Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12301


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Full Text
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mO XLVf. NUMERO 297
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I
Mi A CPITAl S IMAMS OIBE IA0 SE PACA JP0BT
For iras meies adwntadus...... _,
for seis ditos idem ..............^ #<*#
Por u* aM0 Meen t.....'..... l|000
*fr numero avao........*......... 000
-' .............. 380
SABBADO 31" OE DEZEMBRO DE 1870.
fA1A DEITHO E H) DA PBOVUuLL
..........
Por tres mezes adiaotados .
for seis ditos itaT? '...............
Ppr nove ditas Tm...........r <
Por am nao idem .

..........."...

Propriedade *--------------------------------------------:U------_____________L____*



a*
Karts
Pereira
Antonio Marqws da Srrn, do Natal; Jopft Jaitino
0. S* GW.rdo A,oDo Al*,,* Filbo,^ Par. ; G,^,, ifm, MaMnbfc ,-**. ^ o M ; **Ib U* **, Ara.7 ; H,M Mo *,., J-
Atad,, Mama^ap.; Amoo tbuM,fe Un,,, Pa^b. ; AnWo Jos Go, M fe 4a H* j tW, do. M Baldo, o M, A.*; Do^g M fe C
m >! ; A, F^r, do Awi,r, ; rnaciM Tttaro, fe Cata, W;! Dr. tat M Al., o, Babia ; M Rjboiro G^ *'
.,- .., -.., J --------- '' .iiiC... i.,i -...... ^at+i.. ,^ i i ,i, ,,,- n.,,1 ,

no Rio de Janeiro.
EXTERIOR.
t

<
I
ttuenos-Ayrcs, 3 de l/euibro
de 1*S
Os negocio^ de Entre-Ros deram lugar ltima-
mente a urna discussio pela imprensa em que an-
duu envolvido o noofc do Brasil.
Boa principios de novembro atirttoratrim-se rio
porta da Paz ao enmnanlante do nosso transporte
Alta o coronel entreri;ino Dr. Q.iereneio e outro
officinl, dizen to se portadores de orna carta de Lo-
pe Jordn para o ministro do Brasil em Buenos-
Ayres, e pediodo-lhe condcelo sob a bandeira
tirasik'ira.
6 commandante do Alia soppdz que poderia re-
vbe-los a sen bordo sem inconveniente, e garan-
i; i-Hi o seu regresso ao porto em" que haviam
embarcado. Encontrando-ge mais adiante com a
amVaeira Meiu-im, ob'.eve do commandante desta
i| e reeebesse os eommissarins de Lpez Jordn,
porque o Atice nai podia demorar-se em Montevi-
do nem vir a BiiBnDs-Avre?, irazendo de A gao tropa e material para o I^o-Grande de Sol.
A Mtaritn foi primeiro a Mon!evid->, nao s por
que ora e?se o sen deslino, como porque o coro-
in-l Qvreneio, salando que all se achava o nosso
enviado em mijsao especial, pedio que Ihe fose
parmittido fllar-lhe.
A noli qno o Sr. Borges acaba de dirigir ao mi
, nistro das rela^de? exteriores desta repblica, e
que Ihe. envi para ser ahi transcripta, narra com
i ida a minuciosidae as oceurrencias que se de-
ram, assim como o que se passou na entrevista
pie leve Qucrencio com S. Exc. e com o Sr. vis-
iondo do llio-Branco (Paranhos).
A viiJa dis commissariis de blp6l Jordn a
"bordo de un navio brasileiro era nm facto nota-
> qno, divulgado, poderia despertar Justos re-
s ntimentos e deseonflincas da parte do governo e
do povo arpentino, sempre disposlos a snppOr-nos
vistas sinira? contra estes paizes, quando certe
que nos, e nao elles, teriamos motivos fundados
para (ac descotilUneas
Eittndo, pois, q'j bem proceleram os nossos
miaislros, cmimunicando C'mfidtncialjiunle aos
Sr*. Sarmiento e Tijedor, nao s a vinda dos ditos
eotnmissarios, como i.imbem a conversacao que
com elles tiveram no interesse da paz. Entretanto,
a reserva convencionada si) a guardn, ao que
parece, o go\erno argentino.
A Tribuna, redigida pelo Sr. Loit Varella, sito-
rrcretririo de estado e ministro interino do interior,
, nao s deu noticia da missao Qaerencio, cmo at
mverteu os telos, escrevendo em lettras garrafaes
que Lpez Jordn pedir ao ministro brasileiro
o ajmio do imperio para a independencia de Entre-
lios, prometiendo, em troca, auxiliar a incorpora-
ro da repblica Oriental so Brasil. >
_Dc*ta forma nm joroalista, membro do governo,
vio so divulgou o segredo, qu9, na melbor boa f
e com toda a lealdade, fra confiado, como ainda
adulteren os factos cem o fim de tornar mais odio-
M o geceral Lpez Jjrdan e de alimentar deson-
fiancas contra o Brasil, tao smenle porque este
i m o bum sansa de viver em paz e nao envolver-
le na guerra civil dos seos visinbos.
Um faci desta orJem nao se comrnenta. Xo
a primara vez que os segredos diplomalicos sao
assifli revelados no Rio da Prala. O tratado da tr-
plice allianca nao era secreto, e todava nao foi
loga divulgado por um ministro dos negocios es-
trangeros?
A indiscripeao da Tribuna e as inexa rtidoes qe
a re^pwti de^se incidente peblicou produziram
neos effeit03 nauraes. A imprensa favoravel a
l.opez Jordn irriton-se e pedio explicacao do mys
lefio revehdr com lantis relicencias. Era preciso
estabeleccr a verdade dos faetos para que nao
wsess sobre nos snspeilas injustas. Foi o que
'i o Sr. Borges.
A nota que S. Exc. dirigi ao Sr. Tejedor no
dii I do correnle, e que foi publicada em todos os
d.arios deta capital, responde cabalmente aos in-
% ntos da Tribuna. Della se v o seguinle :
1.' Que a vii.da dos commissarios de Lpez Jor-
dn foi ota facto com que nao runtavam os repre
- ntanles di Brasil ni Rio da Prata.
! Q !! o conimanJante do transporte Atice re-
i- I a sen I, -do .em autorisacao superior,
nao twsdo -ido o spti procedimento approvalo pelos
i prevenanles do Brasil.
.1. Que o coronel Querencij nao tronxe despa-
cho de Lpez Jordn para o mioisiro brasileiro,
mas nicamente urna carta aborta, em que o che
! da rvnljcao pedia pielle ministro que acre-
ditasse cm tudo quanto Ihe dissesse o seu enviado.
4.* Que o coronel Querencio na pedia, como
di?se a Tribuna, o auxilio do Bras I para a inde-
pendencia de E itre-Rios. nem deelarou que Loptz
J >rdao se propunba a pr incid'nttmcnte (depois de mos'rar desejos de paz,
t intentando os desastres di guerra civil) que, se o
r-'tar um ccordo debaixo de bases rasoaves, e
prefensse um desenlace pelas armas, Lpez Jor-
dn e a sua gente pnderiam ser levados at o ex-
tremo de declarar a independencia da provincia.
.'i." Q'ie nem umi patarra proferto o referido
coMMiuark sobre a repblica Oriental e sua n-
t-orpora; > ao Bra>il.
A puhcacao da nota do Sr. Borges tranquilisou
* sati-fez os liomens sensatos o desprevenidos, tor-
nan Jo sera pa ente a sinceridade o exactiiao d)
m'Hittro "rnalita.
A Tribuna procurou defenderse dizendo que as
oforinacoes nao Ihe haviam si Jo dada officialmen-
te, e que no artigo que publicara nao se devia v.r
revelarte* de um mmufro, mas sim de um i/m-
pfef jornalista. Eugenhosa explicacao I
A Nacin, orgo do< Srs. Mure e Elizald?, res-
p tinba por titulo Ministros Periodistas. Alera das
incompatibilidades iegaes, disse a Nacin, ha as
incompatibilidades de decoro e de consciencia pu-
blica.
A constittiicJI) alo prohibe qne os min'siro-
excrcio suas profissSes de pane-lucrando, e, nio
cbslanle, nenhum del es a exeree. Os advogados
ujmeados ruinislr deixam sen eseriptorio, assim
orno es meaicos nomeados minislroi deiiam soa
c'ien'ella.
< ...... E se Isso succede com as profissoes de
a Ivopado, medico, etc., qne nada lera com a vida
publica, que diremos da profhsio de diarista, que,
consagrada a gesto de Indo quanto de interesse
geral, lem de comprometer suas opinioes a cada
iastante, levaodo anticipada e improvisadamente
imprensa as opinioes do governo?
E nio se diga qac qnando falla e jornalista
nao filia o ministro... Um mesmo individuo nao
Ele ter dnas opinioes; ou er que urna coasa
n, ou er que m...
----O pemamento individual, e a opioio
do redactor ser a opiniio do ministro, porque
ambos sao ama mesma pessoa, qne a qne pensa.
Deduz-se daqni qne 03 ministros redactores de
diarios, al n das incompatibilidades e ioeonve-
niemes enunciados, tm o gravissimo de levar lo-
dos os diai praca publica o pensamento do go
verno, poh qne, e emiltirera ana opioio, ser
considerada como offleiil, e,seftzerem urna rete-
lica->,kadepel< menos trazer o carcter de ofji-
rial.^. i
EsUs jodiciosas reflxoes leara todo o cabimen-
to mesmo quando se traiasse de orna simples revi-
inca* ; inaa qne dizer qnando, depois de publica
das todas as oceqrrencias, v-se que nao bouve
uplesraente revetacao de um negocio, qne fra
pir motivos de delicadeza e lealdade, eommmica-
do confidencia!mente ao governo argentino, as
sira tncirsao da verdade e additamenfos forjados
pela redacao 4essa folha T
O qne ha, p.)rm, mais interessaate, que a
Tribuna fez proseder a publioclo das pejas oIB-
ciaes de um en >rne puff, em que dizia : Gonflr
ma se todol a Tribuna disse a verdade I etc., etc
A imprensa desta cidade, entretanto, Collocou a
Huesto em sua verdadnv* luz e fez-ags iosUca.
A h Kiem [i:.fili-Hi f^ itft'afeP artigTdo qnal
desuc-i os segrales trechos: .... O mininstro
Carvalho Borges communica tndo confldencial-
raenle ao governo argentino, comproraeltcnJo-se
ambos os governos a guardar a reserva que c
caso exiga. A imprensa syematicimente inimi-
ga de lulo quanto c brasileiro. seja bom, seja mo,
certo ou incerto, comraenta vagamente esses fac
tos, apresentando os como indicios de um plano
separansla e anarchico ao Brasil contra nosso
paiz.
t Emquanti essas aecusaces nao tivarem um
carcter mais determinado, a legacao brasileira
foi fiel reserva que se tinha" imposto, em alien-
gao ao decoro commum. Mais eis. que um diario
redigido pelo encarrujado de um dos ministerios
nacionaes, e em que, de publica notoriedade,
publicam artigos editorees o presidente e seus mi-
nistros, faz una revelaco, apresentando os faclos
debaixo de urna luz sinistra.
O Diario offkioso ou offlcial (como qnizerem)
deelarou qne Lpez Jordn tinha feito proposices
ao Brasil para segregar Enlre-Rios convaeondi-
cao daajndar o mesmo Brasil aaonexar a rep-
blica oriental. E, como a revelacSo era feita por
qoem linha conheciraento-do comuromisso de re
serva que sobre o assumpto se tinha estabelecid
de-commum accordo, era natural que a legacao
brasileira reclamasse, nio tanto pela falta deeir-
curaspeccao, qu? era um mero aceldente. como
pelo inexacto da versa o, que collojava o Brasil
sob um falso ponto de vista, qnando seuprocedt-
ment hacia sido tao leal, tao franco e too amiga-
vel para comnosco.
E, como essa versao apparece_ no diario que
fez pnpaganda contra a allianca, ni) obstante
acedar depois sem resoltados ; assim como sus-
tentou a ruptura dos trabalhos da allianca sus-
tentando que os Paraguayos de Lpez eram nossos
ajliados naturaes, assiui como por varias vezes
tem (tribuido vistas oceultas poltica brasileira
no Rio da Prata; era tambem mnito natural qne
a legacao braileira procurasse eFtabelecer com
clareza os factos, desaulorisando a versao eviden-
temente inexacta qne attribnia nm duplo compro-
misso proposta feta expontaneamente por Lpez
Jordn.
Com effeito, pela exposigao do ministro brasi-
leiro e pela declara cao do Sr. Tejedor v-se que,
Lpez Jordn mauifestou aos ministros brasileiros
que est disposto a entrar em aju3.es de paz (qne
eovolvem a base implcita de ficar elle dono de
Entre-Ros), fallando em separacao, no caso de
nio serouvido, nenhuma nsinnacao fezares-
peito dos snpposlos planos do Brasil" na Repblica
Orienta!.
s Fu a verdade que se destaca luminosa da
leitura dos documentos a que nos referimos. Em
presenta della, compele ao diario, desautorisado
pelo proprio governo, dar a legacao brasileira urna
repararan franca e leal pelo que respeita lnsi-
ncacito feita p ir elle, e que boje resalta a todas
as luzes ser falsa, pois o contrario srrid retribuir
mal um procedimento amigavel e nobre.
A Prensa exprimise no mesmo sentido. De-
pois de referir o occorrido e transcrever alguns
trechos dajpta do Sr. Bjrges, diz: Eis aqui tu-
do o que autorisou a grave denuncia do nesso col-
loga da Tribuna i----O Sr. ministro Borges aca-
ba de prestar um grande servico opniao, cora
suas revelaces allusivas missao Querencio, con-
frmalas pelo ministro Tejednr.
Bm missi foi objecio dos mais estranhos e
prevenidos commentarios contra o comraissionado,
e as coodices de paz de qno se f.'zia era portador.
Cornara insinuacoes prfidas o malignas dos que
uio quorem a senao a guerra para desacreditar
toda a tentiva de conciliacao.
Agora o Sr. Borges vera revelar-nos qne Que-
rencio nlo traza proposices especaes de paz;
. me respundou, diz, que nao traza condigao al-
guma; e que a intenfio do general Lpez Jordn
era smente mostrar sitas disposiroes pacificas, i
pedir nosso concurso, para qne tivessem estas bom
resultado. Esem embargo esse commissionalo,
quepe-era maos de um ministro eslrangeiro a
terminacao pacifica de urna luta inteira e'seuibn*
deej*M* f*m f)*(wi un icputiuca trunes "mafores, e
despedido sena sar ouvido I
Se o general L. Jordn buscasse como nico
proposito a separacao de Entre-Rios, nao teria
mandado um commissionado, "sem condices fixas
para procurar a paz com o governo da naci, so
licitando para es-e effeito a ioterposicao offerecda
do ministro de urna naci amiga.
E' virdade que esle accrescentou, como con-
sideracao incidentalem ultimo caso a provincia
poderia chegar ao extremo de declarar-se inde-
pen lente; porm estas palavras, qne reveUram
lalvez a triste conviccao pessoal do commissiona-
do de orna neccssidad'e futura para a sorte de sua
provincia, nio pie traduzir se, sem urna violen-
cia notavel de sentido, em uraaproposta ao Bra-
sil para reeonhecimento da independencia de En-
tre-Rios, acarescentando a condieio infame de pro-
metter ajudar o imperio a conquistar a Repblica
OiientalPor honra do norae argentino levanta-
mos semelliante baldao do rosto daquelles a quem
foi inmerecidamente atiraJo por alguna inimig >
da'conciliacio argentina.
A Discusin publica nm artigo nos mesmos tor-
raos censurando acremente o governo pela divul-
gacao do segredo, e restabelecendo a verdade de
accordo cora as expedicas dadas pelo no3so mi-
nistro.
A Verdad tambera nos faz justiija, assira como o
Standard, e at memo a Repblica, o que nao dei
xa de ser adrairavel.
Sa Tribuna, o Nacional e a Femx 'continuara
a sustentar, nao obstante essas explicacSes, qne
ha reservas em nossas declararon, e iosinuam
qne temos alguraa inlelligencia- com Lpez Jordanl
E' nma falsidade ; mas, como o desmentido do
vosso ministro j foi publisado, corre elia por con-
la dos redactores desses jornaes, que podem, com
argumentos de cabo de esauadra, tirar da nota do
Sr. Borges todas as conslusdes que qnizerem.
O Nacional defende o ministro do interior e re-
dactor da lY.ouita, atacando violentamente Lpez
Jordn :
. Quanto conducta observada pelos ministros
brasileiros, diz elle, prestase a certas interpreta-
edes, que a reputacao diplomtica de nosso sajaz
vizinho autorisa.
Em primeiro lugar, temos n faets de recebe!
um navio brasileiro a seu bordo um agente de re-
belliio.
< Esse navio leva o diplmala dos rebeldes al
Montevideo, onde se encentra com o primeiro di-
plmala do imperio, o Sr. Prannos. Cenbren-
ciam, discutem e por ultimo o coinannsK nado de
Lpez Jordn vem fondear- em Tresne a Buenos-
Ayres, procurando conferenciar com o Sr. Borges
quem o Sr. cooselheiro Pranlos o eaviava.
O Sr. nnistro brasileiro dta que, se se atten-
deu a Querencio, foi porque vi-aba em basca de
paz!
Pode ter que assim teja-j porm em tal caso
evidente queerron o camio) io.
< Ootra cireniBstanci ue torna rauitn qnestio-
navel ainteniodo eovif.do Lopet ordaa, que
f
segundo o 9r. Borges, .Querencio nolrooie bases
(Je qualidade algnina. A que vinha eoli*?
E,a oossa opiniio, as conferencias qq* ve-
ram lugar entre os representantes do Brasil e o de
Lpez Jordn, deve ter se tratado dealguma emsi
mtis do que menciona o Sr. Breas en sua
nota.
Observase, porm, que a. rinda de Querencio
a Bimbo-Aviw tere rfrfr eow ciencia e e -en-
Tsmo do^overno argentino. O Sr. vifeonde do
Itio-Branco, logo que leve noticia de que esse
comraissirio eslava em viagera para Moniend
communicon o fado reservadamente ao Sr. Bofge.vJ
(como publico hoje), encarregando-o de dar avf
so ao governo argentino, o qiial limiton-se a pedir
que nao fuese permittido o desembarque de Que-
rencio om Bueoos-Ayres sera consentimento' sen.
a a prova mais evidente de que o governj argenti
no recunheceu desde enlao a nossa leal Jade e
boa f.
Reflro essa circunstancia que hoje aqui geral-
raenle sabida, para que os seos leitores vejan o
aior que merecem as apreciacoes do Nacional.
^taesse 'ano era seu direilo nao acreditando na
lidelidade da exposicio feiu pelo Sr. Borges :
rauito natural, cada um meca os outros pela medi-
da que possue.*
Era todas as quesloes, porm, ha de apparecer
sempre o lado cmico. Depois de ter dado aos
seus leitores miuda cenia da discripcao da Tribu-
na e das amabilidades do Nacional, quero que
ellos fijuem conhscendo o impertrrito Sr. Dom
francisco Uzal.
Nioguem por l conheje esse dislinc'.o e ole-
ganta escriptor, o que nao para admirar, porque
mesmo aqui tem elle lido a habilidade de fazer-se
admirar apenas por ura limtalo circulo de leito-
res ... pero, escogidos.
o valenle Sr. Dom Franc seo Uzal o redactor
em chefe da Fnix : Oca cora esta apresenlaco
conhecido nu Brasil.
Referindo o incidente de que me oceupo, diz
o insigne jornalista, depois de invectivar o Brasil,
que. segundo elle, tem mandado canhoes, arma -
ment e munires a Lpez Jordn.
Saberemos, se for necessaTio, enligar exem
plarmente, nio s os traidores, mis tambera seus
protectores e cmplice.
Nio se riara entretanto os leitores: semelbante
ameaca, sahida da peona do Sr. D. Francisco Uzal,
um successo grave, muito grave...
Ah senso commum I...
Hratem aniversario de Sua Mageslade o Impe-
esiiveram embander idas as legaeSe* aqui existen
tes, assim como muitos consulados. O forle desta
ciJade, ao romper o sol, deu urna salva, arvorando
a bandeira imperial.
O Sr. viscoude do Rio-Branco, para solemnisar
esse dia, deu ura jantar, em qne tomaram parte,
alm de suas filhas e dos secretarios da missao es-
pecial, Srs. Dr. Paranhos e Keating, o ministro das
relagoes exteriores da repblica, Sr. Tejedor, e sua.
senhora, o Sr. Borges, nosso ministro resideute, e
saa sejhora, o Sr. Lisboa, cnsul geral do Brasil,
e*ia senhora, o Sr. Freitas Amcrim, sua senhora
e suas aiha3, e outros cavalheiros distinctos bra-
sileiros e argentinos. Reinou a maior anirnacao e
cordialidade.
O Sr. ministro das relaces exteriores levantou
um brinde a Sua Mageslade o Imperador, enlau-
siasticaraente correspondido pelas pessoas presen-
tes. O Sr. visconde do Rio-Branco corresponden a
esse brinie propondo outro pela saude do pre-
sidente Sarmiento e prosperidade dos Argen-
tino?.
A notite augmentouse a reunio,que esUve
sempre alegre e prolongou-se at a tarde. Nada,
porm, causn em mcu animo tanta irapressio
como desprenderera-se Inesperadamente do povo,
no meio das alegras dessa nonte, as variacSes que
sobre o hyrano nacional compz o grande e infeliz
Gottschalb, executadas magistral mente por nm
cavalheiro argentino, cujo nome sinto ignorar. S
quem j ouvio longe dos seas e em ierra e-tranha
o hymno de sua patria pie coraprehender o effei
(o mgico que elle produz e os sentimentos que
essas harmonas inspiradas despertaram no coracao
dj* brasileiros ahi reunidos... Salve Brasil!
o^niam totteeoadias f*r. servir aro inte- {gres*, qie ostentara .gestor, e asatni faremos
profcniflmpo *r ~ ~ "*~ ^Eriaa!^^
CoraieBeilo,
3IC
6 de dezembre.
a minha carta no dia : suppondo
Tinha fechado
poder manda-la pelo S. Jos, mas fui logo informa
lo de que esse transporte tioha demora n i joorto
de Montevideo em conse juencia jo de machina "-" a"1 accrescentar-lhe o
,.....o qeTia de novo.
Nao se confirma a noticia da derrota dos jordar
nistas na Conceicio do Urugnay. Bem Ihe luvia
ou dito era minha ultima carta que deserafiasse
das noticias que por aqui publicara nos das de
partida dos paquetes da Eurcpa,
O que bouve foi a oceopacao, anj coup ferir,
da Conceicij pelas tropas do general Gdjf ; mas
esse aconteciraento nio pode destruir o effeito pm-
duzido pela tomada de GualeguaychU, de que j
Ihe dei noticia.
Hoje sabe-se que Lojez Jordn, a marchas tor-
eadas, dirige se sobre a cidade do Paran, tendo
deixado nos bosques de Montill, e sera cavallos, o
general Rivas, que esperava sorprcnde-lo.
De Gualeguaych uio Ijram ainla desalojados
os revoltoso*. A revolla ha de ser suff >cada, mas
minha opiniio quedar aind rauito trabalbo ao
governo.
A polmica suscitada pela gaeslio Querencio
proseguio estes dous dias.
O procedimento dos representantes do Brasil,
depois da publicacio da nota do Sr. Borges," tem
sido applaudido pela maior parte dos diarios desti
capital. Apenas tres nio se mostram satsfeil03 o
livaodo suas desconfianzas e seus ataques o facto
de ter ura navio brasileiro no porto da Paz e tra-
zid) os offlciaes rebeldes. Nio ha, porm, quem
ignore que lem js na Paz, desde o comego da guer-
ra, nm deposito de carvao, e que ah fazera es-
cala todos os nossos vapores para receber cora-
bustivel.
O ficto, perianto, da estrada iaeAlice nese por-
to s pode excitar reparos da puta dos eternos e
gratuitos inimigos do imperio, "como mnito bem
disse a Nacin.
O que resta agora ]ne as nossas filhas. da op-
posicao aproveitemi tambem e-le incidente para
augmentar as snspetas injurio-as dos nossos vi-
sinhos e amigos. A noticia que orna aellas dea
ltimamente de qne o governo actual tratava da
incorporacao da Repblica Oriental, e que era
esse nm dos fios da missao Prannos, produsio
aqu, como j Uve occasiio de dizer-tne, improesio
mui desagradavel.
Nao ba ao Brasil quem nio eooseca j o diario
denominado Repblica^, qne lodos os lempos e em
todas as questes se tem mostrado inimig raneo-
roso do Brasil.
Qnando comecoa o debate sobre a questio Que-
rencio flqnei sorprendido ao ver a liognagern
digna com que essa folba se exprimi, pareeeodo
Taaer-nos justica pela pnmeira ve Mas os maca
eos do Brasil serven, no Rio da Prata para tudo, e
poucos sao os homens sensatos qne, avahando
bem nossos recursos e as vantagen* qne resulta
rao estes paizes da allianca e amisade do Bra
sil, ammam-se a fallar ao povo a linguagem da
verdade.
Nio ba muitos dias dlsse-me nm distiosto Ar
geotino, qne, d.-sgoetoso dos homens e das cousas
do seo paiz, vive arretedo da grande poltica
desta trra, o seguiote :
Nio rela que estes escritores ettejam con-
vencidos do qne dizem era relacio ao Brasil.
Fazetn do Imperto seo instrumento, e por Isso
exceptaando os diarios qne tat
*oa renw os potilicuo de vistwi raaw largas v pr*
videni-i. lodosos oniros-, entreguea monos men-
perifute* t irreidelrios, en a ioimi^ps raocoruso"
e systamavcos do Brasil, servera-se d> poflre m-
pe"o 'm-americano ,para CTm^guir sen* flos,
Jurlangb-o d-*baixn de quabjaer pretexto.
Agoga mesmo temos uran^nrova d'issevfelDs as
onrotaj excepedes qu j esmneleci.
* publica, por exespplo, qner qne o governo
naetonjti ohegue a um accordo e. m Lpez Jordn,
wqoftnieio se serve.aa? Calumnia e insulta
os Brajileiroj, dizendo ifdt elles protegen, > revo-
Jucao a> Eolre-li, porque espera com isso as-
'Mislr|> governo e eonveneelo da>neces inutilisar os manejos do Brasil, tratando cora o
ctie'e #^revoluci).
A Tij+una, o Nacional e a Fnix- nao querem
ajustera qualidade alguraa com o pfume rebelde.
Urao jirocedem ? Calumniara lamben o Brasil,
e> PS dar maior impulso guerra,, exeilam os
yeihos odios da populacao, assegu'rando-que Lipet
Jordn est alliado ao imperio e recebe-deste au-
xilios gara proclamar a independencia de Entre*
Ros. No fim de comas nenbom d'esses diarios
est convencido do qne diz, mas todos julgam
mdi lioa f com que esirevem para o povo. PJbre
povo.fdeqae raeios se ser vem estes ardentes e
desiftqjressados pairilas para serv-lo e esclare-
ce -lo.}
A Repblica chega dizer que os manejos do
Brasil vio ao pon*.o de auxiliar ambos os lados
que se guerrean, hoe no Estado-Oriental, natu-
ralmente com o fim de de-trnr e3les povos! Pen-
s>m tes genitores que no Brasil nos ocenpamos
(ftuitj com o Rio da Prata, e que o terror qne nos
inspirara o: Guard i Nacional e o immeoso exer-
cito que mandaram ao Paraguav obn'ga-nos a f j-
mrntar essas desordens!
Exeeptuei ha pouco alguns diarios sensatos,
entre os quaes oceupa seguramente dstmeto lu-
gar a Nacin, dirigida pelo Ilustro general Mitre
e pelo nio menos Ilustre Dr. Elizalde. Agora
quoro iranscrever tambem aqu alguns trechos do
ura bello artigo que acabo de ler na Verdad, dia
m intelligeaiemente redigido pelo Sr. Jos Mara
Coat lo :
Velemos sem descanso pelos interesses do
paiz, diz a Verdad, porque desraoralisaremos as-
sim noasot esforcos de patriotismo e nossa voz
Mear sem antoridade no momento necessario.
Se cada momento,, dennos sem toolivo o alarma
contra o Brasil, cedendo preoeeopace e exa-
gerares passadas, quando sobreviver um facto
em que nosso appello teoha razio de ser, o po-
vo ba de acreditar que obrainoi como sempre
por velbas prevencoes, e nao honrarla nossa pa
larra. .
. Assim, por um facto que os agentes do tra
perio.naV) promoveram, qnerera alguns responsa
bilisa lo como se tivesse liavido connivencia sol'
pada ou manejos siuistros.......
estril.
Ni i defendeno3 os ministros bra3leiros; nio
essa nossa incumbencia: defendemos nossos
mesmos interesses de nacjt), tratando de impedir
que a opiniio se extravie; defendemos nosso ca-
rcter como povo, impedindo que nos faf-am ap-
parecer indignos de se-lo; queremos sobretudo
que a verdade subsista nos fados, a rasio nos
juizos e a benevolencia na; relaces internacio-
naes. >
Sentimos nao poder iranscrever aqui lodo esse
brilhanle arligo. Fosstra todos 03 jiroalistas e
homens de estado desta repblica como o Ilustre
redactor da Vcrdide, e os lacos de amisade se
aperlariam para sempre entre dous povos qne
oascerara para sa coraprehender e para andar
sempre unidos!
Era rainna ultima missi va faliei-lhe na nangu-
racao dos trabamos de ura camioho de ferro desde
Villa-Mina, na. provincia de Cordova, at o Rio-
Guar., e oos do telegrapho transan irao, que era
breve ligar Buenos-Avres s repblicas do Pa-
cifico, aus Estados e Europa, noje *^~. i_
ciar-lhe que waba de resolver-se o tsiabeleci-
mento de tima nova va frrea que una sta re-
nohiie a Bolivia pela fronteira de Joju, e de
uraa onlra que se dirija Patagones.
Abra os olhos o nosso governo, e possam estas
noticias d spertar enlre nos unra nobre emulacio.
E' preciso que imitemos o ardor com que se ati-
ram os Argentinos no caminho dos roelliorameitos
raatoriaes. Estradas de ferro, navegajao fluvial,
lelegraphos, colonisaio, disso que precisamos
tratar seriamente, se nao quizermos dentro em
pouco fi',ar muito atraz do; nossos visinhos. Ago-
ra sobre todo, que se irata de resolver sabia e
patriticamente o importante problema da relorma
do element' servil, urge que nos oceupemos des-
ses a-sumpius.
E, j que fallo nisso, por que nao ha de o nosso
governo fornecer ao cnsul brasileira nesta rep-
blica os raeios nece3sarios para facilitar a miro-
duegio de inmigrantes no imperio ?t Todos os
dlaa apparecem oo nosso consulado colonos curo-
peus, mostrando desejos de estabelecer-se de pre-
ferencia no Brasil. Nio seria conveniente auxila-
los e protege-los ?
Se nao ha remed i se nio .acceilar lambem os
Chin-, mais certo qne precisamos de colonos eu-
ropeus, laboriosos e civilizados, e que se ffzermos
conhecido o nosso paiz na Europa, despendendo al-
gura dmhe'ro nos primeiros lempos a correnle da
eraigraci) ha de dirigir-se de preferencia para l.
As noticias de Assumpco ponco adtantam is
que Iho'enviei em miaba ultima carta.
A eleicio de Rivarola foi acolhida com enthn-
siasmo em todos os pontos da repblica onde che-
g u a noticia. Os proprios signatarios do protes-
to que appareceo contra essa eleicio, e de que ihe
fallei em ni ana ultima caria, cffereeeram o inte-
resante espectculo de irera no da segniote as-
sembla constituiole tretraotar-se solemnemente,^
confessa'ndo-se vencidos, e declarando qne Riva-
rola era realmente e candidato predilecto e o es-
comido do povo.
No da do juramento da constitu cao pronuncio-
ram-se varios discursos, figurando entre os ora-
dores populare D. JosFalcoo, ex-ministro de L-
pez. Esle seahor o mesmo qne, como presiden-
te do congresso paraguayo, asstgoon o decreta ap
provando o proced ment qne uvera Lopea para
com o Brasil e declarando guerra Repblica Ar-
gentina. Come o lempo ensina t
O novr> m nisterio paraguayo ficou definitiva-
mente oagansado. Compoe-s dos segaioles te-
nbores : RuAoo Taboada, na pasta do interior ;
Maneo Collar, jasiica ; Miguel Palacios, eitrangei-
ros ; Salvador Jovellanos, guerra e ma/nha ; Juan
B.utisia Gil, (azanda.
Para chefe pohtico tai nomendo o Sr. Otoniel Pe-
na, e para inspector geral das armas o corone) Pe-
dro Recado. Foram igualmente nomeados pre-
sidente do supremo tribunal de justica Jos do Ro-
sario Meirauda, a fiscal geral do estado Joia An-
tonio lira.
Na proclamacao qne o presidente Rivarola diri-
fio ao povo paraguayo notam-se as seguintes pa
ti
- seja
wmifisando-se petos- irosos erros snas
.mais be!ls-espernc5, qe ni> eram acmnuista,
o pensa-% mtimidar-tJDs o irrauno parlrarras-
w->s_apo3 9 carro de sn poli'iic infernal .
-aA ""..'^wrreotB instigaron-se na A?samp-
g A coneglo nacional. Du ^ade ttep y
otra prewdeoeln eoastitoeio!- desse dfesgra
Cfcegon nonten esta capilar o Sr. Ds>: Adulpl
zsoangnez, enviado extraordinario e minisiro pie-
mpoteisciario em ntissSo especial1 da Repblica
"""i s- Ejtc. vena encarrega* de celelrar os
ajejites1 de paz com o Paraguay.
>> s# sabe ainda-qoem sera o diploma! ar-
gentino qne acompaohr Ass'.i3pco esse ca
vmro e o nosso represeotanle Sr. visconde- do
Mio-waneo. O qne certo oe a inielligencia
e ao PHtriotisnw do Sr. eooseilieiro Paranhos t
lonfioda nmanegociacao dBnl e importantissirsa:
*n ajustes qne vao ser celeSrados joganr com gran-
es inaerosses do imperio. Hija patriotismo na
nossa opposicao, e adi ella pera mais tarde a dis-
tussaodesses a-suraptos, porque o Ilustre vis-
conne nao aqoi o representante de nrrrpartid-a,
mas-sim o represmtante do nowe Brasil. Patrio-
irsnao pairioBsmo, antes de tnda '.
A ioi aqu saudada por qoisi toda a impreosa-. Al
?iimas folhas oreupram-se em oVcorrer so!?rs o
ae,jntismoqw nos affliire, como se na livre Ibgla-
ierra, nao houvsse tambera republicanos, e como
se o relo de maognrar-se as escanearas na e-
pi.ai do imperio on club oessa natnreza nao fts<
se a prova mais evidente da liherdae e toleran-
cia que existe oo Brasil !
Se nesio paiz republicano e livre se organsasje
om club-de monarchistas, estamos cortos que n
""Sa ser,am aPdrejados e corridos pela
"'"h a rto M aaerem convencer ainda estes
senhore- de que a forma de governo urna ques-
ao secundaria, e qne a lberdade pode existir lan-
o as monarchias constitueionaes como oas rep-
blicas. '
Podem, na verdade, ser comparadas Inglater-
ra e a Blgica as repblicas da America do Sul,
na maior parte das quaes a eonstituicio leltra
raorta, e onde os direilos do cidadio esli sempre
a raercdos caprichos do governo? Entretanto
existe hoje no Brasil nma escola que se esforca
para apresentar estas repblicas como modelos
dignos de imiiacao-f
Passo a Iranscrever aqui nm pedacinho deouro
que acabo de ler era nm peridico, allm de que
os meos compatriotas saibam como no3 julgana e
tratam por aqui.
Ei-lo :
Segundo a Tribuna os Brasileiros andam me-
tidos era Eotre-Rios.
* Vou mandar buscar na Inglaterra nma ma-
china do cacar monos-. Aposto que todos elles ca-
hirao nella. ?
Estes senhores oocupara-se tanto com os mac-
eos E nos nos oceupamos tanto com elles, qne
aiada ningnom no Bra-il lembrou-se, era represa-
lia, de por-Ibes-tambem ura appellido ridiculo.
9 de dezembro.
que uns e. outros dteixamos algnas Mdaoos de nos
n* reWras Bindefras para rolrer allnat a.
ponto de partida da razie e da verdade eleroa
A acirna' social1 h- n^-to nomo se deseo-
velye. e snt 'av.lxa o earneUr in' covo, a
qno impolft f^e^aaem^qug^eutimeou,, e qoe in-
lernn* m*mm*t orgovernam, ntostradone
sympnihia e a nn^rmtnie a faica .asa pw
eiMwo-, o pww qt, a fly MWril o* ani%onV
mos artifieises i* presidero i desiroicio e a
guerra.
A poiijca dcBrasil, mnito mais <^e a argen-
tina qoe Ioi menos aggressiv*, tegnio por muito
tema* o impulso d-PrtugaL-e, dissimulada cma*
veies, Nui ouiras, jincerta-, j aggressiva. dei-
soaj leeordaeoes noratas envn lorra desde 1810 al 1850 Ptaainr a repblica *>
; a me menos motivo de qneixa tem. Depoii de te
irmaiiocom o Brasil ft8!8) ara traudo que
i
base do direilo publico internacional gestes paizes
desde ana divi.'io poltica al livre iiaveBaca':
avega^a'-
Volto anda discussao suscitada pela questio
Qaerencic, por que acho conveniente que no Bra-
sil se conheca tudo quanlo por aqui se diz a nosso
favor ou contra pos. E' b >ra qoe saibam por l
que, se exislem no Rio da Prata representantes de
urna poltica anachronica, de prevencoes e de odios
ao Brasil, ha tambera homens sensatos que nos
julgam desapaixonadamonia\ o que desojara com
sinceridade a allianca-dos dous povos irmos.
A discussao a que me retiro pode-se dizer que
j concluio inteiramente, por que s a Repblica
se oceupou anda hontem do assumpto. Desta vez,
porm, vollou esse diario seus golpes exclusiva-
mente con ra o Sr. visconde do Rio-Branco. Ve-
jam os leitores do jornal pelos seguintes extractos
como conhece o Brasil o redactor da Repblica, o
Sr. Dr. Bilbao ( que, seja aqui dito, nem cidadio
argentino ):
Procurarais demonstrar, diz olle, que o Bra-
sil iratou de impedir a pacificaci) de Entre-Rins.
Agua.
n*
dizer o fira que se propoe o im-
t'Uiiov^- a niir..h;-i
peno com n roniraii^- *, aiarcnr
No Brasil ha dnas Jast:
, anarchia.
ivras
i Concidadios Nada de illusoes, nada de que-
rer excluir os estraogeiros ; chainemo los com a
sinceridade do homem de nenr t para qne nio seja
leltra mona nossa eonstituicio que, proclamada
bontem, hoje juramos. Dessa aniio aloancarerana
do potos frua nos rodeiam a civtlisaoio e o pro.
seus partidos respectivos. Ura sustenta o niiuiiw.
lismo, e a peasonifleacio da p litica tradicional.
O outro defende o rgimen republicano, e a p'r-
sonificscao da poltica opposta tradicional Por
isso qnando fallamos do Brasil referimo-nos ao
partido imperialistatradicional, enio aos que
reprsenla ra o pirlido republicano.
O Sr. Paranhos o chefe do partido tradicional,
designado no B asi! com o nome de partido con-
servador. A imprensa opposiciomsta do Rio de
Janeiro o designa como tal (servicos da Reforma
ao Brasil ). e mesmo no congresso foi por isso ata-
cado.
i E a poltica tradicional do imperio lio
monstruosa, lio machiavelica, rae por snas mes-
mas monstruosidades chega a fazer-se ineiivel I
Se existe essa poltica, e della a representante o
Sr. Paraohds, pessoa que abandona a presidencia
do coaslho de ministros para ira-dadar-se ao Pra-
ta, revelando assrm a importancia de seos traba-
lhos secreto', porque duvidar que sen" esforcos
teodetn a impedir a paz com Eotre-Rios ?
Emfim segundo o Ilustre- redactor, a poltica-
tradicional do Brasil ^qnem tem cansado todas as
guerras elvis do Rio da Prata, foi quem realisou a
i escandalosa mierveneao de 186i > no Estado-
Oriental, e quam arrastou a Repblica Argentina
gnerra cora o Paraguay. Como se escreve a
historia I...
Todo esse aranzel desapperece entretanto ditnte
de um brlhantissirao arligo que a JVncion pab'.r-
cou, sahido, segundo se diz, da peona do honrado
general Mitre. Sinto nio pxler tran-creve-lo in
tegralraente, mas desejo que seus leitores eenne-
eam, ao menos, alguns dos trechos mais ootaveis
desse longo e interessante escripto.
Depois de recapitular a&procipaes acusaces fei-
ta potiUca tradicional do Brasil, diz a /tocto:
t .... Por sua mesma exagerar,*) tue isso se
desvirta, mas nao impede que a alma se entris-
tec, quando contempla que a mente humana po-
Le descer lio baixo, trocando-se a palxo em ma-
niav o culto em neseia supersiicao, o patriotismo
robnsio em rteclamacio vasia, o senso poltico em
rastrado cago, e qne a centelha divina, que- Deu
paz om toda a cabeca e em lodo o toraco. procu-
ra nicamente Iluminar esse cahos moral e poli-
tic, prodneto de imaginacoe* enfermas, que nao
tm conciencia nem do mal qu* dizem, nem do
mal qm podem faiir,
t Podem ser perdoados, mas devem ser manda-
dos a escola da sciencia e da experiencia, para
iue estudem n u pouco e aprendam a conhecer
melhor os povo e os homens, e tacara mais jasti-
ca i sen proprio paiz. A experiencia recolhida
lila historia nos ensina qoe a Repblica Argenti-
na e e Brasil, colonissdo por duas nac&es limi-
Jrophes e rivaes na Europa, toram por espaco de
tecul"? os iasirumentos dos interesses longinquos
de seus longinquos reis, qne sacrifica vara nossos
interesaos, segundo convinha seus interesses dy-
naslieos, ou i seus aocordos immediatos na Hes-
panha e em Portugal.j^
Eosina-nos que, apezar de nossa independen
cia, seguimos por mnito lempo o impulso primiti-
vo, ervindo a ama poltica tradicional que nio
tinha razio de ser, o que alimeniou um odio est-
pido ch.ama.4o de rica, prodozindo guerras erq
de seos rio, so Sua vezes se acharara em im
dalo contacto, e, despin nos de todo sentimenti
pequen, decentes declarar bem oto como Argenti-
nos que a conduela di Brasil em anteas as occa
sies e eredbra do espeito e da cmtidtracao que
*c pretenden negar os que c julnam nao petos fde-
tvs; mar pela intemes que Ibes attribuem.
t Referioio-nos nossa allianca cora o Brasil
em 1851 e- en 1865 Na prmeira elle veio com-
nosco para derrabar orna tyraanta barbara, e, de-
pois de conseguir isso pelo esforco coramuai, reti-
rOu-e (segundo as palavras do Manifest de se-
tembro, sera recebar nem pedir nada,, deixand
seus morios no-campo de Cajeros,- e levaodo nos-
sas benjaes fratrnaes. Na segunda fimos unidos
derribar outra- barbara ivrannia, qae ameacava
mais immedialamento a repblica qne ae Brasil, e
seu proceder durante a luta e depois do tftompbo
em nada nos autorisa a dirigir Ihe a menor aecu-
sacao.
. Sobre estas base fundase a-amizadt com-
mum e a reciproca estima, que pele e deve ser
feennda para urna e ontra naci. O contrario
alentar propsitos criminosos como- os da rebel-
tao de Eatre-llkis, fazernto entrever a possibili-
dide do^ chegar nm vbiebo voderoeo a anotar u
sagregaco de um* de nossas provincias, ou. pe.
menos alimentar a guerra aellas, cerno o io:r
um diario quando faila dos canhops-enviados de
Ifamaita Lpez Jordn.
Nio do Brasil que devenios temer qoe ve-
hha a tompestade, qne felizmente conjuramos j,
vi ncendoo poder mitar da tyranuia do Para-
guay, que sonhava- com a annexacao de Eotre-
Rios e Corrientes, plano a que serviam osmesmo?
traidores argentinos qne, eorao Lpez Jordn^, pro-
enravam all os aUiadot- naturaes, de ene taotas
vezes nos falln o mesmo diario, durante a guerra
passada e mesmo depois do triumpho.
a Nossos extravio-, nossas preocupaos e a
enervaco do sentimento e do carcter nacional,
eis as nicas consas que podem renovar o perigo
j conjurado, dande nao s- motivo, mais al mes-
mo fazendo concorrer desordem influencias o
aecoes que boje felizmente esli do noss* lado,
e querem estar por dever.
Depois de faHar no liberalismo de nosss ins-
tiluicoes e na prosima emaacipacao dos escravos,
lembrando que a grande- repnblica americana
lambem os teve at pouco lempo, conclue a-Aia-
eion com as seguintes palavras :
Se ba espirito enfermos e escaldados qne for-
jan) fantasmas, e comprometiera assira o decore
e at o crdito do bom senso argentino. o
sentimento da naenmahdade argentina lem bas-
tante forra e expolio para inanter-se em sen
perfeito equilibrio, irradiando a luz e recebando
a sympathia.
< Esse delirios de genios- malficos, de amo-
nios coreados e planes tenebrosos de melodrama
disiparse hio com a prmeira luz d'aiva, e Iteus
ser cora os hmeos de boa vonlade, de sa raen
te em ctrpo sao, ede coracao vazio de odios bru-
tees e de prevencoes irracionae t
Arligos destes fazem- honra a quem os escreve.
Diante de lio elogenles pnlavra-, que valor li-
cam tendo as injuriosa e ridiculas apreciares
de dous ou tres diarios ledigidos por muchueho?
inespertos cu por- interpretes obcecados de urna
poltica odienta e tacanlva '
Nae : a voz da rasio e da verdade faz-se sentare
ouvir, e os que anda 11-*je appellam para os pre-
"""-'":,n edios dos lempos colonia s, irrogan
grave injuria ao i.oin toando povo cuja causa
suppoem- servir.
Pela leilura desta correspoBdoncia, em qoe mo-
to tenbo fallado de j sdica qjaesiao Querrtelo,
terio visto os seus le ores qur a Repblica, sus-
tentando a neceseid.ade de om accordo eutre o
governo nacional e Lope Jordn, aecusa o* mi
nistros do Brasil de tecem inapus.-ihilitado esse
accordo uio levando ao conheciinento de gover-
no as bases propostas peto referido caudilo.
.TSrao visto tambora que a Tribuna partidaria
da guerra a todo o transe,, ct-nsura igualmenu!
o nossos ministros por terem consentido jue o
enviado Querencio viesse al Buenos Ayres em
nm navio liras leiro.
J exiiliiiuei ludo sso e mostre a senvaza
de semelhanies censuras-; mas agora mesmo aca-
bo de* ler jira documento nsaispeito, que destroe.
todos es.-es castalios.
E' urna carta do presidente Sarmiento, que os
diario- pub icam boje, escripia no da 2 de no-
vembro ao general C-ily, e interceptadas- por Lo-
pes Jordn, que a fea publicar era Eutie-Rjos.
Nella diz u Sr. Sarmiento o segninte .Acaba-
mos de sabor que o coronel Q lereaoio, qne <
ministro de Jordn, chegou a Monievido em om
navio de guerra brasileiro, conductor de urna no-
ta para o ministro daquella naci. Snpomos qne
sao propcslas de algum genero. De nada sabemos
anda.
Estas palavras mostram que o ^presidente da
repblica fazia e faz-nos jasiica, nio partilbando
as desooofianuas infundadas qae maoife>Ura de-
pois urna parte da tmpreasa. Mnstra asis qan o
governo argentino receben bera a viuda do coin-
missajio de Lpez Jorda,sipp que elle trazie. a noticia da submissio do candi-
Ino tebelde. rs-o mesmo deu a eoteader o jornal
escripto pelo Mib-secretario de estado e ministro
do interior, publicando (logo que- reservadamante
tova-noticia da prxima chegada.de Querencio) as
seguintes palavras : Tal vez rauim breve tenh;i-
me de communiear noticias importantes sobre
Bjttro-Rios.... .
A outni aconsacao, como dtssa, a de terem os
agentes do Brasil impedido a paeieacao. Sobra
sao lea se o qoe|em potl-satptum escreaeno pre
sidente :
Querencio soleitou dos agentes do-Br*-il me-
se inicia .sen as negocianoes do paz, qae je reco-
nhecesse a antoridade de Jordn. Foi rechaza-
do m lunine, dando se ordem aos navios brastlai-
ras para que nao recesoaaem a sen bordo agen-
tes das autoridades rebeldes,
V-se, qoe em tudo procedern os dignos re-
presentantas do Brasil de accordo cora o gover-
no argentino. Quinto i orden dada aos navios
brasileiros para qxe nao recebessem a seu bordo
agentes d n renolitos, sabemos de pessoa que se
diz bem Informada qne o governo argentino nada
solicitan a hm retpnto, qae o Sr. visconde da
Bio-Braoeo fu qwtn da motu-proprio expeda
circnlaras s Autoridades militares do Brasil no
Rio da Prata e faragaay, para que nio ae repro
duxiiso essa feto.
O nosso il'Bire ranteseilaafts n|s podif d
*-
'*
V:

