Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12362


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Full Text
V
.>
s
DIARIO DE
13H0O
OlMo
17*1
,: '.(
.
Propriedade de Manoel Fifueira de Faria & Filhos.
A* ionrii:
Oe Sn. Geranio Antonio AM d FUboi, no Par; Gooratoa Piolo, no Martnhlo ; Joaqom Jos de OHraire, no Geera J**fflk> de LeraeBraga,no Arecatj ; Jeio Mara Julio Chavea, no Aleo ; Antonio Marque, daSilra, no Natal; Jora ftgflej
Perert d'Alnraida., em Maaangnape; Antonio Alexandrino de Urna, na Parahjbe; Antonio Jos Gonaee, na Tula da Pnha; Belannino doe 8anloa Baldo, era Santo Antio; Dominf oa Joe da CoaU Braga.
-m Nexaratb; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tararee da CoaU, era Agora; Dr. Jora Martina Alrae, na Bable; e leite, Serqoinbo C. no Rio de Janeiro.

PAffFEeFFICIAL
pfmaloarfn.
i la presidencia de Perham-
de 1S71.-0 presidente da
K> que por tea gerente. re-
_ Sxeet Railway Compay,
Lemitel, uforaoa o eofeafadro chee da rapar-
tigi i da obra publica-, em offljio n. 96 de SB da
atare > prximo panado, resolve alteral a planta e
eriii approvadot por aeto de i i de setembro da
B7it aa por* rabjiva a junego dalioba constroi-
da d i Recife a Aplpucos cora a qae tegne deste
pon Caxang, aob as elaatolae guiles:
1.' A janelo proteetada se far de eooforraida
ac=
* raeci.]
boe>, 13 d
provoda
are^ntoat
**nM dePf0*i,>cia e assignadas pelo gerente da
2 "Se para o fatnro reeooheecr o goTerno da
prorinata ser de grave inconveniente aos inters-
ara pubiti* a exideaeia de um peudor de 3 /
na airada da lioha de junccii, flea a companhia
obriaaa a diminui-lo elevaodo dentro do praso
qut la* RV atareado o aterro da sabida em toda a
altane* abe r necesaria para o lado do baldo
4ocaala4 Apfsacos e en toda a largura da en-
trad, camoda a respectiva despea, de qualquer
nalarett que teja, por eonta da companhia, sendo
ea* oreotaraeota oovlda.
3.' -A eeaapanbia mandar alargar o baldo do
arade da Apipo ca, e leotr.> do praso de 6 mezei
eos* lata, de modo a ddxar um transito livre
para a Baaialeradesembarazada de dous vehiea
la, t ana espago lio inferior a cioeo metros. Para
eate te e revente da provincia se obliga a entre-
gar JivTi de qaalqaer onas o terreno que fr ne-
cesario i margem do referido baldo.
4,* -Expirados os prasos mareado para a ex-
coci ou raodifleago das obras de qae tratara
as clausula precedentes, e nao estando ellas cons-
truidas, o goverao lera o direito de as mandar fa-
ter a coau da compaa*.
5*As otras e o ser-vico quer do trafego, qner
policial da estrada de ferro do Recife Caxang
le seas ramaes, flram d'ora em dilate sojeitas
fcValisagio de am engeoheiro nomeado pelo go-
verno da provincia. Bisa flscalisagio se tora de
cotformdade cobo o regulameoto nesta data ex-
pedido, e para al* eoneorreri a companbia com a
qutntia le 2:i00f que sera reeolbida em presta-
c8m trbnairae i tbesoararia provincial. Estas
coadicta serio redolidas a termo com ai forma-
lidad''* Itftea na estaeao competente, no qoal a
caniaab* devidamente representada, se obrigari
a txeeucio.Diego Vtlho Cavbante ie Atbuqutr-
fe
RBOULAMINrO PARA A nSCAI-lSAgO PAISTTADA DE
nutao domte a catanga.
Art. I.* O aervioo de con-nrucc.ni, eooservago,
trafaga e pollcia da estrada de ferro do Recife ao
Caneen e le teas ranues, se (ara *b a imme-*
dista iaaajaSfao de na eagsaheiro fiscal nomeado
peto govurao da provincia.
Art ? rmpete ao engenbeiro fiscal exeentar
e fazer execatar as aegnintes disnosiedes.
Construido.
Art. 3.a Neohnma coneessio de nova linlia ou
ramal se far companhia sera qae esta, tenba
apresastado ao goverao da provincia todas as in
fetaacte necassarla i direegio geral da estrada,
seas pontos priacioaes de passagem, mximos do<
daelrvaa, dorajio dos trabalhos, tanpo da comes-
ato eprecjs dos transportes.
Art 4. Peita a eoneeasio, a companhia apre-
aeatar ao mesmo goverao, dentro do praso de 6
tas o perfil langlta itnal da estrada com todas
as Ftpeeiflcacdes neeeisaria, e bem assim nma
planta do terreno aOravessado, qne designar os
edificios ou propnedades qae verem de ser des-
apropriadas.
Acornaaobaro esses docaneotos os typos das
okru rarai, esueOes e descrlpcio da va perma-
nente.
86 depois de apprevados todos esses planos, p>
der a companhia dar ejmeco aos trabalbos.
Art 5> As obras qne se constrairem sero ins-
peceiMMdas pelo engeoheiro fiscal do governo da
provincia, para o qae Ibe serio previamente apre-
aentidoi os respectivos planos de execucao, e
mais traoalboi auxiliares qae forera por elle exi-
gidos. H r*
Art 6. Compete ao engeoheiro fiscal mandar
sosnaader a exeencjto de qaalqaer obra qne nao
fdr exeeutada de eonformidade com o plano ap-
prevado.
No caso de nao ser attendido, incorrer a com-
panWa em ama multa de 1001, alea da obriga-
dw da demolir on reparar a obra feita.
Centtrvafoo i* va permanentt, obra d'arte e es-
lafies.
Art 7.* A companhia obrigada a manter em
oaa ceodices le eonservacio a via permanente e
obra d'ark, o* modo qae a circnlaco dos trens
ae taca aatnare com lactlidade e seguran?a.
At Sempra qne a jai/o do engenheiro fls-
cal posta, pordefeito ae eonservacio, ptrtgar, a
aefoaaeca dos traes, o governo da provincia
mandara fuer os raparos neoessarios. cobrando a
respectiva importancia da eempanoia, se esta o
alo toer dentro de am praxo rasoavel, qae para
istota marear.
Ait A companhia dever avisar ao enge-
noeiro Otea I de qnalquer trabalho que teoha de
exeentar na estrada e qne possa dar loga' a nter-
lurajP trts.to.
at w. sempre qne forpossivel, devera a com-
paabie, laems ie obier o consenso 4o engenbeiro
fiscal e la mmieipalid de, se a esta eenber inter-
vjr, aataMeeer linaas provisorias de desvos on
i potsagem n* caaos do artigo precedente, de
forma que eviiem a interrupeij do transito.
Art 11. A companbia construir nos pontos de
orada de maior aflaenda da actual linba do Re-
cife a Catanga, pequeas estaedes com as neces-
arias acommodaedes para oalpassageiros e merca-
dorias; pdenlo reotervar apenas em todos os mais
pintos abrigos decentemente preparados.
Art lt. sjra todos os casos le obra* novas on
importantes alteracSes das existentes. Oca a eoro-
abla sujeiu as mesmas preterlpcdes dos arts.
!. a !
Circulaco /polica da estrada.
Alt 13. ffeobama nova linba en ramal conce-
dido I ettppaobu ser entregue circulagao pa-
b ica, sea qne suas obras t-nham sido recebidas
con segura* e em boa ordera pelo engeoheiro
fiscal do governo.
Por ata oeeasiio a companhia remetiera ao go-
vano da provincia nma planta e perfil exactos
da liaba construida, todo anthentieado pelo enge-
nbeiro Isflil.
Art tt. O transito da Italia on ramal Dio coma*
gara teaio depois qw auettar o angaobairo fiscal
estar a companbia preparada com o material ro-
da** neeasano para o semen de trafago, e depois
da approvadas as tarifas e regulamentos dos trans-
portas.
Art 15. A eoapaah* se obriga a manter um
sarvico de vigilancia da linha ros pontos onde, a
jaita lo engenuefra fiscal, a cireulagao loa treas
acarreur perigo.
Art 1. Haver pan uso dos vigiaa e coostera-
dorat la estrada, a bem assim para as esraoStt,
aa ragimeato lt sipoies approvado palo eoge,-
aesalro flecal.
Art 17. A velocidad* dos ira nao exceder,
da II klliaatroa por hora latero
Art. *f. Os traea a eeraaario do tunero U
0
carros cjmpativel com as condicSes da linha e
forga das machinas, o que ser decidido pelo en-
Isuheiro fiscal. Os carros sero ligados com ca-
lias de segnraoca.
Art 19. Todos na trens tero condoetores,
guarda-freios e serventes em numero suffleienle
para o servieo.
Art. SO. E' expressamente prohibido exceder a
ptaeio dos carros, qne ser fixada pelo engenbeiro
fiscal.
Art SI. A companhia e obrigada a dar lagar
nos tr*ns todo o individuo munido do competente
oilhet, ou a restituir-lhe a importancia oeste, no
caso de nao ha ver logar no trena ; entendendo-se
Kb cada passageiro so podar cobrar a importan-
do saa passagem.
Art. 51 As horas da partida e numero dos trens
ario regalados por nma tabella feita de aeeordo
com o engenbeiro fiscal, e qne ser publicada nos
jornaes da capital tres das antes ao menos da na
execacio.
Sera igualmente afflxada em toaos as eslagSes.
Art 13. A companhia dever commanicar ao
eugenheiro fiscal qaalqaer redaeco de oreos, aa
trens de exearso qae teabn de faxer.
Art !i. O servieo de passageiros se far por um
regoiamento approvado pelo governo da provincia,
da aeeordo eonr*o art o. do contrato da compa-
tanbia e ende se estipularlo as seeuintes prehi-
ices :
1.a Viajar am blihete ou passe em forma; ou
em caso de erdem superior aos que esta mdi-
earem.
1* Viajar em estado de embriaguez.
3.* Circular de um carro para oatro quando nao
henver paaadigo entre elles.
*. Entrar oa sabir dos carros estando o trem
em mo vi ment.
A.* Pomar em carros qne nao sejam para ate
Um desuados.
A* Viajar cora armas de fbgo arrogadas, on
levando corasigo materias explosiva ou qne la*
commodea aos demais passagriroa.
Art. io. O transporte de mercadorias a far
igualmente por un regnlamente tarifas especiaes
approvadas pelo governo da provincia, e am trens
proprios on mixtos.
Art. 26. Neohnm (reo a pora em movimento
sera que teoha dado o conductor nm preciso sig-
na! de partida dous minutos antes pelo menos.
Art. 57. Os trens annaneiados e regulados por
orna tabella so nos pontos por esta mareados po-
dero e>taccionar, salvo o cao de forga maior.
Art. 28. Ao entrar qaalqaer trem oa machina
solada nas;earva, em qae nao se avistar todo o sen
desenvolv ment, derer o machinisla manobrar o
apito da locomotiva fczendo signa! de approxi-
macaj.
Art S9. Se depois de loto e pnmeiro e segando
aviso com o apite da locomotiva, qaalqaer pessoa
iue se aehtx sobre a estrada de ferro nao a af-
star, se procurar parar o trem ; para o que o
machintau fechar logo o regalador a a cerraro
lodos ot freios.
Art 30. As pessoas qae circo laram doj trens
on peneirarem no recinto da estrada de ferro, es-
tao sojeilos as disposicoes da regulamentos da
misma estrada. Ao engeoheiro fiscal compete va-
lar na execucao destes, e resolver qaalqaer con
dicto que dahi resulte entre o publico e a em-
preados da companhia, podendo chamar em seo
auxilio a forga publica, a for isto necesario.
Trem rodonf.
Art. 31. A eompanhia e obrigada a ter todo o
trem rodante neeaano ao servieo dos transportes
da estrada, na eonformidade das tabellas das par-
tidas publicadas, sob pena de 300*000 a 1:0004
de multa, imposta pelo governo da provincia.
O referido tren ser menudo am perfeitas con-
digoes de eonservacio.
Art 3S. Todo o trem rodante (ara freqnente-
mente examinado pelo eogeaheiro fiscal.
Art. 33. As locomotivas da estrada sero do
raerhor tystoma a forma eompativeis cora as con-
licSes da linha e do sen servieo ; deverao eonter
appareihos fumvoros oa consumir abre, havendo
no mercado.
-Vao podero circular na estrada sem que te
nham sido previamente examinados pelo eogenbei
ro fiscal, que podei em qaalqaer lempo pronibir
a san eircalacao.
An. 34. Nenhama locomotiva sahir da seus
depoitos sera estar prvida de t)do o necessariu
para a riagem qae tiver de fazer, e da utensilios
precisos para o casa de desencarrilhamentos a
reparag5as occorreotes.
Art. 33. As locomotivas circalaro sempre na
trente dot>trans, alvo o caso de extrema necessi-
dade.
Serio dirigidas por um maebinista, e um fo-
guista apta para substitu-lo no aso de necessi-
A' nonio usarao de pharoes de cor flxa, collo-
cados na frente, e traro lanlerua dt signaes.
Art. 36. Os carros de passageiros qne tiverem
de ser empregados d'era em diaote, deverao ar
do malhor e mais appropriado modelo para o
clima do pait e a natarea do arvigo da airada.
Os da 1* elasa serio cobertos, guarnecidos de
vidragas e venesianas corredigas e com assentos
de palhiohas do 33 centicimetros pelo menos de
largara.
Os de 2" classe serio cobertos; tero venetia-
na corredigas e assentos de madeira com 33 cen
timetros de largura. Serio suspensos ou descan-
garo sobre mola.
Todcs os carra serio Iluminados quando cir-
cularan a noute. *
Art. 37. Cala trem de mais de quatro carros
tora dous freios pelo menos *'*& do da locomo-
tiva.
Art 38. Haver nm regoiamento approvado pe-
lo engenbeiro fiscal para o servieo dos machinis-
tas, onde te iodiquem as provideocias a tomar na
eaos especificados de qaalqaer transtorno oa ae-
ei dente, que occorrer oa locomotiva ou no trem.
Art 39. Os maebioistas da estrada de faro fl-
eam sojeitos as dspoiigda do decreto n. 3,913 de
13 de abr! de 1862 naquillo qne Iba fdr appli-
aval.
T$$aratho.
Art 40. A companbia dever miator nm ser-
vico ttlegraphico regular para o uso da estrada, e
bem asim facultar o telegrapho ao publico me
d*nte urna tarifa approvada pelo governo da pro-
vincia.
Art. 41. Ao engeoheiro fiscal cabe vigiar sobre
aconaeryaeio do telegrapho, e regularidade do
au servieo.
Hava registra etpalaes para os telegrara-
mas particulares.
Art 4S. O goverao da provincia e seus agentes
antorisados poderlo usar gratuitamente do tele-
grapho para objecto de servieo publico
Ofctmi.
Art 43, A eompanuia mantera, tanto qnaoto
(ir possivel, urna offleina regalar para os reparos
do material da estrada. "
O etgenheiro Qseal tora ingresso alii para exa
mioar qaalqaer reparo de objecto perteoeeo* ao
arvico U airada de ferro.
Aeadtntes.
Art 44. Sempre que sedr nm tecidente qnal-
quer no servioo dt atraa de ferro, e do qoal re-
solte morte oa ferimeat, levar a companhia
eanaaraola-lo s*mee*toaaa* ae engenbtiro fis-
al. st atoan) estiva presente.
. nta eoamnnMteio exar ar rpalo, st
ao tctorrtao apaats retallar iaarepgio dt tren-
tito oa qaalqaer daawo ea tetrada.
Art. 4. Ao iaf lebtiro flaal campe*, ao tato
de qaalqaer occorrencia, de que trata a primeir
parte do artigo precedente, dingir-se ao ingar do.
accidente o mais breve poesivel, a ah certificar-
se de toda as eireurastaneias bavldaa.
De indo dar coala ao governo da provincia, in-
formando-o eirenmstaneiadmente :
1.' Dos fados maten ae?.
1* Dos depoimeoios que colher e des nomes
la victimas e dos autoras oa culpados do facto,
se hooverem oa souber.
Juoura, sendo precia, um abogo lo lugar do
accidente.
Art 46. O engoobeiro fiscal poder tomar no
momento todas u medidas preventivas qae o ase
exigir, o (orea eompativeis com a legistagio em
vigor.
Art. 47. Na ausencia do engenbeiro fiscal pro-
adera o gerente da companhia, oa quera suas
veza flzer s indagagSes do artigo precedente.
DispcstcSe atraes.
Art. 48. Ficam abolida a paisa, a qae tem o
governo direito em cada trem, ando a companhia
obrigada a dar transporto gratuito tropa, pre-
sos e funecienarios, qae viajarem em servieo pu-
blico, e bem assim as mercadura que o governo
quizar transportar.
Art 49. O engenbeiro fiscal ter passagem gra-
tuita para al, seus ajodaotes e um criado, aa
todos os treos da estrada.
Art. 60. Ministrar mensalment ao governo da
provincia, em offldo ou relatorio, tudas as oceur-
rencias bavidas na estrada durante o mu ante
rior, o qae forem dignas de raengio.
Enviar ao mesmo governo ato o da 30 de Ja-
neiro de ada aooe um relatorio circunstanciado
sobre o estado da obra, adraioistragao e mais
oeeorrencias havidas no anno anterior.
Art 51. A companhia dever ministrar ao en-
genbeiro fiscal todas as rnformagda atatistica
relativa ao movimento, reeeita e despaa da es-
trada, am que d'ahl posa resollar o direito de
examinar a escriptqragio.
Art, 1 Ao engenbeiro fiscal incumbe tambera
velar na execugo da pena Impostas pela com-
panhia aos seas empregados por fallas eommetli
da aparte do arvico da airada sajeita soa
iospeccio na casos previsto pelo preseote regu-
lamento. r
Art. 63. As ofraegda eommettidas por qaal-
qaer pessoa das proscripgSes regnlameaiares cr-
ganisadas para a boa ordem e seguranga do servi-
St da estrada, serio punida com as pana maret-
as na postara municipaes, que ario expedida
de eonformidade com o contrato, am prejulzo da-
qntvtts em qne acorrer segnneto a Itgulagio penal
em vigor.
Art 64. as infraega dato regoiamento, para
as qoaa nao se eommiooa peot i companhia, flea
esta snjeta malta al de 100*000, imposto pelo
engenbeiro fiscal.
Art 66. De todas a multa impostas cotnpa-
ohla, tem esta recurso para o governo da pro-
vinca.
Igdalmente haver de toda as deciii toma-
das pelo engeaheiro fiscal.
Art 66 Aa mulla impostas pelo presente rag-
lamento sero cobradas exeentfvamenie.
Disposicao transitoria.
Art 57. A eompannia dever rever e sajeltar
nova approvago do governo da provincia, oa do
engenbeiro fiscal, quando ate competir, os re-
f:ulamentos j adoptados no arvigo di estrada de
srro, qae coatiouario entretanto em vigor at
que essa reviso tenba logar.
Palacio da presidencia de Pernambueo, 14 da
abril de 1871.
Mbre dapatado qae o preceden e a soa Infeliz
demonstragao.
Se o nobra depntado pelo 6* liatricto pdde obe-
ir doce influencia da ansiando, qae eonta-
um ditiinoto ealasga de dittrieto, para ora-
0 "f* i qae Ibe foram epatas, nao pode e orador
.taroanamu informaeda que a faz ama
referencia tao vaga como indicia.
Nao davdarla^ orador, tu prora de attongio
ao honrado depntado pelo 8* distrieto cajo nomo
f.i invoeado, modiflarne perante informagSe
qae elle podis tratera assamblea. Mas, infor
magda trazidas por ate modo distancia de 100
'tus nao convtocem a ninguam.
, .S ? on*ir josliraeio qae fol devidamente informado di con-
mieneia da medida. Lto nao basta. A aaem-
atoa tem a natural eufosidade de perguntar
qaaes foram a quaes sia a raoes que motivam
o projteto.
Eneerrada a discussie rsgaltado o art. I do
projeclo, coniiderando-se prt)Sdleado o t>.
2" diseoasiu do projeeto n. 17 deste anno que
approva a gratiflcacao concedida na apaentado-
fia do proreaor Juo lo Prado Martina Ri-
beiro.
0 SR. A. PERNAMBUCO fu alruma eonsile-
racSa.
0 SR. OLIVE1RA PONCECA :- Poi com ra-
xao que en diste, que o nobre secretario, ape-
lar de ter lido a peticio de que a trata, todava
nio estudou a qaestao; e eooheco que nio a es-
tudou, porqoe nao a comprehendea.
Sappoz o nebro secretorio qae a tratara de
approvar ou daaporovar a gratiflcacao qne o
professor Martins Ribeiro obteve ea Tirtaaa do
art 28 da lei de 1856; o nobre depntado suppOz
qne, leudo o presidenta concedido ama gratiflca-
cao, de eonformidade com a disposicao citada, por
ter este professor mais de 15 annos de arvifo,
vioha depois pedir a approvago da assembla
para esto sea acto. Isto ar* am absurdo, por
Jbo a lei, dizeodo que o presidente poder eooee-
ir essa gratiflcacao, nio exige a approvago la
asembla. O nobre deputado, poruoto, engaoon-
a completamente.
O Sr. Gusuo Lobo :Qaem me engaaoa foi a
ammissit.
O Sn. Olivkira Foncrca : O nobre deputado
nio presten attongio aos termos em qae o pare-
(ar est concebida>e a commissio ao toas colpa
disto.
. A qnesto veftonte se rednz ao segaiara: O
erotasor publico, qae gozar da gratifleagao con-
cedida por maii da 15 anua do exerdeio, tem di-
reito a que esta gratiflcacao teja contemplada em
sua jubila ci?
At eer* posa laueodea-a que, completad', o
lempo neeaaario pira a iobilagao, o profasor que
tirasse obtido a flratlteacao extraordioaria por 12
on 15 annos de bons servigos, e delta tivesse go-
zado at eo>So, continuara a perab-la em sua
da um alcana sublime, ama le immtnaeteca-n-
te patritica.
O Sr. Millo Raoo : Has que tem multado
d/las em o offlcio a elle dirigido sob a. 28.Intei-
rada.
Petigoa :
ama fabrica a vapor de fabricar bolaebinhas e bo-
ca pereorrendo a legislagio da provincia, a-
uar sea modo r*-
que a iguale. Ma,
veis remedios mal appiieados eoveotoamo enftr
mo e o levam a sepultura ; ata mau lei tobllme,
mal exeeutada oa mal applieada eavtaeooo a en-

Motera fe-
PERNAMBUCO.
ASSEMBLfiA PEOVIICIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 30 DE MARCO.
(Condoli)
No substitutivo do Sr. Miquel Ptrnambuco,
sobstitoam-se do seguate modo : logo que esta
teoha construido oa comprado algara oatro edifi-
cio em qae possa functionar.S. R.GusmSo
Lobo. >
Encerrada a diauaio, approvado o artigo
toostitativo do Sr. Almeida Ptraambaco, e regei-
tadoos demais.
Tai a maa e appoia-a o seguate artigo addi-
era:
Funcionario no re'erido predio a reparti-
goei qne foram designadas pelo presidente da
provincia.S. R.Q. ie Drummond.
Encerrada a discussio, o artigo regeitado.
( Aunme a presidencia o Si. Dr. Ferreira de
Agolar.)
2* discussio do projeeto n. 11 dato anno crean-
do eadeira da iustruegio primaria pa o axo
masculino na povoaeda da Laga Grande a Bar-
ra de Jangadas.E' approvado.
3a discussio do projeeto o. 7 deste anuo, qae
era diversas cadeiras de instraegio primaria.
E' approvado.
1* discussio de projato n. 13 dato anno, que
desmembra do tormo de Cimbra e annexa ao de
Flores o riacho Copiti,E' approvado.
S* discussio do projteto n. 21 do anno pasado,
elevando a villa, a pevoagio do Ex.
O SR. GOSMAO LOBO -Anda qee a projeeto
vrnba auiorisado por seis honradas asignaturas,
tem o pesar de confessar qae nss* de itformt-
g5es, Ihe recusar o ao voto como o raeusoa ao
qae a aeaboa de votar.
Nio grande qnesto a de elevar a villa urna
povotcio. Mas nio sao soeoenu a gstala qoaa*
toa que devora ser ratohridtt cora euudo.
Tratase de elevar villa a povoagie do Ex e
da dar por limites este tormo os mstmos da fre-
"ia. O orador qae nunca vialtou o Ex. a
sto tora acontecido mnitos dot nobres lepnta
dos, est bailando em dar o au voto ao projteto,
ao conbecendo as raioa de utilidade poblica
que o devem justificar, tapare por tanto, qne
alguns dos honrados eigoataria venha diurnos
a conveniencia da medida legislativa qne propoe.
Nio qoer o orador mal ao projeeto. 0 seo fira
avilar que o veuna inrprtheod *r ama aova ve-
ugao. como a que a aoaboa de vtricar res-
peito do projeeto que cooaagra a detaaexaco da
ama parto de territorio. Quando o orador espera-
ra, visto o honroso silencio qu so goardoa i
respeito dessa deanexacio, o que a aaembla
eoodemnaste a ida em falto de esclarecimeotos
qae nao Ihe vieram de parte algoma, fieoo sor-
prehendido de qae ama Ilustre maioria estivesse
lio em silencio bem informada a gsmento alguns
poneos vola mal esclarecidos. ^
E" para que o mama nio posa acontecer ir
o orador em desaccordo com votjs que daaja
acorapanhar, que rompea o silencio para pedir
a'itoC!ortatq,M,M04*Tlr,e,ta H^. "o
l0*l*?,CM'* n* aPP*nea, ata qoestoa
mo aavwveo modifleteoes de limita, ditaien?
braaaata de territorios a correspondentes aaaa-
oca, aove! vera grave iataraseT^
Uto aba* todos & arador coocloe, eomo eo-
mecoo, por pedir qne o illominem. t ora voto
%ftt& 1* laaraatraa. -
oairaa'ii. A CKK "*"* "*
OSilOshao Lote:-Se linba aeronata dt
?ttrtaptsS
ae ta Dtve aa* etcrrtooio, aa qno a*, aa
jahibeio.
-' Depois apnareceram davidaa e exhitagdes*
reapeito, a theaouraria tem opinado de modo con-
trario aos nrofetsorts.
Esta a qoatio, e o nobre epatado nio a
comprehendea.
Vtrios pTofessores obtiveram oatr'ora gozar m
sua jahlago, da gratifleagi) extraordinaria qne
a legislacio tora permitlido a favor dos que tive-
rem prestado-baos servigos em certa Damero de
annos. Aigoajau petigdes dirigidas por professores
atato. assembla, relativas ao objecto que a Ua-
cute, sao acompaabadas de pareceres e docu-
mentos qae provara o qae acabo de dizer.
O presidente da provincia coneedendo a jubila-
gio do professor Martins Ribeiro, e mandando
comprehender nella a gratiflcacao qae elle recebia
em virtude do art 28 da lei a. 369 de 14 da malo
de 1868, exeruoolison em deddir por al so a defi-
nitivamente a qnesto, e por isso determoou que
dita gratifleagao, ou antes, que essa coneessio fi-
casse dependente da approvago da asstmblea.
Un Sb. Dbftado : Esto professor j goza vi
dessa gratiflcacao f
O Si. Oliveira Fose te a : Sem d vida.
Agora vejamos amo o parear da commissio,
apezar de resumido, esclarece a qoatio. (Le).
Nio a trata de conceder ama gratiflcacao ao
professor qne completen 15 annos de exerdeio;
esto eoocestio da competencia do presidente da
provincia, o j foi feita em terapo opportuao. Para
compreheoder-se isto basta a simples leitura da
peigio abre a qual-versa o parecer. E* de ootar
qae o nobre deputado, a qaem raptado, ha poo-
eo lea. tanto o parecer eomo i petigio.
t) nobre secretario tambera eojtaeoa-M guan-
do dase, qae a dispaigio do art 28 da lei n. 369
taxativa e imperiosa. O presidente da provincia
segundo a dispsicio desse artiga pode conee ler on
nao urna gratifleagao extraordioaria ao profesar
qae ti va completado 15 anuos de, exerctem.
J se v qae e presidente da provincia nio
exorbitoa de sua attribuigoes, nio qait impor a
ata asamblea ama daiso qae Ihe nio compete,
ae tornar dependente de nosa approvago ama
cooMssio determinada imperiosamente por Id,
eomo sappoz e disse o aobfe deputado.
Foi par ter laborado sempre am engao, que o
nobre deputado estove sempre completamente fra
da questaV
O SR. GOSMAO LOBO jastifiea e manda maa
o seguate substitutivo:
a Pica entendido que a gratiilcac3o de qae tra-
ta* o referido art. 28 da lei o. 369 de 14 de malo
de 1866, contina a ser pereebida pelo profeoor
a quera houvor sido concedida, arada qaanlo ob-
le iba jubiligio.S. R.Gusmio Lobo. >
Verincando-se nio harar numero, fiea a diseas-
sie adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
levan* a sessio.
SESSAO ORDINARIA EM 31 DE MARCO
PRESIDENCIA DO SR. DR. AOCt iB.
Ao malo dia feita a chamada acharara-se Bre-
antes a Sr?.: Heonqae Msraede, Ignacio Joa-
qun), OliveiraFooeeca, Canba Pigodredo. Firmi-
no de Novaa, Gas nio Lobo, Padre Atraso, Ptr-
nambaco Filho, Canhi Cavaleanto, Ribeiro Van-
na, J. Mtllo Reg, Fsrreira de Agolar, Antonio
Paulino, Fellppe de Figoeirda, Corra de Araujo
Tolentiao de Carvalho, Erna* Vidra, Rufioo de
Almeida, Oliveira Anlrala, Tendr do S, Pinto
Juntar, Hollaoda Cavalcante, Barra Reg, Goes
Cavalante e Augusto da Cato.
Abra-a a asile, lida e approvada a a* da
antecedente.
O Sr. 1* secretario d anta do seguintt
EXPHWtirrt.
Offlcios :
De secretario do governo la provtada, trans-
miuindo por copia as infornuedet mmistradas pe-
la cmara municipal nata edade, eeerea do pro-
jato q. 16 date anno.A' qaem fez a reqoi-
slgio.
- Do mamo, remetiendo 40 axematera lo ba-
laceo da ratita a dapaa provincial e igual nu-
mero do orgamenlo para o axareieto vlndooro.
Arebive-se o dmtrtbut-se.
Do meemo, remetiendo t oop* da aa* la tai*
eioqaese proeeeta no eoilegio dtitord ddade
do Rio Peraoto, para tvaantsnatt la raga *
dopotado ddxada pato fiisasaaialB 4a Dr. Auto-
ote Lta Cavdoaat de AJtraqnaant. aoiMttla
pdt alstalas.V qnom (tt a rtqttttdta.
* aanaao, rartarneeaajnn na trama abo. 44
le SI lo crrame. tBoapttthoo a eopla la pteio
de Prandao Mora Doprat a as loIsrneejBou alh-
orgameoto provincial.
%> naja Antonio dos Santa Vital, pedindo que
so marque qaota ao orgameoto para a execugo
da le n. 964 de 25 le julho do aono psssado.-A'
commissio de orcamento proviodd.
O SR. PRESIDENTE designa urna a commissio
qae tem de representar a assembla no funeral da
serenssima prineeza D. Leopoldina os Srs.
O SR. PRESIDENTE : Senhores, nontem na
minha ausencia, den-se um incidente que me die-
ra rapeite, nao venho menciona-lo, nem oeeupar-
me del le para faxer disso queslio s ttoho a
cumprir am dever rigoroso, qae tgradear a
aaambla a maneira porque me julgon.
ORDEM tO DIA.
Gontina a discastio do protocto n. 17 destt
anno, que approva a gratifleagao concedida ao
professor Joo do Prado Martins Ribdro.
E' approvado, e nio sendo aceito o substitutivo
do Sr. Gusmio Lobo.
! discussio do projeeto n. 2 deste anno, auto
dando a presidente da provincia a abrir os ere
dita necessarios par? realisar o pagamento da
Indemniacdes devidas a Edaardo de Mornay.
OSR. CVNHA E FIFUEIREDO :-Sr. presiden-
te, o projeeto qne se discato es* ligado a qoestoes
lio importantes- que, para destovolve-ias, eu me
uigo inteirameote inhabilitado. (Nio apoiados.
E malta modestia). Soo o primdro a eonnaa-lo,
oio o digo por modestia, porque nao me lendo Deas
dotado de talentos (nio apoiados); a graga nica
qne me fez foi da-me o bom senso para eonhe-
cer-roe.
Mas, Sr. presidente, tal o dever deeonseisncia
qne me arraita a ata qnesto, qae ea nio pode
ddxar de entrar oa discastio delta, nio obstante
recoohectr a minha ineapacidado.
A a* qnatna a prtodem ootras, isto a ana-
Irse do contrato Mornay e esta ae prendero
qoestSa tio unportantes, qne exigem eonbeei-
aonla especiaes, que en me eooddero o menos
apto para oceupar a attencao da easa ; mnt lera-
brei-me que as comraaoidades religiosas, quan-
de se edebram os ofikios divinos, ot padres de-
bilitados nio recatara ao seu dever, e l a chara,
ano para o trabalho principal, ae menos para le-
vantar as antiphonas e dar lugar a qne os padres
reausta poatam entoar a psalmoda e recitar as
est" mea i
assim entend qne para cumplimento do
agrado dorar, devla boje levantar a queslio
Sne para noao cato era aniipbooa do sacerdote
sbilitado, aflm de que os mens collegas Ilustra-
dos que existen! oeste eaa, cojos talentos teem
sido reconheddos por toda nos, possam, ajodan-
do-me, enr na iovestigacio da qoatio, deten-
vo!ve-la convenientemente e dizer-nos se a provin-
cia deve, adeudo de toda a sea direitos, entre-
gar de mi bdjada ao Sr. Mornay urna indemni-
adto talvez superior a 200:000&
O Sn. Mello Raoo :Nao apoiado, nio ebega a
tanto.
O Sh. Pedbo Aitonso :A quanto ebega, pode
dizer ?
O Sn. Mello Reg :Consulte os orcamentos
que ah esto.
O Sr. Conha e Figueiredo :.. .para dle viver
a lei da nobreza am ama da boas chaara dos
arrabaldes de Londres a casta da sacrificios da
nossoe pobres concidados...
Un Sb. Diputado :V casta dos Impottos.
0 Sr. anha Figceiredo (continuando) qae
pagam pesados impostes para o beneficio da pro-
vincia o para outros mystercs de grande impor-
tonda e urgentes oeeessdada qae aa oppri-
mem...
O Sr. Pedro Aftonso : Para os raystores leg-
timos.
O Sa. Citha e Fioueibedo :(cootiDaando)....
e nio para te entregar a am estrangeiro...
O Sr. Pedro Aftonso :Digt-roe nm tventa-
reiro. w
O Sb. Cumia r Fioeireio :.. .que j nata
provincia adunarlo boa fortuna, nio quero saber
a licita on illicitamente, nem ato o motivo da
quest&o, o qual nao obstante ter viudo para aqui
pobre e abido arranjado, insista em qoaa car-
regar sobre a provincia com oa ooas pesadsi-
mo, iusupportavel.
O Sr. F. de Figceiroa :A colpa oio delle,
de qaem concoma para isto: aectrse-se o pre-
sidente que fez o contrato e depois o que o res-
eendio.
0 Sr. Cunra e Figueibedo :Meo collega, dei-
xemb-na de culpar a esto oa aquello, toda nos
soma eolpada I
OSr. Presidente :Peco aos nobra deputado
que nio ioterrompam ao orador.
O Sr. F. de PtotnuaoA:Nos nio haveraos de-
te-ta, peta menos ea pela minha parte.
O Sr. Curha a Figceiredo : Quando a apr-
senla uaa queslio da importancia eomo ato, que
se dore aladar convenientemente, qae a deve
encarar por todas ai faces, a deixa correr desa-
percebida porque a diz qu ama qoatio de
alta aristocracia, que ha ama toflaencla at inter-
nacional qae vera aetaar em nosso animo para
ddxar paisar cousas para as qoaa nio devemos
por modo algnm dar o noao voto.
0 Sb. Antonio Pacuno :V. Exe. levantan a
antiphona, outroi psalmodiaro.
O Sb. Cunha e Figueibedo :Ouvrei com mui-
to praar a psalmoda e convido ao nobre deputa-
do qne me honra com o seu aparta a qae atole
a enatio e depois ma diga aa ana eonsetencia a
la vanos volar a favor dato projeeto s porque te-
mores infantado de que*toes ioiosnaaonta, e
parda da crdito nacional, fazem com qae a altos
poderes venhim aqn na impor, qae a dora pa-
gar aa quanua ao Sr. Mornay.
(Jal Sr. Diputado : Quera qae impoe.
Odtro Sb. Deputado : Aqui ni ha impo-
sigo.
O Sa. P. ha Fwueiroa :Nos aqni nio rtcebt-
mos imposgo, pdo mona ea a nio recebo.
O Sn. Cunra e Fiocanano : Aola de todo,
Sr. presidente, levo diar que, entrando oa dis
costio deste pro;ecto, com a firmo coovegio a
impulso do meu dever, bem possivel que no cor-
rer da discussio me e apera palavras on propeei-
gdes que possam de algoma maneira etTetsatr a
qaem qner que aja, que cora referaoe* banasta
qae iottrvitrtm no contrato, eomo foneoioaortot
publicoi quer aquel lt qae por iotoresst privlo
de boa oa mi f dertm ana a a sote toar regar
a prvinciacoa na coa tito pea do erad.....
O St. F. de FiEuttBOA :-Qoe os ha. l isto tu.
0 Sa. Comu o Ptaonmoao :.... (oontaoan.
jjMuso qae alo teve a }"*****??*?_*
peataa aJgoata, san aoaana o dtato m eosnprir
oa ttuqoatio sanio mandil
nt,e doran a ana vatot, II-
_ So\{Wi virraea
a contrato Mtraay, 4 tou tai
On Sr. Diputado :-0 que na val e a.
m?? "feotes coo-ra a vtoenamentos.
O Sr. Mello Reoo :A rescitio sarvou do an-
venenamento.
O Sr. Comba k Figueibedo : Eu ird e pro-
ra re o contrario.
0 Sb. Pedro Aitonso (para o Sr. Mallo Rata)
-Eoearregoe-se o nobre deputado dt demonstrar
0 Sb. Cunra b Figueiredo :Fiquem ceos oa
nobres deputados qne, segando eounar as rai-
nh>s forga, bei da analyur nio s o contrato,
como a innovagio delle, e a celebrrima rrscisao,
que den forga e qaasi certo ganbo da cana a .
de Mornay.
Um Sr. Depotado :A censura too* rbida ae
presidente que fez a resci io.
O Sr. Mello Reoo :Nio apoiado.
O Sr. Cunha r Fiqueiredo : Ea eonvlao acs
meas nobres eollega, que sio mais competente
ao que eu na materia, eomo o oabre deputa' pe-
lo prtmeiro dlstricto, que togtobeiro, r-irao o
sr. ajadantt do procarador fiscal, eoJopae ffi^Cara*ee primein indemnMio los
SS.OOO40O0 culo parecer ea i, e a outros fiobm
collegas de talemos superiores quo podarlo ajo-
dai-me nesu qoatio. aaimcomo o tiobra 1* ao-
cretarto, que tem moso-ado orna tnerg* tauvt
vel pelos interesse dt previne*, pan atodii-
rem-rae a fazer eahir es projteto na primdr
discassao, st for possivel
Un Sb. Debutao : Infelizmente elle ata em
terreno legal.
O Sr. Comba k Figoeirbdo : Se, porm, ape-
zar de todos os esforcos o prfjato viva e a Se-
ren as indemnisagoes, sirva isto de nm wlaarjlsd-
rao protesto para qat os nasos noneldadaos sjaibam
qoe aqu ne.te recmto tambem se pngna pelos in-
teresset da provincia, embora sejtm teta mareo
mal legrados.
O Sr. Tolentino :Serr pro te pognoo.
O Sr. Cunha b FiGUErREto : Sr. prtddonte, o
contrato primitivo alebrado, em conseqnarda da
lei tae acabd de diar, entre o praidana da pro-
vlneu e Edaardo Mornay foi ineomptow. a revisio
ou contrato de ratifleacio fd mi, a resfisito *
paslms, Ilegal e ioadmissivel.
O Sn. Antonio Paulino :E o eootrato priro.-
OSr. Almeida Pernamblen :O rrnrratopri-
mitivo nao lera qoalilcacio.
O Sr. Cunha e Fiqueiredo : Bu pn-cararoi,
Sr. presidente, demonstrar tanto qoant-; f! r possi-
vel estas tres proposigdts.
O anirato celebrado em 20 de margo de 1866
se conim nate mago de panal (mostroslo) en
nao posto ir eaa porque Isso seria fatiga*?
para mim e aioda mais para naos oobret colte-
gas, ma pode-se dizer que oa toa mxima parte
as condigSes ah estipulada sio a nrnf le Sr.
Mornay.
Um Sb. Deputado :Todas.
Otrraa Sr, Deputado : Se tai um centrate I*
compadretco.
O So. Comba e Figueibedo : Urna daa coedi-
gues man neceisanas (nio am otar los termo."
toehniea porque nao son eoavondro) a qna mtit
eodsdosameote se deveria estabdatr para a re
goliridade da estrada era a que a refere aa eor-
vas da liaba frrea, mas disso se nio iraion. Ora,
o imo nobre eollega pelo prtmeiro dittrieto qae
eogenheire, digt-me se se pode ftzer um 60011*10
de estrada de ferro tem incluir no plano das coo-
digoes regrat qoe determiotm de quaola por
eento devem ser as corvas da airada.
, mMnr > e>a qaanto ata eootrat) mi io-
eempIttoMu ello a falta data eoodtoie onictmeoie.
e deixo de tocar n'outros pona para nao estar
masando os collegas. Poi tio incompleto a aa
trato qoe a assembla provincial, amiga da situa-
?io, nao approvoa-o, devolvea-o para o presiden-
* r*T,f a wrrigir, nio s em suas laeonaa, como
estabelecendo eondiges que fasam mdhores para
- provincia.
0 So. Mello Reg :Para aggravar maia a ar-
te la provincia.
0 Sb. Ccmba e Piceirbdo :-Baa ddlbtracio
fra tomada na Id n. 757 de 1867 qut diz: (laolo.)
O presidente da provincia flea aotoriade n
rver o contrato celebrado cora Mamay, para
constraegio de nm ramal da trilboa da ftrro a-
< oomioado tramways, e fazar a aiatrneSa qee
jolgar eonvaoieota sem noca enw port o tro-
vieta.
Noto bem a cmara sem nava oooa pare a ero*
nncia.
( Continua a ler ).....< podtndf detormioar
qae o pagamento da respectiva sobvtngio kirtnw-
irica seja ftr* em diobeiro.
O Sr. Mello Reg :-As altera-es aggravaratn
mais os coba poMiets.
O Sr. Almeida Pbrnamicco :Depois rato a too
approvando u alte agoti.
O Sr. Cunha o FwuEitioo :At alaracoa tu*
em comprimttMo dekta te* qoe acabd da ter st C-
xenim stm xelnrem orno dot ctotnoli in-
con veoieott qut exitUaa ao cootrato primitivo.
Un Sb. Deputado :-Sa a revisio foi ceta asa
fim.
O Sa. Cunha e Ficceibedo :Fd inrbieili Mor-
nay de favora dade as pontos oto eabattee a* a
oohat do pea.
0 Sa. P. ae Fiquciba : -St a ravlaia liaba por
fim isa mesmo.
0 Sa. Comba b Fiootrano :-Fd, par tapia,
marcar-lht novo prato pan ellt anroaatar a a-
toara grapbyoa. orwmtnta, paran, ana, ele. tai
para qae da Senara iranio da pagar a mSm
oa qoe ja linba incorrido, tfioal, Sr. aisdlsaes. o
qoe mai dt lamentar, fd parara iilibiaemt
qoe o Sr. Mornay havia do ter baaoMnonaa nio
o dot trabaibot a attooos qoe Uvate tt* a
eooformilado eom a Id de IMS, etna a*nen dt
mais 30:000*000, oio ad qut orate, paqat o
pratkVto* loarovuem o a naneara la ralo
dato eaa trraram a boa ft t eooaaaateae* 4
admiuir Mornay a bztr ora ooolrato aa qna lo-
ria dlt ganbtr aa tolo o aneo, anda osatura
quando nada fizase : ora oa jago qoe atea fax*
coj a pro vine apara este fia......
I'm So. Dopotado :-Foi qaem rtproantara n
provincia o culpado
(Ht ootrot apartes.)
Sa. Cumba a PwotraRDo Valba-noe Dnnd
Coc qoom cootrilou o Sr. Morntv ? Poi coa oa
sen Joros on eom a provincia ?
C Sr. Mello Rogo .-a praviocia arrogot cor
C SR. Ctmba o PKKrannao : -Mas, Sr. emita-
te, nao soa tu qooa asobn qnatioa ai iiBami
este revisio, vote* ratM/wennra
o qualioearaa noln tntlhor. O
peoly no sen rdalorta a eo*
~~* r" "-----r------11 iiiaaofai i *>
7 > mmo itfM rraa





)
&*ff i jUlIHfrHfl' J* Pernarubuce Segunda (eir 17 de Abril de 1871
"
*> !Wft-.!ltJJ UWM
- / ......-.-
- -*-
Sishjdes, conVradamo
oniay no cumplimento do contrato ; e depois
filiaremosduVieisaV.- Permutara meus nobres
cnllegas que ea-M enfade um pjuco com essa le-
ra. ,
Um Sb. Reputado :Desejamos muilo cuvi lo.
O Sr. Cunha e FiGUEinjDOflt-( leeeto. )f
c Segando os termos^ coelraio, ira o vajDpre-
zario abrigado a apreaeaur ai platas, per*= e
orcamento detalhaimit- (Aras al 2b' de on)
do auno segrate, tend> Ai, por^m, esee cn-
irato modificado de eonfirrnidade i-.in a aln
sacio concedida pela lei u. 737 de ."i de jaiba de
Isod, foi aquelle praw pronaaido al 7 da no-
vrnbro ullimo. Era dala da 8 de marca do an-
no passado, reraetteu (te Luadres mencionado
eraprezario o cp5 metUQS de tramways tntre Frrcheiras e Beterros.
Submettidos esses trabalbos ao exime da dlrec
toria das obras publicas, informan esta era 15
de junbo, que o concessiouarie nao bavia cura-
priUo integralmente as ilsposices -do artigo 2.*
do con rato, poit, lendo-se obrigado a apresentar
a' plantas, perfls, ornamentos detalhados e dis-
cripeo das obras para a constru.'cio de ama
i liaba con a largara antro o trilitos igual a es-
irada de ferro do Recite a S. Francisco e de ou-
< tra que os estados mostrassem ser mais eoono-
mica e conteniente, apenas apresentou a planta
dos lugares, nm'peftil longitudinal, urna neta
dais ^anjL>Xai ^T*"--*0 nfna descripcao muita
resumida dor tugares por onde~ a estrada deria
pasaar, sem nada dealbar, i orno Ihe cumpria ;
o que pbftamo achava-se a directoria ni Impos-
sibilidade de verificar a exacdao do arcameoto,
tanto fela dif(l:toDcla longitudinal, como pela
falta dos transversaes, e igualmente dos perHs
ttas obra* d'arte, notando-se todava erros no
calculad no casto fas obras oreadas, segundo o
resumido orcamento ou nota apresentada, erros
qQe .rrifellzmete redundavam im prejnizo da
provincia, elevando o casto dos trabamos.
v a casa que E. de Mornay nao s nio cum-
lirio, como devera a segunda clausula do contra-
to, mas ate ubrou de maro exagerando o calculo
tmo orghieuto das obras, com o flu de obter a
lascisio e as Indemnisac'o's qoe agora reclama.
Antes, que me esqneca devo dizer a casa que fui
informado por peisua competente, de que o deas-
nbos dos trabalhos graphicos eram phantasticos e
apenas pintados em diversos pedacos de papel.
(Trocara-se partes.)
O Sr. Ctnha e Figukiredo :Nio se flzeram os
sludos necesarios, pmtaram, allomas cousas em
duas oa tres folhas de papel, chamaran! a isso per-
fil longitudinal, orcamentos, etc., a que afraal Mor-
nay fizera o que se chama no Rio de Janeiro, pin-
tar a manta para com isto exigir desta provincia
un indemnlsacao exagerada, Inqualiflcavel, sera
razio de ser. Mas, Sr. prsidei ts, delxando de
parta este escandaloso procedimento de E. Mornay
os erros de calculo cima referidos, que nao
admissivel baoi em um menino que esluda arilh-
metica quinto mais em um engenheiro que obra
de boa f. Continuemos a oavir o que diz o Sr.
Baepeady (Jendo).
Remettidos todos estes documentos ao en-
geobeiro fiscal interino da estrada de ferro de
S. Francisco, que foi tambera ouvtdo, entendou
< elle igualmente que os dados apreseotados pelo
concessionario eram insuficientes para que se
o podease formar um juizo conveniente sobre ocusto
da obra; e apreciando minuciosamente as ver-
bas mencionadas no ligeiro orcamento apresenta-
do, demonstrou que em geral eram excessvos
ospracos parciaes das obras; as qaaes entre-
tanto nao,ie achara descrlplas de modo que se
possa com exacdao determinar a sua cubaco
ou o valor da jarda linear.
Ora, Srs., ser necessario advinhar a razao por-
que Mornay procedeu desle modo na factura do
ligamento por elle fantasiado ? I
A casa desconhecar a razao porque bouve
estas inaxactidoes no orcamento, augraentando-
se o casto do trabalho ? Era que pelo contrato
a provincia tinha de pagar ama subvenco na
razio ib valor kilomtrico, clarissimo que
augmentando-se oorciment) das obra?, maior
devia ser a parte que a provincia onriga-
da a pagar ao contratante, e assim obrigar a resci-
sao e o pagamento das inderansac,3es marcadas
no art. 32 do eontrato, e para consegui-lo foi fal-
sificado o orcamento, procedimento este intolera
vel entre homens que se presam e que aspirara
ser acreditados peranta o goverao de ama provin-
cia como esta.
O Sr. Pbdro Affo.nso :Ahi que esta o dedo
o gigante.
O Sa. Cumia Figueirkdo :O Sr. conde de Bae-
pendy nao se contentou com o exarne dos en-
ganheirns das obras publicas, mandn ainda pro-
ceder a outro exame uiuito minucioso pelo lllus
trado engenheiro fiscal da estrada de ferro o Sr.
Buarque.
Um Sb. Depuiado :Peloajudante do engenneire
fiscal, nao o Sr. Buarque.
OSa. Cumia Figueiredo :Ea posso esur en-
gAia-.o, li nos papis engenheiro fiscal interino, e
pensei que era o Sr. Buarque. ,
OSa. Probo Affonsg -.Naturalmente foi o Sr.
Figueroa. _ja
Octro Sb. Deptado :Foi o Sr. Caineiro
Rocha. .
O Sa. Cumia e Figueibedo :Esse engenheiro
emendando que os dados apresentados pelo con-
cessionario eram insfllcientes para que se podessa
formar um juizo conveniente sobre o custo a a
obra, e apreciando minuciosamente as verbas
mencionadas no ligeiro orcamento apresentado,
demonstrou que' era geral erara excesivos os
pregos parciaes das ebras, 03 quaes entretanto,
nao se acharam descriptos de medo que se po
desse com exaclidao determinar a sua cubagao au
valor da jarda linear. />
Cmopois^podria a provincia, a vista disto,
cumprir o cjntrato?
Sa. Mello Reg :-J ve a necessidade da
resciso. .,
O Sr. Ct-NHA e Fioubiredo :Nao se adianto
taalo, nao sa afllija que eu ja vou mostrar-lhe eme
a reseisao foi um mal maior, e portanto nadmls-
sivel
Contina o relatorio do'Sr. Baepeady, (lendo).
$ Concluindo o seu extenso e importante tra-
bii'.h, fui este eofenheiro de'opiniHo qoe o go-
vera nao devia approvar as plantas e or$amen-
tos offeracidos pelo concessionario, sem que
este apreaentasse os perfil transversaes, sem os
< quaes nao se pode eonhecer o volume exacto
dos aUrros, # escavaepe; os typos Idas obras
d'arte com descripcao minuciosa de todas as
suas partes ; o perfil da via permanente, espe-
cincando ai "dimensSes e o peso dos diversos
- reateriaes, fkal'uente o preco d cada parcella das que
entrara no complexo de cada verba.
Ista est mu frisante e foi transcripto pelo Sr.
Baependy em sen relatorio para mostrar a razao
porqua o goverao nao podia approvar semelbante
plano, nem podia admiltir as exalteradas exigen-
mentos e erclamacoes do Sr. Mornay.
Contina ainJa o Sr. Baependy (lendo),
Submetlida arada esta questao ao condec-
aseoto da eoramissai, qe nomeei para examinar
diversos ramos da administracSo provincial, oc-
. capon-ae ella largamente da raatarta, chegaado
* a sa* maipri^ as segrate* eonclwdea !
. -r l: Que se o contrato de 23 de aaaio de 8m
< lo i oieroao pArs a provincia, as aliernoCes da 7
a defloverabro doanno segrate ranaiauram-no;
a dertaode que sai da .frade loeoaveaienoia
para a proviBeia aeaaelhanlft lha da tramwayM'
Eis a oalinda^o a,ue dei apouao no principio
do mea discurso no contrato ou rescieSo conlirma-
da ara termos ais enrgicos e mais decisivos per
ma comis*) competente que ostadou a qtiestia
eom toda-a minuciosidade. lista pois provada ai
Jan primeiras preponiQes qae .aeoei.
OSm.MEtuR*a>J-fiopraeer oadeno
aver reacia*). ,
O Sa. GwiaiA 'wueiribo :Qaar qae lata
Srs. au davo levar adiana a ma, a isWoinplela.
rfiu axpaaieo do eBtndo qoe flz saes
na, para tirar a minaa coachisiD. Nao deseje
enfadar a casa, astea euatprindo trm dever.
(Anoiaskis).
Contina a ler:
S*. Qae os trabalhos epreeeaudoi pele con-
aaasiaaaiaa, Abaao eamrprisaeniD *f chrasala
u do sen contrata na* podein ser actertaa como
taes ;
ir *.i%ae nao tando o eoneenioaario obtrdo dos
poderes do estada os favores de que trata o art,
c 34, t sendo, tasa favores irapresswdiveis em
c tata oa aats, 7 81, para awallar-ca es ora-
proastaat da prometa para cosa a empresa nao
dteal aMajMotfoqMlo daspoafe. ao aaeiaM art ti.
a>.fla\naw Mano :'-Isso-mk sotomae a, par
Mrjafeaaaio a* pareas* da eammieaas.
a fljpa laia* lasftaaimaaao r*^ praaidisn da
lapiiadaatii ajuMa* ir' ri 1 "i i fia d
coatrato.
de tal,
que me
questao
collegas
resciso
da
em
- O Sr. Mello Rbgo :Nao me encarrego
estoo rae pondo fra da questao.
O Sr. Cumiar Figuhiboo : Contina o S*.
Baependv, (lendo).
minora da commissao foi de opimao:
e enypata djaakmrakaaas (toa aapenhei-
citain, nao leja ni aporovadOS c pa-
ai rsentelos para a estrada de
exatraf a Beterros.
te so marque na novo pra^o para a apre*
ds outros trabalnoa ene completem #
referidos .iilaaos e orea en tos de eonf-irnudada
com a coniliccae si guija do eontrato.
3. Qoe so depoisfc ai'resentaci* oesses t
vos trsJMlhos a eaicujl o varoafteiro cusi
obraa, resolva o iovera ee dora mandar aaec
las ou rescindir o contrato, sugeilando a provincia
s indemnisac,5es de que trata o art 32 do meso
contrato.
Vejara, pois, os meas nobres collegas
hao honrado com os seas apartes, que a
melindrosa e que se os meas nobres
tivessem estudado-a nao diriam que a
tinba sido conveniente.
Pelo artipo 31 nao uavia resciso a faxer, por
que o coatrato eslava sem effeito e o art. .! foi
apprwvaife por Om lei; nio havendo coatrato
em vigor, porque este artigo diz o segrale:
(lendo).
a O pxflsante contralanaa. aera Qbnjtatnrio se
o comesslcraarto nao obtirer dos poderes gerae*
favores sobre tseneo de direitos, rejsruUmealo,
recebiraento de pasogeiros e raercadorias dentro
da zona do privilegio da estrada de S. Francisca e
porsentegens sob o iraasoorte etc.
Ora, seabores, se Mornay nao tnha obUdo esses
favores do goverao geral....
O Sr: Antonio Paulino :Mas se elle prescin-
dir d'elles T ,
O Sr. Pkoro ArroNSo :Esl provado que pres-
cinda f ,
O Sr. Antonio Pauuno. Est provado tamben
qoe aio prescinda ?
O Sr. Cunha e Fjgubkudo :QaaBdo os senho-
res acabarem eu conlinuarej.
O Sr. Phesiiibnts :Quem lera a palavra o
Sr. Cunha e Figueiredo.
O Sr. Antonio I'ai i.im : Mai eiso artigo |
a favor da resciso.
O Sa. Cunha a Fwueirbdo : ~) nobre depniado
est fallando de oitiva.
O Sil Antonio Paulino :Como V. Exe. apesar
de ter tido os papis em sea poder tanto tempo.
O Sr. Cunha e Figueiredo Donde concluio o
nobre deptado qae nao estou dizendo verdades ?
Eu o convido para a disoassae ; nao pode dizer
que estou aqu fallando de oiliva.
O Sn. Antonio Paulino -.Tambera nao o auto
risei para duer que estou fallando de oitiva.
O Sr. Cunha a Figubibbbo : Este artigo Sr.
presidente, urna coodieeo do contrato pela qual
se Mornay nao obtiver do goverao os favores,
isencoes de tudo qaanto se diz no artigo para levar
a effeito a empresa, o contrato ficar de nenham
effeito.
Ujc Sr. Deptado :Essa clausula so em fa-
vor de Mornay. ,
O Sr. Cunha e Fioubiredo :Dix a nobre de-
puiado, qoe rae honra como seu aparte, e que esta
clausula em favor de oroay. Mas perqu 7
Ento esta clausula nio a favor da provincia,
qaande depende a realidade do contrato dos fa-
vores concedidos pelo goverao geral, como seja
isencio de direitos, permissao para coastralr a
nova estrada dentro da zona da de S. Francis
co etc. 7 Tudo isto aaa entra no orcamento da
empresa Mornay para a provincia poder calcular
os sacrificios que tinha a fazer com essa estrada 7
Para que vera esta clausula no contracto 7 Nao
foi para qae a provincia nao pudendo aupportar o
dispendio deixasse de raanter o coatrato sera
maior onu i 7
Ua Sr. Deptado :O anas creado por esse
artigo nao para a provincia, paia Morrav.
O Sa. Cunha e Figueibedo :Tambara redunda
ern beneficio da provincia, porque para levar-so a
effeito a empresa era preciso que o governo geral
Uzease essas eoncessoes.
(Trocam-se partes).
O Sr. Presidente : Lembro ao nobre depn-
iado qae se deve dirigir casa au mesa.
O Sr. Owha e Figeiredo :Mas Sr. presidente,
o qne quer V. Exo qae ea faca, se os nobres de-
puiados me interrompera constantemente, se me
desviam tal vez mesrao para eu rae perder ena
continuar a faxer a demonstrado que desejo7
O Su. Presidentb i Ea peco a attencao doa
nobres depuiados.
O Sr. Cunha e FIgukirbdo : Sr. presidente,
dizia ea que, desde qae Mornay nao pode obter
do governo os favores mencionados no contracto,
segundo dispde a clausula 31, o contrato nao tinha
vigor. Ora, se o contrato nao tem vigor era vir-
tude dessa clausula, porque ella sendo imple-
mento do contrato nao foi enmprida o que a qoe
havia a rescindir ? Rescindir urna coosa que aSo.
tem vigor 7 Quando rauito o que se pedia fazer
era mandar indemnisar a Mornay das despezas por
elle adianladas para fazer esses estudos, se que
as fez. ,
. O Sr. Mello Reg .Foi justamente o que fez
a rescisuo.
O Sa. Pbdro Affonso : Fez mais do que tslo.
O Sa. Cunha e Figubirbdo :Devia pois o pre-
sidente da provincia" dizer ao Sr. Mornay : no
na) temos coatrato, o eontrato nao tem vigor por
la nao estad cumpridas as clausulas do artigo 31,
nao ba necessidade de resciso.
Nem raesmo os artigos qae aqu eslao estabele-
cendo o raeio do arbitramento podiam ficar em vi-
gor era vista desta clausula, porque nao exista
contrato, desde que esta clausula nao foi cara
prida.
Mas, Sr. presidente, o qae se proourou fazer
foi atemorisar, failaado-se no reeeio de ouestoes
diplomticas, como vmdo isto aflm de se obter da provincia a Indemnisaco
pedida.
Ora, senhores, nos estamos no scalo XIX e
ser possivel que a raga bumaaa estoja tao dege-
nerada qae naja naeo qne eslabeleca ama ques-
tao diplomtica para satisfacer os caprichos de
ura hornero, cajas exigencias desarrapadas estao
patentei dos documentos que acabei de ler 7
Nao. lito o historial da onja, como vulgar-
mente se dlzjjara atemorisar a provincia.
E tanto o Sr. Baepeady entenda que n5o devii
fazer a rescislo, n3o obstante a eoneraso do pa-
recer da commissao que elle d em resumo no
seo relatorio, o qual II alternamente.
Um Sr. Deptado :A opiniao do Sr. Baepen-
dy pela resciso.
O Sa. Cunha e Figueiredo :Mas nao a fez; tefe
o tino de nao raetier a rao na carabuca.
^Depois do Sr. Baependy ainda intlsildo Mornay
nis exigencias impertinentes e exageradas, des-
pacbou o Ilustre vice-presidente o Sr. Dr. Por-
tella em li de ontubro de 18C9 o segniate:
(lendo).
< Anda quando estivesSe eutoprida a clausula
31 do contrato para que este se tornasse obriga-
torio, o orcamento, planta1, e perfls forncides pelo
supplicante nao esto de conformidade coro o art
2* de modo a poder habilitar o governo a tomar
resolu(;o nos tormos do art. 32 do rtesmo con-
trato. Aprsente pois sqppllcate a* plantas,
perfis e orcimento detalhados e dscripao das
obras nos termas do art f, park o roa flei-fte
marcado o praM le um anuo a contar da presante
data, i
i E' um Jnrficonsnlw haWtaide a Interpretar a
lei que deu esa i Interpretarlo perfeitameme de
aecuro eom o trato aio podls predWlr ws effeitoa aaies das
eoodicodes realisadas. (ApdiafOs), Folgo de ter
que a imnha fraca oplnlao est bam amparada
por ara dlMfnto lente di Faculdad dd Dreiio.
Q Sa. Papao Apwmbo :*-** lie estivesie ba
presidencia a reseisao nao se teria feito.
"Un Si. ubtutaiw ."^a i''ffMHlit xfstdt
O Sa. Conha a Pi(ramBBi:-0 eoatrato da rea-
ciaao est aqni, o nobre deptado lea-o a sao
gasto. Sim, existe infelizmente.
O Su. Teixhira db Sa' : Mas teas torca ftbri-
gatoria 7
O Sn. Cunha r. FiGuaiaaao :Ea j esto* etaa-
rido de torcas para lea e discutir per eme forma
iBtetraraeate aera e desasada I .
O cntralo da renniao eontarvea todas as clan-
salas oomra a pforHKia, toado i mais nma, qne
a aae dis ana ae caso de reseisao o Sr; Mornay
tona nmaindemaisaca de triota cantos da res.
Deisrales esta pebre cabeea pata dcaftmar
qaal a raaao.pela qarla dari *Mamy o.jkto
de raanfler 3O:0Wd per cansa da reseisao, artan da
maMiubario dos irabaibaa grapbicos ante Ni
datioranaa^io da aabata pintada, a que M*oty de-
Bomisna oraaaaaDtoa e irabaHhea arapaitcos. Potf
aae, dala ra a mraa- saesmpw apnamaia portar
tido a.....Iiiiwliiiii liiaiadijlt ir^T --faaa
rae net awojdtatqaa JkleadWaa^aaaaar da tado-
kaoB,parirjraa-*evM dtaar aaaa> da tWaaa^aot
rae o Brasililro defendem os seai intereise,
procaroa tirar disso vantagem, obtendo ame
is favores, ha do mais a mais ser obrif ada a
.demnisa lo"de orejuizos que nao teve7|sa.
f certft b que gduardo de Mornay conTeguio ai
oodPsguira desta desditosa provincia tudo quantoj
qntxer. BHe tem guapos protectores, e um lo
mera. tonaa-ijua aabe levar a agua' ao seu moinho.
O quft certo, senhere, aue a conde-cendencia de
haver a provincia contratado eom E. de Mornay orna
X
rada daferr
eiro dos
estrad
irme q
Ma-
tes una
A palavraj
Indernn
demnisa
Um Sb.
pUlOU.
O Sr. Cunha,
ladoda uiult
alm do cusi ver-
pelas por elle feloa
ei o dei ir mu.i, una
uer entregar de mi
issiflal dar-se ananto
na); 7 Porque 71
que seja indemnisar.
, .jue aluem tave, IB-
pezas lUaalRuemaoiantou.
utado :Di multa que se estl-
Figueiredo :Diz o nobre depo-
ne se eetipulou no contrato; mas
fe
izemti o
pre julios.
usas a imaginacao, qae sou obri- Caxanga, sob as olaasaiaa coastaates da.parlapia
blicada.
no contrate nio se eatipalou malta algarna e sim
anta celebrrima indemnisaQo de 30 contos, se o
contrato fosse rescindido.
Eu entrarei na analyse da clausula 32 era que
se admita esta resciso. Esta clausula, Sr. presl
dente, estabelece que, se porventura o presidente
em vista do orcamento entender aae b eontrato
Mornay seria muito oneroso oa superior s forcas
da protineia....
O Sr. Gusmao Lobo :nico caso em qae se
devia fazer a reaeiiio. .
O Sr. Cunha e Figueiredo :nicamente neste
caso j sappoodo o contrat erh vijiof por esonm
satisfeilas as clausulas do art. 31 qua precede ;
lmente nste caso defera o presidente da provin
cia admiltir a resciso e mandar fazer as indem-
nisaerjes constantes do contrato t especificadas na
lei
Um Sr, Deptado :-Q art. 35 nia cogltija ge-
nio do caso em que as obras tivessem comeco.
0 Sr. Cunha e Figueiredo : Trattva de mdem-
aisdr trabalhos que suppnnha existir; mas desde
que do existissem esses trabalbos, e tanto qa<
uo se pode avallar" o coito kihroetrico das obras
parase poder pagar TndAmnisacao qoe a pro-
vincia tinba de fazer, nao podia se considerar em
vigor esse art. 32, fazendo-se a Mseisao, porrjne
ella so devia ter excucao qoando as obras eitl-
vdisem comesadas, nao se leudo chgado a este
-.onheciihento, porque os trabamos graptiieos nao
foram apprnvados pela pr/ldeBcia.
U Sr.Deptado :Nem eram completos.
0 Sn. Cuitm. e ujubUsPO :FoW reconheci-
dos Ifiidfflflientes por tft Oi engeithefTrJs que Os
examiqaram. D'onde veio, portanto, a.forci desta
clausula para te rescindir desde logo o contrato
e anexar a provincia nio s com Indemnisa^ao
dos trabalhos grapnlios, como, de mais a mais.
com ornas luvas ou dm quanlia em dinheiro que
se qner dar de miobefjada a Mornay f
O Sa. A, Pernavbuco :Sa nio exist sse eSti
clau/tfla, bera ; rri Ugem ohmbj.
O Sr. Pedro A/fonso :Awnde est isso f
O Sa- A. Pebnambuco .:fa le.
O Sft. Cinha e FicuEtREDo : Aonde est essa
lei, mea Deus I Eu nio sel como qae se emen-
d a lei por esta manira.
Tambem na lei est o arf. 31, que diz qne o con-
trato nao existe, nio lera vigor, senao quando
Mornay obtf*a/ as ConcessOes e fatures do gover-
no geral. Diga-me agora o nobre deputad t, qual
dessas duas- clausulas deve prevalecer para nos 7
Um Sr. Deptado :Se nio existisse essa clau-
sula, o presidente ni<* faria a rescisio.
O Sr. Cunha e FiGUEfitEPO: O presidente fez a
reseisao porque todo o hornera sujeito ao erro;
elle commetteu um arf, e nos apoiando lei,
vendo o contrato, vendo toda esta lalo enorme
Contra a provincia, devenios corregir esse 6rro.
Eu pretendo para isso presentar ora projecto
substitutivo reieitaado a rescisio e mandando in-
demnisar a Mornay fomente das desperas feitas
edm os estados graphicos, segundo dispoe i lei n.
649 de 1866.
O Sr. G. Lobo:Qual foi o presidente que fez
a rescisio f
O Sr.. Pedro Affonco : Foi o* Sr. senador
frederico.
OStt. CunhA'e Figurirem:Ea nio vim aqai
declinar nomes; as datas dos contratos e as as-
signaturas dizem ells quera foram perfeitamente,
nao sou obrigado a estar aqui declinando nomes.
Mas, Srs. a res-isio inadmiswvel, nao tem ra-
zio de ser, nio esl determinada na lei, nos nao
devemos approva la, nem detmcA indemnisar a
Mornay do modo porque ella o dispoe. ( Appola-
dps-)
flostsemos a Mornay e a Inglaterra mesmo, qo*
nos tambem temos enefgla, que esse eontrato nao
vale e nao deve vigorar, 6 venham se qaiterem
trazer nos a faejlio internacional- ,
Isto uro medo com que se atemorisim os inep-
tos, os fractrs de espirito para# obriaatos a dar di-
nheiro a Mornay, qae li esl era Londres gii -
do a nossa fortuna lei de fldalgo e nos aqai sof-
freodo milhQs de necesidades.
O Sa. A. Pernambuco : Se sa trwae de ap-
provar o contrato, bem.. |
O Sr. Cunha Figueiredo:Mostr o nobre d-
patdo ara* artigo n le que tenha approndo a
rescisio.
O Sn. A. Pernambuco: 0 artigo qu aterisa
o presidente a rescindir o contrato.
O Sa. 6. Lobo : Hontem tratava-se de ama
gratifleagio de cento e doze mil reis, era preciso
a aprovacio 'da assembla, hoje trata-sa de tima
iademmsagao d centenas de contos, nio e pf.
csso"f
(Troear-se mais apartes).
0 Sr. Presidente:Attencao I
O Sr. Cunha e Fiqueiredo ; O nobre deptitro
Sr. ivsecretorio acaba de dlter qae tera oplni
formada, que est se rastruinJo : eis aqui, Sr.
presidente, porqae nio querendo ater monopoleo
dos documentos, e antes querendo qae todos
se rastroissem bem acerca desti magna Impor-
tante questao, que quanto a mira de mteresse
viul para a provincia, requer a esta casa para
mandar publicar os documentos no jornal da casa,
para que os collegas para qae estudsssera 8 djttes-
tio, para que vlssra as raoes jurdicas qu de-
viam determiaar o sea voto e me ajudassem a
evitar este escndalo de te dar dinheiro a Mornay,
sem qae elle tenha feito bem atgum a nossa pro-
vincia.
Entreunto, Sf. presldei
rara publicados oi docal.
se echa em discusso antes
sou eolpado disto.
O Sr. Presidente: t)
razio porqae foram pnbllc
O Sr. Ccsha. e Figueiredo: Sera estoo fazendo
ensura a V. Exd., estou dizndo apenas que de-
sejei que os collegas esttidssem a queslio antes
da discusso, para0verem se eu tinha ou nao ra-
tio no qu dizia e para vlr ajdiar-me a iq dar
dinheiro a Mornjy, o qae ser uma-iniquidade
eonlra a provincia.
Duzeutos contos de reis, senhor presidente I
EsU quantia distribuida com piedade qhaotos od|
phos, quantas viuvas nio se soccorria, qaaniiS
lagrimas nao se enchugaria na provincia em Per-
nambuco I 7 Entretanto, esses. duzentoa. cont*
ho de ir para o Lo!so di Sr^ Mornay para se re-
galar em Londres a sua vodiade 1
Dozeotos contos de reis nio seria man eon>vT-
aiente que (Icassem fia provincia para coroeear a
escola agrcola de que o Sr. presidente da provin-
cia era sea relatorio Talla com tanto mteresse e
Incide*, mostrando a fiecessidide de estabetecet o
ensir.0 theoric e pratico da agricultura na pro-
vincia, o ensrao que entretanto eoavem ptt ele-
var a prodcelo a a riqueza Ua provincia "
Toda a familia econmica filo oolprega 6 sen
capital, sanad r r-oasa productivas conve
nledtes, couias que Ihe augmentem a feUdl...
0 Si Pedro Atfobso : Nent todos pedia*
assirn.
O Sn. f.u*H\ a ftaaEaaooiGue Ibes aogmen-
tem es meras de subsisteaea. .,
0 S. Pedro Aetomso : ti Sr. Fredewo nao
pensou assim. .
O Sr. Cunha r Figueiredo : O admlaUtrador
da provincia aaa uai grande pal de familia devia
ter muito em vista atteador para a agricultura fa-
zendo-a prosperar, guardando o qoe podease
guardar de aaas capkaea para assim augmentar a
prodcelo, porque a agricallura 4 a oaica ou ao
meaos, a priaWpal foate da riqaau de toda o im-
perio e especialmente da provincia de Peroam
buco.
Um Sb. Dbhjtado : No nosso pali a nica
U**** ,
0 Sa. Goniia r Fioaaiaaoo :-fi aaaae se ha de
desenvolver este ramo da fortuna paWiea seeae
gasUode dwlMlre a eom esmerada eameabo, em-
pragaate eapitaas na entino para aabilHar aaoal-
tea qa se diswadsasiia iadastria, e aftoal, de
pandaodei awsran oom aacridito -para poderraoa
aa^ber a tenaos am Maro moibor a a* oes del-
xarmot rolar sobra e arieipicio da jajiajiaiii ees
ae TAOH5 de ai a pelar aae saber atea* iremos
(H BUe apartse). '"- -
0 Sa. Cunha b Piqubuhdo ;~%|partea me fs-
jado f ddaviar-me do meu proposito.
CbmOB atteocao do nobre deptado apa defen-
dadl re-ei'sao, ou que chama a rescis|6 rxfailo con-
r....
^Sa Pedro Affonsi: E ha de (MdjaT-
0 Sa. Cunha e Figueiredo :......&. para a
lei qua autorisou a rerwo do contrato, a qual diz
assim:
(Leade)-. je* jsjr asjaw
O presalete d.i proviacla ojea autor,
rever o coatrato celebrado eom asird
naaBf V-..... e falei' M aher
JaaW cipiivaaleote, sem novoi ntoj pa
viada, podaido determinar qua o paga
respectiva adbvenco kilomtrica saja fi------------
nheiro, no*Jplo a provincia oiietada efjhantia
superior IDO contos de rais annaalas de.
Ora. meltt lenhores, oaJ i a espirito dests
lei? Qualid modo de a inaarpresrar7 E' qne, si
para o cumpriraeoto do contrato, isto para a'
factura da estrada da acontestavel utidade e
graadv benetleio. da ptorlacia, o preseato .aio
peweria fazer iltefacio alguraa que trouxesse
raaior.es. onus a provincia. Como pois, que o
Sresidente podia alterar esse contrato trzendo
isa a pronacta um < nu> de 200 contos de ris.
sem que d'ahi resulto beneficio algum ?
(Ha diversos asaras).
O Sb. Cunha e Figueiredo :Ento do onus
dar-ee uma i adata ai sac.io de aVa) contos, sem re
aullado algum para a provincia? Nada podia haver
de patora que i ramaio.
O Sr. Mello Reg :Essa lei referia-se uniea-
THanO J-fiJcTiao oo conwalo, ntdtls qoe foi teta
mleiramento em .untido contrario ao qae dispu-
nhi a lei, mas depois i assembla approvoa essa
ravili.
O Sr: CItha E Figueiredo :A le d ipprova-
r*t de que falla o nobre collega nio revogou a
outra le mandn rever o contrato eom essai
condices de nada se fazer que fosse mais oneroso
para a provincia.
(Tfocam-se apartes).
O Sr. CCNHAFirjutiHEDQ: Meas caros colletu.
uuando se quer sophisraar a Jet nada ha dsraais
fcil: M tem nariz d cera, alten vdtgarthentt:
Cada am a torce para onde qner.
A ralnha oplniio e, que, segundo a fflesma le, a
rescisio damnosa como se acna nio podia ser feita.
para isto nie tldhi i presidente antorirtflo.
Senhores, digamos a verdade. sera todava offsn-
r a ninguem : Corre por ahi de plano tiesta cida-
e que qaera quizer conseguir urna coasa a qoe o
Vulgo chima jjioa, e qae eu nao le b qoe nem
o que significa, mas que diz'nra ser asquerosa, nao
tem mais do que meter como intressado bella um
sugeito........
Um Sr. DbpiiItado :Q&e Se nima patota T
O Sr. Cunha e Fifil-EtRDo :-.;......rnflaente
da dominaco, tomar como leo advogado um
tambem influente* da opin ao contraria. Feito
tsto esses individuos metem mi ios arames, s
poem na maior activida'd e 0 negocio est conse-
guido. ^^
O Si Souzx Lfc.v:Foi (jire Mornay fez 7 v
O Sr. Cunha e FtauBiPKBO: aobre depatido
prganta-me ? Talvez saiba elhor do qae en.
parque quando todas essas consas se deram eu me
achava na Europa, nao eslava aqu; cheguei oa
iro da, em poca postenor a todos ests rtan
jos, e como que o nobre deptado me pergunta
se foj assin? j_
0 Sr Souza Lbo :-ntSo rae proposito vio
a historia 7
O Sn. Cunha e Figueibedo :o nio.setterranca
pira cahlr do sed laro. Fa;a o nobre deptado o
juizo que Ihe convier, e se quer saber meibor, con-
sulte a oplulio publica.
O Sr. Pedro ArpoNso :Esta se referldo ao
nobre autor do projecto ?
O Sr. Mello Reg:Rpillo, qa ea Rio tenh
iuteresse nenham Disto, era nunca influ para
tal. E' uma insolencia que reaillo.
O Sr. Pedro Affons :Het de' respondr-lhe
opportunamente.
O Sr. Cunha Figueiredo :Se tives me f
ferido ao nobre epatad* teria a energa e cora-
gem necessari para dizr-Ihe tdde qolito ehtn-
dsse ser verdadeiro; mas nao me refer ao nonra
deptado, nem tal coasa me passo pela idea; aje
posso dizer em honra do nobre deptado qoe nao
metonsta que ttfha tido algoma intervenplo nes-
te contrato, mas apenas apresentoa eite projec-
to; cahio no erro de a presentar ste projecto
odioso lmente para fazer a vontade a nma pessoa
qne Ihe pedio, pessoa esta a qaenl dte deferencia,
mis nao tem nada cora a rescisio do eontrato.
. Por conseguate eu aio podia fazer referencia
a nobre deptado, foi apenas ufo graejo dd nossi?
fiebre collega qae isso diss.
O Sr. Pedrd AFF0H8O:Ea eateodi dde se reta-
rla ao aobre deptado.
O Sr. Cinha e FiGuiRRDd:S tlVesse me re-
ferido ao nobre depniado tioha a precisa coragem
para expliur o mea pensimento sem medo de re
presabas ; porqae, senhores, ea nio temo coasa
algama, nao fenho de que temer, nada espero d
governo e seas agentes, vivo do meo trabalho
, cora ella pretendo morrer, se Deas tri ajanar.
O Sil. pREsmNt:Pe^a o flobre depdtado
qne conlinae no sea discurso, deixando de parte
^numaiian laasmi a aia aie
referencia s
.apouco lorie, e aaaaa
iScPtof toSne
- ao transito por Mk er
solt
S6 anuos,
671
1
645
17t
1167
239
6
9
7
portes
>
partos
D
izrnnte nio fo
e se o projeeto
ibltcacS fiio
o sabe a
dar lagar a _
O Sn. CusBrta#r*ae: ir. fcridente, V.
Exc. devia chama? a erTOffi 1 qWtf m iUapalha
por este modo descommunal. Estes incidentes qae
occorrern aaditdbssid o> fazet atraer o o do
meu aranael voa coneloir, porque me aeao maito
fatigado:
Sa no correr da drscusio entender qae posso
aluda .auxiliar os m* sollgas coto ahrnmaa ifi-
formacoes, pt ias |ua estttdei os papis, W pdl-
ri de noVd a J)ll|v>a piri (Pzer o que m oeftir'
rer.
Sento-roe e deixo sobre a mesa todos os don;
raenlos para serem examinadas Dlos meas nobres
collegas qde dad iceltam i mlnha argamenl-
cio. Eu nao tenoo a faculdade de ser orador, nio
tnho dllect n?ssirla par* eonvetfef ntm
espero consegui-lo. Us nobres deputados leiam
os docamaotos q deit sobre I iam para qna
bem e milito Convenientemente.
O Sr. CuNdv.FiGti!iRE6o:-Segundo i mrflba
Siinio, se matasseraos mas este projecto ja ni 1*
icussio, prc-rlflios ura atd HejmnioJtM*
tramos srvico 2 pfofiacla e pfdVettlfiamos o
tempo precioso a mesma provlfleia. E e nos, s-
nhores, porque lodo? somos bedaadorl, tivermo
signos pceados. doa mlnha palavra qfle Icaria
todos absolvaos s6 pof est et.
(Continuar-U-h.) .
REVESTADIARIi.
ASSEMBLA PROVINCIAL.-Xa Mio dd lab-
bado, a asaambla appravoa um parecer da eeaa-
miisao de iasfcrucijao puWtoa, sobra pad'do doa
rofessores daseeeoias aoeiaraas, orando o Sr. G.
Lobo, que offereceu um projeeto aobsanotiva da
1' ooacloso do padecer ; ea 1* disoaasio O prd-
jec n. 47 deate aoaa, eodaedaee aaat>veoaio de
VOOOOOO ao seminario eolseopiL para idmM
(ao on'alomaaa sebrea
Eatrano aaa 8 disetusa o projeeto o. I danta
anov alte cooaiaaa amdw para pasjaaaealo da m-
eaoniaao devida i E. da fetoma^ -oraraan o Sr#.
G. Lobo, a Ratts a Silva, caado a discasaao
adiada pela Itera.
A ordem de dia para hoto f: crinlaaa*> da
anianor, 1' diseassao da projeeto a. W da aaa
I paasada,.>dodealldoooTfente, 6 1' da de a. 71
IgallaMote dedo asno, .m s :
1WAR5A HiriSH,.-Pot (Wrtiria lJWIN
debela da ptovmeia, d Wj^eor1r O faVTTiTO |M(ratn ^rnaWWlWfW CW HaWFiw WH
lo airef es a 9- c4i^bWu do > BiUlo de la-
Isnriria do rdonlMpliJ de OHmfa,
AtltOBfDAD
as da
orredt:
oezia do
Galvio
.ezia do
Avallas,,
piteldencl da brmi1
Fei exoflertd >
Poco da PneU*. o Sr.
Fotira nomados: a _
Aicoforado Filho, sublle
' Ij Panella; ds8 Soj
do fe termo d CaWou.
PERREA D GiaJUSflaV-Biia, af>
conselhelro presidente da provincia aoaba aseto
asta vea, de manifesiar de um asede etoeaente
toda o interesse qoe Ueereeem oas^sjados.da
previne* qae (ai pealada aoa mm esddaj **-
olstrativos, obleada da eojnpaaba da insbas arija-
ao* Brtmlitm Slrtet hwty o. eeesearlo aeeir-
aa para urea flieailuala actiravpor parla do jaar<
ae, gsaahiaaia ene alo taba ide tiaari>apie psa
visu e oalealada ae eontrato feito para a eops
te^eeio da aetradi.
Sb representaoao do gerente da amprasi; acisa,
a em vala do qM imoTaetM rtpartsblevdi earai
clf a Apipuoot coa) a que segoe daste ponto ao
Na primeira clausula, onde sa
pia-otas approvadas, esl a wncesilb para a jone-
cao oas imhas de que cima fallmi, mediaute as
Muiicoea technlcas nellas exaradas, sendo que
a'"f de,la,s porcentagem autorisada de 3 por
-~J* ^chvio, que, era Apipacos, lera a iinha
ieessidad9 de vanear
Esse declivio urdpouco fofto, e atada
se precisa jue a am
no coi te jakbid
no pode trzer
ateem
ao do aiargasaeaio baldt "do cd
icos. -
A 1' claustia estabetoce sjla. no ea*> da b>
bvenientoi rdMro<, Multalsat do paador da 3
par cento, da sd6da, a coajantiia a^braflal
a diminu lo. Essa clausula ainda ama garanta
para a primatra; e certamente sobre ella pde-se
rajmaplfadguillamenie, tal a sua clarezaf tal
i seflriaft que ella offerece ao livre tranaito,
lvre transito alias sufflelenlemente posto coberto
de difflcldidespieTa clausula lerceira.
Mediante essa concessio, toda cercada das ne-
cessarias precaoedes, nao s para o presente, mas
tambera para o ratina, cosMegato, S. Exc. o Sr.
Chsraeire Diogo Velho, qae a compaobia aeei-
tasse, como aeaiiosv a clausula quinto, aa aaal o
dlreito de fiscalisaeo reconbeid ao governo da
provincia, toa para taso oanfeeafenfu o tonada
ment publicado no lagar competente deste Diario,
raguJanusmoTOHtfl paH UpTeza q"aa se ajiilo
s exigencias uelie prescriptas.
Neise regulamoto foi s. Exc. minucioso e pre-
vidente ; e ama leitura meditada dessa peca del-
ta do esplrio onvlcoio de que notive desejo e
dsejo rdante e sincero de regulaMa'r o srvic4
dessa Unta frrea, Cehcando-a dos correctivos Oe-
cessarios, qur id seu andamento, qur sgu-
raocs e conjraodidade do publico, iwr eujos inte-
reales nunca le esquece de pugnar o Sr. cnie-
melrtDtogo VelW.
Nao se esquece de pugnar, dissemos, e adda
ossa occasi mostrou S. Sxc. que o fazia sera-
pre, coniegind da compiOhia urna redhcio no
prec> de s'as tarifas, redcelo qa toda era" Be-
neficio daqdeils qtto viajara hos trena da estrada,
bein qire omnem deiri dvam provlr beneBclos
em prol da empreza n'um fatur alais ou menos
remlo;
A cooapanhii, pela clausula quinta, i que jii
allodimo?, sujltoa-se mais a pagar i flscalisaio.
sendo todava a engenheiro fiscal no'msado pele
governo, como asesa clausula ae explica.
Ern resumo i nossa opdlio, que o acta do Etm.
Sr.Oresideme da provmcia foi mfll vapiajoo, es-
SBCialmente sb ponto de vista da fiscal sacio
b necessari em tmprezis dessa ordem.
lora pifa deseiar qde S. Exc. cousegaiai elto-
5ar acoordo com as ootraa eraprezas d pro-
incia, as sujeTUsse todas ara ceno rgimen,
fgulirtSando assim esse ramo de servlcd publico,
lio importante, e at agora lio peueo estudado i
reflsetido entre nos.
S. Exc. pide maito cora s seas recursos Intel-
lectuaes a com os meios qoe as leis Ihe ouihor-
gam ; por outro lado S. Exc. activa e tora deso-
jo de fazer caminhar tudo para ura futuro raelhor.
Com Ues aiemeotoa querer i poder, S. Exe. cer-
tamente nio se descuidar de querer o bem pu
blico.
ESTATISTICA POSTAL. Pelo vapor raocei;
Gironde Bxpadio a admimsincao do correio malaii
comeado 2443 sartas eom 30M portes, 5V1 jor-
naes com 83i portes, i amostra com J p irte, o
7 segures oom 7 portes/sendo para :
Franoa.
cartas com 907 portes
amostra i
joraaas > 118
Inglaterra,
carias ceaa 1996 portes
jornada > 498
Portugal,
cartas com 1487
jomaos 503
Italia,
eartas eom 64
jornaes > 15
seguros 7 _
DlHEIRO.-s Vapord**/** Jaguar**
le vea hontem as seglntS qoaotlas:
Para a Parahvba 14:00t|l000
. o Natal l:00f#000
. o Araeify 5:tl6#000
a Macei 50:0001000
CAPTURA.-Pelo delegado do termo e Cabro-
b foi capmrtdfl Jos Alves Feitosa. crimlOOso de
tnorte oa provincia do Cear.
REGRSSO INEXPERADO.Dois das depois
de ler sabido o nosso porto cora destino ao de
Fernando de Norooha, aatroo ante-hornea lnei.-
peradameaie, oa barra de Recife, a vapor ParoAj/-
M da companhia Pernambucaaa, de navegacSiO
eoateira.
Den caasa sse regresso intempestivo o facto
de, a 90 mi i rus da costo, lar Mito mu la agua o re-
ferida. vapor, sosa que todava resaltassa mal,
alm da demora do exame que ao presidio ia
proceder asta eoanmiseae Borneada por S. Exc. o
Sr. presidente da provincia e da qual fazia parte
o Sr. Dr, promotor paBco da capital e Dr. Au-
gusto Carlos Val de Oh veira.
Deixaroos de cementar o faoto qae determinen
o regresso do vapor porqae elle nao precisa de
eoeeeatarios, tao sigoiflcalivo i 11
LOTERAA que N acta a venda 6 a 1'
beneficio de Santo Amaro das Salinas, a qos> eor re
no dia K do correte tnei.
?ASSAGEffWs.-S>hlrj5 prk os porto Ib sit
no Vapof brisllr JWfc* : .
Jos Alves de Oliveira Machado, Df. AWof !6
Oolho Rodrigues, FrafidSco Pefeirt, Jos Aotodio
dos Santos Andrada e sua Jfaoora, Joio Ldlz de
Figueiredo, Flavio da Cunha Lima Ribeiro, Anto-
nio de Arroda Bftrio de Aradlo Pereira, Idflaclo
da Arruda Beltrio de Araujo Pereira, Joi Tara-
re Cordaire, Francisco R. Mello Reg sua S
ahora, atoa filha menor i escravo, Edaminoa-
daa Jos da Silva, Beato do Reg Silva, Antonio
Barbosa Jordio, Manoel Joaquira d Sobza Vlgai,
Francelioo Manoel de Santa Rss, Dr Sanodl Ge-
mentino Carneiro da Cuaba e 1 escravo, Mancel
Joaquim DQirt Galmaries, tenent Joaquim Ma-
noel Martin i Morelfs. alTPrel Jds Joiqaito AtTM
dqJIaseimento, altores Tffomaz Pefelra Pfttto de
Mello, Feisraino Leocadio de Lima, Domiadoi A a-
toio Soardl tlfioce, Jrodymo Dftarte RBflfflftti,
Dr. Alexandre de Sooza Pefalra do Carino Jnior,
tpaminonda dd R. Viera e 1 criado, cAbo de (i-
auadra Antonio Ferreira dos Santos e I cloraros,
francisco RaymOno Maftts, Dr. Lu* Rrardo
Vianna, Joaquina Torras^ Gaodo, Joaqnaa Pfet-
ra Maraaes, i retratas de marinh, Manoel Wh-
deriey Navarro Llni, AntbfiW WSfad W tivel-
P)s, cabo do 1." regiment de Bvallari llg*ra
rancisco Candido da Brito Maciel, FirrolQo Jci
dos Santos, Mrs. Anlometh Eley, 1 menina menor
e 1 errado, 9 eacravos a entregar. .
Sabidos pira o norie no vapor Wllilalfa.lT-.
rapama :
Maneel Antonio Goncalves Guerra, Y. Ferreira
Lemoot, Jos R bali, Antonid P. de Carvajho,
Jos AcaciD v. Baro, Juaqm, Antonio P. jlDi-
re, Manoel Leobari CastavS dos Praaers Bnz,
atyr-oXde WW*. Matl, Feli bTiI .Reg,
larip A.Jtosa, Jos niotid dV faflli Coto.
r.neiKo f. da Carvafeo.a Jos JUla M Stfdb,
'ranoef/na da Silva Brandad, Jola Ylcefiw de U-
>i,C.d afifioJ Souza-GimS Pifes, tfleite-
eoronel Pessoa.
Sabidos para o id! oo vapor brasileiro .la-
'"So Aolono topas, aa seohora el triada, .'o-
ba EaVbL Jt AOtaae, Leonel Mienal Agsticho
Julio, E. de C. Ahdrade, Dr. Jos Jacintho d
PROTESTOS D LETTRAS.-O crivad dos pro-
testos, Jos Htrrano, esta de semana .roa de S.
correato :
Jos, escravo, pardo, Pernamkaoo, l ames, i.
Joi ; coqueluche. .
Rosa, parda, Pernamauca, 18 metes, Boa-Vista,'
verme intoatiaal.
soltira, Boa^VlIto; fcasuajia oriaao, ,,
. Uabel Theodor Alies, braoaa, Parnambtwo,
a^ aaaos, aaltoira, Bo*-ViaU i lobercaloa
nares.
Maaoel, escravo, parda, Pd'rnambaco, 3 rtas,
V. .brajia4.eHespaaha
?V; fbre aftsrlls.
Anna rraaeisea Cavateanto >>? Barres,
branca, Pernambuco, 57 sanea Upada, Capunga ;
phthisica pulmonar.
Mara, branca, l'eroameneo, ?*afi,'oa- Vista ;
espasmo.
CH.
riJhJN
1CTA DA
-
IA
ERCIO
VA DE 13
BOSJ ANSELMO
dos os Srs.
into Basioi,
Rio, S. Exc.
aesso de 3.
o da rHiflinis a saramsia di aannis?
rilffiSIMalE
s 10 horas
depBsados, secretarla I
Candido Alceforado a
o Sr. residente abri a
Foi lida a apjWsada^aatlH
KXPKDIENTB.
Offleio di conservador do commercio de Ma-
cei, enviando nina relacio dos commerciantes,
qae durante o mez prximo paisado levaram
conservatoria seas livros para asilo e rubrica.
Ordenoa o tribunal qae fosse dito offleio archi-
vado.
OfQcia do juiz municipal supplente da villa de
Traipti, eemmuoieando que paaca sa abri fa-
lencia n'aquella joizo.Remetteu-ie para o ar-
eaivo.
Offleio do presidente e secretario da justa dos
correctores, remettendo as cotages offljiaes da
semana de 3 8 do corrate.Mandou-se archi-
var. "~ _^" ~
Offleio d
Commercia
pedido fa
i dlsposicio deste tribunal a tata do Teroaetivo
adiflcio. ttaa le agradaaessa a Aseaojecio o
prorapto acomimeoto ao pedido do tribunal.
Visto o lifro da correspondencia offlsia!, fot
hado regnlirment eserlptorada
Vistos os de registro d pTotesto de lettras, re-
eonheceo-se ter o escrivio Alboquerqae refUdra-
do o ultime protesto qa livTra, sob n 1375 era
data do 11 do crrente, e o seflvlo Bnto.m 4,
son) O D. 78.
DiStribairam-se ol sejfhintes rlvfoii:
Diarlo de vlnva Piola Lope! AJUm, (Htfl de
Blrardioo da Sirva Costo OttSwe. t/)piadbr e
Diario de Prelfa Irmlos, Orplador Mottfciro,
Gregorio 4 C,, Ato de Kelfr 4 t. _/
Foram expedidas is carus de matrieota dos
commerciantea Jos Laiz de Mello e Manos! Pe-
reira da Cuaba.
DESPACHOS.
Requrtmeatos :
Be Anna Rodrigues da Costa, viavl deWoga
Jds da Costa, pediBdo permsiio para cpotraair
sa escripturagio do rivto Diarto, qua..eWie* f"-
inas em btabCo, qae perteucW casa wmmdrcial -
d sea ftado marido.Coto reqoer.
De Candido Alberto Sodte da Iftta, 'ffereCrtido
i registro uma proeuraclo butadtt. Deferido.
De Cunha 4 llama, como bstame procundo-
res de Silverw Msrtins da Cttfoa, doCear, P-
diodo o reentro da nomeacSo de ealliro. que
juntam, daifa por seu constituate a JoSd Felippe
di Frou.Ha frtta requerida.
DeD. Mria Felicia da Cooeelcio Wrsto,*nm
i i-i -
. -
do cOmmerciame Jos Antonio Basto, apres
do i registro ama procuracio bastante. flegis-
tfe-se ( Sr. Supieme S Lltao nao voton).
De Uaspar Antonio Vleira Gnimaraes, tambem
apresentando rgistre um proeurai;i bastante
do COmmerciame Joaquim Pacheco da 5llva.R-
gistie-sa.
De naphael Blanco Caedo e Francisco de Sou-
za Guerra, sobmelteodo registro o contrato de
sciedade qae eitabeleesram em om casa de pas-
to i roa larga do Rosario n. Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
De Canha 4 Manta, procuradores de Joio Adas-
lacio Gomes e Sllverio Martina da Canha, nego-
ciantes no Cear, sutYrnettendo igualmente i reght-
iro o distrato social da Arma Gomas A Cunta.
Formolem os dlstratantes o sea dlstrato, declaran-
do a quanfia retirada pelo socio Joio Auastacio
Gomes, camprlndo alm disto Os husmos dlstra-
tantes 6 qae Se aeha disposto no art. x* do de-
creto n. 4394 de 19 de juaho de 18C9 : sendo que
o referido Anastacio Gomes acha-e tres vezes aS-
signado, a saber: na procuracio, do contrato S
do pretendido dstrato com firmas intelramnte
diflerentos.
De Joio Francisco Otero e Joio Ignacio Naza-
reih, tambem subraettendo i registro o sen dis-
trato sociaL Vista ao Sr. desembargador fMea;
De Joio Pauto dos Santos Jnior e Jajonyma
Das Alves l'imenla, igualmente snbmltlattOB
registro o sea dlstrato social.O sello do docu-
mento da ti. deve ser revalidado, porque 16 con-
tara assignatura e nio data, devendo os peticiona-
rios apresentar i recebedoria j os exemplires do
dstrato, o ja as sete lettras- juntas, aflm da catn-
pnr-se o dieposto no j 3 do art. 2 do decreto u.
do
& Josai ehre,
- J*eBoraai
Jfftu
BU,
nr(dpaaa, Mjs^l^psBdaf
saetea, Ssatd jLalxmk ; con
i'
4505de9a'ibr!l 1870.'
Da Flix Pereira da Silva e Jos Mari de Car-
valho, sobmettendo tambem i registro o disUata
social, que juntara, de Silva Flgfliredo 4 CVis-
ta ao Sr. desembargador scal.
Do porteiro Antonio Correa Mala, pediudo qua
Sr. Dr. oficial-maior Ihe certiBqae quando cora-
pletou tinte annos de aefvlca como empregado
deste tribunal, Se est no Cas) do arl i i do re-
alamento n. 738 de 25 de novembro de 1830.
orno requer.
De Manoel Azevedo d AndraJe e Antonio de
Souza Reg, pedindo o registro d leu dutralu
or fiscal..
AaoAoa nsc-u..
'm Garca, agaoto
btm* axartar
i guarda-rivros.
social.Vista ao Sr. deaembarg
COll ISFOaMAgiO DO SB. DESI
De Manoel Joaquim de
de leiloes, pedindo aae s
eamultivamento as funccOel
Gomo pede.
De Jos Hygino ds Souza Peixa e Jos Aatoaio
Sariva, contrito social.Saja registrad.
De Joaquim Pacheco da Silva a Aadir Joanuisa
de Azevaaa, idm. Satisfacam o parecer Aacal.
D Augusto Octovilno de Souxa e Antonio JW
quim d Soza, distrato social.Diga serais/aa.
Dd Joaquim Pacheco da Silva a Luiz Goazaja
de Menszes, contrato social. Satisfacaos o aafa>
Oer fiscal. .
Okio do presdeme interino da justa doa cor-
rectores sobre o molo per que se leve firover o
caso de s comparecer ura corrector, e nao daor,
para a confeccio diaria dos pregos. corralas da
iraca.Respobda-i com' o parecer fiscal.
bbsolkcao,. snaaaaa *>'
Resolvu o tribunal qae ia rapa eaastsc Mas
folhai despea qae aa faz na forma da lei, fnj ajaj
servico a qa se proceda oas
(loe os iolereisadoi tanhm eehBapianaato da Ma
Ibas coavam saber i semelhaat asadartaj ,
Nada mais haveado a tratar, o Ex. Sr. pre-
ddeato enoarroo a aassao ao aaaio da, olregaado
4 Sr". sapplaato S Lattio, visto ja o ter revisto, o
irojaeto do regiment interno para ajoataaee
rreterea.
PUBLICACOES
SOClEOArJB-CTF.BITO HTr-OTHSJCajtlO
KaMfco. Ti'
Est marcada o da do ftente t*b
Pelas 3. horas da ude, b'ara a 3.' *
ratoria desta sociedad*, aflm de ef
ussio Sobr o precr ero separa!
lio d Barro Barflo, tifraceada
statutosj O o asslgnado peles
saio era maioria os u
dow.j
aUtOlPT,-
tr-
fi.
approvalivo
taajlM
corarais:
ha e Maoe| No,
Ututos.
A publicacao dos dous pareceres ja toi-feltaT pelo
liberal d noje (15), e no mesmo]--
publicada, nos das 17 e 18, a mihha
Jafede/ do Dr. Ignacio d* Barro*,
ilibarado na ultima reunio.
Rcoarmeodado, tos Srs. sodei a IeAfra dense
debate, am de serem eciarecidoi ,aooi| tino
defero votar, ol convido com en
bem como aos qae, como taes, se
crever, a ooMparceerto i aotredil
mesma sata da palaciq.
Observo los
mss
Ojbaaai
)(!***
odnmi
tjaa.
Uae,
SstOcaso
euv.iiam--- w .*pirfaT
'isytt''ayW aJCa^iatAlc
Je^aW aV^tearF^pW^
letaeadL
rtopesioai
no sactincio,
.Wi^a^.iNM
S


