Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12353


This item is only available as the following downloads:


Full Text
>


1
!
_______ AUNO XUII. NUMERO 77.
* i i 11........ i.. i. i ,i 111
PAll 1 CAPITAL 1 LUftAlU 01 IAO SI PACA POIH
Por tre* rnese adiantadoi.................
Por mi dito idos ............. (i
Por um anuo dem......? ..,.,........
Cidt momoro itoJio.................'.. 0
TERCA FElftA 4 DE ABRIL DE 1811
PA1A DUT10 K FOBA DA P10VIICIA.
Por tro
Soti.
4
Por mi oltM idon.
PornondHoi
Por fUttuo
ditBUdoi
ikUtn
lufiv

' ..
t .
<*
PEMAMBIM

Propriedadte de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
fc-


0 Sn. Oirardo Antonio Alves d Pilhoi, no Part ; Gon?a!vei Pinto, no Maraohlo*} Joaqoim Jos do Otwira, M Cear ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracaty ; Jlo Mara Julio Chavea, no Au ; Antonio Muqut da Ota, qu N.ui IM anae
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino fle Lima, na Paraljba; Antonio Joe Gomes, na Villa da Penha; Bolarmino doi Santoa Baldo, em Santo Ando; Domingoa Jos da Cuita Braga,
em Naiareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna ; Francino Tivares da Costa, em Alago; Dr. Jos Martns Alves na Babia; e Jos Ribeiro Gaaparinbo no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Gorerno da provincia.
KXPEDIKNTG DO DA 28 DE MARCO DE 1871.
Actos:
O presdeme da provincia, a vista do oficio
do Dr. olleta de polica o. 383 da 21 do corrate,
resolve exonerar o eidadio Joaquina Pedro do Re-
g Civaleaoie do cargo do 1 suppleaie do subde-
legad o do Ia'diitrict > do termo de Santo Anuo
por ser incompalivel om o di fiscal da cmara
municipal.
O presidente da provincia, conforman1o-36
coro a proposu do Dr. chea de polica n. 332 de
22 d.i crrenle, resolve transferir para o lugar de
1* sapplente do subdelegado do t* districto do ter-
mo de Sanio Antao o actual 2> supplente, Manoel
Mara de Holanda Cavalcante, e pira o logar del-
xado vago por este o 6" supplente, Ignacio Texei-
ra de Mello.
O prosidente da provincia, tendo em vista o
que expoz o director geral interino da instruccao
publica em oficios de 10 e II do corrente sob
n. 69, resolve nomear Clara Jesuina de Novaes
para reger interinamente a jidera de primeiras
lettras da villa de Cabrob, al que a professora
?ella provida entre em exercicio, e mediante a
graiifleacao de 600i aonuaes.
O presdante da provincia, tomando em con-
id-racao o que expz o inspector da thesourara
de Tateada em oficio de 23 do corrente n. 207, re-
solve, de conformidade com o disposto no deireto
n. 2881 do Ia de evereiro da 1862, autorisar sob a
responsablidade da presidencia nm crdito, na
importancia de 8:000 j, para a conlinuaca dos
pagamento- de despezas taitas no actual exercicio
por conti da verbaCorpo de sale e hosptaes
at que o Exm. Sr. miastro da guerra resolva
acarea do augmento de crdito solicitado por
aquella thesonraria para a mencionada rubrica.
O presidente da provincia, altendendo a que
o professor publico de inst rucean primaria da po-
voacao de Ponta de Pedra, Antonio dos Santos
Falco, ja completou 25 anuos de servido, e cont-
aa a reger a mesn cadeira, segundo consta de
informaos > do director ge?. 1 interino da instruc-
gao publici de 11 de Janeiro ultimo sob n. 10. re-
solve, de contonnidade com o art. 21 da le n. 598
de 13 de uni de 1861, e em vista da nforraaoao
da thesourara provincial sob n. 126 de 2 de feve-
reiro ultimo, conceder ao mencionado professor a
gratideaca > correspondente a metade de seus ven
rmenlos, que perceber desde que completou o
tempo de serveo.
Expediram-se as necessaras commuuicagj-.
Oficios:
Ao inspector da thesourara de tazan la inlei-
rando-o le haver o bacharel Livino Lopes de Bar-
ros e Silva dexado em ) do corrente de exercr o
cargo de juiz municipal e de orpha >s Jo termo d >
Exii por ter aceitado a r?raoco, por elle pedida,
para os de Cabrob e Salgueiro, passando o exer-
cicio d aquello cargo ao respectivo 1* 3upplente,
leaenle-coronel Cornelio Carlos Peixoto de Alen-
car.
Ao roesrao, communicando ter o coaselblro
presidente do tribunal da religan concedido hon-
tem 30 din de lo-inga com ordenado ao bacharel
Marcos Corro da Cmara Tamarindo, juiz de di-
reito da comarca do Rio-Formoso, para tratar de
saa sade.
' Ao mesmo, mandando pagar ao machinisia
Vicente Jos de Oliveira a quaatia de i">i, em que
importaram os concertos feitos nos aparelhos da
illamioacao do palacio da presidencia.
Ao da thesourara provincial para azer en-
tregar ao vigario da fregueiia de Cabrob, Pelippe
Bauieio de Ke:ende Pinto, ou a quem por elle
apresentar-se, o cont de ris votado pelo $ 7o d
rt 6* da I i do orcamenio vigente para as obras
da matriz dquella freguezia.
Por essa t esouraria mandou-se pagar.
A' Candido de Carvallo Neves a quantia de
641100, despend la com o sustento dos presos po-
bres da cadea de Santo Aotao no mez de taveiro
ultimo.
Comraunicou-se ao delegado encarregado da
repartilo da polica.
Ao professor publico da 2' cadeira da Boa-Vista
nesta capital, Gerainano Joaquim de Miranda o
augmento de veocimenlo, que oble ve, a contar do
da em que completou 25 annos de serveo.
Ao commanlaule superior da guarda nacio-
nal do municipio de Flores reeommendando as
neeessanas providencias para que saja mantido
em effeciivo p o deslaca liento, que segundo as
ordens da presidencia deve haver no termo de la;
gazeira, empregando para isso os meios legaea
sea alcance, e declarando que j se mandn
adiantar dinneiro para o pagamento dos respecti-
vos prel, enmprindo, pois, que declare o que ha
occorrido, e d lugar s reclamares da polica
quanto a falta daquelle destacamento.
Ao eommandante do presidio de Fernando
de Noronba declarando que, com a copia junta do
offlcio qoe ao 1* eapellao d'aquelle presidid, padre
Clemente Negie, dirige o vigario capitular, respon-
dendo ao sen de 3 de fevereiro ulti no, relativa-
mente a denegaran de sepultura ecclesiastica ao
cadver da sentenciada Luiza Felicia do Nasci-
mento.
Ao director do arsenal de guerra, mandando
fornecer ao quarlel-mesire do9abaialhao de in-
fartara da guarda nacional o carmxame de mos-
quetaria aem bala oeeesaario as descargas que se
tem de dar por occasiio das exequias que vao ser
celebradas na oaibedral de Olinda pelo passamento
da angosta prfneeza a Sra. D. Leopoldina.
Ao juiz de direito da comarca de Caruir
pira informar em que p se ach o processo de
responsabilidaide mandado instaurar pela presiden-
cia a 30 de dezembro ultimo ao cidadao Joo Pedro
Colbo da Silva, como suppltnte do subdelegado
do districto de Canhotinho.
Ao da comarca de Palmares dizendo que
visto ser secretario da cmara municipal o eida-
do Trujano Austereliano da Costa, nomeado por
esse jaizo para exereer interinamente o cargo de
promotor publico dessa comarca, cumpre que no
meie ontro, dan Jo preferencia a algans dos hacha-
reis all existentes, por dar-se incompatibilidade
no exercicio semnitaneo dos dons lugares.
Ao promotor publico do flrejn, reeommen
dando o processo crlme instaurado pelo subdelega-
do do districto daquella freguezia por crime de
offeosaa pbyaicas graves, fetas na pessoa de Anna
Joaquina por Severiao Jos dos Prazeres, que o-t
preso, empregando as deligencias de sea alcance,
adro ile ter prompto andamento e ser ponido o
delnqueme.
Ao do comarca do Cabo, declarando em res-
posta ao sea oficio de 18 do correte, que infor-
me qoal o resoltado final do exame de sanidade,
que devia ter felto na pessoa de Joo Franeiaco de
Saol'Aona.
Despachos:
Antonio dos Santos Faleao.Passa portarla na
forma requerida.
Alejandre Americo de Caldas.D-ce.
Abaixo auigoadjn pas de familia e moradores
na roa dePayuaml a Passagem da Magdale
na.[atarme o Sr. Dr. director geral da instrac-
ci publica.
Arlan Roverto Jantor.Informe o Sr. Dr. joiz
momeipml da i Tra.
AkMMn & Viaima.-A' rUU da intarmacao,
o di LiTramaMo.loorme o Sr. engenbel-
ro e** a rsptrttein das Iras pabcai.
Dr. Francisco Pno Pessoa. Passe portara
concedendo tres mezes, contados do da em que
terminou a licen;a anterior.
Geminisno Joaquim de Miranda.Deferido.
Irmandade co Bom Jess dos Martyrios da cida-
de de Olinda.Deferido.
Irmandade da ordem terceira de Nossa Senbora
do Carmo deata cidade.Expedio-se ordem para
um batalhao.
Irmandade do Santissimo Sacramento da fregue-
zia de Santo Antonio desta cidade.Expedio-se
ordem no sentido em que reqoer.
Jos Joaquim da Costa Maia. Informe o Sr.
inspector da thesonraria de fazenda.
Joaquim Manoel de Castro Santos.Informe o
Sr. eommandante superior da guarda nacional do
municipio do Recife.
Joaquim Jeronymo da Conceicao.Informe o Sr.
inspector da thesonraria provincial,
Joanna Carolina de Araujo Figneiredo.Informe
o Sr. inspector da thesourara provincial.
Senhorinha Mana do E*pirito-Santo.Joforme
o Sr. Dr. ebefe de polica.
EXPEDIENTE De SECRETARIO.
OOlcios:
Ao i- secretario da assembla legislativa
provincial remetiendo, de ordem da presidencia,
aiim de ser pela mesma assembla temado na con-
sideracao que merecer, copia nao so do requer-
ment em que Francisco Luiz Wanderley offere-
ce-e para empreitar as obras do atierro da var-
zea do engenno Rosario no termo de Sernhaem,
para as qqaes nao appareceram licitautes,mas tam-
bem das ntarmacoes ministradas este respeilo
pelas repartieses competentes.
Ao mesmo declarando, de ordem da presi-
dencia, qoe amanhaa ao meio-dia recebera a
commissao qoe tem de apresentar a sanecao os
actos legislativos, de que trata a sea oficio o. 24
datado de hoje.
Illm. e Exm. Sr.Lendo hoje no liberal,
diario poltico n. 51 de 6 do corrente, urna
noticia com retaceo ao julgamento especial
a que ia ser submettid > o ex-escrivao do
districto polica de Belm de Mara, Jos
Thomaz de Oliveira, apresso-me a informar
a V. Exc. quo adiase aquol'e individuo
condemoa io s penas correspondentes aos
graos mnimos dos artigos 159 e 264 do
cdigo criminal, penas qoe est cumpriudo
na cadea desta villa, devendo por isso te-
rem desapparecido as preocupabas do Bo-
nitense respeito de semelbante julgamento.
E j que no referido jornal como que se
poz em duvida a mparcial severidade que
felizmente guia meus actos, resta-me asse-
verar a V. Exc. qoe conservo-me superior
s pretenfSes das influencias polticas desta
marca, que alias, just confessar, ne-
nhuma parte tomaram em favor daquelle
criminoso, para promover com igaaldade a
destribuirao da justica, e qoe por isso leria
sem onsider?r;3o, interposto o recurso que
a le autoras, se por ventura fosse outro o
resultado do mencionado julgamento.
Approveito me da occasiio para reiterar
os meus protestos de estima e considerarlo
qie consagro pessoa da V. Exc. Dos
guarde a V. ExcVilla do Bonito, 18 de
margo de 1871. Illm. Exm. Sr. conselhei-
ro Dr Diogo Velho Cavalcante de Albuquer
qae, M. D. presidente da provincia.O pro-
motor publico,Joo da Costa R-beiro Ma-
chado.
PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessao de hon-
lem a assembla continaou a oceupar-se com a 1*
disenssao do projecto n. 2 dest anno, que aatori-
sa k abertura dos precisos crditos para paga-
mento das mdemoisaedes devidas a E. de Mornay,
orando o Sr. Pedro Affonso.
A ordem do dia para sjsoja : conlinuacao da
anterior. 1* disenssao dos projeetos ns 30, 31 e
32 deste anno, e 143 do anno passado 2.'dos de
ns. 9, II, 13,14,16 e 17; 3a dos de ns. Lo e 16
deste anno, e 124 do anno passado.
PRFESSORES PBLICOS. Por portaras da
presidencia da provincia, de 28 e 29 d>> passado :
Foi nomeada D. Clara Jesoioa de Novaes para
reger interinamente a cadeira da villa de Ca-
brob.
Foi concedida a gratincaoao correspondente
metade de seas vooetmentos, ao professor publico
da povoaco de Pedras de Fogo, Aaonio dos
Santos Falcao, por ter completado 25 annos de
serveo, e continuar a reger a mesma cadeira.
GUARDA NACIONAL.Por portaras da presi-
dencia da provincia, de 29 do pas-ado :
Foi privado do posto de alfares da 1' companhia
do 12 esiuadrao de cavallaria, do municipio do
Buique, Antonio Gozar de Vasconcellos Campos,
por nao ter tirado a patente no praso legal.
Foram nomeados :
Para o 9 oatalhio de Infamara, do municipio
de Olinda : 1* companhia, alfares los Raymondo
Ferreira de Araojo Saldanha; 2' companhia, te-
nenie o alteres Manoel Ignacio da Silva Braga, al-
fares Jos Panlo Maeiel de Camino ; 4a compa-
nhia, tenente o alfere Joaquim Rabelto Possoa
de Bnto ; 6a companhia. capillo o teoeote Deme-
trio de Azavado Amorim ; 7a companhia alteres
Francisco Camello Pessoa Cavalcante.
Para o 12* esquadro de cavallaria, do munici-
pio do Baqae : Ia companhia, alferes Joaquim
Epiphanio de Mello ; 2' companhia, capitio o te-
nente Jos Paos de Mello cavalcante.
AUTORIDADES POLICIAE3.Por portarlas da
presidencia da provincia, de 28 e 29 de maree:
Foram exonerados : Joaquim Pedro do Reg Ca-
valcante, de Ia inpplente do subdelegado do Ia
districto do termo de Santo Antio ; Francisco Ig-
nacio de Andrade, Jos Mara Peixoto de Andra-
de e Luiz Gomes Correa de Oliveira, de Ia, 4a e
8a supplentes do subdelegado de Nossa Senbora
do O de Goyanna.
Foram nomeados : Ia e 2 supplentes do sub-
delegado do Ia districto de Santo Antao, Manoel
Mara de Hollanda Cavalcante, e Ignacio Teixeira
de Mallo ; f\ 4 e !* supplentes do subdelegado
do 0' de Goyarina, Joio Guillierme Carnero, Ma-
noel da Caoba Cavalcante, Miguel Goncalves dos
Santos.
UBUNAL DA RBLACO. Por portara da
presidencia da provincia, da 19 do paisano, foi
nomeado o Sr. Luiz Ignacio de Oliveira Jardim
para exereer temporariamente o offlcio de escri-
vio de Tribunal da Ralaclo do districto, durante
a iicenea qae obteve o erTectiro.
GOVERNO DO W3PADO.-E! data de 3 do
eorraMa diriga Exm. Rvsn. Sr. conego vigario
eapilnlar o sefnlNo oflele M Exm. Sr. cont*
Ibeiro praaidattleda provmcU:
< uJm. Exm. Sr.Tanio ao entrado na adml-
tttfaeftolNu dkMoaa sor faHedoaento do Exm.
e Rvm. Sr. bispo D. Francisco Cardoao Ayres, de
sandosa memoria, sempre foi mea cuidado provi-
denciar sobre os cemiterios, principalmente no
qae diz respeito a ama rea destinada ao enterra-
mento dos cadveres daquelias pessoas qae ti ves-
sem a infelicidade de morrer fora da amizade de
Deus; e isto no intuito de nao se reproduzr o
faeto que tanto amargurou o espirito daquelle vir-
tuoso prelado. E foi neste sentido que oficial ao
antecessor de V. Exc, assim como a Illma. cma-
ra municipal dessa capital, desojando assim ac-
commodar o mea pensamento con- a resolucao
imperial a tal respeito.
c Logo depois, tendo-se soieidado nm moco per-
tuguez, sem o menor signal de arrapendimenlo,
dirigi-me a residencia do Sr. presidente da c-
mara para traannos sobre a desgnacao de ama
zona no cemiterio para aqoelle, a-natros semi-
Ihantes enterramentos. Esse senbor, porm, nao
estaado en casa, fui ao palacio da presidencia
sobre o mesmo assampto, mas como ali aoubesse
que S. Exc. eslava fra, segu para o cemiterio,
onde com algans bomens, qae me perecea sereno
ali empregados, percorrendo o mesmo cemiterio
desigoei um lugar para essas sepulturas, o qae
em segaimento commamqaei ao Sr. administrador
que nisso convelo e da mesma sorte ao Rvm. co-
nego vigario' da freguezia de Santo Antonio, i
quem competa pasear a guia para aquella inu-
macao; declarando-lhe qae com tal disposicao
este grande inconveniente ficava sana'o.
< Depois recolhendo-me a minha residencia of
ciei 4 Illma. cmara municipal communicando-Ihe
esta resolucao, eojo documento per copia teobo a
botara de apresentar a V. Exc. e no qae o mesmo
corpo municipal concordou at qae tevasse a ef-
feito om cemiterio para aqoelle (Ira.
< Desta peca oficial, assim como do mais que
teoho exposto, fcilmente V. Exc. se convencer
nao ter bavido falta de telo da minba parte sobre
este ramo da administraco ecclesiastica.
Notando V. Exc. qae recebeado a noite o oftl-
co do Sr. chefe de polica, communicando-me esse
failecimento succedido as 4 horas da raanha, que
povdeneias poda eu dar em tal hora, sendo prohi-
bido o enierramento noite no cemiterio? Se o
portador da participacao me entregasse em pessoa
aquella offlcio, nao se leria dado um facto lo af-
lictivo aos nossos coraedes.
c Aceito de muito boa vontade a satisfacao que
V. Exc me deu sobre este acontecimento, e se em
virtude do cargo qae exerco dei ordem no sentido
de tranquilisar a minha consciencia, esta disposi-
cao em nada atiera o aeeordo que deve existir en-
tre a igreja e o estado, harmona to- neeessara
para a felicidade publica.
< Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Diogo Velho Cavaleanli de Albnqaerque,
presidente desta provincia. Conego Joo Ckryios-
lomo de Paira Torres, vigario capitular. >
FUNERAL.Jamos em seguida ama descripcao
minuciosa das decoracoes da igreja de Nossa Se-
nbora do Carmo e do eenolaphio, qae servio para
o funeral da serenissima prinesza D. Leopol-
dina. Esta descripcao fol-nos obsequiosamente
remettida.
c O todo do templo completamente coberto de
prelo, tendo no eentro um sumptuoso eenolaphio,
imprima no espirito dos asistentes o transumpto
do que te renda preito naquelie momento. O pri-
mor e a boa disposicao dos ornatos casavam-se
com a suiuptuosidade do acto fnebre.
a O entablamento que dominara o corpo da
igreja, adornado com enlrelacadas bambolinaa de
cores branca e preta, tornavi-se imponente. Os
seis altares e as duas capellas estavam adornados
com elegantes cortinados de doas vistas, nngindo
urna dellas d'armtnho. O coro coberto todo de
preto eslava ornado com bambolinas e eom frisos
de galio braneo.
As seis inbassts do corpo da igreja com en-
tenadas sanefas nao so davam realce ao templo,
como deixavam passar raios de luz qae espaea-
vam a escandio qae ah reinara.
Os seis versculos em latim que seguem, ti-
rados da Santa Eseriptura, remataran as frentes
das mesmas tribunas.
< Diffusa est gratis i* labiis luis. Psalm. 44
vers. 3.
< Omnes gloria ejtis filia regs ab intu'. Psalm.
44 vers. 14
< Mulleran forlen qais- invenut f Prov. 31
vers. 10.
t Procul et de ilttmit finibut pretium ejus. Prov.
31 vers. 10.
< Confidtt in ea cor vlri tui. Prov. 31 vers. 11.
< Manum suam aperuit inopi t palmas suas ex
tendit ad pauperem. Prov. 31 vers. 20.
< Os dous pulpitos ornados com gosto tinham a
cora brasileira eoberta de crep.
A capella-mr e ihrono vestiam lato ; a saa
armacao era simples, porm realcara pelas cera-
binacdes das duas cores que ah se observa va.
t lima grande cortina recamada de ornatos se
ostentara em trente capella-mr, tendo no alto
um manto, contando sb crep as duas armas, n-
cando, direita a brasileira e esquerda a de
S axe- Cobourgo- Gol ha.
c O eenolaphio. qae se ergoia no centro da igre-
ja, elevara-se at o seo tecto e constara de tren
parte*; o sob-pedestal, o cenotaphiojjropramente
dito e a corda imperial.
O sub pedestal linba 4 faces de 9 metros de
comprimen to cada ama ; era assentado sobro as
grades da igreja ; duas pequeas oseadas semi-
circulares davam passagem ao ceremonial qae ah
devia cantar o castrum doloris aos lao;- dos quaes
liam-se os seguintes mimosos versos do Ilustre
poeta Dr. Antonio Rangel de Torres Baudeira :
Tiofia ruedo des prazeres...
Na< feslft se entristeca.
Esqnecda da nobreza '
t Nunca attentou n'uma c'roa.
Dizia a corte : es flo bella t
c Duda o poyo : s lio boa I
Por ver.es irmia dizia :
Quem segu melbores trilhos T
t Tu teas de guiar um povo...
< Eu s gaiarei meas filhos.
Nascea nos degros do throno
t E o orgulho nao conheceu,
Como a rosa das moutaohas
< Qae nao sabe onde nascea.
Deas Dio consente que os aojos
Se demorem sobre o mando
P'ra que nao manckem as azas,
< Da vida no charco ira mando.
Olhando-espaneara as trovas
Sorrindo espancava o mal;
< Era prlnceta... Queta sabe ;
< Era urna estrella, om fanal.
< lilla va que nao vemos ;
< Quera o que ninguem quer;
S a pureza, a virtude
V o ei e quer morrer.
< Dizia o poeta : ella sonba
< O poltico ella espera...
< Porm s Dens devassava
< Do grande espirito a esphera.
< O berco fe-la princeza ;
Rainha a virtude a fez
Pareaja-se eom Eva,
Mas tinha as serpentea aos ts.
Dens a dolara de gracas
Que valem mais que Dras .,
Tinba direito ao respeilo,
> E ganhava adoracfcs.
Tinha urna alma to bella
Que era princeza e chora va.
Da cada lagrima delta
Deus urna estrella formava.
c As vate columnas symbiisavaiii as vinie co-
marcas da provincia e erara distribuidas em gru-
pos de cinco. O permetro da pedestal tinha a
forma de um reducto e cada grupo de cinco co-
lumnas f irmava um baluarte. as qnairo partes
reentrantes do reducto ergmam-se pequeos de-
gros ornados com gradantes, todos iiluminados.
Oilo oficiaes inferiores fazlam a guarda em torno
do pedestal. Na face das columnas se lia um dis-
tico, indicando a comarca quo cada urna syrabo-
lisava
As columnas estavam todas trizadas de ga-
lao branc.<" e com os seos competentes espitis,
Mugidos com trina.
i No arebtrave da faca da frente liase, di-
reita o seguinte : Nascea a 13 de junbo de 1847.
no centro : Casou a 15 de dezembro de 1861, e
esquerda : Morrea a 7 de fevereiro de 1871.
< as outras faces liara-so os seguintes vers-
culos : .
fendeu-o oDr. Miguel Lacio; foi condemnado a um piano (feito pelo Sr. Ralph, oficial de bordo) dos
mpn.~r,fao- (Crima de anzonfi*.) aiigulos que ficemos embaulo procurramos o
Eneerraram.se no da 30 os trabalhos. supposto rochedo.
DIARIO DO RIO DE JANEIRO. Segundo o j Tooho a honra de ser, senhor, sen criado mui-
Diario da Baha, desda 20 de marco ultimo, pas-, to obediente./. S. Goock, commaodanie.
No alvor da idade a inclyta princeza
Pageu tributo lei da natureza.
Candida e para a excelsa Leopoldina
Voou do mundo 4 regiio divina.
Brasileiros, o voto mais solemne
Vinde pagar-lhe em saudaclo perenne. *
Filha lio cara ao Cesar Brasiliro
Breve tomboa no occaso derradairo.
Ao consorte fiel, i prole augusta,
Qaaolo este golpe desabrido costa T
Se deixa ao sen pas (anda saudade
Tambera Ihe deixa um typo de bondade.
Urna pequea balaustrada cerca va a parta su-
perior do mesmo pedestal, tendo na frente do sub-
pedestal doas floroes d'armas.
< O cenotaphio era eomposto de 20 columnas
coiynibias erguidas sobre um s pedestal e termi-
nadas larabem por um s entablamento flxado na
parte superior.
t as oilo faces do pedestal liam-se os segua-
les escolhidos versos do festejado poeta Victoriano
Palhares :
Moslrava-se como a aurora,
a Sem se esconder de ningaem;
< E por onde ella patsava
< Ficava o raato do bem.
t Desapparecau como a ave
t Do co envoitt as tatas
Deixando-nea auatro peonas
< Da suas eaoeidas aiai.
c Ka aun aafawt da corta
flor *> oto oaarcheeia ;
i alier timens Dominum ipta laudabitur. Prov.
31 versculo 30.
t Grafio enim verecundia ilhus super aurum.
Eccl. 7 vers. 21.
c Immorlalis est enim memoria illius Sab. 4
vers. 1. .
c Quoniam et pui Deum nota est et apud nomi-
nes. Sab. 4 vers. 1.
t Viderunt eam filia et beattssimam praiicavt-
runt. CaoL 6 vers. 8.
Ptacita enim eral Deo anima illius. Sab. 4
vers. 14.
Propter hoc preperaret educere Mam de medio
iniquitatum. Sab. 4 vers. 14.
< In medio populisuiexaltabitur. Eccl. 21 vers. 3.
Gratia super gratiam mullir tanda et pudora-
ta. Eccl. 26 vers. 19.
< El eral kac in mnibus famosutima, quoniam
tinebat Dominum valde. Judit. 8 vers. 8.
< No centro do espaco comprebendido entre as
columnas se elevavam cinco ordena de degraos
rectangulares, sobre os quaes ergua se o sarco-
pbago impera sustentado em sna base por qaatro
figuras de lelo e coberlo por um rico e elegante
panno de ernz, cujo bordado a ouro de trabalbo
primoroso nio deixa va nada a desejar.
< Do alto do entablamento e sobre o cenote-
phio eslava pendente a cora inperial o della des-
ciam quatro festojs de crep com franjas de
ouro.
a Sobre o entablamento do eenolaphio elevara-
se em proporces idnticas a este a cora impe-
rial, caja cruz apenas distava do tecto cerca de
um metro, tendo nos quatro cantos bandeiras tm-
periaes cbortas de crep.
t as paredes do corpo da igreja estavam dis-
tribuid >s disticos em frm. de bnsoss e en nu-
mero de trin'.e e cinco com o- nemes das munici-
palidades da provincia, symbolisaodo o preito que
os seas manicipes rendiam excelsa princeza.
Toda armacio foi felta eom esmero e na altu-
ra do assumpto, sendo della encarregado o Sr.
Manoel Goncalves Agr qae a oxecutou com a
presteza o o gosto qae Ihe peculiar, nio deixan-
do no desempenho desta grande tarifa seaio oc-
easiao de elogios b9m merecidos, mormente por-
que nio poupou sacrificios para sansfazer o cum-
pri ment de sua palavra.
D1NHEIRO.O vapor americano South Amrica
levoa domiugo de nossa praca para a dj Para
30;000ii:00
DESASTRE. A's 5 horas da urde do Ia do
correte precipitou-se casualmente do 2* andar
da casa em que reside Jos Joaquim Fernandos, i
ra de Domingos Msrtins, tina filha deslo, de
menor idade, (allecendo poneos horas depois.
JURY DA ESCADA.No dia 27 de marco abno-
tet sessio do jury da Eseada, sb a presidencia
do jola de direito da comarca, Dr. Caetano Estel-
lita C Pessoa. O ministerio publico (ol representa-
do pf lo Dr. Jos A. Correa da Silva, promotor pu-
bheo respectivo. Foram julgados os seguintes pro
cessos :
Autora a justica ; r o preso Pedro Vital, pro-
nunciado no art. 193 d> cdigo criminal. Defen-
dau-o o Ur. Miguel Lucio, sendo condemnado a 14
annos de prisio simples. (Crlme de morta.)
Autora a justica ; reo preso Jos Francisco Pe-
reira, pronunciado no art. 157 do cdigo criminal;
defen'deu-o o Dr. Tobas Brrelo, condemnado I
anuos, 5 mezes e 5 das. (Furto de cavado.)
Autora a jastica ; reo preso Paulino Francisco
de Barros, pronunciado no art. 193 do cdigo cri-
minal ; defendeu-o o Dr. Miguel Lacio. Foi con-
demnado a 14 annos de prisio simples. (Crime de
Autora a justica; reo preso Dionisio do Rege
Barros, pronunciado no art. 105 do codito crimi-
al: defendeu-o o Dr. Tobas Brrelo ; foi Julga-
a pareofU a accio no oficio. (Farimantae gra-
Ansof Manoel da Recua Farras de Alorado; roo
WMolanoei Jos do Naseimenio, pronuncia*)no
art. 107; aoeosou-o o Dr. ToWis Barrita o-
sou o Darw do Rio i Janeiro, que era proprio
dade do Sr. Dr. Custodio Cardoso Ponte?, a per
teneer aos Srs. F. C. Neves Gonzaga de C.
NOVA PUBLICACAO.-A bibliolheca para lei-
tura as escolas de instruccio primaria acaba de
ser enriquecida com mais um ntido volme do
Sr. Dr. Abilio Cesar Borges, denominado7>rci-
ro Itvro ds leitura, no qual se trasmitiem s crian-
oas, sob forma amena, diversas neces e eonbeci-
mentos de materias que se acham ao alcance de
suas inteligencias.
RA DO GAZ. Pedem nos que chamemos a
atteocio do Sr. subdelegado da freguezia de S. Jo-
s para ama infernal banda de msica que ha na
ra do Gazometro, a qual incommoda a quantos
tem a desdita de ahi morar.
BAHA.O vapor americano South America
trooxe-nos apenas jornaes da Baha, do da 31 de
marco, por ter sahido do Rio de Janeiro duas ho-
ras depois do Oneida.
Os vapores La Plata e Paran ebegaram ao
porto da capital no dia 30.
Do La Plata desembarceu um passageiro
afTectado de febre amarella.
A Faculdade de Medicina apresentou ao go-
verno imperial, depois da exame competente, ao
Dr. Antonio Pacfico Pereira para oppositor da
seccao cirorglca.
A loja maconica Abrigo da Humanidade 1-
bertou no dia 28 de marco, em sua sessao de pos-
se, urna pardinba de norae Florentina, de dez aa-
nos de idade, eserava do Sr. ViceMe Jos de Pau-
la, pela quanlia de 7001000, a qual lomou o no-
mo de Florentina do Abrigo da Humanidade.
MODA ELEGANTE.-De da em da cresce a
imponencia Iliteraria e material do jornal Moda
Elegante, que se publica em Madrid, contendo a
descripcao e desenhos, em fumo e em cores dos
nliimos flgnnnos, alm de nma variada coleoco
de modelos tanto de roupa como di trabalhos de
agulha, de crochet, e do lapessarias. )s nmeros
de cada anno forman, um lindo volume, com cer-
ca de 4,000 Bravuras 48 ligurinos coloridos, 24
grandes modelas, algumas pecis niasicaes e "li-
tros mutos trabalhos dignos de ap*ero.
A' Moda Elegante e a lllustracao Hespanhola
assigeam-se ra do Bom Jess, outr'ora da
Cruz n. primeiro andar.
CURIOSIDADE.-0 Cotnmerciat, do Rio-Gran-
de do Sul, em dala de 8 do corrente publica o se-
guinte ;
< Um amigo nosso da visinha villa de S. Jos
do Norte, remelteu-nos a seguinte noticia, para a
qual chamamos a atiencio de nossos leilore? e dos
mineralogistas sobreludo :
c Por occasio das ultimas trovoadas, cabio so-
bre um dos comoros de ara que circumdam esta
villa um raio, o a faisca elctrica percorrendo as
reas deixou por todo o. eaminho que seguio um
suleo vitreo, que depois de examinado recoohceu-
se ser um immeiso tnbo de vidro, porcellana ou
outro qualquer corpo da mesma substancia.
f Sendo as ar.s da Villa do Norte o flageilo
que tanto tem atormentado seus habitantes, e que
sem duvida a nica eausa explicativa de sen
pouco desenvolvimento e nenhum progresso, vis-
ta de semelhante faci e deoutros que j a rapren-
sa tem trazilo ao coohecimento publico, para
orer, como mesmo afirma muita gente, que taes
aras conlm em si riquezas dignas de explo-
rar.
f Consta-me qae o tubo, em parles, foi enviado
presidencia aura de s;r examinado. *
Na verdade cariossimo o producto da fais-
ca elctrica em contacto com aquellas aris, pois,
tendo-nos sido enviado pirte daquelle tubo, ad-
mirou-nos a irregularidade de sna forma e ma-
teria.
i O pedaco qae nos foi enviado tem a trma ir-
regular de um lobo, do qual ama das extremi-
dades chato, e todo elle cercad? de ostrias
rectilneas concavas e convexas, tanto interior co-
mo exteriormente, sem que no entanto estes cor-
respondan: aquellos.
t Parece, com effeito, um selleato nie a preste-
za da operaco por qae passou nao deixou deci-
dirle entre o vidro e a porcellana.
f Em toda sua superficie eoberto de ponas
negras, e sendo tocado deixa oovir o som qne pro-
duz o vidro chocado com outro qualquer corpo.
. Sentimos nio estar em nossas forcas proce-
der analyse cnimica desse ehjeeto, que, a ser na
realidade produzido pela faisca elctrica em con
lacio com a ara, deve merecer a atteocio de nos-
so governo, allra de transformar em riqueza o que
justamente era a causa da pobreta da decadente
Villa de S. Jos do Norte.
AOS NUTICOS.Damos em saguida o relata-
rlo das diligencias que proceden o eommandan-
te J. S. Gooeb, do navio da marrana de guerra in-
gleza Beacon, para conbecer e precisar o,ponto de
um roebedo que se dizia existir na lat. S. 17a 2' e
long. 0.34a V :
i Rio de Janeiro, lde marco de 1871.Senbor.
Peco Iicenea para vos commumear, para conhe-
cimento dos lords coraraissarios do almiranlado,
que em cumprimento das ordens do eapilio Beding-
fetd, sahi de Montevideo no dia 12 de Janeiro com
destino ilha da Trindade, no intuito de verificar
o meu ebronometro, para depois ir buscar um
rochedo, que consta ter sido visto na lat. 17a 02'
S., long. 3ia 04' O. no dia 27 de entubro de 1870,
pelo Sr. Charles Haskell, mestre do brigue ame-
ricano Waltham.
Dirigi-me i lat. 17' 01* S., long. 34a 04' O onde
cheguei no dia 11 da fevereiro, e pereorri i vaqor
o lugar onde constara ter sida. ya* rochedo,
e nesse da, bem como no seguinte, sondei mullas
vezas em 150 bracas dentro de cinco milhas do
referido lagar.
c As sondas em 150 bracas foram feilas de duas
em duas horas, quando navegramos a vapor, e da
quatro em quatro horas, quando i vela.
< Depois de examinada eom todo o cuidado a
posico dentro de 15 milhas L. e O., e de 30 a 15
milhas N. e S. da lat. 17*, OS' S.; long. 34a 0' 0.,
sem ter encontrado signal algum de perigo era
fundo, segu para o Rio de Janeiro em 23 de feve-
reiro. Na manbaa do dia 26 encontramos fundo
com sondas de 29 bracas no Banco Victoria.
c Ao por do sol do mesmo da, na lat. SI* 17' S.
long. 38 15' O.; assignalou-se pela proa um
pao ao prumo; andel roda daquelle ponto,
arriei um escaler, e tnandei om oficial examna-
lo ; mas cahindo a ntite, nio pode elle mais ser
encontrado.
< Antes disso, pelas ondulacoes do mar, era vis-
to de vez em quando qaatro a cinco pos cima
d'agaa e tinha a apparencia de om mastaro de
ara navio le crea de 500 toneladas.
t Comqaanto estivesse a pramo ni) linba ap-
parelho, e nio havia signal algum de casco de
navio.
a E' Desnivel que o Sr. Haskell tomasse om 27
de oatubro ulilmo por um roebedo sobmerso nm
destroco semimante sobro o qual harta forte arra-
bentacio. Umacorreose da JO. daMr- ias
diariaspodia traaa-lo da lat 17a OS' S. long. 34a
04' O, ao logar oeoe o tramos.
a Recoobeeemos Gabo-Frio no dia 28 da feve-
reiro i hora no poeto marcaeos, varificaado-ae
asaim o chronemetw. Eaoootramos hoja neste
porto.
i pVoo liconca para transraittir con mu om
Ao capitao W. A. R. Peana da marinna rail,
oficial mais graduado presente. Navio de Sna
Magostado Egmunt. Rio de Janeiro. Conforme
W. A. R. Pearse, eapilio.'
LOJA DAS COLUMNAS.-Acabara de chegnr
da Europa, para a leja das columnas ra Pri-
meiro de Marco n. 13, do Sr. A. C. de Vasooneel-
los, algans cortes de vestidos de soda, de gostos
modernos, propros para os espectculos lyricos e
para passeios. Recommendamo-ios aa nossaa
amareis leitoras.
PROCLAMAS.Foram lidos ao domingo S, na
matriz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
1.a denunciacSo.
Severino Lyra de Malvas, com Pbiootena I.eon-
eia de Carvalho. *
Vicente Ferreira Nobre Peiinca, com Joanna
Souza Figueirdo.
Manoel Francisco de Oliveira, com Francisca de
Paula do Espirite-Santo.
Jos Caelano na Cosa, com Florinda Rulara da
Siqueira.
Antonio Jos de Mera aSiiva, com Digna Asse-
lia do Faria.
Francisco Antonio Marques, com Angela Mara
da Conceicao.
Manoel Lopes da Paz, com Arcernina Henriqtes
de Miranda.
Joio Custodio Mariz I.eite, rom Henriqneta Jo
sephna de Souza Colho.
2.a denunciacao.
Arquioo Lindolpbo da Silva Mafra, com Filada!-
pha Francisca do* Santos.
3.a denuniacio.
Jos So ares Fern ira, com Maaoeta Mara de
Paula.
Jo? Pereim, rom Alexandrna Maria do Llvra-
ment.
Antonio Jos Barreiro, rom Ign.nria Francisca
Lobo.
Fnocico Ceraldo da Silva Barroso, MU Emilia
Adelaide Aires de Albuquerque.
Miguel Maehado Ramos de Oliveira, com Libanla
Amelia Das Martina.
Pedro Jos da Silva, com Fran;elina Maria da
Conccic.ao.
Bacharel Jos Francisro de Ges Cavalcante,
com Anisa Litera Baptisla.
Antonio da Silveira Cardoso, com Maria Matnll-
dss de Jess.
Emilio Rozendo da Silva, com Francisca Henri-
qneta Fernandes Gama.
Jos de Mallos Silva Jnior, com Maria Pa 4
Siqueira
ESTABELECIMENTO DE CARIOADE. Movi-
menlo do hospicio de alienados na Misericordia
de Olinda, do 1 ao ultimo de marco do correuf-
anno. _________________________
Exisliam 33horneas""Trntilftei*, eninrint
I homem e mulheres, sahiram 3 homen* e 1
mulber, oxistem l homens e 48 mulheres.To-
tal 79.
Advertencia.
Existem 10 empregados neste estaJoelecimiuU), 7
homens e 3 mulheres, sendo: 1 regente, 1 medico,
1 capellio, porteiro o sachristao interino 1; S en-.
fermeiros, 1 barbeiro, 2 enfermetras o i cos*
nheira.
Foi visitado o mesmo estabelecimento pelo rM-
pectro medico o Sr. Dr. Ermiro Cesar Coutinho
nos das: 4, 7, 11, 14, 18, Si, 25, e 28 u 7, 7
1/2 horas da manhaa e as S 1/2 3 e 4 da tarde.
Hospicio de alienados na Misericordia de Olinda,
Ia de abril de 1871.
O mordomo do mez,
A. J. Gomes do Corre.
O regente,
Luiz do Reg Barros.
HOSPITAL PEDRO II.O movimeolo desse ea
tabelecimenlo de 27 de marco a S da abril foi
de 253 existentes, entraran 31, sahiram 24, falle-
eeram 8, existem 852, sendo 156 homens e 96 mu-
lheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes dias a
6 1/2, 61/2, 7, 7 1/2, 6 1/2, 7, pelo Dr. Ramn ;
as 12,12 1/S, ||, 11 1/2, IS, IS 1/S, peto Dr.
Sarment.
Fallecidos.
Francisca Mara da Conceicao; hydropbobia.
Pedro Maonel Pereira ; tubrculos pulmonares.
Thomazia Genoveva Leite ; cancro no paito.
Pedro; ioterite chronica.
Germano L urenca da Craz ; taberentos pulmo-
nares.
Adriana Maria de Oliveira; interito ebronka.
Leurenca Harta do Espirito Santo; labarculM
pulmonares.
Maria Athanasia do Rosario ; anatarea.
LEILAO.Amanhaa, 5 do crenle, efieeta o
agente Pinto, a venda do sobrade de 3 andares da
roa da Cruz (Recife) n. 59, assim como os MO
das casas n?. 73, 75 ejfcaa roa Yelha, e ns. 44,
46, e 48 da ra da AlefR*.; ao raeio dia no m-
crptorio do referido agente, ra da Crux i. 31.
LOTERA.A que se acba i venda 4 a 188.a, 4.
beneficie da matriz de S. Lourenco da Malta, a
qual corre no dia IS.
PASSAGEIRQS. Viudos do Rio de Jaueire
Baha no vapor South America :
B. Wbitman, Cicero Brarileirs de MMW, Joao
Leite Ferreira de Soaza e i creado, A. Morsiag,
Franck G. Goliek. Willam Millar, Joannkn Mar
tos, Antonio Teixeira Raposo, Manoel MoreiM,
Jos da Oliveira, Manoel Pereira Leal, Antonio
Cetar ia S Souio-Maior, Manad Teixeira de Mei-
relles, Antonio Ferreira, Jos Fernaadea 4a Suva,
Fructuoso Pacheco, Olyopio dos Sanios a Henry
Richard de Drussina.
CEMITERIO PUBLICO.-Obtuario do din 30 40
corrale :
Vicente Pereira de Salles, pardo, Parnaabnce,
35 annos, casado, Santo Antonio ; inflan'SMf.ao do
figado.
Joio Baptlsta Ferreira da Canha, preto, ar-
nambueo, 72 annos, casado, Bea-Vista; anaana-
Joo Francisco, dos Santos, preto Parnamaneo,
2a annos, casado, Boa-Vista ; tabre Ijrebetde.
Joaana, parea, Pernanabneo, 7
tonio; convubdat.
Joaquim Antoaio Alves, braneo,
50 annos casado, S. Jca ; perllonite.
Antonio, escraro, pardo, Pernambnco, 7 da*, S..
Rosa, branca, Pernambuco, 7 meaos, Santo Alt*
tonio; convalides.
Benedicts, preta, frica, 1b annos, S. Jos;
poeamenia.
Candido, braneo, Pernambuco, i anea, Santo
Antoaio; deotlcio.
Antonia, eserava parda, 38 annos, sottitra,Boa*
Vala ; olearas na garganta.
Pedro, preto, frica, 80 annos, aeltairo, 10a-
Yisu ; iaterite.
Antonia Maria da Conceicao, parda, Pieeamlm-
w, S3 annos, casada, Boa-Vista ; lagalli aal-
monu K
"-"'-. 'mn. riimiiiiii. nteaaa,S.oM;
Mom attnM ea llmlmiM^ *?,
nambuco, SI annoa, ananeo, Man awaM oats
vo.
m
Santo Ao-