I



X
' l
: i:.,Ui',sca
M y, ir tmtiT
10 dt Pernaafcuco Sabbalo 31 de Dezembro de IB7%

:,



>.
aruva mato avilanto-4a boa f eom
nos em toda essa qoesiao
Oj negociodo Euado-Oriental cojHUkm
a lingu.arem. da iraprensa goveroista fax iupp6r
que nas*Hp regidas e nomina algara talar .
veneno. oQLli
As amgM( do partido aqu dominante j,,
tolas r',l' bus crdfraj* ejue sea tritrmpho 4ara gkBtio de
Causa a Lopex Jordn. Quanto a mir^ eoiendo que
nevemo*. orna at aqov*uarda.| Vjmu coaantota
eulrahdade. Qae ec en^o/ea estln. senforos
antre si, se o qunejftst.
Cousas estupen* te pastara estas Raines I
lira drts.es das arnjjab.ec. ram o- o/ihcoj cera ama
nsqiadrilha da n-TSvapetVa, que poeemm, nao
sea bem como, em ama Beato de luir. danto lia
das loinarara elles eom quatrsi Romeos a fortaleza
4o Cerro, defendida por 9Holorndos.
Esperase una ournlmle aval ao porto d? ton-
tevi t entre as esoria as colrate e blanca. E'
no espectculo mais para o poVo de89a capital :
e vira a guerra civil I
Decididamente devemos imitar a civilisacao des-
tes jiuvo- : fui ,,elu menos o qae li em uns dis
cursos proferidos, creio aue no tbettro Gyinuasiol
dessa corte ou no Pavilhao.
Lopoi J .rdan sitia h >je .a cidade 4o Paran,
onde o governo tem urna forte guarnicao e trin-
eheiras reamares.
Nao crio que .s revolucinanos ataquem esse
parto, i
A tatiet dd Lpez Jordn nao aceitar com-
bate recalar.
Conteuta--e em correr de um lado para outro
corto govemistas.
rOI COnfer1"
i'hvicas.
a e grao de bacharel em scieneias
. ih.n..tiM w engatKirQ JoleTlio-
9
INTERIOR.
iilo ii: ja \i:itio
M DI DEZEMBRO ME M70.
Do Rio da Ptata recMcnos hontem, pelo vapor
inglez Otbert. tuinas al 10 4o correle.
E o Entre Rios, sombra das dlssencOes dos
genera, s argentino-, ia Lpez Jordn eaohani
vanMumi eaoases de inspirar serios cui Jados ao
governo de Buenos Arres. Un i mmenle oceupa-
ra elle a eidade da Paz, stiava a do Paran, e di-
zia que dispunba al de (oreas sufflcieate* para
preparar urna expfcdieao provincia de Corrientes
no intuito de generahsar a guerra.
A> mhh cartas 4a capital argentina expeVm
miudameute a situacao dos negocios na repblica
Argentina.
De M ratevideo confirma a noticia de se have
rem os blancos apodera 4o de tres vapores. Erara
estes pur n, mercantes e dons perteoeiam a eom
pauhia Salteaba, f .ruada na mxima parte cum
capitaes brasileiros.
O primeiro, o Amia, parece q>ie o obtiveram
por fretamenlo ou traicau da tnpoiacao. Urna vez
de posse delie, armaram-no em guerra e postan
do se no canil aprisionaran) sabida os oatros
dous, o Rio de la Plata e o Rio Uruguay, deixan-
do nsar os paquete* Hoya que levava banleira
argentina, e o Caramba que a levava brasileira.
Nao podendo navegar aqaelles vapores por fal-
ta de c Tvo, levaran) nos para o Serr, onde os
amarrar n juntos de nm estabelecimento da casa
bra-ileira de Coocecao & C. O governo de Monte-
video prearon "ma esi|uadri!ha e occupanlo a ilha
da LealJade, fr outeira ao Serr, ia meltcr t pique
aqnelles rapares, quando intorveio dudosamente
aJegiciibK.silelra.e ponderando queda operaefc
oaopoia resultar senio intil destruicao de pro-
phedade neutra, conseguio qne os blancos en-
tregusem os vapores para serem restituidos a
seus donos.
S> re e-te acontociruento e ontros de interesse,
escrevera nos de Montevideo ultima hora :
Oiociil-nte do aori^immenlo dos vapores
Uto d' lit l'iata. Rio Uruguay e Annita, pelo'
blatiees, te ve urna soluca inesperida e digna.
Kan lnvendo sahido immediatamente do porto,
nem tentado um de-embar jue na noute de 5 ou 6
fiearara tes vapores inteiraraente s>rn ntihdade,
p i? qne o governo, que di-pde de ontros recursos,
i > i m .n.prepou para impedir qne elles sabissem
rto Serr, onde se baviam refugiado. A' vista dis-
-i all te amarraran) ao grande deposito de car-
va i dos Sr. (>)neeic5o A C. e preparara se par a
defosa, Irin-fonnisdo aiuelle estabelecimeato em
un portoinilitar. ,
t E'tes negociantes d rigiram-se legaco im
p r >l, pe lin lo a intervenga) della e do comman-
i!a: t> da i' quadra para que a soa propnedaie
Ih i-i' i "-muida, evitando a dcstruico a que
estavava c md^mnada de-de o momento em que o
governu or ental rompes-e a boslidcdes contra os
ry.u ii* v ti res.
Uum i ITeilu, os nteos agentes trabalbaram ac-
i. rameaCe nesi-> senli lo, e nao s consHguiram* no
lij 8 noute o fin a que se propunham, que era a
v.iW'Cri que os blancos Ibei offereees-em entregar aquel
les rtpores para serem restituidos aos giras pro-
prielartoa. (/mcordando n governo oriental nesia
so'ucio. qne ponpava urna lula seria, na qu:>l cor-
rera ininto mangue orieutal, mandou o comman-
daute la nos-a esta^o naval o sen chefi de esta-
do .oaior tomar conta delle9, e efferlivamente, ao
tmaabeeer de bontern, vieram para as snasamar-
raedes em frente eidade eom urna guarda bra-i
luir. Motado a restituido ser leila por interme-
dio do govrrno oriental, a legaja) imperial pd>
sua ispo-ico os navios, qne iramediaianiente fo-
ram entregan*! companhia Saltenhs.
* Tem sido maitoapplainlidooprocedimeatodos
nossoN agente nesla que-io, que leve um des n
Jare lab satisficlorio. Naciontes e eslrangeiros
fizuiii juslija aos nnsso- esforcs, e a colouia bra-
sileira aqni residente-rego-ija-se pelo rfffito moral
qne ba de produzir o anoio effl^az prestado pro-
pnedodj brasileira em circumstancias laoespinho-
sas.
O sitio eontinns, e agora cora mais aperto, se-
gando notiriam todos os peridicos da inaoj5"
c Na "oofederacao Argentina. p" Jordn os-
tenta-se sempre >" "g"". aproveilando hbil
m^nre a oivisao dos chefes contrarios, e os seas
/os. Nesle momento oceupa elle La Ptz e sitia
o Paran preparando ao mesrno lempo urna expe-
dir i contra Corriente.*.
0>Btra o noss) paquete Cuyab, que descia
-le Hallo Orosto, e que nos trouxe dalas da capital
daqnella provincia at S7de oovembre. fizeram de
la Haz f'go quatiio elle apparecen. S o suspen-
der quando reconhecerain a banleira nacional
N onralrrente o confundirn) eom algum Havioar-
fou'.ino.
(j nsi todos os chefes e offlciaes do exereito
do general Rms te apresentaram ao presidente
Sarmiente rnclamando a destitmfo deste general.
O pve-idenle rtelegou a resolneo ao gneral Gelly
U'ies, t\n* pretenden sn-lentar a disciplina lio
Hrtemcnte abalada. Teve de recnar, po^ n, pe-
rante a aritude dos referidos ehefes, que fizeram
graves accrosafees ao mencionado Bivas. Eis por
que .i guerra se procra-tina e Lpez Jordn, ali-
menta esperaneaa de vencer.
a' sombra de'ta guerra, eslao se fazendo ne-
gocios e;i::itidilosi:siraos
Turna das salas particulares do .H o I^pe-
ralor,. no- theatre de S: Ped/o,- aoba-se etooSto'
um bullo Quadro historie., trabalno.do &t. triel
St-tr-n. U quadro, que ter uns O paqntj de
comprlmebto sobre 16 de alto, representa um epi-
sodio da bata Iba de GaragnaUby. E' o momento
m ne S. A. o Sr. inde ttt, vaRlndecis4e|
victoria, se arreiaesta pira a froitt, e
peto tapuao Ca>tro, <(u- o eeej ira te nao
'saini a toa vida Oecupaiu. e>ttt duas tlgu
pciattiro plano, juaMmate eom a do eap.b) a>
mar guerra Salgado, que, galopan 1 > atrs di
priaeipe, con, o brac/i tjtftlido Mitin qae
est pedmdo que (>re. A algama distaaoa
pa/a o lado diteito v -e e esUdo-mtior, algotU.de
col-s i fficiaas fcilmente re rei-obeceo).
Est.-ii.te-se a seeaa paca fiado a para -<-
querda por oode marchim os batalnSes brazilei-
ros contra os paraguayos, que, ao louge suetot*
lando o fogo, tralatn de pa.-sar arroio, do luito
lado do qual se v a nossa cavallaria correado ao
encontr iot ^i*m IbM rtar a retirada.
O lodo do quadro 4 tem dnvida uotavel; a
concepcao feliz, os diversos planos do terreno
al ao remoto honsonte sao deseubados eom vigor,
ha muito rtUvo um orineipas* ligaras, tanto
homens cono cavallos. Como em qualquer obra
buuiana, pote notar-elhe defeitos. ms o lodo
produz exeellenle impresso, e, se atieuderoio* a
que. o" o primeiro qoadro histrico de um pintor
jue, sordo mudo, devia tacoatrar grandes difll-
cuhiades era irtrter as informaijO's e consethos de'
que careca, e mil coBOeeimealos ui> is que taca-
mente se adquirem naonversaga.>, nao pedere-
mos deixu de recoubscer no Sr. StelTen um la
lento vigoroso e uina voeacV) extraordiaaru
O qoaJce digoo de ser visto e apreciado pe-
los entendidos e amad ore* da bella arle de-pintura*
ito, Carlos Ferreira Fraaca, dem
Os Srs. guarda-mr da alfandega e seus ajudan
les t o nuiles ultimo* das dado buscas bordo
de differenles navios, apprebendeodo algoajas'cai-
xas de fazeodas, i a oda-, camisas e ontros obj toe.
Ante-liouieiu, procedendo- barca franceza Ihux Euialtet, ebegada ha poucoi
dias de Karsalha, forain lainbem apprebeudidas
tres cai.xas e um bab eom sedas, um baba e
doos gigos eom objeclos de sr mar rabo, diversos
voluntes eom per fumaria* e alguns oulros obyec-
tos.
Teve aole-hontem lugar a coliacao do gi o de
doutor em medicina na augb la presenta de Suas
Uagestades Imperiaes, a s doulerandos segrate-:
Uenriquu Hermelo Carneiro L-.-o, natural do
Rio do Janeiro ; Israel Rodrigues Um-.ellos. na-
tural do Rio Grande do Sol; Antonio (ome-
ujuacury, natural de S. Paulo ; Maooel Hibeiro
Marcondes alacha Jo, natural de S. Paulo ; Joao
Bapii9ia de Lacerda Filho, natural do Rio de Ja-
neiro ; Fernando Marrano de Azovedo, natural
do Rio db Janeiro ; Francisco Vil lela de Paula
Mochado, natural de S. Paulo; Manoel Gomes
Belfort Duarte, natural do Maranho ; Jos Amo-
nio P.-reir da Silva, natural 4o Rio de Janeiro ;
Julio Francisco Torres, natural do Rio de Janeiro;
M noel Pmto Ferreira Jnior, natural de Minas
Geraes ; Jio Raptista Laper, natural do Rio de
Janeiro ; Candido Jos de Ca valho Lima, natural
do Rio do Janeiro ; t nlo Goncalves Cruz, natural
do Rio de Janeiro ; Joviano Rodrigue de Mi mes
Jardim, naiurl de Gcyaz; Manoel Pereira Cabral
Juuiur, natural de Portugal; Benio Jos do Souza
Juuwr, natural de S. Paulo ; Guilhtrtne Alberto
das Neves Mihvard, natural de Minas-Graes ;
Tiieutojio Jos de Vasconcelios, natural do Rio di
Janeiro ; Luiz de Souza Arauju, natural do Rio de
Janeiro ; Jos Justino de Mello, natural de Minas-
Geraes; Gu-lavo Xavier da Silva Capanema, na-
tural de Minas-Geraes ; Uennuue Cesidia Samico.
natural do Cear; Lucrado Pereira dos Pasaos,
nalural de Minas Geraes ; Antonio Francisco de
Arauju Macuco, natural to Rio de Janeiro ; Lniz
Antonio Delphim, natural do Ri > de Janeiro ; Jo
Augusto Machado, natural de S. Paulo; M'lura da
Franca Aleocar, nataral do Cear ; Allredo Pira-
[.gibe, natural do Mi de Janeiro ; Leopoldo Alber-
to de Magalbes Coato, nalural de Minas Geraes;
Ignicio Xavier Campos de Me-.] uta. "natural de S.
Paulo ; Uscar A io pii j de Balhdes Ribeiro, natu-
ral do Rio de Janeiro ; Antonio Manoel Al ves do
Rogo. Natural do ttio de Janeiro ; Augusto Traja-
no de H llanda Chacn, natural da P.irshyba do
Norte ; Jo> Pedro Monteiro de Souza, nalural do
Rio Je Janeiro ; neo Mari abo da Gama Coelho,
natural do Rio de Janeiro ; Alfredo Magno de Al-
incida Hugo, natural do Rio de Janeiro ; Pacifko
G iiiottvee da Silva Mascarenhas, natural de Mm.a-
lieraes ; Antonio Jos Teixeira, natural do Rio de
Jaueiro ; Francisco Claudio de S Ferreira, na'u
ra do Rio de Janeiro ; Jos Ferreira de Seixas,
natural do Rio de Janeiro ; Antonio Pinheiro Gue
Jes, nalural de Matto-G osso ; J .iSo Luiz dos San-
tos Titara, nalurl do Rio Grande do Sul ; J o
Theodoro Alves da Rocha, natural do Rio de Ja-
ueiro.
Tambem prestaran) juramento os si-guintcs
alomos que terminaran) o curso de pharmacia :
Ignacio Pereira de Oliveirn, nalural do Rio de
Janeiro ; Jos Corre/a Valhm Jnior, natural do
Rio de Janeiro ; Jos Lopes da Costa e Souza J-
nior, natural do Rio de Janpiro; Achules Fortu-
nato Antonio Sumleq, natural de Franga ; Diniz
Augnsii de Sraza Gongalves. natural de Portugal;
Mon jcl Perrrira da Silva Polycarpo, natural do Rio
do Janeiro ; Alfredo Ribeiro Pedroso, natural do
Rio de Janeiro; .1 aquim Ferreira de Moura, na-
tural do Rio ric Janeiro ; Joa juim Rodrigues dos
Colias, natural de Sergipe.
O director da faeulda4e o Sr. conselheiro Dr.
Jobira proferio um discurso anlogo ao acto, sendo
correspondido cora outros por prte dos r.ovos
doulores, pronunciados pelo Dr. Jo5- f-T**[ *e
Lacerda Filho o nk5-*W Jos Lopes da
Cosa e S i.- *w-
i estillado dos exames de hontem foi o se-
grala : Antonio Teixeira Peixoto Guimaries, Ma-
nocl Jos uo Aimr.il. Jonquim de Freitas Noronha
e Pedro Sores de Amoriro, approvados plena-
mele. Hereulano Jos de Castr* e Jeronymo
P:;it. de G ravi, a|iprovados siuipiesmente.
. nter nato. 7* anno, premio, Antonio Tlbur-
ci Figueira, natural do Rio de Janeiro.
5o dito, 1 dito, Geraldo Correa Barbes Lima,
idena-df Peraambuco.
i **& 'hrr10' Francisci Teixeira MranJa d!
Azeveao, Ifleai do Rio de Janeiro.
!*'*.,
riaamnti
dem, J dito, Artbor Ces?r de Andrade Duqne^
E-trada, idettt dem. ^^- >_.
I lem, 3" ilto, naymdfBo Tepira Mendes, idem
do Miraobao.
i' 4ito, I* M, Amertt FiaUMt i#m do Rio de
Janeiro.
Met, to, Theofatt Peckot, i lera He.
IJetj.^Hfie, Gostavo Emilio aauerbrun, idem
Wem. JL*
Iiem. menea hsartjta, Sttaael Castrieto de
Suiiza Coatiiilio, ilem idem.
I lito, i* ou), Antonio Jos 4 Oiiveira Cam-
pe; idtjw idem. -^^^ -^ma*- ^^p
dem, f dito, Carlos Pereira de Vasconcelios,
jdenv4jlem tj ^t .. -
lkm 3* IUj, aatrau Fiall, idem dem.
Idem, mengo honrosa, Jos dementa Dias de
Mittos, tdem do Para.
S. Exc. o Sr. ministro do imperio conferio o
grao ao< seguales Srs. bacharelandos ew letras :
Extrnalo. Antonio jfjjizarjo Cupartiuo jle
Amara!, natural do Rio de Janeiro Domingos
Sergio de Saow e SiU'a, nalural do Cear (por
proeurucSo) ; francisco Cesar de Andcade, natu-
ral dp Rio de Janeiro; Ment^iue Luiz da Silva,
natural do Rio de Janeiro, HWcfllano Augusto de
1 Padua e Castro, natural do Rio de Janeiro ; Joa-
'^quira Soares Pereira de P.eitas, natural do Rio de
JMieiro.
Intrnalo. -Antonio Tiburcio IFigueira, natural
do Rio de Janeiro*; Cduardo Rodrigue >A. nalural
de S. Paulo Ernesto da Rocha Miranda, oatur I
do-Rio de Janeiro ; Lzaro Goncalves Grarda do
Cont, natural d atmttit Groseo ; Joaquim Fran-
cisco Bifroso Nunes, natural 4o Rk> de Janeiro ;
Po Antonio de Souza, nataral 4o Uto de Ja-
neiro. ^ :'
Entre a distnouicao dos premios e a eolhcao
do grao cantaram os alumnos do externo um Epi-
nicio Religioso, letra do Dr. De Simoni, msica de
prufesror Malhias Jos Teixeira.
O Sr. Dr. Benjamiu -Franklra l'amiz Gilvo,
professor interino derhetoriea, proferio o disenr
so do estylo, eom que termiooo a solemnidade.
--
Do Rio da Prata recebemos pelo paquete inglez
Palngonia, tambem da liha do Pacifico, folhas
at ti do corre ite
Em nana havia mudad o a situacio das consas,
nem em Eotre-Rlos, nem em tomo de Montevideo,
onde as operae5"s beUieas se limilavam troca de
alguns tiros entre as avancadas de nm e de outro
lado.
Por decretos de 14 do correte mez :
Poram comeados para a gnarda nacional da
corto e provincias :
Corle.O Dr. Jos Pereira Reg Filho, lente
eirurgiao do 2 batalhSo de infantaris.
Cear.O lente-coronel Francisco de Paula
Fernandes Vieira, coronel commandante-supe-
rior do municipio do Saboeiro, e o bacharel Jos
Gomes Fernandes Vieira Leal, tenente-coronel
chefe do estadn-mainr do mesmo commando.
Piauhy.O capilo Custodio do Reg Monleiro,
major ajudanle de ordens do commando superior
los municipios de Campo-Maior e Uoiao.
O capitao Joao Ferreira de Mello Falcio, coro-
nel eommandante superior do muoicipioi do Prin-
cipe Imperial.
Foi nomeado o hoehirel Jos Cesario dos San-
tos para o lugar de juiz municipal e de orbaos do
termo de Rananal, na provincia de S. Paulo.
Por despacho de 16 do correute foram demit-
tldo3 :
Joaqnim R 'drignes Jardim do lugar e ama-
nuense 4a secretaria da thesonraria de floyai e
Rento de Pigueiredo T.-oreiro Ar.mha do de ama-
nuensu da do Amazonas, sendo este a pedido.
Por ttulos de 17 do dito mez foram oomea-
dos :
Francisco Frederieo de Almeida Albuquerqne,
para o lugar de praticante da thesourana da Pa-
rahyba e Antonio Rodrigues da Costa Chaves para
idntico lugar na de 5. Prado.
Por aviso de 12 do correle nwz foi nomeado o
b ira o do S. Francisco Fho, membro da ccramis-
sio incumbida de examinar a* reclamacSes dos
pr.ipri-ianos dos terrenos aproveitados para aug-
mMiat o ahi-l-cimenU d'ajiua 4st capital, em
-u-j-iiiuiea- do tiara > do Amparo, qne pedio de.--
pnsa do referido 1 ;gar.
Por deBtdM de II d > correle l eoneedida a
Candi lo nrval Pereira Garca a dunissio qne pe-
dio do lugar de praiieaole da recebedoria do Rio
d"" Janeiro.
Pef titulo de 14 do dito mez foi nomealo Ate-
\aiidre Jo le Sujneira para o logar de admi-
iii-tr'dor da agencia do imposto do gado, e.o Bem-
lico.
Pe conferido hontem ao eagrnbeire Joao Pan
I > F rrora Dias Jnior o grao de bacharel em sci-
draalM mathematicas e physreas .por esta es-
c>ia.
O Sr. tetvnie-coronel Joao Pinheiro Gueies e
soa espoa, em signtl de re. ij.i pulo dontora-
i.ienlo m m dirina de sen Ribo Antonio Riaheirn
Guedos, p-t i regresso ao seto da fimiii i Jo ou-
tro >eu filho 1* lente aa arntad.i Honriqae Pi-
nheiro Goedes, coneedei hontem hberdade na pi
nap-ii; i ao filho de urna ana esertva de noma
J naaaa,
P*r decreto 4e 4 do eern-ate-foi torneado o juiz
de direiu, Praneiaco Lente de Costa Baitm para o
eargo de eliftfn de pelleja da pruvrocw da Baha
Foi perd^u ,ao s) Antonio- Goelh Perreir
hibim a pena de seis meaos de.pnsao e multa
.rrespraiJeiiie a daas termt parts do tmmn,
-4mpo ta pelo jury do termo da vi la Jai Re-Claro,
na proviacia 4o
ameacoj.
Reuni-se hoolem o collegio commercial para
proceder eleico de tres depuiados a este tribu-
nal e tres snppleni.es.
Para a el-,cao dos deputados recelieram se 31'.
clulas (maiona absoluta 156 votos), cuj resul-
tado f o o seguiule :
Commeodador Joaquim Antonio Furnaodes
Pidhairo..........188
Nicolao ilenrique Soares......158
l'ommeodador J^s Joao da CunhaTelles li'
Joaijuim Jus Gonc-ilves Ferreira ... 1)5
Joo Pires da .Silva.......114
Jos do Barros Franco ...... 83
E outros ni. nu.- volados.
Teodo reunido man ria absoluta s os dous
pnmeiros seuhores, proceden.-se a segundo escru-
tinio, sendo enloeleito o Sr. coinmendad r Cunba
Telles por 109 votos.
Para suppieales recolheram-se 151 cdulas ;
uenli.,in dos volado- obieve maiuria absoluta, e
por isto deve-se runir h> y s 9 horas da ramb
o collegio commercial para volar em i* escru
linio sobre es seis si-gnintee seuhores mais vola-
dos : Jos Auli nio Montetto Jnior, Fraueisc
Jis Pedro Lesaa, Antonio Peixora de Abreu
Lima, Antouio Jos Ptoxoto, Jos Francisco da-
Goeia e Francisco Jo* Barbosa Velho.
t8
S. M. o imperador, aeompanhado da seus sema-
nal i oj visilou hoiitem o quartel d eorpo militar
de p.dicia, onde demonra se das 3 s 4 horas da
larde.
4a Jaaeiro,' peT crime dt
No segundo escrutinio para suppleates de depu
lados quo tuve lugar noniem, f>ram eleitoso Srs.
Franeisco Jos Pedro Lessa, Jos Anlooto M>ntei-
ro Jnior e Francisco Jos Barbosa Velho.
19
Eflectueo-se no dia 16 do frrenle, oo extrna-
lo, nm augusta presenta de SS. MM- Imperial, a
solemnidade da disinbuicao dos prejnus e colla-
cao do gr > de bacharel em letras pelo cWieaio de
Pedro IL
Foram premiados os segrate- alumnos j
Extrnalo.7 aano, 1* premio, Dwisgos Ser-
gio d Sbuya e S-lva, nataral do Cear.
dem, I' dito, H-trciitano Augutto de Padua a
Crstrn.jJem do Rio de Janeiro.
6. anuo, 1* dito, Ezuquiel Correa dos Santos,
idem idem.
8 dito, s> dilo, AoJonio Yerissimo de .Mallos,
dem idem.
3* dito, 1 dito, Jos Antonio Pereira de Mga,-
Ihfies Castro, ideo) idem.
1 dito, 1 dito, Francisco Manoel das GLagae
D ria, idem idem.
dem. 2 dito, Carlos Tlwmax G*rcia de Almei
da. ideta idem.
IJmb, 3a dito, Simio Gusta* Tamro, idem idem.
dem, msaeao boarasa, Pedro Anteoio Ferreira,
idem de Pernamboeo.
Na tarde de anle-hontem estes vndalos, enjs-
eorrerias envergonham a nossa capital, deixaram
sangninol-ntos ves ti tos de sua pasagem em di
versas niKS da cilade.
A's 9 l/ horas da nonle algumas pravas do
eorpo policial encontraran), moribundo, sobra a
suleira da casa da roa dos Barbnos n. 42, o ex
praca do 5" batalho de voluntarios da pairia B^-
I sirio Nunes Lo.a, eom um fermento as costel-
las ; sendo con luzdo por aquellas pravas para o
quarlel de Barbnos, ao chegar all expirou.
Con-ta que este h imicidio foi comraettido po-
um baudo de capoeiras que l aliam acompanh do
duas sociedades de musida
A' 10 horas da noute o rondante da 4' eslac)
encontrn no largo da Carioca o preto Antonio,
escravo de D. Lucia Maria d Lemos, moradora
ra da G i arda Velha n. 30, cora um pequeo fe-
rimenlo no braco drreito, fet), segundo disse o
rendo, por uina malta de capoeiras.
A's 9hnr.is foi tambem encontrado no largo de
S. Francisco de Paula, u~n preto, apreseotando nm
feriraento na coxa esquerda-
F i conduzido I* e-iaco, onde declarou ser
ivre, chamar so Joo da .viva Trindade, e ter si
lio feridono largo da Mi do Bispo na occasac em
que pseava una b-nda de msica. Poi recolhido
a Sraia Ctsa de Misericordia.
A's 9 1/i horas da noute entrn em casa de
Joaauim Antonio a ***.. ra d* Assembla
db, -j u escravo Maaoel eom um grande feri-
ment do lado esquerdo, feiio na uccasiio em que
passava |lo largo da Carioca um bando de c.
poeiras.
A polica prenden a Garlos Coelho da Cosa,
praca do eorpo naval, o imperial marinbeiro Joa
quim Amonio de Oiiveira e Olyrnpio Francisco
Jas Chagas, por suspeilos de serem autores de al-
guns destes ferimenios.
- 21
Por cartas imperiaes de 411 docorrenle foram
nomeado; :
Gra-crnzes da ordem da Rosa, o bario de Ane.
i han, ministro dos negocios eslrangeiros, e Eduar-
do Anspach, rainjslro residente nesla corte, e offl-
ciaes George Rousens, secreUrio da legaco, Give
o Michaox, o primeiro inraector e o segundo di-
rector no ministerio das obras publi:as, e o ba
rio Vctor de Aoethan. capilo do regiment dos
8Uias, do reino da Blgica.
Foram naturalsados :
O-, subditos porluguezes Jos dos Sanios Oiivei-
ra, guarlio extranumerario da armada nacional,
Jo Joaquim Goncalves, machinisla de z* c da mesuia armada, e Jos Lino de Couto Jnior,
residente na provincia da Parabyba.
Por de:retos da mesma dala :
Forara concedidss :
Aos ba:baiei< J >> Cesario dos Sanio e Jo-
Pamplona de Mdnezes as exoneratoee qne ped
ram, o primeiro do cargo de s#crelario do gover-
no da provincia de. Sania Calharioa, e o segando
da do Paran.
Eirara Humeados :
ivaiberus da oidem de S. Benlo de Avjz o
major do eorpo de eugenbeiros Jerouymo Rodn
oes de Moraes Jardim e os capitaes de rabotara
Joao GmcaJves Baptisla de Moura, Joao Paulo
dauiue .Naumgu. r, H. , zet, Joaquim Mauod de Oliseira, Francisco de
Paula Pereira e Joo .Suues Sarment.
Cavalh iro da ordam da 11 isa o professor jubi-
lado de losirucco primaria da varte Joaquim Sa-
bito Pmto Itiber., de eeoformidade eom o aru 1
do decreto a. 1,853 de 7 de dezembro de 1861.
Bill#otriecari da biMiniheca publiea, o Dr. Ben-
jamim Fianklin llainiz GaUo.
Foi eoaeedida aos menores Serallaa, Juba, Cla-
ra e Joaquim, tlih >s legitimados doalfres do eor-
po policial da proviocia do Rio de Janeiro Jo-
Marw de Matio-, mirlo em combale, a penso
mensa! de 364000 rep rtdameute. sendo, quanto
ao ultimo, sement at a sua atraridade, Jepen-
deodo asta msred de apprwvacjko da assembta
geral.
Por decreto n. 4.634 de 3 do correte loi conce-
dido ora crdito extraordinario de 233:8064159.
importancia de 21,150.10,3, ao cambio de 20 di-
uheiros esterlinos por IA pa?a comobademni>a
ca i aos donos da galera Canad e rto ttu carro
gatMnio. I i
Por decretos n. 4,635 e 4,437, ambos de 5 do
correte, fararx declaradas de primeira entrancia
as comarcas das (Jarra na provincia do Piauhy,
e da Cachotira, na provincia do Para.
Por decretos ns. 4 636 e-4 6, da raetma data,
foram fixado- ordenados annuaat dos prarooiortt
pubico das duas comarcas cima roenei tm 6iH)| etda um. %
Por portara de 21 d* correte foi preraovido 4a