v
>',

j


Eeaaada ubi dizea, qua____
rt acord com ot Extns. presidenta
MU-i|1 ^JdUi4H[illl,A8W-
iz:Btt^\ss*
cora.
.4 cuta a ponte inmensa, trmula, mvisioet
Portada en ious abgtmosberco e sepultura I
Guimaraks Jnior.
CONSULADO PROVINCIAL.
*Mtettdi a 14.
nmm di te
41 .904*73
8:440*403
*smii3b\
,Ha sempre lagar as sepnltara? para naie una*
u.xijM ha sempre no coracao lugar para mala
D n%"lBn 1 Venh > depar mtnha cora de Mi
dade do lumulo de ama exigencia querida, veuho
pagar o olea; tributo- f grimas menora de
aba mullir.|*c|ii pHj virtud, e abancoad
n trplice caractar le Ala, spasa.a mi D. Mara
Mxima de Carvalho Pimeatet t
A morte, que nada rasearte, eetfou esta vida pre-
ciosa, e nem os rogos 4h* utos, as preces do es-
paso, as supplicaj de urna familia ioteira, poderam
impedir que aquella existencia querida, bsftf-mie-
lindi da encontr a nuda podra de un iuiu*!<>.
A vnude, guiou-a sempre na espinhosa vdrada
<|* iriiimu aeste mundo.
<"* legitima do Dr. J^o Paulo de Carvalho (ja
:ilibido) e de D. Bernardina Francelraa de Car-
valho, nancea t. Mara Mxima ata 10 da ouiubro
d'i I8., casou com 6 honrado aegociaota Joa
Viciar da Silva Pimental m 31 de julio da 18,
e falleeeu en 16 de abril de 1870. Estas tres po-
cas, naacinaato, casamente a norte, assigoalam os
mreos raais salientes de saa vida exenplar, ba-
I j i la peli rirtuda, acariciada per MM que a
cereavam t
II ja, que ara atoo passoa por sobre su sepul-
(ar.i, sen que podesse apagar es vestigios da* la-
ii roas ardentes de ara esposo estremoao, da tata
i h i* que totaeaiaa aag cesar a parda do nals
pvoeioso thaouro que tialum no mualoSaa es-
pm-iua mli, sirvan estas lionas da lenitivo a
su i acerba dr, relembrando as virtudes diquela
iiiti reatara, que raga aos j de Deus-pela fe-
licitada d seu ineoosolaval espaso da atas 11-
Hj.is.
As carlita it ana espeta, os tornos Iremos
de orna, bal ci, alo eifuacem nunca, e a saa
falta nanea poder ser suppr la; nao na termos
qae expriman a dor de per J-los, cano aao ha
pa'avras de ceaaoiac t para pardas taea : s* a re-
sigaacau, balsamo todas as dores, poder nitigar
estas e a l en Deas que a eseolhau para premia-
la tul vida meluor.
E quatido do desespero do infortunio, seu esposo
e teus daos fixerem esta nuda QterrogaQo que
.-e revela uos olhos lacrimosos que se voUam pira
ti > >, ha i de ouvir ama voz oceulla qe Idea
ira : ella era do cj, chamiva-se Mura I
liecife, f ti de abril de 1871.