i
^
Oifttfi dt Pfhhiktkoe Terrea feira 4
------------- --------------i_____!__________!____________
de Atril do 1871
Jaonario Cavalcante Vieira, braneo, Portugal, 40
unos, casado, Poco ; e?creboto.
C.aroliDa Vianna da Paz, parda, Pernambuco,
32 an#)s, n^Htiq S. Jos ; phtysica pulmonar. '
Manoel Etarit de Souza, vmdo por ordera do
chefeder^B
! de abril
Polycarpo/Jratco, Pernambuco, 2 metes, S.
Jos; coqueluche.
Antonio, pardo, Pernambuco, 10
Visto; febre perolciou k
Leopoldo, pardo, Pennfcoeo, 18
se ; toase convulsa. ?
Ifcwreza Mara de lesos, pr*ta, 28
t, Recife ; eolito. _
AotoDia, eserava, preta, Pernarabuc
viuva, S. Jos ; hydropesm.
Adriana Mana de Olive ira, parda,
eo, 9fHtio<, vstoi, Boa-Vi
nica. ?BT
Lourencs da'Craz, pardo, Pernambuco, 43 an
nos, viove, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Luisa Balbina da Costa,' preta, Pernambuco, 33
annos, solteira, S. Jos ; tubrculo punnonar.
Joaqnim dos Santos Cidade, braoco, P.>rtugal,
57 annos, sltelro, Recife fiebre perniciosa.
Hara, branca, Pernambuco 1/2 hora, Santo An-
oto ; espasmo.
-----------*
anuos, Boa-
raeaee, S. Jo-
anuas, aoltei-
54 anno-,
Pernambu
intenta chro
Ora^So fnebre^-.
MRITADA HA IGRKJA DOS BKUGI0SO8 cllMELITAS
PLO MOIfSENHOR JOAQUIM PINTO DB CAMPOS, PB
OMISIVO DAS 80LEMNES EXEQUIAS M.1NDABAS FA-
7.SB HWA PROVITOH RB-PRRNAMHIiCO EMBUFFBA-
GIO DA ALMA DA SKRENISSIMA PHINIIEZA A SRA. D.
LEOPOLDINA, DUQCKZA DE SAXB.

