Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12300


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Full Text

1
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I '

i
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4H#ro XLVI..HUMERO 296
FABA A CAPITAl E ljSUH DE IAO SE PACA POWE.
f'or tre mezes adianUdos..... MmttM
Por seis ditos dem..... V.....*...--. JJOOO
Por uta son dem.. ...... J............. 12,5000
Cada mumero avolso.... ...... 2*dG0
SEXTA FEIR ^0 DEDEZEMBRO D 1870.
PA1A DMTEO E fu?4 DA >^
Por tres mezes adiaotados .... -.
Por seis ditos dem....... .' .
Por nove ditos idea.....'. Z%
Por am auno dem ... .....

6#7S#
131500
20*25
97|00
DE PEMAMBUCO
*
i
Propriedade de Manoel liguara, de Faria & Filhos.
AO AQB1
m* AwasiWTwa:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Goncali* Pinto, no Maranbao ; Joaqun Jos de Oveira. no Ceara ; Antofa, de Leaos Braga, no Aracatj : Joio Mara Jnlio rhavm, nn A- M
em Nazareth ; Francisco Tava.es da Costa, em AJagoaa; Dr. Jos Martin. Al* i, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAl.
Soverao la provincia
EXPEMEVTE P> OA 23 DE IEZKMBR >.
Actos':
O presidente aa provincia, a vista do offlcio
Jo Dr. chafe de polica, n. 1694, de li do corren-
te, res )l ve roncador ao eidado Mantel Simos
J-erreira Braga a exonerago que pedio do careo
de soMelogado do di.-tricte di S. Benedicto do ter-
mo de S. Bento
O presidente da proviucia, conformand) se
com proposta do Dr chefe de polica nm offlcio,
n. 1604, de tt do crrente, rc*>lve nomear para o
cargo de subdelegado do dislrirlo de S. Benedicto '
d) termo de S. Beolo o cidadao Antonio Joaquim
Siqneira.
Commooieou-se ao chefo de policia.
O presidente da provincia, altondendo ao que
requeren o 3J escrip'.urario da alfandega Joo
Duarte Carneiro Monteiro, resolve despen?a-lo da
commisse Je membro do conselho de compras
do arenal -le guerra, e nomear em sen lugar de
-oofonniJade com a informacu do inspector da
ilicsouraria de fazenda de 21 do torrente sob n.
s'ii, o 3* escriturario da mesma alfandega Anto-
nio Luciano Je M traes de Mosquita Pimentel.
Expediram-se as nejessarias communicaeoes.
OOlcio:
Ao Etn. piasidente da Parahyba, a lim de
expedir su.a* orden*, para que o juiz municipal
lo termo .11 Mamangnape remetta a guia do sen-
tenciado Luiz Soares de Albuquerque, que veiodo
presidid de Fernando de Noroaha por declarar ha
ver cumprido a respectiva pena.
Ao general commandante das arma?, duendo
jas, por uo competir a presidencia, em vista do
lisposto no i* do art i' do decreto n. 3579 Je
de Janeiro de 1866, conceder lieneas aos offl
ciaea e praca* de pret, no* casos previstos no j; dando a docis i do governo imperial acerca da
" do art. do mensionado decreto deixa de ser i transferencia que
Despachos :
Bacharel Antonio Witruvio Pinto Bandeira Ac-
coli de Vasconcelos.Subsiste o despacho de 24
de outubro ultimo.
Andr do AbreuYorlo.Informe o Sr. eogenhei-
ro chefe da reparticao das obras publica?.
Alberto Soares de Azevedo.Nao lera lugar o
que requer.
Cipiuliou Gongalves Lessa.A vista do resnlta-
do da mspecgo, nao tem lugar o que requer.
Flix Cavalcante de Albuquerqne Mello.Junte
certido do dale.
Francisco de Paula Garneiro Ucha.Informe o
Sr. Dr. juiz de direito da vara.
1-abei Maria Brando.-Entreguem-se os docu-
mentos especiacs da supplicnle em termos.
Jos Muniz Teixeira Guimaraes. luforme o
Sr. Dr director gera] da ra-trnego publica.
Joaquim los Bello.Informe a cmara munici-
pal de? te municipio.
Jo- Mondes de Preita?.Vai a praca a cons-
truccao da barreira.
Joaquim Manoel de Castro Santos.-Informe o
Sr. coronel commandante superior da guarda na-
cional do Recife, ouvindo o commandante do ba-
ta I ho.
Maria Francisca do Rosario.-lnforme o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial
Manoel Lopes da Paz.Informe o Sr. Dr. direc-
tor geral da rastruega publica.
Vicente e Siva.Vai a praca a construccao da
barreira.
Vicente da AniinncLgo.Informe o Sr. "gene-
ral commandante das armas.
__ expkdient-. do secretario.
OIBcioj :
Ao Exm. general commandante das armas,
participando haver a presidecia iodeferido o re
quenmento, em que o alferes da companhia flxa
de Sergipe, Alberto Soares de Azevedo, pedio per-
inissao para demorar se nesia provincia, aguar-
iid o requriroento do soldado 9' batalhao do
infamara, Luiz Francisco do Naseimcnto.
Ao Dr. rhefo de policia, transmiltindo copias
l'?ofBeos do genera! c irnmandantc das armas,
iiiifndante saperior deste municipio e com-
mandaote 1 eorpo de polica, relativamente aos
listurbin. queaedio por occasiao de percorre-
r.'m msicas m.trciacs a> ras da cidade, depoi?
dn toque de recolhar, alim deque, a vista de lulo,
proceda como entender conveniente, propondo a
preaidensia as medida? qu excederem s suas at-
tribai^Ses.
Ao |ospei*(or Ja Ihesouraria Je azenda, com-
unwando haver o juiz municipal e de orphaos
do termo ie Cimbres bacharel Francisco Domin-
fues Ribeiro Vianna, rpa??iimido nodia 14 do cor-
lante o exorclcio Jas funecoes do seu cargo.
Ao msmo, declarando que, segundo aviso
lo ministerio Jo imperio de 12 do corrente, foi
tutorisado pela vejrha tobras noexercicio actual
augmento de crediti, na importancia de 2:233 J
1'ra a eonclnio d-)s reparo? urgentes, que se es-
tao rxo ".nanlo noproprio nacional, jae serve de
l i'.arlo na illia do Pin:.
RxpedJramse a?oatras communicajues.
Ao mesmo, tnnmi'tindo, para os devilos
llns, quatn rlens do th-'souro nacional, sob ns.
:j8a 25 f.
Ao naetmo, mandando pagar ao lente Pe-
dro Paulo I04 Sanios es vencimento?, relativos ao
mezde novemhro ultinij. do fflcial e pranas da
guarda nacional destacadas na villa de Pesqueira.
i>rnmonicon-s" a o commandante saperior do
municipio do Brej)
Ao mesmo, prev'.-nindo o dequ?, segundo
consta de aviso d) mimst-rio da jnsii^a de 12 do
corrate, solieitoa-se a expedidlo das convenien-
les nrden-^para qoaessa the^ouraria seja hbili-
lada com a qaantia de 21J666 rs. para pagar a
nipanlua Pornambucana a importancia de come
lorias, forneadas a tres praQi>s e dous enmino-
v de que man o -u offlcio n. 75.), de 24 Je
rmvenbro (indo.
Ao meaiDO, trAn-nuttindo, para os fins con-
reaientes, o decreto que nomson o bacharel Au
gasto Bgidto de Castro^ Jess, para o cargo do
i ( n : ; ;"il J orphaos do tenm de Seri-
iioaem.
Ao mosmo, dizao 'i que. segundo c aviso do
ministerio da ju-t ;a d 14 do correte slicitou-
se o necesario creditr-, para queessa thasonraria
possa ptgar a aj'uda deeusto, que na importancia
d> 200J foi arbtrala a. juiz municipal do termo
1^ Taarat, haeittrel Austrecliano Corrcia .
GruM,
Ao inspector la ti.e l nsando-o nos termo; de sua informa;), a man-
lir por em pra^a a coii-truccio da casa da bar-
reira do S. Joio na estrade de Pao d'Alho, servin
do de basa as clausulas e orcimento, que remet-
t por copia, na importancia "de 4:I80|000
Commnnicou-se a reparticao das obras publi-
-.
Ao mermo, recommendado que maule pa-
yar os vencuneotos dosRuarda. nacionaes desta-
cados na villa de Seriohiem, durante o mez de
novembro ultimo.
Oimmunicoa-se ao respectivo commandante su-
perior.
Ao inspector do arsenal de raarinha, remet
tcnuo copia do aviso de 10 do corrente, em que o
(Ato. Sr. ministao da marinha determina que, do
1 Janeiro do auno vindouro em diante, seja pos-
to em oxecucao no almnxarifado d'esse arsenal o
rgalamento, que bnixon com o decreio n. 4304,
de > de maio do anno pas?ado ; certo de que para
i respectiva e?crpturaco recommondou-e a in-
tendencia remes?a dos competentes livros.
Idntico mulalit mutatuis, a thesouraria de fa-
zelida.
Ao director do arsenal de guerra, declaran-
do que, segnodo consta de atiso do ministerio da
gnerra de ) do corrente, expediosc ordem ao ar-
senal de gnerra da corta para forneeer a esse, com
dMtino ao deposito especial de instrnecao, 60 es-
padas com as competente} batanas.
ao commandante superior da gnarda nacio-
nal do municipio do Recife, para mandar despeo-
-ir do servico do 1* batalhao de arlilharia os alum-
nos da escola noRluroa Ja freguezia de S. Frei
Pedro Goncalves, Euphn.zno Antonio da-Fonceca
e Bernardino Mendes da Silva.
Communicou-se ao director geral da instruc^ao
imblica.
Ao do municipio de Nazareth, dizendo qne
deixa anda do ser approvada a proposta para
preenchimento das vagas de offletaes Uo batalbao
n 20 de infantara por nio vir assignadi pelo
<*ommaoJante effectlvp, o qual nao obstante S. S.
declarar qne se acba fora do commando, apre-
seota-se reclamando contra proponas feilas sem
-ua sciencia, como se v do offlcio e documentos,
i lotos pur copia, sobre qne informar.
Ao juiz municipal da 1* vara desta capital,
remetiendo as guias dos seutenciados Moo Gon-
calvej de OJiveira e Joo Rodrigues Fialho, as
quaes foram enviadas pelo Exm. presidente da pro-
vincia de Minas.
Ao promotor publico da comarca do Limoei-
ro, chamando a sua alinelo para o facto que
pvtieipou o Dr. chefe de pohela, de ter no da i
deste mez no lugar denom nado Casinbasdo termo
1^ Bom Jardim, Beharmino J >< 'dos Santos, tra
vado lucia com Joaquim de Queiroz, Usando este
ferido gravemente com dua< tacadas e aqaelle le-
vemente ; e recommeniando empregue as deli-
geecias tefaes, anm de ter regular andumonto o
proe*.o ser pnm'do o delinqnente.
solicitou para o 9* batalhao de
infantaria.
Ao gerente da companhia Pernambneana. de-
clarando de ordem da presidencia, que pode fazer
seguir para os portos do norte e sal os vapopes
Jaguaiibe c (iqnm no dia 31 do corrente.
Repartido da polica.
2.1 seccao.Secretaria da polica da provincia
de Pernambuco, 29 de dezembro de 1870.
N. 1726. IHm. e Exm. Sr.Levo ao conheci-
mtnlo de \r. Exc. que, segundo consta das parti-
cip.^oes rocebidas hoja 'esta reparticao, l'iram
honlem recolhido casa de deleocao, os seguintos
individuo-:
A' minha ordem, Manoel Colho de Brillo, como
suspeito da ser criminoso.
A' ordem do subdelegado do Recife, Victorino,
escravo de Miranda Ol reir & C., reqaerimento
des tes.
A' ordem do de Santo Antonio, David, escravo
de am fulano Santos, por disturbios.
. A' ordem do da Boa-Vista, Benedicto, escravo
de Domingos Rodrigos Barretto, por andar f-
gido.
A' ordem do da Capunga, Marliniano, escravo de
Jos Jacome Tasso a requerimento deste.
Deus guarde a V. Exc.
Illoi. e Exm. Sr conselheiro Digo Velho Caval-
cante de Albuquerquo, presidente da provincia.
O chefe de policia, Luiz nlomo Fernandes P-
nheiro.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ROUBO.Na nonte de 28 para 29 do corrente
penetraram ra do Gommercio n. 14, forcaudo a porta que d
saluda pira a oseada, e d'ah'i roubaram cerca de
7:000*000 em dinheiro o nm par de fivelas de
ouro para sapatos de sacerdote, qua-tirarara das
gavetas de urna secrotaria que se achava na sala
do senhorjronsul, deixando ncar sobre esse roovel
um.-i faca de mesa preparada imitacao de serra.
Dessa somma cerca de 2:000*000 fazom parto da
subscripeo para os feridos na guerra actual, cer-
ca de 3:0005000 penencein ao seah ir cnsul, e o
restante a diversos particulares. A' policia da
freguezia do Recife cabe dcscobrir os autores
desse attentado.
PAVO tOSO INCENDIO. Como fiontem dsse-
mos s pressa?, no momento de entrar para o
prlo o nosso Diario, arden completamente era
meaos de duas horas o grande predio de tres an-
dares da ra do Baro da Victoria n 44, onde re
sidiae tBha fabrica de chapeos o Sr. J. Chrisliani,
sem que fosse possivel salvar alguma cousa, e ten-
do escapado o Sr. Chrisliani por urna corda que
Ihe foi dada da ra, depois de correr immioeute
rit-co de morrer asphyxiado pelo fumo.
Anda se ignora o quo deu mot vo ao incendio,
sendo cert1, entretanto, que o Sr. Chrisliani e seus
caixeiros fecharam o estabelecimento s 7 horas e
meia da noute, sera nenbum indicio descobrirem,
sendo sorprendidos meia hora depois pela enorme
quaotdada de fumo e labaredas que porlia sa-
inara do todos os ponto* da casa, como se mo io-
visivel o estivesse alejando.
Desta vez, como da oniras muita?, patentcou-se
o deleixo e o mo estado dos petrechos para ex-
tinecao de iocendlos, a inaior parle dos quaes ou
nada fazia ou o que execulava era em perfeito
desproveto.
Por que razo se nao cuida da creacao da com-
panliia de borabeiros, aatorisada pela assembla
provincial em sua ultima sessao ? Nao ser isto
de maior urgencia do que ootra muita cousa que
se lem feilo I Cremos que sm, pois qne a organi-
sa?o deesa companhia vero trazar granles proba-
bilidades de serem salvos movis e mais objectos
que estiverem nos predios incendiados, e at mes-
rao diminuir os estragos no material.
O prulio e o estabelecimento estavam seguros
na companhia ingleza Northern, aquelle no valor
da 35:000* a este no de 75.000000, avaliando-se
os prejuizos totaes em cerca de 300:000*. visto se
ter incendiado tudo desde o andar terreo at o ta-
lludo.
O astado lisongeiro era que se achava a casa do
Sr. J. Christian pde-o coberto de qualquer sos-
pena, e semelhanie desastre deve ser lancado ou
rata dos raais infeliz dos acasos, ou perversi-
dada de alguma alma dainada.
A maior parte das autoridades da capital e eres
cido numero de pessoas do povo acudiram pressu-
rosos, prestando algnmas deslas ultimas ervicos
importantes.
At hootem s 6 horas da tarde nao se traba
podido encontrar as ruinas o cofre forte da casa,
qne sa achava no primeiro andar, e dentro do qual
e.lsta quantia avallada em ttulos de creditq a
vencer.
A' PKOPOSITO.-E' de grande neeessidada qne
os chafes dos trens das liohas farreas de Oiinda e
Apipncos tenbara ordem de expedir trens expre-
sos para o Recife, em casos extrtordioarios, fora
das horas communs, para que nao iquem as pes-
adas que residem leuiporanamente aos arrabaldes
privadas de vir cidade em caso de incendio ou
nutro qaalquer. Esperamos esta providencia dos
Srs. superintendentes.
DONATIVO.O Sr, Joo FernnJe3 Lopes, com-
mercante de nossa praea, acaba de dar, para 3
obras da nova igreja de Nossa Senhora do Terco,
a quantia de 300*000.
COMPANHIA DRAMTICA.Acaba de ebegar
de Maceio, sob a direceio do Sr. Jlo' Ferreira
Basto*, urna companhia dramatiza, comporta de
artistas bem conhecidos do nosso publico, taes co-
mo o Sr. Brochado e sua senhora, devendo strar
oo domingo Io do corrente, no theatro do Mon -
leiro.
TRILHOS URBANOS DO RECIFE A' CAXAN-
GA\Havendo falta de wagSas de segunda clas-
se, cessaro as assignaturas dessa classe at que
seja supprida essa falta.
Consta-nos que a empreza vai fazer redaccie
nos precos das passagens em geral.
INSTITUTO FILIAL DA ORDEM DOS ADYO-
GADOS BRASILEIltOS.Hoje ha reanio do los-
iituto na sala do jury, as 10 horas da maoha.
Sao convidados nao so os Srs. merabros do conse-
Iho director, orno todos os Srs. advogados que
partencem ao mwrao Instituto.
V. PAUTARES.Sobre o ultimo livro deste nos-
so festejado poeta, Peregrinas, assim se exprimo
a Correspondencia ie Portugal :
Com o titulo de Peregrinas o Sr. Victoriano
Palliares, pemambucano, acaba de fazer imprimir
r imprensa nacional de Lisboa, urna crlleccao
dos seus versos. Deva Pernambuco ler orgulho de
ter dado berco ao Sr. Palhares. Poeta e versifica-
dor, algumas das producepes do Ilustre pemam-
bucano sao sublimes A poesa a mu-ica da al-
ma, disseara celebre escrplar, e muita? das pagi
as do bello livro do Sr. Palliares o confirmara.
Nos seus versos polticos mani fasta o disiincto
poeta brasleiro, o seu elevado espirito liberal,
o seu esclarecido amor liberdaSe e indepen-
dencia dos povos.
c O Escravo 6 tambera ama das raais lindas
poesas do Sr. Paliares, posto que nao um da?
suas melhores versificaciies, comparada com ou-
tras que o excellente livro nos olferece. Na poesa
O Mxico, ha versos que dariam ao Sr. Palhares o
mais aperlado abraco de Vctor Hago, se am&os
os poetas se encontrassem.
Sao admira veis os seguintes :
Ai de quem folia urna algeraa !
O ferro sempre fatal.
O escravo na angustia extrema
Faz da gollilha um punhal.
A ERMIDA DE CASTROMINO.-Recebemos pe-
lo L Plata nm exemplar desta nova obra do il-
ustrado escriplor A. A. Teixeira de Visconeellos,
acceita em todo o reino de Portugal com verdade-
ro enthusiasrao, porque t nella se encontra, como
muito bemdiz o Cotnmercio do Porto, afluencia e
riqueza de linguagem, a reflexo rpida e profun-
da, a uarracao siugelae expressiva, o dialogo f-
cil e vivo, essa facilidade de esivlo e de pensa-
mento, que tornara o Sr. Teixeira de Vasconcelos
ara dos ntssos raais aprasiv.is e elegantes escrip-
tores.
t O deleite qae o letor encontra ao volver a
primeira pagina conservase igual at a > fim e !
nao ser fcil aos que encelam a sua letura por
de parle o volume se3i o ter term.nado, al ii
interesse que os primeiros captulos inspram, in-
terrsse qae s d por satisfeilo ao chegar ultima
pagina.
t Felicitamos litleratura pela publicacao com-
pleta da Ermita de Castromino e reconhecidos ao
agradavcl entretenimeoto que o Sr. Teixeira de
Vasconcellos nos proporcionen com a leilora des-
te seu bello romance, recommendamo-lo aos que
apreciara os b ns esciiptos. Esses os daro razio,
licandodasna letura to agradavelmente impres-
sionados como nos. >
- O VIVER DE PARS.Vimos, diz c Diario de
Noticias de Li>ba, n'uma carta de Pars, par
bailn mont, a segninte lista de precos de comes-
tiveis naquella cidade : Presunto fumado kilo
2*880 rs.; salame da Lyon 5*760 rs. ;-arne de
avallo kilo 430 r?.; carne d<' burro ou macho
kilo 720 rs. ; 1 gsllioba 4500 rs. : 1 Irango
2*700 rs.; 1 par de p mibos 2*160 rs. ; 1 peni
9*900 rs. ; 1 eoelno 3*240 r?. : 1 fritura de peixe
1*080 rs. ; 1 dncia de ovos 8*0 rs. ; i couvo 270
rs. ; 1 coa ve fl .r 360 rs.; 1 molho de cenouras
405 rs. ; 1 arratel de eijo 900 rs ; 1 arratel de
manteiga fresca 8*100 rs.; 1 arratel de raanteiga
salgada 2o0 rs. Q.iem dera s nossas pobres
leitoras v-ndedeiras da prar^a da Figueira pode
rem vender por estes precos osseus gneros com a
abundancia qua ha em Lisbi, e > nossas leitoras
ricas dos palacios e das fartas morada* (porqae
nos deu li us a fortnna de as termos e dedicad
em todas os legraos da escala social) nunca terera
de os pagar a to snbidos precos I Todas estas
quantias sao em raoeda forte.
RATOS.Da Libert transcrevemos o segninte,
que curioso :
c Dissemos que se ceraiam ratos em Pars, e
que os canos de despejo eslavam era estado tal que
era fcil dar caga aos taes animalejos.
t O Pars Journal d-nos pormenores do com-
mercio de que o ralo objecto.
< Se os nosso* inimigos lerera estas liohas es-
fregarlo as raaos, ao pensarem que devoraos estar
muito desprovidos de vveres para lan^armos mo
de animal to nojento.
c Como se enganam I
f Esquecem-sa de que em Paria ludo quesio
Je moja, e mais se aimiraro quando souberem
que nao sao os pobres que coinera os ratos, mas
as pessoas abastadas.
Um cozinheiro dos mais afamados, achou o
meio de fazer com elles um prato delicioso, tendo-
os de infuso em vinho de Champagne, e condi
mentando-os com varias especiaras.
t Nao tem mas a medir para atlender a todas
as encommendas que Ihe fazem.
Finalmente o requinte ao chic actualmente em
Pars comer ralo asodo, ensopado, etc., etc.
Cada rato custa 60 cntimos.
a Por esta forma ha carne para muito lempo,
porque em Pars ha mais de vate mil railhSes de
ratos. >
GUERRA FRANCO-PRUSSIANA. Urna testa-
munha oceular d Correepondencia Belga os
seguinie pormenores acerca do bombardeamento
e capitular i de Thonville: -
t O bombardeamento de Thonvillo prinoipion
na terca-feira 22 de novembros 10 e meia horas
da raanha e terminou na quinta por folla de
meio-dia.
Em vo se esforcaram os personagens mais
afluentes do paiz e a commisso da defeza por
conseguir dos Prassiaoos que sahissem da cidade
as mulheres e as creancas: a estes rogos respon-
deram qne nao tmhara ordens para isso, nem con-
vinha tao poaco ao sea systema de ataque.
Metade das casas ficaram destruidas, rauitas
ras, quasi lodos os edificios pblicos, a subperfei-
lar, o tribunal e a celebre osala de cavallaria
ilcaram redazklos a mootfea de ruinas. Quando o
fogo se declarava n'um ponto, dirigiara-se bombas
para elle com o maior enea roee i monto para activar
a propagaco do incendio As mulheres e as
creaos*s refugiadas nos subt-rraoeos, vum-se
ameacadas pelo desabamenlo dos odflcios quo po-
da asphixia-las; os horneas ou estavam as mu-
ralbas ou acudiam a apagar o incendio.
Nos ltimos instantes, quando o coronel com
mandante da praca, cedeado a- aflictivas soppli-
cas dos habitantes, aceitou' a capitalaeao, alguos
guardas movis quizeram fazer ir pelos ares o
paiol da plvora e todo o mais que fleava em p
da cidad; a muito casto paderara as aatoridaaes
nao levarem a cabo aquelle acto
cont los, para
desesawado.
Ni sexta-reir as II horas da manhaa, os r-
gimenbs prnssi nos e os generaos ve-ilkavam a
?ua etV lr'i'P'nte ao som das msica* rri-
iiiares^pV entre as ruinas de Tbionville. As mu-
ramos estvan intactas.
As muralhas eslava u intactas fl
A isto se chama verdaderamente fazer a guer-
ra cobo vandal.*, e do um modo indigno de oa-
c<5es civihsadas. *
Os Pnis com qae fornecen o exercto sitiador de Pars no
bosque da Sen*t. E-sa bosque rica entre Ville
nevre-Saint-Georjes, Brie-Conite-Robert e Cor-
nVie,2n''8rra ,0lk00 <-'a">'ro* colhitfcx em Bria
e au.OO vaccas, jrocedentes das requsicoes pe-
didas em diiTerentwterras francezas.
commando da defensa interna de Paris
esu dividido em nov secc?ies, con mandadas por
estes generaes: l; jeneral de diviso Barroillet;
t\ general de imSoNCillier; 3*. vije-almranle
WM; 4', contra-almiante Cesnier; 5", contra-al-
mirante Guillo; 6', coira-almirante Fleuriot de
Langl i; 7", conlra-almiante de Mootaignac ; 8',
'{'"'''a-almiraale Mecqa; 9-, contra-almirante
ae Lhallie. As tropas j que dispoam sao : a
guarda nacional ae Paris em jirinvira iinha >obre
as muralha? a de reserva no interior do sector, a
guara national movel en, segunda reserva, e a
tropa de liona era teroeiraA A artilharia da mar-
gena esquerda est sob o caminando do general de
divisan Beuizumeo, que tem ts suas ordeos o ge-
neral de biigada Rn; e a -tilhana da marg-ra
diraita pela general Peliser, \joe tem s saas or-
aeo*,o genral Fav.
O pehodico satyrco dais nomeada na
-Allamanha,. o Kladteradatsch, que se redige e pu-
blica era Berlim, exprime n'nra fnebre gravara
o cansaco causado pela proroagaeo da guer-
ra^ Vm-e no primeiro plano duas crozes, na
primeira l*-se : Mujer, fasileiro. c na segunda,
Lenawe, Zuavo. Ha outros turanhs meio oceultos
pelas trev*f e per baixo deste lgubre quadro
esta escripti em gordos caracteres: Friedc Frie-
de I A paz i A paz I
Acera 'a insistencia com que qs republica-
nos de novj cunho pedem a deuiisso de todos os
fraccionara do rgimen imperialista, nao deixa
de ser curesa urna ancdota, que vem reerida
nos periodi ps francezes.
Uns pouas do individuo?, representando uraa
anif ?t3C$ pacifica, foram conferenciar com o
sai-perfeit de Marselha, e pedirara-lhe, como de
cosame, a dimisso dos empregados reaccionarios
e a sua substuieio pelo? republicanos.
Quer zar, veera pedir empregos ?
Nada mais justo do que a repblica alimente
sens filhos.)
Pos bn, s um eraprego Ihes posso offere-
cer: quem |ner ser secretario da prefetura ?
Inatante d; vacillacao : ns patrious olhant uns
"r* Ufo*, a! jue alinal pergunta ama voz
MmiJamrati
K ".;* isso o qae preciso?
E',praci-o ter boa lettra e boa ortographia.
Mis que........ qae........dizem
alguns taioilo confuso?, n: c n) sabemos
lr. I
ftis entao retirem-se, e teoham presente que
o primriro que c voltar com pretencoos desse ge-
nero, and-o fuzlar.
Os anifastantes desfilara m d'orelha mnreha, e
sem ndarguirem palavra.
LOTKRIA. A que se acba venda a 177*, a
heoefitio da matriz de Sennhem, a qual corre no
dia 3.
COik>ANHIA PERNAMBUCANA.Hoje o. ul-
timo dk em qo recebem cirga os vapores Ja-
i/uarib) e Jeqni para os portos do norte e sul,
confora o annuncio da mesma companhia.
PASiAGEIROS. Sguiram para o sul no vapor
Arinos
Mano I Loarenco Gomes, Joo Luiz C. de Sinim-
b, Joj uonifacio do Medeiros, Dr. Ramiro da
Silva : nm escravo, africanos Rufo, Lucrecia e
Pedro, Dr. Ilenriqua L. S. da Cunara e um cria-
do, afi canes Cazar, Le mor, Thereza, Thomc de
Frang; e Manoel, Luiza Pastora de Jess, Eufrasio
L. do raujo e sua senhora, Baronesa de Croan
gy, u: fino e dous criados, africanos Roberto F.
Nogue a, Joaquim do N. Alves, N brega, Joo J
de Va; ODcello, J Pedro, Z. J. dos Santos, Joo J.
RaymthJ, Mala juias J. da Silva, Manoel F. Flo-
rencio Manoel J. de Vasconcellos, 58 pragas de
pret i) diversos corpas do exercto, 0. S. Vital,
Tapian da S. Reg, um escravo de J. Mendes, ra-
pilo mtonio B. Troes, Manoel G. de Saot'Anna,
Manoel Jeronymo de Souta, Antonio F. da Silva,
Joaqun J. de SaUtAnw, Jos V. da Paula, Felip-
pe Les Ferreira, Flix P. de Souzi, Francisco
M. dafi-ista, Antonio F. Porto, A. F. Pinto, D. Car-
lota F( Pinto, Antonio da C. Ribeiro, Jaciotbo J. N.
Leite e Luiz P. G. da Cuaba, Franciso A. de La-
cerda, Jo? Procopio de Souza Mendogna e um
escrjvo de Jos Procooio de Souza Mandones.
Seguiram para Mamanguape no vapor na-
ciontl Curwipe :
Mjnoel M. Bastos, Francisco G. Marques, Julio
Cezar P. Brrelo, Antonio J. G. Braga, Manoel F.
Paroles.
O Il!m. Sr. Joo Fernandes Lopes.
Joizes por eleicao.
Os Illms. Srs. :
Antonio Goncalves de Azevedo.
Joaquim Lipes deAlmeida.
Juizes por devocao.
% Os Illms. Srs. :
Cap tao Firmino Antonio Vieia.
rrancisco Antonio'da Abren Pereira.
Juiza protectora.
A Exma. Sra D. Camilla Consuncia de Bhrros,
'sposa do Exm. Sr. Dr. Francisco do Reg Bar-
ros Brrelo.
Juiza? por eleicao.
As Exmas. Sras :
D-Ca',oa losepha de Almeda', esposa do Ex-m.
Sr. D. Joao Busson, cnsul e Hespanha.
u. Jacinta do Mego Brrelo Lima, esposa do lllm.
or. Innocencio Rodrigues Lima.
Juizas por devoro
As Exmas. Sras
D.
Diz Onalmente, que o Dr. Jaciwho nao fui n-
dnzido preso a minha presenga; que simplesmeu-
tei acnmpanhou a homena serios qae esuvam ba-
nhando-se no rio Capibaribe.
O Dr. Jacinthu nao acompanhou pessoa algamu
de expr.ntanea von'ade mas. por forga da ordem
de pnsao que Ihe foi mimada, quando eslava a
retougar-se sea bancos do Capibaribe, em pen,
da, sem atlengao ao geral decoro.
O amigo do Dr. Jacmtho nao tem escrpulos do
faltar a verdade, e entretanto ousa pretender que o
9r. Dr. che'e de polica a o Exm. Sr presidente
da provincia deiu pasto seus capricho.
Continu o imaginario amigo do Dr. Jacraibi
cada vez mais apegado ao Udacal dos convicios
que os homens honestos Ihe dispensara aquella fri
despreso que tem direito a raais depravada *
insolente regateira.
Mcnteiro, 28- de dezembro de 1870
Manoel Jus de Paira Pinto.
Illm. Sr. Pinto de B rros.Interesso-me vha-
Anu* Francisca de Souza Reg, esposa do
"Ira. Sr. Antonio de Souza Reg.
D. Carila de Barros Brrelo, esposa do Exm. Sr. STaipI .^'T Se"/"c pela vr<"*1*a *st'
DT. Manoe: de Barros Barretn QJ'* 'f*^'**'"*
Escrives.
Os Illm?. Srs.
Lino Ferreira da^Silva.
Joaquim Manoel Ferreira da Souza.
Cus Ju venal Jo Uego.
J"S Das da Silva Guimaraes.
Manoel Fernandes Mascarenhas.
Escrivas.
As Exmas Sras. :
D.Salvma H-norata Xavier Ramos, esposa do Illm. >a.1__ ____Z *iTZH^
Sr. Jo? Nicacio da Silva. J0A0 LK1Tt "Odovaliio he.ndkiro, B amto.wi
GONf ALVES FEHREIIM, POSSKMIO E AI1RENDA-
da snbdelegacia e disposico d'essa mesma au-
toridade nesta freguezia.
Espero que merecerei o obsequio que Ihes per
por este meio. protestando o reconliecimento A-
amigo obrigado e respeitadbr.
Monteiro, i do outtioro de 1870.,
J. Pereira do Reg.
A o publico.
D. Francisca Olindina de Siqueira.
D. ignara Antonia do Sacramento Chaves.
I) Josepha Francisca de Lima, esposa do Illm. Sr.
Joao Martins Pontos. |
Mordomas.
A Exraa Sra. D. Caetana, esposa do Illm. Sr. An-
tonio da Costa Bego Lima.
A Illma. Sra. u Caetaoa Maria da Conceico Cha-
ves.
A filma. Sra. D. Joanna Angola de Almeida, espo-
sa do Sr. Mximo.
A filma. Sra. D. Anna Rosa Maeiel Borbureraa
dos Santos.
A Illma. Sra. D. Maria Victoria dos Santas Lima,
esposa do Sr. Eustaquio Glicerio da Penba.
A Illma. Sra. D. Mara de Nasareth.
A Exma. Sra. D. Olindina Theophila do Sacra-
mento.
A Illma. 3ra. D..Bernardina de Senna Silva.
A Illma. Sra. D. Maria das Dsres da Costa Mon-
teiro.
Mordomos.
Os lllms, Srs-:
Major Franciseo Martins Raposo.
Capito Elias Goncalves Pecera da Cuuna.
(Uaudino Jos de Siqueira.
Joaquim Jus Martins.
rpa Frederico.
Antonio Martins de Carvalho Azevedo.
Luiz Jos da Costa Amorim.
./bao dos Santos Ferreira Barros.
Manoel dos Santos Leal
J ao Barbosa Cordoiro.
Manoel de Souza Praenta.
Antonio Fernandes Urna.
Bernardo de S Lopes.
Bento dos Santos Ramos.
PUBL1CAC0ES A PEDIDO.
Agradecimento.
Agradego mu cordealmentu aos raeus Ilustres
a dignos amigos a a todos os Srs. eleitores, que al-
tendendo nicamente a minha humilde supplica,
me hoararara cora os seus votos para senador por
esta provincia.
Fra das chapas dos seis que, seguudo a voli-
tada dos que podein, deveriara ser os eleitos para
as duas vagas existentes de senador por esta pro-