MOVIMENTO DO PORTO.
Naoios entrado* no Ha 14.
Portas do norta tos, vapor nacional Arinot,
de 900 toneladas, connandaote II. Oreenhalga,
equipagsm Si, carga differeplaj gneros ; a An-
ftoneto.
E-irute indecorosa a tenpestade I...
Fu zuaca os relmpagos ben ferinos I
tunera auvuas de raios viperinos,
l'.iuuiua i) trovo da immoradade !,.
Tidim os aras, grandes fleps de valdade...
Sutil can torca borrascosa orgia !
R a cerrarse da aspeua alervosto,
Eacapella este mar da alsiaade I..
As ouvens sa desprenden pouco a pouco...
O (tinao m torna limpo e boaaneoso,
A> sin de un piano rude e rouco !
D -sapparei-e o tufao indecoroso...
ili'ti o leu-1 srdido, como naco,
Este Eto abatitoo t vartoao I
l'n habitante da ra do I.inamenlo.
mw tonto L. de O. Autmlb A '
Villa da Penha-3 das, hiata nacional Fiordo Rio
GramU, da 43 teneladae, capito Vicente F*r-
reira oa Costo, equipagero 6, carga 171 firdos
con algodo e outros gneros; a Gomas de Mal-
los.
Navios taido* no mesmo dio.
LisboaBarca portugneza Grutidao, capitao Anto-
nio P. B. Pestaa, qarga assucar.
BarcelquaPolaca bespanhola luanUa, caplio Jo
>f l'ages, carga algodlo.
Ilaiiiburgo -Barca norte-ailera Dora, eapitJo Bro
.v.i, t-,irga algodao.
(iiliraltlr Polaca francea Conreption, capitao
Az(Hia. carga assucar.
llio 4a Jaiwir>Hiato oaeioiial Deut Je Gitare,
captl*< Manuel Gaelaoo da Silva, carga assucar.
Portos(4> auJ- Vapor nacional Ariuot, comraan-
daate n. Greenbalgti, carga varios gei^/os.
Navios sonidos no dio 15.
Granja a porlos intermediasVapor naoioii'l Pi-
rovaaia, commandante Azevedo, carga diiferan-
les ganaros.
Aracajua porlos intermediosVapor nacional Ja
guartoe, comnundaate Azevedo, carga varw
Jenaros.
Bio Grande do SalBarca brasileira .Yoa Cara-
lina, cipitao Francisco Manoel da Nova, carga
M4flMr.
LiT,er.p^,r7?*rc* portagoeza Concordia, capitio
HyUrto Goocavea Seguro, carga algodo.
Maranhao pelo CaarBarca diaaourqueu Joan-
a Brtdeun, em lastro.
Rio da JaneiroBrigua escuna mcional Mentor,
capitao Domingos Alvos da Silva, carga assucar
t couros.
Oaservacao.
Entrou arribado com agua aberla, fazendo il
o#gada o vapor nacional Parahyba, qae Italia
Mipiido para a tlba de Fernando no da 13 do
arrate.
Nao aouve entradas.
No dia 16 at meio dia, nao bouveram
iradas aera sabidas. Appsrecia leste un
tacttff.
ssucar, sob a "-
ItaJdaS?
O distrato
TcHfaWsl^aye Woa^nflrf^ft^fflJ
'mandes e Joaquim Luiz FirteiraiJB *
lecidos nesta cjlade con taberna,
Joaquim Luiz Ferreira Leal & u
3:799*610, dos quaes l:799*610j
dita. "
O contrato de sociedad* de Jos*
EDomingis Gimes Cerrna, estat
Idade sob a firma de Dominaos God _.
C, com casa de coramercio Je geoeos^
o capital de 4:764*036.
. Secretaria do tribunal do coinmefc
nambuco 11 de abril de 1871.
O ulll-ial-maior,
Julio GuimarSe..
Tribunl
ea-
pa
DITAEA
N. 319.AS BNFERM1DADBS EXTERNAS, -
aeompanhadas de lerriveis desfgaraedes, produ-
zen effoitos te'rrveis, e se e ssncae alterado ou
vieUdo, qo etaaa deltas, nao se limpa de seu
veneno confo nso da Salaparnlha de Bristolo
detergente o mais poderosa de qaaotos so eonhe-
cen os doentes nao s*buscar5o allivio em vao,
mas sim lamben iransaiitiirao asas Mlesuas a
seus iiihos cono urna haran^a maldita. As pes-
io! da ambos os sexos eottaatoarao em todas os
periodos da vida que este incomparvel remedio
vegtiid, cura rpida e raiictlneote as erupcaes,
rlui;as, ulceras, infl^mmagaes glandulares, rheu-
matismo, e qaasi todas as molestias, inclalndo s
aff"..i->s mercuriaes que desfiguran on contrahem
t'o. exterior.
COMMEttIQ.
i'HAgA DO RECrFE 15 DE ABIL
AS 3 1/2 ORAS 01 TAWI.
Cola?5es officiaes.
Asst wr bruto tUOO por lo kilos (em 13 do
eorceato).
Acucar americano ii'i'O por 15 kilos (em 13
d> correte).
Aigudo da Parabyba Ia sarte 311 rs. por kilo
v *to a aoro a frete de 't e 5 0|0.
1 cih dem 3* surte446 rs. aor kilo posto a bordo
a tote de 3,4 d. e 5 OjO.
Algodo de Pernamboeo 1* serlo 496 re. por kilo
Cumio sobre o Rio de Jaoaire 13 dv I 0,0 de
descont.
H. G. Stapple.
Presidente.
P. ). Pinto,
Secretario.
ALFAND^GA
RHoJaaaaia 4o di* 1 a 14.
ij.ua Jo da 15. .
*
. 3U: 766*436
21:230*715
36K:*57*141
viorlajMMU la Ifaadega.
0 Dr. Sebast5o do Reg Barros de Lcer-
da, jqz de direito especial do comraer-
cio nesta eidade do Recife de Peruambuco
por 8. M. I., ele.
Faco gaber aos qae o presente edital vi-
rem e delle noticia liverem, que no dia 19
de agosto desie correte anuo pelas onze
horas da imnhaa ter lugar na sala dos au-
ditorios, a reuuio dos credores da massa
fallida de Jos Mara Palmeira, aura de se-
rem compridas as diaposices dos artigo
842, e seguintes do cdigo commercial,
sendo que nenhum credor ser admittido
por procurador, se este a3o liver podares
especiaei para o acto, era a procuracSo po-
der sar dada a pessoa qae seja devedora
ao fallido e oem um mesmo procurador re-
presentar por dous diversos credores, e
caso anreseota o fallido projecto de concor-
data, serio considerados como' adberentes a
mesma os votos daquelles que nao compa-
recerem, na conforntdade do artigo i. do
decreto n. 1388, de 18 de abril de 18o'i
i.
E para que chegue ao conhecimento de
todos aandet passar o presente que ser
publicado pela imprensa e affixado ros lo-
gares do coslume.
Cidade do Recife de Per nambuco, 13 de
abril de 1871.
Bu Secoodino Heliodoro da Cunha, escre-
vente ramentado o escrevi.
Eo Manoel Maria Rodrigues do Nascinen-
to, escrivo o subscrevi.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
Cada Imita de 30 loras
Nao si
,
DECLARACOES.
Petante a cmara municipal esta cidade,
estar a.m praca nos dias 15, 17, 18, e 19 do cor-
reate, para ser arrematado por qaem menor pre-
gj offerer, as obras com a abertura das 6 janellas
as casas dos empreados na entrada do cemtte-
no publico desta cidade, oreado na quantii de
814*000. As Oisoaa que pretenderem arrematar
comparecara no patjo municipal em as referidos
dias, munidos de flanea.
Pan da cmara municipal do Recife, 14 da
abril de 71.
Jos Marta freir Qameiro.
Pro-presidente.
, Augusto Genuino de Figueiredo,
Offcial trtsor m>rrin(ln ifo'm*r*t*rn.
couimercio.
Em virtude da resolucao do neritissimo tribu-
nal do eommerrio administrativo exara>a na acta
da sessao de 43 de abril do ce rrente asno, esta
secretaria faz constar pelo Diario de Peruambuco
e Jornal do Recife qae feitio eu despeu qe se
faz na firma da le oom qualqner seavice que
se procede na inesna secretaria o une abaixo
se declara, ai n d |ue os ioiafe.a|i)s tenbam
coohscimento do i|ue I lie^ unvm sbr sema-
Ihaiitd re>peito :
'C.ittk de Aftlfcnll de i-ommerciaule
ou de drna sarlal.
ScIIm .
Ajsigitaini'3
Cada paroccr fiscal
Emtiluitleuios do feitio
Ditos do registr, p..r cada linha de 30
fetra's
Patales de eoreetor. agente de loHdes. in-
terprete, traiacnairu e admiuistraJ >r
de armuzem de deposito.
Asignatura
Cada pareeer fiscal
emolumentes do feitio
Ditos do registro, por cada fioha de 30
letras
Termo de jararaeato, por cada linha do
^0 letras
Ttulos de avaliadores.
Asignatura
Emolumentos do feitio
Ditos do registro, por cada liaba de 30
letras
Termo de jaramente, por cada linha de
30 letras
Cartas de embareaces.
Emolumentos do feitio
Ditos de registro, por cada linha de 30
letras
Termo de juramento e responsabilida-
de, por cada linha
Cada pareoer Asea I
Cada averbacao
Assignatura, vara segundo a armario
do navio, sendo a maior
_ Alvar de oaoratoria.
Emolamentos
Cada pareeer fiscal -
As custas do proohaao e do alvar sao
contados en dobro na forma da re-
giment, do qae percebem os escri-
vaes de i* iosiaacia.
Carta de habilitaclo.
Emolumentos
Cada parecer fiscal
As castas do orocessn e da respsrtiva
carta sao contadas em Sobro na for-
ma do regiment, do aoe perebetn
os escrives da 1* instancia.
Summarios administrativos
Cada parecer fUtal
As custas do processo sis contadas na
forma do regiment, dtt qae perce-
bem os escrives da i' instancia.
Litros das casas eommerctaa* a de agentes
auxiliares do commerfcio.
Tornos de abertura e encerranento
Diftribnicao e assigntara
Rubrica, cada f Iha
Sello, por cada folba de papel que ex-
ceder da 33 centmetros de oompri-
mento a 33 de largura
Sello, por cada folha de papel de 33
centimetros de cunprimeaio e 33 de
largura
Termos de transferencia de livro de
orna para oulra Grata eoniuwrcial
pagan 3* por dous termos e 500 rs.
das signaturas .
Contratos e distracto* de sociedades e esla-
- lutos de sociedades aooaynas.
Cada parecer fiscal
Cada contracto, disiracto e estatuto que
archivado, qaalqaer que seja o
numero de folbas que conteaham
Cerfldoes oa copias.
segu por
a-tratar com Gomes" de Mattos Irmos
V'gario n. 26, andar.
001000
101000
1*000
90*000
060
10*000
1*000
0*000
*oeo
*060
5*000
4*000
*060
*oo
5*000
*060
*06e
1*000
4*000
5*000
50*060
1*000
nhri Ptlt.
O brigne tnglez Williamdt Anthony
o porto cima ; pode raeeber algumas m
a tratar com Joaquim Gerardo de Bast
do Vigario n. 16, primeiro aodar.
MARANH&O
A barca portagueza Josephina, capilla leaaaim
de souza Amellas Jnior, segu no dia^*) tor-
rente, anda recebe carga a frete: a tra%r
Miguel Jos Alves, ra Ja Crnz a. 19.
ral
cadeiras tamben de faia, ditas de bracos, 2 apa-
radores de amarell i com gaveta, 1 mesa redonda.
2 marquezas, a
euveroiaao, 2
secretaria de dito,
laoternas, 1 1;
. los oo tros ob|
O agente
aatigo
cima, A
no
tinto ti os, a-ii
cadeiras
BAHA
Pretende seguir era poneos dias o brigue italia-
noPegle, e por isso quam quizar embarcar geneaos
a frate barato, dirija-se o consignatario Joaquim
Jos Goncalves Beltro, ra do Commerdo n. 17*
LEILOES.
___
amarello, 1 armario
amarello, 1 bonita
inba, 1 par de
relio e mui-
por om
des mo-
conser-
rua da
Precisa-s^e al|a ama orni ou escrava
para toda o serh^o de ama casa de familia : a
traiar aa Gapunga. rqa das ''.rioalas n. 29.
llar coa o Sr. Antonio Marqoee
cozinbar o trivial
:isa-se de ama
aaancada, para
de ama casa de
K:,'J .
Casta a
Estreit
tsa-se
ra a negocio aa seu interesse
os Freir,
adecen a tod
cidof. que de
cemiterio os
nulber o Olhos, sin-
os seas amigos, pa-
ba vontade acom-
. a moraos de seu
ido filho e irlato Francisco Correa
de novo os convjdam a onvir a mis-
dia, que nanttm celer-rar aa ma-
cada s 7 horas oVmanha do dia 18
do correnle. tx
a
o Rosario n. 1^
na rna
l
MOVHS
80*000
1 1*000
I
1*000
2*01 h i
looo
*0iO
*080
*010
2*500
1*000
5*000
Urna mobilia de amarello constando de ea-
datras da gaaraii*. 2 ditas da bracos, % ditas de
Dranco, 1 sof e eoasolos, 2 sofs de-amarelt,
10 cadeiras de ditr, 1 consolo de dito, I dito pe-
queo, 1 commoda de amarello, 1 toucador, 1
mesa com gevela de amarello, 1 estante pequea,
1 lavatorio, 1 berco, 1 armario de cozinha, 1 uWsa
dalouro, I cama da palhinha, 2-cadeiras ^ra
menino, 1 torno de medidas do systema decimal
para solidos, 1 bab de folha, 1 silhao para aten-
tara, 1 reposteiro, 1 methodo para flauta, 1 his-
toria phjlosopbica, 1 grammatiea ftanceza da
Bourgain
O agente Martins far leflin os novis aciata,
pertenoenies a urna familia que se relirou qesta
pravinela, na ra da Matriz da Boa-vista n. 21, s
II horas do dia.
Leilo
de 40
da
se cobra de cada cerUdao menos da
Busca, cada anno, estando Codo o livro
Termos e registros
Termos de juramenta reeteasaailidade
e Hanea, regjitro de quatariar docu-
mento oo fliulo, cada liana de 30
letras *
Nao se cobra do registro de qualquer
docamenlo meos da
Averbacao o neta
Cada averbacao oo nota
Secretaria do tribunal do commercio
nambuco, 14 de abril de 1871.
O ofBcial tnaior,
Julio Gaimaraes. -
Mavdfeor
060
1*000
1*000
de Per-
THEATRO
Cwnptnhia de segins nariiiiiDs
pyblica.
Votuiaes entrados com fazendas
com gneros
VehuMa sabidos com faxeodas
com gneros.
366
26
259"
375
------34
Descarregam hoje 17 da abril.
Brizne bo||aadezTrbsfcarvao de podra.
Htijua portogaezSotranbvarios gneros,
ktiguj dmamarquezAmandaraercadarias.
Htgi.e escuna austraco Colibre farinha da
rh?0-
*at,;he anericano-IFia. Lndjeas taboado.
are. francezaSphere pwteneas de dragas.
Bngu. ioglez-C/oaiaatca/vltt o ferro.
BnnuBaoruegoeose- fero-tinia de barro.
B.rca i^u-BriAan/-oircadorias.
Btrea nuezaUennu G;|ff-carvio de pedra.
Bi igu itainoJ I**** J4 exfortafia aa iia 14 Ae
abriL
Na galeraiogieu torfr-MuA.. ara Cxaas-
ii-lt farre<*ram Keller & C. 2l sacca con
1A,36 kilo- do acodas.
Na barca nirmaajaenaa Vlkgrien, para o
C m .1 carrepran :aXa jiaapMtau & C. 33a
Baasaimri7,)Ha^3(aa8?
Ha baraa kajleu HMemiattM, *ara Livor-
P ioi tarrsgwajB : JosaaS'l^aLoyo A EdhoJfO
saoea* cata !Ji79 latos oVapW;' G. W. PflB-
aely 100 saecos aon aaaaa^Wa'tlto.
-H Maam4 ^^meaote m wric"
W.los la P^kjmm^ WJIras de Mello 3
truigni/Bf^
3-'s) aauetjo aactoeal Fotoast,
A dlreccao Ha eonformidade com es seas esta-
tutos aru 19, vende por intertaadio do corretor
Macado chico acedes da mesma companhia : para
tratar roa do Mrquez da fHind n. 3i.
raa do Mar
1 rnttiiitii
cenmiereo.
Esto secretoria faz publico que foram archiva-
dos os estatutos, decreto de atorisa^ao e recibo
do deposito de 10:000*. afim de esiabelecer se
esta cidade urna agencia da companhia iogleza
The Britrth and Foreign Life an;d flre asurance
Ailiaoca, cujoj asumios vio ser integral moni" pa-
blieados na Jornal aa Recife, por Aaaboraco dos
ioteressados.
Secretoria do tribunal do commareio de Per-
narabuco 13 de abril de 1871.
O officiaj -maior,
Julio Guimares.
A supradita secretaria fas igualmente publico
que na data cima indicada fiaran inscrptos no
l'vro da matricula dos oommemantea os grs. Ma-
noel Rafln/na Caoha, cUaaK) brasileiro, de 27
anuos 4a ideda, eslabaieeido nesta praca com sua
casa de commercio de exportacao e importadlo
e Jos I.alz de MhIIo, ctaadSo brasileiro, le 3V
aaaoa da dade, tamnem estateleciilfo nesta praf
saceos com arroz
India.
HOJE.
i9 0 agente fcstona fera lefio, por canta e risco
di qaeo perteaeer, de 4f saccaa com arroz da
India, o* qnaes seo vaadido* em om 00 mais
lotes, na dia cima, segatida-f.ira 17 do corrate,
pelas 11 oras da raanhaa, na porta do armazem
do Annes, defronte da aJfandega.
U"- .olh,,. rio nn,l Hnnn
200 saceos conj farinha-de
mandioca.
Terca-feira 18 do correte. J
O agente Pestaa far leirao por conta e risco
de (Jaeni per" tencer, de 200 saeees con exaelleate
farinha de manetata, dasembareados a semana
passada, os quaes sero vendidos em um ou mais
lotea, ao dia cima terca-feira 18 do correnle,
petos 11 horas da manba, no trapiche Bao do
Livraniento, oo Forte do Mallos.
Precisa-se Be urna ama que saiba
beqj cozinhar para casa de rapaz
solteiro : a ra do Duque de Caxs,
o. 51, loja.
recis se de uu.a ama qn
t^a^Y i.Xt>n"nar a"
Ba*-f 0 nauta w dnaa pesaias:
- aa ra do Viaconde de Itaparica
o. 51. oaiflra roa da Apella.
Antanio Jos de Carvalho previne ao respei-
tavelpatf|o e especialmente ao carpo da com-
mercio, qae julga nd dever nesla prac neni
lora della, mas se algaam *e jalgar edor, Com-
pareja a roa dos Guararapes n. sO, lentro do
praso de tres dias, a contar da data deste. Re-
cife 14 de abril de 1871.
panhiaphdux
bucana.
pernam-
Aassembla geral dos accionistas reconhecn-
da aao haver casa para ser votada a ultima parto
obre que tenha-- versado a discossio, resolveu
reuoir-se na seguodafeira 17 do crrente ao
meio dia, para concluir seas trabalbos, o qoe o
Btm. Sr. presdanle da assenbla geral manda
publicar para setnela des Sr. accionista que se
retiraran! e dos que nao comparecern.
Becifclideabrildel871.
A direecao,
J. II. Triaaade.
F. P. Borges.
L. Antonio Sqneira.

ft.U.A- Preciaa-se de urna ama somt
AM.A pn~ c"i,^r:"ro*d*p,oie
a. 3, padaria.
nente
atina
DH. flEIRA DE CASTRO
a. mese depois do jalgamento.
Aaompanaado de urna aaalyse defeza
Jayne Muniz, pelo Dr. Poheiro Chaga.
da as livrarias Francea e Econmica,
o-Dr.
A' ven-
Cidade da Victoria.
O abaixo asignado previne aos aegoeiaatcj,
osoradores dentro da cidade de Saet Anto, que
aaa pag.iem a ootra quaiqaer passoa" o iaiposto
ie II 0|0 das agoardeatos a nao ser o abaixo as-
*?!0, ^Jwn* dl. P*? B9nn4a mi. Villa
da Cabo 13 da abril do 1871.
Joo Rufino
Ferrera Filho.
A^A Precisa-se de urna que salta cozinhar:
Q-*^- a tratar na ra do Codorniz n. 8.
Cal&elro.
Precisa-se de um eaixeiro que tenha alguma
pratica de taberna, de idade de 14 a 16 aanos :
no patas da Saato Croa a. 2.
Padaria
Precisa-se da um eaixeiro de 12 i 14 anno* de
Idade e qae dt fiador a saa conducta :na travesea
dos Pires n. 9.
Pde-se providencias
Ao Sr. superintendente dos trunos urbanos do
Recife a (Jinda 110 sentido de ordenar ao Sr. Ma-
inel obefa da ceoducco para que faca tocar en
lodos os pomos de parada o trem qae conduz as
9 e meia horas da noute ; assin como fazer o
. mesmo senhor demorar nais* sea trem aos nes-
caiu, saa ae novo covidadoa os seahores mos pontos, afipi de pao prejudicar mais alguen.
a pata tera-eira 18 do eorrent, as
Preeua-a de urna ana para coaiahar : na
rna da Imperatriz n. 3, loja.
Gabinete portnguez
de Leitura.
(GONSELHO DELIBERATIVO)
Emjfiride de pao se ter celebrado sessao no
I
anselho ddlberatiD do Gabtaate
ra n Paroambuco 15 da abril
,A. J._BoagesCosta,
" .searejB*io.
IhUiojB .
seibos de qual ficaco e reviso' da guarda nacio-
nal, tm sua prxima raooiao, dos interesses da
respectivas pracas, mediante retribnico mdica, e
"" .que forem pt.b/es. Poda ser
carioria de Sr. esenf Al-
erador n. 10, e aa casi de
ada dos Remedios.
Bjversos aassageiias prefni^cajoi.
Ama
Na ra da Cruz do Recife a 12, 2a andar, pre-
cisa-se ae ama ama para aonarar e cosiatar.
LEILAO
ue uovi;is
E
Loupa
SOB A DIRECCaO DE
(REPERTORIO DE OFFEWBACH) '
Os espectaeulas terio lugar la
Tsrlsvelnirate nat
Tercas,
amatan.
MabbaaWav ...
com easa de aefoaio
raMlM.
Ichob
r*
ffslH|ia I
Rio du Praia earrota :
de hiendas a grosso e a
aial-mator.
Jallo Galmaraas
Tribunal do conuafirdo.
Esta aecratarla faz publico qas fleam arehi va-
dos :
contrato de sociedade de Jos Fernanaas Li-
ma e Antonio LuiForaaira t'ma, estabelecidos
nesta cidade com aa estiva, aoaa Arma de Jaaa Peraanaa Lsato &
C, a a caatel a H^AJS uaaaeido por amaos
en gaaetaa, ateoailioa e dianairo.
O contrato aa saotodade da Jos Pernaaaas Ja-
nes e Antonio Josa Rodrigues Cardoso, estatwte-
cidos nesta cida* tkhm as* de eommercio de fa-
zeadat, sao t firma da Gamas & Cantoso, e a ca-
da a89hMS ana taaaoaaa, araai a
Oaan/asae
le aa Joatnaai Latas a
'"^t sob a-arasa,aa Jaaaaiai Lapas ataja
0 contrato InnHijat JHUfHJinm Pat)
Theatro
ABZUBLA HCStANHOLA
Oespeotaenlo aniraaclado para quarla-Teira ID,
offerecido ao* distiocios cerpoa coaanarti^ aoa-
demico,Bja bensfido do prfneiro batMa Candido
Q. R. Una, flea traasferido para
QVARTA-FEIRA M DO CBRENTE
em comequeocia da. orcbealra deste theatro se
achar oceupada cam k tostijsldade des Praieres.
N. B.Os retpafos bnbefBa pdem ser pro-
carados na easa do heoeflciado, i ra Baila a. 23,
a no dia do espectculo ao aicriatorio do tlieatro!
I..
Urna mobilia com medalho duplo a Luiz XV, 2
caderas da bataneo, 2 ocuiiaaias, 1 tascador de
mogoo, 1 guarda-vestaos de raa da amaieJJo, 1
secretaria de mogno, i pequeo cofre de peso
(prova de foge), f rica cama de jaearaaaa, 1 mag-
nifico toilet de igual madeira, l lasiatia aa aaog-
no com espelho, 1 cadeira privada! giiatil tmii.a
e 1 mesa clstica de amarello, i rnajrooaia, 12 ca
aeiras da guarnieac, 1 dita espreguloosa, t atar-
qruezao, 2 candiearos a gaz, 2 pares de jarros. 1 ap-
parelho de por ;elana branca para jantar, t i
dita para airan;*, i dito tto dita dourado, 1 aaaa-
lhi>, 1 excaHenta relogio para parede, 2 quatfrw
para sala, 1 banbeiro, copos, garrafas, 1 porta-
queijo, 1 caixo com formas para flores de cera e
arenaros para as nesmas, tieus de cozioha e
aaitoa osttoe objeetos miados
TERCi-PEIRA
^ l'S do eorrente
Na caflFn". 15. sita ra das Nymphas (Soledade).
O agente Panlj-%1 -saadac em tollo. os objectes
cima, por aujbAaefodmma'pessoa qlefretiai
se para fra dkf>rov#ia.l /
A's 10 oras e meia partir um oranilws da as-
quina da ra do Imperador, que conduzir as
pessoas que qutzerem ir ao leilo.
Manoel do Reg Barata seos ilhos agradecea-
do summamente aos que se dignaran aeampanhar
ao ultimo jazigo os restos mortaes de saa mulber
e ni, Anna Frederiea 0. do Reg Barros, con-
vidan a todos os seas parantes e amigos assis-
tirem orna mista, que tem de ser celebrada aa
matriz da Boa-Vista quarta-feira 19 do corrate,
as 8 horas da nanha, stimo dia do ten fallec-
ment.
J. Carrere agradece mni cordealmente s pea
Sao tiveram a bondade de aeonpaabar o eerpt>
_ o 'seu finado irmio Joao Paulo Carrera ao seu
ultimo jazigo, na dia 10 do correnia, a novanema
as coavida, cono lambem seus amigos que au
poderam comparecer aquello aclo, d asslstir nn
dia segn Ja-feira 17 do corrate missa do sti-
mo dia, que se ha de celebrar na greta no Corpo
Santo, s 8 1/2 horas da manlia.
OLINDA.
O brigua _
ga, vai sabir
leaaeai%a
1S0S MARTIMOS.
i"
. apUSa Bngiran-
ravtoade lar ter a maior par.
trata enaanee oaas%aatoaias t B. Raballo C.
a rna do Commercio n. 48.
BIO BE
Para a mateado aorlo astfia impr
:uia oraaei
recebendo anda alguma carga, assiw camu ja-
!i.!3*^aLhfe.^ *** *.***
earregar, aatenaa-se con seo eoositnata.
lim Jos* SHcalvas Bsitfio mtSu
lo 0. f7.
FAZilAS
inglezas, avariadas e limp.a
a 18 do Correte.
AdansaaJI>vH & (k farfaMIaaaaior interven
cao do agaiie (manir, te dversidada de/azendas
avariadasla^r oasta eflf>co Hq quam peBencer, e
de reraanesceotes de facturas de oulras limpa;
O baraa da mantas, em sea aaa coabeeiae
tal, silo a ra 4o Commercio:
r
O abaixo asaigoado professor particular provi-
SDoado pata direetona geral da instracoio pu-
blica transferto a saa aala da raa da Ladeira da
Ribeira, para a raa de S. Beata n. II
OBarece all (aos films. Srs. sato de fam lia)
todo o dvello e perseveraaca para anal os seus
ataamooBoa trabalbos toetivoe; foaajaaaa^odos
ob)-rts rnaniaalii a ansa, aaaaa : SfcaSaa te
ABC, taboadas, penna, papel, tinta, lapis e lo-
las ele., pelo esiideodio 4e 5^000 meosaes. pa-
gando os mmj. Sfff psis mrtade-lo qoart* adian-
Prever seguate : o alumno que se retirar di
aatorantes-ae *e a-aartol,- aeabaw 4*am-
ter a indemnisacjio de seu residuo, salvo se por
aignjrrjnMtJK] (ir dfpejida a aula ; nao ser
deseboJl.dh m}mo w feri, naBI e pischoa; II
nalnjnlejiS MmiltfdenfeA dbs pagamentos de-
peis*4# mu I meaf mal di amat das, afim do
maeisteno satisfazer ben a seus alumnos.
Freguezia de S. Pedro Martyr, 18 de abril de
1871.
ncisco R
Leal & Irmao mandam coUbrar no dia 18 do
eorrsote (stimo dia), s 8 horas da manba. na
matriz da Boavista, urna missa per alma de seu
amigo o lente Francisco Leandro de Gouveia. e
convidan aos seus parete* e amigos par assis-
tirem.
()al>a!*TS5T
ahiin^SSajaado roga ao r. ao.-e
ae Atraeida o favor de comparecer no escrptorio
a iravessa da roa das Cruzes n. 2, para tratar de
negocio de sen interesse.
0 Sr. ABlonio da Cuaba S. Sainarles qneira
mandar 4 esto tjpographia negocio de sen inte-
resse.
dor, apressate seus titul
n. 10, no prazi de tres dias,
;erao immediatamente pagos
pes
que sendo legaes,
e lindo o prazo, nio
raa cana com commoan*
para familia,' as proximidades da* esta coas da
Soledade at o Monteiro, e qae q aluguel regule
800a, pouco mais ou menos : a tratar na ra da
I M
Gra ooitimiajirj.
>E
Ferraceas, saJuJezas e perfu-
COjStANDiJ DE :
Um completo sortimanlo de farro e fertassentaa
para den listas, marcioeiros, carapnas e
ferreiros,
al
ferro*
-toaoaras, asaalhss. -aactoa a lacas, ,nr .rZ7. *J j. rnnitmir a dita if
serraa, limas,
ros, urna por
velho e mui
fMGA-Wtft
Por iotervenc do tfem ots.
Na loja da roa aa Imperatrt 0. 8, do noado F.
DoSarry. VPMT9Ma1jln'i |
alguma, Keoife, 17 de
mito*/
pelas iornaes jiw bavia sijo escolhi-
(Oaenjwof por *ta provela o Exjp. Sr. Sr, Fran-
ros Harrea), teraoi a honra do lemhrir
aataa 4ttCxn. 8r. Dr. fraacisoa I aaaottmo de
asunto Loso,- ara aubsUmu- a vaga a canaara
tenipiraria, que deixa aquella senhor senador.
Um Bratileiro.
-----------------------....;, ,.____.-v .,________________
OtMfa, pesada.
l a e-iraanta data, o meto ala s
a tarda, asMaairaas da ai da ama
Empresta se a quantia de 3 a 4:000j000 a
nramio de 1 1/2 com bypotheca em predio livre
leaarabaracado : na ra deHorlasn.4 se dita
quera.
Os fiadores do Sr. Jtaqutm Francisco do F.i-
ptrito Saaliv, Bao leodo este satisfeiio a 2* presta-
oao de saa concordata, previnam aaa reapaciivos
credores de qne recolneram ao Englihs Bank of
uto da Janeiro Limited quantia saflBento para
ser paga a referida prestaco.
Digaera-se, pos, os senhores credores de que-
rer comparecer, oa mandar pessoa devidaSieate
habilitada para recebar e passar o competente
recibo. ___________
Deseja-se saber quen pariencan 22 caxas
>m papal da marca M P F o. 12/22 e 23/33 va-
is Je Jntuerpia pala Brigne dinioarqaez Ar-
_ o qual tea de seguir nestes tres das
a Baaia oom a resto da sea carragamento :
i ra da Cruz n. 55.
' -------------------- 1 i,i
Precia se da um caixsiro para taberna no
aateo da Ribeira n. 23, que d fiador de soa con-
Jucu, aa 14 a 16 aanos de idade, e qae seja por-
Majajt.
lo, ra da
urna carta de safilec'a, enrulada
MHmov
Saa baraa
ooa>maa>
rioreoli "
em um dia...
A pessoa que fez esta pesado gracejo, queira'
Itor a'Baadade de raaliiair_a dito aoaienea ao sig
ypographia, que
radecido.
Freir.
1 ir2 t T laa in 1
ocie, para
: O aonsellieiro Jos Tbos* Nubuoo de Araojo,
(JO Io J* *BBa Ben'BOa Brrelo Nabuco d Araoio, (an-
uentes) o major Francisco Antonio de S Brrelo
1 seos fimos, D. Caadida Rosa Paea Barrato
icos fflbos, confesstm e "eternamente gratos
lodos seos amigos, que se dignaran* asalstic as
(fxeqaias fetiis & alma de sal chara o sempre
Jembrada sagra, mi e av D. Mara Jasa Palici-
dade Brrelo, e da novo os convidara para assis-
tirem a missa da setlou da, que mandam eeie-
trar no convento do Gormo, pelas 8 horas da
manaa dodi 47 do correte mez, palo renouso
eierao da maana fclcida.
Parocaanaa dooatcto se deairibSiai eea> mi
ri.-a%aaaklaaaa panrfa. que ao- jato aajj fera.
Tfi
de
> ato da^ry^il
HP*a,j1,|PfWrr rtr*
tratar na loja. 1 1
AiuusLais2js.*r.
una aaa a> daaa peasoaa. .7
*-. Na nu luraiu n. f pom^'lailJrNio"
8r. Diego Josa da Casta anafneaT^ o^aave
"^rtal sfltfav
Alafa-'-a padaria no lrf*a*a,T
3, cool.1 doi 4)8tlences, ~
--ri. ewaari




Diario de t*raambpco Segiuirla feira "17 le Abril de I
8i!
-
CHAPEOS
DA
Uua do Barto da Victoria, eaquba da Cakka, da Carmo, n. 23 (Antiga Roa Nojirt
mx? bTd. participar a nosaos Sumerosos fregueze. que eom cbegad. as dea ^ *^ "*"
Joaqoajn Jos Gontjal-
yes Beltrao
Ral do Trapiche n, 47, 1* andar.
Saces por todos os paquetes sobre o naneo a
dioho, en fraga, ** os sectate* regarte te
uL.
Porto.
antearte*
_aves.
Viseo.
filia lo Conde.
Arcos de Val de Yes
Viannado CasteHo.
Ponte do Urna
Villa Real.
Villa-Nova de Faros iieio
Lamego
Lasos.
Corilhai.
Vaseal (Valpasso).
Minmdella.
Bata.
Bareellos.
E' no elegante srroezera junto ab Piano-, qualquer ehefe t> familia fornece sna o*fensado
elbor que existe o mercado e pw/r/f0 .
to favoravais, como sejam arroa a Mprs. iia*
velas stearlnas a 640 rs. o roaaso. vtabo ftaneira
or WO rs s garrafa e tambero ha mais oarato,
alaios d diversos taroanb*. esixiubas proprfas
.ara mimos, caf do meca, ervlmaa portMUMaii a
,'raucezas, ameixas era frascas, latas e **,
marraelhada de Femando Rodrigos, MWrM,
raolbos e mosurda, licores de diversas nualMa-
des, doce de goiaba em esixio e laUs, bolaxuibas
de diverso antores, roassas para sopas, selas
grandes, ixeilonas em baris e latas, vinhos tfnos
do Porto do, roelhores aotores, quetjos prsto e do
re no a 3*0M e a 3X300 ; o propric torta.deste ar-
mazerri r-spnnatil.a se |.Hs l*a qnitidad* de*
gneros vendidos em .en armazn, assimcomo aa-
i ame todo assio o limpeza, era virtud* do qnal
convida a seos numerosos fregneie e amigos 4 vi-
iero visita-lo
Para ciencia dos devotos de S. Francisco de
Paula de Caxang que contribuirn) para as mls-
sas do mesrao santo, de dezembro de .1870 a mar-
co de*187i aprevenamos o seguinte recibo :
Reetbi do lllm. Sr. francisco Aago.no de Al
meida a qoaniia de quatrocentts mil res, de con-
formidade com o eonirato qoe flx para celebrar
as musas nos domingos e das santos de gnarda
na cepella de S. Francisco de Paula de Caxang
a Andar-se em 16 de marco leste anno.
Recite, 26 de mareo de 1871.
Frei Antonio d > Espirito Santo Titara.
FavasT
Vende-se a retolho a 160 o kilograromo
padaria da roa do Rangel n. 9.
D.1
Este antigo estabeledmento, acha-se hoje montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os seas fregueses, atien-
to o erande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e reeebem mensalmente das principa fericas da
Europa- cajos procos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei. ___
MORBIRA OUA11TE C
A Sra. Mara Candida Vilella, p
particular, qne morn ou mora em N. _
em Goyanna. rogada a vir rna do Cabug Da-
mero 2B.
irofessora
S. do O"
s
IIIIHWI1
Attenpo
' FAZENQaa^BArUTAS.
'iCftapsi. sa
flnottephame a 4*300,
ALGODXZINttO con 10 jarda
3*200 a peca.
COLCHAS adamascadas de eres. __
grandes a 31. gg
CHITAS claras e escaras, eor st-Kura, ata
a 160 e 200 rs.
(lAMBRMAS de eeres isas, lindes pa-
drn* a 18 o eoveo.
MUS&ELLNA branda a 400 rs. o cu-
ALGODO tran ado alvo de dus lar
gnras, para unlhas a 1*500 a vara.
LENCirS Anos bramo, a fa60t) a do-1
zia. i
Do-i as amostras rom penhor.
Precisa-se de ama ama de leite
AJfM na roa Velha n. 68. '
Precisa-si dd nm preto que entenda de tra-
balbo de sitio e saiba bem lavar casa : na ra da
Cruz 6. 49, armasem.___________________^__
Stulo de prepuratuios.
Jos Soares de Azevedo, prefessor de liogna e
litteratnra nacional no gymoa>io provincial do Re-
cite, tem aborto em sna casa, roa Relia n. 37,
Uro corso de lingna portugueza ;
de franoet;
de geograpna;
de historia ;
de pbilosopbia;
de rhetorica e potica.
Os alumnos qne qnixerem frequantar qualquer
deslas aulas, pdem dirigir-se indicada residen-
cia,- sflm de saberem as horas de cada classe e
mais condic,6e de entrada.___________________
MANUEL 3c C
41 RIJA DO BARiO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem nm
variado sortimento de fazendas
jraacezai, inglesas, allem3as e to-
das todas se vendem por presos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
{raocezas, de todas as
qaaiidades, brios de
cores e brancof, colei-
riuhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finr*.
RA
DB
RRDA IRMAOS.
S'lriMigfcgkK,
rio da victoria
suya rna
NOVA
N. 41.
Asaim como tem ama .grande
officina de aifaiate, montada com
todos os prearos qne ha de melhor
dirigida por habis artistas, qoe
pela sna promptidSo e perfeicao
nada deixan a desejar.
Roopa de lodos os
amanhos para homens
meninos.
.
Por todos os paqoe
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qne ba
na Europa.
. RA
Bario da Victoria
satifaraa
VOVA
' N. 41.
Este estabeledmento acaba de soiTrer orna reforma radical em acceio, artistas ecommodos, ^4m.P^toa^adJ,iXa^!!
mendas, SalmenTemtodo afim de melhor aertir os sens numerosos freguezes .deixa^e da annonciar todas m axadia, para
nio se torow massante________________ _____________-------,--------------------------
Parden-se jimapolseira de cocaos encastoada,
ero onro, tendo o signaes sognintes.: entre nm e
nntro coral eneites de onro ; perdeu-se na pro-
rssio de enterro da fregnetia do Recife: roga-
se pessoa qne achiso, entregar na rna da Snxa-!
la-nova n. 30, qoe ser gratificada. !
ATTENCAO
Brax Jannario Fernandes & C. com loja de cal-
cado rna do Bom Jesns (oulr'ora rna da Cruz
o. al), previne a todos os sens devedores qne ve-
abam satisfazer os sens debiu no praso de oito
lias, do contrari passarao pel^ dissabor de ver
wu Bornes por extenso paalieados seeM fo-
Iha e cobrado judieialaaeoae. ^^____^
GRANDE
DE
LODCA, F01EELAM
E ft aTC
Advogacia
NA
Villa de Pao.
O bachaVel Cicero Atlatholio Vieira do Brasil.
I motor p%*Heo de Caman.gibe, advoga no elve
CHRYSTAES
o coromercH, prometiendo telo
miares da t proflesae.
e activtdade
t\
v Precisase de urna aasa for
|^ra i M^va^qne, cojtinbi
^.*co 0.54-
compre : na roa
Fran-
ASA
DO
01
flREUZ ABT i C-
121 foigent Strtet W. Lnwra
Precisa* e de nm bom coaioneir* oa coat-
nnewajnaruV do imperador n. 5o, f andar.
PrtmurZ A oaaa ama Uvre de roela idade
-52*2 V *ilia : na rna de Sana
tneau n. H-
un
jores-

r.Pnatiaeo
DE
PE RE IR A, IRMAOS
Roa Primairo de marqo n. 15, outr'ora raa do Crespo n.
Ao respeitavel poblico em gera e particalarmeiite sos sens Maero*^ afos
parUcipsm Manoel Joaqaim Pereira e llaaoel Jos da Cbsa Pereira, fl^ acaba de
rendar ana rico e somptooso arasasam de loaca, porceUna, vdros e enyeta a roa
Prtaairo da Marco, ootr'ora roa do ftespo n. 45, aob a raao socW -Perara d
Irmios. U /r
k longa pratica e conhedmentos de qne dispoem os aoBoaciantef pasta ramo
de commercio, s qoe, ba muitos annos, se dedicsm, os tem habilitado a ausfawr aa
necesaidades da popoUcao deeta provincia e anas limitrophes, offeracendo aos consu-
midores maiores rinrageos do qoe qnaiqoer ontro estabeledmento deate genaro.
0 raaoeHitel pobHco, dignando se de visilar este nrjvo esubelecimento] com-
mercial, verificara por si maca o qne oa snoonciantes vem de dizer.
MTIO
Uro eslrsngeiro precisa alngar nro pequeo si-
lio, etfi slgam dos arrabaldes desta eidade : rna
do Comaiercio n. 40. __
GRANDE PECHINCHA A 260 e 400 rs.
Alpakas de cores de lindos padrees e de gostos
inteiramento nnvos a 260 e 400 r.. o covado:
Bna 1* de Marco (oulr'ora do Crespo) o. 20 A,
leja dos Arcos.
CONFITABIA
Tabellas Vermifogas"
Este medica meato o untco qne pelo seu bom
aroma e goo agradavel se torna o mais propric
para a expulso das lombrigas. E' faeil de tomar
porque o sen gesto igual ao do chocolate, e df
prumpto efieilo.
Pharmacia americena de Ferreira Maia k C, rna
Dauna de C.xias n. 57.
CONTINUA 0 DA GRANDE LI-
QUIDACAQ DE FAZENDAS UM-
l AS. A' BA DO DUQUE DE j
CAXIAS N 19.
Chitas Anas, claras e escaras a 160, m
200, 240 e 20 rs. o covado ; cambraias 5
de edres a 200 e WO rs.'o covado ; sipa- fl
cas de cores com llores e de stras a 400 M
_ e 500 rs. o covado; algodao branco 5
I 4*000, 41500 e 54 a peca; madapolio a jgl
41000, 41500 e 51; dito largo a 51500 m
e 6i ; algodo de listras proprio para
I roupa de escravos i 160 rs. o eovado ;
jBJ| brini pardo trancado e escoro a SCO rs.
5 a vara ; chales de merino lisos a 2a ; di-
I tos eslampados a 21500; chitas para eo-
tm berta a 2^0 rs. o eovado; eambraia bran-
5 ca a 21500 e 3l ao corte; di'a victoria
fina a 4 J500, 5 e 5*500; tealhas felpu-
gas das a 81000 a dusia: lencos brancas a
I 11500, 21, 21500 e U ; ditos grandes a J
I 3#500 e 41; ditos de seda pequeos a |
500 rs. cada nm; ditos de linho fino a M
S 5*500 e 61 a duzia; eambraia para forro !
a 14900 a peca.
ffiSGB tf **
RAM DE
LIQUIDACAO
De 1,800 cortes d casimira
Cortes de casimira de cor (azenda superior lisos
e de quadros a 4*000 e 5000 o corle, casimira
preta superior pelo barassimo preco de 11500 o
covado, eambraia organdys mindinhas padrSes
modernos a 280 rs o covado, lencos de cassa c m
barras de eor pequeos a 120 rs. cada om, alpa-
cas pretas com flores brancas superior qualida-
de a 508 rs. o covado, carobraias de cores a
240 n. o corado, chitas a 160 a 200 rs. o eova-
do, (hilas cbiaezas a 240 re. o eovado, eambraia
Victoria fina a 4iC00 a pee.a, madapolio a 51000
a peca, algodao a 3*000 a peca : na rna do Cres-
po n. 20, leja do Goilherme.
barato.
Vende-se na praca da Independencia n. 39, h*a
le Porto & Bastos :
Borzegnins de bezerro e de cordavao pera n -
mem a 9*.
Borzegnins de pellica in^leces para sentaras a j>.
Borzegnins de dnraqoe de eor para seah<>i;i
a 4*000.
Borzegnins de phantazia pretos para seobcM
3*000.
Ditos de diu pretos e de cores para uiet in. a
3#O00.
E' pechincba, a elles, antes qne s r/A- m.
' i ..i------------.;
Farlaaha de smataidleca.
Vende-se de boa qnalidade e em bous saw.-
41500 por aaeeo de don alqueire*, ao etcrip<>(> >
de Jote Victorino de Bezende & C, a rna li> U /
quez de Olinda. outr'ora Cadeia n. 5.
Para eaaaa de faulNa.
Caixinhas com urna arri ba de batatas da nor-
mas desembarcadas porljGOOll : na roa do >.-
morim, armazem n. 46.
os segnintes engenhos parto da ti-
dade de Mamamgnpe,
Barra
Excellente propriedade com opima
casa de vivenda, engenho e mais casas precia-,
indo de pedra e cal, e muito bem coosirnido.
Pregoica
|RUA DO IMPERADOR N. 26.
O proprietarlo deste esubelecimento avisa aot
sens numerosos e bons freguezes, que acaba d<
preparar um grande sortimento des meibores ge
ero* do mercado para recbear ae despensas da-
^uelles que tivarem bom paladar e disposicio pa
ra gastar oa cobres, no tempo da festa do Natal
Abi eneontrarao ex alientes presentes de fiambre
vinhos, licores e cognac de lodos os fabricantes,
boa cerveja, marmelada portngueza, ameixas em
caixinhas, conservas francezas e portngnezaa, do-
ces de todas as qualidades seceos a en ealda
Tambero eneontrarao bolinbos para cb de todat
as qualidades, bolos francezes e inglezee, pae-de-l,
pndins, tortas, amendoas confeitadas, e quantidad
do outros objeetos nqneseria efadonho ennmeneu
Preeisa-ee de nma ama : na praca da In
dependencia n. 18 e 20.____________________
COMPRAS.
COMPRASE
Frascos vasios da tintura laponeza ; a rna Dn
qne de Caxias n. 50 e Mirqnez de Olinda n. 51.
Compra-se um pequeo sitio com casa : quem
tiver annnncie._____________________________
Comprase Diarios para embrolho a 5*000
arroba : na rna larga do Rosario n. 15.
V'NDAS.
(Javallo.
Vende-se um excallente cavallo de sella coro
bons andares : trata-se na raa da Imp'eratriz n.
60, loja do Pavio
"SUSTENTO
BESTARATVO DA SAUDE
PILA FARIN1A ,
Revale8ciere )u Barry
Esta farinha ^ue lio grande use tem na Euro-
pa, mnfto se reeorameoda para as eriancas e pes-
soas debis e eonvalescentes. Como medicamento,
ialai vel para a casos ; prisao a veo tro, he-
morrMdas, ms digeetoes, azra, amarget de boc-
ea, dores de estomago, diarrha, eoxaqneeas, af-
feccSes de figado. dos polmSes, dos rins, da bezi-
ga, ele., ate., ceoteado dmhi* mais principios an
trenles e restauradores para os msculos, ervos
e celebro, qne, tres vezes o seu peso em carne, e
por consecuencia, de cooservar melhor as forca
physicas e moraes, restabelbeeno as fnnecoes di-
gestivas stragaoa, dar ppetite, o eonvlr aos
alonadaanda dos mais enfraquec^dos.
Seifso tio simples como fcil : a Hecales-
cure d* Ban v deve ser deefeita e cosida como a
futaba ordinaria, podando ser usada na agua sim-
ples, eom vmho branco, no caldo aem gordura e
no boa le le, fazendo se anda bolos com manteiga,
I assucar, etc., ele.
nicos depositarios en Peraambuco
BABTHOLOMEU k a ,
l-Rua larga do Rosario34'.
CAVALLO
Vende-se um cavsllo rnsso pedrs, anda bahro,
novo e sem achaque para ver i rna da Reda
na anaaeiaa i iO, issiar uaaaVMirqnai de
OndniaaarSorid a 49,
vestidas, com grande variedade de cores, a
240 rs. o covado
Na raa Prkneiro da Marco (outr'ora 4o Crespo)
13, Iota das Columnas, de Antonio Correii da
Vasconcellos..
en paule
ta II[al! adepta*
aeaoww
- Venae-ie nma taberna siu naoMada de
Para ver na meama eMade na rna de Ampara n.
0, e para tratar no Reeffa na rea da Crnt eoaa
oa 8rs. Braga Qemes 4 C. _________
Vande-se um terreno (cbloa proprtas) .^
povoacap do Caxangi, cam|nh3 qne valpara a
Ambol, eom frente para o rio, eonteado II Opal-
4-itdtaeh.peanxenva^rcaqn-i.ad .*?**-^
*; nons-naasi^aaalidWla>wea^---------------------------------
pinaue qne esa aruetas qne nous veaaaa da reeevoir c aft ca ^^^g^SJSSSK'e onar* no
CHAPELLERIE DES DA1LES
Cs asafaata vtaat de reeevoir par La Blata
et avec des garaMarae des aanltanrs tas etas
tale noir at en Ule nana soatasas persas
multo bem situada por ser Juoi, w
porto de embarque ios vapores da corapaohia
pernambucana, e onde tem de Andar a estrada de
ferro projeclada, de Maoianguape. m vi.
rairiCIO situado ao p deste.
Quem pretender qualquer urna destas excell< o-
tes propriedades, queira se entender com Ta-*o
I rmaoa k C
Coqueirinhos
Ha muito bons para vender: a tratar na rna
Dlreita n. 127, 2* andar.
Vende-se urna casa terrea na ra das Cinco
Ponas n 122 : a tratar em Santo Amaro das Sa-
linas n. 58.______
de oqo e sndalo
A agnia branca acaba de recetor dqnelles bo-
nitos jeques de oco e de sndalo, obras essas, coja
perfeicao ser reconhecida por quem as vir; as-
siro, pois, va i reappareeendo o sortimento do bom,
e os prelendentes qne se dirijam dita loja na ra
Duque de Caxias n. 52.
% Vende-se
~L Urna casa em Olinda ra de Matbias
^ Ferreira n. 3 : quem pretender' dirija-
S se a na do CotoveHo n. 4
00 ft O O 0 ft ***
(rande pechinena
Alpacas de cores de lindos psdrfies e de gostos
inteiramenle novos a 260 e 400 rs. o covado ; or-
gandys de cores de padrdes modernos a 280 rs. o
eovado : a ra Primeiro de Marco (outr'ora do
Crespo n. 20 A, loja dos arcos.)
RING OFPAIN
ou t
oieida dor ame ioauo
nico deposito do verdadeiro, ma pharm la
americana de Fereira Maia 4 C, ra Duque
de Caxias n. 57, antlga do Qneimado.__________
~Docea, rmelas c area
RA DA CRUZ N. 13,
Maces:
Uvas.Vindas neste ultinn vapor.
Sorvete.Todos os das a noite.
Presunto em fiambre a retalbo.
Doces secos e da caldas de todas as fructa
CaAUubas conteiuda*, palei foihados. bol,. ,n
glezes, pio-de-l e pndins, geleias de SPiabs, ara ;
e mo de vacca.
Grande liquidado
Na rea do Crespo n. ).
Carobraias pretas e brancas padroes miudos
lerneezas finas a 280 o> covado : na loja de Gui-
arfqme.____________________________________
ESPELHOS, VIDROS, E MOLDURAS.
- ft loja da Agota Branca acaba de receber
um variado sortimento deespeihos, de mol-
duras dourada?, emitando Jacaranda ; assim
como vidros, e molduras para qaadros, es-
pelbos, etc., e como de eos turne os presos
sio commodos.
Vende-se um cano novo de cobre, um dito em
eoniinuacao de folha proprio para telhado, tam-
bem se vende urna porcao de chumbo em leneol,
com algum nso: tratar com Jos Antnnes Gui-
maraes, roa do Duque de Caxias n. 43, antlga do
8ueimado n. 1.
" ii i ...........i ii
Bazar Victoria.
2-llua do Barao da Yietoria-2
Amiga rea Nova.
Este bazar receben da Europa, pelo vapor Ir n-
eex Anazone, um completo e lindissimo sortimen-
to de cbapelinas de seda da ultima moda para se-
nbora e Invas de pellica brancas e s para bomeus
mem e senhora._____________________________
C0NFET6S
D'iodureto de potassio de L. Foocber.
Estes eonfeitos team a vantagem de jnnto i
maior exacdie na dosagem (5 eonieem urna
Smma de iodureto de potassio) nao teem o sak.r
agradavel das solnc8es: sua efflcaeia >nr n-
tesuvel, porque o medicamento eaaaa ao **\i,
mago sem ter soffrido a menor altpracaQ, o qoe
mnias vezes acoitece i sobsao nata metal n\-
Iber que serve para a medir, alio asmas a 4*
mni fcil transporte em viagem, evitando assim
a interrupcio do medicamento : nntao daprnito
na pharmaeia americana de Ferreira, Mata f. ,
raa Duque de Caxias n. 87, aniiga do Qnatatad...
VENDE-SE
Joaquim Jos Ramos, na rea da Cre n. 8, 1*
andar, vende algodao aznl americanos verdadeiro
8 prego8>mericano 3 e 4.
VENDE-SE
om cabriole! e nm cavallo : a tratar na. roa do
Livrament a. 10
Vendetta om terreno eoaa 47 palmea de
frente e 400 de fundo, eom nma easa de lataa
nasi acabada, sita n'Af mt-Fria de baixo, na beira
s linea tarrea, confronte de nma taberna : quem
ntatr, dirij-ie rna do Progresso n. 19, qne
gata tratar. ,
.'etfJe-se barato vidros para espelhos, mu
to boas, a Lat XV, de 20 a 30 polegsdas : na
rea da Imperatriz n. 99, laja de funlleiro.
Oavailo.
Vende-se na coebsira da rna da Boda n- .60,
nm eavallo mellado eom ataas andares : a tratar
na rea do Imperador n. 57, i' andarj
pelo eaee Vnie e Dons de ttarantaro.________
A's aenhoraa,
A' ebapetaria da raa Primeiro de Mareo n. 8
cana dn abanar da Sxrapa pato ultimo vapor nm
lindo e variado sortimento de chapeos e cnanenans
da oWnVnandV P asnnora*, qnasevnndem
por prteos maito rnanaveie:- na^aanint4tntarta
gntofWMMa iaaaatassa da tbapot da todas u
Vendase om papagai^wSTbSM
na roa dan ftiiaatohii a. S
8.
MACHIAS ~
A iOtfOOO A StRRA, PARA DESCARO-
CAR ALGODO.
Vende-se no armazem de J. A. Moreira Das:
raa da Cruz n. 26.
Aos cigarreiros
Vende-se papel de seda e de linho, em resm.-s,
dos verdadeircs fabricantes : na rna de Mar e
Barros, outr'ora rna do Codorniz n. a_________
Litros dadsi**.
Para ingle :
Maetulay. Esssys.
tingard. H. ofgngland.
S-lect Psssages.
Motu-grammarica.
Para francs:
Reanier-Thttre classique.
Cbteiubriand. Ginie du christlauisme.
Marivrs.
Filon-Narrallons.
e todos os mais livros para exames de prea'
riea.
UVaABIA FRAflCEZA
Novo Mundo.
. i
. k.
i
.
<
Asignaturas para o segundo i
-a. 64000.
__________UVBAR1A FRANCElA/v
-
Bruno Seabra.
O festejado poeta aeaba de
tude brasueira, eom o mais
creaircas
Aiftn
Lnmii

resmlear ajnven-
Hvriano para
leadpfiurop
JornaeadpUsuropa.
Assignaturas nara iodo) osjoraana da Mona.
PoatnaJme e;rantia noiervieo,
Veade-w
45ee de gotaba, na rna do Rangel a. 41
Vende-se
paospboroa gai a 2|200 a pors, xWrs an
ala elPrs.acaTta, na rea 4o Raaanl P- ;
Na ruaeslrelu de Rom
V
I
Rosario,
lifaat^nWt
raasa. naaaas a no a



Lao de FeruftnOjjjpo. Segunda tea 17 de Abril de 1871.

koafl
* armaieim do r
ftMM, M,
Brio da ftajto-
eje) Bar* 4a vletev
1 9***i,#~ rm*
Nora) ar. f.
GRNBE
a ra da Imptratm n. 72 lo
MBA
da Arara

Perfumaras, quinquilharias e
para meninos.
Acabnm d ck,gr uvas. turai eoai. importante sortimento dos artigas abaixo mecdoaadus
fu;. mais resumido que possivel.
CAIiCAIM
' ***pas para sboraei-du raque brateo,
w preto
--i oftras militas coree escomidas do ultimo gos-
to .a saeda.
(otlna.- para meninas ignnl sortimento.
Msattinhos de sallo para spuhora da raque pre-
v atanco e de cores, e de curu de lustro..
'otifaa-; para criaoeas, proprias de bapla-
<<.>.
.totlnas de diversas qaaHdades para horuem.'
Botas rnssiaaaa para motilarte, tasto inglesas
de oouro da Russia para viagero, como friooiii
de Mellar, beierro fino, para paeseios.
leiu pernetas para meamos de 10 a 16 an-
ejo*.
>apeios de brim branco para bomens.
Sxpatoa de raqueta de lustro com sota da ma-'
aira, proprios para banho.
Sapalot de borracha para borneas e seaboras.
..apatos abotinados, de differentes modelos, mui-
w bous e fortes para meninos e meninas.
Mpatos de tapete, aveilndados, Chartot, easi-
ira preta, de tranca portugueies, para torneos,
eiiboras e meninas.
Perfumaras.
, Extractos fiaos, hanbas, cosmticos, leos, opia-
iaa, agaas da Colof ne em garrafas da cristal -para
oresenies, agua divina, agua florida, dentifrce la
vaude, agua de toilet, untura para barba e cabei-
toa, pomada hongroise para bigodea, pos de arroz
sabonetes, todo isto de primeira qoalidade, dos
Meantes Coodray, Pirer e Lubin.
Cesantut para braco de meninas.
Balaioa para acetara.
"rame pratiado para frutas e

qwipi
asa.
Reos arigos de phantasia necesarios para tol-
Ibetes e proprios de presentes.
Jarros e bouquets de porcelana para, "tatas
rioa.
Registros de papel flnn moi lelicados.
Suadros promptos para eafloear vistas.'
oidoras doeraas para qoa iros. ll/'
Estampas A bellas aysageas de dadea, 4
figuras e de santos.
Espanadore-t la penas e de palha.
Garteirai para notas e pan dinheiro. '
Caixinba do msica de dar se corda.
Poateiras de espuma para cig ar roa a charutos
bravatas de seda pretas o de cores.
Bengalas da cana com eastdes de marflm.
Ditas de balis, junco e de moitas qnahdades.
Pentes fios de marflm para caspas.
Escovas para fado, para cabello e par deates.
aspara ..
Quinquilharias
Loras de pellica brancasJourin.
Eepelhos grandes doorados para salas, quartos
LequHs para senhoraa t meninas.
/oas de ooro, brinco*, transelins, palseiras,
aotoee da pnnbos, de abertura, correntes e chaves
i moflo, todo de ooro boa de le.
Brincos de plaqu imitarlo de ooro.
Corralas para relogio.
Abrasadoras para colletes e para poobos.
AlbttH de relindo a marroqulna para retratos.
Mammadetras de vidro para enancas.
Caixinhas de costara, noros modelos com mn-
>iea, proprias para presentes.
Qoadrinhos doorados para retratos.
TODcas e sapatiobos de lia para enancas.
CapaiUs pa/a noiras e para pastoras de pre-
lapioa
Caixinhas eom vidros de augme ite para ver-
esa ponto grande a photographia dos retratos.
Pos de vidro para pianos.
- Tkaaoorinbas para eos ora e unhas.
Bolelnhas de seda e de velado.
Dte* de latrirf a e de aedT -f^^l.
Oenloa da prata doorada e de aos. axj,u
Reverbero transparente para caodiairoa.
Ditos para laaternas da pianos.
Cotos econmicos para vellas da spermaceta.
Cordas para riolo.
Port-pratos para masa. ,
Caixlnhas de diversos modelos e proco*.
bjectos noros de mgicas o melbor poesivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagan*.
Estojes de viagens. completos eom naralhas.
Esporas de metal branco para saitoe.
Chicotes fortes com martello para nagem.
Ditos de moitos modelos, de janeo o de baleias.
Lavas de flo de Escocia brancas, e de efes.
fifosdeeesolea
Jraade-an grosdeaapolee prelo >m tea-
aan? MS0m ** W. *#W.
doOO e3ocovado.
Csaeajlra preta 3l#Q a carie
VeaMe-aa cortea a> oaadmira preta para
calC* da hmeos a 3^0, 4#, 5#, 6 a
IpQUQ.
Pana ateta a Veade-ae Diooo preto pU^ Mlt;aj c yA.
1 pira borona a meaioos a timo,
nm H.US*, *#. MedoooTado.
Caaeaira preta
Veode-e caaemira tranaada parA calcas
de horneas neoiaos i 2|, adSOO a 3d o
corado.
. Aa)aaa prata
T l!5e "'P163 Preto sw saiaa a 800,
640 a 800 rs. o coeado.
Merla attiat
Veode-e mermo setia, faxeoda pteti
moli benita, pro -rii para vestidos e mes-
mo paHla para a pmeote qoaresma a 16
o cafado. '
Dpaea urjaaa
Tnde-ae alpaca sarjada com imita-
rlo de seda preta de listas propna
para vestidos para a presente qoaresma,
e qoe fica moito booito o vestido por ser
Ditas de eassarca amaraUas.
Machinas pan faze
_ tm cafa.
Globos de papel de cores para illumlnacoas de
festas campestres.
Baldes de cores, de sabir ao ar fcilmente.
Jogos da domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e ootros jngos allemaes.
Eaieriosaopoa eom as ais bonitas vistas, de
ligaras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou aecordioas de todos os lmannos
e noros modelos eom tremados.
Realejos pequeos eom afras msicas.
Coamoramas da varios lmannos, eom differen-
tes vistas mui pitoreseas.
Brinquedos
0 maior sortimento qoe se poda desojar de toda
sorte de brinqswdos fahrioados em diversos paizes
jda Europa para entretemenlo das enancas.
[Cofres de ferro
Prensas

0
de differentes Umaohos.
de ferro para copiar cartas.
V/UapaS de {gno gavaloisadas para lee.ros.
renos ^ ferro^ ^^^
XlraUOB americaooa para varzea e ladeira.
Ma^aSiv^e^e,^^
Carrinhos ^ m30 ^^ e m
Venezianas para janellM.
Esteit artigos acham-se a venia PolaaAoa
casa dos importadores DULaUfao
Shaw, Hawkes i C,
auA da Cruz n. 4.