Fractum est pretiositimum margaritum
Estailou a pj*cio3issima joya I
S. Jen Epist. UV.
Pois ejla morren ? E morreu quando mais Ihe
sofria I primaveta da vida ? oh I ai* hontem,
cornada de jasmins e rosas, Tieejando em raoei-
dade, e belleza, ella brilhava junto a nra throno I
Atada hontem, sen doce -nomo pompeava gentil
enera o* applaosos de um poto generoso, que por
eHa se estremeca de amor I Minia hontem, m-
neoso anecio de extremoso pai, imagem candida
4 disvelada tni, delieiaa e encanto de esposo
amante I.. E hoje toda aquella vida em que tan-
ta* viviam, todas aquellas pompas, todas aquellas
galas, todas aque las acclaraa^oes, todas aquellas
grandezas, todas aquellas esperances, todas aquel-
las saramas alegras faneceraoi em acerbissimo
loto, dispararan) em tristissimo acabamento 1 Oh
vaidade I Oh nada das grandezas humanas I Oh
Providencia I quem ousar medir os teus desig
nios profundo*, os teus insoedaves areanos I
Que valem diante de ti os deoses eoroadoi da
ierra I Como a tua inexoravel fouee corta por
igual o tronco annoso, e a flor vinosa I Como a
tua indefectrvel j usura ergoe o seu tribunal tre-
mendo, tanto sobre o tmulo faustoso, oade apo-
drece o rei, como sobre a campa rale, que mal
cobre o misero I Como peza em rectsima ba-
tanea, nao a gerarchia, que fumo, mas as obra's
d# an e outro, e sobre ambos pronuncia impar-
cial sentenca, que a eternidade esculpe ara lami-
na adamantina!
Senhores I nao sem grande propriedade, que
por ama allegorla sublime chamara os homens
flor da idade a primavera da vida; porque tola
a durado dos annos denla vida caduca, toda
a repeticaa das primaveras da mais florida idade,
nao tem a fragilidade da flor, no seu mais teoro
desabrochar, como a edade de urna flor, na maior
duraeao da vida I
Aquella famosa estatua de Nabucodonosor, lao
sobarba aa grandeza, t.i arrogante na excellencia,
e tio pomposa no apparato, qne at a um dos
maioras mooarehas d> muojo enchia de assombro,
a fazia rosto, bastou ter figura humana, para que
a sua duraro nao passasse de um sonho, e se
acbasse de repente desfeila em p, sera deixar da
sua vasta magnificencia a mais ligeira reliquia, qne
desenganasse em figura as maiores afflguracdes
da vaidade humana t
Reis da trra I a vossa mesma grandeza o
maior mal de que vos-podeis queixar ; porque as
quedas precipitadas de tao alto sao de reduzir a
p, ou como diz Job : alturas, que vera a parar
debaixo da trra, magestades, a que se ba de por
urna pedra era cima, sceptro, que se ha de tornar
em p, throno, que se ha de fazer em cinza, pur-
puras, que se bao de converler em creps I.. hon-
tem um favor do passivel, boje um perigo do fu-
turo, amanba um medo do presente... e hontem,
a hoje, e a manba, nada mais sao ssas magesta-
des que um lodo, que vive, urna lama, que lustra,
urna trra, que anda, urna mentira, que falla,
urna vaidade, que fulgura, urna pretumpeo, que
se desvanece I... An. f enhors toda essa fabrica
vvente, toda essa apparencia formosa, toda essa
oslentacao robusta, toda essa pompa risooha, que,
deslumhrando os olhos, seduz a imaginario, e
que, encantando os sentidos, enleia a propria ra-
zio, que mais que urna luz meteoriea, que ful-
ge, e se esvaace 7
Quera poderla pensar que a nossa amavel prln-
eeza que mai vingava i estacao das flores, no des-
usarla mais vcesa existencia, no emballar dos
mais candido^ futuros, e no florir das maisfaguei-
ras esperan? is, se p.isusse d a ierra ao co com
1 velocidade de astro peregrino, que se mergulha
na profndelas do infinito ? Oh, se ores, que
noticia tao infausta, que dor to grande ( Ima-
gina! quanto .1 violencia desta dor nao rasgarla os
eoraeSes de seus augustos pas, tao amantes, to
extremosos I Que ouvidos tao duros, que eora-
les lio de pedra se nao mostraran] sensiveis a
tio profundo golpe I Quera cora olhos serenos
pojara ver niurcbar-se urna rosa na sua maior
oejaoia?
E quem ordenou estas solemnes demonstrares
de eondoieneia publica, e de publica saudade ?
Um movimeoto livre, espontaneo, universal, sem
ontro impulso que o amor indestructivel, que os
Pernambucanos consagram aos seus menarchas,
cujas tristezas compaera, cajas agonas tragara,
enjo pesado loto arrtstam, como brasiieiros, como
subditos, e corno christaos I
E que esperaes de mim, senhores? Esperaos
por ventura que eu venha com o artetlcio de lou-
vores profanos loterromper a saudosa harmenia
dos threnos lgubres, e a raagestade solemne dos
tremendos invtenos ? Sospeitaea que ante os
alfares sacrosantos, banhados cora o sangue pu-
riisimq do Dos de verdade, eu venha mentir elo-
qijentemente ao co, trra, vos, posleridade,
a a mlol mesino T Paraca o artificio funesto com
q le a eloqneneia mundana forja sonbadas virtudes,
para forjar sotbados hroes. O sopro do Altissi-
mo disipar a obra dossoberbos. A justifa dos
sanies sentada sobra as ruinas dos monumentos,
ergoMos aos grandes anniqnillados, dividir do
falso esplendor da eloquajMjaa luz eterna da vir-
ttide, laucando os beraajJBglds no aOysmo do
esqaeciasente.
A raagestade de assumpto to alto, a dignidade
du logar, d'onde fallo, as luzes do immenso audi-
torio que me o ave, Bao podem exigir de mim, se
nao orna eloquencia correspondente modestia,
lhaneza, e candura daquella por 'quen chora
mos. O eaaotaphio, que temos ante os olhos,
na recorta nenbuma imagem de beroisxo funes-
to haraanidale, nenbum norae faraos) por illas-
tn deiicts. Nao, encerra singellamenie as
follas Isaccas das raais bellas esperanzas, dos mais
ri: oabos futuros de um pai affeckiso, da urna
mv terna, da um as poso inconsoflvel, e de ara
p ivo tal, e consternado.
Pallando de? ta amavel prineexa, nao me das
loM*arai com a irradlacao dos teetos lloarados,
so) cajas abobadas nasceram, e medraram tio
luminoso* destinos. Quasi qne me es^aecerei de
qne ella era filha do prmeipe, e braso e orgulho
de um grande Imperio I Aquella alma docemenle
alt va, e akivaniente humilde recebera eorao ama
gloria > sua um loavor em que se r>fleclisem
os rio* prestigios da imaginaco, e do estylo. In-
dicando, eomp de vo, algamas prendas de sua
corta earreira\ direi que ella fui digna de nascer
lio graode, poique, embora jDven, posnuio em si
todas oa dotas dignos de tanta grandeza.
O orgalho, ntoflersnte de toda a superioridade,
Htm 'Ihe excede ara brilbo, lanou oestes atas,
raais que nanea, torpes escrneos sobre o esplen-
dor das genealogas. Hoave at urna voz do in-
fefhfe qw omeMou ao Pilho de Deas a sua or-
gara divina I E uera. para a nossa extlncta prio-
cazs nei de tirar elogios d* om lastre fortuito, que
saiipe o mrito, mas que o nao cria. Nao peoa-
tfar* ns irevss rlliiwoHi dos taasaos atis ar-
redadoe, pira me. apprpximar ortfass da- tio
afnffWe Mngeta. Nir> lombrarel que o "tagne,
3*'fircol0n nsquellas vetas, sa mistara, a roo-
fon* com aqaelle, daqoe sa ufanara tolas as ea-
sai remantes da Europa. Qaantos djademat po-
det* aahajrrojar sobre sao lmalo t Qaantos
tvibjmm^ qoattas tracSas heroieo pode-
rla aofaonar naq della orna t
tm, oiax Hra tr*o**saotr aos odaiu-os o qoe
W 4 ir. Duquoza de Saxe, nao praeiisrai mais
*, ilWWr, tm o saraoisalsM riasat D.
uiMMtmt m fri-rm u< oomi*
Colla, naseida 1 13 d(.Jolito da 1847, s fallecit*,
ea Vieo d'AttStri a 7 de fevareir de 1871, ara lipis, a o pineal,
filha, do Sr. D. PeJro II, imperador do Brasil, e ii
|ta Migusia epsa, a ira., D. Tierei\ Crlstina.
Eis aqu tudo I Pelo que toca a sua vida, viveu
pouca ; 1 mas este.pouco mais que relamo,
feste lampejo, esta alvoradi, com ser brova, e lu-
gaz, chegon para a bemquerenc, ba-tou para o
respeit), sobrou para a saudade Eis aqu o
resto I
Nascer grande, e vivar innocente, um destes
spgredos incomprehensiveis, que pela gracaJ^c
da pradestiaafio pujen ser explicados. E' um ]
phenomeno da ordem moral tao raro, como fra
iu.te o deapreso, e o e*qucim'into das leis da
perfaicao entraos luminosos Albos da gloria, e da
fortooa. A srjrtuds, qna ti) fcil remanso an-
contra na choopana tlp pobre, topa cora mh adver-
sidades no iimiar soberbo dos palacios dos reis,
e dos grande da trra. A delicadez voluptua-
ra, o fausto arrogante, pai do orgalho e do egois-
m>, a daplialdada das ulicos, os atiractivos do
poder, o vezo das vassalagens, a hypocnsla dos
gestos, o estudad') das formas, as humilhacrjes da
dependencia, tudo, naquellas altas regidas conspi-
ra para a falsiflcaco dos alectos raais puros, e
das inclinacS-s mais^innocentes. Recedat aula re-
gs, qui vult esse plus, dizia um gento to puro
em sua moral, como sublime em sua philosophia.
Fuja, fuja, dizia elle, dos palacios, e das cortes o
que quizar ser pi, o que quizar conservar aquel-
la probidade, aquello desinteresse, aquella iutei
reza, de que resulta a paz interior, qus nio se
perturba no silencio, no retiro, ou que se con-
segue por uma retirada, que no tribunal da rato,
oa equivale, oa excede a muitas victorias.
Um pnllosopho chrlsto, desenvolvando este pea-
smenlo do philosopho paga >, accresceuta : todos
reconheeem nesta fuga urna grande rirtude, que
nao posso dasconhecer ; mas considero maior
virtude, ou mais sublime herosmo da virtude,
o conservar intacta a piedade, a justica, a in-
leireza, a reputacio, no meio deste intrincado
labyriotbo, que se chamam ajilas dos principes,
onde os combates das humanas paixdes sao mais
atrozes, e obstinados ; onde homens en perpetua
rivalidade procurara abrir a estrada para a en-
grandecimiento proprio-pala ruina, e pela desgra-
ea dos coneorreotas; onde a adulaco uma ar-
te, que se estada com methedo, que se aprende por
eteasentos, e principios ; onde proscripta, e fora-
gida anda a verdad*; e onde a ambicio atropella
ajnuocencia, e os mesmos principes, que anal
sao homens, nao raro, sao Iludidos por aquel les,
que sabera ageitar as filias, e Cornelias armirem
ao favor, e graca.
Has, porque a historia, em sua imparcialijade
severa, precisa de ser justa, a justica da historia
me manda que seja verdico, e sincoro. O ambien-
te, que se respira no palacio do grande, que o
nosso pacto fundamental collocoQ na cpula do
nosso edificio social, nao corrapto, nem corrup-
tor. La os fumos da grandeza nao empnam aos
olhos da magostado regia o nada das glorias hu-
manas, nem Ihe suflocam no peilo os sentimeotos
de caridade. La o flemoso embuste, por mais
que se cza com a Ierra, e se levante em
espiraes, como a antiga serpe da engao, am sen
do percebido, Ibe defeso o ingresso. La a ver-
dade com a franqueza, a moderar.) com a justi-
ca, sao os prticos nturaes da boa entrada. La
altos deveres, que a moni consagra, e que a vir-
tude esmalta, annullando todos os passatempos e
diversdes da corte, se abalisam na mais religiosa
observancia. La se verifica em toda a sua exten-
so aquillo dos livros santos, que o rei sabio e
prudente ejemplifica o sea povo, e os fractos da
sua prudencia, e sal el or 1 sao a sua gloria, e a
sua conservaco.
Senhores I nio s m mea rosto, e as mi-
nhas palavras, que vsestaes lendo a verdade do
que digo : na vossa propria consciencia e na
consciencia do paz inteiro pulnllam os mais in-
contestaveis testemunhos de que a paco Imperial
brasileiro uma escola viva do respeite no amor,
e do amor no respeito, que a essencia das* vir-
tudes domesticas, a consagrarn dos afjelos da
familia, e a corda dos mais sublimes sacrificios.
Neste mundo lodos fazem quanto podem por se-
rem mais do que sao, O que rei deseja ser um
Alexandre. O que general deseja ser um Julio
Cesar. O que orador deseja ser um Cicero. O
que estadista deseja ser nra Richeliea. O que
jurista deseja ser um Bartolo. O que pbyloso
pho deseja ser um Plato. Entretanto, como no-
bre exespeao dessas ambic a exageradas, e desea*
aspiracoes sem termo, o nosso imperante nao de-
seja ser, se nio o que : imperador constitucio-
nal, e amigo fiel da prosperidade do sea paiz ; ti-
tulo qua desempenha, ambicie que satisfaz I
Ora, evidente que sob auspicios taes, a nossa
amavel prnceza nu poda deixar de ser o que foi;
typo de bondade, modelo de candura, e exemplo
perfeito de religiosidade. Sem fugir como Abra-
haam para os desertos de Mambr, nem como Moy-
ss para as fragoas do Horb, nem como Elias
para as asperesas do Carmello, a imperial menina,
sem sahir da corte, sabia fe:har-se dentro em si
mesma, para vestir sua alma innocente de todos
os actavios da virtude.
Com que cuidado procurava agradar so Daus
de sua alma, offerecendo-lbe em holocausto es
prazeres mais legtimos da sua iniancia I Cora
que esmero observava os movimentos de seu co-
rtean para evitar o menor desuse, que a podesse
desdonrar I Com qne fervor se applicava a regu
lar seus sentidos, a recolher suas potencias, a ven
cer seus desejos, a suflocar suas paixdes, a ali-
mentar sen espirito, a fortificar sua vontade no
amor, e na pratica do bem I O amor de Deu, e
de seus pas, de seu esposo, e de seus fllhos, for-
mava o carcter proprio, e singular desta ditosa
princesa.
Senhores quando revelacoes de origen) certa
me nao babilitassem a fazer lao seguro conceite da
piedade da nossa iilustre finada, os faetos de sua
vida ostensiva me bastaran] para aquilata-la des-
te mode. Assira como pelo aroma se connajaem as
propriedades odorferas da flor, assim tambera por
cortos accidentas, por eertos hbitos exteriores, se
conhecem os senlimentos, que Ibes correspondan).
Si nos nao fosse concedido o dom de jalgr o inte-
rior pelo exterior; si a nossa vida externa nao fos-
se urna transpirarlo permanente da nossa vida in-
tima, seriamos como speclros uns para com os
outros, conforme aconteca aos aurspiees, que se
cruzavam de noite emre o Capitolio e o Palatino,
sera se eonheeerem. Os nossos actos, pas, sao
res pira do uros, que a todo o instante dio sabida s
exbalacoes da nossa vi seja-me licito dizer, tem seus poros, como tem seu
sangue.
Assim digo qu* a modo por que se comportava
a nossa amavel prineeza as manifostacoes publi-
sis de sua vida, autonsa o alto concert, que far,o
de sua piedade. Ao seu vestir, e ademar jamis
presidirn) os repintes da moda, legisladora do
gosto, e da vaidade. Modesta, o simples, reeebla
da elegancia singela as leis do seu toncado, como
pela eircumspecco corapassava todos os seos ac-
tos, e movimentos,* Nada de regio havia em Leo-
poldina, excepto ella mesma I Eofeites, louraois,
primores do luxo, tudo isso eram avellorios, que
metteu sempre deba'xo dos ps.
^^^^551* J,*01" *o>^1e emiimeotail dela ceder I trallas, qoelle eruzeiro, em eajos caracteres maj.
?f..[ .?.. ..a5.mi8'?> ''ctivo daquella arta d magsstade e a gloria de Dos
sss
" y "i- iit
Mfaaki
divina, cujas prim'eira* normas Pyihagras desq
basaitirJaoMsr"gol*res d< astros; arte d
ruo>ii os^lbetos, e que por sua meloia adocau
cosiH'ne* safros..aflnou em Calvdonia as hirpis
dos rei-DVJbs, e rrfereeeu na G'recia os cuidados
d> harrrs-, e dos phylosbpho.
N) estado das linguas, colhen danrimeiro aflir
< pttrio 1 i him ; depou a> bailesas daa
anhos, antiga. malarnos; dentodSpe JH
lornar-se coaaidaii de callas nsc5e, a conteaipo-
4nea da seos grande* eseripiore. A lfigaa t *^
Jo ventura i3o depressa idos I...
o som inintelligivel destes vanlo, ca-
ni pirceberque a ierra IhalAa] Nssse
a lelo encino,nio respira senia aranorrer,
nao da um passo, qoe nao seja parjTa sepollu-
'* #"' P"nrezinha, voando para a re-
gida-da Wirte, cuida qua va para o Brasil I E vem
m, atabas ella calaeoferna. A' principio Ihe
mais oa "exces'o fe vidfe^Ue o*ftyrdp
de mofte. Qua tanto a
...a a tardura
IJenc'.de Marco Talle,oaOder nem aeci) dos remedios, nem ao ferfor das
as harraoolis do plectro da Flaco, e"de Nasao!
todas estas especialidades leva meslres insi|
qne lamo saorpulhavsm dos aianc >^, e proi
Em priivi de sua ndole suave, e de sea eoracio
anglico, nao o abonos mediocres a unio per
feitissima em que viven com seu esposo, qoe nella
se revia, como em espelho de exemplos. Um s
sentir, um s pensar, um s querer, era ama le
myslerfosa daquellas duas orgaoisaedas I Dir-se-
hi qoe uma s almaanimava sqdeltes dous cor-
pos, ou qua om s eoracio Ibes palsava no peito.
Eto ambos a tommo respeito para com seos paia,
em ambos o raesrao amor para com seos jhos,
em imbos o mesmo porfiar no' comprmeme dos
deveras, e 00 desprese dai vaidades da larra.
Quaodo^uotomplo, senhores, as virtude, que
madrngaram na noSsa amavel prineeza, vojo na
destriboico de dons lio singulares o esmero ao-
cordo da aatureza, e da religio, em reunir nella
s todos os dote*, que raro, e sotmaraente repar-
ten) cora tantas, lotalhganeia clara, e perspicaz,
eoracio ttae, a aftavel, earacter Ihano, seren,
esquivo a loavoras, e doeemente grave. Seus olhos,
revestrado toda a belleza meridional, eran de um?
exprselo to viva, que tbe rererberavam palas i
faces os esplendores da luz eterna. Em nma pa-1
lavra, a luz qne a verdade, a harmona que 6* a
orden, a grandeza que o infinito, a bondade, que
o coraco de Daos, como que estrellavam o ros
10 desta mimosa prraeeza.
Que doce, que suave, a encantador qoe o as-
pecto da virtode I Oh qae os mooarehas da ierra
flzassem desta perofa celeste o timbre nica da
sua resler.a! Oh qae de perfeiedes nio fundiran
oas profundaras do mando moral I
Alm dos predicados da natureza, e da graea,
qta reaicavaoi a beilaia.physica, a moral da nossa
aagosta eantpatriata, outros Ihe aprimoravam as
prsadas.a espirita As amens artes, uihas da
lmag4*sieao, do senraeBlo, cojo amor como a
lydtt tawa aaa almas genti, a Oes eoraedes seo-
si veis, faziam o enlavo Ihe Um maaos aaeta as km mtiae, qaa a*.
ba* a teta, no maraaera, eora a lene, a aotn a* ao-
res, fazea rMas a Mkaleza, -fu imrtim. Coaa
aquella nivea mi, talbad* para menear o seaa-i
sos da sua estudiosa alumno
Em todas as cortes da Europa, que perlustrou,
deixou smgnlar denotagao de niudesta, de probi-
dade, djj religio, e de prudencia, que foram 01
instrumentos com que lavrou fulgida estrada para
o remo da imtortalidade.
Senliorts I j uma vez eo disse em escripjftane
pertanca ao dominio da historia patria, qiSaotre
os locontrastaveis servicos qua a este imperio tem
prestado o Sr. D. Pedro II, fbr era primeira
plana o acrysolado esmero com qae veloa na edu-
cacao daquellas, que na successo, e reveza dos
lempos haviam de assnmlr a direecio suprema do
Estado. Elle raesrao Ihes deu zelosa iostraego
em cerus ohjeetos, e sobre todos os mais vigioa
diligente. E dando i suas Albas educaco propria
da principes, qaa nio de reinar, levoo sua alten-
cao a todas as disciplinas, que sio do dominio dos
homens, alm da religio, e das peanda* propnas
do sexo feminino. Um soberano, que assim se
appllcou a cultivar a mente de quem tem de sue-
eeder-lhe, torna-se ium lempo modelo para mo-
narchas, e para pas da familias. A veftiade nao
tem duas faces, e ai daquees que por odio ou
por inveja a retiverem presa na garganta !
Quantas vezes era horas de lazer, oaquelles
eolioquios ntimos, naqoellas exau93as tianquillas
do amor paternal, nio procurara o Imperador fir-
mar os eoraedes de suas Ulnas naquella primor-
dial virtude, que o escudo dos rei?, porque
um dos admiraveis attributos da Diviodade E
que ouira, se nao a justica, ser essa virtude de
escolha, e de predilecco ? Indlcando-lhes a jus-
tica, como regra do deveres, o augusto preceptor
sabia qae a justica resume todas as virtudes; por
que justiga irradiacio do bello eterno, 011 como
j alguem disse, justica religio, jmtiga cari-
dade, justica socfabilidade, jusilla respeito 48
leis, justica lealdade, justica honra. Si o
monarcha n subdito, cldadio. Cmo cida-
dio, os devures do principe sao 03 rnesmos, porm
mais fortes, mais amplss, mais obrigatorios, mais
directamente nascidos da Justina ;por que de mais
forcosa justiga o retribuir a sociedad ftvores, e
gosos mais ampios, e eonflanQa, e honra, e eleva-
ci maior, e sera par. Como monarcha, os deve-
res do principe, esses esto absoluiam-mte na
justiga, nica e inteiramente na justica ; por*qae
justiga governar segundo as leis, justiga res-
peiu-las, e faze las respetar, promover o nem
publico, e o particular de cada um, justiga at
ser indulgente quando convm causa publica,
magnnimo quando ella nio tesada. >
Que milhares de oulras vzes, proseguindo era
seos sabios dictames, om relago s ubrgagdes
geraes do monarcha, nao dira o zeloso pai: No
governo dos povos, duas cousas ha perniciosas, a
3ue quasi nunca sa acude com remedio : autori-
ade injusta, e riolenta, e luxo qua estraga tudo;
porque se as demasas da autondada arroinam
as molas do poder, o luxo empeconha a naco
toda. Chamam a este luxo bom gost, apuro das
artes, e polldez da nacao : vicio, qua tiram por
innidade de outros, qaa louvam Como virtude, e
cujo contagio lavra at na medula do povo. N >
consista a capacidade de um monarha, que est
cima dos homens, em obrar tudo por si mesmo ;
antes viidade espara ti, 011 qnrer inculcar ao
mundo qne o ple 3zer. O monarcha de ve go-
vernar. escolhendo, e ragendo 03 que so1) ell go
vernam : nao Ihe cabo miude.tr os negocios, pois
fra entrar pelo pres'.ima dos que trabaltum sob
suas vistas sraente deve tomar conta, e saber
quanto baste pira loma-la com cjso. Governar
inaravilhosamento e*colher os sngeitos, que gn-
varnara em seu tugar, e emprega ros, segundo
seus talentos. Porque osupremo, e perfeito go-
verno se abalisa em governar os que governam,
observaado-os, experimentando-os, comedindo-os.
emendndolos, anlmindo-os, subiodo uns, abai-
xando outros, mudandj-03 de postos, segando as
necessidades, ou advertencias da naasv, e nao
segundo a matioada dos que de tud'sO-inostram
mal soffridos. Querer averiguar tudjf#)Jor si, e
ver tudo com os propros olhos desconflanga,
apoucaraento, zelar miudezas que consomem o
lempo, e a liherdade do espirito nacpssaria
cousas grandes.
Senhores I Ligoas destas convencera, e porque
convencem nio se esqueeem nanea.
as evidencias da historia, uas verdades ele-
mentares da constituigo, e as suas proprias
normas de governo, faudava o Imperador todos
os seas ensinos, e prelecedes. Outro, porm, era
o manancial d'ouie a aagosta Iraperatriz fazia
deeorror os deveres de suas filhas. Esse manan
cial era o Evangerho. A Ilustre fl!h de Fran-
cisco I, qae tem n'alma impressa astriste imagem
de tantas cathastrophes, e viclssitudes polticas, e
a idea de que s Deus grande, e mmortal a du-
ragio de sea imperio, nao poda oiT-recer ao es-
tado, e meditagio de suas filhas outras paginas,