2* para a I classe o engenherro Dr. Jos Arthor
de Murinelly, actualmente em eommisso do go-
verno na provincia do Paran, para abrir o canal
d i Varadmtro, que deve ligar aquella provincia
eom a de S. Paulo, percebndo os venciroentos
que se refere a tabella anuext do dec. n. 2922 de
10 de malo da 1841, sendo o transporto peto m-
ximo, na conformidade da mesma tabella.
Por titulo de 20 do crrante foj nomeado Jos
de Mel'o Correa Bastos para o lugar d escrivao
da mesa de rendas geraes do Pilar, provincia das
Alagus, ora snbstitnicao de AnMuio Tavares Bas-
tos, que foi exonerado a seu pedido,
Por aviso de 20 do corrate lourou-se ao Sr.
commendador francisco Joaquim Bithencourt da
Silva, pelo satifaciorio impulso que lem dado ao
lyco do artes eofflcios importante estabelecimen-
10 deque unto provello ha colbido' a inssiroccao
popular pela soliitude 4o mesmo Sr. Bithencourl
e eiforcos dos seu companheiros de magisterio
23
Pelo paquete inglez Oneida, entrado hontem, te
mos noticias de Montevideo al 17 pe a raanna. O
mais importante era a apresenlaQo de urna pro-
posta de paz, eita pele general Appirieio ao pr-
ndente Baiile, por intermedio do encarregado di
negocios db iBglaierra, Mac-Donald, qne paia osle
fim viera exprwsamenle de Bmmos-Ayres. O pre-
sidente nao quz torrnr c ahecimenlo (testa propos-
u seno na preseuca do ministerio, clvfts milita-
res e civis, e de mais alguns cidados eminen-
tes. Para isso bou ve urna reun ao no da 15, e
conoardou se em responder ao representante in-
gles que o geverno desejiva mnito o restabeleci-
mesMo da paz, mas nao entrarla em ajuste algum
directo sera previa suhmsso dos rebeldes, cora-
promeltendo-se pela sua parte a conceder aranys-
ua ampia e co upleta a todos. Entendeu o presi-
denta que assim era neeessarlo tara o principio de
auloridade^ 0 meio propost pelo chefe ostetsivo
da revolucao para se chegar a nra acord era a
de-iguacao de urna commissa > por cada um dos
lados polticos.
Censara vara alguns o presidente por nao ter
convocado de preferencia a commissio permanente
da cmara dos representantes, e o Siglo tambem se
queixava de nao baverem sido convidados os seus
redactores para toraarera parte na deeisio de paz
on gnerra.
O general Goyo Sinrez, frente do exereito le-
gal, que se diz ter 3.000 homens, parece que afinal
iranspz eom o sua gente o Rio-Negro, sem ser
embarazado, para vir em soccorro da capital.
Fra cawdo o f^quatnr ao con.-ni do Per,
que se achava no cimpo dos revoltosos auxilian-
do-os.
A revolucao entre-riana conlinnava no mesmo
p. Era alimentada mais, ao que parece, p^las
lotrigas polticas que se fomeouvam em Buenos
Ayies, eom o fin de hosiilsar o presidente, do que
pe s proprios recursos dos revolucionario. 0
general Rivas fora substituido pelo general Cano-
sa, e o general Gelly y Obes tambem exiga sna
d-uiis-n, e smpunha-se que seria substituido por
Arredondo. Emquanto o governo lutava eom todas
estas difflculdades, Lpez Jordn sitiava o Paran,
e ameacava apod-rar-se daqnella importante posi-
qo, talando ao mesmo lempo cora outras forjas o
resto da provincia de Entre-Ros.
Em Buenos Ayres, toraavam se medidas preven-
tivas contra os navios procedentes dos pprlos do
Paraguay e do Brasil, dizendo-se reinar nelles a
febre.
Jos da Silva Reates, visto ter sido approvado as
materias de qae trata e decreto n. 884 de 10 de
dezembro de 1851.
/.
Eolrou hontem, proceleDte dos portos do sul, o
P-queta nacional Guupor, adan ando as datas de
Porto-Alegre al 15; Rio-Grande 17, e Santa-Ca-
harina 19 do correte.
No dia 12 cngara a Porto-Alegre o Revm. bispo
diocesano, de volta de sua viagem a Roma. A au-
loridade ccelesilica, que regia o bispado, resol-
ver nao fazer demonstracio atgnma de prazT,
por se considerar a igreja de luto em pre enea do
acontecimentos qne se teem dado em Roma. O
presi ente da provincia, porm, ordenara qne urna
guarda de honra, composta do 4 batalho de in-
famara e uina batera de artilh..na do regimen-
t, Gzssem estylo. Acompanbado pela oflcialidade do* corpas
de liona, por alguns merabros do clero-e por mu
tos cidados distinelos, o presidente fui ao encontr
do preiido.
O chefe de polica da provincia achava-se, por
ordem da presidencia, na cidade do Rio-Grande,
onde proceda a syndicanca sobre o roubo cora
meltido pelo thesoureiro da alfandega da mesma
cidade.
Fra suspenso, e la responder a processo, o che-
fe da 2* pecio da mesma alfandega, por -er um
dos clavicularlos do cofre. A opmio geral, po
rm, era ftvoravel a este fun rcionario, a quem nao
seattribua a menor participaco nocrme do the
soureiro d i alfandega.
S >bre este faci l-se o seguinte no Echo do
Sul:
O Dr. inspector da alfandega, eom o fim de
A soeiedade berttoao da fregnezia de Santo
Antonio, para fe-tejar o da 2 dedesembr), lber
ura o pardo Joaquim, de 18 annos de jdade, es
er vu de Jo- Francisco Ellioo de Almeida 4 Ir-
inio, pela quaatia de X.2004000, doados pelo Sr.
Alexaodre Jo* Cardoso. Contando apendsele
oizes de existencia, a nona carta de liberdtde
concedida por e>t socedade-
- 12 -
Boa laagttiade -vjsMwu a ota da oorreeca e
as dependenaias. AprasenUutto se all pelas 8
l|i horas da manha. exarara a tinueinsamenU
a sc.ripiuraoto, as obras e o gneros al menucio*,
e ouvto as protet uo por as* atine i |2L passao-
do eolio, a vitdar acata tlt datoaaio, donde se
rebrou as 5 i|2 horas. ^^
aeautelar os interesse- da fazenda publica, reque
ren sequestro e deposito dos bens de Jos Antonio
Lete, como thesoureiro daqnella repartiQao, e que
>. .d.ei xa nlo nm desfalque de 126:0004. Fo-
nn'J-Bn?r^lrai,u" 4"travos e os novis
que so encontraran) na casaem que mm. oiha.
soureiro. Esto j recolhidos arfmdega docu
meutos pertencenles ao mesmo thesoureiro, e que
rep esentam quantias que elle tiuba a receber.
Um fa de 2:2004 passado por urna firma
social" a favor de Jos Antonio Lnite, e por este
endossado a favor de Manoel Malbias da Terra
Velho.
A senhora do Leite mandn entregar pelo seu
eunb.do D rax ao Sr. inspector da alfandega urna
letra de 1:5004 pausada por Ant nio Pereira Bar
roso Guiraares & Das, um fica de 1:0664219
assignado por Antonio rereira Barroso Guima-
res.
t Pela mesma senhora foram mandados apre-
sentar ao Dr. inspector ns livros da escripturaco
da easa de B.rroso & Mmttiro, que prevam. ter
nessq estabelecimento Leite sociedade e o sold de
2o:5594863.
A' vis:a do que, foi requerido sequestro nos
bens dessa Orna, que lem urna fabrica de vnhos
na ra de Paysand n. 28. onde se acharo 34 pi-
pas rom vinho, grande porcio de banis vaiio,
galpfles e telheiros. Teud i nm dos socios da -
mi se opposto a qne os offlciaes de jusliga reali-
sassem o sequestro, o Dr. inspector peJio hontem
mesmo providmcias ao juiz municipal para que se
elTectne qiuul.n antes a diligencia. Emquanto n
deposito se nio fker, esse estabeleciraeiiio ser
guardado pela forca pu olca e por guardas da
aKandega.
Urna outra noticia, porm, diz :
Nio se effectu'u o seuestro requerido pelo
Sr. iii'pe^tor da alfaddga desta cidade nos gene-
ros do; ommercio da firma Birroso & Mrateiro
defenndo, e deferindo bem, o juiz commercial que
se fizesse certa a resp rasabilidale da firma com-
mercial para eom o thesoureiro evadido.
O inspector da alfanlega replicn a esse des-
pacho, persistindo nelle o juiz.
Da Uruguayana escrevem ao ,<0-Granden*,
folba da capital:
Os negocios do Eetado Oriental vo cada vez
a peior; os moradoras all esli sera garanua, in-
clusive os Brasileiros, que nio podem ter caval-
I >s, pos ih'o iirain, feltus anda qoaudo Ibes nao
tiram a vida e saqueara as caas, como ja se lera
realisa Jo por ah. Tem ebegato a sus audacia a
ponto de vadearem e Quarahy para arrebaureui
os cavallys conJuzi.Is para e-w Jado.
e Ha poneos das uga maj-ir colorado, aeompa-
ii ,ado d 30 gaucho-, patS'Oj ete lado e arre-
ii..nli.HJ graude porcio, de cavad*. AJguns mora-
dores do Estad" OnnoUl, reuawdo-.o para toma
rem-ot, eppoz-*e % isto o major, bivendo um
cumbata onde morreram o majar e mais algn?
cvlorados.
AAava.se coacluUa a ponte sob-e o rio Pirati-
nv, obra importante de que fra incumbido o Sr.
Hygiu.. Duri, a que muito faoilitaria as retocos
do povo da caoipaoba amt o da fljdade.
A R>g$*fragio de SantaMlalharina diz qpe se
traham dado senos disturbios as coto
e Principe Di-Pedro.
- 14
Por portara de 22 do con ente foi exonerado o
eng. nheiro Antonio Luiz da Cunba Bahiano, da
coraraissio em qne se atha na provincia da Baha.
Por decretos de 21 4o aarrente :
Concedeu se r-ferma ao capitao da arma de ca-
vallaria Paulino Caataoo de Souza, na eonformida
de dt imperial resotuato da 14 deste mez, tomada
sobre consulu do eoatelhe supremo militar e das
dispones,* do art. 9* 4a le n. 648 de 18 de agosto
de 1852, vino soffrar molestia incuravel qne o
torna incapaz de eoalinnar no tervico.
Foram nomados, na conformidade das disposi-
c5. -.. le do exereito, approvado plo decreto n. 1,900
de 7 de marco de 1857. 2" cirurg5es do mencio-
nado corno, de sade o doulores em medicina
Manoel Gomes Belf o i Duarte, Antonio Jos Tei-
xeira e AirtaSlo Pinheiro Guedes.
Rever u capo effoctivo arma de infamara o
lente aggrefado mesma arma, Jos Francisco
Soares, na conformidade da imperial n suluco de
14 do corrente mez. tomada sobre consulta do con-
ellio supremo militar e das disposiedes da 2* par-
le do g i dJ-art. 2* do decreto n. 260 de 1 de de-
zembro do 1841.
Cmcfdeu-se reforma eom o respectivo sold por
iuteiro, na conformidade da imperial resolueao de
14 do corrente, tomada sobre consulta do couselbe
supremo militar, e das d Al" do art.:9o da lei n. 648 de 18 de agosta de
, ao alfares do 3 batalho de infamara Sor-
berlo da Car valho e Andrade, visto achar-se im
possibtlltado para o serrico do exereito, em conse-
quencia de ferimento recebido em combale.
Por portara d 22 do corrente foi nomeado ad-
junto da directora do arsenal de guerra da corte
o major honorario do exereito Francisco Joaquim
de Almeida Cisiro.
O Srs. Jet Pereira da Silva Guimaraes, Jos
Manoel Alves da Eooceea e Cunba, Antonio Man-
tillo da Silva Bastos e Joo Manoel Goncalves Vieira,
cotisando se, reunirn) a quantia necessaria a con-
cedern) generosamente hberdade a par la Ciernen
ca, que se achava na casa da ra da Prainha n.
107 para ser vendida.
'"
DIARIO DE PERNAMBUCO
bkcife, 31 db DBsaaano as 1870.
Ntliaa do sal to Imperio
Chegou hontem pela maaaa o vapor inglez
Onttda, trazendo datas : do Rio da Prata al 17,
do Rio de Janeiro at 24 e da Babia at 28 do
corrente :
Sob as rubricas Exterior e Interior damos por
extenso e que de main importante encontramos
nos jornaes, aleo do que so trazem ellas o que le-
gue.
HATTO GKOSSO.
As datas da capital da provincia chegam a 27
de novembro.
A 31 de outnbro asmmira a jurisdiccao de
chefe de polica da provincia o Dr. Ernesto Jo.-
Bandeira de Mello.
Tomara poss-, no mesmo dia, do cargo de
secretario do governo o Sr. Antonio Jos dt Sanl'
Auna.
L se no Guaycur de 27 de onlubro :
c Nestes dous annos os nossos rancorosos e vio-
nativos aborgenes l n eommetlido os mais airo-
sos actos de selvageria e barbarigmo. Muitos dos
nossos lavradores tra sido victimas de suas tra-
coeiras aggressdes. E, o que mais, ha vehe-
mentes indiciode que os logos qne ltimamente
devoraram as matas, rocas, patees, e canna-
viaes, em serra cima, foram lanzados por estes
vndalos.
No engenho do Sr. Joaquim Jos de Sampaio
mataram na roca urna negra, e ha bem poneo
lempo un rapaz de 20 annos de idado, de nome
Isidoro, o melhor escravo do seu estabelecimento.
No engenho do Sr. Luiz Manoel Rodrigues assas-
sinaram a flechadas uina presa e oftonderam ou-
tras.
f Na (azeada do Sr. Biribolomen Goncalves de
Queiroz mataram um camarada e urna prela. Na
do Sr. Reginaldo dous escravos vistosos e todos os
bezerros que estavam presos. Na do Sr. Pruden-
te G Hieal-es de Quiroz dous escravos e um reba
nho ioleiro. No lugar chamado Ardas mataram a
ccete um lavrador que conduzia um cargueiro
da roca para a casa.
E ludo isto lem ac ratecido porque nao existe
o deslaoameuio de Sania Kosa de Luna a margeui
direita lio rio S. L.>urenco.>
MINAS GBRABS.
Pela presidencia da provincia foi convocada
extraordinariamente para o 1* de marco vindon-
ro, afira de autorisar a reforma da instrueco pu-
blica, e a coostuiccao de algumas estradas que li-
guen) estrada de ferro de Peero II alguns mu-
nicipios da provincia.
s. PAULO.
Vio al 10 i o corrate os jornaes que rece-
bemos.
Fallecer o coronel Fortunato Jos de Camar-
go, fazendeiro ero llapetininga.
As folhas do norte da provincia nociamnu
merosas mauuraissoes realUadas em Aras, Tau-
bal e Pindamooh.ingaba.
Lera os no Sorocibino :
Noli namos na lempos que o Sr. Vicente dos
Santos Silva fora gravemunte ferido por um seu
inuao. qne em soguda fugira para a Faxina. O
Sr. Vicente, autoridade policial era Campo-Largo,
mandn dizer ao irmao fugitivo que voitasse, que
u-nhum mal Ihe fana. Ve n o moco, e era ocra
sio em qne eslava cora sua mulber era ura ran-
icotoaasBtusque
-"-
Par lecnta.de 18 roaaloa-te leyaor a ctousu-
la eom que foi promovilo o S* tenentu Francisco
^
co, chega se Ibes o Sr. subdelegado supplente e
Wlira um vai fazer jnslioa, feriado-o como
inesHio in-iramento e no mesuio inanr en qne to-
ra offendido, puxi pela faca e d repetidos golpes
na caneca de seu irmo, em presenca de tres es-
cravos que levara por escolla.
Parece que as leis de Tatito esio em vigor
naquelle municipio. Consta que o delegado inqui-
redo lacto.
e Falleceu o lente Antonio de Almeida Leite,
de 85 annos, deiu rads libertos 17 escravos, e do
ando-Ibes sua fazeuda do Pilar. Deixou o rema-
nescente dos ben- aos pobres.i
L-se na Revista Commercial dos Santos em
data de 13 do corrente :
O delegado de polica deste termo, leudo de-
nuncia da exi.-tonca, em nm sitio prximo cida-
de, do ura preto de nome Joo Jos de la Patria,
que se faz p i-sar por orador de feitieos e de ou-
tras molestias, extorquiodo para toso dinbeiros de
mnit.s individuos q ie e teem prestado s gyrias e
sortUegios do falso medico, e sabendo mais que vi
va era companhia do mesmo individuo nma rapa-
riga que se queixava de soffrer violencias e nu-
tras provacoes, mandou urna debgencto ao supra-
diio sitio, coto o li;u de trazer tanto o preto camo
a qnexosa.
D.-pois de alguns interrogatorio* o indagacles,
a quo se proceden e a que esi procedendo, man-
dou a mesma autoridade recular o preto a ca-
deia, e depositou a rapariga era nma casa parti-
cular.
A autaridad presegue em averignaQles mi-
nuciosas, havendo ji alguns elementos senos para
um proee-so crite.*
Nj municipio da Franca alguns bandos de de-
sordsires puaham em serio sobresalto es morado-
res.
As folhas diarias sao concordes aa noticia de
a.ue ba mu tas pessoas armadas, recaan Jo-se que
a queslio nio termine sera alguna lauenlavel ca-
lasirophe.
Em reUco a este asiuraplo l-se no Ctrreio
Pautiskmo de 18 :
< Carlas e pesetas viadas da Franca atraan-
ciam graves necurreoeias naqnella loealidade. As
noticias sao uniformes em asseverar que ha grn
pos armados ; ou los h.*nens en armas, e que mato 4a meaos dia
era possivel, s nio provavel, que se desaem as-
sas-natos, Qonfl.i Uos etc., sendo um dos alvo- da
lula o juiz mtwicjpal do termo, o Sr. Or. Venan-
cio Jos Gomes la Costa, que para all loi ba
qutn lo muito, toes ou qiialro mete, e que, segnn
o ouviojo dizer, ja vio-se abrigado a deixar a pi
Je, refugiando-se na ftaenda de um amigo. Sai,
oorin, vagas arada s inforiaaedes sobre o verda-
..aa-o motivo do ajtjma. Ca* diiem o proveaien
ie de reerntameoto arMtraftot pratioadot por um
agente militar e subJtorno di polica, que ao
parece, um furrie^rttanlrtasaale demtilido.
tros diiem que aasce a anteada de paatoas, inte
teressadas em ura inventario, m cujo negocio es
lio envolvidos o juiz de direilo da coraarat e juii
municipal, tendo e-te ultimo, reproseaali* aa go-
verno pedindo providencia* por jalgar*te vio
Sabemos de tudb isto simmariamente, nem
t:
podemos dosdej conhecer ondeesto a verdad* t
a justiea.
De Braganta escrevem ao Diario i* 8.
Paulo :
O Sr. lente Jos da Cunt* Magallwes, vol-
ta ndo de Santo Antonio da Caebqfira, fora astat-
ta4o por tren individuos armados qne o e>peravam
junio a urna porteira, e ah, sendo derribado o frw
riram, cortando-le do alloa baixo o uariz e em
beieos. ^
< O offendido est impossibilitado de fallar.
F.cercen em Bragttnca p ttrgo de delegads de pa-
lila ba poico lempo.
aira caru da raeoma ridade de 4, dirigida
mesma folba refeje o seguinte :
f Palloceu aqni, a 6 de agosto, Antonio Alves
Branqoinho, deixando todos os sens escravos for-
ros em numero de 18. Con la toiie enm certeza
qne o major Antonio Joaqnim do Nascmento en-
trega todos os seus bens a sens Albos, deixando
para a sua sub-istencia 14.900/ em dinhciro e for-
rando oito de sens escravos.
O Sr. Autonio J. do Nascmento digno de loe-
vor, pis tem sida bom pai de familia. Conta 7t
annos ae idade, e eom o falleeimenlo de sua con-
sorte, tendo de fazer inventario, lomou a re sola-
cao de dispor de sens bens pela maneira Indica-
da. *
RIO DE lARKIDO.
Pelo ministerio da fazenda foi ordenado, em
19 do corrente, ao conselheiro director geral da
eom tbiiidade do thesouro, qoe do 1 de janeir
vindouru era diante a laxa dos juros dos bilbetes
do ibesouro seja de 3 1/1 0/0 para os de 4 mezes,
4 0/0 para os de 6 oiezes, e de 5 0/0 para os de I
anno.
Por despachos de 16 do crreme, houve por
bem S. M. o Imperador indeferir as segrales p-
ncaos de grara :
Be Freceneo Antonio Pereira Basto, condem-
n..d i pelo juny da ridade do llecife, na provincia
de IVnambuco. a 10 airaos do pn-u eom traba-
Ihp, pelo mesmo crime.
De J. 5o Cavalcante de Albslqiierqoe, condem-
nndo pelo jury do termo de Garaniiuns, b refe-
r la provincia, ali anuos de prtsao, por en (be de
estupro.
De Pelisberto Antonio Caetano, condemnad*
pelo jury de Parto A'egre, na provincia do Ro
Graude do Norte, a 14 annos de prisio simples
por crime de homicidio.
Por a sos do ministerio da agricultura, de
13 a 17 do carrale, foi declarado presidencia
da provincia de Peraanibneo: em resposia ao
offi.-io de 24 do mez passado, que nesla data fica
designado o engeaheiro RapDael Aichanjo Gal vio
Fillw para sar incumbido da racuOracao dos es-
tultos para a canalisacao de rio Capibaribe, tendo
por ajudaute o engenherro Antonio Vicente do
Na-cimento Pe tosa, e que por achar-se sugeita
diversas despasas a verbaEvenluaes da exer-
eicio corrento, ci pode ser atlendido o pedido de
Francisco Maria Dupral, editor e redactor princi-
pal do Brasil Agrcola, para que o ministen*
assigne 2:000 a 3:000 exemp ares daqnelle peri-
dico, aUtn de serem distribuidos pelas escolas
do sexo masculino e cmaras municipaes de im-
perio.
Lamo* no Jemal do Comuutrno :
< Coro as ceremonias do estylo lancou-se hon-
tem na praca 4e t. Pedro 1, t pedra fundamental
da escola para alumnos de ambos os sexos que vai
er coo-truida cera o prodicto da subscripcio le-
vantada eulre o eorpo do coraraercio desta praea.
Para esta solemnidade erguera-se um paviibio eom
columnas de verdura, ornado cora bandeiras de
todas as naques. Em vola esiavam os escudos
dos pases ligados ao Brasil pelo commercio e no
cimo vam-se viole estrellas syrabolisando as pro-
vincias do imperio.
< Do arlo lavrou-se o seguinte auto :
Aos 21 das do mez de dezembro do anoo dt
oascimenio do Nosso Seohor Jiras Cbiislo de
1870, nesta muito leal e heroica cidade de S. Se-
bastian do Bio do Janeiro, achando-se presentes a
* e ineia horas da tarde no terreno da face do sal
da praca de D. Pedro I, na fregnezia de S. Chri
tovao, o muito alto e podero.-o principe o Sr. D.
Pedro II, imperador constitucional a defensor per-
petuo do Srasi I, e sua augusta consorte a Sra
prinetta t Thereza Chri--iiana Mana, imperatnr
do Brasil, es Esms. Srs. Joao Alfredo Correto de
Oiiveira Andrade, ministro e secietario do estado
los negocios do imperio, o conego Jos Joaqnim fia
F necea Lima, segundo governsdor do bi>pado na
ausencia do diocesano o bispo D. Pedro Maria 4c
Lcenla, enadjuvado pelo Rvm. padre Jos Lyra
da Silva, os inembros da direceo da associafo
commercial do Rio de Janeiro, veador Jo.- Joa-
quim do Lima e Silva Sohrinho, presidente, Dv.
Caxtaao Furquim de Almeida, uee-pi esideote. Jos
Machado : ielho, the-oureiro, conde de S. Maraede
Augusto Lehericy, D. Ant-nio de Aranagi.Luiz
A. frit, Alfredo M. Kinnell, Joo Holli c.mbe, C.
J. Ilerrah, C. G, Gross, Jos M. Fras, A. S. Seb-
inolle, eLuiz Lameys, o presdeme da Illma. ca-
bmn municipal Dr. Antonio Ferreira Vianna, o
vereadnr Manoel de Fras Vasconcelios, o enge-
nto'iro Dr. Jis Antouio da Poaeeea Lessa. e mais
pessoas de distmecao; Sua Magostada o Impera-
dor, co n auxilio da Divina Provid-ocia, lancou a
pedra fundamental do edificio desuado para escolas
publicas de instrueco primaria dos dous sexos,
miniado construir c ni o producto da sntiscrip-
co agenciada entre o eorpo do commercio da
corte pela direccaoda associacio commercial, por
oc.asio da terroinaco da guerra c-iu o Paraguay
sendo a roferila pedra previamente lenla, segundo
o ritual romano, pelo Exm. Sr. segundo governa-
dor do bispado.
Era f do que, tu, Jos Ribeiro Gasparicho, se-
cretario da drevean da assonaco comm>:rcial,
ni indei rscrever o presente aulo e assigno.
Benta t pedra, metleram-se n'uma eaixa de
m.iileira, como uso, um exemplar da coostitai-
cao do imperio e de cada urna das principaes fo-
Ih is do da, e moedas nauoaaes de ouro, prata e
otbrc de lodos os valores e enobnt. Encerrada
em mitra de cl.uralio, foi e-ta caixa deoosiuda
ii'iiom nvHtada para isso se abrir aa pedra
fuadamenial e cubera eom ontra pedra ligada
aquella por urna barra de (erro chumbada em
ambas as extremidades.
Encerrando a ceremonia, o Sr. vereadnr tose
Joaquim de Lima e Silva Sobrinho proferio um
discurso, como presidente e ergio da As.-octofio
Commercial. representante do eorpo do com-
mercio d'esta praca, e S. M. o Imperador agrade-
cen.
A alfandega da corte arrecadou de 1 a tA
de corrente 4 484:132*676.
Ghegartai procedentes de Pernamboeo, ar>
dia 23, o brigueofiatoo e o patacho Esfrega.
r- Bis as noticias- commereiaes da ultima
data :
^ Indurado transaeces menos que regulare
nm cambio sobre Londre, effeetnadas boje a II
3/4 d. papel baaoario, 23 7/8 e 24 d. papel part-
cular, sommam as operacoes d'e la qnoiz- na :
a Sobre Londres cerca de t 750,000. a 23 1*
3/4 4, pa,*l bancario, 23 Mi, 5/8. 3/4, I/I, 3/4
7/8, 24, 23 7/8, 24 1/4, 24, 23 7/8, 24 1/4, 23 7/8.
24 d. papel particular.
Sobre Franca cerca de fr. 100,000 a 396 e
397rs..porfr.
Sil.re Portugal regolrai 130 a 13o 0;0 i vista
12ii a 134 a 30 dias, 128 a 133 a 40 uias, e 127 a
132 a 90 dias a isla.
Em soberuo* tooav* ande da 3djma. a
lOi.lo para 2, e de 8.000 ao mesmo preeu para
31 do crranle.
As anoiices geraes de 6 0/0 vendeam-se a
97 e 98 royo, eueHe proco reaiisou-se um lote t>
10, e esie m di de 310.
~- Bstovam carga para Pernambuoo : a at-
iera pnriugnesa Msea Amizadt, o brigne poitc-
puet Tejo, ot bnguts brasileiros S. famh e
lee+el.
AIIJ*. ,
0 Exiti. tresideote da provincia dea,
qo d>a 2 do corrate, um lauto bancjaeic
ao Bita. Dr. Aaaro Cicero d Aceta, pre
sidcQte da proviaida de Goyas, como provt
do apreco em (|ue tem os servicos presta-
ios, por eiie duraau; daos annug corno cbtta
da polica da ibia.
- No dia 1Q do crrante, aa fcegoeait
de Sint'Anna, cotjjvertea-se. rflcebeado oie-
ij-smcoto de biptismo, D. L'iiu Etelviaa
Heine, protestaote, oatur a I da Alieanaofia.
-- S. Etc. Rvmi. o Sr. ajecbispo pabti-
,cou a seguate pannral:
< A todas ot.aasgos amados dtocac^ao
p a beucaa ata Masco S-nhor Jemas Gaato-
lo. Amados Mima, petas folbac pubUeci 4
Europa, e pela lutgcripcoes feitas PMtjjt
capital abo-ie jad o a>so atanititiWcf
padt e AtitBiao Poatiflca Fio IX acba-ac eca
Roma em circaerstaneias criticas, p*s de-
vemos aj'iai-te clao fllhos amaotea.
E* este o un pooliflee. que ja picea a

s
v
a
i
\


'm
r
>

m


-

?
trra americana, e j eteve as aossas
juis brasileiras, e o sea amor petos brasi-
i^-o* a maguera dorconfaacido; corres-
modt-uos Ihe, amado Mos, e na dolorosa
'2? em W* 8e acha- demos-loe urna
roya de oossa a*isa ai, maniando-lna atguma coosa para qoe
pos Vos j tendea dado, araadoi hos, pro
as de vosso .ror ao nosso pai aommum e
e nosso amor flfef, nuadan-l.-Hra a gunw
cousa para .jue M pts sustentar e a sua
gnidade,
Va j leude* dado, amad Olaos, pro-
ItJ ** *** w m*** P*ommHm,
t'mwdo na rassa beoeoteKi, de novo
jppanu para ?of sa candada era aoiilto
o vilano de JesimChristu o aosao amanlisi-
o P*p Po IX pedimos om socorro pe-
cuniario para o masroo. cada om serondo
is suas circHtnstaacias: a peoMoa esmoLi
f ae dea a tiuva no templo fot aunis bent
rocebida de Otm, e (Icat certoe *ja o Se-
w P* das iu.+ aadmi bfe waompe
ser avo sa gvMrosidade. e tomar eoao am
I presta fefco efe Quino a/que daMei
*> sen visraruxsofcre a trra, cuja vida om
fMiijo de virtudes- e un symbofisa em-*i
fealdad* o-b s&)ii todas;
\h! Se o vieasdis, cmjo U;areis cap-
tivos de*a amabrlichde. que transuz em
oa pessoa, e a faz apoarecer a>mo a-jaelle
fue o vilano de H. S. Jess Christo t
Di.rio de PnBi*iico Sobado 31 d* nombro de l#7i>
tiendas, passageiros e dinheiro afrete aleas*
horas da tarde.
VAPOR OMEIDA.-Esle vapor condazio desta
praca o total do I03i saccas de algodio, sen lo
carregadores os Srs. Lebmaon Freres., Joaaum
Cnncalves Bellr", Henrqme Wilmer e Roberto
Ligtbbon. -
do Foco d* Panejh para ser prjeessado .P'^. tabaleoiiasnwid|HMfc rJJ.jt"
oltou. Casad^a,(eoc2e2ft(tDezembro'aMr,!",*iB-'
de 1870.
Conforme,!* cri vio HecdtoiKado Luis
de Carvalbo.
1
X*
i
^ eontaajps damvosco, amMos fllhos.
e do intimo de nossa coracio como pai lis-
vellido V)s damos a aossa asocio era nome
do P.i Ir, do Filho, e do Espirito Santo.
Amera.
c Uirigi-vos aos vssos Rvds, parocho^
a fazrtios depositarios de vossos caridosos
donativos, que eflos passarao as nossas
Sos, nos tri(nmitrein>< Sua Santidade
i p-opo -cj f]e ih firmos recebando. Bi-
hia i < di dez-nalre de WWk tWadispo,
/7d Falleceu no dw 19 o rtligiose 'fran-
ciscano frei Paraso, acerca de qual cora-
munit'm o Jvrnat da Baha :
F?||.ceu no da 49 do crrenle, no con-
vent dos religiosos franciscanos, oRvm re-
ligioso frei Antunie do Paraiso^com aidade
de 77 amos.
O Rvd. finad) acatado entre os seos
Rvds. irm3s pfljssoas virtudes e profundo
saber fui ara dos grandes 'uzeiros vOnlen
Seraphica, cn]o britbo encoberto pela mais
rectada ra destia, n3o deixava de reflectir
sobre a religiosa coraraunidado que tanto o
apreciaba.
* Na uniera exerceu o seu .iriroeiro car^o
de ex defliidor geral; sendo o nnico que no
convento da Baha gosava deste titulo.
nfelizrae-ite ignoram-se as pocas prin
eipaes da vida do consumtnado ii burlista
fraociseaoo, por ter sido sua profis:>ao eai
convento da provinia de Pernambuco.
Lenios a>nda nesse jornal:
Ni lia 2) de novembro s 7 horas da
uoite no arraial da Villa Vella -lo Rio d.-
<^ntas m itaram brbaramente cora dous ti
.os a varias faca las a Minoel por alcunh i
ronfn-mirro, criraonoso M Chapada, qu*
al se bavja refugiado. 0-juiaik paz pro
ceden a apre ?nt a-se o Br. delegado, que proce
*hdeu as dihgeodaa necessarias. Na occasio
io assassraato foi preso ura -los deboquen
tes, chamado Justiniano Jo> Correia, mas
foi tuado do poder doios.'ector, qu*. sem
torga para conter os sicarios, quedizem se-
ren muit u, nio pode offerecer resistenci ,
send i a.aeacado de mirte.
N i da d do camote, no porto da Iha
dos Prados, termo da villa de S. Francisco,
assarecM o eadflfer de urna rauher, de
edr escura, cora os ps amarrados cora urna
corda Je piaseafci, cora dous ferimentos na
parte superior dos hombros, conhecendo-
se torera sido Jeitos esses ferinjenlos cura
faca on punhal; o alio da c*beca apresen
tava orna contusSo cora u,uatro po4egadas
de largura, e profumlidade ata o caneo,
tend) aiai disso fracturadas as canoas de
amos os bracos, e as costas denegridas
desde o uescoco at os rins, por effeitos
de bordoadas.
O subdelegado respeetivo procedeu
carpo de delicio, e fea sepultar o cadver,
fue se acbava despido, e envdto nica-
mente em urna aaagoa com as iniciaos L.
*'. C S.
O Sr Dr. ebefe de polica acaba de
recommeadar o delegado (Taciuella villa,
que empregue todos os sens e-torcos afim
de de cob ir o autor de lio brbaro assas-
sinato. >
A alfindega renden de 1 a 27 do
cor rente 5i37.il 0970.
O -arabio sobre Londres regulava 23
7J a 24 d. par 1,5000.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA,
ANNO 91? 1870. -Termina buje o anuo de 1870,
e com He completa qoareota e seis aonos de exis-
ieoeii o nosso Diario, alguna dos ijuae brm cheios
de tn.pec i* e bices, que f-irca de vontade In
cansavel foram vencido?, em nada oerder na sua
march i d -tut'-niar o desenvulv roento e o pro-
f re so da t.-rra em que nasceram seas amigo e
>re*erw>i proprielarioi.
Peli-itand i aos n.issos asiduos leitores pela ter-
mmaca d--sse ann'>,agradecemos-lh*s snacoailja-
vai;I >, e Ihes desejamos enrhentes de prosperida-
dir o sea apoto para qae nossamos proseguir.
PROFB-iOH PVBUi.Por p..riaria da presi-
dencia da provuea, de 26 do c'orrente, foi Humeado
Joviniauo lu4 Siines professor publico da cadeira
dn Al'igoinha.
ACTO RELIGIOSO. Os amstas bahianos, eoga-
itd<>* para o aervico de conslruecao no arsenal de
aniilii desia provincia, coni os seos pouco? re-
cursos e coadj'ivados por alguna da seus compro
vineiano* e alguns pernambucanng, qae primam
ema-nmpt.s desosientacio doen*> divino, man-
dan celebrar s 10 lloras da manhi* do dia 15 de
iam-iro pnnimo vulnuro, Da igrej la Midrj del
l>eus urna mis-i cantada com pranea religiosa
pelo Rio. fre o do Sania TWrea, am crame
noracao do anniversario do milagroso Senh r do
ifioiu Pun, que aa venera em sua igreja na provin-
cia da Babia.
. CAIUDADB.Padem-nos para reeommendar s
-Ulnas eandosa* nm pobre pai de familia, sobre
ca regado d- 10 filna*. que viva em extrema p--
JrrfTa aa ru* de Lnmba Valentiaas a. 3o\
CLUeoOMONTEIROH.je deve ter -lagar no
Uubdu M nteirr*nniab 'ammar; havendo. alm
dos tren* orrinarios, um s i horas e mt* da ma-
drnga^a, para conduiir as familias qae forem a
reumio.
TRILHOS URBA.NOS DB APlPIJCOS.-Alm doR
tres ordinario*, hiverio hoje mais os segamtes
!t l/ e ti l/i d< ooatd e 1 l/i la mlrugada
o R-cjfr oar.. Apipneoa, s 11 I/*, l t/i da aou-
e i l/i dt madragala de Auipncos para o Re-
oifr.
DIAMIO m rp.VAMrw.O.-Se ebegar hcje o
r-i Men-iwtrek destribu reii,,j amahba n isso
.nvo de -f.m is fira.
UOa-PAXHiA PER.HAMBUCA^A.-O vap.>r Gi
i '*e,"?*",,!L *** **<> boj* para 0|
*efra al o ArscajU, pava Mde recebe ancora
yBONICA JlDMLIBU.
miR(j. ICTA DA OKSSMt AUMIMSTRATIVA DE 9 DE
DEZRMBifO DB 1870.
uiMNciA do na. aa, ocaunarqador aisxlmo
. VBAiaaaco KMTTl.
A n turu da Bunbia, preaeales os Srs.
i^lWUdoa Reu, Basto, Miranda Leal e sopplente
Sa Leitao, s. Exe. o Sr. preaideote declarou aheru
A sesso.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 23.
Offlcioa: "m'
Do Sr.eaaservalor do commorek) de Macei,
nrmade de 19 do c rrento, remoliendo copia da
**^** *** re8',r9 <" pedio para o biata nacio-
nal S, Joo, prooriad*4e de Luir. Antonio da Cal-
^-FaaMm-se aa amas competootoa.
Da Associaclo Commercial Beneficeoie, com
Bata da 20 do correnle, dando a ioormaco que
se Ibe pedir por oAoio de 10 de overobro ul-
mo.A secretaria para o tira aolliciudo, e que
se agradcese.
D secretario da junta dos correctores, pre-
sentando o bolelim commercial da semana prosi-
ma paesadaArHrive-ae.
Do Sr. deputado uimamento eleito Candido
i^assimiro tiuedea Aleo/orado, datado de 27" do
correte, accuaaado o recabimento do officio qae
acompanhara a copia da acta da saa el^ieo, e
agoardndo o dia em qae deve comparecer para
pf*Ur iurn>*w entrar em exircio. Que se
ofnVia<-*e designando o dia 5 do prximo viudnara
Uo &r. Joaqmai Olfato-Basto, tambora ullima-
mente eleiio depuudo, e datado de 23 do torren-
te, declaraado flear de poase da copia da acta da
sua eleicao, e que opportuuaiuehle compurecer
para prestar juramento. De-igaou-se o sobredito
dia i do rae4 prximo vindouro.
Disiribuiram-ae os seguales livros :
Lopialor de Aatonio D uningos de Lima, dito
de Joao Pereira aioutiabo, registro de accionistas
da coinpaahia peraambueana Street Rallway.
Pelos protocllos dos 6>crives deste tribuail
vio^e que o Muero do reuisiro dos protestos de
leitras lenas pelo escrivao Albuqnerque al 28 do
correte aliingio a 1:242 e pelo escrivao Brito,
2:157, at o dia 24.
DESPACHOS
Requer mentos :
De Ji s Altea Barbosa, fialor do agente de lei-
loes J.ie Mara Pe-lana, peJindo que seja decreta-
da a suspensio do dito ag-nte, de conformidad'
^oin o di-posto ao arL la do decreto n 838 de 10
de novembro de 1858, visto nao ter elle pre-tado
nova funga como Ihe fdra intimado por despacho
de li do correte, exarado no requerimeoto em
que o supplieanle pedio fosse exonralo da fiao-
ci i|iio prestara ao sobredito agenteDiga > sup-
pilcado quera flc marcado o prazo que decor-
rer al o dia 5 de Janeiro de 1871, para apresen-
lar a este tribunal novo termo de llanca devida-
monte prestado.
De Francisco Roque, para ser reparado o erro
que se dra em sua policio em nao ler declarado
o nome do caixero de que pedio certido de ler
ido registrada a respectiva nwneacao. V,orno re-
mar, "^
De Manoel Marques de Abren Porto, para se
loe cerUBear se noc.irrenle exercicio foi ou ni)
registrada a nomeacao de seu caixero AnJr de
Abreu Porto S.4>riul|U.Certifique.
Ue Cmara A rmao, p.-ra lamb-m se Ihe cerli-
awav BB_ara caixero Joaquim Lua Ferrera acha-
se ou uao inscripto nesie mbuual.-D se
Bis me-mos para regtstrar-selhes a nomeacao
l'ie juntam de seu caixeiro Arsenio Gomes Grao-
geim.Hegistre-se
Do Marcoiioo Dorn^llas Cmara, para ser regis-
trada a oomeaco, qae i.unbein junta, de seus cai-
xeiros Joaquim Lauraoo dos Prazeres, Francisco
Homicio de Araojo Cesar, Joo Jos de Araujo >
O l.lon Lolho da Silva, declaran !o-se que cai-
xero mencionado em pnmeiro lugar nao o mai-
de Cmara & Guiraariea.-Deferido qaanto pr-
meira parte, nao toado lugar o que pede na se-
moda, salvo se o supplieanle apresentar procura-
cao que o autoriso para o que requer.
W JoaquiD Gonealves de Azevcilo Maia, offere-
cando a registro a nomeacao de seu caixeiro Jtf
Bernab da Costa.-Regisire-se.
Dd Man.el Pacheco da Silveira, off reeend
lamben a registro a do seus caixeiros Joi.) Maria
Maseareunas Rosal e tay nundo Nonnalo de Ol-
veira Guede-.- Regisire-se
De Francisco Barb sa da Silveira, no mesino
sentido quanto de seu caixeiro Feppe Beuicio
Lorii de Figueiredo. (egi>tre-se.
ue Autouio Feruan les R irnos de O'iyeira, lam-
bem no mesmo sentido quaoto a de sea caixeiro
Joao Goncalvts Rodrigues Pnuca Sobrloho.Re-
gistre-se.
Da Sanios di Oliveiri, offerecendo igualmente-
registro a de seu caixeiro Joo Silvioo dos Sao
tos.Rgistre-80.
Ds Ru>a Adour, Armado por procurador tam-
bera offerecendo reg-tro a de seu caixeiro Ma-
errao Rodrigues do Passo e dzendo juntar procu-
racao.Jume.M a procuraco de que falla o sup-
plieanle. '
De Manoel Pacheco di Silveira. subraeltondo
registro a me>ma oomeacio do caixeiro cima no
iada, porem datada de 17 de outubro prximo
passado. Regstre-se.
De Franciseo Barbosa da Silveira, oo raesmo
sentido, sendo adiada a nomeacao daiada de 23 do
crreme.Registre-se.
De Fraodaeo Antonio Ponlual Jnior, off .'recen-
lo a recalco d.a ..,-^. .... imposto d san proisso, como agente de leudes.
d, auno de 1869 I870.-Regisirados, sejara en-
tregues
De Victorao de Almeida Rabello e Justino Fran-
cisco Junquera, apreseoCaodo i registro o seu
contracto social.-Vista ao Sr. desembargador fi<-
De Fraacisco Ribeiro Gaimares e Jos Antonio
da Lunha Guimaries, apresenlando para igual fhn
o sou dostracto de ociedade.-Vista ao Sr. desem-
bargador flioai.
De Jos Lopes Alhoiro, Antonio Lados do Aze-
vedo a Maoool do Oiivera Jaoior, apr^-septaado
em duplcala o deslracto social qae coi. braram
poia retirada do socio Azevedo, continuando com
os sucios oxisieoios.Vista ao Sr. deserobargidor
De Antonio Gonealves da Costa a Carlos Jos
finio, mostrando terem camprido o despacho pro-
ferida em sesso de 28 de abril nltmo.Vista ao
br. dewn#argador fiscal.
De JosiU'f de Souza ( assgnado por Walfredo
da bunba Pigueiredo ), jonUndo dovos atte*U-
ws abonadas de sea crdito commercial, afim <:e
Ihe ser concedida a matricula qae sapplica.P o-
ve o suppieaate nao ler feilo parte da firma de
Salgado, Souaa A C.
OOM PAHKCKB 00 S. DKhKMBAROADOB N8CAL.
Maiucula de Carpinteiro, Filbo A Subrinbo.
Coaao reuuerem.
RESOLUQ.VO.
O Eira. Sr. presidente pronos qua se offliase
aos Srs. conservadores do coiumercio do districto
desle tribunal para enviaren urna relaco das fir-
mas sociaes exi-tente- om seus districlog, me
tem eootraeos regi-lrAdos e qiiaes us nomos da
queiiea que cumpdera ditos firuiaJ-Foi unnime
mente approvado.
Nada auis baveado a despachar, o Exm. Sr
prndenle eacorrou a staso s-li 1/2 Doras do
COMMERCIO.
gBoro?
sob a firma do J .<
canita 1 itaft) 900
oan i omaiissk:
dR.HL,a* *o, eo
ALFANDEGA-
Rendimento da dia t a 29. 681077*480
dem do dia 30 8:2594147
689:336*627
MoTlavaialo ala alfajadeST^^
Volme sabidos com (aseadas 7
com gneros 28
35
Desearrogam hoje 31 de dewrabro.
B.rca ingleza-adO-varioi goneros.
Barca iogleza-(td-bcalho a aemento.
Despachos de exportac&o no dia 29 d$
dezem&ro
No vapor ioglez Amazon, para Ltenme!
carregarara : Saundors Brothers 4 a 14 saecas
com 19.432 kilos de algodo. ^^
No vapor iogle Onetda, para Liverptfol aar-
regou : Lehmann Freres 41 saccas com Mt
kilos de algodio. *^
Na barca inglaza Delpkm, para Livernoal
carreganm : Antonio Jos Dantas 132 aaocas com
9,760 kilos de algodio.
RECEBEnpRlA DE~RENDAS INlgftNAS
GRAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 29. 71:73d87
dem do dia 30 8:007*539
79:747*426
Navios entrad >$ no dia 80.
Londres5
toneladas
fc
Jos Aotenio de Araojo di C.
Ril' de Janeiro e Baha-5 lias, vap^r inglez Onei
di, de 1737 toneladas, commandanle H. Bax
eqmpagem 9, carga differentes gneros:
Adamson H wie & C
Navegaior na Australia81 dias, barca norte al-
lema.. Mer Cod/f ry, de 410 tonelada*, capilo
il. W. Wiu lat. equipagem 14. carga aceite de
ewuco ; ao mesmo capilo. Veio refrescar.
Assn-6 dias, bi.te braileirn Garibnldi, de 109
toneladas.capitaoTraj.no F. de Moura, qui-
pagem 8, carga sal e mamona : a Tasso dk r-
mao.
Navios sahidos no mesmo dia.
Sonthampton e portos intermediosVapor inglez
Onetda, coramandante Bx, carga algodio a ou-
iros gneros.
AracaiyHiato brasileiro Maria Amelia, capitio
F. T. de Assis, carga varios gneros.
LisbiBrigue poringuez Lata, capilo Francisco
Antonio Viei-a carga assucar e onlros gneros.
8 qoe imu da.a |ca regi^trai a ascrjolura- da
contato anteOM^I mIUKa5o 13
de Casln< Awvefi e B. Rita MarialtatM.so, com a
clausula de nao entraren! em con.muobio o di te
de i)8i*8J9, nerq os bens ano adqu rir na aans-
tanea do matrinioriio. ^ w
Secreiara do rribonal do cimmepeio do IVr-
nambuco 24 de dezembro de 1870.
Official maior,
Julio Guimaries,
Por esta secretara so faz iguaimaolo paWico
que nesu data ftca registrada a ai^nn^nieV
oapcial de Manoel AIDino de Araorim e D. naba-
Una Goncalvoa Rosa, erar condlo do nio eo
irarom em commawhab o toa* do* oonioarea. o
dote de 10:000* rrae faz o espoao em favor^a
posa, o o adiaatomoato do Iratiaaa m f'am oa
pas desta na aaMwrtaa*) dlj5*
Secretaria 4 iaMBal do orameieto di Per-
nambuco 7 de dezomTroXiWt
O oflkial-raaior,
Julio Guimaries.
Por esta seeretaria sa tu pubco qae nesto da
1.1, rona,r!cala* S^Alfe-Cardoso Pereira,
cidadao pnitoieas, dea*., daidade, e,tabe-
lecido nesta eUado com caTSe oaajisses.
n,!fKreta ""l pSereio de Per-
nambuco 29 da dezoMaro da |w.
O oaV>ak naor,
Juito *rmes.
- Momear e Rdaocenr. -Bu gndlnorabra
o personnea bien vtiljjaies, ea m^porlant leurs
compiimooto da roadolance, au sajo! du vol dont
je viens d etra victime, m'ow manir t Topinion,
qu en pr-eace de ce cas de lame majeure, i
n etais pas responsabla des sommes qui m'ont t
conflee. PermeUea-moi de dclarer, par la voto
dv v4re journal, fue ja ne partaoe pas iVniaion
de cas personnes. Lon ms, ce que je ao croie
pan, il y aurait des lois aodr ru'enon tr de qm
respoasabilii. j n'en rteamerais pas la benfico
Compania americana e brasilei-
n de paquetes a vapor.
do^o? "vl8 ;aDK,r- 6JPe"do dos porto*
ao soJ o vapor amencaoo Merrmack o nnai
Vork tocando no Para e S. Thonuz.
toHftwy Porstef Ir raa do OommaMayT 8.
Precisa -s fle
para hornera so
na. 4 e 6.
* para compra r o coi
5 aa prtca da Indepen^
PORTO

JS?!?** -*f0lr cD/'ito brevdado, a barca
ESKJaW ter a maior pane deTS
Aracary e Ceara'
ifciate SobraUnse segoir para os portos cima
seis das ; anda ropebe alguraa carga a
tratar com Sa Leitao Irmos a roa da
Dos n. 1.

BtUBUMf 8VRGBf i
ipera do
gaires
Reetfe
Alm doM
dia de Anna-
ireos: do lecil
12 I/i ffa
Para Lisboa
R*ea>arga a frete mdico o palhabote porta-
** "SfV**0 : a ,ralap na r"> do Vigario n.
MOVIMENTO DO PQRfT
Navios entradlaj no dia 30. ""'f'i"""1 ouvene od mes Bureaux
,a us bri*fue in|M Marianne, de 19t 'rouVi"i d?ns ma caisse, au moraenl da
leladas capitio Elesha du Maresg, equipagem v"'' ^ figurera ncessairement. II s'elevait nn
carga apelrecb.is para a estrada de ferro ; a ?*u m'),n* de dft0X oontos. Je viens de deposer
6 Antonio de Aranin A r. deux conlos au < l..ind,in an.i Ur^..ii.n n.i- ~ ...
i prepare un compio condu de l'emfjoi de
souscftption ouverte dina mes Bureaux ; le old
ECITAES.
O inspector interino da alfandega faz publico
que por aul irisaciu da thesourana de f.,zenda
comida na portara n. 172 de 20 do correte, sera i
levados hasta publica nesra repar.ico no dia
Jl do correte depois do meio da, e livre de di-
reiios ao arremtame, dous bofes armiados que
roram do servico dos postos fiscaes da mesma
Alfandega de Pernambuco 28 de dezembro de
1870.
O inspector interino,
._______Luiz de Carvaiho P,\es do-Ao Iraile.
deux contos au t Lonrtoo and Brasilian Baok au
nom dr la miscnption el j'informe les donataire-
en argent qui voudroot bien m'eavoyer le raoa-
lant de leurs uffranles que, chajue jtur, les son
mes qUI m'aurnl reini.es p. r eux scroa|
deposees toujurs au compto de la mme soua-
cripimo, daos le mme tablissemeat, ius qa'au
jojrouiline lew po-.b.e do les convertir en
traites, a I ordre de la societ qai doit ea fai re, en
trance, la rpartulon. Agrez, Moosienr la Re-
Jac eur, la nuuvelle assarance de mes seotimenli
mm
DA
ZARZUELA IISritL
PANHIA PEKNAMBUCANA
DE
W*fga$io cositcir.i por vapor.
__ Macei, escalas e Penedo.
m0ff\f O vapor Giqui coramandante Ca-
^ 14 calcante Macedo, seguir para os por -
9P^BBbbb1 tos acuna no dia 31 do corrente as S
oras da tarde.
cebe carga at o dia 30, encommeodas, passa-
eiros e di aburo a frete at as 2 horas da tar-
de do da de saa sahida : oo escriptorio do Forte
C0.MPANH1A PKRNAMBUCANJ--------
DB
VaTegai ostelra por vapor
Porto de Gallnlia, Rio Fornioso e
Tamiadar.
^|V O vapor^.irnAi/fta seguir para t-s
IM Prl0< cima no da 4 de Janeiro ao
* moia noite.
Recebe carga, encommondas, passajreiro e di-
oheiro a frete: no escriptorio do Forte da Manos
viagcm extraoroiaana a
Cioyaoaa.
O vapor Mandah, curiimaodantc Julio, seguir
para p porto acuna em dagein extraordinaria, do
da di do correte ao meio dia.
Recebe carga, eocommendas, passageiros e di
nheiro a frete a bordo at a hora da sahIJa.
0 Dr. Francisco da Canaibo sarea" Braii-
do, juiz de orphSos e a isenles da cida-
de do Recifa e seo lerrao, por S. M. o
Imperador, qiietn rmis guanle etc.
Paco saber aos qua o presente aditai virem e
d elle tiverera conheelraento, procedeu-se exame de sanidade na pessoa do
-nbdito poriugotz Joaquim Vieira de Barros, e
lepois de feito o exame subirara os autos a minha
eoiiclusio, os ques sendo pur mira vistos e exa-
minados nelles dei e profer a sentenca do theor
segrate :
Em vista do auto de exame lis. 5 e do mais
que coasta dos autos julgo o examinado incapaz
Je administrar seus bens o reger-se pelo que to-
rnen sea curador dtfiuitivo o mesmo Manoel Jos
Dantas Jnior, provisoriamente nomeado lis. 6,
visto nao ter o mesmo examinado prenles e co-
ohecidos nesta cidade e na provincia.
0 curador preceder sem demora ao inven-
tario oa lrrna da lei e do estylo.
a O escrivao afflxar os edtoes na forma do
coslume.
Hei por mmto recommendar ao carador que
empregue todas as p'ussiveis diligeacias acooselha
das pelos mdicos ver se possivel obter-se o
eslabelecimento de seu curatnlado, devendo pedir
aut'irisaci para qaalquer despesa que para isto
se faca misler.
< Becifr, 10 de dezembro de 1879.Fraocisco
de Carvalbo Soares Braodo.
E para que mniruera faca negocio jd#r com
o precita lo interdicto. -*--r* intermedio di
-'eu.jspr"---B"ei Jos Dantas com previo con-
-TiirnerH d este juizo, mande passar o preseBte
que sert aftuado dos lugares do costme e pu-
blicado pela imprenta.
Dado e passado nesta cidade no Becife de Per-
nambuco, em 23 de dezembro de 1870.
Eu, Ploriano Cunda de Brillo, escrivao, o fiz e
subscrevi.
Francisco do Carvalho Soares Brandio.
CAMPO DAS rlIMHAS
EtlPflEZA LARTILLER E CASTRLe
Siibbail Si <\n c rren'e
A direcco desta companhia, atrradeeda para
com o illu.strado publico pernambucano, do bm
acolhimenlo que Ihe lera dado s pecas por ella
postas em scena ; offereco ihe neste da ama das
memores obras do sen repertorio, em 3 acto?
msica do mae-tro Barbieri, e letra do Sr. Cam-
prondon, intitulada :
LEILOES.
DEGLARACOES.
PUBLICACOES A PEPIflft
Como uRica resposta do8 artigos do U
Aaro/ile i7 a 28 do correoie mez, pnol.ca-
moi o documento baixo. por onde se pro-
va que o Ulro de cavados re que trata
o mesmo Uberal, \o foi sqlto, mas sim
esta preso e era procesa.
NLi deasseotameiito de prisSo do preso
Francisco Soares Lopes.-Francisco Soares
Lopes, pardo escoro, idade 20 annos, sol-
te.ro, natural de Pao 4'AIDo, prolisso pe-
Ireiro. Albo de Jo5o Lopes da Fonseca *
M^ria J .s da Silva, e.slalura de 5 ps e 4
polleras, caberlos pretos e crespos, rosto
com orillo, oln rs pretoi, nariz grosso, bocea
lrande, com todos os denles da frente,
ii-uca barba, corpo regul.jr, unalphabpto!
n^co bul no d a 3 du ouhibro da 1870
a ordeui do subdelega Jo lo Bof9, em uro,
cesso por furto de cavallo. lim e 10
Subdelegacia do Curato da S de Ooda 29
da dezembro de 1870.
Por esta subdelegaba foi apprehendido m ca
vallo caanfto, de fronte aberto, dous pe* calca
Jos, castrado e cora tres ferros nos qaartos tra-
zeiros, do poler de u ascravo, em a noite de 16
lo correte : quera jolgar-se com direito venha
justiflca-lo dentro do pr .so mprerogavel de 38
das, a contar da data desle.
O subdelegado,
_______________Cinriid i V. S Fr.-p.
uThP" jrJt:,u,,1",l""'-J^- v-tt.-e.lle.i., .Su..Ci.,i
Ja thesourana de fazeuda desta provincia e faz
publico que oa) teodo comparecido licitantes a
arrematagaoda casa terrea o. H sita na ra de
hSS*** V'"ade I*"rM-*. *da em
nfa%.l imBima arre:a'So transferida
;orLVa'a,arV.e,'De'rOpr0X,a, oar- "2
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 30 de dezembro de 1870.
Servindn de ofn\;al maior,
Manoel Jusi Pinto.
__________________Osmin Laporte.
laupec^o do arsenal de
aarluha.
Faz-se Dublico que a comraisso de perito'
examinando na forma determioada oo reiruJainenio
anriexo ao decreto n. l.llde S de fevere.ro d
l"5i, o casco machina, caldeira, apparelho
na.-iraaca.. veame, amarras e ancoras do "a
por fatuta da companhia Pernambucana de na
vegaeao, costeira, achoo todos esses objootos em
estado de poder o vapor navegar
lospecco do arsenal de marinha de Pemambo-
:o S9 de dezembro de 1870.
0 inspector,
_______H^ A. Barbosa de Almeida
Tribunal
EL RELMPAGO
Per-onsgins.
Henr.qoeii.... Sra. Rivera de CasUllo
i'1*3.......... Sra. Biverade Lariiller.
Len.......... Sr. Casiilfo.
Jorge......... Sr. Grauado?.
Coros de preto- de ambos os sexos.
A aeco pa>sa-se em una cDgeubo e plantacao
de tabaco, as rcanias de Matazana ( Ilha de
Cuba)
A empreza pdi o trem expresso depois do es-
pectculo para Ap.puios, o qual toca em todas as
estaeoes.
N. B. As pessoas que tiverem biltwtas para o
espectacul. de 28 do crrente, o que por motivo
Iheio a vontade da cuopanhia, fui iuterroinptd'.
terao entrada esta noute.
Os bhetes acham-se a venda no escriptorio do
ihoairo. K
Principia s 8 1|2 horas.
Domingo Io de Janeiro.
A pedido de umitas familias se represeotar
pela ultima vez a mu apreciada zarzuela
CAHPAM
Ha ver trem a* iromijne flniar o etpectacnto.
Principiara a *nu do costme.
THEATRO
(io coiumercio
Por esta secretaria se fai publ co que fleam com-
ffiSfitin* rch,va,,0J 9 segrales emiratos de
r? ^ar.lDS Ro*,UM rtfl a"" Antonio
\X "l't'?' w^.* "esta ci lade ora
e M?,'s r flnDa -6 ,J(?io "'^ Rodrigues
de Mal ,s A C. e o capital de 3;o36#>J0.
De Manoel Policarpo Moreira de Azevedo e Ger-
vasr, B .drigues Campello. aquello cooeoaai.marin
do prev.leglO da ab-rtura e caoalisae, do r"
t. .yanna, e este engenhe.r ; para o flin dj prevlo-
gi. ora o capital je 40 000*
D-Anudo Alve da S.lva Jnior e Manoel Vic
' i do Jezns da Malla, esiahelecidos nesta cidade
rin casa de cornrnercio de chpeos. ,* a drma
de Silva A Malta, e o capital de lOTOOOjI
flMPlli FROTA
EMPREZA-COIJUBKA
GRANDE NOVIDADE
Domingo 1, dejaneiro de 1871
AS i l|! HOltAS DA TADE.
Grande e variado espectculo
DWIDIDO KM TRES PARTES
Onvertura pela orchestra.
Primeira parte.
Representar se-ba a muilo lioda e applaudida
opereta era um aeto
Le* dfux Aveugles
, Segunda parte
Caocao
LA MiNDOLINE A DODO
cantado pete caricato Mr. Carn.
Aria
LES SABOTS DE CA MARQUIZE.
desempenhado por Mlle. Brescia.
Romance
PERDUE
exhibido por Mr. Rayoaud.
Terceira aparte
Representar se-ha a chistosa opereta em 1 acto,
mosiea de Offemback '
Le gratid papa de la chanson.
na qual tomara parte Mmes. Valmonca e Mr. Ma-
f w.
Termina com o CANCN INFERNAL da opera
na "UJ e5.,"n- daP?,do Pe'"'.mtwmos perso-
n!T i Mr C",,n e Mlle- Mariette
ihofiro acnamse a venda no escriptorio do
Enerada, 1*000.
mobllias, piano, porcelanas, crystaes, obras
de metal superfino,
e oulros adornos de casa
Transferido por causa do vapor
para 3 de Janeiro de 1871
O .gante Oliveira fu leitao por ordem do Sr.
KodoiptaJ Hruck-mberg, das mais perfeis e ricas
mowuas de belleaas e cooeirnrcoes modernas,
-orno memores nio poderiarn inportar-se do es-
irngeiro,-wm conseguireBwe nesie pa4z, coo-
sistmdo em guarnieres completas para i. es salas
oo _v. i tas, am esplendido piano novo de vzes as
maw harmon.osas, com cadeiras e estantes para
msicas, espelhs de molduras douradas, qaa-
dios admiraves, figuras de bronze e oulras para
8d*roos, poltr mas, sof com lindas cadeiras de
encost estofadas o ferradas de damasco de seda
cadeiras de balane>, me-.,s para jogo, cb, e para
entura, relogio b.,ro regulador, urna exteo-a mesa
elstica para jamar, apparadures e gaarda-louca-
pp jantar, sobremesa, cha caf, faqueiros com garf-is
e facas, colberes para peixe, sopa, dessert e cha
galbeteiras, salvas e oulras pecas de metal pouco
inferior ao custo das de prata fiua, mas superiores
na apparencia pela qualdade e lindos feitios la-
vradus; bella colleeco de garrafas lapidadas
copos para champa nha e oulros vinhos e para
agua, pratos para fruclas, compoleiras e oairo?
primorosos crysiaes. como de bellos lustres, cande
labios, laoteroas e lamptdes para gaz em todas as
salas, qaartos e corredores, cadeiras de varias ma-
dS"f?i?J'!lti0!'' liadas a'lilas, oleados e esleirs
cadas, um* migofieo81.^ ^redores e esca-
casal, separada ou coojuoctaineote"cSnSDeeuT?Bl0,0
de molas e colehilas de crina e cortinados, esplen-
didos goardi-vestidos e guarda-roupas de diversos
lmannos e moldes, cemmodas, marquesas, tooea-
dores com pertences de porcellana, camas de ferro,
lavatorios, mesas para deferentes misieres, e in-
nmeros oulros artigos, como venezianas, etc,
todos tndispensaveis urna casa quando prepara-
da com esmero, e na mor parle vindos do estran-
ge.ro, sem attencao a dispendio, tendo-se em mira
principalmente a combinaco do bom goslo, com-
modidade e perfeicao :
Tertjo feira
das 9 horas da manha em diante, na grande casa
em qae re,-ide o referido Sr. K.uekeuberg (pro-
pnetario o Sr. bario de Nazaretb, no lugar da
M gdalena, qnasi defronte do sitio do Sr. Barroca.
No da d AiAOaBA toverattm* ckj Bira
em hora, desde s Was da manhaa al
meia-noite. tanta da ida como de volta.
W. RawHnso,
_______ Gerente.
*n~Z A lf"f4d'do Noasa/Se^aon, aVi Saiide"
doPo5oda.Panelldirigio ao xaTWtto cipa-
talar ama repraMatoeXo contra o ea*ieior ata-
parocho daquella fre^neiia o padre A-icVnla Ma-
na rarreira de Albuqofr.me e espera da prodan-
cia e ifluatoacao do mesmo capiolar a/ovidencias
era ordem a Taae-la mudar de proceder, deixando
de parte os acto delle oa admraistradfo- da fre-
guezia e dosjones promet., dar oontos ao publi-
co, o padre Vicente Maria Perrelra do Albnwer-
Oii on por quesies domesticas, on porque pee-
atmhtu! ;ff,,i,0 ,e0 dlvorck>- ^'wfetT*
sua babitaeae de urna casa junta a igreja matriz
para o consistorio dtlla, levando camas e mais
objectos precisos para as necesidades da vida de
urna parle da familia.
E' inerivel que em preseoca da auteridade
superior ecclesiasii.a nm padre, um vigario
se atreva a tanto, apesar disio o faci w-
aaae.ro e presenciado Mi escndalo pelos habitan-
tes aa freguezia ,e a irnranlade qne do coushto-
r.o razia as suas sesses, a junto de qa ilifieacao, o
consolho da guarda nacional, que no mesmo con-
sist.irwao renen, sao 6sbulba-to P.dos para des-
abaros dos caprichos do padre Vicente, anda
maiso sacrano da matriz Rea junio d; consistorio
eoconusturio v sera esa de morada de (al
padre.
E' este facto que constiluio o objeclo da repre-
sentacao levado .... c nheciinenlo do Exm. capitu-
lar para evitar moflido-, e maior desbarraonia
entre os habitantes que j esto bastadle descon-
tentes, e o coadjucior tue continua a desconhecer
os preceitos da lei de Deua.
_____________ Ura m rader do Poco.
Ensino em cis**s particu-
lares.
Aos 8enhores pas da familis econmicos
nos dirigimos.
Lecciona-se pessoas de ambos os sexos as
segrales materias : logua nacional, francez la-
ura e geographia, tod-s os das atis, enepto as
quiulis-feiras. Garantem-se as habilita des, me-
lluido fciliino, a liantamento rpido, e muit assi-
duidade. Os profe>'ores sao dous mocos qne e?-
tudara nesta praca e mnito conhecidos : a tratar
na ra da Cadeia do Becife n. 21, ou esta lypo-
graphia, deveado os pretendentes deix*rem seus
nooies e raoradia. isio das 8 huras s 4 da tarde.
Cozinhsiro
Precsa-se de um cozinheiro : na fabrica de
cervij-a i ra da Fli.reni'na n 20.
Irmandade
do Senhor Bom J^aus das Portas.
A mea administrativa desta irmandade, na
igreja da Madre de Dos, nio podendo fazer a res-
ta ae seo pa.iroeiro cora o brilhaotisroo do costn-
me, por faita de n.eios, resol ven mandar cantar
urna mis-a no da l ae Janeiro proxi.ro fuluro,
as 5 horas da maoh,a e as 7 da n-te urna la-
jamha, estando exp^sta todo o dia a injagcrji do
Seobor merlo ale as 10 iVras da noite.
Anlooio Francisco Mrtns,
___^______Tdesonreiro.
Bogase a quem S iffeiecida una c^becel-
ra de cama franceza de amarello cora falta de nm
balaustre, fazer o especial obsequio de a comprar
e mandar eutrega- la ao primeiro andar do sobra-
do o. 38, sito ra do Bario da Victoria, que ser
sali-feita a despeza que fez e compelentemente
gratificado; com tanto qae aprsente o nome a
sigoaes da pesoa que a1 vendeo, eoja cabeeeira
fa desencaminhada na ooc siio doiaeendio que
leve lugar no sobrado n. 44 da dita ra na noite
de 28 do i-orrenle.
Boga-se a quem for ulferec.d* u.na carteira
e.rurgica app relinda de preto e rmo desappare-
ceu nostea das, de a entregar ao Dr. Pitanga on
eovla-la ao Hospital Ponagaez.
PreX
avisos martimos;
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegando costeira por vapor
Parahyba, Natal, Macao, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acarac e
Granja.
O vapor ai*aneomnBaidante
Guiiherme, seguir para os por
toa cima no dia 31 docorreni.
*s 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 30, eoeomnwnda
frffir,.T 7Bht!,y a ^^ al as 2 hora. d>
Mauos n 11 : escriplorio M Fon<) dl
Das dividan da massa fallida de Seve, Filhos &
C. aa importancia de res 49:072i6!H).
Terca feira 3 d Janeiro de 1871
O agente Piolo levar a leilio a reiuerimerUo
dos administradores da massa fallida de Seve. Fi
Ihos A C. o por mandado do lllin. Sr. Dr. jaiz es-
pecial do commercio, as dividas activas da refe
rlda massa na importancia de 49-.072J690. cons-
tantes da relacao existenie em poder do mesmo
fem, as H horra do dia aelma dio em o s-
cnpturio do referido aeenie a ma da Cru d. -96.
LEILAO
Da armario, gneros e pertences da taber-
na da travs a i nuqo.> de Caxias o. 3,
antigo becco do PYhte Frito.
O apete Martins fai leilio por mandado do
HJm. Sr Or. juiz especial do cimmercio, da arma-
ci, gneros e perlences da taberna cima, arres-
tada a Joaquim Fernandos do Oliveira, a requer-
melo de Luiz /os d Costo Amori.o & C. e on-
lros.
Ter$a fe'ra, 3 de Jaaelro.
As 41 hora* dodia, os pretendentes podem exa-
minar a avaliaco era mi do dit .agente.
LEILAO
DE
movis, towfr e crystaes,
Urna calecbe envidracada com arreios e om
carro americano, e cavallos.
Quar^a-feira 4 de Janeiro.
Por iniervencJo do agente Pinto.
Na passagem da Magdalena, casa om qae moroa
o Sr. bario de Cruangy.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de nm oa dous pa-Jelms qne ven
T?' :k* tra,ar M aPUDIa> 'aberna n. 33 a
qualqoor hora.
a^^ia^a-saa
Huamiiia
H Joaquim Pires Machadp PorteBa psriin-
ao para a provincia do Para no vapor
amencaoo, e nao teodo do tempo de
j| pessnalmeotedespedir-se de todas as pes-
. soas que o hjoiam cora saa a raizado,
j varse do presente meio para, pedir-
g Ihes dosculpa dessa fa la, ..flereoer-lhes. o
i seu diminuto presumo naqnella previn- 5
J ca ou tmqualquer parle em que se IH
ache
^svMiaiiiaa"
Club do Moni aro,
Hoje haver reonii) familiar.
O empregado,
J P. Laymi.
asA da mi\m
Aos 5:0001
Bhetes garantidos.
A roa Primeiro de Mar?o (ontr'ora ru do
Crespo) n. 11 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido as eos te-
ilzes bilbete- nm meio n. 237 com 3:OS0iO0t> um
l^'Sw?- PJ1 eMm MOW. e ootras so'les de
100*000 a MlOOO Ja lotera que se acabon de ex.-
trahir (176-1, convida aos possnidores a virem re-
ceber na cinforraidade do costume sera descont
algom.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
2.' parte d.s loteras, a beneficio d matriz deSe-
rrahaem (177.M, qu se extrahira lerea-feira 3 de
jane.ro de 1871.
PBECOS.
Bilbete interro 6*000
Meio bilbete 3*000
Qnarto 1*500
Em porcac de lOOjOOO para cima.
Hilhete intero 3*400
Meio bilhele 2*760
Qua rio 1*350
Manoel Martins Finia.
quinal ltti
AULAS NOCTORWAS
Para os eaaiircga ,os do
coaniaereio.
gCollegio S. Pedro do Alcntara, rua
da Gideia do Recite o. 4.
No dia de Janeiro vindonro abrirse-"
han os naguintes enrsos :
ST. eoiia e pratica de eseriptaracao mer-
cantil (por partidas dobradas).
Arithnetica applicada ao commercio
fM (syleini mtrico).
a, Esiuoo theoiico e pratico das seguin-
tes linvaas : portagueza, franceza, ingle-
sa, alleiua e italiana.
M isioa vocal e iastruni?ntal.



Di*rt* d* Pemambfla Sabbado 31 de Dfezemhrv de Wt*
i-*->

Dirigido
SANTOS
BLTORIO
Mili '
1LL0
interior podem-no
1
I
so meio da.
Chmalos, a oualqutr hora.
HOLINI & C
antlg" ElK COMttCB FABRICA.
~v
CHAPEOS DE SOL
a tt._V ala Virioria srju.a da Gamboa, do Carmo, n. 23 (ntga Ra Nova^
Rwk do Barao da YicWna, rjuinai u* da de um dos 8CC04 supri0.s
Temos honra,fe apopir t wwj n mero.'8"X como lambem, de iodos es nauriaei parai otan
Aluga-se
i 3- andar do sobrado o 8 da roa daJW*J-
{tratar com J. 1. do M. BegoS ra do Gobb
O salao de pianos e de
msicas
audou-sodaruaNora W. andar' para a
ruada ni*
Iniperalriz n. 14, toja,
,noe contina recommendaudo-se ao Ulm. pu-
ftC0- G Werlbeimer._____
casa com um compl
fabrico, a)mo?.aiPj|ii|H#cofs
pwa caca,ltDDeiros polvannbos.
suprio-se a
para os mesmos
cothHria, armas
:omprando dinbeiro.
5:(M000
Esto a venda os felzes bilhetes da lotera da
Babia aa casa felii do arco da Concedo, loja de
ourives no Recfe.___________,------_
"- Na praca da Independencia n. 33 se da di-
aneiro sobre penhores de ouro prata, pedra;
Preciosas seia qual for a qoantia; e na mesro.
se compra e vende objectos de ouro e prata
MI '
ommenda, e todo e qualquer
i mesma arte
o
Au belsexe
COLD CRE\M OF ROSES.
Cette Creme djlieirt^, niversellem,e},lPa I
due en Angleterre, od les aromes ent lriom-
mes par la beani el la transparence de leur
teint, doit sa rpatation aux ementa balsamtqoes
-l ora-iueux qui la composerrt, ains qu asa con?
tante effleacit ponr adouctr a Pea"' *f
plus blanche, et contr.buer amsi a la sam el a U
toiut.qui, toovurs, sont inseparables.
On la recommande entre les irntations de
piderme, tefes qne Bootoss, Ehi*mws,1a-
CHES DB RODSSEim, ROUGBUHS DB LA FWJHB,*
contra les taches Epatbkjces et les Bpplobesckv
ce Celte Creme eonvient sprulement aux fem-
ares encerotes peur prevenir LE MASQUE, auquel
lles sont fUJetles.-Oo sVn sert encor ponr em-
pcber la ligare de se tiUr par le fred ou la trop
grasde cbaleur.
Pris 1:500 res
Sen! 6>pt au magasra Basar ue la Moda 30
I>,:;e do Rarao da Virt ra.________________,
" T>U olaria doi'Coelhos n.-S pieci?a-se alugar
duus moleques paT* o naeando-se bem ; assim como dua< canoas, senio
urna de 600 a 800 e outra do 1,U0 a 2,000 lijlos
groso. .
AVISO.
toeiador J^aquini de Albuiaerque Mello
ei-lara qu se ni) re>paa=obilisa pr qnalquer
Hecto i|ue for pedida em seu nome, sem sor
s.impanha4o de bilhete-Essignado por elle ou por
ua inuiher._______________________
Este antieo estabelecimento, acha-se hoje montado ama
sscala de poder servir ventajosa mente os seus freg es, atten-
o o grande sorttmento de joias d'ouro, prata bnlhantesj qoe
sempre tem e recebem mensalmente das pnncipaes taas
Europa- cojos preces s5o em eompetiveis e as obras garantidas
de lei.
MORIS CRTER
UELC
_ __ ...... A* DA.. lliUIl r
commodo, tem
km.
l'recisa-sa de nm_i_a que saja de boaronduc-
par* cea de homein soiteiro, que saiba bem
^npommar e coiinftar e tenha as habilita pes pre-
nsas para dirigir o servico da casa : a tratar ne
ia:eo da ribeira n. 13._____________________
*C|
'%.
Te a s"a"o"d; parlicipar ao. ~> J^STr Se 9, bt je u do Mrquez de Olinda,
estabeteW3 tina nova fabrica de chapeos^^^^^^^'^ os pteCos, qoalidades e per pre-
onde acbarao os pretendentes, mu.lo avritado orUrrento ^e cg08esfeJmaeente aos Srs. compradores por atacado m
Z\X^~^ P^atss^Sm SVm servidos, % poderem esco.her as ar- |
rtrS. iazeSdas que_a_d,mora da.fobrjca^^ bem d^
macSes
Folographia imperial
CULEBA DB PINTURA
~ DE
J. Ferrara Filela
besde o dia 7 dr abril pamdo acha:w iberio, t
l0vo estabdecimento pho.ograph.co sit a ra *
>buai nt i.'quina do pateo da matru. Ostra^
ifos que desde .lio, tem saludo, de nossa oficm.
em ramente agradado, sendo receb.dos poi
__um eom adrairaco pelo extraord.narh pro
n-esso aue ltimamente tem tido a phou graphia
fpor outros com alegra, por verem a provincia
iotada com um estabelecimento digno delia, e in-
iontestavelmente o primeiro que eaae geaere
aoieDOssue : tambera nao nos ponpamoa em consj
ilguma para monta-lo no p em que se acha, es-
aerando qae o publico de Pernambuco gabera
preclar nossos esforcos e recompensar nossos sa
:r(tonvidamos a todas aquellas pessoas, nacionaet
3 estrangeiras que gostam das artes, ou vererc
ae^essidade de trabahoa de photographia a visi-
lartm o nosso esubelecimento, que estara sempre
iberio o sna dsposico todos os das desde as /
doras da mantiaa al as 6 da urde.
Para es trabalhos de holographia possuimos di
Tersas machinas dos melhores autores rancies
inaleies e allmetnaes, cerno sejam : Lerebours ei
Secretan, Hermagis, Thomaz Koss, Voigander e<
Sonh eWul. ltimamente recebemos tres novas
machinasi sendo urna dellas propria para lomai
wbro o mesmo vidro 4 oa 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 1S imagen diversas t
igualmente isladfc", # sorte que no caso dt
irande concurrencia podereraos retratar soDrt
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e isola
das para candes de visita, eassira era mera8 d
ara cuarto de hora despartannos 8 dileremef
nesgas que pecara cada urna, urna duna de cartoet
mais ou menos, com os sens retratos somente, oo
jm Rrnpo com ontras. .
Enca regamos-nos exclusivamente da direccac
i feitara dos trabalhos de photographia del-
undo pericia e talentos do distincto pintor
Ulemio.oSr.
Jorge A. Roth
is trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
^Sr. Both acha-se ligado a nossa empresa poi
ama escriptura publica, e al o presente tem m
lesvellado na execuco de seus irahalbos.
No nosso estabelecimerto acham-se exposlos ou
iros trabalhos imporianh s do Sr. Rotb, Unto eir
niniaturas aquarella como a oleo, re ralos i
leo, quadros sacros e diversos outrus trabamos
Tomamos encomraendas de retratos a oleo atoe
lamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
ben aceitamos encommendas de quadros nistcn
CAsseguramos que os precos dos diversos tra
Dalhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CART0ES DE VISITA NAO COLORIDOS A 1U0UU A
ajuma
OARTBeS DE VISITA COM O COLORIDO AO NATO-
ral6^J00aduzia
Retrates em miniatura oleo ou a aquarella d*
16 20*000 cada um, indo convenientemente en
;aixilhado em moldura dourada e regulando c
ousto da pessoa retrauda de 3 a 4 pollegadas
edo o quadro palmo e meio de tamanho.
Julgaraos que bastarao os precos cima par,
larraos idea da baratesa dos trabalhos do nwst
wtableeimento, quanto sua pcrfeicao cada un
;enha jnlgar por seus propnos olhos.
As melhores horas para se tiraren retrato", n.
Precisa-sc de orna Mque compro
nhe para casa de peuca familia : na ra
de Santa Rila o. 41.
o cos- ]
* V "
Nova

f
Joao Alws Pedresa convida ios prenle* ami-
gos do Bnada lo> Alve da Cruz \^"Zo
m.ssa do seiimo dia, no convento de S. Franeuco
pelas 7 1,2 horas da manhaa ; e ao mesmo lempo
agradec as pessoas que acompanharam os restos
mortaes al o cemiteriot"'^l""'JlllJ[niirnfj
Al)
DYVETOT
14Roa streila h Resario-M
Compra e vende roupa feita
nova e i eiha, objectos de
cosinha e de mesa, e
todo que perten-
ce ao uso do-
mestico.

GRATIFICA SE a quera der mm, *""
vallo melado com as crinas, cauda e '";
as maos pre.as e ce ps brancos, atando com um
dos qnartos e a barriga ralados e e. cotovel o^ro-
lado, tendo um s.gnaf (cruz branca) na tesli,
muit'o manso; o qual dc-appareceu, da sexta para
osabbado da semana pawada, da casa ai 2:-do
caes do Capibaribe, ende deven ser dada- as m-
formatoe? a tal respeito.
Anda est para ser vendida a armacao e-per-
tences da taberna de paleo do Terco ..11, nniu
proptia para qu&lquer principian e e tan*''
para quera qnlzercoH..eT nm eMabeleeioento bem
montado per ter a casa commodtdades para isso
a qual tem quintal e cacimba, e o seo aluguel e
razaavel, cedendo-se ao comprador a residencia do
s<,brado de um andar per cima, da mesma, una
vez que precise dello para sua habitacao a tra-
tar no mesmo sjbrado.______________

^
AMA
Precisa-se de urna ama para tratar de criao-
^9 : Da ra do Crespo n. 7, loja de mmdezas.
" Aluga-se urna preta sabendo lavar, engom-
mar e cotinhar, ludo com perfeicao, pb pnxo de
30* mensaes : no pateo do Carmo n. 13, sobrado.
Ama.
Precisa-s-e de urna ama de leite sem filho
As melhores horas para se tirarem retratos m ^ w ^^ d[) RoMrlo n l3 ropana
iosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa noroeopalhl.a. .________________.
entretanto de nma hora as o aa larae
AMA
Precisarse de nma ama paracas de ho-
iin soiteiro, sendo para cozmhar nos dia
Mteis e dormitad- fra : na ra do Queima-
Jo n. 3.__________________.
Aluga-se o 2* andar olo do sobrado n.
15 ra do Imperador ; achirase as chaves no
rmazem n. 33 onde dato inforhiafBes.
SEGUROS
m
\\ RIJA DO B\IU0 DA VICTORIA 41
'm casos especiaes pdete tambera retratar qual
,!Nos^a?de chuva, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos que esses das sa.
s mais favoraveis aos trabalhos de photograplu.
3ela docora e persistencia da luz, e p< r termas c
aosso terraco construido cora taes proporcoes e
Belhoramentos, que a.nda chovendo a .orros ne-
ahum inconveniente ?ha para laier-se bellos re-
(r Precisa se de um hornean livre ou eserau
que d lla-for a sua onducu, para o servico ex-
orno da padaria da roa d" Rangel n. 9.________
Aluaa sr urna bna ca*a no Monitiro, uo pa-
teo do chafariz para passar a festa : a tratar n.
roa estrena do Rosario n. 15.______________,
fl
I
Neirte novo -armaaBm tem nm
variado sortiasento de faaendas
frao. eras, inglezas, al!em3as e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acieditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francesas, de todas as
ualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rii bos moderaos, cha-
peos de sol de seda,
linos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
E
11% na ^OCO.
A companliia lodeinnisadora, eslabeleciaa
HMta prava, toma seguros nwrttimos sobre
navios e seos carregamenlos e contra fogo
em -difios, mercadorias e mobilias : na
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Para casa de um" homein so, preci^a-se de
orna mulh-r para fazer o servio mlernr : a tra-
r em Santo Amaro em seguimento a ra da Au-
rora n. 44 1* andar.
Assim como tem ama grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os prepares qne ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qne
pela sna prompttdSo e perfeicSo
nada deixam a desejar.
Ro'opa de todos os
amanbos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
; as casemiras que ha
na Europa.
MOFINA
" Manoel Concaives de Rarros az sciente v
r*neitavel corro do commercio, que o Sr. iose
Joaquim Fernandes Ueixou de ser caixeiro de sna
relinacao sito na do Coronel Suas>una n. 7,
amiga ra deH-ntas) desde 23 da corrente.
RA
tK
Baro da-i*-i:i
aaliga roa
NOVA
N. 41.
\o Sr. Mftaoel lleade de Fl-
giirlredo.
Sendo dacorrid i um ann i dftoois que encarre-
cne Vmc. da cebranea de t 021*220 constante de
urna letra e d* um papel de trato, e nao havendo
at r-oje recebido noticia alguma acerca dessa co-
branca pesar di* repetidas cartas que Ihe tenho
dirigido e qne todas tem fleado sem resposti, voo
rogar Vine, queira mandar mea importancia do
qae h-waver recebado ou resiitar me os areus do
ameaKos no caso de que nao leotaa realisado a
cobranca. Vmc. dosciWi u*a deste meio, nma
-rez q8e io tem querido responder as minhas
-cartas. Recife 27 dedezembao de 870.
Jos Duarte Pereira.
OITerect se para notel oo cultogio ura par
portuguezes, sendo o homein para comprar e eo-
ainbar e a mulher para eogoramadeira e. eopeira :
Aiuem pretender contrata-Ios dinja-se a ra do
Aanerira n. 15, uberaa, para deiiarera escripto
>nde deve er procorada. ________________
Em c sa ne THcODOKO f HhlSTl N
SEN, roa da Cruz o. t8, encontram-se
effectivameote todas a* cualidades de vinbo
B- nleaox. -Bonrg. gw e do Rhenn.______
Fundidlo o a Aurora.
Ueste esubelejimento se veode-n taixas A ferro
batido mai bem eoosiruidas do que as que vera
de fra a 240 r. a libra ; sortimento-completo.
Precisa ge do urna ama : ua ra Direiu ou-
mero 166.

O BmIIU de Miranda Rosa
Olymplo G mcalves R"sa, L^nrenlino Jur de Mi-
randa agradevendo cordialmenle aos prenles e
aroigis BU" Ikeram o caridoso ubseqnio de assiMir
aos suffragius e enterro de (na chara esposa e
Olha Emilu de M ran 'a R >i, e Ihen pedem que
te dignen comparecer ni da 2 Se Janeiro as 7
Moras da machia na grej matriz do Santo Auto
i), onde se tem de celebrar missas por alma da
loxia. _
Pr**:i tica le taberaa : i tratar na toa de S. Joi n. 2.
jar o da victoria
anlift roa
NOVA
N. 41.
Este estabelecimeoto acaba de soffrer urna reforma radical em aceno, artistas e coromodos, **?^i^^
Menda8,nlmenteem ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezea de.xa-se de annonci-r toda as fazendas, para
i5o se tornar massapte___________|_______________________------------------------'
im wi a ***
vi i:
______i
RUA OA CRCZ M, t
Chapas de ftrro gaftanisada* para teibeiroa, etc.
Tachas de ferro para assacar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinbos de m5o.
Venecianas parajanellas.
Machinas de destrocar algodae.
Machina de cortar fumo.
Mchica de^orUr papel.
Motores para douscavallos. ,
Machina a vapor para mover machinas de algodSo.
Balancas, prencas, cofres de fecro, ogoes de ferro, daworo, faalitre .ltmaina ae
muitos ootros artigos. ________
Roaa-se ao Mari. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra dt> Imperador n. 18 a ^oncluii
aquello negocio que V. S. se coraprome leu reali-
zar, pela terceira chamada deste jornal, era, flw
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril e naja cumpr
e poreste motivo de novo chamado para de
Han ; pois V S. se ueve lembrar que eAe ne?oci
de raais de oito anoos. e qnanao o senhor wn
fllho se a.-hava no estudo pesia c-idade.________
" Alnsa-r a tria n. 55 da rua de Agoas-wrdes
(hoie a>mas Valentina?) de 18* mensaes -para
ver! a chave esta na casa de junto, e para Iratar
na ihesHirana das luteria*._________^_______
_ Prtci>-9e de urna ama foira ou captiva para
ziuhar ira casa de familia : quem, tem poder
Jesempenhar e-la misso, querendo tratar, oinja-
}e. ra do_l)u_uw 'le Caxis, loja n. 1._______
PMURH.
Mugase a padv.ria allema ero Santo Amaro e
as'eondicoes ti favorave : a tratar cra seu do-
no na rtri da Guia n. 56. ^^_______
lila travessa
das tees n,
meire andar,
nhelrd sobre
da roa
% pri-
se di-
penhores
Prensa ingleza
Prensa ingleza
Prensa ingleza
James Ryder & C fazem seento ao* exportado
res de lgdao desta praca que durante esla safra
teem resulvido enTardar esto g-nere, a rasso d.
500 rs. por arroba inclusive capas, arcos a marcas
em su prenda ra do Api dio n. 26.
COFEITRIA
de oor, prata e brrlfaan
tes, seja qual for a qnan
ta. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Precisa-se de uraa molhcr Idosa e de toa
cmducta, para creada de um hornera soiteiro, exi-
finno-se qnesaiba eugoramar e tenha habilitacdes
para bem administrar o servico de urna casa :
na roa do Imperador, armazera D. 36.
O Sr. Dr. W nfbaio queira ter a boodade de
cancuir o negocio que tem com os proprielarios
i lypographia Mercantil, o qual de interesse
para o memo Sr. Dr.
Aluja se o 3'amlar da casa
caniamento ihoje do Bi-po Sarpinha)
da roa di En-
, com frente
para a roa da Madre de Dos : a tratar aa roa
dos Prazeres, tnj i do Coreos! Lemenba n. 16. dai
4 bura a 7 da tarde. _________^^
Ama
Precisa se alugar ama e-crava que saiba en-
gnmmire cozmhar pira ca-a de mu oeqoena fa-
milia, e lambem se loga urna ngrinha : na raa
do caes do Capibaribe, casa nova com port do
ferro ao lado'. .
- Precisa *e de un raixi-iro CoinpnUca de
taberrjo ; no pato* de 8. Pedro d. 1.
ferro
RUArDO IMPERADOR 9. 26.
O proprietario desae estabelecimento avisa aos
seus numerosos e buos fregOews, qoe acaba d?
preparar nm grande sortiraento dea melhores ge
' eros do mercado para rechear ae despensas da-
qaelles que tiverem bom paladar e dsposico pa
ra gastar os cobres, no lempo da fesia do I\atal
Ah ent'ontiaro ei clientes presentes de flambre.
vinhos, licores e cognac de todos oa fabricantes
boa cerveja, marmelada porlogneza, ameixas em
caixinbaa, conservas francezas e porloguezas, do-
ces de todaa as qoalidades seceos e em calda.
Tamben encontraro bolinhos para cha de todas
as qnalidades, bolos francezes e inglezas, pc-de-l,
pudras, tortas,Smendoaa onfeiladas, equantidade
do nutres objectos que sera enfadonho enomerar

FALSIFI CALES
dasPILULASdeRLANCARD
- A Boasa correspondeneia do Braa nos faz
saber que as pracas deste paiz aco-se
actualmente inundadas por urna mullidao de
falcificafes vis dos nossos productos (textual.
Para garaur-se contra estas composicoa
(CAVE DOLCAI)
commercio, estos hosrados intennediaroa
ente de assegurar-se sempre oa engein das
PiUUASqueli'aaemonesso nome.appellundo,
entre oulros meios prcticos, pila boa dos
nossos ollegas, os phacmaccuticos. NaA de
duvidar que n'urna qm-sta que iiitressa laA
eriaaeiiie*au Aixiio.ie ai oottai rilolai
nu se uiastrem dignos da conflanca dos sei
freguees; nao de duvidar igualmente "que 1
repudiando toda aotaridade com os falcifi-
sp cadores e os seus cumplices, elles nlo sefa-
mais on menos perigosas, que escondem-se- cao um dever d'or em diante de procurar
d'essa maneira por delraz dasnossas marcas as vrdaWEHus Piuxas DE BunciIU em
de fabrica e mesruo da nossa Tuina, rogamos origens certas, enderecando-se, quer a nos-
aoui com instancia aos mdicos e aos do- mesmos eni Paris, quer indirectamente aoa
^. _.______ ....._-... ..:,. .i,.. ^ ,1,^.,'ium iriiT.> Ra do Baf o da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garaolldos da pro-
T.ccla.
EtarHii casa acaba de vender entre os seus
,nuiio feliz* bilhetes a sorte de 200*000 era ura
bi'heto ibteiro de o. 2,771 e a so.te de 100* em
1 meio de 0. 295, outra de 100* era un, quar o
de n 2 643, e nn. quarto de n. 2,li6i com a sorte
de 100*. alem de oulros premios menores poden-
do seus pos-uidores viren receber, qut prompta-
meote sern pagos. .
abaixo assignado convida ao respeitavel pu-
blico para v.rem no sen estabelf cimento comprar
o' "liras bilhetes garantidos, qne nao de.xarao de
lirar qualquer premio como prova pelos mesmos
Acham-se venda os'muito felizes bilhetes ga-
rantidos em beneficio da matriz de Serinhaem, que
ser extrahida ter^a-feira 3 de Janeiro vmdoure.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto U500
De 1005000 para ama.
Inteiro .5*400
Meio 2*700
Quarto 1*350
Joao Joaqnim da Costa Leite.
Antoni l>s "e Oliveira U vir ae re-pei-
tavel pnbl'coe ao corpo do corrmercio, que ha-
vendo ontro de goal i orne, passar a assignar-se
por Antonio Ferr-ira de i'liveira.________
- Fallaran na m itc de 23 para 24 do corren-
te do eunenbo Moribequinha da freguezia de Mu-
ribeca i cavallos de sella cora as cores e signaes
seguinles : um mellado quasl. agemado, boa Apa
ra, bem feto, anca um ponco eurta, uraa lis'
branca na testa e no meio desta urna pinta da cor
do corpo, anda Dem baixo largo, ardigo, cas-
trado e tem os p? e as maos blindas : ol-
rudado preto com piulas de pedrez, uraa manera
escura abiixo do p esquerdo. com 6 polegadas
mais ou menos de c mprido, anda de baixo a
meio, est magro e inteiro ; o 3 castanho o-
veiro, grande, bem feit*, de boa ida de, castrado,
tem ura dosquart-s bem pontudo, na borgada
direita um pupo, eos cascos das mios lascadis, o
ferro-Recreio-por extenso, o passo baralbado,
tem a frents aberta e ardigo ; o i* castanho es-
curo, peque.no, bota aa crinas a esquerda, no pe
da qual tem urna msela de cabellas brancos, an-
da a passo e carrega de baixo a meio, poliro :
graiincase generosamente a quem der noticia
certa.
Aluea se nma excellenie casa de sobrado
fm Oinda, milito fresca e peito do mar.
rom muitos ci mmodos para grande familia.
Tambera se alugatn as lujas em separado:
a tratar no Recife, na Bella d, 37 As
chaves para ver a casa acham-se em 0 inda
defronte da igreja de S. Pedro Maitjr, ven-
da do Sr. Antonio da Silveira.
Atten(?o.
nossos princfpaes correspondentos, ou entao
as casas asgis recom-
mendaveis na Franca
eu do seu paiz.
?Ol&-
PharmaceHtito, ra UouaparU, enParit.
at prinsip.ia JPfcanmoiaj. ^
Precisa-se arrendar ora silio com bac3nte ter-
jeeo para ptni(d>s e pa?t para animaen. prefe-
re *e perw de alguma d>s esiavs da es irada de
ferre rio sul : a iraiar na tua-de S. Gor^lo n, 30.
ItfA PABAU.V
aneriraair. a i'ua dos Pires n. 50, conlina a fazer
pi-> e bolacha de arinha wprcial de sola para
mtlhor agiadar a rtuJ fregiuzes.
ATTENfjAO
Furtrar da ra de S Jlo, em Olinda, na noi-
te de segunda para tercafeira 27 do crranle.
nma cafieirinha conrendo : urna escriptnra da
mesma casa pertencente a abaxo assignada, dci-
mas e recibo de foros, assim romo papis da cojf-
diacao. luto da mesma casa, para-o qne arrorrtha-
ram nm bah e uraa caixa, e levaran uroa^ma-
gem da Senhora a Conceicao, ora Mmnoae"
ura qnadre de S. Miguel e ouiro da vestucao c
Nossa Senhora Santo Isabel, um saceos ae (Mi-
res, meia peca de-apalapolao, um lewjol de panno.
novo que eslava calcando ditos objectos, e ootr w
cousas miudas, qoe na occasiao oo e pode i
era lembranca ; desconfla se -quem '_
lores ; mas tenoo a me>ma aba.xo assiga la
qeixado a autoallade competente a al a presento
data nao tenha dado providencias, roga-se a mor
ai pessoas. tinto daqui como do R'fo: i"6, "f
sejamofferecdis n souberem de ditos ehj-M
appn-aVndam nos e levera ibjcw de &.VMt
K^zere.
Acha sede
rna Veltia. na
pan ver ex ste
tratar na ra lai|
*s


.V
diario de Pernaroimco Sabbailo 31 de Dezembro de 1870.
l
r
lo arauueM do Va-
por Fraacez. ra
do Bario da Victo-
ria (outr'ora raa
Nova)n. 9.
?a
Perfumaras,
lo armazeu do Va-
per Fraueez. ra
do lia So da Victo-
ria (outr'ora ra
Nova) u. ?.
quinquilharias
para meninos.
e bnnqnedos
Este eslabelecimento acaba de reeeber pelos ltimos vapores e navios de vella chegados da
Europa todas as snas encomiendas do-grande sortimento de fesla, otferece ao publico em geral, por
presos resumidos o mais possivel, os argos seguintes:
CAICAIM
Botinas para senhorasduraque branco, preto
e de ontras oaaitas corea escolbidas do ultimo gos-
o da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatiohos, ile salto para senhora-duraque pre-
;, junco e#le core*, e de couro de lustro.
Botinba* para enancas, proprias de baptisa-
los.
Botinas da diversas qualidades para horaem.
Bota* russiaaas para montara, tanto inglezas
de couro da Russia para vlagem, como francezas
de Melier, bezerro flao, para passeios.
He.as perneiras para meuinos de 10 a 16 an-
oos.
Sapatos de brim branco para hmeos.
Sapatos de vaqueta de lustro cora sola de raa-
leira, proprios para banbos.
Sapatos de borracha para bomens e senhoras.
Sapatos abotinadcs, de diftVrenles modelos, mui-
10 boas e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelludados, Charlot. casi-
mira preu, de tranca portuguezes, para bomens,
sonoras e meninas.
Pfrfamnrias.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Gologne era garrafas decrystal para
prsenles, agua divina, agua fl trida, dentifrice la
vande, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arrct
e sabooetes, tado isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubio.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancasJoavin.
Espelhos grandes dourados para salas, guarios
e gabinetes.
beques para senhoras e meninas.
Joias de caro, brincos, transelins, pulseiras,
Outoes de punbos, de abertura, c r reo les e chaves
ie reiogio, tudo de ouro bornee le.
Brincos de plaqu> Imitadlo de ouro.
Correles para relogio.
Abctoaduras para colletes e para panhos.
Albuns de velludo e marroquint para retratos.
Slammadeiras de idro para enancas.
Caizinnas de costura, novos modelos com ron
ica, proprias para presentes.
Q'iadrintaos dourados para retratos.
Toacas e sapaliuhos de lia para criamos.
''apellas para noivas e para pastoras de pre-
sepios
Caixinhas com vidros de augmento para ver-
te em ponto grande a photugraphia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
rhesourinhas para eos ura e noha?.
Bolciohas de aeda e de velado.
atiabas para braco de meninas.
Balaios para costar.
Oes os d'aramo pratiado para frutas e pao a
meta.
7 Ra do Queimado 7
DE
FU

m,
Ricos artigas de phanUsia necessarlos para toi-
Ibetes e proprios de presentes.
Jarros e bouqbets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mui Jelicados.
Quadros promptos para collecar vistas.
Molduras dourajas para qua iros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadore- de penas e de pal ha.
I!utenas para notas e para dinheiro.
Caixinha-de msica de dar se curda.
Poateiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com eastoes de marfim. :
Ditas de baleia, janeo e de mallas qaalidadcs.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para dente?.:
Lunetas ou pencinez de prata doarada.
Dito? de tartaruga e de ac
Oeulos de prala doarada e de ac.
Reverbero transparente para caudieiros.
Ditos para Linternas de pianos.
Coto3 ee-momicos para vellas de sperraacete.
Cnrdas para violao.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos mjelos e precos.
bjoctos novos da mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalbas.
Esporas de meial branco para salios.
Cbicotf s fories com raartello para viagem.
Ditos de ranilos modelos, de junco e de baleias.
Lavas de Ho da Escocia brancas, c de cores.
Dilas de camotea amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para illaminacoes de
festas campestre?.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jugos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e.oulros j gos allemaes.
E figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordi >ns de todos os tamanbos
e novos modelos-om trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapinhas.
Presepios completo cora todas as pecas e sorti-
menlos avulsos de figurinhas, animaes, casas, jar-
dios, etc.
MUHU B4ST0S (
E' chegado ele novo eslabelecimento o mais bello sortimento de uzeadas
sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgurio de seda branco para vestido.
Coichas de soda para, para cama com ricos desenhoi.
Ditas de 15a e seda, id>m dem.
Ditas de crox*, idem idem. i
Cortinados ricam-nte bordados para camae janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados. iinuilimf
Popelines de lindos gostos.
L5as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b nrnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile qoe ha de mais rico. 1 s
Cretones para vestidos com lindos desenos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens. -~
D tas inglezas para homens e meninos.
Seralas de linho, e om grande sortimento de roDpas feitai e de fazendas qne
lenaonho mencionar. ,
Luvas frescas de.Jouvm
Sortimento de tapetes para gaarnicoesde salas, alcatifas para orfo de sala, e o
rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
CONFEITARIA
DOS
I Joaquim Jos Gnpal-
a Beltrao
Buhar. hpelage
O proprietanes do granle Twlel
iiaata'is
doTMIit iro
tero aberto no hotel preparado coi todo o esinfruf'ewseji ifc-
be hospedes par oque lem to as as cuinn i-
hospedes
dades exigivei?, e espera que 05 roncorrentes qtie
os honrarem em ludo si r > satisfeitos.__________
A directora do ST ote Piu.Pnriuguezgmanda
celebrar sacado, pela 6 mus da mapha.i, na
ordem tere'ejra do Car/in, una missa m lhi:o
da pelo eterno descasco da -alma dVaorio Ale-
xandre Pinto de Campos, e convida para is.ststk a
esse acto de caridade aos prenles e amigos do
fallecido.
------------------------------..........----------
Precisase de ura oficial de alfaiate c di
boas costareiras : na ra estrena do Rosario nu
mero 11
i-
proFessor.
Um Dr. fraocez deseja encontrar um engerho
para leccienar francez, p itugn. z, eje,, eto, piano
e canto : deixar carta fechada na ra estrtita dn
Rosario n. II.
Ilua (pliapt'hs u, 17, 1 andar.
Sacca .por lodos os paqnet-js sobre o barco i
inno, em lirada, e .obre oe t-rBfnles lagares a
'ortBfc'*! :
baa.
Puto.
Valen^a.
(nimaraes.
Qo|nibr.i.
'Jfcfeves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Voi.
Viaotia do Castalio.
neaio do.Limi.
Villa Hal.
Villa-.Nova de Famelioao.
Lamegc
Lanos. ?
Covilhaa.
Vasca! (Vlpaso).
Mirandella.
Beja.
Barcello?.
-. i, i.
WISO

N'ingue.n faca transarcio algama com m pret'-
africano liberk Jos da Cusa, sobre urna escrava
crioula de nome Fernandlna, a qual se acha ma-
nutinida por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz min.i-
clpar da I5 vara, escrivao Santos, a requeriroenio
de soa senhora Francisca Mara da Coii'-eieo e
doDr. eoradiT noneada pelo mesmo juiz.
AMA
Precisase da urna ama escrava ou li\re
rna da Camba do Carmo n. 10, Io andar.
: na
Attenpao
Todos os artigos mencionados ueste annuncio
vendera-sc muito baratos, nao s pelos abaliraen-
tos oblidos dos fabricantes era aiiencar as gran-
des e repetidas compras, como pelo bora syslema
de vender rauito ainda mesrao com diminutissimo
lucro.
^3

CD
O
d
o
-
O
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ANANAZES
Ra da Cruz n. 16
Encontra-se sempre : | AMENDOAS confeitadas: xaroper reri-
BOLINHOS para cha ; pao de l ; bollo gerantes ; vinho Bocellas, branco e tinto,
inglez; pastis de differentes quaiiddes; proprio para mesa; vermonth ; absyntio;
doces de iradas, em calda e secco, em cogDac; viohos finos, champague.
barrilinbos em latas. ,
CAIXINHAS com amendoas e pastbas, | PAPIS para sortes,] ditos
proprias para presentes ; cha preto, miudo, para cobrir bolos.
de supenor qnalidade ; latas com pecegos
a ijjrjo. I PRESUNTOS e fiambres.
RECEBEM-SE oncommendas de bandejas com bol ribos, com armaco de asso-
car' e sem ella ; de pao de l e bolos enfeitados com dsticos e sem elles: e de ontros
muitos objectos proprios para grandes jantares, bailes, etc., etc._____________.
10V0 S08T1T0 DE MSICAS
NO
SALAD CE PIANOS E DE MSICAS
Ra da Imperatriz v. 14 loja
conlem :
MSICAS PARA PIANO das mais facis at s mais difficeis, toda dos autores mais
modernos as melhores edices da Europa e do Rio.
NOVIDADES quadrilbas, polkas, walsas.
TANGOS, Habanero?, modinhas, can(5es bnsileiras e hespanhola, romances francezes,
arias e cavatinas.
Operas inteiras proprias para presentes
lado para piano e para canto da opera \
Domingos Jo^ da Silva faz -aber ao respei
lavel corpo do commercio que por haver oalro de
igual nome. de boje em dianie se as-ipnar por
Domingos. Jo> da Silva Nogueira. Recite ."JO de
dozembro de 1870.__________________________
Att D#0.
Precisa-se alugardeas escrava, urna lavaJelra
e oulr3 coslureira : na Capunga, entrad. da bar
reir, casa n. .
Previne-se ao Sr. ibe>oureiro das loteras
que nao pague o inet-j bilhele da n 939 d:- par-
le das loteras da matriz de Seriobem o. 177'
senao ao abaixo assignado, Tiste !er sido desenca-
minado do podtr do mesinA.
Manoel Jo- G-rreia.
>t Precisa-se de U'U caixi tro que tenha prat:ea
de venda : na ru>da Aurora n. 30.
-----
Ama.
tu.
te Precisa-sc de una ama
33, 2o andar.
na
rna
Prcisa-se
do Vigaria n.
le um criado para acompanbar ama petsoa para
o serio : a tratar na rna de Hoitas o. 30, ,!(/
brado.
Precisa-se de uaa ama
do Rangel n. 13.
Ama
para cczinb:r : na roa
GUARAM
Em breve se principiar a dar nm catalogo do grandissimo sortimento deste es-
tabelecimento. Encarrej?a-se de eneadernacoes etc.
GRANDE SORTIMENTO DE
NO
SATilO DE PIAMOS E DE MSICAS
Ra da Imperatriz n. 14 loja
Para flauta, clarinetta, rabeca de pequea e grando orebestra, para banda
militar e harmonio, to proprio para este tempo de festas e para augmentar a solemni-
dade dos actos religiosos.
Todo pedidj das provincias o dointertor serao promptamente attendidos.
i-r*,?^."'PUSaaaarsala*a"^


ilE .Kl'NhA
\
I
1
tliAXi".0 E ESCl-IO
.-,fc( tarrt l dlao U Fiod-' i!e BacalM,
ir 6hf*riei e*'a pif".i"s|ir.(:ir.
..;... uoi l.i n e shi : .:rjJYU
.......:!. ,.:... .'.c kBifir!uJcs:lictirni.
rila lc|i" ittWU .if.i-obfrM, que RTanfou
Ktaaw ur. jl'.l'.i'.ii ue hciun. olgarie a
leu .i t"ija-i-j <".i< ..Ili4 liasiiifecude.
a',. 11 :affe!mewe \om
::. .!? 9S m-.!. .-t'.as oi.aj se tri-
g.i'-, d" Bocalho.
. .ir u:-1 ;>;i ics es rcljiorj oU
,' |c : : .. bol ta ,".c -:co:n
' | 9,
* '^mV't'iIawVe^.lbi^s.o'VOTO^ttag rte COCA. lacelkBUi Prcprt4ct uiicu.
b-TArmAVOlNEPAK'.Oi-oM- ARJHC* pan curar as chau, kaii$,fo:iarturje coim^a*
FBi!ll;i\r,(i DE CETRIKR
0 Scnhor ChTrier completou soa dfc9-
beria jaman do a iadura de fr-m ao Weo df
B*cIliia (iasiufe Uo Este Oleo de FigaJo i<
Bae:JMn firni-lneo tm todas as prooriedades
do olee do ferro. digere-s acilment* e nunca
causa prisao de vantre. Porlaato preferijel
is mais preparosfrnigneai(Pdulasou xa-
((ri.'tniwm 'i11 as doenras onde se
empiega o ferro Tiira pulmonar, brancliitea,
ra> liiti.-mo, esciufulas, mpigens, gota, rheu-
muti>mo ehronieo, caiarrhos aniigoa, "lj*P*P-|
eopltitui'a.
tt;t{ p9BVmrK*, e .** Ftiu. M*nrttui*-t>e
' i
retastmm*''--.
MO DE OURO
Nova loja de joias
RA DOaCABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este eslabelecimento de joias, o qual fem grande sorti- rgj%,
mete de todas as joias de ultimo gasto, as quites vender o mais barato pos* d
aive). m
Todas as joias serao garantidas ouro de lei, pois os seus donos teodo em ^
vista so adquirir freguetia u3o olvidarlo, vender bom e por preciS os-mais ]C*
raioaveis possiveis. J^c
Gonvidavse o publico a vir a este estabe!acimento, certo de qae flear ^
satisfeito. rg
A* MO DE OUORRUA DO GABCA N. 9 A (3g
P> RAhiOS ce blSUVa a Minraton
Mito, en ho -Ir Janeiro, DltTiKciie! i ts-ct C. BMj, MfWBt '<*''' '
Pen.:iiaiw*>, P. Maukkr ti -,'\ U.irm.him, ,Fw\h:h\ el v-". r-.-u, ,.'-.-.
V*'as* P.M.LO. Prli'l-.is, \ I v\s.
Pharmaeeulico priviteB'ado
nuccesaor
>u>.toi>ol, 5^ ir PARS. -
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARrNIER
A.sentada- a Arai'eaia de Seicocias e, aolutitnto de Krina,
Sob a form de PaStilli, cMid e deseada pan
fasdr (le mainno unta -olufcao
CASA CAUVIW "urna,

INJECCAO
Pravaativa a cuatifa dtf MOLLSTIAS CONTAGIOSAS.
Precs -se
de urna criada (escrava) que cosinhe, cum-
pre e venda na rrja.e que lavo e engomme
alguraa consa : no pateo do Paraso n. 8
2o andar.___________________
Os senhore seadeinicos i pps: ds qa de-
sejarern escrever para aljrnm y rnal, creand-i para
esse flm o orgo qus bera Ih'-a af-ronver, dinjain-
se Boa-vista, Corredor do Rispo, ca.-a n. 12, ern
frente as casas dos Si*. Amorim, que ncrntiai"
pessoa habilitada para iriiar de ludo, pos e>iando
ah montada urna typcraphia em ponto pequeo,
mas com bons typos e prelo, deseja o seu propne
tario agradar a iodos e ser dilipent as encom-
mendas que Ihes forem mandadas. O commercio.
boticas e todos os demais eslabelecmentos, pofem
de improviso faier qnal uer pedido, que acharan
gosto e bondade ; emfin quem de^ejar imprimir
qualqner obra, aceita->e e se faz com asseio. 0
proprietarlo deste eslabelecimento espera a protec-
c_ai de todos quanto o quizerem honrar.________
Manoel Joaquim Babosa CompeieHemeute
proviionado pela directora da in>truc;o publica
lem aberto ?ua ?ula ra do l\o>ario n. l, na
freguezia da Boa-vista, ond oflereco es servidos
inherentes ao sea magisterio aos senhores pas de
familias, lambem recebe internos.
GAFE PURGATIVO
.V EbC\.MONKA
De BIN Barral
Pbsrmaceiitleo-Ci< Imlco
A utilidade dos pniganies rao s(ffre demons-
tra o alguina ; a prescripc0 diaria que delles
fazem os mdicos e o uso ainda mais frequente
feito pelo pnbllco sao provss rrefragaveis tantf
como a qnantiade innumeravel defte peero. S
falta aperfeipjar cada vet mais o mrdo de admi
nistra(o, de maneira que conservando a sua ac
cao, tiles possam ser U mados sem repugnancia
Bem asco e sobrtludo stm receio nem perigo.
Maitos purgantes af; mados s devem e>te brm
xito ao sen effelto iDten>o e exressivo. 'ahi c
perigo, porque irritares de eslomago, ioflamma-
cSes de enlranhas sao inevave.lmeme o resulla-
do do seu emprego. Nida di;o tem-se de receai
com o caf purgativo.
Todos conhecem por experiencia o arrma sni
ve a o-efleito ligeiramenie Inico e excitante de
caf. Elle o mt-lh r auxiliar do^ purgantes do
qnaes disfarja o chi iro o sabor e ajuda a aerar
-"licitando vagarosamente os movimentos peris-
lalticos a. ntettino, e preveoindo o seo effeitc
muito intenso seviv. psdniago. Misturado ci ir
escamonea, facilita as evaca^ ,., m promplidc
e sem clica?, e torna se nm runrau^ tirando,
certo, fcil a lomar e prefenvel a todos os omn..
salvo ama indicagao especial da qual o medico
o nico juiz.
A innoenidade do cafe purgativo permitle de
empreg-lo em lodo es cases simples. Desper-
tando a atona cao desle, deslre a durfza de venir--, as vento-
sidades; as flatoosiddes e excita o ap"ete. Em-
pregado mais a miudo, conven'-Dte para eva
cn^r cora vagar a bilis e os hume. 2s viscosos t
e faz deesa maneira desapparecer a enxaqueca.
as dores de eabeca e prev os ataque* de sangut
uaa pessoas que a estes sao predi postas.
MODO DE EMPHEGO.
E' tio simples cnmo fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, puro ou misturado con nm
pouco de leite fri azucarado, ou agua assuca
rada. O vldro inteiro a dos ordinaria par?
um udulto ; dua^ colh;res de caf bastara para
as "senhoras e para toda e qnalquer pessoa que.se
pnr fcilmente.
. ara as criangas de 8 10 anuos, a metade dr
vidro sufflcienle ; di a 8 annos, urna colhei
de caf, e a qnarls parte do vidro smenle aba
xo desta idade coaira a gosma.
E' por isso d'uma administraco muito mais
fcil do que gs bi.-coutos, chocolates ou bolo-
purgativos.
Dase iflimediatamente depois lele qoeute as
sucrado ou caldo leve, e duas ou tres chavenas
de cha prelo ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e,drogara
Bariholomeu 4 C. t 'Tira irrga mr mira rio n
COUflPANHI
nos
TRILHOS DRBAHOS
ECIFE A* OIIWIIA.
Por ordem directora convida os Srs.
ecionistis para, no | raso 'le 8 das coilz-
d-is do da a d.i Janeiro ^oximo futuro a' i
o dia 10 do mesoM), rea sarem a terceira
presta^ i de snas aec5es T1 enaisso) na
razo de 10 %
Para esse im, o Sr. Ihesouper.), se en-
contrado me-'criptrtrirj da conpanlii;, roa
Nuva n 35 i" andar. .
Recife, t do dezembro ie 1870.
Joao Joaquim Alves,
\ secretario.
Monte pi p ruguez.
A din curia do monto pi poruiguez, frz pui.i
co, que em virtud da de libe* c,o do ci nselb >
deliberativo c trecti ra do gibim-lo p >riuguez de
leitora, deixa do fnttecionar no masioo gabinete,
passando a faze-lo na traveasa dasCrnzss n. se-
gundo andar, n< resid>nci:i do i" KeretarN i
qual sei franca toe ocios no* dias das >esoe<.
R-'Cife, 27 d dezembro de I870.____________
Ruga-su a quem fo i.ff'iecida urna cabeceira
de cama franceza de* ama relio, com f.tlta de um
balaustre fazer o especial obsequio de a comprare
mandar enirega-la no prtmalra andar do si I
n. :i8, silo na ra do Baiao da Victoria, qua sei
sas'eita a de^peza que le, c competentemente
gratificado, cuja cabitvira f i descncaminliada na
occasiao do mee: dio que leve logar na sobrado c.
U da dita rna na rmile de z8 do cnrrenle.
braocos.
\u ha mais caSiellus
Tintcra j?.pone ?.
S e nica approvada pela? as aesderrias de
sciencia, reconhecida superior a toda que tein ap-
parrcido al ho}e. Deposito principal
3adeia do Recife n. 51. sudar, era
tiras e casa de rabelleireiro.
A!
a ra da
lodas as bo-
Chumbo e estanho
velho.
Ccmprase em grandes e pequeas porrees
ra Nova n. U. ____
na
Con pa se a Colkctl i.* Uiur-os de tci
numbuc, de outubro e novembro deste anoo
nesta iy,iographia.
V'KDAS.
Li PUT
Gz da m-'lhor qualidade a 7;0.
Fariuha de maruli',ca prepria de me^a a ot"W
o sacco. .
Dita de n ilho a 6*J5CO :dem.
Qneijos (lamer (os do ultimo va or a 2euo.
Biscoutosfmc.Mxii.has de conflgorac/ies diver-
sa ciprias para festas as cnanqas.
Velas"iMriuas a fii rs. a libra.
Chindte de IJ a liboo a Uhra.
Especial naulepa Bgleza e franceza.
Horiaiices para sopas denominadas Julienne, que
r-ubstiiue peifeiiamente as mais frescas ervas.
A verdadeira fariuha americana vmda de conta
propria a 320 rs. o ma<;o de urna libra.
tfilachinhas de todas as qnalldades e dos me-
lhores fabricantes.
Queijo da llha especial a 880 rs. a libra, e mu:-
ios razoaveis e de Ia qualidade : na rna do Duque
de Caxias n. 42. armazcm de
MaRNORE
IJJEiORrl'IlITO
ESTOJOS "
do voame i'e um reUiio, sen-indo-*
. IHII.TIlo e SEWStiA sem os
jrats iocMiaalaatai < fMflIlaaaa.
a urm, de vniume de um PorUvMopdj
COTBDO TODO IR.lTAMEl, TO.
BARTHOLOMEO G
CASA CAUVIN *J55FI

COLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
areparado sob a mesma Coma.
Depositarios geral para e DR i*IL e POBTWCAI*
3i, ra larga do Rosario. PKRNAMBUOO.
Pbarmacoutlco privilegiado
sacessor
Boulerard S*bMtopol, BB. 4A.BlI.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARtNIER
Apreaenudas a Aeaa)atia Seeneia IBI irpaifl Sol> 'orraa de Padilla, ileveiflda .! doseada para lser de
lldtlUAU mrar-nlo urna soluccao TREVESTIVA E COBATIVA da*
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
3i.
dt
AMA
l>r-ci8a-fe d* uini. escrava ou li
vre : na ra du 'laldeireirj u. 68
AMA
Precisa-e de nm, preferindo?e escrava,
co inhar- tratar na roa da Palma n. 34.
par
fmf
IMM-PMLTRO
do votiirae de um relogio, servindo
de Piiiltbo e Sgsjnga sem os
Gravea inconvenieniea .da lraeilmade.
COLLYBIO
BARTUOLOMEO & C
reTrt |AC Com a forma, e do vo|. rae de un PorU-Moeda coalcaf
CO I UJUO T0HO rilATAMENTO.
Contra as afieerois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Rlt&ML o ritf i al
Dt pusilar^os gi-r.d para o
3 i, na larga do Rosario.
yiCKNAMiJrjcO.
-^ O abaixj assigna*. declara a jinem inte-
resfar pos>,q'e nunpnw ao Sr. Joao Al, da
Cruz, a armara i exfazendaj perteoentes a o espo-
lio do flnarlo 'Diogo Jos da Cosa, no valor de
l3:3f)0|WO, que fnram pagis a vista
Pernamlitto, 28 de det mbro de 187
Taciano da Suva Reg.
Pieeiea-se de dous araasadcjres; eiu Saniu
Amaro, ra do Lima n. t._______ "
Competencia
Estamos na emana em que se deve recneiar
as dispensas (tanto em grande ci mo em pequea
escala) de hens e escolhides gneros proprios para
os grandes di.'.s de fcsta. Por es^e. motivo o CAM
POS da roa do Imperador n. 28, tero por roeio
desle annuncio alisar nao s ars i omeroses e-
gueres e amigos, como tambero ao publico em ge-
d*l que entra em comptUncia com os seus colle-
gas, no f> rnecimen'a dos generes alimenticios prc-
rrios a tai-s dispensas.
O CAMPOS espira que seu armazem seja prefe-
rido paraos forn^cn-ntfs.
POR Ul'E NELLE
Enconlrar-se-ha coaiinuada.ente um escolhi-
dosrMinenlo de garantidos alimentse diversos
CH)ipes l-nto para rrcn como para brindes.
POR QUE NELLB
Etcoctrar-se-ha ailas sisnd.eznos tratos.
POR QUE NELLE
la scrppre a disportc^o dos r portador seguro para a ivnduc-o dos generosa
seu destinos, dentro da edade e eslac.oes dos ca,
mmhos do ferro.
NeslQ estabule cimento encarr.ga-se de mandar
apromplar prtsumos e ontrosquaesquer manjares.
FEITO11
Precisa-se de um fettr p-rtugu. z para tralar
de um pequ- no sitio ni Torre : na ra do Impe-
rador n. 23.
Sal do Ass
Vende-e a bordo do brlgne Ojiada fundeado
d. fronte do caes do Forte do IMtos: a tratar na
ra do Vigarin n. 1. 1 andar

para lima
menos
Ama de leitsf.
Precia ** de ama ama Ac leile : na ra da P
nba n 2-i. Iani?r. p-g->-w h-m.______. .
Nindese wiih lab.iiia na C'nunga, roa po
Laatorre u. 1: (niem pretender dirija se a rnaim.
Vend-s da mp*nr qualidade e por
que em outr< qu.liuer parte : na loja da Laida
Je rna da imoTUnz n 70. ___ ____

_ Vemle-sp mu sTjjfdo lia inw andares a*
nrfa da^ mMhores ras de-.ta oiJa-le a '"IflH
ra da Lapa n. 8. ou na ra da Gl.Ta n. O*
3 as 6 horas. rde. S


6
Diario de Petnambuco
>h
Sabbado 31 de Dezembro de 1870.
B *
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-BUA DA 1MPERATBIZ-60 >' ''
PEREIRA SILVA .
S
parado ^l^T'tllS^SSSS^i 525 Ptf ^ ? ^de ^^osortimenlode fazenda, do*
os socios desta firma, adoptaraTo mtem, ds ffiS''8 d *ie 0utr? qua quer par*' ** 4W 0 "
i gioharem o descono ; aVpesVoas que oerociam Z 2J DINHEIRO ; pjra poderem vender peto costo, limitndole apenas
mostras de toX Sua^wl^]^ ^^^^^ mm ehmmod.dade das Exmas. fcmllas sedarlo
NoaraTdna? ,XJL T,,8peqDe* pretOS qDe tem VQd0 ao nerdo. qae m
. para doas cadeiras, ditos para vendem de 4d600 at 5*000 n nL
E'dTZ' E^ 6tC- T"*"6 P0r s3 todoamuifo emconta^ ""* '
RWAtm?lSSi5P ^ ESPARTILHO.
PECHINCHAS
DO
PAVAO
ispeit-re! publico om grande sorti- res espartilbos, qoe se venden
ment de roupas para homens tanto bran
-as como de cores, a saber:
Camisas con peitos d'algodSo e delinbo,
oara todos os procos e qua'idades.
Cero'das de liobo e algodSo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
rasemira.
Caigas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iyua-s
De todas estas roapas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
am perito
ALFAIATE
Por qaem se manda fazer com prestesa
fl aceto qaalqo?r peede obra a capricho
on bo to do freijuez, teodo n'este importan-
te estibelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
aas casemiras, assim pomo os melhores brios,
]oer brancos, qar do c6r; e qoando qual-
oer obra nlo ficar ioteiraraeote ao gosto
' os tregnezes fea por conta do estabeleci-
aaeot^
FUSTES DE COR E RRANCOS
Vende'n-se bonit s fustSes brancas e de
cores, ropnos para vestidos e rcapas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o can-
do e l-rancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do PavSo roa da Impa-
rainz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a i>0 re'rs.
Ven l>rn-se chitas largas com moito bons
pannos e cores fizas, pelo barah preco de
00 iiso covado ; cortes das mesraas com
10 rasado, a 20OO, pecbmeba, no Bazar
io Pavao.
AS CASS\S DO PAVAO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 20U ris,
Venden-se bonitas csas de cores miu-
dinha* pelo barato preco de 200 ris o c .-
vado, no armasen do Pa?3o i ra da Im-
peratrii n 60.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000. O METRO.
V) Bazar do Pav3o vende-se bonita fa-
leqda branca encorpada para saias, sendo
;om babados e pregas ie no lado, dando
a largura da fazenda o compri nento da
M, a qoal se pote fazer com 3 ou 3 1|2
cetros e vende-se a 1*, 14280 e 1*300;
ama como tambem no mesmo estabeieci-
Mol i se vende bonitas sai da Jas, t>a lo qaatro paonos cada ama, utas
ds 13a de cores ji promntas, amas con
barras iiffereotes damesma fazenda 45000
e ou ras com barras borda tas 60 e 7*00i<'
todo isto moderno e baraio.
CARNAUBA.
Vende-se caroaoba em saceos, na roa da
mperatnz n. 60. Bazar do Pavao.
rARLATANAsLISTRADAS CORTE A 6*500
Cheiffu para o Bazar do Pav3o um bonito
sortiraento de tarlatanas lisind, seodo
verdes, cr de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fa/.enla muita phantasia. e liqa.Ai-se
cada corte a 6,5500. pociitnc&a ; na roa
da Im >*rtrx n. 60.
CASaQUI.MHOS DEGUmiRE A 100, 125,
160, e m.
ChPsaram pira o Bazar do Pav3< os
mais mo leos casaqoinhos on basquinas -t
gnipure com cintora, ricamente eofemdos
com lagos, e v. n lem se pelo barato preco
de 101, li0. 160. e 2i>0. pechinoa,
ra da Inpe atriz n. 60.
LENg )S DE BIORIM A 30500 A DUZIA
Vd_dem se duzias de lenca flnissimos,
branc is de morim, sendo fazenda muito
encorpada, a 305UO a dezia. Ditos de
cambrais finissim'S, fazenda qae sfra)re
se ven lea a 50000 e liqo dazn por hivr moiti porgio, no Bi*ardo
Pav3o a ra da Imperatriz o. 60.
C0RILNAD05 DO BAZ\R DO PAVAO A
80 100 120 E itt0
Chegou urna gramJe nmmn dos me-
lhores cortina ios hor lados, propnos para
camas e janellas, qae se vendem pulo ba-
rato prego d-) 80, 100, 120, e 160, o pir :
ra da Imperatm n. 60.
MADAI0LA0 ENFESTAOO PECA A
302OO
Veidemse pecas U madapol3o francez
eafe>tidr>, tendo 11 metrus cada peca a
302 mi : pechincha no Bazar do PavSo
a ra la Imperatriz n. 60.
DAMASCOS PARA COLCHAS
No Bazar do P v3o, tendere damasco
enredado com bonitos dnzenhos. tendo 6
pa nos ie largura, p-opiios para colchas,
pelo b.rato preco de 10280 cada covado
dito, dito, com 8 pal ios muito flno a
40000, *ssim como muito bonitas colchas
e damasco de 13 que se vende na luja do
PavJo roa da Imueramz n. 60.
RETALH03 DE CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
' No Baztr do Pavlo vende s-) ,port3o d
retobos le cnjtis e cassas pretas sen li-
mite no preco : ra da Imperatriz n. 6
mono em conta.
PANNOS DE CROCH PARA
O Bazar do ParvSo recebeu
por preeo i wMrv vender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VE51ID0S A
CADEIRA9 A 500 RS.
um grande ,Cne80n_ ni> legante sortiento de laas-
sortimento dos mejores paonos de croch, iahas do Jap3o, com padroes de seda e de
propnos para cadeiras de balauco softs( mD'l boa qnalidade. que se vendem a
pianos, fcmboretes e at proprios para cu- SOO rs. o covado. pechmcha, no Bazar
Dnr almofadas e pratos; vendeodo-se por ido pv* rus- d* Imperatriz n. O
aenos do que em qaalquer parte. I poupeunas do japo a 1*600 o covado
m n P,ARA LENCES .. Che8u um elegante sertimento de' hn-
o Bazar do Pavao veode-se sowiordiss'm poupelmas Japonezas, como*
bramante d'algodlo com 10 palmos de lar-.mais delicados gostos, tendo mnito lustro
gura a 108Ou o metro, dito de linho cora a Ie com lisiriohas de seda, sea.o esU nova
Besas largura a 20800 cada metro, pannos! fazenda ouasi da largora da chita france-
ds hnhodo portocom 3 1/2 palmos de largura'za e vende-se pelo barato prego de 106CO
de 720 at 10 a vara, assim como iimg sort.mento de H mburgo ou cregueilas le
'odos os nomeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em oo>
tra qnalqner part-j; aproveiten-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav3o vende-se superior
atoalbadw trangado, com 8 palmos de largn-
ra a 10600 o metro, dito de liobo adamas-
cado o melbor que tem rindo ao mercado a
30500 o metro ; todo isto muito barato
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pav3o vende-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
LSasinhas retas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com sapicns.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
D.tis lavradas com branco.
Merinos, canta-s, bombazinas, qoe sa
vendem mais. barata do que em ootra oual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do ^a3o vendem.se bonitos
grandes cachi-nez de pura laa, pelo bara-
to preco de 65000 cada om
FEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTOBiAS, A 50,
60, 70 800. 0.
vende-se um eiplendi !o soriimento de
n.ussimas cambraias victorias, por prego-
nis baratas do que em oulra qtulquer
fikm&, 0*dl pHCa 10 J3ra8 a 5*. i.
cache* i vado, no Bazar do Ha'Jo.
AS POUPELNAS DO PAVAO A 20000, O COVADO.
Cbeg-o pa.a o Bazar do Pavao um bo-
nito sortiaento das mais mo lernas e ele-
gantes ponpeliqas de liobo e seda, que se
vendem pelo baratis-imo prego de 20000
cada um covado, assim como ditas coro
gotos eseossezes a 20400, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
60500 e 70O,X), oissimas a 80500 ; toda^
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e lli^oidam-se por este prego em relagSo a
orna grande compra que se fez no Bazar
do PavSo.
BABADINH1S
No Bazar do Pavao vende-se om grande
soriimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porg3o de entr-naiot largos 6
estreitos, qoe para acabar se vende moito
en conta e mais barato do que em ootra
d'ialqner parte.
S*8 DE CORES E GROSDENAPLES.
no Bazar do PavJo vende-se om sortime',-
m completo dos melhores setins e grosde-
aaples de todas as cores, qoe se vende
aile em conta.
SEDAS A 20000
Chegou on elefante sortimento de boni-
tas seda de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem iodo-i mercado e veodem-se
a 20000 o covado, na ra da Imperah-iz
Bazar do Pavo
CRETONG FORTE A 20000 O METRO
S no Bazar do Pav8o.
Chegou o vedadeirocretme francez pro-
prro para leogoes tondo 10 pa'mos de lar-
gura, e multo encorp*tte, sendo pieciso ape-
nas para cada le. gol i yt0a | /, metros, alm
d esta applicace tambera est larga e eo-
corpada fa/enda pr..pria para-jaibas, saiaV,
ceruulas, etc. e liquida-se pelo barato ore-
00 de 20000 cada metro.
CASEMIR\SA 20500 CADA COVtDO
No Bazar do Pavao vendase om grande
i sortiia -oto Je bonitas casemiras de orna 6
cor, sendonsol. li. io, m-solada, sendo de
tfuas largoran, proprias para caigas, pat<
e rou as para menino, e vendem sa pel
barato prego -le .'0500 o covado, roa da
Imperatriz n 60.
TOITAS LASINHAS A 500 RS. 0 COVADOj
Vender delicadas laeinhas com difife-
rentes gosto pelo barato prego de 500 rs
o covado, no Bazar do Pav3o.
ALPACAS BRANCAS.
veode-se um bonito soriimento de finis-
simas alpaoas braceas lavrad*, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
asameotos no B-zar do Pav3o.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS
Vender om grande sortimento de lin-
das alpacas iavrajas de todas s cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavao.
A ova LlMperanca!!
AO BEL! 0KXO.
Estaloja bem conhirkla pela saa elegancia e
IBPe2"f,(iaiJtde swx* ubie. acaba de reeeber
M,l'?u,rl'ti* P"* t06 'MpeficiameBiB eonvida
o bo sexo i vfiita-1, adra de compraren) aqoil-
oqt* prftqhfrem para preparos de vestidos toi-
* en tocadores, e ineamo qnl(|uer objeeto para
fcer a%an prez..|pols qtes)na Nova E-pe
^raufi1 ficarao satMeitos, j pMu qoalidade e pre-
?o risoavels, e asmo por qe a Nova Eaperan-
?a Biana-sa em oio m impacientar em dar a as-
colher o obiectoj, prestando-se cora o agrado
coeigi*'eo4iima rcebei'a todo?, aflm de que
saiba4 odrr o Irme psito de voltarem ou
m,IyenJ' a niena loj, logo que precigem de
qualiper artigo por p*rioeno que seia.
LtfVAS m PELLICA.
Reeebeu as de Lfboa a Nova Espertla para
homeis, senhora e meoinof, seado brancas e de
eorei.
NOVbAttE.
Bleo o> quipnre'prert com branCo, a Nova Es-
peranza s qwin tem 1111
Calxas para jotas.
A Nova E*peranoa recebeu boas eaxas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas par cintos.
Receben as de molas qualidades aNovaEspe-
rauca. ^
Para extinguir panos on sardas.
A Nsva Kperanca lem leita de rosas brancas.
Para t'mgir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadelra tinta in-
glea.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca rna Duqne de Caxiaa n. 63,
vende verdaeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francez edroo isglez, eslao expostas veoda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova E?pe-
ranca.
Extractos, banna, oleo, sabonete, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
indo de snperfor qualid.-rte : vende-se na Nova
Esperanea-ama Duque de Casias n. 63.

A Ndva E-peraooa, a ra Duque de Caxias n.
63, recebeu um lindo sortimento de ia para bor-
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a lia antes que se acabe I
Aos cig-arreiros.
A Nova Eperanra vende papel para cigarros
(Mais) a 4*400 a caixinha barato t
M-.i i ^u*od? AGUIA BRRNCA, mais prada scirotificar ao r^nAavAl
geral, em parttcolar a sua boa freguesa da^mntM^^wEES JS,
qnattaaoes modicidade em pregos e o seo nunca desmenttide AGBADO E SINCERIDADI.
ror SmSJS^SLSit08ef ffim tSEE E2r ^ s^ilnodefimpenho de im nrifr t amelle ^5
m o?ebffi^irr;Se !1*L9U? ^e necessittt, eirtrtttntoS ernSn
Sr 9m^fJPJSJ^ptVmg^ < onecidos a, ella resmrtdwtente indi-
bem seja ^ ^rtancta, eleganc f novidade os tornam receftnietrlsrf*; cem
Agora sim
!
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfe.tados com fitas #e setim e obras estas
coja nevidade de molde pdrfeigao oVa Ar-
os os tornam apreciados".
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades- para' cintos.
tqdes oesse dbjecto moito se poderfa
dizer qoerendo descreve-los minncioeemente
por soas qualidades, coree e desennos, tal
6 o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nlo nassar o preten-
dente se loe apresentar o qoe poder de
melbor.
ntremelos em peas de 2 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao coin flores e Usos.
Veos de seda para chapelinas e monU-
Meias de seda para notvaa.
Ditas asertas de fio d Escossi.
Costomes oo ontformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisadof.
Touqnmbas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellaa brancas .para meninas.
Gtnle serttorjio de flores finas.
Fil desedpreld-.
PtrWJMABJA
Grande e constante, sortimento de dita, ,
sempre raelber quedado,
lindos visos com pos de' arroa e pinsel,
Ciixinhle'com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doorados pa
ra circular o coqoe.
Bonitos briticos dpHali>.
Aderecb e brmde* de madrepero/
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesoors pare frisar laoadinboi.
Aspas para balie.
Novos stereoscopos con 48 vista, s
quaes s3o movidas por om macbinia
ornas substitoem as outras.
Vistas para stereoopot.
Bonitas caiirinhas de vidro eofeitadoi o
pedras.
Ditas de raadeira envernisada com vispe
ras e com dminos,
Bollas de borracha pura brmqoede *<
cnangas.
Diversos objectos de porcelana, proprot
para enfeites de mesa e de lapinhas.
per-
ca
t*
ex
o
o
Ah COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, raa Nova n. 2carneiro
viauinaum completo sortimento de ma-
chi as para costura, dos autores mais co-
nbecidos, as quaes esto era exposigao no
tnesmo Bazar, g*rantindos-e a sua boa qoa-
lidade, e tambera ensina-se com perfeigSo
a todos os compradores. Estas machinas
s5o ignaes no sed trabafho ao de- 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeigo tal
como da melhor costoreira de Paris. Apre-
sentam-se traDalhos execotados pelas mes-
mas, que moi'.o devem agradar aos prelen
dentes
Caixilhos
Vende-se 14 parelhas d* caixilhos de attiareHo
ero bom e.-Udo, com vidro : na ra AugusU uu-
roejo 78.
Veud'i-se
aytias em Fra
AnmMHrtHm
O COLLAR BE 011
N.3AMM0C.4BIGAN.U
MOS s
ootok?" est! M?l acba'8e abert0 e nteiramente tnnsformado este antieo"
a motlZT d6 TV ^ M egaezes e ami*08 ^ntrarJo ludo "ant
aZrtrt ^rVSt0 tem mventad0 Da arte de o"'vMria, o Collar de Oon
observar deltcadezano trato e senciridade e modecidade


nos pregos.
UOia caM it-rrt-a B ou.i lueus
de Portas na raa do Pilar :
'ratar na ra Brum d. 84, > andar.
Colchas brancas i 3J*". J-5300 e 74000.
Para o iwar do Pava".i ebegoa om grande
ornment das melhores colchas pretas,
seodo das melhores e ,uais encoraadas m>
tem vindo 7^000, ditas um pouro mais
baixa 3*600 e ditas 3*200; tambem a..
mesmo estabelecimeoto. se ven ie um gran-ie
sortimento de ertones e chitas proprias
para colchas que se vendem runito em conta.
Sedas de qnadrishos a 101 so i* Coado
Vende-se um elevte sortimento de eda8
de qnadriobos, com Kod ssimas cores, para
vestidos e roopas de meomos, e vende-se
a 1.0280 cala covado; pechincha no
Bazar do Pavo.
CHALES
Chales 2-; Chales 2000.
Chales 2000.
Vendase orna grande porgo de chales
relos de rend ou croch, seodo pretos
co a 4 ponas, fazenla que mpre se-veo-
deu 5J00U e li |uid-se a *KjO cada um
e pechincha no B.zar do Pavio, a ra da
onpnratriz n. 60
LINDAS BABEGES A 320 RS. O COVADO
No Bizar do Pav3
DE RENDA.
BAREGES DE QADRINHOS A 600 RS. O COVADO
. Vende-se as mais lindes e modernas ISa-
siQoas oo bar-ges de i-*** iutivs, pcoprtos
para i*Jw, lendo qoasi largara de cuita
-rsnceza. e 1 quida-se a 640 rs. o covado,
no Btzar do Pav3o.
MERINOS DE CORES ftARA VESTTO0S.
Vende-se booitus menus ue orna so
cor com cores mu i o propros para vestid.,
e roupas para creiogas por ser orna fazen-
da de pora 13a e muito leve. vende-*e a U
o covado, oo Bazar do PaIo.
GLACS A 1,M)0 PARA VESTTDOS.
Vende-se om elegrate sortimento de>ta
oova fazenda denominada glacs sendo urna
ia/.eoda de 13a muito larga e com delca-
dissimas cores, teudo Unto brilbo como a
seda e veode-se pelo barato preco de Id
cevado, no B^zar do PavSo.
CASEMIRAS A 7*000
Vendem-se c r{es de ca-emira ingleza de
cores para caigas sendo fazenda que vale
tnuito mais diubeiro e liqeida-se a 7*000
o corte de caiga, no Bazar do PavSo a ra
'la Imperatnz n. 60.
GRANDE
Canieiros e gaz eco-
nmico
Acaba, de chegar ora remessa dos ao deseja-
dos candieiros todo de pnrcuUna es quaei muito
%" acomiiK^dara pela feguranca, acc io economia
e anda peta excedente luz prefer ol mil ve/es ar
ker^ne: venham antes que se aeabem, uni,
depowto da roa larga d R, .rio n. 84, b.> ir
lava.lo.
vndese um najo cii ,Urh. .. .
andador, proprio para passeio : SMt "c?
cheiradoSr. D.nrte. roa l R.^ "
.rJPS Qk ?.k r.esPeitavel PDbl,C0 veba ver o que existe de melbor em
aderaos de br.lhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adereces, pu
cetras, hnneos, alflnetes e anneis de todas as qualidades, prata de le farraei-
ros, colberes, palitetros salvas e ootros moitos objectos qoe seria enfadonbo
Compra-se ooro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior Dreco do
5 g&r: sis parte- ,roca-M e*- tod Xw
A ARARA
TEIMA MO MI, Oill
ATTENCAO
tanto da !E"*JS** #Mends Goimaries, participa a todos os seos devedora
de LPS^StJaLq6 estaodo, '<"diDd0 8as comoerciaes. op
alr Z. LL m 9rkreDteaDn. Por lsso roga a todos os seos devedores a vire
aldar seos dbitos o mais breve poss.vel; ootro sim, declara aos seos devedore* ana
o ge nlo estiveran na lo a (em de pagar todos os seus deb.tos, provando Xs. ffi
Ao resto das pechinchas
Vtode-se cortes de castores para calcas.
i?1f"M 9Up7,rr vinh0 Jechar-pagne em
caixas de fWmfa* e me.as ditas por preco mai
LTl0,^ HW em 0U,P8 nnaluner pire en
frente da alf-md-ga, armazem d,> Sr Anoes.
Vente >emm b.iraU) jue em outra oual
quer par,e funjo le Garanhnn : 08 loja do so-
orado di ra do Rosario da Boa-ma ao sah.r
ViKP,le Sa0U CrUl -33' reflna55dJ
-SS"' J*Zm de trins de "-es a
*V^^corW> de "s*118 P^ calcas a <*,
Wrtes de chitas a 2:SflO.
a2lsoue"8enS8 de eh,lM P*" ve8tiP8
Pechincha a 4*000.
lS** PeWsde algodo a M, 5|,
o 7*000.
6*
Cal d Lisboa.
Uliimamente chegada, e mais barata do
outra qualquer p.irie; ra da Cruz u
criptnrio de F. da Costa Moa
ue em
es-
venie-se o mus bo-
nito son ment de fioissimas bareges trans-
parentes cm as ni iis bonitas listas de core*
projnas para vertido, e liqu da-se a oalaca
o covado por estarmos. muito prximos da
feenda moito lu -
irosa e cora lindas cores a 400 ris o cutido
pe;hmchaa iua JaI.operatnz n. 60.
LENgOS DE CASSA DUZIA 3*000
Vendein-se flaissiiaos leugos de cassa I
com delicadas cerca loras, de cor s fizas
j emba ,hid. s, sen lo proprio para bouien>
e seohuras pe. btratisstmo prego de 340 0
a dozia, no Bazar do Pav3o a na da Impe-
ratriz o. 60.
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pav3q> fez se oma
^m,-ra de toalbas alcochoailaa.
grande
proprias
Jara rosto, bastante encapadas e grandes,
pe serapre se senderarn a,l2*0)0. e li-
luidam-se a 74800 a dozia^oo a 640 rs.
PECHINCHA EM CAMBRAIAS TBANSPA-
RENrESA4*. 5*,6*. 8*. e 10*000
Veode-se dnissimas camb< aias suissas, de
m.iita phanusia tendo 9 taras a 8*300 e
tu*U0i>. unas blspo com-1 o j 4rdas fazen-
da muita iea a 5*. 6* e 7*000. Ditas ti-
oissimas azoladtnbas, qoe t* lem miiilo mais
drabeiro.a 8* e I0*jo: tJas estas cara-
orias, em relac3o a qoalidaie, pelos pre-
cos ncitna s3o mais baratas do que em ou
ira qualquer parte, no Bw dq Pav5.
CAMBRAIA ALLBXAA COM 8 PALMOS U LAR.
GOHA A 1*600, 21 E 2*300.
veode-se floi>si(D. cambraia braoca tran-
pa -ente com 8 palmos de largura, que faci-
lita fazer-se om vestid apenas erna 4
varas e li juida-se a 1*600, 2* e 2*JOO a
vara, ftzenda que vale muito mais dinheiro
K pechincha no Bazar do Pa3o.
CAUBRWA TRANSPARENrE
Peca a 4*u0
Vetrie-e multo finas pecas de cambraias
brancas transparentes, tendo8 \\i aras ca-
na peca e c E pechmcha, no Bazar do PavSo
Bartholomeu & C,
A' ra da Imperatriz
60.
y
ada urna, boa pechincha.
VlNHO, PlLULAS, XaROPB I TrifTIU
M JURUBBA SIMPLES 8 FERRUGINOSO:
Oleo, Pomadas Emplastro da mesm
planta preparados por
BMTHQLQMEO A C
Ph a rmacbuticob-Droguista
PBIMIAJUIUCO
A Jurubeb : mo (,l,uu t buje ncomk^iti
cayo o mili poderoso inico, como o nilbfi
diMbrtruMU.. como ul .pp!lt|di oo. pttirntuo,
ao. a a.pwH.lBeui. do amo, h^rop,.,, .
l~? Sf'; ""I"/ *" ffro til o. P.II,
ora, ehloroM. falta maiuirn.c.o, .rr,..
) do .lomanu. .., a s um diaaoa atMna.
iWiamai.a cara, iaparumei buoaa a *,*
nuiridoa ja boa eoubieJ,>. a asado pal.i ui
dntiocto. madicoado pan fonajal EaTiodka a.
aosaoa dapoaiUM di.inbaio.oi aua falhatw
saibor (aiaa eoobacar a Jarataba ,
a^licacao.
M. raaaJ
u:
- Part llqaidar a 3*SO0.|
->fc>oo. Ditas de dito cora 24 jardas a 5*
^64300,7*. 8* e 9*0.0. *'
LIQUIDAQO.
Pecas de aigodatsibo de ristra proprio
a UPM rte escritos cm 42 jardas a
oaoOO e covado mo rs. p.ra liquidar.
LhiUs escoras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pecas de cambraias victoria, fi-
nal a 6*, *300 e 7*000.
r muito barat.
Colarinhos de papel a 24>n. a dozia.
Csrtiaadss para jaiellas a 3*000.
Vende-se cortina os para janellas a 5*
o par. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 6*000.
Vende-se cortes de percales d doas
saias de bonias barras a 6*000.
Ciertas de chita.
Vende-se a 1*S00, ditas finas a 2*500,
ditas encarnadas a adamascadas a 3*500.
ditas forradas 5*000.
Gandas oara calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcas a 400
rs. o cota do.
Lencos brancos a 2*000 a dosia, para li-
quidar; grande porejo de mantas para
grvalas a 200 rs. cada oma para Wqodar.
Cassas francesas a 280 rs.
Vende-se cassas friocezas 'para vestidos
a 28o e 320 rs. o covado.
Orandy8 ie cores para vestidos a 400
e 640 o coudo.
Alpacas de coces para vestidos a 500 e
640 rs. o corado.
Lasinhas para vestidos a 323, 400 e 5*0
rs. o covado.
BAL ES DE ARCOS A 1*000.
Vei de-.-e baldes de li a 30 arcos a i*
e l*5O cada om. Cortes, de cassas ea
papel a 2*500 cada om, pera liquidar.
Brnmanie de linho e algudlo cem 10 pal-
mos de largura o 1*800 o metro.
fanro de liBbo a 760.
Vende-se branante de 10 palmos de lar
I ara proprio para leocei a 2*800 o metro.
Leacssaseda a 80o rs.
. Vende-se oma porcio de lencos de zeda
i a 800 rs. cada om,
1 Chales fe eassa a 1*000.
Vende-se ama granbe porcio de chalet
de cassa a 1*000 cada um, para liquidar.
Fuatao a 360 rs.
Vende-se fostio de
a 360 rs o covado.
AlgodSo mf estado a 900 rs.
Vendi-se aUodJo enfestado para iencoei
e tranas a 900 rs. o metro, dito trama-
do a 1*200 o avtre.
Cales de aerU estaaajass s 2*000.
Vende se chales de merm estampado
com barras a 2*. 2*500 e 3-? para acabaj
Granle porcio da retalos.
Vende-se grande porcio de realhoi di
cassas e chitas a 240rs. o covado.
-"*
coree para tenidos
A festa est na porta
Roopa (eita encontrarlo
Por preciobo razoavel
Todos se en/ouparSo.
A SABER :
liqniafl de rassa frita.
Vende-se patoli de orinsiano de linos
prop io para andar em casa a 1*500 ; di-
to- de ganga a 2*000 ; ditos de meia c>
semira a SjOOO ; ditos de alpaca de cor
a 3*500 e 4*000; ditos de panno fino
prera a 6*. 8* e 10*000 ; ditos de case-
miras de cores, a 6* e 8#oo0 ; coiletea
de cassiaetas de erres, a 1*500 ; oitosds
brins de quadriniios a l*OnO; d.bis de ca-
semiras de cores, a 2*500, 3* e 4*000.
Calcas zoes p.ra escravos a 560 rs. ; ditas
de iigodiosinho de listra a8oO is. ; ditas
de tirim par lo a 1*600. 2* e 2*5u0 ; di-
tas de dito branco de linho a 3*.:<00 e 4* ,
ditas de casemiras de coree 6*, 6*\ 7#
e 8*i 00 ; camisas de chita 1*000 ; di-
tas de algodiosiohi), propriaa para o ser-
vi*; pot ser fazenda fox^, a' 1*280 ; JiUi
de muso ioa


k
aa*
-----------,_ a 1*600 ro. Para liquidar.
u propnetano da loja denominado Arara, dec aa ao respeitavei poblitv aoie
eos freffoeses qne es coocluindo sea liquidado, por ,so quera quitir muoir-se d
*um razendis por pouco linheiro teoha a honda le de irigir- dr i'Vaa de Imperar a,
72, desdeas 6 horas da maohaa as 0 da noute
\
J


Venham, freguazes,
uwr-se i roa Daque de Casias (antiga-
mont* ra das Crnaa), sobrado das pe-
sas dearUlbeiia.n. 6.
ores de agua ,aildroa M melnoMg ,ob
-*"' de barro, H" sfracha prjwiil" de tfido o
'VMo.)aoFj.im : rpnrHnhas dos mothore.
QBMriadures Libas garrafa* p*da tornaea**,
jado do roeDtar barro pfostoj as-in como Jarras,
WeLqaariiDhas,1>llhi>t Jarros e vasos para fl>
rw, tonca TiJMrta de todas as /jnallflades, e mu-
w oatrog vb|Keii semt*ram pjiidos, lado de nti-
hfadewi si esu de familiar
Mi
a,
3jpor/tt* n. 53, rua Direita, 3 p ros n. 58, MeW
Aya rfj Braga
O abaizo
Tera a venda en saus-arniaieos, alm de ootros
arugos de seu neg io regalar, us segualas, qae
stao vendendo a preces mais baratos que em ou-
a qualpier parle :
PORTAS de pinbo almofadada?.
rARELLO.m sacsoa grandes a 3JS00.
GRADES da ferro para cercado.
ESTEIRAS da India para qama e forrar ala.
GANOS de barro franeer para e?goto.
GESSO superior em barricas e as arrobas.
CEMENTO de todas as qualidades taixot
arecoa
MACHINAS de descafocar alg'HJo.
BARRIS fraudes cora pelxe da Suecia.
LONAS p brioz3e<- da Russ a.
OLEADAS americanos para forro de c?rros.
FOGOES americanos muito bons c eeoaomicos.
vlNUO 'le Rordi-aux em ciixas..
COGNAC superior de Gaulier Freres.
MILIIO de Femando a 3 b sacco.
AGCA florida;
BARRISdiiearno salgada de porto e de vacca
.asignado, ,.i deste anhgo estabelecimento, tenlo era vista anrpsomar n
completo manalode ferragem, miadeaas e otilarla ton, revivido nda rascar era j
iVl... et,des neto que convida ao respeilavel publico e a seus numeroso* frcaueic
t L Zs',ffrir *m ^ectos de ?na carenri?' epcootrar3o por Ss 0 0.0 d 5ue
o outra qualquer parte, uut sortimento completo de machinas para desearla! aljodl*
do bem cnhecido labncato SmTS *< das pZtf"* es ^f SSR
aous canos e fle nrn, tanto Ingieras conio ranceja, ouca de wrMlana. fe-M aarfnc
SSaSTS "B^iS6 rSShTit" SSft Sal'lre'- ?re" ^"S e'olk pa (>leS
S W,Ae, aK5lh' P*ra fc'fteiro ; ass.m como encontrara constaiite-
m nnmfr^ tf*.de fogu do "' "abe- encommenda de fogos de vista, alera de ora
ft i W ? .>?tos que ge lomara enadonho nuraera-i. : venbam ra Ureit n
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga toja do braga.
!sB5
[]
li
kJ
DESCOBERTA
I
I
aovas msicas para piano.
;' Danse des negres do maestro Cazalbore.
i Mjrgarida, (inda sebottisch.
Urna folia a Roma, qoadrilba.
LUNDS
Dandis paraguayas.
H;ib3nera.
Los negros.
Noites de Luqoe,
Palomita paraguaya.
k Tambem recebeu as segomles:
A opera Guarany, e os memores pedamos
da raesma para piano e piano e canto.
Qoadrilhas
Walsas *
E polkas
yondrilbas:
Risette.
Satsn.
Jardim das Fadas.
i
S
r
4*
1
.
'Capeng.i, Carec C.
Horneas do mar.
Juveatude Cummercial.
. RocmboK
Ponte Diabo.
Tenente do Diabo.
Imperial marinbeiro.
H solana orno linda,
odep' ndencia das senboi aa.
>0 Club X.
y Regresso.do conde d'Ea.
Carainho de ferro.
Suarany.
Walcas :
Sonbo da virgom.
Voluvel.
Dansa d'amor.
(Jllioias walsas do uq doidA.
4njo da rneia noile.
Qtrnrolesca.
Quranjr.
Polkas :
Gabro.
Oorgtt) do sabia.
lolieoia.
Cipenga nao forma.
Qoerida por todo...
4 rival.
Por t>ilns qu(?riJa.
CsTraz.
PaJomUa paraguaya.
ASismark.
HMor.ninha.
Surpreza.
Cr.ora pitanga.
Gloria.
G ta.'any.
venda no 3ima?m de pi.nos e musi
as do Azevedii, rua Nova n. M, boje ra
4o Bario da Victoria.
mo ? J ? DELSUC qoe hoje aprsenla ao publico, depoi, porm.dc um severo
?.? de1re!teadaS exPer|encias. tendoa certeza de que ossue am auoeriori. ade
mcontestavela todas u outras preparaces. que at Imje tem appawcidTnJKK
toasJ8 caspas e cocers fajeado com que appareca era bom estar impagavel.
^t^- VgU coraP00:se de substancias cuidadosamente escolbidas, Durifleadas e
confecetonadas com o ma,0r cuidado, e alm disto combioadts de modo U a dar ihe
nma accSo verdadeiramenteefficaz. consoladora, e benigna
os c*m;^^^^^> "i- --diatamente ficam
Deposito
somante em casa do autor, Andr Delsu, cabeileireiro de Parid.
Rua Io de ftiarco (antiga Crepo) n. 7 A Io anJar
NOTICIA
Ba da Imperatriz o, 2
V esta novo a tuoptuoto eslabelecim nto d- fa..en tas acaba de ibecar directa
mente Ja Btirop^ o man -xpiendtdo sor.imento de farades p.opr.as pa a f^ata tanto
para hfmeps, como para senaras; deterever e esp3.:ifit:aro que de moder&o e demais
apralo costo nellv! se i-pconln seria iaprjsive-; m-i para que se possa fazer urna
apnximaoa ioe>, meonoaacemos com esi/eciaii iade :
Kic s corles Ditos ditus dediiosde se^ia deseubos inietramente novoa.
Duos di s de ditos i(e 15a com barras, faienrJa inteiramente nova.
Vestidos de camtyaia.ppra tmptisado.
Po elmas d seda d^s gostos mais modernos, variado sortitMnto de eambr^ias a
cassas ae cores, ladus e modernos destobos-
Sedas lisa, lavadas, pretas e de cor*=s.
Cretona para vestidos, moderno g stos.
Alpacas de eres, impessivaj dasure er a variedade dagosios padioes
Ctiiias finns,caras, esc,ras,pretal indescriptkel r>vanadissimo soiUmnto
Bdllocsd* loa s as qualidades, epres a uoiaohos, entre os quacs uns sie inleiramenle
oovwaie.
Saiaa b riadas \,t\ se.nboras, grande quan i.lade de gostos.
Cauns'nbas bordadas para sanboras mui'o morJernas, gande variedade.
tpu-omeios e'ii.-as bo;dadas em todas as leecra<.
Carnes ara bomem, brdad-.s, |tas, e oull^inoos. completo sortimento. -
Ljeunj de cambraia bordado?, lisos ede barras.
Chapeos de velludo, pafba, merino, fohro, o que La demaia moderno a liDdissimts
OS IOS.
Cortina Jos b rodos, e ricas colchas de seda, e de crochet.
Bwg'rs f*e piantasia, azenda propria para baile.
Tarlstnas de cores com palmas lindissimos gos'.os.
Bui*na<: de c rrs para senbora.
Gra\aus para, bomem, grande sortimento. em feilios e ores.
Breiajjr.a?, esguiSo e bramante de t'.das as la-guras.
Laazinbas de modernas padroes o iodos gestos.
Metim da hi lia fazenda inteiramente nova para vosti los ede lindo effeito.
niereur.e s;eestabe!eirr-^to tudo que de melbore mais moderno se poda
finas, das quaes-tem um completo sor-
eocontrar em fazenoas como em perfumaras
ti ment.
AOSCAVALflEIi'rOS
Offerece igua'ireiiie a vantegem deencontra-em nesie estbelecimeuto:
Pannos tinos, pretoa d- cores.
Casemiras pretas finas, e ricos gorgor5es para collete.
DKas de co'es, de quadros, lisos e d- listius, completo sertimento.
Brins brancos de lint.o de todas as qualidades.
Ditos de cores, lisos e trancados, gran 'e sortimeBto.
Um babil fasta para cortar e dirigir q lalquer obra, que s se entrega a contento
Urna modista igualmente iccupa'.a nos trab dbos do PAVILHAO DA AURORA^ di-
rige os que loe xSo conceroenies, ap*omptando a capricho qualuuer TOILET, ara'ntin-
do-se a mais comptea perfeicSo dos seus trabalbos.
Em resumo concluimos
Por chamar altelo do reapeitavel publico para o nosso estabelecimento, que alm
de ter tu o que ge pode desejar em fazendas e perfumarias tem o mais COMPLFTO SOR-
TIVENTO DE ROUPA FEITA, pa a homens e meninos. Mandam-se as fazendas em
casa dhs Emas. familias, e dam-se amos'ns.
Um completo sortimento de esleirs da indi, por meos preco que em outra aoal-
quer parte.
Aberta das 6 horas da manhaa
ipOMTGIRO
Veio operar^ una completa revoluc/to no artigo
Tinta para escrever.
s 9 horas da noute.

O Bazar da Moda receben novo sdrtitaen-
jo de fazendas do ultimo gosto para vesti-
dos\ assitn oimo cbapeosmhos, casacos,
kornt&s. oqties, camisinbas, etc, etc
Con^ipoa sempre e grande e afamado sor
imetii.'de mi->dezas e perfumarias vefda-
ewvwque tu so vende por baralissimos
gcec'*
Dam-9 amostras e manda-so em casa das
tmas. familias o que desejarem, a roa do
israo da Vtfioria. ontr'ora Nova.
i.a m m
Ghegon ao antign deposito de rfenry Pontor *
A, roa do imperador, di oarregaaisato t %u
U prira ir.qualidaile;oftu m vnden partdau
a reutho por maaoa prefo do qoe ixoar> qua
fner rtM
Venie se s siguinte. obras, em um s vo-
lme :
FU*** i.' las pnr P*ts <9 /hrtrae,Brtimag pa
ean..r W-a ik- C^iwn, lltaefee BerM5 por
Cosario de Azeved. p\* Si.
Beorgain o m.>j enraTernado por 34.
Celia frnrpi.i enra dentada 3a.
Vida re D J i de Ca*Uk> idem la.
Cd.-i Bom tm hten 11500.
JfeOjMode j'inno 8a.
Rival sem segundo,
RUA RUQUE BE CAXlA* X. 49
(Antiga rua do Qneimado)
Continda a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para anbas e coi tu-
ra a......., .
Papis de aguibas francozas a ba-
15o a. *........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 19a para bordar de todas
as corea a.......8(J000
400
500
500
5O0
60
Nunca se vio um processo maia perfeitoe quo aitinja de. tal forma a satis'azer as
exigencias mais severas da f scripiorac8o.
A sua cor lindsima e nr precisa de cuidado algum para se conservar no
tinturo sempre com a mesma edr, sem borr, cresta, bolr ou sem todas essas mazel
las mberetues toda* as tratas at agora coobecidas, ainda mesmo dos melhores autores
estiangeiroF
Sobretudo, este estamavel producto d3 trano, a peona adquire um esmalte dnurade que, sendo interessante, assds proveitoso
fcsla ttntaj nat. sendo espechi^nie para copiar, d ctmiodo doas, tres oo mai
copias tm mez depois de escripia ; preciso, porm, deiiar-Hie o pape bemmolhado
sea o enx.gar cem o etta-bonSo, porqee nSo ha o riwo de hfrrar. Para se tirar
mais de urna copia, nlo se agglomaram t ras folhas qnantas epias se qoerem tirar
ni.svae.se com o original tirando uma orna tantas qoantas se desej, sem que
unginal fique nrejudicado pelas eitraccoVs. v-v,, DCU1 qHe u
?C?1T1 &V V'J"n cP'8r imP0rta mita intUligertcia' e hatiltdade, sem
a Bieinor tinta nlo sti>f3a, e o deleito recae semnre sobro a imi nnt> U
Carriteis de liaba Alexandre a.
Frascos cot azeile para machinas
Grvalas de corestmuito finas a .
Grozas de botSesf madepersla fi-
nissimos a.......
Novel lo de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tmta preta a 80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Laia'com soperior banba a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo mnito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extaicto muito b mitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Saboneles inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo babaza a.....
Caixas de lamparinas .....
Sabonetes a forma menino muito
+- snpenoies a.......
Larlilbas da dontrina fazenda nova a
Libras de linba surtidas de todos os
nmeros a.......
Capachos mnito bonitos e grandes a
Carriteis do retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linba franceza superior
quatidade a.......2di20
Ricas touquinbas de fil para me-
ninos a
Botinas de couro para meninos a
Caixas com ?gulbas de fundo
dourado a
Pecas de tiras bordadas mnito fi-
a 500, GOO, 800 e
Rival sem segundo
RUA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Eston disposto a continuar a vender todat
as miudezas pelos baratissimos presos abai-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
ces admirados.
Dozias de palitos seguranza a____ 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 320
Frascos com ole o baboza muito fino. 320
Pacote com p.'s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
Vavalhas muito finas para fazer
barba a.................... 000
Caix) de linha bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas....................... 160
Caixas com peonas d'aco de lerry
superiores................ 800
Lencos d; cassa brancos e pinta-
dosa.............. ....... 100
600 Caixas com 20 quadernos de papel
240 pantado ....... 70(
100 Caixas com 50 oovellos de linba
120
500
60
IA000
o que
vees qoeta menos colpa tem.
A dupla quatidade desia tinta
sempre sobre a tmta, que nroitas
extremamente ?preciavel, pois que evita ane
em qoaquer escrtptono baja mais do que urna tinta par. os diverses mistures
Emqnanto soa dorabitidade, nao ba a opt-dr a nener dnvida, pois que "esta tro*
depo.s de escripia soffre o oboque de addos tertisstmos, sem se decompftr: ora, se os
cidos nao tem accae sobre ella, muilo menos a accao do lempo a pede destruir: isto
8" pT3ulM.
edu^dos, em consea^e^cia da^leea d.^ 0teef^e'de"crter npn^ s
ihqeidw. Ha eaploa de ^*?03 ?*!?* MI*ta',D qoe W iKtartHW*m tinar-. colegio, ap&deroo-si deltas
a donosidade o gesto, a penco lempo derorsosen arJrwHamemto era manifest
Esta noto i pwjle taitas vsrUagens, tea om umpo mcooveoiBle, deteri'ora-se
ao Contacto deKxitfa qualq.; cefev pois \4 m tinteiros isentes do en r vslum-
bre de mitra tinta, e evitar es.Te*er eotr a pentia-nfa- de urna preparafte dMterenle e
Observai^i6.
Vende-s
Diversas falsifirac*sesemelhariCae't^p|)Wretido,c^adtn^blida#e *8 fc nutn e vanaa qna^.dM,
0s,^.e doi a tmta qoa m fid>rie* ^ v'tw,w Uiaeja cravo, a piabaira pe* .eaenn. Ij
a-traur oaalda-Vesta aesw* *soMb>
A. O. M'onteiro.
200
200
500
240
500
720
10200
500
500
40
24(-
400
1,5800
700
640
240
200
2,5500
240
40
500
3i.
___________1^)00
Vende-se sement de cof niro e alfaee muito
nova* : na rua da finia n 7. taherna.
E R. lUoelIn 4 (1 lem para vender em sen
eseripiAri* rua d > Commereio n. 48, o seguiote:
Vinho brahen de Bucellas especial.
Dito linio particular.
Dito do P.irtn multo fino em earjeas.
Dito da Fujiueira supnior.
Dito Madeira secco especial
Mercurio.
Retroi.
Cera eir velas.
Cachimbos de gessu. Todo Bor'pfecog razoa-
veis. ______
VeoSe-se um excelle.te piano hirteootal pro-
pTio para piiucipianle, p,r prego muito eommodo :
na rua de Livramento n. 34.
ATTEJVCAO
i
No armaiem da roa do Brum n. 9J, tem pa
vender presos- comnindh?, o segnintit:
fu liaba de maMNoea de Porto Ategre eas sa^
eos grandes.
Vinbo fino do P, rto, era caixas.
Belinetes. de bailase/) para Otate, e barcacas.
Bielas de Tonca;para cozinbe.
1 ''i lillllfe I i mil illi i.
- IT Veule-wuui siiii, ua Boa-viaapm oom.JOO
pahlof de frenie e 900 defud,), com jlguraas ar-
do gaz a....., 40:
Duzias de meias croas superior
qualidadea.......3J60C
Peras de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1,5500 a. 2,5000
Pegas de fitas para cs de qoal-
qner largura com 10 varas a. 500
Pegas de tranca Usas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linba frxa para borda-
dos o wn rs. e.....
Pares de meias cruas par, m
nos diversos tamanbos a. *.
Dozias de meias brancas mnito
finas parasenhora a. 4,550(
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2(5000
Pares de sapatos de tapete a. 1,5500
Duzias de baralhos para vultaretc 30000
Sylabarios portugueses a. 400
Cartoes com colxetes carreras a 20
Abotoaduras para collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a...... 50C
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia de agulba para machina a. 20000
Libras de pregos francezes todos
os tamanbos a...... 240
Pcete de papel com 20 quader-
nos ........... 400
Retma de papel paulado super or 40000
Resma de papel liso mnito supe-
rior a ........... 30600
'nim defencfo, reado oiwrtm* eM le lijrdn ntoi- P"sh<1o par garrafcg ou deposito, pois que pd*
JiKfresca. a MWaaa< 6 nt\ht>* a tralw o. Mm db* Ri-
,103, rua em se^amieolo a pinto de Sania.label,
,Ca. n. 4, ou rua do Imperador n. 83.
M
de Goyanna n. 51 (ootr'ora do Moodego.
Ron-ante-Theum} tico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
tieas al hoja o mai- coobecido pelos sena mara-
vilhosos resoltados.
XAROPE DE AGRIAO. um dos mewcaoMn-
tos que soa pfflcacia as enfermida las, tosse e
sangue peta bocea, bronehltps, dores e fraqneza
no peito, ecri>butu e riiolestias de figado, que me-
tbnr tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUA1IA.- A celebre raii
de raarapaama, cuja energa e eficacia as para-
lysias, intorpecimenio, etc. etc. mnito se recom-
menda.
Todos esses preparados se eoco.irara -n. phar-
macia e drogara de B.rtholomeu A C, nico de-
posito na na larga do Rosario n. 34.
lata* com tomeira
LTMA INVENCAO,
Oan! eemprar do gai nessa^ latas nlo
precisa
tirar para oaaandieiros todas as vwcea que preei
sar seo derramar ou perder um. gota : veade-se
ao atmaiem do Juio Rosa, travessa da Madre de
Rfcl D. 8.
"
Attenpao
TaaaVja pm. anwcao pir barato preco e ero
ilneMH.de a*ra qo;ner negocio : a trattr
Alineados. r- de S. Miewla. 3 -
MTpiJAffo.j
Wrial de barbeiro
Pfceelp.se**m bom onTcil de barbeiro
roa*. Cruxa. S4, f andar.
na
Raa do (respe d. 9
' Os propnetarios deste bem conbecdo sttbel-
cunente, alera dos B0itos objectoe q.e tinham ei-
postos a apreciacao do respeiuvel publico, maa-
aaram vir e acabara de receber pelo ultimo vano
da Eurcpa um completo e vwiado sortimento di
finas e mu delicadas especialidades, aa ona>8 et-
tao resolvido9 a vender, como fcu costunu.
por presos muito baratinhese commodo, para:>
dos, cora tanta que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, aran
cas e de mai lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinbas e punhos para m-
nhora, noste genero o que ha de mai moderno.
Superiores peales de tartaruga para coques.
Lindos e rfqissiraos eneites para cabecas da>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidn-
ihos e sem ellos; esta fazeuda o quo pude hava
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madreperta.
marfim, sacdalo e osso, sendo aquelles branco
cora lindos desenhos, e e6tes pretos.
Muito superiores meias fio de Escasa, para se-
nhoras, as quaes sempre se vendern par 30JOOC
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
aim destas, temos tambem grande sortiMento d
outras qualidades, entre as quaes algumat mu
finas.
Boas bengalas de superior canea da Indi.
castao de marfim com linda* e cncant&dcra. figa
ras do mesmo, neste genero c o que de melhor s
pode desejar ; alm destas temos tambem grand
3uantidade de outras qualidades, cotud scjam,m
eir, baleia, osso, borracisa, etc. etc. ote.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de soda e bornea*
para segurar as meias. ,
Boas meias de seda para senhora e para mea -
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para azei
barba ; sao mito boas,e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por not?a vez taro
bem asseguranws sua qualidade e delicade.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores aguibas para machina epara crox
Linha muito boa de pe3o, rouxa, para enebe?
labyrintbo.
Bons taralbes de cartas para voltarele, assu
como os tentos para o mesmo Sm.
Grande e variado sortimento das melhores per
fumarias e dos melhores e mais conhedos per
fumistas.
C01.AI1ES DE ROER.
Elctricos magnetieos contra as convulsoes,
(acitam a dentigao das innocentes enancas. Se-
rnos desde muito recebedores deste? prodigioso
collares, e continuamos a recebe-los por todos
vapores, afira de que nunca fallera no mercado
como j tem acontecido, assira pois poderao aque-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gaih
vigilante, aonde sempre encontrarlo dc3tes verd
deiros coHares, e os quaes attendendo-se ao a
Sara que 5,ao applicados, se t ende rao com um mn
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosobjectos que dsixamoi
declarados, aos nossos fregueses e amigos a viren
comprar por precos muito raroaveis i loja do galle
vigilante, rua do Crespo a. 7.
3 cordeiro pravidentt
Un do Qneimado n. i O.
Novo e variado eorlimento de perfunarij
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de per!,
manas, deque effectivamente estprovid
ioja do Cordeiro Providente, ella acaba <*
receber um ontro sortimento que se (en
ootavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades po pi-
cos ; assim, pois, o Cord.'iroPreviderKa tfc
e espera continuar a merecer a apre>4
do respeitavel publico em gerai e d''ft
boa fregnezia em particular, nao &$3#ft>
lando elle de sua bem conhecidamasf"
e barateza. Em dito ioja nconirafr -
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Morray & Lamma.
Dita de Cologne ingleza, americana, fras
oeza, todas dos melhores o roaisacrediud-*
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para cnsemelo a
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade eeh.
res agrada veis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transare?
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano:
francezes em frascos simples eenfeit.jdos.
Essencia imperial do fino c agraciavo! cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igc.
mente finas e agrada veis..
Oleo philoeome verdadeiro.
Eitracto d'oleo de superior qualidids
com escoihidos cheiros, em frascos de diSr
rentes tamanbos.
Sabonetes em barras, maiores e mener*
para mos.
Ditos transparentes, redondos a em Igt
ras de meninos.
Ditos ntfnito finos em caixinha para barb
Caixinbas com bonitos sabonetes imitaneV
frnctas.
Ditas de madeira invernisada contende %
as perfumarias, mnito proprias para pr
lentes.
Ditas do papeleo igualmente bonitas, U
bem de perfumarias finas.
Bonitos vaeoa de metal coloridos, a i
moldes novos e elegantes, com p de arro
e boneca.
Opiata ingleza a fraoceza para entes.
Pos de camnhora a qoiras difforenu
cualidades tambem para entes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda avale roques.
Um ontro sortimento de coques de c
vos e bonitos moldes com filete de vidria:
4 algnns d'elles ornados de flores e fita-
^sto todos expostos apraciacao de que
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de mnito gosto e perfeicSo.
FlreilM e ata* para Sa*c.
Bello e variado sortimento de tasa ob>
ios, ficando a boa escolha ao gosto do eos
prador.
Jotqttimfidr}uf3s Ta- f
varen de jflo,
T*M PARA VENDER
em sen asoriBlorio, praca p Corpa Santo
n. 17 :
Fmwem folha
de 1* o t* qualidade, e vende un oa nuis '
lardos a voniade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chafada.
*a-
Parla*a de
Tmho Bordeatrx.
de qualidade. Todo da venda
barato do qne em-ootra qna
ESTEUbAS m ARACATY,
Glandes a 640 rs. pequeas a 240 rs. nde-
se na roa da Samadla Nova a 30, -^
r


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V
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/
Diario de Pernambttco .Sabbado 31 d Dezeiih%9 de l870
* -r.i.v..:.*'.**.;
VARIEDADE

CAPITIjUCO DE SEDAN.
(Condono.)
OS.-, de Bismark nba ra ndado dizer
ao imperador na vespera, q ie o rei da Pri
sia Ihe dara no diaseauinie una entrevieta
Por conseqiencia, o imperador prlfo Sedan ni manbSi de 2, o manlou prev.ir
< conde de Bsmark da sua chcgada, por-
guotando Ihe qul er.i o lugar delermiailn
para a entrevista. Espern o chancellei da
eoofederacao da-Allnnanba do Nirte n'u.nt
pequea casa n estrada de Dinchoay,
Aquelie nao lardn em comparecer. Na
coiverssclo que bouve, apressou-se o i-n-
perador em declarar. que tendo dado tilos
o poderes regonte, ni i podia tratar das
tondcoes da paz ; que se mita-a a entre-
gar a sua pessoa ao rei. sem reclamar na-
da pira si e appellanda para a sua genero
sidade a favor do exerci o a da Franca.
Accrescentou qae lendo a guerra siJo
iffliz, So repela por mod > algom a rfts-
poasanilidade que lh incobia; mis que to-
dava era preciso altender a que so obd ce-
ra ao- senlimento nacional violentamente
excitado. Os peridicos attribuiram essas
palavras como um crime ao imperado-, e
i:t entinto, na sua proclamado ao exircilo
em vesperas da partida de Paris, como na
sua resposta ao presidente do carpo legis-
lativo exprimir esse masm) pensamento.
dizbudo : Fizemos ludo o que de n-
liependia para evitar a gaera, e posso dizer
que foi a paci inteira, no irresrativel iro-
pco. qup dictot as nossas resoluces. Es-
11 afliimati a era indispensavel, porque o
ac usam aindo hoje de ter desembainh ido
a espada com interesse dynastico.
O do is soberanos encontraram-si n>
r.istello de Bellevuo. ar cdoros de Sedan.,
N'esta confe.enca, o rei testemunhor, o>
.valimentos elevados que o animavara. leu-
do para rom o imparador todos' os respei-
tos com harm ma, com a sua desgrafi, e
est3 ronservoo urna alttude cheia de dig-
nidad^.
O general Wirapffen qae tinha diti ao
B>erador que o exerilo contava a sua in-
ter venc) junto do rei da Prussia pira
bter melhores condcSes, foi advertido da
mpot -ncia djs seus esforens.
Tal a narrativa das oper cjs militaras,
que lermmiram t3o.de3gracadamente com a
. etoticio do exercito em Sedan. To espao-
i tin cataslrnphe nem s deve arrancar |a -
grimas : deve tambem ser fecunda nos en
sinamentos e fornece lices que nnguem
lleve esquecer.
t Oa xitos da Pruss'a sao devidos
superioridade d numero, rigorosa dis-
ciplina do seu axnt', ao impoiio que o
principio da autoridade lem em toda a Al-
lemanha.
Que os nassos desgracados compatrio-
tas, qae esto pristoneiros, aproveitem ao
m 'n is da sua estada na Prrissia, para apre-
ciaren! quanta Torca d.i a ama naci o po-
der respailado, a le obedecida, o espirito
cnililar e patritico d minando lodos os in-
teressas a todas as opinies.
A lula era certamente desproporciona-
da ; mas poderia ter sido mais disputada e
menas desastrosa para as nossas armas, se
as operaces militares n5o fossem continna
mente subordinadas a considerarles polti-
cas. Nos estaramos tambem melhor pre-
parados, se as cmaras nao andassem tam-
!>om tratando semprc de reduzir o orca-
mento da guerra, t se n5o se bouvessem
opposto s mpre s providencias que,
devim augmentar as forjas naeiouaes
Quinze das antes da dedaraco de guerra,
a commissio ;ali\ i denunciava a iulencao de suppiimir
a guarda imperial e reduzir o effeclivo do
exercito.
A estas causas principr.es dos nossos
revezes, devemns accrescentar os lamnta-
\eis coslumes iatroduzidos no exercito pela
guerra d-1 Afroa. Falta de oisciplina, falla
de conjunto, falta de ordem, exagerarlo do
p:so que traz o soldado e do numero de
^agagens dos olfi iaes, taes s3o us abusos
que se iniroduziram nos nossos exercitos. O
infante francez, de grande nomeada oui'ora
pela rapd-z da >ua marcha, tornou-se mais
pesad que o infante alleaiao. O desleixo
no uniforme, infhe no espirito mi lar: os
nossos officiaes e os nossos soldados pan-
cem que ja nao se ufanam de usarem o uni-
forme, e a adversidade de fados ffecta
tristemente os olnos.
om i.ilo o mais : ja nao sene com a re-
guf rida de, com o amir do dever com a
abnegacu de si mesmo, quo s9o as pnmeiras
quali ladea tanto dos que commandam, como
dos qu obdecem.
t Em retome/o exercito refl^te ssmpre
o estado da sociedade em qoJ foi formado.
E nq'ianto o poder foi forte e respetado, a
c tostitaicio do exercito apresealou urna sv
lidflitdad nniavel, ms qaajido ai violen-
cias da tiibuna e da imprensa vicram en-
iVaquecer a anloridade e int'oduair em to-
da a p.r* o espirito do crilrca e indsci-
puna, o exrcilo resontio-se.
Dhs qieira que o drama terriv.il q e
si il.'.senv.ilv,;, sirva d lielo para o futuro,
- cae a n*sa patria pbe que acaba de olrcr !
GUERRA FRANCO PRUSSlANO
O Aloniteur traz as seguintes proclama-
co3s dus ganeraes a do governo de Paris,
na vespjra da >ortida, dirigidas popola-
v'io e ao exen-ito :
< Cidadais de Pars, sjldalo3 da guarda
nacnal e do exercito.
A poltica de invas e de conquista
qu.T completar a su i obra. Introduz-se na
Europa e pretende eslabelecer em Franca
o -iire to da forfa. A Eiropa pode receber
esto ultraje era silencio, mas a rranea quer
coiuha'.er, e os nossos irmaos chamam por
iij l foca para a lucia suprema.
* Djpois de tinto sangua derramado,
ain la so vai derramar maLs s-ngue Que
a rspjnsablidde re ahia sobre esses.que
na sua dctestavel ambico pisara aos ps as
tei- 'la cms.ca") imd-jina e d justiga:
Pondo a nossa conriahea em Deus,
marchemos avante pela patria.
O g ive nado- de Pars general Trochu.
Paris. 8 de novembro de 1870.
Soldados do 2. exercito da Paris.
Clicgou o momento de romper o circulo de
ferro que nos aperta lia muilo temp) e
ameaca af.'gamos n'uma lenta e dolorosa
agonal l'ortenco -vo3 a honra de tentar
esta grande empreza: l.mho a certeza de
que vos mostrareis dignos d'ella.
t Sem duvida, os primeiros passos ser3o
dillic is; leremos que veocer s ios obs-
taruJus, preciso encralos com seren
dade e resolucio, sem exagero e sem fra-
qaeza
A vrdade esta : desde os nossos pri-
meiros passos, tocando os nossos postos
ayancados, ene miraremos implacaveis ini-
rr.igos, tomados audaciosos o confiados
p :l >s rinaaerosos xitos. Teremos pois da
fazer n:n vigoroso esforco para preparar e
vossa aeco ; a previdencia d'aquelle que
nos commanda em chefe accuinulou mais
de 400 boceas de fogo, das quaes dous
tercos pelo menos do maior caliore ; ne-
nhuin obuacu'o material Ibes podera re-
sistir, e, pira vos laucar n'esta abertura,
seris mais d 150:000, todos bem arma
(Ios,.>L;in equipados ibondantemente pro
vid is de muiiico3S, c, assira o espero, to-
dos animados de ^m ardor irresstivel.
Vencedores n'este. primeiro periodo da
luda, o vosso xito est seguro, pois qie
o ioimo mandeu s margens do Loire os
seus mas numerosos e raeluores soldados;
os esforc is h roicos e felizes dos nossos
irm >s os deteem all.
t Corag-?m pois e confianca I
L,mbrai-vos q ie n'esta lucia suprema
C'ULbiieremos para a nossa honra, para a
nossa iu-rdad', para a salvagj da nossa
querida c infel patria ; e se este motivo
nao sulliciente para inflammar vosso co
raco, pensai nos vossos campos devasta-
.dos, as vosjas familias arruinadas, as vos-
sas irnis. as vossas auberes, as vossas
mies desoladasj
- Possa esie pensamento faxer-vos part-
ibar le de vjncanca, a rurda raiva que
me animara, c inspirar-vos o desprezo do
pergo.
* Por miau, eston Lem resolvido, e faco
o juramento diaoie de vi, diante da na-
Qia inteira: na) voltar a Pars sen5o
moito ou victdrjoso ; podareis ver-mi canir,
mas nao me veris recoar. Enlo nao pa-
ris, vngai-me.
Avmte pois! avante, e que D3us nos
proteja I
Pars, 28 de novembro de 1871. O ge-
neral em cliefe do 2," exercito de Paris,
.4. Ducroi. _
Urna das provas mais iwusaveis dx
dissolugaj sn<^-' ^pre s m nifestou em
1'rj.nr o" mal cabio o rgimen poltico que
durante dezoito annos esteve corroendo to-
das as forcas vivas de nac3o sob engaosas
Este desleixo no uniforme reproduz se apparencias de ordem e prgdomenio, a
FOLHETIM
I VIVA DEPil DI MORTA
ron
"Xavier de Montpin.
P.tKTR TERCEIRA.
A (MDESSA DE RAflON
(Gontinuac5o don.296;]
XXXI
xa granja de loo Roberto.
Francisca I Francisca I gritou Joo
Roberto com a voz sumraaraente alterada,
vem c d.epressa e n3o tenbas me lo ; est
aqui a senbora condessa que le quer ver.
Francisca, robusta e guapa alde5a de
vinte seis annos, sanio muito depressa de
urna alcva contigaa, e ao encontrar-se
cara a Cara cora a senbora de Rabn, fez-
se muito branca, recuou cmo sea marido
tinba recuado e fez igualmente o signa I d >
cruz.
Tambem a ti te faco medo, Francis-
ca I murmnroo a condessa. Ab > triste
na verdade a mnha apparic5o entre vos f
Vem abracar-me, mioba pobre filha. e ao
apertar-me contra o tea peito, conbecers
que n5o soa oenhum pbantasma.
A joven camponeza hesitou por instantes;
mas a senbora de Rabn estendia lbe os
bracos, e n'elles se precipitoo, desfazendo
se*em lagrimas e cobrndo de bejos as
suas encovadas faces.
Ab I senbora c ndessa, mioba querida
senbora, balbuciou ao mesmo tempo. em-
pre a senbora ?. 6 a senbora deveras I
est viva I Ao principio nao o podia acre-
ditar t Gborei tanto no seu enterro I
No meu enterro I repeli alaria, pois
ta assbiiate ao m-u enterro ?
Ai de roim I nao fui en s, senbora
condessa, foi toda a gente aqoi d'estes si-
tios, dez leguas em redondo I QaaoUs
lagrimas se choraras tanto Dos t quan-
las lag-imas I Os padres qoe resavam os
responsos eram nterrompdos a cada pa-
lavra pelos solucos da com iva ; podera
nao I a senbora condessa era to estimadal
Estou ouvindo te e parece-me qoe
sonho, ha bu'iou a senbora de Rihon. Res-
ponde me : dizes que asssto milita gente
ao meu enterro ; mas quem que me vio
morrer ?
Nio sei, senbora condessa.
Morri no castello ?
O'a I isso n3o, foi muito longe d'aqui,
n'uma viagera. Nos s vimos o caixSo ;
mas disseram -nos que dentro d'aqeelle cai
x3o vinha o cadver da senhora condessa.
Quera o trouxe para c ?
O senhor conde.
Pois tambem elle acredita na minha
morte ?
E como que o pobre seobor nio ha
de acreditar ? Nunca, em toda a minha
vida, vi desespero igual ao d'elle ; contor-
ca as raaos, feria o peito, quera suffocar
os seus gr.tos de dr e nao poda. A1''
Era um espectculo que despedacava o
corar/io I Muitas noutes a fi nos fez per-
der o somno I
Que succedeu enlo ? pergantoa
Maria entre si. Que mysteri > eacerra todo
isto ? que trevas me rodeiam ? quanto
bavia de padecer Annibal Francisca, dsse
a condessa em voi alta, d'Oe vestidos
para substituir por estes qoe trago. Eu
tencionava fazer com qu8 preparassem o
conde antes' de me ver. Queria que a
nossa prmeira entrevista se effectuasse
aqui. Renuncio, porm, a isso: seria de-
masiadamente croel desampara-lo por mais
tempo ao sea desespero ; ter forcas para
sapportar a alegra, como as leve para sup*
portar a dr. Avia-te, minha filha, avia-te,
qneroirja.
Aonde tenciona ir, senhora condessa?
balbuciou Francisca.
Aonde teocino ir I pois, anda o
perguntas I... Ao castello de Rabn,
fa.i r a meu amado esposo.
Francisca e sen maride trocirn una ha de expulsa-la do sen lado.
olliar em que re lia immensa raqaieucio.
agtacSo separatista de algumas provincias,
cujas asflirafes iormulou claramente ada-
mada Ufa da st, ao seginte projeclo de
consta luico:
Considerando que importa agrupar,
coortenar das as Torcas democrticas na
Fraaca, meridional, aflm de exercer sobre
o poder cerdral e as authoridades departa-
tnentats urna aefdo poderosa] constante :
E com o fim de Ibas proporcionar os
meios de cmsolidar; de assegurara rep-
blica, urna e ndivisivel, contra os inimigos
de dentro e de fra.
A liga do sudoeste, reunida emTolosa
em assembla popular, nos das 20 e 21 d:<
novembro de 1873, approva as seguintes
resoloces :
Artigo 1. Resistencia desesperada
outrance) e enviarem-se comnsissarios civis,
& vincias e as prans sitiadas ou em vesperas
de o seren.
Art. 2 AbocSo dos direitos de con
sume e de lodos os impostos indirectos,
que, em contraveneno com os principios
democrticos, pesara principalmente solire
a classe mais numerosa -mais desvalida.
< E, sem prejudicar a questo do im-
posto progressivo, substituir os indirectos
f4>or uro tributo proporcional sobre lodo o
fendimento qoe exceder cincoenta francos.
Art 3. Dissoluclo d s conselbos ge-
raes, de districto (arrondissements) entura-
cipaes ou municipios, eleitos durante o im-
perio e que ainda exercam as snas func-
ges.
Act. 4. Purificar) do pssoal de
prefeltos, cora o flm de realisar as-teformas
juo a unanimilade dos republicanos julgue
necessriis.
Art. 5. Damissao de todos os fimc-
conario* de qnalquer ordem qoe sejam,
que se destinguissem durante o -rgimen
cabido pelo seu zelo dynastico, e mnilo
principa mente os maires, juizes de paz,
perceptores, reitores e i .spectonrs das ac
demias ou escolas elememares.
< Art. G. S dislituicjio dos mestras de
escolas q-ie pertencerema congregaces re-,
ligiosas por meslres leigos.
Art. 7. Exdusao das funeges publi-
cas de todos os servidores do rgimen ca-
bido.
Art. 8. Reconsttocao sobre bases
verdaderamente republicanas das corpora-
les de benefi encia, das sociedades de
soccorros mutuos e d is conselbos de admi-
nstrago dos hospicios, qiie fizeram e con-
tinuam a fazer servir para os fins mon^r-
cbicos e clericaes os fundos to considera-
vsi.5 na aclualidade, coja adrainistraco Ibes
est confiada.
Art. 9. Estabelecer era cada departa-
memo um jury encarregado de julgar os
cmplices uffioiaes e exlra-ofliciaes do atten-
tado de dezerobro e a comprida serie de
crinis commetlidos por Loiz NapoleSo Bo-
naparte, sequestrando iramediatamenle, al
ao da em que a nacao dictar a sua senten-
cia, te dos os bens movis oo immoveis dos
borneas que tomsram parte nesse attentado,
impelli.ido a Franca para a guerra.
s Art. 10. Separaco abioluta da igreja
e do es(ado, etc., etc.
Pelo que respeita aos meios de conse-
guir tu do isto, ei-los, em poucas palavras:
A liga do sudoeste cosvidar'as ligas
do sal e do ste, cajos principios no dille
rem dos seus, a fundirem-se com ella, e
estimular a formacao das I-gas do centro,
do oeste e do norte, que formarlo as ligas
solidarias da Franca. A liga do sudoeste
ser representada por urna commissao cen-
tral permanente, que se corresponder cora
as coraraiss5es departaraentaes formadas
pelos delegados das commisses de distri -
to. Enviar se-ha junto do governo de T urs
urna delegacao da liga, quando as circuns-
tancias o exigirem p
0> delegados da liga partirn luje para
Toors, afira de apresentar aos memtros d*
governo provisorio as resoluces approva-
das ni reuniao.
Bem vem, nao falta nada. E um es-
tado, no estado ; n'uma palavra", sob as
apparencias habitudes de leda a reforma, a
tentativa mais completa e audaz de usurpa
Cao dos poderes publiios.
Felizmentej)ara a Franca, a. firmeza do
0.>vornu e a prpis3o bom tacto jlos tonc-
cionarios que os membros da liga qizeram
capta -, contrariaram os seus projectos. Em
Marselba. o Sr. Geni recusou formalmente
a presidencia da liga do sul, e mui'os or-
gaos da un prensa democrtica, a Gi ronde
entra outros, repelleui-n'a absolutamente.
Senhora condessa, dsse a rapariga
enlmente e com a voz alterada ;' tenha
paciencia ; descanco um pooco ; nao deve
ir arada ao castello... boje pelo menos.
Porque ?
Porque impossivel.
Dizes que impossivel!
Sira, senhora condessa ; e seao per-
gUQte-o a Jo3o Roberto.
Senhora condessa, faca oque Ihe diz
Francisca.
Mae qnerem endoadecer-me / Que
novo ob taculo pode obstar a que eo me
junte ao-conde ? Nio eslivemos bastante
lempo separados ? Fallem, rgam tud,
por favor I...
Francisca e Jo3o Roberto inolinaram
cabeca.
Vive o senhor conde ? prosegnia- Ma-
ra com vehemencia.
Vive, repKcou Francisea.
Mas est talvez moito doente ? est
beira do tmulo ? digan>me tuda, terei
valor... estar na agona ?
Nada d*isso... antes pelo contraro,
eremos que a-saude do senhor' conde
Lexcel lente.
Dixem isso de veras ?
Juramo-lo pela nossa eterna salva*
co...
Pois bem, entao porque nio me obe-
decen) ? Porque motivo nio me trazem os
vestidos qe peco ? Que motivos teem
para me demorar ? Fallem, expliqaeaa-
sel...
8' qae... balbuciou Francisca;
que a senhora condessa n3o sabe todo...
Pois dize-me o que eu nao souber.
Ab I urna cansa desagradavel...
Querem qae Ih'o peca de joelhos ?
- Oh f nao... nao... n8o occaltarei
nada seniora condMsa. 0 senhor conde
julgava-se viovo, e por coosegu,inte.livra...
Tem talvez orna amante ? exclamou
Ma/ia. Pois bem, perde-lhe..". elle ja
une j alga va merU... Mal impossivel
,que ame esaa molher... e em me vendo
Uamos em seguida orna carta de Oar.^3!
di, publicada pelo Precursor, de Aoloet'
pia : J II I
Son filbo do poto c aoado pelo povo.
Comparando as minhas occupaces
presentes com as miobas propenses, acbv
reis de certo conlradjc-w.
Inimigo da pena de morte e amigo da
paz e da fraternidade humana, faco a guer-
ra, antilhese dos meus principios.
c Amigo da paz certamente, como inimi-
go dos ladros, e considerando como taes a
Austria, Bonaparle e o Papa, applaudi a
dynastia prussana at Sedan
t Nio era ladra entao, e a humanidade
deve Ihe o ter nos litiertad i dos sens maio-
res inimigos ; o impostor de Roma e o seu
aveoluieiro defensor. II .j<\ orgolhosa pe
las suas victori-8, e ladra e espisinba urna"
nagao generosa que tanto lera feilo pelo pro-
gresso humano.
Considero como irnios os Allemes, e
espero qoe em breve, ren-gando do proce-
diraento do sen chefe, traro Europa a
paz que todo o mu ido deseja.
O exercito de Bonaparle foi destruido,
a Franca born hada, e os pessiraistas, os
autcratas e os jesutas julgaram esta nobre
nacao abatida para sempre. Nao se deve
acreditar isso, e os Allemes especa'mente
devem pers^ad'r-se do ontrario ; os Fran-
cezes inspiraran! se na sua desgraca, e n3o
ha um s capaz de pegar em armas, que
nao esteja disposto a tomar urna espingarda
pa'a a defensa da patria.
A populacao varonil da Allemanha, ar-
mada toda no territorio francez, tica dizi-
mada cada na pelos combates e pelas enfer-
medades, emquanlo que os defensores da
Franca augmentara sempre, apezar das per-
das que soffrem pelas raesmas causas.
X Franca o9o podera modir-se em ba-
talha formal com o exercito prussiano, mas
dizimada n) paiz nvencrVel, e a posiclo
dos Prassianos precaria. N3oha aqui bra-
vatas era exageros. e confio n'om breve e
feliz xito.Garibaldi.
Keratry, que ebegou no da 30 de no-
vembro Tours, dirigi ao ministro da
guerra a seginte caria :
i Angers, 28 de novembro de 1870. _
Sr. ministro.Por um decreto de 22
de outubro passado nomeastes-me commao
dare em chefe das forcas mobilisadas de
cinco departamentos da Bretanba que ha-
viam do formar-se. Grac-as ao patriotismo
e adbesao de todos os meus ofliciaes, no
da 22 de novembro eslava creado o acam-
pamento de Conlie, tornaodo-o ao mesmo
tempo inexpugnavel.
Quarenta e sete batalb)S de Irete3
mobilisados, sete companhias de francos-
aliradores, arrojados e disciplinados, t nham
acudido ao meu cbamamento ; nove bate-
ras, providas de material e pessoal, s es-
peravam arreios para poderem manobrar
utilmente.
Semelhante espectacuir era o anico
em Franca, e em 2i de novembro, depois
de o terdes visto com os vossos proprios
olhos. manifestaste bem alto, a lodos os co-
operadores nesta obra nacional a vossa mais
viva satisfac3o, da qual renevastes a segu-
ranza, na mesma noi'.c, na prefetiura de
Maus.
i Aquella hora eslava M uis ameacada; a
a'a esquerda do exercito de Loire podia ser
desbaratada; as tropas do general Ftere:k
tinham sido derrotadas e togiam de Nogent
le Rotron at s portas do nosso acampa-
mento. Fizestes um cbamamento pressu-
roso ao exercito da Bretanba,. e 10,000 dos
seus filhos. apezar de incompleto o equipa-
ment, contando mais com o seu valor do
que com o seu armamento, rae se^oiram
no dia 24 de novembro, pela manha>, des
de o campo de Coolie at ao acampamento
de l>r. e no da 2i fizemos urna marcha
de 31 kilmetros era direceo ao inimigo.
Os meus valentes voluntarios marinbeiros
arrastaram as suas pecas rJoraute doze ho-
ras de caininho ; o inimigo acaba va de se
retirar.
O interesse da defensa nao me permit-
te o accrescentar boje era urna paiavra
mais.
Apezar dos rogos das minhas trepas,
informei-vos no dia 29 de novembro de qoe
o tom das vossas ordeos, datadas de Tours
em 26, ao mesmo tempo que marebavamos
contra o inimigo, me obr gava a todos os
respei'os a reigrr o comisando.
* Acceiia'stBs nr~iafma ja a miaha de
missao, que j ter apparctidjf Tltrrt^
Ofkial.
O pezar qe sent w abandonar o

Nao 4 Dante seohora
ct tci os>esa1
condessa,!
balbucion Francisca, ta d dbil na voz- como
nm sopro.
Mas qoe enlao ? Ah Assoetam-
me de veras I. -. *
O senhor conde toroou a casar-se.
A senbora da Rahon vacjlloa, e tera
cabido no choy se Francisca e Joo Roberto
rio a amoaraese no bracos.
Paceceu Iba por alguas segundos qne o
;eu corac3o deixava do pulsar e que a vi-
da a desamparava ; mas triumpboa, alma I,
daquelle desmaio, e aanbon f>or se eoJi-
reitar com apparenle energa.
Tornan a casar-se I repetio ootras
duas vezas tornou a casar se 1
Senbora condessa, minha boa senbora,
mnrmuroo a alde3a, eV) se mortifique, na<
se atormente, rogo lbe em nomo do co.
Nao, minha fitba, n3o,replicn a con-
dessa, fingindo um soeego qoe era des-
mentida) pelo convulsivo 'tremer de todo o
corno t estou soeegada, bem v^ que estos
socegada. Nao aegarei que esta imprevista
notcia me sobresaliou ; mas j estou d
todo socegada. E porque motivo me bei
de admirar ? t'm homem viuvo, aiada
mo4o, natural que se case pela segunda
vez... O contrario qua seria sorpren-
dente. E diae-me, Francisca, quem a
nova esposa do senhor conde 1
A senbora marquaza de Cbavgny.
A condessa desatou a rir com un riso
nervoso, com um riso de demente, mais
amarga e aflligidor 4o que os queixumes
e os lamentos.
Minha prima Olympia I diste com
irona. Como se apressou em tomar o meo
posto I Pois bem.ftanto peior para ella I
ter de'ce desalojar I O casamento est
nullo, porque appareco eo eqei a reclamar
os meus direitos. Que eslavas tu ah di-
zeodo de nao ir eu ao castello, Francisca ?
Antes palo contrario, agora mais do que
nunca quero ir sem deteoca. Quero ver
empalidecer na minha presenca os que to
depressa me esqueoeram. Vamos, traxe-
me um vestido, e prepara-te para me
aeoDipinhar I
Um horrivel peBsamento fcrabavt de
exercito por mira formado, com o auxilio
do meu anligo e valente compfnhelro Carr
Jlerisont, qge jnlgou dever seguir-ma -na
mlh retirad, fui profundo, mas nao me
'^eiiJuecer imperiosos devere^.
t .Volio vida privada, recuperei a aal-
nha^lfovdade poltica, qoe tinha perdido
debaixo .* uniforme. Chamando os meas
concidadlos S defensa da patria^ tinha coa
trabde-granrle compromissos; a?sim, pois,
tenlo a honra devVs annunciar qAie quando
os aconteciraentos m'i/ permiltam, levarei a
um conselho militar as a Mas administracoes'
da guerra e damarnha; ellase eu appare-
ceremos ante a barra do paz, o n3n se
desenoaminhar nenhum dos docomentos
que tenlo em meu poder,
t .fwtfebei, etc.Conde de Keratry,
P.tS.Poss) os decretos e ordens
que assignastes como ministro. Tivestes a
insigoe>raqueza de deixar que nao so Ihes^
dsse comprimento, e sto por urna admi-
nistracik), da qnal o Sr. Loverdo o verda-
deiro chefe, e que para todos os que vem
claro personifica a traiclo a respeito da
Franca nio imperl*lis'a. nicamente voso
n3o vsies assim, apezar das minhas adver-
tencias reiteradas e telegrapbicas.
Sob o ttulo deUna boa lico,publi-
ca a Libert a segonle carta :
Pars, 9 de novembro de 1870.Se
nhor.Venho de faor o meu quarto de
sotinella as muralhas e dou me pressa em
responder ao pedido que fazeis a honra de
ni: dirigir ero nome da sociedade dos bo-
raeh's de lettras.
< Eu son mais de que nuignem um apai-
xonado admirador dos -Castigo. <
Tenho por amigos, amigos ntimos do
Sr. Vctor Hopo.
Sentir-me-hia altivo e feliz por servir
esse alto renorae na medida das minhas
forcas.
E posso dzor, finalmente, que se al-
guno artista tem direito a j:ctar-o de inde-
pendencia, de certo quese n3o sou esse,
sou pelo roemos um dos mais antigos e
dos mais' convictos.
Pois bem f apezar de tudo, om senli-
mento que eu aqui n5o ouso definir bem.
mas que tenho mvencivelmenta no fundo
da consenca, obsta a que eu me associe
a uma'leitura publica dos Castigos n'uma
scena que acceitava 13 > benvolamente, ha
algumas semanas; o ttulo de thatro dos
Comediantes ordinarios do imperador.
* 'Os preseples, os jantares e as festas,
Compgne e. fontamebleau, sempre me
nausearam, con|rmo o que todos saben ;
mas se eu era uto dos raros oppositores
da vespera, consintam hoje que me conser-
ve ain la arredad dos auraerosissmos fan-
farrn do dia seginte.
c Dgnai-vos de aceeitar, senhor, com os
meus pezares, e de Tizer aceeitar socie-
dade dos homwis de let'ras a segurahea da
minha fraternal estima o da minha profunda
dedicaeQ, em qualquer outra eircumstan-
cia E. Got, da comedia ranceza.
Eis a carta que o general de Moltke man-
dn ao general Trochn r
t Veasailles", 5 de dezembro de 1870.
Poder* ser til informar V. Exc. que o exer-
cito do loire foi derrotado hortera ao p
d'Orleans, e qae esta cidade.- ecupada
novamente pelas tropas allemaas.
Sj porventura V. Exc. julga a propo-
sito convenecr-se disto por om dos-oficiaes,
nao dexarei de muni-lo d uto salvo con-
ducto para ir e ttr. -
Acceite, mea general, a express3o da
alta consideraclo com que tenho a honra
do ser seu humilde e muito obediente ser-
vidor.
O chefe de estade-maiorCbnde de
Moltke. ^
O general Troohn respondeu enrgica-
mente a esla carta, recusando o salvo-con-
ducto e a- verifhaco, accrcentando :
c Esta rcoti ia," snpooado-a exacta, nio
nos tira o direito de cont&r sobre om gran-
de moviaento da provincia, correado a soc-
correr nos; nao muda coosa nenhuma as
nossas resotoces, ero as nossos deveces-.
Urna palavra os resume r eomoater !'
O governo Irancez promulgou erofecre-
to ordenaado a organisa?ao tmmediata d
orna serin de aeampameatos de intrucao e
de coneentracao, destinados a formar a-base
de um vasto systema mtbtar.
- s>ses aea ytoauaeoj^s ser3o esaabalecidws
nos arredores das cilaJrr e recetJ'rto m
contingentes de goardas r.acionaes mobilisa-
passar pela atente da condessa, qneiman-
do a como Iiogoa de fogo. Pela prmeira
vez na sua vida ebegoa a duvidar de Anni-
bal.
IHrguntoo a si meena se, perdidamente
namorad de Olympia equerer.do corrfrahir
segando matrimonio seria talvez cmplice
dos qoe a tinham futo passar por mora.
Francisca nao se moveu.
Qae esperas ? porque o5r>me obedeces*
perguatou Maria, coro, modo severo. Tam-
bem.. tu vais otraicoar-me e renegar de
mim como os outros %
Ah I minha- boa senhora I balbuciou
a raparan ; Joac-.a eu daramos sera hesitar
at a ultima gota de sangue para a ser-
vir ; mas desraeadam3me, nada sorn s,
nada podumos e... Queira crer... 'me-
Ibor liear-se aqoi porque do contraro, nio
lallar ao senhor conde>
Quem ha de impedir mo f
A nova condessa. Desde que se ef-
fectuoo essa maldito casamento, o senhor
conde n3o tem vunlade propria. Sua pri-
ma que Paz tudo, 4 que dirige tudo. E'
s ella qpem manda s a ella que obe-
decen!. A ninguem permiitido fallar ao
senhor conde, efea quem diga qae o sea
espirito se amesqninbeu oque a senhora
Olympia o ameaca e o fecha chavs como
se fra orna enanca.
- S a miaba presaoca bastar para
Ihe restituir a perdia energa, bradoa a
senhora de Rahon.
Talvez. assim succedesse, se a senbora
condessa Lbe podaste fallar... mas de
certo nem podera ve4e a soa nova esposa
sabara inierpor-se entre a senhora e elle.
teria de em pregar a forca f
-Para ella todos us meios sio bona.
s criados tomarlo o meu partido,
Tal n3o espere.
Pois ousario resistir a soa legitima
ama T '
Essa crem elles qoe a senhora
Olympia.
Em me vendo, logo me coohecem.
Rio ha om s Qae dizes ?
dos, cornos francos e tropas regular! dos
depaitameotos c rcrnnvisinbos.
Os acampamentos estabelecer se hSo er
Saint Oaier, Cherborgo, Corlie, Nevers,
Rochela, Birdeos, Clermoct Ferrand, Tolo-
sa, Montpellier, Pas des-Laociers e Lyio.
Cada um desses acampamentos devarv
pelo menos ter capacidade para 6O.00
mens. 0< de Saint Omer, Cberburgo, iw-
cheja e Pas-des-LUciers, pelas suas condi-
cOes especia es, poderto receuer.cada pm
290,000 bomens, e terao o litulo do acam-
pamentos estratgico para se differencarem
dos outros, que se denominaran simples-
mente acampamentos de instrucrao. Os
acampamentos estratgicos sero fortificados
e armados em toda a regra.
Dizem de Berln qoe se est fabricando
as officina8 do Sr. Kropp, em Essen, nm
canblo pequeo de cinco ps de comprido
e urna bocea que ter pollegada a meia de
ci re. un fe reacia, pouco mais ou menos. Este
novo canaV, collocado sobre um tripode
cym um ocnio, destinado a disparar so-
bre os globos que pas^arem por cima das
lindas prassraoM.
Eis o te&> de orna circular dirigida acs
maires do Eure pelo exercito pmssiano :
t TextualO general de divieso, no
intuito de evitar os homicidios inuleis, or-
d'ena-me que Ihe parieeipe e o faca saber a
todos os habitantes d'esee municipio, que
todo aquelle que fr encontrado eom armas
e que nao v.-s ir o uniforme militar, b&>
ser tratado como soldado inimigo, maje
sim como"*assass1n>, pof consequencf*
conrJemnado morte. As povoac que
fizerem maoifeltacoes hostis seFlo incendia-
das.Saint Andr, V de novembro de
e-870.De Rosemberg, chefe do regiment
de lanferros. >

TYP DO DatUO-ftUA Da DU{
.#>
Urna carta de Vienna ca coota de orna
grande reaniio publica celebrada u'aquella
cidade oo da 21 com o fim de tratar da
guerfa entre a Franca e a Pressia.
N'essa reni5o votaram-se as seguintes re-
s Incoes :
i.* At detdruieao do exereko-imperial
em Franca e da captora de NapolS% em
Sedan, a guerra actual era para e povo al-
lem3o urna guerra legitimo poaqoe linha
por fim a defensa do sen paiz ameacado.
2/ Pelo fado da contlouacJo da Tula con-
tra a repblica franceza, a guerra ebeg u a
ser urna guerra de conquista, egosta edy-
nastici, que temos- de amaldicoar emnome
do direito e da liberdade.
3. A idea de tirar Franca doas pro-
vincias contra a vontade dos seas habitan-
te, um attentado ao direito que os povos-
teem de dspr de si mesmos, e renovaodo-
a servidSo da idade media, ame?ca todas as-
conquistas da civilisacao moderna.
4.a Se o objeclo da guerra actual depoia
de Sidan, absolutamente condemnavel, por
outro lado* a barbara maneira de fazer essa
guerra- indigna de om povo civilisado e s
pode ter por uni resultado e despojar o
soldado-allemao de todo sentimento huma-
no, accettder no corac3o dos franeszes um
odio immorredooro, e excitar em todos os
pevos o horror aos atlemaes.
5.1 POr conseqoencia, a reuniao protesta
de nm modo mais enrgico nao s contra a
guerra de conquista seguida pelo rei da
Prussia, roas tambera contra a mane-ra de
fazer es3a guerra.
6.a A reuniao espera o cdnfla em que o
govern imperial, de accordo com as Oemais
potencias europeas, empregar todos os
meios para por termo a esse criminoso der-
ramamento de sangue, defender a naco
franceza contra a servidlo a que a-querem
sugeitar, e d'este modo- evitar os perigos
com qoe o triumphante despotismo militar
prassiano ameaca todos os povos Kvres da
Europa e mais particularmente a no sa
muito amada patria.
7." Todos os amigos do direito e-da li-_
berdade oam convidados para atfeerirem
presente dedaracao
O Siecle publica a seginte curiosa carta :
Sr. redactor. Recebi do pro raestre
da maconaria franceza oseguinte docomento
oara o quol peco a pablicidade do seff
joma1.
Sou, ele.-Eugenio Yienot, mewbro da
comssao da ord m do grande Oriente de
Franca.
t A toja o Progress/r, Oriente.de S. Ge-
ni.s jjJejiartamento do Gard) tomoosob pro-
posta le om (Tos -mbs^ menbros a se -
gointe deliberaco :
$$ntinuar-se-ka.)

'


.
.,

I
A wrdade. No dia mmediato aodo
seu casamento, a sensor* Olympia despe-
dio toda aantiga creadagem, cojo crime
nico consislia no carinlio "que Ihe profes-
sava, e agora s se vem no castello cria-
dos noves, vindos nao sei d'onde.
A condessa desanimada deiiou-se cabir
n'uma cadeira murmurando:
Que hei de ilier? que-resolucio bei
de tomar ?
Arme-se de muila pacieocia e de moi-
to valor, mioba bes senhoray disse htunil-
demea*e Francisca ; bem se eonhece o que
lem padecido. Deixe icir-sa aqoi, ao nusso
lad n'i.sta casa- que lbe pertcnce. Des-
canse, refaca as soas forca. Nos. entre-
unto, buscaremos algum raeio de fallar ao
sen 'or conde, sem qoe a senbora Olympia.
saaha.
' Nada se pcate objectar quelle. prode'nte
conselho.
A senbora de Rahon, annnio, comprebea-
dendo que, efiectivament, pana encelar
urna lula eom a formosa Olympia, precisa va
de recorrer a todo o vigor da sua intelli- -
g^ncia, eessa nao podia reaoinaa-U neref
vigorisa-la sem dar o corpa, o necessaffo
descanse.
Joio. Francisca, meus amigos ^
sua hospeda. Concedo-Ibes tres diu ;
se n'esses tres das nio verem conseg
por qualquer raeio obter para mim urna,
entrevista com e conde, re procura-lo ao
castello, e se entre elle e eo se interpolo*
rem obsta cu l s, por moito dbil qoe eu
seja, tere i forca suficiente para os vencer...
Pois bem, senhora condessa, espe-
remos tres das, mermaron a rapargi,
Em tres das muita coosa se pode
fazer ponderoo tambara, o aldelo.
A condessa fatigada pela comprida jor-
nada que fizera, tornou algum alimento,
deitoo-se ajudada por. Francisca, e esqae-
ceu n'nm profundo somno todos os eos
pezares.
(Coa/MiKor-a-Aa.)
i\
' "
T
>
'
Tt'


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