Foyoes de ferro.
^0fr salitre, .
mono larga; proco para liquidar de 00
rs. o covado'.
Lia praU
Vende-se lia preta moito^boa, a 500 rs.
o ct vado.
Gasaaa pretas
Veode-ae casaaa pretas para lato a 600 rs.
o metro.
Caitas pretas
Vende-se chitas pretas para loto, a 200,
240, 280 e 320 rs. o covado.
Caitas franseaae asearas
Veaie-se ahitas fraocexas escoras para
vestidos, a 2*0, 28a e 30 o cova io, diws
claras a 320 e 360 rs.
Caltas aaraeaaertu
Veode-ae cima* eocaroada* para cocer-
as a 320, ditas de cores, largas a 30 e
400 rs. o covado.
( Fastispara veaUdos
Veode-ce fa.-to para vestidos de senho-
raa, a 360 o covado.
Brillaatlaa branca
Veode-se brilhaotioa branca para vesti-
ioa a 500 r. o covado.
Peretaras fiaas pira vestidos -
Veode-se percalas fioas para vestidos de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cassas francesas
Veode-ie caasaa fraocezas de cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o corado.
Orgialisde cores
Veode-ee organ-iii de corea para vesti-
do de seobons a 440 e 500 rs. o covado,
LSaskbas para restjdos
Veode-te iS-tsioOas para vestidos a 400
e SOre.o covado.
Alpacas domes
\lnds?* alP|M de rM Par> vestidos,
aSOe oeOrs. ecovtdo.
6aafas para calcas
veoao-se gangas escoras para -alfas de
bomeos e roapa para mecios a 240 o co-
vsdo. 'v ^n. .
riai de cares cosa listas
vender brim de cores com lista s dos
ladea a 400 rs. o covado; para liqoidar, oa
loja da Arara, roa da Imperatriz n. 72.
raraUs pretts de seda
Vende-te gravitas pretas de seda, largas
e estreitas a 500 rs. .
Vndese lencos a2|a dozia, ditos cbi-
oeiet a 3^600, pira liqoidar.
Chales *> parriai
Veodf-se chales de meria estampados,
a U 6 2^500; rara liqoidar.
Caaertaa de taitas
Veode-se cobertaa de cbita fioa a 2^500,
ditas eociroadas a 3500. ditas forraas i
54, cobe) torea de algodio com i elio a
1J400, na qoidacao.
Cortes de |Mfa
Veode-se cortes de panga para saleas de
bomfm a 800, ditos de brim de lista, a
11500.
Brisa Usa
Vende-se brim liso para calcas de traba-
lho a 500 rs. o metro.
- Briai parda trncale
Vende-se brim pardo traBcado a 700.
800, 900 e Id o metro.
rataaote a 4J8D0 a metra
Veode-ae tramante pira leoces e toa-
lbas por ser moito largo, a t800 e 20800
o metro,
Alsodao anfastado
Vende-se algodio enfeaUdoa 900 rs. o
metro.
Pesas de alfodao
HODKI6B8 & IRMCr
Kua do Mrquez de O inda n. 6
^ta^e-se am excejlente cofre de ferro, I jro-
va aa rogo, por, preco moito commodo.
Carroc s
Wa ra do Livnmenia o. 3* se dir quein tem
duas carreis das que trabalbao na alfandega as
qnaes se rendem mnio baratas
VIDROS
mmt
kxmomia dom'fstii
Pojas de lia oVIindas corar* e boa -
MBa* ""
Ditas de dita, hienda superior coo 65
vadea, a peca por 23*J0O rs.
vende se por covado a qaaio nio preei-
sar do comprar pt^a,
Loj da America, roa do Caloga o." 10.
iiniiiiiiii
Sementes.
s
Somantes oras do hbrtalica
qaec de Ollnda, n. 30.
na roa do atar-
A Esperanfa, i roa Duque de Caziaa n. 77 A
(amiga do Queimado) acaba de receber nm com-,
pieto aortimento de vidros de espelbos para todos
os ttmanhos, de 7 a 40 pollegadss. Na mesma
loja Umbem se vende diamantes para cortar vi-
Sxias n 77CAh*ral ""^ = ,B* DaqM de
Attenpao
Vende- ama Jardinera de Jacaranda ms taa-
> de pedra", qnasi nova, por amito pooeo dtohai-
do AmSfH SSe qBteer *Ti* a to Amparo n. 89. casa terrea.
KUitMAS K FERRO
para porgar asjoear.
Veode-se pecas de a'godio conf 20 jar-
das a 34800, 5, W, 6600 e 7,5.
Pecas de atadapalio
VeDde-se pecas de majapoo com 24
jardas, a H 5500, C*. 6*500, 7*. 8.
8*500 e 10*.
Algodio de lista
i mcsm fagmetelroo
PARA ARSUCAR
CERVEJA DE MABC4
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Ha vana
Lona para velas
Cambraia Victoria
oA p^?nao,nas^ae0u.,,nn,er08 **
Vendem-se
Em casa de
M T. JEFFERIES i C.
4o Ra do Gummercio 46
BRINS DE ANGOLA
- OS LEGTIMOS
Trazcmi o rada peca mam Mime
te) tmm nome '
DOS
nicos importadores
r. JEFFERIES & C.
MACHINAS EGYPCIAS
para descarocar algodo, a precos redolidos nc
Recife. armaiem do Sr. Barroca7 0UUi,08 K
Doce. Doce. D ca
A' rpa de Marcilio Diu, ootr'ora Direlta, n. l.
w aena nm completo sortimento de dota de Mia-
ba em ciixoes e latas, o qoe ha de mais fino e
fabricado com toda a perfeicio.
Um completo sortimento de caiifrs da 1 a 4 ll-
oras para btdos os precos proprios para satisfazer
eiH-ommendas de (ora da caoiul
initStmk'^f9 <,ce deU^,B,* ""^ <*
Oaem davidar venha ver, que ir sasfaito eom
o precos e qoalidadea. oasi com
CARHO^AS i ~
de ierro e machinas de colaros,
veodem-se cinco carvoeas da rodas e eiaos de
SSai-'J""1 dostilla duas pipas de agurdente per dia : rea
do Marques da Jarval n. li, das 6P s 10 da a*
ohla, e das i horas da Urde em diante.
Veode-ee algodio de lista proprio para
roupa de esfraos, por serforte a 160 rs. o
covado.
Callrmeos de papel
Veode-se om rest > de collariobos de pa-
pel a 200 rs. a dozia.
Granle 1 latdselo de roapa feita
Veodem-se paitos de casemirasde cores,
sobrecasacos a 9*. ditos fraq es a 8*, di-
tos saceos a 64, ditos pretos, paeoo boro
a 8* e 10*, ditos de alpaca de cor a 3*,
ditos pretos a 3*500 e 4*. ditos de mei*
nseroiraa 2*. ditta de brim de cores a
1*500 e 2*; ditos brancos a s*.
DE
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia $ C. Tua Du-
que de Caxias u. 57, ant-
ga do Queimano,
Venda-se saceos com feriaba de mandioca, me-
diado 18 eoias, pelo baratissimo preco de 54 cada
sacco; na roa uo Marques de Olinda n. 40, es-
criptorio.
Batatas.
Vende-se caixas com batatas novas: na roa do
Amorim n. 46.
decimaes e ootras.
V


Eita nova loja tem, alm de completo sortimento de fazendaa, o segointe
vende barato :
Cretooes de cores flxas a 400 rs. o covado.
Moito boas ron -salinas a 480 rs. o dito. a s
Baptistas a 560 rs. o dito,
Fost5es de cores para vestidos a 600 e 800 rs. o dito.
Laaziobas a 440 e 560 re. o dito.
Alpacas de cores a 700. 800 e 900 rs. o dito.
Sediobas de Ihtras a 1*500 o dito.
, Organdys braocos a 800 ra. a vara,
Saias de lia e braocas de 44 a 12*000.
Lindas camizinhas a 10*000.
Lieos de fita para cinto a 4* a 5*000.
Ponbos e golla de groa a 4*000.
Chales de merino estampados a 3*500.
Balos a 8*000.
A* roa do Bario da Victoria p. 9 (antiga- roa Nova) lojl da TURQUEZA.
& =
LOJA DA CONQUISTA
Boa do Cabug n. 6
or
Antonio Francisco dos Santos & C.
Os proprietarios deete oevo estabe'ecimento jalgam de sen dever facer apresen-
tacio de sea titolo, para obterem do respeitavel publico, *>m especialidade de seos
rregaezes, o acolbimento de qoe todos necessitam em sea tirocinio commer ;lal.
A Conquista, nio garante nem pode dar fazeadas a seos frf goezes, mas tendo
por divisa coaquistar a todos, para que nao comprem em ootras casis, affirma-lbes
qoe serio tratados com agrado, lealdade e muita moderacao nos presos.
A Conquista acbaodo ser enfadoobo para oa leitores o mencionar o sea grande
sortimeoto de fazeodas finas, apenas dseme smente as fazendas pretas e objectos
proprios para a quaresma, como sojam :
Grosdenaple preto de diversas qoalidades.
Gorgurio preto para vestidos.
Casaqoiohos pretos de seda.
Ditos ditos de gorgurio com cinto. .
Maotinbas brasileiras para cabeea.
Chapelinas e chapeos para seoboras, o qoe ba de melbor.
Lavas de pellica braocas, pretas e de cores.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar cota qualquer objecto
amostra, para qualquer casa que para lato (has mande nicamente o nomo da roa e
numero da morada.
E BXTAA RDfHARIO.
Algodio atol de 550 rs. o covado a
MO rs., s se vende peca ateira, cada
orna eom 56 covados : na roa Duque de
Caxias n. 43, anrga do Qoeimada o. 1.
Fita especial
par os qne Bzeram a campaha do Paraauav
bfo'deaT "* Dnqne e Caxias **
recn'
Vende-se
m.tee^deX* POr> MpeC,a,iSsini0^
pr?o'paSSmoran,OflOOen,S0-,de-^Pro-
Dito dito 0. Luir I em caixas de li garrafas
as qaalidadrs superiores oestes vinhos dio a t-
haldada ao possnidor de garantir aos comprado-
res a pureza de soa rreparacio : a tratar na roa
-

t:



1ARIA ESPECIAL
BOMEOPATBICA
DE
ALVES THENOEIO & C.
A' ra larga do Rosario
Um estabelecimento diz aaaim:
Basas obras de pama do vime
Costumam a fallar por mira;
Oocam, escatem, prestem Ihe altencao,
Ditera qne aqol loja de eestas,
Igoaimente deposito de pao.
Fructuoso Martina Gomes, mais esta vea solicita
da aras benignos amigos o preftram para darem
nasa prompu extraccio ao grande numero de
obras de palha e de vime que honiem receban da
Europa. Urna breve iniciativa das prlncipaes pos-
auas rara recordar a tolos soa otilidade. Cede-
mos a favor dos Srs consumidores a vantacera
nos cambios qoe feliimeole boje ebtivemos. Sir-
vam-ae pois virem maoir-se de ptimas cestiobas
Boas para senhoras e meninas de escola, balaios
reaondos e ovaes eom lampa e sem ella para cos-
tura grossa, ditos eom p para o mesmo Om. oo
nelles botar-se frustas na mesa, pratinhos de ges-
ta e vime para destribuir-se o pi a cada orna
pasaos na mesa, balaios com repartimenlo para
faceaa o garios, ditos para ninbos de canarios,
breas da patba para chancas recemnaasida, ba-
laioa para ditas apreaderem a andar, maracas de
palha, bandejas para ronpa engommada, balaios
para roana servida de ama at doae peesoas,
ditas e ditos para nos escritorios botar-se
pas rasgados, aclate* compridos e redondos
maodo coileccfies, condecas dem, cestas de arco
a lampa para neilas faxer-se as compras no mar-
cado, eadeiras da vime para as peesoas qne fasem
viagam nos vaporas para a Europa ; aqu oflere-
caamomrttmeateexoriteota pao, bolacha, massas,
docas, torradas, etc. Rogamos moito encarecida-
mente a todos qne venbam ver para acreditaren!
na aaactiao do qne hawmos dito.
i for-
PARA ACABAR
Na roa do Mrquez do Olinda d. 3 too-
de-e os segoiotes artigos mais baratos qn*.
em outra qua!quer parte.
Couro de bezem.
Coaro-de lustro.
Cotm -de porco.
1 Arfeio de carro para cavallof
(obra de yoslo. )
Couro de ezerro
Milito novo a ltimamente cbagado veoda-pd
Nov.CaM 40 P" C" : *Amuih
CEMENTO.
O verdadeiro portlaod. So se veede Da
roa da Madre de Deus n. 22, armaxem de
Jean Martins de Barros.
Oera de otroanba
Vende-se na roa da Madre de D us n. 7, mala
barato qoe aro ontra qnalqoer parte.
POR
PREQOft BAEAUSSIMOS
NA LOJA FLOR DA BOA-VISTA
PAULO

.i
rt
Falitols de meia casimira de 2<5, U a
Ditos de brim pardo de 24, 3# a 44.
Ditos de alpaca branca e de cor de 34 a 44-
Ditos de alpaca preta de 24 a 64.
Ditos de merino prelo de 34500 a 64-
Ditos sobrecasacos da panno preto de 124, 204 e 404
Ca cas de brim de 800 rs., 14600 a 24.
Ditas de mela casimira de 34, 44 a 54.
Ditas de casimira superior de 84,104a 12.
48Eua da Imperatriz^48
JUNTO k PADXBiA FtlANCEZA.

'lf&: !
RA ESTRHTA DO ROSARIO'U. 3.
Jos Alves Thenorio, professor em bomeopatbia, tendo-se retirado do
laboratorio bomeopatbico e consoltorio de seo Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabino 0. L. Pinno, qoe por moitos annos esiiveram sob soa direccSo, tem*
ae estabelecido sob a firma de J aTAIves Thenorio de C, i roa estrella do
Rosario n. 3, onde, animado pela confianca com qoe bonraram-n'o oe amigos
la bonaeopalbis. Ibes offerece e ao respeitavel pobiieo om completo sorti-
meoto do todas as preparacoea bomeopatbicas coobecidas, recebidas das mais
citrdHadhs caaaa d Locdras 0 Pars, e indgenas, bem como.todo quanto
diz reipeito a boaaeopaUua e sua pratica, esperando qoe cootinoem a boora-
eom a mesma eooflaoca, para o qoe ole te pempar esforcoa.
1 1 v* 1 1J *Fl>RECQ8 BAS BOTICAS
GLOOOLOS
botica de 12 meditamentos 104
204
304
a 48 3*4
a 60 a 404
36
> 120
704
1 Botica do
1
l
1
1
I


a
a
TINTURAS
12 medicamentos 154
24 > 254
36 > 404
48 504
60 > 604
120 > 1104
Sao otis essas boticas aos Srs. mdicos, senhoras de engenno, faxen-
deiros, ebefes de ramilla, caphles de navios, e om geral a todos quantoe qui-
terem dediar-se a pratica da bomeopatbia.
Medicamentoa avolsos pelos precos dos ootras drogaras, boa como
Chocolate dc Londres b do Masunho para aso dos doemos om tratamen-
lo pelo systema bomeopatbico.

CEMENTO
Portland de 1' qoalidade, vende-se por preco
moito rasoavel no armaiem do Candi io Alberto
Sadr da Motta & C.: travessa da Madre de
Dana n. |4. ___________
De Jacaranda
Vende-se orna anroptoosa moni Ha feita em
Hamburgo, obra de muito gosto a loxo, propria
para pessea qne se trate e entela no caso de ter
orna sala decentemente preparada. Estes movis
as flsaram do encomenda, prm chafando larda,
por cansa da guerra da Franca, nao serviram
mais a seaaoa que os pedia Ma arnuaom da Can-
dido Alberto Sodr dalfolU 4 C, a travessa da
Madra da Pena a. U._________''
DEJOGNO
Vand*-se urna tl* mobiNa mnite bem acaba-
da, faiu no ostrangeiro, ira bal ao sognro a denos-
to. No armaiem de Candido Alberto Sodr da
Motta it C i travemjla Madre de Den n. 14.
CoRAMIlE
LIQUIDACOA.
Na roa do Creso o. 10.
Alpacas de coreo cora Iharas, aaeoda anparior
e larga a 440 o covado : na loja do Guiarme,
alpacas brancas eom lloros matizadas rateada ti-
na a moderna a 6b0 r. o cavado.
Loja daGaaparA. V Gnimaraoo, -
Uas com mselas de seda, faxenda saoorior e
mais larga qoe cbita francata a 800 rs. dcovado
ai l comv,,8U' S rs. o covado, chitas mm-
dlnh a JO rs. o covado. ^^
Di la superior a 140 res o covado. dita 400 r
Dita matiaada a JOO rs. o catada.
Dita escocesa de eSras fizas a HO rs.
Umbralas d eorea fuas a tO rs.
Ditas brancas a 41, 41800, 4*800, 61000 a
0*900 a peca,
Madapolao bom a 41900 a peca.
Dito v Ki, 51800 a 61 ra. a paos.
Roa do Duque de Caxias n. 43, amiga roa do
Qnetoano n. t- ^^
Po>lT*ra barata para acabar
Vende-se plvora fina para caca, am latas de
libras, meias a qoartas, aaaim como a granel na
barra para eaca e festeje : para ver a maatra e
traar na roa da Crui n. M. (armaxem) eom An-
tonio Pao Merrtra Das.____________________
Pedras grandes para raoinhos,
A' venda no armaxem de Joaqoim Lopes "
do h C, travessa do Corpo Santo o. 15.
BATATAS
a 60 rala a Hora, 140.o kilo a 11400 a arroba
Polvo secco a baealhao graade de eaixa: ven-
dem. Pocos fc a, roa esuaiu de Oosarto a 0,
junte a igrela. ___________
Portas americanas
Vende-se portas anerlcanas moito bem lates
e Uo barataa que mandando-so tasar aonJ soda
em mais s i madeira ; no armaxem aa bola
amaroHe, oo oitio da secretaria de policia.
pechincha sem igual
Soperlores lias eseoeetts da cores moito linfas.
faxenda de gosto para vestidos a 400 rs. o non-
do vende-se na ma Primtiro da mareo, entrV
ra do Crespo n. 13. loja dea tjehiasaaa, o Aam-
ntoCorra de VateonceOoo.
FAAELO DE LISBOA.
4io sacos com 90 Ubre
Deosn. I
aa roa da Madre do
A calza filial do heneo do Brasil em,
veado por eemmodo preco a rau larrea sala ru
Imperial a. 66 : i tratar aa mesma calan, a ru
do Marqoex de Ohoda n. 4. ^ *
tmm
Un OBOHaeley
'Zs



n~*k
l&irai


Rlf AL SEM SEGUNDO
ROA DUQUE DE CAXIAS N. 4.
.Jote Bigodiabo, com loja de- mwtde
Mi a WOes^s os Beofrtttewqw-e
(randa todo.pelo tareco, i. vista da hz*
du, para todos admirar, a saber:
Groaas de bot8es de louca branca a
achos muito bonitos a 700 e
ca com 100 envelnpes fazeada
a 500, 6C0e
de sspatos de !5a para me-
ninos a
Espelbos de moldara doorada a
tOOe
Feotes pretos volteados para nxe^
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Peca* da Bta elstica muito fio* a
Lataa cora superior baoba 60,100 e
Latas grandes com superior banha a
Frascos com oleo de Pbi locme a
500 e
Frascos com macass Perilla a
Caitas com 12 aabwetes muito
finos a
Frascos eom agua de Colonia verda-
dsirj a
[rttot coa oleo de ba josa sudei ior a
Syllaoarlo portuguat vro uaito
bom para crianzas a
(irritis de retrox preto com 2
oitavas a
Ricas touquinhas de fil para me-
einoss
Caizas com agulbasfrancezas a 100
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800
Cartas com alfioetes fraticezes a
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Gtrtilhas da Dootrioa Cbrietla as
mais modernas a
Litro dai mtesdes abreviadas a
Copos grandes com superior banha
Marx de pallilos pata dentes o
melbor que ba a
Pacotes com 3 saboneta* inglezes
fazenda fina a
Caixas & m pos para lmpaf denles
fazenda fina a
Escoras muito finas para limpar os
denles a
JBja
120
800
800
320
uooo
240
100
200
2(0
320
800
240
13000
11000
320
400
600
O
120
13000
rio
1*300
400
1*500
11500
BAZARDD
N.
.1 t
A RA DA IMERATRIZ
DE
FLIX PEREIRA DA SILVA
- :.
60
o merdini.
e dfos paraisiaaceutl-
rrelra 1
bt TidittmlDieWH fin ndnW
P. qoalqaer agne rrha ou gurgaco antiga > I
lerna, sem o auxilio |e ootros medicamentos.
E' ttmbem ul as teocorr4n*.ou llore* braaas,
quer sejara anteas ^)fi^flrJ8*-
Na pharmacia mericana, na Dcfun de Caxia
damero 7. ,
fea e-sadtaErJDOttOTHlUSniN
SEIf, rila da Gru o. IB-, teneos
effectivamente todas as qoalidades
Bnrdeaitt toar figos e^dftljboHfc
ti AGUIA BRANCA
ftC.
Os propietarios deste importante sstabelecimento qngttpdo diminuir o grande
deposita que teem de faiendas, resolvern liquida-las, fazendo^or consegoiote orna
arande redcelo nos precos das mesmas, afim de pberem vende-las p preeos, jais
baratos, do que e encentra em outra qualquer parte, por issp. fifiovlam ao resp'eita-
vel publica e a seos poner osos fregoezes, virem aortir-se em sen esubelecimento,
certos da qne ensentrsrSo nnt variadsimo ortimnto de jzendas modernas e do mais
aourado goslo; alm de um guinde tertimento das fazenda's de primera necescidade,
ludo por precos moito commodos, visto 'teram os pr.prietarios adoptado systema de
s venderem a diobele par! poderem vender pelo costo. As pesaoas que negociara
em pequea escala poderlo fazer seas sortimentos nesta loja e armazem, pelos mesos
precos que se compra as casas inglezas (importadoras), assir como para mais coia-
modidade das Exmai., familias se daro as amoitras de todas as Fazends, ou te Ibes'
mandam levar pelos sjaueiros, em soas casas para escolberem.
RpfiN
ontram-w
i de fAt'
miwm M GAXIAS4N. sa
(Outr'ora Quaimado n. 6.)
160
200
200
A
240
II
senapre a Xova Eperanca!!
AO BELLO SEXO.
Esta loja *em cooheeida pela toa elegancia e
supertoridade de seos objectos, acaba de recebar
mates artigos para o que respetosamente convida
ao bello sexo a vizita-la, aflm de comprarem aquil-
lo qae precisaren! para praparos de vestidos to-
lete ou tocadoras, e mesmo qualquer objecto para
fazer al gura pretente~.|po qae si na Nova Espe-
rance ficarao salisfeitos, j pela qualidade e pre-
cos moaveis, e mesmo por qae a Nova Esperan-
za nfana-se em nao se impacientar em dar a es-
colher os objectos, prestando-se com o agrado
cem que costuma receber a todos, afim de qae
saibam com o firme proposito de voltarem on
mandaren) a mesma foja, logo qae precisen) de
qualquer artigo por pequeo que seja.
LUVAS (DE PELLICA.
Receben-as de Lisboa a Nova Esperanca para
homenysenhora e meninos, sendo brancas e de
cores.
NOVTOADE.
Bice de quipare preto com branco, a Nova Es-
peranca e s quena tem 111
Caixas para jotas.
Nova Esperanza recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de mu tas qaalidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos oo sardas.
Nova Esperanca tem leile de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperance a verdadeira tinta in-
glesa.
Para refrescar a pello e aformozia-la.
A Nova Esperanca roa Duque de Gaxias n. 63,
vende verdadeira albina branca fe Lais.
Perfumaras
As methores, e do mais conhecido fabricante,
tacto francez como ingles, estao expoetas venda
na roa Duque de Canas n. 63, na Nova Esp-
ranos.
Extractos, baaaa, oleo, sabonetes, agoae ee co-
lonia, le laraaja, lortfi de lavaade, ate., etc.,
tudo de superior enallfefe : veade-se na Nova
Esperaae i raa Dnque fe Caxias a. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a rna Duque de^ Caxias o.-.
63, recebeu nm lindo sortiment de Ha para bor.
dar, vindo as eOres mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a lia antes que se acabe I
POTASSA
RUSSIA.
luis barata 20 OjO do que em
parte, caegafe ulbmarueote para
raa de Marqnet de Otiada._______
outra qualqusr
a casa a. 89, a
Farinha deimandioca
superar em grandes sacas a 61800, vendem Pocas
4-Cutre>Uda ftaari b. O }uete a Hrreja

Para substimir a grande talla de madeiras do
pas, a nica e-eompetente para Isso, 6 o pinbo de
retina, qne na Modo braaco,, deve ser preferido
ao iouro, nos forrw de easss, e entras obras qne
reiaerea gosto e duracio (rallamos por expe-
riencia propria), e qnem dnvidar que experlmv-
W7 por Isso temos venia nm sortirnento dwta
rnade fe nossa eaeenwnda, eemposta deja-
boas de dlftere mes grosnras, larguras, eVetripri-
aaaaMs para faMfim-se obramem emendas ; ac-
etaateaa de mats a ?aoigem no pre^o por que
ee vale no armezem d madeiras de pnho de
Paulo Joe Gomes & Climaco, eaes ti de NoVem-
br, eillo da secretaria de polica n. H-_______
dmcaUte bMawpMDice de nree'o' de Ka-i]
ranhao, veade-se na roa eslreita do ftoaarw a. Id,
dragarla horaeopaUjica. ________
SAI.
, Joi Da toaras (em Haco) superior
openor sal em pedra, o alqueire a 40 r?, para
bareaca, e 440 res para navios, posto a bordo.
embarcando-se qualquer eacoauneafe por maior
iiue sela com Ma>a preste paseVei. Pode tra-
tar se travesa fla 1*1*8 de Deas |. i, 1 an-
'lar, com Anteaf Pereira de Urania.________
Vende-ee' nm guatV-roopa de mogno, obra
pertwu, eom eepetno de 46 poigadas fe eoa-
pt*D*J d largara, em perf ito estado, tt mni-
m ootroe-b)eeto de nma peesoa qae t retiren
para Earopa : podem aer fines a ras das Oro-
m. -86, t*mdar, das iO boras da maUli s S
da urde. Vende-se tttfato. ______________.
A o 'nigarrnrs.
na i i
i*.
itaaariar taabo aafiordean: aM00 aeeue
WO n. a garra/a, a* roa fe Raagal a. 41
CORTINADOS PARA CAMAS B ANL-
LAS A H, i0<5 m, iU E 2O,JIOO0-
No Bazar fio Pav3o vndele ffi grande
iormento dos KWiborefl oorliBaies aftfda-
dos para camis e janellas qne se vendem
de 8| o par at 954, pecbincha ba rtr d
Imperatriz n 60 Bazar do Pav3o.
Poupelioas de seda s o Pavio.
Recebemos um doa mais brilbautei sor-
timentos das mlis UoderbS 4 liadas pupe-
liaas de seda e liabo, com deliodiseimai
padrees, absentados ou mais modernas
cores, e vendem-se por menos do qte em
ootra qaalqnr parte, no Basar do Pav3o
ra da imperatriz o. 60.
Sedas de lisabas a t o covado.
Vendem-se bonitas sedas de listinhas com
lindas e modernas cores, pelo barate preco
de 26 o covado, oo Basar do Pavio, ra
da Imperatriz n. 60, de Pereira da Silva de C
Uazlnbaa modernas eom 11a-
lras euielaa de eda a 640
rs. o covado.
Cbegoa para o Basar do Pavio em ele-
gante sortirnento das mis modernas 15a-
zinbas com listras e mselas de seda, pro-
prias para vestidos, sendo fazenda de muila
pbantasia, e liqoidaiQ-se pelo barato preco
de 640 rs. o covado, peclocha, na raa
da Imperatriz o. 60 loja de Pereira da Sil*
va de G. mam
MERINOS ESCOSSEZES A W R9. OCO-
4/AOO.
Vendem-se os mais modernos merinos s>
cossezes, proprios para vestidos e bornous,
sendo neste artigo o me^hor que tem vindo
ao mercado, e liquidam-se pelo baratissi-
mo preco de 800 rs. o covado.
POIL DE CHEVRE A 600 RS. O COVADO.
Vende-se purissimo poii de cbevr com
as mais delicadas cores para vestidos, tendo
escoras e alegres e sendo muito lustrosos
e fiqoidam-se a 500 rs. o covado sendo
fazenda para muito mais dinheiro, isto no
Bazar do Pavio, roa da Imperatriz n. 60,
de Pereira da SilVa d C.
LUNDAS AGRACIANNAS A 660 RS. O CO.
VADO.
Vende-se no Bazar do PavSo um bonito
sortirnento das mais lindas agraciannas para
vestidos, tendo listras de seda, as quaes ae
vendem pelo baratissimo prego de 660 re.
o covado, sendo fazenda que tale muito
mais dinbe ro, pecbincoa na ra da Impe-
ratriz n. 6Q, do Pereira da Silva 4 G.
CAMISAS INGLEZAS.
No Bazar do Pavio vende-se um grande
sortirnento de camisas ioglezas e raacezas
coa peitos e punhos deliho, sendo das
aaeiborad e feilioe mais modernos qae teto
rindo ao mercado, por precos mais baratos
do qne em outra qoalqaer parte, por se ler
Teit urna grande compra ; ojde o freguez
encontrar para todos oe prego*, ditas eom
peitos e* pnnboe de algodio, trmbem em
grande quantidade e de vari lade de pre-
cos. E' pecbjncba m rna da Imperatriz
. 60
LASINHAS a dos tostOes
S no Bazar do Pavio vendem-ae bareges
on liasinbas transparentes, com delicadas
cores, pelo barato preco de 200 re. e
corado, pecbtncba, roa da impralrz
n. 60, loja dt f Pereira da SHra C.
Chitas a 200 rs.
Cnltta a 100 rs.
Chitas a 200 re.
O Pavio veade bonitas chitas largas e de
cores Gxas ^.elo barato preco de 900 rs.
o covado.
Lias gtrlbdMfae, corad a 820 rs.
No Bazar do Pavio teade-se m elegante
sortirnento de bonitas fias garibaldinas,
de tolas as cores, pelo baratissimo preso
de 320 r*. o covado, na roa da Impera-
triz n. 0.
Pana prets do pavie eovafe a 25000 t%.
Vende-se panno preto fino pele barato
preco de 96060 e 20500, o corado, e
grande pjciiocba 4 ra da Irjpenatriz n.
60, Bazar dr. toHfti *a Sitrad C.
Braauate fe pasfe regaellas a 74 a m*
Vende-se uou grande pselo da ptM
de bramante de lineo de urna s largura,
sendo faxenda prooria para leucoas, toal&a,
cerou'as etc. tendo tO jardtt toda peca,
pelo baratissimo preco. de 78000 a peca,
grande pecameba; taa rol Hi Imperatriz
n. 60 Bator de freir da SV ddc.
' Espartmot fe pavaa a 44600
Vaoue-se eepartttaes modernos de todos
os tatnanhos, pelo barato preco de 49DO0
cada um; na ra da Imperatriz n. 60 Bazar
de F. Pereira da uva & C
Salas Bordadas de Pavie a 80000
Vende-se ricas.aaias bordadas com 4
Dteos pelo barato preco de 6 JOO, sendo
faaanda ana sempre ae vende a 151000
e 464000, assim como panno proprk)
para saias' sendo cem arabais bordado**
veade-se a 14280, s^OO e 100 o meirA, ao
slalo epeaae pf-^iso para cada saia Z 1/31 a i
aofltros, pecbin:ba; na roa da Imperatnt, tato
a. 90. de F. Pereira a Silva 1C o co
eada im, pelo mrattoatoipr
oc Basar de Pavio, twdmre
de F. Peretri da i
I 9 O
tul ato
LENCOS BRNOQS PARA
A Agoia Branca n
xias a. 50, est ven
coa brancos e de tamfcbd
gibeira. Os differeatos
24400, 24800, 34200 e "44000
de Ca-
nte les-
fe, 2|.
a dnzia,
ktipls barato se pede esidn-
tfr n tio*boa fazenda. Tambem ba ou-
tros com barras de cores fixas, % latond
de labyrintho com bonitos deseases e per
feita imitacio do tecido no paiz.
BONITOS EtftHEMttOS BORDADOS
em cambraia Upada, transparente e outros
em pecas de 12 tira, e proprios pera cor-
pnwrs, etjji) eti
MEIAS PRETAS PARA PADRES
ditas de (3 de corsa para enancas.
PAPEL D CORES FOLMAS GRANDES
propria para etrfeites de bandejas, ba-
I5gs 6lo 6te
TORCALPRtO, BRAN1CO ENCARNADO
em miadas s retros em carrilera,
fasto-avias ea stereoscopoe em posto
anb.


nico
LASINHAS A BENOITON A 400 RS. 0
CtAflO.
ChegOo para o Bazar do Pavd otn gran-
de s tti ment de liadisimas lSazinhas
Benoiton com S cores triis Iludas e mo-
dernas, sehfld de ama s cor e tendo azul,
lyrio, violeta, peroHj reto, clnzetb e t
muito boa qoalirlafJe, que se vfettiem pelo
birau'ssimo preco de oto cruzado cova-
do, por btef grande prt?So, se n3o seria
para moito mais dinheiro, isto na roa da
Imperatriz n. 60 lejl B Peteira da Silva
C.
CRETONE FORTE PARA LENCES A
CA9A METRO.
Cbegou para o Bazar do Pavio orna
grande poreio de verdadeiro crtone forte
para leoces sendo muito encerpada e boa
fazenda com 10 palmos de largura sendo
preciso apenas para eada leogol um metro
e urna quarta ou um metro e meio, vistp
que a largura da fazenda da o comprimen-
to do lenco 1; grande pee hincha a 24000 o
metro na raa da Imperatriz o. u loja de
Pereira da Silva d G.
OS BRAMANTES DO PAVAO A I48C0E
24500.
Vende-se superior bramante de algodio
com 10 palmos de largura, proprio para
lencespelo barato preco de 14800 rs., di-
to de Linh-t puro com a mesma largura a
4500, dito francez o mais superior qne
tem viudo ao mercado a 44 e 54000 rs. a
vara, isto a ra di Imperatriz n. 60, loja
de Perejf da Suya i C.
tTO BARATO, CANSAS PRETAS
A 20RS,
Veude-seno da zar di) ParSo a ra w
Imperatriz n. 60, cassas pretas francesas
para loto per Sao estar bem pretas*
assim como chitas teda ^red, pertti Jatos
bem com defeito ni car ms moito flrto
a 120 rs. o covado; pecbinena de Pereira
da Silva dr Comp. ^ v
CASSAS FRANCEZAS COVADO A 300 RS. w" eom vagar a bit
Vendem-se caasas .de cor verdadeira- *.fI,..d.e8A1.5*!,ra
mente francezas com delicados padroes e
com desenbos ni iodos e graodos a 900 rs.
cada covado, ditas inglezas finas bonitas a
200 e 2*0 rs.; I pecbincha de Parlo.
TARLATANaS USTRADAS PARA
PARTB3A9.
Cbegou um elegante sortirnento das mais
bonitas tarlataoas com listras, tendo de te-
das SS cores* SSSdo 6% araita phanusia e
muito propinas para vestidos de baile e
vendem-se no Bazar do Pavio a rna da
Imperatriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLO ENFESTADO
A 34000
Vendem-se pecas de madapolio enfes-
lado, francez com il metros a 94000 rs. s
peca; pecbincha no Bazar do Pavio d roa
da Imperatrii n. 69.
CAZAQUINH08 E BASQUINAS DE SEDA
A184 204 E 254000.
Cbegou para o Bazar do Pavio nm gran*
qe aortimeoto de neas basquinas on casa-
duinhos de seda pretos ricamente enfeita-
pos, sendo di s modeles neis modernos me
tem vindo e Vedaeii-se 1194, 904 e 95,5
na rna datnnjratfs.a 61 ldjl de |e-
> iiiiaod c
i
legalmente sutorisado e approvado
peto tedselho de sade.
NICO DEPOSITO
- su *
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogaria
de
BARTHOLOMEU 4 G.
34Ra. larga de Rosario34.
im 51 vtal. bHs agr'
intreienhtoent pararen-
Objectos para luto.
Bonitos e asedemos ederecw pretos eom
borlas IspWlrda.
Brincos de bufato, e crystal, lapidados, e
com pin gen tes.
Correles pretss de berracba.
Contri gTossas, redondas e lapidadas para
tpscoco.
Voltas de eaovas, tambem redondas e la-
pidad*iSm crurs.
Pulseiras pretas.
fie
fatETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
TlfRjflHS COM DESENHOS ;
para crochet, marca etc.
FMUS DE PAPIS COM DESENHOS
em ponto maior para os mesmos fias.
WOVAS, TRANCAS DE PALHA
para e.nfeites de vestidos de la.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agota Branca tem recebtdo finas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de gradeveis ebeiros, pomadas fi-
sto entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas inglezas, e opiata para
denles. Tambem receben variado sorti-
rnento de sabonetes, que os est tendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes an matices a
14. ditas rom 3 ditos transparentes a 14.
|900 94000.
Sabonetes arssntos a 500 rs.. ditos de
alcatrio a 80u e 14000 rs. cada um.
Pasta de amendoa para lavar e amaciar
as mios e o rosto a 14 o frasco.
E assim muitoe ostros objectos de per-
fotoarts.
Aifinetes pretos com p'mgentes e sem
sBm,
Goarnicoes de botes pretos para punbos,
abertura e coHarinbos.
Mm te m tico d km
Caixas com orna grosa 500 rs.
MATA MOSCA.
Cbegou nova remesas de papel mata
mosca e continua a sor vendida na loja da
Agoia Branca.
ii iiiwtt ni
Pharmaceatieo^Cblmlee
A Blidaifl des porgantes nao soffre dmon
tra ;ao alguma; a prescripcao diaria que dertee
lazem os mdicos e o uso aluda mais frequete
teito pelo publico sSo proras trraragaveis tanto
como S qoantidad innmera val deste genero. S
taita aperfeieoar cada ve>. mais o raoed de adoai-
nistraco, de maneira tute conservando a sua ac-
cao, elles possam s'r tomados sem repugnancia
n'erri asco e sobretodo sem receto Sem pertgo.
Muito? purgantes afamados s deven tota bat
xito ao seo effelto mense e eiceelive. D'abi o
perigo, porque irritaeds de estomago, inflamnia-
c5es de entranhaS s5o Inevitavelmente o res:
do do seo emprego. Rada disso tetn-se d
com o caf purgativo.
Tedos conhecera por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiramente tnico e excitante d
caf. Elre o melnor auxiliar do purgantes dos
quaes disfarca o efieiro 6 sabor e ajada a aceio
sollteilBndfl vagarosamente os moTmentos petis-
laitioos de intestino, e prevenmde o sea afeite
muito intenso sobre*o estomago Misturado com
escamonea, facilita as W*a$oe1 Som promplido
e sem clicas, e torna-se um porgante bramo,
ceno, fcil a tomar e preferivet a tedee oe earos
salvo orna indicacao especial da qoal o medico
Lo unco jir.
A inoecuidale do caf purgativo Bermitte de
nprega-w lm todos es cSso stopldl. Desper-
ndo a aunia do intestina e-adavano a secre-
cao dede, dee#e a doresa dfe Vrfnlre, as vento-
sidades, as Carnosidades e excita o appetite. Em-
pregado mais a aJdo, conveniente para eva-
bilis e es humo.es viscosos e
desapparecer a enxaqneca,
u adres de caneca e prev oe ataques de sangoe
as pessoas que a estes slo predispostas.
MODO DE EMntBdO.
E' tio simples eeme fcil. O cal pargaSvo
deve ser tomado fre, pare oa misturado eom oo
ponfo d leite fro assucaraflo, ou agua aisoea-
rada. O vidro mteiro S a dos orWnirn para
toa salto 4 duas aatoares le esl bauam pasa
s aesaerea e para toda e qualqiaer pessoa que m
por faeflaaenie.
. ara as ctiancas de 8 a 10 nnos, 1 tnetade do
vidro soJMtoe ; d a 8 arreos, nma comer
de cafa, e a qaarta asnada vM#o saeate ahai-
xo desu idade eoatra a gosma.
E' por isso d'uma aamiaiatracao muito mais
fcil do que es blsCtos, Chotoltes on bolos
purgativos.
Dase miaaaiaiiaiaw Sepeis ims eaaate as-
sacarade m caldo leve, e deae oa tres ofatrvenas
de cha preto ou de tul. ,
co deposito na pSrtnacia a dwwria de
A C. : Wi larga 'de Resarto n. 34.
MCOS CHALES PBETOS iVAl HlllJA*
LARGAS. ,,..*...
(Trocale k sade, d lisier
E' pelo seo agradavel gosM'S WSSe druiflifto
est dassicado como a primeira qualidade i
cheeolate, e cora jasa raxie o proctram como o
fleraor de todas ae mVree de Welate eoobSei-
das. O bem conhecido nome de Menier nos dU-
penu da serax malai aatapapa
Naaphafmaciladdrimol, rtoOiqae e Caklaa
f
f
;
Ghegou para o Basar do Pav5o um
be sertimento'os toellctto 4bl>i
derdados a sWa, ctJm ffflrraf nWitl
de retroz, e vendem-se mano Sra sonta, Sa
roa da imperatnz fe. 50. Basar de PavBo.
l'oupelirJss de apio a 500 rs. o covado.
No Bator do Parto vendem-se delicadas
poupeKSM do lapso, para estides, sen-
do patries Agieses, pele barato preco
de 500 rs. o covado, ditas transparentes
de ama s* ser e moito lustrosas s 50 rs.
ditas a trtO, bonitas Ratinaa* a Benoiton,
com deiiesdae cores a 440 n., dnar poli de
cbevr a 560r s. ditas eott litrsi ue atada a
640 rs. todas estas lias s5o de grande Wi-
tagton em precos e liquidam-se roa da
loaperaWz b. 30.
LAZINttAS AMAZONAS OM PALMAS
DE SEDA A 800 S.
Vende-se um elegante sor'timento de 15a-
tiobas amazonas muito lindtore m as mais
oelicdss palmas de seca, tendo largara
Ae ebitt freaceza. e.otorj a orea asis
nona qne tem vindo so meresao, e Kqto-
dam-se pelo barato preco de 800- rs. o de-
vado, no Bazar o Pavas a roa da Impera
tris n. 60'de Pereira da Silva d G.
CHITAS BARATAS
Cuitas a 200 rs.
Chitas a 210 rs.
Chitas a 200rs. -
Chitas a 240 rs.
3
americano
as gotas ste elixir em om copo eom aga
beta Mn P>uwew e
doras da denlei.
0EPOS1T0 .
Sapnarmacla adiertiatr, twa Ooqoe de Caito
nomero 6'7.
angivas e BB
s ae manbiak ar
o calmante aa*
. >iiii>iili i. i m,.u .ni.
11 im.i.^r.
AftOPp
^"GIBEfit
|MEMBR0 DA^KffllJMrEMEDICINA
PbCPAWDtJ T># rtSLJWRfermJri
$/ce D BOUTrilV-DUHAltEL
SI Ru de C^r^PaMs :
0Xarope dtpuratiAiodii rado do Doti-
tor 6ibert ofTarece, no<#Su4emprego, un
resuitiuio ham, certo ftMtonttan cura
dajiauKjtvu, e$crejitks, moh
>*> p i&gvt, ooslr ucfS* lymptuxticoj,
mdtetttqi 'cdMaDiow [s'upfiilUca, leves
' MttdifaaXtetgHe .
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den aibdnsflir'.aardvaaa
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Sao finalmente
4o Dr. Raowat & C,
Depois de algo
York ti veram entrada n
rf
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vez u verAadeiras prepara?eos
HanAurgo e mesmo de New-
do bsjo mefecidp conceito qoa
Sales remedios haviam alcancad'o por seus maradlboaos efettos conseguiram introduzir-
VfSs, illodindo o publico incauto, com orna reducso Ae preo, nnllflcando avenadeiro
4 mrito destas admiraveia preparacbes, imitando to >erdwews; Dorm deaacredttan-
- J o-aa com seos nollos effeitos, lembroq-ae o jotor de CR9J* > declaratao abiito, e a
pela Academia imperial de Medicina de \n diplomas aos qae vendern os seas leiiiUmos preparados.
^L.^ ^^^ w ^ \.< Previnase o respeitavelpBlcOde W#t wsdeiras pxeparsepes do Dr. Ra-
sway s se vendem nos depsitos cima decfcridas s trazem hm rotulo igoal ao deste
snnnncio. iu____ v
N6s abaixo signados, declaramos s osrTJpanioj, que oaSrs. Raymopdo Carlos Lei-
te A Iralo, o^de.f^aaW*^ f*s
geraes, pela VendTde nossos retnsk^is^toM^lQ imperte como no reino de Poriu-
gal Noticiamos ao publico, qne dw Se pofletn obter os remedios do Drr Radway de C.
U ana IV n>ir^nt no |f||[>Ar>rin fio "MW1" rif>BiOr 0 iQ de NaW-Yoxk itOJL
i


