Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12327


This item is only available as the following downloads:


Full Text
JGARES
uauj
Cada mu/aero avulao .
m
a Domo
adiaatadc
Propriedade de Manoel Figueirda de Faria & Filhos.
O Sra. Gerardo Antonia Alves
ao AcnrrE
*

* Filhos. no Par ; Gonces d Rolo, no Maranh^ Joaqoim Joa de Ott^ ** Ottri ; ****> da Lomo. Bra*. ao Ai** ; Jo*o Mara Jno Chavea, no Aaa ; Antonio Marque, da Suva
a. na Parahyba ; Antonio Joa Oow^ naTiHa da Penha; Belarmino do. Santo. Baldo, em Santo Antto; Domingo. Jos da Co^Brig
no Natal; Joao Juatin*
em Nazaretb ; Antonio Ferreirt de Agoiar. em Goyanna; Francia. Tavare. da Coata. emjtogoas ; Dr. Jos Martins Alve.. na Babia ; e Joa Ribeiro Gaaparinbo ao Rio de Janeiro.
'"------------*--------r----------------' -------------JW^K------------- __'________________*
PAITE OFnCIAL.
iraale rio da agrletilcara.
oEcarro k 4,896 db 10 de fevbjbibo be 1871.
ros civis.
Attendendo conveniencia de regolafUir o ser-
vino du obras publicas do imperjo, e dar-lhes t
0 desenvolvimenio coapaiivel com os resjBrsos
estado, a tendo a experiencia demonstrado a ne-
cessdade de ser alterado o regulamento do corpo
de engeoheiros civis, apprevado**elo decreto n.
2,921, de 10 de roaio de 1862, hei por bem sppro-
*/ar o novo regulamento que com ette baixa, as*
signado pelo Dr. Joo Alfredo Correa de Oliveira,
do meu conselho, ministro o secretario de estado
dos negocios do Imperio, e interinamente dos da
agricultura, comroercio e obras patucas, qu
auim o tenha entendido e-faca execolar.
Palacio do Rio de Jaoaiao, em 16 de fevereiro
de 1871, 50. da independencia e do imperio.Coa
a rubrica de S. M. o Imperador. Joo Alfredo
Correa de Ohveira.
Regulamento do corpo de engenheiros citis a que se
refeie o dtcrtto n. 4fi96 de 16 de fevereiro de
871.
CAPITULO I.
Do pessoaljechnico.
Art. 1.* O eorpo de engeoheiros civil compor-
;e-ha provisoriamente da :
Tres engenheiros inyectores.
Dm ditos de i' elasse.
Dez ditos de 2' elasse.
Dea ditos de 3* elasse.
E 4 engenheiros aj adamas de 1, e 3* elas-
se, em camero inletermlnldo, conforme os traba-
Utos quese tiverem de exe;utar.
Art. So poderlo faier parte do eorpo os in-
dividuos habilitados com o curso de engentara
civil pela escola central, ou pelas antigs acade-
mia e escola militares que precedern a esta, ou
os que apreseotarem litlos autbenticos de esta-
toeieciraentos seientifleos estraogeiros de igual ca-
ihegoria. Poder!} ser tambem admittidos os quel
tirarem o corso da extincta academia ou da actual
escala de marinba e prestarem prova especial de
baMMlagdes como engeoheiros civs.
Para os lugares de engenheiros inspectores en-
genMros de Ia elasse exgr-se-hio, alm disso.
croco anuos pelo menos, e para os engenheiros de
2a e 3" elasse, tres annos de pratica na diree*Jao e
execucio de obras ou em trabalhos de exploracao
no Brasil.
Art. 3. Os engenneiros militares, as eondigdes
do art. 1, que liverem de entrar para o corpo,
deverio obter previamente reforma oa deir.isso
do posto. ...
O sold que lhes competir, ser incluido no or-
denado a que liverem direito como engenheiros
civia.
Art 4.' A primeira noraeagio de engenheiros'
inspectores o engenheiros das tres elasse ser de i
livf arbitrio do governo, e fefta d'entre os Indtvl-
dos que prorarem ler as habilitagSes exigidas no
art. 2.a.
As vagas que depois se forem dando serio pre-
venidas pelos engenheiros das classes immediata-
mente inferiores, sendo ura tergo por antiguidade
e dous tercos por mereeimento, excepto as dos en
genheiros inspectores, que serlo todas porjiere
cimento.
Em todo o caso, nenhum engenheiro passar
eathegoria superior sem ter, pelo menos, dous an-
nos do effeetivo servigo na que oceupar.
Art. 5.a Os engenheiros ajodantes serio em qual-
quer lempo nomeados pelo governo d'entre os in-
dividuos que- tiverem as habilitares exigidas no
art. 2 para essa eathegoria, mas smente quando
o exigirem as necessidades do servigo, e preceden-
do proposta dos ehefes, sob cujas ordena tiverem
de trabalhar.
Estas propostas deverio ser sempre encaminha-
das e informadas pelo director geral de obras pu-
blicas.
Art. 6. Nenhum engenheiro entrar para e cor-
po, depois de organsado ste, senio como enge-
nheiro de 3* elasse, precedendo exame em con-
curso publico, quaesquer que seiam seas ltalos
acadmicos, ou como engenheiro ajudante, e neste
caso independentemente de concurso.
Para as vagas do engenheiro de 3' elasse serio,
em igualdade de circurostancas, preferidos os ajo-
dantos que concorrerem, e da eutre estas os que
tiverem no exercicio de sua funcgfjes dado me-
Ihores provas de habilitares, de moralidade e de
zelo pele servico.
Art. 7.* Emquanto nao fr deftnitivament 6xa-
do o pessoal do corpo, os individuos que forem
empregados como engenheiros ajodantes serio
considerados addidos e em comaiissio temporaria.
Art. 8. Os engenheiros inspectores e engenhei-
ros de 1" elasse serio nomeados por decreto; os
engenheiros de 2a e 3* elasse e os ajudantes por
portara do ministro.
As desti tnicOes serio fetas pelo mesmo modo
das nomeagdes.
Art. 0.* As substiloigoes nos impedimentos e
faltas dos engenheiros serio feitas por ordem e
antiguidade em Igualdade de circumslancias, salvo
quando o governo determinar o contrario ou o
substituto estiver indicado neste regulamento.
Arl. 10. Os engeoheiros e ajudantes serio con-
servados emquanto bem servirem ; e alm das pe-
nas de advertencia, suspensio e deroissio imposto
administrativamente, nao estarlo sujeitos a outras
que nio sejam as da legislacaa geral.
capitulo iP*
Da directora geral de obras publicas.
Art. 11. Fica^ereada ama reparlicio central de-
nominada directora geral de obras publiea', que
aHi o centro (eehnico de todos os servipos que
era por contado ministerio da agncaltura,
reto e obras publicas, ou forem pelo gover-
vendonados de alguma maneira, relativos
bras publieai em geral, organisagao da carta
nipero, estabelecimento do syitema mtrica e
trras pobiieae.
Art. 11. Eita reparlicia compor-se-ha de :
1 director geral.
1 irlce-director.
3 ajodantes.
' ama secretaria composta de .-
ario.
2.* Examinar e verificar os planos e orcamentosl
de todas as obrai de iroporianeia que tiverem de
ser feitos por conta do ministerio da ag cultura,
commercio e obras publicas, afira de dar parecer
tanto sobre a parte leientiflca, como sobre a eco*
nomlca doi respelivos projectos.
3.* Formular as bases para aa eooeestiei de pri-
vilegios de exploraces de minas, construecao de
estradas, e outros relativos a melhoramenios ma-
teriaes. -
4." Inspeccionar, fiscabsar ou dirigir of trba-
nos era andamento exeentados por conta ou com
o auxilio do ministerio da agricultura, commercio
e obres publicas.
5> Organisar a carta geral, itineraria, estatistl-
a e seologiea, e o cadaslro do imperio.
CAHTUI.OVI
. Do secretario.
Art. 23. Incumbe ao seeretario :
1> Eserever e registrar tolla a corresponden-
cia do dinctorsobre servico da.fepartie,ao.
Ia Verificare asignaras binas de vcoei-
mentos dos engenheiros e empregados da rapar-
tifio central.
3.a Faier era ura livro especial os assenlamen
tos das nomeacSes a promocSes dos-engoneii^s
e emprefados da directora geral, e registrar to-
das as notas e informagdes sobre as habilitacfiej,
procedimento, servip, premios, liceocas, e sobre
as suspenldos e oqiras penas relativas aos mea
mes engenheiros e empregados.
4.a Paisar certiSes e autenticar as copias que
Vi-'***- O* ehefes de distrietos e os respectivos
ajudantes serio nomeados por portara do mi-
rHStro.
=n
CAPITULO*.
P**ammitsSei especiaes extraordinarias.
*rt.^3IL O goerno poder, sempre que o jal
6.a Superratender e dirigiros trabalhos relativos nao forem extrabidasner sen punho
as trras publicas. w ..... .
7.a Superintender e dirigir os servicos relativos
ao estabeleciraenlo do systema mtrico no impe-
rio.
8.a Colligir todas os dados e estabelecimeotos
para informar o governo sobre o estado e anda-
mento dos trabalhos pblicos e emprezis privile-
9.a Colligir os trabalhos exeentados pelo corpo
de engenheiros civis, segundo a ordem estabelect-
da no artigo 31.
10. Preparar a estatislica dos servicos a cargo
do ministerio da agricultura, commercio e obras
publicas.
11. Colligir amostras dos materiae; de eonstruc-
. Ter sob sna' guarda os" livros da directo-
ra geral.
6.a Fazer encadernar as minutas originaos do
expedienten
Art. 24. O secretario ser responsavel pelo
extravio de quaesquer papis, livros ou docameaioi
que tiverem entrado na secretaria, e nao con-en-
tlr que siia della aenhura papel, de qualquer
natureza que seja, sem ordem por escriplo do di-
rector.
eaeahadores. '
Escripturarios.
1 cootinno.
Art 13. O director geral ser um engenheiro
insaaetor, o vice-dlrector ser um engenboiro de
prMira elasse, os tres ajudantes serao engenhei-
ros de segunda oa terceira elasse.
Oa outros empregados da reparlicio nio perten-
cerio ao corpo de engenheiros civis
Os logares de secretario, archivista e desenba-
dores (MsajpD todava ser desempenhados os doos
primeiros par engenheiros de terceira elasse on
lindante, a oa asiros por engenheiros ajodantes.
.. O director geral e o vi ce-director serio
ais empregados da directora geral da
obras publicas sarao nomeados por portara do mi-
nistro.
AaVt. A' directora geral de obras publica
.*"? negocie ronciaes da
Ha^B^B^HBI^BalBHa\com-
cio, e de quaesquer productos que nteressera
engiraharia afim de organlsar-se um masan tech
nica.
12. Fermular os regulamentos e instrucQoes que
permanente oa provisoriamente de vara -ser obser-
vados as oxploracSes, estudos, execucio e flsea-
lisagao de obras, aspecto exlraordinaria e mais
servicos incumbidos ao corpo, submeltendo-os
approvacio do ministro.
13. Itedigir instrucedes genes para a exeoncio
dos servicos nos distrietos.
14. Propor os melboramentos qne exigirem as
necessidades do paiz em relajio s obras publicas
e a industria.
15. Reunir os elementos para um plano geral
de tlacio. comprehendendo os tios navegavets e
as estradas de ferro.
16. Formular regulamentos para o corte das
madeiras, eTegimen das aguas.
17. Propor na legiswcio relativa aos diversos
ramos de servicos a seu cargo as modifleacSes ne
cessarias.
18. Apresentar no fira de cada trimestre urna
exposigio geral dos servidos a cargo do corpo- de
engenheiros civis.
19. A presentar, at o da 31 de margo de cada
anno, $ relatorio de seos proprios trabalhos, das
obras e mais servicos exeentados pelo eorpo de en-
genheiros civis durante o anno anterior, com es-
pecificacao das despezas verificadas no mesmo pe-
riodo e o orgamenio das despezas necessariaa no
futuro exercicio.
CAPiru-o iu..
Wrector geral.
Art. 16. Ao director geral compete :
1." Dirigir como chefe a reparlicio central.
2.a Superintender todos os servidos a cargo do
corpo, de engenheiros civis.
3. Entender-se directamente com os ehefes de
districto e de commissoes.
4.a Informar e esclarecer o governo sobre todas
as qoestoes iechnicas, a respeito das quaes for
exigido seu parecer.
o.a Servir de orgio e intermediario do governo
na transmiisao das ordens aos engenheiros. ,
6.a Propor engenheiros para as commissoes.'
7.a Orgaoisar propostas para promocoes no
corno logo que se derem vagas.
S. Inspeccionar e examinar pessoalmente, sem-
pre que for pessvel, ou por engenheiros aeus su-
bordinados, todo a servre) relativo s obras publi-
cas do Imperio, e o* das emprezas privilegiadas
sujeitas ao ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas.
9.a .Propor quaesquer trabalhos pblicos da
competencia do ministerio da agricultura, com-
mercio e obras publicas, que devara de preferen-
cia ser executados dentro de cada exercicio.
10. Propor ao gjverno as raodicacSes e. me-
lboramentos que exigirem a reparrigio central e o
servico nos distrietos.
11. Fazer parla do conselho de obras publicas.
11 Ilequisitar, era Dome do ministerio, de
qualquer autoridad, cora excepeio dos ministros
e secretarios de estado, secretarios das cmaras
legislativas, |bispos, presidentes de provincia e
tribunaes judiciarios, as informacSes e pareceres
neeessarios iuslruccao e deeisio dos neg
cios.
13. Informar ao governo sobre o procedimen-
to dos engenheiros e empregados que Ihe sao su-
bordinados, representando contra amelles que
faltarem ao cumplimento dos seus deveres, ou
admoestando-os e suspendendo-os nos casos defini-
dos n6ste regulamento.
14. Dar licenca aos empregados^da reparlicio
central at 15 das em um trimestre nos casos de
molestia.
15. Rubricar os livro3 da directora geral.
16. Rubricar as foltm do3 vencimenlos dos
engenheiros e empregados da reparlici) central.
Art. 17. O director geral ser substituido em
seas impedimentos pelo vice-director, e na falta
deste por agum engenheiro inspector Su de Ia
elasse, que o governo designar.
CAPITULO IV
Do tice-director.
Art. 18. Eraqaanto nio fr definitivamente fi-
zado o pessoal do corpo de engenheiros, exercer
asfunecoes de vice director, sem accumuiaeo de
veqciraentos, o chefe do Ia districto de obras pu-
blicas, que ser o do municipio neutro.
Art. 19. Compete ao vice director:
1.a Substituir o direetor em suas faltas e impe-
dimentos.
2. Coadjuvar o director nos trabalhos era que
este requisitar o sea auxilio.
3.a Deserapeahar as commissoes dentro oa f-
ra da cidade do Rio de Janeiro, d que fr incum-
bido pelo direetor.
4.a Faier parte do conseibo de obras publicas
na qoalidade de secretario do mesmo conselho.
CAPITULO V
Dos ajudantes do director geral. -
Art 20. Ura dos ajodantes do- director geral
de obras publicar tera a seu cargo a repartido
central incumbida do estabelecimento do systeoia
mtrico no Imperio, e bem ssira todos os servi-
cos relativos as constraecoes civis e i industria.
O oulro ajudante car eocarregado da carta
geral e cadaslro do Imperio e dos trabalhos con-
cementes viacio terrestre e fluvial o 'i estils-
tica.
O tsrcero ajudante ser ineombido dos traba-
lhos relativos s trras publica, agricultura, mi-
nas e bosques.
Art. 21. Basas tres repartieses serio outras
* seccoes da frectora geral de obras qubli-
s, e torio o peawai da desenhadores a es-
fera^H^^^^HRa.
CAPITULO Vil
Do archivista
Art. 23. Incumbe ao archivista :
1.a Archivar e formar ndices de toda a cor-
respondencia receida, e mais papis relativos ao
servico da reparlicio.
2a. Colligir e coordenar todos os documentos
tbechnicos concercenles s obras publicas do Im-
perio.
3a. Conservar no melhor estado os instrumentos
adquiridos para o servico do corpo de engenhei-
ros e que esjiverera na repartidlo central.
4*.jCoiligir amostras dos materiaes de cons-
truccio e de quaesquer productos que ioteressem
engenbaria.
5*. Classtficar ezelar os livros, jornaes e quaes-
quer pobcacde ou manoscriptos relativos en-
genharia e a industria.
Art 26. Junto so archivo haver um laborato-
rio para as analyses chimicas, e os apparelhos ne
cessarios para o estado da resistencia e outras
propriedades dos materiaes.
CAPITULO vui.
Do contador .
Art 27. Ao contador incumbe :
Ia Pasar todo o servico de contabilidade da di-
rectora geral das obras publicas.
2.* Organisar as foloas de vencimentos dos en-
genheiros "e empregados da reparlicio central.
3.a Escriptarar todas as despezas realizadas com
as obras publicas do Imperio, de modo a se poder
conbeeer 0 casto de cada obra depois de concluida,
oa a importancia despendida com cada natureza!
de servico.
4.a Organisar no fira de cada trimestre mappas]>
das despezas realizadas na reparlicio central e nos
districtoi de obras publicas.
impdanirol*retrio nas NN"*"*
. CAPITULO IX.
Do distrietos de obras pubiieas..
Art. 23. Para a execocao dos trabalhos que
correm por conta do ministerio da agricultura,
commaKio e obras publicas, ser o Imperio divi-
dido eafijjidistrictos, a saber:
1. MvHhio neutro.
1 Ro Janeiro e Espirito-Santo.
3.a Amazonas e Para.
4.a Haranhio e Pianhy.
5.a Cear, Parahyba e Rio Grande do Norte;
6.a Pernambuco.
7.a Alagdas e Sergipe.
8.a Bahia.
9.a S. Paulo.
10. Santa Catharina e Paran.
11. Rio-Grande do Sul.
12. Minas-Geraes.
13. Goyaz.
14. Matto-Grosso.
Art 29. Era cada districto haver um chefe com
os engenheiros e auxiliares neeessarios. Entre-
tanto, o ministro poder, sobre proposta do direc-
tor geral das obras publicas, por sob a dreccio
de ura mesmo chefe mais de um districto, ou divi-
dir os que abrangerem mais de urna provincia,
quando a importancia dos trabalhos assim o exigir.
Arl. 30. Podem ser ehefes de districto os en-
genheiros de qualquer das tres classes ou es aju-
dantes de elasse, conforme a importancia do sar
vico. '
Os ehefes de districto podem ser tambem direc-
tores das obras provinciaes.
Art. 31. Alem das exploracoes, estuJof, drec-
cio e lscalisaco das obras e mais servicos qoe
forem determinados, e sem prejozo delles, devem
os ehefes, por si e seus subordinados :
1.a Colligir e coordenar dados estatiscos, relati-
vos ao territorio, popalacio, agricultura, commer-
cio, industria, navegacio e colonias.
Para este fira, alem das suas proprias indaga-
edes pedirio aos ebefes das diversas repartieres
os esclarecimentos necessaries, por intermedio d>s
presidentes das provincias.
: 2.a Organisar o eadastra do districto, aprovei-
tando para isso o registro das posees feito em vin-
tude da lei n. 1,601 de 18 de setembro de 1850.
3.a Levantar as cartas topographica, itineraria
e geolgica, e lancando logo as bases, vista dos
elementos existentes, e aperfeicoanJo-as com suas
observarles.
4.a Estudar os gneros de produccao agrcola e
fabril, tratando circumslanciadamento de cada um
quindo informaren) aa director geral, e apontando
as causas de progresso on decadencia e os meios
de molhora los,
5.a Colher amostras de madeiras e outros mate-
riaes de eonslruccio, de materia primas que a in-
dustria possa utilisar, e remetiendo ao director
geral, sempre que for possivel, ama colleccio destas
amostras e dos productos industriaes, acompanha-
da dos esclarscimentos e indicacSes, eslabeleeidos
no regulamento dos distrietos.
6.a Organisar'uma tabella dos procos dos mate-
riaes a salarios nas localidades mais importantes
do districto.
7.a Estudar os bosques, rios, lagos, systema de
montanbas, terrenos metalliferos e mais partes do
territorio, eujo conbeclmtnto interesse industria
e seiencia.
8.a- Fazer observacSes meteorolgicas.
9.a Indicar as providencias necessarias ao apro-
veilamento das madeiras, e san geral conserva-
cao das maltas e mananches.
10. Estudar cuidadosamente tolos os recursos
do districto; e propor medidas pira o desenvolv-
meato da riqueza publica, como estradas, ranaes,
melhorameoto de portes, encanamentos e desoo?
troccio de ros, pontos, estabeleeiment de liabas
de navegacio e outros melboramentos qoe a expe-
riencia demonstre neeessarios.
Art 32. Os ehefes de districto procurarlo con-
gregar os principies negociantes, lavradores e fa-
bricantes para discuiirem os ioterenes de soas
industrias, e do resultado destas conferencias dirio
plrte ao director geral, de modo que as providen-
cial tomadas peto governo poasam satisfazer as
necessidadee geralmenta recenheeidas.
t 33. No- flirrde cada trimestre os chefei de
dlstrieto remetterao ao direetor geral um relato-
rio dos trabalhos e estados a son cargo, e at o
dia 3 de Janeiro o relatorio geral circums'aneiado,
oanhado da conta das despezas verificada das
uno anterior, e do :- ara o
aturo exercic.
conveniente, crear cominissSes especiaes, qoe,
Si ]^* reBu,-aHW0> peculiares da orga-
aoo, dreccio e execocio do lervigo, ob-
virao as preseripedes do presente regula-
Art 36. A disposicao do artigo antecedente
rthenie as cemmissdes extraordinarias den-
fra do impere, com as limiacoes ou
aaspliacoes indicadas nas respectivas rastruc-
Art 37. Os engenheiros ehefes de commissCes
peeiaes ou extraordinarias, anda quando este-
*,B sobordnados a qualquer autoridad, se eor-
responderao directamente cora o director geral
e prestarlo todos os esclarecimentos que este
exigir..^
CAPITULO Xi.
Das inspeccoes geraes.
Art. 38. Aos engenheiros inspectores competem
naaeipalmente as inspeegoes geraes qne o governo
jojgar necessano mandar fazer em qualquer parte
F engenheiros de primeira elasse poderlo
todava ser tambem incumbidoi desee ser-j
vh}o.
Art. 39. Nas inspecedes geraes deverio os en-
genheiros infonnar-se :
1.a Do modo por qoe sao execatadas as lea, re-
gulsmentos, rastruegoes, avisos e contratos relati-
vos as obras publicas.
2.a Da boa organisagio e execacSo do servigo
sob o ponto de vista technico e econmico.
3.' Das condiedes loeaes e necessidades urgen-
tes era relacao obras pubiieas, industaia em
geral a a seiencia.
Art. "40. Apresenlario um relatorio minucioso
des trabalhos que tiverem inspeccionado, sen-
do responsaveis pelas faltas e abusos que omit-
dren.
faS^aW^Cld0 P6, *!'"-
O secretorio do conselho far extrahir capias
dessas actas, e depois de as conferir e rubricaras
entregar ao direetor geral de obras publicas para
serem reroeitidas ao ministro no dia immeliato ao
de cada sessio.
i
CAPTULO XII.
Dos engenheiros ehefes dos distrietos.
Art 11. Compete aos engenheiros ehefes dos
strlctas ou na dreccio de qualquer traba-
ano v
. 1.a inspeccionar e fiscalisat o pessoal e material
da admiaiitracio a sea cargo.
Formular e fazer formular pelos engenheiros
sob anas ordens as series d precoe, cabacSes, or-
caroentos e mais elementos necassarios organisa-
CaVoDs ptojectos.
3.a Nomear os empregados anxiliares, e deter-
minar o numero Be operarios precisos para os
trabalhos, arbitrando as gratiOcagdes de cada um
no* limites das verbas decretadas, dando conta ao
dirfctor geral.
Fazer equisicio de materiaes, publican-
viamente as condigSes para as pro-
roular as clausulas especiaes era cada lo-
e para os contratos de obras e julgar das
CAPtrno xv.
Do servico e da disponibihdade.
Art 51. o pessoal do corpo de engenheiros
pode ser considerado :
1.a Era servico activo extraordinario.
2.a Em servigo aelivo ordinario.
3.a Em servig, de residencia.
4.* Era disponioilidade inactiva.
Entende-se por servigo activo extraordinario o
cargo de director gVal das ohras pubiieas, as
exploragoes e as commissoes que exigirem grande
locomogao sem residencia flxa..
E' servico aeiivo ordioario o servico dos distrie-
tos e o das coramissSes que, exgindo grande lo-
com,ci>- tiverem, porm residencia flxa.
E servico de residenciao dos escriptorios, a
nscalisieao de obras especiaes e o que se exercer
aentro de urna rea menor que vnle mil hec-
lares.
Emquanto faltarem commissoe em qae sejam
empregados os trabalhos de que se achavam en-
carregados, serio estes engenheiros addidos di-
rectora geral ou aos,distrietos para oceuparem-
se espeeiahnente dos servicos de gabinete.
Os engenheiros que, precedendo licenca do go-
verno, se empregarem no servico de carapanhias
ou outras quaesquer empresas particulares pas-
sarao para a dispombilidade inactiva.
Art. 52. Para a promocio nao se contar o lem-
po deeorrido em dispenibilidade inactiva.
Paragrapho nico.Se algum engenheiro per-
manecer por mais de cinco annos consecutivos
etn servico particular, ser excluido do corpo.
CAPITULO XVI
Dos vencimentos e vantagens dos engenheiros
empregados da directora geral.
Art. 53. Os vencimentos do corpo ds engenhei-
ros civis e dos empregados da repartigio central
serio regulados pela tabella annexa a esta regu-
lamento. v
Art 54. Os vencimentos dos engenheiros se di-
videra em ordenado e gratificaeao.
Os engenheiros em disponibilidade inactiva nio
tero direito a veneimenlo algum.
Os que se charem em servico activo percebe-
rao ordenado e a gratiflcagao correspondente
commlsso que exereerem.
Art 55. Ao engenheiro ou empregado que
substituir oatro em suas faltas se abonara grati-
fleagaodo substituido.
Art. 56. A nomeacao de um individuo para um
lagar do corpo de engenheiros cijs nio d direi-
to a pereeber vencimentos, era quinto nio fr se-
guido da nomeacao para a commissio qoe dever
exercer.
Art. 57. O engenheiro oa empregado nomeado,
eromovido ou removido de aos para outros pos-
to*^ bem do servico, sera qoe o seja seo pedi-
aa terceira bypothese, lera direito ama ajada
as determnacoee do go-
Art 20. A directoria-geral 'du obras publicas
logo depois de creada, subraetr
do governo as bases e condig
execucio das obras no cidade
nos ouiros distrietos.
Tabblla dos vnaWkffTos wrnsaes 00 CORPO OE
BM6EIWI3R0B aVll^B 1MPR1GAD0S DA DffiKCTOnU
GERAL DE OBRAS BKBUCAS.
lio
approvacio
para a
Jinebro e
as apreseotodas, Inbrraaudo ao directof lai^itetovalm da diaria para transporto
S^-wf ru3" de P'eferencia' **"10 excedereea
6.a Regular e flsealisaj o rao vi ment e
toragio dos depsitos geraes e parciaes.
7.a Verificar as cenias de tolos os trabalhos e
liquidagoes com os empreiteiros, dando-lhes oscejf-
ttncados neeessarios para os pagamentos parciaes
e definitivos.
8.a Colligir regularmente os documentos e da-
dos eslatisticos neeessarios i organisagio das car-
tas e estatistieas geraes. .__
9.a Visitar pelo menos qualro vezes por anno os
trabalhos sob sua dirercao, fazendo observacoes
sobre os assamptos decurrentes que parecerem
dignos da attengi) do governo.
10. Cumprir e fazer curaprir o regulamento do
corpo de engenheiros, e as io;trircgoes especiaes
expedidas pelo director geral.
11. Ter o registro regular do movimento de
fundos era cada verba do. orgaraento respec-
tivo.
12. Remetler no fira de cada trimestre o relato-
rio dos trabalhos do sea districto e balacete das
dospezas, e al o dia 31 de Janeiro o relatorio ge-
ral aeompanhado da proposta de orgaraento para
o exercicio futur>.
CAPITULO XIII.
Dos engenheiros-ajudantes.
Art 41 Aos engenheir.s ajudantes curapre:
1.a Levantar plautas e nivelaraentos, fazer dse-
nhos e cubaede, preparar as series de pregos e
orgameutos neeessarios i formago dos pro-
jectos.
2.a Executar e fazer excular os servigos de que
forera incumbidos.
3.a Zelar e faier zelar os instrumentos, ferra-
raentas, apparelhos e mais utensilios do servigo a
sea cargo.
4.a Ter na melhor ordem os registros e. pegas
de coniablidade, de modo a sem demora apreseo-
tarem ao engenheiro chefe as comas e Informa-
gdes por elle exigidas.
5.a Aceitar provisoriamente os trabalhos, e re-
gular as comas dos empreiteiros ate a recepcao
noal pelo engenheiro chefe.
6.a Dirigir ao engenheiro chefe as medlcoes e
os certificados neeessarios para as prestagdes o
pagamentos Caaes dos'empreiteiros.
7." Presidir regularmente s obras em construc-
caf e visitar os trabalhos de cooservagao o maior
numero de vezes possivel, nio se demorando em
teto domicilio seno o lempo preciso para a exe-
tucao dos trabalhos de escriptorio.
8.a Apresentar se ao engeubeiro-ehefe para a
organisagio dis relatorlos e conlas, todas as vezes
que Ibes fr ordenado.
Art 43. Aos engenheiros ajadaates, quando
ehefes de servico competirlo as mesmas attribui-
edes dos engeoheiros-ebefes.
Arl. 44. No servigo especial de escriptorio serio
empregados somente os engenbeiros-ajudantes de
Ia e 3.a elasse.
CAPITULO XIV
Do conufho de obras publicas.
Art 45. O direetor geral da secretaria de esta-
do do ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas, o direetor geral e a viee-direetor
de obra publicas, o director geral dos telegraphos,
o direetor geral dos eorreios e o director da es-
trada de ferro de D. Pedro II constituirlo o con-
selho de obras pubiieas, que se renmr sob a pre-
sidencia do ministro quando for por elle coavo-
cado.
Art 46. Quando o ministro nio poder compa-
recer designar d'entre os membros do conselho
o que deve oceupar a eadeira da presidencia.
O Tice-director de obraa publicas servir de se-
cretario do conselho.
Art 47. Qaando o ministro julgar conveniente,
qaalqaer engenheiro- poder asslsiir s reunidos
do conselho, para dar esclarecimenlos sobre seas
trabalhos, para discutir as materias sujeitas es-
tudq ou justificarse de faltas de que tenha sido
aecusad; mas nio tora voto.
Art. 48. 1 canselbo consaltar sobre todas, as
qneatdas importantes que o ministro sobmetter ao
con eaame, e especialmente sobre as que tiverem
relagSes com as diversas repartiedas dirigidas
pelos membros da mesmo ennselho.
Art 49. E' de competencia do eonselho jnlgar
lo mereeimento dos candidatos qne concorrerem
para o premio de que trato o art. 65.
50, Das seatoet do coaselho se lavrar acta
A sjnda de cae ser paga d ama s vez e
*erj de 2004 i 2:000*000, conforme a eathegoria
escrip- tto engenheiro oa-empregado.
Art. 58. O direeior-goral od* em" aoa falto, o
vee-dreclor, quando fizerera viagem para fra da
crine a da capital da provincia do Rio de Janeiro,
e tenhara de demorar-se em servico mais de um
dia, torio direito a urna diana na forma da la-
bella annexa.
Arl. 59. As licengas qae liverem da ser conce-
didas aos membros do corpo de engenheiros e aos
empregados da directora geral serio reguladas
pelo decreto n. 4,484 de 7 de margo de 1870.
Art. 60. As licengas cora ordenado ou sera elle
at 15 das em um trimestre poderlo ser concedi-
das peU direelor-geral.
CAPITULO XVII.
Da disciplina.
Art 61. As fallas commettldas pelos individuos
que fizerera parte do corpo de eugenheiros e de
suas dependencias, qaando nio constiloirera crirae
previsto na legislacio era vigor, serio ponidas, se-
gundo a grvida de do caso, com as seguinles pe-
nas :
1." Advertencia particular ou publica.
2.* Suspensio do exercicio, com perda de todos
os vencimenlos e lempo para promogio at seis
mezes.
3.a Dejnissio.
Paragrapho nico. As penas de advertencia e
suspensio at ura mez, cora perda da graiiflcagao,
poderlo ser impostas pelo direetor-geral todos
os seos subordinados e pelos engenheiros ehefes
de distrietos e de commissoes todos os seos au-
xiliares, salvas as excepedes do art. 61
As outras penas deste regulamento so o minis-
tro*-poder irapr.
Art 62. Quando o vce-direclor, os tres aju-
dautes di directoria-geral, os ehefes de districto e
de eommssdes especiaes, ou, em geral, qualquer
engenheiro de Ia oa 2* elasse, seja qual fr a
commissao em que esttver, coraraetler fallas no
exercicio de suas funegdes, o director geral levar
o faeto ao conheciraento do governo para provi-
denciar como fr de justiga.
capitulo XVIII.
Disposicoes geraes.,
Art. 63. Toda a parte technica e econmica das
onras qae se fizerera por conta ou com o auxilio
do ministerio da agricultura ser sujeita i inspec-
gio da directoria-geral de obras publicas.
Art. 6~4. O governo poder contratar engenhei-
ros, nacionaes ou estrangeiros, de recohhecida ca-
pacidade e notoria pralica, para o estuJo ou d-
reccio de obras especiaes.
Art. 65. Os engenheiros que dislnguiremse
por sua intelllgenca, applicago e bom procedi-
nrento durante os dou* primeiros annos de serviga
no eorpo, entrarlo era concurso para o premio
de viagem de instruccSo no exterior, segundo os
programmas que opportanamenle serio organi-
sados.
Art 66. Todis as memorias, relatnos, dese-
nhos, cartas, plantas e modelos executados pelos
diversos membros do eorpo de ongenheiros, por
conta do governo, e relativos trabamos pblicos
sea cargo, serio, como propriedade do estado,
arrecadados no archivo, ou nas secretarias das
presidencias de provincia, n? caso de exoneragio
oa falleciraento, qaando alo houver quem substi-
tds imtnediatamento o exonerado oa fallecido.
Art. 67. Os engenheiros ao servico da estrada
de ferro D. Pedro II e da repartigio dos taiegra-
pbos, qoe forem membros do corpo de eagenhei-
ros civis, seri1) considerados fra da algada da d-
reotoria-geral de obras publicas em qaanto per-
minecerem n'aqnellas emprezas, e eontiauario
pereeber os ventimentos qae Ibes corapetirom co j
roo funccionirios das ditas repartigdes.
A importancia desses vencimenlos nio ser in-
cluid! no orgamenlo das despezas Pr o servigo
do corpo de engenheiros civis e director-geral de
obras publicas.
Art 68. Somente depois de prvidos os lugares
de eohenhairos neeessarios para o servigo da di-
rectoria-geral de obras pubiieas, distrietos e com-
missoes especiaes, qae podero ser admittidos a
fuerera pane do mesmo corpo os engenheiros ao
servico da estrada de farro D. Pedro II e reparti-
gio dos telegraphos.
Art .69, Os cargos de fiscaes das emprezas sub-
veueJetadas de qualquer maneira pelo estado, oa
pan-lra simplesmente concessio do goverso.
Alera
06a#n>flfo>a.
dos vencimentos constantes da tabella
abenar-se-hio gratificagdes diarias de trans-
porte
De 10# aos engenheiros inspectores.
De 8f ao viee-dlrectoT da abras pubiieas.
De di aos engenheiros de Ia elasse.
De 5i aos ditos de 2a elasse.
De 4* aos ditos de 3a elasse.
De 3a aos engenheiros ajudantes de qaaqoer
Os dias em qae competir a gratifleaoao diaria
ao director-geral oa ao vice-director de obras pu-
blicas constarlo dos offlclos de parlicipacio de
partida e de chegada corte, dirigidos ao mi-
As graliflcagoes dos engenheires serio abonadas
na corte pefa directoria-geral de obras publicas a
nas provincias pelos respectivos presidentes.
* ngfnheiros nio terio direito a essas gratifi-
cagdes diarias senao qaando fizerera vannos da
raais d0 tofvu oa.3.das.
O director-geraf, dvice-drector e qoalqafer en-
genhel^hfjjjiWoadei'classe, qeado Or
incumbido deTfgama inspeegao ou commissao es-
pecial em qae tenha de demorar-se-*anfe de t
dias tonga da respectiva residencia, ter direitoX
ajada de custo de que trau o art. 52, mais em
nenhum caso raais de nma vez em um anno.
Palacio do Ro de Janeiro, em 16 de fevereiro de
1871.Joo Alfredo Correa de Otiveira^.
ex,erci-)tU pelos chale Ciovemo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 27 DE FBVREIRO DE 1871
Acto :
O presidente da provincia, para o eonselho
de julgamooto do soldado Macario Joio Evange-
lista nomcia :
Presidente
O major Joao Francisco da Caoba.
Auditor
O promotor publico da capital.
Vogaes
Tenente Felcissmo de Azevedo e Mello.
Tenente Manoel Candido de Alboquerque.
Alferes Francisco Ignacio de Moura Gondim.
Alferes Francisco Pereira do Lago.
Alferes Pergenlino de Miranda Pimenlel.
Cbramunicou-se ao commandaota do corpo de
polica.
Offlcios :
Ai general commandante das armas, re
commendaodo a expedgao de soas ordens para
qoe oo Ia de margo viodouro ao meto" dia, um ba-
lalho esteja postado em frente do predio n^i sil.
no campo das Prraceras, afim d solemnisar o acto
da abertura da sessio ordinaria da assembia le-
gislativa provincial nesle anno, e fortaleza do
Brum d urna hora da tarde a salva do eslylo
Oflkiou-sa ao vigaro capitular no sentido de ser
celebrada na groja matriz da freguezia de santo
Antonio desta cidade, hora do coslurae, a missa
votiva do Espirito Santo ; e a cmara municipal
aflu de mandar preparar a igreja.
Ao mesmo, declarando em resposta ao sea
ofHcio n. 13-5 de 23 do corrate, qu* pode conce-
der ao Ia sargento invalido, Francisco Maitiaiano
da Costa Lima, a permisso qua pele para ir es-
perar na povoagio de Goyanmnba, a deeisio do
Soverno imperial acerca de sua baixa ou reforma ;
cando porm, obrlgado a comparecer s revistas
de raostra.
Ao provedor da Santa Cata de Misericordia
approvando ;i deliberagio que tomou a respecti
junta administrativa, de mandar entregar o eda
cando do collegio dos orphios, Eleoteno Monte
ro, Therezi Montero, qae o creara, afim de em
prega-lo em algum officio, visto nio peder conti
nuar naquelto e-tabelecimeoto por ter completa'"
a idade de 14 annos.
Ao inspector da thesouraria de fizenda para
mandar pagar a Francisco Pereira de Mendong
& C, os vencimentos relativos ios mezes deontu-
bro do anno paseado a Janeiro ultimo, dos guar-
das nacionaes destacados na villa do Bom Coa-
selho.
Coraraunicou-se ao commandante superior du
municipio de Oaranhoos.
Ao mesmo, eoraraunicaudo haver o bichan
Joao Alvares Pereira de Lyra reassomido o exer-
cicio do cargo de julz monicipil e de orphios do
termo do Brejo.
Ao mesmo, para qae com a possivel brevda-
de remeta a demrostragio dos cnaditos mircados
pelo governo imperial no exercicio de 1861 a 1864,
e seguintes at 1870, para as verbaspe nal de m'arioha desta provinciahospital, obras
e corveta em eonslruecio, com declanco da des-
pesa feita por conta de cada ama deseas peo
verbas era cada um dos referidos exereietos
Ao mesmo, recommsudaodo qne mande pas-
sar guia de swcorrimento ao alferes de emuiis-
sio, Hsnrique Manoel da Silva, qoe segoe para a
provincia de Sergipe a reunir-; a i
eomnanhia flxa, aa qaal fo classiic la.
OflSiQU-se ai garanto da comean
cana, pira dar transporto a ate offlelai at
|a aroviacia, p >r coala do ir
Ao mesmo, reaetteado a iiasio o cora

%
ti



Bjy


l'ernambuo* > ra 3 de Ma
'
m-
, que seW|
gratificSe
lHaaeameate
-*.-.


Factildade e Direito
nobiiia e tileaaitios
da;
_
Silw, qaaTSWBq" pwaca3(is
-
la mioterio do imperta de V da japeiro ramo,
Joo "redte 4:3*11* tea amjHca-
*# repaiose oWH d
Ido em que a
ido boa amo oa.
ISSde'S eagu
i-xeree a
la cidade, e a6
ajsaros mea**
Commuoicon-se ao
__1 a Franeisc IUi|frfa*li Vlanna a qnautia d-
MU provej^^H ** Te.la cont o ansenlo
spresga lote floVrnio de Olioda.
jiM metB ^[of-MHe pzssado a Janeiro ai
Ao *> s>ruto "do corpa de ponda, Joaimim
Appridi Rasa da Cesa, "urna gnlioaco de KM
asaes. de c>nf I de 25 deiffld^S-lWno pausado, somante 4u-
:vjal i e destacamento
Ot tHH do Itii pie, i**4, a coaur do (* de agos-
to a 2-1 'ie outobro do mesmo mno.
A Candilo de farva!*' fc-ves a jadtrtia ne
18*800, d'>plud^>>f'0 ordecimento o tul e
agua pifa o qaarral So destacamento do termo do
'Santa Ahta >, n > w t de Janeiro ultkpo.
A "Francisco Jas L*le a do 63* le aaireel
da cafa que servj da qnarrel art de-iacamento da
-vy d*, **uat de 21 de ootutariMo auao
pastado a 0 do'.coYrente.
A FirniM Amonio Rodrigue? a do -4?>i6f0,
eocrespouderats a um trime-aire do amguel da casa
que servio do guar-I ao destacamento de Afoga-
los. wncidffiMHa 10 do>te mea
Kxp A-oeommali'lante do presidio do Femando
de Kotanbs, recimroendaaj> quepa prmeira op
prtunld*c envi <-om stgurac*'psra ea capi-
lal, a eram orientad >s an Or. chefe do polica,
os sentenciados Domingo.. Satrlgues 'Saaw, Joa-
qun !.* Mareara Sobriabo e Peta *w Rodri-
gue, que, segando dictara o jihz manicio! da
priuwira vara, ja curaprirao as reitclivaa sao-
teaeas.
Ao engonbeiro ene-irrogado das obras mili
tare-, para que, examinando o-ffliado da man a-
doura e das tstitas da cavallarica da deposito
especial do nurnecao, aprseme o oreajneuto da
v despeza a rstr-se com os reparos da quo pre-
cisara.
Onmunicou-se ao geaarar cjawnandanle das
armas.
Tonara :
Aa-goraoe da eompiohia Piroambueana,
tnaudandj por a dispot^in Oo che/e de lee ao da
aeeretaria da presideneia. Francisco Lucio de Cas-
tra, duespn-Bgei d-.- enao al Macei, a re do
vapor que segu auaohapara o al.
Despachos:
"Beato Gaetaaofnaii Vre'rra.Itffcrme o Sr. di-
Tocie-r dd asvlo de mendicidad?.
Brtlaripao'ate Candido de Caslro Chafe.-Inde-
erido a i-ia da io/oriBa^o.
Capitao Firmiao Jos de Oliveira. Como re
qaer.
Fiariaoo Francisco dos $anto=.Informe o 5r.
inspector da ihasouraria pr, vine al.
Irmaodade de Sani' vnaa da1 Madre do Deas.
Infirme o Sr. iuipecier da tuesouraria provin-
cial.
Jjquim Alves da-SiWa Satos.Informe o Sr.
iotpeetor da ibeaooraria de faienda.
Jkaqniai Appridio Risa da Costa. Dirija-se a
tuesouraria ptovineial.
Jos Flix da Silvarnforme o Sr. inspector da
Ihasouraru provincial.
Joaquim Aives de Azevedo.Informe o Sr. ins-
pector da thesoararia Druvi.uci.il.
llanos Faiutino a'anderle.s. Informe o Sr.
inspecor da ibioarana proviucitl.
IJcharel Maximiatto Lupes Machado.A' vi3U
da infirmacao, nao tom lagar o que reouer.
Mirtir.ho da Silva Costa. Infirmo o Sr. direc-
tor peral da intrcjao pmb'.lca.
Silvino acardo' Aauncw. Informe o Sr. D.\
chefe de polica.
Trajano Jos-.Pereira. Ao Sr iuspaelor da
tb'esouraria protln^ial para Tnfur.nar.
l'APRDKKTK 03 SECnETAMO.
Offldoi :
Ao geiiT.it crtmaiandanle das armas, decla-
rand i. de or lem Ha presidencia, que so roandou
Hi-uer o pelilo de pecas de lardamento .para
a* prao-* d i il.'i uito de recrutas, que allude o
en em duite aes podidos devem ser organisajos de
accorJo cora es rojJelos anuexos a circular do
mint-terio di guerra de C de jonho de 1851, co
inocxig) o inspecier da lhdpouraria de lazenla.
Ao mesnio, commuoiciodo qne a presiden
eia mao-Jou a^faeer o pedido difecbaduras pa-
ra a eofer/nana milifor, que srfWfere o seu of-
licio d lda crrente n. I3i.
A llesouraria proviucial, prevenindo a de
ne, segurt-l) piriicipou o regador do gymoislo
proiincial, fjram.admiltidos naquelle ettabeleci-
jaeoto co o lmnos internos gratuito., cm virtu
dedo art. 131 da le n. 369 de li da mato de
183S, e das portarlas da presidencia de SS de
outobro e 28 de sovembro do anoo passado, o-
meaores Eurico e Kmelia AmbroMa M.rinha Fal-
ca, s qiaes matricularam-sa era jaoeiro ultimo,
em er>eaiiencia das vagas deixadas pelos alum-
nos Pedro Hygino da Cunha Souto-mator^e Joa
quim Graciiiano Peana Forte.
'i' '' "
prinvpiq
de outuliro
que ci
dber os i
estes nao .f..w-di_
linda que, secada aut
tt especial, a cada um
que o substituido nao
i* de su a morle fora^i encontrados
mente cstigado dor*', escravns do
r, d#s qdd*i merreu.
perc
bo masna aog,05t) senh^r, oarl-la a sedlo
de jojtic* no eMKlbo do estado de 31 do outubro
lo aoeo pasaadWoai cuj parecer so confnrmoii,
e a nsta daa di;potiq5e> des decntoa us. 2,631 d
18 de. terereirn da 1860 a t9S de 14 de uutabr,
is 183:, art LveMabinadAS com. a atoiUrisl|H
avisos-m. 863, de 9 de dciembro de 1865, e 3
X^BfAJTAttTn.
ANCA KIN15T;
jo tonal da
fo segBiiii
f Tenli pedido e
de 29 da aejembro, P^^M
S. Vicente, fol eocirretadq1 i
gabinete o Sr. oonadjftaro Pmmos, viseqnde do
(iio Braoee, que no da fO baria chegado do -Rio
da I'rata.
Na ullima tato 8. Ese. oba s*fuido para
Petropolis, onde se acb va Sua Magastade olra-
ramu-
avade.
i como sao
lodo que
de 6 o,afost de 186!), bou ve por betn deeid perader, afta de trirvrr da, jUganisacao,.
N4a jornaea dia-Bfl raa cneeniraWoi a til
OlA-RIO DE PERNftMBUC
RECIPE 3 DE MARCO DE" 1871.
Itotlclas do sul do Imperio.
Chegou bontern o vapor americana Merrimack1
lraaendo Joinaes do Jim de Janeiro de da 2i e
da Babia de 28 do passado.
10 Bfi JANEIRO.
Pelo ministerio da justica firam expedidos
os dnus seguinteg avisos :
V soecu.. Rio da Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 17 de fevereiro de 1871.
ti, e Exra. Sr. S. U. o Imperador, canfor
nan4o-.,e com o carecer da seccao dos negocios
do imperio do consettio do e-tndo, hauve por bem
mandar annuar a elei^ts de vereadores e |i
sea de paz, efleetoada em gelembro de 1868 na
parocliia de Bag, do inuicipio do raesano nome,
a qtur refere se ooflcio dessa prealdencia n. II,
de 15 de fevereiro de t7U.
< Das anseticas qjae acompanharam ente of-
flcio codst as segjulln irre.ifularidadea que
lalumam 4 i nnlli laJe aJUenda flaicaa.
lf Conlr o dipo*fVo art. 2 do decreto n.
1.S12, de 3 dd agosto sidente da mesa. paroeisl convoeou 7 e oto os 8
cidadaos qi*a ie cavaln iaimediatos em votos, 3
para aubeiitar a turrea loa eieitores e 4 para a
-dae.-eupalentdlt iiwilbaju'o-frt. pela acta qne o
ncenesdiBo de um voto que ^Magalra-nie deiiou
de figurar na eieieao da 1* tarma pideria alterar
a sen resoltado, eendo euarea -o eleitos.
2.* Irilerrotapeo-so o processo eleit ral sera
motivo jusfilijad ao* dias 14 e 12 de setembro.
9io da Id terminon a 3* chimada, la-vraodo-se a
acto, e na da 13 priadpiou a apuraeaa.como sa
Jara na acta dos tcabalbos desse dia.B
* 3* Preter o seo dis posto noa arU. 54 da le
s. 387 de 19 de agosto de 1816, 4* das instrac
to a. 2,621 de 22 de agosto de 1008, porquanto
-jo era possiel que em am so ^ abena as ce-
datas e lillas ama por urna, cmo atatoem estes
arliges, fos>em iniciado e concluido oArabalbo da
aporacao de 1,491 cdulas rccebidis, eemo cons-
la 4a acta respectiva, Mareado anda lempo para
a eacripta da mesma acta.
GaaiprA, p .moto, que V. Exc. mande pro
eener a nova eleicao de jaiies de paz da ala pa-
roeatar e ttnabeni de vereadores porqde ella
evastitoe a materia do municipio, contionaado em
**< jaita de pss e vereadores do qaa-
trieoi nodo que nao estiverem sorpensos.
wfde a V. Bw.-Joo Alfredo Correa
aresidente da provincia doWo-
de fevotairo de 1871.
preseilfes a S, M. o Im-
de V. Bxc. a. 47
i pasudo e urna copia do
que a 6 .lo mes rao mei e anoo dirigir a esta pre-
sidencia o Joiz municipal do termo da capital da
inwrfaeia, eoniuMndo
1.a Se, sendo extensivas aos empregados do
mini-ierio da jastifi as disposiedes do decreto n.
I^HMlt 14 de outobro de 16-37, Ibe competen),
! do cargo de jai! de
91a i vara, por "han pereeber ordenado o
n. 335 da 6 de agosto do 1869.
a, por ter este
| soio medo que os
^^Hrwto e do medicina ro-
que o jiiit manicipal quand) exerce.einitaktt
mente, como subtituto, dnas varas de
tem dirito ao ordeqado de jjm^djjiiues__
que o uo percebq, e pode accumular as gratifica
ces de exereicio de ambos ps cargos ; *o pd le,
porrn, accumular os ordennos-respectivos anda
qur os doufjujiea eff'ciivoa.os 85 .ptirclxam;
perquato as sobrelilas disposicSes ne. perrnt-
twn aosubatltoto accanralacSi fia ordenados dos
ampregos simultneamente exereidos, sendo, eertn
}ai nao unicameate a niriumstai-ea d ii"u
haver duplicado de deipen _
nMiia os vea amentos do snbstHnto, "mas a $-
nrnpercao dosses vencimeiiti, e a ana reJacay
com outros emprogoae jeraffehia, assim como 4\r
veraas con-ideraci.s da uliiidade pnaiioare*tde-
vanJo-se ter eia vistea regra de que .aquella 6 empregado publico e j percebe ordenado nao.,
tem e-n cada suastituicjio sonao a fratiucac>>
inherente o exereicio.
t Deas guarde,- a V. Exft. Daiaa itt Tres
Baira*.Sn presidente da. prwinca do Para. ,
Pelo decrtl 4694, de 1.a do fevereiro, fui
extincta a reparticlo fiscal de pagatUria do uuri-
nba em Montivid'.
Pele decreto n. 4697, de 19 de fevweiro, fu
creada no termo de S. Luiz Ginzaga, napr.ivlu-
cia do Id>raohaomp lugar do jai municipal, que
acjumaiar ae fuocgoes de juiz do orpbo^.
Pelo decreto u. 4699. de 20 doovareiro, fo
oreado no termo do Uio-PreM. na provincia do Mi-
nas fJraes. um logar do jqia iivinnuaal. que aecu-
mularias funvcS de juitie etp'aao?.
A alCandega reudea da 1 a 23 do passado
2,IGI:232Jtrfi*vrs. 1AM
Os soberanos (-) veniiam-se de-iojotio a
lU*2acadauj.
Ae apqlices de 6 % de 9 a 9S y2 /0.
GOTA.
Tesw* folbas desta provincia ato 20 de Ja-
neiro. Rcgistram diversos facas da manimisso?s
gratuitas. O Cairelo Oj/mal publica o seguale
balancete do estado dos cofres ato o dia 7 de Ja-
neiro.
Exereicio -d> 870 -87>1.
Recelta....... 30:267*353
Despeza...... 36J272O
Sala........ 401'35
O a-sucar venda-e a 10* a arroba, e o cafe a
12j idam. Em cemneosagaj custava urna gall-
aba 400 rs,
.Dd.Lioaoldioa oicrevom Prov'mcta de
Goyaz* de Janeiro :
i A' do corrente, fundeen nesre porto, prove
nianto nVi da Ittayl o vapijr AiWtay, dando
assim a pnmeira -viagem-deste aoxn neaan linha.
Vtoram-nos ma'ntimeiitos das Abobaras.' Con;
sigao cora prazer esta natieia, nao so p^rqu>_e
mais um sertio que se fcae em oommumeavao
com o Aaraguaya, doade tirar sen consummo,
como porque a abundancia de vveres.najie ulti
vados nos ccllocar a coberto das neeessidados.
A'27 do passa lo aqu fundeou proveniente
de Sania Mari., o Ckratowo Coto*!*. Troaxa a
sen-borda a eapitoo Espirido Daptiata Roquete
Fres, commandante d/ S. teso, que aqa P. Ja mo-
ribundo, vctima do ifna febre biliosa que o ac
oommeiteu ha cerca de 33 da^.
Os presidio} nao u n medicameolos; se e go-
ftWTW-qwr pepulacio, mister auxilia-la _em-
quanto os capilae; e recursos se nao creara s
margeos do Araguaya.
a Em Leopafflina os viveros ostio caros; feliz-
mente ha fartura, e anda agora, apezar da extre-
ma alagacSo dos pantanos, cio'co carros vm rom-
pendo par* aqui. A empreza de navogacSonrra-
tou era sua officina uma serra eircular movida a
vapor. A experiencia fela em dias do mez pas-
sado, foi plcnanirntc satisfactoria. Os fornos da
fandi^o da mesraa*eni(ireza t n trabalhado con-
seculifarnente as daas ultimas semanas. Es'.o
preparando bronzs e pecas do machinas para o
CclomboeAraguava. .AsAguas dorio, que Ira-*
zem emsuspenso muita ara, estragara a ma-
chinas em pouco lempo, e se nio houvosse a fun-
diC.ao, ambos vapores ja estariarn parados.
Chegou hoje do Rio Grande um bote de um
fulano Joaquim Cyrio, cora mantimeutos. A 8 do
do corrente, coma eslava aniunciado, parti para
Santa Mara o Crirlavo Colambo, quodve estar
de volta aqui de 25 a 30. Espera-so par elle o
bote de 24 remos S. Jotn do Araguaya* proprie
dade da empreza de navegacao, que vem com car
gas do Para. .
A segunda viagem. desle anno esta annnnca-
da para o do fevereiro ; consta que com 0 vaptr
partera os botes destinados a trazer o novo vapor
que a empreza de navegaejio mandou construir
na Inglaterra.
UIKAe^BRABS.
Desta provincia temos o Notciadar de Minas
de 18 dq corrente e o Liberal Campanhnse (da
Carapanha da Princeza) de 16.
L-se na prmeira deslas Mhas sobo titulo
Betnrrexit:
O senador Nunes Goncalves om ura enrgica
diacurso no senado redara >u serias providencias
no sentido do puniremse o? assassinos de .Fran-
cisco Lopes, residentes em S. Josc de Malh5es, no
Piauliy. A graviJade da aecusacao deu tugara
sereiu iniciados coreo autores do crrae um padre
maU ^eis individuos, ebefes de namcro#e fa-
milia. V
Sofra m os iafeses reos o peso da cruel im-
putacao, quan jo em dias do mez passado o assas
finado, tendo sciencia de sua morle, e dos que
por ella padeciam, defiberou ressussiiar, e de/ac
loj procurando as aainridades locacs mostrou
qae bavia trnalo ao mundo, o
6. PAUU.
Recebemos jornaee ato 19.de fevereiro.
Nasessao do 11 da assernbla leglaliva
provincial, foi lido e remanido as commis.-oes de
conetituicao e jnstioa e de obras publicas, um re
qaermento do Sr. Angelo Tnoraazd) Amara!, pe
diodo privilegio para, por si oa pela companiia
liie organi-ar, dentro ou fra do impelo, coos
trnir costear urna estrada de ferro ugmdo
capitalda provincia estrada de ferro de D. Pe
dro ti.
Em sessa da 16 foi apresentadoum projee
to autorwando a encorporaeaoda c-ampanhia eg
raniiaio a'provincia os juros de 7"/' ato o cap!
tal do 10,00:000000. /
Ksi'inia 8*KTp.
Recebemos noticia da capital at 90 de cor-
rate.
No dia 18 prestara "amento e tomara pos
se d administracao da provincia o presidente Dr.
Francisco Ferreira Correa.
Segunda um mappa orgaaisado pelo cVfe
depulicia, a populacoda provincia de 70/I7
almas, seaiouvres oi.OSQ e eecrjvog 18,703.
baha.
Come{arAai no dia 27 do passado as
preparatorias daasjembla provincial.
Ao porto da capital chegou a 26 do pastado
D-us
etmti
firanodo
* filo de
llhn. e Exm.
perador
dead^jitbo
f,**OA-Lttta
a crvela i vapor Pqraense.
respeitn; entretanto cartas d'allt asseguram tV
CJin*Hrtiio o minirtaale 8. Vioonw pedido ason-
cao. mis dizem que com certeza nao 6 o Sr.
Visconde do Rio ftrauco o^iovo organisador.
MIWSTERfO BA lUSTICV.-Portesteawijstflrip
foi "Ofpeiifdo o segaiilte avisa preSidencTa' de
Peau?ba -o :
Rm de Jietro,M ds Tevereirb di WT 4.*-IHnf.'
e-Exot. Sr.Cwn Qfppio n. 224;do. 17 de jetemoro
, do-anno pasalo, remvtt.'u o antecessor de V.Utc.,
a razao que dererj. Cntt ^ qa ma-drntira o lUMHj-dVPor-taaal
nes-a provincia, sobre representa'caA'de Cu-todiii
ib tunes no a res contra n joiz de orptil w do tormo
da capital, por nao tqr eampeido ama caria roga-
toria de juizo de direito da cidade do Porto, 'para
a avaliacao de baas siios na do Recife, per-
teneeata* a o aspo I to de D. Carlota Maniet..de Oli-
veira Sal^adj, que (dril casada eom-sub-lito p*
toguez, fallecido naqaetle cano, ao que ioformou
o referido juiz qne nSo e provra ser a mesan
Carlot i Mxciol de Olivoira Salgado, subdito |*rla.-
gUDza, e que ella apenas o:casonalmanto renda
na cidade do Porto, quanlo atti fadeceu sa*ei-
tamento nein berdeiftas eoqhecido, devendo-se poi
isso e em virtud.do cconlo-e| orado para raga
lar a exemedo do'art. 13 daconvanao consular
de 13 de abril de 18* I, presumir qae os beas de
que se trata pertencem ao estado, salva a habdita-
cio d<) q lem eHos sa ju'gar com direito,
i S. ti, o Imperador, quem forara presentes
estes papis, e.an innado-te eom o pareeer da
tecc.ia de jastica do eonselho da ettada de 9 de
Janeiro ultimo, rvrove por brf declarar que nao
lii que deferir, vista dos justifcalos e jurdica*
motivos porque proceden o jo r. dos orphaas, cuja
Jecisao sobre sua competencia ejnrisdiccao s
podera ser infirmada par mero de rec uno ao ir
bunal .superior.Dus guarde i V. ExcSara
das 'Fres Barras.
TUESOURARIA PROVINCIAL.Por portara da
presidencia da provincia, de 2 di corrente, f>i
exonerado de prataaU: da tiesouraria provinciil,
por nao ter tirado titulo no praso legal, o Sr. ba-
eharel Luiz Frrefra de Meoezes Vasconeellos de
Drummoud, e foi noraeado para dito cirg) o Sr.
bacharel Amerieo Fernandas Trigo de fconreiro.
JURT Dl) RSClPe. -SsnJo submettido hontem
jujgaraento o reo Paul uva Minoel de Castro, pro-
nunciado na art. 101 do cdigo criminal, tendo por
defensor o Sr. Dr. Francisco Gomes Prente, fol a
causa julgada pereinp:a.
H Ja deve ser jutgado o reo Antonio Jo< do*
Passoa, pronuncalo no art. 203 do cdigo cri-
minal.
FERIHENTO MORTAL.-.\o dia 194o.corrate,
no lugar Git, do trra i de Papacaea, Flix ae'
Tal ferio m .n il aeute eom um tiro -Victorino
Gomes da-Rocha, paado^se era-fuga-
P.tSS.VMENTO. Pallesen ame*hntatn e (o
boni-rn sepnluto o negociante da notsapfafta o
Sr. J familia oossos sinceros pesamos.
DU.V3 PALAVRAS AO L1BI"'L.-Eltribada
no principio de qa cada um d o que tem, a re-
da-o de.te "Diario agradece a illustradis^ima
redacesr) do Ubrral as patarras am-tveis qus ae:
iignou dirigif-Jbe. em seu oociar'o d i honnm.
Parodiamos impropria a in/uirem'-rt? a Corres'
ponditea de Portugal, rjtsso a lllustrala rifdacjan
lo Liberal; obrigaii, mil vezes obrijia por ta
distinct.i.enmprimento.
Se o Liberal cbima parodiar serrir-se al
di algmai palivraa empregadas por o
nesse caso bem possivel, quasi c>rto.i
pro a illustradissma redacro do Libe'al
do, por que ludo qU'Oto se diz nesse j irnar
rrrais do que a reputnco do que s '
n'uniros tempes.
O artigo (jteallndio o L&era nao foi escrUpto
aqui; berfl orno todas *s notctJS da Enropa que
publicamos, veo-nos dalli, orle organisad a
nossa revista europea. Ha muito qaem nao ig-
nore isso qae aqu levamos dito.
O paquete da Bnp qu trouxe-nos a noticia
io infausta pasamento da serenssima prineeza
a 3ra. D. Leopoldina dea a mala depois tfe-oito
horas da noute; o Liberal abe bem d'rsso p;r
que n5o Ihe foi'possive! dar ndliclas no da stfb-
sequeote.
A*%ssa hora da noite talos comprehndem qae
quasi ppossivel prestar grande attenco ao ira-
baibo que se d compor as typogapbias. f>J-
sa noite n3o tivemos tempo se quer de lor o que
nos veio da E.iropa organisado, como de costnme,
para evilaf miior demora no trabalho typogra-
phico.
Sabio por tanto o artitro qu se referi a Libe-
ral sem ao menos ter silo lido por nos antes da
eomposico. Alm disso aos.oosss revisores es-
caparan) algumas incorreccJes n'essa parle da re
vista europea, como em todo o corpo das noticias
acontecen.
Como ter evitado essas incorreefBes n'nm tra-
balho faito tarde da noite por hornees j fatigados
por monas horas de'penosa oceupacao ?
. Nao tem sido p r molas veze< victima de se-
melhanles faltas o prprio Liberal, apezar de suas
exigencias T
O pensamento do artigo foi mutilado em miis
de nm ponto pelas ineerrecrdes alludidas; pode-
riamos telas desfeito no da immediato ; nao o
filemos por qne b erratas qne s ser vem para
aggravar as faltas comm-ttidas.
Noton anda o Liberal ter sido incluida entre
(arjis negras a noticia da enferraidade de sna
magastade a iraperatriz viuva a Sra. duqueza de
Braganra.
O Liberal qulz antes ver n'isso uma inteo'^ao re
servada e malvola de nossa parte do qne ura sim
pies eftgapo de pagipacio, engao de que e le-
ral nao tem sido isenlo:
Entre tanto nada lia to possivel como os enga-
os d'essa natureza; e nao a primeva vsz qTe
isso nos acontece, eom bem pezar nosso.
Acceitamos a responsabilidade do que pnbliea
raos como anigo editorial; mas ola se nos injpol
pe por fatts qae somos os pi neiros deplorar e
que muito daramos para que nao tivesseirio
gdr. v
Nunca ofrendemos em nossos escriptos a r
r,ao do liberal,* por isso sobra-nos direito pH
agradecer-lhe as amabUidadet com que nos mi
moscn.
DlNHEfRO.-O vapor Morimac* trooxe paira
os fcnbores :
Pflreira CarneiroA C. 3i:567j
Ddruingoa,AJves MaAeus 4:65^
PB sna publjcaco :
A irreverencia que a observa no transito de
nossas procissde< pelas ras desta cidade, devido
tal vez ao peaeeasprito religioso, nrge qae al
gama prpvioenaia appare{a aa aeitido d pjelbo
ra. Pelo manos cramo, gOa nao sari maprofiMo
isposa do Sr. Pinto, empregadiH
luu iembrar ao enfermo um rtflp^
e de lio prompl
ffeito, qae o enferma icr.-se bomcotaH
te bomcomo ella preprio nos disse ha diai
nosso pseriptorio. Eis o renal.
Lanca se uma mao cheia de
oa)deulro>tti>u tgela. fUo
ae conservero taes
ia. Neja a^
tirar. Sobre oa buri|| del
a "grandes do agua a fewr. '
lase arrefecer a agua. D
pletoMDte fra bebe-se. O effeiio peac
i aperar. E tal a rfQeacia esta
'iretica, que em 12 horas o doente fica corap
lamsnte liflre. O Sr. E )genio Rocha fez anda uso
do remedio durante algans das. A dtarSe
mnuinle, at qae >e acha perfnamanto cu'to.
O facto tona ido registrado por bastantes faouUat-
vos. Os aue trataram o Sr. Rocha e que o opera-
ra, eai os doefpital de S. J e portaoto
dHjfilllWltl. fti a nifiBirQjK
nhora qne indieau to virtuoso remedio, que ene
.omito coahenidn a commnm entre ax .raosana .Aitorl
'-';''",, soltei
r de nome Pcnelsea Ma-
irda, oUeira, cotn 13 annos de
sta provincia, a qiial tinha-se
cimento po dj 18 do Janeiro
Fozcbla Baria
62 annos de
70 alienada, 73
a casa
a deOUula,
niaaha. Nio bavendo burris i mao, o cha de
km* piaain chamada taca marinha tambem
muito til, mas nio too promptaineute eficaz,
Msao wsnl^jlri)pfsiaouaaazarca,a qsjk,.em
menor quantidade, do cha de burris eOcacissi-
bw am-todoi os parJeclirtentos em que sao uieis as
bebidas diurticas. O cha de burris 6 faeihma de
tonur. Tem al ura gosto agradavel a mariaco.
Nao se exige dieta seaao a aconseluada pela.boa
ay giene.
PREGO DA OCCPAOiO PRSSIANA.-Os se-
guintej dados qucpafebcajn peridico da Birlin.
deraonstram iiaanto vai custando Franca a cecu-
aacao do seu territdri pelas trepas allemas:
48 nos de idade e natural (ro' pf|||||r f numeroi) ft p,r, aistrjhir 0 tenpo li
na pagina'tt a ultima, fleando bas-
tante satisfeito pao tit de sor asiignanie de ama
flha que merece grande elogio, mbem por
ser de grande ntiliJado rara a soeMade, e com
algutra cspccialidade para i para vossas
0 Mnalor desta folha esmera-se o mais poMirel
em fiBCQer as oitojtaginas, de que consta, da ee-
cripto escolhMoa-6 digads de toa apreco.
Polica, censuras, eoaresponieocias contra osla
ou aqeila psaaam niai eneontra na-Lni. A
Luzs auer instrcir, o illustrar. Orno la
disse, confiado na veeta benevolencia, vos eonvide
para sendo assignante* de una foiba to proveto-
sa: bem se que a vosea oconpacao sclr
versa sobre lvroa espealaes, eatfcndo
da em suas paitaas, a sobre a fulhas
Svincia ou mesmo daoolra qualqoer,
nhnma dellas sao indignas de qWvs leiaea, eeta
ou aquella coroanna que vos aprouver; mu tapa
interromper a vossa leilura eestumada, muito aab
podis tirar algum tempo para lerdea esta aova
folha, eujo preflO aonual sio 71 para as provincias,
dTatoetiae-Gysaeiro GosU-Reto, eostando6gnacrie, ooda impressa.
Se quizerdes assignar, a redarcSo do Diario de
Pernmbuco, preua-se a esto lonvavel trablho.
Em remate desta humilde carta que timbo a
drrltrrr-vos, peeof-vos que disculpis a
^^^Htrndenria, se como tal a considerardes,
e seTaTempre vosso sh vo.
mordomo domes,
A. J. Gomes io Correio.
O regent,
Luis do Reg Bonos.
LE1LAO.Hoja- flocula o agente Pinto o leilao
da movis, louc,a, eryataae, obras de prata, carros
e cavallos, noduruiazem a no primeiro audJr do
so lirado,da raJBfepolton. 28.
PASSA6EIR0S.O vapor brasileiro Santa Cruz,
qaaaajjttfb para o sul, eeoduzio os segnintes
-DNVaraamto Totentia Gyseeiro a Costa
Antonio Pcreira Simocs, Lus Antonia Pires de
Carvalho Albuquerque, Francisco C. Goncalves,
Maqoel Cesar Uezeria, Jos I|pacio Pereira, Con--
taaoto dos Santos-Pontsal, Francisco Campeilo Ja-
ni>T, D. rsula Mara da Conceico Brrelo, D.
Hara Fraaeisca Brrelo, O. Lttira Francisea'Bar-
jeto, muiher, irraai a ,mi do lenle FraiJtlio
FrawiSeo Brrelo-, Jo8a' Pereira de Oliveira e #
escravo, Dr. Francisco Gomes de Andrade Lima,
O. Mafia Aognsta Ohet Jorge, ACfonso Arthur Cys
neirode Albuqwrque, J. Cerroira da Silva Marcos
Cural. Julio Cesar de Caatro lesas, Arceiino Jos
de Alm^ida Parnamliuco; Aflonso Lniz Pereira da
Silva, Manuel dos Sanios Brralo, J. J. Godinbo,
Em vuia eqaatro botas, uair corpo de exer- Jloao dos Santos Silva, Joaquim'das Virgcns Lima,
cito conanrav termo medio, 18,000 paos delires I Jote Viera da Silva, Josepha -Pereira Brochado,
ffiftaMado Lopes da Silva, Charles Smiib, D. len-
riijueta Violante Brilo de Oliveira, e os menores
Aolonio, Joaquim e Bernab, e 1 criada parten
cente 4aaahora do Dr.Henrique Gomes do Oli-
libras, 120 qoiotoes de toneinho, 18 de sal, 30 do
caf, 12 de aveta, 4 de feno, 3,500 quamlboa do
espirito da viaho, 3,500 oncas de laranjas azadas,
'id quiniae* da tabaco em rama oa picado,
1,1*0:000 eommans e 60,1-00-cigarros nos para
olfitiaes, Tem havdo 25 eorpos de occupicaa.
t Dasle 19 de julbi a 31 de d zeinbro, a FrW-
paal j lioia conduzido 7,600:000 cartas e.....
1,530.800 peri-dicos. Ootra empreza tinha iraos-
pqrlado em igual prazo 41 miltmas detbaiars e
54,030 nagas pro&edentos da secretaria da guerra
e destinados -s tropas om campanhi.
t Os soldados allemes teem reraettido s snas
respectivas tan? i lias 13 mimdei da ihalers e.....-
2K/33 volumes ou eacommendas.
Esta guerra aprsenla a pariiculnndado, nova
ceri-mente, de que os soldados em canmanna, em
Tez de receberem auxilios de suaff familias, team
mndalo diahelro pira casa.
PORGAS -ALLD.M A AS EM FRANCA.-A estatis-
t ca deslas forjas a seguinle :
t O primeiro exercito, general Goeben, com-
prehende 56 bataHi6es,J 56 esjuadiSes e 34 ba-
teras.
O segundo, general Frejieo Carlos, canta,
N. 331>ANACAHUITA PEITORAL. Est ti-
fcjjaA\ *^i"i%fl|TClAf % lurtimi H$\ IfclUUaA iTiriii^iim fctflll
^Ir yPfitrai ai < r grande rapit'z com (ue cura a losse ein too-
seus periodo. A academia rosdiea de Berlim te-
ve mpila razio em eonilparar o sueco deeia bal-
smica arvore como um especifico absoluto para
as hrfitaedes e inflainma^das d garganta, ou va-
sos arMeafc*. Nenbara easode rosmwdaa, asth-
ia, catwrJw, ,dr da gargan ,ou Lronebes, i -
ie resalir s snas propriedfd|e')n:ra-irrltanles.
ReMlkwa'retabelece m, qiodo por sjfeeces
da trachea on laryrge se efieg a prrder ou debi-
litar; faz para a expectoracio sangunea, eintoede
vwra^Ferjada.da auSKtjSbpt, Antonio^Gnljo^ agglomer*4ao de ameosidade no tuJjosda res-
nne conrnzem aos pulmdes. Inteiramen-
te mu diffjre.nte esses peoraw campoto* prin-
cipalmente do:fruttps acres e adslringeules, ate.,
finahreate oaaoa delicada e elaborada coiapoai-
frfia naa Mitra aetihum acido prussioo, nem
pouco ingrediente algum de especie oa casuMar
venenoso.
A a!rande:aarreeadou de 1 a 27 da passad
683,988*500.
. 0 cambio r^tava sobre Londres 2$ i{ id.
por li, papel particular.
^eipq no Joraai ;
< No da Vi .le fevaraire, pelas. 7 oras dama-
oba, se precipitoa le uma janeHa do sotan da aer
brado ra do Caqusnde, D. Candida Marta da
Foneeca. que all morava em eapipannia de sao
irmio-a negociante Mauoel Joaquim da Fonceea.
O Dr. delegaod) pnrae1r*distrieto compare-
cea irmnediatamente no lugar, e procediendo a
diligencias neceasarias, verficon que essa infeliz
senhora solTria daaccessos de loueura, devidoaa
antig s padecimentos nervosos, dinto leso motivo
a semelbanie desgraca, da qual fallecen hora e
meia depois.
c No dia 10 de fr.vreJra, no logar Corapaabia
deS. Jos, nw la cidaa do Lea-
Ses, Mnaoel Bat^^H HUooa ecm faeada a
lanoel Pedro d Oliveiia Passos em corneqoeocia
de altercacSes que tiveram por cansa d^agn, eu-
j preferencia dispuuvam para roinemelo.
Diz-se que o assassinado era g- ramente co-
nbeeldo cono provocador, dado a desordena, e de
moa insti' i tanto que estando ao.serric do
eoaimeada^^Km los Poreira, como fitor,
. Jimiureui-se essas pfocsoas tao coHa#solida
peka aatigo privilegio do wq breva) a
"J"tp*WlaM
de..
iWcarftftdjBMte alguwai da pctncipaaa
sui# wS-.lW!' acanar-e^to.gam
ssse aboso aprtelwao de eotiduawera a pr>eJa9e
por unjeros*, riws a urawssaa da frofqatiaa it>
versas, recojhendo-se Urde e em completa de-
iMmdada^
E.-4 medida qae indicamos, e euja.cantiMa-
cao laaabranMJ, foi, tomada pelo.feUpo D Erna
Que!, de aap4oM memoria, e rusteatada peto Rvm.
Dr. Panas, entao vigro capiuilar.
Comprehenda-se : qoanto mais eajia I8r o
traoNto da proewsdes, meibor para o culto, qae
pouco ou nada syffrer em su ediQcagi.
HYDROPESIA.-Lemos na Conetpondencia AsJ
Porlutl:
c Deu-se, ha dea mezas, uma enea radical em
Lisba. O Sr. Eofttnio Bacna, morad ar fla-roa da
S. Usa ventura- n. 65, taseero andar,- soffria cruel
maB do ama hvdropeaU. A medicina tinha qua-
si desesperado d o "atoar. A ornea eoosa qne toe
ja conservando a tai era o ferro. Em P^H
mates icffreu o Sr. Rocha dez praas, de e natural de Santa An,
do seropra sbvjniantisamaa a extrarcao dw
A sua existencia eslava, portento, no mior ,"e-
Sattodora dalo pelos jornae, uma cartW
seobora esttaogeira, moradora tu praja da Ale-.
98 bataHioes, 136 esquadr5 el biterta.
O lerpeiro. do principa -imperial, coate 129
balalhoes, 56 eiqnadrCds e 36- bateras.
O qtnrto.-cltamido do Mosa, sob o comman-
do do principe da Saxonia, compoe-se de 98 bata-
Ihdes, 60esqnadr6es e 88 bateras.
f Oqninto, do general Manteuffel,inolue 118
batalhoes, 54 esqndrSssesl bateras.
0> desucameotos qae gnardam as cera-
mnnicaees, oromam 27. biulhdes e 16esqua-
drdes.
As gnsrnifes das forlalezis dseendom a
B bat lides de lndvfer.-fl esjualr5es e 23- ^
teria.
t Tolal: 615 bm1h5es, 401 esqitadrTjes, 290!
batera', dando um total de 78f>,000 homens.
Nio fe roroprehende-arada aqui a-baeria dositio
de Pars. ,
t A perda dos al'inles nesta borrivel luta nao
inferior a loO.flOO horneas.
GENERAL B03S.AK.-Morrea em -Dij-n o ge-
neral polaco -Biissak, conde de HadlW, o har le
geodario da ultima insnrreicio da Polonia. Tendo-
o edrpo atravessado por varias batos;Moi eneon
irado as imntAaides daifiella cidade, n'una
ponto qne poneos drs-arit?strnha dito ere de gran-
de importancia, ceres-rentando que certamente
serla atacada p^los allemes. O seu chefe de esta-
do-maior parece nu tambem morrea a sen lado.
Dossak contava" apenas 38 annos de idade.
Aos trinta annos era coronel no ex-TCito russo.
e ajudanre de campo do czar. Qoandd rtteofoo
a insurraico da Polonia, aptesentou, a sria de-i
m'nsSo^Wma carta chola de noUr, dirig
da ao iqj^ej-ador, declarou-lhe que oten dever o
chamara ao-servcb do sea desgranado paiz ;
suslentorr, pof, a campanha durante dez uto me-
ze? em 1863 a 186'. Terminaba a rebellina, flze-
rara-sa Ibeijir postasdemnistia; mas recusou-a
setpre.
Ao comecar a guerra actual, ofereceu genero-
samente a sua espada Franfa ; e noraeado com-
mandante de uma brigada do exercito dys vos-
ges, cahio no combate do VaLSuzon, prximo de
Dijon, no dia 21 de Janeiro ultimo.
Est perda cansn dolorosi impressao tados
os amigo* da Polonia, os aoes admiravara rao ge-
neral Bossak a personincacla viva dos sentlmentos
mais eavalbeirosos e mais patriticos.
O general Bossak. conde de Hanke, era irmao
da gra-duqueza de Hess Darmstadt, e por conse
quencia alliado prximo da familia imperial da
Russia.
Deixa viuva e qaatro filtros.
CRBLDADE PRUSSIANA.-Uraa prova irre-
fragraveLda espantosa crueldade dos prussiauos,
0 segrate caso, narrado por uma folha franct zi :
Fleurtmond Edmond matou no 1. de Janeiro
nm otUcial prussiano.qoe quera forjar a entrada
da ana casa, cora a ameaga na bocea e o revolver
era punbo. Depois de ter laucado ao rio o corpo
do sea iqmigo, Edmond dirgo-se aNuncq, a 40
kilmetros de Frevent, na estrada de Lihers.
i Algaos individuos de Frevent, enviados, nio
se sabe por quem, convdaram-n'o a voltar, dzen-
do que tudo se tinha arranjado medanle nm res-
gaie de 10,000 francos. 0 infeliz, sem desconfnnga,
voltou Frevenl com aquellos mesmos homens,
cantando a Marselbesa,
t E-tava ajogar as cartas no tafo de Fondene,
com a tranquillidade de ura hornera que thmprioo
seu aever, quaodojos praasianos prevenidos che-
garam para o prender. O primeiro que Ihe poz a
mao leve que salta/'peta janeila ; os outros, po-
ria, laneArm-lhe um lenco ao pescoco, e depois
de a terem alado fartomente, levaram-n'o para o
Ate le Chaleau.
No dia segrate, 2 de Janeiro, s 8 horas da
manhia, Edmond era onduzdo para Frevent,
arada amarrado^, Passeiaram-n'o assim pela cida-
de at s tres horas da tarde
Aquellos desalmad s feriam com as toncas e
com as, bayonetas um hornera desarmado e inde-
fen)..Osaague.Ciorra-!h.edd lodo o corpo ; eslava
quasi sera sentidos, quand'o o enforcaram em um
lampe so da praca ; euto todos porlia Ibe dispa-
raram tifos de espingarda e de rlwolver como a
um alvo.
Uaaa bala aoerton Re no pello direito e sahio-
Ihe pelas costas; outra, depois de tet-lhe aira-
vaesado a faee direito, licou Ibe na eabeca.
Os,habitantes de Frevent aasistiram a este es-
Beetteato com todo o saague fri, e sem protos-
; fiMPANHIAPERNAMBOGAVA-H je o o-
timo uta em que-receba carga o vapor Parahgba
para o porto de Fernando, conforme o annuucio
da ujerna compenhia,
LOTERA.A' que se acha a venda, a 1S4',
a beqecio da maifiz. da Escada, a qual se ex-
trablr no dia 7 de marco.
BSTABELEC1MENTO DE CARIDADE.-Movi-
mento da hospicio de alienados na Miierieordia
de Onda, do t ad uitirao de feveraro do crreme
auno. ISW-
Exlatiam 29 faoMBB e 45 ntullxares, entrarara
4 borneo e 2 mulaeres, existem 33 temeos e 47
mulheres.fotal 80.
Existem 10 empregados neste astaJaelecimciito, 7
tomens e 3 mulberee, sesdp: 1 regento, 1 medico,
1 oapellao, porteiro a sadtrisla i interino 1; 2 en-
JtOBeiras, 1 barbeiro, 2 enferrneiras e 1 cos-
aJkeira.
Foi visitado o mwaa aatabeleminanalo pelo res-
pectivo medico o dr. Dr. Ermiru Ce-'ar Coutinho
aos das : 4, 7, 11, 44,. 17, 21, 25, e 28 aa i, %,
3 o 3 1/2 hora da tarde.
Advertencia.
Entrarara :
No du 1*, nm Iraokem da qome JaciattioWi le
Sotiza, par Je* vruvo, am 47 annos da idadafe na
lurtl da Recito.
No dia i, um homonr de nome A-
da Silvoira, branco, naoadM^H^BBto de ida
Francisco Marqoes. Altxandr de Cauto Bayro;1
Antonio de Cauto Bayro Jnior, Joa Felismina Mara, Joaquina da Conceico, Josepha
Mara Moreira, Guilherma Matosos, Antonio Go-
mes Leal Jnior, Silvino M. da Costa Chaves, v.
G. Both, Eduardo Alearas, 1 escravo perlencente
ao convento do Carmo da Babia-.
Sabidos. O vapef americano Merrrmaik,
sahido para o norte, cooduo os seguiales :-
Dr. Jas R. Pereira Jnior, Bernardo Jos da
Silva.
Segaeo tambera para o norte no vapor7di
otwri :
Andr Cavalcanto do Albuquerque, Joaqaioa
Jos llenriques, Goilberme do R icira^ Alipo laiasi
Machado, Manoel do Njscimento Pareira e Souza,
Dr. Abdon Felinto Melaner, Sebaslo Antonio d
Mello Kegoj sna senhora, i (libo el criada, Can-
dido Gregorio dos S. Siqaetra, Primo J^atieeo
Barges, Victorino Jos Raposo, Fratfcisea Gamos
M. da Foneeca, 1 criado a 1 escravo do Sr-laao
Jos HenrifQcs.
0 vapor Merrimack, rindo do sul, trooxe as
segrjjntes
Jos Joaquim Das Fernandes (do Rio de Janei-'
ro). Da Baha : Porfirio de Souxa Frairar, Garete
Andrade -e sua filha, Vao F. Aranjn Pinflro, Sa->
bastio Moutinbo, CanflWo C. C. Ledo, Arktides
S. Spioola, Remigio S. F. (diveira, Mandel I. Gon-
calves da Costa e D. Umbdlioa Goocalvesda Co-
i'a, Dr. Accioh da Ota, Tilo Gomes Perefla, Tito
Joaquim Spinola, Joaquim S. Spinola, Gabriel Go
me Pereira, Severiano Aranjo Pindro.^-
...............*
PmiOAQeES k PEDIDO.
\o digno corpo teitornt do 3o'
cirirto.
Tenio sido infeliz na micha apresctltacao, feita
i anno passado como candidato assemblaa legis-
lativa provincial por este'j* circulo, apre-nto-me
de ndvo nf eleicao, qae val haver no'dral2de
marQo para preencher avaga dexada pela sempre
sentida morte do Dr. Antonio Luiz Cavalcan-
lo. Reconhe?o que nio techo iguaes habiMactae-
para bem substituir o illutre floado ; mas abun-
dara em mim os melhores desejos de couoorrer
paja o mellioranento moni e material de mioha
provincia ; pdr4fo,-e Dorrrae "rrve' a1Mnta**s rer1
3ue meo nome foi bera acceito; ousopedfr ao
igno corpo eleitol'sl os eos suffraaos para a
con-ecacao desta minha pretoncio, certo de que
nio Ihe serei ingrato.
Os poucs das, que decorrom, nio permlttem
que me fossa "dirigir por carta a cada nm dos se-
nhores eleitores, snpprir, poi tanto, esto falta
a presente declaracao no jornal mais lido.
Em 27 de fevereiro de 187.
Pedro Gandlano de Ralis e Silva.
Theatro do Monteiro
Teve lugar no sabbado o wpectaeelo dado no
ttieatro do Monteiro por algnos moca amadores
qne se reunirra e brilhantoaiente levaran) a elfe-
lo o seu projcto. .
Com effeito levaram a seena o lindo drama Dia-
na de Rime e a inleressanle comedia -Urna cria-
da impagavel.
Tanto no drama como na comeda forara todos
perfeitamente bem. Em tudo excedern) a espec-
totva publica.
O theatraaebava-se convenientemente lllamina-
do, apreseutava ara aspecto encanta lor pela esco-
ltada sociedade que all se acbavaL marinele as
galeras que coatinhara para mais de 200 seoho
ras das mais importantes familias daquelro lugar.
Nunca se vio una reprasentaco theatral de mo
503 curiosos tai bem desempenbado.
O pipcl de Diana eolerpreUdo pela Sra. D. Je-
suoa alontaoi que a isso obsequiosamente prestou-
se, nio careee de apreciacao por que todos sabem
que at hoto ninguom o inierpretou meibor. Quem
estove na Europa e vio a grande actriz Emilia das
Neves bade confessar que ella mesma nao fatia
uielhor o papel de Diana de Rion.
- O Dr. Stephen, coufiadoa um moco que pela
prmeira vez pisa va aquellas taboae do palcos
li'fez-nos, tanto ^ue somos obrigados a dizer que
lalvez actores muito praticos na scena nao o
interpretassem cora ir.aisvantagem.
Jorge Vernou, esse cyoico que para vin-
gar a morle de sea irmio finge-se apaixoaado
pla Condessa al v-la presa pelo amor, para de-
pois como ft-lo leva-la al a loueura, foijhab'
mente dosempcohado.
Raymando de Bussicres, de Brives Mauleon,
de Mailly e Podro Ledroa faram todas muito bem,
eo papel deThereza foi habiimenle iuterpretado
por om dos rapases.
Era sojnma todos agralaram muito.
E voz'geral qne em jodos os especudorei reina
plena salisfacio.
!S
CO
fHACA
DO RECIFE 2 DE ^O
DE 1871.
AS 3 1/2 HORAS DA TA*C*.
CoU?5es ofliciaes.
Cambio sobre Portugal aaaaval em Ladras 90
div 24 3|4 d. por U (lilatem).
Cambio sobre Londra N/v 24 12 por 11.
a. G. Stepple.
Preeideate.
P. J. Plato,
-^ Seerelario.
ALFAMD16A
Readimento da dia l*.
dem do dt* 2 .
33-.8f?e7
47:9Wjfl06
81:7O:t:t
noTlmeato da alfaadega.
olumes sabidos com faxenda 133
< com ganaros 101
334
Descarretfara hoto 3 de marco. .
Barca fraacezaMuu.v as Nantesvlnhos.
Barca ioglexaTling Scudva .tos generas.
rlEOgfteHOKIA RENDAS INTEHNAS
CfiRAES DE PERNAMBCO
(Mdimeato da-dia t .... 4:71*g43
ry do da 2..... 2:585(477
. 7:316*120
CONSULADO PROVINOL.
endlnlontode flia f .... 7.3tt*882
dem do dia 2..... 3.8l>076
MflVIMgffl) DO PORTO.
Navios entrios ao dT 1.
MaranbaSO das, patacho brasileiro Bom Jctus,
de 170 toneladas, capitn Miooel F. do Amoral,
equipagom 9, carga farinha de mandkca e ou-
tros gneros; Rariholomeo Loureaco.
Navio'?tahidos no mesmo dia.
LiverpoolPolaca austracaJteleii. capitio Hcr-
miuo Farrare, carga algodio.
Navios entrados ni dia 2.
Rio de Janeiro6 das, vapor americano Mem-
mack, de 2,000 toneladas, commandante W.
Wier, equipagem,75, carga diderentes generes,
Henrv Forsier & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
BarcelonaPatacho hespanhol Jaymito, capito
Mateo Paga, carga algodo.
BarcelonaBrgue bepannol Jultto, capitio Ma-
. gin Abril, carga algodio.
LiverpoolBarca ingleza Annise Won-di, capto
Hug R. Jones, carga assucar e algodio.
LiverpoolBarca portugoeza Znltra, capitao
, tai ves, carga algodio.
LiverpoolBarca ragleza Delphi*, capitao Thoam
Bailey, carga assucar.
New-York por S. Thoraaz e ParaVanor america-
no Merrimack, commandante W. Wier, carga a
mesma que trouxe dos partos do sul.
_-__^_._

DECLABACOES.
Nao se teudo eflcctuado a arrematecao do
servie 1 da limpeza e irrigacio. da cidade, no dia
1 do correte, com estova annnnciado, de novo
sio convidados os preteodenles a coraparecenm
nd'pa^o de suas sess5e cm o da 3 de marco,
corrate, pelas 12 horas da manha. .
Secretaria, a cmara municipal do Recife 1 de
marco Je 1871. .
Lourenco Bezerr u da Cimba.
Secretario.
Hizo dos feltos du fazenda
Qiirata-feira 9 do corrento, depois da audiencia
respectiva, as H horas do di, ir praca por
vend o terreno na ua Imperial com frente para
a mesma ra e funio para o lado da via-ferTea,
dividinJo pelo norte cora nm terreno pertenoete
vi uva Grbaoa, pelo sal cora o de Mauoel Flrmt-
no Ferreira, tendo dito terreno 134 palmos de
frente, 100 ditas dolado do norte e 22 do do snl,
10 do norte
A ca'iaediaTbaia conho-iida/porn fai lio bem I precisando de um Jarro nao menor de 6 ios,
No dia 7, umBomora
Codtho, preto, caes
natural de Santo Amaro
No dia 12, um sotuern
Marques
de Hade e
dio Ferreirv
desempenhada que anda muito agradou. _
Folicitamos a esses mecos pila sati-facaa de que
se devera adiar possuidos por torom conseguido os
nos a que se propozeram, e os animamos para que
continen) a engrandecer e levantar 1S0 importan-
te aate por dem isdespresada, afi-ndever secret-
ee entre nos o gosto que ha na Europa principal-
mente em Portugal onde existem milbares de socle
dada deste gnero, e das qnaes fazem pa^te as me-
mores pessoas.
Entre nos infelizmente nraa sociedade desta or-
dim nio pode progredir por cansa dos enfa-
tuados.
Os criticos ipparejem de todos os lados logo que
ro moco de mais on meaos posico se aprsenla
como amador desse genero de divt-rtiment.
Mas enrapre nao iinportar-se niaguem com easet
critieifs mar errar avante, porqu sem duvida
desde que elles se eopvefleerem, qae .meibor di
vertireovse dea* modo do qae fertacera se a
iOgo e as orgia eorao entra ns sempro saceeda
'nao de progaedr estas soeiedades e mlstf
d'uroa vez para sempre acabar cera esses pre/ui-
zos que realmente #6 4, tem os iaaios ineptos
e ignorantes que s armara de eritseos.
as mus de familia
Ilmis. eCimas. Sras.Confiado na benevolen-
cia pe o dlatroctas pewuwbucanas^ teaao- Iem-
brar o qae vn cpra peuco casto pode fciar. Eu.
nao pretendo inquietar-vos era ludir-vos; o
m prateudov que vas marciieis pelo carinho
;o, e chegnef aoangB de voesa perf.o-
v-issas 11'has, qnerendo imitar-vos,
ave I, Mgmrem o vwsos exempio, e
am a ser ajet de feraita cuidadosas
ro de vossa neta. Duer-vos-hei em
cae paiavras o cae flesej.).
No llm do anuo panado eonvdava-se a quem
quiesse ser assignante de ama aova foJa, iotin
lada aLuz. u movido pela canana fui
um dos signante:. 00 oaiuhro recobi es qua*
a-
v
avahado por i 07I,; para pagamento ?a exeen-
cao q* a fateala provincial encaailota contra
Prxedes da Siltx Gosafta
Reife 1 demarco de 1A7L '
O eacltador da mesma,
J. Firmino Crrela da Araato
Pela ontadoriaT da cmara ik^nicipaV 4sto-
cldaia, se fazselenttl aos jttmtietartM de di verses
estabclecraeais de Mr ab'efta, qrie do fe
marc.o vindouro corneifa a cobranc? do imposto
creado por le, devendo potin os mesmos profcra-
tarios apresentarem ante o ctrabeimento da im-
posto geral sobre industria ejfollssao, por ode
provem ter satisfeito "o referido iraposjo. GMiro
sim, pela mesma c*>aiA os possuidores de earroSaa. e mxis venicn!0*o-
pr,gados no servido da cantal, a VltM pa
imposto decretado por W, e no oten fe es
propretarios de terrenos denira da .Clfaja e
seus suburbios que nio estoja* 5
cultivados, embora se conservera mora^-.
oomo todo equalquerestabelecimenta qAl^^H
vido por raacbina i vapor, esto lambern jlBja1*
ao pag'nmwto do imposto novamantt\cfea,99.
Cottadifla da cmara muni:ipl, 37 de feverei-
ro de 1871.
O cohtaJtf, _Vi_-
H'jpolUo Cassiano de V. AlbHqaertMMa Da ordem da.tw^a r*itora nt\m
da N. 8. da Loa teuho a HmM t***" A
tratarse de eegocla de urgMioia dea.
a mesma ; assim con aaaso mesmaai,
da tarde, oncorparadoa, aoonaanhacaa a
da N. S da Soledad na fireja do Livra-
_ ia da irmaodade de N. S, da iayMU
i Ue S. Jos de RibadtfarJ de a||o ie



C^Dseft

* t>'*Mellio no dt6d* marco prb:
ista Se propestas receidas a
da taanbia. contrata o umeciraenio
amada e estabelecirnetos de maronaj
tre de abril a junio dn carrate ana
dala*, e ouiros otfettktemaroo. seguales r *
Arrea do Mara*io,*aehafloca de Lisnoa, azei-
t inferior, agurdenle de 10 graos, assucar
rteftam, atena, artrta, assdcar brtoeo
: bhcabio, bolacha, bolachftha americana,
ifai ttm< pitido, caf 'era gtt, tafc o-
aa*. carne verde, cevadioba, carne
i Graideto Sai, 'carnauba em vlas,
^a, krinhad^raandioca, gahnnas, lenha, mat-
mmauteig infiera, maoieiga franeeza,. pao, *a-
WJ~BSM5i, sal,' toueioho de Lisboa, tapice, tij lo
de alveoaria grossaJMb,; vtekoJe Lisboa, velas
etearinas, vinagre deTasnoa, e'felas siearinas de
fre* Ifcw.proprlas para, Untel
Bal das ses do conseibo iwtompras de mx
fiDha de Peroambuco 17 de feveretro de 71.
0 scelaffo.
Melindre Rodrigues dos Aojos.
mm* Cm de Mhwlerffhi d
5 ordem da lUoaa. juaw administrativa dest
aasia.,casa sao convidados o pareles do* roepo-
tejabajto deelaridos, nar que
lito declarados, sari
' ra sabida *>
lereal i
ue veiibaul rwjbe
orhos, visto
nor ti teremex-
porlo9*V urtaW : PM peas*
jalgar eoro dirtA a ttm sajaa*eau asstt juno
lasiruid de uW IWmil*>na lnes ter entre-
gues
Afjgao fea ara* ee IMI.
__________ ate-Ce* *ioaao ,f4> Albaa;are,o..
Hoje, 3 de sWffo, aVl I boro do dia,
peranteojuiz de pat do 3 freguexia da Boa-Vista tem lugar a arrema-
taco (tocabrae.-ttrnelras e poreoTappre-
heodido pelo fiscal da mesan tregmzii,
roa "d fiarlo de S. Baria casa n. 17.
egae ueste*
nacional Adelina
ira o indJcs o biate
Anjot por ter parle do seu
J-: tf 5llHC
4is-pa
fol -...
carregsmenio engajado* e cara o jcaafe boa Iht
fa'ia irata-se eooj.o eonfignatrlo Jos Loei Da-
vtn we-aa y*jM*a-n.- 44, andar.
COMPANHA
l
ltewg^hi ettietra ntor Hpw
Fernando "d Ndrbnta.
Un ti* 4 da ofaaprbxi-
mofatHru*e*>ii*l*rs por-
to cima ora des vapor* s da
cwnpanbia ae meV dia.
Recae* carga a** o dt3
sua wmmm
Mata*/"!*

T
de-moTeis, Ioikj, vidro?, vinbos;
obras de prata, carroe ci-
vailos, a saber :
piano lorie, 1 mobilia de Jacaranda. 1 lita
d* tatftralle, 1 rieo esfera* amate >val, 3 ditas
uadrilJi*j,i fade, i anversndeira emulada,
neziaoa, 4 iranspareotes, 4 nondre* coto ftnas
'raa^ioeaivj cncltaado*, qoadrot com flores,
arroj d*pedra marmore.
rjma
. mesa elstica, I gaarda-louca, {'aparador,
12 eadeiras, 1 sof, copos, fifrafa?, clices, tape-
alir A
chpaW mm
SOB A DIREC^AO DE
(REPBRTOBIO DE OFFEMBACH)
Os espectatvloa terSo lugar 1b-
Tarlaveliaente na*
Tercas,
Quintas,
Mabbades,
DouriBgos,
O programma-.daj.representagSea ser pablj-
cadu por exleis nos dias designados.
tes, pames deeracbei, 1 caJiira do moila e oo-
tros multas movis.
rjmoefre previ de foge, i barra friaceta, 2
espingardas frewelvers e obras de prata,
Ua viotom cuaj aprsie, 1 carro amerieaao de
4 rodas, 1 silhao e I cavallo
1IO JE
Sexte-feira 3 de mareo de 1871, no sobrado da
roa do A pallo n. 28.
O agente Pialo levar leilao, por conta de
urna familia que reiira-se para a Europa, oa, mo-
vis e raais objeetos cima mensionados, ezialentes
no primeiro andar do sobrado da roa do Apolle
a. 28, onde se effecttara o lailio, j 10 boMido
dia cima dito.
O leilao dos movis* mali objeetos, principiar
s (0 horas era ponto. O de earros e cavallos j
bora da'tarfc.
~* "Ana-se suri
scena ;
isntWTji
OPERA BBFF* EM UM ACTO.
(Msica d Offemback)
EN CL4SSE MSDEM01SELLES
Fantasa musical em ara acto.
LES BAVARBS
OPERA BUFFA EM DO3 ACTOS
Da Offemback.
LA BELL HLNE
Opara bulla em 3 actos, grande espect-
culo, msica de Offemback.
djoe o
Joaqaim Campos Lima deixoa de ,er caixeiro
seu armazem de molbado, sito oo pateo
mo, esquina da roa de Hortas o. 9, desde
do correte. Recife 2 de marco de 1871
Luir Antena dos Santos P
Precisa se de daa&amas, ama par
mar e ootra para ccabar : oa roa dos
46, taberna. Jf
* CawelroT"
Preeisa-se de nm atkeiro qos te
taberna : na roa do fCssjfel n. 41.
Sociedade creativa
chore.
Por ordem do Sr. vc-presideote, sao convoca'-
dosv para se reuurem tm assembli geral, do-
minge 8 do crreme, ns 10 horas da manhas, para
se proceder 4 eleico dos membros que altam
para preeoeber a presidencia e directora.
Secretaria da sociedade Recreativa Terpsicb
2 de mareo de 1871.
Jos Cardoso Pereira,
- Secreta rio.
Engenho.
gociando -se mui cmodamente a sanr par*cerea
att^Wtias: mtaraa rea do Livranssou a.
, llfyiafir. ou?ielTr>T4. .-
]fo %Iitiptorio
de'Tasst.Iwniii C. Vuawto Anvfun n. 37,
pwisa se fsHar w r. Arlindo Francisco Nogaa-
SV-*"*,,.., ..,,,
Danto-se limes por
m
Urna victoria e om rVo ameCieafto, ar-
reos, uro silhao, uro cavallo,. urna ex-
celleote mobilia, um piano forte, movis,
crystaes e prata
s 11 horas da mauhua
Na ron do Apollo n. 28. .
bemfeitorias.
Aloga-se nm Io andar com soto, forrado
e esteirado, n'wna boa ra, por preco
commodo: a tratar na roa da Crai n. 32,
1' andar.
n ionio
qoe mandar i
correte, as 8 horas da manbia, no-coi-
veoto de S. Francisco do Recife.
. Autopio Coelho Rodrigos. .
Precia-se de urna aiin que engomme com
perfc^ao : k roa Duque de axit o.-4, lo>a
Rital sera segando.
-------------------------------------------------------.
A\ug*re
rana prela escrava para coiinhaf, preferindo-se
cSCdo pouca lamba : a tratar nt ra do Padre
FloBano
n, 4.
ALUIJ4-
o Standar do sobrado da roa das Aguas-
Verdes a. 701 a tratar roa da Gadeia n.
53J______________________ .
Aluga-se urna escrava pare coeiohar e la-
var : nc largo do Corpe Santo n. 4, 2* andar.
Fructuoso de Axevedo Maia convida a todos os
seos amigos para asslstlrem a algumas missas que.
manda celebrar no cenventj do C.irmo, as 7 ho-
ras da'manha do dia 3 do correte, pelo eterno
repons de seu prezado irmao Manoei de Ateveio
Mala e Silva ; e desde j agradece s pessoas qoe
se dignareo assl&tir a este acto de caridaJe, pro-
prio das Mmas bejn formada-' epiedgsss.
Arrenda-;e una padaria na vifla do Pao
'Alh), com forno e lodos os utensilios, ptima
casa de morada ; porque o seu propietario por
iucoromodo de mokaia nao pia eiutiuuar cem
o esiabelecimento : tratar na mesnja vi la ci-
ma, com proprletarto Antonio Antones da Silva,
e para informales nesta praea oo caes de Apollo
n. 68.
segunda vez as verdadeiras pref
o delfew-
coneeito qoa
iotrodoiir-
verdadairo
BtWTBBtilB-
F nalmente ebegados a esta pra?a
adwat 4C. de Hew-York.
m de algnos aflnos, em que ss falsiflcicees de Hambnrgo
hm entrada nalte mercado, aproveitando-se do bem'me'r
Bios haviam ajeancado por seas ntaravjlhosos effeitos con
se,'laMno o publico locaato, com ama redcelo de pre^o, nollifti
tJrtti 'ttas admiraveis- preparares, imitando as verdadeiras; por .
das* ioa seus nullos effeitos, Iembronse o'Trotor de teer a declaradlo abaixo, a
darWlomas aos que veorierem os seus legtimos preairMoa.
Previua-se o respeUavel publico de que as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
Say s se vendem nor depsitos cima declarados e traxem uta rotalo igual ao deals
ncio. ^
os abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os*Srs. *aymumlo Carlos Lei-
b A^trnj5o, da cidade do Rio de Janeiro, na imperio do Brasil, soosnossos agentes
igerats. pela venda de nossos remedios, tanto no dito iaperk) jBoap no reino de Porin-
^llv Noticiamos ao publico, que n5o se pode obler os remadios do Dr. RdwatAC
(a que s5o preparados no laboratorio do nJem Estados-Unidos), senlo das pessoas que podem prtdozir a- presente cerftflcaeio 8t**
ta?io e que a protrwem.sabsflrpta e assigoada de Dr. Raoway & C. e dbs Srs. Rey-
mondo Carlos Lelte & Irmatrcomo ao p. Todos e cada m "dos remedios do Dr. Ra-
dwat & C. sio acompanbaos de cdulas smelhantes as que parecem ao p desta er-
tificac5o.
e bem a assigoatora da firma do Dr. Radwat & C. ao pe da prsenla
ompare se com o fac-simile as cdulas com todos os frascos e caixfnbas.
Radway A' AGIM BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
LENCOS BRANCOS PARA ALGIBEIRA I BARRETES EM PONTO DE
A Aguia Branca na ra Duque de Ca- meia P^'.jecefn-p8?^.08:
est vendendo baratamente len
I
Railway Gompany (Limited)
$oso3aV*ora de ConcettoTn*^>eaBVdo
Monteiro,' bjiver'treos d,e, honfem b
DE
125 barricas de bacalho, com
toque de avaria
H0JE
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quera pertencer, de 125 Daf ricas com bacalho,
com toque de avaria de agua salgada, viudas de
Terra Nova na escuna ingleza Queen Beanly. as
quaes serio vendidas boje as 11 horas damanba,
no largo da escadinha da alfandega.
Recife Apipuco, das 6 bofas'da manhaa
a meia noute e de Apipucos ao Recite das
7 horas da manhaa a meia noute, parando
em todos oe pontos.
Escriptorio da companhia dos trilhos ur-
AVISOS JrlAfilTIMOS.
mnm\ mwu
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperado
at o da 8 do corrate o vapor
Paran, o qual depois da demo-
i ri do eostune seguir para os
portos do norte.
I recebera se passageiros e eogaja-se a
carga nao o vapor poder eoodoxir, a qual dever
sor embarcada no da de sea ebegada, encorn-
msndas o dinholro a (rete at s 2 horas da tarde
de sna sabida.
Nao se recebara cora encommendas senao ob-
)setos de pequeo valor, e qoe nao excedara a 2
arrobas de peso oa oito palmos cbicos de medi-
eao. Tudo qoe passar desle limites dever ser
embarcado como carga.
Previoe-se aos Srs. passageiros que sua pai-
aagens s se recebera na agencia, ra da Cruz :-
57, primeiro andar, escriplerio de Antonio Luii
de Olivelra Ateveio d C_____________________
GMKNIIA BMSlLHal
DE
Paquetes a vapor.
JL Do* porto* do norte esperado
ateo da 3 do correle o vapor
Tocantint commandante J. M. Far-
reira Franco, o qual depois da de-
mora no costme segatr para os
te sui.
Desde j recebem-se passaeeiros e engaja-se a
carga tme o vapor poder eonnzir, a qual dever
ser embarcada no dia no soachegada. Encommes
das e dinheiro t>0i i at as 2 horas da urde
do dia da so
Xloser
joctosde
arrobas d psol
fado que pastar
cado como carga.
Previoe-se ao*
patsafsnss se
i. K7 primeiro andar, escriptorio de
do Oliveira Atevedo & C
LEILAO
DE
baos do Recife
de 1871.
a Apipucos, 2 de mareo
Vitiam Rawlinson,
Gerente.
movis, lou^a e chpystaes
Terca feira 7 do correte..
Constando de :
Urna mobilia de Jacaranda, 1 mesa de sof, i di-
ta gosto amigo, 1 estante envidracada, 2 cides-
ras de balaneo, 1 espelBo de sof, 4 qaadros, 2
candieiros faz e 6 peles.
Urna cama, 1 toilet,. 1 lavatorio, louga para la-
vatorio, 1 gaarda roapa.l guarda vestido, cabi-
de" e porta-toalhas.
Urna meza elstica, l gaarda tonga, 1 appara-
dor grande, 2 menores, la eadeiras, Iouca para
cha e jamar, copos, calme*, garrafas, eompoleiras,
facas, garfjs e colheres de eketro plato, bande-
jas, 1 liltrador, 1 guarda comida de rame, 1 ar-
mario, i mesa de louro, 1 limpador de facas, 6
eadeiras de pan, fliolre, irem da eosinha e ou-
tren oWjocto. *
Terca-feira 7 de marco.
Na Capuaga, proptiedade do Sr. Paulo los Go-
mes, junto ao sitio do fallecido Dr. Ferreira-
Eduardo Meryfield, tendo de retirar-se para a
Bu ropa, lari leilao por in|orvenrio do agente
Pinto, dos movis e mais objeetos perteheentes a
casa de sna residencia na. Capunga.
As 9 1|2 boros da manhaa partir o irem qne
servir de condcelo aos ooaconbott* ae leillo.
O leilao principiar as 10 1|2 horas.
Os abaixo awfgaadns partecipam ao respei-
tavel publico e em particular aos seas numerases
fregueies que comprarara a casa de cabelleireiro
do Sr. Satyro los de Moraes, s qual acha-se li-
vre e desembarazado de todo e qualqaer debito,
como prova com os recibos i) seas credores; ou-
tro sim, que nao responsabilisam por debito algam
do mesmo Sr.
Recife, 1 de marco de 1871.
Vicente Ferreira de-Sonta.
Augusto Carneiro de Lacerda.
Eagommadeirav
Paga-se bcra preco a urna boa engommadeira
na estrada da Ponte de Ucha casa o. 2, antes
de S. Jos, onde tambem se pagar bom alu-
guel a uin eserxvo de 14 aonos, para servico de
casa.
A' ra de Hortas- n. 43,-preeisa-s de um
lixairo de 13 a i i aanos,. que teaha patuca de
erna : prisre-se eatraegeiro. _________
Lava-se, jogoinoa-se e friza-se yin persi'
da quadd* devroupa de hornear e senhora:
;a da,rna Bella n. 3-
xias a. 50,
eos brancos e de tamanbo regular para al-
gibeira. Os differentes presos de 2(S,
254CO, 20800, 3i00 e 4^000 a dazia,
t,ao os que de mais barato se pode encon-
trar em to boa fazenda. Tambero ba ou-
tros com barras de cores fixas, e fazenda
nova mais Gna a 40 a duzia.
TOALHAS E FRONHAS
de labyriotho com bonitos desenhos, e per-
fetta imitac2o do tecido no paiz.
BONITOS ENTREMEIOS BORDADOS
em catnbraia tapada, transpareiite e outros
em pecas*de 12 tiras, e proprios para cor-
pinbos, etc., etc.
MEIAS PRETAS PARA PADRES
Os abaixo assigoados fazem sciente ao ras
publico e principalmeate ao corpo do,
UStaarcio qaevMiEpraram-aosIra- ha S4W- dita da.U_dt)..yoj VFSrZWCgS?
mas a sua taina i|a H-iAam ~ na i na impsrial '
n. 27Jivre e dosembaragafla d* todo o activo e
pa??vo nesta data.
Recife, i* de marco de 187fc
Antonio Gimes da Silva Jnior & C.
Precfeasedexima amaJivre on eserava, para
cosinbar; agradando paga-se bem : na fabrica a
vapor de cigarros, ra larga do Rosario n. 21.
r,-r-$i
aacommendas senao ob
enioexcedam a dnat
cbicos de medicio
dever ser embar
es passageiros que suar
na agencia, roa da Crtti
Antouio Luis
i
CoBpanhia am
' Arto dia 9 4o1
a vapor.
do* porto* do
al vapor americano Mtrnmuk, o qual depois
da demora Oo cosame, seguir para M*JB*JBa*jB|
t wando no Pa o S. Tbomai.
b
Monte pi brasilero
De ordem da directora convido aos Sr*. so-
cios para comparecerera no dia 5 do correte, a*
9 hora* da manhaa, aura de se renmrem era ai-
serabla geral e tratarem de negocios a bom do
mesmo Minle-pio.
Secretaria do Monte-pio brasilelro, de mar-
co de 1871.
Jeronymo Bruno,
i seeratarto.
mm aWVEBsoib
Preparatorios
Jos Soares de Azevedo, professor de lingaa e
litteratura nacional ao Gymnasto Provincial do
Rseife, tecn abarlo em sua casa roa Belia n. 37 :
Um curto Je Fito$tpMa.
de Pkorica e poMicx
de Getrophia.
da Historia.
de Unguaifranceza.
4*to Linfu ptrtuutia.
Os alumnos que quizerem frequentar qualqaer
destas disciplinas podem dirigir-se indicada re-
sidencia para saberem as tatas de cada aula e
mais condlcflss. ______________________
Ama
Precisa.** de urna ama para casa de fam
na roa ealreiu do Rosarlo n. 32, 3a andar.
Ama
Precisa-se de nma ama que saiba cozinhar : na
roa estreita do. Rosarlo a. 14. ^^___
Senbor Bom Jezus das Dores era S, Goa-
________ Calo
A mesa regedora roga* a todos os seos irmao*
qoe teem capas em seu peder, para comparecerem
Momingo 5 do qorrenle,as 2 1|2 "BoaiSidC tarde,
para eacorpoVaaos *a5m%anb#rmlg*|iJiUJSdo
Sennor AUajov que *raVtatifcalMpgtvia>dos
pela rmandlde do N. S d SobtaXla da atvra-
mento. A mesa espera de todo* o* irmaos as anas
presencas.
Manoei Joaquim da Aagas,
as
mmwlmmm
m advo
Dr. Joaql'im ConaA de Aradjo
67Ra do Imperador67 M
D
Precisa-se de urna ama de leite: na ra da
Esperanca n. 26.
COSTOKEIRAS
Na chapellerie des dames a rus do Cabug n.
12, andar, precisa-se de costareiras qie saibam
irabalbar em obras finas.
PAPEL DB C^IIf FLIIAS GRANES
proprio para enfeites de bandejas, ba-
I nos Ato pte
TORCAb PRETO, BRANCO E ENCARNADO
em miadas e retroz em carriteis.
BONITOS E MODERNOS
adereces de massa com o agradavel cheiro
de bauttilba.
LIVRINHOS COM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPE S COM DESENHOS
em ponto maior para os mesmos Cris.
NOYAS TRANCAS DE PALHA
para enfeites de vestidos da la.
PERFUMARLA INGLE ZAS
A Aguia Branca tem recebido Anas per-
fumarias ioglezas, sendo extra :tos concen-
trados'de agradaseis cheiros, pqmadas fi-
nas entre as quaes se nota a (["alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como finas escovas ing'etas, e opiata para
denles. Tambem recebeu variado sorti-
mento de sabonetes, que os est tendeado
baratamente.
Caixiohas com 3 sabonetes aromticos a
W. ditas Tom 3 dilos tra&sp}renie3 a ,
10500 e 20000.
Sabonetes areenlos a 500 rs., ditos da
alcatr5o a 80i> e 1 ,-51000 rs. cada um.
Pasta de ameodoa para lavar e amactar
as mos e o rosto a 10 o frasco.
E assirn muitos ontros objeetos de per-
fumaria.

'
CASA CAUVIN A
louluvaicl Sba&topol, SO PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MAflrNIER
Apretenladis i Academia de Silencias e ao klltuto de Frangt,
I ai IF Pitan Sok i fonni de P.ist, de4j t oseada peta.
InuLLunU Ijset da iaouiii;o uuia solue^E
PrtTcnlln e curatlf dai MOLESTIiS CONTAGIOSA.
TAPIOCA DO PARA'
No es:riptorio de Joaquim Gerardo de Bastos
ra do Vigario n. 16, andar, vndese boa la
pioca do Para : os pretndanles certiflear-se-hio
vendo-a no trapiche Baro do Livramento, .no
F.Tte do Mattos.
Portas,- caxilnos, vidracas rotulas,
bandeiras, grades, aros de madeira de ama-
relio, e.louro, objeetos estes qae servem
para quem est edificando casas, vndese
por barato preco porque o dono resolvea
se1 retirar-se'para-fon e ol mais os qner
guardar: a tratar roa do Rangel n. 52,
oa na Capunga ra da Ventura, n. 16.
aVav wtimm wnenmwnnswn
do TOleme IIIII.TW) o SHUMiA cid os
l ianaieuientca dt fragilidad.
a fono, e de rotume ii um
cotbndo rapo tu
Porte-Moed
i TAMESrO.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebraiv
preparado sob i mesoia torma. ,
Deposilarios geral para e BRASIL e PORTUCAI*
34, ra larga do Rosario. PB1BNAMBTJOO.
roa
pri-
Raadollosplrloa Bt.
Funccionamls aulas deste estabelec menta re-
gularmente desde 9 de jaaeiro, tendo sid> uiraa-
mente a de instrarcao primaria confiada aos eui
0 do crreme
todas as ootras
professore* do anno passado.
CRIADA
Jnstins
Precisa-te de orna criada que tato tea eos.-
ntaeira para easa de pouca familia, ^^^^^H
erava : a tratar no Manguioho, obrada I
to a refioaclo.
D-se l:006f a juro sobre Bypolhec^a eom-
odo premio : quem precisar ulriia-se i ra do
moda
quem precisar dlrij
na B>a-vista n. 25, que se dir quem d
eisa-se de um ama qoe eosinhe e en-
rfittUBent* para casa de hornera seltei-
rindo-se estrangeira : a
a^La^LViiiiHk 39*.
CASA BA MOTORA.
RA DE MARCO OUTU'ORA DO
CRESPO N. 23.
los 20:000*000.
abaixo asfignido am sempre exposto ven
da osfelites bi I beles do Rio de Janeiro, pagando
promptamenle, coffio costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Quarto 6*000.
ul
sobrado da
Hrtivesia da
dfcr Craies fl, 2,
meta andar, da-se di
llatd sobre priores
de otwd, prata e brHbtfi-
tes, seja qual for a pan-
lia. Dia mesma casa com-
prai-se os mesmos me-
taes e pedras.
BARTHOLOMEO Ca
S4LA0 M C4BELLE1RE1R0
Rua Primeiro de Marpo (antiga Crespo)
n. i A Io andar.
Neate bem monladii eeUbelecimentp, os amadores da moda 'hcoritrarSo o qitft
ba. de mais moderno e delicado para penteados, aomo sejsm: boriltos e excellenies
cokes, trancas, cacbe-pnes assm como faz-se ldb e qualqaer trabalho de cabello
otb se eiicoTjnrrendar.
Aaaa-le tambem acreditado Tnico Delsnc qne se fecomnehda la sua ex- aa
ceXeute coniposico. O dono deste estabelecimento, d'ora em dial, poda ser pro-
CDrado a qualquer hora do dia para os mistetes b.
........ i '......'
Auga-se a casa da rua Imperial n. 250 com
aecmmdc<5es para familia : para vtr, na casa
junto, e para tratar na praca da Independencia
nnmero 2.
-
Bartholomeu
Au belsexe
COLD CREAM
Caia Crame dalioieuse,
OF ROSB6.
unlveneHement rpatv
dado* do hbil professor Sr. Jos Xavier Faustino lae eB xngterre, o le* aammes sant si renom-
Ramos ; a de geographia e' historia eomecara em j^j p,r ]a ^eaot et la transparence de leor
as 8 1{2 horu da manhaa. Esta e ^rnt, doit sa rputalon aux elementa^atsamlque
sanias sao regidas pelos mesmos % eaetnenx quila eomposent, ainsi qu' sa cons-
Aluga
ma BaaaaV
miga rua das Croie* n. 9
na rua do Livramealo, 14a
tante effkacit pour adoucir la peau, la rendrt
plus Manche, el eontribuer ainsi la ante et a la
oeaut, qni, tonjour*, sont inseparables.
Oh la recommande eontre les imtattons de
l dpiderna, teHes que Bootoks, EraaMMS, Ta-
can DI R0US3KUB, ROGBRS DI LA FlOUII,.e\
ontre les tachas patrioobs et les Jfflobescbk-
cas. C#Uq Crine eeavient spcialement aux fem-
ues enceintes pour prevenir LE MASQl, atiquel
alea sont iniotte.On s'en sert encor pour em-
paahar la figure de se baler par la froid ol la trop
iraade chideor.
Prix ItSOO res i
Set dpiAt au magasia Basar de la Modano
Roa do Bario da Victoria. ________
Aluta se o t e 3 andar** a sofcfado k
ama da Moeda, Fort do Hattoe, cota mniti
eommodos para familia, as chaves esli no
Preeis* se ae*m rlakra-'eafc de pouc
familia : a tratar aara#MfeB*l Victorin*.
antiga do Sebo, n W.________-__________,
^^^
a tallar na
cnaves euw bu (><>-1
rua da Cadela-velha, I
Vinho, PiLLAa.Xaaopa a Tintoh
DBt JURUBSBA 8IMPH8 a FBSJWeWOBO
OtXO, POMADA! EOLA8TR0 da Maaht*
PLAKTA PR#ARADOS POR
BARTHOLOMEO & V
PatawiAcaDTiaoB-DRoaiBTaa
PSiuaaaa aauco
A laiaaaka: mu ptwu 4 M weoahMlii
tem 9 *9tn inico, oomo o *m1*m
ttiamanu, cas* tal pp!" no. pad^imute
do lgalo e baco, hepati'.e., duroaaa, tam.tM bUt-
o* tMeiiiiBWM A. autb, hfdropuiM, ni-
pella, etc.; .ociada ao foro 4 aul au BallMaf
m, cUoroM. MU de oienslnufio, duTa-
|0* d WtOBM|0, *to+a9 dlMMO. HUMIt
rartdo i* a*
Mi eJUliiM.
S^H dpoJiWa
7
Attenijao
No hotel de Beberibe prclsa-se de nm conhe-
bom e assiado : trt* no mesmo,.a oa
ro
hotel doWjnteim.
^1^
Precisa-se de urna ama de leite 8Ibo : a
tratar na rua estreita do Rosari a. 3, drogan*
homeapalhica.________ ._______...
Atteni?ao
Ifa ra da Florentina n. 22 taavor todas as fioi-
les de espectculo srvelo crysUlisado a 320 re-
cat e todaa as qoalidades de bebidas finas
ma O abaixo assigoado, leudo tres nomes no
eommercio, como sfja : Joao Leopoldo da Silva.
Lopes, Joao Leopoldo Lores da Silva, e Joao Leo-
poldo Lopes, declara ao publico e especiaknenU)
so respoittel corpo do ommercio, que contiaua-
r assignar-se
Joo
Venda-se em Beber
atraz da povecao, com
te : a tratar no sobrado
cilade, rua da trux u. SR
opes.
rreno que Bc;v
pira o rio corren-
Ida pon|e,
ou.ne.-tj.
iNa rua do Vigario n. 19-
Vende-se cera em vellss d t0*"? ***B!Sl
Vioho'ngarrafado em calxas aadiaaraBa pre-
eos e qualidades.
Vinho do Porto em aneorets?.
Vid rae era caixas a 101.
__________------------------------------------------------------------------------------------------
Amas.
Ka rn Nova n. 48
sendo urna de leite
ommar para casa


Diario de Pernanibuco Sexta eira 3 de Marqo de 18**1
=

AOS 5:000^000
Sali venda os felizes bilhetes da lotera da
Baha, a casa atado arco da Coneeico, loja de

-O Sr. Miguel Candido de Medeiros
Pirto rogado a vir a esta typographia.
Ka praca da Independencia n. 33 se da di
afeair sobre peohores de ouro, prata e pedni
ejrwifliiv seja qnal for a quantia; e na mesnu
ase compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se fax toda e qualquer obra de en
oaamenda, e todo e qualquer concert tandeo*
asma arte
SEGUROS
MARTIMOS
E
CO%THJL FOGO
. A companhia Indomnisadora, estabelecida
Beata praca, toma seguros martimos sobre
navios e seos carregamentos e contra fogo
o edificios, m 'rcadorias e mobilias : na
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo,
"^-i -- .-----------------------------------
Ama
Preeisa-se de lim ama lvr oo escrava ojae
saina cozinuar : na fabrica a vapor de cigarros,
roa larga do Rosario n. ti.
ANTIGA,
CONHECIDA FABRICA.
DE
*c.
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Caraba, do Carmo, n. 23 (Antiga Ra Noval
Temos honra de participar a nossos numerosos fregoezes qne com a chegada de um dos socios da Eoropa, snprio-se a
casa com nn completo sortimento de chapeos de sol de todas as qaalidades como tambem, de todos os materiaes para os mesmos
fabrico, como sejam armarles de todas as qaalidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cotbilrria, armas
para caga, chombeiros e polvarinhos. Os chapeos de sol ter3o abatimeoto de 12, 15 e 25 por centq, comprando dinheiro.
A. ESlIERitLD^
r
IRUA DO IMPERADOR N. 56. ,
O propietario deate estabelecimento avisa ao
seos numerosos e bons fregueies, qne acaba df
preparar um grande sortimento des memores g-
neros do mercado para recbear ae despensas da-
quelles que tiverem bom paladar e disposicio pa
ra gastar os cobres, no tempo da festa do Natal
Abi en contrario expelientes presentes de fiambre
vinhos, licores e cognac de todoa os fabricantes
boa cerveja, marmelada portugoeza, ameixas em
cixinhss, conservas francezas e portuguezas, do-
ees de todas as qaalidades seceos e em calda.
Tambem encontrarlo bolinhos para chi de teda-'
as qaalidades, bolos franeezcs e inglezee, pac-de-l
Sudins, tortas, amndoas eonfeiladas, e quantidadf
o outros objectos que seria enfadonho enumerar.
iD
DE
Amorim Fragoso San-
tos & C.
olvldeo.So* pagar
Existino ainda por pagar i diviso? tennores
erederes as importancias que lbe8 tocaram no Io,
2 3 4* 5' e 6* dividendos, sao pelo presente con-
vidados para virem ou maridarem receber com a
mxima brevidade, sendo os pagamentos fetos a
vista dos documentos, todas as regondas e quio-
tas-feiras da 11 horas da mautaaa a 1 da tarde,
no escriptorio ra do igario n. 13, 1* andar.
Previne se aos senhores credores de q _e, at o
da 31 de marco prximo, podem receber no es
eriptorn cima indicado, e depois no deposito
publico, onde tem de ser recolhidas as qoantias
nio reclamabas a. aquello dia.
vereiro de 1871. ___
ara
ecie 20 de fe-
ara
"S
s
s
af
Ama
Precisa-se de urna cosinheira livre ou escrava:
tu ra do Livramento n. 2.
ATTENCAO
Miguel Ferreira Pinto vem e novo declarar ao
respeitavel publico, que o Sr. Delmiro Gaudencio
Ribeiro Pessoa, deixou de ser empregado do sen
estabelecimento silo a ra da Crox n. 13, desde
o dia 3 de derembro ultimo, o que j fez ver por
este Diario logo que o despedio ; portante, nSo se
responsabilisa por eou-a alguma que este senhor
em seu n^me possa fazer.
Precisa-se alugar um moleque para 3 servi-
co de casa e compras : na ra do Padre Floriano
D. 7, sobrado.__________^^^
Furtaram na noute de 20 para 21 [lo cor-
rente,-na freguezia da Escada, de dentro do cer-
cado do engenho Noruega, pertencente ao coronel
Andr Di as de Araujo, cinco cavallos com os sig-
naes segointes:
Um, russo de couro preto, com pintas de pe-
drez na caneca, muito gordo, urna cicatriz no lom-
bo, canos pretos, boro andador, pouco cabello, al-
gans denles quebrados. O segando, mellado apa-
tacado, pequeo, crinas e caudas brancas, anda
baixo, tem no olbo direito um resto de bellida,
anca de poreo, ama 1UU n va^ta bam novo. -O
erceiro, russo pombo, grande e gordo, denles
uebrados e bom andador. O quarto, casianbo
muito grane, passarinheiro, anda baixo e galopa
bem, e nao tem ferro. O quinto, russo, secco e
veho, andador de baixo a esquipar muito, todos
castrados.
Quera os apprehender, ou delles souber o des-
tino e coato em qae se acham, communiqne ao
dito engenho Noruega, na Escada, e nestt capi-
tal ao Sr. Albino Jos Ferreira da Cunha, no pa-
teo de S. Pedro n., que se dar a devida recom-
pensa._________________________________
Ama
Precisa se de ama ama : na ra Direita n. 85,
loja-___________________________________
Cozlrfhtlro e copclro
Precisa-se no Hotel Central, ra larga do Rosa-
rio n. 37. ____
C0MPANH1A
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A OIIMDA.
AVISO.
_i.Tendo apparecido na circulado alguns
bilhetes falsificodos, roga-se aos possoido-
res de bilhetes emiltidos por falta de troco
mudo, tenbam a bondade de recolhe-los on
troca-los por outros competentemeate ca-
rimbados, pois, qne do 1. de abril em
diante nio serlo mais acceitos nos wagoes
nem estacoes bilhete algum qae nao tenha
o competente carimbo.
Na estacJo da roa da Aorora se trocar
effectivamente at o fim de marco os bilhe-
tes nSo carimbados por outros legasados
on por dinheiro.
Recife, 22 de fevereiro de 1871.
O superintendente,
A. de Abren Porto. -
PROGRAMMA
da festa do glorioso Santo Amaro das Sa-
linas, qae deve ter lagar no dia 5 do
corrente.
No dia 4 de marco, ao roeio, ser annunciada
por gvrandolas de f >go a lesla do glorioso Santo
Amaro, em sua capella, que se acba de novo pre-
parada pela coromissao eocarregada de sua admi-
nistra jao e mais devotos que para este flm se tem
prestad, i, ha vendo em a noite desse da ladainba
solemne.
Ao amanheeer do dia 5, urna salva de 21 tiros
annnnciar a festa do dia ; s 7 boraa da manbaa
hatera orna missa resada. A's 10 e meia horas
entrar a festa, que ser cantada pelo Rvd. padre
Frederico Augusto Raposo da Cmara, qae se
presta a celebrar a sua primeira missa, afim de
dar mais brilbo4 esplendor aos festejos do glorioso
-Santo An
Depois dotSloria se distribuir medidas e es-
tampas de di verses santos. Orar ao Evsngelho o
Rvd. padre Antonia de Mello e Albuquerque. A
orenestra ser dirigida pelo hbil professor Traja-
no Felippe Nery de Barcellos.
Depois da festa, subir ao ar um grande bilo
e haver urna salva real.
Tocar durante o dia a msica dos menores de
arsenal de guerr?, tarde haver cavalhadas e
lambem subirSo diversos baldes, e -noite haver
ladainba com msica.
No dia seguiste se concluir a festividade com
um lindo fogj artificial. A igreja continuar aber-
ta at O domingo seguate, dia em que deve ter lu
ajar ama missa cntala quC mwda dizcr um de-
voto por urna promesia quo fez ao glorioso pa-
rcha.
triare
Assim, esse dia o mais appropriado
^conven votos fazerero as roma-
riisStog^__________(fo, a roTiinisso espera
fnje pa) |
I
[ora
rr-i" devotos
icorrendo desta
uasfesia.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
dscala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
Acabam de ehegar para o Bazar Universal
roa do Barao da Victoria, n. 22, as afamadas ma
chinas silenciosas para costura, as quaes lornam-
se recommendavels pela sua boa qnalidade, bem
como todas as mais que existem no mesmo estabe-
lecimento.
I
Preei a se d6 tima atra para coxlnhar e com-
prar : a fallar na roa do Rosario da Boa-vista
numero 18.
%
AMA
Precisase de urna ama qae saiba bem eotinhar,
para dentro desta cidade, preferindo-ie estrangei-
ra,^asa-se bem : a tratar no paleo do Teroo Ha-
rnero 38.
Antonio Jos Rodrigues de Souza precisa
alugar um criado da li a Id annos : a tratar em
seu sitio do.Monteiro. *
AMA
Precisase de-nrea ama para todo o serv
urna casa do familia com tres pessoas : n
da Conceico n. 37. ________"
Q0
a i
de
roa
Aluga-se
IflOltEIRA DIJARTE C.
MANUEL & C.
Tem a sasfacSo de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-mes mais commodo, tem
estabelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, beje roa do Mrquez de (Minda,
onde achar5o os pretendemos, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidan especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
maces as tazendas que a demora da fabricado bem diminuta.
41 RU4 DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins' de
cores e brancos, colei-
rinbos modernos, cha-
peos de sol de seda,
tinos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
RA
BarSo da victoria
antiga raa
NOVA
N. 41.
Assim como tem ama grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparas que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e perfeigao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
K
Bario davictor la
antiga nu
NOVA
K, 41.
Este estabelecimento acaba de soflrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontnalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seos numerosos freguezes deixa-se de annonciar todas as fazendas, para
olo se tornar massante_______________ ^:__________________
Companhia Allianpa
DB
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870. .
CAPITAL..Rs. 5,000:000*000.
Toma seguro de mercadonas e dinneiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agenci i i roa do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao.
GRANDE ARMAZEM
DE
LOEA, IHUU,
i
PRMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOHEOPATfflGO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripto, no qae serio sa-
tisfeitos com promptidao.
Presta-s tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consaltas, no consultorio das 10 horas
ao meio.dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Bario da Victoria43
(Antiga roa Nora).
i
8
MOFINA
Roga-se ao lm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, \
crivao na cidade de Naiareth desta provincia,
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio qae V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada eumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S, se deve lembrar qae este negocio
de mais de oito anuos, e quando o senhor sen
bino se acba va no estado nesta cidade.
ilherme Augusto Rodrigues Sette
commis-es 6 e<> es.
; LISBOA
a do Amparo d. 66.
E
CHRYSTAES
DE
PE REIR, IRMAOS
Rua'Primeiro de marqo n. 15, outr'ora rna do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particolarmente aos seas numerosos amigos
partlcipam Manoel Joaqaim Pereira e Manoel Jos da Cosa Pereira, que acabam de
rondar um rico e sumptuoso armazem de louca, porcelana, vidros e chystaes rna
Primeira de Marco, outr'ora toa do Crespo n. 15, sob a rario social Pereira d
Irmi08. -
A longa pratica e conhecimentos de que dispoem os annonciantes neste ramo
de commercio, a que, ba muitos annos, se dedicara, os tem habilitado a' satisfazer as
necesidades da popnlac3o desta provincia e saas limitrophes, offerecendo aos-oonsu-
midores maiores vantagens do que qaalqoer ootro estabelecimento deste genero.
O respeitavel gublKfl, dignndose de visitar esle novo estabelecimento] com-
mercial, verificar por si mesmo o qne os annunciantes vem de dizer.
XAROPE
PURATI
SoD'GIBErVr
membro da agademiademedicrna
Preparado por dcslauriers.PH.
Suc* de BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clry Pars
um eseravo para copero ou qualquer servico do-
mestice a tratar na roa do Imperador n. 80.
Attencao
Na roa estrella do Rosario, sobrado de un
andar n. 35, fai-se toda encommeuda de flores
para a quaresma, palmas, festoe?, spo para or-
nar os saioles dos anj)s, rosas, caixos para capa-
cetes e andor, tudo por barato preco. tanto para
dentro da cidade como para fra, qualquer encom-
menda qae queirara, capellas e palmas para ima-
gens e arcos, ramos para domingo de Ramos, todo
aprompta-se cero perfeicao e por prego commodo.
Precisase de duas amas, ama para lavar e
engommar e outra para cosmbar e comprar: na
ra de Horias n. I.
0 Xarope depurativo-iodurado do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom, certo e constante na cura
dastmpo/ens, escrofutas, molettiasdapelle,
vicio ao sangue, obstr uceoex lymphatiau,
molestias contagiosas (sypkiliticas),. leves
tu inveteradas, ede todos os accidentes que
d'ellas dependem.
A receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de-
Paris.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
em Pernambuco: Maubeb e C; Joaocih
Martihho da Cruz Correia ; Joao da Con-
ceicao Bravo e C"; Agcsto Caors ;
Bartholomeo e C; Alexandre Ribeiro;
Abrec Ribeiro ; Joao da S* Faria e Irmao.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino para caixeiro, de 1S
a 14 annos, prefere-se destes ltimos chegados :
no largo da Santa Croa n. 16.
CONTINUANDO
como antesea roa Formosa n. (4, tenho a honra de pedir a generosa proteccio do
illnstre publico e das Exm." familias era todos os ramos em qae at agora ma dis-
pensaran).
Recife, 28 de fevereiro de 1871. m t .
Gtitiato Werthetmer.
DYVETOT
HRna Estreita do Rosario--l4
Compra e vende roup feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso dor_________
CASA DA FORMA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeira de Marco (oatr'ora ra do
Crespo) o. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe-
lizes bilhetes um quarto n. 3372 com 3:000*000,
um inteiro n. 3151 com 900*000, dnns quartos n.
1314 com 4003000, dons meios n. 3217 com 200*,
um quarto d. 367 com 100*, quatro quatos n. 383
com 100^ e outras sortes de 40*000 e 20*000 da
lotera que se acabou de extrabir (183*), convi-
da aos possnidores a virem receber na eon-
mid?de do costumeaem descont algum.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
4.* parte das loteras, a beneficio da matriz da Es-
cada (184.') que se extrabir tercafeira 7 do
mez vindouro-
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*600
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 6*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*360
Manoel Martins Fiuza.
mestlco.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, 1* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
limbo, em Rraga, e sobre os seguintes lugares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Goimaraes.
Coimbra.
'. Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ver.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barullos.
TRILHQS URBANOS
no
Recife ao Apipucos
Desta data em diante at o dia 6 de mar-
co prximo fuiuro haver bilhetes de ida e
volta, viagem redonda, por 1)5000, servindo
estes tao somente para os dias em qne fo-
rem comprados. Dorante asnoites.das no-
venas na capella do Monteiro haver, alm
dos trens da tabella, mais um, qne partir
de Apipocos para o Recife as 9 horas e 35
minntos, parando em todos os pontos.
Escriptorio da companhia, 24 de feverei-
ro de 1871.
William Rawlinson.
___________Gerente.
SOCBDADE UNIAO BENEFICEHTE MA-
RTIMA*
Por ordem da direceo convido a todos os so-
cios, assim como a familia e parantes do finado
Joao Baptista da Luz, para assistirem a missa do
stimo dia que se ha de celebrar na igreja matriz
do Corpo Santo, pelas 5 horas da manbaa do dia
1 de marco prximo vindouro
Secretaria da sociedade Uniao Beneficente Ma-
rtima em Pernambuco 28 de fevereiro de 1871.
Romo Jos de Fontes Ferraz.
secretario.
Casa para alugar
Alaga se o 2* andar do sobrado n. 30, praca
do Conde d'Eu, grande, arejado, com agua do
Prata, e gaz canalizado, cano de esgoto e banbei-
ro ; tem a sala de jantar e um gabinete forrados
de papel, um quarto idem e esteirado, a sala de
visita idem com o asscalho coberto de bellissimo
tapete belga ; a casa acha-se no mais perfeito
estado de asseio, e todas as bemfeitorias contam
apenas 18 dias de existencia : quem desejar fazer
acqnisicao de urna expeliente moradia sem traba-
Iho de nella reunir o til ao agradavel a ama fa-
deia n. 33. _______
AMA
Na roa Bella n. 14, primeiro andar, precisa-so
de ama ama para cozinhar e comprar para duas
oes oas._______________________^_
m iw id
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 ecasa
do costume.
Bilhete garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre os
seas muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
dons quartos de n 3372, a sorte de 400* em um
quarto de n. 1314, frum bilhete inteiro de a 151
com a sorte de lOOf, alem de outras serles me-
nores de 404 e 204 da latera que se acabon de
extrahir (183), podecdo seas possnidores virem
receber, que promptamente serio pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para vir no sea estabelecimento
comprar os felizes bilhetes garantidos, qne nao
deixar de tirar qualquer premio como prova pelos
mesmos annuncios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos em beneficio da igreja matriz da Escada
184) qae ser extrabida terca-feira 7 do mez Tin-
leuro.
PRECOS.
Inteiro 6*0001
Meio 31000;
Quarto 1*500
De 100(5000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 1*700
Quarto 1*350
Joao Joaquim da Costa Lelu.
Em Sant'Anna, no sitio defronte da estacao do
mesmo nome, precisa se de urna ama para cozj-
nhar, forra ou escrava, qner-se nacional : a fal-
lar no mesmo sitio, ou na leja de lonja da roa do
Imperador n. 46:___________
Aluga-se a loja do sobrado n. 3 ao noria da
fabrica do gaz, com 2 salas, 3 quartos, eozlnba
fra, quintal muraao e eem cimba, a preco e
15* por mez : a tratar no mesmo sobrado.
/ .
O abaixo assignado previne que ninguem fa-
ca negocio com Albino Jos Ferreira da Cunha re-
lativamente ao engenho Dous Bracos, do termo
de Serinhem, porquanto existem ainda negocios
a ventilar-se coro os herdeiros do finado Francisco
de Barres Reg e Araujo, como em lempo se pro-
vara.
Gamelleira, 23 de fevereiro de 1871.
Jote Gon^alves da Silva.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo urna par co-
zinhar e outra para engommar : na ra Nova
Dumero 82. ^__________
Precisa-se contratar com um professor qna
d lics de canto e piano : na ra da Madre de
Dos n. 22.
Na ra da Imperaniz n. 3 aluga-se urna es-
envlnha de idado 1 annos, para o servioo do-
me.>tieo._____________________,_______ .
Anua
Precisa-se do ama ama para cczinhar.comprar
e engommar para casa do tres pessoas : na ra
da Seala velha n. 80._______________
inca
*
Imperial Instillo
DI
N. S. do Bom Conselho
Dirigido pelo
Bacharel Antonio Coltimbano Serapbico de Assis
Camino.
Acham-se faneciooando. neste instlale, asan-
las de primeiras lemas, latim. francez, ingles c
portuguez, e lerio cometo no dia Io de marco do
corrente anno, os de gaographia, geometra, phHo-
sophia, aritbmeiica e historia universal._______
O sabaixo assignados delram ao respeiiavel
publico que, de commum accordo deliheraram
dissolver a sociedade que gyrava nesu praca seb
a firma de Manoel Nones Pereira 4 w filando a
lipidaci- do activo e passlvo, ba-
laceo geral de 1870, cargo ^{Mo
Antonio Domiognes Marques Romao, desde o dia
31 de dezembro de 1870.
Recife, 25 de fevereifo de 1871.
Manoel Nunes Parreira
Antonio Dnminitnes Marques RooaaV).
AMA.
Precisa-se de urna ama para --asa
familia : a tratar os ra do Cabvg o
de
1,1
Precisa-se do nmn ama snpommadwra : cava-
do Imperador n,57, i^Hdar, entraa pelo caes
22 de Nirwmbro.



iliaH da'ilcto*
Ha (Hilr ora ma
Ao arnaiem da Va-
Kr Franca, roa
Bario 4a vleto-
ntr ora raa
MoTa) n- 9.
Perfumaras, qninqnilharias e brinquedos
para meninos.
Aeabam de enejar aovas faturas com importante sortimento dos artigos abaixo mencionados i
reos mk resumido que possivel.
CALCADO
para senhoras^-duraqae branco, preto
- maitas cores escolhidas do ultimo gos
para meninas igual sortimento.
ios de salto para senhoraduraque pre-
e de cores, e de couro de lustro.
para enancas, propinas de baptisa-
de diversas qualidades para homem.
russianas para montara, tanto ingleas
Cestinhas para braco de meninas,
para costura,
l'arame pratiado para frutas pi a
tijjiauwu paita uauum* awv ww.w -v* --------------"*
da Rusia para viagem, como francezas figuras e de santos.
j beierro fino, para passeios.
perneiras para meninos de 10 a 16 an-
cosos
esa.
Ricos artigos de phantasia necessarlos para toi-
Ihetes e proprlos de presentes.
Jarros e tonquis de porcelana para aantua-
rioa.
Registros de papel fino mni delicados. .
Qaadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qna Iros.
Estampas de bellas paysagens de cidata, de
I
J a de brim branco para bomens.
a de vaqueta de lustro com sola de ma-
taBHnrioe para buhos.
Soptoa de borracha para bornea! senhoras.
g afilo a abotinados, de differentes-modelos. mui
io boa* e fortee para-meninos e meninas.
Safios de pete, avellndados, Cbarlot, casi-
oiri prota, de tranca portugueies, para bomens,
aaawni meninas.
Pfirfumarias.
Enractos finos, banhaa, cosmticos, leos, opia-
tas, agas de Cologne em garrafas de erystat para
prsenle, agna divina, agua florida, dentfrico la
?anda, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, panada honrroise para bigodes, pos de arres
e sabonetes, todo isto de primeira qnalidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubn.
Qninqnilharias
Lavas de pellica brancasJonvin.
i grandes dourados para salas, quartos
para senhoras e meninas.
Mas de onro, brincos, transelins, pnlseiras,
ootftes de pannos, de abertura, correntes e chaves
4e relogio, tndo de ouro bom de lei.
Brincos de plaqn imitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para punbos.
AJbaos de velludo e marroquin para retratos.
Mammadeiras de /idro para enancas.
Caixinhas de costara, novos modelos com ma-
rica, proprias para preseotes.
Quadrinhos acurados para retratos.
Toacas e sapatinhos de lia para enancas.
Capeila para noivas e para pastoras de pre-
sepios
niTinh com vidros de augraeito para ver-
te en ponto grande a photographia dos retratos.
Peo de vidro para pianos.
Thesourinhas para eosura e anhas.
Bolcinhas de seda e de velado.
Espanadore* de penas e de palha. B .
Carteiras para notas e para dlnbeiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castSes de marfim.
Ma de baleia, junco e de mutas qualidades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escoras para fado, para cabello e para dentes.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ap-
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para linternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Cordas para violao. _
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
, Objectos novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas. .
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de mnitos modelos, de junco e de baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de comarca amarellas.
Machinas para (azer caf.
Globos de papel de cores para illumlnacoes de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos allemae?.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordions de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mui pitoreseas.
Brinquedos
O malor sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretemento das criancas.
Chumb abo
vellio,
Compra-se em grandes e pequeas porcSes ; as
raa Nova d. 1 i.
COMPRASE
ana carreme"esteja em bom estado, 4a9 ?eJl
PTQftTia rafCjfavallo-: na roa do Vi gario n. 86.
No armazem de Ieil5es da ra do Imperador
n. _16 .compra se trastes usados, qualqner porcao,
isodo bem conservados.
Cmprase urna commoda de amarello j
osada que nio esteja estragada : quem livor diri-
ja-se a ra do Aragan n. 43, que aeh r com
quem tratar.___________--______
ATTENtfQ
Na ra da Roda n. 48, taberna, compra-se. um
cachorro- que seja bem viga de porta : quem qui-
ter vender -dirija-se a mesma taberna cima. ,
Compra-se1 um
portoguez para latim
diccionario de cuinpostco
na ra Direiia n. 45.

VENDAS.
O
_
dores de deDl"4|^H^^H
Na pbarmaeia ameries Doque
Domro 57.
do
Chocolate de sfe, de Mioier
E' pelo sen agradavel gosto e suave aroma qne
esl classiQeado como i pnn.eir.t qaalidade di
chocolate, e eoro justa nn; ruram como o
melhor de lodaa as manas de,chocolate" eooheei.
das. O bem conheeido nome de Menter nos dis-
pensa de sermos ma< e unsos.
DEPOSITO
Na pharmacia americana, raa Deque de Caxias
. numere 57._________"
Tos dentfricos americanos
ComposMo byMcBica.
Estes pos sao os antera que Tennem em toa
composicao todas as qualidadis bygMafcas pro-
prias a dar urna grande clvara aos capis, con-
servicio delles e fortiflraeo das gengivas.
^ DEPOSITO
Na pbarmaeia amencaoit, roa Doqne de Caxias
o. 57, de~Ferrelra Maia 4 C.
O vinho melhor que desejar se pod?, do Porto,
Fgneira e Lisboa a 440. 500 e 560 rs.; asm
como de mnitas entras qualidades : bolachinbas de
diversos autores; o que melhor vem este mer-
cado, vellas stearias i 640 rs. masso ; chocola-
tes de 14000 a 1*800 a libra, hcrtalices para sopa
Eperfetamente substitue as mais frescas hervas
ominada Juliana, verdadeira farinha america-
na a 320 rs. a libra e dita de mandioca a 6*000 a
s*eca, queijos do ultimo vapor a 2*800, ditos da
liba a 880 rs. a libra, ditos pratos, caf de Moka
e mnitos outros gneros dos mais nevos e do melhor
qne ha no mercado por precos nimiamente reduzi-
dos no grande armazem
Junto a ffflcina.
Couro de bezerro
Muito novo e "ltimamente chegado vende-se
em casa de S. P. Jonston & C. : ra da Senzala
Noval. 40.
LIQUIDACO
DE
/OreS de leirO e differentes tamanhos.
* rWlBaS (je ferro para copiar cartas.
CJli.ft.pft* uh ierro g*vimii84U3B~para ten
*" de ferro para assucar.
FAZERDAS PRETAS PARA A QDARESMA
Na ra da Imperatriz n. 72 lo ja da Arara
stes artigos acham-se a venda
casa dos importadores
Shw, Hawkes & C,
ra da Cruz n. 4.
xi.raQ.OS americanos para varzea e ladeira.
JlLaCUlIaS a vap0r e de cortar fumo.
LaiTlIlllQS de mo para saceos e atierros.
Venezianas para janeiias.
15aiailQaS decimaes e ontras.
~ FOgOeS de ferro.
Enxotre M\^t etc. <
WROPE
FEITORAL AMERICANO
RABO DE TAT'
Planta iodegena
Eepecialidade dos pharmaceuticos Ferreira Maia & C.
A totso convolsa a qoe apresenU mais pertinacu naquelles qoe della sof-
frem efaz com qoe maitas vezes soccambam os eofermos, sem qoe mattoB ooiros me.
dicameolos apotteados consigam resuludos favoraveis, seodo essa affeccJo unto maii
ET3L qenor a idade dos accommettidos; e por uto novos preparado j*
SoBUntement poblicados por meio de pomposos annuocios sem qae a sua applicacic
a HBarTDinte oa mal da garVioU at a tobercoKsacJo potmonar, com o X\ROPE PEI-
mSffilCANO Dfcf MBO DE TATlT, que tomar oprime.ro lagar entre totfot
- -lT5!i) rabo-de tat varido e
manta vewuUs contttim sna composicJo a parte medicamentosa da planta volar
med,** opobbco, muilos aUealados n3o s demedeos ypjiuvjto, como
iambem 1WT i tem feito uzo deste salotar xarope; porm dispensamos esta
KwadfKio cancarmos o pobHco, pois qae o melhor atlesUdo qae se pdf
SSmUr? sVm dovida a cora completa de-milhares de pessoas.
*^ pJd&iiot ciur aqai pessoas qae esto compltameos^befecito das d.
VA*molestias de oeito deque este xarope poderoso medicamento, e tem curaac
SS. ari TuE bronebites, deflaio/catarrbo, tosse convulsa, roaqu.dao, imtifilc
Grosdenapeles
Vende-se grodeaapoles preto Dar ves-
ido de senhoras e meninas a H, 24800,
2(5800 e 30 o covado.
Ctseaira prela i 3#S00 o corle
Vende-se cortes de casemira preta para
calcas de bemens a 3,5800, 40, 50, 60 e vado.
70000.
tanao prete a 20200 s covado
Vende-se panno preto para calcas e pa-
litos para homens e meninos a 20200,
20500, 30, 30500, 40, 50 e 60 o covado.
Casemira preta
de'homens e meninos a
covado.
Alpaca preta
Vende-se alpaca preta para saias a 500,
640 e 800 rs. o covado.
Merino sftim
Vende-se aerin sen n, fazenda pren
mnito bonita, pro pria para vestidos e nres-
mo palitos para a presente qoaresma a 10
o covado.
Alpaca sarjada
- Vende-se alpaca sarjada com imita-
cao de seda preta de listas propria
para vestidos para a presente qniresma,
e qoe fica muito bonito o vestido por ser
muiio larga; prego para liquidar de 800
rs. o covado.
Lia preta
Vende-se 15a preta moito boa, a 500 rs.
o cevado.
Cssas pretas
Vende sfcassas pretas para lato a 600rs.
o metro.
Caitas pretas
Vende-se chitas pretas para hito, a 200,
240, 280 e 320 rs. o covado.
Chitas francesas escaras
Venle-se chitas franelas escoras para
vestidos, a 240,280 e 320 o ceva lo, ditas
claras a 320 e 360 rs.
Caitas para ethertas
Vende-se chitas encarnadas para a-ber-
tas a 320, ditas de cores, largas a 360 e
400 rs. o covado.
Fustas para vestidas,
Vende-se fustio para vestidos de senho-
ras, a 360 o covado.
Brilhaitia kraaca
Vende-se bribaotioa brnca pa'a vesti-
dos a 500 rs. o covado.
Perelaras finas para vestidas
Vende-se percalas finas para vestidos de
senhoras a 440 rs* o covado.
Cassas fraMeas
Vende-E e cassas fraaceaas de-cores para
vestido de senhoras a 240 e 280 o c oudp-
ergindis ie cores
Alpacas de cores
Vende-se alpaca de cores para vestidos,
a 500 e 640 rs. o -covado.
" Gangas para calcas
Vende-se gangas escoras para calcas de
bomens e roopa para meninos a 240 o co-
Brim Vende-se brim de cores com lista s dos
lados a 400 rs. o covado; para liquidar, na
toja da Arara, roa dt Imperatriz n. 72.
fravatis pretis de w*
Vende-se gravita" p"3138 de 8ed' lfga
TOnuv .. ,**^,**-.-, *"_ djtOS CD1-
nezes a 30600, para hqnidar.
Chales de mtrin
Vende-se chale de merino estampados,
a 20 e 20500; para liquidar.
Coserlas de chitas
Vende-se cobertas de chita fina a 20500,
ditas encarnadas a 30500, ditas forradas a
50, cobertores de" algodSo com pello a
10400, na liquidado.
Cortes de jang
Vndese cortes de ganga para alcasde
homem a 800, ditos de brim de lista, a
10500.
Brim liso
Vende-se brim liso para calcas de traba-
Iho a 500 rs. o metro.
Bria pards trincad
Vende-se brim pardo traEcado a 700,
800, 900 10 o metro.
Bramte a 10800 o aetre
Vende-se bramante par i lences e tos-
Ibas por ser moito largo, a 10800 e 20800
o metro,
Algsdi eifestae
Vende-se algodio enfestado.a 900 rs. o
metro.
Pecas de alfolie
Vende-se pecas de alaodao com 20 jar-
tlas a 30800, 50, 60, 60600 a 70.
Pecas le tlapelio
Vend-se pecas de madapolao com 24
jardas a 50, 50500, 60. 60500, 70, 80,
80500 e 100.
Alfodio de Kta
- Vnde-se algodio da lista propriopara
ronpa de:cscravos, por seriforle a 160 rs.c
covado.
Collarisaos de papel
Veode-se om rest) de collarinhos de pa-
pel a 200 rs. a daiia.
Grande liqoidaeio de roopa feila
Vendem-se palitos de casemiras de cores
aobrecasacos a 90, ditos fraq es a 80, di
Fazendas baratas
NA
RA DO CRESPO NUMERO 2o
LO Ja DE
MAXOEL DAS XAVIER.
ORGANDYS de cor, liados padrdes a
280 rs. o covado.
MUSSELINAS braceas a 400 ra^ft co
vado.
CAMBRA1AS victorias finas de 4*300
a 8* a peca.
MADAPOLAO fino
a pees.
ALGODAOZIXHO com
3*300, 5* e 6* a pega.
CHITAS escuras, claras e modinhas a
200 e 240 rs. o covado.
Colcnas adamascadas de coaes e bran-
- cas a 3*, 80 e 6*.
ALGODAO .alvo de aai largaras para
toalhas a 1*300 a vara.
BRAMANTE para leocoes de quairo
largaras a 2*800 a vara.
CUALES de merino lisos e de renda
prems a 2*500.
DAO-SE amostras com paobor; na
raa do Crespo n. 23.
(elepbante) a 6*000
20 jardas a
IfL
Vndese boriegaios franges, obra poDuaua o
bem torre, peto-Ofmiuato preco de 7 e S*ooo : na
bem conheclda loja de miudms da raa do Mar-
qner de Olioda, antiga roa-da Csdels, n. 50 A.
VIBAGO
nico deposito
Pharmech.ameripana de
Ferreira Maia $ C, ra Du-
que de Caxias n. 57, anti-
ga do Queima%
Injecfo amercina.
Imperial idade dos phairmaceRtl-
cos Ferreira Hala <& C.
E*ta injeccio eemposta es-perialroente para a
cora das purgares antigs ou modernas, foi com
Tei rcsatsdo eusaiadafiehs mais habis ereeo-
nhecidos medico-, e^ior elles confirmado ser esta
injeccio a nica que radicalcr.enie cara em menos
lempo qualqoe/ agnrrtha oo purgacio antiga ou
moderna, fenc* auxilio de outros medicamentos.
E' tambera onl as leucorreas oa flores braacas,
quer sejam ant'gas ou modernas.
DEPOSITO
Na-pharmacia americana, ra Dnqae de Caxias
nnme.ro 57^_______________
iMiLiiao
O Campos da roa do Imperador n. 28 toma de
novo a resolucSo de ven ler barato para veoier
muito e para que consiga o finv a que se propoa
pede aos seas numerosos amijos e fregopie em
particular e em geral ao repeiiavel publico des-
ta cidade e seus sabarbios, que coocorram ao
sea estabelccimento, garantindo ser nm dos mais
bem sonidos e onde encontraran todos, sem dis-
tioccao, agrado fsinceridade, e oste proposito
deixa de mencionar precos aos egintes gneros
abaixo declarados, a saber :
Sardinlias do Nantes erujatss, raeias e quartos,
em caixas e a ralalho.
Peixe portugus em latas, diversas qualidades.
DI em salmoura, congro, cierne, pescada e aren-
ques.
Ovas do serto.
Licores: Benedectino, aya-pana, diartreuite e ca-
miuillo. ,
L?ite condensado.
Linguas seccas.
Batatas inglezas a 1**00 o gign.
Queijos do serta*D e de Mi. s. ,
Sementes de hortalifia.
Aos cigarreiros.
Vende-se papel de seda e de liobo em resmas,
dos verdadeiros fabricantes : na roa de Maris e
Barros, ontr'ora ra do Cordooiz o. 8.
Doces, frnctas e flores
RA DA CRUZ N. i 3.
Sorvetes de differeBtes fructas, tendo as quar-
tasteiras e sabbados de creme.
Doces, fructas e flores
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se gela de mao de vaca.
Doces, fructas t flores.
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se presunto em fiambre as libras.
Doces, fructas e flores,
RA DA CRUZ N. 13.
Lanches todos os dias; diferentes.
Doces, (ruciase flores.
RA DA CRUZ N. 13.
Vende-se Xarope de todas as frnctas.
Doces seceos christaliisados, de caj, mangaba,
Hmao, cidra e laranja, em calda.s___________
__Vende-se ama parte do predio da raa Nova
n. 18 : a tratar na mesma casa. ____
!
Paulo Cordeiro,
Prineeza atnarellinho, de
crn'.um.,
llevo Gassi.
CogOhC fl()
da afamada e apreciada marca Martinean : vea-
dse pelo baratissimo preco de ?C* a caixa cor,
12 garrafas : na ra da Crn n.So.________^__
ra *i Cadeia n. 53,HMiem Unio
Mercantil, vende se superiores peras vindas
do Rio da Prata. ....._
Libras esterlinas
A venda no armazem de azundas de Au-
gusto F. de Oliveira & C, raa do Com-
mercio n. 42. ^^____
PECHINCM
Chitas de 320 o eovado, venlese a 180.
Cambraias de cores finas, lindos padres a 300 rs.
Madapoldes de 7*. vende-se a 5*500 a peca.
Dito trances de 12* a 9* a peca.
E' para acabar na loja de Gaspar A. V. Gui-
arles, raa do Duque de Caxias n. 43, antiga
do Queimado n. I.__________ -
Farinha de mandioca
da Baha
FARINHA
MANDIOCA
de superior qualldade, tem para vender Joaquim
Jos Goncalves Beltrao, a bordo da ropeira Jli-
nervu tundeada defronle do caes 31 de Wovembro,
por preco commodo :.para trttar a bordo oa no
sea e8criptorio roa do Commereio n. ".______

Lasialas para veslilos
Vende-te ISasiabas para vestidos a
e 5 rs.o condo.
400
A melhor qne presentemente existe no merca-
S, do.
Venden [ndTs de wrs par* vesti-lfos^saceos^a ; dttai pretos, puro boo,
do de senhoras a 440 e 500 rs. o colado, ^_8| e m, dit^de alpaca de cor a
difbs pretos a 3(5300 e t, ditos de meis
casemiraa 24, diu s d brim de cores a
44500 e 20; ditos branros a *&.
, prepria para mesa, por ser moito alva, fina e
torrada, em saceos grandes de t alqueirei: ven-
de-se no eseriptorio de Joaquira Geraldo de Mis-
tos, ra do Vlgario n. 16, Io aw-
Fio de algodlio da Bahia de su-
perior qu lidade
Hi para vender no eseriptorio de Joaquina Gs-
raldc de Bastos : ra do Vigario n. 16. Io an
dar, superior fio de algodo vindo da Baha
T r\ X 1 TV A n/\TiTAT1TO-m A dar, superior fio de algodo vindo da Baha.
LOJA DA CONQUISTA j[ N0\0
A quatro mil reis.
wes corte: UMDes de pe Dar*
^H 0 cada corte, na loja das coHorafll. ra
npo V 43, de Antonio Correa e Vas-
simo ore<
&.<
Ra do Cabng n. 6
DE
Antonio Francisco dos Santos & C.
Os proprieiarios destesievo estabelecimento jolgam de seo de#f faier apresen
Ur^o de seu titulo, para obterem do respeitovel publico, :om espectahdade de seas
regoezes, o acolhimento de qae todos necessttm em sea tirocinio commer:wlv
A Conqnista, nSo garante ner pode dar fazendas a seas fregaezes, mas tendo
por divisa coaqustar a todos, para que nao comprem em oatras casas, affirma-lhes
que serao tratados com agrado, tealdade o muita mbderac3o nos precos.
sortimento de fazeodas finas, apenas desorejo smente as^ fazendas prelas e ohj
proprios para a qnaresma, jam :
Grosdenaple preto de flgas qualida !
QorgurSo preto para v
Casaquinbos pretos de seda.
Ditos ditoe de gorgnrao com ci
Manlinhas 1
Chape!' a?- 'V
Lo\ ;
Saceos eom milho novo, vendem-fe no eserip-
torio 4e Joaquim Gerardo de Bastos, ra do Viga-
rio n. J6, Io andar.
Para acabar
Papel superior de HollanJa, de formato Jet,
LairinJme e Ec, anneis de diamantes-rosa, ae
ouro de le, foslo moderno, cravados da agarra,
de differentes tamanhos, por preces commodo?,
latas rom tO kilogramojos de unta mu boa de
iropressao, linhas de tres pontos e nm e donS nos,
de difireme* grossaras, entrv-InhM *i nm ponto,
dons, tres, etc., quadrados e "J^J^*"":
Us pontos, papel cor de rosa de tormato duplo e
immura e mui encorpado, e mrtmo resmasisor-
dae, folnews para divert.mentb as horutana,
como Magalona. Porcina. Joao de Calais wnflssip
do maraio, padefra d'Aljubarrota, e outros nrai-
osT rotlo! para boticas de d.flerenUs umnho,
e algans at com nome de oiflerentos medica-
mestos, e tambenftm nrsnco para nellsse escre-
ver o que se qulier ; cartilhas, cartas de abe
taboa as collecces de 1 a e tambem se tendem n-
meros separados papel commura pwrtado Uso,
e tambem greve, flume, tanto liso comb panttcie
de peso ; papel mortrado de differentu fomato
e gollos, aamalolado, fiogindo> uwrafa. lefentes cores e ^ntes annos, eootraimuius ecuau >
*am de anounciar para nao *"f,W"X%'
etc.: na ra do'Imperador b. 15. 4i*o'"eg.
fttocisco, das 9 horas da manhaa as 3jajWe.
E' baratissimo
Vende-a no escrintorio d< Joaquirn, Gerardo de
Bastos, ra do Vijario n. 16, V ndr, saeeos
eom arroz nm'casca
Farinha de mandioca
o, com milho a 3*500, JMcmM
pr^a pa^mesra 60W vend*. no
ier/do Annes defronw fa altaa,deg. ____
-_ Vende-se nm forte piano noria WaM.^.
randa, proprio para algumjcollegio oo lg*
to, pela dimlnnia qoarthi i30* = nlr*L)
roa Velha, sobrado n. |7 nefronte do becoo ao
Veras. E tam lom urna mesa de lantar^
d Q
,0 seriotorio de K i farinha de mandioca . Maranhao ea> I mais de ^^VJ^^H
saceos regulares : a ra, do Vigario n. 16, pri-
meiro andar.
NA
da div.
dnrna.
-

RfBHlW uua



O:
Kmco
'
Rl
ja
randa l'uio ptlo ^rt^t, isla da fizen-
_j, 6 per todoj'adffiirar, a saber:
Grasas i.'e Do o ,-s de louca branca a
Oapacbo* rcu to b.o'.t>s a 7c0 e
Cafxas cii.-n tOOeawdepes lateada
Ina a 3>, tKO e
de sapa toa de lia para me-
ninos a
peihos de moldura dourada a
800 e
bies pretos volteados para me-
ninos a
Tin.einis com lila prea a 83 e
Peci> de flia eusttca Mito fjoa a
Latas (o >uperior baaba 60.1UO e
Lata~ g ande* can suprior bauha a
Frascos com olea de Obi lceme a
00-6
Frase s com macassi Per uta a
Cai rios a
Frascos com agua de Coloca verdi-
deira a
PU >s .om oleo de ba )oia?sn4 rior a
SjUa ario pjrlugaM Hrro muilo
bom para mancas a
Carriuh de retrs preto com 2
oitavaa, a
Ri a< toajuinhas de fi para me-
ninos a
Caixa- cora agulliasnocezas a 160
Pec^a daiiraabocJadas a 50.', 600
800 e
Carias com alfiaaies francesas a
Garaf-.s com a verdadart agua
i rida a '
Gri-lb da D. ulrina Cliristia as
mais u.oderoas a
Livro das iiss5s abreviadas a
Gor>-.8 grandes com su .e ior baaba
Macos pa Hitos para den tes o
Oieloor que ba a
Pacmes cora 3 saloae es iogleiei
fazenda fina a
Caxa< c m pos para lim ar denles
f-zenda fi.m a
GaiX4$ redondas para botar rap a
Escovas milito finas para -Jipar os
demes a
Ba'a'ho* francezes muito finos a
200 a 210
120
800
800
32
1.91000
240
100
200
2C0
320
800
24o
10000
11000
320
400
600
200
120
IftOCO
240
10300
400
1,5500
10800
160
200
200
ItfzCO
240
NOVIB.WES
A
wmsxm
DE
felix pemira d slv&c.
Oa propietarios deste importaste nrtihnerimrintn
minqiro grasde
deposito que teem de hiendas, r^ salteria liq*N*4w, faseado per cooaafiiia,
raade reduoco dos preces das nitaw;, alie deagflarem veanVat:Bor pasaos, mais
baratos, do' que se encostra em outra quarejuer parta, par isao ceaailam'ao.rspeita-
vel publico e aseesnumerosos fregwwe, virefortir-se em sao estaMaaimeoio,
crtos de que eacwiitraiSo om variadissimo aortimento de fazasai moderase do mais
auralo gosto; aleta eam-graade aortimento das fazendas de primera tmeescidaie,
ludo p.r prec/ maito conmodoi, vUteiterem os proprietarios adoptado o systema de
b veaderem a dmfatio para peder vender peto ene*. As pan* que negocian
em pequea saaia poderle fazer seursertimentosaesta loja e armaxem, pelgaaneaom
pretos que se compra as casas ingle** (importadores), a* ion con* ?para mais com-
modidade das simes., Emilias se darao as amontas d todas as fazendas, oe se Ibes
mandam le*r'pelos caUeiros, em sosa .catas pait escotaren.
aovas msicas para piano,
Daose des negras do maestro Cazalbore.
Margarida, linda sebottiseb.
Urna folia a Roma, qoadrilha
,LUNDUS
Dansas paraguayas.
Habanera.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANBL-
LAS A 85, lOtf. &&.M. E &0$0ftf>
No Bazar do Pavio vende-sa o mm
wrtueewo dos melborae cortinales istrss*
jos pora ornas.e janeltas que se vendem
de 86 f par al 255, pecbmcha ua raa da
Imperatriz o 60 Ba>r do HavSo.
Fou, e iuas de se,'*so o P.vlo.
Recebemos um dos mais bruan tes sor-
timents das m; is modtrnus. e liads-poofe-
lioas de seda e liiiho, com deiieadissimo?
p.droes, assenUdos as mas modernas
cores, e vend m-se por menes do qup em
otra qoalqntr patle, no Bazar do PavSo
ra da iupe<-aim d. 60.
Sedas de listinhas a 25 o covado.
VeoJem-se bon.ta sedas de listinhas com
lindase nolernas ores, peo bsrata prego
de 23 o covado, no Bazar do P*vIo, i ra
da I n;jeratriz n. 00, da Peeira da Silva & C.
POU^EUNAS DO JA PAO A 500 RS. 0
COVADO.
Cbegon para o B^zar do PavJoum grande
soriiiteat de onit^s poopelinas japjne-
zas para vestidos, endo c m palmas soltat
e vend m-se a 500 n.. o covado na ra
da imreratriz n. 60
BARfeGEs DE QUADRINHOS A 560 RS.
vende-se hontosbiregis largos, de qea-
drinhp8 con elefantes cores pelo barato
preto de 5 0 rs o covado, no Bazar do
P*vS > a ra da Imperaba n. 60, de Pertira
ds Sdva C.
Lazin as moderaas con lla-
t as e mselas de seda a 4
rs. o co vatio.
Che^oo pira o Basar do Pavao om ele-
gaote sortijieoto das mas mnemas fia*
zinias com listras.e mselas de seda, pre-
prias para vendos, sendo f^zenda demuita
Poupelinas brilhantes de I3aa^40 rs.
, Veede=ejio Bazarjlo. Pavaomwejegatte
sempre a Nova Esucraaca!!
Klo
Hltt lc^artei conhecida pela, sna elegancia e
MlMprtgaSa/AeasxibjeaMs, aeaba. de receber
malW arlies parx ijue reapeitaamente eonvida
ao beOo Ko a vhila-a, ate decomprarem aqnil-
Ksarem ptra pupa roa de vestidos loi-
h0 ima^oalqBer objecto para
_Jnle.(poistaiesina Nova E?pe-
ran Dcarlo atf-feila^ ja pela foalidade e pre-
508 Mzoan*. ? aaesna por (pie s-Nova Esperan-
5aJffu"*8*nM* woi|cenW era dar a es-
coaer oa-^wijectoj, presiando-as com o agrado
4que eonluia* receber a saliva coro o. firma proposito de vfiltarem od
ma^aareoa-^a esm foja, lo
quaitaeraRii
rj
de l*H,taBdu quasi aiaipra----------------
iceza o^oatAuio brllbo, proprhs para > es
tidos,.teado de todas as cores, .e- algum^s
proppias,para luto, e liquic'am-se pelo bara-
to trago de 440 m. o covado, teado fazen-
da que vale 800 rs., pecbincbo na ra
ida liaparatni n. -69, lofa e Basar do Pa
v3o de Pereira da SI va dC.
LASINHAS A BENOITON A 400 RS. 0
COVADO.
Cbegon para o Basar do Pavao om gran-
de s >rumento de liadissimas 13azinbas
Benoitoo com as cores mais lidas e mo-
dernas, sendo de urna s cor e tendo azul,
lyrio, vilela, peroila^roio, .ciazaeto -.e. e
muilo boa qualade, que se veadem pelo
bara issimo pieeo de um croiado o cova-
do, por baier grande pcrcSo, se nlo seria
para muito mais dinbeiro, isto na roa da
Imperatriz n. 60, lo, a de Pereira da Silva
& C.
CEETONE FOHTE PAR\ LESpOES A U
CADA METRO.
Cbegou para o Bazar do Pavao orna
grande porcao de verdadeiro crlone farte
para lences sendo muito eacorpada e boa
fazenda com 10 palmos de largura sendo
preciso apenas para cada lee col um metro
e urna quaria ou um metro e meio, visto
que a largura da fazenda da o comprimen-
to do len-jol; grande pecbincba^a 25000 o
metro na ruada Imperatriz o. GO loja de
Pereira da Silva & C.
OS BRAMANTES DO PAVO A 1|J8C0 E
2500.
vende-s&-SDpcior bramante de algejdao
com 10 palmos de larga**, jo/oprio para
L6 negros^'"
Noites de Laque.
Palomita paraguaya.
Tambera recebeu as seguintes :\ ~
K opera Guarany, e os melbires' ,edacos
da mesraa para piano e piano e canto.
Qmdrilhas
Walsas
E polkas
Quadrilbas:
ti9ette.
Sataa.
lardira das Fadas.
Seroica.
Capanga, Carece & C.
llcraens do mar.
.'o ve un de Commercial.
tociojbole.
Ponte d<> Diabo.
rennnte do Diabo.
bnparial marinbeiro.
\ sultana como linda.
ndHpendencia das senboras.
0 Club X.
Regressc^do conde d'Ea.
Gamiaho de ferro.
Soaraoy.
Walsas:
Sonbo da virgem.
Vo'uve(. '
Dansa d'amor.
ultimas walsas de um doido.
tajo da meianoile.
Carnavalesca. ^:
Gnarany.
Polkas :
Cahriao.
Glorgeio do sabia.
Balicoca.
Capenga nio forma,
floerida por todos.
4 rival.
Por todos querida.
Ws Trz.
Palomita paraguaya.
Sismark.
Sloraninha.
Surpreza.
Cbora pitanga.
Gloria.
Gurany.
A venda no armazem de pianos e masi
'As do Azevfldo, roa Nova n. H, boje ra
lo Bario da Victoria.
Tabellas Vermfugas.
EMe mWicamiDto o aoieo que pelo sea boro
aroma ajorto agradavel se torna o mais proprm
para r.xptki.) d *i lombrigas. E' fcil de tomar
porqu gasto igual ao do chosolate, e de
prorapto efeito.
DEPOSITO
Pharmacia americana de Penetra Mais A C-, roa
Duque do. Cxift n. 87.
Faoas e garfiw com cabos de
ftt-ro.
(Obra de otmlaiarSes)
Chegaraoi p.'ia segunda vea as mallo desejada
fteu e garf >s com cabos de (erro, de muito boa
uA le. as quaea ae vendem muito barato : na
jrerngwH d.v ra UarqaAZ de Ollnda, on-
-"1*1* do Reolfa, n. li, do Tnoniaz
para saceos
Superior
itf filafi rs ......i>ut .6 pauumia, na ra
da Imporatrir u 60 I ja <:o-sri.- d*e-
va C.
MERINOS ESCOSSKZES A 800 RS. OCO-
VAOiJ.
Venddm-se os mais modernos merinos es-
cossfzes, proprios para-vts idos e boreeus,
sendo neste artigo o mtlhor quetem rindo
ao cercad), e iq iJaai-se pelo baratissi-
ro precocte 80*' rs. o covado.
POIL DE CHE RE A 51.0 RS. 0 COVADO.
Vende-se punssiaio poli de cbevr com
as irais detcadas cores para vestidos, tenda
escoras e alegres e secd muito lustresos
e bquidam-se a 500 rs. o covado, sendo
f i/.eD la para muilo ma s diobeiro, isto no
Bazar do PavSo, roa di Imperatriz n. 60,
d* Pereira Silva A G.
LINDAS AGRAtUNNAS A 560JIS. O COj
VADO.
, Vende-se do B;zar sortioienti das dms lindas a^rasiaonas para
vestidos, lendo letras de seda, as qnaes 86
vendem pete bara ss;mi pr.-co de 560 rsj
o covad... sen lo fazenia que vale mqjto
mais dinbe ro, pe-,hi(icvja na ra da Impa-
ratriz n. 60, rio Pereira da Silva & C.
CAMI3 S INGLEZAS
No B itar (\i> PovJo ven-ie-se um grand
sonia ento de camisas iuglezas e fraaoezafc
com pe ios e punb >b de lw>\ sado das
mHhores e 4 ios mais inolefno viudo ao mercado, por presos maia1baratos
d" qie emootra4Miq.ier parte, por se ter
feito urna grande compra ; ojde o ffgoez
encontrar* i ara todi s os presos, ditas com
peitos e puobos de aigotao, trmbem em
grande q antida-le e de arialade de pre-
<-. E' pecuincba na ra da Imperatriz
n. 60 ~
Cuales de renda a 10300 e 23800.
O Pav3o vende grandes cbales de renda
preta sem defrito Igum, sendo de 4 pon-
tas a 255 >0 rs., e de tr*s pootas a 1^600
rs. pe-:hcna, no Ba ar do Pavio.
CA.VJBRAIAS ABERTAS.
Cbegou para o Bazar diPava"), nm gran-
de sorttmtn'.o das mais Iradas cjmhralas
"brancas abertas para vertidos, lando de-
licadsimos lavares, tanto miudinhos como
gralos e veodem-^e os cortes por barato
preco, a r..a da Inoeratriz n. 60, loja de
F. ivreira da Silva de C.
LASINHiS A DOS TOSTOES
S oo Bazar do Pavio veodem-sa bareges
ou llabinbas transparentes, com delicadas
core, pelo barat) preco de 200 rs. o
cova4o, pechincba, raa da Imperatriz
n. 60, loja de F Pereira da Silva A C.
Cuitas a too rs.
Chitas a 209 rs.
Chitas a OO rs.
O Pavio vende bonitas-obitas largas de
cores fizas (.elo barato preco de 200 rs.,
o covado.
L3 No Bazar do Pavio vendj- -e om elegante
sortimento de benitas lias garibaldinas,
d to tas as cores, pelo barsimo p
te 32) rs. o covado, na roa Tlt M^^M
tris n. 60.
GiWB^LDlNAS A-360 RS.
No Bazar di Avio vende-se um elegante
sortimt-nt-t dasmats modernas e lindas 12a-
zohasgaribaldinas propr-.a* para senboras
e meninas pelo barato ureco.de 360 rJTo
joe precisen de
Raaebes-as deliAbaaSova Esperanza para
honasas, sSnhora e marinos, sendo brancas e de
coma
IttRIDAip.
Oteo df^fnipnre preto combraato. a Nova Es-
perassa H6 quera tem I ti
Caixas para-jcias.
A Mova Esperanca receben bo*i.caiias de aso-
dalaiStra guardar jaita.
Fitas largas pata cintos.
Racebeu as de muitas quadadas a Nova Espe-
ranjB
Pan extingan" pases ou sardas.
.aovaiBsperanca'aDi USe drrosaa brancas.
Para ttetir cabellos.
Tem a flava Esperaba at vertMeira tinta In-
glesa*
ftjra-wfrescar aipese a#ormoza-la.
A Novjifsperanca- raa Doqae de Caxiaa n. 83,
vende veaUdeira aibtat branca se Lais.
PerfiMnaras
AamciHiares; e do mais eonSaeido fabricaste,
Unto rranoez como iiftez, eslo expostas vasda
na OdDsaue caaCaiias n. 63, ta Mova Espe-
ftaracHa, banha, atao, aa%onatas, atoas de co-
lonia, de aranja, flema dta*and, etc., etc.,
tudo'de sBserior qualal?de : veade-se na Nova
Esperanes 4 ra Duque de Caxiae n. 63.
Agora sim !
A Nova Esperanza, a rna Duque de Caxias n.
63, recebes oro lindo aortimento de la para bor-
dar, vindo as^cres mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a ella antea que se acabe 1
./" U'UM i f"""" fK. iuprio para
pna'itasja, e Iiq< id-m-se pelo barato prego 'encoaspelo barato preca.de lo8uo rs.P
il.' fi.ll rs nnii. ^. *i 111 l'll IIIHM1~rT ,' ) ,ta linK.- n.n nn.*. r^r, ^ I._^_3l .'
c va lo, sendo faaenda de mAa. mais di-
ro; peeiinea na i Imperatriz
o. 60.
1 to de linh pjir" |,"m a mjaa largor* a
I woo^an" trancez o mais superior qne
tem vindo ao mercado a 45 e 5^000 rs. a
vara, uto na raa da Imperatriz n. 60, loja
de Pereira da Silva & C.
ALPACAS PRETAS COM LISTAS
BRANCAS.
Vende-se urna grande porc2o de alpacas
pretas com listras brancas proprias para
luto, pelo barato preco de 640 rs. o covado
e 1(5000 rs no Bazar do Pavio, de Pereira
da Silva d C.
LUTO BARATO, CASSAS PRETAS
A 240 RS, '
Vende-seno Bazar do Pavio a ruada
Imperatru n. 60, cassas pretas francezas
para loto por nio estarem bem pretas-
assim como chitas toda preta, porm tams
bem com defeito na cor, mas muilo forte,
a 120 rs. o covado; pechincha de Pereira
da Silva A Comp.
CASSAS FRANCEZAS COVADO A 300 RS.
' Vendem-60 cassas de cor verdadera-
mente francezas com delicados padrees e
com desenhos miudos e graodos a 300 rs.
cada covado, ditas ingfezas boas bonitas a
200 e 2t0 rs.; pecnincba do Pavio.-
TARLATANAS LISTRAOAS PARA
PARTIDAS/
Cbegon um elegante sortimento das mais
bonitas tarlataoas com liatras, lando de to-
das as ore, sendo de mista phaniasia a
muito proprias para vestidos de baila e
ven iem-se no Bazar do Pavio a ra di
Imperatriz n. 60.
PECAS DE MADAPOLO ENTESTADO
A 3,5000
Vendem-se pecas de madapolio enfev
(ado.francez com 11 metros: a 3|JO0O rs. a
peca; pe bincha no Bazar do Pavio a ras
da Imperatriz n. 60.
CAZAQUiNBOS E BASQUINAS AE SEDA
A W 204 E 250000.
Cbegou para, o Bazar do Pavio um gran-
qe sortimento r/e ricas basquinas ou casa-
doiabos de seda pretos ricamente enfeita-
pos, sendo d< a rnode'os mais mrdernDs que
tem vindo e vendem-se a 18)5, 20| e 255
na ra da Imperatriz n. 60 loja de Pe
reir da Silva A C.
RICOS CHALES PRETOS COM FRANJAS
LARGAS.
Chegorj para o-Baaar de Pavio .nm gran
be sortimento, doa rselhor* cbales pretos
dordados a seda, com franjas muito largas
de retroz, e vndem-se muito em conta.na
roa da Imperatriz n. 60. Bazar do Pavio.
Ponpelinas do Japio a 500 rs. o covado.
No Bazar do ,avlo vendem-se delicadas
ponpelinas do Japio, para vestidas, sen-
do padres inajezes, pelo barato preco
de 5Q0 revo covado, ditas transparentes
d urna s" cor e muito lastrlas a 500 rs.
ditas a biO, bonitas liasinha a Benoitoo,
com delicadas cores a 410 rs., ditas poil de
cbvr a 560r s. dltss com listras de seda a
640 rs. todas estas lias sio de grande van-
tagem em preces e liqoidam-se a raa ida
Imperatriz n. 60.
LAZINHAS AMAZONAS COM PALMAS
DE SEDA A 800 RS,
Vende-se um elegante aortimento de lSa-
ziohas amazonas muito lindase masmais
delicadas palmas de seo a, tendo largara
de cbita franceza, e com as caras mais
nova's qse tem vino ao mrcalo, e Lqui-
dtm-s pelo b rato preco de 800 rs, o co-
vado, oo Bazar do Pavio a r,ua da Impera-
triz o. 60 de Pereira da Silva A C
"4.
PA:

G1RYM llttN
ftOVADp rtLA ACADCMIA IMPtitu 01 EWCIMa
Esobratudo k mu propriedadaa eoaiiSiBteaBente abaorttotaa,
que o curto a BMtoe dve a aSagwiia^fficafchrlcaf^
meoda-se-o especiafcsaepaa cojara aa afieooe -aeguiutea {
OASTRMLGUS
sirsacpsia
s PYROSS
AZIA
MocaTdes di fnema
ffCRS BE ESTMAGO
CONSTIPAOAO
CLICAS
DiARmrea
OVSSENTERIA
CHOLERIMA
8BB DE EirUEGO. <* bcUm rL-hn>irfitf)
tomaTseaates ou dopois'u'e cada comida, sob forma da.fl.oo da

\
$S
%

NOTICIA
r-.

:
<
%
UrilCo legahnente autorisado e approvado
pelo consefho de sade.
RICO DEPOSITO
em
, PERNAMBUCO
Pbarjnacia e drogasia.
BARTHOLOMEU A C.
34Ra larga do Rosario34.
Canleircs e graz eco-
nmico
Acaba de chagar nova remessa dos tao deseja-
dos candielros todo de porcolana os qoaes muito
se acommodam pela peguranca, acceio e economa,
e anda pela excellente luz preferivel mil veies ao
kerosene: venbam aates que se acaben), nico
deposito da ra larga do Rosario n. 34, botica.
GAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De BLN Barral
Pharnaaceutleo CJnlmloo
A aiilidade das purgantes nio softYe demons-
tracio alguma ; a presorip?ao diaria que delles
ftaem os mdicos e o oso anda mais frequente
feiio pelo publico sao provas icrefragaveis tanto
como a quantidade innumeravel desle genero. S
alta aperfeicoar cada vea mais o modo de admi-
mstracao, de maneira que conservando a sua ac-
co, elles possamaer lomados sera repugnancia
nem asco e sobretodo sem receio nem perigo.
Huitos purgantes aramados so devem este bom
xito ao seo afeito totease e excea9vo. D'ahi -o
perigo, porque irritacaS de estomago, infJamma-
eSea de emraaha sio Inevitavelmente o resulu-
ao do sed emprego. Nada disso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Tedos conbeeem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiraoiente tnico e excitante do
cal. Elle o menor auxiliar dos porgantes dos
quaes disfama o eheiro o sabor e ajada a accio
soufcitamaer vagarosamente os movimentos peris-
ulticos de intestino, e preveninde o sea effeito
muito intenso so>re o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacuacSes com promptido
e sem clicas, e tord-se um porgante branda
certo, fcil a tomar e preferivel a todos os outros
salvo ua.a indlcaeo especial da anal o medico
naic jai.
A innocuidade do caf purgativo permita dje
emprega:lo em todo es casos simples. Desper-
tando a- atenta do intftitfto e aetivaado a secre-
cao dsste, destre a Soreza de veotre, aa vento-
sidades, as ftatuoeidades e excito o appetite. Em-
pregado mais a miado, convenate para eva-
cuar com vagar 4 bilis e os humo, es viscosos e
e faz das9a maneira desappareeer a enxaqneca,
aa don de cabeca e prev os ataques de sangue
ns pessoas qoe a estes sao predi^postas.
MODO DEEMPBJBGV
S tao simples como fcil. O cat purgativo
dere ser tomado fri, pora ou misturado com um
pouco de iotte fri asiaeamdo, oa agua assuca.
rada. O vidre inteiro a dps ordinaria para
um adulto ; duas eelhares de caf bastam para
as senboras e para.toda e qualquer pessoa que se
par fcilmente.
"* asieriancas de 8 4 W annoa, a metode dr
ndro sofnciente ; de 5 a d asnos, orna colber
de caf, e a qnarta parto do vidro somonte abai-
xo desta idade contra a gosma.
ff por isao d'oma administraco muito mais
fcil do que es biscalos, chocolates oa bolos
purgativos.
Dase immediataraento depois leite qnente as
sucarado oa caldo leve, a duas oa tres chavenas
de cha preto oo de tilia.
nico deposito na poarmacia a drogara de
BaHholomeH & C^: wu larga do Rosario o. 34.
MOMTEIRO
Veio operar urna completa revoluto no artigo
Tinta para escrever*

%-; =
JMU
'.

!
Y
;


lili
Jos dos Santos
Neves IrmSo,
ra Primeiro de
Marpo n. 19, loja,
nico deposito em
Peraambueo.
I

BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trauern es eada pe*a um bllhe
te eom o uome
DOS
Cucos importadores
T. JEFFBRJES A C.
Vede*ee nm b >i boto, proprio pVa earro-
ca : a tratar aa raa da Esperanca (Camino Novo)
n. 39.
Superiores batatas
inglezas. .
Em gigos frineezes: ao armaiens de Tasse Ir-
Nanea se vio um processo mais perfeito e croe attinja ae tal frraa a sausraxer aa
exigencias mais' severas da escriptoracao.
A sua cor lindissima e nio precisa de cuidado algum para se conservar no
tinteiro sempre com a mesma cor, sem borra, cresta, bolftr en sem todas essas mazel-
las inherentes todas as tintas at agora conhecidas, ainda mestao dos milhrirnniria)rti
estrangeiros
Sobretodo, este estimavel producto nio ataca as pennas de ac, antes peib con-
trario, a penna adqnire um esmalte dourado que, sendo interessaute, asss proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar, d eomtodo dnas, tres oa miia
copias nm mez depois de escripia; preciso, porm, deixar-lhe o papel bemmolhado
sem o eexrgar com o malta- borrlo, porque nio ba o risco de borran Para se tirar
mais de orna copia, nao se agglomeram tac tas foibas quaotas copias se qoerem tifar,
mas vae-se com o original orando ama ama tantas quantas ae desejam, sem qoe o
original fique prejndicado pelas extractes.
Occorre aqai dizer que, para copiar importa muita intelligencia e babilidade, sem
o que a melhor tinta nao satisfaz, e o deleito recae sempre sobre i tinto, qoe motas
vezes qnem menos colpa tem.
A dupla qualidade desta tinta extremamente apreciavel, pois qoe evita qoe
em qoalqoer escriptorio baja mais do qoe urna tinta para os diversos misleres.
Emqaanto sna dorabilidade, nio ba a eppbr a menor duvida, pois qoe esta tata
depois de escripia soffre o choque de cidos fortissimos, sem se deoomp&r ; ora, se 01
cidos nio tem acclo sobre ella, muito menos a acolo do tempo a pode destruir: uto
plausivel.
Nio s ao commercio que este mea producto veio ser til; os professores dos
collegios, investigando todos os meios para o idrantamento dos seos discpulos, tan
aproveitade esta tinta, qne com razio' a acbaram apta para desenvolver e- gosto sos
educandos, em conseqoencia da belleza da cor e facilidade de coirer na poma pela toa
liquides. Ha exeinplos de chancas oe havia muito tempo tinham ama repognaoeja
extrema para a escristo, logo qoe foaomitUda esta tinta no coilegio, apoderou-se deas
a coriosidade e o gosto, e pouco tempo depois o seo adiantamento era manifest.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem um onico inconveniente, deteriora-sa
ao contacto de oatraJxsalqaer; convm pois t-la em tinteiros santos do menor vislum-
bre de ootra tinta, IpiUr escrevar iedta a penna aoja de ama preparaclo differeala
incompativel; verificando isto, nio ba razio para se osar de tinto qno nao seja al
TA EXTRA-FINA DE MONTEIRO.
Observapa.
Diversas falsificacoes e semelhaocas tem apparecido, coja dorabilidade 4 envidan.
Os Srs. compradores poden evitar o engao dirigindo-se casas circomspecias, a pedin
do a tinta que ,eu fabrico
A. C. Motmi



!'
Diario de
l
c
J
D IB
til
ea.lefuiiau, que
Tem i venda em seu
rticos de sea ne" m iguV'
feW ** w
ruteno almofadadas.
rea.
, par earsa forrar satas.
nanee* pira MflH
'em portees e a comale.
toda* u qualidades.
de d irmtae de Rsela,
aaawieenoi para farro fe earm.
ramericanos muito boas e*eaoB>ieas,
daBordeaqx.
JAt superior de Gautter Freres.
tULLO Mu saeoos grandes a 3*500.
WPdbtorMa tajadme.
I Ci
N. I
RA ESTftf ITJt flt) ROSafllfl N.
AO BOItt TOM
I
nki.,o '.ii rir C8te 'PWtAta eslabelecimento de> rntodeas superiores,- artigos .delako e da moda fura I
w 2? sortimeno da perfumaras dos-mars afranjados fabrrcaates da Pars e Londres, eomo Ajnn'rW.' :
aray, Kegand, Pifcpd, Chonneaux, Moopelas, secret orgiebique. Gosnd, ftiarinrr Mase laiA/tte. ele.
Camisas e ceroulas
bornease e-
Lobfn, Cori-
to de babadinbos e ntremelos tapados e
transparentes, e de ricos e modernos espar-
lihos Musen Elegante
recebe per todos os vaporea Ib vis de pelli-
ca da,p/ineira fabrica de, Lisboa, aasim eomo
encontrar -as Eim." familias aesta mpor-
estabelecteieoto tm gwnde serfanEnto
Bwar di Moda receben novo sortimen-
rendas do ultimo gosto para vesti-
dos,; # sita cotao chapeosiohos, casacos,
tornos, coquea, camisinbas, ote, etc.
Continua sempre o grande e afamado sor-
monto de eWs, que tudo-ee vende por bafatissimos
"ifBOjos.
Danj-se amostras e momia-so emtasa das
pv familias o qae osoiarem, roa do
f* Victoria, eutr'or Nova.
Os acfedia-
dba cylmdroe
para padaria;
venda do arma-
zem da travesea
do Corpo Santo
n. 25.
O mnseo elegante vende camisas finas
inginas de 600 por 345 a du2ia, ditas bor-
dadas a 820. e muito Upas a I20 4rafa
cerclas de linho multo upas de iW a du
za 360, pannos de crochet para sof e ca-
deiras. f zenda que sempre se venden orf
10)5, vende-se a 60 o temo.
Mantinhas olindenses
O moseo elegante receben rica monti-
nhas de seda (coosa nova) para senhOras*
meninas, as quaes est vend'eodo pelo ba-
ratillo prego de 10500-, estam-se cabanda,
bellos aderecos de tartaruga e de madrepe-'
rola, e moHooos pretos de crystal, casso-
ltas para caderas de relogio, ditas de pra
tadoarada para retratos, asais lindases'
dlas de p aqo para homens, bengalas de
cano eoav c>st3o de marfim e de osso, chi-
cotes de bateia com callao de marfim e de
unicornio, completo sortimento de espelbos
de cohioma e de mrtdura doarada para sa-
las, lindos coHerinbos e panhos de linho
bordados para senhora, grande sortimento de
ponhos e collerinhos para homens a Oxford,
fiefleroan, Puebla, ExquizHo, Napolitano e
Vera-Croz, as meis lindas e modernas'gr-
valas para homens, ema mfimdade de^s^^S^^
botoes para panhos e eolierioaose dentro nn^ **?*<** gaifs de 1 Ut brarico.
elles os desojados b'MOes artistiqnes e a imi-
tardo de oay para ponhos.
Musen Elegante
cha-ae prvido de om lindtssimo sortmen-
lante
ile artigos para casamento-,, como stjaai r
cas grinaldes, finissimas meias bratfna de
seda, ligas, luvas braceas, kqnes fiaos,
franja branca do eeda. /atend saperior,
trancas, galbes, bot5ea, ttos de biond, fi-
tas do gosdenaples e de setlm de n. la
80, ditas de velldo bieos de crochet bran-
ce o preto, verdadeiro Wqd vatonoienne, ba-
leias para vestidos, cambraia franceza p^eta
e branca para forro.
Cintilara do ffinseu
Elegante
Navalhss moito firias, cabo de tartaruga,
marfim e bfalo, do aflamado abncvnte
Rodger, caivetes superfinos codq cabo de
madreporola, tartaruga, awrm, tesoueas
finas para unhas, costura abello, talheres
para mesa d para dtlce, de diveros preces
e qv^Iidades, ditos Oitb'ha cora cabo de
grande sortimento de colhres para cha,
e sopa de metal moito "fino, triftdhates com
cabo je_marfim por Mnsen Elegante
vesde chapeos deoe ommerciaes a 29t9G,
propres pana as pessoas qoe esto pasean'
do a testa, tren ao-baabo, e Umbam ventd
ricos aIbuat para retratos por biratiasimo
preco.
No fflnsen Elegante
eocootfSrSo as fiessoas faUas de vfgt nm
completo soriimento d ocqlos de aro de
tartaroga, b'onlo e ac, e Umbem peficinex
de:rtitp fetfat, acb'e praU dbWada,
cott vidros de rtres.
Lwnparinas do gaz
YeadMeioo Museo Elegante a 200 rs, s
ca&a.
Aos cabellos brancos
MtJSEU ^GANTE
vende a asoito acreditada tintura ingle
(a qoal mostra seo bom effeito poico de-
pois de appliceda) e o sublime liquido repa-
rador da cor dos cabellos (colorigenio Ri-
gaod)^G0 em nonos de oito da ta aos ca-
bellos a sua cor e brilbe primitivo,; e depois
deste tempo so bastar osar de oito em oito
dias.para coneervar o matiz adoptado!
Expos(jao de lencos
MSETI ELEGAN1E
vende lerdos brancos finos a 1^700, 25700
e j abaBbados a 35rJ0 a dz:a, e muilo
finos deescoHo tambem abanhados a C^OO,
7*. DI e h& a duzla.
II
111
5B0O aoaixa eom 2 arrobas
:-*
e meta
O kiloaJHOn. oa libra a 60 re. ; Tendam P-
s & O, na raa-estrita do Rosario 11.9, junto a
eja, r
Prevme^e aos apreciadores do snpeffino e deitcieso-perfume, mandare seos portadores, qoe serSo fielmente despacbados, pois os proprielrios aeste novo otUbeledmesto tratalbam anica-
mente pata servirem bem aos compradores, tanto na saperior qaalidsde de suas mercadorhw, c mo nos baratsimos
quanto estSo resolvidos a vender. aussmius
ou
preces por
N.
m
1Roa
pnmeiro jn^Tcductor dos po^os tubulares A& ItQp
8BP, tm Pernambiico.
Particifa ao respeltavl pebite atre nlllmattente
tem rcebdfl a qoarta rmif-JM "ditos piucos; e
os peroneas coroplitt e arerfe coaflos par*a a cdik>
cacSo d'dles etn r*aco temno," taiib em terreen afole
como em trra de barro, mataf
As vant?gens qoe cfferece e?te systema de ad
qnirir agoa sobre qoalqoer cofro, o inmersas
servido nfo sovente na coi dictes cima mfncio
nulas, ermo tambfm as cecioias j fetos, aende
anda nao um b'mbas (O ?. ;ifta ilo pv.ra. pcii
elles estSo ffiani*'s deam'filtr'e etie' nfo delsa -en-
trar iir.poudae8, wnlagim qoe B504HB os Alm diSjr, a fTbt>r3* qtittdae d'egna^e
elles dtitam de 5 8 pipas per beta cooft-tme o
dimetro dos tn^e, facirtae romqae elles hiitr
cionam, a s!n,p Icidde, tef*tlt-e fllde?. cok-
binada com a lfga ch de ?ua fotm\ qi:epara
ap: reciaiia basta Aei*-?e.
0 atinunrante tem'oiM||a^-stteri;feen!e'bafci-
itada; t?nto na collrca?ltael!e, como' ti estoca
'o terreno oa logar mafs preprio, que- s encarrega
de t. es teiv-c s por preco comaied; e, vi t" u cam-
to ser mais favoravef, vetde-se'Mlrs por prcoa
mas moderada, rccehefld(-?e tiB~pr-rtafh:ia to de-
jis de colldcado e fuccioEndo asatisfclo'tfo com-
prador.
Par^ ercommerdus^ milis es-
clareciment a rfe-peito iruta-se
a loja do Sr. F. J; Germann, ra
NTo\a r. 21 e m dfi im dt-ffieta-
es do Sr. P.-otoJos d Silva Frei-
e, Jargosda>Goiicoidia n. 7.
liOalA
DO
Estreita do
Rosatrio N.
-i mi_11 i
1.
*-*-!-------1----
1l
RUfl OA IIWPERATRIZ N. 48
Esquina do beco dos Ferreiros
Rna do Qneimado 7
DE
U BASTOS
DE
ft CARVALHO.
Oa notos proprietarios deste bem eonhecido estabelecinwnto fajem seiente ao respeltevel
aMeo esta eidiea e tora delta, a oom eepecialidade s Exraas. lamilras da capital, amigas da eco-
aomla domeswa, qae este esUbeletaaM&lo ae acba as raelhorw oond.odes 4e 'peaer servir bem a
lia9es aaoHgaffldevboattoe elegDe settiteento de fazendaa de taa, seda, lioho e algodao, todas modernas
UIOnilBiente ebeftdas.
Or
aaetro oa
)s*rtpti4ttrtos lirtUto-se a vender pelo oOSto, ganbando e descosto, e so-* vead a di-
i O da, a aera nos ebover.
Chapeos de sol de seda de 8/ at Mf.
Ditos de merino e alpaca d 3*500 a 5*000.
Poopelioaae Iaa e seda, e de lioho e seda.
Alpacas a cores de lia, e de seda.
Saltanas para vestidos.
Laa de listra de seda.
GnrfftrSeaoe lia
Poli de ehefre de differentes qaalidades e goe-
na.
Barejes meseadax e de iistras de seda.
Alpaeas lisas de todas as ores.
Alpacas trancadas (I vences).
Atacas de Cores..
Lus escficcias de qnadros latgeJi.
LiaS lisas de todas as odres.
Alpacas brancas, lavradas e de cardao.
Caasbraias brayan, upadas e transparentes, in-
flezaa e .aisu\ da largura de tarlatana. '
Cambraias de odres graudas e miadas, a too
araco.
, Jftkm da ludale dnas qaalidades. t
Cambraia para fajas, berdadaa e eom pregas.
Cassas indianas, finissimas.
Cassa li*a de djtfreqtes qualidades.
Cassas de aaaaro e adamasoada para cortina-
460*
Fila de abo liso e de salpica bfanoo e preto.
TarUtaaas da odres, as mais bonita.
fotOiks de liaho e de algodio de 600 rs. para
droa.
Oniaawposaatatt de J*00O a dozia para
toa
Catabas, ae fosOo braaco de differentes tama-
Ditas de.fastSo de cr eom franjas.
CotnMerM ae ta finos eom Iistras larcas.
Ditos brancos e encarnadas.
Ditos brancos de algodio.
CotrtS* de efaiu ettnlta.
Ditas Be chita encamada adamascada.
. raaaantea de ttoaa a alfedto ae diferentes
praena.
Slecias de linho e bretanbas.
f lisas e,de aadios, de (odas as edM,
I e brilh^aa braftcaa,
cores- para Tenaos.
acata ptfa obtirmssaa.
sraaHoetaBla
Sargenns Wnceies e ingieres de todas a* cores.
i bordada de cambraias transparei-
aHbaaatv daaaMrata, ad^atk.
aretanba, ha vendo: anSMa i*-
',para h^O ajaM^.
a de aigadio a Batto.
Ha toas o
Casaqninkos de seda dos mais modernos e ri-
camente enfeitados.
Chales de merino, pretos bordados e lisos com
Vldrilhos.
Tapetes avelndados de diversos tamanhos, Unto
para porta como para seff.
Cortes de cassa bordada e de-salpica.
Ditos de fil liso moito baratos.
Baldes de mnssalina branca e de lia de copes
com anqninha.
Redes de panno proprio, para dormir.
Oraandys anacos e de eOres.
Punhos de linho e colarinhos bordados e lisos,
de linho e de algodio.
Camisas brancas, fraocezas e inglezas, de linho
e algodio, com peito liso de pregas, e bordadas.
Lona para camas, parda e branca.
Pecas ds algodaosinho de 2*800 o 6*.
Algodio infestado, liso e trancado.
MadapoKes de 24 jardas, de 4*900 at 10*008
a peca.
Ditos trnceles moito largos de 34 e 4S varas
cada pega.
Ileulhos de chitas, lias e cambraias, qne se
vendem por pretjo barato.
Chitas de 140 rs. aleas mais finas qoe ba ao
mercado.
Bros pardos e de cores, lisos, trancados e de
Iistras.
Brme brancos de linho o mais barato at o
mais eaperior.
Fostes brancos e de cores para roapas.
MerhS preto, verio, trancado e de eordio.
Merlo* verio aral.
fioatbacinas, princesas, cantao, liatinhas, cas-
sas preUe. phiUs, alpacas pretas e pintadas, ten-
do nm grande sortment de faaendas de todas as
qaalidades qne sio proeoradas para lato. '
Roupas fettas na loja do
papagaio.
Om magnifico sortimento de roopas taitas de
todas as qualidades Unto para borneo como para
ranina, om honito sortimento de easemiras de.
qnadros de Iistras e lisas proprias para calca?,' m
paletots clets, cortes de gar(ttfio*d seda \
para catates, pretos e de cores, pannos pretos,
E' chegBdo a este novo estbeledmento o ais bello sortiBaeoto do faiena-
Inaa, endo ana especiatldade enxovaes para uortado.
Vestidos de blond do ,seMa rioaaente bordados.
Gorgorio de seda tranco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama com ricos desechos.
Ditas do lia e seda, id m dem.
Ditas de crox, 1rlm idem.
Cortinados ricamente bordados ^ara camae jaoellaa. ,
Croxs para cadeiras e sofis.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelioes de lindos gostos.
L3as do diversas qaalidades, lindos gostos- e oderBH.
Ricos b jarnos para passeio, coa Iistras de setim.
Sabidas de baile o qne ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para se'ahoras.
Camisas bordadas multo finas para homens.
' Ditas inglezas para Bonrens e mafritos.
SerooJs de lifibo, e nm grande sortimento do ronpas feitM o d faMnCM w
nMooho mencionar.
Lwm fres&s de Jouvin
6ortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas pan (oito de Bata, r
grande ortimento das acreditadas e verdodeiras
Ikteiras da India

0 COLLAR BE
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 7
Os propietarios dste bem cohecido estabel
caient*, alrt dbantaitos ohjeetes qae tinham ex-
C)s a apreeiaeSo do respeitavel pnblico, man-
m vire acabare de receber pelo nltimo vapoi
da Bnropa nm completo e vanado sortimento d
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de sen costamt
presos mal bantinhes e commodos para
>dm ato qae o Gallo....
oito superiores lavas do pellica, pretas, braa
case de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollifihas e pnnhos para sa-
ntora, neste genero o qae ha de mais moderno.
Superiores pente de tartaruga para coques.
Liados e riqusimos enfeites para cabecas da>
Exmas. senboras.
"Supcriore3 trancas preUs e de eflres com vidri-
Ibos e sem elles; esta farenda o que pode hav
da meltior e tnai bonito.
Saprisres e bonitos loques de madreperola.
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancw
com lindos desenhs, e estes pretos.
Iftlito snpfrifjres meias fio de Eseossia para se-
nhoras, as qaes sempre se venderam por 30^00t
ia duza, entretanto que nos as vendemos por JOX.
alm destas, temos tambera grande sortimento d
ontras qualidades, en(re as quaes algnmas muifc
Unas.
Boas bengalas de superior canna da India
eastao de marfim eom lindas e encantadoras figo
rasdoraesHio, neste genero o que de meltaor st
pode desejar ; alm destas temos tambem grandt
ntidadedo ontras qualidades, como sejam, ma
, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e snperioros ligas de seda e borracn
para segurar as meias.
Boas metas de seda para senhora e para meni
as de tal) annos de idade.
Navalhaawbo de marfim e tartaruga para fax-
barba ; sao mui te boas, e de mais a mais sio gt
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vex ta
bem asseguram^s sua qnalidade e delicadexa.
Liadas a bellas eapellas para noi va.
Superiores agulhas para machina e para croxt
Linha moito boa de peso, frouxa, para encht
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assin
eomo os tentos para o mesmo flm.
1 Grande a variado sortimento das meluores pe
tamarias dos memores e mais conhecidos per
COLARES DE ROER.
tricot magnetifcos contra as cenvnJsea,
a denticio das innocentes eriancas. S )
mos desde muito recebedores destes prodigioso!
cdnares, e continuamos a recebe-los* por todos o
vapores, afim de que nunca faltem no mercade
tomo j tem acontecido, asslm pois poderio aquel
les que dallas precisarem, vir ao deposito do galli
vigflawe, aonde sempre encontrario destes verda
deu-os collares, e os quaes- attndendo-se ao fin i
Rival sem f efundo
Rna Duque de Caxlas n. 4
Jos de Aae-elo Miia eklva, em foa 1 -
ja'de roiiide-as unMona a vender tudo
por 1 arates-(jee^s que r todos admira :
Libradelinnade noveitoi aaaemor
posMvei. 5P
Dozia de-lencos de caf.accm batra. <#><0
Cxas de li'>h. s coto SO aeellos a 5(0
Vara de franji mnea patainamas KO
Dorias de meiat cmaomuito toas a 35(0
Dozias de rotias nss para seiibo-
res a 4j5ECO
Dnxia de paW^s cglrsna'- a**20,
.2V0, 320 e #Q0
Na-albas muito Gnis, para fazer a
barta a tCC0
Caixjs cm psonade a?o ctnttc-
que a 320
Csixas &im peDhasdo-Perty Weo-
da fina a -> CO
Das -d dita dt o verdadeirtr* a 1#2
Caixas com 2 cadernes papl ami-
nd-a 7C0
Pegas de tiras bordadas 12 metros -
cada nma 150C
"Pecas de fitas partMx c m 10
varas a 8(0
Pec^s de tranca lisa de todas ai
eflres a
Dozias de liaba frenta (ara lardar
a 400 e SCO
Pares de spalos de trarc. a i Ditos de ditos da pete moho
Uosa loOO
Dujss de baralhos? mort fines a
24400 e 28C0
D tas de agu'has para macb'na a 2CK O
Lwa de pregos france es a 240
Re>mas de paperalmayo oj'ri: r a 34600
Ditas de dito paoiado o mentor a 4'00
Citilai c< m abonetes fi octa a lio e ^0OCO
Libra de lia para bodadBs'a 7*00
i'arrfol*-'de Hotia A txandre a ItO
Gravatas de cores anito fitas a 5 0
Ditas pretas ptntas bo'dtfBi's a 6C
Grojas de botoes de niadytefola
para camisa a 500
Novello? de linba br?->, 401^ jardas 60
Duzia de cartees de Haba tranca e
preta e de cures a 120
Thescuras moito Unas para ochas
e costura a

fJOO
aJLSlHI
mi m
>
Com este tirlo acba-se aberto 6 intelraerite transfbrniado este antig-o
esUbeleciaento dejlas, onde ds fregnetese amigos encontrafao tndoqlianto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de oorivesaria, o Collar do Onro
observar delicadeza Do trato e sencirdJrde e modecidade nos pracoi-.
Espora qne o respeiUvel ptrblico venba ver o que existo eV melhor en
aderacos de brilhanies, esoeralda, robnts e petlas, moWs adoreeo, toI-
ceiras, brkcoa, alffaetes e anaeis dB todas a qoatddeB, prta do lei faquot-- '
ros, clberej, paliteiros salvas e ooros mnitos objettot qrj sertt ettftdonno
mencionar. '
Compra-so onro, prata, billhantei e peoras finas, pdrntaioT preeo- d
qna em ootra qaalqner parta, troca-se e concorta-se tdo 6 qoqtter objacto
pertencente a est arn.
Koi-8nte-rheuiii} tico.
Remedio efflcacissime contra as dores rheuma
ara fae sao applicados, se Tenderao com nm mn Iufas at hoje o mai: conheeido pelos aeus mar
iminnto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objeetos que deixamo.
declarados, aos nossos freguezes amigos a vifen
comprar por presos muito razoaveis loja do gal)
TifilanU, rna do Crespo a. 7.
Ve las de spermacete
A 500 Rs. O MACO DE 5 VELLAS CADA M
Vende-se superiores verlas de spermactU cm cai-
xas de 25 macos: na ra da Madre de Deas nu-
mero tfr
Em csa de THEODORO CHHISTIAN
SEN, rna da Cruz n. 18, encentram-se
efectivamente todas as qualidades de, vinbo
Bnrdeanx, Boorgrigne e do Rhenn.
vflhosos resaludos.
XAROPE DE A6RIA0. um dtt medicamen-
tos qae sua efficacia as enrermfaales, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dres e fraquea
no peito, escrobuto e molestias de figado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MAF.APAMA.- A celebre rali
de marapoama, cuja energa e eficacia as para-
lysias, intorjicimenlo, etc. etc. muito se reeom-
menda.
Todos essos preparados se encontram na phar-.
maciae dMgafia de Bartbolomeu & C, nico de-
posito na rna larga do Rosario n. 34.
Vidros de^espelhos,*
A Esperarles i ra do Dnqoe de Oxiss n. 77
A, sotiga do Queimado, acaba de receber un
completo sortimento de vidros de espclhn, psra
tuduj os tamaahos, de 7 a 40 pollegadas. Ka mes-
ma hoje tambem se mude diamantes para curiar
vidros, todo per barata aufo. Rna do Duque de
Ha ?ua da Madre de Dos n. 28 vende e catf
do'Cear de snpenor qoalidade por menos pre-
eo da qoe en ontra qaalqner parte.
Casia
n. 77 A.
J^^^^^^^^Me coros >} de algodio
Certas de eoleu de grgara* de seda.
K braneo e in eftees para
. c^r de at e eastiniras.
felgts ,de casem ra, de cores,
retos, zoes,
cr de caf, alpacas pretas e de eore, de brlm
raneo, brtm parda, taatH, bros ae eOrts, etc.
Coletos de easemira e da todas as qualidades.
Calca*, ha io variado .sordrea*, xpae de
Mlefer tuteada prapria ao aduiB hitas, por
pracos eotnmpdos.
S^ec8^cade paMo_fino'de'lS^kt.
Ba<
OtiarutD&
' A tetalbo e em porcie a 144 o atttretro,
^"ljibi
!xas de linho .e de algodio.
para baahos, de todas as cCfe.
100 rs. o covado, amito larga.
r medida na lj do
papagaio.
-?jfti&ti&* d rBPf
com presteza e esmero, Unta para homens como
ror me qualqder
entra apioa. que para i^so e ^nto
munido de tttk^lB^Hi^h^h^h^h^B
*BB*0
tes recahiri

oam-
da.maBbaa s 9 da
Vende-se as segaintes obras .
Castelto de-Grasville, 4 tomos encadernados por
6fl00.
O tefdadeiro poftlaod. S se vende na Dlccnflario frei portoanei e viee-veraa, a
rnada-Mairrede Dos n. 22, armazem do ,on?os S?6'1?"*08 P"-J**
^eaaarlins de Barros.
.\*o liav BB|B
D'odureto de potaasio de L. Fonooor

Yande-se liaa vecaii d# kite, send'
puida'de'Sods tnrtes; e urna tVrroea i
MVtfoeea os rert*itM arr<
e prego* arolclBs
sendo
cera) ewn' os rertites arreies : no sitio
dentro ds traveseafnatera Mpllinhi
da ae Joao de Barros, do- briaadeu-j "
nardo.
idade
Fundipo Oh
nbajmniia vezes
rt'fier qt
8 taatft^ _
ia ame
rior de1'SWa GHtwrma e daBafiaj
tora ventor Joaqoto WM Oeneafvoli
br
a para ir o seo
dmer^ al
eabellos braoeoa.
Bntora japonesa.
e nica anprovda pelas as academias de
.sciencia,; r*)iH*ea sopertor a Hoda ime tem ap-
iartWd m besa. Depmito pritielpari rna da
3MN*ida Radfcrn.01, f andar, em tedas as bo>
fcW'jp* menta' habituado pete cooselho de
idta aprovado nos boaatties: anteo
na pharmacia americana de Perrtlra,
roa Loque de Caxias n. 67, (antlga
nos, iftdoi 101
pm-pifu iMaV'lajf iMpaaii
de mandioca
farfrih de mandioca superior,
^VSr>ta Caiarina peto brigue tn-
^MRIlii^. fOBVado defronte do tra-
do Sr birlo do Livramento, em sac-
e tres li|neires e por preco coromodo
oo no esenptorio de Joa-'
^oncalves Beltro, rna do
CoBMWr.
As Tres Lagrimas, 1 lomo encadenada por
As pesstm fwauiernn, VriJam-se ao 1 an-
dar dewajiypeirriphia. Na maeaia te veaaa nm
I revolver de-eis tires per t5f, do melbof^^^H
'Solfrjos de-ltodotpho eaesdemado por wF~. '
Msica intitoJada Laereeia Dergia em broiura
ama
Iem'dele*rean!r Berttni dem 4<.
Da Irvro em bnano paraaftar msica 54.
Agencia em PeraainbBCo
'Ifolfe.Ajer
Petoral de Cereja
Gara a pMhysiea e todas as molestia* do peito.
Nataa para-N^H
Cora ulceras a chag-is angaa, iapigeat a dar-
TOS,
Gowerva e
i e 49vHb_
iaawmi
tai
w


Diario de Fernambuco
;xla t
Margo de 18? 1
|.
r
SCIEHCIAS
botes que emjde escala,
m
A appliea?io o snlfata de jul-
ulna tratameato da febre-
amarella,
Tendo exposto em artigos anteriores qual
a mioha opinao%a respfiilo da applica.;ao
do sulfato de quinina no tratamiento da fc-
bre-araarella, parece-me que en poderia por
termo s miahas cansjderagSes, porquanto
creio que j disse bastante, para, que se li-
que sabendo quai a razio, que me leva a
servir me desse agente therapeotico, e iu-
sistir em sua applicacao, que para mim
condigio sitie qua non; mas quero mostrar
que anda n5o esgotei os meios de defeza,
e que, para sustentar o tratamento que em
prego, nSo me preciso recorrer a escri-
tores que n3o tem importancia, ou s a
ten entre curiosos.
O que se passa, quando applicamos un
revulsivo externo, ora vesicatorio ? Na opi-
do da mor parle dos mdicos, nao faze-
mos mais do que destocar at certo ponto
a causa do mal, e por consequencia enfra-
quecer sua acgo, esUhelecendo urna sup-
puraco que um dos meios de elrainac>>.
de que se serve ou mesmo se aproveiti o
organismo para se desembarazar desa
cansa : elles nao contao sen3o com a ccfto
raecbanica, e por consequencia Ibes \n-
differente o meio que emprego para de*
pirem a pelie de sua epiderrae e obtervm
essa suppurag3o ; mas, na opiniSo dos disc-
pulos de Rasori. o meio vesicante h5o i>
diflerento, porquanto para elles as canthari-
das exercera sobre a economa animal du 'acges, urna dyaamica mui poderosa, que
irritante, inflammaUra, caustica, e s se
exorce era qoanto as cantbaridas se acbo
em contacto imrndiato com a pelle, e ootra
hypostbenisante cardiaco-vascular em aUo
grao, que s se opera depois do trabalno
de assimilbago. Para estes, os bons effui-
tos do vesicat rio, em que entrao as can-
tbaridas, s3o devidos ordinariamente aos
principios desses insectes, que s5o absorbi-
dos, e nao wulsSo ou ao antagonismo
que elles exercem,
Seja assim, oa nio seja: tenh3o razo
aquellos ou estes ; o que se nota, que a
ilicagao do vesicatorio, em que entr8o as
tbaridas, exaspera o organismo, dando
smo febre em algons individuos que a
nio nh3o; mas nem por isto o mal se ag-
grava. Pelo contrario: depois da exaspera-
c3o, raanifesta-se o effeito dynamico ou sa-
Intar, devido, como pretendem os discpu-
los da Escola italiana, absorpcSo. dus
principios que contera as cantbaridas, ou ?
revulsSo depois suppurag5o, como pre-
tenden) os das ootras Escolas, poisque esta
um dos meios de eliminaco. E se nu
poder suppor que, se o sulfato de quinina
exaspera o organismo, se todava o exaspe-
ra, quando applicado no estado de pyre-
xia a essa exasperado do organismo sue
cede a caira, e por consequencia o effeito
sa'utar, sera que seaggrava por isto o mal?
Em minha opinio, no o sulfato d qui-
nina que exacerba o organismo, quando
applicado durante a pyrexia; porquanto, se
fosse, devia determinar o mesmo effeito em
todas as occasis em que fosse applicado,
e por consequencia durante a apyrexia. Se
ha xacerbacSo^do organismo, esta deter-
minada pojo germen do mal, que se revolia
ou redobra do accSo, e s succombe depois
de lutir com o sulfato do quinina; n3o du-
vidando eu que o organ>mo tome tambm
paite rusto, ernpregande seus eiforcos, por-
quaito me parece que elle nao fica impas-
sive! durante a lula.
Nao dnvido que se veja no qde acabo de
dizer urna theoria imaginaria, nemprocorarei
sustenta-la; mas, nao sabendo como pode
ria explicar a -acgo do salfato de quinina
applicado nestas circumstaucias, a n3o ser
pela maneira que expoz e satisfaz p. me u
espirito, persisjo em crer, at prova decisi-
va em contrario, que a explicagflo, que dei,
c a nica qua posso considerar exacta.
Quero aduiitlir que estou engaado, por-
quanto, infelizmente para a humanidade, n3o
ha quera no orre ; mas o que me perece
cerlo que 6 lgico o que disse, e urna
itar algum scien-
tifico.
Se eu n5o estivesse convencido do que
disse, ni) contando om a effleacia de
nenhum dos outros' meios therapeaticos
empregados no tratamento da febre-ama-
rella, tratara os asas doentes, como fazem
alguns, vonta le um ; mas exergo
urna profis$3o, que considero Ctto aa> 8a>
rerdocio, e no como um ofnpo, em que
devi procurar siiisfazer qoem se dirige a
mina. Se, no ei3rcicio da Medicina, eu
,:) enirasse com a eonviegio, firmada na
ninha razSo, ento serme bia in liRer^nte
appor a bomceopdthia un a allopatbia.
Kespeilo toda medico, qne appli a os meios
therapeulicos segando snas eofrvicgs, se
j5o estes homoeopathicoe oa allopathicos: o
"que n3o posso tolerar, qte o fagio por
rura especulaeio, isto po;qae a dou-
trina de Hahnemann Ibes proym maiores
lucros do que da de Bipnjacrates.
Seria absurdo que. para considerar-se
como febre-amarella, f sse ncessario ebe-
gar-se au vomito preto, ou raesrao morte.
K' para n8o se chegar a esse vomito, que
procede da ntoxicaco miasmtica j muito
adiantada, que faco, desde o principio e
sem interrupea, applica;3o do sulfato de
qniiiina ; e recorro a esse agente, porqoe
julgo indispensavel atacar sem perda de
lempo o-germen do mal, destruindo-o o
modifi-ando-o directamepte; Quando, em
urna epidemia, dizLeMorvan, moitosdoen
tes apresenlSo os mesmos symplomas com-
rauns, quaode o mesm > tratamento deter-
mina sobre todos o mesmo effeito desejido,
deve ser lgicamente permiltido concluir em
favorda identidade di natureza em todo.
N3) a intensidade da febre, nem o.vo-
mito preto e outros symplomas, queconsti-
tuern a febre-amare la. Essa aff.-ecao^,
como j tenbo dito, o resultado de orna in-
t ixicaco miasmtica de natureza paludosa :
ella-se mmifesta por meio de certos symp-
lomas, e, desde que reina urna epidemia,
se deve crer, como diz Woillez, que os pri-
raeiros symptomas, que apresento os doen-
tes, s3o os dssa febre, e por consequencia
cumpre atalhar o progreso do mal, des-
truindo se o germen, que della cansa ; e
o que faco e irei fazendo, sem perder
lempo, eperando pela manifestado dos
symplomas mais graves, ou -por urna re-
mittencia tarda, porque corro o risco de
esperar de mais, e ver suecumbir o doente.
0 >omito preto, que poderia ser considera-
do por alguns como caracterstico ou pa-
tbognomonico da febre amarella, servindo-
1 he de denominado popular no Mxico e
paizes circumvsinhos de origem hespaoho-
la, se manifesta tambem em outras affec-
Ces, como pretendem escriplores de nota
e eu mesmo teoho visto na febre intermit-
iente, principalmente era creancas, e isto,
quando mesmo n3o reina a febre-amarella ;
e d'entre os fados observados poderei citar
o da mulber de um artista dramtico bem
conhecido, que tive de ver na Boa-Viagem,
e quando estava-se em invern.
N3o sao os vomitivos e laxativos, nem as
infusoes sudorficas, simples odaddicionadas
de tioctura de acnito ou de acetato de
anmoniaco; n5o s3o os revulsivos externos,
que destroem o germen da febre amarella :
esses meios therapeuticos s3o applicides
em diversos casos de outras affeccjb, o isto
p:va que esses meios n3o. s3o mais do qae
adjuvantes dos esforcos door^anismo emluta
cora o germen do mal, que pode vira triura-
pbar, pondo termo vida. Cingir-se so-
menle a esses meios. seguir a colina. O Ilus-
tre professor Trousseau.que Uve afelicidade
de ouvir.contando-o no numero de meus mes-
Ires, n3o querendo que seus discpulos se
ciogissem somente s pala\ras"dos mestres,
recommen tava-lhes que, na pratica, cuidas-
sem de seguir as in-piraces proprias, ca-
minhando s, e oppondo-lhes mesmo saas
duvidase divergencias; e isto deve fazor todo
o medico inteilgente
Quandq um medico inteligente tem al
guns annos de pratica, que se n3o limita ao
numero de doentes, e sabe observar bem
as affeccoes daquelles, que nelle Cono,
vale por si um bom livro. Ha artistas, qoe
lem trabalhado toda a sua vida e em |ran-
Hsu.
Ou-
mas.iai on-
tinuime'Qte a tentar melhoram con-
seguem; sendo assiaujue se aperfeio3o e
se tornjo grandes. Xavier 'Bicjjat, qne
morreo com trinta e um aonos in :omp!ews,
prestou mais servicos i Sciencia do que mu
tos, qua tiver3o longa existencia, e a passa
r3o em observaces; e, apesar de ter con-
tado como amigos todos aquellas qoe o co-
nhecerjo, a inveja mutas vetes jrocurou
contestar seus ttulos de glora sientifica,
segundo diz-jm DJteimeris, Ollivier (d'An-
gara) e Rig-Delorme em seu Dic ion/taire
hisloriqus de la ittdecine ancienne et mo-
dme.
Querera alguns n.3o ver na febre-amarella
mais de qne urna affecc3o puramente in-
flammatoria, e por isto fazem -consistir o
tratamento dessa febre na applicacSo dos
meios tberapenlicos considerados antiphlo
gisticos, como se aiad estivesseraos no
lempo do engodo da dootriqa preco-
nisada esustcolida pelo celebre professor
Broussau, que anda tive a honra de ver e
ouvr, sendo um dos escudantes que con
correrao para seu curso patticular de Pare
nologia; mas,nem mesmo assim pode ser re-
peluda a applicac>odo sulfato de quinina,que
emprgo no tratamento da mencionada febre.
No Estados-Unidos da America do N rte
essa a opni3o de a'guns mdicos distinc-
tos, e queda tiver e se der ao trabalno de
consoltar asL*ctures on yellow feverAo
Dr. iAn II istings, publicadas em 48i8.
ver que esse mlico, nio obstante consi-
derar o ar impuro como urna das causas
predisponentes da febre-amarella, prescreve
as sangras geraes, repetidas e to abun-
dantes, que levem os doente ao deliquio;
e postoque eu nio partiloe a opinio do
ihecia a nec-
ead* nbeco' vivsane
Est- itar lod(i os
[meio urna concilia-
CSo ; osas dedarei ao meamo lempo, que
n3o tinha vonta de, nem possbilidade de
eonsent'r na exclusJo das candidaturas offi-
eiaet.
Os ateas collegas quizeram consultar
as nossos amigos que ficavam era Pars e
dei-lhes a conhecer urna situacao qoe se
havia tornado muito diflkil. Paz um des-
pacho na administrac3o dos telegraphos.
f Soube no da seguinte que stiuha re-
sol vdo mandar o mea despacho pelos pon):
boi, afim de oceultar ao inimigo o oonhe-
cimsn'o das nossas difficul lades Sabendo,
por uma triste experiencia, quanto pouco
segura e expedita era aquella; vi, decid de
tarde fazer partir Mr. Lionville, aggregado
a minha mss3o cerno secretario adjunto do
governo. Deve ter ebegado a Pars boje
sexla-eira de tarde, e estar aqoi de volta,
o mata -tardar, depois de manbaa pela
maiibl*.
c No entretanto nada occullei a todas as
pessoas quera poda ver e at aproveitei
todas as occasioes para dar a conhecer o
decreto de Pars; declarei mesmo que se
me tivessem faltado os meios de execucio,
teria procedido promulgado sem a menor
demora.
S3o estes* os factos contados com toda
pratico de Philadelphia. nem por isto
me anhnarei a considerar como irracio-
nal seu tratamento, porquanto me parece
qu: elle, lena ter razao luudada em obser
vaces, n3o aconselharia essas _emissojs
sanguneas, que mut s reprov3o; timo
mais quanto elle apre>enta fa:tos em sen
apoio. qn ma n3o permiltido contestar.
Bleed ad deliquhhn animi, recommen-
da o autor citado.
(CorAinm se-har).
I
i prognin
qae pode resumir se no se
0 qae nos recor'dimos.
t Serio 20 as que formar^m a primeira
serle de saas conferencias, as quaes trata-
r destes assumpt
\.-^K ESCOLA
Escolas primarias: Ensino primario
Ba America, na Saxonia e na Suissa;
t Horacio Mann ; PeaUllozzi.
f Cursos d'aduliui: \ssociacio poly-
thechnica; Conservatqa ofllcios.
1 c Conferencias pe*S| i o- La-
boulaye, Julio Favre, Pelleton Julio Simn.
Conferencias rra Franca, na America, na In-
glaterra, e na Stssa. Uitureu publicas:
Channing, Horace Mann.
Escolas profusiones : Eslas d*arles|
e offlcios. escotas de industrias, escolas4
d'agricultura, de bellas artes.
f Facilidades : Noticia sobre a Sorbos*,
Escolas do governo, esco as municipaes es-
colas dassociaces, escolas particulares. O
intrnalo e o extrnalo 'as escolas.
t Considerarles sobre o ensino secundario.
Escolas lypo: oa syntbese resultante da
aoalyse das differentes escolas que conhega,
oa de que tenha noticia.
2. O paopESSon.
Qualidades moraes e desenvolvimenlo
Jupiado em
VARIEDADE
MANIFSTO DK JCLlO SIMN.
(ConclusJo.)
t Neste meio tempo vi alguns amigos, e
entre elles o maire de Brdeos, e dei-lhes
parle do motivo da minha vinda, 'do con-
leudo do decreto. Alm disso tioba feito
pelo camoho igoaes communicagoes, em
toda a parte onde me era possivel. Tinba
feito entregar ao maire de Orltans um jor-
nal qae continba o texto do decreto ; tinba
explicado as suas disposigss essenciaes ao
prefuto do Alto Vienne. Considerava como
um dever tanto mais instante dar ao decreto
toda a publicidade possivel, quanto qoe via
cora "grande pezar, que ainda nio era conhe
cido nos departamentos.
O meu sentimento augaentou-ao saber
que a delegagao de Bordeas tinba delibera-
do outro decreto eleitoral na vaspera ttesmo
da mjoha chegada, e vi-o afflxado oas es-
quinas quando sahi de jninha casa, Boguei
aos meus collegas que renuncissem ao seu
decreto e publicassem o nosso, e como se
negassem a isso, declarei-lbes que tinba
sido mandado para fazer exeeular o decre'o
de Pars, que tinba aceitado sobre este
ponto um mandato imperativo e que estiva
drmemenle resolvido a cumpri-lo,
t Os dous decretos diff-riam n'um ponto
de summa importancia. Salvo esse ponto,
a respeilo do qaal nao po lia ceder, teria
aceitado a substKaig3o do decreto da dele-
gagao do governo. As minbas' instrueges
autorisavam-me a isso : nicamente me pro-
hibiam consentir na introduegao, no decreto,
de qualquer incompatibilidade fundada em
um motivo poltico.
c O maire de Bordeas e ama parte do
conseibo municipal, apresentaram-se-aos du
raote a de!iberag3o e aconselbaram-nos que
a exactidio. Falta-me dizer, qual o em-
peoho que tenho em sustentar essencialraen-
te a nica clausula que constitue o motivo
da desinlellrgencia.
i Somos republicanos; a repblica o
governo do povo por si mesmo ; a sobe-
rana popular a propria essencia da rep-
blica ; esta sobe-anla firmase pelo suffra
gio universal. Mutilar o suQragio universal,
embaraga-lo na sua expre:>s5o, no exercic'O
do seuNlireito absoluto, renunciar ao prin-
cipio republicano. NSo posso, nem devo
admitti-lo.
c Sou seguramente da opinio dos meas
amigos acerca do rgimen cabido, acerca
das candidaturas ofSciaes, acerca da terri-
vel resoonsibilidade em que incorrerm os
nomeps que sastentaram o imperio em actos
qae t3o caros nos castam. Sapplico ao povo
soberano que se alo faga representar pelos
que perderam a patria. Mas nao me encar
reg de decidir por elle, e antes que elle
o faga, e nos momentos em que vai fallar,
nao tenho outra roissSo, como governo pro-
visorio, senao abrir-lbe as urnas e assegu-
rar a boa ordeno durante as operages.
Vejo em volta de mim pessoas que o3o
qneriam assembla, que regeilavam a paz,
qae querem sustentar a continuagao da guer-
ra. Nao posso discutir esta queslao nos
momentos actuaes.
c Mas a convocado dessa assembla da-
nos ama-esperanga seria, a esperanga de
ama paz honrosa.
A Prossia, qae n3o deu a conhecer -as
saas pretencoes, nio obstante os boatos es-
palhados pela imprensa, comprehender que
nao deve condemnar-se a Europa a ver de
novo guerra de trinta annos. A Europa ha
de a final intervir n'uma causa que lbe in-
teresas profundamente. Todo o monda sabe,
todo o mondo acaba de ver, que ba que
contar com a FraBga, ainda mesmo derro-
tada, anda mesmo rebaixada por vinte an-
nos de despotismo. Repito: ha esperanga
seria de uma paz honrosa. Todo o homem
honrado, todo o compatriota deve associar-
se a esta esperanga, como eu 6 fago do in-
timo do mu coragSo com uma epergia
apaixonada.
Fagamos po3 ludo quanto lr necessa-
rio para que a paz possa ser discutida, para
3ne possa ser aceita, para que a autorida-
e da assembla se imponha Franga, ao
|lnimigo e a Europa. >
Qtellectual que se deve exifir do professor.
Seus direitos e deveres para com a socie-
dade, e espeejalmenie para com seus dis-
cpulos. Independencia material e moral
que deve ter o professor. NomeagSo de
um professor: exame publico, tribunal
eleito de examinadores;
c Iudemnisagoes e recompensas.
i Comparago do professor com o pas-
tor christo e com o medico.
t A professora : en?ioo publico ni Anie-
rca. Soperioridad do ensino dado in-
fancia pelas mulheresClasse professoral.
3.O coNGunso nvr\E.
c as profisses e na sociedade : Com-
parago do systema protector com o do li-
vre oxercicio ; os regolaroeotos, imposiges
e-leis sobre a produgao e'deslribuig3o da
riqaeza, ealivre pe mata. Colbert, Turgot
Adam Smith, Francklin.
t O laissez faire, laissez passer dos eco-
nomistas : sua applicaco a nossas necessi-
dadas profissonaes e sociaes.
4.O SYSTEA DO MUNDO.
Gravitagao universal, hypothese de La
forgas
CONFEBENCIAS PUBLICAS NO MAR\-
NHO.
Lem os no Paiz:
Assistimosa primeira conferencia do'Sr.
Ennes de Souza na noote de H do corren-
te. Apezar de estar chuvoso o tempo, nao
foi pequea a concorrencia dos ouvintes. *
c O Sr. Ennes, pedindo desculpa por ser
elle qoem primeiro se tenb? proposto entre
nos a este systema de espalhar a instruegao
FOLHETIM
0 HMRTYRIO DE UMA MKI
POB
Henri Conscience
UCI'.'VDO VOLI-M12
I
(Continuagao do n.TK))
Calliariua ficou oor alguns momentos in
decsa: evidentemente lutava com uma
idea dolorosa, mas de repente, dando om
profundo snspirq. apprcximou a bocea do
onvido de Mathas e com voz tmida disse-
lbe :
Faga-se a sua vontade! Vou reve-
ar-lbe o segrelo da nolia infel z amiga :
ella ama-o e esse amor irresisiiyel a
causa do seu martyrio. Tem-m'odito mui-
tas vezes, derramando amargas lagrimas I
Enlao agora est contente ?
O mordomo pegou em ambas asmaos
da aldea, e, fixando-a com olhar qaasi de
lonco, exclamou :
Catharioa, repita e affirme-me isso I
Pois aquella itrdiffereota o pretexto de
m amor secreto ? Mirtha amar-me-ha
sinceramente ? Est bem certa disso ?
Ella disse-lh'o clara e distBCtamente ?
Abl senhor,exclamou Catharraa, sus-
pirandopara qoe me arrancn tal revela-
gao ? Como bei de en agora apparecer
o%ba amiga, depois de ama tal desleal-
dade?
Ora isso realmente tolice, Catha-
rioa 1 Ella ainda em cima lbe deve ficar
agradecida. \03o ser isso, teria eapra-
ticado ama injustiga, porque amanh3a seria
Ak despedida de Orsda.l.
B qoem sabe, ainda assim, se ella
ficar '
Ha de ficar, e, se a condessa a tra-
tar aai a estou ea para a defender. Fi-
nha a certeza de que lbe
to, Catharina : augmentare^
sea mando e dar-lhe-hei
para cultivar. Agora sint-j-
otro, Catbarioa I Vamos andando e
i obre o assumptc
camir lomo nSo
LseotoI qae ira
das
suas mal fundadas suspeitas e fazer-lbe
saber qoe tinba conhecimento da causado
seu'pezar.
Em quanto elle fallava, Catharina nao
fazia senao suspirar.
O que tem ?perguntava elle.- Pa-
rece que est com vontade de chorar ?
A alde3a eslava, com effeito, triste : para
sa'.var a sua "amiga, tivra de recorrer a
uma perigosa mentira. O que acontecera
agora, se o mordomo, animado por aquella
revelagao, fosse perseguir Marlha com
novas e mais vivas demonstraces de ami
zade ? O mo aco'.himeoto que o esperava palhada. Mas qoer j ir fazer-
l _:. ..i.__. ..:-..,. nrt ir_ iwnnn.-ti i-ntn tanta hrAvinidA 9
eu j conceb nm meio de remover essas
diffimldades. Amanba a governante dar-
lhe-ha talvez a noticia de que me confessou
a sua affeigSo sem ter por isso de que en-
vergonhar se.
A aldea poz-se a olhar para elle espan-
tada.
E' muito simples redargoit.elb;.
Vou propor-lbe que me despose : com isto
provo que a comprehendi. Desde que
ella tiver a certeza de que ser minha es-
posa, nao tem que orar da sua posigo.
Sem davidaapHdio Catharina, atra-
-lbe essa
place, e a geologa. Unidate das
naturaes. O mens agital m$lem.
t 5. A INICIATIVA INDIVIDUAL.
f Sua efficacdade quando n3b encontra
diante de si obstculos artificaos. As leis
naturaes facilitam o desenvolvimento da ini-
ciativa ; as leis sociaes, as insttuiges e
cdstumes embaragam n'a quando nao de ac-
cordo com aquellas.
C 6.A MAQUINA A VAPOR.
c Sua historia, Salomao de Caus, Denis
Papim, o marqaez de Worcester, Watt,
Newcomem, Faltn e Stephenson. A ver-
dade histrica, e a preteoges nacionaes.
7.O AR ATMOSPHERICO.
c Sua composigo e propriedades : She-
elle, Lavoisier. Substancias comidas em
suspens3o oa em mistura no ar. Corpas-
culos microscpicos: geragao expontahea
germens: vegetag8o cryptogamica, infuso-
rios.
8.-A AGUA.
c Sua composig3o. A agua considerada
como um poderoso agente da natureza: va-
por d'ago, navens, gellelras, ros, mar.
\ -0.A IMPRENSA.
< Seus devores e direitos. A redacg3o,
collaborag3o. Conveniencia de que todo
escripto seja assignado. Guttemberg : diffi-
culdades com que sempre lutam o iniciador
e o invenlor.
10.AssociacSes de crdito.
Bancos commerciaes, agrcolas e indus
traes. Banco industrial do Dr. Miguel Vie-
ra Ferreira.
ii.AsSOCUgOES DE BENEFICKNC1A.
* Asylo para a infancia desvalida e para
avelbice desamparada. Estabelecimentos
pios de edugago, da profissao e de traba-
Iho. Mannmissao.
t 12.Sociedades litterrias, socieda-
DES SCIENTIFICAS.
f Conveniencias de*mudar o systema de
BlOOBAMUAt.
i/to*.
14'.EnSaIOS GEOLGICOS.
odaiUL
ohlo. I
c 15.BlBLIOTHECAS POPUM
Benjimin Frankho.'Aprflcagao do ays-
tema de Franklin a fumlac3be augmento
de iflaeos.
16.Grandes facwda geoldgu.
c Formagio de raoatanhas; rossis encoa
irados oa carnadas do terreno qae forman
a crsttaxterior da trra.
c 17.Assocucdgs operaras.
c Cooparag3o para a produccao. e loi
lio mutuo, Rochdale, Caixas de economa
t 18.A II-EVAfAO INDVLWAL E A
PERIDADE PATRIA.
t Leis, institoices o co3tames: sea ac-
cordo com as leii naturaes que regem a
natureza exterior e moral do nomem.
19.A NATOattA PBTSIC.V B MORAL DO
HOMEM.
ApropriagJo da natureza pelo homem
ao menos pelo tea genio oa Unaginag3o
quando elle respeita as leis nataraes : sua
importancia ou sea castigo quando elle se
revolta contra ellas.
c 20.RELACES ENTRE k FAMILIA, A
escola, a PRonesAo, as Assooupies, ES-
TADO E A SOCIEDADE.
Terminada a-exposgSo deste program-
ma, durante a qual foi o'Sr. Ennes dixendo
a sua opinio sobre muitos dos pontos de
qae se popunha a tratar, mostrando d'oa-
tros a vantagem que tem o homem de eo-
nhece-ls e a facilidad qne ba de apresen-
ta-los do modo o maincomprehensivel, con-
cluio pedindo o apoio moral do publico
3ao consiste em concorrer as conferencias e
epois da prelecg3o apreseolar cada om as
objeccoes que entender.
c Prometi que nio se oceuparia de
quostoes polticas e religiosas, porque as
mais' das vezes nao sao ellas receidas sem
paixio.
c A idea do Sr. Ennes boa, muito
proveitsa, e ainda mah o ser te as saas
conferencias der preferencia a assamptos da
maor ntilidade publica para povo.
< O Sr. Ennes fui comprimentado por
grande numero das pessoas presentes.
A segointe conferencia ser previamen-
te annunciada.
provocar-lhe-hia a colera e a viova era r-
remessivelmentc despedida.
Catbarna nao sabia que expediente lo-
masse, a_nao ser o de resolver aquelle vai-
doso homem a conduzir-se para com Mar-
iba do modo mais respeitosp e reservado.
Ento ?repetio elle.0 qae que
a affiige ?
E' aquella sua deliberaglorespon-
deu Calharina. O senhor achare resolv-
do a declarar minha amrga que esla apai-
xonado por ella e que sabe nao ser ella
ind fferente a essa paii3o ? Pelo amor de
Deus ppupe-lhe essa vergonha I N8o a
colloqoe em tal extremidade, que a obri-
gana talvez a fogir de Orsdael.
Isso agora qoe eu nSo percebo I*
redargu o o mordomo. Ella ama-me, eu
amo-a ; elle n3o se atreve- a declararse,
eu proponho-me a tornar-lhe a declragao
fcil, e com isso obrigoa fagir de Ors-
dael,'como se lbe dirigisse algom oltrage 1
Que quer diter isto ?' Temos algum mys-
terio- mais qne eo a3o conhego ?
N3a ba mystero, Sr. Mathias, mas
o senhor deve ser rasoavel e avahar a po-
sig3o della em relagJo soa. 0 qae o
geahor ? Um amo a aianifestar-lhe amor:
ella n3o passa de ser sna criada. J v
quo aaturi oella o desejo de occnltar tal
sentimento.
O mordomo sorrio se significativamente,
como qoem ti vera uma laminosa idea.
Seria ama geoerosidade da sua parte
-proseguio Catharinarespeitr a timidet
da pudibunda governante. A maior prova
de estima que poda dar-lhe contentar-se
por emquanto com a revelacSo qae de mim
obleve. Sim, senhor, peco lbe ase nao me
falle de amor ; crea que melndrava a sos
honesta reserva, e, com pezar lh'o digo,
mas a retirada della seria inevitavel I
Pois bem, Catharina, fl^ue ocegada:
proposta com tanta brevidade
De cerlo. Para qne havemos de pro-
longar-lhe o soffrimento ? Ha mito que
eu tenho aquella idea; agora, com a sua
revelagao, n3o tenho que hesitar.
Presumo que isso a arrebatar de
alegra. Mas fe por acaso ella recusasse ?
Nesse caso,redarguio o mordomo,
desconfiadoprovava-se que voc me enga-
ara, e, depois de. tal oltrage, n3o snppor-
taria a preseoga dll no palacio por mais
om dia t Isso, prm, impcssivel : ella
oojoodia recasar um casamento qoe a
torna*ditosa ; eu tenho urna boafortana, e
Marlha passava de criada que a gosat
uma vida regalada e feliz.
Catharina foi caaainbandu silenciosa, e
Matbias, esfrejando as maos, entregava-se
enthasiaatica meditagoes.
Senhor mordomo,disse olla sbita
mente-me moito honrosa a aua compa
nhia, roas precia* a-esUr l em paixo na
herdade s nove horas para fallar com a
caseira, que tem de me dar om pouco de
linho.
Eei bem, Catharina ; desejo-lbe sau-
de. Depois de amanhia saber* pela go-
vernante qae ella vai ser a legitima esposa
da Matbias. Serio ornas alegres nupcias,
e, visto qae lbe devo algons servicos neste
negocio, farei com qae assista a ellas. Por
detrae do seu casal ha om trato de terreno
qoe j te ve centeio: desde amanbie pode
cultiva-lo por sua conta.
A aldeJa' gagoejou om agradecimento 6
seguio caminbo por ama vereda diversa da
3ue levava 0 mordomo. Quaado, a certa
sUncia, vio qoe Matbias Km ficava fra
do alcance, voltou atraz e enctrainhou se
apressadameote para palacio.
Dorante o caminhq ato cessou de me-
ditar sobra a inconveniencia que praticira,
dizendo uma mentira, da qual poda resal
MOBTE DO GENERAL BOUBBAKL
Morrea em Ly3o, na noite de 3
neiro, o general Bourbaki, qae t3b\ H*a
parte tomoa nos ltimos successos da
Franca.
Noticiando a morte de BOorbaki, o %n-
sageiro do Mtio-dia, qae- se publica em
Lyao, diz o segointe :
t O infeliz general Bourbaki snecumbio
aqu esta noite aoborrivel ferimento que a
si proprio fizra. A bala correr pala so-
perfice do osso do paladar, sabiodo pelo
ouvido direilo. A dilatagio da plvora ti-
nba lbe. dilacerado de orna maneira espan-
tosa as parles brandas de rosto.
< E, comlodo, nio foi ella a culpado da
cataslropbe qae leve o seo eierciio. Pa-
rece tambem, pelo qoe dizem boje os oossos
peridicos, qoe o intendente Testa inno-
cente desse desartre, oa pelo meos que
est habilitado a aproseotar orna carta de
indemnidade do ministro Gambetea.
c De todos os modos, quando se pac-
luou o armisticio, esse exercto eslava em
seguranga. Bourbaki, antes de realisar o
sea desesperado intento de n3o sobre vi ver
rain* do sea paiz, tinha assegurado a li-
aba de retirada das suas divises, dizima-
das pelo fri e pela fome.
PRECO DE UMA DESLOCA CAO.
O tenor Brignoli demandou a companhia
do caminho de ferro de leste des Estados-
Unidos, reclamando uma indeu lsagio de
40:000(J000 por ter soffrido a deslocago
de uma costella produzida por um inciden-
te do trem.
O tribunal civil de Nova-York decidi que
se dsse ao cantor nma indemnisagio de
4:000,5000, isto a jttry entendeu qoe a
txostella do Sr. Brignoli nao valia mais qae
aquella quantia.
----------------------------------------------
lar ser Marlha despedida, por qaanto, ainda
mesmo que tivesse tempo de a avisar do
que tinha feito, talvez esta se n3o confor-
maste em "aceitar o repugnante papel que
era mister desempenhar para conservar a
illusjfcdftfnordomo.
CneJ ida que foi a um alio, d'onde se
descUPo jardim do palacio, devisou ella,
com agradavel sorpreza, a governante sen-
tada al'.i com Helena, sem outra pessoa
vista, a nio ser o jardineiro, que trabalba-
va algoma distancia. Avangande disfar-
gadamente, approxmou-se dellas a uma
distancia que loe p.rmittio fazer signal a
Martba para vr fallar-lhe. Esla, aperce-
bendo-se da maneira singular com que Ca-
tbarioa a chamou, disse a Helena que se
conservasse sentada e fteesse qoe nao via
a aldea, e, encamiohando-se para o bosque
prximo, all se-foram encontrar.
Sentemos-nos aqui,disse Martha
e fdle baixo, porque podem espionar-nos.
O qae ha de novo Parece que chorou ?
Sinto-me bem apoquentadt Irespon-
den Catharina. Tremo s com a idea de
qoe lbe faliem as forgas para arrostar com
a suprema provagSo que lbe est reservada!
Nada receie; en no suecumbo.
Esta vida ama illusao E' tal a
sua felicidade em qoanto gosa a companhia
de sna filba, que ludo lhe esqnece, at oe
meios de a libertar da escravido I Receio
qoe asa imprevidencia d em resaltado
algoma grande desgraca !
Qpmo ae engaa, Catharina I Nio se
passa "ira instante durante o qaal ea nio
tensa diante dos olhos o'fim sagrado a qne
mepMBas.
Pede ser, mas oestes ltimos das
tem se recnsado a fazer os sacrificios ne-
cessart08Jtajra o atlingir, pbrqaanlo ba tra-
tado Matbias com ama frieza tao pronuncia-
da, qae elle acaba de me declarar a sua
formal iotencao de a despedir do palacio I
Meo Dos !exclamoa a viava com
voz abafada Que desgraga a minha estar
em risco de aer separada de minha filba e
nio aaber nada sen3o qae ainda nio des-
color meio algum de fazer recoohecer os
meas direitos maternos I
Socegoe ; da sua coragem depende
evitar todo o mal. Convenga-se de qae a
menor fraqueza pode tornar-se criminosa,
e qoe a sua resposla vai decidir, como om
decreto supremo, da vida e felicidade de
sua filba. Teate coragem a ouga-me com
socego. Matfias vai fazer-lbe omi pro-
posta solemne e decisiva: amanlia offere-
cer-lhe-ha a m3o de esposo. E' preciso
que nao recose.
Eu esposa de Matbias, desse homem
vil e infame ?- elclamou a viuva, empall-
decendo.
N3o digo que aceite semelhante ofer-
ta ; o que preciso fingir que aceita a
prposta. A vali o sacrificio que isso lhe
casta, mas exijo que me diga se se sujeita
a este novo sacrificio.
Ah! Calharina, disse Martha, solu-
gandonao sei o que lhe deva responder I
Deixe-me chorar, porque ao menos estas
lagrimas mitigara a minna agona I
Pelo amor de Deas, Mart a, n3o per-
catos tempo 1 Podemos ser sorprendidas!
Compadega-3e de sua filha, cuja sorte e*t
entre suas. m3os Pode v-la livre e feliz
ou condemnada loucora e a uma morte
lenta !
- Enlo o que se exige de mim, qae
eu lhe faga saber qoe constato em aceitar
a suam3o? Pois bem, se isso pd* salvar
minha filba aono! Paga a Deas, Cathari-
na que a minha coragem seja saperior
indigoagao e despreso que elle me inspira!
Oorigada f Eu nunca devera duvi-
dar da sua forga de vontade !
Falle mais baixoacudi Catharina.
Parece-me que ougo rumor entre.o ar-
voredo.
Pozeram-se ambas escata : era o jar-
dineiro qae ia a passar com nm feir.e de
ramagem s costas. Passou sem notara
preseoga dellas all; mas, quando reparn
na joven sentada no banca, mirou-a com ar
meio irnico, maio compadecido.
Ouga : proseguio Catharinase Ma-
tbias lbe flzer a soa declaracio de amor,
te aba coragem para lhe dizer francamente
qoe o ama. Esta idea horrorisa-a, nio
verdade ? Elle inspira-lhe odio ?
Um horror nexplicavel I Pode ajai-
zar, sabendo que elle ousou a semana pas-
sada baterna minha filba Como poderei
ea dizer-lhe qae o amo ? Quem poder
sopoortar uma allronta destas ?
Mas nio na meio termo, alus corre
a risco da daizar sua filha entregue a es-
tas algozes I
A viova soffria oaquelle momento horri-
veis torturas.
Qoe moostruosdade 1exclamou ella
Oovr patarras de amor da bocea do al-
goz da miaba filha, ter eo de profanar
meas labios para lhe corresponder com
guaes phrases !
E' uma lula sem davida,redarguio
Catharina mas deve calcalar-lhe as con-
sequencias, como o soldado qne arrisca a
vida em busca da victoria. Ainda assim,
pode ser que Matbias se limite por agora
a dirigir-le algumas phrases ambiguas,
conforme o lhe indiquei ; porm, em todo
o caso, deve estar preparada para a decla-
rag3o em forma, e Jerabrar-se que pode ter
da arrepender-se eternamente de qaalqoer
falla de coragem.
A couversa foi sbitamente interrumpi-
da por uma voz que da janeila chamoo por
Martba.
E' a condessa !exdamoo agover-
nate. J me esqucia a hora. Adaos,
Calharina ; forgoso qne me recolha com
Helena e agora mesmo n3o deixarei de ser
insultada.
A aldea, retiraado-se, diase-lbe que
ainda nesse dia precisava fallar-lhe.
A viuva approximou-se de Helena, dk
zendo:
Vamos, menina ; a senhora condessa
tua mii, chama-nos.
A joven levantoa-se e meia voz per-
guntou-lbe : *
Qae tem ? Est lio paluda 1 O qae
lhe disse Catharina 1
Isto oio nada., .responden Mar-
tha.Effeitos de ama mi nova, mas logo
passa.
Esta Catharinaredarguio Helena
nio,me merece conMnga. Moifc*st soa
amiga, mas vajo-a fea maita ioUBtMade-
com Matbias. Parece-me aja oio 6 boa
creatora I w -
Como te engadas I Aqaillo a bon-
dade em peasoa e adora-te como se fosse
soa filha I.
Entio modoo ella por effeito da sua
ncomprehneivel jnflnencia. Dantas vmha
ao palacio e presenciava as injorios i
nba mii me diriga sem qae um i~
commiseracio se lhe maoiMstassej
's injusta sem o saberes, 1
aquella molber darla a jjfaf ,
feliz. Um dia ters a expliCac* deate se-
gredo ; agora sile^ Abi ffl o jardi-
oeiro.
fYP- DO DlAaiO-RA DO Dsl M GJLLAl
r
i


i

-
**
m


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2DFDHNKB_3LAX8T INGEST_TIME 2013-09-13T22:17:32Z PACKAGE AA00011611_12327
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES