alguma nesta praca ou fura della :
quem se julgar.com direito aprsente suaa conta
no praso de tres dias, fin dos os quaes nao tera
direito a quantia alguma. Ponte de Ucha 17 da
abril de 1871.
Jos Telles Alves.
Jos Pereira Martina, subdito portuguez, vai
a Europa tratar de sua saode.
Offerece-se um hornear para feilor de sitio
qua tem bastante pratca, tanto para harta coma
para rosas qaem pretender dirija-se roa da
Cadeia-Nova n. 37.
Precisa-se de nma ama para todo o aervico
de nma easa : na raa do Livramento n. 3't.
Precisa-se de urna ama para pou-
ca familia : na ra de Hortas un-
AM
mero 72.
Precisa-se de um
de idade para taberna
numero 9.
caixeiro de 14 a 16 anuos
na ra da Santa Cruz
A PUBLICO
Nao pretenda responder pubneaco do Diario
de 21 de abril; sobre o poder oa nao mea enalta-
do Jos de Albnquerque Mello Lsyola, e miaba,
mulher Mariana Adelia de Loyola Fragoso pssar
carta de liberdade ao eseravo Luiz pardo de 16
annos, perteneente ao casal de meu finado sogro
Ignacio Benlo de Loyola, devedor a seus filhos Jos
e Mariana, da quantia de 1:337*X que em at
tnha como deposito, de legitima maierna; e coaw>
quor o anonymo fazer crer que ist* nao se po-
desse verificar porque dito eseravo esta hypotheca-
do sempre resolv responder : fique o anonymo
sciente que esta hypomeoa nao valida, porque
nao podiam taes be'ns seren hypotheeados estando
elles anjeitos a dividas Inventariadas, e perianto t-
citamente hypolecados. ,
Compre ao anonymo comprehendarj bem o ais-
posto no art. 264 do cdigo criminal; e verjqua ne-
nhama apliea-o d as penas desta artigo ao caso
vrteme pols os libertadores nao auferiram ln-
eros ou interesses para si. E' este nm verdadei-
fo ictcule philantropia. Tenho respondido ao ano-
Lnymo, e protesto s voltar se asiigoar suas pubti-
eac5es.
Ilecife, 21 de abril de 1871.
Joaquim II. da Silva Fragito.
Ao flgurlno de modas
NOVA MODISTA.
1>. U. Catiegal, cose, corta e prepara cora muir
peifeicao, niuito gosto e moda, vestidos de i
-,uira para casamento?, bailes, soirds ou paase
flm como cjtumps para criantis, e vestnai
a bplizatlos, encarrega-se da enriar aual-
qner eostara, garuntlodo a maloo prompttdio e
DniQos muito rasoaveis. Na anftga ra Nova n. 6*
i." andar.


*'
t
Diario <1
rwuaiubnco SabbaJo 22 de Abril d 1871
i Sr*S5 ** -W^-i
SITIO

DE SOL
Njfr i
*, a ; .' Ni
Ra do Barao da' Victoria esquina da Gamboa, do. Carmo, n. 3 (Antiga Ra Nova*!
Temos i botara de participar l nossos numerosos freguezes que com i chegada de um des socios o% Europa, saprio-se *
casa com om completo sortimento de chapeos de sol de toda as qaalldades como tambem. de todos os msteriaes para os mesmos
fabrico, como sejam arttacOes de todas as qualidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como do especial cotbihria, armas
para caca, cbombeiros o polvarinbos. Os chapeos de sol terfo ablimento de 42, <8 e 25 por cgato, comprando drobeiro.
im ostra ngeiro precisa alagar uro pequeo si-
em algum dos irnbaldM desta eldade : i ra
do Gommereio n. 40.
Convida-se um* senbora de 40 a 60 annos de
idade, de bons eostnmes, para fuer compaohia a
urna outra sategeaaria, ailancando-se o bom tra-
tamenlo; na raa Duque de Caxias, toja de miude-
ms n. 9?.
GRANOE PECHINCtlA A 260 e 400 rs.
Alpakas de cores de lindos padrSes e de gostos
totelramenle noves iMO e 400 ri. o ovado: a
fida de Marco (outr'ora do Crespo) d. SO A,
leja dos Arcos.
Precisa-se de urna criada para cozinha e as
compras na roa, escrava ou livre, sendo de maior
lade : na roa Duque de Caifas, leja de minde-
V7.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os sens fregueses, atten
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
Mttpre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei
UOIlkEBH A IIUARTK
MMUEL&E! ,
Tem a sansfacao de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista do ser-Ibes mais commodo, tem *"
establecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, heje roa do Mrquez de Onda,
onde acharo os pretendentes, muito avultade sortimento de chapeos de sol de todos os procos, qualidades e por pre-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escoltar as ar-
macoes as fazendas que a demora da fabricado e bem diminuta.
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
franceza.i, inglesas, allemaas e to-
das todas se vendem por precos
molicos, afino, de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
rancezas, de todas as
qualidades, brins de
coras e brancoa, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finca.
RA
DE
ARRUDA IRMAOS.
a rSo da victoria
intiga rna
NOVA
N. 41.
Assim como tona ama grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparas que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidio e perfeico
nada deixam a desejar.
Roopa de todos os
amanos para homens
meninoi.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
u.
0 MARMORE
E' no elegante armazem Jnto ao Biarto, que
qualqaer chele de familia fornece saa dispensa do
melhor que existe no mercado e porprecoi mili-
to favoraveis, como sejam arres a 100 rs. a libra
velas stearinas & 640 rs. o masso, vinho flguelra
por OTO rs. a garrafa e tambom ha mais barato,
balaros da diverses lmannos, caixiohas proprias
para mimos, caf de moca, ervilhas portuguesas e
fraricezas, ameixas em frascos, latas e nooelas,
marmelhada de Fernando Rodrigues, conservas,
mtlhos e moscarda, licores de diversas qualida-
des, doce de goiaba em caixao e latas, bolaxinbas
de diversos autores, masaas para sapas, telas
grandes, aieitooas em baris latas, vienes tinos
do Porto dos melhres autores, queijos prato e do
reino a 3*000 e a 3*300 ; o propietario deste ar-
mazem responsabilisa se pela boa qualidade dos
gneros vendidos em sen armazem, assim como ga-
rante todo asseio o limpeza, em virtnde do qual
convida a sens numerosos fregueies e amigos a vi-
rem visita-lo.
*')
Oonvida-se a familia e aos prente) do finado
Antonio Alves da Fooseca Jnior para assistirem a
urna missa por alma do mesmo finado, na igreja
da ordem lerceira de 8. Francisco, pelas 7 horas
da manliaa do dia 22 do crrante, 1* anniversario
do seu fallecimento.
Club do Montetro,
Sabbado 22 do corrente haver reonio
familiar o trem as doas horas da noote.
O emprezario
________ J. P. Layme.
JEscripturaco mercantil
Urna pessoa habilitada propde-se a tomar algu-
mas escripias para serem feitas por si, ou seb saa
direcelo ; garante o asseio e exactidao do traba-
Ibo : quera precisar qneira deixar na rna do Ca-
bug n. 1, loja de joias, a iodicacao de sua mora-
da, ou qualquer nutro esclarecimeuto para ser
procurado.________________
Precisa-se de uma.ama para cozi-
nhar e engemmar para casa de pouca
familia ; tendo alm disso um mole-
que para ajudar: na ra da Uoio
n. 62.
Tabellas Vermfugas
Este medicamento o nico que pelo seu bom
aroma e gosto agradavel se torna o mais propnc
para a expulsio das lombrigas. E' faeil de tomar
porque o seu gesto igual ao do chocolate, e de
prompto elToito.'
DEPOSITO
Pharmacia americena de Ferreira Haia & C, roa
Duqua de Caxias n. 87.
Parra caoas le ftsmlH.
CaixiBhas com ama arroba de h
mas desembarcadas por 146001 I: la roa do A-
morim, armazem a. 40. v___,
l
iCBu6-SC M segoiot eBgenboi perfo U *
dade de Mamarogoape,
"* Excelleote proptiedsde eom optoaa
caca de vivenda, engento e mais casas precisa*,
ludo de pedra e eal, e omito bem coaflrnido.
Tf gHl4,a mn|t0 bem situado por er fut de-
porto de embarque ios vapores da coropanbia
pernambucana, e onde tem de Andar a estrada
ierre projectada, de Maroangnape.
I iriCIO situado ao p deste.
Quem pretender qualquer nma deslas exceflen-
tes propnedades, queira se entender com Taata
limaos A C .....
Joaquim Francisco do Espirito Santo tendo
regresaado de sua viagem ao Rio Grande do Sul,
assumio a direceo de sua casa commercial, e
pede aos sennores crederes de saa concordata se
sirvam de mandar receber a segunda prestacao da
mesma no seu escriptorio ra do Imperador nu-
mero 24.
O baeh re Luiz Emigdio R. Vianna de volta
de sna viagem s Alagoas, contina no seu escri-
torio de advosacia ra do Crespo n. 12,1* an-
dar, onde pode ser procurado das 10 horas da
manbaa as 3 da tarde.
Hoje 22 de abril, das 9 horas da manbaa em
diante, estarle venda slgnroas vaccas paridas de
pouco e dando bom e bastante leite, ebegaram
agora do mato, mas J estiveram aqu por espaco
de mais de um anno, pelo que esto aclimatadas, e
podem ser consideradas como ereoulas : quem as
pretender pode procura las no largo que tica por
traz da ra Nova prximo a estacao da estrada de
ferro de Apipucos. hora cima mareada.
SOCIEDADE CRDITO" HYPOTHECAR10
DE PERNAMBUCO.
Hoje pelas 5 horas da tarde, haver reuniio
desta sociedade na sala de palacio, destinada para
esse flm, e pede se aos que houverem de compa-
recer o facam at aquelli hora, em a qual impre-
terivelmepte comecjiro os trtbalbos.________
O abaixo assignado tendo justo e contratado
com o Sr. Horacia Antonio Mangabeira a compra
da fabrica de cigarros sita travessa do Queima-
do n. S, livre e desembarazada; se alguera porm
se julgar com direito mesma reclame no praso
de 3 dia*, a contar desta data.
Recife, 22 de abril de 1871.
Manotl Francisco Acacio.
COMPRAS.
COMPRASE
Frascos vasios da tintura Japoneza; a roa Da-
que de Caxias n. 50 e Mrquez de 01 inda d. 81.
RA
Barao da Vctorfa
intiga rna
Comprase orna cata terrea na freguezia da
Roa-Vista, que tenba 3 ou 4 qoartos, em bom es-
tado : a tratar na ra da Imperatriz n. 74.
Grande pechincha
Alpacas de cores de lindos padrSes e de gostos
integramente novos a 260 e 400 rs. o eovado ; or-
gandys de cores de padrdes modernos a 280 rs. o
eovado : a raa Primeiro de Mareo (outr'ora do
Crespo n. 20 A, loja dos arcos.)________________
Grande liquidadlo
Na ra do Crespo n. 20.
Cambraias franeezas finas de assento tranco
com flores pretas padrdes miudos, a 240 rs. o eo-
vado: na loja de Goilberme._______
ESPELHOS, VIDROS, E MOLDURAS.
a loja da Aguia Branca acaba de receber
um variado sortimento deespelhos, de mol-
duras ilouraila?, imitando Jacaranda; assim
como vidros, e molduras para qoadros, es-
pelhos, ttc, e como de costume os precos
s2o commodos.
VENDE-SE
Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, 1*
andar, vende algodao azul americanos verdadeiro
e pregos] americano o. 3 e 4._________________
Vndese barato vidros para espelhos, mui-
to bons, a Luiz XV, de 20 a 3f polegadas : na
ra da Imperatriz n. 99, loja de funileiro.
Apolio-es.
Compra-se dez apolices da divida publica : a
tratar na ra do Coromercio n. 4, com o thesou-
reiro da asociacaj dos praticos Manoel Estanislao
da Cosu, das 9 liaras da manbas 3 da tarde, nos
diasutei?.
Na ra
Pernamboco.
Nova n. 5 compra-se Diario de
Comprase um Manual Horaeopathico peloDr.
G. H. 6. Jahr : na ra da Cadeia do Recife'n. 1.
VENDAS.
NOVA
N. 41.
Siqueim
O Sr. los Antonio da Costa Siqueira tem urna
carta vinda do Cear no escriptorio do Sr. Joaquim
Gerardo de Bastos, ra do Vigano n. 16, !
Precisa-56 para casa de pequea familia .de
ama ama, qae entomme e que tome coota de
upu ..nenina ; a tratar Pra^.a da Boa-vista n. 30,
3* aadar.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
o servio) de casa de urna s pessoa : a tratar na
rna dos Copiares n. 2, sobrado, entrada direita
Aluga-se urna escrava de 14 annos de idade
propria para o servi$o de ama casa, Ao que tem
muita pratica : na travessa do Harisco n. 7,1*
andar.
Feitor.
Precisa-se de ama pessoa que tenba habilita
c5es para feitor de engeobo, pretere-se portugoez:
a tratar na rna de Santa Rita n. 83.
Precisa-se de urna ama qae
eozinhe bem e engomme pa-
ra casa de ama familia com-
posta de duas pessoas :
ra larga do Rosario n.
quem quizer
38/2 dar.
dirija-se a
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontualidade as encom-
ttendas, finalmente em todo aflm de melhor tervir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
nlo se tornar massante
Monte po portuguez.
A directora do Monte Pie Portugoez, convida
aoe Srs. socios para assistirem missa do 7* dia
qne por alma do socio Domingos Jos de Amo-
rim, manda celebrar na igreja da Madre de Deus, andar
ao dia 24 do.corrente pelas 7 horas da manbaa.
Secretaria da directoro do Monte Pi Por-
tugau 22 de abril de 1871.
O 2.' secretario,
___________________Manoel Flores.___________
Precisa-se de dous amacadores, na padaria
espanbbola, ero Sanio Amare!
cidade da Victoria
PerfuoU-se ao Sr. Jeao Rufino Ferreira Filbo,
s Jera eepeciaes poderes do Sr Leonardo Bezer-
ra Civalcanu; para cobrar o imposio das aguar
deates aos habianles desta cidade; pois como
maito bem sabe, se o Sr. Leonardo, cesionario,
por compra feita ao arremalapte desle.imposto ;
caso.nao lenha r. Rufino taes poderes, desde
j protesta-so contra qualquer cobranca que fizer,
corno pessoa dcotoptente, nao Ihe podedo apro-
veitar a podeaes dados pelo arrematante, os quaes
aeatarae com a xu&o feita, de que nao se pode
dizer ignorante.
Um nteressado.
%^^
ma mulher eslrangeira ja de alguna idade
deeeja-se empregar em casa de aiguma faibilia
estrangeira para engommar : quem
rija-serna da Imperatriz n. 27.
Precisa-se de urna a pa-
ra casa de urna s pessoa :
na rna dos Martynos n. 17.
AMA
Precisa-se alogar urna ama forra
para comprar e engommar : na raa
ra do Cabng n. 2 B.
Precisase alugar urna escrava liel e aem vi-
cios, para o servico interno e externo de urna ca-
sa de familia: no largo do Terco n. 11, sobrado
de um andar.
O abaixo assignado nao podendo despedirse
pessoalmente de algomas pessoas que Iba tribu-
precisar di- tara amisade pela orevidade de sua viagem e es-
tado melindroso de sua saude, pede por isso des-
culpa, ofiereceado seu limtalo presumo na cida-
de de Lisboa, onde pretende demorarse.
Recife, 19 de abril de 1871.
_____* Jos Bom Ramos de Oliveira.
8
J
Mudanci.
O baeharei D. Luiz da Silveira madou
(32 residencia para a praga da Boa-vista
d. 30,2* andar, onde pode ser procura-
do para todos oe negocios, quer nartiea-
Jjres, quer tendeles a tua pronssio de
alvogado.
O abaixo assignado avisa ao publico com es-
pecialidade ao corpo do commercio que vai a Eu-
ropa tratar de sua saude, deixando por sens pro-
curadores em i lugar o Sr. Joaquim Baptista da
Silva em 2* o Sr. Joaquim Antonio de Carvalho,
em 3 o Sr. Francisco Ribeiro Pinto Guiraaraes e
em 4* o Sr. Jos Luiz Perreira da Cosu.
Reelfe, 19 de atril de 1871.
Jos Bom Ramos de Oliveira.
Aluga-se ama escrava para cozinbar e com-
prar : na ra das Piares n. 7.
casa terrea.
D-se preferencia
mwmmwmi
oa asseio e prompd;
eu
ornaae-e comida com asseio e promptfi
cusa ^e famHla : na rita das Cruzen. 13.
Precisase
atogir um o)ote.)u e idade de 12 a
a*pno de rae fa*, p'ga-3? bem :
*i "iao.il; v
18 mue,
i na /fo-
lla rna dos Pires, sobrado n. 27,
Ereeisa-se de ama ama qae eozinhe
em, forra ou escrava, tendo boa
conducta, aaga-se bem.
AMA
AVISO-
O jais da direecjio de Nessa Senbora das Deres,
erecta no convento de 5. Francisco, convida to-
dos os irruios para coraparecerem em mesa gerl
domingo 24 do crrante en nosso consistorio,
as 10 horas da manhia, aflm de se tratar da
feativwade da mesma senbara.____________^^
Cozinheira.
Precisa-se de- um bom eotmbeiro : no grande
hotel del Universo, piaca do Commeieio n. 2.
AMA.
Precisa-se d'nma ama pira cozinbar e comprar,
para urna familia de duas pessoas : a tratar na
roa Nova de 8". Rila, n. 68.
Ama e criado
Precisase de una ama para coziohar, e taasoem
de um criado : na rna dos Pires, taberna n. 46
T
Ama de Jeite.
Quero precisar de uina an.-'a aooi bom leite parai Offerecc^ie
criar e
Lapan
iraiar de ouniooj: jierija-se ra da
. ^ fiadores ao Sr. Joaquim Francieco do Es-
Mrite Santo, tendo recebido desse a quantia que
eaemboJcaram at esta data, para o pagamento
da segunda nresucae de saa concordata, decla-
rara (Sjoe fies anspenst a oantribaicao do pagar .
ment da mesma Engli>k Bank, por Isso goe
o Sr. Espirito S'tnWtBusa a fcze-lo em a sea 'i
criptorio, i raa (.VJavador 24.
er do boa owela pa-
ra servico de eaaa
. Goi8 p. '3, 3 solar*.
soltelro : raa da.