O Aria O WartikH* ^ &*ffta*'lemt W-m*M*l 4* MU*
\mu
nmwnihii.iliiMa
I ssn*s>>r regaste. .m*n, ite
\
XCHtNAS de descarocar IHMU
>NAebnni3e.laW*m.i, ,
KADOS americano* para forro d carro*.
>GoBS americanos multo bons A econmico.
NHO de Bordeaux.
WIAC Moertor de Oeutier Frerst.
AlttbLO a uceo* grandes a 1*500.
, il florida legitima.
>S>0*5
-jbe-7 mflrr? cinc

K. I RUI ESTB&T* 00
__________ BK^ AO BOM TOM 4
aeabs-se e abrir este MtiortMfe jtobqetewrt as nrludtzss seperlores, artigos de luxo e da ir oda par* horaent e-
norn: ssflewtHio onimnfo en p*rfl*e*f1 dos Mil aflmedot febrlcanfei ds Feris e Londres, orno sejsm Hw, Ubllr, Co-
drsjr, Rlfnd, NWt ttmjisjnto, MSfffrtlH, sotfel hygliniqoev Gosnel, Rrmmil
MS4J asa
a m ti
ppkietfe mtBQd
taja tAO maSoo mh
como
0 Piesie Ltbtn, etc.
el*.
Camisas e ceronlas
O moteo elegante rende camisas floM
inftetas de 00 por H 1 dniia. ditas bor-
dadla a M* e uiio fina a iW$ t doria,
ceroelaa de linho milito finas de 450 a du
lia 364, pantos de crochet para sof e ca-
^^,ff-r^^^^^^^
Bazar da Moda recaben novo aormerj-
I:
10,), vende-se a 6# o terno.
Mannlias olindenses
0 museo etagaote recaben ricas manli
nhas.de seda (cousa nova) para sensores e
eniftil, as quaes esta vendando pelo ba-
r ;iirbo pre<;o de i$0O, estam-se icabandov
bellos aderecos de tartaruga e de maeVepe-
rola, e muito finos pretas de crystai, casso-
lf*ias pa'r.i eadeiaa de relojjio, ditas de pra
11 doui jd-'i para retratos, as mais Jindas ca-
deias de p qu para houjtus, bengalas de
eanna com castao de marfim e de osso, rh>-
cotes de baleia com castao de martim e de
t de babadiofcos e ntremelos tapados' e
transparentes, e de ricos e modernos espar-
taos de U a 12(5 rada um.
Musen Elegante
recebe por todos os vapores lavas de pelli-
ca da primeira fabrica de Lisboa, assim como
encontrar as Exm." familias neste impor-
r
r
assim como chapeosinhos, casacos,
s, coques, camisiaes*, Me, etc.
mtmua sempre o graode e afamado Bor-
ato de miadezas e perfumaras verda-
' ib, qae ludo se vende por baratisiimos
oa.
;. am-se amostras e manda-ss em casa das
aa. familias o qne desejarern, i rae do
o da Victoria, ootr'ora Nova.
-
9 ZZH^LJH! nl*fc>0 g?y V** **** nieomio completo sbrtimento de espetos
le columna e de moldura doorada para sa-
las, lindos colleriobos e punhos de linbo
bordados para senhora agrande sortimento de
pannos e collerinhos para bomens a Oxford
Refleman, Pnebla, Exquizito, Napolitano 4
Vera-Cruz, as mais lindas e modernas gra
Vatas para bomens, urna iofinidade de ricos
botos para punhos e collerinboa e d'entre
ellos os desejados bolbes artistiques e a imi-
taco da onyx para ponbos<
atusen Elegante
acha-se prvido de ma lindissimo sorlimen
Os acredita-
dos cylindros
para padaria ; i
venda no arma-
sem da travessa
do Corpo 9atto
n. 23.
uidipo da Aurora,
Siarr & C. em liquidado veodem por preoos
Baratos do qae effl ntra qaalqner pane,
< de ferro batido e cnaVo, atairbiqaes, moen-
mei33 moeida?, rodaa e rodelas, e rodas
a para Bgeafao, crivoi e boooae de fornalha,
lastes e buias, tijolo de logo (re b.ick), cy-
>s para padaria tanto intfezes como america
aradoe
todo e forre, etc., ete.
de artigos para casamento, como sejam ri-
cas grinaldas, nissimas meias brancas de
seda, ligas,. lavas brancas, leques finos,
franja tranca de seda, fazenda superior,
trancas, gafoes, botoe?, bcos dr blond, fi-
tas de grosdenaples e de seiim de n. 1 a
80, ditas de velludo, bicns de crochet bran-
ci apret, verdadeiro bico va'encienne, ba-
ldas para vestidos, cambraia fianceza preta
e branca para forre.
Ciitilaria do Museu
Elegante
Navalhas ftioiio fm.-s. Mtin tlr l.ulan^a,
nidiiim e bfalo, du aRamad laLnc nte
Rodger, caivetes super linos com cabo de
madreperla, tartaruga, marfim, lesouras
finas para anbas, costara e cabello, taiberes
para mesa e para doce, de diversos preces
e aoalidades, ditos muito finos com cabo de
marfim, superiores garfos de metal branco,
grande sortimento de eolberes para cb,
e sopa de metal muito fino, trinchantes com
cabo de marfim por barato preco.
Musen Elegante
vend fchapos de sol commerciaes a 2*5800,
ATTEINCAO
proprios para as pessoas qae eatao passan-
do a fasta irem ao banbo, e tambera venad
ricos albons para retratos por barassimo
prefo.
No Museu Elegante
eccontraro as pessoas faltas de vista nm
completo soitimento de ocolos de aro de
tartaruga, bfalo mi, e mbeffl perate
de trtTrjga,%n1lTO, acrj^ pi cot Cidros de rjoafoj:
Lamparinas do gaz
Vende-se no Museo Elegante a 200 xs. a
caita.
Aos cabellos brancos
MUSEU ELEGANTE
veBe a muito acreditada tintara ingleza
(a qual mostra seu bom effeito pouco de-
pois de applicada) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigenio R-
gaad) que em menos de oito das d aos ca-
bellos a sua cor brilbo primitivo, e depois
deste tempo s bastar osar de oito em orlo
das para conservar o matft adoptado.
Expsito de lenpos
MUSEU ELEGANTE
vende lencos brancos finos a 14700, 25700
e j abanbados a 34500 a dnzia, e muito
finos de esguiio tambem absnhados a 64600,
74. 9* e \U a duzia.
v.iattnl
Previne-se aos apreciadores do soperfino e delicioso perfame, que apenas precisarem desse artigo ser bastante virem ou
imdanm sena portadores, que serao fielmente despachados, pois os proprietarios deate nd% estabelecimento trabalhafn nica-
mente para servirem bem aos compradores, tanto da superior qualidade de suas mercadorias, cerno nos baratissimoa procos por
quanto esto resorvidos a vender.
NO MUSEU ELEGANTE
1 Ra Estreita do RosarioN. 1.
N.
< t
ATTENCAO
I
OJA DO PAPAGAIO
* RA OA IIKf ERATRIZ N. 40
Esquina do becco dos Ferreiros
DE
MENDES ft CARVALHO.
CAS ESCURAS 200 O COVADO OU A
23000 O CORTE,
loja do Papagaio acaba de recebar um
de sortimento de chitas secaras com
oes imitado de caeos, e vendo palo
to preco de 200 rs. o covado ou 1*000
rte, na ra da imperatriz n. 40.
tSDENAPLES PRETO DE U A-3#O00
0 CVADO.
m grande soranente e grosdenaples
os e gorgroes do seda, oa maie ea-
oa at os mais largos, vende-se por mo-
preco qoe em outra qualqoer parte na
do Papagaio.
AS Dfi MERINO' PRETO A 40*000.
enden-se capas de moriu preto bor
is con vidrilhos, moko modernas pro-
'. s inri a quaresma, fazenda de muito
dinbeiro, para acabar a 104000, s na
do Papagaio, ra da Imperatriz n.
apolo enfestado a 24500, 34 e 44OO0
ende-se pecas de madapoSo enfestado
12 jardas 2400, U 44D00 pe-
cbt.
BRAMANTE DE LINO
con 10 palmos a 24000 rs.
ende-s bramante de lino com 10 pal-
do largura, polo baralissmo preco de 24
letro. pecbincba, na loja do Papagaio
da Jmperatriz n. 40.
OUPELLNAS DE COR A 2400 RS.
loja do Papagaio acaba de receber nm
ito e elegante sortimento de poapelinas
:eda con quadrinhos, fazenda ielira-
te nova no mercado e vende se pelo
pr$o de 244OO rs. o covado ha l-
alo.
. CHITA A|24. 2^400 2^800.
se cortes de cbita de differentes
a a 24.244O0,24800 3J200 sendo d
(le it ovados, peobiDcha, na loja
Papagaio.
tenas de fusilo branco e de cora 34000
/endem-se cobeaUs do fuslSo branco e
cor, muito grandes, e. vehdem ee por
preco por ha ver grande quaniiflade,. na
1 do Papagaio. T ,. .,
TAMENIAA iJBOO Jr& COVADO.
V loja do Papagaio vende-anfia ou ostarae-
. fazenda moUo larga a "ISfbOfi. o co-
14000 0 C0-
nt
\caba de chegar loja do Papagaio urna
uda auirameate nova, j)rapria para T-
lalas, a largo/a, da a altura da sata, o
d lugar a fazer-ae urna saia, compou-
oovado, pecbiocha, a loja do Papa-
OaAlftAJAS CASSAS JfiL tMrS
a 500, &b\WrlW9. .
r,iada-a waatirtia a of^a^^fle
trentes padroes, de cores. us. coa
QbuaaoFejatodiataja gtmUt, &
que se vendem pos preco muito commodo
na roa da Imperatriz n. K).
PARA LUTO.
Leasinha preta de 440 e 500rs. o covado.
Chitas pretas a 320 rs. o covado.
Gassae pretas a 640 rs. o metro.
Alpacas pretas a 500, 600 e 600 rs.
o covado.
Bombezina bu a 14280 rs. o covado.
Dita transada a 2|000.
tMea se ereUM em M cavadas a 4600.
Cttajam aoja do Papagaio nm variado
sortimeBto de cortes de vestidos de creto-
nes de cores, fazenda inteirament nova, pa-
drees muito delicados e cores filas cada'
corle d vestido de duas sai as a vontade, e
vende-se por este preco para acabar na
raa da Imperatriz.
AlgodSesinbo de 24600 at 74006 rs. a
bail
Madapoloes de NI, 64. 74 e 84 a peca-
Hamhjirgo e creguellaa para todos ee
predi.
Espartilhos de linbo de difierentes preces.
Tapetes aveludados, para portas-tnelas
e sofs.
SeM di Iridia de 646 e 800 rs. o covado.
Damascos Mreitos e enfcitado de 800 e
14600 rs.
Liasiobas a 320 e 400 rs.
Alpacas lisas e lavradas de 500 at 800 rs
Tarlatanas de cores e brincas a 720 rs.
Fri branco, liso e de larpicos.
Dito preto de dito.
Cambraias victorias de 54- 64,74 a 104.
Rarejes mesclads, finas a 400 fs. e ce
vado.
Xtoa1ha9o dealgodSo trancado a 1*500.
Dtt pardo trancado a 145CO.
Dito de Hrno adamascado a 400.
DUo de algodlo adamascado a 14800.
Panno* de linbo de differentes nmeros,
lencos brancos de algodao a 20 a dnzia.
Ditos ditos de bretanha e esgoiSo.
Dttos cbioezes a 34600 a dnzia.
Esguioes de 1 nbo de 14600 al 34000.
Rretaba8 e silecias d Ihitao prefos bra-
Xtft. -CMls de'merih lisios e e^rirpsdos.
Cambraias transparentes de 34 M* W4-
Gnarrahapos de lnb pardo 24 a
44000 a duzia.
Mjiiis para bomens do 44, 84, 74
Dits para senboras e meninos.
Toalba de algodSo para rosto a 500 rs.
Ditas de linbo'a 14060 e felpudas.
Rede de listras nrot tfrtndb a 124060.
hftuAffirtA ptM!DA.
Na Iota *> Pargib,ldtri re baver dtn
aUfl e*o*0 de rOtfpas feitn de todas
irWimft 6 ferffos Bi tfm bbitb swtt-
meio de casemiras de cor e pretas, pandds
oM I vetflW, cdrWS de gtrgWJo
prfc
I oWI^'wnl.Tdl-
^P *VJQtrt#a Ifcar a
NOYIDADES
TRIUMPHO
7 Eua do Qeimado 7
DE
H0RE1B41 BASTOS _
E* chegado a este novo estabelecimento o maia bello aortrmento de (aieada-
Inai, sendo sna especiaUdade enxovaes para noivafio.
Veatidos de blond de^sda ricattarte borlados.
OOriarlo de sd branco para vestid".
Colchas de seda pora, para cama coa ricoi desenhoi.
Ditas de lia e seda, rdem dem.
Ditas de crox, idem dem.
Cortinados ricatrwnte bordados para cama janeHas.
Crois para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordadas.
Popelines de lindos gostes.
Lia* de diversas qoalidades, lindos gostos e moderase.
Ricos bonrnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de bail o qae ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desonhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas muito finas para bomens.
Ditas inglezas para bomens e meninos.
Scroohffl de Itabo, e um grande sortimento d roopaa sitas a de faieodaa 4*
1 infadonho mencionar.
Luvas frsete de Jouvin
Sortimento de tapetes para gaarnicoes de salas, alcatifas para forro de lata, f,
rrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
as
.iWlltU
^WflBbo ab ilnsbieat
ao r^ttivsl sAsUi^rai^bHaVMMe
rebrelo ^narta ^smt**Aso4aeeM*isl..
os peroneas completos e apwriHsiis^pariilriiib>.>
etelo d'elles tt pooco tempo, taat em tsrteDS-alpia-'
como m trra de barro, massap -19*1 *iit
Aa vantagens que offerece este aystema i ad-
quirir agba sobre^jualquer ootro, sao imasesu
ervindo nao smente as condicoes cima mancio
nadas, como tambem as cacimbas j feilai, aade
ainda nlo tfm tambas $u a agria nao i pora, poii
.atqtx-".'^ elles esto munidos denm filtro que nlo deiM m
trar impuridades, vantagem qne nlo tem oa ootro.
Alera dso, a grande qoastidadi d'a|i que
eiles deitam de 5 8 pipas por hora, eonlort o
dimetro dos tobos, a facilidad^ com qne siles fonc-
cionam, a simplicidade, perfeicao e solidez, com-
binada com a elegaccia de sua tema, qne paran
apnreciada basta ver-se.
O annunc iante tem nma pessoa especialmente habi-
litada, tanto na collccacao d'elle, como os escolta
do terreno ou logar mais proprio, qne se sncarrsga
de ues serv eos por proco commodo ; e, visto o cam-
bio ser mais favoravel, vende-se elle* per preces
mais moderados, recebendo-se a importancia so de-
pois de collocado e funcionando a sntisfgSo do com-
prador.
Para encommendag e mais es-
cbieciinentos a respeito tratase
na loja .do Sr. F. J. Germann, roa
Nova n. 21 enaofficina de meta-
es do 8r. Paulo Jos da Silva Frei-
r, largo da Concordia n. 7.
OJA
BO fmutl
GALLO MILANTE
Raa fcrespo n. 9
Os proprieurios deate bem eonhecido eaUbel*-
ciment, alm dos mnitos objectos que tinham ex-
ostos i apreciacao do respeitavel publico, man-
arara vlr e acabailr,Je reeeber pelo nlmo vapoi
da Europa um eompteto e ranao sorttmemo I*
finas e mui delioadas especialidades, ae fosesM-
lao resotvidos a vender, como de seu oostum
por precos muito baratiDhes e commodos para
Sos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran
cas e de mui rindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para a*-
nhora, neste genero o que ba de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para otrues-.
Lindos e riqfssimos enfeites para cabcas sai
Exmas. senhoras. .
Superiores trangas pretas e de cores com vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que pod havn
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonto leqoes > madreperota.
sndalo e osse, sendo aqueUes brancot
com lindos desanos, e estes preto.
Muito superiores meias fio de Escossia para s-
Rival sem segundo
Ra lauque de Caitas n. 4
Jos de Azevedo Maia e Silva, em ana lo-
ja de miode?as continua a vendar todo
por baratos precos que i todos admira :
Libras de liaba de no vello, a melbor
posaivel. 1|600
Dnzia de lencos de casaa com barra. i|000
Gaixas de lineas com 30 novellos a 500
Vara de franja brinca para toalbas 160
Duzas de meias croas muito boas a 34500
Dozias de meias finas para senbo-
ras a 4*500
Dnzia de palitos seguranza a 120,
240, 320 e WO
Na'albas muito fins, para fazer a
barba a 11000
Caitas com patinas de ac com to-
que a 320
Gaixas com peonas de Perry (azeo;
da fina a 8DO
Ditas de dita dito verdadeiras a 102CO
Caixas com 24) cadernos papel ami-
zade a 70*
metros
0 COLLAR BE MI
a
I
os
Com eate titulo acba-se aberto 6 inteiramente transformado este anf
esUbelecrmento de foias, onde oa fregueses e amigos encontrarlo tudo qoanto
a moda e o bom goste tem inventado na arte de oorwesana, o Collar deOnro
observare deheadezano trato e seaciridade modecidade nos prea.
Espera roe o respeitavel pntfico^eoba ver o que existe de melher sm
adereces de Urhantes, esmeraldas, ayjire peslas, molos aderecos, poi-
taitas, brincos, alflnete e anneis de todas as qoalidades, preta de !* Jfqnfi*
Ms, eolberes, palHeiros salvas e ootroe tos objectoa^gne aer anadoaae
menoiqpar.
flelrpra-se onro, prtu, briraantes e pedral ftaajk petmamr pret do
que em outra qualquer parte, troca** e concerta-se todo e qualqoer objseo
pertencente a esta arte.
fiIPfillfll
Ufysses & Irmo prdpr'rtanos do 'IWm conhecM e acWiitirrfj
BAZ4R ACADMICO
13 Ra da Imperatriz-13
alen sartas, tetaos tamban grande sortimento d
ootras qnatdades, entre as quaes algumaa mniu
unas. ^
Boas bengalas de superior carina da India
castao de marfim com lindas e encantadoras fign
ras do memo, neste genero o qne de melhor s
pude desojar ; alm destas tomos lambem granos
uatidade de outras qualidades, como sejam, ma
lira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos jbieotinbdB de cadera
de ontras, qHaMdade*.
Lindas e superiores ligas de seda e borraeh
para segarar as meias.
Boas meias de seda para'senhora e para meni
as de I a ti annos de idade.
Navalaas cabo de marfim e tartaruga para faiet
barba.; sao nraito boas, e de mais a mais sao ga
radlidaa pelo fabricante, e nos por nossa vea Ud
bem aaseguramos sna qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capeHas para noiva.
Superiores agulha* para machina- e para crot
Linha muito boa de peso, trotna, para enchai
labyrmtho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assin
oomo os tentos jara o mesrao flm.
Grande e vanado sortimento das methoresptr
lunarias dos memores e maia condecidos pat
fumistas. tlAwiU'n .
COLABESDjlOEB. t
Eleotriooe magnticos contra as convnlsSes,
faciUtap a deiui^ao das innocentes criancas. So
moa desdo muito recebedores destes prodigioso
couars, e contrariamos a recefce-los por todos o
vipores, afim de qae noica fatem So mansa
sao j leal acontecido, uim pois podarlo aqael
les qne dolles precisarem, vir ao deposito- do galli
vigilante, aonde sempre encontrarlo destds verda
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
para qne sao applicados, se venderlo com nm mu
dhomnto tuero.
Rogamos, pois, avista dos objectos qne daixamoi
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren
eomnrar por precos nraito moaveis lojl do g*l
vigUame, wa fe Ores|o n. 7. _________
Nao ha mala cabellos brancos.
Tintura japonea.
S e nica approvada pela ae academias Se
asieseis, veeonbecida ansnrior a toda qu tem ap-
pareudo at boje. Deposito principal ra da
jadei do Recife n. Si, Ia andar, em todas as lo
tiras e casa de cabelleireiro.
Fs dentfricos americairos
CoBiposleSo hyglenlca.
Estes pos sao os udIcos que reunem em sua
composicSo todas as qaalidadts hygiealcas pro-
prias a dar ama grande altara aas denles, con-
servioio dellti fortiOcaeio das geogiru.
DEPOSTO
Na-pharmacia amricaDa, rt* Duque, de Caxias
n. 57, de-frerrein MaiaC.
-......i k li,- i -I ..--------------1--------

cada orna i|500
Pegas de fitas para coi com 10
varas a 500
Pegas de tranca lisa de todas u
corea a t 40
Dorias de boba (roma para bordar
a 400 e 100
Pares de sapatus de trine, a 40800
Ditos de ditos de tapete muito
riosa 1*600
Dnzias de baralhos mnito fines a
2*400 e nm
Ditas de agnlhas para machina a fMtiOO
Libra de pregoa francezes a 240
Resmas de papel almaco superior a
Ditas de dito pautado o melbor a
Gaixas com sabonetes fructa a 720 e l|00O
Libra de la para bordados a 70OO
Carrteis de linee Aexandre a 100
Grvalas decores mnito finas a 500
Ditas pretas pontas bordadas a 600
Grosas de bolees de madrvperola .
para camisa a 500
Novellos de linha branca, 400 jardas 60
Dnsia de cartrjes de Hnba branca e
preta e de cores a 120
Thesonras muito finas para ochas
t e costura a 500
Baralhos franceses muito I nos a
200 t 240
Caixas redondas para botar rap a 4#a00
Bob-ante-rheumatco.
Remedio effleacissime contra as dores rbsoma
ticas at hoje o mais eonhecido pelos sena mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO.-E nm dos medicamen-
to que sua eflleacia as eneraidatos, tosae
MBgne pela bocea, bronchitas, doras e raquea
no peito, escrobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE" MARAPUAMA.- A catabre rail
ds msrapuama, cuja ansrgia e slleaeia as para-
lysias, intorpecimento, te etc. muito sexecom-
coenda.
Todos esses preparados se eneontram as pbar-
iaacia e diegaria de Bartholomeu & C, nico de-
posito na Thsatarga do Rosario n. 14.____________
YBRBABE1R0 LE R8T
i aeiivmBT, DoctMr-MMMia
d* 8ln, 81. Si PAHIS.
Tem a honra de pa/tlcipar.ao llnslriflo corpo acaVfcr^que reste bem monta
do astabeleciroento.de artigos paw fumantei, ^ncontrarSo sempre dos melboreVcbwotos,
agarros ae todas asnualidades, fumos ot'miis actedliadd? e superiores OuaWa^es.ej
finalmente lime nfinidide de artigos in dispensa veis sos fomantes, que rececem1 dtrefi-j
mente de Pars, Rio de Janeiro, Babia, Rio Grande do Sol, Mhras-Geraes, Qopt e^afa
0 cepcetflue|OM o Bazar Acadnlco, dispensa seos prfpretatics de fner exaltar i
superioridades dos mesmes artigos de seo negocio. *s|
Vende-se as seguimos obras :
Diccionario fraacez-pertugnes e vice-versa, 3
tomos encaJemadw per 5*000.
As Tres Lagrimas, M tasto encadenado por
4*000. A 9M
Solfejos de Rttolpho encadernsdo #or 5#.
Msica Intitulada Lucrecia Borgia em broxura
2*000.
dem do celebra actor Bettini dem 4*.
Um livro em bnanco para copiar msica 5*.
Agencia e,m Teniambiicp
Do I)r. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as noJeslua do peno.
MalasT parrlUia
Cura ulcera e taifas antis, iropigans dar
*** TOlS)
Consero IJmpa os cabellos.
rnias eathartleaa.
PnrameM vegSSMs sert ttereUMS; aqra ss
tees, porfM e pnrifieam todo o srsijwa bastas.
! Vende-se eOectrvetients em can de ,3ajpnsl P.
lobnston A C ra da Senzalla Nova n. 41
i Xf-j'ope pttora de
Coico legalmente habilitado
saude, ensatado e provMO nos
teposHo n pnwnnaeia anMheasn '* ferMra,
Maia* C. ra Dnque de Caxiasn. 2, (antiga
,fri AaiatSi
ranjas pretal
4o Rio
^Benwlw ev^^B
deftanjas
S
.

i^

m


8
Diario e Perfiambrjoo Segunda feira 17 de Abril de 1B71

fUIEDlK
MAinKSTO DO PARnOREPCBLICAPIO KKIUL
IHtSfANHOL, A SBS COlUUSUaiONAMOS,
POR OCCASIAO DAS ELEIC0.
Cidadie presidenta da comm ssio.
Nunca fot to importante o resoltado daa
eleicoa de depotados a sanadores como na
actualidade. C mprehendeodo-o assim a
fratases intereesadas em sustentar o qoe
existe preparam-se para a lula, valendo-se
de todos oa meios qoe Ibes proporciona a
ana vantajosa posicio. ^
A orf aoisacio que naace de nnnfoverno,
qoe se deseovol ve em todas as espoeras do
estado, nlo se vence seoio cora ootra or-
gantsaclo poderosa; necessario qoe o
nosso partido robasteca, amplifique e aper-
leice os elementos da sua. Quando o juiz,
o militar, o empregado civil e administra
tivo se coBvertem em agentes eleiloraes,
preciso qoe as opposices adqoiram maior
energa e decislo, por isso qoe de outro
modo o espirito publico se decano, o indiffe-
rentismo poltico cresce, e os poderes ty-
rannicos aMpnhoream-se dos povos por lar-
gos annos.
I*ara evitar esse9 males, e com o fim de
dar unidade a todos os trabalhos, o directo-
rio reeommenda a essa direcelo aa instruc-
cdes cuja copia acompanha este, para que
en qualquer parte aonde o partido deiie
de estar organisado de um modo coja effi-
cacia teoba sido acreditada pela experiencia,
procure faze-lo immediatamente segondd a
lettra, ou quando menos o espirito das ditas
instrocces. Urge o tempo; e pira esse
effeito mister que todos ponbam mos
obra com inteligencia e sobretodo patriti-
ca deciso.
Difflculdades econmicas, de trabalbo, e
de tempo, comprehende o directorio que
ba de encontrar na pratica essa commisaio
provincial e as I oca es; mas o nosso amor
pairia saber dar seguimento obra, ven-
cendo os obstculos qoe encontrara o
trinmpho dos candidatos republicanos.
Nos das anteriores eleicio, julga o di-
rectorio que deve agitar se muito a opioiao
por meio da imprensa, clubs e reonioes e
discnssSes publicas. As folbas volantes que
animan a tota e s listas que annunciam oa
nomes e condic5es dos candidatos devem
prodigalisar-se dorante o periodo eleitoral,
e cada comraisslo, cada associacao poltica,
dentro oa fra da organisacio official do
partido, deve dirigir a sua voz aos eleitores
no momento de comecar a votac3o.
Sooa a hora da btalos, e indisponsavel
apresentar-nos nella, com todas as armas
de que podemos dispr.
Este centro julga, que, passados os pri-
meiros dias das eleic-s, deve convocar
assembla federal, e para isso necessario
que essa provincia eleja muito breve, se o
nSo fez ainda os seus representantes.
Para que este directorio possa fazer co-
nbecer ao patz o verdadeiro resaltado das
ultimas eleicoes, espera se servir esta
comraisslo remetter lbe nota axpressiva dos
depotados provincias eleitos, determinan-
do o partido a qoe cada um pertence, e se
ou nao de opposicSo situacio actual.
Tambem quizera este centro, para activar
mais os seus trabalbos, saber qnantos de-
putados e senadores republicanos -poder
cora seguranza nomear essa provincia, e
om quantos dstrictos e em quaes se pode
lutar.
Sirva-se V., cidado presidente, fazer
com que se publiquem as instruccSes juntas
nos peridicos dessa capital, e dar traslado
desta commumcaclo s commiss5es lo-
caes.
Sade e fraternidade.Madrid 12 de fe-
vereiro de 1871.Francitco Piy Margall.
. Figwras.Emilio Castelar.Por ac-
cordo do directorio. Ricardo Lopes Vasgues,
secretario.
InstruccGes eleiloraes.
IOrganisaclo do partido para antes das
eleicSes.
i.* O comit eleitoral tratar de fazer
com que nio baja nenhom d stricto eleito-
ral que nao terina a sua competente cora-
ran sao local.
2.* Cada um dos comits loiaes nomear
tantos sob comits como collegios houver
no districio municipal.
3. Cada sab-comit nomear tantas com-
missoes como jolgar conveniente, segundo
a importancia dos bairros ou secces.
4.** O nome dos membros que trio de
compor as commissoes. se Qxar para cada
comit local, e a elles se aggregar todo o
republicano qne o desejar, cora o carcter
de auxiliar.
o.* Sempre que fr possivel, se far com
que formero parte dos comits, sub-comits
e commissoes, cidadaos dedicados s carrei-
ras das leis e d> notariado.
Os cidadSos que compozerera as commis-
soes serio domiciliados oa residentes do
bairro ou da scelo respectiva, dos mais
FOLHETK'