3ue as do Evangelho, qoe ella sabe ser o regula-
or supremo dos direitos, e dos deveres da todos,
que assume o poder da ama constituigo univer-
sal, que marca as attrbuigdes de toda a aatori-
dade legitima, a que, abengoando-a, fi-la rever-
decer em vitalidade, e Ihe sfagenta o sopro.nefasto
das ruinas, era que mais de om throno tem desa-
bado I Alm de qne, senhore, n sua propria
vida, vida de abnegago e de heroismo no des-
dm das pompas do mundo, a augusta Imperatriz
offerecea sempre i suas filhas um copioso theson-
ro de exemplos edificantes, en}ps influxos benfi-
cos, infiltrando-ee-lhcs njs corac5*s, nao podiam
deixar de trnalas filhas dignas de t#ma I
Mas ah, senhores, n'um amor maisflno e mais
elevado, no santo amor do ral dos reis inspirou-se
o coraco da nossa amavel "prineeza I A religio,
esta filha primognita dn cn, que a tinha tomad 1
n*s br'go, ao sen primeiro vagido, bafejou-a,
almentou-a no leito gerador das grandes virtu-
des.
preces. Cada, instante qua voto tras eomsigo
pina desesperanga de salvaco. E Leopoldina,
lando as puisiooomias dos que Ihe ladeara o lei-
to, a sentenca meio-esbojada de sua mofla} e, so-
bretudo, illoaunada pelo espirito de propheea,
qua o espirito da eternidade, contiaceu qae s
sua mimosa construegao phisica entravapos llosas
periodos de sua decouposicio. (^lladaTatimilde, *
eobmissa ao3 avisos da imminenle desatar da vi-
da, apre?sa-se em prover-se do divino manti*
ment dalma, como quera tinha de fazer viagem
*a#|m atrav* dos astros I
Aggrava-se a molestia, a medicina mette o
meihur de seas bros aa canteada, recorra 1
todos 03 alytres, mas cada esforco seu cor-
responde acerba desongaoo I___ Era qoe a
ni tima hora bava soado no relogio pavoroso do
destino I... A enferma agonisa, e nos transes do
passamento, comq qne ama lagrima Iba aljofrra
as faees I Era ama rosa a exhalar o humor sob-
til, ao reaueimar do sol... Ah quem adiv-
nbasse o que se passava l dentro daquella alma
pura Quem nos dira qoe a dor de nio morrer
na pat la, de Ibe nao entregar o cofre de suas
crazas, sob a guarda de piadosas recordarles, Ibe
nao gradoava as vascas d agona I ... Cinzas pre-
ciosas de Leopoldina, hrrahas que murchaes em
trra estranha, volve ao patrio seto I.... No eo-
rago da cada brasileiro leudes uma orna de pe-
renoa saudade.
Quao morrsr, seoao a separacao daquelles a
quem se ama ? Tao cruel soparago, dilacera era
mrt partes o eoragao desta filba dedicada, desta
esposa fiel, desta mai entra todas as filhas e espo-
sis, a mais sanslvel, a mais amante 1 Ferida, me-
nos da propria dr, que da alheia. Leopoldina
gerae pelo gemido paterno, e materno, que se Ihe
aotolha suojna da amargura 1 Com a mo j
uuasi galada, teota apenar a mo trmula do in-
feliz esposo, que iba jaz ao lado, quasi exnime
por ddr inmensa, enlagado corojos tnros fllhos,
que cnoram porque vaam chorar, mas que nio
eomprehendera o funesto euredo daquella triste
scooa I Que scena,seuhores, que cena aquella I.-
E a moribunda, porque j nio pola com a voz ar-
ticular o extremo adeus ao esposo, e aos fl-
lhos, pedagos d'alma qaa Ihe puluilam era torno,
Ihas falla com a linguagera dos olhos,- cuja vista
turva flucta entre o cruciflxo e o esposo, entre
o esposo eos fllhos I... E uoenlamo, o gale da
morta lhe_vai serpeiando pelas veas, coalha-ie-lhe
no eoragao, e om brande soraao, que dirieis um
deliquio, Ihe desee sobre aquellas pupilas, qua
nunca eoxergarara o mal, a ella, a filha dos Ce-
sares, a semolninca do seu Jess Divino iu>
dina a cabeqj, e morral... Inclnalo capite,
tradit xpiritum.
Assim morre, senhores, esta prineeza querida, e
com eil todas as graoas, que Ibe ornaram o seio I
Que g-dpe para a familia imperial, para a corte e
para a nacao I... Pcrdeste, Brasil, perdeste para
se 11 p -e, na flor de seos annos, e das tuas esperaa-
g tria I Todos os pas, todas as mais, na parda desta
augusta filha do estado, saotem a perda de am
proprio fllhol E aquellas mos qua em vida nio
apenaran) o sceptro, aa m re, e depois da morte,
apartara o sceptro dos sceptros, a cruz do Re
demptor, e cora ella va para o e4) I... Oh I Deas /
v; que pola victoria da cruz ihe destes a graca e
a forraosura d'alma, polos me 1 i tos desta mesma
cruz, que leva sobre o peito, dai-lhe tambera a
glora como premio da suas virtudes. Crucit vic-
toriam Urgiris, adde pratmium. Amen.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO
3ALANCBTE DO NOVO BANCO DB PERNAMBUCO EM LIQL'I-
DAQ.il), EM 31 DB MARg) DB 1871.
Activo.
Letras protestadas........li9:470J$70
Despezas geraes......... 10:1734310
Gaixa.Pelos seguintes valores :
rSSttSn ?elS#1, D ^ H,,Dn8Be^o''i^os>elom.rno de aatbos estes
liml A. a i ti mi m BkM E$lados 9o cada um por sua < o tem des-
petv.l!erBa8-Rbin). tingt.ido, posto que aind* nao d-Mi,6do cor-
respndeme ao mrito do agraciado.
Como brasileiro.e amigo do Sr. comen-
Em ouro amoedado.
Em notas do thesouro
e da Caxa Filial tjo
Banco do Brasil .
m prata e cobre. .
709/080
20:*0O|00O
16U036
11:0701116
- Res. .
Tassivo.
Capital............
Emissio ..........
Gontas correales com juros. .
fundo *e reserra.......
Massas buidas a cargo do Banco
Dividendos..........
Lucros e pardas........
Ris. .
DEMONSTBACO DA KMIS3TO
13 notas do valor de aOOOOO
10 ditas de 100*000
16 ditas < de 30000
Ris. .
Nathan Klein, ne Neimller (Bas-RIrin).
Julaa Klein, n i Neuviiler (Bas-Rhin).
Adolplwj Dreyfus, n^ Mrjlborjse (Haot-
Rbn).
Emile Bedfi, o CQfrUflax rVoge.t).
Poit-Scrpttm. A fpr et 8ore que
Jes absenta roomennement, signaront, leors
oras seront outs aux c^dessas.
O Liberal n. 78 de 21 de margo
e o Dr. Coelho Rodrigue*. '
O primeiro artigo do noticiario desea follta, re-
lativo ao concurse, qae lev uTtlmaraeriie lugar na
Facnldade de Direito, obriga-me a dizer estas 1-
nbas ao publico.
Nio venho demonslrar-lhe que fui melhor sur-
cedido as mnhas provas do qua o Sr. Dr. Belbrtl;
costumo jarar suspelgSo nos negocios, onde son
int-ressado, e nedir aos meas amigos qua facam
outro tanto. Temos como juiz supremo a opiniao
ujprsada do graoie numero da pessea* compe-
tentes, que nos honrarara com" saas presencis, e,
para 03 que nao estiverera sateitos com voto
da congregagio, Isso deve bastar.
Dapois, anda quando estivesse aonverido de te
lo sobrepujada do modo msis completo (o que don
por hypothese); nao jolgaria am fado solado sof-
ficiente para fundamsnlar pos induegao a minha
snperioridade em relagio i elle : um incommodo
de momento, nma indisposglj qualqaer, poderiam
explica-lo sem desar para o mea competidor, e
sem motivo de orgalho para mlm.
O que, porm, ineommoda-me e nio me'permitle
ficar em silencio sio dous trechos da noticia, o
primeiro dos quaes o segrate : Mis como a
preferencia 6 imposta polos estatutos, obteve-a o
candidato Coelho Rodrigues, para a qaal con-
eorreram votos de aijadas dos nossos amigos.
Pode expliear-ae a preferencia por nma sene
de motivos, qae ordinariamente adetermiiwm
nos concursos acadmicos, como se vio e prati
eou no anterior, em que foram candidatos os
Drs. Panla Salles e Jlo Thom.
Ora, confessando qoe tive votos de lentes libe-
raes, implcitamente reconhece que nio foi o espi-
rito de partido que predominoo oa aseolha daeon-
gregagio ; mas, aecreseeotando que a preferencia
pd sr explicada por urna une ie motivos, qxu
ordinariamente a dtttrminam nos concursos ac-
demimos, jl-rae o direito de pergantsr, e eontrahe
a ohrigacio da responder-me qaal a serie da mo-
tivos, a qoe se relere.
Essa ambifudade de redaga) offansiva ao meu
carcter, ao meu eomportameate e i lealdade, qoe
as mnhas ralacdes amistosas eom o Dr. Belfort
mandavam-ma guardar, qne tenho realmente
guardado, e espero poder guardar at o lira desie
negocio.
Quero, portante, que ae tiram i llmpo, emqoanto
estoa aqu, esses motivos oeeoltos, qae bem podiam
ter sido logo trazidos ao canhecimento do publi-
co, para Bai daixa-la em suspenso, aem ebrigar-
me, quando menos esperare, a apparecer as co-
lumnas da imprensa.
Se foi por a t ten gao a mim que o nolleiador di
Liberal ealou-os, eo Ihe agradec o obsequio, e
peco-lhe eom instara qoe diga todo quanto sabe
a respeito porque de um lado a retieeneia nio
arma propria do hornera da pobljeidade, e de ou-
tro o segredo da minha vida nao haver segredo
nella.
O outro posto contra o qoal devo protestar ende
affirma que por ter-nu demorado em consideracoes
geraes tio satisfiz o prog-amma da proca oral.
Podia o ofllcioso amigo do Or. Belfort manifestar
sua preferencia por este sem offender me, e of-
feniier-me de um modo tio desasado.
Estsva e estou araia convencido de que a pre-
le^gao foi a minha malhor prova. Coocderei a
Juestao da faculdade sob quatro aspectos ;o do
ireito actual, o das fontes deste, o da prova e o
da philosophia.
Estabelecido o plano a explicada a iaversao da
sua ordem natural, pela exiguidade do lempo, es
gotei a primeira parte e cbaguei quasi at e meio
da segunda. Por consaquencia respond a ques-
lio pelo satisfeito. Affirmando o contrario, o noliciador do
Libe -al foi mal informado, se nio me ou vio ; e,
e esteve presente a ou vio-raeama de dnas; ou
nio sabe Direito, oa nio quer dizer a verdade.
Recife, 2 de abril de 1871.
A Coelho Rodrigues.
dador Faria Machado fazemo.s voto3 para
qoe ventos bonaqcosos oloveni a trra pa-
tria, e, restabelecila sua preciosa sande,
volWj a Pernambuco para satlsfacio de seus
amigoi e bem da Colonia porluRn-za de que
am do3 mais dislinctos raembros.
N. 183.-AGUA DE FLORIDA DE MUP.RAY F.
LANMaN. Era virtud das senhoras serem ,1
preciosa porcelana do barro human <, por isso
mesmo ellas teeru todo o soberano dirtlto a elfi-
go de toda a especie de elegantes adornos que a
arte estimulada pela plantara pola inventar. En
tre todas as que pertencem ou figurara no toca-
dor uenhuma ha qae possa exceder em araraatici
delicadeza e lluura, aquella cima mencon# no
alto deste paragrapho. Possuindo uma mimosa a
delicadissima fragrancia, summameBte til e agra-
davel, em vanas formas, quer ja como afotmosea-
dora da coropleicao, excedente misturada com
agua como meio agradavel para enxagoar a boc-
ea e arvejar os denles, e finalmente cono nm ex-
cellente e admravel meio curativo em todos os
casos de nervosidade, desmaios, verigeos esta-
ques histrico;, em si etla merece um noma na
Materia Medica, assim como em oceupar um lu-
gar indispensavel sobre o toucador.
COMMERGIO
ALFANDEGA
Nendimento do dia 3 47 8tl31n"
' Horlmenfo da alfanriega.
V'olnmes entrados com farendas
i com gneros
Volumes sahidos com fazendas
com gneros.
90
320
470
120
50
----- 170
ilril.
S. E. e 0.
0 guarda livros.
Frantisco Joaqun Pereira Pinto.
"ii M
PUBUCACOES A PfDIDO.
APPEL AUX ALSACIENS ET LORRAINS
RfiSIDANT EN CKTTE PROVINCE.
Chers Frcres ct Goncitoyeas !
Njtr'e terriloire se troovaoi maibeureo-
semetvt dtach de la dure bronce, notre
Patrie commttw, par la forc bftita.'e des
cohortes allemau les, tous avons ouverl une
Sim, esta religiio suave, que Ihe foi sempre ,l8le- Ppel0t tous cetix qai dsireot res
guarda vigilante, a directora ioseparavel, esta,
rauito mais que qualqaer ouira disciplina, prepa-
ro u a nossa prineeza para os altos designios di
sua condieio. 0 monarcha irreligioso a maior
calamdtda que ple desabar sabr om povo
ileina com elle, e ao lado dalle, o duro, o brbaro,
o brutal egosmo! Has a religio, freio iaconfran-
givel do forte, anjo tutelar do fraeo, que leis pie
dosas, que deveres sacrosantos nio prescreveria
Leopoldina ? Naseida para o Ibropo (Ihe dira) :
lembra-te que os teus subditos sio, como lo,
fllhos do Altissmo ; qae, como ellas, s sujeita ab
rei imraortal dos secules ; que, como elle, send>
imagem sua, tens maior obrigagia de imitar a sua
jastiga, a sua bondade, a sua clemencia, a sua
misericordia. I^mbra-te que nma s. gota djj.
sangue, qua nina s lagrima de afllegao, qua por
teu orgulho, dureza, ou jniqoidade fizeres derra-
mar subir como onda impetuosa at o throno
de Daus para pedir vinganca
Penetrada destas tozos de sublime cqnselho,
Leopoldina vota-se ao Co, a gloria e felieidade
dos brasiieiros. Nova Hachel por sua formesura,
nova La por sua feaondidsde; Leopoldina, se et
mo a flor do campo fenece, Iha fleam o perlumes;
se como a palmeira do deserto lomba e eihe ao
embate rijo da temoestade, fleam-loa os frnctos,
fructos preciosos, que sao outros tantos anow
qae vieram aperur mais e man es vnculos de reH
aproco amor entre o throno e a naci. E anda
por este precioso dora 4a facondidade deve- sua
memoria ser sempre qaerd, e saqdosa i lados os
brasiieiros, os quaes no sea reeonhecido tem sen-
so nao querem, novidades na sua forma de gover-
no, estao contentes com a saa monarfhla repre-
sentativa, qoe s. Thomiz de Aquina chama a-
vento perfeito,
No eotretato, senhores, a nossa amavel prin-
eeza, anouudo aos desejos de seo esposa, qoe
eram tambera os seos, resolvau visitar de aove a
Europa, onde, lalvez, mais de que pen*ava, se foi
fteando, nao como quem squocia a amor de seo
paa, qoe todo Ihe revola tm mete, raa nomo
quera eraempuehada por una causa iavisvel
que, sam qua o peroebease, Ihe di.;ia : r
Prineeza I tu nio. respirars mais as auras
perfumadas daquelles climas de ouro, daquellas
regise amena, anda a los da vida ta deseerrou
os Usos I Nao tornars a ver aqaHfi pineiros
ilesos, aooaJjaa sobarbas oba icoa i* granito.
- na turase cjrcuaidoa a tua eidada oatal f
rnars a ver aquellas florestas virgei
9ordg#,oj aros*
*awt:
povo o naetacao .... acuello
S7S
ter frangaii, de bien vouloir j apposer leur
sig-nature. Cettft liste est ouverle diez MM.
Lebmans Frres, rae da Crespo, 10, e
ser cise le 9 Avrll prochain. alio de la
laire parventf. par le vapeor du H du te-
me raois au Gouvernement Franjis.
Pernambuco le 28 Mars 1871.
Au n>m de plusieurs Alsaciens et Lor-
rains.
David Osear Umj
Protestation.
Nous soussgns demeuraiit h Pernam-
buco, Brsil, t'oos enfants de V'Msape et
de la Lnrrame, c?n atte Francaixe n'a cede notre bien-aim
territoire qa' i U forc brtale des Van-
dales moJenes, et reconnaissant qoe lea
lieos qui nous attachent notre chire
Frange sont ploi sacri pour n as qae
tous les traites dn monde, dclarons avec
' rguei, a la face oe Dieo et des hommes,
que nous ne Cmms t ne cesserms jawit
d'tre Francais,
Nous esperaos en la Provideooe Divine
qe l'beure sonnera, u de nouveau, too-
es nos familias se troiveront ranies
a Grande Famille Fran^tise.
Pernambuco, le 26 Mar 1871..
Joseph Lehman, o k Sarregoemines
(MoseMe).
Pavid Osear Lvy, o Ioaviller (Bas-
mi
We.ll Samuel, n Quatienheim ( Bal-
Ibin).
Maurrw Lvy, D ti Inaviller (Bas-Rhfn).
Tbophile Lvy, n 4 Brmala (Bas-
Rhin).
Samnel Meyer, n Saverne fBas-Bbin).
Eogne Brisac,
Gabriel Hir%_
Julos Beer, n kl
Chirles Meyer, n Detviller
BenjamiD Cdbleate, n
oeledadeCrdito llypotheoa
I80:714296 rio de Peraanboeo.
--------- Est marcado, da aeeordo com os Exms.^rs.
conselbeiro Jos Banto da Caoba e Figueiredo,
67:170000 presidente interino desta sociedad, e conselheiro
7:400000 Diogo Velho Cavalcante d'Albaquerque, dignissi-
3:4J9999 rao presidente da provneia,o dia II do eorrea-
101:444/490 te, pelas 10 horas da mantias, para ter lugar, em
638*787 urna das salas de palacio, a segunda raunio pie-
40Q4O0 paraloria, em a qual lera de se snbmetter appro-
330*610 >?io dos respectivosassoeiados o projetto de
-------------- estatutos da mesma sociedad, em face do par-icer
180:714*296 favoravel dos Drs. Rodriaes^ianna e rtetto de
-------------- Souta Bandera, a do voto em separado do Dr. Ig-
nacio de Barros Barrete, qoe offerece algumas
4:600*000 enslveis alteracOes aos mesmos esututos.
2:000*000 Sendo do ioteresse de todos o cenheciraento do
800*000 mecbanismo da soj:iedade, e do grande fio) que
--------------se propoa esta, sao convidados quantos queiram
7:400*000 comparecer i dita reoniio, a associar-se ao dito
estabelecimenlo, a com especializada os Srs. agri-
cultores da provincia, aos quaes, nio haveodo
mais tempo de dirigir convitas particulares, o
abaixo assignado pede encarecidamente um esfor-
co para o coraparecimento i dita reuaio.
Observa aiada o abaixo asignado, qoe. estando
a partir para o Rio de Janeiro o Exm. conselbeiro
presidente da proviaoia, quem a sociedad j
ie*edora da eterno agradeeimento, pelo efflcaz e
valioso apoio, que Ihe ha prestado, nao oonvem
o quedeixemos ir, sem fixar inaugurada a As-
ociacao.
O convite nao se estando quem nao quizr,
oo nio podar associar-se; e desvia se inteira-
mente daq eiles que aio naturalmente inf-rasos s
emprezas da uiilida Je geral, a niham sempre pa-
ra ellas com olhos vesgos. Recife, 2 de abril de
1871.
Nabor Carnetro Bezerra Cavalcante.
Descarregam hoje 4 de
Lugar inglezLydiaHylton-an'\o.
Brigue portuguezHelia Figueircn.sevmos g-
neros. ,
B irca portuguezaSr/pA/rferros.
Barca mdlezaUelen Isabelbacalho.
Patacho inglezEdilli varios gneros.
Palaeho inglezJfmiwr Brucebacalho.
Lugre inglezS. t. CampbellMora.
Bri?ue portugnez/Wampaoatovarios gneros.
Brigue portuguezSaphiralagevas.
Barca dlnamar|uezaManes Rudersonfarinha
de trigo.
Patacho austracoCandem.
Barca inglezaBn7/ian/vanos genoros.
Brigue suecoC/opnrra^-carvio.
Barca inglezaMenme Gray varias gneros.
ilrguc italianoPealiiiein.
Brigue portuguez -Triumphodem.
Brigue hollandezTrieste louca o ferveja.
Despachos de.exportacdo no dia.11 de
marco.
Na barca ingleza Leonor, para Liverpool
carrepram : Johnslon Palor A C. 234 saeeas com
20,111 kilos de algodao.
No patacho inglez Aniet, para Liverpool
carreearam : James Rydor & C. 203 fardos com
136,681 kilos de algodio.
Na barca fwnceza Stoustt de Nante, rara
Marselle carregaram : Keller & C 3/8 saeeas
cora 26,663 kilos de algodao,
No patacho hespanhol Safo, para Oarcelten.i
carregaram : P. M. Maury 164 sapeas com H,'53
kilcs de algodao.
No brigue naeonal Santo Amaro, para n Rio
da Prata carregaram : Jos da Silva Loyo & Fi-
Iho 330 barricas com 37,193 kilos de algodao.
Na barca franceza S. George, para o Rio da
Prata elTregaram : Amorim Irraios A C. 84 bar-
ricas com 4,809 kilos de assucar branco.
Na barca portngueza Saphira, jar.i o Port"
carregaram : Luiz Jos da Silva Guinuras 600
saceos com 2,748 kilos de as&uear mascavado.
No brigue franeez Conceptien, para Gib'ral-
tar carregaram : Titsset freres 900 saceos ci 111
67,060 kilos de assncar mascavado.
Na escuna ingleza Spnrkling Wnte, para
Balumore carregaram: Rabe Schameltau 4 C
400 pceos com 30,000 kilos de assucar maca-
vado.
No brigue norte-allemio Dorn, para Ham-
burgo carregaram : Rabe Schamcitau & C 400
couros seceos salgados.
Na barca franceza Mauricten, para o Havre
carregaram : Tisset freres A C 43i ecuros sec-
eos com 3,184 kilos.
RECEBEDORIA DE~RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
^endimento do dia 3 1:6.13*863
CONSULADO
Reodimento de dia 3 .
PROVINCIAL.
. 5:802*663
Srs. Redactores, O abaixo assigoado
lendo o Liberal de 28 do carrete depre-
bendeu com uma correspondencia que da
litura della se veriflea que foi ella botada
por algum morador de Gameleira, que p
serve de vil instrumento tanto qoe nSo qniz
assignar o neme ; todava o abaixo assigna
do declara e pede a este calumniador qoe
assigne o nome e se aprsenle de frente,
e diga a verdade do que se passa em Game-
leira, porm nao minia, n3o calumnie e nio
attribua aos mais, quilla que capaz de
fazer. O abaixo assignado jerga esta biltre
era lio ms condicoes qae Dio merece i
pena defender-se.
Francisco TiHo AWtar de limo.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 2.
Rio de Janeiro e Babia7 das, vapor americano
South America, de O30 toneladas, rommaodan-
te Tenklepangh, aouipagera 76, canta cal o
outros gneros; Henry Forster A C.
Rio de Janeiro15 das, biate brasileiro Un t>
Guie, de 156 tuneldadas, capitio Manoel Fer-
naudes Salles, equipagem 7. carga caf ; Bar-
tholomeu Lourenco.
Ri> de Janeiro-14 dias, brigue portneuez Mam-
pago, de 342 toneladas, eapto E. da SMveira
eqopagera 10, em lasiro; Thomaz de Aouiao
Foneeea A C.
Rio de Jaaeiro-21 dias, birea Ingleza rnoV, de
429 totie adas, capilao A. a Groeen, eqaipagem
II, em lastro ; a ordem. *
Navio sahidos no mesmo da.
New-York, 8. Thomaz e Para-Vapor americana
sauth America, eommandante Teuklepangb.
/Vacio sahido no dia 3.
Rio da Prata-Brigne franeez Bonne Amelia, capi-
tio Darbonnes, carga assocar.
Obsenftcdo.
Nio hoove entradas.
Fuudeou no laraaro uma barca ingleza,
nio teve eomraunicacio com a trra.
mas
EDITAES.
No vapor Qneida segoio pira a Europa
o Sr. comendador Jos Joaqnim de Faria
Machado, aflm de tratar de sua preciosa
saude.
Residente ba moitos amos nesta cidade,
onde Ha sua honrosa ctrreira commorcisl d
Sr. comendador Paria Machado tem sabido
pela lhaneza de seu trato e pela lealdade
de seu carcter eooqaistar geral stmpalbia
e crescido numero e am|os.
IJomom presiimoso e dotado deetcelleo-
tes qaalidades teavse destioguido pela pro-
flcuidad de sea trabelbo e pela prompti-
dio com que atiende aos.reolanios de todo
quanto enteressar possa a Portugal, soa
trra natal, e ao Brasil, a quem nao meos
extremecidameate sen; t jerei conwsar^
03o e esttfla, 4e cae oee smtre brestessres
e portogeezes, dttem bem sUe o que He
ule por si e po/ seas
Os successi vos setos
ler COtTi
edese
^uesoQoejtrsa;njr
aioe, coea eoss-iime
depirco-
0 Bacbarel Manoel Antonio dos Pjssos eSlKa
Jnior, i. supplente em exerocio do juiz
municipal e d'orphaos do termo d'Oitnda
em virtude da lei, etc.
F* saber a qaess interesssr porsa qoe
a audiencia deste jo izo nesta semana ter
logar boje (terca (eir) 4 do correle a 4
bora da tarde, na respectiva seta. O escri-
v3o arlxe dital nos lugares do costme.
Oiinda, -i de abril de 1871.
Manoel Antonio dos Paseos a Silva Jnior.
ODr Sebsiia" > doefiego Barros de Lacer-
os, juiz de direito especial do commercio
desta cidade do Recite de Pernambuco
po Saa Magestade Imperial a quem Dtfbs
Guarde etc.
Ka^o ssber aos credores do eommercisn-
to matriculado Joio Pereira Moutinho, esta-
belecido nesta cidade, o qoal reqofra mo-
ratoria ao meretissimo tribunal do commer-
cio, que pelo presente sio chamados para
compsrecerem peraate este jaizo ns sale
das audiencias pella .doze boras
do dia quatro de abril proxlMo^^Hfiai
de observsr-se, e dar se iateiro eoflaprisaeo-
to so disposto do srtigo orto ceios o no-
venta nove do eodig
4e que aqulle* qu*e "nio
tos tomados como adbj
ta rotaia do dceto l
asenta e oiio
10 esotos e
primeiro.
-


! *
i
*
I
liarlo de Pernan.Dueo fefqM Mrn 4 de hn'in !R?1
ITJHJI |

j|ii
S para qoe che*tie ao cothecinBeoto de
Mu -ts oradores do referid > ertp-trartte
iomU pasuar esta eiita! que seifl afflid
11 publicado nrfijraw do ciy!o
II da-la di) Recife de Pern.-nbuco de;oo
da marco diww oito enlos e detenta e um,
En, Ernetta Michdo Freir Pereira da
Silva, ecriva o su iscrevi.
Sefwtiiio do Ro)-) Barros de Lacerda.
5-*
Sexta (eir 14 di abril
ao meto r|l em poni, no escritorio id referido
agente? alna da-Crm n. 53, primeiro artdar, onde
o? propendentes pdem luvef ,is hitormacdes ne-
Hlssari*.-
fcOMPAlHLi
DAS
DECUMCOE*.
SAMA CASA DE MISKItlCOflUlA IX
RSQIFE
Ach.indo-se |i restablecida d is incommnilns
que s illria Paulina Mari* da Coriceiga", que fora
ncilhida ao ho=picij dos alienado*, da ordem da
II na. j'ma di siota casa coavidam so os seus
prente* a virero recebe-la, procurando o Sr.
innrdomn respectivo ommeodadnr Antonio Jos
(1 ures do Correio para aotoritar a entrega.
Secretaria da Santa Casa do Misericordia do Re-
cife 31 de mar.;- de 187!.
O oferiv",
Pedro Rodrigue de Souza.
Terga-feira 4 do corren te, a 1 hora da urde,
ten de ser arrematado pelo juio da provedoria
da cid ule de O'inda. um i"ivalli ca.-Mnho escuro.
Pelo jui/u de urphads da eniade de Olinda
vai de novo em hasta publica* por venda a ca;a n.
II tita ra deMathias Ferreira, cdja arremata-
co lera lugar terca-feira 4 do corrente a 1 hora
i da tarde.
No di* i 1 do correte .jija/, esperare dos por-
to do sul o vapor fraeet Giwnde, commandan-
te do Somer, o qnal" depois da demora docostum*
leguir* para Brdeos, tocanda o:n D.ikar (Gore)
< Lisboa.
Para condicoes, frites e passagans,* trata-se na
igeona, ma do Commercio n. .
PRBrjOS DAS PASSAGNS DE PSRJUMBUCO.
LEEfiT
/* ras**. 2a oanse.
Camarote de
l llfilixeS. 4 bexes. Proa.
Dakar 665 fr. 400 fr. 300 fr.
Lisboa 640 rr. 415 fr. 350 fr.
Borden , 80:i fr. 570 fr. 405 fr.
DE
S VNTA CASA DE MISEKICKUIA 1)U
BECIFE.
D vendo ler iugar pelas 10 horas da manilla do
din 6 do corrente na igreja do N. S. do Paraizn a
riflssa solemne ;'i que tem de seguir-se a exposielo
11 SS. Sacramento, convido a todos os irmos para
pe ci.mpareQ.im a este acto.
fnnretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 3 le 3 >nl de 1871.
O escrivao,
___________P^dro Rodrigues A* Sima.
Correio gera!,
Refajo das cartas registradas, procedente
do sul e orle do imperio, existentes ru
repanii;5o do correio em 3 de abril de
487i.
Anse.lmi Rodrigos de Az*verlo, Antonio Bap
ti.-ta Pgueira, Antonio Rufino Alves, Antonio Cam-
pos d Silva (i), Angelo Costidlo di Silva, Aman
ci 0- de Boro*, Firniim Lipes do Castro, Fian-
ri*co O Tivare Lima. Franels:o Pereira de As-
U, uilli-rraina de Siquewa silva, Jeronymo da
*W-i Lim, Jisd Lqi rt*ry da Silsa, Jo Zca-
fias de tjarvaiho, Jo- Pau'o Maciel de Carvalho,
Jo-e Eiiu de M mra (j, J fio Nana Crrela, Joao
Fe reir de Araij> Pinho,J,ai Florenlino da Silva,
Mainel Sures Firiam, woiao Galio, Plinio An-
gMo X ivi-r d- Lima, Raymundo 11 >n .rio da Sil-
va, engenheiro Lnit Iw da Silva.
O encarreeal > do registro,
Minot-I d-M Passos .Mirania
TflEATRO
GRANDES
il
. SALDES KSTR THEWO
S'tK das
Saldiado de aleliuia 8 e domingo 9 de abril
de 1871.
''orar nn mesmos a banda de mnsica do Sr
(rRioutres Peixoto, a qiial execotar.v hrilhaDtes e
ia.'j.-rti.-b- qaadrilhas, polkas e schotisk etc. etc
*!ra4i4as das excellentes e muito applaudldas
Hifia.
LES I4VAHS
U BELLE HLNE
mm ansa
Orpheu, etc. etc.
(linloes achar-se-ho elegantemente ornados
e nominados a giorno.
Os Srs. que eucommendarara camarotes, podem
desde i dirigir-se ao escriptofo do theatro.
PREgOS:
Camarotes com 5 entradas para familia lOOK)
Cavalheiros 2 000
Senhoras grati*.
Principiar s horas do costume.
_____________ I
AVISOS MARTIMOS.
I '
rara o Ro Grande do Snl
:-ahifa cnpi teda a hrevidade a harca nacional
Komi Ctuoliria ; recebe carga a frete a tratar na
ai a do liaran do Trimpho antiga do Brnm n. 94.
Aos Srs. correctores de navios.
.^e algnm navio se propozer a seguir para o
Ra Grande do Norte on Cear em lastro e qnizer
tomar este de carvao em breve tempo, dinja-se ao
escriptorio la companhia Pernambucana Forte do
attos n. 12.
RIO DE JANEIRO
Para o indicado porto segu impreterivelmente
testes 6 das o brigue eseuoa brazileiro Mentor-
re^ebendo aind?. alguma carga : assim romo oiiu-
dyxu e escravos a fr>-te. Qaem pois no mesmo
4|uiKr carregar, enteoda-se com seu consignatario
Jii:n|uim Ji-f Gmgalves BeltrSo, na rna do Com
niircin n. 17.
Barca p:>rtagaeza Josephma
V.' eiperadn ete n/vio em pon jos das do Rin
de lanfiro. e negoe com lirovidade paraoMara-
nhio, recebe arpa afrete: trata-ae com Mi-
^uel b* Alve, ra da t'niz n. 19__________
DAS
Messegeries martimas.
te o dii 10 dicorrente mai espiraba da Eo-
ropt o vapir franhz Amtzot; o aul depws d>
jlMioni di nstune seguir para anos-Ayres,
toe indo na f.ihia, Rio de Janeiro e Montevideo.
fura eon lac^a, fre e pissagens, trata-se
oa igeis'w, rna do Coram^rciao. 9.
URQi DVS. PASSAOXS OK PlaAMlnf7X
/ cla*e.
Camarote de
2 belixm.
SOJ1000
mp.
63#fr,
2' clame.
Proa.
15#000
4 belixes.
40#000
SBOOQ
m ir.
_ 49C Ir
Mt
Maregaco eostelra por rapor
Mara;mguai
i vapor nartoaa* OerStrtpc,
cofnaiidante SMva, wptfr
para o pono .-tciniua*ab * inwrte as eiueo febr a
ttrte.
tul.
o do Parle do Mim ii II
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperadi
al o da 8 do corrente, o vapor
ftw/a Cruz, commandante 0.
Wadington, o qiial depnis da di1-
, mora'do cstnme seguir para cu
portos do imne.
Desde reeebem-M passageiros e engaja-se a
earjra qne o vapor poder coiiduir, a qoal dever
ser embarcada no oa de o,i rhejada, encora-
nendas e dinheiroa frele al 2 horas da lardt'
de sua sahida.
Naofe recebem como encommendas senlo ob-
j jetos de pequeo valor, e qne nw> exceda m a 2
arrobas de peso on oito palmos cbicos d medi-
(\o. Tudo que passar desles limites devera sor
embarcado comocarga.
Previne-se aos seohores pr.ssagelros que saa*
pasiagens > se recebem na agencia, ra di Crn*
n. 57, primeiro andar, escripurio Antonio Luiz de
Uliveira Arevedo & C.
COMPANHIA rBASiliiRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte 6 esperado
at o da il do corrente o vapor
Armos, commandante Greena-
halgh, o qnal depois da demo
ra ao costume seguir para os
do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder coudozir, a ma! dever
ser embarcada no diade auachegada. Encommfn-
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do da da su: a ah da.
Nao se recebem como encommendas senito ot-
ectos de pequono valor e que nao excedara a dtus
arrobas do peso ou 8 palmos" cbicos de med cae
Todo que passar destes limites devora ser etnbar-
cado como carga.
IVevine-se aos senhores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, ra da Crnz
a 37 primeiro andar, escriptorio do Antonio Lu)
de "'"-.-Ue Azevedo A C-
Da
loja da rna da Imper.-.iTi?, do finado F Da*
barry, constando de ftrrigens, miuder.M,
bomiitt e bnqoedos, can o sejtn :
Escotas, chicotes, balaion, relogios, UmpiSe *
candiel ros, torcidas, tes mral, balancia, pesos, me-
didas, cr*e',pedras, cartinbil par faaas, gn-
enos, ferr-lhos, machina para caf, torradores de
eaj, moinhos, bulos. calderOes, bacas, eolnerea,
coros, frigideiras, cassarolas bandeijas, canecoi,
parcas e fogareir.s ; hojibas de Japy, sobresal-
ieres para as mesmas, e mnito outros eajectoa.
Segunda feira H) do corrente.
O agente Pinto levar leilao por aoturlsaco
no cin-nl de Franga em presen?i de seuehancei|
ler, e por coma e risco de quem peitencer, o ob-'
jeclos cima declralos, .-jue fiem parta do es-
polio do sub ito franrez F. Dibarry, e existen'.
na loja da rna da Imperatriz n. 8, onde se effee
loara o leilao no dia cima dito.
O leilao principiar a 9 1(2 hora em panto
por serem mnitos e diferentes es lotes,
ENGENHOi
ir arrendamel.]
rpasa-se seis unos or arrenttmeRo;
olio Cajabuss na fregoezia do Cabo, exc
' 3 mil paes annuaes, e qnasi tudo em boas varg
leajdo todas as obras neceararia pera o lpbr_
de assucar, distlljacio bem montada e mnltos la
vradorea, que pltmtam para mai de mi a irese-
to* pes de asncar, pi-rto da MagSc da villa do
Cabo, e oito leguas distanto do Recite. Aos pre
tendentes se dir a razao de m fazer negocio,
tralar-sepo Recito cornos Srs. capitao Firm
Correa Pwsoa de Mello, Bruno Alvaro tarbea
ilva, oo no mesmo engenho com o rendeim.
na occasiio
de pra'.a
Seohor '
de Dos
da Madre'
PERDEU-SE
mphj urna tirria
irmafitaje do
re} d| .ladre
tfsarn ra
a "Precisa se de uma sala e um quarto no R-
cife, para rapaz, propostas por escriplo com a let-
R- nena lypographia. ',
AVISOS DIVERSOS.
Na rna da Cambo i n Girmo n. 2 precisa-
,e alngar nina aun deriva on !jrra para todo o
*ervii;o Intern i e extern do non casa de familia.
I-inHi(J;ule daa jiIii.s da matriz
do C rpo Santo.
Por nutorlsa^ao da mesa teged -ra desta rman-
dade pego a lodos os no-sis chari-si*Jfe IrmSoj a
se reuoirem ucsl.1 m-tfir, para, encirnoradoa,
acom;iar.h ironas precisles que in-sla matriz leem
ile sahir pelo< actos d.i semana sania, endo a
l' id dia 3 de abril, as 7 horas da manta, a 2"
uo da 7, as (i horas da tjruo, e a 3" no dia 9 as
6 horas da manhai.
Consistorio da pnanJnde das almas da matriz
do Corpo Santo 31 de margo de I87I.
Jos Montelro de Siqueira;
Escrivao.
Declarapo.
Exisie nesta praja ama letra (unic) aeceitt
pe js abaixo assignsdos aos Srs. Magalhaes A Ir-
mos, cuja letra foi vencida hontera 30 do cor-
rente, na importancia de IA0JIOO ra. e como nio
fosse apresentada para ser paga, apenas appar-
cendo o caixeiro do Sr. Antonio Jos dos Ke$ di-
tendo que o Sr. Reis tlnha descontdo dita l-tra
aos Srs. Magalhaes Irmos. e que a mesma letra
se extraviara; avista disto, nio attendemos ao pe
dido do Sr. Res, por jolgarmos impossivel
pagar em que nos fosse apresentado o titu-
lo ; assim como, fazemos publico para quem
esiiver.de posse da mesma, vir on mandar rece-
ber, icando nos isentos de juros ou qualquer
responsabilidade que possa haver para o futuro.
Recite, 31 de margo de 1871.
Paria A Lessa.
Tsr
Precisa-so do una ama lu ol rscrava
para o servico de casa de p|c| fanjllia : a tratar
na rna. do Duque de Caxias 0. 5J (ontr'or* do
Qneimado) g; i
DO
I
O fiar.harel,lo Mariano Carneiro da Conha
nao podendo pela orevidade de sna vlagem a Eu-
ropa despedir- se pessoalmente de seus amiges, o
faz pelo presente, oflerteeMO-lhes all os seus
fficos prestimos.
Guarda-livos
Um Beit cidade, dispondo de tempo, encarre-
pa-se de fazer escripturagiies commereiae iior
partidas dohradas : qnem de sen presumo qnizer
utihsar-se deixe carta feixada no eariorir do es-
crivao Motta, ra estreia do Rosario o. 17, an
dar.
M
,. BRELAZABTAC- -
121 Regent Street W. oudrti,
Pela segunda vtz pede-M aos'Sra. raa5f
Cesar de Albaqnerqne e seo mano Jnvenno C.
de Alboquerqae o favor comparecerem loja da
roa da Imperatriz n. 48 a negoCfcJune nao igno-
Precisa-se de ama ama para
comprar e fazer oa mais ar-
_ _ranjos de uraa^casa de ponen
familia : na roa da Gamboa do flvmo n. 19, i-
andar.
Precisaba de unu ama para cozhar, q
enlenda bem: na rna larga dn Bqjario n. jfi.
^mife:

Iruitta4ale do weuhor Boa Je-
ua dos Puvi.
Wlm nome da-mesa regadora, convido ao* nossos
ios a comparecerem ao dokso conmsiorio na
Officiua de marmore
l/oTaKm' uadr? "" V "* ^"ISJL'IS '^J '* B ho"
quadro.
A luga se
Um cesa eom exeetlente sitio, tendo mnilA
fructeiras e logo no fundo do mesmo o rio Cap-
baribe,.qne o torna recommendavel : no Corredor
do 8. Joao, na Varzea : tratar na ra do Mrquez
de Olmda n. 60, OHtr"ora rna da Cadela do Recife
n. 13.
_^as da tarde, e
I %anharmos' as
A WT A Paga-se bem a uma ama que
**11*** saiba cosinhar e engommar para
casa de pooea familia : trata-se ra do
Vigarlo d. 6, 1. andar
I'recisa-so de um eaixWro portuguez de 18 a
16 annos de Made com pratica de taberna, dand
fiador a sua conduca : no paleo do Tergo n. 68.
Precisa-se de uma ama para o servigo de
uma casa de pnuca familia : na roa do Baro da
Victoria fanliga ra Nova) n. andar.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
CONSEI.H DELIBERATIVO
De ordeni doSr. presidente pelo presente con-
vocarle o conselho deliberativo para Mmio ordina
ria qnarta-toira 5 do vigente.
Secretarla do eunselln diihprativo do fiabinete
Portuguez de Leitura em Pernambuco Io de abril
de 1871.
A. /. Itorges Costa,
2" secretaaio servindo de I*
AMA
Precisa-se de um ama forra
ou escrata para todo o servico
de casa de pooca familia: a tratar na roa do
Imperador n. 81.
Os administradores da massa fallida
de Antonio Jacintbo Pacheco, tem para ven-
der por ordem do Illm. Sr. Dr. joiz do
commercio um relogio de oor com cadeia
do mesmo"metal, pertencente a dita massa,
quem o pretender comprar dirija-se roa
do Amonra, ?rmazem n. 60.
por vapor,
COMPANHIA PrSKNAMbUCANA
DE
\avega$do cnsteira
Goyanna.
vapf r Mamangnape se-
guir para o porto ci-
ma no dia 6 do cor-
rente a mcia noite.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
aheirn a freteT no scHptoi'io do Forte do Mat-
tosn. 11_______________________________
COMPANHIA PEHNAMBICANA
u
VaTega^So costelra por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Mamangimpe seguir pa
ra o porto cima no dia 10 di
corrente a meia noute.
Recebe carga, encommendas.
passageiros e dinheiro a frete m
MCriDtnrio do Forte dn Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DS
VaTega^So costelra por vapor
Fernando de Noronha.
Devendo seguir para Fer-
nando de Noronha nesies das
o vapor Parahybt em lugar
da v agrm que devana dar no
mez de maio prximo.
Recebe carga, encorcmen-
dase passageiros, comanlo qne vi-nham comas
formalidades legaes : no escriptorio da compa-
nhia Pernambnc&na no Forte dn Maitftsn. 12.
Irmaniade das almas erecta na matriz do
SS. Sacramento da Boa Vista.
De ordem do nosso irmao juiz convido a lodos
os uossos irmos para comparecerem em nosso
consistorio quarta-feira 5 do corrale, pelas 7 ho-
ras da manha, pira eucorporado. irmos aeom-
panhar a pnoeurio do Senhor aos enfermos qne
tem de sabir da mesma mairir, paro o que fomos
convidados pela in^a regatera da irmandade do
SS. Sacramento.
Consisto! o da irmandade das almas i' de abril
de 1871.
hedido.
Ao Exm. Sr. vigatio capitular pede-ie
para qui cyndique. so a licenfa de bito
qoe paisou o ajudatite do Sr. vigario de
Santo Antonio, o Sr. padre Estima (rece-
bendo a competente pa.aa) 6 pelo trabaIho
de confessar e dar o Viatico, porque o ca-
dver fui enterrado em 5 do corrente no
cemllerio publico desta cidade, e n) com-
pareceu padre algnm na dita freguezia do
bito, nem tSo pouco no cenHerio, isto de-
seja saber o
O Christao Ignorante.
Quem precisar de nma arna'de leite, dirjase
a rfc do Rangel Ii, S andar.
Engenho.
i las 64 manli^ ^m di
^|Tjcissoll quel^JR rfra
as tytoiman
. cisrj qn .
de sahir pelos actos da semaaa santa.
Recife, deaMI de 1871. ,"
? ChMpdpFernandes doCunha.
* O cirutAnentisu P. Mait. untine ao
e acom-
triz tem

sen consnnbno a
pu-
ma.Du-
blfco que ie\_
de Caxia*(outr'ora %ueima*)ji. 3l,4>ara os
ilhos de ana proflssio todos HKa/ uteitd*8
8 s 3 horas da tarde, e nos das fle' dominges e
sanlicaik ^JO as 3. K
Precisfe de uma ama para ctziqhar : oa
ra do Vitmo 8, 2* and ir.______ _
Precisa-se de uma ama $M
saiba cosinhar e
V^V
Arrenda-se o engenho Garra, sito na* fregnezia
da Escada, moente e wrrente, com Has obras
ptimo cercado tado davalado, etfellente d'agua ^W VBH m.' com
tem preporcfS para safrejar-se de- dous a tr^si *oa conduela : mil pes, e dista da eetacio de Frexeiras apena* ~*^-
duas legoas : quem bretend r dirija-se ao enge-
nho Damburral a tratar eom o capitao JosJ'erei-
ra de Aranjo.
Precisarse
alugar metade de um pequeo sobrado para ti-
paz solteiro. e qae seja na fregoezia de Santo An-
tonio : a tratar na ra Direita n. 31, armazem.
aBnHBBMHBBHRnuBuaen
l>
O escrivao,
Alfinso Monteiro.
AMA l'recisa-se rie
n.i.Uillen|ia fl|f)OS .
33, 2" andar.
nina ama de leite que ao
oa rna do Livramento n.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navega^o costelra por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acaracu e
Granja.
O vapor PJrnpnma commanr'an
te Azevedo, seguir para, os por-
tos cima no dia 13 docorrentt
as S horas da tarde. Recebe car
' g at o dia H, encommeeda?,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas di
tarde do da da sabida : escriptorio no Forte d<
Manos n. 12.
dover seguir com pouca demora o brigue portu-
guez Triuuipho : para alaumi carga que Ihe falta
e passageiros, irala-se com S ares Primos, ra
do Vigario n, 17.
Porto por Lisboa
P>ra ests pertos vai seguir.com muita hrevi-
dade o bem eonhecido brigue portuguez Rrltim-
pngo por ter ja parte da carga engajada : qut-jn
no mesmo quizar carregar ou ir da passagem
trate com os cooiignaiarios T da Aquino Fonseca
dr C: Successores, rna do viirario n. 10.
BAHA
O patacho Inglez Nmarno segne em poneos
dias para a Dihia : para carga irata-se com Tas
o Irmos A C.
.........-------------------------------------------
LEILOES.
do sobrado dt 3 andares da ruada Cruz n. 59
assim como lodo o dominio directo dos solos da,
casa ns. 7?, 75 e 79 da roa Vetlia a dat^cssaal
n*. 4i, 4C o 48 da ra da Glorij, fregqeiia da
Boa Vl'ta
QUARTA-FEIRA 5 DE ABRIL AO MFIO blK
Por taterveni;5o do apetite Pinto
em aen eacriptorio i roa da Crnz n. 38.
de
dous bous engenhos, a 14
de abril prximo,
do Illm. Sr. Dr. juiz de direilo es-
ifcjoifefta -cidade, a requerimenlo
refda massa fallida de Siqueira A
Por ma
pecial do
dos adadl
PereirajfcABUiirafarA lailio publico dos bem
cooaecilortigehi*.rjflomi(ia(l s htunir e Mon
* PlMifioffltqMfs fora penborados por execu-
e>*f ditoi admiaistradjres i viuva n herowo
do Dr. Ignacio Nery hrfonswa, e iJWttaW* i
mdicada massa :
AMA.
Precisa-se d'uma ama para eozinhar e comprar,
para uma familia de duas pessoas : a iraur na
ra Nova de S. Hila, n. ti.i.
Com surpreza temos um ouuncio qoe o 3&
Jos Joaquicn Alves fez publicar neste Diario, cha-
mando nos a negocio de nosso interesas ; em sa-
u>fae>) ao publico e paia q .e niugoera faQj tm
jwzo menos favoravtl a nos respeito, de vemos
declarar que. nao tendo nos iransaccao alguma
com o Sr. Alves, suppomos que som-js chamados
para pigarmos a qoantia de qnareota e tantos
ii.il ris, que llcamus reatando ne um sali de eon
tai a ma>sa fallida de Alnieida e Birges, anda
mais nos sorprehendeu esse annuudo porque fui
m Paiva pessoalmeute ao estabelecimenio daquel
le senhor por duas vezes allm de satisfater o refe-
rido s;;ido, o que nao consegu itialisar por nao
ter em nenhuma dessas vezes enconirado S. S.
Ora, como o Sr. Alves, ou quem quer qne seja,
que em seu no ate lenha publicado o annuuci > a
que respondemos, nao ignoro que mgramos e so-
mos establecidos, um nos Remedios e o outro no<
Afogados, all pode prociirar-nos que propia-
mente pagaremos essa grande quantia pela qnal
S. S. nao duvidou chamorraos por este Diario
Recife Io d abril do 1871.
Frncisco io, de Pava.
Jos Ferreira Campos.
Antonio Teixetra Lopes convida seus parantes e
amigos para assnrein as missas que por alma de
seu finado irmao lelo Toxeira Lopes, sero cele-
bradas no dia 4 as 7 horas da manhaa, na matriz
do Corno Santo._____________________
Letra.
A pessoa que esliver de posse de uma letra sa-
cada por Fonseca & Santos e aceita por viuva,
Santos A F.lho de 653*710, vencida em 13 de de-
, aerateo prximo passado, queira dirigir-se rna.
. dA Uvramesjo n. 21, e.-tabelecimenlo deConcal- Ti
vea too A C. para receher aquella importancia.
Gozinheiro.
Preci*a-se de um ozinheiro estrangeiro
ra do Livramento J^ti, loja
na
Juao,uiui m-etra ArauuM, cun ioj ue chica-
do na praca da Independencia ns. 13 e 15, avisa
aos seus devedores que deixou de ser seu caixei-
ro desde o dia 12 de margo o Sr. Uanoel Augusto
Candido Pereira, e desla data em diante tomou
i'onta da cobranea o Sr. O-valdo Leovigildo de
Brito Macedo. Kcife :j de abril de li71.
ir -iimi na TrnmT it innaniaai mm

Joaquim Luiz Vieira e seas filbos agradecem
cerdialmenle a t idas as pessoas que se dignaram
assistir aos sutlragios de sua rpiorida esposa e
mi,que (iveram lugar do dia 31 de marco, na
matriz do Corpo Santo ; e de novo pede por'espe-
cial favor a todos os seus amigos e eonnecidos
para ouvirem nma missa ipie pelo repooso aterno
de sna alma ser cefetirada na* mesma matriz do
Gorpo Santo, quaru-IVira 5 de corrente, pelas 8
horas do dia, pelo qae desde j Ihes Acaremos
muilo gratos.
Estrada de ferro do Recife _
Oliada e Beberlbe.
Na quinta-feua santa tero mais um trem as 10
Ir?, ida e volta, s-xtaMra somenle a tarde haver
irein, sendo meio dia. 9, 4 6 de ida, 1. 3 e
5 de vjlia de Olind*.
O superintendente,
__________________A. de Abren Porto.
Joaquim Jj di Costa Pinhoiro tendo a re-I
tirar.se para Europa tratar de sua sanda, passon
o seu esibelecimeaio de cauoas e alvarengas a
seu eoncuuhado o Sr. Nicolao Joo Ldstooe, do-
clarando nada dvor do mesmo estabelecimenU',
nem to poueo de montas particulares; mas se
porveotura boover alguem que jnlgue rer sen
credor, dever apreseoiar a canta respectiva noJ pottogoez
praso Ue oito djas, a contar da, data deste annnn-
cio, para aer immedialameote embolsado. Recife
3 de abril de 1871,
rt i' f
f>Lcp, e
e^vir
Padarla, sillo e casa separada.
Arnga-sea padaria do largo da Tamarineirm n.
3 eom todos os pertences, propria para, qualqner
principiante, bem como o sitio com diversas mo-
res de fructo, e uma casa separada no mesmo
lugar n. 3, pouco acabada, cora accommodaefes
para pequea familia : a tratar no mesmo correr
p. 7, ou no largo da escadinha da alfandega n. 3.
O abaixo assignado srguindo hoje para Lis-
boa uo paquete Oneida, e nao tendo tempo de oes-
l> d r-se de. todas as pessoas que o bonram com
sua araizade, prevalece se desle meio para o fazer
e pedir descolpa de semelhante faltare offerecer,
durante o tempo que alli estiver, ou em ootra
qualquer parte da Europa, para onde vai tratar
Je sua saude, os seus limitados prestimos.
Recife de abril de 1871,
Jos Joaquim de Paria Machado.
CADETE DE CAVALLARlA.
Na rna Direita n. 53 ha precisan de fallar-se
ao Sr. Herenlano Cavalcauti de Aibnquerque, ca
dele de cavallaria. __________
Grande casa e sitio.
Alnga-se a grande casa da estrada do Rosariohe
n. 10, com ajcommidaces para grande familia, e
inmenso sit o com arvoredos para desfructar, com
excedente baixa para capta mesmo na maior tor-
ca do verao : a tratar no largo da escadinha da
alfandtga n. 3.___________
O abaixo assignado, lendo*oo Diario do !
do corrente nmf%p|Uincin s6b o nome de D. Jose-
pha Clara da Srtv*, viova de Joaquim Fernandes
de Azevedo, eonhecido peloCanastrelro, qnin
to ao sitio que Ihe consta quererem vender, vem
le novo declarar qne sondo sua molher e sua cu-
nhada V. Agapita Joaquina de Azevedo lierdeiras,
protesta qoando f>r conveniente e como adminis-
trador dos bens de sna molher, contra qualqner si-
mu la cao ou contrato que alguem 8zer com o mes-
mo sitio sem ello ser ouvido, e quando for nesta
occasio mostrar os seus direitos. Outrosim, pede
quem no nome da Sra. D, Joseph annenciou,
que responda ;1.* se a mesma senhora fez in-
ventario por morra de sen marido par* dar os de-
vidos quinhSes aos herdeiros ? No caso afQrma
tivo, por que jnlzo e qnal o sartorio ? 1. m a casa
edificada no sitio em questo, o est quite! com
a fazenda nacional sobre dcimas, e desde quan-
do? Finalmente declara que nao responder a
mais annuncins e est disposto, quando Re fie
qualquer negocio oom o sitio, a proeurar jndiciaj-
mefiieo* aeos direilo. os quaes nao slo elranhos
ao* thos da mesma Sra. t. Josepha.
Recife. 3 de abril oe 1871.
Francisco Mnniz Fiirtndo.
foftc Antonio Basto.
D. Maria Felicia da Conte^So Bastos, e
sena s< brinhos agrarlecem cordialmente aos
parentes, e amigos que s d gnarara asaistir
aos sulTragios' prestados sna qneriro. es-
poso e tio, que liveram logar no dia 30 do
corrente na capella do cemiiero pnl>
de novo Ihes pedem 'se dignem de
uma missa qno pelo repouso eterno" do
raejmo sen querido esposo e to seta cele-
brada na mesma capaila no da 5 de abril
s 7 horas da mah3a.
Tendo de se dar cometo a demolic3o
do predio arrematado que servio outr'ora
para a>sembla no Forte do Mattos, convida-
se a todos aquelles que tiverem obras a
comparecerem no mesmo predio pira com-
pra de materiaes, e madeiras, como sejam
boas portas e portadas do interior e exte-
rior, janellas com Tidra^as, soalbo, forro,
bom travfcj^mento, escada, etc. ; emfim
tudo de que se comp5e o mesmo predio,
que se vende por preco muito barato : a
tratar no mesmo predio ou no escriptorio
e Jos Joaquim da Costa Maia, roa doTra-
piche. ________________
#
AMa
Ljere. se esc/aja.
rfeicae e d Dador a
ro de ma/coa. jg.
I'reeisa-se de una anta qne
iba fazer o diario de ama ca-
de pouca familia : tratar
na ra
tr'orl ra
Primeiro do Mtrco, ot
i Wl.
Ama
T
do Crespa\
Prt-
------------------.....
recisa-se alugaruma ama forra par
comprar e engomntar : na ra do Cabn-
g n. 2-B. ?
Va roa do Firai n. _i, tabercui,
precisa-se de nma am#qne taina
comprar, eozinhar e lavar, para casa
de penca familia, prefere-se preta:
A Sra. alaria Candida Vilella, professora
liarlicular, que morou ou mora em N. S. do O'
em Goyanna. rogada a vir rna do Calinga nn-
mero 2 B.
Aluga-se nin preto cozinheiro e copeiro, as
he engommar e lavar, proprn para casa esirao-
geira, ou hotel: na rna da Cadeia Velha n. 1,1*
andar.
Paga-se muito bom alugnet a uma ama q
cozlnho e cumpre : na rna do Sd nl3.
u.-.

IRMAND4UE IJU SS. SACRAMENTO
MAT8IZ DA BOA-VISTA.
De ordem do irm5o juiz convido a todos
os nossos irruios para no dia Ti do corrente,
pelas sele horas da manlia, comparecerea
na mesma matriz, afim de acompanhsr em
comojuftidade a procissao do Senhor aos
enfermo*, que tem de sahir da referida
igreja. '
Consistorio da irmandade do SS. Sacra-
mento da matriz da Boa-Vista, 2 de abril
de 4871.
O escrivao,
Simplicio ia Cruz fiheirn.
BRAZILIAiS STREET
Railway Company (Limited)
Na manha de Quinta-feira santa, os tren*
andaro conforme a tabella e tarde s
havero os trens soguintes:
Do Recife Apipucos as \1 1/2, 4, 6,
8 e 40 horas.
De Apipucos para o Recife as 2, 8, 7, e
9 horas.
Na Sexta-faira santa, s havero os Irens
seguinles: _
MANHAA
Do Recife Apipucos s HJ/.boras.
De Apipicos ao Recife s 8 horas.
TAROE
Do Recife Apipocos as C 4/2 e ) 4/2
horas.
De Apipucos ao Recife s 4 4/2 e84/2
horas.
Na qoinla e sextafeira sania n3o haveri
trens de carga.
Escriptorio da companhia, 2 de abril
de 4871. *
William Rawlimson.
Gerente.

ESCADA
Na ra da Imperaniz n. 3, 2* andar, -alu-
gara-se duas negrinlias, uma de ti annos e outra
de 15 anuos pana servico interno dn caa de fa-
milia : tratar na mesma casa cima indicada,*
e a qualqner hora do dia. *
Pede 99 ao Sr. Joo Leite Rodovalho, ron leu o
fi eogenho Mangueira, oa freguezia da Escada,
favor de vir uma das padanas desia villa a
neg :io que S. S. nao ignora, nao vindo se dir
por este Diario o,nal o negoeio

ATTENCAO
Chama-se a ltenlo da Illma. cmara mnni-
cipal e do Sr. engenheiro cordeador, para nma
obra qne se est fazeodona travesea da ra Bella,
cujq, dftno pretende rom ella fechar um pequeo
becco, que abi ha e quo serve de traozilo para
casas nelle edificadas, poe so qne j assenton
sobre terreno delle cincl^llmos e tanto de ali-
coree.
E' mcri*el.qne sso assim accooleeendo em nn
lugar lio publico, e ainda mais que somelhante
obraje, e-teja fasendo (segundo diiem) sea Ii-
cenca.
0 mni digno Sr fiscal de Santo Antonio compe-
te verificar e impedir qne semelhante obra assim
prosiga obngandn o Amo ou propietario
a desmanchar o alieerc que j fez no terreno do
referido bceo.
O morador da travessa.
----------4-
Attenpao.
Na roa do Livramento u. 14 precisa-se fallar ao
Sr. engenheiro agrimensor Procopio Epamiooadas
de O iveira Bredermlo^, a negacio de ma internase.
Preci-a se de um Uimeib idoso 8 se.u fami-
lia para ensinar prirneiras letras fra deca eida
de : trata-se pa roa dos Pires n. 78. -
Auiouio Jos de Snusa, Augusto Ocuviano de
Souza, doclaram a quem possa interessar, que
dissolveram amigavlmenie asoeiedadequetiohaui
nesta cidade sob a Urina de Augusto Octavian de
Souza k C, e qoe l exmela -Arma nada deva 4
pfswa alguma ; no enlamo se alguem se tutear
com direlto crdor), dirija-se 4 roa do Daqne *
Caxias (mtr'ora QueimadV) n. I, que ser mm
diAUmente pago.
, -^^^eiiMe eporiuMH An-
tonio de Quadros a neguolo de m wtoem* : pd
de aonun.iar por ente Oi'orto pira ser prooorado.
V |iicin InleresKar.
D, Joseoha Clara da Silva, deparando no Diario
de Pernambuco n 71 eom um annuncio de Fran-
cisco Munlz Portad, sob o titulo A tanga-i ,
vem pelo preseate protestar contra o mwmo an
nuncio qne sem razli de ser nom fundamonlo
Igom, vem fri la em seus diraitos.
Prnc-oo Mumz Parlado, tendo herdalo m
qoinhao ni sitio qne Qca em frente ao porta i do
palacete do Exm. Sr. visconde de Sutssuna. no
lugar flenoninadoP.imbal, e havendo-se des-
reito do mesmo qninho par uma vena feita ao
foneel Mina, nenhura dirtitfeiibsolu-
tameotetem sobre o mesmo sitio para se,a$re.-en
lar em publico oom o faltada aontncio ; erqnanto
i uliinj* parte delle, qoe' me dn respeito, fergun-
tare i ao Sr. Portado se Ihe consta, asiim como
qnem quer que seja, quo a miaba docreptude
tenha-me despido dos direitos que as leis do meu
pato me garantem, e que hei de fazer valer con-
tra o mesmo Sr. Fuado u a qualquer outro,ee
a isso for provocada ?
A resma D. J opha Clara da Silva precie ao
Sr. Furtade, q a quem inleressar possa. que leu-
do de re'lirar-se dosu provincia, deixa como seus
procaradores o hachare! Francisco Leas de Svu-
ta Rangel e o Sr. Pelix Ferreira de Lima, o e
faz publico para que ninguem se chame 9 Upe-
rancia,_________
Casa no Apipuoo*!'
Alagarse uitia pxcellentr, caM no pro-
>Ma a estaelo; a trata na tua-d
i, 1 indar.__________.
pira,
rasa de familia : tratar oa mi
Vigarl) o, 18,3* andar.
Cozinheiro
Prectsa-se de nm coinheiro para peqnena fa-
mllia : na na ov> Qneimado n. 13, botica.
gdalon
Coma
o sobradoTi. 7 da Passagem da Magdalena : a tra-
tar eom J I. de M. Reg ra do Commercio nu-
mero 31.
do
10
o
O abaixo assignado participa ao wpeitavel pn-
Mico, eort especialidade ao orno do eommerelo,
que achando-se muito doonte retira-se para o hoa-
pnsl ponuguez, visto sua molestia aer de muilo
fifigo.
Recife, 3t de mareo de IS7I.
^ __________Maihias Jos de Mallos.
lo CfBrrretcf do Itecife e o do povoado
dos MUito*.
Os abaixo Aind.s fasem ver ao commercio
e ao publico qne mnd*raTnn firma de Almeida
& Curvadle para a Almeja A Barbosa.
Povoado dos Motitea, 3 de maro-i do 1871.
Jsao Uaihias de Almeida.
Joo Baroosade Carvalho.
Pre muhillcdos deoentemente, e tambem umt chcara
com Loa casa entre a ponte da Boa Vista e a Pas-
sagem da Magdalena : para informagio, dirija-se
ao hnial d'Burop.1, quarto n. 9.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A rqa Primeiro de Marco (outr'ora roa
Crespo) n. 23 e casas do costuae.
O abaixo assignado, tendo vendido nos ten te-
lizes bilhetes quatro quartns n. 2:tt com a0O|.
dous meios n. 13'ii com 900*, um meio a. t5iu
com 400*000, nm inteiro n. 8465 eom MO*,
quatro quarlos 1925 com 1004, nm meio n. 805
com 100*000 e outras sones de 40* n J0|OO dn
lotera que se acabo'i de extrahir (187"), eosvidn
aos possuidoreg a virern receber na conlarndadti
do costume sem descont algum. h
Acham-se nada os bilhetes gJKnidos da
8.a parte das MMUs, a benecio da matru
S. Lonreneo da Waffi (itW.*), que sa eiirair na
nuarta feira 12 do correte. ^
PRESOS. ^
Bilhete inteiro 0*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*800
Em porgao de 100*000 para cima:
Bilhete inteiro 5*100
Meio bilbeto J*700
Quarto 1*350
Manoel Martina Final.


?
>.
P


Rna do Baraod
Victoria^
Outr'ora ra Nova n. 6% eeasa
do costun^
latMffi
4*
- O captiao Mantel
iuaajiiMi do* Pasaos faz
comprar a pro-
sita no quart >
wadog qoeexami-
iropriedade, anm ds
j acerca dos limites
n,. SO de marg i
Pasws.
dir pessoalm
za le pela ra
fax palo nrese
timo em Port
I om leropiH*
Iciqulm
w p/OeiWo dMpo-
possoas de sna ami -
incemmodos de atad ;
ecaodo se* Mmitade oras
onde pretende mldir por t-
Pranelsco da SlWa Joaior..
Bilhetea carai
Tela.
O abaixo assignado acaba de vender entro o
seu mnito feliz.* bilhetes asorte de 400*000001
um meio de n. 2510 e um meio de n. |KJr*eom,
a sorte de 100*, alera de outras serles menor*
de 40*000 e 20*000 da lotera que se canon da
extrabir (187), podendo seus nossuidores viren re-
ceber, qne promptamente serao pagos.
O mesmo abatxe assignado convida ao rospei-
tivel publico para vir no sen stabetadmein
comprai os feizoa bilhetes garantidos, qae ajo
deixar de tirar qualqner premio como rova.peioa
mesmo* annuncios. m
Acham-se venda os mnito MUh
rantldos da 8* parte das loteras
igreja murta de S. Lonrenco da
Inteiro
Maio
Quarto
De
Joaqnlra da Com Lotw.

I
llili


Diario de Periiaiubuco Ter
'n: J -" --'--' ':
BOCADOR MARITM
VAPOR PACIFICO
cualificado em Lloyds de primeira
classe (A. 1.)
AGENTES WILSOHS & HETT
14Fra$ do Commercio14
Este vapor de reboque, com for?a para qualqaer servifo dentro e fra do porto,
est prompto a qualquer bora para o reboque de navios entrados ou sahidos 0 para
acudir a. naufragios, on a ontrotquaesqaer sinislros martimos.
os preQbs (lo servico do reboque serlo seropre mdicos e razoaveis, e podero
ser prviaracnt* combinados no STiptorio,dos agentes, caso qae assim o julgoem con
WenieBie. ,^m
j_____--------m

IMWWB
-?# ej*
coi* antes, na ra Formosaji. 14, tonho a honra de pedir a generosa proteccio do
illojpe publico e das Exi^^mirtas ^m lodbs os ramos em qae at agora m'a dis-
Gustavo Wertheimer

ni
lai Crues n, I, pri-
eire andar, da-se di-
nhelro sobre pcnhores
de onro, prala e brilhan-
j tes, seja qaal for aqoan-
lia. Na mesnia easa com-
pram-se osmesmos me-
taes e pedras.
ixuL**fami
pfinsarara. ^^
BecifH 2%de fevereir
jrcironMh
871
^PEliEBfte DES DAMES*
Ce*magasiil vient da ree_
el avec dea gamitures Jes coulleurs
tulle nnir el en paill ? noos som
qu'il a de plus bom au march.
La Plata des jolis chapeaux eo vellour, ee qu'il a de b*m
lus modernes ; npus avons regu aussi es riebes capots en
*suas que cen^roels qae nous venens de reeevoir c'est ce
A chappellerie da
ehapelinas pretas e de cores
pos di) vellado;
t>om an marenu. -
Riiagio (^t>ug n, f 2, pffiaeiro agdafr
"CHBEOS' E .VELLUDO
proprias p
fazemos notfPa9 E&inas. Sras.
3l(
de receber pelo La-Plata um completo sorliraento de
;emana santa, assim c4_o um bonito sortimeato de cba-
uossos chapeos sao de bom velludo e nao de
d<_t Damos
1
verbntina, como a aicr parte dos qfc'ba peo ffierado. Convidamos as xroas. Sras. a visitar o
veroiuuia, cot!') a i_ioi yaiie uua i|j-ii ho'u ww-uw. uwa- ~ _.._-.-. _.-.-.- ....._,
nosso i.itabelecimento DROGARA ESPECIAL
HOMEOPATHICA
DE
JOS LVES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jusc Vives Tbenorio, professor em homeopatbia, Uf^^e retirado do
laboratorio Itameopathico o consultorio dejro Ilustre e HSR amigo o Dr.
& Sabino 0. L. Pinho, que por muitos annos BStiveram sob sua direceo, tem-
3 se estabelecido sob a i. ca de J s Alvos Thenorio 4C, roa estreita do
Rosario n. 3, onde, animado pela confianca com que honraram-n'o os amigos
da bomeopatbia, Ibes oflerere o ao respeitavel publico um completo sorti-
ment > de todas as preparaces bomeopathicas conhecidas, recebidas das mas
acreditadas casas de Londres e Pars, e indgenas, bem como tudo qoanto
diz respeitj a l>omeopathia e sua pratica, esperando que continoem a hnra-
lo com a mesma conianca, para o que nao se poupar esforcos.
PRECOS DAS ROTICAS
SUMILOS
1 botica de 12 medilamen'.os 10(5
I 24 20$
I 1 36 1 300
I 48 1 35f9
I 60 40(5
1 120 700
Su i DtetS 68888 boticas 303 Srs.
5 jciioy, c-heiei da familia, capites de navios, e em geral a lodos qaantos qui-
2? "zerem dedi ar-se a pralicf da homeopathia.
v'; Medicamentos avulsos pelos prefos das outras drogaras, bem como
Chocolate de Londres e do Maraniio para uso dos doenles em tratamen-
to pelo systema homeopathico.
TINTURAS
1 botica de 12 medicamentos 15)5
i > 24 25,5
1 1 1 36 400
1 48 500
1 > > GO 600
1 > 120- 440(5
mdicos. senbores de engenho, fazen-
wmmmmmmt
Gu.irda-roupa.
Vende-se am novo, viudo da Europa cora
pelb) 'le 5 a 6 salmos. _______________
es-
ATTENCAO
Casaqulahos A duquez:t.
Dd gorgur) preto ricamente enfeitados recebe-1 Custodio JOS Alves GuimarJes. QDICO
ram:se na loja da America;- roa do Cabng n. 10. BOCIO gerente da casa commercial de Gu-
J0S0 Jos do Carvaho Moraes.nao ten-Imares, Pontes <_C, desU praca, previne
.do podido dt3pedir-se d pisoas de sor* qoem interessar posea, que est'promo-
au.isade, em raso da sua prxima viagem vendo a dissoluc5o d| mesma firma, t n-
a rrlLdo Rio.de Jancj o faz pelo pre trar em seguida na respectiva liquidaclo,
seate, Wofferece s melhas seiimitado sendo que n3o ha letras pelas qoaes esteja
presumo naquelle lugar ; mitro sin, deca- a firma respqnsavel, e nem o annunciante
ra que duynte sna ausencia deixa encarre-
g:dos de seus negocios a Moraes & Irmo,
iruada Madre de Dens n. 5, Io andar.
* Hypothecas
So armazem n. 16 da ra do Imppra- B|
dor, se dir qaem di alguns centos de JS
ris sobre bypotheea em predio; u?stt H_S
cijiade.

