Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12364


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Full Text
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Propriedade de Manoel
Qtikfk FElftA 19 D ABRIL DE 1871.
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PA BIRIO I FOIA DA PBOVUCIA.
Por tres metes abastados................ .
Por Mis dito* dem....................
**w uvt HN MOA
Por nm anoo dem ................. .

de Faria

I II
CSr,
_ Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filltos, no Para ; Genoalvea Pialo, no Maranhao ; Joaqnim Jos do Olivis a* If&.A 3LHtlIT Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahjba ; Antonio Jaaf-hm na Villa da Penha; Belarmino doa Santos BalcSo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alafoes ; Dr. Jos Martina Alvos, na Babia; o Leite, Serquinho & C. no Rio de Janeiro.
PARTE OITICIAX.
Carera* da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 13 DK ABIl L DE 1871.
Actos : i ..
O pridenle di provine! a, i vta do offlcio
do Dr. ehcfe de polica, n. 464, de 8 do comit,
resolve conceder a Jos Cesario de Mello a exone-
rar! j qae pedio do eergo de subdelegado da fre-
guezn do Neo da Paoelli.
O presidente da provinci', e.eoaT>rmidade
com a propo'ta do Dr. chete de polica em offt ;io
o. 461 de 8 do correte, resolte nom^ar o hacha-
re! Jos Bernardo Gal.vao Alcolorad* Jaaior, para
o cargo de sublelegado ifiVeguezia do PvC/i da
Paoell. *
O presi lenta da provincia, attend9ndo apro-
i'osu do co 'mnandaiiie nteriuo do 9 batalbo de
lalantaria da guarda nacional do municipio de
ulini'a, obre qual informon o respectifo cora-
maodare superior em offl.io de 11 do correte,
resolve de cocformidade cora o dlsposto no an. 48
da lei n. 601 de 19 de setembro de 1850, noraear
o sargento da 7* coananhia Joaquim Ianocen-
cio do Espirito Santo, para o posto de alferes da
8* eompanhia do referido batalhSo.
O presidente da provincia, atlendendo ao qae
reqaereu a professora publica da cadeira de pri-
meiras lltras da fresneda do Carat i da S de
Clinda, Maria Cleobulina de Mello Oltoni, e em
vista do qae aforada a director eral interino da
inalruccio pnbl ct em fficio de 15 de raarc/i uI ti-
mo, sjb n. 93, resolve conceder-lhe dous mezes de
o ornamento supplemenur, que envin, acerca da
obra de arco e estrada da nova freguezia de
Nossa Seoliora da Graga, e autorisaodo a mesraa
cmara a despender a quahli constante do refe-
rido ornamento.
Ao gerente da eompanhia Peraambucana,
para dar urna passagem de estado at o presidio
de Fernando no vapor que para all vai seguir, ao
lente honorario do exereto, Jos Praocisto Paes
Brrelo, escrivao norneado para o sesmo presidio.
Despachos:
Coronel Antonio Gomes Leal. Informe o Sr.
inspector da thesonraria de fatenda.
Opito Adriano da Silva Fanas.Bequeira pe-
los tramites Megaes.
Amador de Barros Gavalcante Lias. Volte ao
Sr. inspector da thesonraria de fazenda.
Anna Joaquina de Oliveira e Maria Iiabel de
Oliveira.Habiliiem-se dpportanamente perante a
thesonraria de faienda, onde deve ser recolhido
o peculio requerido.
Bario do Livraroento.Pagos os direitos, como
requer.
Bacharel Christovio Xivier Lope?. Informe o
Sr. Dr. procarador fiscal da tbrsouraria de fa-
zenda.
Candida Bosa da Silva Lyra. Informe o
Sr. Dr. director geral da instruocio publica.
Irmaodade do Srahor Bom Josas dos Martyrios
desta cidade.Informe o Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
I rm inda Je de Nossa Senhora da Boa-viagem.
informe o Sr. inspector da thesonraria proyin -
cial.
Isabel Mara Braodao.-Informe o Sr. dezembar
Joio Paes. Barreto de Lacerda. Informe com
urgencia o Sr. Dr. chefe de polica.
Lapitio Joo Romarico de Azevedo Campos.
laTorme o Sr, coairaaudanle das arma*.
Joio Anselmo Marques.Passe portara na fur-
nia reqaerifla.'
Bienerel Joio Joiquim Fonceca de Albnquer-
que.Encara intie-se.
Jos Francisco do Reg Birros. Tent de ir a
praca a obra a qae aliude, comparece ao acto que-
rendo.
Marcolino Rosa do Nascimento. Informe o Sr.
Dr. ebefe de polica.
Manoel Das de Toledo Jnior.J foi despacha*
da a petcio a qae alinde.
Manoel Dias de Toledo Jnior.Aguarde adeci-
sao do governo imperial.
Bacharel Miguel doi Aojos Barros. Passe por-
tara concelendo a liceoca sem venetmentos e com
o praso para assumir o exercicio do termo de
saa jarisdicio.
Mara Augusta Serpa. A thesonraria provin-
cial com ofleio desla data.
Dr. Pedro de Ajayde Lobo Moscozo. Infor-
me, o Sr. inspector,;*) arsenal de Mariaba.
EtPEDnWTE DO SECRETAJUO.
Oflcios ; ___
Ao coronel eommarrJSWe d.
rando ter a presidencia autorisado
le
(aria.
Ao Io secretario da asserabla legislativa
provincial, remetiendo para ser presente a mesma
assembla, copia da informarlo dada pelo chefe
da reparticio das obras publicas, ;erca das pe-
tiodas do Dr. Antonio Borges da Fonceca e Miguel
Ferreira Lima.
Ao mesmo, enviando para igual flm, copia
do contrato celebrado para o prolongameolo
da estrada de fe'rro de Jaboatao a cidade da Vic-
toria, nos termos da lei n. 931 de 1 de janho do
anno passndo.
Ao commandante de corpo de polica, com-
municando de orJem da presidencia, que segundo
offlcio do Dr. chefe de polica, falleceu em Caroa-
r o soldado desse corpo Manoel de Araujo Fei-
tosa.
Iicenca com ordenado, na forma da lei, para tratar ado.r provedor da [Santa Caaa de Miseri-
desasade. cor-dia-
Expediram-ae as necessarias comnannicajo-'s.-
Officios :
Ao Exm. ( vice presidente do Rio de Janei-
ro, acensando reeebido offlcio, em qae participou
ter assumido a administracao daquella provincia,
ne dia 8 de marco ultimo.
Ao Exm. presidente do Rio Grande do Sal,
declarando que, com o sea offlcio de 35 de leve-
;eiro altimo, receben qaatro exemplares dos rela-
tnos apreseatadee pelos Drs. Joao Sartorio e Joio
Capistrano de MiraaJa e Castro, ao pissarem a
administracao dessa provincia.
Ao de Goyaz, eemmanicaado haverem sido
r cbidos os dous exemplares qae remellen, das
leis dessa provincia promulgadas no anno pas-
sndo.
Ao coronel eommindanie das armas, de cla-
rn do nm resposta ao seu offlcio, com referencia
ao capital do IIa batalho de infantina Manoel
Jtaqaim Bello, que deve dar as necessarias ordens
afim de que a ofOcial embarae sem falta no
primero vapor, certo de que a presidencia nao ad-
miti que as ordens do governo imperial sejam
sophismadas.
Ao Dr. ehefe de polica, dlzendo qne para po -
der aitender ao pedido constante do sen offlcio n.
471, de JO do corrente, faz-se preciso qae envi a
.'ufurmac.io, qne por vezes ba sido requisiUda acer-
ca das casas particulares, alagadas pra adeias
ou quarteis, cim declaracio do proprietaro, pre do aluguel, poca em qae se fez o arrendamento,
e ae este foi e quando autorisado pela presiden-
cia.
Ao mesmo, mandando louvar o capilao Joa-
qnim de H)llanda Civaleante, subdelegado do 2*
o.;trelo do termo de santo Antao, pela aclividade
com qae se hoave na captara do criminoso Maxi-
miano Jos dos Santos.
Ao inspector da thesonraria de fatenda, com-
municando qae o bacharel Marcos Correa da C-
mara Tamarindo, juiz de direito da comarca do
Ri, Formoso, entrara a 10 do corrente no goso
de 30 dias de licenca, que Ihe fura conced la pelo
eonselhero presidente da relaca >.
Ao mesmo, para que oavindo o inspector da
alfwiega, informe acerca da licenc, que solicita
u chefe de seceo da mesma alfandega, Jacome
(i -ral Jo Maria Lumache de Mello, no incluso re-
(uerimenlo.
Ao da thesonraria provincial, recommeniau-
do que mediante funga idnea, mande adiantar a
professora nomeada para a cadeira de prinieira let-
tras de Villa-Bella, Maria Angosta Serpa, a quan-
tia de 400J000, que Ihc sera descontada pela 5"
p rte de seus vencimento-.
Ao mesmo, mandando pagar com preferen-
cia, e nao obstante as suts observares, a impor-
tancia do gaz consumido no mez de julli i do anoo
passado com a Iluminarlo publica desta cidade.
Ao inspector do arsenal de marinha, remet-
iendo por coia o aviso de 13 de marco altimo,
ein qae o Exm. Sr. ministro da marinha declara,
*m solucao a da vida suscitada em sea offlcio n. 406
Ue 23 de Janeiro ultimo, o deslino qne se deve dar
a importancia dos peculios, pertencentes a 8 apren-
dizes artfices, qae, tendo seguido para a guerra
do Paraguay como voluntarios da patria em 1865,
nao voltaram i esta provincia.
Officiou se ao inspector da thesonraria de fazen-
daremettendo se igual copia.
' Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recite, recommendando a ex
pedicio de snas ordens no sentido de ser ama
guarda de honra aprssentada em frente da igreja
matriz da freguezia de S. Jos desta cidade, as 7
horas da manhaa do dia 16 do correnle, afim de
acompanbar o Santsimo Viatico, que em proeis-
sao tem ser levado aos enfermos daquella fregue-
zia.
Ao dos municipios do Exii e Cabrob, devol-
vido a proposta, a que aliude o sen offlcio de 51
de marco ultimo, afim de qne seja reformada na
parle relativa aos postes de tenantes da 1* e 2'
compaobiaa, pois que eslaado organisado o bata-
lho 48 de infamarla, nao pode para esses postos
aer nomeados himples guardas, mas sim observar*
ae a ordem gradual do accesso.
Ao capilao do porto, dizendo em resposta ao
sea offlcio, qae pocha em liberdade os recruias
Francisco Vicente de Oliveira e Joaquim Pereira
de Barros, visto aerara incapazes do ser vico, e d
destino aos de nomes Benedicto Nogueira e Ma-
noel Pereira Lins.de Araujo, qne foram conside-
rados aptos.
Ao iuiz de direito da comarca da Boa-vista,
declaraada qae remeta para ter o convenien
destino, a eertilo de qae trata o art. 10 do
creto n. 4302 de 23 de dezembro de 1868.
Ao da comarca de Cabo, dizendo qae para
p jdrtr aer eaeaminhado o recurso de graca do es-
cravo Agostinho, a qae alinde o sea offlcio de 28
de mane ofeMan, fas-se preciso que, de conformi-
dad* coa avtao n. 287 de 28 de junho de 1865,
remeta a ralormaeio do carcereiro da prisao onde
seseas o rea.
Aoenfenheiro encarregado das obras mili-
tares, recommendando ss necessarias providencias
para que seja concertado o encanamealo da illu-
mioacao a fas do qnartel do deposito especial de
inslrnecio.
Commnaicoa-se so coronel commandante das
armas.
Ao cae) da reparticio das obras publicas,
approvaado as proposta e planU qae remetteu fe-
ta pales aagashairoe Lovr & Blonut para exeencio,
molante a asalta de 12:000*000 do augmento,
da obras, eoastaaas da memuda proposta e ne-
canaitas para, iajarsic,i da ponte do Caxang,
imj>*dMUo-se aastai a continuacio do abalimento
das eoluasaai esatraaa, a apreaaaodo-se a saa
arrtera a* traaaMa pobiieo.
Goaiawiaieon-se a thesonraria prevfocial.
A' cmara moaicipal do Redfa^aaprovaaido
oeste terreno ; mas o nobre deputado enteadeo
dever disentir o contrato, indo buscar a questio
em sua origem I Fallou do contrato, notou-lbe os
defeitos, os erras, ele. Por mais asertadas o*
fossem as snas observacoes, todo o sen eslorco
foi sem resoltado, veio fora de lempo, qoando o
mal irremedUvel.
Ea son o primeiro a reeoabeeer qae esse con-
iraio foi onercslsstmo i provincia, foi nm escaa-
dalo, e, | sea a inlencao de o Hender pessoa algoma,
diri alfoi am verdadeiro assalto aos cofres pa-
bl iros.
Repilo, e faeojaslica as intenr5ei e boa t da-
quelles que aotorisaram ul contrato ; creto mes-
mo que o' desejo de ser til provincia, de bem
servi-ia e dtala de um melhorameoto material
importante, foi o que os dirigi, e nem me capacito
qne cogilassem servir sos arranjos particulares da
Mornay.
Concordo com o nobre deputado qae Mornay
am aventareiro e am especulador srdido
O 9n. Coima e Figueiredo : Desses termos nio
me serv a.
Outbo Sr. Dbfuvado :Se hoave assalto, nio
foi fetlo pela reseisao, porque o mesmo eontrale
lera condicoes qae salvara a provincia.
O Sr: Mello Rm :A reseisao foi a conse-
quencia da armadilba emane aabio a provincia.
De todo o historien da contrato, de tedas as cir-
camstancias qne occorreram, nao me resta duvi-
da goe Mornay o arranjou e preparou jomo meio
de hzer dinbeiro pelo modo mais fcil, e o conse-
guio em pura perda da provincia I
Sr. Cunha e Figuejsedo :O nohrajasotado
v isso, para que nio concorda coraige T<
O Sr. Mello Rkoo :Ea ihe darei a razio do
meu procedimenlo
Conclnidu o contrato, iraprevideute e malfeito,
como foi, a assembla aulorisou anda a saa re-
visao, a qual se effeetaoa em condicoes mais gra-
vosas i provincia. Depois disto, voltoa assem-
bla, e esta o approvoasem diminuir Ihe ama vir-
gula I .
E assim passon a opportunidade de ser anal y-
sado semelbante contrato I
Ea nio desojo e at evito enredarme na aire.
ciacao de semelbante contrato, quero mesmo fur-
tar-me ao odioso de apreciar o qae foi mal feito,
quando sao irremesaveis os seas resollados. Se
houvesse provaiio para a provincia, se o oa seta
feito pode.-se anda desfazer-se, ea acarretaria com
esse odio, atirantara as ras ; mas sem resalu-
do----- nio, nio re tio longe, nio tomarei a
questio na altura em que a poz o nobre deputado,
nio cbegarialao sea deapasio.
Ka, approvado o contrato inc ido dos daeitos
que o nobrs deputado mencionon ; era indispeasa-
vel qne a administracao voltasse para elle a saa
alinelo, calculare a grandeza do onus qne tra-
zia provincia, e procurasse o melhor alvilre de
resolver s quesiao.
O nobre d-pniado acaba de mostrar o qoaalo a
administracao comprehendeu o sea dever, lendo
Coads de
lo ; a -Sr. Mornay que passa por l amito
bem.
A reseisao foi feta soraente para se fazer effee-
tva a iademnisacao, estacelendo-se am desempa-
taer am Londres.
O Sa F. de Ficeeiroa : Est no contrato.
08a. Mello Rbgo :O art. 32 do contrato, qae
j li, dii inando o presidente da provincia en*
tenda que o contrato oneroso, o rescindir. E' f-
ra de davida qae o contrato era onerosissimo, era
am comproraettimento serio das rendas da pro-
vincia, e por consiguite a reseisao era tam-
aseessaria e indeclinavel.
(Troaam-se muiros apartes.)
0 Sa. Solza Leao :Tambera fra de duvida
que eas ioexequivel.
O Sa. Mello Reg :Isto o que resta provar
nao basta dize lo.
O Sa. Solza Leao :Tambem o qae est di-
zendo a nobre deputado, nao est demonstrado.
* O Sa. Mello Bego :Se est...
A provincia era obrigada a concorrer com ama
qoarts parle do valor na obra, esta quarta parte
poda, pelo orcamento...
u va. Depvtado : O ot eamento nao foi
feito.
O Se. Mello Reg : A questio parle do valor
do oraseaento...
Ua in. Depvtado .-Xas o orcamento nio foi
feito, como sbese qne essa quarta parte era one-
rosa a provincia T
O 8a. Mello Reg :Assim nio posso expri-
mir-asa.
Iatarroropem-me conticuadamente, de sorte que
dos aasnumentos que tomei anda nio pnde fa-
zer asa t Estou fallando sem nexo, e inteirameo
te desviado do mea pensament, untas sao as la-
(errnKSss f
O Sis. Presidente :Atteacio. Dexe o nobre
deputado continuar.
Uarfa. Deputado : E' para auxilia lo na ar-
0 Sa. Mello Reg :Agradeco muito o bom
desejo, asas despeoso o auxilio, qae so oave para
atrotsMar-me.
Nio Cteo quesio da approvaco do projeeto,
me importa pouco com isto ; quero apenas dar
ai reates porque o subraetti a consideracio da
casa, deixem-me explicar.
O la. Cbhha s Pigubiredo : Eu espero qae o
nobra desatado vote contra.
O Sa. Mello Reg : -Espera em balde, nio fa-
r k canqnisu do roen voto.
Casan la dizendo. No contrato esUva estipu-
lado qoo a provincia concorratia com a quarta
parte do valor do orcamento, asta quarta sobirU
a cifra de cerca de 2,000 eoatos.
Um 8a. Deputado :Provado por quera ?
O Sa. Mello Rano: Por peesoas competen-
tes.
Era, porra, de recejar, em vista dos erras qae o
nobre deputado reconhece exlstirem no orgamenlo
de*^ mm rTam'eSXoisX^Werir
ao parecer
elle para
PERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SBSSO ORDINARIA EM 31 DE MARCO.
JConclusio.)
IEGO :Na confeccao do pro-
jeeto de que se trata, nioenlrou em meas clculos
a impugnar!> que acaba de ser-lhe feila ; nao
coniei, jamis que occasionasse a questio que se
agita ; se o tivesse previsto, certamente me fur-
taria a esse encargo que reputo suparior s m-
nbas debis forras (nio apoiados).
Mas desde que soa o sea uaico signatario, nao
me licito recoar, e cedo ao dever de aventurar
alguraas ronsideraroes em jaslificagao da materia
que contm.
O Sr. Ccnha e Figubiredo :Paria nm grande
servico voundo contra o projeeto.
O Sr. Mello Reg :Como voUr contra, se son
o sea autor ? Se o apresentei convencido da saa
necessidade ?
A questio, a mea ver, est desviada de seu ver-
dadeiro terreno, o nobre deputado dea-lhe dlrec-
clo diversa da qae devra ter; a rfaesto nio a
nicamente a da conveniencia
do projeeto, da decretarlo de
esU boa I
orador
diffleil e falta-me a aptido da dignldade da provincia pagar.
ente
que foi agitada,'
ou inconveniencia
crdito.
O Sn. Cunha e Fioueiredo :Ora
Para pagar o que?
(Trocam-se muitos apartes aos quaes o
responde.)
O Sr. Mello Reg :Assim interrompido nio
posso continuar. Estou nm Unto perturbado, e
se nio me preslam os nobres depuiados o obsequio
da sua alinelo, nio poderei expor o mea pen-
saraento, nem responder ao discurso do orador
qae me preceden.
Me parece qae a discossao do projeeto devra
prender-se saa necessidade c conveniencia ; i
necessidade e conveniencia de dar-se adminis-
tracao es meios de pagar a inderanisacao devida a
Eduardo Mornay. A analyse do contrato vem Urde,
mnito tarde.
A apreciarlo deuda e rigorosa desse contrato,
seria muito a proposito, conviria mnito aos inte-
resses da provincia, se fosse (eiu na sessio em
qae se Ihe dea a approvacao. (Apoiados.)
Desde qae foi elle, sem objeccio approvado,
respeiUodo-se a condieio qne fimoa o caso da Bsanos para se fazer o orcamento.
reseisao, me parece qae nio temos mais que ver
com o mesraa eontrato, era com a reseisao, acto
definitivo, qae nao depende de nossa approvacao.
Um Sr. Deputado :Nio fleoo dependente da
approvacao da assembla ?
Sr. Mello Reoo :Nio, senhor. O contrato em
sna coadicio 32 esUbeieeen o caso da reseisao, a
assembla o approvoa sem restriccao, e a admi-
aistragio o rescindi com direito perfeito.
O Sr. Souia Leao .-Mas nio se deram as con-
dlcSea qaa autortsavara a rescisio.
O Sa. Millo Ru :Deram-se, e ea o de-
monstrarei, lazando por aceitar a discussio no
ti rreno era qne foi posta.
(Troeam-ie apartes.)
O Sa Millo Rano;O nobre denotado entende
qne o presidenta da proTiac errou ? Ea eateado
ene nio ; flqaemos por era aislo, e deixem-me
continuar, nio me dasviem do aaasinho qae quero
lavar,nem me desloqnem a argamsotacio.
Como dizia, eoleadis qae a questio era uniea-
ssaato esUa da asesiildsds a conveniencia do
pagamento, e esperara qae a dlscuisio asseotasse
As deUSaligens di contrato, eo conselhe da
referida coramissao fizeram peso no espirito do Sr.
Conde, mas elle nio determinen a saa rescisio,
porque convinha fase-la do melhor modo, e para
isto efam-lhe precisas anda averigaaedes e in-
telligcncia com o contratante, qae eslava au-
sente.
Su. Cunha b Figueiredo :0 relatorio nao
dii nada que signifique a reseluco de rescindir.
O Sr. Mello Reoo : O nobre deputado diz que
o eontrato nao poda ser rescindido, era vista da
condielo 31 que dispde :
< O present contrato nio ser obrigatorio, se
o concesionario nio obtiver dos poderes geraes os
favores sobre isenco de direitos, recruUmento,
recebiraento de passageiros e mercadorias dentro
da zona do privilegio da estrada do Recite a S.
Francisco e porcentagem sobre o transporte da
mesma estrada, de que trata o projeeto de lei
aprsenla do este anno na cmara dos Srs. depu-
tados.
Desta condicio tira o nobre deputado a liarlo
de que o contrato uio obrigatorio para ne-
nhiiin das parles, e qae por isto nio riavia ne-
cessidade de saa reseisao.
Me parece qne nisto que vai todo o engao ;
o contrato nio obrigatorio em relaco ao con-
cesionario e nao quanto a provincia.
Ao concesionario caba solicitar dos poderes
geraes eertos favores, sera os quaes nio eslava
obrigado a execuciq do contrato. Eraouanto nio
Ih'os concedessem, sempre que fosse chamado so
cumpriraeato de estipulado, dizianao posso, an-
da nao consegu os favores de que preciso.
Com a provincia o caso era diverso, nio era a
cargo della que esUva a soliciueao dos favores,
nada Ihe servia de desculpa para nao satisfazer
aquillo a que se tioha corapr iraeltido.
O Sr. Cunha e Figusredo :Nao ha tal, est
engaado.
O Sr. Mello Reg :A provincia nio tinha, co-
mo o concessionaro, evasiva para se arredar da
satisfacao dos seos compromissos.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Entio de va d-
zernao ser obrigatorio para o coneessinario,
mas dizendo simplesmenlenao ser obrigatorio
para ambas as partes.
Un Sr. Deputado : EsU que a intelligen-
ca verdad eir.
(Trocam-se muitos apartes)
O Se. Mello Reg :Como pode ser a conces-
slo para ambas as partes, se ama s qae tem o
direito de pedir os favores T ,E' visto que s em
favor deste.
O antro artigo do contrato, qae a este segu,
moslra bera qae elle nio era obrigatorio para o
concessionaro; a corroboraqao do anterior ;
ai-lo :
< Se o governo entender, a visU do valor do or-
camento, qae a subvenclo mareada no presente
contrato superior aos recursos da provincia, p >-
der rescendi-lo, e oeste caso ter e concessiona-
rie direito, alm dos estndos, como determina o
art. 29, a orna indemnisacao arbitrada de confor-
midade com a segunda parte do art 31, nio po-
dendo ser maior a trinta contos. a
O Sr. Cunha e Figueiredo :Anda quando i
enlendesse, a indemnisacao nao poda ter lagar,
por qae o concessionaro nio tez os estados
O Sr. Presidente : Por esta maneira nio i
possivel que a discussio conlinne.
O Se. Mello Reoo : Deste modo nao consegu-
re responder ao nobre deputado... Sou acanha-
do, tenho a paUvra
(nio apoiados) ; as mierrupcdes continuadas, me
desviario e me forc Para evitar continuadas complieacoes com Mor-
nay, para libertar a provincia, em suas difflculla-
des fioanceiras, de um grande encargo era neees-
sara a rescisio do contrato ; isto se fez.
Um Sh. Deputado : Deixon-se illudir era sna
baf.
O Sr. Mullo Reg :Ea emendo qne nio ; na
minha opiniao a presidencia pracedeu conveniente-
mente, e por minha parle nao posso senio fazer-
Ihe elogios.
O Sr. Teixeira de Sa : -Mas esta anda nao
a questio, a questio est no effeilo obrigatorio da
rescisio.
O Sa. Mello Reoo : O presidente di provincia
rescindi o contrato, para bem servir a provincia,
lendo em seu apoio diversas opiaides, entre ellas
ada coramissao de quera ja fallei, composta de
distractos e respeiuveis caracteres, como sao os
Srs. Barros Brrelo, Trisiic raripe e outros.
Um Sr. Deputado :Mas estou que elles nun-
ca julgarara qae a reseisao dsse este resul-
tado.
O Sr. Mello Reg :Era vista d) contrato, nio
podiam esperar ontro, unto qae o parecer pede a
reseisao, erabora se d indemnisacao.
O Sr. Souza Leao : Mas nao pensaran) que
fosse lio longe.
O Sr. Mello Reg Bem, admita-se isto, mas
nio se diga que ella foi contraria a rescisio.
O Sr. conde de Baependy acceitou como a un-
idor solida, a idea da rescisio. e se a nio fez-----
Un Sr. Deputado : Estamos ameacados de um
bloqueio pela Inglaterra por cansa disto I
(Trocam-se nmeros apartes.)
O Sa. Mello Reoo : Eis a razio porque eu
nio quera entrar na analyse do contrato. Eu nio
quero molesUr pessoa algama, nio quera dizer
qae o voto em separado, para mim, era suspeito.
Um Sr. Deputado :De quera foi t
O Sr. Mello Reoo :Do Sr. Buarque de Mace-
do e ontro.
O Sr. Buarque de Macedo foi autor da lei que
o nobre deputado qualificou de sublime, e que eu
qualifco deeffeitos desastrosos; o Sr._ Buarque,
me parece, foi ouvido sobre a confece.lo do eon
trato, escrevea aajjaos em resposta aos do Sr. Dr.
Manoel de-Bs*MpeMfendendo, etc. Tendo de dar
o seu parecer, como membro da commisslo, deve-
ra ser coherente, devera man ter sua opiuiii_de
conformidade com o que tinha pensado at entio.
Nio qaoro dizer que o Sr. Buarque nao andas-
-e em lado de boa f, qa. a saa dea con-iguada
na ciUda lei, nao fosse muito boa, mas nem por
isto deixo de deplorar effeitos qae sortiranr
Disse .o nobre depaUdo qae o contrato nao era
defeiluoso, e para este acert firmoa-se no pare-
ser do mesmo Sr. Buarque, qne eu. tenho, pelos
O Sr. Mello Reoo : Nio ; mas a sssemMa
deve ser solidaria com as ontras qne approvaran
o contrato. J que o contrato est approvado, sa
jeiteraos-ns s snas consequeocias; da honra, d
apresante do por Mornay, .que de proposito errava
or caUulus, a exagerara os presea a qaa o auxilio
cora que tinha de contribuir a provincia aograen-' motivos qne apresentei, como suspeito.
tasje, a-a -brida quarta parte sabase a ranito | O Sa. Cu.nua e Fiuueiredo :Para mira
aissa i 2,000 coates. EsU qaanlia devera
fSTparie em numerario e parte em apollces.
4 primefras presiaodes seiiam *? ser uontox o
qne quer dizer que a parte era dihheiro subira a
800 contos |
Um Sr Deputado : Era melhor por qae tica-
va cora a estrada.
O Sa. Mello Reoo :Nao ficava. Onde-arbou
a condicio de tirar a estrada pertencend a pro-
vincia T
0 Sr. Cuuha e Figueiredo :A estrada nao fi-
cava na provincia Y Mornay levava-a na cabe-
ra ?
O Sn. Mello Reg Ah I ficava na provin-
cia...
Mas com que peso nio (icaria -'
A provincia poda ter essa estrada sem onus
pecuniario, como ha de ter outras, urna i con-
tratada, e outras que estao sendo pedidas, sem
auxilio dos cofres pblicos.
E' visto, portante, que, as circum.-tancias era
qae se acha a provincia, o eontrato era demasia-
damente oneroso, ella nao poda concorrer com
aquillo a que eslava obrigada, sem preterir outras
muitas necessidades mais momentosas.
Um Sr. Deputado :Era inexequivel para o
concessonario, que era impossivel levantar capi-
taes para realisar as obifW-
O Sa. Mello Reg :O nobres deputados nio
rae deixam concluir a minha argumeetacio.
O presidente da provincia levado por .-tas con
sideraedas, aceitando o concurso da commisslo
de exame, aceitaodo a opiaiio do Sr. conde de
Baependy ; adoptou o nico alvilre prudente, qae
era o da reseisao do contrato. Fe-lo, e fe-lo por
que o poda fazer. (Nao apoiados.)
2'rocam-se apartes.)
Sr. Mello Reg :Deste modo zelou devida-
mente os'interesMs da provincia.
'O Sr. Cuneo-e Figueiredo .Fez jasUmente o
contrario.
O Sr. Mello Reg .-Fez o qne devia, proce-
den zelosaraente de modo honroso ao seu nobre
carcter. I
O nobre deputado disse que, se o Sr. Dr. Ma-
noel Porlella fosse eolio o presidente, nio faria a
rescisio. Pens de modo contrario. Formo de
S. Exc. o mais elevado conceito, ereio no sea pa-
triotismo e amor a provincia, e por isso acredito
que, a despeito do sea despacho? continuando na
administracao acabara pela rescisio de tio mons-
truoso contrato.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Mello Reoo : Trsurei de demonstrar
qae todas as exigencias feitas ao concessionaro
nio sorteriam resaludo, elle as Iludira
O Sn. Souza Leao :Nio se dava a rescisio.
O Sr. Mello Rbgo :Negar-se-hia as exigen-
cias, e nem por isto deixaria de reclamar da pro-
vincia a satisfacao dos sens compromissos.
O Sn. Ccnha e Figueiredo :Ora t
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Mello Reoo : Isto aconteca por defeito
do contrato. Por elle todas as questoes qae oc-
eorressem seriam deseididas por meio de arb
icos, tendo ss relativas sos estados e orcamento
eseampaUdor am Londres.
Cunha e Figueiredo : Nio diz isso o
ne-
O Sr. Mello Reoo : A questio j nao da
gnlaiidade da rescisio, de do direito a indemni
sanio f
O presidente da provincia em viste dessa eondi -
Co do eontraM approvado por esU assembla,
considerando devidameote as desvantagens qae
resultara da exeencio do contrate, accordoa com
o concessionaro na reseisao e delerminou-a.
E' minha opiaiio qae proeedea arai regular-
mente, e segando os interessas da provincia.
Um Sn. Demjtabo : Oaaraado a provincia
qoando a lei diz seas mais onus slgam I
OSr. Mello Reg :Nio ha lei qae diga tal.
No p em qae este a qoeitio o qne cumpre
demonstrar qae a reseisao ki legal e convenien-
'Sr. Cunea e Fiouaamo :lo preeisava
rescisio, j o demonstre!.
O Se. Mello Rano :A soa sagn meata sin im-
procedente, desde qae reponen na. ateilifeocia
que d so art. 31 do contrato, nWgeneia qae
nao s verdadeira.
O Sn. Cunha k rwuKaaw ; Nic, eju o conita-
Mello Reg:O nobre deputado este ve
com o contrato e ontros papis em
e me parece que nio os lea tonos. As
de qae trato devism ser decididas por
tendo no caso de desaccordo de ser re-
em Londres.
O Sr. conde de Baependy, em vista ao parecer
des aagenbeiros, entendea nio dever aeceiur as
incompletas piulas e orcamentos, aprsentenos
por Mornay, mas este soccorrea-se s esu condi-
cio, e pedio para ser o negocio sobmettido s sr-
btraineato. Tiste arbitramento irla asea duvida
acabar ees Loedres, e devera crer-se qae seria a
solacio coatn a previaeia.
Per eeasenneaeh, a todas u exigencias qne se
Ihe Uzease, Mora a y navia de pedir o arbitramen-
to e a provincia est'arts estara sempre em peto-
res cirenaataacku.
O Sn. Puna Affomso : Havia de sel
decidido oaataa a isasaneia.
O Sn, Mello Rana .-Sass david >. e a
querapesa>esara ladsaiali/ Ote. PnaaaAPenso Ente* aqpJMo.
tarta de barbaras aeade ano s%fa josnea.
iTrocaahan mus apartes.)
nao e.
o nobre depu-
:io do Sr.
ntralo.
U SrTTJTIII^PSsTOhWo :LiflaSitei toaj re-
ferencia a commissio.
OSr. Mello Reoo : A maioria da commisslo
acooselhou a rescisio. O Sr. conde de Baependy
no seu relatorio tambem a aconselhou e declarou
que vio caria de Mornay dizendo qae era ultimo
caso converia nella. Do que diz S. Exc. v-se
bera.que nio effectuou a reseisao por falta de me-
Ihores esclarecimentos, e de aalorisa^o de Mor-
nay para esta solucae. E' expressio saaa com-
missao lembroa o melhor alvilre. -
Subslitnio ao Sr. conde de Baependy o honrado
Sr. senador Frederico.
O Sr. Pedro ArroNSO : Est fazendo o hist-
rico.
O Sr. Mello Reg :Eu farei o que entender,
nao convenho em que o nobre deputado rae dirija
na discussio ; quando fallar tambera fa;a e qae
entender.
O Sr. Frederico achoa-se em qaesl5es com Mor-
nay, que se tornava cada vez mais exigente ; Ira-
loa de cortar o mal pela rais, e o meio efflcaz foi a
aescisao.
(II i um aparte.)
O Sr. Mello Reoo. : Nunca conversei cora o
Sr. senador Frederico sobre este negocio.
S. Exc. ouvio pessoas competentes, estudou a
questao, e depois de convencido que o contrato
nao podia ser mantido, traten com Mornay a res-
cisio, e a resolveu. A questaa>da indemnisscio
foi sabraettida ao arbitramento os termos do mes-
mo conirato. O arbitro de arnay demasiadamen-
te exigente, elevou a indeflmisa'cio dos estudos
feitos a noventa e tantea contos de ris, e alm dos
vi me e cineo de rescisio, pedia mais juros pela
demora do pagamento e nio sei quantas libras
para o servico de arbitragem. Nao podendo a
questa ser resolvida nesU provincia, foi remettida
ao desempatador ex Londres.
lla nm aparte.)
i Sr. Millo Reg : Que a rescisio nao esU
sujeiu a approvacao da assembla, para mim nio
ha a menor duvida ; a rescisio foi feiu de con-
formidade com o contrate, que nao eslabeleceria a
obrigacio de ficar ella dependente da approvacio
desta assembla.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Entio ja esU ap-
provada a rescisio.
O Sr. Mello Reg :Sem duvida, porque to-
das as condicoes do eontrato estao approvadas.
O Sn. Cunha r Figueiredo :Na opiniio do no-
bre depuudo.
.0 Sr. Mello Reg : Se o contrato estivesse
ainda dependente da decisio da assembla, bem.
mJr. Deputado :Se nio precisa da assem
bla, para que vem para c 1
O Sr. Mello Reg : Para que vem para ca ? !
Para darse a quota necessaria ao pagamento das
indemnisacoes.
Um Se. Deputado :A assembla nao pode de-
creur quou sem approvar ou desapprovar.
O Sr. Mello Reg : Quantos contrates nao
tm sido retios na provincia, a respeito dos quaes
a assembla nio fez mais do qae dar a quota ?
Um Sa. Diputado :Em virtud de aatorisacio
da assembla.
O Sr. Mello Reg : E' o que so d no caso
presente. O contrato do calcnenlo da eidade foi
feito, sem vir a approvacio desta casa, e ella voU
sempre a quou aecsssaria.
O Sr. Pedro Aitonso : E se nio marcar
quou T
O Sr. Mello Reg : Qae importe que nao
marae quota T
O Sn. Pedro Affonso : Este dissolvida a as-
sembla.
O Sr. Mello Reoo : A pesdenca tem em.
loas mios o recurso.
O Sr. Pedro ArraNsnw Qaal T
O Sa. Mello Rbgo : Mandar pagar. ( Recia
maces.) .
O eontrato foi feito e opprovado, snjeiUndo a
provincia s snas consequeocias. Nio ha mato
?|ae recoar, o pagamento pelo rescisio se ha d<)
uer.
(Trocam-se apartes.)
O Sa. Mello Rano: Srs, preciso respeiur
os loos qae prendeos as adminislraeoes : e pre-
ciso qne os compromissos contra nidos por nms
amunuiraeio sejam satisfeitos pelas entras.
O Sn. Pedro Arpomo : A assembla ama
chancellara.
Um Sr. Deputado : Entio a assembla ai
risou o precidente a conceder urna iedenniacie 1
O Sr. Mello Reg : Aulorisou. assim cosan
auto risou o rescisio, desde que approvon o con
trato.
(Trocam-se apartes.) .
0 Sr. Mello Reoo : A clausula do eoatrato
no sentido de pagar-se urna indemnisacao ai-
30:0004000; a que se determnou foi inferior na-
so ; Ua bera no sentido de se iod6mnisar os tra-
balhos graphieos, bons on mos, e a provieeianio
tinha direito pleno de dizer que os estudos (Mo?
nio erara exactos, antes de. como Ues, seren con-
siderados pelo juizo arbitral.
O Sr. F. de Fioueiroa : Nio tinoa direito ?
O Sr. Mello Reoo : Os trabalhos, exactos ou
nao. esli feitos.
Um Sr. Deputado : Se nio fossem exacto?.
nao esta vamos obeigados r receb los.
O Sr. Mello Reg : A provincia nio linea
meios, nem dados suficientes para dizer qae os
orcamentos eram ficticios, que os esludos nao li-
nhara sido l nos sobre o terreno da direceo da
estrada ; podia dizer que estavam errados, esto-
vara incompletos, mas nio podia dizer qae alo
tinham sido feitos. (Apoiados.)
Embira os trabalhos estejara errados, fra de>
duvida que fonal feitos.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Mas entio somos
obrigados a pagar isso '
O Sr. Mello Reg : Se Morney apresenlou
trabalhos, lem. era viste do contrato, direito a ser
indemnisado delles.
OSr.F. de Fjgueiroa i Neste caso nao teas.
(Trocam-se muitos apartes.)
- O Sr. Mello Reg : O nobre deputado quer
dar ama interpretarlo odiosa s miabas palavrae-
0 trabalho est errado, nao est bem feito, os ei
genheiros recenhecem isso, mas, bom on mo, est
feito.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Estando erra*.
a provincia nio deve paga-lo.
O Sr. Mello Reg : Alera de valor dos es-
tudos, -como determina o art. 29 do contrato, no
caso de resci-ao, o concessionaro tinha direito
mais urna indemnisacao nanea superior 30:0004.
Portanto, fra de davida qae Mornay f se pa-
ga o que a lei concede.
O Sr. F. de Figueiroa : Eu mostrarei qu*
p.ao aseim.
O Sr. Mello Reg : Isto gyria da arte, na.-
eoraprehendo.
Um Sr. Deputado : Est' defendendo om..
causa roa.
O Sr. Mello Reg : Estou defendendo ama
eausa boa no terreno em qae esu collocada, por-
que defeodo a eausa da honra e da dignidade d-
provincia. E' dever de honra soa, do sea cr-
dito pagar.
O nobre depatads fallou aos brios da casa, fal-
len dignidade de cada deputado ; fallou at em
nislorias de onca; disse qae por ah se fallava
em reotamacoes diplomticas, em guerra da lo-
gitwSBiirio Brasil, etc. I Nio vejo qae ocaso
seja para tanto. Simo qoo aqu bo asiaja nra
nosso collega, eleito pelo 3* districto, porque, a
viste do qnadro, diria certamente Catilina bat-
as portas de Roma.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Mas fallou-se em
quesides internacionaes.
O Sr. Mello Bego 0 que se diz l as an-
te-salas do serve para a dscauao, aqu ningaem
fallou eu tal.-
O Sr. F. de Figueiroa : A Inglaterra ja tem
sido debicada at pela Grecia.
0 Sr. Mello Reg : A questio que a in-
demnisaeio urna divida reconhecida, e a provin-
cia lera da paga-la. (Nio apoiados.)
Esl reconhecida de desconformidde com o
contrato approvado por esta casa.
O Sr. Almeida Fernambuco : Em visU d
lei. .
O Sr. Mello Reg : Anda que a indemnisa-
cao fosse exagerada, fosse maior do que se devu
dar. em todo Caso era divida da provincia.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Mello Bego : Cora vantagem ou des
vantagem, est conlrahida, e a provincia obrigada
a paga-la.
O Sr. Cunha f. FiouBinaao : E?l feio, ma<
a assembla nao approven.
O Sn. Mello Hroo : O presideule eslava aute
risado a fazer a reseisao, se afee, esta casa ten.
o dever de dar os matos 4e mar as indemnisa-
coes.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Mello Reg : Se o presidente da pro-
vincia proceden regular oa irregttrarmante, on-
tra quesio; quanto mim, pracedeu muito bem.
mas se os nobres depntidos entendeos que ea
ternera o meio de respomabilisa-lo, nao facac
qaestao daquello que nio admilt questao. Ago-
ra, annullar um acto que esta perfeito, o qa*
nio pode fazer esU assembla ; a divida esta con
trahida, dever nosso paga-la.
Ainda ha pouco, quando o nobre deputado fat-
lava, disse que a lei tinha nariz de cera. Fu na
sei se a lei tem nariz de eera.. ,
O Sr. Cumha e Figueiredo : Foi o presiden-
te que fez islo. .. ,
O Sr. Mello Reno: Eu emendo que o prest
dente eumprio o contrato e o sfcu dever.
Agora, quanto a vour crdito ou nao votar, esu
Suesto nao muito importante, porque o presi-
ente, quando quizer, lem o direito de abra* on
crdito extraordinario e mandar jugar.
O Sr. Pedro Affonso : Que o taca.
O Sr. Mello Rnoo J disse que nao Kco
outro inleresse ao projeeto senir o qne se poev
ter pelo direito e pela joslica ; emendo qae sssmk
estou advogando a cansa da dignidade da provinv
eis. ..
Apresentei o projeeto, subraelti-o a considera
cao da casa, nio para satisfazer pedidos ; fi-lo eiu
vista de documentos offleiaes que li, e convenod.
de qne nao temos mais o que fuer, senio pagar o
que se ajustoa.
Um Sb. Deputado : Corresprndencia
do governot
O Sr. Millo Rbgo : Documento offletsl.
Um Sr. Dkpctado : Ouvi dizer qud liona ym-
do insinuarlo da corte para se dar a indemnisa-
cao.
O Sr. Mell Reg : Nio sei disto, sei que e
preciso pagar o que se deve, e para isto spresea
tei o projeeto ; s casa resolv como entender.
Tenho dito.
A discussio fies adiada pela hora.
O Sr. presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessio.
official




SESSO ORDINARIA EM 3 DE ABRIL.
PRESIDENCIA DO SE. AGDIAR.
Ao meio dia, MU a chamada, acharamse pre-
sentes os Srs. Hearique Mamede,
Ksiroa, Firmino de Novaos, Eraest
rreto, Gosmio Lobo, Correa de
ra de Agoiar, OHveira Fonceca, Co
Pialo Juaior, Cunha Cavalcam
lolentino de Camino. Igascio .
Affonso, Joao Csvalcanl. Hond*
ib Drummond, Pernsmboeo r
na, Teixeira de S, Oliveira
Reg, Antonio Paulino, Fieira^da
1 to da Costare Rafino Almeia.




.
Diari da rrnambtto Quorta feira 19 da Abril da Ittt
53*
trrtr
3zat=r
t MfUQ
Abr-e amie.c ipprovada a acta da I demonstra qie delta resultara tactmvMiealfti para
mmmmr^^^ o mtsmo transito publico.
: 00 amona
-radar 4.
Jbe mande
|MgOt
roMacaado Ros, adminis-
provtneial, pediado que id
novas oveltros direltos, qne
__ 4o no empragOfMe ex
e que para sna sposentadoria se eoJ tem
po en* qae eslava dora dajreferido emprego. -A'
eonamisio de reM*M provincial.
De Jos TqiinffiltMiiiiMl- aatorisarilQ para
facer una ponte na ptanagett do Clderairo e re-
eeberde cada pessi o pasar a taxi de 10 rs.
a Vi M r. por aalaial A' oammisao depeti-
C5e*.
Do naeharel Virgilio a Gstalo Coe Iho, seereu-
e o tribunal da relacio dU provincia, padrada
orna ralillcaco de 80# raensaei palo. tribalao
que Viro tora o preparo das ansa am que inte-
Taaaaia a fazenda, appelfa^e e o*s reeflfsos cri-
nan que sao remeltido para o tribunal, aflm de
urea i jolgados.A' commisso de orcamento pro
aeiaL .
Da irmandade do Senhor Bom Jess das Dores
aafa\ fliwealo,-pedinrio preferencia para a txtrac-
cSo a"s duas partes da suas lolerias.-*-A' comis>o
de ornamento provincial.
De los Anloni) Pecana, -lente do corpo
de policia, pedlodo para ser aposentado.A' eom-
mno de forra policial.
De Francisco de Paulo Mello Barrcto, pediodj
ajue se mande admitjr n> gymnasio proviucial seu
filio ile nome Miooel.A' commisso de peticdM
De Antooio Das da Silva Gardeal, pedindo um
priTilefio para preparararvao animal.A' eom-
minia de peticSes.
Be contraria de Nossa Senhora lo Amparo da
ddnde de G nanas, pediudo que se marque na li
4a amento urna quota de i:000i para as obras
de sea igreja. A commisso Je orcamento pro-
vMMal.
Di diversos moradoras da fregueia de llamara
r, prsenlaodo contra o projecto que transiere
a sed para a pjvoaeio do Pilar.A' com
de negocios ecclesiasticos.
Sao lidos o approvados os seguintes :
Parteeres:
A commisso de iostrueco publica, a quem
oi presente a peticao dos profesares das eseulas
nocturnas do municipio do Recie, os qnaes pe-
dadl : I.* que as desperas de luz, expediente
tooam indispensaveis as referidas escolas, quem
comprehenlKlas na verba de aluguel de casas,
aovis e expediente das ontras oclas determina
das om leis de orcamento provincial ; 2.* que a
jubilacao para os professores publico* que regona
escolas nocturnas seia concedida quando coniem
elle M anos de efectivo exercici, inclusive O
annos de exercido as escolas nocturnas; de
parecer que em relaeao ao 1." ponto seja a peti-
ro remeltido commisiao de ornamento para op
portaamente atiende-la ; e quaoto a) 2." que se
aguarde como eccasio mais opporluna para ira-
tar-ae devidamente desse objecto a discussai do
propicio n. 95 do a ono passado. relativo a re
iorma da nstruecao publica. Sala das commis
foa*. a de abril de 1871.Olivara Fonceca.Hol
tanda Cavbante.
c A commisso de nstruecao publica, sende-lbe
presente a peticao das professoras publicas de-ta
capital, no intnlto de se Ibes augmentar sen-
venatiaento* ; de parecer, visto ter o proj-cto n
35 de 1870estabelecido o augmento dos vencimen-
toados professores, que seaguarJe a dicuso
4aaso projecto para attender mais ou-menos favo-
ravelmente a mencionada peticao. Sala das cotn-
missKes, 3 de abril de 1871.Oliveira Firca.~
Holtiinii Cacalcanle. >
A commiesSio de conslituicao e podere, tendo
em vistas as rnzoes pelas quaes na > mereceu sane
j'io a lei do lxaco de forca policial de 1869, que
foi devolvida para entrar em nova discusio, na
"uraa do srt. I'ido aeioaddicional, julga asmes-
maa raz's procf-lentes, na parle em que dispa-
aaa a lei q te os illiiaes do cor. o do policia, que
se aehsvam n i Paraguay, rollando provincia, nao
podiaoi ser diMiluidos de seus postos, seoao por
forca de seolenca condemnaloria nos termos le-
fiae* ; pois que quanto as outras disposico-'S a re
terida lei caducoa com a promulgado da do anno
passado : e i parecer da commissltt qne li iue
em efleito dita resoli]C(a). Sala das commis-oes
-1 de atril de 1871.7ooo Caoalcante de Albuquer
e Teixeira de S
A commlfo de instroeeo publica, tendo are-
presidente da provinoiavMrjtmi
indo os reswtivos venctmernlan
iaflv
meado pelo
conadlDhla, sendo os reswtivoa
aadoa de accordo entre estes. Pela presi
sarda expedidos os regulamente marcando
tribujedes do ergenbeiro fiscal. ,
Arl. 3. A companhia pagar aos cofres
pre-
ue durar
dalrlhnicin da agua p ira a lavipem
Ihos de retrepa.
A emp'reza tenciona cemeead^^H
todo o mez vindouro de maio. 3
Fr. Pedfl9SoDC3lves anNlbl
idos dfijfo em pouco lempo os r
Wt, 'qdR^e constroctao de ediflei
m ddd Cinco Punta, qoer Maoli
tdpqaar^nima'apropriado extracio das materias
e elevacao da agua, quer finalmente do enterra
mente dos canos para o esgets e destrib
fii fiflimiih miii ftmifi
ente a peticao do professor publico de inelrucyao
primaria lean Jo- Rodrigues; o qual reclama
contra a insuflu-ienoia da quota que se Ihe tem ar
(Mirado para aluguel da ca-a o expodiente da es-
cola a seu cargo ; referindo-se o peticionarlo -'
reafamacoss, quo a esse respeilo ha dirigido ao
presidente di provincia : de parecer que por in-
tenreo do mes.'no presdanlo se pi ijam ioforma-
(Sas sobre o conteUdo da menciooada netie*- ?-'
la itts *ihiis.', 90 ra-fonetcii.Hollando Cavbante. >
A comrowsao de conslitoicao e-poleras qual
f iram prcsenies as autheaticas das actas dos col-
legiis eleitnraes do 3. districto, convocados para a
v.hti'io da um membro desta assembia em subs-
litni'flo do linado r. Antonio Luiz Cavalcanie de
Albuaaerque, exaniroando ditas anthenlicas veri
ticou :
Qae no dia 12 do mez prximo nodo, de con-
(ormidade com a portara da presidencia que de-
"ignoo esse dia para se proceder a referida elei-
;i> ; reuniram-se os seguintos collegios do 3."
otrieto: Victoria, Rio Formoso, Caoo, Serinhem,
1-arreros eEscada.
Nao se reo ni > o da freguezia de Agua Prea;
porque deram parto ae daeate successivan col o
1.", & e 3." juizes de paz, retirndose os cleit res.
convocados para a eleico por nao ser mais pessi
-re o compareeimento do juiz de paz, que re
sida a grande distancia da villa, sendo chamado
na hora em que e 3* participava o seu iinpedi-
No collegio de Victoria comparecern) 5o elei-
lores; o resultado da e'.ecao foi oseguinte: o
Dr. Pedro Gaudiano Ralas e Silva, obteve 50 votos
eoDr. Affjnso de Albuquerqae Mello S.
m fio collegio do Rio Formoso eomparecerem 26
elekores, endo votados o Dr. Paulo d'Amoriiu
Saleado Netto aora li votos e o Dr. Pedro Gaudia
no Ralis e Silva com 12.
No collegio do Cabo eomparecerem 24 eleilo-
-rea: o Dr. Paulo d'Amorim Salgado Nalto obteve
18 rotos e o Dr. Ra.is e Silva 6.
No collegio de Sennhem comparecern) 24
destares : o Dr. Paulo d'Amorim Salgado Netto
Joi tambem ah unnimemente votado.
No collegio da Encada comparecern) 21 elei-
Dras : o Dr. Panlo d'Amorim Salgado Netto teve
14 vaos e n Dr. Ralis e Silva 6 : em resultado o
Dr. Pedro Guadiano Ratis e Silva obieve 104 vo-
las e o r. Panlo d'Amorim Salgado Netto 70.
Consta das embetunas que na eleiol) se guar-
daran) todas as formalidades essenciaes que a lei
raeommenda e prese ew.
O facto i.'e nao ter havi lo eleieo na freguezi
de Agua Preta nao prejudica alai^ao dos domis
reUegios.
A fregnerla de Agua Preta d 33 ele lores, e
a differenca de vola^o catre dois candidatos de
34 votos ; de modo que, anda o renos votado
btivesse a nnanimid^de desse collegi.-t, o resulta-
do da eleicao era sempre o mesmo.
Portanto a commissao de parecer que seja
reconhecido o Dr. Pedro Gaudiano Ratis e Silva
deputado provincial pelo 3. distrielo eleiteral.
Sala das corr mfs>des, 3 de abril de 1871.Tekcei-
ra de S.Joao Cavalcanie de Albuquerqm:
Slo julgados objecto de deliberacio e mandados
imprimir os seguiates:
Ptjectos :
c A eommissio de Instroeclo pnbliea, a quem
oi presente a peticao de Luiz Ignacio de Oliven
Jardim, profesor poftlieo Jubilado exn mais de
15 annos de .ervico, o qn>! pretende (|ue?e inclua
um vanta?enj de ua jobilajae a gra.ilieacio nce
percebia por mais de 13 aonos de serviijo, earvlr-
tnde da lei n. 969 de II de maio de 1855, de
parecer, qae de conformidade com o espirito da
Mama le, epnxe sempre legutda, sejaauendi-
aTo'opet'Cion?ri), ad. ptanlo-se o seguate projee
iota lei:
A assembia legislativa provincial de Pertram-
nco resolve :
Arl. nico. Na jubilado concedida ao pro-
fessor publico Luiz Ignacio do Oliveira Jardim,
M coroprehealerj a gratificaclo que o mesmo
rcebia em vjrlade da lei n. JB9 do 14 da maio
1955 arl. 29. ReVofa a* disposiedes em con
-drtrto. Safa das comraisso'*, 19 >di mare> da
t71 ^lrddn Tomem-HoU a A jfadMa legHIstira provioeial de Pernam-
*Mit0Ml*:
An. !* A'eompantila Ptrnm*>.ie Mrf$f
Dea perrortiido asseniar lleha oa* o* fe
lnavvsdos*utrie.. on*i amj?*-
' entra oajiaseetoi, tem pkMMa
Bpaimi a remowr ama das
panto emqie aeajwrleati*
gua
Quanlo
- tas, b
Kmxe i i
(rV)ra era
anuo vigente, a
e as mitarias que as determinaram. S. R PUro
Afronto.
O SR. PEDRO AFFONSO : Sr. presidente, le
vantei-me para expOr os motivos que me levaram
a aprosentar o requerimento que est em Siseas-
sao.
fim breve (eremos de entrar na discassie m
projecto de flxacao da forea policial; parece me que
esse projecto ser combatido e ardeatemenle'im-
pugna Jo pelo honrado membro nosso collega da
eommissio, qne uio o qniz subscrever. 12sse 9r.
deputado tem-se manifestado nesia casa a todo
proposito hostil a mim, pareceudo mesmo alimen-
tar rita velha.
O Sn. G. db Drummono : -Ni ouvi bom.
o Sa. Pbdro Afre.NSL: Tem-ae manifesudo
hostil a mim.
O Sn. G. de DniiMMOND:Nao apaiado.
O 3a. Panno Arrosso: -Era lodo caso lera de
impugnar o projecto, visto qne nao o quiz subs-
crever.
Tendo sido eu o relactor do projecto preciso da
informaoSes a que ae refere o raeu requerimento
e portante peco a casa que o approve.
O honrado Sr. deputado que nao subsoreveo o
projecto esle anoj.o anne passado atacou desabri-
damente a reputacao de um dislinoto militar, acu-
mulado de servidos, e que tem sido honrosa e de-
vidamente atlendido pelo Sr. couaeltwiro Diogo em
todas as suas reciamaedes.
O projecto de flxacao da forca policial do anno
passado leve principalmente por im a exautora-
do des e oldcial, apezar de relevantes servio as
por elle prestados.
OSa. G. Lodo :Pensei que tinha Oeado perfei-
lamente demonstrado desde o auno passado que o
procedimiento da commissao foi o mais generoso.
O Sn. boro Arposso:Eu vou orovar que nai.
O Sb.Prksidk.\t :Mas nao est isso em dis
casso.
OSr. Pbdro AFroNso: E-tou justificando o
meu ret|ueninenlo.
0 Sn. Prbsidbntb :-0 nobre depnUdo j jusii-
lcou o requerimento, islo agora materia estra-
nha. Pec-llie que se limite o mais que for possi
vel ao objecto da discusso.
0 Sn. Pedro Aftokso : Limito-me a estas coo-
sideraoes; opporinnameate discutirei.
0 Sn. G. dk Drcmuomo taz algumas considera-
eSas.
Encerrada a discussao o re juerimento posto a
rotos e approvado.
0 Sr. G. Lobo requer q e se declare na acta
que voton contra o requerimento.
. O Sn. Mri.i.') Hbuo pede se mencione na acta qae
prestou seu voto ae raquerimealo.
. (Continuar*4e- ka).
HE VISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.-Na SBssao de hon-
tem a assembia regeitou em pnmerra discussao
o projecto n. 38 deste anno, que eleva 7504090
o vencimento dos guardas da illunrinaso publir.a;
approvou em pnmeira discussao o de p.17 dtste
anno, mandando contar na jubilarlo do professor
padre Varejao a gratificacao que percebia por
mais de 12 anuos de sarvico ; em segunda discus-
sao o de n. 43, que autorsa o governo da provin-
cia a oacedor um anno de lieeaca com veircitneQ-
toa ao primeiro escripnrratio do eonsahtdo pro-
vincial, Antonio i aqmm de Oliveira Badaem ; em
terceira discussao o de n. 2 destB anno, qne-iT) da abrfr os necessarios crditos para p?gamento
das inJemnlsacOes devidas E. de Morn-.y ; regei-
tou era^irimeira discussao o de n. 37 deste anno,
elevando a um cont de ris os yencimeulos des
coolinues da secretaria do gnvero ; approvou era
primeira o de n. 39, crwando a freguezia de Nossa
Senhura las Dars de Timbab ; om prtmiro o
de n. 5%concendo urna lotera de centn vrnte
contos de ris ao Monle-Pio Popular Peroamba-
cano.
A ordem do dia para hoje : conlinnacao da
antecedente ; primeira discussao dos projectos n*.
56, 62 e 63, segunda dos.de ns. 12, 22, 31. 34, 36,
36 e 39 deste anno ; terc.-ira dos de ns. 144 do an-
no passado, 16 e 17 deste anno.
THBSOURARIA PROVINQAL.-Por portera da
presidencia da provincia, de 17 do crreme, forana
nomeados: primeiro eecriptucario o seguado Joo
Carnciro Monteiro da Silva Santos ; segundo es
eripturaro o terceiro Dacharel Sydroaio Lydio de
Oliveira Magalbaes ; terceiro escripturario o pra
licante Antonio Soriano da Reg Barros; cartorario
Jos Alfonso do Reg Barros.
CONSULADO PROVINCIAL. Por portara da
presidencia da provincia, de 17 do corrente, Coi
nomeado Jo= Xavier Carneiro de Barros Cam-
pello, segando escripturasjo de consulado provin-
cial.
TMLHOS URBANOS DE APIPCOS.-Por por-
tara da presidencia da provincia, de 17 do cor-
rente, fot nomeado o Sr. Dr..aMet Boarqne do
Macedo, engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife Apipuoos, de accordo com a portara e
regulamectos de 13 do corrale.
CMARA MUNICIPAL DO RiCIFE.-Esta cor-
poracao comeca a 'ta segunda sesso ordinaria
deste anno no dia 19 da aorrente diez.
RAYNA( COMPAY.-A emprraa da lmpe
sa e e-goto que, sob o titulo deta noticia, oiga-
niseu so em Londres e devt dentro em no neo en-
celar o seu funceionamento nasta cidale do Re
cife, fez hontem snbmetter um exame perante
ura grupo de desuncios cavalheiros os apparelhos
mecbanico; que vat emoregar para levar a effeito
os seus fias nos bairros reunidos de S. Jos e Sauto
A ntonio.
Ao meio da reuniram se no edificio do largo
das Cinco Ponas cerca de trala pessoas, e a nina
bora da tarde, poaoo ans oa menos, logo que
all ebegoa S. Exc. o Sr. coaselbeiro presdeme
da provincia, eomecou a exp;riencia, sendo patios
em movimenlo os appareifaos roecbanieos que de
vera servir, nao r para a elevecao da gua in-
dispensavel para a limpesa dos apparelhos doms-
ticos, come tambem para a extrae cao das materias
facaos dos canos geraes, sea expehment >, p 4
meio da compressa>, para o ocano, alam da ilha
do Pina.
O macbinismo do vapor fanecionou admiravel-
mente, sem rumor sensivel, com facilidade e sua-j
vidade da movimenles, e sem causar trepidacS s,
tal o mode por qae foi fundado, taes sao es nieiho
rameates n'elle inirodtnidos. A elevacao d'agua
para o deposito, que cora o edificio,, fez-se com
facilidade.
Aiguns minutos depois .de funaoioaar o vapor,
prooedeu-se urna experiencia sobre ainrca da
olnmna d'agua eahindo do reservaurio e ob-er-
vou se o jacto (Tagua aira vez de urna asaogaeira de
bimba de imeidio, passando por am largo esgun-
cho. Essa experiencia parece ter sati>fjite as pes-
soas presentes i ella, deixando ver ds quaot uiili-
dade p le ser a oxtinci;a i dos iaeendos o spro
veilamenlo da offsreeimento, qae, a presidaaeia,
fez a erapreza, mediante urna asodiea retribuir),
para proceder desda j aoHoeacao de boocas
d'agua ao nivel das calcadas das ras, e as qiie?
se vosea adaptar as maqga* de iaaeaiio. O jarro
d'agua elevou-se altura de um sbralo de tres
andares, mais eu tenos, eoimnda notar entre-
tanto que no res rvalorio bavia apenas dous pea
d'agoa.
D?pois d'essa experiencia a omaresa ofleraaeD
aos seus convidadas a* exeaMUae bem servido
limen, *o qual no.aisislo-oExiii r. prssidehtsda
vnciaes, no 1* de Janeiro de cada anno
o s eontraia e privilegie, a quaatti
que ser applxada ao melhoramento atateria
ca atMia iraajticia,eandu revogadaa |s con
edes 15 e i*do referido contrato. Pa$o da as-em-
bla legislativa provincial de PernaajbBco, 3 4a
abril a 1871.FeHppe de Fipnir* Wbria.-Mi e eomprebead*
Ionio Paulino. G. de Drutnmond.
W-se e apoiado o seg> inte
H eqaer miento:
< -Kequeiro quo com urgencia se pecara intor-
maces ao Erm. Sr. prasideflta da provHveiaaahaa
o numero e nomes de offlciaes do corpo de polica
que se acham aggregados no actual corpo ; a'as Uasbem rralisa VlHWnK
aposentadorias que tem sido concedidas,durante* sigu [ prjvideocat dlviua, a j.li
offlciaes e prscas do mesmo corpo
conel
o
rn
tai
ha
erapreza a o prestar
A iip est
sean Dn^Vpola.n
pela coaanancao des;a]
tanava^W, para5
altana, nao s indica ura progreso em
n
aa eseravo Luis, na pirte qdn Ibes coa
irsnca do casal de stta aJnVUft quantia
MISSAO DE FER.1AND0.-^Lsr. Dr.
. alo Yaz, promotor publico dfjDtfHal, so-
licitado dispensa de seguir de novo'ffh o presidio
de Fernanda, S. Exc. o Sr. eonselheiro presidente
oto rreire Pedrosa, primeira esposa do dcdmiuditpa
eio Bento de Loyolls, deram csrUj-ffC^ Asl ffK',*ft,T*Tf)
Bravo I Sargas!, bravissimos I Garmanieos..
Vous hoaoTez; par v vers,'U acd ddfTutos,
Foi, Sargaet, tn es complet afinas -
Mais avec l'aqtrv deux ortas aans.! I
Affrcialenr de la poisie vandale, .
# ftuuitnne, proprement dilt.
digno
"ds,
is segau
voltou a
IDO.
hontem
do M;
navios
ivenlo s
ingleza Brilliant,
beau.
JUoa, porem, que alaoas haailaflies do
ainda recalcitrantes ao progressn, diffl.eisj
prehender o bem que Ihes vai promover
preja como essa, bebam nasjic&'h da experiencia
o qoe a theork Pies alo pode inocular no esp-
ritu, e, de ama vei para todas se convencam de
jaed acelo e a hripeza -sreondice-s essenoHei
de salubridade, islo sao eoudicoes necessarias.
para* vida.
DEZEiOVE D ABRIL DE 16i8.-Sob este ti-
tulo, Btrvnra-^ios o Sr. A... as Monas qne itratxn
publicamos, proposito damemoravel batalha fe
pida, no dia 19 de abril de 1648, nos montes Goa-i
rar.ipvjj.^nire os soldados de Francisco Brrelo de
Menezese do,general'batavo Segismundo : i
c A historia patria ama regio ; a recorla-
cao das glorias do paseado o culto do herosmo ;
a virtude eono a luz mystenosa dos cts; or
Iha hoje, a man has, sempre, por pie iuz~ de
Dan.
Guararapes I Fazem boje 2x3 sanos I
f Corriao aano de 1648; Pitrnambuco a 18 an-
nos era presa do batavoaudaz; em fnvereiro desse
anno chegoa a esta ci lan liza compoMade ti') naviae, conou/.indo, a seu
bordo, dOt) soldados de ierra e 3 (MK) de ar.
f Francisco Birreto de Meneies, comawivava
em ebefe o exercilo pernarobucano, como mesire
de campo general.
< Segismundo., erante na'forea de que oispuoha,
de?; fl u, pelo numero, os peroambueanoa-pota
urna batalha decisiva.
< Brrelo poz-se em marcha com z.-jOO hoassos
e foi acampar nos montas Gaararapes; j afusile
general se aproxmava com 7,40ft soldados e 6 pe-
ca de artilbaria : danJe per acabada a guerra, a
-flan ser o desengao fatal dos heroicos pernauv-
bucan-.
Baiou o dia 19 de abril de 1648 ; foi hwrsivel
o duque dos do as exercilo i de-nosse lado a ao-
ragem e a bravura tocn ao dayrio ; da paatedel-
les completa derrota.
< A resisiaocia de 18 annos, em seguidas vic-
lorias j Ihes devia servir de lico de pairiokeox
dos pernambucanos. a j
Segismundo fsi l'erido em urna perna ; a asa
audacia servio pera ver o aaniquiliamento de
quas; lado osea exercilo morlo e apresionado com
(odas as munices de guerra. .,.-'4j- .
< Que vistaata estopeada I
< U ie designaldade de numero e de valor I
< Esta batalha, que tanto exaltou tos noasos,
rmidou a fice da lula ; foi o preanbulo da expul-
sao hollan.lau.
< Segismundo eoferto de vergonha rt-Cufioa -sa
>oo Recif". i
io sul nortd
. WpirtigSoo
1871. .
Antonio Bsptisip;
Ves, Elyso de Melle A
de Albnqaarqne
GEBRITISR AFOREIGN.
Assaraace Coatpany estabetoeMa
_ __[ r>m. Os agentas desfa easnpaabia
tra fego-
am aqu
THE
ife
1814.
tendo a mesraa!
ios Santos e dos guardasTaiva e
'o, procederara a urna busca borlo, e en-
ramalguas objeetos, como fossem gravatas,
s aMMtaras, albuns e correntes de relo-
glo, objecto qae nao se achavam manifestados,
nemhja lisia de sobresalentas. -*-l;.
THgATRO DE SANTO ANTONIO. A compa-
nhlavailnewvdiBlvw^*, qo*tvabania-aese-th-
tro. e de qae director o Sr. Chattes Hurb'in,
TepVesefita Hoje pela v% primeira appimosa
ooea phanlaitica em tres actos e qualro quadros
tejiettt-Faust, mostea fleTterve.
i Pata mmeaes que coaaaeem e i aqui onviretn
a enera Fansto, urna exeelieate diverso r p-
ttt FnmL Para quem nao eonhece aaneila opera,
estaf imotaelieate especvmea de masiea do seo
genero, e que deve laolo mais agradar, quinto os
oapriahosdo maestro ajompanharam os ritorneios
do espirito phantastico do libreto.
Reeommendamos es nomos leHores o anouneio
da-aarpsvza Harbain no lugar competente.
LETLOEiJ.-Hojft effaetua o agente Martin* roa
da Gaia n. 63, segando andar, o leilao de um pa-
oo, guardas roapa e diversos movis, conforme se
achaamionclado. a H heras 80 da.
Anmala (#>) efTectoa o Pinto o lei-
lio de ferragens, ferramentas e mindozas existon
tes na toja da raa a Imperstriz, do fin ,doF. Du-
barrv.
f/JTBRIA.A que se aelu a venda a 189 em
beneficio de Santo Amaro das Salinas, a qual corre
no dia SO do arrate mez.
; asparas
grandes lentos aartem do alto
ubiram las colinas com a *'paran aa.oa torea *
pelo amor de Deus e-da pairi, e eaesram com a
sonis) da victoria nos lautas, ota a liberd.de nos
oradora
< Que historia de ouro, que reeordaoao suPlHael
ilasenas aos hroes dssse dia glorioso e ase
imraval; da de luz para Perna.nbuco, de gloria
para owasil, de amor par a Cruz.
< MespeitaHrofundo.a historia ; gralidao stnasja
aos salvadjkres da nossa dura patria.
< 10 de abril oe 1648 pata os viyoa. o panojada
liaerdade, para os morios, o epitaphio da vir
lude. Recife 19 de abril de 1871.A.
FERNANDO DE NORO.NftA.Ainda i proposi-
to da arribada do vapor Par.uh'fia, da companhia
Peniajibnoftmi, ao nosso porto, era viag%m par o
presidio de Fernafcdo, reeebemos as segamtes li-
abas da commissao qe para alli segnw a tordo
do referido vapor, as quaes dimos puMtctdnie
: li n de que *ja tirado limno o estado desse ne
yoi-i", .vi MM pona ter sido funesto muita
gonte :
v Como membro da commissao qae neg a
bordo do vapor 'Piimhgba da compadWa Periam-
bueana, nao devemot deixar passar sem resposta
a declara? do Sr. F. F. Borges, ferente daqu^Ha
eompanhia acerca da arribada de mesmo vapor.
< Nao era preciso que o Sr. gerente viqsse a
imprensa para firmar o seu crdito e da compa-
nhia, por que todos sabem o estado actual d-is seus
vapores.
< Nao deviames dar a raza, per que arribao o
vap r,era resposta ao Sr. gerente, mas o fazemos
em atteocao ao publico smeote.
< O velho vapor Parakyba, desde que sabio
deste porto eomecou a bzer ngaa, ou antes
quando eshio j leva va em seu porao grande
quanti 'ade e continuu a tomar mais; e assim foi
segura Jo sua viagero, com o auxilio de urna bom
ba qae irabalbou toda a noilee parte do dia se-
grate, e em direccao Femando em que a com
misso conhecesse a posicao a que esteva rednzida
e o |>erigo que Ihe era eminente.
Perguntado o commandante sobre as ;ondl-
jdes do vapor, dee'arou-nostrae ello nao offerecia
a precisa seguranca, queaid-chegaiiamos a Fer-
oando se por ventura viesse faltar a bomba,-qae
soa pequea iripolaco, eomposla de 6 pessoas, ja
eslava exhausta, qne Ihe era indi-pensavel o con-
curso dos-passageiros pera ir allrviando o vapor.
En!5o deliberamos arribar para-o porto d'eia ca
pilal por ser o mais perlo, estando nos a 30 la
guas distante desta cidade- e 67 de Fernando, e
j com 24 horas e mera de viag-im, empregaodo
cerca de 30 sentenciados no tratwlrto da bomba,
para o que foram postos em' cbmpleti iiberilade.
decer ao rostrado de nos eonsemce'e dos nos-
sos c mpanheros em numero superior 120,e sen-
timos contrariar o S\ gerente qae poda ter-mais
essa gl ria em prol de su crdito ?
< E foi isto o que o Sr. gerente diz que nos csu-
sou alarma, e nos fez obrigar o commandante a
voltar.
O vapor fazia tanta agtm que o trabaHio cons-
tante dos sentenciados nao ps.lia esgota lo, e o Sr.
gerenta eatende, que a despert disto, deviamo sa-
garr para eredlto d companhia.
A commissao nao obrigou o eonwiiandante i
fizar voltar o navio, ae contrario foi de aceordo
eom olle. que.arribarao', por que mttihorde que
nos comprehenola as dilDoutiades em }ae eslava
mu, e o fariaraos.'porm se tanto fesse preciso
por que nnnamos obngaeao de aeaaiellartaaras vi-
O vapor Parahnba incapaz para urna va-
gem como a queemprahendia ; a roda di eu, lame
aha-se completamente inutilizada, e bordo ape-
nas existe um pequeo bote, que poje accomoio-
dar ao mximo 12 pessoas.
< Nao exacto que a commisao houvsjje dito
ao Sr. gerente que apenas o navio voltoa, cessou
agua, o que se dissa foi que aa votla, vindo e va-
por tambem vela, esia fez cora que Ib cam-
basse um ponco para ora lado, c entaa dimiouisse
a grande quanlidade d'agua, mas nao ces--ou, tan-
to que ? dixou do se tocar a bomba quando o
vapor emrou barra. Recite 18 de abril de 187'.
O brigaderro Hvgino Jos Roelho.Alw
. AlbuffQeraue.Angosto Carbs fvt de
ra.
PTl6>frn,CIA. Fra pronu ociado ^elo .iek
gado do termo, da O'inda, como uicuro as penas
do artigo 193 do cdigo criminal, combinado coto
o 3.4 do mesmo cdigo. Vitoriaao Joaquim dos
Santos.
PUBUCACOES A PEPIDD.
Srs. redactoras.Quando por malo de soa em-
ceitoada Reoisla, trooxe.ao conbeeimenio do pu
bino a priso do nreto, eseravo do Sr. Joao Gon
calves Redrigaes 1tant?a. eff*Waada pelo Sr. lose
SamaerB<)telho, BosQuatre Canto, ordem do
majar Xwlo deste termo, lie ti ve em visla
senas mmemUMra todos fiel e genuinamente o re-
soltado das declaraeAee qae me foram feitas pelo
cireererro-ejarfOnto dodestacamanlo, para que
fosse devidam|ie apreeiaias, e desparte aquilata-
do o praedddnBto deste aareererro, eom qaem
nSo tenho a menor prevencao, e porisnlo a quem
nao procuro compromeiler.
Efs que agora apparece o Sr. Iodo Genial ves
Rodrigues Franca, a qnffn nao tenho o praver de
conhecer, como tficoso patroaotlo caTeerelrOj'qBe
tambem Iba foi ojpd/oio-invo levar-nVa em casa o
eseravo ( natura! e al mesmo lonvavel que urna
e/fieiostnWse pagoe comonira)deendeado-o,em-
fcera eom ardilesas sophysfm*, e rateado-me al-
Guararapes Foi sobr toas aliaras ,Ue ha- con.faeratSe, nne de bsm grao derolvv^
qaaai por doas vrw a ambicao o,a eoaqusrta; os ^iit ^,, qne fel{,monte aindame tive neee.si-
tidV4e mentor para os meos actos av ouaiidade
ds subde'egado He pothra do cralo da'Se : a opi-
na*) ptroflea, qw Ifrefragravel, er o tribunal
compelerme.
O carcererro disse ao seu offuio patrono in-
teirtmeete o eootrarlo do qoe me bavia relatado,-
qaando pedido do majer delegado, mrigi-maa
cadeia e procurei obter-iafoTma?oes sebra a prisao
ero qoesfio : slnto qae aessa ocoasio smeats
estfvesse-prfrsente o sargento, e nio ontras pessoas
psra qae apera eu iovoeasse o (eetemonho-delias,
aflm de corroborar ea aawQaawr o ana Tase na
miaba communicaeao paWteada na Revista Diaria
do lo do correte; porm em compeasaciorestam
a tranquiHdade le lata cooscienel, es remorsos
carcerelro. invertende as iOftJMvaoes, e sebre-
ludb a verdsds do ooeorridb, ^als tarde oo
msfs cedo surgir, pois qoo'-p^oraenrrrjrp-
'*>......
Como qox me seia, nprra, o eareerelro, no
meu fraco entender e no oe ^futirii^pisabas qtw^
sr|a-me permitiilo dizer, oowsidoro superiores ao
oficioso patrom. nki poda sellar o preto, por-
quanto, desde qae ne aprsenla ao carcereir om
preso, condtrzfdo amda lesma por um paisano oo
particular-sem orden) escripia da autorida-te,
corre-lhe a obrigacao do entregar ao comman-
dante da guarda para det-lo nesia at que venhai
aquella erdem, pots que p le mui bem ser unf
ciiminofo, alm da presampea de que maguera
pren le pnblicamenta otrem e apresenta-o ao
oarcererro, sem que sobre o preso nao peso al-
guma imputabililade ou sospeila de ser delrn-
quente.
O carcereiro, como felizmenie confessa o ofi-
lioso patrono, eslava aoseote quando apresen tou-
se na cadeia o Sr. Botelho, condozindo o preso, en-
tretanto que o esreereiro otrigado a estsr sem-
pre naqoelle edificio, em vrtude das leis vigentes.
A' proposito disse o precitado patrono que todos
os meos acos sao allos, porqae moro em dis-
tricta contrario ao que por lei devo exercer Juris-
ditiio, e que p; r isso davo ser rrspsiwu&iftado.
Nao temendo esta responsabikdada, pelo que
passo a expor, declaro ao oficioso patrono que
labora n'ura eqnivoco, assim exprhoindo-se. A
roa onde moro i t divisao dos doas districtos, de
om lado S. Pedro Martyr o do outro a S, e
ranito embora eu assista em orna casa daquelle
lado, comludo dispondo de urna sala da grande
casa do Sr. capitSo Francisco Xavier de Moraes,
situada no dlstricto da-Sd, que meserve de escrip-
torlo, oodc tenho exercido os actos ds policia, on Je
coslamo dar audiencia, inquerir testemunhas ele.
corr.\ poderlo affJrraar o escrivo a mea cargo,
o DFTJroajotor publico e outras pessoas que teem
asBistido s aadienctas. I se v, pois, qne os
meos actos nai sao nal los,' e qae porrsnto cadaea
a responsabilidade. Alm de que, da casa onde
assisto cinco passos, o dlstricto da S, pelo que
bem pequeo e quica ridiculo o querer faier-
se distomn7ita questo, o que sera larvez peior'
entregar-se a polica do nm distrielo mais ou me
no externo um inspector de qaarteiro, durante
quasi dous annos, por achar-se physicamente ira-
[/Ossibilitado o subdelegado I!
Recelando ser prolito e desta forma cencar a
atlenco publica, guardarei slleneio sobTe aiguns
topi&n do artigo do Sr. Rodrigurs Praoca, pro
melterei nao voltar mais imprensa para discutir
semelhsnte questo, que j cabio no dominio do
libo. Sr. Dr. ehefe, o qual em face das informa-
ledas ministradas pelo major delegado e raais an-
loridad deste termo decidir como entender a
jtilgar acertado : a justica da deciso dessipar o
eclipse da verdade, e est ento apresentar-se-ha
baila e Tesplaudecente, espancando astrevas dos
que procarara, rass nao cotrspgirera mytifica-r.
Com a publicarlo do presente, ficara ainda obri-
gado Vv. SS., Srs. redactores, o seu constante
leitor e assignaote
re nidios, eneros ofazem
pmiaoBhidaWte pravados.
rW)9jRirnettaa A C
Corpo Santo n. 15.
JftT do
sesmas
teadas s
RECIFE 18 DE ABRIL
DE 1871.
as 3 i/1 BOSU -*k T\SD1.
Gota(5es offlciaes.
Algodo de Pernambnco 1* sorte496 rs. por kilo
Oi'ftWo senra l.oooYes Wh 15 1|4 d.
1)2 d. por .
UtOO
(hoitera).
t. G. Stepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretarlo.
e W
ALFANlEGA
tendimento do dia' l i VI. .
dem do dia 18. .
:>I)9:8!Oa429
16:341*447
416:391/876
Hovliaeoto da alfaudega
v'oiumes entrados eom fazendas
t com gneros
Volamos sabidos coro blendas
om gneros.
46
384
89
378
4:iO
367
Desearregam hoje 19 de .bnl
Brigue iaglez-CTfliuanWearvao eiarro.
Brigue naiueguense- Fhra earvao a canoa de
barro.
Brigue dinamarquez\mand 1raereadaras.
B-iaue portuguezSoberano vario ganaros,
Brigoe iiarianoPonte pedras.
Patacho americano /na. D. Andreas taboado
e hreu.
Escuna inglezalsmne~mercadorias.
Barca inglezaHienrne Gray earvao da pedra.
8ara francezaSplierepertences de dragas.
Despacho* de exportagao no dia 17 de
abrir. wnaw
No lugar norte-ailemae -V. Struve, para o
Rio do Prata carrpgarara : Pereira Carneiro k C.
70 pipas eom 33",6dO litros de aguarden.
Si galera ingleza North Wend, para Crons-
tadi carregaram : Hmiique W\ mar 150-sacca-
eom 11,018 Jcibs de algcdo ; Keller ft C. 100
s.wcas com 783 kilos de algodo ; Raba Scha
metan A a 100 ditas com 7,30 kilos de algodo.
Na barca norueguense Nalluji-unix, para o
Canal carregaram : Rabe Schameltau & C. 13,(23
kilos de algodo.
No brigae Inglez oYirninf, para Liverpool
carregaram :'*Saanders Urothers & C Jlsaccas
com 19,028 kilos de algodo.
No brtfue portuguez Trlumpho para o Porto
carregaram : Soares Primos 101 saecos com
38,978 kilos de algodo.
No patacho francez Befthe, par o Rio da
1'n.ta carregaram : P. M. Maury 230 barricas
com IS&IS kllis de assucarbranc ; a viuva de
los Antonio Bastos 100 barricas e 30 meias ditas
;om 14,908 kilos de assncar braoco.
No paiacho hellaadoz Jesuslers, para o Ro
da Prata carregaram : Amorim Irralos de C 100
barricas com 11,175 kiios ds assncar mascafado
e 200 ditas com 2.0SS ditos de dito branco.
Na polaca hespanhola Feliz, para o Rio da
Prata carregaram P. M. Maury 200 barricas com
2-1,604 kilos de assucar raascavado e 300 ditas
om 3't.OH ditos de dita hraoco.
N barra ingle Wiltlam Wilson, para Li-
verpool carregaram : Joaquim Jos llamos 1,000
sacos cora 73,000' kilos de assucar masca vado.
No brigue [JOrtagtiez Ttelampnjo, para Lis
boa earnegaram : Mau-jel Luiz Paos Brrelo 200
saceos cooj.t&flfJO^il'OS-de acucar "mascavado.
aza Bella t'igueirensc,>zt
" neel Luiz Pts Barrete
awiear mascavado ; E. R.
lio A C. 200 saceos con Ij 000 de ssucar
branco e 13*.) ditos com 11,230 ditos de dito
mascavado.
tECEBEDORJA DE BENDAS INTERN.t
GERAES DE PERNAMDUCO
andimento'do da I a f7. .3:97867l
dem do dia 18. .... l:71I#D3fi
27:700/607
l.
ada, procadenlM
r#e*ldWtto tu
le-abril ofltta.aWK'l
Infloo Al-
ite Jeronymo
' Joaqnvm da
noa, SiBlpli-
\Con-
sen jr'MiriaRitR^Dr^ tf
(REPERTORIO DE OFFEMBAG^)
Os
'^ntfaVM
Walbad,
UME
Qaarta-feira 19 de abril ,
Espectculo extnardinafM
Grande novidade
i.
REPRaWTaCAO
apptratosa oper".Mh phaolatic ka i
actos e 4 quadro do vnawtfv) ttan
Parodia da ranito connecJa opera
Fausto d Gnoofl.
Distrrbnijao.
Faust....... *ar.ari?.
ryrtca
Valentim.'...
I n cocher...
Un pin.....
Wagner ....
Brander
AKmayer ...
Meplrsto....
Prltz.......
Marguerite ..
Clormde ....
LLetie......
Aga*.......
Hr. HnrtmiD.
Mr. flalbleib.
Mr. Rayuand.
Mr. Carn,
M,r. losapiT.
Mr. Atteioe.
Mile. Poncelet.
Mlle. tsa.
Mu. Popoe.
MHa.'tdolaa.
Mlle. Zlia.
MHe. Puoce.

T

COROS.
soldados, estudanter-, velhos, danos mascalioea-e
femeninos etc. etc.
O scenario do 2* e do 4- qaadro Inieiraneen-
te novo e pintado capricho pelo distlncto soaaa-
grapho Lon Ch3pelin, merecando especial BUea-
ga-a a espen lida decoraeo do 2* qnadro, aana-
presenta am Jardim magnifl eni'bule nlowm,
d'uni effelt) sorprvhendeaV.
Os vestoarios e aeres!-! slo igaalmente %
vos.
O macbinismo fo preparado eom todo o etnda-
do pelo machinista da companhia Mr. AnUine De-
mard.
Prln-:ipiar s horas.
I,"quaiirr-,
A escoLi do Dr. Taust
rapariga', dorau^
Cuuadade Faualo.

Brinquedos dos rapases e rapariga,', daraaie
CONSUL\D0 PR0!0NC1AL.
Seudimentoddial a 17. ~ SF 34':398339
dem do dia 18. ... l:23o#204
.55:6334763

MCVIMENTO DO PORTO.
.Varo saniao no dia 18.
llha de Fernando Vapor nacional MandahtK
commandante Julio Gomas ca Silva, carga diffa
rentes genoros.
Ob$erarao.
Nao houve entradas.
DECLARACOES.
Peranta a cmara municipal desta cidade,
estar em praca nos dias la, 17, 18, e 19 do cr-
rante, para ser arrematado por quem menor pre-
oo olferer, as obras com a abertura das 6 janellas
nas casas dos empregados na entrada do cemita-
no publico desta cidade, oreado na quantia de
814*000. As pessoas que pretenderen) arrematar
c napareeam no paco municipal era os referidos
ias, munidos da flanea.
Paco da cmara municipal do Recife, 14 de
abril de 1871.
Jos Mara Ireire Gameiro.
Pro-presidente.
.Imi/s'o Genuino de Ftgueiredo,
Ollicial maior servitido de secretaria
Candido V. da Silva Freir.
OlioJa, 18 de abril de 4871.
. 34 -OLEO PURO BftlGlHAL DE FIGADO
BE BACALH, DE LA'NMaN de KEUf-Pareco
;lmente qae a phtisica estar prede-tinada suc
_mhir s qualidadM balsmicas e curativas da
ecreeo do gado de baealho. O oleo pare* me
leiB*Wa;*ag lo de baoalMo de Laan a ot'Kamp,
fmiqual em vrtude da soa reconheCida pureza a
ceWoaayaoseve a saprenvaola araaodosas mer-
cada 4i derHes. Ollas grs. teem em seu poder urna mul-
l? UruL ns: apaiDne ^. *dode.-a*dt* aedioos em sea favor (aem
UUA Oh. Vi)dU.Qfi W&^F.aO&~Pej4iys iis inflniaM'aaTtwdes ceneavtisaaw.'sl.oqaa todo
^,a.,^rf,a'MeB^*ll?MeftS^ MMto
Kaeaa de .i*epra.oarU *'* q Jia- &im TMtm*tfm a quasrMdaa a parteado iBa-
lou uiwcaada^>,^W^fcgra^* dd MMad. ^Alpwi das canoa aatiem.sa amoa-
provincia por eaeommodo. N'esse lunch divursos, *f *ra p iteo do Terco ), a ipMlpfWiop npanla p.. ^nwuta escrtptaPM nasa-da diario,om es pre-
rjadas ta-an Isvantadea. rappaca, ao pugna- ^Sf-tJl^S0^?^'^ *?*< goaa^^dVdia^r^a. to-am*]****.
dora da idea ae ella ui psalisar. diatrs ca- quam-ada-tpaada ma* raathrde pravedar. heaiUm'amoMm tnTlt^mim', -1 -i-rti
alheiMs que a tara sjudado, etc. e., abemte acr GOMBCC4W IVMWBNSAA7W-H Hiea- ia*,<*>p$tmm rK vaoaetVel
n, commendador Netto erguer o brinde de hoofla iJRh que flzemos do regnlamento paa>>asaMvta de as peiores moleaS m orgos da respiraca
ca>d>iaanii a iatai da Reav4)apaais^aV! ;a>V^aui 4u ea^lrTr
ram-seos dous segaiotesMa :^ a* afnippdtf 4 Ogado de baealbo de
ara aaidi iaaV/yd a> m9aWam- a Rafa* eMr >
11 oaadaa^uwwwi tah,aavn aa m Haailadw pa
UMIvDAM^U 4ata de leaf-aa rs. totmw *Mi]H____
J* de .Uhnoamaltt.mi.'ValH 1 platal Nm ter ampre prasant
H. O Imperador.
"V
*f impuia etft BraUsage Coamama ******
Srvameate m aaw'vnbnon;<%adKWe
MM tMtrrt* tabavae v#. >m4a aaio kmo
eaU aai vnaehaiao e toens nsMm aeaiw4
io pura aaedMni
Kfsnp,-ilo
raaba,-dai, *d
Wa-an raml em
9 ieavas rje se le-
Pela subdelegada da Magdalena se faz pu-
blico que existe depositado om eavallo melado,
qne se encontrn vagando na Estrada Nova do
Caxaagg ; quera ao mesmo eavallo se julgar com
diralto eompareca sesta snbdelegaeia ama de jus-
tificar sua posse, e Iba ser entregne o dilo ea-
vallo.
Sobaelegacia da Magdalena, 13 de abril de
1871.
O sqbdegado supplente,
Joao Ribeiro Pessoa de Lacerda Jnior.
Pela subdelegada do Recife acba-se deposi-
tado nm eavallo castanho com ama pequea es
trella na testa, castrado, com marcas de pisadura
de cangalha : quera for seu "dono eompareca nesta
subdelegada, qu probando ser entregue."
Pela racebedena de rendas rateroa* geraes
sa faz pnblico, qao neste njei e no do abril pr-
ximo roturo, qne o seguado semestre do exaroicio
corrate, relativo ao iraposs sabr icastrlss e
prollssdes, que essapuMudu todos os estabeleci-
raeotos eommeraiaeajalbrvease oRlsloas ele, tenrfe
ser pago sem multa, e qu, Podo o referido prtao
se-lo-ha coma muHa de (i parenlo.
Raeabedaria de-Pornaqdaaa J da maree da
1871. O adriatnlsimdor,
Maoael CarnaM da loaos Lacerda.
........... >*** "i >
danta Casa d Uaca-leardU da
A Tilma, juntadMfnMrafrat ik9aiaaa-de
Miseri orda precisa contratar can qnmn por me-
flcrprec) fisrjOaterro da eidMoa isMpfe tw
qonnal eeWe*0"d9S ^jbus,'pirfc o-tp fe%J
be |,epOTtas ni ria^e'B>sBM sai as"8 ho-l
ras a Mfav/de da !T>dfl cerPet**. <
8eavduWLd*'iM *^'Wwr;oTa da Pe-
elfe, 14 dalBarf^WrWJf Recebe carga,
OesWfrto, nbeiro a IraW'r'"
Padf**vJaTi**e'*J. "t p. II
ausencia do mesjre Coro, liouaoa ae rauau
Aliso da anatoma Cuplets canudos por ra--
to. O batrea de oapeJ. Defimco do microcos-
mo. EuiraJa de Valen lime dos soldado. Coro
guerreiro. Conversacua edlra ura mditar a n&
mestre escola. Daijo do araw. Entrada de
Margarida. Tyroleza canuda por ella e pelo coto.
Partida do Valenta. Seona de ercala. A nova
pensionisu. Revolueo. 0 castigo. DpetO de
Fausto e Margarida. 0 amor n'um velbo de 70
anno?. Apparicio de M-ipUiMo (o Lab ). Roodean
cantado por Mpbisto. O pacto. TransformaCao
de Fausto. Core da mocidade. Final.
0 jardim de \fcrgciss-mein-nichel
Grande fasta. Cro geral. O diano e os eatn-
dante. Fbula da ptftg, cantada por MpaaMe-
0 diabo no meio das molherea. Entrada da ftros-
to. Canco do viveur. IHamlna^io dlaJMhea.
Walsa das nac9es. O concurse da* Mar|ridds
Entrada de Margarida e sens adoradoras. fi-
plets de Margarida a lavadeira. Romanee das 4
estacoes, esntado por Mptiista. O recinhtciaien-
lo. Duelo de Pacato e Margarid. Seena to-
coliea. Entrada do carro em qne Valennra voMa
da guerra. Grande scena entre Valentim, Faos-
to e o iwcbeiro. O ripio. O Irmo a irmia.
Duellc desigual. A pitadamortal dada pelo dia-
bo Conselhos de ara moribundo. Marte de Vs-
lentim. Coro garal e danija JJnal.
3.
A cmara vtrginai.
> Urna noiva na primeira noule do casamento. A
bailada do rei de Tbun cantada por Margarida.
Eotrada de Fausto. Scena entre noivoe. Eatra-
da do cortejo nupcial, diabo na familia. Cou-
pletes de Mepliisi. (Juerclla matrimonial. InaO-
cencia de Margarida. Aleri de Fauto. Appa-
rico da sombra de Valanlim. 0 siur e a so-
peira. Tereelo entre Margarida, Fausto a Valea-
tim. Fuga de Margarida. Perseguido do Fausto,
Hnta^o.
4.*
A noule do Vate-purgis
( 0 paJicio da diabo )
Grande festa Infernal, (oto e danca diabtica.
Chegada de Fausto a Margarida aoa mlarno. Va-
lenlira loma aias e volt para e mande. A ra-
tenca di Mphisto. Grande rend infernal. Fo-
gos cambiantes. Fmal.
AVISO
O resto dos camarotes e cadeiras acba-se i "d*-
posicao do pnblico no escripteTio de theatn, tmde
se entre^am ttmhem os bllbetes eaeommeBdados.
Havera sempre depois dos eipeoiaetrlos nm trem
extraordinario, tocando em iodos -os porfas fi
Apipucos.


A

COMPANHIA- PEKNAJWCANA
i*
Nbvega$Uo cftfetrd, fwr topor,
Marnaagoape*
a*firavvpr, aoa-
ntatfdafljter Mas; s|ona
pan o-paitafcimf m-.*
daa^Htda aafraaJl
tav'aa daikard.
Recebe carga, mura
meadaa, paPaPpaJ* as-
aberro afreta : ao eseriptuno a fcaarda-ii*- t
tosa.lt r* 9*5 i.'l
jcanV-


COMPANHIA PERNAMB
an -siawH
Navegante costerom *%%%& -

naij
A'

'/




Jiario de Pernambuco Quart feira 19 de ALril de 1871.
rWWAMBCANA
DI
-------Mar rapar.
5W, e*als, Penedo Arataj.
0 vapor naclooal Gijui
aHDMiMa itaeede, m.
m pera a portes cima M
da 19 do correte a eiooo
horas da tarde.
' e*rg ato o di 18, encoramendas, paa-
o dioieiro a frele at s Ibn* da tar-
* a da sabida : no escriptorio de Porte do
)aNHIA PEftNABCAlU ""
Mrvegaeio costelra por vapor.
NraSJbwfciia, pJaeo, Motaard, Ara
cj^fllt,.WfiMi, Acancfi e
Granja.
O por ipajitca comman&m-
te.Honra, seguir para os por-
edia 2 dooorieuu
4a tarde. Recebe car-
hp at rOkdiae8, ncomtnenda>,
nleial a'fre # a* 2 horas di
aalufa i cripjorw no r%rt*
a
tarde
Mattos n
d(
CDMPAKKI MISILEIR
. DE
Paquetes a vapor.
Lnt.

aalaiolazaa e Ierra
EMCOffTfNUAGl
0B
Ferrafa,
.enieu/
CONSTANDO DE :
id eoinpleio sortimemo de ferramentts para
enlistas, marcroelros, earaploaa e ferreiros, fe-
chadores, tetooras, narefhas, garres o faca,
ierras, tinas, pffnaa, galopas, medidas, varramae
churos le paremsm, dobradleas, ferroihos, psrafti-
w&*?** Por, ferros para carros, airo
reme, ftrrjs remo e mulles omres objeetos -
QTOrAFEIRA
do corrate.
Por ieltsrvencao do agent Visto.
Na toja da roa -da Imperairiz n. S,ao finadoP.
Daham.
O eilio principiar s 9 o aieia horas era pon'o.
ATTES
Custodio Jos Alves Gotaaraes.
socio gfirente da casi commercial
martes, Puntes 4 C, desta praca,
quem nteressar possa, que tita pro
etico
vendo a dissolugo da mesma firma, e en
Irar era seguida na respectiva lfqw'dac5o,
sendo que nao ha letras pelas qoaes esteja
a firma responsavel, e era o anannciante
is pretende firmar dorante a mesma disso-
luo e liquidado.
Custodio Jos Alves Guimares.
do
LE1L0
'M 'Si
Dos portos do sul esperadc
at e di ir do corren le vapor
Crutii SmJ o quaidepoi da
demura do co.-tume seguir para
os do oarte.
Desde j reeebem-se passageiros a engaja-ee a
u-f a* o vapor poder cencuirr, a qual devara
ir embarcada no di de sna chegada. Encorme*;-
.ser embarcada no dia de sna chegada.
das diabeire a frote at as 2 horas da larde
do dia daiui4i Nao tt rdeepem como acommendas seno ol-
jsetos de pequeo valor e que nao excedam a daas
arrobas de peso ou 8 palmo cbicos de raedico
Tu do quepas* Sestea limiloa de ver ser mbar -
cada como carga.
Preria*liasB aaaies.iBawfL'iKs rae suas
pasaagens e se racebera na agencia, rus. da Cruz
m 67 primeiraendar, 8eripi#ri<# tU atonto Loli
da liveira Azevedo 6 C. .__________________
(y^ANHU.f^A\*IU;CANA
Navegaeo e asnear n por vapor.
Fort o Galfinttts, Rio Formoao e
Tamandar.
O vapor amanguope conwtan-
dante Oliveira, seguir para os
portos acifna no dia 20 d( corren,
te a 'mu aiute.
Recebe carga, enoommendas.
passageiros e dinheiro a frete ik
?aerrotorio do Porte do Mattos n. 1*.

MU LISBOA
O brigue portbgnec Soberano, capio Hogigan-
ga. vai sabir com brevidade por ter a najor par-
le da carga engajada ; para o resto que i he falla,
trata se com os consignatarios E. R. Rabetto & C.
* rea do Commercio n. 4S.___________________
Lisboa e Porto
Llavera sapair com penca demora a barca por-
efcteza Veladora : pim abjuea caga qae Ihe
Ka e passapeiros tratare coas Soares Primos,
rna do Vi gario n. 17.
\%\ 0 porto;
dover seguir com pouca demora o brigue portu-
(uez Triurapbo : para alguna carga que Ibe falta
e {taesagetros, trata-se com Soares Primos, i roa
do Vigarioa,l7_______ ____________
l'AKA O
CEARA'
segu por estes das o hiate Flor do Rio Grande :
a tratar cora Gomes de Mattos irmaos ra do
Vtyarie n. 29, andar.____________________
MARANHAO
A barca portuguf za Josephina, capilao Joaquim
da Soaia, Amellas Jnior, segne no dia 29 do cor-
rate, anda recebo carga a treta: a tratar com
Miguel Jos AJVo, ra ia Crn a. 19._________
BAHA
Pretende seguir em poneos dtas o brigue italia-
no Pffk, por leso qaem qaizer embarcar gneros
a (rete barato, dinja-se ao consignatario Joaquim
JasHtaavjalvea Be>lra. rna do Commerclo n. 17.
LEILOES.
JLEIJLAO
da armado e alguns gneros, pesos e me-
didas existentes na taberna sita na pra?a
do Conde d'Eu n. 32.
HOJE
ao indio dia em ponto.
0 agente Pestaa vender em leilo sem a me-
nor reserva de preso, a armaeo, gneros, e mais
ottiaetos existentes aa taberna da praca de Conde
d'Jiu n. 32, a qual ser arrematada sem a menor
(alta no dia atina meoeioaada, It do correte.
estabelecimento do finado Sr. Julio
Oorgean.
O agente Renttal, cttapetenteraente autorisade,
veaderi o esubelecineito cima, alto no hoco
do Ciume (entrada pela ra da Floraatlia), notan-
do-se que entre diverso moras que nelle existem,
torna se recooMoendavel um importante bitoar e
Jacaranda com todos os seas pertentes
Sexta-elra lt do carrete
No mesno estabelecraieaio site ao beeoo do Ca-
me, a il oras.
AVISOS DIVERSOS.
___ __ ___ ara
tdd servico de casa de duas pessoas: i tratar
-' rna das Flores n. 37.
/ma l/\ Y
Na ra da Croz do Recife n. 12, 2 dar, pra-
clsa-se de urna ama para comprarle silbar, r
O Sr.' Antonio da Cunba S. Guimares queira
mandar esta Jypogranbia negocio de.seu inte-
resse.
Na praca da Independeema 33 se da di
ineiro sobre penhores de onro. presa pedrai
reciosas, aeja qual mesmi
i use compra e rende objeetos da ara*- a prata
jgualmente se fax toda e qnalquer ohre de en
ommenda, e todo e qualquer concert tendenv
> mesma arte "!''
MOFINA
Roga-ee ao Dlm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, >
crivao na cklade deNajarelh deeta prorincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a < onclnir
aquelle n^aociff que V. S. se comprmeIteri reali-
zar, pela, terceire coamada dest jornal, em nne
de dexeffibro prxima passado, e depois partrja-
oeir, passou a torereiro abra, e nala enmpno,
e per e^e motivo de novo chamado para drle
om ; pois V S.eedeve lemhrar que este negocio
de mais de lo amree, e qnando ? teahor mu
tih o se aehava no estnde netta eidade.
Ama e criado-
Precisa se de una ama para etiohar, e tambem
de um criado : na roa dos Pire*, taberna i. 38.
Preeisa-se alagar um criado
interno de ama casa : na rna da mperatriz o.
uga-se urna escrara para coiinhar e"em
para o semen
prar : na rna das Floree a.
terrea.
7. D-ss preferencia
&

i
t'i iiimeudador los de Mendon-
ca Alarco Aj all.
O abaixo asignado tendo de naodar celebrar
na misse por alma de sea sentare as amigo e commenie, o commendador Jeede Mr-
denca Al re') Avalla, fallecido no dia 9 do corren
te em sea engeaho Bom Jess do Paco de Lama-
ragibe, convida aos amigos e garrotes de tao dis
tmeto cidado para assistirem aqadle acto reli-
gioso no dia 10 do corrate (jainta- fera) no con-
vento do Carmo, palas 7 horas, peto que desde j
anteeipa sen sincero agradeimeato.
______Temporal_________
^^i!
uga se um menino de 14 a 1S annos para
criado, manlados. etc. ; na ra das Flores n. 9.
Attenpo.
Fugki nm passaro chamado jac, o qual do ta
manho de ama franga : rogase a pessoa que a
apanhou o favor de levar na rna da Paz n. 12,
que sera recompencado de sea trabnlho.
GRANDE PCCHINCHA A 260 e 400 rs.
Alpakas de cores de lindos padrdes e de fnstos
intetramente nares a 260 e 400 rs. o covado : i
Ra 1* de Marco (outr'ora do Crespo) n. 20. A,
loja dos Arco*.________________________^^^

Manoel Zephenno de Salles seos Albos agra-
decendo sammamente aos que se dignaran'acom-
panhar ao ultimo jaiigo os reatos mortaes de sen
cuchado Laiz de Franca Sout.i, de novos convida
para aaaistirwa urna miasa que se tem de celebrar
na Ordem Tereeira do Carmo as 7 horas da ma-
oa, aaobado 24 do corrate stimo da do sen
tailecimeoto.
^^Ahjga^^imiie^cravaparaconBnarTquem
pretender dirija-se a roa do Padre Pleriane o. 40.
Prcca-se de ama eserava
que aaibafaier o diario de
urna casa de pequea fami-'
tratar na Carnada de Carmo a. 11.
GASA
RA
1* DE MAR(
ares
W W:
1TWA
t'ORA DO
^s 2:00(#00a
O abaixo asFignido tem sempre exposto ven
da osfelizes bilheteo dar Ase ale Janeiro, pagando
promptamente, cono.oastsmia, qaalquer premio.
Inteiro ^^IjOtO.
Meto 12*009.
Qaarto SdOO.
^________Manoel Martina Fita._______
Precisa-se d'uma ama para coiinhar e comprar,
para urna familia da daas pesetas : a tratar na
rna Nova da I. Rita, I. il
*.'W-ii ^fOini* jda 3 a 4:000*000
premi '* COul bypolucca.em predio livre e
deserrrbaracado : na roa d Borlas n. 4 se dir
a aent_______
Ptectre re ""
tee da Ribeira n. til, c
acta, de 14 a 16 mm
tupuez. M
mTtiro para taberna no
que d fiador de sna con-
de iaMa, e ojie seja por-
AMA
*** fut uu iorrtiur
precisa-se de ama para
ima casa de daas pessoas.
PadarU e altlo.
Ataga-se a padaria no largo da Tamari
3, com t dos pertencej, propria para qi
principiante; btm comeS sitio com diver
vores de ructo : tratar, no mestao i
ou no largo da escadinha da alfandepa
Companhia de seguros
BliRIBfMARnfflCI
VAPOR PAGfFKO
Novo e qualificado em Lloyds de primeira
chas (A. .1.)
ASERTES WILSORS & HETT
14^-irraca do Commercio14
Alte vapor l reboque, cora forra para qualquer servido dentro e fra do porto,
eti prompto a qaalqoej hora para o reboque da nav os *lrados 9a sabidos e para
acodtr' a rraofrapios, ou a outros qoaesq^ier sinsteos naritiahM.
Os precos do servico do reboque serlo seaurre mdicos e razoaveis, e podem
ser previamente combinados no escriptorio dos agentes, caso que assim o julguem coa-
LyenieBte. TM
4 vim us
icarv
A direccao de conformidade com os sea* eain-
lutos art. 19, vende pnt- intermedio do Wrrajjr
Macedo cinco accoes da: mesma companhia : para
trar roa do kfarqn

de Olinda n. 34.
Coekiheird.
Precisa-se de ntn eozMbeiropnra pequea fa-
milia : na rna do Qaeimado a. lo, botica.
flUHKXSm m 1 ff SDraflSl
ADVOGADO
un. Joaquim Correa de Arauto-
mt 67Rda no Imperador 67
Precisa-re de urna aa para ecrinher i na
roa da Imperatriz n. 3. toja.
O capitao Josa Harcdine Aires da Fonseca
eorapeteotemente habilitado, trata, perante os con
selh.'s da qual llcaej a reviso da guarda naci
uai, im sua prxima reunio, dos interesaos das
respectivas praeae, mediante retrlbuicSo mdica, e
gratis para aquellas que foren p< bres. Pode ser
procurado no Recife, cartorio do Sr. eserivo Al-
meida, roa do Imperador n. 10, e na casa de
sua residencia na e-irada do Remedia.*.________
Aotooio Jos de Carvaioo fas acieate ao res
peitavel pnbTico e com especialHade ao enrpu d >
commercio que jolga nada dever uesta praca nem
fra d'ella; porem se alguem se julgar-eu ere
dor, apresaste seos ttulos ra dos Cuazarapes
o. 19, no praeo de tres dias, que sendo legias,
s.erio immediatamente pagos ; e flodo o prazo,no
attener reclamaco algnma. Recre, 17 de
abril de 1871.
lia : tratar na Ca

continuaqo.
BE
Distridor.
Em nm engenho, oito Isgnas distanto de Ga-
melleira precisa-se de mi homem que aaiba dis-
nlar agurdente, para ser cncarregado de Hm
alambique que distila un pipa por dia : a tratar
na ra do Pugne de Caxlas o. 68, toja.
Boa moradta na freguezia de
Santo ./utomo.
Traspaisa-se o arrandaroeuto de nm boa so-
brado de nm andar e sollo, quintal ajardinado
com cacimba e bomba, casa de baaho, galinheiro
etc. Tem esgosto e grandes eommodidades para
ana ou duas familias, pelo lempo de 4 sanos a
quem pagar as beneitorias, neru urna mais des-
peza fara por se acbar ero petfeito estado de lim-
peza e conservaban, cedendo-se pelo raesmo alo-
guel da escriptara : a tratar a ra do Livrxioento
a. 19, loja.
Escripturago mercantil
Urna pessoa habilitada propoa-se a lomar algu-
mas escripias para serem feitas por si, on teta sua
direccao; garante o asseio e emiii do traba-
Ibo : qaem precisar queira deixar na roa da Ca-
bug n. 1, loja de joias, a indicacao de saa mora-
da, on qualquer ontro esclarecimento para ser
procurado._____________^____________
Precia-se alugar uroa casa com comsjoaos
para familia, as proximidades da) tapies da
Soledade al o Mooleiro, e qee o alufaef feajlle
800J, poneo mais on meaos : a tratar aa roa da
Imperatriz o. 50, ou quem liver annnncrc, para
ser procurado.
------------m ........ ,"^1'"
Graea pcsmda.
Sabbado, 15 do eorrente mer, do meio di f s
duas horas da urde, subtrahiram de cima de ama
eommoda da casa do abaixo aseignado, roa da
Florentina a 28, orna carta de seotencr, enrolada
em nm diario.
A pessoa que fez este pesado gracejo, meta
ter a boudade de restituir a dita seuteuca ao sig-
natario deetr,ou entrgala metatyprgmphia,quo
se prometi pagar, alem de tlcer agredeei Jo.
Macario de ano Freir.
Rna dteBarao da
Victoria,
Otdv'ortu'uar-Modi 63 e casas
do eos turne.' 1
Mketea garaolMoa da pra>
0 afclixo asaigiadt. cala de vender entra o
sena uito felizjs bilbetes a sort de iOOOOO em
um neioda nlieeunquartndo n. 1607 con
a sWte de tfWy, aienr de ounas sortee saeaoree
de 4t0SO e 20000 da leteria que se acabou de
exkahar (186), podundo seus peesaidoras rirem re-
ceber, que promptamente sero pagos.
O mesno abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para vir no sen estabelecimenu
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nc
deixar de tirar qaalquer premio' como prova pclof
mesmoe annuneios.
Acbam-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2* parte das loteras em benecio da
igreja de Santo Amaro das ftalMm que sera
extrabida quinta-feira 20 d j correirlb ncz.
jPRECOS.
Inteiro
Meio
Quarto
De 100*000 para cima.
Inteirrf EjWO
Meio 47O0
Quarto 1*350
JoSo Joaquim da Co-jta LeKa.
mmmm i
O Dr. Guilhornie Ncgei, medico ocu
lista, da volu da ana viagem Babia,
contina a dar eon?nltas no sea escripto-
Irio, no mes da Goroaadhia Piraambaea>
na, t bara* aesttusadas.
mmammmmmmm
ftofa-s a perno* quo matalba bascar por
urna preta a ama loja na roa Nova, 2 quadros
bardados a la, quo au-ira ter a ooadade de
M MPERATRIZ N 56
o.
m
rdese ae Sr: Rcl 4 rre*aUde Santo An-
tamto, tpx* taace sna vista paca r esquina da
rna da Livraraento, que todas as dotes encon-
trar urna sucia de paadego.- seotados em cadoi-
ras empatando o transito publico, a como isto v
de encontr s postuma munieipaea pede corree
O Sr. Miguel Gandido de Medeiros
Pinto erogado a vir a esta typoeraphia.
cao.
Um morador da ra da Penba.
Precisa-se de urna .ama pare cozi-
nhar e engommar para Casa de pone a
fanilia ; tendo alm disso nm mole-
que para ajudar: na rna da Unio
n. 62.
iaajdtw, arariadas e lirapas
MlalB
19. do corrate.
Adanson HwWi & C continuarlo, por interven-
ci do agunH fidveira, o seu ieilao de fazendas
inglezas, limpat | argriadas, mi podendo ser
harnero conotl m fflUJanltipliaJdade de artigos,
cuja vend eontam ultimar hoja
Quarta feira 13 do correte
Principiar s 40 horas da manhaa em ponto,
era sea bem coMbeeTo arnsuna, a ra do Com-
mercio.
LEILAO
DB
MOV.B1S.
Qnarta-tra 1* do corrento
nma mobilia d Gonealo Arres constando de 12
cadeiras de gnarniclo, 1 dita de braco, 1 dita de
b;lar>c>s, 1 sof. 2 consol* com pVdra, 1 mesa
ehstica de aaaareiio com 7 Uboas,. 1 banca para
adrogado, i tanta Hrahraie, t aef de faia. 6
c d"iras tambem dp faia 2 ditas de bracos, 2 apa
radore^ de mKejm hattav ia, l mesa redonda,
2 manioizas, i cade iras do a;narei!<), 1 aratario
efivermza'io, 2*i*riqawhiis de amarelio, 1 bonita
aeeretaria didito, i me" para eumha, 1 par de
iaiit-rnas. 1 lavatorio 1 mesa de amarelto o mui-
to i ouiro- objeetos do a O ag*ni- Martin fina lei'o, auiorisado por um
sm amig que se retira desla provincia, dos no-
vi* ariina, os quaes se acham moito bem cooser'
vados : ro slfnndo andr do sobrado da rna da
Guu n 6:(. as II horas do dia.
IMAO
O de f ormonciado para
Hoja ft di n I'ja da tus da Inperatrii,
tica trn-icnj paia quaade fr de no^oannnn-
cado.
Precisa-se de um eitio
Quem tiver nm sitio as immeacoes
das linbas frreas de Api pocos eimia Olin-
da, com casa para familia regular e alfosias
frncteiras, querendo alugar ou arrendar por
um ou mais. annos: derija-se roa de Ca-
bng n. ______________
Attencao
Una pessoa habilitada propde-se pan mestre
de msica da guarda nacional, ou alguma socieda
da fra desta eidade : achara com qaem tratar
oo pateo da Riheira n. 15.
*
Convite.
A sociedade Uniao e Beneficencia val mandar
eelebrar misss de 7o dia do fallecimento dn seu
socio o infeliz Luix de Franca Son, na fgrpji da
Veoeravbt Ordem Tereeira de Nossa Seiih&ra do
Carmo, sexta feira 21 do correte as 7 h manhaa, sao pelo presente convidados todos o t*-
amigos des^i prestante e caridoso fallecido, a as- lia
sistirwn a este acto de relig ao caridad.
i^v.JJro pa)agaio, sexta feira 14 do frrenle, eom
nm pedazo de correle no p, tem o bico poque
at, t-nd.i um verde claro, muito hilador o cus-
tama chamar cambraia : qneiu o par e qmzer
rp'tttuir lev-o a roa di Geaeral ViCiorion ou-
IfVraruado Serio n. II, que se ree.>ropn*ar.
uH'rei-e->e uma-inuibar if lade p.r4.ca>a
de hoi.inn inteiro de portas i dentro: na roa da
Santa Cruz n. lf.
Precisase aera quem perteoce os volu-
nta seguiotea, Tiodos de Antuerpia no brigue di-
namarquez A*nma; marca SLC .BG n. 17|36, FS
n. 21, PSP n. 22, JAM sem Damero. O mesno
navio segu impraterivelmente no dia 20 do cor-
rele para a Baha com o resto de sen earrega-
ment : rna da Cruz n. 55._________________
Na praca da Independencia o. 17 precisa-se
fallar eom os Srs. Macoel los Goncalves Braga e
Silvestre da Silra Guimares a negocio de sea in
teresse, isto oo praso de oito das.
Advogacia.
0 bacharel Ernesto Alvim da Silva ad-
vogo no crime, civel e eommereio na
villa dj Passo de Caraaragibe.
redudpo nos presos
PSCHINCHA SEM flGAL f
S Leilao 4 Oreirv proprietai ios Jeate bem ooobecido e alegante estabeleci-
avisam aos seas aaaveis freguesoii en gerai, e cora especiadade ao sexo
que estao resorwdus a vendaren todos os objeetos que eompoem o bello sor-
o seu estabdeeimenlo por precos admiravelmente coramodos, que em o otro
costara o depkt, visto ser a mor parle dos objeetos receidos de conta pco-
principaes cidades da atfamada Earopa.
Eis algomas das p- chinchas:
Latas com banba a 80 rs.
Ditas da tambe r com banba a 160 re.
Paos de pomada a 80 rs.
Frascos de vidrocom banba a 240 rs.
Ditos com. agua de Colonia a 500 rs.
AfjRibM com ca bo para crochet a i 40 re.
Bonequinbas de louca a 140 a rs.
Pocas de babadinho bordado a 700 rt.
Sabonetes de menino a 200 rs. e a dozia a 2#.
Pecas de entremeios com 12 tiras (12 varas) a 14500 e 24.






I-

Finos espanirbos a 4$ e 5#.
Duzias de carritis com 200 jardas i i.
Ricos e elegantes -laques imitarlo de inarGm a 24500.
Leqoes de nadeira pintada a 1(5300.
Superiores meias cruas para bomeos a 44.
Finissimas meias para aeoboras a 44. 54 e 94 a dozia.
Finissirnas meias anas para senboras a 104-
Pegas da tranco Usa a 40 rs. e o m.isso a 360 rs.
Crochet preio e tranco, fazenda boa, covado a 800 rs.
Caixa coca 160 envelapes a 500 rs.
Pecas de fita para eos a 400 rs.
CordSo para vestido, masso com 25 e 30 pecas, a 500 e 600 rs.
Baramos de cartas a 120 rs.
Trancas largas de caracol, 12 pecas, 700 rs.
Lencos de cambraia da linbo bordados a 14. 14500 e 24-
Ditos de cambraia bordados a 500 rs.
Sabonetes transparentes a 80 rs.
Finissimas tesouras para unbas a 800 rs.
Botes de setim de todas as cores dozia a 320 rs. '
Caiu com 4 papis de agitas fondo de onro a 240 rs.
Alm dos objeetos que cima vSo relacionados, existen muitos ouiros, cono se-
jam : bico de seda branca a preto, luvas de pellica e de soda, ptimas perfumarias, la-
ques de marfim. sndalo e anadreperola, botinas para senboras, sapatinbos de setim e
toncas do raesmo, pentes di tartaruga para alisar, as novas aoquinhas. objecto ests de
grande novidade, e que se torna recommendavel s senhoras do bom tom, finos espar-
tanas, flores, las para bordar, e mostos outros objeetos que se tornam recommendaveis
peta sos elegancia e modicidade dos preco:).
Os preprietarios rogam s exceileutissimas seoooras a visitaren o seu estabelec-
mento para se convenceren, e aquellas que se nao quizaren dar a este trabalbo poda-
rlo mandar buscar o que desejarem ver, en se Ibes mandaro levaren suas casas.
O Vapor das Novidades
RA DA IMPEBATRIZ N. 36.
i na i Na ra dos Pires, sowrado n. 17,
ra
precisa-as de urna ama que coxinbe
bem, forra ou eserava, tendo boa
conducta, paga-s bem._______________________
Solicitador
- Vicente Licmio da Costa Carapello contici a
exercer sua proflsso nos auditorios desta provin-
cia, residindo rna Augosta n. 3, e tem eecripto-
rio roa do Imperador n. 35.__________________
Precisa-se de um calxeiro que tenha pratica
de taberna eanyiiMiox de sua cepducu : ao
pateo da Ribafap. \m
Manoel fafneise d. Silva, ujoocjai
villa da Eseaa, fax pituca fue per liaver
de igual nome de hoje por diante asslgnar-se h
Manoel Francisco da Silva Rirro.
ame oa
er ontro
m
. i .1 ,
Offerece-se urna muihar idoaa pa-
ra ama de casa de homem soltelro,
ou casa de pouca familia : tratar
no boceo do Padre n 16.
Pedro Borops de Cveira Caz sciente ao corpo do
eommereio derta pcag, on a qaem iaitressar pos-
sa, que tendo vend lo o eslabeiecimeolo que ge
ria em Capoelrae, lernwde Agm-Prer, pelo qual
tinba tomado a respjnssbiMdale do debito de sen
euohado Jos Gmcalres Ponies, de conf.irmidade
eom o contrato celebrado entre si e todos os ere-
dores por ttulos de sea cunhado ; e como de toda
oa responsabiiidade so exista por p-par duas
tras oa impurtaocia de 612x201, do caja quao-
fi i eredres Ihnriqne W, Saldanha 4"C *
3917M, e Julo Francisco Ferreira Janior dr
2434461, para cuj > pagameuto vai proceder a
cohranci do restante das dividas, que fleam a sen
carg, aflm de ?olver dlti debito, nico que ex--
te ; o que facO publico para eitir toda e qnl
qaer duvida no presente e no futuro. Reeife 1S
le nbril de 1871. '
Na ra oo Mrquez na dunda n. 5u iem uiua
caria o n o Sr. Marmel 6'nnrs Monm.
AH
Pr-nsa-se dn moa ama : ua ru
do Viinrio n. 33, i' ndar.
UIItfieCB->e um uieniotfde ciad* de li auu>>,
oblado oltimamente, para caixeiroda taberna ou
loja : ao largo da ribeira de S. Josa n. 3.
CABELLEIREIRO
A TRANCA MONSTRO
Sna Duque de Caxias n. 59 Io andar
Salo para cortar, barbear, frisar e ungir os cabellos com aceto
e perfei^ao.
Recebe-se enconnendas de todas as qualidades de posticos, tanto para a provin-
cia cono para fra deHa.______________________________________________
" Pela segunda \"z pede-aa aos Srs. Trajino
Cesar de Alboquerque o sea mano Juventino C.
de Albnquerqne o favor comparecerem loja da
ma da Imporatris a 48 a negocios que nao igno-
ren.__________________ -
Precisa-se de una asna engomma-
deira, e outra coalnbeira : a tratar
na rna do Pires, sobrado n. 27.
dt
CASADA
Aos 5:0001
Billetes garantidos.
\ roa Primeiro de Margo (outr'ora rna
Crespo) n. 23 e casas do costme.
0 abaixo asignado, lando vtndido nos ene le-
iixea bilhetes um inteiro o. 1173 com 5.040$, nm
Inteiro o". 770 com 9064, nm meto n. 543 eom
(001; nm inteiro n. 2781 com 200*000, tres qiar-
{, M07 eom 100S, um inteiro n. IWm com
lOOdOOO e oulra sones de 40* e 20*000 da
lotera que se acabou de oxtrahir (188*), convida
aos possuidores a viren receber na eonformidadt
do ctume sem descont algam.
Acham-se venda os bilhetes garantidos d
i.' parte das loteras, a beneficio da igreaa de
Santo Amaro da; Salinas (189.'), que s extrahir
na quinta feira 20 do torrente.
PRECOS.
Bhete Inteiro 6*000
ALTA mVDMDE
fJrlM?
Sahio a luz esta linda polka para piano,
lo muito sympatbico tnaeslro
udido tem sido iaj (taire de
ne armasem de pianos
AMA
AOS 5:000(OOO
Estao i renda os felizes bilbetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Conceico, loja da
>uriv*s no Recife.
O eirnrgo dentisu P. Maca previne ao pu-
blico que se aeha em sen coo*oJt*0o ra Du-
que de Caxies footr'ore Qneisredo)a. 31, para os
ibalhoe de ana pwsaao todos os dia* uteis das
aa 3 horas da tarde, e no das de domingos a
aanMfleades das 10 as 3.
Prcisa-se de urna ama : na ra Relft no-
mero 31.
Acba-se venda
e msicas de
A. I M AZEVEDO
sfciVajto^a^ietoria n. 11 (d'antes ra
Nova).
Tambem acaba de publicarse a linda
Saudades da Infancia
Acba-se eada na mesma casa-
~^ ir
RO
ESCRaVa
sa^pa
interno Ai
Precisaos alagar urna escrara, para o
xteroo d'uo
da Cruz n7!4, armasen.
trrico
d'uma cas de "familia : a ma
Moio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*900 para cii.ia.

(jo ario
Manoel Mari i'
Kr
Aluga
o 2 andar da rii aWt*- I J com oai-
taales cummod'js para Emilia: tratar na loja.
nica casa neste genero
14-Roa Estreita do Rosariol4
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objeetos de
cosinha e de mesa, e
todo que perten-
ce ao uso do-
metlco.
km.
Precisa-se de urna ama perita engommadelra :
na rna estreita do Rosarle o. 43, 2 andar.
Offlcia 4t nmrmore
Rna das Cruzes onmero 11,
Grammo letras a 60 rs., a pedra para as diUs
1* c palmo era qoadro.________
kav-ae eiagotnaa-se com pjrfeiofce pres-
teu : na ra da Gloria-a. 27.
i
p
a travessa da na
tees n, 2, |ri-
iiieiro aadar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e iWBian-
tes, seja qual for a quan
ta. Na mesma casa com-
prarse 0S%ettD E> ^
laes e pedim S
swhh ua


CHAPEOS
DA
{
Rh do Bario da Victoria, esgua da Gamboa, do Carmo, o. 23 (Antiga Ra Nova'i
Teos i teoura de participar nossos numerosos regoezes qt com a chegada de ott dea socios da Europa, suprio-se a
cata cota am onapkto sormento de chapeos de sol de todas as qoattdades como tmbela, de todos os meteriaes para os meamos
fabrico, como jam armacoes de todas as qualidades, sedas, airMs, alpacas e pannos, assim como de especial cotbilf ra, armas
para caca.cbaabeiros e poWarinhos. Os chapeos de soltereo faumento de 12, 15 e 15 por cento, comprindo i ambaro.
m
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguozes, atten
to o grande sortimento de joias d'ooro, prata e brhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
JfOREIKA IKAHTE C.
&OeXte:?Vt&5
XSJ
FdbrdbJ
MANUEL A C.
Tem e sattsfacio de participar aos seas nnmerosos fregoezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido orna nova fabrica de chapeos de so!, na roa da Odeia do Recife n. 9, beje roa do Marquei de Olinda,
onde acharao os pretendentes, moilo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qaalidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidatn especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas eocommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macoes as tazendas que a demora da fabricagao bem Mmete,
abra.
Chavas.
Viiilo Conde.
Arcos de Val de Ve*.
vnnna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real
VUla-NoTa de Famelieao.
tl|D>
Lanos.
CovBUa.
VueaUyalpaago).
Beja. Af
Barcal.
Sra. Mara Candida
"" w .w^w muiBuuu:, ujaium yivyi'm*
tara mimos, caf de meca, ervilbas portagUza a
francesas, ameixaa
Irascos, latas
Rodrigo
de divi
marmelhada de Fernando Rod'rigui
e bocetas,
, conaerva,
mojhos e moslara, licores de diversas qualida-
des, doce de goiaba em caiio e laus, bolaxrahas
de diversos autores, massas para sjpas, soblas
Srandes, a ze i tonas em baria e latas, vinhos tinos
o Porto dos melhores autores, queijos prato.e do
reino a 3#000 e a SI300 ; o proprieurio desle ar-
mazem responsabilisa se pela boa qaalidade dos
gneros vendidos em seu armazem, assim como ga-
rante todo assio o limpeza, em virto.de do qual
convida a seus nnmerosos fregueies e amigos a vi-
ren visita-lo.
Vilella, professora
A or. wm laaataa vuelta, p:
parcnlar, que morou ou mora em N. S. So O'
em Goyanaa. rogada a vir i ra do Cabug nu
mero SB.
jetudo de preparatorios.
los Seares de Ate vedo, prefessor de lingua e
MwraMara nacional no gymoasio provincial do Re-
ato, ?em aberto em sua casa, roa Bella o. 37,
Um corso de lingua portugueza ;
de (raicea;
de geograpbia ; -
Se historia;
de phitosophia;
de rtetorica e potica.
Os atamos qae quizerem freqnentar qualquer
destas aulas, pdem dirigir-se indicada residen-
cia, atm de saborea as horas de cada classe e
mais coBdic,5es de entrada.
SITIO
Um estrangeiro precisa alugar am
lio, em algam des arrabaldes deeta eidd
do Commereio n. 40.
pequeo si-
ra
CiRAYDeK
Para as ttrs. le eagenho Ver.
Cbila, bteoda bem oonbecida pela toa fortidao,
mais larga que chita, para roupa de escravos, a
X) rs. o ovado na ra do Crespo n. 10, lnja do
Guilherme.
Precisa-se de am bora eoiinbeiro oa cot
nbeira : na roa do Imperador n. 55, 2* andar.
Pede-se ao Iilm. Sr. subdelegado de S. Jos
do Recife que lance suas vistas para um individuo
conbecido por Pedro Malfeito, o qual anda quasi
toiM os dias erabreagado, provocando os morado-
res da ra Imperial com palavras obsenas, e dei-
tando-se pela estrada em completa nudez, provo-
cando barulbo om os passageiros, como ha pon-
co deu em am matulo, que tirou sangue, e em
um preto carregador d'agua deu-lhe um bofefio
que voou-lhe com o caneco no chao, e tem mais a
audacia de entrar por casas de familia a dentro
para querer dar em meninos : assim esperam do
mesmo Sr. subdelegado algumas providencias para
prevenir alguma desgraca.
_________Algons moradores da ra Imperial.
Ama deleite
41 RIJA DO ItlAv DA VICTORIA l
Neste novo armazem tem um
variado sormento de fazendas
francezaj, inglesas, allemlas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, allia de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglesas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancoi, colei-
rnbos modernos, cha-
peos de sol- de-seda,
finos.
*
ARRUDA IRMAOS. SE
RA
atoraedavftetaria
i miga rea
NOVA
N. 41.
Aasim come tem urna grande
oficina de alfaiate, montan eso
os prepares que ha de melhor,
por habis artistas, que
sus prompdSo e perfeicSo
nada deixam s desejar.
Roopa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os pague
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemirag que ha
na Europa.
RA
Baria da victoria
sariga rea
NOVA
H. 41.
Preeisa-se de urna ama de leite : na ra do
Mrquez do Herval, antlga Concordia n. 99.
Na roa do Mrquez de Olinda o. 50 vende-se
urna prensa para copiar cartas com a competen-
te mesa, per preco commodo.
Precisa-se de orna ama para com-
prar e coziohar para casa de pones
familia : a tratar na ra do Crespo
n. 18, 8 andar. ______
Convida-se urna senhora de 40 a 50 anuos de
idade, de bons costumes, para fazer compsnhia a
ama outra aaat ajenarla, aftaneando-se o bom tra-
taraento : na tua Duque de Caxias, loja de roiude-
zas n. 97. _______
Precisa-se de urna criada para cozinba e as
compras na roa, eserava oa livre, sendo de maior
idade : na rea Duque de Caxias, loia de miude-
as97.
Tabellas Verraifugas
Este medicamento o nnico que pelo seo bom
aroma e gosto agradavei se torna o mais propno
para a expalsio das lombrices. E' fcil de tomar
porque o sea gesto igual ao do chocolate, a de
prompto effelto.
DEPOSITO
Pharmacia americene de Ferreira Maia & C, roa
Duqua de Caxias n. 57.
3*200 a peca.
"iS
adamaicadaa, da corea,.
Grande pechincha
Alpacas de cores de' lindos padrSes e de gostos
tetramente oovoe a 260 a 400 rs. o covado ; or-
gandys de cores de padres modernos a 380 rs. o
covado : a roa Primeiro de Marco (oulr'ora do
Crespo n. 20 A, lo ja dos arcos.) ___________
Grande liquidado
Na rea do Crespo n. 30.
Cambraias pretas e brancas padroes miudos
lerncezas finas a 180 o covado : na loja de Gol-
arfqme..
ESPELHOS, VIDROS, E MOLDURAS.
a loja da Agota Branca acaba de receber
um variado sortimento de espelhos, de mol-
duras dourada?, mitando Jacaranda; assim
como vidros, e moldaras para qaadros, es-
pelhos, ftc, e como de costme os precos
sao commodos. -
1TTENCA0
Vende-se um eano novo de cobre, um dito em
eentinuacio de folba proprio para telhado, tam-
bera se vtnde urna porcao de chombo em lencol,
com algum uso: tratar com Jos Antunes Goi-
mares, roa do Duque de Caxias n. 43, antlga do
Qoeimado n. t.
VENDE-SE
Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, 1*
andar, vende algodio azul americanos verdadeiro
e pregos;americano n. 3 e 4.________________
VENDEtSE
nm cabriole! e um cavado
Livramento n. 10
a tratar na rea do
Vende-s am terreno cora 47 palmes de
(rente e 400 de fundo, com urna casa d taipa
Soasi acabada, sito n'Agaa-Fria de baixo, na beira
a linba frrea, confronte de urna taberna : qnem
quizer, dirij-se roa do Progresso n. 19, qae
achara com qnem tratar.
Vende-se barato vidros para espelhos, mui-
to bons, a Luiz XV, do 30 a 30 polegadas : na
ra da Imperatriz n. 99, leja de funileiro.
Oavailo,
Vende-se na cocheira da ra da Roda n. 60,
am cavallo mellado eom algons andares : a tratar
na roa do Imperador n. 57, 1 andar; entrada
pelo caes Vinte e Dous de Novemhro.
ac
A's sen horas.
A' cbapelaria da ra Primeiro de Mareo n. 6
aba de chegar da Europa pelo ultimo vapor um
lindo e variado sortimento de chapeos e chapelioas
da ultima moda, para senhora?, que se vendem
por precos muito rasoaveis; na raesma cbapelaria
ha um grande sortimento de chapeos de todas as
qualidades para homens e meninos.
COLCHAS
grandes a 3J.
CHITAS claras eacuraa, eoi segara,
a 160 e 800 rs.
CAMBRAIAS de corea finas, imos pa-
drdas, a 389 o covado.
MSSELINA branca a 400 rs. o eo-
ALGODO trancado alvo de daas lar-
gura, para toalbaa a ItSSOO a vara.
LENQUS finos brancoi a ifMO a di
na.
DIo-se as amostras eom penhor.
iaaaaaa auaaia
CALCADO"
barato.
Vende-se na praca da Independencia n. 39. loja
de Porto de Bastos :
Borzeguina ae bezerro e de cordavio para bo-
roem itl.
Borzeguina de pellica in^lezes para senboras a 8#.
Boriegnms de daraque de eor para senhora
a 4*000.
Borzegains de phantaxia pretos para senhora
3S000.
Ditos de ditt pretos a de cores para menina a
3*000.
E' pechincha, a lies, antes qne sa acahem.
Farlaka le aaataaiaea.
Vende-se de boa qaalidade e em bons saceos
4*300 por sacco de dous alqneires, no eseriptorto
de Jos Victorino de Rezando t C.,a roa do Bar-
qaez de Olioda, ontr'ora Cadela n. SI________
l*ara eaaaa de faaailla.
Calxinbas com urna arriba de batatas das ulti-
mas desembarcadas por 1*60011 : na roa do A-
morim, armazem n. 46.
M
VABiia.ca
n"lov "^ os seguintes engenhos perto da ci-
dade de Mamamgaape,
Ddlia. Excellente propriedade eom ptima
casa de vlvenda, engenno a mala casas precisas,
tudo de pedra e cal, e muito bem construido.
r reguita mnit0 ^q, stal(Jo por jnt0 d0
porto de embarque dos vapores da eompanhia
pernambacana, e onde tem de andar a estrada de
ferro projectada, de Mamanguape.
aincio SUludo ao ^ iet^
Quem-pretender qualquer urna destas excelen-
tes propnedades, queira se entender com Tasso
Irmios & C
KLN'G OPPAIN
00

Moman urs vbeei
GENERAL VERS AMMLUNG
Freitag 21 April m Hotel Victoria
ZWECK.
Beratbung ueber einen Beitrag faer die Invali-
den Stiftang.
Der secreuir,
______^__________H. Ledeboar.
Offerece-se
ama senhora de idade e bons costamos para
ervio interno, ou administra$ao de casa de pe-
anena familia: qnem de sen presumo precisar
Vende-se um papagaio muito bonito:
na roa dos Acoogoiohos n. 8._______
Checheo.
Vende-se om elegante checheo, muito
cantador, proprio para um presente : nesta
typographia se dir quem vende.
de sen
se rna de Santo Amaro n. 30.
COMPRAS.
~< lULfsb*,*cimll0cabJa ^ttm omt ntomi radkal m w**0' ******* commodos, e em pontoalidade as encom-
tudo aflm de melhor servir oa seus numerosos freguexes deixa-se de annunciar todas as faienda, para
Dio se tornar masetate
ATTENCAO
Braz Janaario Pernandes & C. com loja de al-
iado rna do Bom Jess (onu'era roa da Cruz
n. 21), previne a todos os seus devanares que ve-
nbam satisfacer os sens, dbitos no praso de oito
dias, do contcario passario pel^ dissabor de ver
os seos ames por extenso puWicadBs nesu fo-
Iba e cobrado judicialmente.
GRANH ARMAZEM
DE
^m%
^isco o. 54.
Precisa-se de ama ama for-
ra oa eserava, que cozinbe e
compre : na rna de S. Fran
CASA
B0
M
121
ent
ABT&C-
Ureet W. Londres
CONFITIRIA
' |RA DO IMPERADOR N. 36.
O proprelario dat esubelecimento avias aos
seos numerosos e bons /regnezes, que acaba
preparar um grande sortimento des melhores av-
neros do mercado para rechear ae despensas da-
qnelles <5ne tivarom bom paladar e disoosfeio na
raiaitaroscoWnotaini *k**to*M
Ahi enMutrarloei^iieotee pretentes de lampre
vinhos, cores e cognac de todos os fabricantes
boa cerveja, marmelada portugoeu, ameixaa em
eaixinha'. conservas francezas e poriuguotas do-
ces Se toias u qaalidadaa saeeos eni calda,
Tambetn encontr rio Dolanos para cha de toda?
a qaalidade?, bolos fraieetea inglezes, ple-de-l,
!*?, tunas, amendo3s confetadis, e quantldad I
i outros objeiMoa nqneserla eidonljo ecunftraeu |
mu, nmm, vidros
CHRYSTAES
DE
PE RE IRA, IRMAOS
Ra Primeiro de margo n. 15, ontr'ora rna do Crespo n. 1&
Ao respeitavel pubh'co em ajera! e pafticuarmente aos seus numerosos atnfioi
parUcipam Manoel Josqvim Pereira e Manoel Jos" da Costa Pereira, que acaban de
rondar mr rico e sumptuoso srmacem de tonca, poroelana, vidros e efafstsss i nu
Primeiro de Marco, oulr'ora roa do Crespo n. <5, sob a razio social Pereira i
Jnnaos.
A longa pratica e coahecimentos de que dispoem os snnuociaitss ueste ramo
de commetcio, a que, ha muMos anuos, se dedicam, os tem habilitado a satiauser as
oeeessidades da populaclo desta provincia e suas limitrophes, offereceodo aos consu-
ardoresi mueres vantagene do me qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel pobbco, dignando se de visitar este novo estabelecimento! cosa-
merctai, veneesr por si mesmo o qne os annonciaptes vem de dizer.
COMPRASE
Frascos vasloe da tintara Japooeza ; a ra Du-
que de Caxias n. 50 e Mrquez de Qlinda n. 51.
Consara-se orna casa terrea na fregoezia da
Boa-Vista, qae lenha 3 ou 4 qoirto?, em bom es-
tado : a tratar na roa da Imperatriz n. 74.
!
VENDAS.
Oavailo.
Vende-se um excellente cavallo de sella com
bons andares: trata se na roa da Imperatriz n.
O, loja do Pavio.
Vd CAVALLO
vende-se um eavalle russo pedrea, anda baixo,
e novo o sera achaque: para ver roa da Roda
euS?** ^' tr*Ur ra do Mrquez de
Ullaaa, eeenptorio n. 49.
niZuVend*".a ami ubrna sita na cidade de
Ohnoa, propna para principiante, bem afreguesa-
oa, e sendo o alugoel da casa raoito mdico.
Parai var na mesma cidade na roa do Amparo n.
Veaaa-se
nm terreno (cbios proprios) na
ffif?0. "* ,C"B*. ""ho qne va" para e
Amnol, com frente para o rio, contendo iSO pal-
mosi da fundo e 00 de frente :*quem o prelena>r
dirija ae i praca da Independencia n. 17.
A 19^000
ADUZIA
da pares de sapatos de tranca do Porto, nmeros
somero SI WD*"se "* W d* 'nependocia
SEMENTES
DE
H0RTAL1CA
CHEGADAS LTIMAMENTE.
Aproveilai o tempo invernoso, ide ao armazem
de Campos da ra do Imperador e compra! se-
mentes de bortalica das seguintes qualidades, a
saber :
Alace.
A bobera d'agua.
Dita do campo.
Urjollos.
Couve gallega. -
Dita nabica.
Diu de penca.
Dita tronahada.
Coentro de touceira.
Ervilba flor branea.
Diu flor roaa.
Diu flor branca rasteira.
Cebolinho.
Feijio ervilbeiro (7 annos)-
Dito papo de rula.
Grellos de cedo.
Espinabres.
Pimentdes.
Nabos de S. Cosme.
Rabnetes rdxos.
Pepinos.
Senouras.
Melao.
Melancia.
Tomates grandes.
Selgas.
Resolho.
Xicoria.
Salea.
o rei da dor americano
nico deposito do verdadeiro, na pbarmaeia
americana de Ferreira Maia A C., roa Dnqoe
de Caxias n. 57, antiga do Queimado.
C0NFE1TOS
D'iodureto de potassio de L. Foncber.
Estes confeitos teem a vantagem de junto
maior exactido na dosagem (o conteera orna
gramma de iodurelo de potassio) nio tonm o sabor
desagradavel das solones : sna efflcicia ineon-
tesUvel, porque o medicamento ebega ao esto-
mago sem ter soffrido a menor alteracao, o qne
omitas vezes acontece solaceo pelo metal co-
Iber que serve para a medir, alos dess a e
mni fcil transporte em viagera, evitando assim
a ioterropcao do medicamento : tnico deposito
na pbarmaeia americana de Ferreira, Maia 4 C,
roa Pugne de Caxias n. 57, antlga do Queimado.
MACHIHAS
A iO^OOO A SERRA, PARA DESCARO-
CAR algodAo.
Vende-se no armazem de J. A. Moreira Dias :
roa da Cruz n. 26.
Aos cigarreiros
Vende-se papel de seda e de Jinbo, em resmas,
dos verdadeiro fabricantes : na rna de Maris e
Barros, oulr'ora ra do Codorniz n. 8.
Livros clsticos.
Para ingles :
Macaulay. Essays.
Lingard. H. of ng
Ssleet Passages.
Motta-graromalica.
Para fraocez;
Regnier-Theaire classique.
Chateaubriand. Goie da christiaaisme.-
Martyrs.
Pilon-Narrations.
e todos os mais livros para exames de preparato-
rio*
LTVRARIA FRANCEZA.
fngland.
M
Novo Mando.
Assignalaras para o segundo semestre
LIVRARIA FRANCEZA.
Bruno Seabra.
O festejado poeu acaba de
lude brasileira, com o mais
creanoje
AlferM da boa razSo
Rs. i 1000.
LIVRARIA FRANCESA
resentear a juveo-
nito Uvrmbo para
Vetde-se
VioHJes, violas e qniurras duo bem feiUs
na roa da Roda n. 39.
CHAPELLEBIE
DAMES
Alpacas de cores, padroes integramente i
o mallo Unas a 840 rs. o eovado. cassas do cores
Oas o padroes lindsimos a J80 e 240 rr. o co-
vado, laas a 400 e 260 rs. o covado, fazenda multo
boa : na loja dos arcos, roa do Crespo n. 20 A,
esquinada roa das Crnzes.
- AC*2X?m *** SeceV(?r p,r L* *** ,dMfl "w, ca qe'll a de bem
et me &* gamitares des cooHeurs les plus modernos aWs aris feeo aussi des riche'eapots en
talleaair Mea paille npni sommes persuas que tt arlielee qngnous venons dftecevr c'*t ce
qo il a da nas boro su ^F"
"Ra do Cabug n. 12, prmein? m
Ferro
ssle?**'f tlba de ferro alvanisado ? ".
ae *
Vende-se oa permau-se per predios nesu
cidade o eogenbo Velbo sito na fregoetia de Ja
boaiao, eom excellente cata de vareada, casa da
engenno, de porgar e de bagaco, ludo de lijlo,
barro e cal, contendo oerca de urna legoa de ter-
reno de sai a norte, e outro tanto em parte do
leste a oeste, eom bastante terreno de plantajio
de variea e ladeiras para safrejar para raalffle
3,000 paes, com basUntes matas e terreno suffl
cente para ediOear-se am antro engenno,
tambem-moer com as agoas do rio Musaaiba,
sim como o engenho cima dito moe com as do
Jaboatio. O terreno safflciene para novo eoge-
nbo contera pasUnte vanea e ladeiras todas co-
bertas d matas e capoeirdes: qnem pois quizar
fazer qualquer dos negocios cima dito, dirija-se
sea proprieurio no mesmo engenbo.________
Azeite e vinagre. .
O nwtnor que tem vindo a este mercado en
caixas de duzia da garrafa* ; vende-se no serio
torio de Caoba 4 Manta ra de Mrquez de
OU'nda o. 40.
JornaesdaEuro]
Assigaturas para todos os jornal da Enrop*.
Pontoalidade e garanta no servico.
________i ii ii mi.....uMf\,______
Vende-cW
doce de goiaba, na roa do Rangel n. If.
Vende-se
pbosphoros do gaz a 21200 a groja, 200 rs. a dc-
ziaeaOrs.a caixa, na roa da Rangel a. 31.
Flores paa o mee mariaao
Na roa estreu do Rosario, sobrado da nm an-
dar n. 35, aprompU-se toda encommenda de Ae-
rea, sendo araos, cpala, palmas e boaaneit.
tudo proprio para entela de alur- do mas de Ma-
ra, tem rosas, palmas e booqueta, toda prompto,
e vende por barato proco, folhas de rosa e aatha
de papel a 1|000.
uRt\i:
e alo
Venda ae terrenos em Babaribe
dona graada-sitie, um em Beberibe e o
ira
o Sr. Joao Feitcea oa roa estreita do Rosario n. 23.
ulre>no
alonar parte i visu
Mar^o n. 6.
da qaalidade
em outra
na roa I*
- Vende-se urna casa de taipa sita oa traveasa
do Menteiro, fregara do Poco da Panella ; qnem
[ pretender dirlja-sa ra ? M:Ddfo n. 5.
De 1,800 cortes d casimira
Cortes de casimira de eor sumIH^
e da qaadros a 4#000 a SgM^
pratai superior pelo tlT
covado, cambraU
modernos a 280 rs. o i.
cas pretaa com
de a 300 ___________
2S0 rs. o covado
do, chitas chin
Victoria tina a
cora-
*Sr
a peca, a
po n. *),
Igodo a .Iji
teja do Gu


s-u 1: rniotHca..- QiljJ* Mr* 19 le -aWlJc ltO.
v
'i i
* araalw do va
sr.
--------^, rna
Baria ata Victo-
ria (oalr'ora
va). *.
Ai armazn do Ta-
po r Vrancez, roa
do Barfio da victo-
ria (ontr'ora roa
Wova) o. f.
Perfamarias, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
-' imbum Os chafar novas fular cora importante sortimenio dos artigos abaixo mencionados
t|08 bmm resumido que possivel
CALCADO
Na rua da Impe *atri n. 72 loja da Arara
Bolinas par* senboru^-daraqaa b raneo, preto
4 Miras maltas cores eecolhidas do ultimo gos-
oa moda.
Botias para meninas igual sortiraento.
Sapatinhos de salto para senhoraduraqae pre-
.0, branco a de cores, a da cauro da lustro.
Botabas para enancas, proprias da baptiea-
toa.
Botinas de diversas qualtdades para homem.
Botas russianas para montara, tanto ingieras
4a couro da Russia para viagera, como francezas
4a MeUer, bezerro fino, para passeios.
Molas pernefras para meninos de 10 a 16 an-
os.
Sapatoe de brim branco para homens.
Sapatos d vaqueta de lastro com sola de ma-
eira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para homens e senhoras.
Sapatos abotinados, de differentee modelos, mui-
o bous a fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapeta, avellndados, Cbarlot, casi-
mira preta, de tranca portaguezes, pan homens,
choras e meninas.
Perfumaras,
axtractos finos, harinas, cosmticos, leos, opia-
u, arias da Colon em garrafas de crystal para
praaaptsa, agua divina, agua florida, dentifrice la
'anda, agua da toilet, untura para barba e cbel-
os, ornada hongroise para bigodes, pos de arroz
sabonetas, todo isto de primeira qualidade, dos
aricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas da pellica brancasJonvin.
Espelhos grandes dourados para salas, quartos
eabinatas.
Leqoee para senhoras e meninas.
Jolas da ouro, brincos, transelins, pulseiras,
pi a
otoee de pannos, de abortara, correntes e chaves festas campestres.
Gestinhas para braco de meninas.
Balaiaa para costura.
Caaos d'arame praliado pan frutas a
casa.
Ricos artigos de phantasia necessarlos pan toi-
raeies e propros de presentes.
Jarros a bonquats de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mni delicados.
Quadros promptos pan collocar vistas.
Moldaras douradas pan qua Iros.
Estampas'de bellas paysagens de cidades, de
figuras a de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras pan notas a pan dinheiro.
Caixioha da msica de dar-se corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas da seda pretas a de cores.
Bengalas de cana com castdes de marfim.
Rilas de balis, janeo e de multas qualidades.
Pentas finos de marfim para caspas.
Escovas para fado, para cabello e pan dente!.
Lunetas ou penclnez da prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos pan lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Gordas pan violio.
Port-pratos pan mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas pan viagens.
Estojos de viagens, completos com navalbas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de baleias.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas da camurca amarellas.
Machinas para faier caf.
Globos de papel de cores para illurolnacoes de
e relogio, tudo de ouro bom de lei.
Brineoe da plaqu imitacao de ouro.
Correla* para relogio.
Abctaadnras para rolletes e para punbos.
Aibuns de venado e marroqain para retratos.
Mammadeiras de /idro para enancas.
Caixinhas de costn, novos modelos com mn-
tea, proprias pan presentes.
Quadrinhos dourados pan retratos.
Toncas a sapatinhos de lia para enancas.
Capailas pan noivas e para pastoras de pre-
pios
Carinhas com vidros de augmeito para fer-
ia em pomo grande a pbetograpnia dos retratos.
Pea en vidro para pianos.
Theaearinbas para eos ara e anhas.
3oleinhas de seda e de velud.
Bal5es de cores, de sabir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos anemias.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordims de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mui pitorestas.
Brinquedos
O maior sortiraento que se pode desojar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entreteniente das crianzas.
S1U0 DE CABELLHIRO
Rua Primeiro de Mar n. 7 A Io andar.
Neste bem montado estabelecimento, os amadores da moda encontrarao o q.m
ha de mais moderno e delicado para penteados, como sejam : bonitos e exceilentet
ookes, trancas, cacbe-pnes, assim como faz-se lodo e qualqjuer trabalho de cabelU
que se encommendar.
Acha-se tambem o acreditado Tnico Delsnc que se recommenda pela sua es
ellente coroposi(lo. O dono deste estabelecimento, d'ora em diante, pode ser pro
corada a qualqoer hora do dia para os mistares de sua proBssao.
Graacnapales
Vende-se grofdeoapoles preto ara vw-
ido de MDborai e meninas a U, S|500,
2*800 3o covado.
Caseaira preta i 3*800 a earfe
. Vende-se corte de casemira preta para
calcas de homens a 34800, 40, 50, 6J e
7,1000.
ATTEN^A
Precba-se fallar com os segnioies se-
ntir res: a negocio que lhe diz respeito, e
de sena interesses, na toa da Imperttrii
n. 72. ^^
Joa Germano Maogabeira Jnior.
Jos da Lona Galvio. *jf*
Jlo Antonio dos Santos e Suva.
Maoel Cardoso Vietra de Mello.
Francisco Bnto de Mello.
Itr. Ventora de Maroim.
Joaqaim Alves da Fonceca.
Francisco Maaoel Alves.
Feliciano da Cunba Cavalcante de Albu-
qnerqoe.
Dr. Cornato TeUeira Franca.
Leonardo Joa dos Santos.
Francisco Basilio Cbavier de Mello.
Chilaa pretas
Vende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o corado.
Chitas francezas toras
Ven!e-se chitas francezas escuras para
vestidos, a 210, 280 e 320 o cova lo, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Caitas pan eakertas
Vende-se chitas encamadas para her-
as a 320, ditas de cores, largas a 360 e
400 rs. o covado.
Fustia para vestidas
Vende-se fastlo para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
Brilkaatiaa araaea
Vende-se brillantina nnea pai a vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Persiana kns para vestidas
Vende-se pnalas Snas para vestides de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cama (raaeesas IM?
Vecde-te cassas francezas de cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o covado.
Orgndis de cares
Veode-se organdis de erres para vesti-
do de senioras a 440 e 500 rs. o colado,
L5a8iakas para veatiJos
Vender i3asinhas para vestidos a 400
e 5t'0 rs, o covado.
Alfedia de liaU
Vndele algodao de lista. proprio para
roopa de cscravos, por serorte a 160 rs. o
covado.
Alpaca de cares
Veode-se alpaca de cores para vestidos,
a 500 e 640 rs. o covado.
Caifas para talcas
Vende-se gangas escoras para calcas de
homens a roana para meninoa a 240 o co-
vado.
Irisa de caras casi listas
Vende-i a brim de cores com lista a dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
loja da Arara, roa da Imperatriz n. 72.
(ravatas pretas de seda
Vende-se gravitas pretas da seda, largas
e aatrefeas a 800 rs.
LsneSs arantes
Vende-se lenco a 24 a dnzia, ditos ch-
neles a 34600, para liqoidar.
Chales de BMria
Veode-se chales de merino estampado;,
a 24 e24500; rara liqoidar.
Caberlas de chitas
Vende-se cobertas de chita floa a 24500,
ditas encarnadas a 34500, ditas forradas a
54, cobei lores de algodao com pello a
444*0, na liqoidacio.
Cartas e faneja
Vende-se cortes de langa para alcas de
bomem a 800, ditos de brim de lista, a
14500.
Brira lisa
Vende-se brim liso para calcas de traba-
lho a 500 rs. o metro.
Briaa sari trcate
Vende-se brim pardo traacado a 700,
800, 000 e 14 o metro.
Bramante a 14860 a aietra
Vende-se bramante para lences e toa-
Ibas por ser muito largo, a 14800 e 24800
o metro.
Atiesta eafestae
Vende-se alfodto enfeetadoa 900 n. o
metro.
Pecas de alfalfa
Vende-se pecas de a'godSo com 20 jar-
das a 34800, 54, 64, 64600 e 74.
Pecas le andapolo
Vende-se pecas de madapollo com 24
jardas a 54. 54500, 64, 64500, 74, 84.
84500 e 104. g&
Cellariihes le papel
Vende-se om restj de coilarinbos de pa-
pel a. 200 rs. a doxia.
raule liqnia'afaa le rsupa faila
Vendem-se pantos de casetnirasde cores,
sobrecasacos a 94, ditos fraq es a 84, di-
tos saceos a 64, ditos, pretos, panno bom,
a 84 e 104, ditos de alpaca de cor a 34,
ditos pretos a 34500 e 44, ditos de meia
casemiraa 24, ditis de brim de cores a
14500 e 24; ditos brancos a 94.
._ i .i -
RODRIGUES & 1RM0
Rua do Mrquez de Olinda n. 6
Vende se nm excellente cofre de ferro, i pro-
va de fo|o, por preco malto eommodo.
Oarroc s
Na rna do Livraoienta n. 38 se dir qnem lera
doas carracas das que irabalhio "na alfand^ga as
qnaes se vendem muio barata.
VIOROS
-UOtreS de I6rr0 e dfferentes umannos.
JTicllbaS de ferro para copiar cartas.
v/Hcipa,S ()e ferro gavalnisadas para telbeiros.
lavllOa ,je ferro par, assucar.
****"*' americanos par varzea e ladeira.
M aChinaS vapo/e de cortar fumo.
Carrinhos
LOJA DA CONQUISTA
Rua do Cabng n. 6
DE
Antonio Francisco dos S. ntos & 0.
Os propietarios deste novo estabelecimento jolgam de seu dever faier apresen-
taGie de sea titulo, -para obterem 4o respeitavel publico, om especialidade de seu
fregnezes, o acolhimento de que todos necessitam em seu tirocinio commer :ial.
A Conquista, n5o garante nem pode dar fazendas a seus freguezes, mas tendo
por-divisa co aquistar a todos, para que nao comprem era outras casas, affirma-lhes."
que serlo tratados com agrado, lealdade emuita moderac5o nos preces.
A '(Conquista achando ser enfadonho para os leitores o mencionar o seu grande:
sortimento de fazendas finas, apenas descreve emente as fazendas pretas e objectos-'
propros para a quaresma, como sejam :
Grosdenaple prto de diversas qoalidades.
Gorgur3o preto para vestidos.
Casaquinhos pretcs de'seda.
Ditos ditos de gorgurSo com cinto.
Mantinbas brasileiras para caneca.
Chapelinas e cbapos para senhoras, o que ha de melhor.
Lavas de pellica brancas, pretas e de crs.
Os proprietarios da Conquista prestamse a ir ou mandar cora qualqoer objecto*
amostra, para qaalquer casa que para isto lhes mande nicamente o nome da roa e<
nomero da morada.
f*.
tes artigas acham-se a ven-*a
asa dos importadores
Shaw, Hawkks & C,
RUA 0A OrtJE N. 4.
de mi para saceos e atierros.
Venezianas para janelIas.
IS&l&IlC&S decimaes e ootras.
FogSes de ferro.
Enxofre salilre) etc.etc.i
X4R0PE
PECTORAL AMERICANO
DE
RABO DE TAT'
Planta indegena
Especialidade dos pharmace uticos Ferreira Maia & C.
A tosse convulsa a que aprsenla mais pertinacia naqoelles que della sof-
frem efaz com que moitas vezes suecumbam os enfermos, sem qne muitos outros m*
dcamentos applicados consigam resultados favoraveis, sendo essa affecfao tanto mai
grave qaanto menor a idaoe dos accommettidos; e por isto novos preparados s
constantemente publicados por meio de pomposos annoneios sem qne a sua applicacSf
atteste o que delles se esperava.
Acaba de ser enrequeciJa a tberapeutica das diversas molestias do peito, desd<
a pharyngite ou mal da garganta al a tuberculisa?5o pulmonar, com o XAROPE PEI-
TOHAL AMERICANO DE RABO DE TAT', que tomar o primeiro lugar entre todoi
os medicamentos at boje para tal (ira conhecidos.
O XAROPE PEITORAL AMERICANO DE RABO DE TAT', garantido pon
mente .vegetal e so contem em sua composicio a parte medicamentosa da planta vulgar
mate denominada RABO DE TATU\ cuja propriedade benfica na cura das molestias
qWpertencem aos orgaos pulmonares oram por pesroas competentes observadas, do
rante longo lempo e com ptimos resultados cada vez mais crecentes : pelo qne no
jolgamos aotorisados a compor este xarone que agora apresentamos, e a offerece-lo aoi
medios e ao publico.
Poderiamos apresentar muitos attestados n5o s de mdicos respeitaveis, come
tamben do publico qne tem feito uzo doste salutar aarope; porm dispensamos estat
formalidades para o9o uocarmos-o publico, pois que o melhor attestado que se pd<
apresentar 4 sem doyidi a cara completa de milhares dejiessoas.
Poderimos citar aqoi p|vsas que esto comyrawmenie restabeleci-ias das di-
wiaae moiests de peito de que ejte xarope noderoso Kedlcamenli), e tem corado
como sejam a athma, broocbites, deflexo cata: -e onvulsa, rooqu itacSc
do peito e garganta e phtbisica pulmori
Unko deposito em Pernambii' -rt M?ia
fe* '}Q Dojm de Casias n. 37. h;ntipa do Qr ftd ? DROGARA especial
HOMEOPATHICA
JOS ALVES THENORIO & C.
i k RUA ESTR1TA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tbenorio, professor em bomeepalhia, tendo-se retirado do
laboratorio bomeopathice e consultorio de seu Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabino O. L. Pinbo, que por muitos annos esiiveram sob sua directo, tem-
se estabelecido sob a firma de 3 s Alves f benorio C, i rea estreita do
Rosario n. 3, onde, animado pela confianca com que honraram-n'o os amigos
da bomeopatbia. Ibes offerece e ao respeitavel poblico om completo sorti-
mento de todas as preparaedes homeopticas coohecidas, receidas das mais
acreditadas asas de Londres e Pars, .e indgenas, bem como tudo qaanto
diz respeito a homeoptica e sua pratica, esperando que continoem a hnra-
lo com a mesma cooflaoca, para o que nao e poupar esforcos.
PECOS J3AS BOTICAS
CL0B10S
1 botica de 12 meditamenros 104
1 24 > 205
1 36 30,$
48 m
1 60 iO
I 120 704
Sao uteis essas boticas aos Srs.
botica de
TINTURAS
12 medicamentos
24
60
120
mdicos, senhores
154
254
, 404
504
604
1104
de engenho, fazen-
deiros, chafes de familia, capities de navios, e em geral a todos quantos qni
xerem dedi:ar-se a pratica da bomeopaLb.
Medicamentos avnlsos pelos preco das outras drogaras, bem como
Chocolate de Londres k do Mabanho para oso dos doentes em tratamen-
to pelo systera homeopatbico.
A Esperanza, roa Duque de Caxias n. 77 A
(amiga da Queimado) acaba de reeeber nm com-
pleto sortimento de vidros de espelhos para todos
os tamanhos, da 7 a 40 pollegadas. Na mesma
loja tambem se vende diamantes para Cortar vi-
dros, todo per barato preco : na rna Duque de
Caxlasn. 77 A.
AOS 2,000 PALITOTS
POR
PRECOS BARATISSIMOS
NA LOJA FLOR DA BOA-YISTA

PAULO WMIMS
Palito!; di nv\i itimkt, de 9$, 34 a 34.
Ditos de im pifa de 24. 3-, a 'ti.
Ditos (* ?l|>ca branca e de cor de 34 a 44-
Ditos de a'nara pre'a <*t 2-i s ^.^i.
- o> Crin pr'lo de 3-^00 a 64.'
Ditos sob'.asacos b pmii-i prttode 124, 204 e 404.
;as "< bijm de KW rs., i^jo a 4,
lo jiria fssimir.- do 3-t 5 hA
48-ftna da Imperatriz-^48
R-NO ra franqfza.
FIO
Para saceos e foguetelros.
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
z
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Ha vana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadelras trazem os nnmeros estampados
as pecas e nio as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES i C.
46 Rua do Gvmmercxo 46
IBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazena em eada peca uiu bllhe-
te con o nome
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
A
Vende-se sccos com farinha de mandioca, me-
dindo 18 cuia?, pelo baratsimo prejode ofl cada
saeco; na roa do Mrquez de Oliada n. 40, es-
criptorio.__
s
E EXTRA RDINARIO.
Algodao azul de 530 rs. o covado a
220 rs., s Fe vende peca ioteira, cada
ama com 56 covados : na roa Duque de
Caxias n. 43, antiga do Queimado n. i.
Cera de c rnauba
Vende-se na rna da Madre de Dtns n. 7, mais
barato qne em onlra qnalquer parte. ______
Portland de t* qualidade, vende-se por preco
muito razoavel no armazem de Candido Alberto
Sadr da Molla 4 1".: travesea da Madre de
Deus d. 11.
De Jacaranda
Vende-se nma sampluosa mobilia frita em
Hamburgo, obra de muito gosto e luxo, propria
para pessoa qne se trate e e-teja no caso de ter
orna sala decente mente preparada. Estes movis
se Bieram de encomenda, porm chegando tarde,
por causa da guerra da Franca, nao srrviram
mais a pessoa qne os pedio. No armazem de Can-
dido Alberto Sodr da Molla A C, a travessa da
Madra de Dens n. 44.,______________________
DE MOGNO
Veode-se ama bonita mobilia muito bem acaba
da, feita no estrangeiro, trabalho seguro e de gos-
to. No armazem de Candido Alberto Sodr da
Motta 4 C. i travessa da Madre de Dens o. 14.
LIQUIDACOA.
Na rna do Crespo n. 20.
Alpacas de cores com listras, fazenda superior
e larga a O o covado : na loja do Gnilberme,
alpacas brancas eom dores matizadas fazenda n>
na e moderna a ohO rs. o covado.
Fil preto de seda
Bordado-e eom salpico) receben se na 1
5 loja da America, rua do Cabug n. 10.
g Vestidos.
; De cambraia floa bordados a capricho : 3
1 vde-se por mdico preco:. na loja da |
I America, rna do Cabag n. 10.
Para senhoras
Camizinhas de cambraia transparente
primorosamente bordadas : recoberam se ~
i loja da Amrica, rua do Cabua n. 10
iiiii-ii mu
I CONTINACAO DA GRANDE LI-
8QIDACAQ DE FAZENDAS LIM- a
l AS. A' BA DO DUQUE DE !
caxias no m
CAXIAS N. :9.
Chitas finas, claras e escuras a 160,
200, 240 e 280 r.. o covado ; cambraias 5
de eres a 200 e 280 rs.'o covado ; alpa- 1
cas de cores com llores e de listras a 400 BJ
e -300 r>. o covado ; algodao branco 2
41000, 14500 e o a peca; madapol3o a
44000, 41500 e 54 ; dito largo a 54500 m
e 64 ; algodao de listras propria para S
roapa de escravos a 160 rs. o covado; |
brim pardo trancado e escuro a 5C0 rs. j
a vara ; chales de merino lisos a 24 ; di- j
-tos estampidos a 24500 ; chitas para co-
berta a 2)0 rs. o covado; cambraia bran- |
ca a 24500 e 34 ao corte; dita victoria S
fina a 44500, 54 e 54500; loalhas felpa- |
das a 81000 a duzia: lencos braceos a M
14601), 24, 24500 o H ; uitos grandes a *
J4o00 e M > ditos de seda pcqdvnos a |
300 rs. cada om; ditos de Hnho lino a I
51-500 e 6| a dnzia; cambraia para forro 5
a 11800 a pee.
de oqo e sndalo
A auia branca acaba de recc-ter daqu
nlto9 legues dr 050 e dn nodab, obras e
perfi;o-'.er eooliecida per qnvtn "
sim. p~,i-:. vjireappfecflijrio- o sortinienlo ih bom,
e os p'eieudtea que aa dirijan j dit-"- l"ja na nu
puq- de Caxia c.52.
wmmmmwmm mu
Economa domcstii^a \
Pecas do laa delindaa cores e boa fa- :
zena, para vestidos, com 65 covados a
peca por 1945C0 n.
Ditas de dita, fairnda uoerlor eom 65
covado?, a pega por 231500 rs.
Vende so por covado a qnem nao preci-
sar de comprar prca,
Loj 1 da America, rua do Cabug n. 10.
i- mmmmmmmwmmi
Sementes.
Semenles novas de hortaliza : na rna do Mr-
quez de Olinda o. 50.
tten Veode-se nina jardineira de Jacaranda com lam-
po de peura, qus\ ntva, por muito pouco dinhei-
ro : pessoa que quizer dirjase a Olinda na roa
do Amparo n. 29. casa terrea.
FORMAS DE FERRO
para purgar assucar.
MACHINAS EGYPCIAS
6;ra descarogar algodao, a pregas redolidos: nc
ecife. armaxem do Sr. Barroca.
Doce. Doce. Dce.
A' roa de Marcilio Dias, ontr'ora Direila, d. 91,
se acha um completo sortimento de doce de goia-
ba em caixdes e latas, o qne ha de mais fino e
fabricado eom toda a perfeicio.
Um completo sortimento de caixdes de i a 4 li-
bras para todos os preces profiri para satisfater
encommendas de fura da capital.
Tambem ha sempre doce da laraoja, limao, ci-
dra e bananas.
Qnem duvidar venba ver, quo ir satisfeito com
os precos e qnalidade. _________________
CARRCAS
de ferro e machinas de rolares.
Vendem-se coco carrocas de rodas e eixos de
ferro e nma grande machina de collares, a qual
destilla duas pipas de agurdenle por dia : rna
do Marqnez de Herval n. 11, das 6 as 10 da ma-
nhia, e das 3 horas da tarde em dian'e.
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia Jp ti, rua Du-
que <^e Caxias d. 57, anti-
ga do Queima3o. ______
Fita especial
para os que tzeram a campoba do Paraguay. A
aguia branca rua Duque de Caxias n. 52 rece*
ben dessa fita.__________________________'
Vendeos 8
Superior vinho de uva pura espccialUsimo, pas-
to, em 5.* e 10. de pipa.
Dito do Pirto muito fino em 20. de pipa, pro-
prio para mimo.
Dito dito D. f.uiz I em caixas de '2 garrafas.
As qualidadis superiores destes vinhos do a li-
berdade ao possoidor de garantir aos comprado-
res a pureza do sua preparagio : a tratar na rna
do vigario n. 14, primeiro andar, escriptorio de
Jfrs Lopes Davin._______ '___________
PARA ACABAR
Na rua do Mrquez de Olinda n. 39 ven-
de-se os segoiotes artigos mais baratos qno
em outra qua'que: parte.
Couro de bezerro.
Couro de lustro.
Couro de pnreo.
I Arreio de'carro para 2 avalles
(obra de gosfo )____________
Couro de bezerro
Muito novo e ltimamente chegado vende-se
em casa de S. P. Jonston A C. : rua da Senzaia
Nova n. 40.
CEMENTO.
0 verdadeiro portland. S se vende na
rna da Madre de Deus n. 22, armazenr de
Je3i Marlins de Barros.____________
IffiffilT
Lija de Gaspar A. V Gnimaraes.
LSas com m.-clas de seda, fazenda superior
mais larga que chita frani'cza a 500 rs. o covado.
Dila com lisias a .''60 rs. o covado, chitas miu-
dinhas a 00 rs. o covado.
Dita snpenor a 210 reis o covao, dila 160 rs.
Dita matisada a 200 rs. o co*ado.
Dita eseoceza de cores Jix.w a 240 r?.
Cambraias da cures (xas a 380 rs.
Ditas brancas a 4, 44500, 44800, 64000 e
54300 a pegs,
Madapdo bom a 44800 a poca.
Dito a 54. 54800 e 64 rs. a peca.
Rna do Duque de Caxias o. 43, antiga roa do
Queimano n. 1'
Plvora barata para acabar
Vende-se plvora fina para caca,dan latas de
libras, meias e qnanas, assim como a granel em
barrls para cac,a e festejo : para ver a moslra e
tratar na rna da Cruz n. 26, (armazem) com An-
tonio Cesano Moreira Dias..___________________
Pe Iras grandes para moinhos,
A' venda no armazem de Joaquim Lopes Macha
do 5r C, travessa do Corpo Santo n. 2o.________
BATATAS
a 60 reis a libra, 140 o kilo e 14000a arroba.
Polvo secco e baealho grande de caixa : vetf-
dem. Pogas A C, rna estreita do Rosario n. 9,
junto a igreja. ______
Portas americanas
Vende-se portas americanas mnilo bem feita*
e lio baratas que mandandr-so fazer aqui anda
em mais s msdeira : no armazem da bola
amarell, do oitao da secretaria de polica.
pechiucha sem igual.
Superiores lias essoerzasda cores muito"lin las.
fazenda de gosto para vestidos a 400 rs. o cova-
do vende- e na rna, Primtifo de marco, oonr'o-
ra do Crespo n. 13, luja daa ce lomeas, de Anto-
oto Correa de VasconceHos.
FARELO DE LISBOA.
a 44 o sacco com 90 libra i na roa da Madre te
Dos n. 7.
A caixa filial do tanco do Ifrasil em liquidaao
vende por romraodo prejo a ata terraa sita rna
Imperial n. 66 : tratar na mesra caixa, a rua
do Marqaez de Olinda o. 49.


iaio de iverauiDaco Quaila letra 19 de Abril le
i
kSIL
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE GAXIAS N. 49.
Jota bigtdibQ, cura lija d niuuezis,
ama a tod"S os os seosfreguezas qus esta
torraodo tudo pelo v>reco, a vista da fazeo-
da, 6 pan todos admirar, a saber:
Grosas c'e bo'Sjs de louca branca a 120
Capachos mu to bonitos a 7( 0 e 800
Cauas com 100 en velopesfa renda
8na a 50!), 6i0e 800
Paros de sapatos de ISa para me-
ninos a 320
Espetaos de moldura doorada a
800e 1(5000
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 240
Tinteiros com tinta prfta a 80 e 100
Pec de flta citica ramio fina a OO
Lata* cora superior baolia 60,100 e 2( O
Latas" grande* com supeiorbar.ha a 320
Frascos rom oleo de Philocome a
500 e 80
Frase-s com macas-i Peruia a 24u
Caixs com 12 sab rieles mulo
tinos a 1,0000
Frascos om agua de Cotona verda-
deir a 1#GOO
Ditis nom oleo de da >osa sud?rior a 320
Svlla^ario pjrtoguei hvro muio
bom para enancas a 400
Csrritels de relroi preto com 2
oilavas a 600
Ri as tou.^uinhas de fi para me-
ninos a afy>
Caixas cora agnlhas francesas a 160 120
Pecas deliras borladas a 50:>, GO
800 e i^OGO
Crias com a fine tes francezes a 240
Garrafas com a verdadeire agua
bVrid* a 14300
C rtlbis da Poutrra Christaa as
mais modernas a 400
Livro das missss abreviadas a UoOO
Copos gr ndescomsu .o sor banba 14500
Macos di pa'litos para dentes o
melhor qoe ba a 160
P.co'.es com 3 satoneies inglezes
fazenda foa a 200
GaitU o m pos para lim ar denles
f.ztnda fina a oo
Efecovas muito finas para tingar os
dentes a
Semprc a \ ova rcpe-anca! I
AOBELIOSEXO.
Esta loja bem coohecida pela sna elegancia e
suporioridade de seos objectos, acaba de receber
tauitos artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a viiiu-la, afira de compraren! aquil-
lo que precisaren para preparos de vestidos toi-
lele ou tocadores, e mesmo qualqnnr objeeto para
fazer algum prezente.^pois que si na Nova Espe-
ranza iicaiao satir-feitos, j pela qnalidade e pre-
cos razoaveis, e mesmo por qae a Nova Esperan-
za ufanare em nao se impacientar em dar a es-
colher os objectos, prestando-se com o agrado
com que cotlama receber a todos, afim de que
saibatn cora o Arme proposito de voltarem ou
-u.iudarem a mesma luja, logo que precisem de
qualquer artigo por pequeo queseja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperacca para
oomenj, seniora e moainos. sendo brancas e de
coros.
IVOYIDADE.
Bico de qnipnre preto com branco, a Nova Es-
ptranea s quem tetn 1 11
Caixas para joias.
A Nova Esperanza recebeu boas caixas de sn-
dalo para gu.-.rdar joias.
Fitas largas para cintos.
Hecebeu as de muitas qualidades a Nova Espe-
ra nca.
Para extinguir panos on sardas.
\ N j /a Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para tiugir cabellos.
Tera a Nova Esperanza a verdadoira tinta in-
'ta.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
V Nova gsperanca raa Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeiri albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto fraueez como inglet, estao expostas venda
na ra Duque de Caxias o. 63, na Nova Espe-
ranza.
Extractes, hanha, oleo, sahonetes, agoas de co-
lonia, do laranja, florida e de lavando, etc., etc.,
tudo de^superior qualidade : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
f f
i
A Nova Esperanza, a ra Duque de Caxias n-
*, recebeu uid lindo sortiroento de la para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
a, escarate fir. etc. a ella antes que se acabe I
'
AO

centl
BAZAS 00
A RA DA IMERATBIZ 17. 60
DE
FLIX PEREffiA DA SUYA fr C.
Os proprielarios desto importante estabelecimenlo 6*jeBdoinwHiir o grande
deposito que team de btuta. resolvern liquida-las, faewrio'potveansegurate orna
rande reduccao nos precos das mesma?, afim de pederem venda-laa por preces, mai*
baratos, do que se encootn eooulra qualquer parte, por uio coarsdam o ipaita-
vel publico e a teus numerosos regnezes, virem ?ortir-sa -em seo -ssabelecimento,
certos d* que ncnitraro um variadissimo sortimento a. ora lo goslo; alcm eum ranfle sortimento ias foiendas de primera oeeemdade,
ludo por prec* s mnito cemroodos, virio terem os prapritanos adoptado o sjratema de
veaderem a dmbt-i o para poderem vender pelo cusi. As peaseas oxjo negocian
em pequea es:ala poflerto fazer sens linimentos nesta loja e amatem, pelos mesaos
precos que se compra as casas inglezas (importadoras), asm come para ais cem-
modidade das Exaias., familias se darao as imo-tras de todas as Lzeodas, ou se Ibes
mandara le?ar pelos caixeiros, em soas casas para escolherem.
^a u*. /uhc viC LOA
Agora sim
POTASSA
RUSSIA.
luis b?ra
parte, oh pada ultimatcecte para
ra do Marqr.ez de Olinda.
ootra qualquer
a casa n. 39,
Favas.
Vende-ye a retalho a 160 o kilogrammo
padaria da na do i; mpel n. 9.
na
l'dfa sub;tiluir a grande falta de madeiras do
p.iiz, a uuic o compt tente para isso, o pinbo de
retina, qae o&<* tendo branco, deve ser preferido
ao louro, nos forros de casas, e outras obras que
requeren] gosto e daracao (filiamos por expe-
riencia propria), e quem duvidar que experimen-
te ; por isso tonos venda ura sortimento desta
ma-dts4ra de oossa eBeommenda, composto de ta-
boas de diTereote gressuras, larguras, e'cwnpri-
iiientus para fazerem-se obras sera emendas ; ac-
erooseado de mais a vantagem no prepo por que
* yenle no armazem de madeiras de ptnho de
Paulo Jos G.>mes & Climaco, caes i de Novem-
br>. oiuo da secrotaria de policia n. 24.
Chocolate homeopjiDico de Loodres o do Ma-
ranhaV., vende-se na ra estreita do Rotarlo n. 13
drogara n^moopaibica.
SAL.
Vende, Jos Da< Soares (em Macan) superior
superior sal pm pedra, o alqueire a 400 rs, para
barcc', e 440 reis para navios, posto a bordo,
embarcando--o qualquer encommenda por maior
que w/a '-im toda a presteza po*aivel. Pdle tra-
tar se travo-sa ia Madre de Dr-us n. 1, 2o an-
dar, rom Vnt.'oi' Pereira de M'randa.
V. ii le-e ura guarda rmipa de mogn, obra
importaos, om e prido e 2") de largura, em perf ilo estado.'e mni-
toj ontros i hj ci.is de urna pessoa que se retiron
pira Europa : podem ser vistos na ra das Cru-
tea ii. 38, i andar, dss 10 horas da manba as 3
>--n lene barato.
Ja lard
A os cigantir. s.
VJndo-M p -pH de seda oro caisinha?, a=aim eo-
mcd;to de l,. en. resma*, e por oraeo oemmo-
dj : a tr.ir r na ruadoMariz Barrum. 8.
doC-dorri'.
oulr'ora
Vende-S9
snow-i r vl'iho d' B rdewct a 6aV00 a c>ixa e
,W0 is. a garr>fa, na raa do (tange! a. 41.
CORTINADOS PARA CAMAS E JAJSL-
LAS A 85, iOfi, iU. \W E 20^000-
No Bisar do Pavao vende-se om grande
rortimeoio dos melliore criioaios twda-1
aos para camas e janellis que se vendem
de U o par at 2M, pecbmcha na roa da
Imperatriz n 60 ifcu.r do Pavao.
Poupelinas de se Jas o PavJo.
Re cebemos um dos mais brilhaotes sor-
timentos das mais modernas* tndasnoupe-
linas de soda e linho, com delicatrisTimos
padrees, assentados na< mas modernas
ccres, e vendija-se por menos do qae em
nutra qoalqner parte, so Bazar do Pavao
ra da k'^eratriz n. 60.
Sedas de listmhas a 20 o corado.
Vendem-se boa la* sedas de listiohas com
lindas e modernas cores, pelo baraje prefo
de S| o covado, no Bazar do Pavao, roa
da Imperatriz n. 60, dePeeira da Silva A C.
I.azlnba* modernas com Hs-
traa e meclaa de seda a 640
rs. o 'o vado.
Cbegon pjra o Baaar do Pav3o um ele-
gante sortieuto das ma s modernas 13a-
zinbas com listras e mselas deseda.pro-
prias para ve tidos, sendo fazenda demuita
phantasia, e liqr.id^m-se pelo barato preco
de 640 rs. covado, pecbiocha, na roa
da Imperatriz n. 60 loja rfe Pereira da Sil-
a 6c C.
MERINOS ESCOSSEZES A 800 RS. O CO-
VAO.
Vendem-se os mais modernos merinos es-
cossezes, proprios para vesiid>s e bornous,
sendo neste artigo o melhor qoe tem vindoj
ao mercado, e liqoidam-se pelo baratissi-
mo preco de 80o rs. o covado.
POIL DE CHVRE A 500 RS. O COVADO.
Vende-se purissimo poli de chevr com
as mais deicadas -cores para vestidos, tendo
escoras e alegres e sendi muilo tastrfaos
e hquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
fazenda para multo atis dlnheiro, isto no
Bazar do Pavao, ra d* Imperatriz n. 60,
de Pereira da Silva d C.
LINDAS AGRACIANNAS A 560 RS. O CO.
VADO.
Vende-se no Bazar do Pavao om benito
sonimeota das ro^is lindas auraciannas para
vestidos, tendo listras de seda, as quaes se
vendem pelo bara iss;n preco de 560 rs.
o covado, sen lo fazenda que vale milito
mais dinhe ro, pe:hincba na roa da Impe-
ratriz n. 60, do Pereira da Silva A C.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bazar do Pavo vende-e om grande
sortimenlo de camisas inglezas e (raocezas
com peos e ponbos de bnbo, sendo das
melhores e feitio mais modernos que tem
vindo ao mercado, por precos mais baratos
d> que em outra qoalqner parte, por se ter
feito urna grande compra ; ojde o fregoez
encontrar para todos os preces, ditas com
peitos e pannos deaigodao, irmbem em
grande qiantidade e de varielade de pre-
cos. E' pecnincba na ra da Imoeratriz
n. 60
^ LAASINHiS A DOUS TOSTES
S no Bazar do Pavo vendem-se baregos
on laasinbas transparentes, com delicadas
cores, pelo barato prer,o de 200 rs. o
covado, pecbiocha, roa da Imperatriz
n. 60, loja de F Pereira da Silva A C.
Chitas a 300 rs.
Chitas a 200 rs.
Chitas a 200 rs.
O PavSo vende bonitas chitas largas e de
cores fixas telo barato preco de 200 rs.
o covado.
L3as garibaldinas, covado a 320 rs.
No Bazar do Pavie vender um elegante
sortimenio de bonitas ISas garibaldinas,
de tolas as cores, pelo baratsimo preco
de 320 rs. o covado, na roa da Impera-
triz n. 60.
Pana preto do pavo cavado a 2OO0 rs.
Vende-se panno preto floo pelo barato
preco de 2000 e 20300, o covado,
grande p ichii cha roa da Imperatriz o.
60, Bazar de F. Pereira da Silva A C.
Bramante do pavi on frrgnellas a 70 a pija
Vende-se urna grande porc5o de pecas
de bramante de 1 nho de ama s largara,
sendo fazenda prooria par* lencoes, toalbas,
cerou'as etc, tendo 20 jardas cada peca,
pelo baratissimo preco oe 70000 a peca,
grande pecbiocha ; na roa da Imperatriz
e. 60 Bazar de >ereira da Silva A C.
Espariilhos do pavao a 4A00J
Venle-se espartiho* modernos de t3dos
os tamaohos, pelo barato preco de 45000
cada aro; na roa da Imperatriz n. 60 Bazar
de F. Pereira da Silva A C.
Sai bordadas do Pavio a 80C0
Vende-se ricas salas bordada coa 4
alm is pelo b.xato preco de 85tOO, sendo
fa/enda que sempre se vende a 15,J00(
e 16|JnO>, as>ira como panno pmprio
para saias' seoda om pregas e bordados,
vende-se a 14<80, 10400 e 16620 o metr-',
eato apaas prciso jura cada saii 3 1/2
metros, pechin;ba; na ra da Imperijriz,
o. 60.de F. Pe em d^ Sil^a A C
CortM da rbita a 2t<>00
Vende-so irte'' d chitas fran tzas tendo
10 c viiios cada um, pelo baratissimo pre-
co de 2OiO; u Bazar do PavJo, ra da
lo per?t-iz n- 60 de F. Pereira da Silva A
LASINHAS A BENOKQN A 406 RS. 0
QVJm.
Cbegoo peta o Bazar do Pavao umgran-
- rtimento de Uadissimae iiaswnas
de s
____A
rorh raflWW dBsatada peUs mais habis e rWF
nhecidoa aadieoo, a fot Uoa wiflrraado oer os
inJ*ccoa-nnica.que radfcalroenie cura, em monos
lempo aoatqpor agnerrhea on purgac5o amigan
modorai, osai o auxilio #t oatroe medieamento.
E' tambera til as loueorta oa florea braoca,
quer sejam antigs on mcdroaa.
DEPSITO
Na pharrnacia jmericaua, ma Duque de Caxias
numero 17.
A AGUA BRAMA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Quemado n. 8.)

Em c SEN, ra da C/az n. 10, eacontram-se
effectivameote todas as qualidades de viuh<
Bordean, Boprgngne e do Rheno.

^-'CV*

nico
Benoiton com as o&rts mais 4mdas e mo-
dereas, eado da aa s cor e tendo azul,
lyrio, violeta, paroila, rozo. -cMieaio e ce
muito boa qualidade, qne se vendem pelo
bara issimo prego de um cruzado o cova-
do, por toa ver grande .pereao, se nao seria
para muito mais dinheiro, isto ra roa da
Imperatriz n. W, Jo,a de Pereira da Silva
A C
CRETONE FORTE PARA LENCES A2j5
CADA METRO.
Cbegoo para e tasar do Pa\5o orna
grande porfi de verdadeiro ertone orle
para leoces sendo muito encorpada e bo*
fazenda com 10 palmos de largara sendo
preciso apenas para cada IbdooI um metroj
e urna quaria on nm metro e meio, vistp
que a largura da fazenda da o comprimen-
to do lenc/d; grande peohtncba a 20000 o
metro na ra da Imperatriz o. Oo loja de
Pereira daSili^aA C.
OS BBAMANTES DO PAViO A i*8"0 E
24500.
Vende-se superior bramante 'd algodo
com 10 palmos de largora. proprio para
loocespelo barato preco de ld800rs., di-
to de linho puro com a mesma lngara
4500, d to francez o mais superior qu
tem vindo ao mercado a 43 e 54000 rs. a
vara, isto na ra da Imperatriz -o. 60, loja
de Pernira ta S'lva A C.
LUTO BARATO CASSAS PREIAS
A 240 RS,
Vende-se no Bazar do Pavo a roa da
Imperatru o. 60, cassas pretas francezas
para Into por nao estarem bem pretas-
assim como chitas toda preta, pqrra tams
bem com defeito na car, mas uua forte,
a 120 rs. o covado; pecbiocha. de Pereira
da Silva A Comp.
CASSAS FRANCEZAS COVADO A 300 RS.
Vendem-se cassas de cor \erdadeir-
mente francezas com delicados padres e
com desenbos ojudos e graados a 300 rs.
eada covado, ditas inglezas finas bonitas a
200 e 210 rs.; pecnincba do Pavo.
TARLATANAS LISTRADAS PARA
PARTIDAS.
Chegou um elegante sortimento das mais
bonitas tarlataoas com listras, tendo de to-
das as cores, sendo de muita pbantasia e
muito propras para vestidos de baile e
vendem-se no Bazar do P-vo a rna da
Imperatriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLO ENFESTADO
h 34000
Vendem-se pegas de madapoBo enfas-
cado, francez com 11 metros a 34000 rs. a
pega; pe bincha no Bazar do Pavao a raa
da Imperatriz n. 60.
G\ZAQU1NH0S E BASQUINAS- DE SEDA
A184 204 E 254000.
Chegou para o Bazar do Pavo um gran-
qe sortimento i'e ricas basquinas on casa-
dojnbos de seda pretos ricamente "enfeita-
poa, sendo d< s modelos mais mrdemos qae
tem vindo e vendem-se a 184, 204 254
na roa da Imperatriz n. 60 loja de Pe-
reira da Silva A G.
RICOS CHALES PRETOS COM FRANJAS
LARGAS.
Cbegoo para o Bazar do Pavio om gran-
be sortimento dos melhores chafes pretos
dordados a seda, com franjas muito largas
deretroz, e vendem-se multo em coma, na
roa da Imperatriz n. 60. Bazar de Pavao.
Ponpelinas do Jap3o 400 rs. o covado
No Bazar do 'jrvio vendem-se delicadas
Soopetinas do Japao, para vestidos, sea-
o padres inglezes, pelo barato ffego'
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
de urna s cor e muito lustrosas a 50'rs.
ditas a hlO, bonitas laasinbas a Benoiton,
com delicadas cores a 440 rs., ditas poil de
cbvr a 560r s dlt- s cono listras de seda a
640 rs. tonas estas laas sao de grande van-
tagem em pregos e liquidam-se rna da
Imperatriz n. 60.
LAZIN9AS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A 800 RS.
Vende-se um elegante sortmento de !Ia-
zinbas amazonas muito liadas e om as mais
delicadas palmas de se- a, tendo largn'a
de chita francesa, e com as cores naos
novas que tem wndo ao mercado, e 1 qo-
da m-se pelo b rato orego de 800 rs, o co-
vado, no Bazar do Pavio a rus da Impera-
triz n. 6u de Pereira da Silva A C.
(HITAS BARATAS
Chitas a 2oo rs.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 200 ra.
Chitas a 240 rs.
Chitas a 2.0 rs.
Chitas a 2H) rs.
No Bazar do Pav3o venie-ssoma grande
fiorgao de chitas claras e escuna, mtodas
e grau tas e rato preg< de dous tostos e doze vii ten.
o ct v.do pe-,\ i icoa, ra da Imperatrii
n. 60 e F. PeMra da Silva A C.
Chales de leuda a
.0 PavJo vendo gran
preta sem def iti algu
tas a 25K) r< o de tras pont.is a l,$6*00
rs. pehincba, no Bazar do Pivio.

legalmente aotorisado e spprovado
pelo oonsertio de saude.
trmeo bwosito
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHQLOMEU A C.
34Rna torga do Rosario34.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De W Barral
Pliarinaceiitlco-riilniico
A oiHiifcde des porgantes nao soffre demons-
tra ;So algum ; a prescripcao diaria que delle?
fazem os mdicos e o so ajada mais frequente
feito pelo publico sao provas irrefragaveis tanto
como a quantidade innumeravel deste genero. S
falta aperfeicoar eada ve'-maia o modo de adrai-
mstracao, de maneira qoe conservando a sna ac-
eto, ellos possam sor towados sem repugnancia
nem asco o sobretodo sem reoeio nem perigo.
Muitos purgantes afamados s devem este bom
xito ao sen effetto'intenso o xcessivo. D'ahi o
perigo, porque irritacSes de estomago, inflamma-
c5es de entranhas sao ine vi larrimente o resalta-
do do aan emprego. Nada diseo lera-se de recear
eoffl o caf purgativo.
Todos conhecem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiramente tnico o exci^nie do
caf. Elle o melhor auxiliar dos porgantes dos
quaes disar$a o chairo o eabor e ajada a accao
solicitando vagarosamente oa movioientos peris-
tlticos de intestino, e prevenindo o seo effeilo
muito intenso sobre o .estomago. Misturado com
eaeamonea, facilita aa evataafoes com promptido
o sera clicas, o torna-se am porgante brando,
corto, fcil a tomar e preferivel a todos os outros
sarro orna indicaeao especial da qual o- medico
o nico juiz.
? ioaocnidade do caf purgativo permute de
emprega-lo ora todoa es casos simples. Despea
lando a atoaia do imestino o activando a secre-
cao deste, destre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flataosidades e excita o appetrte. Em-
pregadomaisl a>mdo, conven'- cuar com vagar a bilis e os hamo, es-viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enaaqueca,
as dores de caneca o prev os ataques de sangue
as pessoas qae a estes sao predispostas.
MODO DE EMPREGO.
' tao simples como fcil. O cal purgativo
deve ser tomado fri, puro oa misturado com am
pouco de leite fri aesucarado* on agaa assuca
rada. O vidro intflro a dos ordinaria para
um adulto ; doas colhdros 4e caf bastara para
as senhoras e para toda e qualquer pessoa que ae
por fcilmente.
. ara as enancas de 8 10 aonos, a metade de
vidro e sufflciento ; de 5 a 8 asnos, ama colber
caf, e a qoarta parte do vidro Bornate abai-
xo desta idade contra a gosraa.
E* por isso d'ooM administracao moito mais
fcil do qoe es bisooutos, ehoeolatos oa bolos
purgativos.
Da-ae iramediataoseote depoia laite qnente as-
suearado oo caldo leve, e doas oa tres ehavenas
de cha preto oa de lia.
nico deposito aa pharraacia e drogara de
Bartholomeu A C : rna larga do Rosario n. 34.
Chocofete k sade, de Inier
E' pelo sea agradavel gosto o suave aroma que
*t classiflcado como a priaeira qualidade d*
chocolate, e com jaau raxao o proeuram como o
melhor de todas-a* marcas de chocolate conbeci-
das. O bem cooheeido nomo de MenUr aos dis-
pensa de sermos mais estensos.
DEPosae
Na pharmacia americana, raa Duque de Caxias
numere 57.
LENCOS BRANCOS PARA ALGIBEIRA
A Aguia Branca na ra Duque de Ca-
xias o. 50, esl vendejtdo baratamente len-
cos brancos e de tamanbo regalar para al-
gibeira. Os diferentes presos de 24,
2,5400, 2,5800, 30*00 e 4|000 a dozia.
sao os que de mais barato se pode encon-
trar em tSo boa fazenda. Tambera ba ou-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais fina a 40 a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de tabyriotho com bonitos desenbos, e per-
feita imitac3o do tecido no paiz.
BOiNITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em cambraia tapada, transparente e outros
em pegas de i2 tiras, e proprios para cor-
pinbos, etc., ele.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de 13 de cores para criancas.
PAPEL DE CORES FOLHAS GRANDES
proprio para enfeitea de bandejas, ba-
ldes, tto. etc.
TORCAL PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
Panoramas ou stereoscopos em ponto
grande.
Esses panoramas com 24 vi?tas, bellas e agra-
daveis, dio om perfoito intrelenimento para reu-
nidas de familias.
Objectos para lnto.
Bonitos e modernos aderecos pretos com
borlas lapidadas.
Brincos de bofalo, e crystal, lapidados, e
com pingentes.
Correntes pretas de borracha.
Contas grossas, redondas e lapidadas para
pescoco.
Voltas de contas, tambem redondas e la-
pidadas, com cruzes.
Pulseiras pretas.
BARRETES EM PONTO ffi
mera para recem-nascidos.
LIVR1NH0SC0M DESENBOS
para crochet, marca efe.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em posto maior para os mesmos fias.
NOVAS TRANCAS DE PALHA
para enfeitQS de vestido de lia.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumarias ingleaas, sendo Mrai-tos concen-
trados de agradareis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se lou %d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavaader etc. ole. assim
como finas eseovss mg >.as. opiata para
dentes. Tambem receben variado sorti-
mento de aabonetes, que os est tendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 jabonetes aromatice* a
10. ditas com 3 ditos transparentes a t$,
10500 e 24000.
Sahonetes areentos a 500 rs., ditas d
alcatrao a Ou 44000 rs. cada nm.
Pasta de amendoa para lavar e amaciar
as mios e o rosto a 10 o frasco.
E assim muitos ontros objectos de per-
fumaria.
Alfinetes pretos com pingentes e sem
elles.
Guaruicoes de botos pretos para ponbos,
abertura e collarinbos.
Pinnas de ac bico de lani'a
Caixas com orna groea 500 ra. .
MATA MOSCA.
Chegon nova remessa de papel mata
mosca e continua a ser vendido na laja da
Aguia Branca.