vincia, excluido das recorameodacSns do gover-
no, e trnente pela estima e consideraco que meus
coacidados se dignara tribatar-me esses 566 vo-
tos que .btive, me eonobracem o me confandem,
restndome s doce raaoifestago do muito a mui-
to qae me deixarara captivo de um recouheci-
ment qua em mim nunca acabar.
Recie, 29 de dezembro de 1870.
Dr. Francisco di Paula Baptisla.
A! commisso encarregada de dar um voto de
gratidio todos os seas irmios d'arte qne vieram
do Paraguay, nao podendo levar efieito seme-
lhanie maoifesiacao, convida a todas as pessoas,
que realisaram as suas assignaturas, a iirlgirem-
se Sr. Joaquim Pacheco da Silvo, roa Duque de
Caxias n. 20, para recebaren) as respectivas con-
lnbuc5as, passando recibo.
Recife, 28 de dezembro de 1870.
Eleic&o dos devotos que I1S.0
de festejar Nossa Senho a
da S^ledaie, erecta na
igreja do Liramento da
cidade do Kecife, no anno
de 1871.
Juies protectores.
O Exra. Sr. mareclul de campe B. S. Brge?.
Hanoel Jos de l'aiva Pinto, e
o amigo do i Jaciattao Pe-
reira do Reg.
Nao satisfeilo de injuriarme com aquella
desaforada petulancia que Ihe tem grangeado ce-
lebndade as paginas do Liberal o amigo do Dr.
Jacintho Pereira do Reg, em data de 27 do
corrente, depois do estribilho de sua respeitavel
posifo social, e de suas nobres e distinctas quali-
dades, ioveste furioso, sempre na mesraa lingua-
gem de arrieiro, para o Sr. Dr. chefe de polica e
o arge de contradilorio era classiflrar de tentati-
va de morte o crime perpetrado por Manoel Fran-
cisco Goelho Jnior, por issso que o Sr. Or. chefe
da plica acceilra o co po de delicio, que classiica
de teres os ferimentos resultantes desse crime.
0 oiiioio do Sr. Dr. chefo de policia de 15 do
corrente ao Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia, transcripto p;lo amigo do Dr. Jacintho,
repelle victorioso seiuelhaota assrrgo.
D.z o Sr. Dr. chefe de policia :
h' certo que os ferimentos feilos pelo dito ia
> dividuo em Bento Jos Domingues, de que tralei
em meu offlcio de hontem, sob n. 1641, foram
clasificados de leves, masaltendendo s cir-
cumstancias, natureza e lugar dos ferimenlv*
enlen l qne se dava o enmo de tentativa de
marfe.....
Coraprehindese qne o Sr. Dr. chefe de polica
adstringio-se a ctassificacao da crime, deixando in-
tacta a Jos fertmentts, nico objecto do corpj de
delicio.
Dar se ha que autoridade seja Ilcita apreciar
a natureza dos golpes, ascireumstancias que os
revestiram, o instrumento de que se servio o cri-
minoso, e d'abi deduzir-lhe a iutengo? A negati-
va um absurdo.
Onde por laaio a fallada contradigoJ
E que outro qualilioativo que o de tentativa d
morte de cera adraitlir o Sr. Dr. chefa de policia,
observando que o criminoso assalton a victima
inerme, dspedio quatro (acodas que Ihe aleanca-
ram o braco, a cabega e as proximidades do
paito t
Cora lodo o criterio entendeu o Ilustre magis-
trado. As sombras da noute, os repelidos golpes
descarregados pelo criminoso, o iostrumento mor-
tfero de que se elle servio atteslam a nao daixar
duvida que a sua ntengao era de assassiaar Jos
Domingues.
Em seguida o amigo do Dr. Jacintho destina-me
algumas linhas especiaos com a epigraphe o sub-
delegado do Poco ; di quo o meu silencio relativo
a carta do Dr. Jacintho empenbando-se pela sol-
tara da um ladro de cavallos importa prevarica-
gao, de que estou fazendo alarde; que a carta nao
pode envergonhar ao Dr. Jacintho; provoca-me a
exhibil-a, accrescenlando que o criminoso foi solt
logo depois, em contemplag&o a referida carta, e
que assim o declarei era meu artigo de 24 do cor-
rete. Impudencia I
O criminoso que se refere o Dr. Jacintho,
Francisco Soares Lopes, preso em flagrante delicio
de furto de cavallos, no da 29 de setembro do cr-
rante anno; o Dr. Jacintho dirigir, mea pai, no
da 2 de outubro, a carta abaixo transcriptainte-
ressando-se vivamente pela mais prompta soltura
deste criminoso, quem chamava Francisco Lopes
de Souza.
Dei a merecida importancia ao vivo interesse
do Dr. Jacintho, processando o larapio de sea an-
illado, assim como o faria ao proprio Dr. Jacinlba
se o capturarse era idnticas circunstancias, a
despeilo d sua respeitavel posicao social, de suas
oobres e destioclas qnalidades, e da quanto insulto
mecouceiisse peloorgo pestfero do Liberal.
Francisco S-iares Lopes est processado, recolhi-
do a casa de detengan, aprendendo a respetar a
propriedade alheii, sem duvida esquecido do Dr.
Jacintho e de sea vivo interesse.
Eis a contemplago cana do Dr. Jacintho, ei?
o crime qua hibilitou o amigo dd Dr. cospir-me
o epilhelo da prevaricador, e advertir ao Sr. Dr.
chefa de policia que acorr as penas do art. 192
do cdigo criminal ?
TARIO DO E.NGENIIO MANGCErttA SITUADO NA
FREGUEZIA DA ESCADA, EM TERRENOS PER-
TENCEDTES AO ALDEIAMENTO DOS INDIOS DA
MESMA FREGUEZIA.
Sou forgado a recorrer s columnas de seu con-
ceptuado jornal pira levar ao conbeeim<-nto do pu-
blico a lula judicial ero que sou obrigado a em-
penhar-rae com o Sr. Amonio Gongalves Ferreira,
relativamente ao negocio que cun o mesmo (ir .
toraando-lhe em arrendamento o engenho Man -
gueira do qual K chama proprietar0:(l) e do en-
tras cuntas qae com o mesmo tenbo, e como a de-
feza de raeu direito possa scffrer no correr do
pleito que tenho incetado, apreciacoes menos jns-
tas, tenho me deliberado recorrer a dois tribunans
ao mesmo lempo, sendo um o da uigna magistra-
tura que nos ha de julgar, e outro o da opinio
publica, peranle o qual desejo tambera qae nosso
direitos sejura apreciados: isto dito entremos nos
factos:
Por escrplnra publica celebrada em notas do
tabelio Joo Baptisla de Sa a 9 de maio de 1865.
foi-rae arrendado o engenh i Mangueira de que
cima so trau, pelo Sr. Amonio Gongalves Ferrei
ra, sendo objecta de cuutralo o arrendanienlo do
dito eDieAi >. miinnln o rnrrenlP n\m furris fs-
""** a escravos, bois, eov.iilos e ulenris, pr
lempo de seis safras, lendo por condigna.? alm das
que omitto para nao tonal muito enfadoaba a
presente publicago, os dos artigos seguintes:
Art. 1." O arrendara ralo durar por es pago da
seis saltas, cmalas
de maio de 1871, sendo a importancia da renda de
cada um anno da quantia de .:000000 e o total
a de 30 000000.
Art. 2." O locador abrigase a entregar no s-
pradilo dia 13 do maio o engenho Mangueira,
moente e corrente, cora mofnda, taixas, asseota-
menlo de rtame, casa de purgar e tena accesso-
rios em perfeito estado, vate anraraais de roda
inclusive n'este numero tres mulares mansos, de
zeseis bois tanibem mansos de correa, quatro car-
ros e seus pertences, bem como deacseu aseravos
em estado de perfeila saude.
ArL 3. O falecimenlo de qualquer escravo dos
mencionados na prsenle cs.Tiplura durante o
arrendamento correr por conta do locador > responsabilidade do locataiio, entretanto que r-
rera por conta d'esta a perda un inulilisacao de
auiraaes, carros, e mais ut- neis que rece.-r por
urna re I agio especial aerignada por ambos, a qual
embora nao vi aqu escripia far parte da (frsen-
te escriptura.
Art. O.4 Quo no caso previsto e durante o arreu-
damenlo fallecer um ou raais e?cravoe ser o lo-
cador obrigado a substitu los p r outros ou a pa-
gar ao locatario I60 annuaes por cada um lirau
doaescolha do locatario qualquer d'estes ra los
de indemnisagai. O mesmo ter logar a respailo
dos escravos que fugirem, e cuja fuga excederde
um mez guardados a respectiva pnp ngo.
Art. 8." Fica o preprietario locador obrigado a
edificar urna casa de tijilio cobirla de telhas par i
residencia do locataria e a entregar-Ihe prompu
al 15 de maio de 1866.
Art. 13. O locador sujeita-se a nao dispr de
de qualquer raaneira do tngenho o fabrica arree
dados durante os sai? annos do presente arrend>
ment sob pena de nuliiJade, o o locatario obr
ga-se a nao transferir o prsenle arrendamento a
pessoa alguma sob a mesraa pena.
Exposto o que cima Oca, posso o fazer cono-
cido do publico o r|ie d'hi para case tem pass.- -
do, a como muito contra mau dosejo me vejo em-
peonado em urna lufa judicial cera o Sr. Antonia
Gongalves Ferreira, cujo rebultado final vai leer
entregue a retidlo e nleireza de no;?os jalgadore?;
visto que por aenhum outro meio me'foi possivel
alcangar as iudemnisagoes )ua rae erara devidas
at a data em o clian,e juizo pelas faltas de
cumprlraemo das condigoe? dn escriptura, nem
que elle se resolvesse a Uier entrada cora alguns
escravos, animaos e utencis do angenho, que i-
xou de entregar un-; e substituir .outros, pelo
resto do lempo que rae sao devidos na conform
dada na condigo 6* da mesma escriptura que me
d o direito de receber os objectos e nao indamni-
sacao em dinheiro.
lando eu cedido a conselhos e instancias do Sr.
Antonio Gongalves, e nao Ihe alribuindo tienhuraa
intengo oceulta, ffecluei minha modanga para o
eogenho Mangueira era 8 de judio de 1865, antes
por conseguinle de ter elle feito a casa le tjollo
coberta de telha que confirme a condigo 8* da
escriptura do nosso contrato devia servir para mi-
nha residencia, cuja entrega era ellejobrigado ateo
dia 15 de maio da 1866, e por esta razo fui obri-
gado a fazer minha custa os reparos em diversos
quarlos que sesviam de senzalla para os escravo-,
para nelles poder alojar-rae com a minha nume-
rosa fajnilia, emquaulo o mesmo senbor me fazia
entrega da casa que era obrigado ; a qual nio se
esquacia de proraetter-me ammdadas vetes, sem
que at hoje Ihe desse ao menos principio.
A par da falta da casa, tambem se dea a de al-
guns nimaes, quer vaceuns, quer cavallares, *
sira como otencis entre os qnaes ; carro, sendo
que os que baviam na occa.io pelo mi estado
em que se achavam lo poderam sor por mim re-
eebidos, em vista do que verbalraente compromel
teu-se o mesmo senhor a tudo cooeertar para fa-
zer a divida enirega, o que tambem nunca rea-
lisou. .
Dos escravos que me foram dados palo arren-
damento-falleceram : Francisco em 7 de setem-
bro de 1865 -Joaquim Carpioa era 30 do marco de
1867.Firmiano qne nao foi entregue o Pauimo,
(I) lodevidamenie, porque apenas lem rrenda-
raento annual do terreno, tandil ohtido do governo
lceoca para fazer levantar o engenh >, sendo po-
rm obrigado a entregar o terreno lego qae Ihe
seja pedido pelo mesmo governo.
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Diario
de Pernambuco Sexta feira 30 de Dezembro de 1870
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escravo ttrattttnrto por eryslpela, o qual foi reco-
Ihido nova meato a sea poder, onde esteva em tr-
_.-niw"'" VI10 tnezes, sem que por isspodesse md-
' Inorar. c.
Pela, fallas cima meacionadas me era o ^
Antonio Oincalv,-s Ferrcra devedor io m mni.
sac5es ni pouco avulladas, as qunes flempre ,e
reeusou satistazer amigavclmen'^ empregand
para tal fltn os palliatvoa que -m Ucs casos ,em.
fre Ihe sabe aconselhar sr^ Dera eooheeida Aa6-
Marl
Ao passo que assim corra desfararavel para
mim o negocio do arrendamento do engenho Man -
gaeira entro* oieus negocios de graude importan-
^cia,e que f.ram tratados pelo mesmo senhor na
qualidado de meu procurador nao haviam levado
melhor csinrahn, sera minha s ieneia, e sem que
en poderse conseguir tambero urna cunta do Sr.
Antonio Goncalves Fcrreira pelo desempenho do
fndalo que ihecoTifl. i ; quando uina eircnms-
tanna nao prevista por mim, chajnoii minha ai
teucao, e me obrigou a procurar conhecef a altu-
ra em que estavam meus negocios cora o mesmo
senhor, e foi o sefointe :
N'o correr do tr.ex da enaio do cerronte anno
ehegi'.n ao meu conh. cimento que o Sr. Amonio
CoDctve, linha contratado com o Sr.Joio da Cu-
nta Wanderley vruder-lbe o engenho Mangueira
por |t. co do sessenta e cinco cont* de ret, sendo
par.; eui diuheiro e parto prazos que haviam con-
vencionados ; e teso tera qus eu tivesfo sido ouvi-
do na qualidado de rendeiro e locatario do eoge
nho, leudo a mea f.iv.ir o lempo do arreadamente
a ven vr de cuja importancia o Sr. Antonio G n
calves traba reeebido todo o pagamento de una so
Tez e allantado, ( nem sei anda como jea cundi-
dlo t3." da escriplura do nosso contrato pela qual
se*obrigoii elle a nao dispar detnnneira nenhu
ma do fngenko durante o lempo do arrendamento.
Tal nolim nao podia deixar de ruquietar-mo, por
que sendo sua divida paia comigo originada da
falii de eumprimenlo da escriptura do arrenda-
meato Ao enfullo, e tendo ello se es.juivado sem
pro a an ajuste particular e amigavel acerca de
taes indemiiisacdes, pareeeu me que,o resultado
de tal venda as candicoes em que *o acharara
nossos aegoelis nnportava menos garautia futura
para meus direitos, e disposio a faza-los valer em
toda o il nilude, !lz publicar por este Diario
em seu n. lli le l'de mio do corrente anno, e
ouiro*. nm amiuncio ao qual declareique cons
tando-me pie so pretenda vender dito engenh<<
prttest.ivn contra dita venda, visto sea proprieta
rio ni ter eomprido as condeses da escriplura
do arrendamento, e mesmo nao a poder fazer ef-
fect;va a vbta da 13.* conJicj d* raesma eicrip-
tura.
Feto o meu protesto esperei o resultado da ne
goeiaco do Sr. Antonio Goncalves com o Sr. Wan-
derley, enj-i negoeiacao nao cegnu a realizarse,
ni) por effetto co mou protesto (ao que me consta)
mas por que o Sr. J >a> da Cnnha Wanderley, euB
seu di-tiucto advogado o lllm. Sr. Dr. Gaspar
Orurnin md, nao poderara recunbezer nos titulo*
do engenho Mangueira raais do que uma conecs-
sao hMiporaria por arrendamento, que podia des
apparecor logo que o governo pedisse o terreno
3ue .-e achara arrendado annualmente ( condiciio
a eonee.-fu do governo) sendo a importancia de
taes rea las pagas a aunara municipal da villa da
Escad.i.
(lonhecendo o Sr: Antonio Gonijalves que eu es
lava iMpesto a fazer valer o meu direito, tratou
de eraprigar oscoslmados meios de me fazer crer
na pos hilidadj do um accirdo, com o que pede
Betraa ksslm c inseguir uma dilarlo. quo uusan
do ,le dia a dia e gotouaiaia raais de tres mezi-s,
sem que podesse afina) chegar a um resultad >
com amigos nossos queja eram mediaaeiros em
nossos n.' icios.
TraiaqJo cima que outros meus negocios de
grande imp iitaocia e que cunfiei ao Sr. Antonio
Go.;a v F'-rreira, por mein de procuracao bs-
tanle uio liaviam levado melhor caminho, rrliro-
uie a funda do meu predio a ra da (mperalrii n
ti ao Sr, Francisco Ferreira Bailar, e do arren
daiiienta Jo mea sitio <>m Apipucos ao Sr. Jos
Faustino de Lem *, sendo amaos eses negocio?,
reaiisalis pelo mesmo Sr. Amonio Goncalves na
qoalidade de otan procora4or, para pagamento de
divilas cm queme achara com o Sr. Jos Pereira
da Cunh i & Filhos, e com o mesmo Sr. Jo Faus-
lino de Lemos de cujw negocios, realisados em
1858 nihi pule at agora obler uma cunta escla-
r.iili m'Ij i|ual podesse re pensabilisar o mea
min latario, e saber o preco cerlo por que foi ven-
A 11 o sobrado, e se estou livre das dividas pelas
qOMS lii tantos sacrieio:.
M us negocios com o Sr. Antonio Goncalves es-
1.1 L mil noilC nnntic.'iilij'' tmihn n) foro i\* Rs-
eada do .s aMBaMi unt't ns qual Ihe peco fn-
deinii-.-cd's pelas fallas de cumpriment da es-
criptara d i arrendamento do engenho Mangueira.
a mira ( quem o acreditar ?! ) para me prestar
conias, emno a lei que nos reg.' o obriga, de ne-
goflios que fez na qualidade de meu procurador ;
a nesla capital inten'o una accao criminal para
i^eseobrmiento de certo myslerto qne mais tarde
sera ci onecido do publico
li Cife 20 de den mbro de 1870.
Joo Lote Rcdcvalho.
A r*Cord>- ...
veu u ^o da idi, que nonroa ao qae vi-
A -iia, fessarroi^io.
nedHarjIo da rita, que passoajtoda cheia de
.rindes, que sao as flores do sepolchro, leva a
consciencia a afflruiacao completa de um princi-
pio-a satvaeao-^que a raaior gloria do espirito,
a primeira e anjea es pera nea da humanidade. O
tmulo nao di-sipa as grandezas do espirito ; a
historia das virtudes sociaes, uma historia do ce-
ra cao
t*ern"tii-me qne, curvando-ms i memoria de
D. Joaquina Francisca de OliV>ira, lembre a fami-
lia e a sociedade a sna vida gloriosa nesie rrundo.
Educada nos prioci|)i)s religiosos, que s o as
melhures inspiracOes do futuro, D. Joaquina, foi
uma fldia digna dom >r de seus pais ; como es
posa dedicada o sincera, irinta e tres anuos, que
viva na mau r paz e tranquillidade, consagrando,
a tea marido, todas- as ternuras do seu coracao ;
a modestia, a d cura, a haruildade eram os bri
litantes do sna alma.
U amor de mai achou, na sensibilidade de D.
Joaquina, lodas as tendencias de uma religao;,di-
veala al o sacrificio, contava e abencoava os
eu< fiihos nao polo numero, mas pelo amor.
Alma nobre o genoro*a, era filha da earidade ;
loini'U seu cargo e adopl u, como (libas do seu
eoraco, A duas p-jbres orphaas, que, cora todos os
favores de piedade, virara n'ella o reflexo amorte-
cido dos seus pais.
Ati I grande devo ser aos olhos de Dsus, o es-
pirito .laquella que passou, com a rapidez da nu
ven), por sobre a torra.
Sinq o pensameuto tornando a f por apoio, con-
sola a rapidez da vida.
Os Iouvores da virtude enchagam as lagrimas
da dor.
lia um alhvio que engrandece o coracao que
prantea, a adora^ao cinsera das boas e nobres
accS:- ; a suprema inspiraca do Sinai salvon a
hum..tuda Je e D Joaquina aracu a Oeus e ao pro
ximo. Cumprij estes do.u principio? evanglicos
ooui toda a dedieacao e llrmeza ; que o digam o
seu ioconso'avei esposo e seus lilhos ; quo o di-
gam os pobres que abeneoaram o seu nome ; que
o digam todos aquellos que, a faco do.seu tmulo,
respeitarao a sua memoria.
Hi nisto o cumpriineoto sagrado de ura dever,
que s amisade i lo detlnir.
M us primos e meus amigos : estas palavras
servem de penborao lago duplicado que nos pren
de, expriutem todo o meu sentir, profunda e
cinsera saudade.
Sei qu levantando o veo da vossa modestia pro-
fmei asantidide do tmulo ; perdoai-me----te-
nho consciencia de que nada mais llz do que ler
ao publico a pagina intima ia vida preciosa que
pranleais ; sinto nisto um ccnfor:o as amargura,
da mol-.
A vida uma lata___o tmulo o somno do
enfado, a eternidada nm novo despertar onde 3e
vai colher a palma da virtude.
Consolai-vos; a vossa esposa e a vossa mai esl
no co; esle o deslino das boas creaturas; a sua
saatificacao e iramorlaliJade eslao nombra da
cruz ; cumprio com os deveres de cbrisi ; deixou
a seu esposo uma historia que s o amor pode
comprehender. ... e a seus fiihos, o exemplo d-
suas virtudes, beranca que o tempe uo consomm.
Desc.inca em paz i
Itecile 30 de dezembro de 1870.
Joo Jhiiiiii.u Fonceca de Attmquerque.
N 451-0 VRIIDADBIHO REMEDIO EM SEU
VKRDADEIKO TEMPO.-Jamis se devera fazer
pouco caso da losse da constipayao, e nem lio
pouco, esperar al que. os pulinoes mllamnialo>
e ulcerados, nao deiMffl mai? eperan?a alguma.
Logo ao primen o o mais le -e sy.Dplomi, acuda-se
inmediatamente e lance-so ui'j do mais delicioso
e melhor remedio pulmonar conh'cido.
O peitoral de anacahuita- de Kemp, por sem
dvida alguma o remedio mais poderoso e eflicsz
para combaler as affeccoes la garganta e pnlmSes.
que a sciencia tein encontrado, a experiencia com-
provadj.
A sua composicao inteiramente vegetal e per
eiaiftenle inoffensivo, conservando-se inalterada-
mente em tolos os paizes, adaptando-se admira-
velmoute todas as dale?, temperamentos, e eww-
lituigOes. Suas curas maravilhosas sao completas
nao deixando nada dc-ejar-se. E' de summa
ulilidade era tolos os casoe extremos; porm va
le^mais osa-lo logo desde o comeco de qualquer
u.na molestia.
8 n i ai iiAim:
DKSFOI.IIADA SOBRE O TCMULO DE MKU 1HMO
ISMAEL A. GOMES DA SILVA.
Passa o justo soirt a tena-
Como a nucem no espaco.
Rpida a bem rpida nos-a perrgrinagao neste
Tata Je lagrimal I Honras, glorias, fortunas e
belteas, tu lo lomba no pascado I
Tr.nla das lazem boje quo a lousa do lumule
pesa bre os Je.-pnjos mortaes do meu irmao Is-
ma: 11
Ti ata li?.s fizem boje que t3o nobre conalo
paralys u os regulares movimentos da vida!
LNmrloa se smflml porque s com o passa-
metilo que se alquire a verdadeira liberdade.
Bem curto foi seu tirocinio neste mundo de en-
tfaoo; eiraa a enai 39 anuos, e e?te mesmo civa
Jos de dissabores pela deficiencia de meios para
manter soa fiinilia.
Morreu p bre, como morre, quasl sempre, o
empreado puhhco huurado e zelador dos interes-
ses da nacao I...
Ainda bem que, cobrindo seu corpo ds andra-
jos, eram e?tes isentos dos salpico da de.-honra.
Deixou na miseria uma viuva e dous orphos;
mas, par compasar esta mi eria, deixoa tambera
uin nome puro, como era pura a alma qne conti-
nna seu involucro material.
Ismael eii me ^rostrado ante leu tmulo, lasti-
mando leu prematuro desaparecimento ; e, se o
inundo social esquecer las vi,tules, aqni tens o
iniai qne, te apreciando era vida, jamis requo-
cera quo na goria eterna repousa ama um esco
Ihido do Seor.
Datsa que de meus olbns brotem as lagrimas
oa saudade, sellando desta ,'rma o verdadeiro (es-
temnnho de respeite e veneraco que tributo as
tuas venerandas cinzas.
O eeraterio o loito onde repousam aquel les
que, caoijalos, deitam se para sempre:
N. 483.-ANACAHUITA PE1TORAL DE KEMP.
As curas produzdas pela romposicSo de ana
cshuila peiloral de Kemp, sao realmente .mila-
groM*.
Don Clemente Silva, que resiJo na ra do Es-
tado, Santiago de Chile, escreve a nossos agentes
en dita cidale, que havendo seflrido atroz nenie
de asthma pelo e-paco de mais de ?ete annos, sem
que medico algum jamis Ihe hoovesse proporcio-
nado o menor altivio ; Jecido-se finalmente om
tomar da composicao de anacahuila peitoral de
Kemp, e depois de haver apenas tomado dous
frascos, descubri com surpreza, que a grande
oppressao do peito havia quasi completamente des-
apparecido.
.\e emtan'.o foi continuando a fazer uso delle e
no fim de tres mezes se achou perfeitamente cu-
rado, com grande assombro e satisfaeo de todos
os seus parantes amigos, oa quaes ja haviara per-
dido as esperangas de jaman ve lo bom. Disse
lambein que desde entao esla parte o tem re-
coinnundado i um grande numero de seus conhe-
cidos quesriffriam do differentes affecSes pulmo-
nares, tao frequentes as costas do mar Pacifico,
na America do Su', e que seus b.ois resultados
tein sido nniversaes.
MOVIMENTO DO PORTO.
/Vacos entrados no da i9.
Baha if dia>, brigue ioglez Achiteement, de 262
toneladas, capilao G urge Robson, cqaiptgem 9,
era lastro; Johnsiou Pater & C. Seguio para
Hace .
Baha16 dias, patacho americano Itnsh, de 235
lewiadas, cap tao Wilkes, equipagem 7, em
lastro'; Henry Forster k C^ Seguio para
West Indios.
JVat'io sonido, no mesmo dia.
PortoBarca portuguesa S Manoel II, eapjtio Jof
Antonio dos Saoios, carga assucar, algodao e
outros gneros.
EDITAES.
O inspector interino da.alfandega faz publico
que por aut>risaco da tbeseiiraria de fazenda
cootlda na portara n. 172 de 20 do corren, seria
lvalos a hasta publica nesia repar.ic.ao no dia
31 do correte depois do meio da, e livre de di-
reitos ao arrematante, dous botes arroina*)3 que
forain do servico dos poslos flseaes da nietraa.
Alfaudega de Pernarabuco 28 de dezembro de
1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho P.\es di Andrte.
O Or. Francisco de Carvallin Soares Brau-
ilo, juiz de orpbos e ausentes da cida-
de do Recifa e seu termo, por S M. o
Imperador, quetn Oeus guarde *&.
Faco saber aos que o presente eJital *rem c
d'elle tiverem conhecimento, que per ese juizo
procedeu-se exame de sanidade na pasoa do
subdito porlugutz Joaquim Vieira de Bros, e
depois de feito o rxame subiram os autos a minha
concluso, os quaes sendo por minados nelles dei e profer a seolemja do theor
segrate :
Era vista do auto de exame ;' IK 5 e do mais
que con-ta dos autos julgo o examinado incapaz
de administrar seos bens e reger-se pelo que no-
meio seu curador definitivo o uesmo Manoel Jos
Dantas Jnior, provisoriamente nomeai. lis. 6,
vi?to nao ter o mesmo examindo prenles e co-
nheeidos nesta cidade e na pn.viu ua.
t O carador proceder seit demora ao inven-
tario na forma da lei e do estilo.
a O escrivio alUxar os ditaes na forma do
cosame.
Uei por maito recomm/ndar ao curador que
empregue todas as possive/ diligencias aeonselha
das pelos mdicos ver /e possive obter-se o
esiabelecimento de seu etrratulado, devendo pedir
autorlsac) para qualquer despesa qae para isto
se faca misler.
Recif, 10 de deze/nbro de 1879.Francisco
de Carvalho Saares Brando.
E para que ninguen faga negocio algum coro
o precita lo interdice e-io por intermedio d;
se,u curador Manoel s (lautas com previo con-
senlimento d'esle juiz>, inandei passar 9 presente
que ser aftlxado as lugares do costume c pu-
blicado pela imprena.
Dado e passado aesta cidade no RecTe de Per-
nambuco, em 23 de dezembro de 1870.
Eu, Floriano Correa do Brillo, escriv, o flz e
sabscrevi.
Francisco daCaralho Soares Irandn.
GECLARACOES.
Pela receoedona de rendas interras geraes
e faz publico que neste m>-z de dezimbro que
as irmandades nligiosas, os bancos, conpanbia.s e
sociedades anonymas o quaesquer is pas, benelcentes ou religiosas teem o> pngar a
decima de o ao mora, livre de multa, Haliva ao
I* semestre do exercicio crreme de 1870 71, e
que, lindo o referido praso, -ser paga cen a mul-
ta de60t0.
Uecebedoria de Pernambuco de dlzerabro de
1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Souza LaierJa.
Segonda part
Cavatina e Romance ia opera
Un bailo in maschera
Be soprano e contado da opera
La Vestale
Cancin e quarteto da opera
Rigoleto
Terceira para
acto da opera
La Traviata
Ultimo
Principiar s 8 horas.
PRECOS:
Camarotes de 2' ordem (na frente)
i'ilos de 2* ordem (nos lados)
Ditos de 1* ordem
Cadeiras
Os bilhetes acharn-se a venda no eaeripior'iod
theatro.
20*000
17*000
14*000
3*000
THEATRO
SANTO AMO.
Consulado provincia.
lei provincial n
nuttn inieies-
'.Vzembro prximo
COMMERCIO.
ALFANDEGA-
Readiraento do da 1 a 28. .
dem do dia 29 .
670:956fi8
10:120*852
681:077*480
Jayme E. 'lomes da Silvi.
Movfmento la
Volnmes entrados com (aadas
com gneros
Vol umes
alfandega
112
iSl
Xa forma do art. 50 t da
J63, avi-a se por esta renartieao,
ar pofta, i|uu com o mez de
ibre se o praso de 30 dias alli marcados "lara o
pagatueMo voluntario dos impostos da Jecim,-,
jrbaaa e leo 0|0 sol re a rend dos bens de rail
lo eorpora{des de mo iroria, relativos aol se
aeatre do corrento anno financeiro de 1170-71.
inco'rendo os conlribuintes que nao realisarera o
nesmo pagamento no referido praso, ne etnimi-
gaeao do 3* do citado artigo.
Cmsalado provincial 21 de noverambn do
1870.
Su-vindo de admiui.-lr.ilor.
A. Wilravio P. D. e Ac.cioli de Vasconeello.-
Dn Juan Buson, vice-consnl de Espala en
esta provincia, por ti presente, cllama y eraphxa
los que se juzguem con derecho la sace ion in-
testada del fall'cido subdito espaol Antonio on-
serrat, natural de Tortosa (Tarragona), y falecido
en esta cuidad, en el dia 23 de diciembre dd ano
prximo pasado, pira que, en el imurorragable
plazo de 30 dias, a contar del de esla publicacin,
comparezcan en eslo vice consulado, por si o por
medio de procuradores ara poderes batanes, y
legalmenie habilitados en la firma de la Uv.como
heredero herederos del referido Antonio Sfcnser
ral y no compareciendo en dicho plazo, sepro-
cedec de conformidad con lo qne dispone b. ley.
Para que conste > quien Interesar puida, v
produ;ea sus debilos efectos, mand publicar el
presente.
Percambuco 28 de diciembre de 1870.
Juan Buson.
EMPREZA-COIMBRA
GRANDE NOVIDABE
o .. dejaneiro de 1871
AS 4 11 i HORAS DA TADE.
Haver um lindo espectculo dividido em tres
partes, o prograrama ser publicado amanhaa.
Entrada, 1*000.
THEATRO
DA
ZARZUELA IIKSPV\II0LA
NO
CAMPO DAS PUMAS
EMPREZA LARTILLEB E CA8TILL
Sabbado 31 rio c rrente
A direccao desta corapanbia, agradecida para
cora o Ilustrado publico pernambucano, do bom
acolhiraento que Ihe tera dado s pecas por ella
postas era scena ; oflerece Ihe neste dia uma das
melhores obras do seu repertorio, era .1 actos,
msica do maestro Barbieri, e letra do Sr. Cam-
prondon, intitulada:
EL RELMPAGO
Persona gens.
Henriqueta.... Sra. Rivera de Castillo
Clara.......... Sra. Rivera de Lartiller.
Len.......... Sr. Castillo.
Jorge......... Sr. Granados.
Coros de preto? de arabos os sexos.
A a.'clo pacsa-se em nm engenho e plantacSo
de tabaco, as cercanas de Malazana 7 llha de
Ceba) v
A empreza poa o trem expresso depois do es-
pectculo para Apipucos, o qual toca era lodas as
esta ces.
N. B. As peaseaa que tiverem bilhetes para o
espectac-uh de 28 do corrente, e que por motivo
alhoio a vontade da corapanhia, foi interrompidr,
terao entrada e-ta noute.
Os bilhetes acbam-se a venda no eeeriptorio de
thealro.
Principia s 8 ti2 h ras.
AVISOS MARTIMOS.
GOMPANHI.V PERNAMBCANA
DE
Navegacdo costea por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, .Maodah, Acarac e
Granja.
O vapor Juguaribeix-mm andan te
Guilhorme, seguir para os por-
tos cima no dia 31 do corrente
as i horas da tarde. Recebe ear-
ga at o dia 30, encoinmeoda-
.iassageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
larde do dia da sabida : escriptorio no Forte di
altos n. 12.