Linguicas das libas em latas.
O melbor que tem vindo a este mercado, ven-
dem Joo do Reg Lima & Filho ra do Apollo
numero 4.
FAZENDAS FINAS
Ra do Crespo ti, 25
CAMBRAIA BRANCA com 10 varas, a
3i a peca. S
CAMBRAIAS BORDADAS, brancas e de m
cores para cortinados, a 8/ a peca.
i CAMBRAIAS VICTORIAS finas, com 16 S
varas a 81 a peea.
CASSAS LISAS cora um pequeo to- I
que de avaria de 16 varas, a 61 a peca. S
LENCOS da India para rap, padrdes I
de seda a 31 a duzia.
CAMBRAIAS decores finas, lindos pa-
-dres, a 280 o eovado.
CHITAS modernas de lindas cores se-
guras a 260 rs. o eovado.
Brim de Angola padrees imitando ea-
semira alio eovado.
CHALES de merino, pretos e de todas
as cores a 2*800
COLCHAS adamascadas brancas e de
cores, a 3, Sfi, e 6*.
MADAPOLAO fino a 3*500,4 i, 4iS0O,
/, 8H0e 6*500 a peca.
ALGODOZINdO a 3*200, superior a
5* peca.
CHITAS claras e escuras, cor segura, I
a 160 e 200 rs. S
Dio-se as amostras com penhor.
A' ra do crespo o. &.
M ttlUM m**Kft
% IMIO LEGITIHO
DA
" BAiKlDA.
Tendo chegado ha poneos dias esta praea no
navio portuguez Soberano ama pequea remessa
deste nctar delicioso, constante de algumas pipas,
meias ditas e barrls de 5, j bem conhecido e
bastante acreditado pelos verdadeiros apreciado
res ; e visto nos ter tocado a primazia (le nicos
possoideres deste importante artigo) chamamos por
este meio silencio dos amantes do superior vinho
da Dairada, para que se dignem oncorrer ao ar-
tigo, e rauio conhecido estabelecimento do Braco
d'Ouro, ra do Imperador n. 36, de Rodrigos*
AC, aoiftjt} ;*me servidos pereitatiieote l>em,
com todo o agrado e sizudez. Os proprietarlos
do sobredito estabelecimento rsolveram orientar
porj ^Kp presente anouncio ao; dignos aprecia-
ywn vinho, para que nao ejam illadido
i que ?. a ellos ae-
^prapre a ra BtM W-
A's sen horas.
A' cbapelaria da ra Primeiro de Margo n. 6
acaba de ebegar da Europa pelo ultimo vapor um
lindo e variado sortimento de chapeos e chapelinas
da ultima moda, para senhoras, que se vendem
por pregos muito rasoaveis na mesma cbapelaria
na um grande sortimeote de chapeos de todas as
qualidades para homens e meninos.
SEMENTES
BE
HRTAL1CA
CHEGADAS LTIMAMENTE.
Aproveilai o tempo invernoso, ide ao armazem
de Campos da ra do Imperador e cornprai se-
mentes de bortaiiea das seguiotes qualidades, a
saber :
Alface.
Abobora d'agaa.
Dita do campo.
Brcollos.
Couve gallega.
Dita nabica.
Dita de penca. .
Dita tronchuda.
Coentro de touceira.
Ervilha flor branca.
Dita flor rtaa.
Dita flor branca rasleira.
Cebolinho.
Feijio ervilheiro (7 annos)
Dito papo de rola.
Grellos de cedo.
Espinabres.
Pimenides.
Nabos de S. Cosme.
Rabanetes rdxos.
Pepinos.
Senoura?.
Melo.
Melancia.
Tomates grandes.
Sel gas.
Reoolbo.
Xicoria.
Salea._____ _^__________________
KWG OPPA1N
oo
o rei da dor americano
nico deposito do verdadeiro, na pharmac
americana de Fereir Mais A C, ra Duque
de Caxias n. 57, antiga do Qoeimado.
CONFEITOS
D'idureto de potassio de L. Foaeber.
Estes confeilos leem a vantagem de junio A
maior exactidao na dosagem (5 eonteem orna
gramma de iodureto de potassio) Dio leem o saber
desagradavel das solncms : raa effleseis inetn-
testavel, porque o medicamento ehegs ao esto-
mago sem ter soffrido a menor alteracao, o que
muitas vetes acontece soloco pelo metal eo-
Iber que serve para s medir, alm destas s de
mui fcil transporte em viagem, evitando assim
a interrupcao do medicamento : nico deposito
na pharmaeia americana de Ferreira, Maia a C,
ra Duque de Caxias n. 57, antiga do Queimado.
MACHWAS
A 10*000 A'SERRA, PARA DESCARO-
QAR ALGODAO.
Vende-se no armazem de J-. A. Moreira Dias:
ra da Cruz u. 26.
Aos cigarreiros
Vende-se papel de seda e de linho, em resmas,
dos verdadeiros fabricantes : na rna de Maris e
Barros, outr'ora rna do Codorniz n. 8.__________
Livros classicos.
Para inglez :
Macaulay. Esssys.
Lingard. H. of England.
Seleet Passages.
Molta-grammalica.
Para francez:
Regnier-Thetre classique.
Chateaubriand. Gnie du christianisrae.
Mariyrs.
Filon-Narraticns.
e todos os mais livros para exames de preparato-
rios.
LIVRARIA FRANCEZA.
Novo Mundo.
Assignaturas para o segundo semestre
Rs. 5*000.
LIVRARIA FRANCEZA.
Bruno Seabra.
O festejado poeta acaba de presentear a juvtn-
tude brasileira, com o mais bonito livrinho para
creancas
Alforje da boa razao
Rs. 1*000.
LIVRARIA FRANCEZA
Jornaes da Europa.
Assignaturas para todos os jornaes da Europa.
Pontualidade e garanta uo servico.
__________LIVRARIA FRANCEZA.____________
Flores para o mez mariaao
Na ra esireia Co Rosario, sobrade de um an-
dar n. 35, aprompta-se toda encommenda de flo-
res, sendo arcos, capellas, palmas e booqoets,
ludo proprio para enfeite de altar do mez de Ma-
ra, tem rosas, palmas e booquets, tudo prompl,
e vende por baralo preco, folhas de rosa e dalha
de papel a 1*000.
Vende-se
Vecde-se
ViolSes, violas e quitarras muiro bem feitas
na ra da Roda n. 39.
Azeite e vinagre.
O melhor que tem vindo a este mercado em
caixas de duzia de garrafas ; vende-se no escrip-
torio de Cunha & Manta ra do Mrquez de
Olinda n. 40.
GRANDE
LWMU
Para os Srs. de eagenho ver.
Chila, fazenda bem conheeida pela, sua Tortidao,
mais larga que chita, para roupa de escravos, a
200 rs. o eovado na ra do Crespo n. 20, loja do
Guilherme.
um pequeo sitio no Arraial, bem alvorejado de
fructeiras: a tratar no Forte do Matos, beeco da
Boia n. 14. taberna.
A 800 rs.
Espanadores de pama
dencia n. 39
na praea da Indepen-
VERDESE
urna casa em Olinda, a rna de Matbias Ferreira
n. 23: quem pretender dirila-se ra do Coto-
vello n. i.
5
mEMCO
Vende-se urna jrdinera de Jacaranda
lampo de pedra quasi nova, por rauto pouco di-
nheiro : pessoa que quizer dirija-se a Olinda
na rna do Amparo n. 29, casa terrea.
eom
Caeaquinhos a duqueza
De gorgurao prelo ricamente entelados, rece-
beram-se na loja da America, roa do Cabug
D. 10.
Jabonete 'Je alcatrao.
Este novo preparado e applicado eom grande
aproveitamenlo contra as molestia i de pelle efcro-
nicas e rebeldes empigens, manchas escuras o o
pannos que vem ao rosto e peito, horbulhas, sar-
na, lepra e comfebdes, mesmo aquellas que em
certas partes delicadaCdo corpo tanto mortificas,
finalmente o uso continuado deste sabonets eon-
inbue para tornar a pelle asss mimosa. E' igual-
mente efficaz para amaciar a pelle do rosto oo
outras partes do corpo, qae por motivo de erysi-
pellas Ocam speras e escamotas. Preco de cada
sabonete 640 rs.. em dunia se fara abatimtnto.
nico deposito em Pernambuoo, pbarmacia ame-
ricana de Ferreira Maia A C, rna Duque de Caxias
n, 57, antiga do Qoeimado.
Vende-se ou permuta-se por predios nests
cidade o engeobo Velhe sito na freguezia de Js-
boaiao, com excellen(eca-a de vivesda, casa de
engenho, de purgar e de bagaco, tudo de lijlo,
barro e cal, cohtendo cerca de urna legoa de ter-
reno de sol, a norte, e outro tanto em parte do
leste a oeste; ci'in bastante terreno de pLnttcsb
de varzea e ladeiras para safrejar para raais'de
3,000 paes, com bastantes matas e terreno Dul-
ciente para edi9car-se um outro engenho, que
tambem moer com as agoas do rio Massaiba, as-
sim como o engeobo cima dito me com as do
Jaboalio. O terreno suficiente para novo-enge-
nho contera bastante vanea e ladeiras todas co-
serlas de matas e capoeirbes : quem pois quizar
fazer qualquer dos negocios cima jiito, dirija e
ao sen proprieUrio no mesmo engenho.
de oqo e sndalo
A agoia branca acaba de receber daquelles bo-
nitos leones tfe ogo e de sndalo, obras essas, coja
perfeicao ser reconhecida por quem as vir: as-
sim, pois, vaireappare.'endo o sortimento do bom,
e os pretendentes que se dirijan: a dita loja na ra
Duque de Caxias n. 52.________________
Aos cigarreiros
PAPEL DE SEDA E DE LINHO PARA CI-
GARROS.
Acaba de chegar ama graudt enccmmends de
papel de seda e de linho larg'1, para cigarros, na
Nova Esperanca, ra Duque de Caxias
Vende-se cal de Lisboa
n. 63.
da
da
mais nova que
ha qt mercado, no armazra da E-^adlnh* n. 3,
a 4*000 por barril ; e r-.r. porfor de 50 barris
se fara abaiimoto.iJfi 10 por ento.
Franjas pretas.
A aguia branca.Jdcebej do,. ,o o^ Jac^iro um
pequeo porm bonito forfiFwi de (ranjas pre-
'tas para erfefte de ve!
MACHINAS
PARA COSTURA
Chegaram ao Razar Universal da roa No-
va n. 22, am sortimento de machinas pa-
ra costura, das melbores qoalidades que
existe na America, das qnaes muitas j sao-
bem coDbecidas pelos seos autores, como
sejam Weller Wilsoo, Grover cV Boka,
silenciosas, Weed e Imperiaes e oatras
muitas qne -.om a vista deverio agradar aos-
compradores.
Estas machinas teem vantagem de ta-
jer o trabalhn qae trinta costareiru podeai
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feitao, como as mais perfeitas celorfiras.
(arante-se a sna boa qualidade eMints-s
a trabalher com perfeicSoem amm-* i
hora, e os precos sa>> tio nm % q(M
d vem agradar aos protendenit
Massa de poh
Valdevino da plvora vende i
libra, no sea armazem de ?al na ii
mero 249.
VoOJ*-
3a i ja de i.
a 320 r
i
1
'
siBbbbh8Bb1


Daro de Pemambuoo Sabbado 22 le Abril Je 1871.
J
t,
0
V
-'
Va-
por Franeez, rua
io Bario da victo-
ria (oatr'ora rna
Hora) a. 9.
por Fraacez, rna
do Bario da victo-
ria (outr'ora rna
Nova) f.
Perfamarias, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Acbam de chegr novas faluras cora importante sortimento dos arligos abatxo mencionados
re$os nials resumido que po3sivel.
CJJLCADO
Botiaas pan seohoraA-dnraqoe branco,
preto
de oatras omitas cores escolhidas do ultimo gos-
o da it.oda.
Botina* para meninas igual sortimento.
Sapaliabos de salto para senhoraduraque pre-
io, branco e.de cores, e de couro de lastro.
Botinbas para enancas, proprias de baptisa-
oa.
Botinas de diversas qualidades para homem.
Botas ruasianas para montara, tanto ingleas
e couro da Russia para viagem, como francezas
4* Meltor, bezerro no, para pwseios. -
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 an-
aoa.
Stpatot de br im branco para horneas.
Sapatos de vaqueta de lastro eom sola de ma-
eira, proprios para banbos.
Sapatos de borracha para borneas e senhoras.
Sapat* abotinados, de differentes modelos, mu-
:o bous e fortes para meninos e meninas.
Sapat>s de tapete, avalindados, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portogueiee, para homens,
eahoras e meninas.
Perfumaras.
jtraetos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de CoJccoe em garrafas de crysUl para
preeepm, agua divina, agua florida, dentfrica la
ande, agua de toilet, Untara para barba e cabel-
lo!, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
eabonetee, todo isto de primeira qualidade, dos
ibncartee Coudray, Piver e Labio.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancasJouvin.
Espetos grandes doarados para salas, quarlos
i fabinetes.
Loquee para senhoras e meninas.
Jolas de onro, brincos, transelins, palseiras,
' <*ot5es de punbos, de abertura, correntes e chaves
Je relogio, tudo de onro bom de lei.
Brincos de plaqu imitaco de ouro.
Correntes para relogio.
Abe toaduras para colleles e para punhos.
Alburas de velludo e marroquim para retratos.
Mammadeiras de /idro para enancas.
Caizinhas de costura, novos modelos com am-
pio a
nca, proprias para presentes,
dourados pa
Toncas e sapatinhos de lia para criancas.
Qadrinhos doarados para retratos.
Capeilas para noivas e para pastoras de pre-
<*pios
f!i^inh< com vidros de augmeito para ver-
te em ponto grande a photographia dos retratos.
Pea de vidro para pianos.
Thescurinhas para eos ara e anhas.
Bolcinhas de seda e de velado.
Cestabas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Caaos d'arame pratiado para frats e
esa.
Ricos arligos de phantasia necessarlos para toi-
lhetes e proprios de presentes.
Jarros e bouque de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mui delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras doaradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadore< de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caizinha de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para eigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana eom castoes de marfim.
Bitas de baleia, junco e de muitas qualidades.
Peutes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para dente?.
Lunetas on penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Gordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelo e precos.
Objectos novos de magias o melhor possive),
para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com marteflo para viagem.
Ditos de mu i tos modelos, de Janeo e de hlelas.
. Lavas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camarca amareUas. -
Mchicas para fazer caf.
Globos de papel de cores para Iluminares' de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar facilmeute.
Jogos de domio, da gloria, risporas, rodetes,
bagatela e oulros jogos allemaes.
Esterscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordions de todos os tamanhos
e novos modelos com tremlos.
Realejos pequeoos com aovas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mai pitoreseas.
Brinquedos
O maior sartimeoto que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretemento das maneas.
Na rna da Imperatriz n. 72 loja da Arara
Slt\0 DE CABELLEIREIRO
Rua Frimeiro de Mar n. 7 Al andar.
Neste bem montado estabelecimento, os amadores da moda encontrado o o.ut
ha de mais moderno e delicado para penteados, como sejam: bonitos e excelentes
cokea, trancas, cache-pnes, assim como faz-se lodo e qualqaer Irabalho de cabelu
que se encommendar.
Acha-se tambem o acreditado Tnico Delsoc que se recommenda pela sua ex
cellente composicSo. O dono deste estabelecimento, d'ora em diante, pode ser pro
corado a qualqaer hora do dia para os misteres de soa profissSo.
0T6S (le ieiTO 9 differentes tamanhos.
JrrenSaS e ferro para copiar cartas.
v/QapaS de ferro gavalnisadas para telheiros.
aCnOS (je ferr0 para acucar.
iXiaUOS americanos para varzea e ladeir.
LaCnmaS vapor e de cortar fumo.
vamnnOS . VenezianasparajaDeiias.
aianCaS decimaes e outras.
Fogoes de ferro.
ilillXOire 8aitre> etc. etcl
stes arligos acbam-se a ven 'a
casa dos importadores
Shaw, Hawkes A C,
p.ua da Cnuz n. i.
CONTINUA
A (RtMIE UQUIDAriO
FAZENDAS
A* &OOO covados
DE
Alpacas Lavradas.

(mde*apik<
Vende-se groideoapotea preto jara ves-
ido de senhoras e meninas a 20,21500,
34800 e 34 o covado.
Casenira preta i 3M0 carie
Vende-ge cortts d casemira preta para
calcas de homens a 380O, 44, 54, W e
74000. ______
ATTEN(?AO
Precisa-se fallar com os segnintes se-
nhores: a negocio que lhe diz respeito, e
de seos mtereaes, na rua da Imperatru
n. 72. ^r
Jos Germano Mangabeira Jnior.
Jos da Costa GalvSo.
Jo5o Antonio dos Santos e Silva.
Manoel Cardoso Yieira de Mello.
Francisco Bnto de Mello.
Dr. Ventura de Maroim.
Joaquim Alves da Fonceca.
Francisco Maaoel Arrea.
Feliciano' da Cunba Cavalcante de Albu-
querque.
Dr. Cornelio Teizeira Franca.
Leonardo .Jos dos Santos.
Francisco Basilio Chavier de Mello.
Chita pretas
Vende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o covado.
Chitas trncelas escaras
Ven e-se chitas francezas escoras para
vestidos, a 240, 280 e 320 o covalo, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Chitas para caberlas
Vende-se chitas encarnadas para c< ber-
tas a 320, ditas de cores, largas a 360 e
400 rs. o covado.
Fusta para vestidos
Vende-se fastio para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
Briltaaetina branca
Vende-se brilbamina branca para vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Perelaras finas pira vestidas
Vende-se percalas Anas para vestidos de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cassas franceas
Vecde-te cassas francezas de cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o covado.
rg-ndis de cores
Vende-se organdis de cores para vesti-
do de seoboras a 440 e 500 ri. o colado,
Lasinras para vestid*
Vende-fe I3asinhai para vestidos a 400
e 5t0rs,o covado.
Algedo de lista
Vnde-se algodo de lista proprio para
roopa c"e cscravos, por ser;orte a 160 rs. o
covado.
Alpacas de cares
Vende-se alpaet de cores para vestidos,
a 500 e 640 rs. o covado.
(Unjas para'talcas
Vende-se gangas escoras para calcas de
boaens e roupa para metinos a 240 o co-
vado.
Brim de cres can listas
Vende-se brim de cores com lista s dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
loja da Arara, roa da hnperatm n. 72.
Gravatis pretas de seda
Vende-se gravataa pretas de seda, largas
e estreitas a 500 rs.
Lene branco
Vende-se lencos a 24 a dazia, ditos cbi-
nezes a 34600, para liqoidar.
Chales de merino
Vende-se chales de merino estampados,
a 24 e 24500; vara liquidar.
Cebertas de chitas
Vende-se cobertas de chita fioa a 24500,
ditas encarnadas a 34500, ditas forradas a
54, cobertores de algodlo com pello a
14400, na liquidadlo.
Corte de ianf a
Vende-se cortes de ganga para alcas de
homem a 800, ditos de brim de lista, a
14500.
Brim lis
Vende-se brim liso para calcas de traba-
lho a 500 rs. o metro.
Brim pard trancad
Vende-se brim pardo trancado a 700,
800, 900 e 14 o metro.
Bramante a 14860 metro
Vende-se bramante para lences e toa-
Ibas por ser rauito largo, a 14800 e 24800
o.metro,
Aljedio enfesUo
Vende-se algodlo enfestadofja 900 rs. o
metro.
Pee de algodlo
Veode-se pecas de algodlo com 20 jar-
das a 34800, 54, 64, 64600 e 74.
Pecas de madapelio
Vende-se pecas de madapolo com 24
jardas a 54, 54500, 64, 64500, 74, 84.
84500 e 104.
Cllarinhs de papel
Vende-se om resto de collarinhos de pa-
pel a 200 rs. a duzia.
Grande liqiidacl de reapa frita
Vendem-se palitos de casemiras de cores,
sobrecasacos a 94, ditos fraq es a 84, di-
tos saceos a 64, ditos pretos, panto bom,
a 84 e 104, ditos de alpaca de cor a 34,
ditos pretos a 34500 e 44. ditos de meia
casemiraa 24, ditcs de brim de cores a
14500 e 24; ditos brancos a ?4.
VIDROS
DE"
A Esperance, roa Duque de Caxias n. 77 A
(antiga do Queimade) ncau de recebar oro com-
pleto sortimento de viJros de e?pelhos para todos
os tamanhos, de 7 a 10 pollenadas. Na mesma
loja tambem se v n le diamantea para cortar vi-
dros, lado por barato preco : na rua Duque de
Caxias n. 77 A.
i 5
Vende-se sicco con farioha de maodioca, me
diodo 18 cuias, pi lo baraii?imo preco de 5 J cada
saceo; na rna do Marque* de Olloda n. 40, es-
criptorio.
R EXTRAORDINARIO.
Algodo azul de 580 rs. o covado a
220 rs., so se vende peca inteira, cada
ama eom 56 eovados : na roa Duque de
Caxias d. 43, antiga do Qaeimado n. i.
s
FIO
Para saceos e foguetelros.
SACCOS
PARA ASSUCAR
CERV^JA DE MABC\
z
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras Irazem os nmeros "estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C. t
46 Rua do Gvmmercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca um blthe
te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
\Um
CA RitOfAS -
de ferro e machinas de colares.
Vendem-se cinco carrrea de rodas e eixos de
ferra e ama grande machina de collares, a qual
d astilla dnas pipas de agurdente por dia : rua
do ihrqnei d> Hervir. II, *as< s H) da ma-
nla, e das 3 hars da tarde em lan'e.
Coito de bezerro
Moiw novo b ltimamente chegado vende-c
en.casa de S. P. Junston di C. : rna da Senzala
Nova n. 40.___________________________
CEMENTO.
O verdadeiro portlaod. So se vende na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Ji'5o Martina de Barros.
Lija de Gaspar A. V Guimares.
L3as com mezclas de seda, fazenda superior e
mais larga que chita franceza a 500 rs. o covado.
Dita com listas a 360 rs. o covado, chitas min-
dinhas a 200 rs. o covado.
Dita superior a 240 res o covado. dita 160 rs.
Dita malisada a 200 rs. o covado.
iu escoceza de cores fxas a 210 rs.
Cambraias di cores (xas a 280 rs.
Ditas brancas a 4*. 4J30O,' 4*800, 5*000 e
5^500 a pee.*,
Madapolao bom a 4*900 a peca-
Dito a 5*, 5*800 e 6* rs. a peca.
Hua do uqne de Caxias D. 43, antiga rna do
Que imano n. i____________._____________
Plvora barata para acabar
Vende-se plvora fina para caca, em lata de
libras, meias e qoartas, assim como a granel em
barr para caga e festejo : para ver a mostra e
tratar na rua da Crnz n. 26, (armazem) com An-
tonio Cetario Moreira Dia?._________________
~ Vende-se dous carros e um boi grande e
firdo. por preco commodo: tratar na roa das
rincheiras n. 50, loja.
BATATAS
a 60 ris a Hora, 140 o kilo e 1*600 a arroba.
Polvo secco e bacalho grande de caixa : veo-
detn. Poc,as & C, rua esireila do Rosario a. 9,
junto a igreja._________________________
Portas americanas
Vende-?e portas americanas mu lo bem feilas
e lao baratas que mandando-so fizer aqui ano
em mais s madeira : no atmazem da bia
amarell, ao oitao da secretaria de polica.
LOJA DA CONISTA
Sua do Cabug n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & 0.
Os proprietarios deste novo estabelecimento jolgajn de sen dever faier apresen
tac3o de seu titulo, para obterem do respeitavel publieo, :om especilidade de seus
fregaezes, o acolhimento de que todos necessitam em sea tirocinio commeroial.
A Conquista, nlo garante nem pode dar^aaaiidaa a seus freguezes, mas tendo
por divisa coaqoiaUr a todos, para que n|o~fOipfni em. outras casas, affirma-lbes
que sero tratados com agrado, lealdade e muita moderacao nos precos.
A Conquista acbando ser enfadonbo para os leitores o mencionar o seu grande
sortimento de fazendas finas, apenas descreve somente as fazendas pretas e objectos
proprios para a quaresma, como sejam :
Grosdenaple preto de diversas qoalidades. .
Gorgur3o preto para vestidos.
Casaqoinbos pretcs de seda.
Ditos ditos de gorgurSo com cinto.
Mannhas brasileiras para cabega.
Chapelinas e chapeos para seoboras, o qoe ba de melhor.
Luvas de pellica brancas, pretas e de cores.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualqaer objecto
amostra, para qualqaer casa que para isto Ibes mande
nomeio da morada.
DE
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia $ C, rua Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do Queima^o.
A 19^000
A DUZIA
da pares de sspaios de tranca do Porto, numeres
sonidos : vende-se na prac^a da Independencia
na mero 22.
nicamente o nome da rna e
Fita especial
para os que fizeram a campanha do Paraguay. A
aguia branca roa Duque de Caxias n. 32 rece'
ben dse fita.
Vende-se
Superior vinbo de nva pura especialissimo, pas
to, em 5. e 10. de pipa.
Dito do Porto rauito (loo em 20.* de pipa, pro
prio para mimo.
Dito dito D. Luiz I em caixas de 12 garrafas.
As qoalidades superiores destes vinhos dao a l-
ber dade ao poesuidor de garantir aos comprado
res a pnreza de sna preparacao : a tratar na rua
do vicario n. 14, primeiro andar, escriptorio de
Jas Lopes Davin. _________^^^^^^_
Ferro
Vende se telba de ferro galvanisado de 6,8, 11,
li e 17 palmos, mais barato do que em outra
nalquer parte vista da qualidade : na rua 1'
_e Marco n. 6. _
M-MWMRM-KMMHI
CONT1NUAQXO DA GRANDE LI-
QUIDACQ DE FAZENDAS LIM-
l AS, A' RUA DO DUQUE DE
CAXIAS N 9.
Chitas finas, claras e escoras a 160,
200, 240 o 2F0 r?. o covado ; cambraias
de core? a 200 e 280 rs.'o cova*do ; alpa-
cas de cores eom flores o de listras a 400
e 500 rs o covado ; algodo branco
4*000, 4*500 e 5* a peta; madapolao a
4*000,4*500 c 5* ; dito largo a 5*500
e 6* ; algodo de listras proprio para
roopa de escravns a 160 rs. o covado ;
brim pardo trancado e esetiro a 5f 0 rs.
a vara ; chale de merino lisos a 2* ; di-
tos estampados a 2 300 ; chitas para co-
berta a 210 rs. o covado; can braia bran-
i ca a 2*500 e 3* ao corte; di:a victoria
fina a 4*500, 5* e 5*300; toahas felpa-
das a 80C0 a duzia: lencos braceos a
1*600, 2*', 2*300 e 3* ; ditos grandes a
3*500 e 4* ; ditos do seda pequeos a
| 500 rs. cada un; ditos de oho fi.no a
! 5,3500 e 6* a duzia; cambraia para forro
I a I800 a peen.
!
ft
i
Vende-se orna taberna sita na eidade de
Olinda, propria para principiante, bem afreguesa-
da, e sendo o aluguel da casa moilo mdico.
Para ver na mesma cidide na rua, do Amparo n.
60, e para tratar no Recife, na rua da Cruz com
os Srs. Braga Gomes 4 &___________________
l.T

Alpacas de cores lavradas fioas pelo di-
mitalo preco de 560 e 00 rs. o covado.
S i vista.
Cambraia de tres rauito fina a 240 rs,
o covado.
Chales de merino lisos pelo barato pre-
-;o de diOOO cada um. E' de graca!
Cambraias transparentes com um pe-
queo defeito a 1<>00 a peca.
Ditas sem defeito a U, 2*300, :i;> e
a^iOO.
Ditas Upadas a U e 3^500 a pe<;a.
Dita tapada nuilo fioa a 35 a peca.
Madapolao fino a i-J, 45300, 45SOO e
35000 a peca.
Dito dito largo a 65 a peca.
Dito fraoeez muito tino a 95500 a peca.
\\a,Alo bom a 45003 a peca.
JJito largo >-orn quatro palmos a 45800
a jMfa.
teneos de cambraia de oho rtnos a
5*100 a duzia.
tiaiimiras d-3 cores muito finas.
JW ranen e de cf, camisas para ho-
BM,' td por menos que em ootr3 qnal-
q parte. "
Chitas de cores a 160 rs. o c vado.
Ditas finas a 200 e 240 rs. o covado,
lindos padroes.
Ditas riscadinho? a 160 rs. o covado.
Ditas escuras a 200 rs. o covado, cores
fixas.
Brim pardo 'trancado a 300 rs. a vara.
Dito de cores trancado pelo barato pre
CO de 400 rs. o covado.
Alpacas lavradas a 440 rs. o covado
Casimira escura c ni duas larguras a 25
o covado.
Chitas Ooas para coberla a 240 rs. o co-
vado.
Lencos com barra do cor a 15400 rs. a
dazia.
L5as com listas de seda a 300 rs. o co-
vado.
Cambaias Victorias muito baratas.
Lencos brancos de todas as qoalidades.
Chapeos de sol de seda a 85 e 95000.
Riupa feita para heraem da todas as qoa-
lidades.
Assjrn como muitas otitras fazeriwl peo-
PARA LIQUIDAR
MACHADOS MEHXCJJffQS
15000 CADA UM
J com cabos de faia, sendo os macoados de ac muito.bom, proprios para earpinas
ou engenhos i vende-se rua Nova n. l\.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos depaliioha: rua Nova, armazem n. 41.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra : rua Nova, armazem
n. 11.
Taxas americanas
cabeca redonda de 3/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, on outro qualquer
mister, com toque de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, ou 85 a cana com too
macos: rua Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES ;,
com duas rodas, proprios para homem, a 205 cada um. E de graca, mandando-09 vi*
custam 1505 cada um: vende-se rua Nova, armazem n. .11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo de madeira, proprios para prender a roupa que se
240 rs. a duzia ou 65 a caixa com 33 duzias. E' dar, r
PARA EWC3EWHO k
um recebedor e conductor de b.ag'CO da moenda, levando por slo b
que se qBizer, economisando o irabalho de duas pessoas. D
nesta provincia : venderse muito barato, rua Nova n: 11.
5
S
Fil preto ,de seda
Bordado e com salpico receben se na
leja da America, rua do Cabug n. 10.
Vestidos.
De cambraia fina bordados a capricho :
vede-se por mdico preco : na loja da
America, rua do Cabug, n. 10.
Para senhoras
Caroizinhas de cambraia transparente
primorosa mente bordadas : recoberara se
na lija da America, rna do Cabug n. 10
i
Rua-Nov i>.22
u
Para es-te estabelecimento acaba de chegar um
riqusimo soitimento de objecto?, todos novos, os
quaes >ao das sepuintes qualidades :
Machinjf para fazer caf, em cinco minutos, as
quaas fairm o caf com todo o aroma, e com me-
nos quantidade do que se costuma a u.ar, por se-
ren de om sysiema inti irametile modtrno.
Estas pegas importantsimas poden tambem se-
vir para cima de mea, srndo os sens precos de
cinco t cem.mil reis.
As explicares para faier-?s n caf veem empor-
toguez e inglez. .
T?n bem ha para vender neste estabelecimento
requissimas esteiras brancas e de core?, para fer-
rar salas, por precos muito baratos. Bem cemo
muito boas vassouras pira lavar casas ladrilhada
e assoalhada, a qnaes sao de qualidade inteira-
menle nova neste mercad-*. ^^^_____
bota a seccar em cordas, a
nao vender: roa Nova
RODRIGUES & IRMAO#
Rua do Mrquez de Olinda n. 6
Vende se um excellente cofre de ferro, pro-
va de fogo, por preco muito commodo._______
Oarroc s
Na rna do Livramento n. 38 se dir qnem loro
dnas carree das que trabalhao '.na alfandega as
qnaea se vendenumui'.o barata?.
Semen tes.
E'
na distancia
talvez o onico que existe
Seraentes novas de hortaliga
quez de Olinda n. 50.
na rua do Mar-
AttexiQo
AOS 2,000 PALITOTS
POR
Vende-se urna jardmeira de Jacaranda com lam-
po de pedra, qnai nova, por mnito pooco dinhei-
to : pessoa qne qnizer dirjase a Olinda na rna
do Amparo n. 29. casa terrea._________
FOllUAS DE FBRRO *"
para porgar assucar. -, -.
MACHINAS EGYfCtAS
pira docarocar algodlo, a precoa reduzidos: w
Recife. armazem do Sr. Barroca. .
GRAIUE
UQUIDACO
De 1,800 cortes de casimira
Cortes de casimira de cor fazenda superior lisos
e de quadros a 4*000 e 5*000 o corte, casimira
preta superior pelo baratsimo preco de 1*500 o
covado, cambraia orgaDdys raiudinhas padrees
modernos a 280 rs. o co-vado, lencos de cassa c. m
barras de cor pequeos a 120 rs. cada um, alpa-
cas pretas com flores brancas superior qualida-
de a 500 r?. o covado, cambraias de cores a
240 rs. o covado, chitas a 160 a 208 rs. o cova-
do, chitas chinezas a 240 rs. o covado, cambraia
Victoria fina a i*(00 a peca, madapolao a o*00O
a peca, algodo a 3*000 a peca ; na rua do ues-
po*n. 20, leja do Goilhcrme.________________:
Pedra8 grandes para mohnos,
A' venda no armaxem de Joaquim Lopes Macha-
do St C, travessa do Corpo Santo n. 25.________
"' Mrquez (le Olinda D. 50 vende-?e
NA
PREQOS BARATISSIMOS
LOJATLOR DA BOA-VISTA
r -
prias pata aennora e mentos, qoe sorta
enfadonLo mencionar.
Convidamos a todna as ps^oa? comprar fazendas a dirigireni- {
iroaDoqoe de Caxias u. S2, para s'cWfift'ftactai dabiratesa fl qualMadc? das
fazeodas. 'juacin mencionan!
Palitots da .itttia caimira de 2(, Z4 a
Ditos de brim p:rdo de *4, 3(J a 4jJ.
Ditos de tlpaca branca e de cor de 3$ a #.
Ditos de alpaca preta de -$ a 6(.
Ditos de merino preto de USQO a 64-
Ditos sotijeeaacos de panno prtto de \i, 205 e iO&.
Cg cas de brim de 800 s., 1^600 a .
l'itas de m'ia cagimira de 34, k$ t 5(j.
Pilas d casimira superior de8,'\0 a 12(.
Rtta da Imperatriz48
TO|A_PADAR'A FRANCEZA:
n. SI,
i goia-
Doce. Doce. D ce.
A* rna de Marcilio Dia?, outr'ora Direita,
se acha um completo soitimento de doce de go
ba em caixSes e latas, o que ha de mais lino e
fabricado com toda a perfeicao.
Um completo sortimento de caixSes de I a 4 li-
bras para todos os precos proprios para satislat r
encommendas de lora da capital.
Tambem ha seropre doce de laranja, llmao, cj-
da .e baaras.
(jorm duvidar vcBha ver, que ir sstisfeito coi.
os precoe qualidale?. _________^______
PAIHC-ABA1
Na rua do Mrquez de Olinda n. 39 ve>
de-8e os Sfgaiates arligos makbualos que
em ouira qua'quo< paile.
Couro de bezerro.
Couro d*lastr,
Cooro de r tc".
I Arrelo
(obra il> gosfo )
Na rua di
urna prensa para copiar cartas
te mesa, por preco commodo.
com a competen-
pechincha sem igual.
y de cores muito linias,
Soperidres lias eacocetH -, ,m
?a do Crespn. 13, loja das c lumnas, de
Dio Correa de Vasconcelos.
Anto-
Vende-se um terreno (chaos proprios) na
noToacao di Casanga, caminho qoe vai para o
Ambol, enm frente para o rio, cooteodo USO pal-
mos de fundo e. 60 de fente : qnem o pretender
lirijs se a praca da Independencia n. 17.______
""T^eode fea quarta palie (! sobrado n. 12C
di rna Diieit* : quem qiver etnda-se e&nf
UerroeuffciUoEiUH-dodo R-g Monieiro.a rua do
' lraado n. 33.____________________
;:~^v -le le Uin lrreao cora 47 palmos de fren-
la o ko ',i": f"" o'o.M e*a de taipa qua^-
le e 400 d> fun..,, -^.^ tf, bti*,'etroata d
pr./nijia.sitan'Agna i, diriH?- B^s
urna taberna : quem \ r tena.. v tbart )
Vtvia, rua'do Vr'gr: que
qu'.mtraiar. __
VOiIe-se urna car f> um Sai *"
enm Jos Pere.il llaiti* I
l'e.j:
. Vi-ndcni
6: Filhe, rua
un
1

h
i;


fcJ
4& -<-- -- .,-....:uri~*.-qnfHUe&&!-i s4r ;
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 49.
Jj btgodiubo, com 1* ja de uiu;ezs,
avisa a tod-s ot os o fregoexes qas est
(errando telo pelo preco, a vista da fazeo-
da, para todos admirar, a saber:
Grosas (?e botSjs dejouca branca a
Capachos atto bonitos a 6(0e
Caixas com 100 envelepes fazenda
Boa a_5D0, 6\Oe
Pares desbatas da 13a para me-
ninos a
Epelhos de moldura doorada a
OOe
Pames pretos volteados para me-
ninas a
T-n eiros codo tinta preta a 80 e
Pecis de fita elist-iea ramio fina a
Luis eon?aperior haoha 60 100 e
Latas grandej core saperiorbanba a
Frascos com oleo de Piocome a
500 e
Frasees crtn maeass Peruia a
Gaixas com 12 sab oetes mulo
finos a
Frascos na agua de Colonia verda-
dein a
Ditos com oleo de ba >osa suderior a
Syllaiario p)rtugaez livro muo
hora para criancas a
Carrite'u de retroz preto com 2
oitavas a
fii ai touquinhas de fi para me-
ninos a
Caixaj cora agulhas francezas a 160
160
Pe; is de liras boniadas a 503, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Crtilli i$ da Doutrioa ChriatJa as
mais modernas a
Livro das missoas abreviadas a
Copos grandes com supe, ior banha
Macos da pailitas para dentes o
tiie-lbor qoe ha a
Picotes com 3 sabone'es inglezes
fronda fina a
Caixas c m pos para lim-ar dentes
f zenda fina a
Escovas maito finas para liapar os
demes a
120
700
800
320
15000
240
100
OO
2(0
320
8 0
24u
14000
14000
320
400
600
200
240
i
i'-' l
NOVTOAip^l/f.llliJjJ^JggSS-
AO
... >*JJ 9'
*T .*t
BAZAS 10 PATO
A RA DA IMEBATBIZ N. 60

DE
140C0
i 5300

400
1,5500
14500
160
600
200
FLIX PEREIRA DA SILVA frC.
Os pmprietarios deste importante estabelecimento qoerendodrjinoir o crande
deposito que team de fazodas. resolvern liqnida-las, fazendo por ooaeguinte orna
grade rejuccao nosprecos das mesmas, afim de poderem vende-las por precos, mais
Dantos do que se encontra em outra qualquer parte, por isso coovldam ao respaila
vei publico e a seos numerosos freguezes, virem sortir-se em sea eeUkelecimento,
ceos de que encentrarlo um variadissimosortimeuto de fazodas modernase domis
apralo gosto; alm e um grande sortimeiito das fazendas de primer necescidade,
tudo por preces muito cooimudos, visto terem os proprietarios adoptado o syttema de
so venderem a d-ohei o para poderem vender pelo costo. As pessoas que neoociam
em pequea escala poderlo fazer seos sertimentos nesta loja a armazem, pelos mesmos
El? f *a** rmpra P*8.?*8 D8'eza (importadoras), asim como para mais com-
modidade dasExmas., familias-se darao as amostras de todas as fazenda*, ou se Ibes
manaam lear polos caixeiros, em snas casas para escolberem.
feliz resultado ensatada pels mais habis e reeo-
nheeidos medico, e por etiet eenlrmado ser esli
injeceso i nica que raiiealmeiie lempo qualquer agnoirtia ob purgarlo anlfgan
meSeraa, E tambern ulil as leucorreas ou rieres brancas,
qner sepa amigas oe raodernis.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, ra Daque de Caxis
^____________nombro 87.
Em Cisede IHttODQao CHRISTIAN
SN, ra da Cru* o. 18 enooetram-se
effectivameote todas as qnalidades de vinbo
Bordeaux, Bourgogoe e do Rbeno.
A' AGUIA BRANCA
MA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Quemado n. 8.)
.
. :> '
240
A
ISPIAIJ,
Kempre a Nava Esperanca f!
AO RELIO SEXO.
Bsta loja bem cunhecida pela sua elegancia e
supcriondade q> seus objecus. acaba de receber
muiios arhgos para o que respeitosamenle convida
ao bello sexo a vizita-la,afimdecomprarein aquil-
o que precisarem para preparos de vestidos (Ol-
leta ou tocadores, e mesmo qualquer objecto para
ater alguru prezeole...f[,ci qUe sina Nova Espe-
ranca licarao sali.-feitos, j pola qoalidade e pre-
qos r.izoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se era nao se Impacientar em dar a es-
eolner os objectos, pre>iando-se com o agrado
e un .|ue cosiurca receber a lodos, afim de que
samara com o firme proposito de voitarera ou
mandaren) a mesma loja, logo que precisen) de
(ial uer artigo por p Ll'V'AS DE PELLICA.
Rocebeu as de Lisboa a Nova Esperanca para
n, ruans, senhora e meninos, sendo brancas e de
cores.
NOVIDADE.
Rico de quipure preto com branco, a Nova Es-
peranca e so quem tem 1
Caixas para joias.
A Nova Esperanca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de multas qualidades a Nova Espe-
Para extinguir panos ou sardas.
A ..ova Esperanca lem ieite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
v-ndo verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As memores, e do mais conhecido fabrcame,
auto franeei como inglez, eslao exposlas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe
ranea. r
Extracto?, banba. oleo, sabonetes, agpas de co-
lonia, de laranja, florida e rfb lavande, etc., etc.,
judo de superior qualidde : vende-se na Nova
tsperanea ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a ra Duque de Caxias n-
03, rocebeu um lido sortimento de laa para bor.
lar, vmdo as cflre3 mais procuradas, branca, pre-
u, escarate ate, etc. a ella antes que se acabe I
Favas.
Vende-'e a retalho a 160 o kilograramo
pajara da rus do Rangel n. 9.
na
Para substituir a grande falta de raadeiras do
Pz, a nica e competente para isso, o pinho de
r-aiaa, que n9 tendo branco, deve 6er preferido
ao louro, no3 forros de casas, e oulras obras que
requerem gosto e duraco (fallamos npxexpe-
nencia propria), e quem dnvidar que exHmen-
te; por issj temos venda um sorlfmeWTlesta
madeira do nossa encommenda, composlo de ta-
boas do difT.jrentes grossuras, larguras, ecempri-
menos para fazerera-se obras sera emendas ; ac-
cressendo de mte a vantagem no preco por que
so ven lo no armazem de raadeiras de pinho.de
Panto Jos Gomes & Climaco, caes 22 de Novem-
bro, oiiao da secretaria de polica n. 24.
Chocolate homeopaihico de Londres e do Ma-
lanbao, vende-se na ra estreita do Rosario n 13
drogara horaeopatbica.
SAL.
Vendo, Jos Das Soares (em Maco) superior
superior sal em pedra, o alqueire a 400 rs, para
barcaci. e 440 reis para navios, posto a bordo
cmbarcc-ndo-se nualqaer encommenda por maior
que seja com toda a presteza possivel. Pode tra-
tar se a travessa da Madre de Dens n. 1, 2 an-
dar, com Amonio Poreir.i de Miranda.
Vende-se um guarda roapa de mogno, obra
impwlaiite, comspelho de 45 polegadas de com-
prido e 23 de largura, em perf ito estado, e mui-
tes outros objectos de urna pessoa que se retirou
para Europa : podem ser vistos na rna das Crn-
zes n. 38, 1 andar, das 10 horas da manilla as 3
da Urde. Vndese barato.
A os cigarreircs.
Vende-se papel de seda em caixinhas, asaim co-
mo ano ele linbo era resmas, e por prego cammo-
do GoadSzr a fUa de M"iz Barros a '8' OQ,r'ora
CORTINADOS PARA CAMAS E JANEL-
LAS A 85, i0. KU, iU E 200000-
.No Bazar do Pav3o vende-se um grande
sortimesto dos melhores cortina-ios borda-
dos para camas e janellas que se veadem
de 8(J o par at 255, pecbincha na ra da
Imperatriz n 00 Bazar do PavSo.
Poupeoas de seia s o Pa.v3o.
Recebemos um dos mais ruantes sor-
timentos das mais modernas e lindas poupe-
linas de seda e linbo, com delicadissimos
padr5es, assentados na< ma^s midr'nas
cores, e vendem-se-por menc do qde' em
outra qoalqner parte, no Bazar do PavSo
ra da nperatrii n. 60.
Sedas de listinhas a 25 o covado.
Vendem-se bonitas sedas de listinhas com
lindas e modernas cores, pelo barab preco
de 25 o covado, no Bazar do Pavlo, ra
da Imperatriz n. 00, de Pe-eira da Silva & C.
Laazlnbas modernas com Hg-
t ras e mselas de seda a 40
rs. o corado.
Chegou para o Basar do PavSo um ele-
gante sortineuto das ma s mtdernas la-
zinhas com listras e mselas de seda, pro-
prias para vertidos, sendo frzenda de muita
phaotasia, e liqoidam-se pelo barato preco
de 640 rs. u covado, pechincha, na raa
da Imperatriz n. 60 loja e Pereia da Sil-
va & C.
MERINOS ESCOSSEZES A 800 RS. O CO-
VADO.
Vendem-seos mais modernos merinos es-
cossezes, proprios psra neaii&f e boroous,
sendo oeste artigo o melbor qne lem \indo
ao mercado,^ .'iqaidam-sa pelo baratissi-
mo preco de 800 rs. o covado.
POIL DE CHVRE A 500 RS. O COVADO.
Vende-se purissimo poil de cbevr com
as mais delicadas cores para vestidos, tfndo
escuras e alegres e send) mniti lustrosos
e hquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
manda para muito mais dioheiro, ist; no
Bazar do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60,
de Pereira da Silva A C.
LINDAS AGRACIANNAS A 560 RS. O CO
VADO.
Vende-se no Bazar do Pavao um bonito
somtenlo das mais lindas arasianoas para
vestidos, tendo listras de seda, as quaes se
vendem pelo bara'issima prego de 560 rs.
o covado, sen Jo fazenda que vale muito
mais dinhe ro, pecbincba na ra da Impe-
ratriz n. 60, do Pereira da SMva & C.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bazar do Pav3o vende-se um grande
sortimento de carcisas ioglezas e fraocezas
com peilos e pnnhos de linbo, sendo das
melhores e faios mais modernos que tem
vindo co mercado, por preco? mais baratos
do :joe em outra qualquer parte, por se ter
fetto urna grande compra ; oade o fregoez
encontrar para todos os presos, ditas com
peitos e punbos de algodio, trmbem em
grande quantidade e de varielade de pro-
cos. E' pechincha na ra da Imoeratriz
n. 60 ^
LASINHAS A DOS TOSTOES
So no Bazar do Pavao vendem-se bareges
oo I3asinbas transparentes, com delicadas
cores, pelo barato preco e 200 rs. o
covado, pechincha, roa da Imperatriz
n. 60, loja de F Pereira da Silva C.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
O PavSo vende bonitas chitas largas e de
cores Gxas (.elo barato preco de 200 rs
o covado. .
Laas garibaldinas, covado a 320 rs.
No Bazar do PavSo vende-se um elegante
sortimento de bonitas isas garibaldinas,
de todas as edres, pelo baratsimo preco
de 320 rs. o covado, na raa da Impera-
triz n. 60. r
Pinao preto do paTio covad a 25000 rs.
Vende-se panno preto fino pelo barato
preco de 2000 e 25500, o covado,
grande pjchiocha ra da Imperatriz n.
60, Bazar de F. Pereira da Silva A C.
Bramante do pavi ou crcgnelhs a 75 a pera
Vende-se urna grande porcSo de pecas
de bramante de linbo de urna s largura,
sendo fazenda propria para lencoes, toalnas,
cerou'as etc, tendo 20 jardas cada peca
pelo baratissimo preco de 75000 a peca,
grande pechincha; na roa 1a Imperatriz
Q. 60 Bazar de Pereira da Silva & C.
Esparlillios do pavas a 45000
Vene-se espartilhos modernos de todos
os tamanbos, pelo barato preco de 45000
cada um; na roa da Imperatriz n. 60 Bazar
de F. Pereira da Silva & C.
exorna1 dmlffiSm? ***
A,
Vend
bous anara
60, loj di
Uavalio.
Ssiis bordadas do PavSo a 85000
Vende-se ricas saias bordadas con 4
primos pelo barato preco de 85000, sendo
fazenda que sempre se vende _a 155000
e 165000, assira como panno propriof Chitas a
para saias* sendo com pregas e bordados, No Bazar do PavSo vende. nm, BMn^
vende-se HJ280,. 1*400 e 1#600 o metro, porcSo de chitas clLT^T SS!
sendo apenas preciso para cada saia 3 1/2
LASINHAS A BENOITON A 400 RS O
COVADO.
Chegoa para o Bazar do PavSo um gran-
de s Ttimento de liadissimas lSazinbas
Benoiton com as cores mais luidas e mo-
dernas, sendo de urna s cor tendo azul,
lyrio, violeta, perolla, roxo, cinzenio e ?e
muito boa qualidade, qne se vendem pelo
baraiissimo preco de um crozado o cova-
do, por baver grande porcao, se nSo seria
para muito mais dinheiro, isto na roa da
Imperatriz n 60, loja de Pereira da Silva
A C.
CRETONE FORTE PARA LENCES A 28
CADA METRO.
Chegou para o Bazar do PavSo orna
grande porcSo de verdadeira crtoBe forte
para leoces sendo muito encorpada e boa
fazenda com 10 palmos de largara sendo
preciso apenas para eaia lenco! um metro
e urna quaria ou um metro e meio, vistii
que a largura da fazenda da o comprimere
to do len?oI; grande pecbincha a 2#000 o
metro na ra da Imperatriz o. 60 loja de
Pereira da Silva A C.
OS BRAMANTES DO PAVO A 158 0 E
25500.
Vende-se superior bramante de algodSo
com 10 palmos de largura, proprio para
lancespelo barato preco de 15800 rs., di-
to de linho puro com a mesma largura a
5500, d to francez o mais superior que
tem vindo ao mareado a 45 e 5500*'rs. a
vara, isto na ra da Imperatriz n. 60, loja
de Pereira da Silva & C.
LUTO BARATO, CASSAS PRETAS
A 240 RS, -'
Vende-se no Bazar do PavSo a roa da
Imperatm n. 60, cassas pretas francezas
para luto por nSo estarem bem pretas-
assim como chitas toda preta, porm tams
bem com defeito na cor, mas muito forte,
a 120 rs. o covado; pecbincha de Pereira
da Silva & Corop. :
CASSAS FRANCEZAS COVADO A 800 R^
Vendem-se cassas de cor verdadeira-
mente francezas com delicados padres e
com desenbos miudos e graudos a 300 rs.
cada covado, ditas inglezas finas bonitas *
200 e 2i0 rs.; pecbincba do PavSo.
TARLATANAS LISTRAOAS PARA
PARTIDAS.
Chegou um elegante sortimento das mais
bonitas tarlalaoas com listras, tecdo de to-
das as cores, sendo de muita phaotasia e
muito proprias para vestidos de baile e
vendem-se no Bazar do PavSo a ra da
Imoeratriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLO ENFESTAD0
A 35000
Vendem-se pecas de madapolSo enfes-
ado, francez com H metros a 35000 rs. a
pe?a; pe:hincha no Bazar do PavSo a ra
da Imperatriz n. 60.
CAZAQUiNHOS E BASQUINAS DE SEDA
A185 205 E 255000.
Chegou para o Bazar do PavSo um gran-
qe 8ortiment ericas basquinas oo casa-
duinhos de seda pretos ricamente enfeita-
pos, sendo d(s modelos mais modernos que
tem vindo e veBdem-se a 185, 205 e 255
na ra da Imperatriz n. 60 loja de Pe-
reira da Silva & C.
RICOS CHALES PRETOS COM FRANJAS
LARGAS.
Chegou para o Bazar do-PavSo oin gran-
be sortimento dos melhores chales pretos
dordados a seda, com franjas maito largas
de retroz, e vendem-se mnito em conta, na
roa da Imperatriz n. 60. Bazar do PavSo.
Poupelinas do JapSo a 500 rs. o covado.
No Bazar do ?avJo vendem-ae delicadas
poupelinas do JapSo, para vestidos, sen-
do padres inglezes, pelo barato praco
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
de urna s cor e muito lustrosas a 500 rs.
das a hiO, bonitas lSasiohas a Benoiton,
com delicadas cores a 440 rs., diia3 poil de
chvr a 560r s. ditas com listras de seda a
640 rs. todas estas ISas sSo de grande van-
tagem em pregos e liqoidam-se ra da
Imperatriz n. 60.'
LAZINHAS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A. 800 RS,
Vende-se um elegante^ sortimento de 13a-
ziohas amazonas muito lindase m as mais
delicadas palmas de seda, tendo largara
de chita franceza, e com as cores mais
novas qne tem vindo ao mercado, e liqoi-
dam-se pelo barato preco de 800 rs, o co-
vado, no Bazar do PavSo a ra da Impera-
triz n. 60 de Pereira da Silva A Cr
CHITAS BARATAS
Chitas a 200 rs.
Chitas a 240 rs.
*


nico Jegalmente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
CN1C0 DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEC A C.