8
BB
JO
a.
8
americana
Usado as gotas este elixir em am copo com agaa
am excedente conservador das gengivas e lim-
peza da bocea, boehechaado todas as manhaai. E'
tambero am poderoso e verdadeiro calmante as
dores de denlas.
i DEfOSTTO
Na pharmacia americaaa, rna Daqae de Caxias
numero 57.
8
i
O
o
o
i

o. O
ce
B3
o
JAROPE
PURATIV
5DGIBEf
IMEMBRO da ACADEMAdeMEDICINA
Preparado por DESLAriers.ph.
Si/c* OE BOUTIGNY-DUHAMEL
31 Ra de Clpy Papls
r
ff.
P*o

jg
a>
2.
T SS.
i
1
er
S0
B
O Xarope depurativo iodurado do Dou-
tor Gibert offerece, no 6eu emprego, nm
resultado bom, certo e coasante na cura
<**s*mP9tns,escrfulas, molestiasdapelle,
vicio ao sangue, obslr uccoes lymphatica.i,
molestias contagiosas (syphihticat), leves
ou inveteradas, ede toaos os accidentes que
Pellas dependem.
A raceita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
en Pei-nambuco: Madbep e C": Joaqdim
Martinho da Cruz Cobbeia ; Joo da Coa-
CBicAO Bravo e C; Augusto Caohs ;
BARTBOI.OMEO e C; AlEXANDRE RlBEIRO;
Abreu RiBtiRo; Joo da i' Fabia e Irmao.
Farinha de mandioca superior.
De S nta enharina e da Babia, tem para
vender Joaquim Jos Gricahet BeltrSo no
trapicha, do Guerra e do Moraira, e para
tratar no seu escriplorio a roa do Commer
ci'i n il a&4>oi como tpm barricas com
farinha su,<>r r da Muribtca, propria
pira ca^as particulares..
S-S
O. O*
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Sao finalmente ebegadas a esta pra?a pela segunda vez as verdadeiras preparacefc
do Dr. Radwat dt C. de NewYork.
Depois de alguos annos, era que as falsificaces de Hamburgo e mesmo de New.-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem mereaido cooceito qoe
estes remedios haviam alcancado por seas maravilbosos effeitos consegiuram i itrodaajr-
se. illudlndo o publico incauto, cora urna reduc^So de preco, nullicando o verdadeiro
mrito destas admiravels preparacSes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nulios effeitos, lembrouse o autor de fazer a declaracao abano, a a
dar diplomas aos qne ven lerem os seus legtimos preparados.
Prev'raa-8e o respeitave publico de que as verdadeiras preparacoes da. fr. Ra-
oway s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual ao desta
annuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. RajmondoCarlos Lau-
to & Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio d j Brasil, sao oa nossos age
geraes. pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reinode Poria-
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Rabwai dtG.
(e que 8o preparados no laboratorio do mesan cloutor na cidado de Nw York ooa
Estados-Unidos), sen51 das pess as qae podem produz r a presente certificarjo e attes-
ta3o e qoe a produzem. subscripta e assignada do Dr. Radwat cV C. a doa Srs Ray-
mundo Carlos Leite 4 Irmo como ao p. Todos e cada ura dos remedios do Dr. Rar-
dwat; de C.slo acompanbads de cdulas seiqelhaptes as que parecem aop de*la,cex-
UficaeSo.
Examine-se bem a assignatura da Rrma do Dr. Radway & C. ao p da presenta
seitilicago e coapara-s>e como facsmile as cdulas cora todos os frascos a oaixwhaa,
ftADWATti C,


Diar m Perna|ftbuoo Qftarta leu id dt Aibril da 1871.
ii
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<
/I
1 cn e forrar salas,
t pora esgo.
ieoIOde O 1CMUMO.
a as qaakdada*.
trocar algodio.
r*da Russia.
americanos para torre de cirros.
iwertfnoM amito boai e economieos.
doBordoaax.
sapesir da Gautier Preres.
F etn saceos randes a 3#>00.
florido, lfirtw.
.....
1.1
I
RUI ESmiW DO R08IM9 !.
_ ao bou tom
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento de miodezas superiores, artigoa de loso e da moda para bornes e e-
noras; esplendido sortimento de perfumaries doa mais aflamados fabricante de Parto e Londres, como sejam Piver, LoW, Con-
aray, Regand, Pinaud, Chonneaux, Monpelas, societ hygwniqoe, Gosnel, Rimaiil e Piesse Lubin, etc. ele.
Camisaa e arenlas
O Bazar da Moda receben novo sortimen-
o de fazendas do ultimo gosto para ves-
4oa, assim como chapeosinb.es, casacos,
tamatis, coques, camisiobas, etc. etc.
Continua sempre o grande e aamado sor-
rmento de miwdezas e perfumaras verdi-
leiras, que tsdo se vende por baratissiraos
grecos.
Dam-se amostras o manda-so em casa das
txma. familias o. que deseiarem, raa do
trSo da Victoria, outr'ora Tova.
Os acredita-
dos cyliadros
para padaria;
venda so arma-
zem da travessa
do Corpo Santo
o. 25.
Fundi^o da Aurora.
O. S&ifra.. ent liqord.teio vendem por presos
mais baratas do que em outra qualquer parte,
Uizas de ferro batido e cuado, alambiques, raoeu-
dasa meias moenda, rodas e rodelas, e redas
fagia"para offnho, crlvose boceas de fomatha,
guindaste* ..odres para padaria tarto ingieres como america-
nos, arados iodos de ferro, etc, etc.
0 rooseo elegante vende camisas finas
ingieras de 60 por 54 a duiia. dius bor-
dadas a SU e muito finas a 1200 a duzia,
ceroulas de linho muito fines de 45 a du
zia 360, pannos de crochet para sof e ca-
deiras. f.zeoda que sempre se vendeu por
100, vende-se a 60 o terno.
Mantinhas olindenses
0 museo elegante receben ncas manti-
nhas de seda (coosa nova) para senhoras e
menims, as qoaes est vendendo pelo ba-
ratinho preco de 10300, estam-se acabando,
bellos aderecos de tartarnga e de madrepe-
rola, e muito finos pretos de crystal, casso-
ltas para cadeias de relogto, ditas de pra
ta dourada para retratos, as mais lindas ca-
deias de p'aqo para homens, bengalas de
canna com castlo de marflm e de osso, chi-
cotes de baleia com castSo de marfim e de
unicornio, completo sortimento de espelbos
de columna e de moldara doorada para sa-
las, lindos collerinbos e puohos de linbo
bordados para senhora, grande sortimento de
portos e collerinbos para bomens a Oxford,
Refleman, Poebla, Exquizito, Napolitano
Vera-Cruz, as mais lindas e modernas gra-
vatas para homens, ama infinidad* de ricos
botSes para pontos e collerinbos e d'entre
elfes os desejados bot5es artistrques e a imi
ta$ao de onyx para pnnbos.
Musen Elegante
aeha-se prvido de um lindissimo sortiraen-
to de bbadiohos e entremeio tapados e
transparentes, e de ricos e modernos eepar-
tihos de 40 a m cada om.
Musen Elegante

recebe por todos os vapores I uvas de pelli-
ca daprimeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm.u familias neste impor-
tante estabelecimento agrande sortimento
de artigoa para casamento, como sejam ri-
ces grinaldas, finisimas meias brancas de
seda, ligas, luvas brancas, leqoes finos,
franja branca de seda, fazenda superior,
trancas, galoes, botoes, bicos de Mond, fi-
tas de grosdenaples e de selim de n. i a
80, ditas de velludo, bicos de crochet bran
co e preto, verdadeiro bico valaocienne, ba-
eiaspara vestidos, cambraia franceza preta
e branca para forro.
Cntilaria do Musen
Elegante
Navslbas muito finas, cabo de tartaruga,
marfim e bfalo, do ?ffamarJo fabric?nte
Rodger, caivetes superfinos cora cabo de
madreperola, tartaruga, marfim, tesotnras
finas para unhas, costura e cabello, talheres
para mesa e para doce, de diversos preces
e qnalidades, ditos muito nos com cabo de
marfim, superiores garfas de metal braneo,
grande sortimento de colberes para cha,
e sopa de metal muito fino, trochantes com
cabo de marfim por barato preco.
Masen Elegante
vende chapeos de sol commerciaes a 20800,
proprios para as pessoas que esto passar
do a resta irem ao banbo, e tambem venr-d
ricos aibons
prego.
para retratos por baratissimo
No Museu Elegante
eoeontrarfle as pesaos s faltas de vista um
completo sortimento de ocoles de aro de
tartarnga, bfalo e ac, e tambera pencinez
de tartaruga, bfalo, ac e prata doorada,
com vtdros de cores.
Lamparinas do gaz
Vende-se no Museu Elegante a 200 rs. a
caixa.
Aos cabellos broncos
MUSEU ELEGANTE
veode a muito acreditada tintura iogfeza
(a qual mostra o seu boro, effeito pouoo de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorgeio Ri-
gaud) que era meaos de orto das d aos ca-
bellos a sua cor e brilba piimitivo, depois
deste tempo s bastar usar de oito em oilo
dias para conservar a matiz adoptado.
Exposujao de lenpos
MUSEU ELEGANTE
vende lencos braceos finos a 10700. 20700
e j abaabados a J08OO a dnzia, e muito
nos de esguiSo tambera abanhados a 0300,
70, 90 e 120 a duzia.
imnidffTm 12?.:,t!?re<3ad0re9 fe^Pr^J^eilC'osopertoroe. que apenas preetsarem desse artigo ser bastante virem oh
SSfSSl Prt3tores' 'I08 8ert fielmente despachados, pois os proprietarios deste novo estabelecimento trabalham uDca-
qTnto CferttohM <>s compradores, tarrto na snper.or qutlidade de suas mrcadorras, ame nos baratissimos precos por
Vrmmw introductor dos pocos tubwisrwe da Abys-
sinia, em Pemambnco.
Participa ao respeitavel publico que ultimamenU
tcm recebido a quarta remena dos ditos pofOs, t
os perneas completos e aperfeicoados para a colk>v
cac5o d'elles em pouco tempo, tanto em terreno mole
como em trra de barro, maetape'
As vantagens que offerece este systcma de ad ,
qnirr agna sobre quaiqotr entro, sao immeD8?s
servindo nao sroenle as coodicoes cima mencio
nadas, como tambe m as cacimbas j feias, aoade
ainda n5o Um bambas cu a agua nao pura, po
elles estao mnnides deum filtro que nio dea en-
trar inpuridades, vantagem que oao tem os'Otros.
Alm disso, a erando quactidade d'agoa que *
elles deitam de 5 8 pipas por ora conforme c
dimetro dos tubos, a laciltdade rom quo elles unc-
cionfm, a simp'icidade, perfe^tio e flidu. com-
binada com a elega'cia de sua foim?, que paras)
api reciada basta ver*se.
O annunciaote tem urna pessoa especislaente bsbi
litada. Unto na coikcico d'elle, como na eeclba
do terreno ou lugar mais proprio, quet se encanefp
de Ues tervc/is por precocommodo ; ervi*W o cam-
bio ser mais favoravel, vende-se elle por pn-cof
mais moderados, recebendo-se a impertaneia< t de-
pois de collocado e funcionando a satisfcSo do com-
prador. ,
Para epcoir>meiidas e mais es-
clarecimentcs a respeito trata-se
na loja do 8r, F. J., Germann, ra
Nova l*. 21 enmioa do meta-
es do Sr. Pt-alo Jos du Si'va Frei-
ie, largo da Coucoidia i. 7..
IiOelA
BO
N.
NO MUSEU ELEGANTE
1Roa Estreita do Rosario N.
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem-oonheetdo estabel
cimente, alm dos itraitos objectos que linham ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daran vir e acabara de recber pelo ultimo vapo>
da Europa um completo e variado sortimento d>
tinas e mui eticadas especialidades, as quaes ea-
Rival seza f efundo
lina Duque de Casias n. 4f
ATTENCAO
A'
DO PAPAGAIO
RA DA IMPERATRfZ N. 40
'JSKBAttL'(Lo becco dos Eerreiros
DE
DO
a- CARVALHO.
TRIUMPHO
7 Ba do ftueimado 7
mmiu
' tao resolvaos a vender, como de sen costura* Duzras de meias croaB moito toas a
iizias de meias finas para icnh-
ras a
Dosia de palitos segurn.a a 120
40, 320 e
Na albas muito finas, para fazer
barba a
Caixas com peonas de ac m to-
que a
Caixas com pennas de Perry 'azen-
da fina a
CHITAS ESftAS 206 O COVADO OU A
iijteoo 0 COHTE.
A T'Tja do Papagaio acaba de roceber um
grande sortimento de chitas escaras com
Sadroes ImrtacSo de cassa, e vende pelo
arato preco de 200 rs. o covado ou I^OOO
o corte, na roa,da imperatriz n. 40.
GROSDENAPLES PBETO DE i& A 3r$OO0
O COVAD3.
Um grande sortimento de grosdenaples
pretos e gorgor Oes de seda, dos mais es-
trenos at" os mais Urgos, vende-se por me-
nos preco que era oqtra qualquer parte na
loja do Papaga.
CAPAS DE MERINO* PRETO A iOjGOO.
Vendem-se capas de merino preto bor-
'.ladas.cooi vidnlhos, muito modernas pro
pria para a qoaresma, azenda de muito
mais dinbeiro, para acabar a 10*4000, s na
loja do Papagaio, roa da Imperatriz n.
MadapolSo eofestado a 2500, 3$ e 4f$000
a peca.
Vende-se pecas de madapolo enfestado
com 12 juran i 2.J500, 3 e 40000 pe-
chiacba.
BRAMANTE DE LINHO
com 10 palmos a 24000 rs.
Vende-se bramante de Hoo com 10 pal-
mos de largura, pelo baratissimo preco de 20
o metro, peettooba, na loja do Papagaio
roa da Jmperatrra a. 40.
POUPELINASDB COR A 2*400 RS.
A loja do Papagaio acaba de rece ber om
bonito e elegante sortimento de poupelinas
de seda cora qoadrintaos, fazenda inteira-
Mate nova no mareado e vende se pelo
barato preco de 2|400 re. o covado na lo-
H do Papagaio.
Qm&OEHWAW, W*00 E 2*800.
Vendem se cortes da chita de difieren tes
cores a U, 24400,2<5800 e 35200 sendo de
10, 41 e I co vados, 4 peoainctw, aa toja
do Papagaio.
Cobmrtas de fuatao brancodosor3*600
Vendem-se cobertas de fasta braneo e
2 cor, muito grandes, e vendem ae por
este preco por naver grande quantidade, na
loja fWato.
ESTAMEMtaa 1,9600 RS. 0 COVADO.
A loja do Papagaio vendo coila ou estame-
as, azenda.moito larga a 1*000 rs. o co-
vado, pechincha.
UMLL AMBWCANAA **000 O C0-
;. VADO.
Asase da caagar toja -do Pipagaio ama
fraMd iileiaiaiuu nova, prrpria para la-
ier taias, a largona d a altera da sata, o
fff di tobara terete ama staM; roBipnn-
oeacatadoi, paohmcba, na toja doPap-
Qtlptl*8 9 CASSA* rJB ^XES
a 600, 660 t CID
VOBdOMBC
que so Tendem pOa preco muito commodo
na ra da Imperatriz n. 40.
PARA LUTO.
_ Laasirtoa preta de 440 e 300 rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rs. o covado.
Cassas pretas a 640 rs. o metro.
Alpacas pretas a 600, 6C0 e ROO rs.
o covado.
Borabazioa lisa a 1*280 rs. o covado.
Dita transada a 2*000.
Ortes de retoe com 14 cavados a 3*906.
Cbegon loja do Papagaio nm variado
sortimento de cortes de vestidos de reto-
os de cores, fazen-ta inteirament nova, pa-
drees muito delicados e cores fizas cada
corle d vestido de duas saias a vontade, e
vende-se por este preco para acabar na
ra da Imperatriz.
Algodaosinho de 2*800 at 7*000 rs. a
ppca.
Madapofes de 8*. 6*. 7* e 8* a pe?a
Hamburgo o creguellas para todos os
precos.
Espartilhos de linho de diHerentes precos.
Tapetes aveludados, para portas janellas
e sofs.
Setim da India de 640 e 800 re. o covado.
Damascos eslreitos e enfestado de 800 e
1*600 rs.
Uasinhas a 320 e 400 re.
Alpacas lisas e lavradas de 500 at 800 rs
Tarlatanas do cores e brancas a 720 rs.
Fil braneo, liso o da lpicos.
Dito preto de dito.
Cambraias victorias de 5*. 6*, 7* a 10*.
Rarejes mesdadas, finas a 400 rs. o co-
vado.
Atoalbado dealgodSo trancado a .1*660.
Dito pardo trancado a 1*600.
Dito de linho adamascado a 3*200.
Dito de alpodo adamascado a 4*800.
Pannos de linbo de diiTerentes nomeroa.
Lencos hrancos de algodoa 2* a dnzia.
Ditos ditos de bretanha e esgolSo.
Ditos-chinezes a 3*000 a dozia.
Esguies de 1 nho de 1*600 at 3*000.
Bretfinbns e sileefas de Imho presos bara-
tos. Chales de merino lisos e estampados.
Cambraias transparentes de 3* at 10*.
Guardanapos de linho pardo de 2* a
4*000 a duzia.
Meias para homens de 4*. C*. 7* e
8*000 rs.
. Ditas para senhoras e meninos.
ToamasdealgodSo oara rotoa 300rs.
Ditas de Imho a 1*000 e felpudas.
Redes da listras mnito grande: a li'*000.
ROUPAFEITA POR'MEBIDA.
Na loja lo Papagaio, alm de bafr om
gptnlt deposita do roupas ferias de toda
as qualidades o tito ha un benito sotU-
mm> a casemlwr la-corotrrtw,
zoes e verdes-.^fcfrtl'Wi*!
tiltei e1
E'-cbegado este hovo gtabetochnnto o asara betio aortimeoio a i
sendo sua esnecialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de atoad de,seda rcameole bordados.
Gorguro de seda bronco para vestido.
Colchas de seda para, para cama eom ricos deoenhos.
Ditas de Isa seda, id*m Ideas.
Ditas de crox, idem dem.
Cortinados ricamente bordados para cama* jane I las.
- Crexs para cadeiras e solas.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Lias de di vareas qualidades, lindos gostos e modornaa.
Ricos b mrnns para passeio, com iistras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretonas para vestidos com lindos desenos.
Carairas bordadas e eom borla los para senhoras.
Caflisas bordadas mnito finas para bomens.
Ditas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de liaho, e m grande sortimento de roupas feitst 4e fuendUa *t*
Aa*l f Mr^tf&ilA BUtfUACVAr
fuiMvuui; man
Luvas fresGs do Jouvia
Sortinjeato de tapetas para guarnicoes de salas, alcatifaseara forro de sala, a <
(randa aortimento das acreditadas e verdaderas
Esteiras da India
M i -i i
Q COLLAR BE OUM
^'. 5 A RA DO CABUGA N. 3. A.
INR0& IBJHAOS
0
CO
>.
Com esto ttulo acha-se aaerto a inteiramenie transformado esto antgo
aatabatootosaoto de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo qnanto
a moda a o boaa gosto tam vaneado aa arto de ourivesaria, o Collar da Ooro
observar delicadeza no trata e senciridade e modecidade nos precos.
Espera me o respeitavel publico venia ver o que existo de melhor m
dasecos da brillantes, esmeraldas, robins aperlas, meros aderecos, pm"-
ceiras, brincos, alfinetea a anrwia da todas as qualidades, prata de tai aquei-
roa, comeres, patairos salvas a outros mntos objectos que seria enadonno
saatoaar.
Compra-sa ornas prata, brtHoaUa e pedras finas, pormalor preco do
que emontr qualquer parto, trocaba e concerta-sa todo e qnalqner objecto
pertoncento a esta arto.
iwnanaawman mi
Jos de AzevedoMaia eSifva, em sua lo-
ja de miiide>as ct^ntinua a vender todo
por baratos f rec8 que todos admira :
Libras delinha de novello, a melhor
jwsfiveL
Duzia de lencos de cas.-a cora barra.
C-ixas de lionas com 30 ocveUos a
Vara d^ franja brinca para ualhas
pre$oc nuito baratinhes e conimodos para
os, com unto que o Gallo....
Muito superiores lavas (ie pellica, preta, brao
ca e de nroi lindas cores.
Mui boa e bonitas gottinhas e panb^s para ao
nhora, neste genero o qae ba de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindes riqusimos enfeites para cabecas da>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de eres com vidn-
lhos e oem lies; esta faxeuda o que pode have
de memor e mais bonito.
Superiores o bonitos leques de madreperola.
1*600
1*1.00
5W
160
marfim, sndalo e osso, seudo aquellos brancoi ; Ditas de dita dio Fewl com lmoVw desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias Ao de Bscossia para so-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30JOX
ia d'uza, entretanto que nos as vendemos por 20*
j aim deatas, temos tamLem grande sortimento di
outras qualidades, entre as qooea atgamu muitr
ftnas.
Boas bengalas de superior can na, da Indis <
castao de marfim com lindas o eDcmtadom figu
ras domesmo, neste genero o quo de melhor t
pode desojar ; alm destas teios tambem grandi
doira, bateia, osso, borracha, etc. etc. ote.
Fieos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para aegarar as meias.
Boas meias de seda para senhora o para me
as de 1 a 12 anuos de idado.
Navaihae cabo de marflm e tartaruga para faio'
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ves tan
bem asseguramfts sua quaiidade a delicadeza.
Lindas e bellas oapeUas para noiva.
Superiores agu has para machina epara croxt
Linha muito boa de peso, trouxa, para enchr
labyrbMbo.
Bous baralhos de cartas para voltarete, assiD
como os temos para o meamo m.
Grande o vanado sortimento das melhoros per
fumarias o dos melhores e mais conbecidos por
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnetices contra as convuisSos,
tV.ilitam a denticao das innocentes enancas. S-o
mos desde muito recebedores destes prodigioso)
collares, e continuamos a recebe-los por todos o
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim pois podero aquel'
toe qae delles precisarem, vir ao deposito do |ail<
vigilante, aonde sempre encontrarlo deste verda
donoa collares, a os qoaes attendendo-se ao fia
para que sao appcados, se venderao com aa mn
aimjnuto lacro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que delxamot
dedarado, aos nossos fregaeres e sargos a viren
comprar por preco muito razoaveis i loja do gall<
vigilaate, ra do Crespo n. 7.
Caixas com 20 caderno8 pa>el art'i-
zade a
Pecas de tiras bordada! 12 metros
cada urna
Pecas de fitas pt>. coz- c m 10
varas a
Pecas de trama lisa de todas as
cores a
Dazias de lioha irona para bordar
a 400 e
Pares de sapatos do trarca a
Ditos de ditos de tapeto moito
finos a
Du.ias de baralhos moito finos a
84400 e.
D tas de ag Libra de pregos fraseles a
Retmas du papel aluaco aper r a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas ci m fabooetes fiucta a 720 e
Libra de lia para bo dadGs a
fiarr teis de llnba A exandre a
Gravatas decores muito Moas a
Ditas pretas pontos bordadas a
Grosai de botoes de 'madrv;erola
para camisa a
Novello delinha branca, 400 jardas
Duzia de candes de Hnba branca e
preta e de cores a
Thesouras muito ficas para ochas
e costura a
Baralhos franeezes nitrito bnoa a
200 e
Caixas redondas para botar rap a
4*506.
500
I44#
?0
i s:o
ro
ffS
5CC
40
5CC
180G
11600
2-800
21000
240
3600
4*00
lOOO
7d'00
ICC
500
00
tm-
0
12G
500
240
i 6*10
Mi* ha aaaala ea bel loa fora
Tinura japonea.
Si o aoica approvada pelas as academias
de
sciencia, reconheeida superior a toda que tem ap-
parecido at boje. Deposito principal ra da
uadeia do Reeife n. 81, andar, om tedas as bo-
ticas caa de cabflleireiro.
s

I i
A
Pos dentfricos americanas
Composlcio hyglenica.
Ene pos sao os tutees que rounem ota sua
eomoosicao todas as uualidadg bygioiueas pro-
prias a dar urna grande al vara aos cantes, con-
servicio dalle e rortiflracio das gengivas.
Mi pfcarraaoa amerieana. roa Doqoe de Caxiao
a. 87, de Ferreira Maia de C.
Bob-ft nte-rheumt tico.
Remedio efflcacissimo contra as ddres roeama-
ticas at hoje o mais oonhecido pelos seos mar
vilhoso resaltados. fc
XAROPE DE AGRIAO.- w dos medicamen-
tos que sua eficacia nos enfennMades, toase
sangue pela bocea, bronebites, dore e fraque
no peito, escrobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tea aprovado.
TINTURA DE MAKAPUAA.- A celebre ralx
de marapuama, cuja energa e eficacia as p?ra-
lysias, ntorpecimenlo, etc. etc. mnito se recom-
mehda.
Todos esses preparados-se eacootram napbar-
macia o drogara do Banfcolomea 6 C, nico te-
pesito na ra larga do Rosario n. 34.
Esta nova loja tem, alm de complete wrnawnto de fatewdts, o trogniate
vende barato :
Crotones do edres fins i 490- fs. o covaflb.
Moito boasm su'lnas a 4W w.'0-Tfiio.
Baptistas s 560 rs. o dito.
Fustoes o> cores para-vestidos a 860 e GOtt'rs. o fto.
Un*i*a a#eMsv(im|N).
SUSTENTO RESTAURATIVO DA SAUDE
FEL KAIU.NHA
A Revalesciere *iu Barry
Esa farinha o.ue rao grande oso lra na Euro
p, mnito se recommenda para as eriaucas e pes-
soas debis e convales;entei. Coaap medicausoto,
inlaihvel para os caso prtio 4e vetare, be-
Otarroacdatvims digetef, atia, amarges do boe-
ca, duras da o*iobio, diarrha, euaqoeooa, af-
recetes de flgado, dos polmdes, dos rins, da beii-
ti, Ole, etc., contenCo mnito mais principio no -
iontes e rertauradoivs para oo dumoIm, asrvee
e celebro, qne, tres vexes o sea peo em carne, o
por uuequencia, de conjervar melhor a toncas
phvsica e moraes, reatabeleceno a rancoSe di-
gejtlvas fstracaaas, dar apptalte, e ewSvr aos
otaamaMKMMoa dos mato ealrwpiefltdos.
Or b'o oio linpleo oomoheil : a
Veade-ao aa sefnlntas obras:
Weoionano fraacea-farfMoos vico-vena, J
tomos eRcadernados por 84000.
As Tres Lagrimas, 1 tomo eocadernado par
4 060.
Solfejos de Rodotpbo acadernado por M.
Msica intitulada Lucrecia Boigia a broxaro
dem do celebre antor Berttal dem 4(.
Um livro wn bosnea para copiar msico *.
U"..............I'" ii
Agencia em f eraambueo
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cfeitjja
Gata a pahjtaoao todas- aamolottks aaaoito.
Cura ulceras e cbagaa antigs, Impigens o dar-
tros.

FPM-fyl* *W0HWr doeoiu eoaid* oeoM a
farinba ordinaria, podendo ser usada na agua im-
ples, cora vinho braneo. no caldo sam aorur e
nobtabMt*. tttfftU m ataia Mn ota iuat%aA
torta-oa mibtti ote, ote, ;
UaJiMds
Tvtairta
Coasorv o tiltaa'oi'ooMtoi. |
MMM
JPnraataaai. voptao M.aran ; cota
^a t* ti m xvova a. aa.
miws 00,
tusnp i
rbs-uaoa Isas
ata^iltalAi1MDMMrB&.