LEILOES.
LEMA
DE
mobllias, piano, porcelanas, crystaes, obras
de metal operfioo,
e outros adoros de casa
Transferido por causa do vapor
para 3 de Janeiro de 1871
O agente Oliveira far leilao por ordem do Sr.
Rodolphj Hruckeraberg, das mais perfeilas e ricas
mobiuas de' bellezas e construcedes modernas,
como melhores nao poderiam importar-se do es-
irapgeiro, nem consegnirem-se neste paiz, cen-
sistindo em guarmeoes completas para tres salas
de visitas, um esplendido piano novo de vozes as
mais harmoniosas, com cadeiras e estantes para
msicas, e.'pelhs de molduras douradas, qua-
dros admiraveis, figuras de bronze e outras para
adwrnos, poltronas, sof com lindas cadeiraa de
encost estufadas o forradas de damasco de seda,
cadeiras de balaceo, mesas para jogo, cha, e para
costura, relogio bom regulador, uma extensa mesa
elstica para jant ipparelhos inteiros de porcellana muito rieos para
jantar, sobremesa, cha caf, faqueiros cora garfos
e facas, colheres para peixe, sopa, dessert e chs,
galheteiras, salvas e ontras pecas de metal pouco
inferior ao ensto das de prata fina, mas superiores
na apparenela pela qualidade e lindos feitios la-
vradus; bella collecco de garrafas lapidadas,
copos para champanna e outros vinhos o para
agua, pratos para fruetas, compoteiras e ontros
primorosos crysiaes. como de bellos lustres, cande-
labros, lanternas e lampeSes para gaz em todas as
salas, quartos e corredores, cadeiras de varias roa-
deiras e feitios, lindas alcatifas, oleados e esleirs
de forro de salas, saletas, corredores e esca-
cadas, ura magnifico leito para uma pessna ou
casal, separada ou conjuntamente com enxtrgde-
de molas e colches de crina e cortinado?, espen
didos guarda-vestidos e guarda-roupas de diversos
tamaitos e moldes, ermmodas, roarqaezas, touca-
dores cora pertences de porcellana, camas de ferro,
lavatorios, mesas para differentes misteres, e in-
nmeros ontros artigos, como venezianas, ele,
todos indispensaveis uma casa quando prepara-
da com esmero, e na mor parte vindos do estran-
geiro, sem allenco a dispendio, tendo-se em mira
principalmente a eombinacao do bom gosto, cora -
modidade e per fr i cao :
Terqo feira
das 9 horas da manhaa em diante, na grande casa
em que reside o referido Sr. Kruckenberg (pro-
prielario o Sr. baro de Nazarelh, no logar da
Magdalena, qoasi defronte do sitio do Sr. Barroca.
Da* dividas da massa fallida de Seve, Fiihos A
C. na importancia de reis 49:072*690.
Terca feira 3 d? Janeiro de 1871
0 agente Pinto levar a leilao a reraerimento
dosadminislradores da massa fallida de Seve, Fi
Ibos & C e por mandado do (Um. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio, as dividas aetivas da refe
rida massa na importancia de 49;072*690, cons-
tantes da relacao existente em poder do mesmo
agente, as 11 horrs do dia cima dito era o ts-
eriptorio do referido agente a ra da Cruz d. 38.
?* '
brasHei-
sabidos com fazendas
cora gneros
-----393
3
254
----- 237
I ma lagrima sobre o tumnlo
ilc mus-a prima D. fonqnlna
aF^auelsea de Oliveira e off -
recl'ia a* sen (ueoaaolavel es*
pioor, fos f?ste-rao de Olf-
veSra e seus fllhos.
...........inorreu I
Mis dftix u, luz do mundo,
Em h liras a'ouro impressas,
As virtudes de sua alma,
Ueiu prioMM e meas amigos : ou sei que o si-
tendo e o respeto s.io os toas :ullos da reveren-
cia, que tributa a religiao do de ver face dos tu
oinlos ; *o que nao ha phylosopbia qae poesi me
ditar sobre os decnt s da Providencia, fallando
sobre a-iuciics \m habuam o novo mundo daeler-
ii. la le ; sei qne iasoBdavel o atysrao da morle:
mas sj'i lambein que a dor da separacao eterna
um golpe fatal que fere a humanidade, deixando
ao amor de quera chora, a lerabranca que n>
znorre, a graudae que valhe uma sublime devoco.
Doscarregam hoje 30 de dezembro.
Birea ingleza-G/ddio/irsvarios gneros.
Despachos de exporlacao no dia 28 de
dezemftro
' No vapor ioglez Oneida, para Liverpool car-
regou : Lemann Freres 32 saccas cora 252 1|2
Imios de algodao.
Na barca iagleza Paregero, para Liverpool
earrrgaram; Johnslon Pater de C 782 saecas com
73,029 kilos de algodao ; Manoel Pereaodes da
iwtt A C 210 sancas eom 18,665 kilos de dito ;
James Ryder A C. 19 fardos cora 3,480 ditos de
dilo.
Na barca franceza Santo Andr, para o Ha-
vre carrsgarara : E. A. i nrle A C. 183 saccas com
12,782 kilos de algodao e 1.443 eouros seceos sal-
gados com 17,316 k - Na -uraaca hespaohola Maria, para Barcel-
ona carregaram : Pereira A Carneiro 164 saccas
com 11,329 kilos de algodao.
So brigue portuguez Laia /, para Lisboa
carregou : Jno Pereira da Cucha 2 barricas eom
121 kilos de assnear eryMahsado.
Na barca inglm Rosmnoni, para Liverpool
carregaram : Jobnsion Pater A C. 600 saceos eom
42,900 kilos de assnear mascavado ; Pereira da
Cuuha Irmus 200 mems de sola eom 600 kilos.
Na barca ingleza JfoAnioor, para Liverpool
carregaram : Johnston Pater A C l.fOO saceos
cam 90,000 kilos ds assocar mascavado.
No navio inglez Jessie, para Liverpool carre-
garam : James Ryder A C. 300 sae-os com 31,380
kilos do awucar mascavado.
No brigua portugu. za Socio/, para o Porto
carregaram Joaquim Jo- Goncalves Beltro 530
saceos com 39,7S kilos de asacar mascavado e
200 ditos com 15,000 kylos de dito branco.
No navio iaglez Ktle, para New York earre-
garam : los A Silva Loyo A Filho 2,200 sarcos
com 165,000 kilos de asurar mascavado ; Heori
qireFostor A C.-WO saceos eom 7,500 kilos de
assucar mascavado.
KEGEBEDOIUA OE RENDAS INTERNAS
OERAES DE PERNAMBUCO
Rendimemo do^lia 1 a 28. 70:310*o"i
dem do dia 29 I:4i9*3i2
71:739*887
D. Juan Buson, vice-con>ul de Hespanlii nes
ta provincia, pelo presente chama e empraa aos
que se jolgarem com direito ueces^o intestada
do fallecido subdito hespanhol Antonio Monstrrat.
nstural do Tortosa, (Tarragona) que fallecen nes-
ta cidade, em 23 do dezembro do anno pretimo
passado, pura que no improrogavel praso d 30
das a contar do desta fublicaco, compartcam
neste vice censulado, por si, nu por meio do pro
curadores com precoraedes bastantes, e legal
menle habilitados na forma da lei; como hertei-
ro ed herdeiros do referido Antonio Moo-errat, e
no comparecendo em dilo praso proceder-sel ha
de conformidade com o que di-pe a lei.
Para nm conste a quem interesar possa, e
proluza seos devidos efreitos, mandei publicar o
pr-'ente.
Pernarabuco, "W dezembro de 1870.
Joan Bu*.
CoiTcio jera!.
ra de papeles a vapor.
At o dia Io de Janeiro esperado dos portos
do sal o vapor americano ilerrmack, o qual
depois da demora do co-tume seguir para New-
Yoi k tocando no Para e S. Thomaz.
Para fretei e passagens, trata-se cora os agen-
tes Menry Forster A C, ra do Commercio n. 8.
PORTO
Pretende seguir, com muita brevidade, a barca
porlogueza Social, por ter a maior parte de sen
cirregamento engajado ; e para o pouco que Ihe
falta, trata-se com o seu consignatario Joaqnim
Jos Goncalves Beltro, a rna do Commercio.
Asacaty e~ Ceara'
0 hiate Sobral nse seguir para os portos cima
oestes seis das ; ainda recebe alguma carga a
frete : a trahr -om S Leito Irmios 4 ra. da
Madre de Dos n. I.
Para Lisboa
Recebe carga a frete mdico o palhabete portu-
guez Pensamento : a tratar na ra do Yigario n.
1, andar.
LEILAO
Da armario, gneros e pertences da taber-
na da travs a Duque de Caxias o. 3,
antigo becce do Pme Frito.
O agente Marlins far leilao por mandado do
iljm. Sr Dr. juiz especial do commercio, da arma-
cao, gneros e pertences da 'taberna cima, arres
lada a Joiqoim Fernandes de Oliveira, a requer
ment de Luiz Jos da Costa Amorim A C. e ou
tros.
Tcrcafc'ra, S de Janeiro.
As 11 horas do dia, os pretendentes podera exa-
minar a avaliacio em mao do dito agente.
LEILAO
DE
movis, lou(n e crystaes,
Uma catoche envidracada cora arreios e om
carro americano, e cavallos.
Qnarta-feira 4 de Janeiro.
Por iuterveoco do agente Pinto.
Na passagem da Magdalena, casa em que morou
o Sr. baro de Cruangy.
CASA DA FORTINA ;
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Jhrfo (ootr'ora na do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Oabaixo aatajnado, iendo" Tendido nos seos fe-
lizea bilhetes nm meio n. 237 eom 5:000*000, ura
inteiro n. 1757 com 00*080, e ontras sortes de
100*000 e i8*00 da lotera qne se acabou de ez-
trahir (176'), convida sos poasuldores a virem re-
ceber na conformidade do costume sem descont
algom.
Acuam-se venda os bilhetes garantidos da
V parte das loterias, a beneficio da matriz de Se-
rinhem (177.*), qu se extrahir terca-feira 3 de
Janeiro de 1871.
PRECOS.
Biinele inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Era porcao de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio biibele 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Finia.
AULAS NOCTURNAS
Para o enipregados do
eoaajnerclo.
Collegio S. Pedro
i da C.deia do
de Alcntara,
Recifo d. 4.
rual
Rb dia 2 de Janeiro vindouro abrir-se-J
bao os sr-guintes cursos :
Tneoria e pratica de escriptura^ao mer-
cantil (por partidas dobrsda).
Arithmelica applicada ao commercio
(systema mtrico).
Esludo theorico e prati>V das segra-
les linruas: portugueza, franceza, ingle-
za, allemia e italiana.
Msica vocal e instrumental.
HOTEL
miliar, hoapedageaa. hanhes
Os proprietarios do grande holel do Monten >
tem aberto no aprasivel arrabalde de Reberibe nm
hotel preparado com todo o esmero e asseio. Re-
cebe hospedes para o que tera lo las as eorarnodt-
dades oxigiveis, e espera que os concurrentes que
os honrarem em ludo ser? satisfeitos.______
A directora do Mrate Po Portuguez manda
celebrar sabbado, pelas 6 oras da manhaa, na
ordem terceira do Carmo, uma missa de stimo
dia pelo eterno descanco da alma do socio Ale-
xandre Pinto de Campos, e convida para assistir a
esse acto de earidade aos prenles e amigo* do
fallecido.
Precisa-so
boas costureiras
mero IV
de um ulttciai de alfaiate e d*
na ra ettreita do Rosario nu-
PSOFfiSSOH.
Um Dr. francez deseja encontrar um engenho
para leccionar fraccez, pr>rtoguez, etc., etc., piaco
e canto : deixar carta fechada na ra estrtita dn
Rosario n. 14.
i ai mmmrmmamaMammwm>
RelacSo das cartas registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, exislentes na
reparticao do correio era 27 de dezembro
de 1870.
Amonio Jos Aranjo Braga, Augusto Cesar da
Cuuha, Braz C do Itegj Barros, Cesarlo Manosl
Franeiseo dotPrazere<, Cesar Pereira da Silva,
D-ddno E. Correia B aga, Francisco Antonio Cor
rea Maelel, Praocico Viena Perdigao, Francisca
Mana do lettts, Francisco da Silva Vaz, Francico
Martins Raposo, los Vianoa Vaz, Jos Jeronymo
Monteiro, Jos Rufino de AraOjo, Joio da Cunta
Neves, Joo Maria Seve, Joanna Francisca Seve
Navarro, Joo Hermino Lins, Jlo Rodolpho Go-
mes, Joo E. da Sil vi Lisboa, Manoel Jos de M
utrrea, Marianna Ribeiro da Lapa, Therfiafloa
de JczusSiqueira.
O encarregadn do registro,
Manoel do* Pasaos Miranda
THEATRO
CONSULADO' PROVINCIAL.
Rendimeai) d-j dia 1 a 28. 137.778*093
Mein de dia 29 6:779*035
JU;559*028
OMPANHIA
LRICA ITALIANA
RECITA DA ASS1GNATURA.
Sexla-feira 30 k dfifinkro
OnDBM DO ESPECTCULO
Primeira paite,
opera
La Traviata '
21
Aclo 2 da
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Vavegaco eostelra por vapor.
Macei, escalas e Penedo.
O vapor Giqui commandante Ca-
valcanle Macedo, seguir para us por -
____.tos cima no dia 31 do corrente as 5
horas da tarde.
R cebe carga at o dia 30, encommendas, passa-
geiros e dinheiro a frete at as 2 horas da tar-
de do dia de sua sabida : no escriptorio do Forte
d3 Mallos a. 12.
COMPANH1A PERNAMBCANA
DI
*aTeg*c5o eostelra por vapor
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parakyoa seguir para c s
portos cima no- dia 4 de jaaeiro ao
_. raeia noite. u
Recebe carga, encommendas, paasageiros e di- tfi|M nec\fc.
oheiro a frete: no escriptorio do Forte do Mattos *
n. 12.
viagem extraordtataria a
Cioyanaa.
O vapor Mandah, commandante Joiio, seguir
para o porto cima em viagem extraordinaria, no
dia 31 do corrente o meio da.
Recebe carga, eaeemraondas, passageiros e di-
nheiro frete a bordo ate a hora da sabida.
AVISOS DIVERSOS.
INSTITUTO AKCLMOGICO B GEOGRAPHI-
CO PERVISBI Vfl
Fica transferida para qtiinta-feira, 5 de
janeio prximo fntaro, a ses5o ordinaria
que devia ter lugar amanhaa 29 do cor-
rente.
SecretTia do Instituto, 28 de dezembro
de 1870.
J. Soares d'Azevedo
Secretario perpetuo.
QBfii aa^^aatEBSHHDIHHHHHHB
Ismael Amavel Gomes da
Siha.
Os empregados da reparticao do correio convi-
dam aos amigos e pirentes de sen companheiro
Ismael Amavel Gomes da Silva, a ou virem missas
que por sua alma raandam celebrar na igreja dod"
convento do Garmo, as 7 hora* da manhaa do dia
30 do corrente, 30 do sen fallecimento.
D. Emilia de Miranda Roaa.
Olympio Goncalves Rosa, Laureulino Jos de Mi-
randa agradecendo eordialmeute aos pareles
amigos que fizeram o caridoso obsequio de assisiir
aos suffragios e enterro de sua chara 'esposa e
fllha Emilia de Miran 'a H >ra, e Ihes pedem qu<.
se digoem comparecer no dia 2 de Janeiro as "
horas da manhaa na ignja matriz de Sanio Anto
nio, onde se tem de celebrar missas por alma da
finada.
AVISO
i
Ninguera faca transacco alguma com e prelo
africano liberte Jos da Costa, sobre orna escrava
crioula de nome Fernandraa, a qu-d se acha ma-
nutinida por mandado do Mu. Sr. Dr juiz muni-
cipal da 1* vara, escrivio Santos, a reqnerimento
de sua senhora Francisca Maria da Conceicao e
do Dr. curad r no neado pelo mesmo juiz.
\
AMA
Precisa se de uma ama e>crava on livre
ra da Gamboa do Carmo n. 19, 1 andar.
iu
Precisa-se de uma ama para comprar e cozinhar
para hornera solleiro : na praca da independencia
ns. i e 6.
BRAZI LIAN STREET
Railway Company (Limited)
Domingos Jo- ab' r ao respei-
tavel corpo do commercio que por haver ontro de
igual nome, de hoje em dianie se as-ignar por
Domingos Jo- da Silva Nogueira. Recife 30 de
dozemhro de 1870.
ATTENCAO
paheii
Na casa da residencia do fallecido commendador
Thomaz de Aquiuo Fonseca s foi encontrado 6
ero sedulas, uma moeda de dous lustSes, tres
quartos de pataeo e 320 rs. em < obre II O fal-
lecido linha uma renda sua particular em predios
mais de 23:000 qne nao f..zia parte da sociedade
commereial 11 Sr. Dr. jniz de orphos nao ficaria
ineommodado do que vio I
O neto da pilota.
SOUEBADK OL1NDENSB.
Tenho a honra de convidar a V. S. e a Furia.
familia para a partida do dia 31 do corrente.
Odiada 29 de dezembro de 1870.
O pres dente,
____________ Janiiario Vieira da Paz.
A tunlo.
Preclsa-se alagar dnas eseravas, tima lavadora
e outra costureira : na Capunga, entrada da bar-
rcira, casa n. 2.
Previae-se ao Sr. Ihesoureiro das loterias
que nao pague o meio bilhete de n 939 da 2a par-
te das loterias da matriz di- Seriohem n. 477*
seno ao abaixo as-i?nado, visto ter sido desenca-
minhado do poder do mesmo.
Manot I Jos Ccrrei.
PIBA
o
Vaiset'l''eJflpMo temper o brirne potioguei
Sentcel por tera maior parte da carga engajada :
quem no mesmo quizer carrejar ou Ir de passx-
gera, para oque lem -cote leales comraodos, trate
con os consignatarios Thomaz de Aquino Fenseca
a C Saccetsoree, aa nu do Vigarie n. 19.
Alm dos trens ordinarios dj vespera do
dia de Anno-Bom, havero os seguinles
Apipucos s 41 1/2,
12 1/2 e i 1/2, e de Apipucos ao Recife
4s 11 1/2, 12 1/2 e 2 1/2, lodo da noite.
No dia de Anno-Bom haverSo trens de hora
em hora, desde s 6 horas da manhaa at
meia-noite, tanto de ida como de volta.
W. Raidinson,
Gerente.
SutKlelegacia do Gualo da S de Otloda 20
de dezembro de 1870.
Por esta snbdelegacia foi apprehendido um ca-
vallo castanho, de frente aberta, dous ps calca-
dos, astrado e cetrt tres ferros oos quartos tra-
ieiros, do poder de um esefavo, em a noite de 88
do corrente : quem julgar-se cora direito venha
jusiiea-lo dentro do praso iraprerogavel de 30
das, a contar da data drste.
O subdelegado,
Candido V. S. Freir.
Precisa-se de om ou dons padeiros que ven-
dan) pi : a tratar .na Capunga, taberna n. 33 a
qualquer hora.
Fnrtaram da rna de S. Joio, em Olinda, aa noi-
te de segonda para terca feira T do arrate,
urna carteirinha coniendo : orna escriptnra da
raesma cae perteoeeete a sbaiio as^lgaada, deci-
mas e recibo de faros, aim como papis da aar-
diaco, ludo da meema easa, para o que arreaste-v
rain nm bah e uma caixa, e levaram nma wzu
geni da Senhera oa Gooeeieio, era Momao-ftens,
ora qnadro de S. Migue e ootro da vesitaeio te
Nossa Senhora Sania Isabel, nm saceos Se bil-
rss, meia peca de malapolo, um lenod de panno
novo que eslava calcaeda ditos obieetos, e entras
eonsas mludas, qne na oecasio nao se pode 1er
em lemhranca ; desconfa se qoem fosse os ac-
tores ; mas tendo a raesma abaixo assigaata se
queixado a autoridade competente e at a nreseaie
data nao tenha dado providencias, roga-ee a tedas
as peeaoas, tanto deqni como do Recife, que easo
sejam oflerecidos on sonbetwn de dit ebteaios,
appre%end*m-ann levem i hieea de S. redro ew>
casa de Joo Fernando, coohecido por Vira Saia.
______'Famtraa Mma*dos Prszeres.
\ ha amis eaMII> braaMM.
Tiotura japade a.
S e nica approvada Vas as academas de
sciencia, reoonheeida superior a toda que teaa ap-
parecido at hoje. Bepeaito principal -rm-da
adeia do Reelfe n. SI. 1* andar, era todas as be
ticas e easa de cabeUeiretro.
=9 Precisa-se de nm caixeiro cora bastante ara-
tica de taberna : a tratar na ra de S. Jos u\ 2.
-1


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Diario d PermmUtco Kexla idea 30 de Dceembro do- law.

DE
S.PHO
ESTABELECDO
1
IIPOlJClO NItERSiL 01 lili
ai0*1HA OC r* C.ASSI
1LF. LABARRAQB t (T
S
de

_ KA
Ba do Mrquez da Olinda n. 94
DIRECTO E PROPMETARfO
h JffifOp TfftfIRA PEIXHTO FILHO
HaDiliUdo pea Eicola Normal, ex-profescor publico das provincias
Alafias e Parabyba, oem cinco preparatorios na Faculdade de
Direito e coapeieritemenle autnrisado pela direc-
Uwiaiil da nstrooejo publica
TtaIrM
, _^ ,^ii' Jt **&***&*'suprema do collegio rondada a son proprwurio o di-
.redor JiUia IliasirM Peixot* Filho, o qnal sera o nico responeavel peranle a le e
01 pas de familias pelo eoui primen to das ohrigacSee, que impdem estes estatutos, coja
.guarda e aiecofio ooaumirio o crdito de sea esttbelecimeato e a loria de seos
artfecr.
Art 1* 9 eosioo do collegio abraoge a Mlroceao primaria o secundaria.
Art. 3> A nstruecio primaria comprebonde a leilura. caligrapMo. oocoes geraaa
da granuiiatica portuguesa, catheeisroo elementar, contabilidade e prinoma elementares
de hi. loria sagrada.
Artfc A insvruoeae seeuadaria eomprebeode. o estado da liogaa e litleratura
nacional, latim, francez, ingles, allemo, arithmetiea, algebra, geometra e trigonome-
metria, genfrapMt, Iweria universal, rhetorica phttoaopfaa, sendo que as aula de
francez e ingir se sinario a (aliar essai duas hnguas.
Art. .' Alm dessas materias de ensioo baver do collegio urna aula de tbeo-
ria e pratiea da eecriataraca mercantil por partidas obradas.
Art. 6. O collegio admilte em sea recinto externos e meto pensionistas de toda
, idadj, e at triau Himnos iateroos menores de 16 annos.
Art. 7.* Os pensionistas pagara a meosalidade de 40a, os meio pensionistas 20*,
sempre por trimestre adiaotado, e os exteraoa pagario 5a peta ala primaria e 6a por
cada prepraterio que estndarem.
Art, a.* Os pensionistas e meio aeaslooHtaa nada pagario pela anta primaria.
Art (k* O trime tre comecado considera-se vencido, quer o alumno se retire do
collegio no principio, qner no fim do mesmo.
Art. 10; No flm de cada trimestre reeeberio os pais dos alumnos nm boletim no
qaal o director os informar acerca do esudo da saade, do comportamento e grao de
appl;aca e progresso de seas Albos.
Art. II. Os alomaos internos devem traxe r ao entrar no collegio : nm baba eom
roupa suttrieaie de seo ose e de cama, um lavatorio com bacia e jarro, ama cama,
um espelho, orna tbesoora de armas, e'cova para denles, anhas e falo, um penie, eet.
Art 12. As desperas com medico, botica, livros e papel, correrlo por conta
dos pais dos al o amos.
Art 13. Aos pensionistas de ra da capital fornecer o collegio gratuitamente
ronpa lavada e eagoenmada.
Art. II. Os pensionistas devem ter na cidade, se seas pais moraren) fra, cor-
respondentes ou pessoas habilitadas a responder pelos pagamentos das retribuiedes tri-
me Jtraes e mais desperas.
Art 1S. A falta de pagamente das mensalidades no tempo devido importa a re-
tirada do alumno.
Art. 10. As aulas abren se a 2 de Janeiro e fecham-se a 17 de dezembro.
Art. 17. Serio feriados no collegio, alm dos domingos e dias sanlicados, os
de grande gala, uto 25 de marco, 7 de seterabro e 2 de dezembro, os dias de entra-
do e qu-.rta feira de Cioza. De Domingo de Hamos Domingo do Paschoa e o dia da
eommcmoracio de defnntos.
QUADRO DAS AULAS.
DE MAMIAA
Das 9 s 2Escola primaria.
Das 9 as 10Porluguez.
Das 10 s 12-iLatim.
Das 12 s 2 Francs e Geometra.
Das 11 s 12 Ingles.
DE TARDE.
Das 4 s oPhilo-ophia.
Das 8 s iRhetorica e Gaographia.
Da- 6 s 8Escriptaracao mercantil por ponidas dobradas.
Recite, 30 de maio de 1870.
Joaqun Trixeira Petxolo Filho.
Approvo.Directora geral da iostruecao publica, 6 de juBho de 1870.
O director geral interino,
Dr, Paula Baptista.
SS3KR3MS mswsssamam
(RANDE ARMAZEM
DE
LOUCA, POR&ELASA, VIDBOS
CHRYSTAES
DE
PER EIRA, IR NI A OS
Kua Primeiro de manjo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel pnblico em geral e particularmente aos sea numerosos amigos
participan! Mjaael Joaquim Pereira e Mauoel Jos da Cosa Pereira, que acabam de
fundar um rico e somptnoso armazem de lonca, porcelana, vidros e cbystaes roa
Primeiro da Marco, outr'ora toa do Crespo n. 15, sob a razio social Pereira
Irmaos.
A tonga pratiea e conhecimentos de que dispoam os aonnncianles neste ramo
de commercio, a que, ba muitos annos, se dedicam, os tem babilitado a satisfazer as
necessidades da populacio desta provincia e suas limitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiorea vaitagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo estabelecimento com-
mercial, veriRctr por si mesmo o que os annonciantes vem de dizer.

n.
jESTABFXECIDO
NA
CIDADE DO RECIPE
SOB A VALIOSA PROTECCO
DE
nIIVTIIIAME po
DIRECTOR E PR0PR1ETARI0
0
BERNIRDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
E.te antigo estabelecimento de edueacio e intrueco ehando-se actualmente no espa-
eojo, claro e Hem v otilado edificio da praca do Conde d'Eu n. 32, para onde foi remo-
vido, continua a receoer alumnos internos, sim'interoos e externo*.
. 'ln resultados que bao colhido e enbido os muitos alumnos que tem tide
'sttsss&r "^de g,rame e M,aw5io ios paM d hmi'i -*
UvSZ^^i^fflJSSi.' d9PM5de qae,B M l^ler.ae
INSTRCCAO PRIMARIA
Ba do Commercio n, 5
(Recife)
^ aJSfISSZXSL Sf^", Proes?r Pelicular de iostruecao primaria, scienflea
aos i lastras nata de unas dlseiortos e a quem mais possa interessar, que a abertara de sna anla
y^JTpJ^iSSolLm "* d"9r,nMQ BaBero ta0'. quae. rao
da tardu* ** MI,p" todoe dia' nWl 9 '' d manhia e terminar as duas horas
e.* .te^ST^Z^ZZT*"' *- *. *-. -odo de
*e, dk enmb/o de 1870.
0WMroi
APMMMUW ftU*, ACADEMIA- Wt MEDICINA OE PARIZ
0 QmHdmm Labarra vinho eminentemente tnico e febrfugo que deve
ser preferido toda*.
quina.
as outrat> pieparacSes de
Os vinhos de quina ordinariamente emprega-
dos na medicina preparara.se com cascas de
quina cuja riqueza em principios activos extre-
mamente Tariavel; parte disso, era razo de seu
modo de preparacSo, estes vinhos contera, ape-
nas vestigios de principios activos, e em propor-
edes sempre variaveis. \
\
0 Qulnlum I abarraque, approvado
pela Academia de medicina, constitue pelo con-
trario um medicamentp de composicao deter-
minada, rica em principios activos, e com o
% i
l qual os mdicos e os doentes podem MpfH
contar.
0 Qulnlum abarraque prescripta
com grande xito s pessoas fracas, delibitadas,
seja por diversas causas d'esgotamento, sejt par
antigs molestias; aos adultos fatigados por urna
rpida crescenca, s meninas qui tem difficuldade
em se formar e desenvolver; s mulheres depois
dos partos; aos velhos enfraquecidos pela idade
ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas,
este vinho um poderoso auxiliar dos ferrogi-
nesos. Tomado junto, por exemplo, com as pla-
las de Vallet, produz effeitos maravilhosos, pela
sua rpida accao.
Deposito em Pars, L. FRERE, ru Jacob, 19
Rio Janeiro, Duponchelle ; Ckevolot.
Pernambuoo, r. Man re r y ?.
Babia, Hsuhm y C*.
Ouro-Preto, Candido WeUeiww.
Maranhao, Fesvetra y C*".
Pelotas, Aatetro Lelvaa. '
Maceio, Falco Diaa.
Porte Alegre, Francisco Jos Bello.
&S3&
A
COFRES DE FERRO
Prov de fogo
Bm ctsa d Shaw, Haukes & C. a ra & Oroz n. 4,
Em tempos modernos nenhum descubr
ment operou maior revoluclo no modo di
curar anteriormente em voga do que o
PEITORYl DE ANACAHUITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROPO,
ASTHMA, THISICA,
ROQUIDO, RESFRIAMXNTOS.
BRO.N" CHITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPECTURACO DE SANGUE.
Como em (oda a grande serie de enfermi
dades da gaiiganta. do peito e dos orgao*
oa respiraco, que tanto atormentan e fa
zem soffrer a humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
cacao de vesicatorios, sangras,sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortiasimof
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentesmo-
dos de curar, nao faziam sen3o enfraque-
cer e diminuir as forjas do pobre doente..
contribuindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil e certa para a enfermidade a des*
truicSo inevitavel de sua victima I Quem dif-
jerente poisto o effei admiravel do
.PEITORAL DE ANACAHUITA !
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAZAF
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACAO
DESEMVOLVE ( ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfennidade. Os
melhores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam aerem exactase verdadeiras estaa
leacoea analgicas, ou al m dissoja experi-
encia de miniares de pessoas da" America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suficientes para sustentaren a opiniao do
PEITORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto nne-
raes, como vegetaes, em quanto que porem,
ilguns d'eates ltimos, e particularmenU
aquellos que so dados sob a forma de Opio
Acido Hydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes tic
tacilmente se engaa a credudade do pu-
blico. A Composicao de Anacahuita Peito-
(a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meios
quartilho cada um, e orno a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basU ge-
ramente a applicacao d'um ou dona frasco*
para aeSectuacfc de qualquer cara.
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a ApiDucos.
i VISO
Pqr falta de carros de 2* classe snlBcientes para
accommodar a grande concurrencia de passagei-
ros que lem havido nUimamenle, declaro que nao
serao emiitidos mais bilheles da asignalnra para
dita {Me, ero quinto continu esta falta, a
qual ser remediada o mais breve possivel.
Escriptorio dacompanbia 22 de dezembro
de 4870.
William Iiawlinson.
_________________________Gurent.
Precisa-se
de urna criada (escrava) que cosinhe, com-
pre e venda na roa, e que lave e engomme
a I guma coosa : no pateo do Paraso n 8
2 aodar. _______________________
Os .enhores acadmicos ou pessoas que de-
sejarem escrever para algiim jornal, creando para
esse flro o orgai qua bero Ih^s aprouver, dirijam-
9e i Boa vista, Corredor do Hispo, casa n. It, em
frente as casas dos Sr?. Auiorim, que encontrarlo
pessoa habilitada para listar de tndo, pois estando
ah amada urna lypoersphia em ponto pequeo,
mas com bons typos e prelo.deseja o seu proprie
larioigradar a todos e ser diligente as eneom-
mendas que lb.es farem mandadas. O commercio
boticas e todos os demais estabelecimento-, podem
de improviso faier qualiuer pedido, que acharan
gosto e bondade ; en flm quem de.-ejar imprimir
qualquer obra, aceita-se o se faz com asseio. 0
proprietario desle estabelecimento espera a protec-
cao de todos quanto o quizerem honrar.
c
" r FALQDB
N'ESTA ANWGA CRKD1TATA
FABRICA
Seligiao.
A pessoa que quizir possair urna imagem do
Senhor Crnxiflcado, obra de Lisboa, toda appare-
Ihada de prata at os cravos, dirjase a ra do
Alecrn), hnje do Padre Nobrega n. 62, taberna.
Na rna da Senzala-velha o. 418 aluga se um
muleqae de 13 a 17 annos de idade, proprio para
qualquer servico de casa ou de ra.
Manuel Joaquim Baibvsa competentemente
proviMonado pela directora da instrucoae publica
tem aberto sua anla rna do Rosario n. 12, na
freguezia da Boa vista, onde offereee os servicos
inherentes ao seu magisterio aos senhores pas de
familias, tamoem rect-be internos.
Na elaria dos Coelhus n.-5 precisa-se alugar
dous moleqnes para o servico da me.-ma elaria,
pagando-se bem ; as-im c-omo duas canoas, senlo
urna de 600 a 800 e oulra de 1,600 a 2,000 ljelos
groases.
AVISO.
O fohador Joaquim de Albujuerque Mello
declara que se nao responsobilisa por qualquer
objecto que for pedido em seu nome, sem ser
acompinhado de bilbete assignado por elle ou por
sua mulher.
Ana.
Precisa-se de urna ama que saja de boa conduc-
ta para ou de borneo) sottairo, que saiba bam
engoBaar e eosinaar e tenha as habilitaeSes prV
cisas para dirigir b servico da ota* : a tratar oe
pateo da ribeira n. 13.

AMA
Precisa-se de ama ama ptracHi de ho-
raem solteiro, sendo para cotinhar nos di
uteis e dormindu fra: iu roa do Qaeima-
do n. 3
IRC0RT11 ig CORSTiSTElBSTB fill CeiPLEie SORTIETfl DI
^4*
CHAPEOS BE SOL:
De todas as qualid idcs I
De todos os fcilios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N#4 (

VERDADEIRAS
PILULASdeBLANCARD
COa IOOURETO DO PENHO IHALTCIUVEL
APPROVADAS PEU ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Poawinde as propriedades do lodo al te farro, eonrem especialmente nat Amccots
ESCRoruLOsas, Tsica no principio,a fraqvaade temptramttU e tamliem nos casos de
Falta db cor, amenorrhea. em que precisa rracir ao oaimav aja para restituir
Iho a sua riqueza e abandnela normaos, oa para provocar a regalar o son curso peridico.
H. a, O todarat* irritaale. Carne prora d* pama d aaiheneidade daj rcrdadelHM *- jffS
tea Maneard, deve-** exigir oosso aaM Oe arats reaeWTa %fr*0"&
dorso Orana, aqal reprodoiida, (fne m irha na parta inferior da aat <
retal* *. Der*-**datooaflar das falilScaeoo*.
n Mu h ikai
aaaaaaiaB*aBaaBaai
fcarmaceOtea, r avapa*! H,

ROB LAFFECTEUR
Approvado em Francia. Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffectenr sa autho-
rizado, be mui superior aos xarepes de cuisinier, de Larrey e de sakeparrilha. De fcil
.dieestao, adagraved ao paladar, c ae alfato, elle cura radicalmente aena mercurio, as
afecoes dapelle, lmiileni alporoaa. lumnrri, ulcera*, urna rtegr-
aerada. racoritus*. e w accidentes provendos dos partos, da idale Critica, e daacri-
aaonia hereditaria dos humores.
O err be he especialpieoie recommendada costra as doencas typhiliticas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
em can do .doutor G1RAUDEA DE
Deposito geral do verdadeira ROB LAKFECTEUR,
SAINT-CERVAIS, na Richer, 12, i Pars.
Programma da festa da Senb#ra do Boro
Successo em soa capella.
Honlem 28 do orrt'nte, pelas horas do dia,
leve logar a bencao da referida imigera, depoi. do
r foi hasteado o respectivo estandarte ao som
nosica marcial de 2* batalhao da guarda na-
cioual do niuoieipio do Iteeile.
As 6 1|2 huras da noite 4o refer lo dia prinei-
piaram as novenas cantadas por senhora'.tocando
urna oaj memores msicas regida pelo hbil pro-
teator 8r. Hanoel do Sacramento da Silva.
Ho di de Janeiro, pelas S horas da manha,
ama aats de 21 tiros annuneiar a festivdade de
lio excelsa Senhora, tocando nesta occasio a re-
rata Milra do f> batalhao.
Aa II korat adrar a (cota, nrnaitaii a triha-
na sagrada o reverendo padre mestre Fr. Lodge-
ro do S. S. Nome de Mara, ja tao conheeido por
sua eloqoencia.
A tarde a mesma mpsica tocar alguiis esco-
Ihida pecas de sea repertorio em frente da ea-
pella, e subir ao ar diversos nal3eg.
A noute haver ladainha, depois do que sera,
lirado o estandarte com aquella pompa e decencia
de vida
Dar Pm a toda festa um grande e rleo fogn
artificial de um dos melhores artistas, tocando
sempre nos intervalloe a referida mu.-ica do i*
balslbao.
Acormnisso eoearr'gada dessa (stiv-dade nao
se tem poupado par o seu briinsnittmo, e paro
ci>j> Om espera a ejsneorrencia do respeitavel pu-
blico e toda tranflnflidade possivel
Acha se desoccupas a caca tarrea o 0 do
ra Velha, na Boa-vista ; aluga-se com cmdioes:
par rer existe a chave deironte n 60, e para
tratar na roa larga 4a tasara a. 36, leja.


/



'
\
Diario de Prnambuco Sexla feiro. 30 de Desembro e 16"C.
t
s
i
PRIMEino E ANtlGO CONSULTORIO
HOMBOPATHICO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escrip'.o, no que serao sa-
lisfeilot eoin promplido.
Preatt-se umbem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meto dia.
Chimados, a qualquer hora.
Aot pobres gratis.
43Ba do BarSo da Victoria43
(Antiga ra Nova).
O salo le pianos e de
msicas
n. 58, l andar,
para a
BERTHOLINI C.
ANTIGA, E BEM, C0NHKC1DA FABRICA.
DE
CHAPEOS DE SOL
I -:-

J.
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba, do Girmo, n. 23 (Antiga Ra Nova")
Temos honra de participar a nossos numerosos freguezes que com a pegada de um dos socios da Europa, supriose a
casa com um completo sortiraenio de chapeos de sol de todas as qoalidades como lambem, de iodos es materiaes para os mesmos
fabrico, como sejam armaces de todas as qualidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cotliiUrto, armas
para caca, chumbeiros e polvarinhos. 03 chapeos de sol terSo abatimento de 1-2, 15 e 25 portento, comprando diobeiro.
nudou-se da ra Nova
ruada
Inpcralriz n. \i luja,
onde contina recomraeodando-se ao Illm. pu
buco.
^________G. Werlhdimer._______
AOS 5:000-5000
Estao venda os felizes bilhetes dr. loteria da
Babia, na casa feliz do arco da Concc-ico, loja de
ourives no Recife.__________________
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
obeiro sobre penhores de ouro, prata e pedrai
oreciosas, seja qual for a quantia ; o na mesm;
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
eommenda, e todo e qualquer concert tendent'
> mesma arte______________
Companhia Al Lianza
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000-000*000.
Toma seguro da mercaderas o din eiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para deu-
tro e fra do Imperio. Agenc i ra do Com-
mercio n 17, eseripoiio de Joaqnim Jos Gon
jal ves Beltrao._____________________.
u belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cette Crenie dalicieuse, oniversellement rpan-
due en Angleterro, o les fammes sent si renom-
mes par la beaut et la transparence de leur
teint, Ji.it sa rputatioo aox lments balsamiques
et onctueox qui la composent, ains qu' sa cons-
tante efflcacil pour adoucir la peau, la rendre
plus Manche, et c -ntribuer ains la sant et a la
heant, qni, tonjours, sont inseparables.
On la recommaBde centre les irritations de
I piderme, lelles que Boutons, fhlioes, Ta
CHES WE ROOSSBUR, RoUGESmS DE LA FlUURE, et
contre les taches Kpatmques et les fflorescen-
cbs. Cette Crme convient spcialement aux fem-
nies encerotes peur prevenir LE MASQUE, auquel
'lies sont Sjettes.On s'en sert encor pour em-
pcber la figure de se hler par le froid ou la'trop
grade cbr.leur.
Trix 1:500 reis
Sel dei Ot au magasin Basar de la Mode50
Kne do Baro da Victoria.
VICTORIANO l'ALIIA'ES.
Ib MJl
IMTtSSAXTE COMPuSigO LITTER'RI.".
CONTEND0 :
A uoite do xtasis,
o sorrtso.
A noite ii i assombro. -
A lagrima
A noute dj delirio.
o mysieno.
Coai urna carta critica dirigida ao autor pel
Dr. T. B. Iligueira Costa.
1 volume brochado 2*000.
AS CENTELfiAIS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguaj
. volume brochado 2*000
NA
Urna perfeita cosinheira do masa e de san
gue se cfferece para fazer banquete> de noivados,
baptisados e annos, e promete a quem precisar
(jue licar satisfeiio, visto a gran le quantidade de
variados pratos que sabe fazer : na ra do Pilar
B. 105.____________________________________
SEGURO-
MARTIMOS
E
CO^TRi I OC-O.
A C'jmpanhia Ind<.*mnisadura, estabelecida
nesla [iraca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamenlos e contra fogo
em ediri -ios, mercadorias e mobilias : na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Para cana de um homem so, precisa-se de
nma muihr para lazer o servico interior : tra-
tar em Santo Amaro em seguiraento a ra da Au-
rora n. 44 I' andar. ______________
Aluga-se a casa n. 34 da ra da Ventura na
Capunga, com commojos para grande familia, e o
2* andar e solao do sobrado n. 25 da ra de San-
ta Bita : tr lar na ra do Qoeiroado n. 2.
Precisase alugar mensaimente urna canoa
grande, que comporte d.ius milheiros de lijlos :
tratar aa ra larga do Rosario n. 18.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
asala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensaimente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em cbmpetiveis e as obras garantidas
de le.
JIOKEIKA MIARTE C.
m
ANUEL & C.

Tem a satisfacao de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido arca nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, beje ra do Mrquez de Olinda, |||
onde acharo rs pretenderles, milito avultado sortirccnlo de chapeos de sol de todos os presos, qualidades e por pre- -^
tos mas commodos do que comporta o nosso mercado : cemidam especialmente aos Srs. compradores por atacado ^^
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar- p*f
macees as tazendas que a demora da fabricarlo 6 bem diminuta..
41 BA DO l\M0 DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fdzendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, am de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
iii.hos modernos, cha-
peos de sol de seda,
fios.
DE
ARRUDA IRMOS.
RA
Baro da Victoria
antiga ra
NOVA
GRANITO.
Ao 8r. Mauoel Metidos de Fl-
gneiredo.
Sendo d*C'->rndo um anno depois que encarre-
guei Vmc. da cebranca de 1:02 i 220 constante de
urna letra e de um papel de trato, e nao haveodo
al boje recebido noticia alguma acerca dessa co-
branca apesar das repetidas cartas que Ibe tenbo
dirigido e qoe lod^s tem ficado sem resposti, vou
rogar Vmc. queira mandar me a importancia do
que bouver recebido ou restituir-me os meas do
cumentos no caso de que niio tenha realisado a
cobranza. Vmc. dcsculpar o use desle meio, urna
vez que n) tam querido responder as minhas
cartas. Recife 27 de dezembro de 1870.
Jos Duarte Pereira.
Aluga-re o 2- aodar e soto do sobrado n.
33 ra do Imperador ; acham-se as chaves bo
armazem n. 3) onde darao informacOss.
Attenpo
Alaga-se ou trocase um negro por urna negra
de 30 annosde idade, pouco mais ou menos, omi-
to robusta e sadia, propria para o servico de cam-
po oa para hortalices : a tratar oo caes de Santo
Amaro n. 42.
Precisa-se de urna ama
ra da Aurora n. 50.
para coziahar : na
Offerece se para hotel ou collegio um par
portuguezes, sendo o homem para comprar e eo-
zinhar o a mulher para engommadeira e c peira :
quera pretender contrata-Ios dirija-se a rua do
Amorim n. 15, taberna, para dtixarem escripto
onde dove ser procurado.
EmcsaceTHBOORO CHHISThN
SEN, na da Cruz a. 18, encontram-se
effecfi??m ;r.te todas as qoalidades fa Tinbo
U rdeaax, Boorgcgaee do Roen?.
N, 41.
Assim como tem ama grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeico
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanbos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
ihores e mais moder-
nas casemiras qce ha
na Europa.
RUA
D.
Baro da victoria
antiga rua
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em accio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
ao se tornar massante
i*
m
Na Iravessa
trazos i pri-
meire andar, da-se di-
nlielro sobre penhores
de ouro. prata e brilhan-
tes, seja qnal for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Precisa-se de urna mdlhcr idosa e de boa
conducta, para creada de um hornero soltelro, exi-
gindo-se que saiba engommar e tenha habilitacSes
para bem administrar o servico de urna casa :
na rua do Imperador, armazem n. 36.
O Sr. Dr. Wmfbain queira ler a bondade de
concuir o negocio que tem com os proprietarios
ta typograpbia Mercantil, o qual de interesse
para o mesmo 'ir. Dr.
Aluga-se o 3 andar da casa da rua do En-
cantamento (hoje do Bispo Sardinha) com frente
para a rua da Madre de Dos : a tratar na rua
dos Praieres, h >je do Coronel Lemenha n. 16, das
4 horas as 7 da tarde.
Ama
Precisa se alugar ama escrava que saiba en-
gommire cozmhar para casa de moi oequena fa-
milia, e tambero se aluga urna n 'prinha : na rua
do caes do CapiLaribe, casa nova com porta o de
ferro ao lado.
Precisa -e do um raixeiru com pralica de
taberna : no paleo de S. Pedro n. 1. ti.
ferro
RUA DA CRUZ tf* i
Chapas de (erro galvanisadas para teltieiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinbos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarriar algodao.
Machinado cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Balancas, prendas, cofres de ferro, fog5es de ferro, eniofre, Jsalitre [limalha de
maitos outros artigos.
FALSIFICA^OES
dasPILULASdeBLANCARD
(CAVE DOLUM)
Aluga-se
o 3 andar do sobrado n. 8 da coa da Imptratm :
atratar com J. J. de M. Reg rua do i^mraertio
Folographia imperial
E
VALERIA DE IIATHIA
DE
Ferretra Filela
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aserto t
iovo estabelecimento photographico sito rua dt
Cabug n. 18, esquifa do pateo ta matriz. Ostraba
tos que desde enlp, tem sahido de nossa oflBcina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
>iguns cora admiracao pelo extraordinari j pro
jresso que ulu'mamente tem lido a phou graphia
e por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com um estabelecimento digno d ella, e in
contestavelmente o prmeiro que nesse genert
hoje possne : tambem nao nos popamos em coass
ilguma para monta-lo no p em que te acha, es-
perando que o publico de Peroambuco saber?
i preciar nossos esforcos e recompensar nossos sa
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaet
8 estrangeiras que gostaro das artes, oa tivererr
oecessidade de trabaihos de photograpbia a visi-
taren! o nosso estabelecimento, que estar sempre
iberto e i sua disposi^o todos os dias desde as 7
horas da manhaa at as 6 da f>rde.
Para os trabaihos de i hotographia possuimos di
versas machinas dosmelhores autores francezes:
nglezes e allraemes, como sejam : Lerebours ei
Secretan, Hermagis, Thomaz Ross, Voigllander ei
sonh eWulf. Ultiraamentu recebemos tres novas
machinasi sendo urna dellas propria para tomar
obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas ?
igualmente isoladas, de sorto que oo caso dt
grande concurrencia poderemos retratar sobrc
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para eart5es de visita, e assim em menas dr
am qaarto de hora despacharan 8 differeniee
pessoas que pe;am cada urna, urna dnzia de cartde
mais ou menos, com os seas retratos smente, oo
era grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccat
e feilara dos trabaihos de pbotographia dri-
zando pericia e talentos do distinelo pintor
illemo, o Sr.
Jorge A. Roth
js trabaihos de pintura, a aquarela, a oleo, e i
paste).
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa poi
ama escriptura publica, e at o presente tera-sf
iesrellado na execucao de seus trabaihos.
N nossoestabelecimerto acham-se exposlos ou
tros trabaihos importanti s do Sr. Roth, tanto en
miniaturas aquarella como oleo-, reiratos
oleo, quadros sacros e diversos outros trabaihos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at c
tamnho natural, assim como de quadros sacros
ra ornamentacao de igreias ou capellas. Tam-
em aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Asseguramos que'osprecw dos diversos tra
oalhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10i)00 A
DUZIA
CARTES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 16,5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella dt
16 20000 cada um, indo conveoientemente en
saixilhado em moldura dourada e regulando c
basto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas c
:odo o quadro palmo e meio de tamanbo.
Julgamos que bastarao os pregos cima para
larmos idea da baratesa dos trabaihos do nosst
sstablecimento, quanlo sua perfeico cada un
/enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos nc
losso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
am casos especiaos pde-se lambem retratar qual-
iner pessoa.
Nos dias de chava, ou por tempo sombro po-
temos retratar, o asseguramos que esses dias sac
js mais favoraveis aos trabaihos de photographia
pela docura e persistencia da luz, epir termos t
aosso terrado construido com taes proporgOes e
melhoramentos," que amda chovendo ,orros ne-
ihum inconveniente Iha para fazer-se bellos re
tratos.
J. F'treira Vil lela
Precisa-se de urna ama que compre e eoei-
nhe para casa de pouca familia : na rua Nova
do Santa Rita D. 41.-__________
fea
wSS
k
Joao Al ves Pedrosa convida aos prenles e ami-
gos do Bnado Jo.-c Alves da Cruz a assistirem s
missa do stimo dia, no convento de S. Francisco,
pelas 7 I|2 horas da manhaa ; e ao memo tempo
agradece s pes.-oas que acompanharam os reato*
mortaes at o CPiwVrio publico.
AIJ......."".........~~
DYVETOT
14-Rna Estreita do Rosario-.4
Compra e vende roupa feita
nova e \ elha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
MOFIHA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.ei a de Mello, .
crivlo na cidade de Nazareth desta provincia
favor de vir a rua do Imperador n. 18 a oncluir
aquello negocio que V. S. se compromelteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fln>
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abril, e nada cumpro.
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e quanao o senhor set
fillio se arhava no estado nesta cidade.
Aluga-se a loja n. 55 da rua de Agoas-ver'ies
(lioje Lomas Valentinas) de 18# mensaes : para
ver, a chave eri na casa de junto, e para tratar
na thesnuraria das loteras.
Precisa-sc- c urna ama forra ou captiva para
-.vzii.bar Jtsempeniar c-ia :;!.-sao,qaerendo tratar, dirija-
je rua do Du.jue deCaxia?, loja n. 1.
"TMIt-
Aluga-se a pad..ria allema em Santo Amaro e
a9 conJifes o favoraveis: a tratar cem sea do-
no na run da Cuia n. 56.
Prensa ingleza
Prensa ngleza
Prensa ngleza
James Ryder 4 C. fazem seiente aos exportado
res de algodao desta praca que dorante esta safra
teem resolvido enfardar este genero, a razo d*
500 rs. por arroba inclusive capas, arcos e marcas
em sua prensa roa do Apollo n. 26.
CONFEtTARIA
RUA DO IMPERADOR N. 6.
O proprietario deste estabelecimento avisa aot
seas numerosos e bons freguezes, que acaba de
preparar um grande sortimento des melhores ge
eros do mercado para rechear ae despensas da-
quelles que tiverem bom paladar e disposieao pa
ra gastar os cobres, no tempo da festa do Natal
Abi enwntraro ex relenles presentes de fiambre
vinbos, licores e eognac de todos os fabricantes.
boa cerveja, marmelada portugueza, ameixas em
caixinbas, conservas francezas e portuguezas, do-
ces de todas as qoalidades seceos e em calda.
Tambem encontrarlo bolinhos para cha de todas
as qualidades, bolos francezes e inglezes, pc-de-l,
pudins, tortas, amendoas confeitadas, e quantidade
do outros objectos que seria enfadonho enumerar.
A nossa correspondencia do Brazii nos faz
saber que as praca deste paiz acho-se
actualmente inundadas por urna multido de
falcificaces vit do nossos productos (textual.
Para gai antir-se contra estas composicofis
mais on menos perigosas, que escondem-se
d'essa maneira por dclraz das uossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqtii com instancia aos mdicos e aos do-
entes de assegurai-se sempre a oiigem das
PiLULASqueti'azemonossonome,appellando,
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos collcgas, os pliarmaccuticos. Nad de
duvidar que n'uma questaO que ulcressa ta6
seriamente a saude publica e a moralidade do
commercio, esles honrados intermediarios
nao se mostrem dignos da conOanca dos seus
freguezes; nao de duvidar igualmente que
repudiando toda 9olmiJade com os alcili-
cadjres e os seus cumpliccs, elles naosefa-
co um dever d'or*. em diaute de procurar
as VEROADEIRAS PlLULAS DB BLANCvRD em
origens certas, endei'Ccando-se, quer a nds-
mesmos em Pars, quer udireotamente aos
nossos principad corresj>oadeates, ou cnlo
s casas as mais rer.om- yf/ n
mendaveis da Franja yM^^^^M

ou do seu paiz.
AoIjo-c as nosiai PiluUi nai
Phiniaceutico, rua Bombarte, cmParit.
principaet Pbrmti
Aloca stima excellente casa de obrado
em Olinda, muilo fresca e perto do ttiar,
com moitos commodos para grande familia.
Tambem se alugam as lojas em separado:
a tratar oo Recife, roa Bella n, 37. As
chaves- para ver a casa acbam-se em O inda
defronte da igreja de S. Pdro Martyr, ven-
d do Sr. Antonio da Silveira.
Attenpo.
Pftcisa-se arrendar um sitio coro bastante ter-
reno para plantaeSes e pasto para animae?, prefe-
re-se peno deilpuma dasestacoes da estrada de
ferro do -ul : a tratar na rua do S. Gonc^lo n, 30.
Correspondeuela de Portugal.
Com a chegada da Europa do paquete da pri-
meira qninzena de Janeiro viodouro lida a asig-
natura do prosente anno do jornal Corretponden-
da de Portugal. Os que desejam continuar e ou-
tros que quizerera subscrever devem desde j
mandar satsfazer snas novas assignatnras, poi*
nao se far entrega do referido jornal que princi-
pia a nova assigaatura seno aquelles qne tive-
rem pago antecipadamente em casa de Jos Maria
Pesian, rua do Vigario n. II. _____
"GRATIFICA-SE a quem der noticias de'um ca-
vado melado com as crinas, cauda e topete pretos,
as maos pretas e os ps brancos, estando com nm
dos qnartos e a barriga ralados e o cotovello esfo-
lado, tendo nm signal (cruz tranca) na testa, e '
muilo manso; o qual desapparecen, da sexta para
o sabbado da semana pa.-ada, d casa n 22 do
caes do Capibaribe, onde devem ser dada? as in-
formaces a tal respeito. ^^____________
o
Ainda esi para ser vendida a armacao e per-
lences da taberna do pateo do Terco n. II, muito
propria para qualquer principiante e tambem
para quem quizercollocir um estahelecimento bem
montado per ter a casa commodidades para isso.
a quil tem quima! e cacimba, e o seu aluguel
razoavel, cedendo-se ao comprador a residenciado
sobrado de am andar por cinia da mesan, ama
vez qoe precise delle para sua habitacao : a tra-
tar no mesmo sobrado. _______
TMETlM
Um elegante sortimento de caderas de faa a
iini ;n;a-i de mogno, e oulras de Jacaranda, e bein
.issim pretas douradas. obra de gostoj vende-se
as duzias no armazem de Tasso Irmos A C, un
caes de Apollo.
AMA
Precisa-se de urna ama para tralar do crian-
cas : oa rua do Crespo n. 7, loja de miudezas.
Ca&elro.
Precisa-se de um ciix'ro que toaba prrtca de
taberna : na rua do [tange! o. 41. _________
Aloga*se urna preta rabeado lavar, engcfm-
mar e cozinhar, tudo com perfoco, pelo pr'$o do
30 mensaes : no pateo do Carmo n. i'\, sobrad-i.
Ama.
Precisa-se de urna ama de leito sem filho : a
tratar na rua estreita do Rjsario n. 13, drogara
homeopathua.
Precisa so de nm hornera livre ou eseravo,
que d fiador a sui ci.ndncta, para o servido ex-
terno da padaria da rua do Rangel b. 9.
Alua.s-, urna boa easa no Monteiro, no pa-
teo do chafarz para passar a fesia : a tratar n
rua estreia do Rosario n. 15.
Manoel Gooc,aives de Barros laz seiente ao
respeiiavel corpo do commercio, que o Sr. Jos
Joaquim Fernandos deixou de ser caixeiro de sua
relinacao sila rua do Coronel Suas-nna n. 7.
(amiga rua de Hurlas) desde 23 do corrate.
Una do Baro da
Victoria n. 63
( Outr'ora rua Nova. )
Bilhetes garantidos da pro-
Yincia.
Esta feliz casa acaba de vender entre es seos
moito felizes bilhetes a sorte de 20OJO0O em nm
bilhete intero de n. 2,771 e a sorte de 100* em
nm meio de n. 295, outra de lOOj em um quarto
de n. 2.613, e nm qaarto de n. 2,964 com a sorte
de lOOj, alera de oulros premios menores, poden-
do sens possuidures virem receber, que prompta-
mente sero pagos.
O abaixo assignado convida ao respeiiavel pu-
blico para virem no sen estabelecimento comprar
os felizes bilhetes garantidos, qoe nao deixarao de
tirar qualquer premio como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se venda os*muito felizes bilhetes ga-
rantidos em beneficio da matriz de Serinnem, que
ser exlrahda terca-feira 3 de Janeiro vindouro.
JPRECOS
Inteiro 64000
Meio 3*000
Quario 1*500 .
De 1005000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 9*700
(Juarto 1*350
Joio Joaquim da Costa Leite.
Antonij J de Oliveira faz ve-r ao respei-
iavel publico e ao corpo do commercio, qne ba-
vendo outro de igual i>ome, passari a assignar-se
por Antonio Fern ira de Onveira.
Precisa so de nma ama
mero 106.
: -na ruaDireita bu-
' MiflMNIU
americana rua dos Pires n. 50, contina -a fazer
pao e bolacha de larinha especial de 1* sorle para
melhor agradar a secs fregueze?.
Furtaram na noite de 23 para 24 do corren-
te do eagenho Muribequinha da fregnezia de Mu-
ribeca 4 cavallos de sella cora as cores e signaes
seguinles : um mellado quasl ngemado, boa figu-
ra, bem feto, anca nm ponco corra, nma listra
branca na testa e no meio desta ama pirita da cor
do corpo, anda bem baixo largo, ardigo, cas-
trado e tem os ps e as maos eabellndas : o 2"
rudado preto com pintas de pedrez, ama mancha
escara abixo do p esquerdo, eonr 6 poiegadas
mais ou menos de c mprido, anda de baixo a
meio, est magro e inteiro ; o 3* castanho fo-
veiro, grande, bem feit, de boa idade, castrado,,
tem um dos quartcs bem postado, na borgada
direita um papo, e os cascos das maos lascados, o
ferroRecreiopor exteiwo, o passo baralhado,
tem a frenta aberta e ardige ; o 4* castanho es-
curo, pequeo, bota as crinas a esqnerda, no p
ita qual tem urna msela de cabellas brancos, an-
da a passo e carroga de baixo a mel, poltra .
gratificase generosamente a quem der noticia
certa.
Aluga-se a casa da roa Imperial n. 250.
com acomodacoes, para ver na casa junta e a
tratarla prac,a da Independencia d. i

<


Nk.
Diario de Pen.anibuco Sexla eira 30 de Dezenibro de 1870.
D

;
ROVOS SORTIMEBTOS
riu i
i
NOVIDADES
BO
4o armazeaa U Va-
por Fraaeez, raa
de Bario ria (outr ora rua
Nova) n. 7.
Ao armazcM do Va-
por Fraaeez, roa
do Bario da victo-
ria (oulrora na
lo va) n. 9.
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Este estabelecimento acaba de receber pelos oltimos vapores e navios de vella chegados da
fcuxopa todas as saas encomraeudas do grande sortimento de festa, offerecc ao publico em eral, or
precos resumidos o raais possivel, os artigos soguiotes : *
CALCADO
Botinas para senhorasduraque branco, prelo
e de outras muitas cures escolhidas do ultimo gos-
to da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos de alto para sennoraduraqae pre-
to, branco e de core*, e de couro de lustro.
Botinbas para changas, proprias de baptiza-
dos.
Botinas de diversas qualidades para homem.
Botas russianas para montara, tanto inglezas
de couro da Rus.-ia para viagem, como francezas
de Melier, bezerro fino, para passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 au-
nos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos e vaqueta de lustro com sola de ma-
deira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para homens e seahoras.
Sapatos abotinados, de diferentes modelos, mui-
to bons e fortes para* meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelludados, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezes, para homens,
seahoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Gulogne em garrafas decryslal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agua de toilet, tintara para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arrez
a sabonetes, todo isto de primeira qualidade, dos
fabrican'es Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancasJouvin.
Espelhos grandes dourados para salas, quarlos
e gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de oaro, brincos, transelins, pulseiras,
Dotoes de punhos, de abertura, c-rrentes e chaves
de relogio, tudo do ouro bom de lei.
Brincos de plaqu iniitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para punhos.
Albuns de vedado e marroquim para retratos.
Mammadeiras de /idro para crianzas.
Caixinhas de costura, no vos modelos co?) m-
sica, proprias para presentes.
Qaadrinhos dourados para retratos.
Toacas e sapatinhos de lia para chanca?.
Capellas para noivas e para pastoras de pre-
sepios
Caixinhas com vidros de augmeito para ver-
se em ponto grande a photograpbia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ora e unhas.
Bolcinhas de seda e de velado.
Cestinha? para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cesas d'aramc pratiado para frotas e pao a
mesa.
Ricos artigos de pliantasia necessahos para toi-
Ihetes e proprios de presentes.
Jarros e bouqueis de porcelana para santua-
rios.
Registros & Quadros promptos para collocar vislas.
Molduras donradas para qua iros.
Estampas de bellas paysageos de cidade, do
figuras e de santo?.
Espanadore< de penas e de pal ha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Caixinha de msica de dar se curda.
Pooteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castdes de marfim.
Ditas de baleia, junco e de mui tas qualidades.
Pentes finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para dente?.
Lunetas ou pencinez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmico? para vellas de spermacete.
Cordas para violov
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelo* e presos.
Objeclos novo3 de maguas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Eslojos de viagens, completos com na vainas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de mutus modelos, de junco e de btelas.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Dilas de camnrea amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para Iluminares de
testas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, vispora--, rodetes,
bagatela e oulros jogos allemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordions de todos os tamaitos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios ta maullos, com difieren-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapinhas.
Presepios completo com todas as pegas e sorli-
mentos avulsos de figurinhas, animaes, casas, jar-
dios, ele.
TRIUIY1PH0
7 Rua doQueimado 7
DE
IHOtEIRA & BASTOS
E' chegado este novo estabeleciment o mais bello sortimento de faiendas
toas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond do,seda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos desanos.
Ditas de lia e seda, id m dem.
Ditas de crox, dem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e jaoellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados-
Popelines de lindos gostos.
Lias de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b iurnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas maito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortiaento de roupas feitas e de fazendas que
enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de sala,
ii flnrtimptn das acreditadas c. vprriartiras
(randa sortimento das acreditadas e verdadeiras
e o
Esteiras da India
CONFETAMA
DOS
Attenpo
Todos os artigos mencionados ne.-te annuncio
vendem-3e muito baratos, nao s pelos abatinien-
tos obtidos dos fabricantes em attencao as gran-
des e repetidas compra?, como pelo bom systema
de vender muito anda mesmo com diminuiissimo
lucro.
ANANAZES
Ba da Cruz n. 16
Encontra-se sempre : AMENDOAS confeitadas: xaropes refri-
BOLINHUS para cha ; pao de lo; bollo gerantes; vinbo Bacellas, branco e tinto,
inglez; pastis de differentes qualidades; proprio para mesa; vermonth ; absyntio;
doces de froctas, em calda e secco, em cognac; vinhos finos, champagne.
barrilinhos em latas.
CAIXINHAS com amendoas e pastilbas, PAPIS para sortea,] ditos vendados
proprias para presentes ; cha preto, miudo,' para cobrir bolos.
de superior qualidade ; ialas com pecegos,
a 1,5000. 1 PRESUNTOS e fiambres.
RECEBEM-SE encommendas de bandejas com bolinhos, com armaco de assu-
c,ar e sem ella ; de pao de l e bolos enfeitados com disticos e sem elles : e de outros
muitos objectos proprios para grandes jantares, bailes, etc., etc.
MIVO SORTIHTO DE II SICAS
NO
SALQ DE PIANOS E DE MSICAS
lua da Imperatriz d. ]4 loja
contera :
MSICAS PARA PIANO dis mais facis at s mais difficeis, toda dos autores m;
modernos as melhores edifes da Europa e do Rio.
NOVIDADES quadrilhas, polkas, walsas.
TANGOS, Habaneros, modinhas, cances brasileiras e hespanhola, romances francezes,
arias e cavatinas.
Operas inteiras proprias para presentes '
ludo para piano e para canto da opera
mais
Ptalas azucaradas de Brislol.
NAO COHIB NEM CALOMELANOS NEM NENH*
01TB0 MINERAL.
A grande necessidade e falta de nm c-
LhaiticQ ou de urna medicina purgativa, hi
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recoramcnda
as pHuios tegetaes assucaradas de Bristol.
como urna exeellente medicina purgativa,
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, lornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composte
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicSo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas; depois de se
haver chimicamente extrahitio e separado,
os principios activos, que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porces fibrosas ineiles e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regioes de
figado, assim como sobre todas as secre-
coes biliosas. Isto decombinaco com c
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As puntas vegetaes assucaradaf
de Bristol, achar-se-hlo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, para a cura de molestias, taes come
sejam as seguintes.
Dspepsia, ou indi- Hydropesia dos mem-
gest5o, bros o do corpo
dAstringencia, ou.. Affeccoes do figado..
prislo do ventre Ictericia,
habitual, Hcmorrodias.
Azia do estomago e Man hlito, e irregu-
flatulencia, iaridades do sexo
Perda do apetite, femenino,
Edtomago sujo, Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam ;
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo;
os purificadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona ums
com a outra, quando fielmente assim se faz:
n5o nos resta a menor duvida em dizer.
que no maior numero dos casos, podemos
afliancar n5o so um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, iste
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
Jcaquim Jos Gonpal-
ves fieltrao
Rua do Tj*p ch' n. 17, 1* andar. t
Sacca \>or lodus os pa<|uei-ja toibtv o bcc< a<
Uiiiho, em Br;g obre us rgiiiil^ 'usare it
Pui'ugal :
Ltea.
Pon-.
Valonea.
Gukaarao.
Combra.
Chives.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Vsl de Vet.
Vianoa do Casli.-Uo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famlica^.
Lamego.
Lanos.
Covillia.
Vaeal (Vilpasso).
Uirandella.
Beja. | .
Bareeoa.
Ama.

fiSPrcoisa-se da urna ama : na ni do Vicaria n.
U. 2J andar.
Prcisa-se
te um criado para acompaar orna pe's^a para
o serlao : a iraiar na rua de 1 lorias n. 30, so-
brado.
GUAitNY
Em breve se principiar a dar um catalogo do grandissimo sortimento deste es-
tabelecimento. Encarrega-se de encadernaedes etc.
GRANDE SORTIMENTO DE MSICAS
NO
SATjIO de piamos e de msicas
Eua da Imperatriz n. 14 loja
Para flauta, clarinelta, rabeca de pequea e grande orebestra, para banda
militar e bu monio, to proprio para este lempo de festas e para augmentar a solemni-
dade dos actos religiosos.
Todo pedida das provincias ou dointerior sero promptamente attendidos.
t
MASCO E ESCURO
Di infecunda d Olee e Tijailu .\e Bicnllii,
.: l'.htiTitt ti a esu pscii.s|irnpar-
| lica Bul CbtlKt i:ihor nraJvei
ibblM -Icsuas vii'iud's!bctira:n.
I'vi* napMIMla despohfr, que grangeo a
b-i. iior una lledalha do. huma, ulgarS6B o
leo d- i ijadi. lHucalhio desinfectado.
Os mediros o leceiUm (iK'ff.itoliiieniea lodoa
-s ouiro*, ta todat *i uiuli .-lias onde se em-
p o Oleo de Figadc dr [):icalbo.
Vrrpor mais porini.QOres os rcla:orios inedi-
Caet quecoiueiu a aolici* que accompanba cada
FERRLG1XKU DE CBEVRIER
O Senhor Chetrier compitura a ua deieo-
berta aiunlas-do a iodura de ferro ao Oleo de
B-icalho desinfe. udo. tile Oleo de Figado de
Bacrihao ferrugiuco tem todas as propnedades
do oleo e do ferro, digere-se fcilmente t tranca
causa pristo de teir. Portanlo i prefcritel
is oais prepara~ocs ferrugineas (Pilulas on Xa-
ropc), conTcm em todas as doencis onde se
emiirega o ferro Tisica pulmonar, bronchites,
ra liiiisnio, escrfula, impigeua, gota, rbeu-
mali>mo ebronico, caiarrims antij^is, dyapep-
lias, coavalesceocias difticeis e fraqueiu de
consliiui'io.
wmimmmm
fllW
Nova loja de joias
RUA DOiCABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldauha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato post
sivel.
Todas as joias sero garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir fregnezia n3o olvidarlo, vender bom e por precjs os mais
razoave8 possiveis.
Convida-se o pnblico a vr a este estabelecimento, eerto do qae car
satisfeito.
A" MO DE OUORRUA DO CABUG K 9 A
i'Si urina ria #".' II Al it M K II, 2t, ve *#* Fntet. yinntinnrtrc
:> urania pjiartnaeia acho-se u VlNIld e ELIXIR dn COCA, exrellenua preparacies tnicas.
O TAFFETAVOLNERAKIO com RNICA pata curar as cbagas, (cridas, corladuras e contu.O^.
Os GRANULOS deBISMUTH coniposies contra y diarrheas,disenterias, dures de estomago, etc.
DrrasrtA&M, em Hiu h Janeiro, I)CP0KCIIEU.K el C". fluira, Mim.eira Irvao el C* I
Penuixbco, V. Mauhi:r el C". MurtiiJiau, Fkkbeiiu el C*. Portu Alegre, U
V" JiiSF. P.ES.LO. Pelvl.is, A.VTKH I.EITAS. ____ 8
CASA CAUVIN aawhier
Pharmaceulico privilegiado
, succeseor
Iloulcvard Sbaotopol, BB PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprisciitadas i Academia de Sricncias e ao luslitoto de Franca,
tU ICPP Afi Sob forma l!' p"si;l11- devodiih e doeada par
|f]aj|lljuAU faser de uiouiinilu una >oluc rravsntiva e curatira das MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA'
De Bw Barra!
Pharmaentico-t>lmco
A utilidade dos purgamos can soiTre drmrns-
ira.'So algama ; a prescrlpcao diaria que dellc
fazem os mdicos c o n?o ainda mais frequenlt
feito pelo publico sao pravas irrefragaveis tanu
como a quanlidade innuroeravel dest'' peero. So
falta aperfeicuar cada vez mais o mrdo de admi
nistracao, de maneira que couservando a na ar
?o, elles possam ser lomados em repugnancia
aem a^co e sobMudo ffm rrceio neni perigo.
Muilos purgantes afamados f devem este bom
xito ao sea effeito intenso e excessivo. D'shi r
perigo, porque irrilaoes de estomago, inflamma-
c3es de eniranhas sao inevilavelmentc o resulta
do do seu emprego. Ni da disso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Todos eonbecem por experiencia o aroma sua
ve e o efleilo ligeirameute tnico c excitante de
caf. Elle o melhor auxiliar dos purgantes doi
quaes disfarca o rhfiro o sabor e ajuda a acclc
sollicitando vagarosamente os movimentos peris-
tlticos de intestino, e prevenindo o seu effeito
moilo intenso sebre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacuaces com promptidao
e sem clicas, e torna se um purgante brando.
certo, fcil a tomar e preferivel a todos os oulros
salvo urna indieacao especial da qual o medico
o nico juiz.
A innocuidad.'! do caf purgativo permute de
emprega-Io em todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
cao desle, deslre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatnosidades e excita o appetite. Em-
pregado mais a miudo, convncete para eva
cuar com vagar a bilis e os humo, es viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqneca.
as dores de cabeca e prev os ataques de sangue
as pessoas que a estes -ao preii i-postas.
MODO DE EMPREGO.
' lio simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fro, pur oa misturado com um
pouco de leile fri assucarado, oa agua assuca
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto ; duas colh?res de caf bastam para
as senhoras e para'ioda e qualquer pessoa que se
par fcilmente.
. ara as enancas de 8 10 annos, a metade de
vidro snfflcient ; de 5 a 8 annos, urna eolher
de caf, e a qoarta parte do vidro somonte aba i
xo desta idade eontra a gosma. -
B* por isso d'uma administraco mnito mais
fcil do qae es bi-contos, chocolates ou bolos
purgativos.
Da-se immediaiamenlc depois leite qnente as
sucarado oa caldo leve, e duas oa tres chavenas
de cb preto oa de tilia.
nico deposito na pbarmacia e drogar a de
Bariholomeu & C. : rua larga do Rosario n. 34.
-II
do volume de ra relogio, serrindo de
I'IHLTIlO e ShRINCA scui os
(Taris inceaveniaalti de fragilidad.
ESTOJOS
Com a forma, e de volime de nm Porte-Moeds
COTENDO TODO li TAtIBNTO.
COLLYBIO Contra as affeccoia das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOHEO C
CASA CAUVIN BARIBIER."
W"*r** ^**^*li^ Boulevard Sb.
Depositarios geral para e BRASIL e l*ORlTJ*SAJL
31, rua larga do Rosario. PSB^AMBXJOO.
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MOLESTIAS CONTAGIOSAS .
IV'IPrTAU-DIlIlTI'A do volume do um reloijio. servindo
1.1 JLt I U 1 IIIL1UU de I'iiiltro e Serinoa sem os
Orave inconvenientes de fragilidade.
Com a forma, e do volom de um Porie-Huoda costeado
TODd TRATAMEMO.
ESTOJOS
COi_<3Li^k:'JIO Contra as affeccoi as palpebras, preparado sob a mesma forma.
HMLflBffF r "' topo**)*"0* Malpara o BB/I9IL t TOKTl'iAL
UiUuUjV C li 3, rua haiga do ttosario. PERNAMBTJOO.
< 1_a Precisase di urna, escrava ou li
AJMUm vre: na rua do ^aldcirein n. 68
AMA
Precisa-se de urna, preferindo se escrava, para
co-inhar- tratar na rua da Palma n. 34.
O abafxo assignado, declara a -*quem inte-
ressar possa.que comprou ao 8r. Joao Al ves da
Cruz, a armaco e fazendas pertencentes ao espo-
lio do finado Diego Jos da Costa, no valor de
13:3001000, qu-> foram pagos a vista.
Pernamcuco, 8 de dezfmbro de 1870
,, Tacianoda Silva R?po.
Ptecisa-se de dous amassadores; em Santo
Amato, rua do Lima n. 66.
Ama
Precisa-ie de una ama para coziolur : na rua
do Uapgcl n. 43.
Pedro Antonio Huberto faz scieutc ao respe.-
ta nome. se assignar d"ora iii dianio >or Pedro
Emilio Roberto.
COMPRAS.
Com mnito R^aior vantagem compram-se
.'aro, prata e pedras preciosas t u obra-: reinas: na
loja de joias do Co-acao de Oaro n. % D, rua c.
Cabug.___________
Chumbo e estacha
Compra se em grandes e ptqueiiiii iiorr.tk. ; na
rua Nova n. II.
Compra se a eolleee^u dos DUir os it /><-
mmlntco, de ouiubro e Boveajttru ile-le ano
.li-ia l\vographia.
La ?ihiL
Ghf da melhor qualidade a Ti^lH).
Fariuha ds mandioca rearia it BMM n 6/000
o sacco. ^
Dita de millio a 6300 idem.
Queijos Oamengos do DJlinfe vanor a 2$80.
Biscoutos em caixirhas de eooOgara^Ses diver-
sas proprias para festas as enancas.
Velas steannas a 640 rs. a Hbra.
Chocolate de lj! a lSCO a libra.
Especial naniei^a nrjeza e francesa.
Hortalieea para sopas denominadas Julienne, que
snbstitue peifeitamente as rrai*< frosras erras.
A verdadeira fariuha an^ericana vlnda de OOOla
oropria a 320 rs. o n:3f,o de urna libra.
Bolachinhas de (odas as qualidades o dos me-
lhores fabricantes.
Queijo da llha especial a 8*0 r*. a libra, e BOJ-
tos oulros g. eros que so eneoutr;m por prec *
nzoaveis b de 1* ojoalidade ; na rua do Duque
de Csxias n. 42, armazem de
Competencia
Estamos na semaoa em i;ue se teve reeioiar
ai dispensas ( tanto em grande romo em peqnena
escala) de bons f escltanos gneros pnprios para
os grandes das de festa^. P> r esce motivo o CAM
POS da rua do Impeador n. 28, lem por meio
deste annuncio avisar nao s ars tumerosts tri-
gueres e amigos, como lambem ao publico em ge-
liai que entra em compftiicia'coin os seus erlle-
gas, no fornerimento dos gneros alimenticios pro-
rrios a taes dispensas.
O CAMPOS espera que seu armazera soja prefe-
rido para es foroerlmeBtr>s.
POR QUE NELLE
Encontrar-se-*ha coniinnadamento um escolhi-
do sortirrenio de granlidos alimentse diversos
ccipipes lanto para me>a c mo para blindes.
POU QUE NELI.E
Encontrar-se-ha nuiss sisvAezno? trato?.
POR QUE NELLE
Ha sempre a ti>i ch^So c\s r< mpradores, ere
portador seguro para a cmduci.ao t" generosa
seu destinos, dtr.tro da cidarte e estaeftes des ca-
nv.olros de forro.
Xeste eslabelecimonto encarnga-se de mandar
apromptar presuntos e i uiros quaesqner manjares
Bartholomeu & C,
FEITOR
Precisa-n do um feitor poriuguez para tratar
de um pequ no silio n Torre : na rua do Impe-
rador o. 23.
---------------------- .
Ama de leite.
Precisase de orna ama" do leite : na rna da i'e
on* n 25,1'andar, paga-se hem.
Vnnde-se urna labirnh na Cauunga, rua po
fjnierr-a n, 1: quex pratonder dirija se a merri1;
Vinho, Pilula8, Xarope k Tintura
ds jurubeba simples 8 ferru(hnosc ;
Oleo, Pomadak Emplastro da mksma
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C"
Pharmaciu ticos- Droouistai
PERIAMBl'CO
A Jarubeba : ceta planta 6 boje reMabecidi
como o maii pederoso Inico, corno" o inelfasr
deaobetraente, e como tal applicaJa nos padeclmenle-
do figado e baco, bepalitas, dareaas, tumsrt* ale.- -
nos e especialmente do otero, hjdropesija, erri-
pellas, etc.; e aasociada ao farro e n'.il a* pallida.-.
corea, chlorosee e falla da menetrnacao, desirru-
ioe do estomago, etc., e o qne diaemoi allefUt
innmeras curas imprtanle* oUidaa oca oonoa
preparado! j bem couhacidoi asado* otlea mu
disunclos mdicos do pan e Purtagal. Et loibe m
aoaaoi depsitos distribuimos grali folbele oa;
melhor faena conbecer lanMba seo* reetlui
e applicaelo.
um sitio cfm casa nao acabala no lugar denomi-
nado Agua Fra ; o dito sitio lem 100 palmos de
frnte e de fundo 47i a tratar no beceo dos Fer-
reiros n. 3.
Caixilhos
Vndese 14 parelhas de e
em bom estado, com vidro :
n to 78.
aixilhos o aroareilo
na rua Aognsta nu-
Vende-so as sogaintes i
lume :
Flores singlas por P; g as por Pedro do Grlasan?,
Cosario de Awvedo por Si.
R. urgain lem
Colla fpnceza entadernad
Vida de D. J.>S> do Castra
CodiRo do Rom n idem 1
Meil *.
Met-- Iphi'jos para
ur ao l'/anar desta
ibras, em um s \u-
Anlrade,ultimas pa-
illnsffes perdidas p- r
jdo por 31.
a3j:
dom 1$.
'iC-0.
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piar.uo 8*f.
lypog raptas,