__34Ra larga do Rosario34.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De Bra Barral
Ph a r maeeniieo-C b 1 ui 1 c o
A utiiidadB des purgantes nao soffre demons-
ra;ao alguna ; a prescrip$Io diaria que delles
azem os mdicos e_o uso ainda mais frequente
feto pelo publico sao provas irrefragaveis unto
como a quamidade innumeravel deste genero So
falta ap_erTeieoar ca*a ve mais o modo de adrai-
mstracan, de rnaneira qQe conservando a sua ac-
cao, elles possara ser tomados sem repugnancia
nem asco e sobretudo sem receio neni perieo.
Muitos purgantes afamados s devem este bom
xito ao seu effeit intenso e- excessivo. D'ahi o-
perigo, porque irriUcoes de estomago, inOamma-
coes de entranhas sao inevitavelmente o resolta-
do do seu eraprego. Nada disso tero-se de recear
com o cafe purgativo.
Tedos conhecem por experiencia o aroma sua-
ve e o ellwto ligeiramente tnico e excitante d
cafe, fclle melhor auxiliar dos purgantes dos
quaes hsfarfa o cheiro o sabor e aiuda a accao
sajlicitaado vagarosamente os rnovimettos peris-
taJiicos de intestino, e pre*eniu> o seu effeito
muito intense sobre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacuacoes com promptido
e sem clicas, e torua-se um purgante brando,
certo, fcil a tomar e preferivel a todos os outros
salvo urna mdicacao especial da anal o medico
o WHCO jpjx,
A innocuidad do caf purgativo permitte de
emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestiuo e activando a secre-
go deste, destre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatuosidades e excita o appetite. Em-
jegaao mate a miudo, conveniente para eva-
ar eom vagar a bilis e os bao, es viscosos
manwM deaapparecer a eoxaqueca,
s dt
. eoispostas.
MODO DE EMPREGV
E tao simples como faeil. O cat purgativo
deve ser temado fri, pare ou misturado com um
pouco de Ieite fro assucarado, ou agua assuca-
rada O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto; duas colhsres de cat bastara para
as senhoras e para toda e qualquer pessoa que se
pur fcilmente.
v^r2 fn"-311.5*9 e ? 10 anuos, a metade do
2 *Jsnfflc,ente.: de 5 a 8 anuos, urna colher
de eaf, e a quarto parte do vidro sement abai-
xo desta idade contra a gosma,
W por isso d'uma administraco muito mais
raen do que es biscoutos, chocolates ou bolos
purgativos.
Da-se immediaumente depois Ieite quente as-
sucarado ou caldo leve, e duas ou tres chavenas
de cha preto ou de tilia.
nico- deposito na pharmacia e- drogara de
Bartholomen A C. : rna larga do Rosario n. 34.
Chocolate de sae, de Hinier
^ Pelo seu agradavel goslo e suave aroma que
esta clas3iflcado como a primeira qualidade i
chocolate, e com justa raiao o procuram como o
me.hor de todas as marcas de chocolate coaheci-
aas. o bem conhecido nome de Menier nos dis-
pensa de sermos man estensos.
_ DEPOSITO
esa pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numere 57.
LENCOS RUANCOS PARA ALGIB EIRA
A Aguia Branca na ra Duque de Ca-
xias a. 50, est vendendo baratamente len-
os brancos e de tamaabo regular para al-
gibeira. Os differentes preros do U,
m00, 2^800, 3^200 e 40000 a duzia.
s8o os que de mais barato se pode encon-
trar em to boa fazenda. Tambem ba an-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais fina a 4d a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
;de labyrintho com bonitos desenhos, e per-
feita imitac5o do tactdo no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pecas de latirs, e proprios para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 15 de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfees de bandejas, ba-
15es, elo., etc.
TORCAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas a retroz em carriteis.
Panoramas ou stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 54 vitas, bellas e sgra-
daveis, dio um perfeit iniretenimento para reu-
moes de familias.
Objectos para luto.
Bonitos e modernos aderecos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bfalo, e crystal, lapidados, e
com pingentes.
Correles pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
pescoco.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Polseiras pretas.
vi
BARRETES EM PWTQ D
maia para recem-nascidos.
UVR1NHOSCOM DESENHOS
para crochet, marca ete.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em poolo maior para os mesmos fias.
NOVAS TRANQAS DE PALHA
pira enfeitos de vestidos de lia.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agoia Branca tem recebido finas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis chfiiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander ele. ate. aista
como finas escovas inglezas, e opiata para
denles. Tambem receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est veadeade
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticos a
W, ditas com 3 ditos transparentes a 14
14500 e 24000.
Sabonetes areentos a 500 rsu, ditos
alcatrSo a 80o 14000 rs. cada om.
Pasta de amendoa para lavar a amaciar
as mos e rosto a 14 o frasco. '
E assim muitos outros objectos de par-
fumaria.
Alfinetes pretos com pingentes e seo
elles.
Guarnieses de botos pretos para ponhoa,
abertura e collarinhos.
Peonas de aro Lico de krqi
Caixas com urna grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Chegou nova remessa de papel mata
mosca e contiona a ser vendido na loja da
Aguia Branca.
T '
as dores de cabeca e prev os ataques de singue'
as pessoas que a estes sao predispostas.
americano
Usado as gotas este elixir em um copo com agua
um exceliente conservador das gengivas e lim-
penda bocea, boohechando todas as manhaa? E'
tarobem um poderoso e verdadeiro calmante naj
dores de dentes.
_ DEPOSITO -
>a pharmacia americana, ra Duque de Caxias
numero 57.
AROPE
PMTlV
3DRGIBERf
MEMBRO DA ACADEMIAdeMEDIGINA
Preparado por deslauriers ph
SocQ* de BOUTIGNY-DUHAMEL
3i Ra de Clpv Paris
L
.?r^krSpeepurativo iodu rado do Dou-
if ua offrece. no seu emprego,
resultado bem
^
I
^
certo e
um
constante na cura
Chitas a 200 rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 230 rs.
a 240 r3.
*!! de fd'a com
r :ii ira n.
me.tros, pechinsba; na ra da Imperatriz,
n. 00. de F. Pereira da Silva C~
Cortes de ebifa a 24000
Vende-se cortes de chitas francezas tendo
10 covados cada am, pelo baratissimo pre-
co de 24000; te Bazar do PavSo, ra da
Imperatriz n- 60 de ^F. Pereira da Silva &
claras e escuras, miodas
e grauias e de mnito bom gosto, pelo ba-
rato preco de dous tnstes e doze viotens
n. 60 de F. Pereira da Silva 4 C.
Chales de renda a
O Pavo vende gran
preta sem defeito algu
tas a 24500 rs., a de tres pontas a 15600
rs. 6 pechicha, no Bazar do PavJo.
d&stmwgetu, escrfulas, molestiasdapelle,
wto do sangve, obstrucede* lymphalical
molestias contagiosas (syphiltticasl, leves
tu tnvettfda,, ede todo accidentes que
a ellas dependem.
A receita deste Xarope foi approvda
pela Academia imperial de Medicina de
Deposito as principaes pharmacias do
em Pemambuco: Mabebc Cu; Joaodim
Martinho da Cruz Corbia ; JoSo da Coir-
ceicao .Bravo e C; Auousto Caors :
Bartdolomeo e C; Alexandbe Ribeiro
Abre Ribeiro ; Joao da S- Fabu e Irmao.
Farinha de mandioca superior.
De Santa Catharina e da Bahia, tem para
vender Joaquim Jos Goncalves BeltrSo no
trapiche do Gurra e do Moreira, e para
tratar no seu escriptorio a ra do Commer
ci n. 17; assim como tem barricas com
farinha superior" da Moribeca, propria
para casas particulares.
do i!^$^4Zxpe,asegUdavezasverdadeiw^
Depois de alguna anuos, emqae as falsificares de Hamburgo e mesmo deNew-
Yorktiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem erecido concailo
l HlSoo nnS ialCaDfad0 P0r 8eD8 """""osos effeitos conseguirnTrodff
se, 11 ludiodo o publico incauto, com urna reduccSo de preco, nuliificando o verdarK
doe9fcnmStaJa8dinT1aVe8/reparac5e8' ""m verdadeiras; porm d2sacredRaT
do-as com seos nullos effeitos lembrQu-se o autor de fazer a declaracao ataixT?a
dar diplomas aos que venderem os seus legtimos preparados. uecia"5ao aDa,Mt a
nwT 2V2a? re8PeitVeI PQbliC0 de ('ae as "erdadeiras preparacSes do Dr IU-
annuncio ^ DS d9p08l0S acima deC,arados e trazem um rolul g5 o
Nos abaixo signados, declaramos e certificamos, que os Srs. Ravmundo'carln i^i.
te IrmSo.da cidadedo Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sToVnnssos arate
gentes pela venda de nossos remedios, tanto nodito imperio como no reinode TS
gal. Noticiamos ao publico, qu" no se podem obter os remedios do Dr Zdwat 4C
taS^ t T* d8S r8-'a,8 qQe Pde? Pf0dQzir a PreseDt8 certificacao e altes-
mtStffl Produzem, subscripta e assignada do Dr. Radwat & C. e dos Srs. Rar-
St?7,0 ^4 Irmao como aop. Todos e cada um dos remedios do Br. R
UVa ao lcomPanba'108 de cdulas smeltantes as que parcem ao p data cr-
.an-pE,t?M"8e bem a M"Mt1ra da firn di. Dr. Radwat dr C. ao p da presante
serlificacao e compare-se com o facsmile as ce dulas com todos os frascos a eaixJa
Radwai 4 C,


'""
~Wart# Pernamkaco /Sabfeaa tt^^Abril' #r&ii
...
\
V
r
ii
i-

7
ifHti L vi?* ^ ?** "W**. de ontros
*rto JSa:aieful*r1?9 **ui g! ibais mdicos qne em ou-
| de etako aktioJadadas.
Hj^.^wjwj'ar carca.
gSiRAR fl ludia para cama e forrar sala*.
^aW de barro (ranear, para esgoto.
wwwprior em porpes e a miento.
nm> de todas u qualidades.
***(rUS de (kscarooar algodao.
*>AS e brinioes da Russia.
^KALOS americano para forro de carros.
Jwf S.ainertaaos muito boas e economice*.
Tinao de Bordean!.
COgNAC superior de Gautier Freres.
7 em **ccos grandes a 3J300.
AGUA florida legitima.
MUSEO
li I O* E8TREJTI DO ROSAItfO N. |
. AO BOM TOML
ahoras-earte^ m,0,e2M periore*, *r* ^oe acoda parahomeoe e
draRSi? wn/l""entode Perfumaras dos mais affamadoe fabricaoteYde Paris e Londreas cerno aeam Piver I Jh r
aray, Regand, Pmaud, Chonwaoi, Monpelag, ocele hygieniqoa. Go?nel, Rrmmil e Piesse LoBm, e? J? D~
O Baiar da Moda recebeu novo sortimen-
o da fezendas do ultimo gosto para vest-
aos, assim como chapeosiohos, casacos,
noraus, coques, camisinhas, etc. etc.
Continua sempre o grande e afamado sor-
mento de misdezas e perfumaras verda-
fleiras, que todo se vende por baratissimos
3re?os.
Dam-se amostras e raanda-se em casa das
unas, familias o que desejarem, ra do
Jarao da Victoria, outr'ora Nova.
Os acredita-
dos cylindros
para padaria;
venda no arma-
zea da travessa
do Corpo Santo
n. 25.
Camisas e corontas
0 museo elegante vende camisas finas
agiotas de 60* por 84,5 a duzia, ditas bor-
dadas i 524 e muito finas a 120* a duzia
ceroolas de linbo muito finas de 454 a du'
zia 364, pannos de crochet para sof e ca-
deiras. frzenda que sempre se venden or
104, vende-se a 64 o terno.
Mantinhas olindenses
O museo elegante recebeu ricas manti-
nhas de seda (coosa nova) para senboras e
meninas, as quaes est vendando pelo ba-
raoho preco de 10500, estam-se acabando,
Dellos aderecos de tartaruga e de madrepe-
to de iwbadmhos e ntreme/os Upados e
transparentes,,* de ricose modernos esoar-
tibos de 44 a \U cada uta.
Musen Elegante
recebe por todos os vapore? luvas de pelli-
ca dapiimeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm." familias ueste impor-
tante estabelecimento om grande sortinunto
de anigos para casamento, como stjam ri-
cas grinaldas, finissimas meias trancas de
seda, ligas, luvas brancas, Itqoes finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
trancas, gaJoes, bolSes, bicos de blond, fi-
tas de groadenaples e de setm de n. la
80, ditas de velludo, bicos de crochet brin-
co e preto, verdadeiro bico valencienne, ba-
mV .muit0,fl.ns Prftos de crystal, casso- leas para vestidos, cambraia franceza preta
A Pjr cadeia8 da relogio, ditas de pra branca para forro,
u dourada para retratos, as raais lindas ca-
deas de p aqo para horneas, bengalas de
canna com cstlD de marfim e de osso, chi-
cote de baleia com castao de marfim e de
unicornio, completo sortimento de efpelbos
de columna e de moldura dourada para sa-
las, lindos colleri&hos e punhos de linho
bordados para senhora, grande sortimento de
punhos e colleiinhosparahomens a Oxford,
Refleroan, Puebla, Exquizito, Napolitano e
Vera-Cruz, as mais lindas e modernas gr-
valas para homens, orna infinidade de ricos
botoes para punhos e collerinbos e (fentre
elles o desejados botoes artistiques e a imi-
tacao de onyx para punhos.
Mnsen Elegante
acha-se prvido de um lindissimo sortimen-
Fundfyao da Aurora.
C- ^*,rr C. em liquidado vendem por presos
aais baratos do qne em ootra quaiquer parte,
ttixas de ferro batkio e coado, aiarcbques, moen-
e metas moeoda?, rodas e rodelas, e rodas
ragna para encobo, crivos e boceas gnWMstes e bmas lijlo de fbgo (tire b. ick), cy-
|.otfros para padaria tamo inglezos como america
os, arados lodo de ferr, etc, ele.
Cntilaria do Mnsen
Elegante
Navalhas muito finas, cabo de tartaruga,
marfim e bfalo, do aflamado fabricnte
Rodger, caivetes superfinos com cabo de
madreperola, tartaruga, marfim, tesouras
Gnas para unhas, costura e cabello, talheres
para mesa e para doce> de diversos preces
e quididades, ditos nroito finos com cabo de
marfim, superiores garfos de metal branco,
grande sortimento de colberes para cha,
e sopa de metal muito fino, trinchantes com
cabo de marfim por barato pre?o.
Musen Elegante
vende chapeos de sol commerciaes a 24800,
ATTEMO
fi dPrncn tuplnma ..? -- __
proprios para as pessoas que esto passan"
o a festa irem ao banho, e tamben vened
neos albuns para, retratos por baratissimo
prcyO
No Mnseu Elegante
encontrarlo as pessoas faltas de vista um
completo sortimento de oculos de aro de
tartaruga, bfalo e ac, e tambem pencinez
ae tartaruga, bfalo, ac e prata dourada,
com vidros de cores.
Lamparinas do gaz
Vefide-se no Museo Eleganie a 200 rs. a
caixa.
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
vende a muito acreditada tintura ingleza
(a qual mostra o seu bom effeito pouco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorgenio R-
gaud) que em menos de oto das d-aos ca-
bellos a sua cor e brilhe primitivo, e depois
deste tempo s bastar usar de oito em oito
das para conservar o matiz adoptado.
Exposipo de lencos
MUSEU ELEGANTE
veDde lencos brancos'finos a 14700, 24700
e j abanbados a 3^500 a dozia, e muito
finos de esguiao tambem abanhados a 64500,
74, 94 e 124 a duzia.
pnmeiio introdnetor dos pocos tubulares da Abys-
siaia, em Pernambnco.
Participa ao respeilavel pnblico que uUimamenie
tem recebido a quarta remena dos ditos pocos, e
os pertengas completes e aperfeicoados para a colb-
caclo d'elles em pouco tempo, tarto em terreno mole
como em trra de barro, massap
As vantagens que oflrece este systema de ad
qoirir agua sobre quaiquer oo^ro, sao immetsaf
servindo n3o sement as condicCes cima mencu
nadas, c(mo tambtm cas cacimbas j feias, aond>
ainda n3o l elles est3o munidos de um filtro que cao dexa ti>
trar impuridades, vantagnn que nao tem os rntros.
Alm dis?o, a grande qoantidade d^gua qo
ellos deitam de 5 8 pipas por Lora confcime o
dimetro dos tubos, a facilidad* com que Viles furc-
cioddd, a. sircp'icidade, j erfe%3o e < lidez. com-
binada com a elegat cia de sua foim;, ute para i
ap; reciada basta ver-se.
O annuncianie tem urna pessoa especialmente habi-
litada, tanto na collccaco d'etle, como na scolba
do terreno ou lugar mais proprio, que* se enranega
de t:es servici;s por preco commodo ; e,-vi*to o cam-
bio ser mais favoraveJ, vende-se e.nespor pre^
majs modelados, recebendo-se a importancia s *
pois de collocado e funcionando a satisfc5o do com-
prador.
Para ecconiiriendas e mais es-
clarecimentos a respeito tratan
i>a loja do Sr. F. J. Germanu. ra
Nova d. 21 e na (;ifi< ha d" meta-
es do 8r. Pn.ulo Jos da Silva Fxei-
i e, largo da Concordia n. 7.
nandarcmse^^^^ desse artigo ser bastante virem ou
ente para servrem bem J^SioSfS ffjrf 5Sd dTK^erc Soria? 7 X?*Tt ^btbm M~
quanto es!5o resoWdos a vender. h F .T mercadorias, emo nos baratissimos precos por
N.
NO MUSEU ELEGANTE
1Ra Estreita do Rosario N. 1.
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 9
Os proprielarios deste bm conhecido estabei
cimenta, alm dos mnitos objectos qne tinham ex-
Dstos a apreciacao do Vespeitavel pnblico, marj-
iram vfr e acabam do receber pelo ultimo vagoi **"" "* "yv"" uu vudc" """
da Europa um completo e vanado sortimento t Caixas de linhas com 30 m\ellos a
fitiaS t\ mili rif)ll'3r!-lq n;nn/'aliHl/1aa a nn.Aa ^. I V.n. Ja m B L__._________ ._li___
Rival sem r-egundo
itii lHique de Canias n. 4
Jos de Aievedo Maia eSifva, em'sua i<-
ja de miii(Je>as ontieua a vender tuot
por raratos i rec/i que t todos dmira :
Libras de linha de novello, a melhor
posfive'.
Duzia de lencos de casaa com barra.
ATTENCAO
i LOJA
A'
PAPAGAIO
RUI DI IBTPERITBIZ M. 40
Esquina do becco dos Ferreiros
DE
MENDES a CARVA1H0.
CHITAS ESCURAS ^aCOVADO OU A que se vendem po* proco muitocommodo
2.5000 O CORTE.
Aloja do Papagaio acaba de receber nm
grande sortimento de chitas escuras com
padres imitacao de cassa, e vende pelo
barato preco de 200 rs. o covado ou I #000
o corte, na ra da imperatriz n. 10.
GROSDENAPLES PRETO DE 2 A 3^000
O COVADO.
Um grande sortimento de grosdenaples
pretos e gergoroes de sed,?, dos mais es-
treitos at os mais largos, vende-se por me-
nos preco que em ootra quaiquer parte na
lo)a do Papagaio. .
CAPAS DE MERINO* PRETO A 10$000.
Jendem-se capas de merino preto bor-
dadas com vidrilhos, muito modernas pro-
pinas para a quaresma, fazenda de muito
mais dinheiro, para acabar a 1051000, s na
loja do Papagaio, ra da Imperatriz n.
MadapolJo enfestado a 2??."iOO, 3?? e 4#000
a peca.
Vende-se pecas de madapol3o enfestado
com 12 jardas 2&TJ0, 30 e 45000 pe-
chacha.
BRAMANTE DE LINHO
com 10 palmos a 2^000 rs.
Vende-se bramante de lino com 10 pal-
mos de largura, pelo baratissimo preco de i&
o metro, pecbincha, na loja do Papagaio
roa da Jmperatr n. 40.
POUPELINAS DE COR A 24400 RS.
A loja do Papagaio acaba da receber um
bonito e elegante sortimento de poupelinas
de seda com quadriohos, fazenda inteira-
mente nova no mercado e vende se pelo
barato preco de 20400 rs. o oovado na lo-
ja do Papagaio.
CORTES DE CHITA AJ2 20400 E 20800.
Veodem-se cortes do chita de differentes
cores a 20,20400,20800 e 30200 sendo de
10, 11 e 12 covados, pecbincha, na loja
do Piip8gaiq. '
Cobertas de fostao branco e de cora 30OOO
Veadem-se cobertas de fusto branco e
de cor, rauito grandes, e vendem se por
este preco por baver grande quantidade, na
loja o Pap^ajo.
ESTAMENHA A 10600 RS. Q COVADO.
A loja do Papagaio vende chija ou estame-
nha, fazenda muito larga a 10/JOO rs. o co-
vado, pecbincha.
FLAMELLA AMERICANA A I0OQO O CO-
. u VADO.
iw-S?- ,8-che|ar kja do Pipagaio ama
fazenda rnteiramente nova, pr^pri pVi fa-
xer saias a Urguxa d a altura da saia, o
que d lagar.atee*tt urna sai,, com pou-
co^eovados, pecbincha, mioja do Papa-
CAMBAUS E CASSAS DE, CORES
a 5XX), 660 a SiOrSi a>vTa.
Vendaje caoibra^se cafisa do cor de
^lm WOtSea, de ctee flxa, com,
i!5r?!? fcwmifldioJM** gfadasj na
loja do Papagaio.
' ORGANDYS.
.i!?? *l**ftpgaio om grande son-
na ra da Imperatriz n. 40.
PARA LUTO.
LasiBha preta de 440 e 300 rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rs. o covado.
Cassas pretas a 040 rs. o metro.
Alpacas pretas a 500, 6C0 e 800 rs.
o covado.
Rombazina lisa a 10280 rs. o covado.
Dita transada a 20000.
Cortes de eretoae com IJ covados a 30000.
Cbegou loja do Papagaio nm variado
sortimento de cortes de vestidos de crelo-
nes de cores, fazenJa inteiramente nova, pa-
droes muito delicados e cores flxas cada
corle d vestido de duas saias a vontade, e
vende-se por este preco para acabar na
ra da Imperatriz.
AlgodSosinho de 20800 al 70000 rs. a
P"ca.
Madapoles de 50, 60, 70 e 80 a peca.
Hamburgo e creguellas para todos 00
precos.
Espartilhos de linho de differentes precos.
Tapetes aveludados, para portas jane lias
e sofs.
Setim da India de 640 08OO rs. o covado.
Damascos estreitos e enfestado de 800 e
10600 rs.
LJasinhas a 320 e 400 rs.
Alpacas lisas e lavradas de 500 at 800 rs
Tarlatanas de cores e brancas a 720 rs.
Fil branco, liso e de salpicos,
Dito preto de dito.
Cam&raias victorias de 8* 6* 7*a 100.
Rarejes mescladas, finas a 400 rs. o co-
vado.
Atoalhado de algodao trancado a 10500.
Dito pardo trancado a I05CO.
Dito de linbo adamascado a 30200.
Dito de algodao adamascado a 10800.
Pannos, de linbo de differentes nmeros.
Lencos brancos de algodao a 20 a duzia.
Ditos ditos de bretanba e esguiao.
Dilos cbinezes a 30000 a duzia.
Esguies de bnbo do 10600 at 30000.
Rretanhas e silecias de linbo precos bara-
tos. Chales de merino lisos e estampados.
Cambraias transparentes, de 30 at 100.
Guardanapos de linho pardo de 20 a
40000 a duzia.
Meias para borneas de 40, 60, 70 e
80000 rs.
Ditas para senboras e meninos.
Toalhas de algodao para rosto a 500 rs.
Ditas de linho a 10000' e felpudas.
Bodas de listras mjuto grande a. 124000.
ROUPA f EITA POR MEDIDA-
Na toja do Papagaio alen do bayei um
grande deposjto de roup& faitas de todas
as qualidades e feitios ba nm benjte sotti-
meoio de- casimiras de cor e pretas. panno.f
pretos, azuos verdes, cortos do prgwtf n
de seda para coUstea um panto arAto
para qaea quizar otea fetta com\perf>c3o
esmero, e qnaada acaataft mud afaaia
peca defeituosa, fica sob a nMoaaf 0*Ma
(^tedatMifedMiMDr
_______________g,
NOVEIADES
TRIUMPHO
7 Eua do Queimado 7
DE
HOREIRA & ASIOS
E' ebegado a este novo estabelecimento o mak bello sortimanio da faiecd
ne, sendo sua especialidade enxovaas para noivado.
Vestidos de blond dejda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenlies.
Ditas de 15a e seda, idm idaa.
Ditas de crox, idem idero.
Cortinados ricamente bordados para camae janeilat.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gestos.
LSas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b jurnus para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o que ba de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem brdalos para senboras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
Ditas inglezas para homens e meninos.
Seroulas da linho, e um grande sortimento de roupaa feitaa de faxandas ao*
* anfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouviii
Sortimanto de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas7?ara forro de sala,
pande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
finas e mui delicadas especialidades, as quaes et-
tao reolvidos a vender, como de seu costum*
por precos muito baratinhes e commodos para
dos, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bra
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas goillnhas e punhos para s*
nhora, neste genero o que na de mais moderno.
Superiores pentes de tarlarnga para coques.
Lindos e riquissinlos enfeites para cabecas da>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cSres com vidri-
lhos-e sera eilesi esta fazenda o que pode havw
de nwlbor e mais bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperol.
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles branco
com lindos desenhos, e estes pretos.
Vara de franja branca para toalbas
Dozas de meias croas muito boas a
Dozias de meias finas para senbo-
ras a
Duzias de facas e gatfos cravadas a
Duiia de palitos segoranca a 120,
240, 320 o
Na albas muito noss, para fazer a
barba a
Caixas com pennas de seo cem to-
que a
Caixas com pennas de Perry fazen-
da fina a
WOi-
10lOi
160
35(b
WOf;;
5000!'
CO-
M600
MurtVsur^ior^7o;iaTo,dV'B^ssiaPara.^,|P!aS dc d}l* d' *r^^ai
nhoras, as qnaes sempre se venderam por 30*lMX Lims com 20 cadernos paptl ami-
ia daza, entretanto que nos as vendemos por 50* a a
i 1
N. 3 A RL'A DO CARUGA N. SA.
A
Jl
d
o-
o
'^^SS^^
0
co
p^ nuviimivu ua-iiaxavu
Com este titulo acha-se aberto o hrteiraaiente transformado este antlgo
estabelecimento de jolas, onde oa freguezes e amigos encontrarlo todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arttr^de onrrvosiria, o Collar d Oto
observar delicadeza no trato e senciridade a modecidada nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe.de melhor en
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e peroiai, meros aderecos, pd-
eeiras, brincos, alfinetes e amis de todas as qualidades, prata de le faqoei-
roa, colheres, palitewos salvas e ontros mnitos objectos qne seria anfadonho
mencionar.'
Compra-se onrQ, prata^ brilhantes e pedras finas, pormaior pro do
que em outra quaiquer parte, troca-se e conoerta-se todo a quaiquer obiecto
pertencente a asta arta.
''mmmaanmmm nHiiieniiiiEn!
ATURQUEZA
ndaS^to^* l0* **** ^m d* ^^P16'0 sorti,neDO e ^zendas, o segninto qne
CMtonas da coras, us a 400 ra. q covado.
Voito boa mussulinas a 480 rs. o dito.
Raptistas a 560 rs. o dito.
Fiitfftg.de corea pora vestidos a 600 860 rs. o dito.
Uumhaa a 44Q e 560 rs. o dito.
*Pfl 4 c6;a a 7,00, 800. a m rs. o dito.
Stdtotas r4HW lim a do.
Organdys braneea aS&:a> a-vasa,
Saias de 19 a brancas de. k$ *-\l#m.
L-SSs camiitbsf a/ft>*e0O\
fita par ehlto-f fj^OOO.
w gfftf a Hjtood*.
estampador S#6W.
alm destas, temos tambem grande sortimento d
outras qualidades, entre as quaes algumas mtu
finas-.
Boas bengalas de superior canna. da india
castio de marfim cora lindas e encantadoras figo
ras do mesmo, neste genero o que de melhor m
pode desojar ; alm destas temos tambem gran.
Juantidade de ontras qualidades, eomd*sejam,m
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos o airosos chicotinhos de cadete
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracbi
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para men)
as de i a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para faz*.'
barba; sao muito boas.e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tan)
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox
Linha -muito noa de peso, frouxa, para ench
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, asto
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das melhore per
fumarias a dos memores e mais conhecidos par
fumistas.
COLARES DH ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes,
facilitam a dentigao das innocentes criancaa. S-o
mos desde muito recebedores destes prodigioso
collares, e continuamos a recebe-los por todos o
vapores, afim de que nunca (altem no mercado
como j tem aecntecido, assim pois podero aquel
les que deiles precisarem, vir ao deposito do gail<
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
a que sao aplicados, se vendero com um mu
inuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamoi
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren
comprarpor preaaa muito razoaveis loja do gal)
na
Pecas de tiras bordadas 12 metros
cada urna
Pecas de fita para coz ero 10
varas a
Pecas de tranca Jisa de todas as
cores a
Duzias de liuba frcuxa para bordar
a 400 e
Pares de sapaios de tranca a
Ditos de ditos de tapete muito
finos a
Dorias de baralbos muito fines a
24400 e
-Ditas de agu>bas para machina a
Libra de pregos franco es a .
Resmas de papel almaco soperii r a
Ditas de dito pautado q melhor a
Caixas C( m sahonetes fineta a 720 e
Libra de la para bo dados a
Carrteis de nba A'exandre a
Gravatas de cores muito finas a
Ditas pretas ponas bordadas a
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a
Novello* de linha branca, 400 jardas
Duzia de car,oes de linha branca e
preta e de cores a
Tbesouras muito finas para unhas
e costura a
Baralhos francezes mnito finos a
200 e
Caixas redondas para botar rap .a
320
me
r*2i
70t
i#5(U.
'co
4c
600
r#B0&
280
at 800
2*000
240
360
roo
1*300
7#f00
ICC'
5CC
eoc
60
120
500
240
IJsrCO
vigilante, na do Crespo n. 7.
\o ha suals cabellos brancos
Tintura japoneza.
S e nica approvada Mas as academias de
sciencia, reconb^cida superar a toda que tem ap-
parecido al hoje. Deposito principal roa da
^adeia do Recite n. 5t. 1 andar, em tedas as bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
americanos
ConposicSo hyglenlca.
Estes ps^ao os nicos que reunem em sua
comooicio'Todas as qualidades hygenieas pro-
Rob-a nte-rheam! tico.
Remedio erncaci??'irw contra as dores rhenma-
ticas at hoje o*rr- ahecido pelos seus mar;-
vilhosos resulntdt-.
XAROPE DE AGIliAO.- um dos medicamen-
tos que sua eficacia as enfermidades, tosse
sangue pela bocea, bronehites, dores e fraquezs
no peilo, escrobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPOAMA. A celebra rau
de marapuama, cuja energa e eficacia as para-
lysias, iniorpecimento, etc. ele. mnito se reeom-
iiwti^i
lodos esses preparados se encontram na pnar-
macia e dmogaria de Ba. tholomeu A C, nico de-
posito na raa jarga do Rosario n. 34.
prias a dar urna grande alvura aos denles, con-
servacao deiles e fortiflcacSo das gengivas.
DEPOSITO
Na pbaraacia americana, ra Doque de Casias
n. 7, de Ferrelra Maia & a
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAUDE
PELA KARIXHA
A Revalesciere -t\i Barry
Esta farinha que tao grande usa tem na Euro-
pa, muito se recommenda para as enancas e pes-
soas debis e convalescenies. Como medicamento,
niaihvel para os casos prisao de venlre, he-
moriboida?, ms digestSes, atia, amargos de boc-
ea, dore3 de estomago, diarrha, enxaquecas, af-
feccSes de flgado, dos polmoes, dos rlns, da bexi-
ga, ele., etc., oontendo mnito mais principios nu-
triente e restauradores para os msenlos, ervos
e celebro, qne, tren vetes o seu peso em carne, e
por consequencia, de conservar melhor as torcas
physicas e moraes, restabeleeendo as funcefies di-
geeMvM estragsaas, dar appeHte, e eonvir aos
estmagos ainda dos mais enfraquecidos.
Seu nao tao simples como lack : ai Becales-
ctere du Barry deve ser desfeita e eosida.com a
farinha ordinaria, podendo ser usada na agua im-
pos, com vicho branco, no caldo sem gordura e
no bom leke, Tazando so anda bolos com manteiga,
leite ou asiucar, etc., etc.
nicos denositarios em Pernamhuco
BARTHOEOME & C.
34Roa larga do Rosario34f
Venda-a* a segamtos obra:
Diccionario francei-poftuguez e vice-versa a
tomos eacadernados por 5#000. *
J''rr Lagrimas, 1 tomo encadenado por
4 #000.
Solfejos de Rodolpho encadernado por US.
S16* lB,i,0,*d8 Luwaeia' Bortm em broxnra
ZpUUU.
dem do celebre antbr Bertini dem i.
Um livro em bnanco para copiar msica 8.
11 ........9-------------------
Ageoca em Teraambuco
Do Dr. Ajer
Petoral de Cer eja
Gara a pkivsioa o todas aa-unlestias do paito
alia parralka
Cura ulcoras o chagas antpi, impigens a dar-
tras.
Comrm t lunao estaUs*
^uanenta egetaat ta> aanrio ; ova so-
lbua^ftenadag*BiailHan.dr
a
Victoria n. 9 (ant%* m r^lod TOWJUiZ^
PAftA
.tWiidO*. uva grande variedad* da corea, a
240 ra. q covado
L ?i roa^r^lmejro da Miren (ooir'ora do Crespo) f Prompto
Maateeala
iiiaifi a ipi--
faattja
L 71 ^^^"L* lr59 (ntt'ora do Crespo) p|
ftfcig^i^iQornan^ 4eAntonioOotreta iaaj
1 s
%


Diario Sahbado 22 de
TOMBA.
A lnairucci publica no Esl-
dot-rnidoK
CAPITULO vm
(ContinoacSo).
0 patriotismo dos aloran o, durante a
guein de secessSo, foi adroiravel. Tres
lias depois da chamada de 75 000 bomens,
feita pelo presidente Lincoln, a tilla d'Ob*r-
lin j havia organisado dua3 corapanhias e
subscripto 50.00) francos; 41 exudantes
das classes de philosopbia o tbeologia li-
n'-:am-se alistado. Tomaram parte em gran-
de numero de batalhas, e distinguirn)-e
tanto por. seus sentimentos religiosos como
por sua coragem. Grande numero delles
foram mortos ou feriaos. Os regmenes
organisads n'oiros lugares, coJaram 850
antigos esludantes de Oberlin. Em 18(51,
de 16G- estudactes do collegio, 100 alista-
ram-se como .voluntarios no exercilo.
Os edificios pertencentes ao collegio va-
lso perto de 800.000 francos: o maior-e
mais bonito o ds senhoras Ladies hall,
com qaarlos particulares p.ra alojar 10)
mo?as, e urna sala de jantar para 200 ti -
heies. O denominado Tappan, ( Tappan
hall) construido em 1813 e em 1830, gra-
C-as generosidade de Arthur Tappan, esti
montado para receber 100 e-todantes in-
ternos, tem tambem urna sala de leitura e
aulas. Esh edificio oceupando o centro do
ollegio, devia ser o principal edificio; mis
saa construcfSo foi feita tao barata, que llie
falta solidez e necossilaser reedificado pira
satisfazer s necessidades actuaes. capella
contm, independenlemente da sala dedicada
ao servico religioso, outras para as confe-
rencias theologicas, um salo de recepto
no aadar superior. Quatro bibothecis,
que cootam carca de liXOOO volme .
acharase disposiejo dos alumnos.