8
fABIEDADl

ENTRADA DOS PRUSSIANOS EM PARS.
(Ganchudo)
Pars resignou se a nlo se mostrar irras
civel e a ser verdadeiramente grande em
sua dor.
Os prussianos entraram is oito horas c
# meia.
A'8 nove hores menos cinco minutos, a
guarda avanzada, composta d'uma brilhanU
cavallaria bavara, sobn-bament-a equipada,
desembncou na pr Uro oflioial adiiniou se t irneando, e deu
voita praca, para tomar posse do terreno
Pelos termos da convenci de Versailles os
OOS808 ioimigos, bem scbeis, n5o devom
ultrapassar a linha das Tuherias. Um cor-
dio de gendarmes francezes vedava a ra
Rivoli, na a'tora da ra Siint-Fiorentin.
Ni momento da chegadi dos bavaros,
nao avia sassenta pessois na praca.
Aj estatuas tinham a cabera velada d'es
coroilha.
Aspectro lug bre I Oh t como o sol fui
francez n3o at atessaodo as nuv-ras I
Os mnibus cessaram de circular nos
bairios oocupados.
Nos Campos Elyzeos nSo havia curiosos
Todas as avenidas e ras lateraes forain
suceessivamente occupadas pela caval-
laria.
Silencio profundo. .
Os prussianos tfiumpham no deserto.
Nao porem, apenas na parte d? cidade.
trihada pelo inimigo que reinanf o silencio
e que se estende o ludo.
Pars, (oda, est muda. -
Um ar de profunda tristeza ensombra as
faces.
A margem esquerda, os caes, os grandes
boulevards, o bairro Montmartnparecera-
nos envol idos n'uma atmosphera de dor
qne consola a alma.
Como ella soffre cuelmente, apraz-lue
ver tambera soffrer os seus concidadlos.
Em todo o nosso traj ;clo, pelos diffe-
rentes bairros, n5o enxergmos nma onica
physionoraia que n3o tivesse o cunbo do
soffrimenlo e da humilhacSo.
Todos os estabelecimentos estavam fec' a
dos; todos os cafs, todos os restauranis
tambem. assim como os estancos.
Nos boulevards as jaoellas fechadas, as
vjdraca3 corridas.
Esta linha dos boulevards era raagestosa
em sen silencio.
Poncas pessoas.
Grupos... nenhuns.
Multas ca ai, na ra Montmartre, arvo-
raram bandeira preta; o banc ignalmeate.
A bolsa tambem arvorou. Est fechada
No interior do edificio acampa um ba-
talho.
O patio das Tilherias, o Carrousel, e a
Louvre esl51 fechados. Os bairros da ocoo
pa^o inimiga slo circumscripios por barr
cadas f-itas de grandes caxas.
A tropa de linha occup.i as barricadas da
ra Rivoli, do caes do Terrasse e da ponte
da Concordia ; a guarda nacional oceupa a
da roa Rowile.
Os prussianos nlo acampim na praca da
Concordia.- Serao aquarteliados as ca-
sernas.
A prafa est deserta. E' atravessada de
dez em em dez minutos por'dons os tres ca-
vallarias prussianos.
Nenhus ou muitopoucos curiosos. Circu.
a-se por toda a parte.
E' urna hora.
AciJade est quieta. A altitude da po-
palacie excede todo o elogio.
Os raaiores receios eram pelo momento
da entrada
Hossa o da acabar assim.
Oue D*os vele pela nossa pobre Para,
qne as provincias accnsam, mis qne tra
sido ad-nirav*!, d'jrante a guerra, e que
lioje gran Ilota era sua desgrana.
. Dous de marco. Estamos filialmente
alliviadcs d um grande peso. Passou-se-o
primeiro da da oc-.upac5o dos Campos Ely-
sios pelos allemes. 'N) houve motim p'o-
l ular, c mo se receava.
As pravas publicas, as raas, es boulevards

Uiaii0 de -FernaMbuco Qi^iuja fetra 19 de Abi d
WI
FOLHETIffl
OFILHO DO CALCETA
POR
PIERRE ZACCONE
nilVUMU \ PARTE
I
Os hospede da vlura Deor-
MpiX.
Corra o mez de ooverabro do anno de
1830. Tmham-se pissado dous annos de-
pois dos sucedimeotos referidos n pro-
logo.
Ao lempo, anda existia no bairro de S.
Germano ama especie de hospedara, onde
os eslodantes, os caizeiros e os capitalistas
de m morte pagavam por bom preco quar-
tos mobiliados com duas cadeiras, e ama
comida moito saudavel por ser exigua e
{>arca.
Agora que j se nio encontra disso,
ou pelo menos raca que vai desappare-
cendo rpidamente.
Pars, qae tem o cond5o de eterna mo-
cidade, qoas nunca se transforma, qoe
nao fique anda mais bonita ; tem-se mu-
dado nella mais os costumes do qoe a
pbysioaomii architectural, e ha cousa de
vinte anuos, todo all se vai revirando de
baixo pal cima ; as industrias qoe d'antes
se reoniam n'um bairro s, anlam agora
espalbadas pela cidade toda ; os cartazis
conteado anda as mesmas palavras, nao
convidara j para os meamos divertmentos.
A tal hospedara de qoe fallamos er
guia-secomo grande anomala na raasila
de Verneuil, onde realmente nlo havia
predio qoe prestaste. as mostras de
tora emparelhava de todo em todo con as
casas velhas e tristonhas que a rodeiaram,
de maneira qoe as grandes hospedaras
aanm aisia ares de conventos, esta arre-
medava menos mal um presbiterio.
f,'A dona era a Sra. Diormeaux, amlher-
siaha gorda e recheocboda, ex-
servir, viova de aa cozioheir
mo assim com a ida de que t nha, m
lemos oes rapariga de trox,
iaote da casa fleava o palio, echide
conservam se sosegado. ..Nao houve a me
or agitacl-) tu uttuqja;
Entremos n'alguns pormenores.
Disse j qae os hafaros tomaram posse
silenciosameute da pra$a da Concordia.
Na roa Royale hoova todava um iacide-
te que podia produzir algutn conflicto pe-
rigoso.
Eis o que se,den :
O drfstacamurito de bavaros designado
tiara pistar sJnil|Ana extremidade da
Itnha de occupacSo, contra a* Tulberias,
entrava na ra Royale. A cem passos es
lava nm piquete da guarda nacional.
Alto exclaffiarara os nossos.
Os bavar-is continuara a marchar, o pi-
quete frina qoadrado. Oj bavaros pram.
Um dos officiaes adiaota-se, comprimenta,
informa-se, compreheade errttW qoe ultra-
passou os limites, pede desculpa e retira.
A circo acSo fui todo o dia prohibida na
ra Royala por ter sido oacupada por um
batal 3) da guarda nacional.
NSo sei ,'e os p-ussiaoos. os bavaros e
os ou ti os se do por muito sal sfei tos, es-
tando como eslo na extremidade de Pars ;
mas, em verdade, nula se pareceu menos
com" urna marcha triumphal.
Agrupados como idiotas, oo antes como
leprosos, as avenidas d s Campos Elysios,
o seu pajel era realmente humilhanta. Ima-
gi.iem tiinti m I vencedores, encerrados ei
ir o parapeito do Sena e as casas da ra
do/Ji/toM^Siint-Honor, sempederem en-
trar as ras lateraes, aolharem para o in-
terior de Pars... de longe, de muito longe,
. dizendo de certo qne nao valia a pena ter
exasperado o o io dos parisienses para urna
occupicSo t3o estril.
Est odio revelava-se em tod s os grup >s
durante a noatc. Aproximamo nos de m is
de um, e invariavelmente notamos em cada
um delles a Arme determ naci de f*,z*r
p 'g ir caro aos indigeoas da Allemanha, que
vierem procurar mais tarde fortuna era
Paris, a insolencia dos seus governos na-
conaes.
A op'nio geral era que os prussianos
persistiram em entrar era Paris, porque con-
lavam com um movimenlo popular, e es-
peravam saquear a cidade.
Duas grandes avenidas aberlas por baixo
do Arc-de-i'Eioile, a avenida de Fr'edland
e a que remata i o icesmo ngulo, estavam
cheias de cairos despejados. Conlei mais
de seleceuos. Paa quem eram estes car-
ros ? Seriara para a pilbagem ?
Assim se dizia nos grupos, e esta suspei-
ta nao encootrava contradictor.
A discricao da populacho de Paris soube
porao ludibriir a esperanza dos nosios
honrados invasores.
O sol, que at s 2 horas protestara com
a sua ausencia contra o abuso que o alte-
cuno fazia da victoria, nao pode resistir pir
mais lempo curiosida "e de v^r como o
exercito do imperador Gnilherme desfruc-
lana o seu limitado trumpho. Sabio pois
das nuveus, arrastaodo com elle para fra
de suas casas os bons borguezes pari-
sienses:
Dio bons, porque souberam conservarle
a urna 'tistaoca muito patritica das linhas
prussianas e bavaras. Digo bons, porque
os homes do povn tinham obedecido
erdem rigorosa de nao sabir para alm dos
seus bairros.
s tres horas da tarde a mnttidao era
grande na roa St.-Honor, rua do faabourg
St. Hjner, boulevard Male?herbes, no caes
da mirgem esquerda e nos grandes boule-
vards ; mas era urna multidao < imperlinen
te >, como se diz nos romances de Balzac
e de Paulo de Rock.
Nenhuns operarios; um punhado de gra-
voches, eis ludo; mas terrives gravoches,
que estacionavam as desembocaduras dos
Campos Elyseos e incommodavam todos os
transentes que sahiam desles bairros ou
que se aproximavam muito.
A muiie foi de nma tranquillidade so-
bel ba.
A la, que estava forraosa, jamis se
raoslrou assim tranquilla em Paris
Toda a margem esquerda eslava silea
ciosa.
A margem direita n3o era lgubre, mas
eslava to poaco animadi, que nos julgava-
mos transportados a urna das nossa s gran-
ito
centra ; nof fi
entre-abertP
s nove horas da qpute to pouca g
havia aa roa Mvo, e os traiseunles aU-
vam cora tamanha tranqoillidade, que, apro-
ximando-me om instante do ministerio da
raarioha, pude acreditar na evacuarlo dos
Campos Elyseos pelos triumpba lores de
alm Rheoa.
Mas ama barricada iembreu me de re-
pente que estes odiosos ailemles estavam
em Paris.
Onde ? Eu nao os via; a praca estiva
absolutamente desert, e oh5o branco, il
luminado pela fu, parec i immaculado.
Urna linba escura muito pronunciada ao
nivel dos ps dos cavajios, qoe sarvem da
ornato entrada da grande aveoida, reve-
lava todava a preseoaca da guarda avan-
zada bavara.
A ra St Honor eslava oceupada mili-
tarmente pelos nossos toldados de linha e
pela guarda nacional.
A ra do faobourg St.-Honor tambero.
A ciroulacio era muito fcil, extrema-
mente fcil na roa Boissy de Anglas, porque
as poucas pessoas que se a ventura vam Des ti
ra podiam logo perceber que nio Ihes era
difficil entestar com os allemes.'
E' o que fez urna centena de cidados
mais curiosos qie patriotas, at minha
vista.
n3o deajgpll
oxeil^^H
vos, coaapleto
'Garibaldi^H
. P.,lT8STORT.-6 Siet* trnscreve da
Figure a segointe carta; o aotor n faz
mpaeerio da sna aisigaatura, a e*sa ajsig-
natora srjfflcielite garanta da exaelidio
dos f actos que al i se a pon tara. de crer
que esses nao fossem autorisados nem pelo
rei da Prnssia, nem pelo Sr. da Bismark.
Bom pois, que se denuociem. A carta
diz assim:
Sr. director .-Durante o bombardea-
mmwum*
a a* 'K* i'orru!..- U 8< > "
a, do onde, tu* esr
uro paredo ciozenlo e arruinado, em parte
vestido por tartas, eras. Entrava-se por
urna porta csire liaba e Lai.\a, que wiuva
quasi sernpre fechada.
Pucha va a gente por am rame, abria-se
a porta, entrava-se no pateo e logo depois
no jardim, ao Qm do qual ficava urna gran-
de casa abarracada. Era eoto ah que se
revelava a hospedara ; os criados a des-
ceren) a escada de escantilblo, as rnulbe-
res a palrarem, os rapazitos a fazerem-se
finos com os criados, muito barolbo por
todos os lados... em surama, om inferno
de meiter medo I
Agora ao entramaos em casa da Sra. Des-
ormeanx, vivem na hospedara quinze hos-
pedes, dos quaes s qaalro merecem espe
cial menco, por terem de Agorar impor-
tantemente neste romance.
Era o primeiro nm homemzarrio omito
alto, cara ordinaria e insignificante, mas
to divertido e tao folgaslo, que toda a
alegra do estabelecimento junto, bavia mui
to que dependa s delle : chamavam-lhe
o Sr. Le3o, e terja cousa de viole e cinco
annos.
Como nascera em Paris de gente pobre,
e como o tinham posto a ganhar a vida logo
de pequeo, e demais a mais n'uma cida-
de onde os interesses lutam tanto e to ru-
demente, fra educado na escola da mi-
seria, e tentara algumas dez posiges so-
ciaes antes d se arrumar melbor. Assim
foi que de moco em casa de um tabellilo
chegou a escrevente, depois a marcano, de-
pois a caixeiro de commercio, etc., para
chegar afinal a guarda livros de ama boa
cisa.
Leo era de bons sentimentos, honrado,
mais finorio do que intelligen'.e, mais cabe
Codo do que enrgico, e de om genio to
assoberbado, qae mais dia meaos dia ca-
sa va com a filha de algum patrio e estabe-
lecia-se por sos conta.
O segando hospede chamava-se Castao.
Era am desle pronocianos raalbor e mais1
bdm dotados pela natoreza do qoe pela
familia, qae mal completam vinte annos
pis ps a camiDbo e ellas ahi *lo at* Pa-
rs prodrir vida efortana fiitiagi-
exaltada, espirito srip epetsevarin-
farta eipenmea no futoro, e Bitas
ais qaalidides apreneaais. Era to Jo-
trado cerno o eora a aHeH, e o ettre
oa esgrima como Mo to, aatifo capitlo das
1m*U da rei; riuvam-ao em oa a gro \
fmm por cavalheiro completo cm dotes de
FRANCA.Damos em seguida as procla-
raaces qae os generaes Do Temple e Gari-
baldi dirigiram aos seos soldados:
Soldados doexercilojdo NivrelNao
sei quaes sao as condices qae o inimigo
tenciona iropr ao nosso paiz; mas so a
cmara, qoe representa a Franca, s puder
escolher entre urna paz deshonrosa e a con-
linnaco da guerra, supportar com valor
essa ultima necessidade.
O departamento do Nivre pode pre-
servar-so at agora. Recebi ordem para o
defender, e defeod lo-bei. Preciso, po-
rm, do auxilio de todas as populaces que
salvamos da ruina.
i Habitantes da Pinsaye, habitantes do
Morvand, levantai-vos lodos! Reuni-vos,
a^ropai-vos; ajuntem picaretas, ps, e se,
no dia 2i ao meio dia, recomecarem as hos-
tilidades, corlai todos os caminaos na van-
guarda do mea exercito. Ponde arados
em todas as passagens, multiplieai os obs-
tculos, pensai bem que a ruina mais
completa que para vos marcha, e que se
devera fazer todos os sacrificios.
< Estarei comvesco, com vossos filhos,
cora vossos irmos, movis e mobilisados,
para defender palmo a palmo o. slo do
vosso paiz.O geoeral commandanle das
tropas do Nivre, Luiz Du Temple.
Marselha, 44 de fevereiro de 1871.
General Bordone.Recommendo-Vos os nos-
sos valentes irmos d'armas geralmeote fal-
lando. Bem sabis, como eu, qae teem
bem merecido da Franca e qne sao dignos
da vossa sollicitude junto do governo.
Recommendo-vos particularmente as
familias, as viovas a os orphios dos qoe
cahiram nos campos da bata ba e que dei-
xam os seus queridos sobrevi ventos sem
amparo ; os italianos, hespanbes, gregos
e outros estrangeiros que lio generosamen-
te nos ajudaram a sustentar a santa causa
da repblica franceza, teem de certa direito
a um subsidio para podares voltar aos seus
lares.
c Se estver as tenges do governo fran-
cez cooervar o exercito dos Vosges lat
qual se acba, com os seus quadros e com
os estrangeiros que quizerem continuar os
seus servcos, ninguem melhor do que vos
que o orgaoisastes e qoe o conbeceis nos
seos mais cinomstanciados promenores, po-
deria continuar a direcelo delle.
Continuando, pois, vos no comraando
do exercito dos Vosges, consentira eu de
boa vootade que meus filhos ficassem s
vossas ordensse ellas quizessem, pelo
menos o mais novo dos dous, e bem en-
tendido, se a Franca se conserva sob o re-
gimen republicano.
De todos os modos, sopplico-vos, em
nome da amizade que nos liga e do patrio
ment cabiram sobre a baslica mais de 200
granadas; s aa torres recebaran) mais de
90; am numero raaor anda veio cahir
n'otn pirimelro muito prximo; o qoe
prova evidentemente que a velha abbadia
servia de ponto de mira s baleras prussia-
Baa; qae os allem3es como os vndalos de
outros tempos, de nenhum modo respeitam
os monoraentos histricos e qae o rei da
Saxonia se importara muit) pouco cm
pertnrbar ou espalbar as cinzas de sea av,
o rei Henrique IV.
Os damnos do bombardeamento s3o
numerosos na baslica; mas, gracas aos pa-
vezes construidos p r Mr. Vlolet Leduc, es-
tes damnos fcilmente se reparar3o depois
da oceupacao prussiana.
Do lado do norte as grandes janellas
entre a Ursa e o flor3o esto crivadas d-a
projectis. Urna pilastra da abobada meda
perdeu ssssenta centmetros de pedra, o
que enorme n'uma construccSo to li-
geira.
* Algumas columnatas da be la galera
que contorna o edificio eslo quebradas;
urna parle do relevo da qu;rla grande ja-
nella, ao fundo, ficou escaiavrada; um pro-
jectil raspou o tmulo de Constanca d'Ar-
les, mulber do rei Roberto ? a parle infe-
rior do tmulo de C-insUnea de Castalia foi
truncada; o docel damnificado e urna flor
de liz do escudo desippareceo.
Urna granada atravessou as antigs vi
dracas que remootavam a Soger.
< O que resta anda destaa velbas reli-
quias foi apeado e posto em lugar segaro.
OS. Diniz qoecora a fachada princi-
pal icou decepado, roanlo a caoeca at ao
pavimento da catbdral.
< As devastacoes commeltidas pelos sol-
dados prossiaaos sao das mais deplora veis ;
elles atacar ara os mais preciosos dbjeclos da
arcbeologia. Pode julgr-se pela simples
nomenclatura das estatuas que solTr.-ram e
qae voa citar:
t Catbarina de Med eis, obra de Germafti
Piln.Henrique II Carlos VI.Dugues-
c'io.Carlos V.--Carlos Marlello.San-
cerre.Joanna d'Evreox.Garlos, o Bello.
Branca de Franca.Mara de Bourboi,
ta de Henrique IV.Pepino, o pequeo
Carlos d'Anjou, rei da Sicilia.Mara de
Hespanba. Luiz XVI. A estatua da
Franca.
O tmulo de Laiz e Feppe, filhos do
conde de Alencon, perdeu a cabeca de um
anjo e a cabeca de nma Chimera.
< Esta profanacao foi commettida boje
mesmo, quinta-feira.
i Por Oeus I que ama voz mais pode-
rosa do que a minha se faca ouvir e sus-
penda emfim estas medonbas profanarles.
L. TestoryCooego de S. Diniz, ca val
Iciro da legiao de honra e capellao do bata-
Ibao Poulizac. >
REVISTA EM PARS.
O Correspondente da poca em Londres
escreve aquella folha ra ntense com a data
de 3:
Seja-me permit do deitar um relancear
MU
belleza, valenta p nobreza. E digam l o
qne disserem. oihem qoe tem seus qus
do soberao e da sympatbico, a mocid\de
franca, aberta e audaciosa. Juntava-se
ludo isso em Caetaoo, e anda por cima o
ser elle de urna formosura excepcional.
Ora nestes tempos qae ^3o correado,
per moito positivos qoe sejam anda a for-
mosura nao deixoa de influir as relaces
sociaes, e por isso que o moco aventu-
reiro teve tao benvola acolbida na aristo-
cracia orgulbosa.
Caelano eslava em Pars oilodias bavia
s ; pois mesmo assim j da va qns ares
menos mos de fidalguete.
Bem se v, pois, que a sua estada em
casa da viova Dsormeatix era apenas pas
tageira ; provavelmente, cedo teria de '
sabido, se as relacoes contrahidas nlo
obrigassem a demorar-se mais algum
lempo.
- Dava o cavaquinho pelo genio festivo do
Le3o, e affecora se devras a Jorge.
Jorge era medico todo entregue a estu -
dos serios e atorados, sernpre com modos
aasteros, e qae tendo apenas vinte e seis
anuos, pareca contar cincoeota. Toda a
mocdade se Ibe refugiara na viveza do olhar
e na maneira de sorrir, am sorrir quasi
sernpre amargo e melanclico.
A ultima pessoa que temos de apresen-
tar ao leitor, nao era o mais notavel de
todos, mas diverga essencialmente dos
tres.
Cbamava-se Beaoregard.
Era sugeo j de boa idade, aua no es-
mero com .qae se vesta e as nuneiras
desenvoltas qoe se dava, esconda alus dez
annos dos ciocoenta a taatos que Uria.
Alto*, delgado, nervoso e de racrivel al-
gor. Sempra levantada a cabeca, testa lar-
ga, e os olhos a rebrilharem de audacia e
desvergonhamento, se dio licenca que as-
sim diga. Voz forte e at rede, por
veaes.
Nesse bomem havia sea qu de myste-
rioso.
A Sra. Dsormeaux ateimava qoe fra
corsario e que at ji rae ouvira contar al-
gumas Tiageos; mas Lelo, que tinha bom
faro de parisiense, a qne demais a mais
oopodi tragar o tai Baauragard, afiQrma-
va que om typo asaim s aa tivasaa viajado
nss galt do estafe.
De vez en qnndo iam proccira-lo poti
rstbeaaaaito Mi encaradas. Beaaragard
dava-os poy %o^_om^tjmnt df bordo,,
d'olhos para a magnifica revista que na ma-
nh3a do i." de marco se eectoou no bos-
que de Bolonha, naq elle mesmo campo de
corridas, cuja tribuna imperial vira reonidos
em 1867 o imperador Napoleo, o czar Ale-
xandre e esse mesmo rei da Prussia, qae
ia agora ser acclamado pelas legies victo-
riosis na Franca. Eu Jinha visto reunidos
os tres raonarchas momentos antas do al-
ternado contra o imperador lexandre. Mas
que contraste entre urna e outra scena O
campo de corr las, a sua gradara, as tin-
ao
re-
E o qne eu digo, rosnava Le3o
ouvdo de Jorg, aquillo cousa que
maram juntos.
Urna tarde, tinham levantado todos da
mesa, e Caelano, depois de camprimentar
Le3o e Jorge, ia-se para o seo quarlo,
quando sentio alguem subilo a es-
cada atraz de si.
Voltou-se e baten com os olhos em Bean-
regard.
Onde vai com tanta pressa ?... per-
guniou o corsario com a familiardade qoe
rpidamente cresce entre qaem come l
mesma mesa. "*
Voo-me preparar, que s3o horas, res-
pondeu Caetano.
^ Temos algum baile ?
Qual historia I E' cousa melhor
Serio?... Entioque ?...
Como estamos em quinta-fera. vou
ao tbeatro dos Italianos.
- Bravo 1 Olhem como as cousas se
combinam ; tambem eu l voa.
O eenbor?!!...
A exclamaclo era impertinente, mas
Beaoregard nlo fez caso e continooo com
ar desprendido :
Ka mesmo; ser cousa de espantar?..
Dou o cavaco pala msica, a vanaos con
Dos qae alo cantara mal naqoalla batuca.
Agora o senbor que nlo vai l pela mu
sica.
Palatrinba que diz verdade.
Ora I Qoalqoer periodicosito Ibe
eosnava ao senhor todos os pormenores
necassarios para fallar do primeiro tenor
ou da prima-dona mais oa berra.
E' verdade, .
JI vejo qoe est, mas carioso de
examinar o publico, an ?...
' Tal qual.
Pois sim, mas dexa-me fazer-lhe tuna
pequea observaclo : quer-me parecer que
o senhor, estrangeiro como na capital,
nio vai por caminbo direito.
O qoe vem a dixer na sua ?..
Qaando a gente viaja n'ama trra
aonde nanea foi, e qaando nao temos voo-
tade de nos perdernos, o qae qae se
taz?
Arranja-se om guia. < j
Ora moito bem...
Ver 4L^Laiiiiiifl^
das tribunas, o m
nhas, d'oade nof di
ra__________________
destruido peto bombardeamento do Monte
Y***, boaabardeamento qoe Dio tmha
intuito algom defensivo nem mais fim do
qne urna estril destrono. Os altos comes
que constitoem a collina de Saint-Cloud, as
pootes de Suresnes e de Svre, todo mos-
ira os estragos da guerra e da devastaco.
t ssete da man 9a parliram de Versail-
les pela magnifica avenida da Raioha os tres
corpos de exercito, metade do seo effectivo,
que deviam representar tod p exerofto si-
tiador nasta grande so'emiidaie militar.
Eram 11:0)0 homens do sexto corpo, ge-
neral von Tumpling ; ou.ros .11:000 do un-
dcimo corpo prossiano, general von Scha-
chtineyar ; e 8:000 bavaros commandados
pelo general Hartmann Cada corpo levata
as suas divsoes de cavallarii. as suas bate
rias e trens de transporte. Tinbamse es-
colbido os regimentos, e batalhes que mais
se disiinguiram na guerra, entre elles" um
hatalbao de cacadores da Baviera, que era
11 das pelejou un oilo accoes.
Passando pela villa Avray, sitio das mais
linda.s excurse dos parisienses no vero,
e arravessando as ruinas de Saint-Cloud,
chegaram s nove horas as tropas ao campo
das corridas, onde cora a raaior ordem e
orna alegra intensa fizerara e comeram os
seus ranchos. Em seguida o principe ber
deiro. que commandiva o exercito que deste
lado do Sena sitiava Paris, inspeccionan as
tropas, que apresentavam o estado mais
br hanle que possivel iaQaginar. Minutos
antes das onze horas avisiaram-se, viuda
pela avenida NapoleSo que borda o Sena,
varias carroagens que couduziam o impe-
rador e a sua comitiva. Um viva enthusias-
ta ao rei, porque as tropas ainda nlo se
costumiram a chamar-lhe imoetador, an
nunciou a sua ebegada aos pceos especta-
dores, quasi lodos estrangeiros, entre elles
o duque de Mancbester, que assis:iam a
e-la festa militar.
Cinco mioutos depois, Guilberme I, cu-
ra lo do seo ataqna de rheumatismo, e os-
tentando o seu capicele de prata e ouro,
mentou om magnifico cavallo depois de
abracar Moltke, de aportar a m3o ao prn-
cipe seu filho de comprimentar cora effus3o
o conde de Bismark, levando este oseo novo
uniforme de tenen'e general.
Qae recordaces e que sentimentos se
agitariam na alma daquelle aocilo ebegado
ao apog-o do seu poder e da sua gloria I
Aos 17 annos, como cadete d'om dos regi-
mentos da guarda prussiana, entrava em
Pars nu anno 14 sendo o segondo filho do
rei. Aos 70 fra por duas vezes hospede
do imperador NapoleSo em Compign? e
as Tuillerias.
O imperador da Allemanha era seguido
por um estado maior, nada menos qus da
600 res, .principes, duques, generaos e of-
fiches. All estavam todos a cavallo, o rei
epriacipes de Wurtemberg, o principe Leo-
poldo Hohenzollern, pretexto da goerra, o
gr3r>doque de Coborgo, o gro-duque de
Weimar, seu filho o principe herdeiro de
Mecklemburgo, o prncipe Edoardo de
Saxonia, o grSodoque de Olderoborgo, os
principes Adalberto e Carlos da Possia, e
outra porc3o de principes da Baviera, Reuss,
Pless e outros da Allemanha.
< A revista e o destilar duron dpjs ho-
ras, emquanto que as musirs tocavam o
hymno do Rbeno, a marcha do conpiista-
dor que chega e outras'tomposices ger-
mnicas, urna deltas a mesma qae se tocn
quando o celebre Blacher entrava-em Pa-
ris era 1815. As Icclamaces 'atroavam
os ares, e o vento ^levava-as at Pars. O
sol, conez3o Jambera, iUurainou alguns ios
tan tes com os seus raios esta assombrosa
scena.
Os espectadores inglezes mostram-se
principalmente impressionados pela ordem.
adrairavel dessas tropas depois, dsete me-
zes de carapanha Todos os seus raovi-
meutos foram de urna perfeila preciso ma-
thematica. Um general inglez diz que bas-
tava recordar o contraste que com estas
apresentavam as manobras perial celebradas em 1869 'em honra do
principe de Galles, para se comprehender a
dea
a!
AHeoilW n'esU meaoravel
Depois da se retirar para Versalea, o
imperador e jen filho, qoe por om sent-
ment de delicadeu se alsttverasi da visi-
tar Paris, qae tao bem conbateaa, aa tropas
emprebenderam a sos raareba sobre a ca-
pital pelos Lagos e magaifleas Avenidas da
Imperatriz, Roma e Grand-Arme. As tro-
pas eaminbavam em ordem i i batalba por
meios de batalboes e sem nenhams especie
de apparato theatral. Um regiment e om
esquadro tinham-nas precedido deade as
nove da manbia, oceupaodo os Campos El-
seos, o palacio das Tuillerias, e estabelecen-
do o quarel-general no lindo palacio da
rainha Cbristina de llespanha,
< O coronel Karnecke comaandava esta
vanguarda, e o Capillo MHIer foi o pri-
meiro que coa o sao esqoadrSo de huanos
chegou ao Arco do Triompbo. Um segan-
do tenente e seis blanos exploraram pri-
meiro qoe tudo o passeio dos Campos Eiy-
seus at praca da Cooco.dia. Os princi-
pes de Coborgo, e de Meckelemburga, o
general Blumental, o general Karntski, o
duque de Badn e outros quinze generaos
nai chavara frente das divisos germnicas.
O conde de Bismark limitara se a laucar
urna vista d'olhos do Arco do Triompbo
sobre Pars, e Malike regressoa a Versamos
com o imperador. Os prineipes e geoe-
raes hospedaram-se no Elyseu Bonrbon, o
palacio que babiton o presidenta da rep-
blica.
As tropas alojaram-se no palacio da
Industria, Duraina, Orco da Imperatriz, nos
magnficos ed ficios da praca da Concordia
e nos demais locaes pblicos.
Como se eslivessem n'um acampamen-
to, bivacaram n'aqoelles magnficos srtios,
collocando a sua artilbaria na pra?a da Con-
cordia, no Campo de Marte, no Trocadero
e no lindo parque Monceaux.
Os officiaes tinbam sido alojados as
casas desde o Arco do Triumpho e boule-
vards immediatos, escolbendo com prefe-
rencia as casas de estrangeiros, n3o s por-
que geralmeote estavam vasias, mas tambem
para evitar mais fcilmente conflictos entre
allemes e francezes.
No diada sua entrada, perlo da noite
houve am instante de pnico, quando bata
Ihes dos verraelhos, viudos dos bairros,
quizeram (orear as linhas da Magdalena :
mas apezar dos 200 canhes collocados pe-
los ir reconcilia veis na Villelte, Belleville.
praca da Bastilha e faubourg Saint-Antoine,
tudo se passoo com relativa tranqoillidade,
e j nestes momentos, ratificado o tratada
da paz, principia a evacnaclo de Paris,
que ser seguida immediatamente pala de
seus fortes.
O imperador e o princip Frederieo
Gnilherme provavel que marehem tam-
bem de Versailles para Fernieres, antes de
regressar Allemanha.
E'iire as particularidades da occopaflo
allemaa de Paris merece consignarse b es-
pectculo da praca da Concordia. Todas
as estatuas colossaes que nella representara
as prrocipaes cidades da Franca tinham come
urna especie de mascara prata qae Ibes co-
bria o rosto, e um veo preto cobria coa-
pletamente a estatua de Strasburgo. >
PERDAS.Anda da mesma carta de
Berlim copiamos astas curiosas informaces
a respeto das 'perdaa do aercto allemao :
O conjuncto das pardas do exercito
allemSo durante a guerra passada revela na
sua verdadeira luz o terrivel e sangrento
carcter dos, combates. Perdas como sof-
freram, por examplo, quasi todas- os regi-
mentos da guarda prussiana do terceirc
corpo de exercito, nlo se acham em toda a
historia, considerando que se trata de tro-
pas victoriosas. S na encarnicada loctr.
de Saint-Privat os perderam mHnconados
regimentos mais da terca parte. O terceiro
corpo de exercito deve as suas enormes per-
das aos combates nos montes de Spicherec
ao principiar a guerra, e na batalha. de
IVirs-la-Tour. O regiment 48 prussiano d
linha, que contava 3:100 soldados com i
officiaes, perdeu 57 officiaes e l :497 solda-
dosentre mortos e ferilos, islo quasi to-
dos os seus officiaes e quasi metade de solda-
dos. ''(CorMmarseha).
J era a segunda vpz qoe
aquella exclamarlo irnica.
Beauregard reparou agora
risonho:
Ibe esc-'pava
mais e disse
Venho ea
o senbor tmi,,,
N3o verdade que mal esperava en-
contrar na bodegasita da Sra. Dsormeaux
om frequentador dos Italianos, familiarisa-
do com a melbor gente do bairro de S.
Germano ?
Confesso que sim ) volvea Caetano
sem mais rodeios, depois de ama cortezia.
Pois meu rapazinbo, Paris abunda
em sorpresas de todo o feitio, e ao senhor
ainda o esperam ootras maiores. Mas v,
arraoje-se depressa; embonecre-se e faca-se
bonito como um Adonis. Quando esti-
ver prompto, diga, para sabirmos jontos.
O mea qoarto aqu ao p.
Caetaoo, mesmo sem reflectir, foi pelo
dizer do corsario, e oito horas a darem, e
elles a assentarem-se em duas cadeiras do
tbeatro dos Italianos.
Que tal Ihe parece o tbeatro ? per-
guntou logo Beauregard.
Assim, assim, tornon sucintamente
Caetano, que entrava pela primeira vez da
sua vida n'am tbeatro de Pars,
E o velho homem do mar entrn a coa-
templar e a admirar aquella mocioho, qae
nao se distrabia com a sor prez i, qoe nao
chegava mesmo a sorpreoder-se, e que em
meaos de ama semana soubera elevar-se
altura das duas aristocracias mais temiveis:
a da Bolsa e a da escola dos Charles.
De binculo em punho, maneira do ge-
neral quando antes da batalha examina as
Qleiras inimigas, assim C.etano ia percor-
rendo com vista os camarotes adornados
de senhoras, cojos nomes Beaoregard ia
dizendo ; todas eram mais oa menos en-
gracadas, mais oa menos bonitas, mas l
n'elle susetavam -interesse igual.
E am troca das otbadellas que de vez
em qaando ia merecendo, j oa seas olhos
sabiam despedir relmpagos.
Representava-sa a Lucia. Tinha come-
cada o segando acto.
Toda a gante sabe qoe muitos frequen-
Htas dos iheatros lyricbs, caneados da
rem tanta vez a mesma peca, s vla
^^Bicalo por am acto oa doas, qaan-
rw-se um camarote qae
Hw at entao; Mirara
W*W MdellM KXeiev,
ainia ; fizeram pouca bulha, mas mesmr
assim Caetano nao deixou da reparar.
Voltou os oloos para esse camarote, e
nunca mais de l os despregoo, sem se
compadecer do infortunio de Lucia nem do
melodioso desespero do amante. Voltar aa
attences para o palco, era sacrificio supe-
rior s fo cas de Caetano.
E depois, a msica influa nelle poderosa-
mente. De certo modo Ibe acompanbava
o secreto encanto em que o abysmra tanto
a formosara das mulberes como a sedac-
c3o dos enfeites.
O provinciano j nio sabia de si nem
onde estava. Felizmente acabou o acto, e
pode afinal virarse para o sea compa-
nheiro, qoe nlo deixra de o mirar, sor-
rindo sernpre com ar de irona.
N3o as acha bom bonitas ? diese Beao-
regard com singular entonaclo. Caetano
ia corando.
. Quem slo aquellas molberes ? per-
guntou depois, sem esconder a impressio
qoe Ibe ellas tinham causado.
A mais velha, chamaco baronesa da
Simier; creoula ; bal ter seos Irinla
e oito. e ninguem Ibe faz mais de vinte
cinco.
E a outra, a mais nava ? insista
Caetano.
A outra s tem dezeoove aanos.
Conhece-a f...
Ora I al amito!
E como se chama T...
Joanna... o nome de baptisa...
nlo qniz nanea osar o do rido,
Eolio cauda ?...
Sa I At na groja i
Qae qaer isso dizer ?
Beaoregard dea am geilinbo aos bteos a
responden:
Isso ama historia moito ebMdra a
moito original; om dia deetaa. aa tendo
iiccasilo, hei de cootar-toYa.
E porque nio ha de .ser j?. Den
qae me mteressava devras a narrativa t
Nio qaer coatar ?
Agora rifa, a o motivo ilflB.
Qiaj motivo r
Nlo v sabir o psuo ? Vai pilca-
ip\ o terceiro acto. Nao partarbaoMM
deancho tao faateeo, a ao iipili nsaMua i-
os a nossa pestrs.
i.CcMtntai-t,

m.<*


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