6
Diario de Fenambuco Sexta feira 30 de DezeVnbro de 1870.

'
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA MPERATMZ-60
miHiV silva te' .
Kiste Hurtante estabelecimento encontrar o respeitavel pnblieo, om grande e variado sortimento de faiendas domis
inorado gosto e todas de primeira necessidade, que se veodem mais baratas do qoe em outra qualquer part), visto qoe osne-
socios 4>la firma, adoptaran o systema de b veoderem D1NHEIBO ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
* RMbarea o descont ; fs pessoas que negociam em pequea esca'a nesta loja e araazem poder3o fazer os seus sortimeatos
peloe mesases precos qoe compram as casas nglezas, (importadoras) e para msier coimodidade das forjas, famllas se dar
amostras da todas as rateadas, oa Ibes levam em soas casas part escolberem.
TAPETES i GROSDENAPLES PRETOS
Chegoa para o Bazar do Pavio o mais Chegoa para o Basar do Pavio um gran-
etegwte Mimeat'< de tapetes grandes, pa- d sortimento dos melbores grosdenaptes
ra sofas, coa 4 cadeiras, ditos mais peque- pretos qoe tem vindo ao mercado, qoe se
aos. para ditas cadeiras, ditos para vendem de 15600 at 55000 o covado ;
pianos, camai, portas ; etc. ven1e-se por s3o todoa muito em coota.
Bos a ve em nutra qualquer parte. ESPARTILHO.
KtUi'AS PARA HOMENS I No Bazar do Pavio recebeo-se umelegao-
No aceredHado Ra-ar do Pavao encontra- te sort.ment dos mais modernos e melho-
ra o respeit ?el pnblieo nm grande sorti- res espartilhos, qoe se vendem por preco
siento de ratinas para bomens tanto bran- mnio em conta.
cas como de cores, a saber
Gitaisas coar peitos d'algodio e de linbo,
jara todos es precos e qua'idades.
Centolas de linho e algodio.
aleias cartas francezas e Dglezas.
Palitos aobrecasaeos de panno preto e
ttsemira.
Caicas de brim branco e de cores
Dita de oasemiras pretas e de cores, com
rollles ;n'ua -s
Oe tocias estas ronpas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
qo perito
ALFAIATE
Por qaem se manda fazer com prestes
e aceto qaalqoor peca de obra a capricho
oa go-to do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qoalidades de
panno Coi, as melbores e m.ais moder-
aaseasemiras, assim como os melhores brins,
qor braocos, qur de cor; e qoando qual-
robra no 8car ioteirameote ao gosto
frer >ezos fia por conta do estabeleci
MBta
F(HT\,ES DE COR E BRANCOS
Vendero-se bunitis fustes brancas e de
cores, .'.r iprios para vestidos e ronpas de
meninos, se;ido de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
Cfl'mcha, no Bazar do Pavio roa da Impe-
ra triz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 'O rere.
Vendsm-se chitas largas com moito bons
pannos e cores fixas, pelo barata preco de
OO rs o covado ; cortes das mes na= com
tO covados a 2S0 0, pechincha, no Bazar
Jo Pavi).
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 20U ris,
Venden-r Durjias cassas de cores miu-
dinhas p"l-
vado, no anuazem do Pavio ra da Im-
peratriz n 60.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavio veode-se bonita a-
:euJa branca eocorpada para saias, seodo
om babados e orejas da nm lado, dando
t lar;uri da fazeoda o comprinento da
Ma, i qu'd se ple fazer com 3 ou 3 1|2
metras e vende-se a 10, 10280 e 10800;
s*im como tambera lo mesmo estabeleci-
meot se ven le bonitas saias brancas bor-
da las, ten 1o quairo paooos cada urna, ditas
ic lia de cores j promptas, ornas com
Barras differeotss da mesma fazenda 45000,
ou ras com barras bordadas 6-5 e 70OOj,
todo isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Veode-se carnauba em saceos, na roa da
imperatriz o. 60. Bazar do Pavio.
TARLATANA* LISTRADAS CORTE A 65500
Coeg'U para o Bazar do Pavao um bonito
sortimento de tarlataaas listradas, sendo
verdes, cr de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia, e liquida-se
; ida corte a 60500, pechincha ; na roa
da lia 'Prairiz o. 60.
T.ASAQUINHOS DEGUPURT A 10,5, 120,
160, E 200.
Ch0garam para o Bazar do Pavio os
mais rao lerqm casaqninhos ou basquinas d-
guipure cera cintura, ricamente eofditados
com lacos. e viniera se pelo barato prego
de 103, i 0, 165, e 2 ra da Lape atriz n. 60.
LENC K DE MORIM A 35500 A DUZIA
Veadera se dn/.ias de lencas fioissimos,
braocos de morira, sendo fazenda muito
eocorpada, a 35)0 a dszia. Ditos de
calbralas fi'ii ea ven Ihii a 550.k) e liqu.da-se a 3(J5 JO a
duza por hav r muita porgio, no Btzar.do
PavSo a rui da Imp^rataz n. 60.
CORTINVDO-i DO B4ZVR DO PAVAO A
85 105 \U E K5
Che?ou orai graade remessa dos m?-
1 hores cortina tos bor lados, proprios para
cimas e jauellas, que se veodem pelo ba-
rato prec> de 85, 10)5, 12(5, e 16)5,o ptr :
i rtia da mparatriz n. 60.
MADAW)LA0 ENFESTAOO PEgA A
3^200
Vendem-se pecas de malapolo fraocez
enfestid", tendo II metros cada peca a
35200: pecbiocba no Bazar do Pavao,
ra da Irape'atnx n. 60.
D\M\SC No Bazar do Pivio, vende-se damas o
enfestado com bonitos dezenhos, tendo 6
palmos de largor i, p~oprios para colchas,
pelo birato preco de 15280 cada covado,
dito, dito, com 8 pal nos muito fino a
45000, assim como muito bonitas colchas
de damasco de 15 que se vende oa loja do
Pavao na di Imoerairiz n. 60.
RETALH03 DE CHITAS E CASSAS PRE
TAS.
No Baz>r do Pavao vende-89 porgSo de
retalhos de caitas e cassas pretas sem li-
mite do proco : ra da Imperatriz n. 6.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavao receben nm grande
sortimento dos melbores paooos de croch,
proprios para cadeiras de balaceo sotas,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almeladas e pratos; vendeodo-se por
menos do que em qualquer parte.
PARA LENgOES
No Bazar do Pavo vende-se soierior
bramante d'algodSo com 10 palmos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
ds l-nhodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720at 15 a vara, as-im como umg ande
sortimento de H todos os nmeros, preces ou qualidales,
que se vendem mais barato do qtio em oo-
tra qnalqner parta ; aproveitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavio vende-se superior
atoalbado trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 15600 o metro, dito de linho adamas-
cado o iL-elbor que tem viudo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavio vende-se constante-
mente o mellaor sortirae-ito de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Llasinbas retas lisas.
Cassas pretas de lia.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cauto >s, bombazicas, qoe sa
vendem mais barat i do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Razar do Pavio vendem.se bonitos p
grande^ cachi-nez de pura laa, polo bara-
to preco le 65000 cada ora
PEUICNCHA EM CAMBRAIAS vrCTORUS, A 55,
65, 75 850 O.
Vende-se um ex^lendi lo sortimento de
dosimas cambraias victorias, por preco^
mais baratas do que era outra qualquer
parte, tendo cada peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 75000, finissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dioheiro
e liquidam-se por este preco em relacao a
orna grande compra qoe se fez no Bazar
do Pavio.
BABADINH OS
No Bazar do Pavio vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
una granle porclo de entramaras largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
em conta e mais barato do que em ostra
qualquer parte.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavio vende-se nm sortimen-
(o completo dos melhores setios e grosde-
Qaples de todas as cores, que se vendem
nuit. em conta.
Calchas brancas i 352 O, 35506 e 75000.
Pa"a o Bazar do Pavl i ebegoo om grande
sortimento das melhores colchas pretas,
sendo das melbores e oais encordadas qoe
t"ra vindo 75000, ditas om pouco mais
baia 35500 e ditas 3520 >; tambem no
raesmo estabelecimento, se ven le om grande
sortimento de crtones e chitas proprias
pira colchas que se vendem moito em coota.
Sedas de qaadriDhos a 15290 a corado
Vende-se um elegante sortimento de sedas
de qoa lrinbos, cora lin 1 ssimas cores, para
vestidos e roupas de meoinos, e venda-se
i 15280 cada corado; pechincha no
Bazar do Pavao.
CHALES DE RENDA.
Cuales 2- oo).
Chales 2000.
Chales 4 2000.
Vend-se orna grande porclo de chales
oretis de renda oa croch, sando pretos
co a 4 pootas, fazenda que m ore se ven-
deu 55000 e li juidi-se a 25000 cada nm,
pechincha no B^zar do Parlo, a ra da
imperatriz o. 60
LINDAS BAREGES A 320 R^. O COVADO
No Bazar do Pavio veode-se o mais bo-
nito sort ment de fi lissimas bareges trans-
parentes c.im as mais bonitas listas de core*
proprias para ve-tilo, e liqu da-se a pataca
o covado por eslarmos muito prximos da
fe ta ; ditas mesc'adas, fazenda muito lus-
trosa e com lindas corea a 400 ris o covado,
pe;bincha a ra da Iuparatriz n. 60.
LENCOS DE CASSA DUZIA 3,5000
Vendem-se finissimos lencos de cassa
com delicadas cerca loras, de edras fizas
j embaabid.s, seodo pruprio para borneo^
e senhoras pelo biratissimo preco de 350 O
a duzia, no Bazar do Pavio a roa da Impe-
ratriz n. 60.
TOALHAS A 75500
No Bazar do Pavio fez se urna graade
pmora da toalhas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e graades,
roe sempre se venderara a 1(25000, e li-
juidam-se a 75500 a duzfa^ou a 640 rs.
ada urna, boa pe:hiocna.
PECHINCHAS
PAVAO
Ra da Imperatriz 60,
Para vender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
Cbegoo om elegante sortimento de las-
inhas do Japlo, com padroes de seda e de
muito boa qnalidade, que se veodem a
500 rs. o covado. pechincha, do Bazar
do Pavio, ra dtt Imperatriz n, 60.
P0PELINA8 DO JAPAO A 15600 O COVAOO.
Cnegon um elegante sortimento de Uo-
diss mas ponpelinas J iponezas, com os
mais delicadig gostos, tendo muito lustro
e com listrinhas de seda, sedo esta nova
fazenda ooasi da largora t chita france-
za e vende-se pelo barato preco de 160
cada covado, no Bazar do Va lo.
AS PQUPELINAS DO PAVAO A 2-OOO, 0 COVAOO.
Cheg ra para o Bazar do Pavio um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratsimo preco de 25000
cada um cova lo, assim como ditas cora
go tos escossezes a 25400, pecbiucha no
Bazrr do Pavio.
SEDAS A 250O0
Chegon n n elefante sortimento de boni-
tas seda de listrinhs, com as cores mais no
vas qua tem vinlo ao mercado e veudem-se
a 2*5000 o covado, Da ra da Imperatriz
Bazar do Pavio.
CRETONE FORTE A 25000 O METRO
So do Bazar do Pavio.
Cbegoo o verdadeiro cretone francez pro-
prio para lencoes tarado 10 pa'mos de lar-
gura, e muitoencorpado, sendo preciso Ape-
nas para cala le.gol 1V*ou 1'/metros,alm
d'esta appli;aco tambera esta larga e en
corpada fazenda propria para toalhas, saias
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
50 de 25000 cada metro.
CASEMIRVS A 25500 CADA COVUX)
No Bazar do Pavao vende-se ura grande
sortimento de bonitas casemiras de urna >
cor, sendo asul, li io, masclada, sen lo de
duas larguras, proprias para calcas, palito',
e roanas para mpnino, e vendem s ; p
barato preco de 5500 o covado, ra da
Imperatriz n 60.
BONITAS LAASINHAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas llasiohas coro diff-.-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavio.
- ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimeoto de finis-
simas alpacas brancas lavrada-, imitado
de seda, proprias para vestidos de baile cu
pasamentos no Bazar do Pavio.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Vende-se om grande sortimento de lin-
das alpacas lavradas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavao.
BABEGES DE QDADRINUOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais lindas e moderdas lla-
sinbas ou bareges de quadriobos, proprios
para- vestidos, tendo qoasi largura de chita
frsnceza. e I qoida-se a 640 ra. o covado,
oo Bazar do Pavao.
MERINOS DE CORES &ARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de ama s
cor com cores moito proprios para vestid)
e roupas para creancas por ser orna fazen-
da de pora lia e muito leve, veode-se a 15
o covado, oo Bazar do Pavio.
GLACS A 15000 PARA VESTIDOS.
Vende-se um eleg ote sortimento de-t
nova fazenda denominada glacs sendo urna
fazenda de lia muito larga e com dei ca-
dissimas cores, tendo tanto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato preco de 15,
covado, no Bazar do Pavio.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se cortes de casemira ingleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais di jhe.ro e liquida-se a 7)5000
o corte de calca, no Bazar do Pavio a ra
da Imperatriz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 45, 55,65, 85, e 104000
Vende-se finissimas camb. aias suissas, de
muita phantasia tendo 9 varas a 85500 e
105000. Ditas bispo com 10 jardas fazen-
da moito fina a 55, 65 e 75000. Dilu fi-
nissimas azuiadinbas, que v,. lera muito mais
dioheiro, a 85 e 1O5JO0: t idas estas cam-
braias, em relacao a qualidaie, pelos pre-
cos acma sio mais baratas do que em oa
ira qualquer parte, no Bazr do Pavio.
CAHBRAIA ALLEMA COM 8 PALMOS DE LAR
GURA A 14600, U B 24500.
Ven te-se fimssim 1 cambraia branca tran-
pa ente com 8 palmos de largara, que faci-
lita fazer-se om vestido apenas com 4
varas e liquida-se a 15600, 24 e 25500 a
vara, fazenda qoe vale moito mais dioheiro.
E pechincha 00 Basar do Pavio.
CAMBRAIA TRANSPARENTE
Peca a 45000
Vende-se muito finas pecas de cambraias
brancas transparentes, tendo8 l|z varas ca-
da peca e cora ora vara de largura: a 44.
E pecbiacha, no Bazar do Pavio
A' ra da Imperatriz
n. 60.
emtpre a Mova Esperanza!!
AO BELIO SEXO.
Bita luja bem conhecida pela toa elegancia e
iuiaerioridade de feas objecus, acaba de receber
mnilos artigos para o qu: respettoearaenle convida
ao bello rao a vlzita-la, aflm de compraren aquil-
lo que i recitareis para preparo de vesdos toi-
lete Ou toeadore, e racsino qualquer objeeto para
fazer algona prePDie...|pofs que si na Nofi,- E>ps
rauca fleorSo ii-feio, j pela qoalidade e pre-
cos rasoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
es ufanare em nao se impacientar em dar a es-
eolher os objeeto?, prestando-fe com o agrado
cm que cosinma receber a lodos, aflm de qne
saibata com o firme proposito de voltarem 00
mandaren) a mosms loja, logo qne precisem de
quaJijoer arligo por pqneno que aeia.
LUYAS (DE PELLICA.
Recebeu as do Li-boa a Nova Esperanza para
horneas, senhora e meninos, sendo branca* e de
ores.
NOVIDATiE.
Bicfl de qnlpure preto com branco, a Nova Es-
peranza s (]U( m tem I I I
Caias para joias.
k Nova Esperanza recebeu boas eaixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de multas qoalidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos 00 sardas.
A Nova Esperance tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanea a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Ef peranca roa Dnqoe de Casias n. 63,
vende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melbores, e do mais conbecido fabricante,
tanto francez como inglez, estao expostas venda
na ra Duque de Cuias n. 63, na Nova' Espe-
ranea.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de larauja, florid.i e de lavando, etc., etc.,
tudo de superior qnalid.-de : vende-se na Nova
Esperanea ra Duque de Caxias n. 63.

Qoaado & AGUA BRRNCA, mai precisa scenti5car ao respeitavel puboeoM
geral, e em particular a sua boa fregoezia, da immensidade de oliectos qne mtimamea
te tem racebido, jostamentelquando ella menos o pode fazer e porque eeaa fta. tinif
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos qne lla'a aitendere e relenr
continuando portanto a dirigirem-seva bem conhecida leja da AGUJA BRANCA >md
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de snperiordade ea
qoalidades, modicidade em precos e o seaoonca desmenttido AGRADO E SINCERIDAD!
Do qoe cima flea dito se conheceque o tempo de que a AGUIA BRANCA podi
dispr, empreado apelar de seus castos no desempenho de bem servir a aqoelles qoe 1
honrara procurando prover-se em dita loja do qoe necessilam, entretanto sem ennomt
rar os objectos que por sua natureza fio an conbecidos ali, ella resmnidametite indi-
car aquellos coja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendavois, cBi
bem soja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
Agora sim
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
lidades para cintos.
Leques oeste objeeto moito se poderla
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
d chegar, mas para nio matear o pretn-
deme se me aposentar o qne poder de
melhor.
En treme i os em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qoa-
lidades e desenhos.
Ditos de algodio com florea e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Eseossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
A Nova E-peranca, a roa Duque de_ Caxias n.
63, recebeu um lindo sortimento de laa para bor-
dar, vindo as cores mais p'ocuradaf, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a lia antes qoe se a?abe I
Aos cigarreiros.
A Nova Esperanea vende papel para cigarros
(Mais) a 4 j'tOO a caixinba barato t_________
IMS PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, rua Nova n. 22carneiro
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposifo no
mesmo Bazar, g rantiodos-e a sua boa qna-
lidade, e tambem ensina-se cora perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguacs no sea trabalbo ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sua perfeicao tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentara-se trabalbos executados pelas mes-
mas, que muito devera agradar aos preten
dentes-_______________________________
tervej t branc i e preta
DA
JtE.-i flSC.-t. z
engarrafada por
Bloode Wolfe & C.
especialmente tara o Brasil
NICOS AGENTES EM PERNAMBUCO.
J. Jefenes & C.
46. Rua do Commercio 46.
Capailas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores final.
Pit de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos com pos de arroz e pinsel
Caixinhas coa ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doorados pa
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos demadreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Thesonras para frisar babadinhoi.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopofl com 48 viitn, a
qnaes sao movidas por nm machiniwai
ornas snbstitnem as outras.
Vistas para stereoscopes.
Bonitas caixinhas de vidro eefeitadoi coa
pedras.
Ditas de raadeira envernisada con viaao
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqnedo <
criancas.
Diversos objectos de porcelana, propino
para enfeites de mesa e de lapinhaa.
03
te
o
c3
s
AMINMIR1HA0S
0
CC
>-
Com este titulo acha-se aberto c inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesana, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o qoe existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata do le faqnei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos qoe seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objeeto
pertencente a esta arte.
A ARA
Aviso importante.
Na cidade de Olinda, rua da Ribeira, dfronte
da cadeia, sobrado n. 10, vende-se por preco eom-
modo, como observar o comprador, doce de dif
ferentes qualidades. nao fomente secco como de
calda, em pequea quantidade, e tambem em por-
ches maiores ; e ah mesmo se prepavam eaixas
com, ou sem enfeites de diversas qualidads de
doee, como de caj, de silra, de laranja etc. :
Quera antier v ver, e si certificara da verdade
de que fi -a exposto.
Pchi cha sein igual.
Vende-se um excellente burro novo de cor ruca,
com crinas amarelladas, muito andador, chegado
ha piuco do surti, pela insignificante quantia
ee 75*000. Sua daa desfaz-se do mesmo por ter
de seguirno proxim) vapor para a Europa e por se
achiro mesmo animal achacado dos ps : na rua
Duque detlaxias n. 9, t* andar.
Canieros e gaz eco-
nmico
Acaba de chegar nova remessa dos Un deseja-
dos candaros todo de porcolana os quae< muito
s* acommodam pela seguranca, acc io e economa,
e ainda pela exceHente luz prefervcl rail vezes ao
kerosene: venhim antes que'se acabem, nico
deposito da roa iarg* lo frmrin n. 81, botica.
Veude-se leutiihas muiiu novas de llru-
burgo, em arrobas, era taceos de 1S libras e em
libras : na palaria da rua da Guia n. 56.
carailo.
Vende se um lindo cavado castaoho, moito bom
andador, proprio para passeio : para ver na co
cheira do Sr. Duarte, rua da Roda.
B azar- do Pavao sito a rua da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberta
das 6 horas da manti&a as 9 di noute.
Sal do Ass
Vende-se a bordo do brigue Olinda fundeado
defronte do caes do Forte do Manos: a tratar na
rua do Viga rio n. t, t* andar
Fundidlo la Aurora.
Neste estabelejimeoto se vendem taixas de ferro
batido mais bem construidas do que as que vem
de fraaiO rs. a libra ; sortinvnto comoleto.
3
ATTENCAO
Loureoco Pereira Mendos Guimarles, participa a todos os sem devedori
tanto da praca como do mato, que estando I qoidando soas casas commerciaes. o qn*
deve fazer at o fim do correte anno, por Uso roca a todos os seus devedorea a virea
saldar seus dbitos o mais breve possivel; ootro sim, declara aos seos devedores, qn*
os que nao estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provanelo isto se fan
o abatimento que for preciso para a liquidacao de suas dividas, para isto poderlo di
rigir-se rua da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas,
a 500 rs. Cortes de brins de cores a
B A LOES DE ARCOS
Vende-se balos de tS
A 1J000.
a 30 arcos a
i*
1500; cortes de gangas para calcas a Id, e IdSOO cada um. Cortes de cassas ea
iTTHMI
Vende-se superior vinno de champagne em
eaixas de gnarrafas e meias ditas por preco otis
cmiBud do qne em outra qualquer parte em
frente da alfandega, armaiem de Sr. Anoes.
Vende se mais barato qne em outra qual
quer parte fumo de Garanhons : na loja do so-
brado da rua do Rosario da Boa-vista ao sabir
para o piteo da Santa Cruz n. 53, refiaacao do
Vilella.
Cal d Llabaa.
ltimamente chegada, e rcais barita do que era
ontra qualquer parte; rua da Cruz n. 52, es-
criptorio de P. da Costa Mala.
cortes de casemiras preta para calcas a
30500,4, U e 63000.
Crtes de chitas a 2:300.
Vende-se cortes de chita* para vestipes
a 23500. Ditos de cassa para vestidos a
0500. ^
Pechincha a 45000.
Vende-se pecaste algodo a"40, U, W
e 7^000.
Para liquidar a 3500.|
Peca? de madapulao com 12 jardas a
33500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
00, 60500, 70, 80 e 90000.
L1QUIDAC0.
Pecas de algod3osiobo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
03500 e covado 1(50 rs. pira liquidar.
Chitas.escuras para vestidos a 280, 320
e 360 r. o covado.
Para acabar.
Vende-se pegas de cambraias victoria, fi-
aos a 60, 60500 e 70000.
' nita barato.
Colarinbos de papel a 240 rs. a duzia.
Cerliosdes tara jaiellas a 50000.
Vende-se cortina.os para jaoellas a 50
o par. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 60000.
Veode-se cortes de percales d duas
saias de bonitas- barras a 60000.
C iberias de chita.
Veode-se a 10500, ditas fioai a 20500,
ditas encimadas e adamascadas a 30500,
ditas forradas 50000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcas a 409
rs. o covado.
Lencos brancos a 20000 a duzia, para li-
quidar ; grande porcao de mantas para
grvalas a 200 rs. cada urna para Uquidar.
Cassas francezas a 280 rs. _
Vende-se cassas francezas para vestidos
a 280 e 320 rs. o covado.
Organdys de cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Al pac* de cores para vestidos a 500 e
640 rs. o corado.
Laasinhas para vestidos a 329, 400 e 5?0
rs. o covado.
papel a 20500 cada um, para liquidar
Bramante de linbo e algodio cem 10 pal-
mos de largura o 10800 o metro.
Panno de Dabo a 760.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar
ura proprio para lencoes a 20800 o metro
Lentes de seda a 80" rs.
Vende-se orna porcao de lencos de seda
K800rs. cada om.
Chales de cassa i 10000.
Veode-se orna granhe porcio de chale*
de cassa a 10000 cada um, para liquidar.
Fust a 360 rs.
Vende-se fustao de cores para vestido
a 360 rs o covado.
Algodo enfestado a 900 ri.
Venda-se aUodao enfestado para encoca
e toalhas a 900 re. o metro, dito trasu-
do a 10200 o metro.
Chales de merine estarnaados a 20000.
Vende-se chales de merm estampados
edm barras a 20, 20500 e 35 para acaba-
Gran ie porcao da retlbos.
Vcnde-se grande porcio de refalhoi dt
cassas chitas a 240 rs. o covado.
A festa 6t na porta
Ronpa fetta en contrario
Por precinto razoavel
Todos se enrouparlo.
A SABER :
Liqnidati de reapa feila.
Vende-se paliitots de brinsinlao de lich
propiio para andar em casa a 10500 ; di-
tos de ganga 20000 ; ditos de meia ca-
semira a 30000 ; ditos de alpaca de cor
a 30500 e 40000; ditos de panno fine
pre miras de cores, a 61 e 80000 ; colletea
de cassinetas de cores, a 10500 ; ditos ds
brins de qaadrinhosa 10OuO; ditos de ca-
semiras de cores, a 20500, 30 e 40000.
Calcas zoes para escravos a 500 re.; ditai
de algodosinbo de listra a 800 rs. ; ditas
de brim par lo a 10800, 20 e 20500 ; di-
tas de dito branco de linbo a 30500 e 40 ;
dita* de casemiras de cores a 50, 60, 70
e 80i 00 ; camisas de chita a 10000; di-
tas de algodiosinho, proprias para o ser-
vico por ser fazenda forte, a 10280; dita
de muso ina a 10&W rs. Pan liquidar.
O proprietario da loja denominado Arara, declaa ao respeitavel pnblieo e aoie
seus fregueses qne esti concluindo sua liqnidacio, por isso qnem qaber munir-se dt
boas fazendas por pouco dinheiro tenba a bondade de irigir- dr Jfroa da lmperatris a.
72, desdeas 6 horas da maohia ai 9 da noute.
V
taaaaan

L
;


a
PeruaniLuco Sexta, feira
Dezembro de

a *
;
N
Venham, freguezes,
oonir-se ra' Duque de Casias (antga-
mente ra das Crazes), sobrado das pe-
cas de artilheiian. 6.
Neste novo eMabderimento encontrado os ama-
rres de agaa frasca e saborosa os n Inores ob
felosde barro, pul se acha prvido de turto o
lor iranto cimo rejan : quartinhas dr.s melbores
raoricanies desla provincia, j.-.rra mnrintiui
redores bilh^W Bf, ^JJ -
todo do m-Mhor barro o gosto; assim como hrraV
re Iou5a v,drada de todas as qualidades, e mil
ios ontros objeetos sem seren polidos, tudo de ut-
idade para as .-asas de familia*
Clli
.hw a da era ^ns arB"". aim de oo
23Pla Ve!i "eg0 ,0 rpgalar> os wgu'ites. qne
Mtio veadendo a preco* mais baratos que era ou-
*a qoalqner psrte : H
PORTAS de nioho almondadas.
?TP Par'A CerCa(}0S.
')s .da ,ntlja P"a cama e forrar sala.
jA.>i> de barro franee?. [ira e r^SlSP' r.i,ir rm barrica;< e as arro'ba!'-
u..vbAT0 de todas as qaalidados liaixos
rfACHIXAS de decarocar algodao.
BAHIS prar.dos c-im peixe da Scccia.
LONAS e brinziVs da R-i.-sa.
^',?3 americanos para forro de carros.
'rTv,VV,ler'?n"s",nu', bjas e econmicos.
YKMiO -le Bordraux pm caixas.
.OGN'AC superior de Gautier Freres.
JHLHO de Fernando a 3* o acco.
AGUA florida;
3ARRIS de carne salgada de pnreo e de vaeca
3 jjo) ta
n. 53, ra Direita, 3 p rtns n. b3,anttJa
hja d) Braya
isesfss&sassz.
in,
revolvido mandar buscar era
PSift^^J&^KT^^tT.iiM numeroso* freguezes,;
""- por menos 10 0,0 do que
para escarcear alpodao,
bws a mmMmmmm?,
limaiha
animae,
ngardas de
e garfos
ff faco* PSiT!! MreTeu,
mmmmm mmwmmmmmm mwmmmm mmmm
PRECIOSA IffiSCOBERTA
variedade.
HU A UK
aovas musirs pura piano.
. Danse des npgre3 do mae.tro Cazalbore.
Afergarida, Jinda schouisch.
Una folia a Roma, qudrima.
L0NDBB
Dansas paraguayas.
1* Habanera.
2* Los negro*. ,
3* Noites de Luque.
I1 Palomita paraguaya.
Tambera re.-.ebeu as segomtes :
4 opera Guaran/, e os melbores pedafos
oa mesma para piano o piano e canto.
Qaadrilhss
Wafsii
. ... B polkas
Juadn'has:
Risetie.
Satn.
/ardim das Fadas.
Heroica.
Capenga, Careca C.
'lomens do mar.
uventude Commercial.
RocamboK
Ponte d<> Nabo.
Tenente do Diabo.
imperial marinheiro.
\ sultana eotto linda.
independencia das senhoras.
O Club X.
Regresso do conde d'Ea.
Caminho de forro.
'inarany.
Walsas:
Sonho da virgem.
Voluvel.
Oansa d'amor.
Ultimas walsaa da uta d,ido.
Anjo da meia ooite.
Caraivak
iJoarsny.
Polkas :
CabriJo.
Gorgeio id s^bid.
Sulicosa.
Capeng ote forma.
Querida por todos.
i rivi.
Por todos querida,
Zas Trsz.
Palomita paraguaya.
Biaoiark.
Moren aba.
^urprezn.
Chora ^ttaoga.
Gloria."
iuarany.
\eda do armweni da pianos e msi-
cas do Azevc Jo, ra .Nova n. II, boje ra
'lo Harto da victoria.
ame B^rSXt^Z^ T^0' de^V"> severo
os ^^0s^^Z^^^ to~- --diaumente cam
a. Seposio
smente eni casa do autor, Andr Del.uc cabellcireiro de Pars.
Kua I de Mareo (antiga Crepo) n. 7 A 1' au.Jar
NOTICIA
MOMTE_
Veto operar^ una completa revolu(;fo~aTtia7
Tinta para eserever.
Ra da Imperatriz d. 2
nortr V *** novo e nn,ltuoso estabele(im nlo d^ fa-en l;s roba de cocear iraca
?.,; k, Europ1 ma,s' *P!ndsta tanto
Enraw0.'/ "T P"a sentoras 5.Prever e espumear "j^emoderLO e do 2
apr xiojdda ido?, met-xionatemos cem ostccisii iade :
!C s cortos le vrsti 'os para casamftDt", ctega.lo? no ultimo vapor,
uitosditua de ditos de se..'a c'eseuhos inteirame^te noves.
itoa aic-i de dits do laa c;m barras, fazenda Inieiraaente nova.
vestiios de cambraia para baptisado.
c^Jl^Jl "dadc85inals moderos, variado sorlimeoto de camlr.ias.e
cassas oe cores, 1 ndus e mt demos des^obos. '
sedas lisa, la\r>dw, [retas e de core?.
Cretone para vestidos, modernes g< sti s.
Alpaca de c res, impossivel des, re er a variedade de gcs:os t pad.'brs
2 Jn-f. c'/iras. esctTas, pretas, indescriiiul o urtad ssimo- sr.rtimnt.
M- ida le S" (Ui,hdade?' cores e anianhos, entre os ^uaes uns slo inte-amente
Bfa b rdadas para fedioras, grande quan idade de gestos.
uaBilsiaoas bordadas para senhoras muito moderLas, gatdei
tnirr-tneios e tiras bo: dadas em todas as Jcrgcra?.
Camisas tara bomem, bordada, l*as, e collerinbos, completo sor tmenlo^
Lencos de cambra-a bordado?, lisos e do- barras.
os tos. S d Vel!ud0' Pa"a' merin' Ul'ro' que La demais moderno e liodL Cortinados bf rdados. e ricas colchas de seda, e de crochet.
Brreges de phantasia, fazaoda propria yaia bae.
Tari; tanas de cores com palmas Iindsimts gos'os.
Blidqs de cr-8 pata setrtioras.
Gravatas [ara homem, grande sortimento em feilios e o res.
Brfctanr-aSj OSgoiSti e bramante, de todas as larguras.
L5aiint>as de modernos padrees1 e iodos gostos.
Melirn da Ina fszenda inteiramiote nova para vestidoseda lindo effeito
^J,1? ?Tm S' estdbe!ei,r:e'to udoquede tremor e mas moderno se rod
tKto ^ fazeadac<):EoeinPerfuiQaria8 toa?. Jisquaes tem um completo sor-
nn AOSOAVALHEiOS
Offerece iguala or.le 1 vaotagem de encontrar em neste estaDHtciraeulo :
Pannos linos, pelos e de cores.
'>emiras prttas finas, e ricos gorgorees para coele.
Ditas de co-es, de quadroy, lisos e de lietns, completo sortimento
^ Bthis brancos le lint o de todas -,s qualidades.
Ditos de cores, lisos e trancados, t?ran e fortimento.
do fre bf,b' arUta Pa" COIlar 6 d'r'8r <,,al ,ae< obr?' 9ue so se mre* a coBtento
Ua:a modista iguimente i ccopaJa nos trab dhos do PAVILHO D\ 4UR0RA di-
rige os que toe s?o coocernenies, apromptando a capricho qutlquer TOILET, gar.ntin-
dc-se a mais compicia perfeictoDos seus trabilbos.
Em resumo concluimos
Por chamar attenco do respeitavel publico para o oosso eslabelecimento, que alm
tiu?\Tn0nS0^,if,ilte,Sre,D zendaS e Pe,fumar'as tm o mais COMPLETO SOR-
TIMtMO DE ROL'PA FEITA, paa homens e meninos. Mandam-se as fazendas em
casa ds Lxmas. familias, edam-so amostras.
Um completo sonimeoto de esleirs da lodia, por menos preco que em nutra qual-
Aberta das 6 hora?
IiOJA
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo st. 9
Os propnetarios detlt bem roitU^ido subei-
cimenie, aim dos muitos (.hjfitos (juo mbasu .
postos a apreeiagio do respritavd pnbfp, rv-
daram vir e acabam de receber p*5o aitio) apor
da Europa ara completo e vanado lorlimcate d
Anas e ir.ni delicadas especialidades, as qaae e>-
tio resolvitics a vender, eouio de ea
por precos muito baratluhos e cbwm^K4 psm >
dos, com tanto qne o Gallo.,..
Muito snperioros lavas '* pellica, pretsLra
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas golimhas e pnnhcs par s-
nhora, neste genero o qne lia d mau atadem.
Superiores pentes de tartarupa para coques.
Lindos e riquissimco crfeits-yara: cabecw Exmas. senhoras.
Superiores trancas preui e da cres coa ti-
hos e sem elle?; esta azeuda o qiu note kamr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonives lequea d ma*reper*la.
marnm, sndalo e os>o, sendo afiudles bnaeat
com lindos desenlio?, e estes pn-tm.
Muito superiores m.'as fio de Ef nhoras, as quaes sempre se venderam per 360SOS
a dazia, entretanto (jue nos as >cndenios por 10^
aim destas, temos tambern gramie sortitscat o*
outras qualidades, entre as quaes aJgncias av*
finas.
Boas bengalas de superior caesa da laia
casto de marQm com linda? e eneaftCaona fin-
ras do mesmo, neste genero o que fie rirtbsr m
pode desojar ; aim destas Unv* !?riem %r&&*
da maiihaa s 9 lioras da noute.
Bazar da Moda recaben novo sortimen-
to de fazendas Jo ultimo gosto para vesti-
dos, asMn como chapeosinbo?, casacos,
borns, coques, camisinbas, etc. etc
Continua sempre o grande e afamado sor
tmenlo do mindezas e perfumaras verda-
deiras, que/ludo se vende por baratissimos
procos.
Dam- Exaas. familias o que desejarem, coa do
Bario da Victoria, outr'ora Nova.
Rival sem segundo, I Rival sem segrundo
VA nt <)i i: it i: caxIaw n, 4 | ra do duque de caxias n. 49
(Anliga ra do Qncimado)
120
50G
60
idooc
8f)000
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras linas para unbas e costu-
ra a.........
Papis de agulhas francezas a ba-
loo ;i.........
Caixas ifom seis sabonete* de fruta
Libras de i5a para bordar de todas
as cores a.......
Carriteis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de coresmuito finas a .
Grozas de botea madepersla fi-
nissimos .......
Novello Caixas com 10G envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteircs com tinta preta a80rs. e
Pocas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo mbito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua-de colonia Pivera
Dito de oleo babeaa a.....
Caixas de lamparillas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Cartilbas da doutrwa fazenda nova a
Libras de linha surtidas do todos os
nmeros a.......i^eoo
exigencSi:^,a,X^S^oPe,ft ^ "*** de W ^ "*-
i cor hndissimae nao precisa de cu.dado algum para ee conservar oo
tmte.ro sempre com a mesma cor, sera bona, crsta, bolr cu sem' todas essaTmreT
cidas,
Sobretudo este estimavel producto nao ala.
,SSS" *t,Jda8"""'" M "BOra ml!'c'"u- 'M' *sdM s
-. bu (mu, nio seodo pki.Ib.ci. pinpir 3S 7miodo d^ll. e"S-'
original fique prejudicado pelas extracc5es aesejam, sem qce o
vezes quem menos culpa uhd. ^aiVrv soDre a nata, que mudas
eB ,o.,p::cdeb;.sB.ifd,oa ^r,r;rroTdi;etxrvi,a *
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados ar
Libra de linha fraoceza superior
qaadade a.......
Ricas touquinhas de fil para me-
nios a
Botinas de couro para meninos a
Caixas com gulhas de fondo
dourado a
Pecas de tiras bordadas muito fi-
a 500, 600, 800 e
700
640
240
2*420
200
2*500
240
.0000
Vende-se .emente de oentro e alface tnoito
vas: na ru* da Gnia n 7, taberna.
sem
, f'ar,:' \ laucas grutiet, e caz trrt
bom em grandes P pequeas paredes ; mdo jooi
preces ip> .rJ .rm:. deSatheas AuilTp
A C. na rus da Seniala Velba n. 106.
Vend- se
tuna
na casa terrea e duas tamas
> Purtag na roa dn j>i'^
traurrTa ro. Bmm.n. H, .> anjar
aguas cm Fra c P..rUs_ua raa do Pilar
m m w
Ch-fOB ao fatigo psito de Henry Forator
i, nu do tmporader, ora carrogamentod tai
r??0 Pr VD6ac-:' 9T(>V' -o fla. ai oaia. jai.
depois de escita jpffre o cboquode cidos fortis^mos, m se decompor ora"s
i aeco do te.-"
odurto veio-i
edocoocs. .b cocs.qcerxi. d belleza da cor .faXd/oe m 8 Sl 00
*MXlX?S't Zl Z^f^:- EfiHM-
liquidez.
na peona pela sua
Ha oniii los de criancas qee I a moito tcinpo m m urna reoBl"c"
'eren-se deltas
anifesto.
. deteriorare

E. R. Sabello di C. lem para vender em sen
escriptorio rna do Coromercio o. 48, e segointe:
Vinho braoeo de Bneellaa especial.
Dito linio particular.
Dito do Porto mnito fino em cantas.
Dito da Figoeira superior.
Dito Madeiraeecco especial
Mercurio.
Betroz.
Cera ero vela?.
Cachimbos de gesso. Todo por precos razoa
wis.
Eslou disposto a continuar a vender todat
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a___
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com o leo baboza muito fino.
Pacote" com p.'-s de arroz o me-
lhor que ha a...............
Navalhas muito finas para fazer
barta a.........;..........
400 Caixi de linha bram do gaz a..
500 Vara de franjas de lidho para toa-
300 Ibas..........,............
Caixas com peonas d'aco de l erry
500 superiores.................
60 LeBcos de cassa brancos e pinta-
dosa......................
600 Caixas com 20 quadernos de papel
240 pautado ........
100 Caixas com 50 noveilos de linha
*0 do gaz a........
Duzias de meias cruas superior
qualidadea.......3*600
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada prca a 1*500 e.
Pecas de fitas para cs de qoal-
quer largura com 10 varas a.
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a. ^.....
Dozia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para me.'
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de spidos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios por'.uguezes a. .
Caribes com colxetes 2 carreras a
Abotoadoras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel eom 20 quader-
nos ...........
Rama de papel pautadosuperor
Resma de papel liso muito supe-
rior a .", *,.....,
200
500
240
500
720
1*200
500
300
40
240
400
120
320
320
320
*000
500
160
SOO
100
700
400
2*000
500
40
500
320
40500
2*000
1*500
3*000
400
20
400
50C
40
24000
240
400
4*000
3*600
Vende-se um excedente piano horizontal pro-
prio para pincipinte, por preoo mnito eomoiodo :
na roa de Livramenjo o. 34.
Xo armaiem da rna do- Brum n. 9a tem ara
Tender a.presos coounodori, o seguale :
Farinha de mandioca de Porto Alegre em sac-
eos grandes. i
yioho fino do frVio, ni caixas.
Bolinetes de ballanco pura lales e barcacas.
Bacas de luuca para c&zinaa.
Bx)h-ante-rlieumf tico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rhenma-
ticas at boje o raait conhecido pelos seos mara-
vilhosos resaltados.
XAROPE DE AGRIAO.- nm dos medicamen-
tos que su efflcacia as enfermidades, tosso e
eangue pela bocea, bronebites, dores e fraqueza
oo peito, escrobato e molestias de flgado, qae me-
inor lera aprevado.
TINTURA DE MABAPUAMA.- A celebre raiz
pa marapaama, cuja energa e efflcacia as para-
lyi-s, intorpecimenio, etc. etc. muito se recom-
menda. -
Todo* sses preparados se encontram na phar-
macia e drogara de BarthoJomeu A C., nnieo de-
posito na rao larga do Rosario n. 34.
razio para se usar de tinta qne qlo seja a VIOLE-
Observado.
p Vot,d.e.m sitio pa ita.,viage.n coro. 100
palmos de frente e 900 defllpdq, com algunas ar-
Tores de Tracto, lendo urna t)oa cas de Hola mui-
to rresca eom ,2 salas, 6 qnartos e cofnha fra,
a stioaoio excellente : a tratar na Bba do* Ri-
tos, #ua em seg.imento a p >nte do Sonta babel
can 0. 4, oa raa -do Imperftdor d. 83.

2 f^te^ S?^eX^K^ 3LS--S*
do a tinta que e fabrico
-^b

A. O, Monteiro
i Imperador n. 83.
-T------. I
Tr-
Venderse
Ws de roseiras de varias qoa'idades,
assim como de sap' 'ti, abacate, figoeiras,
larartja cravo, e ptnbeira, por preco rasoa-
vel: a tratar Ba.B6a- Vista roa do Vfsconde
^ Goyanoi o. 51 (outr'ora do Moodego.
GAZ DEVOES.
Latas eom orneira
ULTIMA INVENCO,
guem comprar doga* aeoaas latas nao precie
patsa-lo para garrafas ou deposito, poig qne pode
tirar para os eandleiros toa as vezes que preci-
sar jom derramar oa perder ama gota : vende-se
DefnT* RM' *"*** ** **in de
Atten$a5
.Vende-se ama armado ,p)r barato preco e em
bo loealidede para qualqner negneio :. a tratar
nos Affogarfos. ma de S-lfenel n 3i
G0kiaJ roa oa unu o. 24, i andar.
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borrae**
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e paia aau
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlirn o iartaroga par* us>
barba; sao maito boas.e de mai9 a Ria s*o g*
rantidas pelo fabricante, e nos p6 Dono v*x Uh>
bem asseguramss saa qaalidado o deliC-ulea.
Lindas e bellas capellas para noivx
Superiores agnlhas para machina o j..*ra ro
Linha muito boa de peso, frousn, para-OBcfat
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para Voltares, ucus
como os lentos para o meamo iux
Grande e vanado sortiir.ento das melhoreo pai
fumarias e des melhores e mais conLjcfioa r*r
fumistas.
COLARES DE ROER
Elctricos majrai'tcos contra n coavolsik,
fa mos desde maito recebedores dosto predifio
collares, e continuamos a recebc-los por toos o*
vapores, aflu de que nunca fatem no tac-rad.
tomo j tem acontecido, assim peis poei o i&& -
les que delles precisarem, vir ao dcpoi;o do|a,iiv
vigilante, aonde sempre encontrarao Sesteo vedi
deiros collares, e os qnacs attendendo-s-B ao fin
para que ao applicados, ** s-en^orao cem coa ma
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista doscbjeeto3 iiua dotxasv
declarados, aos nossos freguezes a amigos a vina
comprar por preros muilo razoavera loia do rain
vigilante, ra do Crespo n.-7.
3 cordeiro previ si*
Rna do Qnelmao n. 13.
Nevo e variado sortimento de perfumar
finas, e outres ofajeotoa.
Alem do completo sortimonto de perjk
marias, de que effectivamente est preril
lo>a do Cordeiro Previdente, ea acate t
receber um outro sortimento que se Yon
notavel pela variedade de objeclo?. snprrr&
dade, qualidades ecomnodidades do p?>
eos; assim, pois, o Cordeiro Previder.ie pi.
e espera continuar a merecer a apreettet
do respeitavel publico em c,'cfi ee';-
boa frcfruezia em pzrtinilar, lando el/o de soa bem conhecidamp risica
e barateza. Em dita lof erff'feTfSTO.'T^-
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coodnv.
Dita verdadeira de Murray Dita de Cologne ingleza, emarkam, iras
ceza, todas dos melbores e msi.3 r.cfedits?,
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para oils.
Elixir odontalgico para comen-aelo al
tsseio da bocea.
Cosme tiques de superior quafidade ecia
ros agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, eo.
pomada fina para cabello.
Frascos com din japoneza, transparpsi
a ostras qualidadea.
Finos extractos inglezes, amiricacoa
francezes em frascos simples e enfeitadoc
Essencia imperial do fino e sgradavei coa
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiroa gnai
mente finas e agradavei3.
Oleo philocome verdadeiro.
Eitracto d'oleo de superior qnadad*
com e8colhidos cheiroa, em frascos da dif
rentes tamanhos.
Sabonetes- em barras, maiores e macara
para mos.
Ditos transparentes, redondos a em fija
ras de meninos.
Ditos muito finos em caizinba para ari*
Caixinhas com bonitos sabonetes isan*
fructas.
Ditas de madeir* invernisada conieida %
as perfumaras, muito propriaa para pra
lentes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, ta
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos a t
moldes novos e elegantes, com p de s?
e boneca.
Opiata ingleza e francea para decte.
Pos de camphora e ootras di'ereai.
qualidades tambern para dentei.
Tnico oriental de Kemp.
AiAi sala eoqccs.
m ontro sortimento de coque de
vos e bomtos molde com filis de aidrilba
9 algnns d'ees ornados de flores a St
esto todos expostos aprecraco da ooe
oa pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNHOS BORDADOiX
Obraa de muito gosto e parlicio.
FtTelIaa e flM para rtmo:
Bello ei variado sorttmanto de taea obiea
tos, ficando a boa escoma ao goeto da coa
prador.
Joaquim KodpigTOs la-
vares dfrBbllo,
TMPARANDR
era sen oscriptorlo, ptac dnCorpe S-bo |
FHmo emf'blha
da I- e I* qualidadei e vebdtr m oa ma
fardos a vontade dos eoo^bres.
Oal^e mbbst
tkfru'cnegada.
Potossa 4a Rsia,
rartaha de aaaaaifaea.
Vinbo BorTe?nx.
de -f snRdade. tMo do'^mdo d* barato do qae em oaira qnalqner patio:
tlRASDORCl'
Grandes a 840 rs. pequeas a 240 rs.; Takv
r m aa roa da SanzalU Nova n. 3*


v
!



Diario de Pernambuco Sexta feira 30 de Dezembro de 1870



:,

/
tt k TVni\ i wvp 'nassero, e lleve olla boje acceitar urna in-1
YALdAUI |ra<\\'oevdeiiic-met!te prejudicial aos seus
tyaeatio do Oriente.
Damos era seguida as notas que o con V
de Beu iratasse de navios de guerra dcsar-
senlante da Anstria em S. Pelmbnrgo, 'nado-que serven de escolta aosseus so-
acerca di questo di Oriente :
Vienoa, 10 de norvembro de I87<.
ilirci'os u aos seus int. resses ?
Res i a entrada de aiguns navios de
guerra estranftiros no mar Negro. Estes
tactos siu-nos detconheeidos, a meos que
O enviado da Russia entregou-m.- r.
aiguns dias copia de'una despacho, de que
encontrareis nina copia pelusa.
lennos. Ni ig ora o gabinete de S. Pe-
te sburgo qne esls apparecimeqlos linhara
certanvMlo n n carcter ber noffensrve.
Nada alora dsso, impeda o governo rosso
la que aprcse tasse a su queixa no mo-
Apresseinic a communicala ao imne- nenio era que (be parecan ioc> mpaveis
c/.dor e re, nosso augusto amo, c ti -r com dsposic's do tratad.
orden de S. M. que vos encarrego de .lar 0 g-veros) de. S. M. imperial e real
conhecimento ao principe de Gort du It Pl '* 'So poda Saber icuao com pe-
das sef motes ob-ervacoes. : noso scotimeuUi a resoluto que nos annun
Eis aqui o art. 14 do Ira' ido concluido' cia o despacho do principe de Gortschakof,
.ra Pars a 30 de marco de 1850 : i* pslo qual o governo imperial da Russia
SS. MM. o imperador de todas a? R.-ts |"ioorre n'uma grave respon.-abilidade. E'-
sias. e o suido, tendo concluido urna''he mirossivel n3o teslemonhar a sua pro-
convengo fin do determinar a f.r i'il*?da sorpreza. e chuar a sena alinelo
o nuauero des navios ligeiros, necess w !> gabinete imperial sobre, as consequen;ias
aoservico da* suas colas, que se reei-pfl-o procedimento, que ido s ataca um
vam a nservar no mar Negro, fia' .'a icio internacional assiguado por tudas as
convenc) annex-i ao presente tratadt. o 'grandes potencias, mas que se produt anda
tei j in-Mna forcae valer, como se Jet m< circumstancias, em que a Europa carece
Asesse parle integrante. Nio podar ser!' '> do qm imnei 4a< garantas que offe-
anniiiladj nem modificada sem o ai* i! 'ce s a tranqoilidade e ao sen futuro a
raent) das potencias signatarias do pr>> f dos tratados.
t.n.c tratado Ojrei leittiM do rnente despacho ao
ultimo paragrapho deste artigo, po- principa Gortschakoll, deixando-lhe copia
I ,s seus termos po itivos, adquirc um valar oelto. .
particular, -ccrescentandoexpressa e leri Vienn?. 16 de bovemhro de 1870.
jutem ote urna estipularlo, que, un todo Djpoia do me ler c; mmumeado cir
o lempo, tea sido coa iderada como sub- colar de 19/31 de outubro ultimo, a qnal o
entendida era todas as transaccoes interna- i mcu despacho n. I desla dita servo de res-
Ci9HMa posta, o envalo da lUissia leu me algumas
Vio poderiamos, pois, conceber r.era! passagens de outro d spacho do seu gabU
admiltir urna duvida a respailo da forcaab-j'mle. relativamente ao tnesmo negocio, mas
soluta desse compromisso reciproco, qoan-|tendo um carcter raais confidencial.
do mesrao utna ou outra dts partes nteres-. Nesso docura-nto, o principe de Gorts-
nadas julgassc dever fazer consideraees as! chakoiT, appellando para os nossos sent-
niellior fundadas contra a conservaran desia I mentos do amisade pela cftrte da Rossia,
ou liaqti-ta disp(isic5i> de um tratado, le! manifesta a esperanca de nos encontrar
antecipadmcnie se concordou declarar q..eManto Rfth dispo-tos a julgar com favor a
nao poder nunca ser annallado, nem mo-! re*Muc3o em que est de libertarse das
ducado sera o asse.ntimento de toda? asestipolacoflS que regulara aneutialisaco do
potencias que o assignaram. mar N--ro, quanlo o governo impelale
nicamente i*ra nao faltar ao< es- real tiulii sido o proprio que em Janeiro de
peitos devidos ao gabinete deS. Pe rsbur-! 1803 tornou a iniciativa da urna proposta,
.ue, sem nos demorar nesta limpies i cujo effe to ei desenibaraear a Russia das
refereadia, que resume lodo o nosso pensa-
mento cer.-.a da declaraco que a:ah i de
tiOfl faz r, enlames em um exame dos ar-
iimentusem que se funda aquella comino*I
.cacao.
O despacho lo chanceller da Russia |
res ricees que Ihe impunhara aquellas mes-
illas estipolace?.
R-ispondi a Mr. Nowikou que, sem a
menor duvida, tinhamos gempre testemu-
nbado o mais vive desejo d consclar as
uossas baa relavo s com a rrte deS. Pe
comee pirlovantar tima eerla desigoa'dade tO'*argo, e que a iniciativa recordada pelo
OU iniqoidade, que existe as dispos;ees i principo G >rtsch koff t nha sido, talvez, a
do tratado, oa parte qae Imita os raei os de i mais notavel expressuo dessa boa vontade
defeza da Rusia no mar do norte, emqoan-jda nos?a parte ; mas que nao poda librar-
lo que pM-miltiam Turqua manter orcaa me de um impulso de sentimenlo, recor
awaes liimitalas no arcliipelago e nos es- : dndome do procedimento de que se Irata,
tniti.s.
N3o nos peilence discutir a origeib,
.Mil o valor da um aju-le, que Dio foi [>s-
sado eiitie a Russia e nos, mas que coro*
mum a l das as grandes potencias. Tuina-
moi, a (bordado de observar ao principe, de
GorlschakolT, que seinelliante reflexo pode
impedir a assignatura de um tratado, e que
d pois da assi^na.ura pode ella servir de
>ase a t:m pedido de modificaco, mas que
nunca p le aulorisar urna soluto arbitra-
ria. Diremos mais. As razos que o go-
<-erno da IVossa npres-.nla para jusl'ticar
nm acto unilateral, longe de attenuarem o
tfcmico, nao fazem mais do que augmentar
gravidade das c< nsidera?5es, que a eile
se ligara. \ mxima que Ihe apraz adoptar
cmpromelte nao s todos os tratados exis-
ea, mas tambem os futuros. Podo coi-
inbuir para os tornar lacis, ms nao ser-
vir pua os tonar solidos.
' Comtudo o gabinete de S. Petersburs >
' c rda derc-gaces a que o tratado de I8
t -ni escapado.
Foi questS) de revoluces que se con
-.iiimaram nos piincipados danubianos, 9
que. em contrario le'.tra e espirito do tra-
tado, e dos seus annexos, tinham conduzi 'o
a iKiiao dos p ucipados, e ao chamamenlo
de um principe cslrangeiro.
Seja nos permiltido fazer sobresabir
um ponto que nos parece capital.
Os principados da Moldavia e da Vala-
chia nao erara parle integranto do tratado
de 1850. Achavam-se sob a seguraea da
Porta Oilomaua.
i Poderia esta ser responsavel das mu
dances occorri las naque le paiz, e que, aos
nihoa do governo imperial ua Russia, cons-
t.tuiam urna infraeco dos tratados ?
Nao foi ella que pedio que os snecie-
FOLHETIM
VIVA Itrttt DE MORA
POR
Xavier de VIontpin
P*HTB TERCKIR.4.
\ GOlDESSA DE um
(Gontinuac3o do n. 287;
XXX
A chegada.
A senhora de Rahon foi andando todo o
tf mpo qao pode soster-se.
Caroinhava lentamente e amparando se
parede, mas sem parar.
De repente o cansaco e a nanic5o flze-
r iin-a suecumbir. Os seos ps vacillantes
tropecaram n'uma pedra, cabio e n3o se
tornou a levantar.
Todava? a condessl nao eslava mora, e
nem seqoer desmatada. Conservava os
olbos abrtos e tinha deixado de padecer.
Urna especie de calalepsia physica e moral
a paralysava toda e a impossibilitava de se
mover e de pensar.
. Tinha cabido ao lado de urna porta sem-
pre aborta, qne dava entrada para urna
casa de dous andares, pelas janellas da
qual, notto Iluminadas, sabia um grande
i-nido de vozes alegres oo colricas, junto
ao metlico sido que prodoz o remecber
monles de ooro e prata...
Muitos trens de aluguer e cadeirinhas de
mos paravam de tempo lempo poneos
paasos da condessa.
Homms de todas as idades e condices
se apeiavam daqoelles trens e lilriras e
entravam na belicosa vivenda. lguos dos
recem viudos erara saudados coa accla-
maces lio violentas, que abalavam os vi-
drOs das janellas.
Os nossos leitores de ceno adevinbarao
e do ac.oil.'iraeit-) de frieza que encontrouda
parte daquelles mesmos que mais sensiveis
se deviam mostrar. Mas o chanceller nao
pd) ter esquecido que era logar de des-
pertar no seu espirito um echo sympatbico,
nao provocou da sua parte seno censuras,
que nit esperavamos. certamente, ver pro-
duz:r-se daqovila rarte.
O predecessor de V. Exc. nao pode
dcixar de nos dizer enlio que o cheie do
gabinete russo juljjava precipita.:o a nossa
naoeira de pro edor; que. na sua opinio,
linlia suscitado, sem necessidade a descon-
lia;:i.a do governo f.ancez, e que a idea,
apreseniada por nos, do uma conferencia
para sa r gularem as quesles a resolver
no Oriente, Ihe pareca pouco proprio para
assegurar ura resultado satisfactorio.
Cora cerleza, este modo de n-sponder
uma proposta lio leal como benvola era
de natureza a excitar a nossa sirpreza. A
R ssia podia contestar opportonidade da
nossa proposta, a qual tinba fa.lado a adbe-
sSo da Franca e da Inglaterra ; mas o pen
smenlo que a liona inspirarlo, pensament i
todo benev lo para a Russia, e favorave
aos seus olbos, nao constitua menos uma
prova manifesta das nos^as boas disposiooes
que mereciam ser melhor acolhidos.
Apontei taiiinem ao enviado da Russia
a dill'eienca essencial que existia entre a
combinacio snggerida per nos em 87, e a
dedara(o que o sen governo acabava de
emitlir.
Nos lemos do nosso projeclo, os en
travs postos liberdade \<3 aeco da Rus-
sia no Euxino, deviam ser affastados as
formas determinadas no proprio tratado, e
nao por um simples acto unilateral. Do
que tinhamos recommendamos a derogarlo
legal, pronunciada p-la unanimidade das
j que aquella casa era uma espelunca : e
nos accrescentaremos que era a mesma
porta da qual o marqnez de Saint TVIaixent
tinha assassinado, bavia tres annos, o filbo
do judeu, para Ihe roubar uma avultada
quantia de dinheiro
Do outro lado da roa, no andar baixo
da c:sa que ficava frontera a espelunca,
via-se uma pastelaria.
Ao utido da loja arda um grande fugo,
cujaincerta claridade ailumiava ra.
Diante da foguera um cao d'agua, mui-
lo compenetrado da importancia da sua
tarefa, faza gyrar um gigantesco assador
muito bem recbeado de pers, patos e
franges, que maneira que se iam re-
vestiudo d: uma costa doorada, e vara pejo ar o mais apetitoso perfume.
t Outras aves, j b*ra assadas, osteotavam
n'um aparador os roligos lombos, e os
membros, symetricamente partidos, em
pratos de louca multicores.
. Nio longe d'aquelles incitantes manjares,
via-se uma pyramide de looros piezinh s
e um pequeno barril em cima de nos ban-
quinbos.
O paslelleiro nio dava de comer em
casa ; mas all podiam comprarse os pri-
mearos elementos de ama comida simples
substanciosa.
A condessa litava machioalmente a vista
n'aquellas provisss e o seu nariz aspirava
os perfuraos culinarios ; mas, repetimo-lo,
mal senta a fome.
Derara dez horas no reiogio de uma ca-
pella prxima.
A senbora de Rahon contou as badala-
das, e orna vaga recordacio loe atravesson
repentinamente o alelbargado espirito.
Lembrou-se de qoa na antecedeote noute
i "mesma hora estiva sror rsula de ser-
vico no dormitorio cotnraum, e sror Leo-
nor principiara a roncar,..
Disse entre si que eolio nio estava to
perdida, lio desamparada, e chegou a in
vpj*r a enfermara do hospital.
De repente, um sugeito esqualido, cujo
r ;sto pareca de uma eve de rapia, vesti-
do como um fldalgo e de espada i cinta,
corles signatarias, nao se seguir de manei-
ra alguma que devessemos approvar uma
annuKacio arbitraria, e slidamente assig-
nada pela-parte obligada. O art. 14 do
tratado de 30 de marco de 1656, diz, era
todas as suas letti as, que a convenci con-
cluida no mesrao da entre os dous estados
marginaos do mar Negro nio poder ser
annullada nem modificada sem o assenti-
mento das potencias garantes; e eu nio
comprehenderia, porlar.to, que o governo
russo, seguindo hoje, para se libertar dos
encaraos daquella convenci, um modo d
proceder diametrlmente opposto clausula
qie a abo de citar, podesse taxar-nos de
iocoosrquenca, quando precisamente a
applicseao dessa clausula, que forroava a
base do nosso programma.
Eraflm, fiz observar a Mr. Navikow,
que a marcha seguida nessa poca peloga-
bnele imperial e real, oio era de maneira
alguma de natureza a prcduzir as perigosas
consequen ias que hava motivo para te-
mer do acto re:entc d gabinete de S. Pn-
lersburgo, -obleodo, com a annuencia da
Europa, a retirada da probibicio que impe-
de o desenvolvimiento 'de suas forcas nvaes
no mar Negro, a Russia recobrava a posi-
co que Ihe devida naquellas paragens,
sera que fosse necessario conceber alar-
mes.
* Nio acontecen o mesmo agora. O pas-
so que acaba de se dar nio podia dexar de
excitar a; mais serias inquietacoes. Ni Eu-
ropa occi lenlal j ee prodozio uma irrita-
Co nos es[jiril"s muito prejudicial causa
da paz ; no levante, esta tentativa da Rus-3
de se fazer justica por suas proprias raaos,
ser olhada, sem duvida, corno prova deque
aquella potencia julga chegado o momento
de suscitar a solucio do que se chama a
questio do Oriente.
As imaginacoes to ardentes dos povos
cbnsios-d'aquelles paizes ene ntrario n'isso
um ou mais actos estimulantes. O exemplo
frisante de ura estado cujo prestigio tio
grande, ha de parecer Ibes de futuro, receta-
mos nos. justificar todas as agitaces e to-
das as violencias.
O chanceller russo nio pode deixar de
convir que ha n'isto motivo para nos preoc-
cupar, e nio se admirar, portanto, que to-
memos muito a serio a sorpreza de que
se apossou o mundo publico. Vemos, na
allilude tomada pelo gabinete de S. Peters-
burgo, nio uma araeaca directa Europa,
mas uma causa de perturbacio assustadora
que pe em perigo a sua tranqaillidade e a
sua seguranza.
Nunca fiz mysterio da conviccSo qne te-
nho de que as transacoes do 1856 coloca-
ram a Russia, no mar Negro, n'uma situa-
rio pouco digna do uma grande potencia,
enfnquecendo a psito que ella chamad*
a gosar as aguas que banham o seu terri-
torio, e posso dizer qne nio desprezei cousa
alguma para fazer partilhar esla mesma
con vi tio s outras potencias garantes.
Tambem nio posso deixar de sentir ver o
governo imperial recorrer, para reparar a
sua situagio, a ummeo, que a todos os res-
peitos me parece o menos felizmente esco
lliido.
Foi esta lingnagem qne empregnei com
Mr. Novkow n'estas circumstancias. Julgo
til reproduzi-la no presente despacho, de
que V. Exc. dar leitura ao principe de Gor-
ischakoff, eda qual fica autorisado, a deixar-
Ihe uma copia se elle mostrar esseldesejo.
Gomo dado curioso vamos descrever em
seguida as forcas, que as potencias interes-
sadas na queslio do Orbnte poderiam apre
sentar no caso de rebentar a guerra, por
causa das pretencoes da Russia, para a mo-
dificagi) do tratado sobre a neutrlisacio
do mar Negro.
O effectivo do exercito austraco em p
de paz de 280:700 homens, 42:900 ca-
vallos, 968 pecas; e em p de guerra...
606;300 h mehs, 86:000 cavallos e 1:098
pecas d'artilhana.
Alm disso, para o caso de guerra, conta
a Austria com a milicia da fronteira, forma
da dos soldados dos regimentos recrutados
nos districtos da raa, que achando se na
reserva sedentaria sio chamados ao servi-
co, e fo mam batalhes de 750 pracas, ao
tido uns 21:700 homen.
A milicia do Tyrol e Vorallberg. que se
organisa para defensa do territorio indica-
do, com voluntarios e pracas da landsturm,
e que prefazem 43:000 homens.
As tropas irregulares ascendem a 9:292
homens e 600 cavallos.
E finalmente, a milicia da Dalmacia, de
21:000 homens, que sommam ao todo...
desceu a escada da casa de jogo, cntaro
lando nma alegre caocao.
Vinha de cara alegra e cambaleava
cada passo como se estivesse ebrio. EtTec
mantente ganbra uma avultada quantia, e
levara toda a noute a despejar garrafas de
Xerez e Porto.
A alegra da gula saliseita, os vapores
do \inlio tinham-lhe transtornado um pou
co a cabeca.
, Esse personagem era o nosso velbo co>
obecido Lactancio, o honrado mordorao.
Desde que deixra o casiello de Rahon.
o ex-avarento, convertido em prodigo, viva
alegremente em Pars, imitando os fidalgos
nos_trajos e uos modos, frequentando as
espeluncas, feliz s vezes no jogo, e muito
apreciado, gracas s suas larguezas, pelas
toleradas de baixa esphera que substituan)
na sua intimidado as ciganas de Monte-
Calvo.
O to LactancTo ficou-se de bocea aberta
diante da infeliz mulher assentada no chao,
e como o lvido semblante vivamente allu-
mado pela foguera da pastelara, contem-
plou-a durante alguns segundos com uma
especie de estpido assombro, dizendo com
os seos botos.
Os diaboe me levem I Esta molher
por timrpenna a defnnta senhow con-
dessa, com quem para fallar verdade, Oao
me portei l muito bem. Mas vou emen-
dar o erro com um grande acto de carida-
de. A condessa morreo, Dos a tenba era
sua santa gloria; mas esta parece-se muito
com ella, e eo quero dar-lhe orna esmola
em memoria da defunta. _
Quando o vinbo Ihe suba cabeca, Lac-
lando tinha s vezes seus accessos de ge
nerosidade. Metteu e mi n'uma das al-
ibeira, e sem contar alirou quatro moe-
das de ouro para o clo da senhora de Ra-
hon, e foi-se por all fra muito contente
de si mesmo.
A condessa nio** tinha dado pela presen
ca de um hornera diante delta. O ruido
do oure ao cahir no vestido fui que a tirou
da sua triste prostraciov
Pegou nos quatro l'uizea e olbou para
elles. A idea de que um desconbecdo a
692:000 homens, 86:600 cavallos e i 09S
pecas d'artilharia.
A marinha consta de 108 navios de guer-
ra, com 249 ollciaes, 171 aspirantes.....
8:750 mannheiros e 3:730 soldados de in-
fantaria de marinha
O exercito italiano compe-so em p de
paz, de 207:586 homens, 23:820 cavallos,
e 320 pecas d'artilharia ; e em p de guerra
de 334:963 homens, 39:460 cavallos e 500
pecas d'artilharia ; e chamando a segunda
reserva as armas, pode por em p de guerra
530.000 bomens, 41:000 cavallos e 700
pecas d'artilharia.
A Inglaterra tem em p de paz 210:030
homens, i4:0C0 cavallos e 400 pecas d'ar-
tilharia ;_ba e. da a substituido do exercito
no ali>tamento voluntario com premio de
entrada ou enganche, nio de calcularse
exactamente o contingente <,uo poda por
em p de guerra ; mas sabe-so que tem
armamento reformado, de cirregar pela ca-
raira, para 675:000 homens, e 1:500 pecas
de arlilharii arrecadadas.
O ex.rcito prussiano em p de guerra
compi-se de 660:943 homen*. 61:120 ca
vallse 1:C08 peca3 d'artilbaria, que com
as t-opas dos demais estados da confede-
racSo montarlo a 967:000 homens, 68:000
cavallos e 1:600 pecas d'artilharia.
A Russia pode por em armas 4 divises
de infantaiia, compostas de 620 batalhes
e 681:000 bomens, 52 regimenlos de'caval-
laria com 49:000 soldados. II batalhes
de engenheiro cora 16:400 bomens, 61
brigada-; de arlilhana com 58:600 bomens,
e 1:200 pecas, 46 bat'.lbe-s provinciaes cora
46:000 bomens, 37 chamados da Siber e
Aia com 40:090 borneas, 26:000 aitilh-i-
ros de praca, 31:000 bVmens d_9 tropas
de goarnieo de forta ezas e 98:207 homens,
11:520 cavallos e 200 pecas de reserva.
As tropas irregulares: cossacos do Don,
Koubra, Terek,-Astracam, Azoff, Orembur
go, Oural, Sberia, Ztbaikal, Amour, Iikra
i>k o Yenisci>k, compem um total de....
35:564 homens, 7:550 arlilheiros, 244 pe-
Cas e 190:753 ca\allos.
Somma pois um total de 932:771 infan-
tes, 19!:273 cavallos o 1:644 pecas de ar-
tilharia a fo-xa que a Russia "pode por em
armas no caso de guerra.
Sommando estes contingentes, resulta que
se a lua se empenhasse, balalhariam nella
3.829.771 infantes, 400:000 cavallos e...
6:542 peca; d'artilharia, s as quatro na-
Ces que citamos, cifra a que teiia de aug-
mentarse o exercito turco c os contingen-
tes das naces, que se alliassem um ou
outro belligerante, antes da lula ou depois
de iuiciada.
Estes dados assustam realmente, ao re-
cordr o custo de m bilisaco destas forcas
e os lulos que o choque deslas forcas ba
de pro iuzir em milhares de familias.
Na Russia continua ainda era grande
escala o armamento das pracas fortes de
todo o liltoral dos mares Negro e Bltico :
Nicolaieff, Kertchs, Sebastopool, Groostadt
ele, acham-se j n'um p muito formida-
vel.
As novas lnhas de caminho de ferro
pem era coraraunicacao com os grandes
centros de Odessa, Kiew, Moscow, S. Pe-
tersburgo e Varsovia, os pontos mais estra
legicos, e as fronteiras que se julgam ex-
postas ao ataque do inimigo, quer seja por
mT, quer por trra ;
A proposito de caminhos do ferro, de-
vemos notar o adiantamento que neste ramo
lera feito a Russia. Alm_dos caminhos mi-
litares, ha outros em conslroccio, e prxi-
mos a ser explorados. Antes do fim deste
anno, deve abrir-se no publico o caminho
que conduz de S. Petersburgo a Revel. J
comecaram os trabalhos para um caminho,
que, sahindo de Leopoldo, na Gal.tza aus-
triaca, passar por Kiew, e chegar at Li-
lew.-ki na l.ilbuauia.
Alm deste, ter dentro em pouco comeco
outro, que, partindo de Niejnei Nevgorod.
devo atravessar os Ourale<, e ramificarse
as fronteiras do Tuikestan, e da Gbi&a.
Deixeraos por um instante as obras que a
Russia emprehende para facilitar as suas
communicaciS, para tratar de um ponto
importante.
A viagem, de um sobrinho do principe
de Gortschakoff Wilhemshohe ioduz alguns
jornaes a pensar, que se trata, por parte
da Russia, de che^ar a um accordo com o
ex-imperador Napoleo, e o re Guilberme
para restabe'ecer o imperio cahido cora a
proclamacio da repblica. Mas a maior
parte desses jornaes declaram que um se-
ralbante plano nio pode-ra realisarse as
condices em que se acha actualmente a
Franca.
Dizem as noticias de Conslantinopla,
que em Scbumla se reuni nm exercito com-
pleto com quatorze bateras d'artilharia.
Consta qne todas as fortalezas da margem
esquerda do Danubio, Bookschouk, Silistria,
Widn etc., foram j artilhados de novo.
Na Turqua tem-se feito compras de ca
vallos, e de cereaes na Austria e na Hun-
gra.
Os fortes qne se teem levantad) desde
a embocadura d'aquelle rio at Conslanti-
nopla, receberara guarnices do homens, e
o mesmo tem soccedido com os navios de
guerra. A esquadra de evoluc 'S esl dis-
posta a entrar em carapanha s ordens de
llobart-pacha e Ibrabim-pacha.
Omerpacha est encarregado de combi-
nar o plano que deve servir para as mano-
bras de ambos os exercitos de mar e Ierra.
Na Turqua confia-se milito na lealdade
da Grecia; e dizse mesmo que os bata-
lhes qna se achavam na Zesalia e Epro ha-
viam marchado em ilirecc3o Bulgaria. Ha
por outro lado, segundo-as corresponden-
cias, grandes esper?ncas, de qne, n'um caso
de guerra, a Gri Bretanba e a Austria nio
abandonaiio a sublime porta.
J se v que na Russia e na Tarquia se
continua activamente nos preparativos mi-
litares.
tomara por uma pedinte, hurorisava-a, e
prestou-lhe loicas para se levantar, porque
quena ir aps d'aquelle bomem e restituir-
Ihe a esmola ; mas tinha j desaparecido,
e a condessa nio sabia que dxeccao tinba
lomado.
Quedog-se, pois, de p, indecisa; e, quasi
a pezar seu, murmurou :
Tenho acaso direto para darouvidos
um culposo orgulho ? Nio me prohibe
Deus o desprezar esto inesperado auxilio
que me enva.
Ao mesmo tempo, e como para Ihe res-
ponder, os tormentos da fome, moment-
neamente acalmada, fizeram-se novaraente
sentir, e eutio s pensou n'uma cousa :
napossibilidade que se Ihe offerecia de
serenar os seus soffrimentos.
Os perfumes que se exbalavam da pas-
telara fasiinarara-a de um modo irresis-
tivel.
Atravesson o umbral da loja, comprou
um piozinho, meio frangi assado, pedio
e obte-e um copo de agua, e sabio levando
aquellas provises, que devorou pela ra
com indescriptivel avidez.
Aquella frugal comida, nio s Ihe reani-
mou o corpo, mas tambem o espirito, e
entrou a ver o futuro por um prisma me-
nos sinislro.
Gracas Providencia, incarnada sob a
forma de um bemfeitor anonymo (pelo
menos para a senhora de Rabn), tinha esta
j os meios para poder sahir de Pars. Mal
que amanbecesse, poderia partir p para
a Aovernia, eom a certeza de nio morrer
de fome e cansaco pelo caminho, falla de
recursos com que pagar o seu "alojamento
e sutentacao.
Entretanto, era preciso passar a noute
n'alguma parte.
A condessa nio se teria decidido por
cousa alguma do mundo a pedir bospeda,-
gem em qualqner casa, porque temia, mes-
mo sem fundamento,' que tivesse de dar
noraes e tiJiacio, e que a polica'Ihe se-
gnisse a pista para a tornar a melter no
hospital de doodas.
Dominada por aquello receio, absoluta
mente imerico, porque nioguem cuidava
nespanha.
Em seguida damos a circular que o mi-
nistro de estado hespanhol dirigi aos go-
vernos estrangeiros, relativamente apre-
sentacio oflical da candidatura do duque de
Aosta :
Muito meo senhor: Sua Etc. o pre-
sidente do cnnselho de ministros, por dis-
p sicio do conselho, com authorisaco de
sua alteza o regente, apresenlou s con>ti-
tuintes a candidatura ao tbroQO nespanbol
do duque de Aosta.
Em conformicade com as disposices
da lei para a eleicio do menarcha, concor-
da ram as cortes em suspender as suas ses-
ses at ao da 16 do correte, afim de
nesse da se rennirem de novo para proco
derem a votacio.
O governo de sua alteza o regente nu-
tre a firme esperanca de que nesse da os
deputados da naci, inspirando-se dos sen-
timentos do mais puro patriotismo*, coroaro
o edificio constitucional, levantado com tan-
tos esforcos dunnte os dous ltimos anno?.
Um vez votado o cdigo fundamental,
assim como as les que sao o sen comple-
mento, nio faltava s cortes senio decidir,
no uso da sua soberana, quem deveria ser
o que viesse personificar em Hjspanba a
minarchia que haviam erigido e consagrado
no artigo 33." da constilmcao, depois de so
lemnes debates.
0 desejo vehemente do paiz de obler
de proropto esse resultado, nio podia ser
desconhecido pelo governo de sua alteza,
que no momento da suspensio da legislatura
no mez de junbo ultimo, tinha con rbido
o compromisso moral de facilitar pela sua
parte uma solocjio, appresentando s cortes
o mais trele na peca fixada para a sa
reabertura, a candidatura de um principe
digno de oceupar o posto de pnmeiro ma
gistrado da naci.
O principe Leopoldo Hohenzollern Sig-
marigen, ao acceitar a corda, que tio digno
era de por no caso das cortes o elegerem,
para vir procurar ao governo a solucio mo-
narchica que tinha necessidade de offerecer
ao paiz, e te la-hia encontrado seguramente
nesse principe se as complicares europeas
que com este motivo se suscita ram, nao
houvessem vindo estorvar a resoluto desse
projecto, ao }ual foi por fim necessario re
nonciar, quando o principe retirou o seu
consentimento para a apresentac3o da sua
caaddatora.
O governo respeiton os motivos dignos
eelevrtdos que levaram o principe .Leopoldo
a dar esse passo, c sem deixar de lamen
lar o effeito que isto causara em Hespanha,
fez justica ao seo procedimento inspirado
pelo desejo de evitar a sua naci e Euro-
pa inteira os males da guerra. Nio o con-
seguio, porm, e a guerra tornou se inmi-
nente, nio tendo podido ebegar-so a uma
combinacio que podesse sat sfazer igual-
mente a? exigencias oppostas da Franca e
da Aheraanha. A candidatura do duque de
Aosta podia conduzir o governo a um re-
sultado tio satisfatorio, chegando a ser nes-
sas circumstancias criticas uma garanta de
paz geral.
Effectivamente, se esse principe accei-
tasse a corda de Hespanha, a Franca teria
assim de facto a garanta que desejava, sem
qae a Prassia tivesse que ceder is exigen-
cias da Franca.
Animado pois o governo destes sen t-
menlos generosos, dirigio-se ao duque de
Aosta, que responden da maneira mais dig-
na, mostrndole disposlo a acceitar uma
cora, cujo brilho o nao tinha re luzido an-
teriormente, mas que julgou enlio bo
dever recusar, se a sua acceilacio implicava
a tranquitlidade das duas naces amigas;
mas quando principiarara as negociaces
aesle sentido, disparou-se o primeiro tiro
as margens do Rheno, e o governo hespa-
nhol leve que renunciar missSo pacifica
que tinha julgado dever tomar.a seu cargo
por haver dado senio o motivo, pelo menos
a occasiio para se perturbar a paz.
Com a consciencia tranquilla e satisfeita
de ter empregado todos os meios, que es-
tavam ao seo alcance para obter a paz no
exterior, ficava, nio obstante, ao governo
hespanhol, a necessidade imperiosa de velar
no interior pelo b m estar e tranquilidad?
do paiz. ancioso de por termo ao longo pe-
rodo de nterinidade, o de chegar sua
constituicio definitiva.
O tempo instav, e prximo da reuniio
das cortes, renovaram-se as negociaces com
o duque de Aosla, dando lesta vez o mais
satisfatorio resultado. O consentimento de
S. A. para a apresentacio s cortes da sua
candidatura, foi precedido da acquiescencia
e da adhesio de todas as potencias que res-
pondern), ao desejo do governo hespanhol
nos termos mais lisongeiros para o principe,
fazendo votos pela soa prosperidade, e da
uacio cujos destinos pode ser chamado a
reger.
Nao julgo necessario demorarme em
apreciar as qnalidades que adornam o prin-
cipe, cuja candi latina acaba de ser apresen-
tada pelo governo hespanhol, assim como
as legitimas esperances qne a sua eleicio
provavel nos faz cooceber de um futuro van-
tjoso para a nossa patria.
Conheceis ossas qualidades e sabis
da-las a conhecer, no caso necessario, em
enmpriroento dos deveres que vos impe o
cargo, que oceupaes.
Espero com confianc que o governo
francez, que tem dado prnvas notorias de
amisade para com S. A. o regente, e que
tem mostrado tanto interesse pela consoli-
dacio em Hespanha de nma situacio defi-
nitiva, saber com satisf cao da elevaco
provavel ao tbrono de S. A. real o duque
de Aosta, a respeito do qual tem mostrado
tantas sympatbias.
Dignai-vos lr, e dar copia deste des-
pacho ao ministro dos negocios estrangeiros,
se elle a desejar.
Madrid, 4.de novembro de 1870. P.
M. Sagasla.
03 supposta Simoa, a fueiiiva consegnio in
iroduzir-se oas tojas ds uma casa em cons-
lroccio.
Ura monte de aparas Ihe servio de cama,
e o seu cansaco era tal que, apezar da
viva inqnietacio em qne estava, adormeceu
em i rofuodo somno, que durou ate ao
amanhecer.
Quando se levamou, sentio-se reanimada
e disposta para tudo. Sabio do seu escon
derijo e afastoo-se de Pars pe'o caminho
de Orleies, dando uma vulta grande, para
nao passar por diante da Sjlpelrire.
Escasado nos parece seguir passo
passo a senhora de Rabn na sua viagem,
que, apezar de lenta e cuslosa, nio offere-
cia perigos, e cejos incidentes minuciosa-
mente contados, caosariam a paciencia dos
nossos leitores.
Um mez, da por da, depois da sua par-
tida de Paris, chegou a condessa aos limi-
tes das vastissimas propriedades do senbo-
rio de Rabn, o deixando-se cahir de joe-
Ibos, deo gracas Deus por lbe ter permil-
tido o chegar sia e salva ao termo da sua
viagem.
O plano da fugitiva, peritamente com-
binado pelo caminho, consista em nio ap-
parecer no caslello com aquellos miseraveis
vestidos e com o aspecto de uma pedinte
Resolveu, p is, parar em casa de um
dos seus inquilinos, cujo affeclo e discri-
Cio j conhecia desde muito tempo. Re-
commendava Ihe um segredo absoluto,
mandava-o avisar o senhor conde, e uma
vez junta sea esposo, combiaariam entre
arabos o modo mais conveniente de fazer a
sua entrada no caslello.
. Esse ioquilino cbamava se Joio Roberto.
A condessa tinba salvado de uma doenca
mortal sua mulher, quem elle adorava;
de modo que podia contar absolotamen e
cdtn a sha gratidio.
A granja de Joio Roberto ficava um
qoarto de legua do sitio onde a condessa
parir, e para ella se encamnhoo, depois
de ter feito Deus a sua reza de accio de
gracas, e nio tardn em avistar o rustico
telbado, sombreado por um grupo de gi-
ganteicos casunbeiros.
CAPITULACO DE SEDAN.
Concluimos boje a publcaco, (nterrom-
pida eru nosso n. 190), do interessante es-
cripto publicado pela Libert e attribuindo
ao ex-imperador Napoleio, cujo liiulo
Motivos que occasionaram a capitulacao de
Sedan :
O general de Wimpffen foi ao quarlel
general prussiano para disentir os termos
da capitulacio. Nesta conferencia, o gene-
ral tentn obter as condignas mais favora-
veis, mais o general Molike respondeu-lhe :
O vos-o exercito nio lera actualmente mais
de 80:000 homens; nos temos 230.-000
que o cercam completamente ; a nossa ar-
tilharia est toda em posicio e pode des-
truir a praca cm daas horas ; as vossas
tropas podem sair pelas portas; s ten-
des vveres para um dia e quasi que nio
tendes munices. N'esta s tuacio, a pro-
longacio da defensa seria apenan um massa-
cre ; a responsabilidade recair sobre os
que nao tiverem impedido.
Voltando a Sedan, o general de Wim-
pffen reuni um conselho de gera c'
posto de cerca de 32 offieiaes geoeraes, e
reso!veu-se, por unaminidade menos dous
votos, que uma nova lucta traria intilmen-
te a ruina de milhares de homens, e a capi-
tulacao foi assigoada.
O da 2 de setembro foi um dia cuja
nefausta recordacio se nio apagar nunca
do nosso espirito.
(Couinuar sena).
O coracio da condessa palpitava com
violencia quando entrou no recinto ebeio de
arvores de fructa e rodeado por um grande
vallado.
Os caes, amarrados nos seus nichos,
enlraram a ladrar fumosamente, mal que
virara ama mulher estranha vestida de far-
rapos.
O dono da casa appareceu no umbral da
porta, e sem encarar no semblante dar re-
cera chegada, que pelo falo julgou ser al-
guma pobre, dsse-lbe:
Espere ah nm poucochioho, boa mu-
lher ; vou dar-lhe um pedaco de pi, e se
quizer uma gota de lede mugido agora
mesmo, tambem se Ihe d de boa vontade.
Joio Roberto, murmurou a condessa,
lio mudada estou eu, que j nio me con-
nbeces ?
O aldcio estreme eu quando ouvioo
sido d'aquella voz ; litou ua condessa um
olbar de iodiivel espanto, e com as fei-
ces alteradas, beozeu-se e recuoo, bra-
daodo :
Deus Nosso Senhor me acuda Re-
suscitam os morios t
Joio Roberto, proseguio Mara com
melanclico sorriso, olbe melhor para mim
e nada receie : estira viva.
A senbora 'condessa I balbociou o
camponio. A senhora condessa esl viva 1
De corto. Mas porque esse medo?
Gravaram o seu nome na pedra que
cobre um dos compartimentos do pantheon
onde repousam os seus antepassados.
Pois o neme gravado na pedra um
ludibrio ; o fretro est vazio. Joio Ro-
berto, deixe-me passar, quero entrar em
sua casa. Chame Francisca, sua meftter j
desejo ve-la e abraca-la.
O aldeio obedecen pressuroso ; mas
bem se va que tinha a cabeca completa-
mente transtornada.
A condessa Mara de Rahon entrou na
casa.
(Conlwr-*-Aa.)
TYP DO DIARIO-RA Do DUQUE DE CAXUS
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ILEfiNH.
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