O numero de graduados que tem sabido
do collegio da Oberiiu, sem contar a e-cola
normal dos professores, de 1.190, sendo
Sil da faculdade de theologia, 414 mance-
bos e 86 mocas dos estudos classicos. A
tscola especial para o sexo femenino con-
tribuio com 416 alumnos. Dos graduados
do collegu 186 abracaran o sacerdocio; 46
a carreira judciaria, 27 a medicina, e t ti
o magisterio. A quarta parte destes alum-
nos reside no Estado d'Onio, um terco re-
side nos Estados d Leste e Oasti.
A divisao que prepara nao s para o col-
ieg.;), mas ambem pira o magisterio e os
negoci sea que corita maior numero de
alumnos. E' dcsta seceso que sai a maior
parto dos professores e professoras que to-
dos os anuos se apresentam nos exames.
Ao coll-gio de Oberlin esto reunidas urna
incola.de artes e agricultura, e ama esc A a
normal para os trofessores (teachers ins
titule), reun ios durante seis semanas cada
anno, para recebaren) licSes e conselho's a
resucito da direceb e ensino das escolas;
urna escola de invern e um conservatorio
de manca, .rgido por um professor do
conservatorio de Lepsick.
O que particularmente distingue o colle-
gio de Oberlin a reuoio na mesma casa,
as mesmas aulas, na mor parte dos exer-
cicios scientificos e 1 tlerarios, de mocos e
mof-s de 15 a 18 annos de idade, rece-
bendo o mesmo grao de nstrucc5o.
Nos primeiros lempos a pequea villa de
Oberlin, balda do habitantes, n5o podia
offerecr aos esludantes a vanlagem dessas
familias que recebem pensionistas na vizi-
nhanca dos collegios. O novo estabeleci
ment teve pois de adoptar o systema dos
dormitorio?, recebendo edificios separados
>,s pensionistas dos dous sexos. No desti-
nado ao sexo feminino foram estabelecidos
refeitorios em que os mocos eram admiiti-
dos a lofcar suas refeicoes as memas
mesas que suas companueiras de estudos.
Hoje, augmentando o numero da casas,
os alumnos podem em grande numero
obler penso as familias particulares. O
collegio du sexo feminino anda Um 100
quartos e 200 alomnas que va aos refei-
torios. Ha familias que s recebem pen-
sionistas do sexo feminino ; outras aceitam
pensionistas dos dous sexos.
Ha no collegio um director para os alum-
nos do sexo masculino e um director para
os do sexi femioro. ubjeclo de par-
ticular vigilancia por pane de algumas
senhoras, na maior parte viuvas de antigos
professores.
Quanto ordem, disciplina e regulanda-
de dos estudos, confia-se em geral no bim
seaso e circuraspecco dos esludantes. Os
mocos podem ser admittidos na casa habi-
tada pela mocas, a certas horas depois da
do cha, por exemplo at 7 ou 8 horas da
noite. Por seu turno ellas podem assistir
s leitoras e conferencias feitas noute as
salas do collegio. N5o tem lugar esta reu-
ni3o quando se trata de materias religiosas.
Os alumnos dos dous sexos podem ir jun-
tos passear a p ou a cavallo, contanto que
nao saio dos*limites da villa,, except) em
is <*.as de festa.
Quanto ao mais, na passagem de um
aula para outra caminham juntos, em gru-
pos, l vremente e sem* estarera obrigados a
ouira disciplina senSo a que Ibes irapoe
esse habito de ordem e decoro qaefse Ins
tem tomado natoral.
S melhante jsjatema de edocacSo, objeclo
'le algum.is impugnages, n5o deixa de ter,
na America, apologistas de convicg.ao ; labio
mus que ei amcanaestranbeza aos ha-
bitantes daurapau onde a maior parle
das escolas de ensino primario, elementar e
superior sao millas.
Essa a regrl emTew-York : tem toda
via numerosas excep'es. Em Ballimore,
as aulas de todos os gios.sa separadas;
emNew Hiven e Chicago sSo todas mixtas;
em Boston, no anno de 1867, de 20 esco-
las de gramm ti a, sele eram para o sexo
m?sculino sment, sete para o sexo fem-
nio e seis mixtas.
Alguns pais q ereriSo deixar de mandar
os ilhos, sobretudo as Albas, s escolas
primarias oade s i acham em relag5o com
filhos das classes inferiores. P jr isso di en-
viara de preferencia s grammar schouls,
as quaes acreditam que esse inconveniente
e muito menor. Outros, pelo contrario,
pensam qua no ha inconveniente em que
os alumnos dos dous sexos se achem junt >s
at a idade de 10 a 12 annos, explanlo
que o enxerga.cn, e grande,quando os alum
nos tem cinco ou seis annos mais. O Sr-
Hager, principal da eseola superior de
West-Roxbury, perto de Bostn, um dos
mestres capazos c estimados do Missichu-
selts, affirma, apoijdo n'uma experiencia
de dezestis annos, que qi* ndo os alumnos
dos dous sexos acham-se reunidos as mes-
mas escolas, ha menos attraccao entre elles,
do que quando.s5o educados em escolas
separadas. Eslo uns com os outros, como
irm5os e irm*. Em New-York e outras
muitas cidades, as tres escolas estSo reun
das no mesmo local; mas as aulas, o recreio
e as entradas sao distinctas. No primeiro
andar, por exemplo, ha uma escola prima-
ria ; no segundo, uma grammar school de
meninas, no superior urna grammar school
de rapazes. as esc tas mixtas, os rapa-
zes esto de um lado e as meninas de ou-
tro ; as aulas em que os alumnos dos dous
sexos recebem o mesmo ensino, as meninas
saliem antes dos rapazes.
Na escola secundaria de B gelow, Sotit-
Boston, escola mnit > bem dirigida, os sexos
esto r unidos, e at as aulas' os lugares
sao misturados.
as aulas superiores, o numero de me-
ninas o mais das vezes. maior que o dos
rapazes.
Em Providence, onde tolas as escolas
sao mixtas, o nomero de meninas o do-
bro do d s rapazes.
Em Springfield (Massachusets) havia em
1868, 85 meninas e 45 rapazes.
0 directores do collegio d'Oberlm alie-
gam, para justificar a reuniSo de jovens de
ambos os sexos no mesmo estabelecimenlo
e sua parlicipacao commum nos mesmos
estudos, a experiencia de mais de trinta
annos.. NSo seriam elles tab cegosquen5o
vissem os abusos, se estes existissem, nem
tao destituidos de moralidade que os tole-
rassem. Resulta desta reuniSo, primeiro
que t;do, grande economa de dinheiro e
forcas. Todos os meios de instrnccSo tanto
pelo que respeita ao material das aulas e
instrumentos de trabalbo, como oo que
loca ao numero de prufess res escoloidos
entre os bomens mais distinctos, seriam do-
brados se os sexos fossera educados^ sepa-
radamente. A organisacao do collegio d
perianto o mais alto grao de instruccSo ao
maior numero de alumnos com a menor
despeza possi-tl.
Este systema inteiramente em vanta-
gem das familias. As mais das vezes, ir-
mos e irmaas vo a Oberlin frequenlar jun-
ios os cursos de estudos, o qus para uns
e oulros, pr.iduz os melhores resultado .
Cada um delles feliz com a presenca de
ou'ro : a irm5a acbanoirmo um apoio na-
tural. E' o desejo de aproximar de^t'arie
os membros de uma mesma familia que tor-
na-se, em muitas localidides, occa;i5o do
estabelecimento de uma escola superior de
mocas na vizinhanca de um collegio de ra-
pazes. Ambos ganham nesta aproximado,
tudo est em que preciso muito mais vi-
gilan :iaqnandi) elles esludam em esiabele-
cimiitos separados do que quando acham-
se reunidos no mesmo.
Outra consideraco importante, ha entre
ao alumnos dos dous sexos, que se applicam
os mesmos' estudos, uma emulacao,. um ar-
dor de adianiamento, que falham nos colle-
gios onde os sexos esli separados, ou
que no possivel manter seoo por meio
de honras e reconpensas que produzem s
effeito em um numero muito restricto de
estudantes fista emulacao, este amor
desinteressad9 do trabalbo, resultado da
mutua influencia que exercem um sobre ou-
tro os dous sexos reunidos em sociedde,
FOLHETIM
0 FILHO DO CALCETA
POR
FIERRE ZACCOXE
PRineint PARTE
111
.. O estafador.
(CoDtDoac2o do o. 90.)
O fidalgo melteu a mSo pelos cabellos,
olbou de revez para os bandidos que o ro-
dea vam, e parou pela primeira vez na im-
munda bodega em que eslava, e mais
aquellos borneas.
Foi en to que teve horror a' de si pro-
pino, e que sbitamente se senlio envergo
nhado e cheio de remorsos. Levanton-se.
N5o... aqoi qo I Sinto um nao
sei qu i Aspira-se nesta casa um sr de
oevassidio e de crime, que embriaga a
gente... NSo quero'demorar-me c nem
mais um instante.
Cosao qTaeirs, disse o P de Forno.
Ao depois aos encontraremos, e scora
deixe dar-lne alfana cousa de sigoal,
Anatolio ucoa do bolso tuna carteira, e
tirou deila don notas de 1609090 ris
ais urna.
Pateta I bradou Bjaaregard, fraoiin-
do o sobrolhos.
Que fez ee? pergoioa Cmuoo.
lem }'*ra u re*t dijis
Hibi
io, e ni pelas
Tcionsr-lhes, levas, al
_3es a que deveth seus
lares.
Esta educarlo em commlm anda
vantagens mais dignas de cosidercab.
alumnos, depois de termirem seus estudos,
nao precisara de gistar muito tempo para
adquirir aquello pjrte, aquello tom de po-
lidez'e urbaoidade com que tido o mance-
bo bem educado deve presentarse na so
ciedade. As qua'idades sociaes, as manei-
ras delicadas, a igualdade de cararter.tem-
se-lhe3 tornado familiares; elles as adqui-
rirn! sem e.-foreo, Os dous sexos, acos
turnados a acharem-se de continuo em rla
g3o, escapam a essas dispo.-igoes m rbidas,
e essas te jdoncias para urna melancola sem
objeclo, a esse vago das paixoes, que p-
de-se observar sobreiuda as casas onde
uma desconfianza exagerada os conserva
escrupulosamente separados um do ou-
tro.
O actual principal do collegio de Oberlin,
o reverendo James Faircbiid-J, teodo de ex-
plicar se a este resueno em uma reusiio de
presidentes da collegios, emS. Spiingfield
(Illinois), expjz cora grande energa quablo
reuni53 dos dous sexos no seo estabele-
cimento erj fa.oravel manulencodaordim
e da disciplina. Os dous sexos faz^A se
mutuamente respeilar. O expeliente espi-
rito desses mil estudantes, trazeadp de to-
das as partes dos Eslados-Uoidos habito- e
disposic5es differentes, faz com qne se su-
geitem sem dilficeldade s regras da asa.
Se algomas infraeces da ordem se mani-
festara, particularmente entre os recamche-
gados, pode se diz^r que n3o ha cidade no
Estado cujas ras eslejam noite e da tao
socegadas e tranquillas como as de Obrlin
Das 200 ou 300 mocas que frequenlam os
cursos superiores, nao se coala mais que
uma condemnacSo a excluso, termo medio,
em cinco annos. As infraeces das leis de
propriedade, ordinariamente tao commons
entre estudantes, deixam de existir logo que
o elemento feminino faz parte da communi-
dade.
M. Fairchild jsntava a estas observaces
pormenores que acbariara mais de um in-
crdulo entre os esludantes fraacezes. A
prohioico de fumar, em toda parte pres-
cripta e em toda parle vi dada, escrupulo-
samente observada em Oberlia, .gracas
presenca das mocas, s quaes nanbum es
ludaate quererla fallar consilersco.
As boas maneiras ni sao mohos facis
de manter nos refeitoros, onde nunca se nota
desordem alguma. Na escola, fra da es-
cola, reiaam, pois, a harmona e a concor-
dia : nao existem esses ciumes, alias to
frequentes entre os habitantes das cidades
e os collegiaes. 1/ i
Pde-se affirmar, diz em5m o honrado
principal, elevndose s considtjraces de
outra ordemr que os mocos levarlo so
ciedade as virtudes que tiverem praticado
durante a vida collegial e um conhecimeoto
antecipado das exigencias da responsabili-
dade da vida. Saberlo tambem cumprir
seus deveres para com a sociedade, porque
para com ella s lera o seotimentos de amor
e sympathia.
Eis aqu algumas objeccesque suscita o
systema de edocac5o adoptado no collegio
de Oberlin e respostas que se Ifie tem
dado.
Acaso ha certeza, dizia eu ao Sr. Fairchild,
de que a intelligencia das mocas esteja ao
alcance de tao variado e tai vasto ensino
como o de que ellas participara ? Appel-
larei, respondea elle, pira minha propria
experiencia. Ensinei durante 0) primeiros
oito annos de minha residencia no collegio
de Oberlin, o grego, o latim e o rubreu
durante o nono anno ensinei mathematicas
puras e applicadas, e, finalmente, nesles l-
timos tres ann s, as sciebciasmoraes e phi-
losophicas. Em todos esses differentes ra
mos de estudos. Uve n>s minbss classes
mogas e mocos, e nun a notei differenca al-
guma entre uraa3 e outros. O dous sexos
tem igual parte entre oj bons e mos estu-
dantes. Nao quero com islo dizer que nao
exista alguma differenca normal entre a in-
telligencia dis mulheres e a dis bomens
creio que a nalureza les deu tendencias e
aptidoes differentes: quero dizer smente
que todas as vezes que uns e outras appli:
caram suas intelligencias a estudos da mes-
ma ordem, bzeram-o com igual xito. Tanto
uns como outras lem a mesma aptidio para
comprehnder e exprimir a verdade. lti-
mamente, na universidade de Michigan as-
sisti a nma lirao de grego. Explicava-se
Tbucidides. Era a filha do professor de
grego quem diriga a aula, e, posso dize-lo
com uma soperioridade que me hornera
admirado, se eu nao tivesse presenciado
mu tas vezes o mesmo fado em outros es-
labelecimeqtos.
Aos que receiam, quanto s mocas, em
razo da fraqueza de sua constiluico, os
resoltados do trabalbo serio que exigem es
iperira.gjgsjjfte observar.
moHamSrialidaJe
do w> feminino n3o
doflp entre os do sexo
Contando os alumnos grad
dous sexos, no psriodo de 34 annos
ue bouve. nos bomens 1 morto
e as mulheres 1 em 12.
f^f109! f i\m *
Teiwo os d us sexis de rJccopar ni so
ciedade posicoes differeales, e n5o devendo
desempenbar all as mesmas fun.c5:s, n5j
convm dar-lhes differenie educacSo, e fazer
seguir a cada um delles o genero dos estu
dos mais particularrneLle conforme ao seo
futuro destn j ? Sim, por certo, se os col-
legios tivessera por fim dar urna educac5o
definitiva e preparar para tal ou tal carreira
especial. Mas o ensino Iliterario e scienti-
fico comprehende estudos geraes que pre-
parara os alumnos para todas as profissbs
que o porvir Ihes reserva, e n5o centm
elemento algum que n3o seja de nalureza a
ornar o espirite, a elevar a intelligenci, a
formar o corceo de toda moca que recebe
uma educaglo liberal.
Desta educagao commum a todo, sabe-
ro os alumnos de cada sexo cother todas
as conseqoencias que hes convierem, e
appropriar ao seu uso, segondo suas dispo-
higOes natoraes, os conhecimontos qoe hou
verem adquirido. H
Sentados mesma mesa e p.irlilhando a
mesma ahmeniacSo, os mocos e as mocajs
conservam entretanto sua consli'uicSo pro-
pria, submetlida a leis dilferenles. A ali-
mentac5o do espirito como a do corpo ;
produz sobre os dous sexos effeitos diffe-
rentes ; cda um delles os aproveita sua
manera e segundo suas necesidades. Por
mais que se procure dar aos dous sexos
educacao perfeilamente J^ntic, ounca ella
far de uma muj^er um boiaem, aem de
um homem uma rnulner.
Outro perigo apntad >. Era uma reunio
onde cada sexo devernecessariamealeexer-l^m sua escolha, concebe que el es n3o se
Pois n3o v como traz a carteira atu-
Ibada de ouro e de olas ? ^
Vejo. E depois ?..."
E' quanto basta para j o3j sabir
vivo dilli I
O que Boaoregard dizia, revelava nelle
grandes conhecimenlos do peito humano.
Effecti va mente, os tres bomens tioham-se
debrugado ao mesmo tempo para a carteira
do visconde. Adivinhava-se-lhes na sof-
IVeguidio do olhar as boas tenges com
que esiavam.
Foram terriveis aquelles instantes. Ana-
tolio vendo o silencio que todos fizeram,
perguntoo ao por na mesa as duas notas.:
Acha pooco ?...
Qual historia Mas que eu e os
meus nobres amigos entendemos, que seria
cousa muito ridicula aceitar uma bagatella,
podendo flear com tudo.
O visconde ergueu a cabeca.
Ab I ah 1 pelos modos querem-me
roubar ?..
O' enbor visconde I que palavra to
feia i
-r- Eu devia ter calculado este desfecho !
j me tinbam avisado ; nao qu'z acreditar,
e j que fiz a tolice, n3o recuarei.
E sacudiodo a cabeca em sr de mofa,
mas sempre nobre e elegante, tomn com-
postura de quem est disposto a defen-
derle.
Appareceo o fidalgo por baixo do es-
troina, e talvez que s gente menos depra-
vada impozessem devras aquelles adme-
nos. Mas li para o P de Forno e para
os seus acolytos, aquillo nlo passava de
orna briacadeira de enanca, e and*vam eos*
turnados de muito tempo s tas* aventuras.
Oesie dos Estados-Unido* (H||M|uca'
Ci franqueadas juveninde d ambos os
(SjBS, mas tendo se o cudido de conser-
v-Ios inteiramente separados.' Reconhe-
ceu-se depois que esta separago apresen-
lava nimerosos inconvenientes; foram de-
molidos os muros, os esludantes reuniios e
el inconvenientes desappareceram.
Reservei para o fim a mais forte objecg5o
que se costuma fazer a essa educagao que
pe em coutacto a juventude de ambos os
sexos. Se Monseigneur Dupaaloop assig-
nalava, em um de seos escriptos publicados
por occasio dos corsos de a.ccas, estabe-
ler.idos ea-Sorb ma, o perigo de ver mais
de um casamento tornar-se consequeacia
das relages eslabelecidas entre moc >s pro-
fessores e mocas alomnas, esse perigo, se
perigo ha, n3o seria muito mais pan temer,
.juanto aos alumnos do collegio de Oberlin ?
Essa eveotualidade nao assusta absoluta-
mente, ao que parece, os pas; nSo re-
ceiam eolhear suas filhas em posigo t3o
temivel, sob o ponto de vista dos compro-
missos qoe, em toda a exienso dos Esta-
dos-Unidos, s.o confrabidos entre mocos e
mocas, com facililade bem conhcida. Elles
tem vivido juntos dorante a'guns annos e
acbado mil occasies de se apreciaren! mu-
tuamente, na idade era que nenhura cons
irangimento impede os caracteres de mani-
fesiar-se com suas boas qualidades oa de-
feitos. Nada mais natural do que encontrn-
dole depois na sociedade, aquelles que
senliram reciprocamente alguma sympathia,
recordem-se disso e procurem unir seus
destinos.
Todo est em saber se essss cofidices
sao menos favoraveis para formar uies
felizes e bem apropiadas, do que aquellas
em que ordinariamente se contralam taes
unies.
Quem sabe quo diminutamente os pas
americanos intervm no casamente de seus
hos, a quem deixam inteiramente livres
fiJh(
em
Apenas o visconde ac bou de fallar, logo
n'om abrir e fechar de olhos sentio deita-
rem-n'o por trra, e vio tres punhaes a
luzirem Ihe ao p do peito.
Accudam que me matam aecudam!
gritou, com a voz meio soffocada por uma
possante m5o que Ihe apertava as guelas.
Ah sim?..*. Isso agora que nao
viaha no cartaz t observoo o P de Forno
Se faz ebiofrim, aporta-se-lhe- a gravata...
Vamos l... qoe da carteira ?
- Voces slo uns miseraveis I
O P de Forno fez um aceno aos colle-
gas, e os tres punhaes foram-se chegando.
Nesle cmenos cabio feita pedacos a porta
io quarto visinho, e entraram no gabinete
dous bomens. Erase Caeano e Boao-
regard.
Os tres bandidos, quando viram a ines-
perada iotervencab, levanlaram-se a prea,
e safaram-se para a porta, claramente re-
solvimos a tomarem as de Villa Diogo.
S o P de Forno, quando ia a sabir,
que se voltou para traz. Conbeceu Beau-
regard e reparn que vinha para elle.
Voces sao uma sucia de parvos I dsse
rpido o corsario. Por meia duza de no-
tas espantaram a caca I Agora rezar-lhe
pela alma I
. Mas posso jurar-te... tentn dizer o
ex-actor.
Basta, basta, iaterrompeo Beaure
gard ; e ob se melUm n'oulra.
O visconde levanten-se atada meio es-
tonteado, e n'um relaoeear de olhos torvo
e inquieto, tentn adijnbar quem issim o
teria livrido da mortC
Qaaado batea com iviilt em CaeUao
cer sobre o outro grande influencia, na >
ser alterado o carcter distinclivo de cada
um delles, nao tomarao as mocas a rudaz
de maneiras, a desenvoltura e sem ceremo-
nia dos rapazes, e nao se tornaro estes
fracos, effeminado3 e frivolos ? V experien-
cia prova o contrario : de um lado a pre-
senca das mocas nlo inspira aos mocos se
n3o seotimentos generosos, espirito elevado
e cavalbeiroso. Quanto s mocas, a delica-
deza, a graga e a elegancia que Ibes sao
naturaes, perderiam mais depressa em uma
existencia is dada, longe daqoelles cuja vis-
la contribue as rcais das vezes para deseo-
volver as melhores tendencias da sua na-
tureza. E' no isolamento e as condicis
excepcionaej que se formara as viragos e as
amazonas; na vida commum que nascem
e se manifestam as qualidades sociaes.
Mas todas estas coasideraces se desva-
necen! ante a mais grave de todas, a Jos
costumes. Como se pode imaginar que nao
h ja que temer mais de um perigo para as
mocas, as relaces diarias que existem en-
tre ellas e os mocos de cujos estu ios par-
ticipara ? Keonidos as mesmas aulas, mui-
tas vezes sob o mesmo ledo, como pode-
riam uns e outras escapar a essas attra -coe*
poderosas, que sao uma lei da nalureza e
qae as almas jovens e sensives sen era de
ponto de partida mah irresistvel daspai-
.xes humanas ?
Aioda aqu responde affoutamente o fado
pralico theoria: N3o tendes raz3o .
Essas altracroes, esses estmulos s3o muito
mais imperiosos e exercem muito maiores
estragos na alma, quando os mocos e as
moga- vivem cada qual era um mundo
parte, e s'conheeem o que Ihes ensinam,
uns a respeito dos outros, os sonhos da sua
imaginagao.
Acostumados a verem-se de perlo desde
a infancia, a viverem ao lado uns dos ou-
tros, a crescerem uns ao p dos outros,
como irmaos e irmlas na casa paterna, nao
se abandonam a esses sentimeutos romanes
eos, a esses desejos chiraericos, que nascem
muito mais .naturalmente-em seus coraces,
quando nao tem ante os olhos o espedacu
I j da vida real. Elles sao mantidos uus
para com-os oulros nos limites da decencia
e re3peito ; e o que pralicam primeiro que
tudo a contralernidade que nas;e dos h-
bitos estudiosos.
Querer isto dizer que os directores, as
directoras, os professores devem julgar-se
autorisados para repousar em uma falsa se-
goranca e negligenciar todas as precaucas
que a prudencia exige, quando se trata de
mocos e mocas, entre os quaes a reserva e
amor da regolaridade nao excluem os sen-
limentos que cada um delles traz natural-
mente no corceo? N5o, por certo, mas ha
um justo meio entre a indifferenca impru-
dente e uma vigilancia importuna e suspei-
tosa, assim como o ha enlre a lberdade
sem restriego e a confiscagao absoluta.
O exemplo de alguns estabeleciraentos
pode servir para resolver questao tao con-
tra versa.
Existem ha maitos annos no Este e no
esteve um pedaco a reparar nelle e disse
quasi logo :
Perdo, mea charo senhor; se me
na engao, j o encontrei onde quer que
fosse ?...
Nao se engaa, efectivamente, volveu
Caetano comprimentando.
Vi-o n'algum sarao, creio ?...
Em casa daSra. marqueza de Frileuse.
E' so mesmo, agora me record.
O senhor chama-se Caetano.
Umje*xriado.
E ao senhor qoe devo a vida I
Os dous rapases apertaram-se as raaos.
Ah I o senhor ha de consentir que
ihe eu prove o meo agradecimento sem
ser com palavras banaes, sim ? foi di
zeodo o visconde. O senhor ba pooco
tempo qoe vive em Pars, anda n3o fre-
quenta os gremios da rapaziada, e se o se-
nhor qaizer serei para tudo o seu' a pre-
sentante.
Mil vezes agradecido I
Ao depois conversaremos Disto, Sr.
Caetano ; entretanto, offereco-lhe desde j
a minha amizade e espero qoe me honre
aceitando-a.
Quem se honra aceitando-a sou eu,
senhor visconda. Mas olhe, deixe-me lem-
brar-lhe qoe estamos n'om sitio bem pouco
seguro ; nao me parecen acertadas as de*
moras em casas desta.
Tem toda a razio.
iN>>aioasjbir?...
Qoando qoizar.
Mae primeiro, tomo a lberdade de
Ihe apreseour a pusovcom qoem eu esta-
vi qoando o qubHnpi assasiiatr.
Qual pessoa t"
preocenpam demasiado- de uma situacao
que sabem ser por toda parte absoluiamen
te a mesma que na villa Oberlin.
Emfim, dizem os directores das grandes
instiluices raixtae: ludo bem coasiderado,
as unias entre moc>s e mocas que se co-
nheceram nessas escolas nao s3o mais nu-
merosas de que as contrabidas entre pessoas
que nunca se viram antes de se enconira-
rem no campo matrimonial.
No domis,comprehender-se-ha perfeila-
mente como o contacte diario de mocos e
mocas n3o s na escola, mas tambem na
sociedade, nao offerece perigo algum em
um paiz onde essas relaces sao estabele-
cidas sob a salvaguarda dos cestumes p-
blicos e das leis. Onde quer que domine
o principio da autoridade, o senilmente de
que se inspiram os legisladores a descon
Banca. D'abi vem esse luxo de precauces
contra abusos considerados inevitaveis;
d'ahi essa vigilancia minuciosa a que est3o
sujeitos todos os actos da vida. Nos povos
livres, o ponto de partida de todas as ins-
lituiC&es o seolimento contrario ; ah nai
se suppe o mal; n3o se procura preservar
delle a sociedade com medidas preventivas;
contentam-se com puni-lo quando elle se
manifesta.
E' em virtude desses principios que as
mocas americanas gozam cedo da mais am-
pia lberdade. N3o se Ihes entristece a
alma derramando nella a desconfianca eje
mor, habituando-as a considerar os mocos
como sempre dispostos a abusarem de sua
fraqueza; n3o as obrigam a compr o sem
bl ante, a sopitar ao peito os mais innocentes
sentimentos; a fingir, emfim, ama reserva
que Ihes tira physonomia seu mais se-
ductor encanto.
Ellas crescem no meio de uma seguranca
completa, de uma nobre confianga; e quan-
do o progresso da idade e da raz3o Ihes
fazem comprehnder a necessidade da cir-
cumspeec3o e da prudencia, sentem-se com
bastante forca pira defenderem-se por si
mesma, se disso necessitam. Conta-se com
a sua perspicacia; ellas sabem que devem
prever as consequencias dos passos, das
palavras e des aclos, coja responsabilidade
inteira pe?a sobre si.
Sobretudo nao ignorara, e este o ponto
importante, que a sociedade vela sobre
ellas, que as rodeia de sua proteccSo, que
toda offensa sua digndade ou sua.honra
ser rigorosamente punida. A opiniSo pu-
blica nao toma partido pelo seductor contra
a moca seduzida, e a lei nesse caso fere
com razo o hornera, o verdadeiro lulpado.
neste aecrdo da opinio publica com a
lei que assenta a seguranga das familias, e
quem conhece a America pode affirmar
que essa conlianga plenamente justifi-
cada.
Concebe-se que, para apreciar um syste-
ma to opposto s nossas ideas e hbitos,
necessario levar em conta as dilfarengas ca-
ractersticas que existem entre o nosso es-
tado e o da America. Nossas. leis, nossos
costumes, nossos preconceitos, resultado de
nossas miseraveis tracligs de galanteio,
fazem coiuid-*. ce#> perma elftetdade
com que sao educa** as afocas, nlo s na
America e Inglaterra, mas tambem na Alie-
manba e Suissa. O ideal da edoeeeio foi
por muito tempo para os nossos a do con-
vento, d'onde ellas s sahiam para casar-se
e desempenbar seas deveres de m de fa-
milia, para os quaes esiavam bem pooco
preparadas. Entre a reclusSo absoluta e
uma independencia sem limites, ha um
justo meio a seguir, e o qoe boje fazem
maravilhosamente as mais de familia que,
cojoprehendeado a necessidade de dar a
su'as Albas mais larga e extensa nstrucco,
cabera muito bsm conciliar a lberdade e a
vigilancia.
CAPITULO IX
Escolas para os meninos de cfg-Colored
sebools.
Nada faz, quanto a mira, mais honra aos
Bolados-Unidos, do qoe e zelo com que o
governo e as associaces particulares se
oceuparara no mais terrivel momento da
guerra de secessao, de assegurar aos pe-
los do Sul meios de existencia e de crear
escolas para elles e seos filh'os. Sabe-se
que o Norte, comquanlo se mostrasse ad-
verso escravido, nao havia abjurado mais
lo que o Sul o preconceilo qoe considera
os filhos da frica como pertencentes a
uma raca inferior. Invencivel repugnancia
havia sempre marcado a estes um lugar
parte na sociedide que, na trra da igual-
dade, mantinha entre elles e os privilegia-
dos da raca branca uma differenca ioja-
riosa.
Em toda parte, entretanto, tiaham-se es-
tabelecido escolas para os meninos de cor,
e comquanto os considerasse incapazes de
gozar dos direilos ci vis e polticos, o estado
jalgra-se obrigado a garantir-Ibes os bene-
ficias da educaco.
Alguns funecio larios prepostos do ensino
publico baviam tomado verdadeiro interesse
por esses desbordados da serte, e reco-
nhecido que nao Ibes fallecan) aptidio, nem
intelligencia. Comecava se a suspeitar que
era fatal influencia da escravido, muito
mais do que a uaturexa, que cumpria attri-
buir sua inferioridade moral, umversalmen-
te recoahecida. Mas a maior parte da na-
ci nao t'nha por elles, compre diz-lo, as
mesmas sympathias e anda estava mais
longe de pr.esagiar-lhes melhores des-
tinos.
Os acontecimentos extraordinarios que
produzrain contra toda prevs3o, a eman-
cipago dos escravos do Sul, e em seguida
os cbamou, como cidados, a gozarem de
todos os direilos polticos, tveram por pri-
meira cooseqoencia a creago, em cada, ci-
dade, de uma junta de libertos, e taes jun-
tas organisadas com essa promptidio e en-
ihusiasmo maravilhoso que preside a todas
as emprezas que offerecem grande interes-
se nacional, immeiiataraente prestaram at-
tenco ao estabelecimento das escolas de
ambos os sexos para os meninos de cor.
No 1' de Janeiro de 1863, da para sem-
pre raemoravel, o presidente Lincoln pro
clamoo a emancipagSo dos escravos em to-
dos os distados do paiz revoltado contri
o governo dps Estados-Uaidos.
A 22 do mesmo mez foi apresentada
cmara dos representantes e depois adopta-
da, uma lei eslabelecendo uma junta de
emancipaco.
Mas antes que a atteagio do congresse
fosse chamada para este ponto, grande nu-
mero de associaces particulares se baviam
organisado nos differentes Estados para soc-
correr os libertos. Multidbes de homens,
mulheres, e meninos, que fugiara da escra-
vidio, baviam acompaabado os soldados do
norte implorando soccorro a troco de seus
servicos. O Sr. Pierce, da Massachussetts,
correu a Washington e advogou com elo-
quencia a causa dos refugiados pednde
que Ihes dssem trabalbo e fossem prepa-
rados pela educagao para a iberdade. Mil
cebos repeliram em todos os Estados-Unidos
este appello generosidade publica. No
segundo anno da guerra, em quanto todos
os mancebos eram chamados s armas para
salvtr aquella poderosa uniao que seos pais
haviam fundado custa de seu sangue
mulheres, de corago magnnimo, correram
aos exercitos e levaram a seos maridos, a
seus irmaos e a seus filhos, os specorros
de sua dtdicagao e ternura, estabelecendo e
d rigindo no iheatro da guerra bospiues e
ambulancias, e nao esquecendo os pobres
escravos, cujos ferros a goerra quebrava,
mas a quem cumprio assegurar meios de
subsistencia. Foram tambem as mulheres
que ^ponderara com mais diligencia ao
appello feito ao zelo dos professores cha-
mados para dirigir as escolas destinadas aos
meninos de cor, as differentes cidades on-
de o exercilo victorioso restabelecia a ban-
deira da uio.Nao se poderiafazer orna
idea da energa com que todos porfia
concorreram para essa obra verdadera-
mente cbrisiaa.
Caetano indicou o corsario, e disse em
forma de apresentago :
O Sr. Beauregard I...
Beaoregard e o visconde comprimenta-
rara se.
Depois o fidalgo levou Caetano pelo bra-
co, e afastaram-se da taberna.
O corsario ia atraz delles ; mas qoando
j sabia do gabinete e se mettia no corre-
dor escaro, sentio pocharem-lhe pelo ca-
saco.
Virou-se e bateu com a vista em Lolote.
Tioha os olhos esgazeados, e o peito ar-
fando desusadamente.
Que diabo queres tu ? perguntou
Beauregard com modos abrutados.
Diz me s orna cousa, respondea a
molber.
O que ?
Aquelles doos bomens que aioda
agora esiiverana. qoem sao ?
Um o visconde de Graodlieu.
E o outro.... o outro ?..
O outro,'volveu Beauregard reparan-
do mais em Lolote, o outro chama-se Cae-
tano, e est em Pars ha cinco das.
E foi se andando e dizendo com os seas
botes, a sorrr :
Bravo I bravo I Pois a formosura de
Caetano produzria sea effeito?... De-
mono I Tioha bem qoe ver I...
Quapdo caegou roa direita vio que os
doos mocinhos se tinbam safado sem es-
perar por elle.
Fez dm arremesso o mais desprezitivo
qae poda ser, e disse entre ai :
Melhor i Ainda bem qoe me deixa-
lram s. Ja slo deas hor, en ainda
(Continvar-u-ka).
teoho mnito que fazer. Vamos, nao per -
der lempo.
Apressoa o passo, ebegou n'om polo
roa de Vei neuil," e subi ao seu quarto.
Mas em vez de se deitar e de pedir ao
somno o descanco de que talvez necessita-
va, mudou de falo, penteou-se com desacos
turnado esmero, guardn ama gazna na al-
gibeira com singular cuidado, e sabio outra
vez, encaminhando-se para as bandas da
roa do Bac.
Qoando chegou defronte da toja de mo-
das dos irmaos Dubar & C. metteu-se pela
ra de Grenelle, den mais ons dozentos
passos, e ebegou defronte da porfiaba que
dava para o jardim do grande e esplendido
palacio da baroneza de Siraier.
Metteu a gazaa na techadora, abri a
porta e entrn no jardim. Estava um ho-
mem espera.
E's tu, meo visconde das Patetices ?..
Son eu, soa, mea amo, respondea o
visconde.
J veio a baroneza ?
Ha orna hora.
Est bom. Vem com'go, e toma
conta nao nos espreite alguem.
Beauregard passou adiante andando
* firmeza de qoem conbece c
palmos, foi ter a ama aaleu pegada com
o quarto da baroowa.
All esteve alguns minlos, de ido a
escota, sem se atrever a i aiso.
direito,* en-
P
-
Afloal reselveo-se, fo
troo.
(OMitMtar
nrpoettuo m*


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