O FILHO DO CALCETA
roa
. FIERRE ZATOE
PHOLOGO
n
A eartelra.
(Gontnaacjk) do n. 85.)
Raphael nao tinha morrido. Apenas
desmatara, mas nao perder o folego.
Chamaran*-no vida, horas depois.a
fresqaidi) da noute e a frialdade da cha-
va, qoe nio parava.
Abri os elnos. Era j dia claro. Dei-
tou a vista em derredor, como qoea mal
sabe onde est. Passoa a mo pela testa,
a ver se agarrara amas reminiscencias qoe
lbe fugiam. Sentio o corpo molbado ; coi
don que seria agua. Era sangue, todo
elle era sangue : cabellos, cara/peito, falo,
lodo n'uma sopa. Elle proprio estava sen-
tado n'om charco.
Aeudftram-lhe entio as recordaces todas,
e saltos em p de vez. T5o fraco estava,
qoe apenas pode soiler-se as pernas. Foi
anda assim o aentimeeto da realidade qoe
lbe supprio nimos.
Quero vver t Mais algnmas, horas
ao meaos I proferto com Singular forca
de vootade. Anda que ea porra logo a
porta-da igreja. V-lo. v-lo asada orna
-ver., o meo Raymando, o meo eerido
.Ravmaodn f
activos, alinee a honrados, daquellea qoe
tais m bvarea diatiifoido as pasadas
lateos, oa uverea mais infiaeocia em ca-
da roa piaasjtl i aoa correspondente
scelo.
Il-Wstriboiclo dos trabamos aotM das
l0trBa.
i.* Os comits a aob comits cuidarlo
especialmente de todo ooaoto se referir aos
eandidatoi, e as nrWfUBiilot i oceupar-se hio
exclusivamente das operacoes preparatorias
da eleicio. ^
2.' Candidatos. ft/aWdtae tab-comi'
ts cuidara de que se muy com a ao
tecipacJo devida reunise preparatorias de
todo os repblica** de toda a sua respec-
tiva localidade. anal e^datayitr e aceitar,
por meio de votaebee provine, 09 candida
tos a depuUdoa s cortes, os coapromis-
sos para senadoras.
As ditas commissoes considerarlo essas
reuniSes orno meios principeea para mae
ter entre oa nossos correligionarios a mais
fraternal ailo, evitando quaiqoer scislo
pessoal, sem qoe para esse fia tratem de
perturbar ou impedir, deoaixo de heobum
coneaito, a disearlo das quailfladon aoa
adprnam os candidatos do partido.
1* Designados definitivamente os candi-
datos para a deputacio e compromietna. se
far isto saber ao partido pin a toa appro-
vacio.
4. Se surgirem difficuldades no pensa-
ment e propsitos qoe teodam a derrotar
os caodidaios do governo, essa commisaio
poder coosoltar o directorio.
5.* Adrailtidos.os candidatos se mprimi-
rio as competentes listas, e se repartirlo
pelas commissoes dos bairros pata serara
distnbuidaa pelos eleitores.
6.* Coma conveniente antecipaclo, o co-
mit e os sub-comits, ouviado as commis-
soes, procederlo designaclo dos indivi-
duos que bao de compr a mesa.
7.* Feito o accordo se persuntar aos
eleitores se aceitan o cargo, e aceito qoe
seja, se imprimirlo e repartirlo pelas com-
missoes as correspondentes listas.
Operacoes preliminares i eleicio.
8.* As commissoes se dividirlo como
julgarem conveniente para a perfeita exe-
coc5o dos seguintes trabalhos:
Tirar copia das listas eleiloraes.
Averiguar por meio deltas e de ioforma-
c5es pessoaea quaes sao os republicanos
qoe carecem de cdula.
Investigar quaes sao oa> republicanos qoe
nlo asilo comprebeodidos as listas.
E tirar nota dos OMaarcbieos incluidos
indevidamente nellas por quaiqoer daa in-
capacidades determinadas as leis municipal
e eloitoral.
9.* Formadas estas, reclamarlo dos al-
caides opportooamente as cdulas da tallo
illegalmente deudas, e as dividirlo pelos
republicanos que carecem deltas, oa pro-
testarlo devidamente, caso as nlo obte-
obam.
10. Farlo, at veapera das eleicoes,
conforme o art. 20 da le eleitoral. que se
annotem no vro do censo os nomes dos
monarchicos incapazes, para que nlo pos-
sam estes emittir votos falsos. ,
41. Exigirlo, conforme o art. 15 da lei
municipal, e 27 da eleitoral, qoe a manci-
palidaae declare domiciliados oa residentes
todos os eleitores repoolicanos da localida-
de, fundando* se no art. 12 da lei mnnici-
pai, e adquirindo aa resalvas de qoe trata o
art. 23 da mesma lei.
12.0 Alcancadas estas resalvas e fundan-
do-so nellas, insuilario contra o alcaide a
acelo criminal de qoe falla o art. 31 da lei
eleitoral.
niOperacoes durante a eleicio.
1.* Os membros dos sub-comits e das
commissoes se dividirlo em Untos grupos
como seccoes eleitoraes houver, e instala-
dos nellas, tomarlo nota das irregularida-
des qoe occorrem, e de palavra protesta-
rio contra ellas naqaelle acto, oa darlo
conta ao comit.
2. O comit, que estar constituido oa
sesslo permanente, e acompanhado de urna
commisaio de lettrados a notarios, darlo
extenslo aos protestos correspondentes e os
apresenlarlo autoridade.
< Este comit procurar qoe em cada
collegio eleitoral se achem constantemente
dous republicanos qoe tiverem votado, e
om escrevente, para que possam dar teste-
munbo das arbitrariedades e iilegalidades
qoe occorrerem, e para o caso de nlo se-
rem admittidos oa protestos apresentados
mesa.
IVOperacoes para depois das eleicoes.
I.'O comit, com copias, certificados e
documentos proprios, instaurar perante os
tribunaes, 00 perante a commissio da de-
pntacio provincial, os recorsos de queixa
para qoe houver motivo.
2. Urna copia destes protestos, autorlsa-
di com a assignatara do comit, ser man
dada ao directorio, para qoe este possa fa-
z-la valer na discasslo das actas da prxi-
ma assembla.
Instracc|o geral.Este comit eoidard
de transmiuir pera as localidades toda as
advertaociis e instrucooat circ^mstaaciadae
que o nosso partido tiverena inserido ante-
riormente. 00 depois de periodo eleitoral.
CAUTA DE R0CHF01T A RESPHTO
DA SPPRESSO DOS JORNAES DE PA-
RS.Rocbefort dirigi a seguinte carta
ao Mappel:
Meo caro Maret:
Despert do horrivel pesadello qoe me
tornou quasi doodo dorante doze das, para
saber por meio da vossa carta que estava
suspenso o Mot-d'Ordrt.
E' a primeira victoria do general Vinoy :
saibamos sopporta-la como fomos obrigados
a sopportar as derrotas da capitolaclo des-
se velbo senador. .
E demais, temos de esperar numerosos
pozares urna vez qoe o Sr. Ernesto Picaril,
qoe j, como ministro do interior, direc-
tor supremo da imprensa,-, ao mesrao
lampo contratador de jqfues; e natural-
mente, cada vez que nlcessiiar
preco do seo, ba de sup.
oponmir
r#oip
elevar o
os nossos.
les e hon*
E amparando-se as aores, l se foi coa-
forme pode, at beira de um riacho.
Vio bem qoe precisara de reagir seriamen-
te contra a prostracio que lbe cerceava os
movimentos. Tratoa de peosar as feridas,
lavoo-se do sangue e da lama, e assim
preparado sanio da matta e seguio para
Bondy.
kLogo ao entrar na villa. Iba quiz parecer
e baveria por l festanca. Na torra da
etiuezia ara om ripiar de sinos, qaa fazia
a eabaca em agua a gante. Pelas roas nlo
se viam sanio ranchadas de rapases a ra-
parigas, com os seos fatioboa de ver a
rjana
Raphael senta como qoe despedacar-se-
Ibe o coracio. Acercou-se ^ amas mo-
Ibersinhas, a pergantou meio perturbado :
f TamB boje fssu oa arraiil c pelo
sil?
Nada, nao senhor ; Bao bem isso,
as vera a dar no mesmo
Entio qua ?
Casa-se o Dr. Riymundo com a neta
do tio Robn.
Raphael calou-se ; meUeuse pelo meio
dos curiosos qoe iam at igreja, e algoam
o vio de vez aja qaande 1 impar com as
costas da mo os raos arrasados de la-
grimal.
III
Amavam-ie altea, doos annos havia
Rayawndo,conUva seus vate e quatro,
Joaooa d4xaaete, qaaado saoito.
Aa^Wsveraawe.aficaram-se logo
perdidinbos om palo otro.
Qoe par tio latido < Ella atirapUo
para algeala, eabaiiAs presos a
Isto ao mesmo tem
rosq, _t
O qoe eu nao esperva ora que o mem-
bros do governo fossem to descarados qoe
onsassem aecusar-me de pregar a pithagem,
eu que, mal entrei no governo, propuz i'm
mediatamente qoe se reduzissem tres quar-
tas partes nos ordenados dos ministros.
Agora nio tenho para qu apressar a rai-
nha convalescenca ; mas nem por isso dei-
xare de fazer toda diligencia por poder sa-
bir o mais depressa possivel.
Mil compriroantos.
Henrque ocheforl.
Brdeos, segonda-feira, 12 de marco.
CARTA DO BI.P0 DE A.NGERS, EV FRANCA, AO
IMPERADOR GCILIIER.MK.
Senhor. No momento em que a assem-
bla nacional va deliberar era Bordeas so-
bre as condiebes da paz, permit que um
bispo francez, filbo di Alsacia, levante a sua
voz para advogar perante vossa magestade
a cansa da soa patria. Gedo a orna ueces-
sidade do coracio, obedeco a um dever de
consciencia dando este passo a que rae sin-
to aotorisado pelo meo carcter.
Foi a guerra favoravel s vossas armas,
ti vestes a maior fortuna qoe pode caber a
um soberanoa de vencer os exercitos da
Franca. Naj fiques sorprebendido dtiodo
di/.er a um ministro do Evaogelbo q ie s
vos resla veocer-vos a vos proprio. Pode
a victoria liongear urna alma goerreira,
mas a moderaclo depois do triumpbo seduz
um coracio generoso: Disso a Escriptura
c que aquello que sabe doininar-s supe-
rior ao que toma cidades. > Alm disso, oa
vida dos povos, a guerra nlo pode ser se
nlo om accidente; todos os esforcos dos
bomens que os goveroam devem dar ara
resultado os beneficios de urna paz dura-
doura. H
Parece resultar dos diversos dncinnatos
que a caasio da Alsac a urna das conii-
Coes propostas para a paz futura. Se tal
fosse o vosso pensamento, senhor, eu suppl -
caria a vossa magestade que renunciarse a
om projecto tio funesto Allemanba coma
Franca. Acreditai na palavra de um bispo
que vo-lo diz na presenta le Deus e com
a mo na consciencia: a Alsacia jamis os
pertencer. Procurareis tancar lbe o rogo,
mas nunca a domareis.
Nao vos deixeis iodazir em erro por quem
vos qoizesse fazer nascer no espirito'' si mi-
mante illoslo. ;
Vinte e cinco annos da mraha vida pas-
se-os eu m Alsicia; desde entio fiquei em
commanidade de ideas e de sentiraentos
com todos os seus fithos; nlo confiero um
onico qaa- deixe de ser francez. Catholicos
oa protestantes, todos beberam com o lei te
de soas mies o amor da Franca, e e*te
amor foi e ser sempre urna das paixoas da
soa vida. Pastor de urna diocese, on le o
patriotismo sem dovida rdante, posso
dizer a vossa magestade que Blo encontra
nella nem mais viva nem mais profonda ai-
feicio nacionalidade francesa do que na
nunha provincia natal.
Ficai certo de que o mesmo espirito vi-
vera Unto na geraclo que nasca como as
que se Ihe bao de seguir: nlo poderlo con
ira elle, nem os carinhos nem a; amea
cas. E a razio qoe para lbe arrancar
esse sentimento, fra necessario esquecer,
com os deveres e com os ioteresses, nlo s
a memoria mas o nome de seo) pais, qoe
dorante dozentos annos viveram, comb.ite-
rara, triumpbaram e soffrerara a par dos
Qlhos da' Franca.
E estas cousas nao se esquecera, sao si-
gradas como a pedra do templo a como o
sarcopbago dos antepassados.
Os soffrimentos do presente s farlo es-
trellar os tacos mais ama vez sallados por
sacrificios recprocos.
. A ailo da Alsacia com a Franca nio ,
com effeito, urna destas alliancas ficticias
oa puramente conveocionaaa, qoe se podeo
quebrar com o tem^o e pelo acaao dos
acontecimeoios: ha entra orna e ouira
ideatidade completa de tendencias-, de
raebes aasaUsaa da espirito civil e politi
Pouco importa qoe a lingua atlaml se
tanhr conservado n'uma parta do pava, aa
ba doos seca os essa lingua s exprime sen-
tiraentos francesas. ||
porventora ioglez o bretlo deFinistere,
porque a soa lingua parecidissima com a
dos pases de Galles e de C>rnoa*illes ?
Dexam de ter suissos os descendentes
de Guilberme Tell, porque tem conservado
o Idioma de seos antigns dominadores ?
Vossa magestade conbece mnito a histo-
ria para atientar n'um facto, de que se eit
abasando extraordinariamente, a saber
que a Alsacii esteve seculos incorporada ao
imperio da Allemanba, porque ninguem de-
via ignorar que a propriedade histrica
em favor do dominio francez e que na pri-
meira dynastia dos nossos res, do nono
ao dcimo secuto, a Alsacia nunca daixou
de fazer parte do n-ino dos Francos. Mas
qaa importara mais nma vez qoestes que
pertencem de hoje era diante ao dominio da
lingistica e da arcbeologia ?
Os alsacianos89te o ponto principal
sio francezes d'ilmi e coracio, e por mais
qoe se faca no poivir, os netos do Klbers,
dos Kellermans e dos Lefebres nlo esque-
cerlo nunca o sangue que Ibes corre as
veas. E desde j, senhor, ouso pergootir
a vossa magestade qua proveitn poder tirar
a Allemanba da posse de urna provincia,
sem cessar attradi para a mli patria pelas
suas recordaces. pelos seas affeciov pela-
suas es pera ni;as e seus votos.
Nlo ser i sio orna cansa de enfraqueci-
menlo em lugar de om elemento do forca ?
um motivo permanente de perturbases e
inquietacoes, em logar dama garanta de
paz e 'le traoquillidadd ?
E a Franca, senhor, a Franca, que poda
ser vencida mas nlo anniquillada, acceitar
no futuro urna situacio a que hoje a obri-
garam ? Para ella, ceder a Alsacia, equivale
ao sacrificio de orna rali a quem se arranc
o filho qoe se nao quer separar dola. Este
sacrificio fa-lo-ha a.assembla ou nlo;
soberana e desde j me inclino ao seu jul-
ga nenio. Mas o qua ella na poder fazer,
apezar do seu bom querer e da sua siaoe-
ridade. destruir na alma dos alsacianos a
sua affeiclo mi-patria, o que ella nlo
far nunca cicatrisar nma ferida que ficar
para sempre aberta no coracio da Franca.
Tem vossa magestade muita peneiraco
d'espmto pa-a nao ver com toda a Europa
qoe un tal desmembramanto abrira o ca-
minho das rejvinicaces perptoas. Era
lugar de estabelecer urna llianc* que to-
dos arden temen te desejam, far-se-hia ape-
nas excitar entre dois grandes povos odio9
irreconciliaveis. E' impossivel dissimu-
la-lo: tamanho attenlado contra a integri-
dade do territorio francez deixaria nos co-
racoes fementos de chilera, que msis cedo,
ou mais tarde rebentariam, acarretando a
guerra com todos os seas horrores.
Que triste perspectiva para os dois pai-
zes!
Estaremos nos condemnados a ver de
aovo essas guerras dos trinta annos, n'uma
poca em 'que o progresso, a civilisagSo e
a multiplicidade das relacss industriaos e
comraerciaes pareciam ter tornado para
sempre impossivel a resurreiclo dessas
lutas fratricidas ?
E quem ba ahi que qaera tomar em
face.de Deus a respoosabilidade de sema-
Ibante futuro?
Eosioa-nos a historia que a paz verda-
deira s aquella qua apro.eiu ao vence-
dor sem exasperar o vencido. Sa vossa
magestade nlo ae deixar levar pela idea de
querer separar da Franca ama provincia,
que nao quer ser allemia por proco nenhum
que cert di que a paz durar por muito
lempo. Porque nesse caso nao hesitamos
dize-lo a Franca nloteria motivo nenhum
para empuohar de novo as armas: parmit-
te-lhe o seo passado confessar sem vergo
oba que foi torpreheodida e o que ella tem
feito Oa quatro mezes no meio d'uma des-
organisacp sem igual, mostra bem de quan-
to seria capaz com melhor direcelo das
suas forcas. Mas vossa magestade confe-
sara sem costo que a razio e o iuleresse
mandara nlo abrir feridas incuraveis no
amor proprio nacional.
Cabe-nos a nos,-ministros do Evangelho,
o dever d'applacap os resentimentos qae
nlo tem razio de ser; mas exigindo que a
Franca se mutile por suas proprias mos,
tornaos, senhor, a nossa misslo impossivel.
Seriam bailados todo> os nossos esforcos
contra o peso d'uma humilhacao iniolera-
vel, ainda quando a fe e opalriotismo nio
nos impozessem a obrigaclo de acooselbar
ao paz mais depressaj marte que a des-
honra.
Senhor. os acontecmentos collocaram-
vos em tal situacio, qoe ama palavra da
vossa parta pode decidir paca o fataro a
qoeatio da
TavaaY^sssyasaivi
i
pec>a a ao
em noaaa del
Ea vo-la paco em noma da Allamanha a
da Franca, tjnalmente caneada de mutua-
mente ae aaansinaram, sem proveito para
nenbama. Eu vo-la ouso eraban pedir em
nome de Deas, caja vontade nlo pode q ie-
rer qoe as aaces, qaa ae fiaeram para mo-
luamente ae ajudarem nos saos destinos,
se accommettam coa seosjodios raciprocos
a se arrqioem em latas sanguinolentas.
Ao terminar, deixai que *a repita cono
todo o homem que sabe reflectir: deixar a
Franca intacta Msegnrar a paz por muins
anoos: a Franca mutilada a guerra no fu-
turo, por mais qoe se diga e por mais qne
se faca. Entre estas duas alternativas,
vossa magestade, justamente preoecupado
com os interesses da Allemanba, nio poda-
ra hesitar om instante.
E' nesia esperanza, senhor, qae ea lenho
a honra da ser da vossa magestade o mais
humilde servo.Carlos Emilio Freppel,
bispo d'Angers. Angers, 12 de fevereiro
de 1871.
DISCURSO DE LU1Z BLANC NA ASSEM-
BLA NACIONAL FRANCEZ \.
Senbores : Seja qual for entre nos a di-
vergencia de opinies polticas, impossi-
vel qoe era cerros pontos nlo estejamos to-
dos concordes, como francezes qoe so-
mos.
Qual de nos poderia nao desejar apaixo*
nadamente o fim dos males qoe despeda-
cam o nosso paiz, e qual de nos poderia
lastimar velos terminar por meio de urna
paz duradoura, urna vez qne oeste mundo
s a jastica verdaderamente duradoura ?
(Signaes da approvaclo)
Desde o principio da invaslo do nosso
territorio, tem tentado o Sr. de Bismark,
em todas as suas circulares, justificar a se-
eridade das condi^es qne desejava impr-
nos, affirmandocoosa infelizmente certa
qoe a Allemanba fra por nos atacada, e
fingindo acreditar qne toda a Franca, de
tenclo formada, se tinha associado a essa
aggresslo. Ab 1 o Sf. de Bismark nlo fal-
lava assim no principio da guerra. Eis o
qae elle diza em 8 de jalho de 1870:
< S resta aos ministros francezes,eram
o ministros do imperio, bem entendido,
para na apparencia se justificaren! parante
a sua naci, cuja maioria quer a paz e
precisa de paz, o fazer aeraditir s cama-
ras, e pelas cmaras o povo, que a Franca
fra offeodida pela Prussia.
E qua diza o rei Guilnerroe, no sea dis-
curso de abertura do oa aegointe, isto ,
de O de jalho? Diza:
c O povo allemlo e o povo fraocez es-
to destinados a urna tata ais salutar do
que a lula sangrenta dat armas; roas os
homens qae governam a Franca, por meio
de urna direcc.l) calculada, exploraram,
para seu interesse e para o das suas pai-
xespaasoaes, o actor proprio do grande
povoBoss) inimiga. > (Muito bem!)
E o reichstag, senbores, a qoem se diri-
ga aquella falla, que responda ?
A fraccioa fracVi\ notemdo povo
francez, desvairada pela ambicio e pela in-
veja, ver j muito tarde quaes os resoltados
da sangrenta lula que vai travar-se.
Por conseguate, na vespera da guerra,
todos na Prussia, rei, raioistro, asserablar
todos reconheciam nlo ser exacto que a
Franca, em todo o seu conjnncto, quizesse
rem-lbe o semblante ampallidecido pelo
aturado estud\ o!hos a ora tempo vivissi-
mos e^ciamadores, e que s vezes at des-
cahiam em-melancola.
As formas del i adrabas e franzinas de
Joanna davam assim ares de om arbusto
plantado na primavera ; hombros e bracos,
erara o ideal da perfeiclo, oo olbarde
nunciava curiosidade tio ignorante tlo
singelia, as maneiras era abela de petulan-
cia tamanba e to mal sopeada, qae logo se
via ser urna enanca a despedir-so da infan-
cia, e ainda aferrada s santas e boas in
clieaces dola. .
O ar triste e concentrado qoe notara em
Raymundo, foi, alm da tado, *qaa mais
loa prendan o coracio. Comecaram a sym-
pathisar um com o outro* as affeices fo-
ram crescendo logo, e nlo tardou que os
doos se jurassam mutuamente amor eter-
no. Nlo eoniavam, porm, com a immen
sidade de obstculos qoe baviara da Qp-
por-se-rlheao casamento, e por coosajinte
felicidade.
- Raymundo nao tinha riquezas nem co-
nbecera paia.
Em pequeo, houve quem o racoibesee
n'om a ylo. a a posicio que depois coose-
guio na sociedade, deveo-a s ao esludo
atorado, aa afinco no trabalbo a mufta
energa qae liaba. *
Um dia tirou-se dos seas cuidados, ro>
ter com o Sr. Robn, a um tempo lio e tu-
tor da menina Joanna, referio-lbe como la-
tira at all comsigo proprio. a qaantaj ma-
go as ia padaeeodo, e pedio Iba pura e um-
plsmente a mi d i aobrioha. Mas mes-
mo assim com toda a saa verboaidada, nio
coosegoio enternecer o valbo. a daquaile
pasto, qoe tanto Iba costar* da-lo, votvaa
cora om redondo nio. Entrn em casa
desesperado.
De ludo se* arreceiava.
L qae a Joanna o amava. isso era certa
e mais que certo ; tudo era a dizer- Ih'o : o
olbar dla, o sorrir, ; o estremecer da mo
quando por acaso Ib'a aperiava.
1 Mas se a Joaana era ainda to novinha 1..
Dahi poda muito bem se.* que as difieul-
dades a fossem aborreceodu, a el'a, fir-
mosa e rica, reqoestada por nrmifos, e
quem sabe se em breve, no enxamear dos
namorados, nlo escolheria alajUtaa para ma-
rido I
J o Raymundo andava bem desconfiado
de^im certoN viscon e de Graotiea. Era
hornera completo em dotes da elegancia,
affeito s conquistas dos grandes saloes,
dono de bem boa riqueza, o qu-o certamen-
te o tomara pouco exigente para com- o
laior da noiva. Este ultimo predicado era
importaotissiao para o tio Robn
Este suge to nunca all pelo sitio gosra
d boa fama, a. at diziam que tinha i lo
eoriqoecendo custa dos bens que psrten-
ciam a Joanha.
Quem se qnizesse dar ao trabalbo de
japrofundar bem* o caso havia de fazer
grandes descocerlas; mas o tio Robin qae
sempre tratoa de afastar todas e quaesquer
ideas de inquerito.
Asiim foram correndo mezes e metes de
cruel incerteza para os dous, at qaa om
dia receben Raymundo carta de Joanna, com
a feliz novidade de,qae sea lio abrandra
emfim as iras a consenta no casamento.
TJ c*o yinba to de repente a to ines-
perado, qua o moco dootor ebegea a duvi-
dar qae a&sici fosse. Foi n'om palo ter com
9 to Roblo,
a guerra: o era isso perfectamente exacto.
Nlo, a guerra, coraoj disse o honrado
Sr. Tbiers, nlo a qaizeram entio nem os
aldelos, que baviam sido obrigados a votar
o plebiscito, affif raando-lhes qae sigoificava
a ordem e a paz...; nem a burgoetia, qae,
entio como sempre, va na poltica bellicosa
o abalo da industria e a ruina do.commer
ci (approvaclo); nem os operarios, cojos
vehementes protestos se podam 1er aos pe-
ridicos dessa poca ; nem a imprensa in
dependente, cojos orglos.comprebenderam
e disseram bem alto que essa funesta em-
preza s tinha por fim cimentar com o san-
gue derramado o edificio da dynastia napo-
lenica (G' verdade I) a dar ao herdeiro
presumptivo do tbrooo isso a que os asso-
ladores de provincias chamara baptismo da
gloria (Muito bem I muilo bem I Applau-
sos)
Ea proprio escrevi por esse tempo algans
artigos, com urna commoco de que me
nlo posso lembrar sem que essa commoclo
redobre; supplicava au meu paiz, com as
lagrimas nos olhos, posso dizel-o, qua nlo
entregasse seos filbos ao miootaurp, qae
diza eu, s poda vver de carne humana.
(Approvaclo n'alguns bancos.)
Existe entre os papis publicados palo
governo da defensa nacional, e qaa foram
acbadoa as Tulheras, um documento que
a serie das respostas dadas palos prefei-
tos do imperio ao ministro do interior, a
O qoe Raymuodo quera era saber o que
motivara mdanca lio incrivel ; mas ao
velhote nem urna palavra escapou a tal res-
peit9. S disse qoe dahi a seis mezes
estara Raymundo casado com Joanna.
1 Bastava isso. Afinal de contas, pouco
se lbe da va ao medico saber d'onde lbe
vioha a felicidade, e deitou para traz das
costas as mil coojecturas qae por instantes
o baviam iocommodado.
A resoluclo do tio Robin dea qae fallar
gente do sitio, e cada qnal se poz a ver
se descortinava os motivos delta. Mas
nada de novo. Pois i que havia mysterio,
isso havia I
Qae saccedera entio ?
Urna coosa muito simples, e de qoe f-
cilmente posso informar o leitor.
Na vespera do dia era qaa Joanna man-
dara ao doente a carta de qoe se faliou,
se1 iam amas cinco horas da tarde, foi om
sojeito bater porta da casa onde moma
o tio Robin, e pedio para lbe fallar em
particular. O hornera' tarta cousa de cin-
cuenta annos ; levava o cabello cortado
escovinba, e custava-lha muilo a mexer-se.
O tio Robin poz-se prinaeiro a mira-lo
bem pelo meado, para sa certificar de que
dio o conbecia, depois offerecen-Ibe ama
cadera, eo recem-vindo usentoa-se diante
do velbo.
Meu charo senhor, dissa com a voz
a tre ser-iba da commoclo, dissaram-me
que recusou a mo da menina Joaooa, soa
sobrioba, ao Sr. Raymundo, qaa ha oa
auno veo para asta trra exercer a cliaica.
E' verdadej
Tal qual, raspondea o lio Rabia.
- Pois aaatto bap. Ptaaagtiio o toam.
Ea agora vaobo disar-lba a awaira caaao
fPito da disposicao dos rapirtos' en
Ft^,raJHlwltol|tjyra.
Paocfra4aavsta.poressedoromeatK
m a qoeatio, da asa nodo oficial.
Nao a pola verdade qaa toda a Fraoca
ojanesse a guerra; verdade b qoa o gover-
no imperial roojWmo arranjar i roda d.
ai ama agitacio'anHIeial. qoe corresponda
aos clcalos, ioteresses particolaras a s
paixea pessoa%s denunciadas pelo ra
Guilberme oo sao discurso real de 9 do
jalho, (Movinunto.)
Nio se deve porm perder a lilo q
resulta para nos dessa fnebre pagina >la
nossa historia.
Quando um grande povo sa abandona i
dominaco d'om s homem, quando esse
povo Ihe d a elle toda a forra que em si
reside, d tambem ao mesmo bomem podar .
para incendiar o mando, se bem Ihe pare-
cer ; quando se d ha arrestar apoz d'ell*\
ainda com repugnancia, ea aventuras aasas-
sioas, eu nio tamodiza-lo, asaa povo toma-
se criminoso dina erro orna pana i justo
que padeca. (F verdad*! w verimie!)
Se a Praatia, dapeit da eapUadoclo na
Sedan e da ojoeda d'as misero iaapatjad< r.
se tivessa mnteoaao aom pedir, por co-
dicio de paz, o pojaaaato daa >spam
da guerra, estara paffi.liJauta.ii no **
direito. Mas qoe suceadeu ? Dabatda o
oven da dafeou nacional re*eloa o seu
rdante desojo pela paz, debalde i>ffaceu
n'uma famosa entrevista por intermedio do
Sr. JoHo Favre, que proprlamante aos eoo-
tou ta-la pedido coa as lagrima* no* oftov:
pala extrema severidad* da ceodices qoa
nos foram entio impostas, podo ver-oe
que o rei da Prussia tinha a deliberado
proposito de desthroaar. a Franca, on peto
meos destru-la.
Continoou pois a Iota impUeavel; bem a
sabem, as nossas praca fortes foraa sitia-
das e bombardeadas, as provincia foraa
assoladas, as aideias saqueadas, inceodiada;
Pars, cercada da canbes, seprala da.
Franca, separada do mundo, foi collocida
em frente do espectro da fome qoe aug-
menta va a todos os dias, qae era cada vos
mais borrrodo; e o rei da Prussia aron*
mulou todos oa malas da invaslo sobre oa'
po o que elle bem sabia desejar a az,
contra o qoal elle proprio declarirp, i-ha,
elle proprio. que se nlo arara e tuoo
isto emqoanto enchia de atiencbes o croa-
noso author d'esaa eapaotoea aveniura.
(Applansos i esqneria.Mewtmnk pro-
longado).
Assim, de aggressiva qne ara a princi-
pio para o imperio a guerra toraa*ae de-
fensiva, e, desda entio, legitima. A jooiica
mudara de poiao ; no primipio estavj roa
a Allemanba atacada, estava d'ah em diaata
com a Franca invadida. (Moit bem !)
Infelizmente, a victoria nlo p-asara para
o naaso lado como a justira. e n'aata nava
i dada de ferro, parece ainda cirraote qoa
um povo vencido deva expiar os seos re-
vezos como se fossem crimes. (Movimeo*.)
Seja asaim I Mas que espirito justo, qna
honrado peito ou >aria negar as
cesso de violencia na severi lae
nal daa condicts que nos impem 7 Uit*
que seria digno d'esta asssahla pedir
para o desafio qoe n m poe s brigas cosa
a Pr ostia o jalgaatente da Euro ja ( Moni-
ment*'dtversot), nio a Europa das grande*
potencias, mas a Europa daa poiencs
grandes e pequeas, porqoe as pequeas
sao ainda mais interessadas do que as grao-
des em obstar a que o espirito de conquisto
te deeencadeie sobre o monda o a qjio a
ierra fique entregue como presa ao oveito
d > roais forte. Longe de mim a idea a*
contar com a proteceo complacente do es-
trangeiro para a alvacio do mea pas,
seja qual for a extenslo dos seos rever*!*.
a Franca, assim o creio, Bata a si propria;
e de ve rei cnfesae-lo ?paraca ao jaa at
a soa salvaclo seria comprada, nio direi
muito cara, mas bem cara, palo proco da
soa dignidade.
A Europa!... A posteridade ooocfe
querer acreditar qoa, no seclo XIX doaa
grandes nacoes Ntivessaa, aotaa inteiro*.
entregos aoa horrores de oaa tota soa
exemplo, e que a visita de tantos males.
de tantas romas, de tantas doras, s dee-
pertasse oa parecesse despertar as altas
espheras onde se discutem a qatitBOi da
interesse geral, o sentimento qoe arapro-
sentacio de orna tragedia commoveote ani-
ma espectadores enfastiados. (Muito 6m /
muito bem t) .
E pergnnto se esse cerco da Paria, rnait
terrvol, mais monstruoso do meo cerco
da Roma imperial por Alarico, do qoa o os
ConsUntinopla por Mahoaat II, asa cerco
poder a historia registra-lo san pergontar
asiombrada o qoe fazia a Europa durante
esse tempo todo ? (Signaes de anto.)
(Continmr-se-ka),
.....-.......... u .-
o qoa pareceaitn-
eapantado o lio
a pode tornar facilimo
possivel at agora.
O senhor! bradoo
Robio.
Ea mesmo.
Entio de qae manelra quer arranjar
as ooaias ?
Ea Ihe digo. Daa razes n opp m
ao casamento da Raymundo coa Joanna :
a primeira, o ser elle pobre; a sagonda, o
alo ter familia.Nao isto ?
Exactamente.
So mo nao engao, a menina Joanna
ba de lavar ea dote ao marido dattiio
contos de res.
Sim, senhor. <* *
Pois ea darei a Raymondo 54 contos.
Quando ? ^
Hoje meamo. l
Traz entio asaa dinbeiro comsigo ?
Trago. Ello aquj est,
E sem attentar no pasmo com qua Ro-
bin o encarara, saccoa do bobo, coa; toda
a pas dtlma, urna carteira grande, a en-
fileiroa sobra o mesa treientaa netas da
180deCOria.
Agora qoe o velho ficoo dovrae ea>
basbacado, a esteve mesmo vai nao vai
para ultrapasar oa limites df prodociat
Sopeou-se porm a tempo, e recuperando
a natarat praaanca d espirito, disa :
Realmente, j orna riqoaxa aaua
mi ; todava nlo bato para..
Ohoaaaan catwcaou aOraatrvaaeMe a
rospondao :
Befando; efiaa sibeade qoe o rea-
to do diohetro na do vir no da decae*.
auote.
-


f


4 I-




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