Companhia Al iianpa
DE
maritimos estabelecida
segur
na
os
fiahia em 15 t jan
de 187(

CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Tom ,-eguro da mercadonas o dinaeiro a risco
maritimo em navios de vella e upores para den-
iro e lora do Imperio. Agencii ra do Com-
mercio n 17, escritorio de Joaqnira Jos Gon-
*ealves Beltro.
PaiMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHICO
Dirigido pelo r.
SANTOS MELLO w
Os Tabiuntes do interior podem-no
coosultar por 'jscripto, no que serao sa-
tiifeiloseom priMTiptido.
i.vse tambem a chamados para o
Interior, prp<;o mdico.
Onsmlias, no consultorio das 10 horas
ao nieio dia.
Chaados, a qualquer hora.
Aos phres gratis. m
43Ra do Barao da Victoria43 I
(mtiga ra Nova). g
Au belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cette Creme dalicieuse, unlversellemeot rpan-
due en Angleterre, oii les ftmmes sent si renom-
mes or la oeaut et la transparenee de leur
teint, diit sa rpntai ion aux element balsamiques
et onclaeux qui la composent, ainsi qu' sa cons-
tante efflcacit pon* adoucir la peaut la rendre
plus blanche, et contribuer ainsi la s&nt et a la
beaat, qui, toajoac, sont inseparables.
On la recooirnarde centre les irritations de
I piderrae, telles jue Bootons, PHKLron, Ta-
CHSS H ROOSSEDB, RoGEUBS DE LA FlODRR, et
contra les laches Epatbiques et les rp_o__sc_n-
c-t. C -lie Crme convient spciaiemeot aux fem-
les eoceintas pour prevenir LE MASQUE, auquel
alies sont sujeUes.On s'en sen encors pour era-
cher la figure de le bler par le froid oa la trop
graade ehaear.
Vwde-se petxi nos vjveirt da apll *>
Raroed oa 00a diaa quarta, quinta, e sexta-teira
da paixio, de maohJ.a.
as pretende firmar dorante a mesma disso-
lufSo e liquidaco. ^
_______ Custodio Jos Alves Guimares.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
ineiro sobre penhores de ouro, prata pedrai
ireciosas, seja qual for a quana; e na mesmi
a tse compra e vende objectos de ouro prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de _
kjuunenda, e todo e qualqaer concert' tendent
\ mesma arte
AOS 5:0004000.
Esto i venda os feliies bilhetes da lotera da
jahia, na casa feliz d^uco da Conceico, loja de
>urives no Recife.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOCiO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
aesta praca, toma seguros maritmoa sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, m ;rcadoras e mobilias : na
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
00***
O Dr. Pitanga mudou a sua reaiden-
eia para a cata n. 11 da roa do Viscon-
de de Albuquerque, amigamente atraz
da matriz da Roa-vista, onde pode ser
K procurado as horas j estabele:idas para
1H consultas e chamados.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.aira de Mello, 4
crivao na cidade de Nazareth desu provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometleu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, denote para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e naia cumprio,
e por este motivo de novo chamado para Ato
fim ; pois Y. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, a quando o aenhor seo
Oh o se acbava no estodo neau cidade.
CASA DA FORTUNA
RA DE MARCO OOTR'ORA DO
CRESPO N. 13.
los 20:000*000.
O abaixo uiMMo lera senpre exposto i van*
da oe felaes bilbles do
Wo de Janeiro, p_
prnapimame, como nim, tnatqaarari-il').
nspoft.
Onetto tSSi.
Manoat Marti Fu

I DE RUI
RODRIGUES di 1RMA0
Roa do Mrquez de O] inda n. 6
Veode-M om auetUota cofre de farro, pro-
va de feto, por piles mallo commodo.
num ta a
AGUA
-DE
TICHY
HAUTERIVE CELEST1NS
Vende-se em gcosso e a retalho
no armazem fia ra do Vigario
n. 11.
ALTA DVIDADE
QUEM ?
Sahio a luz esta linda polka para piano,
composicao do muit) sympathico maestro
I. POPPE
que (So applaudido tem si !o no tut-airo de
Santo Antonio.
Arha-se venda no armazem de pianos
e msicas de
A. J. DE AZEVEDO
rui do Baio da Victoria n. 11 (d'antes ra
Nova).
Tambera acaba de publicar-se a linda
qoadrilba
Saudades da Infancia
Acba-se venda na mesma casa.
Peraambuco Street Raiway
Oorapiiiy.'
De ordem da directora, convida-se aos
accionistas desta Compat.hia, a rcalsarein.
denlro S) praso de vinte das, a reganda
entrada, de 20 % do valor das ac^es; no
kriptorio de H. Forsler A C, ra do
Commercio n. 8.
Recife, 15 de marco de 1871.
//. Il.twilt.
Assistant "'freasurer.
COMPRAS.
Na roa da Soledade, sitio n. 33, compra-se
om carro e um boi, sendo grande e gordo.
COMPRASE
Frascos vasios da tintura laponoza ; a ra Du-
que de Caxias n. 50 e Mirquez de Ol oda .51.
No armazem de leudes da roa do Imperador
n. 18 compra se trastes usados, qaal per porcao,
zendo bem conservados. .
VNDAS.
Vndese no engenho do Drum gado do pas-
to para acongue: quero qulzer compra-lo all
pode apparecer todos os dias das i as 6 horas da
tarde.
VeLde-s
1
urna casa terrea em Olinda rea d- Mathias Fer-
reira n. 13 : a tratar na ra do Cntovllo n. 4.
Luvas de Jouvm mu frescas,
JBRranca?, pretas e de cores, tanto para homem
como para senhora, receberam-se na loja d'Arae-
rica, ra do Cabog n. 10.
tt CASAQU1NHOS A' D'JQUEZA.
Degorguro preio ricamente enfeitados : rece-
beram-se na loja d'Ameiica, ra doCanng n. 10.
A
Vende-se sienas com farioha de mandioca, me-
diodo 18 cnias, pelo baraiiimo nre;o de tit cada
sacco; na ra ao Blarquez de Olinda n. 40, es-
critorio. ______
Veiide-se
a casa terrea sita ra Imperial n. 127 : quem
pretender dirija se roa das Cinco Poetas n. 116
'3-A13.
Ka Hna do Crespo numero *
Madapolo francez, peci d>> 20 vara', a '34, dila
de algodo largo, marca T, a 54500, cortes de
meia easemira de algodao a lifO : na ra do
Crespo n. 80, loja do Guilherme, __
Pedras grandes para moihos,
A' venda no armazem de J.iaqnim Lopes Macha-
do .V C, travessa do Corpo Santo n. 13.
S
J
1T1
Li!
Na loja das seis portas em (rento do Lvt_mrli-
to, esta-se liquidando o grande sorlimeot) de (a-
zendas que tem, e entre ollas vende-se chitas de
todas as cores e gostos a 160. 200 o* 140 o cava-
do, madapoloes peca com 20 varas a 41, 4*500,
5*, 6*500 e 6* rs., muito fino, eass de cores
a 840 e 280 rs. o covad e todas as mais faseodas
por presos baratissiraos.
Liquidapao deloupa
fina.
O proprletirio do grande trmaiam da Ion, si-
to na roa da Imperatrlc 0.0, qaarendo Uaklf
ai vandal de Ovolnan de loneai floai Maeo
(atol) raioWeu'sa a vnier aoyareniaMi mHma
toea para eb cora 81 peca MiVWitlulmo
prteo do til. nm ser'leo da mauomplato para
Untar, eom 170 peis, palo admlrave preeo de
BOIOOO, malo dito da mesma lonca eom metida
das pecas por 45*000, pratoi fundos e rasos de
9 polegadas a t*6O0 a duzia, ditos pequeos de
6 polegadas para sobremesa a 1*800 a duzia, cbi
caras c lavadas a 2*800 a duzia; as: im como
bacas e jarros, e outras muitas pecas avulsas que
se vender por prego qoe ninguem poder ven-
der.
. Carroi; is
Na roa do Livramenlo n. 38 se dir quem lem
daas carrocha das que trahalhao *na allandega as
quaes se vendem muito baratas. _________
4t
Loja de Gaspar A. V. Qoimaries.
L5as com mselas de seda, fazenda superior e
mais larga que chita franceza a 500 r*. o covado.
Dila com listas a 360 rs. o covado, chitas roiu-
dinhas a 200 rs. o covado.
Dita superior a 240 reis o covado. dila 160 rs.
Dita maiisadi a 200 rs. o corado.
Dila escocesa de cores flxas a 240 rs.
Cambraias d> cores flxas a 280 rs.
Ditas brancas a 4*, 4*500, 4*8(0, 5*600 e
51600 a pees,
Madapolio bom a 4*900apega.
Dito a 5*, 5*800 e 6* rs. a peca.
Rus do Dnqne de Caxias n. 43, amiga rna do
Onakaiano t. V_____________________
Vaode-se rab raa tiu roa da Fandico
(oes Santo Amaro) n. 7 : qoem preteeder dirin*
i'aaaasroa qaa achaj com qnetn traur.
Vande-sa na ra Direita ou Mar.iio Diu n'
.polvos mdtto novos e seceos 1140 rs. alibr'
I!
Ninguem pode competir com o Campjs da
ra do Imperador n. 28.
Para a qoaresma:
Racalhau superior a 120 ris a libra, on 260 o
kilo.
, Polvo? a 200 r. a libra ou 440 o kilo.
Arenqoes ein >almoura a 40 rs.
Latas conuceixe porlngnez a 1* cada urna.
Quartos debitas com ssrdinhas a 400 ris.
Meias latas com dita1* a 600 rs.
Latas iuteiras com ditas a 1*300.
Gigos com b Hilas a 1*100 rs.
Ovas do sertao e latas com salmn o lago Ha.
Para depois da quaresma.
O Campos ainda por mais urna vez tem a honra
de avisar aos seus numerosos amif03 e freguezes
em particular e ao respeitavel publico desta cida-
de e seas arrabaldes em geral ; que tem envida-
de todes os rreios a seu alcance, em f.zcr reunir
um grande o variado srliinento de aceppes pro-
prii para depois da quaresma, tempo em que
se deixa a abstinencia e m entra nos regabofes.
Se urna pessoa qner alisf.izor as exigencias do
estomago, nai tem mais o que dirigir-se ra
do Imperador 11. 28
ARMAZEM DO CAMPOS.
Um bilhar.
Vendo-s um bem bilhar eom todos 01 perito-
OM : i tratar na rna larga do Rosarlo n. M, leja
doVunni.
A
lilUliH

VIDROS
A Esperanoa, rea-Duque de Caxias n. 77 A
(antiga -i Qeimado) acaba de receber um com-
pleto sorlimento de vidros de espedios para todos
os tamanhos, de 7 a 40 pollegadas. Na mesma
loja tamnem se v. nJe diamantes para cortar vi
dros, todo per barato preeo : na rna Duque de
Caxias n. 77 A.
Sempre a \ovi Esperanca! t
AO RELLO SEXO.
Esta loja bem conhecida pela sua elegancia e
superioridsde de seus object js. acaba de receber
muitos artigos para o que respeitosamente convida
ao bello sexo a vizita-la, aftm de comprarem aquil-
lo-que precisarem para preparos de vestidos toi-
Inte ou tocadores, e mesmo qualquer objeclo para
tazr algnm prezente..4pois que s j na Nova Espe-
ranza llcarao sati.-feitos, j pela qoalidade e pre-
cos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se em nao se impacientar era dar a es-
colher os objectos, prestando-so com o agrado
cam que couuma receber a todos, alim de que
saibam com o firme proposito de voltarem ou
maudarem a mesma loja, logo que precisem de
qualquer artigo porpfqueno que seja.
LUVAS (DE PELLICA. '
Recebeuas de Li^boa a Nova Esperanga para
homens, senhora e meninos, sendo brancas a de
cores.
. NOYIDADE.
Bico de quipuro preto com branco, a Nova Ks-
^perauga s quem tem 1 11
Caixas para joias.
Nova Esperanca recebeu boa3 caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
- Recebeu as de muitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos 00 sardas.
Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais eonhecido fabricante,
tanto francez como inglez, eslo expostas venda
na roa Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
ranca.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
tudo de superior qualidde : vende-se na Nova
Esperanca ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanca, a rna Duque de Caxias n-
63, recebeu um lindo sorlimento de la para bor.
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a lia antes que se acabe I
PECHINCIIA
Fazoniias baratas
NA
RA DO CRESPO NUMERO 25 .
LO! a DE
MANUEL DAS XAVIER.
CUITAS claras, escuras, e miudinhas
de novos padrfcs, a 160 e 200 rs. o co-
vado
OR5ANDY e cambra'as de cores, lin-
dos padioes a 240 e 2Sn o covado.
CHITAS CHINEZAS para cberU a
240 rs. o fovado I.... 6 peduncha.
ALf.'MDAOSINHO com 20 jardas a tres
mil e dtizentos rs. a prca.
MADAPOLO fino (Elephante) a 4*500
5* e_ 6* a pega. -
. DAO-SE amostras com penhor; na
ra do Crespo %. 25.
I
GRANDE LIQUIDACO
para acabar,
Chitas francezas de lindos padroes a 163 rs. o
covado.
Ditas riscadinho, a 160.
Catrbraias brancas finas com um pequeo de-
eito a 3*, 3*500, 4* e 4*300 a peca.
Bros de cores para caiga a 400 ris o covado.
Cambraias de cores, franceza*, lindos padi5 240 o covado.
Lioziahas de cores, Ltzenda fina a 400 ris o
covado.
Ditas com lista? de seda omito fina a 600 ris
o covado.
Rrim pardo trancado a 500 ris a vara.
Madapolo a ,4*600, 5. e 5*500 a pega.
Dito multo fino e largo a 6* a pega.
Lencos brancos e com barra, muito baratos.
Ditos para meninos peto diminuto prego de 800
ris a duzia.
Chales de fil de seda "Bordados.
Cambraias para forro a 2*500 a pega.
Meias cruas inglezas a 3*800 a duzia.
Casemiras escoras mescladns de duas larguras
para palitot s 2*000 o covado.
Leogos de cambraias do linho fino e baratos.
Na ra Duque de Caxias n 81.
FIO
Para saceos e fogueteiros.
suecos
PARA ASSUCAB
CERVEJA DE MABCA -
_c
Eugarrafata especialrpento para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem o nmeros eslampados
as pecas e n5o as etiquetas
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES C.
46 Ra do Gummercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca um bllhe-
te com o nome
. D0S
f nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
Sal epalha.
Vendem, bordo do hiite D. Luiza, Gomes de
Mattos Irmns, a ra do Vigario n. 26.
Aos cigarreiros
Vende-se pape! de seda e de linho, em resmas,
dos verdadeiros fabricantes : na rna de Maris e
Barros, outr'ora rna do Codorniz n. 8.
Cabra leitera
Vende-se orna cabra (bicho) com tres cabriti-
nhos, tendo oito dias de parida, propria para
criar por j ter execulado, muito mansa, regalan-
do urna garrafa de leite por dia: no pateo do
Terco o. 51.__________
Vende-se pene de viveireuo mUo do Cortn-
me nos Afogados, on na roa de S. Miguel n. 93,
quarta, quinta a anxla-Mca.
E' barato
Ni raa do Duque Ciilai o. 76, (em pan
vender chitas di eom mludu pira 100.
2C0 0 i40 rlf o enfado, madipollo de
44500, fjOco e de 6^000 lirfto bom, pe-
cas de cambraia branca para 24500, 3X0
e de 4J000, cambraia Victoria com oito o
muas varas, saias para sechora com barra
de cor pelo baralissimo preeo de 4> 00 rs.
cada orna, chales mesmo lisos, de _600
ris e estampados para 4O00 tudo i$so se
vende ra loja de Guilherme Poste & C',
defrrnte do becco da CongregagSo.______
Vende-se
Chapis de feltro, lebre, fazendas finas e or-
dinarias, e tambero do Chille, viudos ha poueo de
Rio de Janeiro : na roa da Cadeiailo Recife n. 31.
loja.___________________
Doce. Doce. Di ce.
A' roa de Marcilio Dias, outr'ora Direita, n. 91,
se acha um completo sorlimento de doce de goia-
b.i em caixdes e latas, o que ha de mais fino a
fabricado com teda a perfeico.
Um completo sorlimento de caixoes de i a 4 li-
bras para todos os precos proprios para satisbzer
encommeodas de fura da capital.
Tambera ha serapre doce de laranja, liman, ci-
dra e bananas.
Qnem duvidar venha ver, que ir satisfeito com
os precos e qualidades.
CARBOCAS
de ferro e machinas de colares.
Vendem-se cinco carrogas de rodas e eixoa de
ferro e tima grando machina de collares, a qual
destilla duas pipas de agurdente por dia : roa
do Mrquez de I ler va I n. II, das 6 s 10 da ma-
ullan, e das 3 horas da tarde em diau'e.
CALCADO BARATO
Borzeguins de bezerro para hornera a 9*000.
Borzegums de dnraque de cor para senhora a i$.
Borzeguins de duraque preto gaspeados a 3*.
Sapatos ce couro cora salto para senhora a 2*.
Vende-se ni praga di Independencia n. 39, loja
de Porto A Bast s.____________________
Fita especial
para os que fizeram a campaoha do Paraguay. A
aguia branca ra Duque de Caxias n. 52 rece'
ben dessa Ota.___________________^___________
Vende-ss
Superior vinho de uva pura especiali-sirao, pas
to, em 5. e 10." de pipa.
Dito do Porto muito fino em 20. de pipa, pro
prio para mimo.
Dito dito D. Luiz I em caixas de 12 garrafas.
As qualidades superiores desles vinhos do a l-
ber dade ao possuidor de garantir aos comprado
res a pureza de sua rreparacao : a tratar na ra
do vigario n. 14, primeiro andar, escriptorio de
Jgs Lopes Davin.____________________________
PARA ACABAR
Na ra do Marqoez de Olinda n. 39 ven-
de-se os seguintes arligos mais baratos que
em ouira qua'quer parle.
Gouro de bezerro.
Couro de lustro.
Couro de porco.
1 Arreio de carro para 2 cavallos
(obra de goslo )
GRANDE
LIQUIDACOA.
Fazendas limpas, ra Duque de
Caxias d. _9, esquina que volla
para o pateo de Pedro II,
Chitas escuras e claras a 160 rs. o co-
vado, ditas escuras e clara- finas a 200,
240 e 280 rs. o covado, ditas para co-
berta a 240 c evado, riscadinhos miu-
dinhos a 160 o covado, cambraias de
core fixas a 200 rs. o covada, ditas
brancas a 2*500, 3*, 4* e 5* a pega,
ditas de malapolao a 4*500 e 5*, dito
largo a 5*500, 6* u 6*500, dito francez
a 10* a pega, algodao de lislra proprio
para roupa de escravos a 160 rs. o co-
vad', lengos brancos a 1*660, 2*000,
2*500 e 3 a dozia. corlas de meia ea-
semira a 2*500, briin pardo trangado
escuro a 500 rs. a vara, chales de caxi
mira a 2*500.
VNDESE
a terga parte da casa terrea da rna Veiba n. 59 :
a tratar na ra aa Floreoiina n. 6._________^^
VENDE-SE
a taberna da rna do Rangel n. 8 ou tambem se d
sociedade a quera entre com algnm capital : a
tratar na mesma.
PECHINCHA
260OCOVAHO.
L.is de lindos padrdes a 260 ris o covado : na
ra Primeiro de Margo ( un 'ora do Crespo) n. 20,
loja dos arcos.______'_____________ .
Superiores batatas
K
inglezas.
Em gigos francezes
mos C.
nos armazens de Tasso Ir-
Cavallos
Vende-se cinco em boas carnes: a ver
na Passagem da Magdalena, sitio em frente
da estrada d| Remedios e a tratar na rui
da Cadeia n 21, escriptorio.____________
FORUAS DE FERRO
para purgar assucar.
UACHINAS EGYPQAS
para descarogar algodao, a prega reduzidos : no
llecife, armazem do Sr. Barroca.
FARELO DE LISBOA.
a 4* o sacco cem 90 libra : na rna da Madre de
Dos n. 7.
----------------*------
s

Ps de rozeiras de varias qualidades, de
sapulis, abacate, pinbeira, figueira, e la-
ranja cravo, tudo por preeo commodo : na
Boa-Vista ra do Visconde de Goyauna n.
51 (outr'ora Mondego)._________________
Couro de bezerro
Muito novo e ltimamente chegado vende-se
em casa de S. P. Jonston & C. : ra da Senzala
Nova n. 40.
GRANDE
Vende-se ricos cortes de vestidos de seda pretos
e bwdado?, por precos muito Inferioras ao seu
valor, por estarem com pequeo toque de mofo.
Na loja das eollninas, ra Primeiro de Margo
n. 13, outr'ora rna do Crispo, de Antonio Cor-
ris do Vasjon cellos.
Franjas pretas.
A aguia branea recaben do Rio da Janeiro om
pequeo porm bonito sorlimento da franjas pre-
tas para enfeites de vestidos.___________________
CEMENTO.
O verdadeiro portlmd. S M vende na
raa da Madre de Deas n. 2_, araaxem de
Jeio Martius de Barroi.
VIDAGO
nico deposito
Pharmacia americana de
Ferreira Maia $ ( ra Du-
que de' Caxias n. 57, anti-
ga do Queima Ivovo-caporal.
Fumo proprio para cachimbo e cig:r-
X rs. superior ao caporal francez, e por
*3^ menos de metade do prego deste. Vende-
M se a retalho e em grandes porgoes : na
* fabrica a vapor de cigarros, ra larga do c
do R isarlo n. 21. 9
000 05>OO0O0
rannha de mandioca superior.
De Santa Catbarina e da Babia, lem para
vender Joaquim Jos Goncalvej eltro no
trapiche do Guerra e do Moreira, e para
tratar no seu escriptorio a roa do Commer
co n. 17; assim como tem barricas com
arinba superior da Muribeca, propria
para casas particulares.
EDgenho
Vende se o excedente engenho de Lages Nevas
da comarca do Bonito, qoe ma-tom agua do rio
Piraogy, por cuja razao nunca esta Ihe faltar, ca-
boco de piedra feito cora mnita seguranga a tendo
excellentes ferragens e mais obras necessarias,
bora pasto para animaes, pelo qne >e torna mu
recommendave!, alm de bia constraeco a loca-
lidade, lera urna distilagao ou alambique de cobre
e lodos os accessorios concerneoles, sito na estra-
da da colonia de Pimenteiras e distante da estago
do Uoa quatro ou cinco leguas : qoem pretender
qualquer negocio pode dirigirse ao mesmo enge-
nho ou esta praga a Joaquim da Silva CoaU, que
achara cora quem tratar i na ra do -Mu de
Caxias o. 42, outr'ora Cruzes.
AGUA DI! Vli
Vende-sa no armazem da ra do Vigario i,
me grosso e a retalho.
I tlIUc'oC o, gegnintes" eBgenhos porto da ci-
dade de Mamamguape,
Dara. Excellente rropiiedado cgm ptima
casa de vlvenda, engenbo e mais ca precisas,
tudo de podra e cal, e muito bem construido^
I iCgOlfo -mito bem situada por ser junto do
porto de embarque jos vapores da companhia,
pernambucana, a onde tem de Andar a estrada de
ferro projectada, de Mamangnape.
i-m ICIO sjm_do ao p desle
Quem pretender qnalqoer urna destas excellen-
tes propnedades, queira se entender eom Tasso
Irmaos & C.
K1NG OPPAIN
' oo
oreida dor ameicano
Uaoo deposito do er^aMro. na paj
aomleanad
fJFWSBM^Mi
>afci


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E68WVVFHH_V66XR0 INGEST_TIME 2013-09-14T01:47:48Z PACKAGE AA00011611_12353
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES